Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09632


This item is only available as the following downloads:


Full Text


110 XXXVIII. IDIUO 225
m m ni
Nr tret aezes adiaitati SI000
Ptr treiMeze rencidoi 6|000
TERCA niU 30 II SETEMBH U lili
Par iiit atiaaUda ItfOOt
Parta fraaaa para a niMriatar

PERMMBUCO
MCARRBGA.DOS DA SUBSCRIPgAO DO NORTE.
Par.hyba, o Sr. Antonio Alexandrino da Li-
na ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Araeaty, o Sr. A. d Lemos Braga ; Cear o Sr.
J. Jos de Olireira : Martnho, o Sr. Joaquim
Mirques Rodrgaos ; Para, Manoel Pioheiro &
C.; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARR.BGADOS DA SBCRIPQAO' DO SOL.
Alago as, o Sr. Claodlno Falco Das; Babia.
o Sr. Jos Hutas Aires; Rio d Janeiro, o Sr.
J ja o Peraira Minias.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
pitada todos os diis as 9 fe horas do dia.
Iguarassu, Goiaona, evParabyba oaa aagandas
e sextas-(iras. "
S. Aoto, Beiarroa, Bonito, Cariar, Altioho
o Garaobana Das lerga-felras.
Pao d'Alho, Nassretb. Limoero, Brejo, Pes-
quera, Iugezeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vists.
Oancury a Exu as quartaa-feira.
Cabo. Seriohem, RioFormoso Una.Barreiros
Agiia-Prta, Piosente ras a Natal qaintas-eiraa'.
(Todos os crrelos psrtem s 10 horja da manh
EPHEMER1DES DO MEZ DE SETEMBRO.
7 Laa chala aa 5 horaa e 16 minutos ds tarde.
15 Qasrto moguante a 1 hora a 21 minutos da
I tarde.
23 La nova as 6 horas e 16 minutos da machia
|30 Quarto creacante a 1 hora o 28 minutos ds
larde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas e 6 minutos ds manha.
segundo ss 10 horas e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS,
Para o sal at Alsgoas a 30; para o norte
at a Granja 14 o 29 do cada mez.
PARTIPA DOS MNIBUS.
Pira o Recite : do Apipucot ia 6 1|2, 7, 7 112,8
e 8 12 da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da l.j de
Jaboato *61|2dam.; do Caxang a Forcea
As 7 da m.; d* Bemfica s 8 da m.
Do Recita: pira o Apipucot s 3 1|2. 4, 4 1|4,
4 Ift 5. 51(4, 51|2 e 6 da t.; para Olinda 7
da m. o4 l\2 o Caxang a Foroa 4 1[2 da t.; para Bemfica
as 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommereio: segundas o quintas,
Relago ; tercas o sabbadoss 10 horaa.
.Fazenda : quintaa Ss 10 horas.
Juizo do commercio: segundas so meio dls.
Dito da orphos: tercas o sextas s 10 horaa
Primeira rara do c;val: tergaa e asxtss so
dis.
Segunda vari do eivel: qaartaa a aabt
hora da tarde.
HITE OFFICIIL
DAS DA SEMANA.
Segunda. S. Migual Archanjo; s. Fraterno:
30 TerSa. S Jeronymo b. doutnr da ,,.
1 Qaerta. Ss. Vens.imo. Mximo e jii ,r3
2 Ouinta. Os snjos da guara ; S L-odee-erto
4 SabtMsJo. S. Francisco de sala fundador.
o Domingo. O Santisaimo Rosario de N Senhors.
ASSIGNA-SE
noRecIfo.em alivrerla da praca ds lndepen-
dencia na. 0 a 3. do proprietarioe Hancel F lauad.
roa de Paria & Filho. Stl
Alteres LouroocoJos Romo.Pisse portaris
concedendo a licenja pedida.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da m de setembro
de 1869
Officfo ao commandante daa armas.Constan -
dome que seeatao fazendoediflcagoes dentro da
rea da servido da futileza de Tamaodarsem
ceoga do governo, o qe j foi prohibido por
cilicio da presidencia dirigido a esse commando
d armas em 21 de Janeiro da 1858, sirva-se V.
Ere. de expedir as convenientes ordeos pars que
o commandante da mesma fortaleza noconaio- I
la um aemelbante abuso, prevenindo-o da que i
^or deapacbo de 30 de maio ultimo, se negou so !
P'dre Jos Porfirio Gomes a licenca que impe-
irou para edificar all urea casa.
Dito ao meamo.Sirva-se V. Exc.de dar aa I
suas ordena aura di que os quarteia mestres do
' batalbaode infantina a companbia de caval-
laria, comparejam no araenal de guerra para re-
ceberem os artigosque vieram da corle no hiate
nacional Damo.
Dito ao meamo.Nao podando aer compellido
a servir no exercito, segundo declsra V. Exc. em
seu offitio de bootem datado, aob o. 1852. o re-
cruta D imiogos Thom doa Santos, visto ter sido
dalle iseoto por haver Onalisado o tempode ser-1
viro, pode V. Exc. mandar pd-lo em liberdade. j
Dito ao mesmo Sirva-as V. Exc da expedir
as suas ordens para que o director do hospital
militar ministre a informago exigida pela the-
sourarii da fazsnda no o fu ci 'unto, com referen-
cia ao reqaerimento da Joaqun Antones de I'i-
gueiredo aonexo ao citado ofcio.
Dito ao meamo.Qaeira V. Exc. dar-me o seu
parecer acercado que expoe o commandante do
presidio de Fernando no incluso oHuio datado
de 5 da agosto ultimo.
Dito ao inspector da theaouraria de fazenda.
Comraanteo V. S. para seu conheeimento, qu
o brigadelro commandante. daa armas, declarou-
me em officio de 25 do correte, sob n. 1853.
ter designado o capillo do 4o bstalho do arlt-
hariaa p Jos Cerqueira Lima, pira comman-
dar o deatacamento de Garanhuns em substi-
teijo do capito Fumino da Cunha Rago, que
fallecen do cbolera-morbas.
Dito ao mesmo.Constando de officio do bri-
gadeiro commandante das armas de bootem da-
tado, sobn. 1856, qae o africano livre Jos 3o
que se achava ao servigo do hospital militar, a a
favor de quem maodei pasaar carta de emancipa-
jo fra admittiJo naquelle estabelecimenlo na
qualldade de aervente com o nome de Jos da
Costa; assim o communico V. S. para seu co-
Lhecimeoto e aireego.
Dito ao meamo.loteirado do conte lo da sua
informago de hootem, sob n. 911 dada acerca do
requerimeoto que devolvo do jiz do direito da
comarca do Brejo bah>rel Lourtojo Franaciaco
de Almeida Catanho, autoriso V. S.*a mandar pa-
:- -r ao supplicante os seus vencimentos relativos
ao mez de agosto ultimo, em que sleve doaote.
Dito thesoursria proviocial. Tendo em vista :
a s-aa informaeSo de hontera. sob n. 500 dada
cercado requerimento qire devolvo de Louren- '
S > Joa das Nevea,autoriso V. S. a mandar pagar-
lite aquanila de 7230JO ra., proveoiente do ata-
H i-I, a cootar de julho deate aono da casa qae
serve de cadela e de quartel ao destacamento de
polica na cidade do Rio Formoso.
Dito ao capito do porto.Fago apreaentar
V. S. o recrula de marioha Antonio Cindido,
aliii deque lhe d o conveniente destino depois
de inspeccionado.
Dito ao delgalo encarregado do expediente da
repartidlo da polica.Requesilanlo o juiz mu-
nicipal do termo da Cimbres por officio de 11 des-
te mez os reos Domingos Gomes de Aguiar e Ma-
l oel Barnardo da Gaerra, ilira de serem sub-
mettidos a julgameoto na prxima sessao do jury
convcala para o dia 10 de outubro vindouro,
h -ja V. S. de os remetter para all em tempo
de serem julgados naquella sesiao.
Dito ao commandaute superior de Garanhuns.
Com a indias copia da ioformaQo ministrada
31 24 deste mez pela thesoararia de fazeoda e
sobo. 913 respondo ao officio que V. S. me diri-
gi am 20 de agosto ultimo n. 31, ceres do pa
imenlo dos vencimentos relativos so mez da
riatembro do aono prximo passado dos guardas
acionaes destacados nessa villa e na povoa^o
de Corrente.
Dt ao directK do a'seoal de guerra.Res-
pondo ao seu offitio de 25 do corrente sob n.
272, declarando-lhe que pode Vmc. contratar
cim o meatre ou consignatario de qualquer era -
.oi-.-.ico que segair pars a Parahiba a eoolucgo
de 12 reparos a Onofre que aa achara promptoa
ern destino a fo.tileza de Cabelello daquella
provincia, oa quaea tirara maodadoa (omecar por
aviso do ministerio da guerra de 20 de margo ul>
irao.
Dito ao conselho administrativo.Promova o
conselho administrativo a compra do obja.to
'".Q-tiQle *o pililo jui.i i para fornecimeato do
almoxarifado do arsenal de guerra.
Dito ao Juiz manicipal de Cabrob.Em vista
do qae informo* o brnideiro commanoaote das
armis por officio n. 185i, di 25 do correte, jun-
;> por copia, nao pie ser satisfeita a requislc.ao
da um destacamento para aise termo comida em
3n offisio da 20 da agosto ultimo.
Dito ao juiz da> direito do Brejo.Respondendo
ao officio da agosto ultimo am que Vmc. pede
destino para a quaotia de 144$ que a commissao
benelcenle deaaa vilia lhe entregara como res-
tante da subscripto promovida a favor dos indi-
gentes dasae termo, por occasio d* desenvolver-
se ahi a epidemia do cbolera-morbus qae feliz
mente i se acha inteiramente exlintta, tenho a
dizer-lhe que a referida qaaotia deve sar appli-
eada as obras do cemiterio dessas villa se nisso
consentlrem os subscriptores.
Dito ao juiz de direito de Pao d'Alho.Remet-
i Vmc. copia do aviso expedido pelo ministe-
rio da jusliQa em 4 de junbo ultimo approvauio
a ieciso dada por esta preslleneia a consulta
(eita pelo juix de direita da comarca da Boa-
Vista, com referencia a serem ou nao jolgados a
reveha oa reos dos crimes de que trata a lei de
2 la julho de 1850, como .Vas. solicitou era seu
: u.-io de 2 deate mez.
Portara.Oa Sra. agentes da companhia bra-
sileira da paquetes a vapor miadem dar trana-
porte para a Baha por conta do ministerio da
i ierra no vapor que se espera do norte a Manoel
Jorge da Paschos, qae teva baixa do sarvico no
7" bstalho de infantaria a eat compreheodido
na disposisio do aviso da 19 de novembro de
1355.
Dospaielaos do da 25 de setembro.
/feguertmentoj.
Abaixo assigoadoa moradores oa Cabanga.
Informo o Sr. inspector da thesoararia de fa-
zen 1a.
Padre Camillo deMendonga Furtado.Ioforme
o Sr. inspector do araenal de marioha, a quem o
sjpr>licante apreseotar o menor.
Felii Franeiaco da Paz Jnior.Informe o S%
deaembargalor provalor da Santa Casa da Mise-
ricordia.
Ignacio Jos Barbosa Informe o Sr. juiz ma-
nicipal do termo d Barreiros.
Jos Francisco Carneiro Monsairo.Satisfaga
a exigencia da thesouraria de faxenla, constante
da copia junta.
Jos Joaquim Ferreira de Carvalho.Ioforme
o Sr. Dr. juiz municipal de seganda vara.
Capito Laiz da Franca daCarvalho.Sagundo
ioforma o iospecl ir da thesouraria da fazeods j
foi tffecttiido o adiantaoeoto de qus se trata.
EXiERiOR
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NkMBUCO.
Hamburgo, 6 de setembro de f 8G9
A empresa da Garlbaldl. E' uso o aasumpto
que Beste momento praoceupa excluaivameote a
diplomacia, a imprensa, e a eooversago geral.
Mallogrou-aa a empreza de Garibaldl, com maior
promptidao do que meamo os mais apaixonados
amigos do gabinete Rattazzi tioham oasado de es-
perar, o intrpido general acha-se ferido a pri-
siooeiro. Vamos recapitular aa occarrencias, que
assim encontraram a sua concluso.
Os nossos leitores j sao informados do levan-
tndolo de Giribaldi oa ilba da Sicilia. Debaixo
do grito de Roma ou a morte, o vencedor de Mar-
sala tioha desenrolado de repanteo astaodarte da j
guerra. O ministerio Ratazzi fez todo o possivel
para dissuadi-lo por bom modo da sua empraz*.
Foi ludo dabslde. Garibaldi exigir como primei-
ra condsio a retirada do gabioete Ratazzi, o
qual elle accussva de urna indigna dedicsco
Franja, trahindo a Italia.
O governo se decidlo eoto a meios violentos.
Urna proclamado real esligmatisou a empresa do
obstinado general como reballio. enviando-se ao
mesmo tmpo tropas a tropas para a Sicilia para
dispersar os voluotaiios que se reuoiam ao redor
de Garibaldi. Garibaldi ratiroa-se para o interior
da Italia. Por tolos os lsdos lhe seguirsm as
tropas, v]gisndo-o e trstando de cerca-lo, para
obriga-lo arender sa, evitando ao mesmo tempo
todo o encontr ssnguinolento.
J se dizia qae a cercadura da Garibaldi se
achava effecluada, e que s lhe restava de capi-
tular. r
Recebeu-se ento de repante a noticia que elle
soube Iludir ocordo que o cercava e esqtaiva-
ra-se. A noticia era exacta. Por meio ds mo- I
vimentos fiogidos tinha elle feito crr aoa gene-
raes Rieotlt e Mella, que tencionava avaDC,ar con-'
Ira Messina, ao mesmo tempo que marcho com
ama parlados seus voluntarios para Citania. As
tropas ali collocadas foram forceadas pela ppala-
gao a renunciar a qualquer resistencia e a reli-
rsr-se. Garibaldi entrou em Cataoia ; elle tinha
ganhado o mar, dando urna nova prova da sua
hablldade de zombar de todos os impedimentos.
A consternarlo em Tarin foi grande. Toma-
ram-se novas medidas enrgicas. Cialdini rece-
beu o commaudo superior em lugar do general
Cugia ; novos bstalhes receberam ordsm para
marchar, e foram embarcadpa com a maior rapi-
dez para a Sicilia. O almirinte Persano tomou o
commando da esquadra. Tbrnou se mais ssvaro
o estado de cerco oa Sicilia, e declarou-aa em es-
tado de bloqueio as costas, ao raesrao tempo que
o general Lamarraora em aples foi aulorisado a
impor o astado da cerco sobre as provinciaa na-
polilmas do continente.
Pareca ipmossivel que Garibaldi podaase pdr
p no contioeo*. tanto msis, achando-se duaa
fr.galj. noiiafiat diaate do C'tinis. Tambem
possivel. Apoderou-se de dous vspores surtos
no porto deCatania, um fraocaz e outro ioglez,
nosquaesatravassou para a poota meridlooal da
Calabria, desambartou em Melito. As fragatas
italiaoas nao linham oasado de atacar as bandei-
ras francezse inglesa, o bloqueio achaodo-se de-
corado, mas nao tendo anda entrado am vigor.
Garibaldi achava-se pois no continente. To im-
possivel que tinha parecido que elle conseguira
sso, tsnto mais lodubtavel pareca agn, da-
pois do fseto consamado,|o futuro successo.
Na Calabria, porm.o governo tinha preparado
tudo para ir so eocootro de Garibaldi. Quando
elle ae dirigi em primeiro lugar para Reggio, en-
controu ali una guarnigo tao forte, que logo
abri mo do plano de se apoderar desaa cidade.
Em lugar disso elle se decidlo de lan^ir-se pars
as montaohas, de reunir todos os seus compa-
nheiros e formar ahi o centro da insurreiQio. Os
Apeninos meridiooaes comeara perto do monte
Torcone e acabam no cabo delll Arm ao sal de
Reggio, no de Messina. Tem um estendimento
de cerca de 550 kilmetros. Por meio de Aspro-
monte, urna das suas massas priocipaes, corre urna
estrada, ramitlcaodo-se para todas as sabidas dos
Apeninos a conduzindo para todos os pontos inac-
ceaaiveis da montanha. A eatrada passa por um
desGladeiro, cajo altissimo ponto se acha situado
a mais de 1,300 metros sobre o mar. Se Garibal-
di chegaase a passar esse desflladetro, o seu ea-
tabelecimento na montanha se achava effectuado,
e elle era aeohar da Calabria, da Basilicata. da
Tarra di Bar a da Terra di Olranto, e p.odia fazer
essis provincias o caotro da sua empreza, para
d'ali progredir em primeiro lugar sobre aples.
Com effaiio, pdleGiribaldichegar at Aspromon-
ta acompanhado de cerca de 800 homaos.
Mas ali oalcan;aram mile oito centos bersa-
glieri debaixo do commando do coronel Pallavici-
ui, um official to coohecido pelo seu intr-
pido valor, como pelo seu odio cootra Garibaldi.
Se Garibaldi tivasse continuado a aua march<
aem dilago, taria escapado provavelmenle aos
seus persegu lores, ganbaodo o sobredito desfila-
deiro em cuja prxima visinhanga se achava. Mas
como dizem as noticias que al agora nos chega-
ram, elle deixou deter-se por ama ardileza de
Pallavicioi. Este mandou-lhe um parlamentario
com o aviso que tioha urna carta do re a entre-
gar a elle, Garibaldi.
Acreditando nessa participado, Garibaldi pa-
rou na sua marcha, esperan lo a chegada de l'il-
lavlcini. Com isso a sua sorta flcou decidida.
Quando Pallavicioi tinhi diante de si Garibaldi,
exigi delle de se render, e sendo isso recusado,
atacou o pequeo numero de voluotarios.
Seguio-sa um eombate que uo darou multo,
e Garibaldi recebeu um tiro no p, e um outro
oa coxa, e o que dos voluntarios nao pode esca-
par, foi obrigadoa render-so torga superior das
tropas reaas, juntamente com seu chefe ferido.
Tere isso lugar no dia 29 de agosto.
Como se diz Garibaldi rsclamou aer transpor-
tado para um navio inglaz, para emigrar para a
Amrica. Por orlem telegraphica do governo,
porm, foi elle lavado aobre um navio de guerra
italiano, e con lazido para Spezzia.
Presentemente elle se acha em Varignato, per-
to de Spezzia, Jme se preparar .ra para ella apo-
sentos, e o governo poz a aua disposigio alguns
doa mais acreditados mlicos di Italia. As saas
feri las segn 1o se diz nao sao perigosas.
Um conselho de minist-os qua se reuni em
Turio, no dia 3 do correut >, resolveu provisoria-
mente que lhe dever ser feito o processo. Essa
reolago entretanto nao parece anda ser defi
nitiva.
Com a apprehensao de Garibaldi ; o movlmen-
to, que principila a orgaoisar-se debaixo do gri-
to : Roma ou a morte perdea em todo o caso
a sus cabegs ealma. Mas tambem era alto tem-
po para ogoveroo suecumbir. Tambem por todo
o norte, nomeadameote em Milo, Genova e Flo-
reara, a irritarao j tinha tomado ra carcter
ameagadar, e s i pre;o da iagereocia militar
sanguinolenta, que at l maito casto ss po-
de austentsr a tranquilidade.
Bem as comprehende qaeaa vagaa urna vet ir-
ritadas nao ss acalmam de repente, e em Milo
o boato da morte de Garibaldi, que ae propagou
juntamente com a noticia da aua derrota leve por
consequencis aceas tumulttosas.
Acham-se tambem ainda diffareotea corpos de
voluntarios naa montaohas dos Apeninos, que sao
perseguidos pelss tropas.
Se o governo oassr, o que contado nao de
peoar, detxar cumprir-se contra Garibaldi todo o
rigor da le, nao de prever, sonde isso levar
a Dana. Tambem urna parganta, aa mesmo no
melnor caso, o miosterio Ratazzi ae sustentar
anda por muito lampo. O uoito meio para ga-
rantir a sua darago, seria urna condescendencia
da I-ranga na queslao romaoa. Em quaoto Ga-
ribaldi se achav anda debaixo de armas, o gabi-
nete francez declarava qua a viata das ameagas
da revolaco a honra militar da Franc. prohiba
toda a qualquer conceaso. Com a e'pprehenso
ae Ltiribaldi flcou removido aasa motivo, omta-
do naoss pensa que isso ter por coosequeocia
qualquer mudanri oa altitude da Franja, e tanto
menos como a rpida suppresso da tentativa de
Garibaldi pelas tropas italiaoas passa de novo um
risco sobre certos planos favoritos qua o impera-
dor Napoleo Do deixou aioda chir. E' um sa-
grado publico qae em Paris oada ae dssejava to
ardentemente do que, qua Garibaldi nao fossa
vencido por tropas italianas, e que ss tropas fran-
cezas tivessem o triampbo de o sajeitar. Para ,
conseguir esse Dm com tanto maisseguranga, at
(a se tinha pensado seriamente em urna occapa- '
gao de aples por tropss francesas e s s deci-
dida declarago da Ioglaterra.de nesse caso tam-
bem fazer desembarcar tropas na Italia, qua fez
falhar por ora essa plano. Tanto mais sedente-
mente se desejava a apparlgo de Garibaldi dian-
te de Roma. Podia-se ento ter allegado que o
remo da Dalia, oa sua presente forma tinha de-
notado a sua incapaeidalede satisfazer as condi-
ges de independencia poltica, e ter-se-hia echa-
do o dessjado motivo de voltar s antigs ideas
seumaconfederago italiana com regimeo mura-
tiata. O dia de Aspromonts poz termo a toda
estas especulages, e muito Dater*lqueem Pe-
dia, depois de desvanecido o bello sonho de um
esleodimento do poder francez na Italia, se te-
nha menos do que nunca a vontada de abrir mo
do poder que ali anda se tem pela oceupaco de
Roma.
Emtretanto o governo Ratazzi, que sam urna
acquuigao na queatao, Romana, agora a aua
existencia em maior perigo aioda, est instando
em Paris na evaeugao de Roma, e do mesmo mo-
do a empreza de Garibaldi se tomou para a In-
glaterra o renovado motivo para exigir a mesma.
A queflao do tratado de commercio entre o
Zollvereta e a Frange entrou em urna nova pha-
ae em consequencis de um recente pasao da Prus-
sis. Como os nossos leitores j sabem a Baviera
e o wartemberg recesavsm da adherir a esse tra-
tado. Por motivo dessas recasa, a Praaaia diri-
gi duaa notas a esses dois estados, as quaes
empreheode combater aa raides, qae os meamos
fazem valer pela sua recusa, dando d'outro lado
a declarago, que no caso que a Baviera e Wur-
lemberg iosistisssm definitivamente na saa recu-
sa, a Prussia considerara isso como a declara-
gao da sua vootade, de nao renovar com alia os
Vo'. do 7-'j|l,8ren decorrenlo no anoo de
1864.
O efieito dessa ameaga do rorapimeoto do jM-
vereio, deve-ae esperar.
As duas nntis prassianas sao datadas le 26 de
agosta, e vista a brevidade do tempo desle en-
to decorndo, nao podia aioda ter chegado urna
res>osta.
iSffiW S,rla ensaca a rDenllna demlssao do
ministro dos negocios do interior no lianover,
o conde de Borries. Elle era a alma do gabine-
te retrogrado, e ainda ha pouco altamente naa
gragas de el-rei, qae lha tinha conferido, a dig-
nidade de conde.
Os motivos dessa demisso acham-se ainda
envoltos em urna certa obscaridade misteriosa.
O mais provsvel ser o ssguinte :
Ha algum tempo o partido beato obteve de el-
rei, que Iba, dedicado, iotroduego 'am novo
cathecismo em espirito hyperorthojoco.
O conde de Borrias nao aaherente desse par -
lldo. e tinha desaconsejado a introduego do no-
vo cathecismo, do qual previa que encontrara
viva resistencia no povo, Easa resistencia nao
faitoue tomou am carcter to ameacador, que
el-rei retirou a ordem da iotrodutcao 'toreada do
cathecismo.
O partido basto exprobroa ao conde Borries ha-
ver tolerado essa resistencia, em lugar de.a sup-
prir no germen, e ao mesmo tempo segundo ae
diz, convilalo palo ret ae tomar parte n'uma
conferencia de eedeaiasticos eseculares para exa-
minar a questo do cathecismo, elle raapondea
que desejava flear estranho a essa queato, em-
prehendida contra o seu conselho. Parece que
isso offendeu a el-rei, e juntamente com o ordem
que saspendeu a introduego forjada do novo ca-
thecismo, apparecea a demisso do conde Bor-
ries.
Nao tem a mesma conoexo com urna mudan-
gadoeyatema poltico; entretanto porm nao se
pode ainda achar um humera a'estado conserva-
dor para easubelece-lo, a segundo parece nao
se encontrar to fcilmente o succesaor procu-
rado.
En IIssse'Darm9tadt as novas eleigoes psra a
dieta se achara em andamento, e o resultado das
mesrras se mostra em favor do partido progres-
ista allemo, isto da fuso dos aotigos parti-
dos liberal e democrtico.
Com o coogresso dos juristas allames, nos
all nos das do mez de agosto, principiou a es
tago deste anno 'das asiemblas allemea. Se-
guiram os congressos dos homens a'oflcio alle-
mese dos agricultores sllemes, ambos esta vez
em Vienna.dos naturalistaslallameslem Carlsbsl
etc. etc.
A cidade de Vienna e o governo da Auatria
emulavam de receber os juristas allemea da ma-
neira a mais affavel, e em saa honra arranjaram
um numero de festividades, que desviaram de
certa maoeira do proprio fin cientfico da reu-
no. Tanto mais claramente se deixou perce-
ber o fim poltico de exercer sobre os reunidos a
melnor impresso possivel em favor da Austria
para fazer propaganda poltica, pela poltica de
Vienna na Allemanha.
A imperatriz d'Austria, depois da se achar
consuetamente restabelecida pelo uso das aguas
de Kisslngen, voltou para Vienna, a foi recebida
com as mais vivas sympathtae pela popalago da
capital.
A reunio at agora, da pasta dominiaterio do
commercio e da marioha em urna mo, na do
conde Wickenburg foi abolida, e o governador
de Tirol, baro de Barger foi nomeado ministro
da marioha, em quaoto que o conde Wicken-
burg contioa como ministro do commercio. Ao
mesmo tempo o ministerio da marioha, alera da
frota, tica encarregado de todos os negocios con-
cernentes marioha mercante, e os negocios do
correio e dos telegraphos psssarsm do ministe-
rio das linaocas para o ministerio do commercio.
El-retda Pruasia foi passar doze diss nos ba-
nhos de Doberam no Bltico.
As distusses da cmara doa deputados prus-
siaoa se oceuparam no ultimo tempo exclusiva-
mente como a aolugo de peligoes e nao apreseo-
tam nada deinteresse.
A commissao do orgamento concluio as saas
reunios acerca do brgamento militar.
Foi raaolvido rtacar-se todas as despezas extra-
ordinarias exigidas pela nova organisseo do
exercito.
A sesso plenaria acerca do orrimeoto militar
provavelmente nao ter lugar seu jo no dia 14 do
correte.
Paris 9 de setembro de 186%.
Foram abertas ss aeasoesdos conselboa geraes,
que deram este anno comego aoa aoui trabalhos
aem preceder, como do costumes, o respectivo
discurso de abertura, e rsaposta ao mesmo, que
sao em taes casos cbos fiis da poltica imperial.
As presidencias desees censslhos couberam a
persea agens oicaes mu distincta* e coniidre-
veis, completamente dedicadas i dyoasta napo-
leonioa. Em lempos ordinarioa taes a raigo do
podar fariam o paoagyrico doa actos deste, com-
mentavam eaxplicavam ; do quepo liara cother-
aa aempra precio.oa eselareeimentos. Maa desla
vez que, como dissemos, nao bouve discurso de
"fa.nem a competente resposla, oa referidos
conaelbos emrara,a aem mais prembulos na-dis-
cussao 4a queate. secaodarias, o de pouco io-
teresse. r
Ci ene qua i vlata do que aa passa na Dalia
~"h -- poder* ouer aobre um aasumpto a respailo do
qaal o govaaio o primeiro a guardar to obsti-
nado silencio r En porqae o maiUmo tem aido
proclaaatdo, e fielmente observado I
Com effeiio a politiaa imperial acerca dos ne-
gocios italianos ha sempre apreaentado eatraohas
e inexpiicaveia vteissitudes : e parece que quanto
mala avaogam os tactos mais iodacifravel se tor-
na o enigma oesss poltica! Foi am nome do
priocipio das nacionalidades que se produzio a
sua iniciativa : a guerra de 1859 fez com que as I
populagoes it.lianas eacarassem como provaval a I
realisago doaau sooho de muitos seculos. Mas
logo as victorias de Magenta e Solferino tlveram
por contraposigo os tratados de Villafranca e da
Zanco.
Se ramootarmo-nos i brochnra aami-offieial,
intitulada Napoleo III e a Italia, veremos qae
o imperador daclarou que a saa polerosa intsr-
vengao tinha portim crear urna confelerago dos
diversos estados ds peniosula : mas acontecen
qu* a razo das popalagis italianas, querendo
muito mais, abragou a nnificscao completa o ab-
soluta. v
Apasar da m vonlade di diplomacia, apeau
das ootis axeiraloraa do Monitor Francez, os
povoa torga de sabelaria coujuraram a reatau-
ragaa do poder dos archiduques em Florenga, Ma-
dena, eParma. depois tambem do podar do
soberano poutifice as H.rcas a na Umbra.
Acooteceu mais ainda u.ue Garibaldi, impelli-
do pelo aopro dessa idea gigantesca de unificago
Garibaldi, feliz a tarrivel sectario da causa italiana
destruase, e loroasse irreslaoravel oas Daas Si-
cilias o poder dos Bourboos de aples.
*,**' Poil projecto de urna confelerago
italiana foi perdeodo de dia em dia, e ama a um i,
todas as probabilidades de sua realisago ; e as
velhia provincias da Italia com a conseiencia,
qae Ibes davam asnecessidadesda patria regene- j
da, asseguravam o seu futuro, tornando-sa oa
nlmimente aolidas a compactas, e a porfa tazan-
do o sacrificio espontaneo desse municipslismo,
que at ento lhes ha va imposto a saa gloria in-
dividual.
Qaando morreu o Sr. de Cavour s Franga de-
cidi-se a recoohecer offictalmeota o reino en-
grandecido da Vctor Emmanuel ; a deste acto
pareceu resultar a conssgrago definitiva da obra
em que depois das victorias de Magenta eSolfe-
noo os Italianos prosegairam por si meamos cora
tanta corag-m. Reatavam Veneza a Roma ; Ve-
neza oondo-aa de lado provisoriamente, tratou-
aa ds fazer da Roma a capital da Italia recons-
truida^
Com'i ae qufzesse ser fiel ao pcosameoto que
'be pavla lasuirado o recoohaclmeuto olcial ,o
novo reino, o governo francez permtttio a todos
os jornaes essa crasada ante-clerical que tinha
j silo inaugurada com a applicago da celebre
brochara O papa e o congresso e que com o
risco da gtaras coosciencias no mundo catholt-
co demoostroa toda a futilidade do poder tampo
ral do papa.
Em coosequeocia de tudo isto a conquista de
sus capital pareca a Italia apern ama questo
de tempo. Os actos diplomticos deveriam pro-
dazir pouco a pouco, e aem cataslrophe, a con-
sumado desse grande faeto.
Em Tariu imaginavam todos os meios de sgra-
dar ao govarno daa Tulheras, o qual pola con-
seguir qua o Sr. de Ricasoli, aecusado de sym-
pathlas exclusivamente britaauicas, cedesaa o
lugar ao Sr. de Rattaizi, mais dcil e moderado
em auas vistas.
A misso do Sr.de Rattazzi limitiva-se a con-
ter o ardor impaciente dos Italianos at que ob-
tivesse da poltica franceza a solugo da questo
romana. Em toda a peuiosula aguardava-se com
aociedade o resultado dessa looga demora, quan-
do o novo jornal A Franca redigiio em Pa-
ris pela peona assz aatonada do Sr. de Lague-
ronaiere declarou qae nunca Roma seria capital
nificada 1
D'ahi proveio entre as populagoes ama indis-
cnptivel emogao : ningaam sabia o que penaasse
deasa Franga que ora encorajava ora reprima o
impeto, dassa poderosa protectora que quera e
nao quera ao meamo tempo. Osseniimeatos de
resonhecimeoto desappareceram cedendo o lugar
ao despeito e colera. Oa impacientes comega-
ram a fermentar ; e foi arrestado por essa cor-
rete de ressentlmenlosque Garibaldi, o patriota
aventureiro, concabeu a idia de obrar por ai mea-
mo, a oblar por meio de tama impoDenie mani-
featago aqoillo que o Sr. da Rattazzi nao podia
oMsr da seus protectores.
A' noticia dests deliberago de Garibaldi, e do
comeg de suaa hostilidades, o Monitor Francez
declarou que qualquer movimento demaggico,
longe de abalara Franga, mais ainda a fortifica-
va na idea da oecapario ds Roma, pois tasto
eslava empeohada a sua honra.
O Sr. de Raltazzi que nada con-^uia da di-
plomacia, e que to pouco podara rafrear o par-
tido da acgo, quiz dar Fraoga penhores de sua
propria forja, e vencer se possivel foasa a resis-
tencia passiva desta nago, emprehendenlo urna
luta enrgica contra Garibaldi com risco da coa-
servago ae si mesmo, e de ver suscilar-se depois
da derrota do movimento garibaldino, afinal de
.' cootas bem constitucional, um outro movimento
bstanla perigoso e temivel paraos destinos ita-
lianos o da demagogia mazzioiana 1
ji.Garibaldi fot preso, e apeaar disto o gabineU
das Tulhsrias cooserva-se ainda immovel, como
se nunca houvesse abandonado o seu velho e
obstinado projecto de confederago, nem mesmo
quando recoohecia o reino de Italia, nem mes-
mo quando autorisava imprensa franceza a
crusada ante-clerical: ou melbor ainda como se
guardasse em si nao sabemos que mysteriosas
intengdes I
A submissodoSr.Rittazzinoaalvou a actuali-
dad ; e ascousaa presentemente esto talvez mais
complicadas do que nunca. Deludo isto poie
resultar a guerra civil; e a Franra nter viudo
nessa luta deploravel a poleria destruir, e evitar
assim a perda de muitos homens e dinheiro-
Em sce dessa doloroaa victoria que o gabioe-
te de Tarin obteve sobre o ceg patriotismo de
Garibaldi, aclaalmente na Italia que se con-
centrara as mais seriaa preoccopagoes europeas.
Passamos agora a dar alguna promenores desse
novo suc esso.
aribaldt desembarcando na Sicilia se poz em
marcha frente de alguna milhsres de voluntarlos
mal armados, iodo de cidade em cidade at Cal-
tanlsetta e Castro-Giovannl, pregando a cruzada
contra Roma e contra o poder temporal, e por
toda a parte sendo eothusiasticamenta recebido.
Passando para o lado opposto das montanha, e
reconhecendo que o seu prestigio all nao era to
torte, modificou a sua marcha para Caanla e Mes-
sina. Nesta direcgo leve elle da lutar com os
esforjos do general Cugia, oomeado governa-
dor da tlha pelo Sr. de Rattazzi.
Cercado em Regelberto peloa generaos Loca-
telli, Boyli, e Mello, julgava-se que nao poderia
sabir desaa posijo sam atacar ao menos um des-
ees corpos, que era cada qual mala forte do que
todaa aa auaa forjaa de voluntarios: mas elle es-
teva re-olvido a nao atacar ss tropas reaes, de-
Pia da arvorer o sen estandarte no qisl achiva-
se escripia a divisaItalia e Valtor Emmanuel!
Recuou pois perspectiva de ama guerra civil,
que destruira a unidade italiana, e por urna ma-
nobra mui bsm executada chegou a 1* de agosto
em Catania ssudando por ardeotes sympthias.
ro dahi qae elle parti sobre Melito publicando
am manifest, que caracteriaa bem a sua em-
preza.
Ectrabiremos alguna trechos desse manifest
para que os seos leitores julguam a respeito do
que se tam dito das tendencias demaggicas do
movimeuto, e por si raesmos Tajam jastija.
O valor de Garibaldi como bomam polteo po-
de ter sido muitaa vezea contestad o; ple-se
aizer que o seu humor veotureiro- tem provado
mais fecidades do que profundas coocepjoes :
mas urna cousa est cima da toda a davtda e
contaatagaoo sea patriotismo. Voltamosao ma-
nifest.
" Italianos!
O meu programma sempre o masmo : qus-
ro quaoto de mim deoender que o plebiscito de
SI de outubro de 1860 saja urna verdade, qae o
pacto assigosdo entre o povo e o rei reeeba plena
exeeugo.
loclino-me perante a magestsde da Vctor
Kmmanuel, rei eleito pela vontada do paiz ; po-
rm aou hostil a um miosterio que de italiano
so tem o nome, a um miaist-rio qae por agradar
a diplomacia ordenou em margo deste anno as
prisoss e o processo de Sarnico, assim como bo-
je provoca no sul a guerra civil para asaegarar-
se das boas gragas do mpersdor Napoleo I
Um til ministerio nao pode, nem deva ser
tolerado : porque llude o rei e o comprometa,
como fez oa proclamaco de 3 de agosto cor-"
rente.
Com o seu munieipaliamo obstinado impelle
sepsrago as provincias meridionaas, e trahe a
nagao.
A libr de um senbor estrangeiro nunca se-
r um titulo de honra a de est'ma qae entre na
recommende um gabinete qualquer.
.... qua a formula do plebiscito salve a
Italia ainda urna vez ; que cessa toda e qual-
quer preoecupago local em face da grande idea
unitaria ; que tolos oa coragea o inteligencia
do povo italiano se unam e confraterniaem para
polermos chegar ao fim da nosss resurreigao ;
que o panssmento e sego ds todos os patriotas
sejam exclusivamente dirigidas para o lado da
empresa libertadora do Roma I O resto fica para
depois..... A Roma X Roma !e
O ealimento que mais domina nestas expres-
soes o horror guerra civil. Garibaldi quera
organissr um grande movimeato nacional, e con-
tva seoo com o aaxllio, ao menos com a ioae-
go do exercito.
Logo que os acontecimentos trsnstornsram o
seu calculo, a sua empreza sa deinaturou, e de-
vla por forja suecumbir.
Foi oa noite de 21 de agosto que Garibaldl se
apoderou das daas canhooeiras qae se acbavam
no porto de Caanla, a embarcou-se com urna
parte dos seas voluntarios, delxando ficar o groas
de suss (ropas.
A sua vi.gem at Melito, onda chc^oa no dia
seguinte as 7 hores.da ruanri, foi taita a bordo
n?nhte.ne'^:,,ll'6ar"cci' vapor pertenecate e con-
pannia Valery, serrlaao-a igumeme de um
paquebote italuuo.
Achavam-se naquelle dia no porto de Catania
daas fragatas Vctor Emmanuel e Duque de Ge
nova ; e nao ae podendo exolicar a raiao porque
os commandantes dessas daas fragatas nao obs-
taran! o embarque doa garibaldinoa, foram am-
bos transportados para Genova, afim de re3pon-
derem a am conselho de guerra.
Da Melito Garibaldl marchou para llg?io, para
dabi ganbar aples. Renuncion depois o ata-
que de R'tggio e dirigio-sa para a monlanhr.
Nesse interim porm, aando sarpreheodido pelo
coronel Pallavicioi, foi feito prisiooeiro depois de
ter sido ferido.
Dea-se este facto em Aspromonte, urna das
posicoes mais seguras dos Apenninos. Os volno-
tnos tiveram 12 morios e 200 feridos ; e foram
aprisionados em numero de 2.000. Entre alies
se achava Menoltt filho da Garibaldi que toi igual-
mente ferido.
Por essa cifra se verifica qae o coronel Palla-
vicini nao achou muita resistencia da parte dos
garibaldnos: o chefe destes nao leve nem um
s instante o pensamiento de inaugurar a uerra
civil.
De outro modo nao se pode conceber que o go-
verno italiano em to pnucaa horas conseguase
apoderar-se do chafa dos voluutarios e da meta-
de dos seus 4,000 homens, ao paaso qaa em dous
anuos nao tem podido acabar com Chiavone e
Crocco, que dispem apenas dealgumas centenas
de salteadores !
O coronel Pallavicioi, cujo relslorio nao leve
publicidade (o que d lugar muitas e dill'srentes
averaeaj foi promovido a geoeral.
Logo depois da preso Garibaldi foi posto abor-
do de um navio do estado, conduztdo para
Spezzia, e transportado ao Varigoano, onde es-
pera a sua sorta.
A noticia dessa derrota sascitou bastantss iras:
diversas manifestages tiveram lugar as prlnci-
paes Cidadsa da Italiaem Milo, Brescia, Co-
me, Liyouru, etc.: porm, a ordem tem sido rea-
ta beleci Ja pouco mais ou manos em toda a par-
te ; e a questo, que hoja se agita, versa sobra
se se dave convocar o senado italiano como alto
tribunal de justlga para julgar asas grande cri-
minoso, ou se se deva submelie-lo a um conte-
Iho de guerra. En noasa opioio a amnista tal-
vez fosse urna medida mais poltica.
Suspendendo em Aapromonte um movimento,
qua arrestarla comslgo toda a Italia, ae nio u-
vesse sido corlado em sua origem, o Sr. de;Rat-
tazzi e seus cohegas assumiram a urna verdadei-
ra responiabilidade. Garibaldi marchsva contra
o direito, isto verdade : porm marebava de
acord com osenlimenlo italiano. Ora, vencido
Garibaldi, nem por isso deixa de subsistir esse
senilmente ; e se lhe recusam qualquer satis-
fago bem para receiar-sa que sa nao precipite
elle em veredas muito mais lerriveii do que
aquellas em que marebava Garibaldi no paroxis-
mo do seu psliotsmo.
A victoria alcaojada em Aspromonte tam ne-
cessidade de ser consolidada pela solugo da
questo romana.
O governo, que venceu Garibaldi, nao poler
proteger o papa cootra a revolugo? Trata pois
de obter a cessago da oceupagao fraaceza. O
ministerio tem chamado os homens polidos mais
eminentes para consulta-Ios sobre o partido a
tomar em to graves circumstancias. Nao coosla
porm, que se tenba por ora adoptado coasa al-
guma.
Em Roma tem se espalhsdo urna verdadeira
alegra pelos acontecimantos de Aspromonte:
o governo pontifical julga-se Uvre da revolugo
italiana.
O cardeal Antonelli, e monsenhor Merode mos-
tram-se absolutamente tranquillos. Cbegaram
at mesmo a dizer que nunca duvidaram daa
lotences do governo francez. Acham-se n'uma
especie de observarlo para com oSr. de Laval-
lette e general de Montebello ; agora manleem
com elles relajes de intimidada. Em ama pa-
lavra a alts direcgo do mundo pontifical apr-
senla toda a apparencia da mais completa segu-
ridsde : e o que ha de maia singular e caracte-
rstico em tudo isto que a atltlude do general
de Montebello e de aeus officiaes parece justifi-
car essa coofianja do governo pontifical.
Ha por atli ama prevenjo bem saliente con-
tra o garlbaldinismo e-por consegainte contra
o ilalianismo. O circulo dos officiaaa fran-
ceses mostra actealmeote um temperamento po-
ltico mui pouco d'iffMentadaquelle que possuem
Mjpontifica,, o Sr. de Montebello Visita o jo-
.Pm0i,rN,a ,?m tg"b0 ""lindad*
que ha mano all se nao vta. qU8. lOd03 os dM
na conaelhos de ministros, presididos pele rei ,
pensam mui aeriamenta em restsurajo. rJm
navido movimento de tropea oo aul da Franca
com as remessas qae se f.zem para Roms\.
corpo de occeupejo redozido a saai regmealos
a ?fci3Ka' a om balbo de ca-adore a D
tfeofartsri. e a dous batalbes d candores pe-
occasiao da campanha da CaslelSdardo, e outra
vez redozdo a urna brigada ha qaiatro maza*
naa ml*..2 m"m0 p em **** hdJ
oaa mais criticas circornatanclaa.
Eotratanto tado isto nao impeda qu diyaraos
correspondentes digam em alto e bom wm qm
a corte de Roma lastima que ae tenham as eonsas
passado com tanta presteza, assim como -o re-
ceja que o Incidente de Aapromoote abale a eon-
solidagao do governo de Turin. qae junto das
priocipaes potencias pode ser tido como um ao-
verno forte, e senbor de sua posirio intarior
por conseguinte digno de um crdito real.
Neste bom paiz da Franja os nossos proprios
negocios nos chegam ao couhecimento por io:er-
medio dos jornaes estrangelrosque atraveasam aa
irooteiras. Lemos as columnas do jora.1 ia-
glez-Jfor/imj-Pojo resumo de um sesso >
conselho de ministros presidida polo impera-
dor. Abi se concedeu ao, gabinete italtauo ga-
rantiaa emaubido grao ; nostrou-e menos sym-
pathias pela causa pontifical, deixsndo-ae cre-
qe em menos de um anno a Franga nao teiia
Data um aoldado em Roma. Mas deiiemos ao
Morn\ng-Po$t a responsabilidade desta noticia
e esperemos pelos acooteetmentos.
Depois de (soto nos hsvermos oecupado dos
negocios Italianos, nao resta muita coasa a diza-
para completar aosas corraspou Jeocia por
quanto oeste velho continente a tata de Garibsld'
e do senhor da Rattazii tom preenchido toda
esta qmzena.
Nao obstante diremos sioda alguma couss a
respeito da Allemanha, da Polonia o do r-
ente.
A opposigo feita ao tratado franco-pruisiano
pelos estados do Zollverein, que de ordinario
regalan a sus conducta pela da Austria, conti-
na a sar um objecto de vivas preoecupages ora
Berln. A Independencia Belga, julga-se habi-
litada para dizer qae a nota prussiana em ros-
posta a recusada Baviera em adherir ao tratado
eatabalece mui claramente a adopgao deaae tra-
tado como condiegao essencial manutanco do
Zollverein.
Em ama outra nota qae o conde do Bernstoril
dirigi ao Wartemberg a Prussia propoe alterar
as bases em que ssseots a L'oio aduaneira alle-
raa. As resolugoes deveriam ser adoptadas nao
por unsoimidade, maa pluralidade devotos: e
para isso se estabeleceria urna assembla de de-
legados dos diversos estados, com assento per-
mameote, e deliberajo as quesles de interesso
commum.
Fizeram-ae em Varaovia muitas prisoes em
virtade de ama coospirsgo, a qae nao eram es-
it.rho. oa oHimos Vlsotadoa. fi pro-duuu.
aingto .o, roiacoa um. proelamacio multo
digna a solemne, a qaal um appello generoso
coociliagao. Nella ae publicara todas a, grandes
reformas que esto prximas, e que sosuflici-
entespara satiafazerem s necessidades naluraes
do paiz ; e termioa deste modo :
Polacos! Confiei-vos era mira como eu
conei era vos I Um s aentimauto nos ani-
me I Trabalhemos em paz, a de accordo, para a
prosperidade da Polonia, pedtado a Deus oue
abeogoe os nossos axforgos: e ento veris urna
nova era de felicidade e bem estar nascer para a
patria que tanto amaes I
Qualquer qae saja a magnanimidade pessoa'
do gcao-duque Constantino, compre reconhecer
que a Polonia apresenti o triste exemplo do qu3
engendrar pode a exasperarlo dos nimos ej
um paiz, qe muito tarda coosegue dos arbitroe
dos seus destinos as sat'sfagea que lhe ao leg-
timamente dinl.s. Os nimos esto to oxsl-
I lados que em Varsovia circulara subscripgoes
para mlssis fnebres por alma do noto marryr
'da liberdade L.uiz Saroszejuski, que expirou no
| patbulo como um here.
j Da Gallicia noticiim que tambem foi celebrado
| na maama int.ngao um officio divino na igreia
dos Bernsrdinos de Lerob.rg.
Devamos esperar para bem da Polonia q-
lessa grande agitajo se acalme, e que o gri0-
dujue aempre nlelligeota achara novoa motivos
; de mostrar-e sincera e corajosamente liberal.
A conferenciaa de CoDsiaoiioopla foram ou
; nao suspensas ? O caso nao est bem averigua-
i do, se bem que cartas vindas da Turqua expri-
mem a opnio deque ellas nao chegaram a um
resaltado. O govaroo ottomaoo prepara-se para
a guerra a tolo o transe contra os Sarvios. O
embaixador ioglez sir Henry Balwer anima a
Porta em suas disposicoes bMlicossa. O princi-
pe Labanoff. embaixaaor da Russia, e o aenhor
de Prokasck, intanuncio da Austria, mostra-
ram-se as conferencias muito scrirnoniosis um
com o outro. O embaixador da Prussia apoia ao
da Russia : o senhor de Moustier apreseotou
ideas conciliadoras, bastante aproximadas das do
pnnci.a de Labanoff. Vessick-Effendi voltou de
Belgrade. pintando eom sombras cores o estado
asiaeravel da gearoijoea turcas, a sobrexcita-
cao dos Servios : a concluio aconselhando que se
tizaasem conceis ;.
A' vista deste relatorio a Porta declarou qae
nao entrara em negociages, em quanto os Ser-
vios nao suapendessem os seus armamentos, e
demollissem as barricadas de Balgrade. A Ser-
via recusou acceltar astas coodiegoes, em conse-
qaencia do que a Porta retlroa todas as coo-
cesej fetas, declarando mais que callocaria a
questo no terreno flxado pelos tratados pre-
cedentes.
I--' bom sempre accrescentar que, se a Turqua
ss abalanga a um partido to firme e resoluto,
porque se seote apoiada pela Inglaterra.
Assim pois a lata entre a Turqua e o Mon-
tenegro est proxims talvez de renovar-se. A'3
deste mez houve em Cettigna um conselho a que
assistio de Raguse, cnsul da Rassia. Aa con-
dieges da Porta ao duras, e a serem ellas re-
cusadas, devem immediatameote comegar as
operajs militares.
Antas de concluir ests correspoodeocia diremos
qae correa o boato de urna eotrevista de sobe-
ranos as margena do Rheoo, com assisteocia do
imperador dos Frsocezes e do re d< Prussia.
Mas accrescentamos logo qae ests boato foi
daamentido, que Guilherme I deve ir a 17 do
correte a Osteode, de onda regressar para
Berln depois de ama demora de 15 das.
G. M.
MADRID.

