Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09706


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Full Text
/IIIIU

^^H, al que tenha sido ral ti va do o
^^MfEPtae, cujas qualidades corres* dam
moto sen
,<, denominado que
lijoctu, comprehen-
rta planta e de varias nutras

l do Cfl
clti
lie
6ogo
men a copla anima des Ii>rma-
;eaqn aecr^ru^ Tado e*1Vnt a
respe i ;<, rfdliCtaCO

ipiaN
CaehAeyJfUfU


lint Mprovq^l i de*t*
'>rnmj<#0A m dente, o qua
agaa* casifio opp<
mipotu spria c
indo o aviso de
ma
[rito (t
Kjuenda pelo snpplir
l'Aneirhiria., Jos Antouio da
da Silva Tonta, Caetano
I, I., foi 0|
ipto approvndo
la e Mont'Ale-
Silva, Vajcoa-
uttiro 1-eSi
idede
imcompatii
itend* que/ para
onceado da Ij-
11 e wjiii, re
JKirqi
de'or-
uelllHUt.-
ienciado servico pul :ioC-
o"IC
Abro de 146. 4ose Antonio da Silva
s de varias
__or torno de nov
tacOt* destn sortedeS at
pela cultura Jn
lluras do
vnffcer' n cultura
ra conserva-s
; cantes di
rniiln. nUI
nal.
sil ollas io xistem
^^He conheeimento* ou por superabun-
porqueno Europa, to-
i-se menos
i rendimenlo que
a. Este phend
mdn seconsidera a naiureza Jas
m para suas partes constitutivas
i ivas do'terVeno, as quaes, vin-
r> podem mais dar alimento mes-
caso nfio justifica- anda o
bdo Tura contada, porque o mesmoterrenote-
^^fevavelnientc. abundancia do malcran para o
dinVrente com-
resempb i entra em grande pro
as parles constitutivas de urna Pla"^^H
nilo o contenha .em quantidade sulli
iiilo poder prosperar. 0 trigo nunca se
s nos duas vezc* successivamente oo #es-
^^Bhl'" porque os sciis canos requeren] muito
ntaase > quoo nos-
de fornecer. Pelo contraria, a teva-
o a a v' celhoitas sucaejtfirati lira
lee este puepumeno, bajiayatter que 100
le tgoqe^ada*ortfeai I, p5 partee
iianToa palnadcovada nao oontm
ule ave Mi partes. A composic,no
"*ir
- ___.................. mai.-ries (TOnMii
e modo.de to, granito, ele

contram as m
uto, o'Brns
na parte occidenCR da provin
etc., os campos cobartos de um ma
riam se metamorphosnr em
incipalien muer-1
aellasarvoreadesla familia.
otras for-
niearhis-

superior i
^|t.Paya, risconde de Olinda, Honorio Hermetro Carnei-
/ro Lelo MetanoMaria Lopes Gama, Bernardo Pe-
al reir de Vasronrellos, Jta Joaqun* de Lima e Silva,

__ |e 23
; favoraWi. As
leo o p verno
|a men mida
i ba o
, de i>ver-
que o
- -
ava o suppiicanxe,
Francisco O seondeaieMoule
Como perece. Paco, 14 da novetnbro de
18*6. Com rubrica de S. M. O ImperndjM
aula t Ilollunda Cmtmu
/ttbuqw

EXTE!
RAS
_
Vas regioe
KMBAO DE 1844.
a es da Kuropa nilo ha ttrrai
vifgens, po inmemorial todas ja lo-
ram cultiv lambcm nfio ha
'ilv
au

u
ialhou madar
dase a
lada d
>1<
re una.
dama
Oh! eu
na, miii
lio disse por seu pai .
.abemos que sem- digo simiente
is bem
|ire.
Mi
rmenta, res
IJA os ranos di tnfo ei
7.er das provincia extra-tro
iseenrotinm extensos mattr
liana e do Podo tarpu laxifolm
. Dcpois doata* digressflo vollarei de nta/o a (las errra canead c virgen
.flS#Wnifcro, os seistilj
(Cno-lmperlal 4e Haeaburgo. Batel
nirohemsisfavoravel as experiencr
berto; ma, animado pef euritsidade,.
deouWhro alguns ensar
cido, sendo portanto loileBfUKaiiitMkias penco
ravora>eis acompamcoes de en|-
Ihantnatureza, especial mente quando aetaata de
plantas que s crescem no ar livre. No dSB Je ou-
tubro, tomoi tres vag de flores, cliein can-
galla, e semeando-a com sement detabaco da llavaua
e de trifolio (Trifolium prattnu), este ultimo FH|
tou-se de|H8 de 3e4, e o tabaco depois
dias. Tres outros vasos de torra virgem, semeada das
mesmas'plantas, levantaram-se um ajt dou* f$
larde; e no momento em que atrevo, o ta-
baco e trifolio prosperan ais n trra cansada do
que akt trr* virgen. Comtudo nUequero ainda ti-
rar conewsOea desle- estado de coujas j mas phenu-
inenos Lo cufiosos incitaram-me *o exame compu-
raiivo 4eimtM as trras, o qual deu os Maullados
segu nles.
"trra
vtrgtm.
i A trra virfem appa-
reo no estado,, de p
pardoamarello ou cas-
le S^rezesa quantidade de silicato de potaasa
io osanos de ava.
Por estLglo um campo de trigo deveris flearsem
cultura, afque a naiureza tivesse reproduzido de
i nee>8site quantidade de silicato de potassa;
callao de uni campo hescmprenVe-
al ao laarador, le precito cultivar vegetar
eimnam esta materia para scu cresoiment*.
Beles vegetase se eacoafcem portanto de entre a ami-
lin da legurainos*, elnlreii9l|ues se encontram va-
lecontem um pequea quantidade
de lcali Qilsaes emgcral. A ervilha?a da Blgica
(Vicia sativajoae constitue um miirimento estimado
para os animae* domtatico nilo cuUtrm nenhum
le alaali, e apena a centesima parto de
phosphato dtl ede magnesia As folhas verdes
daservilhss Nawnf'Mivum; eonteem somente um
milsima parte de phosphato, e aervilha mdi|-i
ras 1,93 de cinzas, iianauaesseanconir 0^9 de cal.
serV*-se smei
esmo he desconheci
daAllema^ia, Francaekl^ Nu leijo ;Pbaeolus ulgaris)
ra assegurar a fertilidaile vestigios de ase
mudar decul-
n%
yirpathos
madama
to dado
repetigao;
\ 5. 0 lcali extrahe 7 por
cento de humus.
H
Mas i
otar, meo
'iosabrimento
a attenyfio
saeelle.
aconfidencias? Admi-
i uo gosta nada
^^Vtoioeda, respon-
iorrecei-voi de-
vos la ; com tanto
ibelecer a ordem
uro me importa.
obreLuiza ator-
^^^io osbei^uSi por
a V. magestade?
que achi-
as, ieda queli-
te, tfnboriiie, quebri'eravos, oo arranne
de tripa, que mal vedes nisao? a^
oigo que ella se vai oceupar de polHKt-
de Luiz XV estremecen.
Estudar pajlosophia e theologia, e continuar os
cntrios *bre a bulla t/mf"rt;.4eaorte que
sus theoria gove namentaea, des
mas melhaphysicos edasua theologia, ft-
IjCerenios as imitis da familia, nos.......
C~ Se isso hade levar vossa irmSa aojiaraizo, que
Ihe achais? replicou Luiz XV, admirad^todava,
da analoga ontuva enra a aceujacflo do
Graille eedialribe poltica com que madama Luiza
a sin espedida. Invejeisasua.beetitudeP-r-
W> bem poucor
o, disse ajaleaia Victoria; deixo-
ii, enfio a si
Neni eu, disfo madama Adelaide.
iNem'eu tao pouco, acudi madama Sophia.
Alcm deque, ella nodetf^af, accrescentoa
piadama Victoria.
A vos? perguntoul-UizXV.
,i Sim, a nos,':. spondaraan as outrasduaa
Vfto a ver, disse Luiz T qxr a pobre Luiza es-
o paraizo so para se nfio encontrar com a si
Tfra sanaad.
A larra cansad apparece
d cArsuja-ciaznU ,
tambem de
a. Tirando, o limo com
agoa, liciti 48 por cen-
to de partea grosaae
como quartz\nca, etc.
f.o A trra vir3?c\, aque-
rida at averme
perde tSjior re Ato cki
seu pesor 0 re*(ve-
parece de cor pa
vetntelha mistu'
de folhetas de
?. 0 aftido muriatico nflo
djasolve saes'^e cal ;
pWm 6 poi^ifento da
Ierra argilos-e lcali.
oliniocoanagea,
w por cento de
partes srossas da
A tena cansad
da at avertapir-se,
perde 6 por^pla do
seu peso, tomando en-
to orna cor parda-cin-
zenta e pouco rtful-
' I?*!1
[rcete fez rir um pouco as tres
Mh Adelaide, amaisvelha das tres, r
a Um lgica para dar ae re un golpe mais cendro que
m de lhe resvalar na coiraca.
se allano lom espivitado
icular, quaudoeahia dassa iodolen-
feito que o pai lhe dsse o nome de Lo-
irmtas
-rei a terdadeir raavtaa par
Oh I senhor, replicou esta, eu i
vez desagrade um pouco a V. magos!
Dizei que esperis que fallareis
tica.
Madama Adelaido mordeu os labios.
Mas eu bei de dizer a verdlde,
ella.
Bom! a coosa promette. A vetde 1
vos de dizer essas asneiras. Digo eu jmala ai
de? E bem vedes, nem por teso passo mais
cas a Dos!
E Luiz XV encolheu ojpaombros.
Ora, fallai, niinl>affWVlflai.disseram_tt
da as outras duas pridezas, melosas por sal
rasie que tanto devia offender o rei.
JBons coracoeszinhos, murmurxmlutXV.
de como amam a seu pai!
E consolou-se, lembrando-se ikrTambem elle as
mloamava.
Ora..continuou madama Adelai
irma Luiza mais tema no i
rada se mostrava etiqueta
Era? repet
nosj queestreast
Pois bem!
caras.
A ihtrusHo,|
saiisfeito com esl
cousa ia parar, a iutrusSo
em minhacasa? Alg'
loi ra
utamanteo sentid
Mas madama
acabai ao me-
SUA l
M- I
ue m
o* (ca que h
L^LKk eai
ruos! ainda Igur
Andai,

do se
tantc.
fiohe
vera teri
a
__a
- -
ienao
daaaemnls;
.o d
I^^^BIniais
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


