Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09714


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Full Text
pppp
\nno
de 1847.
Qurta-feira 15
.. ni AMO pOilic-e todos os di.s, que nSo
0 "',. guarda i o preco d asBn.turn he de
"Z rs pi iur,'- w? '"""ffy- ">-
"dos as.insndo a rosno de
D""c"" rlinlia, "'" '" "P dUTtrenle, e as
"' ",'-C/p-I i""de' 'i"6 n:;o f rem MK-
"P nir5o 80 rs por linlia, e 10 em Ijpo
artSn'?i--^",1'lto'-'0-
IIASF.S DA WA NO MEZ DE JANF.IO.
...,l mil minutos di urde
Ij,, cheia. 4 |3ras e| min_ ^ Uf(le
"""C. l. i "' '>" *' min- d* "rd-
''"' ""re,a a '"ora e bl ml"- d' IM'"n5"-
PARTIDA DOS CORBF.10S.
Goiannae Parahvlii, ai Sgimil. esfxlns fetru.
Bie-Oiande-dn-Sorle quimas fe ios nomeio-dia.
Cabo, SerinliSem; Rio-Forrooso, Poilo-talvo e
_ Macelo no l.*, a 11 ei decaila mei.
(iaranliuns e Konilo. a lOel,
Roa-Vista e Flores, a 13 e J8.
Victoria, as quintas feias.
Uliuda, lodos s das.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira, ais I botas t |8 minutos da larde.
Segunda, s I llorase *'l minutos dn manlia.
de Janeiro.
Aun XXIII.
NO.
I1US DA SEMANA.
I Segunda. S llygino. And. do J dos orph.,
doJ.doc. da Sv.edo J M. d.i 3 v
i Terca. S .'alyro. And do J. do eiv. da I
v. e do 1. de pal do 5 t. de l
U (juana S. Hilario. Xud do ). do civ. da J
v e ilo J. de po?. do I disl de I.
14 Quima. S. Fel.t. A lid rio J. de orph.., do
J. iiiuiiieipal da I vnra.
I i, Seala. Amaro. Aud. do J. dociv. da I.
v edoJ.de pido I. dist.de I.
Sabltado. S. aia.cello. Aud do J dociv. da
I. v. e ilo J de pal (10 I dial de t.
17 Domingo. O SS. Nome de Jess.
CAMBIOS NO DA i DE JANEIRO.
i u,ni.io sobre Londres 7 d por I*/ rs. a
. P-ria 175 is poi" franco.
n Lisboa S.'t de premio.
Desc. de let ds boas lirtn.s i1 i' '.. !' /
Onro-Onrus l-espanhnl* ... !-. a
Mcetlas de atino velh. iOnO a
, ,le6fl0i'nov.. l.i/C"
,. del<>"..... JfHO
Piafrt 1'alaCM........ Sl""" "
a Pesos columnares... -i'"0
a Dilos mexicanos ... l#13!>
a Miuda........."" Pr
Acrej da coinp.do Hcberibe de &n*"0 rs
60 d.
r.o me'.
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10*0011
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J#0f."
(|tfi
cento.
o par.
DIARIO DE PERHTAMBUCQ
PASTE OFHCIAL
wmeaces para os ofliciosde tabclliflo do notas c escri-
Governo da provincia
EXPEDIENTE DE 2i DO PASSADO.
llitii^u-^ rom i'3 uiuiiuauu iuui.iii vflo do crimo, civcl c orphflos o primeiro na comar-
ca do Pu-do-Alho, e o segundo no julgado de Ta-
ca ral .
(iflicios -- Ao Exm, commandante das armas e ao
rnmmissario-pagador, seienliucaoda-osdc haver si-
do ororogada por tre mezes a licenca que, com ven-
rimeiilode sold, obtivera do governo imperial o al-
r^sdo sexto halalhao de cacadores, Carlos Frede-
ricod'Alvellos'.oes de Brito Inglcz.
ilos Aos mesmos, inteirando-os de ter sido pro-
movido ao posto de cirurgilo-nir do segundo bata-
u'-iodcarlilharia a pe, para continuar a servir no
hospital regiracnlal, o Dr. Antonio Jos da Fonseca
" L firiircinoajudantedo mencionado corpo.
Ditos Aos mesmos, intelligcnciando-os de lia-
ver S M o Imperador concedido passagem para o
iprceiro iiatallino de arlilharia a pe ao cabo-de-es-
quadra do quarto batalhao da mesma arma, Vctor
Anelo Monteiro. .
Dito A<> inspector da thesouraria da fazenda,
participando que a nomeacilo de I.uiz. Bezcrra Mon-
teiro Padillia foi apnrovada por aviso do 1. de eulu-
bro prximo passado.
niio Ao inspector interino do arsenal de mari-
nlia declarando que, a vista da sua representagflo do
', de novcniliro ultimo, decidi o Exm. ministro res-
nertivn fosse contratada por concurso a madeira do
amarcllo de que se precisar para a construcqao da
barca de escavucSo. '
Portara-Ordenando que, independenle de novo
titulo, eem cxecucHo da lei provincial n.- 181, torne
contada regencia de eadeira de latirn da villa Uo Li-
nmeiro, pela referida lei restaurada, o professor Ma-
noel Al ves Pcroira.
DiU Determinando que, para os lugares de ms-
kctobi-s no kw.oin.6 om a inspecc^o novamente crea-
da sepassem provis&es, a Manoel Bezerra Cavalcanli
fclexandro Lopes Itiheiro ; para os de inSprcTORBS no
assc, a Antonio Annes Jacome Pires, Joaquim Jus-
tino Connives Guerra e Domingos de Souza Banilei-
ra iiim os do ncai*uaaioa no assucar, a Antonio
Mciquadesda Silva e Gnldino Antonio A Ivs Ferrei-
ra j para o de i-scripiuk*bio no *i.ooiaO, a Manoel An-
tonio Nunes Machado ; para os de fiis do ssuch, a
Francisco Pereira dn Cmara Lima, Francisco Tava-
res de Mello, Amaro Jos Ferreira, Clamlino do llego
Lima, Itoherlo Gomes Pereira de C.arvalho, JoHo
Francisco do A niara I eJoo de Dos Cabral; paraos
de fiis no looo*0, a Manoel Ferreira Chaves Jnior
e Severiano Jos do Moura ; para os de mahcdobrs uo
Assuta, a Joaquim Jos do SanfAnna, Zeferino de O-
livcira c Souza, Manoel Aiiloniu Freir, Domingos
Soriano Cordciro SimOcs, Maximiano Machado de Al-
hiiquerque Lins, Jos Roberto Padilha c Pedro Bau-
tista de Sania Roza ; para os de marcauorfs no aloo-
no, a Francisco Antonio da Silva C.avalcanlc, Helar-
mino Joaquim da Costa e Ignacio Jos Xavier dos
Passos ; para o de portfiro, a Domingos Sonanno Al-
ves da Silva. Participou-so ao inspector da thesoii-
raria das rendas provinciaes e ao administrador da
mesa do ponsulado. .
Ollcio Do sosretario interino da provincia aos
hachareiMiAmaro Baptista Guinartes o Filippe de
Souza Lelo, communicando-lhe.s a sua rcconducc.io
nos lugares de jui/.es rrrunicipaes e de orjliios : o
primeiro do termo da Boa-Vista, c o segundo do de
Sanln-Antfio.
Dilos lio mesmo a Ignacio Comes dos Santos o
Francisco Jos da Roza, intoirando-os das suas no-
EXTERIOR.
PORTUGAL.
CA RTA IICI1,
Conde das Antas do meu concedi, pardo reino, l-
enle-general.
Ku a raiuha vos envi milito saudar. Foi-me pre-
sente a vossa carta, cni que renovando as expressoes
de lidelidade ao meu throno e minha dynaslia, e
representando-me que fareis sempre convergir todos
os esforqos delesa do throno e da patria, recordais-
me outro sim os tostemunhos de contemplago e fa-
vor que do meu nunca assaz chorado pai recebestes
tantas vezes, e que cu tenho incessalilemente repe-
tido ; todos esses leilcmunhos significavam retribu-
ello do valor e de acrisolada lealdadc, c sem duvida
fo pretendereis destruir com actos culpaveis o lni-
Iho da vossa carreira no servicn da naclAo c meu.
I.i com particular nttencao a exposiglo das cir-
cumslancias que nesla crise vos induziram a aceitar
a presidencia de urna denominada junta governati-
va, e lamento que pesassem em vosso animo ao ponto
de vos obrigsrem a um passo que poder parecer
contrario a vossa anliga lealdade.
Devo, porm, suppr que assim obrastes acreditan-
do falsas vozesque me attribuiam faltado liberdade
no exercicio das minhas rcaes prerogativas A decla-
rarlo que ora vos fa?o, a successno dos aconteci-
mentos, e sobre ludo a nomeacilo do el-rei meu pre
a___________ _--.av^L4_- a fc Alkn fu j I i\ ii^ b ^ i' i i I C\
ximas que ensinas que o homem aprende a fugir do
erro, a nio desesperar de scus males, ailo se des-
vairar e perdercmUm Elle por via de ti curva-sc
aos decretos de Dcos, c resignado os soiTro... Curvo-
mo-nos, pois, a mais um desses decretos, e lamente-
mos a morte de D. TherezaVictorina Be/erra da Silva
Cavalcanti. Sim, foi no dia 18 de dezembro, astlj
horas da noile, que sen corceo deixou de palpitar;
foi nesse dia que para tantos se. passou alegre, que
sua familia teve-opara morrer de dr, por occasiao
de urna nunca jamis reparada perda; foi nesse da
que scu eslremado esposo vio separar-se de si sua
tilo estimada o fiel amelade, o para sempre foi nes-
se dia que seus nove lilhos traspassados de dor e le-
vados a ultima constemaeflo derramaram lagrimas de
despedidas no leito moribundo de sua carinhosa
mili! Mas foi tanibcm nesse dia que sua alma can-
dida e pura voou a mansilo dos justos, e la nessa
santa Sino foi assenlar sua verdadeira morada, pois
be a religio que nos diz que nos ecos est a remu-
neracAo dos bous; c pois lie boa a creatura que sou-
be ser lidia, que souhc obedecer a scus pas, e en-
Bh-los de prazer, pelas provas que Ibes deu de
seu coraQilo bem formado, de sua boa ndole; nasci-
da em 1800, em 1818 saudosa se anartou delles para
se unir a seu esposo, a quem soubc amor como ver-
dadeira esposa Um annodepois urna lidia veio aug-
mentar sua relicidade, c aps cssa oilo lilhos com-
plelaram-na ; vintc e oto minos, que Ihc conce.leu
a Providencia para educa-los, ella os coubc aprovei-
tar; mili terna e carinhosa, ella com igualdadea-
mou a seus lilhos; verdadeira chisla, ella os cha-
moua beber dos mesmos principios, ella oseducou
no mesmo gremo, da santa religiilo Anda verdadei-
ra chrislfia.ella pralicou para com os indigentes, pa-
ra com os necessitados toda a sorte de virtudes,
sadoesposoparacommaudanleemcheredoexercito, SOmosobligados; o mesmo era o mendigo im
ludo apaga, nao s o motivo c mas anda o pretexto '|0..ir.1|lt,succoiros que te-Ios. Oorpliflo rontava-
cia as minhas reacs '-----.,;. 0(i,%4n,. vinvaseni arrimo, nell
ongacilo da desobedient
ord'ens.
Dcscjosa, pois, de continuar a consulerar-vos como
meu subdito fiel, ordeno-vos como prova da sincen-
dade de vossas palavras que apenas esta recebis pas
seis a investir o marechal duque da Terceira na pos
se do importante cargo do meu lugar-tenenle as
provincias do Norte, e reconhoceres a legalidade d
um governo que hni nomeado no uso pleno elibern
mo das minhas 'acuidades constitucionaes. O que
mepareceu communicar-vos para vossa inlclligen
cia e prompta execueflo.
Escripia no Po(,o de Belm, aos 9 das do mez
outubro, de 1846. B.MW1A Marque: (Z'rosresiifo).
{Peridico dos robres do Porto).
MEMORIAS DE UM MEDICO. (*)
poh SUeyanore jnwmap.
PHIMEIRA PABTE.
#ea aAai9A330
CAPITULO XXXV.
fRINKIRAS BBTii;x.A9a
A lembrancas de Joo baviam wcitado a curios^
dado das duaa condessas por maisde urna vez, c a ul
tima nueelleannuncira, comodissemos no capiu
lo antecedente, nao fra menos piante.
_ Diga, llie respondeu a irmila, toda curiosa.
__Ora, escule oque Ihevou dizer.
- Estamos escotando ambas.
Asuaapresentacflo, mana, nao he anda um se-v
8 __ gem duvid8 ; s arfui a senhora condessa.
__di nflotcnha recelo! exelamou a velha.
_ Se a sua apresenlaco be, pois, um segredo,
necessariamcute se ha de ignorar que ochou urna
m-Tmo lia duvida, el-rei quer que a noticia arre-
ante no meio da crtrte como urna bomba.
