Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09626


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Full Text
AI10 HIVII1. IIE10 219
11 Win
Ptr tre*. Mftzes idlantados 5J00O
P trt utit yencidoi 61000
TERCA rSIli 23 II ttTBMBM 51 Itll.
Fw aut aJiaifauU iJOOO
Ptrtf frutt fm t ubsirlpUr
NCA.RRBG4D0S DA SUBSCRlPgAO DO NORTE.
Parebyba, o Sr. Aotouio Aloxandrino de Li-
ma ; Natal; o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. da Lemos Braga ; Cear o Sr.
J. Jos da Oliveira : Miouhao, o Sr. Joaquim
Marque* Rodrigues ; Par, Manoel 1'iuhe.iro &
C; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARRKGADOS DA SUBCRIPCAO' DO SL.
Alagte, o Sr. Claodino Falco Diaa; Babia,
o Sr. Josa Msrtins Alves ; Rio da Janeiro, o S-.
Jjo Pereira Martn.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos os das as 9 }. horas do da.
Iguarass, Goianna, Parabyba ca seseadas
e sextas -feiras.
S. Aoto, Bezerros, Boalto, Caruar, Altioho
e Garaohuns as lergs-feiraa.
Pao d'Alho, Naxaretb. Limoero, Brejo, Pes-
quera, Iugezeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouncury Ex cas quartaa-feira.
Cabo. Seriobem, Rio Formoso Una, Barreiroa,
Agua-Pieta, Prcente ras e Natal qaintea-feiras.
(Iodos os co.-reios pa/tem s 10 horas da manh)
EPHEMER1DES DO MEZ DE SETKMBRO.
7 La cheia as 5 horas e 16 minutos da tarde.
15 Quarto minguante 1 hora 21 minutos da
tarde.
23 La nova as 6 horas e 16 minutos da manha.
30 Quarto crescente a 1 hora e 28 miautos da
tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as4 horas e 6 minutos da manha.
Segundo as 3 horas e 42 miautos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS,
Para o aul ai Alajroaa e 20; para o norte
ata a Granja 14 u 29 de cada mez.
PARTIPA DOS OMMBL'S.
Para o Recife : do Apxpucos 6 1|2, 7, 7 112. 3
e 81 1|2 da o.; de Olinda s 8 da m. e 6 d t.; de
Jaboato t 6 1|2 da m.; do Caxang e Varzea
s 7 da m.; o Bemfica a 8 da m.
Do Recile: pura o Apipucot s 3 1|2. 4, i li4.
4 ll2, 5. 51|4, 51 lt e 6 da t ; para Olinda 7
da m. e 4 1|2 da t.; para Jaboato s da t.; pura
o Caxang e Varzea s 4 1[2 da t.: para Bemfica
as 4 da i.
AUDIENCIAS DOS TRIDUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio : segondas o quintas.
Relacao tergas o aabbadoa s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juixo do eommereio : segundas ao meio dia.
Dito da orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira Tara do cual: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do eivel: quartas e sabbados a 1
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
S Segunda S Mauricio m.: S. Santioa b.
23 Terca. S. Lw.o p. ni. ; 9. Terla m.
21 Jacta. Mossa Ser.hora daa Marcea
:> .lnta S. Firmino b. m. f Nioroizia v, m.
hexia. S*. Lyurisno e Ju.iins mm
S.bbado. Ss. C >sme e Darnio irn.aos mm.
Domingo. S. Weoceslo duque; j. Saloiuo b.
ASSIUNA SE
n) Recife, em a livriria da praga da Indepen-
dencia na. 6 8. dos proprietarioa Manoai FiaTUM-
roa de Paria & Filbo. E
26
2S
PMTE OFFICliL
GOVERNO D PROVINCIA.
Bxpedlente do alia 19 de setembro
de 18C9
Officio ao brigadeiro commandaota daa armas.
Sirva-se V. Exc. de emittir o aeu parecer sobre
o que pede no incluso requerimeoto o 1* cidete
'1' sarniito do 10. batalho da infantiria Jjo do
Reg Barros.
Ditoao mesan.Queira V. Exs. informar so-
bre o que propa no olllcio junto o Dr. delegado
da repartgo da polica.
Dito ao meamo.Declaro V. Exc. quo a sa-
bida do brigue escitas Tonelero pira o presidio
de Fernando, fies tranaferida para o dia 23 lo
correte, campriodo que estejam embarcados no
mesmo brigue at o da 24 aa prages, seoUuria-
dos militares e os objetos que tivereai de seguir
para alli.
Dito ao inspector da thesouraria da fazenda.
Em retposta ao officio que V. S. me dirigi no 1*
do corrate, sob n 830, a q9 veio aonexo o pre
qae devolvo em duplicis, teoho a dizer que.se
gmdo corista do psrticipagas otBciiea dos re-
crutis viodos do Liraoeiro Joo Francisco de
Sana, Antonio Francisco Miguel, Maaoei Beato
Jos dos Reis, Sevorino Barboza de Lima, Anto-
nio Corroa de Amorim. Jos Marques dos Santos
Antonio Cabral de Mello, o Io, V, 3o e 7* as-
aentaram prar^a no axercito e os outros tres fo-
rara [iiiin em libor Ja la por serem considerados
incayaxea do servido em insperio de ssle.
Dito ao meimo. ReitUo V. S. os papis
que ieram aonexjs sui aformago de hon-
t^m aob o. 899, relativoa a deapezas eitas pelu
jnude direito de Nazareth cora o tralamento do
cholera morbij uaqualli comarca, aQm da qu
nis termos do pareter da contadoria dessa the-
aour.aria manta iademnitar o prediu juiz do sal-
ii i que ss d a seu favor na importancia de
715628. ou crediti la ao theso.ireirj d repart-1
_ u da pocia oai sua conta.Communicou-s^ ao '
legado encarregado do expediente da policia
Dito ao Inapector da thesouraria proviacial.
Estaodo em lermos a inclusa conli que me foi
r-'-neiuda pelo delegado encarregado do expe-
diente di secrstuia da policia com oiTicio dehon-
tem sob n. 1120, mande V. S. tugar a Simplicio
Jote de Mello a quanlia da 31^720 em que im-
porta as deipezas fetaa com o sustento dos pre-
sea pobres da cadeia do B ejo durante o mez de
agosto ultimo.
D.io ao tommaodante da estarlo naval. ~ Ex-
pega V. S. as suis ordans, am'de serem Iraus-
portados para o presidio de Fernando no brigue
acuna Tonelero os oficiaes, prac-is de prct e
presos de justics que forem destinados para o
mesmo presidio, bera como os objectos que tver
de remetl-jr para alli o director do araeual de
guerra.
Dito ao eapitao do porto.Pode V. S. fazer se-
guir para a corte no brigue escuna de guerra
!'\deliiade, oa recrutaa mencionados na relac,o
annaxa ao aeu offlcio da hontem datado, sob nu-
mero 130.
Dito ao commandaole do presidio de Fernn- ,
>.Communico V. S. qu?, segundo parf-
p u-rofl o director do arsenal de guerra jm officio i
de hontem datado, sob o. 261, loram recolhios'.
a aquello estibalecimento 244 pares de sapatoes
o 97 ditos do sapatos, vindoa dessa presidio, no
vajor do guerra Ypyranga.
Dito ao dire.-tor da obraa militares.Approvo
o *ju>te que, segundo o seu officio de 16 do cr-
reme, sob n. 119, fez V. S. com Manon! Luiz
Cielho de Almaida pa'a fizer oladrilho da phar-
u-.acia do hospital militar, collocar um tampo de
'iiarmore no respectivo balcao, asphaltar o ar-
iiazem da mes roa a concertar o xadrez d'aquelte
stabelecimento, tudo pela quants de 170fc000
rea, menor do que a oreada para esse servido.
Communicou-se a thesouraria de fazenda.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Em
aviso de 30 da agosto ultimo, junto por copia, o
Exra. Sr. ministro da manaba declarando nao ser
conveniente que se continu a despender cora os
menores das companhias de aprendizes marinhei-
ros e artillces ii*a arsenal, que nao podem
prestar aerviro n pelo aeu estado de sa le
.< de que tala o u..io de V. S. de 28 de julho
Hamo sob o. 257, determino que os meamos
menores sejam entregues a seua pais ou tutores
Indemnisaudo-se a fazenda nacional das despu-
las feitas com o seu sustento e vestuario ; po-
den lo, pe que diz respeito aos aprendizes art-
fices ser cflectuada a indemnisago por meio do
.. u.: > acumulado era proveito dos msmos me-
nores de conformidade com o artgo 43 do regu-
lamaoto, que bsixou com o decreto n. 2615 de
21 de julhode 1860. O que communieo V. S.
para seu conheclmento e devida execugao.
Dito ao curador dos africanos livres.Cons-
tando de offi :o do respectivo director de hontem
dataJo sob o. 260, iue a africana livre Isabel,
que so acha ao servido do arsenal de guerra, Je-
ra a luz no da antecedente urna criau;a do aexo
masculino, assira o communieo Vmc. para seu
coohecimento.
Dito ao conaelho administrativo.Promova o
consalho administrativo a compra de 1367 pares
de sapatoes para provimealo do almoxarifaJo do
arsenal de guerra, couformu aolieitou o respecti-
vo director em oicio da 16 do corrente. sob n.
253.
Portara.O presidente da provincia atten-
dendo ao que requoreu o profeisor publico de
iustracQao elementar da freguezia de Taquaritn-
i Manoel Joaquim jXavierWtibeiro, resolve con-
ceder-lhe 3 mezes de lict -.om vencimentos
di forma da lei para tratar fe su: same.
Dita.Os Srs. agentes da eompanhia brasileira
de piquetes a vapor mandetu dar transporte uo
vapor Tocanlins ao soldado Francisco Alves Fra-
ga pertenceute ao corpo de policia da corte, on-
de dave ser paga a respectiva despeza por conta
do ministerio da justica.
Dita.Os Srs. agentes da eompanhia brasileira
da paquetes a vapor mandem dar transporte para
a corta por conts do mioialerio da guerra no va-
por que se espera do norte ao ex 2 sargento
qutrtel mestre Salvador Corroa Alves Qaintani-
ina, que leve baixa do servico do exercito do 7*
atlho de infantera e est coraprebendido ni
disposi;o do aviso da repartirlo da guerra da 19
de novembro de 185.5.
Dita.O Sr. gerente da eompanhia Pernam-
bucana mande dar urna passagem de r ata o i
Cear no vapor Igiiaras-'i em lugar destinado a
passageiros de estalo ao Dr. padre Justino Do-
mlngues da Silva.
Oita.O Sr. gerenta da eompanhia Pernam-
bucana mande dar transporte em lugares de r
desltaados a passageiros do governo do vapor
Mamanguape atTamandar e d'ali at asta ca-
pital ao eogaaheiro da reparlico das obras pu-
blicas Pedro de Alcntara dos Guimaries Peixoto
o aiudantes de engenheiros Feliciano Rodrigues
da Silva e Flix Ramoa Lieutbier, certo da qae
nesla data officio ao Exra. presidente das Alagoaa
do seatldo de nao preencher aquellas vagas
quaoio o referido vapor regresasr ao porto desta
cidade.
aQsaipaehos do dia 19 de setembro.
fequerimentot.
Casamiro Alves de Souz.Como requer,
Bento Jos Ramos de Oliveira.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de (izenda.
Fraociaco Botelho de Aodrade.Satisfara a
exigeocia da thesouraria de fazenda constante da
copia junta.
Joa Elauterio Cirnelro da Cuoha.A'vista da
informago da contadoria, com a qual sa confor-
ma o inspector da thesouraria de fazenda, nao
Uta lagar.
('onimaiido das armas.
Quartel-general do commando das
artuaa Je Pernainbueo na cida-
de do Recife eiu SI de setembro
de 1862.
ORDEM DO DIA N. 131.
O general eommandante das armas declara a
guarnirlo para o Um conveniente, que tanto o
Sr. capito ajadaote de ordena Josa Fraociteo
Coelhodado nootam parta de doente, enaarregou
o Sr. tenente ajudante de ordam de pestoa Joa-
quim Jos Perelra Visnna, do detalha do servido
'a mearos guarniro em quanto durar o Impedi-
mento do referido Sr. capito.
O mesmo general fiz certo, que approvou o en-
gajimanto que a 20 do crrante contrahlo o tam-
bor da 6a comoaoha do 2* batalho de intenta-
ra Augusto Cesar d Madeiros par aertir por
rasis seis annos nos termos do decreto e regala-
raento do \* de maio de 1853, conforma partici-
pou o respectivo Sr. commandaota em officio
n. 795.
Assigoado. S'ofidonio Jos Antonio Pereira
do Laqo.
CoTform. No impedimento do ijudnt* de
ordens encarregado do detlhe,,/oa?u'm Jos Pe-
reira Viannn, tenente ajudaola de orlens de
pessoa.
ORDEM DO DIA N. 132.
O general eommandante das armas faz pablico
para o conhecimento da guarnida desta provin-
cia e devi-io afleito, o* a'isos da ministerio da
guerra da 26 e 29 de agosto ultimo, qae par to-
pi lhe form tranamittidoa pala presidencia as
datas de 17 e 18 do corrente.
4a Directora geral. 2a Seco. Rio da Janeiro.
Ministerio dos negnos da guerra em 26 de agos-
to de 1862.
lllm. a Exm. Sr. Nao htvanlo raio suffi-
efente para que a raapeito daa pracae tratadaa
ooa hospitaes sa proteda differentemente do iue
ae pratica con s tratadas as enfermaras -mili-
tares, expela V. Exc. ordena para que oavenci-
menios desold e etapa dos que estiveram no
orimeiro caso, sjam tirados era preti aspeciaas,
que a theaourari. defaieada lancera am despeza
no S 7, Eterciio, em receta como despeza
enrielar no g 6" Corpo de sauda e hospities,
praticaodo-au aasiir meirao a raspaito dos ffi
cies que estiverera em igusea circumstancias.
fatendo-se a despeza e receta dos seua venci-
mentos de sollo a etape, conforme os modelos
juntos. Estas disposicoes tero exectico a contar
do de julho prximo passado em diante, para o
que V. Exc. expedir as ordens nacesaartas.
Baua guarde a V. Ext. Polidoro da Fonceca
Ouintanilhe.Jordo.Sr. presidenta da provincia
de Pernambteo.
Entrego na thesouraria da fazenda a quanlia de
quarenta e nova mil res, importancia do meto
sold e etape pertncente ao mez le julho finio,
que recebi como alteres do 1 batalho da iofan-
larii, doente no hospital, com qua contribulo
pan o mea tntarceato.
Provincia de... em ol deagoit) de 1852.
R. 49J000 Aasigoatura.
Itecebi do Sr. F. pegador da... a quanlia de
sessenta e se mil ris, importancia do sold e
etape qae vOci no mez de julho dudo, como al-
ferga uo l* batalho delnfantaria, doenta, e em
tralamiot) no hoapital tal.
Provincia de .. em o 1* de agosto de 1862.
Ri. 673000 Aasigoatura.
4a Directora garai. 2a Setcao. Rio de Janeiro.
Ministerio dos negocios da guerra em 29 de agos-
to de 1862.
Circular.Illm. e Exm. Sr.O decreto n. 2821
de 21 de agosto do anno prximo paasado mar-
cou aos recrutadorss a gratificagao mensal de
60$, atcreacentanlo que os que forem offitiaes
do exercito perceberao, alera disso aa vantagena
geraes correspondentes ao aeu posto. D'entre os
recrutadores comeados em virtude daquella de-
creto ilguns sao offlciaea reformados, e como
pode ter dado-se o caso de que a estes se taaham
abonado taes vantageos ; previao a V. Exc. de
que uo iaao regular, porque, por officiaas do
exercito entende-ae os qae pertencem ao seu qua -
dro, e o pensamento do governo e de conservar
a estes as vantagens, queja percebiam.
Os officaea reformados, quando sao chamados
servico militar em ssbatiiu-cio o oa falta de
officiaes eflettivos, tem direito as mesmaa vanta-
geos que estas percebem ; mas do caso vertente
de commisso, que nao militar, e em qae ao
empregados indiatinctamente militares e paiaa-
qoi, eato os reformados na condigno dos lti-
mos : o qae commenico a V. Ex:, para aeu go-
verno e para que assim o fa;a constar a thesou-
raria do fazenda.
Deus guarde a V. Eie. Polidoro da Foneoca
Quintanilha Jordo.Sr. presidenta da provincia
de Pernambuco.
Assignado.Solidono Jos Antonio Pereira do
Lago.
Conforma. No impedimento do ajwdaote de
ordens encarregado de detalhe, Joiquim Jos Pe-
reira Vianna, tenente ajulante de ordena de
peaaoa.
_.
Estados do sul e a escravido.
I
Se a guerra fratrecida qae aosanguenta o solo
da grande repblica americana ; se as paixas e
os odios irreconciliaveis qua aeparam, por meio
de um intransitsvelabysmo, oa Estados do Sul e
os lo Norte e qybram para sempre a obra fede-
ral de Waehingtqn, |tiveasem por principio e Um
real a eacravido dos negros, noasa consciencia
indignada nao hesitara am s instante. Seria-
mos em favor dos libertadores cantra os oppres-
sores ; em favor daquelles que queram libertar o
eacravo contra oa que pretendem rtelo em um
captiveiro peroetuo com despreso das mais sao-
tas lea da ntturt-za, da religio, da Justina e da
numsnidade.
Masa escravido nao senSoum pretexto, de
que os partidarios da Uoioae tem servido psra
explorar contra oaseparatiatasosaeotimentos ge-
nerosos da philaotropia europea apara dar o tro-
co opiDio sobre o ver ladeiro carcter da luti
actual.Por que os Estados do Norte sao deno-
minados a Estados livres, seus noraei respecti-
vos tem sido fcilmente adoptados como symbo-
lo dos priocipios em litigio. O nomes de abo-
licionistas o de escravistaa tem deaignado por to-
da a parta os dous partidos.
Todos que tem astudado a historia dos Estados-
Unidos, principalmente destes ltimos annos sa-
bem, pelo contrario, que a lula entre o Norte e o
Sul, da qual o negro a causa apparente, nao
seno ama lata pela supremaaia de urna parte,
pela independencia poltica de outra. Um rpi-
do exame dos fados caractersticos demostrar
brevemente que no fundo dessa terrvel querella
trata-sede aaber-aese o Sul, suaa instituigoea,
seua costumes, seus interesses e suaa leis sero
subordinadas omnipotencia do Norte ; se, de-
baixo do pretexto de emancipar oa negros, o or
la ter o diraito de captivsr e opprimir o bran-
cos, cidadaoi livses da velha confederagao ame-
ncati'. Trata-se de saber-se se um Estado qaal-
quer da antiga Unio ple ser despojado do di-
reito que o pacto federal aolemnemeote jurado
lhe confere, de administrar livremente seas ne-
gocios interiores ; se se podem impor restriccoes
e limites autonoma de sua soberana.
Mas, qualqoer que seja o objecto verdadeiro
dease deplorarel conflicto, evidente qae a qu es -
to oecasionalda escravidSo, de qae complicou-
se em sui orlgeni, fez oascec na opiniao publi-
ca, ama perturbarlo, e, nos piizes dvisados,
provencs que antea de tudo aumpre disslpar.
Encarada como ama enrgica revendiccao de
independencia, a cauaa dos Estsdoa do Sal res-
peitavel e sagrada. Encarada debaixo do ponto
de vista da eacravido, ella sublevar sempre urna
repulsao universal.
E quando a Confederarlo do Sul fazappello s
sympathias das grandes potenciaa europeas, quan-
do ella se dirige sobre tudo Frange, preciao
que nao subsista, sobre este ponto consideravel,
equivoco algum.
A Frai.ra por toda a parte, no mundo mo-
derno, a guia da civil3ac.So, a iniciadora pode-
rosa da liberdada do direito, a infatigavel misso-1
neria do Deoa de justiga na obra do progresso un-1
versal ; ella nao se preoecupa somente do iote-1
resse material de urna empraza qualquer. mas aio i
da e sobre tudo do flm morel que ser altiogilo.
Sa diese com razo que a Frang a nica na-
go que combata por ama idea, e a historis at-
iesta os sacrificios gloriosos que ella sabe faz -r
cada voz que se trata de defender a aanta csuss
da humanidad,.
Pois bem Quando se invoca o concurso e o
apoio desta grande e generosa uago, preciso
collocar-se na altura que ella mesma se tem
elevado ; preciso abditar principios que sua
eonstiencia reprova e qua sua lei moral tem des-
de muito condemnsdo.
A Confederagao do Sul affirma com incocles-
tavel verdade, aegundo nosaa opiniao, que elle
nao pego* em armas para maoter a eacravido,
mes para proteger sua independencia ameagala.
Que ella tenha a coragem de provar por um fei-
to brilhante a sinceridad dessa affirrnaliva! Que
feche a bocea de saus detractores por Timareso-
lugo heroica I
Ella forras hoje um Talado organisado que tem
sua conatituigao, sea chefe supremo, sua repre-
sentarlo nacional. Que esses poderes diversos,
que em caso de necessidade suas populagoes se
renam e datlirem solemnemente que a escra-
vido nao seno o pretexto o nao o Qm da se-
parago ; e que confundidos lodos am um espiri-
to de civilisagio tanto qaanto de sabia poltica,
decretem em prioelpio a aboligo prograsiva da
escravidSo dos negros.
Quanda por toda a parte, ao sopro viviGcanta
da liberdada e do direito, as cadeias dos escra-
vos cahirem ; quando por toda a parte o traba-
Iho livre, grande ain la e glorioso apesar dos ine-
vitaveis soffrimeotos de proletariado, tiver subs-
tituido a escravido paga, possivel que ama
sociedade Uo fortemente orgsniaads, to poda-
rosa, tao intelligente qoanto a sociedade ameri-
cana, ooconaiga resolveros problemas da aman-
cipago ? Quando a Russia autocrtica apaga da
sea solo regenerado os ltimos vestigios da ser-
vi da o, possivel que a America de Franklin e de
VVoshington, o paiz da antiga liberdade, curve
anda debaixo do jugo seres humanos, a conside-
re como urna vil mercadoria aa livres creaturaa
de Daos ?
Nao. e$s9 equivoco funesto deve cesssr, e logo
depois um immenso applauso ae maniestsr ao
mundo e numerosas aypatinas auxiliaro sem
hasitjQio a causa do Sul, desde ento desemba-
ragada daa prevengee qae a escravido excita
contra ella, e sabida emum do terreno perigoao
da moral assustada para repousar-se sobre o da
poltica pratica I
Parece difficU que as grandes potencias con-
sintam em sanecionar por ama formal adheao o
novo estado de coaaas que fundou-se na Ameri-
ca em aa dilaceragdea da guerra civil, ae essa sa-
tisfago nao (or dada s exigeociaa da opiniao pu-
blica.
Questao de senlimento, se dir. Mas que I O
seotimeoto moral nao representa sempre um pa-
pel legitimo e felizmente decisivo no movimento
das sociededea ? E ha podar que potas obrar e
viver em desacord com a conscientia publica?
O direito adquire sempre urna (orga invencivel
quando se sabe desprende-lo dos elementos que
podem aompromette-lo desacreditaodo-o.
O amor proprio mal inspirado recuarta diante
da urna concesso que, em preseoga do inimigo
armado, poderia parecer urna confisso de im-
potencia ou urna humiliac.o ?
Pelo contrario, seria um acto de energa e de
valente coofianga; seria provar que a causa do
Sul nao tem necessidade da escravido para lor-
nar-se rme, defenler-se e triumphar. Mas so-
bre tudo seria tirar ao Norte urna de suas armas
mais temiveis, um de seus efficizes meios d'acgao
sobra o espirito publico, e, debaixo dease ponto
de vista, nao verismos somente um acto de alta
moralidade, maa antea am acto de alta poltica.
Debaixo de que pretexto d'ahi em diaote) o No-te
proseguira na guerra ? Era preciso que eonfes-
sasse a falaidade dos sentimentos philmtropicos
qae tem servido de mascara sua amblgo. ou
qae cessasse ama lata sem motivo e sem m.
E que se falle de humiliago e de orgulho na-
cional I Nunca ha humiliago para urna nagao
generosa e forte em voltar as vas de Deus, em
reconhecer e proclamar a igualdade e a liberdade
de todos os homens, semdlslincgo de cor, de ra-
gas, de creogas ou da nacionahdade. Longe de
ser ama nago que ae abaixa, ple-ae dizer que,
nesle caso, segunlo a bella expresso de Mr. de
Gasparin, a um grande povo que ae ergue.
Da que se trata pois ? De abolir desda j a es-
cravido, de emancipar de repente e sem transi-
go a numerosa papulego negra dos Estados do
Sul ? Nao, sem duvida ; mas de consagrar, por
urna grande declerago de principios, seu direi-
to emancipago.
A qaeatao da aboligo da estravido nao em
verdade urna aimples questao de sentime- (o a de
humidade ; to essencislmente urna questao de
propriedade, de trabalho e de producrao. A or-
ganisago do trabalho servil constitue'uma gran-
de offleina em que, contra o direito eterno, o ho-
rnera preenche a funegao de urna machina pro-
ductiva:
Ora, em noasas sociedades industriosas, urna
revolngo profuoda rebanta desde qae se toca na
iu3tallaco dos instrumentos inertes de ferro oa
de madeira.e no seno com tonsideragoesin-
Qmtas que se coosegue modificar, vista da pro-
gressos evidentes,os systemes e os agentes da pro-
duego indgena. Com mais forte razo assim de
ve ser quando o agente prodactor um ser hu-
mano e quando sua aorte sa liga a segaranca de
um psiz inteiro.
Sao estas questoaa qae s o tempo e a experien-
cia podem fazer amedurecer e resolver. A 1'rao-
ga, a Inglaterra e outraa graodes naroes as tem
lenta, mas felizmente resolvido ; por'que seria de
j outro modo na Confederagao do Sal ?
Poeto qua seja um precooeeito, se qaerem q-ie
seje, mas um precooeeito invencivel se ergue en-
tre a Europa civilisada eos Estados confederados
duvidoso que eiles consigam fazer reconhecer
aua independencia e aeua direitos, emquanti
am grande acto reparador nao tiver dissipado a
eate respeito as prevenges da opiniao publica
Sua digoidade moral lhes aconselha ; seas inte-
resses bem entendidos Ihea impdem iato, por
quanto, desde que a questao americana estiver
concentrada nos limitea dos intareases exclusiva-
mente polticos, a justiga da caasa do Sal appa-
recer com evidencia aoa olhoa mais prevenidos.
Examinaremos, em um segando artigo, qual
sobre aase terreno a aituego dos Estados do Sul,
e mostraremos seus direitos Independencia e a
t>pportunidade de raconhece-loa como governos
regulares.
J. Coubv.
(Traduiido da Franja.)
t
REVISTA DURiA-
Domingo, 21 do corrente, leva lugar a solem-
nisagiodo stimo ennivereario do Hospital Por-
tugues de Beneficencia oesta idade, da raaneira
que foi ennuucfado no programma publicado pelo
aecretario deste po estabeleeimentj.
Devoraos, porm, urna breve, mas exacta des-
cripcao dessa pomposa featividadu, digna am ta-
oo do calta divino, propra em todo d ioetitutco
caritativa, digoa am tudo da brioaa familia por-
tagueza residente eDlre nos.
O e>t decorado, interna e externamente.
A sala entrada, m que est enllocada a g-
leria dos retratos de SS. MM. I e R. e dos bem-
feito'ts, estiva enfeitada de urna maneira que
encantara : fetoes de rotas artiliciae, aymetri-
caxeote collocados, oroavam os cortinados que
guarnecan todas as portas; flores naturaes, em
vasoe & porcelana, eepa'.havam o perfume e a
grera por todo o recinto.
O quadro era que se achara inscriptos os no-
mes dos protectores do hospital, sobresahia pela
combinago daa c>rs nicionaes, vendo-se os
augustos nomes do Sr. D. Pedro II, sobre verde
e amarello, e do Sr. D. Luiz I sobre azul e bran-
co, estando na parte superior o nome, em letrss
douradas, do primeiro prolactor a nunca asss
chorado monareha o Sr. D.Pedro V, coberto com
um pequeo erepe negro, em signal de luto a
ateroi saudade.
A capella contigua ejtt sala esteva decorada
com todo gosto.e implj ..-'le, appirecendo so-
bre o e'.ir-mr'a perfiita imagnm do patrono do
hospitalS. Joo de Deas. O pulpito esteva
tolo coberto de ricas loalhas adamascadas so-
breposlat, e enfeitadas de grinaldas artificiaos.
A9 enfermaras todas decente e elegantemente
ornamentadas, pendendo das paredes bellos e
importaotiaaimos quadros sacros. Os leitos to-
dos cobert is de roupas aceiadas e bem feitas,
mis pareelam para repoaso edescanc das ta-
igas diarias, do qut para estancia dos doentes
esvalidos.
O elpendrb oa veranda qtie d para o jardlm
tambera se acbava bem preparado, vendo-s all
os retratos da familia real portuguaza, bem como
os de Vctor Etnmanuel e da Sra. Miria de
Sabcis, fatura raioha de Portugal
Todos os actos religiosos daquelle dia eativa-
ram magnficos, assistindo tiles, desde o prin-
cipio at o flm, o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, os Srs. chefa da policia ioterino, cn-
sul} ;de S. M. F., outras autoridades e grande
numero de socios, convidados e senboras. A ce-
remonia do Itvitirio, na missa solemne, foi fei-
ta por aquelles tres illustres senhores. O Sr.
padre capello Antonio da Alouquerque Mello,
recilou ama importante e maguitlca orago, em
qae descreveu a vida prodigiosa de S. Joo de
Deua.enumarou os feitos gloriosos do3portugue-
zea, por todas aa pa>tea do mundo, plantando,
aqu -i-ora da f, daitando acola a sement da
ivilieei*.
Cernadnos que esta peca ser publicada para '
ronlnr^V.or apreciada.
Depola da missa e da visitago s enfermarlas
e mais compartimentos da casa, tuve lugar o
jantsr aos do60ts, sendo servido pelos mordo-
mot; ejlevado sos leitos daquelle que estsvam im-
possibilitados de levantarse e aos de mais mi-
nistrado em meiacommum preparada com aceto
achaulo-se presentes esse servigo todos os
membros da junta, o medito, o capello, enfer-
meiros, etc.
Eoi sorprenleoto o concurso de povo a visitar
esse po e magoifieo estebelecimento, desde as 9
horas uo dia a 9 da noule : numerosas familias
em carros.em botes, e a p se dingiram para alli,
e durante toda a tarde e toda a noute nao cessou
de affiuir concurrentes de um e outro sexo. O
no que banha o jardim do hospital eslava coa-
lhado de escaleres e canoas, e en bello ver ba-
langsrem-se sobre as aguas tantos barcos theios
de gente rida de contemplar este espectculo
chriato.
Urna profuso de baodeiras de diversas nagoes
esgnaes de differentes cores embellestvam o
exterior e todas aa avanldaa da cerca do hospital,
desde o pateo deste at orla da estrada. Ricas
colchas de seda adamascada cobriam a varanda
do pavimento euperior do edicio. Numerosos
lampeoes, globos, baldea, candjlabros, lustres e
arandellas derramavam a lz e o brilhanlismo
por toda a parte; duaa bandas de musici mar-
cial encutavam excellentea trechos de operas,
constituindo-sealli um verdadeiro arraial, alegre,
folgaao, entnusiasmado.
Em todos os rosios brilhava o cooUotaraento
e a salisfagao, e era pera ver como (ormosas se-
nboras porcorriam todas as enfermaras animan-
do com seus doces sorrisos os pobres doeotes es-
tenaidos nos leitos. perecendo tambera divisar-
se nos sspectis dest-s a alegra qut transparecia
em todos os semblantea.
Algumas esmolasforam depostas em duas sal-
vas de prata, agracalos por alguns mordomot.
Louvores sejem dados digna adminstragao
do hospital, e em geral toda a aseoeiagao be-
neiicente, que atras-s de mil sacrificios e obs-
tculos tem conseguido pdr oestabelecimento
n'um estado de prosperidade e engrandecimento
que nao era de esperar em to pouco tempo e
com to exiguos recursos. Votos sinceros 'ere-
mos pela conservago e incremento dessa ctri-
dosa associago, que no cu conquiata um lugar
dittioto, e na trra as bengos e a admiraco ue
todos.
Os capitaes dos navios brasileiros e portuguo-
zes, surtos no nosso porto, embsndeiraram os
seas navios, era signal de regosijo pela eomme-
morago do stimo aoniveraario do Hosditil Por-
tuguez, que tinto honra oa noseos hoapedea lu-
sitanos, e o proprio slo em que est fun-
dad).
Com o apparacimeoto desses ataques pro-
priedade, que se tem reproduzido com algama
frequencia neata cidade, o Sr. Dr. delegado en-
carregado da policia dirigio-se ao Exm. Sr. pre-
sidente ponderando-lba, que anta as queixas que
se lhe fazism esse respeito, era forrado a nao
poder faze-las cessar absolutamente, despeito
dos seus esforgos e melhores vontades dos de-
rilan agentes secundarios, pelo limitado numero
de pracas urbanas qae ha em dispombilidade pa-
ra o servigo das patrulhas, que assim lembra-
va a medida de haver rondas das seis horas da
lardea meia nouta, e d'ahi ao amaohecer, feitas
pela forgs dainfantariade linha e pela cavallare,
sendo o servigo desta principalmente para o ater-
ro dos Afogados, Fra da Portas e todos oa su-
burbios.
Attandendo S. Exc. a essa necessidade recla-
mada pela aeguraoga da propriedade individual,
dirigio-se naquelle sentido ao commando das ar-
mas, de modo que ora acha-se disposigao da
policia nao s ama torga de infantaria, como
lambem quatro patrulhas de cavallaria, pare
coadjuvarem as da aecgao arbaua no referido
servigo, garantindo assim davidamente a proprie-
dade e a vida do cidalo, que iam sendo o lu-
dibrio dos trapseairos.
E' mais am servigo qae fez o Sr. Dr. delega-
do Correa da Silva esta cidade, procurando
assim previoira pratica de crimea por meio de
urna vigilancia cuidadosa e constante, ou pro-
vendo-ae de meios para puoi-los quando a pre-
vengo nao teja completa.
Acha-ae neata cidade, no hotel da EaKjp>
o Sr. H. M. Laneencarregsdo da 79Ceprio signaturas para a eoltica de nappta geoira-
phlcot do Sr,J. H, Colln, t NtvT-Xr.k, onde
ao elles publicados em lingua hespanhola, me-
recendo atl-ngo palo eao.ero do trabalho, pe
exactdo do atu deaenvolvimento e pela reuniao
da grande copia de conhecimenlosgeographicose
historeos; poit contm as descobjrtas, explora-
goes etc., feitas qur as regioes polares, quer no
interior da frica at 1861. com iocluso das
ultimas pesquixas dos governos ioglez, francez,
russiano e norte-americano as diilerenles partes
do globo, bem come dos trabalhos do governo
braileiro com a linha divisoria entre o imi-e-1 Chryvnto","Pernambuco." a
no e a Looederagao Argentina, a Bovia e o xigas.
erLM0v.nj.u r a-, ; Prvulos Manoel e Ssbastiao, gemios, Pe-nax-
uompiehendendo, c aoio fita dito, as mais mo-' Luco i hora R> Vi.ia .. *'""
dems descoberta edeclaad.a por Sir James MatieoocVrmr, d^.'l.P?'
Franklin. St.phens. B5*ell-Ra.n, tem alm disto Z^^^Ur^" co 4
avantagem de Indicar por meio de linhas a. Antonio. AfriJa. 80 anno aoUeiro aacavo
derrotas dos m.is famosos pavegantes e deseo- Antonio, eougestao celebra '
bndores. e bem assim aseslas que actualmen- Manoel, Peroambuco, 30 annos Santo Ante
te percorrem tolas sa linhas de vapores do i n0 bexie-
mundo.
E' ama calletvio de seis cartas, contando um
grande mappa mundi confeccionado pelo syite-
ma de Mercator, e gravado em cobre. Mede es-
te seit ps quadrados ou sete ps de largura so-
bre seis e meio de aliara. Indicando por variadas
corea lodos os estados do globo, bem como as
provincias daquelles que na supercia da trra
oceupam urna rea astas consideravel para tor-
na-las susceptiveij dessa aubdiviao, de modo
qua as proporgis do mappa seja alia percepti-
vel. A' isto cumpra addcionar, que contm
Conhecimeotos descriptivos de geologa, gtogra-
phia e historia de cada paiz, acampanhados de
dsdos estadsticos sobre varios porlos ; e servem-
Ihe da moldura algumas vistaa de ctdades e re- '
tratos de varios homens notaveis.
Ai j!i deste tem mappas especiaes das diversas,
partes do mundo, oa quaea raedera cinco fes so- !
bre quatro e meio, sen lo o colorido de tolos o
mais vivo e perfeito possivel.
Importantes como sao esses mappas, a oppor-
tuni lade a mais propria pare quam delles se
queira muir c tenha necessidale destes auxi-
^5SS! l'.,."i da CB0.'a, Pernambuco, 89
annos. solteira, RCife. deayotaria.
Felismina Pacheco vui. Pernambuco, 30 an-
nos, solteira, Bji-\ uta, phlyaica.
Manoel, Pernambuco, 7 m^zes, S.'oto Autonio
bexigaa-
Jos, Pernambuco, horas, Saoto Antoaio t-
tano.
Dia 2-> -
Uaria, Pernambuco, 7 meze, Boi-Vista, febre.
S. Joi, Le-
an-
S.
CHRONICA JUDICIARIA.
Tribunal do eommereio.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 22 DE SETEM-
DE 1862.
rRESlDBNCl DO KtM.SR. DE3KMBARGADOB
r. k. drsoi'za.
As 10 horas da manha, reunidos os Sra
deputados Lemos, Malveira, e Roaa, o Snr.
presidente declarou abetta a sesto.
Foi lda e approvada a acta da sesso antece-
dente.
Leu-se o segunte
EXPEDIENTE.
Foram presentes as colegdea officiaei dos pr^.
Coa correles da praga, da ultima semana.-_-
archivo.
bESPACnos.
Lra requer ni en o u. 'joa Josq Sev, pe-
dindo o registro da sua nomeago da csixeiro
descachante dos ctmniereiantes Cuoha Irmos &
llares do estudo; pois o respectivo custo e com" c Rrittre-
pirativamente diminuto, ao paaso que os conhe-! n.i- h i. i
c.mentos que elles proporcionara sao sem nu- .,A dn!1,?u,{n Fraclsco, do tP"st-i Sanio.
mero no dominio da geogr.pbia, da bi.l.ria,' dou au-.u.ni6'* mb!agad0r v,0"." "~ M*Q"
eic etc |Uou-se que aaiiaflzess* o deapacho do mesmo e
- REPARTigio da po,.c,A.-(F.xtracto das psr- ollTLlaTy!i^ t *8?0V i -
tes dos das 21 e -22 de setembro.) t. de yI ^,1 U,*~U' Guimara"- B"'
oes, pedindo ser exonerado.Nao tem
sem que mostr tar pago i
Foram recolhidos casa de detenrio no dia 20
do correte :
A' ordem do Dr. delegado do 1* distrlcto,
Francisca Pereira do Valle, crioula. de 21 an-
cos de idada, engommadeira, por offeosaa mo-
ral publica, e Josnns, tambera crioula, de 30
annov, escrava de Bsroardino Barbosa, por anlar
fgida.
A' ordem do subdelegado do Recito, Guilber-
me, AfitaDO, de 45 annos, escravo de Manoel
Igoacio de Oliveira, o Rufino, crloulo. de 20 an-
uos, escravo de Ignacio Francisco de Moura, am-
bos requisigio de seua ditos senhores.
A' ordem do de Santo Antonio, os pardos Jo-
s, de 25 snnos, escravo de Manoel Jos Morei-
ra, por insultos, Miuoel Joo do Amarel, de 0 sesso, estando
aonos, e Joao Domingos do Amare!, de 22 an gadores Villare1
ooa, agricultores, e o portogaez Jactnlho Guido
do Souza, branco, de S3 aaoos, carroceiro, lodo*
por briga.
Dia 21 -
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
oa crioulos Jos Joaquim da Silva, de 40 annos,
sem officio, por sutpeita de ser desertor. Floren- Menezes de Drummond ; apoelladol a
co Jos de Mello, de 26 annos, t.lhador. Par. herdeiros de Joo Itenrnxe i da Silva'
recruta. e Loarenr i. dfl t?0 nnni ecravn de Jo. Jues aa Sllva-
lugar o que rajuer
imposto
Outro da Joo Bsptista Gongalves Bastos o Jo-
t Birotrdo do R^ga Monteiro, padindo ragis-
trar o seu contrato social.Regislre-ae.
Presentes oa autos de moratoria do Figaeiredo
a lrmao O tribunal mandou eom viata ao Sr
leaembargador liacal.
SESSAO JUDICIARIA EM 22 DF. SETEMBRO
DE 1862.
PRESIDENCIA 00 EXM. SR. DESEMBARADOR
SO (IZA.
Secretario, Julio Cuimares.
Ao meio da. o Exm. Sr. presidente abri a
. presentes os senhores desembar-
..-res e Silva Guimares, e os senhores
deputados Lemos, Malveira e Rosa.
Lida, foi approvaia a acta da sesso ante-
rior.
Foi assignado o accordo proferido na sesso
antecedente, entre partes :
Appellante, o Dr. Antonio de Vasconcelos
vi uva e
recruta, e Lourfng i, de 20 annos, escravo de Jo
s de M^nezet Cysneiro, por disturbios.
A'ordem do da Boa-Vista, Vicenta Alves Fer-
raira, parlo, de 31 annos, pescador, sem decla-
rago do motivo.
A' ordem do de S. Jos, Cirios da Silva, pir-
do, de 40 annos, podreiro, posto diiposigo do
Dr. delegado do primeiro districto, per ser det-
ordeiro a vagabuodo.
A' ordem do da Maglalena, Joo Gaulencio
dos Siutos, crioulo, de 25 annos, joroaleiro, por
ter acoitado um escravo fgido.
A' ordam do dos Afogados, Manoel Morelra da
Costa, branco, de 2i anoot, que vive de negocio,
e Joaquim Joi Pereira, pardo.de 25 annos, car-
pina, por brtga.os pardos Cosme Pereira da Sil-
va, da 45 annos, padeiro, e Joaquim Gomes de
Souza, da 19 annos, sapateiro, por embriaguez.
Mauoel Joaquim da Silva ou do Seona, de 20
annos, jorntleiro, como suspeito e ter dirigido
insultos am inspector de qaarteiro, e Caodi-
do, de 24 annnos, escravo de Ignacio Jos da
Luz, por infraegio d9 postura.
O chela da segunda secgo,
/. G. de Mesquita.
Movimento da casa de delengio do dia 20 de
setembro de 1862.
Existiam......352 presos.
A saber
Entrarara..... 8
Sahiram....... 3
Existem....... 357
a