I
V
______ -

&
I.
I

dos cereaes
neas.
A Ierra virgeni por
causa da grande quan-
tidade iln lcali e de
humus, he mui pro-
pria cultura dos ce-
reaes e das gramneas.
A sua existencia he os-
tensivamente proveni-
ente da derompnseilo
do formacoes gran-
ticas.
Segue-se destaseomparacoes que a
trra cansada anda iram grandes colheitas de hervaa nteis em vez de fica-
ouemaisfraca do que lrem abandonadas, tristes tcstomunhas de urna cul-
i._ i i... 11..* :m~*n'.n.-.mi f. ScnMinT.
((indita Ufllcial)
a primeira, lie taniherr. llura irracional,
annropriada cultura
grami
FRANCA.
iint.r.TiM DO motido r.LKMOrfo.
SiiMvaio Po IX- O Sr. bhpade IHonlpeWer, oSf.
ahbntir tic fonnechose.- M. Kanoleto Ptmtnl e a Per-
pnuidne da /> dnt narlnt do concilio de fallmore Morle do Meno
trra chama- de Rmltm.Pastoral do Sr.ar*-chispo de Parle sobre
va\ d ndo ella roteada at certa profundidade, ta circuir* do Sr bispo de Rhodez O .Sr. cura de
apresentara porventura proporroes de maior van- Kotrel)atne-de-Ronne-Nouvelle.
tagem na sua composiciln. e quequalqucr que seja Na historia dos 251 papa que ate Pi IX a groja
o resultado, osla trra he sempre constituida de f0nta, se nflo depara onm um s que Coste tilo po-
modo a' prostar-ae a cultura dos rereaes e das gra- pU|nr; P ,{,, |,a ns annaes pontificios que se as-
mineas, excepto todava a lucerna r Medicago sa- srrne|he ao enlhusinsmo do que actualmente se a-
tiv), o trifolio turco Ouobyohis saliva ) e as le- Pn)) ,inniada a populacho romana. Quando, em
guminosas, como feijoes, ervilhas, lentilhas &c., igu, Po Vil voltou da nrisao de Foiilainehloaii.Toi
qnedemandam saesdecal para osen alimenln. '-mui alegremente rcoehido. e sua vnlla fo celebrada
davia, para remediar este ultimo deleito, ha ba- rom hrilhantos Testas. Muso regosijo publico d'en-
tantesmeins do adobo, particularmente urna ligeira jijo nlo gualou o que ha dous me7CS so manifesla
aspersilo de gesso, oh de pedra calcrea, ou de con- ., os estados romanos. Isso, porm, mo obstante,
por Mele, Arnauld, Renaudot, ctc.,*tc:, wntm
todas as reaposlas is questes 011 objeoQoes relias
Pr M. Itoussel aos padrescalholieos de Franca.
Ninguem ignora que esse livro. verdade iroinu-
numento de erudicln ecclcsiastica o dcsr.encia ineo-
logiea, he Ulo nnlavel pola nitidez o clareza das
doias como pela solidez e vigor da argumentacao.
Oquarlotomo da nova edicflo comprehende a i er-
pt'uidadeda resobre a confierio auricular, por ilenis
de Sainto-Marlhe, e ns Ireze cartas de SohclTmaetier
sobre os princpaos nonios que divi.lem os eatltoli-
eos, e que versilo sobre a grej romana, a regra ta
fe, a priniaziadonapaedosbispos, a confissnosa-
cramenlal, o sacrificio da missa, etc., etc. Admira
que Ulo grande obra, e tantas materias se encerrem
em nuatro vol.imes. 0 Sr abbade M.gnc.resolvcu
um problema importante para o clero. Os quecstu-
darem essesqiatrovolumes, que se compenetrarem
dnseu contedo, o que delle fizerem urna especie de
entrado, hahilitar-se-liln para victoriosamentecom-
bater a douli na proleslanle. ,
Nos bolelins da Preue, teremos cuidado de indi-
car oonseionciosamentc ao clero aquellas das obras
relativas aos estudos reelesiasticos e aos conbeci
chas martimas em p sobre a superficie da trra.
Por este meio, Indas as plaas cima mencionadas
podem ser cultivadas eom Iteneflcio na torra cansa-
da, so a propria rotaciin nilo fr perdida de vista.
As melhores trras no norte da Europa no tri-
se nflo deve suppnrquc esse regosijo exelita a op-
posicHo. l'ma resistencia sorda, concentrada e con-
rfenlos seicntifirns reclamados ,
nossa pnea que niais Ihe convem. Nao piulemos
deixardc lembraruwa medida cuja adqpcilo lion-
raria o episcopado calliolico europeo; tsto he, oes-
lumazse desnvolvc improprio governo, elavra Sc~ ludo da lingoa friinecza que nos seminarios men-
la administraciio secundaria. lanos, nglezes, allemues, italianos e hespanhoes,
nebs exigenc s de das parochias, e catechismo para uso das casa,
vom Nao m "moa' educacno. OSr. areeWspoaquomn.Tohees ranho,
Consura-se o pontfice com hahl reserva, e exeu-
tem mais de 5."/. de humus; a torra causada do tjjn-sesuas ordena com ca'culada dclonga. Para se
Brasil traz **/ enmsigo! Tudo que se podo dizor aprocidreom cxaotidiloo que ello lem feitoat agu-
das torras cansadas do Brasil he isto: que cansadas rfli rn,npreexamnaro6o/foenoseu Indo as medidas
na producclodeuma nica espec'e do planta, ellas administrativas que ha tomado. Como chele da
eomludo lo favorave's a nutras especies que o la- iKr,.j,i nda n*.o leve occaslo de obrar; apenas rta
vrador ha do determinr.r por experiencias repetidas, mostrasili urna sincera c solida piedade. Como prin-
segnindn as ndicacnes que tenho ilailo nesta breve rpn soberano, oiilorgou a amnista; necupa-se de
e soperltcial dissertacao. O 11 r*ns agentes, alem da rogularisare melhnrara inslrurcjlo publioa; adopta
trra, jto neeessaros *ara o bnm successo das cul- ns onminhos de Ierro; neguis tratados de comnrer-
tnras; oestes pontos nilo so podem determinar com ,ror.nm osoutros oslados; ntroduz as linancasa
seguranca noate hemispherio. jordom ea economa. Resulta deste bosquejo que o
Na primavera do anuo prximo futuro farc expe-jfl(,tual pontifico, alm de teractividado, animo jusli-
riencias com ambas as sortes de trra no ar sberto ^^ e |,,0administrativo,est a par das neeessida-
efi'.ra dnjdade. Entretanto obscivarei que a trra
vireem nlto o he, segundo a cnmmunicacfio qoe re-
robi, por haver sido j um poneo cultivada.
Rrcvcmonte tnearo de novo nesta materia que me-
rece urna dissertacilo mais ampia c profunda
Hambnrgo, 21 de outubro de 1K5.
No mez de dozemhrn prximo passado Uve a hon-
dos e dos interessesdos sous subditos. Vamos refe-
rir um caso que entre outros muitos oscolhemos >a-
ra prova do que havemos dito. Indo, um da, Pi
IX do interior do palacio Qnirinal ao respectivo jar-
dim, sueoedooque, quando passava, apprnximasse-
se um soldado com um pilo na milo, c o cntregasse
anofficial da guarda de honra. O papa, rompielien-
rnnstilutivas: que, sondo "Ha cnnlirma a ma quaiiiiaue uopao. u papa nnicun i^-
nfundidade, apresentar por- mediatamente que so instaure um processo conlraos
i maior vantagem na sua com-1 l'ornerednros, e no entretanto que aguarda o rcsjil-
icr que seja o resultado, esta tadodessa medida, manda que a custadelles se corn-
il um pequeo dendo inmediatamente o pensamenlo do soldado,
trabalho eeiea das trras vrgons e cansadas, que I pede opilo, e o examina; depo.se hamsndoo me*
rocehl por intermedio do enearrogado de negnos i mo soldado, interroga-o com bondade, cor.lcna qf
do Brasil, doulor M. A. de Araujo. Neste t-abalho! nodia segu.nle se Ibe aprsente um dos. pno.s que
en disseque a trra chamada cansada nilo o he, houvossem de serdistribu.dos. Esta hogunda pi.^i
visto as suas partos constitutivas; qne.sendo ella confirma a ma qual.dade do pao. O papa ordena.uj
roteada at corla profund"'
ventura prnporcflosdo
SrS hVsOTpreqotfflruidade mWo, rpVr'st'ar-se' pre a outros padoiros todo o'pno necessario a guarni-
ci.ltura dos coreaos o das gramneas, excepto toda- C0: o, para pf.ro soldado ao abrigo de qualquer re-
va a lucerna (Medicago sativa) o trifolio turco senlimonto, o Taz recommendar aos cheles polojolli-
; Onnbrvchs sativa o algumas leguminosas. cial a que cima nos referimos
Esta nrevisrm, frita a prori.foi completamente rea- Os negnos relativos ao arceluspadode Atx acham-
lisada as experiencias praticas, as quaes ambas as se suspensos, e anda nHo liveram urna diliniliva so-
sortos de ierra foram submettidas no ar aborto fura luefio. Ha uma'ciioumstancia que, de um da p|ra<0U-
dacidade Por falta de urna n.aor quaiitidadedeler- tro, pode pruduzr ninai nova rumb.nacaoi Atao
raosensaosToram pequeos, mas nilo obstante do presente e segundo ja d.ssomos, era M. lUiliault,
tal modo satisfactorios, que ostou milito salisfoito hispo de Moutpellier que devia substituiro^Sr. car-
como mou trabalho. Para alcancar ornen objeclo, 'deal Bemol OSr abbade de Bonneohose, eelestas-
devera ser immediato ao da theologia, para que to-
dos os padres podassem ler o estudar os obras dos
nassos ihoologos.de nossos pregadores, do nosso cle-
ro do XVII seeulo, tilo instruido e tilo reeommen-
davel. Os padres da missao a quem tambem cha-
mCfa aristas, e que no Oriente teem fundado mul-
los ostahelocimeiitos de instrucclo publica, contn-
buem poderosamente para^ propagago da lingos
franco/a.
Km Saint-Benoit de Calata, em Constantipla, pos-
suem esses sonhores um mui bello local que com-
prehende a missfto e suas dependencias, a escola
doa frades. os eslabelecmentos das irmias da Can-
dado; e 8 kilmetros da cidade, ou burgo de Bebek,
no Bosphoro, onde teem em collegio mui bem repu-
tado. O de Smrna para cuja criaQilo.ha alguns annos,
tambem concorreo a propaganda, agora Ihos pertcn-
ce. Nessa cidade, esUiboleceram escolas para meni-
nos, dirigidas polos frades e escolas para meni-
nas, professadas pelas irmilas da Caridade. Em An-
toura, no Lbano abriram um collegio para os Maro-
nilas; mas os deplorareis acontecimentos qqf nesse
paz se succedem, nao consentem que elle progrida.
Os inesmos missionaros tambem teem ostabeleeido
VUlll U II" H nni'aiuw. <..........,-.....-.....- < ^^ .^^
tiz pref^rartresc^adasdete^vir^^^ nArin de,
garifo Sa'ffilS e^nna^s-VciaM, fraoca, ex-deputado ne le
K...I,.. ^i^pniU.'' (P7a
Moutpellier. "vfh f
i par de
em inllnencia, e que j
a differonca, j indieo dous bisos, alias mu rospeitavcis.'pronui.-
pmsporarem ambas as Ierras. Sobretodo o trifolio e c.ou anteo Sr. ministro dos cultos o non.q.lo mais
- a:.. la Franca que habitaa diooese
rasaos de pu-
vollar o me-
bj( doloroso,
o ntimo anno, que! porque um corno tilo veneravel como o^piscopado
escolas primaras na Alexandrh do Egypto, as Ihas
de Santorim e Naxie, na Solonca, em Tripole da Sy-
ra, etc.
Essas diversas escolas silf dirigidas porfradrese
por irmHas da Caridade, vindos de Franca. Em todas
as escolas, assim como em todos os collegios, Talla-
se e ensina-se a lingoa franceza. Os filhos dos pobre;
eos dos ricos a aprendem sem a mnima distinceflo
Isso nos lembra que, no quinto seeulo, S. Jeronymi
que habililava o Oriente, onde executou todos o:
seus grandes trabalhos sobre a escriptura sagrada
queixava-se, na sua correspondencia com ostmadn
Pammaehiuj, de Ibe no sor possivel adiar copista;
queconhecesscmolatlm, de nilo poder obter livroi
latinos, e de pascar por um brbaro Assim, Roma
tinba conseguido vencer oOrientn. mnc ffi* ":' '
nba imdidoIii^- sctl 'dToma. lloje a lingoa Tran-
roza aerr^e derramada por todos os paizes do glo-
cm vez
dacilo proveio do grande fro
principiou ja no mez de novem^ro, continuando,
com pouca nterrupcHo, al 19 e marco. I'ortanlo,
pde-se esperar que o trigo d.raTbcu. no anuo de
1846, havendo um campo docmteio na proxim.dado
mostrado o mesmo phenommo. O trigo demanda
sempre invernar na trra pa a dar fructo ; e se inul-
tos nsaios no Brasil no veram suoeesso deve-se
attribuirestacircumstaAcia a maior parlo desles
mos resultados.
Havendo felo estas oservacles, torno do novo a
cultura do trifolio e f ervilhacas no Brasil, a qual
cu recommendo commnita instancia, porsorem es-
tas plantas dgraiv vrlorpara a criacjlo (logado
vaceum ecavallar. leste intuito, proponho o uso das
trras cansadas efusivamente, que logo produz-
Equalhcntao?
He apreentaQ.lo. ...
__ Ah' h- verdade, disseram as outras irmaas,
reunindo-.i maisvclba, creo que o adiaste des-
ta vez.
O re s-ntiu a picada.
__ A; vos suppondes isso? disseelle.
__vn, replicou madama Adolaide. Digo pois, que
minluirma tinha muitomedo dar novas apresen-
Bem I e que mais? disse o ro, desejoso de aca-