_ Entfio dcsla vez esta acousaarranjada.
! i. icvpras. senhor visconde f pe
* iXhe'devera,"senho7isconde? perguntou
madama da Barn.
Vide WSrfo n. 8.
d
PERNAMSUCO.
IVecroIofEa.
Confie Peo suhjeclu entanima mea ?..
SALVO LXI DE DAVID.
RcligiSo christilal nica verdadeira, quanto le
devem leus lilhos por nao ignoraren) mximas sa
gradas, cheias de consolado, principios firmes e rec-
tos que tens I! Ah t so balsamo consolador que
mcligas a impaciencia de teus lilhos; o pobre des-
valido, o miseravel mendigo, o innocente persegui-
do, o virtuoso ludibriado, o viuvo, oorphuo,_aimdc
iriam encontrar lenitivo a sua dor, aonde iriam a-
char quietado a seu dilacerado corado, remordido
c esmagHdo pelo peso de sua angustia i!!, So tu, so
t s capaz de minislrar-lhcs socego, lie s lias ma-
_ Est acousaarranjada, repeliJoflo.
Todos os ouvidos se abriram, e dilataram-sc os
olhos. Joflo chegou a sua eadeira para o pe das ou-
lraldA8sSe'nhora portanto ignora como os demais, que
amanavaiscrapresentada, e queachou urna ma-
d-h Sem duvida. Ignora-lo-hia se V. excedencia
VSjSSA POS, que -" 3o >
por conseguinic ludo ignora. Nesles termos pede au-
d-CjS.aal"aS!horacondeasa diz que S. magestade
"T exceSnegnc.apede audiencia a el-rei, fn-
cendo-se-lhe para madrinha da condessa. Fc.cn-
Undido que he como se nao soubesse quoella ja a
em Pede, pois, audiencia a el-re., como dase; e
STal ofrerimtmlo da parle do urna senhor da pi-
na de V. cxcellencia move infadivclme te a el-rei,
aue, por isso a recebe, agradece-lhe, o Ihe pegunta
oqu'edeseja. V. excedencia falla-lhe no negocioi da
sua demanda ; faz-lhe ver aa suas deduc^fle* S.ma-
cestade atiende, reeommenda o negocio, e N exce-
lencia ganhar a causa que julga perdida.
Madama Dubarry nflo despregava os arden es olhos
da condessa. Eslasentio provavelmente,a cilada.
_ Oh! eu, mesquinha creatura, disse ella de
prompt", coinoquer V. excellenca que S. mages-
UBasta. Creio haver, nesla circumstancia, mos-
trado boa vontade, disse Joilo.
_i Se boa vonUde s bastara...... disse a condes-
sa duvidosa.
A
ideia nao he m, replicn madama Dubarry lei.cuo
nharasua demanda a sennoia conuessa itium 4U k h dl$j
nhar a sua v.
ouBnancia a semelhantes embustes.
A semelhantes embustes! a
'-A semelhantes embuste,! acudi oao je- eu K^^ ac01llecer a lodos
he boa! e quem ossabera, pergunta a minba curio maim^r ^ JMoMmulo mlml Ea p,rc(
Js,dM_d A?Senhora temrasBo, roseglo a vellia con-
dcsta provincia, o Diario de Pernambucu vem boje or
cupar-sc do mo estado om que se acha o telegraph
dota cidade, o da conveniencia de roorma-lo; e
muilo se comprazer de que as reucxOes que por es
sa occasiflolizercalem no animo do Sr. administra-
dor do corrcio, e levem-no a requisitar de aucni
competir as providencias de que precisar para levar
a cffeito essa reforma, e que em seu arbitrio nflo cou
berem. ...
Creado pelo capitflo-gcnoral I.uiz do Hego Barre
to, o lelegrapho, como todas as novidades, foi entilo
considerado como muilo bom, como milito perfeito
passado, porm, algum lempo e arreferidos os senli-
mentos de admiracflo que de ordinario so desperlai
quaquer inveneflo, porpouco apreciavel que seja,
comecaramaenxergar-lhe osdefeitos deque desdi-
a sua origcm elle se resenta e que nflo furam logo
recouhecidos, porque, como dito fica, toda a nov
ilude agrada, todo quanto be novo parece perfeito.
Entilo, um Pornambucono zeloso e que costuma
dedicar a cousas uteis os momentos de repouso que
Ihe deixa a vida laboriosa que constantemente tem
tido, emprebendeu a remoeflo desses defeitns, e de-
pois de algum esluilo real son a sua empreza. addi-
cionandoalgunssignaesaos que ja olelegrapho pos
snia, fazendo urna novacoinbinacflo dosses signaos,
e dando finalmente ao mesmo lelegrapho a organisa
Clo que actualmente leni.
Mas, nesse trabadlo, de algum valor poreerlo pa-
ra a poca emque foi feito, reconhecein-so boje mu
tas mperfeicOes, entre as quacs heais que todas
saliente a de que passanios a tratar.
O roteiro dos signaos que foi publicado immedia
lamente depois de ultimado o mencionado trabadlo,
apenas os da para os navios de on/.e nacfies. Inclusi-
ve a nossa ; mas isso que servia para vintc tres a vin-
lequalro anuos anles, que lautos silo os que mc-
I dciam entre o dessa publicaran e o em que estamos;
'____________..*.t .,,.,.., ,.;i .i'.i nttrn o< sado, quando, esgotados lodos os meios que.nflo obs
tantea distancia do lugar,se po/.cramem pratica. otie
seus angustiados esposo e lilhos conbeceram que era
chegado o momento dolerrivcl apartamento : he mi
possivcl aqui .lescrever com to las as cores urna scen
tilo tocante. Ella conbece que estavam linalisadc-s
osseusdias. e com urna resgnalo u.crivel, pede
pela segunda vez (na molestia) os sorcorros da igre-
ja, c com a maior salsfacflo os recebe, depois do
que chama seu charo esposo que Iranzulc. de dor a
ouve, terna e amorosamente se despede delle e Ihe
di en, ultima ollera um abraco; falla a sen prezado
mano, e chamando um a um seus nove li los, a todos
rocura consolar, a lodos exhorta, a todosaboneda,
de dos sa udosa se despede Ve apenas "a lagri-
ma se dcsl isa ola sua facc! Besignada, ella Ilom-
! rmnodoVnnipotentcl!! Passiu.a ewdoradou-
rae ufllictiva hora, se entrega toda a Dos, ouve do
,,Sro as palavras de consolaCno e nenhuma
pronuncia mais, que nSoseja aoScnhor I lloassim
que finam as almas virtuosas .
A Ierra Ihc seja levo'... ________________
ihario n tmunWL
nccirx, 12 DE JANZiaO DE 1847.
Sempre solicito peloapcrfeicoamento de quaquer
dos ramos do servico publico, sempro ancioso pelo
progresso dos melhoramentos niatenaes e moraes
i, esperando evitar os embaracos por este sub-
lerfucio, ecu preferir prestar-lbe um servico real
para poder conciliar realmente a sua anuzade.
He com effeito muita bondade da parle de V.
excedencia, disse madama Dubarry com certa pona
de irona que nflo escapou velha.
|>ois bem! anda tenho um meio, disso Joflo.
Um meio?
Sim, ummeio.
De lornaresse servico real:'
_ Ora vamos la, visconde, disse madama Dubarry,
parece-mo que voss se torna poeta ; tome sentido I
Beaumarchais nflo tem maginncao mais fecunda.
A velha condessa esperava anciosa a exposico do
Nada de zombarias, disse Joflo. Ora, diga-mc
ca, a mana tem muita intimidade com madama d A-
logny, nflo?
Se a tenho!....... 0 mano bom o sabe.
Agastar-se-hia ella por nflo a apreseutar ?
Ku sei! pode ser. .
__ Est entendido que amana Ihc nflo ira dizer
assim claramente o que el-rei disse, ito he, que ella
hedebembaixanobrcza para semelhante encargo ;
como mulher de juizo, dir-lhe-hia a mana ronsa de-
ferente.
F. d'ahi ? perguntou a favorita.
E d'ahi ella cedera senhora condessa estaoc-
casiflo de prcslar-lho servico e de fazer fortuna.
A velha estremeceu. Desla vez o ataque era direc-
to Nflo havia urna resposla evasiva a dar.
Todava achou ella urna.
NSoquzera desgoslar essa dona, disse a velha,
gente dequalidade deve-se tratar com toda a al-
io mais niiiiKniit* iiu^n ,^.s..v.J -......_...--.,
sendo muilas as nacoes, cujas emba cacos qiiotulia-
namenle aqu aiicoram, succede muilas ve/es que o
lelegrapho nflo possa communicar-nos a uocionali-
dadede tacs ombarracoes, e ao descobri-las, limte-
se o respectivo alvcareiro a car una bandeira que
o roteiro, a que vimos de referir-nos, traz como in-
dicativa de que o vasoquo ao longo so avistou per-
lencea quaquer das naedes estrangeiras que nclle
nflo veem declaradasj eommunicacflo que ninguein
deixara de reconherer intil o iniproficua, pois que
nada orienta, nada explica, nada emim significa.
A inveneflo, pois, do novos signaos que indiquen!
anual de todos os pazes, com cujaspracas a nos
M so corresiionde ou possa eorresponder-se, perten-
cem os navios que deasas longinquas trras nos tra-
zo m as mcrcadorias de que ja boje nos nflo podemos
dispensar, be una meessidado palpitante, he urna
carencia do prima inluiclo, he o primeiro passo a
dar para a reforma em que cima fallamos, e da qual
nflo se pode prescindir, sem que justa censura ciiba
aquellos a quem cumpre opera-la
llemovdo esse principal defeito, e com elle todos
oulrosque.comquanlo de menor quilate, nem por
issodexam de o ser, e nem por consequencia sflo
menos dignos de alicncflo, o que aqu nflo consigna-
mos por seren tacs que a ninguem podom escapar,
resta, para completar a reforma, que se procure para
o lugar de alvcareiro un homem nimiamente cui-
iladoso, dcalguma inlelligencia, quo lodo so dedi-
que as funeces do scu cargo ; e quo se dio marque
um salario que o habilite a occorrora todas as suas
precisos; pois que ninguem podo cntregar-se cr-
Madama Dubarry fez uni movimento dedespeito
Attendabcm, minha senhora, disse elle, que
acudi Joflo : essa eu nada Ihe proponho. V. excedencia tem urna dc-
.__. -.. ...'.,1., ui-nnlPi'w a Indos ; desoja
vence-la, he isso "mui'lo natural. Ella parece perdi-
da, e isto a desespera; no meio dcsla dosesperaeflo
caioeu de repente, sinto-mc arrastrado do sympa-
thia pela senhora; lomo ntcrcs.se na sua demanda,
com a qual alias nada tenho; proeuro modo de azei
que ella Ihe surta bem, quando tudo leva a crer que
vai mudo mal. Porm nflo tenho rasflo, nflo ralle-
mos mais nisso.
V, levantou-se. ,.
Oh senhor visconde, exelamou a velha com
um aperto de corado que Ihe fez encarar os Duhar-
rvs, atelli indiferentes, ligados dosde entilo tam
bem contra a sua causa; -- oh! senhor visconde,
muito pelo contraro, reconheco, admiro a sua bene-
volencia! ,. ,
--Capormim, bem v a senhora, replicou Joflo
com indiflerenca perfeitamente fingida, pouco rao
importa que minha irmfla seja apresentada por ma-
dama d'aIrtgny, por madama de Polaslron ou por ma-
dama de Barn.
Nflo ha duvida, senhor visconde.
Urna consideraeflo comtudo havia! eontesso
que me enfureca que os beneficios de el-rei coubes-
sem um mab corado que, levado por srdido inle-
resse, houvesse capitulado ante o nosso poder, con-
vencido da mpossibilidado de o abalar.
__Oh I he o que provavelmente acontecen, disse
madama Dubarry.
No entanto que a senhora condessa, continuou
Joflo, "que ninguem solicitou, que nos apenas conhe-
cemos, oque emm seofferece de boro grado, me
parece em tudo e por ludo digna de se aprovcitai
das vanlagen* da pnsicflo
la a demandistt lalvez reclamar contra esse bom
grado com que o visconde a honrava, mas madama
Dubarry no Ihe deu lempo para isso.
Ocaso he que lal procedimento muito apraze-
ria a el-rei, c que elle uada (acusara pessoa que
o tivesse.
Como! el-rci nada recusara, diz >. excei-
Icncia?
Adivinhar-lhe-biaatasvontades. Com os seus
proprios ouvidos ouvir-Ihc-hia V. excedencia dizer
ao vice-chancellcr; Quero que madama da Bearn
-"


-
A
po e alma a um servico do qual
meios certos de subsistencia.
lho n.lo provem
O Peridico dos Pobre que recebemos do Porto che-
ga so a 31 de oulubro ultimo, em ra.silo de haver nes-
ga data suspendido a sua publicado pela censura
que sobre elle excrcia o govcrnador civil, riscando-
J(ie pela segunda vez o folhethn intoiro, cuja epigra-
pne era no sen ultimo numero Historia 080 be
poltica. Islo consta de um annuncio aguiso, no
'jual promeltia o seu redactor publicar supple
ment, se bouvesse motivo, e Ik'o comenlhsem.