10 de tetembro.
Acha-se conctaida de um modo dizoo de am-
bas ** oscoes a questo promovida pelo discurso
do imperador dos francezaa no acto de presen-
tar oa seas cradeociaes, como embaixador, o ge*
nersl La Coocha marques de la Habana.
Em quaoto os joroaes hespanhoes aecusavam o
embaixador de nao ter feito as convenientes re-
clamajoes, e o ministerio hespanbol de olhar
com inaifferenja o qae com razao ou aem ella s
tinha considerado como urna offensa najo hea-
panbola, oa generaes Concha e O' Donell, esda
cada um no sea posto, mostravam-se dignos e
circamspeetas, mas altivos e patriotas.
Quando foi contiendo o texto official do discur-
so do Imperador, o general O' Donell, como mi-
MUTILADO
_


- -

DIARIO IC fBBHAMIOCO TERC1 FEIRA 30 DB 5ETEMBRO DI 186*.
uistro interino de estado, preveuio o eosbaixador
de llespanh de que pediste explicages daca e
terminantes.
O general Concha lave em aeguida ama confe-
rencia com Mr. Thouventl para Ihe dar conta dai
intengoes recebidss. Mr. Tbouvenel mostrou-se
sorprendido de que tanto a impreosa de Madrid,
como o gobern heapanhol, tivessem dado urna
inlerprelajo deafatoravel ao discurso do impe-
rador ; me iccresecntoa qae levarla eo coche-
cimento deste quanto acabara de Ihe ler traos-
millido pelo general Concha.
, Assim o fez Mr.* de Thouvenel, e em coose-
juenc disto o imperador citou o general Con-
cha para urna conferencia as Tulheriss.
A entrevista veriflcou-se, e nao poda ter sido
-fe-
te. O movimento era continuado, mar vagaro-
so, porque a corveta nao tinha capseidade para
que todos ea moveasem vootade. Uin grande
namero de damas foi all sbrilhantar este ajan*
lamento, que podemos chamsr arraial a bordo,
c A oficialidad recebia as damas e todas as
roiis cordeal a satisfactoria. O imperador negou posta da direccSo, qus o dividendo com relami
'E que sendo boje acanhado o limite que ha 7
annoa se julgra euffieiarMe, ella entende dever
propor que o Humero 5 do trt. 8* seis asslm al-
terado :
o Comprsr e vender por conta propria oaro ou
prats, debaixo de quelquer forma ou especie, as-
sim como ttulos de divida publica, ama vez qae pessoas com maoeiras aa mais delicadas,
o emprego oeste genero de transaegoes nao ex-
ceda a terca parte do fundo emittido do baoco,
excepto, com conbecimento e approvagao da as-
semblea geral. x>
No dia 13 ha nova reuoi&o de assemblea geral
para tratar das propostas que deixamos Indi
cadas.
Em assemblea geral do banco mercantil Por-
tense, do i' do corred, resnlveu-se, sob pro-
ffsssrcr. iaasazi-sas?'a* '"'*
de Braga,
c Se
so primeiro semestre do correata anco economi
alguma naco hespaobola, ou sua |Co fosse de 3e mel por cento ou 79 por crio, tinha e animara !
justiicou a aaa liogasgem com necea- A reuniao tinha nicamente por fim a spprova- I c Quasi ao descahlr da tarde ecoou as duas
i margeos do Douro o ribombo de doas tiros de
em assemblea
que tivesse pasaado pelo seu pemamenlo fazer
offeua
raioba
sidade que senta de fazer coohecer a sua opi- cao do dividendo.
oio sobre os successoa do Mxico ; recordou to- | Em 30 do panado reunirsm-se
As damas, muilo especialmente, eram rece-
idas com urbanas e affeettosas attencoes.
Os officiaes sndavam como que encantados,
e, na rerdade, baria all damas, que encaotaram
um portugus acostumado a bellezas de mundo
elegacte, qusnlo mais um brasileo, queniotem
oas trras de Ssnta Cruz bellezas cerno as nos-
mas pecas, que, se nao se poda dizef hsrmoio- de que peco que me con.iderem ser '-~' ""?"-'- *?'*** nua,e'od *ilho faltavam
M e de primeira ordem, a bordo do navio entre- qualquer parte onde a mloha sorle
como um amigo e am irmo.
^representando a sbcisd.de dos senhor.s~.r- delfcTo "fiToV vWitooZ'g'WXafim
das as provas que Wm dado, desde que subi ao geral os accionistas da companhia viago Por-
throoo, de que deseja a amizade e o engrande- tuense para Ibes ser presente o relatorio o contts
U'oeoto da Ileapaoha, e dt> que profesas um ver-
Oadeiro atfeito rain ha Isabel, e concluio auto-
risando o general Coocha para qae communicas-
se o que lbe acaba va dedizer raioha de Hesp-
.i e o sea governo.
O general Concha, segundo parece, aprovei-
tou-ae destas ultimaa palavras para fazer ver ao
imperador o que sobra os sentimentos dasle ia
on. municar palo Madrid, eo imperador mandou
dizer ao general Concha que o seu despacho era
pertencentes ao anno ltimamente lindo.
A despeza geral feita com a conservado ordi-
naria e melboramentos das estradas do Porto a
Braga, do Porto Travage, e de Villa-Nova de
Famal'co a Guimares importou em 7:7138535,
que reunidos aos 3:0269153 de saldo em divida
das cootas anteriores prefaz 10:7498688.
O rendimeuto das porrentageos as estradas
cima referidss foi de 8:9599400.
Coofrootadss as duas totalidades
. resulta o de-
fectivamente quanto elle pensava, e senta nes- fieit da 1.7908288 que passa em divida para ora
ta questo. conta.
O governo heapanhol deu-se por s&tisleilo e j A companhia reeebeu do governo os juros e
assim termioou esta deaiulelligeocia. amorlisaces que lbe erem devidos relativos a
Estes despachos anda nao foram publicados, 1860 e 1861, cootindo a direceo de ora avante
mas ser jo spresentados s cmaras, logo que el- que o governo Ihe pague em cada anno o jaro e
las se abram, todoe os documentos sobre esta amortlsago relativo ao aono anterior, acodo so-
questo, para o paiz avaliar o procedtmento do tio potsivel reunir aquelle juro com o lacro da
governo. exploraco de diligencias relativo ao mesmo anno
Tem-se dito que as cortes se abrirn no 1* de para o dividendo a satisfazer aos accionista,
cezembro, mas nada ha por agora de oflicial, en- A exploradlo das ditas estradas em diligencias,
tretanto mu natural que assim succeda. mala-posta e recovagem produzio 36:6248620,
No meiado de oatubro sahir para a ilhs de que reunidos a ostras partellts elavou s receit I Douro," poco'"pa'tificis"'quViraUs''nora" >""
Cuba o seu novo caoito-general o Sr. Dulce. a 57.919S171. Finalmente a officialidade da Imperio" .'
pega, e nessa occasio tocou a msica o bymno
de D. Pedro II, imperador do Brasil.
A officialidade tiros os bonots, e todas as
pessoaa deram o mesmo tigoal de bomeoagem
magestade do Brasil.
Vimos jaotar a guarnido.
O servigo era feito em bandejas de ferro es-
laohado. As pregas nao usavam de garfo nem
de faca. Tocara urna colher a certa-numera de
pregas.
" A mess era abundante e excelleote. Vimos
que comiam boa vacca.
O interior da corveta muilo escuro ; mas
*St decentemente mobilado, multo especialmen-
te os camarina da officialidade, distingui lo-se o
do com'andante, que se pode dizer com luxo.
As pecas sao novas, e de fabrica ingleza, bem
enreroisadas, e o nitro mostra o cuidado com
que sao tratadas.
Foi necessario que viesse a noite dar ordem
de despejo, alias all se conserrariam moitaa pes-
soas, que todaa eatavam satisfeitas, j pela novi-
dade, j pelas delica Jas attencoes eos officiaes,
j, finalmente, pelo quadro agrsdsvel, que apre-
seatara aquelle bello arraial sobre as ondas do
e cm
me laucar,
Affirma se que Mr. de LtvalUle ser nomeado
eubaixador de Franca cm Madrid em lugar de
Mr. Barrot, deixaoSo a embaiada de Rema. Em
prova detta assergo dizem que o marquez fra
t amado a Biarritz pelo imperador.
Atha-ae em Biarritz a condessa de Montejo,
mai da imperatriz Eugenia, o que tem causado
alguma extraoheza, pois que aquella dama nun-
ca uvera domicilio as Tulherias. Falle-se no
grande predominio que ral tomando a imperatriz
dos Franceses sobre a poltica eurora.
Espalbaram-se em Madrid amas proclomicoes
a forrageo
de arrelos
A despeza com o pe*oal. pensos
sntretenimento de trens, concert
etc., sommou 35:1078007.
Da confronlsgo destas duas verbas deduz-seo
lucro de 2:8128164.
Da recelta de explorago cima volada per-
tence :
A' carreira de Braga........ 14.3048415
dem de Guimares......... 9:6478035
dem de Vienta............. 10:1188170
As ditas estradas foram percorridas (ida e volta)
por 2,081 -
Uari-
I nheiro deu e reeebeu jantares, delxbu e de certo
i tsmbem levou multas saudades. Todos tioham
! motivo para issu.
A despedida foi affecluosa ; nao o podia ser
mais.
At ao momento de levantar ferro foram bor-
! do muitss pessoas despedir-se da diatincli offi-
cialidade da corvis.
Nao especificamos nomes. Seria urna extensa
| relaca.
incitando o povo de Madrid, qao entrada de
S. M. a ralnhs da Granja dsse gritos victorian- | total 22,104 passageiro.
Jo a.
As pessoas que se achavam a bordo no mo-
psssageiros de primeira classe, 13,126' ment da partida passaQmj^mas para barcos e
Jte d carreira por 6,899 j outras para o vapor de rhoque e acompanharam
' a corveta at birra, onde levantaram vivas a
pedindo-lhe a queda do ministerio. O A. direceo vai dar o dividendo de 4300 para S H. o imperador do Brasil a que da
povo de Madrid, entretanto, s acodio, como em da urna da antigasacQC.es, e de 58200 para ca- respondern com vivas ao rei de Portsaal to-
oulras occasies. a bemdizer a sua soberana, que d urna das novas, comprehendendo-se nesta ul- : cando a msica nessa occss'ao '
i urna para >s duas horas ds Urde do tim^ cifra a amortisaco de 18220 por acQo para Os marlnhetros estavam as verga*. Era nina
dia C de S. Ildefonso, eLtraodo em Madrid
seis.
Fazem-se grandes preparativos em toda a pro-
vincia da Aoaluzia para a recepcio de S. M. que
dere brevemente ir visitar aquella provincia. As
feetaa devem ser apparatosas. \
O ministerio acompanha S. M., flca^do em
Madrid s os ministros do reino e fazenda. O dis-
celo photograpbo, Mr. Cliffard, acompanbou a
ezpedi^io real, com o fim de formar um lbum
(ihotographico dos monumentos e vistas mais no-
laveia daquelia viagem.
Anda nao tinha chegado Inglaterr- o vapor
> Isabel II o, que deve coodszir os duques de
Montpensler Sevilha, onde j nao poderiam
cfcegar antes do dia 12, como dtsejavim.
Toda a 'imprenea hespaubola aculheu com vi-
vas provas de entbssiasmo o decreto de 3 de se-
tembro indultando de toda a penalidade os los
cendemnados, e processados em consequencia
os succesaos de Loja. Eis o decreto que a gaze-
te de Madrid pablicou, precedido do competente
rc-latorio :
1." Concede indulto de todas as penas impostas
:.ae causas formadas com motivos dos succesaos
qus tiveram lugar nos mezea de junho e julho do
anno passado na cidade de Loja, e outros povos
des Audiencias de Granada e Sevilha.
2." Serao postnsam liberdade immediatamecte
os seutenciados naqsellas causas, que se achem
igualar o capital de urnas e outras, como o licam
com relaQo a lodos os mais direitos, acabando
asslm a distioccao que al aqui nao podia deixar
de existir de enligas e novas acede.
As sommas que compdem o d'ivideado sao:
O juro do capital da estrada de Bra-
ga relativo a 1860................
Dito dito relativo a 1861............
Dito dito da estrada de Villa-Nova a
Guimares, de maio a dezembro
de 1860...........................
Dito dito dito em todo anno do 1861
Luero de explorado de diligencias,
deduzidos os 5 por cento, ou
1408608 para fundo do reserva em
1861..............................
O csMello
despedida sympathica e sffectsosa.
respondeu salva da corveta.
Os dous seguintes documentos de despedida e
agrsdecimeuto provam tudo quanto acabamos de
dizer.
lllm. Sr. Joao Cyrillo de Souza Carneiro :
Rogo a V. S. queira ter a hondada de pesioal-
meole agradecer aos illustrissimos senhores re-
dactores dss bem illast'adas o acreditadas redac-
coes dos peridicos desta cidade a bondade enm
queme tralaram e aos meus officiaes, senlindo
boycoa nao o poder fazer pessoalmonte em consequencia
da preil*za da sabida deste corveta.
Acceite, meu amigo, [Um. Sr. Carneiro, as
despedidas do seu
2:6718656 Sincero amigo, criado, obrigadissimo.
VZZ^Zy caPi'ao-'enente commandaite, Joaquim
14 3068700 Rodrigues da Costa.
Joaquim Cardoto Pereira de Mello,
1* tenante da armada brasileira.
No da 57 foi langada s aguis do Douro a ga-
lera Nova Fama, propriedadedos Srs. Soares &
Irmao, commerciantes do Porto.
A noticia dada com antecedencia pelos jor-
naes, de que o novo navio era um dos maiores
que se tem construido nos esttleiros d'esta ci-
dade, fez com qus coocorressem ao acto grande
numero de espectadores. Para mais de 1,500 pes-
soas estarm aggloaeradas as immediacoes do
eslaleiro do Ouro, e muitos barcos e eicaleres,
gaiardamente embandeirados e cheios de curio-
sos, pairaram no rio em frente 'aquelle local.
ssava das 3 horas da tarde qsando
o novo
som de
oavio cibio com felit xito na agaa ao .
ciamorosise prelongadas saudacoes dos espada-
dores, ei quaes se viaram juntar os soas da
msica da corveta Imperial Marinheiro, que aca-
oava de entrar a barra, e nessa occasio siograva
s aguas em que o novo navio tinha deilado
ancora.
A Nova Fama eslava embanderada em arco.
A popa e proa fluct- sva a bandeira portugueza
e no centro a brasileira, porque o novo navio
*9o^?*,e earreira do Brasil. A su lotago
de SOOlonelsdas, e ttm acommodaees para 300
passasreiros.
k ffova Fama e a Europa sao os do js maiores
nanos da praga do Porto.
Do mesmo eitaletro do Ouro foi agua no dia
8 do correle a nova barca Pombinha. Ignora-
mos qem s-ja o proprietario. S sabemos que
est consignad aos Srs. Castro & C.
Em Villa do Conde foram tambem lanzados
sgua nos Gns do mes passado tres navios novos.
A barca Tres de Dezembro, propriedade do Sr.
Martina de Araujo. que a construio, e do Sr. An-
looio Gomes Leal ; a barca Cesar, propriedade
do Sr. Feria Graca, negocianle d'aquella villa ;
e a barca Venturosa, propriedade dos Srs. Pinto
(X "ocba.commercinles do Porto.
A' oolicia de sinislros de fqjoque demos na
missiva paseada, temos a aJdicTSrrar mais lguns
acontecidos alada no mez passado.
Convem advertir que nao registramos senao os I noite, seado insupportav
incendios que tiveram lugar ao noite do -
S !5! .e' Pa" ba,xo- "M fez pe'r
que enam sido arrancadas pelo assassioo para
occsltar o saogue que as taris salpicado ; e com
effeito appareeeu um feixe dellas tintas de sin-
gue, enterradas a pequea diatancl.
Tambem appareeeu um lengo do assasiioo en-
sopado em sangse. e outros vestigios irracusa
veis do seu nefando crime. O assaaslno tem me-
nos de 2o anno, bsixo a magro, e ettara ca-
sado com a sua victima ha cousa de 4 snoos.
Ao jornalo Commercio de Braga, escreveram
oe villa Verde dando-lhe a noticia de um assas-
sinalo lili commettldo:
Decobrio-se a noite passada (4 de setembre)
um crime atroz, praticado em Villa Verde, j na
noite de sabbado pera domingo 31 de agosto, na
pejsoade Jos da Silva, rtestre calceieiro na es-
r-*,. ,,e r*4 ,08 A eos, e seceo entre o rio e I
villa Verde.
l""x" ,Dbslitu>o em parte naquelle im-
d. .ini.PVh'md.od Br8a Plo chapeo.de
de
. exportadores tambem destes
chpeos, se a pellada que nos jta de iat. .
slgum aviamento de fabrico peculiar d
^"iS?"!? c'.a ch,p0 tom
300 s 400 ris sobre o custo dos qe ,
Jeiina para a exportarlo. H tf8Dia
A aiportacao dos chapeos pela alfandeaa ic.
Porto foi, segando docsmentos de cuja
a F.-aoc,
excesso de
ticiaade nao" duridamos, a seguinte
*t 1825 ,*
Numero de chapeos
201 424
Annos
1816
1817
1818
1819
1820
1821
1822
1823
1824
1825
154:385
148:439
118:399
1 8:972
173:792
108:497
48:154
66 903
104:248
authen-
desde 181&
Valor
141:91580')
77:2518000
74:2508000
57:J4Si50
81:623/200
88 3S88800
45:7668100
23:7108800
33 8758750
48:1215800
674:1828150
1:9338012
1:8988145:
3:13i83S8
4.
I Total............
O Sr. D. Joo de Franja Castro e Moura, novo
bispo da diocese do Porto, fez no dia 30 do pas- I conj -
sedo a esa estrada solemne na s cathedral. ber'iol ?,"mnaadsole e officiaes da corveta
S. Exc. Rvma. tinha vindo ha alguns dias da i mPelrial Mannhetn abaixo assigoados summa-
sua casa de S. Cosme para o paco episcopal, on- ?!.5If."V gr"de ?*tle, do PO' Portaense,
de se cooserros at ao referido da sem carcter i f c"t"?o-ae elle devedoresdeolTereum.n-
algum officlal nSo obstante baver j tomado por i 0S e ,bse1ulos dirigidos por diversas sasociaces,
|procur5o conta do bispado ^u e9,a* especialmeote a commarcia
r e dos artistas, e pelas Ilustradas e bem acre
| torrera no publico, e ramente se acreditsva, diledas redeecoes
que o Sr. D. Joo faria a sua entrada solemne na cidade, reaolveram
cidade seno com a pompa e grandeza de outras sentimentos de
eutre estas
es dos artistas, e pelas
de diverso jornaes desta
manifestar publicamente os
cumpriodo sentenj. na pennsula ou fra delta, = fl e ..a. .i.m C6rt0 PP"" e luzlmenlo I s saudosas recordares i
e cfodazidos estes .Himo a litoral hespaohol i Saassia2? N fli ?! cessorea inham sm lempo que p.ssaram i
cusa do estado i olPen8do. Nao aconle 3.' Os roo ausentes ou sentenciados em re
beldia, que nao iiveram comisado a cumprir I
SOaS penas e SSpirem tac eom(ii indulto, devero se apreeeolar s aulurldailea em
Jiespaoba, ou aos representantes de Hespanha
irangeiro dentro do improrogavel prazo de
30 diaa, contados da publicsQo do decreto na
:< ta de Madrid.
>. Pelos respectivos ministerios se communi-
i '.rao aos fuoccionarios de suas dependencias as
cedidas e instrueges necessarias para o cum-
plimento deste decreto.
Bom o indulto actual e muilo sproveili,
mas muilo melhor fra que asle drama nao ti-
vesse sido enaangueotado, pelo cumprimento
tas primeiras sentercas.
A abolirao da pena de morte hoje urna ne-
.-..'*: lacle queninguem ousar contradizer, e que
s se pie admitlir como um astado de transi-
c i, mas a pena de morte por orimes polticos, o
asesinato > sangue fri, e com mais ou menos
formalidades, em pessoas que tm o nico crime
nao pensarem cerno o partido mais forte,
_ I irada de S. Exc. Rvma. na s, foi na verdade so- amabilidade.
gratidio que os acompanha e
que sempre tero de
no seio de um povo ir-
ro e de Inconlestavel
'Je
urna idea odiosa e propria de cambaes.
A nica influencia destas vindictas de tardo
I mar um revolucionario vulgar, martyr o ama
idea sympathica, cujo fim elle julga senjpre ser o
bem aa patria.
O capitao D. SeraGm 0!ave, portador do trata-
o de paz entre a Cochinchina, Hespanha o Fran-
ci, propoe se publicar urna serie de artigos, de-
monstrando que a raras vezes, na historia de
todas as necoes do mundo, se ter ajustado um
(retado to vanttjoso, pesando, como devido,
justa e equltstivaccente todas as circumstan-
cias. No primeiro dos ditos artigos que vem a
ser o prologo do seu trabalbo, o Sr. Olave, pro-
testando de urna absoluta independencia de todo
o partido os parceria poltica, lenla o com-
portamenlo qae tiveram alguns peridicos em re-
Ji.-So ao tratado, e repelle s imputaoes e ata-
ques dirigidos ao coronel Palanen.
;L.
Porte, II de seteaakBiro.
asiembla geral do dia 6 do correte apprcvou
ds generslidade tres propostas de direceo, que
tem por fim augmentar o capitel do ciesmo ban-
co, limitar o seu litado de reserva, alargar a au-
torissc.so concedida no estetuto para operar em
fundo pblicos, paosando de ser .um quarto para
um orco.
A proposta da direc(io conten os *?gsiutes
considerados :
. jsi ;o primeira. Que tendo a banco pelo
..- -u estatuto a faculdade de elevar o ees capital a
.J.OO sontos;
Oue tendo este sido j de 1,500 coritos, ae acha-
va por circumstancias polilicaa reduzido e.......
1,337 4008000;
i. que sendo progressivo c augmento o crdi-
to e recursos desta prers, ella julgava hoje in-
aufficiente aquelle capital inferior ao dos uutros
ibelecimectos monetarios desta cidade, e por
.sso propunba:
I. Que a diieccio aeja auterisada a elevar o
cnt.itsl do banco a 2,000 conloa.
2.a Que desde ji sejam aaittlJaa 813 acedes ou
162:6008000 para prafazer a son: ma de 1,500 coa-
tes de fundo.
3.* Que os 500 contos restantes 2.500 ic-
-. ,?, flquem em reserra psra sereta emitlidss
i jando a aisembla o julgar eonreoleote.
4.* Que s ereisto se far.a com o previo de 458
por cada aeco.
5.* Que nesta emisso sejam preferidos os ac-
c:T.i-ii em rsteio proporcional.
(',.' Que as que possam restar deste rateio.se-
jam vendidss como e qusndo a direceo o jalgar
couveoiente, poim, nsoca com premio inferior
a 508 por accio.
Ouanto segunda proposta di a direceo ;
Oue tendo a formaco do fundo de reserva de
cercear aioda por muito tempo os dividendos, e
qse sendo prudente aceutelar o futuro, tambem
justo nao ir aJna dos limites do rasoarel e lbe
parece devatipropor:
t)M o d\art. 3* deve ser modificado pelo
tnodosegulDle:
Desde que o fundo de reserva exceder a 100
contos, cessar a dedueco. ,>
E qaaoto terceira proposta diz a mesma di-
receo :
Ose tendo augmentado considerarelmente o js-
ro 1a divida publica;
Que tendo este banco tralo dss operacois so-
; ie ella lacroi evul;doi;
emnissia e com o. ceremonial
prescripio.
As 11 horas sabio o Ro.
da s para a capella
para taes casos
Lijo profoaaio-
do paco epis-
Bordo da crela Imperial Marinhefro no
Porto. 5 de setembro da 1862.
O cfilo Un.nl. .vuu.Dd.nlo, Iv.^ulul.Rw
drigues da Coila.
O Io teoenle Manoel de Moura Croe.
O 1' lente, Jeronymo Francisco Goncalves.
O 1 tente, Pedro J. Alve.
' lente, Joaquim Cardoso Pereira de
oalmeme
copa
Momentos depols chegou o Exm. prelado, e se
paramentou com pluvtel mitra e bago.
Debaixo de palio levado por ecclesasticos, pre-
cedendo o lodo o clero, pnrocho* da cidade, ca- Mello.
bido e dignidades, seguio o Exm. hispo para o i Dr. [JooJ Adrio Chaves, Dr. Luiz Carne-
vestibulo do pago, oniso esperava a cmara mu- ro da Rocha, Francisco Jos de Freits, Ionoten-
nicipal com as baedeiras da cidade e do senado, do Ferreira Braga, Joaquim A1V6S de Mattos,
Nesta occasio o Sr. presidente dirigi-Ihe ma Joo Jos Lopes Ferrez e Castro, Jos Gomes do
felicitago em Dome do municipio a que S. Exc. Santos, guarda-marinha, Gaspar da Silva llodri-
Ryma. respondes.
Terminado este acto seguio o prestito para a
cathedral lomando eolio as varas do palio o se-
cretario geral, o ofcial-maior do govetno civil,
e seis cimamtas muoicipaes.
Cbegsodo porta do templo, ajoolhou o Eira,
prelado n'um geoufiexorio, beijou o Santo Leoho
que Ihe foi apreeenlado pelo Exm. chantre, race-
beu o hyssope com qus se aspergi e aos cir-
cumstanles, e benzeu o incens com que em se-
guida foi acensado pelo Exm. chantre com tres
duelos.
Res, Francisco Jernimo Goncalves, Napoieao
Jansen Muller.Filinto Perry, Pedro Nolssco Perei-
ra da Cunh, Jos Antonio Correa do Mello, Ma-
noel Lourencode Csrlio Rocha, Msnosl Augusto
de Castro Menezes, J. Ignacio Borges Machado.
Esquecta-nos dizer qus a dire^so |da ssocia-
?o commercial franqueara ao commandante e
officiaes da corveta o gabinete de lellura ecasa
da bci'sa.
Est aberto o concurso, que Cndar em 30 de
outubro prximo, para adjudicacSo da obra do
monumento ao immoittl duque de Bragsn^a o
Em quanto se passavim estas ceremonias can- Sr. D.Pedro IV, qie a| cmara municipal do
tou-se a grande orchestra, a antiphona Ecce sa- :- Porto, coadjuvada pelos habitantes desta cidade,
cerdos magnus no fim da qual, e j ssbindo o j "So levantar memoria do oulorgador da carta
prestito o corpo da igrej, o Exm. chantre entoou constitucional. Para cesta concurso sao coavi-
o Te Deum Laudamus. dados os artistas naclonaes estraogeiros que quei-
0 Kxm. bispo diiigio-seento ao altar do San-' ram propor-se ex^rugo do referido monu-
lissimo Sscramento para fazer orago, e d'ti ment, sob as condteoes' seguinte:
psra a capella-mr onde lornou a orsr. O mooumento coosiar de urna estatua eques-
Concluido o Te Deum o Exm. chsntre subi ao 're em bronce, reprentando o immorlal liberta-
lado da epstola e cantou a orago Protector ;' dor, sob um pedestal de pedra de Lioz.
linda esta subi o Exm. prelado aa solio, onde I Este pedestal, alem dos ornatos de escolptura
reeebeu as dignidades capitulares, cooego e ele- apropriados, ter nes faces laierae dous bsixoa
rigo que Ihe foram beijar o annel. Depois, apro- relevos em msrmore braoco de Carrera, dos
ximando-se do altar-mr, cantou a oragao do pa- i quae um representar o desembarque do mes-
droeiro da cidade e lan^ou a bengo episcopal. ; mo principe as praias do Miodello afrente da
Tornou a subir ao solio, desapparamentos-se, e ; expedQo libertador, e ser o assumplo do ou-
lambem se desepparamentaram os dous diconos. 1ro a solemne apresentaco cmara municipal
que o acompaDbavam, ministro do bago e pres-:
bytero assislente.
Acabada assim a solemcidade seguio oovamen-
te o prestito para o pago episcopal e salvou com
21 tiros a fortaleza da Serra do Pilar.
Faziacn parla do preakilo. segundo a sua posi-
gao officisl, aa autoridades civia, mililare, jtidi-
cii0ri"? /" Pesoas de representado I das de defezs e trabalhos ds colloac'i," i vio de caadatano de S. Exc. Rvm. o Sr. go- rao superior queotia de 30:000|000 rt.
urn qae encerra o precioso le-
do Porto da
gado.
O monumento sei enllocado ni pr'ci de D.
Pedro, e t)ds a sua altura dssde o solo ate a
sua extremidade superior oio exceder a 10 me-
tros, nem ser inferior a 9.
O custo de toda a obr, excluindo alicoree, gra
vernador civil do diatricto.
A corpors^io dos meninos orphos segua na
frente do prestito.
Era grande aumero de pessoas que concorrs-
ram a esta solemne festividade.
A guarnieo da cidade, em grande uniforme,
formn em alas desde a roa do Loureiro at i
entrada do pago, fazeodo as honras e continen-
cias devida quaodo passava o Exm. bispo.
As janellas das cesas contiguas S estaram
guarnecidas de cobercaa de damasco, e as ras al-
catifadas de verdes aromticos.
A' noite illuminos-se a frente ds casa da c-
mara, aa torres e frentes d'algumas igrejas, asi r de prestar flanee idnea' perf"itVe"x"ocuco
i:0O0SO0O i
Os concurrentes apresentaro na secretaria da
cmara municipal deotro do praso de 60 dias, a
contar desde o primeiro de setembro at 30 de
outubro inclusive os seus modelos de rallo em
gesso, acomaanhados ds sua respectiva descrip-
io. As propostaa serio feitas em cartas fe-
chadas.
Os modellos, iocluindo ss grades de defezs,
supposlo ets nao flquem a cargo do concur-
rente, represeDtero os monumentos as pro-
porgoes da dcima parte da sua ulterior exe-
c* cao.
O artista que obtiver aadjudicago da obra te-
casas ds Assemblea Porluense e Club, bem como
as de varios cidados.
A corveta Imperial Marinheiro nlrou ac 4 ho-
ras da tarde do da 27 de agosto a barra do Por-
4o o fundeou pioximo a margem esquerda do
rio, em frenio de (Missarellos, e shi ss con-
serrou at s 11 .horas da tusonas do dis .5
do crrante, em que lersntou ferro e seguio pa-
ra o Tejo.
Logo depois de Tundeada, o commandante e
do aeu contrato cmo no mesmo fr estipulado.
A approrago do modelo ser feita por
maioria de votos pela commisso composta dos
rereadores da cmara municipal e dos mais vo-
jgaes da commisso auxiliadora.
A adjudicarlo ser feila em conformidade des-
sa votagao por sitio de um conlrato legal, cele-
j brado entre o artista preferido e a cmara maoi-
j cipal em sessao publica
Depois de approvado o modelo que deve ser
mais officialidade da corveta reeeberam os som- i levado execugo, eonferir-se-ha por meio de
primentos dos officiaes do vapor de gaerra portu-1 nova votagao um premio de 150j ao modelo que
guez I.ynce, surto no Douro, e urna deputago I frclsssiQcado immediato em merecimentoaoaue
da ioteadencia da maricbi desta cidade.
Dssde ento, pode dizer-se que disrismente,
desde as 10 horas da maoka at ao por do sol,
nao deixoa a corveta de receher a sea bordo mui-
tos visitantes. As maoeiras aflaveis e delicadas
do seu digno eommsodante o Sr. Joaquim Rodri-
gues da Costa o seus immediatos caplivavam to-
das as pessoas que com elles fallaran).
O domingo 31 de agosto de certo ficar me-
moravel aos benemritos officiaes da Imperial
Marinheiro, assim como o nen senhoras e ca-
rallairos, que na tarde deste dia tiveram o pra-
zer de etter a sea bordo.
O Diario do Povo, cujo redactor foi ums das
leatemunbas presenciaos, escreve na folha de se-
gunda feira, o seguinte:
Foi nontem visitada por tres a qustro mi
pessoas I
Pastou-se a bordo da corveta ami bella tu
tlrer sido approrado.
A commisso encarrsgada das obras do monu-
mento de D. Pedro V que os artlstaa eeto levan-
tando na praga da Batalha fieeram no jardim da
S. Lzaro quetro leudes de prendas que variaa
senhoras e cavalhelros portuenses, tinha olere-
cido a commisso para com o producto das mes-
mas premias occorrerem sdespezas do dito mo-
numento.
A banda de msica da Imperial Marinheiro
tocou em urna das noites dos leiles. Foi cedida
cavalheirosameole pelo digno commandante ds
corveta a pedido da respectiva commisso.
Qsando entrn no jardim a msica da corvetas
banda que foi da guarda muoicipal tocou o bym-
no braslleirc-, aoqual aquella respondeu tocando
o hymno de D Luiz I.
.E como fallamos na commisso do monumento mularam h pouco tempo, com o tnamo fim, o
dos arti9ta, abi vi ue documento que prora dedo pollegar da mo direits.
_ ..... ----------. reino.
ao mellemos a mo em eeara alheia. Em Lis-
boa tambsm os tem havdo, e aioda honlem o
talegrnpho traosailtio a noticia de ter sido des-
truido pelas ehammse o linio e riquissimo Inea-
tro das Laranjeiras, perteucente ao Sr. conde do
Farrobo.
Na tarde de 28 de agosto, houre na fregue/ia
do Bomfim um laceadlo dentro de urna quilla da
ra de S. Jernimo o qual destruio parte da casa
habitada pelo Sr. Jos Alves, que perdeu ludo
quanto possuia. Os seus amigos que os tem e
muitos, abriram subscriptos.
Era Csbeceirns de Disto na noite de 2 houve
na ra do Arco um grande incendio esa casa de
Manoel dos Frenes. Com esforgos se salvaram
as casas novas coMigaas' casa incendiada e do
mesmo dono. Ficou muite gente ferida, sendo
tres pessoas muito mallratidas, duas, porque ca-
biram das casas abaixo, quando os telhaaos ds-
sabaram, e a terceira, porque deu um grande
golpe n'um p com um macbado cortando
ervos! Outros muitos ficaram ferido e pisa-
dos. Com muilo custo se salvaram urnas crian-
gas por urna jaoclla. i casa tinha as tojas cheias
de palhas e ramos de vides.
Na mesma data, outro incendio em Villa Flor
cautou grandes prejaizos so bacharel Jos Nar-
ciso Pimeotel e a Jos Augusto de Almeida.
O fogo manifeatou-se n'uma palba que se
sebava n'uma loja da casa do segundo, que em
menos de dez minutas reduzio a einzas e psssou
casa do primeiro, que deva^tou, queimsndo a
maior parle dos movis, saivaado-se com diffi-
culdade a familia. O prejuizo lotal calcula-se
em 2 coniiKiiori.. A' circumataucla do er da
*n*' ^0 o.*r a g.nlt] a. villa uo lasoa, u C-
veu nao limar o incendio maiores proporges.
Em 30 pegou o fogo na cosinha da casa do Sr.
Vicente da Silva e Souza, na ra do Pago a'esta
cidade. Pequeo prejuizo.
Aioda na noite a'eile dia houve outro incen-
dio n'um armaiem de madeiraa perlencente ao
Sr. Manoel Ferreira da Costa, morador nos sin-
daes. Arderam alguns movis, roupas, e grande
parte da msdeirs que esteva no armazem.
No dia 27 de gosto falle.eu na hospedarla da
Esparanca, na praga de Carlos Alberto, o Sr. Jote
Mana dos Santos, ha pouco vindo do Mtranhto.
-Nao tinha pareutes. Foi creado o* roda de ex-
postos do Porto. Uo cunto de reis, moeda fode,
de que conslava toda a sua fortuna, deixou 400g
Misericordia, e o resto, em quanllas de 10J00,
aosestabelecimeotos pios do Porto.
Tsmbem falleceram n'esta cidade :
No Io do correte o Sr. Severisoo Jos Gon-
galres Pereira. Foi por muitos annos comraer-
ciaote da praga do Porto. ltimamente tinha
confiado toda a sua forluna casa fallida de Lo-
pes Correa & C. Oa prejuizos que soifreu por
esta inesperada falleocia, impressiooaram-o por
tal modo que, perdeu as faculdades mentaes.
D'ahi Ihe resnsu a morte.
Em 6. con 05 annos de idade, o Sr. Vicente
Nunes Cardozo, juiz aposentado da relago do
Porto.
Em 7, o Sr. Antonio Jos Pires, commercianlo
que foi no Brasil.
Em 8, o Sr. Jos Dures Sampaio, commer-
ciante, eo Sr. Benlo Vieira de Araujo, irmo do
3r. Manoel Vieira de Araujo, socio da firma com-
morcal Carlos Gubian, Filhos &C.
Fslleceu em Coimbra, no dia 6 com 73 annos
de idtd, o Ur. Manoel Merlins Bandeira, lenta
jubilado na faculdade de pbilosopbia. Tinha
nascido uo Brasil. Era do conselho de sua ma-
gestade e commendador da ordem da Conceigo.
Foi em 1834 enearregado da organissgo dos es
Ututo da sua faeullade, commisso que sallsfez
cabalmente.
O Asylo de Iofantia Desvalida do Porto rece-
ben o donativo de 272)940 reiaque a offleina Ma-
goolcado Grande Oriente do Brasil, eswbelecida
no Rio de Janeiro sob o titulo disiinctiveCom-
mercioremellen, psra este flm ao Sr. baro de
Massarellos, thesoureiro do mesmo asylo.
Foi tupprimido o convento de Ssnta Clara de
Amarante pois n'elle t exista urna religiosa
profesas a Exm.a Sr. D. Anni Augasta de La-
cerda Castello Braoco, que foi recolbida. por or
dem reia, no convento de Santt Clara do Porto.
O padre Aoaniat, monge do Lbano, j conhe-
cido dos nossos leitores, percorre agora a pro-
vincia do Minho. Esteve em Gaimtres, e nts
Caldas de Vizslla, onde co'.heu de esmolas nos
templos em que dlsse misss a somata de 360ji5.
Actualmente ac'.a-se em Braga.
Em Guimares ral abrir-se um asylo com a de-
uomioago Santa Estepbania, Amor de Dos e do
prximo. O gorerao mandos entregar com-
misso encarregada de lerar a effeito to cari-
doso iosiiluto o edificio do extincto convento do
Csrmo, do qual a mesma commisso j tomos
posse.
Em Brags dere brevemente effectusr-se a aber-
tura do asylo de D. Pedro V a que o Sr. marquez
de Ssbagost, D. Antonio de Mello, quando go-
veroador civil o'aquelle districto, dera impulso
coadjuvado, por mullas pessoss consideradas n'a-
quella localidade. A subscripgo j est con-
cluida, e os est'tutos approvado.
O jornal Commercio dt Braga, dando ests no-
ticia, diz qae a nica difficuldade que navia para
abertura d'este pto eslabaleclmento, era o appa-
recer urna casa com as commodidades precisas,
onde se pudesse recolher, sustentar e educar a
infancia desval i. Essa difficuldade desappsre-
ceu, pois foi ha diss arrendada, em hasts pu-
blica, parte do edificio das Carralheiras, perlen-
cente sos orphaoa de S. Caetino.
Por rarias rezes temos dado noticia da arertao
e horror qae os maacebos da provincia da Beira
leem i vida militar. Registraremos boje mais
alguos fsclos.
No Cisal dos Pretos, fregueza da Carapinheir,
conselho de Monte-mr o Velho foi preso o re-
fractario Ricardo Aveiro, filho de Jos Aveiro,
que receolemente tinha mutilado o dedo pollegir
da mo direila para se evadir vida militar.
Ns referida freguezia oito ou nore mancebo
ordo.
Este horneo?, que era natural da freguezia de
ialmeire, e dizem eslivera alguns annos a cum-
prir sentenga na esleeta, veio para aqu com gui. t
do director geral das obras publicas, como mesire I
de celcetaria, h perto de dous annos. Pasadu'
lempo apresentou-se-lhe no trtbalho um hornero f
mal t.-ajado de jaqueti militar: acharm-so !
coobecidoe e deram o seu abrsco ; desde ento
loi sempre companheiro no trabalho: coa elle
coma e dorma.
Esle hornera, cuja preienga a todos repugna
ra, dava poucas fallas, s nunca disse como se
cnamava, ou qual a sua naluralidade.
O infeliz Silva, esse dizia que se chamara
Antonio, e era natural de Lisboa, da ra do Sol.
que fra seu companheiro na clcela. Habita
vsm ambos uro pequeoo quarto de Maria Mar-
chanta, em Villa Verde, e na madrugada de do
mingo sentio a mulher abrir o portal, suspeitan-
do que os dous companheiros baviam sabido.
Por que a porta do quarto ficou fechada ; porrn
o pobra Silva ficava assissiuedo e rouba !o no
quarto pelo seu falso amigo, perpetrador da to
horrendo crim, sendo elle quem sanio na ma-
drugad, levando a chave do quarto, e sem que
deixasse a menor saspeita do que liona prallca
do. Notava-se a falta dos dous companheiros
Pelo mais operario, mas suppunham que tiles i
tivessem feilo alguma jornada ; e s hootem
noite, seado insupportaval o cheiro qu* sahia do i
quarto, se arrombo na madrugada de hoje, seu-
do eoootrado barbaramento assassioado o infe-
liz Jos da Silva, pelo verdugo a quem aquelle
|",f* lev*r W roubando-lhe (calcoU-sej
3005 rs., frac (o das suas economas.
Na freguezia de Sezures, conselho 3e Villa-No-
va de Famalico, districto de Braga, deu-se lti-
mamente um caso de enveneuamenlo, reve.tido
decircumstincias notaveis.
Antooiode Araujo, que tinha viudo do Uraetl,
naraorava du>s raparigas da dita freguezia, es-
colhendo por (ira para sua esposa una dellas por
norte Maria linda.
A ouir, filba de urna csseira, allucinada pelo
ciume, concebeu a criminosa idea de se viogir
da sua rival, e aloeeendo esta, achou meio de
Ihe propinar veneno n'um remedio que Ihe in-
culco infallivel, par curar a doenga.
Qundo o veneno comecou a produzir os seus
lerriveis elTeitos, a envenensdora, accommatllda
pelo remorso, quiz salvar a sua victima adminis-
osjtraodo Ihe ezelte, e pedioo-lhe angustiada que
o bebesse.
1,273:213
a Est bem distante este quadro pela
portancia em numero e valor de p-oducios das
proporges acaobadissimas, que nos apreseuta o
qoadro actual do commercio da cbspos er(re 0
Porto e as mais importantes trra do Brasil
Dsrante todo o anno de 1861 i prega do Par
to xoorliu 15 20 chapeos no valor de. .
16.8158600, que se dhiram assim :
?".......: 9:086
Maranho.......... 8 819
P"r............. 5:569
Perosmbuco........2:92
Por!) Alegre ........ 300
Rio Grande do Sul.....6.S2I
Rio de Jineiro.......11733
Esla exportagao comparada com
inda valiosa.
2607JOOO
3:22S8W)
2:l37jJoOO
o.eoOdo
1108000
4229000
5:25180U0
a de Lisbui
I8bl 2.051 chapeos no valor de 2:029fi sendo
para :
Ajuda ........
Baha.........'
Meranho ,.....
Para..........
Pernamhuco......
Rio Grande do Sul .
Rio de Janeiro ....
1
614
178
1:038
339
231
28
9S00O
1275000
I93SIKMI
767J(Ml(l
255j0lm
16050(11
218$00(l
. 2 684 2:09aW>0
< A exportagao total do reino pera o Brasil fm
O conselho da saude publica do reino declarou
suspeito de febre amarella desde 12 de
porto da Bthia.
agesto o
A alfandega do Porto renleu no mez do
agosto passado 231:357988 ri. t saber
ImporUgao,
Eiportigo..............
Reexportigo...........
Consumo de viubo......
Tonelagem..............
Naregsgodci Douro___
Div;ts receiUe.......
2I:674J545
68965065
813290
t:663j}290
1:3353330
1-23135
6 6953133
de
foram mtu:f9ta '0$ para de-
tro ,io vioho del8 clae, e ex-
O rendmeoto para as obras ds praei do Com-
in740^0t0Orlra(,a8 mim,i ,lfDll88' foi
No referido mez
psito 180.917
porlaram se 085,437 ditos.
A existencia nos armazen* do Porto e Villa -
.,-0*',.1d-GJ,', e" em :" ',0 K-fTilo mez de....
U, 132,2/3 luros de vinho de Ia clssse.
Box 2 de setembro enlrou em Vigo a birra
Laura, procede,! da Baha, com destino
l'orto.
ao
Detarvoros do pao da bujrrona e mistarle
da pros, matando este, quando cabio, um doa
tripulante. Ficou sujeita a quarenteoa. Trai
carga de assucar, raadeira. couro, etc.
O rao'imento da barra de Douro, desde 25 le
e Durm fg0,i de sele'xl>rt>. m relagao aos por-
bes na%$" **'
Era 20 de agosto a harc Sympathia, de Pei-
narabuco, por Lisboa, em 50 oas.
Em 27 a glera Adamaslor, do Miranho, por
Lisboa, em 50 e a corvis de guerrs'.brssilei'e
imperial Marinheiro, do Par, por Vigo, era T>(!
'llflS.
Era 9 a galera Saudade, do Rio de Jansiro
por Lisboa, em 50 dias. '
Em 6 de selembro o brigue S. Manoel I, d
Piriiambuco por Li.boa, em 40 das.
Era 7 a gaUra Olinda, do Rio de Janeiro por
Lisboa, em 60 dias-.
1 Ei'" b,""/ar Rio de Jeiro por
Ltsbo, om 58 diis. -
Sahiram :
Eu/16 da agosto a barca Helena para o Rio de
Janeiro.
Em 21 o brigue brssiisiro Pcrnambucano pa-
ra a Baha. *
Era 22 a galera Camponeza para o Rio de Ja-
Succurabiodo a victima, a criminosa, borrori-
sada de si mesma, fugio para cass, onde a mai
espsoeando-a horrivelmeote, lbe cortou o cab1
lo e teutou dgola-la com ama fuice
vendo a humildade e doloroso arrepen
da lilha criminosa, deixou cahir a foice ; e ambas
cboraram a sus desgraga 1. .
A criminosa fugi<>.
A jatt'fa lomou couheciraento do crime, pro-
ceeodo-se autopsia 00 cadver ds victima que
ora joven, casads he pouco lempo e que dentro
lo Uun~ meies x. .1 ..,.,, a tos do districto de Viaooa do Castello se tem .
vendido vioho novo a 50 ris o quartilho. Sup- I
pomos que sejsm pequeas porgoe, e de inferior
qualidade, por que as vindimas em maior escala
e de boas uv.s eslao agora comegaodo.
Comquanlo o oidium destruase grande parte
da novidade, cerlo que aioda aseim escapou
boa pargo de uvas, e que nos silios onde alguns
propietarios mais inteligentes msndaram euxo- !
rr as vioha, a produego magnifica o sur-
prehendente. A colheila nao poder ser comiudo
muito abundante, porque o numero dos rolinei- '
ros infinito.
Costumam elles, para desculpar a sua pregui- i
gosa incuria e descrenga era toda a ideia do pro- osiro.
Rresso, recorrer eo sabido Ha de ser o que Em 25
Ueos quizer i> sem se lembrarem do < Aju- : Sul.
da-te. que o eo te ajudar. Km 5 de setembro a corveta
1 Porto pubhcou no seu nu- | leir* Imperial Marinheiro.
Em 6 a barca Tamega para
a barca (Jrense para o Rio-Grande do
de guerra brasi-
raero 3 do correte um artigo sobre a exporta-
gao de chapeos ds Portugal para o Brasil. Nel-
le se fazera mu sensatas e poaierosas rell-ie
acerca das importante relegea commerciae
que anda e\isUra entre as das nsgoes to es-
treilamente ligadas pelos vnculos de sangue.
Julgamos de inleresse e curiosidede a seguinte
parta do referido artigo :
Bastava em Portugal a reduego no direito
do assucar e no Brasil a redutgo no direito do
tiuho para tomarem muito mais vulto as iraosac-
ges er tre as pragas portuguezas e as brasiieiras.
Nao se deve limitar, no entretanto, a essesi
dous g rieres oempenho de vulgarisar nos mer-
cados de urna nsgo os productos da outra.
< Temos perdido muito oeste ponto nos mer-
cadas do Brssil.
< Na mxima parte dos productos a Inglaterra,
a Franga ea Allemanha lomaram o nosso lugar.
A causa nao para lo Jos os artefactos a sua
maior perfeigo uem menos dispendio no fabrico,
mas para mailos que a materia est em Portu-
gl sobrecarregsda da direitos, qae nao paga em
paires onde fabricam objectos, que expelliram os
nossos productos dos mercados brisileiros.
Fallemos boj de um desses artefactos, dos
chapeos, que ostr'ora foram objeclo de tanto
commercio entre as provincias do norte de Por-
tugal e o Brasil.
Dotro. Ri0 de Jl-
Em 7 o brigue
e a bsrea Novo
neiro.
Em 10 as barca Alfredo e
aquella para o Maranho e esta
to e Rio ..e Janeiro.
Abriram termo de carga:
i ds gosto o brigue Mercurio, psra
Eiperanca, par Pernemburo
Itntaaor pare o Rio de Ji-
Nova Carolina,
para o dilo por-
para o Rio da Ja-
Dexembro par o
Baha.
Em 25 a barca Adelayde
neiro.
Em 26 o patscho Dous de
Rio Grande e Porto-Alegrs.
Em 27 as barcas Despique II par Pernambu-
co e f lor do t er para a Babia.
Em 2 deaetembro a barca Venturosa para o
Rio de Janeiro.
Em 3 a barca Amazona para o Para.
Em i i barca Palmeir.% para o dito porto e a
barca Tres de Dezembro para o Ro-Grande.
Lm 10 a barca Monleiro II para o Rio de Ja-
neiro.
Alm destas navios eito mais a carga os s-
guilas:
Para o Rio de Janeiro as galeras frica e Eu-
ropa, e as barcas Silencio, Ferreira Bornes a
Lima I.
li.hM.HU comparado do activo e passiv* dos bancos abaixo mencionados
referido a 30 de agosto de 1862.
ACTIVO.
Em presumo.
Exlsten:ia em cofremetal....................
Letras descontadas ea recebar................
sobra penborea...................
ao gorerno para ora alfandegr
do Porto.......................
ao gorerno para obrae oa barr>
do Porto.......................
ao gorerno para obras no Douro.
(forgado) Junta do Porto en
1847...................... .....
Titslos de dirida publica (ralor do balango)..
Conta geral des accionistas........ ...........
Acgdas do baoco por conta propiia............
Apolices em ser................................
Casto do edificio do Banco Commercial, mo-
ris, utensilios, etc...........................
Liquldages.............^.....................
Crditos..................{>....................
Ris....................
PASSIVO.
Capital ac tual..................................
Diversos depositante.........................
Notas em circulago............................
Obrigagdes a prazo.............................
Amortisago do emprestimo para a ora al-
faodega......................................
Juros de apolices vencidas e por pagar........
Diridendos a tagar.............................
Dbitos em conta correte.....................
Reserva para garanta de crditos duridosos..
Fundo de reserva..............................
Gaobos e perir................................
Ris,
Commercial do
Porto.
381:4338978
646.3533677
122:9611380
316:041571
-
3-
|67:85oC00
317:8628621
I-
-s-
-3-
25:1013870
3143500
742:6193212
2,633:5433811
1.337:4003000
479:182j058
253:7403000
-I-
45:00OSOCO
14:1629500
379:6403000
--
10S:580f,l)00
20 839253
2,633:5133811
Mercantil Por-
luense.
513 912J773
1,233:6063460
237:1933530
103:3783865
18:9693305
-t-
|168:7433700
152:2003000
5003000
3:6093500
1,020:4333943
3,452:5481076
1,800 0003000
950:0723'87
454 6332000
71:717j766
1 1969OC0
6:0463500
12 0003000
100:< 003000
56:8823623
3 452:558{076
Uniao.
84:795388 i
6289573226
130,0613000
-s-
3-
1,1062143915
,1:5705010
-3-
3:3599767
-!
334:6833935
2,189;642*757
2,000:0003000
103:514cl-13
3
66 8013184
-8-
-|_
-3-
-3
--
-$-
19:3273430
2,189:6429757