Nacionaas.....
Molheres......
Estrangeiros ..
Escravos......
Escravas......
229
8
36
75
9
Total........ 857
Alimentados a cusa doscofrea provin-
ciaes.............
Movimento da enfermara do dia 21.
Tiveram baixa :
Br*z. escravo de Jos Gomes, iritermittsnte.
Rufino, escravo de D Unacia, panariclo.
21
Existiam...... 357 presos.
Eotraram 13
Sahiram 4 >
150
A saber
Exisiem
385
Niciooses. 257
Mulherea 8
Estrangeiros. 36
Es:ravos 76
Escravaa 9
Total. 386
Alimentados a custados cofres provin-
ciana............. 150
Mvimeuto da enfermarla do dia 22.
Tiveram baixa :
Joaquim de Sour.s Revoredo, rheumaliamo.
Manoel Aotooio Sobral, otile.
Francisco Vctor, ayphilis.
Domingos, escravo de Alexandre Gomes Cami-
nha, febre.
Tevealta :
Manoel Vicente Ferreira.
Passageiros do vapor nacional Iguarastu',
sahido ora os portoa do norte:Biaglo Impro-
to e 1 lho. Veto Improto, Nicola Platina, Nieo-
la Improto, Carlos Ernesto de Mosquita Falclo,
Domingos Alves Matheus, Dr, padre Justino Do
miogos da Silva e 1 escravo, Joa da Costa Bor-
gaa, Brax de Zipario, Antonio Ferreira da Rocha
e 2 criados, Jos Veliz da Cuaba Parn, Anto-
nio Raymundo r. e 1 criada), Galdino Alves Ca-
valcanti e 1, criado, Domingos Gerbaaer, Joa-
quim da Vonseca e Silva, Manoel Gomea Morel-
ra, T g. Btuvea 0 1 estravo a entregar.
-- Passageiros da barca ingUza lmogene vin-
a de Liverpool:Roberto Goodwin a Thomax
Payne.
Obituario do da 21 db setembro, no ci-
SUTBRIO PUBLICO.
Joanna Mara da Conceigo, Pernambuco. 40 an-
aoi, soltaica, Boa-Yiata, cancro.
JULGAHBNTOS.
Appellante. D. Delphina Marioha Tararea Cor-
deiro ; appellados, Braga & Aotunes.
sorteados os Sra. deputados Rosa e Malveira.
Relator o Sr. desembargador Villares.
r-oi reformada a sentenga appellada.
Appellantes, Joaquim Juvencio da Silva como
administrador de sua lilla e leatamenteiro da
Antonio Francisco Pereira e Rosa Mara de Li-
ra; appellado, Vicente Nunes da Serra.
Ssrieadoa os Srs. deputados Rosa e Malveira.
Relatado o feilo pelo Sr. desembargador Vil-
lares.
Foi confirmada a sentenga appellada.
Apuellante, Jos Joaquim da Cunta ; appella-
dos, fisset Frcret.
Sorteados os Srs. deputados Rosa e Lemcs.
Relator o Sr. desembargador Villares.
Fot conrmada a sentenga appellada.
PASSAGENS.
Appellantas, Manoel Joaquim da Silva Lea o A
Companhia; appellado, Donizio Rodrigues de
Mello Castro.
Do Sr. desembargador Silva Guimares ao Sr.
desembargador Villares.
Appellaot-s, o Dr. Juvencio Alves R'beiro a
outro ; appellado, Antonio Gomas da Conha a
Silva.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desem-
bargador Silva Guimares.
ACGRAVOS.
Aggravante, Antonio GoDcalves da Silva: ag-
ravado, Henrlque Gibson.
O Exm. Sr. preaidente negou provimento.
Aggravante,tAntonio Gongalves da Silva ; ag-
gravados, Rocha, Lima & Guimares, em liqui-
dacao.
Negou-se provimento.
Aggravinte, Francisco Jos Germano ; aggri-
vado, Joo Bsptista do Reg.
Negou-se provimento.
Agravante, Joo Paulo de Souza ; aggravad),
Joiquim Licio Monteiro da Franca.
Deu-se provimento.
Aggravante, Ferreira & Araajo ;
Manoel Antonio da Silva Morelra.
Negou-se provimento.
Aggravanta, Arohalim Jote da Costa Carvalho;
aggravado, Jos N enea de Oliveira.
Negou-se provimento.
Nids meis houve.
Communicados
iggravarJo,
A' memoria di viscondessa de Cama-
ragibe.
A lisonja nao meinapira
o panaamanto, nao macula
oa meua labios.
A caatissima esposa do viseando de Camaragibe
lerminou a sus pcregrlnago na Ierra I
Sumio-ae o astro de loz que aquecia o lar do-
meaiieo ; a aurora da ateroidade raiou na maa-
ao de Deua I
Esbocemos em sngalos tragos as virtudes des-
sa veneravel pernambucana.
Recolhida ao aeio da familia a herona do amor
conjugal nao declinoa am inatenta a dfgoidade
de esposs I
Era o modelo das mis da familias I
As ufanas do mando seductor nao impregna-
ran! a alma ingenua da vistondeita de Camera-
gibe!
A abastada e digoa fllha de Manoel Correa de
Araajo, obediente 91 sgrados eonselhos do
MUTILADO


Lringeiho, viveu ptra o aem extremoso consorte
tena dualidade intima e milla, que a virtude
-, od depurar.
Modesta, deavelada pela honra da familia, foi
um exemplo raro de virtude e de amor 1
A igualdade doscostumes; a rectidao do en-
tudimenlo ; a candura d'ilma e a pureza da
consciencia formam o apanagio dessa mulher for-
te, cuja sereuidade de vida refleete no varo jas
to, que o co lhe reservara para ser o compa-
cheiro da sua vida.
A virtud do consorte aempre o documento
vivo flal de um reciproco amor.
Nao tendo deixsdo Dlhos do seu matrimonio ce-
lebrado to anno de 1833, nao qutz litar estraoht
os doces aenlimenlo de niai, e adoptou dcus
onoceotas, em favor dos quaes prodigslijava os
puros affectos da melermdade. Esse arto de ge-
i.erosa bondade suprio es mysteriosas nobras is-
piracoe do seu sexo.
E' boje o stimo da do sea psssamento: ejos
sacerdotes do Senhor vo orar no templo proprio
a familia pelo repouso de su'alma.
A prece i o grande balsamo da um coraco
p:edoso.
A reignario o dever sagrado do chrutao.
Resigoai-vos, Sr. viscoude de Csmsrsgibe. O
premio da virtude reservado ao justo no tribu-
cal do|Etemo.
I
orrespondencias
__ DIARIO il fE18SAMBCCO TEBCA flIBA 23 DI SKTfiMBRO DI 1861.
Como mae que foi, nunca provocou a indig-
nscao de mus lhoe, evitando sempre, que estes
se flxessem de animo apoucado.>
Era porm a hora annunciada e chegou o mo-
mento em que as trevas da d6r viersm enlutar
tsntoa corsc,oes I
Assim sambeta, segundo Exequiel, sero cor-
tsdoa os nosios dias, quando for da vontade do
tterno : Nos deixiremos uos mais cedo, ou-
troa mais tarde esta hsbitaco terrestre : Os nos-
sos olbosse fecharo luz, e o nosso corpo.eomo
este que agora ae vai dar sepultura, no eapaco
da manbaa tarda, do meio dia 6 meia noute,
como a teoda do Pastor de um outro csmpo.
corra nos infortunios, que os medcava nai mo-
lestias, que os fortacia, pela pralica quotidiana
da Tirtudas pouco communs, neata poca de
egosmo, d'ouro e da impostura.
Nunca homem algum levou maii loogt o cam-
primento de seas deveres de pai, da msrido, de
cidadao ede cbrislio. Foi ama slms nobro, un
creitura digna do Creador, que to cedo a eha-
mou para junto de ai. Orlndole urna das mais
antigs familiaa oosssa ; casado com ama tilha do
reapeitavel Sr. coronel S Barreto, o fallecido,
no lalto da dr, recebeu vigorosas provea da de-
dcelo de ssus prenles e amigos, do carinho
dsqaelle, que desespersvam de sus volts vida.
aJ!u!ffia f0 lDclmbid8 n "obre misso, 7yp7d. vr'tudes'Vhrhtiss rabio I mio'd
quo ella lao herouanente desempenhou, fechan- ;
do agora os olhos no scio da religio, do amor
acrisolado e Ca Justina ; para legar pstertdade
o respeito e urna especie de culto qae tem di-
reito loexpugnarel.
O ardor do soTrmento, em que se acha con-
fundido seu venerando esposo, revela urna des-
s singularidades, que compngela profunda-
Justos no meio de todos os soccorros da sciencis
da religio e dos mais contristsdos disvello da'
familia, que o pranteia.
Chorai-o, vos todos, que o conhecsstes, quede
perto avaliastas a grandeza daqueila alma mo-
dlica o carcter anligo desse corte, que est ru-
cado da lista dea vivos.
E vos, senhora, vos, digna companheira dessa
fouce da Parca inexoravel.
.Lince Deus suas vistas compsssivas tanto so-
bre ella como sobra os que tiveram o infortunio
de a perder, e seja-me permittido dizer com S.
Paulo, que em tudo padecemoa tribulacao. mas
redac ores-Falla na ao mais sagrado de- oem por isso nos devemos angustiar aomoi cer-
ner, se, soretirar-meda liba de Feroindo do No- ------- :- t, aomoa
premo derrubou.... Dos vos guie.
Recife 22 da setembro de 1862.
Srs
roohe, onde permanec por eapaco de 10 meies,
cao maolfeelisse da maoeira a mais solemne do
lo da impreese, o meu recoubecimento e sio-
cera gralidao de que credor o Illm. Sr. coro-
nel Trajano Cesar Barlamaque, commandante
i:'aquella liba, anda que para esta publica ma-
uifetlico no fosse aecessrio trauspor os maiores
obstculos.
Tl senhores redactores, a sympalhie, ami-
tade, e respeito que me liga a lao diitiocto mi-
litar.
Gno trato com que sempra me prodigelisou,
s maneras urbanas e affaveis com que me tra-
tou durcnta o tempo cima referido, sfio predi-
cados dignos de um brioso e velho servidor do
Estado.
Receba pois o Illm. Sr. coronel Burlamaque os
meus agradeciraentos pelos obsequios que ma
prestou dos quaes j maia me esquecerei.
iguaes agradecimentos dou ao meu amigo o
Sr. Msnot-1 do Nesciaento Cesar Burlamaque, que
foi incansaval em beneficiar-me naquillo qua as-
lava a aeu alcance, que sempre me tratou com a
delicadeza prupria de um jovem distiactoqae re-
cebeu una elucaco de seus velhos paes, que me
dedicoa verdadeira amiaade, e Bualmeote que me
deu sempre a devida considerado.
Aceite por Unto o meu amigo um voto de grs-
tido e verdadeira misada que lhe consagro.
Recie 17 de setembro de 1862.
Car/os de Souto Gondim.
ados de iusuperaveisdifficuldades e nenbumaa
dvemos succumblr: Porque, o que aqui para
nos de urna tribulacao, produz em nos, de um
modo todo maravilhoso no mais alto grao, um
peso eterno de gloria.
Esposo sabreviveote, aceitie de boa mente con
vossos Qlblnbos tudo o que vos acontsceu, e leu-
de loffrimento na vossa dr : Porqoe no fogo se
prova o ouro e a prata ; mas os homens, que
Deus quer reaeber,. provam se na fornalba da
paciencia e da humilhi
6 4 e 5.
aco. (Eccles. cap. XX.,
Recite, 16 de setembro 'e 1862.
Manoel Januario tierra Montenegro.
Pubiicagoes pedido
'TJLNKIl
Proferida nu eemiterio, por occa-
sio de se dar sepultura aos res-
tos mortaes da Exma. Sra. D. Can-
dida aria Lins Baptista, esposa
do i. vm Sr. conselheiro Dr. Fran-
cisco de Paula Baptista.
Senhores
Urna voz lamentosa se escuta ;
ella nos diz : a minha carne est
consimida, os mees ossos adhe
nram pelle ; lende pledade de
mim, porque a mo do Omnipo-
tente descarregou sobre mim o
seu golpe.
Pilavrasi lio tocantes cerras de tristeza meu
torecao I Os labios se contrahem I ;.
Todo o meusersbate-se prasenteraeoto ofp-i-
^LnlaPS ."DMcao "Pecii|. 'le me inquieta
(.ante deste luctaoso espectculo, dentro da ca-
sa de Deus, em que a tragedia maia enternecedo-
ra se taz represeotar por um fri corpo. que i
se raoveu entre nos e como nos.
Este corpo de urna conaorteaffavel, insinuan-
te e virtuosa, que voltando costts ao altar da vi-
da conjugal, p.asa a aer o escirneo perpetuo do
eppeiite dos maia asquerosos verme* 1
Esto corpo de ums dedicada mi, cuja alma
U; residir em Jess Chrsto, ostentando Imperio
obre as bondades, que liberalisou ao mundo.
Esta qae aqui vemos, precipitada precocemeu-
U no fnebre eccaso, a Exma. Sra. D. Candida
Mara Los Baptista, cijas queixas oavimos, cu-
jos suspiros como qae percebemos.
Ghegando o momento opportuno de sssurnir
urna sopprema habitaco, que lhe eslava cuida-
dosamente preparada, rasgou sua carne com ex
trema dr ; e Deus, a quem su'alma era por
demaisagraoav*!, apressou se a tira-la do meio
das iniquidades.
Um lgubre cortejo composto smente d pran-
to, saudades e extorges abrande a maor exten-
sao em cercar sua ineonsolsvel familia, promet-
tendo acompanha-Ia at a obscurtdade da vida,
onde somente ae poder perder a recordarlo das
amidades, que pessm hoja sobre esposo e
lhos.
O pendor irresistvel do caprichoso destino cor-
to, verdade, o vigoroao lago que prenda um
aem numero de corac.de, causando tormentos
dame da viuvez e di aicta ornhandado ; porm
a ItmbrsBQa daqueila, que to pouco tempo vi-
veu, permanecer ebeia de immortalidade ; por-
qe o fricto dos bons trsbalbos a glorioso
e a raz da virtude tal que se nao secca.
Permanecer ebeia de immortalidade, porque
nao ser urna lemnranca que passa semejante-
mente aombre e um correio, que v*i dapres-
s. (liv. da Sab. cap. V, ver* 9.)
Ella abracar urna extsnsao indeterminavel,
porque nao ser como a nao que vai cortando
as agitadas ondas, da qual se nao pode achar rss
to, depoisque passou, ntm a etleira da sua qui-
lha as mesmas ondas. (Vers. 10 o
Se a vida que hoja amargamente pranteamos
foi semtlhantt a flor, que apenas aberta. cal-
ida aospis, sua lembranga nao ser to passa-
geira C como a ave que va, alravessando pelo ar '
e cujo camioho se nao acba indicio algum. se- I
nao s o ruido das azas, que corlara o leve venlo l,
e tundeado o ar com a torga do seu o, passou b?,lertlTel
bstendo as azas, e depoia dalo aenao encontr ella.*",P0'
aigoal algum do seu camioho. (Vers. 11)
As nuvens tempesluosamenie carrancudas que
ora vemos descanoir sobre e^te imponente ar- I
Urna saudade offerecida ao mea amigo
Manoel do Kascimento Cesar Bur-
lamaque, em servico no presidio de
Fernando, por occasiiiodc minha re-
tirada d'aquelle presidio.
Meu corsQao nao pode charo amigo
Enviar-te poraposai expressoes ;
Nao, nao pode por que o lisongeiro
Nao tem parte fiel nos ccrac,5es,
Mss eu que lhano sou preso a verdade
Nao procuro bullanles pilavroes
P'ra enviar ao amigo urna lembranca
Que exprime entre nos recordares....
Sabe pois meu smigo que nao poiso
Esquecer-te que seja um s insumo
Nao, nao posso porque a amlssde
E" fai=ca celeste e scfrHilhante,
Quo ftirahe, que interessa, que corrmove,
Que cria sympathias e constante
Se rfedica concorde e commumeote
Ao amigo quer prsenle, quer distante.
Que lembroocM me giram sobre a mente
Quando, com os bracos enligados
Passeava-mos nessa Ilh betu contentes I
Recordando os fitos j pessades
Eotre jovens, como nos, contemporneo"
Que mais filizes entao e oceupados
S de amor entretiobim peasamentos
Sem pezares soffrerem nem cuidados.
E'assim meu amigo qua adamando
Viso odia em que cheio de prazer
Aportar hei de entre os meus bracos
Os de quem nessa Ilha inda a soffrer
Cumpre o servigo que lhe manda a le
E depois de (indar esse dever
Noisa amisade ento se expandir
Em horas que junto a mim o espero ler.
Car/os de Souto Gondim.
ELEICO
dos devotos que hao de feste-
jar a Nossa Senhora do Ara-
paro da contraria erecta na
sua igreja da cidade de
Goiauna no anuo de 1863
Juiza perpetua.
S. M. a Sra. D. Thoreza Cbristina Maria, terceira
mperatuz do Brasil.
n ti. ,0z Pr l'icao.
illm. e Eim. Sr. baro do Livramento.
Julza por eleico
A Ulna, o Exma. Sra. D. Idalina de Souza Mou-
tinho.
n, ... Juil Pr devocao
O Illm. Sr. Viriato de Gouvi Cunha Barreto.
Juiza por devoQo
A ILmV ? Exm*- Sfl- D- Marcionilla Barboza
Q Andrade.
Escrivo por eleico
O Illm. Sr. tente Francisco da Paula Rodri-
gues.
Escriva por leigao
A lllma. e Exma Sra. D. Joaquina de Andrsde
Luna.
- ... Escrivo por devoco
Illm. Sr. alteres Jos Bento de Mouraj
Eieriva por devoco
im\,.lMM* S"- D' Fmd-cUm Miaervius
de Paula Reg.
Mordomos
Os Illms. Sr. :
Dr. Luiz Goucalves da Sifs.
Dr. omingoa L'ore"n;o Vaz Ctftado^- _
Capitao Wenceslao Freir M.chado da Silva,
lente M.Gon$alves Nuces Mschido.
Joo AlvesTivare.
Antonio Leopoldno Pinto.
Manoel d'Asumpjio Ribelro.
Antonio Ferreira a'Aguisr Jnior.
Jos Ferreira deFreita.
Joo Pireira do SblIos.
Joo o'OIiveira Ramos.
Msnoel d'Almeida e Silva.
Mordomas
As Limas, e Exmas. Sra. :
D. Marcionilla Nunes Machado.
D. Cmdi4a Clementina Cesar da Motta.
D. Anna Mara do Eapirito Santo.
D. Mariana Joaquina da ConceiQo Baptista.
D. Angela Vieira Bernardes.
D. Angela Luciana da Medeiros.
D. Antonia Eugenia do Espirito Santo,
. Antonia Marcelioa d'Andrade.
D. Maria Augusta Barreto.
D. Telesphora Bemvinda da Silva Castro.
D. Gertrades de Souza JJenrique.
Consistorio da contraria de Nossa Senhora do
Amparo de Goianna, 7 de setembro de 1861O
vigario, Domingos A liares Vieira.
l ftJ. \lng-0' S0.c"co oleo de lioha;a,
m!..-) 5".'" fe" So. Cb' 4 yolulBe, "" ; o.me
Exportado
. Do dia 20 de setembro de 1862.
gsranf" P,nbo1 TT'P"" B"lona. "e-
N. O. Bieber &c., 5S couros
do com 17,316 libras.
Barca hespanhola Carmen.
carregaram :
. MMaS ?ij,& h m 'ccos com 00 arroba,
e 12 libras de algodio.
Brigue hespanhol Destino, para Bircelona.
carrrpgaroin :
ha^'^hh Hij0. & ,C"J1-21 "ccos com 02 srro-
baa ezz libras de algodo.
B.rca iogleza Ronald. para Liverpool, catre-
.rrSft"hU.D.derf 1Burn,her9 & C.. 146 sacco com 773
arrobas e 4 libras de algodo.
. JViS N"b &c. 198 sacco com 1039 arroba
o b libras de algodo.
Barca franceza Raoul, psra o Havre, carre-
g&Teio) :
.7T*!ef .rero. 800 couros salgados eccos com
47,2/0 libras.
Patacho americano Palmitto, carregaram ;
Jos G. dos Santos, 200 esteirss de perperi.
atecebedorla de renda*, luieruati
Seraen de Periiatnbneo.
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N 84 particular e 29 publico caa'a r-
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n^ Rua d'o Pilar. '
96 psrticular e 2 pub.ico casa ter-
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Manoel Hermeosgildo.V..............
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1259000
168JO0O
168c00
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96JO0O
209168
40933o
209168
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Milto
2O9I68
269378
209168
219768
209163
di-
a li-
ler-
26:5629916
OoaauiAfJo tarovlnetel.
Kcndlmtntododla 1 a 20,
tdam d \, 22
26:8539751
5:8254209
32:678}960
MoYimento do porto
Sitio do Paroameirim.
.2 particular.......
Sitio do Fornod'a Cal."
N. 5 ptrticaUi.....
cifSeoe!iarla d s'nu Casa'de'Miseri'coidla*do''Re-
cif 23 de setembro de 1862.-0 escribo,
F. A. Cavalcunll Coufseiro.
169^000
120J000
8518000

"atoes.
'iSJfe f$& ** .? Sk-j C* \ aUt*
a memoria da Exma. Sra. viscon-
desaa de Cauaragibe.
Ecce nunc in pulvere dormiam.
Job. c. 7.
A morte, este anjo liel executor dos designios
Providencia, acaba de ceifar urna vida pre-
cophago, bao de se demorar longo tempo sobre
nosso triste espirito, alravessando muitas vidas,
sem conUr mesmo as que hojej exislem ; por-
que as saudades aqui plantadas, oascidas e ali-
mentadas com o orvalho de lagrimas sempre
luentas e abundantes, nao sao como a setta
despedida ao lugar destinado, onde o ar, dividi-
do por ella, logo se cerra em si mesmo, de ma-
neira, que tica ignoraudo sua passagem.
\Veta. 12.)
Os scusdias fugiram, cerlo, como a sombra ;
mss sobreviver perpetuamente a saudade ; por-
qwe a existencia que se riscou hoje docadsslro
dos vivos, psssava per cima dos campos do Se-
nbor b, e do regsgo da mais completa abnegago
evw^elica.deixandolicoese exemplo, que nao
em o mrito da lamugem, qua pelo vento
levada, ou da tenue espums, que pele tempesta-
de e espalhada, ou do fumo que pelo menor sdpro
disspado, ou da lembranca do hospede de um
da que logo paesa. (Vera. 15)
Est estriplo que seremos revestidos de urna
carne xncorruptivel no so da gloria, e com ella
j se acha a alma, qae abandonoa este Involucro
de p, habitando o lado do Pae e Creador de
tudo que reapjra, n depoi de haver imprimido em
muitos corasoe urna tristeza qae vivera
para sempre, tendo sua recompensa no Senhor i
o peosamento delta no Alli.simo. (Vers. 16 )
WB0 ,h I foi, empre soube honrarseus
pt, morreado, seta lhe dar um i pezar na
"ida : honrou-o* em scQe, em palavra e *m
una a sorte de paciencia, tendo aempre obre ai
bercao lancada por elle ; e essa bencao per-
aiauef.eu com ella al Qcar no lastimoso estado
pm qae a eslsmoa contemplando
01 profirios olho, despida de
blema.t
llonrou-os
da
closa.
Dos bracos de um esposo idolatrado, dos ala-
go de parentes charos, a Exma. Sra. viscondes-
j ea de Camaragibe sanio no dia 17 de si timbro,
! para pagar o tributo devido, porque a ampulhe-
j ta do tempo fez pausa sobre sua fronte, e no i-
| no lalsl da morte sou a sua hora ; era a hora
d* seu passsmento I
A educsco aecurada. que bavia recebido a il-
! lustre Tinada de seus progenitores, a psr de sen-
timenlos religiosos, que olios soubaram iofiltrar-
Ihe no corecao, lhe fazia conhecer que, as gran-
j deas do mundo, eram vailades o quimeras, e
! por isso em seu coracao nunca fez morada esse
I orgulho, essa ostenlajo mundanal.
A relig'o issipou empre aos seus olhos toda
a ouvem de fausto, toda sombra de apparalo vo,
por que tambero seu pensamento se elevava na
contemplaco das gr*ndesss do cu.
A bondsde linha verdaderamente aperfaigoa-
do o geoio, e favorecido o seu carcter.
Este dom precioso acompanhava-lhe em todas
suas acjofls, existia em seu porte, adornova os
seus actos, e scinlilava de seu ros-to.
Seu corago era o templo em que a virtude
viva encarnada.
Naacida na grandesa, e havendo-se-lhe dilata
do a esphera da fortuna, a Exma. Sra. viscoo-
dessa de Cemaragibe nunca fez garbo della. Era,
na verdade grande mas sem orgulho ; titular po-
rm sem Apparalo; discreta e nao lioha vaids-
de
dev
m
gloria.
N ausencia de seu idolatrado esposo, um mor-
a prostrou no leito des dores; mas
tou com a maior rasigoacao os mais
acerbos tormentos. Sua paciencia servia-lhe to
lenitivo, e sua conformidade com a vontade do
Creador era o antidoto s suas aflicoes.
(CAUSA MMAB. f
DO
B^nco do Brasil.
Acaixa filial deiconta letras com praso al
qu a 9 0|0, tomadinheiro a juros em sonta corran-
te, ou por letras a 7 OjO ao aono, e saces so par
t curtoa presos, sobre o banco do Brasil.
Caixa filial 9 de setembro da 1862.
Francisco Joo de Barros. ,
Secretario,
Navios entrados no da Sil.
Penedo38 hora, cter nacional Emma, de 54
toneladas, capitao Frsncisco Goncalves Torres
equipagem 6, csrga pedra deamoler e milho :
ao mesmo capitao.
Liverpool 31 dias, barca Iogleza lmogen, de
311 toneladas, cepilo William Williens. equi-
pagem 14, carga fszenda e oatro genero ; a
Ribe Schameteau.
New Zealondia 75 dias, galera americana /.
mor, de 378 toneladas, capitao Rwl*y, eaui-
pegem 14. carga szeite de peixe ; ao mesmo ca-
pitao. Veio refrescar e segua psra New Red-
ford.
Nao houveram sahidas.
Observajo.
Fundearsm nc lamaro ama barca ingleza e
outra ameriem mais nao tiveram commanca-
cao com a trra.
Navios entrados no dia 22.
Liverpool53 dias, barca iogleza Hindoo, de 266
tonelada, capilo John Woot, eqapagem 13
carga ci|vao de pedra e oatros gneros;
Ssander Brothers & C.
Baltimore 42 dias, barca americana Flora, de
238 toneladas, capitao William Hubbard, equi-
pagem 9, carga 2,028 barWcas com farinha de
trigo e outroa gneros; a Johnston Pater & C.
Seguio psrs o Rio de Janeiro.
Ilha de Fernando de Norooha4 dias, hate na-
cional Tino, de 70 tonelada, capitao Manoel
Jos Persira Marinho, eqaipagem 7, em lastro ;
ao mesmo capitao. Seguio para o Ass, arri-
bou a este porto em cousequencia de averias
que sotlreu.
Ifavio sahido no mesmo dia.
ortos do norteVapor nacional iouarass, com-
mandante M. de M. Vianna.
$iae,
NOVO BANCO
DF
Pernambuco.
O novo banco do Pernsmcuco psga o 9 di-
videndo a rszo de 129 por aego.
Altandeffa,
Sciidlmentodo da 1 a 20. ,
Haue de dia 22 .
3I9:069J120
12.9859386
332:05i9506
ovIaaeiUo da elfaneBeara,
vlamstntrado comfazendt.. 26
com genero.. 46
VlxBii*hldo* com fztnda.. 183
coro genero.. 1,728
== 72
== 1,911
Dcc Brigue l'ortuguei-Contanfe-mercadoria*.
Porante a cmara UBoicpal desta cidade
tsro em praca nos diss 18 e 25 do corrente
mez e 2 de outubro proiimo vinfiouro, para ae-
reen arrematados por quem mais der pir lempo
de um aono os seguintes impostos que fezom
parte do patrimonio e renda da mesma sama-
ra : o arrendamento da c*sa no pateo do Corpo
Santo na cidade do Recfe por 80S. alTericao
rota endo o arrematante obrisado afferir oe pt-
sos o medidas pertencentes a mesma cmara
Imposto do 500 rs., sobre cabeci do gado vae-
5??L575i"' ""Jeaisotodas cajinWas da Ribera
Ibb. diurno do capim de planta <81S. 100 r ao-
r^C,?n ? 0Rad0 TIIC"n olhloo no currsl
O9200, mscales e boceteirss 369, 40 rs. por
ceda p de coquelro 555, 80 rs. por carga de
tM VTnn" aa*MOr-. reP"o do acoug.e
129400 rs. 200 rs. sobre o gado suioo 89500 rs.,
100 rs. sobre o gado ovelhum 39200 rs., os pre-
venientes podem comparecer no pseodassessoes
dacenura nos referido das manidos do fiadores
habilitados na forma de lei para poderem laocar
sm o que nao poderlo ser admittidos a faze-lo
Fa?o da cmara municipel da cidade de Olinda
em ssssao ordinaria de 18 de setembro de 1862
Sni^n1? r61" ?ial0' P^rrosidenta.-'
Jlarcolino Das de Araujo, secretario.
lanta Gasa da Misericor-
dia do Becife.
A pessoa a quem lhe faltar ama escada de
I?.h-i ""15? dI"a 0b"a de Pedfeiro. dirija-ee a
eublelpg.tia da frecuezi. de Santo Antonio, que
dando os sigoaes da mesma. e reconhecendo-se
ser a que hi so achs depo.itada, lhe ser en-
tregue.O ubdalegado,
M ooel Antonio de Jess Jaoior.
Conselho administrativo.
O conseibo admoiairativo, para fornecimerlo
do arsenal de guerra, tem de comprar os oWc
tos seguintes:
Para os recruts do 2o batalho do infantaria e
4e batelho de artilharia a p.
31 estnira de palha.
lOsoxadas.
10 ps de ferro.
Para provimento do almoxarifado do arsenal de
4 >Ct uerra.
l,.lb/ pare de sapates adoptados para os ce-
pos de primeira linha.
6 caixa de pennas d'aco.
2 caivetes.
6 duzias de lapis de pao.
6 librss de areia para escripts.
Para o 7' bata
6 caxas de peones de ac.
200 pennss de ave.
2 caivetes.
6 duiiss de lapis de pao.
6 libras de areia para escripia.
6 pedrs psra escripta.
18 lapis para as dits.
Quem quizer vender tas objecto spreseute as
suas propostas em carta fechada na aecretsri do
conslho, s 10 horas da manhaa do dia S9 do
corrente mez.
Sala da sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra 2'> da
siembro de 1862.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Pela thesoursris provincial se faz publico
que a arremaUcao da obra dos reparos da 3a per-
te da estradi do norte, foi transferida para o dia
25 do corrente.
Secretaria da thesouraria provincial de Psrnab!
buco 18 de outubro do 1862.
O secretario,
_ ,, .. ?. d'Annunciaco.
Pela thesouraria provincial se taz publico
que a arremetago da obra do calcan.et.to d.
rus do Araaao e Rosario da Boa-Vista, at ,-.hir
no pateo da Santa Cruz, foi trsnsferida para o dix
lo ae outubro prximo vindouro.
Secretaria da tbeioureria provincial de Pernam-
buco 18 da setembro de J882.
O secretario,
n tu A# F* d'ADDUBciec5o.
- O Illm. Sr. regedor do Gymoasio man
issr aos ps, tutores ou corresp-ndents d
aduiinislrativo,
arsenal de guerra, 17 do
av
alumnos iot
setre-
anda
- dos
raos, meio penstonislas e exteroos
do mesmo Gymnaeio, que no la 23 do corrente
principia o recebimento dss mensali-lades cor-
respondentes so ultimo quartel que se Onda r.o
ullimo de dezembro. Gymnasio r.rovinci.l de
fernambueo 20 de setembro do 15:620
torio, A. A. Cbral.
Da orden do Illm. Sr. mspector da thesou-
raria de fszenda destn provincia se publica para
conhec ment dos ioteressados a relaru abaizo
iranscripta dos credores d. dividas de exerddoa
Oodos na importancia total 8959819 ris cujo pa-
gamento foi sutorisado pela ordem do Ihetoaro
nacional n. 167 de 2 de^setembro do 1862.
Secretaria da thesouraria de fazenda
nambuco, 17 de setembro de 1862.
Servindo de offletal maior
n Manoel Jos Pinto.
l.elacao a que se refero a ordem supra :
de Per-
Alberto Jos Rodrig
ues a
A Illm. junta administrativa da Santa Casa
ds Misericordia do Rseifo manda fazee publico
qae. no da 25 do corrente pelas 4 hora da tar.l Antonio Ferreira da Silva (a)........
da na sala de suas sass5e* continua a prect dss Bo"entura Elias de S.nt'Anne (a)!!"
casas abano declarada pelo tempo da 3 anoos! "'lingos Lopes deSau'Anna (a)....'
a contar do 1" de julho do corrente ano O a 0; ""Citeo :Manoel o'OIiveira Miran-
da janho de 1865. O pretendentea devem da (a).............................
comparecer aeompanhado de ees fiadores ou '' "dcisco de Paula S e Peixoto....
munido de carta dete. Fraucisco Rodrigues de Mello (a) (c).
Rtada Cadoia Congalo Vieira do Espirito Santo (al!
N. 17 particular e 59 publico 2 ania- Gregorio Cardoso Pereira [).....
r" loj'i.........2:0009000 Joao FeliI dsCol W................'
i Joo Jos d'Andrade ral..
i; compassiva sera acompanhar-lhe isctancia : p. k*ZnuettM~^ontantemere
vota sem distraco, religiosa sem hvoocresia n Damburg,i-M8ria Luiza
odesta sem linglmento. c.ridoTa sem w t^ZtV-Berlha-carfao.
ora. Barca 'oglezaImogonemeresdori
mercadorias.
Pareca que a Ilustre viclima s asperava pelo
da em que podesse ver o sea extremoso consorte
para dar-lhe o ultimo adeus, para despodir-se
eternamente: assim acouteceu, por que dous
dias depois, que o Exm. Sr. viscone de Ciraara-
gibe, chegaia da corte do Rio de Jneiro, por
haver concluido seus trabalhos parlamentares,
paisara elle pela amargura de ver sua virtuoso
esposa tnhir Un rrgio dos vivos 1
Foi a estrada, que se abri para o imperio dos
finados ; foi urna existencia assas preciosa, que
feneceu no meio das virtudes; foi um pharol,
que se extingui 00 negro horisonte, lurtando-se"
s trevasde procelosa noi
alma pura, que transpood
nilade, vou presenca
azas, gosar do premio
ludes.
Lance terrivel, transe smargurado I Porem
lei mmutavel do Eterno; forcoso cumpri-la;
mi8ter que haja reaignaco.
A religio o nico balsamo consolador para
os coracoes bem formados para coracoea verda-
deramente orlhodoxos ; por qae na religio ha
sempre consolaco psra os trilles, e no mundo
s ha tristesa para os afortunados.
O chorar do corscao mitiga, com elTeito, as
penas d'alma, e s preces, que sobam ao thraoo
jde Dess vivo, sao a maior, e mais perfeita ho-
nen-em, qe e pode prestar ante lsge fri
do objecl.' cnsro.
Deposite po? grdao, e amisade urna per-
Imogenemercadorias.
Importa^o.
Cutor flcional Erna, vindo de Penedo, conslsi-
Muitef-DC8C0G00S8lV" T,re8' '
600 pedras de amollar, e 63 accos milho :
ordem. '
. Brigue ingles Bertha, vindo de Liverpool con
guin'ta0- Jejenes, m.nifestou 'o se-
403 tonelsdtacsrvjode pedra ; ordem
n.h!S! hambur8,"1X' Maria Luiza, vindo de
mrftr...g' conlSnd( Kalkman Irmos & C.
manlfestou oseguinle :
67 calua tecido de algodo. 1 dita amostra
barricas cimento. 100 accos
50
uu siuus arroz. 210 uacn-
tes papel de embrulho. 138 barricas, 200 caixa
dPf?, I"/?'00* geDebra- cal objectoTde ma-
dera. 8 ditas miudezss, 2.000 pedra. 1 eaixaehJ
rUos. 193 barrica. .rioha de trigo, 12cafx ferl
com os nos-
qualquer em-
com indenivel extremo, acbaodo
por isso sua alegra nos seus fllhos.
Foi esposa que sempre aprenden em silencio
com toda a sujeigo bblica, consagrada sea
rspeitavel marido, como coovm ao Senhor ;
jera sejesnisrde fazer o bsm, sempre inclinada i
. .. 'adp, benigna, justa, amorola e scoilu-
rada' constanteffleDta/ abracara palavra da ,
que segn 1o doatrna.
petaa, ama aaat"4* no. moimeoto, em qae des-
cancam o reato seuT T'da a viscondesaa
de Camaragibe.
Jteyuiescot t'n pace.
M. C.
Despio o andrajos terrestre o tean.'* eoro"
nal Virginio Carneiro Leaol Corscao gent'roso.
amigo dedicado, cbo as maniira, elle nun."-a
apreodeu aquilatar o merecimanto pela potigo;
vioam todo irmos, todos servio, ua porta,
orxpre aborta i pobreza, nunca fechou e aos
'numerosos moradores dos arredores de seu enge-
aho, quo chorara desanimados a perda dsquelle,
que lhe matara maila Tetes fonje, qae os soc -
" >. 6 fardo, tecido'd'e ttaT) 1*
xas vidrc. 1 dita fio de llnho. 20 calxa'e 1 Om
1 caixa cartas de jogar, 1 dita camisas 1 Hit,
crino .na, dlu perft|marli gj-. d,U
Azevedo.
10 calas brim de algodo. e 1 pacota ai
tras 1 caixa litro.. 6 dita, couro. 1 "dita c
jejaa, 1 d.ta lenco, de algodo ; a \V,
moa-
ehalea
Wild S
1 caixa chales de la, 2 ditas lenco 1^n Hi
ta tecidos de algodo, 20 dita. SSt 1 Mafia
amosira. ; a C. J. Astey & C. J p,Cole
-o ,fvrtaa.SfiVcV3M,wato --
. R!beC,S,ch,m??,.e.,S[ecD,pre"50' M dila
j U^^te^tA ^'M'anoel
Jcaqutm Ramo, e Silva &C aDOel
aLVndeX8^rrce.a,g0fl0',PaCOt Barca oglez. Hindoo, vinda de Liveroool
?5SSti" Dder*Brolherg & c- "-8SS
3 }** n|Cr!"l.'h,r-i0 de Ped"' SlOpedr. par.
cagamelo. 50 barra mantelg., 10 c.ixas phos-
phoros, 1^5 ggo Iouqs, 200 saceos arroz, 50 sac
eos piment, m meloi sacco. e HQ quaito da
Raa da Madre de Daos.
N. 12 particalar e 9 publico 1 indar e
loja...........
N. 2t particular e 26 publico 2 anda-
res e loja......
N 31 particular a 12 publico'easa ter-
rea. .........
N. 33 parMcular e 8 publico ca.'a
rea............
N. 34 particular e 6 publico casa "torres!
N. 36 particular e2publico >asi Ierre.
Raa do Torres.
N. 37particalar e 14 publico 2 and.-res
e loj...........
R. 38 particular a 16 publico S andar
a lojt..........
H. 39 particular e 18 publico 2 'anda-
res e loja........
Fue do Codsrniz.
N. 41 patticalar e 1 publico casa ter-
ree...........
N. 43 particular e 3 pablico cata ter-
rea............
Ru da Moeda.
N. 44 particular 21 pablico caa ter-
rea............
N. 4o prticalar e 45 publico casa ter-
rea............
Rua do Amorlm.
N. 48 particular e 56 pablico caa tar-
rea............
N. 49parti rea..........
N. 50 particular a 52 pablico'caa'a ter-
r- ..........
N.51 psrticular e 47 publico caa ter-
rea............
N. >! particular e 45 pablico cata ter-
rea............
M. 54 particalar a 21 publico 2 anda-
re............
N. 55 particular e 24 publico caa ter-
rea............
N.56 partlcuUr e 26 publico caaa tar-
re............
Ba do Azeite de Peix.
N.61 particular e 15 pablico caa ter-
rea. :....... .
M _, ,. Ru* do Vigario.
N. 71 particalar e 22 publico 3 anda-
r...........
M 73 particular e 25 publico 3 aeda-
6008000
9009000
. 1:351J000
ter-
40190C0
6009000
251000
5019000
4019000
30390C0
3619000
680JOO0
300j000
1919000
561S00O
3609000
6619000
8019000
360JJ0OO
601S00
2319000
2819000
6019C00
1:0019000
Jos Fgaeira do Nascimeoto (3.....
Jos do Rosario (e)..................
Jos Ferreira (a).............."..'.....!
Llza Mara do Livramento, viuva de
107943
24868
20J16y
1479368
229088
81J662
4()|338
22J24S
159188
49936
409336
2395U6
385906
409578
^l, Ri- 8959819
Observscoes.
\) O thesourero reconhe este credor com
reito a quantia que so manda pagar, e nao
quidada por eila theaoararia.
(b) Anta de realitar-ie o psgamento desta di-
vida convem que se pxhiba s 2a via do titulo.
(r) Antas ds effactuar-se o pagamento, convera
que a tbesoorsria exija do credor a 1 via de ti-
tulo.
(d) Sendo o credor praca effectiva do exercito,
o pagamento deve ser feto ao quartei mestre do
corpo a que elle pertenco.
Conselho aduiiuistrativo.
O conselho administrativo para fornecmanto
do arsenal de guerra tem de comprar os obiecUa
seguintes : ;
Para o hospilil militir.
0 libras de almec-ga nova.
16 libras de cevada.
16 libras de cera amarella.
8 libras de escamonea ioteirs.
6 oncas de bydroferro cianato de quinina.
10 libra de jalapa inleira.
64 libre de oleo de ricino.
54 libras de oleo de au.endoas.
2 arrobas de motl^rJa.
1 arroba de roano de primpira qualidade,
10 libras de suljjbato do sodt.
8 libras de raz de lurbilh.
1 resma de rotulo para medicina.
1 resma de r. lulo para elrorgie.
1/2 resma para familia de. ofliciae.
Para a colonia militar de Pimenteira.
2 livros para registro de corresponde-ua o-
ticial.
32 libras de sene,
Quem quirer vender tses objectos aprsenlo
ss suas proposlas em carta fechada msecielaria
do conselho s 10 horas da manhaa do dia 2i do
crreme mez.
Sala das sessoes do conselho
para fornecimento do
agosto de 1862.
ilnono Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim l'ereira Lobo,
. Coronel vogal secretario interino.
Juizo dos feitos da fazeuda.
Xa (juinta-tetra 25 do corrente pelas
10 horas da manhfia se vender' em
praca publica na sala da$audiencias um
carro de i rodas, em mo estado, ava-
llado por 50$, penhorado a Perreia
Vinhas por Augusto Ficher para paga-
mento dofjue deve a fazenda nacional.
Recite 19 de setembro de 18t2.
O solicitador,
F. X. P. de Brito.
Na ciuinta-feira 25 do corrente
pelas 10 horas da raanliaa se vender'
em praca publica na sala das audien-
cias, os objectos seguintes penhorados
a Francisco Gomes Castellao para paga
ment do que deve a fazenda nacional:
52 pares de sapatos de conro branco
para homem avahados por 800 rs. cada
par, 15 pares de botinas de corno de
lustre para mulher a S/{500 rs. cada
um, 18 pelles de bezerro francez '>
preparados a 2# cada um, 576 pares de
sapatos de pelles de carneiro de diver-
sas cores para mulher a 480 rs. cada
um, 1G duzias de meias ordinarias para
homem a !j cada duzia, Gt pelles de
carneiros de cores a 800 rs. cada urna,
2"> ditos de ditos maiores cor debezouro
a lg cada urna. Rectfe 19 de set-mbro
de 1862.
solicitador,
F. X. P. de Brito.
Na quinta-feira 25 do corrente a
urna hora da tarde se vender' em pra-
ca publica na rua da Imperatriz a ar-
mario da loja sita na mesma rua n. 10,
avaliada por 400.S, penhorada a viuva
Das Pereira de Arelar para pagamento
do que deve a fazenda nacional. Reci-
e 19 de setembro de 1862.
O solicitador,
F. X. P. deBtito.
Conselho adminisalivo.
O conselho administrativo, 1 fornecimento
do arsenal de guerra, tem de c< ar os objeclcs
seguintes: jno
"a..0.Pr?sidi? do Fern3d<> de Noronhs.
200 meios do sola.
1."0 vaquetas.
300 couros de forro.
200 libras laxas de salto.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
uas proposlasem carta fechada, na secretariado
conselho, s 10 horas da manhaa do da % do
corrente mez.
Sala das sessoes do conselho
para fornecimento do
setembro de 1862.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vocal secretario interino-
sdministratlvo
arsenal da guerra, 10 de
TIIEATRO DE S. ISABE
SEGUNDO ESPECTCULO U G01PANHU GYMMASTICA DOS IBI.0S IISLAY.
(Juarta-feira, 24 de Setembro de 18G2.
tUm jJ d!rIec!0^, fTT"* Panhor,Jo Pe'o born acolhimento que leve a companhia do du-
blico desta c-dade. desej.ndopatentearseus.gradecirnentos, preparou o prsenle SSod
res.
, Rna da Senzala Velha.
N. 78 particular e 136 publico 2 anda-
re........
N.79 particular o 134 publico" 2 anda-
re............
N. 80 psrticular a 131 publico 3 anda-
re............
as o, ... Rua d* Li*oeta.
i. 86 partlcakr o 14 publico 2 inda-
res.......
.1:6018000
no primetro.
ymphonia pela orcheslra.
O TORNIQUETE,
pelos jovens Adolpho e Williams.
A PERCHA CADERA,
pelos irmaos Bui;lay.
Primeira parte.
A TRANKA HESPANHOLA.
pelo Sr. Eslevo Buislay,
A ESCADA PERIGOSA,
75l$000
700000
700S000
variedade de saltos
6009000 Buisiav.
i pelos irmaos Julio e Pepe Buislay.
_. Segunda parte,
iverlimenio pelos clowns (palhigos).
Ultima prova do arrojo humano, novidade sorprendente e muito em moda na Europa
o noU*U VOl^OIt,
nft S e!fee6S' .,ermiInani, Pelos MORTAES. pelo joven Adolpho
Os buhi tes acoam-se a venda desde j, no thMiro. Comejar s 8 horas.
.'
MUTLADO


y
-*

DIA1I0 Di flWIAMIDCO; m lEBCt FEIRA 23 DI SETMBRO E iMS.

$0$ martimos.
ara Lisboa
pretend leguir com muita brevidade a veleire
t bem conhecida barca portugueza Gratido,
capitao Aotonio Fcrreire Borges Pestaa, tem
parta de un earregimento prompto : para o na-
to que lhe falta trata-aa com os sena consignata-
rio! Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, do sea
escriptorio raa da Cruz n. 1, ou eom o cspltc
na priga.
COMPANHIl SRASLEIRA
DE
*^m i 1SHL
At o dia 30 do corrate, esperado doa
portos do sul o Tapor Oyapock, comnaandan-
te o priin jiro lente Antonio Marcelino Fontea
Ribeiro, o qual depois da demora do costara
seguiri|pira osjportos do norte*
Dasde i recebem-se paasageiroa, a engaja-ie
a carga que o Tapor poder conduzir, a qual dora-
r ser ro a freta a eniomran"is ti o dia d< aahida aa
horaa di larda : aiancia raa da Cwz o. 1,
Si :riptorio da Antonio Ltlz da Olireir Azora-
do & C.
fetal eonhecido brigoe nacional cDamo, capi-
tao Jos Manael Vleira, o qual tem parte de aeu
cirregameoto prompto: para o reato que lbe fal-
la, trata-ae com os seus conaigoatarios Antonio
Luis de Olireira Azevedo 4 C, no sea sscriptorio
ra da Craz n. 1.
Ldloaa.
t
*>.!
LEILAO
DE
Fazendas, movis, divi-
das e escravos.
O agente Almeida far leilao a requsriawnto
dos depositarios da masa- t-llida do finado Joao
Jos de Goavea e por mandado do II,m. Sr.
Dr. jaiz eeoeeial do eommer*lo de todas aa fa-
zendas, movis, dividas e escravos pertencentes
a meama maaai
Quarta-feira 24 do corrente.
Na ra do Qaeimado loja n. 27, s 10 horas
do dia.
iva eiposi-
co de candi:iros
Grande inconimodo.
! WHfiBaS S SStSiE;
01 ciados gritando. -raiioe
A casa
a gaz.



O brigue portuguez Liia 11, capillo Antaaio
rnucisco Vi aira, a sihir com brevijida por ler
parle do seu t piasageiro trata-aa cora os conilgmtirioa F.
5. Ktbello \ Filho. ra da Cadeia n. 55.
VBLtM
DE
Vinho e ch mpa-
nhe.
Quarta-feira 24 do corrente.
O agenta Piolo tari leilao por conta da quem
pertencer esem reserva da preco de 20 calzaa
orn vinho de Boargonhe, 50 ditaa eom cognac e
20 gigos com cnampar,b, s 11 horas do dia a-
cima mencionado no armazem do Sr. Annes em
frente a alfndega.
tafti
- :.. ,.--
|rJM
x-'y
K&\
\
&UA M^ UiiK M A fin M
ylUlliil?6lIIIMi H

C0MPANHU BRASILEIFU
f ii ft VAroi
Espera-se dos portos do norte at o dia 2 do
oatubro o vspor Cruzeiro do Sul, commandante
o capitao de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costume seguir para
os portos do sul.
i)eide j reeebem-ae passogeiroa e engaja-se
a carga que o vapor pod">r conduzir a qual deve-
ra s^r embarcis no dia de aua chgada, an-
eomm!>ndas e dichairo a reU at o dia na sahf-
da as 2 horas: agencia ra da Cruz n. 1 ea-
Criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azovedo
& C.
Duas escravas.
Terca-feira 23 do corrente.
O agente Piolo far leille s 11 horas do dia
cima mencionado de dus escrvas crioulas
sendo urna do 8 anos e outr de 28 snoos, em
seu eicrlptoti-) ra da Cadeia n. 9.
Fazendas inglezas
Terca-feira 25 do corrente.
Por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz espacial do
comn.ercio o agente Pestaa far leilao das fa
nJas pertencanlus a majsa fallida de Seve Fi-
Ghagou a oora exqosicao
j Chegoa a nova expsito
Chagoa a nova exposii;ao
Chegou a nov expoii;o
Cbegou a nova exposigso.
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiroa a gaz.
Sortimento computo
Sorliu.euto compleio
Sortimento completo
Sortimento completo
Sortimento completo.
Gaz de primaira qoslidade
Gaz de primelra qualidade
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primaira qualidade
Gaz de primeira qualidade.
S tem na nova exposiQaj
S tam na ncra expoai{ao
S tem Da nova expoaicao
S tem na nova exposiQo.
O praprietario deate eatabalecimeato avisa ao
publico em geral que tem recebido am completo
eormento d* anlslros a gaz para ricas salas,
luirlos, sacadas, engenhos e para
quenos qae pode com a economa da urna gar-
rafa de gaz tr par 60 hoos do lu, ricaa cad*i- |
rasdobslanco de ferro com ealofo adamase Jo
de Imho, lavatorios de ferros econmicos com !
lodoso partencia, com eagoto no fundo daba-1
Ca, ricos qaadro para ornamento! de salas e um
riquislmo sortimento de objectarias a imilaQao
da msrOm para atnhoras approvadas na altima
ezyosigao das pnuuezu tando o premio mafor,
riquissimaa puiexiraa a imita^ao de camafeo, lu-
ido a vende por diminuto preco que muito de-
, ver agradar os preten Jentes"; na rea Nova n.
O. 61 da ra da Concordia da Sr
| Norberto Muniz Teixeir. G-im.res. achV-se h/-'
pouiecada ao ibaixo asignado
________________Marcelino Joa Lopea.
Aluga-ae urna caaa
Bomba : qeem
numero -24.
terrea
quizar dirija-ae
oa traveeea da
a ra do Sebo
ni*i*Mn,Bi"doreada maaaa fallida de An-
... ri'qU,m "ach'du Brandao, pela secunda
2LST1 I*" M peS30,,, ^ue >e onsidere-
remeredoras mesma mssia, de apresentarem
-eui tiU.osnoarmaiem de Alves Humburger A
h',V-rT d.- 8 d-1"' BndM 0 1 Pa-
cedera i claaaifleaeao dos quo farem presentes.
Recif.' -2 de aelembro da 1862.
i ffiff con,Pleto de sbrecasacos de panno a 25?*, 28$, 309 e 359, casacas muito bem
tettas a 25, 285, 30, e 355, paletots acasacados de panno preto da 16 al 25, ditos de casamira
de cor a 15, 18 e 20, paletois saceos de panno e casamira de 8 al 14, ditos saceos de alpaca,
E&V* V 6*' S0br8 de alf>aca e m9rin da 75 al 10 calas Pr*as de casemira de
85ate 145, ditas de cor de 7 al 109, roupas para menino da lodosos lmannos, grande sorti-
mento de roupas de ferinaicorao sejarn caigas, paletots e eolleles, sortimento de colletes pretos de
rSnS,e STS* "t 4* "' "* *"* "t6 a 5^ e 6' Paletots bt.cos de bra-1 20 e U, loja de Carn.iro Vi.nn'a.
manta a 49 e 59, cal5as brancas muito finas a 5, e um grande sortimento de azendas fmr> o mo-
dernas, completo sortimento da casemiras inglezas para horaem, menino e senhora, seroulas de
Unho ealgodao, chapeos de sol de seda, luvas desela de Jouvin para hornera e senhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendas de grandes obras, que para
uso esla sendo administrada por um hbil mestre de semelhanta arte e um pessoal de mais de
c.nccenta obreiros ecolhidos, portanto axecutaraos qualquer obra com proraptidoe mais barata
po que em outra qualquer casa.
Cooipaiihia Fi leli lade de *e-
gurof martimoa e terres-
tres, establecida no Rio de
Janeiro com o capital de
\16:000:000#.
Agentes em Pernambuco
AnloaioLaiz de Oliveira Azsvede & C. comce-
tentemenU autorisados pela directorisda eorepa-
Attenco.
ijhar, buhar, Miliar.
Ri
ua larga do Rosario n. 44,1." andar.
ra
COIfANHU PgRNAMBiCWA
DB
epaocoseiraavapo
Macei em direitura.
O vapor M>mar!guape, commandante M)ura,
shir para oa portos Jo aul oo dia 25 do corrente
mz 5j 6 boros oa tarde.
Receba arga at o da -21 ao meio dia. En-
iioijuioada3. paisageiros e dinhairo a frete at
o dia da aahida s 3 boras: esorptorio do Forte
do Mallo* n. 1.
IP^IA
pretenda aejrair ora atuita brvidaca o veleiro a
bm torihflcido patacho nacional aCapuau, ca-
piti,- Thaotonio Joa da Sil'a Rosa, tero parta
de $-n carreja ment promtto : para o resto qae
the falta, tnta-se tomos sows eoosigoatarioa An-
Luiz de Oliveira Azevedo & C. no seu es-
.-ii'tjrio. rva da Cruz n. 1.
;cao costeira a vapor
Parabiba, Hio Grande do Norte, Ma-
can, Araculj, Geara' e Acaracu'.
O vapor /(M ashir para os porlos do norte at o Acarac
no dia 22 do correnta s i horas da tarde.
Ra-eb carp t o dia 20 o meio dia ; en-
ammedda, paasageiroa e dinhairo a frete at o
i!i di sahida as 2 horas : escritorio no Forte
do Matto ni.
O proprietario do hotel Trovador, nao poupando esforcos e sacrificios pa-
n? ter\lrs seus amff e reguezes, acaba de reforma'r o seu estabeleci-
. ,ra emoe insta llar no mesmo m-is um rico bilhar de monno de sua nronria en-
Ihos&C. existentes rm armazem da ra da commenda. fabrirarln em Parlt mm nJ % piopna en
Cruz n. 50. contando fazendas francezTS. alie- lhpi t* esmero e perfeicuo por um dos mais
maas, auiss.se.inglezas. como sejam madapo | ie,s aitj*$ nesse genero, em o qual os amadores deste passatempo. encontra-
loes, alfodaozmhos. chtasete, no armazem ra0 Uma UlStraccao tao net%Uarin an or;^;r. Q crt ______ .-
.cima: terca-feira 33 do corrente pelas 10 horas No mesmo se encontraran^! t P ? Pa" ,a lnnccente-
da manha.______________________________ j ^jJJT encontrarao quartos preparados pata as pessoas que quizerem per-
/IVari?ul0Pa-etar0 esPeiaa' concurrencia de seus amigos e freguezes, scienti-
cando-lhes tao somentequeserao servidos com todo o asseio e promptidao, a'
par da modicidade nos precos.
Palo agente Eozebio se far leilao por autori-
sagao doa credorea d Joaqai .. Eaparidio da
Suva Gulmaraes, t, taberna incluindo a arma-
C?o, lili no paleo do Cumo : do dia quarta-feira
24 do crrante s 10 horas, em presenta da rea-
pe.'.tiva commiso.
7rr._T-^^afaBasaaa9fiaaaaszaB^RabaPBBaBaaaaaaRBaaaaaaaaaa^^^
-W',-,^ t'T^rsofe.
A' classe
Curso de
coamercio.
lingua franceza
noite.
Jos Soares d'Azevedo, professor de
lingua e litteratura nacional no Gym-
nasio do Recife, tem abeito um curso
pralico-theorico de lingua franceza pelo
novo systema de Oilendoiil', para a
classe do commercio que nao pode fre-
quentar este estudo de dia. As pessoas
que desejarem fallar e escrever esta lin-
gua, poden dirigir -se a' residencia do
annunciante, ra de Rita Santa Nova
n.47.
Para Lisboa deve sahlr com mull brertda-
*n brig'i portegoez Mugarida, capillo Jos
E. Ribeiro ; tem prompta maior parte de aeu
crre^ameol) e recebe o resto a frete : a tratar
no escriptorlo de Amorlm Irmaos. rea da Cruz
n. 3.
'd
e
Sogae com brevidade o veleiro brigne "cuna
Graciosa, capillo Antonio Maris da Costa e
'.vj, por ler al^uma cir^a para ambos os por-
ios : para o resto trala-sa com o consignatario
Amonio de Almeida Gome3, ra da Cruz n. 27
Baha
coa malta brev'.dade pretende seguir o bao eo-
nhecido e veleiro brigae escuna Joven Arther,
cipitae Joaquim Antonio Gon;alves dos Santos,
tem parte de u carregamento prompto ; para o
resto que lhe (lia, tratase com os saus consig-
cttartos Antonio Luiz do Oliveira Azevedo 4 C,
ao seu escriptarie ra da Cruz n. 1.
k Janeiro
Pretenda seguir com muita brevidade para o
Rio de Jmeiro o veleiro e bem eonhecido brigae
nicioo'l Almiri>nta, tem parte do sen csrre-
gamentj prompto, para o resto qaa lbe falta tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo &C, do sen escriptorio, ruada
Cruz n. 1.
IB
Ro de Janeiro.
DE
ROlPFE
DE
i D. Evarinta Rosa Ferreira agradece cor-
dialman;e as pessoas que se diu>ram as-
sistir aa exequias de seu presado esposo o
Sr. Jas Joaquim Ferreira, e de novo rog
aoa amigoa do mescio o cari loso obsequia
?ssistirem raiasa do s-o.u da, que
palo seu eterno des'.sr 'aodi celebrar
na capilla 'do cmit uinta-faira 23
do correla pela: 7 horaa ua ;.:; :i 1.
Luir, pintor fraocez, parlicularmante se ra-
coo.menda para pLtr tabolatea, Utreiros, em-
blemas, e o mais conrerntnto pintura por pra -
eos modaradoa : da ra das Cruzas u 11.
Aloga-ie uma a;la son um quarto, frent
para a ra, com em sotao, Undo cozinha sata de
jantar, 2 quartos a oellaa para duas ras, pre-
eriod-sehomeajsolteiro : quem precisar diri-
ji-se a ra do Amorim n. 33, secundo andar
das 9 s 2 horas do dia.
S ao Vigilante
LINDAS FlVELAS.
E' chegado de sua propria e^coromenJa as r-
, qoissimas fivelaa para sinloe, pois sao multo sle-
: gantes por ser de aosto inteiramente novo todas
circuladas de pedrinhas fmgindo brilhaotej, pois
i com a vista so podrir apreciar o bom gasto. S
no Vigilante, rus .!n Ocspo n. 7.
tU
SEGODA EDICfjl
THESOURO
Voade-se ums victoria,
N )a n. 59, CiWfieira.
estado na rus
DO
HOMEOPATHICO
ou
Vade-raacuiu ^lo homeopatha|
polo doDior
\enJe-se ama escreva nago Angola, a
qa sbe cosmbar e trabalhar de enxada aa
rea de Santa Cicilia n. 8.
Este livro que se lera
i. rnn.
tornado to popula
8fcWiED10iHlVIPi,RlVEi.
UNGENTO HOLLOWAT
Milbares da individuos da todas as nace a
_?od testsmunharas virtudes destcremoei
quanto necessario, acaba de ser publicado com mcomparavaleprovarsmcaso nacessario.qup
todos os melhoramenlos, que a experiencia e os 9^ uso progressos da scieneia tem demonstrado. A no- aMbrosinteiramentesosdepoisdehaesj ejs-
va edicto em ludo superior primeira, en- fegadoinutilmente outroatratamentos. Csda
eerra: i Pssoa poder-sa-haconvencer dessascuras m>-
1. Mais ampias noticias acerca do curativo; fvilb.osas pelaleitura dos peridicos, que Ih'as
das molestias, com indicaroes mu proveitosas' r*',tim todos os das ha muitos anuos; a a
dos medicamentos novos recenlemente experi-j naaiior part* dallas sao to sor prendantes que
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no '
Brasil.
2.' A exposic.5oda doulrina homeopatlia.
admiram os mdicos ais celebres. Quanua
pessoas recobrara com asta soberano renadia
o uso de seus bracos a pernas, dopois dadar
3." O estudo da apropriac,ao dos remedios, se i permanecido longo lampo nos hospit*es,o IM
gundo as predominancias dos tmporaironlos, vial soffrer a ampuiacao I Dalia : he jan.
das idades dos sexos, e segundo as circumslan- <^s que'iavandodeixado asses, asylos d'epide-
cias atmosphericas etc., etc. timemos, parase nao submetre aassaops-
5.'1 A preservadlo das molestias epidmicas.
6. Uma eslampa Ilustrada demostrativa da
conlinuidade do tubo Lteslinal, desde a bocea ale
oanu\etc., etc.
Vende-se na pharmacia especial homeopa-
thica, propriedade do autor, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Preco de cada exomplar____205000
N- B. Os senhores assignantes queiram man-
dar receber seus exemplares.
raejo dolorosa toracuradas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. A>-
umas dastaespessoanaenfusaode seu reco-
nhecimento declararar. asiesresultados bena?-
osdianta do lord corregedor e outros wagii-
tados.afimde asis autenticare, sua a Brinetr
iMngue dasesperaria doastado desauda se
uvessebastanteconfianca para encinar asta re-
medio constantementtseguindo algum tempo a
> que necesstasse a natureza do Mal
Precisa-ae ob um bomem a fet i a to 10 ser-1 CUJ Hado seria provir ncontestavelreense.
vigode ailio, e que trabalhe bem da enchada, e
saiba bem de planta de capim ; na loj de fazen-
das no Passeio Publico u. 7.
Sabbado 4 de outubro prximo se
extrahira' a segunda parte da primei-
ra lotera a beneficio da Santa Casa da
Misericordia, no consistorio da igreja
de N. S. do Rosario de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios bilbetes acbam-se
a venda n:i respectiva tdesouraria ra
do Crespo n. 15, e as casas commis-
sionadas ra da Iinperatriz loja de fer-
rageas n. 4i do Sr. Pimentel, praca
da Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra Dtreita n. 3 botica do
Sr. Chaga^e na ra da Cadeia do Re-
cife loja n. 45 do Sr. Porto.
As sortes de 5:000| at 10$ serao
pagas uma hora depois da extraccao,
e as outras.no dia immediato depois da
distribuirlo das listas.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
da
cor e
8$, camisas e
as qualidade
as qiali-
qnalquer encom-
com ceai
La Kerstin
No dia 30, peas 11 boras da manbaa, na
aj'i-ucia do Dr. juiz deorphos, ae ha de arre-
matar um escravo de no me Luis, deidade de 11
annoi. sadio,do servico de campo, pala quantia
de 6OO35.
Antonio Ricardo Roggres deixa de ser cai-
xeiro de Manoel Jos Alvea Piobeiro & C. agrs-
decendo o bom trtamelo que lave.
Recife, 22 de eetembro de 1862.
Joaquim Luiz Coelho, subdito porluguez re-
tira se para aa Alagoas.
Heorique Auguato Beck, val at a provincia
de Macei negocio seu particular.
Aluga-ae um aegundo andar com muitos,
commodoa, seis quartos, na raa do Imperador
n. 50.______________________________
Joaquim PaesPereira da Silva, com caval-
lrice na roa da sanzalla Yelha n. 111 e to-
cheira de carros de aluguel ne largo do Arsenal
o. 4, roga a todas as pessoas com quem tem|con-
tss e a quera as mesmss cuas sejam dev.doras
que apresentem suss contas no prazo de 8 das,
atlm de aerem pagas, cerros de que qualquer di-
vida que apparecer depois deste prazo a nao
julgo valiosa.
Recife 24 de setembro de 1862.
&!M
Precisa-sede uma ama para cosiohar e en-
(gommar, para caaa de pouca familia ; na loja de
Pretende leguir com muita brevidade o releiro 'lirroa ao p do arco de Santo Antonio.
Na roa Nova n. 47, junto aSofldpo dos lito.
Naategraaie armazem de roupa feita ha ludo qaanto tendente a roupas feitai tudo por
prcos muito modiicados como de seu costume: sobr^cajacaa e casacas de pauno Cno a 25S
S8JJ, 30 e 33S, piletots do mesmo panno a 149.163. I8J e 20J. ditos sacios de casimira de cOr
a 7J, 8J, 9#, 109, 12) e 14$, ditos sobre de 16}a 18$, itos de lpica de cordao a 8$ ditos do
marin de cordao d i2g a 14g. calcas de cssemira Ue edr e prates a 5$. (!J, 7j. 8tf- 9s e 10? col
btaa cas me8masfazen1as a 3g500, i e 55, ditos de brim d. cor e brncos a 2ft. 2J500 o 3^ cal-
eas de brim branco de 49 a 59, ditas de brim do cor a 9500, 33. 39500 e 4$, ditas de merino <
JordSo a 4g. 5J e a 69, paletots saceos da alpaca preto de 3g5U a 49. ditu3 de brim e
atanco a 2)500, 39, 49 e 59, dito* de alpaca tranco a 6g, ditos de palln de seda a
ceroulas de linho e da bramante, chapees de lodaa as qual! Salea, roupa de tjdas
para menino, astim como tamos um grinde so-timento do (aztndas escalhilas de todas
dadea tanto de pnno como de casemira e brins para raandarraos apronotar qaelqo,
menda qne nos for incumbida, o iue para este tlm temos u na grande oficina de alfaiate
operarios dirigida porum meatre franr.ez o Sr.Carlos Leurent.e tres contra meslre dirigido peo"mes^
mo. cads um Oestes com sua esptlalilsde, dous cortando cal;a, ur. cortando collele, o Sr. Lau-
rent cortando obras .irandea de todas as qualidades.
_____Esta grande officina pela sua perfeiQao e prompHdao nada deixa adasejar.
C0SS111T08I0 ISriGUi fiOlE0?TS,CQ
DO UOLTO
o SAilMO 0 L PIUHO,
RaAd tatito Amaro (Mundo
Novo) n, 6.
Consultas todos os das uteis desde as 10 ho-
ras, al o meio dia, ace'ca das Sdguintes moles-
tias ; molestias da mulheres, molestias das
enancas, molestias da pelle, molestias dos
Oattafi molestias syphil'ticar. todas as espe-
cies de febres, febres intei mitlenles e sitas
consequeneias,
PHARMACIA ESPECIALHOMEOP ATHICA
Verdadeiros medicamentos homeopalhicos pre-
parados com toda cautela necessarias, inclusiveis
seus effsitos, tanto em tintupa, como em gl-
bulos, pelos precos mais commodos possiveis.
IV. 6. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia; todos
que o forera fora della sao falsas.
Todas as carleirss sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, lendo ao
repor as seguimos palavras : Dr. Sabino 0. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, Ascarteiras que nao levarem esse impresse
ass m marcado, embora enliam na tampa o ri-
me do Dr. Sabino sao falsos.
gravador sobre lodos os metaes, fornece plagas
de cobre polido para portas de advogados, mdi-
cos, doutores, logistss e outros, igualmente for-
nico sinetes para marcar, emblemas e mais ob-
jectosconcarocntes ao seu offlelo, lado por pre-
sos modralos, dando a contento : na Soledade,
ra de Joao Fern'ndes Vieira n. 19.
Aluga-se vma prela que sabe engommar,
coiere cozinbar, taiocom muita perfeiio, e en-
cllente compradeira da qalqer obiecto; na
ra da Gideia ao Recife n. 64.
g Saques sobre Portugal, i
O abeito assignada agente do Bano I
HercantU Pertuense nesta cidade, sac 3
effeclivcmente por todos os paquetea so- *
b/e o mesmo Banco para o Porto a Lis- S
boa, por qaalqaer somma aviste e a pra- *
xo, podendo logo os saqaes a prazo serum
destontadoi no mesmo Bance, na r*za> 9
de 4 por santo ao enno eos portadores V
qaa assim lhe convier : as ras do Craa- |
po n. 8 oa do Imperador n. 51.
Joanuim da Silva Caatr.
Alugam se dous grandes arma-
zens na ra da Concordia proprios para
qualquer estabelecimento em ponto
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo-
s Alves na ra da Cruz do Recife.
Precisa-ae de 3:0003 com hvpotheca em
um sitio parto desla cidda : na raa da Cruz n.
85. prirceirn andar, se dir5 quem precise.
iNa roa do Rangel n. 28, primeiro an-
dar, tinge-se de todas as cores com presteza e
prec.0 razoavel.
Precisa-te de uuia cunda para fa-
milia composta de duas pessoas : a ti'a-
tar n i ra Augusta n. ;i.
Aluga se o segundo andar e sotao
do sobrado na ra Direita n. 89 : a tra-
tar na ra Augusta n 93.
Sitio,
Aluxa-se um sitio no lagar da Miglaleoa, prin-
cipio da travesa do Leca, com ca de pi"Jrae
cal, daas gran'es baixas dj capim pra invern
vero, e grande quinMdsde te arvorsdos d fruc-
los : a Iratar no Campo-VurJe, ra do Pelado
io Bispo n. 20, sobrado;
Aljia-s^ o a'm.izra da run do Vigarlo n.
23 ; a tratar no lar?o do Cirpo S^nto n. 6, sa-
.: i- i andar.
(Juem pieciear ue em> mu;her d^ds pa-
ra ama de uma esta, diriia-se a rus da Ro'Ja nu-
mero 54.
Dasapparecau no dn 18 do cotreota um ca-
valb cutaoho rusilho, grande.com 03 ps brin-
cos e a mo es;erda, ata descarnado, intlro
o to"! uma miro no quvto direito, sen lo m
cima di outras que nao se tem lembrsnca, po-
dem entrrg Pedro Bezerra Cavaltanti Maciel, ou no Hio do
Dr. Joaquim Antonio Ctrniro da Cunhi Miran-
da. Pede-se s autoridades polidaes qae qael-
ram recommendar.
HoabOe
Roubarara da lab-Tn da rus de Santo Amro
o. 8, na noite do dia 2t para 2t, dous 'elogios
de ouro, sondo um patente iigl*z n. 621, com
corrente de ouro o um sinele, sendo este ama
agaia, e outo ahronomelro suisso n. 10,040 :
roga-te s pessoas a quem forem offerecidos de
oa aporeheoder e mandar na dita casa, que se-
rao gratirlcadas Renerosam'nte.
Alegam-se mei-aguas da rea do Camarao :
ne ra da lmparatriz n. 60, loja o pave.
btiig*
Que tudo cura.
aansmoiio hentli, mais particu-
larmente nos tsegulnteficasos.
Alporcas
Caimbras
Callos.
Anearas.
Cortadura
Sores dt cabera.
das costas.
dos macabros.
Enfermidades da cutis
em garal.
^its de anus.
Erupc/jes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta da
calor as extremida-
des.
Friuras.
Gengivas escaldadas.
Inchscoas.
nflammacao do figado.
lr-fiaraaarao da
da ruatrii
Lepra.
Males das pamas.
dos peitos,
de o'hos.
Mordeduras da roptia.
Picadura da mosquitos.
Pnlmoes.
Queiaiadelss.
Sarna.
Supurar6es ptridas.
Tinha, aw qualquar
pars qu* seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
o ligado.
das articulaces.
Vaias torcidas ou no-
da as pamas.
Alaga-se s casa terrea da
48 : a tralar na rea Nove o. 53.
run doa Pires n.
Um guarda livros habilitado se
oerece a fazer a escripia de qualquer
casa commercial, quer por partidas do-
bradas, quer por singelas, com aceio e
promptidao : a tratar na ra Velha nu-
mero 93.
Sitio.
Transfere-se o arrenlamento de um sitio em
uma bella estrada, o qual tem bo* casa le vi-
venda agua potare!, muitos arvoreJos de fructo,
baixa de capim, capoeira para tirar lenha, co-
chetra com estribarla para 4 cavatina, o pasto pa-
ra algunas vaccas: quera pretender, dirija se a
ra do Qaoimalo o. 18, loja, que se dir.
mmmm&nmm-mmmm
Dentista de Pars.
19RuaNo7a19.
Fradarico Gautiar, cirurgiao dentista
faz todas as oparaeoos dasua arte a co-
loca denlas artificias!, tudo com sdejn
t rioridada a osrfeigo qua at pessoas-,sr.
Stendidaslharaconhecaza.
Tem agua pos dentificios ata. S
&mmmm mu mwummm
Yande-sa asta ungento no astsbaleciment
garal de Londres n. 244, Strand, a na loja
da todos os boticarios droguisu a outras pai-
soas ancarregadas de sua venda am toda a
America do sul, Havana a Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetiuha cont
uma instrucqao am portuguaz para explicar a
modo de fazsr uso das'.a ungento.
O deposito geral i am casa do Sr. Sousa,
harmaceutico, na ra da Crux n. 22, cas
pernambuco.
Siti
0<
Alaga-se o bem cenhecido sitio na entrada do
Hooteiro onle altimamenta est7eram os Srs.
conaales hespanhoea D. Migael e D. Joao. Tem
eicellentes commodos pera grande familia, co-
cheira, estribarla, todo murado, grande terree
na freate, portao na frente e no fundo para o
banhu, arvoredos de fructo e grande jardn-, com
bellaa e bem diepostas florea: a tratar com o
Sr. Antonio Joa 6om*a do Crrelo, no Montai-
ro, ou com Honriqae J jrge na obra da travssa
do Pocinho.______________________________
[ojelo Brow
Remedio infallivel contra as agnor-
rbeas antigs e recentes, nico deposito
na botica franceza, ra da Cruz n. 22,
preco 3f._______
Gasa de Campo.
Alluga-se aonuslmente, para passar a festa,
am sobrado com muitos bons commodos para
grande familia, terraco, jardim, coxeira, estriba-
ta e cacimba, parto do baoho. no P050 da Pa-
nella qeem s pretender i tratar ne raa da Im-
poratriz coa Frederico Chavea, n. 19.
MUTILADO


ftlAllO ftl tUJlAAADCO. sV lEK^t tEiRA St DI SBlEMBRO *1 i|62.
Padaria e
confeitaria.
Ama.
a. a Domingos Josa da Cunhe Lagoe, premiado pelo juiy da exposico nacional da 1861.com ama
edelha de praia, aviaa aos seus traguetee em geral, qaa seu eslebelec'mento na ra da Seozala
ovan, w. teca o> melhor soitijieto, prepaia bandeijaa do melhor gosto, recebe eocommaodia
de pao-de-Io, bolo, inglezes, boloa innperiaee, aletrla de ovo, poaios. pastei, prepara presuntos
de fiambre, doces de fructasseceos da caldea para starar e exportacao. respoosabilisa-se pelas
boasqustidadese bom acooitcioaamento, vande por menot preco possivel:
I'ao eommum.
> erioulo.
Provenga.
l de familia.
Bolacbaa ecoDomicat.
a commum.
fina com Ietreiro.
Bolachiohaa da araruta.
> alliados.
regalas.
o eoraeoas.
> Garibaldia.
> (ariocaa.
ttlrelUi.
soda*.
duble.
> falls.
a parliculaa.
! couto doce.
Eiscoutinho.
de Hambargo.
Bolachinhas'inglezas.
de latta.
a parafusos.
Eiscoeto agoado.
palitoa.
i arioha da arereta.
Latas com bolachinht de srarula.
a biscoutos ingleses.
Eulachtnhas francesaa.
a meopatbia.
espadar.
s finas para che.
Eoloa da amor.
Bolos suissos.
D raivas.
0 cbioezef.
casadinhos:
a da la reina.
gemas.
espiciones.
s sllemies.
> /matsapas.
s> ' CltlLhOK.
ifogoitdos.
; ceattohia de mitio&s.
a de erva-doce.
a alaiquns.
/ / )) SSS.
i) po-de-lo torrado.
a anelf.
a trochas.
a pic/roi de tocha*.
a lagos de coco.
araDbsa da coco.
a cocada o'ci.
a chocolate.
0 palitos.
a iraendoe?.
6 qui lldadea de pastilhss.
Vinho de caj.
10 qu alidadea de doces seceos.
10 a o de calda.
4 de gela.
Iuimamos doces estracfgeiros.
Assucar cande ejtQaado de todas as qaalidadei.
Figuras da assecir.
Xsropee espil da todas ai fruetss.
ARMAZEM
BVATUVO.
\
23Largo do Tero
O propru deste noo a;mana, Aende os gneros por meaos do que era outra qualquer
parte, afiangando se a boa qualidade de qualquer genero comprado neste srmazem.
Manteiga ingleza da primeira qualidade a 720 e 800 rs. a libra, e em psrgo a 700. rs.
dem franceza da safra nova a 600 rs, a libra e em meios barris, a 5G0 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados ltimamente a 29, do vapor passido a 19800.
Caf de primeira e segunda sorte a 260, 280 a 300,rs. a libra, e em arroba a 89 e 9$.
Servejis das melhores marcas a 480 rs. a garrafa, e a duzia a 59000.
Vinho engarrafado do Porto a 19000 a 1|200 a garrafa, e a duzia a 99000.
Dito em pipa das melhores marcas a 480, o 60 a 640 rs. a garrafa.
Massas, para sopa a 320 rs a libra, e era caixa de urna arroba, por 69000.
Azsite doce de Lisboa a 720 a garrafa e de carrapato a 360 rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes muilo novis a 380 rs. e em porcao se faz abatiraento.
Alm dos gneros annunciados, encontraro sortimento completo o mais barato do que
em outra qualquer parte, por virem a maior parte delles por conta propria.
Precisa-se de urna ama para casa de peqsena
familia ; a tratar na ra da Larangeiraa n. 24.
Criado.
Precisa se de un citado : a tratar na rea do
Qaelmado d. 41, piimeiro andar.
A abaixo aasignada, viuva de Antonio Ber-
nardo o'Almeida, s.odo sido citada palo jeito de
| orpbaoa do tormo de Ipojeca comarca do Cabo,
. para dar beos a inventarlo por aorta de lea ma-
rido, aviaa aos ctedorea deste casal que compa-
! regam para legaliaarem seas dividaa, isto sem
perda de tmpo.
Mara Thereza Ribeiro Cbalaca.
Anselmo da Silva, subdito poileguez, reii-
ra-ae para o Rio Grande do Sul.
Antonio Batoni, subdito italiano, retira-se
para fora do Imperio.
Al.ga-aa um moleque com bastaute pralua
de bolequim: na ra Direita n. 3.
Pa'o preaeote aa fax publico para eooheci-
mento de qaem ioUressar poasa, a em resposta
ao annunciante de 19 do cnente, qae a casa tar-
rea d. 40 da ra das Calcada, pertenceote a
Norberto Munii Teixetra Guimarees, ae acba pe-
nhorada pelo juizo municipal da 2* vara, eacri-
yao Baptists, psra pagamento de Francisco Jos
Pires.
Ama
Precisa-se de urna ama para coxiohar : a tra-
tar oa res do Creipo n. 21.
Ama.
Precisase de ma ama para tjdo o aerico in-
tenuo de urna cs. de pouca familia, na praca do
Coroo Sable o. 17. *
a
Fuodico Low-Noor,
Boa da Senzalla Nova n.4S.
Mate eatabelesimento continua a baveran
eoapleto toraiento de moendas e metas moen-
aas para engenho, machinas de vapor e taixaj
de ferro batida e eoado de todos os tamanho
para dito,
Precisa-ae de um caixeiro que etena de
pharmacia : na botica do Cabug n. 11.
Nossa Sen hora das Dores
Avisa-se aos devotos de Nossa Senhora das
Dores que ha ama grande porgao de registos da
mesma Senhora, que se trocam a prejo mailo
cammodo. sendo ella de um deteoho fino e com
lindas enfaites : na raa do Imperador d. 15 daa
9 horas da aaoha a 4 da tarde.
Alug s a sala d frente do primeiro andar
da ruadu Qutiasado n. 15. propria pira algum
advogado ou e8cri.lorio: a tratar na mesma tus.
botica n. 15.
4#-Rua do Qeimado-40
Defronte do becco da Gongregigo Ietreiro verde.
Reste estabaleclmente ha aempre om sortimento templato da roapa (alta de
todse aa qaalidadaa a tambara se manda exacatai pe medida 4 vontade des Iregae-
xee para o qaetem am doa melhores profssors.
Casaeas ae panDe piato a OJ,
831 309O00
Searecasscosde dito dito a 3J a 30;(KH)
Palctota de panno prfto a de o-
res a 35, ?0#, 25. 10, 189 a I0;0t)0
* Ditea de aaemira de cores a 229,
15J, 12J,7e 990O0
Ditos de alpaca preta folla de
vellido (rantexaa a IO9OOO
Ditos de merino satlm pistos e
de cares a 9f a 89000
Ditoa de alpaca de coras a 9 e S&500
Ditos de alpaca prata a 99,79,59 e 8{S0
Ditoa de brim de cores a 5|,
49500,49 o 39500
Ditos de bramante dellnho blan-
co a 9, If e 49OOO
Ditoa de merino de torde preta
a 159 89000
Calcaa de aaemira preta e de c0-
roa a 119, 109, 9f, 79 e 69OOO
Ditas de princesa e m.rin de
cordo preto a 5?, 695OO e 49500
Ditaa da brim branco ede cores a
59, 49500 e Xf500
Calesa de ganga de corea a 9OOO
Gollete de vellido preto e de o*
res lisos e bordados a 119,99 e 89000
Ditos de tasamlra preta e de co-
res lisos e bordados a 19,
5500,59 81500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditos de goigiirao da seda pretei
e de ores a 79, 09, 49 e
Ditos de brrr e fastao aranse a
81500, 39500 e
Seroulas >t Drim de nho a 29 e
Ditas de slgodato a I96OO e
Camisas de paito defstae bracee
ede cores 1 t9400 e
Ditas de paite delinco a 59, 49 e
Ditas de madapolae brancae e de
cores a 89, I95O, 19
Chapaos pretos de maesa franceza
forrea da altim* moda a 109,
8J500 a
Ditos de feltro a 69, 59, 49
Ditos de sol de seda ingleses e
franceses a 14|, 119, llf e
Celarinhos de linfco maite finea
novosfeitios daiitima moda a
Ditos de algodao
Ralos: ot de o aro patente e hori-
zontal a looj, 909, 80j e
Ditos de prata galvanisados pa-
tente e horisoataea a 409
Obraa de 01ro, aderecos e malos
adcreces, palceltas, rosetas e
atis a
Toalhas de ltnho dezis 10$, 69 e
Ditas granaos psra mesa orna 39 e
sgooo
59000
S9000
89000
29*00
19280
29S00
aaooo
1|(00
79000
*9000
79000
9800
9500
70|000
80|000
9
91000
49OOO
Attenco
Fagio hontem, s 9 horas da noite (18 de se
tembro) ama preta por nome Isabel que tem os
segaibtes sigoaea : estafara regular, am poaco
magra, olbos um pouco vasgos, falta de dentes
oa (rente, moe largas e grossas, e um dos dedos
flno na cabera por caaaa de um panaricio, pea
grosiose pouco apalnetalos.Jevou am vestido no
corpo- de ibUa -marellre uffi zhtl* de lgodao
com quadros encarnador, levoa maia ii'ema troa-
xa diversos vestidos, porisso 4 provaval que mu-
de aempre a roupa ; aappoobo qae (oi para a ci-
dade de.Santo Antao, d'ood filba, ahi tem a
mi, qae forra, de nome Lilza. naci Angico,
tem mais duas filttas, urna dellus forra e de co-
me Mana : rogo as sutoridades policiaes e aos
capitaes de campo que a pegar podeto leva-la
ra do Qaeimado. sobrado n. que darai urna
graliOcacio.F. C. Barlamaque.
Aluga se um sitio em tiemfica, s marRem
do Capibaribe, com casa para familia, arvoredos
frucliferos, e algum terreno para piantacao de
capim : trata-se na ra Real n. 1, ou Da ra No-
va 0. 47, loja de Bastos Reg, a fallar com o
socio Reg.
Precisase de um escrao Qel qee saiba eo-
zinbar o ordinario para ama casa de pouca fami-
lia : quem o tiver para alagar, dinja-se a ra do
Imperador por cima da loja de slfaiate do Sr.
Flix Venancio de Caotalice, aegendo andar.
i). Aona do Reg Barros fazscieote aos r.n-
dairos de seas trras no Monteiro, que esl aulo-
risado s receberauaa rendes, sea genro Joaquim
Martinho da Crui Correts.oa raa do Cabug n. 11,
aonda podero ir pagar.
Aluga-se o t.rceiro andar da raa estreita d
Rosario n. 31, com commoios para duas f*t'lis,
por ter grande solo, corrido de janellas bJaol-
loea, e ter am elegate miraota : a tratar ^c i o
proprietario Joa Morairn da Silva._________.
Aona Joaqaioa Ribeiro Ferreira, proeflren-
do a inventario dos beos que Gcaram por morte
de seu marido Autouio Jos Ferreira, convida toa
oradores de seu casal para apreienttrem ao tes-
tamenUiro Antonio Jas da Rocha, rus da Praia
n. 36, as suas coutas oa declaracao dos crditos,
para aerem attandidts no respectivo inventario
at o dia 25 deste mez.
CURREIO. ?
Os Srs. manque Antonio Corris Lima e Lou-
rec.00 de Olivoira Cabra! quetram dirigir-se re-
panisao do correio aflra da raceberem cartas de
mportaucia viadas da Parahiba.
Ama
No becco dos Ferreiros o. 7, precita-se alagar
urna escrava fiel, propria para andar com tabo-
leiro.
Arremata Fot transferida para o dia 23 do correte a pra-
ca da casa tarrea o. 51 da rea da Santa Craz, a
qual de chaos proprios, e tem 2 sslas, 3 quar-
tos, despensa, cozinha fora, quintal, cacimba,
ete, ; espretendeotes dirijara-se no referido dia
audiencia do juio de orphos, pelo qual corre
a presente arrematado.
Precisase de um caixeiro que tenba prati-
ca de taberna ; no Cimpo Veide n. 52.
Francisco Jorge da Silva Paranhos, dentista
com asea gabinete na raa lsrgs do Rosario n. 9,
tem a honra de acientificar ao respeitavel publi-
co desta cldade, que recebeu altimamente de
Paria e da America do Norte am variado sorti-
mento de objeelos de saa proOssao sinda nao
jindos a esta cidade, como sejsm denles de de-
ferentes qaalidades, transpsrentes minera! per
Vulcanet, estesdentts nao s pela sohdex como
(ambem pela grande relacao de analoga qae tem
com os nataraes, sao saperiores sos que ordi-
nariamente tem vindo a esta cidade, raxa por-
que presentemente sao elles os mais sdoptados
pelos meihoies dsniistas de Paris o da America
do Norte. O annanciante tem tambera um gran-
de sortimento de massss finas de diversas cores
psra encher os deoles csriados, as qaaes tem a
propriedade de adherir a cavidade a de eolti-
ca-la de modo a poder logo exercer a mastiga-
co, dissipam inteltamente as dores ainda as
mais sensiveis ptopriedadts que nao tem a da-
mantina de qae ordinariamente se fax aso, s qaal
em vexde dietipar motiva aa dorea por causa
d agua ocidolada de sulpharico. Quem qaixer
sees dentes cariados, chelos de ditas manas s
recorrendo ao annanciante porqae elle o ni-
co que presentemeate tem nesta cidsde ditas
musas recentemente chegadas da America do
Norte e de Paris. A' vista das circunstancies
criticas do lempo tem o annunciante resolvido a
modificar os pr--os e de seas Irabalbos afim de
chegar para todos. O mesmo colloca dentes so-
bre base de oaro, platina ete sem extracto de
raizes pela presso, a pivol ou a pisto, desres-
sort de crochet, como melhor exigir o estado da
bocea. Para a cooserva^ao dos dentes em esta-
do de jaspe tsm o annanciante excellente pos da
China verdadeiro preservativo nico e magnifico
deotrificio para conservar a bocea o dar-lhe am
hlito sabhme, tornando os dentes pelo seu aso
quotidiano isentos da carne que vulgarmente
chamara pedra, da frouxido dos ervos slveo-
larios e de outros muitbs inconvenientes qae a
falta de tses prts.rvativos occasiona tendo por
origem a negligencia qae commamente ha qaa-
si em todo o publico,: acontecendo assim per-
der-se o especial ornato da bocea ; o annancian-
te alm disto fax todas as opencoes de sua pro-
flssio com toda a promplidao poaaivel e delica-
deza. A entrada copfronte a caaa de pharma-
cia do Sr. Bartholomea.
humeo com privilegio de isivenco, autor da medicina do-
mescica dos paizes calidos, ete
Este xarope preparado com substancias puramente vegelaes tem sido empega-
do com xito pelos mdicos mais eminentes no tralamento das molestias syphiliticas,
e os benficos resudados colhidos de sua applicacao, tem rendido a seu autor milita-
res de certificados, que provam sua efficacia as molestias venreas, escrobuto, rheu-
matismo, escrophula, (alporcas) bebas, pspeiras, erisipelas, opheulmia, empingens,
leucorrea, (luxo branco) suppressao de raenslro, golta, sarna, eleplianlhiase dos
raembros inferiores e todas as affecyJes cutneas e syphiliticas.
uiurolmiJunL
para curar completamente em 24 horas pancadas, sicatrizes e ftidas de qnalquer
nstureza que sejam por
Arault ch.imico
Inico deposito na pharmacia franceza de P. Mauro i C.
38RA DO IMPERADOR08

^>.i
rlE
RA
ro
IMPERADOR
55.
RA
DO
IMPERADOR
55.
MMNgV
DE
DK
.J. VIGNES
Os pianos desu antiga fabrica sao hoja assaz conhecidos, psra que seja necassario insistir
sobre a sua superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estas
incontestaveis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido n'estat
fraga ; possuindo um teclado a machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos dos
pianistas, sem nunca falhar por serem fabricados de proposito e ter-sa feito ltimamente melho-
! ramentos importantissimos para o clima deste paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas e
por isto muito agradaveis aosouvidos dos apreciadores.
Consultorio medico-eirurgico
ft-RVA. B\ GLOIU CASA BO WUNBiVO-ft
Consulta por ambos os systemas,
Emecosequencia da mudanza para a sua nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
meoto acaba de azer urna reforma completa em todos os seus medieamentos.
O desojo que tem de que os remedios do seu estabelecimenti nao se eonfundam com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozara ; o proprietario tem tomado
a precaugio de inscrever o eu nomeem todos os rtulos, devendo ser considerados como falsificados
todos aquellas que forem apresentados sem esta marea, e quandoa pessoa que os mandar comprar
queira ter maior certeza acompanhar urna cont assignada pelo Dr. Lobo Moscozo e em papel
marcado com o seu neme.
Outro ira : acaba de recebar de Franja grande porcao de lindura de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia, e cujas propiedades sao to conhecidas que os raesnws Srs.
.mdicos allopathas empregam-as constantement?.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em ttncturas custaro a lf o vidro.
O proprietario deste estabelecimento anouncia a seus dintese angos que tememmodos
sufficontes para receber alguas escravos de um e outro sexo doentes eu que precisem de alguma
opera^o, affiancando que sero tratados com todo o desvelo e promplidao, como sabem todos aquel-
les que j tem tido escravos na casa do annunciante.
A situaco magnifica da casa, a commodidade dos banhos salgados sao outras tantas vanta-
gens para o prompto restabelecimeato dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o anouuciante devem procura-lo de manha al as 11 ho-
ras e de tarde das 5 em diante, e fra destas horas achaioom caaa pessoa com quem se poderlo en-
tender oa ra da Gloria a, 3 cu do undao do I)r, Lobo Moscozo.
tPadaria franceza del
I forno nechanico, I
NICO NA PROVINCIA
650-Hua da Imperatriz--5Q&
4f A padaria franceza sita na ra da lm- @
S, peralriz B. 50, aontinus sob a adminis- y:-
W trago da viava Brrellier e alli baver g
"* todos os dias : t %&
Oj} Pao quente de leite s 6 horas da Ur- &
g de para tomar com cha do dia SI do cor- 2,
unte em alante. 1 *&?
9 Bolachas de todos os (amachos a qaa- @3
m lidades. H ^.
5 Biscoatos doces e aguados e de todas 2
^ as qualidades. t
9 Bolacbinbaa de ararata doces e olea- A,
das.
^ Bolos fraceexes. A
t Fatias doces. S
Pao comrtum das melhores (arinhas *&
W do mercado. *^
A Prepanm-se bandejas de todos os ta- g
^ rrur-hos com boloa de todas as qaaiida-
*& des e ludo isso por precos commodos. ^9
^ A referida padaria trabalha em am A
g forno mechaoiso asaaa despendioso e f.
g anico na provincia. O pao, qee delle *
^3 sahe o mais limpo, puro e de melbor 3
A gesto e bem assim as bolachas e ludo o r.
mais. O forno tem am asseio notavel e ,
o pao cosido com muito poaca lenbs, W
tf e sem haver communicsco com esta i$&
e ou as bases, sendo por isso que nao se a
J encontr o menor fragojtnto de csrvo ^?
no pao e as massas que elle coslnha. &
LUAl
socio
sires
Fazem-se conforme as encoramendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel de Paris
correspondente de I. Vignej, era cuja capital forara sempre premiados em todas as expo-
KK\ASCIMI\TO
DAS
ARTES
C0MP.4Mil.4D4 VIA FRREA
DO
Recife ao Sao Francisco.
Pelo presente sao convidados os Srs. accionis-
tas a virem receber e 13 dividendo de juros so-
bre saas accoes no eteriptorio desta compsnhia
i rea do Crespo n 2 aa horas do expediente;
Recite 20 de setembro de 1862.
Arsigasdo1.11. Bramab,
Superintendente.
D. Carlota Loixa de Brito, filba legitima de
Miguel Ferreira de Brito e D. Antonia da Caoba
Siqueia j fallecidos, natural da fazenda de Va-
lenc junto da villa da Ingsztira em Pajea de
Florea provincia de Pernambuco, e actualmente
presa no presidio da Fernando da Noronha, pre-
cisando vender todos os seas bens e tambera
berengas, as quaes Iba pertencem pelo fallec -
ment de saa iha Joloa Ferreira da Costa Bri-
to, qaa foi casada eom o alteras da polica Pedro
Bezerra de Menexes e nao leve fllhos, e j pelo
fallecimiento deseo segando marido Amonio de
Hollanda Chacn, de quem nao boave tilhos
empraze qualquer peisoa qae se jalgue seu her-
deiro legitimo ou qaalquer ador para que no
praxo da lei 30 dias, declaren) neste mesmo jor-
pal seu nome, sua pretenco e seas titulo.
Precise-se de urna ama para servico in-
terno de ama csaa de familia, qua aaiba eos-om-
inar a cosiabar: quem esttvar oeste casodiria-ss
a ru do Cabus, n. 1 C. laja da Ramos & Urna.
Roga-se as pesaoaa que dtram chapeos pa-
ra concettatna prega da Independencia loja o.
12, e que levarsm recibos com prazo manado"
hajam de os vir buicar no prazo ds 8 dias. pas-
eados os quaes sere vendidos para paga d'o tra-
balho.
Futtaram ao amsobecer do dia 4 do cor-
rente do abaixo assignado proprietario do enge-
nho Camella freguexia de Ipojuca. dous cavallos
com os signase seguiotes : am ruiso vermelho
.iom baixeiro, e outro redado talbado, ambos tero
al.m de oatros o ferro IR na queixada esquerda
rog.^-se a pessoa que os encontrar os embargue e
participe ao Sr. Joao Vieira da Rocha, ou na ra
do Vicario casa de Joo Simio de Almeida.
Um Francs
bro um ear. eiooa em cas Barttcalaies: Irata-se na ra da
SenzaU'Nou n, 7.
Nesta typographia precisa se fal-
lar ao Sr. Manoel Ferreira d'Almeida,
que mora na Casa Forte.
I Maitaattencao.
g Arrenda-ie o engenho Santo Amari-
ggp oho sito na freguexia da Varzea, a ama
' legas, moente d'sgaa com boas maltas
|9 e trras ie plantsces, a tratar na ra da $5;
^* Praia cesa o. 53, tercairo andar. A pro- g
S prietsria a mais herdeiros protestara ?
%9 eontro todo e qualquer damno qae a *x- ?
f| rendeira fuer de consentir, visto nio fl
^ ter arrendado dito engenho de novo e 1
2 por eonseguinte nao poder criar nova 9
^g safra. Recife 10 de setembro de 1862. D
DE
PARS
Entalhado)
N. 11RA DAS CRUZESN. 11.
Tendo observado que era muitos saloes desta
cidade falta-lhes um dos primeiros ornamentos,
como seja :
Guaniicao das janellas
(para uso dos cortinados) geralmenle adoptado
na Europa, e hoje bem conhecida no Rio de Ja-
neiro, e que tal vez por falta de quem se encarre-
gue desse trabalho, seja a principal causa pela
qual ainda se nao tenba tambem aqu desenvol-
vido estegosto.
Convida, pois, aossenhores que se quizerem
utilisar de seu presumo, a virem a sua officina
para verem os MODELLOS e as diversas com-
pos'coes concernentes a esse fim.
Igualmente se encarrega de fazer
QADROS PARA RKTRATOS DE FAMILIA
com molduras, qur simples, ou cora entalru.
Assim como recebe SANTUARIOS e trastes ve-
Ihos do antigo gosto para os conseriar e dar-Ibes o
BRILHO 3IOEKA0.
J. E. Ghouvio
mechanico, velho discpulo da escola imperial de
artes mechaoicas de Paris: monta e repara saa-
chioas a vapor, hydraulicaa, elctricas e bombas
de todos os eviternas, repara armas de todo o ge-
nero, fabrica a concerta burras de ferro segundo
os melhores modelios, assim como as abre sem
forca-las, fectuduras as mais complicadas, cam-
panhia para anr.uociar os objeelos pedidos, faz
qaalquer relevo sobra metaes, trnela sobra me-
tal, torno redondo e oval de todo tamanbo para
assentar medalbas, escudos da armas, etc.
Ba de Joao Fernandes Vieira n.
________19, Soledade._________
Aluga-ae ama eterava cosinheire e engom-
madelra para o servico interno de casa de fami-
lia: a tratar no pri.ico da estrada da Joo
Fernandps Viaira p. 36._________________
Baltar & Oltveira sacam sobra a praca do
Porto._____________________________________________
No collegio das orpliaas de Nossa
Senhora da Esperanca pode fazer-se
qualquer trabalho de agulha, como
costuras e bordados de todas as qualida-
des e por precos muito acommodados.
As pessoas que se quizerem aproveitar
deste oferecimenlo tenliara a bondade
de entender se com a directora do dito
collegio na ra da Aurora.
Grande encommodo.
Faz-se saber a qaem pertsocer qae na coebei-
ra do largo do Paraixo n. 21, em todas as noitas
a visinhsnga d'allt ao p solre um encommodo
grande pelo muito baralho qae alli fszem oa ca-
vallos e 01 criados gritando,
No mesmo estabelecimento se acha sempre um esplendido e variado sortimento de musica3
dos melhores compositores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, sendo ludo
vendido por precos muito razoaveis.
L1C0ES PilATICAS
DB
MMMDS MIIIU8
B DE
ARITIIMETICA
Tres vezes por semana
SEGUNDAS, QUARTAS, E SEXTAS,
Ra larga do osario n. '28, 1 undar.
PRECO 10 OCO POR MEZ.
ATTENCAO!
A aula de efc-urjcao mercantil dirigida por
H. FODseee de Medeiros, principiar a fuDiciooar
ao 1 de ouiubro vindouro *m disnte, recebendo
discpulos para serem lecionados tras vezes por
een.aoa, gen>i!s, quarlas, e sext.s. pelo honorario mens.l
cima mencionado, satisfeito adiantado, como
praxe em todas at aulas de instruigao superior
A Iorga prelica que lem o anDunciante de es-
criturar pelo melbodo de pjrtias dobraias
ju't1 a da clonar ha quasi cinco annos oest
Udade, con, o melhor fproveitameoto das di-
vtrsaa pessoas qua se acbam empregadr? no
commercio. garantem a quem de sea presumo B
qulz-.r utillaar o desejado resultado
.5 fl"'lnr"^o Joa livroa commerciaes por
partidas doDrada.. alm de ser o nico syatem
que pode astisfszer o disposto em nosso cedigo
commcrci.,1 a ua.a ciencia facillima gu, poce
aprS-Ta qU*lqUer qUe ,,ba ^e
Cerr^m-se os ouvidos a vox do egosmo de al-
gaoaguarda-livros que pregan as grandes di//i-
culdades das partidas dobradas com o interno de
resumueo o mais possivel o numero dos que
possuem esse grar.de Ihesouro.
Como complemento do enslno de escriluracao
adicionar o annunciante aquello da reduccao
de moedaa c-strangeins. calculo de juros, a for-
ma te extrahir ama corita correte simples e erm
juros ; aalmente lado quanto for til e neces-
sano saber aquelles que se deJicam ao com-
mercio.
As peasoas perianto que desejarem matrlcu-
lr-.e.qutiram Qelxar seus nomes 5 raa Larfa
do 11 osario a. 2, primeiro andar, junto o arma-
zem de lo;a du porta Isrga,
o commercio
11. Ioiisitu ,ic tlcdciros se offerece soa
Srs. eommercianles, que desejarem aprender a
escriturar por partidas dobradas a dar-lhes licea
em seus escripterios, a tarde ou a noite, nos dias
tercas, quintas e sabbados de cada semana, me-
diana urna mdica paga.
Entre as grandes va alageos que resultara para
os Sr. coromerciai.tes do conhecimonto da fa-
cillima sciencia do guarda-livro, secretee aquel-
la d habilite-loa a poderem escolher quem bem
os sirva n^sse ramo de trabalho commercial. de
modo ajnao aerem Iludidos por charlares, co-
j 11.o acontece sempre erm aquelles que avaiiam
do mrito o guarda-lirros pela sua bonita lettra.
As pessoas que do offeretimento do annan-
ciante se quizerem utilisr dinjam-se a ra Lar-
ga do Bosario n. 28, primeiro andar, junto a lo-
ja de louca d* porte larga.
ta*
s>l
1^-1....- -^ J

[;'p
V- ? li -^*./ v" -
(zoiiio)

6

(i

3
es
ieseaeaea*' safca S
J 3Ra estreita ao Rosario3 J
9 Francisco Pinto Ozono continua a eol- tjc
% locar dentes arlificiaes tanto por mel de A
tj) molas como pela pressau do ar, nao re- fjf
fjb sebe paga alguma sem qae aa obras nao
O flqaem *. vontade de seu dono, tem pos #
0 outras preparacoe asmis acreditadas #
a) para conservacao da bocea: ft

Aluga-ae na raa da Aurora um excelleute
predio ba poaco edificado, com todos oa com-
modos destjaveis para ume familia tumerost,
que queira um tratameoto dislincto e um arma-
zem ra do Imperador n. 35 : a tratas na mes-
ma ra armazem de louca n. 41.
Ama.
O abaixo sss'gaado declara que do roabo
que fora feito em casa de seu pttio Feidel Pinto
& C. se acha comprehendida urna letra da quan-
tia de 101$600 sacada por Francisco Alves de
Pinho, aceita por Jos l.uiz Gon^alves Penna J-
nior, a vencer-se em '0 do correte, sendo des-
contada ao cambista Antonio Emigdio Ribeiro
pelo sbaixo assignrdo. Pelo presente annuncio
previno aos mesmos senhores. Recife 18 de se-
tembro de 1862 Manoel Antonio Simrs do
Amaral Jnior.____________________________________
Tesouras! esouras!
lesouras!
J. Uunder alfaiate tem um rival sem segundo
e ama babiiidade de teioura de allaiale : na ra
Nova n. 67 tena de alfaiate e todos os initra-
mentos existem pira curar os cobres freguexes
da misma tend.
Precisa-se de urna ama forra para csss de
pouca familia e que faga todo o servirlo: nn lar-
godo Collegio, n. 37, prximo ao becco da Con-
igregacjo._________
O coronel Paulo de Amonm Salgado, abaixo
I assignado, tendo sa.ido por declaragoes do Sr.
Jos Victorino de l'aiva peranla o Dr. juiz rou-
oicipal de Rio l'ormoso, do* Sr. Dr Joo Lina
Cavalcanti de Albuquerque, Itidro Jos Pcreirs e
I Dr. Francisco Pm'o Pesaos, peranle o Dr. dele-
gado de polica desta iiade do Recife, que ba
1 dos anuos pouco mais ou menos Antonio Pinhi-
rn da Palma, acbando se de pone de um papel
em branco, com a asignatura do mesmo abaixo
assignado, tencioora fazer um titulo cora que se
apossssse de parte de sua fortuna ; e nao sabendo
ouiro sim qual o destino que tivera aqeelle pa-
pel era branco : julga de sea dever arautelar-se
1 contra qaalqier fraude de que possa ser victima ;
e pelo presente meio faz publico que nunca leva
trsnsacces cora dito Antonio Pinheiroda Palma;
que nao tem letra ou nota promissoria alguma
de seu acceite na circulaco; que, portento, se
se aprsertar ulgum titule em taes condicoes,
falso ; e protesta o abaixo assignado empregar os
meios legaes contra aqeelle Pioheiro da Palma,
ou contra qoalquer outro que com elle entre em
qualquer cumplicidada para qualquer fslidaee e
criminosa tentativa de sur.tracc.ao de paite de
sea fortuna.
Recife 22 de setembro ds 1862.
Parti dt Amorim Sal/ad.9,

MUTILADO
i




i
v
PEQUEO CURSO
Chinaca Agrcola
POR
Y.NLtlagutt.
DlavBJO DI f BftKAMBCCO *- 1E&CA FEllA 23 01 SETEMBuO DI 11*9

Eitt iotereuante obra de agricultura, traduzi-
da do francs pelo 1.* teoeute de eogeoheiro
Philadalpho A. Perraira Lima, contina a aatar
renda as llvrariaa doa Sri. Figueirda Gui-
maraee & Oliveira, e na raa eaiieita;do Boaatioa,
typogrephta commerclal, & razo da SgOOO cada
emplar.
Alaga-ae o primeiro andar do aobrado o.
83 da ra do PiUr, com excellentes commodos e
ptima villa para o mar : tratar oo segundo
andar do meswo.
Bailar & Ohreira venilern libras aterlinas.
Aeba-se urna peaioa desempregada, a qual
entaode perfeitaments dos trabalhos de padaria,
e ae acba haoilitada a tomar coota da alguma
por balanco, por entender tanto dos trabslhoa co-
mo do (orno, e poda dar fiador de isa condutla.
Arreada-ie ama grande parte do sitio de
coquelro, denominado Hara Farioha, na fregue-
xia de liarangaape : a tratar no aoganho Uuri-
bara, freguazia de S. Loereoco da Malta.
AYKflCAfci
Quem pretender comprar om terreoo ni rus
Imperial com 60 palmoa de [rente e 1,000 de fun-
doa, caja frente deita para o naseente, clriia-se
a rus da Cslgada n. \t.
Vende-se urna casa terrea comiJcommoaos
para grande familia, na ra Imperial : a tratar
na raa eatreite do Rosario n. 2 A, das t i 4 bo-
tas da tarde.
Admirem-se e approveitem-se
Retratoa de antrotypo a 19 um ; na mala acre-
ditada e antiga olicina de pbotograpbia deita ci-
clada, na raa do Cabag n. 18, entrada pelo pa-
sto da matrix.
Precisase llagar urna prataque tenha boa
conducta e seja Del, que stiba eogommar e co-
ainbar : na raa do Qaeimado aobrado o. 44, pri-
meiro andar.
Aliso
O abati aatignado, cenhacido por Xico Bexi-
ga, antigainente com loja de calcado atrax da
pra;a da Independencia, traTesss das Cruxes, e
hoje com o maemo estabelecimento na ra da
Imperatriz, oatr'ora aterro da Boa-Viata, so p
do becco doa Ferrelroa n. 38, participa a aeua nu-
merosos fregueses, tanto da praca como nego-
ciantes do mato e deste genero, que est bem
sorlido para servir bem seus freguexes, e venda
muito binto como de coitame Tender muito e
genriir poaco.Francisco Uacial de Sosia.
Jji l'ortella, subdito haipanbol, val para
aa Alago?.________________
Precisi-se alagar urna sala ds frente e alco-
fa com mobtlia, as ras da Crux ou Trapiche :
quem tiTer deixe carta oeite ascriplorio com| aa
imciaea II. M.
mSeg
Companhia
DE

uros martimos.
SEGURIDADE.
Estabelecida no Rio de
i Janeiro.
AGENCIA RA DO VICARIO N. 10.
Banco Unio.
Estabelecido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo A C.
Saeam por todos os paquetea lubrs o mesmo
Fneo a praxo ou i vista, a sobre as agencias sm
i-isboa, Figueira, Coimbra, Aveiro, Vixeo, Villa-
Raal, Rsgoa, Vanna do Castalio, uimares,
Bireelloe, Lamego, Cosilhaa, Braga, Penafiel,
Braganea, Amarante, a cito das, ou ao praso
que ae conTencionar: na ae> escriptorio ra da
Crux n. 1.
Atten$o.
OTerece-as um homem para administrar qual-
qai servido de campo, ou para faier sotieade
cu um sitio : quera quizar sonuncie.
Na ra estrella do Rosario n. 32, loja, se
dir quem empresta dinheiro com penhores de
ouro ou prats, mesmo em pequeas quantias.
Superiores blcbaa hamburguesas em peqne-
nas a grandes porcSes, e tambem aa alugam, cal
para engenho : na ra do Imperador n. 28.
Ha para vener-ee no armatem de Joao
Prea Soares, no Forte do Mallos, um alambique
I com todoa os seus perteoee, em boca estado,
por s huver trsbalbado urna safra, a caldeira
leva 150 caadas, urna bombs de repucho de fer-
[reiro, e um tanque, ludo sm perfeito estado;
, faz-as lodo o negocio com qualquer aenhor de
eogenho que quera comprar.
.No pateo do Garmo, quina
da ra de Hortas n. 2,
eude-ae manteiga muito superior em banis de
13 libras, proprios para casas particulares a 720
a libra ; garsite se a sjuslidade.
GBANDELIOOIDsCaO
DA
Loja do Pavo.
Acha-se eite estabelecimento completamerte
aoilido de todas as faiendas de las, lioho, algo-
dio e teda, as quaes se vende mais barato que
em outra qualquer parte a diuheiro a i*ts, e
roga-se aoa senborea compradores de darem-se
ao trabslho de vlaitarem este eriibel-.-oimei.to ou
procurarem neste Diario, os annuocios da loja
do Pavao que nao deixaro de se agradsrem,
tanto das fazendas, como dos presos, e de todas'
sedo as amostras deixaudo ficar um penhor, ou
mandam-se levar as fsrendas e amostras pelos
caxeiros da casa, acha-se constantemente este
estabelecimento aberto das 6 horas da roaohSa
as nove da noite na ra da Imparatriz n. 60.
Retalhos do Pavao.
Vende-se porijo de rttalhos de chita de todas
ai qualidides, ditos de cassas de cores, ditos de
cimbraia branca, na raa da Imperatriz n. 60
loja do Pavo.
Capiuhas do Pavo.
Vende-se capinhss muito bem feitas com
mangas e sem ellas para senhora, e manteletes
de velludo e pretos muito bem editados e ri-
camente bordados: na ra da Imperatriz o. 60
loja do Pavo.
O Pavo vende para luto.
Setin da China, faxenda sem lustro proprii
para veslidor, capss, roupa para homens, tendo
6 palmos de largura a 2$500 r. e 3000 o cova-
do, alpaca preta lioissima de lodos os precos e
qualidades, ditas de cordao, princesas prttis, e
cassas pretas, meiss de sGla preta para senhora
a ISOOO, enfeites pretos os mais modernos a
5g000, chales de merino pretcs e 5JOO0, na ra
da Imperatriz n. GO, loja do Pavo.
Grosdentpie do Pavo.
VLda-se grosdenaple preto muito eocorpado
que sempre se vendes a 2)500 rs., veude-se
a lg600 rs. o covado, dito a lj*800 rs., dito a
330UO o covado 16 com o m de 01 urar dinheiro,
velludo cdr de caf com peqaeno loque de mofo
a 1J>600 rs. que proprio para vestidos ou roupa
de meninos, na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Pavao.
Camisas para senhora e me -
ninas vende o Pavo a
1#000.
Vende-se camisas de madapolo fraocez muito
bam enfeiladss proprias para meninas de 10 a
14 annos e ditas para seubor palo baratsimo
preco de 15000 cada urna, toroanoo-se esta
fazenda muito mais barels, altendeodo ao alio
preco que tem chegado o madapolo, vende-se
esla pechinoba s oa loja e armaxem do Pavo
na. risa ds> Imperatriz o. (>(), de Caca* ov Silva.
Bramante do Pavo a 10$00
Aluga se o asgundo andar do sobrado na
rus Direits n. 64 : a tratar no primeiro andar do
mesmo.
Aluga-sj a casa tarrea oa iravasss da ra
B'IW n. 7 : a tratar na ra da Cadea do Recite
11. 57, efundo aodar.
ilivoado Ju'iJas a respeito da eat'ega doa
diarios na ci la-le de Maeei, provincia de Alagoas,
e coasl&ndo que se acbava ajui um dos assig-
nantea llalli o Sr. Jos Antonio Almtida Gaima-
res, foi o mesmo seohor c mvi.'ado a apparecer
nesta typograuhia para ae lomar os natessarios
esclareclmentos, e de [eito appareceu o meamo
eonor e os Nos soalzo asaigaados, leujo o Diario e
Pernambuco d^ 22 da stembro, depiramos no
expedieata do Sr. Dr. juiz especial do commercio
com a di'ila de rs. 6315380 de Mello & Irmos,
declaramos so publico, aspecialaivute ao corpo
do comraercio, que asta duvija nao se entende
rom a liras soc -i de Mello & Irmoa, estsbele-
cilos com armizam de assucar ailo na ra Je
AjoIIo c. 10. Recita 22 de sete^ibro de 1862.
_________ Mello & Irmos.
A!uga-ie am* cssa naSoledade,|rua de Joo
Fjrnsndes Viairs n. 62, com 2 aaUs, 2 quartos,
toiioha fora, quintil murado, e cacimba : quem
pretender, oirija se alli padaria do Sr. Souza
: 14, que achara com quem tr.tir.
OJ^pr'S.
Compram-se ascoas do dovo banco de Per
carabuco : no acrtplorio da Msnoel Ignacio da
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
Compra se
ourelos em rjualquer porcao : na ra
(lo Vigario n 9. primeiro anclar.
Compra-se urna taborna que tenha poucos
fundos, ou mesmo um deposito; quem quuer,
pode annunciar.
Corapr se urna carroca para boi, bem co-
mo se vende um carro qae trabalha na escadi-
nh : ni ra das Cruzaa n. 22.
Vnda?.
Aviso
aos refinadores e
padeiros.
Na ra do Brum n. 42. e ra di Gruz n. 47,
vendem-se peueir.s desrame viodas ltimamente
de Lisboa, mais baratas'tque em outra qualqutr
parte.
Vende-se a relinaco
sita na ra do Pilar, em Fora de Portas n. 118,
muito a reguezada, por terem bom local : a tra-
tar no primetro andar por cima da meama.
Venderse ama taberna na ra de S. Miguel
n. 86, poroaco dos Alagados, com poucos fundos
para qualquer principiante, com freguezia para a
trra, por a pesaos querer-se retirar para fora,
tendo a csi 3 portas de frente, sendo duas ditas
na taberna, urna aeo quartos, 2 salas, cozinha (ora, quintal murado e
casioha, pois tem a Taotigam da caa ser pro-
prla, que sa far negocio com seguranza em ala-
gue! tito : a pastos que quizer, dirlja-se a mes-
an casa, que achara Candido Theotonio da C-
mara para effecUir 0 negocie.
a pessa.
Vende-se pessa de bramante de linho cora 35
jardas, com a largura da llamburgo sendo pro-
prio para leoces, loalhss, sroslas, etc., esta
fazenda vende-se a l(>Ul0 a pena o meia pessa
por 5$0C0 tornaodo-se muito mais barato que o
prego que atualmente se vende o madapolo e o
algodosinho, vende-se esta pecbncha s na loia
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Sebastopool do Pavo.
Vende-se esta fazenda muito nova e muito
encorpada e de urna s cdr propria para palitos,
calis, colttes, ate., na loja o Pavo na ra d
Imperatriz u. 60, de Gama & Silva.
Palitos do Pavo.
Vende-se palitos de panno preto e cor de caf
pelo baraiiisimo prego de 7^000, ditos de Fancy
de cores a 6$0U0. calcas de cseuma preta a
52000, ditas de cor a 5$000, s na loja do Pavo
ra a Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Bordados do Pavo.
Vende-se manguitos com punbo e gola, pelo
baretissimo preco de 1$280 rs., manguitos de
cambraia bordados a 800 res, goliubas de cam-
braia bordadas e de Ci a 400 ris, cada urna,
roa grande por^o de tiras bordadas e enlre-
meios, por presos baralissimos, s na ra da
lmperatrix n. 60, loja do Pavo.
Chales do Pavo.
Vend-se chales de merino estampadoa sendo
mu.10 grande a 3^000, ditos imitaco de rstroz
com palma a 3000, ditos de tirlataa a 800 ria,
ditos GirlbaUi 49OO, na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo.
Riscaiinhos do Pavo.
Vende-se riscadinhos francez miudiohos pro-
prios para vestidos e roupas para meninos a
240 ris o covado, na ra da Imperatriz n. 60
loja do Pavo.
Cortes de vestidos
s o Pavao.
Vende te cortes de vestidos de cambraia
branca com babados pelo baralusimo preco da
2$5l)0 rs. cada um, cortes de ditos de tarlatana
com barras btbados, braocos e de tures a
39OUO, ditos de cambraia brincos com babados e
duas ssiss a 4SUO0 ditos de fsnlazia com baba-
dos de tures a jJfOOO, tudo isto por menos da
metade do seu valor, e vende se s na loja do
Pavo ra da Imperatriz o. 60, loja de Gama &
Silva.
Musselina do Pavo.
Vcode-se musselina brauc com 4 1/2 palmos
a 210 lis o covado, laasiuba com palminhas a
320 ris o covado, t na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
Com 22 covados o Pavo.
Vende se cortes de vestidos de bareje tendo
22 covados cada um corte, pelo baritissimo pre-
co de 4#000, cortea de vestidos de las ttno as
as ssiaa j feitas a 49000, na raa da Imperatriz
n. 60, loja de Gama & SilTa.
Organdy do Pavo.
Vende-se cortes de organdy com bonitas bar-
ras, tendo 22 1/2 covados cada corte, pelo bara-
lissimo prec.0 do 4500 rs., s na ra da Impe-
ratriz n. 60, loja do Pavo, de Gama & iva.
Alpakin do Pavo.
Vende ae esta nova fazenda de lioho, sendo
muito leve propria para vestidos e roapa de
meninos por ser de urna l cdr de hura a de
quadros miudos proprio para as seohoras que
forem passar a festa no campo, e vende-ie a 230
ris na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60,
de Gama Cambraias do Pavo, com sal-
picos, a 3$.
Vendem-se pegas de cambraias com salpicos,
cirocinhos brancos e de cdr, tendo 8 1/2 varas ca-
da corte, pelo barslissimo prego de 3$ cada urna,
ditis mais finas com as mesmas Taras s g, cor-
tes de cassi de cor ultimo gosto, com 7 1 [2 varas
a 29500 ; oa loja e armszem do Pavo, ra da
Imuerctriz d, 60 de Gima Silvi.
Organdy do Pavo.
Vende-so csssa organdy a 280 ris o corado,
casss de varios padrdes a 240 ris : s na loja do
Pavo roa da Imperatriz n. 60, do Gama & Silva.
Organdy de la a 800 ris. ;
Vende-se flntssimo organdy da I&a, sendo fa-
zenda ioteiramente nova no marcado, com deli-
cadsimos desenhos muito trsnspareotei a 800
ris o covsdo: na rea da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao.
Organdy de seda a 800 ris.
Vende-se organdy de seda mailo transparente
para vestidos, com delicadas cores, bonitos dfe-
nnos a 800 ris o covsdo : s na leja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cabaia do Pavo,
VenJe-se esta nova fazenda com o titulo de
cabsi, propria pars vestidos, tendo 4 e 1|2 pal-
mos de largura com delicados padies miodinhos
a 400 ris o corado : na sus da lmperatrix n. 60,
loja do Pavao.
La e seda do Pavo.
Vende-se la e seda de quadros propria para
vestidos a 400 ris o covado : na ra da Impera-
tris n. 60, loja do Pavo.
Crinolioas do Pavo.
Vendem-se crinolinas ou bales de srcos, sen-
do americanos qae ao oa nuil bam armados,
mais fortes, tendo de 6. 10, 14, 20. 25. 30 e 40
arcos, Teodem-se msls bsrato qae em outra qual-
quer parte, tambem se vender boles muito fi-
nos com grsndes babadoa, que parece duasssias,
ditas de bramante muo bam feitas: ns ruada
lmperatrix n. 60, loja do Pavo, da Gama & Silva.
Chitas do Pavo, franceza e
inglez*.
Vendem-se chitas francexia os padres mais
novos que tem vindo ao mercado a 280, 300 e
320 ris, e muito linas a 400 ris, ditas ioglezss a
160, 189, 200 e 240 ria o covado, sendo por me-
nos que em outra qualquer psrta : s oa loja do
Pavo, ra da lmperatrix n. 60, de Gama A
Silva.
Las do Pavo.
Vendem-se lazinhas, sendo de qusdrinbos de
palminhas de listrinbas e da urna s cdr. a mo-
mbique pira capis e vestidos a 400 e 500 ris
o coTsdo : s na lojs do Pavo, ra da Impera-
triz n. 60.
Phautasia do Pavo.
Venlem-sa ricos vellidos de cambraia phanta-
sisdos com lindos lavorea de seda, pelo barslis-
simo preco de 65 cada rte, tendo ds todas as
cores, vendem-se por este prego para acabar :
s na loja da ra da lmperatrix n. 60, de Gsma
& Silva.
Vestid do Pavo.
Vendem-se ricos vestidos brancos bordados
com seda, proprios para noivas, e sssi*"' casa-
mentes, pelo barato prego de 69 : na loj. do Pa-
vao, ra da Imperstriz n. 60, de Gama & Silva.
Exposico de cassas na loja do
Pavo.
Vendem-se as modernas cassas orgindyz, sen-
do as mais bonitas qne tem chegado ao mercado,
pelo bsr.tissimo preco do 280 e 310 ris o cova-
do, do-se as amostras deixando penhor : na lo-
ja e armazem do Pavo, raa da Imperatriz n. 60.
de Gama & Silva.
Ricos vestidos brancos a 20$
na loja do Pavo.
Veudem-se ricos vestidos de cambraia braco
bordados a agulha. e que chamam croch, multo
proprioa para bailes e casamentos, fazenda que
em outra qualquer parte vende-se por muito
mais dinheiro e vende-se penas por 209 cods
um: i na ra da Imperatriz d. 60, loja do
Pavo.
Sedas do Pavo a 500 ris
Vendam-ie sedis de quadriohos e de listra a
500 ris o covado, dilas miudiohai a 720 rii ;
s os loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Cambrias do Pavo.
Vendem-se pegas de cambraia lisa com 8 e 1(2
vara8Ji39, ditas a 49 : s6 na loja do Tavao, juo
da Iniperatriz n. 60.
Tarlatana do Pavo.
Vende-se tarlatana branca e do cores, 016 liso
branco, dito lavrado, dito de palmicha : na ra
da Imperatriz n. 60, loja do havo.
Cera de Carnauba.
Vende-ie cera de carnauba de superior quali-
dade : na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Case mira do Pvo.
Vendem-se casemiras entestadas de quadrinhos
e listras miudinhas, sendo cores escuras a 35200
o corte para caiga, vende-se a mesma azendf,
tendo duas larguras a I98OO o covado : na ra da
injperat'iz n. 60, loja do Pavo.
MODIFICO DE PRECIOS
i MENOS 10 a 20 POR CENTO
NOS
Milho e arroz.
Vende-ie em saceos grandes muito bsrato por
ter grande porgo chegsdo estes diaade Maman-
guape : na travessa do pateo do Faraizo n. 16,
com oito para a ra da Florentina.
Vende-se a propriedade da ilha do Lsme-
nha, situada entre a barra de Seriohem, a pro-
priedade chamada da Gamella, com casa de vi-
I venda, btstantes coquelros, ptimas trras para
! plantageaesslinai, das quaes osanligos propie-
tarios tiravam avultsdos lucros : os pretendentes
dirijam-ae a ra do Ctbug, loja n. 18.
Pulsaras de cabello com cha-
pa dourada, e trancelins
para relegios.
A loja d'ageia branca acaba di recebir a sis
encoramenda das to desojadas pulseirsi dees-
bello com oifferentes e bonitas trangte, tendo el-
las chapas douradaa de delicados modellos com
pedras e sem ellas, o quede melhor gosto se
pode dar em tal genero; issim como trancelins
coropridos e curts, com pssssdor doursdo para
rtaogtofl, e porque de tudo isso a quantidade
pequea e nao chsgar para todos os preten-
dentes, convem que se apressem em mandar
comprar taea obrai ni loja a'aguia branca, ra
do Queimado, n. 16.
Para o baile do
club*
Vende-se na loja do pavo.
R'coi corlea de vestidos de cambraia branca
primorosamente >udados a crox, xendo os mai
bonitos qae tem vindo s este mercado, e ven-
dem-se poi* precos biratissimos, na ra da lmpe-
ratrix n. 60, loja e armazem do pavo.
Casemiras a 3,200 rs.
Na loja do pavo.
Vndem-se osemirasenfestidas de quadrinhos
listras miudinhas, sendo cores escuras a 3C200
o corte para caiga ; venda-se a meama fazenda
tendo duas larguras, a l800 o covsdo ; isto na
raa da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
U no vigilante.
Lindos enfeites para ves-
tidos.
Saoi chigadis no vapor ioglez as ricis flores de
velludo que sao admiraveie pela delicadeza das
lindas cores, poii com pequea quantia aa senbo-
ras polero enfeitsr os ricos vestidos que ser
muito .precisvel, pelo baratissimo prego de 1
a duzla : so no gallo vigilante, raa do Crispo
numero 7. r
Pulceiras.
Tambem sao ihegidat at riqoisaimas pulseiras
com pedras szues e outras verdts, cousa muito
delicada que sa venda por pregos baralissimos :
s no gallo vigilante, ros do Crespo n. 7.
Baleias para espartilho.
Tambem sao chsgadas as virdadiiras bileias
da todas as grossnrss e fornidss, para espsrtilho,
pelo barato prego da 120 rs, Ud. auna : s no
vigilante, ras do Grupo o, 7,
PROGRESSISTA
!PMa
Hua das Cruzes n. 36, e largo do Carao p. 9.
Scientificam sos seus reguezes queem virtude do actual estado de apathia commercial re-
tolvem vender todos os seus gneros por menos do que outro quslquer anunciante e offerecem para
garants da superior quadsde de seus gneros as competentes amostras de cha, manteiga, caf,
arroz, tapioca, aramia, etc., etc., para que pessoa alguma duvide destas qualidades, a visia de tao
resomidos precos.
Convidara portanto ao publico desta cidade s de fora, a virem fazer sua dispensa sm ditos
armazens, afira di pouparem annualmente de 100*000 a 2:0009 conforme a custumada des-
peza de cada chele de familia, economa esta que muito ulil lhes deve ser, sem que seja mister
soffrer a mais insignificante privaco do cusluraado diario de seu passar, devendo porem manda-
rem, sos armazens indicados.
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Ricas fivelas dourada para
sinto.
Yendsm-si fivelas douradas a 2 2ft5f(\ as
mais modernas que tem vindo ; na rus do Qice>-
micJo n. 63, loja do Beija-fier._______________
Ricas voltas de aljofares.
Vendem-se voltea de aljofares com cruz de ;.-
drs imitando a brilhsnie ; na ra do Qaciffitoo
numero 63. loja do beija-flor.
Facas e garfos.
Tsndem-ss iacaa e garfui flnaa de cabo da !-
ro?2.Ce d0" bol6e 6S(:. ditts para dota) a
51800, dita de um bolao a 6J200, dita para oea
i 5c2t'0. dita preta c/avada a 300, dita tratta
a 39400, dita rolija a 3 a duzia ; na ral o
Queitrsdo n. 63. l..ja do baija-flor.
Jfgo (te vispora.
Vende-se jogo de vispora a 1 ; na na co
Qaeimado n. 63. loja do beija-flor.
Anveloprts.
I Vindem-se anvelope de diversas quaiidt.-,
!i? ,9,0 e i94l>0' ,xul !. de e '
nSor *,r", doQu*ima(l0 n- 63- loJ Jo bal.
Panel adamascado de cores.
Vende-sV. pspel adamaacado de cores a SfC a
1, dito brando a 1*200 : na iua do Oueini.do i
63, loja do beij^-flur.
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Gi av.ilinrias de seda.
Vandem-se sjravatiohaade seda para leuhors,
de diTeraas cores : na la do Qaeimado n. 6;,
loja do bija-fior.
Tiras bor.ladas.
Vendem-se riess Ursa bordadas para ves: -os
e salas brancas a 800 e 1| : na ra do Qein.ou
o. b, loja S na grande expisi^o
de fazeudas novas e bars-
tissimas, na ra -'a Impera-
triz, loja e armazem da ara-
ra n. 5G, de Magalhaes
tiendes.
Pazendaa por menos 10 0|0, queirsm rir ^.":r
psra acraditsr, a ser : ctilss a 10. 180 t _
o corado, ditas rancezas a 20, 240. 80 e 320 o
covsdo, corles de chitas Cuas esm 12 1|2 cova-
dos a 2$50O, cortes de casias ranctzss a 2?500,
ditos pretos a -2j500 : na ra da Io.peralri:, i
da arara c. 06.
Arara vende olestim para vestidos.
Vende-se a fazenda por come olestim de lioho
de urna s cor e quadrinhos, propria tara t-< ss
i veijos de senhora e roupa de meninoa a *c"
o covado, uso de corea p- fSi'' j <
320 o covado : na ra da imperstriz, ara -
ra d. 56.
Aos manguitos da arara.
Vendem-ie maoguitoi e goliat de linho para
senhora a 5$, gollionea a 500 rs., eLfeites p ra
senhora a 2J e 39 : na ra Ca Imperatriz, lojs n
arara n. 5C.
Arara vende a popelina da China.
Vende-se a fazenda por nome popilna d*. Gbl -
ca em la para vestidos de senhora a 320 o aova-
do, chales de merio estampados a 3$, ditos in
la a 1;. ditos da 13a a seda a 29, ditos abertoa a
640: na ra da liiis-erairiz, loja da artra o. 'f.
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Alusamhe da arara.
Vande-se a fazenda por nome amb fom
palmas de seda de 4 1|2 palmos da largo, j.roj:u
para vestidos de senbora a 500 rs. o cralo, I i
de Lho de cores a 200 rs. o corarlo, riit.i lai ri -
do a 1S1 lii a vara, liso fino a 780 e 800 rs. a t -
ra, .-.r.j-.,-:..-. a 800 rs. a vara : ns ruc da la ;*-
ratriz, loja da >rar* a. 56.
Arara vende as crinolinas dol, 7,' <.
-i arcos.
Yendim-se baloes a criooUnaa de arcos, '
avasaia modernos que tem vindo, ditos nena.;. -
"Ho e brilhanlioa. saiaa de cordao quo faz n .
balao a 25400, baldes para menina a Zff: oa raa
da Ircparsiriz. loja na .rara n. 56.
O Ijabadnn da arara.
Vende-se a fazenda por nome babadin: cor^ .s
tras de sed* para vestidos de senhora a 500 r<. o
! covado, roberas do chita para cama a 2?, co-
| chas de fusto pare cama a 5ji, ditas avellada n
a 8j, aberturaa para camisas a 240 ada ur.
j cor'.es de iilr;a par homem, de brirn escaro o
: clro, e de arinirc e fustas da quadrinhos .
1S280 o corte : na ra da Imperatriz, lo;}, da
arara ,. 56.
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Arara vende as cassas cliineza?.
Vende-se a fszanda por norte casss chiDe.ai
i imitscio de ledinha da quaciros, propria para
Tes.idos de senhora e tcuy-a de meniros a 2{0 a
280 o covado, riscado a GaribclJia 280 o tovado
para vestidos, cobertores re aleodao a 1$, cam-
braias brsnca a 1J}0, H, 2t&00 e 33 a pe^a : na
ru ca I-ueratriz. loja ra arara n. 56
SA.RDIM1AS DE RANTES. As mais novas que se podera desojar, a 360 rs. a lata.
GENEBRA DE HOLLANDA. Em garrafoescom mais de 15 garrafas a 5#800 e frasquei-
ras com 11 frascos a 65500 e 600 rs. o frasco.
AMENDOAS CONFEITADAS. Muito novas e de diversas cores a 800 rs. a libra.
DOCE DA CASCA DE GOIABA. Superior a 800 rs. o caixo com 4 libras, tambem temos
grandes com 8 libras a 29 cada um.
QUEIJOS SL'ISSO E PRATO.Os melhores que se podo desejar a 600 rs. a libra do prato e
800 rs. osuisso.
CHAMPANHE. Dos melhores fabricantes que vemao mercado, de 129 a 181000 o gieo e
19S00 agarrafa.
LICORES. Os mais finos que se po'de desejar a 800 a garrafa e 99000 a duzia.
COGNAC INGLEZ. O mais especial que se pode desejar a 19000 a garrafa, e 109000 a
duzia tambem temos superior para 700 a garrafa, e 89000 a duzia.
SER VEJAS. Das milhores marcas a 50 a duzia, e 500 rs. a garrafa.
NOZES. As melhores do mercado a 120 rs. a libra e 33?200 arroba.
PAPf-L GREVE. Lizoe paulado o melhor do mercado a 49000 a resma,
FRUTAS EM CALDAS. Pesego, pera, damasco, rainha Claudia, ginja, serejas, e morango
a 560 rs,a lata, e 69000 a duzia.
AMEHDOAS, De casca molle a 240 n, a libra das melhores, e 200 rs, mais ordinarias.
Organdys da China da arara.
Vende-se a fazanda por noma organdys da di-
na adamascado e palmas de cores, proprit r;r*
vestido e tuuito largo a 400 rs. o COVado, Ce]
Je la para aenhora a 3j, ditas de grosjec ;.',.
melemos a 20 e 25$ : na ra do la^cnUii, loja
ds frara n. 56.
Arara vende lazenda por nome mais
a mim.
Vende-se a fazenda por nome mais a n'irr t:s-
ra vestidoade senhora e adsmascaiia, do bonitos
goslo a 360 o covsdo, pe^ao de esmbraiss *
salpiquinhoscom 8 t|2 vsrss a 35JOO e 4>. : i
ra da Imperatriz, loia d srara n. 56.
Tiras e entremeios da arara.
Vendem-se tiras e entremeios da largirri -le
e 5 dedos, de bonitos gostos a IJ280 e I9f.CC
pega, ditas de entremeios a lJ. IJtOO e lt(;;0a
peQ, corpiohos bordados para meninos 1? r.i
um : na raa da Imperstriz, lojs da arsra u.
Seuieutes de hortalice viadas
ie Paris
Chegsram loja de ferragens de Bulos, oa
ra da Cedis do Roce n. 56 A, aa novas Smen-
les de hortalice vions de Paris, ss quses sao ns
superior qa*lir.ade. e se 'spdem bsrats^.
Cal de Lisboa a $ o barril
Tem para vender Antonio l.uiz de Oliveira
Azevedo, no s>u escriptorio rus da Cruz n. I.
Cal e potassa-
Vendem-se stes dous ar-
tigo ltimamente chegado*,
/io bem conhecido e acreitt-
do deposito d ra da Cadea
do Recife n. 12, mais Barato
do que em outra quaJqm r
parte,
Grampos a balo
com pendentes dourados.
A leja d'aguia branca contina na retar ^.c as
objectos do ultimo gosto, por isso sesbe d i:-
pechar vindo palo ultimo vapor esses delicios
s novissimos grampos de bonitas cores com pru-
dentes doarrdos o que de mais delicado se poca
encontrar. Esss lojs como gerslmente sab.ee,
ism sempre em vistas s commodidade desasa
boas (reguexias por isso tem resohido vandal
ases galeotes enfeites a 59 s 39 e par, o que na
rsalidade mailo mais valen;. Convra poia cas
a vista da limitacaodo preco a senbora que com-
prar um ou mis pares, nao sa demore em pai-
ticipar as mas boss vizinhas intimss smigir os
collegio, psra que ss mittem do sea apurtdo
f;oito, a mandam logo comprar ostros pares na
oja de sos sffsico : qae s s d'aguia branca, rus
do Qisimad* n. 1C.

'

MUTILADO


DilftlO DI FEIRAMBOGO TEBQ I1IBA 23 >l SETEMBEO M 1861
OimiNUIQAO DE PRECO
P* i?5** gff
-\ mu
es
FRANCISCO FERNANDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
A vantagem que o proprietario deste acreditido armazem da molhados tem offerecido, ha
sido conbeeida pelos seus numerosos freguezes, mas como asso anda h.jam alguns sanhores que
nao se tem dado ao trabalho de esperimentar, rogo a todos ellas o favor de mandaren comprar suas
encommendas DO arinazern Progresso do largo da Penha n. 10, afim de verificaren! a exactido
de mea annuncio e a d.ffcrenca de prego e quakdade que faz, se fossem compradas em outra qual-
SVSL EJE ,M? S reC6be em ,0d0S 0S V8Pres navios d0 'el da Europa,
SSJZ tJr df Cn,a pr0pria' Para maior concorrenci. e commodidade, resolve o
?2 1?,S 8t"'Se Par,COm iqu?,les "fP possam vir, nam mandar, de des-
rm,Zem XXdf JS*"", T ,ug" indicado'todo e I"'1* 6aQer0 comP*> n*
7man 'i 3* R S6rem ta bem Servid05 C0M0 via3sem P^alm.nte. pois par, este fim
nma peno, de confianc, para de prompto conduzir as carus na chegada do vapo?.
3&*Migft lffc^taaV* de primeira qualidade da safra nova a 00 720 rs. a
libra, e eni barril se faz abatimento.
Cf i t aac^^ a mais nova do mercado a 00 rs. a libra, e am barril a 560.
"* W^4ia o que se pode desejar neste.genero a 33000 a libra.
aa aySSa 0 mais superior do mercado a 29800 a libra, a em porcao sa faz abati-
mento.
Uti)03 d ?ftH chegados nesta ultimo vapor amito frescos
gados em navios a 19700.
Cha $*MO verdadero inglez a 93000 a libra em porcao se faz abatimanto.
UtaS aua^Ulloa confeitadas, contando diversas iguarias muito proprias
para mimos a 13000 cada urna.
MllXUllltl d? soda em latas co diferentes marcas a 19400, afianga-sa a boa qua-
lidade, assim como tem latas grnds com bolachinha proprias para lancha a 2500.
nnafll dO UOUO espesial viho.do Pocia em garrafsdo vindoa sigunda vez
ao nos mrcalo a l90& a garrafa o era caixsscom 1 duziaqor 129000.
W 1 -. x~ j HgOTTAl\ das raelhores marcas que vem ao morcado, como sejao Duque
do Porto, Carcavelhos e Feituria a 13200 a gurafa.
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a 29000, ditos che-
NUUMM
DE
no el Pedro de Helio
Largo do Livramento ns 38 e 38 A
Defronte da grade da igrefa, cu jo titulo distioctivo
O BALIZA.
Nesie vasto estabelecime
chara o respeitavel publico desta
capitil e de fora, m grande e
PF.RFEITO SORTIHENTO lB MO-
LHADOS, que se vende tnto em
grosso como retalho por muito
menos prego do que em outra
qualquer parte, por serem quasi
todos recebidos de conta propria.
Muita atteiiQo.
Todos os gneros sahidos des-
te noy armazem levaro Mmz
etiqueta para seguranza dos Srs.
que nao quizerem vir fazer as
suas compras, e mandarem por
seus escravos ou fmulos.
Esta prevengao atiesta bem,
que a mais perfeita e duradoura
confianca se deseja possuir de to-
dos geralmente, e por isso nao se
pouparo exforcos para serem
bem servidos todos os Srs. com-
pradores, afim de que possa este
grande estabelecimamto ser apon-
tado como um des melhore a
mais acreditados desta prega.
Aviso particular.
Previne-se s pessoas de fora
dssla cidade que podem sem re-
j\ ceio algum mandar os seus pedi-
dos por escripto, que sarao satis-
faites com a maior pontualidade
e boa f possivel, ainda mesmo
de objectos que nao sejam pro-
prios de-te estabelecimento, como
ferrageos, miudezas, ou medica-
mentos.
O anuuocianle desojando fa-
cilitar a consecugao dos negocios
que por ventura tenham os seus
freguezes de fra, se offerece
tambem para fazer procurar qual-
quer despensa ou licenga que de-
penda da autoridade do Exm. Sr.
Bispo Diocesano, bem como de
apresentar qualquer consulta aos
fenhores doutores desta cidade,
quer respeito de direito, quer
de aedieina.
a se receD9 qualquer objecto como assucar, couros, laa, etc., etc., para serem ven-
didos, arado a coat e o seu producto entregue promptaraente a quera for determinado.
Va intengo de possuir muitas relacas, faz o annuncante todos estes offerecimentos; de
forma que neta estibelejlmento, nao s acharo os Srs. de fora desta praga um bom freguez,
mas tambem arnfeigoaum criado s suas ordens.
?odos em t^ral.
Si por acaso nao gradar qualquer genero sahido desta casa poda ser devolvido, que ser
irnmediatamente trocado ou restituido o seu importe, conforme for exigido.
O annunciaate protesta cumprir com a mais seria e restricta exactido esta sua promessa.i
AMEIXAS francezas em latas de tres libras e Genebra verdadeira iugleza de marca Gato do fa-
&ffM!*Mfc ftm vinKa j o mais, a 9240 a lata. bricanta Carduer & Broornhal de 19400 a
*'15"Wf TJ d0 Pr,r com Wg" PrPri P casa particular dem .dera em frascos de tres libras e mais, de1 1500 a garrafa.
Lag
Rival sem
igual
Ra larga do Rosario n. 63,
junto da botica do Sr. Bartholomfiu.
Pedro Paulo Tinoco de Soaza. dono desUei-
UbaUcimento staempre resolvilo vender mui-
ta barato todaa ai mladeas de sua loja, para o
que tem am rico sortimanto, como sejam :
Csrtei de clchelas a 40 rs.
Carrittis de liaba icuil de Alexmdrea 80 n.
Ditos da dita de 100 jardaa a 40.
Linbaa da croxel para bordtr (masso) a 640 rs.
Tinteiros com tinta e ttmpa de metal a 180 rs.
Pantea da borracha para alisar a 560 rs.
Eacovas para limpar uobas a 320.
Dan para limpar denlea a 240.
Ditas para limpar roupa a 1S000.
Dilaa para limpar caballo I9OOO rs.
Estampas de todas as qualijades a 160 rs.
La para bordar, sortida, libra a 6400 rs.
Bot5es deliuho para caaavequa a 20 rs.
D.toa de sada para dito a 30 a 40 rs.
Sietes dourados a 1$500.
Cius da panas de ac a 400 rs.
D.i-s de matal com penas a tOO e 200 rs.
Botdes para puche a 120 a 160 ra.
A juIhas (nncezaa em caixinha a 220 ra.
Roietis com pedra muito bomlss a 40 rs.
Golletes prelos, 14 paras a 60.
lamarea para capote, duzla, a 800 rs.
Pulseiraa de cootis miudas a 15S80 o par.
Gravitas com botia a IJOOO.
Moiaspan senhora a 2J400. rs. a duzia.
Bico preto de lioho por lodo prego pira acabar.
Asstm como lem para trocar imagens de san-
to Antonio, Senhor dos Passos. e S. Benadicto
de barro a 30C0 rs. cada um, muito barato 1
por ser rr uit 1 perffito.
i^echi cha
Chapeos de sol de seda a 5$ : na ra do Quei-
mado n. 44.
Nmlojadahmleira
que venda barago,
f na ra da Cruz do Recife
Retratos de sua alteza real a
princesa* Ttalia I).Mara
Pia.
Tena para vendar Jos Azarado Mala Silva,
na sua loja, rna do Queimado b. 55.
era garrafas 32$000, aan^a-ss ser de superior qualiiade
k*l t4il jji^i de superior qualidade Porto, Figueira a Lisboa 500, 560 a 00 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 4&500.
MUllA rO^liall ealiaus cora i0 Hbrts por 4|0e0) e 9a barrila 400 rs# ,ibr>_
Melvlm, mae Ti\o t-Ak^iia, a20 ., ,ibra,, c,ix, grndas por
69000. afianca-se ser muito novo.
4n!.n *"' muito novas a 56U rs. a libra eera barril com urna arroba por
12500O rs. r
IiG/V'aseonaaw*A ., ....
* mvi de escabeche das seguintes qualidades savel, congro, corvina,
chame, pascada, e vezugo a 19400.
WH^ te C**eflMI8to 680 rs. a libra, eera caita a 660 rs.
J '' MO^Ubn refinada a 360 rs. a libra, e em arroba a 11 rs:
_j^**v* do rimo 560 rs. a(UDri) a 9m pors5o, 500 rs>
D..to lllglZ para fiainbra 640 rs a^ibra.
I^;ACC.aa em latas da 1 e meia libra por 1#500, ditas com 3 libras
por 23600.
4 a 500 rs. o frasco, e 69400 s frasqueta con 12 frascos-
* w.?v!!^ ? e fraSC0# iIdem de Holfanda em frascos pequeos e gran -
AMhNUUAb de casca mole da 240 a 280 rs. i des de 500 a I9O0O.
./J; A^n ,., IGraixa'em boioes a 240 rs., e a duzia a
ALPISTE a 160 a libra, e era arroba a 49800. 2700.
Arroz da India de 100 a 120 rs. a libra, e em dem em lata muito nova a 120 rs.

(.TfT^f5t)S
com genebra de Hollanda com 25 garrafas por 93000.
AlfKStft njujio imp0j 16O rs. a libra, e em arroba 49800,
& k J1 muito novo a 160 rs. a libra, e 49800 a arroba.
r w ^ suspiros era metas caixinhas, do raelhor fabricante da Baha a 2 J*00 cada urna
M ^tt o mais superior que ha no morcado a 240 rs. a libra, o era garrafdas com 5 libras
por 1*600, so o garrafo val 500 rs.
5QY&U1II11& Q Franca muito nova a 200 rs. a libra,
feOa.9i\!"s. muiu finaealva a 100 rs. a libra o era saccas se faz abatimento.
rl\*\OS li^e'r* para dantas a 160 e 280 rs. o 111950 cora 20 macinhos.
PsJtOS dO f Z a 2*300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
"?; y 1 'j)?t'Jl das marcas tenante, ou XXX a 6*aOO a duzia a 500 rs. a garrafa.
S*fV^,J^, DT&'aC^ das mais acreditadas marcas a 59000adima e 480 rs. c gtrrafa-
^ llInO DTc\1&QO engarrafado o rads superior que tem viudo ao nosso mercado a 800 rs
tambem louho de barril pan 560 rs. a garrafa.
T^l lflllO 'i- laiftDOa a 7900O a arroba e280 rs. a libra.
ii*ie Ao ^\^ lavado a300 ts a nbra ,, 9|0OO a,robs di(0 d- 2-1 qui|idade ,
260 rs. e 89000 rs. arroba.
ATCQ3 de Maranho a 100 rs. a 120 rs a libra, e era arroba a 29000 a 33500.
LuOCOlaftta hespsohol a 19200 rs. a libra, ditlo francez a 19100.
iw&CaaaWl&QA imperial do afamado Abrau ede outros rauitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a lfbra, tambem hi para 500 rs. a libra.
F fU4S 81KI Cflo.^ pecego, damasco, pera, alperche, e ginga a 690 rs. alalia.
S .?l'H.ta^ A'A N%3ko& a 380 rs, a lata affiansa-se a boa -juslidade, e emporio
se faz a batimento.
* b Lili ;S francezas e portuguezas as mais noves a 640 rs. a lata, era meias latinhas a
500 rs.
Vl.Si.foo ttor&t^HX, Marg, Medoque e S. Julienda Medoque a 9,J00O s 103000
a caix, em garrafa 800 rs. e 1*000.
7-H 8 ID 3 o raelhor pelisco que pode ha ver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
^t)OlilS llOV'.5S al^ocenio ea 1J5200 o molho com cenlo e taas, tambem ha
proprias para conservas a 4(';0 rs. o cen lo.
IM Ya ClOCt muito nova a 320 rs. a libra, e era arroba a 83.
1 pCl gTCVe a 49a resma, dito de peso pautado a 39, dito almajo bom a'39200.
Ifl-iSSa. p?ir^ SOpa estrellinha e pevide a 600 rs. alib'a, em caixinhas sahe mais
barato.
dell de tomate em latas de 1 libra por 800 rs ede 2 libras por 13500.
A.Z6116 (lOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas com 1 duzia por 89500.
Ideill de Lisboa a 720 rs. agarrafa e 53600 a caada.
Ameno 0IS de casca molla a 320 rs. a libra e 89000 a arroba.
arroba de 39 a 39400.
dem de Java de 100 a 120 rs. a libra, e em
arroba de 39 a 33400.
dem do Maranho de 100 a 120 rs. por libra,
e cm arroba de 33 a 39200.
dem do Penedo a 80 rs. a libra, em arroba a
29240 e emssccos a 23.
dem com casca a 160 rs. a cuia, e era saceos de
20 cuias a 29500.
Azeitonas em ancoretas de 8 garrafas a 19500
e em garrafa a 320.
Azeite doce refinado a 800 rs. a g^ -afa.
dem em barril e de primeira quai le de 640
a 660 rs. agarrafa.
Bolachinhas americanas muito novas de 320 a
360 rs. a libra.
Biscoutosebiscoutinhos, araruta, aliados e ou-
tras qualidades de excellentes massas a 320
rs. a libra,
dem em latinhas da 2 a 3 libras e de diversas
Grao de bico muito novo a 100 rs. a libra,
Gomma excellente do Aracaty, a 100 rs. a libra.!
Kirsch Wasser, excdanle bebida do fabricante
Richard & Muller, em garrafas grandes a'
13500 a garrafa.
Licores dos melhores fabricantes inglezes e fran- '
cezes e em diferentes vasos de 500 a 19600
a garrafa de diversos tamanhos.
Manteiga Bgleza perfeitamenle flor de 700 a
800 rs. a libra,
dem da segunda qualidade de 560 a G 0 reis
a libra,
dem francez* de 560 a 580 reis a l ra.
dem de porco em talas com 10 libras a 39600,
e a libra a 380 rs.
dem em barris muito superior a 360 reis.
Marrasquino de Zara a 800 reis o frasco.
Massas para sopa, macarro, talharim e aletria a
800 reis a libra e acaixa com urna arroba I
hespanhola a 59500, do fabricante Nervy.
qualidades, contando urna lata mais de dez! dem finas estrelinha, pevide e oulras a 560rs.
espacies de biscoulinhos por 13400. a libra.
Bolinhos de ovos em latas recommendados pelos: Mlhos inglezes e muito superiores a 500 reis
senhores mdicos a 13M00 a lata. o frasco.
Batatas a 80 rs. a libra, e em gigos de 36 a 40 dem idem idem a 29 era frasco grande rolha
libras por 13200. l e vidro.
Caf do Cear de primeira qualidade, de 280 a Roses superiores a 200 reis a libra.
T 3J00r,rs' a lib"- Phosphoros do gaz a 23300 a groza, e a 200
dem do Rio l. 2.' e 3.' sones a 240, 280 e
300 rs. a libra, eem arroba de 79, 73500
Vinagre d3 Lisboa S240 rs. a garrafa e 19800 a caada a fiansa-se
a boa
das mais acreditadas marcas a 153000 e 203000 o gigo, a am garrafa
qualidade.
Jh&m > nlie
a 1800.
VHtagre Dra IICO oquese podedezejar neste genero a 400 rs. a garrafa.
^lCOre8 iranCeZeS d8 ,od- as quijadas quese procurar a 19000 rs. a garrafa.
Ibariiina do -laranha> muilo ,i ,c^T0Si, 160., ibra.
J5.1J010 para limpar faccas a 180 rs. e em porcao se faz abatimento.
Conhaqiie lllglez a OOO rs. a garrafa e 109000 a caixa com urna duzia.
Alta dos genros cima mencionados encontrar o respeitavel publico um completo sort-
mento de tudo que tendente a molhados^
a 83500.
Cha parola de primeira qualidade a 33200 a li-
bra.
dem uxim a 23800.
dem hysson de primeira qualidade de 1S800 a
29800 a libra.
dem nacional de 19500 a 19600 a libra.
Id8m preto homeopathico de 19500 a 13800 a
libra, primeira qualidade.
dem idem nao homeopathico de 19500 a 13800
a libra, primeira qualidade.
Gevadinha a 240 rs. a libra.
Chocolate de Lisboa (do Abrou) encomraenda es-
pecial, qualidade esla que sera medo de errar
a mslhor que aqui tem viudo a 13 e 500 rs.
o massinho, c ntendo 12 e 2i pies.
dem hespanhol e francez premiados era di
versas exposicoes, de 800 a 19 a libra.
dem suisso de differentes qualidades, como se-
jam baunilha ecanella, ele. etc. de 19100 a
19400 a libra.
Champanha era gigos com 12 garrafas inteiras ou
de 24 meias ditas a 129 a duzia, e em gar-
rafas de 13100 a 13200.
Chourigas das mais novas a 480 rs. a libra eem
barril de { arrobado 133 a 149.
Charutos superiores Guanabaras, Lanceiros,
Delicias, Napolen, Parisiense?, do afamado
fabricante Jos Furtado de Simase outros de
13500, 13800, 23, 29600, 33600 e 4350
o cento.
Ceblas a 19 o rajlho com mais de 100 ceblas.
Conservas inglezas muilo novas a 800 rs. o
frasco.
Cognac inglez em barril, garrafa a 640 rs.
dem idem engarrafado de 800 a 900 rs. a gar-
rafa.
Doce de goiaba em caixes e em latas, prepara-
do especialmente para embarque, garantindo-
se a boa conservarlo por um anno.
Ervilhas em latas de 1 e 2 libras de 700 a 800
rs. a lata.
' Extracto de absvntho em garrafas de 1 Ii2 gar-
rafa a 13500. l
Farinha de trigo Fontana, das marcas SSS, ga-
lega, faraily, de 120 a 160 rs. a libra.
dem do Maranho a 160 rs. a libra, e 49800
a arroba.
dem de araruta, especialmente preparada de
a 320e360rs. a libra.
Figos muito superiores a 240 rs. a libra.
Garrafes cora mais de 5 garrafas de vinho do
Porto fino, a 33200.
dem idem de vinho verde a 29800.
dem com mais de 5 garrafas de vinagre de
F. &S. de Lisboa a 13600.
dem idem com vinagre de Hamburgo a 19000.
dem com mais de 15 garrafas de genebra de
Hollanda a 63OOO.
Genebra delaranja em fraseos grandes a 18000
rs. a duzia.
Prezunto de Lamego o raelhor do mercado a 480
reis a libra, e era porcao 460 rs.
dem inglez para fiambra a 560, 640 e 700 rs.
Passas das de carnada de 320 a 400 rs. a libra
e em caixa de 5 a G3OOO.
Palitos para dentes magos com 20 macinhos a
160 rs.
Idera lichados idem dem com flor a 240 rais
o magp.
Peixes curvina, safio, linguado, pescada, peixe:
espada, pargo, robalo, salmo elagostim,
em latas hermticamente fechadas a 18300 a
lata del a 2 libras, sendo preparado pelos pri-
meiros fabricantes de Lisboa, Inglaterra e A-
merica.
Queijo flamengo dj uliimo vapor a 28000.
dem idem do ultimo navio a i9400.,e era cai-
xa a 19200.
Idem prato de 600 a 6i0 reis a libra.
Salpicoes, vindos de casas particulares a 640 reis
a libra.
Sardinhas de Nanles a 380 rs. os quartos, e
meias latas a 580 reis.
Serveja marcaTenente, Cobrinha, Cavallinho e
outras marcas a 4, 5 e 53800 a duzia.
Sag a 280 rs. a libra e em garrafes com 5 e
6 libras liquido por 18600 cora o garrafo.
Sabo moja de diversas cores e dos melhores a
120 e 200 rs. a libra.
Sal refinado em poles de vidro cora rolha do
raesrao por 600 rs. cada ura, s o *pote vale
o dinheiro.
Sal refinado era potes de louc,a com tarapa da
mesma por 500 rs. cada pote.
Toucinho de Lisboa do novo a 300 rs. a
libra, e era arroba 89800.
dem idom menos suporior de 160 a 200 rs. a
libra, e em arrobado 58000 a 69000.
Tijolos de grande tamanho a 160 rs. cada um
(para limpar facas).
Velas slearinas a 640 rs. o majo.
dem do Aracaty, carnauba, a 400 rs. a Mbra.
dem de composigao de Buenos-Ayres a 440 rs.
a libra.
Vinhos engarrafados vindos parte del les de con (a
propria. como sejam; Duque do Porto, Ca-
moes, Chamisso, Silva & Meneses, e outros,
que se veadera do 15000 a 18280 rs. a gar-
rafa e era caixa de 128000 a 158000, e
esperara-se novas qualidades.
Vinho Bordeaux das marcas Margaux, S. Ju-
lien, e outros a 800 rs. a garrafa, e a du-
zia a 98000.
Vinho verdadeiro de Setubal em barril e em
garrafas de 640 a 800 rs. a garrafa.
Vinho do Porto era pipa das melhores marcas
de 53000 a 69000 a caada de qualidade
especial.
Vinhoda Lisboa, Madeira,Garcavellos, Figueira,
francez, e da diversos paizes da 39000 a
49500 a caada.
Mcnoel Jos da Foucec. partecipa a
3 todos os seus freguezes e juntamente ao
S respeitavel publwo, qun lera (rsnle sor-
M lmenlo de regadores, uso da Europa, isto
S* vende-sa muito barato, bahus, bacas,
banheiros, baldes para despejo, bacas de
_ senteupa, gamelas para banho, latas para
deposito de farinha ou oatra qualqaer
* serventa, canecas para cooduiir agua,
machinas para caf, baluos para complot;
a ha sortlmentodeoutras muitas obrase to-
1 d js de diferentes tamanhoa e jualarnen-
te envemisadas de diversas cores ; rece-
bem-se eoctmmendas a se fabricam
tvuutado de seus donos e jautamente se
aQsnQi a boa qualidade e perfei^ao das
mesmas obras; ha folba de (landres e es-
taoho em vergaiohaa 700 r*., verniz co-
pal S 13200 rs.. latas de arroba 1J000
ra., cocos a IJJ'iOO rs., canecos a lJfOOOrs.,
S regadores a 13280 rs., babea grandes a
9 40O0 rs. a peqa.nos a 600 ra., bacas
f, Brandes a -i-"?00 ti. e pequeuas a 600 rs. S
9 Tudosto venie-se na loja de funiletro, 9
jb que por aignal tem urna baodeira na por- f?
5 la que gira com o vento, esta chama-sn E
g a loja da bandelrs.
Ba da SeoztlI* Nova b. 45.
Neste estabelecimento vende-serta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120ri.
Lencos brancos
com barras de cores para meninos a 1#
a duzia.
k loja d'aguia branca tambem vende bens e
bonitos lencichos bnneos com barras de cores,
proprios para manios, palo diminuto prego de
18 a dazia. Avista da limitigao do prec.i talvez
alguem desconfi da bondade da [atena, mas
para desengaodirigir-aa,prevenido de dinhei-
ro, ra do Queimado, leja d'aguia branca n. 16,
onde os achara patentes.
losas e booquets
&mfici&es com eheiros
A loja d'aguia branca acaba de receber lindas
rosas e bouquets arliQcias com agradnv'is ehei-
ros, as quaes serverc para trazer eo na mi as
oecaaies do biles, casamentoa, etc., etf., o que
aqui oovissimo, porm da muilo gosto, e poaca
despez anatam 13 e 18*jro, e acham-sa unica-
mante aa ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Plvora e chumbo
venda.
JooJos deCarvalho MoraesPilho,
competentemente autorisado vende poli
vora superior de diferentes marcas e
chumbo de varias qualidades por pre-
co commodo : os pretendentes poderSo
dirigir-se a sua loja de ferragens na ra
do Queimado n. 15, a contratar.
Esperauca
L^jfc de miudezas, roa do
Queimado n. 55 A, de
Guii.hraes ocIih.
Para baloes.
Molas cobartas de Do para saias a ICO rs. a
vara.
Agulhss victoria o papel a 120 rs.
Ditas fondo doarado a 120 rs.
Lioha de paso, meada a 100 r*.
Dtta froxa para bordar a 80 ra.
Dita de carretel, 200 jardas a 80 ra.
Dita da corea, qailquer qualidade.
Gravatas
com botosa aem ellaa a 13, da coras a preta;
para bomem a meninos.
Tranca de Imito.
Recebeu am lindo aortimento deslts tranras,
proprias para as leves roupas da festa, juilo
qaa vo-ae pravenindo.
BotOes
para casaca e casaveque, de corea pratoa, para
camisa madreperola fina, da osao para calca a
320 a groza, muito Anos.
Colchetes
Esta loja deaejando sempre ter objectos noves,
recebeu colchetos reforcados do fio batido, u
caitas sao em forma de urna carteirinba qae aa
torna manto alegante, s ba na EsperanQa a 80
rs. a eaixinha, am cartao a 60 ;s., ou dnzu por
600 rs.
Pennas de ac
caligraphicsa por 2$ e9400, verdadeiraa da Per-
ry, a do outras qualidades, por mano* do que sa
costuma vender, canelas para ae adquirir ama
posicao eleganta (estrevondo) a 500 ti., d ir.ui-
tas qualidadaa como da borracha a 160, a balao a
160, a pistolete a 120, e muito boas a muito ba-
ratas por 40 rs. cada ama 11
Perfumaras.
O eheiroso a suave sndalo a 13600 o frasco
(assencia concentrada) pathehouly, o mbar, o
bouquet de napciaa, o de Lahore, a vetivia', a
magnolia, a rosa, o jasmio-, a flor do larangeira.
a um complto aortiroanto da perfamaria qut te-
mos, tanto francezaa como inglezas.
Banhas.
Pomada imparial, frasco a 23.
Japonaza a 1$.
Imperador a 1?.
Imperatrii Eugenia a 1J.
ExposiQao universal a 25300.
Mo;aa americanas a 500 ra. e 1$.
Urc.o em frascos a 600 ra.
Grande, grande, rs*ito e maitosortin.ectc.
leos
i para csbello, em virtude da deprecisco que ten-
! do tido o oleo dito pbilocome social bygiea-
nique por ter vindo todo falsificado, recabemos
um artigo idntico aquella da fabrica deMonpu-
\ las quo garantimos sar o melhor cosmetique pa-
; ra o cabello, o oa aroma* cscolbidos lo suaves e
duradoaros qu* desafia mesmo quem nao queira
I a OOtnprsr.
N. B. Temos feito HimamenU um contrito
eom um fabricanta que nos permit* vender este
genero, cujo con9mo sa adianta, por precoa in-
i teiramenle baixi>3 e a* rivalidade.
CA
15-Ra Direita4

X. epidemia der.Una sfinsivelmenta, a o in-
completo dasapp^re''r'ento est prximo I O
propietario desta bam aortido eaUbelecireeoto
convida o* seus numerosos freeaetes a substituir
o calcado reino, qae todo est cholenco, por no-
vo, o qus possa resistir s mi! aehotie e mazzar-
ca quo vio aor dansadaa am louvor do restaba-
lociaonto d cada publica. Os prados con-
vida.o :
HOMENS.
Boticas afamadas Milii. .' 12^000
non-pluf-!lre NantP......... S^OOO
t Nantas 2 bateras.............. IlOO
lustra.................... lOjOOO
> inglezaa de botes.............. O^OOO
batedores....................... 9j(500
> souro do porco....... 9j>000
> bazerro lustre............... 9j>(KX)
inglezes ps aalvagens......... 7|SO0
taxiados braaileiroa............ 5S
Sapatoes non-plua-altrc................ 7^000
S bateras m*ia.............. 65500
> esmag* tobrs.................. &5500
Nantes 2 bateriai vaqueta..... 6*000
> d 2 bterias bazarro...... bd5U0
trabalhadorea.......... 5^000
brasileiros da 355OO a.......... 23000
Sap*to*2 solas a galto.................. 53006
> tranca porluguezea.......... zcOm,
d francesas......13S0
SENHORAS.
Botinaa dengoza*.........53500
aalto de bater....... &BOO0
pachinch* de 43500 a. 4OO0
> amaricanaa 3J500 a 25O0
Sapatosta salto (Joly) J 3 aem ella.(idam)......lj920
> tapate:........ 800
s econmico. 5...... 500
lustra 32 33....... 800
MENINOS E MENINAS.
11: da tudo am relaclo a nao aa daixa sabir
dinheiro.
Um completo aortimento da eouro da porco,
cordavo, bazerro francos, couro de lustra, mar-
roquim, sola, coarinbos etc., qua tudo aa troca
por dinheiro vontad do comprador.
Cal de
jA rifepl^i .41.
na*, .
Loja de miudezas ra do Quei-
mado numero 33 A.
Costrenos.
Agwlhas Victoria papel a 120 rs.
Linhia de200 jardea da todos 01 nanu-ms t 80 r.
Cas;trrllha peca 2$.
bi\*-. c:uito boa vara a 400 ti.
Trape. da linho par* lodo prac,o.
Frani de ads, da lihbo, do algudo muito ba-
Rtrot, Unha da nvalo etc.
Meias.
Um om^lafo aortimento sendo de cors para
mroooi a 240 rs.
Ditas b.-ancas a 200 rs.
Ditas para sanho.a a 240, 300 a 400 ra.
Ditas ps.'a homi-m i';e Cj,.
Ditas pretaspara aenhora a 400 a 360 rs.
Gravatas
com boto a 1;
D* coras multo boaa par* hornee: a 1^.
Para meninos eslr;linhaa a 800 rs.
Pulceiras
da coritas mladinhi 9 1?.
De cabello a 4?.
De bantasia da dito *tt. a 500 rs.
Botdes.
Para casaca a para caiga a groza 320 r.
Tara crnica muito fino* groza IJjiOO.
Grandes pra rou5o groza I56O.
Psqueninoi para criang* 13400.
Alamares.
Par capeta a dszii por 800 r.
Colxetes.
Da fio batido eapeaial daxia 720 rs.
De cartao 14 pare a dtuia 500 rs.
m caixa pratos a duzia 800 r*.
Brincos.
K balo brinco, anesrnados, azaaa a doaride 1
par por 1$.
Rezatinhaa com p^d.-as qua paree* diamanta o
par 13.
Penas c caetas.
De todas aa qualidades aiptcialnenU da caligra-
phia a da lanca.
Caetas para prendar ascrever palo systama da
Scaly urna por 500 rs.
Pape!.
Almaeo pantado 500 folh*s 6J.
Dito dito 420 ditas 43500.
Dito dilo 42 dltaa 4.
Dito liso 3-50.
Dito da peso azul o brinco 4J5C0. -
Dito *zul lito2j(O0.
Dito p*')eno tirjado 15500.
Dito paaueno da coras 1J2O0 e 1350O.
Dito tarjado de preto JIS50.
Euvalopai canto 1J
Obraiaa da colas 100,120 e 300 rs.
Pentes de tartaruga.
A imperatriz 83 a 103 o qua ir venda* por 165
a 203000. v "
Pr-ito para alar caballo a 43.
k imitc.o por 13.
D ampia para meninos a 800 a 13.
Tartaruga para alizar Sg.
Da bfalo para saiga o caballo 400 rs.
Pentes de borracha pequeo para trizar por ca-
sa muito bona 1 320 r.
E inSoidada da ar.igos nov. menta ehegat-
loja Ssparanca ra do Queimado n. 33 A.
A 5,000 rs.
Vende-se barra com cal nova chegada a m-
mente, a 53. no antigo o acreditado deposito da
ra do Brum n. 66 iraizam.

/

Semeios h Dr. ^adway 1
Prompto alivio.
Resolutivo renovador.
Pilulas reguladoras.
Recantemente chegados pelo navio aMers) ;
vende-se na botica fiiDcea no Recife, rna da
Cru n. 2.


mm



s
**
DU&10 DI PIKMMUCO- 1ERA fEUU ai DE SETEMB M 1861.
Calgado francez
na loja do vapor, ra Nova n. 7.
Noto lottimeoto de calcado fraocet, roapa
eita, t perfumarlas das melhores qaalidades.
- Ha para Teoaer-se um eicellente coiinhei-
ro: na ra do Cabega p. 18, aobrado.
Chega vapor para ovi-
gilole
Ac para balo.
Sao chegadaa ss verdadeiraa asleaaoa a50 pira
concertar oh faxer baldea, que com imi pequea
quantia qualquer senhora podo fazer um grande
balan, poia vende-ae pelo baratissimo prego de
140 ra. a vara, 00 pega com 50 metroa a 5(500 :
a do gallo vigilante, ra do Creapo 11. 7.
Cordo de borracha.
Tambem aao chegadoe oa cordozinhoa de bor-
racha a de retroi, aortidoa, de lindas crese de
todaa i grossoras.que maitoae desejava, tan-
to para, puUeiras como para debrum de collete,
a para multas outras obras: a no gallo vigilan-
te, ra do Creapo n. 7.
Fita de borracha e de seda.
19440
400
540
sem segundo
Na raa do Qaeimado n. 55, loja de miadezaa
de Joa d Azevedo Maia a Silva, esti queimsndo
todaa aa auaa miadezaa muito boas a beratissi-
maa, a aaber :
Sapatoa de tranca de la muito superio-
res a
Ditos de lia para meninos de peito a 200 e
Parca de botdea para panhoaa
Caixaa com papel de dirersaa qualidades
aortido a
Diloa de corea o mclhor que ha a
Theaouraa de 6 polegadaa a
Ara prea muito lina (libra)
Pegae de fita para coa, de superior qaa-
lidade a
Novalloa de linha que tem 200 jardaa a
dem idem de 400 jardaa a
dem idem de 800 jardaa a
Linha do gaz de 10 e 20 jardaa a tres por
doua barato.
Caixaa de folha com phoaphoros a
Cornetaa de chire para eotreter meni-
noa a
Carriteis de linha d 100 jarlas a
dem de Alexaodre muito superior a
Dazia de facas e garlos, cabo preto, mui-
to flnaa a
Calas com colxetes francezea a
xmmmm m mmmnMUX
I
Grande
80
80
30
100
Tambem sao chegadia aa superiorea fitas de
borracha, assim como de seda preta, propria para Ditas com phosphoros do gaz a
debrum de vestido, como para coilete, que se Ditas com dito de vela muito superior
vende pelo barato preco de 160 ra. a vara : a '
no gallo vigilante, ra do Creapo n. 7.
Caixaa comiscas para ascender charutos
Duzias de meias craaa muito encorpa-
daa a
Duzia de meias brancas a
$500
40
20
20
40
2S-00
1J600
38000
40
800
200
400
10
160
200
500
ISOOO
240
Manguitos com goliihas.
Vende-ae manguitos com gollinhas, fazenda
muito boa, palo barato preco de 2g000, gollinhaa
, e punboa ultimo gosto a 2000, gollinhaa multa
i finas e bem bordadaa a 1(000 cada ama na ra?
do Qaeimado loja de miadezaa da Boa (ama,
I n. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Veode-e pogaa ce tiraa bordadaa da 2,500,
3,000, 3,500 4,000 tremelos a I5GOO e 29OOO
cada paga na ra do Qaeimado loja de miadezaa
da Boa lama, n. 35.
1 liquidado por todo,,
I o precio, na loja dos
Serianejo.
RA DO QUIMADO N. 45.
Apparecain coni dinheiro que nao
deixarao de comprar.
Chitas escuras finas a 160, 180 e 200
rs., corles de vestido pretos bordados a
velludo de cuato de 15C$ ae vendem por
309,40$, 50} e 7P.;, aahidas de baile vel-
ludo e setim a 129 e 139, camisas para se-
nhora a 29 e 39, golllohaa e manguitos a
29, 3g e 39500, gollinhaaeambraia borda- 92
-daa a 500,60, 700, 800, 900 a 19, dita* a
de fil bordado a 120 rs., casaveques de |
faltan a fi% R% 70 mal, fti .H| 91
sedi
mido loja dt miedezas da Boa fama.n. 35.
Caixas de tartaruga e charu-
teiras de charo para rapDVcb^m/i"b"nc"mui,ofiB"p'"
6 Charutos Masaos com grampoa de todaa as quall-
O tabaquista que aprecia a boa pitada da Lia- Bol5as multo finas para guardar dinhel-
boaoumesmo Princesa. Mearon etc., etc., ra, servem tambem pars guardar fumo,
V i" 0,mSre,ra* bonl a ?,,," d8 t"uga e aervem tambem para senhora a 500 a
toda merchetada eom a mal nao ae envergonha- Thaaourae pequeas, porm mailo ti-
ra da offerecer da boa pitada de aea gaeto a to- naaa
dos os circumalaotei que ssachsrem em aaa ro- I Ditaa para unhaa tambem muito aupe-
ca, mallos doe quaes louvarao o seo bom gosto. i riores a
Assim como a eaixa aecesearia ao tabaquista,' Marca* para cobrir, aao pequenaa, porm
a charuleira nao su per fia a no turnante e sendo o preco convida a
ella bonita como sao aa da charo noxhetaa me- j parM de meiaa de corea para meninos a
hor aera porque eom aao deixa conhecer qusn- par6s de meias brancas para meninas a
to sabe apreciar o bom. Para os roais coromo-' Groza de pennas d'aco de todaa aa qua-
uistaa tambem ha bom sorlimento e todos encon- I Hdadea a
trarao bar.toza ama vez que munidos de dinhel- Caixaa com 100 anvelopes muito finos a
ro ae dingirera a ra do Queimado loja da aguia i Qroza do boles de looca pratiadoa a
branca n. 16.
ILoja das t> por-*
tas em frente do Li
5 vramento.
jjBaloes de 15, 20, 50 e iO arcos.*
S Grande sortmento de balSes de arcoa U
5 os melhores nesta fazenda e grandes, chi- *
A tas francezas largas escuras a 220 e 240 n
" rs. o covaio, cambrala lisa para for- 5
ro com 8 1:2 varas a 29 a pega, ditaa ti- 1
Das a 3$, 4g, 59 e 6J muito finas, ditaa .
da salpiqulaho com S lf2 varas a 39500 a pe;a, coberlas alcoxotdas brancas e de *u
cores para cama a 49500 e 59, asas de tt
cores francezas tfntaa feguras a 320 rs. o J
| aovado, pe a da bretanha de rolo a 2j, S
g algold trancado alvo maito largo para 3
m toalhas a 19 "a vari, enfeiles a Garibaldi 8
a seodo pretos a S cada um, lencos bran- S
g cor, com barra de cores a 120 cada am, S
S roapa felta de todaa aa qualidades muito S
baratas, a loja est aberta ate aa 9 horas p
Baleas.
Venda-se baleias 120 ra. cada ama aspa de ac
para balo a 160 ra. a vara, bandea a 19500 ra. e
2(00 o par, na ra do Qaeimado loja de miadezaa
da Boa fama, n. 35.
A2500,sopavo.
Vndem-ae cortes de cambraia branca com 2 e
[ 3 bebades a 29500, ditos de tarlatana braceos e
J hP(rapgtn nc romiuiino d,,(0IM| eom b"rM bb(,0, 39: na ra
d til tgdl dlU reilieUlOS da Imperatrlx n. 60, loja a armazem da pavao da
do Dr. RaduayResolutivo p"na & Sil"------------^-------
reno, ador, prompto allivioj v.J:?!^*^wMi
e pillllaS reeuladorSS. vestidos a 29OOO a peca na ra do Queimado
T j n j r> 1 t 1 loja de miudezas, n. 35.
No droguista Raymundo Larlos Lette : ------------------------------------------------
Irmao. ra da Impertriz n. 12. MeiaS dt borracha.
v*ude-se meias de borracha para qaem padece
da eryipela a 159000 o par, meiaa de aeda preta
para eeuhora a lgOO o par na raa do Queimade
loja de miudezas da Boa fat-ia, n. 35.
Perfumarlas muito finas e
baratas.
Opiata ingleza a 19500 ra, dita franceza a 500
rs., 640, I9OOO, oleo da sociedade bygienique
verdadeirc a JCOO o frasco, oleo babosa de Fi'si
vrdadeiro a 800 ra. o frasco, agua balsmica
para oa dentee a 19000, dita de Botot tambem
Maito liadas caixinhas e >b?x*s p*ra weninaa, P" os d,ente *'P" .fr"'0> Pom,da &-
de 100 rtSie at 29500: na lojf. da Vietorta, na raa I" Ps 500 rs. e JJOOO, 320 rs. sabonet
do Queimado n. 75. m*it0 fino a 6* 800 ,*000 l*d" *ni n*
- raa do Queimado loja d miadezaa da Boa fama,
n. 35.
Liuzmh s muito finas
para vestidos.
Supriores lazinhaa para" veatidoa de maito
bonitos padresque se vendem pelo baratiaaimo
prego de 440 rs. o ovado : na ra do Qaeima-
, do n. 22, no loja da boa f.
Sfaalo a 59. 69 a 7$, meias de ,
brancaa e pretaa para aenhora a I92OO 1
I o par, tiras bordadaa a 500 e 700 ra., 5
I la do quadro edfeatada a 300 a 360 ra. f
8' o aovado, cambraia prea a 401) a 440
ra. a vara, organdys da corea a 600 ra. a
8 vara, fil braaco adamaacado para cor-
tinadoa o veatidoa a 400 e 500 ris a
g vara, cortes de collete de caaemira bor-
I dadoa pretos a 29 e 39000, ditoa de
SE velludo de cor e .retos a 39, 49, 59 a 69,
#5 paletota de brim branco francezea a
R 39500 e 495OO, ditoa de caaemira da co-
S rea e pratoa a 149 < 169. >'< de alpaca
preta e de corea a 39,38500, 49 e 49500,
8 camisas de peito de linho a 29500, cortea
de collete de gorgaro a J9500, 19700,
_ 29200, 3] 38500, colletea fritos de brim
S braneo a 29OOO, lloa feltoa de gorgurs
X 29500 e 39500, ditoa feitoa de casemira %
S a 38500, 48 48500, ditoa da vallado a I
59, 69e 79, ditoa de fuslao de cores a 5
18500, um variado sortimento de meiaa S
para homem e aenhora, grinaldas om
ores, hales de froco, espartilhoe, a to-
da a qaalidade de roapaa feilaa para ho-
mem que lude se vende por metade do
sea valor.
I
Carrosa.
Vende se urna carroca nova bem conatruida e
boro ferrada, e que serve para bol e cavallo por
ser appirelhada para urna e outra couss : na ra
da Concordia, leoda de ferreiro junto a um esta-
leiro de carpinleiro.
Vendem se tachas de
ft^rrocuado do fabricante insis
acreditado : na ra do Brum
n. 28 B, armazem de Jos da
Silva Loyo AC.
Bonecas francezas.
Veode-ae bonecas fraue ricamente vaatldaa
4-500O 59OOO, e 2|000 bonecaa de cera com os -----
olhoa wovedcos a 28000 e39OOO, na ruado Qai- OU aiJOIAr dC lina qualldade. _
Perlas falcas
i'entescomenfeites.
A loja d'agaa branca acaba de receber lindos e
noviaaimos peotes com enfeiles pendentes, obra
de muito gosto o ultima moda para senhoras, os
quaea cuatam de 5 a 129. conforme os diflerentes
e agradaveis moldes; assim os pretendentes man-
dem quanto antea na loia d'aguia branca, raa do
Queimado n. 16.
Conservadores para ca-
bellos de senhoras.
A loja d'aguia branca receben esses delicados
enfeites para eabe;ac de senhoras, os quaes alm
da galantera tem maia a aiogularidade de con-
servar perfeltamente o atado dos cabellos, e sao
elles de um (tediado roui fino e ornado com fl-
nissimos vidrilhos, o que os tornam tao agrada-
veia vista de todos, e venJem-se pelo diminuto
prego de 19500cada uro, issonarua do Qaeimado
loja d agua branca n. 16.
Veodem-ae oa dous grandes armszeos sitos
na ra de Apollo de ns. 38 e 40 (casa de quina),
conlendo o primeiro 32 palmos de frente e 300 e
tantoa de fundo; o segando com o meamo com-
primeoto e pouco menoa de largo, ambos com os
fundos para ocaea do mesmo nome, com arcos
por deolro para commuoicsco, proprio para
qualquer eslabelecimeoto em ponto grande por
ter excellente porto de embarque e desembarque,
e situado junto a ponte nova. E' igualmente
proprio para recolher gneros de estiva por ter
para isso grande capacidade, e vendem-ae jantoa
ou aeparadoa conforme melhor convier aoa eom-
pradorea : a tratar na ra doa Gaararapea n. 28.
Vende-se urna caaa terrea na ra dos Acou-
gojahos n. 17 : a tratar na raa Direita n. 123.
Loja de l'azenilas.
Vende-ae a loja de fszendas da ra da Impe-
ratriz n. 26, propria para qualquer principiante
por ter poucoa fundoa a aer muito afreguezada e
em bom local, e sendo seu aluguel najto com-
roodo ; quem pretender dirija-se a ra do Quei-
mado n. 18, que achara com quem tratar.
Barato que admira.
Ra do Amorim n. 43,
Vendem-ae saccas com mllho novo a 2J500,
ditas com farinha a 29500.
Aproveitem?1 occasiao,
O dono da casa de funileiro da raa estreita do
Rosario n. 10, confronte a padaria, qaerendo aca-
bar com a dita loja, vende o restante daa obraa
de folha de Haad" 7c: _eno im terc,o do aea
valor, aaaim como a" arroacio por lodo o prego.
Vendem-se cexes va-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1^580 cadaum
j tiesta typographia se dir.
Moendas p meias moendas.
Taixai de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru doRrum n. 58, fundicao
de D. W. Bouman.
Camisas bordadas e outro* b-
jectos necessarioh p&{ a
senhoras.
Na loja da agaia branca acba-aa em bello ao-
timento de bonltaacamiainbaa de no* *ambrsfa
com babadinbos e mui bonitos bordados -.ir Cn-
?os e delicados rtes^uhos, as quaea aarter-. na'
l bem para oa moderuoa veatidoa d* frente aberta
' a vaadem-ae pelo diminuto prego de 39 caaa
,DJ* ; assim i gollinhaa de superior ambraia aaI a todos bo.-
i dados, com punnos virados o cada par pelo i> -
iratiaaimo prego de2J. ooae admiravel avista
da auperioriadeda oDra, e bem assim panlms
gollinhaa tambem bordadoa com boDito botdea
a 29ag6ainigao, e gollinhaa sol;.- Igualanaat*
bem bordadas a 19 ada urna e mirgatlcs a tCO
rs. o par. A viata pois de em tao compl*t so.
umeoto nenbuma aenhora deixsr de comprar
eaaeaneeaaaarios objectea tanto rcaia
cuamoilidado (los ;>regos convida e
dos sejam bem servaos coovem
!ogo comprar os loje da
Queimado o. 16.
qttute
para |.-.-
qu mandoni
agula branca :u .
Na ra da Iiiiper^triz nu-
mero SO.
Vende-se o seguinte.
Bramante com 10 palmos de lerpurs s ljj500,
riscadinhoa escaros de cOr flxa a 160 rs., eis;as
de cores a 280 a 320 ra., oleadoa para eobrir
mesas a 2fl, indianas maito hnas 1S, chites a
160, 200, 240, 280 e 320 rs., csmbraiaa de ss'-
picoa da corea a brsntas a 400 rs., cobrtnres
brancoa a eacaroa a 1?200, 19^00 a 29, pannos
finos pretos a de corea a 29, 29400 e 39, cm-
bralas para cortinados t 29 pga. Sitia lisas r
29. 39, 4J e 59, tapetes mailo noa a 69 o 79,
chapeos de aeda e de caator muito Bnos ede ul-
timo gosto de Paria a 89 e 99, ditoa de r*!tro fi-
no copa alta a 59, caaemircsp,.r forro 'e cirros
a I96OO, cortas da dita r^aito fina para oigas a
49, pegae da entremnioa 19, c finalmente rr.a-
dapoloea, algoddes, brins, br-tanvrs a oulrar
muitaa (aiendaa qu* o dn-10 do cstabelecim-.nto
est reaolvido a vender multo barato sflm de Alflnetes pretos ebr;":cos em aixi.has.
aparar dinheiro, dando-se as ODipalentts amos- Aaa'.haa imperiaes fuudo dourao.
tras com penhor._______ I Ditas victoria em taixinbaa e papis.
r-rr------------------,. Retroi nrto fino m erretola rrandee:
Libras s ter linas
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio '
da Olivelra & Fllho. lamo do Corpo Santo n. 10.'
A loja da sgai
c -
bF&nc&ru%doQueiina .16
Aelfee^de reteber os p'ecisos objeclot a^ v -
tea:
Asnas de bale'' srandea e iutn .?.
Fita com colites brar*s, prd e piala.
Dita de isi prr.' drbruar vestidos de eor't.
Trancinha de caracol miado conhetida pe c?:^
tote.
AlIencaO.
Barato para bc*bar.
Na ra do Queimado n. G loja de Ma-
chados & Santos.
Vende-a saceos de viagem de oleado Estilo
bons pelo diminuto prego .e 39 cada nr, cami-
sas ioglezaa de linho para meninos de diferentes
idades, a elles que o prsgo agrada, calgaa bor-
dadas para meninos ou meninas a 19 o par e cu-
tras muitas fazendas que ae ven-ra muito bara-
to para liquidar.
1
1
iageos Polares,
Soahall Hellora & C, tande reeebido or-
A loja da gota banca acaba de receber um | dam para vender o aea crescido daposito d rslo-
Potassa 4a Kussia.
Vende-se emeasa deN. O Bieber
C, successores. ra da Cruz n. 4.


UD
Ra to Qaeimado n. 53, loja
Jos de Azivedv Ua? e .Silva, ce
Enfeites p^ra senhora.
Oa melborea enfeites pretos e da edrea qaa ap-
psrece a5950v>, 69 a 6551111 : na loja da Victoria,
oa ra do Queimado n. 75._____________
Caixinhas e c^bazes )&ru
a meninas trazerem
no braQO.
I Franjas pretas com vi-
raa do Trapicha n.28.
os gargatilhas que presente/nente eslao era mo- I P"-loa por eommodo prego ao aaa escriptorio
da e mesmo para oufos enfeites, e como se m pro
vendem-se coramodarnente a 1, 192o0 e 19500
oflo isso na ra do Quemado loja d'aguia branca
n. 16.
Fabrica de vel^,
Ver.de-so urna fabrica de velas com 113 dorias
de formas e mals pertence?, tado em bom uso, e
bem acreditsda ; na ra da Peona n. 11.
Ht
driiho e sem elle.
Ricos sortimentos d franjas pretaa de eflrea
com vidrilbo e sem elle : na loja da Victoria, na
raa do Queitrido n. 75.
Z/inhasd^ peso verda-
deiras..
Linha finas de peso verdadeiraa, meadaa
ajrandea a 240 ria : na loja da Victoria, na raa
do Qaeimade o. 75.
Fhosphoros de seguran^
Phoaphcroa de aeguranga, por que livre de in- | daa guerrea da Italia
candi, a 160 reia a caixa :
aa raa do Qaeimade n. 75.
Carias Ips para u\lmk
A loja d'aguia branca acaba de receber um bom
sortmento de cartas com tintss mui fins, papel
lustroso o opaco, e caraclerea de novoa desenhos,
representando as flguraa os grandes personsgena
' do vigilante.
fata as -en^fas.
Perott.
E' chegsdo no vapor fraocez os liodos perotts
ou enfeites para as senhoras conservarem o ca-
bello antes de ser amarrado, pois s a vista faz
f, pelo baratissimo prego de 18500 : s no vigi-
lante, raa do Crespo d. 7.
Gravatinhas.
Tambem sao chegadas as lindas gravatinhas
pretas e de cores, tanto para hornera como para
senhora, tando as de homem lindos boles e eom
elstico, se ven4e pelo baratissimo prego de 18
e 19500 : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Aderecos pretos
Tambem chegaram os lindos aderegos pretos,
sendo Jaas pulseiras, rosetas, s'finetes, tudo em
urna caixinha, inteiramente couea nova cesta
praga, todos muito delicados pela grande mo
de obra que tem, pois as pessoas de bom gosto
ssberao apreciar : s no gallo vigilante, ra do
Creapo n. 7.
Agulhaf*,
Tambem sao chegadaa aa verdadeiraa sgalhas
Victoria, de faodo dobrado, qae ae vende pelo
barato prego de 100 rs. o papel: s no gallo vi-
gilante, rea do Creapo n.7.
Cape 1 las para noiva.,
Tambem sao chegadas as lindas espolias bran-
cas, o roais delicado qua poda hs.ver, que se ven-
de pelo baratisiimo prego de 79 e 69, tsaibem ha
oulrs mais iuferiores que se vende por 29 e 89.
Pede-ae que quem livor de comprar qualquer
Boa fama n. 35.
Vende os seguintes ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
Grampoa ^,alo com pendente douradoa a SJ
o par. 1
lr.l.n
ltl-
Pinli In-Iundo tirlimga para bandea,
mo goato a 139 o par.
Fivelaa para siotos, fazenda inteiramente nova
a 29 o pa*.
Alflnetea pretos eom doeradopara aenhora, in-
teiramente novoa a29 cada are.
Botaa pretos com dourado par pubes, intei-
ramente ovos, a 29 o par.
Botes de tsrtaruge para punhoa a 19500 o par.
Na ra do Qaeimado, loja de miudezas d. 35,
. boa tama.
7 .
' Tinta para marcar roupa.
Vende-se tinta pare marcar roupa a I9.
Agua de malabar para tiDgir caballos a 59 o
traeco : na ra do Queimado, loja de mludzaa n.
i 35, da boa fama.
Cartas linas para jogar.
Vende-se duzia de btralhoa de cartas finas com
Sahio a' luz, e acha-se a' venda na
Liyraria Eoonomjca, a obra vertida do
inglez pelo primeiro Vnente da armada
Col la ti no Marques de SouzS, a. qual
tem por titulo Descobertas e Aventu-
ras nos Mares e Regioes Polares
pon
Sir John Lesle,
Roberto Jameson
E
Hugh Murray.
Esta importante obra compor-se ba
de dez olbetos, do custo cada um de
1$, e ornada de um mappa dos mares
polares, e de bellas estampas, que suc-
cessivamente acompanbarao os olbetos,
que mensalmente se publicar So.
Ra da Senz&lia Nov* u. 42
Venda-sa am casa da S. P. Jonhtsn & .,
scilins shoas ingleos, candieiros o castiijaus
bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, unios pata carros da
uta a dous csvsllos, a liog-os de onro patete
ingles.
a ni i ......, a. |aieaV*Jt,.f
Relogioa.
Vende-se eaa casa rte Johnstoo fater & C,
. do Yigario n. 3. um bulto sortmento d
i elogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; lambet
ama variedada da bonios trancelns para es
OMSMOS.
Chegado pelo vapor fran-
cez s pan* o \igliante.
Lindos peules de marrafa.
Sao chegadosos lindos peotinbos douradiahos
com multo lindas molduras de difieren toa goales
para marrsfas ou travossos, pois s6 com a vista
oscompradorea podero apreciar o quanto sao
delicados, pelo barato prego de 3g o ur, assim
de miuaiae *
nhecido pi,i Jo-
bo Bigodinho, asta Tendando tudo paios vr*c<;s
j sabidos, porm quem nao souber lenba
bordade de **r o que bom e baratiaaimo:
Frascos de Laaode mailo uos, a 800
Ditos de olee calosa supirior, a 3U e.. 5C0
Frascos ('a aaoa de eclonis multo tina a K.O
Hitos de dita grandes superior, n 601)
Caixis con: tos cor de rosa para limpar
dente, a.......: 10
Dezia deabor.etrs meilo (loes, a 60O
Vareado biro daa libas, est no resto, a hi)
Carriteis de linha preta muito grande,
e tero muita linha, a.................. 160
Bengalas do melhor gesto, a : 5CO
y^'iros com t'nt muito boa, a 'U>
Baralhos de eSf1 francesas, a _,
li.us de cartas pf.tug.'?:s muito b
as, a ; :...... mo
Varas do fita de velludo recottada, a ICO SO
Frascos da bsnbe de arco multo supe-
rior, ............ 6C0
Ditos de dita transparente, a .... 800
Frascos; Je macar petla, mu.o uno, a C
Ditos de dito oleo, maito uno, a ICO
Varaa de fita jara faier slutoa "os me-
lborea ffosto, a........ 0C
Balado do Porto para todo o prego. .
L.->bycilos muito fios pera todo prego.
Larris com phoaphoroa muito bous, a 160
Mifoa do iioba i.a paia bordar, a .... 14C
Cartas do clcheles tuperiore a 40 a 80
Escovas para injpsr detles, a 00 a Wti
Grriteis do retrox de todas aa trt?, n 240
Boneras mss venir- tuilo bonitts,
210 e.................. 310
Grartas de duas volt*s multo supe-
riores a.............................. 8(lli
Fios e reassos de coral de qaslqaer qua-
lidade a......................*......... 500
Sabonetes grandes e maito finos, a.... I
Agtttheiroa rom equinas...... 80
Fitas para "spariilhos grandes e pe-
queos a CO o........
.Varas de bico d<) 3 e 4 dedos, a \-a
Calzas com agulhan fraocozas eaitas, a 160
Linhas; em certdes brancas de cft-
raa. a..........,...................... 3
mmti
i
Mncnn.
aa pontaa douradaa a 69, dita sem ser dourada a como sem aer douradoa do lindos goetos, pelo
3J500 e 4g : na raa do Queimado, loja de mia- D*rl prego de 2J o par : s6 no' vigilante, raa
aezse n. 35, boa (ama.
Fitas de laa para debrum.
Vendem-ae pecas de fita de la para debrum a
1S, e em ttra a 120 ra., diUs de seda a 2#400, e
em vara a 240 : na raa do Queimado, loja de
miuderaa1 n. 35 da boa fama.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores 'toiha.lo adameicado com 8 p*l-
na loja da Victoria, que com una baralboa assim boos e bonitos, tor-
ns-se einda mais deleitavel o entreter-se parte
da noite no divertido voltarete, tendo semprs
espadilba, manilha, basto, etc., etc., e pelo con
trario um pichoso, ao qualoa bolinhosea cha va-
na do bom cha do dono da easa far eaquecer o
pouco qae perder. Os bsrslhos do canto redon-
I doe doarado cesta ni 69 a dazia, oa immediatos
Lllltl'ci Q6 CrOXel para IS- 5, a outros 4, 3S00 a 3. Tambem ha finas
. 1 paraoa apaixonadoa da bisca, espadilhs, etc.,
QVf lQUlO- *1*1* 6 !riao ^a m,' canssr-se, o preten-
outros. Ja se v, poia, I destea objectos, que se apresse antes que se sea-
Baleias para vestidos.
Baleias multo grandes e boas a 160 riia etra
oa loja da Victoria, oa ra do Queimado n. 75.
be, poiefoi apenas urnas pequeas amostras que
serecebeu : sno gallo vigilante, ra do Creapo
numero 7.
dente dirigir-se com dinheiro rea do Qaeima-
do, loja d'aguia brinca n. 16, que aera bem aer-
i vido conforme o loovavel costume.
Aos Srs. consumidores
de gaz.
Nos armazeos do caes do Ramos ns. 18 e 36, e
ns ra do Trapiche novo [ no Hecife ) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira quslidade,
e recentementechegado, a 159000 a lata de 5 ga-
lo, assim como latas de 10 a de 5 garrafes, e
em garrafa?.
Arados americanos
para lavar roupa : em casa de S. P.
Johnston^ 4 C ra da Senzalla Nova
u. 42.
do Crespo i.. 7.
Para atar cabello.
Tambem ha chegado linios ptntea de tarta-
ruga todo entrencerto com fita da borracha, de
forma qae o cabello abarrado fl-a dentro de um
engranado, intelrsmeiits; cous^ nova, e rte multo
gosto, assim como com uc. liro? de lindos fei-
tios, que se vende por pr^go muito ratoavei : s
no vigilante, ruv do Cre.po n. 7.
Luvas to pellica.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31Rus Direit*31.
S.'sle rio s bers montado aataboleslmerua --
cr.trarao .sfr.a;ut;*.so mais porfcil- imn
^ario barato o *? ^u'ru.
USNAS do todas aa q 11 '"des.
SANTUARIOS qaa rivaliaam col o|aaarts.
BANHElBoS '- !oa o' tamanl .
SEMICrm* Id dem.
BALDES MatB Mera.
BACAS leere Id
BAH11S dem idorn.
folha en c?iv.-s ..'/ tod' <. m grossxru.
PRATOS mitredo em perla bes persea,
laca.
GHALEIBAS de todaa aa caalMadea.
TANEI-LCS Idem dem. "
COCOS, CANDIEIROS Daedrea par *>-
qefr sortimento.
VIDROS tr.: caixaa a < !-'..'.', ..- lod t i-
rcandando-ae manhoa, betai dentro s idede,
! t'.-ji 3 -.-.arli .
Reeebam-aa eD5orctnioda de qaaiqaei nata*
| reza, -oncertos, qu uto ser deaempenhado a
; ccntcnt.v.
moa de largura a 1J600 rs. a vara :
Queimado n. S, na loja da boa f.
Damasco par* colxas e para
ornamentos de igrtja.
Tambem hgario as vcrladcirss luvas dei'
Jouvin maito frescas t.cto p?ri homem como1
rus o C'--sjo '
afcTT rH-rflrrt'-TffTJK:T^iftt::-y-^rg.3;^r^.
para senhora; s no vigilante
n. 7.
Vende-se maito superior damasce de la de
urna s cor, muito proprio para coixaa o para
ornamentoa, com 6 pelmoede largura pelo ba-
e macbinas "lo P"5 dt 2&00 re. o covedo : na rea de
Qaeimado n. 21, na loja da boa f.
La para bordar.
Tambera ha superior !Sa para bordar que ee
vendo por Cj> a libra, aaaim eono lia de famili.
que ae vende a 1$, e era cada c-ixinhs rooito fioa
pelo baratissimo prego de 79 a caixinha : a no
vigilante, rea do Crv-po o. 7.
Verdadeira pechincha.
w
m
m
Aa melhores linhas de eroxel pera labyrlstb,
ro vellos monstros a 30 ria am : na loja da Vic-
toria, na raa do Queimado n. 75.
Sntos dourados para se-
nhoras.
Lindoa aintoa douradoa pan senhoras a 2$-200,
ditos de ponte rahida a 4#, ditos de fita a 1$600:
ce loja da Victoria, na ra doQaeimadn a. 75.
Ricos espelhos de
modnra dourada para
sal s
Chegoa para a loja da Vistori* ama paqueos
porgan de rlcoa espelhos de varios tsiaanhos para
ornamentes de salas, afliaD5sri<'c-ee srem os
melhores em vidroa que tem vmdo : na loja da
Victoria, ea ra do Queimado n. 75.____________
hk^. para bordar.
Lia maito boa da todas aa cures para bordar, a
70 a libra : na loja da Victoria, na raa do Quei-
mado o. 75.
aUlilIIcto 11^ $d/e> jpfrenteda Penha n. 33 vende manteiga ingle-
Gaiitnhaa com 50 noveilos de lichaa maito fl- Iza auperior a 800ris, dita francesa a 6UG, quei-
aas do gaz a 900 ria a caixa, citaa com ''') no- jos do ultimo vapor a 1(900, ditoa a 1$700 e
valloa a 700 riia, ditaa oro 10 novalloa grandes 1$500. cha fino a 2c800, can? de doce de goia-
a 700 ria, brancaa a pretaa: na loja da Victoria, ba a 500, espermacete aupsrior a 720 ris. aa-
na raa do Qaeimado n. 75. perior vinho do porto a 800, dito doFigueiraa
_ Vende-ae am cavallo pr ra, acoatumedo em carro, e cabriole!, nove, quo of'
aindatcm uras mads afszer, sem o menor sastra Vende-scuma casa de laipa na Cabanga
aam achaque ; na rea do Golorello n. 31. t trafsr na tita Imperial n. 237.
6 le
C, aaceeaaores;
iSS a r-, r> SHrN los ile D. Lnizl
e D. Matia Pa.
^ Chegaram pelo paquete fran-
(p cez Guienne : na ra do Cres-
0 pon. 2, loja de Nogueira de
Souza, junto ao arco de Santo
Antonio.
Em csaa de N. O. Bieber &
raa da Cruz n. 4, vendem-ae :
I afaeblna para regar hortaa e eapim.
Ditaa para desrarocar milho.
Ditaa para ortar capim.
Salina com pertancea a 10$ e 20$.
Obraa de metal principa plateadas.
Alcatro da Saeclt.
Verniz de alcatro para navioa.
Saisa parriihada primeira qaalidade o Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixaa de 1 duzia.
Cognac em caixaa de 1 duzia.
I& Ar4rioi e KMdes.
Bnlhantea.
C rrocaa pequeas.
Vendem-ae cortea de auperior gorgaro de aa- I IJOJpC/lilVO
da para colletea pelo baratissimo preco de 1#, Tsmbem ha grande sortimeoto de eapeihss re-
?j e 3g o corte : na ra do Queimado n. 22, na dondoade moldura douradoa de todos os tama-
bem conhecida loja da boa f. nhos, com excelleot" vioro, qua se ve;ide pelo
T ~"------------r~";--------------- bsratlasiroo de 3$, 4J a 5J : s nc vlg'lv.te, ra>
rara os tabaquistas, \**2*2:__________'
Lencoa muit fluos aimita^o do de linho de St')'S
cousa muito chique se v*i,-1e f lo barata preco
de 4$, assim como ricas five!** para airloa com
p-odrinhas de lindoa gost. qu ea vende a 1J60C
a 2$; a no vigilante ru* .oCrpo r 7.
Fugio do rngenbo Pereira da
(regaezia de J-boatao no dia 12 do cor-
ree-te, um escravo de nome Paulo, re-
presenta 35 annos pouco mais ou me-
nos, bai\o, ebeio do corpo, preto, sup-
poe-se ter ido para esta cidade : quem
o apreficnder leveoao en/jenlio I\rei-
r ou nesta praca ao Sr. Francisco Pe-
rtira dos Res, que generosamente re-
compensara' : na ra das Cinco Ponte*
n 72.
barato preco de 4800 o 5<500 a dazia: na raa
doOaeimodo n. 12, na bem eonhecid* loja da
boa f._______________________ ;
No vos pautes
6
*.
\m
i
tartaruga e tuasse,
.
5t-

O Gira sol
itiivadc isIki;i.
O antigo deposito da ra do Bram o. 66, arma-
zem, acaba Oe receber a saperior cal de Lisboa Per,e,?a de',e difficil dastrever,
da msis nova que ha no mercado, chegada um '"0' a dtxer que elles sao de um deae-
destes dias pelo brigue portugoez Constante n?7|ss!rpo de apurado gosto, e de custosa
qae se vende por precos muito coma.odos. | ex"5"?aovn*. *If jartieto elevoa-so por sua
Livro das Dores.
Contende o otficio, modo de resar a er, ao-
tenario e tods as cragoes para deprecar as Do-
res de Mara Sanli6sima: vende-se a 320 rs. na
livraria ra praga da In'epetidentia n. 6 e 8.
Boa tinta par escrever.
Vende-ae a 640 rs. a garrafa : na livraria n. 6
0 8 da praga d* Independencia:
VenDe-se urna muleta moca, ssdia, quo
sabe lavar, engommar e coxinhar : na ra Nova
de Santa Rita n, 7 se dir qaem rende.
Chegado pelo v
porfracez sopara o vigi-
lante finos pentes de mar-
rafa.
E* chegado oa liodos pantlohos douradoa com
muitas lindaa moldaraa de dlfferenlea gostos ps
ra mairafa oa travessos, pois s com a vita os
compradorea saberao preciar o qpnto sio deli-
cados pelo baratissimo prego de SgOOo o par :
sssim como aem aer douradoa de lindos gostos
pelo barato prego de 2# : na rus do Cespo n. 7!
pericia. Tem elles a forma de um lago de fita no | S no galo vigilante, ra do Creapo v. 7.'
centro do qae ae conbeco o feche por meio de i n -,-. 7, T~-----------'
urna flvella, iaao alem de rendados, tanto oa da wrsiup*. s DfliaO.
tartaruga como os de massa. Agora, poia, que Tambem chegado ss lindas grampas a balo
apparece o bom, coovem qae aa seobcraa se nao couss maito linda : s no vigilante, rus do Cres-
demorem em mandar comprar na loja d'aguia j po o. 7.
ranea, ra do Queimado n. 16.
com dourado e sem elle,
para star cabello.
A loja d'aguia branca acaba de receber esses
pentea de que ss senhoras tanto precisavam para
igualar aoa pequeos douradoa. O aortimento
pequeo, porm completo, porque tem de tarta-
ruga e massa, dourados e sem o ser. A belleza
por isso
Achs-se venda no escriptorio de Antonio
Luizde Olivelra Azevedo & C, ra da Cruz n. 1
a obra eacripta palo viaeooda de Uragaay.Enasio
Sobre o Direito Adminiatrativo; deixemoe do to-
ser elogios a esta obra, basta o nomo do sea al-
tor para a tornar rocommendada, dos rolamos
tm broshara 10J, encadernado lSf.
Potasas da Russia
e Americm^e
No sscriptorio de Hsnoel Ignacio da Olivaira &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por prego
maia barato do que em outra qudqaer parte.
a qaem pegar o pardo Francisco, oe 17 anL*
de idadf, de bonita figura com todoc oa dentet,
cabellos carspinhos e rabos, esta pardo fol de
8r. Dr. Borg<>*dv Fonaeca, o qual viajoa com a
mesmo aennnr toar, o eerto ruborbioa dest*
provincia,nexesseriamente qur~o era aa s-
cravo, a taicex aioris se inculqve a servigo de
meamo: quem o pegar queira entrega lo a n
legitimo donons ra do Hospicio o. 6.
________Ignacio l.uii de Brito Taborda.
Furo do eoget,ho Sva, fregueria da Sarto
Amaro Jaboaiao, no da 9 desetembro, a escra-
vacrioula, fula, de nome Joaquino, idsd 22 an-
nos, poucu mais ou menos, conduzindo um filho
de nome Benedicto, cor cabra vtrmelho, Com
idade de seis -oons, a dits esrrava alta, chela
do corpo, tem um taino no braco, que eoffreu em
pequeua, porm existe a marca muito wsive|t
tem os denles iatelros e nf f^iges grosseiras ;
descnnfla-8e estar squi no Recife com o titulo do
forra: ruga-se as autoridades poHeiaes e aos Sr.
capites de campo, que a apreh?noenrio etlro-
guem-na rea da Paia, em cas do Sr. Peoro
Jos da Cosa o. 35 ou 46, qu receberao 50
de gratifican. _______
Fegio no ai 8 deate mez do encobo Bom
Succeaso da frgueiia d'Agua-Preta, comarca d
Palmares, o escravo Jos, criou.'o, de idadp 35
soDoa pouco mais ou menos, cor prets, altura re-
gular, secco do corpo, rosto comprido e desesr-
nado, barba pouca con bigodes cre^ciiios, marcas
de feridas osa peroaa, am pouco gago, viciado no
fumar, e i-Cficial deaaoateiro : rege se a appre-
hensao e entrega do mesmo ao teoeole Antero
Apngio Ferreira 0a Coata oo referido engenho,
oa nesta cidade a Malaquiss de Lsgos Ferreira
morador na roa do Roaario da Boa-Vista n. 12,
onda se recompensar o condactor.
MUTILADO