tw.' logo.
E que mais, meu pai? tena por conseguinte
aedo divOr ebegar S corte a senbora condessa Du-
uarry. .....
__Oraadeos! exclamnu o re com irresistivel as-
somo de despeto, oraadeos! dizei o termo, ento
estojis com tantos rodoios; com osdiabos! como
nos atormentis, senhors Verdade!
Senhor, responden madama delalde, se tanto
deve conlor toilas as illuslraees ecclosiirsticas.
M. Napoleo Itoussel, o autor das hrofburasodo
livi iiIiin citados em d nosso piecedeiHe bolotim,
nao he um mylho; existe na realidade. He um ant-
go pastor protestante de Marselha e do departamen-
to da Charonle, onde se distingui por seu zelo pe-
los nlerosscs da commiinhao christila (jieprofessa.
Anida dioqo, pallidoe magro, de maiieiras agrad;i-
veis o alTaveis, lieum frisante contrastados seus es-
criplos, cuja inconveniencia o cujocslylo vilenlo
exceden os limites asignadas a pro|iag"anda. Posto
de parle osle defeilo,as objecQes de M. Russel silo as
mesmasdo docimo-soptimo seeulo, eversiio sobre
4H> mesinos pontos que aquellas, A obra da l'crpelui-
dadeda Fe da {Teja catholiea sobre s Eucbarislia,
ho pelo zelo de nosso clero, c pela diflusilo das
idcascatbolicas. /
Os padres do concilio que ha pouco teuniu-se em
Raltimoresoba presidencia do arcebispo dessa ci-
dade, acabam de escrever urna caria en) francez aos
Srs. directores da Propngacdo da f-agradeceudo-
Ihes, em seu nome e no dos catholicos americanos,
os soccorros por ellos prestados a essa parte da igre-
j universal. Nessa carta, lemhram os padres que
ha Irinla e seis annos, em 1810, a igreja dos Estados-
Unidos, em vez de templos, tinha cabanas, e que hoje
tom calhedraos, casas religiosas, presbiterios, col-
legios, seminarios, hospitaes, escolas gratuitas, ecc,
&c.
O episcopado catholieo americano acaba de perder
um dos sous membrns, o Sr arcebispo de Bostoun.
M. Benodick Fenwick, nascido om Maryland, per-
lenceu companhia de Jess; foi presidente do col-
legio de Ceorges-Town, cargo que, com milita dis-
tnccHo, oceupou al 1825. Nessa poca, LcQo XII o
nomeou para o hispado de Boston. j
Soube fazer-se amar em sua diocese, e cnnseguiu
a conauca, nflo s dos catholicos, como tambem,
ir-
dos protestantes. Todos o habitantes da cidade.
eiijo numero montava a mais de dez mil, reuniram-
se pira assistir s exequias do i
Brislnn he
americana. M. Fenwick, ae ir p#ra Boma, veto a
Franca no lempo da restauraclo. (ninn bavia muitp
lempo, padeca de uMoet^enfoi'iiiMlade. tinha um
coadjutor. M. Fit'/ KstoMB-
ladoqueii, maiique^^H
nos: sua jurisdieefo qbrange quatro dos estados da
niiio,: os de Massachussote, Madno, Neva-llaibsphiro
eNermoret; isto be, a sua diocese he de urna ex- ;
tensfio j^nmensa, e nella est o protestanllamo p-ac1-
cionado om muitas.seitas. Jt2
Relerndo-tios morolo que o Sr. harit* |Javrf {
apresentou no concelbo-geral da Marne, a roate.lt')
da unidade de um catechismo .para as nitenta-'J^B
sos de Franca, Tallamos da. importancia da sci
de catochisar, o citamos autoridades competentes.
Agora podemos addicionar-'hes a do Sr, arcebispo
do. Paris que acaba de publiearumn pastoral, pres-
crevendoem sua diocese. o uso do novo catechismo
que se divide em tres cursos de nstrurcio, sob os
llulos de pequeo cnlecbism, catechismo para uso
de
que
una porco considcravcl de meninos recebe em Par
ri una nstriicdln litteraria assaz desenvolvida e
una educaqilit cuidadosa, pensa que he do sen dever
proporcionar-lhcs um emsiuo religioso, cuja exten-
so equivalha a do onsino profano que Ihes he dado
seselas. He, pois, por amnrdesta consderaciio
e elle suppoz dever com por um catechismo para
j das casas de entina secundario.
A proposito, diremosquea Colleccdn -_gne, he obra Me, para ser consultada polos eate-
caTstas, e em geral pelos padres encarregados da dr-
ada e penosa missSo de instruir atnocidade. Nella
eneontram explcacocs e narracile para as in-
llgenciasjuvensa quem se lem de fallar, qur
,ja sobre o dogma, qur sobre a moral, qur sobro
historia, qur sobre as ceremonias amlim, e com
soccorro das quaes he mui fcil captara ttenco
flo auditorio.
M. Croizn, bispo de Rhodez, trabalho neste mo-
nento, para estabolecer em sua diocese urna casa de
eTugio para as mocas que a fraqueza da idade, a
(experiencia e o altractvo do prazer houverem des-
nado da virlude. Na carta circular que elle dirige
So sen clero, lembra os estabelecimentos que a igre-
ja fundn para esse fim: A igreja, quasi sempre',
lem aborto asylos s almas degradadas polo vicio,
masque aspiram libertar-sc delle; tem creado ca-
sasde misericordia e purilicaQlo, sob os tocantes t-
tulos : do Bom-Pnstor, das Raparigas-Arrependidast
do Refugio, &c., &c., abrigos tutelares contra ne-
vos enlvos das paixoes, em que a alma, fnreada por
santas observancias, j nao pode aspirar senilo co e
virtude, segundo diz BossucL O prelado expli-
ca depois o modo porque tenciona realisar o seu
projecto.
O estabelecimento, pois, de urna casa para as ra-
parigas peccadoras e arrependidas era oobjectodos.
meus votos secretos para o lempo em que se elle
podesse realisar, quando houvessc um administrador
tilo esclarecido quantozeloso que, ajudadode algu-
mas irmflas da congregagilo da Santa-Familia, houves-
se aborto em Villefrancbe d'Avcyron um pequeo asy-
|o a que se nvessBIH recolhido algumas qessas Infeli-
zes. Vite pergimlou-me. se eu nilo quera gcncrali-
sar esse beneficio e adapta-lo s necessidAdes de
mnha diocese. Ter-lhc-bia podido responder cora
i llianeza de um bravo cavalleiro a urna dasrainhas
le Franca: Senhor, eu cuidava dislo. i") Accolh,
tois, com satisfac.lo e alegra este convite, certo de
ikic as autoridades locacs protegeram um seme-
liante estabelecimento, pois que a iniciativa parlia
d urna dolas, e no firme persuaso de que ns \\<*g-
sck dignos coadjutores, o nosso recommendavl
cloro n?p teriam, a respeito dessa empreza tilo im;
poi^ant e tila carulosa, sentimentos inferiores aos|
dosqiiei osos seculares.
Snpp slo nos arrisquemos a offender a modestia:
doSr. curade Nolre-Dame-de-Bonne-Nniivelle, em
Paris, j Igamos dever revelar ludo quanto elle fas
polas fi tilias pobres e necessladasdesua parochia.l
Todas a semanas, elle dislribuo, em a sexta-feiraV
Oh! ys bem, o saltis; aos reqerimentos de
mademoisella Juanna Vaubermer, disse madama Su-
pina, i
No, aos pedidos de audiencia de mademoisel-
la Muge, atalhnu madama Victoria.
O re levanlou-se furioso ; o seu olluir de ordinario
calmo e sereno lancdu um raio, que faz tremers
tres irmilas.
De mais, como no real trio nilo havia herona ca-
pa z de resistir colera paterna, todas tres curvavam
a fronte a tempestado.
Isto he para provar, disse elle, que me engana-
va, quando dizia que a melhor das quatro havia par-
tido.
Senhor, disse madama Adelaide, V. magestade
nos traa mal, peor do que aos seus ciles.
der-mc.
Era a primeira de urnas coplas contra madama Du-
ba rry, as ques corrillo as ras como nome de Relie condessi
Uovrhonnaise.
O rei estove quasi a voltar, c lalvez que madamas
so houvossem dado milito mal com essa volta, mas
conteve-se e proseguiu o seu camnho, gritando para
nilo otivir:
Senhor captiio das galgas! scnhorcapilo das
galgas I
O offiaal condecorado com esse titulo extravagan-
te appareceu.
Abramoquarloiloseiles, disse o re.
Oh senhor, exclamou o oflicial, atrando-se ao
encontr de Luiz XV, nilo d V magestade um passo.
entilo que lia de novo ? disse o rei, parando en-
tre os iludirnos da porta, por baixo da qual soprava a
respiracno dos caes que sentiam ojnhor.
V. magestade, disse*! oflicial, perdoar o mcu
zelo ; nao posso consentir que el-rei chegue junto
Que duvida os meus cues quando me vem
afiigfio-ine; os meus caes silo verdadeiros amigos.
I'orlautoadeos, madamas. Vqu ver Charlotte, Belle- dos seus ciles.
aV "miigestade o que acabilde Filie e.Credinet Pobres animaeszinhos sim, amo-| Ab sim, entendo. O quarto nao est em or-
dizor-lhe fui'porque mecontove o respeito, os a. os, eos amo sobreludo, porque nao ladrio a ver- dem...... pois bem' faca sabir Oredinet.
' >_ _u_t__i---------.. i.i ....;i/, IHu,li> i
sua oideni me poda abrir a bocea a tal respeito.
Ab! sim! rom effeito tendes bem rochada a
bocea; como se no bocejasseis, se no fallasseis, se
nftomordesses'......
O certo he, senhor, continuou madama Adelai-
de, que supponbo ter doscoboi to o verdadeiro moti-
vo da retirada de minha irm3a.
Pois estis engaada.
oh! senhor, repetirn) juntas e baloucando
ambas a cabera d'alto abaixo, madama Victoria e
madama Sophia; oh! que estamos bem certas,
senhor.
O' l! acudiu Luiz XV, nem mais nem menos
do que um pai de Moliere. Ab! ah! creo que seli-
Ram mesma opiniflo. Parece-me que tenloconspi-
i acjtona familia. Uo por isso ontao que essa apre-
sentacao no pode ter lugar. Ilepor isso cntao que
madamas nunca so achni cm casa quando as que-
rem visitarj he tambem por isso que nao dilo res-
posta aos reqerimentos, nem aos pedidos de audi-
encia.
A que reqerimentos o a que pedidos deaudi-
encii? perguntou madama Adelaide.
dado. I Senhor, murmurou o oflicial, mostrando-sc
O rei sahiu furioso, mas ainda nilo tinha dadoqua-. consternado, ha dous diasque Gredinel nilo come,
tro passos na ante-cantara, e ja ouvaas suas tres i- nem bebe, o desconfia-se que esteja damnado.
(*; Tmdo a rainha Margarida do Provonca, mulhcf'
de S.-I.iiz, quando se achava no Fgypto, dito ao oa-
valleiroJoinvlle quo se dspozesse para mata-la, so \l
a visse fresles a cabir no poder dos Serrasenos e A-.'^
car cxpjsta aosexeessosdestes, o mesmo cavalleiro
respondju-lhe iminediatamente: Stnliora, eii cui-
dava ti so.
I --------rn------1
Na verdade, s quem me ama he essa pobre ,
Pois entilo que vao aodiabo lodos quau
tosa qti em dosgostar.
K eom desesperada resoluco, sentou-se jiintqul
nesa en que l.uiz XIV assignava as suas ordens, el
Iue hav recebido o peso doa ltimos tratados c so- [
erbas crias do grande rei, assim falln :
Enlndo agora a rasio porque quantos mecer
cm se oliioiiham em apressar a chegada da delphi-
quo nao ha maisque mostrar-so ella aqui, \
-me seu escravo, ou ser dominado pela
siii fami||. A' f que tenho muito lempo para vera
talminlufcuorida ora; sobreludo se asna rhegada
aqii tciuleuccasUuiar-ine aindaJilVos emita ricos.
Vivimos,lois, tranquillo, eo nSis lempo qu for '
poiivel, I para consegui-lo, demoremo-la en ca-
nt. Crel
para toril
inibo.
-\ Ella]
Noyin sen
no : lusleii
de ruop^l
adeoi! trel
Utas cantaren em coro:
Em Paris, que tudo he bom,
Nao ha rapaz nem donzella
Que nilo sinta a sua estrella
Abrandar-lbe o Crafdo.
Ai, Jess, da minha vida,
Quando teremos nos paz ?
.4 amiga de mestre Braz
Soffre tanto da cabeca,
Befa,
Beca,
Beca,
Beca!
A amiga do mestre Braz
Jaz n'uma cama eatondda !
Ai, Jess da minha vida,
Quando teremos nos paz ?
Oh! estilo bem cortos disso? exclamou Luiz
XV, bou o humem mais infeliz......" Gredinel damna-
do isso poria o cumulo aos meus desgostos.
O capifiln das galgas enlondeu que, para animara
soena, devia deixr cthir urna lagrima.
O rei voltou as costas, e dirigiu-se para o seu gabi-
nete, onde o espera um criado.
Este, ao ver o semblante desconcertado do monar-
clta, melteu-se no vilo de urna janella.
Ah bem vejo, murmurou Luiz XV, andando a
passos largos peto gabinete, e'sem fazercaso do fiel
servidor que paja o rei nao era um hoir.envoh bem
vejo, tboiseul zombade mim; o delphim jase julga
meio senhor, osupiie que o ser iuteiramente quan-
do fizer sentar no tlirono a sua Austriacazinba. Lui-
zaama-mc, mas com. bam dureza, pois irle prega mo-
ral e vai-sc. As miiihns nutras tres fjlhascantam co-
I pas em que se mchame Braz. O conde de Provenca
traduz Lucrecio. O conde d'Ai tois passa a vida coin
mulheres. Os meus cues dainnauk-se, e querem mor-