A sobrodita censura leve lugar cm consequencia
Je um cdital do niesmo governador civil, A. X. do B
l.oite-Roal, de 18 daquelle mez, no qual dcclarava
sor summamente prejudicial ordcm c seguranca
publica a continuaclo da publicarlo .los artigos ne
iundo, emais noticias polticas que lodos os .'lias se
puhlicavain no jornal intitulado l'rriodico dos l'o-
,C~.' e ordenava ao res|.eclivo administrador
do bairro que a por bem do servico fizesse intimar
o e. itor responsavel do mesmo jornal, para que da-
qnella dala em dlanle mais nito publicasse em pol-
tica scniio os artigos odlciacs da junta provisoria do
supremogoveino do reino.
01 que encontramos do maior nota no referido pe-
ridico he a carta regia que n'outro lugar transcre-
vemos, dirigida 10 conde das Aulas, em rcsposla
.me este enderezara a S. M. a ranha. e de que ja
demos noticia.
Domingo, iodo corren le, foi lirada de baixo da
'. 1 "oc,fe' leopede umcsteio que ficaalm
ao 2. dos arcos empedrados dessa ponte, sobre que
asscnta o de Santo-Antonio, o depositada em a casa
uoSr. uelegado dol. districto desta cidade, urna
condece com urna porc.no de notas de. 5,000 rs., pa-
pel branca, ede 20,000 rs., estampa amarella, que
lorain estimadas em a quantia de rs. 50000,000, o
sobre as quaeshavia urna carnada de ncdacos de li-
jlo. r *
Uloimenlo do Porlo.
I'
11
blicaeo a pedido.
0 PRESEPE DO THEATRO.
Lntrenspassatcinposda festa tivemos este auno
iimque hesem duvida rnenos dispendioso c mais
recreativo. O presepe do thealro nos remece tres
lloras de um divert monto inuilo alm das nossas es-
peranzas. Parece impossivel que no curto cspaco que
vai 1I0 da 3 a 25 de dczembro, se podessem onsaar
meninosfque pela sua pouca idade nada promettiam)
.luerivalisamcomosmelhorescomicosdonossotheii-
tro! OmeninoquefezJellcrodes, o Lusbel, oCaim
os dous graciosos e o Adilo, todos nos dexaram ad-
mirados esalisfeilos, tanto as cantonas de arias
serias e jocosas, como na representaclo dos dramas.
.Nao admiramos tanto as meninas, porque as grabas
que as ndornam, as tornain sympathicas s vistas do
publico : emlim, a maior prva da excellencia deste
presepe he que, estando o Sr. Gamboa bastante in-
trigado, porquestOcs theatraes, tenha lido a habili
iladedecnchersompre othcatro, a ponto dse nlo
poder obter camarotes nem anda rom o tres dobro
do seu valor, pela antccipaco com que silo compra-
dos. Siga avante o Sr. empresario, trabalheeom bom
nosto, e molheo panno emquanto Ihe venta nave-
la; porem livronos de seu zabumba e caixa de guer-
ra, com scus pratos quebrados na orchcslra, porque
nos fazem dores de cabeca: sto lho nconsclha
O Calado.
Favioe entrados no da 12.
Rio-de-Janeiro; 18 das, barca americana Caroline,
de 192 toneladas, cnpitilo Oliver 6. Une, ennipa-
gem 10. carga lastro; a H. Foster & C.
Macei ; 3 das, barca ngleza Thomas-Vellor, de 237
toneladas, capitilo llohert Bruce, cqiiipagora 15,
carga assucar ealgodlo; aRussellMellors&C-
Seguiopara Liverpool.
Araeaty ; 6 .lias, hiatebraslero Nereida, de87 tone-
ladas, capitilo Manoel Francisco da Silva Araujo,
cquipagem 8, carga varios gneros; a Carlos Au-
gusto de Moraes Passageiros, Manoel Joaqum
Seive, Antonio Joaquim Seive, Joaquim Antonio
.Seive. Maris Angela Seive, Tbereza deJezus Seive
com dous escravose urna criada, Manoel Das com
sua .senhora o dous escravos, Manoel Perera da
Silva, Jos Antonio Rodrigues, Domingos Aflonso
Botelho e um filbo, Joaquim Antunes de Oliveira o
um criado, Jos l.uiz de Araujo, Fr. Apolinarin do
S. I.iborio, Raymundn Jos Alves, Jos Joaquim dos
fteis e seis escravos a entregar.
Ass ; Odias, hrgue-ese.una braslero Flenriqueta,
de 13* toneladas, capitilo Jos Joaquim Alves, 0-
quipagem 10, carga sal e mais eneros; a Francis-
co Joaquim Pedro da Costa. Passageiro, Domingos
Jos Marlins, Brasilciro.
i> Manoel Thom de Jezus.
6 Numeriano Jos de Barros.
7 Jos Antonio Ribiro de Carvalho.
Cabo, 2 de Janeiro de 18*7.
Ojuzdepaz,
Eitico Joi Velho Barrito.
Declarncoes.
Kflifnl.
O juta de paz presidente da junta de quallica-
cSo do primeiro districto da froguozia do Cabo, em
cumplimento do artigo *. da le de 19 de agosto do
anuo prximo passado, convida aos Srs. eleitores e
supplentes abaixo declarados, para compareccrem
na tercera dominga do mez de Janeiro correnle, s
9 horas do .lia, na igreja matriz, o ah exercerem as
funeces que a mesma le Ihos teni marcado.
laEiTonits.
Barlo da Boa-Vista
Francisco Paes Brrelo (do engenho Molinote.)
Pedro Velho Barreto.
Joaquim Aurelio Pcreira de Carvalho.
COMMERCIO.
Alfandega.
HF.NDIMENT0D0DIA12.......14:3*5,755
DESCARREGAM HOJE 13.
BrigueCoteperMttxi/e-- mercadorias.
BrigueRebanee dem.
Brigue-- Sultanadem.
Polaca ~ Catharina dem.
Urigue Cynlkia bacalhao,
Consulado.
RENDIMIENTO DO IMA
12.
''era!- .......*/.'.. 3:617,298
Provincial.
1:3*7,58*
O versas provincias....... 233,592
5:I98,*7*
6 Jolo do Reg Barros.
7 Antonio de Paula Souza Lefio.
8 Joaquim Manoel do llego Barrote
9 Manoel do Reg Barros.
10 Ignacio Francisco Vieira de Lcenla.
M Antonio Januario Paes Barreto.
12 Sebastflo Antonio do Reg Barros.
13 Francisco Anlonin de Sa Barreto Jnior.
t Padre Jos l.uiz Pereira deQueiroz.
15
16
I" Manoel Joaquim do Reg Barreto.
18 Jpito Paes Barreto Vieira de Lacerda.
19 Fianciseo Paes Barreto Jnior^do engenho Mo-
linote.;
20 Joaquim Francisco Paes Barreto.
21 Jos Joaquim do Reg Barros.
22 Antonio de Paula Souza l.eo Jnior.
23 Ignacio Jos Velho Barreto.
2* Jos Maria do Albuquerque Maranhfio.
25 Manoel Jos de Siquera.
26 Antonio de Siqueira Cavalcanti.
27 Antonio de Siqueira Cavalccuti Jnior.
28 Antonio Francisco de Paula Brrelo
29 Antonio Paes de Sa Barreto.
30 Francisco Manoel de Siqueira.
31 Jos Francisco da Rocha Guedes.
32 Jos Antonio da Rocha.
33 Jos Paulo do Reg Barreto.
3* Manoel Vaz de Souza.
35 Jolo Nicolao Lira Cavalcanti.
36 Manoel da Rocha Guedes.
37 Antonio de Lima Macel.
38
39
*0 Francisco Beringer Cesar de Menczos
*l Flix Ribeiro de Carvalho.
*2
?3 Joito Jos da Costa.
** Antonio Amancio da Costa.
*5 Jolo Elo Cavalcanti.
46
*7 Joito Evangelista de Vasconcellos.
*8 Manoel Mondes Caminha.
*9 Francisco Rodrigues Cardozo de Barros.
50 Andr Bezurra de Albuquerque.
SUPPtESTES.
i Joo Baptista de Moraes.
2 Jos Feliciano de Mello.
3 FilippeJosde Albuquerque.
* Filippe da Gonceicilo Cuvalcar
ARREMATADO QUE PERANTE THESOURARIA DAS PENDAS
PROVUCIABS SE HA DE F.PFECTUAR NO DA 15 DO CJPPEd-
. TE, PELAS 12 HORAS VA MANHAA.
O empedramento de 270 bragas da primeira parte
dooitavo lanco da estrada do Po-do-Alho, feito se-
gundo o systcma do Mac-Adam, dentro do prazo de
* mezes, contados da data da arrematadlo., e pela
qtiantia de 2:160,000 rs. pagos em quatro presta-
coes pela maneira prescripta em o artigo 15 do re-
gulamentodc II de julho de 18*6.
O arsenal de guerra compra duas resmas de pa-
pel de peso, tres ditas de papel almasso, cento o cin-
coenta folhasde papel d desenlio, seis garrafas de
tinta preta, quatrocentas peonas de eserever, doze
duzias do crayoes, doze ditas de lapis, oto duzias do
facas de mesa, de cabo de osso, oito ditas de garios
com ditos cairos, e oto ditas de rolheres de metal;
quem taes gneros quizer fornecer mandara sua pro-
posta em carta fechada, com as amostras, a directora
do mesmo arsenal at o dia 15 do corrente mez.
Arsenal de guerra, 12 de Janeiro de 18*7. ./oilo
Ricardo da Silra, amanuense.
O arsenal de marinha compra, no dia I* do cor-
rente mez, pelas II horas da mandila, cinco travs
de 53 5* palmos de comprimento c 9 pollegadas em
quadro, degrossura, madeira de camacari. As pos-
soasquescmelhantemadeiraquzerem vender com-
parecam ne'sta secretaria no indicado dia e hora com
as suas propostas. Secretara da inspecQiJo do ar-
senal de marinha de Pernambuco, 12 de Janeiro de
18*7. O secretario, Aleandre Rodrigues doi An/oi.
O arsenal de guerra compra cem pellos de ca-
bra .- quem este genero tiver mandar sua propos-
ta, em carta fechada o a amostra a directora do-
mesmo arsenal at o dia 13 (boje) do corrente mez.
Arsenal de guerra, 9 de Janeiro de 18*7.-0 amanu-
ense, JoSo Ricardo da Siha
= Ocscriviloc administrador da mesa de rendas
internas provincaes desta cidade previne a quem
possn interessar que no dia 1* do correnlo mez se
ultima o prazo que a lei tem designado para o pa-
gamento, a bocea do cofre, da decima dos predios
urbanos dos 3 barros desta cidade e da povoacilo dos
Afogados, do primeiro semestre do andante anno
linanceiro do 18*6 a 18*7 ; e que no dia 15 se tem
de cobrar de todas as pessoas que nflo liverem satis-
feto osseusdebitos.a multa de 3 por cento sobre o
valor dos mesmns dbitos Recite, 7 de Janeiro de
18*7. Clorindo Ferreira Calilo, escnv.loc adminis-
trador.
O abaixo assignado, encarregado de medicilo e
demarcacfo dos terrenos do oarinda, declara a todos
osSrs. que teem requerido aforamentos dos dilos
terrenos, que em seu poder se acham varios reque-
nmentos com despacho para informar, os quaes
nito po.lem ser informados sem que primeramen-
te os mesmos Srs Ibes doem alguns esclarecimen-
tos acerca dos mesmos terrenos: para o que deve-
r.to procura-lo na casa de sua residencia, ra Direi-
ta n. 78, das 8 as 10 horas da mandila e das 2 as
* da tarde. Antonio Egidio da Siha, segundo l-
ente de artilhara.
ta-sc com Amorim limau na ra da Cadnia n. {.'>,
ou com o capitilo a bordo.
Para Lisboa segu viagem, com a maior brevi-
dade possivel, a barca portugueza Tejo, Cipitto Sil
verio Manoel dos Res': quem na mesma quizer car-
regar ou ir de passagem para o que iem exeellentes
rommodos, dirija-se aos consignatarios, Oliveira
limaos & Cornpandia ra da Cruz, n. 9.
Para o Ass sahe.impreterivelmciito no dia 18 do
corrente, o muito veleiro hiate S.-Jno, e aindare-
cel.e alguma carga miudaou passageiros: qnem pre-
tenderirde passagem dirija-sc a bordo, ou a ra do
Queimado, luja n 7.
_ Leilcs.
Luiz flruguire. continuar, por intervencSo do
corretorOiiveira, o seu teilSo de grande sorlimento
de fazendas, calcado, miudezas, inclusivo sellinse
conservas de fructas, carnes, peixe e algumas em es-
pir-itos para liquidacito do seu estaDelecimerrto :
sexta-feira, 15 do corrente, s 10 horas da manne,
no seu armazem, ra da Cruz.
