Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09630


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Full Text

-
*--_
4110 IIIV1I1. IDlElO 223
fw tret mezes adiantados ($000
FtrtreiMei Teicidti 6|000

SABBADO 27 II SETBMBfti II lili.
PtrU frtict para tnkifrl|Ur
DIARIO DE PEMAMBTCO


KC A.RRBG4D0S DA SUBSCRIPTO DO NORTK.
Panhyba, o Sr. Antonio Alexandrino da Li-
ma ; Nital. o Sr. Antonio Marques da S<1ti ;
Aracaty, o Sr. A. da Lemos Braga ; Ceir o Sr.
J. Jos da Olivera : Marmho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigaes ; Par, Manoel Pioheiro &
.; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARRBGADOS DA SUBCRIPQAO' DO SOL.
Alagdia, o Sr. Clsodiatj Falco Das; Babia,
Sr. Jos Minias Airea; Rio da Janeiro, o S.
I iao Peraira Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
plinda todoa oe das as 9 M horaa do dfa.
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO.
7 La chela aa 5 horas o 16 minutos da tarde.
I a ....-, r.i..n. rV'V i------ -... L.mm mili o nurai a io miamos aa iirae.
. %*?**"' P"'b,b' "" ,eg"d" Q" *gMt 1 hora 21 minuto, da
tarde.
23 La ora as 0 horas e 16 minutos da msohs.
(30 Qmrto
tarde.
S. Aolo, Bexerroa, Bonito, Carur, Altinbo
e Garanbana as terga-feirae.
Pao d'Alho, Naxareth. Limoero, Breio, Pea-
quera, Iagazeira, Flores. Villa-Bella, Boa-Vate,
Oancury eEsu naa quartaa-faira.
Cabo. Serinbem, RioFormoso Una, Barretroe, L
l-T P!enl" flU..eir... Primairo ..7 horas e 42 minnto. da m.ol
(Todoa os correios pattam s 10 horaa da minhi] [segundo as 8 horas e 6 mioutoa da tarde.
creacanle a 1 hora 28 minutoa da
PREAMAR DE UOJE.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS,
Para o sul at Alagoaa i 5 e 20; para o norle
at a Graoja 14 e 29 de cada mez.
PARTIPA DOS OMNIDf.
Para o Reelfe : do Apipucot s 6 1|2. 7, 7 112,8
e 8 112 da m.; da Olinda s 8 da ra. e 6 da t.; de
Jaboatao i 6 1(2 da m.; do Caxang a Yarzea
a 7 da m.; da Bemfra s 8 da m.
Do Recite: para o Apipueos s 3 1|2. 4, 4 1|4.
4 li2, 5. al|4, 51[2 e 6 da t.; para Olinia 7
da m. e41|2 da t.; pira Jaboato a4 da t.; para
o Caxangi Yanta a 4 1 da t.: para Btmfica
aa 4 da i.
AUDIENCIAS DOS TRTBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommerelo: segandaso qalntss.
Relago largas o sabbadoas 10 horss.
.Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commarcio: segandas so mel da.
Dito de orphios: tergas e eextas s 10 horaa.
Primaira rara do cival: tarjas a seztaa ao meio
di.
Segurada Tara do sival :
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
22 Segunda. S Mmricio ra.; S. Semino b
23 Terga. S. Lino p. m. ; 9. Tewla m.
24 Quatti. Nossa Seuhura das Mercs.
25 Qeinta S. Firmioo b. m. y 9. Niomizis T. d,
26 Sexta. Si. Cyorisoo a Justina am.
27 S.bbado. Ss. Cosme e Demiio irmios mm.
28 Domingo. S. Wenceslao duque??. Sslomao b.
ASSIGNA SE
n.ari.a mkk.^. t0 Rle. en> ararla da praga da Ibdaoen-
qaarles a aabb.doa a 1 dt0U Dt. 6 ,8> dol propriet.rios^saool RuVi.
FUTE 0FFICIIL
-v^
roa de Parla & Filbo.
INTERIOR
60VERN0 DA PROVINCIA.
Expediente do da 4 de setembro
de 1869
Officio ao Exm. presdante do Rio Grande do
ni.Passo as mos de V. Exc. duas eollecge
dos actos promulgados pela assembla legislativa
provincial no corrente anno.Iguaes aos demais
Lima, presidentes de provincias.
Dito so commaodante das armas.Queira V.
Exc. dar-me o sea parecer acerca do que expe o
ommandant do presidio de Fernando no incluso
ctficij de 5 de agosto ultimo.
Dito ao meemo.Sirv-ie V. Exc. de informar
crea do que pedem noi incluios requerimentos
Rita Francisca de B'ito e Manoel Pereira Bezerra
r Dito ao mesmo.Satisfazeodo ao que solcita
V. Exc. am seu officio de hontem datado, sob n.
1,813, remello incluso opatse pala via farrea at
a estacao da Agua-Prets, para o sargeoto do 10*
batilho de iofaotaria Joo do Reg Barros, qae
'gue em diligencia a villa de Garaohuns. Por
esta occasio cbeme dizer a V. Exc. qae sem-
pre qae tier da msndar prega e offlctses em
ervigo pode V. Exc. dar-Ibes ama guis, com a
qual tero passsgem na eslrada de Ierro.
Dito ao commandante da eitago naval.Em
aditamento ao mea officio de hontam, recom-
mendo-lha que mande transportar para o presi-
dio de Fernando no brigue-escuoa Tonelero, a
loas entiados do 2* lente deertilharia Gaoriel
de Azevedo e Silva que destaca para o mesmo
presiJlo.
Dito ao mesmo.Mande V. S. dar transporte
para o presidio de Fernando no brigue escuna
Tonelero, a Lean Ira de tal, mai do soldado An-
tonio Nuoes da Encarnado, que para all des-
taca.
Dito ao capilao do Porto.Pole V. S. fszer se-
guir psrs a corte no brigue-escuna de guerra Fi-
dtlidade, os retratas mencionados na relago en-
naxa ao sea officio de hontem datado, sob d.
Diti ao inspector di theionrarla de fizends.
En vists do incluso requerimento e documentos
que o acompinhou, manda V. S. pagar a Jscin-
tbo Jos de Mallo oa a sej procurador oesta pra-
a Jos Joaqeim Pereira de Mandooja, a quautia
ia 249000, proveniente do alague! de tres mezes
vencidos no ultimo de agosto prximo Oodo, da
casa que ssrve "de quartel ao deitacamento de
primaira lioha estacionado na villa do Bonito.
Dito ao meamo.A Fraocisao de Paula Mio-
d-llo mande V. S. pagar a importaotia dos van-
c.mantos relativos ao mez de agosto ultimo, dos
gurdas oacionaes destacados na eidadads Naza-
reih, urna vez qut esteja em termos o incluso pret
em duplicis, que para esse flm me fot remanido
palo commandante superior daqaella comarca
com ofKio de 16 do corrente. sob n. 144.
D:to ao masmo.A vis-a do que expe o juiz
municipal do termo de Cimbres, bacharel Jos-
quirn Tneotoolo S jares de Avelltr, no incluso re-
querimento, auloriso V. S. a mandar pagar ao
aipplfcaate. oss9us vencimntoi correspondentes
aos quinze das em que excedea a Uceaba deque
gozou ltimamente.
Dito ao inspector d> thesouraria provincial.
Ejlinlo em termos a inclusa conta, mande V. S.
pagar a Miooal i n Maades Bastos oa ao seu
procurador neata praca Joaqulm Aolanea da SU-
T3, conforma solc'i'.ou o delegado entarragado do
expedienta da reparlico da polica em officio de
hontem, sob n. I,4i7, a quantia de 1053400, de-
pendida com o sustento dos presos pobres da ca-
llis de Garanhuns, no mez de agoito ultimo,
como se v da mesma coat.
Dito ao commandante do presidio de Fernando.
Racommenlo V. S. qu* fic.t embarcar no
brigue escuna Tonelero, os passsgairos do gover-
1: i e presos qae tiversm de regressar para esta
Capital, como tambem o cagalo que houver
promplo, devendo V. S. asiim proceder nos me-
zas segualas e quando pira ah fjrem navios de
guerra da estibo, qua taobam de voltar para o
porto dasta cijade.
Dito ao metcfo.Tranamitto V. S. para os
Sus conveoientea, a loclasa relago por copia,
los objeetjs qua seguem para esse presidio no
brigue-eseuna de gusrra Tonelero.
Dito ao director das obras militares.Em addi-
tamesto ao me4 officio da 9 do corrente, tanho a
ileclarar-lha que pode essa directora contratar
com Theodoro Kampk, os concertos de que ne-
cesita o eacanameulo de agua para uso do 2*
batilhio de iofaotaria e do hospital militar, nao
excedaudo da quantia de 2;;UU, em que foram
oreadas.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
Vi:, recolber a esas arsenal, logo que forem
manladoa aprtaenlir por paita do bngadeiro
t ai -lian Jante das armas, 287 espingardas do adar-
me 17, que se acbavam a cargo do 7* batilhio de
infantina, e foram dadas em consumo por csta-
rem em mo estado.
Dito ao mesmo.Declaro Vmc. para seu co-
ohecimento qu* a mulber e quslro lhos meno-
res do seatenciado Joo Gomes da Silva sao os
cinco passagsiros que devem sar transportados
para o presidio da Fernando no hiate nacional
Sergipano, sem indemiiisario alguma, segundo
a concesso de qua trata a poitaria desla data.
Dito ao director da colonia militar de Pimen-
(airai.Ao seu officio da 19 Jo correnta, respon-
do dizendo-lbe que pode vir a esta capital no
principio de oulubro prximo vlndouro, para o
tira de preatar cootas a thasouraria de fsxenda,
dos dinheiros diapendidos nessa colonia durante
o trimestre de jutho a setembro deste anno.
Portarla.O presidente da provincia sttanden-
do ao que lhe represeotou asociedade doa artis-
tas mchameos e libaraes, e am vista do quedis-
p5e o g 5" do art. 29 do dacreto n. 2.711 de 19
de dezembro de 1860, raaolve nomear para o lu-
gar de presidente da mesma 9ocledade o cidado
. jio dos Santos Ferreira Barros.
Dita.O presidenta da provincia atindanlo ao
que informou o respectivo commandanta superior
m 15 do correte, acerca do querequeraa o al-
fares da 4a companbia do batalho n. 9 de infan-
tiria da guarda nacional do municipio de Olinda,
Marcelino de Souza Travasio, resolve conceder a
eite aeis mezes de licenca para ir a provincia da
Parahib*.
Despachos do da 24 de setembro.
Aei/uerimeno*.
Alaxandrina Flora de Olivera.Opporluna-
mente ser attendida.
Abaixo auigoados, moradoras na praia de Ta-
mandar.Informe o Sr. Dr. procurador scal
da thesoaratia de fazenda, tendo em vista o art.
9" das postara de 22 de abril de 1814 junto por
copia.
Adelino Augusto de Csrvalho.Informe o Sr.
inspector da thasoararis de fazenda.
Bento Jos Ramos de Olivera.A' vista da io-
formago do Dr. procurador fiscal, nao tem lugar
a pretancao do supplicante, que pode entretanto
solicitar a concesso do terreno.
Francisco bancho Ribairo.Informe o Sr.com-
maBdante sapartor da guarda nacional do muni-
cipio de Nazaratb.
Francelioo Manoel da Santa Rosa.Informe o
Sr. commandante auperior.
Ignacio Francisco Alvaa.Informe o Sr. dele-
gado enearregsdo da reparticao da polica.
Jos Leopoldo da Silva.Informe o Sr. Dr.
Inspector da sa 1e.
Pedro de Alcntara.Informe o Sr. Dr. prove-
dor da Santa Cas de Misericordia.
>*?
RELAT0R10
da repartido dos negocios da agri-
cultura commercio e obras publi-
cas apresentado assembla afe-
ral legislativa, na segunda ses-
saoda dcima prlmeira legisla-
tura, pelo respectivo ministro e
secretarlo de estado Manoel Feli-
zardo de Souza e Mello,
(Conitiiuaro.)
INDUSTRIA.
Minerafao.
Sem embargo de poasuirmos multas riquezas
miseralagicas ; ioduslris extractiva, nao
comprebendendo apanaa a parte relativa a mi-
nerarao do ouro, tem (Ido pequeo dasenvol-
vimento.
Causas divaraaa contribuem para este resulta-
do, e entre ellas notarei a falta de urna Isi que
regule tao aportante materia, e de meios da
comminicasao farao transporte dos respectivos
productos.
Trato de orgaoiaar am projeito de lei, qua op-
ortunamente vos aer apreseotado.em que se de-
unam com clarezi a preciso, nao a os direitos
do descubridor de minas, de modo a animar as
especularles desta naturexa, garantido os adiao-
tamentos que forem feitoscom os trabalbos pre-
liminares, ou de explorado, mas tambem os dos
propnetarios dos terrenos, em que se houverem
de fazar aa pesquizaa, e effectuar-se depois a
mineragao.
Entretanto cumpre contmttar, por conta doa
cofres pblicos os trsbalhos destes descobri-
mentos ; nao sendo razoavel esperar-sa to cedo,
sOmeota dos esforgos particulares, a prosparidade
desla indastria.
E de mata justo que, em objectoa desla or-
dem, o estado curegee com os onus das pri-
nieiras teDtitivas, edos primeros erros, qua se-
rao reparados logo que o iolerasse particular
vier com os seus capitaes fazer floreacer asta
Industria qae, em ootros paizas. coot-iboe em
tao grande escala para aua riqueza, e sustenta
milhares de individuos.
Cumpre comtudo nao estn 1er os sacrificios
do thesouro publico alm de certos limites, e
naoi entregar aos particulares, sem indemniseco,
os trabalhos Mos custs do estado.
Socxedade auxiliadora da industria nacional.
tsli til ioit taieio continua na sua vida de
dedicafao, e servico aopaiz.
Sempra prompta para coadjavar ao goveroo
imperial com suas luzes, aempre disposta a con-
tnber com seu poderoso contingente para o bem
publico, p6de-se dizer que a norma de proced
ment, qae na sua inaugurarlo a si propra ta-
Cira, tem sido flelmenta seguida at hoja. E, se
o presente e o pascado podem servir de funda-
mento a apreciarlo do futuro, espero que nanea
se deslisar de to nobre senda;
O trabalhos, os servigoa que preatou ao paiz
no par.Uu de q.e tren, coustar ao relatorio
(fue me apteaaataw, a que annaxo oconlraraisl
ao da directora central.
EXPOSIQ.0 DOS PRODUCTOS NACIONAES.
Tendo deliberado o goveroo imperial, acceder
ao convita do goveroo de S. M. Britanoiea, a-
zendo o paiz concorrer exposicio universal.que
deve ter sido aborta no corrente mez, na cldade
da Londres, pareceu conveniente reconhesar e
avallar com antecipaco os meios de que pole-
amos dispor para appareeermos pela primeira
V8 em tao grandiosa fasta industrial.
Proceder 00 paiz a urna exposi;ao dos nossos
productos naiionaes e induitriaes, com os quaes
sa podessa formar urna collecgo digas, j do
Brasil, j da concurrencia em que a enlrar, foi
o peoiamenlo qeeguiou o goveroo imperial.
Depois, convinha ds~nvorveretTe n6s"o g6S=
to para estas lutas pacificas da industria, cm que
o vencedor recebe o justo premio de seas esfor-
>, applicagao e iotelllgancia, e o vencido en-
contr, alm de proveit)sa llccao, estmulos pa-
ra melhorar seus productos, firmando-se assim
a emulaco, aem a qual nao possivef o pro-
gresso, e a prosperidade da industria e das artes.
Re*olveu-sa por isso que bouvessem exposi-
Qoes dos productos do paiz, quer na corte, quer
naa provincias.
Entretanto, sem embargo de te achir qussi
sancciooada por vos a realisaco desta idea, en-
tendeu o governo que mandar proceder exposi-
Saoem todaa as provincias aeria onerar mato os
cofrea pblicos, e peiorar portento os embaraces
da siteago ; so mesmo lempo que reconbecta
nao ser euffinente para isto a quantia consigna-
da no projacto de le de ornamento do prximo
futuro anno oanceiro.
Desigoararx-se, pois, as capitaes das provincial
do Par, Peroambuco, Bahia, S. Pedro do Sul e
Miaas-Geraes, para ceutros expositnes, nao s
dos seus, como tambem dos productos das pro-
vincias circumvisinhas.
Nesta conformidade exjedi as ordans necessa
rias. e iostrueces com a data de 8 de agosto do
anno passado, para regular o servico as pro-
vincias,
Comquanto cooGasse muito as riquezas na-
turaes que o paiz possue, e que, conveniente-
mente coleccionadas, aeriam sofficientes para,
por si s, darem urna idi muilo elevada dos nos-
sos elementos de prosperidade ; com quaoto con-
tasse mesmo com a nossa nascente industria :
receiava todava que, nao tendo sido com bss-
tante antecedencia despertada a af.eocSo publica
e aeodo por outro lado insufficiente o lempo para
ae vencerem, sem grandes ditficuldadei, as dis-
tancias que separa-n os nossos ncleos de popu-
larlo, o desanimo e a indlflarenga nao oppuzes-
sem barreras iuvenciveis execuco de um pen-
srnoslo de tanto alcance para a indastria do
paiz.
Felizmente, porm, o enthusiasmo da popula-
gao, a IntelliKencia e o zalo dos agentes do go-
verno r6movea a maior parle dos obstculos op-
postos raahsago de tao til pensamento.
As exposiges as proviociis correrm com a
maior regnlaridade; e, seguodo as informagoas
officiaes, o concurso dos expositores e dos visi-
tantes foi alm de t>da a exptctsgao.
Ns capital do imperio deviam-se reunir os mais
preciosos productos que as provincias tivesiem
sido expostos, para que, dantre elles e os da
corte, fossem escolhdos por am jury especial os
que se achassim am clrcnmstaocias de serem
envialos para Londres.
O governo nomeou para presidir a todos estes
servigos urna coinmisso eompoiti dos Srs. !
Conselheiro de estado marqaex de Abrantes.pre-
slleote.
Cooielhairo da eslsdo viiconde dt Itaborahy.
Viscoode da Barbacana.
Conde de Baapendy.
Bario de Man,
Senador Jos Ildefonso da Souza Ramos.
Dr. Frederico Leopoldo Cesar Burlamaque.
Conselbiiro Alexandre Mara de Marz Sarment.
Dr. Bernardo Augusto Nasceates de Azsmbuja.
Dr. Mano 'I Ignacio de Andrade.
Tenente-coronel Jacintbo Vieira do CoutoSoartt.
Dr. Augasto Das Carneiro.
Dr. Manoel de Oliveira Fausto.
Senador Jos Pedro Dias de Csrvalho,
Antonio Joaquim de Azevtdo.
Antonio Luiz Fernandes da Cunha.
Natinstracgoas da qae cima falle!, (ora mar-
cado o dia 2 de dtzembro para a inaugursgao ns
corii, da primeira exposicio.
Era justo que o anaiveraario natalicio daqutlle
que primairo inspiroi da tao elevado, quito
util e popular pensamento. marcasse tambem a
data da existencia de im ficto, cujas felizea coo-
saquaneias me parecem cima de toda e qual-
qar previsao.
Eatretaot a estrelt ctm razo o adltmanto da expoaig nacional.
Tudo aitivi por fazer : a, nsm liohamos a ex-
perleneis da civilisagao europea, nsm dlspunbs-
mos daasaa poderosos meios que am ostros pai-
sas permittem raallsar da notte para o dia as
mais difficeis obras.
Muilo pode, porm. a boa vontade, quanlo oa
nobress-ntimectoi do iuteresse publico a sus-
tantam. Em quatro dita acommlsi3o preparou oa
regulimentis, qae deviam regar esta fastividade
nactooil, o edificio da acola central, que fdra
para ella escolhido, os objactos qa innmeros
xpositores da corta, e da proriociaa que lhe
naviam remetttdo.
No dia aprazado S. M. o Imperador, acompa-
nnado da sua augusta consorte e das aerantssi-
mea princesas, abri a expostgo nacional no
meio de granda concurso das peasoaa maii gra-
das do paiz.
A principio lodos 01 dias, e depois alternada-
mente, eiteve o palacio da exposigao abeito aoi
visitantes por espago da quarenta e seis dias,
sendo encerrsda no dia dezeseis de jsneiro deste
anno.
Por ventura setia conveniente prolonga-la por
mais tempo, nao san lo possivel em tao curto es-
pago proceder a um estido regular e methodlco
do qua fot apresentado : porm, era forg>so pre-
parar os objectos que deviam Ir para Londres, e
que antes tioham de sar aubmeitilos ao julgs-
mento do jury especial.
Apezar do pouco tampo, foi ella visitada por
50,703 individuos.
No dia quatorz* de margo ultimo leve lugar
00 pago imperial, parante SS. MM. e AA. Im-
prtaos a soUmnidada da distrlbulgo dos pre-
mios.
Por decretos de vinte e cinco de outubro e de-
zoito de jsneiro ltimos o conselheiro Francisco
Igoaco deCarvalho Moraira.nosao enviado extraor-
dinario eminiatro plenipotenciario em Londres,
o Dr Joao Manoel Pereira da Silva, e o barao
da Mau, membros da assembla goral leglslati-
, e o commendador Manoel de Araujo Porto-
Alegra, foram nomealos para formaram a com-
missao que deve presidir exposigao dos produc-
to! nacionaea naquella cidade.
Nao se tendo realisado a viagem que o Sr. bi-
rao de Miu devta fazer Europa, lieou
eeeripturago, qu9 em geral, nada daixa a de-
sejar.
A renda liquida augmentou ; tornaDilo-ie, por-
linio, mallo menor o sacriflcio que o estado
leve de faxer por conta da garanta dos juros.
Ns estrada do Reeife a S. Francicco melhorou
tambem a renda, que tam nlo e coberto as des-
peras docosteo, mas sin da deixado saldo que
Oimioue os onus dos coffras pablicos. O trilago,
com raras excepgs, fol regalar.
lapero que, apszar do erro commettido oa di-
recgaodeita estrada, aa a rsceita creseeri suces-
sivameate t e qu, observada rigorosa economia
as dnspezaa. avallar cada vex mais a renda
liquida.
Na estrada de ferro da Babia ao Joazelro des-
gragadamente tm-se despendido no trafego de
paiaigeiroae mercadorias, mato mais do que o
frele que pigam.
As Irregularidades nss satiidss, e chegadas dos
trens tem se tornado habituaos, apezsr de maitaa,
e repetidas advertencias.
Se a massa dos gneros eo numero de psssa-
geiroi nao augmentar muito considersvelmente,
qusndo a estrsds penetrar os centros mais pro-
ductores, esta empreza ter de peair por loogos
annoscorjstderavelmenle sobre o thesouro geral,
e provincial.
O servigo ds estrada de ferro de Miu, durante
o aoni da 1861, foi maito regular quaoto a ho-
ras de partida, e chagada dos trens; oenhum ac-
cidente fatal teve de regialar-se. A despexa do
sea costaio am relagio renda corresponden ao
qae sa observa em maltas estrida* de ferro da
Europa bem administradas.
O quadro saguiots, extrahido dos documentos
existeotss ni 2* directora, mostra a relsgo en-
tre a deipezs do costaio a respectiva renda nss
differentes vis frreas am uso :
X
Mau
D. Pedro II
Cmlagallo.
Pernambuco
II. hit
51.5
67 7
72
79,9
182
7.
V.
7o
.. uc miyj aevia lazer a huropa, eou a com- Lxceptuando, pos, a estrala d
misiao prvala dasluies e experiencia da tao im- -como cima disse, adespeza guard
portante cidado, cuja coadjuvagio o governo la a relagao que ss observa em ee
procura obter.
Eotretaoto, tudo aa deve esperar do zelo, in-
telligeucia e actividade dos ot-os membros da
commiiso, que por cerlo nio perderio esta op-
portinidade para provar mais urna vez seu amor
ao piiz.
Aeiti commlsso foram dadas as iostrnegoes em
24 de dezambro do anno passado, e remeltidos
em data do primairo de favereiro do correte an-
no 50 caixoas com os artigos escolhdos para is-
rem expost>s.
Segundo me communieou o referido conselbei-
ro, ha va sido reservado no palacio,da expcilgio,
gracia as luiiiyDSag, um do malhoroa lo-
caes para os artigos da procedencia do Imperio;
e medidas necessirias tioham aido tomadaa para
que em seu arraojo nada perdessem de valor,
tendo sido eita t-aailho incumbido a Mr. W. II.
Clark, que reuao todas as qualidades precitas
para o bom desempenho desta comisso, espe-
rando o mesmo coaselheiro o concurso dos il-
ustrados Mrs. Robert llunt, John Myers ou-
tros.
Imprime-se, e brevemente vos ser presente
o relatorio geral da commisso directora da ex
posigo da corte, onde me conita, ae encontr
lodos es esclarecimentos e ioformages, qu@Se
podem deseijr sobre-ile bjlct-s.
,A,gora cumpre-nos eiforgar para qua esta idea
0*0 morra entre ni: parecendo-me convenien-
te comegar desde j a preparar os meios de rea-
liss-la no paiz em periodos certos, e da durago
mais ou menos approximada.
SERVICO DA EXriNCCAO DOS INCENDIOS NA
CIDADE.
Como sabis, este servigo feito pelo corpo de
bombeiros, ao qual dau regulamento o decreto
o. 2587 de 30 de abril de 1860.
Parante o periodo da qae teoho tratado, hou-
ve trinta oito incendios, dos quaes somenie sita
importantes, sem que em nenham dallas se ti-
vesse de lamentar perdas de vidas.
Nessas conjuncturaa o corpo de bombeiros cor-
raipondeu a expeetagSo do governo imperial, pelo
que credor de elogio.
Sus organisago e disciplina resseolem-se to-
dava da falta de algumas providencias, como
sempre acontece s instiluiges novas.
A experieocia aconselba a necessidade de dar-
Iha orgaotsaco mais vigorosa e de concedar-lha
oa meamos favores, que na actualidad* gozam os
officiaes, e prsgis do corpo poticial da corte, cu-
jos trabalhos perigos nao sao superiores por
certo aquelles, a que eslo sujeitos os officiaes e
pragas do de bombeiros, qae alm de coadjuva-
rem o servigo da polica da cidade, quando lh'o
permittem aaas obrigagoes peculiares no desem-
penho deltas podem encontrar muitas vazea a
morte, ou o que na generalidade dos casos fre-
quente, a incapacitada pbyaica de ganhar a vida
pelo trabalho.
Pelo decreto numero 238Z A de 29 de Janeiro
desti anno foram alteradas as tabellas que re-
gulsvsm o numero das pegas de fardameoto, e
armamento, qie compete a cada praga, bam co-
mo o tempo aa duraglo deites objectos.
Na mesma data exped inilrucgoes para a ne-
cessirii distribuigo, qae at enio nao eitiva
sujeita a regras tina.
Eocontrareis ambos estes actos annexos ao re-
latorio da directora ceotral, no qual tambem po-
dareis :olher as informagoas de que careesrdea
sobre os outros negocios relativos a ette ser-
vigo.
ILLUMINACA'O A GAZ.
No empeoho de diminuir quinto fdr possivel a
despeza sem prejudicar as netessidadet raaos do
servigo publico ; e da aceordo com'oImpresa-
ro desta illamioago, qua em tal cobjunctura
deu mais urna prova de seu cavalbeirismo e de
dedicago ao paic, o que me muilo grato'com-
municar-vos; ordene! que das duas horas da noite
em diante fosse a forga da luz de cada combus-
lor reduzlda de metade.
Com esta medida, que comagou a vigorar com
o anno civil, calculo qua se poder realisar, des-
de ama redtcgo ds cerca ds oitsbU conloa
de res annuaes, sem que entretanto a com-
modidade. e seguranga publica aoffram o mais pe-
queo prejuzo.
A principio pense! que era possivel levar a eco-
nomia a urna aomma mala importante, lazndo-
se completamente cesssr a illaminacao nss noi-
tes de luar; os estudos, porm, a que a tal res-
peto msndei proceder, ss ioformages que tive
prsenle me dissuadicam desta intento.
Actualmente trato de fazer urna revisao do con-
trato de 11de margo de 1851, que estipulou as
condgoei deste servig. F
ESTRADAS DE Fl'RRo.
Sobre estes meios aperfeigoadoa de communi-
cagao encontrareis minuciosos esclarec memos
uo relalorioda segunda directora, aos quaes
pouco tere de acrescentar.
Em geral o aspecto.au* actualmente a presentara
aa nossas estradia da ferro mais satisfactorio do
que nos anuos anteriores.
A de D. Pedro II tem melborado onilderavel-i
mate no tocante 4 regularidad do irofego, o 4
Cumpra-me entretanto, declarar qua aemelban-
ta porcentagem nao poda servir de ba9e para
urna rigorosa apreciago comparativa, visto que
estas companhias nao iocluem os mesmos ele-
mentos naa suas despazaa de costeio. Assim na
da Bahia ae nao comprehendem nellas es gastos
de coosarvago da estrada, que eorreram por con-
ta do arrematante ; e na de Peruambaco alguna
reparos sao eitoa por conta do capital.
Exceptuando, pos, a estrala de MaaS, onde,
a com arecei-
ral nis estra-
das da Europa bem admioiit'adaa, e isto apezar
de com a renda faxer obras que deveriam ser
construidla por conti da capital, as oulraa dei-
xam mullo a desojar a este reapette.
Conveniente i que se procuro observar a msls
rigorosa economia as depezaa, e desenvolver,
a renda,, tanto qusnto fdr possivel ; e eitou per-
suadido de que as respectivas directoriss empre-
garao todo o disvelo em ceraar os gastos, que
nao forem da maia urgente necessidade, como
Ihwi tem aido por esta ministerio recommeo-
dadp.
' f F.tUada de ferro de D. Pedro 11.
Irada de
de 10 de
garantido 6
ferro da D. Pedro II, pelo conlrato
majjrde 1855, foram realizadoa :
Pelos accionistas 7,800:0005000
Por emprestimo 12,666:666666
Ou total......20,466;666666
ra esta empreza o estilo tem contribuido,
presente, com a elevada somma de ... .
9;456#666, sendo .61S 790$ smpregados em
i aeces, e 12,666.666666
i~7
portancia bu
prejijaocpssirahjdo era ndreirsob sua re
poiabilidade ; ao pssso que os accioniatas par-
ticulada apenas tem para ella entrado com a
quantia de 3,187:210$. isto" com menos de um
sexto dos fundos at hoje recolhidos.
Dos 20,466:6663666 re alisa dos achara-se des-
pendidos 14.96Z:31b}583. restando anda o sallo
de 5.504 3I8&0S3, sigundo as iuformagoes minis-
tradas pela 2 directora, e colbidaa dos docu-
mentos que all existem.
Foram abarlas ao transito mais 1,461 bragas
da estrada de compaohia o 2 197 do ramal dos
Macasos, perteocente i ums empreza pirlicolar,
que ha colhido bom retalalo dos eapitaes que
empregou nesta obrs, e prestado, alm disto,
grande servigo aos moradores d'alm ds serrs.
Os trabalhos da 2a seego, ns fice oriental, e
prfucipio da contra varente da serra, prosiguen:
com ceosuravel morosidade.
Os empreiteiros nao poderam cumprir as obr-
gagoes que se haviam sujeilido, e foi preciso
ionovar o contrato, com maions onus para a
companhta, na parte relativa ao grande tunnel.
Actualmente se trabalha neste com muito maia
reguliridade, e, provavelmente, esltr tido per-
furado at junho de 1865, as nao afrouxar a
energa do novo empreitelro.
Oa 11 primeros tunneis, e ostnbalhos a co
aberto, cootnuara muito vagarosamente ; e,
comquanto nio saja impossivel, duvido que -
quem concluidos ate o flm do corrente anno, de
modo que as locomotivas possam chegir esla-
go da Joaquim do Alto.
Acredita-se qae as 2 leguss, e 2.41 bragis
existentes entra o grande tunnel, e a barra do Pi-
rahy estsro concluidas em flos de 1863 ; entre-
tanto que s em junho de 1865 poder este tun-
nel flear terminado.
Assim, a parta da estrada qua sa lhe segu, ao
norte, nenhama ulilidade prestar por 8 mazes,
pouco maisou menos. Usando porm, ssjeiti, As
despezas da conssrvico, alm da que ter oe-
cesssriamente de pro'vlr dos capitaes nella sm-
pregados.
A este mal, produzido pelo vagar com que 01
empreiteiros procederam no desempenho dis
obrigsgoss contrahidas, pretende a directiria da
estradi de ferro de D. II occorrer, fizando cons-
truir um caminho provisorio que contorne o tun-
nel. ligue sssim seccoas que se prestarem ao
trafego.
E, como as despezas, que se tem de fazer com
a construegio, e costeio dasta caminbo sarao
provavelmente cobertas pala renda que elle, e
juntamente a parte da estrada, que do grande
tuonelse estende at a barra do Piraby, haaver
de dar, o governo aonuio proposta da direc-
tora.
O tronco principal da estrada de ferro de D.
Pedro II termina na barra do Pirahy, onde ae bi-
furca, desceodo a 3* seccao o rio Parahyba at
provincia de Hinas-Geraes, e sablndo a 4a em di-
recg&o & provincia da S. Paulo.
Ai plantas da 3a secgio foram approvadas pelo
governo, e a directora procedes arrematigao
dis respectivas obras desde a dita barra at 7a
subseegao, na extensao de 13 leguas.
Appareceram duvidas, antes de] feitos os an-
nuncios, sobre a melhor direcgo que convinhs
nsr estrada de ferro depois qae chigasse ao
Parahyba ; mas, tendo ouvido o Ilstralo pre-
sidente da directora, nenhama difficuldade op-
puz ao progreaao dos trabalhos desta seego.
A lei n. 141 de 26 de junho de 1852, o contra-
to de 10 de miio de 1855 entre o governo e a
companbia, e a lei da provincia do Rio do Janei-
ro n. 714 de 13 de oatubro de 1854, que autori-
sou a garanlia addicional de dous por cento, de-
terminaren! precisamente a direccao que deviam
ter o tronco principal da estrada e seus dou3 ra-
maes ; nsnbuma alterago, portanto, devia ser
feita pelo governo aem aatorisago das assem-
blas geral e provincial do Rio de Janeiro, e aem
aceordo previo dos accionistas. Este difficilmenie
podarla Mr obtido na sentido de abandonar os
dom raatM acinu ditos, a a, prosegu 9 tronco
principal a procurar o Ri Grande em Minas, co-
mo se pretenda.
Os interesses das compsnhias resumem-se na
maior renda das empresas ; e de certo, actual-
mente, e ainda por mullos annos, nsnbuma di-
recg'io desta estrada de ferr spressnta as vsnta-
gens qua promella a que foi estabelecida pelos
actna citados.
Nao poucis vezes- se achsm em oppoaigio os
interesses geraes com os psrticulares ; por este
motivo homeos notivejr aconsalham que as es-
tradas de ferro sejam construidae pelos gover-
oo.
A nao serem os vnculos que liga ni o governo
aos accionistas, talvea q uin mata aecurado es-
ludo desta matarla me le-nsia a propor alguma
altarago no trago da estrada de farro, desde o
ponto am que toes aa margis do Parahyba ;
em todo o caso, porm, eotenoo que, antea de
terminada a 3* aeego,|no convem dar principio
aos trabalhos da 4a.
Os exames (de que tratarei mais abaixo) pira
facilitar a navegago do Parahyba entre a ponte I pendi
do Ipiranga e Cimpo-Billo, lalvez provoquis
melhorameotos taes na navegabilidade deste rio,
que compensen) ss vantageoa que a melhor por-
cao da 4a seego da eatrada de ferro proporeiona-
r aos prodactos, qua por ella hajam de aer
transportados.
Entrn noe planos da directora da estrada de
ferro da D. Pedro II levar um ramal da eslago
do campo de Sant'Aona ao littoral. Com aappro-
vigao do governo, despeis consideraveia foram
faitas com a dssapropriigo de predios de gran
de valor, que entretanto nao do hoje renda cor-
respondente aos capitaes netles empregados.
Neitis circumstsncia represeDtou a directora
que, ou ae leve a effeito o primitivo projecto,
ou, sendo elle abandonado, s) lhe permita dis-
por das propriedades de modo a Urar vanlagena
do seu valor. x- .
Est o governo rasolvido a conceder 'te se-
guodo srbiirio por duas tortea raices.
Nenhuma empresa industrial deve ser realisa-
da, quando nao poder produzir renda tal que, de-
pois de pagas as despezss do costeio, deixe sal-
do pelo menos equivalente aos juros do capital
empregado, e quota precisa para o amortisar
ou conservar. Ora, todos os exsmes fizem pensar
que o ramal para a Prainha nao satisfar estas
condigoes.
D mais, nao havendo abundancia de capitaes,
devendo, portarlo, aproveitar os de qae poda-
mos dtspor em obrss de maior e mais geral uli-
tilldade ; sendo tambem certo que mais vsn-
tsjoso, com os 2:500:000$. casto provevel do ra-
mal em queatao coostruirem-se no interior do
paiz, algumas leguas de via Ierres, que serviro
a muitis leguas quadradas de terreno ; nao con-
vem empregar to importante aomma em urna
milha dentro da capital do imperio.
Atrasada se achava a tomada de contas desti
estrada. |Desda o segundo semestre da 1858 ne-
nhuma bia sido examioida, e approvada pelo
govarr
A aec. a de estado nao tem o pessoal habi-
litado pa oem apreciar a moralidade de taea
contas, e no mesmo csso se acha o thesoujo na-
cional.
Nio do-rojo cooC'Ouar samalhant a>t.,Jo de
cousas, por decreto n. 2882 B de 29 de Janeiro
lodo foi irumbida a liquidago ds receita e des-
paza desta mitrada a ama commsio, composta,
actualmente, do tenante-coronal Francisco An-
tonio Raposo, do engenbeiro fiscal Joo Ernesto
Viriato ds Madairos, e do empregado do thesouro
Braz da Costa Rubim, os quaes nada recebem dos
cofrea pblicos por to importante trabalbo
A filia desta liquidago, entretanto, nao tem
;^barar*do os dividendos, que se Qzeram as
pocas proprias ; pende porem, entre o governo
e a directora, qaasto de oenhum alcance em
si, a respailo d juros sobre qaantias distribui-
das aos accionistas, coruP complemento da ga-
ranta, anda nao pagt po? f3'-13 desta formili-
dade.
A commisso nomeada em 3 da abril de 1861
para examinar o estado em que se achava^; a
obras, e costeio da estrada de ferro < D. Pedro
II, entre oulraa medidas 6m beneOcio desta Im-
poilsoU empreza, indicou a da red-jego da ti-
rita doi frates de psssageiros, e das mercadorias.
A directora, lomando em eonsideragoesta ids,
trata de preparar urna nova tarifa, para submel
ter approvago do governo.
E'ra de duvida que pela actual pagam 01
pasaageiros, e os proiuctos muito menos, do que
despendiam com os anteriores meios de transpor-
te ; e que por isso a estrada de ferro tem altra-
bdo a si todos os geoeros, e viandantes, que, ao
alcance hoje da via frrea, proearavam antas a
cidada do Rio de Janeiro, ou desta se dirigiam
aquellas lugares.
Releva porem recordar que, se a estrada de
ferro pelo que se tem conseguido, nesie ponto
ha prestado nao pequeos servigos a urna porgo
coosideravel da populagao, muito lhe resta ainda
por fazer.
Nao basta que transporte por pregos reduzidos
os productos, e pissageiros qaa viriam ao grande
mrcalo, ainda quando ella nao existisse ; cum-
pre lhe, tambem, pela diminuigo dos freas, fa-
cilitar a coiiducgo de outros muitos gneros que
pelo seu pequeo valor, em rslago ao volume,
e peao nao podem actualmente supportar os gas-
tos ds viagem : e igaalmennta atirahir novos via-
jantes pela barateza da locomogp.
A renda de urna ealrada no decurso do aono
o producto da laxa, paga por viajante e uol-
dade de mercadorias, multiplicada pelo numero
de vezes que a mesms taxa cobrada.
Se eata for elevada, a eitrada ser pouco fre-
quentada, poucas vezes a tua se repetir, e a
renda aera pequea : se porem a tarifa forbaixa,
o servigo da estrada aproveitar muitos, multi-
plicar-se-ha o numero de viajantes, e de unida-
des da mercadorias, e a renda annual crescer.
E' precisa porem nao exagerar estes principios,
nao faxer desear a tixa dos fretea de certos, e
determinados limites. A fixacoluestes por
certo diffiiil, e s por tentativas sa poder chegar
a determinar o que sar mais proveit08o e ao
eatado e empreza.
Eotretanto me persuado de que alguma mo-
dcago se deve j fazer na actual tarifa, come
gaodo-se pels parle relativa aos artigoa de con-
sumo mais geral na corle, e oas localidades miis
prximas.
O viaiohos daagrandes cidades sao os melbo-
res freguezes daa estradaa de ferro, e para os
chamar, e fixar, preciso que sejam tratados
com benevolencia.
Estrada de ferro da Bahia.
Fol garantido compaohia desta estrada o ca-
pital de 1,800,000 5?, e consta que ss obras de
construego, seus accissorios, a o material ro-
dsnte nao exigiriam maior aomma.
Fol cspltaliarda a primeira seego na impor-
tancia de 45.500 mas nao ainda a segn la
terceira, apezar de estarem abortas ao trafego
des le de 10 de setembro de 1861.
A directora desta companhla julgou que a
capltalisago devia ser regalada smente pela
exteosao deltas secgoes, atteodendo ao artigo 20
do contrato de 19 de dezembro de 1853 ; delxou
porem de notar que a dispoalgo deslt artigo
estabelece o limite alem do qual osgiatoi resil-
lados nao devem aer levadoa pelo governo em
conta do capital garantido.
O artigo 19 do mesmo contrato expreisamente
determina que a garanta ae estenda amente aos
espitaos despendidos ni* obras.
O governo Imperial, depois de ouvir sobra este
objeeto a seogo dos negocios do imperio do
cooselho de estado, rnolveu, de conformidade
com o parecer da mesma aecgio, que neatis don
secgosi a cipitilisa;o fizaste 4 Tisis dos gis-
Uos flscr>
itis, nem
tos efectivos, limitados ses porem pela dioso-
sigao als\eitido artigo 20.
Em quit>lo porem nao sa confluir o exima
dealas despezas, descoobeclda importancia so-
bre que tem o tbesouro nacional, a provincia
da Bahia de col *>uir, om 7 por cento, flsariim
os accionistas pr. ^os dos dividendo que Ibes
compeliesen, o *radilo racabirt sobra a
empreza. ae algoma xoldeocia nao fosse toma-
da no sentido da obviakesle mal. Dettberei ra-
to mandar pagar os jaroTMobre o capital cor-
respondenta exttnso daf ^uas secgoes sob 9
clausula de indemnsag do ue de mais fosse
recebido.
Deste modo flearam aalvoe os
sem nenhum prejuio pera os aci
quebra do crdito da empreza.
A liquidacao das eontas de receits, edespaza
deata eatrada de ferro, e bem assim da da Per-
nimbuco, ae fazia em Londres, para onde tiahar
de ser remetltdos todos os documentos, que jus-
incivam as diversas verbas de randa, de dia-
Alw do trabalho da copias, que nem semprs
poda ser vencida a lempa de as fazarem em Lon-
dres os respectivos dividendos nss pocas marca-
das, aecrescis o augmento di gastos com miior
numero de empregados dos ascriptorios dos ge-
rentes, ns provinciss ; e a quasi impossibiltda-
de de aar conseieocosarnels feito o exsmo mo-
ral da maxlmi parte dai contaa di deapeza o da
recelta.
Propuz e consegu que eit* exime fosse feilo
as localidades em que as despezss se roa lisas-
sem, e espero do aysiems adoptado nao s me-
lhor flsealisago, como menor despezs na llqui-
dagio.
Os trabalhos da quarts, quinta sixti secces
ultimss, continuara com celeridade ; e '
esperangas existem dequelicaro trr
corrente anno.
A abertura da segunda e l"Sf. ae .. ..
S^saST d9 SM lOdY/as
4 5 d' porm' bBioe a compaobia.
Jeotro do pagio determinado, a conclu-las. o
qae anas nao fez.
Alguna deleito ma obras cauaram accidentes
doi quiei infelizmente reiullaram algumai nor-
tes* maior dospeza de costaio;
O extremo da terceira aecgio, onde ae acha a
estagao da Feira-Velha, eiti ainda distinta daa
locshdsdes maia prodactivas, e talvez em sitio
que nao tem as precisas commoddadss para ore-
cebimento dos gneros.
Estando as primairas 6 7 milbss ds qaarla
seceso, am circumitinciaa desoffrerem a eircu-
agao dos trens, pretendeu a directora entrega-
las ae trafego, e para isto solicitou a necessaria
permissao.
A condigo nons, porm, do contrato de 19 de
dezembro de 1853 vedi abtir-se ao tranaito aec-
gao oa pirte dalla, menor de tre legua; e en-
tre ai clautulii, com que se autorisou a abertu-
ra da aegunda e tsreeira secgio, ss inclnio a da
nao ser aberta neohuma outr, sem que Ocis-
sem completsc as obrss, que naqutllaa restavam
fazer.
Attendendo a estas disposigoes o governo nao
eoccedeu a pe'misiao pedida ; ma a d.i logo
cluida, anda que pira este caao seje modificado
o contrato entre o goveroo e a companbia.
O Uki dests estrads de ferro nao foi dos mais
convenientes ; comagou na capital da provincia
a seguio marginando su sxtenia bahia, dotada'
de mmensos portos, e prestando fcil e commo-
da navegago.
Os gneros, portento, produxidoi na zona visi-
nha i asta parte da estrada nao a proeuram, e
continuarao a sirvir-se doi mtigos e baratos
meios de transporte.
Se, porm, estrada comegisie no extremo da
babia, na villa de S. Francisco, ou em outro
qualquer ponto qua fosia julgido mais conve-
niente ; o capital empregado as primeirss oito
leguaa di capital at aquello ponto, a faria pe-
netrar vantajosamente, em igual distancia, pelo
interior da provincia, e producir consideraveis
vsotag,>ns quer ao pabllco quer J Q"nhia.
OfWscou-noJ o oWio *t pouiirmw os m2io*
mais aperfeigoados de commanicago. Em vez
ae procurarmos mlnorsr os gastos com o trans-
porte dos gneros e das pesioas, eitendendo eila
vantagem ao maior numero ponivel de indivi-
duos empregsmos o systsma da fazer o msximo
benecio limitadi porciodas moradores prxi-
mos de cortos ciminhos aperfeigiados.
O exemplo que nos d a eitnda de forro da
Miu, auxiliada pala navegago, dsmonit qua
a theoria nao deve ler rigorosimente seguida,
mis modificada conforma aa condiroes em que
tem de ser posta em pratica.
Nopossuindo o imperio anda grande maasa
de espilles disponiveis, convra nao aspirar logo
perfeigio de meios ds communicigo, que em
til ceso ser um dos obstculos mais fortes para
o deaeuvolvimento de nossa riqueza.
Aproveitem-s todos os recursos dos ros e ba-
hss navegaveii, empreguem-11 masmo boas es-
tradis ordinsriss para ligar as vias farreas, e
deste modo penetraremos no iuterior do psiz
lanto quinto parmitiirem nossos recursos flnan-
ceiros.
O prego dos transportes por tal syitema ser
de certo um pouco miis elevado do qae nss es-
trada de ferro continuas ; mis atiento o nosso
estado actual, gran lea melhorameotos consegui-
remos, podendo leva-Ios muito msior extsnso
de territorio.
Praticmdo'assim deixaremoa verdade, de ter
amostras de perfeilos esmiohos de ferro, mas em
compenssgo taremos beneficias reaes ao paiz.
O erro de que acabo de fallar tem producido ex-
traordinario desequilibrio entre a receits e des-
peza da estrada da Bahia, e um dficit constante,
se ha verificado.
Para que a estrsda de ferro posss attrahir car-
gas precise que faga o servigo por menor des-
peza do que exigem os outros systemas de trans-
porte ; desgrigidamente o contrario lem acon-
tecido : assim que urna caixa de aaaucar trans-
portada de Feira-Velha, e dahi pala via frrea
capital da provincia, paga de frite 18#400, entre-
tinto que conducida em carroa ordinarios, a por
agua apunas faz a despeza da 14$.
Parecendo-me conveniente, vists deste fado
anormal, que fossem modificidas ss tarifas, in-
sinuei ao presidente da Bahia qaa procarasse cha-
gar com o preposto da directora a um aceordo
no sentido de fazer cesiar uceesso tio extraor-
dinario natarezs doa caminhos de ferro, dam-
ooso compaohia a ao goveroo.
A directora am Londrea, mostrsndo desejos
de prolougir esta estrada de Alagoioh, pento
terminal das 20leguas garantidas at o Jaiseiro,
na margen de S. Frsnciseo, como lhe permittem
eua eitstutoa, perauotou-me como deveril le-
vantar oa fundo precisos. Respoodi-lbe qae
descripgo da companbia fleava a escolha do
meios, que dever empregar para reunir ocapi-
til necessirio a. continuigo da empreza, o qual
porm nao gozar de am mnimo de juro, garan-
tido pe 1 governo.
As nossascircumstaocias nmeeiras nao eos-
sainara qae ao carregae o thesouro com onus
novos, sem que eua necessidade, ou alta conve-
niencia aejs evidentemente demonstrada.
Terminando o queda mala importante tenho a
commuuicar-vos sobre a eatrada de ferro da Ba-
ha, nio devo daixar e reconheeer qua a directo-
ra dasti empresa Um procedido de maneira dig-
na de louvor, a que aeu presidente tem dado re-
petidas proras dos boas desejos que o animia
em fivQt da empresa, cuja frente se acha.
(Continuar-se-ha.)
MUTILADO
t*n*m*mmmmlmm
ILEGIVEL