MUTILADO
/
via, continuou ore, passar em flcii
tarar, e vir inmediatamente a Campi0-
mos "o primeiro ceremonial. Tm*dia
m Beims, e um nflo ; sojilotloi onp
ias de festa em Noyoit. Sempre) serSo
seis das g lio*, seis bons fias.
E c^moi a pennaj e com seu puiiho diifiu i
Stanv lle,< em de parar tres d ias em Bel ma e tres
em Nofoi.
idou chamar o correio deservc* dwt entregar esta ordem a q*alw
penna escreveu o scgpinte!:
ndessa, installamos hoje Zamnia i?
parto para Marly. Esta noiteiWWK
nes tudo quanto neste monK'*
La. Faaacl.
va levar este bilbete *eondfs
ella.be umconsclho queto *
nou-se, owhiu.
(Contnuar-t*itf



dinhoiro son, pelos
ichiauos. Alm disto,
stiluido o proprieUrio, ou principal lo-
catario da maior parle il nceni a
iglja Oamc-di'-Borine-Nouvelle, t que e-
.idas; nlo artmitte a morar nessas
i'brr>s, poi
llar. O prerjn dos alupuois lio mui
ios obteert) todas as eommo-
dida: jar.
o (miro holetim occtipar-nos-hemos com a ir-
an ? ** v
(Preise)
pumo "be pixabotoT
VSaWAMBDOO, O.* DE JAVEimO SE 1847
:M>JB33 *X>'&irr'>'B Eolia hoje osle Jornal no rlgeslmo-lcrcelro anno
da guarida, ecm boa hora o digamos, nflo tem que
arrpondcr-se da estrada conscienciosa que at hoje
ha trilhado, nem das provas do benevolencia que
constantemente ha recebido do publico. Os sacrifi-
cios pecuniarios qu* tem feilo, e os mclhoramentos
sureessivos que o actual proprietsrio tem apresen-
C" M que um voto do scmell.ante importancia eescAnaacAo aoi* 8.
s.iwrtonaamonarrhia, Han i--f9-pra/-bac||,(,.
___l de vio
migossinceros dahumanidade.
Sao as ores do anno.
aceompanhar'flo cheios ,1c vigor todos os llr'Pu,'--/w*''--carvao. -
Polaca C'o/Aarmimercadorias.
Barca ingleza Priscilta idem
IwiS^T carmel,las d 'da.ie Pb doper.
e far h 1 W C0lPanto anda moco, ha "rou.rmmio
" lma f"' mu sensivcl pois qucrro-|Rcst.tuicoes
na? f? "ro. t0,loI1cheio virtudes na vida
sedevia;'-. !'Tellp oomportamentos por que
ouaImdl,,n,?",r',OS,dema8 hom,'ns "m rcliBioso
setlrhT"sc,*>nc,a, misaflo neste mundo, fDireitos de consumo.......
obri^caX7nZna Kde, t0,, peso das riSorosas Expediente dos gneros do paiz. i por
Kll-acOPS a (lite O SUhieita n urannoin liln ilne Bonnr^a .. .... 5. -
Lisboa ; hrigue portugnez rrii/o-/.,capitllo Manoel
de Olivoira Faneeo, earg* assucar, sola e madein..
Passage.ro, inflo Duarte Carneiro Monteiro, Bra-
Sileiro.
Phlladelphia; paUclio americano Ormu, capitao E.
R. Smitli, carga assucar.
Observacd.
J nu mkz HE DEZEMBBO DE 18(6 F.ntrou, nodia 30, para o Poco a galera americana
enlo total................207:103,233 Phnbt, que tirilla rundeado no l.ameirflo 8( deste
1:136,5(8 mez, por estar incapaz de seguir vlagem.
lia
rcaingleza-A4ay-(?ten-0/-.,Se0,l_dcm.
RBinmno no mez deuzembro deis(6
r.h^:.. '"'""o o peso di
obrigacocs a que o suhjeita o sacerdocio.
riar>nnnenonSHf8Jl"JrdcFr- Jo, da ConeeiQflo de Ma-
(aiipceu a 3 de dczembro de 1816, em a villa do
ano '.P/r.0nHepartU a30 n,o
de m,'P :Z*u' CUrflr'Se d0 "ma grave enfermida-
le que oflagellou porespaco de39 mezes, durante
osqfles.|i,ma,.sse Ifce ouviu ma exclamado qu*
denimciasse desespero mi falta daquella rcsig/iacHo
?rar,n,qnI,1,,erSeg",l0S. 'Ie mn,C3,is. ^"
nZ !?/ T1,10 *"w"5** '' que a sua estada
co mnlL ,aBTs he m,li -rausltoria e de pon-
eos momentos, e de que a sua verdadeira morada he
a mesma do Espirito-Universal donde se ha desliado
o raio vivificante que Ihes anima o cor, c Ihe ins-
Dito dos gneros em carU de guia, 5 por
cento......................
Armazem de mercadorias ......'
Dita da plvora.............
Premio dos assignados.....'
Mullas ........... .,.".*'
Emolumentos de certidoes ....'.''
806:266,691
202:789.357
71,746
Rdifal.
jlifuO*
0 juiz de paz presidente da junta qualificado-
ra da parochia do S.-LourenQo-da-Malta, em cum-
195,501 Pr,menl0 do artigo (, da lei de 19 de agosto do cor*
359.(16 r'.'n^e anno' convoca os Srs eleitores e supplentes
359,(16
88,76
2:736,(2(
18,735
6,720
tado desde que tomouconta desta empreza. dao-lhe ^V^&^^^^^^
direito a esperar a oontinuaco dessa sympathia, ejl,em ^ horrorao mal.
impOcni-lhe o deverde proseguir na senda que en-L nna,''ul>so" "mant0 ". Pobreza, sempre promptoa
mnlnpinilununili Cnnvitiha mo.. -,.___________ ..""' '""" '-
206:266,691
convinha, por ser o que mais occasifles o (Te rece a
uualquerhomem queio uxoa de ludo recebe esses
dons, para desenvolvilos,
-, para bem applica-los:
e por isso voluntariamente tomou lugar en re os dis^
cipulos de Santo Elias.
Bom filho, ptimo irmflo, excellenle amigo, dei-
Piiana.".dfles aU"'r "'"'" e a todos qu com
SZBuZS rela<:0es e poderafn aprcciar ,s s,ii,s
cn.ern 'l'08^8 leve' e la na mans3 dos justos a-
colha elle benigno este testemunho que damos doa-
preco emque otinhamos.
No da 30 de dezemhro ultimo, que era o designa-
do para a saluda da galera americana William-Thomp-
sw, sul.levou-se a tripolacao desse navio c proc5-
rou inFendia-lo, pondo-lhe Tugo.
n^i,nl05O5'- A}ton G- Ellis' Pensse manifes-
lou o incend.o, pedid'socenrro de trra, e sendo-lhe
esteinirnedialamenteremettido pelo inspector inte-
rino do arsenal de marrona, consegu.u apagare
fogo, e prender dous dos marinheiros da predita tri-
i'n".5HnqUf ft?rn indiciados por prinipaes au-
lo a^-8Ct? d alluci.ai1o malva.leza que, a
n.?^pr0-!n',t0 ,nul''".o, teria produzi-
f, cuasi nada que propr, I- qasi ^ ZS&'&ZH^^cu^'e'VSS T-
I.onge de se consl.luirem guai-das vigilantes dos Ra 1ue' eomquanto nao imporlasseem muito nois
ZZ'1ZtPClrCCWS paraPesca> sempre'valia
Por causa deste incidente, e por conservar-se a
marina desobedienteao meneiona.lo capitao. Toi cs-
pacada a saluda d?ler pra o da seguiUe, em'o
qual largou ella deste porto. '
Com munica rio.
i
rerdocio demanda.
Mas pois que o l. do anno he um dia em que en-
trc.jornalistassecostuma rememorar direilos ede-
verea, e entresachar algumas llores d'agradavel m-
rito, quevnacomprimentara todos aquellcs queto-
mam'um jornal como a primeira necessidado da ma-
ntilla que ramo levar hoje o Diario de Pmnambuco
aos s< us subscriptores, para preencher essa boa usan-
ca ? 0 nosso ramo ser um voto; mas um voto sin-
gello i nobre que achara echo em todos os nimos:
penet-aAosdeiima f viva na Providencia, e consi-
derar lo como una blasphcmia o pensar que o actual
estadj> de cousas do mundo e principalmente do Bra-
sil sala aquelle que satisra?a a eterna tonto do Bem,
pedidos a Dos que desentorpeca a incuria dos nos-
sos liimens d'estado, para queclles curem como de-
vemllos intcressespliysicos e moracs do povo. Di-
ra iios.ao ver esses homens assim apa tilicos quo el-
les hilo teem obrigacao a cumprir, iniciativas quo
to '
Izcr i.onge dse consliluirem guardas vig.
noos fros, de guiarn este povo pacifico, de o
darem tratar com solicitude, disseramos que s3o
fes os que o tosquciao e o niordem,- sompre do
femeco. E todava, quem diz o governo ,em qual-
ler lingoa do mundo, diz logo a conducta o boa
rec?floj o semelhantes palavras implicam logo
Iconhecimentodeslrada a seguir c le quer chegar. Vedo no meio do Ocano o pi.'oto
encostado barra do leme se elle se contenta de fo-
rjar ao acaso, ousecom os olhos cravados nos as-
Iros e na bussula, nao sabe, a despeito do vento que
e por entre mil escolhos que o rodearn, con-
Ir ao porto o navio confiado sua drecco ?
ia, aovnnosocaniinho que o barco leva neste
so Brasil que Daos zera tao puro e tilo Tecun-
he evidente que aquellesque governam nflo teem
;ienca nem a f necessarias para preencher digna-
nte a dillicil missao de que se cncarregaram; e a
va esta em que ncuhuma dessas obras que elles
dao revela tal sciencia e tal r : caminliam como
)s,vr.oevem as apalpadclas, impellidos e arras-
por uma influencia maligna, antes que arras-
jrando e guiando .spontaneamen te esta nago to
ansa e tilo boa, de que elles se dizem palinuros.
: donde nascer ISoestranhn c completo desa-
ndo entre o Tacto eo,diieito? entre o alto em-
gado e o alto femprego? He que nos paizesde re-
finen absoluto a casualdade da nobreza smente
quem ronrere o pod.V ; mas nos paizes de regi-
Hl representativo da-o a victoria dos torneios po-
heos, oh a dos amjihilheatros parlamentares. As-
n entre nos, temos ja visto bastantes homens as-
ios, mas de uma e#ema inhablidade, galgarem
um salto o tapete .lo poder, e afeentarei-se nos
-llinsdo soberano Kcli/mcntc, as numerosas
kepes.e mais os rcsulados completamente ne-
itivosque costumain seguir a elevacSo subiu e
peda de taes t riumphadores,'os teem total-
leii^ desconceitua'dopara com os homens sisudos ; at" ananuonarem aquellcs meamos rn/ibros que l,7o
parqcc-nos quo agora he ebegada a .'poca de pro- $'"""? ""'s aviam sido, carnelic/ dos esraima-
-armos-o. salvadores guias da naco emoutras %^^*^***>**"'+
O escrivao da airandega,
Jacome Gerardo Maria Lumachi de Mello.
Consiliario.
RENDIMP.NTO DO DIA 31 DOPASSADO.
I6"!- ............5:931,781
Provincial....., 2:473 oso
Diversas provincias 483
8:(09,9I9
abaixo declarados, para comparecerem na terceira
dorainga de Janeiro prximo rindo uro, as 9 hora do
di, na igreja matriz,cahi exerecrem as fanc<;oes que
a mesma lei Ihes tem marcado.
1
Mi 1 roe. 1 s.
ItFNDIMENTO NO MEZ DE DEZEMBRO DE 18(6.
Consulado de 7. 70in- -ni
Dito de 2................. '!!
''?dM......,. ::::::::::::: 2:27o
, Ancoragein para tora do imperio...... 7:128,88:,
toU> para dentro do dito..,.......... 376 002
1. -Seno lxo.......... v.\'-cn
Hito de conhecimcntos............ 119,360
,800
50,000
705,901
351,231
82,107
, 1 de Soar ,-1 horas i c"' Ja Mns8,I corre, lugares quo ma.s docem vezes havia percorri-
00, dim os rneus passos insertos para as margena
do Cap.har.he, para as margena desse ameno e sau-
oso no que tantas docuras e riquezas nos oTerece.
AI11 sentado sobro uma pedra contempla va, a natu-
re/a allumiada pelo nocturno astro que sobre a
miniia cabeca magestosamente se desenbava no fir-
mamento; acareado por togitivas nuvens que em-
baalas por urna fresca brisa delle se iipartavam e