I



.
jasas
ILEGVEL

va


I
duko d* mmmmam. es*;*, mat 30di. timbro e m
-- O regUtro de exportsgo di alfandega do
Porto d carregido no brigue Etptranca o se-
guidle :
Agafates 8 amarrados, alhos 200 cantalraa,
axeite 1 barril, azeitonas 100 aacoreUa, balataa
260 caixes, brochaa 4 csii-s, capaehoa 5 far-
dos, cebo em pao 160 csix5es, cbala 3,905 res-
taas 15 caixojs, casias da viajes 60, chapeos
lo cuxoaa, cachina da linho 2 caixes, figos 1
cuxao, Qguraa de barro 4 ca idas, flor da sibu-
gaeiro 9 caixoss. (olha de loaro 1 fardo, farra-
gene 50 barra, 8 caixoea e mais 12 Totumes,
globaa da loaca 4 caixd-ie, arfas madicioaes 2
aixee. linha 11 caixo.s, livros 2 caixes a
mala 27 pacolee, toacella 4 caixes, naar/iaa 6
caixes, milbo 1 sacco, ocra 3 barricas, palito*
15 calzo u a 3 caoaatras, pedra d. cantara 5C0
quintaes, palica 2 fardos, penles (i caixes, pre-
Tentos e salpices 8 barris, prata em obra 1
ciixo, rolhasda cortiga 28 saceos, airdinhas 2
caixotes, Iremocos 13 saceos. Times 300 liabas,
viaho 35 pipas, 4 qoartos, 25 decimos, 20 oita -
vo< a 10 barris, dito engarrafado 172 caixes,
vinagre 19 barra,, 1 caixao com ama imagem
de madeira, 1 dito com chapoa, panno da liobo
e meias, 1 dito com 1 relogio, 1 dito com um
sanctusrio, 4 ditos com diversas faieu Jas, 1 lata
om amandoss coturnos, 12 volumes diversos,
1 dito com toroeiras, 1 jumento pequeo e 1 ca-
poaira com galiobaa. ^
Lisboa,
13 da setembro.
Conlinuam em grande escala os preparativos
psra a culebrazo do regio coosorcio. A capital
aprsenla extao'dioario oiovimento. A decora-
do da grande praga do conmercio est quaai
proropta. Arcos triumphaa se levantaran em difi-
ranles bairros, nos sitios por onde lem de paasar
o cortejo dos augustos noivos.
Est eito o diadema que el-re o Sr. D. Luiz
ha de offerecer a sua esposa. Diz-ae que apear
de meaos rico do que o que fra pelo Sr. D. Pe-
dia V offerecido raioha a senhora 1) Eslepha-
nia, de saudoia memoria, com tudo um primor
d'ane pela elegancia com que foi diaposlo.
a crvala Barthulomeu Dias que dever con-
djiir a sua alteza, a futura raiuha de Portugal,
por ter sido esta embarcago commandada pelo
Sr. D. Luiz, quando era infante.
A cmara foi su iipluosameote guarnecida p
decorada. A mobilia e ornatos sao forneciJos
pela casa Card. As pinturas sao do eximio sce-
nograpbo Cinalti, coostam da poticas allega-
ras ao regio enlace.
O Sr. Soarea Franco foi nomeado commandan-
te da esiua Jrilha que deve ir buscar a prineexa-
nolva. U'cebou a graduago de ebefe oe esqua-
dra, oo sem atteogo aoa servigos que prestou
a libordade, como a honrosa commisso de que
foi encarregado. A esquadrilha compoita das
corvetas Barlholomeu Dias, Sagres e Eslepha-
nia.
Gomo Iha dUse, em minha ultima, foi o aenhor
marquez de Loul
sentadaa pela direcgo aaeaguinles propostas : 1*
augmentar o capital do banco ; 2* limitar o sea
fando de reserva; 3* alargar a autorisacao
concedida no estatuto para operar em fundo pu
blico, pasaando de ser um quarto pira am
terco.
A directo expi nos seas considerandos:
Quanto a primeira, que o banco pelo aea
eataiuto tinha a facaldada de elevar ieu capital
a dous mil conloa.
Que, hateado sido ji de mil e quinhentos
cont, se achava por circnmstsnclas polticas
reduztdo a 1,337:4009000 a que sendo progresivo
o augmeola do crdito a racarsoa da praga do
Porto, ella julgava boje maldiciente aquella ca-
pital, idforior dos oulros estabelectmeoios mo-
netarios da mesma eidade, e que por isao propu-
nba :
Io que a direceto aeja autorisada a elevar o ca-
pital a 2,000 conloa:
2* que desde j aajam enjillidas 813 seces ou
162.-60OS0OO para prefazer a aomma da 1:500 con-
tos de fundo ;
3* que es 500 cootos reatantes, ou 2:500 acroa
Qquem em reserva para aireen emiltidas quaado
a ssembla ojnlRar conveniente;
4a que a emissao aa aQi com o premio de 59
rs. or cada acjo ;
'>' que oeata misio sejam preferidos os accio-
nistas em rateio proporcional;
6* que as que pessam reitar desie rateio se-
jam vendidas como e quando a direccao o julgar
inveniente, porm nunca com premio ioferiora
50J000 por aegao.
Na da 13 ha outra reuniao para a volsc/ao daa
propoitas, a para se resolver sobre a forma da
emissao.
A imprensa commercial do Porto feliciti a pra-
ga pela prosperidade desse estabelecimenlo, e
diz que era na verdade aquella medida reclama-
da ha muito tempo, taoto na parte do augmen-
to do fundo do banco, coma na desenvolvimento
de suas operagoea.
Sobre a elevego do capital est de uoanime
accordo a assembla.
A falla da algodo lem sa j feito asolir de-
plorevelmente as fabricas poitugn.zas.
Urna folha do Porto recebida boje diz que en-
tre varisa medidas propostas para atanuar a cri-
se manufactureira do algodao oaquilla eidade, j
se deliberara a applicaco immadiata de cinco-
enta a sesseDta contos oe ris para eatradas as
proximidades do Porto.
Esta medida nao parece muito efficaz para a
maior parte dos operarios fabricantes.
A Gazeta Universal de Barcelona, em um
de setas ltimos nmeros consagra algms perio-
doi exposiciio ioduitrial do Porto e concur-
rencia dos industrises barcelonezes aquella fasta
fabril. H
Neoliuma das exposigoes celebradas al ago-
ra, diz o mesmo jornal, tem dido lio satisfaca
rios rebultados nagSo hespauhola, como s que
leve lugar ha um anuo no Porto....
a Os beneficios que alcanc.au a Ilaspanha sao
bem palpa .-ai* a industria do reino foi admira-
incumbido por el-rei de ira
Tuno para conduzr a senhora priocezi de Sa-'da em Portugal, e nohaduvida que exportare-
Doya. Na sua ausencia afflrma-se que ii.ra com mos algamas (szendas.
a presidencia doconselho da ministros e Interina-
mente com a pasia dos negocios estraogeiros o
Sr. viscoQde de Srl da Bandeira, ministro da
guerra.
Com a pasta das obras publicas, tamb^m inte-
rinamente, icra o Sr. Anselmo Braiocamp mi-
nistro do reino.
A pedido do ministro da guerra, o Sr. dnj>e
de Sal'Jauha commandar a parada da tropa no
da do desembargue da rainha. Diz-ae que o ii
lustre marechal s pozera couio coulijn uao s-fr
o acto maito demorado, porque o seu estado de
sale Ibe nao permuta conaer?ar-se a cavallo
rasis de 2 horas.
O ovaroo hespanhol teociona, segundo se af-
firma enviar para as aguas do Tejo urna diviaao
naval por occasio do tausio consorcio d'el-rei.
Parece que se repetirla a bordo dos navios de
guerra hespaohes as fuuccoes que houve em Al i -
--ante e de que tinto s occapou a imprensa do
viainho reino.
A embaixada de Sio esperada nesta corte al
ao dia 15 deste mex. Os plenipotenciarios e
sua comitiva assisliro as festas do casamento.
A cmara municipal do Porto, conjuncta-
menta cooa a commiaso auxiliadora, abri con-
carso couvi^lando o artistas nacionaes o extran-
gi Iros que queiram propor-se a execuQao da obja
do n.ooumento de D. Pedro IV, na conformida-
publtcou.
'' >Qatar o monumento de urna estatua eqaes-
're iie II. Kedro IV. en bcnnzs. sobre um pedea-'
tal do pe Ira lisa, leudo eite, ornat >s de esculp-
tura apropriados, a dous limos relevos era mar-
more braiico da carrra njs la dealea baixos relevos representara odesembarqua
do Miodello era 8 de julho de 1832 ; e o ottro, o
acto .a entrega da urua que encerra o coragao
da I'. Vi iro IV municipalidade do Porto. O
m i' umento nao ter mais de 10 nem metiot de
S n otros do sol a extremilade superior. O cas-
to de tii a obra, sem incluir o alicoree, gradea
Be defozi, e gastos de collocac,ao, oao ser supe-
rior a 3l) coutoi da ris.
Foi Jangada com certo spparato a primeira
pedra da novo estagao pnacipal do camioho de
litro de leste ao caes dos Soldados. Os coovi-
dados, depoia da ceremonia foi servida aia es-
i iaudUa refeigo pelo eogenbeiro em che/o da
empreza Salamanca & C,
No dia 4 iah'0 pela primeira ve;, da eslago de
c Actuilminte as medalhas a diplomas dos
notaos expositores vo ser enviadas com a maior
bre idade.
J foram recolhidos s cadeias de Aeiro
mais seis dos iocenJiarios daa minas da Mslha-
d. As auloridadis admioislraliva nao descan-
<;'m; o processo contina e continuar, pola to-
dos os ds vo epparecendo novos vestigios de
crima.
Contins. a inquirilo de tjstemuuhis em Se-
var, pelojuizde direito de Aguada. O d?laa-
do tem sida diligente.
Parece qua o inspirador de parte da cmara de
Se ver, e que dictou urna celebre representagao
dirigida ao governo, e que axcitou speras censu-
res de quasi toda a impreosi de Portugal, leve
em vista a dissolugSo da mesma camera.
Dos incendiarios d Sever j treze se acham
prisos.
A forga contina a estacionar naquella locali-
dade, devendo considerar-ae como permanente
e um destacamento de 80 pragas.
'I r~ -0s operrio, da 'abrica de vldroi da Miri-
I oba Grande (Leirla), repreientaram ao governo
para que manda continuar laborarlo da fabri-
ca por coota do estado, ou lhos abona um subsi-
lio, pois se achara sem recurso algum por ter o
actual arrendatario suspendido a laborarlo da-
quella importante fabrica.
No forro do lelhado do pago da Ajada, andan-
do uns operarios a concerla-lo appareceram mui-
tos e mui precioao cbjuctos que lem dado lugar
a uiversae CQlurai.
Coacta o achado de varias peras da lOtlg do
Japo de grande riqueza e toda marcadas cum as
iniciaes M. A.
Pareca que esta lou
infinta Maria da A9sumpgio que morreu em
Santarem ; para onde acompaobou o infaote D.
Miguel.
Fra comprada a lowci pela senhora infanta
jumamente cora outra para a aenhora infinta D.
Isabel Maria.
Provavelmeots a loaga f i escondida no forro
do t^cto por algum criado na noite de 23 de ju-
lho de 1833, quando o governo da D. Miguel
abandonou a capital divisao do exercilo liber-
tador, coojnuDdada pelo fallecido duque da Ter-
ceira.
E'jre aquella lonca ba magnificas jarras do
Japo de subiJo cusi, sendo para man da 10
contos rjp rii o seu vjlor:
Sauta Apolonia um Irem carregada com diversos i Eji actualmente em Braga o celabre padre
matenaes para a va frrea em villa nova de GrKo, Ananias, que anda perigrinando para re-
Coosiaucia. lipera-se que dentro em poucos i colhar donativos para os orphaos christos da
lias a linha eateja prolongsda at branles. Os Syria.
tracalhoa avangam com incrivel rapidez. "_ a folha onicial publicoi um deltas dias a
Falla-sa em alargar a circumvallacao da convengo postal celebradi'eotre Portugal e Iles-
ci lade de Lisboa, fleando iotranauros o palacio pacha.
da Ajuda e o convento dos Jeronymos em Be-
lem.
Por occasio da regata que teve lugar era
Pago ii'Aras no dia 8 do corrente, ia sendo muito
fatal o abalroamento que se deu et>tre o vapor
marcante Luzitima da carrdira do Porto e a cor-
'-la a vapor Saret, oodeae achava el-rei o Sr.
!J. Luiz I.
0 Luiilania largou o ancoradouro < cinco ho-
ras e dez mnalos da lar Jo com 94 passag:iros ;
chegon a Bslm e foi despachado pelo registro
lo poito a eiuco boras e Irinta e cinco minu-
tos. Seguio m direcgo barra, quando che-
t;uu eatra o Uafundo Pago o'Arcos,
a corveta Sagres aproada mat e
A permutarlo das corresponlencas far-se-ha
em malas fechadas, qua serlo reciprocamente
| trocada pelas segumtes eatsajotl poitaea :
Por parle de Portugal.
Io Eivas ; 2o Valenc lo M nho :
Q'Alva ; 4o Villa Rao! de Santo Antonio
gaoga.
Por parta de Haspanha.
Io Badajoz ; 2o Tuy ; 3o Tregenedi ;
monte 5* Alcanicea.
Foi nomaido para representar Portugal no
congresso scieoliflco, convocsdo pela sociedada
I ophtalmica em Pars, o d autor em medecloa e
eucontrou jehefe di sexta rpartigo do ministerio da guerra
pareceodo Jos Antonio Marques.
3o Barca
5o Bra-
4 Aya-
de mostrar
00
tundeada. Aproitmaado-se em seguimeiito de ] Eat cavalleiro 'j teve occasio .
sua derrota, vio cum admiragao que este navio j qusnto vale, quando em 1857 um nomea
oro;ara a sudar com maior forga para SI', idntica o chamou a Bruxellas.
qnereodo atravessar a proa do vapor Lusitania. | Este oosso compatriota antigo redactor do
A corrente da mar era muito fotte, a esta cir- j Escholiaste Medico, e autor de algumas obras
cumatancte, junu a da velocidade propra do va- medicas de'grande aprfio. A aoa pericia ge-
por, impeJiram que estese desviaase pelo lado ralm-nta reconhecidaa nvalisacom a affabilidade
Jo norte, o que mesmo nao poderla fazer sera do seu carcter.
sbilroar a Sagres plo mel, e por isso andou >'., beneficio do actor Rosi, repraaentou-se
para o sul quaoto ple ; porm coobeceodo que em Lisboa no theatro normal o drama Fiugaiica,
nem asiim podia evitar o encontr, mandou pa- dos seobores Camillo C^tello Braceo e Ernesto
rir e cear r a toda a forja Nao houve es- | Biester. O drama agradou. Os artistas mais fes-
: >. i para mais, e tudo isto oo baslou para evi-
tar* o choque.
O cipito, segundo urna declaracao que sa deu
a maior publicuade, fez todo o possivel para
evitar a avaria, e quaado eataera ioevitavel, pa-
ra a tornar menor. Parece pois qua o prajatzo foi
devido a manobra da Sagres, porque deeviaodo-
sa do caminho qu .razia, foi atravessar-se na
proa do Lusitania. Na occasio do abilroameo-
io a Sagres eontiouoa navegando a toda a forga,
sem parar, nem naeamo procurar ioformsr-se se
o estado do Lusitania era tal que importtsse
minete risco para os passageiros e tripulantes.
Nao morrea paasageiro algum nem honve feri-
meuto ou desgrea. bordo do vapor Lusitania.
A a aso ti e<; i o industrial pbrtueose tavlou
duai medalhaa de ouro commemorativas da ex-
posKio porlueose a el ral o Sr. D. Luiz a a aeu
augusto paio Sr. D. Fernando. Foram entale-
gados de apreseotsr aa medalhas, alm po presi-
dente da meama associario o Sr. Antaoio Ber-
nardo Ferreira, os socioa correapondantes os Sra.
A'exandra llerculano, Jos Victorino Damaxio,
Jos Maria do Casal Ribeiro e Jos Maria Satino
(Joelho.
Ocardeal patriareba da Lisboa ebegou do
dia 2 do corrate a Viona, boapedando-ae no pa-
lacio do Sr. Luiz do Reg. No dia seguate sanio
embarcado para ponte de Lima e reos. Oillus-
ire prelado tem recebado inequvocas provas de
respeitosa considerarlo em lodoa oa pontos que
(em percorrido.
Foi publicado um decreto concedendo o ha-
bito de cavalleiro da Torre e Espada, ou o grio
immediato, aoa que j tiverem algam deata or-
dena a daxentaa e tantas peesoia qae merecerm
esta distiocgo pelosservigos prestados durante a
epidemia da febra amarella.
O Sr. Quiniino Diaa marechal de campo
governador da praga de Peniche, foi agraciado
com o titulo de Paro do Monte Brasil em aua
vida.
Na asaembla geral do banco commercial do
Porto, que se temi 6 do correnta, foram apre-
tejados foram Tasso. Theodorico. Santos, Del-
phina e Eoiilia Alelaide. O Sr. Rosa recita* com
muito acert a poesia O firmamento do fallecido
Soare de Passos.
No dia 9 daate mei, pelo meio-dia, ardeu
completamente o bello tbeatro do Sr. conde de
F-arroba a I.arangeiras, as proximidades de
Lisboa.
Eatava seguro apenas em cinco contos, mas
calcal<-ae o prejuizo em parto de ora contos.
A sala de baile tambero foi pasto daschammu.
Ainda sa atalhou a conflagrago para nao con-
summir a respectiva fabrica dagaz que Mea muito
porto.
Os soccorroa scudiram Urde por causa da gran-
de distancia.
Parece que andavam uns operarios a concertar
o zinco do lelhado, e cahira noa forros urna
braza das que serviam para aoldar o zinco.
Pela correspondencia oficial, recebida de
Kanagawa no Japo, consta qua no dia 8 de
abril ultimo se proceder troca das ratificages
do tratado da 3 de agosto de 1860 entre Portugal
e aquello imperio, sendo commiaaarios por parle
do governo portaguez Eduardo Clark a, conaul de
Portugal em Kanagawa, e por paite do governo
japonez Tahinoto Hagato No Kanie, celebr.o-
do-ae a ceremonia na lega rio dos Esladoa-Uoi-
dos, em Yedo. A caixa sonteodo aa moedas
nacionsea, otlarecidas em nome do governo
portuguez ao de S. Magestade o tycoum, impe-
rador do Japo, foi recebida com agrado. Tanto
ao commissario japonez, como ao aeu nume-
roso squito foram entregues os presentes que o
commissario portuguez Savia feito preparar. O
ministro residente dos Eilidoa-Unidoa, o Sr.
Townsand Harria, e a empregadoa da legarlo a
aeu cargo, preitaram oeata occaaio aervicoa
valiosos.
Por algamas correspondencias chegadaa
ltimamente daa ilhaa dos Azores, consta que os
tumultos, tanto na ilha do Fayal, como na do
Pico tinbam feito mais algumai victimas, pois
continuivam.
No Pico, o povo havla deposlo a auloridade. a
nomeado urna junta revoluccionaria, que rica
exercendo todos os actos administrativos e judi-
ciaes. O administrador do cooselho na ilha,
Terceira mandou autoar, aeodo depois remetli-
dos ao poder judicial, uos individuos que ti-
nbam chegado aquella ilba, viudo do Pico, com
passaportea paaaadoa pala junta revoluccio-
naria.
No jornal Os Pobrtt da Terceira, vem publicado
ultima hora o aaguiote:
a Por um descacho ebegado de Sao Jorge,
tooita quo no Pi*o conlinusm o tumultos;
alguna eccleaiasticos teem fgido daqualla ilha,
teado os revoltosos j feito algamas- victi-
mas.
Afirmam as folhes peridicas desta sema-
na, corra como certo em Liaboa, que eat
formada urna companhia, com o fim de proceder
reeticerlo do bairro da Alfama, o mais ami-
go da capital. Prope-se cooitruir naquella
sitio ras regulares, largaa e bem orejadas, guar-
necidas de predios elegaotea mas divididos em
pequeos quartos, para familias menos abas-
tadas.
A curvis Imperial Uarinheiro, da mari-
nha de guerra brasileira, euttou no dia 29 do
passado s 4 horas da tarda barra do Porto, e
fuodeou em frente de Masiarellos.
Logo depois da aua ebegads, ocammaodante e
bfijcialidade da curveta receberam oa cumpri-
mentos da officislidade do vapor portuguez Lynce
e da urna deputaco da intendencia da ma-
nnba.
Esta curveta aalra do Rio de Janeiro em viagem
de iostrucc;o a 11 de Janeiro deste aooo. Per-
correu os principaea portoa daa provincias do
norte do Brasil, demorando-se no Para tres me-
ses. All osguardas-mariohas passaram para um
vapor de guerra braaeiro, no qual foram ao
Alto-Amazonae tirar plantas topographicas. Re-
gressanm a 18 de julho crvela Imperial
Marinheiro, que a 25 do mes no se fez de vela
para o Porlo, chegando barra daqualla eidade
a 7 da agoalo, iodo nesse mesmo dia fazer qua-
rentena para Vigo, donde regressou entrando
barra do Porlo. Permaneceu ali uns 20 dias,
donde aegaio para Lisboa. Aqu ter demora de
um mez, e conta assistir s fastas do casamenlo
da el-roi.
Parece que do Tejo partir para Cadix.Madai-
ra, S. Viceiite, Tenerife, Fernando de Noronha
e Macei, recolhendo finalmente d'ali para o Rio
da Janeiro.
Tem aido muito elogiada, tanto no Porto, como
em Liaboa, por todaa ai pessoas que viiitaram
esta bello vaso, a disciplina que ali reina e o
exceller.te arraujo em que se encootrs, sabindo
captivadas da delicadeza e affabilidada dos
ollicnes, aspirantes e gu>rJaamariohas.
No 1* do corrente, pelas 5 horas da tarde, no
hotel da Boa Vista, na faz do ouro, os viscon-
des e vigcondeasi da Santa Luiia, deram um
magnifico jsntar em obiequio ao digno comman-
dante e offlcialidade da cur.eta braiileira Impe
nal Uarinheiro, que enl" no Douro.
Foram 40 os convidados entre nacionaes e
estrangeiros. A msica da curveta, durante o
jaiiiu, tocou bellos trechos das mais escolhidas
operas.
Os primeiros brindes, foram em honra dos
amphitries, que em seguida brindaram pelo
digno commandeute e ofnciaes da curveta, se-
guindo-se oulros muilos.
Notou-se um brinde feilo a quam tvera i
lembranra de fazer collocar entrada da hospa-
daria da Koa-Vta as duas bandeira portugue-
za e brasileira, fralernisau Jo .ssiai as duas oa-
goes, o que fui enthusiasticamenie victoriado
pelos comraensaes, principalmente pelo senhor
coramandante da crvela e officialidsde.
Termioaram os brindes por um feito S. M.
el-rei de Portugal pelo commaodanle e oulro'
pelo visconde de Santa Luzia S. M. o impera-
dor do B.'asil, tocaod(j-3a os respectivos
hymnos.
Termino assim aquella festa, retirondo-se
todos muito penhorados pela hospedagem.
A curveta entroa no Tejo a 31 de agosto. A
torre de Belem salvou entrada da curveta
imperial.
Foi transferido para a de S. Paulo o da de San-
ta Litaarioa, cooaelheiro Vicenta Pires 5a Motta.
Por decreto da 13 do corrente foi nomeado ca-
valleiro da ordem de S Beof> de Avit o capito \
do corpo da engenheiroi Pedro Dias Paes Lame. ,
Por decreto da meama data foi nomeado lente
aubstituto da faculdade de direito do Recife o Dr.
Joa Liberato Barroso.
RIO DE JANEIRO
10 de seteuibro.
?nr 'nl. de "' S """la f.irm .-.lonerailos
o ar. Ur. Laetano Alves de Souza Filguslra do
cargo de presidente, e o Sr. Felippo Antonio Car
doso de Santa Cruz do de vice-presidents da pro
vincia de Goyaz.
Por caria imperial da mesms data foi nomeado
oSr. Jos Vieira do Coutopara o cargo de prisi-
deute da dita provincia.
Por decreto de 6 foi agraciado com o titulo de
baro da Leopoldina o Sr. commendador Manoel
Jos Monleiro de Castro.
Por decreto de 27 de agosto prximo finio foi
apreseotado o padre Galdtno Jos Pereira Barges
oa igrej perochi! de S. GoDgalo dos Campos, da
provincia e arcebispado da Babia.
Por decrel) de 6 do corrente foi permiltiio
aos padres Dmaso da Assumpglo Pires e Felippa
Benieio Moura, parochoscollalos. este os tregua
zia do Ingizeira, e aquelle na da Fazenda Grande,
ambos da diocese e provincia da Pernambuco, o
permutaren: entre si as respectivas fr-guezias.
Por decreto da mesma data foi nomeado o Dr.
Adriano Alves de Lima Gordilbo, oppositor da
seegao de scienciis cirurgicas da facvlJsde de
medicina da Babia, para o lugar de lame da ca-
deira de anatoma descriptiva da mesma facul-
dade.
12-
Por decretos de 3 e da 6 do corrente foram no-
meados para a alfandega da Babia :
Ajudmte do inipector, o chele da 1* serbio
Francisco Manoel C-angalves da Cuoha ;
Chefe da 1* secgo, o V conlereHa Olympio de
Oliveira ;
Primeiro cooferente. o 1* escripturario Umbe-
lioo Rodrigues da Goili;
Primeiro escripturario, o 2* dito Joo Alves da
Silva ;
Segunio eicripturatio, o 3* dito Jyao da Silva
Romo.
13
Da ordem do dia n. 327 publicada no dia 9 do
corrente pela repartigo do ajudante-gsneral
coostam :
As romeaeoes dos Sra. :
Coronel do corpo de eng^nheros FrelerWo Csr-
neiro de Campos, para director daa obras milita-
res da corte.Em 4 do corrente.
Tenente-coronel do corpo de estado-maior de
2" classs Jos Pedro Ileitor, para commandante
das armas da provincia do Amazonas.Decreto
de 30 de agosto lindo.
Teneute-coronel do corpo de eslido-maior de
Ia classe Francisco Gomes de Freitas, para com-
mandante do batalho de engenhiiros.Decreto
de 3 do corrente mez.
2 irurgiao do corpo de asude do exercito Or.
Constantino Telxiira Malbeiros, para servir iote-
irnamente de encarregado da enfermara da es-
cola militar;
E as remogea dos Srs. :
1* Cirurgio do corpo de aaude do exercito Dr.
Jos Zicarias de Carvalbo, para a provincia de
rernambuco, como pedio, fleando eucarregado da
enfermarla de menorea do arsenal de guerra da
mesma provincia.
Segundos cirurgiea do mesmo corpo Drs. Ma-
noel Alves da Costa Brancante a Abraho Bruno
da Cmara, qua ae acham na provincia de Per-
nambuco, o primeiro para a provincia daa Alagoas,
e o segundo para esta corte.Aviso de 3 do cor-
rele mez.
-^14-
Per decreto de 11 do crrante foram nomeadoa
cavalleiros da ordem de S. Bento de A pitec Galdino da Silva Villas Boaa e Manoel Al-
ves de Azevedo.
16
Foram exoneradoa, a aeu pedido, do cargo de
presidente):
Os Srs.: Joo Jacintho de Mendooca. da pro-
vincia de S. Paulo.
Conaelheiro Jos Bento da Cuoha Figueiredo,
da da Minaa Geraes.
Conaelheiro Joaqaim Anlao Fernandos Leao, da
da Baha.
Mmoel Francisco Corroa, da de Peruaaabaco.
Foram nomeadoa presidentes :
Da provincia de Mtoac-Geraea, Sr. Antonio
Marcelino Nunes Gongalvea.
Da ata Babia, o Sr. conaelheiro Antouio Coelho
de S e Albuqnerque.
Da de Pernambuco, o, Sr. Joo Silveira de
Souxa.
Por decreto do m-smo dia foi apreseotado o
padre Antonio Tavares Dornellas na igreja de
Nossr Seobora Apparecida do Passo Fundo, da
diocesa e provincia do Rio Grande do Sul.
Foram nomeadoa:
O bscharel Severino Dias Csrnairo, juiz muni-
cipal e de orphos do termo de Carolina, na pro-
vincia doMsranbo ;
Jos Malaquias Dormundo Rocha, partidor e
distribuidor do termo de Larangelras, em Ser-
glpe ;
Francisco Xavier de Souz Ramos, partidor e
contador do termo de Po-o'Alho, em Pernam-
buco ;
Joo de Moraes Martins. escrivo de appella-
coea gravoa e protastos de letras dos trlbunaes
ua relago, docommercio do Maranho;
Joo Francisco dos Santos, tabellao e eacri-
vao das execuges eiveis e crimea, jury e orphaos
do termo de Itaguahy, na provincia do Rio de Ja-
neiro ;
Benevenuto Gomea da Silva Saboia, partidor e
diatribuidor do icruco de Valeoca, na mesma pro-
vincia.
Foi reconduzldo o bacharel Manoel Dairte do
Valle Jnior no lagar de juiz municipal e de or-
phaoi do termo de Vianna, no Maranbo.
Foi removido o bacharel Riymuodo Francisco
de Maura do lugar d- juix municipal e de or-
phaos dos termos de Codo e Coroat para os de
Lsxias e S. Jos, na mesma provincia, a seu pe-
dido.
Mindou-se cessar os effeitos do decreto de 3
de margo do crrante aooo, qua aospendeu o juiz
de direito da eomarc de Pocou. n provincia de
Msto-rosso, bacharel Manoel Pereira da Silva
Coelho, aura de poder entrar no exercicio do aeu
emprego, por ter sido julgada improcedanle pela
relagao dodistricto a amnela contra elle dada
pelo eooselheiro procurador da coros, soberana
e fazenla nacional.
Foi reformado no mesmo poito o tenente-coro-
nel chele do estado-maior da guarda nacional da
comarca de Castro, no Para, Joo Nepomuceno
Pratea.
Foi apresentado oo lugar da carcereiro daa ca-
detes da relago da Baha Antonio Peraira de Al-
meida, com o ordenado qua Iha competir, de-
peodeodo nesta parte da approvaco da asaembla
geral.
Foi perdoado a Jos Framiaeo de Miranda Fi-
Iho a pena de mez e meio de priso e multa im-
posta pelo juiz municipal do termo da Parabyba,
na provincia do Piaahy.
18 -
Pordacretoide 13 do correte foram nomea-
jdos para a tbesouraria de fazenda do Maranho :
r escripturario, o 2* Francisco Sotero dos Keis
i Jnior.
2* escripturario, o 3* dito Fabio Alexandrino
dos Res Quadros.
1 Consta que o Sr. conselheiro Salles Torres
Homem acaba de resignar o lugar da nombro da
commisso de ioquerito da alfandega da corte, e
, que aisiui procede porentender que nao poJe
continuar a prestar sau apoto e servigos ao ac-
tual ministerio.
O supremo tribunal, cumprindo o aviso do
ministerio dajusliga, enviou hootem ao governo
imperial a lista dos 15 juizes de direito mais an-
t'gos, para d'entre estes ser nomeado um des-
embargador que ni relagao da Bihia substitaa o
Sr. Manoel Joaquim de Souza Brito.
A lista efcvuda comprehende os Sr. juizes de
direito Antonio ileorijues de Miranda, Joo
Quirtno Rodrigues da Silva, Joaquim Pedro da
Costa Lobo, FraoeiscoElias do Reg Daatas. An-
tonio Gongalves Mirtina, Joo Valentina Dantas
Piuege, Francisco Jorge Monleiro, Henrique Jor-
Re Rebell.i, Pantaleao Jos da Silva Ramo, Eva-
risto Ferreira de Arauji. Manoel Felippe Mon-
leiro, Bernardo Machado da Costa Daria, Domin-
gos Martins de Farla, Joa Beruardo de Loyola e
Mathtua Casado de Araujo Lima Aroaud.
Por decreto daqueHa mesma data foi no-
"^*do jererldo j-:U de direio pira servir no
corturoa do Aracaj, provincia de Sergipe.
ae, como de ordinario, solicito palo bom e regu-
lar andamento do servigo publico.
Additamos i noticia que publicamos ante-
nootem do auicidio do Sr. Dr. Joo Caldas Vian-
na os esclsrocrmenloa seguinles :
A carta de despedida que se eocontrou fixada
na parede do aeu gabinete de advocada, e que
se acba em poder da polica, eoocebida oestes
termos :
Suicidme ; toquel a mete doa eoflrimentos
neste mundo.-ese a mais tempo alo penetre! este
a co de deDspero, foi em attenco a um aojo,
minha mulber, da quem nunca Uve o menor ag-
gravo. Pego perdo a Deus, pego-o a ella e e to-
d P*rJao- PMdo, misericordia 1
toterrem-me na vals comroum, conduzido
pela cirroga dos escravos. Meu lilbo Paulo, quem
o amparar I Adeus. Msrgarida. >
Enconlrou-se tamoem entre os papis do fina-
do um minucioso inventario de todos os seus
bens por elle escripto e assigoado, com a data
de W do correle, no qual declara que nada de-
ve a ninguem, e que, pelo contrario, credor de
diversas quantias, cujos ttulos exislem em sua
aecretaria, menciooado os nomes dos individuos
a que ellas se referem.
- 21
Recebemos folhas do Rio-Grande
o seu gabinete com o Sr. D. Jaime F.-!razu!as
pira a pasta de estrangeiroi, Juan P. Cravla
para a do interior, o coronel D Lucas Moreno
para a da guorra. o D. Aolouio M. Perex para
de fazenda. Entretanto uos numeroi poateriores
a o ultimo que temos vista nada mais acerca
de tal boato diz esta olha, que de oppos.go
todo o iranae.
A qo5'? d" Ti'na pareca agitarse de
novo. Celebrou-se a este respailo urna rauoio
poiilitt a que aialstio o presidente da repblica
e aeseverao mesmo Vtullo que opinara muitos
Mpotu.? en?ias"m ao V)8rl1 o P'S-
n fhu gUfy n,da qu P0*"* r*ferir-se.
No Chile, de onde ba datas al o l. de agosto.
bem ecolhida a nomeago doa novos ministros.
As minas de prata aitrahiam attenco e lavre-
vam-sa com vanlageos.
iw "IfX** Perdara-ee totalmente a 5S mi-
mas de Cobije, o um recife, salvanlo-ie os pas-
sageiros, o dioheiro, as malas do correio. e at-
gama bagagem.
A capital do Per- entretioha-se com ferias
em honra dasvictorias dos Msxicanos aobr* a ex-
pedigo francaca.
Na provincia da S. Pedro do Sal oo pode ioa-
. do Sul que ..i..,"""" ? rearo ao sal nao pode os-
alcaogam at 6 do corrente. das qoaes foi porta- i d*l J\ a re,Pec,,,vt ""mbla lagislativa al a
dor o patacho Dahlia, dali aabi Jo no dia 11. 'u* f?,J,n,,'1 por f,,ls da 0,roero Je -
r D nal ex,8'd0 Pal regiment : oaquelle da.
lienagao
Jos Bento de Campos.
A mesma folha dando noticia de Piralinim at
25 da agosto, diz ;
Continuavam em vo tosdaa as diiigeociaa
por parte da autoridade para descobrir-se os au-
tores do brbaro assaaiinaio perpetrado na pes-
soa d > iofeliz Fernando Manoel de Lima.
Achava se preso e ioeommuoicavel ultima
hora um individuo por auspeito de complicidade
no crime. Nao havja porm indicio algum que
justilicBsae tal suapeila :
L-seao Diario do RioGrandt de 6 :
raalisasse a nstallago no dia 15.
O Corrtio do Sul da ulliuia dala, dando conts
da sesso, diz:
Da eleigo da commisso de poderes nao foi
possivel deduxir cousa alguma acerca da ,.rge e
stluagao dos partidos ; mas se houveaaea.os d*
dar f s iudiicripges dos reposteiros. j nao
sao tres, porm qualro oa ncleos polticos em
que se divide a assembla, assumindo dllTeien-
tas matizes.
a Dasses quatro talvez o mais numeroso i>
I progressisle, capitaneado pelo Sr. baro de Por-
to-Alegre, porm contra elle paro:e astarem
a No numero dos escravos qae hontem foram m.u'f,',
vendidos em leilo, compareceu um meoioo da V B".-.."?! C0.,,8,dtfs toJos "o^os rupoa.
3 annos, louro e galante, esas qua, pobrexioho,
tambem era captivo 1 ,
O leiloeiro, Sr. Jos Maris Perry de Carva- <
Iho leve repugnancia em bslar o mtrlello na"
vendado um artiga que to de perto feria o co-
rago do homem humanitario, que tinha diante
de si urna crianga branca para vendar ; e exhor-
tando sobre a liberdade, fez um appello aos Srs.
espectadores para (sem duvida lembrando-ae do
grande dii de amauha) nao permittirem aquella
certo o menea vigoroso, que se diz tambera libe-
ral, e que. como o do Sr. baro de Porlo-Ale-
re, apoia a altuago que ioiciou-se no imperio a
24 de malo I
Na mesma folha de 5, com referencia a orlas
da Cruz Alta datadas de 17 do passado, l-te :
C Estas cartas pintam-uos bem aombria >i-
tuago commerciil da Cruz Alta e de toda aiuel-
la comarca.
< O commercio. oos deQaha 9i ealeriliaa.
trans.ccao. e que se olisaisem par. libertarem '" .'"' n" *" "UQQa 9 '* "'".
o innocente. E assim foi ; porque ao nobre e lou- "i-"' "'0,in*r' P"'B^ um Pfeiul" enor-
vavel convite do Sr. Par.y ninguem se tornouin- AslU.Vnr.^ .T? "% c w ,
dlfferente. Qeando desle modo'a cri.ng. livre do i \\^rTV. ^VJ^JV"^
duro jugj do captiveiro.
C a_ > *- -. ->.! -'*auiaa LLl mrjlM I
abe a jui dixer qua o Sr. Perry nao so foi o de ,;uU e uinu
utor dasaa patritica lembranga, como um doa I ,iPSS, besta^ enrli
rain eimagadoras. Aa derradeiras venias nao
aleancavam mais de 30J> a 50, e eslaa com praxo
tneies ; quando neohuma Sai
que correspondern! com maior quot. pecunia- | j,^ VXlKn*"" cheg,do PJf ,neD0
* oj j ,* .Eulr8lanto oo s Qcou l urna grande exis-
Da ordem do da n. 328, publicada
correte pela repartigo do ajudac'.e genera
conitam as r.ome>ges seguioles :
Dos Srs. segundos cirurgies do corpo de siti-
de do exercilo : Dr. Candido Manoel de Oliveira
Quinlaoa para servir na escola militar.
Dr. Joo Maris Lopes da Costa, para ser em-
preado no servigo dests guaroigo.
Foram exonerados :
O juiz de direito Joo Francisco da Silva Bra-
gi, do cargo de chefe de polica da provincia do
Plauhy, a aeu pedido ;
O j'j de direito Joi Nicolao Rie,ueira Costa,
do mesmo cargo, na provincia da Parahyba ;
, ,0|)! 'enca anda, como ha ni comarca da Cruz Alt
,\>nr.i msu 30000 invernadas, accumulando d*a-
pezas e empatando um capital immenao, desda
|que se Ibes calcula o custo medio em 219 para
menos.
a Ha negociante de beatas que prev um pre-
, juno maior de 100:000$ nos dous annos 1
l Fara apreciar-se o ml-estr deisa situsgo,
basta considerar que o commercio de mu.res
, quasi 4 nica industria de toda a comarca da
' Cruz Alta, ou pelo menos o do Passo Fundo. Os
i oulros ramoa ajudim, enriquecen! mesmo a in-
dustria local ; purm o trauco dos mares que
; Ihes d vida, e funda todas aa suas fortunas.
Nao havia noticias recentes da coiLinisso
aiiL.0 a 'hel J,3 E'-le ? x", Cruz-aode! exploradora do Alto Uruguay. Constav. prose-
rector da casa de correegao da c.le. a sa. pe- guir 03 seu, lHbt\h0n J interior da serra, e
idi>}& i.,im < r c hho a a i*chr-|e o Sr: teuenle-coronel Jos Maria do
Jo. Joaquim da Cruz Sacco. do de vedor da Cimpos muito malhor da gr.vissima anlermiJa-
mesma caa., seu pedido. ', da que poz-lhe em perigo a vid..
Diiem-nos
Foram Horneados :
SuUidou-se hontem, s 10 boras da mi-
nha, no aeu gabinete de idvogacia, estibelecido
na casa em que morav, ra do Regente n. 48,
o Sr. Dr. Joo Caldas Vianna, disparando um liro
de revolver sobre a fornte direita.
Pouco antes escrevera e segurara na parede
com brelas urna desped la, escripia ainda com
letra Orme, que foi arrecadada, com a arma, pela
polica.
O auto de corpo de delicio effectuou-ae cornos
Srs Drs. Moreira Tsveres, \* delegado de polica
Fernandas Eiras, subdelegado do V districto da
freguezia do Sacramento, Ferreira Vianna, pro-
motor publico, Lemos e Auguito Naves, peritos
Horneados para o txame.
19
Por decreto de 10 do corrente foi comeado
o Sr. Jos Gomas de Souza Gsyoso para o lugar
de ihesoureiro di thesoureria da fazenda da pro-
vincia do Maranbo.
O tribunal do commercio tem feito as le
guintes nomeages : dos Srs. Eugenio Aristides
Poirson, correlor de fundos nesta praga ; Frenis
co Pinto de Faria, avillarinr de predios rnicos ;
Joo Leite de Suuzi Bastos Juuior, trapicheiro
matriculado ; M-ithiss Rodriga-e Vasques, pre-
posto de agunle de leiles no Rio Grande do Sul,
em Pelotas e em S. Jos do Norts.
Os norr.eados j liraram seus ttulos para po-
derem exaner as funcOas dos respectivos officios.
Sob o titulo deaaatre no Pacifico publica
urna folha franceza de 8 do pussdo o seguinte :
Usa oespacho telegraphico de S. Francisco,
datado de hontem, trouxs urna noticia lamec-
tevel.
O vapor Golden Guie, qua conduca as ma-
las entre Panam e S. Francisco, e sahido deste
ultimo porto a 21 de julho. ardeu oo dia 27 do
mesmo mez na allira de Manzanilla.
Parece que o navio foi inteiramenle presa
das chammas. Entre 230 passageiros que havia a
bordo pereceram 180. O carregaraent a de* ouro
no valor de 91,114,000 com deslioo a Nava-Yurk
e de 9270,000 para lrglatrra, perdeu-se todo
provavelmente. Um telogramma d entretanto a
esperanga de que elle podar aer tirado dosdes-
trogos que o mar langon a costa.
fl Umi interrupgo occorrida as communica-
ges telegraphicas obstou iufeliimeote a trans-
asso de maiorea particularidades. Igoora-se
portaoto quem foram os passageiros que conse-
guirn) salvar-see alcangar a trra embarcados.
O Golden Gale era o mais bello navio da linha
a que pertencia.
20
Sua Magestade o Imperador, acompanhado
por seus semanarios, visito a houtem varios esla-
belecimeotos.
A's 9 y horas da manha eolrou no thesouro
oacionsl, examioou o livrodo ponto e percorreu
as quitro directoras e a secretarla, informndo-
se sobre diversos servigos inherentes a etsa re-
partigo.
Dirigise depois repartigo da impresio das
apolices e casa da moeda, assistio a alguna Ira-
balboa, e retirou-sa ao meio-dia.
Passou ento ao quariel do 1* batalho de ar-
tilharia, visitou lodas as companhias, arrecada-
c,6es e o rancho, assislio o janlar dos soldados,
e provou de todos os pratos da que elle se cem-
puntas, adiando os gneros bons. Sobre o far-
demento do batalho nolou que nao era de boa
qualidade.
Sahiodo do quartal 1 hora, mostrando-ae aa-
tisfeito, eotrou na repartigo do correio, e, acom-
panhado pelos Srs administrador, contador Cor
delro e chefe de turma Castro Vianna, examioou
olivro de ponto doa empregadoa e carteiros, n-
formando-ae minuciocamentedoaervigo do esta-
belecimento e doa motivos porque delle as quei-
xaro.
Foi depoie caixa da amortisagao, de onde re-
tirou-se 1 3, a boraa da larde.
D'ahi seguio S. M. para a praga da commercio,
onde, acompanhado pelo Sr. director do mez Da-
vid Moera, percorreu ea salas doa assigoantes e
a publica e a pablics, o ailo das reunies e a
aecretara doa corretorea, parando na primeira
diante do modelo em geaso, que ali existe ha an-
nos, para urna estatua equestre do Sr. D. Pedro 1,
e que foi remettldo 5 praga pelo Sr. Joo Diogo
Slurz, ento conaul geral do Brasil oa Prussis.
Em todas suas f islUs Sua Magestade mottiou-
g'P
Bacharel Jos Coriolano de Souza Lima, jaiz
municipal e de orphos dos termos reunuos do
Codo e Coroat, na pro'incia do Marr^o ;
Joo Jos Pimienta Bueno, primeiro escrivo
de orphaos e ausentes Oo taimo a* Cimpoa, o*
provincia do Kio de Janeiro ;
Vicente Kibeiro Moreira, escrivo da provedo-
seguranga publica da^uella
nenbuma
villa.
Que tal nao ssi ella, porm, quau lo o mes-
jmo juiz de direito nao lem confiaoga de que as
: garantas da lei, a sua posigo e o aeu carcter
( lin-Vuui paro Itae secar lo guacia '.
j A empreza tas malaa postas ia inaugurar o
das coiLpanbias
amentos do juixo de Snlo.^'e aufenes^ I ^tSf *"?
mo da capital da Baha reaiisado o accordo
lo.
Egas Joa Guedes, escrivo de orphos e au-
sentes do termo de Santo Amaro, da mesma
provincia ;
Major Daniel Jos Tompson, director da cisa
de correegao da corte ;
Jos Joaquim Liaboa de Aguiar, vedor interi-
no da masma casa.
Foram removidos a seu padido os juizes de di-
reito :
Conselheiro Francisco Xavier Paes Barreto, da
comarca do Rto-Formoso para a de Oliuda na
provincia do Peruambuea. ambas de segunda en-
trela ;
Manuel Maria doAmaral, da comarca da Caro-
lina, ua proviocia do Marat.ho, para a da Ca-
pella, em Sergipe, ambas de prirxeira en-
traen ;
Jacuby e Guayba, cedendo e>t> aquella o seus
quatro vapoies, e recebendo t-m pagamento um
valor igual em aeges pelo aea valor nominal.
Na eidade do Rio Grande publica van-se duas
novas folhas semanaea com os ttulos O Inde-
pendente e o Artista ; a primeira prepriedado
dos operarioi do Commercial e a aeeuuda dos do
Echo dojSul.
Pala primeira vara commercial foi julgada im-
procedente a falleocia abarla ao commeiciatu
matriculado Jacintho Antonio Lopes.
L-se oo Diario de 10 ;
a Os gatunos, que reOnam na habilidade da
spoderarem-se do albeio, oo quizeram deixar
pascar as (estivas e claras noiies de 7 e S sem
commetterem dous importantes roubos.
l-acolheram
l'-acoiheram para suas victimas os Srs. llar-
nardo Jos Pereiru. e Hermann Ewald SlC,
Manoel Jausen Ferreira, da de Alcntara, de roubando desle 3:l:w9420,e daquelle 25 oucasa
segunda eutrancia, para a da Carolina, de pri- 208 em prata.
meira enrancia, ambas na provincia do Mart-
nli.io :
Francisco da Serra Carneiro, da de Vianna
para a de Alcntara, ambas de segunda entran-
cia, na dita provincia ;
relite llenriquec de Almeida. da de Villa
Nova, em Sergipe, para a de S. Joo, ns pro-
viocia da Parahiba, ambas de primeiri
trancia.
Foram desigaadss :
A comarca do Aracaju'.em Sergipe, para nella
ter exercicio o juiz de direilo Jos Nicolao Ri-
gueira Costa ;
A do Kio Formoso, em Pernambuco, ao juiz
do direito Manoel C'ementino Carneiro da Cu-
oha ;
A de Palmares, na dita provincia, ao juiz Ue
direilo Joo Francisco da Silva Braga.
Foram recouduzidos :
O bacharel Luii Felippe de Sampaia Vianna,
no lugar de juiz municipal e de orphos do ter-
mo de Mogy das Cruces, na provincia de S.
Paulo ;
Bacharel Francisco Xavier Pinto Lima, oo de
juiz de orphos do termo da capital da Bahia.
Entrou hontem do Rio da Prata e portoa do
sul do imperio o vapor S. Pedro com datas de
Montevideo e Porto-Altgre at 14, Kio Grande
do Sul 17 e Sauta Csthariaa 20 do corrate.
IIjva em Montevideo noticiaa de Buenos-Ay-
res al 12.|
Teodo do escrutinio corrido a 31 do passado
lahido eleitos senadores e depulados proviociaes
homens addictos idea de federaltsago de toda
a provincia, suppunha-se que paasagse o projecto
volado pelo Congresso. Eulrelanlo asaim nao
succedeu, e aps a cmara dos senadores repu-
diou tambem a dos duputados por 33 votos con-
tra 9 n'uma lampeaiuosa sesso o decreto de fe-
deralisago da provincia de Buenos-Ayres. Ser,
pois inisler que o congresso, reconsiderando a
materia, excogite oulro projecto, que poasa me-
recer a approvago da assembla provincial, que
lencionava dirigir ao governo uon commuoica-
go explicando oa molivoa do seu procedimoDto,
e manifestando o desejo de prestar o seu con-
curso a qualquer pensamento qae conciliisse aa
exigencias da aitusgo com oa iuterasses da pro-
vincia.
O- Dr. Costa tinha pedido havia dias a sua de-
mieeo de ministro do interior, maa ainda. o pre-
sidente Ih'a oo aceitara.
Em Catanaarca dizia-ae terminada a revolago
com a queda de Omill e recoobecimento de Cor-
res como governador, leudo a admiaislraco da
provincia, omquanto esta nao chegava a Santia-
go oude eslava refugiado, sido confiada a D. Po-
dro Cano. A' entrega das armas da forga qua se-
gis ss paites de Omill precedeu convenio.
O governo de Cordova lioha declarado incom-
patlveiaioaempregos provinctaes e nacionaes.
Na Rioja,em S. Luiz, S.Juan e Mendoza mul-
tlplicavam-aa espantoaameole os aasassinstas,
pastando os antigoa federaos volladoa a aeua la-
res por aulorea Oestes crimes, de pue at no Ro-
sariosedizia darem-se numerosos casos.
Das demais proviocisa neohuma noticia encon-
tramos qae posea tnteressar-nos.
To pouco do Estado do Uraguiy temos eeon-
tecimenloa notareis que referir. Segundo o Pne-
(o da lt corra qae o presidente la reorgaolsac
Ambos os armazens foram iberios com chi-
ve falsa, e tornados a fechar ; mis tanto a burra,
do armazem do Sr. B. Jos Peraira. o'oode li-
raram odlnheiro, como a eacrivaoinha do do Sr.
Ewald que guardava os tres contos e tanto, fo-
ram aberlas por meio da gaxa.
oDepois de urna larga interrupgo de ses-
eu-'santa dias, recebenaoi afinal cartas e jornaes do
Algrete, que alcangam a 9 do mez passado ;
trazem pois huma longos diaa de viagem, quan-
do os poderiamos ter muito susvemenle de 10
em 10 dias I Tal o vergoohoso estado do ser-
vigo dos correios do interior da proviucia.
ilava chegado aquella eidade no dii 'J o
Sr. Dr. juiz de direito da comarca Antonio de
Souza Martina.
c No dia 4 de agosto foi sssassioado na Estan-
cia do coronel Victorino o Oriental Dionysio Pe-
dreiro, por um oulro seu compatriota, por dispu-
tas que tiveram que nao valiam uct real O
assaisioo evadio-ae.
Tanto na capital-como na eidade do Rio Gran-
de e o.ais pontos da piovincia 'onde havia no-
ticias, fra muilo featejado o dia 7 do correu?,
anniversario da declarago da independencia.
De Sania Calbarina nada temos qua noticiar.
S. H o Imperador visitou hontem inesperada-
mente, s 9 boraa da manha, a escola militar
sita na fortaleza da praia Vermelba, onde foi re-
cebido pelo Sr. ministro da guerra, que momeo-
toa antes all ebegra, e por oQiciaes emprege-
dos no eslabelecimeolo.
S. M. examioou minuciosamente '.odas as de-
pendencias da cacla, aasialindo distribuigo
do almogo pelas pragis do batalho de eoge-
nheiros, cujo rancho provou.
Ouvio tambem o exime de deus alomos da
segunda cade-ira do seguado anno, e relirou-s
ao meio dia, pareceodo satisfeito do oslado eta
que eucontrou aquelle eslabalecimento de ins-
irucgo militar.
Depois, acompanhado pelo Sr. ministro da
guerra, dirigi-,e na galeota imperial, fortale-
za deS* Jioo, dependencia d mesmo .eslabele-
cimeolo, vis,lou o asylo de invlidos e exami-
oou o edificio destinado para a inslallago de
urna enlesmaria da convallescentes do ejercito.
DIARIO D PERNAMBUCO
S. Exc. o Sr. Dr. Joao Silveira de Souza pres-
tar juramento e tomar posse da presialeotia na
quiuta-feira 2 do corrate, a urna hora da
Urde.
Pelo vapor Oyapock, viada hontem dos porto*
do sul, recebemos cortes e jornaes : do Rio al
23, da Bahia at 27 e de Alagas al 23 do cor-
rete.
Alm do qae se acha transcripto neste numera
sob ss rubricas Parte official e Interior,' en-
contramos mate o que segu nos diversos jor-
naes, que temos vista.
Huas Gtrau. Aa ultimas dataa de Minaa al-
cangam a 10 do correle.
No, dia 7 foram deatribuidosos premios con-
feridos pelo juryl'la expostgo nacional, aos expo-
sitores da provincia.
O medico Jos Modeato de Souza, disfar-
$ado-ae, panetrou em asa 4 Francisca Sonto.,,
MUTILADO