-1
DIARIO IB fEDHAMlGCO a* SaBBaDO 17 DI SITattlBRO DI iset
rERNIHIUCO
REVISTA DIARIA.
Foi ipproTido pela prosidoneis, o contrato ce-
lebrado pela junta admlniatrative da Santa Caaa
de Misericordia coro o Sr. Trajano Felippe Nery
de Barcelloe, para entinar mutica vocal elottru-
mtnial no collegio doi orphoa de Santa Tbereza
de Olinda.
Foi epprovado provisoriamente uro artigo
de poituraa da noaxa municipalidad, ero que
coLtsgrada.com excepco dos tres das do car-
naval, a prohibirlo de aodarem pessoas masca-
radas palas ruis deste municipio, mesmo qutndo
vestidas carcter.
. T ?^e ltB ,,g"' no ,al5 d0 lh'ro de San-
la Isabel, o concert musical em beneficio da
oosaa joven pianista a Sr.' D. Carolina de Azeve-
do Carvalho Siqueira Varejao.
A etcolba daa pegas que o devem compr e a
distrlbuicio dallas, os artistaa de mrito reconhe-
cido, que ajudam a beneficiada, e sobre tudo o
l ileoto artstico, de que ella dotad*, promettem
uro belliaaimo aera o aoa convidados, que aaaim
lerao ama occaeio de apreciar e remunerar ao
mrito da noaaa patricia.
Fasem parte deate concert em obseqelo
beneGciada os Srs. Smoltt, Pedro Justino, B -
cellos, Pierre e aua seiihora, Helmold, Eustaquio
Rebotigas, Tsoorio e Tbeotonio, que a* ampe-
ubaro varias pecas nos seus instrumentos,
acompanhando ou sendo acompaabadoa pela be-
neficiada do piano.
as mattesdo sitioCuc'em Beberibe.
Joio Malla Virgeui de* aro em Antonio
Francisco Peraira, quaado .e cortara tranquil-
lamente lenba. }
Na quinta (ira /dea a compaohia Buitlsy,
o sen seguado|especUculo,do quai pouco|*odemoe
diior por nao lermos,aesielido ; eotretanto evi-
ta ot por grande jOTmero de pessoaa que a elle
coocorreram qur m verdade, o quaoto se po-
de ezecuUr maravilloso e sorprendente o
txerciuo : ,mem voador.
Dando esta companbia o aeu lerceiro espect-
culo amaoba, reservamos para ento dizermoa
quaoto otile occorrer.
Nesse dia repetiro os palhacoa a bella scena
cmica otriumpho da crinolinaque tantos
pplausos mereceu oaquella ooite.
O zelo incaneavel qos ha desenvolvido o
Rrm. Sr. conego Jote Joaquim de Carvalho de
Andrade em promorer o progresao do seminario
de Olinda que achata tob sua direceo, acaba
de produxir o elTe;to de aer dotado aquella tem-
plo com dous sinos grande., caja bengo solem-
ne leve lugar anle-hoetem, aaaistiouo como pa-
rinhos oa Rrm. Sra. conego Franciaco Jote
lavares da Gama, e Drs. Joaquim Franciaco de
Faria e Maooel Thomai de Oliveira, e o profesaor
de laiim do Gymnaaio padre Ignacio Francisco
doa Santoa.
Domingo prximo passsdo, priocipiou om
Olinda oaeteusno daa Dorea, na cspella da Ssn-
- ,*"-" dos Milagrea; e a fetla respectiva ter
->h, orando no Evangelho o Rvm. Sr.
jS<. sVianna.
A' ts t!.ver procisao, qae percorrer va-
res ru. .a cidadeA
Acabamos de ver urnas amostras de sabio,
fabricado pelo Sr. Belli. Qaatro sot*s.o;u.aljd'-'/
dea, e qual juer dellaa lem a sua excelleocia re-
lativa, sendo a ordinaria iocontettavelmetta me-
Ihor do qae o atbo commum qae te rttalha nat
tabernas, e o superior nenhuma differen;a faz do
mais fino sabo, de molo que pode ser om prega
do no tocador do elegante.
E' nutavel isto, porqae o masmo Sr. Belli ne-
nhuns preparoa tem para a fabricarlo, na qualte
tem servido da vasos ordinarios ao meoaio de
ana caaa de familia. No eotretanto nos consta,
que pretende montar um eatabelecimento de sa-
boaria por preco* mala commodos, e que para
easefim procura urna casa, prestndose lambem
Reinar o reapeclivo fabrico ou o sea melbodo a
quolquer dono tle aaboaria mediante a retribuicao
tonvencioneda.
CONSULADO PROVINaAL.
CoQtiBoaco das alteracoes feitas no
lancamea to da dcima urbana da fre-
guezia de Boa-Vista, a eweicio
correte de 1862 1863, pelo laa-
cador Malta.
Raa do Hospicio.
N. 30.Vicente Ferrelra da Costa .
, ..* di Ale***.
N. 2.Joao Pacheco de Quairoga .
dem 18. Luiz Moreira da Silva ..
dem 26.Mariana Dorolhea Joa-
" ..................
dem 28.Alexaodre Jos da Silva
dem 46.Padre Joo Cyrillo de
Lima ..................
dem 48.Domingos Bernsrdino da
Cuoha ..................
dem 15.Joa Antonio Bastos.. ..
Rut da Mangaeira.
ldam 7.: Francisco Joaquim da
Casta Fialbo........ .. .. ..
dem 9.Hara Jos Pioheir .. V.
Travessa da Campia.
n. 9.Francisco Joaquim da Coala
Falho..................
IdenvO B.Igoacio de S Lopes
'WBaode*..................
dem 15.Joaquina Maa Apoli-
naria......................
dem 17A mesma ;.........
Traveasa dasBarreiraa.
N. 10.Dr. Jos Rodrigues dos
Pasao.....................
dem 5.Veriato de Freitas Ta-
. "e*......................
dem 13.Joaquim Antonio da SU-
?ira.......i..............
TfafeMa do Veras.
dem 10.Joao Hatheus.......
Idem,20.Maooel Gentil da Coala
./IfV.....................
dem 5.Joao Matheus..........
dem 7.Geitrules alaria do Sacra-
mento......................
dem 9. Fraocbwo Ferreira da
S'1"........j.............
Tr.a.ve"? MJoao Faroandee
N. 8.Vkturifitj Jos de Souza Tra-
, v",0"..............'
ledem 16.Antonio Cardozo d'Oli-
Teira........f..............
_ Ra da Mangaeira.
N. 1.Antonio Pereira Mendes.. ..
Beln.
N'7- Francisco Jos Fernandas
Pire...................
dem 13.O mssmo .. ...".*.". ".*
Beeco do Boi.
N. 1.Joaquim Jos doa Sanios ..
dem 3.O mesmo ..........
dem 7.O mesmo...........
m a RU* d0 Pal," do Bispo.
N. 2.Padre Joa Antonio dos San-
toa Letaa...............
dem 4O mesmo...........
dem 6.O mesmo ..........
dem 10.Isabel Sebastiana Rodri-
dris Medey .. .'. ..' .. mi
dem 12.Aaonio Jos Soarea ..
dem 18 A.Mnoal Rodrigues Fer-
nanes..................
Mam 18 B.O meamo .. .. .. ".'.
dem 18 C.O mesmo ........
dem 42. Cmara municipal do
Recife...........
S:OOOJK>00
192300
180#000
2(09000
3009000
164J0OO
2C0S0C0
192^000
4205000
3O0{000
72J000
120S000
Vetamos sabido* com f axendae..
> *om ganares..
33
81
S
Descarrefam no dia 27 do setembro.
i in g 1 ezaI rnogenem a rea dorrsre.
IOS
oglezaHtndooidam.
bodorla de rendas Interna*)
geraea de Peraanfeneo
Rendimentododla la 25. 27 908J2I1
dem do da 26...... lioioja
28:921*230
Conaailado provincial.
Raudimantododlal a 25. 37-734*483
dem do dia 26......l.:972787
39:7075270
Movimento do porto
Navio entrado no dia 26.
Tarra-Nova34 alas, brlgto inglez Henrittha,
da 176 toneladaa. ctpito Charlea Richardion,
eqalpagtm 11, carga 2560 barricas com baca-
Ibio; a Johoaton Patar & C.
Nao bouveram aahidas.
72J900
72gO0
180S0OO
168S0O0
724OOO
144SO0O
180000
240JO00
2409009
1929060
Vieira.
849000
1919000
2643000
1:0009000
2409000
132J000
24OS000
1329000
.
dem 1 A.Amoro, & lrmao .. ..
dem 1 B.Os meamos........
dem 1 C.Os mesmot........
dem 1 D.Os meemos........
dem 1 E.Os mesmos........
dem 1 F.Os mesmos........
Idees 1 G.Os mesmes........
dem 1 II.Os mesmos........
dem 1. Hermelinda Josephina
Gomes da Si................
dem 13.Luiz de Oliveira Lima ..
Idam 5.O mesmo..........
dem 7.O mesmo ........,.
dem 7 A.Joaquim Pereira ci-
millo ...............
dem 9.John Gata* .. ".". ."
dem 11.Antonio Jos de Fari
Lino .. .. ..
aa Rua da Traijao.
" Jao Baptista Boavenlura *.
Rodrlguea de Almeida........
dem 3 A.Antonio Miranda da __
Carvalho Azeredo..........
as N. 12.Moreira & Duarte...... M
dem 14.Jos Antonio FerrSo de
Figueirado..............(
dem 14 F.O meamo ......
dem 44 G.O mesmo .. .'. '.'. "
dem 1 A.Manoel Antonio Tei-
xeira .................
dem 1.Luiz Pereira Raposo." .'.'
Travessa do Deaengano ou Princi
N. 2 A.Miguel Archanjo de San- ~
ta Anos.............. ,
Joa Msria Ribeiro......- ~ '
Antonio Romo doa SanJ^V.....
Jeronymo da Motti V.-Oz.'.: "
Manoel Jos
200*000
lOgUOO
1509000
42O9OOO
3609000
2409000
2409000
2t0$000
3129000
420^000
42090OO
429O0
4209000
4209000
420J000
4209000
4509000
4509OOO
6009000
6OO9OOO
6OO9OOO
729000
7209000
k
AOJ000
384000
15O900O
6009000
2409000
16^9000
.1449000
I2O9OOO
"803000
.uonteiro
N
14
^uim Alsesdos Satot..
Sahida para Belm.
a.,?'s Gomea
Na tolalidade dos doentea exiateml42, sendo 7
horaens e 17 mulheres alienados.
Forara visitadas as enfermaras estes 4 dias
pelo Dr. Dornellaa ; e ia 7 1(2, 7 1|4 7 10 714
pelo cirargio Pinto Gaimaraea. '
as visitas da tarde s 5 3(4 pelo Dr. Pereira
co Carmo estes ciaco das.
par-
Hepartisao da polica.(Extracto da
te do dia 26 de sstembro.]
Foram reeolhidos casa de detenco no dia 24
do correte :
A ordemdo Dr. delegado do primeiro districto
Joaquim, crioulo, de 32 aonos de idade, escravo
de Manoel Ribeiro de Almeida e o liberto Igna-
cio, de 38 aonos, gaobador; por infraeco de
posturea, e bem assim Maooel, de 30 anooa
igualmente crio.lo, escravo da Carolina Joaquina
de Jeaua requieico deata.
A ordena do subdelegado do Recife, Mathiss.
pardo, de 38 annos, escravo de Elias Baptista da
Silva, tambera a reqaiaicao deste.
A ordem do de Santo Antonio, Antouio da Ro-
cha Granja, pardo, de 43 aonos, alfaiate, por em-
briaguez e o africano Heorique, de 50 annos, es-
cravo de Carolina Leopoldina, a reqaiaicao daata.
A ordem do dos Afogados, Severco Francis-
co Xavier o Franciaco Bibiano Pareira, brancos
o trimeiro de 48 annos e o segundo de 22, dados
a agricultura, para averiguabas polictaea.
O chafe da aeganda seceio,
J. G. i* Muquxta.
Movimento da casa de detenco do dia 25
de setembro :
Existism...... 366
Uem 20.Jos Atitonio Ferro de
Figueiredo...............
Ra do Destino.
N. 10.Jos Alves Lima. .
^ dem 7.MauoelAntooio GooQalves
M! dem 35.Miguel Archanjo de Fi-
gaeiredo.........
Ra do Socego.
N. 2.Joo Baptista Boaveotura de
Almeida........
Idam 4.Luiz Moreira da Silva. .'
Uem 18 A.Jos Rodrigues do
Naacimeoto.......
dem 54.Joo Lina Ferreira R
beiro .........
dem 56.O mssmo ... *
dem 9Augusto JosTeixeira.
dem 11.Mara Juvina da Con-
ceir;o.........
dem 13..Silvestre Joaquim da
Silveira.........
dem 19.-0 mesmo......
dem 23. Joaquim Ceciliano da
Fooseca......: .
dem 29 Joaquim Jos Fernenies
Pe......: .
dem 31.O mesmo .
729000
1569O0O
609000
384C00
43*9000
1449000
2409000
2409000
50OOOO
6009000
JOO9OOO
^349O0O
^ 609000
2409000
240g000
2409000
905000
969000
729000
24O9OOO
2409000
1508000
240SO0
O Dr. Trislao de Alencar Araripe, official de im-
perial ordem da Ross, e juiz de direito eape-
cial do commerciodesta cidade do Recife ca-
pital deata provincia de Peroambuco e seu
termo, por Sua Mtgeatade Imperial e Constitu-
cional o Senhor D. Pedro II, a quem Deas
guarde etc.
Faco saber pelo presente, que a requerimento
de Patn Nisch i C o outros .se scha abara a
fallencia do commerciaole Franciaco Moreira
Dias, pelasenten;a seguirle :
Mostrando-ae que o commerciante Francisco
Moreirs Dias acha-se em eatado de insolvencia,
ceaaando seas pagamentos, declaro a*rta a fal-
lencia do dito commerciante ; e do dia primeiro
de agosto prximo passado se contsr data le-
gal da mesma fallencia.
Em todos os beos livros e papis do fallido se
poro sellos, publique-se a fallencia por editase,
e sejtm os credores convocados para nomearem
depositario no dia vinte e sete do correte mez
pelas tres horas da tarde na ssla daa audien-
cias.
Nomeio como caradorea Dscaes da massa falli-
da os credoras Alves & C, que prestaro jara
meot'.
Recife, 20 de setembro de 1862. Tristo de
Alencar Araripe,
E mais se nao cootinha e nem oatra alguma
cousa ae declarara em dita eeotenca, que aqu
eat verbo ad verbum transcripta e* copiada, por
forra da qual o eacrivao, que este subterevea fez
passar o presente edital convocando todoa t*era-
dores do fallido Franciaco Moreira Dias para que
comparegam no dia dia vinte o aete do correte
mez pelaa tres horas da tarde na ssla das audien-
cias, a firn de que munidos todos possa-se tratar
da oorneacao de depoaitario ou depositarios da
referida maaaa fallida.
E para que chegue a noticia a quem inleressar
posss, mandei passar editaes que serio afinados
nos lugares do coatume e publicados pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
oambuco, aos25de setembro de 1862, qusdrsge-
simo primeiro da iodependencis e do imperio do
Brasil.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
crivo o subscrevi,
Trislao de Alencsr Araripe.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, am cumprmanto da resolano da junts
da fazeoda manda fazor publico que a arremata-
cao da obra dos reparos da tarceira parte da es-
trada do norte, annancada para 25 do correte
ficou tranaferida para o dia 22 de outabro prxi-
mo lulero.
Secretaria da tbeaouraria provincial de Par-
nambuco, 26 de setembro de 1862.
No impedimento do secretario, o official da se-
cretaria, Miguel Affonso Fsrreira.
O Illa*; Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial em viituie da ordem do Exm. Sr. preai-
dente da provincia de 23 do correte, manda a-
zer pulico que no dia 2 deoutubro pnximo vio-
douro, e peranta a juota da fazeoda da meama
thesouraria, se ba de arrematar, a quem maia
dar a madairaa arruinada*- da pon. raiVa dp
ecife, aa qiaaaa conatam da nota abis litan*.
cripta, servio lo de base a esaa arramataco a
quanta de 800g000 em qae foram ollas Ta-
llada*.
Aa paaeoas qae qaixerom arrematar a* referi-
das msdeiras, comparecam na salla das sestdes
da aupradita junta, no dia cima mencionado,
pelo meto dia, a com suas propostas em car
fechadaa.
E para constar s* maodou afinar o prese
e nuiMifjar. n*i0 Diario.
Secretaria da thesouraiia proi!?''8*0"6 ***
nambuco, 26 de setembro d* 1862.
No impedimento do secretario, o oQkial-
maior da secretaria.
Miguel Affonso Ferreira.
Nota a qae se refera o edital aupra.
Eativas ..;... 455
Meiaa ditas.....122
Linbas.......122
Madres...... 25
Chaprona...... 24
Eataioa......105
Conforme.No impedimento do secretario o
official maior da secretaria, Miguel Afronto Fer-
reira.
tteSi1*'. El,,a de sl'Aona (a)...
Domiotoa Lope, deSant'Aona (al....
P"n* LMwoel d'Olivolr. {1
Ow (a)..........
SinSH0 D/'ttla s'*oixoto'.'.":.:
SMB7 Rodriguea de Mello (a) (el,
oncalo yi.lra do Eapirito Santo'.).
Gregorio Cardoao P.reir* (.).... '
Joao Flix daCoata /a)....... .......
Joao Jos d'Aodrade (a)......V.V.'.V.
lac F.g.era do Nascimento (a).....
Jos do Rossrio (a)............\'
Jos F.rreira (a)!.....................
taha Mara do Livramento, v'va'do
Manoel Sheodoro de Sou (al (b)..
Manoel Desiderio (al (el 'l '
Msnoal Fr.ncisco II.!...............
Manoel Hermeoagildo......'..V.V.'.V"
anoal Mana............
Manoel Pi...........................
Roque Francisco......'..............
Segundino Ayrss Velloso'deM'eiio"*
TH r h d0* S8Dt0'..........
Tito Braz Cerdoso....................
20|168
1478368
229O88
81
159188
499326
409336
2395U6
38(906
409578
209168
40933cJ
209168
199368
133123
2O9I68
269378
2O9I68
219768
209168
via do titulo,
pagamento, conven
do credor a Ia va de ti-
Deflowrae^.
saber
Entraram
Sahiram .
Existem .
Nacionae*. .
Mulhero* .
Eatrangoiro*.
Eacravo* .
Eacrava* .
8
II
362
241
6
37
70
8
presos.
>
>
Total. .362
A imantado* casta do* cofre* provin-
cias*............. ij
Movimeuto da enfermarla do dia 26.
Tiveram alta r
Manoel Antonio Sobral.
Joio Jos Gsrtbaldi.
Teve baixa :
Joaquim doa Santos; intermitente.
Matadotro publico:
. Miar.,a"- Pa o consumo dcsta cidade no
da 25 do corrente, 66 rezes.
Obituario do da 20 o* setembro, no ci-
TBMO PUBLICO.
Juliaoos Dan-herbaggsn. Belgic*. 3 aonos, *ol-
teiro, Boa-Vista; dyarrha.
Amaro, Perntmbaco, 7 aonos, eacravo, Santo An-
tonio; bexiga*.
Bernardo, Peroambaco, 32 anuos, escravo, Boa-
Viste; varilas.
Msnoel, Pernamboco,
nexigas.
1 anno, Santo Antonio
(CMM IEQM
DO
Banco do Brasil.
A cala filial desconta letras com praso at
q"a a mei" a 10 0|* a" d0 ae,i P'oP'io alta
a 9 0|0, toma dinheiro a jaro* em coala corren-
te, oai por letra* a 7 0(0 ao anno, e sacca ao par
* cartos presos, sobre o banco do Brasil.
Caixa filial 9 do setembro de 1862.
Francisco Joao do Barros.
Secretarlo.
NOVO BANCO
DF
Pernambuco.
O novo banco da Pernamcuco paga o 9. di-
videndo a razio do 129 por acci.o.
Praya do Recife,6 de setembro de
186S.
Ai guatro horas da tardt.
COTAC.OES OFIICIAES.
Nao boureram cofacee.
J. da Cruz Macadopresidente
John Gatt*secretarlo.
Alfana! *;,
Soadlmontododla 1 a 25. .
ld**i da dia 26. .... ,
368:150^369
11.3542010
379:504|37
Movimento yelamesantradoacomfazenda*.. 152
a com genero*.. 481
633
Conselho adiuiuistrativo.
O cooselho administrativo, para foroecimente
do araenal de guerra, em camprimeoto ao art.
52 do regulamento de 14 da dezembro de 1852,
faz publico que foram aceitaa aa proposias dos
senhores abaixo declarados.
Para a botica do hospital militar.
Joaquim Marliaho de Cruz Corroa :
Noa medicamentos e mais objectos que foram
requisitados pela qaaotia de 5209720, oa qaaee
devem aer entregues na botica do mesmo hospi-
tal at o dia 30 do correte.
Para o presidio de Fernando de Noronha.
Joa Joaquim doa Reia :
150 vaquetea a 59000.
300 eonros de cabra a 56J000 o cento, sob a
condico de serem eotreguas ditos gneros con-
forme as amostras, no dia 12 de outabro prximo
viodouro.
Jos Antonio de Carvalho:'
200 meioa de sola de primeira qualidade cada
meio a 39500.
Vicente de Aquino Albaquerqae :
200 libras de tsxas para asilos de espatos a
180 rs. a libra.
Para a colonia militar de Pimenleiras.
Jos de Castro Guimariaa:
2 livros de papel almasso pautado de 150 fo-
laa* aspea.
O conselho avisa sos Sr*. fornecedores da sola,
laxas e livros, que devem recolher os ditos gne-
ros no dia 29 do corrente, na aecretaria do con-
aelho, a 10 horas da manha.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra. 26 d
setembro de 1862.
Froneico Joaquim Ptrtira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Peraote a cmara municipal de Olinda se
ha de arrematar no dia 2 de oatabro prximo oa
aeguintia impostos: alogael do sobrado dapnc
do Corpo Santo, am que est a Astociacao Com
mercial por 8049, aterido 701f ; impoeto de 500
rs. por cebece de gado de consumo 5959 i aln-
guel daa caainhaa da ribeira 166$ ; oala do
capim 4819 } 100 rs. por esbeca de gado reco hi-
do no curra 609200 ; imposto de mscate* e bo-
cateiraa 369 i 40 rs. por cada p de coquelro
5559, 80 rs. por carga de farloba 239040 ; rece-
so de acougue 129400 ; 200 rs. por cabca de
per 89500; 100 r*. por cabej de earneiro 39200
De ordem do uim. Sr. inspector ds thesoa-
rana de fazenda dosta provincia ss publica para
eonheemento do* inteie**ados a relscao abaixo
transcripts dos credores do divieso de exercicioa
Godos na importancia total 895*819 ris cajo ds-
gamento foi aulorisado pela ordem do thesouro
nacional o. 167 de 2 de'setembro de 1862.
Secretarla da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 17 de setembro da 1862.
Servlndo de official maior
Manoel Jos Piolo.
Re-cao a que se refere a ordem supra -
AlbertoJos Rodrigues (a)........... 1079434
Antonio Ferreira da Silra (a)......... 241868
R*. 8959819
'.1 11. Observagoes.
fii 'he80"reiro onhe eale credor com di-
m,M a 1uai,l,a 1u msnda pagar, o nio a li-
quidada por e.u thesouraria.
vida r0J" de re,lia'-8 o P**manto deata di-
vida convem que se exhiba a 2*
te) Aotas da eUectuar-se o
que a thesouraria exija
lulo.
o Lf^? Jcredor P;ac effectiva do exercito,
o pagamento deve ser feito ao quartel mestre d
corpo a que elle pertence.
rrJ7rtApe"0a,Jq'*m lhe allar m scadade
.r, ,.1 Mf-1?? d." obMa da Pdrelro, dirija-ae a
dand ng.T d* Ut<1* de Sn, Antonio, que
J i 'S0'" a me,mB- iacdnhocondo-ao
ser a que ah a cha depositada, lhe ssr en-
tregue.O subdelegado.
M.noel Antonio de Jess Jnior.
Conselho admiaistratiy.
0 conselho admoistrliv0, para foroecimeoto
to arsenal de guerra, lem de comprar os objec-
tos seguiotes: '
Para os recrutaa do 2* batalhao do Infantaria e
4 batalhao de ai tunara a p.
31 estetras de palha.
10 enxadaa.
10 pis de farro.
Para provimento do almoxarifado do arsenal de
1 o*v guerra.
1.367 pares de sapatea adoptados para os cor-
pos de primeira linha.
6 caixas de pennas d'eco.
2 caivetes.
6 duzias de lapis de pao.
6 libra de areia para escripia.
Para o 7* batalhao.
b canas de pennss de ac.
200 peona* de ave.
2 caivete*.
duzias da lapis d* po.
Mora* do sreia para escripia.
podra* pera escripia.
18 lapis para a* ditaa.
Que qaizer veodor taea objectos apreieule ss
!n! SErV".."*! ,irta facna,la n ecretaria do
conaalho, s 10 horas da manha do dia 29 do
corrente mez.
Sala daa sesses do conselho administrativo,
SJtSSnSt -0 d^.S2 -
intonso Pedro de Si Barrtto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
7 Pela lhe,oura"a provincial se fss publico,
que a arrematagao da obra do calcameoto ,,
ruaa do Aratao Roaario da Boa-Viata, at sabir
?r P,Uoid?S*nta Cruz, foi transferida para o dia
lo ae outubro prximo viodouro.
h..C ol\ri" ti lne,0ra' Provincial de Pernam-
ouco 18 de setembro de 1862.
O secretario,
A. F. d'Aoounciacio.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se avlaa sos
devedores do imposto da dcima urbana, de 20
OlOaobre o consumo de aguardente.de 4 01O so-
bre os estabelecraentos de fora da cidade, pren-
sa* de algodao typographia, cocheira, cav.He-
nees, botis, botequin, casaa da pasto, e ft-
bricaa, de 12 0(0 aobre os eatabeleeimeolos de
commereio em gro.ao e a retalho, armazena de
recolher, de deposito a o* trapichea, de 8 n'0
aobre consultorios mdicos e ciraraicos, carlorioa
oscriptonoo, de 509 .obre c.a.s d. Vod... bhar
ehapeose roapa felta eatrangeira.de 1:0009 sobre
caeaa de operacao bancaria com emiasao e privi-
legios, de 3009 sobre compsnhias snony."
agencia., da 208f aobre cas de cambio. 10 O10
sobre .renda do. terreao. occup.do.' com o
planto do capim, de 100S sobre correctores com
rrnCnnea'-de50j,,O|re "or.. de e.cr.vo. I
L!21 ^" Pr XooaeM" alv.renga e canoa,
empreg.daano tr.flco da carga a descarga, e fi-
nalmente o imposto sobre carros, carrosa* e om-
nibua. que no ultimo de setembro corrente fin^a-
LP"l ffl,fca<, Para recebimento doa seus
.'m fi!r,ef'eote8.ao anno 2onceiro de 1861
a 1852, fiesndo sujeitos os que nio
serem execatadoa
O brigne portugus ata II, capillo Ani.t
Franciaco Vieira. a s.hir com brevidad* no
parto do aeu carregameoto prompto, para car..
e passageiros ir ta-se com oa constan, tirios F
8. Rabello k Filho. roa da Cartela d. 55 -
COMPANHU PBRNAlBiaRA
B
Navegaco costeirA a ^apor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, M-*
cau, Aracaty, Ceara' e Acaracu'.
O vapor Jagaaribea, commandanta Lobato-
sahir para os porto* do norte st< o da Grania'
no da 7 de outubro as 5 horas ds tarde. '
Recebe carga at o dia 6. Eneoromendas. pas-
sageiroa dinheiro a frete .t as 2 horas do dia
aa. Escriptorio no Forte do Mattos
maro 1.
ou-
C08PARHIA PKRMBBlJCilU
DB
pagarem a
Meaa do consulado provincial
4 de setembro de 1862
de Perosmbaco
O chefe da segunda aeccao.
Franciaco Ferreira Martina Ribeiro.
J^avegaoo costeira a vapo
Macei em direitura.
O vapor Mamangaape, commandante Moura,
aahir para os portos do sal de sua escala no da
4 de catabro ia 6 horas da tarde
Recebe carga at o dta 3 ao meio da. Eo-
commondaa paaaagairos o dlnhairo a frete ate
0 da da sahida s 3 horas : escriptorio no Forte
oo Mattoi o. I.
TIIEATRO DE S. ISABEL.
TERCEIRO ESPECTCULO DA G01PANHIA GTKASTIGA DOS IRMOS BISY
AMANIIA
Domingo, 28 de Setembro de 1862.
Primeira parte.
1. Symphonia pela-orchestre.
2. O TORNIQUETE,
pelos jovens Adolpho o Williams.
3.'A PERCHA CADERA,
pelos rmos Buislay.
4. O BARRIL ADMIRAVEL,
pelo Sr. Esleve Buislay.
pelos
Europa
5. A ESC ADA PERIGOSA,
concluirlo pelo salto morial das espaduas,
irmaos Julio e Pepe Buislay.
Segunda parte,
6. Divertimenio pelos palhicos conhecido pelo
TRirniMIO DA CHI\OI,IW,
7.lima prova do arrojo humano, novidade sorprendente e muito aplaudid, na
variedade de
Buislay.
O IIOIIIH VOAIfOR
saltos de todas as
Em vista dos aprestos necessari os
um quanodehora.
. *. x:ai4,eri!,.^s.iM?.Ri:s;..H i ****.
jo, no ihearro. Comenara as 8 horas
pac .HOMEM VOADOR, havor um Jg
CONCERT IHIISIG4L
Si-
EM BENEFICIO DA PIANISTA
Carolina de Azevedo Carvalho
queira Varejo.
SAft DE SAMA ISABEL
Hoje 27 de setembro de 1862
PRIMEIRA PARTE.
{ Grande walsa brilbaote a 4 mos por J.
Schulhoff ex.ecutada no piano pelo maestro Ino-
cenio Smoltx e a baoedciada.
i.* Romance da Lucrecia Borgia por Dooixetti
cantado pela Sr Jacintba Pierre, acompaohada
no piano pelo maestro Plerr.
3 Phantasla cooceroante de Anna Balena
axecutada na rabeca pelo Sr. redro Justino
acompaohada pelo maestro Smoltz.
4. Scena d'Aria do Trovador de G. Verdl exe-
ntado so tromcone pelo Sr. Fe'ippe Nery Bar-
k* comPannt,1o pela beneflciada no plano.
5. Phanlasia coa variacoea da opera da So-
nmbula executada na clarinete pelo Sr. Eusta-
quio P. Rtboujas acompaohada pelo maestro
Sscoltt.
6/ PhantaaiaPrazer de Amor romance de
Martini por Tuloa executada na flauta pelo Sr.
SalHsttaoo Libanio Tenorio acompanbada pala be-
neficiada. *
V ^''''oea brilbantes concertantesfavori-
ta da cavatina Stmiramodea por I. Mauerder exe-
cutada oa rahece pelo Sr. Pedro Jusliuo acom-
panbada pela beneficiada.
8." Pol sas por Adriano Talexy executada no piano pela
beneficiada. "
SEGUNDA PARTE.
i. Polk do Salio a 4 mos eoropssicao do
maestro Inoceozo Smoltz executada no piano
pelo mesmo autor e o Sr. G. Helmold.
i.' Gavatioa de Domino Narro por Lauro Rossi
cantada pela Sr. Jacintha Pierre acompanhala
no piano pelomaeetro Pisrre.
3.* Marcha nocturna de Gollchalk executada
no plano pelo Sr. Helmold.
4/ Aria variada pela clarinata com acompa-
nbamento do piano por II. Kloa txacutada na
cirmela pelo Sr. Thotonlo Josfi de Souza acom-
panhad no plano pela bneficiada.
5. Aria de Lombardo a primeira Grociata por
I. Verdi cantada pela Sr. Jacintha Pierre acom-
paohads pelo maestro Pierre. w
6.* Phautazia sobre oa motivos da Nabucodo-
noaor a 4 maca por H. Cramer executada no
piaoo pelo Sr. G. Helmold e a beoeflciade.
7. Walsa com variagea de rabeca e acompa-
nhamentoare,pisno composico do Sr. Pedro
Justino exulsda na rabeca pelo meamo acom-
paohada Mano pela beneficiada:
8.C ,. de VanesaVariajo brilhacte
por H.L.,.. executada no piano pela beneficiada.
Principiar aa 8 hoja.
Dansas figuradas.
er.Eti.tr.an^r!. ^T e pari "nh0"
gratis, sendo cu.iiprido o regulameoio policial.
ai i" 3nl Rite aegue para o Aracaty no
dia 30 do crrante, para o resto da carga que
lhe ralla trata-ae com Tsso Irruios ou com o
capito Joaquim Antonio do gagsotrodo.
Naraoliao e Para
Segao com brevidade o veleiro briguo escuca
Graciosas, capito Antonio Maria da Coala e
Iva, por tar alguma carga para ambos os por-
to* : psra o resto tratase com o consignatario
Ar.toniode Almeida Gomea. ra da Cruz n. 2T
CQiy8PANHfftBHRAS!LERA
IPHOTITSS 1 IjypML
At o dia 30 do crrante, esperado doa
portos do sul o vapor Oyapock, commandan-
te o primeiro lente Antonio Marcelino Pontea
Ribeiro, o qual depois da demora do cosium
seguir para os portos do norte*
Desdo j recebem-se paaaagairos, o eegaja-so
a carga que o vapor poder conduzir, a qual date-
ra aer ambareada no dia de aua chegada : dlnhai-
ro a frete o encommanlag n o dia da sabida
s da tarda : agencia ra da Cruz n. 1
2ccriptorio de Antonio L
do & C.
aiz de Oliveira Azevc-
CASSINO POPULAR
Baile
s
DO
Caes de
Grande e extraordinario
baile em beneficio de
um empregado da casa
Sabbado 27 do corrente, ter lugar um mag-
niQ-o baile, em o qual se repetirlo toda* dan-
esa e pegas de msica, etc., ha->Has na noite de
20. em beoefieio do adminiatrador.
O insigne artista pernambucano Sr. Magalhes,
em obsequio ao beneficiado, execalar varia*
e coneeUo
NO /
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Era favor da pessoa relatada nos cartOes
pela mesma distribuidos.
Sabbado, 27 do corrente.
O arliata beneficiado nao pretenda abaaar da
benevolencia do Ilustrado publico pernambueano
se nao fosse aa instancias de alguna amigos e af-
eicoadoe, por isso que anda esta vez implora a
aua coslurr ala protecco.
O benficiado far quanto for poasicel para que
o divertimenlosejs completo; ocompromette se
desta vez a satisazer as exigencias qae lhe forem
leitss dando aaaim urna prova de sua gretido e
mais realce e bnlhaclismo so oiverliojeDto.
Oa intervslloa das daoaas aero preenchidos
com a exeeucio de variagoea de plano, com o
acompanhamento de vioiao celo ou rabeca. tira-
daa das operas Betlriz de Tenda. Turco em lia-
li, Trovador. Norna. Travista. Ernani e Purita-
noa transfigurando oa aona pelo goato do autor.
U beneficiado espera da brioaa eilluatrada cor-
poracao.... a quem dedicado este atu diverti-
mento toda a aua valioaa proteccao.
A boa ordem e respeito que se obaerva no bai-
le Cassioo e a fina aociedade que o frequeots
acompenhado dos eeforcos do beneficiado, sao
garantes para que todos que se dignarem abri-
Inantar o divenlmento deste dia fiquem cooten-
tes e satUf.itos ; o resto do* caitea acham-se
em poder do beoeficiado oo hotel Trovador, e no
da do dtvertimeoto no pavimento terreo do men-
cioaado palacete.
Para damaa grtls, cavalleiro S{.
Ser maotida a boa ordem e observsdas ssds-
posi;ots do regulamento.
Atocs stfuritii&.m
a COMPANHIA BRASILEIRA
utrntu k ffcfm.
Espera-sa dos porto* do norte at o dia 2 do
outabro o vapor Cruzeiro fo Sul, commandante
o capitao de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costume seguir para
oa portos do sul.
Desde j recebem-se pasaageiroa o engaja-ae
a carga que o vapor poder conduzir a qual devo-
ra ser embarcada no dia do ata chegada, oo-
eommondaa e dinheiro a froto at o dia da sahi-
da aa 2 hora*: agencia roa da Croa n. 1 *s-
eriptorlo do Antonio Luix do Oliveira Azevedo
& G.
Para Lisboa deve sabir com muita brevida
deobrigue portugus Margarida, eapilao Jos
E. Ribeiro ; tem proropta maior, parte de seu
carregameoto e recabe o resto a frete: a tratar
no escriptorio de Amorlm Irmo*. raa da Cruz
n. 3.
B
j
de Janes
Pretenda sogot com multa brevAiade para o
Rio de Janeiro o veleiro e bem conhecido brigue-
naclonal Almirante, tem parte do aeu csrre-
gemecto prompto, para o resto que lbe falta tra-
ta-se com oa aeus consignatarioa Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo &C, no aeu aacriplorio, ruada
Cruz o. 1.
aneiro.
Pretende seguir com muita brevidade o veleiro
o bem conhecido brigue nacional Damo, capi-
to Joa Manoel Vieira, o qual tem parte de aee
orregamenlo prompto: para o reato que lhe fal-
ta, trata-ae com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, no asa escriptorio
ra da Cruz n. 1.
ara Lisboa
pretendo seguir com muita brevidade a veleira
a bem conbecida barca portugueza Gratidao,
capitao Antonio Ferreira Borgea Pestsna, tem
parte de sao csrregamento prompto : para o res-
to que lhe falta trata-se com os seus consignata-
rio Antonio Luiz do Olivalra Azevedo, no sea
escriptorio raa da Cruz n. 1, oa com o capito-
na prags.
RiodeJaueiro,
pretendo seguir com muita brevidade o veleiro o
bem conhecido patacho nacional Capean, ca-
pito Theotonio Jos da Silva Rosa, tem parto
do seu carregameoto prompto : para o reato qao
lhe falta, trata-se cornos seas consignatarioa An-
enio Luiz do Oliveira Azevedo r C. no aoa ei-
riptorio. raa da Cruz n. 1.
K3UU08
1
com multa brevidade pretenda seguir o bar* co-
nhecido veleiro briguo escuna Joven Arthar,
apito Joaquim Antonio Gongalvee doa Santoa,
tam parta de aeu arrgmeoto prompto ; para o
resto que lhe falta, trata-ae com oa aaua consig-
natarios Antonio Luiz do Oliveira Azevedo 4 C.
ao sea sscrlptorio raa da Curas a. 1.
LEILO
A 30 do corrente.
RabeSchmeltau & C. farioleilo por interven-
go do agente Oliveira, e por coota o risco do
quem perteoeer de8 cazas da \i qeeijos fla-
mengos, e de 12 ditas de um queijo de prato ca-
da urna, rteentemeole importados :
Terca-feira 30
do correte, s 11 horas da manha, no arme-
zem do Sr. Ana** defronte da arcada da alfan-
daga.
ILEGfVEL
/
x I