mais longe perdiam-se no azul escuro dos cos ; oh
BhSojfflidivino sc a',rese"iava"' (:
liepentimamente ouco soar a gemebunda voz do
bronzeque impedido pelo machinismo pareca que a
pezarseu marcava mcia-noite. A propoicao que e-
ciioavam estes sonoros gemidos ia-se operando em
mim urna enroclo estranlial Um fogo activo me
escaldava a rronto.
I.einbrei-me que nesta mesma hora a entrar om
anno novo je meu peitocomo qiie pouco a nouco
se 1a vendo livre de um grande pesadello.....
Ante mim acabara de rugiroanno de 18(6 que tu
meilonliosc nos havia anlidhado!..... /
Lembrei-nie com quanlas desgranas elle nos
va opprnndo! Parecia-mc eslarouvindo os su
e moribundos gemidos daquelles de nossos ir
que, deseendo dos sertOes, vnbam procurar reag
as capilaus de suas provincias, e que exhausto/pe-
lo cansaco, ederorados pela tome cahiaui sofre as
estradas para nflo mais se levantaren!; e cor/olhos
escondidos as prolongadas cavidades das suA rbi-
tas diziam o ultimo adeos ; estes charos/ais, a-
(luciics a temos esposos, eaquelloutros aueridos
ilhosque, com o desespero da imiiossi
Ine darem quaesquersoccorros, sentiam
mas todos os horriveis tratos do inrer/'I E iiida
mais soir.iam.jlor niio poderem dar ifellcs restos
raortaes um jazigo em que descansassq seguros at
odia dojuizo universal, evam-se naOura collisao
ueabandonarem aquellcs mesmos
dito de titulo. .
Sita de 5..............,'
Emolumentos de certidoes. .'.'!"
Maltas..............._.......'
Divtnat provincias.
Diurno Jo assucar da provincia das Ala-
goas..................
dito do algodao da P rali iba '.".
dito de dito do Rio-grande-do-Nort'c. .
_.'. Rmdimmlo provincial.
piano do algodao............... (:i(o,7ii
Dito do assucar........ M'ivt oiv
hito .locar.....::::........... lid
Dito do rumo.........!.!!!!!!!! 16 '"g3
Taxa de (0 rs. por sacca de algodao .' .'.'.' 11M80
1 a .le 160 rs por caixa de assucar____ 293,120
Dita de 20 rs. por barrica e saceos de dito 1:721,520
1I(:995,95(
2 Vigario Francisco Manoel de Barros.
3 Jos Francisco de Barros Reg.
( Luiz Francisco- de Barros Reg.
5 Manoel Lucas de Araujo Pinheiro.
6 Joaquim Mauricio Wanderlev.
7 Joaquim Correia de Araujo.
8 Francisco de Paula Correia de AraujoJunior.
9 Antonio do HollandaCavalcanti.
10 Francisco de Paula Paes Barrete.
11 Manoel Joaquim .Mauricio Wanderlev.
12 SebasUfio Antonio Mello Reg.
13 Vital Brandaode Albuquerque.
1( Chratorflode llollamla Cavalcanti.
15 Sebastao Antonio Paos Brrelo.
16 Francisco Joaquim da Rocha FaleSo.
' Jlo de A/evedo de Araujo Pinheiro.
Iternambuco, 31 de dczembro de 18(6.
Oadminisliador,
Jodo Xavier Carneiro da Cunha.
Navios entrados no dia 30 dopossado.
leymg | ilba de Sumatra; ; barca americana Cun-
ta, de 375 toneladas, capitao Andrew M. Pulum
taiga cafe e.jjimenta; a ordem. Veio a este uor-
(i receber or.lens.
I -"a muutl'o Madcira ; 2( das, paquete inglez Seagul,
-Ominandanle o lente Dickiiison. Conduz o vis-
/tonde de branles, com sua seiihora, elOpassa-
geirosque-seguem para o Ro-de-Janeiro
Navios sahidus no mesmo dia.
I ritos do Norte ; brigue-escuna de guerra brasilei-
ro l'ira), commandanto o capitfio-lenente Fran-
nsco AntonioPereira.-- Conduz 1 sentenciado na-
, ra o Cear
18 Sebastian Jos de Barros Brrelo.
19 Mangel Bezcrra de Vasconcellos.
20 Joao Lins Cavaleiinl.
21 DiogoSoarcs de Albuquerque.
22 Oclavianno de So una Franca.
23 JoaoMarinho Falcao.
2( Francisco de Coveia Castro.
25 Manoel Cavalcanti de Albuquernue.
_ 33,800126 Joao Das Carneiro
389,550 i27 Antonio Francisco Xavier de Vasconcellos.
28 Antonio Brandflo Malhero.
29 Manuel Antuncs Correia de Oueiroz.
30 Flix Paes da Silva,
suariirirtt.
1 Francisco de Paula Correia de Araujo.
2 Joaquim Rodrigues Canipcllo.
3 Jos Ferraz Daltro
( Francisco Xavier Cavalcanti.
." Joaquim de Araujo Pinheiro.
6 JosCoiicalve.s da Luz
7 Joaquim do Rogo Barros l'essoa.
8 Victorino Concalves da Luz.
9 Manoel Coucalves da Luz.
0 Jos Peres Campello.
11 Antonio Joaquim de Barros.
12 Autono Jos duarte.
13
1(
15 Manoel de Souza Teixeira
16 IJ^ilippe Carneiro de Oli'nda Campello
T7 Jus (.ermano de Aguar.
18 Pedro de Moracs Carneiro
<9 Antonio Rufino de AraujoCavalcanti.
S.-I.ou renco, 17 de dezembro de 18G.
n j r Ojuiz de paz.
Pedro Francco dr Paula Cavulcanti de Albufuerquf.
los
BUILIIAJNTK I'KESEI'IO
NO
Tlifi*Tro miblico.
DOMINGO, 3 DE JANEIRO.
cn en1;1S.;"u Fia" L,,x---A ,norte de Abel -ONas-
cimenlo do Messias e varias dancas
Nesta noite os bilhetes sao azues.'
IMihcapes lillerarlas.
ELPMENTOS DEHVCIENE NAVAL
do guerra e do commerciodo
ouerecidos a S. M. L, o Senhor D.
...neisco Flix Pereira da (,'osta. dnn-
/dreW l iutuam. ca?ga a mesina ue tS. da cSkT^ ti10*, 'l "0Spl;" da m*^*
I .navios entrados no dia 31. tnSStm i hro B0B,Pn nCes *"** rea-
Babia; 9 dia, galera ii.gleza Tyroi, de 33( tonda- m ,l, ?. .m """""t dus.c,,n,as s"ro o physicoe
das, capitn LuvisEllis, equipage, 19, e.nlast o- lerStl ".^"S J^.' *tf^Pb^ martima e
a Deane Voule & Cmpanhia "" '|0ES!bid.Ul!S*n,7 >:slados da **oa e
C.bra.ar; 37 .lias, brigue-escuna ingleza Eleonor otraa mSmf^i?e",1*mt,,ri?, Mm*>
de 1(0 toneladas, capitao Nicolao Barlwza. equj: b ecto inrccol qUf t,,em "'""0 com esl
pagem, caiga azeile-ddee, Duelas, sal e,, ais^e- un tom IC, "ss,"atura ',e dc 3 S er
eros do palz ; a Oliveira Irmflos g o mes dos T E52? "? mm de -300 >'" O
irahiba; 18 horas, hiato brasileiro S -Cafta. do i h ei.8* """?n"nle8 M Pblicarao no fim da
, 1 a o u'iiri
llo-de-Jaiidro ; brigue brasileiro Saudade-do-Rio
capitao Santiago Agneze carga a mesma que
/ Irot**
Ina ;
leiras que nflo as delles.
A poltica mesquinha, ignorante c estril, pouca
ais tortna far no Brasil: a que tem dc succeder-
.ie ser urna'poltica activa, lijetrada, tocunda ,
oheader na universaldade da Providencia, eque
a de tonder inrallivolmenle para o' esfibeleciment
rogressivo dafelicidado geral, coma sej, alvo uni-
o esupremo. E nflo ser isto s no Brasil; porque
aas partes da tena, no dominio da sciencia
JB> vemos nos surgir elementos esympto-
las dc urna ordem nova.
r P so he que nos pedmos a Dos qu desentor-
per,a a incuria dos nossos acluacs homens de esta-
Omdcque, ou elles atientem como devem pa-
os ftteresacs do poro, ou apressem/ainda que o
fcjgibam, a poca da emancipado da nlelligen-
Braail.
Depois, trazendoo meu pensan/to para esta ci
uaue, vi a doce uniiln que tflo cha nos deveser, re-
jcitada, abandonada!! e o lug/que ella entre nos
devia oceupar, cheio pelo osalto de partido, pela
an.bicflo!.'!..:......
Um grito san'u-nie'do
ouvir esteaalutar conse
mos unidos.
epscu echo deixo'u
lh/ l'ernambucanosi seja-
Cansado de esforgo, iormeci e qnando acordei
ja a brilbante aurora/ seu carro d'ouro havia
tiansposloasporUsdqfriente.....estavamos noan-
no de 18(7, esle anno/r quem suspiravamos
que esto depositad
idas as nossas esperancas.
F, V.
/Alandega.
1END1ME.NTOODIA 31 DOPASSADO. 1:565,082
Paralnba; 18 horas, hiato brasileiro 5 -Crajf, de 21
toneladas capitao Nicolao Francisco da Costa"
.equipagcm (, carga toros de mangue; ao capitao'
Liverpool; 56 das, brigue inglez Iteliance, doil'i
toneladas, capitao John Bedtord, equipagom lo
carga Tazcndas; a deane Voule & CompanFia.
iVavtoi sahidos no mesmo dia.
sois il I R'?-'le-Janei'o; patacho brasileiro Intrata, capitao
Ignacio da Fonseca Marques, carga aasucar, si.la e
mais gneros. Passageiro, Joao Doasby, com 5 es-
cravos a entregar.
Lisboa; brigueportuguez Josephina-Emilia, capitao
Izidro A y res de Souza, carga assucar e couros l>as-
sageuos, Luiz Ignacio Conzaga, Antonio Ferraz
de (.astro, Porluguezes
Mar-Paclco ; galera americana Wilham-Thompsom,
capitao Alden G. Ellis, carga petrechos pira
pesca. r
ik-i 1 Navio entrados no dia 1. do crtente.
I tiiladelphia; 35 dias, patacho americano R.-F -f*.
per, de 167 toneladas, eapilflo \V. F. North, eaui-
pagem 9, carga Tarinlia velas do ospqrrnacele
cha e mais gneros do paiz; a Matheus Austirn
ompanhia. Traz 5 marinheiros e o capitao par-
le da inpolacao da galera americana Washington
que linlia sabido de Baltimore para Cerk eem
Lat 37.(8 N. e Long. 62 W. depoiSP de a larga rem
deitaram togo a embarcacao, que eslava prestes
jr a pique. r
Clasgow; 35 lias, brigue inglez Leda, de 800 tone-
ladas, capilao Thomas Glenday, equipagom II
carga azendas ; a Adamson llowic & Companhia!
Genova por Cibraltar, 50 dias, e do ultimo porto (-
brigue sardo Josephina, de 2(3 toneladas, capitao
Joaoch.oppe, equipagem 1(, em lastro; a Joao
Pinto de Lemos ctFilho.
N""*0' sahidos no mesmo dia.
Baha e Rio-de-Janeiro; paquete inglez SeaguLcom-
ge'^q'uVSir^Co!!du2 s"~ --
hvrara?ns*6?r0 M Pr"?a da "*** a
Acaba deser publicada em um rolhetode 78 paginas
a nteressante d.scussao quese suscitou a asfm-
iea provincial, acerca da qucstao=se deve o I ispo
SIS q"",,, Se ,ral* da d'visaodefregue-
o^l"rades.ICfl,,el0deve 'n'Tesaaraos Srs.sa-
SEilf*? aqu/,l,,s 1"e cordialmente deae-
jaoNer respailadas as tormulas religiosas, pois que
em resposta a vanas accusacOes reitas ao d gnoprela-
do desta d.ocese equeveemno mesmo tolbeto/ap-
Pareccm os ma.s br.lbanles discursos em sua de-
lesa.
ciaVensde6Se ,"I".de-liv,r08',a Pra?" d" Independen-
cia, ns 6e8, e na loja do Sr. Dr. Coutinho na ra
do Colleg.o, por (00 rs. cada mnelo.
Avisos martimos.
eem
Para Lisboa sabe, mpreterirelmcnte nodia 81
Janeiro, o brigue ft-iato ; recelie assucar em cai-
xas e barricas, a 200 rs. por arroba e em taceos a
100 rs.; e tatnbem passageiros, por ter bons e assia-
.loscommodos: trata-secom ocapitflo, napracado
Lommerao, ou com o consignatario, Thomaz da
Aqu no Fonseca, na ra Vigario, n. 19.
Para o Aracatr segu com brevidade o ljate JVe-
to-Uhnda, mostr Antonio Jos Vianna : quem nelle
quizer ca regar se entender com o mesmo mostr.
110 trapiche noro. "
A visos diversos.
f
Quem precisar de um caixeiro portuguez.de ida*
de de 15 a 16 annos, dirija-sea ra estreita do Ro-
zarlo, renda, n. (5.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
j
'-}