Ocorrclor Oliveira far* leilo damobiliaede
todos os mais adornos da casa dolllm.Sr. l.uiz Fran-
cisco do Mello Cavalcanti, prximamente retirado
desta provincia, culos objectos seria ocioso enunciar
pela sua multiplicidade, lano dos do bem gosto, co-
mo da maior utilidade, assim como de aigwnas o-
bras do prata : segunda-foira, 18 do corrente, s lo
horas da mandila, ra da Aurore, n. 20.
Avisos diversos.
icfio Cavalcanti.
liquc satisfeila. ouve, M. de Maupeou Y Mas parece
que a senhora condessa enxerga dilliculdades em que
a cousa assim seja. Rom Din-i smenle, accrescen-
tou ovisconde com urna cortezia, que espero que a
senhora reconheca a minha boa voutade.
Estou penetrada de reconheciment, senhor
visconde. exclamou a vefha.
Oh! sem terdeque, disseo polido viseonde.
Mas, replicou a condessa.
Minha senhora i*
Mas, madama d'Alogny nito ceder do seu di-
reito, disse a demandista.
Entfio voltamos ao que primeiro dissemos, nem
por isso a senhora condessa deixara de se ofTerecer,
nem S. mageslade ficara menos reconhecido.
Mas suppondo que madama d'Alogny aceitasse,
disse a condessa que investigava ludo pela peior
parte, afim de ver claramente o fundo as cousas,
nlo podemos azer perder essa senhora as vanta-
gens.......
A bondade com que el-rei me Irata he inex-
haurivel, minda sendora, atalhou a favorita.
Oh! exclamou Joito, quecajadada nesses Salu-
ces que nao posso tragar.
Se eu ofTerecesse o meu presumo senhora
condessa, replicou a velha demandista cada voz mais
decidida, arrastrada como era tanto pelo proprio in-
teresse, como pela comedia que com ella regresen-
sr-a^mrm,lear.Ln'I^a vM?"* 'h I"?** c".-|<|W acab provar-"s 1" ni^io^tairaS
, porque emlim essa demanda que. boje todos I disso rindo a favorita.
I til tklM>Hlfla fl>ll!n.l .., .>.. I ^Wu' b- .. b
le obstara vontade de el-rei, nem por peias
niuml.ccricia. E seS. mageslade nito quizer, (sobre-
iuuo na posic.lo em quo se acha com osseus parla-
mentos) mudar o curso juslica, o offerecer a senho-
ra condessa urna indcmnisacilo?
Honrosa, accrescentou de prompto o viseonde.
un. ne verdade, maninha, estamos deaccordo.
Ai! disse pezarosa a demandista, como indem-
nisar da perila de urna demanda, quo arranca duzen-
las mil libras?
Ora, primeiro, disse madama Duharry. por urna
dadiva real de cem mil libras porexcmplo.
Os dous associados olharum vidamente para a sua
victima.
Eu tenho um (lho, disse ella.
Tanto meflior, he mais um servidor para o es-
tado, urna nova dedicaeflo que el-rei adquirir.
Entilo V. cxeelleiicia er que se far alguma
cousa em favor de meu (lho ?
Respondo eu por isso, disse Joito, o o menos
que ello pode esperar de um posto de teen te as
guardas.
BRILHANTE FMESEFIO
\ o
Tlieatro publico.
IIOJE 13 DO CORRENTE.
1.' pai>te..-A chegada dos tres Res Magos.
2.* Drama de Judas.
3.* A serpente e as pastoras.
** -A adoracito dos Res.
Os ntervallos serto preenchidos com escolhidas
dancas, a arbitrio do Sr. Ezequiel, mostr de danca
n. II. OsSenhorcs assignantcs que quizerem con-
tinuar nestas tres recitas extraordinarias, se Ibes a-
bater mil risem cada noitc, e tent a ultima gra-
tuitamente, cm signal de gratido quo Ihos tributa o
director do thealro.
visos martimos.
LOTEKIA
DA MATRIZ
DA CIDADE DA VICTORIA.
6:000,^000 de rs.
As rodas desta lotera teem o seu imprelerivol an-
damento no dia 29 do corrente mez, no consistorio
da igreja da Conceiclo do militares, anda que al-
guns poucos buhles (quem por vender. O resto
destes deve ser procurado no bairro do Recite ,
as lojas de cambio dos Srs. Manoel Gomes e Vieira;
no de Santo-Antonio, naloja do thesoureiro Anto-
nio da Silva Cusmito, e na botica do Sr. Moreira
Marques, na ra doGabug.
Precisa-sealugarum moleque ou mulatinho.
de 10 a Hannos: no paleo do Terco, n.16.
Precisa-scalugar um escravo diligente, para o
servico de urna casa, e que seja bom co/.inheiro: na
ra do AragSo no bairro da Boa-Vista, n. 27, ou an-
nuncie.
= D-se dinhoiro a premio dedeus por cento ao
mez sobre penhnres de ouro ou prata : no largo da
Santa-Cruz, venda n. 2, se dir quem faz esto nego-
cio. "
--Quem precisar de urna ama de leito dirija-se a
ra Velha da Boa-Vista, n. 100, que ochar com
quem tratar.
O abaixo assignado faz saber a todos os Srs. com
quem tem transaccoes, que o Sr Antonio Jos Lei te
de Araujo deixou de ser seu ceixeiro, desde o dia 11
do corrente.
Francisco Marlins de Lemat.
Macano Schttim, subdito napolitano, mudou-ie
do Aterro-da-Boa-Vista, n. 6, para a ra do ArafOo.
n. 37, onde Taz toda e qualquer obra de cobre es-
tanto e ferro, por preco eommodo.
Nos dias 13 (hojej e 16 do correntc,depois da au-
diencia o perante o Sr. I)r. juizdo civcl da segunda
vara desta cidade, so La de arrematara quem mais
por der, venda, um sobrado de dous andares e sotSo
em chitos proprios, na ra do Queimado, n. 2*. Os
licitantes comparecamnodia e hora aprazados, por
ser a ultima praca.
Ao bom lom
= Para o Rio-dc-Janeiro seguir breve o velei-
ro brigue BelUario, o qual pode ainda receber al-
guma carga, escravos e passageiros, para oquetra-
parisiei.se,
ra Nova, n. 7.
Temprltc&C., alfaiales,
teem a honra de participar aos seus freguezes oue
acabam de receber pelo ultimo navio rancez um
bello sorlimento de pannos pretos e de cOres. e
ambem para calcas ecolletes muito ricos, o do ul-
timo gosto, com a colleceao dos figulinos das modas
as mais recentes de Pars. Acharan igualmente "no
mesmo cstabelccimenlo um grande sortiinento de
vestuarios promplos para homens e meninos, c um
sorlimento completo do objectos de luxo, e de lodos
os procos Entre os colletes aupraumncioiudog, os
ha bordados, de setim, gorgurilo e fustflo.
na
S|ni nimba senhora, muito seria, disse a ve-
lha condessa, toda paluda com o contrato que fazia
E iiermittc que falle da senhora a el-rei ?
Faca-mc essa honra, respondeu suspirando
demandista.
amauhita
a
ga-
Tcm a sendora ainda outrosprenles? pereun-
lou a favorita.
Um sobrinho.
Pois bem inventar-se-bia alguma cousa para
o sobrinho.
E nos o encarregariamos disso, viseonde, visto
Assim ser, enSo passar desta noite, disse a
favorita, levantando o sitio, c agora, senhora con-
dessa, espero ler adquirido a sua amizade.
A de V excellencia me he tilo preciosa, respon-
deu a velha, comecando es suas mesuras, que na ver-
dade c'reio estar sondando.
Ora bem, recapitulemos, disse Joito que quera
dar ao espirito da condessa toda a fixidade, de que
alma carece para levar ao lm as cousas materaes.
Fica entendido, primeiro com mil francos como n-
demnisacilo das despezas do procesan, vagens, hono-
rarios de advogado, etc., etc., etc.
Sim, senhor.
A patente de lente para o condezindo.
Od isso seria abrir-lde urna carreira
fica.
julgam perdida, diftlcilinento'Vri
nhada.
Ah! todava, querendo-o el-rei....... respon-
deu o viseonde, dando-se pressa a Pombater esta no-
va hesitaciio.
E eu parece-me que a senhora tem rnsSo, vis-
conde, disse a favorita; sou.do seu^arecer.
O que diz a mana?
do enormes olhos.
Digo quesera muito honroso para quem tem
o nome da sendora condessa, qua a demanda segus-(..
.se seus termos, coma deve seguir. Mas ninguem p-' sa conve'rsaciio ;
1 perguiiiou ovisconde, abrin-
Ora agora, senhora condessa, diga-nos, se S.
mageslade lizesse V. excellencia lodas estas gracas,
proseguio o viseonde que, segundo o preceito de Ho-
racio, quera levar o drama ao desentrecbo, diga-
nos, julgaria que el-re he rasoavel ?
Acha-lo-hia generoso cima (le toda a expres-
siio, o oflereceria todas as minlias ac^Oes de gracas
a senhora condeasa, convencida de que ella deve-
na tanta generosidade.
Iiesta sorte pois, minha senhora, pergunloua
favorita, quer V. excellencia tomarcomo seria a nos-
magni-
E alguma cousa para um sobrinho, nSo be islo f
Alguma cousa.
Ha de se achar alguma cousa; j o disse: e isso
me toca. '
E quandoteroi eu a honra dea tornara ver, se-
nhora condessa ? pciguntou a velha demandista.
Aiiianhila demanh&a estar o meu coche por
ta da senhora condessa, para a conduzir a Lucien-
nes, onde el-rei estar. As dez horas da mandria te-
ro cumprido a minda prumessa : S. mageslade ser
prevenido, e V. excellencia nlo lia de esperar.
l'ermilta-moqueaacompanhe, disse Jo3o, oN
lerccendo o braco condessa.
Nao permiti tanto incommodo, senhor viseon-
de, disse a velha ; queira licar, porquem he.
JoAo insisti.
Ao menos ateo principio da escada.
Ja que o quer absolutamente......
E acceitou o braco do viscondo.
Zamora! bradou a condessa.
Zamora apresentou-se.
Alumiem a S. excellencia at o poial, e fneam
ctiegar a carruagem de meu irmuo.
Zaniora parlioeomo um raio.
Ein verdade, a senhora meaccumula de obse-
quios, disse madama de Barn.
E as duas mulderes trocara m a ultima mesura.
Aocdegaraopatamar da escada, o viseonde dei-
xou a condessa de llearn, e foi ler com a favorita,
emquanto a veiha descia magestosa a grande escada.
Zamora la adiante ; apos ello marchavam dous cria-
dos de ceremonia com casticacs, e aps estes a con-
tessa UeBearn, cuja cauda, um pouco curta, era sup-
lida por terceiro criado.
Os dous irmilos espreilavam por urna janella, pa-
ra ver ate a carruagoin essa preciosa madrinha. cm
tanta lula procurada, e tilo dnicullosaniente achada.
>o momento em que madama de Barn cheaava ao
poial, cntrava no pateo urna carruagem, e da pbrti-
ndola dellasaltava una dama.
Ah ama Cliou bradou Zamora, abrindo df-
compassado osgrossos beicos; boa noite, ama Chon.
A condessa de Barn (icou com um p noar; aca-
bava de reconhecer na recem-ebegada a sua visitan-
te, a falsa filha do doutor Flageot.
Jofio hara precipitadamente aberto a janella, e
d ah a/ia horrendos signaes irmita que o nito va.
Essetohnho de Gilberto est aqu ? perguntou
Chon aos lacaios, sem ver a condessa?
Nflo, minha senhora, respondeu um delles.aqui
ningucm o vio.
Foi entilo que ella, ergueiido os olhus, se apdrce-
beu dossignaesde Jolo.
Scguo-llio a dircccio da n-.flo, dessa mao enrgi-
camente eslendida para a velha condessa.
Chon recunheceu a condessa, soltou um grito a-
baixou a coifa, e iiilernou-se no vestbulo.
A velha, sem dar-se por achada de nada disto,
montn na carruagem, o disso a sua pousada ao co-
cheiro.
'.Contmmr-te-km.)