MM
,/
Di fflUfMlBC: SiBBiDO 17 DI imMBRO E lMtJ
a\D
DI
Urna canoa grande, 3 es-
cravos, 27 caixas de
velss de carnauba e
cerca de 600 caixas de
sabao.
O agente Almeids far leilao a rat,uerimento
do depositario da mim fallida de Joaquim
Francisco de Mello Santos aatoriaaga~o do Illa).
Sr. Dr. jix espacial do commarcio de 8 sacra-
? 01, urna canoa grao lo, 17 csixas de velaa de
caraaubi e cerca da 600 caixu com aabao
Segn da-feir 29 do corrate.
No trapiche bario do Livrimento no Forte do
Mattos ai lt horaa do di*.
18
DE
Urna taberna.
Segunda-feira 28 do corrente,
O agente Pettana a requerimanto da Barroa &
Silva e por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz eepe-
cial docommerclo (ara leilao doa generoa a ar-
macao existentes na ub.rua da roa larga do
Roaarlo n. 35, etn am 011 mais lotea : aaganda-
feira 23 do corrente pela 10 horaa da manhsi
na mesma taberna.______
LEILAO-
DE
Uescravos,
O ag*nte Aira ida far leilao a requerimento
dos depotitarioi da massa fallida do falladlo
Joao Joa dt Gouveie, a mamado do lllm. Sr.
Dr. juiz eepecial do commercios de quatorze es-
cravoi de bonitas Qguraa pertententea a mesms
soases
Sablndo, 27 do corrente,
n ra do Quelmado, loja n. 57, all horaa do
dia.
Urna loja de miu-
dezas.
Terga-feira 30 do corrente.
O agente Psima legalmeDte autorisado pelo
tStim.nteiro dativo do fallecido Manoel Joquim
Das de CastrO, f'.' leilao da arna;u, miute-
zas e exis'.enles na loja cita na ra do Cibujr n.
2 B, im atoa ou man lot-is: tercs-feira 30 1o
corren!*, pelas 10 horas da manha, na mesma
4' classe do comroercio.
Curso de lingua francesa 4
noite.
Jos Soares d'Azevedo, profeuor de
lingua e litteratura nacional no Gym-
nasio do Ilecife, tem abeito um curso
pratico-theorico de lingua francez pelo
novo systema de OllendorfF, para a
classe do commerclo que nao pode fre-
quentareste estudo de dia. As pessoas
que desejarem fallar e escrever esta lin. |
gua, podem dirigirse a' residencia do
annunciante, ra de Rita Santa Nora
n. 47.
LOTER
Sabbado 4 de outubro prximo se
extrahira' a segunda parte da primei-
i a lotera a beneficio da Santa Casa da
Misericordia, no consistorio da igreja
de N. S. do Rosario de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios bilhetes acham-se
a venda na respectiva thesouraria ra
do Crespo n. 15, e as casas cotnmis-
sionadas ra da Imperatriz loja de fer-
ragens n. 44 do Sr. Pimentel, praqa
da Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra Direita n. 3 botica do
Sr. Chagas, e' na ra da Cadeiado Re-
cife loja n. 45 do Sr. Porto.
As sortes de 5:000 at 10$ serao
pagas urna hora depois da extracto,
e as outras.no dia immediato depois da
distribuicao das listas.
Servindode thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
Atteneo
A
Ai pessoss que sao conslrangidas a aceitar car-
tosa para asiiatirern i multiplicidad, de bailes
publico! eni beneficio, qt ora ae do nesta ci-
dade, nao sao de forma alguma obrigidaa a pa-
gar ditos cartoes quando delxem de ir aoa bailes
a que ellea ae referem. lato affianga
O baileiro-mr.

No dia 30, pelai lt horas da manhaa, na
aadiencia do Dr. jui de cphos, ae ha de arre-
matar om eaeravo de nomo Luir, de 11 annoa de
iiade. doservico de campo, pela quaptia d 600$
Aviso,
i I;' .
^"iU- ,
A' quem toca.
No alto da primeara pagina deste
DIARIO se acham as condices d sua
assignatura, e desnecessario se tornam
csntestacoes com os cobradores acerca
de preco; a' vista, pois, dessa previa
advertencia, esperamos que nenhuma
duviJa tero os designantes em pagar
segundo se acha determinado
Boa tinta p*ra escrever.
Vende-se a 640 rs. a garrafa : na livraria ns.
6 e8 da orac,a da Independencia.
Livro dasl Dores.
m
Contendo o ifflcio, modo de ressr a cor, *e>
tana'io di todas s orrgoes pir deprecar aa Do-
r*s d Miria Santsima : vende-se a 32) r. n
livraria da prafi da Independencia os. e 8.
L)ss^o# a quem tiver e quizer
ceder um frasco do peitoral de Pene-
do : nesta typographia.
O Daettaral tote iiolrlgues .do Passo n:n
pres-'iiterceiita o siu eacriptoro na mi das La-
ringitiris n, 21 onde ple aar procurado para oa
misteres de sua profisso de advogido das 9 ho-
ra sdarnaijlasJJdatarde._________________
Vao>le-B4 um l-r ninmio rico, e ouiro or-
:3tio para odcjal di gmrda nacional, tudo em
perfeito estado : na ra Nova n.7.
X peiso que quer toroprar umi tiberna
com poucos fjodos, pode dirigir-se a ruada Co-
dorniz no Recif n. 12.
0 abaixo assigoado apreata-se em rogar a to-
das as autoridades policiaes orbanas, cmpregadas
ns esttcoea da estrada de ferro, e barcas de vi-
ajas, e rra'ss peaaoia, de apr<>hpnderera o seu es
cravo com os signees abaixo declarados, quefa-
iendo-ro<> nm crime f'jgir: de mu sh;3 Js paira-
da do Arraial no dia 35de lefembro dal862 :
Hareolfoo, prelo crioulo, baixo e groaao do
corpo gagueija alguma couaa, tem no brego ama
grande coatura da queimadura de um buaea-p,
tem principio de sapaieiro, e tem pai de nome
Manoel da Malta, meu escravo.
Foi vestido de calca o camisa de algodaoiinho.
Mar-colino foi escravo do eognho denomina-
do d'Agua de Irtuaraas, fora pertincente ao fi-
nado Heoriqne Popoe Girlo, e hoja do Sr. Dr.
Francisco Joao C Protaato proceder contra quem o tiver aaylado
e fropregido em (rabalho.
Q^eoa o pegar podr6 lev.-lo a mioha ol.tia
o. 13 da ra do Al >ndt*o da freguezia da Boa-
Vista da cidade do Recife,qa?pagarei o trabalha
e despeza.
Marcelino Jos Lopes.
rJrrHM!,fe$M
oaommandaa da toda a qaaldade da machinai aaadaa
axaeutar com a maior presten a parfaicao
no patx, tendo tempre prompto o aagainte
Grande aortlmecto da moaodaa d aanaa da todoa oa ayatamaa tamanboa
MathiDaadavapordadivaraaaqaalidadaa. '
Taixaa fundidas a batida*.
Crifoa boceas pira fornalhaa.
Bronzai a agtihdea.
Rodaa, rodelas o rodaa d'agaa.
Guindastes flxoa e portatij.
Mathinaa de cylindros para padarls. '
Serraa da ago para aarraria.
lal
-WB
Fatexat para barcos, ata., etc., tado por prega qaa bam conaldi
aiSaiftevc. mmihi m mmmu
E JUHT* CEHTRL DE HYGIENE PUBLICA
MfhS
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 25, 28$, 30 35, casacas milito bera
fettas a 25, 28, 30$, e 359, paletou acasacados de panno preto de 16 at 25, ditos de casemira
decora 15, 18 e 20, paletols saceos de panno e casemira de 8 at 14, ditos saceos de alpaca,
merino ela de 4 at 6, sobre de alpaca e merino de 7 at 10, caigas pratas da casemira de
8 at 14, ditas de cor de 7 al 10, roupas para menino da todos os taannos, grande sorti-
mento de roupas de brins como sejara caigas, paletols e cohetes, sortimento de colletes pretos de
metim, casemira e velludo de 4 a 99, ditos para casamento a 5e 6, paletou brancos de bra-
mante a 4 e 5, calcas brancas muito finas a 5, e um grande sortimento de fazendas finase mo-
dernas, completo sortimento de casemiras inglezas para hornera, menino e senhora, seroulas de
ilnho e algodo, chapeos da sol de seda, luvas de seda de Jouvin para homem e senhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendas de grandes obras, que para
uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um pessoal de mais de
cincoenta obreiros escoltados, portanto executamos qualquer obra com promptidoe mairbarata
pa que em outra qualquer casa.
ibo e Ipjuca.
O solicitidor Pedro A. da Cotia Micbado en-
carrega-se por sua conta d*j qustoea, de qasl-
qaer cobrsric< amigvl ou judicial m ambos oa
foros, na Encada e Siolo Ama i. podando sar
procurado na casa de sua rasideicia na villa do
db:> todos os das stei, sxcpto nal sextas fai-
ras, dia ess em que p61 ser procurado na vil-
la do O' de Ivojuca.
COSSCLTOBI ISflCUl,IO#rATWC
DO BOUTO*
SaiiiNQ oa. ?\um.
Kuie Situt Luaro (Muudo
Noy) n. 6.
Consultas tojos os das uteis desde as 10 ho-
ras, at o meio dia, acerca das Sjguintes moles-
tias ; molestias da mulheres, molestias das
enancas, molestias da pelle, molestias dos
olhos, molestias syphiltitear, todas as espe-
cies de febres, febres intei mittentts e suat
consequenrias,
PHARMACIA ESPECIALHOMEOPATHICA
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados cora toda cautela neeessarias, inclusiveis
Seus efieitos, tanto em tintupa, norao era gl-
bulos, pelos precos mais commodos possiveis.
N. 6. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos era sua pharmacla; todos
que o forera fora della sao falsas.
Todas as carteiras sao acorapanhadas de ura
impresso com um emblema em relevo, lendo ao
repor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, raed'CobrasiUiro. Esteembleraa posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras que nao levarera esse impresse
ass'm marcado, embora enham na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
DE
PARTS
Entalhador
N. 11RA DAS CRUZESN. 11.
Tendo observada que em muitos sales desta
cidade falta-lhss um dos primeiros ornamentos,
como seja:
Guarnigao das janellas
(para uso dos cortinados) geramente adoptado
na Europa, e hoje bam conhecida no Rio de Ja-
neiro, e que talvez por falta de quem se encarre-
gue desse traba1 ho, seja a principal causa pela
qual anda se nao tenha tarabea aqui desenvol-
vido estegosto.
Convida, pois, aos senhores que se quizerem
mil sar da seu prstamo, a virem a sua ofBcina
para verem os MODELLOS e as diversas com-
posices concernentes a e-se fira.
Igualmente .-o encarrega de fazer
QUADROS PARA RKTRATOS DE FAMILIA
com molduras, qur simple*, ou cora entalha.
Assim como recebe SANTUARIOS e trastes ve-
Ihos do antigo Rosto para os confortar e dar-lhes o
BIULIIO MODEKNO.
------------------------------------------------------------------------------------------------------^
Ama ie taita.
Alaga-ie ama excellanle ama de laita ; oa na
dos Prea n. 54.
DO
THESOURO HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do hoaieo}atha
pelo a autor
umm n. vwm.
Este livro que se tem tornado tao popula
quanto necesario, acaba de ser publicado com
todos os meHioramehios. que a experiencia e os
progressos da sciencia tem demonstrado. A no-
va edicto em tudo superior primeira, en-
cerrar
1. Mais ampias noticias acerca do curativo
das molestias, com indicaces mui proveitosas
dos raedicampntos novos recenlemente experi-
' mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2. A expsito da doulrina homeopatha.
3. O estudo da apropriago dos remedios, se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
das idades dos sexos, e segundo as circunstan-
cias atmosphericas etc., etc.
5. A preservacao das molestias epidmicas.
6 Urna estampa Ilustrada demostrativa da
continuidade do tubo intestinal, desde a bocea at
oanu* etc., etc.
Vende-se na phabmacia ESPECIAL HOMEOPA-
thiga, propriedade do autor, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Prego do cada exemplar.... 205000
N- B. Os senhores assignantes queiram raan-
,dar receber seus exemplares.

ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Itieurdo MIrk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Muito conhecida ntsU corta a em todas as incontestaval, as innmeras curas comnletma
provincias deste imperio pelos seus infalliveis re-
sultados em todos os casos de inflammacao sejam
externas ou internas ( com cansaco e falta de
respirapo ) como do estomago, figado, bago,
bofes, rins, utaro, paito, palpilago de coragao,
garganta, olhos, erysipelas, rhaumatismos, para-
lysia e todas as affecges nervosas, etc; etc.
Igualmente para qutesquer inchagoes, feri-
das, tumores intestinaes e venreos, escrophulas,
lobinhos, papos, etc., etc, sejam qual for o seu
obtidas as diversas molestias em que'for'ta
applicadas, o fazem me'ecer\e conservar
confianga do Ilustrado publico, pie j Uve a
ilbar, bilhar, bilhar.
Ra larga do Rosario n. 44,1. andar.
O proprietario do hotel Trovador, nao poupando esforcos e sacrificios pa-
ra bem servir os seus amigos e freguezes, acaba de reformar o seu estabeleci-
mento e installar no mesmo mais um rico bilhar de mogno de sua propria en-
commenda, fabricad? em Paris com todo o esmero e perfeicao por um dos mais
habis artistas nesse genero, em o qual os amadores deste pssa-tempo, encontra-
rao urna distraccao tao necessaria ao espirito e ao mesmo passo tao innocente.
No mesmo se encontrar-So quartos preparados para as pessoas que quizerem per-
0 proprietario espera a' concurrencia de seus amigos- e'fregueses, scienti-
hcando-Ihes tao somente que serao servidos com todo o asseio c promptidao, a'
par da modicidade nos precos.
mmim
honra de merecer delle 25 annos da\)xistencia
de pratica. x.
N. B. Nesta corte e de tod< s os pontos desta
iraporio recebem-se participages satisfactorias a
respailo das ditas Chapas Medicinoes.
As encommendas das provincias deven sar
., dirigidas por e.-cripto, com todo o cuidado de
tamanho e profundeza, por meio da suppurago fazer as aecessariasexplicagoes, se as chapas sao
serao radicalmente extirpados. para homehv senhora, menino, ou crianga
( Estas Chapas nao podem fazer mal de declarando a molestia e em que parta do corpo
forma alguma, ellas teso sido applicadas aos existe. v
olhos com o melhor successo, vejam-se os attesta-' Para inchagoes, feridas, lobinhos, papos etc.;
dos de curas completas queja foram publicados o molde justo de seu tamanho em um perlago d
pelos jornaes. ) papel a declaragao onde existe, afim de qua a
O uso dellas acconselhado e receitadas por chapa seja da forma da parte, affectada, e para
habis e distinctos facultativos, sua eficacia ser bem applicada no seu lugar.
Po'ie-se mandar vir ita qualquer poDto do imperio do Brasil.
As chapas serao acompanhadas das suas com-
petentes explicagoas, e tamban da todos os ac-
cesorios necessarios para suas applicagoas
WEB
ConsulUs as pessoas que se dignarem ho*-
lo com a sua confianga, lodos os di'
cepeao. das 9 horas da manh s 2 u
rae*
9 Uva do PXto ||9
Para as encommendas ou informages dirijam-se a pharmacia de Jote A
ra do Queiraado n. 15.
DE
ROUPA FEIT
DE
iMTOi 4 mm.
na ra Nova n. 47, junto aflonceif dos Militares.
Neslegraofe armazem de roupas [titeaba ludo quanto tendente a roupas feitsa, tudo por
pracos muito modificados como de sen coitume sobrecaiacat e casaeas de panno fino 3j,
J8S, 30JJ e 35$, ptMola do mesmo panno a 14$, 168. 18jJ e a 20$, ditos aacco de casemira de cor
a 7|, 8#, 9, 1J, 129 e 14. ditos sobre de 16a 18, dttoi de lpica de cordo a 8, ditos de
marin de cordo d i 12J a 14jf, ealca de caaemira d cor e pretaa a 5. 6J, 7J. 8; 9 e 103, col
{otas dea meamaafazeoOas a 3$500, 4 e 5, ditos de briro d. edr br.ncos a 2#, 2]>50U e 3 cal-
ase de brim branco de 45 a 59, ditas de brioi de cor a tj.JOO. 39. 39500 e i$, ditas de meriu de
ord&o a 4$, 59 e a 69, paletas saceos de alpaca pretn d. 3$500 a 49, diioa de brim de cor e
tranco a 2j50O, 39, 49 e 59, dltoa de alpaca branco a 6$, ditos de palh* de se a a 8$, camisas e
ceroulas de linho e de bramante, chapeos de todas as qualidades, roupi de todaa te qualidades
para menino, assim como tamos um ftrtnde sortimento de (*znd*a etclhilaa da todat as qtali-
dadea tanto de P'nno cmo de caaemira e bros para mandronos apronotar qualquer eocom
meada qne nos for intambida, o sue para este flm temos u na grande officioa de alfaiate com cem
operarlos dirigida porum mestre francez o Sr.Carlos Laurent.ttrta contra mestre dirigido pelo mes-
mo. cada um dealea com aua espetlalilade, do.s cortando talca, uta cortando collete, o Sr. Lau-
reo! cortaodo obras 'andes de todas as qualidaea.
Esta grande officina pela sua ptrfeicSo e promp'ido nada deiza a daaejar.
RA
DO
(APERADOR
55.
RA
DO
IMPERADOR
55.
wuaaoL
DE
.J. VIGNES
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz conhecidos, para que seja necessario insistir
sobre a sua superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estas
incontestaveis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido n'esta
praga ; possuindo ura teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos dos
pianistas, sem nunca falhar por serem fabricados de proposito e ter-sa feito ltimamente melho-
ramentos importantsimos para o clima deste paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e
por isto muito agradaveis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na de Sr. Blondel de Paris,
socio correspondente del. Vignes, em cuja capital foram sempre.premiados em todas as expo-
siges.
No mesmo estabeleciment se acha sempre um esplendido e variado sortimento de music/js
dos melhores compositores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, sendo tudo
vendido por pregos muito razoaveis.
MUTILADO
s~*\3&i GLomm casa do F\3Ni>\o-m
Goasiilta por ambos os systemas,
Em consequencia da mudanga para a sua nova residencia, o proprietario desta estabeleci-
raento acaba d fazer urna reforma completa em talos os seus medicamentos.
O desojo qua tem de que os remedios do seu estabelecnenla nao se confundam com os de
nenhum outeo, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaugao de inscrever o seu nome em todos os rtulos, deven io ser considerados como falsificados
todos aquellos que forem apresentados sem esta marca, e quando a pessoa qua os mandar comprar
queira ler rearar certeza acompanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Moscozo e em papel
marcado com o seu nome.
Outro sim : acaba de reeber de Frange grande porgao de tinctura de acnito e belladona, re-
medios esles de summa importancia, e cujas propriedades sao tao conhecidas que os mesmos Srs.
mdicos allopathas empregam-as constantemente,
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em linduras custarao a 19 o vidro.
O proprietario deste estabeleci ment annuncia a seus clientes e anigos que tem commodos
suficientes para receber alguas escravos de um e out-osexo doentes eu que precisem de alguma
operago, affi.ingan.1o que serao tratados cora todo o desvelo e promptidao, como sabem todos aquel-
es queja tem tido escravos na casa do annuncianle.
A situag magnifica da casa, a coramodidade dos bachos salgados sao outras tantas vanta-
gens para o prorapto re'tabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o annuuciante devem procura-lo de raanha at as 11 hon-
ras e de tarde das 5 em dianta, e fra destas horas acharaoera casa pessoa com quem se pode'io en-
tender na ra da Gloria n 3 casa do fundo do Dr. Lobo Moscozo.
------------------------------------- -------------------------- 1___
Proci sao da Virgem Sntis-
siuia das Dores em Olin
da, Da sua capeila de*Santa
Cruz.
O abaixo assigoado, havendo de apresentsr no
dominso segrale, pelas 4 horas da tarde, a pro-
ciaao da Senhora daa Dores, om trinaito pelaa
rusa do Yaradouro, S. Banto, R-lbeira, Mathiaa
Ferreira, pateo da matrir de S. P-dro Martyr.
Passo Caatolhano, e d*hi racolhtr-se: lembra aoa
moradorea dtt sobredita* rusa que njandem or-
nar as frentes de suas hsbittcoas para um fina
tao justo.Congo,
Joao ChriaoalOBO de Paita Torras.
Banco Doiao.
gslabelecido Da cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo ft C.
Satam por todos oa paquatea aobra o mesaio
Banco prnzn ou 6 vista, 9 aobra aaagi'nai^a egn
shoa, Fig.fira, Coimbr, Av*ir, Victo, Villa-
Real, Ragoa, Vianua do Caattilo, Gaimarts,
Barcellot, Ltrne^o, CoThat, Braaja, Peiiafitl,
Bitai:iM, Amaraute, a cito diis, oa ao praao
que at conv.niooar: >-.e so srictorio ra d
Gru n. 1.
Na ra estrella do Rosario n. 92, loj, se
dir quem empresta dioheiro com penhores de
ouro ou prata, mesmo em :>equeoas quantias.
Aluga-s a casa tarrea na travassa da| roa
Bella n. 7 : a tratar ns ra da Cruz do Recite
o. 57, aegundo andar.
m
Companhia
DE
^Seguros martimos.*
SEGURIDADE.
5 Estabetecida no Rio de
g Janeiro. }
0 AGENCIA RA DO VICARIO X. 10. <
Bailar & Oliveira vendem libras aleriinat.
Arrenda-st ama grande parte do sitio da
coqutiro, denomiatdo Mara Farinha, na regut-
ilc de Mirangtape :'a tratar do togtnht Muri-
bara, iragaazia da S. Lourenco da Malta.
Admirem-se e a\|>proveitem-ae
Retratoa de antrotypo a 19 um ; na mais acre-
ditada e antiga officina dt photographia detta ci-
dade, Da ra do Ctbag o. 18, entrada pelo pa-
sto d matrit.
Precisa -se dt 800g a premio, pagando-se
dous por cento ao raes, pelo tampo de 9 a 8 me-
ses, hvpothecando-se ama escrava mulata para
seguran;*, caja escrava cose, engorr.ma e coti-
nba perfeitamente bem : qoern quixer fazer este
negocio, anouncin para aer procurado.
Joaqttm Perira Ramos, sobrioho de Ber-
nardino Pereira Ramos, declara ao publico, que
lando apparecido ontro deigaal nome, d'ora em
dinte se assignar por Josqulm Pereira de Aze-
vedoRarros._____ _____
JamesiClaik sobdito ingle vai as provin-
cias do noite. ^^_^_^^^.^____^
Na ra da Florentina n. 6, lava-se e en-
gomma-se oom perfelgao e prtgo commoie.
No largo da Assen.bla n. 16, casa de pasto,
precita-se de um negro para condazlr comidas
para casas particulares.
Pretise-se de urna criada para o aervico de
urna casa de umi pequea familia, e que saiba
coaer; bem como de urna pessoa para trabalhar
em aitio : ni ra do Amorim d. 54, das 9 1/2 s
4 horas, ou na estrada de Joao de Bairos, das 6
at s 8 da manh*. sitio de Candido Alcoforado.
O abaixo assigoado, c nbacido por .Veo Bexi-
ga, anligamente com loja de cagalos airas da
praga da Independencia, travesea das Crtxes e
hoje com o mesmo estabelecimento na rus da
Imperatriz, outi'ora aterro da Boa Vista, ao p
do becco dos Ferrsiros n. 39, participa a seus
nameroaos freguezes tanto da praga como ne-
goclinlts do mal), e deate genero qae est bem
aorlido para servir bem seus freguezes e venda
muito barato como de coatume vender muito
gtnhar pouco.
______Frapcis-o Maciel de Souza.
J. Iluoder avisa a seas frexueies qae ma-
dou-se da ra Nova para a raa da Cruz n. 59,
primeiro andar, onde lhea offtrece^ oa atas ser-
vjgos ; efaz sciecte, qae na occasio da mudan-
ga perdeu tres letras na Importancia de ra 477$,
sendo orna de rs. 2559 aceita por Francisio Bran-
da Cavalcanti de Albuquerqae, vencida em 12
da margo pastado ; nutro dt rs. 1249 aceita poc
Elias Ploieg tsiibem vencida; e outra de rs.
983 aceita pcrMaximiano Franaisco PtixoU D-
trie, e mais am doctmaoio de rs. 82) assigoado
por Garlos Justioisno Rodtigaas: pede a quem
achou ditas letras a documento, que os entregue
ao mesmo, na rea da Craz n 59, qua gratificar t
tilas so podem servir para o taccador, visto que
os aceitantes nao pagaro a oatra ptssoa por j
estsrem prevenidos.
Antonio Soares, Francisco Paulo da Silva
Jo subditos poituguexes, tatiram st para o Rio de
Jaoei-o. ^^^.^_____^_^
Luii Francisco Eonoqoist, Bernardo Fran-
cisco WsBdarwant, Delaocir Aoloine vio para a
Rio de Janeiro.