Precisa-sedeurhcaixeiro, que saiba lr, escre-i Antonio Gomes de Abrcu Portguei,jfitir-9c
W e contar cque do liador a sua condurt, para I para fra da provincia,
receberpor halanon urna venda : na na das Cinco- -- Rcscja-se saber aonde est cxistindo a Senho-
Pontas, n. 31.
-- lloga-se o favor, a quem fr offci ccida urna cai-
xade prala, chai, lavrada, obra do Porto, que fui
f riada a Manoel Teixeira Coimlira nasualoja da
ra do Queimado n.6, por tros meninos: que:-
ra fazer o favor de a lomar e entregar ao annunci-
anle
~ Ka botica da ra do Rangcl, vendem-se os reme-
dio seguales, dos quaes a experiencia lew contirinado
oa nclhorrg ririlos : de milico, que tem a pfopriedade
de limpai>tvf npiites cariado, e reslltuir-lhrs a cor es-
maltada, >r>. ,nui(o pumos das ; o uso dn dito reme-
dio fortifica as genuivas e lira o ino cheiro da bocea,
proveniente uu s da carie, como do trtaro, que se
uoeao peseoco destes igaos-, o remedio he designado
lirios nmeros l e l : nrcliata purgativa, mu mil ai
crincas e-as pessoas de toda e qualqtier Idade ; he eoin-
posta de substancias vegrtaes, uo conten mercurio,
iiem droga algiiina, quepossa prejudicar: remedio para
curar calos, eni poneos alas; dito para curardures ve-
nreas antigs, e que tcem resistido ao ti ataineiitu ge-
raiinenie applicado ; dito para provocar a mentrtiaco,
e accelerar a aceito do ulero nos partos naturaes, ein
que nao se precisa das manobras urientificas da arte ;
dito para resolver tumores lyinphalicos. vulgo glaiirui-
las ; dito para curar bobas e cravos seceos, o mais cui-
ca/, que seconhece al aqu ; dito oximel de ferro, mul-
to til oai chloroses, vulgarmente chamadas frialdades;
luis anti-biliosos de Ma noel Lopes; capsolas de gelati-
na, coutendo balsamo de rupahiba ; ditas de oleo de
recio* purificado ; ditas de cubebas pin p fino ; ditas
de Msafalidaf ditas rom pos purgantes; ditas de ruib.u do
da China; ditas de sulpliatodequiniio de i e 2 graos cada
capsola ; algaleas, velinhas elsticas; pillas de sal de ca-
li ( i o lio; agua das Cildas, chegada prximamente; reme-
dios que cuino a li ialdadedcntiode40dias, mesmo estan-
do i iichnilo; oleo niU'tobom para conservar o cabello.que,
alui de nao deixar cahir o cabello, liiupa a caspa, e
cujo uso coutiiiuado fas reapparecer o cabello perdido ;
pillas especiflcis para curar as gouoirhras ehronicas,
.piando a Inflo nao passa da nrela ; igualmente uin xa-
rope aiiti-heiiiorragico, applicado nos ca-os, ein que se
deila sangue pela bocea ; o preco 'le todos estes reme-
dios he iniii raso.ivel, e os bons resultados da sua appli-
cacao he que devem fazer sua apologa.
Alugflo-se o segundo e terceiro andares da casa
da ra do Collegio, n. 17; os quaes teem excellentes
commodos para familia : a tratar na ra do Vigario,
' sobrado n. 5.
A pessoa que por engao tirou do correio car-
tas para I). Mana Anua Joaquina da Silva, viudas l-
timamente dos porto* do Sul, no vapor l'trnambuca-
na. como se observa do n. 96 ta respectiva lista na-
3uella repartido, nucir 1er ti bonilade de as man-
ar entregar na ra do Vigario, sobrado,n. 5, visto
queso all poderO ulilisar as mesmas cartas e a
mais ninguem.
Nodia 30 de dezembro as 7 horas da noite-
desapnareceu un pequeo, de nome Joaquim Kotlri,
gues uo Nascimenlu, pardinhu, de 15 a 16 annos ,
vesgo, eque mettea perna direita pela outra; levou
calcas brancas,jaqueta de chila encarnada o chapeo-
de palhinha: quem del le der noticias dirija-sc a ra
de Domingos Pires, n. 7
Oabaixo assignado avisa ao Sr. Jos Roberto
que em sa casa existe a sua escrava crioula, de no-
me Roza que, dizqueandava fgida havia 8 dias, c
oprocurou para a comprar : venha o mesmo Sr ou
mande tomar conta da dita escrava na ra do Agbas-
Verdes, n 46.
/. V. de Ab. Reg.
-Os Si\s. donosde
obras e inestres pedreiros que prreisarem de alguns
materiaes, como cal branca, dita pi ca, barro amarillo,
dito preto, arela fina de fingir, dita grnssa, telhas, ti-
joloi de ladrillio, ditos de alvcnai ia batida, dita grns-
sa, tijalo de tanamenlo largos, ditos estrrilos, tudo
mais ein conla do que em outro deposito, quinao diri-
gira-te ra da > adeia, n. 17.
I'recisa-se alugar una ama de Ici-
te: no Aterro da Boa Vita, n. 36.
|>rccisa-se alugar um preto ou moleque
quosaiba coiinhar, e fazer o servico interno de urna
casa : na ruado Cabuga loja de ouriyes de Jofio
Pereira Lagos que dar o sustcntoslWlO.OOO rs.
mcnscs.
Arrenda-se o primeiro andar do sobrado da
iiia .las Larangeiras, n 14, com commodos para fa-
milia : a tratar na roa Direita, n. 79.
Os Sr*. Thentonio Theufilo de Abreo Lima e
ThcotonioFertiaiitlesd'Abreo Silva queiraodirigir-se
a ra daCruz, n. 54, primeiro andar., a negocio ,
que Ihes diz respeito.
Prccisa-sealugar urna preta que saiba ,cozi-
nhar e faaer o mais servico de urna casa de pou'ca ra-
milla : na ra da Trompe para o Mondego no sitio
que tem a casa com frente cor de chumbo.
O abaixn assignado faz publico que, tendo pas-
sadoum vale da quantia de duzentos mil ris, em 5
de novembro passado, em cujo vale ja esta um re-
cibo de cem mil ris por conta ; aconleceo que in-
di) pagar o restante, de|ioisque pagou, penlco dilo
vale: e como a pessoa a quem dilo vale pertencia,
ja estoja paga, se faz o presente, para que ninguem o
receba em Iransacclo, visto que nada vale: atlvertin-
do-se ao mesmo lempo a quem o tiver adiado que
querendo reslitui-lo ao abaixo assignado, ser re-
compensado.
Antonio Brochado Soaret Guimarei.
AO PUBLICO.
F.nsinam-se meninas com teda perfeicao, 8 saber:
primeiras lettras, grammatica portiigueza, arithme-
tiea, diiulrina rhristila, coser, marcar, bordar e fazer
lavarintoa; assim como tambem ensinam-se meni-
nos tanto em particular, como em suas casas : quem
de seu presumo se quizer ulilisar dirija-se a ra
Velha da Boa-Vista, n. 119.
Aluga-se, por 4,000 rs. por mez, no (im do pre-
sente dezembro, urna pequea casinha na Soletlade,
estrada para o Manguind, ou ra de Mauoel Fcr-
nandes Vieira, n 22; outra na rua Imperial (Atcrro-
dos-Afogados) n. 103 : na ra Nova, loja.n. 58.
Aluga-se.a quem precisar,um preto; isto para o
inez que veni: na ra Nova, loja n.58.
7-Offerece-se um preto forro, muito bom cozinhei-
ro, para qualqtier casa estrangeira ou nacional, ou
mesmo para embarcaoOes : quem do seu presumo se
quizer utili.sar dirija-se a ra da Alegra da Boa-Vista,
n. 514, ou annuncie por esta folln
Preeisa-se alugar urna preta captiva para servico
de cozinha e compras : quem tiver dirija-se a ra do
Collegio, n. 7, que achara com quem tratar
Offcrece-se um rapaz portuuez, de idade de 17
annos, para caixeiro de loja, venda ou nutra qnal-
quer occupaco : quem de seu jireatlmo se quizer
ulilisar dirija-se a ra do Collegio, n. 15.
Aluga-se urna casa terrea na ra da Sensalli-
Velha, com tres qtiartos, quintal ecacimba : na
casia Independencia, livraria, ns. e*J.
-
ra D. Josefina Joaquina do Brilo senhnra do enge-
nho Rtirarcma ou dirija-se a ra da Cadeia-Velha ,
n. 60, segundo andar, para negocio de seu interesse.
Precisa-sede urna ama deleite, forra, ou es-
crava : no Aterro-da-Boa-Vista, n. 6-2.
Aluga-se urna casa terrea na ra Bella com 2
salas alcovas, cozinha lora, quintal c cacimba :
a tratar na ra do Collegio n. 15, segundo andar.
~ Joaquim Concalves Gascfiovai a Parahiba tratar
de seu negocio.
Precisa-se de dous lavradores ; em casa do doura-
dor, ou fabricante de candieiros de gaz na ra No-
va n. 52.
Precisa-se alugar um escravo diligente, para o
servico de urna casa, eque soja bom cozinheiro: na
ra do Aragiio no bairro da Boa-Vista, n. 27, ou an-
nuncie.
Aluga-se um sitio na ra da Casa-Forte com
copiar e gradara de ferro na frente, estribara e.
cocheira, e muias accommodacOcs; varias casinhas,
tanto na campia e ra fia Casa-Forte como na es-
trada do Poco ; o primeiro c segundo andares do so-
brado amarello da ru Augusta ; a loja do dito, pro-
cria para venda ; o segundo andar do' sobrado n.
36, do pateo do Livramentn ; os terceiro e quarto
andares do sobrado da na do Amorim n. 15 : a tra-
tar no primeiro andar do mesrtio sobrado.
100.000 I)F. GRATIFICADO.
Na madrugada do din 23 do correnledezembro.ai-
rnmbaram o telheirnque existe na ra do llruin cm
Fra-de-Ports, junto aorio, e levaram urna grande
|ioi'cfio de la Imas de amarello,serradas ha muito lem-
po, e de (lifferentesgrossuras,* urna porcilo de ferra-
gein e cordas de navio. O roubo fui perpetrado por
4 ou mais homens que o cenduziram em una canoa,
e consta que venderam algiim laboado para as partes
de Santo-Amaro. Manoel Duarte Rodrigues, morador
na ra do Trapiche, n. 26, he o prejudieado mi dilo
roubo; oflVrece a gratificacilo de 100,000 rs a quem