-MJL
t7 iSfi? / gad0 ?r>o. n. 4, segundo an-
t.mnf Profe*sor Prometle desvelarle no adinu-
mm. dos "!en,no? fluo 'he Ibrem confiado*. Na
mesnia casudno-s hcOcsdo arithmctica e geome-
tra das 6 ate as 8 horas da noite.
th7nr8 -lem"se ?rde"aa< e ttulos pertencentes a
8nbgradoar;i"5oPrOVinC,al : na das
AO PUBLICO.
tm mui creseido numero contavam os mdicos
,l agora molestias ineur; is quaes s
rapermittido ao paciente offrer
um mal do queja nSo hav iras de poder li-
berla-o, e ao medico philantiopieo a dor de ver
uoilos de seus semelhantes, victimas de enfermda-
jWp contra as quaes so doclarava impotente, po-
j,.ik1o apenas lamentar a fraque/a da mtellig
huinana. Mas, grabas aos progressos da medicina,
pji^s ao zelo de homens incansaveis, que nfio des-
esperando da porfectlbilidade da scicncia, se teemde-
dicado nvestigacao de remedios quo possam al-
jiviir humanidada de alguns males que a aliligem, o
numero das molestias reputadas incuraveis vai de
d,i pm dia dimininuo. Assim, achou depois de
ogos trabalbos, de profunda meditaefio e roitera-
jjsexperiencias, medicamentos que nos reslituam o
oso dos dous mais iroportautatites sentidos, de quo
bt: dotado o homem, quando estes j seacliaviim no
uposlo estado, de incurabilidade e nteiramenle
perdidos he por corto um dos maiores servidos; que
se podiam prestar hiimanidade; eis o que eslava rc-
ervado a um homem phllaiilrnpo da cidade de Bra-
ga, em Portugal, cuja sciencia, cuja amor de seus
semelhantes se tem (eito geralmenteconhecer. o
remedios que ora offerecemos o publico, nfio en-
tr.-ini na elasse d'aquelles que o vido e ousado cliar-
Ulaaismo inculca com roncos e descompassados
lirados, e que o crdulo vulgo por ignorancia rece-
be na boa f c se ni disceruimento, achando-se depois
ludido; tem porm de oceupar mui distincto lugar
ntre os medicamentos, que maiores beneficios pres-
tan, ao homem: contam ellcs da dssoluco aquosas! ~ d rl^m1* ?"? 1U$,ra ,erY,r ,cm
dsmiii'1 e,ouca ram," prefenndo-se crioulac
de meia idade e que do fiador a sua conducta e mo
tenha Talla nenhuma; da-se o sustento c vestuario:
em Fra-do-Potas confronte ao hospital de mari-
nha.n. |.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 8, da
rua Direita, muilo fresco e com commodos para fa-
milia : a tratar no primeiro andar do mesmo so-
brado.
s
I abaixo assignado, vendo no Diario n. 8t.de 1 Aluga-so urna casa torrea sita na Soledade .
edezemhro, um aun unci da Sra. 0. Mara Theo-11. t7 aopdoSr. Vieira, cambista : a datar no pa-
lora la AssumpcSo, como procuradora do seu gon- teodo Carmo, n. 17, com Gabriel Antonio.
oaquim Goncalvcs CascSo, alim de quem com) Contimium a estar par se alugar as casas ns.
ello tiver conlas as apreseiitm-, por esto mesmo Dio- \ 25, 27 o 31, sitas na ra Real .junto no Manguioho ,
noihe faz sciente que em seu poder param lettras com muilo lions commodos quintal murado, por-
irmadas, vencidas e protestadas, no valor do to o porto do embarque ; e o sobrado n. 1-2 da ra
rs. 5:1100,000.
nalendP I ?n? Joanna ,nr'M" moradora no A irmandade de N. S
iemmt..h'ri^ ,?rt?g"!?r08eu Penhor que es- inda da juros, sobre 1
2 K pn?P,le0da. S-CruZ' SObrtdo 2> l. 270,000rs. : os pretenocnies
donara Z.2,^e?; d c?nnlrrio. ""* vendi- ca do Sr. Luz Jos Gunzaga na
ffi,WTto dP- P'mciPal e juro, nao Iho mesmacidade.
Meando para o futuro direito a reclamacfio alguma ,
em consequencia deste annuncio.
r N,fl Pdendo ter lugar no dia proprio (15 do
Corrente) c nem mesmo a 24, marcado na folhi-
nna a Teslividade do Gloriosos. Amaro, em rasfio
aeapumas obras que teem a fazer-se em sua gro-
ja, liea por isso transferida para odia 3t levantan-
ac-sea bandeira na madrugada do 22, com pom-
pa costumada.
Precisa-se de umeaixeiro que enlenda de pa-
nana para vender na sala : na ra Imperial, n. 43.
Aluga-se urna pela quo sabe cozinhar, en-
gommar, lavar tratar de meninos, e ludo que diz
respeitoaumacasa de familia: quem a pretender
dirija-sc a ra cstreita do Rozario n. 30, segundo
andar.
Antonio Joqquim de Souza Ribeiro
do Amparo da cidade de
penhoresde ouro 011 pra-
pretendentes dirljam-se a boti-
rua de S.-Benlo da
enlrc os medicamentos, que maiores beneficios pres- '_ p
tamaohomem: contam ellcs dadissolucfioaquosas'
de estrados de plantas medicinaos, de virtudes mui
reconhecidas e verificadas. O longo uso, as conti-
nuadas e severas oxperiencias, a que por toda a par-
le teem files sido submctlidos, sem que urna so vez
liajain falhado em scus bons effeilos, c desmentido
as esperanzas que sobre elies hnvia fundado o seu
inventor, Ihc teem grangeado constantes e repetidos
elogios dos mais sabios e respeitaveis mdicos, as-
sim na Europa, como da America, que unsonos
alionan) e proclaman, sua acc,fio sempre certa e be-
nigna: um deslcs licores he destinado a combater
as molestias de olhos, e.tem por principal virtudc
restituir aos orgSos da visiO suasiunc?oes; reani-
mare fazer reapparecer em sua natural pcrfeqlo
vista, quando esta estiver fraca ou quasi exlincla,
rom lano, porm, que n5o baja cegueira absoluta
com dosorganisacilo das parios 5 nflo menos til e
enrgico he para desfazer as cataratas, destruir as
nevoas e de prompto debelar qualuu.cr iiiflainmaciQ
ou vermelhidSo dos olhos. Mo causa dor, nem e-
limulo na parto
Outro liquido restitc a faculdade de ouvir os sons
ao ouvido tocado de surdez, anda que inveterada,
urna vez que o mal nao seja de naseena, sem causar
cm lempo algum o menor incommodo aodoente, o
sem priva-lo de cuidar em seus negocios.
- Quemannuncou quererer vender urna pada-
na em bom lugar dirija-so a ra da Cruz, armazem
n. 43, das 10 horas ate as 2.
INSTRL'GC.ES PA1>A O USO DOS REMEDIOS.
O dos olhos emprega-se do modo seguate:
Odoenlepcla manhla; cmjejum, urna hora pou-
co mais ou menos, depois que erguer-se doleito, lo-
mar sobre a palma da inflo pequea poreiio daquel-
l.i agoa; e com ella moldara bein os olhos, fazendo
que. algumas gottas caiflo sobre o globo oceular:
sernos limpar, os conservar moldados al que na*
tiiralmeiite enxuguem : ao deitar-sc a noite platica-
ra o mesmo : durante o lempo que usar do remedio
evitar1 o calor, acollo de fuinaca e o vento; far abs-
linencia do comidas salgadas, azedas e adobadas
eom especiaras.
0 rtmedio dos ovvidos ser applieado do moidfaue .legue :
Odoentc pela manhSa, nina hora pouc maisou
menos depois de erguer-se, ainda cm jejum, far
derramar dentro dos ouvidos quatro ou cinco gottas
do liquido, tapando-os depois com algodlo em ra-
ma ; a noite aodeilar-se repetir a mesma opera51o.
durante o uso do remedio evitar expor, os ouvidos
principalmente, a accSo do calor e do vento, fin de
evitar grande transpirarn, lia vendo cuidado cm nfio
ii'.olliar os pos cm agoa fra, finalmente deve abs-
ter-sede comidas salgadas, azedas e adubadas.
Estes remedios eslflo a venda na botica de Bartho-
lomeo Francisco de Souza, na ra larga do Rozario
36, nico deposito em Pernaqibuco, pelo preco
segunte: 2,000 rs. cada vidro.
(luilberme Soares Botclho roga a todos os seus
devedores antigos c principalmente quelles cuios
dbitos datain de 1840,lhequeramsatsfazer at lint
de fevereiro prximo vindouro; na certeza de que,
lindo este prazo, nfio ter mais contemplado, e usa-
rj dos meios judicaes.
Perdeu-se urna lettra da quantia do noventa e
lies mil o. lanos rs.aceta pelo Sr. Julio Leocadio
Lima, e endossada pelo Sr. Diogo Jos da Costa; por
issnoabaixo assignado roga ao aceitante e ao 011-
dossanic da dita lettra quenfloa pagucm se nfioao seu
proprio dono, pois, |para issoja eslflo prevenidos,
c|c Antonio liento de Jraujo.
Hojo, 13de Janeiro, na sala das audiencias, pc-
ranleo Sr. Dr. juiz da segunda vara, so ha de arre-
malar a armacoda loja n. 25 da ra do Queimado,
c mais objectos constantes do escriplo em inflo do
|ioi teiro, penhorados a Guilbermc Augusto Rodri-
fiues Sello, porcxecuQfio deJoaquim l.uiz de Mello
tarioca: he a ultima praca.
-Deseja-se fallar com os Srs. Severo Antonio da
l^sta e Bemardino Affonso da Gusta, naturaes do
Maraohflo, lllhos do Sr. Francisco de Paula da Costa,
a negocio de seu inleressc; os mcsmos.ou quem del-
les soubcr.dirijaiu-sc a J. B. da Fonseca Junior,na ra
ll Vigaro, n. 25.
Cdulas encarna-
das de <20# rs. e brancas
de^OOO rs.
.Na esquina do Livramento, loja de 6 portas re-
lehcm-sc cdulas encarnadas de 20,000 rs. e brancas
de 2,000 rs., a troco de fazendas.
(juem precisar do urna mulher para lavar, en-
fc onimar, coser marcar e cozinhar, tudo isto em
sua casa, dlrija-se a ra da Viracho 11 7.
__Quem aniiunciou querer comprar um cordflo
deourodelei, de 12 a 20 oitavas querendo um
Lom o peso de 11 oitavas e meia dirija-se a ra dos
l'ires, n. SS.
MaooelJoaquim Lamas mudou-se do pateo da
s.-Crui para a ra dos Pires, n. 23, no mesmo
bairro daBoa-Visla.
Precisa-se de lcaixeiro para tomar conta de urna
venda or balnmjo, em um do melhores lugares da
Boa-Vnila, por ser ra publica : quem estiver nes-
las circumstanctas dando fiador a sua conducta,
dirija-seariberada Boa-Vista, venda debaixo dos
arcos, que sa dir quem preci.
Hcnriquc Jos de Carvalhoe Souza faz certo as
pessoas que com elle teem contns, que vendeo a
sua venda, sita na esquina do Caldeireiro, o que por
isso hajnm de ir receber as ditas emitas, vencidas e
por vencer, at odia 14 do corrente, "pois oannun-
cianlc precisa sahir para o mallo.
Joo da Silva Moreira faz certo ao publico e a
quem mais convicr que elle, desde o ultimo do no-
vembro do anuo prximo passado deixou o arma-
zem n. 43 do sobrado da ruada Praia ncrtencenle
Manoel da Cunda Guimarflos Ferreira de quem era
iuquilino, e porconsequencia daquelle dia em dian-
to nflo responde mais pelo imposto.
Aluga-se a casa da esquina da ra do No-
gueira, comoitfloparaa ra de S.-Jos, a
qual tem 2 quartos, 2 salas, coznha fra ,
quintal, cacimba e portio concertada de noto ,
com janellas nooilflo: a tratar na pra?a da Inde-
pendencia, livraria ns. 6 e 8.
Aluga-se um cscravo que sirva para carregar
um taboleiro com fazenda, para andar na ra : quem
o tiver dirija-sc a praca da Independencia n. 39.
Tomam-so aprendizes para aprcndeiem
marceneiro : na ra da Cadcia de S.-Antonio. 11.18.
ANDA ATTENCAOI!
Pela segunda vez roga-se aoSr. V. A. II. que tenba
cobro na lingoa, e lembre-se do lempo passado;
do contraro......f3* O G. F. /..
CASA DEEDUCACAO DE MENINAS EM O LIMITE
. DO CABO.
I). Izabel d'Austria e sua prima D. Aurelia l'mbe-
lina de Carvalbo teem estabelecido urna casa de e-
ducag.lo de meninas, junto ao cngenbo Jurisaca, no
limito da villa do Cabo, sob a dcnomiiiacflo de Col-
legio S -Jos.
Rocebem no dito estabelecimento que se acha
com as commodidades nocessarias, alumnas inter-
nas e meias-pensionislas; c ensinam a ler, cscrever,
contar, doutrina cliristfla, grammatica nacional,
geographia e historia, e toda a qualidade de costu-
ras e bordados, mediante a rctribuigSo seguinte :
Por cada alumna interna 20,000 rs. mensacs que
prefazem a soturna animal de 240,000 rs., cujo paga-
mento ser feito em 3 prestacOesde 80,000 rs., a 1
no dia da entrada, a 2.' no 5." mez, ca ultima 110
8.'
Porcada alumna moia-pcnsionisla 12,000 rs. nien-
saes que prefazem asomma annualde 144,000 rs., cu-
jo pagamento sera feito em 3 prcstacOes de 48,000 rs.,
nos meamos prazos do anterior.
Ensinam alm disso msica vocal e piano, desenlio
e danca, pela seguidle rolrihuicfio:
Msica vocal e piano, por mez.....10,000
Piano smenle, dito........6|000
Desenlio, dilo..........3.000
Danca, dilo...........4,000
Advertem, porm, que todas as retribuices devem
scrregulares, e mandadas entregar no collego.
0 estabelecimento abre-se no dia 19 do corrente.
Collegio de S.-Jos em Jurissaca, 7 de Janeiro de
1847.
/'. Izabel d' Austria.
. Aurelia Vmbelina de Cartalho.
ATTENCAO!
Para se dar cumplimento ao artigo 29 dos estatu-
tos, a mesa regedora da irmandade de N. S da Con-
ceicflo, manda convidar a lodos os irmfios, com es-
pecia I idade os novos eleitos, comparecerem no
dia 15 do concnle as 4 horas da tarde no respectivo
consistorio, visto que, por falta decomparccimenlo,
nflo pode terlugara posse da nova mesa 110 dia II.
Venancio lienrique de Rezende continua a dar
licesde latim, francezc inglez, na casa de sua re-
sidencia, 11. 32, da ra do Rozario da Boa-Visla.
HISTORIA DE PORTUGAL.
roa
Alexandre Herculano.
Os Srs. assignantes dcsta obra queiram mandar
buscar o primeiro volume casa n. 7. da ra da
Cruz, segundo andar, servindo-se na mesma occa-
siflo enviar a quantia de 3,000 ris, preco por que li-
ea aqu o dito volume.
Jos Ployone sua mulher, RosaMereassn, reti-
ram-sc dcsta provincia, epo.dem que Ihes aprsen-
telo as suas cuntas no prazo de tres das, cm casa dos
Srs. Avrial Irmfios, rua da Cruz, n. 20.
No da 1* do corrente mez, pelas doras da lar-
de, porta do Sr. juiz do orpdfios, tem de ser arre-
matada urna olaria.sila no lugar do Cordero, em
chaos proprios, avaliada em 400,000 ris, e urna ca-
noa aberta, avaliada em 30,000 ris.
(i bacharel formado Antonio Joaquim de Fi-
gueiredo Seabra advogado dos auditorios dest ci-
dade se acha residndo no paleo do Carmo so-
brado n. 7, primeiro andar : quem do seu presti-
moequizer ulilisar poderah procura-lo a qual-
quer hora do dia. O mesmo bacharel d lices de
francez e geometra na mesma casa de sua residen-
cia.
O arrematante do imposto de 20 por cento so-
bre o consumo das agoas-ardentes de producefio
brasileira avisa aos Srs. que ainda nfio pagaramdito
consumo, vendam faze-lo nos din* 13, 14, 15
p 16, lindos os quaes, so proceder na furnia da
le contra os quaes deixarem de pagar.
. Machado & Pinbeiro mudaram a sua residen-
cia da casa n. 60, na rua da Cruz, para a casa n.
23, da mesma rua
Aluga-se um preto postante para refinacSo ou
armazem de assucar : quem o pretender annuncio.
Jofio Albino da Silva Souza faz sciente aos Srs
provedor e mais irmfios mesarios da irmandade das
Chagas que sua mulher .Giiilhermina Engraca l.es-
sa da Silva, nfio acetou a provedoria da mesma ir-
mandade.
Precisa-se de um caixelro eom pratica de ven-
da e quo d fiador a sua conducta : na rua do Cal-
deireiro, n. 94.
Precisa-se alugar um preto para o servicode
enxada emum sitio e juntamente urna preta para
vender Iructas; pagando-sc mensalmente confor-
mo o ajuste: na rua do Rangcl, n. 17.
Aluga-se o andar terreo ou loja do sobrado n.
12 da rua da Aurora, com ptimos e muilo asseiados
commodos para moradia de homom sol teiro ou de
pouea familia: quem o quizer alugar dirija-sc ao
mesmo sobrado qualquer hora.
Precisa-se de dous lavradores ; cm casa do doura-
dor, ou fabricante de candiclroa de gaz na rua No-
va n. 52.
l.uiz Jos de Magaldfics declara quo o Sr. Jofio
GoncalvcsNetto, tenonte do primeiro datalhflo de
catadores do linda nada llie licou devondo tanto
como agente que foi do mesmo balalhflo como de
suas cotilas particulares, durante o lempo de sua
agencia que se ultimou no ultimo de dezembro
prximo passado; assim como aproveita a occasifio
para agradecer ao lllm. Sr. Francisco Jos Damaceno
Rosado coronel e commandanle do mencioado ba-
lalhflo eao referido Sr. tenente ex-agente, a pon-
tualidadc de scus pagamentos, sem que nunca nel-
les douvesse a menor difierenca,
As pessoas que teem penhores na venda da
praca da Boa-Vista n. 13, na esquina do becco do
Veras, queiram ir rcsgata-los, no prazo de 10 das ;
do contrario serfio vendidos para pagamento de
principal e juros.
A pessoa que, por engao, levou da thesoura-
ria provincial um chapeo de sol, de seda, j usado,
no dia 9 do corrente, na occasifio de se fazer uoi pa-
gamento queira por obsequio manda-ln entregar
no paleo do Carmo, a Narciso Jos da Costa.
Alugam-seos segundo e terceiro andares do
sobrado da rua do Trapiche, n. 36 : a tratar no pri-
meiro andar do mesmo sobrado.
Precisa-se de urna ama de lete que seja cs-
crava : na Iravessa do Veras, n. 24.
--Aluga-se urna preta que sabe fazer lodo o ser-
vido de urna casa com toda a perfeicfio cozinha, cn-
gomma, ensalma ho boa compradeira e muilo fiel
quem a pretender dirija-sc a rua Imperial, n. 47.
Antonio Julio do Medeiros, subdito portuguez,
retira-se tiara fra da provincia.
Alugam-se os segundo e terceiro andares da
casa 11. 17 da rua do Collegio, com commodos para
familia : a tratar na rua do Vigaro, n. 5, primeiro
andar.
Aluga-se a prensa ou armazem n. 7, sito no
largo da Asscmbla, no Forle-do-Malto, que, alm
de servir para acondicionanienlo de algodlo tam-
bem de proprio para um bom armazem de recolber
familia, viiihos, madeiras emais gneros do estiva :
a tratar na rua do Vigaro, n 5, primeiro andar.
I j Aluga-se urna ama para criar una menina, que
leuda muilo c bom leilc : amada Praia de S.-Ri-
ta, n. 25
D-so dinheiroajuros com penhores de ouro,
mesmo em pequeas quanlas: na rua do Rangcl,
11.11
Joaquim Pereira Arantes avisa.a seus devedo-
res que tem eniarregado da cobranza do suas divi-
das ao Sr. Jos Joaquim Ferreira, a quem os niesnios
Srs. poderfio satisfazer.
Antonio Jofio Ramos faz scientoao publico quo
no dia 1." de outttbro prximo passado vendou
a sua venda sita na rua doAmorim, 11. 17, aoSr.
Jofio Goncalves, e de eommum accordo com o mes-
mo Goncalvcs quer comprar oulra vez a dita venda :
quem sobre mesma tiver algum direito declare
nestes 3 dias findos os quaes, sceffcituar o ne-
gocio.
Aluga-se urna casa terrea com solfio corrido,
muilo fresco, por ler 3 janellas envidra^adas, com
cacimba meiera, cozinha independi-ntc, sita no bec-
co do Serigado : a tratar na rua da Cadeia, n. 25.
Precisa-se de un menino, de 12 a 13 anuos,
para eaixeiro de urna loja de louca : na rua do Ran-
gel, n. 17.
OSr. Luiz de Pin lio Borgcs queira dirgr-see
rua do Rangcl, n. 11.
O abaixo assignado faz sciente ao rcspeitavel
publico que pela barca americana Isaac-hranklin,
viuda de Boston, entrada nesle porto em 22 do pr-
ximo passado, receben um novo provimento dr pi-
llas vegetacs do doulor Brandrcth. Estas pillas
cujo autor hasta para garantir sua excellencia lor-
nam-se muilo recommendaveis, por seren um medi-
camento inicuamente inolfensivo, podendo applicar-
sc ate as enancas recem-naseidas ; ltimamente se
teem applieado a urna iiifiuidadc de molestias jul-
gadas incuraveis, do cuja applicacfio se teem tirado
tfio felizes resultados que parece cada vez mais r-
solvido o problema de um remedio universal. Ao
annuncianlecabea gloria de asseverar ao publico
que as ditas piiulas silo as nicas verdadeiras que
existen) nesta praca as quaes so vendom em sua
botica na rua da Cadcia-Vclha, n. 36.
Vicente Jos de Unto.
Precisa-se alugar urna preta que saiba engom-
mar e fazer lodo o arranjo de una casa; no pateo do
Terco, n. 16.
do Arago:a tratar eom Manoel Pereira Teixeira
morador Pm o sitio prximo a Eslancia.
Precisa-se de urna mulher, prefer ndo-su par-
da ou calinda para servir do ama a una casa de
pouca familia na ruado Brum, no segundo andar
do sobrado onde mora o cnsul americano.
AVISO AO PUBLICO.
Desdo o dia 11 do corrente mez, acha-se na pas-
sagem da ponte d Taearuna urna canoa que pe-
ga 30 pessoas destinada a receber passageiros e
cargas de um para outro lado todos os dias, das fc
boras da mandila at as tldi tarde imprcterivelmen-
le, c continuar dita canda no caso de nfio daver
notavol prejuizo: cuja passngem sera por mdico
preco.
O abaixo assignado faz publico, principalmen-
te aos pas de seus alumnos, quo desde odia II do
corrente mez so arham abortas as suas aulas para
meninos e meninas, na cnsa de sua residencia no
bairro da Boa-Vista, travesea do Veras, numero
13,.ende tamben) contina a receber como al aqu
meninos pensionistas e meio-pensionislas, para o
quo a casa offerece bous commodos: sobro o trata-
iiionto, boa educarlo e adiantamento quo sempiv
tem prestado a seus alumnos durante nove annos
quo labora ueste exorcicio, o faz cror que o respeita-
vel publico est satisfeilo pola preferencia e escoma
que llie tem merecido.
Pobjearpo Nunes Correin.
Fabrica de chapeos
de sol na rua do Pas
scio-publlco, 11. tf
T Jofio l.oubet adverte aos seus fregunzes que
queiram desengannr-sc por urna vez sobro o>;
objectos abaixo declarados, tanto em pre?o
como em qualidade. 1 tem nesta occasifio um rico
sorlimcnlo de chapeos do sol furta-eores o prctou
com barra lavrada os mais modernos que teem
apparecido nesto mercado, de igual sortmento ; o
tambem chapeos do sol, do panniibo de todas a
crese ultimogoslo da rainha da Escocia; e para
sondoras um completo sortmento dos mesmos de
todas as cores pois scus goslos sao da ultima mo-
da de Paris. No mesmo estabelecimento se acha um
completo sortmento do sedas o panniilios de todas
as cores, proprios para toda e qualquer obra que so
quizer fazer, pois que sao proprios para este fim.
Tambem se concerlam chapeos de sol, tanto de ho-
mem como do senhora, com toda a pcrfeiqao, poi
prepo cummodo, e com a inaior hrevidade possivel.
Na mesma fabrica tambem se vendem baleias para
espartilhose vestidos.
Compras.
Compra-se para remedio una cobra de viado
3uc esteja viva: na praca da Boa-Vista, segundo an-
ar da casa n. 32, ou annuncie para ser procu-
rado.
Compra-se um cordfio de ouro do lei, sem fei-
lo, com 12a 20 oitavas de peso quem tiver an-
nuncie.
Compra-se um violfio e um metdodo, preferindo-
se de Caruli: na rua Nova, loja n 26.
Comprm-sa 3ou 1 pretos oliciaes de sapatoi-
ro ; sendo de bonitas figuras, pagam-se bom : na rua
da Concordia passando a pontezinda a direita ,
segunda casa terrea.
Vf'od.m.
Deposito de rap Gasse.
O deposito deste rap acha-se transferido para a
Vende 111-se eadeiras de angico por menos pre-
co do que em oulra qualquer parte: na rua impe-
rial, 11.145.
Nidias deHttiiibtirgo multo
baratas.
Na loja dobarbeiro da rua do Rozario da Boa-Vis-
la, alugam-se e vendem-se bichas grandes de llaiu-
burgo, a precio muilo commodo. O proprietario da
loja ira applicar ditas bichas cm qualquer parte para
que fdr chamado; e promptamenleir a qualquer ca-
sa, onde delle precisaren), sem quo disto o obsto a
mais adianlaua dora da imito, 011 o mais rigoroso
lempo.
Ilihihgrnpliia.
Direito, economa politiea, medicina, philosaphia, his-
toria, geographia, litleralura, mathemuticas, roman-
ees, etc.