MAA10 Bl flEJAMiCCO. IV- SABB.DO 27 01 SltEMBRO B iW4
Padaria e
coDeitaria.
Do-ningos Jos* da Canh Lagos, premiado pele jy da eipoaieo nacional de 18l,com ama
ueedalha de prata, ama aoa ases fregueiee em ger), qae ee eatebelecimento na ra da Senxala
Nora d. 30. tena o melhor aorttmeoto, prepara bandeljas no melhor gosto, recebe eocommeodes
de fiambre, doce* de rectaa aeccoa e de caldaa para eterar e exportacao. reapociabiliia-ae pelaa
boas qualidades a bom acondicioaamento, vende por menos prego poiaiTel;
VGKNCW
tu
Pao eommam.
> eriuulo.
I Provancs.
de familia.
Bolachaa economlcat.
> commum.
> fina rom letreiro.
Bolachinhas de arareta.
alliadoa.
regala.
a corseo.
Garibaldia.
eariocae.
a aatrellaa.
> aodaa.
a deble.
lats.
partcula. /
H .costo doce.
Siacoatinhe.
a de Hamburgo.
Bolachiohaa inglaxas.
a de lette.
a parafaioa.
Elacoalo agoado.
a palito,
i a rinda de araran.
Lataa com bolachioha de ararais.
> biscoutos ingleses.
Eolachinhas francexaa.
> meopatbla.
a eapada.
a flnaa para ct.
Boloa da arxor.
Boloa suissos.
D raiva.
chinis.
caaadinhoc:
> de la reina.
a gema.
eipiciooe.
a allemes.
a messtpas.
> caatacbo.
a afogoiedos.
a cestinhta da emendo.
a a de erva-doce.
a alatqaioa.
a SSS.
> po-de-Io torrado.
a anel.
a trochas.
o pingoe de tochaa.
> lacoe de coco.
a aranhai de cote.
a cocada d'oroa.
a chocolate.
palito.
a ameodoa*.
6 quslldadea de paatilhaa.
; vicho de caj.
10 qaalldadea de docea aeccea.
10 a de calda.
14 a de gela.
:ImmaDioa docea eitrangeiro.
; Aaaacar cande e rtfinado de todas asqaalidadea.
j F'gun de-esaeir.
. \arop- capilede todaa aa (rucia*.
ARMAZEM
Fundido Low-Moor,
Bu da SencaUa Nova n.4*.
Neste Mibalasimanto continua a kavaram
coaplato sortimento da moandat a meiai moen-
dai para engenho, machinas da vapor a taixai
da farro batido a coado do todos os tamaito
par dito,
ATTBBCilB.
Qaem prateoder comprar em terreno na raa
Imperial com 60 palmoa de frente e 1,000 de lan-
do, ceja freole deila para o naacenle, ahija-es
a ra da Calcada n. 12.
Precisa-as de um caixeiro que teoba prati-
ca de taberna ; no Campo Verde o. 52.
Preciea-ae alugir ama ama forra oa eacra-
va qae tenhe boa conducta e aaja fiel, que atiba
eogommtr e coxiohar pra caca de familia : na
raa do Queimado n. 44 primeiro andar.
Mudanza.
O solicitador Joa Coclho da Silva o Araajo
mudou ua residencia para a ra do LWramento
n. 21 segundo andar.
Um Francez
23Largo do Terco23
t oroprietario deste novo armazem, aends os gneros por menos do que em outra qualquar
parte,"1 afianzando-?* boa qualidade de qualquer genero comprado oeste armazem.
Man taiga ingleza da p..meira qualidade a 720 e 800 rs. a libra, e em parcao a 700. rs.
dem francaza da safra nova a 600 rs. a libra e em raeios bsrris, a 560 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados ltimamente a 2}, do vapor passado : 19800.
Caf de primeira asegunda sorta a 260, 280 a 300rs. a libra, a em arroba a 89 a 99;
Semejas das melhores marcas a 480 rs. a garrafa, e a duzia a 59000.
Vinbo engarrafado do Porto a 19000 a 1200 a garrafa, e a duzia a 99000.
Dito em pipa das melhores marcas a 480, 560 a 640 rs. a garrafa.
Massas, para sopa a 320 rs. a libra, e em caixa de urna arroba, por 69000.
Azeite doce de Lisboa a 720 a garrafa e de Garrapato a 360 rs. a garrafa.
Sardinhas de >antes rauito novas a 380 rs. e em porc,o se faz abatimento.
Alera dos gneros annunciados, encontraro sortimento completo a mais barato do que
em outra qualquer parte, por virem a maior parte dalles por conta propria.
abri um carao diario da francas, a tambem Ue-
ciooa em caas particularea: trata-ae na raa da
Senxala-Nova o. 17.
Couipanhia Fidelidade de fi-
guro* mar i timos e terrea-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital 16:000:000,$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Lais de Ollveire Azavada V C. compe-
tentemente aatoriaadoa pela directoriada campa -
ohia de segaros Fidelidad, tornare aegaroada na-
rioa, mereadoria a predioa, oo saa acriptoria,
raa da Crnt n. 1.
Alaga-te urna aala som am qurto, frente
para a ra; com m aoto, tendo rozinh, aala de
jsntsr, 2 quartoa jinellaa para duaa ruaa, pre-
ferindo-se bomem solleiro : quem preciaar oin-
ja-se a ra do Amorim n. 33, aegando andar,
daa 9 ia 2 horaa do da.
Algam-se mei-aguaa da raa do Camarao :
neruada Imperatrix n. 60. loja de pava.
Ama.
Precisa -se de urna ama forra para caa de
poaca familia e que fi;> todo o servido: no lar-
go do Collegio, n. 37, prximo ao becco da Con-
gregaran.
Mudauca.
Albert Atcboff, relojoeiro, n u leu o ieu tita-
btlecimento da raa da Cruz o. 11 para o Csminbo
Novo n. til. O mesmo pele aoa aeu freguezea,
queainda deixsram relogina para concertar, ds
mandar buaca-loa no praso de 15 dia, do con-
trario lio vendidoa para pegaraento de sea (re-
balso.
Atten^o
A peasoa que annunciou para comprar urna ta-
berna com poueoe fandoa, dirija-se ao pateo do
Ter^o n. 1, que ee faz todo o negocio a contento
do comprador.
Anda eai para veoder-se o engenho Cara-
mur alto oa comarca do Cbo : a tratar na ra
da Trempa o. 1, caea da Exma. Marquis do Re-
cite.
lina.
Preciaa-ae alagar ama am'a para a ia^s in-
terno e externo da ama casa de pequea familia :
no betco doa Ferreiroa o. 7.
Joaquim F. (los Santos
41-Rua do Queimado49
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Reata eatabeieclmante ha sempre nm aortimante campleto de roapa falta da
todaa aa qaalidadea a tambem aa manda execatar per medida i Tontada das fregu-
is* para o qae tam am doa malboras pros eso res.
Cataeaa aa panno pate a Of,
85| a 30|000
Sebrecaaacosde dito dito a 359 30(000
Paletots da panno prate a da co-
rea a 359, 809, 25, 109.189 a 209000
titee da caaamira da aerea a 29,
15f.129.79a 98000
Ditoa da alpaca preta galla 4a
rallado (raneexaa a 109000
Ditoa da merino aetim pretos a
da carea a M a 8(000
Ditos da alpaca da aerea a II a 19500
Ditoa da alpaca preta a99,79,59 IfSOO
Ditoa da brim da caras a lf,
49500, 49 39500
Ditoa d bramante delinhe brac-
eo a 6J, Sf e 49OOO
Ditoa da marin da sorda pate
a 159 89OOO
Calcaa da casemira preta a de co-
rea a 119. 109, 9f, 79 a 19000
Dltaa da princesa a marin da
cordio preto a 59, 69500 a 49500
Dltaa de brim branco a da coras a
55. 49500 a tfSOO
Calcaa de ganga da coras a 8000
Collete da Tallada preto a da 0-
realiaoso bordadoa a 129,99 o 89000
Ditoa da caaamira preta a da ca-
rea liaoa a bordados a 09,
59500,59 SfSOO
Ditos da satim preto
Ditoa da seda e aatlm branca a 6 a
Ditos da gorgurao de eds pretea
a d coras a 79, 69, 49 a
Ditos de brim e faatae branca a
31500, 1(500e
Scroalaa de brim de lleno a 29 o
Dltaa da algodio a I96OO a
Camisas da paito dafaati braaaa
a de corea a 29400 o
Ditaa da paita da linhe a 59, 49 a
Dltaa de inadapolo brancaa a da
cores a 89, 29500, 29 a
Chapaos pretos da maaaa francesa
forma da ultima mada a 109,
8|500 e
Ditoa de fltr a 69. 59, 49 a
Ditos da sol de seda inglesas a
franceses a 14f, 129, llf a
Colarinboa do linho muit flnaa
noToafaitioa da ultima mada a
Ditos da algodo
Ralogios da car patente e heri-
sontal a 100|, 909. 80| a 701000
Ditoa da prata galTanisadoa pa-
tente e horixoitaea a 409 BOfOOo
Obras de 01ro, aderece a malas
adereza, palcairas, rselas o
aneia a 9
Toalhaa da linho dasia 10}, 69 o 9(000
Ditas grandes para meaa nma 39 a 49OOO.
59OOO
I9OOO
59000
89OOO
292OO
19280
29200
SaXIOO
1|600
79000
29O0O
79OOO
9800
9500
Ollerase-se urna mlher para ama de caaa
de familia o mesico de hornera sollsiro, sendo
para eosaboare eogommar, o qaa fax com per-
feicio : na raa do Rosario n. 30, sobrado. Boa-
Viet._____________________________________________
SUCIEUADE
.1BMM IPldDSIIKD
Domingo 28 do crrente hatera aetto para o
que sao coneidedoa todoa oa Irmaoa.
Secretaria da sociedade Amor ao Prximo 2t de
aeterubro de 1862.
Theodo-o Orestes do Patroinio.
Primeiro secretario.
Joeiuim Paterno Gouvia Cordeiro perdeu
um meio bilhete o. 1311 da 2a. parte da 1.a lo-
tera a beneficio da sinta casa da misericordia,
que tem de correr co dir 4 de outubro. Peda so
Sr. thesoareiro das loterlaa que nao pagae o que
por Tentura sabir por aorte a quem quer que
apreaentar o dito bilbate.
Precisa-aedeuma ama aecca para cuidar ce
ama menina : na raa do Trapichen. 16, terceiro
andar.
ckimii'o com privilegio de ovenc-fio, autor da medicina do- e^&
mesilea doa paizes calidos, etc. *. *''
Este, xarope preparado cora substancias puramente vegetaes tem sido emprega- ^t
docomexito pelos mdicos mais eminentes no tratamenlo das molestias syphiliticss, pj&
e os benficos resullados colhiios de sua applicajo, tem rendido a seu autor milha- 1^
res de certificados, que provam sua efficacia as molestias venreas, escrobuto, rheu- ^^
raatismo, escrophula, (alporcas) bobas, papeiras, erisipelas, ophetalmia, empingens, ^
leueorrba, (fluxo branco) soppressSo de menstro, goita, sarna, elephantbiase dos .,
membros inferiores e todas as aflecces cutneas e syphiliticjs.
MlLl\l~SIMyiIiIL
para curar eorapletaraente em 24 horas pancadas, sicatrizes e feriJas de qaalquer ^^
natureza que sejam por 'SIS
Arault chimico ^^
111 co deposito na pharmacia franceza de P. Man re r k C. M,
O curador fiscal da massa fallida
de Guilherme de Carvalho & C. precisa
fallar com o Sr. Joao Duarte Magina-
rio, e pode ser procurado em sua casa,
a' ra do Cabuga' n. 61.
O abaixo aaaignado fex clente a quem coo-
vier que em aua faxenca Olho a'Agua doe Bre-
dos freguexia de Cimbrea e comarca do Brejo da
Madre Ce Dos, veio ter 0 eaerayo Jos, crioulo,
tpade que representa ter de 25 a SO anoos, o
qual dix ter sido Tendido por Jos Antonio, mo-
rador em Terra Vermalba comarca du Limoelro
e sen lo embarcado pelo comprador que era da
provine! do Haranhao, aaltou do barco no mar
no dia 10 de Janeiro, podeodo mullos transes,
ganhar trra, dixando qae ene hornera do Mira-
chao que o cumproa chama-e afaooel do Rosa-
rio. A quem quer que pertener dito aeeravo
dtrija-se ao annunciante munido do competente
titulo para o receber. Olho O'Agoa dos Bradoa
17 de agoato de 1862.
Piaociato Airea de Moraes Pires.
Cbristina Maular, estabelecida com lo i a le
casa de moda, na raa Nova n. 56, pelo preieote
previne ao publico qae niogoem ae arrisque a fa-
cer oegocio ou tranaaeco de qaalqaer naturaxa
que seje com seu marido Julio Francisco Rou-
tiar, contando com oa baos de seu casal poia
que, eetando ella dalle divorciad por sentenca
dojuixo eeclcsicstico, e estando agora a proceder
o respectivo inventario e partilha, os beos exis-
tentes podero ehegar psraasolocao das divids
deacriptss ; e qusndo aisim nao teja, nenhum
direito tem aeu dito marido aoa bena do casal
em Tista da escriptura antenupcial, que se cele-
brou, e qae lera de regalara partilha.
Domiogoa ErmeaPereira cidadao portuguez
rellra-s par o Maraoho no prximo paquete!
Aluga-se por prero rasoavel urna escrava
para todo o ervigo de urna ciaa de familia ou
de hornero eolteiro : quem a pretender dirii-sa
a ra de Santa Rita n. 52.
Aluge-se a casa da ra do Pirea na fregue-
xia da Boa-Vista n. 13, e dita na raa do Freita
n. 10, freguezia da *. Jos : a tratar no Recita
travesea da Madre de Dos n. 18.
Aluga-ae pelo lempo da testa ou por todo o
tempo qae convenha ao pretendente, urna casa
terrea recentemente edificada oa proprledade
Torre com os commodos necesesrios a ama fami-
lia, a mais vaotagana proprias do lugar, como
aeiam, boa agaa e lenha gratis, ote.: a fallar na
meeme propriedad ao sea dono.
38-RA DO IMPERADOR58
Casa de campo.
AUga-se na Torre, e por prego eammodo, a
do cooaelheiro Joe Rento, a qual fica Tiainha
ao sitio do Sr. inspector da alaodega : a tratar
na >-M streila do Rosario n. S8.
Aviso
Os abaixo assignados. curadores fis-
caes da massa fallida de Joao Jote de
Figueiredo, pedem a todos os dtvedo-
res desta que mandem pagar leus dbi-
tos na ra da Cadeia do Recite, escrip
torio n. 47 ; tendo tambem nesta data
autorisado ao Sr. Joao de Souza Azeve-
do para receber o que cada um estirer
a de ver. Recie 18 de setembro de 1862
Antocio Leal Res.
^^^^^^^ Dammayer Garneiro & C.
Alaga-aa urna caaa tarrea oa rna da Pea o.
9: a tratar na padaria da raa Dlreita d. 84.
Alage-te am doa qaartos o. 3 na Boa- Va-
la no becco jai to a cesa do Dr. Moscoso : a tra-
ter na rus do Crpo p. U.________
Gasa.
Alagase a casa nova n. 6 da raa do Principe,
fregueiie da Boa-Viata, com 3 qaartos, 2 salea.
coxioha fora, bom quintal a cacimba : a tratar na
ra NoTa a. 3.
Preciaa-ae de ama eacrava quitandeira para
ser err pregada nesse ntico, porm fra da ct-
dade, iffUn;a-se o bom tratamento e a pontueli-
dade de aeua aelerios : oa ra de Rod n. 11.
Qem preciaar de urna peisoa para ogorr-
mar e coxiohar: dirija-sena travessa do Poci
cbo o. 2. que achara com qaem tratar.
Aluguel
Alogs-se am moleque da 11 ancos de ida j,
mallo intelligeole e aparto, o qual j aerve bm
a urna caaa : para tratar, na ra da Aarora, ta-
berna do aobrado o. 46.
Furto.
Fartaram do sitio de Antonio Alvts Barbosa,
em Santo Amaro, oa noite de 23 pare 24 do cr-
reme mex de aatembro, urna vacca prenhe, bran-
ca, lavrada, tendo por aigniea aa galhaa giandea
eabertaa com marca pouco vixivel, na aoca do
ledo dir*ito AB ; rega-ae s pessoes qae dalla
tirerem noticia de declerarem na raa doaGaara-
rapes n. 28, ou no mesmo sitio, onde se dar gri-
WBcacjo ex'gindc-ee.
Aluga-se no Rcife, becco do Abreu, pege-
do prega do commercio, a loja e segundo an-
dar do eobrado a. 1: a tratar na travessa da Ma-
dre de Dos n. 18.
m Muita attrncao. I
Arrenda-ie o engenho Santo Amari- W
?5g nho aito na freguexia da Varxea, a orna @
legua, moeote d'agua com boas mallas
W 'erras e plaotacoe, a tratar na ra da
m Praie ese o. 53, terceiro andar. A pro- g
^ prieteria e maia herdeires proteitam ^
9 cootro todo qaalquer damno que a x- ?
@ randeira Gitt de consentir, visto nao @
* 1er arrendado dito .engenho de novo e -m
JJ Pr conaeguinte nao poder criar nova 2
P safra. Rcife 10 de setembro de 1862.
No collegio das orphaas de Nossa
Senhora da Esperanca pode fazer-se
qualquer trabalho de agulha, como
costuras e bordados de todas as qualida-
des e por precos milito acommodados.
As pessoas que se quizerem aproveitar
deste oiferecimenlo tenbam a bondade
de entender se com a directora do dito
collegio na ra da Aurora.
MHNiHif mmm mota*
jf Saques sobre Portugal. ;
O abaixo; asaignad* agnt d< Jtance 8
MarcsaUl roriuecse oeste eided, saca 8
fTectivamant por todos os paquetes so- 8
bra o mesmo Banco para o Porto a Lis-
boa, por qaalquer aomma vista a a pra- *>
xo, podando logo os saqaes a praxo serem
descontados no mesmo Bsnc, na raxao fl
de 4 por canto ao anoo aos portadores M
qaa aasim lhaconvier : naa ras de Cras- M
po n. 8 oa do Imperador n. 51.
Jeaauim da Silva Castro.
mmvKmm -tmmmvnmx
Alugam se dous grandes arma-
zens na roa da Concordia proprios para
qualquer estabelecimento em ponto
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo-
se Alves na ra da Cruz do Recie.
licoes natos
DI
MMUM MMlilS
K DB
ARITHMETICA
Tres vezes por semana
SEGUNDAS, QUARTAS, E SEXTAS,
Ra larga do Rosario n. 28, Io indar.
PREGO 10*000 POR MEZ.
ATTENCO!
Acaula de facriturs;o mercantil dirigida por
Vi. Fonseca de Medeiros, principiar a funecionar
do 1* de outubro Tindouro em diante, recebendo
discpulos para serem leciooadoa trae vezes por
semana, daa 7 horas as 9 da noite, nos diaa ae-
gandia, quartss, o sextas, pelo honoririo menssl
aeima mencionado, salisfeito adiantado, como
praxe em todaa aa aulas de instruc^o superior.
Alonga pratica que tem o annunciante de ee-
cripturar pelo melbodo de ptrtilaa dobradaa,
junta a de lacionar ba quaai cinco annos neata
Gidade, com o melhor anroveitameolo daa di-
versae pessoss que se acham empregadaa no
commercio, garantem a qaem de sea presumo se
qulztr utilisar o desejado resultado.
A escriturlo dos livros commarciaes por
pardaa dobradaa, alm de aer o nico syatema
que pode satiafazer o dispoato em noaao cdigo
commercial, 4 urna acicncia facillima que pode
ser conhecida da qualquer que tenha vontade de
aprende-la.
Cerrem-se os ouvidos a voz do egosmo de al-
gn gusrda-livros que pregam as grandes difli-
culdadtt das partidas dobrsdss com o intnpto do
retamirem o mais possivel o numero dos qae
possuem esse grande thesouro.
Como complemento do ensino de escriturado
addiciooar o annunciante aquella da redoeco
de moedas estraogeiras, calculo de juros, a for-
ma de extrahir ama conta correte aimplese com
juroa ; finalmente tado quento for til e neces-
aario saber aquellos que se dedicam ao com-
mercio.
As pessoaa portento que desejarem matricu-
lar-ae, queram delxar aeua nomea ra Larga
do Roaario n. 29, primeiro andar, junto ao arma-
xern da loca de porta larga,_______________
Ao commercio
M. Fonseca de Medeiros se offerece aos
Srs. commerciantea, qaa desejarem aprender a
cscritarar por partidas dobradaa adar-lhea lices
em seas escriptorios, a tarde ou a noite, noadiaa
tercaa, qaintaa e sebbados da cada semana, me-
diante urna mdica paga.
Entre aa grandes vantegens que resultam para
os Srs. commercisDtes do conhecimonto ds fa-
cillima sciencia do guarda-livros, sccreace aquel-
la de habilita-loa a poderem eacolher quem bem
os sirva neaae ramo de trabalho commercial, de
modo aanao serem iludidos por cbarlatea, co-
mo acontece sempre com aquelles que avaiiam
do mrito do guarda-livros pela sua bonita lettra.
Aa pessoss que do offerecimnto do aonao-
ciante ae quizerem utiliair dirijam-se a raa Lar-
ga do Rosario o. 28, primeiro andar, junto a lo-
ja do louca da porta larga.
MtlO.
Aluga-ae am aitlo no lugar de Magdalena, prin-
cipio da traveeea do Laca, com caea de pedra e
c I, deas grandes baixas de capim para Invern e
verso, o grande qumtidade ie arvoredosd frac-
toa: a tratar no Campo-Verde, ra do Palacio
do Bipu p. 20, eobr.do:
Aluga-ae o aimazem da ra do Vigatio n.
a ; a tratar no largo do Corpo Santo n. 6. -
gundo andar.
mmmmmmmum mmmm
g Dentista de Pars. g
I 19RuaNo\*19 %
I Fradarico Gautiar, cirurgiio dentista 8
fai todas as operaeoes dasua arte a o co- S
loca denlas artificiaas, tudo eom -sdeln S
8 rioridada a r-orfeicio qua as pessoas-,an 8
a tendidas lha raconhecoB.
Tam agua a pos dentificios. ate.
&mmm m mu mmmmm
->a rna do Rangel n. 38, primeiro an-
dar, tihga-se de todas as cores com presteza e
prego razoavel.
Chicotes
Quem schou am chicote do Rio Grande appa-
relhdo de prat, qae se perdeu ns entrada dos
Aillicto, na t-rdedo 2t do correte, querendo
eotrega-Io a aaa dono ser gratiUcado, se o exi-
gir, alem de lbe ficar muito obrigado.
Attenco.
Com 22 annos de grande pratica de rxeare de
aesenismento de aparar o assaeer d canes pelo
melhor svatema adoptado as Antilhas, e tam-
bera metre do mesmo estucar, como de ama a
o.ira coaaa cooate p.ioa 111 rae. Srs. de engenhea
a quom tero tido honra de Ir.b.lher Manoel
Joaqlm A. de Olive re. .asta offerece o presu-
mo de sea trabalho. fracto da t.ntoa anoo. da de-
dicacao e fadigea aoa re*peitaveia S-a. de ,nKe-
nbo tanto desta provincia de Pernambuco como
de outra qualqu.r do Imperio, que o q.ixerem
boorar eom a aua affavel aceilacao a amor a in-
duatna ; eproveltando por atalm o poes.irea am
bom e econmico aaaenumento, tanto oe randa
diminuiSao de coosumo ds combustlvtla con o na
preteza o fscllidede da limpexa da caldeira a
apuro dea taixee.tao ae empregando maia que mal
pequea quantidade de b*-acoa a proporco dos
va aoa; apurando por tarefa, em termo regul.r.
oO paea d magoifleo aaeucar, como consta do qaa
foi ultimaraeote apresentado em lesea na expor-
cao desta provincia de Pernambuco.
Palo malbor tyetema ateeota oa alambiquaa da
destilar eguerdeot*. montando com goeto e eseeio
ftSsSbECdiffiiDUisi0 "br,;o, e f,cili-
Tsm a aeu cargo cfficia de pedreirc a aa
!!2iI22Ltofi fiMI*rM ^el m' muS
poauvel, pola de.j. maia eervir bem que g.nh.r
muuo: pode ser procurado na pr.ca do Um'
ment l0Ja de fwendaa de Jos Rodrigues Coe-
Iho n. 8, ou por este jornal.
Aos senhores do commercio e emprega-
dosde fazenda.
O bacharel Americo Fernandea Trigo de Loa-
reiro abrir um curso theorico e prilico da lin-
^.',niaHCex?,ad0np[Q,ipl0 doiEex de olubro cm
oante, daa 7 a 9 hora da noite, na cesa de sua
residoocia. raa da Saudade n. 9, pera aa peaeoae
cima indicadas e outras. cujos affaxerea oolhes
poderem dtepenear para eaae flm. aeno eesaa ho-
ra. Enin por ambaa oa methodo. antiso o
moderno, tanto a traduCao e eicripta, como a
locuelo, a arbitrio do pretendente. Heles quei-
ram ir inecrever-se at o flm do torrente mer
procursndo-o na meima casa das 9 horas da ms-
ohaa ao raeio dia.cn daa 3 a*5 da tarde
Criado
S*>
Aiogs-so para crlsdo um molaqae de t* annos
deidad multo fiel, o qual muito ladino, e pro-
prio tanto pare o servico interno como externo
para qualquer casa de familia ; quem precisar
dlnia.se a raa ealreita do Rosario o. 27 primei-
ro andar das 11 do dia s 3 de tarde.
Ha na ra da Mandego um novo mcela
conheciJo por Manteiga, o qual iem o costura
de urraraciiar,Cas que por all passam : re-
_. ,commtudamo ao Sr. subdelegado da Boa-Vista
m**99m**m99 J lebr. Manteifi. que .inda o. noite do 4U'5
fBg ^SSSSSSSSSSSSSSSS 55gS5S*a "ocorfet'te urrou ur que por alli pneeava.
l'recisa-se de urna sanhora que aaiba con-
venientemane primelraa letras para aneioarama
menina em am engenho na freguexia de Ipoiuc.
ditante da aaticSo da Escada duaa Iegoaa e meia :
qaem estivsr nestss circumelanciss e quixer, an-
nuncie para ser procurado e tratar-e do juste.
Preclsa-e de urna ama para casa de moco
solteiro, prereriodo te estraogeira : a tratar La
ra da Moeda, no segundo andar do segundo so-
brado do lado da ru do Amorim entraodo pelo
lado da alfendega.
Confrana de Santa Rita
de Cassia.
Emrsjode nao ter se concluid 'alguna pra-
paros o alfaiaa qae ho de aervir na feata de Nos-
\*t i*/"'' "" Poi* de hsver me* co
dit a docorrnte como eatava determinado fi-
esndo para ser de novo ancunciado lego qae e-
jm proraticidos. 4
O escrvao,
__________Angelo Cuatodio Rodrigues Frase.
No dail.' de outubro do correU, aepois
d horaa da tarde, se ha de arrematar em prc
do Ur. julz muDi.ipal da 2." vara, escrivao Mot-
, l. por venda, urna cas t.rrea n. 33, na ru da
Gloria da freguezia da Boa-Vista, por execucao
de Menoel Joaquim Beptista contra oa herdeiros
oafioeda D. Anloola Mara de Ostro.
J 3Ru estreita d Rosario-3 g
Francisco Pinto Ozorio eontina a col- 0
locar dentes artiflciaea tanto por meio de V
fjj> molas como pela pressao do ar, nao re- %
% ceba paga alguma sem que as obraa nao %
a)> flqaem a Tontada de aeua donos, tem p fj
9 outras preparacoe as mais acreditadas #
}> para conservacao da bocea; a>
Jsllj>e
Precisa se de urna criada para fa-
milia composta de duas pessoas : a tra-
tar na ra Augusta n. 5.
Aluga se o segundo andar e sotao
do sobrado na ra Direita n. 89 : a tra-
tar na mesma ra n 93.
Attenco
O Sr. Francisco Xavier do
Carmo nao mais caixeiro da
fabrica de vinagre da ra Im-
perial datir de hoje. A fa-
brica mo se res.aonsabelisa
por conta alguma pertencen
te a ella, que o mesmo senhor
receber. 23 de setembro 1862
Aluga-se a casa de ra do Fogo o. 6 A : a
tratar com Antonio Luix de Olivaira Azevedo,
no sea eicriptorio raa da Croz n. 1.
Aluga-se o terceiro andar da ra eatreita do
Rosario n. 31, com commodos para duas familias,
por ter grande sotao, corrido do janellaa no oi-
tee, o ter am elegante mirante : a tratar com o
proprietario Jos Moreira da Silva.
O Sr. Mano.I Carneiro Leaaa um urna car-
ta vinda deliacai: no eacriptorio de J3o Qua
rio do Agailar & C, i roa da Cadeia n. 6t se-
gundo andar.
Aluga-ae o armazem o. 1 da ra do En-
cantamento : a tratar na mesma ra n. 13.
Ufferace-a um crledo para todo o a.rvico
da qualquer casa, do que d conhecimentos: a
tratar na praca da Boa-Vista n. 16.
Aluga-ae urna eacrava pera andar com en-
ancas : Ba ra do Hospicio n. 61.
Sitio.
Transfere-se o airendamento de um aitio em
urna baila estrada, o qual tem boa casa de vi-
venda agaa potare!, muitos srvoredos do fruclo,
baixa de capim, capoeira pra tirar lenha, co-
cbelra com eatribaria para i tvallo, a paito pa-
ra algumaa vaccas : quam pretender, dirlja-se a
ra do Qaeimado n. 18, loja. que se dir.
Casa de ctmpo.
*AUuga-se annualmente, para passar a [esta,
am sobrado com muitos boos commodos para
grande familia, terraco, jsrdim, coxeira, eatriba-
ria e cacimba, peito do banho, no Poco da ra-
nilla qaem o'pretender tratar na ra da Im-
poratriz com Frederico Chaves, n. 19.
Sitio.
No dia 30 do crrante, depoia da
o Iilro. Sr. Dr. jais municipal |a 1.a
a ua audiencia
do Iilro. Sr. Dr. jaiz menuipal la i." vara, Um
n! ,t.t!.iro(:"v.p,ra1S6rrarreiD,,,(1o o sitio e caaa
na raa de S. Miguel, freguetia dr. Afog.doe, em
chao foreuo, com vanos arvore los de fructo bai-
xa de capim. svaliado era 2:60O, conforme'oev-
cripto em mao do porteiro Almeida, por execu-
cao de Jos Hara Goocalves Vieira Guimeraes
contra Fnntiaco Salles de Andrade Luna a ul-
time preca, ecnvao Mott.
Astonio Pinto de Azevedo, morador na ra da
Praie deata cidado i>. 43. vende o aeu sitio Juca
na Legos da Trehira da comarca de Santo Antao,
proprio para planta ues ptli fetilidade do ter-
rino : qaem o pretender eUenda-se com o rce-
mo aonunciante.oa como coronel Tibartino Pin-
to de Almeida. da mesma cidade da Victoria, qaa
sabe dar aa dimeocoee do sitio com todas as ex-
plica coes.
- Aluga-a a loja e a caaioba pequea de so-
brado do pateo do Terco n. 2 : quem pr tender,
dirija-se cidade nova de Santo Amero, na se-
gunda caea daa do Sr. Gomea do Correio. Na mes-
ma preciss-se de uras escrava para aervico da
ame pegeos farrilU.
Alugam-se duae eacrava, ama crioula,
com 22 sanos, engomas, lava, coa, cozinha, e
compra na raa ; e urna mulatinha com 15 annos
tem pequeos principios de cozinhs, de engm-
medo, e cofUra, mas ptima mucamDa, porm
nao sahe rea : quem ae pretender, procure na
ra Bella, casa terrea n. 3, das 10 horas do dia
at s 4 da tarde.___________
Jos Marques Pereira da Silva val a frica
pottuRoeza com escala por*S. Vicente.
Domingos Eaes Pereira retira se para fora
da provincia.
Aiugam-ae pelo tempo da fesia ou mesm0
por aooo, daas caea* no Poco da Panella, seno0
urna na beira do rio, com copiase na frente e n
oitao, e um graode quitul com baata&tes ir?"
rodos de fructo, e muito freses ; a oatia na raa
da Mangeeira, com bastante commodos, e tendo
no quintal urna grende cae ba com excellente
agua para beber: quem as pretender, procure na
ra Direit, sobrado de doaa andares, juato a
botica n. 137, que ah achara com quem tratar.
A peseoe que annunciou preciaar de 3:000?,
dando por hypolheaa um sitio ferio deste pra;,
deixa carta fechada neata lypographia com aa o-
ciaee F F F para ser protarado, e tratar-se do
negocio.
Sitio,
Alaga-te o bem conhecidositio na entrada do
afontairo onda altimamenta eslivaram os Srs.
consales hespsnboes D. Migaal e D. Joo. Tem
escolenles commodos psra grande familia, co-
cheira, eatribaria, todo murado, grande terraco
oa frente, porto na frente e no fundo para o
banho, arvoredos de fruclo o grande jardlm com
bellas a bm diapoetas florea : a tratar com o
Sr. Antonio Joa Gomes do Correio, no Montai-
ro, ou com Hsnriqae Jorge na obra da travesea
do Pocinho.
Baltar 4 Olivaira sacara sobro a fraga do
PorlO.
Aluga-se um sitio ns Torre, a msrgem do rio
com boa casa do sobrado, com bastante* commo-
dos, eslribsris. eocheir, cacimba com boa agua
de beber com bomba de puxar sgus, fraiteirss.
j caairo, etc.. muito bom banho e sitio mursdo ;
i quem pretender, dirija-te a ra Novs d. 19, pri-
meiro sndar.
Preciss-se de 3:000{* a premio com hypo-
theca em urna csaa d um andar; na raa do Li-
vrameolo n. 19, ae dir quem quer.
Peranla o Sr. Dr. juta de orphoa vai pra-
Ca lerca-feira 30 do corronte, por exececao de
Antonio da Costa Kego Monteiro contra Menoel
Lobo de Miranda Hanriqaes, um escravo e urna
estrsva com urna cria ; quem nellea quixtr lau-
car emopareca, na sala das sadieociis, s 11 ho-
1 n, a nllima praja.
MUTILADO

I
.





f

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I
I
I
\
/
i
\

s
\
DIARIO DI FEtKAlUCCQ
Preclae-aa de ama ama d oeii ldade para
coxlnhar cea cea de poucs familia : na raa da
Roda d. 48, obrada da am andar, na eeqaloa.
Cos&pras.
Compra-s
urna casa terrea, em ponto al-
to, com commodos para urna
familia regulir, bom quintal e
cacimba; ou um sobradinho
de um andar; quem tiver au-
nuncie por este Diario.
. Compram-aacc.6aa do doto banca da Per
nambira : no aacrlptorio da Manoel Ignacio da
Oliriira & Pllho, largo do Corpo Santo n. 19.
Comprara ae garrafal Taiiai di ra Direita
n. 85.
4das.
Leis provinciaes.
Vende $e por 1$ a colleccao de leis
provinciaes do corrente annoj assim co-
mo as de todos os annos antecedentes
ao mesmo preco : na iivraria n. 6 e 8
da praca da Independencia.
i MA
Esperanca
Ra do Queimado n. 33A.
Recebea lava de pellica a Joavin que rende
por 28500.
Ligaa de aeda elastica (ara atacar meias, mal
lindaa cores, qae yait por 200(>.
Trao-i branca para dabram da collete, venda
a vara por 160.
Lamparinai compoii^o de barro, que com Tin
te ria da axeita dce te nutra lax ama noite, a
caixa 100 tir.
Fitas da felludo largai e eslreitis, birato.
Pentei de borraxa, a de rolla para maninaa a
1S0OO.
Palltoi de fogo, ama duxia da caixinhaa de
madaira maito bena, cujo nrollorio 01 garante
da hamidade, qae randa por 200 ris a duzia.
Lapara bordar a (ezer toucaa, a libra 85OOO.
Botoea de cornalina para panboi, brincos, en-
cunados, e pretoa para luto, o par 1&000.
Saldes.
Scientiflcamos ioi noiaoa fregaezea que cha-
paran) e estao a renda o eitimadoa brlncoi ba-
loei de todaa ai curas, par 1$000.
Voltas a balo, azul turquezoa, perola, encar-
nado coral, cor de rota, axal claro, ate. a JaOOO,
:1J00 a 4*000
Alfioatea a balo, a 2J00.
Grampoi a balo, a 39OOO a 4JOO0 o par.
Braceletei 1 ba'.o daa meamai coras das rol-
taa, a 2g000 e 3J000 o par, pudendo compor-ie
um adereco completo com diminuta quantia ; aa
pasioal que pratenderem comprar eatea objectos
que a moda (rigorosamente fallando), dirlja-se
a Esperanca ra do Queimado o: 33 A, que at
esta dala objacto priratiro della.
CALCADO
45-Ba Dirala--4*
A, epidemia declina leniiralmenta, a o aai
complato daaappirecimento eat prximo I O
proprietario deata bam aortida aatabeleclmenta
conrlda 01 sen numoroioa fragaexea a aabititaii
o jaleado relho, qaa todo est cholarlco, por e-
ro, o que pona resistir i mil schotis a mazxer-
ca que rao aar dansadae am loaror do reatabo-
lecimante da aaada pabllca. Oa pretoa con-
vidara :
HOMENS.
Botinas afamadaa Milia. ; :
SaBBaDO 27 DI 8EIEMB&0 DI 1161
a oon-plua-altra Nactes.........
a Nantca 2 bateriaa..............
a a lastra....................
inglexaa da botoea..............
a batedoret.......................
> coaro da porco.......
> baxerro lustre.........a......
a inglexaa pea aalragena.........
a taxiadoa braailairoa............
Sapa tosa non-plus-ultra................
ISfOOO
12*000
llUOO
109000
109000
99500
99OOO
99000
79500
5|500
79OOO
69500
5*500
69000
59500
59OOO
29OOO
59000
29000
19280
I
MENINAS.
daixa
59500
59000
4S000
29500
39OOO
I9920
800
500
800
do Imperador n 28
Vende-ia gomma rinda do Cear por toda e
qnalqaar preco.________________________
VeDde-ae um burro do Rio Grande do Sul,
maito gardo, noro, e mamo : qaam quizar dirl-
js-se junto a ponte pequea do Chora-manino,
casa n. 11 ; e na meima caa raode-se am bol
multo mamo e carroca.
{ Buhares.
Veode-aa o estabelecimanto da quina da ordem
tarceira do S. Francisco, comistindo am dous bi-
;bares eleus perteoees.
Toalhas de linho para
mao.
Vendem-ie muito boas toalhas de linho para
mao pelo baratisaimo pr>co de 79 *zu aa
loa da boa f oa ra do Queimado c. 24.
A 2#400 rs. a duzia.
Vendem se leagos brincos finos pira algtbei-
ra a 2J400 rs. a duzia : na ra do Queimado n.
22, oa loja da boa f:
Brim branco de linho,
Vande-ae maito bom brim brinco de linhe
bastante encorpado a lg-280 rs. a rara : na raa
do Queimado n. 22, na bem coohecida loja da
tna f.
Manguitos e golla* bordadas
por menos de metade.
Vendem-ie muito superioiei manguito! e gol-
las decambraia a de fil ricamente bordadaa pa-
lo baratinimo preso da 39 cada um par da man-
guitos com ama golla : na raa do Queimado n.
22, na bem coohectdc loja da boa f. w
Gol \inhas baratas.
Vand'm-se gollinhaa de cambraia bordadas
pelo diminuto preco da 6i0 rs. cada rra : na
raa do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Paletots brancos.
Vendm-ie luperiarea paletota brancoa de
bramante de linho pelo barato pnco da 59500
ti.: na ra do Queimado n. 22, na loja da boa
f.
.' mais barato do que
chita.
Superlerea cambraiai franeexaa de riqaissirnos
pidroea dlo baratisaimo pr de 280 320 ra.
o corado, aendo que muito barato do que chi-
ta : na ra do Quoimado n. 22, na bem coohe-
cida loja da boa f.
Ricas mal vi as*.
Acabam de chegar a loja da boa f na ra do
Queimado o. 22, laiinhaa maito finas para raa-
tidos deoomloadaa malrioaa, com riquissimos
padree que se rendem palo mdico preco de
500 ra o corado :na referida loja da boa f na
raa de Queimado n. 22.
Chapeos de palha escura
Vendtm-sa muito bom chapeta de palha es-
curo para homeaa muito proprios para o campo
palo baralUsimo preco de 39 : na ra do Quei-
mado o. 22 na bem coohecida loja da boa t.
Fil le linho e ta ra tan a
Vendo se superior fil de linho liso muito fino
a 800 rs. a rara, assim comtrtarlatsna branca a
de corea tambam palo barato pnco de 800 ra. a
rara: na ra do Dueimado d. 22, na loja da
boa f.
superior bramante de al-
go da o.
Vende-se supirior|bramsDte de algodo com
10 palmoi da largara maito preprio para lencei
riato que aa ecooomiaa todo otrabalho de cos-
tura, pelo barato prer i de 1;GO0 ra. a rara : na
ra do Qaeimado n. 22, na bem coohecida loja
da boa f.
Guarda apos para mesa.
Vendem-ae excallenlesguardanapoa para me-
as pelo baratisaimo prego de 2$500 rs. a dutie :
na loja da boa f na raa do Queimado n. 22,
Camisas inglezas,
Venlem-se superiores camfsss ingieras com
aberturas de liobo, palo baratisaimo prego de 30.
40 a 50{a duzia : na ra do Queimado n. 22, na
loja da boa f.
Gambraias finas com salpico s.
Veale-se cambraia Qaa com aalpicoa para rea-
tados a 49509 o corla, dita muito fina a 800 ra. a
rara: na raa do Quaimado n. 22, na loja da
boa f.___________________________________________
Abacaxis.
Vendem-aa abacaxiaa 500 ra. e a 19 cada am,
assim como quem precisar da alguma ancom-
menda arnltada queira participar diaa antes, poia
o absixo assignsdo tem grande qaantidade effec-
liramenta: raa do Trapiche n. U.
Joao Gomes Jenior.
> 8 bateras maia..............
> esmaga cobra..................
a Nantea 2 bateriaa raqaata.....
> a 2 bateriaa baxerro......
> trabalhadorea..........
brasllelroB da 3J500 a..........
Sapatos2 solaa alto..................
a tranca portugaexea......... .
b francaxec. .....
SENHORAS.
Botinaa dangoxaa.........
> salto do bater.......
a pichincha de 49500 a. .
a amaricanaa 3|500 a
Sapatoa da aalto (Joly) .
a sem ella (idem) .
tapeta: ....
a economirm. : .
a laatra 32 a 33.
MENINOS E
Ha da tado em relaco a nao aa daixa sshlr
dinheiro.
Um completo aorttmento da couro da porco,
aordaro, baxerro francas, coaro de lustre, mar-
raquim, sola, coarinhoa etc., que tado aa troca
por dinhairo rodada do comprador.
unileiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Reata rica a bam montado eatabaleclmento en*
lentrero oa fregaexea o maia perfeito, bam aca-
bado a barato no sea genera.
URNAS da todia aa qualidades.
SANTUARIOS qaa riraliaam com o Jacaranda.
BANHEIROS da todoa oa tamanhaa.
SEMICLT1 AS dem dem.
BALDES idam idam,
BACAS idam idam.
BAHUS dem idam.
FOLHA am cairas da todas aa grossarai.
PRATOS imitando am perieicao a baa pire il-
iaca.
CHALEIRAS da tedas aa qaaUdadii.
FANBLLAS dem idam.
COCOS, CANDIEIROS a (landres para qaal-
quer tortimanto.
V1DHOS em saixas a a retalho de todas aa ta-
mandando-so manhoa, retar dentro da sidada,
em toda a parta.
Recebem-se ancommondaa da qaalquer natn-
rexa, concartos, qaa tado aari desempenhade a
conten to.
Lazinhas muito linas
para vestidos.
Supariores laaiinhas para vestidos da maite
bonitos padrasqve se rendem pelo baratissimo
prago do 440 rs. o corado na raa do Qaaima-
do n. 22, no loja da boa f.
Camisas bordAd&s e ou tros ob-
jecto* ne'cessarios para
senhoras.
Na loja da agula branca acha-sa em bailo tor-
timeoto de bonitas camiai&haa da fina ambraia
com babadinhos e mui bonitoa bordados da no-
roa e delicados destnhos, as quass serven: mal
bam para os modernos rastidos da (renta aberta
randam-ae palo diminuto preco da 39 ada
ama ; assim como bonitos manguitos a balao com
golnhas de superior cmbraii ? a.16 a tedoa bor-
dadoa,coic puchos virados a cada par pelo ba-
r tiaiimo preco de2|, o que 4 admiraral ariala
da luparioridadada obra, a bem asiim panhoa a
gollinhaa tambam bordadoa com bonitos botoea
a 29 a gaarnico, a gollinhaa aoltaa igualmente
bernbordadas a 19 cadi urna a manguitos a 800
rs. atoar. Aflata poli de am lao complata sor-
timenlo nanhama lenhora dallar da comprar
iiisnecasaarios objectoa tanto mala qaint a
omodi4*de doa pregos conrida a para qaa to-
doa aajam bam servidos conrem qaa maedem
logo comprar na loja da aguia branca raa do
Queimado n. 16.
Coila.
Venda se colla da Bshia, a melhor que exist
00 mercado, pelo bantoprico de 640 a libra, e
ando para arroba te render por menos : na loja
de (arrageni sita ne ra Nora n. 35.
Madeiras de lei.
Vende-se a madeira do indsime que terrio
pira a conrtruccao da ponte de (erro entre o
theatro de Santa-Isabel e a ra da Aurora, em
porcoei aroctade doa compradores: os preten-
der i's dirijam-ie i obras da misma ponte, dn
9 boraa da manba at aa 2 da tarde.
Liquidacao
Vaode-ae urna eacrara de bom costumei,
aaba larar a coxinhir o ordinario de urna caaa :
no pateo do Panizo n. 18. Na meame caaa pre-
cin-ie da ama cabra (bicho), qaa tinba bom
leita.________
V ende-se
am grande aitio doa melhorea que tem em Olio-
da, defronta do jardim, boa caaa de morada, sen-
do aobrado, com 3 salas da (renta, 8 qaartoi, co-
xinha fora, sala de jantar, boa agaa, muitoa ar-
roradoa de tracto, mangabeirai, mangueiraa, ja-
quairas, (racta-po, cajaeiroi, lapotia, a muitai
outraa fructaa,com urna grandecapoeira com le-
cha, rocado para plantaco, baixa para capim e
com algum capim, nlaria com fornos para louca
e tijolo, frente murada : quem pretender, dirija-
aearua doa Peleadores, caaa n. 7, padana.
GRANDE LUiOlDaCa
DA
Loja do Pavao.
Acha-se este istabelecimeolo completamente
aorlido de todaa aa (axendaa da laa, linbo, algo-
dio e seda, aa quaaa ae rende maia barato que
em outra qualquer parte a dinhairo a lista, a
roga-ae aoa aenborea compradorea de darem-ae
ao trabilbo de riaitarem este eitabelecimento oa
procararem noate Diario, oa annuocios da loja
do Paro que nao deixaro de se agradarem,
tanto daa faxndas, como dos precos, e de todas
te do ai amostrai deixando Cear um penhor, oa
mandsm-ie lerar aa (axendaa o amoatraa peloi
caxeiros da cas, acha-se constantemente este
eatabelecimento aberto das 6 horas da manhia
as nore da noite na ra da Imparaliiz n. 60.
Retalhos do Pavo.
Vende se porco de rttalhos da chita de todas
ai qaalidadea, ditos de cama de cores, ditos de
cambraia branca, na ra da Imperatrix n. 60,
loja do Pavo.
Gapinhas do Pavo.
Vende-aa capinhia muito bem (eitai com
mangaa e sem ellas para aenhora, e manteletea
de reliado e pretoa muito bem enfeitadoa a ri-
camente bordados: na ra da Imperatrix n. 60,
loja do Pavao.
O Pavo vende para luto.
Setin da China, (axenda sem lastro propria
para rastidos, capas, roupa pata homios, lendo
6 palmos de largara a 29500 rs. e 39OOO o cors-
do, alpaca preta finissima de todos os precos e
qaslidades, ditas de cordao, princesas prttis, e
csssis pretaa, meiaa da seda preta para senhora
a 1J00, enfeitea pretoa oa maia modernos a
5$C00, chelea de merino pretoa a 59000, na raa
da imperatrix n. 60, loja do Paro.
Grosdenapie do Pavo.
Vende-se grosdenapie preto muito encorpado
que sempre se reodeu a 29500 rs., a vende-se
a lg600 rs. o corado, dito a I98O rs., dito a
35OUO o corado 16 com o fim de apurar dinheiro,
rallado cor de caf com pequeo toque de mofo
a I96OO ra. que 6 proprio para rostidos ou roupa
de meninos, na ra da Imperatrix u. 60, loja do
Pavao.
Barato,
Sspstos de marroquim pira senhora
Borxegaina com botoea e lago francezea
pan senhora
Sspatdei de batera proprios para o ser-
rico da eatrada de ferro
Pellas Je marroqaim da cores
Ditaa de dito cor de bnouro eacolhido
Bexerro trancex superior
Lurasde seda com toque de mofo (par)
Sapatiohoa do las para menino
Siotosdouradoa pira ainhora
Ra larga do Roisiio n. 36, rival sem igual, e
naite eitibelecimeoto te rendem direraia mlu-
dexss baratas, a couia o (reguiz traxer dinheiro
Attenco.
Vende-se ou alugase modiesmente ama mu-
lata moca e rigoroai, que cozioha pira o diario,
lara a engomma, tudo lofTrirelmente : quem
pretender por ama ou outra forma, pode re-la e
tratar na Eatancia, caaa n. 4, a qaalquer hora
do dia:
640
49500
3J200
19600
290OO
v'500
200
500
1S500
tandieiros a gaz.
Dinheiro avista.
Ni ra da Cideia do Recife d. 56 A, loja de
ferragsns de Bastos, chegaram noros caodieiros
a gaz, e rinte-ie pilo diminuto preco de 29)00,
39 e 49 cida um ; o dono deata eitabeleciminto
tendo de recceber um grande aortimeoto de cao-
dieiroi, delde j previne ao reapaitirel publico e
aoi aeus (reguixea, qae rende maia barato do que
outro quslquer, poia reciba uta ginaro de iua
conta propria.
Remedios do Dr. Kadway
Prompto alirio.
Resolutiro renovador.
Pilulsa reguladora.
Recentemeote cbegidoa pelo nario Meraeyo ;
reode-ie na botica fianceza no Recife, ra da
Cruz n. M.____________________________________
Vende-se urna caaa de taipa na Cabanga :
ik tratar na iua Imperial n, 237.
Camisas para senhora e me-
ninas vende o Pavo a
l^OOO.
Vende-ia camias de madapolo fraocez muito
bem anfeitadas proprias para meninas de 10 a
14 innoa e ditas para aenhora palo baratinimo
prego de 19000 cada urna, toroando-se esta
fazeoda muito maii barata, attendendo ao alto
preco que tem chegado o madapolo, vende-se
Cfla pe.hincb a oa loja a armaiem do Paro
na ra da emperatriz D. 60. de (iama ,*L- s'jlt
Bramante do Pavo a 10^000
a pessa.
Vende-se pessa de bramante de linho com 35
jardas, com a largura da llamburgo sendo pro-
prio para lences, toalhas, ssroulas, etc., esta
fazeoda vende-se a IO9OOO a pessa e meia pessa
por 50C0 tomando-se muito mais barato que o
preco que atualmente ae rende o madapolo e o
algodosinho, vende-se esta pechincha s na Iota
do Pavo, ra da Imperatriz o. 60, de Gama <\
Silva.
Sebastopool do Pavo.
Vende-se esta ftzenda muito nova e muito
enenrpada e de urna s cor propria para palitos,
calc/s, colates, ale, na loja do Pavo na ra da
Imperatrix n. CO, de Gama & Silva.
Palitos do Pavo.
Vende-se palitos de panno preto e cor de caf
pelo baratissimo preco de 79000, ditos de Ftncy
de cores a 69000, calcas de rasemira preta a
59000, ditas de cr a 5$000, s na loja do Paro
ra da Imperatrix c. 60, de Gama S Silva.
Bordados do Pavo.
Vende se menguitos com punho e gola, pelo
baratissimo preco de 19280 rs., manguitos de
cambraia bordados a 800 ris, golinhas de cam-
braia bordadaa e de fil a 400 ris, cada urna,
urna grande po>cao de tiraa bordadaa e entre-
meios, por precos baratiaaimos, s na raa da
Imperatrix o. 60, loja do Pavo.
Chales do Pavo.
Vende-se chales de mene estampadoa sendo
muito grande a 39000, ditos imibrio de ratrez
com palma a 3$000, ditos de tarlataua a 800 ris,
ditoi Garibsldi 49OOO, na ra da Imperatriz o.
60, loja do Paro.
Riscadinhos do Pavo.
Vende-ie riscadinhos francex miudinhos pro-
prios para rostidos e roupas para meninos a
240 ria o corado, na ra da Imperatrix n. 60
loja do Pavo.
Cortes de vestidos
s o Pavao.
Vende-se cortea da retttdoa da cambraia
branca com babados pelo baratissimo preco do
295OO ra. cada um, cortea de ditoa da larlatana
com barras a babados, brancos e de Ores a
39OO, ditos de cambraia brancos com babados e
duas aaias a 48000 ditos de (antazia com baba-
dos de corea a 59000, tudo iato por menoa da
metade do seu valor, e vende se s na loja do
Pavo ra da Imperatriz o. 60, loja de Gama &
Silrs.
Musselina do Pavo.
Vande-se musselina brauca com 4 1,2 palmos
a 240 ria o corado, lasinha com palminhas a
320 ria o corado, s na ra da Impiratnz n. 60,
loja do Paro.
Com 22 covados o Pavo.
Vende-se cortea de vestidos de bareje tendo
22 corados cada um corte, pelo benitsimo pre-
co de 49OO, cortes de vestidos de la tendo as
as saias j feitaa a 49000, na raa da Imperatriz
n. 60, loja de Gama & silva.
Organdy do Pavo.
Vende-se cortea de organdy com bonitas bar-
ras, tendo 22 1/2 covadoscada corte, pelo bara-
tissimo preco do 4)500 rs,, s na ra da Impe-
ratrix n. 60, loja do Pavo, de Cama S Sin.
Alpakin do Pavo.
Vende-se esta nova fazenda de linho, sendo
muito leve propria para vestidos e roapa de
meninos por ser de ama s cor de listra a de
quadros miudos proprio para aa senhoras que
forera paasar a festa no campo, e vende-se a 280
ria na loja do Pavo ra da Imperatrix n. 60,
de Gama & Silrs.
Gambraias do Pavo, com sal-
picos, a 3$.
Vandem-se pacas de csmbraiaa com aalpicoa,
carocinhoa brancoa e da cor, tendo 8 1/2 raraa ca-
da corte, pelo baratiaaimo preco de 35 cada urna,
ditas mais finas com aa meamas raraa a j, cor-
lea de cassa de cor ultimo gosto.com 7 1|2 raras
a 29500 ; oa loja e armazem do Paro, raa da
Imperatrix n. 60 da Gime & Silva.
Organdy do Pavo. i
Vende-aa cassa organdy a 280 ria o corado,
csass de rarioa padroes a 240 ria: a na loja do
Paro roa da Imperatrix n. 60, da Gama <& Silrs.
Organdy de la a 80T) ris.
Vende-te finlaaimo orgaody da lia, sendo a-
xenda inteiramente ora no mercado, com deli-
cadsimos deaenhoa multo tranaparenlea a 800
ris o corado: na raa da Imperatrix n. 60, loja
do Pavao. i
Orgndy de seda a 800 ris.!
Vende-ae organdy de teda maito transparente
para vestidos, com delicadas cores, bonitos dese-
nhos a 800 ria o corado : s na loja do Paro,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cabaia do Pavo,
Vende-ae esta ora faxenda com o titulo de
tabsia, propria para vestidos, tendo 4 e 1|2 pal-
mos de largara com delicadoa padies miudinhos
a 400 ria o corado : na sua da Imperatrix n. 60,
loja do Pavo.
La e seda do Pavo.
Vende-ae la e seda da quadroa propria para
reatidosa 400 ria o corado : na ra da Impera-
triz o. 60, loja do Paro.
Crinolinas do Pavo.
Vendem-se criooiinaa oa baldes de arcos, sen-
do americaooa que ao oa maia bem armados,
mais fortes, tendo de 6. 10, 14, 20. 25, 30 e 40
arcos, vendem-se mala barato qoe em outra qaal-
quer parte, tambem se vindico bildes muito fi-
nos com grandea babados, qae parece duaasaiaa,
ditaa de bramante muito bom feitaa: ni ra di
Imperatrix n. 60, loja do Pavo, da Gama & Silva.
Chitas do Pavo, franceza e
ingleza.
Vendem-se chitas (rancezas oa padrdee maia
noros que tem rindo ao mercado a 280, 300 e
320 ris, a muito finas a 400 ris, ditaa inglezss a
160. 180, 200 e 240 ris o corado, sendo psr rue-
os qae em ostra qualquer parla : s na loja do
Paro, ra da Imperattlx n. 60, da Gama &
Silra.
Las do Pavo.
Vendem-se lazinhas, sendo de qaadrinhos de
palminhaa de listribhss e da ama s cor. a u>o-
cembiqee para capaa e reitidos a 400 e 500 ris
o corido : s na loja do Paro, ra da Impera-
trix n. 60.
Phantasia do Pavo.
Vendem-aa ricos vestidos de cambraia phanli-
sisdos com lindos larores de seda, pelo barr s-
almo preco do 69 cada corte, tendo do todaa aa
cre, rendem-se por este preco pira acabar :
s ns loja da ra da Imperatrix n. 60, de Gama
& Silra.
Vestido do Pavo.
Vendem-se ricos vestidos brancos bordados
com seda, proprioa para noirai, e aniitir casa-
mintci, pelo barato preco da 69 : na loja do Pa-
ro, ra da Imperatrix n. 60, de Gama & Silra.
Exposico decassasna loja do
Pavo.
Vendem-se ss modernas cassss organdyz, sen-
do as mais bonitas qae tem chegado ao mercado,
pelo baratissimo preco de 280 e 310 ris o cora-
do, do-aa as amostras daixando penhor : na lo-
ja e armazem do Paro, ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Ricos vestidos brancos a 20$
na loja do Pavo.
Vindem-se ricoi resudes de cmbrala braceo
bordados a agulba, e qae r ha mam croch, multo
proprioa para bailes e casamentos, (azenda que
em outra qualquer parte rndese por muito
maia dinheiro a vende-se penas por 209 cada
am : s na ra da Imparslrlz n. 60, loja do
Paro.
Sedas do Pavo a 500 ris
Vendem-ie sedas de qaadrinhos e de listra a
500 ria o corado, ditaa miudiohaa a 720 ria ;
s na loja do Pavo, raa da Imperatrix n. CO.
Cambraias do Pavo.
Vendem-se pecas de cambraia lisa com 8 e 12
raras a 39, ditas a 49: s na loja do Paro, j ua
da Iroparsftciz n. 60.
*^T Vende-ie tirlitsni branca e da cores, fil liso
brinco, dito lsrrado, dito de palminha : na ra
da Imperatriz n. 60, loja do Faro.
Cera de Carnauba.
Vende-se cera de carnauba de superior quali-
dade : na ra da Imperatriz n. 60, loja do Paro.
Casemira do Pavo.
Veniem-se cssemiras entestadas de quadrinbos
e listrai miudinhas, aendo cre escuras a 39200
o corte para calca, vende-se a mesma fazinda,
tendo duas larguras a 19800 o corado : na ra da
irrperHnz o. 60. loja do Pavo.
MODIFICADO DE PRECOS
MENOS 10 a 20 POR CENTO
NOS
PROGRESSISTA

Ra das Cruzes n. 36, e largo do Carino n.
9.
Scientificana. aos seus (reguazas que am virlude do actual estado de apathix eommercial re-
olvem vender todos os seus gneros por menos do que outro qualquer anunciante e oOerecem pa
garanta da superior qualidadede seus gneros as competentes amostras de cha, manteiga, caf,
arroz, tapioca, ararula, etc., etc., para que pessoa alguma duvide destas qualidades, a vista de lio
resumidos precos. \ ^
Conridsm portanto ao publico desta eidade a da (ora, a virem fazer sua dispensa m ditos
armazens, afim depouparern annualmente de iOOfOtO 2:0005 conforme a custunnda des-
pezado cada chefe de familia, economa esta que mu* til ibes deva ser, sem que seja :nis:er
soffrer a mais insigni6canie privscao do cuslumado diarr6\de seu passar, devendo porem mantla-
rem, aos armazens indicados.
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Milho e arroz.
Venda-se emaaccoa grandes muito birato por
ler grande porco chegado estes dlaade Maman-
gaape :_n travista do pateo do Paraizo d. 16,
com oito para a ra da Florentina.
Venia de typographia.
A tycographia do Puiitano, prompla de tudo
3soto preciso para Irabalbar : a tratar na ra
os Prszeres da Boa-Visla r. 7.
Pulseiras de cabello com cha-
pa dourada, e trancelius
para relegios.
A loja d'aguia branca acaba do recebar sve
encommenda dis tao deaejadas palaeiras de ca-
bello com oilTerenles e bonitas irsr r.s, tendo el-
las chepas douradaa da delicados modellos com
pedrs e sem ellas, o qaa de malbor gosto te
pode dar am tal gemro; laiim como trincelim
compridoa e curtoa, com paaaador doarado para
reloglos, e por que de tu Jo isso a quantidade
pequea e nao chegara para todos os pretn-
dentes, conrem que se spressem em mandar
comprar taea obras na loja o'aguia branca, raa
do Queimado, n. 16.
Para o baile do
club.
Vende-se na loja do pava*?
Ricos cortea de vestidos de cambraia brinca,
primoroaamente bordados a crox, aendo oa mais
bonitoi que tem viudo a este mercado, e ren-
dom-se por precoa biratiasimos, na raa da Impe-
ratrix n.60, loja a armaxam do paro.
Casemiras a 3,200 rs.
Na loja do pavao.
Vcndam-sa ciaemiriaenfeitidis de qaadrinhos
a listras miadiohaa, aendo cores escam a 3(200
o corte para calca ; rendase a mesma faxenda,
tendo dial largaria, a 1&800 o corado ; lito na
raa da Imperatrix n. 60, loja do paro.
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S no vigilante.
Lindos enfeites para %cs-
tidos.
Sao chig&dia no rapor inglex aa rlcaa flore da
reltudo que sao admirareia pela delicadexa daa
liadia corea, poia com pequea quantia aa senho-
ras poiero entettar os ricos vestidos que ser
muito apreciare!, pelo baratitiime preco de 19
a dixia : s no gallo rigilanta, ra do Crcapo
namero 7.____________________________________
Pulceiras.
Tambam Ho anegedle aa riqaisaimaa palaeiraa
com pedria anea, e o tris verdes, coi si maito
| delicada, que sa rondo por precos baratissimoa :
s no gallo vigilante, roa do Craapo n. 7.________
Bale es para espartho.
Tambam ao chegadae aa rardadairas baleiaa
da todas aa grossaraa o fornidas, para aspartilho,
pelo barato praco d 120 ra. cada ama : s no
rlgilacte, raa do Craapo n. 7,
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SARDINHAS DE HANTES; As mais novas que se podem desejar, a 360 rs. a lata.
GENEBRA DE HOLLANDA. Em garrafoes>m mais de 15 garrafas a 5#800 e frasquei-
ras com 1% frascos a 69500 e 600 rs. o frasco.
AMENDOAS CO^FEITADAS. Muito novas e de diversas cores a 800 rs. a libra.
DOCE DA CASCA DE GOIABA. Superior a 800 rs. o caixocom 4 libras, Umbem temo*
grandes com 8 libras a 2f cada um.
QUEIJOS 3UISS0 E PRATO Os melhores que se pode desejar a 600 rs. a libra do pratc e
800 rs. o suisso.
CHAMPANHE. Dos melhores fabricantes que vemao mercado, de I2f a 181000 o gigc e
19S00 a garrafa.
LICORES. Os mais finos que se pode desejar a 800 a garrafa e 99000 a duzia.
COGNAC INGLEZ. O mais especial que se pode desejar a 1*000 a garrafa, e 109000 a
duzia tambem temos superior para 700 a garrafa, e 89000 a duzia.
SERVEJAS. Das milhores mareas a 59 a duzia, e 500 rs. a garrafa.
NOZES. As melhores do mercado a 120 rs. a libra e 39200 arroba.
PAPr L GREVE. Lizo e pautado o melhor do mercado a 4*000 a resma,
FRUTAS EM CALDAS. Pesego, pera, damasco, rainha Claudia, ginja, serejas, e moraago
a 560 rs,a lata, e 69000 a duzia.
AMERDOAS. De casca molle a 240 rs, a libra das melhores e 200 rs, mais ordinarias;
ILEGVEL
_.


-ii..

DIARIO DI tEUUMBOGO SaBB.DO 27 SI SKTEMBRO M 1811.
'
OiffllNUig&O DE PREQO
/
FRANCISCO FERIUNDES DUARTE.
10 Largo' da Penha 10
4teii!3f^ rmazsmd molhados tem off.recido, ha
nao se leudado m S??.~'i2S -*' 2?. S* ,-inda ^'m *BM S9nhoras I8
MDlLMiDD!
DE
llauoel Pedro de Mello
Largo do Livramento ns. 38 e 38 A
Defronte da grade da lgre|a, cajo (talo disttoctivo
O BALIZA.
encornadas no ^^FfS^^^^ ^^ ^^^ Wa^T ^
do meu annuncio ea iiB*renZnL.2a c *?' afim de verfic"n> ido
quer parte, pois para isso se 2i e,^akdada que faz, se fossem compradas em outra qual-
maior parle dos gneros d. conTnronH* P S "?"" D8V,S.de *** Vndos da Em*'
proprielario encarregar-se nara rn .. i i m*'r concorr'nci eommodidade, resolv.u o
dachar e r.metter pS. iSSaiSI! TfilM!" ? p0SSam '" "" "*' da d8S"
armazem, afianc.ndo-se serem"m SL2' od qu.lqwr genero camptado nesle
urna pesso, de contiene, pan 1 nrnrnTl I, V19Mm Pess?aIm"t-' P0 par. este fim
tatoin ESEmZrT aduz,r as cartls"chegad d0 Vpor-
iS..- Jrti8!2S!qu,,idade d,,afra novi' 00 '7i0
JtaS^ -3nov.do.ere.do. 50 rs. a linr,,. am b,rrl ,6o.
tfh6 Ifi qUe" pd*desej"" nes,e genero 3*000 libra-
i 2!** maU SUperr d mTUd0 'bra, en porcio se fi ab.-
Quftttos do ?in i
v \ gados em navios a 1&700. Wpr "U, l 2*000' dt01 che"
Wk $*t verd.d.iro inglez i000 libra porcao se faz .batimento.
Mas ea* mendoatt ...
para mimos 18000 cada urna COnten4 d,v,rss ^ias muito proprias
>tatS^! Sda 6,m la,t8S C0" differen,as fflarc" t00. afianca-s, a boa qua-
I ai2: T T ,lta'Mnd- com bol"'nh. proprias' para StatUS.
Ui^5ia f C2** S A-* <. a sigund. vez
Neste vasto estabelecime
chara o respeitavel publico desta
capital e de fora, um grahdb e
PERFITO 80RTI1IEKTO I>B MO-
LHADOS, que se vende tanto em
grosso como retalho por muito
menos precp do que em outra
qualquer parte, por serem quasi
todos recebidos de corita propria.
Muita attenco.
Todos os gneros sahidos des-
te royo armazem livarao urna
etiqueta para seguranca dos Srs.
que nao quizerem vir fazer as
suas compras, e mandarem por
seus escravos ou fmulos.
Esta prevengan attest. bem,
que mais perfeita e duradour.
confianga se deseja possuir de to-
dos geralmente, e por isso nao se
pouparao exforcos para serem
bem servidos todos os Srs. com-
pradores, afim de que possa este
grande estabelecimtmto ser apon-
ttt
a 680 rs. a libra, e em caixa a 660 rs.
r noss> mrcalo a M0 a garrafa e era^ixsscom 1 duzia qor 128000:
mg%TT&iadO > ores marcas que vem ao mercado, como sejao Duque
do Porto,CarcavelL.. e reituria a 18200 a garrafa.
&ttetta8 Wljrt-U do Porto com 70 g.rr,fa, proprio par. casa particular
em garrafas 328000, afianc,a-s ser de superior qualidade.
U\lO III ^ifm de superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 00 rs
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
*1 iU* T@UH8|^^ e.A lalas com 10 ,bras por w;^ e aai barru 4()0 rs< a Ubr>
fjlnnn ^ a *"* 229 .a libra, a en caixa grandes por
615000. afianca-se ser muito novo. e
129000 rs. nVaS r3, lbra eam barril com uma arroba Por
cherne, pesTada, e vezugoTltO S9gUnt6S ^^^ CDgr0' CrVDa'
^dlas d eaiiermaa^te
Ditas d e^rnsTiiifi c
?>.*.*-.* ^"^^wa refinada a 360 rs. a libra, e am arroba a 11 rs:
l%i*, t aofiOrs. a libra, e em porcao a 500 rs.
Ditoimglq para fiambra, 640 rs a 1bra> _
Ira U* ftacexas em Illlg da ltmit libr,
por 28600.
?*^rfft ^ HU*1*fi* fr-. 6*400. frasm.ir. .. M ilOeS com genebra de Hollanda com 25 garrafas por 9000.
* muito limpo, a 160 rs. a libra, e em arroba 49800,
muho novo a 160 rs. a libra, e 49800 a arroba.
**ntos
* suspiros era metas taixinhas, do raelhor fabricante da Baha a 200 cada uma
SfU o mais superior que ha no morcado a 240 rs. a libra, e em garrafes com 5 libras
por U600, s o garrafo val 500 rs.
&STO*llMa de FranQa muito nova a 200 rs. a libra.
tsOWllll^ muit) finaealva a 100.rs. a libra e em saccas se faz abatimento.
IPalitsfl \^!!>b
Palitos do
tado como um dos melhotai
mais acreditados desta praga.
Aviso particular.
Previne-se s pessoas de fora
desta cidade que podem som re-
ceio algum mandar os seus pedi-
dos por escripto, que sarao satis-
faites com a maior pontualidade
boa f possivel, ainda mesmo
de objectos que nao sejam pro-
prios desta estabelecimenlo, como
ferragens, miudezas, ou medica-
mentos.
O annuociante desojando fa-
cilitar a consecucao dos negocios
que por ventura tenham os seus
freguezes de fora, se offerece
tambera para fazer procurar qual-
quer despensa ou )icen;a que de-
penda da autoridade do Exm. Sr.
Bispo Diocesano, bem como de
apresentar qualquer consulta aos
s en h o res dou.tores desta cidade,
quer respeito de direito, quer
de aedicina.
Un alT\&m 1reCeba ^at]1att objecto eomo .ssucar, couros, la, etc., etc., para serem ven-
didos, sendo i, conu e o seu producto entregue promptamente a quem for determinado.
fnrm. 2*1.1 P,S3U'r mui,,s 1 2JI.2. a6St,belecinierU0 "o soacharaoosSrs.de fora desta praca um bom freguez,
mas tambe um amigo e um criado s suas ordens.
_. A todos em geral.
edi.tomta?r3i,grad" q.U,a,quer g9ner0 sahido desU casa Pd# ser tMi<>, qoe ser
iramediatamente trocado ou retttluido o teu importe, conforme for exigido.
u annunciante protesta cumprir com a mais seria e restricta exactido esta sua promessa.
ABL5.X ALf,racez.as em lai de tres libras e' Genebra verdadeira ingleza de marca Gato do fa-
j bricanta Carduer & Broomhal de 19400 a
a mais, de 1500 a garrafa.
dem de Hollanda em frascos pequeos e gran-
des de 500 a 190QO.
por 1#500, ditas com 3 libras
''.?>
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para dentes a 160 e 280 rs. o maco com 20 macinhos.
g"'Z a 28300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
aCT*|m ^ft%\% das marcas .enante, ou XXX a 68000 a duzia e 500 rs, garrafa.
^?V^j. bniaS * iSAO. OYt^l^SO engarrafado o mais superior que temvindo ao nosso mercado a 800 rs
tarabam tenho de barril para 560 rs, a garrafa.
IOU6III&V* A LISMa a 7900O a arroba e280 rs. libra.
^ \? lava,Jo a300". libra ea 9J000 arroba, dito de 2. qualidade a
260 rs. e 89000 rs. arroba.
AX^S-B de Maranhao a 100 rs. e 130 rs a libra, e em arroba a 29000 a 88500.
istoCaiata hesp.nhol.l*iO0 rs. a libra, ditto francez a 19100.
SH.Sk m^iaa^ imperial do afamado brcu eda outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a lfbra, tambem hi para 500 rs. a libra.
* "illlS Qiu CSiia', pecego, damaseo, pera, alperche, e ginga a 680 rs.alalta.
Siiralftlia dS NaatSI a 38o rs, a latU alBansa-so a boa qualidade, e em porcao
se faz a batimento.
SI -11U-4S francezas e portuguezas as maisnovosa 640 rs. a latta, era meias latinhas .
500 rs.
1 lati BadasmU'X, Marg, Medoqne e S. Julier.de Medoque a 9^000 e 108000
a caixa, em garrafa 800 rs. e 18000.
a --i lU 3 o melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
i bolas novas
a 18 o cento e a 15200 o molho com cento e taas, tambem ha
proprias para conservas a 400 rs. o cento.
Srva doce
39200.
a lib-a, era caixinhas sahe mais
muito nova a 320 rs. a libra, e em arroba a 88.
PS gTeVe a 49 a resma, dito de peso pautado a 39, dito alraaco bom a
Jl:SSa pira SOpa estrellmha e pevide a 600 rs.
barato.
JcleiTl (le tOSliate em latas de 1 libra por 800 rs ede 2 libras por 18500.
Aceite UOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas cora 1 duzia por 89500.
dem de Lisboa 720 rs. agarrafa e 58600 a canada;
^meiiaoa.8 de casca molle a 320 rs. a libra e 89000 a arroba.
Vfriagre de Lisboa t240 rs. a garrafa e 19800 a caada
qualidade.
'llalli panlie dasinis acreditadas marcas a 15*000
a 1S80O.
Vinagre DraneO 0quese poledezejar neste genero a 400 rs. a garrafa.
MCOreS trincezes det0d3s,s ,u.lidad,M procurar a 19000 rs. a garrafa.
^arinha do .tfaranh&i muw alva.ch,lrosa, 160 rs., 1b
iJ(O para limpar faccas a 180 rs. e em porciosefaz abatimento.
Ooilhaque OgleZ 90Q rs. a garrafa e 109000 a caixa co.
StmE fQroTu:zxt?ssn,rar respeiuvei pufcuco um com^ **-
mais, a 29240 a lata,
dem idem em frascos de tres libras
29800 a 39 e frasco.
AMENDOAS de casca mole de 240 a 280 rs
a libra.
ALPISTE ,160 a libra, e em arroba a 49800.
r. di.!0 8 12 rs- a Iibra' e era
arroba de 39 a 39400.
dem de Java de 100 a 120 rs. a libra, e em
arroba de 39 a 38400.
dem do Maranhao de 100 a 120 rs. por libra
e em arroba de 38 a 39200
Id om*nPened 80 rs- a Iib"' era oha a
P240 e emsiccos a 28.
dem cora casca ,160 rs. a cuia,e em saceos de
20 cuias a 29500.
Azeitonas em aneoretas de 8 garrafas a 19500
eem garrafa a 320.
Azeite doce refinado a 800 rs. a garrafa.
dem embarrU e de primeira qualidade de 640
otw rs. agarrafa.
Bolaetnnhas americanas muito novas de 320 ,
360 rs. libra.
Biscoutosebisoutinhos, araruta, aliados e ou-
tras cualidades de excellentes massas 320
rs. libra,
dem em latinhas de 2 a 3 libras e de diversas
quahdades, contendo uma lata mais de dez
espacies de biscoutinho3 por 18400.
Bolinhos de ovos em latas recommendados pelos
senhores mdicos a 19400 a lita.
Batatas a 80 rs. a libra, e em gigos de 36 a 40
libias por 38200.
Caf do Cear de primeira qualidade, de 280 a
a 300 rs. a libra,
dem do Rio 1. 2. e 3. sones a 240, 280 e
300 rs. libra, eem arroba de 79. 7500
^ a 88500.
Cha parola de primeira qualidade a 38200 a li-
bra,
dem uxim a 28800.
Idemhysson de primeira qualidade de 1S300 a
29800 a libra.
dem nacional de 19500 a 19600 a libra.
dem preto homsopalhico de 19500 a 18800 a
libra, primeira qualidade.
dem idem nao horaeopathico de 19500 a 18S00
a libra, primeira qualidade.
Cevadinha a 240 rs. a libra.
Chocolate de Lisboa (do Abrou) enconmenda es-
pecial, qualidade esta que sem raedo de errar
a malhor que aqui tem viudo a 18 e 500 rs.
o massinho, c ntendo 12 e 24 paes.
dem hespanhol e francez premiados em di-
versas exposices, de 800 a 19 a libra.
dem suisso de difieren tes qualidades, como se-
jam baunilha ecanella, etc. etc. de 19100 a
19400 a libra.
Champanha ara gigos com 12 garrafas inteiras ou
de 24 meias ditas a 129' a duzia, e em gar-
rafas de 1*100 a 18200.
Chourigas das mais novas a 480 rs. a libra eem
barril de i arroba de 138 a 149.
Charutos superiores Guanabaras, Lanceiros,
Delicias, Napolen, Parisienses, do afamado
fabncinte Jos Fuido de Simase outros de
18500, 18300, 28, 29600, 38600 e 4550
o cento.
Ceblas a9o memo com mais de 100 ceblas.
Conservas inglezas muito novas a 800 rs
frasco.
Cognac inglez em barril, garrafa a 640 rs.
dem idem engarrafado de 800 a 900 rs."a par-
rafa.
. fiansa-se boa
e 208000 o gigo, em garrafa
ra,
>m uma duzia.
Doce de goiaba era caixes e em latas, prepara-
do especialmente para embarque, garantindo-
se a boa conservacao por um anno.
Krvilhas em latas de 1 e 2 libras de 700 a 800
rs. a lata.
Extracto de absyntho em garrafas de 1 Ii2 e*r-
rafaal8500. l 8
F.rinha de trigo Fontana, das marcas SSS ga-
lega, family, de 120 a 160 rs. .libra '
dem do Maranhao a 160 rs. a libra, e 49800
a arroba.
dem de araruta, especialmente preparada Ha
a 320 e 360 rs. a libra. '
Figos muito superiores a 240 rs. a libra.
Garrafes com mais de 5 garrafas de vi'nho do
Porto fino, a 38200.
dem idem de vinho verde a 29800.
dem com mais de 5 garrafas de vinagre de
F. & S. de Lisboa a 18600.
dem idem com vinagre de Hamburgo a 19000.
dem com mais de 15 garrafas de genebr. d
Hollanda a 68000.
Genebra delaranja em frascos grandes a 1#000
Graixa em boioes a 240 rs., e a duzia a
28700.
dem em lata muito nova a 120 rs.
Grao de bico muito novo a 100 rs. a libra,
Gomma excellente do Aracaty, a 100 rs. a libra.
Kirsch Wasser, excallanle bebida do fabricante
Richard & Muller, em garrafas grandes a
18500 agarrafa.
Licores dos melhores fabricantes inglezes e frau-
cezes e em diflerentes vasos de 500 a 19600
a garrafa de diversos tamanhos.
Manteiga ingleza perfeilamente flor de 700 a
800 rs. a libra,
dem de segunda qualidade de 560 a 640 reis
a libra.
Iiem francez da 5GO a 580 re* a libra.
floto A. |um _. l.i. aom lo libras a 3fOOO
a libra a 380 rs.
dem em barris muito superior a 360 reis.
Marrasquino de Zara a SOO reis o frasco.
Massas para sopa, macarro, talharim e aletria a
300 reis a libra e a caixa com urna arroba
hespanhola a 59500, do fabricante Nervy.
dem finas estrelinha, pevide e oulras a 560 rs.
a libra.
Melhos inglezes e muito superiores a 500 reis
o frasco. *
dem idem idem a 29 em frasco grande rolha
de vidro.
Rozes superiores a 200 reis a libra.
Phosphoros do gaz a 8300 a groza, e a 200
rs. a duzia.
Prezunto de Laraego o raelhor do mercado a 480
reis a libra, e em porcao 460 rs.
dem inglez para fiambre a 560, 60 e 700 rs.
Passas das de carnada de 320 a 400 rs. a libra,
e em caixa de 5 a 68000.
Palitos para dentes macos com 20 macinhos .
160 rs.
dem lichados idem idem com flor. 240 reis
o mago.
Peixes curvina, safio, linguado, pescada, peixe:
ejpada, .pargo, robalo, salmo e lagostim,
era latas hermticamente fechadas a 18300 a
lata de 1 a 2 libras, sendo preparado pelos pri-
meiros fabricantes de Lisboa, Inglaterra e A-
merica.
Queijo flaraengo d) ultimo vapor a 28000.
dem idem do ultimo navio a i9400.,e era cai-
xa a 19200.
dem prato de 600 a OiO reis a libra.
Salpicos, viudos da casas particulares a 640 reis
a libra.
Sardinbas de Nantes a 380 rs. os quartos e
meias latas a 580 reis.
Serveja marca Tenente, Cobrinha, Cavallinho e
oulras marcas a 4, 5 e 58800 a duzia.
Sag a 280 rs. a libra e em garrafes com 5 e
6 libras liquido por 18600 cora o garrafo.
Sabao moga de diversas cores e dos melhores a
120^e 200 rs. a libra.
Sal refinado em potes de vidro com rolha do
mesmo por 600 rs. cada um, s o pote vale
o dinheiro. ^
Sal refinado em potes de louga com tanspa da
mesm. por 500 rs. cada pote.
Toucinho de Lisboa do novo a 300 rs. a
libra, e em arroba 89800.
dem idem menos suporior de 160 a 200 rs. a
libra, e em arroba do" 58000 a 69000.
lijlos de grande tamanho a 160 rs. cada um
(para limpar facas).
Velas stearinas a 640 rs. o mago.
dem do Aracaty, carnauba, a 400 rs. a libra.
dem de composigo de Buenos-Ayres a 440 rs.
a libra.
Vinhos engarrafados vindos parle delles deconla
propria. como sejam; Duque do Porto, Ca-
rones, Charaiso, Silva & Meneses, e outros,
que se venJera de 15000 a 18280 rs. a gar-
rafa e era caixa de 128000 a 158000, e
esperam-se novas qualidades.
Vinho Rordeaux das marcas Margaux, S. Ju-
lien, e outros a 800 rs. a garrafa, e a du-
zia a 98000.
Vinho verdadeiro de Setubal em barril e em
garrafas de 640 a 800 rs. a garrafa.
Vinho do Porto era pipa das melhores marcas
de 58000 a 69000 a caada de qualidade
especial.
Vinhode Lisboa, Madera,Carcav9llos, Figueira,
francez, e de diversos paizes de 39000 a
49500 a caada.
Rival sem
igual
Ra larga do Rosario n. 63,
junto da botica do Sr. Bartholomeu.
Pedro Pialo Tinoco da Soaza. dono desta es-
?h. e, m M, ? 'Molfido vendar mai-
te barato toda, a, ntadeaa da m toja, para o
q.e tem am rico fortimanto, eomo lejan :
Gartoaa da tolchetas a 40 ra.
min1.1!?" f. liSh,.iu'1 dg Alenndrea80 re.
Dito, da dita de 100 jardas a 40
Unbaa de eroxel para bordar (masso) a 640 ri
KL'h k lDv.11 6 t,n,pa J. met.1 .180,i.'
Pentai da borracbi pan ilinr 560 r*.
Kaaovii para limpar aohn 320.
uiiii pin limpar deotea a 40.
ltai pin limpar roupi i ijnoo.
WJM pin limpar cabello IjgOOO rs.
Kstimpaa de tuda, as qualidides 160 rs.
Botoeii delluho para casareq.. so rs.
DMm de iadi para dito 30 e 40 rs.
blotoi donridoi a 18500.
Cifui de panas da igo a 400 ra. *
UiU de mital com panas a 100 e 200 rs.
Botoei pin panho i 120 a 180 rs.
Auihi fnncezaa em cuxinbi a 220 ra.
Kozelii com pedn mallo bonita 40O n.
tolxeles pretos, 14 pirii i 60.
AUniare pan capote, dazii.i 800 W.
raleme de contis miuda ly?80 o pir.
Or.ntai com Lotae a 18000.
Miapara aenhora 2g400. rs. i duzia.
Bico preto de linho por lodo prego pira acbar.
-,om l,.m p*r* tr0Mr imegeni de un-
i Antonio, Senhor doa Paaaoa. e S. Benedicto
de barro i 38000 ra. oda um. maito barato i
por ier rruitjprfeilo.
IflWBWiaiMi mmm mmmm
Nmlojadabanileira
I que vends barato, g
| na ra da Cruz do Recite I
ManoelJo9 da Fonceca. Tartecipa a I
todos os st'ui freguezes e juntamente ao I
reipeitivel publi.o, que tem grande lor- 8
tmenlo de regadores, aso di Europ, Jalo 8
ende-ie mullo barato, biba, bicin.
banheuo, baldea para despejo, bacn d 2
5 lenleupi, gamelas para banho, lataa pan
* depoaito de arinhi ou oatra qualqier 8
ereotia, canecas para eonduiir agua
machinas pan a.biliiospin comprai: 8
na aortlmenlode outrai mailas obras e lo- S
(Jai de diferenUs tamanbos e juatamen- 1
te envernisada8 de diversas corea ; rece-
bem-se enctmmendaa o se fabricara i
vootade de seui donos e jautamente se
aflang a boa qualidade e percicao das
meamis obraa; ha olh de flandreai es-
tanho am erginhas 700 r., vernfz co-
pal 18200 ra., latas de arroba 1J000
n., cocoa a I00 r., canecos a lfiCOU ri
regadoras a 18280 rs., babua grandes i
4000 ri. e ppqaanos a 600 r., bacia
I grandes a 4j000 rs. e pequeas i 600 rs.
Tedoisto vende-se na loja de funileiro,
que por aignal tem uma bandelra na por-
ta quo gira cam o vento, eata chama-se
a loja da bandelra.
loupa feila muito barata.
43Ra do Quemada43
Loja da esquina que volta para
a Gongregaco.
Vendc-ae
Paletots de ciiemin, lacioi, 8, 9 o lof '
dem idem .obreeisacoa a 9 10 a 128.
dem de maia caaemiri, aaccoa a aobrotasica*
a 48. 48500 a 5S. eos
dem de merino de eordlo a 6, 7 e 89.
dem de alpaca prata a 4, 5. 6 89.
dem de fasto e ganga 1 81900 3 e 4$.
Caiga de caiemlra preta a 7. 8 108.
dem de cores a 5, 6, 7 e 98.
Caiga de meta casimira s 38, 38500 e 48.
Idam de brim pardo a brinco a 2, 3, 4 5S.
dem de fustie a ganga a 2J, 18500 e 8f.
dem de merlo da cordao e noli casimira
preiis a 48, 48500 e 58.
Caigas do priocaza a 38600 e 48.
Colletei preiei pin luio, sendo de merino fino
I casimira eprincezi 3, 4 e 5j.
Colletfi de caiemira de cor a 45.48500 e 58.
dem de brim brinco a parti 3$, 3&500 e 48
E oatras rouilai qualidadeide roapa feila, qa
aempre le vende por menoi do qui am outra
qualquer parte ; o rUseogano da vala ver.
80 na grande expsito
de fazendas novas e bara-
tissimas, na ra Ha Impera-
triz, loja e armazem da ara-
ra 11. 56, de Magalbes A
Mendes.
Fuendaa por menoi 10 0(0, qaeiram vir ver
para acreditar, a *er : chitaa n 160. 180 e 200 ri.
o covido, dilu francesa! a 230, 240, 280 320
covido, cortes ds chitas Unas eom 12 l2 cot.
do a 2c500, corles de casias fra nenas 1 500
ditos pretos 2J500 : ni ra di Irnperatriz, loj
da arara o.56.
Arara vende olestim para vestidos.
Vende-se a fazenda por nome olestim da linho
de ama s cor equadrinboa, propria pira capia
o vesliJoi de aenhora e roupa da meninos a 280
o covado, fusto de corea para veatidoi a 280 a
320 o aovado : na ra da Irnperatriz, loja da ara-
ra n. 56.
Aos manguitos da arara.
Vendam-ie manguito! a golla de linho par.
leuhon 2$. gollinbas 500 I*., enfitei pm
enhon a 2J a 38: na ra di Irnperatriz. loja di
nra n. 56.
Arara vende a popelina da China.
Vend-se a fazenda por nome popilin da Chi-
na em lt para vestidos de aenhora a 350 o cova-
do, cheles de merino estopados a 3J, ditos di
* 18. ditos di laa iedi 1 *8. d'lo abertoi a
640: na ra da lo,peratriz. Joja da arara n. 56.
Musamb da arara.
Vende-ie a fazeuda por nome muaamb com
palmaa de .oda de 4 lix pjlmoa da largo, propria
pin venido de saohora 500 n. o covado, fil
do linho d* cores a 200 ri. o covado. dito avra-
do a lflSO a vara, liso fino a 780 e 800 ra. a va-
ra, tarlatana a 800 ra. a vara : na ra da Impe-
ralriz, loja di arara n. 56.
Arara vende as crinolinas dlo, 30 e
40 arcos.
Vendem-ie bal5ei a crinolinas Ge arces, os
Kll4t d rSn'railiJi WiViTT"""'!*^' u*** '1erD03 ue eo> vindo.ditos de n.a-Japo-
w * ISeste estabelecimento vende-se: ta-j i!1?!" 25f00, b^loea para menina a 2 : na ra
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
t
i

Leocos brancos
com barras de cores para meninos a 1
a duzia.
AloJ.d'agui. brinca tambem vende bona a
bonitos Iencinhoa brancos com berras da cores
propnos psra meninoi, pilo diminuto prego d
If a duzia. Avala da limitagao do prec) talvez
.lSeni desconfle ) boDdade da fazeuoa, mas
para deaengxDo dirKit-aa, preTenldo do dinhS
ro ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16 '
onde os achar patentea. i
~^ I
Sosas e booquels
artificiaes com eheiros.
A loja d'aguii branca acaba de receher lindas -
rosai e bouqaets artiBciaei com agradavei che-: eatido e mui
ros, aa quaes servem
da Imparsinz, loja da araran.56.
O babadim da arara.
Vende-se a fazenda por nome babadim com lis-
tras de seda pera vestidos de aenhora a 500 ra. o
covado, cobertas do chita pera cama 1 28. col-
chas de Inetio para cama a 5, diai avelladadaa
a 8f, abertura para camin 1 240 saca uma
corles de caiga pan hornero, da brim escuro a
claro, a de ganga e fusta* de quidrinboi 1 1$ a
1&280 o corte : na ra da Irnperatriz, loia di
arara e. 56;
Arara vende as cassis chinezas.
Veoda-ia a fjzinda por doo e cassai ci.inezai
a iuila^ao de aediaha o. qaadroi, propria para
veaiUos de aenhora e roupa de meninos a 240 a
JbOo covado. riscado a Garibaldia 280 o covado
para vea'.idoa, cobprtors de algodao a 1 im-
braias brancaa a 1*600, 28. 28500 e 3 a pega : na
ra da Irnperatriz, loja da arara c. 56
Organdys da China da arara.
Vende-ae s fazenda por nomiorgatidys da Cbi-
m adamascado e palmas de cores, propria para
lo largo a 400 rs. o rovado, ce;
s
H.
aos refinadores e
pacieiros.
Na ra do Bram n. 42, e ra da Cruz n. 47
vendem-se peneira, deanmevitides uitloiement
oe Ltiooi, maia barataa 'qe em outra qualquer
parle. *
Cal
Tem
de
Libijoa a 4$ o barril
para vender Antonio Luiz de Oliveirs
Aztvedo, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
C il e potassa.
Veudem-se eate duus &r-
tif >?; ultimatmente chegados,
no bom conhecido e acredita-
do deposito da na d* Cadeia
doRecif u. 12, mais bs.r'i
dt> que em outra qualquer
parto
a num.
Vende-se a fazand ponime mss a ma pa-
ra vestidoade aenhora e adamascaM, de bonitos
Salos a 360 o covado, pegas de cambrai.s d*
lpiqotoho.com 8 ifl var.i 3j00 e
ruada lmparalriz.loja da arara n^56.
Tias e ntremelos da Nar;.ra.
Vendem-sa liras e ntremelos da largura de 4
e 5 dedos, de bonitos gostos a 1J280 e 18600
pega, ditas do ntremelos a {$. 15200 9 1*600 a
pega.corpiohoi bordado pan menino a lj cidi
om : na ra de Imperatru, loja n> arrr o. 56.
Ricas tivelaSMouTadas pr
si uto.
Veadam-ia Ovelaa doundas 1 28 e 285C0 n
mal modernas que lem vindo ; na ra do Quei-
mado n. 63, loja do Beija-flor.
Ricas voltas de aljofares.
VendeD>-se voltea de aljofare com crax de pe-
dn imitando a bnlhanie ; na rui do Queimado
uumpro 63, loja do be:j*-flor.
Facas egarfos.
Vandom-ia faca a gerfo finas da cabo de ba-
9800, Jila da um botao a 68200. riiu para doce
38600,
l
58800
a 58200. dila preta e-avada 1
' 38100, dit toga 1 39 1 duzia
Queimado n. 63. loj do baija-flor.
para doce
dita brinca
na ra? do
Jogo e visfaora.
Vende-se jogo de vi.pora a 18 ; na roa do
Queimado n. 63, loja do beija-flor.
^ai do Ass.
Vende-se a boro da barca brasilem Atrev- JC1
da : a tratar com oa conaigaalanri Morq-fi
Barros & C. largo do Corpo Sioto n. 6.
Vende-se a taberna ra da
Concordia n 5i : a tratar no
travesa da Madre de Dos n. 18.
Vende-se uma taverna ra fregaosia da B01-
Viala, tendo poucoa fundoa, propria pira um prin-
cipiante, muito afreguezada lano tara a cida.le
como para o nulto : na ra do Moodego n. 32.
Anvelopfta.
Vnderr-sa anvelr.pe dire qualidade*
brinco 19200 a 18400. >zul 1, 0Hde coro, a
"": aarua doQufimado r.. 63, loj do be:-
Papel adamaseado de cores.
na^Sl^V* PVRl a-mascado de core. 1 800 o
Rrrifp fi ? bAr,lC l*200 : Ci r"* d0 0Diido c.
6.1, Ioji do beija-flor.
Gravatinhas de seda.
Vindem-se gravatinhas Je std pira aeuhora
de divenai rorea : na ra do Queimado n
loj do heij-flor.
63,
Vende-a umaescrava del6sl8 anno, que
cozoha engoa-ma, core, sem def.y.to algum
ra do lmpr*.1or n. 50 tnreeiro ndr.
Vende-se uma victoria, em bm estado na ra
Nava n. 59, cochejra.
Moendas c meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, de-atadas etc., etc.
Ru do Brum n. 58, fundicao
de D. W. Bouman.
Cal nova e velha.
A nova cbegida nltimimente no brigue Cons-
taote, vende-se n. ro do Trapiche, rmazem
numero 9.
Tiras bordadas.
Vendem-ie ricas tira* borladas pin vaalidos
e iiiai brincia a 800 e 18 : ni ra do Qaein.iio
n. 63, Ioji do beija-fior.
Plvora e chumbo
venda.
Joo Jos deCaivalho Moraes Filho,
competentemente autorisado vende pl-
vora superior de diierentes marcas e
chumbo de varias qualidades por pre-
co commodo : os pietendentes poderao
dirigir-se a sua loja de ferragens na ra
do Queimado n. 15, a contratar.
Fnbrica de velas
Vende-ac urna fabrica de vela, com 113 o'oiaa
de formal e maii pertences, tado em bom uio' a
bem acreditada ; na roa da Penh, n. lt, *


'
-
MUTILADO
_^___


DlAlO Di PIRK4JUCG0. SaMADO 17 DE IETIM1&0 I 1801.
t

r

Calcado francez
na loja do rapor, ra Nova n. 7.
Novo 00111010010 do calcado francos, roupt
leila, o periumaria* dn ntlhoroa qaalidadet.
Chega vapor para o vi-
gilante.
Ago
para balo.
Sao chogadaa tsvtrdadclritaateasou ac para
concertar ou (acor balei, que cora ama paqueo*
quantla qaalqaar arahora poda faier um grande
balo, pota vende-** pelo baraliailmo preco da
140 r. a rara, oa pega com 50 matrot a 5)500 :
a no gallo rtgilcnte, raa do Creapo n. 7.
Cordo de borracha.
Tambern ao cbagadoa oa cordaozinhoe do bor-
racha o da retroz, aortidoa, da lindaa cores e da
todaa aa groaaoraa,que maltosa deatjaTa, tan-
to para pilseiraa como para debram da collcte,
a para muitaa outraa obras : a no gallo vigilan-
te, ruadoCreapo n. 7.
Fita de borracha e de seda.
Tambera sao chegada* aa aeperiorea fltaa de
borracha, assim como de seda preta, propria para
debram de vestido, coma para collete, qae se
vende pelo barato preco de 160 rs. a Tara : a
no gallo vlgilapte, rea do Crespo n. 7._________
Caixas de tartaruga e charu-
teiras de charo para rap
e charutos.
O tabaquista que aprecia a boa pitada do Lis-
boa oa meamo Prioceza, Mearon etc., etc.,
juste qae compre ama bonita caiza de tartaraga
toda marchitada com a qu nao ao envergonha-
r da offerecer da boa pitada do aa gaato a to-
dos oa circomatantes que ae acharam em ana ro-
da, muitoi dos quaes lomvaro o sea bom gosto.
Assim como a aaixa aecesaaria ao tabaquista,
charateira nao auperflua no (amante e sendo
alia bonita como sao aa do charo cchalas me-
lhor ser porque com isso deiza conhecer quan-
to sabe a preciar o bom. Para os mais commo-
distss tambera ha bom sortimanto a todos encon-
traro barateza ama rez que manidos do dinhei-
ro se dirigirem a raa do Queimado loja da agnia
branca n. 16.
mmmmm mmmmmmm
{Loja cas 6 por-j
tas em frente do Li
vramento.
[Baloes de 15, 20, 50 e iO arcos.
Grande aortimento de balea do arcoa I
os melhoras nestaazenda e grandes, chi- jP
taa (rancezaa largaa eacuraa a -220 o 240 ge
ra. o covado, cambrala lita para for- "
ro com 8 1(2 varaa s >$ a pega, ditas fi-
nas a 33, 4$, 5^ e 6| muito finas, dit.e
de aalpiqalnho com 8 1[2 varas a 3)500
a peca, cobertas alcozosdas brancas o de
corea para cama a 4)500 e ">5, cascas de 8
cores (rancezaa tfulae seguras a 320 rs. o *
covado, pe;a de bretanha de rolo a 2), |
algodo trancado alvo muito largo para *5
toalhas a I) a vara, eofeilea a Garibaldi i
sendo pretos a 5$ cada um, leocoa bran-
coa com barra de corea a 120 cada um, if
roapa (eita de todas as qualidades muito 2
b&ratta, s loja est aborta ate as 9 horas
> da noita.
wmmmmm mmmmmmm
Potassa da Inssia.
Vende-seemcaia deN. O. Bieber
.. successore. na da Cruz n. A.
J chegaraiii os remedios
do Dr. Radua v -Resolutivo
renovador, pfonipto allivio
e pilulas reguladoras,
No droguista Baymundo Carlos Leite
Irmao. ra da Impertriz n. 12.
Enfeites para senhora.
Oa melhores entalles pretos a da corea<|ae ap-
parasa a 5)50o, 6) e 6g500 : na loja d Victoria,
na ra do Quaimado c. 75.
sem segundo.
Na raa do Queimado a. 55, leja da miadazaa
da Joa da Azevodo liaia o Silva, est queimando
todaa aa stiaa miadazaa muito boaa a baratiaal-
mas, a saber :
Sapatoa da tranca de lia mallo superio-
res a 1)440
Ditos de la para meninos de peito a 200 e 400
Parea de botoes para panhos a 40
Calzas com papel de diveraas qualidades
aortido a 700
Ditos de cores o melhor que ha a 700
Tbesourss de 6 polegsdas a 40
Ara prea muito oa (libra) 100
Pecs de fita para cs, de superior qua-
lidade a 320
Novelloa de Uoha que lam 200 jardas a 40
dem idem de 400 jardas a 60
dem idem de 800 jardas a 120
Linha do gaz de 10 e 20 jardas a tres por
doaa 4 barato.
Caixas de (olba com phoephoros a 80
Cornetaa de chire para entreter meni-
nos a 80
Carriteia de linha de 100 jardas a SO
dem de Alexandre muito superior a 100
Duzia do (asas a garlos, cabo preto, mul-
to finas a 8)500
Calzas com colzetes (rancezes a 40
Ditas com phosphoros do gaz a 20
Ditaa com dito de vela muito superior a 20
Caiaa com iscas para aecender charutoa 40
Duzias de meias creas muito eneorpa-
dss a
Duzia de meiaa brancas a
Duzia de meiaa brancaa muito fiaaspara
senhora a
Masaos com grampos de todas ss qusli-
dades a
Boleas maito finas para guardar dinhei-
re, servam tambsm para guardar (umo,
e sarvem tambera para senhora a 500 o
Thesouras pequeas, porm muito fi-
nase
Ditaa para unhas tambern muito supe-
riores a 400
Uarcaa para cobrir, sao pequeas, porm
o prsco convida a 10
Pares de meiaa de cores para meninos a 160
Pares de meias brancaa para meninas a 200
Groza de peonas d'aco de todas aa qua-
lidades a 500
Caixas com 100 tnvelopes muito finos a IfOOO
Groza de botos de looca pratiadoa a 240
Manguitos com gollinhas.
Vende-ae manguitos com golliohas, (azanda
maito boa, pelo barato preco de 2f000, golliohas
e puchos ultimo gosto a 2)000, gollinhas muite
finaa e bem bordadas a IgOOO cada ama na raa
do Queimado loja de miadsxas da Bea (ama,
o. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vode-sa pecas o tiras bordadas ds 2,500,
3,000, 3,500 a 4,000 se trmelos a 1)600 o 2)000
cada peca na ra do Queimado loja de miadazaa
da Boa (ama, n. 35.
Bonecas fraucezas.
Vande-sa bonecas (rsneesas ricamente veatidaa
4)000 a 5)000, e 2f000 bonecas de cera com os
olhos nao*edeos a 2)000 a 3)000, oa ra do Quei-
mado loja de miadazaa da Boa (ama, n. 35.
Grande

2J100
1)600
3)000
40
800
200
I liquidado por todo
o pre^o, na loja do
Sertanejo.
RA DO QUEIMADO R. 45. W
[Apparecam con} dinheiro que nao'
deixaro de comprar.
Chitas escures flosa a 160, 180 o 200
[ rs., cortes de vestido pretoe bordedos a
velludo da custo de 150) so tendero por 1
30), 40), 50) e 70*. sabidas da baile vcl- 3
! lado o setim a 12) o 13), c misas para se- S
> nhors a Sf e 3), golliohas o manguitos a 8
| 2). 3J e 3)500, golliohasesmbraia borda-
[das s 500,600,700, 800, 900 e 1), ditas"
l de fil bordado a 120 rs., cssareqaes de 2
* (asto a 5), 6) a 7f, meias de seda j*
I brsncss e pretas para senhora a 1)200 I
Eo par, tiraa bordadas a 500 o 700 r., 5
la de quadro edlettada a 300 e 360 rs.
o covado, cambraia preta a 400 a 440
\ rs. a vars, organdys de eores a 600 rs. a ]
I vara, fil branco adamascado pira cor-
tinados a veatidos a 400 a 500 ris a
vsrs, cortes da collete de easeroira bor-
dados pretos a 2) o 3)000, ditos de
reliado de cor e pretoe a 3), 4), 5) e 6),
pal-'tots de brim branco (rancezes a
3)500 e 4)500. ditos de casemira da co-
' res e pretos a 14) e 16). ditos da alpaes
[ preta o de cores s 3), 3|500, 4) e 4)500,
> camisas de peito de llnho a 2)500, cort.s
de collete de gorgaro a 1)500, 1)700,
2)200, 3J a 85500, sollates (eitos de brim
I branco a 2)000, ditos (eitos de gorgur*
E a 2)500 e 3)500, ditos (eitos de casemira
| a 3|500, 4$ a 48500, ditos de velludo a
5), 6) e 7), ditoa de fus to de cores a
18500, um variado aortimento de meias
para hornera e senhora, grioeldas com
flores, chalas de (roco, espsrlilbos, e to-
da a qaalidade de roupas (eitas para ho-
mem que ldase vende por motado do
seu valor.
&w*nmmm mana swmsms
Carrosa.
Vende-se urna carrosa nova bem conatruida a
bem (errada, e qae serve ptraboi e cavallo por
ser apparelhada para urna e otra cousa: na ra
da Concordia, tenda de (erreiro junto a um eata-
leiro de carpioteiro.
Vendem-se tachas de
ferro cuado do fabrican temis
acreditado : a a ra do Brum
n. 28 B, armazem de Jos da
Silva Loyo C.
Vende-se urna laverua com poucoa (uodos
sita ns ra Direita dos Afogados n. 84 A : quem
pretender, dirija-te a meama que achara com
quem tratar.
Fivelas de ac par sintos.
Vande-se fivelas do ac para ainto a 1)500 rs. o
2)000 na raa do Qaeimado loja do mindezas
da Boa (ama. n. 35.
Baieias.
Vende-se baieias i 120 rs. cada urna aspa de ac
para balo a 160 rs. a vara, bandea a 1)500 rs. s
2)00 o par, oa ra do Queimado loja de miedezas
da Boa (ama, n. 35.
A2#500,sopavo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2 a
3 babados a 2)500, ditos de tarlatana brancos e
de cores, com barras e babados a 3): na ra
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do pavo da
Gama <& Silva.
Cascarilhas ie soda.
Vande-se eascarrilhas de seda para enfoitar
veatidos a 2)000 a peca na ra de Qaeimado
loja de miadezas, n. 85.
Gravatinhas.
Tambera sao chegadas as lindas grsvatinhai
pretaa o de cores, tanto para boroem como para
aeohora, tendo as de bomem lindos botdese eom
elstico, se vende pelo baratissimo preco de lg
IJfO : a no vigilante, coa do Crespo n. 7.
Meias de borracha.
Vende-se meiaa de borracha para quera padece
da arysipela a 15)000 o par, meias de sada preta
para aenhora a 18000 o par na ra do Queimade
loja de miudezaa da Boa (ama, n. 35.
Caiiiahfts e cabazes para
as meninas trazerem
no brago.
Multo lindas raiiinhsa e eshatet para meninaa,
4e 100 ris at 2)500: di loja da Victoria, na raa
do Queimado n. ef.____________________________
Franjas preta com yi-
driiho e sem elle.
Ricos sortimeotos de (raujas pretas e de cores
eom vidrilhoe sam elle : oa loja da Victoria, na
tua do Queimado o. 75.________________________
iohasck peso verda-
deiras..
Llnhas finas de paso verdadairas, meadaa
grandes a 240 rala : na loja da Victoria, na raa
do Queimad* n. 75.
Phosphoros de seguran*?
Phcaphoros de segaranca, por que livra de in-
cendie, a 160 rita a caixa : na leja da Victoria,
aa ra do Queimado n. 75.______________________
Baieias para vestidos,
Baieias muito grandea a boas a 160 ris ama i
na leja da Victoria, na ra de Queimado n. 75.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata ingleza a 1)500 rs. dita (ranceza a 500
rs., 640, 1)000, oleo da sociedsde hygianiqae
verdadeiro a 1)000 o (raaco, oleo baboaa de Piver
vardadeiro a 800 re. o (rasco, agua balsmica
para oa dantas a 1)000, dita da Botot tambern
para os denles s 18000 o (rasco, pomada (rance-
za em paos s 500 rs. e 1)000, 320 rs. sabooetet
maito Uno a 640 rs., 800 rs. a 1)000 cada um na
ra do Queimado loja de miadexaa da Boa (ama,
n. 35.
Linha de croxel para la-
bynntho.
As melhores linhas de croxel para labyrinthe,
novelloa mooatroa a 320rla um : na leja da Vic-
toria, na raa do Qaeimado o. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras-
Lindos sintos doarsdos pan senhorss a 2)-200,
ditos de ponta cabida a 4), ditos da fita a 1)600
na loja da Victoria, na ra do Queimado c. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas.
Chegou pars a loja da Victoria urna peqaena
porcia de ricoa aspelbos d varios tsmsnbos para
ornamentos de aalaa, efllangando-ae ssrem oa
melhores em vidros que teto rindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado r. 75. ________
La para bordar.
Lia maito boa da todas as cores para bordar, a
7) a libra : na loja da Victoria, na raa do Qaei-
mado n. 75.
Cartas flaas para voltarete
A loja d'sguia branca acaba de receber um bom
aortimento de cartea com tintas mui fins, papel
lustroso e opaco, e caracterea de novos desenhos,
representando aa figuras os grandes personagena
das guerrea da Italia e outros. J se v, pois,
que com una baralhos aatim booa e bonitos, tor-
na-ae ainda maia deleitavel o entreter-ae parte
da nolte no divertido voltarete, tendo sempre
espadllha, mamitis, basto, etc., etc.e pelo coa
trario um pichoso, so qualoa bolinhosea chava-
ra do bom cbi do dono da casa (ri eequecer o
pouco que perder. Os baralhos de canto redon-
do o dourado custim 6) a dazia, os immedistos
5), e outros 4), :tg'>00 e 3). Tambern he finas
paraoa apaixonadoa da bisca, espadilba, etc.,
viita do que nao ha mais a cansar-se, o pretn-
deme dirigir-se com dinheiro raa do Qaeima-
do, loja d'aguia branca n. 16, que acra bem ser-
vido conforme o louravel coatume.
Linhas do gaz,
Gaixinhss com 50 aovados de iiohas muito fi-
nas do gaz a 900 reta a caixa, ditas com 30 no-
velloa a 700 ris, ditas com 10 novelloa grandea
a 700 rea, orancaa o pretaa: na loja da Victoria,
na raa u Qaeimado n. 75.
Superiorea buhas haniburguezas em peqne-
nss e grandes porcias, e tambern se alugam, si
para eogenho ; na ra do Imperador n, 28.
Aos Srs. consumidores
de gaz.
Nos srmszens do caee do Ramos ns. 18 o 36, a
oa ra do Trapicha novo ( to Recite) n. 8, ae
vende gaz liquido americano orimeira qualidada,
o recenlemeolechegado, a 15)000 a lata de 5 ga-
lo, assim como latas de 10 o de 5 garraus, e
em girra(s.
I ieratos de D. Luizlf
} e D. Naria Pia
% Chegaram pelo paquete fran-
(3 cez Guienne : na ra do Cres- @
$ pon. 2, loja de Nogueira de $
0 Souza, junto ao arco de Santo fg
^ Antonio. ^
O Gira sol
defrente ds Peona n. 33 vende manteiga ingle-
za superior a 800ris, dita (ranceza a600, quei-
jos do ultimo vapor a 1g900, ditoa a 1)700 e
1)500, cb Ooo a 2)800, caixaa de doce de goia-
ba a 500, espermscete superior a 720 ris, su-
perior vioho do porto a tOO, dito doFigueiraa
640, 560 e 500, o todoa oa maia gneros bous
baratos.
Acha-se venda no escriptorio de Antonio
Luis de O ivera Azevedo & C, ra da Crac n. 1
a obra eacriota pelo viaconde de Urugaay.Ensaio
Sob'e o Direito Administrativo-, deixamoa de te-
sar elofrioa ata obra, basta o nomo de san au-
tor para a tornar reocnracruiada, daos voluntes
m brochara 10), tacadarnado 12jf.
Sobo vigilante.
Perott.
E' chegsdo no vapor francez os lindos perotls
ou enfoltes para as senhorss cooservarem o ca-
bello antas de ser amarrado, pois s a vista faz
(, pelo baratsimo pre;o de 1J500 : s no vigi-
lante, ruado Crespo r. 7.
Aderis pretos
Tambern chegaram os lindos aderecoa pretos,
sendo duaa pulaeiraa, rosetas, alunles, tudo em
urna caixinha, inteiramente couaa nova neata
praca, todos muito deliesdos pela grsnde mo
de obra qua tem, poia as pessoas de bom gosto
saberao apreciar : s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Agulhasi
Tambern alo chegadas as verdadeiras agulhas
Victoria, da (nodo dobrado, que ae vende pelo
barato prego de 100 rs. o papel: i no gallo vi-
gilante, ra do Creapo n.7.
Ca pellas para noiva.
Tambern sao chegadas as lindss capellaa bran-
cas, o mais deliesdo qae pode haver, que se ven-
de pelo baratiaaimo prego de 7) e 6), tambern ha
ou(r Pede-se que qaem tiver de comprar qualquer
destes objectos, que se spresse antes que se aca-
be, poiafoi panas urnas pequeas amoatraa que
serecebeu : sno gallo vigilante, ra do Crespo
numero 7.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston 4 C ra da Senzalla Nova
u. 42.
Machinas americanas.
Era casa de N. O. Biabar 4 C., suetessore;
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machine para regar hortas o sapira.
Ditas para deacarocar milho.
Ditas para cortar caoln.
Salina com pertences a 10) a 20?.
Obraa da metal principe prateadas.
Aleatro da Suecia.
Verniz da aleatro para navios.
Salsa parrilhade primeira qualidada de Pari.
Vinho Xerex de 1836 em caixas de 1 dazia.
Goguac em caixas de 1 duzia.
Aradoa e gradas.
Brflhaolaa.
CarrocM pequeas.
no va de Lisboa.
O soti'o deposito da raa do Brum n. 66, arma-
zem, acaba de recebar a superior esl de Lisboa
da mais nova que ha no mercado, chegada um
deatea diss pelo brigue portugaez Constante,
que se vende por precos muito commodos.
finstasia
lentes com enfeites.
A foja'aajeja branca acaba de recebar lindo* *
novissimos pontos com enfeites pendentes, obrs
de muito gosto e ultima moda para senhoraa, oa
quaes euetam de 5 a 13), eooorme oa diflereotea
e agradaveie moldes; sssim os pretendenles man-
dem qaante antea na loja d'aguia branca, raa do
Queimado o. 16.
Conservadores para ca-
bellos de senhoras.
A loja d'aguia branca receben esses delicados
soeites para cabecea de senhoras, os quaes alm
da galantera tem maia a aingularidade de con-
servar perfeitameote o alado dos cabellos, e sao
elles de um gradiado mui fioo e ornado com fl-
?issimea vidrilhoe, o que oa tornam to agrada-
veis vista de todos, e vendem-se pelo diminuto
prego de 1)500 cada um, isso na ra do Qaeimado
loja 0 agua branca n. 16.
Vendem-ae oa doua randea rmaseos sitos
na ra de Apollo de ns. 38 o 40 (caaa de quina)
contando o prlroeiro 32 palmos de frente e 300 e
(antoa de fundo ; o aegundo com o mesrr.o com-
primelo e pouco menoa de largo, amboa com os
undoa para o caes do mesmo nome, com arcos
por dentro para communicsco, proprio para
qualquer eetabelcimeoto em ponto grande por
ter excelleote porto de embarque o desembarque
e situado junio a ponta nova. E' igualmente
proprio para recolher gneros de estiva por ter
para laso grande capacidade, e vandem-ae juntoa
ou separadoa conforme melhor convier aos com-
pradorea : a tratar na ra doa Guararapea n. 28.
laralo que admira.
Ra do Amorim n. 43,
Vendem-ae aaccaa com milho novo a 2)500
ditaa com (arinha a 2)500.
Vendem-se cnixes va-
sios, proprio* para fimileiro
e bthuleiro, a 1#580 cadaum
rie*U typographia s dir.
Seahall Hellors & C, tsnde recebido or-
dem pera vender o su crescido deposito de rsle-
gios visto o fsbricsnte ter-se retirado do nego-
cie ; convida, portento, s pessoas qua quizaram
possuir um bom relogio de ouro ou prata de c-
lebre labriaante Kornby, a aproveitar-se da op-
portanldade aem perda do tempo, para vir eom-
pra-los por commodo preco ao ssa eacrirterie
roa do Trapiche n.x8.
Boa fama n. 35.
Vende os seguintes ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
Grsmpos a balo com pendente doarados a Sf,
o par.
Pontea imitando tartaruga para bandea, ulti-
mo gosto a 3) o par.
Fivelas para sirios, (azenda inteiramente nova
a 2) o par.
Alflnetes pretos com doaradopara aenhora, in-
teiramente novos a 1) cada um.
Botos pratoa com dourado para panhes, inlei-
ramente novos, a 2) o par.
Botos de tartaruga para pannos a 1)500 o par.
Na ra do Qaeimado, loja de miadazaa n. 35,
da boa (ama.
SYSTEMA MEDICO HODELLOWA
PILULAS HOLLWOYA.
Esta inestimavel especifico-, composto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao contera mercu-
rio nem algnma oulra substancia delecten. Bei
nigno i mais lenra infancia, a a eoaplcirao aaas-
delicada, i igualmente prompto e seguro par;
dcsarieigar o aaal na compleic,o mais robustas
jeotairamante innocente em suas operares a o-
(eitos; pois busca e remove as docnca.s da qual-
quer especia c grao por mais antigs a tenazas
que sejanj.
Entre mimares de pessoas curadas com asta
remedio, muitas que j estavaaa s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn
recobrar a saudc a (oreas, depois de haver tanta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilictas nao davem entregar-tea des-
esperac_o; facam um competate en sai o das
efficazes eSeitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperarlo o beneficio da sauda.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguintes enormidades;
Tinta para marcar roupa.
Vende-se Unta para marcar roupa a 1);
Agua de malabar para tingir cabellos a 5) o
(raaco : na ra do Queimado, loja de miudezaa n.
35, da boa (ama.
Cartas unas para iogar.
Vendawae duzia de baralhoa de cartea nnaa com
aa pomas aouraaas a c, dita sem aer dourada a
3)500 e S : na ra do Queimado, loja da miu-
dezaa n. 35, boa (sma.
Fitas de laa para debrum.
Veodem-ao pecaa de fita de laa para debrum a
15, a am vara a 120 ra., dits de seda a 2)400, e
em vara a S40 : na ra do Queimado. loja de
mindezas n. 35 ds boa (ama.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoalbado adamascado com 8 pal-
moa de largara a 18600 rs. a vara : oa ra do
Queimado n. SS, na loja da boa (.
Damasco para colxas c para
ornamentos de igreja.
Vande-se muito superior damasco de l da
ama s cor, muito proprio para colxas e psra
ornamentoa, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato preco de 2)800 rs. o covsdo : na ra de
Queimado n. 2S, na loja da boa .
Verdadeira pechincha.
Vendem-se corteado superior gorgoreo de te-
da para colletee pelo baratissimo preco de 1),
S) s 3) o corte : na ra de Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Fara os tabaquistas.
Lencos muite finos aimitaco dos de linho de
muito bonitos padrea o de cores flxas multo
pioprlos para as pessoaaque tomam tabaco, pelo
barato preco de 4)800 o 5)500 a duzia: na roa
doOseiroodo n. S2, na bem conhecida loja da
boa (.
Na ra da Iraperatriz nu-
mero SO.
Ve.;de se o seguate.
Bramante com 10 pilmoa do largura a 1)500,
riscadtnhos escaros de cor flxa a 160 rs., ctssas
de cores s S80 e 320 rs., oleados para cobrir
raeaas a t$, indianaa muito hnas a IX. chitas a
160. 200, 240, 280 e 3S0 ra., cambraias da sal-
picos de cores e brancas a 400 ra., cobertorea
brancos e asearos a l)t00, 1)600 o ), pannos
finos prstos o de coras a 3), 2)400 e 3), cam-
braiaa para cortinados eS) a peca, ditas lisas r
2). 3), 4| e 5), tapetes muito finos s 9) o 7),
chapeos de seda e de caator muito fios o do ul-
timo goato de Paria a 8) o 9), ditos de (eltre fi-
no copa alta a 5), casemiraspara torro do carros
a 1)600, cortas de dita muito fina para calcas a
4). pc;aa de ntremelos a 1), e finalmente ma-
dapolee, algodes, brins, bretanhaa e outrac
muitaa (zondas que o dono do estabelecimnto
eet resolviao a vendar muito barato aflm da
apurar dinheiro, dando-ae a competentes amos-
tras com penhor.
Libras steriinas
Vendem-so no escriptorio de Manoel Ignscio
do Ollvtlra &i Fiho, largo do Corpo Santo n.10.
Novos peales
de tai taruga e us&ssa,
com dour&do e sem elle,
para atar cabello.
A loja d'aguia branca acaba de receber essea
pentes de qae as senhoraa tanto preeisavam para
igualar aos pequeoos doursdos. O sortimento
pequeo, porem completo, porque tem de tarta-
raga o ruisH, douradoa e aem o ser. A belleza
e per(eic.ao delles difficil deacrever, a por iaao
limitamo-noa a dlzer que elles sao de um dese-
nlio noeiasimo de spurado gosto, e de cuatoaa
exeeucjio, na qual o artista elevou-se por sua
pericie. Tem elles a (orma de um laco do fita no
centro do que ae eoohece o (eche por meio de
urna fivella, isso alera de rendsdos, tsnto os de
tartaruga como os de massa. Agora, pois, que
apparece obom.convem que as senhoras se nio
demorem em mandar comprar na loja d'sgui
ranea, ra do Queimado o. 16.
Viagw Polares.
Sahio a' luz, e acha-se a' venda na
Livraria Econmica, a obra vertida do
inglez pelo primeiro tenente da armada
Coila ti no Marques de Souza, a qual
tem por titulo Descobertas e Aventu-
ras nos Mares e RegiOes Polares
eeidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulse.
Dobilidade ouextenua-
;o.
Dobilidade ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barrigr j
nos rins.
Dureza no ventre.
Enformidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Gncbaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
QVendem-se estas pilulas no csiabaltcimentc
goral de Londres n. 224, Strand, ana loja
de todos os boticarios droguista a outras pessoas
enearregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dellas contem urna instruccao am portu-
guez par explicar o modo da se usar dastas pi-
lulas.
O deposito geaal em casa do Sr. Souu
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambaco.
Febreto da especie
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia,
Ictericia.
Indigestos.
Infla nimacoes.
Irregularidades de
menstruacSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis,
Abstrucc,o do ventre.
utysica ou consump-
c,o pulmonar.
Retenco de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal}
Rival sem se-
gundo.
Raa do Queimedo n. 55, loja de mludeos de
Jos de Aseredo Maia o Silva, conhecide por Jo-
s Bigodinho, eat eendendo tudo pelea r,rcte
j aabidoa, porm quem nao aouber teuba
bondad* de er o que bom e baratusimo :
rraacoa de Lavando muito finos, a .
Ditos de oleo baboaa auperior, a 320 .',
Frascos de agoa de colonia muito lina a
Ditoa de dita grandea superior, a .
Caixas com pos edr de ross para limpar
dental, a......., .
Duzia de aabonetee muito fines, a .
Varaa de bico dsa libas, est no reato, a
Carriteis de linha preta muito grande,
e lem multa linha, a..................
Bengalas do melhor gosto, a : .
Tinteiroa com tinta muito boa, a .
Baralhos de carlea (rinczaa, a .
Ditaa de cartas portuguezaa muito fi-
se, a .........
Varaa da fita de velludo recortada, a 160
Frascos de banhi de ur;o mullo supe-
lor, a...........
Ditoa de dita transparente, ....
Fratcoa de macar parola, multo fine,
Ditoa de dito oleo, msilo fino, a .
Varas de fita para (azer aintos doa me-
lhorea goato, a........
Babado do Porto para todo o preco. .
Labyrintoa muito finos para todo prec.o.
Barria com pboephoroa muito boca, a .
Usssoade linha fiua para bordar, a ....
Cartea de eolebetea superiorea a 40 o
Escovaa para limpar oentee, a 200 e
Carriteia de retroz de todaa es edres, a
Bonecas mas porm muito bonitas
240 e..................
Grvalas de duas voltas muito supe-
riores a..............................
Fios e masaos de coral de qualquer qaa-
lidade a...............................
Sabonetes grandes e muito fino, a.'.'.'."
Agulheiros com agulhas......
Fitas para espirtilbcs grandes e pe-
queoos a 60 e........
Varas de bico de 3 e 4 dedos, a .
Cnias com agulhaa (rancezaa curtas, a
Liohaa em arlos brancaa e de c-
Arroz.
Vende-se srroz moide superior, de 8 libras pars
cima a 2$tj00 a arroba, em libra a 100 ra. : no
pateo do Csrmo, quina da ra de Hortas o. 2.
Pechin cha
Mtife asemiYm.
Novo sorlimeoto de meia casemira para calcas
o psletots a 600 ra. o covado : na ra do Quoi-
maco o. 43, eaquina que volta para a Congre-
gco-________________________________________
Ra i Se'izallft Nov* n. 42.
Venda-sa em casa de S. P. Jonhston & C,
sellins e silhes inglezos, candieiros e castiga**
bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, chicotes
para carros o montara, arreios para carros d*
ana a dous cvllos. celogioa de oar o patente
inglax. '
Reiogio.
Vends-st am casa da Johnston Patar d C,
. a do Vigario n. 3, um bello sortimento de
ialogios d* ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool { tambera
ama variedad a de bonitos trancellins para es
mesmos.
Cbegado pelo vapor fran-
cez s para o vigilante.
Lindos pentes de niarrafa.
Sao ebegadoa os lindos penlinbos douradinhos
com muito lindas molduras de difierentes gostoa
para marrlas ou traveaaoa, poia s com a viste
oa compradores poderao apreciar o quaolo aao
deliaados, pelo barato prego de 3J o par, aasim
como sem ser dourados de lindos gostos, pelo
barato prego de 2J o par: s no vigilante, raa
do Creapo n. 7.
Para at*r cabello.
Tambern ha ehegado lindos pentes de tarta-
ruga todo eotrangado com fita de borracha, de
(orma que o cabello amarrado Oca dentro de um
engredado, inteiramente couaa nova, e da muito
gosto, assim como com Ijco a lizos de lindos ei-
(ios, que se rende por prego muito razoavel : a
oo vigilante, ra do Crespo c. 7.
Luvas de pellica.
Tambern e chegsdo as verdadeiras luvas de
Jouvin maito (rescas tinto para homem como
pata senhora ; a no vigilante roa do Crespo
n. 7.
La ara bordar.
Tambern ba superior laa para bordar qu* te
vende por 6J> a libra, assim como lia de (amilia
que ae vende a lj>, e em cada caixinha maito fina
pelo baratiaaimo prego de ~c a caixinha : a no
vigilante, ra do Creapo n. 7.
Espelhos
POR
Sir John Leslie,
Roberto Jameson
B
Hugh Murray.
Esta importante obra coinpor-seha
tle dezolhetos, do custo cada um de
1 $, e ornada de um mappa dos mares
polares, e de bellas estampas, que suc-
cessivamentc acompanharao os olheios,
que mensalmente se publicarSo.
Tambern ha grande sortimento de espelhos re-
dondos de moldura dourados de todos os tama-
ibos, com excellente vidro, que se vende pelo
baratissimo de 35, ' do Crespo n.7.____________
Sintos.
Tambern 4 (hegado os maito detejados sintos
com ricsa flvelta de concha borlote ao lado
cousa muito chique se vende pelo barato prego
de 40, aaaim como rieaa fivelas vara aiotoa com
po^riohasd* lindo* gostos qua se vende a I56OO
X8; s no vigilant* raa do Crespo n 7.
Chegado pelo va-
por francez s para o vigi-
lante finos pente* de mar-
rafa.
E' chegado os lindos pantinhos dourados com
maltas lindas molduras do difirante* gotloa pa-
ra mairifa oa travtssos, poia s com a vitta os
comprador** saberao apreciar o queoto sao deli-
cados pslo baratissimo prego de 3800o o par :
assim como sem ser dourados de lindos gottos,
pelobsrsto prego de 20: na ruado Ceeapo o. 7.
S no galo vigilante, ra do Crespo n. 7.
80(1
.00
400
600
110
60O
cO
160
500
160
240
160
240
600
fcOO
(
100
500
res, a
160
2!0
80
400
240
3:0
800
500
120
80
60
120
200
20
8Mr;0!QINC0MPflRJ,VL
UNGENTO HOLLOWAT-
Milharcs d* individuos de todas as nac*,a
O'iea testtmunharas virtudes destare,-.?."--<
mcomparaveleprovaremcaso ncassario, our
pelo uso que rlella fizeram tem s*ucorr.-'e
saembrosinteira mea tesaos depois de haver en-
tregado i outilment* outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconv*nc*r d*ssascuras ma-
ravilhosas pelal altura dos peridicos,' que'lb'u
relatara todos os d<5 b* muitos annos; a a
maior parta dellas sao tao sor prndenlas qu*
admirara os mdicos asais celebres. Quintas.
pessoas recobrarais com este soberano reasedio
o uso da seusbrajos pomas, depois dcdi-r
permanecido longo tempo nos hospitaes.o :a
daviam soffrer a amputagio I Dellas h* i-
easque'iavflndodcixadoasses, asylos depsde-
tim*nios, parase nao sabme teres* aessape-
rarao dolorosa oraaacuradas completaente,
mediante o uso desseprecioso remedie. Ai-
fumas das ta*s pessoa n enfusao d* seu raco-
nhecimento declararan* estesr*sultado5 ber.eS-
eosdiant* do lord corregedor e outros auagit-
trados.alini 1 e saais autenticares sua t firmal.?
JVingue dsesp*rria do estado desaud* e
tivessebastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguindo algnm tempe o
trata atento que necasstasse a natureza do tea],
sujo resultado s*ria provar incontestav*lmetu,
Qu* tudo cura.
Ouucuemo Ite nttl, malsj partler-
larmeute nos betralntes ensot
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancoras.
Cortaduras
Dores de cabega
das costas,
-dos roejabros.
Enfermidades da cutis
m gral.
Ditas da anu.
Erupges escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gingivas escaldadas.
Inchaces.
oflammagao do fig&do.
Inflaaaeagao da bestga
da matrii
Lepra.
Malas das pamas.
dos peitos.
de olbos.
Mordeduras de reptir.
Picadura de mosquito*.
Pulmes.
Queiaiadelas.
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, ais qualquer
parte qu* saja.
Tremor de ervos.
Ule aras na bocea.
do figado.
das arliculages.
V*ias torcidas ou co-
das as pamas.
Vende-s* *st* ungento no st*bel*cimer-io
gtral de Londres n. 244, Strand, e na loja
4 todos os boticarios droguista outras pes-
soas ncarregadas d* sua venda m toda s
America do sul, Havana Sespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha conten
urna instruccao m portugu*z para *xplicar o
modo do f azer uso des te ungento.
O deposito geni i em casa do Sr. Sonsa,
harmaceutico, na ra d* Cruz n. 32, en
parnambuco.
Cal de
A 5,000 rs.
Veude-ie barria com cal nova chegada ltima-
mente, a 5tf, no antigo o acreditado depoaito da
raa do Brum n. 66 armazem.
GrsnipfcS a balo.
Tambern chegado as lindss grsmpsa bslo,
coma maito linda : s no vigilant*, ra do Cres-
po o. 7.
Potassa da titissia
e Americana.
No escrip torio de Manuel Ignacio de Oliveir* &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por prtc,o
mal* barato do qae em outra qualqaer parte.
Remedio infaliivel contra as agnor-
rbeas antigs e recentes, nico deposito
na botica ranceza, ra da Cruz n. 22,
preco 3jf.
Retratos de sua alteza rea a
prnceta Ttalia T). Mari
Pia.
Tem par* vender Jos Azevodo Maia a Silva
na ana loja. roa do Queimado o. 55.
No pateo do Carao, quina
da ra de Hortas n. 2,
vende-se manteiga muito auperior em berns da
13 libra*, proprios para caats particulares a 750
a libra ; garaote-te a quilidade.
Sementes de hortalice viudas
de Paria.
Chegaram loja de ferragens de Botos, na
ra da Cadeia do Recife n. 56 A, as novessemen-
tes de hortalice vinda* d* Pars, ss qotes to da
auperior qualidade. e ae endem baratas.
Milho e feijao.
Veo Jera te saceos com milho que petam a
quaai quatro arrobsi, muito novo a 39 o tacco,
ditos com feijo mulatinhn a 8J50 ; a rilar oo
Forte do Maitos, armazem Btro do Urramento,
ou na ra do Queimado n. 4.


.
MUTILADO



...
t
[
UUO M PMAMBUGO. p, SABB4D0 17 DI 5KTFMBR0 DE iMt
Lilteratura
Se eu morrer amanlia.
So mo visio de amores
Em sonrio me spparecer
Qual bella rosa loicas,
Partirei carpln l j ai dores
Solapando tneu am rae
a Se en morrer amanhia.
Se acaso bella dontella
Um btijo em aonho me der,
Rosada como romaa,
Soxinho lbs fellarei
logo depois direi
Se eu morrer amanhia T
Chara donzella (ormosa.
A campa miaba ornars
Com baila rosa lougaa,
Chorando aquellas amores,
Sim 1 eonvettidoi em dores
Nao chores virgem formosa ;
A i Ja dura to pouco
Qu'eu meamo nao te drel,
' rosa linda e (ormosa,
Batida do vento agora
Qu' hootem admire!.
A vida roabada,
Qeal rosa faada,
Tem dores amargas,
Qu'eu masmo nao sei;
Saber ea quiera,
J'ormoaa doozella
E entio te disiera :
Eu nao le dlrei.
QueDoules aquellas,
Qu'entio eu passei.
Que ooutes lerrveis
Qu'eu mesmo nao sei;
Saber eu quizara,
Formosa doozella
E eoto te diasera :
Eu nao le dirai.
Que espectro horrivel,
Qu'em soubos eu t,
Fantasms lerrivel
Qu'eu mesmo nao sei;
Sabar eu quizera,
Formosa doozella,
E entao te diasera :
Ea nao te direi. >
Nao chorea virgem formosa ;
A vida dar to pouco
Q'eu masmo nao te dirai,
E' ros 'inda e formosa,
Fiiida do vento agora,
Qu'hontem admirei.
Recite, 25 de satembro de 1862.
eias catbolicas ? parece qeegracejim... pola nao
destas sesmas ptaselas que o pontfice tem mais
motiros de queixa ? Nao foi a Franca que em
1789 levou a espada ao peito dovigariode Chris-
to, Uzeado-o derramar sentidas lagrimas de sin-
gue? Nao o Piemoote que sriva boje o sora-
cio de Pie IXT Nspoleao I e.'s catholico, lio
catholico que dorrubou os altares profsnos da
densa Razio, e basteon sobre auas ruinas o es-
tandarte da Cruz ; entretanto quando o sonhodi
morte... qee o nagas romano derrame-ss as a
ultima goda, raiguem-ae aa velas da cldado eter-
na ; mas seja ella da revolugio... ainda que ap6s
a victoria a se encontreos raioas, nio importa...
venga-sa o paps ludo o mais se alcangar... ex-
tirpe-ae da Italia o cancro do papado e talar com-
plata a victoria do erro... Coeaa impotstvel I...
deixem que sobre i fronte de Vistor Lmmanuel
eisentem os dessecados loiros ds victoria sells-
dos cara o saogua da verdade... que suba elle ao
ga-lo trahir sus eoniciencia, sccedenlo s exi-
gencias de seu orgulho... O que fieram anto
aa poteociaa catb->luai ? porque nio correram
em auxilio do pontiGca ? E note-sa Pi VII
era soberano, e como tal, Kantiana relaces ci-
vil com os outros soberanos. .
Despojado do sceptro temporal, a coodico do
pontfice seria precaria, elle ver-ae-hia crcalo
de mil obstculos, que continuamente tenderan!
embargar-lhe o pssso os desenvolugio da dou-
trina religioaa ; a estrada do .marlyrio nr-llia-
l.i i de novo apressntada, e a egraja retrogradarla
para o seu estado de infaocia.
E' porista que pagamoa pela conservagio do
poder temporal de qae se acha em possa o aam-
mo sacerdote do chriatiaoismo ; nio por que
temamos o aniquilamento da agreja ; mas oque seoga de um arepgo fdeafd" hornen", que'f-
nao convam a possibilidade ds qualqoor suspells -
sobre aa arges d'aquelle que eat investido de
Agor mesmo acabamos de lfir O Imperio do
BrasilMonographia eomphta do Imperio Sal-
Amertcano, de Baril, conde 4e La Hura, obra
em cuja ultimo aa ptalo ae encontram algumas
observaedes criticas aobre certoa coslumes da po-
pulacio do interior do notao psiz, e nem de leve
nos resentimos do qia esereveu o eetor dasse
livro, porque recoobecemos o justo (andamento
das suaa reflexas; mas antra o coaiie de L Ha-
r e Ave Lallemant e Biarl ha ama diatanca im-
ver-
erobigao o cegoa. quando elle imaginou que po- Capitolio, porque dahi Rocha Tarpeia a ha um mensa, a distancia qae separa o hornera da
da tornar-so seohor do mundo, nao leve receoi pssso... o fracasso de sua queda ser grsnde por- dado dos hnmeos do embulle
da onOunr Fio VII Fontainaibleau para obn- que grande foi a altura a que aubia.. e nio ae : Demoramoa-nos lembraod'o Os estriptos
r" -
Ernesto Chaves.
O
papado e a realeza.
VI
Depois de vero collega proflig; o sceptro real
de Fio i a; sustentando a legiimldade da revo-
luto e f.zando vo'oi pea derrota do papado
para que a a barca de Pedro caminhe ventos
mais favoraveis ao porto da salvagio ; bello
ouvi-lo dizar: quando o throno e o aliar vivem
on estrella alaoga cada um na sua eiphera, o
mani 4 bem goveroado: a egreja floresce e fe-
cunda os seus fructji, mas quando a desharmo-
c:a bruna enlre doas poderes as comas grandes
eessam de prosperar e as pequeas perecem im-
Eediatamente. Pois que ? I Se o collega reco-
nhece a necesaidade da harmooia entre o podar
temporal e o poder espiritual, para o qae o ele-
mento histrico da egreja e do estado possa pro-
curar no eipajoe no lempo como quer elle mes-
mo sancionar o sou regresso, ou ao menos o seu
estc'.ouameoto, (svorecendo por seus votos os
Cas da revoluto ? Nao cerlamente por este
meio que se poder maoter entre os dous pode-
rasesla boa intelligencis, qus conslltue a coa-
t.gao si ne qua non da (elicidade do
mundo.
manifeatar a verdade ao mando.
Como compenetrarmo-nos, pergunla o col-
lega, de que o divino Salvador. Onlniseiente e
Omnipotente, eitabelecendo a agreja, essa cada
de reltcoes, que prendem o oito so Infinito
para que (osse consummagio dos scalos, ti-
rana commetlido urna tio grande (alta t Mas,
perguiUmos nos, quam j disse ao collega qae
o poder temporal foi instituido directimente pelo
proprio Christo? ecomo conceber que o funda-
dor da egrej, promettando eatar com ella todos
os das at a coosumsgio doa aeculoa, consen-
tase orne seculos dedescarreamantos e da erros,
conservando o psps um poder, aberlamente con-
trario sua vonlada e opposto ao espirito do
Evangelho ? lito a, 3 um abaerdo, collega l
lili que nao compreneode-se. .
artbem aindi Jninguem disse collega que 0
podar temporal extingue as beresias, o que se
tem dito qae elle um forte auxiliador para
que essa seja combatida, e Muxzarelli exhube
raolemente o prova.
Dsve ae ficar suspenso, diz este profundo
theologo, lendo-se o cathalogo dos herticos e
das heresias, qas noi deixaram Santo Iriaeu,
Santo Epiphinio, Santo Agoatinho, por ver quan-
lo os herticos desie lempo ersm msis numero-
sos qae oa doa seculos posteriores. Mas desds
que os papas exteoderam seu dominio temporal
o espicialmentenos lempos em qua ellea raina-
yam mais livra, mais abioluti.msis patucamen-
te, nola-se que as beresias foram menos frequen-
tes. Eis a razio disto : quando os papas nio
eram ainda soberanos, um hertico cimecava
impunemente espalhar aua doutrina em urna
diocese, por que nao poda aer reprimido sanio
pelo bispo, por um concilio, ou pelo papa. Se
o bispo podia reprimi-lo em aus diocese, o que
nem sempre ihe era posiivel, nao podia impedir
que o hertico passaise urna outra dioceac e
por meio de seus aectaroa diiaemioasse o erro
por tola parte ; tanto mais quanto oa biapos par-
ticulares nio tioham urna autoridade definitiva
para fazer reconhecer de urna maneira certa o
erro como erro. O concilio a com multo tra-
balho e lempo podia reuoir-se e nesse lnterim
o erro se esleodia impunemente. Nio se podia
mesmo fcilmente consaltar o papa ; umaa ve-
zes elle era prisioneiro, ostras estiva exilado,
e quaDdo ae liona ganho o imperador, em cajos
estados vivia o papa, era fcil tornar aua autori-
dade ioaccessivel e intil, e tirar-lne tolo meio
de exerce-la.
Ma desde que os papas se tornaram aobe-
ranos, aua pessoa foi mais respailavel para os
mesmos principes, que v:am nelle nao s um
mestre na f, mas tambem um egual na sobe-
rana, que podia lhes prejudiear ou favorecer,
meamo para os negocios lemporaes. Assim os
principes foram mais ligados ao papa, o herti-
cos desespraram de achar um protector no prin-
cipe, os bispos tieram m mais fcil acceaso
junio aos papas contra os erros mscentes, e estes
tiverem mais poder para se oppor aos. herticos
Lora exercicio do podor da egreja, ereiolve-a ne- ^otn (! Ara tras o collega para a
gilvamente quer pelo lado ca pbilosophta. quer
pelo da historia. M
Vejamos.
c O qae nocesaaro C *t>olntnjtoio ludf*-
pensavel, diz elle, mas a arca santa tem por mui-
tos seeulos reiislido aos ventos contrarios, que a
empurrara para o abysmo sem o auxilio do poder
t mporal : logo tal poder nao necessario.
Qa;ndo os defensores do poder temporal da
saeta s consideram e dizim qae a existencia
desla poder necessaria para que seja mantida a
1-Jependencla e digniiade da egreja catholica,
apostlica, romana, nao entendem, nem querem
tixer com isto. que o poler|temporal seja inlima-
t&enle ligado egreja, de sorte'que a sua desap-
f'ii.J) da face da trra loria lugar no mesmo dia
em qua ella deixasse de ser rodeada pela forfa,
que lhe eaprestt o poder civil. Nao, looge, bem
1 >;ige de nos tal pensamento : este o erro de
V'.izzioi, que, trabalhando por abolir o poder tem-
I -"a\ julga por esle modo anniquillar tambem o
joder espiritual.
O nosso pensamonlo o pensamento do douto
e profundo Muzzarelli.
O collega pecca emprestando-nos o err prego do
termo necesario em um sentido lio rigo-
roso ; assim praticando elle ataca o ponto de f
dos defeusores da realeza pontifical no que res-
peia estabilidade da egreja aobre a trra. E
li desde j protestimos contra eise ataque di-
rgido noisa f ds christio : a egreja catho-
lica, levantada no mando porums persussio de
dznilo seculos, que serve de base urna antigui-
dede de qualro mil annos, visto que se pode sem-
pre o que em toda parle se pdJe, iovensivel-
[Laeordaire.]
O collega nao pie dosconhecer o sentido em
que damos o poder temporal de S. Pedro como
necessario, visto como sabe que na ordem da hu-
manilads nio ha nada de absolutamente neces-
ario.
Que iodepedentia mostrara um papa que se
achasse subordinado ao imperio de um soberano
civil ? que couanga inspirara elle ? os catholi-
c"s certamenta nao retirarlam delle o respeito e
a confian;! que merece aquella sobre quem se
acba erxpenhada a palavra do Christo, mas o rei-
to do mundo enchergaria maltas vezes nelle o
i estramonio do soberano que estiva sujeito.
O que governar a egreja catholica e quaes
s";3 as condigoes exteriores para o pleno e livre
ejercicio de em tal governo ? pergunla o illas-
tiado bispo de Orleans.
Gobernar a egreja catholica correiponler
com todas es egrejas do muodo, com peno de mil
Hipos ou vigarios apostlicos que as regam ;
insliluipos bispos, velar no deposito sagrado da
verdade e dos costumes, mantera discipline, de-
1; .:: a doutrina, coodemnar os erros, extirpar os
abusos, trabalhar na propagacio da f christia,
enviar todos os climas e em todas as latitudes
o; missionarios do evangelho e di civilisagao :
tratar com as soberaoiss da trra, entreter rea -
c5ea pacificas com todas as cortes, fazer essas
concordatas qae tanto concorrem psra a boa har
zsonia entre os doas poderes : e em Roma. mi-
tigar os males do povo, fundar, desenvolver as
Qslitulces de beneficencia, conservar os tem-
plos e os monumentos religiosos, proteger a an-
tiguidade e asarlas, acolheraffecluosamente os
catholicos de todos os paizes, e exercer seu res-
peito a nobre e generosa hospitilidade que con-
Tm ao pae commum da grade familia chriitaa,
porque todos oschristios siocidadios de Roma,
conoodizia Fenelon.
Investido do desempeobo de um lio importan-
te e complicado ppelo chefedo catholleismo nao
dsve ver ao seu lado ama outra soberana, qae
ptrega deqaalqaer modo trazlo preso influen-
cia do 8*u poder : um papa suspeito, seria a
raaior desgrac,* para o ebristisnismo e par o
mando,
E, demiis. como em sua qualidade de subdito
Luaoleria elle com digoidade e independencia aa
relajoes da egreja com um soberano nvaaor ?
como trabalharia elle para acabar com o conflic-
to ou choque dos dois poderes ? Ni actualida-
de qse os poderes da trra se eiforcam por ames-
quinhar e destruir o poderes do cu osuccessor
fio Pescador da Galilea, nio pode passar sem
orn poder temporal: a sus exislancia as mios do
pontfice urna garanta aos olhos do mundo da
liberdade da cadeira dS. Pedro... A invencio
de um papa deixando de ser sobenno sem pas-
sar ser subdito bastante engenhosa, maa nio
aproveita ; revela o esqueclmento dos principios
mais comesinbos da organisacio social ; quam
cao soberano subdito: nio ha um meio ter-
angmarem : deixem-se deseocadeiar as ondas da Srs. Av Lallemant e Blard para
revoluto... a barca de Pedro vagar sobre ellss, '
como a arca de N ib aobre aa aguaa do diluvio.
A questio|romsna nada oa quas nada tem de
poltica ; ella toda religiosa e aomente religio-
sa. o No fondo do todoa os problemas polticos e
sociaes agitados em nosss poehs sa encontra
sempre urna qaesto religiosa. Foi o mesmo
revolucionalismo de Prudhoa que o diise. E
como negar-se quanlo este problema se agita
com relaco ao pontifica ? E' eacuaado nega-lo ;
aa palavraa da revoluto eio bam determinaveis:
oads deixam a duvida.
Jovens estudantea da Univeraidade da Pars,
diz Garibaldi, eu vos respondo todo commovido
de gratidio e respeito, como se estivesse ns pra-
sen$a de um areopago ideal de homeog... que fa- dos, devenios der"-b'mi"per"da"o
rao a grandeza faUra da patria I I daaia patrii um duplo erro que tambem comme
que alguna homena perveraoa quarem mergulhar '
do novo oa lana... sim, alguna
. perversos... e
entre ellea oa primetros sio squelles meimos
que... falasando as mximas sublimaa do Christo
s qusas substltuirsm a mentira... ligaram-ae
com os poderosos para aesiravilio da Italia 1 e
se reduziram ao offlcio degradante de espides e
alcoviteiros... aquslles meimos que para aacia-
rem auaa impudicia! daram ao muodo o eapec-
taculoeipintoso das foguelras. Oh! pensando
nss torturas de Galilea 1 e as de tantos seculos
de nosia desgranada Italia 1 todo homem naaeido
neiti trra devera p6r u mios naa calgadia daa
reas... a vingar sobre eates mtaeraveis bypocrl-
tis de sutsoa preta osinfortantos, os opprobrios,
os sofirimenlos de vinte gera^ea passsdss I E
no_entanto eata ra(i maldita ae assentar ama-
nha... e protegida... ao lado dos representantei
da mais illustres na;es e pedir com insolen-
cia a cooiiuu ro de um poder... que s se ap-
plica corromper a naro, roubsr nossos po-
bres Irmios saa ouro... para patuscar porcamen-
te. E conclue dtzendo qas Vctor Emmaoual nio
pode reunir a Italia, porque no centro dessa Ita-
lia, no coragao desss Italia ha o cancro chama-
do o papado, a imposturs chamada o papado...
A Austria nio reaaaacitar mais na Italia, maa
um inimigo terrlvel existe ainda, o mais terrivel
porque etti espalhado pelas multiddes igoorsn-
tes, que elle domina pela mentira 1 terrivel por-
que ae cobre aacrilegamente com o minto da re-
liglio... terrivel porque voa aorri com o aarriao
de Satans 1... e ss ioiina como a aerpeote quan-
do quer morder 1 e esie inimigo terrivel. lio te-
mivel... ah I mancebos I o padre 1 com poucas
excepces, sob qaalquer forma que elle se aore-
aente I.... {D. Macado CostsPi IX pontfice e
re. )
Temos concluido, colleg ; sa alguma palavra
por nos empregsda o ple offander, peumos
perdi : Hiraos o maia possivel por nao oUea-
dermos a sua aueceptibiiidade.
Recife, 25 de setembro de 1862.
/oaguiro Guennes da Silva Mello.
aqu os la-
menteveis successos de S. Bartholomeu e da re-
vogacao do edit) de Naotes ? Querer lanjar
curgo da religiio as daaeragas desses desaatro-
mom i-cc.iioj ? c bem siugular. Nio nos dare-
mca ao t-abalho de mostrar aoa leltores as cau-
sas deltas aconticimentos por que em nada im-
portara ellas quest3o do poder temporal dos
papas.
De tudo o que at aqui levamos dilo conelue-
se lgicamente pela neceisidade do poder tem-
poral a fim da que o chele da egreja catholica
possa com toda liberdade e independencia man-
ter sua digodade e expandir de seus labiosa pa-
lavra da verdade E este 6 o pensar dos maiores
genios......o mesmo protestantismo o reconhe-
ce......
O que porm de extranhar que o collega,
que rejeitou a soberana temporal do pontifica,
pela razio de ser o necessario absolutamente in
dispensavel a tar a egreja vivido muito tempo
sem elle, nos venha agora no final de seu art'go
diier-noa na edade meiia quando os povos
tnham perdido o seui direitos mais sagrados,
quando se achavara debaixo do jugo da opprea-
sio, e que entio s a religiio era esclarecida e
poderoaa, o papado revenido do poder temporal
era urna protaegao, tornava-se necessario......
Dasorta qae o mesmo collega ensarregou-se de
refutar o seu argumento favorito......a conscl-
encia do catholico 1-ahiu a peona do escrip-
'or........a verdade vencen o erro......
O colleg nos apreseata em abono de saa o-
pioiao duescitacoes, urna de Santo Hilario, outra
de Fleury, citaces que tambem faz Colombelem
sua obraInsliluicoes da Francapsg. 133, tra-
t'Ddo do pon), que dos oceupa. Nio tivemos
tempo de consultar a fonte onde Colombel foi
beber esta opioiio de Santo Hilario, por iito
nada diremos sobre a sua veracidade, e temos
tanto mais razio para duvidar della quanlo a de
Meury que este escriptor nos d e que o collega
abramos, falsa. Eotretanto linda sendo esta a
opioiio de Santo Hilario ella nao pola prevalecer
em frente da de um coociliio eccummico, da do
concilio da Trento. Ja v o collega que qualquer
opiuiao, quo possa referir em coolraposigio nos-
sa, cahe por trra em face da decisio proferida
pela egreja ; por que nao admittimoi que o jei-
to particular da um hornera possa vencer o juizo
universal da egreja.
Quanlo citacio de Fleury, ja o distemos,
ella falsa quinto sua applicagio, e, alera de
Colombel fazer urna m applicagio das pilavras
de Fleury, o collega levanta lhe um falso. Fleu-
ry nao oiz que o poderes tempores nio sio
meios proprios para eatabelecer o Evangelho;
elle falla dos 6ens tempores, o que muito dif-
ferente; e Colombel citando as auia palavras
noa refere os termos franeezes6ens temporel
que, como o collega nao ignora, traduz-se em
portuguetbens tempores e nio poderes tem-
pores.Sintimos qae o amor da causa, que o
collega defende o levasse esta insdverttncia,
qua redunda tola em appoio de aua opiniio.
Quer agora o collega ver a opiniio de Fliury
sobre o poder temporal da santa si? Era qoan-
to o imperio romano subsistiu, diz elle, encer-
rava em sua vasta exteosio quasi toda a ebris-
taodsde. Sa o papa tinha entio um soberano,
esle soberano o era de todo o mundo. Has, des-
de que a Europa foi disidida entre varios, prin-
cipes, se o papa ficasse subdito de um elles,
tr ae-hia temar que os ojlros o nio quizes-
sem reconhecer por pae commum e que o acuil-
mas fossem frequentes. Ple-ae pois, crer que
foi por um effeito particular da Providencia que
o papa se achou independente e soberano de um
eslado assis poderoso para nao ser fcilmente
opprimido pelos outros soberanos, afim de que
fosse mais hvre no exerciciode seu poder espi-
ritual e que podesse conter mais fcilmente lo
dos os outros bispos em seu dever.s
Eis a opioiio de Fleury, que se le ro t. XVI de
aua Historia ectlesiast\cal. disc. n. 10, 2o
vol. o altestam Muzzarelli e Mgr. Dupaoloup.
V" o collega que nao foi muito (aliz tomando
por guia Colombel.
VII
Cooc'.uamoi.
O aaculo XIX v a verdade e basca garant-
la, diz o collega, a lucia ha de travar-se, at on-
das da reoolu^ao hao de desencadeiar-se : mas o
seu saogue sellar mais um titulo psra atlestar
aos seculos vindouros o progresso da humanida-
de deate sculo.
Engaa-se o collega, a lucia j est travada no
campo mesmo da revoluQio... a palavra deMaz-
zini foi cumprida peloi outros carbonarios ;Ga-
0 Brasil e a colonisaco.
Sob eita titulo publicou a Revista dos Dous
Mundos nos seus nmeros de 15 de janho e 15
de julho oltimo dous longos artgos que chama-
ram naturalmente a nossa attencio.
Nao nos pode ser lodifferente o que se escreve
e se pensa a respeito do noaso paiz e das nossaa
cousas na parte mais civilissda do velho mun-
do ; eae por ventura noi licito desprezir as in-
ventes ridiculaa e oa aleives grosseiros que en-
chem os livros e os eicriptos de charlataas im-
provisados em viajantes observadores da nossa
ierra, inlispeuiavel sa tima refutar os erros que
podara passar como verdades apadrinhados pelo
prestigio ou de um nome de autor coohaeldo, ou
de urna publica; peridica juetamenU apre-
tiads.
A Revista dos Dous Muios est oeste csso:
um peridico estimado dos sabios edos litterstos,
e um dos mais considerados orgios da imprensa
de Parla ; quaai aempra escolha com esmero o
ortigoa que paablica. a ctortmto a* inni' daa espalha, aaidaa que propaga, produzem maiaou
menos impressio no espirito dos seui leitorss,
quo se contara por milhires.
Assim, pois, era pira ni maia do que simples
satiifagio de cunosidade, era um daver a leitura
desses dous artigos asiigoados por Elsea Reclu,
porque embora nio estivessem apadrinhados por
am nome deslumbrante na repblica das latirs,
tinham por si o reflexo do prestigio do peridico
que os estampava naa suis psgiaas.
Abrimos com empenho a Revista dos Dous
Mundos; mas infelizmente loga na iotroduccio,
logo no primero periodo do trabilho do Sr. Eli-
e Reclua -hamos fundamentos seguros para
duvi lar do ; a resultado do seu estelo e da jus
teza das suaa apreciares.
As fon tu priocipaes, as decididamente preferi-
das pelo Sr. Elsea Recles, aa tontos onde elle ba-
bea quasi tooai aa informscoea que aerviram de
base aoseu trabalho, foram, o Sr. Elise Reclus
o declara, as obras do Sr. Ave Lallemant e doSr.
Biard, os Rete durca Sud-Brazilien im Jahre
1858; Reiie duren Nard-Brazilien iai Jahre 1859
do prlmeiro e Daux annes au Brsil pelo segun-
do, isto a obra da maledicencia e a da ingra-
tidio, ou a do aleive e do charlatanismo.
Para o Sr. Elise Reclus, o Sr. Ave Lalleraaot
um viajante que pertenca a eisa pleiade de sa-
bios que tem elevado as viagans altura de urna
miisao social; e o livro do Sr. Biard est ebeio
de obaer vagues eogenhosas e da desenhos que sao
obras primas de verdade.
Fszendo tal juizo dos escriptos dos dous via-
jantes, era impoialvel que o Sr. Eliie Reclus dai -
xaise de torntr se muitas vezes echo dos aleives
e das falsidades de um, e das estravagantes, ima-
ginarias e ridiculaa observacoes do out-o.
E isto tanto mais para ssalir, qusnto maii
devemos diz-lo, oS\ Eliie Reclu enuncia boni
principios, e parece desajoao de prscurar a ver-
dade ; mas desditoiameote o seu trabalho tam
rao posiivel... E a sua maoutencao pelas poten- ribaldi hoje quer Roma e na falla de Roma a
um vicio original, nasceu de (onles envenenadas.
Nos temos j conhecimenlo das obras doa Srs.
Ave Lallemant o Biard, e sabemos o qae ellas
vale ji, como deve saber o governo quanto nos
csstou a do primeiro.
O Sr. Ave Lallemant ascreveu animado sempre
de m vontade contra os Braiilsiros,e onde ple
achar occasiao deferir-nos, desvirtuando os tac-
tos e calumniando as intenges, nio heiitou em
faz-lo. Eateodeu l para si que era patriotismo
allemio o indicio de profunda sibedoria ver nos
fllhos desta pobre trra algozes dos seus patricios,
e nos eostua.es do nosso povo as expresses de
quasi selvatiquaza; mislurou alei'es com algu-
mas observageiverJadeiras, vestiu unse outros
com sgalas de um eitylo agradavel, eicondeu a
pee,onha no meio de florea, e julgou perfeitameo-
ta cumprida a saa santa miaiio.
Da obra do Sr. A Lallemant um nico pro-
veilo pode aer colbido pelo Brasil: o fructo da
ligio da experiencia que enslnar o nosso gover-
no a escolhar melhor os seus viajantes estipen-
diados.
Quanto ao Sr. Biard, aceitamos a palavra ds
que se sarviu o Sr. Elua Reclus para qualiflear
as observacoes dessa viajante: o Sr. Biard um
toariata eoganhoso; mas eogenhoso de miu
gosto; porque de mu goito a manifeita jac-
tancia deingratidao daquelle que contis os fa-
vores qua recebeu, e morde aa mios que o favo-
recern) ; que recorda a pratica da mais nobre
hospitalidade, e ri e zomba do hospede que o re-
ceben dabaixo do tacto. O Sr. Biard daquelles
visitantes que inventara quando nio podem ver,
efalsificim o que vm ; mas nio tendo como o
Sr. Ave Lallemantum estylo que o recommende,
viogou-se dessa superioridade do seu emulo,
falsificando com o pincel depois de falaificarcim
a penna. Aseitimpis que ornim o livro do Sr.
Biard, estampas que o Sr. Elise Reclus conside-
ra obraa primas, sio muitas vezes caricaturas in-
sultuosas, ou quadrosengenhosos de um tou-
rista diffamador.
Nio nos doem, nio nosaffligem as observagoes
verdicas, nem ss justas censuras dos abusos da
algnns coslumes ridculos, e pratiess reprehensi-
veisque se observam, nio s no interior do
paiz, como ainda bis nossas maia populosas ci-
dades: a critica, a censura sio am til caso mul-
lo aproveitaveis, com ellas vem a luz di civili-
ssgio, com ellas vem os melhorsmentos, com el-
las gaoha o paiz e ginha o povo. O que nos in-
digna a (alaidade que nos niulta, emprestan-
do-nos vicios e st crioies, de que nio podemos
ser acosados.
ptos dos
. tornar menos
dolorosos ao Sr. Elise Reclus os gravas erros que
com meta, o as injastas apreci acosa que fet nos
seui dous artigos estsmpidos na eruto; dos Dous
Mundos; mas esti conslderacao nio o absolve
de tudo porque o homem qua se julga habilita-
do para escrever sobre ama materia, deve aaau-
mir a reiponubililade das propoiicoas que enun-
cia, da biatorla que coala, o dos (setos de que ss
suppoe sabedor; deve ter pelo menos eritsrio
bastante para eicolher as (oates das suas obser-
vsgoes, e psra nio coofanlir Fardlnand Denla
som Biard, ou o priocipe Maximiliano om Ave
Lallemant.
Entretanto nio aeremoa demasiadamente aova-
ros com o collaborador da Revista dos Dous Mun-
ao menos de
que tambem commettamos ; tara-
Bem o nosso governo acra Jilo* faeilment a no cri-
terio do Sr. Av Lsllomant, e tamsem na julga-
moi digno de cooiideragio o Sr. Biard.
Eitudaramos pois, embora nio lio largamente
como poderiamos (ate-lo, examinaremos sem re-
sentlmento e com (rieza o trabalho do collabora-
dor da Revista dos Dous Mundos.
O Sr. Elsea Reclus dividiu assuss obiervagoaa
que intitulou O Brasil e a Colonisa(ao em dous
artigos: no primeiro tomou porobjecto a A bs-
cia do Amazonai o oa Indloa no aegundo : As
provincias do litoral, os negros e ai colonias al-
lemaea.
Era ambos esses artigos e especialmente no
ultimo, sio frequentes os erros da historls, de
geograpbia o de topographia do paiz, a aera qae
tomemoa a pello apoota-los todoi, nio noi ei-
queceremoa de mencionar algun molids que
formos discutindo os diversos pontos.
Precede a materia daa doaa artigos um periodo
de iotroiucgao, sobre o qual adiantaramos ago-
ra mesmo algumas breves coosiderages.
A guerra civil que ae acha travada nos esmpoi
ds eonfederagio norte-americana traz com urna
viva aoxiedade o penssmento do Sr. lElise Re-
clus a considersr todos os psizes da Americi em
que aioda exiite a eaeravldio, e muito especial-
mente o Brasil, nai cireumitnciaa a na historia
do qual acha eate escriptor mullos pontos de se
melhsng com as dos Estidos-Uados.
Acreditamos como o Sr. Ellsie Recles, que o
resultado da lata terrivel que rebentou na gran-
de confederagio americana ple ter immenia ii-
fiuencia sobra os destinos do imperio braaileiro :
maa entre os pontos de analoga que o collabora-
dor di Revista dos Dous Mundos encontrou nos
dous paizes, protestamos desde j contra a ex-
paniio qae se pode dar sus proposicio sobre
os Indios.
E' verdade que em um e outro desies vsstos
territorios o Europeu conquistador penetrou no
interior, levtndo diaote de si o ludio, verdade
que no Brasil o colono fez do indio sau escrivo ;
verdide que o nosso gento experimentou tor-
mentos indiziveisem urna peraeguigio violenta e
cruel. Mis verdade tambem, cumpre dix-lo,
que desde meiadosdo seculo XVIII a eicravidio
do gento caasou, e a proteegio a eaaa gente io-
(liz (ol um preceito da le, e nio sa conservou
como ayitama o eztermnio do geotio, a guerra
quasi sem quarlel aos miseros aalvagans.
Nos Estados-Huidos esss pratica nao (oi consi-
derada como um crime.
Podem-ae enlre nos apontar abuioe o violen-
cias de qae meamo ainda hoje estejam aendo vic-
timas alguns indios; mas esses abusos sao crimes
diante da lei, e se muitas vezes escipam Impu
mente que a espada da juitiga nao pule f-
cilmente chegara esiss Ionginquos e oceultos re-
tiros onde a prepotencia assim alga o eolio.
Limitamo-nos a esta simples reflexio por ora ;
provavelmente acharamos easejo para tornar a
este asssmpto, no qual nos encontraremos com
o Sr. Elise Reclus.
O periodo de introduegio dos artigos a que al-
ludimos, termina com os mais pomposos elogios
aos Srs. Ave Lallemant e Biard. Dsixaremos o
Sr. Elise Reclus na sus suavissima illusio a
respeito daa saas datas preaiosaa fontal at o
prximo namaro, em qua discorreremoa aobre o
seu prlmatro artigo.
II
O Sr. Elise Reclus da principio aoseu primeiro
art'go, o da Revista dos Dous Mundos de 15 de
junho, fazendo urna divisao de norte e sul do Bra-
sil que nao pode ser admittida, o que nem mea-
mo aproveita as ultimas consequencias que elle
pretende deduiir das suas obiervaces.
Para o Sr. Elise Reclu o cabo de S. Roque
o ponto diisor do noria e suido Brasil, e por
esse modo fleariam sendo provincias do sul do
imperio o Rio Grande do N >rU, a Parahyba, Per-
nambuso, Alagoaa, Sergipe e Baha, que alias
pertancem ao grande grupo das nonas provincial
septentrionaes, tanlo assim sida consideradas
deile o tempo do Brasil colonial, aempre que a
metropole julgou dever crear am governo geral
aparado para ai capitanas do sal.
Era divisio to arbitraria nao vanns a ciuveni-
eacia de se sacrificaran ilas estabelacidas, na
hiilorii do passsdo, e aceitas e firmadaa no es-
pirito da populagio.
Mas determinando, como dissamos, o aea pon-
to divisor do oort. o do sul do Brasil, o Sr. Elise
K 'das informa que embora mais vizinhas da Eu-
ropa, as provincias do Cear para o norte tem
aido menos favorecidas pela civilisagio europea,
que parece parar dianta do magnifica estuario
do Amazonas.
Nio lembrariamos esta reflexio do collabora-
dor da Revista dos ous Mundos, reflexio que
nio deixa de ser bam fundada, mas que se pode
referir ainda a outras provinciss, se nio tivesse-
mos de fazer notar que na comparagio das diver-
sas capitaes dss provinciss erige ello a Parahyba,
em capital do Piauhy, (azendo assim descer da
sua cathegoria aThereiins.
O escriptor francs penetra no magestoso Ama-
zonas, e extasiado cora razio ao contemplar tan-
tai maravlhas de urna natureza colossal, triara-
pin em breve do proprio assombro, e comegando
urna rpida deicripgio, encontra as Ooreitasdas
margeos do grande rio o pu-brasil e o cafeseiro
de mistura com outras arvores, que realmente
al crescem.
Estes e oulros erros inlcam que o Sr. Elise
Reclus nao tem os necenarios coohecimentos
para escrever sobre um paiz que nunca visitou, e
a respailo do qual proferiu os peiores livroi para
beber lazas que nio tinha. E como nio quere-
mos sgora insistir em inexiclidss desta ordem,
limilar-nos-hemos a lembrar mais trea erros qae
commetteu o escriptor francs, e que neate mo-
melo nos vem a memoria : elle chama piranga
a piranha, peixe bem conhcido e que abunda
em alguns ros do norte, e em urna nota lembra-
se de fizer derivar do allemao toschauer ou zus-
chauer o nome tuchuas, chafas de ludios ; e
peior que tudo isso, ignora o que seja a Unjua
geral fallada peloi indios, e a qus ella cframa es-
pecie de lingua franca formada de palavraa de
origen guaran!, e ensinada pelos jesutas aos paei
dos lelvagena do Amazonas.
O colla borador d > Re vista dos DousMundos entra
as duas quesles capitaes do seu primeiro artigo
e discorre sobre os indios e sobre a colooisagao.
Tratando dos indios, comega por estudar a ea-
Utiitiea di populagio das proviociaado Para e
Alto-Amazonas, e acertando quando a nio consi-
dera lisongetra, erra qaando a redaz a 256,000
almas, devendo eleva la a 350.000
A base da populando amasoniana, diz elle em
seguida, secompem de indios, a quese tem dado
o nome geral de Tapuyas ; mas nio observa que
oaquella eilatistisa nio entram numerosas tribus
desses indios ; e isso era tanto mais necessario
quanlo certo que em auis coosideragdea o Sr.
Elise Reclus confunde de um modo lamentavel
as tribus errsntes com os Indios aldeados ou em
relsgo com o bomem civillsido
Nao pertencemos ao
anda louvam o brbaro
ama incaria dessslross, tea dedo causa a eml-
grasio da muitu hordis do Indioi do Amazoass
pira as trras dai repblicas vixlnhse, e que aasai
emigrsgoss sio a niaior iotoorenlencia para o
Pensamos, como elle, qae o nosso governo nio
so tea eeorcsdo. como deve. no empenha ds ca-
lecheie e da conquista clvillaadora do gento, ne-
cessidade palpitante do paiz. qie nio pie dia-
peasar tintos bracos vigorosos, e qua tio eteii
serum. H
Pensamos, como elle, que o gento poleria
dar-nos a melhor das colonissgoas para o Ami-
zonai, se com rostido forte, estn-1 constante,
paciencia o carfdade chagassemoi, io posii-
vel, a arrancar do seio daa florestas e aldear eme
hordas numeroeae qae muito conlrbuiriam para
a riqueza (atara das provincias ribeirinhss do
grande rio.
Vejam embora 'oestas ideas urna utopia, um
sonbo irreslissvel, algn ou muitos homens que
testemanhsndo o poder de forc humana doman-
do os msis (erozss animaos, aioda assim nio ad-
mitan que se ebegue a estecbissr o aproveitar
o indio selvagem 1 vejam-o embora, ni acom-
pao, iremos nease poni o Sr. Eliaee Reclus, e
pediremos ao goveroo braaileiro que reflicta se-
ria e demoradamente sobre tio grave e tio im-
portante assumpto.
Plisando a tratar da coloolsagio e dos traba-
Ihoa e empenho empregados para leva-la s tr-
ras do Amazonas, o collsdorador da Revista dos
Dous Mundos torna a sabir em evidente exage-
rado, partiodo de um principio at certo ponto
verdadairo.
Com eilait > 4 urna verdade que as trras maii
aeptenlrionaes do Brsail aio menos favoraveis
que as do aul aos colooos europeus, e especial-
mente aos colonos do norte da Europa, o Uto per-
feilamenta se explica pela grande differeoga do
clima; ainda assim porm levar a exageraco
alm de todos os limitas dizer que os emigraotes
do velbo mundo, chegaodo as mrgaos do Ama-
zonia, achim logo um tmulo no aolo qwe ape-
nas eomigim a cultivar.
O Sr. Elice Reclua tira eati terrlvel cooclnsio
do que diz ter se observado em algumaa colonias,
e cita por exemplo a de Nosss Ssnhors do O', on-
de, conformo ss ioformsces que leve, de.canto
e cincoeota colonos allemioa]quealli foram reci-
bido, riros foram os qae escaparam com a vida
s molestias que se desenvolyeram logo depois
da eatac/io em que costumam biixir as sguas, o
a colonia receban assim um golpe fatal, embora
o aeu fundador aioda acaricie o aeu aooho de co-
lonisigao.
O qu adro sem duvds horrivel; mu falla-
mente encontramos no relatorio das larras publi-
cas e da colonisagio de 1861 esclarecimentoa que
desmeotem o lgubre painel do Sr. Eliae Re-
claa:
Esta colonia (a de Nosss Senhora do O'), diz
o relatorio, (oi fundada em 4 da miiodel855
pelo cidado Jos do O' de Almeids, sendo para
ells adoptado o aystema de arrendamento e de
parcerii.
i A aua populigio coosta de 52 homens e 55
mulheres, sendo maiorea 71 e menores 36, casa-
dos 20, solleiros e viuvos 67, ao todo 107. Dei-
tea colonia 101 sio braaileiros. 3 portugueses e 3
sainos.
c Os empregsdos di colonis sio um mlico,
ura phirmsceelico, am capellao e um guarda-
livroa.
Posiue um engeoho de aisucar, distillacio
da iguardente, aerraria de madeira. Tem alm
diito ama capella e 21 casas para os colonos.
Alm destsioformagio, temos ainda a do rela-
torio de 1857, qae noa diz :
c O cididio Jos do O' de Almeida, havendo
recebido dos cofrea provinciins par emprestimo
a quaotia de 8:000, attrahiu para a ilha dai Oo-
cai algumss familias ds provincia do Cear, e
algus colonos portuguezas, formando urna peque-
a colonia com I8S paasoai. das quaes taem fal-
lecido 15, auienlando-se 57 e nucido 1. >
O relatorio de 1858 diz a respeiio da mesma
colonia:
a A populacho qus em dezambro de 1856 coni-
tava de 16 peasoas, no fim da 1857 ae elevou a
119, sendo 10 Porluguezes, 5 Sulssos e 101 Bra-
sileros, dos quaas 26 eram naturaes do Para.
Como dillerem estes esclarecimentoa dos que
apresentou o Sr. Elii4e Recles 1... onde est a
peste que devorou perto de 150 coloaos alle-
maei'.'... Se umi tal desgraga sobreviesse deixa-
ria ella de ser mencionada nos rotatorios s que
nos nferimos ?...
Mas aioda temos cous melhor, e agora o Sr.
Elisia R-c us podar apreciar o meretimento e a
consciencla do Sr. Ave Lallemant
V "uno o Sr. Ave Lallemant visitou a colonia
agrcola militar eatabelacida perto de Obidos, diz
o collaborador da Revista, achou-a provida de
numeroso estado maior, porm somante com dona
colonos.
Ora, a informag'io do famoso viajante estipen-
diado pelo nosso governo refere-se, eremos nos,
ao anno de 1853, e no relatorio da repartigio ge-
ral da terna publicas e da colooissgao apresen-
lado em 1859, e por consequen ca relativo ao
anno de 1358, encontramos o seguiole :
Colonia de Obidos.Segundo as ultimas in-
formagaa prestadas pelo director, o pessoaldeatt
colonia sa compoe do meimo drect >r. do aub-
diraettr, do facultativo, do capellao, do almoxa-
rifa, da um feltor apontalor, de 23 colonos mili-
tares, de 132 paisanoi; mas a aua popalagao vae
a 2i2 individuos, cootando-ie as familias dos em-
pregados, 28 aggregados, 30 eicravos e 3 Africa-
nos livres.
R.'fere anda o Sr. Eliie Reclus que em 181
umi tentativa de emigragio levou ao Para 470
Portaguezei, dos quaes trea annos depois apenas
60 estivim com vida.
Outro quadro horrivsl I mas vejamos a verda-
de : em 1854 diversos emprezarios do Para obti-
veram do governo daquella provincia um emprei-
t-rao, obrigando-se a introducir nalla e a empreg nos seus eslabelecimentos ruraes ou fabris 450
colonos. Em 1855 apenas dous desses empreza-
rios tioham feito chegar procedentes de Portugal
103 colooos, nenhum dos qaaes se cooiervou no
eitabelecimento que os recebera, porque todos
preferiram rescindir os seus contratos da locagio
de servigos e procuraran outros destinos I
E eis ah a historia de 390 colonos mortos em
tres annos Inventada palos informantes do Sr.
Elise Recias.
Nao queremos insistir msis nestes pontos, em
qua ainla po> vezes teramos de encontrar o Sr.
Elise Recias bem disienta da verdade, ou multo
em opposigio a all.
alas como certo que a compaohia da navega-
gao do Amazonas perdeu cabedal, tempo e tra-
Dalho procurando eatabeleser naa margena do
Amazonas colonias que nio viogaram ; comi
tambera carto qae outras tm sido abandonada!
por emigrantes e colonos europeus, devemos ex-
plicar as causas de semelbantes fados, para que
algum outro os nio attribui desolagao, mise-
ria e morte; e anda bem que urna voz poda-
roa e cheia do prestigio ds experiencis podar
neste caso fallar por nos.
mesmo pelo principio econmico de que o traba-
lho proctra o emprago de qae podo aufsrir maior
provello, sondo cario qae no Amazonas o bnco
vigoroso que Irabilhe par saa eonta, encontrar
por longo tempo urna ramuneragio mus prove-
toss do qae o msis pingue salario que a Indus-
tria ou a agricultura poasam pagar.
Agricultura
que se nos
Eis oquedU o Sr. bario de Mau no seu rela-
torio que em 1851 apresentou assembla geral
dos accionistas da compaohia de navegagao e
commercio do Amazonas:
a A grande questio da colonissrio, Srs. accio-
nistas, qae alias importa um interease braaileiro
de primeira ordem, carece ainda de muito estudo
p.-ra ser satisfactoriamente reaolvids; a propria
riqueza das magnificas regioes amazonas um
bice, por assim dizer, iosupersvel realisigao
do estabeleciment) de ncleos colonlaes. Nio
basta termos trras que em fertilidade egualam,
excedem mesmo as melhores do muodo; nao
basta que essa Ierres abandera em proJ;oea
naturaes, que despertara a cobija do trabalhador
menos ambicilo moatnndo-lhe a nitureza seas
valiosos fructos, prompto por assim dizer s serem
olimos; nao baata qae esses terrenos se achem
em part cobertos de sonosos troncos, de fron
dosas arvores, que s esperam ser derrabadas
pela mi do homem para foroecerem as melhores
e msis prsclosss qualidsdes de madeira ao com-
mercio e s artas; nao bait* mesmo um clima
sadio como o dos terrenos que escolhemos ; nem,
finalmente, vontade a mais tenaz para conse-
guir um grande fim, poia que, aera embargo de
todos estes elementos, nossos esforgos s dsram
numero daquelles que jem resaltado urna completa decepgio.
systems das bandeiras a To pouco se pode attrlbair o mo xito des-
e ds escrsvllio ou ds perseguigio do gento ; ses esforgos a erros administrativos nos msios de
mas realmente o Sr. Elise Reclus pecca por exa- que se langou mao Para attrabir opportuci-
gerado quando proclama a bondade e docura en- mente a verdadeira coloniaagio era preciso dispdr
lernecedora dos Tapuyas : os Indios das flores- os elementos necessarioa ; e, pois, cootrabir um
las sio oque podem sarem sua extrema salvan- (orte numero de trabslbidores qae viessem der-
queza, e looge esli de primar por bondade e rubar as matas, (azer plantajes dos principaes
docura : a santa ciusa da huminidade nao precisa gneros de alimentac/io vegetal, levantar caba-
embellizsr o selvagem para ser vi-lo. as e eslabelecimentos industriaes de nalureza a
Feitos estas reparos, declsramos com franqueza satisfaz;r as necessidadesj primitivas de (toras
e prazer que estamos de accordo com o autor do povoages sgrieolas, pareca na verdade o meio
artigo da Revista dos Uou Mandos a respailo da mais racional, sanio o nico, de cooseguir-se
uuasl todss as suas ideas sobre ogentio do Ama- mais Urde o grande fim que tinhamos em vist
Creaco deovelhas.
a O exercielo dss faculdadea
na induatria 4 quem eoncorra
para a civilisagio do homem.
O anta racional que trabalba
somanta quanto lhe basta para
,,, notrlr-se, um ielagem.
Nenhum creador intelligente o amigo do pro-
SI"n. rVer i*00"01 nos meios aappltcar-
?? .n.melhor" <<> os sentidos a sreagao
doi animaea a que se dedica.
a. -?!Ti* ?,QUr t6/:om Perieneis adqniri-
da aaquelle Mar, maa tambara 1er e meditar oa
escriptos que apparecem a til reepotto: e por
mato da exp.rimentagio procurar eonhecr qual
9 na do verdade que merecem tiea aserilos.
DQkilmsote entre os e iufel zraeote se d*ixa
a rotina ; o qae muitas vazes velbo entre os
demais povos paisa por urna novidade, quando
nao laxada d* urna utopia inexequlvel.
Experimentie primeiro, qua depois hsver di-
reito de ae argumentar com fact>s; mies dtsao
condemnar antei de julgar.
Nao orgulbo que noa impela a lies conse-
Ihos ; deiejamos verdade qua as experimente o
queindlcimos, porem niiso nio temos msis qus
a ambigao de haver coocorrido pira o aegmento
de urna (oate de riqueza qae dar direilo ao Pa-
ran eollocir-ae ni ordem daquallaa auaa r-
maas qae primam na industria, commercio
agricultura.
Ideias noisas s encontrarao as msis obssuras,
que ss luminosas sio ds illuslrages incontesta-
veis que consultamos.
Em n4i, pois, vario apenss a ponte aobre a
qual passam oi genioi qae Ilustraran o mundo,
estabelacenio regras para que o carro da indus-
tria progressivameote camiobe avante, propor-
cionando aos homens a maior quaotdade pom-
val de bem estir.
Se a eapada dispensa a gloria ao soldado, a ri-
queza de am paiz ennobreceaua industria.
O trabalho inteligente do creador qae tende i
dar maior desenvolvimiento aua ereic'io, nio
lhe conceder tambem froa de nobraza enrique-
ceodo-o de haveraa e da muitoi coohecimentos
colhidos na experiencia ? Por sem duvidi.
Rageitar pois eata oflarta, qae tioto do cora-
cao fizemoa, ser mais que um pecesdo, mes-
mo um crime peranta os homeni.
Eolraremos no asiumpio, antea
arg de prolixidadea fastidiosas.
I
Todos os carnerosdomeilicados quese conhe-
eem atlribuem os nataralistaa a aua origam ra-
ga mou/lon que exiita aioda em estado selvagem
em alguna pontoa montanbosos ds Europa.
Se verdade qae (oda a immenaa variedade da
ovelbas qae observamoa leve ama s origem.de-
ve-se confassar que oenbum outro animal se mo-
diQcou mais no podar do bomem ; todaa as suaa
partas exteriores mudaram-se; algumas mesmo
foram creadas pela vootade do homem ; o que
demonstra a forga que sobre o bruto tem a iotal-
ligencia ; poder que nos leva a crer que tolo o
creador pode dar aoa animaea a forma qae qui-
zar, afim da aatiafazer as noceuidades do ho-
mem, eimprimir-lhes os caracteres convenanlas
aos lempos e lugares.
O carneiro guarda do moulon o temperamen-
to, oi coslumes e a eilupiUez ; a orgaaiis^io dos
osios quasi a mesma: porem exterlormen'.e
grandes mudanjai conseguimos iexer-lhe.
O moufton coberto de pello, que esconde pe-
queos Ircos de lia crespa, destruimos lhe o
pello e o revestimos de abundante lia, do que
tiramoa immemo proveito. A cauda iraca e cur-
ia chagou a crescer monstruosamente em ama
especie domestica da Barbaria. Oi chifres, qua
desappareceram em certas especies ds Europa,
duplica ram-se em outras da India.
A cabega larga e comprida, tornou-se curta
estrsita na Ilespaoba e Inglaterra. Na frica
cresssm-lhe os cornos direitos, em outras partes
pendemos e retorcidos.
O mouflon pasta noa prados seceos e moni.-. -
nhosos, o carneiro dos hollandezes, flamengos e
oglazes nutrem-ae naa pastagena hmidas; ti-
oattneiit^, oa laflu ha uma especie, qu dege-
nerando completamente de aua origem, tornou-
e omnvora, aaateotindo-se como o ci dos res-
tos da meia de aeua donos.
Submettendo-se assim a todo nosso imperio o
carneiro perdeu inteiramenteo initincto, loroou-
se uraco ; nao aabe fugir a aeua inimigos, apeoaa
sabe, quando no perigo, chamir, por aeua belli-
doso pastor para que o proteja.
A domeslicidade pois da ovelha tornou-a in-
capaz de viver sem a nossa vigilante protervo ;
por isso que nosso cuidado desvellado 4 muier
a saa conservagao, para que nio parca as quali-
dsdes que adquiriram com o regimem a qua a
lubmetiemoi.
No outro artigo trataremos dos principios de
hygiene, sem os quaes nao podara existir ne-
nhuma raga, e dos quaes davem ter inteiro co-
nhecimenlo todos os creadores, que se dedicara
com amor e cuidado a esti genero de industria.
II
Nesta provincia nio confiada a ninguam a
guarda dos carneiros dariute o lempo que pas-
tam. Conlemtam-ae em abrir pela manhaa o re-
dil, que quati sempre improprio, aem ajasa-
Iho nem aceio, e locar para o campo o rebanh".
que fici aujeito aos ataques dos casa, e tambara
aos de urna especie de aguiasque matam oscor-
deirinhos ; slem deales inconvenientes, nio sa-
beodo o snimsl dlrigir-se, nao busc as pas'.a-
gens melhores, aa aguadas e eleUm pastor
pola urna necesaidade indeclinavel acreagio,
alimentago, educagio e et:. destes animaes.
O paitor, para que seja capaz de bem desem-
penhar o seu cargo de mister que aeja dotado
de certas qualidades. entre outras a paciencia,
porque os animaea que dirige tem pouco iostioc
lo e cahem sem cessar em repetidaa faltas ;
por isio que se torna necessaria a vigilancia que
uaos abranja a lodo o rebinbo, como a cada
um dos animaes que o compoe. O pegureiro per-
corre com oa olhos indagadores tudo quanto sa
passs no rebanbo, v o cordeiro que nao come,
o que pasta com avidez, o adulto que baila, o
recem-nascido que mal ae sustem ou cae, a
uns e oulros presta seus cuidsdos, examinando
a todos.
Um psstor inteligente, paciente a pralco mu -
lo concorre para o augmento e melhorameoto dos
carneiros qae compoe o rebanho que elle dirige;
muitos pastores ligam-se com tal afiaidale aes
cordetroi que guirdam que quasi oi julgam seus
Qlhos. O criador que tlver a felicidade de encon-
trar um pegureiro cora laei dotea pode adorme-
cer, que o zelo de seu empregado substituir
com amor os cuidados que elle dispensara ni-
camente por ioteresse.
O pastor ou guarda das ovelhis, para que pos-
sa preeneber o seu cargo, deve ter, peto menos,
estes conhecimentos ; coohecer a edade dos cor-
deros e o estado de sua saude ; saber ajada',
qaando fur necessario a ovelha nos partos diffi-
ceis ; coohacar os meios pelos quaea ss soccor-
rem os cordeirinhos logo aps o nascimento. E'
tambem necessario quesiiba distinguir os symp-
tomas daquelles enfermidades qae mais ordina
riamente atacam estas animaea, assim como es
meios de as combater.
As operagoes cirurgicas, como a caitagio, en-
cioamento o sangras perleocem ao guarda J >
rebanho. Quando algum dos animaea morra,
aioda elle que perteoce tirar a palle.
Nem ama dasphases da existencia dos carnei-
ris, desda o nascimento at a morte, eat fra da
influencia do pegureiro e por isso que deve ter
o maior cuidado na sua escolha o criador, prin-
cipalmente o que desejar a prosperidade de seus
rebanho!.
Depois di escolha do pastor o abrigo dos re-
banhos deve merecer o maior cuidado possivel
ao criador. Nasta proviacia os carneiros, quiodo
nio esto no campo, sao mettldoa era um curral
ou manguaira, onde dormem expostos ao tempo,
poriue nio ha ali quasi nunca, nem seqtr, um
telheiro para onde se recolham quando chove.
A maior parte das vezes urna lama ftida o ne-
gra cobre o aolo do redil, na qual atolam-se oe
pobres animaei at os jolinos. Sao estes grandes
iuconveoientes que devem ser removidos, o que
o serio se sttenderem tradoccio que da Mai-
son Rustique fizamos e publicaremos no artigo
terceiro.
(Conrinuar-se ha.)
quasi todss as suaa ideas sobre o gento
zonas.
Patsimos, como elle, qua abusos lamentareis
tudo porm falhoa ; ao s porque o pessosl dos
colonos, por *\ m ndole, nao sitisfez, como

V
PBRNAJBUCO.-TYP.BS M. F. DKF. 4 PUSO
*
MUTILADO
ILEGVEL


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