descobrir sua existencia ou os seus autores, e se
qualquer d'elles o denunciar receber a mesma
quanlia e nao ser perseguido; ao mesmo lempo
que protesla esgotar todos os Hielos para perseguir o
crimee ser indeinmsado do daino causado. O mes-
mo convida a quem tenlia comprado dilo roubo a
entender-se com o prejudieado, para do melhor for-
mo nilo ser criminado.
- Aluga-se o andar terreo ou loja do sobrado n.
12 da ra da Aurora, com ptimos e inuilo asseiailos
commodosnara inoradla de homem solteiro ou de
pouca familia: quem o quizer alugar dirija-sc ao
mesmo sobrado qualquer hora.
Preeisa-se alugar um moleque de 10 a 14 an
nos : no largo do Terco sobrado n. 16.
<= Quem precisar de um amassador, ou mesmo
de um bom feitor para um silio, pois que de tudo en-
tende, dirija-se a ra larga do Rozario, piulara,
n.48.
-- Deixou-se, por esquecimento, na noite de 30
de dezembro prximo passado, em um banheiro do
Caldeireiro,, um chapeo de patita fina do Chile:
quem o tiver adiado, querendo restituir, dirija-se ao
mesmo lugar, sitio do finado Pereira.
(Jiiein precisar de una criada que sabe cozi-
nhar o diario de urna casa engonima e compra na
ra dirija-se a ra das Cruzes, n. 12.
Jost- Xavier Faustino Ramos dis-
clar.9. nivlles-dos **cb s^..;.& jj-u* ,'Ki
cem fallarlo para tomar conta do ensino
de seus filhos e aos que por veiitira
Vende-se superior vinho clarete*,
mais delicioso que se p 'e encontrar
neste mercado, e muito proprio para os
presentes da fesla, por se arhar em cai-
xinhas de duzia, por preco commodo : em
casa de Adamson Howie & C, ra do
Trapiche, n. 4^.
= Vendem-se moendas de ferro para engenho de as-
sucar, para vapor, agua e beatas, de diversos tamaitos,,
por preco commodo; e igualmente talxas de ierro coadq
t batido, de lodos os tamanhos: na praca do t orpo-San-
to, n. II, em casa de Me. Calmont O Companhia, ou na
rttade Apollo, arma ten, n. 8
= Vende-ae potassa branca de superior qualidade,
em barris pequeos; em casa de Matliens Au
Companhia. na rua da Alfandega-Velb*. n. 36.
estejo disptistoaa coiiiiar-llie essa nis-
so qne por lodo este mez a luir |ua
aula e com antecedencia preveni-los-
lia do da dessa abertura que tei lugir
na rua do Arago*, casa. n. w ou(lc
ai Iii.iIn riilr reside.
Declara-so, em resposta aos annuneos n*;
ridosno liiario-n ns 279 e 240, pelos Sis. JoBo C
valcatiti de Albuquerque c ilulno Jos Fernandes i
Fgueiredo, que o terreno annunciado pfir aquell
senhores como de marmita, fui comprado por Jo;'J
Xavier Carneiro da Cunh a Man..el_Ccz|r do Esp quasi tudo novo : na rua larga do Rozario, n 35.
'jp'l'| Vende-se urna pnrefio de ped
_ O corivtorOliveira tem para vender cobre em fo-
llin e prego de dilo para forros de navios : os prelen-
trntesdirijo-seaoiueino, ou aos Senhores Mesquita
Dutra:
_>= Vende-se cal virgem em meiM barricas, ebega-
a prximamente, por preco commodo; na rua da
Moeda arinazeiii n. 15.
A 12^ rs. o corte.
Na loja da esquina confronte ao arco de S.-Anto-
nio, n. 5,ile Gujinaies, Seralim 6t C, vendem-se ri-
cos corles dMtiai de lila e seda com barra, os mais
lindos padrees, que leem viudo a este mercado ,
pelo barato preco de 12,000 rs. o corle.
Vende-se pofassa branca, da
mais reeem-cliegada por mdi-
co preco .' ein cas^deL. G. Fer-
reira & Companhia.
Venden-se chapeos de palha de superior qua-
lidade : em casa deHenry Forster & Companhia, na
rua do Trapieli-Novo, n. 8.
Vemre-se um terreno na rua que fica por de-
trs da rua da Aurora, em frente do fundo da casa
do finado Pereira com igual largura n dita casa ,
com 300e lanos palmos de fundo, o qual chega
at a terecira rua : a tratar na travessa da Madre-de-
Deos, n. 18.
Vende-se um molcquinho, de 12 a 13 annos,
muito bonito; urna preta.de 16 a 18 annos, com
prendas : na rua larga do Rozario, voltan para
os quarteis, n. 84.
Vendem-se 30 aeges da f ompanhia de Bebe-
rlie, novalorde70 por cento : nesta typographia
se dir quem vende.
Vendem-se 2escravos, demea idade, proprlos
para sitio por preco commodo, poro Joo se que-
lirer retirar : no principio da rua de llortas travessa
de S.-Pedro, n. 15.
P otassa da R ussia,
verdadeira e nova, em barris pequeos,
por preco muito commodo : na rua da
Cruz, n. io, em casa de Ralkmann &
Hoseomiind.
CF.1.0 A DINHEIRO
m ma do Senzalla-Velba, n. 18, das 8 as 11'horas
da manhfia e das3 at as 5 da tarda, preco a 3200
rs. a arroba e a libra a 120 rs. : adverte-se que niio
ha troco em cobre ou cdulas miudas, e por isso he
necessario trazerem os Srs. compradores a quantia
certa.
Vendem-se charutos da Baha chegados na
ultima embarcaclo de superior qualidade, a 2880
rs. a caixa nutra marca regala a 2400 rs., e
outra, a 1700 rs. de dflerenles cures : na ruado
Crespo, loja de miudezas, a. M.
fV, Vendem-se, por preco commodo, dous ocu-
los de dous punhos cada um e com dous vidros, pro-
pripsAiara Iheatro ; a lllustraco jornal universal,
encadernado; o Castrioto l.uzitano, ou a guerra
entre o Brasil e Hollanda, com o retrato de Jolo Fer-
nandes Vieira ; o Parnazo l.uzitano 6 v. novos; Lu-
ziadas de Camoes, 1 v.; Arithinetica do Besnut
assim eomo na travesa do Vera
giieie
numefos. O pagamn
sada lotera 4o TJvrH'ni
como d'anles a toda e qualuu
io de domi
Va rua do Trapicln
armazcm de ternaui
de Lncca,
vendem-se os sep eros, *t^H
chegados pela barca onleitiiras e
conservadas cm frascos ; salchichas cm PJ^^H
nos, de 3 4 l'bras; conservas da legumos, de^^^H
de pepinos ecebollinho, de variaqualida
xas; e tambem cbampanha, vnhj^H
ry, Madeira, vinho do Itheno, SauteffllH
quartolas e caixas;dito engarrafadi nuilo
bom ; superior cognac, rhnm deJamsis, US ^e-
nelira de Hollanda, vinho de Malaga vellio, ajj
garrafas; chocolate de Pamlle; passas inirJil
vejas: repolho conservado; barris pequeos
var; Imostarda franceza e inglesa, charutos,
tes objetos sao da melhor qualidade e por f1
commodo.
Rap princesa [Vovo-Lisboa
alJOOOrs. a libra.
De todos os rapi's que a industria brasijelra tem ate
boje fabricado, nenhiun Imita inellior o verdadeiro ra-
p princeza porlntrue?,, do qtse o inliluladu RAPE PRIN-
CEZA NOV<> LISBOA, fabricado no Rio-Q>-.Ianeiro, sen-
do tao perfeila a sua senielhanca, que os mais veteranos
Tabaquistas o tomaopelo genuino rape princeza de Lis-
boa.
Igualmente o fabricante deste rape teve a maior
felicidade em conseguir imitar pcifeitamente os ra-
ps reia-preta Mm-grouo e Ctmtnum, que nio_ao
igualou no aroma c suas qualidadeS, como na in-
dentca forma dos b,otes % cor dos papis, sendo
difllcl distinguir-se a copia do original.
O deposito deste escellente rape be no armaxeah 4e
AlvesVIanna, rua da Seozalla-Velha, n i0 e lainbrin
se vende nos trrs bairros da cidade : no do Recite em
casa dos Srs. Jos Dias da Silvae Pontest Sampaio, lo-
jas de ferraren rua da CadVIa-Velha ; no de S.-Aato-
uio em rasa dos Srs Antonio Domingos rerrelr rua
do Crespo, n. 11 ; Joaquim Jos Lody. loja de miude-
saa ,-rua larga do Rosario ; Jos Joaquim da C
a de miudezas na rua doCabug.; no Aterro-da-toa-
Vista lojas de miudezas dos Srs. Antonio Ayres de Ca-
iro & Companhia Antonio da Silva Gulmaraes e Ibo-
maz Pereira de Mattos Estima.
Vendem-se vidros para espelhai ,
re varios tamaitos ; ditos para vidraca :
na rua da Cruz. n. io.
CHOCOLATE DE SALJOE.
ATERRO-DA-BOA-VISTA, NA -FABRICA DE LICOR
DE FREOF.RICO CHAVES, n. 86,
ha aempre uin grande sortlmenlo de chocolate de todas
asqualidadrs Nao se faz preciso diteras boas quali-
dades, por ser conhecido e por ser bem superior a.
outros quaesquer que teem vindo e que yeem das oa-
tras provincias do imperio como tambem d Europ ,
porque o mesmo fabricante nao se tem poupadoa tra-
balhos para o obter superior a todos os que podeni se
apresenlar. Osprecos das qiialldades sao : saude ca
nella e baiinilha a *K n. ; o otiocolate ferrugiooto a
lauOOri. a-libra. Este ujtlmo se aclia agora mu co-
nhecido t em toda a Europa acha-se inui vangloriaj
do, por suda virtudes tnicas; e por este motvo mili necessario nos paizes quemes, onde sempre se pa4
derem as frouxidej de estomago e nos quaes os loni4
eos se torno indispensavris. Na mesma fabrica ha ll-l
cores de todas as qualidades e de todos os precos coiii'
ricas tarjas dour das, e por pre90 mais commodo do
que em outra fabrica ; genebra agn'arderle do reino ,
di'a de aniz dita de Franca, em caadas ou em garra-
fas ; vinagre branro r tinto muito forte a 400 e 500
rs. a ranada ; espirito de vinho de 3t> groi.
N. B.=Quen comprar o chocolate em arrobas, o obt-
r mais em conta.
Vendem-se dous excellentes e no-
vos pianos-fortes, feilos em urna das mai
acreditadas fabricas, sendo um delles
feilo por nova invenco, eaindaaqni nao
visto : em casa de Busstll Mellors&C,

rilo Santo, em 5 de mil ubi o de 1836 por escri.
ra hincada as notas do labellio pulilicut Jos Fan
cisco de Siur/a .Ma/allies Junii"-, tendo pago 1 SZi
nacional e o competente laudemio aoproprieUrio
o fina
em
q
lacionei e o competente lautiemio aopropneur.o da Magdalena enchameada de tijolo e cal
. finado Manoel Luiz da Vetg ; o que se faz pubiV* saiaa Squartos^e cozinha fra, urna ptima
|ual se protesta. I jlos para hurta nes de romeiras e ninhei
Compras.
ras para amolar:
no caes da Alfandega armazem do Bacelar.
- Vende-se urna casa terrea entre as duas pontos
da Magdalena enchameada de tijolo e cal, com 2
cacim-
ros de li-
jlos para horta pos de romeiras e pinheiras pr-
ximas a dar; tem de frente 29 palmos e de fundo
M, em chaos foreiros ; faz-se negocio favoravel: na
^a da Florentina, n. 16.
-Vende-se, ou troca-sc por algum terreno nos
ana baldes desta cidade, ou faz-se outro qualquer
"^cio com urna casa de taipa.bem frita,no princi-
"" palmos
quintal: no
.ompram-se nms, carneiros, vaccas e vk, 1,."Tz-------------5 : M
elas gordas, proprias paraacoulue : pro- X SpS.^mtCiMdf.,|''-fh,bie,n ^"'S '"
urcnT, ou maiitlem por escripia na rua 1A1, \ F?S.' ,adr,,h,da >m *? V
zario/ns. 6 e 11,ao,.dos quar'leis, ouiJ'T^V,0 %""? ' IAienV-da-Boa-\ isla, fabrica de licores, n 26.
Compram-se bois, carneiros, vaccas e vi
tel
cu
larga do Ruz
a,-U,Conq.ram-se efTedivamente escravos de ambos' ~^dm^^
hgcm-iw b.Io inda as idade* na mi Nrp iin Pn ;'c o\muilo superior qualidade, diecados u ti-
za. o voilam o para os Seis n H g I m""nV Liverpool, pela galera ingleza Culumbus:
a 30 annos : na rua Direita, n. 3, defronte do boceo|,0"1U'" V CosU & ComPanh,a-
de S.-Pedro.
Ct.mpra-%e um papagaio bom fallador : no lar-
go do Terco, u 16.
Compra-se urna commenda da ordem de Cbrit-
i que seja rica ; quem tiver annuncio.
Compra-se para remedio urna cobra de viado
3ue csteja viva: na praca da Boa-Vista, segundo an-
u- da casa n. 32, ou annuncie para ser procu-
rado.
\ 'mas.
* FOLUIiVHAS
de almanak c de porta.
A ediyo mais conectase com
pela que existe destas olliinlias,
est venda as livianas da pra-
ga da Independencia, ns. t c 8; da
esquina do Collegio; e na Boa
Vista, botica defronte da matriz,
pr,'jpeIo preco do costume.
len^-scfarinha de milho em barricas, mui-
to nova p.r preco commodo ebegada ltima-
mente propia para sustento de cavallos: na rua
da Madre-de oCos, n. '2, armazemtle Vicente Fer-
reira da Cosa
\o
LIVBODETODOS
oo
flanual da saide,
'on tendo
todos os rsclareclinVo, ,hrlcoa e praticos necessa-
r.os para poder prcp,tr e empregar, .!, o soccorro do
professor, os remedio^ ,P prf.SPrvar e curar.w proinp.
tamehte, com pouco dlYdiu> d, mor p,r,e dM\ol,^
lias curaveis, e eontegiK um T,0 ^ equivailfntP
a-aaudiknaa molestias ina.raTI,j]a *
dr um tralamento rspeci* (.ontra a coqueluche, e de
regras Bg.en.cas para tLlr aj ...o,,,^ '
o ,-f;elodoulr GAPIoesquellec.
Preco I^WHI rs. em brnciiu*
O suppli'iiiento, inilispriis
se gratuilainpule aos coinpr.
le trai as tre dillcrcnics re
agoa sedativa; este precios* :
tacan j tem ganbo, e que dc'i
para if mediar promptuuicntc
modos repentinos
Veode-se na praya da Indepen
As cautelas da lotera da cid;
ie de hoje em diante expostas i '
(loa-Vista, as lojas dos Srs. Ca
n. 4t; Thomaz Pereira de Mattos
k IrinJo, n. 68, e Antonio Arres
quem tem a obra, da-
r. Oditosuppreinrn-
ara a composico da
Uo que tanianha repu-
stir em todas as casas
accidentes c incom-
rua da Cadeia do Hecife, n. 3().
J\ania da Cadeia-
Velha, loj.i,n i9, de
J. O Elsler ,
vende-se ptimo Champanha --Sellery pouco vul-
gar em Pernambuco ; dilo marta copel, bem co-
nhecido.
Vende-se urna escrava parda meaja, de bonili
figura, cozinheira e que engomma liso | or mdico
preco: na praca da Boa-Vista n. 30, easa do briga-
deiro Almeida.
Vende-se cal virgem empega, chgada lti-
mamente de-I.isboa; mercurioloCe, em calBtbasie
3 libras : na rua da Cruz n 5jk ou na rua de Apol-j
lo n. 34, armazem de Mondes8 Tarrozo.
(> rain na lira do >alvad sexta edico correcta e augmentada : vende-i ni i
livraria da espina do Collegio.
_______
Escravos Futidos-
a, livraria ns.6e8
Victoria acham-
no Aterro-da-
Luiz Frrreira,
n. 54 Leal
atro, n. 7S,
Fugiu, nodia 8 de. novembro pasSado ui
escrava, de nome Joaquina, aa^naco NagOj.
um signal vrsivel as duas bandas do rostftj
um leque, marcado miudiiihc principando da boc-
ea alea mamila do ro6t* ; traja bahiaurta com sai
* nilo vestido, e lene* na cabega : querri a pegar, le-
ve a ruado Quoimldo, n 16, primuiro andar; assii
como pessoaaJguma poder compra-la e nein ven-^
de-la .senfiu%iua propria dona e na falta licara.
compra ou venda nulla esem vigor.,e quem aUvrrj
ocnilta pafi'r lodo o lempo que a dita preta eslH
ver fgida. i
Fugiu, npdia 3 do passado, urna preta da. i*
ta de nome Joaquina; representa ter 25 annos, y*y
da da Bahia ha roueri lempo ; levou saia de chita*
camisa branca e panno da Costa ; totn de signal cor->
tes nos ladd*da bocea, signal da. sua na#o : quem |
a pegar leve a rua do tjueimado n. 16, prinieiW/
andar, que ser generosamente recompensado.
Ha .
>KRN.
MUTILADO
MA TTP. DKK.F. DE FABIA. 1847"


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