UI10 ti riBlAlnJECO. ? iebu iba so di smembro ti jt6,
<
cortou-lbe es cebellos, fz-lbe nma corda na ca-
teja e obrlgou-a a peaiar urna latir de 64 tac-
eos da sal, logrando fuglr policii que, dep>.',,
tua prlso.
.V. Paulo. W ji fado de gravidade te havia
(Miado na tirada reto Mercantil, eco seguinle :
L'm maiviJvio brigou coa tiU trebsihido-
res da estrada de ferro e coutegalo victoria ; du
i a immedialo, porto,reunlo-Be m grupo con-
idpravel d trabalhadoret metaram eacele o
atacador da vespera.
L-se na Revista Commerciai, de Santos :
No da 2 do coireole, ao amenhecer, tuici-
cou se em um caminho, perlo do cemilerio desta
c'.dade, deefechedo un tiro de pialla ooa ouvi-
25 anuoa de Idade poseo a,tu ou Meno*, toltel-
ro, que negvciava com loja de faxendaa, acha-
>e-se ha ara tono em liquidaco. Conala que o
airoso e seut negocios e vtlacoea que por tito
cotufa c ".evaram a praticar o aito de deiet-
Vro.
D-.-pois das fonmlidides da parte da polica,
tu corpo foi sepultado em um lugar fra do r-
dale do cemiterio, sem a menor forraalidade re-
ligiosi, conforme a determlnsco do respectivo
larocbo da freguezia, em ooaervaocia do aesi ri-
ral da igreja.
/lio de Janeiro.Por circular de 1! do correr -
e co ministerio da fazenda ordenou s thetou-
reries que remellara com urgencia ao tbeaouro
osesclarecimeotos e trebalhoa segn t es :
1, ;j'i:'.tj embercacoes se cooairuiram naa
resjectivaa provincias, emquanto igorou o ait.
5 da |ei do ornamento n. 369 de 18 desetembro
"< 184}, e detsas quantaa pediram o beneficio
ella, suJHitindo-se a suaa determintcoet ;
2o, quenlis tsm sido conitrnides depon da re-
vogaQJo dod.to srligo ;
3", qaal a sorxtma total da despexa feila em
'iudo desta diapotico, emquanto ella per-
duren ;
4o, um quadro do movimento decabotagem de
cada um doe reiMctivot portosqee lm ellsnia-
fas para ujiros^ue lambem as lem.no ultimo
uno liuenceiro ;
5*, um quadro seroelhanle do movimaulo da
(&lH>Ugto> dos porlu que tum ellandegts para
nuttos que nao as tem a vico-verse, assim como
Jos que nao lem entre si ;
6, jue numero de embircisoei brasileiraa se
mpregou no commerclo de cabolagem no dito
tuno ;
7." finalmente, um quadro, ao neuotaproxi
[i>aiivu, doa (retes de cabolegein em relec,o ao
ILi ::.' teiEpO. ,
u data de 12, fui pulo mesuio miuitterio
expedida a teguiola circular:
O vitcoud* de Albuquerque, pieid.ote do
tribunal do tbeaouro nacional, recouheceoJo a
lecetsUade de harmonisar a pralica daa thesou-
ratias de fezeuda com a do ihesoora nos casos
ce teclauiat,6es de dividas por que seja respousa-
vel o estado, nao requereudo pagamento os pro-
prios credores, e siuj seas heroeiros ou cesic-
Larus, < qual tem a dupla vsoUgem da poupar
diapendioa s partea e amplificar o expeieole
doa negocios, sem quediapeuaa as garantas pre-
cisas para a legalidad*) do mesmo pagamento, de-
ciara ios Sra. inspectores das ditas Inesourarus.
em additamento a ordena de 29 de junho, e lo'
de stieuibroda 1856, 20 de uuvembro de 1857 e
SO de fevereiro oe 1858 :
1.* Que, teja qual for a importancia daa ti i-
.lis, podeio ser pagas ao inventarente dos
bens do originario creor, vista da competente
c.-siriic.no rm inventario, ae nao tiveiem sido
inda pariilhadas, e aos herdeiros, te o tiverem
ti tfiepensada a haBiliUr^ao formal eligida pelo al-
ear de 28 de junho da 188 e lei de 4 da outu-
bro de 1831 sn. 6 8 e 9.
t* Que do mesmo modo podero ser satis-
(ellat aos cesaionarios as que titerera sido trans-
.cridas por meio de escritura publica, sendo
presentado o traslado ou copia desta.
> 8.a Que todaa as dividas excedentes alga-
da das tbesourarias, designada! naa sobredilas
ordena e cujos reclamantes nao puderem axibir
oadocumentoa que licam indicados, ou por nao
terse feto inventario doa beoa do credor primi-
tio, ou por conatar aesso de escoplo particu-
lar. devero ser pagas, babilttaodo-ae ot r-
.'endns reclamantes, na forma da lei.
* i.1- Finalmente, que na hypothese de terem
inferime alejada, ser licito t ihesouraria
Jiapensaraa hatiihtaqoes, se por ventura for pos-
aivel veriOcar-sa administrativamente a legiti-
rxidade dos hereirusou cesaionarios q.ue reut-
rerem O ; .-yau. eulO. >
Na ordero do dia n. 327 do ajudanle-gene-
-ai do xercilo, fui determinado :
1." Qe, devendo ta entender dat dispoti-
;5ea do cap. 13 do reg. de 1763, e provito de
O de outubro de 1820 que ot accessos ooa pos-
>os de otliciaes iufenores sero graduaet, oatuc-,
cettivos, convm que astim te cumpra imprete-
livelmenie.
2.* Que o primeiro posto de oilicial inferior
o oe furriel, e por cootaqueacia oa toldados
particulares, e bem aaiim os cabos de esquadra,
que, segundo o dispoilo no art. 6* datupracita-
k proviso, tiverem de oceupar oa postoa de
iikiaes iiieriores, devero comejar ptlo dito
posto de furriel.
3.* Que aos poalos de sargento-audaole e
qoartel-mealr lmente devero ser promovidos
vis primeiro6 sirgentor.
Foram nomeadot :
Commandante da canboneira Itajahy, o 1" te-
Lt:.i Joaquim Jote Pinto ;
Dito da corveta Ifxtherohy, o 1" tenante refor-
mado Jos Mana Vat Lobo ;
Dito do trausuoiie Jaguaribe, o 2o lente re-
formado uilhmme Rodrigues Villares ;
Architecto da casa imperial, Francisco Joa-
quina Uiueocourlda Silva ;
A ijunto commitso eocarregada de propor a
::,: do arsvnal de guerra, o eacripturario do
Ibesouro Luis Peixolo da Fonseta Guimarea,
oe servir de secretario ;
Segundo cirurgi&o do corpo de se ule do exer-
cilo Dr. Constantino Teixaira lalheiros, que ser-
vir de medico da escola militar.
Fo: concedida a demino pedido pelo 2*
ciiurgiao do corpo de sele do exercilo, Dr. Ma-
nocl Alvea da Costa Ferreira.
Foram reformados :
Jos Cuusieniioo de Oiiveire, mejor do corpo
e cavallaiia de Mallo-Grosso ;
Francisco de Paula Meuoa Brrelo, alferea do
2' regiment de cavallaria Ugeira.
L-se no Comi Mercantil :
No patacho Jlannah parle boje para a Babia
a compaobia do Circo Grande Ocano, que a
mais completa daa muilaa que nos bao visitado,
e a que do oosso publico tere melbor acolbi-
zcenio.
Aos seua directores nunca recorreu em vo
a candado ; noa poucoa das que entre nos se
dertoraram, oumeroaca foram os beneficio! con-
cedidos sociedadea de beneficencia.
Com to g'andea ttulos grtlido doa Flu-
minenses, nao para admirar que denem neata
cidade as mais viva saudades.
Etpirilo Santo. Havia atdo reorganiaada a
theaouraria provincial, em vtttude de urna lei
provincial.
Na villa do Espirito Santo grsssava urna epide-
mia, que suppuoba-se ser o chelers.
laida. Apenas eucootramoa a seguinte noti-
cia no Diario :
< leve Iionietr (25) lagar na mstrix de S. Pe-
dro a missa qe annualmente a aociedade Vin-
lo e qaalro de teteu,bro, manda celebrar pelo re-
pouso da alma de S. M. 1. o Sr. D. Pedro I.
Como de eos lurte, foi o acto rodeado de toda a
pompa conveniente. Concorreram.almoaa prin-
bipaea autoridades e (nuiles pessoas gradat, os
(Oiciaes da esqusdra hespanbola, inclusive oal-
xnirfote.
Pregn o Sr. conego Rodrigo coma aaa co-
nh anteada eremoria excelleotes marebaa fnebres
e a crebastra cnmpot-i* doa nostoi man habis
professores, que segundo ooa consta, perteocem
todos sociedad* e enio preatam-se gratuita-
znenio para a funcQo fnebre aunual.
'< Duem-nua qaao conaalbo directorio vai tra-
tar d< dar principio aoa trabalhoa para a levaota-
mcnle da estatua do Sr. 1) Pedro I, e quecons-
toe um ooi fas da aociedade >.
.Scrgipe.O cholera comecava invsdir a pro-
vincia.
Alaijoas.X' bordod o vapor Mcinanguape vam
de passagem o Sr. Dr. chele de polica iotirioo
Cs'los de Cerqueira Pinto, ex-promotor de
Tacaral Dr. igaacio Das de Lscerdc.
NOTICIAS COMERCIAES EMARTIMAS.
Buenos Ayret 6 de setembro.
Oocas (ultima venda a dmheiro) 430 1|1*
Oescootot.' bmeo receba em metsl.'co 8 e
empresta a 10 0,0. a em moeda correte recebe
5 e empret a 7 Ofi ao cao. a prega <-
soleen em metlico de 1 \2 0,0. e em moeda
.orre del 1,2 o(0 ao mez.
Frelei.Fretoo-se o Christina para carregar
4.200 quinlaea de carne aecca em Paysand
Ptra o Brasil a 4 liS, 5 1,2 e 6 lr2 rls. f. e
5 0|0.
Assucar.Vnderamse do Volante de Pr-
oambuco em depotito 1,915 barricaa e 200 meiaa
do banco a 18 rls. f tomenot a 15 1,2 rlt: f.,
O o mascando a 13 1)2 rls. (.
Covrot.Vendeu-te 500 decsnpo, os de no-
vilhoa 46 rls.,e oa de vacca a 42 rls., 500 psra-
ga-yoi a 48 e meio rls., 1,500 de Eutre Ros a
5 rlt.
Mate.Oo Argonauta de Taranagu vende-
nm-se im deposito 1,273 suirss a 14 1|2 rls. f.
Montevideo, 14 de setembro
Cambio.Inglaterra 40 1,4 d. por peso corren-
te. Franca, 80 3|4 e 81 frs. por onca. Genova,
sem sacadores. Rio de Janeiro, 29:500 por on-
?. Buauos-Ayres, to par.
Divida publica. Consolidada, 24 rlt. Exigivel,
48 No vos ttulos 47 |, do valor, tem vendedores.
Divida ioteroa. 36 |. do valor.
Dricoutos,O banco eommercial emprafU a 9
recebe a 6 (. ao anoo. O banco Mau emprea-
i la a 12 e recebe a 8 *i, ao anno. Na pr$ regu -
lsm a 1 1|4 |, nex.
Frete.Inglaterra, 15 sh. couros salgados, 70
sb. ditos seceos 30 sh. os fardos com 5 |, de ca-
pa. Havre, 55 fra, couros salgados, 100 frs. di-
tos seceos f> 60 rs, os fardos com 10 |. de capa
Jistados- Unidos 3,4 ct. couros seceos, lt4 ct. ditos
atlga/.o, 6 patv. oa fardos com 5 "i. de capa,
am oavioa americanos; Braiil. carna secca, 4
rls para o Rio de Janeiro a Babia, a 6 rlt. para
l'ernam'.uco e 5 *[. de capa.
Rio Grande, 16 de setembro.
Nesta quinxena o movimento da praca esteve
pouco influido e ai traniacc.ds foram bstanla
resumidas.
Cambios.As opersQei para esle vapor (S.
Pedro) foram insignificantes, havendo tambero
falla de sacadores.
Soore Londres cerca de^ 7,000 a 21 d ; aobre
0 Rio de Janeiro pequeos aaqaea a 5 e 6 |,*
Moeda nacional.Foi muilo procurada uestes
diaa e veudpu-ae de 8 a 9 ia.
Fretes.Fretou-se o patacho Arapehy para o
Rio, para levar farinha de trigo, por l:80uj>000.
Inglaterra, ultimo retamento 50 5 i, couros e
?5 ab. cioxa.
Assucar.Venden se toda a carga do Theresa
1 de Pernambuco, no principio do mz, a 49500
a arroba. Pelea exitteuciaa conservam-se os
poseuidorea exigentes, pedindo pelos fiaos at
530, a cuj) prego se tem vendido urna ou ou-
tr fracgo.porm as ci tsges consideramo-lasde
4$ 50, teg indo auas clssses.
Cel.Tem sua procura e nao ba grandes exis-
tencias em primeira mao, sendo as vendaa de
8J200 a U a arroba.
Carna secca.Compraram-se cerca de 50,000
arrobes, de 1g60O a 16800 o superior, e eome-
nos de 1200 a lg4\0 Aioda ba deposito e no
ge ral bstente desparelho.
Caxase.O deposito, oeste espirito avallado ;
a ultima venda foi a 750 a pipa, e contina em
declioago.
Couros vaceuna salgados.Embercsm-se pe-
quenaa partidas, reato de varios tratos. Nao ha
nenhuns para vender.
Ditos seceos.Nao foram procurados nesta
quimena por nao hiver necestidades para em-
barques, sendo os depechos altimosdas compras
do mez pessado, e coltm- ae em Pelotea de 250
160 rs. por libra, e uesta prega com, ram-se a
varrer a 230 e 25 rs. por libra, segundo suas
qualiaades.
Farinha do trigo.Sendo as vendas destes ar-
ligoa inulto morosas,atormente com o grande de-
posito que he, ser dilficultosa anda mais sua
realiseco : e estando o mercado do Rio de Ja-
neiro mais favoravel pela poucs existencia, re-
aolveram alguns postaidoret reexportar, ptracu-
iJ5? ,# fre,ou Peho Araps/iu para levar
1.000 a 1.200 bnricas. P V
Ascotagoea que ltimamente citamos nao to-
freram alterago.
Fumo.O tiom procurado e ha falta, tendo
os depsitos que ha de inferiores qualidades. Co-
tam-se de 80 a 110.
Gordvras.Podem-sa fezer algumas compras
aos especulsdore, porque ua primeira mo a
existem elgamas partidaa, que reservam-se para
embarque.
Maoleiga.O mercado est mullo supprido e
e at existencias em geral nao sao boas, Undo
sido as <> :mas vendes de 800 a 900 rs. a libra.
Sal.Aoundaucia e empando ; vendas de 750
a 8(10 rs. o .lpcii,.. 4
v.i./ju.Veuream-se parte da partids vinda
de Montevideo, viobo catalo, a 2000 a pipa, casco
da pote, e do Carolina do Rio a 2500, e50 bar-
ra do Porlo a 3400000.
16
Cambio.Sobre Londres, 24 d.; sobre Pars,
395 rs.; sobre Ilamburgo, 750 rs.: sobra o Rio,
5 e 6 'i, a 90 d. ; sobre a Bahia, nominal ; to-
bre Paroambuco, 5 |0 a 90 d.
Fretes.Para o Rio de Janeiro, 400 rs.; para
a Bahia, 520 rt. ; para Pernambuco, 640 re. ;
para Inglaterra, 50 sh. e 5 Y, ciozat 45 th. ;
paraot Eitados-Uaidos. 3;4 cent.
Metaes.Oegas, 320; pesos, 2|; patacoea,
2; pegas norte americana de 5 dollars., 100 ;
ditas de 21A 50; moeda nacional papel, 81(2
9 "lo-
Rio de Janeiro, .22 de setembro.
Cambio.Sobre Londres reguloa a 2 e 20 1[8
por 1.
Descontoc9 1|2 "(,.
Apolices.-e 6 "u, 9 1|2 e 93 [
Ac;oe*.Da estrada de ferro de i'adro II 18S
; rs. de descont ; do banco do Brasil 550 e 5t}0
i rs. de premio ; do bsneo Rural e Hypothocario
320, U*, 3i0 e 35 de premio.
Metae.Otras da patria 290400, I914S0 e
29^600 rs,
Fretet.-Cansl ordent 30[ e 35l; Gibraltsr
dito 25[ ; e Nova-York, 30 cents.
Gneros. Assucar mtscavado de Campos
i 2*300, 30350 e 20500 por arroba ; dito braoco
I de Pernambuco 30500. 40 e 40500; dito mea-
j cavado da Colinguibe 20; caf, Ia qualidade boa
je 1* ordinaria 60500 por arroba ; superior e Ia
boa 70100 ; 1" Loa 64900.
Sanio para Peroambmco a 15, o brigue Eu-
genia, com escala pera Macei.
Entrou d Peroambuco.com 13 dias de via-
gem escuna inglea Francis & Ann.
I Bahia, 26 rfeeiemtro.
Cambio.Sobre Londres, 26 1|2 por 1J nom.
Sobre Paria365 a 368 rs. o fr. nom.
Sobre Ilamburgo.670 re. m. b. nom.
Sobre Lisboa108 a 110 por cento de
premio.
Moedas.Doblos hespanhoes, 30g500a 3I0OOO.
da patria, 300000.
PatacSeg brasileiros20OOO.
hespanbes20000.
mexicanos1{960 a 20000.
Fretes.Para Bromen e Ilamburgo50 a 52 1|2
seta.
Canal e porto ingiez45 a 47 1(2 sch.
por too.
Continente50 a 55 sch. portn.
Achavam-se carga para Pernambuco : o
patacho D. Luiz, e a aumaca Horlencia.
Chg'u, procedente de Pernambuco com 4
diaa de viegem, a barca amtricma Wetlem
Ssa.
P|jKjUjjjn>0
HEVISTI DUftiA.
Nos jornaes rancezes enconlramot a arribada
forjada dos nanos dessa oego Solferino e Chin~
cha, a qual sssim nsrrsda por dous dos mais
impoitantes echos da imprtnsa parisiense O
Siicle e a Presse.
A Presse diz : Um successo martimo acaba
de produzir viva emogo os pre(a do Havre. O
navio francez Chincha, capito de Katow, tahido
pert a ilba Matiricia ter;a (eir (He setembro}
entrou hontem (5) arribado, em consequencia de
avsriat causadas por um ebalroamenio com oo-
Uo navio da mesme nego o Solferino, capito
Laisu, lambem sabido para Pernambuco e Cear,
oa manba de 2
O relatorio do capito A. de Katow diz que
o abal.'oameoto Uvera lugar na qaaria-feira s 3
horas da menhs. durante oquorto do immedia-
to, em fece doe pbares de Sania Ittbel a Pona-
Needle, ficando ambos os navios por meia hora
presos um ao outro. Quando poderam safar, 11
boment do Solferino iceram bordo do Chincha,
que nao lh'os pode enviar por cauta de forte tu-
fo que cabirt, e que o coaduzio ao porto do
Havre.
Entre oa 11 boment do Solferino, traxidot
pelo Chincha, acha ae o immediato Duviard.fe-
rido no choque, e que tem um tendo partid*.
A' bordo do Solferino apeuts ficartm Iret
homene a o espitio Lai*, am doe mala eeticoa-
doe olTiciaet raerinReros do nono porto.
; Aralie-te a anciedade reaallanle datsat no -
ticiat, entre tqaellea que se ligam mais oa ma-
cos vida martima. Cada qual imagina am 6m
to Solferino, atteodendo ao occorrido, so ma
lempo, s ao lugar do UcU.
Pouco depoit detaoer-se do occorrido, o ca
pito do Ecfatr, Dubourg, reeabeu ordem do di
rector da companhia doa vapores entre o Havre
e Hooflsar, para Ir procara do Solferino % dar-
Ihe ot toccorrot precitos, rebocaedo-o tt ooseo
porto, se (osee necessario.
Havendo sabido i 7 horat e tret qaaftot da
manba de 5, o Eclair voltio, dapoia deioruc-
tuosaa petqntzaa at 25 miihat a O. N. O >
O Siicle completa etta noticia com o seguinte :
A praca do llivre acha-te mais tranqai.W rea
faiiz noticia que acaba de recebar tobre o Sol-
ferino.
a Nossos leitoree se racordaro da qoe, aps o
abelroamento, o Chincha perder de vista o Sol-
ferino, em consequencia do tufo. Pouco depois
disso perece que um grande navio ingiez encon-
trou o Solferino, que havia perdido o mastro da
mezena, a rebocou-o al s costas da Ingla-
terra.
A's 11 boras da manha de 6 foram vistos
ambos ot ntviot, i tres leguas ao largo da Bea-
cby-Head, aavegando ambos E. na direecao das
llenas. Esta noticia foi trazida pelo vapor da
New-Haven, chegado hontem tarde Duppe,!
e eujo capito er, peloa tigaaea ftitoe, neobum
ferimanto haver bordo do Solferino, cuja equi-
pagem acha-se reduxida i 4 bomena, compre-
hendido nasse numero o capito Laiso. oor u-
rem oa outros onza sallado pera o Chincha, para
safar ot oavioa aps o abalroamenti.
< Agora metmo acabamot de receber copia di
tegointe despacho talegraphico, enviado pelo ca
pilo do Solferino aeua armadoret, Misuer
& ses fila:
Ramsgale, 5 de selembro, 11 h. a 19 mO
Solferino arribou con muitat averias causadat
pelo ebelroemenlo com um navio da casa Bar-
bey. A equipagem quati toda dessmparou o na-
vio, paasando pare o que ooa abelroou. O Sol-
ferino nao fea egu*. Foi pera equi conduzdo
por um navio ingiez.Laian. >
Na noite d domingo leve com elTeito ugerj
o terceiro eepectacalo da compaahla gymnaslica
dot irmotBuislay, o qual correa bem em toe
totelidade.
Dea comegoao espectculo o rornifuete, bello
trabalbo gymoeslico, em que desenvolvam sust
sgilidade e forca maacular os irmos Julio. Gut-
Iherme e Adolpho BuisUy. Etle tr.bilho foi mu
variado quer as posi^Oea, quer no complexo doa
exercicios, em sua totalidade novos bellos.
A Percha cadera aeguio-ee-lhe, pelos irmos
Estevao a Guitherme, que, comosempre, brilba-
ram em suaa evolu;oer.
O Barril admiravel e a Tranka hespanhola,
foram sxecutadoa com gosto pelo Sr. Estevao,
que ceda vez aprsenla novoa movimeotos, que
admirara pela rapidez com que sao executados.
A Escoda perigosa um exercicio de dis em
da mais importante, e no qual cada no;te tras
novos e admiraveis eierclcio. Ora sao evolu-
oes e posi^es bellas de sorpresa que preoiem
a nata como por eocento ; ore sao os saltos ra-
pttidos de mais mala perigosos, concluidos pe-
los mortaet, que causara terror s ao ver ae.
porquaoto um bomem que ae lenc.a de grande
distancia aos bragos d'outro, sem am poni de
apoio, e tendo por tolo o espago. Esse exerciclc
temaempre torprendido oe electa-.ores das di-
versas cidadet, por onde t^ra passado a comca-
nbla Buislay, e tem genho o titulo de verdadei-
roa ertistss gymnaslicot para oa irmos Julio e
Guilherme.
Aioda bem quecomegam a tomar algsma co-
rsgem oa dout palh>cos, apreseoisodo miior va
riedade em seus trebalbos, n felicitarao-los por
S80. Iooumeros exerciciosde o-ra e de desl-
eselo foram sxecutadoa, eagradaram. A pento-
mima da crinolina, porm, foi o primor d'erle dos
doas palhagos. Que te imagine dous garotos,
cheios da ritices a pilberiss, a vestirem-se em
sceoa, um de horneen e o. tro de mulher, depois
de heverem maltratado o dono d'uma hospedara
que lhet dra de comer, e quem nao queriam
pagar; e ieto co o Qm de evitar a polica, que
ot devia prender. Urna detforme crinolina, que
serve de escondrijo a seis meuinos, que correm
a polica pedra, e diversas quedas compromet-
tdoras, pela elevago da crinolina, formam a
salyra eos beles monelros, qae de vez em quen-
do sorprendem a viste na sociedade mo lerna;
formam o ncleo deaaea tr&b>lhoa, produiiodo o
i jai-, e cilllcacn ea mo tumes esquisitos de certa rlasse da sociedade.
A merevilha, porm, de noute, a torpreta que
enebea de pavor peloa riscos de vida que corra o
artista, foi por certo o llomem voador, verdadei-
ro pasttro que fende o etpago e prende se e sol-
a -*e com incrivel velocidade tres trapezioa
tutpeotot no {grande espego de mais de cento e
ciocoents palmos, e altura 'um aegundo an-
dar, e no qual a mais diminua volta p le Irazer
a mo n ao artista. De todos oa exercicios al
boje execuiadot pela eompaohia, e etle o me-
lbor, mes sorprendente o de maior perigo de
vida, e por isio aatteago pub'ica se prende
elle, como querendo aproveitar o menor mevi-
mento e aegutodo com emoges crescente at
vane ladee que executa o artista, principalmente
oa aeltoe morlaes dados na mudarc o'um pare
o outro Irapeaio. OSr. Adolpho Buislay paten-
teou nease exercicio, par de o-.;a masculer,
egidedo e firmeza de velbo artista, apazerde
sua mecidada natural, e mereceu o acolbimento
ettrandoso que Ihe dea o publico.
Felicitamos, pois, aos irmos Buislay pela va-
riedade e importancia que tem apresentedo, e
desejamos-lbet mais ventajosos retu lados do que
ot ele hoja obtido.
Foi nomeedo o Sr. Dr. Zachariea de Car-
ralho para mediao da enfermara dot educandos
do arsenal de guerra.
O Sr. Dr. Jos Liberato Barroso foi esco-
lbido pelo goveroo imperial para a cadeira de
subslituigode nosta Escldale de Direito.
Tendo sido exonerado o Sr. Joo Francia-
coda Mira Braga do lugar de chefe de polica da
provincia do Piauhy, por have-lo pedido, foi-
Mia conseguintemente designada a comarca dos
Palmaret.
O Sr. Francisco Xavier de Souta Ramos
foi nomesdo partidor e contador do termo de
Poo'Alho.
Foi removido o Exm. Sr. cooselheiro Fran-
cisco Xavier Paes Brrelo da comarca do Rio
Formoso psra a de Olinde, sendo aquella desig-
nada ao Sr. Dr. Manoel Clementioo Garoeiro da
Cantas.
Havendo sido exonerado da pretidencia
desta provincia o Exm. Sr. Dr. Manoel Fraocitco
Corris, que pedir dispensa desta commisso,
foi para ella nomeado o Fxm. Sr. Dr. Joo Sn-
veira de Souxa.
O Sr. Dr. Antonio Manoel do Arago e Mel-
lo tcha-ae nomeado chefe de polica desta pro-
vinc'a.
Movimento da cata do detengo do dia 26
de setembro :
Exisliam...... 362 pretos.
Entraren] 3
Sahiram 10 >
A taber:
Mulherei......
Estrangeiros ..
Eacravoe......
Escravas......
6
36
61
7
A *ber
Exisiem .
Naciooaet. .
Mulheret .
Ettrangeirot.
Etcrsvos .
Etcravte .
355
237
6
37
68
7
Tottl. .355
Alimenttdot a callados cofret provin-
cias. ...'........ 144
Mavimeulo di enfermara do dia 27.
Tiveram alta :
Menoel Joaquim de Santa Anna Nicodemos.
Joo Evangelista dot Santos.
Dia 27
Exisliam. 365 pretot.
Entrtram. 3 >
Sabiram. 16
A taber
Exilien:.
Mulherei. .
Estrangeiros.
Esr.ravot. .
Escravas. .
334
6
35
60
7
Total. ... 342
Alimentados a casta dot cofresprovin-
eiact.............
-28-
Exisliam...... 342 presos.
Eotraram...... 15 *
Sabio.......... 1 >
Exilien:....... 356
143
Total........ 856
Mmenla doa a cusa dos cofres provia-
" .......... 145
Movimento da enfermarla do dia 29.
rev alta :
Elias Joaquim dos Santos.
Jocoodiaoo Thomaz Borget.
Antonio Joaquim Soaret Litboa.
Domingos, ticravo de Alexandre Gomet Cami-
nhe.
Tirertm biixa :
Antonia, eicrava de Doaiogos Affooto Ferrein:
febre.
Josquim, efricaoo livre ; internlneote.
Pasiigeiroi do vepor nacional Maman-
guape, viudos de Macei e portot intermedkot:
r. Cirios de Cerqueira Pinto, lente Joaquim
Antonio de Moraee, Antonio Francisco di Silva,
Jos Antonio Fmeira.Joaquim J. de Santa.Anna,
D. Candida Adeladade Almeida Porto. 2filhoe,e
b atcrayoiDr. Igoacio D de Laacerda e 1 criado,
Fraocitco Fontaur, M. E. Dayer, John Moni, 9
naufragados da barca ingleza Sarah, Thomaz de
Aquioo Oliveira, Joaquim Accioly Lint, Joa-
quim Jos Martina. Pedro de Alceuiara dos Gui-
marea Peixoto, Feliciano Rodrigues da Silva
Flix Bamot Leatier, Luiz de Frtnc. de dr-
valho, Joaquim Jos de Souzs, 17 precia do
exercito, Jote de Mello Costa Oliveira.
Paeeageiros do paquete a vapor nacional
Oyapock, viudo do Rio de Janeiro e portot io-
termedioi : dezembirgador Alvaro Barbalho
Deber Cavalcaute, e 1 criado, Dr. Antonio de
Vaiconcellot Meoezsde Drummond a 1 escravo,
Alexanlre Ferreira Cacntoha. Pedro Alexanlri-
oo de Barros C. de Licerdt, Tiburcio de Aodra-
de Vasquet, Antonio dot Santos Viiiaga, Manoel
Barboza Ahe Ferreira, 1 criado e 1 eteravo,
Francisca da Conceigo e 1 filho menor, Jos
Coelho da Sampaio, Jos Frencisco Teooca,
Candido Eliaa de Amorim, Joo Xivier da Silva,
JoaMirla Baptitta Carneiro, Diooizio Rodriguea
de Mallo Castro, Manoel Antonio Peruira J-
nior, Shas Jos de Almeida. Joi Joaquim de
Oliveira. OJorico A. Bratileiro Marauho. Jos
Luiz Vieira Jnior, Felippa Nery de Carvallo.
Joe Alexaudra Pessot, 4 pregat do exercHo, 2
dizerlores, Albioo Francisco Kamot, ex-prag do
exercito Uuiotiliano Ferreira Celedo. Joe Vi
centede Mello, Antooio de Aruda, Joo Frao-
citco, Jos de Freittt, Menoel Gomet Manbflcs,
Franciico dot Santos. Eduardo Monaien, 4 et-
crevos a entregar.
Seguem para o norte : Dr. Simplicio de
Souz< Mandes, alferea Librelo Augusto Pereira
Lomba, Joaquim Aolonio Ferreira de Cervalho,
Joaquim Vieira de Silve Coquelro, Fraocitco
Meodea de Souza, Quitea Mara de Canceigo,
Virgioa Juste Mana da Cooce-co, cunigo Ma-
noel Jos de Siqueira Meodes, Jo Vidal Gon -
gelves Ramos. Menoel de Lima Lobo, D Luiza
D.David, Roberto alicbelet, Ilennque Carral,
Cristian* Frederichs Cjrandioe Gityeneger.H^n-
rique Necnolf. 10 pragat do exercitj e 2 ex-
preges, Comadioee Grebe.
Passegeiros dobngua nacional Unido, vln-
do do As : Francisco Jos da Cunba Sem-
piio, aua isfthors, tua logra, 1 liiho menor e 2
escravo. e Joo Severino de Moraea.
"KI i akio DO DU 28 DB (SETEMBRO, H0 CB-
M1TKH10 PLBL1CO. *
Aolonio da Silva Leile, Pernambuco, 20 annoa,
e iHe.ro, Doa- Yuta ; bapatite chrooica.
Dia 29.
Ovb, I'ernaa.buco, 2annos, Santa Antonio; be-
xigat.
Mauoel Mendes Leal, Portugal, 30 annos, soltei-
ru, Uoa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Guilheimina Mara do Livramento, Pernambuco,
25 annos, tolUira, Santo Antonio ; variolaa.
Felippa, Pernambuco, 4 innot, Santo Antonio ;
bexigas.
Francisco Braga de Oliveira, Pernambuco, 26 an-
no, cesado, Boa-Vista ; tumor.
Joo, Pernambuco, 5 mezes, S. Joi ; varilas.
Jos Luiz Pereira, Portugal, 57 annos, casido,
Boa-Vitta ; hypetrophia do coragio.
Emtgiio, Pernambuco, 40 diet, Santo Antonio ;
tosse.
Thereza de Jesat, Pernambuco, 26 snnos, viuva,
Boa-Vista ; dyarrha.
Manoel Jos Feroandes, Pernambuco, 60 annos,
casado, Recifa ; congesto encepbalice.
Joo Pedro da Rocha, Pernambuco, 50 annot, ca-
saOo. Sar.to Antonio : ttano.
ao qne ficoa rendend, depoft qae o ex-inqoili-
no Nicomedesa detocupoa, como provtm oa do-
camentot juntos
Em vina do que fica ponderado, e conta doi
autot, maoifeito o sggrivo fe.to aos sgera-
vantta qae o'eitea larmoa
Pedem V. M. I. qoe baja por bem prover ao
presente recurso, ordooando que o digno julz
aqao reforma o nespacbo daq ue se aggravam,
rejeitando no limioe ot lntempeetivoi embirgot
de fl. 72. E. R. M. 6
C01ff!MnC,IO.
ansn mu
DO
Banco do Brasil.
Acaixt flliil descont latra com prato iti
qmatro mezei a 10 0[0, ca do teu proprio aceita
i 9 0[0, tomi dioheiro a juros em conta corren-,
la, oa por letras a 7 (),U ao anoo, e aacca ao par
e curtoa praaoi, sobre o binco do Brasil.
Ciixa filial 9 de setembro do 1862.
Fraocitco Joo de Barros.
Secretario.
mvomco
DF
Pernambuco.
O novo banco de Pernamcuco paga o 9. di-
videndo a reio da 12$ por acgso.
Prav>a do Recite,2! de seteuibro de
18*3*.
As quatro horas alarde.
COTACES OFFIC1AES.
Cimbio.
Sobre Londrat90 d/v. 2 3(4 d. por ij.
J. da Cruz Macedopresidenta
Joho Calissecretario.
0,.:iT,,toUo deJA1ioeit Ar">P >ffl'l im-
perial oroem da Ro. e j.i, de direito etpeci.l
t.Tm"Vi ",a ei1aae "o R e*
termo, capital da provincia da Pernambuco.
por S. M. I. a C. o Sr. D. Pedro H, ,S5
Dos gande ele. q "
FaCo ttber aos qae o preteote alit.i fireai
qne u die 6 de outubro do correte anno M hio
de arrematar por venda a quem mais der em
pri?a publica deita juize. depait da luiie'ncia
respectiva o bem seguiotes :
8 cadelraa com atiento de psllinhi francexis mi-
des, evahadas por Sacada ama, 249.
1 mesa redonda pequea para meio de tila
por Jj*.
I pequea estante para livre*, vaina, porlj.
1 relogio de psrede usado por 40JJ.
1 marqueza de aroerello com asunto de pelli-
nha ueeda por 2$.
O quaes bens sao perteneentas ao bscharel
Joao Vicente di Mlvi Coita a vio a praca por
exscucao que contra o mesmo encaminha o ba-
cbarel Manoel Firmlno de Mallo, como leciona-
no de Joao Cardoso Ayrea e na falta de licitan-
tes serao arremstadoa pelo pte$o da afljudiceco
com o betinento respectivo da lei.
E psra que o prsenle chegue 10 conhecimen-
to de todot lera publicado pela imprenta e a la-
xado ne forma do enylo.
Dado e paitado natta cidsde do Ractfe de Per-
oimbuco eoi 26 de tetembro de 1862, el" di io-
depeodencte do imperio do Brasil.Eu Mine ti
de CarvalhoPaea ds Arale, sscrivo o tabi-
crevi.
Trittao de Alencar Araripe.
D^ltraees
s*llancs>ar* ,
KeLdlmsntadadia 1 a 27. .
Idees da da 29 ;
i
. 387:3648690 ,
. 5 271*339
392;636J029 I
153
aSovImeatlo da &kfanef>aT*.
Velumae entrados comlaxendas.. 149
tora nieros.. 4
Valamettibidoi tem isxendss..
com gneros..
== 175
Datcarragam no die 30 de tetembro.
linca iogleziHiodooraercadorlis.
Itrigue hamburguezMithilleipem.
Birca americeneImperadorfarinha.
Brigue ingiezHanriettabacalbo
Escuna ingleza Georgianamercadoria.
tteceitectorla de rendas Internas
egeraes de Persaambaeo.
Randimentodo dia ls 27. 30 280.795 ,
dem da dia 29......; 2:114|725l
32:395*520
Correspondencias
Permits, Sr. Redactor. quevoUe tinda t co-
lumnas de teu ipretiivel Diario pira reclamir
acerca do um tipies di reipotta dada por V.
S. ao raen artigo de hontem.
Diz V. S para luitentar a tua asierran do
ma litado do casca ds Fidelidade, que aa
propoiicoas que ivanc,ra ouvira de peitoit que,
sem aerem raaritimii, enlsndem da malaria
Unto quinto dos que somos nfficiel da arma
de. E', pois, a rospeito disto to aomecte que
me cumpre voltir imprente bemmeu peser.
Existlndo, co arrazoado de V. S. urna ambig!
dede aobre a mioba aptido na proQasao que
abrace), devo epenaa dizer que, nao e absoluta-
mente possivel qa* ama pessoa albeia inteira-
medte i vida do mar poasa entender della tanto
quanto nos, que a protestamos, e nao somot con
siderados peloe nossos superiores tomeoot eos
outros nossos camerales; enaste caso com a
comparaco de V. S., da qae a pessoa que Ihe
informou est to habilitada quanto r.s, ha
evidantement* uma injuria aot noitot (rot de
merlnheiro; do que nao devemot de forma al-
guna preacmdir, e nos ufanamos de procurar
s-lo, sem comtudo nos reputarmos algum novo
Gama ou Cuiombo, uem qaerermos eclypsar a
gloria aos demais, do quem nao nos considera-
mos tupiri r. porm igual.
O 1 tenente,
Collalino Marques de Souza.
Recife 29 do letembro.
Publicares pedido
Gattaalado pruvluclal.
Ritidimcntododlil a 27. 44:773828
Mam da die 29......3:900,169
48:6735'J97
Movimento do porto
Navio entrado no dia 28.
Att 11 diat, brigue nscioml t7ntSo do Norte,
de 358 lorela Jes, capito Francisco Felippe da
Fonseca Tinoco, equipagem 13, carga sal; a
ordem.
Observadlo.
Fuodeoa no lsmaro um patacho ingiez, mas
nao leve commuuica^o com a trra.
zYaotoi entrados no dia 2?.
Macei e porloa intermedioi21 horas, piqutte
a vapor nicioml Mcmanguape, de 337 tonela-
das, commandaote Manoel Rodrigues dos Sao-
tos Mours, equipagem 19.
Dio do Janeiro a portoa ir. l-rm liut5 da e 2}
hoi.a du liinu uuiva 1- horaa, poauQta a
vapor nacional Oyapock, de H'80 tonelada*,
commandante o 1 lenenie Antonio da Ponte
Ribeiro, equipagem 63.
Liverpool47 diat, patacho ingiez Georgiana,
de 142 toneladas, capito William Starkmgs,
aqaipagem 9, carga fazendaa; a Milla I.s-
Ibtm & C.
Navio sahido no mesmo dia.
Perahiba pelo Rio-Grande do Norte Galera
franceza aoul, capilo Berendoague, carga
couros e ilgodo;
Hoje finda a audiencia do Sr. Dr. juiz de
orpbaos, tem da aerem arrematados seis eacraves
por pxecuqoea de diveraos contra o casal do fina-
do Francisco de Carvtlho Piet de Aodnde ta-
los escrtvos sao um cebrithi de 10 s 12 tonos
um cnoulo de 8 a 10 annos. um prelo velho de'
> annos, um erioulo paralitico da aintara pera
beixo, e mais dous pretot, sendo om rendido de
ama verllha.
Correio geral.
Relaco das cartas seguras viudas d
sul pelo vapor Oyapoekc, para os
Srs. abaiio declarados.
Aurellano de Azevedo Montoiro.
Alvaro Tibirio de Moncorvo a Lima.
Batooio de Almeida Gamis.
Antonio Manoel Perdino Farnandes:
D. Catharioa Coelho da Svs Brando.
C. J. Aailey & C.
Domingos Jote da Costa Brega.
Frincisce Lucio de Catiro.
Francisco de Paula Cevalcaoli de Albaqaerque.
Francisco Pinto Ozorio.
llemeterio Jos Velloso da Silvalrt.
lnnoccocio Jote de Fjeitia Berros.
Joaquim Francisco Lavre.
Joaquim Marci^itro-da Silvi.i
Padre Jos Antonio da Cunba Figueiredo.
Jote Jacome Tasso.
Jos S'lvioo da Costt.
Jos V'eingentruk.
Mtnoel llirboia ce Aiauio.
Menoel Joaquim Santos Patary,
Manoel Luiz Coelho de Almeida.
Palmeir. & B.ltro.
Yalloso i Filho
Dr. Mauoei do Nascimsnto Machado Porlellt.
CoDseiho ailmiiiislralivo.
conselho adrolnistrtivo, psra foroecimeoto
do arsenal de Ruma, tem de comprar ot objec-
lot teguintei:
Para os armazens do arsenil do guerrt.
500canadaa de azeite de carrapito.
Quem quizer vender taet objectos spreseute as
tuaa propostas em certa fachada na secretaria do
conselho, a 10 horaa da minba do dia 6 de
outubro prximo vindouro.
Sale dat sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 29 do
tetembro de 1862.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente,
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogil secretario interino.
CorreiOe.
I 4i Senhor.Para V. M. I., te aggrava de peligo
Francisco Quiotioo Rodriguea Ettevet, e outros
ex-metirios da Ordem Tere-ira do Carino, con-
tri a decuo de fl. 77, pela qual o digno Dr. juiz
municipal da 2.a vara desta c dade ordenou que
as cusa di presente execaco promovida em
nome da mesa regedora, representante o'aiiueil
veueravel Ordem, cootra Nicoiuedes Msria Freir,
como inquilioo que era d'uxa das ceses do aeu
patrimonio, fossem paitos pelos bem dos aggre ve-
dos, achando-sepor isso comprehendido em pro-
viso do artigo 15. j 10, do regulamanto n. 143 o
preaente recurso de aggravo, que se funda naa ra-
zes segniotes :
l.*A setenes exequenda de fl. 59. quejul-
gou improcedente a acgo propoili, condenou
nai cusas singelst a A e nao os aggravantet
pessoalmeote. Por A. nao ae pode entender a
pessoa physica de cada um d'ellet, mas a nessa
moralOrdem Tirceira do Carmoque ama
corporaco de mo mora, que perpetua, e por
uma suDrogago de psssda se reputa aempre a
mesma, nao produziudo mudanza alguma a mor-
te ou aubstiluico u'ellas.
2.aNam podiam ot aggravaotet serim con-
demoados pettoalmeote n'etsst custis, por quan-
to oa que os sao em nome alheio, como os tato-
res, cursdores, procuradoree, tyodicot, etc., s
aa pigam pelos teus.bens, quaooo pela tua m de-
feza sao u'ellas condemnadot ptitoalmente, (Pe-
reira e Souza Ia lt. co. not. 587). Mas bem
longe o'isso a senteoce exequenda a fl. 59 reco-
nhecem nao baver-se provado malicia alguma
em seu pedido tendo o nico fuodimento pelo
qoal julgou improcedente i ic<;o, a falta de pre-
via intimacao jndicial do aagmento o'alugel fal-
to ao R. iuquilino.
3.aNeste sentido foi declarada a tenteoc,! exe-
quenda a requerimento do 1* dos aggrariotet
aela interloctona de II. 64, qua tendo tido inti-
mada ao procurador dosaggravados, ora embar-
gantes, transitou em julgedo, por qoe neohama
opposico apresentavamam lampo, consequeott-
mente j nopodiam nr-lhei recebidos os em-
bargos de fl. 72 por serem infrinijsntes do jelga-
do, Pereira de Souza 1* ls. co. oot. 881.
4.aNem finalmente procede o fundamento de
tersldo caprichosamente inte tada a preeente de-
manda, em que se firma a detitio de qoe te ag-
grava, por que nao s contraria declareeo final
ds senter.'M exequenda a fl. 59, te nao lambem
porque patente doe autos, qua ot tggravtntes
intentando-a foram movidos nicamente por om
zelolouvavel dos ulereases da sua Ordem, pro*
cuando augmentar ae rendas de seu patrimonio
a elevar o pre;e do eluguil da can em queitao,
Secretaria do governo de Parnambaco 27 de
tetembro de 1862
Pela tecrctarit do governo se convida o Sr. re-
dro Jorge da Silva Rsmot pira vir oa mindar
pagr o perte do requerimecto em que pede so
governo imperial um cilicio de justica sm de
poder seguir o seu destino no vapor que ae espe-
ra do norte.Antonio Leile de Pinho.
O Dr. E'nesto de Aquino Fonseca, cavalleiroda
ordem de Cbristo, jeiz de orpr aos e autenles
da cidade do Recife e seu termo por S. M. o
Imperador qoe Dos guarde etc.
Fsco saber aos que o presenta edital virem e
dalle tiveram noticia qae procedendo a ex-oCQ-
eio aa diligentes da lei, foi por mim em o res-
pectivo proetsso julgado demente e incapaz da
administrtQo de sua pessoa e bens Jos Joa-
quim Ribeiro, tolteiro, morador na freguezia do
P.qo da Panella, dando-lhe carador oa peseoa do
cidedo JosS Gon;elvea da Porciuncula morador
em dita freguezia, cujo cargo aciiloa e delle se
echa inveatido, e com quem o'ora em dianle la
devero entender todot iquellesque tiverem ne-
gocio com o dito demente.
E para que peetoa elguma posta validamente
com elle contratar e ti juera nallot e de neohum
effeilo quiesqutr contralot, que com o mesmo
demente potiam ter celebrados, mandei pasear
o presante que ser tOixedo ooi lugarea pbli-
cos do costume e publicado pela imprem.
Dado a paitado nesta cidade do Recife tob o
tigoal e sello deste juizo qoe ante mim ierre ou
va:he sem sello ex causa ao: 24 de setembro de
1862.Eu Joo Facundo da Silva Guimares,
tacrlvo o lutserevi.
Ernesto de Aquino Fonseca.
O film. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, m cumpnmanlo da resolano da junta
da nenla manda tazar publico que a arremata-
Co da obra dos reparos da tercera parte da es-
trada do narte, aooanciada para 25 do correte
licou tranaferida para o dia 2 de outubro prxi-
mo futuro.
Secretaria da theeourtria provincial de Per-
nimbuco, 26 de setembro de 1862.
No impedimento do tecretario, oofficial da se-
cretaria, Miguel Alfonso Ftrreira.
O Illm. Sr. inspector da Ihaaouraria pro-
vincial em vutule da ordem do Exm. Sr. presi-
dente di provincia de 23 do correte, manda fe-
zer pulico qae no dia 2 de outubro prximo via-
douro, e peraota a junte da faseoaa da meima
thetouraris, se ha de arreme lar, a quem mais
der as midelras arruinada! da ponte velha do
Recife, ai quaes cooslam da nota tb-no trans-
cripta, tervin Ja de bate a esia arrimataco a
qoantia de 800JJOOO em qae forim ellaa ava-
liada/.
As ptisaas qae quizerem arrematar as referi-
das mideirit, compareQam na silla das seisoet
daiupradlta juote, no dit teima mencionado,
pelo meto dia, a com ion propoitie em cartas
fechedts.
E pera constar se mandou affixar o preteote
e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraiia provincial de Per-
nambuco, 26 de setembro da 1862.
No impedimento do secreterio o oilicial
da tecrettria.
Miguel Affooto Ferrein.
Nota a qae se rifen o edital tupri.
Estiv.i ..:... 455
Meiat ditas.....122
Linbaf.......122
Madres...... 25
Chapront. ..... 24
Estilos......105
Conforme.No Impedimento do secretario, o
offieia! miior da secretaria, Miguel Alfonso Fer-
rein.
Pda adojinistriso do correio detta cidade sa
faz publico que at mi las que tem de eonduzir o
vepor Oya;.ok com destino aos portot do nor-
te, fecharo-se hoje (30J ss 3 horas da larde. Os
eguros at as 2 horas, e os jornaes at ao meio
du.
Pelo juizo de orphaos desta cidade, lindes
os diaa da lei tem de ler arrematadoi varios ob-
jectos d ouro, comosejam correntio, trencelim
cordo, e varias outraa pegas, uma porc.ao d
prata, varios movis como sejsm, mobilta de sa-
la, e outras peen, tret escravos a taber, urna
parda a>aliada am COOjS, uma negrinha crioula
avallada em 400J. um prato velho em 100|, orna
vacca em 40?. e tiualmenle duas caaat oo mesmo
terreno em Iiebetibe, uma de pedra ocal e o.ira .
de teipa no valor de 2:400f, e aquioia parta de
um terreno por deljez da ra da Concordia.
Pelo juizo de orphaos, no dia 30 do corran-
te, depois da audiencia do mesmo, vsi prrea
da venda a estrave Antonia, cabn, com 14 bu-
cos de idade, aveliida por igiUO, por execuco
de Francelino Eleuterlo Ferreira Chavea contra
Joaquim Vicente Merques.
No dia 30 pelas 11 horaa da manha, na
audiencia do Dr. juiz de orphot, te hi de arre-
matar um escravo de nome Luiz, de 11 annos de
idade, do servlc.0 de campo, pela qnantia de 6C(j*.
Pela thesouraria provincial te faz publico
que a arremttaco da obra do calamento des
ruaa do Arano e Roaerio da Boa-Vista, al sabir
no paleo de Santa Cruz, foi transferida para o ci i
16 de oatubro prximo vindouro.
Secretaiia da thesouraria provincial de Pernam-
buco 18 de selembro de 18S2.
O aecretario,
A. P. d'Annunciar,o.
Tercs-feira 30 do correle, depcii da au-
diencia do Sr. Dr. jaiz municipal de 1.a vera,
lem de ler arremetido j com o tbate di lei. un
sitio de ierres com ervoredos no lugar da forre
em segulmento de estrada da Magdalena, o qul
foi avaliado am 2:3C0, cujo sitio foi penhorado
aos herdeirot de Jco Flrmino di Coita Barridas
por execuco que Ibes movam a viava e berdei-
ros de Joao Ferreira doa Santos, escrivo Motie.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
Ns quarta-feira 1 de outubro ter lugar o
qoarlo espectculo da compinhia syninaitica.
Aysos BuritttOf.
?m Lisboa.
S'l.i'.i com toda a brevidide o muito veleiro o
bem conhecido brigue porlaguez Constante co-
pilo Augutlo Carlos dot Reit, por tar j a bor-
do grande paite do tea carregamento: para o
restante da carga e passagelros, para os quaea
tem excellentet commudos: trita-se no etetip-
torio de Manoel Igoacio de Oliveira & Filho lar-
go do Corpo Sinto a. 19 oa com o capilo na
prrci.
fara Lisboa
pretende teguir com muita brevidide a veleira
e bem conbecidt barca portugaeza eGratido,
capito Antooio Ferraira Borget Pestaa, tem
parte da sea carregamento prompto: para o res-
to qae Ihe falta trata-sa com os seaa contigoata-
rios Antonio Laiz de Oliveira Azevedo, no sea
eicriptorlo raa da Cruz n. 1, ou com o capito
na pnca.
Para Lisboa deve^sahir com mu, le brevida--
da o brigae poitaguez Margarida, capito Josa
E. Ribeiro ; tem prompta maior parte de tea
carregamenl) e recebe o reito a frete : a tratar
no escritorio de Amorim Irmof. mi di Cruz
D. 3.
I
1