L'ni sortmento escoldido do que lia de mclhor e
mais reccnlemcnle publicado em francez c portu-
guez acaba de ehegar a livraria da esquina do Col-
legio. Ah se aeba tambem una rica e variada col-
Icrcfio de estampas, cm l'm matos diversos, das maio-
res celebridades sccnlilicas. Iliterarias, polticas o
militares da poca, comoArago, la Place, Lamartine,
Michclet, Cuizot, Itoijer Collard, Lnmenais, Cousn,
lliissi, llioglie, Soult, Espartero, ele. Outras estam-
pas sobre assumptosde religifio esanldade.
Vende-se um bom cavado, com os
competentes arre-ios em bom uso, por
pre^o muilo commodo: a Iratar na rua do
Oabug, loja de fazendas de Pereira Se
Gnedes.
Panno de linho puro a 600 rs,
a vara.
Na loja nova de Raymundo
Carlos Leite, na rua do Queima-
do, n. 11, achase um bom sorli-
mcnlo de fazendas linas e baratas
assim como panno de linho aCOO
rs. a vara, e as pessas sao de 15 va-
ras. Tambem lem a nova pelle do
rua da'Cadeia, n. 37, ondeos freguezes acharfiosem- (Jiabo, de padl'OCS UluitO boilitOS
prea boa pitada, nSoso do de Gasse, como dasou-l aaa
1400 rs. o covaao.
a
trasqutlidadesj annunciadas.


=


A Bi
-..i.--;'. M
FOLHLNHAS
de Imnale c de porta.
A edico mais correcta e com
pela que existe deslas fc-Hmlias,
est venda as livrarias da nra*
ca da Independencia, ns. 6 e 8; da
esquina do Collegio; e na Boa-
Vista, botica defronte da matriz,
pelo preco do costume.
Vende-se um sitio de trras proprias, na estra-
da de Agoa-Fria do Beberibe com casa de taipa e ar-
voredos de fructo ; cujo sitio foi do fallecido Jero-
nymo Jos Martins, a tratar no mestno sitio, ou na
ruado Pilar, pateo da groja, n 8, do lado do Poenle.
Yendem-se duas escravas una parda com
principios de engommado, de 21 annos; urna ca-
bra, de 25 annos; urna liteira e 5 cangalhas : na ra
do Collegio, n. 17, segundo andar.
a lojade Guimares Se
rafim & Companlii,., enfronte
ao arco de S.-Antonio, n. 5, ven*
dem-se lencos de vapor, de pa
drfies modernos, pelo barato pre-
co de 480 rs. cada um ; lencos
franceses de cores finas e fixas
finiudo seda a 480 rs. cada um;
lrim escuio Irn cvz.li arcado, tic
puro linho, a 720 rs. a vara.
--Vendem-se4 escravas mocas que servem bem a
urna casa vendem crompramna ra; esciavos
bons para o tiahalhode campo; um moleqiic, de 12
annos, muito esperto para servir una casa ; um
mulatinho de 16 annos muito lindo pagem, d-se
muito em eonta, por precisar de algum tratamento
na ra do (respo, n. 10, primeiro andar.
Lances da Coi luna aos
!0:OO0^O0O de rs.
Vendem-se bilhetes, meios, quartos, oitavosevi-
-- Na loja de Guimares Se-
rafim & Companhia, confronte
ao arco de S.-Antonio, n. 5, ven-
dem-se cassas finas, largas e fran-
cezas, pelo barato preco de 480
rs. a vara; chitas francezas, lar*
pas, a 280 rs. o covndo.
= Vende-e potasas branca de superior qnalidade,
ein barra pequmoi; cm casa de Mathrua Ausn 4
Companhia, na ra da Alfandoga-Velha, n. 36.
Vi iu!. -se cal virgem rm nielas barricas, chfga-
4a prximamente, por proco commodo; na ra da
Moeda .irmazrm n. 15.
Vende-se urna preta de nacilo, de 23 annos de
bonita figura, que cozinha o diario de urna casa la-
va de sahflo e varrella e he quitandeiraj urna dita, do
30 annos, que lava e cose ; um inoleque, de 6 a 7
nnos; lodos sem vicios nem achaques: na ra da
Concordia passando a pontczinha a direita, se-
gunda casa terrea.
Vende-se um pardo, de25 annos, de boa figu-
ra, ptimo carreiro ; um dito, de 18 annos, pro-
prio para pagem ou outro qualquer servico ; 2 mo-
loques, de 14 anuos, de bonitas figuras esadios : no
armazem de familia do caes do Collegio.
Vende-se salem grandes e pequeas porcOes :
na ra da Moeda, armazem n. 7.
Vendem-se escravos, sendo: 6 pretas, de 16
a 25 annos, duas das quacs com habilidades; urna
preta de nacilo, de bonita figura ; um pardo bom car-
reiro o de muito boa conducta : no pateo da matriz
do S.-Antonio, sobrado n. 4.
-- *a leja de Guimares Se-
rafim & Companhia, confronte
ao arco de S.-Antonio, n. 5, ven-
de-se papel almajo aparado a
2800 rs. a resma ; fita de retroz
de cores, peca grande, a 700 rs. ,
surtidas ,- retroz prelo, azul e soi-
lido, a 10,000 rs. a libra ; cor-
tes de pelle do diabo, a 1440 rs.
Vendem-se dous lindos moleques, de 14 a 16
annos ; dous ditos, de 7 a II anuos ; um pardo pti-
mo para pagem, de 17 a unos, com officio de ban-
osimos da lotera do theatro da cidadede Nicthcroy jqueiro de engenho ; um prelo bnm carreiro, de 30
dnllio-dc-Janeiro : na ruadaCodeia, loja de cam- "
hiodoSr Vieira.
Vende-se pofas-sabranca, da
mais recem-cliegada por modi*
prego : em casa deL. G. Fer-
annos ; duas pretas, de 25 annos com habilidades ;
urna parda, de 25 annos comalgumas habilidades;
duas negrinhas, de 7 a 12 annos, proprias para se-
ren educadas; una preta, de dado, por 200,000
rs. na rua do Collegio, n. 3, segundo andar.
Vendem-se 30 acedes da companhia de Rebe-
Vende-se polassa branca, da
mais nova e superior que ha nes-
te mercado, por mdico preco:
na rua da Cadeia-Velha, armazem
n. 12, de Bailar y Oliveira.
Potassa da Itussia.
Vende-se a bem conhecida e superior
polassa da Russia, chegadd ltimamente,
no armazem de Rothc & fiidoulac, rua do
Vigario, n. 4.
= Vendem-se moendas de ferro para engrnlios de as-
sucar, para vapor, agua e bostas, de diversos lamanhos,
por proco commodo; e Igualmente talxas de ferro coado
t balido, do todos o tamanhos: na praca do Corpo-San-
to, n. II, oiu casa deMc. Lalmont S Companhia, ou na
rua de Apollo, arinazein, n. 6.
NA REA illtLITA, N. 9,
vendem-se saccas com su perior farinna, por pre$o
mais commodo do que em outra qualquer parte.
\o AIcrro-cla-Boa-Vista loja
ele fazendas, de 4 portas .
n. 60 ,
vendem-se roberas de algodflo, grandes e bem en-
corpadas, proprias para escravos, a 800 rs.; chitas
decores, a 140 rs. o covado; e outras mu las fa-
zendas, por preco commodo.
Vendem-se sorvetesdo varias duali-
dades ; golea; lamanga ; creme Je va-
zario, n.2i, onde achar-se-ha urna
sala decente para familias.
Calcados.
*?
co
I'eira OC \- Vcnde-seuina padaria em um dos mellioreslu-|tri,S(,a rua da Aurora em fronte do fundo da casa
gares, a qunl.alom dos grandes commodospara la-'*10 finido l'ereira com igual largura n dita casa,
milia, lem grande quintal e a vantagem de fazerdia- com 300 e lautos palmos de fundo o qual chega
riamenlc 6a 7 arrobas de pilo e 4 ditas de bolacha ;'al1'a lerceira la : a tratar na Iravessa da Madre-de-
o que he pouco para dar s freguezias : islo se podo 1)t'os '8-
asseverara vista do comprador, pois que a padaria! Vendem-se 2 pretos, sendo um de 16 a 18 an-
cstasemprea trabalhar, al que appareca compra- nos e o outro de 20 a 22annos, de muito boas ligu-
dor, para nilo perder as freguezias. Assegura-so ao ras epropriosde todoo servico; um lindo mulati-
comprador todas as freguezias, assim como nilo se n de 14 annos, proprio para pagem ou para
llovida deixaro dinheiro em mlo do comprador aprender qualquer ollicio; na rua da Cadeia de S.-
liorzeguins, a 3500, 4000, 6000 e 7000
rs. ; sapal6es de lustro, a 4000 e 5000 rs.;
ditos de bezerro, a 2000, 3000 e 4000 rs. ;
ditos inglezes, a 3800 rs.; hntins france.-
zes, a 4, 6 e 8000 rs.; meios ditos, a 7000 rs.; botins
de Lisboa, a 3000 rs.; meios dilos, a 2000 rs.; sapa-
tosde lustro pam honiem, sendera e meninas ; sa-
palos de tapete para homcm e senhora; ditos de
marroquim francez pretos e de cores a 1000 rs.;
dilos, a 1280 rs.; chiquitos de lustro e de marr-
lo linda para urna mucama : na rua do Crespo, loja. I
n. 19.
Vendem-se 4 escravas que servem bem a urna I
casa, vendem e compram na rua ; urna parda de 20
annos, perfeita engommadeira eostureira e cozi-
nheira ; urna dita de 14 annos, muito linda o boa
para se educar; 2 escravos bons para o servico del
campo; 1 molequo e um mulatinho de 16 annos, quo I
dao-se por muito commodo preco, por procisareml
de um pequeo curativo ; um dito de 10 annos, mu-1
lo esperto para servir urna rasa : na rua do Crag.j
po, n. 10, primeiro andar.
Vendem-so 3 moleques de 12 a 14annos; unwj
mulatinha, muito linda e rccolhida ; urna negrinha.1
de 14 annos; urna escrava crioula que engomnul
bem; 3 ditas de nacflo, com bonitas figuras; uml
oicfSvo de 20 annos, carreiro : na roa Direita, h. s. J
No boliquim da Covs-da-Onca, na rua larga do I
Rozario n. 34, continuam-se a vender bichas del
Lisboa cde Hespanha, de superior qualidade, porl
preco commodo. |
Vend?-se um casal de pavOess, muito bonito*,!
vindos ltimamente da Europa : na rua Nova, n. 34.|
Vende-se um pardo, de bonita figura com i|
gumas habilidades : em Fra-de-Portas, n. 28,
Vendem-se carros de mlo, deamarello com
rodas de ferro por commodo prego : no armazeml
n. 3, defronte da ordem terceira de S.-Francisco.
Vende-se sem feitio um cordao de ouro del
lei com 21 oitavas; dous ditos de Soitavas; umi[
gargantilha de nm modelo novo; anneloes, pares de
brincos : na rua de S.-Francisco sobrado novo ao |
p da mar.
Escravos Fgidos.
ribo, novalorde70 por cento : nesta lypographiaifluim Para meninos; sapatosdelustro para rapazes,
se dir quem vende. a ,o0(> rs.; csparlilhos para senhora a 1000 rs ; pei-
por algum lempo, afim de o convencer que se uo
vende, senilo por seu dono se querer retirar dcsta
provincia para a do Para, aoride lem sua familia;
advcrle-se mais, que o aluguel da casa lie barato, e
tem outras mais vanlagens que se diro ao compra-
dor. Quem a pretender annuncic.
A 2^300 rs. o covado!
Na loja de Guimares Serafim
& Companhia confronte ao ar-
co de S.-Antonio, n. 5, vendem-
se casimiras francezas, sem pel-
lo finas de lindos padroes, e
pelas pelo barato prego de 2500
rs. o covado ; ricos cortes de cha-
l de la e seda, com barra, a doze
mil rs. o corte.
Vendem-se 2 sellins inglezes, em bom uso : na
rua do Crespo, n. 10, primeiro andar.
Vende-se um cabritilla, de 8 annos ; bahuszi-
nhos de tartaruga ; courinhos miudos ; bezerros;
sola ; esleirs superiores e baratas; charutos rega-
la e de S-Felix ; na rua da Cruz, no Rccife, n. 24.
Vende-se um bercode Jacaranda, de moldean-
tigo mas envernisado e com cortinado por 10,000
rs.; urna pedra de filtrar com sen mocho e jarra : na
rua da Urnilo, junto a tj pographia
Vende-se urna cabra, de 20 annos de linda fi-
gura ipieeo.se, engomla e cozinha; urna parda,
de 30 annos, com as mesmas habilidades; um pre-
lo de nacio : na rua larga do Rozario n. 35, por
cima da loja doSr. l.ody.