p*v
DIARIO DB FI1HAM1CO *- TIRg IRA S3 DI SITBMBAO DE iMf.
Litteratura
Discursos pronunciados por occasio
da ns tal laca o da stciedadcInsti-
tuto Scienstifico,fundada por es-
te dan tes da Faculdadc de Direito de
S. Paulo.
(Concluao ]
11
1.5, loriga do marco,em que boje depo's de lau-
i ,s innoade ce:.tmu > peregrlasr.pousiremo para
reftxer nossas (oreas extenuadas e contemplar
uosso miserando pasaido inda deparamos cum 01
farros, que agrithoaram os pulsos de um escraro,
rotas as Testes que Iba cobriam o corpo, ao chao
esbido o callee do amargura que iateiro trs-
gers.
Escraro, porern, nao poda sempiternamente
permanecer quem tantas proporcoeg tohi para
ser Hrre, le ti deoodo pira pugnar, tanta cora-
g m para nao tremer, Untas riqaezia para liber-
tar-se I
E elle foi livre... Iire sem exigir o saogue de
":<3 crueis senhore, livre sem lagrimas, sem
l rilos sem cadveres,
Erguen-e o tbrono do vencedor de Aljubar
rota, qusndo a flamma de descoserlas e couquif-
tai eteou-se nos congoes ntenos. Este e seus
descendentes, todos hroes eram eotao o centro, nar o despositi'vo'de m"con*eUiVKmenrcViD>-
qua absorvia as vittas d* Europa iiileira, o foco ra se revollar contra alie.
Nao tudo anda.
Depoi. de haver esttbeleciio este principio er-
rneo, o collega dedal delle a legtlimidade da
revolucao italiana.
J5 litemos sentir a iojestiga. que se eommette
para com o povo romano, tt-ibuiodo-e lhe a
pstaroidale de todos os movimentos eaclores.
Aceitemos, porm, por um instante
ir esta soberana temporal, qae fortalecida pele
i5\ leniP. hoje de ama palpitante necei-
Madi para a iotelra dignidad* completa inde-
pendencia da santa s, foi por isso que a Provi-
aeo:ia nataralmenle reuna ao cejado do pastor o
sceptro do rei.
Mas porque hade a barca de Pedro ser condu-
zca mu favorvelmeole ao portj da aalvacSo
quando seu pillo, despin Jo o manto da realera,
cobrir-se com yestea do pescador? porque? qusl
a razo disto? H H
A prnpo.icao do collega urna deslas proposi-
Coes "Herradoras da consciencia catholica. porque
o eollega deve saber que Cbristo. que prometleu
estar com a sua egrei* iodos os diss at a con-
summsgo dos scelos, jamis consentirla na
junccilo dos dous podores, se dalla resultasse um
impecilio niircba regular da salraco doa po-
I TOS. r
Nao nos consta que duracte os onza scalos ds
.realeza temporal a causa do chrisliaoismo tenba
sido compromettida pelo papado.
I Labe ao collega provar isto ; elle que se ar-
i Torou em juiz do papado incumbe-lhe o deTer da
( atoatral em que tem peccado o goreroo da egre-
ja, em que tem (alnado a disciplina ecclesiaalics
e como ella lucrar com a eboligo do principado
temporal.... E advnti o eollega, a Iheoria que
proclama nao outra seno a do protestantismo;
e elle que aulorisa este direito delivre exame
sobre 09 actos man iotimsmsnle ligadoa i parte
doulrinal da egreja: nao Ibe permitlido exami-
qoa dospedia os reos abrilhaotidores dos sca-
los vindouro9.
O grogrcs.o intelectual, 00 entanlo, estacio-
nara ; s te atlendia a parta material, ao aug-
mentes de novos dominios, foote de novos the-
souro.
Escon iido no soto das seculares florestas de
urna ierra tlesconhecida jazia o Brasil, esse gi-
------------ a resposta do colla-
dos e elle vos respittrao as leudas de nossa. ga deve ser ffirmativa. Mas onde bebeu elle e*-
torturas, nterrogae as campas dn vossos paes e U tieoria? O direito publico moderno prole-ta
isvos res jooderao com as lagrimas dos vene- altamente contra ella : a sua adopcao implicarla
rcadot cadveres que encerram. lele a historia a sanego do tolas as desgracaa de todos os ca
e eucuotrareis antes um martyrologico. taclysrais sociaes.
Onde as doutriois de consolico o esperaag O povo certamente eoberano, mas sobera-
pregaJas ao noiso povo? symbolo de (sublimes no da uma maneira mu diversa: perdida estara
arengas a religio do Golgoiria uio existia no Bra- a sociedsde 9e o poder fosse um mero jogaete as
S' para os europeo* era urna resudada symbo- aOa_do povo.
i:s*da na Cruz, para o brasileiroi uma coimera
tradoui U na espada. Alra-mar a Cruz ara o aojo
que rocebia eui iou seio as preses do povo, r.'.v -
merica o symbolo da prse xava, '4a s amedroutari os Qlhos de um paiz a'>c
oa'ao dirigidos spelo dedo de Deas.
i o Itrasil nao quiz sangue, nao quiz lagrimas,
p'- ': )i uem cadveres 1
O.i le a iQslrutrio, qao cultivasse a simados '"ameata ao poder, depr o soberano o de ceder
po'os a'.Vraerica onda o eusino ? nada disto 5 ufo a geslio de seus negocios, mas isto so-
havia. l'emiam o desovlviinentj di r.'Zio dos totanos casos extremos, quaodo oebefe do es-
MPpri.niJos, porque elies cooheciam seu eslado t,!o ,e colloca por aeas actos em uma til poslco
e eeagiriam. Sem a iostruccao como existir a me Ia9 Por **sim dizer se acha tpso facto deposto ;
ao familia que a ionocuWsae em seus fllhos os su- auno porn pelo simples facto de recoohecer o
is p'ecoitos da moral e da verdada 1 como P?7 concubinato, que existe entre o polar es-
zararem os graules acedes eo amor liberda- ;P-rituil e o poder teror ,a|. como auer o colleira
com rejacar) questlo que nos oceupa ; nao O
porque nao est em sua compelosla dar como
jcertj cal* concubinato, como porque a conceasao
desta poder daria lugr i urna guerra gersl, v\9to
que (alisas. E eeviam -si seus dlscipalos ola-
mente com os herodlanos, que lhe disieram :
Meatre, nos sabemos qae s rerdadeiro, qae
ensinas o camioho de Daaa pela Tardad, ni
as te d de oingaem, porque nao fases aicio de
pesaos : dlxe-nos pois qual o tta saotimento,
heno dar o tributo Cuar, oh nao ? Porm
Jess, conhacendo a sua malicia dase lhe: por
que me (anises nypocritas? Moitrae-me s moe-
da do censo. E elles lhe apresentaram um dl-
nneiro. E Jesua lhe disse : de qaem esta mo-
da e ioseripc;ao? Reaponderam-lhe elle: de Ce-
sar. Eutao Ibe disse Jesua: pois da* Cesar o
que de Cesar e Deus a que i de Deus. (1)
Responda-nos agora o leitor, podem Mtsl pa-
IsTras de Jess Christo servir de bsse uma
aenaargumenticiocontra a causa qaa defeoie-
mos ? eerlameote qae nao. As hypolhes sao
bem difiarentes.
E qusndo lchame texto pira aquestodo
poder temporal o qui se pode disto concluir ?
obtearo ; mis m'cujo pello demora o raais acri-
solado estremscldo amor pela prosperidsde
do su psiz, o a particular da sua proTincis.
Citim, 28 da agosto de 1662.
Sergio Vieiiu.
[Publicador Maranhente.)
A doutrioa de Tbaodoro de Besa, de Milt m, de
Hothman, de Jurieu e de Rousseau ha muit 1 qie
fji regeitada ; j sa (oi o lempo em que Jurieu
poda dizer : o povo nao tem necessida Ja da lar
razio para valuar aeus actos. Tudo iito o col-
lega devessber: nao lhe dado igoorar o al-
cance qae tem a expressaosoberana nacional.
' retasamos nagaoo direito de resistir ac-
oomo apjiarocerem
'''"di favor da
glaJios denoJados que
patria cont.^ o inmigo
hot
Para ier simas enfraqueciadas, espiritos anni-
quillaJos, sangue momo o descorado, de tuio
lancou mi Portugal, at da iostraeco no Brasil.
O livro do povo brasileiro era o azorrague uo
quil ele lis sua 111:1. rania poaiQo de escravo !
Lembnvam-se que eram stnhores, mas esque-
ciam-se que eramos homons 1
Deixae sgreligio, nao vos importunis com a
iostraeco, perguntae : como eramos vistos pea
injusta metropole ? (j je vos digam os donatorios
qr> se apoiiivam di* territorio brasileiro, que
tapiara de nus habitables aervos da gleba, que,
qua varios soberanos de outras potencias se acham
iovestiJos egualmeote de ambos os poderes.
-Se nrevalecesse a theoria do collega a posi^o
dos principes seria lummamente precaria, elle
estarla sajiit) e dependente da vontade dos das-
cententes, qua, tramando ama revolucao. conse-
guissem por qealquer molo forjar-lhe urna depo-
airio ; porqua o collega nao pode detconhacar
que, como diz Baranle: < o poder de um (acto
consummado 6 grande nao somante aobre maa-
1 loarte e ignorante, mas sobro os caracteres li-
com jurulicgao civil e criminal tudo pralicavam allao'i sonre os adoradores da victoria, e mesmo
a ssu talento, asm achar echo junto a j tlirono M'M hons cidados, que tamem cabir do mal
o grito de dr dos miserandos oppresos. Que D0 ueir- *
i: desgragadamente a diplomacia na actual! jade
Jam reconheciJo e acetalo esta aatoridade do
(aitj consummado: Francisco II ahi eet para
atles'.a-lo.
O liberalismo do collega vae dar na moila do
ves diqain as crueldades exercidas sobre os Pua-
g os res, rupeihdos, expulsos e crielaieut- casti-
gados pjr Paro Lopes, que vos digam os Tabaya-
zes em lula com saus proprios irmo3 excitados
por Duarto Coelho. Instrumentos que eram I .
Estanquemos, porm, Srs., o sangue quo cor-
ra iJs nossas mais profundas chagas, eoxuguemos
as lagrimas qae denunciim oossa suprema an-
guslia para o throno da liberdade em qua boje
nos senlaojcs a sudar o libertador do imparto
. adro 1, li-.roe oos Caitos, no mityrio bere.
A' seu mando, si mais Torte, o sol da liber-
; Je a jueceu a campa da nossos paes, i jua voz
.1' u'leratn-se as cadas que nos prenJiam os
palsoa, encaramos a imponeute belleza do cu e
1 nos licito dar um throno aquella queja o
li .mu em nossos coraras.
A' ella a nossa venerars : elle a veneradlo
u loaos os brasileiros.
A' elle, ueste momento solemne, os valante
operarlos do futuro do Brasil pelo florescimento
d.'s Iellras, dirigem o sea primeiro, o seu mais
1 ponsamento.
A '
I jada do prelo, qual virgom celeste
0 ie o ihriino do Eterno saudosa daixou ;
1 -.vas, doozella, to candida e pura,
Qaa nunca to pura minha almasonhoal
Oue riso suavo, que formas singlas
' 1 i-urai como es9*s na vida sonbei I
Nao tinhas, donzella, fe'.^ois desle mundo,
Has, ali I qsem tu eras quem eras, nao sei.
Se Deus permittisse que os aojos vlessem
C.os houieos na larra momentos penar
liim os anjos p'1'0 cu decinlaoio
A !bz seductora do leu meigo olhar
Gomo eram tao doce9 as mgicas falls
O^e em tua innocencia fazias-me ouvir I
Tita suave de angelito instrumento
V;;a to doce meu peiUiorir
0*a fallas, quo risos, qua (rmas sngalas
To puras corno essas na vida sonhei 1
Nao tinhs, donzella, feigoes u'esta mundo,
.Mis ah quem tu eras'? quem eras, nao sei.
Nao vi-t, donzella, nao vi-te, sonhei-te,
Sonhei e adoraiti com louc* paixo
PoJri minha alma morar em leu peito
To puro, lo cheio de rny9tici uogao
A' luz do leus olhos, qae meigos resplendim
Eoi tu lindo rosto, de tanto candor.
Federa minha alma beber os eilluvios
I):; neitar saave de anglico amr.
J'rajada Oee o tbrono do Eterno saudosa deixoa ;
Estafas, donzella, lo canuda e pura,
Qis nunca lo pura miaba alma soohou !
P. Eoydio.
[Da Reviita Juridica.)
O papado e a realeza.
IV
A barca de Pedro ha de eominfcar venios
mais favoraveit para o porto dasalvaro guan-
do o papado tirar as vestes do poder temporal.
Desculpe o collega se regeitamos a sua auiorida-
de : nao o julgaaos competente para decidir a
qaestio ; tanto mais quanto ella j foi resolv Ja
por quem poda reolv la. O poder temporal doi
, spas certamente nao um dogma, mas estl in-
ixamente ligado elle por quanto affecta direc-
tamente S disciplina, que, na expressao de Muz-
zarelli s voz do dogma.
A egreja nao foi inst luida sobre a Ierra para
ver-so verga la uma perpetua proscripto : o
niarlyrio nao foi sua condico de existencia. Em-
quanto esteve nos designios ds Providencia que a
esposa de Chriito jszesse sob as abobodas de sub-
torraness catacumbas, ella ahi permanece* e al-
..3: ;ou explendidos triumphos sobra a forra ma-
terial do paganismo; o que pirecia causar-lhe a
morte Iransformnu-se em gloriosos meios de vlc-
loria.... emqmotofoi preciso qae Pedro, repre-
aonttdo em aeus succssores, conservasse curra-
do o poscoqo sob o gladio de herticos inimigos,
o torrar da morte nao susteve a sua firmeza : o
aaegue corren jorros, mas da bocea do martyr
.soipre sahiu a palavra do Mestit. Mas devra
ser interminivel o lempo da provaro? depols
dos meios extriordinarios nao estar na ordem
das cousas que a egrejs apreseotassesoa for$a na-
:ral ese mantiveise pelo emprego de meios or-
dinarios? Sem duvida alguma ; porque eolio el-
la seria por el s inconsistente, e nenhom mri-
to (aria o facto de sua permanencia. Manten-
de-se somenle por milagros, ella se achirla fra
das condi(5es da hamanidade; os milagrea fo-
rana necessarios somonte para o aeu assentamen-
to no mio u corupgo da sociedade aotiga, e
sobre os destrcos mutilados da lai primitiva. Fot
pa: isso que o dedo iariiivel do Elimo fez sar-
povo, cuja causa elle advoga; o poro omoipo-
tent o povo arbitrario, o povo sem leis, e o
poTosemleis o poo de um dia. Revestir
nacao da uma soberana illimitada desconhecer
a forji da razio e da justija, quebrar o poder
da le natural. Comprehenda-nos bem o collega :
oo ibri;imos a theoria de Guizol; snicot-j dt-
eemos que fazer o,u -:Jer o povo de aeua volu-
veis caprichos asserl r o principio da miiorla
do numero, firmar o podero da forra mate-
rial.
a A soberana do povo, diz Guizot, nao m
priaeipio degoverno, mas uma dictadura terrivel
e passageira, exercida pela moltidao, quo linda
00 momento, em que esta tem cumprido a sua
m9so de destruir. >.
Este principio, estabelecdo pelo erudito es-
criptor fraocez, o enunciado de ama grande
verdade, o reconbecimeoto da jasti esphera em
qua gyram os poderes do povo.
V o collega, nao somoa apologistas nem da
anarchia, nem do despotismo ; nao queremos que
o povo se conserve sem direitos, sujeilo vonti-
de caprichosa deum poder, que nao coohece da-
vares, e que aberra de todos os diclimes da jes-
tica e da eqaidade : um povo neslis circumstin-
cies nio ten o sentimenio de sea proprla digoi-
dide, sua condic.0 nao ple ser seno a da iaac-
go, que equivale ao seu aniquilamenlo; mas
nao queremos tambem a soberana do povo aem
leis, desorte qaa o elemento popalar possa tudo
fazer, e que a sua vont-de seja acompanhada de
um gra de certeza, que nunca o erro possa o
desviar do caminho do til e do justo : serla des-
conhecer a constituido da humanidade, aeria dar
ao homem o qaes pode competir i dvindade.
Por conseguinte no mesmo terreno em que o
coeg se colloca nao tem r.zo. Acham se os
estados pontificios em uma posico to critica
que seja neces9irio uma revolucao para por ter-
mo s suas miserias? O pontfice tem opprimido
de tal maneira o povo que o seu estado de deses-
perado legitime uma revolucao? Por cerlo que
oo, e o collega mesmo o reconhece ; porquanto
elle diz que o qur o povo acabar com o con
cubinato que existe entre os dous poderes, cajo
exercicio se acha oes mos do soberano pontfice.
Ora isto to motivo para legitimar o passo mais
critico que ple dar um poto ; se o (osse muitaa
coras legtimamente se qaebrariam no embtta
da onda popalar.
Demais seria ridicula a doulrina catholica ae a
ua interpretadlo devesse ser falta pelo poro....
Onde eslaria a sua autoridade? qae papel repre-
sentara o pontfice irania da egreja? E nao
coccebe o collega que a sua doulrioa vae deitar
por X'.tta todo o edificio catholico? E' bem la-
mentivel a posico em que sempre ae colloca o
eollega: sentimos disO-lo ; mas, emflm, ver-
dade, que qualquer leiUr reconhece.
V
Depois de haver tratado da quetto pelo lado
do direito publico, em cujo terreno j vimos que
razio ilguma lhe assiste, o collega passa-sa para
o campo theologico e invoca em seu apoio o arao-
gelbo. Ora aqu nao 6 elle mais feliz; porqaanto
do evangelrto nadase pJe ceocluir sobre aques-
to do poder temporal da aaota s; pelo menos
esta o pensar de todos osthaologos.
Vejamos onde se firma o collega.
A' este appello para os textos ugradoa ni po-
deremos responder com as patarras de Mezza-
relli: < Soia catholico ? eradas 00 Evangelho?
Segus a doutrioa do Evangelho? Se fizeis disto,
deveis saber e crr que o espirito do Evangelho
mais conhecido dos doutores da egrej do que
dos do seclo ; qae a egreja e nao a poltica
que aocarregada de interpretar o Evangelho.
Por coniequ-ncia, se os santos e ios doutores do
christianismo, se a egreja mesma nao julgou con-
traria ao Evangelho a soberana temporil eccle-
siastlcs, nao podis sastentar o contrario aem re-
jeitara autoridade dos santos, dos doutoras o da
egreja, sem renunciar vosia profisso da catho-
lico e de subdito da egreja. Entreten! 1 para que
o collega nao imagine qae estes seus argumen-
tos sao irrefutarets e qae, quando apresntados,
s baqaeam com a autoridade da egreja, (o que
era bastant* para nao ssrem exhibidos, vamos
aprecia-loa, e dizer duaa patarras somenle, por
qua a s'oa natureza nao requer mais.
Reddite, qua sunt Uei, Deo, quer, sunt Cata-
rir, Casari......Assira destacado esta tex-
to di S. Matheus parece soberana temporal
do luceenor de S. Pedro ; maa desde qae se
alteode occasiSo por que foi elle annuociado
ser por reotura a lneompatibilidade detero
pontiuce m suas mos o seeptroY ser que Chris-
to prohibiulbe a acquisgo e o eierdeio dest
poder ? Eitsmos persuadidos qae nao.
ftao desconhecemos a distinceo que existe
ntre o podar espiritual e o poder temporal, esta
diffarenga bem senaivel disemos no anno pas-
eado ; mas tambem nao ignoramos que egre-
ja qua devemoi o sea conhecimenlo.
Antas do catholicismo os dous poderes se
acharam geralmente absorrido em uma s mo,
foi olla qae plantea a doutrina da sua d-
visao.
k 0rl1' relru et super hanc petram edifi-
ca do tccleslani meim de Chriato plaolra no
mundo ama nov. phase para o sea gorerno.
Estabelecdo o Chefe do christianismo nao era
licita qae cala imperante ae arrogasse o impor-
atlss'mo 8 Particular direito de ser o dispen
sador do pasto espiritual, porque ento de ne-
nnam mrito e valor aeria esta promessa de Ja-
ses Cbristo e seas palavras nenhama significa-
gao encerraran). Sim ; nao coovem de manei-
ra alguma que aquellas que fonm encarregados
ae governar politicamente os seus povos se im-
miscuam no gorerno de suas eoniciencias. se-
ria o supraiemmum da tyrannia. Este texto aerre
para prorar a Independencia dos dous poderes
am de que um nao invad a esphera das at-
IribuiQoas do outro, porque ento appareceria a
mais requintada tyraunia ; porm neobum valor
tem quando invotado contra o poder temporal
do soberano, por qae no papa as espberas dos
dous poderes oo aeconfundem.
a Com applicatjao ao summo sacerdote do chris-
tianismo o texto dave ser explanado, ordeoando
um duplo respeito por isso qae elle ss acha log-
iimamente investido de um duplicado poder, o
qae nao succede com qualquer outro soberano :
ao Passo que o seu poer espiritual biiea-se na
yontade de Deus, expreisamaote msnifeit.da por
JesuiLbrislo, o poder temporal tem um aaieoto
respaitavel na rootde dos povos que elle go-
Essea qae hoja querem derrabar o throno
temporal de Pedro, personificado em sea suc-
cesior, bem couhecem a legitima duplicidade do
mu poier, bm sabe^-"ue. sao to -estreitas as
relagoes, que nutrem entre si 4ae nao possivel
olan lar o temporal sem atlacar-o espiritual.
a De modo oenham se dere confundir a ac-
cumalacao destes dous poderes no Pontifica com a
qae tem lugar as mos de outro imperante: de
um lado vemos que o poder temporal apenaa
um garante externo da independencia e liberda-
de pontificias ; de outro encontramos o poder
espiritual abocanhado pela subordinado em que
se acha do temporal. Nao hi parldada algama
as daas situacoes.
E' preciso que os dous poderes se acbem
couluodidos nos estados romanos
separados no resto do mundo.
Isto diziamos ha um anno a aiuda hoje repi-
de que nao le-
texto citido do
os nossos adversarios.
Mas nao salisfeitos os inimigos da soberana
temporal da santa s, e com elles o collega, bus-
cara anda no Evangelho de S. Joo um ponto de
sppolo para uefeza dama causa, que sustantam,
alludindo passagem em que Christo, registan-
do as forcis da ierra para salvaguarda da sua
pessos, decura Plalos que sea reino Do
aejj mundoregnum meum non est de hoc
mundo.
E' predio forcar-se a lgica violeatar-se a
hermenutica para tirar-sa dastas patarras de
Lbrutj a coocluso do eollega a rerdvleira tra-
duccao do texto a que nos refer*,' 'gr. DeSe-
8"' : meu reio nao u'aqul, oo'vem deate
mu 11 lo. mas do cu s l6. Plalos. *ue me lo -
lerrogas, te engaas julgando que nil reino as-
semelha-se ao de Cesr.
Onde ve-se, pergunta o mesmo suror, onde
u-se qae Chrislo tinhi dito, meu reino nao so-
bre a trra ? Ete reino, que sus egreja, est
sobras trra, lando uma orgem e um fim celes-
tes; saa realeza, qae elle deixou seu vigsrio,
nao c deste mando, mas neste mundo. Nao Ira-
te-se aqui de poder temporal; e esta objecQia,
to devota quanto evanglica, cahe por si mes-
ma perante os primeiros elementos dagramma-
tic* latina.
Mas para qae estamos nos perder tempo
com as objecres tiradas do Evangelho ? sao as
mais tiicas, que se lavantam contra o poder tem
pora! de S. Pedro, quasi mesmo que nao mre-
cem as honras de uma resposta.
Piramos por hoja aqui.
Joaquim Guennes da S. Mello.
Ipto de abril, cajos algodoeiros apresntavam-
ae rigorosos e carregados a mala nao poder, aa-
melhantemente aos do anno prximo passado.
Ji algumas peasoai nos asonsalharam-qaa
olo plantaasemos mais deste algodlo, por lar a
fabra multo curta, sarde oric) muilo baixo e re-
pelado o mais inferior em qaalidade. Nada dis-
so coatestamos ; mas, talvez que, mesmo assim
ralha a pena planta-lo. mormente na nossa ilba
cujas Ierras, por demais enfraqaocidas, nao ae
ae prestarao em poaco tempo e sem grande be-
neficio ama colheita rendosa do algodo do
paii.qae considerado um dos primeiros algo-1 p,r"' P'0Pgr os conhecimeotos scientificos entre
does em qaalidade. e que hoje tem aubido a um 5" ",!" ',0,aV e cuj* es.coU Precia-
preco fabuloso..o p.o qua o herbceo .. pre- t'Ah959Di*'' W Ufr> parisi.n.e. con-
Variedades
O CANAL DE SUEZ.
A associaQo polytecbnica raocza. instituida
para que lejano
timos, anda estamos convictos
gitima a interprttigo, qae ao
oceupados.
Viam-se nesta reunio diplmalas, senadores,
depulados, magistrados, (uoccionarios de todas as
ordens, escriptores, um grande numero de ale-
gantes damas, de alumnos das diversas escolas,
homensdo povo, operarios de diversas fabricas,
etc.
Ao8"0'1 politechoica acharase representada
por 80 de seus membros, sem cootar am muito
maior namero, isto tola a escola que nao ba-
viajpodido penetrar no interior do amphitheatro,
demasiado pequeo, apezar daa suss vastas di-
menses, para contar o grande numero de con-
currentes que desde o comeco al o m da seno
obstruiram o pateo, 01 corredores e as arenidas
da escola.
A's 10 horas em ponto, Mr. Perdonnet, presi-
dente da associa<;5o, eotrou na assembla dando
a mo a Mr. Ferdlnaod de Lesseps. Immedia-
lameDle rompen uma exploso d applausos qae
se proloogaram durante muito tempo. A sympa-
thia eo anthusiasmo animam todos os rostos.
i\uuca o psosamento da unio dos dous mares re-
cebe* uma siocqso mais unnime. Via-ae em
1 idas as physionomias a expressao; da affectuoso
acolhimeulo a unnime interessse pela obra, ru-
ja historia a progressos iam oavir relatar. No
meio da applausos iocessantemente repetidos, o
preiileDte declara aberla a sesso.
O presidenta :Senhores, antes da dirigir-se
assembla, Mr. Ferdinand de Lesieps deseja que
eu To-lo apresante. Na verdide, seohores, pen-
sareis como eu qua bem desnecessaria era esta
apresentago. ( Prolongados bravos). Quem tem
o oomede Ferdinand de Lesseps. nao precisa ser
apresentado (Viva adhesao e novos applcusos).
Quem igaora, senborea, a lula que tem suiWnta-
Jo e sustenta anda Mr. Lesseps, simple particu-
lar, contra to toi os esforcos do governo inglez ?
(Bravo I bravo I)
Mr. Ferdinand de Lsseps:E' necesiario nao
confundir alguns membros do governo inglez com
a naco inglesa, que me acolheu com s maior
sympalhia, em ama occasio semelhante a est,
prodigalisando-me os mesmos applausos que vos
me prodigilisaes com tinta benevolencia. (Muilo
bem, muito bem 1 )
O presidente :Cintra o goveroo inglez, que
uecessario nao confundir, eomo diz Mr. de Les-
seps, com a naco iigleza. (Nao, oo! bravos!
Continuaco das nossas experiencias
sobre a plantario de algodo e o que
pensamos a respeito della c da cul-
tura em geral.
Em o anno prximo pisiado ficemos estsmpar
as colamnas do jemal Coali^o um artigo nos-
so crcs da calturado algodo, no qual demoi
tambem conta dos resultados que obtivemos em
um pequeo ensaio em que nos aehavamos m-
penhados sobre a plantario do algodo herbceo
pelo arado. Promettemos relatar todas as oc-
corrancias que se fossem dmdo ; sendo, porm,
couss muilo dimiouta, deiamos de eumprira
nossa promessa, aguardando-nos para mais tarde.
E', pois, chega Ja a occasio :
As primeiras experiencias que fizamos, como
juma vez manifealamos, animon-nos bistanta :
os algodoeiros carregaram a ponto de deitarem-
se pelo chao ; tivemos, porm de perder uma pe-
quea parte da carga, quo sa compunha dos l-
timos tractos, e qaa com o intenso calor do sol
do vero, nao chegaram a abrir, mirsndo-se mes-
mo em fructos. Este prejeizo, anda que peque-
o, levou-nos a umi nova experiencia sobre a
pocha da plantado, e em vez de a fazsrnios em
principio de mez de abril eomo hohamos (eito.
flzemo la em principio de farereiro. Ora, sen-
do excessiras as churas desta anno e o invern
bastantemente dilatado, nao s se mostraran os
algoioeiro9 enfriquecidos como pouco cirrega-
ram, e a carga que deram perdemos, tendo apo-
drecido os fructos logo que priotipieram a abrir.
Actualmente ento carreganlode novo, mas no-
tamos que os (rucios nao sao Untos o nem to
desenvolvidos, e parta dallas ser egualmente
perdida, tendo a sorte dos do anno prximo pas-
sado, qae pelo calor do sol seccaram antes de
abrir.
Se algucs dos nossos collagas tentarem, como
nos, a plantacao desta especie de algodo devem
aproveitr-ss da lic/ao que tiremos, e planta-lo
em principio de abril; anda mais nos compe-
netramos de uma tal preferencia com um (acto
que eomnosco neste mesmo anoo se dea.
E* portados sabidaa guerra incessante qae
soiTrem os lavradores da ilha com as correras
nocturnas e diarias qu fazem ai sabas, devas-
tando 19 suas plantaces.
Umi boa paite do algodo qua plantamos foi
devorada ao nascar ; serviodo da pisto a essea
pelo Salvador, a razio repelle logo uma tal sap- implicifeis inimigos. Tratimos de persegui-
P"i5*. ,m ... VIt' l0. replantando sempre o algodo, a tanto tiza-
Ora eis como o Evangelista em seu cap. XXII ,..,_ _", "
nos relata esta passagem depois de haver refer B,0i',e 8Q0sl eeleram-noa o campo, a re-
do a parbola das bodas ; PUnU 1"e ,e lT0" foi justamenle feili em prin-
c Enlso, retirando-sa os phariseus, consalta-!________________________________^^^^^^
iam entre si como sorpreheaderiim Christo ao 1 (e) Vr. 15,1$, t7, 18,19,20 e2l.
para admiravelmente am trra aimplesmente la-
rrada a arado no primeiro anno o carrega de uma
maoeira espantosa.
Em o anno pisssdo, por falla de smente, nao
chegamos a ter am reg de 25 bragas plantado e
colnemos 18 libras em caroso, quando plantindo
nos 32 regos com a mesma extenso do algodo
da larra, pouco mili de4 arrobas tiremos ; por
isso qae preparoa-(se mal e os fructos minarsm-
se quasi lodos. E' algodo que precisa ssr plan-
tado logo que do jas primeiras churas e em tr-
ra bem tarrada e estramada... A est proposito
leabra-Dos de ama mxima, asada entra os nos-
sos antigos larradores, que diz : Para terse
boa colheita de algodo deve ouvir elle a missa
do Natal com os olhos de fra ; a prora disco
temos nos em um p de algodo da trra que nos
nasceu no quintal com as primeiras churas dis-
te invern e em lagar onde ae baria accumula-
do algara eitrume ; chegou a um timaoho ex-
traordinario e os galbos dobraram-se a nao po-
der supportu o peso da carga.
Quam nao v nesti simples fado o grandioso
futuro da plantacao deste algodo na nossa pro-
vincia, quando haja da parte dos nossos lavrado-
res empaoho em realisa-loquindo as trras da
nossa ilha, qae sao consideradas as mais inf-
riorasda provincia, se ostenta um p de algodo
to garboso pelo seu tamanho e to importante
pela sua carga ? Um facto destes falla mais al-
to do qu as mais bellas theorias ditas oa escrip-
ias em desabono desterras enflaquecidas da pro
viocia.
J alguera nos disse: Queremos ver o numero
de saccaa de algodo colhido as Ierras da ilha.
Ao que respondemos:D-nos com que t-aba-
I lia -1 as e beneficia-las, que ser com oa tactos
respondido satisfactoriamente.
Estas e taes preconceilos, oa vardadeiros pre-
juizos, que sa ichsm arraigados nos nimos dos
009309 lavradores que tem posto uma peia de
brooze ao desenvolvimento da nossa industria
agrcola.
Uma boa psrta dilles conlaz-se ceg e ios-
tinclivamente pela marcha doa seus anta-passa-
dos ; e tudo o que fr fra disto por elles con-
siderado theorias caa ou conceproes imagina-
rias.
Emqaanlo plantaren) ellos sobra as grossis ca-
rnadas de humus, oa trra vegetal que cobrem o
slo das grandes matas ou capoeras seculares,
bem iro; porque planlaram sobre am rico es-
trame naturalmente mobilisido; mas essas tor-
ras assim preparadas e essas grandes mitas vo
desapparecendo de dia em dia. Voliem com a
rotina i trras eo(raquecidas que, ou ho de vi-
ver na miseria, ou delxsro de sar lavradores ro-
tioeiros, mormente'de algodo. E' este um di-
lemma de qae nao podem escapar.
Sigamos o uosso proposito:
Ao pino que temos esse p de algodo lio in-
teressante/oulros tamos nos, cujas plintaces (0-
ram (eitas j bstanlo tarde, por nao nos ter sido
possivel (ze-las mais celo, que se acham poaco
desenvolvidos, e cajos fructos sao menores e poa-
ce ou nada promeitem, porque terao certamente
de aboitar pelo muilo sol e fraqueza doa ps
mirrsnlo-ie antes que cheguem a metura;o.
Timbera lizemos 1 arado uma plantacao de al-
godo-sada,algodo em tulop arecido com o nos-
so,excepto no tamanho,pelo qae julgaraos perten-
cer classe dos herbceos; as folbas sao serr.cian -
tes aado nosso, a flnramarella de man ha a ao abrir-
se, e a Urde purpurina ao fechar-se; fructo
oblongo, sement liza o febra langa muito mai
macla ; mas tudo itso nos parece relativo ou pro -
porcional aos ps e aos fructos que soraaiores ;
os mesmos capulhos em nada se differenQam, se-
no no tamanho.
Este algodo nao se preparoa mal am arvore,
mas pouco carregoa e a maior parte dos frustos
mlr.-aram-se.
E' de sappor que seja elle muito bem reputado
attendendo sea delicadeza das febras, (pelo que
bem merecido o no nome desedaque lhe
deram), deveudo ser como nos persuadimos em-
pregado no tecido das fizendas finas. Nao ser
fra de proposito novas tentativas com emprego
de estrumes diversos bem como a lama do salga-
do ; qua nos dizem ser o estruma qae mais Ibe
convm.
Oelavadisaimo prero a que tem ltimamente
chegado o algodo nos mercados da Europa e
mesmo 00 nosso o mais forte estimulo exci-
tar a cubica dos nossos lavradores, a a occasio
a mais azids para emprehendermos os melhora-
raeot >s de que carecemos na lavoura. Em vez
de irem os lavrador* procura da mita lon-
ginqui por esse (ertes, estibeleQam-se as
margena dos grandes ros navegiveis que
tamos, onde o transporte dos gneros muilo
mais favoravel para o mercado. Reduzam a re-
Ibas, aivecas e mais instrumentos aratorios esse9
machados destruidores; apaguem os consumido-
res fachos por uma vez; destoqaem e revolvam
aa trras, estrumem-n'as, plantem o algodo e o
beneliciem a tempo, pelo melbor methodo, que
seno tero de arrependar, .e a nossa provincia,
qae com elles partilhar das grandes einfalliveis
vantagens, registrar com orgulho e gloria oos
annaes da sua prosperidadeos nomes de to
benemritos lavradores.
Saba-se que 01 antigos estados s se tornaram
florescent, pe forca das suas grandes e nume-
rosas conquistas e que era a saus generaei e sol-
dados a quem cumpris a obra deises grandes fal-
tos e pelo que eram os seas nomes assignalidos
e commemorados com gloria ; hoje, porm que
as nacoas s se tornam granles pelo poder de saa
industria, com especialidade da industria agrieo^
la, ao Uvrador, pois, cumpre, como um do pri-
meiro operarlos da grande obra da prosperidade
nicioml.conquistir um nome distincto e tornar-
se digno do reconhecimento do sea paiz pelos seus
faitos.
Ora, se este o dever do lavrador de um paiz
que s aspire o engrandecimento, o que nao de-
ver fazer o lavrador de uma provincia como a
nossa, cajo estrago industrial salta aos olhos do
todos, e se tem tornado proverbial? Compene-
trar se profunda e religiosamente de to sagrado
dever; lembrar-seque o eslado prospero etti-
cionario ou decadente do seu paiz est dependen-
te da actividade, inliffcntismo ou deleixo da ana
lavoura e oxforcar-se o mais que poder para por
em pratica os grandes melhoramentos, que se
obserram na industria agrcola dos paizes cultos; | mais propicio a todos os respeitos, e olferacendo
a profendidades exigidas, 0S0 a 6,000, mis a
Resolvido este
vidou am nome de seus numerosos auditores,
Mr. Ferdinand de Leep, a expdr-lhe o estado
em que se acharam aa obras do canal de Suez.
Mr. de Lesseps nao julgou poder recusar am
convite to honroo para elle quanto sympalhico
para a empresa que dirige. Daliberou-e qae ti-
vese lugar no domingo, 1 da junho, s 10 horas
da manba, no vasto amphitheairo da escols de
medicina de Piris, a detejada exposigo.
Um orador disse ltimamente perante o parla-
mento de Ioglaterra, que a abertura do islhmo de
Suez era uma empreza ligada s affeiges dos
Francezes. O dia Io de junho provou brilbanle-
mente a profunda verdade deita obaervar^o.
A noticia deata reunio hara attrahido eico-
la de medicina grand numero de pessoas inteli-
gentes de lodas as classes. Desde as 7 horas di
manhaa uma masa compacta de gente invaiia o
pateo da escola e oceupava as avenidas que con-
qe. ne.le momento. !5ri.* "A" eon,p,et"
j abarlo atravez do lago ffiE.iVeqoeno MBal
- poueis objeccoes teem sido (ella, eonlra a
rnpreza ; ax.min.rei o sea alor I Sad'd!
for encontrando no andamento dareaVnh
Nao poucis objeccoes teem sido (ella, eonfr. .
nossa empreza ; examinare! o sen valor
qae as for encontrando no andamento da m.
de nossos trsbalho. reeenha
Estamos em Porl-Ssid em preienca da prlmei-
ra dessas objeccoes. imei-
Fallou-se das areias, que arrestadas pelas cor
rentes p.rimdo do oeste para leste. leratua,,
sobre essai prataa plana, pelas viga, daTES
os grande, rento, e a. tempestada vlri.m com
o tempo tovadir ou obitruir a eotrada do canil
martimo. A obj.ceio pode tar algum Talar ao-
parent, mas destroe-e peranle o exame dos
acios. Lisas areias eiistam no mar a at ao
limite oa profuodidade de 5 a 6 m.tros: a 7 ou
8 metros, o lodo substitae j a areia, qae des.c-
perece nteiramente. '
E' em vista dei.ascireumitaneia. que foi adon-
lado o systema do. molhes. Basta levar at aos
7 ou 8 metros de profundlade a jonta oa exlre-
midade do molha opposta ao deposito das areias -
ah a ecco da areia perde de todo a sui forc e
o iodo e permanente. Eite molha est comee id'o
As areias que, como acabo de dizer, i ttieaen a"
coila irao sustar-e ao obstculo e accumalar-sa
uo ngulo immoso formado pela praia pelo
molne, e que poder augmentar prograssiva-
daziam ao emphlheatro. At portas abriram-aes i
9 horas ; mmediatamecle todos os baocosdo im- I OT^"-,J n,te1,ro PJ* am dia gmhir algama
menso amphitheairo acbaram-sa completamente ".! no,?y1 o longo do molhe, ser isso s
d aqai a maitos scalos. A experiencia osla (el-
la, o meimo tem lugar em Veneza no seu porto
ae maiamoco, protegido por um molhe semelhau-
te contra as areus que o invadiera anteriormente.
No caso mais desfavoravel e mu Improvavel em
qae o naleiro alcaocissa um dia o cimo do mo-
lhe bailara limitar os seus progressos por meio
de dragageos peridicas, ou a levar mata avante
no mar eitremidade do molhe. Mas esns even-
tualidades nao sao dsqaellaa que devem preocea-
par-nos ou qaepossam amee^ar asgeraces pra-
aentes. Sa esse trabalho liver um da de ser (el-
lo, so o ser por nosios bimetos ou tmalos.
Para o ostibelecimento desse molbs emprega-
mos uma grande qusntidade de enormes pedras
extrabidas de uma pedreira deseobirta meamo no
inhmo, na altura dos lagos Amargos, qae nos
fornecer abundantemente e por balxo preco os
matenaes necessarios para este flm e para s nos-
sa outra construccoe.
Ao ahir de Porl-Sad, entramo 110 lago Mea-
zalea, qua tem 50 legua, de crcumtereucia e faz
communica, Port-Said com o interior do islhmo
ao sol com Daraiela ao oeste. Exiite em torno
de.se ligo umi populaco de 15.000 alma, bas-
tante digna de ialeresse. Destente dos antigos
pastores cuja dyoi.ti., bem se .abe, reioou 50U
annos sobra o Egypto. Ella exerceu de tempo
inmemorial a pesc quasi miraculosa do lago a
acna-se reduzida ao estado miseravel do escrava
sob a dependencia do rendeiro da pesca. A at-
tent;ao do vice-rel attrahlda sobre os pobres ha-
bitante de Menzalch, sua alteza apressou-se da
fazer eituder a queito, e vo ser tomadas as me-
didas netesianas para a sua alforria, substituido
aoarrendatneuto um direito sobre 01 barcoi e
trocando o moaopolio da venda do ptixe pela 11-
berdade da pesca.
Eis, pota, uma populaco de 15,000 almas qua
dever a aua liberdad nona empreza. Desda
o principio conheceu ella que ni vichamos alli-
viar a sa miseria ; e, pala aua parte, preetou-
nos am uiui til e efliciz coocurso. Civlli.oa-.e
pelo sea contacto eomnosco, e recebeu da nos
salarios a que nao estava habitaadi. Ajudou-ncs
muilo e voluntariamente a vencer os primeiros
obstculos da nona iostalliQo e do nosso traba-
lho. Ouviite ba pouco quil era a nalarez das
nos.is relace. com oa rabes do deserto; eo-
_ .c.-1? ?.g0M .". 1"*_noj a" pobres aervos
o
O governo inglez coso, forgoso dir-lo, ape-1 do lago Menzeleb. Trouxemos-lhe o bem .ta-
zar das tardas demonstracoe. dos seus homens no presente, e a liberdade em am prximo faturo :
le estado, cioio de tu lo quo pode contribuir! isto responder victoriosamente
para engrandecer a Franca. Mr. de Le.ieps, ape- ges da oppresso o de trabalho toreado qae s
zar dos seas inimigos, apezar das calumnias de i tem levantado contra nos, do outro lado d
qae tem sido o alvo em um grande numero de Mancha.
gra
joroaes inspirados pelo governo inglez,calum-
nias a que tara respondido com excessiva mode-
rago, segundo a minha opinio,Mr, de Les-
ep. ha de triumphar, graca sua pereveranga.
4 aua babilidade, sua infallgavel actividade ;
gracas proUcgo do governo francez___
Mr. de Lesseps :E grecas opinio publica.
O presidente : Graeaa sobretado esclarecida
protecejio que ott^ve do actual vice-rei do Egyp-
to, hojaem Pars, Said-Pach, nelo de Mehemet-
Ali. que contina e que completir a obra de re-
generarlo eomegada por seu avd) Mr. de de Les-
seps dar completa axecugo colloissal emprez
que emprehndeu, e para a qual com elle concor-
reram eogenheiros francezes, tolos os alumnos
da escola polytecbnica da Paris. (muito bem,
muito bem I) Talabot, Mougel, Voiiin, Sciam.
etc. ; e ento a Frange, que marcha aempre
trente do progresso, cuj bandeira, bem o sabis,
precede sempre uma grande idea, a Fringa dir
com orgulho :Foi am de raeus fillios que em-
prehendeu, em proveito de lodas as nigee do
mundo, o perfurar o canal de Suez ; esie meu
illustre filho FerdinaBd de Lesseps I (Estrondo-
sos e repetidos applausos.)
Mr. de Lesspa : Etas palavns demasiado be-
a essas aecusa-
e
a
A populagao do lago Maozaleh pertence pro-
vavelmente raga syria. Mr. Mariette acaba de
descobrir, junto da cidade de Sane oa Tsane, en-
liga Avaris oa Taoaa, situada nao longe da mar-
gara occidental do lago Menzaleh. ao sudoeste de
l'\'.A 6 que exl,li. segando a Biblia, antes
aa ADrahao, uma alda de e.pbioge. cujo. rostes
assemelham-se aos dos habitantes do lago Men-
zaleh, o qae eitabelece um ponto bislorico im-
portante ; porque, ata agora, igoorava-ae d'oode
tioha nodo em raga de pastores marchando para
a conquista do baixo Eaypto. Ella offarece ama
aillereoc enorme de typo eotre os habitantes do
lago Meuzleh e 1 populaco do vale do Nilo. qua
e de raga ethiopica.
Eis am oulro (acto nao menos digno de iota-
resie : M. Mirielte encontreu sobre a espadua
de um dos esphingas o retrato do Pharado tem-
po de Jos, que era sea primeiro ministro, o
que nabitava a cidade de Taoe. E' sem razo
que .e xou a re.ideocfa dos Ph.r. em HIio-
pelis, ou porque a Biblia diz que 0. hebrus, qae
1 inham viudo do valle de Gessen.iam da re.idan-
cia dos Pharas a Ramada em um dia. Se a asi-
nha opioiao errada, erra tambem a JJiblia, mas
Durante uma das miohas ultimas viageos ao
deierto, encootrei-me com o chefe dos Aonadis,
tribu de 40,000 almas, eapalbada pelas frooteiras
do Esypto e da Syria. Este chafa, rodeado de
muito cheiks das tribus da visinhanga, pediu-me
explicagdee, nao sobre o trabalho em si mesmo,
que ello conhecia, por que empregamos d6pois de
alguns annos os seus homen. como correio., mis
.obre a utllidade e o Um da oosia empreza. lra-
cei na ari a cart do mundo, e mostrei de que
molo, partindo da Europa e da baca do Mediter-
rneo, alravessindo o Egypto e chegando aos
mares orienta, eita crrante do oeste para les-
te pora m eommuolcago 250 milhOes da Euro-
Kantir, onde chsgamos agora, na extremi-
dad e meridional do lago Menzaleh. Esta ela-
gao situada sobre a grande passagem do cami-
nho que sempre foi seguido pelo viajantes qua
vo do Egypto para a Syria.
A direitae esquerda do nosso estabeleeimen-
0 oncoolram-se os vestigios de cidades impoilac-
te., cuja exislenciaj attestada por uma aotiga ins-
cripgao que se acha no templo de Karnac, em
Thebss. '
Esla pedra, coberta de inscripgs historiis
esclarece-nos sobre o antigo estado dessas re-
gioes, ao mesmo tempo que confirma
goes da Biblia.
as narra-
gasear, chega por esas immen.a volta a este mr
das Indias, que distar, por meio do canal do
Suez, apenas 400 ou 500 leguis do Mediterrneo.
Depois de haver examinado o esbogo por mim (ei
to e seguiodo alternamente a minha curta dc-
monstragao, esses homens, commovidos e alto-
oilos da grandeza do projecto, levantaram os Dra-
gos ao cea enloaodo louvores a Deus; porque es-
ta, creatura., nutrida, as solidos do deserto,
veem por toda a parte o dedo divino, e a Deas
que tributara a homenagem de tudo que Ibes pa-
rece nobre e bello.
Desde ento adquirimos a eooperagao desle
ehefes influentes e della nos aproveitamos. Coo-
videi-os a aproximarm-se de n, a tomarem de
aluguel algama porgo da nossa trras e a cul-
tiva-es. A minha voz foi oavida, e 7.000 destes
rabes achim-se presentemente eitabelecidos
os nossas trra, eraprebendendo nellaa a cui-
tara de muito milhires d* hectrea, o que, alm
do proveito pecaoiario, no aegura deade j
sobre aa marge'o mesmo do canal recarsos abun-
dantes e facis para o approvisiomento dos nono
Irabalhadores.
Depois d9ta bo.quejo do estado das no99as re-
lagoes com as tribus do deserto, vou entrar, se-
nhores, em algn, delalhes relativamente nossa
empreza. Procurarei fazer-vos percorrer toda a
lnha dos nosios trabalhos.
Eis aqui primeramente ama parte da baha de
Pelusa, sabida do canal martimo ao norte, sobre
o Mediterrneo. {Mr. de Lesseps aponte para um
dos raappa. desenrolidos e suspensos detrez
delle). Ao principio bouve idea de fazer partir o
canal do centro dessi baha, para se obler a pro-
fundidade de 8 metros designida para o canal,
tornava-.e necessario, am coosequencia do pouco
declive da praia, o eitabelecimeoto no mar de
molhes de 6.000 metros.
Mas as sabias obsenagoes de am de nossos en-
geoheiros hylrogriphos, Mr. Lieassou, confirma-
das pelas soodagen. de am de .eu. eollegas, Mr.
Lsrou.se, tubtndo a cesta para o oeste, determi-
naran a escolha definitiva de um local muilo
e mais seguro
sendo este o caminho mais curto
Iao flm, qae deve ter em vista.
Quem assim se exprime nao ama pessoa es-
traoba i arte, sim, um lavrador, se bem que
2,500 e 3,000 metro, da littoral.
ponto importante, os nos.o. engenheiros, 01 not-
aos pionneiroi, com eoergi. o dedicago admi-
rareis, eslabeleceram as taai barracas sobre 1333
sigoicageo da palavra Peluse em gre'go,
e da palavra l'meh em arabo, porque o terreno
em torno do qusl aal edificada Pelusa, era mu
baixo e coberlo dos limo, do Nilo.
Dahi o principe atravessaria uma seganda
estagao, o ilagdol oo Uigdol da Biblia, chamado
depois o Magdolum, no tempodoa romanos,
de que se reconhecem par(eitamente .inda' 83
ruinas entre Palas, e Kaot.r. Ter-se-hia de-
pois dirigido 1 uma cidade.cajo local encontramos
ltimamente Do loDge de kintir, e por lira te-
ria parado em Harropolis, a auligi, no centro do
valle d Gessen.
De todo estes delalhes, o mais curioso sem du-
viada aquello pelo qual a loscripgo oos dia
que uessas paragens se achava um caoal dirigic-
do-s de oeste a lest, exactamente a liaba
que segae actaalmente o nosso canal de agua do-
ce derivado do Nilo, de que logo vos (aliara! Es-
se canal, diz a in.cripc/io, era coalhado decro-
codilos.
Ora,a bacia que termina o valle e a qual ia dar
oeces3ariamenie o canal e nao poda aer seoao
o lago, que hoje te chama Timiah ; a Timsah
em araba, tignilica crocodilo.
Toda. esla. .emelhaogas, toda. esta, etymolo-
gias nos fizam apreciar quanto a tradicau na-
ga ae perpetua neata regie*.
De Kanlar, o pequeo canal martimo atra-
vessa o lago Bailad, terreno desseccados, nota
veis smente por vastas mioaa de gesso, quo
nos serviram de grande altilidade e econom*
para os nosso trabalhos.
Depois da pa.sigem desle lago, .chamo-sos
aopda base da aootanba d'El-Gui.r, e o pe-
queo cioal martimo, quecomeg em Port-Siid
Icanga naita parle ama extenso nao interrum-
pida de 65 kilomolres, poaco mai oa menos
A montanha d'EI-Guisr de uma extaoo de \
kilmetro, a maior elevago que sa eneootra
am toda a linha do canal. PoJe dizer-ae com
verdade que ella o ponto de divisao ou de nar-
tilha entre os doa valle, um inclinodo-e oara
o Mediterrneo, o outro para o mar Vermeiho
Doremos axcar.r hi uma abortan de 60 metros
de largo qaa ser a largura deflnilira do cmal
em todo o sea transilo. v
(Continuar-se-ha./

< *



>'

PBRNAM5UC0.-TTP.DI M. F, DS f. & FILRC\

.
MUTILADO
r


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