I
1
i
MUTILADO
ILEGVEL

I.


J
DUEIO DI FEMAIalCCO TERQl MUU 30 O SETEMBuO O IIM
)
t
a Baha
com multa brividede putead* iegir o ba co-
nheeido veleiro briga* iieiu tJovan Arthir,
capul* Joaquim Antonio Gongilvn do* Santos,
itm parta de eirrigi ment prompto ; para e
reato qae lhe falta, trata-a* eom o aeua conaig-
catarioa Antonio Liix da 01ir*ira Ai*T*do & C,
lo ae* Mripteri* na da Cria n. 1.
COMPANHIA BRASKLEIRA
mwms nvm.
Eipera-a* doa portoa do norte at o dia 2 do
outubro o vapor Cruzeiro do Svl, commandante
o capito, de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depoia da demora do costume aeguir para
os portos do snl.
Deade ji r*cebem-ae pawageiroa engaja-se
a carga que o vapor pod*r condazir a qual deva-
ra a*r ambareada no dia d* m chagada, ?-
commendn e dinbeiro a fret* at o dia da aabi-
di aa 2 boraa: agencia roa da Cre n. 1 es-
criptorio da Antonio Luir da Oliveira Azarado
<5 C.
lio de Janeiro,
i rctendo a*g*ir com uaita brevidade o T*l*iro*
s*m coohecido patacho nacional aCapaan, ca-
pito ThaotoLio Joi* da Silva Roaa, tam parta
d* aa* carragamento prompto : para o reato qaa
Iba (alta, trata-a* com oa aaai consignatarioa An-
anio Ltlz da Oliveira Aievado ii C. no aa* ea-
notorio, ra da Cruz p. 1.
LEIIiO
DE
ma loja de miu-
dezas.
Terca-feira 30 do corrente.
O agente Festina legalmecie aatoriaido palo
testamenteiro dativo do fallecido Maooel Joiquim
Diaa de Castro, fir leilao da irmafo, miude-
zas e existentes na loja cita na rna do Cbola n.
2 B, am um ou maia lotea: trga-felra 30 do
correte, pela* 10 horas da manbaa, na meima
loja.______________
LEILAO
Aviso.
DE

O brigue portugaez Lata //, capito Antonio
Francisco Viaira, a sshir com bravidide por ter
pitle do sea carregamanto prompto, para carga
e paasageiroe trala-ie com os contlgoitirios F.
t. Rabello & Filho, raa da Cadelan. 55.
mmmk PERMIBICAIU
N
Navegaco costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, M-
cau, Aracaty, Ceara' e Acaracu'.
O vapor cJagaaribea, commandante Lobato,
rahir para oa portoa do norte at o da Granja,
co dia 7 de outubro aa 5 horaa da tarde.
Recebe carga at o dia 6. Eocommendas, pas-
f'geirose dinheiro a frete at as 2 horaa do dia
da sabida. Escriptorio no Forta do Hattos nu-
trero 1.
Maca de tomates de usa
e duas libras a lata.
Que por conta de quero perteocer faz o agente
Pe lana de 21)0 latas de 2 libras com maga de to-
mates e 178 ditaa de dita de 1 libra, ai qa rio vendidas em um o* maia lotea i quirta-f.ira
1* de oatubro, i 10 horas da msnbSa, na porta
de Aonea defronta di lfm lea.
EiLu
DE
Pazendas, dividas e es-
cravos.
O agente Almeida (ara leilo a requerimento
dos depositarios da mus fallida do fallecido
Joao Jos de Gouveia e mandado do Illm. Sr.
Dr. julz espacial do commer vids a oscravoi de que se compGe dita masas, a
dinheiro oa a pnzocom fiadores a contento dos
respectivos depoaitarios.
Quinta feira 1 de outubro.
Na ra do Qaeimado loja o. 27, i 11 horas do
dia.
O abaiio asalgnado ipreisa-ie eo rogar a to-
das aa autoridades policiaes orbanas, empregadas
as ct-ticoea da eatrada de ferro, e barcaa de vi-
giaa, e traiss pessois, de aprehendereroo sea es-
cravo com oa aigniea abaixo declarado!, que fa-
zeodo-me am crime fugira de me* sitio da eatra-
da do Arraial no dia 25Je aatembro del862 :
Marcolino. preto crioulo, baixo groaao do
corpo gagueija algama cout tem no brego ama
grande cnatura da quelmadara de *m buici-p,
tam principio de sapateiro, e tem pai de nome
Manoel da Malta, me* escravo.
Fot veattdo de calca camiaa de algodozlnho.
Marcolino foi escravo do engenho denomina-
do d'Acua de Iguaraii, tora peilencenle ao ti-
nado Henriiue Poppe Girao, e hoja do Sr. Dr.
Francisco JoegCarneiro oa Cuoha.
i Protuto proceder contri quem o tiver atylado
e emprsgado em trabalho.
Quem o pegar poder leva-lo a minba olana
: n. 13 da ra do Mondego da freguezia da Boa-
, Villa da cidada do Recife.qualpagarei o trabalho
1 despera.
Marcelino Jote Lopes.
Cabo e Ipojuca.
O solicitador Pedro A. da Coita Michado en-
carrega-ae por sua conta de quattdee, a de quil-
i quer cobranza amigaval ou judicial am ambos os
| foros, na Escada e Santo Amito, podando aer
procurado na casa de ma reiideocia na villa do
Cbo todos oa diaa ten, excepto naa sextae fai-
na, dia esse em qae pd* aer procurado na vil-
la do O' de Iqojuca.________
Trecia-se de anta ama para caaa |de 'fa-
milia: na Boa-Vista, ra da Santa-C-oz n. 58.
A peaaoi que quer comprar urna tabirna
com poucoa fundos, podedirigir-se a ruada Co-
dorniz no Recif* o. 12.
Attenco
o
D*iea-se entregar eom muita trgencia urna
carta vinda da cidade do Porto, termo de Porta-
gal, do vapor ingles, a Illme.Sra. U. Mara Hen
riques da Lemoa, viava do tallecido r. home-
pata Ignacio Manoel de Limos, o qaal j m al-
gara teopo estove na cidade cima e em Lisboa,
o qual viudo para eata aqui fallece*, conata que
asta senhora natural dula provincia, e toda a
ina familia : qaem louber, dirija-ae a tui Dire-
ta, padarla n. 129, a qaal lhe aera entregue.
Alaga-a* *m mulato escravo proprlo para
todo o lervico de caaa ; a tratar na ra do Amo
rim, escriptorio da Geimarei & Alcoforado.
Fagio no da 27 do crreme o aicravo crioa
lo por nome Joa, idade 23 anuos, poico mala
ou manoi, com oa sigoaea legeinlai : boa altu-
ra, corpo regalar, bem preto, ps graudes, tendo
do lada direito do rosto o sigoil de m talhe, e
tendo levado vistldo calca de aigodo de listra,
camisa de baiata azul eacuro por cima de urna
branca, chapeo d*couro ji velho, aupp5*-ae que
anda por esta cidade ginhiodo cor ter aido re-
metido p*|o aenhor do ineimo eaciavo para
aqal ser vendido : por icio roga te ia autondi-
des policiaes que hijim deappreheode loe leva-
lo ao sau seobor Victorio do Nsscimento A. L ,
mora ir no eogenho Gravitar da frigaezia ce
Agaa-Prtti, o* neita pra?a a Manoel Auto to de
Santiago Leis, qe ser bem recompensado, ns
ra da Craz n. (4.
Furto.
Furtaram do sitio de Antonio Alv*s Barboss,
em Santo Amaro, oa ooite de 23 para 24 do cr-
reme mez de aatembro. urna vacca pranhe. bran-
ca, lavrada. tendo por eignaes aa galbaa graadei
eiber Ua com marca pouco vizivel, na aneado
adoainitoAB; roga-se s pesaos* qae dalla
tiverem noticia de deelararem oira doiGaara-
rapes o. 28, ou no mesmo sitio, onde se dar gri-
itacacafl ex'gindo-ae.
Atuga-se uo R.cile, bacco do Abre*, pega-
do | prag do commercio, a loja e legando an-
dar do lobrado a. 1 : i tratar na travessa da Ma-
dre de Dos n. 18.
#ai
Extraordinaria li-
quida^o
NA
Loja da Arara ra Ja Impera
triz n. 56.
Vendem-se reUlbos de fizendis de todas as
Sn ??,?' 00r b*r,t0 pre5' ch,u "*"
Ua00 ra. o-covado, ditas Iraacezaa cores :les
i 2,0'2^)Ae320 O'>0. Cissai frajte2ai
floa* a 280, 300 320 ra. o aovado, org.n ".
mntto flao pira veatidoa a 280 e 320 ra. o cova-
do: s na Arara ra da Imperatriz.
2nj Z ****&?&"^ "^iX?^1 'S?^3 do: s na Arara ra da Imperatriz
% Jllitaall^n^if, f Arara vende ol^tim a 28* :=.
UlUlia 0111 llVa Va m V*nde-ie oleslim de linho pira vestidos a 260
Precisa-ie fallar com o procurador da Mi-
noel Frincisco da Silva Carrico, o* qaem ma
vazea faca : na rm DiMla n. 66. primair* andar
Aluga-se acasau.23da
travessa dos Quarteis: a tra-
tar nesta typographia.
Boa tiuta pra eacrever.
Vende-se a 60 rs. a garrafa : na livraria ni.
6 e 8 di Praga da Iodepandencia.
Livro das Dores
Conten Jo o officio, modo de reiar a cora, sea
lanario da todas as orroes para deprecar as Do-
ras da Maria Saotissima : vande-ae a 320 rr. na
livraria da prega da Independencia ni. 6 e 8.
Precisa-ie de urna pessoa que entenaa bem
o portaguez, para escrever duas horas por dia :
na rus do Socego n. 24.
Sitio,
COIPASDU PEiMlBQIU
M
i^av'epejtlo costeira a vapor
luacei em direitura.
O vapor Mamangaape, commandante Moura,
irhir para oa portos do tal de iut escala no dia
i de owtabro i 6 horaa da tarde.
Recebe carga at o da 3 ao mel dia. Eo-
commendas, paaaageiroa dinheiro a frete at
o dU da aahida a 8 horas : escriptorio no Forte
. o Mattos n. 1.
Aluga-se um sitio na Torre, a margem do rio,
com boa casa de sobrado, com bastantes commo-
dos, estribara, cocheira, cacimba com boa agua
de beber coa bomba de puxar agua, fructeiras,
capiro, ate, muito bom banho e sitio murado ;
quem pretender, diriji-se a ra Nova o. 19, pri-
meiro andar.
Precls-ae de ama ami de meia Mofle para
coiinhar em casa de pouc familia : oa ra da
Roda o. 48, lobrado do um andar, na esqalna.
Jos Joaquim de Moraes, sebillo porlugiez,
retira-ee para a Bahia.
Precia-se de um caixeiro que techa (.re-
lie* de taberna : na raa da Faz n. 2.
O hiate Santa Riao tegae pira o Arccaty no
dia 30 do corrente, pira o resto da carga que
Ine falta trata-se com Tasso Irmaos ou com o
capito Joaquim Antonio de Figaeiredo.
BJ
o de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidide pera o
Rio de Janeiro o veleiro e bem coohecido brigue
nacional Almirante, tem parte do aeu carre-
gamento prompto, para o resto q* lhe falla tra-
ta-se com oa seus conaigDilarioa Antonio Luixde
Oliveiri Azevedo &C, no tea acriptorio, riada
Cruz o. 1.
io de Janeiro.
Pretende seguir eom muita brevidade o veleiro
bem conhacido brigue nacional Damo, capi-
to Jos Manael Vleira, o qual tem parte de ae*
carregamento prompto: para o reato que lhe fal-
tar, trata-i* eom os seus consignatarios Antonio
l.uiz de Oliveira Azevedo & C, no a** escriptorio
ra da Cruz o. 1.
Naraobao e Para
Segae com brevidade o veleiro brigue escuna
Gracioiav, eaplto Antonio Maria da Coita e
Iva, por ter alguna carga para ambo* o por-
to* 'ara o reito trata-s* com o consignatario
/ > de Almeida Gomea, ra da Cruz n. 27
29*
Quim precisar de urna senhora para emi-
ta r primeirai letras e fraociz, e varita qualida-
des de costuras, para qualqaer eogenbo, dirijs-
le < ru de llort a n. 66, loja.
Aristidet Duarte G ma tendo urna padaria
perfeitamecte montada com toda acrommodldade
qu se poie desujar era um bom estabelacimen-
to, e a qual eit trabilhando, e muito bem efr-<-
guezada, porn oao pdenlo eatar atestt daste
sea eatabaleciraento por ter de cuidar de outros
negocios, convida a alguem que qaeira sociar,
tomando a dlrec;o do negocio, ou que qaeira
fzer am arrendameLto pelo tempo que conveu-
ciooarem.______'
Quem precisar alagar umi escrava que co-
zinha, engomma* coae, airija-se a ra do Sebo
numero 35.
Alugi-ie no Recife, becco oo Abreu, pega-
do a praca do Commercio, a loja e 2o andar do
obrado n. 1 : a tratar na travessa da Madre de
Dos n. 18.____________
Antonio Goocatvea Freitas, subdito poilu-
guez, segu i;i-a a Bahia.
. Mscrava.
Alot.a-ie ama eicrava para servido de caaa e
rus, a qual lava e cozinha o dtirio : na ilna doa
Ratos, raa do Seve caaa o. 16.
Oesappareceu no da 26 de aetembro do
lagar Floresta na cidade de Olinda, um cavalle
melado claro, dinas cabidas para o lado esquer-
do, calcado de preto nos 4 pis e um casco, am
signal ou estrella na testa, bom andador baixo e
meioa eaquipar, um pouco deacarnado: qaem o
captersr dirija-seso Rosarlobo primeiro sitio ao
lado dir-ito qae ser gratiheado.
Os Srs, credores do commercian-
te Claudio Dubeux, tenham a bondade
de entregar seus ttulos de debito ou
coritas na casa de Rothe & Btdoulac pa-
ra serem examinados pela commisso
eleita para o iim de os verificar, como
dispoe o art. 815 do cdigo, certos de
que, aquelles que o deixarem de fazer
nao serlo contemplados na lista e pare-
cer que a commisso tem de apresentar
ao I Um. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, na prxima reuniao, sabbado
4 de outubro.
Para passaro vero,
Aluxam-se duas casas margem do Capibari-
be : ilha do BemQca na Passagem di Magdalena;
a primaira com 8 quirtoe, quintal, cacimba, tan-
que, etc., prec.o de 2109 por at.no : a legunda 4
qaartoe, cozinha fon, 2 aalaa e 1 gabinete, preco
de 150$ por anno : a tratar na raa eitreita do
Koiario n. 4,
Aluga-se para paisar a lena urna casa ni
Boaviagem : a tratar usa Cinco Pontea confronte
* fo'taleza n. 122
Preciaa-se de SiOOQf a premio com hypo-
theca em urna osa da um andar; na raa do Li-
vramento p. 19, ie dir quem quer.
Perante o Sr. Dr. juiz de orpboi vai s pri-
sa terga-feira 30 do corrente, por execicao de
A0'00' da Costa Rgo Monteiro contra Manoel
Lobo de Miranda Henriqaes, um escravo e urna
estrsva com urna cria ; quem nelles quizer lan-
5ir emoparega, ni sala das audiencias, s lt bo-
ras, a ultima Praga.
Aluga-ie urna caaa na ra do Varadouro n.
11 para pasaar a festa, com qaintal com diversas
plantas : a fallar na ra da Imperatriz n. 45.
Na raa da Imperatriz n. 5, loja da Esmeral-
da, precisa-se de. ama ama escrava.
Eogomma se com perfeico, e por preco
commodo ; na travesea do Pociobo n. 2.
Alagara -sb aa casia na ra do Corredor dn
com commoJos par lamilla ; a tratar na taber-
na da esquina da rui larga do Rosario, defronte
la botica do Sr. Barlholomeo.
rrecisa-se alugar am malilinbo de 11 114
snuos, por preco commodo: a tratar na ra do
Livramento n. 29.
O Sr. Areslides que annuncioo para alugar
a padaria, queira annunciar a sus moradi, ou ir
tratar na ra estrella do Ris)ario n. 32. loj.
Prtclsa se de urna axa para todo o aervico
de casa de pouca familia : na rea das Cruzes, ta-
berna n. 22.
mA
Precisa-se de urna ama para o aervico interno
externo de urna caaa de duas pessoaa : na raa
Direila n. 54. segundo indar.
Est para alugar-se ama can terrea atraz
doa Quartaia, e a toja do aobrido o. 9 da raa das
Cruzes : quem pretender falle no mesmo sobra-
do, penltimo quem vai da ruado Queimado pa-
ra S. Francisco, lado direito.________^___
O abaixo niigiado, lincidor da recebedo-
ria da rendas ioternas geraes, pelo preseate avi-
sa sos donoa. gereotes, ou procaradorea dos di-
versos estabelocimentos do burro do Recife, qae
contina hoja a faxer o lao;ameoto do tmtnsto
naa raas da Cacimba, Eacantamento, travessa do
Vigario, raa d* Madre de Dos, traveseada mea-
ma, raa do Burgos, Codorniz, Lapa, Moo-ia, A
norim, largo di Assembla a ra do Costa, para
que tenham promptos oa reciboa, papis de tra-
to, ou de srranlamentoi, para em vista delle sr
feito o procesto do mesmo lanQ.imet.to, como
exprcuo no artigo 37 e ie*i ? do rigilamento
de 17 de margo de 1860.
Recebedoria da Peroambaco 30 de setemi.ro
de 1862.O lancaor,
, ______ Joi Jeror.yrao de Souza Limoeir.o
9
m
lua.
Precisa-a* alugar urna ama para o servico in-
terno e externo de ama casa de pequea fami-
lia : no becco ios Ferreiros n. 7.
fMrmaDdade de Nossa Se 9
ohora do Bom Parto
erecta ua igreja de S.
Jos de Riba-Mar.
A masa regadora da irmaodada de z'u
Nona Senhora do Bom Parlo,achando-se iL
aobearregada da ora do douiameoto do '-3
altar de sua padroelra, e tendo em vista u
a aolemnisacao da festa da meima Se-
nhora, pelo tempo aer chegado, nao
podendo concluir a obra com a bravi-
dida precisa por falta de meioa, por isso
a mesma mesa recorre aos seus irmos
qae possuidos do fervoroso amor e de-
vocao que assiste em seus coracoes qui-
zerem ajodar em to santa misso, com
qual juer que seja a esmola, pod* dtri-
gir-i* a maama igreja as noitis de quar-
ti-eir. que all achara o theioureiro a
Parto com qaem ae eutendero. O mei-
mo ae entende com qualqaer devoto
que nos qulzer ijadar com sua smola
para am Iim jasto o qae a meama Sa-
ohora tanto a ana como a outroa dar a
ricompeois.
Arrenda-e o engenho Santo Amari-
W fho sito na freguezia da Varzea, ama
legua, moente 'agai com boai maltas
V ierras de plmiaces, a tratar na ra da
0 Praia casa n. 53, lercaro andir. A pro-
^ prietiria maii herdeiros proteatam
^ contro todo e qualquer damno que a ai-
@ raodeira fizer de consentir, visto no
a ter arrendado dito eogenho de iiovo e
r* por conieguinte nao poder criir rov
W afra. Recife 10 de setembro de 186.
#<-& mmmm^mm
No collegto das orpbaas de Nossa
Senhora da Esperanca pode fazer-se
qualquer trabalho de agulha, como
costuras e bordados de todas as qualida-
des e por precos muito acommodados.
As pessoas que se quizerem aproveitar
deste oilerecimenlo tenham a bondade
de entender se com a directora do dito
collegio na ra da Aurora.
Alugam se dous grandes arma-
zens na ra da Concordia proprios para
qualquer estabelecimento em ponto
grande : a tratar com o S*. Miguel Jo-
s Alves na ra da Cruz do Recife.
Alugam-ie pelo tempo Ua lala ou meam*
por anno, das caiai no Poco di Panella, ieod
urna na beira do no, com copiase na frente e u
oiiao, o am graode quiotil com bastac.tea arvo"
red o de ructo, e multo (ruca ; a oatia na r"
da Mangaelra, com bastantes commodo, e teod0
no quintal urna grande cicimb com excellente
agua para beber: quem as pretendir, procure na
rua Direit, sobrado de doaa andares, u'to a
botica n. 137, que ah achara cora gaero tratar.
A peasoaqueannuntiou precisar de 3:0005,
dando por bypctbesa um sitio patio dista praga,
deixa carta fechada nesta typographia com aa ni-
cises F F F para ser procurado, e tratar-ie do
negocio.
Preciai-ia de um caixeiro que tenha
ca de taberna ; no Campo Verde n. 52.
prati-
Preciaa-ae alugar urna ama forra ou escra-
va que tenha boa conducta e seja liel, que saibs
engommar e cozinbar pira caa de familia : ni
raa do Queimado n. 44 primeiro andar.
Mu(Unr;a.
O solicitador Jos Coelho da Silva Arauio
mudo* sua residencia para a ra do Livramento
n. 21 tegundo andar.