Vendem-se muito boas esleirs do palha de
carnauba : na praca da Independencia, loja n. 3.
nm ruadas Larangeirai, n. 14, segundo andar,
urna moleca de 14 annos, muito bonita ,
propria para mucama; um molecote, de 18
annos, de bonita figura, sem vicios; um
mulatinho,de 16annos, proprio para pa-
gem, por ser muito esperto e de bo-
nita figura ; um prelo bom canoeiro, de 35
annos, muito forte e sadio, por preco com-
modo ; urna preta, de 22 annos, de bonita
figura ,com algumas habilidades; todos por
preco commodo pois he para llquidacflo
de conlas.
Antonio, n. 25.
Casa da F,
na rua estrelle do Hozario, n. G.
Nesta casa acham-se a venda as cautelas dn lote-
ra das obras da matriz da cidade da Victoria; da qual
andam as rodas no dia 29 do crrenle. A ellas que
silo poucas : os precos silo os do costume.
i\o Atcrro-da-ltoa-
Visla, loja n. /i,
vendem-se chitas finas ,a 140 rs. o covado e risca-
dos franeczes, a 200 rs.
GF.I.O.
Na rua da Cadeia-Velha n. 15, das 9 as 11 horas
da manh.la c das 3 as 5 da tarde.
FERRO! FERRO,
de todas as qualidades e cobre para forro de navio ,
de 18 at 28 oncas em grandes e pequeas parti-
das : no armazem de A. V.da Silva Barroca, delimi-
te da igreja da Madre-de-Deos.
= O corretor Olivoira tem para vender cobre rm fb-
lliac progos do dito para forros de navios : os prrton-
dooles dlrijam-se ao inesmo, ou aos Seuhorcs Mosquita
t I)utra. '
- Vende-se urna porcffo de telhas trincadas, mui-
to boas duas grades de telhas, urna nova o outra
usada, ediversas grade* de tijolos: na travessa da
Concordia sobrado n. V
Allencao!
Cimba & Ainoi'im leem para vender potassa
russiana nova, de superior qualidade, por bara-
tsimo preco : na rua da Cadeia-Velha n. 50.
Vende-se una espada para oflicial, uns cor-
dfies para o mesmo: urna fechadura grande, de so-
l esos ile iluas arrobas
los de camisa a 320 rs.; meias de algodflo, para
meninas a 3000 rs. o maco ; eoutros muitos calca-
dos e perfumaras : na praca da Independencia, ns.
13 e 15, loja do Arantes.
Vende-so sal de Cadix a preco barato a bor-
do do brigue sueco Clara ; a tintar na rua da Moeda,
n. 7, com Leopoldo Jos da Costa Araujo.
Vendem-se no armazem do Braguez saccas
com feijifo-fradinho, muito bom a 3500 rs.
Vendem-se 35 escravos, sendo : pretos, pre-
tas, moleques, mulalinhos, negrinhas, pardos e par-
das, com habilidades e sem ellas, por preco com-
modo : na rua da Cruz. n. 51.
OL1VRODETODOS
o e
Manual da laude,
' on leudo
todos os esclarrcimentos theoricos e praticos neoessa-
rios para poder preparar e cinprrgar, sem o soccoiro do
professor, os remedios, o so preservar o curar-se promp-
tamento, com pouco dispendio, da inr parte das molra-
llas curareis, c conseguir uinallivio quasi equivalente
a sadc, as molestias incuravoii.
Seguido
de un (ratammto espeoii'uo contra a coqueluche, ede
rrgras hygirnicas para prevenir as molestias ;
polo doutor G. de Ploesquellec.
Proco 4/0O0 rs. rm brochura.
O siipplemeimi, iiidisponsavol a quem tem a obra, da-
lo gratiiitaurnte aos compradores. Odito supplrnion-
te tras as tros dirrrntrs recoltas para acoinposicoda
agoa seda Uva; osle precioso remedio que tamaulia repu-
tacanj tem ganho, e que dove existir ein todas ascasai
para remediar prouiptauente aos accidentes e iiicoin-
niodos rrprntlnos
Vendc-ie na praca da Independencia, livraria ns. 6 e 8
\a rua do Trapiche, n. 54,
armazem de temando
de Lucca,
vendem-se os seguintes gneros, recentemente
chegados pela barca Zilia: confeiluras e fruclas
conservadas em frascos; salchichas cm potes peque-
os, de 3 4 libras; conservas de legumes, de carne,
gredo; 4 pesos de duas arrobas, c alguna maispe- >e pepinos ecebollnho, de varias qualidades; amei-
quenos; algunseaixfles bem feitos, para deposito ;xas'..' uimt"na' vlnho do l'ort0' sher"
4 caixilbos para fiteros ; ludo bom c barato : na rua ry' ,a,(leira' v."lh0 do Rneno, Sauterne, Clarelte em
da Lapa n. 2, junto ao Forte-do-Matlo. quartolas e caixas; dito engarrafado, 400 rs., muito
- Vende-se um methodo para violflo por Caru- bom ; s,ullerPr cognac, rhum de Jamaica, Arrac, ge-
, encadernado pelo mdico preco de 7000 rs. : n, nebra de Hollanda.vmno de Malaga velho, em meias
garrafas; chocolate de l'amille; passas miudas; cor-
vejas; repollio conservado; barris pequeos de cu-
viar; mostarda franceza o inglcza, charutos. Todos
estes objetos sflo da melhor qualidade e por preco
commodo.
I .
rua daCadeia, n. 3f.
Vendem-se cadeiras sophs mesas, lu-
do de oleo camas; conimodaso meias di-
las de amarcllo ; urna dita de condur ;
marquezas decondur; 1 liteiro proprio
para loja de miudezas; cadeiras de jaca-
, de pes lomeados c lisos; mesas de meio de
jogos de bancas, de dito; mesas de amarello
randa
sala;
com duas gavetas; camas de vento, de armaefio;
tudo por preco commodo : na rua da Cadeia de S.-
Antonin, n. 18,
- Vende-so urna venda na rua Nova n. 55, a di-
nheiro ou com desobi iga a praca ; um terreno; urna
canoa quo carrega 900 lijlos; tudo em conta i a
tratar na mesina venda
Vende-se urna venda na rua de Apollo, bem
afreguezada para a trra, com poucos fundos : a tra-
tar na padaria da rua da Guia.
Vende-se cera para limas de cheiro, a 1000 rs.
a libra : na rua do Rangel, sobi ado n. 52. .
Vende-se, por commodo prego urna moenda
para moer com animaes : no engenho Novo da Mu-
ribeca.
Vende-se um escravo de nacilo alto c do bo-
nita figura muito fiel, proprio para carregar ca-
deirinha ou para o servico de campo : na rtia da Ca-
deia do Recite, lojade ferragens, n. 59.
Grammatira do Salvador,
sexta edicilo correla e augmentada : vende-se ua
livraria da esquina do Collegio.
Vende.-sc um refecom sou tercado : na rua das
Cruzes, n. 34.
Refrescos
Xarope de grosello, feitodo verdadeiro summo ;
vindo de Franca, a 1000 rs. a garrafa ; dito de flores
de larangeiras a 1000 rs. a garrafa ; dito de mara-
cuj e tamarindos, a 640 rs. a garrafa ; dito feito da
vertladeira resina de angico que he muilo conde-
cido e approvado por j.s pessoas quepadecem do pci-
to, por j ler feito bons beneficios, a 1000 rs. a gar-
rafa : vendem-se no terro-da-Boa-Vista fabrica
de licores, n. 26.
Vende-se urna preta, por 300,000 rs., que co-
zinha. lava rouna vende e compra na rua : no pa-
teo do Carmo loja do sobrado n. 7.
Vende-se urna mulatinha do 14a 15annos, mui-
Fugio, do engenho Campo-Alegre freguezii
de S.-Anillo, o escravo Joaquim de Angola de S.i
annos, baixo secco do corpo, muito ladino ; tem
os dedos dos ps arrebitados, bracos e pernas mus-
culosas Este escravo foi ter a cidade de Goianna,
onde o Sr. doutor Bernardo Jos Fernandes de Si
teve a bondade de o fazer prender c avisar para se
mandar rnnduzi-lo; mas os conductores, receben
do-o no dia 17 dedezembro prximo pascado, ntssa
mesma noitc o deixaram fugir do engenbo Jang-
deira, entre Goianninha e Nazareth. Roga-se as au
toridades pnliciaes ecapitles de campo 0 favor de
o prenderen! e levarem ao dito engenho que sero
bem recompensados
Fugio, no dia 12 de dezembro do anno
prximo passado, do Rio-Formoso, um
pardo, de nome Quintino, de 18 annos
pouco maisou menos; no beico inferior
dolado esi| nenio lem 1 laido pela parle de
dentro que apparece bem da parle de fura e outro na
testa ; tem mais na junta de um puma cicatriz;
levou calcas do algodSo de lislras, camisa de nu-
dapolSoe chapeo de palha. Este pardo fugio com
urna carta que ia levar a Manoel Concalves da Fnn-
le, morador no engenho Queleba Boga-se as auto-
ridades policiaesc ca pitaes decampo a apprclien-
so do dito escravo, que o levem a Manoel Jos de Mi-
randa na villa do Rio-Formoso, que pagar todoo
trabalho.
Fugiram, do engenho Campo-Alegre, fregue-
zia de S.-Antio dous escravos, Fslev.lo eMara,
ambos crioulos aquello cm principio de dezembro
prximo passado e esta algum tempo antes ;s3oca-fl
sados c teem os signaes seguintes: Eslevllo, *oi-
bralhado alto, grosso, de 35 annos; tem na face
esquerdapor baixo do olho urna cicatriz de concede
cavallo em um dos lados da cabrea duas pequeas
pelladuras de ferida do tamanho de ama moeda de
5 ris; tem as pernas grossas c na barriga da es
querda lem urna cicatriz de carbnculo c a junta do
pesquerdo um lano inrhada de erisy pela que Ihe
d : a escrava de 40 annos, baixa o secca, bem pre-
lada cor entranca os cabellos da frente; nobeito
inferior tem urna cicatriz que apresenta um debrum.
Estes esc ravos foram comprados em mafo do anno
passado aocapilloManoel Francisco da Costa, -
nhor do engenho Pilar as Alagoas para ond
supp0e-se tere m vollado, princii almente a preta
e o prelo para o lugar do Bocadinho onde j esteve
Roga-se as autoridades policiars e particularmenl
aos capitles ds campo o favor de os pegarem e leva
rem ao dito engenho, queserflo gratificados con>
100.000 rs. por cada um.
Aindaseacha fgido o moleque Cosme, ofTici
de sapateiro de 25 annos; he bem condecid
nesta praca, por ser bolielro de Joiio Malheus
quem o pegar leve atrs da matriz da Boa-Vista ">
bradoonde mora o dito Joflo Malheus que gratifir
r generosamente.
Desapnareceu no dia 9 do corrento, demanhila
um preto de nome Pedro, alto, grosso do corpo, pou
ca barba e alguma falta de dentes na rreiite(~beico!
grossos, urna cicatriz por cima de um olho, cabcll
;rande, foi de caifa branca ecamia lina j usada,
ia noticia que anda sem chapeo; he canoeiro e ga
de ida
1
nhadorderua; representa ter 30 a 35annos
de: quem o pegar leve-o a rua da Cruz do Recife
n. 26, aonde se gratificar generosamente.
Fugio, do engenho Lobo freguezia di
Serinhlcm, no dia 11 do prximo psssa
do, um escravo de nome Miguel, criou
lo, estatura mais que ordinaria, pon'
barba pernas algum tanto arqueada
visiveis e pequeas cicalrizes no pescoco provenid
tes de arranlioes de espiihos em occasio quevaqu<
java gado nos serlOcs uo l.imoeiro, para ondese sup
pc ter elle fgido; he tocador de gaita : quem
pegar leve ao dilo engenbo ou no ReciTe, no rua Vl>
va, n. 44, no Sr. Delfino Concalves Pereira Lima nu
gratificar.
Fugiram, da casa de Antonio Coelho de Me!
lo, os escravos seguin les: Pedro, cabra, de 25 an
nos baixo e grosso : Vicente pardo alto de *
annos : os quaes vieram do Ass. em pagamenl"
suppoe-se lerem seguido para o mesmo lugar; le
varam camisa e ceroulasde algodilo, jaqueta e cha
peo de couro : gratilica-se com 50,000 rs. a quem o
apprehendere entregar no trapiche do Pelourinlio
onde, a vista da distancia e do trabalho se dar
maior grntificagilo. M
*. Fugio, no dia II do corrente, um moleque, <
*J nome Joo, de 20 a 22 annos pouco mais.nl
-la. menos do nacilo Baca do estatura baiM
cor bem preta denles claros, m.los caleijadas, P
ser canoeiro ; levou camisa do algodilo americaa"
calcas do mesmo azul c velhas, chapeo de palha ve
Iho. Roga-so as autoridades que o possam apprf1
hender dn o levarem a Fra-de-Portas rua do \"A
lar, n. 137, que se recompensar.
PERN. UA TtP. PI.F.DE FABIA. I^f
la
m
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MELHOR EXEMPLA


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