Im Francez
&tten?ao
Preciaa-se alugar um preto : na ra nova de
Santa Rita n. 53, paga-se bem.
Precisa-se de um foroviro qu* seja perito
e entends de tod/ii as masas; a tratar ai ma
do Imperador n. 46.
Precici-i de um cralo : na raa do Quel
mado n. 28. primeiro andar.
Guilherme Aigasto Ricardo val ao Rio da
Janeiro.
Am
Prciea-s* de urna ama eecca para cuidar em
ama menina : na raa do Trapiche n. 16, no lar-
cairo andar.
51tlt\
Aluga-se am sitio no lugar da Magdalena, prin
clpioda travessa do Laca, com caaa de pidrae
cl, daaa graniea baixas de capim para invern a
vero, grande quandade ae arvoredoi da fruc-
loa : a tratar no Campo-Verde, ra do Palacio
do Biapo n. 20, tobrtdo:
abri um carao diario de francez, e tambera lec-
cona em caaa* particulares: trata-se ca ra da
Senzala-Nova n. 17.
Alugam-ae mei-aguas da raa do Camarao
na ra da Imperatriz o. 60. loja do pavio.
MudaDca.
Albett Asehoff, relojoeiro, mudo* o seu eila-
balecimento da raa da Cruz n. 11 para o -HQho
Novo n. 61. O mesmo pede aos seus zea
que linda daixaram relogioi para codi. r. J*
a..od.ri,o.c.-io. DO yw.mo lo 15 a, do con-
trario aao vendidoa para pegamevto de seu tra-
balto.
ITerne-se urna malher para ama de casa
de familia o* meamo de homem col tetro, seodo
para eosaboare eogoicmar, o qae faz coa per-
feico : na ra do Rosario n. 30, sobrado, Boa.
Alaga-se o armazam daros do Vinario o.
23 ; a tratar no largo do Corpo Santo n. 6, se-
gundo andar.
Chicotes
Quem achou um chicote do Rio Grande appa-
reih-do de prata, que se perdea na eitrada dos
Afiliaos, na t-rdede 21 do corrente, qaerendo
entrgalo a sau dono ser graliQcsdo, se o exi-
gir, alem de lhe car muito obligado.
Precisa-se de urna criada para fa-
milia composta de duas pessoas : a tra-
tar ni ra Augusta n. 5.
Na ra Direita n 80 se dir quem vende
urna pequea moblia de Jacaranda : qaem a
pretender dirija-ae a meems.
L
LEILO
A 30 do corrente.
Raba Schmetta* & C. (ario leilao por interven-
-so do agente Oliveira, e por conta o risco de
quem pertencer de8 caixa* d* lt queljos fla-
mengos, e de 12dilaa da utn queijo de prato ca-
da urna, recentemente importado* :
Terca-feira 30
do corrente, s 11 hora* da machas, no arma-
zem do Sr, Aunas defronte da areada da alfan-
dega.
LOTERA
Sabbado 4 de outubro prximo se
extrahira' a segunda parte da primei-
ra lotera a beneficio da Santa Casa da
Misericordia, no consistorio da igreja
de N. S. do Rosario de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios bilhetes acham-se
a venda na respectiva tbesouraria ra
do Crespo n. 15, e as casas commis-
sionadas ra da Imperatriz loja de fer-
ragens n. 44 do Sr. Pimentel, praca
da Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra Direita n. 3 botica do
Sr. Chagas, e na ruada Cadeiado Re-
cife loja n. 45 do Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ at 10$ serao
pagas urna hora depois da extraccSo,
eas outras.no dia immediato depois da
distribuicao das listas.
Servindode thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
O abaixo aasigoado, conhacido por Xico Beii-
ga, antigamente com loja da calcados atrax da
praca da Independencia, travessa das Craxes e
hoje com o mesmo estabeleeimento na ra da
Imperatriz, outr'ora aterro da Boa-Vista, ao pi
do bicco dos Ferrairos n. 89, participa a aeus
numerosos freguezea tanto da praca como ne-
gociante do mato, e deate enero qae est bem
aortido para servir bem aeus freguezea e vende
muito barato como de coatame vendar muito e
gsnbar pouco.
Francia o Maciel de Soaza.
Preclaa-ae de um caixeiro : na taberna da
raa da Moeda defroot* do n. 1.
rigi no da 20 ae correule mez um eicra-
vo de nome Pedro, que representa a idade de 48
50 anuos, altura regular, groaso do corpo, tem
a nosgrossas e cortadla por ter cilicio de a-
ranguegelro, e na mi direita deve ter ainda
marca de um panaricio por haver poaco tempo
que elle lolreu esse mal, tambom caplnheiro,
o aiooal mais saliente por onde pode aer captu-
rado por ser calvo : quem deile touber oa ti-
ver niticii, drijj-se a rui do Queimado n. 11,
loja d* ferrageos, que sero ganeaisment* recom-
pansado.
Alugam-ae mei-agoas no becco das Barrel-
ras n. 4 : a tratar do mesmo becco n. 2.
Preciaa-se da am rapaz que Uoba p'atica
de taberna : na ra Imperial n. 49, se dir quem
preaisa. *
Na p:.teo da matriz de Santo
Antonio n. 4.
Prcisa-ie saber se exitte nasta provincia An-
tonio Demetrio da Silva Laranja, Qlbo de Jos da
Silva Laranja e Tnereza de Jecui, natural da Per-
nambuco, o'onde embarcoa para eata no dia 8
de mato de 1853.___________
Offerece-ae urna ama para engommar e fa-
zer mais alguoiiervicoa de casa da smilii, sen-
do de poitasj dentro : a tratar na ra do C>1-
deir'iro n, 14.
A peasoa que annunciou coxprar ama san
terrea oa um aobradinho, quarendo, d rijo-se a
roa da Eiperanca n. 45.
Conata-noa que o Mantaiga do Mondeg tem
dito bichas, mandando turrar e eipancsr por sai
conta,corto fez a urna mulata de um lea viaioho
porm qae quer que Iha fa?i, o homem pro-
tegido pelo Joi Redondo a pelo subdeligsdo
sto de quem tem padriobo* msntelga de pri-
maira qualidade, est servido, pod* metler o pao
por aaa coota. v
j Precisa-se de urna mulher pa- $|
@ ra ama de duas pessoas, que ^
f^ saiba bem engommar e cosi- A
t|# nhar : na ra da Cadeia do Re- ^
0$ cife n. 58, primeiro andar. $$
Aluga-so a casa da ra do Pires ca tregua-
w* da Boa-Vista n. 13. e dita na ras do Freitas
n. 10, freguezia de S. Jos : a tratar no Recifi
travessa da Madre de fleos n. 18.
Casa d c lup.^
Aliga-se na Torre, e por preco commodo. a
do conielheiro Joi Bento. a qual fica visinha
o utio do Sr. Inipactor da allandeg : a trstar
ni ra istreita do Rosario n. 28.
O buharil Jos Rodrigue* ao r-asso ;.m
presentemente o siu escriptorio na rna das L>-
raogeiras n. 21 onde pd* sir procurado paraos
msitorca de sua prcssao de advogado das 9 ho-
raa da manha s 3 da tarde.
^ Aluga se o segundo andar e sotao
do sobrado na ra Direita n. 89 : a tra-
tar na mesma ra n. 93.
Bailar & Oliveira aacam aobr* a praca do
Porto________________________
- Bailar & Oliveira vendem imraa iterlinis-
Arranda-se ama grande parte ao altio de
coquairo, denominado alaria Farinba, na fregue-
zia de Marangaapa : a tratar no eosainh* Hurl-
bara, fregaazia da S. Lourenco da Malta.
Admirem-se e approveitem-se
Retratos de antrotypo a 19 um ; na maia acre-
ditada eantiga oflicini de photogrspbia desia ci-
dad*, na raa do Cab*g n. 18, entrada pelo pa-
ato di matriz.
Jimea Claik inbdito loglez vai ae provio-
iaa do noite.
Na raa da Floreutioa o. 6, lava-ae e e-
gommi-aa com perfeico e prego commole.
Aluguel
Aluga-se am moleqae de 11 annos de idada,
maito intelligeote e caparlo, o qual j serve bsm
a ama caaa : para tratar, na ra da Aurora, ta-
berna do aobrado o. 46.
Alaga-se um dos qusrtos n. 3 na Boa-Vis-
ta no becco jui t > a casa do Dr. Moscozo : a tra-
tar na ra do Crispo n. li.
Achou-se na loja de livros n. 6 e
8 da praca da Independencia, um bo"
tao de ouro de abertura o qual sera'
entregue a quem der os signaes.
Preclia-ae de 6008 a premio de 2 OtO por
4 a 6 mezei, dando-se aegaranga em am icravo
moco : a qaem conviir anoancie pira aer oro-
eorado. r
0m annuociou preciiar de urna sennora
para entinar primeira* letra* a urna menina am
um engenho na freguezia de Ipojuca, diitant* da
eilacao da Escada duis lign a maia, pode di-
ngir-ae a ra do Imperador n. 81, que achara
com qaem tratar.
Alaga-ae a caaa terrea sita na ma da Cal-
cada n. 45, com 2 quar tos, 2 Mas, eozioha tora,
e quintal; a tratar na raa do Queimado n. 32,
Casa.
Aluga-se a casa nova n. 6 da raa do Principe,
freguezia da Boa-Viata.com 3 quartot, 2 aalas,
cozinha ora, bom qaintal cacimba : a tratar na
rna Nova n. 3.
No dii 30 do crreme, depoii da audiencia
do Illm. Sr. Dr. jaiz manieipal da 1.a vara, tam
de ir em praca para aer arrematado o sitio e caaa
na r*a de S. Miguel, freguezia doa Afogados, em
chao foreiro, com varioa arvoredosde tracto, bai-
xa de capim. avaliado em 2:600$, conforme o es-
eripto em mi do portelro Almeida, por eiee*-
cio de Joa Mirla Goacalvea Vieira Gufmarea
contra Princiaco Salles de Andrade Lana, a ul-
tima prara, eicrlvo Hotta.
Aluga-se para criado um moleque de 12 ancos
de idade muito fiel, o quil muito lidino, e pro-
prio tanto pan o servido interno como externo
para qualquer casa de familia ; quem precisar
dirija-se a raa estreits do Rosario o. 27 prinei-
ro andar da 11 do rija i 3 da tarde.
Precisa-ae de urna senhora que suba con-
venientemente prtmeiraa letras para intinarama
menina em am engenho na freguezia de Ipojuca,
distente da eatacao da Escada daaa legoas e- meia:
qaem estiver ncslts circumttsncias e quizar, ao-
ouncie para aer procurado e tratar-se do ajuste.
Preclaa-ae de ama ama para caaa de n u;o
aolteiro, a tratar na ra da Moe Ja, no segundo
andar do segundo aobrado n. 2. da ra do Arao-
rim.
No da 1.* de ouUbro do correte, depois
de 2 horaa da tarde, se ha de arrematar em praiji
do Dr. julz muoi.ipal da 2.a vira, escrivo Mot-
ta, por venda, urna casa tarrea n. 33, na raa da
Glora da fregaezia da Boa-Vista, por execugo
de Maooel Joaquim Baptista contri os berdelros
da finada D. Antonii Maria de Castro.
Vende-ie oleslim de linho pira vestidos .". 260
'S. o aovado, fusiSo di corf s para ve:i ios ; ..
ohora e roupa da roer-i -oa a 2S0 e 320 ra. o co-
rado, popelina da China pira vasillos i 320 ra.
o covsdo, lenjoi brancoi flnoi i 200 ra. cada
uro, maiaicrun pira hoixem a 120 r. o pa:
na ra da Imperatriz loja da Arara o. 56.
Rom pa ewa ia Are ni.
Vende-e* palelota de tsneo preto a 6*500 e
85, ditos de brlra e di gsnKa 2J500 e 3? ( a'-
eaedfj casimira preta a 45C0. mtaa d ciies a
5S500, ditas da brlm de coras a 25 e 25)0 ca-
misa* francezas a 1JG00 2j, ssroulaa de '.!..)
a 15600 e 2, colanthos de linho para hornea: a
oOO rs. : na ra da Imperatriz loja da A-ara ll-
mero 56.
Laazinha da Arara a 520 rs.
Vendem-se la.zinhas para vastidos a 340 rs. o
covado, ditas tinas a 400 e 500 ra. o covado, csa-
aaa chiaezasde quadriohos para vestilos Je se-
nhora imitsgao de sedionn de quairos a 240
* 280 rs. fo covado, pe^as de cambraia Iisr a
ICtiOO, 2. 35 e 3*500. cobetlores de aigodao a
1; ua ra da lmperattu loja da Arara n. 5b,
Arara vende il para mosqueteiro de
cama a ICO rs. o covado.
Vende-se fil para mosqaetelrode cama 1(10
i rs. o covado, dito de litho par vestido a 720 a
j880 rs. a vara, dito lavrado a 1J120 a \t:, tj -
latana a 800 rs. a vara, lencos pira rap 120
rs. cda um : na raa da Imperatriz loja ca Ara-
ra n. 56.
Para as reunioes do club Arara vende.
Vena-se urna nova fszenda por nome var.i-
tianasde qaadriohos de seda de corea a 500 rs.
o covado, ditas com ampo cacampioado o pa<-
mas de seda a 610 rs. o covado : na ra da I ., -
peratriz loja da Arara n. 56.
Arara vende as casemras a I$280 .
Vendem-ss caiercirai nn para capa; de ? -
choras a 1$280 rs. o covado, dWs para c >' o
corta a 2J500, 35500 e 4$ linas : ca raa da '.i-
peralris I ja da Arara n. 56.
Arara vende o babadim para vestidos
a 300 rs
Vende-se babadim par vestidos a 500 rs. o
covado, ricoa cortea de organdys para vestidos
com 25 covados por 85, ditos cora 16 rovedo a
~S, ricoa corlea do 15a a Garibaldt com 22 covu-
d*i a 85,ditos de gorguro de quadros com 18 ;o-
vadoa a 65500, cortes de cas9as Coas a j- 0,
ditos de ditas finas com 12 1|2 covados 2>>0u :
na ra da Imperatriz loja da Arara D. 56.
Riscado a Garibaldi da Arara a 280 : s.
Venie-aa riscado a Garibaldi para vastidoi i
280 rs. o covaao, chiles de cores a 640 ra., ditos
de merino estampado! a 3$, enfeites para ainho-
ra a 25 : na ra da Imperatriz loja da Arara Li-
mero 56.
BalOes de 15 a 40 arcos.
Vendem-ie ricos bales americanos de 15 a
40 arcos para senhora, ditos para meninas ',
ditos da brilhatt.ua e de madapolao pira se-
nhora, saiasde cordlo'que faz vez de bala a
25400 : na raa da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Finos bordados da Arara.
Vendem-se Onoa bordados de tiras triosptr
tes da largura de 45 didoa a 1*200 e 15600 a ro-
ga tem 3 l|l varas, pegas de ntremelos a lj},
1$300 e 15600, manguitos e golliaha de linio
para senhoraa a 25, gollas bordadas a i!, dta
de butlozioho a 640 rs., capinhes bordabas; i
mcuioas a lg ; bo-vm Imperatriz loia ;? A: -
ra n. 50.
Arara vende madapolao a ,s-.
Vendem-se pegn de midapolo mito nao
com 10 i|* jardaa i 4g, pegia d. pinninto co n
13 jardas a 55, gorguro de linho para reati.toa
1 a 20 rs. ocovido: na rus da Iapertriz loja .o
Arara n. 56.
Palitos de denles a 200 rs.
Vendem-se masaos de palitos de denle.; c n
20 ma inh.s pr 200 rs. para acabir: na ru 3a
Imperatriz loja da Arara d. 56.
Venia de typographia..
A typographia do Puritano, prompta Jo te. o
quinto priciio pira trabalhar : a tratar na ra
dos Prazeres da Boa-Vista D. 7.
Pulseiras de cabeilo cora ch-
pa dourada, e tranceli s
para relegios.
A loja d'aguia branca acaba da receber a loa
eneommends das to desejadas pulseiras de ;?-
bello coro oifferentes e boniits trscc, ton^ ti-
las chapas doarsdas de delicados mod'elloa c ..n
pedris e sim ellas, o que de melhor gostr se
pode dar em tal geoiro; asiim como trancei'.a*
compridos e curtos, eom passador doarado para
relogtos, e porque de lulo isso a quar.tiJ- a
pequea e nao chsgsr para todos os pretn-
danlo*, convem que ie aprsssem em mandar
comprar taea obras na loja Q'aguta bra> ,, :ua
do Queimado, n. 16.
P
ara o baile
club.
de
ABtonlo Pinto de Azevedo, morador na ra da
Praia desta cidade n. 45, vende o aeu silio Juca
na Laga da Trahira da comarca de Santo Aolo,
propno para plantaron pela ferlilidsab uo ter-
rino : qaem o pretender ectenda-ae om o mei-
mo tnnuncianie.ou como coronel Tiburtino Pin-
to de Almeida, da mesma cidade da V'icto.ia, que
aabe dar aa dimencoea do sitio com todas n ei-
plicacoes.
Alugi-aaaloja e a calinda pequea de so-
brado do pateo do Terco o. 2 : quem pretender,
dirija-ae cidade nova de Santo Amaro, na se-
gunda casa das do Sr. Gomes do Correio. Na mes-
ma precisa-se de ama eacrtva para servico da
qmi pequen farruta.
Alugam-ae duaa eicravaa, ama cnouia,
com 22annos, engorara, lava, eos, cozinha, e
compra na raa ; e urna mulatinha com 15 annos,
tem pequeos principios de cozinha, de engim-
mado, e costura, mas ptima mucamba, porm
nao sabe raa : qaem as pretender, procure na
ra Bella, casa terrea n. 3, das 10 horas do dia
at s 4 ds Urde.
Jos Mirqees Pereira da Silva val a frica
portueueza com escala por S. Vicente.
Vendo-se na loja do pa a
Ricos ortei do vesliios de timbris brinca,
primorosamente bordadas iroi, atado o n*!i
bonitos que tem vindo a. este mercado, e ve; -
d*m-ie por pregos baratlssimos, na ra da lo
ratriz o. 60, loja arraazem do pavao.
Casemiras a SJOO rs.
Na loja do pavao.
Vendem-se casemirasenfestadaa de qaaii u
listra* miadiohas, sendo cores escuras a
o corte para caiga ; vendase a mesma fazeode,
tendo duai lirguras, a I58OO o corado ; isto r.*
ra da Imperatriz n. 60. loja do pivao.________
U 90 vigilaste
Lindos enfeites para tes-
tidos,
Sao chtgadaa no vapor inglez aa ricas flores t
velludo que sao admiraveia pela delicadeza aa
lindaa cores, poii com pequera quantia ai 11 r -
ra podero enfeitir os ricos vestidos quo ser
maito apreciavel, pelo baratiiiime prego de lg
a duzia : 10 no gallo vigilante, ra do Cr*j o
numero 7.___________________________
Puieeiras.
Tambem aao ehegadaa aa riquisaimas pulaeira*
eom pedral anea e nutras verdes, cones maito
delicada, qu* savend* por precos baratinlmpt :
s no gallo vigilante, rna do Crespo n. 7.
Baleias para espartik
Tambara sao chtgadaa aa vardadiiras baleia*
Domingos Enes Pereira relira se para fora ufS "*t0,at" fornidas, para Mparlllho,
ovincia H p*lo barato prigo de 120 ra. cada ama: i so
vigilante, ra do Graspo n. 7.
Vende-sa a parte da casa n. 32 na ru'a i-
reita doa Afogadoa ; a tratar na raa Imperial a.
207 confronta a fundicao.
uoming
da provincia.
i*oistpr&3.
Compri-ae em meio uto um livro da solte-
jo pira tlolio, pelo methodo Rodolphe : na ra
Direita n. 32 ie dir quem qaer.
Compram-sa aegoes do novo banco de Per
nambuco : no acriptorio da Hanoal Ignacio d*
01iv*irc & Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
Sal
a bordo do hiate Dous Irmaos : a tra-
tar com Tasso Irmos.
MUTILADO
.'
ILEGVEL


DAftiO DI fEIHAMilCCO lERg* ItA SO M SETEMBQO I sftl
S
OIMINIIIQO DE PREQO

mais nova do mercado a 00 rs. a libra, am barril a 860.
FRANCISCO FERNANDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
k vanugem qua o proprietario desta acreditido armazam da molhados tam offarecido, ha
t eC?!e P,lM *">.fMgaas, macomo assim ainda bajam alguns senhores que
nao se tem dado ao trabalhode esper.mentar, rogo a todos elles o favor de mandaran comprar m
encomnandas no armaran Progresso do largo da Penha n. 10, afim de verificaren! a ax.ctido
_ aquellos senhores que nao possam vir, nam mandar, da des-
dicho r a remetter pela vu-ferraa para o lugar indicado, todo a qualquar ganara comprado neste
. mizen, anancando-se serem to bem servidos, como viessam passoalmante. pois para este fin
*uma peMOt de confines para da prompto conduzir as cartas na chegada do vapor.
Hn*iig* in^\z6 d8 prmeira qu,udade da $afra nov, 00 7J0 rs# t
libra, e era barril se faz abatimento.
$$&&teig* irancezm,
IliII IVIlXini 0 que se poda desojar neste genero a 39000 i libra.
** a fr^SSO* o mais superior do mercado a 39800 a fibra, a am porcao se faz abati-
mento. r r
QUQl|0 d TQ1H9 chegados nasta ultimo vapor nuito frescos a 29000, ditos che-
gados en navios a 19700.
*? $%S* verdsd.iro inglez a SfOOO a libra en porc,ao sa faz abatimento.
&*,taS $m %meildom confeitadas, contando diversas iguarias muito proprias
para mimos a 1*000 cada urna.
BOitXIMa de soda am latas con differentes marcas a 19400, afincese a boa qua-
hdade, assim cono tem latas grandes com bolachinha proprias para lancha a 2*500.
L 'gdlxVA* O DottVO espeal vinho do Porto em garrafado vindo a sigunda vez
aonosso mrcalo a l900 a garrafa a em caixsscom 1 duziaqor 12*000.
ln.1l CU^^TCaladO das melhores marcas que vem ao mercado, como sejao Duque
do Porto, Garcavelhos e Feituria a 1*200 a garrafa.
&HftaS SOlft Vttfc* do Porto com 70 garrafas proprio par. casa particular
em garrafas 32*000, sfianca-s* ser de superior qualidade,
* lUmO Itt $&$. de superior qualidade Porto, Figueira a Lisboa 500, 560 i 00 rs.
a garrafa, a em caada a 39500, 49000 e 45500.
N&* TWMMla enlatas com 10 libras por 4*000, e en barril a 400 rs. a libra.
' *V'H*^'**?3lO Ulh*Tm 220 rs. a libra, an csix, grandes por
6JP000. aanja-se ser muito novo.
" 129000 ^ muil0 novas 560 i**" eem barril com urna arroba por
r de escab9fihe das saguintas qualidades savel, congro, corvina,
cherne, pescada, e vezugo a 19400.
% elM de SfOTJ^Wle a 680 rs< a 1bra> e 9m ctM a 66Q rs<
U fe eantfefc* refinada, 360 rs., libra> e am moba
^rf re*, 660 r,, libra> [ porQ.o 1500 rs>
Uv^ **S*** para fiambre a 040 rs. a libra.
.4* f^^ee^as em ialas da t t m\t ibra _or 1>500 dila$ com 31bm
por 2*600.
i \ *' M wftaa a 560 rs. o frasco, e69400afrasquaira con 12 frascos
t-r&rr&fOQfl com genebr de Hollanda com 25 garrafas por 9*000.
.% ..QV%\H. mut0 imp0( a 160 rs. a libra, e am arroba 49800,
F! <*, muiio novo a 160 rs. a libra, a 49800 a arroba.
* -* 3 IMi*8
DE
DE
Mauoel Pedro de Helio
Largo do Livramento ns. 38 e 38 A
Defronte da grade da igrefa, cojo titulo dislactivo
O BALIZA.
Neste vasto estsbelecime
chara o respeitavel publico de3ta
capital a de fora, um grande e
PERFEITO SORTIMENTO I>B MO-
LHADOS, que se vende tanto en
grosso como retalho por muito
menos preco do que em outra
qualquer parle, por serem quasi
todos recebidos de conta propria.
Milita attenco.
Todos os gneros sabidos das-
te novo armazem levarao urna
etiqueta para seguranza dos Srs.
que nao quizerem vir fazer as
suas compras, e mandarem por
seus escravos ou fmulos.
Esta prevengo atiesta bem,
que a mais pereita a duradoura
confianza se desoja possuir de to-
dos geralmente, a por isso nao se
pouparao exforcos para serem
bem servidos todos os Srs. com-
pradores, afim de que possa esta
grande estabelecimemto ser spo.n-
Tambem se receba qualquer objecto como assucar, couros, la, etc., etc., para serem ven-
didos, sendo a mota e o seu producto entregue promptamenta a quem for determinado.
N ntengao de possuir mmtas relscas, faz o annunciante todos estes offerecimentos; da
forma que nc>te esttbelecimento, nosacharao os Srs. de fora desta prac,a um bom freguez,
as tamben um amigo e um criado s suas ordens.
A todos em geral.
Si por acaso nao agradar qualquer genero sahido desta casa poda ser devolvido, que ser
inmediatamente trocado ou restituido o seu importe, conforme for exigido.
annunciante protesta cumprir com a mais seria e restricta exactidao esta sua promessa.
AMEIXAS francezas em latas da tres libras e' Genebra verdadeira inglezade marca Gato do fa-
mais, a 2^240 a lata. bricante Carduer & Broomhal de 19400 a
o T S de lres libras 9 mais de' 1*500 a Sarrafa-
J?n!l!T e frasco* iI,lem de Hollanda en frascos pequeos e gran
AMbNDOAS de casca mole de 240 a 280 rs.
a libra.
ALPISTE a 160 a libra, a em arroba a 49800.
tado como um dos melhoret e
mais acreditados desta prega.
Aviso particular.
Previne-se s pessoas de fora
dasta cidada que podem sem re-
ceio algum mandar os seus pedi-
dos por escripto, qua sarao satis
faites com a naior pontualidada
e boa f possivel, ainda mesmo
de objactos que nao sejam pro-
prios deste estabelecimento, como
ferragans, miudezas, ou medica-
mentos.
0 annuncianta desojando fa-
cilitar a consecugo dos negocios
que por ventura tenham os seus
freguazes de fra, se o fe rece
tambero para fazer procurar qual-
quer despensa ou licenga qua de-
penda da autoridade do Exm. Sr.
Bispo Diocesano, bem como de
apresentar qualquer consulta aos
senhores doutores desta cidado,
quer respeilo de direito, quer
de aedicina.
des de 500 a 1900O.
Graixa em boioes a 240 rs., a a duzia a
2*700.
Arroz da India de 100 a 120 rs. a libra, e em dem em lata muito nova a 120 rs.
suspiros era meias caixinhas, do melhor fabricante da Bahia a.2*00cada urna
> o mais superior que ha no morcado a 240 rs. a libra, e em garrafoas com 5 libras
por 1J600, so o garrafo val 500 rs.
;ir*te*ia da Franca muito nova a 200 rs. a libra.
OmnM muito finaealva a 100 rs. a libra e em saccas se faz abatimento.
I.lt08 U'lOS par deatas a 160 e 280 rs. o maco com 20 macinhos.
PalitOS dO g" 1 a 2*300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
PVQjft $l^t$ das marcas tenla, ou XXX a 6*000 a duzia a 500 rs. a garrafa.
BVft|H Bf&N&tl das maisacreittadas marcas a 59000 a duzia e 480 rs. a girrafa-
1 itiSlrt Uf &$i engarrafado o na is superior qua tem vindo ao nosso mercado a 800 rs
tambam tenho de barril para 560 rs. a garrafa.
T SlUeialllO & Lisboa a 7900O a arroba a 280 rs. a libra.
C'-atQ RlO ]avado a30f)rs. a libra a a 9*000 arroba, dito da 2. qualidade a
260 rs. e 89000 rs. arroba.
Ai
arroba de 39 a 39400.
dem de Java da 100 a 120 rs. a libra, e em
arroba de 39 a 3*400.
dem do Maranho de 100 a 120 rs. por libra
e em arroba de 3 a 39200.
dem do Penedo a 80 rs. a libra, era arroba a
29240 e em saceos a 2*.
dem com casca a 160 rs. a cuia, e em saceos de
20 cuias a 29500.
Azeilonas em ancoretas de 8 garrafas a 19500
e em garrafa a 320.
Azeita doce refinado a 800 rs. a garrafa,
dem em barril e de primeira qualidade de 610
CCO ro. j..[,
Bolaehinhas americanas muilo novas de 320 a
360 rs. a libra.
Biscoutosebiscjutinhos, araruta, aliados e ou-
tras qualidades de excellenles massas a 320
rs. a libra,
dem em latinhas de 2 a 3 libras e de diversas
un
Esperanza
Ra do Queimado a. 33A.
..*?!* 1" de pellica a Joivin que vende
por Bfawh
Ligae de seda elsticas para atacar meias, mui
lindaa cfttee, qie vende por 2*000.
Tranca brtnea para debram de collet, vende
a vara por 160.
Lamparines compoilcio de barro, qua com vin-
l0.r6*Jl!l*,.!,t dc ae nutre laz urna note, a
cetxe 100 rir.
Filai de velludo largai e estreitas, barato.
4n^nte' borr,XB e de olta para meoinaa a
Palitos de fogo, uma duiia de caixiohaa de
madelra meito bon, cujo envoltorio os garante
da humidade, qae venia por 200 rls a duzia.
Laa para bordar e fazer toucaa, a libra 83OOO.
liotoet decernalina para panhoi, brincos, eo-
carnadoa, epretoi para luto, o par 1JO0O.
Bales.
Sclentiflcamos aos nossu (regaezes qua che-
garam e esto a venda os eatiroadoa briacos ba-
los de todas as cores, par 1*000.
Voltai a balo, azul turqueaos, perola, encar-
nado coral, cor de roas, azal claro, etc., a 800,
3800 e 4*000.
Alfinetea a balo, a 28000.
Grampoi a bilo, a 3*000 a JOOO o par.
Bracelete! a balao das meamas coros das Tol-
las, a 2gO00 a 3JOO0 o par, podendo compor-se
um aderezo completo com diminuta quantia; as
psssoas que pretenderen] comprar estes objectos
que a moda (rigorosamente fallando), dirija-se
a Esperanza ra do Queimado n: 33 A, que at
esta dala e objacto privitivo dell>.
Buhares.
Veode-ae o estabelecimsnto da quina da ordem
erceira da S. Francisco, consistindo am doas bi-
ta areseseuspertaneesj^^^
Toalhas de linho para
mao.
Veodem-se muito boas toalhas de linho para
mao pelo baratissimo preco de 7* a dazia ; na
toja da boa ( na ra do Queimado n. 22.
A 2#400 rs. a duzia.
Vendemse lengos brancos Anos para algibei-
ra a 2400 rs. a duzia: na ra do Qaeimado n.
22, na luja da boa f:
Brira brauco de linho.
Vande-se maitj bom brim branco de linho
bastante encorpado a 1$280 rs. a vara : na ra
do Queimado o. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Manguitos e gollaa bordadas
por menos de metade.
Vendem-se maito superiores manguitoa e gol-
las de cambraia a de fil ricanianto bordadas pa-
lo baratiaaimo prrr > da "i> cada um par do man-
guitos com ama golla : na ra do Queimado n.
22, na bem onhocida loja da boa f.
Gollinhas baratas.
Nadeiras k le.
Vende-ee a madaira do and.im, ,, ...T,A
par. a constr.ecao da ponte de ferro entra o
thaatro de Santa-Isabel e a na da Aurora .m
porpes11 vont.de dos compradores: o, p'te"
dente, dirljan-ae obra, da maama pon. 5^
9 hora, da manbaa at aa 2 da Urda.
LiquidafAo
Barato.
640
4*500
3J200
15600
2*(K)0
35500
200
50O
l|50O
Sapatoa de marroquim para eenhora
Bonegaios com bolea a laco franceze.
para senbora
Sspates de batera proprio. para o ser-
vico da estrada de farro
Pellas de marroqaim do corea
Dita, de dito cor de baaouro escomido
Bezerro francez superior
Lavas da seda com toque de mofo (par)
Sapalinhos da las para menino
Siotos douradoa para aanhora
Ra larga do Rosario n. 36, rival sem ig"uaTa
neste estibelecimeolo aa veodem diversas mt'u-
dez.s baratas, a cousa do frogusz trazar dinbeiro
Gandieiros a gaz.
Dinheiro avista.
Na ra da Ctdeia do Recifa n. 56 A, loja da
ferragans de Bastos, chegaram novos csDOieiro.
a gaz, e veole-se palo diminuto preco de SUOO
30 e 49 cada um ; o dono deata eatabeleciment
tendo de recaaber um granda aortimeoto de can-
dieiroa. deade j previno ao respoitavel publico e
aoa seus freguazes, qae vende maio barato do que
outro qualquer. pois recobo osle sonoro de sua
coma propria. ^
Remedios do Dr. Sadway
Prompto alivio.
Resolutivo renovador.
Pilulas reguladora.
Recentemeote chegsdo. pelo navio aMereoy
vende-ae na botica francesa no Reeife, rus d
Cruz n. 22.
Pombos.
Vandem-se pombos escolhidos, caaadoa e sol-
leiroa: na ilba dos Ratos, rea do Ssve, cssa nu-
mero 16.
Vende-se na casa a. ra de Apollo n. i
um guarda-Testidos, uma mea elstica para
tentar, um guarda-lou;a, e am aparador para casa
de jantar.
,Rua
do Imperador n 28
QVende-se gomma vinda do Cear por todo e
qealqsai prgo._______
Veodo-.e um barro .10 Rio Grande do Sul,
maito gordo, hoto, e manso : quam quizer diri-
Veuism-se gollinhas de cambraia bordadas Ja-se junto a ponte pequona do Chora-manino
pelo diminuto pre?o da 640 rs. cada ama : na c,,a 11 ; e na meama cisa vende-se am bo!
Grao de bico muilo novo a 100 rs. a libra,
Gomma excellente do Aracaly, a 100 rs. a libra. I
Kirsch Wasser, excellente bebida do fabricante
Bichard & Muller, em garrafas grandes a
15500 a garrafa.
Licores dos melhores fabricantes inglezes e fran- j
cezes e em differentes vasos de 500 a 15000
a garrafa de diversos tamanhos.
Manteiga ingleza perfeilamente flor de TOO a
800 rs. a libra,
dem de segunda qualidade de 560 a 640 reis
a libra.
dem france/a o SGO a 580 rei: a libra.
I oiu Je poruu oui latas uiu tO Ilutas a otuo,
e a libra a 380 rs.
dem em barris muito superior a 360 reis.
Marrasquino de Zara a 800 reis 0 frasco.
Massas para sopa, macarro, talharim e aletria a
300 reis a libra e acaixa com una arroba
hespanhola a 5J>500, do fabricante Nervy.
ras do Qaeimado n. 22, na loja da boa f.
Paletots brancos.
muito manso e carroca.
\ endt-se
\endom-ae auperiores paletots braocos de um oranda itin rtn mothnra. ... t__ 1-
bramante de linho pelo barato prec. da 5*500, d"," tSSSSmSSZUSSLS Tu'-
ra.: na ra do Que.msdo n. 22. n. loja da bo. do sobrado, com 3 sala, da frente. 8 q.arlicS-
-, 1 1 zinha fora, sala de jntar, boa agua, muitos ar-
lii lliaiS UaratO (lO qUe;V0^^0, de fructo, mangabairas, miOgueir.s, js-
. : queiras, frutti-pao, cajaeiros, sa polis, e muitss
Clllfa, outras fructas.com un.a gjande capoeira com le-
o 1. .... nbs, roraJo para plautaco. baixa nara ranim >
Superiores eambraias francezas de riquis*imos---------------
cor;i algum capim, nlaria com fornoa para louga
e tijolo, frente murada : quem pretender, oirija-
se a ra dos Pescadores, casa o. 7. padaria.
VenJe-se uma secretaria e uma carleir. do
amarello, uma machina de copiar cartis com me-
sa eseus perlenees, esta com uso de das, e a-
qellaa com pouco uto : na ra do Amorla c.
.J. aeRunoo andar.
-------------_ ..,o o uo uneisis uwpnnmaa iwjvi, uu lovricaaio nervy.
qualidades, contando uma lata mais de dez dem finas eslreItQha,.pevide e outras a 560 rs. !
espacies da bisr-.nutinhn; nnr inn t;KP. I
espacies de biscoutinhos por 1*400. a libra,
olinhosde ovos am latas recomraem
senhores mdicos a 19400 a lata. 0 frasco.
Bolinhosde ovos am latas recommendados pelos Mlhos inglezes e raui)t& superiores a 500 reis;
y
ante
Batatas a 80 rs. a libra, e em gigos de 36 a 40 dem dem idem a 2$ em frasco randa rolha
'-,:'.
PW* de Maranho a 100 rs. e 110 rs a libra, e em arroba a 29000 a 8#500.
neol&ta hespanhol a 19200 rs. a libra, ditto.francez a 19100.
A>.f ^^lft.i4a\ imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a lflira, tambem lu para 500 rs. alibra.
V rUtalS 111 ClVd*. pecego, damasco, pera, alperche, e ginga a 6*0 rs.alalta.
^a^UlerJ a 330 rs, a latta affiansa-so a boa qualidade, e em porejio
se faz a batimento.
V B,
k^IsIS francezas e portuguezas as mais novos a 640 rs. a latta, em meias Iatinbas a
500 rs.
Z LttM BttTtlemilX. Marg, Medoqua e S. Juliende Medoque a 9j(000 a 108000
a caixa, em garrafa 800 rs. e 1*000.
-*>.
" 8 'llld o melhor pelisco que pode ha ver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
^Li'r'OOlrS nOV.-'.S a 1* o cento ea 1*200 o molho com cento e tantas, tambem ha
proprias para conservas a 400 rs. o cenlo.
2%>X Vil ClOCe muilo nova a 320 rs. a libra, e am arroba a 8*.
t*TI I
3 *)C1 gTGVe a 49 a resma, dito de peso pautado a 39, dito almaco bom a 39200.
iM^SSa. l)r\r barato.
aem de tomate emlalas de 1 libra por 800 rs ede 2 libras por 1500.
A-Veite UOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas cora 1 duzia por 89500.
dem de Lisboa a 720 rs. a garrafa a 5*600 a caada.'
A.HiendoaS de casca mofe a 320 rs. a libra e 89000 a arroba.
Vinagre de Lisboa ,240 rs. agarrafa e 19800 a caada a fiansa-se a boa
qualidade.
Ilftlll )f*l *5^ dssmis acreditadas marcas a 15*000 e 20*000 o pigo eem garrafa
a 10800.
inagre OraICO quese poledezejar ne3te generoa 400 rs. a garrafa.
Licores franeezes de lodas s qUaidai]as quas, procarar a moo rs>, garrifa#
Fannha do ..Haranhfti ,,.! chairas, i so ..libra.
1 ljOlO para limpar faccas a 180 rs. e era por$ao se faz abatimento.
ConhaqUe itlgleZ 900 rs. a garrafa e 109000 a caixa com uma duzia;
Alen dos gensros teime mencionados encontrar o respeitavel publico um completo sorti-
ento de tado que ledente a molhados.
libras por 3*200.
Caf do Cear de prineira qualidade, de 280 a
a 300 rs. a libra,
dem do Rio l. 2.' e 3. sones a 240, 280 e
300 rs. a libra, eem arroba de79, 7}500
^ a 8*500.
Cha perola de primeira qualidade a 3*200 a li-
bra,
dem uxim a 2*800.
dem hysson de primeira qualidade de 1S300 a
29800 a libra,
dem nacional de 19500 a 19600 a libra,
dem preto homeopathico de 19500 a 1*800 a
libra, primeira qualidade.
dem idem nao homeopathico de 19500 a 1*800
a libra, primeira qualidade.
Cevadinha a 240 rs. a libra.
Chocolate de Lisboa (do Abrou) encommenda es-
pecial, qualidade esla que sera medo de errar
a mslhor que aqui tem vindo a 1* a 500 rs.
o massinho, emendo 12 e 24 pes.
dem hespanhol e francez premiados em di
versas exposices, de 800 a 19 a libra,
dem suiso de differentes qualidades, como se-
jam baunilha ecanella, ele. etc. de 19100 a
19400 a libra.
Champanha am gigos com 12 garrafas inteiras ou
de 24 meias ditas a 129 a duzia, e em gar-
rafas deli 100 a 1*200.
Chourigas da| mais novas a 480 rs. a libra e em
barril de 1 arrobada 13* a 149.
Charutos superiores Guanabaras, Lanceiros,
Delicias, Napoleoes, Parisienses, do afamado
fabricante Jos Furudo de Simase outros de
1*500, 1*800, 2, 2&600, 3*600 e4i*50
o cento.
Ceblas a l9o molho com mais de 100 ceblas.
Conservas inglezas muito novas a 800 rs. o
frasco.
Cognac inglez era barril, gsrrafa a 640 rs.
dem idem engarrafado de 800 a 900 rs. a gar-
rafa.
Doce de goiaba em caixes e em latas, prepara-
do especialmente para embarque, garantindo-
se a boa conservado por um anno.
Rrvilbas em latas de 1 e 2 libras de 700 a 800
rs. a lata.
Extracto de absvnlho em garrafas de 1 li2 gar-
rafa a 1*500.
Farinha de trigo Fontana, das marcas SSS, ga-
lega, family, de 120 a 160 rs. alibra.
dem do Maranho a 160 rs. a libra, e 49800
a arroba.
dem de araruta, especialmente preparada, de
a 320 e 350 rs. alibra.
Figos muito superiores a 240 rs. a libra.
Garrafdes com mais de 5 garrafas de vinho do
Porto fino, a 3*200.
dem den de vinho verde a 29800.
dem com mais de 5 garrafas de vinagre de
F. &S. de Lisboa a 1*600.
dem idem com vinagre de Hamburgo a 19000.
dem com mais de 15 garrafas de genebra de
Hollanda a 6*000.
Genebra de laranja ere fraseos grandes a 1*000
de vidro.
Nozes superiores a 200 reis a libra.
Phosphoros do gaz a 2*300 a groza, e a 200
rs. a duzia.
Prezunto de Lamego o melhor do mercado a 480
reis a libra, e era porgo 460 rs.
dem inglez para fiambre a 560, 60 e 700 rs.
Passas das de carnada de 320 a 400 rs. a libra,
e em caixa de 5 a 6*000.
Palitos para denles mac,os com 20 macinhos a
160 rs.
dem lichados idem idem com flor a 240 reis
o mago.
Peixes curvina, safio, linguado, pescada, peixe:
espada, pargo, robalo, salrao e lagostim,
em latas hermticamente fechadas a 1*300 a
lata de 1 a 2 libras, sendo preparado pelos pri-
meiros fabricantes de Lisboa, Inglaterra e A-
merica.
Queijo flamengo do ultimo vapor a 2*000. .
dem idem do ultimo navio a )9400.,e em cai-
xa a 19200.
dem prato Je 600 a 6i0 reis a libra.
Salpicoes, vindos de casas particulares a 640 reis
a libra.
Sardinhas de Nantes a 380 rs. os quartos, e
meias latas a 580 reis.
Serveja marcaTenente, Cobrinha, Cavallinho e
outras marcas a 4, 5 e 5*800 a duzia.
Sag a 280 rs. a libra e em garrafes com 5 e
6 libras liquido por 1*600 com o garrafo.
Sabo moca de diversas cores e dos melhores a
120 e 200 rs. a libra.
Sal refinado em potes de vidro com rolha do
rr.esmo por 600 rs. cada um, s o pote vale
o dinheiro. m^
Sal refinado em potes de 1 nica com tanpa da
nesna por 500 rs. cada pote.
Toucinho de Lisboa do novo a 300 rs. a
libra, e em arroba 89800.
dem idem menos suporior de 160 a 200 rs. a
libra, e em arroba do 5*000 a 69000.
Ti jlos de grande ta nianho a 160 rs. cada um
(para limpar facas).
Velas stearinas a 640 rs. o maco.
dem do Aracaty, carnauba, a 400 rs. a libra.
dem de composico de Buenos-Ayres a 440 rs.
a libra.
Vinhos engarrafados vindos parte delles de conta
propria. como sejam; Duque do Porto, Ca-
moes, Chamisso, Silva & Meneses, e outros,
que se vendem de 19000 a 1*280 rs. a gar-
rafa e em caixa de 12*000 a 15*000, e
esperam-se novas qualidades.
Vinho Bordeaux das marcas Margaux, S. Ju-
lien, e outros a 800 rs. a garrafa, e a du-
zia a 9*000.
Vinho verdadoiro de Setubal em barril e era
garrafas de 640 a 800 rs. a garrafa.
Vinho do Porto em pipa das melhores marcas
de 5*000 a 69000 a caada de qualidade
especial.
Vinhode Lisboa, Madeira,Carcavellog, Figueira,
francez, e de diversos paizea de 39000 a
49500 a caada.
padres dolo baratisaimo prtrj) de 280 o 310 rs.
o colado, sendo que muito barato do qvio chi-
ta : na ru do Qaoimado o. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Ricas malvina?.
Aeab.m o fkag.f l..; Queimado o. 22, laaiinhas muilo finas para ves-
tidos denominadas mal?ioa., com riquissimos
padroes que te vendem pelo mdico prego de
500 r. o corado :na referida loja da boa f na
ra do Queircado n. 22.
Chapeos de palh < escura
Vendm-so muito bons chapees de palh. es-
curo para homens muito proprios para o campo Sooihall Mellon & C, teodo recebio or-
pelo baratissimo prego de 3* : na ra do Quei- dem para veoder o seu crescido deposito da reto-
mado n. 22 na bem conhecido loja da boa (. '9. viato o fabricante ter-.e retirado do nego-
Pl le li-Jln P t^rl'At na *i0 .con'id;' Portsnto as pessoas qu quizerem
*. I1U XC UilIU C iMl-aril" lia possuir um bom relogio de ouro ou prati do ce-
VenJo-se auprior fil de linho liso muito fiuo 'obre fabricante Koroby, s aproveit.r-se da o>-
800 r. a rara, asaim como tarlatjna branca o portanidade sem perda'de tempo, para vir co-
de corea tambem palo barato preco de 800 rs. a pra-los por commodo preco no s.u esetiptorio ra
vara : na ra 3o Queimado n. 22, na loja da do Trapiche o. 38.
h j | "7 Vende-se um fardamenlo rico e outro ordi-
superior Dramatice de al- Dari( p orc^i da gu.M nacional, tudo en
perlelto estado : na ra Nova loja n 7.
godao.
Vende-se superiorjbramante de algodao cora
Cal de Lisboa
4$ o barril.
Tam para vender Antonio Luiz do Oliveira A-
levedo, no su escritorio ra da Crui o 1.
Souih.l
Taberna.
10 palmos de largara muito proprio para leage. Vendo-sea taberna sita na ra da Aurora o.
visto que so economisa todo o trabalho de eos- 74, contendo s armaco e pert ncei, e Um bons
tura, pelo barato preco de lj600 rs. a vara : na commodos para familia : a tratar n'a mesmo raa
ru* ao Q.einido n. 22, na bem coohecida loja numero 82.________
da boa f. ~--------------------------------------=-------
Guardanapos pira mesa. V^nd >sea retiaa^ao
Vendem-se excallentes guardanspo para mo- ,,u na r,111 do Plla^ em Fora d* Por, n. 118,
a pelo baratisaimo preco de 2J500 ;s. a duzia : P5"1.1" a..:^u"ada.por *6r e.m b?m la6r : a ira-
n loja da boa f o. r*a do Queimado n. 22
tamisas inglezas
Venlem-.e auperiores camisas iogleas com
tar no primeiro andar por cima da mesma.
Vendem-ae duas escravos mocMs de idada
i do 20 a 21 annos, com alguma. habilidades, a
_ um molsque da mesina idade, bonita figura, cri-
aberturatde liaho, pelo baratissimo prec,o"de~30. oulos : na ra Direita n. 3.__________________
40 e 50ga datia : na ra do Qaeimado n. 21, na ,.*,: ,kfl
loja da bo. f. AOS lU^rillllloS.
Na ra da Cruz n. 83, .rmazem, vendem sa
Cambraias finas com salpic s.
Venie-se cambraia flns com salpicos para ves-
tidos a 49300 o corta, dita muito fina a 800 rs. a
vara : na ra do Quttmado n. 22, na loja da
boa f. '
Abacaxis.
Vanlem-s. abacsxi. 500 rs. calo cada am,
assim como quem precisar de alguma ancom-i
menda avultada queira participar das antes, pois
o abano assignado tam grande quaulldade atlec
tifamente: ru. do Trapiche o. 26.
Joao Gomes Jardim.
i dous virador*, por mdico prego.
Refinaco,
Vonde-se a reaa^ao sita na r.a dosGuartra-
: pasn. 42, em Fora de Portas, propria para quem
i quites principar por estar muito afrogueiad.
Vende-se smente de contrn a siaia nova
possiral ; na raa da Esperooga ouC'ominho N070
numero 45.
Sdaselo Pavao a 500 ris
Vendam-se sedas de quadriohes a de listra a
ris o corado, ditaa miudinha. a 720 ri. ;
500
Lazinhas muito finas sn*^d0a,0:ruadlnjp'ifiin e
.., Cambraias do Pavao.
para veti'>o3.
Saperiores ta.zinba. par. venidos do multo
bonitos padroaaquo so vendem polo baratissimo
proco do 440 r.. o covsdo : n. ra. do Qa.imo-
do n. 22, no loja da boa (.
Camisas bordadas eoutros ob-
jecto 0 uccti&aarios para
senhoras.
Na loja d. acula branca acb.-.o am bollo aor-
timeoto de bonita, camiainba. do Un. cambraia
com babadnbo. mu bonito, bordado* do no-
vo, e delicado, de.cono., o. quao. errem mal
bom para o. moderno* vestido, do frent* aborU
e vendom-.o polo diminato preco do 39 cada
am. ; ...im como bonito, manguito. b.iao com
gollinhaa do aporior cambraia eal o todos bor-
Vendem-se pe;as de cambraia lisa com 8 e 1,2
varas a 3$, ditas 48: s na loja do Pavao, jua
d. Imperatriz n. 60.
Tarlataa* do Pavo.
Voode-ae tarlatana branca e de core., fil liso
branco, dito lavrado, dito de palminha : n. tua
da Imperatriz n. 60, loja do favao.
Cera de Carnauba.
Vende-ae cera de carnauba de auperiorgfqua-
dade : na ra da Imperatriz n. 60, loj.do Paio.
Case mira do Pavao.
Vendem-.e casemiraa eofe.tadas de quadrinhos
e listra. miudinhns. sendo core, escuras a 3^200
o corte par. cl;a, vende-se a meama fasendn,
tendo dua. largur.a a IjSOO o covado : na rus da
Emperatriz n. 60, loja do Pavo.
dados.com panho. virado. c.d. p.r pelo ka- ExpOSCO dt ClSSaS lia lj ti O
rati.aimo pr*$o do 2|, o qae 4 admiravol avi.ta p >
da auporioridadoda obra, o bem ...im panhoa e 1 \ 10.
gollinhaa tamb.m bordadoa eom bonito, botos Vendem-te as moderoaa cassas organdyz, .en-
a 2J gaarnicao, gollinhas aolt.a igu.lmanto do .. m.i. bonita, qae tem chegsdo ao aereado,
bem bordadas a 15 c.d. um. e manguitos a 800
ra. o p.r. A vt.t. poi. de am to complot* aor-
timonto nonhama aenhora d.ixara de comprar
aasosneco.aario. objocto tanto mais qaanle a
commodidado do. prego, convida o par. qao to-
do, aejam bem aarvidos (onvom qao mandam
logo comprar na leja d. .guia branca raa du
Queimado n. 16.
Colla,
pelo baratissimo prego de 280 e 310 ri. O cova-
do, do-sa a. amostras doliendo penbor : n. lo-
ja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
lUcos vestidos brancos a 20$
na loja do Pavo.
Vandem-se ricos vestido, do cambraia braceo
bordados a agulha, o qoe ch.mam croch, multo
proprio. para bailes e cas amemos, f.zenda que
am ootr. qualquer parte vende-se por muito
mal. dinheiro o vende-ce apena, por 208 cada
Vende-ae eolia da Baha, a melhor qua exista
no mercado, pelo barato prego de 640 a libra, e .
aendo para arroba ae vender, por menos: oa loja an: e na ra da Imperatriz n. 60, loja do
de (irrigeos aita no rus Nova a. 35. 1 Pavo.

'
v
:
:*-.
*.




DllllO DH PIRS4MIUC9. ~ X1EQ4 fllftl 30 DE SETMMB& U 186.
Calcado francez
na loja do vapor, ra Nova n. 7.
Noto aorlimento de calcado francs, roapa
feita, a perfumarlas dea meiboroa qualidade*.
Ghega vapor para o vi-
gilnte.
Ac para balo.
Sc chegadas asrerdaderae asteas o* aro pra
coacertar 011 fatarbalea, que com ame pequea
qaintia qaalqaar senhora pode fazer ato grande
balo, pola vende-ie pelo baratisaimo preco de
140ra. a Tara, oa pega com 50 melroa a5?500 :
6 no gallo Tigilante, raa doCreapo n. 7.
Cordo de borracha.
Tambem ao chegadoa oa eordozinhoa de bor-
racna e de retrox, sortidoe, de lindss cores e de
.todaa aa grossuras, que maitoae deaajaTa, un-
to para palaeiraa como para debram de collete,
e para muitai outrss obras : i no gallo Tieilau-
te, rea do Creapo d. 7.
IVfettE*
sem segundo.
Na naado Qaeimado o. 55, loja de miadezaa
de Joto de AzeTedo Uaia e SilTa, esti quaimando
todas aa mas miadezaa muito boaa e beratin-
mas, a taber :
Sapatoa de tranca de laa multo superio-
res a
Ditos de laa para meninos de peito a 200 e
Pares de botoes para panhosa
Gaixas com papel de diTersas cualidades
aortido a
Ditos de cores o melhor que ha a
Tbeaouraa de 6 polegadas a
Ara preta muito fina (libra)
Pecas de fita para eos, de superior qua-
lidade a
NoTeltoa de liaba que tam 200 jardas a
dem dem de 400 jardas a
dem idem de 800 jardaa a
Lioha do gaz de 10 e 20 jardas s tres por
doas barato.
Calzas de folha com phosphoros a
Cornetas de chifre para entreter meni-
nos a
Carriteia de linha de 100 jardas a
19440
400
240
700
700
40
100
320
40
60
120
80
Fita Je borracha e de seda. .dem d"A,exandre ro/'o superior a
T.rabem sao chegadas as superiores fltaa d 1 tflf^V" f''^ "ba pr,,'"""^
Caixa* com iscaa para accendar charutos
80
30
100
co galle Tigilante, ras do Creapo n. 7.
Gaixas de tartaruga e charu-
teiras de charo para rap
e charutos.
O tabaqaiala qae aprecia a boa pitada de Lia-
boa oa mesmo Prnceza, Mearon etc., ate, e
jasto'que compre ama bonita eaixa de tartaruga!
toda marebetada com a qual nao se enrergonha-
r de offerecer da boa pitada de sao gasto a to-
dos os circumstantes que aa acharem em aaa ro-
da, icuitos doa quaea lourar&o o aea bom goato.
Aasim como a caixa aeeestaria ao tabaquista,
ihiruteira nao supernas no (amante e sendo
eila bonita como ao aa de charo nuchatas me-
lhor ser porque com isso deixa conhecer quin-
to sabe apreciar o bom. Para os mais eommo-
distas tambem ha bom sortimento todos encon-
trado baraleza urna vez que munidos de diohei-
:o se dirigirem a ra do Qaeimado loja da guis
tranea ?. 16.
|Loja das 6 por-
tas em frente do Li
vramento.
Baloes de 15, 20, 50 e >0 arcos. I
Grande aorlimento de bales de arcoa 8
os melhores oesta blanda e grandes, chi- 5
tas francezas largas eacuraa a 220 e 240 S
ra. o covalo, cambraia liaa para for- 2
Sro com 8 1 [2 varas i2J t pega, ditaa W
cas a :!5, 4$, 5; e 65 muito finas, ditas V
2 de salpiquinho com S 1[2 Taras a 35500 g
a peca, eobertas alcoxoidas brancas i de y
cores para cama a 4#500 e 59, cassas de t
cores (ranceas tfntaa seguras a 320 rs. o '
| corado, pee de bretaaha de rolo a 2$, $
algodo trancado alTO maito largo para 5
toalhas a 15 a Tara, eufeites a Garibaldi a
sendo pretos a b$ cada ira, longos bran-
m eos com barra de cores a 120 cada um, a
roapa feita de todaa aa qualidadea muito
baratss, a loja est aborta at aa 9 horas gf
da noite. S
meiss mas muito eneorpa-
Duziss de
daa a
Duzia de meias brancas a
Duzia de meiaa brancas muito fina* para
senhora a
Massos com grampos de todaa as quali-
dadea a
Boleas maito finas para guardar dinhel-
ra, servem tambem para guardar fumo,
e servem tambem para senhora a 500 o
Theaouras pequeas, porm muito fi-
nas a
Ditas para uohas tambem muito supe-
riores a
Marcas para cobrir, sao pequeas, porm
o prveo convida a
Parea de meiaa de cores para meninos a
Pares de meias brancas ptra meninas a
Groza de pennas d'sco de todas aa qua-
lidadea a
Caizsa com 100 anvelopee muito finos a
Groza de botoes de looga pratiadoa a
8500
40
20
20
40
28400
U 600
35000
40
800
200
400
10
160
200
500
IfOOU
240
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas, faiesda
mallo boa, pelo barato prego de 2g000, gollinhea
e punhoa ultimo gosto a 25000, gollinhas mulU
ficaa e bem bordadas a 1J00O cada urna na raa
do Qaeimado loja de miadexas da Bea fama,
n. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pecas de liras bordadas do 2,500,
3,000, 3.500e 4,000 ertremelos a I56OO e 2500
cada pega na rae do Queimado loja de miadezaa
da Boa fama, n. 35.
Bonecas trancezas.
Veade-s* bonecas francezas ricamente Testidaa
45OOO e 55OOO, e ifiOOO bonecas de cera com os
olhos moredeos a 2J0OO o 35000, na raa do Quei-
mado loja de roiudezaa da Boa fama, d. 35.
Fivelas de ac para cintos.
Potasa
Vende-$e emcaia de N. O Bieber
C, viccessores. ra da Cruz n. 4.
xmmmm mo mummmmm
Grande
liquidafo por iodo)
opretjo, na loja do
Seranejo.
RDA DO QUEIMADO N. $1
[Apparec.am con} dinheiro que nao
deixarao de comprar.
Chitas escuras finas a 160, 180 o 200 f
rs., cortes de vestido pretoa bordadoa a S
velludo de cueto de 1505 se Tendem por i
309,405. 509 e 705. sabidas de bailo vel- 9
ludo e setim a 125 e 139, camisas para se- *
nhora a 29 e 39, gollinhas e manguitos a I
29, 3$ e 35500, gollinhas cambraia borda- S
Jdasa500,600,700, 800, 900 a 19, ditas"
i da fil bordado a 120 ra., casaTeqaes de 2
S fasio a 59, 69 o 7$, meias da seda *
i brancas e pretas para senhora a I5200 I
S o par, tiras bordadas a 500 o 700 rs., ?
laa de qaadro edfestada a 800 e 360 rs. ti
I o corado, cambraia preta a 400 e 440 X
I rs. a Tara, organdya da corea a 600 rs. a m
vara, fil branco adamascado para cor- a
tinados a vestidos a 400 e 500 ria a
Svara, cortes de olleta de casemira bor- 0
dadoa pretos a 29 a 39000, ditos de 5
valludo de r e pretos a 39, 49, 59 e 69, S
paletots de brlm braceo francezas a ?
S 3J500 e 49500, ditos de caaemira de co-
rea a pretoa a 149 e 165. ditos de alpaca W
l preta e de cores a 39,3J500, 49 o 45500,
2 camisas de peito de linho a 25500, cortes "
X de soliste de gorgero a 15500. 19700. 8
2 29200, 3S e 3S500.eollr.tee feitosdebrim
j branco a ttOOO, ditos feitos de gorgurae g
5g 29500 e 39500, ditos feitos de casemira 2
gg a 3g500, 48 e 48500, ditos de reliada a
S55, 69a 79, ditos de fusilo de cores a J
18500, um variado sortiraeoto de meias J
Spara homem e senhora, grinaldas com S>
flores, chales de froeo, espartilhos, e lo- g
Ida a qaalidade de roapas feitas para ho- &
mm qu9 tuda se vende por metade de a
tt aea valor.
Carrosa.
Veode-se urna carrosa nova bem construida e
bem ferrada, e que serve para boi e cavalio por
ser appirelhada para urna e outra cousa : na ra
da Concordia, teoda de ferreiro junto a um esta-
leiro de carpinleiro.
Vendem-se tachas de
ferrocuado do fabricante mais
acreditado : na ra do Bruto
n. 28 B, armazem de Jos da
Silva Ley A C.
Sobo vigilante.
a?VYa\ fcS tttY&ttffcS.
Perott.
E' chegsdo no Tspor francez os lindes perott
fhantasia
Pintes com enfeites.
A loja d'agaa branca acaba de receber liados e
novissimos peales com enfeites pendentes, obra
de muito gosto a ultima moda para senhoras, os
quaes cuitara de 5 a 12. conforme oa diflereotee
e agradavele moldes; aasim os preteodentes man-
dem qaanto antes na loja d'eguia branca, ra do
Qaeimado n. 16.
Conservadores para ca-
bellos de senhoras.
A loja d'aguia branca receben esses delicados
eofeites para caberas de senhoras, os quaes alm
da galantera tem msis a singularidade de con-
servar perfeitamente o atado dos cabellos, e sao
elles de um gradiado mui fino e ornado com fl-
nissimos vidrilhoa, o qae os tornara lio agrada-
veis vista detodoa, e Tendem-se pelo diminuto
preco de 19500 cada um, isso na ra do Qaeimado
loja d agua branca o. 16.
Ra da Seiizalia Nova n. 45
Vende-se em easa de 5. P. Jonhston & C.,
sellins e silhoes nglexos, candieiros a casiij*
bronzeados, lonas inglezas, fio devela, chicotes
para carros a montera, arreios para carros de
OH a dous cavallos, a relogios da onro pattnte
iQglex.
Vende-se a
j Concordia n. 34
, travessa da Madre de Dos n. 18.
taberna da ra da
a tratar no Recie
larato que admira.
Ra do Amorim n. 43,
Veodem-ee saccaa com milho novo a 28500
ditas com farinha a 26500.
- Vende j-se caixes va-
iios, proprfoi par* funileiro
e bahureiro, a 1580 ca'iaum :
tteata typographia se dir.
Boa fama n. 35.
Vende os seguiates ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
GrsEpos a balao com pandante doarados a S
o par.
Pentes imitando tartaruga para bandees, alti-
mo gosto a 39 o par.
Fivelas para aintos, fazenda inteiramente noTa
a 29 o par.
Alflnetes pretos com doaradopar senhora,in-
teiramente novos a 29 cada so.
Botosa pretos com dourado para peneca, intei-
ramente noTos, a 29 o par.
Botoes de tartaruga pare punhos a 19500 o par.
Na ra do Qeeimado, loja de miudezaa n. 35,
da boa tama.
Baleias.
Vende-ae baleias a 120 rs. cada urna aspa de ac
para balo a 160 rs. a Tara, bandea a 19500 rs. e
2900 o par, na rus do Qeeimado loja do miudezaa
da Boa fama, n. 35.
A2#500,sopavo.
Vendem-se cortes dt cambraia branca om 2 a
, 3 bebados a 29500, Jitos da tarlatana brancos e
J;i 'hPS'lPan C ioiTit-fi\Qd*,core*' som br^*, bbados a 39: na ra
eel i,Cgdrd!H Vb reiUeUlOS ^ Imperatrii n. 0, iojr e armazem do pavB0 de
do Dr. RaduayReaolutiv- G'ru' & f""-_______:___________
..fi8carlii do sotlm.
ende-ae eascarrilhaa de aeda para *nfU*r
vestidos a 29000 a pe$e na raa do Qaeimado
loja de miudezaa, n. 35.
Vende-se flv.las da a"co par. sinto a 19500 rs. e ?u enfeltea para as'senhorss conaemrem o"ca- I v^ju^att?^ matcar rouPa;
2*000 na ra do Queimado loja demiudeas bello antes de ser amarrado, pois s a vista faz ; I!e'," T.C """ roapa al;
Agua ,ie malabar para tingir cabeiloa a 59 o
aseo : na raa do Queimado, loja de miudezaa n.
da Boa fama. n. 33.
f, pelo baratisaimo pre;o de 1J500
lante, ra do Crespo v. 7.
s no vigi- i
_ 135, da boa fama.
renovador, prompto all vio
e pilulas reguladoras,
No droguista Raymundo Carlos Leite
lrmao. ra da Impertriz n. 12.
Enfeites para senhora.
Os melhores enfeitee pretos o de corea que ap-
parece a5950u, 69 e 6jJ500 : na loja da Victoria,
lia rus do Queimado c. 75.
Caixinha* e cabazes
s., aieninas trazerem
no bra^o.
Uuito lindascairinhsa e svbazas para meninas,
t 100 ria at 29500: oa leja da VUlorie, oa raa
do Queimado d.,75.
Franjas pretas eom vi-
dril ho e sem elle.
Fieos eortimentoa de franjee pretas e de edre*
core vidriho e sem eile : na loja da Vietoria, na i
rea do Queimado o. 75.
Meias d- borracha.
Vcde-se meiaa de borracha para qaem padece
de eryaipela a 159000 o par, meias do aeda preta
para aenhora a 1&000 o par na ra do Queimade
loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
Perfuman8 muito nas e
b&ratas.
Opiata ingleza a 1J500 rs, dita francesa a 500
rs., 640, IJSOOO. oleo da sociedad* bygieniqea
verdadeirc a I5IUO o fresco, oleo babosa de Pive
vardadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para oa denles a IgOOO, dita de Botot tambem
par?, os denles a IgOO o frasco, pomada fran*-
za em paos a 500 rs. e 19000, 320 rs. sabouetes
maito fino a 640 ra., 800 rs. e I9OOO cada um n
ra do Queimado loja de miadeat da Boa fama
n. 35. '
Gravatinhas.
Tambem sao chegadaa as liadas gravatinhas
pretas e de cores, tanto para homem como para
aenhora, tsndo as de hornera lindos botdese eom
elstico, se vende pelo baratisaimo pre$o de lfl
e <9500 : s no vigilante, raa do Crespo o. 7.
Csrlas ps para volarete
/Jobas d peso
deiras..
ven?
Llnkas finas de
grandes a 240 ria :
do Queimade n. 75.
peso verdedeirss, meaaaa
na loja da Victoria, na raa
A loja d'aguia branca acaba de receber um bom
aorlimento de cartas lustroso e opaco, e caraclerea de noTos deseahos,
representando aa figuras os grandes personagena
das gaerraa da Italia e ouiros. J se T, poie,
que com une bartlhos assim boas e bonitos, tor-
na-se ainda m*is deleitavel o entreter-se parte
t noite no divertido voltarete, tendo sempre
ssiisdilba, manilha, btsto, etc., etc., e pelo con-
; trario um pichoso, ao qual os bolinhosoa chav*-
na do bom cha do dono da casa far esquecer e
ppuco que perder. Os baralhos de canto redon-
do e dourado cesiam 69 a duzia, oa immediatoe
59, o outros 49, 38500 e 39. Tambem ha finas
1 para oa apaizonadoa da bisca, espadilha, etc.,
vista do que nao ha maia a cansar-se, o preten-
i denle dirigir-se com dinheiro raa do Qaeima-
Baleias maito grandes e boas a 160 ria ama 21 d?> loja d'aguia branca n. 16, que aera bem ser-
rido cooforme o loavsval cosame.
Phosphoros de seguran?
Phoaphoroe de seguranza, por que Htm de in-
eeedis a 160 ris a caixa : na leja da Vietoria,
as ret do Qaeimado n. 75. ___________
Baleias para vestidos.
Baleias maito graodes e boas a 160 ria a ir,,
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho
As melhores lianas de erozel para labyrinthe,
Eoveos moostroc a StOrls um : na leja da Vie-
toria, na raa do Qaeimado n. 75.
Aos Srs. consumidores
de gaz.
Nos armazena do caea do Ramos na. 18 e 36, e
na ra do Trapiche noTo ( do Recife ) n. 8, se
rende gaz liquido americano primeira qualidade,
.~i- .__ 1 j e recentementechegedo, a 159000 late de 5 ga-
bintos uouraaos para se-',6w "!m tomuiade io 5garrafasr
'Stn garrafas.
Aderecos pretos
Tmbem chegaram os lindes adere^oa pretos,
sendo daas pul|eirs, rosetas, alfioetes, ludo em
urna caixinha. inteiramente cnuea nova nesta
(,...;., l.do. m.ito d.lie.ao. pe. ,,.na, n,^,, ?
de obra que tem, pois as pessoss de bom gosto
saberoapreciar : s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Aguihas,
Tsmbera sao chegadas as verdadeires agulhas
Victoria, de fundo dobrado, que ae vende pelo
barato preQo de 100 rs. o papel: s no galle vi-
giiante, rea do Crespo n.7.
Capellas para nuiva.
Tambem sao chegadas as lindaa capellaa bran-
cas, o mais delicado qae pode haver, que se ven-
de pelo baratisaimo preco de 79 e 69, ffmeem ba
outraa maia iuteriores que se vende por 29 e 39.
Pa-se que quem livor de comprar qualauei
destes objectos, que se apresee antes que se aca-
bo, poiafoi apeoaa urnas pequeas amoatrsa que
serecebeu : sno gallo vigilante, ra do Crespo
Letrero 7.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston; 4 C ra da Senzalla Nova
u. 42.
Arroz.
Vende-se arroz moido superior, de 8 libras para
cima a 29800 a arroba, em libra a 100 rs. :
pateo do Carao, quina da ra de Hortas n. 2.
no
echiii cha
Mtisi CuEemirs.
Noto sortimento de meia casemira para cal;aa
e paletots a 600 rt. o coTado : na raa do Quei-
meoo n. 43, esquina que volta pra a Corgre-
gago.
nhoras.
Lindos tintos curados para senhoras a 29200,
ditos de pon cabida a 49, ditos da fita a UtiO :
ca loja da Victoria, na ra do Qaeimado c. 75.
oupa feita muito barata.
43Ra do Qaeimado43
moldura dourada para
salas.
Chegoa para a loja da Victoria ama paqaana
porga* da rico* espelhos de Tartos tamanbospaia
ernamentoa de seles, aQaaeando-s* serem os
melhores em vidros qu* tem odo : na loja de
Victoria, na ra do Queimado n. 75.'
KCOS Spe!!lOS d6 LJa da esquina que volta para
a Cougregaco.
Vende-se
Paletota de casemira, sacio?, a 8, 9 e 10.
dem idem aobreessacos a 9 10 a 129.
dem de meia casemira, saceos e sobrecasacos
49, 49500 e 5g.
dem de merino de cordio a 6, 7 e 89.
Iiem de alpaca preta a 4, 5, 6 e 89.
dem de fustao e ganga a 2g500 39 e 49.
Caiga de casemira preta a 7. 8 a 109.
dem de cores a 5, 6, 7 e 99.
Caigas de meia casemira a 39, 39300 e 49.
dem de brim pardo e branco a 2, 3, 4 a 59.
Iiem de fustae e ganga a 2jj, 29500 e 3.
Ii.-tn de merino de cordo e mels casemira
pretss a <9, 49500 9 5g.
Galgas do p'iQCtza a 39600 e 49.
Colletes pretoe ,~" e casemira eprin Colletes de cssemra de C9* a 4g. 4&J^ e
Iiem de brim branco e pardo a 3J, 39500 4*'
E oa'.ras mui las qualidsdesde roaia feita*, qae
sempre se Tendo por meos do que em outra
qualqoerpsrle ; o desengao ds vista ve'.
La para borda
.U mallo boa da todaa as cores para bordar, a
79 a Ubre : aa loja da Vietoria, na ra do Quei-
mado u. 75.

Liabas do gaz,
CeiTinhas eom 50 novellos de linhas maito fi-
nas do gsx 900 ris a caita, ditaa com 80 no-
vaoi s 700 rilar, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brane.aa a pretaa: na loja da Victoria,
a rea do Qnerasdo n. 75.
Superiores bichas hamburguesas em peqne-
nas e grandes por?5es. e tambem sa aiue^'n, esl
psra sogeobo r ca rus do Imperador n, 20
nova de 1 isboa.
O sotigo deposito da roa do Brura o. 66, arma-
zem, acaba de recebar a superior cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado, chegada um
destes diss pelo brigue portugaez Cooatanle,
qae se vende por pregos muito commodos.
Na r 11a da iioperatriz nu-
mero 20.
Vende-se o seguate.
Bramante com 10 palmos da largura a 19500,
riscadinhos escaros de cor flxa a 160 rs., rosas
de coree a 280 e 320 rs., oleedoe para cobrir
meaas a Jg, indianas muito hnss a lg, chitas a
160. 200, 240, 280 o 320 rs., cambraias da sal-
picos de coree e brancas a 400 rs., cobertores
brancos o escaros a 19200, I96OO e 29, pannos
finos pretos de coreo a 29, 29400 a 39, cam-
braias para cortinados a 29 a pega, ditas lisas r
29. 39, 4f e 59, tapetes muito fiaos a 69 e 79,
chapeos de seda e de castor muito fios edo ul-
timo gosto da Psris a 89 a 99, ditoe de fellro fi-
oo copa alta a 59, cssemirss para forro da carros
a I96OO, cortes de dita maito fina para eslgas a
49. pagas do eotremeios a 19, e finalmente ma-
depoloes, slgodoee, brins, bretanhaa a outrat
multas fazendas qae o dono do estabelecimento
esti resolvido a Tender muito barato efim de
apurar dinheiro, dando-se as competentes amos-
tras com penhor.
Cartas luas para jogar.
Vende-se duzia de baralhos de cartas titas com
as ponas dourada* a 69, dita sem ser dourada a
39500 a 45 : na ra do Queimado, loja de miu-
dezas c. 35, boa fama.
Fitas de la para debrum.
Vendem-se pegas de fita de la para debrum a
1J, e em Tara a 120 re., dts de seda a 29400, e
em Tara a 240 : na ra do Queimado, !oi do
miudezs o. 35 da boa fama.
Superiores atoalhaos
adamascado.
Superiores atoslbado adamascado com 8 pal-
moa de largura a 1J600 rs. a Tare : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa fe.
Damasco para colxas e pare
ornamentos e igrej&.
Vende-se maito saperior damasco de de
ama s cor, maito proprio para colzas e psra
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato prego de 298OO rs. o coTado : na rea de
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pecbincha.
Veodem-se cortes de saperior gorgurao de ce-
da para colletes pele baratissimo prego de 19
29 e 39 o corte : na ra do Queimado n. 22, na
bem oohecida loja da boa f.
Para os tabaquistas^
Longos muitt finos a imitsgao dos de linho de
muito bonitos padrdes e de cores fizas muito
proprios para as peeaoaaque tomam tabaco, pelo
barato prego de 49800 e 59500 a dazia: na raa
doOeeimodo a. 22, na bem eonhocida
boa f.
loja da
Rival sem se-
gundo.
Raa do Qneimado n. 55, loja do miadezas de
a o." Amy00 m1 SilTa, conhocide por Jo-
sa Bigodinno, est Tendeado todo polos pregos
L "bia08 Porm quem nao soaber tenba a
bondade de Ter o que bom a baratissimo:
Frascos de Larande muito finos, a
Ditos do oleo babosa saperior, a 320 a..
Frascos da agoa de colonia maito fina a
Ditos da dita grandea superior, a .
Caizas com pos cor de rose para limpai
dentes, a.........
Dazia desabneles maito finos, a '.
Varas de bico daellhaa, esl no resto, a
Carriteia de linha preta muito grande
e temmaita linha, a..................
Bengalas do melhor gosto, a : .
Tioteiros com tinta muito boa, a .
Baralhos de cartas francesas, a .
Ditaa do cartas portugaezaa maito fi-
D". :.......
Varas da fita de Tellado recortada, a 160
Frascos de banha de ar;o multo supe-
rior, a...........
Ditos de dita transparente, a .
Frascos de macag parda, maito fino, a
Ditos de dito oleo, maito floo, a .
Varaa de fita para faier sin tos dos me-
lhores gosto, a ........
Babado do Porto para todo o prego. .
Labyrintos muito finos para todo prego.
Barris com phosphoros muito bons, a .
Msasos de inha fina para bordar, a ....
Cartas de clcheles superiores a 40 e
Escovss para limpar denles, a 200 e
Cerrlteie de reros de todas aa corea, a
Bonecas nasa porm muito bonitas.
2Wa..................
GraTatas de duas Tollas muito supe-
riores a,........... ..................
Fios e massos do coral de qualqeer aua-
lldade a...............................
Sabonetes grandes e muito finos,
Agulheiros com sgulhas. .
Fitas para espartilhos grandes
quenos a 60 e......
Varas de bico de 3 e 4 dedos, a '.
Ciias com agulbas francezas curtas, a
Llnhac em cartdes brancas e de co-
res, a....................
a...
e pe- f
800
500
400
600
160
600
80
160
500
160
240
160
2i0
600
800
200
100
500
160
240
80
400
240
320
800
500
120
80
80
120
200
20
Cal e potessa*
Vendem-se estes dous ar-
tiga:, ltimamente Chegad-n,
ao bem conhecido e teredit*-
do deposito d* ra d& Cada
do Recife n. 12, mais b*r~ :,
do que em outra
parte.
qu&j
u ii.
Sal do Ass.
Vende-se a bordo da barca brasilelra
da : a tratar com oa consignatarios
Barros & C. largo do Corpo Ssnto n 6
ikitv. ,.
Marques,
Moendas p meias moeiidas.
Taixas de ierro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc
Ruado Bnun n. 38, fundicao
de D. W. Bouman. *
Retratos de sua alteza reala
prnceza d* rtalia D.Mar
Pia.
Tem para Tender Jos AzeTedo Mais e <
na sua loja. ra do Queimado n. 55.
Kieas liveiia dourada par*
sinto.
Veodem-ae fivelae doeradas a 2f e 28500 -s
mais auoo-ernsa que tem rindo r,a ru ,1 i .
m.do n. 63, loja do Baija-flor? "W"
Ricas voitas de aljofares
drWV0*?".'.!' de ,,farM <<
drs imitando a brilhente : na ra
nemaro 63, loja do bcija-lor
do
0ueia;-:i
Acha-se renda uo eseriptorio de Antonio
Lazde Oliveira AzeTedo & C, raa da Craz n. 1
a obre scriptapelo Tisconde de Uruguay.Ensaio
Sobre o Direito AdminislratiTo; deizamoa de te-
sar elogios a esta obra, basta o nome de sou sk-
tor para a tornar recommeudada, daos totumes
em brechure IQg. eacedernado 12S.
Facas e garios,
i. 7, hV f*a" e rfo Anas de eabo d
a 3S400, dita rohea a 3 a duiia ;
t Queimado o. 63. loja du beija-flor.
Jogo do vispora.
, Vende-se joo de ?ispor a lj ; na
I Qeimado n. 63. l0|a do beija-lor.
ba -
C..-1 a
para osa
liila braiia
Da re do
r lo
Ra d. Senzaila Nova
Anvelop.
Neste estabelecimento Tamdowzte-I\n5Xmm79Bl .f^TAces''
chas de ferro coado libra HO rs. tdsnilSJSr "*"" dogueimado 63,' lojs i< .-.".
de Low Moor libra a I20rs.
Lencos brancos
com barras de cores para meninos al$
a duzia.
A loja d'aguia branca tambem rende bons e
bonitos lenciohos brancos com barras de cores,
proprios para mentos, pelo diminuto preco de
18 a duzis. Arista da roiltcao do prec,o taires
slguera desconfie da bondade da fasenua, mas
para deaengano dirigir-se, prerenido de dinhei
ro, raa do Queimado, loja d'aguia bracea n. 16,
onde os achara patentes.
Papel adamascado de core.
I* TT Papel. "mascado de cores S00 ,
o-', loja do beija-flor.
(jravatinhas de seda.
Vendem-se gravatinhas de seda psra f:nr.o-z,
na ;ua do Oneirasdo a. 68*
de diversas cores
loja do beija-flor.
losas e bouquets
artificiaes com cheiros
A loja d'aguia branca acaba de receber liadas
rosas e bouquets artificiase com agradareia chei-
ros, as quaes servem para trazer-se na mao as
occasioe8 de bailes, casamentoa, etc., e' ">e
aqui novissimo, porm de muito gosu .ca
deepexa ; cusLai 1 a l#SCO, o acb.m-. aic-
meiile ua ra do Uuelmedo, loja i braors
numero 16.
Relogios.
Vende-so aa casa da Johnston f alar C.
. do Yigario n. 3, un bello sortimento de
lelogios fe ouro, patenta inglaz, da um dos mais
afamados fabricantes da Liverpool \ tambe*
aaa variedada i a bonitos trancellios sara es
mesaos.
Chegado pelo vipor fraa-
cez s para o vigilante.
Lindos pentes de mairafa.
Sao chegadoa os lindos pentinbos douradir.hos
com muito lindas molduras de difierentes gostos
pare marrafas ou traressos, pois s com a rista
os compradores podero apreciar o quanto 5o
delicados, pelo bsrato prejo de 35 o par, assim
como sem ser douradoa de lindos gostos, pelo
barato pre;ode2J o par: s no Tigilante, rea
do Crespo n. 7.
Para atar cabello.
Tambem ha chegado lindos pentes de
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas liras bordadas pan vesikos
O ranesa a 800 e 1J> : na ru. do Queimado
n. 63, loja do beija-fler.
Pe
lvora e chim
: I
a ven
JoaoJose de Carvalho Moiats Fi
competentemente autorisado vende | ol-
vora superior de difierentes man
chumbo de varias qualidades por p -
^o commodo : os pietendentes podei io
dingir-se a sua loja de ferrogens'na ra
do Queimado n. lo, a contratar.
e
A nova chegada ltimamente nobrigu .
,,"'Te,M,e-,e" r" do Trapiche,".,-,,/
uroero 9.
Macha-
Barato para acab
Ra do Queimado n. G, loja de
do A Santos.
Veniom-secollarinhosdeesguia Caribi Si
muito finos, pelo diminuto prego do 6-it'0 a u-
muito proprics tara cou-
z3,sacoa de viagoni
Novos pentes
de tartaruga e masss,
com dourado e sem elle, i
para atar cabello.
- tarta-i du.zir roupa our.u-ro qualqusr objecto/i
ruga todo entrancado eom fita de borracha, ds "ll" P"?ode 2g80O cada um, camisas de nbn
forma que o cabello amarrado flea dentro de um | lnRlezas para meninos de todas acidado bj-i-o
engradado, inteiramente cousa nors, e d muito 1ue dmira, dita tara homem, mu-tn f]Va'^
?s.l0L "Vim_como com '** 1'?" de ''"dos fei- Pro>A;nmi?odo' hapeoa-de sol de seda ingleses
para liquidar.
&ttJ
A loja d'aguia branca acaba de receber esses
pentes de que as senhoraa tanto precisavam para
igealar aos pequeos dourados. O sortimento
pequeo, porm completo, porque tem de tarta-
ruga e msssa, douradoa e sem o ser. A belleza
e perfeicao delles 6 difflcil descrever, e por isso
imitamo-nos a dlier que ellas sao d* um dese-
nlio novissimo de spurado goslo, e de suatosa
.eeaco, na qual o artiata elevou-se por sua
pericia. Tem elles a forma de um laco de fita no
entro do qae se conhece o feche por meio de
urna Avalla, isso alem de rendados, tanto os de
tartaraga como oa da massa. Agora, pois, que
apparece o bom, convem que aa senhoras se nao
demorem em mandar comprar na loja d'aguia
ranea, ra do Queimado n. 16.
tios, que se vende por prego mi
no vigilante, rus do Crespo c. 7. __________
Luyas de pellica.
Tambem i chegado as rerdadeirae luvss da
Jouvin muito frescas taoto para homem como
para senhora ; s no Tigilante roa do Crespo
ito raioarel : s a 8C500 cada om, ; isto te vende
Vende-se urna escrava de nago, que Mj7
sngommar, coainhar ensaboar, e que vi,|,
do comprador se far todo negocio: travssi de
3. Francisco n. 11.
La para bordar.
Tambem ha superior la para bordar qae te
rende por 68 a libra, assim como la de familia
que se rende a 1, e em cada caixinha muito Tina
pelo baratiasimo prego de 7;} a caixinha : a no
vigilante, ra do Crespo n. 7.
-- Vendem-se superiores vi las de
spermacetc em caixas de 25 libras ca-
na ra do Trapiche n. 9.
da u
raa
Espelhos.
iagens Polares.
Sabio a' luz, e aclia-se a' venda na
Livrari Econmica, a obra vertida do
inglez pelo primeiro tenente da armada
Collatino Marques de Soma, a qual
tem por titulo Descobertas e Aventu-
ras nos Mares e Regioes Polares
roR
Sir John Leslie,
Roberto Jameson
Esta
i ce
Libras sterlinas
vDden> / do mriptorio de Manoel Ignacio
^mentes de hortalice vindas
de Pars
Chegaram loja de ^ra^'
raa da Csdeia do Recife n. 56 A,..
de Bastos, ns
novsssemen-
- ao de
* -.
Ttndem barata*.
Hugh Murray.
importante obra compor-seha
de dez folhetos, do custo cada um de
i 8, e ornada de um mappa dos mares
polares, e de bellas estampas, que suc-
cessivamente acompanharao os folhetos,
que mensalmcnte se publicarao.
No pateo do Carino, quina
da ra de Hortas n. 2,
Io"id",e m8Dlei8a muito saperior em barris de
1J libras, proprios para casas particulares a 70
a libra ; gsreote se a qualidade.
Tambem ha grande sortimento de espeihos re-
dondos de moldura douradoa de todos os tanca-
nhos, com excellente vidro, que se rende pelo
baratissimo de 35, t| e 5f : s no rigllsnte, rea
do Crespo n.7._______
Smtos.
Tambem chegado oe muito desejados sintos
com ricas Arelas de concha a borlote ao lado
cousa muito chique sa renda pelo barato prego
de 4$, aaaim como ricaa flrelaa para aintos con
pedrinhes de lindos gostos que se rende a 1{600
e Sg ; s no vigilante ru do Crespo n 7.
Chegado pelo va-
por fraucez s para o vigi-
lante finos pentes de mar-
rafa.
E' chegado os lindos pantinhoa dourados com
maitas lindas moldarse da difierentes gostos pa-
ra mairafa oa traressos, pois s com a rista os
compradores sabero apreciar o qaanto sao deli-
cados pelo baratissimo prego de 3J00Q o per :
assim como sem ser dourados de lindos gostos,
pelo bsrsto preco del;: ne ru do Ceespo n. 7.
S no galo rigilente, rus do Crespo n. 7.
Gr*mps a balo.
Tambem chegado as lindas grampas a balo,
coasa maito linda : s no Tigilante, raa do Cres-
po n. 7.
Vende-se urna escrara criouU, de boa fi-
gura, representa 30 e tantos anoos de idada, sa-
dia, Bel, e propria para todo o servicode casa e
rua rende bolinhos etc. ; lara de ensaboado e
coiinha ; quem a pretender dirija-se a rua do
ngel n. 60, segando sndsr, para sjaster-ie.
*otassa da Russia
e Americana..
Ne eseriptorio de Manoel Ignacio de Ol aira &
Filha, larga do Corpo Santo d. 19, por prs"*'
meia hiF.to An n .. _.ln.. .iiuiuoei joaquim OO liego 6 Aiuuquemyc,
roa bsrato do qaa em outra qaalqae ^ voaSaodosAfogados, qo sera gtatlcado.
No da 1 do correte ausentou-se o mulatichc
Manoel, escraro. de 14 annos de idade, com os
aigoassseguinles: cheio do corpo. cor claran
macilenta, cabelles garapios, olhos pcqueucs
e como de quem sofireu calles encommodo, tem
talla de um dente na frente no qusixo superior, a
primeira rista mostra aeanhamenlo proprio dos
escraros do campo, tem o andar feio, as mans e
ts curtos e grossos s ponto de parecerem india-
dos, levou camisa de algodo de lielras, e cal-
ca azul nova, chapeo de palha de carnauba usa-
do, suppoe-se qae anda aqui mesmo na cidade,
visto qee a ella reio pela primeira res, ou que
tenha atompsnhado algum combny de almocre-
res; esle mulatiobo pertenee aoa orphos do
fallecido Francisco Antonio Gsyo, netos e tule-
lados da Exm. Sr.a D. Emerenciaoa Maris da
Piedade, senhora do engenho Junco oa comarca
de Nezireth ; roga-se as autoridades policises,
capitiee de de eoropo, e a qualquer pessoa, tanto
da cidade como de frs.a apprehensodo referido
mulatiobo, que se grrtificar generosamente, ca
rua de Apollo n. 43 primeiro andar.
Fugio no dia 26 do corrento um moleqee
crioulo de nome Teom, de 15 snnos, tem os
sigoaes siguiles : falta de am dente na frente,
tem bastantes pannos no roslo, levou calca azul e
camisa branca j velha : roga-se, portanto, aos
capitee de campo o prendam e levem rua do
Tr.picbNoTQ n. 18. qu sero recompensadee.
Aueenlou-se do engenho Novo de Ipojuca o
preto Felippe, fui ter ao engenho Pirai.ama do
Sr. major Jos Gomes da Silva, na comarca de
Sanio Antao, e daht tornara a evedir-se, e de sop-
por que rague pelos eogenhos e lugares aquello
comarca, elle alto, secco. bastante barbs.io e
fin?- Y""" barbas crescidas, e j rai
Pintando de braLco, carrero e hbil em todo
ott"" 8e"'C. ngeX: q.em o pegar
..azer ao seu senhor o tenente coronei
lUtnoel Joaquim do Reg e Albuquerque, na po-
MUTILADO
p
ILEGfVEL

.y
I 4.



DIARIO DI FIMAMICO, TERCA FEllA 30 DI SETEMBftO DE lMti
Litteratura
Enclyclica de S. S. PI IX.
Ao nosso amado filho Manuel Rodriguen, car-
deal presbytero da tantaegrtja d> Roma e pa-
tiarchade Lisboa : aos nossot veneraveis ir-
mos, Joi Joaquim, arcebispo de Braga, arce
bispo de Evora e aos bitpot, $eu$ tuffraganeos
em Portugal.
rio Papa IX amado filhojoosso e venerareis ir-
mos, taude e benjo apostlica,
Quanto mata gravea aio os malea, com qae a
iioisa lantiiiima religiao, e a seguranjadoe fleta
estao ameajedas pelaa nafariaa machinares doa
seua adversarios, tanto mais vigorosos compre
que sejaro os estorbos empregados pelos bispos,
para repellir e coojurar essea mesmoa males ;
pelos bispos, sim, a quem especialmente porten-
ce defender com determinado empenbo a mesms
religiao e a salvadlo dos fiis.
E' por isso. amado filho nosso e venerareis ir- MUd '.od" 1ueU" cous"- 1e P^isarera
qislles, qae forem salutferos, epaseentendo-o
incessantements eom a pregarlo da divina pala-
na, administrajo dos Sacramentos, e dispensa-
rio da molliforme graca de Dana de maneira
que maca aa enrergooheni da visitar oa enfer-
mos, a de os soeeorrer caidadossmeote com to-
dos os aoxilios espiritases de lostrair a tolos na
sa doutrins, (ponto cardeal, e o qae mili io-
tsreasa) de ensinar aos meninos e homens redes,
com brandara e paciencia, os documentos da (
a a distiplina dos costnmes. para qae nao venha
a recibir sobre os mesmos parochos aquella ei-
p robra cao : Parvulipetierunpanetn, etnonerat,
qui frangeret ei$. E por quanto os olhos dos
paatorea teem ama (arca o virio le particular para
procurar e promover a ordem a regularidade das
dioceses, e para afugentar es males que es af-
fligam e cobrem de oprobrio, nSo doris por
isso, amado filho nosso e venerareis irmoa, dei-
xar de risitsr cuidadosamente as rossaa respecti-
vas dioceses, de inspeccionar os costumoa do
clero, e do povo, a de emsndar, com diligencia
a aos, que entre taclia e tao gravea amarguras,
<]ue nos opprimem, nao podemos deixar de aeo-
lir, particularmente, ums ddr profunda, coohe-
cendo, como coohecemos, odeploravel estado em
Une se acham nesae reino as coaaas qua respei-
tam religiao eatholica, e egreja, sem que eom-
tudo teoha apparecido qualquer teatemuobo pu-
blico de haverdes empngado no desempenbo do
vosso gravlssimo cargo episcopsl aquella vigilan-
cia e fortaleza, que sempre foram neceaaarias,
mas qus agora, no meio da grande ioiquidade
dos preientes lempoa,especial e imperiosamente
sao reclamadas pela obrigajio do vosso mesmo
oScio, pela causa da egreja eatholica e pela sal -
racao dos Qeis, que vos est confiada. Por isso
da correceo, de banir os vicios, se alguos exis-
rem, de ampatar oa maus coatumes, de evitar
as occasioes do peccado, e de promover por toda
a parta a aducajo christa, e o uso dos Sacra-
mentos, na qae o dovo chriato faz consistir o
mais saudavel de todos os tierciclos, de incul-
car o culto dos dias festivos, de excitar o clero a
deiempenhar com vigilancia e cuidado os seas
officios proprios, e de inflamar, finalmente, o
povo para excercer todas as vittudes chrislaai.
Reveitidos da fortaleza episcopal, resist, como
vosso derer, a todo quanto n'esse reino se pra-
tica impunemente contra a egreja.e contra os seus
direitos e lea venerandas. Em rerdsde vos nao
ignoraos, queconvem, e necessario preitar-ae
solcitos e inquietos pelo bem espiritual dos fiis, i a devida obdieocia ao poder civil, mis n'aquella
e teoJo em vista os deveres do nosso ministerio! Pte smente, que, de nenhuma sorte, se op-
apostolco, nao podemos deixar de vos estimu-
lar c exhortar encarecidamente a que, com sum-
co ai Ja Jo e varonil constancia vos appliqaeis a
preeoener todas aa parles do vosso ministerio
episcopal, pois que a vos prtente particularmen-
te o conservar intacto e inviolado o deposi >
ssntisiimo da f e da sagrada doutrina e defen-
der animoiamente a causa, os aireitos e i leis
desla untase, oppondo-roa com energa a aom
todas as vossas torcas s pretenraa daqaelles
qie ousirem invadir os direitos e os foros da
:. "' egreja e santa s ; a vos, sim, que fostss
chamados para particpardea da solicitude, que
p cnamenle nos foi confiada.
IV vossa obrigajao vigiar aisiduamente para
pe s leis de Deus e s de sua santa egreja
Nao esquejaos, amado fiiho nosso e venera-
veii irmos, lado tqusnto pode, por qualquer
modo, dizer respeito ao desempooho do vosso
miuiaterio, para que nao acontec que o Senhor
vos exprobe um dia estas gravissimas pala-
vras :
Quod infirmum fuit, non consolidailit,
quod cegrolum non sanasiis, quod confrac-
c tum, non alligasis, el quod abjectum est.non
reduxittis et quod perierat, non queesis-
tu.
Uesembaicbae por tanto a espada do espirito
com valor, e com conatancia. isto empregae a
que a diaciplioa do clero se consirve sa e iotor- j Pal"ra da Deu. prgae como voi incaica ter-
rorosamente o apostlo S. Paulo na pessoa do
seu discpulo Timotheo, instae opportunimenta,
argot, pedi, inerepae com toda a paciencia e
doutrim.
rapta, e para que lodos os ecclesiasticos evitando
tiido quanto prohibido o indecoroso aos clri-
gos, com as suas palavras, com a sua conversa-
cao, com a sua cartdada e com a sua castidade,
sirvam de modelo aos fiis.
E' um dos vossos deveros vigiar em que os cl-
rigos cumpram cuidadosa, sabia a santamente as
obrigaeea do sea mioiiterio, e se entreguem
com todas suas torgas, cura das almas, e bem
assim a cultivar seriamente ai disciplinas sagra-
das, am da se habililarem para exhortar e edu-
cir os fiis na sa doutrina e convencer aquelles
que ousa.em contraria-la.
Nao podis ignorar, amado filho noiso e ve-
nerareii irmaos, quanto importa e intereisa S
egreja o ter, principalmente nestas luctuossi-
mos lempos, ministros idneos, os quaas sumen-
te podem sabir de clrigos cabalmente educados.
Convm, pois, que appliquiis todos os voisos cui-
dados e cogilacoes a que os clrigos lejam, dei-
de a sua priraeira edade, educidos nos vossos
seminarios, e ahi modelados segundo o espirl
lo eccleiisslico e dirigidos por ojotlra* toapeita-
v :;- e coohecidos pelo louvor di sus pieiade, e
sis doutrina, e a que elles sejam initruidos nts
ietiras e disciplinas, prinsipalm9nte sagradas,
q :e sojam alheios a tolos os perigos de novida-
ce profana e de erros perniciosos. Acautelae-
i principalmente, de qae o eosino datheolo-
ga e sciencia do direito cannico, se empre-
guem livros em que apparejim opinioes falsas e
erros opposlos rerdadeira a legitim egreja ea-
tholica, e a doutrina desla s apostlica. Tara-
bam devela cuidar em saturna em que a disci-
plina da vida religiosa seja escrupulosamente ob-
serrada em lodosos moiteiros e restabelecida
em todos os lugares, aonde se achar declinada e
cabida, e bem assira em que as leis eclesisti-
cas acercada clausura das freirs nao sejam vio-
ladas, mas antea fielmente observadas.
Nao vos deixeis amedontrar por quaesqeer
comiderajes que vos embaracom de entrar des-
assombrados em todas as pilejis pela gloria de
Deui, pela de'eza da egreja, o pela salvajo das
almas que vos eitao confiadas, porqaanto.se
chegaes a temer a audacia dos impos, ceas de
ter vigor o episcopado ; acabou-se, ecabou-seo
poder sublime e divino, que loi commettdo aos |
bispos para governar a egreja. 1 tende sempre
acs olhos do vosso espirito aquella que soffreu
coDtra si mesmo egual contradicho da parte dos
peccadores.
Por esta occasio, amado filho nosso e vene-
raveis irmaos, n3o podamos dissimalar, que foi
grande a nosia ddr, por nao chegirmos s ver nem
6 d'entre vos na solemne canonisagao que ce-1
labramos no dia 8 do prximo mez de junho, a I
q a summo jubilo do nosio animo, se glo-
riaro*. da contorrer tantoi bispoa ae todo o orbe
calholico, l mismo das reg'oas mais remotas a
longinquas.
Embora existir podesiem algumas difflealda-
des que vos impedissem de rir nossa presenri
comtudo certo. que ninguem podia impedir-
vos de nos enviardes vossas cartas, pelas qaaaa
desseis o possivel testimanho da rossa fldelida-
de, do vosso amor e respeito para com a nosss,
pessoa, e para com esta cadeira de Pedro, cen-
tro da uoidade eatholica, a exemplo do qae fize-
ram com summo louvor do sea nome e consola-
co nossa, muitos bispos tanto da Italia como de
outras egrejas, a quera nao foi licito emprehen-
dar a jornada a Roma.
Sustenta-nos com tudo, amado filho nosso e
vaaeraveis irmos, a esperanc de que, consi-
derando na presenta de Deus os gravissimos ne-
Loin egual cuidado deven diligenciar, aue i >,rm. h ,... ..;.
.. H cargos o vosso oicio e o juizo terrivel porque
r-.ciJale de um e ouiro sexo, na qua eslo de-' Hanom ...... ij.. n .- ... .
i iaa guerra que, no presente tempoopprime e
res a egreja eatholica ; nao vos sSo oceultos os
depravados artificios de toda a espesie e pestfe-
ros escriptos, com que os ioimigos de Deus e
dos homens se empenham em corromper, os ni-
mos dos liis e arranca-Ios do seio da nossa san-
tissima retigio.
Nao vos dereis por isio poapar a qusesquer
'.rabalhos, cuidados e arbitrios, para que nao
aconleg serem devoradas, por incuria rosas, por
tolas as feras do campo, as amadas ovelhas que
foram confiadas 3 vossa guard*. Portanto, nos-
so amado filho e veneraveis irmaos, nao sejaes
como caes mudos, que nao podem ladrar, mas
aiV.es pelas vossas palavras, pelos vossos estrip-
t)3 salutares e oppoitunos, nao deixeis de por a
descoberta as insidias dos homens inimigos, de
re'.i ir seas erros e do resistir denodadamente
sos seus impos estoicas. Nao ros diseudeis de
tirar di mo dos fiis os livros, e quaesquer ou-
tros escribios impos ; de admoesta-los e exhor-
ta-tos a quesecooservem cada vez mais firmes
e immoveis na profiso da religiao eatholica, e
* que nunca se deixem engaar e indazir a erro
palos fabricadores da mentira e pelos adoradores
do dogmas perversos.
E pois o peccado faz miseros os povos, empe-
nhae toda a rossa sollicilude a zelo psstorsl em
extirpar os vicios a maldades : nao deixeis nun-
ca do empregar urna singular vigilancia para que
es fiis, quo tos estio confiados, nutridos cada
raz mais com as patarras daf e confirmados pe-
ios chaimas da graca, se alastem do mal e pra-
tiqoem o bem, e at para que caminbam com p
mais livra e mss seguro pelas estradas do Se-
cbor, observem religiosamente lodoa os manda-
mientos de Daus e da sua santa egreja,* se empre-
guem em todas aquellas obras, qua por si mes-
mas iuculqaam a ciridads para com Deus e pa-
ra com o prximo. ,,
Nao deixeis de tentar ludo quanto por indas-
tria, por arbitrio e por autoridade posssqs tsntsr,
qae possi contribuir para chamar ao caminbo
da ailvaco, o lacrar para Josas Chriito os iofe-
lizes qua andam desgarrados. Excuse, princi-
palmente e infWraae incessantemente o zelo dos
paroehos,para que aserceododilligeolissimamcnte
o seu cargo proprio, nao se descuidem de des-
viar dos pastos enveoenados o rebanuC christo,
que Ibe est confiado, e da conduxl-lo para a*
ejpiscopal, a, sastentar.ina proporcSo de rossas,
a religiao eatholica, ea defende-la, com danodo
das impas insidias e ataques dos seas inimigos,
e a exceder anda as nossas recommendsces o
exhortados.
Animados por esti esperanza, nos dispensa-
mos, com grande effuso d'amor e com todo o
aliado do nosso concio, a vos noiso amalo fi-
lho e veneraveis irmos, assim como a todos os
clrigos e leigos confiados vossa f, a nossi
benso apostlica, como penhor de todos os
dons celestes, e, principalmente, do nosso amor
para comvosco.
Dedo em S. Pedro em Roms, no dia 3 de ju-
iho do aono de 1362, e deiimo stimo do nosso
pontificado. ^X
Po p. p\ix
(Vjfaokl
0 POETA.
A' mcu amigo e collega
A. J. DE Passos.
Nao vires para ti. Entre profanos
O verbo fallas de augural sciencia.
Quom de illusoes te (az vulgar eacravo
Ment si, mente i Deui, aos homens mente.
Hiendes Leal.
Mysterio da nalureza,
Terror do sceplico alheu.
Nao teas no est'o s certeza
Da raisso que Deus te deu ?
Eleva a fronte, poeta,
Ergue essa ro da propheta,
Qae outorgou-te o Creador ;
Tu s o ente escolbido
A' convencer o dascrido,
Por decreto do Senhor,
Veso mar, o cu immenso,
Nurem de anileo setim ;
No espaco o globo suspenso,
N'esses psramos sem flm ?
Eis, pois, a roz levanta,
As maravilbas decanta,
Que Deas mandou-te cantar,
Por elle foste fadido
D'asse nobre, altivo brado
Com qae te ouco bradar.
No cu com tbrenos divinos
Oa anjoi louvam Dsus ;
*> cu se embala com bymnas, A
Modula na trra os teas. com
Ao riti rude exprobrando,
Teu cbo vas resoando
Naa veredas da raxao ;
Se loaras a a rirtude
Vem soar teu laude
Naa fibras do coracio.
Qua importa seja do rsle
A estrella sampre infeliz ?
Que importa austero combate
Contra o rieio qae maldiz ?
E' aempre o rata na lyra
Qaem mata i mais nos inspira
Da rirtude o santo amor;
Cinta o heroiemo, o martyrio...
Cantam os aojos no Empyreo
Elle da tarra o cantor.
E maitas rezas cima
Da trra elera-se alam,
Em seos rdos se sablima,
O cea deesnta tambem.
Dasce eis ao Paraso,
Vem dssenhar o sorriso
Da mulber sublime dom 1
Do abysmo pinta os horrores,
Qual modelo dos cantores
0 rale re de Albion.
Do Senhor da natureza
Quer antes, ou aps da cruz,
Na possia agrandvzt
Muito ha luzido e reluz.
Divina e santa harmona,
Psslmos de eterna poasia,
De celaste inspirarlo,
David acorda na lyra,
D'onde ento vibrando tira
Verdades, qae eternas sao.
Do vate poasa na lyra
Tambem um sopro de Deus,
Qaandoa amiga f lhe inspira
Entoar louroras seus.
Bam como o saave intenso,
Ssu doce canto suspenso
Parece elsrar-se ao cea...
Sim ; ao cea sbem seus cantos,
Na (erra s deiza os praotos,
Qae sobre a ierra Tortea...
Assim o rale ; no mando
Sublime sua misso.
No soflmenlo profundo
Busca em Deus consolado ;
E' despresado, esquecido,
Mas quem ha merecido
Da patria mais gratilo.
Quem a patria immortaliss,
Legando-lhe urna divisa
De gloria eterno padro.
Se a rez desvair descremo
Em sua excelsa misso,
E abrasa-lheo peilo ardenta
De Elmano a torpe paixo,
Se lhe invade o acepticismo,
Qual revela o oyronismo
Da Azevedo inda em verdor,
Alfim da Deus a hondada
Envia-lhe a si verdade, 3
E a trenca com mala ardor.
1 o'eeea erarir Armado,
*}ue sonho um aareo porrir,
Quizera em surto elevado
Ver mea canto ao cu subir...
Ah 1 que doce penssmento
Me adeja n'esse momento,
Em meu risonho sonhar I
Que puras, sagradas crenras
Diasipam-me as sombras deasas,
Que o estro me vem nublar 1
Felgiado como um sorriso
De um dos anjos do Senhor,
Acenar-me alm diviso
Um futuro animador ;
Diviso, aoscindidos lames
Di verdade, ureos costumes
A lyra mioha afinar ;
Sonho extincta a prepotencia,
Sement Deas a sciencia
Hinha fronte se inclinar.
Eolio salo ao poeta ;
Me extasa o seu cantar 1
Da liberdade esse athleta
Dava a patria idolatrar :
E' elle o clarim da fama,
E' qaem mais alto proclama
Os feitos de urna nacao.
Eu te sado, poeta.
Que attingir venhas a meta
De tua excelsa misso.
Como aps doce reponso
Apraz-me o dia saudar.
Ver o astro luminoso
Diosas trevas dissipsr ;
Alvejando em tarde estiva
Passeiar estrella viva
Na lisa face do cea,
Ver na onda bonanzosa
N^ A banhar-segrsciosa
Despida a la sem rea ;
Ver no prado a clara rea
Dar Ierra almo frescor,
Na margem, quando aerpeia,
Beijar a candida flor,
Como apraz-me em doce eoleio
Cadenciado o gorgeio
Do flautado sabia ;
Assim apraz-me o teu canto
Que traduz-meem doce encanto
O nome de Jebovab.
Recife 25 de setembro de 1862.
P. C. dt Mello.
Ssnhorea do Ooze da Agosto.
11 mmm gon. uiroi, oa leoaaore o ia aamas oa pr-
Por parta do Alheen Pornambacano renho melra Sarchia eram obrigadaa aabir ao palca,
licitar-roa pala inaaguracio de rossa associa- Pl imparador, a cantar cantigas oba-
fellcitir-vos pala inaaguracio da rossa associa-
9,ao Iliteraria.
aciancla, aenhores, tem tio intima ligscio Atk mwU ^mira ama p
a liberdade a asta com a raligio que nao dTfreotos anttgoa. Eotr
irel sepira-las. relC8 do' P"xeres da vida.
paasivel sepira-las.
O dia da hoja, aenhoras, nao dever jmala No teBBpo de Cl,ldto XIX mil l-
sar esquecido por todos aqaellea qae rerdadei- "m,9P"a nwtu a popala^a romana. Antes
ramante amam a patria, a liberdade, a sciencia e COni?S,r "roBC" oa eombatentea ssada-
e. a raligio. E' o dia da iostallaco do 11 de "f mPe"dot: ce> i^perator ; morituri le
goato; a raapara do da da nossa emancipa- ,alulant: Cmr' taaa.dam ;
cao poltica, dia de gloria o da iabilo oir todos ex)remo. *?mo <"* eaariptor, tio corarda
co poltica, dia de gloria da jubilo para todos
os Brasilelros.
Ha alguna seculos, aenbores, urna porcao de
homens livras como o rento ou como as rea
aalvagens, como ellas, tomou-se ama colonia
do ascravos.
Os eitratagemaa msis reprovsdos; meios msis
vis do qae as cadeias qae mais tsrde peasram-
Ihes nos pulsos, foram empregados a logrados.
Um dia a naturesa contarboa-ae ; as aves cala-
ran os seus harmoniosos cnticos ; os animaos
fuglndo espavorecidos accaltaram-aa nos mais
impenstraveis bosques; o sol cabria-se de am
aspesso manto: era que neste dia, senhores, os
maia ssgrados e imprascreptireia direitos do ho-
rneo. forsm monosprezados e calcados aos ps;
era qae neste dn a natureza trajara luto pelo
maior dos atentados coolra ella commetlido;
era que neste dia homens de um mundo deseo-
nhecido lerados pela mais srdida cobija, palo
mala mesqainho interesse, abussndo da forfa,
reduiira ama por?io da homens a escravidao.
Passsvsm-se os dias e crescia a oppresso.
As mais nobres faculdades do horneen achivam-
se embotadas e embrutecidas pela mais Til ty-
rannia. O senhor retirou-se ds eo.lonis, e um
feltor foi deixado para substitui-lo. Esta faitor
era christio. O soffrimeotos dos escraros; a
oppreiso contra elles exerctda; a ioiquidide
dos pequeos feitores, tudo elle senta como se
contra si proprio fosssm exercidss, e prarendo
que naa era longe o lempo em que as cadsias
doa opprimidos se Iquebrariam risto scharem-se
anferrujadas pelas abundantes lagrimas que so-
bre ellas cahiam ; abracou a causa dos pobres
escraTos, ssntiu com elles e resolveu liberta-loa
ou morrer. Rasoluco nobre e generosa como o
coragao do magnnimo Pedro. Gessler fez-ie
Tell.
os carallairot, oa aenadorea a aa damas da pa-
ceas, imitando os gastos dos htstridcs.
marta tomara ama parta esssncial nastea
ara pera contrasta e
como pathatic
Era am poro que, como aa exprimo o harmo-
nioso cantor dos Martyras, tornsra opprobrioio
o nascimenlo e a morte, e apresentava no thea-
tro os doaa grandes myslorios da natureza para
deshonrar de urna.raz a obra da Deus.
Nao concluiremos so quizesssmos narrar to-
das as aberraedas doa Romanos, poram basta o
que fica dito para prorar que em Roma nao ha-
via liberdade a isto por que a religiao era des-
Mohecida:
i
E a Franja?
A FraBja, senhores, era religlpsa no seculo de
Lulz XIV; a Franje era aabia ; t aeiencia florea-
cea ; havlam os Bosaueti, os Massilons, os Bor-
dileame, os La Bruyeres, era ti m toda essa pieia-
de de sabios qu enriqaecoram com os seas co-
nhecimentos a stiencia e as artea.
tMas, por ventura j se teriam levantada os
templos e ss estatuas a verdad^ne, como diz
Chateaubriand, nioguem a conhece, e a razo
que nanea enxergou umi lagrima?
Seria por ventura dado ao hornera appereijoar
a obra da Deus sobre a trra? Certo, ninguem o
dir. O homem no momento mesmo em que
racebendo do seu Creador o reflexo da inteligen-
cia recebia o dom da liberdade; desla o mo-
mento em que elle transviou-se do caminho qeu
lhe tora tracido pela Providencia, jraaie elle
poderla rehabilitar-se se nao fosse guiado pela
mao do Creador. Assim, pois, senhores, diga-
mos qua sa somos livres, por qua somos reli-
giosos ; por que s o proprio Deus que poderla
fazer com que o homem chegiiso a gosar deste
dom com que foi premiado.
Em Tez de attribuirmos esta liberdado que bo-
je gosamos revolucao que espaotou o mundo
Emfim chego. o dia em que a domn.co por- mSlTZ 27 ""T T" ,llrt-
gueza, deipreatigiadae execrada n.n nn.nPn0 ,!'Ta iribufrLn Rub"P'V"' deTea,0
i esia rehio aanli, que
o preiioso
qaem ? por exemplo o correspondente de Lisboa
do Brax Tizana em am artigo maito odiantoquo
eacrere contra Vctor Immanael n. 2C4 : quando
anteriormente o mesmo correspondente baria
publicado que ana altis se chimara agora a
seohora D. Marta 4c Ssboys.
A cmara do Porto nao rirou lio redondamen-
ta a casaca ; mea no seo edital publicado no n.
205 do Brax Tixana de 5 de setembro sobre fes-
tjosdiz : a virteosa princesa a eenhora D.
Mara Pia de Siboya.
Se em res do desastre de Gsribsldi, o telegra-
pho aonaneiasse a aaa entrada em Roma toroa-
riam a chamar Maria princesa do Piemonta ?
mas o melhor do tudo qae o suprsdito corres-
pondente J nao qaer felejo, a diz que oa lbe-
me* se queriam tal caaamenlo ora s pelo pro-
gresso da liberdade etc. etc., aaaim qua tudo Ibes
iodiffdraote. Que a recepjo de Marta Pa ha-
de i?r maito fra Leiam, leiam o o. SOido Braz
Tizana, e rero ao menos ama res faltarem a
verdade.
-Tn' Je,pre"igiad, e e"cr4a Po PO" que .
h.d. rP01 9,dOSOSSe"Sdre,t,9,- foi--eUal.no alto do Calvario ,
TJSL lt "lib,rdsd9 "rj044' san"e d *-p d -3o
os ngulos do imperio s esperara o here que
hasteasse o primeiro estandarte da insurreijo.
Elle apparecau, vi sabsis o seu nome.
Dastendo do throno Pedro I confunde-se com
o povo e ahi vem dar livre curso lava que cur-
damente tremia tres seculos dos corseos bra-
sileiroa.
Foi um speeticalo solemne o que leve lugar
as margena do Ipyranga : o portuguez pisando
o azurrague e abracando a aeus irmos soltou o
grito de- Independencia ou morte. Da repente
............romperam mil cantos.
Do trino das aves oncheu-se o rergel.
A natureza alaviou-se com as suas mais pre-
ciosas jolas; o sol appareceu radiante; as flo-
res abriram suas mimosas ptalas o lodo ar im-
pregnou-se do mais divino perfume. E' que nes-
te da urna porcao de escravos sacudia para lon-
ge de si o jugo que os degradava ; quiceite encontrados
dia constituiu-sa urna afio livre.
O grito de Indcpenienait ou morte aullado usa
margena do Ipyranga pelo inmortal funlador do
imperio, repercutilo de echo em echo chegou
at as ferteis planicies do Amazonas.
Discurso recitado pelo orador do
A. tli ene ii Pernambucano A rasti-
lles de Paula Dias Martlns, na
sociedade Onze de Agosto em sua
sesso magna no dia 6 de se-
tembro.
Por encommodos do digno orador fai pelo Sr.
presidente em sesso de hoje, enearregado de
representar o Alheen peranle vos; nao tlve
lempo para fazar am discurso que correspondes-
se o elevado e bem merec,o eoneeito que gosa
o Atheoea Pernambucano, e slo nao s pelo
breve lempo de que pude dispr, como mesmo
pela minha reconhecida inhabilitada e falta de
conbecimentos. Portanto, senhores, pouca cou-
sa tendes a esperar de mim, que, s pelo cum-
plimento de mea dever sujelte-me a abusar da
vossa atteojio.
J era tempo; a tyrannia a me bastarda da
liberdada, e se esta produz a submisio appa-
reate e momentnea,por contra-golpe torna mais
poderoso o senlimento de nossa independencia.
A idea da egualdade, o aoffrimeuto da compres-
so, a indignarlo contra o oppressor, e os pro-
testos da noaea toosciencia, tudo iito braja mais
alio do que a autoridade do dspota.
J ara tempo; os Ilotas do n)vo mundo nao
podiam mais autrir-se com o pao da servido
quando os seus irmaos do norte j havlam reivin-
dicado saa liberdade primitiva.
Tiohamos atliogido a nossa maoridade polti-
ca troeo das huoiilhaces e dos tratos innme-
ros qae a metropole nos havia inflingido, era
forjoso sahr da tutla^aviltante.
O resto nos conhecido; o nome de Pedro I,
senhores, oecupa o primeiro lugar no Panlheon
de nossas glorias nacionaes, muito embra al-
guna deacoohecam nelle o vallo mais magestoso
de nossa independencia ; poram isto nao mais
do que urna roz dissonante de enrolla com o co-
ro de hosanas que a naca j em peso rende com o
maior reconheclmento ao seu primeiro soberano.
Washington, senhores, por algia tempo tambem
detlmou de aua popularidade por harer cerrado
oa ouvidos a demigogia, mas a America do nor-
te, depois de saa morte, eleroa-o altura de
um semi-deus votando-lheuraa qaasi adorajo
sai m imoria; a a historia lhe far jaslica.
A demagogia de hoja mais audaciosa, por que
esta pretende anniqvilar a mais bella pagina de
nossos fastos polticos, injuriando o fundador do
imperio, de nossa dynastia ; e menos generosa
porque esta s ataca am nome disputando-lhe a
glorie posthuma qae meio seculo tsm msotido
illess, a demagogia de hoje, digo, tambem len-
ta deslustrar o nome do Washington brssileiro ;
mas o colosso nao poder ser abalado e sua fama
atravessar os seculos como a do libertador dos
Estados IJai jos, e por ventura mais ingente,
por que este nao era mais do que um cidado
pugnando pela causs de seus irmolT aquello
era um eslrangeiro que esquecendo todos os la-
jos que o prendiam patria, familia, com ama
mo supplantava o egosmo dos seus, e com ou-
tra offerecii-nos urna coostituijo como penhor
da nosai futura prosperidade; o ultimo reagia
co' i-a o eslrangeiro, o primeiro contra seus con
cidadaos, contra si proprio ; um lembraTa-se da
liberdade pela patria, o outro esquecia a patria
pela liberdade ; um combata por um povo, o ou-
tro por urna idea, um o here da patria, o oa-
ro o here da humanidade .
E boje, senhores, ainda na javenlude, j a
enamorada dos ceas, o imperio da Santa Cruz,
fax curvar e pasmar a velha Europa pelos seus
primores de opulencia rara.
Mas, senhores, se a liberdade um dom ina-
preciavol, a liberdade sem religiao anarthia.
Sem religiao nao ha liberdade- e aem liberdade
nao pode harer sciencia.
O que era Roma antes qae a luz do christia-
nsmo liresse adelgazado as trvas da indili-
gencia ?
E a historia ahi est para altestar que todas as
rezes que o cliTietianimo o abrajado por urna
najo, eita osjao tem ijafo faefo abrajido a li-
berdade; par que s ella existe aonde fluttuam
as bandeiras do chrislanismo ; por que a liber-
dade sua lha querida e uem podia deixar de
ser.
Senhores do Ooze de Agosto.
Vosso fim nobre e grandioso'; membros de
urna sociedade livre, todos oi, corno obreros
do progresso, de remos prestar o nosso contin-
gente para o brilhantismo da patria, e depois
quanlo essa patria eograndeciia e bella pelos
esforjos de seus Albos maravilha ao universa,
nos partilharemos de sua gloria e sero assim
indemnsados os nossos trabalhos.
Avante, aeuhores, nao sejam alguna espinhos
no eaminho que temos trilhir,
motivo para recuarmos, nao; avante e sempre
quo Uiugicemoi o mareo-mtlmrlo de nosso Ita-
balho todo coberto de loaros.
Ergamos um monument) a humanidade ; erga-
mos um pedestal de ouro a patria; e a sciencia
e a virtude nos ciogiro a fronte.
Sajamos rsligiosos e seremos livres, sejamos
livres e seremos sabios.
Senhores do Onze de Agosto : em nome do
Atheneu Pernambucano eu vos felicito.
Recife, 6 de setembro de 1862.
Aristides de Paula Dias Martins.
PROGRESSO COHMERCIAL.
O Di.'y Ttlegraph anuencia qae o British-Em-
pire pania de ShaBg-hai o que ara momento
piraoutro deve entramo Tamisa.
Traz 4000 toneladas da prodactos chinazes, a
ssber : 1 milbao 733:434 libras de cha, 1.300 far-
doa de aeda e 16S0 aeccoa de algodo chinez.
A Europa ver aaaim pela prlmeira re algodo
da China.
COMPAREM OS LIBERTINOS.
O goTerno de Hespanha que em negocios da
religiao nao se intimida com a noli da reaccio-
nario, continaa a enviar a Compoitella a offerta
de 500 dueadoa de prata, para ser apreisntada
ao Sinlo Apelllo Patrono das Haspaohas, em
nomo da rainha eatholica.
Este acto edificatiro tero lagar em 30 de de-
zembro ultimo; foi executado r>or D. Ramoa
Mirla Soarez, gorernador da proriocia da Cora-
aba, o qual neita occasio pronancloa a segua-
te deprecajo qae ser lida com prazer :
Santo Apostlo.Ante osdegros do altar em
que deacansa tosso sagrado corpo, objecto da
venerado de todos os fiis do orbe christio ;
peraota este respailare! clero prendido pelo nos-
io eminentissimo arcebispo. elerado porpura
cardinalicia por suas eiclarecida virtudes e ll-
luatrajo; peraote o religioso povo de Saotiago,
e da sua maito digna municipalidade, orculho-
ios por potsuir ros nesta Santi Baslica, renlio
em ame da miaba augusta soberana apresen-
lar a otle-eula qua a piedade, nunca desmentida
dos retaos de Castella e de Leo, ros tem pro-
mettido.
Nunca noi differeotes periodos de minha vida
publica tenho desempenhado mlsio alguma que
enchesse minha alma de lio doce alegra, po:a
q '< na miaa qualidade de calholico nada p 1 -
cauasr-me maior honra que a qae agara se rae
aprsenla por um dos aoccessos, que as suas
melhorea paginas registra a historia do christia-
oismo.
Demasiado conhejo a iodignidade de minha
peasoa e meus escassos mereclmeotos para tao
distncto encirgo ; porm confio qae tereis em
conta a f vira eom que me aprsenlo sote u
tosso sepulcro.
Patrono das Hespanhss > vos que sois seu tu-
telar protector ; ao qual am todas as oecaaie*
esta oajo eatholica tem visto a mo da Omni-
potencia, fazendo-a vencedora nos combatas, ^
auxiliando-a am suas tribulajoes, nao a desam-
paris jamis. Com a rossa mediajio milagro-
sa; tudo podemos conseguir. Fazai que desap-
pareja o estado de angustia em que seacha o nos-
so Santlssimo Padre, no qual a egreja de Daus
tem e ter sempre seu centro da uoidade
motica e cannica.
dog-
Variedades
MOLESTIA.
Le-se n'um jornal francez : o insigne pintor
francez, Horacio Veroet. acha-se graTemeole
enfermo depois d'uma dolorosa operaco, aua
soffreu. '
CAMINHOS DE FERRO NA FRICA.
Abriu-se no dia 14 o primeiro camioho de
ferro argelino, qne rae da capital da colonia
franceza a Biidah.
A soleranidado foi com toda a poxipa, assis-
tindo o marechal duque de Malakou* e todas as
autoridades administrativas e militares de Argel.
S sobo impulso da vootade franceza que
vo entrando naquellas regies oa melhoramen-
toa a a teriaca da civilisajo, e ainda que nao le-
ja com multo direito, que os francezes estan-
ceiem por ali, ao menoi marquem a saa oceupa-
V.io com documentos do progresso.
UM LECISLADOR.
Nos tribunies inglezes corre um processo que
ciuia muita sensajao em Londres. Um tal Wil-
liam Roapel confessou nos tribuoaes que tinha
forjado am testamento o commettdo por esse
meio urna fraude de trezeniss mil libras ster-
llaas.
Dursnte a vida de seu pae pode haver mao
os ttulos dos bsns daste, e os subatituiu por ou-
tros falsos. Em seguida forjoa ama doajo por
meio da qual consegua umcoBsideravelempres
timo.
Por morte de stu pae apoderou-se dos papis
deste, e vendo que tinha legado a outro os heos
de que elle illegalmenla tinha disposto, fabricou
um testamento falso, pelo qual a heranja ia a
sua me, pois que ara filho natural, e aioda que
primognito nascido antes do matrimonio dos
seas progenitores.
Como tinha influencia Ilimitada sobre sua me
alcanjou a administraco dos bens.
Em pouco tempo dea cabo de tudo. Emigrou
para a Hespanha, porm, atormentado pela sua
consciencia voltou Inglaterra e entregou-se aoa
tribuoaes contessando os seus crimes. Eipera
agora a aentenja que a le impoe aos perjuros e
faliarioa.
Continaa dispeossodo rossa protervo ea-
tholica e magnnima rainha que oecupa o ihro-
bo de S. Fernando, a seo excelso espoio, ao
principe das Altaras e a toda a tuguata familia
real: qae o gorerno felizmente nos rege, poasa
continuar sua obra em prol da najo e de saas
': arraigadas ereoc.se raUgioeag, a i(uo o eminente
cardeal anebispo deata metropole veja recom-
pentados seus esforjos pela incessanie e terna
solicitado evanglica qae consagra a todos 09
seus fiis.
E agora Apostlo Santo, permitti-me ros di-
rija outra supplica, certo do meu eterno reco-
nhecimento.
Acolhei-me tambem debaixodo roaso podero-
so amparo, procurando que nao ma aparta da
vereda da verdade, e consiga governar em paz j
jnstija esta provincia lao digna de ser feliz.
intercede! por mim, para qae aquille que co
meio doa mares guiou a frgil barqaioha em qu
yinba o vosio ssnto corpo, condozindu-o liles
e praias destas costas, guia a barquioba da mi-
nha administrajo, e a affaste dos escolhos que
naturawente tem de encontrar nesta vida cheii
de continuos e ntimos desgostos.Fazei qua
llustre meu entendimeoto, e qaa no dia em que
poder volltr ao lado da tamilia-qui me den i.
para mioha conaolajao nao laaha de arrepea-
' der-me do procedimento que tirer observado
nem como gorernador da provincia, nem como*
christo.
CONDECORAQ\ CELEBRE.
O Payt publica urna carta da Saigon que ree-
ra que o imperador de Annam mandara ao almi-
rante Bonard a grande condecorajo da Cochin-
china.
Eita condecorajo, que por felicidade o agra-
ciado nao tem necessidade da trazar no peito
consiste em dois enormes denles de elephante ,
duaa formosas ponas de rinoceronte ; cada dea-
te e cida ponta tem o peso superior s furris de
qualquer robuito carregador.
Os cavalleiros desta ordem teem entre as
prenda, ama carreti para conduzir asiuasinjij-
niis.
FESTAS REAES.
Sao geraes e as mais antbnsiastas as demons-
tracoes de alegra, em featas o orajes complo
tas feitas rainha Isabel na sua risita ao antig
reino 4a Andaluzia.
Em todas as poroajea por onde a mesma au-
gusta senbora tem passado, se apresentam novas
galantarias dos poros para com a sua rainha.
Em Cordora organisoo-se um baile em que en-
tra m s as rerdadeirss bellezas da Andaluzia.
Deiia adoptar-se a mesma idea entra nos por
occasio do casamento de el-re D. Luiz, mas c *
qae a deviamosestolher, porque a cmara mu-
nicipsl era eapaz de escolher bacalhas.
O autor deste grande crime
cmara doa commans.
foi membro da
FOI, DEIXOU DE SER E TORNA A SER.
E' isto o que tem succedido com a prncezs,
filha segands de Victor Emmanael. Chamara-
ce D, Maria Pia ; como tal foi padda em casa-
mento, e assim foi conhecido sea nome al ao
contrato esponsalicio.
Ah!. apparece chrismada no sobrenome qae to-
Iraou de sea padrioho o ssnto padre Pio'lX.e
diz se D. Maria de Siboya ; mas da Saboya que
j nao goza saa familia, porque foi rendida
Franja.
Agora desde a derrota o priso de Garibsldi
roltam a chsmar-Ihe singolamoote Maris Pia e
Poucos fados piotiram a infamia romina : Pj.
PRESENTE REAL.
O principe Koog offerecem em nome do im-
perador da China Tiova do almirante Prole!,
morto debaixo dos muros de Naojao (China), 10O
belles de matla zibelioo, algom rolos de seda
pordada, tirados dos aroazens impariies ; alm
disto um decreto conferir familia do almirac.
te os titulas do nobreza no celeste imperio, e o
governo cbina construir a casta do estado em
memoria do almirante duai egrejae catholicns,
ama em Sbaog-Hai o outra no altio onde o al-
mirante cabio fondo.
Aprendam, pois, os demolidores dos temples,
o exemplo que lhes d um idolatra.
[Da facio-)
PERNAMBCO.TYP.DK fcf. F. DE F. & FILHO.

'

".
A
f
MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EGED53OKJ_3TPV7E INGEST_TIME 2013-04-30T22:12:11Z PACKAGE AA00011611_09632
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES