Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09625


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Full Text
<
IIIO IUVilI. IMEIO 218
ftr tres meietadiantait 8f 000
ftr treiHez vencidos 6|000
SEGUIDA fERA 22 M SETEMBRt DI Itli
Par aaaa atontada 19|00O
Parta fraita aira a iiaitrlatar
jmm>
DIARIO DE PEM4MBI!

IfCARRRGiDOS DA SUBSCRlPg.YO DO NORTE.
Parebyba, o Sr. Antonio AlexandriDO de Li-
BM ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Araeaty, o Sr. A. de Leraos Braga ; Cear o Sr.
I. Joie de Olivera : Marinho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues ; Para, Manoel Piuheiro &
C; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
EKCARRBGADOS D\ SUBCRIPCAO* DO SOL.
Alagoaa, o Sr. Clandino Falco Diaa; Baha,
o Sr. Josa Martina Al ves Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Marlins.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos os dias as 9 )i horas do dis.
Iguarass, Goianna, Parayba as segeudas
e sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Camar, Altiobo
e Garanbaoa as tergs-feiree.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoero, Brejo, Pes-
quera, Iugazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Oencury e Ez as quartas-feira.
Cabo. Seriobem, Rio Formoao Una, Barreiros,
Agua-Preta, Piraente ras e Natal qaintaa-feiras.
[Todos os eorreios paitem s 10 horas da manb)
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO.
7 La cheia as 5 horas e 1 minutos da tarde.
15 Qaarto mingaante a 1 hora 21 minutos da
tarde.
23 La nova as 8 horas e 16 minutos da manhaa.
30 Quarto creseente a 1 hors e 28 minutos da
tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aa3 horas e 18 minutos da manhaa.
Segundo as 2 horas e 54 mioutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS,
Para o aal at Alagoaa 5 e 20; para o norte
at a Granja 1* e 29 de cada mez.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucoi s 6 1|2, 7, 7 112, 8
e 8 1|2 da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da t.; de
Jaboatdo s 6 1|2 da m.; do Caxang e Varzea
is 7 da m.; da Bemfica a 8 da m.
Do Rectfe: para o Apipucos s 3 1|2, 4, 4 1(4.
4 1|2, 5, 51|4, 51(2 e 6 da t.; para Olinda 7
da m. e41{2 da t ; para Jaboatao i4 da t.; para
o Caxang e Varzea s 4 1(2 da t.; para Bemfica
as 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES A CAPITAL.
i
Tribunal do commercio; ssgaodas o qu'.otsi.
Relajo : tergas o sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito "da orphoi: tergas e sextas s 10 horas.
Primeira vira do rival: tergai e aextas ao meio
dia.
Segunda vara do cive!: quartas e sabbadoa a 1
hora da tarde.
4
I DAS DA SEMANA.
21 Segunda. S Mauricio m.; S. Saalioo &.'
23 Terca. S. Lino p. m. ; S. Tecla v. m.
21 Qntt. Nesaa Seuhora das Marcea.
25 Quinta S. Firmino b. m. ; S. Niomizia v. cu
28 Sexta. S<. Cyprlino e JuMoa mm.
;27 Sabbado. Ss. Came e I)an,iao irreaos rea.
28 Domingo. S. Wenceslao duque; S. Salomo b.
ASS1UNA-9E
no Recife, em a livraria da praca da Indepen-
dencia na. 6 a 8, doa proprietarioa Manoel Figue:-
roa de Parla & Filho.
Seodo difficil e dispendioso
o reccbiinento das assignatu-
ras des te Diario, nao s<5 nos
arrabaldes, como n&s diver-
sas cidides e villas do inte-
rior da provincia, preveni-
mos, aos Srs. assignantes des-
para evHarem a suspenso da
reaies3a desse dia em dia ule,
medida necessaria, vista do
trazo em que se acham.
FUTE OFFICH-L
GOVERNO DI PROVINCIA.
Expediente do da 18 de setembro
de 1862.
Officio ao Exai. presidenta da provincia da Pi-
rahiba.Na primeira opportunidade aera envia-
do para essa provincia, conforma V. Ex:, solici-
tiu em lea officio de 6 de agosta ultimo, sob n.
4,606, o preso de jostra Jos Francisco Pimenta,
cuja guia aqu ejunto.
Dito ao Exro. presidenta do Amazonas.Coro
o officio da V. Exc, datilo de 20 da agosto al ti-1
no, recebi doui exemplares dos documentos a :
que ae refere o relatorio por V. Exc. apreienta-
o assambla legislativa dssis provincia, por
ocesio 4a abertura de sua seiso ordinaria no
correte anno.
Dito ao Exm. presi leot- la provincia das Ala-
goaa. Paiso s paos de V. Exc, com o officio
do cammaodanta do presidio de Fernando, de 23
de agosta ultimo, a peticio do senleaciado dessa
provincia Francisco Aflonss do Reg Mello, airo
de qae V. Exc ae digne de informar, acorea da
graga que elle impptra.
Dito ao cornman Janl* das armas.Eti obser-
vancia da aviso expedido pela repartgo da guer-
ra, em 26 de agosto ultimo, sirva-se' V. Exc. da
ouvfr o commandanle da segando batalho de
infantaria, acerca do qae pede no incluso reque-
rimiento o primeiro cadete primeiro sargenta do
maimo batalho Francisco de Paula Ferraz
Fraol.
Dito ao mumo Communico V. Etc., para
seu conhecimento, que, segundo consta deofficia
do coaaman Janta do presidio -le Femando, de 31
de agosto ultimo, aob o. 149, juota por capia,
ragreissra para esta capital nu blata Sergipano,
o aeguula crurgio do exercito, Dr. Cicero Al-
varo dos Santos.
Dito ao mesmo. Transmita V. Exc. para
aeu cooheeimento, copia do aviso circular do
ministerio da guerra de 29 de agosto ultimo, de-
clarando os vencimenlos que competem ao9 offi-
ciaes reformados do exerclto quando encarrega-
dos do recrutsrnento.Communlcou-se a theaou-
laria do fazenda.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exi. de dar as
saas rdans para que o conselho econmico da
campanhia de artfices satisfaga, de conformidade
com o aviso da repartirlo da guerra de 3 do cr-
rante, as exigencias cuntidas no relatorio incluso
por copia, com referencia as contas do mesmo
onselha, relativas ao segundo semestre do anno
prximo passado.
Dito ao inspector da thesouraria de fazanda.
Ao eommaodanta e officiaes do brigue escuna de
guerra Tonelero, que val aabir brevemente em
commisso, mande V. S. adiantar um mez de
comedorias, conforme solicilou o commaodanle
da estaco naval em officio desta data, sob nume-
ro 63. "
Dito ao mesmo.Nos tormos de tus ioformago
de 16 do corrento, sob n. 886, dada acerca do
reqaerimeato qae devolvo do bacharel llaoriqae
Pereira de Lacena, autoriso V. S. a mamar pa>
gar os vencimentoa que deixou de pereeber o
xr.asmo bachsrel como juiz municipal do Goianna
relativaraents aos treza dias quegs9taa na via-
gem qae fez daqaella cidaie pira esta capital e
vice-varsa, quaodo vea tomar asseota na assem-
sembla legislativa dests provincia na sua ses-
g rinha deala provincia, aa continu a abonar no
B wTart A correte exercicio a graliiicariio mensal de cam
\\ \ i vi mi' r'' pel" suPerQ'Qller|tis das obras do me-
/" W IlvIIa Ihoramenta do porto, sendo pig pelo quantita-
tivo destinado para as aobreditia obras, assim o
communico V. S. para seu conhecimento e di-
receo.
Dito ao inspectar da thesouraria provincial
A' Joo Jos Pinto de Oliveira, eu pessoa por
ella aulorisada, mande V. S. pagar a qaantia de
800 correspondente ao alugael da dous meces
vencidos do 1.* do crrante, da casa que serve
da qaartel ao destacamento de polica na villa do
Cabo, ama vaz que esteja em termos a eonta
janta em duplcala, qae para esse fim me foire-
metlida pelo delegado encarregado do expediente
da repartirlo da polica com officio de hontem,
sob n. 1413.
SaS lUCailUaaeS, queiram man- da.Em vista do qae pondara V. S. em seu offl-
dar satisfaze-las, antes do pri- *! qav corren?e> '. !^m 1
' art. 7U docompromisso da Santa Csaa da Miaen-
ffieirO de OUtUDrO DrOXimO,'tordia de ,7 de marco ultimo a fazer a epata
neceasaria cora a graticaco diaria de 500 ris
arbitrada a Ulpiano Bizerra da Mello, encarre-
gado do curativo a'alguos elepruntiacos do hos-
pital dos lazaroa, e bem como com a compra dos
medicamentos precisos para aquello tratamento.
Dito ao meamo. Em vista da informarlo do
mor Jorco de mez a qae allade o sea officio ds
15 do crrante, convm qae V. S. mande recabar
na casa dos alienados do bospitil de caridad a a
desvalida alienada Mara Francisca d'Assumpc.o,
como reqaereu a mai dalla, Meando V. S. certo
de que nesta dad proeuro saber do Exm. Sr.
ministro do imperio se pode ella ser tratada no
Hospicio de Pedro II.
D'ta ao director das obras militaresApprovo
o ajaate qae segando o seu officio de 16 da agos-
to ultimo sob o. 134, faz V. S. com Rutlno Hi-
noel da Cruz Couasero, para a execuco dos con-
certos precisos oo quanal de Olinds, mediarte a
quantia de 67)680, em qae foi oreado esaa servi-
co.Dommunicou-sa ao inipector da thesoararia
de fazenda.
Dito ao director geral da iostruego pablica.
Uaalgno os profaesores padre Miguel Vicira de
Barros Marreca e Simplicio da Cruz Ribairo para
comporem a commisso de exime de que trata o
officio de V. S. datd data sob n. 210.
Dito ao delegado encarregado do expediente
da repartirlo da polica. Transmiti V. S.,
aflm de que proceda a respelto como fdr de lei
copia do officio do eomnunJante do presidio da
Fernando sob o. 128 e mais papis a elle anne-
xos, dos quaes consta haver o sentenciado desta
provincia Pedro Celestino Magno da Silva, tenta-
do oo dia 4 de agosto ultimo assaasinar naquelle
preaidio a Delphina Mam da Conceicao, lazando
com o compasso, que aqai ajunto, os ferimeotos
constantes do respectivo corpo de delicio,Com-
muoicou-ie ao juiz municipal da primeira vara.
Dilaao meamo.Sirva-se V. S. de prestar os
eadareeimentos exigidos no avisa do ministerio
da guerra de 29 de agosto ultimo, junto por co-
pia, com referencia aos sentenciados militares
Jos Querino de Almeida a Manoil Francisco de
Soz i, de que trata o odelo deasa reparlico da
16 de Janeiro prximo Ando, sob n. 67.
Dito ao director do arsenal da juna.Em
observancia do aviso do ministerio da guerra de
26 de sgoato uttimo, mande V. S fornecer ao
quarto bat>lho de arlilharia a p os objectos
constantes da sota junta por copia, e bem
siim quatro mil pedras de fogo para espingardas
de adarme 17 ao deposito de artigos bellicos da
provincia do Cear. Commuoicou-se ao com-
mandante -das armaa quanto aoa objectoa.
Dito ao rr-esmo.Transmiti Y. S. para o fim
conveniente a incelusa parte da commisso que
examioou no preaidio da Fernando os objactos
remediaos por esse arsenal no hiate Sergipano.
Dito ao mesmo.Uaapoodendo consulta por
V. S. feita em officio de 15 desta mez se deve
mandar continuar a aboaar as diariaa de certas
serventes desse arsenal nos dias santifijados em
que prastarem os aeus servidas, declaro V. S.
que deva proceder a eale respailo como at ago-
ra no que nao tiver havilo impugaacao por par-
te da thesouraria de fazenda.
se. a para a villa do Ez, composto de am
ferior, am cabo a oito soldados.
Despachos do da 18 de setembro.
Requerimtntot.
Capito Antonio Cabral de Mello Leoncio
Expediram-se as ordena no sentido que pede o
aapplicaota.
Jos Cetano Teixeira da Silva.Iodiqae a
quaotidade doa objectoa.
Maria Felicia da Apresentaco Franco.Ia-
forme o Sr. director do arsenal de guerra.
Manoel Joaqeim Xavier Rlbeiro.Passe por-
tara coocadendo trea mezes de liceoca com vea-
cimett is Da forma da lei.
Marcolioo de Souzi Travassos. Passe portarla
concedendo a licenca pedida.
Manoel de Souza Braga. Joata ceriilo de
dade.
Commando das armas.
Qaartel-greneral do commando das
armas de Pernambaeo na cida-
de do Recife em SO de setembro
de 1862.
ORDEM DO DIA N. 130.
O general commandanle das armas, em vista
participlo, qae em officio n. 590, Ihe fez o
da
Sr. commandanle interino do stimo batalho de
infantaria, de ter deade o dia 14 do crrante,
exeedido a Ucela de quatro metes que obtive-
ra, o Sr. coronel commandanle do mesmo bata-
lho Joaquim Jos Gongalvas FoDtes, declara
ausente o referido Sr. coronel, que vai aer cha-
mado por edita! nos termos da lei de 26 de maio
da 1835.
Assigoado. Solido/iio Jos Antonio Pereira
do Lago.
Conforme.Jos Francisco Coelho, eapito
ajudanta de ordena encarregado do detalha.
Joaquim Jos Pfreira Yianna, lente ejudante
d'ordens de pessoa.
EDITAL.
Solidonio Jos Aotouto Pereira do Lago, com-
mendador da ordem de S. Baoto de Aviz e
Rosa, cavallelro da imperial do Cruzeiro, con-
decorado com as rredalhas concedidas divi-
eso cooperadora da Boa-Ordem em Pernamba-
eo, e com a de ouro da campsnha do Ura-
gusy, brigadeiro do exercito, e commandanle
das armas da provincia de Pernambuco, por
S. M. o Imperador etc.
Faca saber ao Sr. coronel commandanta do
stimo batalho de infantaria Jjaquim Jos Con-
nives Fort 's. e todos aquelles que poderem e
quizerem fazer chegar ao seo conhecimento, que
nao teodo elle comparecido no dia 15 do crran-
le mez, por ter flnalisado no dia antecedente a
licen-i com que se icbava na corle, foi declara-
do ausente em ordem do dia desta guarnirlo sob
o. 130 e chamado pelo presente editalpara que
ss aprsente dentro do prazo de dous mezes a
contar da data deste, sob pena de proceder-se a
respelto de sos falta de comparecimento, nos
termos da lei de 26 de maio de 1835.
E para qae o referido lhe conita, z lavrar o
presenta edital qoo anignei e fi sellar com o
atote das armas impertaes, a que aera publica-
do asi cszaUa desta capital.
Qaartel general do commando daa armas de
Pernambaeo, em 20 da setembro de 1862.
Solidonio Jos Antonio Pereira do Lago.
ln- i mez para a navegafo do rio Amazonas no lito-
ral peruano, a contar do 1* de Janeiro prximo
futaro, nao recabar a bordo de saus paquetes
passageiros ou cargas procedentes daquella re-
publica ou com destino para os purtos della ; re-
cusando-so deaie j o transporte de qaaeaquer
cargas pertencentas ao goveroo da ret'bliea.
Balara, 25 de agosto da 1862 No>mpedimeo-
to do gerente ds companhia, Jos Armonio Afja-
lo, ajadante do gerente.
Artigo do Trezt de Maio tobre o mesmo.
Damos hoje publicidad* a um annaocio da
companhia da navegago e commercio do Ama-
zona, declarando que do 1.* de Janeiro pr-
ximo faturo nao recebera a bordo de seas pa-
quete* paaiageiros ou cargas procedentes da re-
publica do Per ou com destino aoa porto! della,
recusando desde ji o transporta de quaesquer
cargas partencentes ao goveroo da referida rep-
blica.
Nao podemos daixar de altamente censurar a
deslaaldade do governo peruano, que aob pretex-
tos fateis deixa de dar cumplimenta a aeus con-
tratos, negando pagar companhia oque por di-
reito lhe deva ; e por ver que aquella repblica
esquecendo-ie da seus proprios nlereise e nao
preveodo qaaei os resaltados de sua ra f, dei-
xa qae aeua habitantes quem dos Anles sof-
frara em suas transac;5es commprciaes.
Cabe-nos aqui louvar a companhia que, poden-
do logo fechar as escolilhas da seus vapores s
cargas que tenbam de segair para aquella rep-
blica, ainda favorece aos negociantes do litoral
peruano, recebendo suas cargas al o flm do an-
uo, para com lempo podarem prevenir os prejui-
zos que dave acirretar a deslesldade do governo
peruano.
Artigo do a Jornal '. .-inam sobrt omtsmo'
Em outro lagar encoatraro os leitores um
aviio da companhia de navegago e commercio do
Amazonaa, fazeodo publico que, em eooaequen-
cia do procadimento desleal do governo da rep-
blica peruana, negando o pagamento dassabven-
lado nem a razao, nem o direiio, a na opinio
publica doa dous povoe j is'.o ama causa per-
dida. Acuda-lhe o governo da repblica em
qaanto lempo, porque destas oodoas lavam-se
i vezas os particulares, mes osgovacnos nao se
laram nunca dallas, e fazam que os capitees lu-
jara delles como se foge de um phantssms caja
sombra apavora, e mata.
Aos commerciantee do Per, cujos interessr-s
so cercados pilo procedimeoto irregular do sea
governo, cumpre empenhar a sua ioflueacia para
qua eata pendencia tenha a aua natural solaco,
e agradecer compaohia i sua benevolencia pelo
prazo que d para que as difficuldadea ae remo-
vam em todos os aentidos. Raclamera justira
de todos os poderes e a talos os iribinaes da re-
pblica, e tado se conseguir.
O governo peruano deir.'-ie em candidas em
qaanto soliiltou a esmola de um contrato venta-
joso, mas desde que preciso cumprir com os
seus daveres vem dizer impvido e carrancudo,
com o contrato rasgado na mo :esta contrato
fui ea que o taz, esta asignatura minha, este
documento legal, lagaliaeimo, maa eu nao qaero
reeonhece-lo, porque aoa um v emdm, eu Do quero pagar aquillo que eu te
devo, eia-aqui ludo 1 Passe o governo peruano
para c da franteira se quer ver como o nosso
coligo criminal castiga estas ingenuidades sob a
influencia benfica de am gaverno honrado, e
da bros naciooaes.
Artigo do Jornal do Amazonas, sobre a questo'
mostrando o direito que assiite companhia.
Negocios com o Peni.
Pelo artigo, qae a poacos dias publicamos, e
pelos repetidos annancios da companhia de na-
vegaQo e commercio do Amazonas, iaram sa-
beodo os nossos leitores, que, em coasaqaencia
do proce lmenlo do governo da repblica peraa-
oa, negando o pagameata dai iubveo;5ea pala
companhia vencidas e correspondentes ao segan-
do anno do contrato celebrado enlre ella e aquel-
la governo em 9 de julho e approvado por de-
vCorre como certo qae o governo paramo ten-
0 Lm ,v2J"1" um n0TJ emPfeatimo de lbs
2.0UU.O, tratando previamente de remover o
prajuizo prodosido pel dovide* ltimamente
suscitadas sobre sua legalidad*, materia aata que
o nossos capullinas lero de considerar.
lSei de 4 de je}bo de 188.2 :
O seguinte, relativo s propostss qtrrse diz
existirem para am novo emprestimo pertrano,
do Sr. Osena que foi altimaaenta ministril pe-
ruano nesta corte.
VTendo lido a honra de rearaeenter o gover-
ao Perueno na corte de S. M. Br!tannic,vejo-me-
obrigado a tratar da urna correapondenei* publi-
cada em alguna jornaea de Londres, com o carc-
ter de annuuciu, por intermedio do conml perua-
no, com o eidenta objecto de prejadicar o meu
carcter aos olhos do publico britannico.
Poderiam tel-o feito sam commetter a grande-
irapropriedade de garem pubiicidade a conversas
inteiramente coufiienciaes, e eomo tees commu-
nicadae ao presidente.
A parte da correspendencia a que aliado to
clara, que nao exige maia do que eits observa-
CO*s passageiras.
E' monstruoso que um governo civiliado ap-
pelle para bes malos contra o seu ax-represen-
lante, ?quecendo a sensata mxima do primeiro
Nspoleolayar a roupa suja em familia. Mas,
como assim devo expor am miaa defesa cor-
tos fados, aos quaes confio que dar cireulac.30, e
contectar-me-hei com a seutenea de seus lei-
tores.
A origem de rninha offenea o governo
peyano enviou Londraa clandestinamente um
commiisario pan contralr um emprestimo avul-
jtado. Eu sabia que elle era contrario asleis da
meu paiz, e que seria por conseguiote rejeitido
pelo congresio ; a opiniao publica em Lima era -
[ Iha contraria ; e suas phsses parliara o> *''".gos
: eilitatos, hoje sem vigor I '. E'um .opre-
1 texto suppor que precisa de.diclieiro para a
construc<;io ds camiohos de ferro, ou para me-
oea corraipondentei ao sagundo anno do con- cret0 **0 mesmo mez de 1859 para a navegara do lhoraraeto de ama circulajo depreciada ; elle
trato celebrado com a mesma companhia em 9
de julho de 1859, e approvado por decreto de 27
do dito mez para a navegacio do rio Amazonas
no litoral peraano, do 1." de Janeiro do saguinte
anno de 1863 nao recebar a companhia a bordo
da aeus paquetea passageiros ou cargas, que pro-
cedan] daqaella repblica, ou memo qua desta
proviocia ou do estrangeiro pera ella se desti-
nen! pelo Amazonas brasileiro ; aaslm como qae
Amazonaa no llttoral peruano, a coatar do 1 de
Janeiro de 1863 nao reetberia a companhia a bor-
do de saus paquetes passageiroa ou carga proce-
dentes daquella repblica ou com deslino aos
pontos della, recusando-se, porm, desde j ao
transporte de quaesquer cargas partencentes
esse govarno.
Comtudo insistiremos sobre este importante
asjuaiplo, porque o procedimento do governo pe-
dtsde j recusa o tranaporte das cargas perten- ruano tem cooaequeocias fitaes para o nosio com-
cenes aquello governo. I mercio, e sem davila algama ser o germen da
Dando esta noticia, nao polemos deiurde la- reproduego dos actos ds constante ingratido e
mentar qae o procedimento desleal do governo Prejuizos, qua temos colhido no valla do Prala,
peruano de causa ai difkuldades. que o nego-!,a enrgica e immediatamente o governo imperial
claotea daqaelle estado devem loffrer por suapo- na0 proteger inieresies brasileiros lo colossaes,
litio de m f nos contratos, lem te lembrar o
INTERIOR
Para.
DOCl'MF.NTOS SOBRE K QUESTAO DA KBCl'S DO 00-
VEUNO DO PERL'' AO PACAMENTO DO SUBSIDIO
C0MPASI11A DE NAVECAeiO DO AMAZONAS.
Extracto do relatorio da companhia em 7 de
maio do corrente anno.
O contrata par dous snnos que tinhamos com
a repblica do Per terminou com a viagem de
desembro ultimo, e apezar das repetidas promes-
aai qae no decano do anno paisado fez o res-
pectiva ministro ao nosso digno agente, o Sr. Joo
,,-,. ... .. Duarte da Poate'.Ribeiro, nao s nao foi renovado,
Duoaocagitaodoporto.-Acontecendomuitai como declarou aquelle governo. por decreto de
sao ordinaria deate anno.
Dito ao meamo.Remello V. S. aflm de que
de conhecimento as aatorilades scaes compe-
tentes copia do aviso circular expelido pela re-
partido da agricultura, commercio e obras pu-
blicas em 5 do correnlt, determinando o modo
por que se deve averiguar as causas pelss quaes
os vapores des campanillas subvencionadas pelos
cofres pblicos, deixam algumas vezes de sabir
? 01 din previamente marcados.Igual ao ins-
pector da Iheeouraria provincial.
Dito ao mesmo.Daferindo o requerimenta do
capito do Y" batalho de infantaria, Antonio
Cabral de Mallo Leoncio, que destaca para a villa
do Oaricury, recommendo V. S. a expedico
de suas ordens, para que, a contar do 1 de de-
zembro prximo viodouro em diente, se abone a
prestae-o mensal de 50$, qae de sea sold pre-
tende consignar nsti capital a ser entregue ao
aeu procarador Joo da Rocha e Silva.
Dito ao meamo.Eitan 1o em termos os incla-
aoidocameotoi, mande V. S. pagar a Simplicio
Jos de Mello, conforme solicitoa o eommandan-
to superior interino da comarca do Brejo, em
officio de 8 de agosto ultimo, os veoeimentos re-
lativos ao mez de julho deate anno, dos gaardes
nacionaes destacados naquelle villa.
Dita ao mesmo.Transmiti V. S. pira ios
intelligeoeia e devida execuco copia do aviao da
repartico da guerra de 26 de agosto altimo, de-
terminando que nao havendo razas lafficiente
para qua as respectivas pravas tratadas dos hos-
pitaea se proceda differeotemeole do que se pra-
tica com as tratadas oes enfermarles militares os
veoeimentos de sold e etapa dos que esverem
no primeiro caso sejam tiradaa em prets espe-
ciaos, que essa thesoararia tangir em despeza
no 7.ExercitoE em recelta como despeza a
annullar no 6.corpo de sale e hospities
praticandose assim mesmo a respeito dosoffi-
ciaea que esliverem em iguaes circumstancias,
fazendo-ie a despeza e receita doi ieai venci-
raentoi de saldo e etape conforme os mdulos
juntos por copia, devendo estas disposiQes ter
execuco a contar do 1.a de julho prximo lindo
em diante.
Dito ao mesmo.Restiio V. S. coberla com
officii do inspector da sale publica do 1. do
correle, a coala da ambulancia fornacida ultl-
mamenU pelo pharmaceatico Joaquim de Al-
meida Pinto para o termo de Cabrob, aflm de
qae, em vista da aua ioformaQo de hontem sob
n. 889, mande pagar a quantia de 211$123 rs.,
em que importa a mencionada conta.
Dito ao mesmo.Coostsndo de communicaco
da secretaria de eatado dos negocios da marinha
de 20 de agosto ultimo quenaqaella dati ae offi-
eiara ao mtnitro da fazenda, ai n de que ao ca-
pito de fragata Hermenegildo Antonio Bar-
bn de Almeida, Inspector do arianal ds mi-
vezes nao poderem os vapores das companhias
subsidiadas pelo governo sahir nos diai deter-
minado! por motivoi de forrea maior, e sendo
neceisario qae estes sejam comprovados para que
se nao ponham embarago, aos pagamentos das
' competentes prestases!, resolveu o governo im-
perial, legando me foi declarado em aviso da
repartico da marinha de 19 de agosto ultimo,
que dadasemelhante hypothese, devano os com-
mandantas, dos ditos vapores dirigir-se as capi-
tanas doi portos para all jsstificarem as caam
da demora da sahida e obterem os documentos
indispensaveis. O que communico a V. S. para
seu conhecimento e execuc.ua, oa parte qae lhe
diz respeito.
Dte ao conselho administrativo.Promova o
conaelho administrativo a compra dos objectoa
descriptos no pedido junto, os quiei lo precisos
para a oQhioa de sapatoiros do presidio de Fer-
nando.
Dito s cmara municipal de Gaianna.Remet-
ta-me a cmara municipal de Goianna com a
possivel brevidade a informa ;o exigida em meu
officio de 5 de julho ultimo, constante da copia
junta.Igual a cmara municipal de Nazareth.
Dito a cmara manicipal do Cabe.Remeta-
me a cimaramaoicipal do Cabo com a possivel
brevidade a informacSa exigida m mea officio de
11 de julho ultimo, constante da copia janta.
Igual a cmara muaicipal de Ipojuca.
Dito ao juiz df direito da comarca de Gara-
ohuns.-Com a inclusa copia da informarlo pres-
tada pelo brigadeiro commandanle dai armas de
16 do crreme, sob o. 1795, respondo a materii
do officio de Vmc. de 4 deate mez sob o. 65.
Dito a cmara municipal da Bas-Vista.Re-
metta-me cmara municipal da villa da Boa-
Vista com a possivel brevidade a informago exi-
gida em mea officio de 8 de julho ultimo, cons-
tante da copia junta.Igual as cmaras munici-
paea de Ouricary e Cabrob.
Dito aos agentes da companhia brasileira.
Pdem Vmcs. fazer seguir para o aal o vapor
Tocantins amaoha a hora indicada em seu offi-
cio de hoje.
Portara.O tanhbres agentes da companhia
braaileira de paquetes a vapor mandem dar urna
oasssgem da proa at o Kio de Janeiro no vapor
Toeanlins em lugar destinado a paaaageiros de
astado ao aubdta hamburgaez Wilhelm Bronck-
man, que conata ser desvallido.
Dita.Os seohores agentes da companhia bra-
aileira de paquetes a vapor mandem dar trans-
porte para a corte por conta do ministerio da
guerra no vapor Tocantins aos soldados (racro-
las apurados nesta proviocia) Sameo Pedro dos
Santos, Fraucisco Thomaz Villa Nova e Manoel
Francisco dos Santos,
Dita.Oa Srs. igentei da companhia brasileira
de paquetea a vapor mandem dar tranaporte para
a Baha por conta do ministerio da guerra no va-
por Tocantins ao soldado do 10* batalho de in-
fantaria Valentina Claudino Pereira qae vai rea-
olr-ie ao aea batalho.
Dita.Os aenhorea agentes da companhia bra-
aileira de paquetes a vapor mandem transpoitar
em lugares de proa deetinadoi a panagiiroi de
estado at o Rio de Janeiro no vapor Tocantins a
Albino llenrique de Almeida e aua malber que
consta serem desvalidos.
Dita. Oa aenhorea ageatea da companhia
braaileira de paquetea a vapor msndem dar trans-
porta pira Macei por conta do ministerio da
2 de dezambro prximo pasudo, que o contrato
expirara no flm do'prlmeiro anno, e que por tan-
to nao pagarla o goveroo ai lubvenQoes corres-
pondentes ao servico do segando 1
Contra semelbaole aaser^o proteatam oa se-
guales (actos :
1.* O proprio decreto de 2 di dexembro de
1861, poii qae, segundo o art. 12 do contrato de
9 de julho de 1859, devia o governo peruiBO
prevenir a companhia com teis mezes de antece-
dencia di inteneao de di-lo por concluido no fim
do primeiro anno, e (acrescenta o citado art.
12] ficaado entendido que ae tiverem principiado
as viagens do sagundo anno, ser elle forzoso
para ambos os contratantes. Ora, se o governo
peruano livesse cumprido esta disposigo do con-
trato, deanecessario seria agora o decreto de 2 de
dezembro de 1861, e estando nao s principiado
como concluido o lervip do segundo anno,
claro ser elle fogoso para aquelle governo ;
2.* O faca do ter o governo peruano selencia
plena de que a companhia continuava a desem-
penhar o aervigo do segando anno, pelas com-
muaicacoes coactantes do nosso agente em Lima,
que, apoiado ofliciosamenta pelo ministro do
Brasil, redamava aem descanso as sibvences
vencidas, cujo pagamento, looge da lhe aer de-
negado, era simplesmeote adiado a pretexto de
goveroo peruano que elle priacipalmente depen-
de de nos, que miRestaticamente possaimos a foz
do Amazonas, e Ih'a podemos trancar.
Se o Braail, e mais prximamente o Para, tam
ioteresse em que as communicacoescommerciaes
com o Per se aoimam, dessovolvam, e liguam
estreitarnente oa doas estados, nem por isso
deixa delser evidente que a nossa vida commer-
cial caup priacipalmente. alimentada pelas tran-
eaaejMa HnaMt, como lia acontece com os
noaaofvisiobos d'aqaem dos Andes, com as com-
memicacoes pelo litoral do ooss Amazonas.
Por conseguate tado quanto partir do gover-
no peruano no sentido de desanime* ou dificul-
tar por qualquermodo as transacoes commerciaes
pelo Amazonas brasileiro teoder prejudicar os
interesses dosssui proprioi subditos, cuja parte
nos prejuizos fuleros nao ter compararlo com a
qae da nossa parle safremos.
Assim de suppor que o governo peruano, re-
considerando em seu proeedimento para com a
companhia do Amazonas, reconhega qae dever
aeu indeclinavel pagar os servicos estipulados a
Belmente camprldos, abonaado a triste politice
de sacrificar o futuro a miaeraveis clculos de
perdas a ganbos no presente.
Qaanto aos negociantes peruanos, elles dovem
ser gratos companhia por esiender o prazo da-
rante tolo este anno, quando podia ella desde j
vedarlo transporta daa suai mercadorias com des-
tino ao Per. Sirva-lhe este favor de estimulo
para eonseguirem o mais do seu proprio go-
varno.
evitando quo am vizinho, que s nos deve ami-
sade e os santimontos maie agradaveis e benvo-
los, fica ludibrio da sagrada f dos contratas, e se
furia ao cumprimealo de sui palavra solemne-
minte ampenhada. Accresce, qae rodeados por
populacec de rac hespa-bola, aob governos se-
melhsntes, onde as revoleles se saccedam dia -
riaraenta e as muUc_ies de sceass anda nao pro-
mettem ceasar, o precatenta do govarno peraano
aera de raiaoaaa coaae<],ueaciat para ne), qua
priacipalmente vivamos do commercio, qae nao
pode aoUYer damnosos embarceos lias suas eom-
municacoee reciprocas.
Cumpre agora lembrar succintamente os pontos
piincipaes desta questo.
A repblica do Per contratara com a compa-
nhia por dous annos a navegago do Amazonas,
palo sea liltoral mediante urna sabvengo, con-
trato que terminou com a viagem de dezembro I
ultimo, a apezar das repetidas promessa9, que no j
para alimentir um exercito enorme e faminio,
para pagar atrasos a urna immeosidad* de em-
pregidos pblicos, para a construego de inutois
e custaios navios de guerra, e lalvez mesmo para
fazer a guerra ao eqnador.
; Nestaa circumataociaa era o me'i dever, para
com o meu palz.para com o publico britannico, e
para com o mesmo general Cistilla, por termo a
transaejo lo vergonhoia ; Q lo, e supponho que
todo o hornera sensato approvar mea procedi-
mento.
A irrltabilidade natural do general Castilla,
levaedo-o medida absarda de publicar ama cor-
respondencia to desairla para elle, e dando
errada compreheoso a maus motivos, nao me
imede deainla cumprir meusdeveres, posto nao
ser j ministro, e lepois de ter tido dous sacces-
sosres nesta corle no curto espago de doas mezes.
O me'i actual daver acau'.elaro publico contra
os repetidos aforeot que se fizem para levantar
um empre'timo desacredilavtl para o meupaiz,
pois que elle ser infallivelmenle rejeitaio. ('
goveroo nao est autmsado para coolrahi-lo e a
aancgo oblida a forga, di commisso permanen-
te, pela diminuta maioria de tres vota* insuf <-
Helante pera o objecto que se tem em vista. O
coorreiio rae reaair-sa em poucoadias, e os ca-
pitalista! qae qaizerem (ornar novos malos pe-
raanoa, devem esperar a sua deciso antei da en-
trega do dnheiro, se nao o qaerem perder, ou o
que aqaivele s isso. hsve-lo dos bens particula-
res do ganoral Casulla, depois di prolongado li-
tigio.
Confio que esto conselho proluzir o deiejada
effeilo ; em lado o caso, repito, qae todos os qae-
decarso de 1861 fez o mioistro peruano ao agenta I (omarem parte no novo'emprestirac uVeitr-se-
da companhia, nao so nao foi renovado, como de- n5a j consequeucias, a que si for elle rejeitado
clarou aquelle governo, por decreto da 2 de de-
zembro passado, que o contrato hevia anterior-
mente expirado no fim do primeiro anno, e qua
pela nica auturidade competente para auioraa-
lo e aaocciona-lo, a vergonha da transaego nao
deve de justiga recahir sobre o meu paiz, que ho-
por isso nao pagara as sabvenges devidas pelo |je no tem meios de evitar lio vergouhos'o des-
cervigo do segundo annal a lito daaoisde un- I perdcio da proprieiade publica.
Artigo.do Diario do Gram Para, sobre o mesmo., ve sorprender.
lisar-se pelo auno ioteiro dos servlgos da compa-
nhia, nilo se embaragau o governo peruano de
declarar, que o nao pagara 1 Sa em qaalquer
contrato particular eale piocedimenlo teria urna
m qualicago, qual nao merecer refanndo-se
um governo?
A repblica peruana, representada palo seu go-
verno, esquaceu-se de um modo que todos de-
Esta icreditadinima companhia auouncia que
suspenda desde o 1* de Janeiro prximo futuro o
trsmporte de fazendas e di passageiros, a bordo
de seas paquetes, procedentes do Per ou que
para ali se destioem ; auapendando desde j o
tranaporte de qualquer objecto pertencente aquel-
lo governo.
E' louvavel o procedimento da companhia por
que nao precipitado ; filho da m f do go-
veroo do Per, mas adoptado com pradencia e
calma dep,;s de se teram empregado os meios
brandoi luasorios de chamar aquelle governo a
melhor terreno, porqae elle corre desvair lo e
aem tino no camioho da deshonra. Recusa-se
obstinadamente a pagar o qu* deva.
O procedimento do governo do Per, n*sta
questo, acbata-o de tal forma que fora ama
Qae pelo att. 12 do contrato de 9 de julho de
1859 devia prevenir a companhia com seis mez9
de antecedencia de dalo por concluido no fim
do primeiro anno. Otando entendido, accresceuta
o contrato, que se tiverem principiado as viagens
do segando anno aar ella iirgoso para amboe
os contratantes. Assim foi ; nem a companhia
nem o governo peruino com a aulecdencia de-
cretada declararan, que queriam quo o contrato
ficasse concluido no lim do primeiro anno; co-
megaram portaoto as viagens uo segundo anno,
tarnou-se o contrato forgoso para ambas as par-
les ; eomo, pois, aonegar o goveroo do Per a
devida subvengio '!
Qae, cootinuaodo o isrvigo no segando anno,
tanto o recoohaceu e aceitou o governo peruano,
qua reclamando o gante da companhia em Lima
falta de fundos, por se schar ento o governo em em governo algam, negar a di .la qae conmino
grande vergonha para elle se nao fosseanles d'isao o pagamento das respectivas subvangas, sempre
urna miseria pequenina qae vai amesquiaba-lo'
perante os governos cultos do resio do mualo
negando-ie a solver o debito que conlrahio com
urna compaohia por contrato publico e solemne
depoii de ter gozado os proventos e os benesses,
a que ella se obrigou pelo mesmo conlrato, al
ao ultimo dia de sua durago, para vir depois
tragoeiramente, por um acto que jamis se vio
contestago com o ieui agentes financeiroa em
Londres, como notorio ;
3.* Ai informan") goveroo peruano no litoral do Amazonas, parti-
cipanda-lhe o lervigo feito peloi nossos paque-
tea, e aa saas exigencias em virtade, e mesmo
alm das diiposigoes do conlrato, iproveitando-
ae a aatoridade peruana das paassgens e trans-
portas gratuitos estipulados osase cootrato, que
oo aooo passado importaram em 8:635)J600;
4.* Finalmente, os ajustes com que o goveroo
peruano eotreteve o nosso ageole at ao mez de
outubro, impondo oovas condigdes, entre as
quaes a de empregarmos vapores maiore, e dis-
cutiodo o qaantam da aabvengo para a reforma
do contrato, ebegando-se afiaal a um accordo, e
marcando-se ateo dia em que o qosso ageoteo
deveria aisigoar !
Reclamel por tanto o ipoio do governo impe-
rial para proteger os interesses da companhia to
deslealmente offendidos, e campro um dever
agradecendo ao Exm. Sr. conielhelro Benvenuto
Auguito de Magalhes Taquee, digno minitro
dos negoeioi eatraogeiros, a prompta expedigo
de suas ordens legago imperial em Lima, para
iotervir oesla questo.
Nao menos grato me manifestar aqui o meu
recoohecimeoto ao Exm. Sr. comelheiro Antonio
Jos Lisboa, ministro do Brasil no Per, pelo
apoio officioso qua dea ao nosso zeloso ageole,
emquanto elle solicilava o pagamento das aab-
vengoes vencida*, a diicutii-sa ai buei do ao-
vo cootrato.
Essa intervenga o officioia de S. Exc. coi asse-
gura agora, villa das recommeodagoei do go-
veroo Imperial, a mal efficaz proteeco dos io-
teresses da compaohia.
nnunsto da companhia no Trtxe de Maio.
A companhia de navegago e commercio do
Amazonas faz pablico qua, em eoosequeocia do
procedimento desleal do governo da repblica do
Per, negando o pagamento das sabvenges eor-
respoodentes ao segundo aono do cootrato cele-
brado com a meama companhia em 9 de julho de
guerra no vapor Tocanfiwf ao destscameato qae 18*9 iprroTao pelo decreto de 27 do meamo
lagalmaote por am lirmam que assigaou, des-
eando por essa forma condigo vilaa de um ce-
loteiro vulgar, a deshonrndose a si, e aos seus.
Descaro mais inconveniente, e de resultados
mais desastrosos para si e para a nago a que
presid nao sabemos nos que o tenha tido governo
algum do mundo, a nao aer agora o governo do
Per :10 povodas grandes tradigas histricas,
eslava reservada esta vergonhosa humilhigo de
cifraa I
O goveroo peruano cortou com thesoura suici-
da o fio j muito adelgagado do leu credilo nai
pragai eitrangeiras, a redazio o sea commercio
interior a condigoei mycroicopias pela suppres-
so das relagOes e dos tranaportes accelerados
com o nosso territorio. Quem que ha de que-
rer boje negociar com am governo qae sa dai-
moralisa at o ponto de nao cumprir as sui9
obrigices falladas e escriptas ? que oega a f
pablica de taa assigoatura com orgalbo e com in-
solencia que faz ter d ? e para o qual o resoeito
e a religio dos tratados como le nao (ora ? Co-
mo ho de estraohoi coosidera-lo a elle, se elle
se desconsidera a ai proprio ? E depois, que
progresso espera elle ver oo seu commercio ia-
terrompeodo-ie a liona d* navegago a vapor
entra o leu territorio e o do Brasil ? Entre as
muitas coasas de caja falta ae rescente o Peta a-
quella qae ae torna maia notavel sem duvid
alguma a de bomeni qae teoham pegado ao me-
os n'um compendio de economa poltica.
O govarno peraano veja o que faz e medita
bem oo passo que pretende dar ; esta questo
seria e grave, e pode trazer comsigo complicagoi
diplomtica! ;o governo do Brasil nao pode
cruzar os bracos ante a extorio caviloss de 200
e lantos cootos de res, que se pretenda fazer
compaohia de navegago e commercio do Ama-
zonas, eita somma aoormiiiima para ogyro de
urna compaohia, urna tal taita pode ser-lbe sen-
aivel, apezar do immenio crdito de que ella
goza, mas para a vida aeonomica de am goveroo
nao lem aigoiQcago alguma ; aera am acto de
boa poltica acabar cora ata desgranada penden-
cia por quo o govaruq peruano nao tem. -io sea
pretextara smenla a falta da fundos por star em
contaslages com os seas agentes flnaoceiros em
Londres. Porque, pois, deixoa acabar-aa o se-
gundo anno, e s em 2 de dezambro qua decla-
rou ter expirado o cootrato um anno aates para
nao pagar o lervigo que nunca recusou ? E nte-
se qae a as passageoa gratuitas, dadas por ordem
das autoridades peraaoa9, ns forma do cootrato,
importaram oeMa seguudo anno em 8:G33}600 I
Que finalmente se o governo peraano, apezar
do art. 12 do contrato, entenda que elle havia
expirado em dezambro de 1860, como ainda em
outubro de 1861 discuta com o agenta da compa-
nhia em Lima as bases o quantum para o novo
conlrato, chegenJo-se atioal a um accordo, e
marcando-ae at o dia em que d*via ser sig-
nado I Eludo isla sem que ao menos levemen-
posses em duvida a legalidad* da coutinuago do
primeiro contrata no anno qae corra I
Com esta ligeira exposigo comprebendero
todos quanto desarrasoado o governo peraano
om oegar-se ao pagamento de urna divida to s-
grala, lesando os interesses de ama compa-
nhia brasileira com qaem contratara, a qua
confiara na sua palavra e boa f, e tambera losan-
do oa interesses dos proprios subditos da rep-
blica, que sero embarzalos oo livracommercio,
quaj comnoaco entreten), embarago que s pela
generosidade da compaohia comegaro a aenlir
oo 1* de Janeiro de 1863.
Sabemos, que o goveroo imperial j expedio
orleo legago em Lim para iotervir oesla
questo ; mas pela importancia dos interesses vi-
taos com qae ella joga, campre qae em-
pregua todos os seu esforgos para qua tenha
qaanto anles a devida lolugo.
Os embaregoi noinceiros, com qae ae tem vis-
to abarbado o governo peraano, nao podiam ar-
resta lo ao ponto a qua qaiz chegar com o de-
creto de t de dezambro ; e ae a tantativa de um
tal precedente nao for immediatamente oulliflca-
da, o goveroo imperial deixar de ser protector
doi interesses braiileiroi, que lhe eato con-
fiado!.
Em concluso, fecharemos ate artigo com li-
gaos exlractoi do Times de Loodrea, peloa quasa
le tica maravilhado de observar o modo porqae
ae apresante a repblica naquelle mercado agen-
cian Jo um emprestimo. Taes fictos ao to ex-
preasivos que dispensara commentarios, qaa nao
devem nem poleo eacapai ao governo impe-
rial.
Eia oa extracto*:
T\mu a 3 de julho de 1&S2:
< D3culpa lomar tanta de seu valioso espago
com .-i' jj esforgos para salvar da ruina moilas
pesoas sem proiecgo e seu etc. (Asiigaado)
J. Y. Osena .
Times 5 de julho de 1852 '.
Reerindo-me a carta do Sr. Osena, publica-
da em seu artigo monetario de hontem, direi, que
as pessoas mais competentes na maneira asseve-
ram, qe a commisso permanente do coogresso
peruano tem plenos polares para aatoriaar em-
prestimos, e que nesea conformidade autorisaram
o presidente a contrahir o emprestimo em ques-
to.
a O Sr. Ossns era da mesma opioio qaando
procuroa negociar um emprestimo para o aea go-
verno, como provara as cartas j publicadas, aa-
beodo elle perfeitameote quando escrevea as di-
tas cartis qae o coogresso nao se reuna por mul-
los mezas.
Qae o emprestimo apparecer sob alguma
rir.a, parece fra de duvida, o qua desejo saber
se o governo offarecer condiegoes aceitaveia ao
aeu humilde criado. ( Assigoado ) Um poasuidor
de tres classes de fundos peruanos .
Times 7 de julho de 1862 :
a Na discusso suscitada sobre o contemplado-
emprestimo peruano nao vejo alluso algama a
um ponto muito importante. O liquido proluc-
to doBuane vendido no Reino L'oido, diz-se, aar
oferecido como garanta, o qae seria muito sa-
tisfactorio se nao se dsse o segaiota peqaeoo
fado que se acha empenhado Os compro-
miiso do governo peraano para jaroso reegate
de f jndos anoualmeate sao os segalntes f
Lira ant. 4 }* % S 325,000 garant. por 4/8 gamo
< 3 ',, 127,747 ll
Urbarren i \' ./ 100,997
llegan 4 ,'* ,/< 34,365 10(
por 1/8 guano
Jo" V8wn
i 588.110 8[8
Fica entendido que qualquer novo empresti-
mo s pode ser garantido por outro penhor, nao
sendo fcil conceber como o Sr. Bull aceitou se-
melhanta posigo, com toda a sua proverbial fir-
mla.
Em qaanto aos podaras para tratar, chama-
dos qaeito pelo Sr. Osena, um pooto legal
que jalgo nossai autorididea poderiam defioir.
Diz, muito pouco, porm a favor deste desapun-
ta do negociador que em fevereiro, qaando o ne-
gocio parava am suas mos, elle consideris! ple-
namente latisfactoria a autoridade que agora im-
pugna: Nao vejo qae elle tente cobrir este pon-
to vuloeravel em aaa courara, qae com tado
aaii clara para poder paaaar-aa por alio a que
arraioa sua caun irremediivelmento. (Assigaa-
do) Um possaidoi da fundos >.
PEUiinmuco
REVISTA DIARIA.
Sobre ioormaco do provedor da, Santa Casa
de Misericordia. autorliouS. Exc. o- Sr. presiden-
te da provincia c> diipendio de '.'00aS com o alu-
guel de um litio em Beberibe, pata a ioitallag&o
doa tras elepheotiacoi do hospital doi Laxaros,
de cuja cari se acha encarregado o Sr. Ulpiaoo
Bezerra de Helio.
Tendo eate aido atacado daquella horrivel mo-
lestia, e logrado carar-ae por meio de ageut*a
cujo cooheeimento lhe pertence, por certo con-
vealeota a experiencia a que ae sagaita o meio
curativo, que elle poasue, e cuja efflcacia ga-
rante.
Foi igualmente autorisada a deapea com a
gntiflcago diaria de 500 rs., e com a compra
de varios medicameotoa neceusrloa ao tratamea'
10 doi [elarid03 doe&toe,
MUTILADO


wmm
*" '
DIARIO
No presidio de Fernando 4e Norooha tantou
o sentenciado Pedro Celestina Magno da Silva,
asssssioar a Dalphiaa Hara da Cooceicae, a quem
ferio com un compacto.
Foi faito o competente eorpo dedelkto, o qnal
acha se submeitido aoDr. chele de policia para
oa ids convenientes.
Na conformidade do aviso do miniaterio da
marinba de 19 de agotto prximo paseado, de-
ven oa eommaodaotes de Taporaa daa compa-
nhits subsidiadas pelo governo, quaodo delxa-
rem de stbir.dos portoa ooa dia* filados, em eon-
aeqeeoca de or$a maior, justificar aa cauaa da
demora perante as capitanas doa porto, e deas
obter os documentos indispeosaveia.
tai medida tem por fim evitar que se po-
r.ham ero baracoa soa pagamentos daa compe-
tentes prest (des, oa hypctbese Ggarada.
Foram removidos da guaroico desta pro-
vincia oa Dra. Abrahao Bruao da Cmara e Ma-
ooel Al?es da Coata Braocante, segundos cirur-
f'oea do corpo de aaode do exercito.
Commisaea officiaea do o reapparecimen-
lo do chotera dos povuadoa doa Montea e Ria-
hao.perterjceotes ao termo de Agua-Preta, onde
j baTiam fallecido 16 pessoss, do 1.* a JO do
correte.
Na poToacio de Gimeleira grasss, com in-
tentidade, a varile.
. Precedida por um bom conceito gioho no
Hippodromo de Paris, pra^u do Salitre a Santa
fBBWAMIDCO. a. SEGUNDA FURA 12 DI SETfiMBRO DI 1861.
FALLECIDOS.
Pimttcir*t.
Homens. 54
Malberes 100
Somma 154
Piripiry.
Homens. 16
Malheree 11
Somma 27
CapoUra.
Homens. 62
Malheres 63
Somma
TJS.*'
Aggr.v.nte. D'. Tbemotea Joeepba Camoiro
Msciel da Silva ; aggravedo. o juizo.
Encerrou-se a sessao a 1 hora.
COMMiilCiO.
Homens
Mulberes
Somma .
Cattnde.
125
3S
3t
61
367
ferxinino
sobre o
Male de 50 por /. o sexo
maicelioo.
Por ioformaces exactas sabemos qoe o cho'e-
ra-morbua fez oiu reapparecimento nos lugares
dos Montes, districto de Agoa-Pret, deade o 1
ao correte, em cujo povoado j tem feito se-
guramente o n. de 16 victimas, e agora no Ria-
* thao *
do mesmo districto, e tambera no do Boni-
assim como o apparecimento da varila na
Aona em Lisboa e diversos circos em Fringa, to
lleapaoha e Portugal, apreseotoa se no sabbado' povoacao de GameleirY, do dialrcto de DaaaBaV
em o Santa Isabel a compauhia acrbata e ". onde com intensidade vai fazendo victimas
gyrnnastica sob a directo doa irmos Buislay. podando d'all fcilmente fszer sua tranamiss
1,. V" 0 contar urna deten, de artistaa para aqaelles lugarea: pelo que bom aera que
trancezes, prooaoiU ella dar-nos algaoa variados antacipadamente se procure combater to horri-
e belloa espectculos, nao de exercicios gym- vel flagello.
naiticos, como de acrobticos, dos quaea tem Paaasgeiros do hiato Nicolao I. vindo do
sido sempre applaudida com razao, pois que sao Aracaty :
em geral b.,na e habis oa artista. Franciaco GooCalves Linharas e 1 crisdo. Ma-
Tomaram parte do espectculo de sabbado noe Pereira Azevedo. sua aenhora e 1 c ifdo
mftffl& W"'W ,d" P'lhc'- ,b,2 d So Colbo. Libera Uno de Souia'
I r*flA.Van*ota6umexerc.,odegy- Correa1. 1 criado, Francisco da Rocha Pasaos L*
niMiM.M0 o f._ Rosa Fausttoade Lima e 2 filhos menores.
CMM ffElaU
DO
Banco do Brasil.
Acaixa filial dasconta latraa com praso ata
qV""^ ,0 0|0' do ,eu Proprto aceite
a 9 0(0, toma dinheiro a juros em conta corran-
te, oa por letraa a 7 0,0 ao anno, sacca ao par
a cartoa presos, sobre o banco do Brasil
Gaixa filial 9 de setambro da 1862.
Francisco Joao de Barros.
Secretario.
NOVO" BANCO
DF
Pernambuco.
0 novo banco da Pernamcaco paga o 9.di-
videndo a razo da 120 por ac(o.
Descont o rehate de lettra. r.guloa de
mies.....Do '"l para o canal a 42-6,
P"! L'vjarpool a22-6, e do
algodaol|2p. por libra.
i
Unidades. Valores.
15200
S400
iOO
|300
S400
cauto
caada
de
Dstica, que neceeeita muita Oexibilidade "tor-
ca muscular, o que possue o Sr. Pepe Buislay
em grao aubido, pelo qae baatante agradou,
principalmente no final, onde amores e mais
rspidas foram as evolucoes.
O Torno Persa, eiecutido sobre urna especie
de trspezio de grande risco pelos exercicios que
txige acam os artistas, sobretodo as desloca-
idea e voltas continua. Nssse exercicio brilha-
ram oa Sr* Julio Buislay e William.
Os Palharos sao bons e preeneberam bem o
tempo que lhea foi destribuido ; agradando
qur em scaa exercicios de forja, qur naa pas-
aageos para rir; entretanto notamos lbe slguma
falta de eothusiasmo, devido talvez a aar a pri-
meira vez que se aprtsentavam ante o nosso pu-
blico.
SSTSSl ""de <,e,eDSi0 d0 di*'19 de
Exisiicm...... 362 presos.
Prata do Recite,SO de setembro de
18GS.
A% t/ualro horas da tarde.
COIAfiOES OFFICUES.
Cambio.
Sobra Londras90 d/v. 26 3(4 por 1J.
I. da Cruz Macadopresidente
John Gatlssecretario.
Eotraram...... 5 e
Sahiram....... 15 >
Exlstam....... 352 >
A sabtr:.
Nacionaea.....227
Uulheres...... 8
Estrangeiros.. 35
Escravos...... 74
Escravas...... g
Total........ 852
A escada perigosa, em sua qualidade, oo
om exercicio oovo para os, porqae apenaa
difiere da dos Sra. Rogera em ser no alto e for-
mando como que trapezio. Os salto, porm, e
mudaor88 de poii^es pelos artiataa entre ai, fi
cando alguna segundos inteiramente soltos no
meio do sr, sao da todo novos e sorprendentes,
tanto mais que sao executadoa pelos *ymplhi-
-os artistss Ppe e Julio Baislay, que tem ele-
gancia e Oexibilidade em oa menores movimen-
los,-^ sorealmeotegymnasticosde mrito.
Alimentados a cusa dos cofres provia-
elaes....... y
*!'-
Rabdimantade dia 1 a 19
Ideas do dia 20 .
296:544*231
22548889
Pr ALFANDEGA DE PERAMBUCO.
il.WS.PT-S0 *f "m$rot ***t* < direitot
Mercadorlas.
Aban.....: ,
Agurdenle de cana. .
dem restilada ou do reino
dem caxaca .....
dem genebra.....
dem alcool ou espirito
agurdente.....
Algodo em caroro. .
dem em rama ou em la .
Arroz com casca. .
dem descascado ou pilado
Assucar mascavado .
dem branco ....
dem refinado .
Azeite de amendoim
IH?bl'm ......caada
dem de coco ....;.
dem de mamona.....
Batatas alimenticia. *
Bolacha ordinaria propria para
ou mjD-
>
arroba

>
>
a
a
>
arroba
9520
6S000
24J000
gaOO
2J600
1S850
39000
49000
2*000
29200
19500
19200
50 Pereira Jnior 31000, Torrea I9O8O. Joao.
K^ a P" mm' Joa1uiin Antonio
^S^^An,,0D0 ,Spr,r"n d0 Sant0 U
lo8200,Antonio Joaquim Ribeiro Biatos 4HI270
n!^fa?),u,Qr,* A 00i0 GClvee 205600. An-
ni "" ?noSfStfiI 179440, Jen.ino Mon-
R. n'fiaTVo2^300', Maooel J"1 da S""
KW Fraaclsco Jos Ribeiro 239400,
! h! S2al'" ,da Coa" ^380 Joaqu.m Dia.
da Silva 6J820, Ignacio Flix Tarares USOO
lEStiSSFSi &"* F"ociMa KS.BiSSr;
?n?, ,S ?0,xa1,oe,.de *r,uJ Chavea 33400
dtSTlu *" d' |aul Aooa *0mii. Antonio Can:
dido de Araujo Rius 3*600. Luiz Germano do
ittitt^SPfil A"tooio 'o.q.m d. Suva
(d) Sendo
319:069J120
Movlmeato da alfatnalesj;
valamasantradcacomfazendas..
a com
Velarme sabidos ctto tazandas..
< om gneros..
149
A K ', e extuc o gymnastico sobre t
Movimento da enfermara do dia 20.
Tiveram baixa :
Joao Jos Garibaldi; sarnas.
e Lourengo Gomes dos Santos; sarnas.
Melquades, escravo de Augusto Pinto de l.emos ;
fleurodimia.
I Teve alta :
Jos Ferraira dos Santo.
Mataeoiro publico :
Maiaram-ae para o consumo desta cidada no
oa 17 do correte, 81 rezes.
o dia 1849 ditas-
No dia 1967 ditae.
No dia 2096 ditas.
Obituario do da 20 db
com 1,045 arrobas
carre-
SETEHBRO, NO CB-
e o Sr. Julio Buislay, que comprebeodeu
executou com graca e primor a parle de maca-
co, sobresahindo a naluralidade dos movimentos
e a astucia do animal que represeotava.
A vista, pois, do que vimos de dizer, e que foi
justamente apreciado por aqueles qae assistiram
1 sse espectculo, oasamos recoinmendar a
r\-
vara, fui ecui*to com-tojas as regras, e real-
mente ar.ua elle ntogaem ha que lbe negu a
clasiificaco de excellente tr.-blho, e de verda-
deros artiataa os Srs. Buislay, que nsda deixa- mitbrio PCI
? tem"e,viIioDem B0,ll,M" DferreS a0' Emilia- P-ni.ib.do, 2 mezes. Santo Antonio ;
.do. o. .rustas .*., ^^^^^SA'eSSS^u^^ 26 an-
nos, casada, Boa-Vista; tubrculo pulmo-
nare. r
Cietsno, Pernambuco. 30 anoos, solleiro. escra-
vo, Boa-Vista; pleuriz.
raalo, 40 aooos, solteiro, escravo, Boa-Viata ;
tubrculos pulmonares.
comp.nhi.- proteco de "nos.o"pblic"o;"qu I f^d? R-'v^!!.*' Vi** *"*&, 70 an-
concorrer para que nos do ella em completo o : p.?.?.' %*!.&*&* Wj***
tea repertorio, que por muito lempo captivoo a
atlen^ao do de Lisboa.
Coosta-noi que na quarta feira dar a compa
obia o seu segundo espectculo, para o qual
acha-ae preparando variedade e covidade de
exercicio.
Hontem teve lugar, no salao ca provincial, no convetto do Carmo deata cida-
ue, a aessao magna de installaco do Instituto
Archeologxco e Geographico Pcrnambucano.
O Sr. r. Joaquin Pires Machajo Portella,
presidente ad inltrim, cooviJando o Exm. e
Rvm. Sr. monsenhor Francisco Mociz Tavare,
presidente eflectivo, a tomar posse, lea um dis-
curso resumiodo o movimento do Instituto, des-
de sua crec,ao at o momento presente.
Em seguida ao acto de posse da mesa, o Exm.
Sr. mooeenhor Tavares pronunciou um bem ela-
borado discurso, convidando aoa Srs. membroa
do Instituto a, do maos dadas e com he-
roicos esfor^os, proseguirem as pasquizas dos
documentos que devem formar a historia de Per-
nambuco, e aclarar os mil pontos de duvida de
que se resente o que at hoja ae acha escripia.
9 orador do lostituto, o Sr. Dr. NasclmeLto
Feitoaa, lomando a palavra xpoz, em linguagem
pura e correcta, os fins das sociedades, e quaes
a vantageos resultantes das locabrscoes e vigi-
la daquelles que tomaram-a seas hombros.
38
644
== 682
d ?M"Mra no da 22 da setembro.
falacho hamburguezHara Luizamercadorias.
Exportatp&o
Do dia 18 de setembro de 1862.
Barca iogleza Aonaid, para Liverpool, carre-
garam r .
Brothers & C., 103 sacess
e 22 libras de algodao.
_ Da 19
Barca iogleza Eothen, para o Can
garam :
Southall Mellors & C. 15 saceos com 75 arrobas
de assucar.
Barca iogleza Roa'-1 para Liverpool, carre-
Patn Nash & C. 413 saccas com 2,144 arro -
Das e 8 lleras de algodao.
Pedro Jos de Siquaira. 120 esteiras de pepori.
Brigue beepaohol Toro, para Barcelona. crre-
garam :
N. O. Biober & C., 2.049 couros seceos salga-
dos com 62,710 libra. 6
Becebedurla de rendas Internas
fferaea de Pernambaeo.
Randimentododia la 19. 23:700*017
dem da da 20......t 671fi3U0
24.372J407
Anda veram a palavra os Sr. Jos Fiel de
Jeius Leile e Jos Avelino urgel do Amara),
.jo vieram trazer o abraco fraternal daa socie-
dades Atheneu Pcrnambucano a Onze de Agosto.
Assistiram ao acto os Exm. Sr. presidente da
provincia, chefe de polica interino, juiz do com-
mercio, pessoaa gradas e um concurso enorme
de pessoas de todas as classts e gerarebias.
Festejaran: hontem o religiosos carmelitas
Notsa Seohora do Carmo do frontispicio, com
pompa e brilbantismo condignos excelsa Vir-
gen), quem eram dirigidos essea culto,
Orou ao evaogelho o eloqqente padre mestre
Lino do Monte Carmallo Luna, qae descreveu
com corea vivsa oa privilegios e honranaa de
que goza no cu o escapulario da Ordem, e is
vsntageoa quo colbem aquellos qaa elle se
abrigam:
A' noita, a pos o Te-Deum, queimou-ae um
soffrivel logo de artificio, que distrahio por al-
gum tampo a noaaa populacao.
~ A Ordem Terceira de S. Franciaco, proce-
Jeu tontem eleirao da nova mesa, a qual de-
ve funeciooarno anno de 1863, e sahiram eleito
os Sr. :
Ministro, Antonio Ramos.
Vice-ministro, Joao Caetanode Abreu.
Secretario, padre Antonio Maooel d'AssumpQo.
Syndico, Jeaquim Antonio Pereira.
Procarador geral, Antooio Pereira de Parias.
-- Repartido oa polica.(Extracto da parte
do da 20 de setembro.)
Foram recolhidos cas
do crrante
A' ordem do subdelegado do Racifa, o gallego
Jos Monte, branco, de 33 anoos da idada, mar-
timo, por embriaguez.
A' ordem do de S. Jos, o 'pardo Virginio
Freir, de 23 an nos, paseador, o o crionlo Anto-
nio, de 35 anno, pedreiro, por briga o palavras
obceoas.
A' ordem do da Boa-Vista, o africano Malbeus.
de 35 anoos, eacravo de Antooio Lolz Gaedes,
rvquisico deeie, por desobediencia.
A' ordem do juiz do pas do 2* districto de San-
io Antonio, Joaqaim Jos da Sant'Anna, pardo,
le 38 annos, eozinheiro, sor crime do farto.
O chafo da segunda seccio,
/. G. ale Muquita.
Total daa pessoaa que foram affectadas a
daa qae falleceraar do cholera-morbus nosdis-
trtetoa pohciaea de Pisnenteira, Piripiry, Capoei-
ras e Calende da colonia militar,
AFFECTADAS.
/'nunteira.
Homens. 254
Mulheres 341
--.-, >^i uuo-isia ; nyaropesia.
[ Pernambuco. 7 meies, Becife; bexiga.
inmltiva Umbelina Severina Bezerra de San-
paio, Pernambuco, 17 annos, casada, S. Jos;
gastro enlerite.
Jesulni Maria Candida, Pernarbuco, 15 anno,
aolteir, Boa-Vista ; Dneumonia.
Um pirvulo aocootrado do caes do
Sanio Antonio ;
Capibaribe,
sem mais declarajao.
casa de detengo no dia 19
CHROHICAJUDICIARIA.
Tribunal da Relaco.
SESSAO EM 20 DE SETEMBRO DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. C0NSELHE1R0 BRMEL1NO
DE LEAO.
A's 10 horas damanhaa, presentes os senhores
desembargadores Caetano Santiago, Gitirana,
Lourenco Santiago, Molla, Peretti, Accioli, e Pe-
reira Jorge, faltando os Srs. desembargadores
Miveira, e Guerra, procurador da corOa, abrio-
a sessao.
Passados os feitos, e entregues os distribuido
aeram-se osseguintes
JULGAHENTOS.
Recurso crime.
Recrrante, bacharel Joaquim Ayres da Al-
meida Freitas ; recorrido, Joaquim Jos doa
SlDtOS,
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteados os Sr. desembargadores Caetano
Santiago, e Accioli.
Improcedente.
Habeas-corpus.
Loneedeu-e aaoltura a Gervasio Pires de Mo-
reno, pedida em babeas-carpas.
CoDcedsu se ordem de habeas-corpus, pedida
por Justino Manoel de Arruda, para o dia 23 do
correle, ouvida a compa tente autoridade.
Igual concesio obteve Norberto J0S0 do Reg
Barros, para o dia 7 da oulubro futuro, ouvido o
Dr juiz de direito.
Negou-ae a soltura a Casemiro Lucio Tavares.
pedida em hateas-corpa.
Aggratoa depetico.
Aggravaote, Joa Moreira da Silva ; agora-
vado, o juizo. BB
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteados os Srs. deembugadores Caetano
Santiago e Accioli.
Negou-se provimeolo.
Aggravante, bacharel Luiz Rodrigues Villares ;
aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Pereira Jorge.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira,
e caetano Santiago.
Nao se tomou conhecimento.
Aggravante, bacharel Jos Rodrigues do Patso;
aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
porteados os Srs. desembargadores Peretti,
e Lourenso Santiago.
Negou-se provimento.
DILIGENCIAS CIVEIS.
Com vista ao Dr. curador geral
Appellaco civil-
Appellaot, Francisco Moreira da Costa : ap-
pellado, Jos Ferreira Viegas e seas filhos.
DES1GNACODK DIA;
Assignou-sedia para julgameoto das setuin-
tes causas :
R
Consolado rvlnelal.
nimentododla 1 a 19. 249282924
Id.m da i. 20......1.-924827
26.8539751
Assucar -
Somma 595
Piripiry.
Homens. 13
Malhera
40
Somma ,
Capoeirai.
Homen 83
Mulheres 164
53
Sommi
Horneo.
Malheres
Somma .
Cattnde.
217
70
112
182
o77
Revista crime.
Recorrenie, Antonio Fernandes ; recorrida, a
justica. '
Appillaco crime.
Appellante, o promotor; appellado. Manoel
Dioiz Maciel.
Apptllacoes civeit.
Appellante, Joaquina Jo Barbosa ; appellado,
Joaquim Jos de Miranda.
Appellante, Francisco Gomes da Luz Freir ;
appellado, Joa Francisco de Vasconcellos.
Appellante, os herdeiros de D. Marianna Fer-
reira Dearte ; sppellados, os herdeiros de Lou-
renco Jos das Neves.
Appellante, Manoel Themoteo de Moraes ; ap-
pellado, Luiz Antonio dos Santo.
Appelleote, padre Trajino Betvlo da Provi-
dencia ; appellado, Ismael Clemenlioo Bezerra.
DlSTRIBl'KOK
Appellagoes crimtt.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago :
Appellante, ojuzo ; appellado, Agostioho de
Soaza Pereira.
Ao Sr. desembargador Silveira :
Appellante, ojaizo ; appellado, Flix, es-
cravo. '
Ao Sr. desembargador Pereira Jorge :
Appellante, o juizo; appellado, Frederico An-
tonio Pereira Batios.
Aggravo dtptticao.
Aggravante, Jos Carlos Pies Barreto: ag-
gravado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Accioli:
PRACADOREGIFE
SO DE SI.Ti;vIHHO UU 18CS
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios---------- Saecou-se eobre Londres a 26
314 d. por 10 ra., ao qual rica
firme, sobre Paria 1 3|0 por L,
e sobre Lisboa 105 pvi -eota de
premio, sendo de irnut, moot*
oa saquea da aeroaoa.
A'godo----------- Cada vez se torna mais proea-
rdo, e de dia em dia cresce de
prego. Teodo comeado a ven-
der-se no principio da semana
a 23)000 rs. por arroba, desti
provincia, termiooa a 24*600
ErTectuoa-ie venda do de Ma-
celo a preco oceulto, e nao boa-
ve venda do da Paralaba.
Do branco entroa muito poaco,
que foi vendido para oa refina-
dores de 4#20O; a 4J>600 rs.
por arroba, mascavado purgado
veodeu-se de 2j>200a 2J300 ra.
por arroba dovelbo, e do bru-
to tambem velho, de 1S900 a
23100 r.
Agurdente Foi pooco procurado, venden-
do-ae de 489OOO a 50000 rs. a
pipa.
touros-----------Os seceos salgados venderam-
se de 160 a 165 r. a libra.
Arroz pilado- O da India veodeu-se de 2$000
a 28900 ra., por arroba, e o
do Maranbao a 25300 re.
Azeite doce- O de Lisboa vendeu-sea 8|600
re;, e do Estreito de 2)400 a
2)a00 rs. por galao.
Bacalho--------Rtalhou-se delOjOOO s 12)000
r*. por barrica, litando em ser
1,3000 quintaea.
Batatas----------Venderam-se de 2#000 a 23100
rs. por arroba.
Bolaxinha Vendeu-se a 4)400 a bsrriaai-
nha. *
Carne secca-------A do Rio Grande vendeu-aede
2)000 a 2)800 rs. por arroba,
e do Rio da Prata de 1)800 a
2)100 rs., iicindo em ser 52.000
arrobas da primeira e 16,000 da
segunda.,
Caf-----------------Vendeu-se de 7)500
por arroba.
ch......Vendu-se de 2)400 a2fi500 rs.
por libra.
Csrtao de pedra- Regulou por 15)000 rs. por to-
nelada de carvao.
Cerveja-----------Veodeu-se de 4)500 a
rs. a duzia de garrafas.
Farinha de tngo-Retalhou-se de 21|000 a 23)000
rs. barrica de Poiladelphia e
New-York, de 23| a 2i r. de
Genova, 26)000 ra. de Tr-
cale, a 20) r. heipanbola, e a
10) r. por saeco de 3 arroba ;
fleaodo em ser: 3.900 barrica
**$*": *'m da da,
160da terceira. 3.000 d.qu.r-
. h130 ,? q,lnU' m Me-
cos da ultima.
Fei'ao.....Vendeu-ae de 4fi a 5)500 rs. por
sacco. r
Genebra-----------Vendeu-se de 380 a 400 rs a
bot.ja, e de 6)000 a 6)300 *r.
frasqaeira. ^^
Lou5a.....A le" o'diQcria vendeu-se
290 por ceoto de premio so-
\llt factu". o imbio de
. 3)600 rs por*.
Manteiga--------A franceza vendeu-se de 500 a
ron'' -J.lb"' e inl82 >
7?0b./rS.r,"Mndo-'
Vadu-se a 4*500 rs.
3)000
embarque.
HFhflna-
Caf bom.....
dem escolha ou restolho .
dem terrado.....
aj>ros........
dem branca' ." ." .* ."
Carne secca charque. ". ,
Carvao vegetal.....
Cera de carnauba em bruto *.
dem dem em velas ; .
Charutos .......
Cocos seceos.....
Couros de boi salgad'os.' .* ."
dem seceos espichados. .
dem verdes......
dem de cabra cortidos. .
dem de onga......
Doces seceos ....."."
dem em geleia ou massa ".
dem em calda .
Espadadores grandes '. '.
dem pequeos.....
Esteiras para forro ou estiva de
navio ....
Estoupa nacional ." .' ,
Farinha de mandioca .
dem de araruta.....
Feijo de qualquer qualidade".
Frechaes ....
Fumo em folha bom .' .' ."
dem ordinario ou restolho.
Idemem rolo bom. .
dem ordinaro restolho .
Gmma........
Ipecacuanha (raz) ....
Lenha em achas.....
Toros.......*.
Linha8 e esteios.....
Mel ou melaco.....
Mho........
Pao brasil......
Pedras de^imolar .
dem de filtrar.....
dem rebolo......
Piassava........
Pontas ou chifres de vaccas e
novilhos........
Pranchoes de amarello de
dous custados.....
dem louro.......
Sabio ......
Salsaparrilha. \ \
Sebo em rama.....
Sebo em velas.. ; .
Sola ou vaqueta .
Taboas de amarello .' .
dem diversas.....
Tapioca........
Travs .....
Uohss de boi '. '. [ '. '
Vinagre.
Ch -
>
a
a
>
libra
um
. arroba
>

libra
a
cento
>
libra
a
a
um
>
libra
>

am
>
cento
arroba
nlqueire
arroba
>
um
>
a
>
a
arroba
>
cento
>
um
caada
arroba,
quintal
urna
>
>
molhos
4S0O
8f000
5000
7)000
320
360
160
320
2g400
1J600
260
360
2)500
3S200
170
230
100
320
111000
1)000
320
500
4SO0
2^000
16)000
1600
1S600
3^800
11200
5$00
18J000
7$500
103000
4J00O
2)000
26|000
2S0OO
11)000
55000
200
1$610
5)000
840
4SOO0
1S200
120
18700. Bernardiuo Ribeiro da Silva 32)470 Jos
Pereira da Silva UfOOO, prefazenuo toda, a
qoant. de 3:772)460. A. me.nias dividas so
perteocente. Andr Narciso, e vao prac. por
execucao que contra o mesmo encaminham Pin-
to de Soaza & Bairo, a na falta de licitantes e-
rao arrematsdaa pelo prego da adjudicado com
l55mgE*n dfl lei> Iend0 ,od" "
E para que chegue a noticia a todos maodei
pasr editaes, que sero affixados nos lusare
nJf "' e PUDllca Uado e pastado nesta cidada do Recife capital
da ffiDCi.d,e PTambuC0' M 29 de "Bo.to
Brasil adepeudencia e do imperiodo
o paUmmto'dl!'*' p/,fil eff6elW' d0 ""<
o eon.?h8eHUl0 a(lmini8tratiro.
o conseibo administratiro para foi
eVu"?e.a\4'gUerra,emdeco"p"
cento
urna

libra
arroba


urna
duzias
>
arroba
urna
ceoto
caada
libra
3)000
16)000
85O0
100
255000
53000
6)000
25000
110)000
70)000
3)800
8)000
200
280
2J0OO
Alfandega de Pernambuco 20 de etembrode
loo2.
Approvo.(Assignado.) Barros.
O primeiro cooferente, Manoel Peregrino da
oliva,
O segundo cooferente, Joa Miguel de Lira.
Conforme. O 4.* eacripturario, Joaquim Albioo
deGusmao.
para fornecimento
oa objecto
fi iih,. a!"i' ho,P'ul milita*.
0 libras de almecega nova.
16 libras de cevada.
16 libras de cera amarella.
8 libraa de escamonea ioteir.
16 libras de jalapa mteira.
j4 libras da oleo de ricino.
64 libras de oleo de arcendoas.
2 arrobas de moatirda.
1 arroba de msno de primeira qaalidade.
0 >,br" de "'Phato de aoda.
8 libras de raiz de turbith.
1 reama de rotulo para medicina.
1 resms de rotulo para cirurgi.
I/Z resma para familia de officiaes.
tara a colonia militar de Pimenleira.
atal. P"a re8itlr de co"P<">deocia 0f-
..Q.e.?qUI6r, TeDder laef obieclo preiente
suas proposUs em caria fechada na secretaria
correa' W h"' da m,Dhaa do ***
Sala das sesses do conselho admlniatrativo.
para fornecimento do anenal de guerra 17 da
gosto de 1862. 8erra, 17 da
Antonio Pedro de Sd Barrto
i.5& fflSl,de To"e' B"dei" ~\^;u^reira Lo'b0t
O D T .- h Tf;,a de AIenc" A"Pe- tJSZ Tgal '^-T DlerD-
O Dr.Tri.tao de Aleocar Arsripe, offlcial d. im- Consolado prOVIDCial.
penal ordem da Rosa e juiz de direito especial Pe'a ne 00 consulado proviocial aa avisa aoa
n^?mmeC1ndeU cJdade d0 capil.1 da provicia de Pernambuco eseu termo, por Sua OlOobre o con*umo de aguardeote, de 4 01O 10-
augestade Imperial e coaslituciooal o Sr. D. bre oa elb'lecimento8 de torada ctdade oren-
rodio II, a quem Deua guarde etc. ,? o algodao. typographia, cocheira. c'av.lli-
raoMber aoa que o presente edital virem e flc,e8 bol'*. botequin, casas da pasto a fa.
l^lVt\qaA>B0' M de"la">ro cr,del- 01 ,ubre o b.lecime,.,!, 5;
nm i ?B0 M D* de arren">r Por venda a amrelo em Rrosso e a rel.lho. armazens de
qoemmaisdr em pra?. publica deste juizo, na rpcolher, de deposito e oa trapiches, de 8 n'O
sala dos auditorio o eguinl : bre consultorios medico, e cirargicoa carloroa
Um boi csxito, gordo, avallado por oitenta mil | criptono, de 50) sobre casas de molas bilhar
raa, e um quarlo pedrs, avallado por vinte mil i *bPoa e roupa feita estrarg-ira.de 1:000) sobra
,*i'-2 !" o pert.ncentes Francisco Ribei- .as.ag de P*r,?co baocaria com emissao a privi-
Lfi.Brlt0 e lfa8 foram peohorados por execucao IeI0. ^ 300) sobre compaohias anonyw.i a
que UM move Jos Baptista Ribeiro de Fari. ctai, de 2O0S obre caa.s de cambio 10 Ola
t nao haveodo lancador que cubra o preco ds 9?bre a rend do terrenos oceupados' cora a
'lacio, a arrematado ser feita pelo valor da dUd,! do caPim. d '005 sobre correctores com-
aojoaicaeao com o abatimentods lei. merciaes, de 50) sobre correctoras de esenvo
t para que chegue ao conhecimento de tedo i de 500 r" Pr tonelada de alvareoga e canoa.*
rnaodei paa.ar editaes que sero publicados pela I eP"gadas no trafico da carga descarga, e fi-
mprecsa e affixados no lugare do costume. j Dflmenle o Imposto sobre carros, catrocas a om-
uado e pasaado nesta cidade do Recife capital I nIru'. q do ultimo de setembro corrente fioda-
aa provincia de Pernambuco. aos 3 das do moz 1" Prazo ^"cado para o recebimeoto doa su.
S!nh6.B,i 0rta-ao d0 Nasc'meoto de Nosse I debl'2a Mrtenteotea o anno floanceiro de 1861
Senhor Jess Christo de 1862, quadragessimo i a 1852 fic,D<1o "jeitos os que nao
a independencia do imperio do Bra- serem ecutado
Mesa do consulado provincial
4 de setembro de 1862
O chefe da (egunda seecSo.
> Francisco Ferreira Martin Ribeiro.
Juizo dos feitos da ftzeuda.
Na quinta-feira 25 do corrente pe-
las 10 horas da manlia se vender' em
praca publica na sala das audiencias
urna casa terrea meia-agua, sita ua ra
do Alecrim n. 9, com urna sala e dous
quaitos, sem quintal, avaliada por
500$, penhorada a Joao Duaite Magi-
nario, para pagamento do que deve a
fazenda nacional. Recife 19 de setem-
bro de 1862.
Eu Maooel Maria Rodrigues do Nascimeoto
envo o aubicrevi.
Tf'tao de Alencar Araripe.
es-
D 8.
Movimento do porto
a 8)000
&5200
Navio entrado no dia 20.
Sunderland 58 dia, brigue Inglez Bertha, de
-o7 touelad.s, capitao l)od Fereman, equipa-
Kr" c""8' de P#dr' ; Ro,lro Ro-
Navios sahidos no mesmo dia
Aracaty-Iliate brasileiro Nicolao I. capitao Fran-
cisco Flix Nogueira, carga diffsrente g-
neros. B
BircelonaPatacho hespanhol Themotto 11 ca-
pitao Eceqoiel Pages, carga algodo.
Perante a cmara rtuoicipal dtsta idade
a.t.rio1 em pra5. dos dia 18 e 23 do corrente
mex e 2 de outubro prximo vindouro, para e-
rem arrematado por quem msi der ptr tempo
de um anno os seguintea imposto que fzm
parte do patrimonio e rendas da meima cma-
ra : o arrendamenlo da casa no pateo do Corpo
Saoto na cidade do Recife por 801). affericao
701, sendo o arrematante obricado afferir oe pn-
os a medidas pertencente a meama cmara
"rp d0i 50 "- ,obre cahec d0 8do vac-
7S* 5i5 rrendamento da caainbas da Ribeira
166). duimo do caplm de planta 481g, 100 rs. o-
fitinA 5'd0 f'd0 ?c"m recolhto do curr.l
60)200 maicate e boceteirss 36), 40 rs. por
cada p de coqueiro 555), 80 rs. por carga da
le"m 23)040rs.. repeso do acoague
Gorreio.
Pela adminislrscao do eorreio desta cidade se
faz publico que hoja (22) a 1 hora da tarde em
ponto fechar-ie-hao aa malas que dev cooduzlr
o vapor cost.iro Iguarasa com destino s pro-
Correio,
Pela admioistrajao do eorreio desta cidade s>
faz publico que no di. 24 do corrala, s 2 horas
da tarde em ponto, aera fechada a mala que deve
0md,l.rii0bngHe,,-T'ade gUerra Tooelaroa
com destino ao presidio de Femando.
Tribunal do corainercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que nesla data Gca re-
gistrado O contrato de disaolaco da socied.de de
Antonio dos Santos Oliveira e Antooio da Silva
Gesmao Jnior, est.belecidos nesta cidade sob a
nu de Antonio do. Santo Oliveira & C em
vi; tuda do qual Oca p.rtencendo o ex-socio' Oli-
veira o etibelecimento social, bem cosuo lodo o
activo e pasmo verificado em 31 de dez-mbro
ultimo, a re.ponaavel pelas tr.nsacQes feita des-
i!.iaj Vul ^onao -"ocio Gusmao esli
comffi "Prad'U a"iedale. e quite, para
Secretara 19 de setembro da lf62.
Julio rluimares,
Oiciil-maior
luspeccao do arsenal de
mariuha.
Faz-se publico que s commissaode peritos des
1 arsenal, examioando na forma determioaoa no
regalameoto acompanhando o decreto n. 1324 de
fefhn 8m T ^ C8,C' PP
..n; ,alreaca.. veame, amarras o ancoras do
pagarem a
de Peroambuco
es objec-
de Pernam-
farinha
a eaixa,
a 4)000
12* a 14)0C0
Masas- -
Paisas------------- Vendeu-se de
res a caixs.
Presuntos----------Vendeu-se de
. .. por arroba.
Que.es ----Os^amengo.rder.m..ed.
Sabao.....a.n,'re110 veodeu-se de 200 a
210 r.. por libra, eo do Me-
. diterraneoa240rs.
Toucinho----------O da Lisboa vendea-se a 8S000
re por arroba. "
?id|/r0.rUga,reguloudel<>5S
a 1125 rs. a pipa. "
Vr!, .L'8b0a tint0 de 220)
TBto-rap,P,'brao<:ode2O0)
? 1 T*"i".,* de 00,rosp.ixe.
lilo do 180| a 200)000 r
v.u. ^"^180)8 2*))..
Vela<.....AeS ddeefj0?60i5ao T,end-
le aeaOOa 630 r. a libra.
Vinagre
Vinho-------------
2)400 200 r. .ob.Vg^Vo^no-sSf.-
lO r. sobre o gado ovelhum 3)200 rs.. o pro-
teo lente podem comparecer no pacodasese*
da cmara nos referidos das munidos do fiadores
habilitados na forma d. lei para poderem laoc.r
sem o que nao poderlo ser admiltidoa a faze-lo
Fa?o dacamara rnuoicipsl da cidade de Olioda
em aseo ordinaria de 18 de setembro de 1862.
-Cbrutovao Pereira Pinto, pro presidenta -
Marflohno Di, de Ar.ujo. aecretarlo"
I',u. / de A1lDar A"'Pe, offlcial da lm-
perisl ordem da Rosa e juiz especial do com-
mercio desta cidade do Recife de Pernambuco
ario eV0 Pr S* M' Imperial q,e Deos
i-kC 8*.ber p,I P"8enl. qe no dia 15 dese-
L^m doforrente ao0 se ha de arrematara
quem mais dar, em prega publica deste juizo, d.-
pois da audiencia respective, a loja n. 16, coa
armacao de amarello envidracada. com urna ou-
tra no fundo a todos os seas pertences, na ra
ds Iaperatriz, avaliada em 600fl. qu.i Der.
tencente 4 Vio. Da. P.reir. 4 C.. eva! p?.
Puae.XICraq,,e,c?n,raoa n,e,n,0 encaminham
Alvea & C, e a falta de licitantes ser arrema-
Sp.uw:? ,dj"dic,ao com abaUaen,
E para que chegue a noticia a quem convler
mandei pasiar editaes que serio affixados nos lu-
gares do costume e publicados pela iroprensa.
Dado e pasaado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 3 de setembro de 1862, quadra-
gesimo primeiro da independencia do imperio do
Brasil.
E J0S0 Vicente de Torres Bandeira, escrivao
interino o sabscrevi.
., Triatao de Alencar Araripe.
0 Dr. Trislao de Alencar Araripe, offlcial daim-
rerial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commercio desta cidade do Recife e sea ter-
mo, capital da provincia de Pernambaco, por
S. M. I. e C. oSr. D. Pedro II, a quem Deas
guarde etc.
Face saber polo presante que no dia 15 de se-
tembro do crrante anno se ho de arrematar por
venda i quem mais der, as dividas segaintes:
Felipte de Santiago 5)200, Jacob 3S00O. Pedro
Ignacio de Mello 11)200, Beolo Jos Ribeiro
6)640, Fraocisco Carneiro da Silva 26J640. Anto-
lo da Cunha Barros 37)040, Juitino Antonio de
Soaza 22)007. Thomazda Costa e S 3J200. Igna-
cio Ferreira da Co.t. 69)550, Miguel Pereira e-
gWg 123)920, Antonio Marinho Paas Barreto
8)620, Thomaz de Aquino dos Praxeres 18)100,
Elias Ciroeiro de Mello 2559000, Cattodie Colla-
vapor Iguaraa da Corrpaohia Pernaa,buc.Ua
da navegago cosleira, achoa todos
to em regular estado.
Iospecco doarseDal de marinha
buco 20 de setembro de 1862.
H. A. Barbota de Almeids,
lnipettor.
Pela tbesouraria provincial se faz publico
que a arrematarlo da obra dos reparos da 3" par-
te da estrada do norte, foi transferida para o dia
25 do corrente.
Secretaria da tbeaouraria provincial de Pernam-
buco 18 de outubro de 1862.
O secretario,
A F- d'Annunciacao.
Pela thesouraria provincial te faz publico
que a arrematado da obra do calCameoto d-
I ruaa do Aragao Rosario da Boa-Vtta, at lahir
no pateo daStnta Cruz, fui transferida para o Ca
10 de outubro prximo vindouro.
Secretaria da Ihetouraria provincitl de Pernam-
buco 18 da setembro de 18S2.
O secretario,
A. F. d'AnouociaQSo.
O Illm. Sr. regedor do Gymnasio manda
avisar aos paea, lutoret on corresp-ndentts doa
alumnos inurno, meio pensionistas a externos
do mesmo Gymna.io, que no ala 23 do corrente
principia o recebimento das mensaiidades cor-
respondentes ao ultimo quartel que se nda no
ultimo de dezembro. Gymnasio provincial de
Pernambuco 20 de setembro de 1862.-0 ser
lario, A. A. C.bral.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se publica para
conhecimento doe intereasados a relaco abaixo
transcripta dos credores da dividas de exercicios
fiodos na importancia total 895)819 ria cujo pa-
gamento foi autorisado pela ord.m do theaouro
nacional n. 167 de 2 delsetemoro de 1862.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per
nambaco, 17 de setembro de 1862.
Servindo de offlcial maior
_ Manoel Jos Pinto.
Relaco a que se refere a ordem supra -
AlbertoJos Rodrigues (a)...........
Antonio Ferreira da Silva (a).........
Boavenlura Elias de Sanl'Anna [aj...
Domingos Lopes de Sant'Anna (a)....
Francisco Jdanoel d'Oliveira Miran-
da (al..............................
107)434
24)868
20|168
147)368
Francisco de Paula S e Peixolo.....
Franciaco Rodrigues de Mello (a) (c).
Goncalo Viaira do Espirito Santo (a).
Gregorio Carioso Pereira (a).........
Joao FelixdaCosta ()................
Jeo Joa d'Andrade (a).............
Jos Figueira do Nascimento (a)....."
Jos do Rosario (a)...................
Jos Farraira (a)......................
Luiza Maria doLivnmento, viuva da
Manoel Sheodoro deSouza(a) (b)
Manoel Desiderio (a) (c)..............
Manoel Francisco II..................
Manoel Hermenegildo................
Manoel Maria.........................
Manoel Pi..........................
Roque Francisco.....................
Segundino Ayres Velloso de Mello...
Thomaz Antonio dos Santos..........
Tito Brax Crioso....................
22)088
81662
40f338
22?248
15)188
49)316
40)336
23$5(J6
38)906
40)578
20)168
40)33
20)168
19)368
13123
20)168
26)378
20)168
21)768
20)168
O solicitador,
F. X. P. de Brito.
Juizo dos feitos da fazenda.
N* quinta-tara 25 do corrente pelas
10 lioras da maniaa se vender' em
praca publica na sala das audiencias um
carro de 4 rodas, em mo estado, ava-
ado por 50$, penhorado a Ferreira
Vinhas por Augusto Ficher para paga-
mento do que deve a fazenda nacional.
Recife 19 de setembro de 1862.
O solicitador,
F. X. P. de Brito.
Na quinta-feira 25 do corrente
pelas 10 horas da manha se vender'
em praca publica na sala das audien-
cias, os objectos seguintes penliorados
a Francisco Gomes Castellao para paga-
mento do que deve a fazenda nacional:
32 pares de sapatos de couro branco
para liomem avaliados por 800 rs. cada
par, lo pares de botinas de couro de
lustre para mulher a 2|500 rs. cada
um, 18 pelles de bezerro francez ja
preparados a 2$ cada um. 576 pares de
sapatos de pellet de carneare de diver-
sas cores para mulher a 480 rs. cada
um, 16 duzias de meias ordina.ias para
homem a 10 cada duzia, 66 pelles de
carneiros de cores a 800 rs. cada uma,
25 ditos de ditos maiores cor de bezour
a 1 $ cada uma. Recife 19 de setembro
de 1862.
O solicitador,
F. X. P. de Brito.
Na quinta-feira 25 do corrente a
uma hora da tarde se vender' em pra-
ca publica na ra da Imperatriz a ar-
macao da loja sita na mesma ra n. 16,
avaliada por 400?, penhorada a viuva
Das Pereira de Avelar para pagamento
do que deve a fazenda nacional Reci-
fe 19 de setembro de 1862.
O solicitador,
F. X. P. de Brito.
Conselho administrativa.
O conselho administrativo, para ornecimeDlo
ao arsenal de guerra, tem de comprar os obiectos
eguintes: '
Para o presidio de Fernando de Noronh.
200 melos de sola.
150 vaquetas.
300 couros de forro.
200 libras laxas de salto.
Quem quizer vender taes objectos aprsenle as
las propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da maoha do dia 26 do
corrente mex.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra. 10 da
etembro de 1862. '
Antonio Ptdro de S Barreto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Ptrtira Lobo,
Coronel vogal Mcretario interino.
rl%Q$ ~&I\\TAm<
fara Lisboa
pretenda aeguir com muita brevldade a veleira
bem conhecida barca portugueza ratidio,
cepitao Antonio Farraira Borges Pestaa, tem
parta de aea carregamento prompto : para o rea-
to que Ihe falla trata-se com os seas consignata-
rios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo. no sea
senptoro ras da Ccoi n. 1, ou com o capitao
na praca. '
Rs. 895)819
Observares,
(s) O thasoureiro recunhe atte credor com di-
reito a quantia que se manda pagar, e nao a li-
quidada por etta tbesouraria.
(b) Antas de realisar-se o pagamento desta di-
vida, convem que se exhiba a 2a va do titulo.
(c) Antas de effectuar-se o pagamento, convam
que a tbesouraria exija do credor a 1* via de ti-
tulo.
COMPANHMRASiLEIR!
IPfiOTTSS l TOPO!.
At o da 30 do crrante, 4 esperado dos
portos 00 sul o vapor Oyapoca, coenaandan-
ie o anmeiro ente Antonio Marcelino Pootes

MUTILADO

.



MNapMMMHM-ini
DIAO D* fRAMlOOO. ~ SEGUNDA HliU SI DI UTIIMB 1W
Ribelro, o nal depois da demora do cosame
aeguirlpara osfporlos do norte-
Dssds i* reeebem-se psssageiroa, engaja-ie
a carga qae o Tapor podar condaiir, a qual deve-
ri aer ambareada no diada aua chegada: dinhel-
ro a frete a eocommendaa ata o dia da aahida aa
horaa da tarda : agencia raa da Crai n. 1,
2rie da Antonio Laii da Olivaira Azara-
do & C.
COMPANH 8RASILEIRI
Espera-se doa portos do Doria al o dia 2 do
outabro o vapor Cruzeiro do Sul, commandante
o capitao de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depoia da demora do costume seguir para
oa portos do sul.
Deadej recebem-se passageiros a aogaja-ae
a carga qua o Tapor poder condazir a qual deve-
r aar embarcada no da da saa chegada, en-
aommendas e dinheiro a (reta at o dia da sabi-
da aa 2 horaa: agencia ra da Craz n. 1 aa-
ariptorlo da Antonio Laiz da Oliraira Azavado
& C.
COirMHU PERIU1BUCU1I
DB
j^javegaco costeira a vapot
Macei em direitura.
O vapor Mamangeape, commandante Houra,
aahir para os portos do sal no dia 25 do correle
m a 6 hocaa da tarda.
Recebe carga at o dta 21 ao mel dia. En-
eoruraendas. paesagairos a dinhelro a (rete at
o da di lanilla s 3 horas : eicriptorio no Forte
do Mattoa o. 1.
LEILAO
DE
4000 mil resteas
de alhos e 60 ca-
nastros ditos,
Segunda-feira 22 do corrate.
O agente Pestaa r leilao por conta e risco
de quem pertencer cerca de4000 raateas de alhos
e 60 canastros cura ditos, em lotes a ventada :
aegunda-feira 82 -Jo cerrante palas 10 horas da
manba no armazem dobtro do Llvrsmento no
Fort do Mallos.
DE
Fazendas inglezas
Terca-feira 23 do corrente.
Por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz espicial do
commercio o agente Pestaa lar leilo das fa-
zendas perleneantes a massa fallida de Ser Fi-
lhos<5 C. existentes no armazem da ra da
Craz n. 50, contando fazandas (rancezts, He-
rnias, suissis e inglezas, como sejam toadapo
Idea, algodoziohoe. china etc., no armazem
cima : terca-feira 53 do crrante pelas 10 horaa
da manba.
Rio de Janeiro,
pretende seguir com malta bravldade o veleiro a
asm eonhecido patacho naciooal aCapuso, a-
plto Thaotono Jos da Silva Rosa, teca parte
da i' arregamento prompto : para o reato qae
Iha (ilta, tratase cornos saaa consignatarios An-
nlo Lat* d Olivair* Azevedo & C. no sea ee-
riytorio, raa da Cruz n. 1.
i Mudanca. .
i O solicitador Jos Coelho da Silva e Araajo
I madou aua residencia para a ra do Livrameoto
n. 11. legando andar.____________________
Preciaa-aa de ama ama para o aervlco da
ama casi de ooua familia : na raa estrella do
Rosa.io n. 10, segando snder.
Aloga-ae o aegndo andar n. 29 Uu pateo
do Paraizo : a tratar na raa da Roda n. 17, ee-
gando andar.
Aviso
Os abaix assignados, candores fiscies da
musa fallida de Joo Joa de Figaeiredo, pedam
a tolos os aeradores desta que aaandem pagar
us dbitos na raa da Cadera de Recita, escripto-
rio n. 47; tendo tambem oesta data autorissdo
ao Sr. Joo de Souza Azevedo para receber o qua>
cada um eativer a dever. Recife 18 de aeteaakro
de 1862. Antonio Jos Leal Reis. Dsmmeyer
Lameiro & C.
"~ 0>em precisar de urna ama para o servlco
interno de casa de familia, dirijs-se a raa da
Craz n. 55, terceiro andar.
Precisa-se de uu.a ama de laiie ; a tratar na
andar.
DO QUEIMADO
Urna taberna
Palo agenta Eazebio ae fr leilo por autori-
saco doa credores da Joiqaim Espatidio da
Silva Guimares, da taberna inclaindo a arma-
cao, aita no patio do Carmo : no dia quarta-feira
24 do corrate s 10 horas, em presenta da res-
pectiva commisso.
0MP1NHU PERIUiXBUGiHi
i
Navegaco costeira a vapor.
Paralaba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau, Aracaty, Ceara' e Acaracu'.
O vapor Iguarass, commandante Vianna,
aahir para os portos do norte at o ^carac
no dia 22 do corrente a 4 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 20 so meio dia ; en-
commendas, passageiros e dinhairo a treta at o
di da sahida as 2 horas : escritorio no Forte
do Mattos n. 1.
Para Lisboa deve sabir com mu'ta brevirta-
de o brigae porteguez Margarida, capitao Jos
E. Ribeiro ; tem prompta maior parte de e*
arregaroenlo e recebe o resto afrete: a tratar
n > "scri I >no de Amorim Irmos. raa da Craz
n. 3.
Maranhao e Para
Segae com brevidade o veleiro brigue escuna
Graciosas, capitao Antonio Maris da Costa e
Iva, por tar alguna carica para ambos os por-
ios : para o resto trata-se com o consignatario
A Ionio de AlmeiJa Gomes, rus da Cruz n. 27
MA
a Baha
oro mutti brivMide pretenda seguir o bsa co-
Ohecido a vel-iro brigaa escuaa cJoven Artbar,
capitia Joaquim Antonio GooQalvee dos Santos,
im parteada na arregamento prompto ; par* o
rosto jaelhe falta, tratase com os s*us consig-
natarios Antonio Laiz de Olivaira Azavedo & C.,
no sea asenptorie rus da Craz n. 1.
neiro
Pretenda seguir com muita brevidade para o
Rio deJineiro o veleiro e bam conbecido brigue
nacional Almirante, t*m parle do seu cerre-
ametit> prompt >, para o resto qae Ihe falta Ira-
ta-se com o seus -orsigoftirios Antonio Luizde
Oliveira Aievedo &C, no seu escriptorio, ruada
Cru* o. 1.
PMk
io de Janeiro.
Pretende seguir com muita brevidade o veleiro
e bem conhecido brigae nacional Damo, capi-
tao Jos Mansel Vi-i, o qual tem parte de seu
r.erregamento prompto : para o resto que lhe fal-
la, trata-se comoiseus consignatarios Antonio
l.ui: de Oliveira Azevedo 5 C, no su escriptorio
ra da Cruz n. 1.
?! :0 EM
100
saceos
milho
com
Hoje 22 do correut.
O agente Pestaa vander em leilo por corita
e risco de quem pertencer 100 isccos coji mi-
lho e-n um ou miis lotes a vontade: hoje 21 do
crrante pelas 12 horas da mantisa em ponto ni
rus do Apollo armazem n. 42.
DASEROUPKSF^
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 2>ff, 288, 309 e 359, casacas multo bem
feitas a 259, 289,309 e 359, paleiots acasacados de panno preto de 16 at 25, ditos de casemira
decora 15, 18* a 20!, paletots saceos de panno e casemira de 8! at 14!, ditos saceos de alpaca,
merino e la de 49 at 6!, sobre de alpaca e marin de 79 at 10!, caigas pretas de casemira de
89 at 149, ditas de cor de 7! at 109, roupas para menino de todos os lmannos, grande sor t-
menlo de roupas de brins como sejam caigas, paletots e collete?, sortimento de colletes pretos de
metim, casemira e velludo da 4! a 99, ditos para casamento a 59 e 6!, paletots braneos de bra-
mante a 49 e 59, caigas brancas muio fiaas a 5!, e um grande sortimento de fazendas finase mo-
dernas, completo sortimento de caserairas inglezas para hornera, menino e senhora, teroulas de
ilnho e algodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvin para hornera e senhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendas de grandes obras, que para
uso est sendo administrada por um hbil mestre da .emelhante arte e um pessoal de mais de
cincoenta obreiros escolhidos, portanto executamos qualquer obra com promptidoe mais barata
po que em outra qualquer casa.
Purtaram ao amsohecer do dia 4 do cor-
rela do abaixo asaigoado proprietario do ergs-
oho Gamella fregaezia de Ipojuca, dous cavallot
com os stgoass seguiotes : ara ruiso vermelho
boas baizeiro.e outro rudado talhado, ambos tm raa da Auroia n.~80~"segando
alem de ostros o ferro IR oa quenada esquerda:
roga-se a pessoa que os encontrar oa embargue a
participe ao Sr. Joo Viaira da Rocha, ou na ra
do Vigario casa da Joo Simo de Almeida.
demedio para a hyaro-
pesia.
No povoado de Gameleira existe urna pessos
que cara a hydropesia a a Morosis em pouwi
disa, a pode aanjar a certeza da cura, porq|a
em todos os doentes destas molsatiaa que tan e
pregado os seas remedios em brava acham-sa
completamente restabalecidos : quem precisar,
dinja-sa ao chefe da eitocJo da via-farraa do
aiasmo nome, que aate indicar a peasoa qae sa-
be o remedio que tantos baos j tsm feilo sos
afllictos doentes de to mortiBcadora molestia.
Na ra de Santa Therezs junto a casa n. 22,
deseja-se saber quem o Sr. Manoel Joaquim
da Silva GuimarSes.
GR!* 1,1*
oa
Fuidico Low-Ndor,
Boa da Senzalla Nova n.4*.
Masta estabelesimenlo continua a havarun
eoaplato sortimento da moandas a maias moan-
das para enganho, machinas da vapor taixa*
da farro batido a eoado da todos ostamanho
Pa dito, __________
Preciaa-ae da um caueiro qae eulenda !
pharmacia : na botica do Cabua.j- > \
4' classe do commercio.
Curso de li.igua franceza
noite.
Jos Soares d'Azevedo, professor de
lingua e litteratura nacional no Gym-
nasio do Recife, tem abeito um curso
pratico-theo ico de lingua franceza pelo
novo systema de Ollendorfl', para a
classe do commercio que nao pode fre-
quentar este estudo de dia. As pessoas
que desejarem fallar e escrever esta lin-
gua, podem dirigirse a' residencia do
annunciante, ra de Rita Santa Nova
n.47.__________________________________
Alugi-se na ra da Aurora um excelleute
predio ba pouco eriQcado, com todos os com-
modos d-s*javeis para urna familia numerosa,
que queira um tratameoto distincto a am arma-
zem ra do Imperador n. 85 : a tratar na mes -
ma ra armazem de iouca n. 41.
Tesituras! tesouras!
Bilhar, buhar, buhar.
Ra larga do Rosario n. 44, l. andar.
O proprietario do hotel Trovador, nao poupando esforcos e sacrificios pa-
ra bem aervir os eus amigos e freguezes, acaba de reformar o seu estabeleci-
mento e irutallar no mesmo m.us um rico bilhar de mogno de sua propria en-
commenda, fabricado em Pars com todo o esmero e perfeicao por um dos mais
habis artistas nesse genero, em o qual os amadores deste pssa tempo, encontra-
rao urna distraccao tao necessaria ao espirito e ao mesmo passo tao innocente.
No mesmo se encontrarlo quartos preparados para as pessoas que quizerem per-
noitar.
O proprietario espera a' concurrencia de seus amigos e freguezes, scienti-
ficando-lhes tao somenteque serio servidos cora todo o asseio e promptidao, a'
par da modicidade nos precos.
Attenco.
f A
Lulz, pintor tranc, particularmsnte ae re-
commenda para pintar laboletas, lalreiroa, em-
blemas, a o mais coocernente a pintura por pre -
qos modaradoa : da ra das Cruzas n. 11.
Alaga-se urna sala aom um quarlo, frente
para a ra, com am aolo, lando cozinhs.sala de
jantar, 2 quartos a janellaa para duas ras, pra-
ferindo-se homeai solteiro : quem precisar diri-
js-se a ra do Amorim n. 33, segundo andar,
das 9 s 2 horas do dia.
Alug
a-se
um sobrado de um andar, sito na travessa do
Veras, na Boa-Viiti ; quem o pretender, dirja-
se a ra ds Imperatrit, n. 34.
Baltar & Olivaira aacam
Porto.
sobra a praga do
Traspassa-se o arrendaineuto de um sitio
distinta desta prac.a meia lagus, a beira dorio,
com dnas granaes casas de vivenda, am coqaelral.
dous vivelros bem sementados, urna grande bai-
xa decampiSB, *m bananeral, muitos irvoredos
defructode todas as qualidades, maita horta, a
quem pagar as bamfaitOrHa que s '-mfeito:
quam o pieteoder, dirija-se ra do Csbut,
n. 6.
Nossa Senhora das Dores
Avisa-se aos devotos de Nosaa Senhora daa
Dores que hs urna grande porro de regiatoa da
mesma Senhora, que se trocam a pre^o mallo
ctmmodo, sendo ella de um desenho Qou a com
liodvs enfaites : ns raa do Imperador n. 15 daa
9 horas da manha i 4 da tarde.
Um guarda livros habilitado se
ollerece a fazer a escripta de qualquer
casa commercial, quer por partidas do-
bradas, quer por singelas, com aeeio e
promptidao : a tratar na ra Yclha nu-
mero 93.
Aluga-aea salada trente do priaieiro andar
n. 15 da raa do Queimido, propria para algum
advogado ou escriptorio : oa mesma raa, botica
numero 15.
Casa de cmpo.
Alluga-se annualmente, para passar a festa,
am sobrado com maitos bons comraodos para
grande familia, terraco, jirdim, coxeira, eat-lba-
ri e cacimba, pert j du banho, no Poqo da Pa-
n*lla qaem o pretender tratar na rus da Im-
poratriz com Frederico Chaves, o. 19.
Aluga-sa um prato qae sabe andar com
carrosas e faz qualquer oatro servlco de campo,
e de armazem ; na ra do Imperador, a. 50, 3*
andar.
iUteoco

As pessois que tiverem para vender proprie-
dades as ribeiras do povoado da Lsge do Ganho-
to, Corrantes a Msuda, distrtelo de Macei, e
que essas propiedades tenham casas a que se-
m terrenos de meia legos para mais ; enlen-
sm-se com Leal & Irmo na ra da Cadeia do
lecifa n. 56, qae dirao quam pretende comprar.
tesouras!
J. Hunder slfaute tem um rival sem segando
e urna habilidade detesoura de allaials : na ra
Nova n. 67 ten a de alfaiate e todos os iostra-
mei i >a exiatem pira curar os nobres fregueies
da mesma lenda.
Grande eucommodo.
Faz-se saber a qaem pertsneer que na coebei-
ra do largo do Paraizo n. 21, em todas aa noites
a viiinharca 'alli ao > soflra um enrorr.modo
grande pelo multo bvralho que alli fazem os ca-
vallos e o* criados gritando.
Ama.
Precisa-se de urna axi forra para cass de
pouca familia e que f?ca todo o servigo: no lar-
go do Collegio, n. 37, prximo ao becco da Con-
gregado.
O abaizo assignado declara qae no roabo
que fora feito em cass de seu pjliao Feidel Pinto
& C. se acha comprehendida urna letra da quan-
lia de 101$6C0 sacada por Francisco A Ivs de
Pinho, aceita por Jos Luiz Goncalves Peona J-
nior, a vencer-se -o 30 do corrente, sendo des-
contada aa cambista Antonio Emigdio Ribetro
pelo sbaiio assigntdo. l'-lo preaente snnuocio
previno aos niesmos saibores. Recife 18 de se-
tembro de 1862 Manoel Antonio Simts do
Amaral Juuioaja)
SEGUNDA EDICTO
DO
DB
Vinho e ch&mpa-
nhe,
Quarta-feira 24 do corrente.
O agente tari leilo por onta da quem per-
teoeer esam reserva da preco de 20 canas com
vinho de Bourgouhe, 50 ditas com cognsc e 20
gigos com champanhe, s 11 horas do dia cima
mencionado no armazem do Sr. Acms em freo-
te a alf-ndega.
Duas &scravas.
Terca-feira 23 do corrente.
O agente Pinto fsra leile s 11 horaa do dia
cima mencionado de duas escr*vas crioulas
sendo urna da 8 annos e oatrade 28 anoos, em
eu eicrlploii) raa da Gadaia o. 9.
THESOURO HOMEOPATHICO
ou
Vdde-m^cum do homeopatha
pelo don tor
SUMB IL. IPKHffl.
Este livro que se tem tornado tao popula
quanto necessario, acaba de ser publicado cotn
todos os me'horametilos, que a experiencia e os
progressos da sciencia tem demonstrado. A no-
va edicijao em ludo superior primeira, en-
cerra:
1. Mais ampias noticias acerca do curativo
t das molestias, com ndicages mui proveitosas
dos medicamentos novos recenlemente expeti-
mentaios na Europa, dos Eslados-Unidos e no
Brasil.
2. Aexposigaoda doulrina homeopatha.
3. O estudo da apropriacao dos remedios, se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
; das idades dos sexos, e segundo as circumsian-
' cias atmosphericas etc., etc.
j 5. A preservarlo das molestias epidmicas.
6. Urna estampa Ilustrada demonstrativa da
i continuidade do tubo intestinal, desde a bocea al
o anus etc., etc.
i Vende-se na pharmacia especial homeopa-
tuica, propriedade do autor, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Preco do cada exemplar.... 209000
N- B. Os senhores assignanles queirara man-
dar receber seus exemplares.
DE
ROUPA PE1TA
DE
Na ra Nova n. 47, junto a Conceico dos Militares.
Nestegrante armazem de roupas feitas ha ludo quanto teodenta a roupas feitas, tudo por
prados maito modificados como de seu coslume : sobrecasacaa e casacas de panno fino a 25
i-3, 30$ e 3y?, psletots do mesmo panno a US. 16S. 18J e a 20J, ditos aacco's de cssemira de cor
a 75, 8, 9, 10, 12J e 14, ditos sobre de 16 a 18, 'Utos de alpaca de cordo a 8, ditos de
marin de cordo da 12$ a 14. calcas de casemira de rdr e pretas a 5, 6, 7J, 8: 9 e IOS tol
btaa das mesmasfazendas a 3*500, 4 e 5#, ditos de brim da edr e brancos a 2, 2500 e 3,' cal-
cas de brim branco de 4 a 5a, ditas de brim de cor a 2500, 3a. 350 e 4$, ditas de metio de
ordao a 4J, 5J e a 6, paletots saceos de alpaca pelo da 3(51)0 a 4. dilos de brim de cor e
sranco s 2|50O, 3, 4a e 5, ditos de alpaca branco a 6$, ditos de palha de seda a 8g, camisas e
ceroulas de linho e de bramante, chapeos de todas as quall ladea, rovp.a de todas as qualidades
para menino, aaslm como tsmos um grande sortimento de faz.ndas eacelhidas de todas as qwali-
dades taoto de panno como de casaoiira e brins psra manlarmos aprouptar qualquer encom
menda qne nos for iosambida, o que para este Um temos una grande officina de alfaiate com cem
operarios dirigida por um mestre franesz o Sr. Carlos Lau-ent.etres contra mestre nirlgidopelo mes-
mo, cada um deates com sua espedalilade, doas cortando cal^a, uo. cortando collete, o Sr. Lau-
rent cortando obra* randas de todas as qualidades.
Esta grande officina pela sua perfeicao e promp'idao nada deixs a d*sejsr. ,
L. Kerslin
gravador sobre todos os metaes, fornece plagas
de cobre polido para portas de advogados, mdi-
cos, doutorea, logistas e oulros, igualmente for-
nece Jioet^s para maresr, emblemas e mais ob-
jactoscoDcernentes ao aeu officio, tudo por pro-
cos modralo, dando a contento : oa Soledsde,
ra de Joo Ferumdes Vieirs o. 19.
Alaga-se urna prela que sabe engomman
coser cozinhar, lado com muita perfeicao, e en-
cllente comprideira da qualqaer objocto; na
ruada Gadoia do Recife o. 64.
H S&quos sobre Portugal.
O abaiio assigoada agenta do Banco 1
Harantil Porluenaa nesta cidada, saca 3
affactivameote por todos os paquetea so*
bra o mesmo Banco para o Porto a Lis- B
boa, por qaalquar aomma avista a a pra-
zo, podando logo os saquea a prazo larem
iaacontadoa no masmo Banco, oa razio
de 4 por canto ao aono aoa portadorea
qia aasim lhe convier: uas ruaa do Cres-
po d. 8 oa do Imperador o. 51.
Joaquim da Sila Castra.
i mmmmm -mmmmmm
Alugam-se dous grandes arma-
zens na ra da Concordia proprios para
qualquer estabelecimento em ponto
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo-
s Al ves na ra da Cruz do Recife.
Precisa-ae de 3:000$ com hypotheca em
3m sitio parto desta cidade : na raa da Cruz n.
u5, primeiro andsr, se dir quem precisa.
Na roa do Bangel n. 28, primeiro an-
dar, tinge-se de todas as cores com presteza e
preco razoavel.
cessujotia gsrsciAL momesptsic
DO DOl.TO
SAI1N0 O.L. PINHO.
Riiade Santo Amaro (Mundo
Novo) t, 6.
Consultas todos os das uteis desde as 10 ho-
ras, al o meio dia, acerca das seguintes moles-
tias ; molestias da mulkeres, molestias da
enancas, molestias da pelle, molestias dos
olhos, molestias syphiliticar, todas as espe-
cies de febres, febres intermitientes e suas
consequencias,
PHARMACIA ESPECIALHOMEOPATBICA
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados com toda cautela necessarias, inclusiveis
Seus enMtos, tinto em tintupa, como em gl-
bulos, pelos precos mais commodos possiveis.
N. B. Os medicamentos do Or. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia; todos
que o forem fora della sao falsas.
Todas as carteirss sao acompanbadas de um
impresso com um emblema em relevo, iendo ao
repor as seguinles pdavras : Dr. Sabino O. L.
P inho, medico brasilero. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras que nao levarem esse impresse
assim marcado, embora enfaam na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Attenco.
a
Preciss-se alugar ma casa terrea om algans
commodos para familia, no bairro da Boa-Vists,
em bom local; quem a tirar va a na do Amo-
rim 0. 25, qaa achara, com qaem. tratar,
Alugam-se duas casas, urna no Campo Ver-
de e outra na ra dos Prazares ; a tratar com Jo
s Orneiro da Cunhs.
Attenco.
a
Urna pessoa loieiramente habilitada em *Qdo
que diz reapeito a padaria, eacreve certo e com
ptima l*tra,com looga prat ferece para lomar conta de urna cass, dando fia-
dor de sua conducta : a pessoa, pois, que qouer
ao utiliaor de aeu* preslinio*, aonuQcie por este
jornal para sr procurada.
Joo de Medeiros Raposo
fai sciente a qaem interessar possa qae desisti
em beneficio dos hfrdeiros do finado Antonio Jo -
s Perelra Ermida ds her*n;a que em sua terca
lhe deixou o mesmo finado.
No collegio das orplias de Nossa
Senhora da Esperanca pode fazer-se
qualquer traballio de agullia, como
costuras e bordados de todas as qualida-
des e por precos inuito acommodados.
As pessoas que se quizerem aproveitar
deste ollerecimenlo tenhara a bondade
de entander se com a directora do dito
collegio na ra da Aurora.
va expofr-
Prancisco Jorge da Silva Paranhos, dentista
com asea gabinete na raa larga do Rutario o. 9,
tem a honra de scientitlcar ao respeitavel publi-
co desta cidade, qua recebeu ltimamente ds
Paria a da America do Norte am variado ao.U-
mento da objectos da sua proflsso aluda oo
viodos a asta cidade, como sejam denles da dif-
iranles qaalidades, transparentes minersas por
Valcaoat, estas denlas nao s pela solidez como
tambem pala grande relr;o da analoga qaa tem
com os oaturaes, sao superiores aos qaa ordi-
nariamente tem vindo a esta cidada, razas por-
que presentemente sao elles os mais sdov lados
pelos melboresdeniistas da Pars a da America
do Norte. O annanciante tem tambem um aran-
de sortimento da massas tinas da diversas corea
pars eneher os denles cariados, as qaaes tem a
prouriedade da adharir a eavidade e de solifi-
ca-la da modo a poder logo ezercer a maatiga-
co, dissipam Intelramenta as dores anda as
mais sensiveis propriedades que nao tem a da-
manlioa de que ordinariamente se taz aso, a qaal
am vez da dissipar motiva as doras por causa
d'agua ncidolsda da sulphurlco. Quem qaizer
aeai dentas cariados, cbsios de ditas massas s
recorrendo so annunciante porque ella o ni-
co que presentemeata tsm nesta cidade ditas
massas recentemeote chegadss da America do
Norte e de Pars. A' vista dss circunstancias
criticas do tempo tem o aoounciante resolvido a
i modificar os presos e de seus trabalhos aQm de
chegsr psrs todos. O mesmo collosa denles so-
bre base de ouro, platina etc sem eztracgo de
raizes pela presso, a piot ou a pisto, deares-
sort de crochet, como melbor exigir o estado da
: bocea. Para a conservaco dos denles em esta-
| do de jaspe tam o snnanciante excelleute pos da
| China verdadeir preservativo nico e magnifico
dnntrificio par conservar a bocea a dar-lhe um
hlito sublime, tornsnde os dentes pelo seu aso
qaotidiano i-ti tos na carne que vulgarmente
chamam pedra, da frouxido dos ervos alveo-
larios a de outros ma'tos inconvenientes qaa a
f.'Ha de taei pr*srativos occasioua tendo por
i origem a negligencia qaa coromamanla ha qaa-
i si em todo o publico, acontecendo assim per-
i dar-so o especial ornato ds bocea ; o aonuncian-
te alm dalo faz todas as ooeracoes de sua pro-
Bssio com toda a promptidao possivel e delica-
j dezs. A entrada confronte a casa dapharma-
; cia do Sr. Bartholomeu.
cao de c^ndit^iros iPadaria franceza del
I rno mechanico,
a gaz.
Chagou a nova exqoslcao
Ghsgou a nova exposicao
Chegou a nove exposicao
Che*oa a nova exposicao
Chegou a nova expsito.
Candieiros a gaz
Candieiros a gtz
Caodieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiros a gsz.
Sortimento complato
Sortircenlo completo
Sortimento complato
Sortimento completo
Sortimento completo.
Gsz de primeira qualidada
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primeira qualidada
Gaz de primeira qaalidade
Gaz de primeira qualidada.
S tem na nova exposicao
S tam oa nova exposicao
S tem na nova exposicao
S tsm oa nova exposigo.
i,O proprietario ueste eslaba'.ecimsnto avisa ao
publico em geral que tem reeebido um completo
sortimento de randlairos a gaz para ricas salas,
quartos, aseadas, aogenbos a para esludoa pe-
queos que pods com s ecoaomia ds lima gar-
rafa de gnz lar para 60 horas de luz, ricas cadei-
rasde Manso de ferro com estofo adamascado
de linho, lavatorioa da ferros econmicos com
todosos pertences, com'esgoto no fundo da ba-
da, ricos qurdros para ornaojentos de s;bs um
riquisslmo sortimento de objectariss a imitaco
de msrflm para aanhoras approvadas na altima
exposiQo das princezas tsndo o premio maior,
riqaissimas pulceiras a imitaco ds camafeo, tu-
do se vende por diminuto preco que muilo de-
ver agradar os pretandantes ; ns raa Nova n.
20 e 24, loja de Csmeiro Vianna._____________
J. E. Chouvia
mechaoico, velbo discpulo da escola imperial de
artes mechsnics.s de Paria: monta e repara ma-
chinas a vapor, bydraulicas, elctricas e bombas
da todoa os syatemss, repara armas de todo o ge-
nero, fabrica a concerla barras ds (erro segundo
o melhoras modelloi, issim como as abre sem
forca-las, fechtdurai aa mala complicadas, cam-
paohia para annnociar os objectos pedidos, faz
qaaiquer relevo sobra metaes, tornis sobre me-
tal, toroo redondo e oval de todo tamaaho para
sssentar medalhss, escudos de armas, etc.
Ba de Joo Fernandez Vieira n.
19. Soledade.___________
A!uga-ae una escrava cosinhaira e eogom-
madelra pa-ra o servico interno de casa de lami-
lla : a tratar no principio da estrada da Joo
Fernsndes Vitira a. 3$.
$
& NICO NA PROVINCIA $
50-/2ua da Imperatriz~50&
f$ A padaria franceza sil na ra da m- fjfj$
J? trago da viuva Barrellier e alli haver 9
^ todos os dias : H
^ Pao quenta de leite s 6 horss da tar- A
7>- de para tomar com cha do dia SI do cor-
W rente em diante.
fg Bolachas de todos os tamanhos a qaa- @
s& lidadas, a.
^f Bseoslos doces a agaados e de todas "J
^ty as qnalidadat.
A Bolachinhas da araruta doces e olea- ^
das. W
A Bolos franeszas. A
gi Palias doces. ^x
Pao comrrum das melhoras fariohas ]8J
do mercado. $
Preparam-se bsndejss de todos os ta- ft
maDhos com bolos de todas as qualida- ^
dea e tado isso por presos commodos. ^r
A referida padaria trabalba em um &
torno mechanico assss despendise s jox
nico na provincia O pao, qae delle **
sahe o mais llmpo, puro e de melhor
osto a bem assim aa bolaahas a tudo o gb
mais. O torno tsm am asseio nolavol e *
o pao a cosido com muito poaca leoba,
e sem haver commuoicaco com esta
ou as bases, ssodo por isao qaa nao ae
* soconlra o menor fragmento de carvo '
5; oo paos as massas qua alie cosinha. @
Nesta typograpbia precisase fal-
lar ao Sr. Manoel Ferreira d'Almeida,^
que mora na Casa Forte.
Precisa se tomat a premio a quantia d
400g por tempo de seis mezes, dando-se peohe-
respor segsraoca : qnem quizer fazer este oegn-
cio, daixe carta sob aa iniciaes A. A., na praca
ds Iq epndDcia os,6 8.
m

Muita attenco.
Arrenda-se o aogeoho Santo Amsri-
obo sito oa tregnezia da Varzes, a urna
legua, moeote d'agua com boas mallas
e ierras :e plmtacoes, a tratar na roa da
Praia casa o. 53, lercairo andar. A pro-
pietaria mais berdeiros protestam
contro todo a qaaiquer damno que a ex-
randeira fizar de consentir, visto nao
ter arrendado dito engeobo de oovo e
por cooseguiote sis poder criar nova
aafra. Recife 10 de setembro de 1862.
$
m
\

MUTILADO
*



IA1I0 N flEAAkDCO. fc SEGUBDA FEKR1 21 DI SUEMBRO 11 H6,
PEQUEO CURSO
DE
Chimica Agrcola
POR
F.MuvAagutf.
Eite interessautc obra de agrcultura t Uaduzi-
a do frneet pelo 1.* tenante de engeohelro
Philadelpho A. Perreira Lima, contina a aatar
i venda as livratiaa doi Sra. Figaeiraa e Gui-
marSes& 01l?eira, e na raa Ostreitoldo Roaaiioa,
typographia commerclel, S. raiao da t&OOO cada
tiemplar.
Preciea-ie de l;0U0j> a premio pelo tempo
de 4 metei, dano-ae para garanta ama hvpo-
tbaca em dous eecravoa mocoa : queco pretender
iezer asta negocio aununcie aua morada para ter
procurado.
---------------------------------:*
Alaga-se na povoac.o da Jaboatao ama
granee asa da lijlo com 2 salas, 3 quarloa 1
gabinete, cozinha (ora, tem mobilia da aniarello
que iacommoda meooa a qaem paaaa a fasta, por-
lao ao lado, todo o ailio cercado e murado, tem
grandes jaquelras, laraogeiras, mais fractaa, e
o melhor e o rio Jaboatao que corre palo fundo,
o banheiro feiio : o pasiadoras de feala no h?,-
o podera dirigir- ae a ra Direita n. 95, que
geharao com quera tratar.
C- Alega m se casas em Aplpacos ptra peque-
a graade familia, todaa maito frescas, a belra
do rio, com muito boa agoa de babar, estribara
para eavalloe, qaertoa para criados, tem bom ai-
10 parepseaear : a fallar com s iva Villar.
Na loja amarilla a' ra da Praia
n. o\. ha utn completo sortimento de
azendas inglezas e francezas proprias
deste mercado : pannos Gnos, casemi-
ras, brins finos brancos e de cores, ahi-
tas francezas, cambraias brancas e de
cores, madapoloes de diversas qualida-
ucs, chapeos franceses do mais acredi-
tado fabricante, ditos de sol de seda e
de panninho, algoduo branco e de co-
res proprio para escravos e saceos de
conduzir assucar e outras multas fazen-
dai a contento do comprador que pagar
a vista.
Aluge-aa o primeiro andar do sobrado n.
83 da ra do Pilar, com eicellentes commodos a
ptima viita para o mar : a tratar nc segundo
andar do raesmo.
Bailar & Oliveira venriem libras slerlinas.
Acba-aa urna pesaos desemprega^a, a qaal
tutanda perfeilamenta dos trabalhos de padaria,
- se acba haoiltada a tomar conta da alguma
^,or balando, por eotender tanto dos trabalhos co-
giVdo forno. e pode dar Gado", de sua conduela.
Ai ""'-se ama- grande parte do sitio de
oqeeiro, devominscTo Malla Farinbs. na fregue-
sia de tiaraogaape : a tratar no eoganho Mu.-i-
bara, fraguana da S. Lourenco da Matts.
Padaria e
coofeitaria.
Ana.
Domingos Jos da Gacha Lagos, premiado pelo jaS da exposicaoRacional de 1861.com ama
medalba de prata, arisa aos seas fregueiea em geral, qaa sea estebelecimenio na ra da Sentala
Novan. 30, tetn o malhor sortimento, prepara bsndeijae no malhor gosto, receba eocommandaa
de pao-de-lo, bolos ioglazas, bolos imprteos, lutria de ovos, poJins. pastis, prepsra presaotos
de Hambre, doces de fractaa seceos e de csldaa para atorar e exportacao, responsablliss-se pelss
Doasquslidadese bom aconilciocamento, vende por menos prego poaeivel:
Admireiri-se e auproveitem-se
Retratos de antrotypo a 1 um ; na mais acre-
ditada eantiga officina da photograpbia deits ci-
dade, na raa do Cabag n. 18, entrada pelo pa-
to da matrix.
Ao publico.
O abaixo assignado, aotigo solicitador dos au-
ditorias desta cidade, contina a eiercer sea pro-
fisso, tsnto no civel como no commercio, e se
enesrrega de desampanhar com filelidade e
promplldo todos os mistares que lhe saoiohe-
rentea por ajustes mai razoaveia : os seus mti-
gos amigos qaa sempra o honraram com sus con-
flanea, e quaesquer octras pessoss o podero pro-
curar em cata de saa residencia na ra da lm-
peratriz r. 34, em todos os das das 6 s 9 horas
da manhaa, e das 3 da tarde em dianle.
________Victorino Jos de Souza Travassos.
Precisa-ae sing.r urna pretaque teoha boa
conducta e seja fiel, que seiba engommar e co-
ainhar : na ra do Queimado sobrado n. 4, pri-
meiro andar.
Pao commam.
> arioulo.
Provenga.
de familia.
Bolachas econmicas,
commum.
fina com letreiro.
Bolachinhas de arsruts.
"I > alliados.
f regaliaa.
corajosa.
Garibaldit.
> cariocas,
a estrellas.
sodas.
> dable.
> fatiar.
> partculas.
Blscoato doce.
Biacoutinho.
de llamburgo.
Bolachinhas inglezas.
de leite.
parafasos.
Biscoato agoado. .
palitos. e
Parinha de araruta.
Lataa com bolacbioha de araruta.
> biscoutos logfezes.
Bolachinhas francezas.
meopathia.
espadas;
> finas para cha.
Bolos da amor.
Bolos suissos.
a ra vas.
e chinezes.
> casadinhos:
> de la reina.
gemas.
b eapiciones;
b allemes.
> msssspaas.
b castanhos.
> afogoisdos.
ceatinhis de smtndoae.
> de erva-doce.
aleiquns.
sss.
b po-de-lo torrado.
> aneis.
trochas.
pingos de tochas.
> lagos de coco.
aranbas de coco.
a cocada d'ovoi.
> chocolate.
b palitos.
i araeodoas.
6 qushdades de pastllhaa.
Vinho de caj.
10 quelldadea de docea aeccos.
10 b de calda.
4 de gela.
Immsnsos doces eatrsngeiroa.
Assucar cande e rafioado de todas as quslidades.
Figuras de assacar.
Xaropee capilde todas ss (ruetas.
ARMAZEM
23Largo do Terco23
Precisa-se de urna ama para caa e pequea
familia ; s lrstir os ruadas Lsrsngeitasn. 24.
Criado.
Precisa se de um criado : a tratar na rea do
Queimado o. 41, primeiro andar.
A abaixo aaslgnada, viuva de Antonio Ber-
nardo d Almeida, Undo sido citada pelo julzo de
orphaos do termo de Ipojaca comarca do Cabo,
para dar bens a inventario por morte de sei ma-
rido, aviaa aos credorea de asa casal qee compa-
recam para legalisarem suss dividas, isto sem
perda de lampo.
Marte Thereza Ribeiro Cbalsgs.
Anselmo ds Silva, subdito porteguez, reti-
ra-ie para o Rio Grande do Sul.
Antonio Buzooi,
pera lora do imperio.
subdito italiano, relira-se
"- Aluga-se um moleque com bsstanta pralica
de botequim : na ra Direita n. 3.
Palo preaeote aa faz publico para conhaci-
mento de qaem ioteressar posss, e em resposta
ao annunciante de 19 do corrente, qae a caaa ter-
ree n. 40 da raa das Calcadas, partencente a
Norberlo Muoiz Teixeira Gaimaries, ae acha pe-
nhorada pelo juizo municipal da 2* vara, escri-
vao Bsptista, para pagamento de Francisco Jos
Pires.
Compras.
CoKpram-aa acroaa do doto banco da Per
nambuco : no aacriptorio de Uanoel Ignacio da
Olivaira & Filho, largo do Corpo Sanio n. 19.
Compra-se
ourelot em qualquer porcSo : na ra
do Vigario n 9, primeiro andar.
Gompra-se urna taberna que teuba poucos
fundos, ou meamo un deposito; qusm qulzer,
pode annetciar.
Compra se ama carroa para boi, bem co-
mo se rende um carro qaa trabalna na escadi-
nha: na ra das Gruas n. 22.
V^fdai.
Fagio no da 8 deate mez do eoganho Bom
hucceaao da freguezia d'Agis-Prata, comarca de
Palmares, o escravo Joa, crioelo, de idade 35
anrios pouco mais ou menos, cor preta, altura re-
* a '1**1 do corPt rosto com prido e descar-
nado, barba pouca coa bigodes crescidos, msress
de tendali as pernas, em pouco gago, viciado no
fumar, e official de aapateiro : rogase a appre-
henaao e entrega do meamo ao lente Antero
Apngio Ferreira da Costa no referido engenho,
ou nests cidade a Malaquias de Lagos Ferreirs
morador ns ra do Rosario da Boa-Vista n. 12,
oods le recompensar o conductor.
S ao vigilante.
Para as eenWts.
Perott.
E' chegsdo no vspor frsocez os lindos perotts
ou enfeltes pera as senborss eonservarem o ca-
bello antas de ser smarrado, pois s a vista faz
f, pelo baralissimo prejo de 1S50 : s no vigi-
lante, ra do Graspo n. 7.
O proprietario deste novo armazem, Aenda os gneros por menos do que era ouira qualquer
parle, afiancando-se a boa qualidade de qualquer genero comprado neste trmazem.
Manteiga ingleza da primeira qualidade a 720 e 800 rs. a libra, e em psrQao a 700. rs.
dem franceza da safra nova a 600 rs, a libra e em meios birris, a 560 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados ltimamente a 2J, do vapor passdo a 19800.
Caf de primeira e segunda sorle a 260, 280 e 300rs. a libra, e em arroba a 89 e 99.
Servejs das melhores marcas a 480 rs. a garrafa, e a duzia a 59000.
Vinho engarrafado do Porto a 19000 e 1200 a garrafa, e a duzia a 99000.
Dito era pipa das melhores marcas a 480, 560 e 640 rs. a garrafa.
Massas, para sopa a 320 rs. a libra, e em caixa de urna arroba, por 69000.
Azeit doce de Lisboa a 720 a garrafa e de carrapato a 360 rs. a garrafa.
Sardinhas de Nanies muito novas a 380 rs. e em porc,o se fz abatimenlo.
Alm dos gneros annunciados, encontraro sortimento completo e mais barato do que
em outra qualquer parte, por Tirem a maior parle delles por conta propria.
Ama.
Precisa-se da urna ama para cozinhar : a tra-
ta r_a_niadoCreapo n. ti.
Ama.
Precisa-se de ama ama para lodo o servido in-
terino de urna caaa de pouca familia, na preca do
Corpo SaLto p. 17.
Aluga saa aala di frente do primeiro andar
da ruado Qu>imado n. 15, propria pira algum
advogado ou escriptorio: a tratar na mesma ra,
botica n. 15.
Constando qae se acha nesla cidade o Sr.
Jos Antonio Almeida GuimarSes, negociante de
Macei, roga-se-lhe o favor de apparecer na li-
vraria na. 6 e 8 da praga da Independencia.
Gravatnhas.
Tambera sao chegadaa as lindas grsvatinbas
pretas e de cores, lano para bomcm como para
senhora, lando as de homem lindos botes e eom
eiaaiieo, ae vende pelo baralissimo praco de 1
e 19500 : s no vigilante, ros do Crespo n. 7.
Aderemos pretos
Tsmbem chegaram oa lindos aderecoe pelos,
sendo don palseiras, rosetas, slfioeles, tudo em
urna calxinha, inteiramente eouaa nova nesta
praja, todos muito delicados pels grande mo
de obra qae tem, pois ss pessoas de bom gosto
saberaospreciar : s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Vendem-ie caixSes va-
8108, proprios par funileiro
e bahuleiro, a 1^580 cadaum :
nesta typographia se dir.
em para vender o saa crewido deposite d.%.i
loe rielo o fabricante tar-ae retiV.do d n-
e ; convida, portanto, s pessoaa qae qiis*7>m
possair am bom ralogio de oaro oa praU d
.' Abr^"nU Komhy, a aproveitar-ae da ep-
porunldade aem parda do tempo, para vir aom-
pra-Ios por sommodo pia$e ao sea eecrlptorie
roa do Trapicha n.18.
Boa fama n. 35.
Vende os seguiotes ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
Grampoa a balo com pendente doaradoi a tf
o par. ^
Putee Imitando tartaruga para bandes, altl-
mo gosto a 3J} o par.
a S'Var"" tlLt'' Ul*ait intei"mnia nove
t.im.nf.' HS? d0,r,d0 ubora, in-
isiramante novos sl# cada uro.
Botoea prstos com dourado para panhes inla-
ramente novos, a 2 o par.
522 d ,AU,rM,Jp'r* PDh0, 19500 o par.
Ns ru, do Oaelmado, loja de miadezaa n. 35,
da boa fama. ^
Avise
O abaixo assignado, coohscido por Xico Bexi-
ga, amigamente com loja de calcado alraz da
pra;a da Independencia, travesss das Cruzas, e
noje com o mssmo estabelecimento na raa da
imperatriz, outr'ora aterro di Boa-Vista, ao p
do becco doa Perreiroa n. 38, participa a seas nu-
merosos freguezes, tanto ds praca como nego-
ciantes do meto e deste genero, que est bem
sortido para servir bem seus freguezes, e vende
muito barsto como de costume vender muito e
geohar poaco.Francisco Macial de Soasa.
O Sr. Joo Duarte Magi
nario queira vir a esta typo-
graphia a negocio seu.
$<
Companhia
Atenco
Fugio honUm, s 9 horas da noite (18 do ss-
tembro) urna preta por nome Isabel que tem os
segamos sigoaes : aatstura regular, um pouco
magra, olhos um pouco vesgoa, falta de deotes
ca frente, mios largas s grossas, e um dos dedos
fino na cabera por causa de um panaricio, ps
groisos e pouco aoalnelalos, levou um vestido no
corpo de chita amerells e um chales de algodo
com quaros encarnados, levou mais u'uma troa-
xa diversos vestiios, porisso provavel que mu-
de aempre a roupa ; supponho que foi para a ci-
dade de;Santo Anlao, d'onde filha, abi tem a
mal, que forra, de nome Lulza, nacao Angico,
tem mais duas filnas, urna dellas forra e de no-
me Mara : rogo as sutoridades policiaes e aos
capitea de campo aue a pegar podero leva-la
rna do Queimado, sobrado o. 4, que darai urna
gratificado.F. C. Burlamaque.
Aluga se um aillo em liemfica, a margem
do Capibaribe. com casa para familia, arvoredos
fructferos, e algum terreno para plantacao de
capim : trata-se na ra Real n. 1, ou na raa No-
va D. 47, loja d. Baatoa i Reg, a fallar com o
socio Reg.
TeB3
Precisase de um escravo fiel que saiba co-
zinhar o ordinario para urna casa de pouca fami-
lia : quem o tiver para alagar, dirija-se a ra do
Imperador por cima da loja de alfaiale do Sr.
Fslix Venancio de Cantalice. aegando andar.
oaqaim F. dos Santos,
41-Rua do Queimado40
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
DE
^Seguros martimos.
SEGURIDADE.
I Estabelecida no Rio de 5
& Janeiro. m
m AGENCIA RA DO VICARIO N. i 0.
Banco Unio.
Estabelecido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo A C.
Sacam por todoa oa paquetea aobre o meamo
Banco a prazo oa vista, a sobre aa agencias em
Lisboa, Figaeira, Coimbra, Aveiro, Vizeo, Villa-
Raal, Regoa, Visnna do Castalio, Guimarea,!
Barcelloa, Lsmego, Covllba, Braga, Penafiel, |
Braganca, Amarante, a cito das, oa ao praao
qae ae convencionar: no aea escriptorio raa da
Crea n. 1. _______^_________
Companhia Fidelidade d se-
guros maritiiiios e terres-
tres, estabeleci'ia no Rio de
Janeiro, com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Laiz de Oliveira Azevedo & G. compe-
tentemente aetorisadoa pela directora da compa-
nhia de aegaroa Fidelidade, tomam sega ros de ne-
vios, mercadoriaa o predios, no tea oscrptorie,
taa da Cruzn. 1.
Ueste stabelocimente ha aempre nm sortimento completo de roapa feita de
todas sa qaalidadec e tambem ae manda executar per medida i vontade des fregue-
ses para o qae tem am doa melhores profetaorat.
Catacaa ae panno preto a Of, I Ditos de setim preto
30^0001 Ditos de aeda e aotim branco a 6 o
30&OO0 Ditoa de gorgurao de seda pretes
e de corea a 79, 49 a
ae panno
>5|e
Sobrecasscosde dito dito a 359 e
Paletota de panno preto a da co-
res a 359. 809, 25, 109,189 e
Pitea de caaemira de corea a 229,
15|, 129,79 e
Ditoa de alpaca preta colla de
reliado francezas a
Ditos de merino setim prstos e
de cert.s t. 9f e
Ditos ds alpsca de corsa a 59 e
!> mtoa de alpsca preta a99,79,59 a
Ditoa de brim de corea a 5f,
49500, 49 e
Ditoa dt bramante delinhe bran-
co a 69. bj e
Ditos da merino de sordie prete
a 15 e
Calcas de casemlra preta o de co-
rea a 115, 109, 9$, 79 e
Ditas de prinseza o marin de
cordo preto a 59, 69500 e
Ditaa i* brim branco e de corea a
59. 49500 e
Calcas de ganga de corea a
Collete de vellado preto e de co-
res laose bordados a 119,99 s
Diloa de caaemira preta o de co-
rea lisos o bordadoa a *5,
59500,59

59000
19000
109000
99000
109000
59000
89000
39500
JJ500
39500
?9000
89000
69000
495OO
18500
9000
89000
Ditos de brim a fastao branse a
81500, 9500 e
Saroalaa de brim de linho a 29 e
Ditaa de algodo a I96OO e
Csmlasa de peito defaatae branca
a de coree a 19400
Ditas de peite de linho a 59, 49 e
Ditss de madapole brancaa e de
corea a 89 19500, 59 e
Chapees pretos de maaaa franceza
forme da ultima moda a 10J,
8S500e
Ditos de feltro a 69, 59, 49 a
Ditoa de aol de aeda ingl.zea e
francezas a 14S, 119, llg .
Colarinhoa de linbo maito Anea
novos feitioe danltima moda a
Ditos de lgodao
Ralogios de onro patente e herl-
tonta) ooj, 909. 80| e 70|000
Ditoa de prata galvaniaadoa pa-
tente e horizoataea a 409 e SOfOOo
Obras de oaro, adereces o meios
aderegee, palceiras, rozetaa
aneia a j
Toalbae de linho dara 10J,69e 9J00O
8J5U Ditas grandes para meaa ama 39 e 49000
29000
29100
19280
29100
8a>000
1S600
79000
15000
79OOO
9800
9500
i
D. Anna do Reg Barros fazscienle ios rea-
dsiros de suas terree no Monleiro, que est auto-
risado a recebersuas randas, seu genro Joaquim
Martlnbo da Cruz Correie.oa raa do Cabug n. 11
aonde poilpm ir pagar. '
Aluga-se o larceiro andar da ra estrena do
Rosario n. 31, com commolos para duas familias,
por ter grande soto, corrido de janellas nos oi-
tes, e ter um elegante mirante : a tratar com o
proprietario Joi Moreira da Silva.
Anna Joaquina Kibeiro Ferreira, proceden-
do a inventario doa bens que Qcaram por morte
de aeu marido Al lomo Jos Ferreira, convida aoa
cradores de seu casal para apreaentsrem ao tes-
tamenleiro Antonio Jas da Rocha, ra da Praia
o. 36, as suas co-.tas ou declarar jo dos crditos,
para serem attendidas no respectivo inventario
at o dia 25 deste nm.
CORRKIO.
Oa Srs. iiennqve Antonio Corris Urna e Lou-
renco de Oliveira Ohralquetram dirigir-se re-
paniso do correio aflm da receberem cartas de
importaucia viudas da Parahiba.
Aiua,
No becco dos Ferreiros n. 7, preciss-se alegar
urna escrava fiel, propria para andar com tabo-
leiro.
Arremataco.
Foi tranaferide para o dia 23 do corrente a pra-
ca da casa larrea n. 54 da ra da Santa Craz, a
qusl de chaos proprios, e tem 2 sslas, 3 quar-
toa, despensa, cozioha fora, quintal, cacimba,
etc, ; es pretenderes dirijam-se no referido dia
a audiencia do juiro de orphos, pelo qusl corre
a presente arremataco.
I

stiwissiaweiiaaKsw eneteast
Dentista de Pars.
{19Ra Nova19.
Frederico Gsutier, eirurgiao dentista
^ (ax todas as operaees dosua arte a a co-
I loca den tes srtificiaes, tudo com -sdeln
rioridade e perfeiejao que 1 pessoss-,en
tendidas lhe reconhecem.
Teta agua e pos dentificios, ate.
mmmm mm mmmmm
i
I
Um Francez
abrid um curso diario de francez, e tambem lec-
tioaa em caas particulares: trata-se na ra da
Senzsls-Nova n. 17.
MM,
Precisa-ae de ama ama para eiae de poaca la-
nilla : na prec,< do Corpo Sanio n, 17.
Precisa-se de um caixelro que tenha prati-
ca de taberna ; no Campo Verde n. 52.

m

Rat_'S ,
ga.
-m
COMPAA DA VIA FRREA*
EO
Recife ao Sao Francisco.
Pelo presente sao csn'ldados os Srs. accionis-
tas a virem receber o 13 dividendo de juros so-
bre seas aeces no escriptorio desta companhia
raa do Craspo o. 2 as horas do expediente;
Recife 20 de setembro de 1862.
AssignadoI. H. Bramen,
Superintendente.
Consultorio medico eirurgico
*--UUi\ 1>\ GLORIA GASA OO TOft\0'-3
Consulta por ambos os systemas,
Em consequencia da mudanza para a sua nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
mento aeaba de fazer urna reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desojo que tem de que os remedios do seu eslabeleciment nao se confundam com os de
nenhum outio, vislo o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaucao de inscrever o seu nomeem todos os rtulos, devendo ser considerados como falsificados
todos aquellos que forera apresentados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar comprar
queira ter maior certeza acompanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Moscozo e em papel
marcado com o seu nome. '
Outro sirn : acaba de receber de Franja grande por$o de tinclura de acnito e belladona re- 1
medios estes de summa importancia, e cujas propiedades sao to conhecidas que os mesmos Srs. empraqKe peeam
mdicos allopalbas empregara-as constantementet
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em linduras custaro al} o vidro.
0 proprietario deste estabelecimento annuncia a seus dintese anigos que tem commodos
suficientes para receber algues escravos de um e outro sexo doentes eu que precisen de alguma
operacao, affianjando que sero tratados com todo o desvelo e promptido, como sabem todos aquel-
es que j tem tido escravos na casa do annunciante.
A situajaO magnifica da casa, a commodidade dos banhos salgados iao outras tantas vanta-
gens para o prompto resubeleciment dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o annuuciante devem procura-lo de manha at as 11 ho-
ras e de Urde das 5 em dianle, e fra des tas horas acharaoem casa pessoa com quem se podero en-
tender na ra da Gloria n. 3 casa do fundo do Dt. Lobo Moscozo.
D. Carlota Luna de Brllo, Qlha legitima de
Miguel Ferreira de Brito e D. Antonia da Canha
Siqueira j fallecidos, natural da fazenda de Va-
len? junto da villa da Ingszsira em Pajeo de
Flores proviocla de Pernambuco, e actualmente
presa no presidio de Fernando de Noronha, pre-
cisando vender todos os aeus bene e tambem
herancu, aa quiea lhe perteneem pelo fallec -
ment de saa filha Jovina Ferreira da Coata Bri-
to, qae foi easada eom o alfaraa de polica Pedro
Becerra de Menezea e nao lave filhoa, e ja pelo
fallecimento deseo segando marido Antonio de
nao bouve fJIbos,
praza qualquer pessoa qae se julgue seu her-
deiro legitimo ou qualquer credor para que no
praxo dale! 30 dias, declarem naste mesmo jor-
nal sea nome, sua pretenco e aeus ttulos.
Preclss-se de urna ama para servico in-
! terno de ama cass de familia, que saina engom-
mar cosinhar: quem estiver neste caso dirija-ae
raa do Cabag o. 1 C, loja de Ramos de Lima.
Koga-se as pessoas que deram chapeos pa-
ra concertar na praca da Independencia loja o.
12, e que levsrsm recibos com prazo maraado,
hajam de oa vir busesr no prszo de,8 diaa. pas-
ssdos os quaes sers vendidos* para paga do tra-
balho,
Agullias,
T*mbem sao chegsdas ss verdsdeiras sgulhas
Victoris, de fando dobrado, que se vende pelo
barato preco de 100 ra. o pspel: s no eslo v-
gilante, ra do Creapo n.7.
Ca pellas para noiva.
Tambem sao chegsdas as lindas capellas bran-
cas, omsis deliesdoque pode haver, que se ven-
de pelo bsrstisaimo prego de7;> e6#, tsmbem ba
outras mais inferiores qae se vende por 2S e 38.
Pede-se que quem tiver de comprsr qualquer
destes objectos, que se spresse sotes que se aca-
ba, pois foi spenss umss pequeas amoatras qee
serecebea : sno gallo vigilante, ra do Crespo
numero 7.
Tinta para marcar roupa.
Vende-se tinta para marcar roupa a 1?.
XdsCfams'0 Quei"d0''l' *> ***
Cartas finas para jogar.
..VnnDd/"'f d"U d* b''hos de certas finae cem
AZV0,"'" ** diU "m dour.d. a
J0 e 4$. : na rea do Qusimsdo, loia de mia-
dezes n. 35, boa fama.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston" 4 C
u. 42.
ra
em
da Senzalla Nova
Machinas arjericaDas.
EmcasadeN. O. Bieber & C, successoret;
raa da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar hortai a espire.
Ditas para deeearogar milho.
Ditas para cortar caplm.
Salina com pertencea a 10; e ;>0$.
Obras de metal principe prateadaa.
Alcslro da Seeca.
Verniz de alcatrao para navios.
Salsa parrilhede primeira qualidade do Pari,
Vinho Xerez de 1836 em caixes de 1 duzia.
Cognac em caixaa de 1 duzia.
Aradoa e grades.
Brilhantea.
Carrogas pequeas.
(EIL
noYadei
a
O antigo deposito ds ra do Brum n. 66, arma-
zem, acaba de recebar s superior cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado, chegada m
destes dias pelo brigue portugoez Constantes,
qe te vende porprecos muito commodos.
Livro das Dores.
Conlende o cilicio, modo de retar a er, se-
tenario e todas asorages para deprecar as Do-
res de Mtria Saolissiros : vende se a 320 r>. na
livraria da prega da n 'epeodencis n. 6 e 8.
Boa tiuta para escrfcver,
Vande-se a 640 rs. a garrafa: na livraria n. 6
e 8 da prag de Independencia:
Vende-se ums mulata tuco, sadia, que
sabe lavar, engommar e coiiohar": na ra Nova
de Sa Dta Rita o. 7 se dir quera vende.
Fitas de la para debrum.
Vend.m-ae pecas de fita de la, para debrum a
em vara a 40: na raa do Oaem.do, loja de
miadezaa n. 35 da boa fama.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores stoslbsdo adamascado com 8 pal-
mos de largura 1S600 rs. a va,. n. ra do
Queimado a.li, na loja da boa f.
Damasco para colxas t para
onianieDtos de igreja.
Vende-ae muito auperior damasco de la do
urna s cor, muito proprio psra eolias e para
ornamentos, ora 6 pelmoade largura pelo ba-
rato pr#?c de 2C800 rs. o covsdo : na roe da
(ju.mado n. 21, na loja da boa f.
Verdadeira pecbincha.
Vendem-se cortea de superior gorgurao de se-
da para alleles pelo baratissimo pre?o de 1*
J e 3 o corte : na ra do Queimado c. 22 n
btm conhecida loja da boa f. '
Para os tab&quistas.
Lencos mute noos s imitaejao doa de linbo da
multo bonitos padres e de cores Ozae muito
proprios para as pessoaa que tomam tabaco, pelo
barato preco de 4&800 e 5$500 a duzia : na rea
doO*.elniodo n. S2, na bem conbeeida loja da
boa f.
Bramante de linho.
Vende-ae maito superior bramante de linho
com duas varea de largura proprio para lences.
pelo barato preco de SjMOO r. a vara: m tira
conhecida loja da boa f. na rea do Queimado
Novos peo tes
de tartaruga e massa,
cora dourado e sem elle,
para tar cabello,
A loja d'aguia iiraoca acaba de receber esree
pentc-s ds que as stnhoras tanto precisavam tar
)filaraoa pequer.os dourados. O sortimento
pequeo, porm completo, porque tem de tarta-
ruga e massa, dourados e sem o ser. A belleza
e perfeicao dellea difficil des.rever. e por isso
litciiamo-nos a c'lzer que ellea sao de um dese-
cho novissitro de apursdo gosto, e de ustosa
Sao na qu.l o artista elevo'a-so pir ,
t\'" TetD *1,ef *'rrr,ade un, laco de fila no
ceotro do que se conhece o feche por meio de
urna flvella, i8sn aleto de rend.doa. .anto oa da
tartaruga como os de masas. Agors, poi. aui,
apparece o bom, convem que as senhoras fe nao
demorem em mandar comprar na loja 'ttu.
ranea, ra do Queimado n. 16.
Fentes com ekfdtes.
A loja d'agua branca acaba de receber lindos e
novissimos penles com enfeites pendentes, obra
de muito godo e ultima moda para seohnras, os
quaes custam de 5 a 12J, conforme os diilareotei
e agradaveis moldes ; assim os prettndentes man-
dero qaanto antes na loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Conservadores para
bellos de senhoras.
A loja d'aguia branca recebea esses delicados
enfeites para cabreas de aenhoras, os quaes-slm
da galantera tem mis a singularidade de con-
servar perfeitamente o atado dos cabellos, e sao
elles de um gradiado mu no e ornado com -
nissimos vidrilhos, o que os tornsm lio agrada-
veis vista de todos, e Teodem-se pelo diminuto
prego de 19500 cada um, isso na ra do Qaeimado
loja d'agua branca o. 16.
Veodem se os dous graDes amacena sitos
na ra de Apollo de ns. 38 e 40 ;cssa de qeina),
contendo o primeiro 32 palmos de fretite e 300 e
tantos de fundo; o segando cm o mesmo com-
primeolo e pouco menos de largo, ambos com os
fundos para o caes do mesmo nome, com arcos
por dentro para communicecao, proprio para
qaalqaer eslabeltcimento em ponto grande por
ter excedente porto de embarque e desembarque,
e situado junto a ponte nova. E' Igualmente
proprio para recolher gtneros de estiva por ter
para isso grande capaciiade, e vndem-se juntos
ou separados conforme melhor convier aos com-
pradores : a tratar na ra dos Guararepee n. 28.
Vende-se urna caaa terrea na ra doa Acou-
goishos n. 17 : a tratar oa ra Direita n. 123.
Loja de fazendas.
Vende-ae a loja de fazendas da raa da Impe-
ratriz n. 26, propria para qualqaer principiante
por ter poucos fundos e ser muito sfreguezada
em bom local, e seado aeu aluguel muito com-
modo ; quem pretender dirija-se a raa do Quei-
mado n. 18, que aebar com quem tratar.
laraio que admira.
Ra do Amorim n. 43,
Vendem-se ssceas com milho novo a 2&500,
ditas com farinha a 2^500.
Aproveitema occasiao,
O dono da cass de funileiro da ra estreita do
Rosario n. 10, confronte a padaria, querendo aca-
bar com a dita loja, vende o restante das obras
de folha de Flandre por menoa am trro do seu
valor, aiaim como a armacJo por todo o preco.
Moeudas c rodas moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman. '
Vende-se um ca rallo pralo de bonita figu-
ra, acostumsdo em cirro, e cabriole!, novo, qae
anda tem ums muds sfszer, aem o menor seitro
uem achaque na ra do Cotovello n. 31.
Ka roa da imperatriz nu-
mero 20.
Vude-se o seguiute.
Bramante com 10 palmea de largara a 1*500
rscadinhos escaros de cor flia a 160 rs., eaaeaa
de sorss a 180 o 320 rs., oleados para eobrir
masas a Sg, indianas muito hnas a IB, chitas a
160. 200, S40, 2S0 e 3J0 ra., cambraiaa de sol"
picos de cores e brancas a 400 rs., cobertores
brancos e escures a ljCOO, 1600 e 5, paonoe
finos prstos e de cores s SJ, 8400 e 3, cam-
braias psra cortinados i!ji peca, ditas lisas a
2j, 3#, 4$ e 5J>, tapetes muito finos a 69 o 7JS,
chapeos d seda e de castor muito fieos e do ai-
timo gosto de Paris a 8) a 9}, ditos de feltro fi-
no copa alta a 55, caaeminspara forro de earroe
a I56OO, corlas de dita maito fina para calcas a
4, pe?aa de ntremelos a 1, o finalmente ma-
dapoldes, algodes, bros, bretanbas e outrss
muitas fazendas que o dono do a&tabelecimento
ssti reaolvido a vender muito barato aflm do
apurar tinheiro, dando-se as competentes amoa-
tras com penbor.
Libras sterli/ias.
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho. largo do Corpo Santo n. 10.
AtteHca.
Barato para acabar.
Na ra do Queimado n. G loja de Ma.
diados & Santos.
Vende-M saceos de viagem de oleado muilo
bons pelo diminuto preco ae 3$ cada um, cami-
sas inglezas de linho para meniooa de diTerentee
idades, a elles que o praco agrada, calcas bor-
dadas para meninos ou menioas a 1} o par o en-
tras muitaa fazendaa que se Tendem muito bara-
to para liquidar.________________
Vende-se pedra de cantarla muito boa o
por meooa do que em outra qualiur parleta
tratar na Poate Velba ou rus do Mondego 45.
Veade-se ama casa na raa de S. Miguel,
com grande quintal e alguna arvoredos, cboa
proprios: a tratar noa .togados, raa Direita nu-
mero 40.
MUTILADO
nal-------bhbbbI


'

.
DIlfilQ Bl 1EMIAMIOCO <- SEGUNDA FElRA 22 D| SETEMBuO DB 1M1

J
/

Tjtas ires.
Sahio a' luz, e acha-se a' yenda na
Livraria Econmica, a obra vertida do
inglez pelo primeiro tenente da armada
Collatino Marques de Souza, a qual
tem por titulo Descobertas e Aventu-
ra nos Mares e RegiSes Polares
POR
Sir John Leslie,
Roberto Jameson
E
Hugh Murray.
Esta importante obra compor-seha
de dez folhetos, do custo cada um de
1#, e e ornada de um mappa dos mares
polares, e de bellas estampas, que suc-
cessivamente acompanharao os folhetos,
que mensalmente se publicarao.
Ra da .Senzalla Nova n. 4J.
Vende-se em easa da S; P. Jonhston 4 C.,
sellins silhoes inglexos, candieiros castiga**
bronieados, lonas inglesas, fio da vela, chico tas
ptr carros a montara, arraios para earroi da
ua a dous cavados, relogioa da onro pattnt*
ingles.____________________^__
Relogioa.
Vende-se easa da Johnston Patar & C.,
i do Vigario n. 3, un bailo sortimento da
lalogios da ouro, patanta inglaz, da um dos mais
afamados fabricantas da Liverpool; tamben
uau variedade da bonitos trancallins para as
masmos.
Para atar cabello.
Tambera ha chegado lindos pantes da tarta-
ruga todo enlrangado com fita da borracha, dt
forma que o cabello amarrado Oca dentro da am
engredado, intelramente couaa nova, a da ruello
gosto, sisim como com lic,o a lizoa de lindoa ei-
Uoa, qae sa rende por prego mello raxoavel : so
no vigilante, rm do Crespo n. 7.
Luvas de pellica.
Tambem 5 chegado as vardedeiraa lavas da
Jouvin maito frescas Unto para hornero como
para aenhora ; s no vigilante roa do Crespo
r. 7. r
Gravatinhas.
ii ^*m,m 6 ehegado as lindas gravatinhas com
lindoa botosa, que ae vende pelo barato preco de
Ig : s6 no vigilante, roa do Creapo n. 7.
La para bordar.
Tambem ha saperior la para bordar qae se
vende por 6} a libra, aaaim como lia da familie
que se vende a lJJ, e em cada caixinha maito fina
pelo barstissimo prego de 73 a caixinha : s no
vigilante, rea do Creapo p. 7.
Espelhos*
Tambem ha grande sortimento de espeihos re-
condo de moldara donradoa da todos oa tama-
nhoa, com excellente vldro, qae se vende pelo
baratiasimo de 3$, 4g a 5$ : s no vigilante, raa
do Crespo n.7.
Sin tos.
Tambem chegado oa maito desejadoa aintos
com ricas flvelaa de concha a borlote ae lado
coasa multo chique aa venda palo barato preco
da 43, assim como ricaa flvelaa para siotos com
poannnaa da lindoa gostos qae sa vende a 1$600
e 23; s no vigilante raa do Creapo n. 7.
Chegado pelo va-
por fraucez s para o vigi-
lante finos pentes de mar-
rafa.
S? chegado oa lindos pentinhoa dourados com
caitas lindaa moldaras de differenles gostos pa-
ra mairafa oa travessos, pois s com a viata oa
compradores sabero apreciar o qaanlo sao deli-
cados pelo baratiasimo prego da 3$00n o par :
iisita como sem ser doarados do lindoa gostos,
pelo barato prego da 2$: na raa do Caespo n. 7.
S no galo vigilante, raa do Crespo n. 7.
Grampas a balo.
Tambera chegado as lindas grampas a balo,
coasa maito linda : s no vigilacte, ra do Cres-
po o. 7.
Rival sem se-
gundo.
Raa do Queimado n. 55, loja da miadaxas da
Jos" da Az* vedo Mala a Silva, coohectdo por Jo-
s Bigodinho, asta vendando tado palos prscos
j sabidos, porm quem nao soaber tenha a
boodade de ver o que a bom a baratissimo:
Frascos da Lavando maito fios, a
Ditoa da oleo baboaa aaparlor, a 320 a..
Frascos da agoa da colonia maito fina a
Ditoa da dita grandes saperior, a .
Caixas com pos cor de rosa para limpar
dantes, a .......; .
Dasla de sabonetas meito fines, a ,
Varas de tico disllhas, est no resto,
Carriteis da linha preta muito grande,
e temmaita linha, a..................
Bengalaado melhor goato, a .
Tioteiroe com tinta muito boa, a .
Baralhos da cartea frsncezae, a .
Ditsa de cartaa portogaezaa maito fi-
nas, a i :.......
Varaa de Ota da vellado recortada, a 160
Fraacoa da banha da er;o maito sape-
rior, a...........
Oltoa da dita transparente, a .- .
Frascos do macaca parola, maito fino, a
Ditos da dito oleo, maito fino, a .
Varea da fila para tasar aintoa dos me-
lhores gosto, a........
Babado do Porto para todo o prego. .
Labyrintoa muito finos para todo prego.
Barra com phosphoros muito bons, a .
Masaos de linha fina para bordar, a ....
Cartaa da colchetea superiores a 40 o
Escoras para limpar denles, a 200 a
Carriteia de retrox de todas aa cores, a
Bonecas nnas. porm maito bonitas,
240 e................. .*
Gravitas de duas voltas maito inpe-
.,.rior...............................
ros o masaos de coral de quslqaer qea-
lldada a...............................
Sabonetes grandes e maito finos, a....
Agalheiroa com agulhas......
Fitae para eapartilhoa grandes a pe-
quenoe a 60 e........
Varas de bico de 3 a 4 dedos, a .
Caixas com agulhas francezas cartas, a
Linhaa em cartdea brancaa a da c-
M, a.................................
800
500
400
600
160
600
80
M0D1FIC4C0 DE ECOS
MENOS 10 a 20 POR CENTO
NOS
PROGRESSISTA
NA
Ra das Cruzes n. 36, e largo do Carmo 9.
45-Ra
160
500
160
240
160
240
Scisntificam sos seus freguezes queem virtude do actual estado de apathia commercial re-
solver vender todos os seus gneros por menos do que outro qualquer anunciante e oSerecem para
garanta da superior qualidadede seus gneros as competentes amostras de cha, manteiga, caf,
arroz, tapioca, arar uta, etc.; etc., para que pessoa alguma duvide destas qualidades, a vista de to
resomidos presos.
Convidam portanto ao publico desta eidade a de fora, a virem fazer sua dispensa em ditos
armizens, afim de pouparera annualmente de 1009000 a 2:0009 conforme a custunuda des-
peza de cada chefe de familia, economa esta que muito til Ibes deve ser, sem que seja mister
60Q soffrer a mais insignificante privado do cuslumado diario de seu passar, devendo porem manda-
rem, aos armazens indicados.
800
200
100
f1 ? 2. 3
2
A epidemia declina lensivelmente, e o se
completo desapparecimento eat prximo I O
proprietario desta bm tenido esttbelecimeuto
convida oa seus numerosos fregueses a substituir
o calcado velho, qae todo est cholerico, por no-
vo, a qaa possa resistir s mil schotis e mazzer-
cae que vo ser dansadas em louvor do restaba-
lecimcnto da satde pablica. Oa prscos con-
vidam :
HOMENS.
Botinas afamadas Mills. ;
Ricas ivelas douradaa para
sinto.
Vendem-ae fivelaa douradaa a 2| a 29500, aa
mala modernas que tem vindo; na ra do Quei-
madon. 63. loja do Bcija-flor.
Ricas voltas de aljofares.
Vendem-se voltae de lj oa rea com craz de re-
dra imitendo e brilbsnte ; na raa do Queimcoo
numero 63. loja do beija-flor.
-48
> non-plue-ultra Nantes.........
> Nanita 2 bateras..............
> > laatre....................
inglezea de botoes.............
> batedores.......................
couro do porco.......
t bazerro a lustra...............
inglezea pea eelvagens.........
d taxiadoa braailairoa............
Sapa toes non-plus-uitra................
Milho e arroz.
Vende-se em saceos grandes muito barato por
ter grande porco chegado estes das de Mamao-
guape : na travesea do pateo do Paraizo n. 16,
com oilao para a raa da Florentina.
Vende-ee propriedade da iiba do Lame-
nha, ailaada entre a barra de Serinhem, e a pro-
priedade chamada da Gamella, com casa de vi-
venda, baatsntea coqueiroa, ptima terrea para
plantacoes eulina, dss quaes osantigoa proprie-
tarios tiravam avultados lacros : oa pretenderes
ditijam-se ra do Cibug, loja n. 18.
Pulseiras de cabello com cha-
pa dourada, e tranceliii9
para relogios.
A loja d'aguia branca acaba da recebar a sua
encommenda das lio deaejadas pulseiras de ca-
bello com differenles e bonitas transs, lendo el-
las chapas douradas de delicados modelloa com
pedras e sem ellas, o que de melhor goato se
pode dar em tal genaro; assim como trancelioa
compridos e curtos, com passador doarado para
relogios, e por que de tudo isso a quantidade
pequea e nao chsgar para todos os preten-
dentes, convem que se apressem em mandar
comprar taes obras na loja o'aguia branca, ra
do Queimado, n. 16.
Acba-se venda no eacriptorio de Antonio
Luizde Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1
a obra escripia pelo visconda do Uruguay.Eneaio
Sobre o Direito Administrativo; deixamoa da ta-
car elogioa a esta obra, basta o noma de aea au-
'.or para a tornar recommendada, duoa volumea
ra brochara tOg, eocadernado llg-
Fazendas pretas
superiores.
Grosdecapla preto muito superior pala dimi-
nuto preco da 2 o corado, panno preto muito fi-
ne a 3, 4, 5, 6, 7 e SJ o corado, eaeemira preta
iuito fina a 2|, 2500, 3, 3$500 e 4 o tovade,
cantas pretaa da blondo muito auperioreaa 12;,
mantelete* decuperiorea groadenaplea preloa ri-
camente bordadoa a 35$, aobrecaaacaa de panne
preto muito fino a 30$, caaacaa tambam da panne
preto muito fino a 30$, paietota da panno prete
fine a 18 e 20$, ditos da caaemira da cor mas-
e!de a 18$, luperiorea gravatinhaa eatreitas i
1$, ditaede setim mac&o sd gorguro muito su-
periores para duaa voltas a 2$, ditaa eatreitinhai
eom lindos alnetea a 2$, auperior gorguro pre-
to para colietes a 4$ o corte, ritos enfeitea preto
a 6$, e assim outras muitas fazendaa que aendo t
cinheiro & vista, vendam-ae por precoe muito ba-
? atoa : na ra de Queimado n. 22, na bom conhe-
?id luja i* boa f4.
Camisas Dordds eoutrosob-
jectoi necessarios para
senhoras.
N loja da aguia branca acha-ae um bailo aor-
liroeoto de bonita camlainbaa de fina cambraia
com babiciir.ho! o mui bonitos bordados de do-
vos edelcadoa desenbos, as quaaa servem mai
bem para os moderno* veatidoa de frente aborta
vendem-ae pelo diminuto preco da 3$ cada
ma ; essim como bonitos manguitos a balo com
gollinhaa de superior cambraia a al a todoa bor-
dadoa, com punhoa viradoa a cada par pelo ba-
ratiasimo pr?o de 2J. o qae admiravel avista
da superioridadeda obra, a tc-m essim punhoa e
gollinhas tambem bordadoa com bonitos botoes
a 2$ a guarnicao, o gollinhas soltas igualmente
bem bordadas a 1$ cada urna a manguitos a 800
. s. o par. A rieta pois de um to completo sor-
timento nenhuma aenhora deixtr da comprar
sai neeeeeartos objectoa tanto mala quanta a
comrnodidade doa prego convida a pera que to-
doa aejam bem aervidos convem qaa maodem
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Queimado n. 16.
A loja da aguia
branca ra do Queimado a. 16
Acaba da recebar oa precisos objectos seguin-
taa:
Aapas da baleia grandaa a pequeas.
Fita com colxetes branca, parda e preta.
Dita da la para da^ruar vestidos de coras.
Trancinha de caracol miado conhecjda por bem
Ua.
Alflneles pretos e brancoa em caixinhas.
Agulhas imporiaea fundo doarado.
Ditie victoria em caixinhaa o papis.
Retrox preto fino em carretela grandes:
Para o baile do
club.
Vende-se na loja do pavo
Ricoa cortea de vestidos de cambrtia branca,
primorosamente bordados a crox, sendo os mais
bonitos qne tem viodo a este mercado, e ven-
dem-se por pregos baratissimos, na ra da Impe-
ratriz n. 60, loja e armazem do pavo.
Casemiras a 3,200 rs.
Na loja do pavao.
Vendem-ae casemiras enfesUdaa de quadrinhos
* listras miudinhas, sendo cores escuras a 3$200
o corte para calca ; vende-se a mesma fazenda, I
tendo duaa larguras, a 1$800 o corado ; isto na '
raa da Imperalriz p. 60, loja do pavo.
S do vigilante,
Lindos enfeites para ves-
tidos.
Sao chegsdaa no vspor inglez aa ricas flores de
velludo que sao admiraveia pela delicadeza das
lindas cores, pois coso pequea quantia aa senho-
ra polero enfeitar os ricos vestidos que ser
muito apreciavel, pelo baratiasimo prego de 1$
a duzia : s no gallo vigilante, ra do Crespo
numero 7._____________
Pulceiras.
Tambem sao ehegadas as riquisaimaa pulseiras
com pedras azues e outras verdes, couaa muito
delicada, que sa vende por precoa baratsimos :
s no gallo rigilante. ra do Crespo n. 7.
Buidas para espartilho.
Tambem sao ehegadas as verdadeiras baleiaa
da todae aa grossoraa a fornidas, para espartilho,
pelo barato prego da 120 rs. cada urna: s no
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Chegado pelo vapor fran-
cez s para o vigilante.
Lindos pentes de marrafa.
Sao chegadoa os lindos pentinhos douradinhos
com muito lindaajBolduras da differenles gostos
para marrafaa ojftravesso, pois s com a vista
oa compradores podero apreciar o quanto sao
delicados, pelo birato prego de 3J o par, assim
como aem ser douradoa de lindos goatos, pelo
barato prego de 2J o par: s no vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Potassa da Russia
e Americana.
No eacriptorio de Maneel Ignacio de Oliveira &
Filho, Urge do Corpo Santo a. 19, por prego
mais barato de que en ontra qaaiqaar parte.
FiiDileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31 RuaDireita31.
Reata rico e bem montado astabelecimento ao-
sontraro os fregaezea o maia perfeit, bem aca-
bado a barato no aeu genere.
URNAS do todaa aa qualidades.
SANTUARIOS qae nvaliaam como Jacaranda.
BANHE1ROS do todoa oa tamanhos.
SEUICUP1AS dem dem.
BALDES idem dem.
BACAS idem idem.
BAHUS dem idem.
FOLHA em caixas da todaa aa grossuraa<
FRATOS imitando om perfeigo a bea percel-
lana.
CHALEIRAS detedaa aa qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS e landres para qual-
quer sortimento.
VIDROS em caixas e a ratalho de todos os ta-
mandando-semanbos, botar dentro da eidade,
em toda a parte.
Recebem-ae oncommendaa de qaalquer nata-
reza, concertos, que tado ser desomponhade a
contento.
Veade-ae urna cama franceza de amarello
para solleiro, e meis objectos de amarello por
barato prego ; na camboa do Cario n. 8.
Vende-se urna cfflmoda de mogno e urna
mesa redonda com pedra, por prego muito com
modo ; na ra dos Mrlyrloe n, 26.

>
a
>
>

USWO
150O0
WQOO
OJOOO
lOcOO
9*500
9|0O0
95*100
7}50
5J5O0
75000
65500
55500
65000
55500
55000
25OOO
5*000
*&ooo
15280
:
MENINAS.
se deixa
55500
59009
48000
25000
35000
15920
800
500
800
aahir
Facas e garfos.
Vendem-ae facaa a garfoa flnaa da cabo da ba-
tanea de doaa botoes a 6(800. ditaa para doce a
5$800, dita de um boto a 65200, dita para doce
a 5920O, dita preta cravada a 3600, dita branca
a 35400, dita rouge a 35 a duzia ; na raa do
Queimado o. 63. loja do btija-flor.
Jogo e vispora.
Vende-se jogo de vispora a 15 ; ca ruu do
Queimado n. 63, loja do beija-flor.
8 bateriaa e mala..............
esmaga cobra..................
Nantea 1 baterles vaqaeta.....
> 2 bateriaa bazerro......
trabalhadorea..........
brasileiros da 3(500 a..........
Sapatos 2 solas a aalto..................
tranca portuguezes..........
a francezet......
SENHORAS.
Botinas dengozaa.........
aalto do bater......;
> pechlncha de 4*500 a. .
americanas 3g5o0 a .
Sapatos de aalto (Jolj) .
> sem elle (idem) .
tapete: .
a econmicos. : .
laatre 32 e 33. .
MENINOS E
Ha de lado em relago e nao
dinheiro.
Um completo aortlmento de couro de porco,
cordavo, bazerro francez, couro de lustre, mar-
roquim, sois, courinhos etc., que tudo se troca
por dinheiro vontade do comprador.
Cal de Lisboa
A 5,000 rs.
Vende-se batiiscom cal nova chegada ultima-
mente, a 59, no antigo e acreditado deposito da
ra do Brum n. 66armizem.
Remedios do Dr. iadwav
Prompto alivio.
Resolutivo renovador.
Pilulaa reguladora.
Recentemente chegadoa pelo navio Merseys ;
vende-se na botica francesa no Recite, ra da
Cruz n. 22.
Anvelopes.
Vendem-sa anvelopes de diversss qualidades,
braceo a 5IOO e 19400, azul a 1;, e de cores a
8400: ua ra do Queimado n. 63, loja do bei-
Tar-flor.
* a_______^______^_^___^_
Papel adamascado de cores.
Vende-se papel adamascado de cores a 800 a
1*. dito branco a 1*200: na ra do Queimado .
63, loja do belia-flor.
Gravatinhas de seda.
Vendem-se gravatinhas de seda para senherz,
de diversas cores .- na ra do Queimado n. OS,
loja do beija-flor.
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas tiras bordadas para vestidos
e siU brancaa a 800 el*: ne ra do Qaeimado
o. 63, loja do beija-flor.______________
S na grande exposicao
de fazendas novas e bara-
tissimas, na ra da Impera-
triz, loja e armazem da ara-
ra n. 56, de Magalbes k
Mendes.
Fazendas por menos 10 0[0, queiram vir T-jr
para acreditar, a ser: chitas a 1(0, 180 e 200 rs.
o corado, ditaa francezas a 220, 240. 80 e 320 o
corado, cortes de chitas finas eom 12 1|2 cova-
dos a 2550O, cortes de cassas trancaras a 25500,
ditos pretos a 2f,500 : i.s, ra da Imperatriz, 10.a
da arara n. 56.
Arara vende olestim para vestidos. .
Vende-se a fazenda por nome olestim de 1in> 5
de urna s cor equadrinhos, propria rara 3....-
e vestidos de senhora e roupa de meninr 8 ;g(>
o covado, f?to de cor'__ pra vettlH'js a 28C e
320 o euvado : ra da Impersttiz, loja da ala-
ra n. 56.
Aos manguitos da arara.
Vendam-ae mangaitoa a golla de linho p?:c
senhora a 2*, golliuhs a 500 rs enfeites peta
senhora a 2{ e 3* : na ra da Imperalriz, loja a
arara n.56.
Arara vende a popelina da China.
Vende-se a fazenda po; nome popciim da Chi-
na em la para vestidos de senhora a 320 o cova-
do, chales de merino estampados a 3g, ditos do
la a I*, ditoa da laa e aeda a 2*, ditos abertot a
640: na ra da Imperalriz, loja da arara n. 56.
Luvas de pellica.
Tambem sao ehegadas as verdadeiraa lavas de
Jouvin muito frescas, tanta para homem como
para aenhora : s no vigilante, ra do Cres-
po n. 7.__________________
Bordados baratissimos
Na loja dopa\o.
Vendem-se gollinhas maito finas de cambraia
bordadas e de fil a 400 rs., manguitos com gol-
linhas do cambraia bordada a 15*280, manguitos a
balo finissimos a 1*. leogoa de linho com laby-
rlDlho a 28500, ditos do cambraia de algodo a
imitago de labyrintho a 640, 800, 1*, e Dnisti-
maa liraa bordada a ntremelos por presos bara-
tissimos : vende-se na ra da Imperalriz u. 60, J.* brilhiniina. taita de cotdio que faz vez o*
'oja e armazem do p*o.
Vestidos baratissimos.
Na loja do pavo.
Vendem-se rxur.o lindos vestidos deesmbraia
bordados a seda, enoo de todas as cores a 6&,
ditcs com barras e babados a 4*500, ditos a 4$,
cortes de tarlttan brancoa bordeaos e d cores
a 3*. ditoa de csmbrsia branca com babsdos a
2*500, ditos de cimbris bordados com babados
e Ouas saias a 4*, corlea de barege com 22 cota-
dos cada corte, lendo fios de seda a -ig, ditos de
la a 4*. corles de cambraia com aalpicos bran-
coa e de cores, tendo 6 varas cada corte a 3$,
ditos de aalpicos maia flnaa com 8 varaasAj,
tudo isto se vende por menos que em outra qual-
quer parta para apurar dinheiro, s na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do pevo.
Alpakin ou gorguro de linho.
Vonde-se esta nova fazenda a imitago e sed
de quadriohos a 280 o covado : s na ra da Im-
peratrlz o. 60, loj e armazem do pvo.
Musseliua branca a 200 :s,
Vende-se musseliua branca com 4 1|2 palmos
de largura a 200 rs. o covado : s na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do pavac.
SARDINHAS DE NANTES* As mais novas que se podera desojar, a 360 rs. a lata.
GENEBRA DE HOLLANDA. Em garrafes>m mais de 15 garrafas a 580O e frasquei-
ras com 12 frascos a 65500 e 600 rs. o frasco.
AMENDOAS COINFEITADAS. Muito novas e de diversas cores a 800 rs. a libra.
DOCE DA CASCA DE GOIABA. Superior a 800 rs. o caixao com 4 libras, Sem temos
grandes com 8 libras a 2} cada um.
QUEIJOS SISSO E PRATO.Os melhores que se pode desejar a 600 rs. a libra do prato e
800 rs. o suisso. r
CHAMPANHE. Dos melhores fabricantes que vemao mercado, de 121? a 18*000 o eieo e
19500 a garrafa. 6
rnGr!?iEr *r7r?rv a'S fiS que Se Pode deseJar a 800 a 8arrafa e 9000 a du*-
usjriiAV. u>ijrLLZ,. O mais especial que se pode desejar a 1000 a garrafa, e 10*000 a
fiPEvriic *"** temos superior para 700 a garrafa, e 8*000 a duzia.
rvrvyr-e----- mtlhores marcas a 59 a duzia, e 500 rs. a garrafa.
p?p r"rr>As melhores do mercado a 120 rs. a libra e 39200 arroba
FRUTASS?r'f n"aZe RaU,ad melhordo mercado a **M0 resma,
rnuxA tM LALUAb. PeSego, pera, damasco, rainha Claudia, ginja, serojas, e morango
'lAMPunnaJT A'a ,ala> e 69000 a duzia. '
i AAinauOAS, De casca molle a 2*0 rs, a libra das malhores, 200 rs, mais ordinarUs.
Grao de bico a 120
ris a libra, e sendo de 10
libras para cima a 100 ris
Venda-ae nicamente por estes precoa nos ar-
mazens progressiste e progresssivo, no largo do
Carmo n. 9 e raa das Cruzea n. 36, effianga-se
ser muito novo._________
Grande exposigo de ba-
ldes de arcos na loja do
Pavo.
Acaba de chegar loja do Pavo um grande
sortimento de bsloesde arcoa americanos sendo
a Msthildo, Carola e a Eugenia que sao os
melhores e maia bem armados que tem vindo ao
mercado com diversos tamanhos sendo de 6, 8,
10,15, 20, 25, 30 e 40 arcos e aanga-se a du-
ragoe boa qualidade doa ditos bales : s na
raa da Imperalriz n. 60 loja e armazem do
Pavo.
Miifambe da arara.
Vende-se a fazenda por nome musamb c. re
palmas de seda de i 1)1 palmos de largo, propra
para vestidos de seubora a 500 ra. o covado, fil
de linho de cores a -200 r. o covado, dito lavra-
do a 1J1S0 a vara, liso fino a 780 e 800 rs. a ve-
ri, tatsima a 800 rs. a vara : na ra da l-. .-
ratriz, loja da arara n. 56.
Arara vende as crinolinas de 15, 30e
40 arcos.
Vendem-se baloes a crioolinas Ce arcos, oa
mais modernos que tem Tindo,ditos de mada.i-
lao brilhanlina. aaias de cotdio que faz vez o*
balo a 2j>40, bsics para menina a 2jj: na rea
da Imperalriz. loja da araran. 56.
O babadim da arara.
Vende-se a fazenda por nome babadim com lis-
tras de seda para vestidos de senhora a 500 rs. c
covado, cobertas do chita para cama a 2$, col-
chas de fnsto para cama a 5$, ditas atollada.: *
a SJ, abortaras para camisas a 840 cada urna
cortes de caiga pan homem, oe brim escuro e
claro, e de ganga e fusla de quadrinhos j o
1 ~'2M> o corte : na ra da Imperatriz, loja da
arara r 56;
Arara vende as casses chinezas.
Vende-se a fazenda por nome cassas chine:as
a imitsco de sedinha de qusdros, propria p:ra
vestidos de senhora e roupa de meninos a 24C e
280 o covado, riseado a Gaiibaldia 280 o cvauo
para vestidos, cobertors de aljodo a 1$, tac
braias brancas a 1J600, 2*, 2J500 e 3 a pega : ^a
ruada Imperatriz. loja da arara n. 56
Organdys da China da arara.
Vndese a fazenda por nome organdys da Chi-
na adamascado o palmas de cores, propria para
vestido e muito largo a 400 rs. o covsdo, capas
de la para senhora a Og, ditis de prosdenipie
modernos a 20 e 35* : na ra do Imperatriz, loa
da arara n. 56.
Arara vende azenda por nome mais
a mim.
Vende-se a fazenda por nome mais a mim pi-
ra vestidode senhora e adamascada, de bonitos
gostos a 360 o covado, pegas de cambreias ;
salpiquinhoscom 8 1|2 varss a 3300 e 4f : ta
ra d Imperttriz.loja da arara n. 56.
Tiras i ntremelos da arara.
Vendem-se tiras e entremeios da largura de C
e 5 dedos, de bonitos gostos a 15280 e 1^600 a
pega, ditaa de entremeios a 1$. 1S00 e lJ600a
pega.corpinhos bordados para meninos a lftcs-ca
am : na ra da Impersttiz, loja da arara n.56.
Mozambique a (340 rs.
Na loja. do Pavo.
Vende-se mogambiqae todo de la sendo fa-
zenda muito leve para vestfdoa de senhoras e
roupa para m*nino, com delicadas cores miu-
dinhas e tendo de urna s cor proprio para capas
de senhora tendo esta fazenda 4 palmoa de lar-
gura e vende-se a 600 rs. o covado : na ra da
Imperatriz n. 60, loj e armazem do Pavo.
Sementes de hortaJice vindas
de Paris
Chegaram loja de ferragens de B-tlcs, na
ra da Cadeiado Recite n.56 A, as nov*s s rr en-
tes de hortlice vindas de Paris, ss quses sao t
superior qualilade. e se vendem barrtss.
Cal de Lisboa & A$ o barril.
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo. no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Ldamoccimbique a 400
veis.
Na loja do Pavao.
Venda-ae lazinhas de orna s cor com qua-
drinhos e lista propria para veatidoa e capas
sendo fazenda flnissima a 400 ra. o covado : na
raa da Imperatriz n. 60, loja armazem do
Pavo.
Las com flores a 400 rs.
Venda-ae lazinhas maito fins com bonitos
padrdes a 400 ra. o covado : na raa da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Tarlatanas com pal-
minhas.
Na loja do Pavao.
Vende-se tarlatana com palminhaa de cores,
tendo corea proprisa para late a 310 rs. o cova-
do : na ra da Imperatriz n, 60, loja e armazem
do Pavo.
Cal e potassa
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegauVs,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
doRecife n. 12, mais barato
do que em outra qualqu>;r
parte.
Grampos a balo
com pendentes dourados.
A loja recala branca contina na recepge de
objectos do ultimo goato, a por isso acaba do des-
pachar vindo palo ultimo vapor assea delicados
o novissimos grampos de bonitas cores com pru-
dentes dourados o que de maia delicado se pode
encontrar. Esaa loja como geralmente aabWo.
tem Sempra am vistas a comrnodidade de *e
boas fregaezlas a por isso tem resolvido vender
asses galantea enfeites a ?j 39 o par, o que oa
reahdade maito maia valem. Convem pois que
a vista di limitago do prego a senhora que com-
prar um ou maia pares, nao ae demore em par-
ticipar aa auaa boaa vizinbas a intimas amigas ae
collegio, pera qae aa emiltem no aea eperedo
gesto, o mandem logo comprar outroa parea ra
loja de ana affeigo : qaa a a d'aguia branca, rea
do Qaeircado n. 16.

MUTILADO


; -1
,
tf'iio DI rUUAMBOCO SEGUNDA rillA 24 i| SEIEMBRO H ll
A
OimiNUIQAO DE PREQO
m-
mn
FRANCISCO FERNANDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
.ido co1nhecidrD^oqsUt1u9Pnr0preUrO f *** tmnm da mo]h**< **" ha
nao se temdado.n .Tif T^'-fwgaa!eS' maSCOm0 assa *inda h,Jm I" ^ores que
do rneu annuncio ea differencaT^ .Si. ? ?' "* da ver,ficaren, *H*>
qaer oart nois oara i L l lP^ q? hdade quefaz- sa fossem compradas em outra qual-
S& k. gkts. conLt^ "tras navios de ve,a viodos da Bu-^
proprielario J5ETiSSHH^l2S Sachar rametter pela +1" "XSlS2 P0SSam v,r' n9m mand". d"
rm.zem, tfU^ww^^iSlfi' d ***!* gaero comPr'do nt
i urna pessoa de confian?,? de iS Cm V19SMm I*"*. P* para este fim
Xlaiiv sa Y p p onduzir as ttrtM na cheada do Tpr-
i.h 1.TS*1? d? Primeir* quIidade da safra novia 00 7*0 rs. a
libra, e em barril sa faz abatimento.
tt^MuJ,aileW* 'mais nova dm9rc,d0 00 *a libra'9 am b,rril a 56-
r\*& u qua ,a poda dese^r nesta g8nero a z*000 a ,bra-
SST1 maS SUperr d merCad a 29800 a 1U,ra a 4m P0^ '" bat-
*** lia T*t vard.d.iro inglez a 000 a libra am porcio sa faz abatimanto.
MU Watt tt. !&> confeiladas, contando diversas iguarias muito proprias
para mimos a 1*000 cada urna.
BftXiBlM da soda em latas coa. differentes marcas a 400, afianca-sa a boa oua-
- l'daae, assim como tem latas grandes com bo.schinh. proprias para Unca 2500.
l^Ul**! d DOUTO espaaial Me da Porto gafado vindo siguud. vez
v^onosso iwrjaioa 1&2Q0 i garrafa a em caixsscom 1 duziaqor 12*000.
ia"tt, a8** fado das melhores marcas qua vem ao mercado, como seiao Duque
do Pono, Carcavelhos e Feituria a 1*200 a garrafa.
&Hrta4 Om Vm\l* do Por,o com 70 gamas proprio para cas. particular
em garrafas 32*000, afianga-se ser de superior qualidade.
" sa* *l* de superior qualidade Porto, Figueir. Lisbo. 500, 560 a 00 rs
. g.rr.fa, a em caad. 39500, 49000 a 49500.
*** Ytm\da em ialas com 10 iibras por 4|000> g m barril g 40Q fg & ,bra
... : **"" aw**m*TM a 220 rs. a libra, a am cana grandas por
bJPOOO. afianca-se sar muito novo.
Citica piu
129000 rs D07aS a "' eem barril com uma arroba Por
Lautas com neixe a l t ,
chame, pesada, e JugoTl'woO. SeSU'n,9S VUi d* o*vormasot 680 rs.. Ubra, e9m Cixa a 660 rs.
0 7 Y refinada a 360 rs. a libra, a am arroba a 11 rs
^to do r*iAO R(50 r, a Ubra, e em pors5o 1500 rs<
i* .0 YAgUz para fiambr# 640 rs a Jb;a#
AmU& traeei%a 8m l.U8 de l meia libra por 1#500, ditas com 3 libras
por 9000.
341ttta* d HolU^a 560 rs. o frasco, e 69400 a frasquair, con 12 frascos.
tranaiOeS com genebr, de Hollanda com 25 garrafas por 9*000.
Al^J *a mul0 imp0f a 160rs. a libra, e em arroba 49800,
lfaiQ$Q muito novo a 160 rs a libra) f 4?800 a arroba-
CS ll."f'ltOMl
... .** suspiros era meias caixinhas, do raelhor fabricante da Bahia a 2*00cada urna
^^S^ o mais superior que ha no morcado a 240 rs. a libra, e am garrafes com 5 libras
por 1*600, so o garrafao val 500 r?.
4SftV5*.aiaaa de FraD^a muito nova a 200 rs. a libra,
Ob muito finaealva a 100 rs. a libra e em saccas se faz abatimento.
: pilto8 U1I08 par. dantas a 160 e 230 rs. o mago cora 20 macinhos.
PatOS dO g" 2 a 2*300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
. V$}a p?t4 das marcas anente, ou XXX a 6*00 a duzia e 500 rs. a garrafa.
5tYV4} D?'?l, das mais acrelitadas marcas a 59000 a duzia e 480 rs. a gsrrafa
\ Ifltfl DtaBCO engarrafado o mais superior que tem vindo o nosso merc.do 800 rs
tambam tenho de barril para 560 rs. a garrafa.
XoH^UllO &6 1iV>0 a 7900O a arroba e280 rs. a libra.
tIe dO BlO iavad0 a300rs. a libra ea 9*000 arroba, dito de 2.a qualidade a
266 rs. e 89000 rs. arroba.
ATfOl de Maranho a 100 rs. e O rs a libra, e em arroba a 39000 a 3*500.
UmteOlata hespanhol a 19200 rs. a libra, ditto francez a 19100.
TOMnMlMQA imperial do afamado Abrau ede outros rauitos fabricantes de Lisboa. 800 rs
a libra, tambem h para 500 rs. a libra.
^ 11 v.S QIu Cala?; pecego, damasco, pera, alperche, e gingaa 600 rs.alatta.
Silldlaha di ?aHt$i a 380 rs, a latta affiansa-se a boa qualidade, e emporio
se faz a batimento.
-vaiVlla i!3 francazas e portuguezas as maisnovosa 640 rs. a latta, era meias latinhas a
500 rs.
* itftl&O H0TdILX, Marg, Medoque e S. Julienda Medoqua a 9^000 e 10*000
a caixa, em garrafa 800 rs. e 1*000.
?aiaiD8 0 melhor pelisco que pJe haver por estar prompto j toda hora a 800 rs. a libra.
f^iUOIciS 110V:S alocento o a 1*200 o molho com cento e taas, tambem ha
proprias para conservas a 400 rs. o cento.
1 C V8. UOC6 muito nova a 320 rs. a libra, e em arroba a 8*.
p6l gfey6 a 49 a resma, dito de peso pautado a 39, dito almajo bom a 39200.
-. *SSa para SOpa estrellinha e pevide a 600 rs. alib-a, era c.ixinhas sahe mais
barato.
Jdem (le tomate em latas de l libra por 800 rs ede 2 libras por 1*500.
Aceite UOCe^ refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas cora 1 duzia por 89500.
dem de Lisboa a 720 rs. agarrafa e 5*600 a caada.
AmeildoaS de casca molle a 320 rs. a libra e 89000 a arroba.
Vinagre d*3 liisbOa 3210 rs. a garrafa e" 19800 a caada a fiansa-se a boa
qualidade.
^ltm.J-Ulfie das mata acreditadas marcas a 15*000 e 20*000 o pigo, a ora garrafa
a 1J800. 6
%7* i
\ lll-jgre Drd llCO qaese pole dezejar neste genero a 400 rs.-a_garrafa.
IjlCOrCS irineeZeS de t0d3S as qualidades ques. procurar a 19000 rs. a garrafa.
Faria; do Ifaranha'} muito alva eebeiro.i60n.rlbn.
J. Ij 010 para lirapar faccas a 180 ra. e em porcio se faz abatimento.'
ConhaqUe ingleZ a 900 rs. a garrafa e 109000 a caixa com urna duzia.
Alm dos ganaros cima mencionados encontrar* o respeitaval publico um completo sorti-
Kento de tudo que tendente a molhados.
DE -------
DE
Mnuoel Pedro de Helio
Largo do Livraraento ns 38 e 38 A
Defronte da grade da igrefa, cojo titulo distiactivo
O BALIZA.
Neste vasto estabelecime
chara o respeitavel publico desta
capital e de fora, uat granos
PERFEITO fiORTIMETTO DE MO-
LHADOS, que se vende tinto em
grosso como retalho por muito
menos prec,o do que em outra
qualquer parte, por serem quasi
todos recebidos de conta propria.
Multa attengo.
Todos os gneros sahidos des-
te noto armazem levar&o urna
etiqueta para seguranza dos Srs.
que nao quizerera vir f.zer as
suas compras, e mandarem por
seus escravos ou fmulos.
Esta prevengao attesta bem,
que a mais perfeita e duradoura
confianca se deseja posauir de to-
dos geralmente, e por isso nao se
pomparlo exforcos para serem
bem servidos todos os Srs. com-
pradores, afim de que possa este
grande estabelecimemto ser apon-
tado como um dos melhore e
mais acreditados desta pra;a.
Aviso particular.
Previne-se s pessoas de fora
desta cidade qua \odem sem re-
ceio algum mandar os seus pedi-
dos por escripto, que sarao satis-
faites com a maior pontualidade
e boa f possivel, ainda mesmo
de objeetos que nao sejam pro-
prios deste estabelecimento, como
ferragans, miadezas, ou medica-
mentos.
O annunciante desejando fa-
cilitar a consecujo dos negocios
que por ventura tenham os seas
freguazes de fra, se offerece
tambem para fazer procurar qual-
quer despensa ou licenga qua de-
penda da autoridade do Exm. Sr.
Bispo Diocesano, bem como de
apresentar qualquer consulta aos
enhores doutores desta cidade,
quer respeito de direito, quer
de medicina.
a;. Tanjbem se recebe qualquer objecto eomo assucar, couros, laa, etc., etc., para serem ven-
daos, sando a cont. e o seu producto entregue promptameote a quera for determinado.
fA-m ntencao de possuir rauitas relacas, faz o annunciante todos estes offerecimentos; de
~. qUu Ue ment0 n5 !"> acharo os Srs. de fora desta praca um bom freguez,
mas tambem um ara.go e um criado s suas ordens.
A-to,i_ em geral.
immedi.imfln.a?,!Lja0 '*"*" qua,(Iuer 8,ner0 sahido dasU casa Pdg ser Volvido, que ser
inmediatamente trocado om restituido o seu importe, conforme for exigido.
u annunciante protesta cumprir com a mais seria e restricta exactido esta sua promessa.
ASM?!??!,..6n ,a'aS da tres libras e Genebra verdadeira nS,ezade raarca Gato do fa
Rival sem
igual
Ra larga do Rosario n. 63,
junto da botica do Sr. Bartholomeu.
Pedro Paulo Tinoco de Soasa, dono deataea-
tabalacimento eittempre resolvido vender mui-
to barato todaa as miudexai da saa toja, para o
qae tem am rico sortimanto, eomo aeiam t
Cartaa da colchetes a 40 ra.
Carritsia de lioha isual de Alexindrea 80 rs
Ditoi de dita de 100 jardaa a 40.
Linhaa da croxel para bordar (maaso) a 640 ra.
Tinteiroa com tinta e ttmpa de metal 180 ra
Pantea da borracha para alisar a 560 ra.
Eacovaa para limpar uobas a 320.
Ditaa para limpar dentes a 240.
Dltaa para limpar roupa 1000.
Ditaa para limpar cabello 1*000 ra.
Estampas da todas as qiialidades a 160 rs.
Laa para bordar, aortlda, libra a 654U0 ra.
Botoea delioho para caaaveqa* a JO ra.
D;to de aada para dito a 30 e 40 rs.
Stntoa donrados a 1*500.
Ciixis de panas de ago a 400 r.
Ditia de metal com penas a 100 e 200 ra.
Botoaa para paobo a 120 a 160 ra.
Aulhaa francezaa em caixinha a 220 ra.
Rozetsa com pedra maito bonitas a 400 ra.
Golletea pretoi, 14 parea a 60.
Alamares para capote, dmia, a 800 ra.
Pulaeiraa de contas miuda* a 1*!80 o par.
bravatas com bota a 1*000.
M*iaapart seohora a 2J400. rs. a dmia.
Bico preto de linho por lodo prego para acabar.
Aaalm como lena para trocar imagena de au-
to Antonio, Senhor doa Pasaos, e S. Banadicto
de barro a 3#O00 ra. cada um, maito barato i
por aer nr.uito prfeito. '
Pechin cha
Chapeos de sol de aeda a 5* : na ra do Quei-
mado n. 44.
mais, a 29240 a lata.
Idmjdein em frascos de tres libras e mais, de
29800 a 39 e frasco.
AMENDOAS de casca mole de 240 280 rs
a libra.
ALPISTEai60a libra, e era arroba a 49800.
ZZS' a L\l?a I20 rs-a ,ibra
arroba de 39 a 39400.
dem de Java de 100 a 120 rs. a libra, e era
arroba de 39 a 3*400.
dem do Maranho de 100 a 120 rs. por libra
e em arroba de 3* a 39200.
Id,5*ftPened0 a 80 rs' a Iib"' em aoba a
#240 e em saceos a 2*.
dem com casca a 160 rs. a cuia, q era saceos de
20 cuias a 29500.
Azeitonas em ancorelas de 8 garrafas a 19500
eem garrafa a 320.
Azeile doce refinado a 800 rs. a garrafaJ
dem em barril e de primeira qualidade 'a 640
a 660 rs. a garrafa.
Bolaehinhas americanas muito novas de 320 a
360 rs. a libra.
Biscoutos e biscoutinhos, araruta, aliados e ou-
tras quadades de excellentes massas a 320
rs. a libra,
dem em latiohas de 2 a 3 libras e de diversas
quadades, contando urna lata mais de dez
especies de biscoutinho3 por 1*400.
Bolinhos de ovos em latas recommendados pelos
senhores mdicos a 19400 a lita.
Cambraias lisas.
Naloja doPavo.
Vende-n ppcau de eambraias lisas maito finas
com 8 lardas a 2J500. ditaa com 10 jardas a 3*
ditas com 8 jardas a Sg.ditsa eom 10 jardaa a 4* :
sa na ra da Imperatri o. 60, loia a armazem
do Pavao.
Bfilhautiuasde quadrinhos a
200 ris
Na loja do Pavao.
Vende-sa brilhaoiioaa de quadrnhoi, tendo
de todas aa corea fszeoda molto eocorpada e maia
larga que chita iogleza, propriaa para vestido*?,
a 209 ra. o cordo : a aa ra da Imperatriz n.
60, loja armasem do Pa*ao.
bricanta Carduer & Broomhal de 19400 a
1*500 a garrafa,
dem de Hollandaem frascos pequeos e gran-
des de 500 a 19000.
Graixa em boies a 240 rs., e a duzia a
2*700.
dem em lata muito nova a 120 rs.
Grao de bico muito novo a 100 rs. a libra,
Gomma excellente do Aracaty, a 100 rs. a libra.
Kirsch Wasser, excellente bebida do fabricante
Bichard & Muller, em garrafas grandes a
1*500 agarrafa.
Licores dos melhores fabricantes inglezes e fran-
cezes e em differentes vasos de 500 a 19600 |
a garrafa de diversos tamanhos.
Manteiga Bgleza perfeitamente flor de 700 a
800 rs. a libra,
dem de segunda qualidade de 560 a 640 reis
a libia.
dem francesa de 560 a 580 reis a libra,
dem de porco em latas com 10 libras a 35600
e a libra a 380 rs.
dem em barris muito superior a 360 reis.
Marrasquino de Zara a 800 reis o frasco.
Massas para sopa, macarrao, talharim e aletria a
300 reis a libra e a caixa com urna arroba
hespanhola a 59500, do fabricante Nervy.
dem finas estrehnha, pevide e outras a 560 rs.
a libra.
Mlhos inglezes e muito superiores a 500 reis
o frasco.
As cassa.s baratas que o
Pavo liquida.
Vende-ae flnissimaa assatfrancezaa de corea
muito bonitas a 200, 240 e 280 rs. o eovado : a
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
o frasco,
mbar, o
?etivia, a
Batatas a 80^rs a libra, e em gigos de 36 a 40. dem dem idera a 29 era frasco grande rolha
libras por 2*200.
de Ceara de primeira qualidade, de 280 a Nozes superiores a 200 reis a libra.
n m lili IV 9 i I i \ F *\ 1 \ S %
a 300 rs. a libra,
dem do Rio 1. 2.* e 3. sones a 240, 280 e
... ... ---------------- S ->JW o 'o. a uuil.
a 8*800* 3' em *rr0ba ^ 7,5 PreZUm de Lameg rae.,h0r do mercad0 a 480
a 8*500.
Cha parola de primeira qualidade a 3*200 a li-
bra.
dem uxim a 2*800.
dem hysson de primeira qualidade de 1S300 a
29800 a libra.
dem nacional de 19500 a 19600 a libra.
dem preto homeopathico de 19500 a 1*800 a
libra, primeira qualidade.
Idera idera nao homeopathico de 19500 a 1*800
a libra, primeira qualidade.
Cevadinha a 240 rs. a libra.
Chocolate de Lisboa (do Abrou) encomraenda es-
pecial, qualidade esla que sem medo de errar
a melhor que aqui tem vindo a 1 e 500 rs.
o massinho, emendo 12 e 24 pies.
dem hespanhol e francez premiados em di-
versas exposicoes, de 800 a 19 a libra.
dem suis*o de differentes quadades, como se-
jam baunilha ecanella, etc. etc. de 19100 a
19400 a libra.
Champanha em gigos com 12 garrafas inteiras ou
de 24 meias ditas a 129 a duzia, o em gar-
rafas de 1*100 a 1*200.
Chourigas das mais novas a 480 rs. a libra eem
barril de 1 arrobado 13* a 149.
Charutos superiores Guanabaras, Lanceiros,
Delicias, Napolces, Parisienses, do afamado
fabricante Jos Furt.de de Simase outros de
1*500, 1*800, 2, 29600,3*600 e450
o cento.
Ceblas a l9o rajlho com mais de 100 ceblas.
Conservas inglezas muito novas a 800 rs.
frasco.
Cognac inglez em barril, garrafa a 640 rs.
dem idem engarrafado de 800 a 900 rs. a gar-
rafa. "
Doce de goiaba em caixes e em latas, prepara-
do especialmente para embarque, garantindo-
se a boa conservado por um anno.
Ervilhas em latas de 1 e 2 libras de 700 a 800
rs. a lata.
' Extracto de absvntho em garrafas de 1 li2 car-
rafa a 1*500. l 8
Farinha de trigo Fontana, das marcas SSS ga-
lega, family, de 120 a 160 rs. .libra.
dem do Maranho a 160 rs. a libra, 9 49800
a arroba.
dem de araruta, especialmente preparada de
a 320 e 360 rs. a libra.
Figos muito superiores a 240 rs. a libra.
Garrafes com mais de 5 garrafas de vinho do
Porto fino, a 3*200.
dem idem de vinho verde a 29800.
de vidro.
Phos(horos do gaz a 2*300 a groza, e a 200
rs. a duzia.
reis a libra, e em por$o 460 rs.
dem inglez para fiambre a 560, 640 e 700 rs.
Passas das de carnada de 320 a 400 rs. a libra j
e em caixa de 5 a 6*000.
Palitos para dentes mac,os com 20 macinhos a
160 rs.
dem lichados idem idem com flor a 240 reis
o mago.
Peixes curvina, safio, iinguado, pescada, peixe:
espada, pargo, robalo, salmo e lagoslim,
em latas hermticamente fechadas a 1*300 a
lata de 1 a 2 libras, sendo preparado pelos pri-
meiros fabricantes de Lisboa, Inglaterra e A-
merica.
Queijo flamengo do ultimo vapor a 2*000.
dem idem do ultimo navio a i9400.,e era cai-
xa a 19200.
Idem prato de 600 a 6i0 reis a libra.
Salpicos, vindos de casas particulares a 640 reis
. libra.
Sardinhas de Nantes a 380 rs. os quartos, e
meias latas 580 reis.
Serveja marcaTeen te, Cobrinha, Cmlnho e
outras marcas a 4, 5 e 5*800 a duzia.
Sag a 280 rs. a libra e em garrafes com 5 e
6 libras liquido por 1*600 com o garrafao.
Sabao moja de diversas cores e dos melhores a
120 e 200 rs. a libia.
Sal refinado em potes de vidro com rolha do
mesmo por 600 rs. cada um, s o pote vale
o ilinlieiro.
Sal refinado em potes de Ioura com lampa da
mesma por 500 rs. cada pote.
Toucinho de Lisboa do novo a 300 rs. a
libra, e em arroba 89800.
dem idem menos suporior de 160 a 200 rs. a
libra, e em arrobado 5*000 a 69000.
Tijolos de grande tamanho a 160 rs. cada um
(para limpar facas).
Velas stearinas a 640 rs. o mago.
dem do Aracaty, carnauba, a 400 rs. a libra.
dem de composigao de Buenos-Ayres a 440 rs.
a libra.
Vinhos engarr.fados vindos parte delles de conta
propria. como sejam; Duque do Porto, Ca-
mes, Chamisso, Silva & Meneses, e outros,
que se veadem de 19000 a 1*280 rs. a gar-
rafa e era caixa de 12*000 a 15*000, e
esperara-se novas quadades.
Vinho Bordeaux das marcas Margaux, S. Ju-
lien, e outros a 800 rs. a garrafa, e a du-
zia a 9*000.
Vinho verdadeiro de Setubal em barril e em
garrafas de 640 a 800 rs. a garrafa.
Bramante do Pavao.
Vende-ae pee. de bramante de listas tendo urna
.6 largura, com 27 aras cada pega, pelo bara-
tissimo prgo de 10* a pega, tambem aa veoda
mpiaa pagaa do meamo om 13 1(2 varas por 5*.!
esla fazeoda proprii para lengos. toalbas, ca-!
miaas e serouiaa te., em proporgo do prego
que est hoje o algodaozlnho torna-se esta la-
irada mais mita aeado dt linho, isto a oa ra
d* Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavao.
Laa e seda para vestidos a!
400 ris
S a loj do Pavao.
Vende-ae laa e seda paca vestidos eom multo I
bonitos padrd'S. eecdo fazeoda que aempre s*
vende por 1. e torra-se a 400 ra. o eovado par 1
apurar dohairo : a na ra da Imperatri n. 60,
loja e armazem do Pavao.
Manguitos egolias de
cambraia ricamente bordados
Vndra-ae maoauitos a (tollas de superior
tambraia ricamente bordadoa pelo insignificante
prego de 2* o par de manguitos com am. golla,
aeodoque smpre custatam 6* cada par, aasim
pola reeommenda-seaoa amigos da aeota eeo-
nomia que eprovillini a boa occaaiao, Uirigo-
do-se eom dinheiro a loja da boa (i na ra do
QueimaUo a. 22.
N m loja da bandeira |
S que vende barato, g
2 na ra da Cruz do Bcife|j
MsnoelJose da Fonema, parteeipa a S
todoa os seua freguezes e juntamente ao g
respeitavel puolwo, que tem gran:e sor- S
I tmenlo de regadores, uso da Europa, isto 3
* vndese muito barato, bahus, bacias,
banheiro, baldes p.-rs despejo, bacias d S
aienieupa, gamelas para banho, hiae para 1
deposito de farinha ou ostra qualqeer 8
2 serventa, canecas para conduiir agua, i
| machinas para cal, baliios para compras;
ha aortimeotode outras muilas obras e to- j
das de diferentes tamanhos e juoiameo- J
le eovernisadas de diversas cores ; rece-
I bem-se eucammendas se fabricara Jj
vootade de seus donos e janlamente so aflanga a boa quMilede e perfeigao das Z
Smeamia obras; ha folha de flandres e es- j
taphoem vergeiuins 700 rs., verniz co- $
S pal 1*200 rs., latas de arroba 1$000 I
j* rs., cocos a 1*100 rs., caoecoa a IjOOU ra., S
U regadores a 1*280 rs., bahus grandes a
4j000 rs. e. p-qmnos a 600 rs., badas O
Rrondes a 4^000 rs. e pequeas a 600 rs. jt
! Tudo isto ven1e-se na luja de funileiro, P
S que por sigoal lem urna bandeira na por- J|
la qu3 gira com o valo, esla chama-se %
a loja da biodelra. te
Ra di Serizalia Nova u. 4?
Neste estabelecimento vende-serta-
chas de ferro coado libia 110 rs. idem
de Low Moorlibra a 120r$.
------------- .-------_ _. gariaus no utu a ouu rs. a jjarraia.
dem com mais de 5 garrafas de vinagre de Vinho do Porto era pipa das melhores marcas
F. & S. de Lisboa a 1*600. de 5*000 a 69000 a caada de qualidade
dem dem com vinagre de Hamburgo a 19000. especial.
Idemcommais^de 15 garrafas de genebra de Vinhode Lisboa, Madeir.,Carcavellos, Figueira,
flollanda a 6*000.
Genebra de Uranja om frascos grandes 1*000
-------------------------,--------,^---------------,. ,0.,
francez, e de diversos paizes de 39000 a
49500 a caada,
Lencos brincos
* i
com barras de cores para meninos a #
a duzia.
A loja d'agula branea tan,tem vende bons e
bonitos leuciohos braMoa com barras de ores '
proprios pra meninos, j>lo dirrunuto prego d
1* a dazia. Avitta da limilsgao do preco t'alvez
slguem desconfe da bondade da fazena, mas
para desengao dirigir-aa, prevenido de dinhpi -;
ro, ra do Qoeimado, luja d'aguia bresca d. 16,
onde r. achari patentes.
Escravos venda !
Vende-se ama mulata pessa de idade de 20'
annoa, a qul cosioha, engomm bem e cose, I
duas negriohas de tO e 11 ancios de idade, que
j cozem aoffrivel e um mulalinho de 7 anoa: a ;
tratar ns ra da Cadeia do Recife, loja n. 6i
losas e buquets
artificiees com cheiros
A loja d'iguii branca acaba de receber lindas
rosa, e bouquets srl.nciaea com agradavei* chei-
ros, as quaesservem para trazer-se na mao as
occa.iea de bailes, casamento*, etc., etc., o pe
aqui novissimo, porm de r/j^ito gosto, e poacs
despeza ; custam 1* e 1*5C0, e aebam-se nica-
mente aa a do Queimado, loja d'agaia branca
numero 16,
Retratos de sua alteza real a
princesa d* TUlia I), Mara
Pia.
Tam para vendar Jo. Aiev.de Mal Silva
na sua loja, ra do Queimado d; 55. "
Plvora e chambo
venda.
Joo Jos de Carvalho Mor a es Filho
competentemente autorisado vende poli
vora superior de differentes marca, e
chumbo de varias quadades por pre-
co commodo : os pretendentes poderao
dirigir-se a sua loja de ferragens na ra
do Queimado n. 15, a contratar.
Esperanca
Loja de mudezfts,rua do
Queimado n. 55 4, de
Guimaraes Sf Rocha.
Para bales.
Mola, cobartaa de o para salas a 160 ra. a
Yir*Va
Agalbas victoria o papel a 120 ra.
Ditas fondo dourado a 120 rs.
Lioha de peao, meada a 100 rt.
Dita froxa para bordar a 80 ra.
Dita de carretel. 200 jardas a 80 ra.
Dita de corea,qailquer qualidade.
Gravatas
com botoea a sem ellas a 1*. de cores a pretaa;
para homem meninos. '
Tranca de linho.
Recebeu am lindo aorlimanto deltas trancas
propriaa para as leves roupas da festa, 4 (at
qae vao-ae prevenindo. '
Botoes
para casaca e casaveque, de crese pretoa. para
camisa madreperola fina, de os.o para calca a
320 a groza, muito floos.
Colchetes
Esta loja desejando aempre ter objectot novoa.
recebeu clcheles reforgados do flo batido, as
calzas sao em forma de ama certeirioha que se
torna muito elegante, s ha na Esperanga a 80
ra. a eatiinha, m cartao a 60 is., ou duzia por
600 rs.
Pennas de ac
ealigraphicaa par Z$ 2*400, vedadeiraa de Per-
ry, e de outras qualidadea, por menoa do que aa
costuma vender, casetas para se adquirir uma
posigo eiegaote (eserevendo) a 500 ra., de mui-
laa qualidadea como de borracha 160, a balo a
160, a pistolete a 120, e muito boaa o muito ba-
rataa por 40 ra. cada uma I 1
Perfumaras.
O ehsiroso a suave sndalo a 1*600
(essencia concentrada) patbchouly, o
bouquet de nupcias, o de Lahore, a ,
magnolia, a roaa, o jaetoi, flor da laranieira
um completo aorlimanto de perfumarla qua te-
mos, tanto francezss como inglezas.
Ban-has.
Pomada imperial, frasco a t*.
J iponaza a 1*.
Imperador a 1*.
Imperatriz Eugenia a 1<
Exposigo universal a jtjOO.
Mogaa americanaa a 500 rs. e 1*.
Urgo em frascos a 600 rs.
Grande, grande, muito a multo sortimenin.
leos
para cabello, em virlude da depreciago que ten-
do tido o oleo edito pbilocome societ hygien-
nique por ter vindo todo falsificado, recabemos
um artigo idntico aquelle da fabrica deMonpu-
laa que garantimos ser o melhor cosmetique pa-
ra o cabello, e os aromas escolhdos tao suaves a
duradouros que desafia mesmo quem nao queira
oomprar. '
N. B. Temos feito ltimamente um eontrato
om um fabricanie que nos pemitte vender esto
genero, cujo consumo s adiaota, por precos in.
teiramente baizose em rivalidsde.
Esperanea
Loja de miudezas ra do Quei-
mado numero 33 A.
Costureiros.
Agulhaa Victoria papal 120 rs.
Linhei dJ00 jardas de todos os nmeros s 80 r.
Caserrllha a pega 2*.
Dila muilo bea vara a 400 r*.
Tranga <1 linho para todo prgo.
Franja de ceda, de liaho, d alg'odao muito ba-
rato.
Ratroz, linha de novelo etc.
Meias.
Um compUfo ortimeoto aendo de coral para
meninos a 540 rs.
Ditas brancas 200 rs.
Ditas para stohora a 240, 300 430 rs.
Ditas para hornera a 59 e t$.
Ditas preaspara enhori 400 e 50 rs.
Gravatas
comboto a 1*.
De corea mailo boaa para homem a 1.
Para meoioos estraitinhas a 800 rt.
Pulceiras
d contas miudinha a lj.
D cabello a 4$.
De phantasiad* dito et'.. a 500 ra.
Botoes.
Para casaca e para caiga groza 320 ra.
Para camisa muito flnoa groza 1>$00.
Grandes para roapio groza 1*600.
Pequeninos para triang 1*400.
Alamares.
Para capot* a dzic por 800 ra.
Colxetes.
De io batido especial dazi* 720 ra.
De cartao 14 parea a duzia 500 n.
Era caiza prelos duzia 8"0 rs.
Brincos.
A balao brincos, encarnados, azua doa;adoi o
par por 1*.
Roz. par 1*.
Penas e caetas.
De todas as qualades especialmente da caliara-
pbia de langa.
GsdpU para aprender escrevor pelo jysteme dea
Seely urna por 500 rs.
Papel.
AlmaCO pautado 500 folhas6.
Dito dito 420 ditaa 4*300.
Dito dito 420 dttaa \,
Dito liso 3t00.
Di lude peso szul branco 455G0.
Dita iwl liso 25500.
D-:io peqaeno tarjado lj}")00.
Dito paqaeno da coras IJSOO e 1*500.
Dito tarjado do preto 1*500.
Envelope arto 15
Obrias d a!*. 100, 120 e 300 rs.
Plentes de tartaruga.
A imperatriz 8* 10* o qa a vandea por 16&
a 20*OW).
Diraito para atar caballo a 4*.
A. imitagao por 1*.
De ampia pira menino a 800 a 1*.
Tartaruga para alisar Bf.
U bfalo para auiga cabello 400 rs.
Pantes de borracha pequeos para trazar por a-
sa muito bons 820 ra.
E infinidad* da arligos novamenU chegados
lojaEspertng ru do Qu?:mdo n. 33 A.

Vende se um engenbo peito desta tinada
com boa produego, muit*s ruetis, propoicoea
Pra aafrjar 2.000 paes annualroecte.boaa obra
de moer com agoa. Nao exige-se dinheiro vis!
t_a, bastando que o comprador pague os juros de
5 0,0 ao anno por deterainado tempo, e d boa
g-rantia aa letra, ou hypotheca em predioa nes-
ta cidade. Tambem trocaae por prontos na mes-
eta cidade ; nao duvlda incluir s na mesma ven-
da cu troca algum escravo. que cheguem para
manobrar o engenho, assim como algana boi ;
a fallar na loja de faieodas da esquina da ra do
Crespo para do Qaalmaie.
-
MUTILADO

i

.a...''




DU110 Dfc PIKAajUOO. SEGUNDA fEIfU 22 DE SEIEllBacj M 1861.
Calcado francez
na loja do vapor, ra Nova n. 7.
Noto eoreieMnto de calcado frioees, roipa
taita, perlewariaa do melhores qealldsdsi.
- Ha pira vender-se am excellente coxlnhel-
ro: na m do Cabagi n. 18. lobrajo.________
Tabaco americano.
Chegado prximamente da America
em caixinhas de 22 libras : vende se na
travesa da Madre de Dos armazem de
Barros & Sil va.
Tabtrna em Apipucos
Vende-se urna taberna em Apipucos
com poucos fundos ou mesmo so a ar-
macao, em boa localidade e bastantes
commodos para familia : a tratar na ra
da Praia n. 53.
sem segundo.
Chega vapor para o vi-
gilante.
Ac para balo.
Sao chegadaa as verdidiins asteas o seo para
concertar oh fizar baldea, que com ama piqueo
qaintia qaalqer aeobora pode faier um grande
balo, pola vende-ae pelo baratiaaiaoo preco d
140 ra. a vira.ou pera com 50 metroa a 59500 :
6 no gallo vigilante, rae do Creipo n. 7.
Cordo de borracha.
Tambem sao chagados o cordozinhos de bor-
racha de retrot, sonidos, de Unan crese da
^todss ai grosuras, que mallo ae desijiv, lan-
o para palaeirta como par debram de collete,
para mulita outna obraa : s no gallo vigllan-
te, raa do Creapo n. 7.
Fita de borracha e de seda.
Tambem ao cbagadas aa aaperioret fitas de
borracha, asaim como de teda prela, proprit para
debram de ?ealido, como para collete, que se
reode pelo barato prego de 160 rs. a vara : s
no galle vigilante, raa do Creapo n. 7.
Caixas de tartaruga e charu-
teiras de charo para rap
e charutos.
O labaqaiata qae aprecia a boa pitada de Lia-
boa ca meamo Prioceza, Mearon ele., etc., i
jaato qae compre ama bonita caixi de tartaraga
toda marchetada com a qaal nao ae envergonhe-
rS de offerecer da boa pitada de ata gaato a to-
dos oa circamatanlea qae ae acharem em aaa ro-
da, muiloa dos qaes louvaro o seo bom gosto.
Aaaim como a caixa aeceisarii ao tabaquista,
charuteira nao suptrflua no fumante e sendo
ella bonita como sao as de charo enchilas me-
lhor ser porque com isso deixa conhecer quin-
to labe apreciar o bom. Para os mais comtr.o-
disUi lambem hs bom sorlimentoe todos encon-
trado brteia ama ez qae manidos de dinhei-
ro se dirigirem a raa do Queimado loja da aguja
branca n,16.
Na raa do Qaeimado n. 55, loja da miad en
de Jos de Azarado Mala e Silva, esli queimando
todas ai saaa miadezas muito boas bintissi-
mas, a ssber :
Sspstos de tranca de la mallo superio-
res a
Ditos de la para meninos de peito a 200 e
Pares de botes pira panbosa
Gaixai com papel de direriai qaalidadei
lortiao a
Dltoi de corea o melhor que ba
Tbeioum de 6 polegidas
Ara preta muito floi (libnj
Picss de fita para coi, de saperior qaa-
lidade a
Novillos de linha qae tim 200 jardas a
dem dem de 400 jardas a
dem idem de 800 jardas a
Linhs do gaz de 10 e 20 jardas a tres por
doas barato.
Caixas da folba com pbospboros a
Cornetas de chura para entreter mini-
nos a
Garriteis de linha da 100 jsrdas s
dem di Alexaodre muito superior a
Duzia da fien garlos, cabe preto, mui-
to floai
Caixas com colxetes franceses a
Ditas com phosphoros do gsz a
Ditas com dito de vela muito superior a
Ciixaa com isess psrs accender charutos
Duzi8 de miias erais muito encorpa-
dss a
Duzia de meiaa brancas a
Duzia de meias brancas muito fiaac para
senhora a
Massos com grampos de todas is quali-
dades a
Boleas muito finas psrs guardar dinhei-
n, servtm tambem para guardar fumo,
e servem tambem para senhora a 500
Thisoaras piqaims, porm mailo fi-
nan
Ditas para unhas lambem muito supe-
riores s
Mi rea pira cobrir, sao piquems, porm
o preco convida a
Peres de meias de cores para meninos a
Pares de meias brancas pira meninas a
Groza de peonas d'aeo de todas as qua-
lidsdes a H
Caixas com 100 snvelopes muito finos a
Groza de botes de Iones pratiados a
1440
400
240
700
700
40
100
320
40
60
120
80
80
30
100
8500
40
20
20
40
2J400
1*600
39000
40
800
200
400
10
160
200
500
11000
24G
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata ioglesa a 18500 rs, dila franeexa a 500
rs., 640, 15O00, oleo da sociedsda hygieniqae
Tordadeire a lftCOO o (rasco, olao babosa da Piver
verdadeiro a 800 rs. o frssco, igaa balsmica
para oa dimes 15000, dita da Botot tambem
para os denles a 1000 o frasco, pomada france-
sa em poa a 500 ri. I9OOO, 320 rs. sabonetas
maito fina a 640 rs., 800 rs. a I9OOO cada am na
raa do Qsiimado loja da miadezn da Boa fama,
n. 35. '
Superior brim braaco de
linho
Vend-1 seperior brim brinco da linho tran-
cado pelo baratiasimo preco de 19200, lj440 e
19600 a vara, dito maito encorpado da doaa flos
o de linbo paro a 21 a vara : na raa do Qaeima-
do n. 22, pa bem conheclda loja da boa .
A 2,400 rs. a duzia.
Lancea brancoa finos para algibeira palo dimi-
nuto prego de 2J400 ra. a dasia : na bem conhe-
clda loja da boa f, na ra do Qaeimado n. 22
=P=
Cambraas de cores
Vendern-ie aambraias francezaa da corea (a-
zenda maito fina pelo baralissimo preco da 260
a 280 rs. o covsdo : ni loja da boa ( na raa do
Queimado n. 22.
Para luto.
Pamoa da sed elsticos pira chapona largos a
estrenos i I90OO : na ra do Queimado n. 22,
oa loja da boa f.
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores lisiohai para vestidos da maito
bonitos padrn qui se endem pelo baralissimo
prego di 440 ra. o covado ni raa do Qaeima-
do d. 21, no loja da boa f.
sedas a 500 e 720 rs.
Vende-si sedas de listai e de quadroa pan
vestidos de senhora a 500 e 720 rs. da quadri-
nhos miudos ocovsdo : na raa da Imperatrix n.
60, loja do PavSo.
Camisas^ara senhora a 1#000
S na loja do Pavao.
Vende-se camisas de madapolo francs moito
oem entenadas a 11 cada urna, s na rui di Im-
peratnz o. 60 loja a armazesn do Pivo.
Chales baratissimos.
->V!?.ee",e hllle, de nierin maito grandes a
f i -,g"ibaldina a **. ditos estampados
azoada floiaaima a fi|. ditos pretos a 59, ditos de
rede imilteao da retros mo booilai palmas a
-1, dttoide cusa de quadroi i 610 ib. : 6 na
ra d lmperatriz n. 60, loja armazem do
Pavo.
Baldes de bramante,
:Y* loja do Pallo .
? enie-se baldes da bramante muito bem hi-
tos, sendo da por e tirar os srcos quando se qaer
lavar, para senhora e para meninas, do mesmo
bramante e de arcos : na ra da Impesatriz n. 60
leja do Pavo.
Manguitos com gollinhas.
Venda-sa manguitos com gollinhas, fsxendi
maito boa, pelo barato pnco de 21000, gollinhas
e puncos ultimo gosto a 29000, golliabaa multe
finas a bem bordadas a 11000 cada ama na ra
do Queimado loja de miedizii da Bea fama
a. 35.
Tiras c ntremelos bordados.
<#nnd*-M "? d "raa bordadla d 2,500,
.OOO, 3,500 e 4,000 ntremelo! 1*600 e 29000
cada peca na raa do Queimado loja da mindezas
da Boa lama, n. 35.
Bouecji fraucezas.
Vende-ae bonecaa fraucezas riesmente veslide
49OOO e 55000, e 2000 bonecsi de cera com os
olhos movedeos a 2*000 e 38000, oa raa do Qaii-
mado loja de mluqczas da Boi tem, n. 35.
Fivelas ie ac par* nintos.
aJ?nd*-,# flvalia de eco pan linio 119500 rs.
2#000 na ra do Quimido loja de miadizas
di Roa fama. n. 35.
Cartas finas para voltarete
A loja d'agaia branca acaba de receberam bom
orlimento de verta com unas mai fines, pipel
lustroso e opaco, e caraclerea da novos desenhos,
representando as figuras os grandes personagens
das guerras da Italia e outros. J se v, pois,
que com uos berelbos anim bom a bonitos, tor-
na-so aioda maia deleitavel o entreter-ie part
da ooite no divertido voltarete, tendo sempre
spadilha, minilha, basto, etc., etc.e pelo con-
trario am picboio, 10 quiloi bollnos ei cha va-
na do bom cha do dooo da casa far eaquecar o
pouco que perder. Oa biralhoi da canto redon-
do e doando caitem 6j> a duzia, 01 immediitoi
5ft, a outroi 49, 3S500 a 39. Tamben hs Ansa
I paraos apslxonados da bises, espadilha, etc., f
vista do qae nao ha maia a cansar-se, o preteo-
| denle dirigir-se com dsbeiro raa do Qaeima-
do, loja d'aguia branca n. 16, qua ser bem ser
vido conforme o lonvival cottume.
J chegaram os relfdios
do Dr. RaduayResolutivo
renovador, prompto all vio
e pilulas reguladoras,
No droguista Raymundo Carlos Leite
Irmao. ra da Impertriz n. 12.
Enfeites para senhora.
Os melhor*s enfeites pistos e da corea qaa ap-
parace a 5950u, 69 e 61500 : na loja da Victoria,
na raa do Qaeimado o. 75.
Caixinhas e cabazes par
as meninas trazerem
no bra?o.
Muito lindas caixinhas asabaxes para meninas,
da 100 rea at 29500: na loja da Victoria, na ras
do Queimido n. 75._______
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos lorlimentoa da franjas pretal a da corea
iom vidrirho a sem elle : na loja da Victoria, ni
raa do Qaeimado a. 75.
Bordados baratos.
rf.Y,nd#.5};,# 811!nh" <* ambrala de fll6 bnr-
i;V"^;d?^,rmVra. w?e
Aipakin a28.
fiJjS^VE *""&!*!***** da linha a imilaco
tLu rff *. *VdriBh0 mdinho propria para
fazinda qae nao deabots, a 280 o covado na raa
da Impintriz n. 60, loja do pivo.
Vende-se
Vande-ienmacarroca com boi, ludo em bom
h.% P,e,S0-a que %,,er *ri,- Prci
da Independencia, n. 17, qaa se dir quVm .
inhasde peso verda-
deiras..
Linhas finas da pese verdadeiras, meadas
grandes a 240 ria : na loja da Victoria, na ra
do Qaeimado n. 75.
Phosphoros de seguran^
Phosphoros de seguranca, por qaa livra da in-
cendie, a 160^ria a caixa: na lejs da Victoria,
aa raa do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Balelaa maito grandes a boas a 160 ris ama
oa loja da Victoria, na ra de Queimado n. 75.
Linha de croxel para ia-
byrintho,
As melhorefl linhas de croxel para labyrtntbo,
00ellos moostros a 320ria am : na leja di Vic-
terta, na ra do Queimade n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dearados psr senhoras a 29200
ditos de ponte cabida a 49, ditos do fita a 1(600:
na loja da Victoria, na ra do Qaeimado n. 75.
Baieias.
Vende-ae baleias & 120 rs. cada urna aspa de ac
P*" lao 160 rs. a vara, bandes 1 l9500rs. e
2500 o par, na rus do Qaeimado loja de miadezas
da Boa fama, n. 35.
Aos Srs, consumidores
de gaz
Nos srmszens do caes do Ramos os. 18 a 36 e
na ra do Trapiche novo ( no Recife ) n. 8,'se
vende gac liquido americano primeira qualidade
e recentemente chegado, a 159000 a late de 5 ga-
les, assim como latas de 10 o de 5 gamfes e
em garrafas.
A 2#500, s o pavo.
Vendem-se cortes de cambrala branca com 2 a
3 babados a 29500, ditos de tarlitim bnncoi e
de cores, com bsrm e babados 39: na rui
da lmperatriz n. 60, loja e armazem do pavo de
Gara Si Silva.
Gascarilhas de seda.
Vendo-sa cascarrilhas de seda para enletar
vistidos 1 2*000 1 peci na na do Queimado
loja de miadezas, n. 85.
Meias de borracha.
Vende-ie meias de bornchi pira qaim padece
di erylpcla a 159000 o par, meiaa de seda preta
para senhora a lgOOO o pir na raa do Quiimadi
loja de miudezis da Boa fina, b. 35.
Vende-se
n. 1.
taberna sita no pateo do Ter^o
Reos espelhos de
moldura dourada para
salas.
Chegoa pira a loja da Victoria ama pequen
porco de ricoa espelhos de varios timanhoi pin
mementos do sales, ifincmdo-ie serem 01
melhores im vidros qae tem vlndo : na loja di
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
La mailo boi de todn ib cores pm bordar,
7$ a libra : na loja da Victoria, na raa do Qaei-
made n. 75.
Chitas largas a 200 rs.
tatV!m Cb.1" Urg" K0 "d<> POr
oeramzPnq Ti qV d* -mofo ; r" d !-
peratriz n. 60, loja do psvo.
Bramante a 0$.
Vandem-sa pecas de bramante de linho de
urna blargara com 27 vam 109 1 pica, tim-
ben se vende 1,2 peca com 13 1,2 Taras por 5
a raa da lmperatriz o. 60, lej do plvo
Carnauba
Vende-ae a maia superior cera da carnauba que
ha no mercado ; na raa da Imperatrix n. 60, leja.
do pavio. '^
Cambraias lisas a 3$.
Vendem-se picas de csmbriii lisa maito fin
com 8 lr3 varas a 3 a peca : na ra di Impira-
trix n. 60, toja de pivo.__________
Chales baratus.
Vendem-se chiles de merino de coras ido
maito grandes a 30 : na raa da lmperatriz n. 60
loja do pavo.
Paletots a 6$.
Vendem-se paletots de panno preto fino e cor
de caf a 6JJ: na raa da Imperatrix n, 60, loja do
pavo. _________
Chitas escuras a 240.
Vendem-se chites francezas escaras a 240 o co-
vado : na rna da Imperatrix n. 60, leja do pavo.
O Gira sol
derenteda Penha n. 33 ende minleipa ingle-
za superior a 800 ris. dita francesa a 600, quei-
in ?!tt.M0 vspor a 1$90. ditos s 1*700 e
19500, cha fioo a 2*800. calzas de doce de go;i -
bi a 500, esperncete superior a 720 ris. si-
fi!n LnD ?n P0rl 80- dit0 doFigueir* a
640 560 e 500, a todos os msis gneros ton e
Carrosa.
Vende-se ama earroca no'va bem construida e
nem ferrada, e que serve pera boi e eavallo por
ser ippirelbada para urna e oulra cousa : na isa
di Concordia, leoda de ferreiro juntu a um e--
leiro de csrpintplro.
Vendem-se tachan .?e
ferro cuado do fabricante m&is
acreditado : ,ia ra do Bruta
u. 28 B, armazem de Jos da
Suva Luyo A C.
Grande
Peroles falcas
ou aljfar de fina qualiiade.
A loja da sgoia banca acaba de receba uai
novo sorlimento de superior aljfar Lrsnco ou
perolas falcas o qual por sua porfticao deffieil-
menlo se distingue das perolas verdadeires e ser-
vem elles por sua extraordinaria grandeza pira
os gargatilhas que presenteaienle cstao em mo-
da e mesmo para outros enfeiles, e cemo sempre
vendem-secommodamenie a 19, l;2u0 e !95t0
8 oflo isso na ra do Quemado loja d'aguia brarca
n. 16.
r-^^w^.^ sg, <& aja>eapajp f&t&q&i
IHetrtos de D. Luizl!
; e D. Mari Fia \
| Chegaram polo paquete fran- (
I cez Guienne : na ra do Cres- {
l pon. 9,, loja de Nogueira de f
! Souza, junto ao arco de Santo l
i Antonio.
Linhas do gaz.
Csixinhas com 50 novellos da linhas maito fi-
nas do gas a 900 ris a caixa, ditas om 30 no-
villos i 700 rais, ditia com 10 novelloi grandei
700 rail, brincu a pretal: ni loja di Villora,
na raa do Qnetmedo n. 75.
fazendas karatas
NA
Loja do pavo.
Cambraia organdys a 280 rs.
Vende-ae cimbnia orgindyi de cores com mo- i
dernissimos padres a 280 o ovado, e casen
francezas mallo finn a MO, 280 a 300 n. o eo- :
vado : s na loja do pavio, raa da Impiratris;
namero 60. '
I liquidado por todo^
8 o pre^o, na loja do I
Serianejo. |
RA DO QUEIMADO N. 45.
Apparecum con| dinheiro que nao*
deixarao de comprar.
Chitas iscurss finas a l&), .'SO e 200 |
rs., cortes de vestido pretos bordados a %
t velludo de cuito de 1509 se vendem por fl
I 309,409, 50$ e 70. sabidas de bailo vel- S
t lado e setim a 12; e 13, camisas psra se- I
O nhora a 2 e 3, gollinhas e manguitos a 8
m -?. 3g e 39500, gollinhai cimbris borda- *
*dai a 500,600,700, 800, 900 1J. ditai 1
de fil bordado a 120 rs., cinveqaes de S
faatao a 5, 69 a 7J, meiaa da seda 2
brancas e pretas para smhora a 1(200 S
o par, tiras bordadas a 500 a 700 rs., 9
la da qaadro edfeitadi i 800 e 360 ri. 8
o covado, cambraia prest a 400 e 440 a
( n. a vira, orginays da cona 6U0 n. a
8 vara, fil brinco adimiseido pin cor-
tinadoa a vealidoi a 400 a 500 ris a
8 van, cortei da collete de casimira bor-
dado! pritos s 29 a 39000. ditos da
\ velludo do cor e pretos 30, 49, 59 e 69,
S pilotots de brim brinco (rincezes a 3
39500 a 49500, ditos de casemira da co- *
res a pretos a 149 eUiJ, ditos de alpac e
8 preta a da cores s 39, 38500, 49 e 49500, 9
* camisas de peito de linho a 29500 cortes 9
I de collete di gorgarao a 19500, 19700, y
g 59200, 38 e 88500, sollates feitos de brim
S branco a 29000, ditos feitos de gorgarac 8
S 29500 e 39500, ditoi feitoi da casemira f
jg a 8f500, 48 e 42500, itoe da vellae a 9
r&tJP 7* di,0 di fuilao da cores a 2
1J500, m variado eortimeolo de meiaa M
para homem e ssnhors, grioaldas com 2
flores, cheles de froco, espartiljos, e lo- i
Sda a qaslidada de roapas feitas pan ho- S
mam qae lado se vende por melada do S
sea valor. %
Fabrica Vende-ie ami fabrica de velas com 113 ozias
de formas e maii pertences, tado ern bom uso
bem acreditada ; na ra da Pinna n. 11.
scra*os fiig'
Vestidos brancos.
Vende-sa cortes de veilidoi trancos bordsoos
a seda, praprios psra noiva, pelo baralissimo
prego de 69, ditos de tarlataoa branca borda-
des a 109 : na rus da lmperatriz n. 60, loja e ar-
mazem do Pavo.
Jarlataiias e fil do Pavo.
Vende-eetirlalaoabranca e decores a 800 rs.
a vara, fil brinco liso a 8U0 rs., dito iavrsao de
palminhas a 19 a vara, organdys braceo muito
fino a 19 a vara : na ra da lmperatriz n. 60, loj
do Pavo.
MKeiBW7N9SlvK flawMy CKMSKQQ tem-na
Vende-se urna casa de taipa na CibaDga .-Jos ds Costa n. 35 ou 46.
tratar na ra lmperiil n. 237. ldegratiticicao.
Fugio do eugenlio Pereira da
freguezia de Jaboato no dia 12 do cor-
rete, um escravo de nome Paulo, re-
presenta 55 annos pouco mais 011 me-
nos, baixo, cheio do corpo, pretoj sur
pOe-se ter ido para esta cidade : quem
o aprehender leve-oao engenho Perei-
ra ou nesta praca ao Sr. Francisco Pe-
reira dos Reis, que generosamente re-
compensara' : na ra das Cinco Pon tas
n.12.__________________^^
200i de graflcacte
qaem pegar o perdf Franciico, de 17 miM
da idid, de bonita figan, com todoi ni jli,
C8belloi empinhos raivoe. este pardo lol 1 e
Sr. Dr.Borgesda Fonseei. j qaal viajo con $
aieoio icnnor todo o lerto a aaburbioi def'i
provincia, DaMsiailamente quamo ers sea e-
crivo, tslvez sinda se incilqae a servico .:
mesmo: quav o pegir qweiri entrega lo ira
lejritimo dono na res do lloipirio n. G.
_____Ignacio I-viz de Brito T-t><>rir.
Fugio do engenho Scva, freguezia iU Se: o
Amaro JaboaOo, no din 9 desetembro, a uscro-
vacrioula, fula, d; nome Joiquino, idede 22 d-
noi, pouco maii ou trenos, conduziodo uro fiao
de nome Benedicto, cor cabra vt-rinelho, con
Idade de aefs idooj, a dita oecrava alia, chela
do corpo, tem um taIho no braco, que solTreu ?m
pequea, porm eziste a tuerce muito visivo]
i lm os dpntes ioteiros e as feiges grosieins';
descon6a-se estar aqui no Recife com o titulo c
forra: roga-se as uioridades policiaes e aos Srs.
capites de campo, que a aprehenden^ ei
ceem-na raa da Praia, em casa do Sf. Per!*o
receberao 50J
Luvas e sintos do Pavo.
Veade-se luvas de seda pretss e de cores t
640 rs. o pir, ditn de retroz 1 640 rs., sintos de
eda maito ricos com fivelas doaradas a 15 cada
um : na roa da lmperatriz n. 60 loja do Pavio.
Dos premios da 5.' parte da 2/ lotera, concedida por lei provincial, para a edificacao da casa
do Gymnasio Pernambucano, (3/coticesso) extrahida em 20 de setembro de 1862.
NS. PEKMS.
Ao pavo.
Vende-sa neste estabelecimento ai fazendsi
maia baratas do que em oalra qaalquer parta, s
com o fim de aparar dioheiro, chiles largas c-
ceras com peqaeno toque de mofo a 200 rs. o co-
vado, dilas fraocezssa 210, 260, 280, 320 e 360
rs., pecas de madapolo ealgodozinbo por pre-
cos baratissimos, caesas organdys de todas as co-
rea, cambraias de todas as qaalidades e todas as
mais fazendas precisas psrs o consamo, alm de
estar esta estabolecimeoto aberto das 6 as 9 ho-
ras di noite, tamben- ie mindi levar as fazen-
das eamostras pelos calietros : na raa da lmpe-
ratriz n. 60, loja do Pavao.
Roupa parahomens,
Vende-ie alen da casemira, da brim parda,
de dito de cores, pilitot franceses a 69, ditos d
panno preto e cor de cif a 69, calcas de casi-
mira preta a 59 : i na loja do Pavo, rm di
Impsritriz n. 60.
xmmmm-mmmmmmn
ILoja das 6 por |
{: tas em frente do Li
vramento.
Baloes de 15. 20. 50 e VO arcos.
1
r
%
vramento.
Baloes de 15, 20, 50 e W arcos.
Grande sorlimento de biles de arcos
os melhores nesii tazenda e grandes, cht- ^
tas fnncezas lsrgas escures i 220 e 240 ]
rs. o covado, cambraia lisa pira for- "
ro com 8 1,2 varas s 29 a peca, ditas fi-
nas s 39, 4$, 59 e 6g maito fins, ditsa
da salpiqalnho com 8 1|2 varas i 39500
a peca, sobertas alcozoidn brancas e de
cores para cama a 49500 a 59, casias de
cores francesas lalas seguras a 320 rs. o
covsdo, peca de bretanba de rolo a 29,
aigodo treocedo alvo maito largo para'
toalhas a 19 a vari, enfeites a Garibaldi
aeado pretos s 5$ cada am, lencos bran-
cos com bsrra da cores a 120 cads am,
roupa feita de tilas is quslididei muito
baratas, t [0j, ei(a berla ate as 9 horis'
da aoite.
mmmmmmmmmmm
Polassa da luss
Vende-se em caa deN.O. Bieber &
C, successores, ra da Cruz n. 4.
!
2
3
7
11
13
16
21
30
32
33
36
40
43
43
46
49
54
55
56
59
60
70
72
77
79
86
89.
90
9fi
97
102
5
6
12
15
19
24
26
28
35
36
38
40
41
42
45
49
57
63
6*
59
409
59
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
IOS
59
165
68
70
78
81
82
87
88
90
91
92
94
96
98
211
12
17
20
23
24
26
29
30
33
34
42
46
53
55
56
62
63
64
69
70
71
75
80
81
88
98
302
5
10
17
19
21
25
31
38
59
40g
5
109
58
109
59
340
51
52
54
55
56
63
71
77
81
82
87
88
92
94
96
97
99
400
1
4
5
6
7
8
10
li
21
22
25
30
37
39
45
49
51
52
62
66
71
74
80
84
86
87
92
93
94
95
98
59
109
8f
209
59
109
59
108
59
499
503
9
12
15
26
29
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0 esemao, Severiano Jos de Moura.
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NS. PREMS. NS. PREMS.I NS. PREMS.lNS. PREMS.lNS. PREMS. NS. PREMS.JNS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS
1304 59 1451 59 1580 5 1729 5* 1892 5; 2074 59 2243 ,2424 y KM
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90
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97
99

Priv-Jyp, Jf, Ft dt Fwia 4 /Wo-1862.,
MUTILADO


DIARIO DI f BBEMMBUCO. P SEGUNDA" PEiBA 2 DI SETIMBO DE 1161,

-*-
Litteratura
di seWmbro, (oi publicado oa eOrte
0 que Yac pelo mundo.
No Contemporneo de Madrid encoQtram-ieaa
seguiutes ioteressanles cartss, que ene poriodl-
co traduzia de um oat'o de Braxellas:
< No retrato de Luiz Felippe, que abre o ae-
tiaio lomo dot tliseraveis, lm-se ai seguiotes
phrisee :
De oulra vez, alludiodo Si continuas resis-
tencias dos seus ministros, escrevia Luiz Felippe,
a proposilo da um condeainado poltico que
urna das guras malores e mais generosas da
nossa poca : O seu psrdao est dado ; falta s
rccebe-lo.
< O bomem a quem Luii Felippa escrevia eta
Vctor Hago ; o condamoado era Barbes.
Todos conhecem os qualro celebres versoa
a-a que Vctor Hugo pedia a Luiz Felippe em
1839 o perdi 'quo (oiomhorgado a Barbes. Es-
s i versos vui insertos do livro dos Raios e
sombras.
Vctor Hago a Barbes, apesar destacaso ha-
ver occorrido ha 2i aaoos, oo se conheciara
pssoilmonte e nuaca haviam trocado ama uni-
ca carta.
A apparigo dos Miseraveis dea occasiSo a
Barbes para quebrar um silencio, sem d'ida
mallo enatoao para elle, e dirigiu a Vctor Iiarjo
n seguinte carta:
0eri3o e muilo illustre cidadio :o con-
demnado de que allaes no satimo volume dos
i Miseraveis deve parecar-vos um lgralo.
( lid :1 aonos que devia ter-vos agradecido...
e seu* libios nao proferiram urna so palavre.
Perdoae. Perdoaa.
Ni raioha priso anteriora feverero pro-
o raetli-me mil e mil vezes correr a ver-vos oo
( da em que m* (osse restituida a liberdade.
o Sonhos da jua-enloda I...
(.luando osse dio chegou fol para arrojar-ma
o como urna folha ateca no confuso lurbilbio de
a Nao pude, poi9, fazer nada do que to ar-
dertemente havia desojado.
Depois, perdoae-ma a phrase, querido cide-
do, a magostado do vosso angeoho impediu
sompre a manifeslagio dos meus seotimeuto9.
Ensoberbece-me que as horas de perigo me
u protegassa um nio da vossa luz. Defenden-
do-ma vi, a rainhs morle era impoesivel.
Que nao naja eu lido torca bastantes para
evos demonstrar que era digno de que o voseo
brago so o.-ttneise sobre raim I Porm cada
a uro tora o aou desuno, e nem todos os que
Achiles salvou eram hres.
Velao j. acbo-mo em deploravel estado de
sale Julgo algumas vezas que o corecio a
a canece me vao estallar; mas, apezar das
minina desgranas e soflnmeolos, (elicito-oia
por haver resistido, pois que debiixo Jo peso
do y'sj uovo beneficio acho-me com energa
Lastima para agredecer-vos o aollgo. J que
travei da periui, nao quero larga-la sem vos
felicitar mil o mil vesos em nome da nossa
santa causa e orn nomo da Franca pelo grande
livro qa acabaes de publicar. E digo em no-
.rce 1a Frang, porque me parece que esta
<
c
4

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4
v

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(3


C
la patria de Joanna 'Arc e da revolac/o
a iqjs capa.fe Jjr dado ao mtijo o vosso
coradlo t o vosso gonio, >> como bom tho
collocastes urna nova cori s)bre a gloriosa
irona de vossa me.
EUaebei o senlimonto msis intimo de minha
alma. A. Barbes.La Haya, 10 de jalho de
1862.
Ets a respoati de Vctor Hugo :
Jlauleville-llous?, 13 !e jtlho de 1802.Ir-
a mao no desterro.O'anilo um homem oi o-
c oto vos o campeo e o martyr do progresso;
4 qaando sacricou pela santa causa democrtica
e humana a fortuna, a mocidade, a ventura e
a libardaJe ; quaodo, para servir o aea bello
ideal, aceitou todas as formas da lula, a ca-
lumnia, a perseguQao, a defec.510, longos aa-
oos o carcere e de desterro ; quando a* deixa
eonjuzir pela sua abnegarlo at aos degrus
(o pal.bulo ; quando um homem fez isto, to-
dos Ihe esto obrigados, sem que elle o eateja
' peisoa alguma. Qiem tudo sacricou ao
gni;ro humano nada duve a03 homens.
a E' i.s.pjssivel que sajaos ingrato pira pes-
sjs alguma. Se nao Uzease o que fiz ha -2'i
aiinoi, e pelo que queris dar-me os vossos
raJecimentos, creio que teria sido ingrato
com vosco.
Tuao que flzesUs pelo povo, considero-o
como um servido pssoal. Nao flr. seno tura -
prir um dever, e dver muit> sagrado na poca
ji) me recordae.
n Se eotao fui bastante ditoso para contribuir
com o meu bolo para o pagamento da dmla
universa!, nada Uto antea vosf=a vida iolti-
ra, o lodos devenios juigar-oos vossos deva-
'.jres.
a A melhor recompensa, se acaso eu a mere-
ceaae, estava na propria aego.
Aceito loiavia com (oda a mioha alma as
nobrespalavras que me dirigs, e Oco-vos pro-
fundamente agradecido.
Respondo-vos com a commogao qee rre cau-
sou a voasa carta. Graale e bello alte raio
(a luz que vem da vossa solodade minha.
At vifti, oa t^rra ou no cu.
Sji'iIo o vosso grande coradlo.
a Vctor lugo.
Ao da 7
o tegaintg
Soneto.
El voa salo, oh dia venturoso 1
Em que o grito do viva a liberdada
Fez-se oavir desde eotao oa immaniidada
Da um slo por ai mssmo poderoso ;
Em quo o jago peaado a vergoohoio,
Que as lea impuoha com aeveridade,
Seu povo soabe anda em toara adade
Corubate-lo e sabir victorioso ;
E por ventura escravo eotao seria
U'Americi o Imperio tao fecuodo
Oode guerra se vota i tyraooia I
O rei dos reis, o sabio sem segundo,
Decretoa que o Brasil llvre seria,
Quando creou o cu, a trra e o mundo.
Ni Babia encelou, ba algum lempo o Sr. Dr.
Francisco MiooelRaposa 'Almeida.bem conheci-
do na repblica das latirs, urna aerie de confe-
rencias sobre a litteratura bjsaileira, cada qaal
mais importante. Do Diario dessa provincia ei-
trahimos o saguiote sobre a nona :
4 O atiumpto da conferencia versou aioda so-
bre poetas habanos, sendo devidamenu apre-
ciados pelos Ilustrados professores os Srs. Drs.
Rodrigues da Costa, Cuoha Valle, ustavo de
S e Octavio Odiloo, e o dislincto poeta o Sr.
Mendoa;a, qae obteve na autoriaads opinlo do
Dr. Raposo d'Almeida am verdadeiro triumpho,
pois o qualifkou como um dos nossos primeiros
poetas.
Na sua phraae pittoresca a to significativa
disse o illustre Iliterato jue- se os poetas ba-
t-anos tivessem de eleger um patriarcha para os
presidir, ou um Moyss para os guiar, a escolha
recahiria unnime no areaderomantico o Sr. Mo-
niz Barretto ; mas se elles tivessem de fundar
urna realeza, o Sr. Mondonga seria acclamado
rei ; e o poeta das duss escolas, o decano dos
poetas brasileiros, seria o primeiro a cngir-lhe
o diadema.
O Dr. Kaposo referia io-se a diversas poasias
do Sr. M-nlonca qualiflea como urna das prirei-
rs da liogua portujjueza a qae fez o dislincto
poeta no primeiro aooiversario da morta de aea
pae.
A poesa do Sr. Mendonga, diz o Ilustrado
professor, consagrada ao primeiro aoniversario
da morte de seu querido pae, e as cooaolagoes
que nessa d o filbo, convertido am pae, sua
me, convertida, pela viuvez, em sua fllha,
nao s sublime de senlimento, mas lambem urna
di3tincta poesis entre as mais distinctas da lingua
portugueza. E' repnssada do melancola, eorva-
Ihada de ligrimas; mas ao mesmo tompo un-
gida da anego da f, e inspirada na resignacao
religiosa.
f Folgamos de ver qui u n juiz tao competen-
te, como o Dr. Raposo .d'Almeida dzesse a de-
vida justca ao Incontestavel genio potico do Sr.
Mondonga : e oxal esta animaco o determina a
colleccionar as suas poesas, que, ou esto espsr-
sasnu inditas.
Consta-nos que na immedieta conferencia
passar o dislincto profasscr a esludar a constel-
lagao do norte, e que. os primeiros poetas de qae
u o OJCapar-se. sero os Srs. Drs.Torres Bso-
deira ecooselhairo Mciel Monteiro, hoje bario
de Itamarac.
a E' sem duvida este curso de litteratura o
mais oohre titulo da gloria littsraria do Dr. Ra-
poso a'Alroeila, tocando, porm, ao gymnasio
Bahiano a honra, e mesmo a gloria de apresen-
tar ao Brasil um dos sous professores fazewdo s
letras patrias este importante servico do que tan-
to csrecem.
O Sr. Evaristo Ferreira da Veiga, j falleci-
do, em um de seus momelos de Impulso patrio-
tico escreveu o seguinte
desasada tMtriDcagio, e o asa earacter antl-ibe- 'ha pelas trangas Iba falla a linguigem da mala
rico. Elle carcter eipressamente o redama; o j deseofreada davaealdlo ?
poeta para sea poama, j intitulaodo-o D. Jayme A liogaagam dos Lunadas aar tio aotiqaada
ou a dominaro de Castella, ji em varios luga- como o Sr. Caatilbo qaiier, mas na admlsso
rea dalle, ji nos versos com que o remata. En da palsvraa aomo magnetismo o mundanismo ;
tretaoto qaer paracar-nos que para aate fim oam no eatylo grava talvas oatroa encontrara o vicio
foi bam escolhido o aaaumpto, nem bem tragado opposlo.
o plano, a que D. Jayme ando am ezcellenle I A grammatica, diz aioda o Sr. Caatilho, fre-
poema a todos os mais respeitos, nao po Je com ; queotes vezes offendida nos miadas, por mais
justiga arrogar-se foros de epopa nacional. que Ihe queiramos acudir com o volhacoito das.
Como daremos este titalo ao canto das obscu- ligaras e das nimio-elasticas Ucelas poticas,
ras aventuras de um ente imaginario, qaa por, Nao d isso vootide da perguotar aa nao haver
nenhum lado ae prendera com os acootecimenlos i lambem figura oa luenga potica logo nos qostro
pblicos? O heroa, a que hroe, um bandido 1 primeiros versos de>. Jayme:
s respiran vingaoga de affrontas pessoaes, aam '
qae Ihe deam o mioimo cuidado oa aggravoa do
aea povo ; e a oppressb de Castella nao sa ma-
oifests em tragos largos a caractersticos qae
abarqaem a nago inteira. A jastlga que invade
a casado D. Marlinho, tsnto podia aar jastiga da
Castella como de Portugal, que peiores cousas
infelizmente se tara visto. Quizramos, pois, ver
assa oppressio em mais vasta escala, e aobretudo
qaizeramos um hroe menos byroniano e mais
portoguez, priocipalmeole qaando esae hroe
ideal de alguma forma tem de personificar Por-
tugal, como se v3 destes versos que o poeta Ihe
pos na bocea:
Soneto.
Ceus I que escuto I que unsonos clamores
Soam pelo Brasil I que mo potente
Despedao.ou. a barbara correte
De orgulhosos, amigos oppressores ?
Que I j somos nagao ? Os esplendores
Da c'roa adormm vencedora frente I
Pedro acclama a brasileira gente
O primeiro de seus imperadores 1
Que te falta, 6 Brasil ? j tens segura
Tua gloria : o do imigo em vituperio
Hade ceder a perfila impostara I
Nages 1 neate brasilico hemlspberlo
Um povo grande e lirra boje tos jura
Morrer por Pedro, e pelo imperio.
9 de outabro de 1822.
Publicou-se ltimamente em Portugal um
livro que produziu grande impreaso. Acerca del -
le assim se exprime o Jorntl do Commercio do
Rio de Janeiro.
Publicoa-se ltimamente em Portugal am poe-
ma que ali produziu desde logo um alegre alvo-
rolo, cujos chos vieram repercurtir-se aqui atra-
viia das immeueaa solidoes do ocano. Chama-se
9se poema D. Jayme, e assigna-o um nome at
agora obscuro, mas que j ca inscripto como ca-
racteres luminosos nos la-ins poticos, o do Sr.
Tliomaz Antonio Ribeiro Ferreira.
Tres causas concorreram ilalvez para aquelle
alvoroto. O mrito intrnseco da poesa, a saa
^OLHETIiH
Que digam ao mundo intairo,
Qaa sobra o cepo infamante
Se mata naqaelle instante
Um reino.... qaa um homam, nio 1
Porque o pobre avautareiro
Symbollsa urna nagao I
Deveremos, porm, realmente ver em D. Jay-
me a oagio portugueza, noa seus soffrimentos os
soffrimentos desta, e quereria o poela pintar-nos
to grande a oppresso da Uespanha qae fez Por-
tugal ladro, assassiao e freqaaotador de prost-
bulos ? Mas eolio como fazer morrer Portugal
00 cadafalso por mos de Castalia ? Quizramos
antes ver, como elles realmente foram, mais no-
bres e menos abatatidos pela desgraga os nossos
avs. Qual o resultado do plano, a nosso ver
errado, querendo escrever um poema anli-iberi-
co, que seguiu o poeta ? E' qae dizendo elle, ao
terminar o seu canto,
Horaa dapois raiava a liberdade,
Como espolio das bodas sanguinarias
Um cadver Qcava exposto ao vento,
Quo mais querem de nos ? Aps tamanba
Galhardiade algoz....?
Que nos quar a Hespanha?
nao podemos delxar de recordar qae essa eadsver
assim exposto ao vento era portflm de contaso de
umsalteador.com quem nao podemossympathisar
em quem ninguem qaer ver encarnada a sua pa-
tria, eaqua tambera a justiga portugueza nao me-
nos quo a hespanhola dara
os poetas da forta por momenlo.
Assim se malogra o fim do poema, e ao fechar o
livro, procurando iadignar-nos contra a Hespa-
nha, o fado mais recente que nos ficou gravado
na memoria am acto de jastlga de todoa os
povos.
Se isto tolhe D. Jayme ser urna epopa nacio-
nal e patritica, a de toroar-se em tempo algum
to popular como os Lusiadas, nao obsta, repe-
timo-lo, aqaeseja um bellissimo poema, cuja
variedade de meiriQcago ss nos antolhs urna fe-
liz ionovago, alargando ou retrahindo o rythmo
segundo o raquer o especial assumpto, conforme
j antigs regrasde poettea o ensinavam.
Como nos vieram porm memoria os Luna-
cas tratando-se de D. Jayme ? Nio nossa a
culpa, mas do Sr. Antonio Feliciano de Caatilho.
Precedem o poema cincoenta psginas de amena
prosa do Sr. Caslilho, que com o seu genio peeu-
JM ibes poz o titulo de Conversara) preambular.
Neatas paginas nao escrevea o S'r. Caslilho um
juzo critico, mas, releve-nos a franqueza o ho-
mem que presamos em muito com poeta, e aca-
tamos aomo vasta e erudita inlelligencia.um bym
no de sorte tal altisonante que mais fcilmente
prejudicar o autor de D Jayme do qae Ihe cap-
tivar aympathias, podendo at excitar contra el-
le o desforgo dos admiradores de Camoes, que
sao tsntos pelo menos quantos os quo ootendem
ura pouco da lingua que fallou e engrandecen ea-
te assombroso engenho. Por quanto o Sr. Cas-
lilho prefere decididamente D. Jayme aos Lusia-
das, pelo menos como o livro para escolas, ao
passoque mesmo como tal recoaheca oestes mm
predicado que ninguem achara naqaelle, e qae
vale bem muitos outros, qaando diz com referen-
cia a oulra questo : c Quantos Portuguezes que
nunca leram a historia portugueza, oo possusm,
posto que vagas, copiosas noticias del, s por-
que lhea vieram para a memoria como'^m carros
deorago reclinada* 1111 eilinciu da v.araTilbo-
sa epoa de Camoes ?
Isto oiz o Sr. Castilho na mesma Conversarlo,
defendendo os poetas contra oa prosadores; con-
trapondo porm Luiz de Cimdes a Thomiz Ribei-
ro, esta a sua liogaagem :
< As noticias histricas, estrangeiras e naci-
nses, antigs e modernas, fabulosas, aagradas e
profanas, accumnladas nos Lusiadas, sao as mais
das vezes tocadas ou alladi las de modo tal que
s um erudito, e a poder de estuJos e commen-
tarios, que as deslinda. Para urna crianga ape-
nas alphabets, sao por tanto perdidas do todo em
todo.
Para o Sr. Castilho urna pedra de escndalo dos
Lusiadas como livro para a puericia, a liba dos
Amores; mas o que ser em D. Jayme assa ta-
berna da Guarda, em que um pae segurando a -
Aa florea d'alda ao paraa a bellaa.
Suaves aromas, vivissimaa corea ;
Os cravoi altivos, ss rosas siagelaa,
Suspiros sentidos, leaea os amorea ?
E o Sr. Castilho diz que nenhnma destas des-
conveniencias ae pode reprehender na epopa da
lhomaz Ribeiro.
Em D. Jayme at sa faz sobresahir a eircems-
laocia de banir-se a maiscala obrigada do prin-
cipio de cada verso, s marca na testa, quando
parece que baataria aer assa a usanza da Uespa-
nha para, apeaar de Ji conhecida por urna das
mimosas ideas do Sr. Castilho, nao fizer bom ver
n urna poema antl-iberico.
Verdade qae explcitamente o Sr. Csatilho s
ante-poe D. Jayme aos Lusiadas como livro pa-
ra as escolas, mas nao echando naqaelle um ant-
eo seoo, ao passo que oestes nota tantos defei-
101, qua alia todoa Ihe reconhacemos, nao pare-
cer preferi-lo a todos os respeitos, pois que a
oenham confesas ioferioridade? O Sr. Caatilho
diz mesmo que nenhum bom poeta dos nessos
das se resignarla a assigaar como saa urna nica
estancia inteira de todos os dez cantos a do Ca-
moes.
Nao esta a nossa opinio. Ha nos Luiiadas,
nio urna oitava, mas centenas dellas que qual-
quer poeta antigo oa moderno, exclasio feita do
Sr. Castilho, j que elle assim o quer, ae dara
por feliz com haver eacriptj. lia mesmo sim-
ples versos que s por si immortalisariam o ho-
vagem ana palaa rainal da Beihania, pela Ierra traeca; sob a (amaga do cachimbo allemlo oou.
daa prophacias,_palo barco e aepalchro do Ho- de virar aechando llooatoak- Gabriel P."irP."
am;
mam Deas,por BtameGetbaa
do de entio esboroou-ie por
cea a caaa edificada oa roch
tanha, com o sea symbolo eterno
Biblia.
Pergunlae ao ncola da hoje daa margena do
jocoso do oeo e do biipo da
Civai.
A sciencia a os textos, a poeaia e a
Mar-Negro, onde foi Trois, a victima aoberba da T0J trazem reunidos aqui. Olostit.to ScfSr
formosura de Helena; e elle voa apontar para fl|ho do Ensato Philosophlco, como o fofa
os campos solitarios e deselos, por onde cornam Alueneu, vem comagar hoje a aaa carreira hrir
vencedores os carros dos Atridas; eDtretsoto que no ospago qae tem de pereorrer e restet de lar
paneAdiao na il \nan?A .^ n.- ,1..-, -__ ..,^.ii>ai 1ab .. ** ***> lili
as rapaodias de Homero conservara reconstraidos
e palacio de Priamo e as tendas de A-chilles.
Visitae o Paitbeaon de agora, com aeus mar-
mores derrocados o crivados pelas balas doa Tur-, eonuodem-se ao comego no seio da
coa, e evocae de seus tmulos seculares as almas^t,ffl, porque carecem da tatela do ae
de Scrates e de Platao. que gaardam para sem- deu origem ; desenvolvidas porm e
mem a quemo sea bom genio os houvesseinspi-
rado.
Pois que, nem ao menos oa escolha do as-
sumpto seria Camoes mais afortunado do que
Thomaz Ribeiro, escolhendo este am phantasiado
aventareiro que somonte de si se lembrs, e nem
um nico feito de heroismo pratica, acuelle o
mai eslrondoso acontecimento da historia por-
tugueza, a mais gloriosa pagina dos nossos au-
naes martimos, a tal que nos d todo o mundo
apenas se eocontra para cootrapr-lhe pelas suas
immensas coosequeoctas a descoberta da Ame-
rica ?
Se eitudarmos com animo desprevenido os Lu
siadas,ta virmos bem o grandioso do plano, o ar-
rojado das ideas, o elevado da potsia, a lingua-
gem to outra da que eolio aa fallava, a massa
enorme de conhecimeotos que se revelam, e a
par de tudo isto attsodermos a poca e as cir-
cunstancias pessoaes em quevivea o poeta, mal
nos podemos dispensar de confessar que oi Ci-
maa desses homens como poucas nagoss apre-
sentam am, e nenhama dous.
Doscalpe-nos anda o Sr. Castilho. Mas elle qae
com oobre desafago nao receou pateotear a pre-
ferencia qae sobre Camoes d a Thomaz Ribeiro,
nao nos estranhar por corto que com egual fran-
queza preferiramos a nosso turno, como juico cri-
tico sua Conversaco preambular a analysa que
hoje em outro lugar publicamos, feita pelo Sr.
Reiaaldo Garlos Moolro ao poema D Jayme, em
cujo amago essa mesma analyse nos diipensa de
entrar mais prolixamente.
Discursos iH'onuuciados por occasio
da installaco da soccddeInstitu-
to Scieiilico,-- fundada por Mu-
dantes da Faculdade de Direilo de S.
Paulo.
1
Do Dr. Manoel Antonio Duarle de Azeoedo,
presidente honorario.
Senhores. Se oa idea de Deus se encontrara
todas aa incoes de grandeza e de perfeicao abso-
luta, nao pode haver no homem mais* robusto
poder de creago do qae naquellas ficuldades que
intimamente se prendem essencia da natareza
divina.
O conhecimento do verdadeiro e do bello, em
sua synthese suprema e as saas variadas modi-
ttcacoea ; os Impulioa e as voios das almas pre-
dsitinada; taes sao, senhores, nos actos da ra-
zo e da f, da sciencia e da poaai*. a revelago
mais completa e a mais santa manifestago do po-
der creador do anjo decahido.
O genio, disse um escriptor profundo, um
oterprete mais intelligeote da idea divina, do
que as forgas pbysicas, chimiess e orgnicas;
saas crearoes reproduzem o pensamenl) creador
de Deus am todas as suas facas e com todos os
seus contrastes, creagoes immortaes, animadas
sempre pelo spro divino de urna eterna juven-
(Continuago do n. 217.)
XVI
A \ espera do ultimo ella.
A's ultimas palams de La Deroate Bella-Ro-
aa estaadeu es vistas pelo campo que se perda
to bnrisonte mtlisado das lindas cores e dos es-
plendores da um bello dii. O cabo de esquadra
replico* immediatamente.
I-11 ha de ser fucilado se eu quizer.
Ento acha-se nomeedo presidente do con-
elho de guerra? pergutlou o prisioneiro rin-
to-se.
Nio ; mas sou commandanle da guarda, e
cao quero que se diga que nad< fiz para slva-
lo da bocea dos mosquetes. Tenho c um pro-
joco ; e com todos os diabos hei de execu-
u-lo----
Bella-Rosa pasmado voltou-se para o cabo de
esquadra, que ssiim fallando fechara por dentro
a porta com o ferrolho.
Toda a precaugo pouca, dizia elle. E'
"preciso tchar a perla e fallronos baixo. Aqui
eita urna cadeira; senta-se, e oaga bem o que
Ihe vou dizar.
La Deroate seotou-se ao lado do sargento, e
prosegua nesles termos :
Sr. deNancrais confian de mira a guar-
da d-ste posto ; era o que eu quera. O coose-
lho de guerra reune-se amanha pela manhaa ;
ka de thir a stntenga de sua condemnago l
por tarde, e logo depoia de ser-lhe intimadao
conduzuo prisSo do prebostado, entreg-lo-
ho nsa mos do preboste da companhia, e no
dia seguinte por volta do malo dia passa-lo-ho
pelas armas avista de toda a guarnigo.
Agradego-lhe estes promenores, meu amigo,
disse Bella-Koss. Elles ioteressam-me muito.
Oug at o fim ; o resto o ha de interessar
anda mais. Se deizarmos que a priso do pre-
bostado se feche em suas costas, a intervengao
o cabo de esquadra La Deroate de nada mais
Ihe poder servir: aqaalles a quem o preboste
Lia urna vez nio sola mai?. Porm entre esta
priso em que agora conversamos e a priso mal-
dita do preboste medeia o espago de vinte e qua-
lro horas : msis do qae me preciso para tra-
tar de sua evasao.
Bella-Rosa saltou sobre a esdeira.
Minha evasio 1 exclsmoD elle.
Entio 1 Julga que o cabo La Daroule se ei-
quece dos amigos? Tenho-lhe muita amisade, a
por Isso conceb o projecto de silva-lo.
Mas olhe que vae correr o risco de ser
xilado
E quo se importa com isto? Porm des-
caece ; nio me hio de fazilar: fojo lambem com
voc.
Commigo 1
_ Justamente. O mea projecto multo bem
concebido : ora oufi. Os homens que devem
compota guarda da noute da nossa compa-
nhia ; j& eatou informado disto. Sio bons en-
maradas qae lbe dasejariam fazer todo o bem.
genio que nos deu umitas licenris de dez horas
quando merecamos bem urna priso IE' ver-
dade I reapondero ellesE' verdade, nao ?
tornarei eu. Pois eolio, esmeradas, a cada am
sua vaz: elle nos mandou sempre passeiar, de-
vemos tambera agora pd-lo ao fresco. Vio dor-
mir, eu abrirei a porta, fiojam que nada vem,
e assim o sargento escapulir. Vao, vio deitsr-
se : o cabo de esquadra quem Ihes ordena. >
E pensa que elles dormirio?'
Se naedorrairem, ho de fazer por ter os
olhos a os ouvidos fechados: conhego-oa bem.
Momentos dapois correremos pelo campo como
dous oerdigotos. Eotao, que tal aeha o pro-
jecto?
Multo bom ; noto-lhe somonte ama impoa-
sibilidade.
Qual ?
E' que eu nao quero evadir-me.
Chegou a vez do cabo de esquadra agitarse
tambera no sea sssento.
Nao quer evadir-se 1 Est gracejando.
Nao ; estou fallando serio : c a minha
resolugo.
Bem ; cada qual faz o que entende; con-
vm-lhe tcar, e a mira convm abrir-lhe a
porta.
Neste caso voltar szinho.
Espero ala que voc se resolva.
Arrisca se a ser preso ao romper do dia.
Sei disto.
Arriscase egualmonte a ser fuzilado.
Tambem nao o ignoro.
Qae diabo eoto quer fazer?
Ficar, e esperar sempre.
Bella-Rosa levantou-se, deu algasias voltas
pela prisao a passos largos. La Derouta accom-
modado em se* asseoto, bata com oa dedos una
nos outros. o sargento parou diante daquelle
homem honesto ao mesmo lempo placido e reso-
luto.
Mea amigo, disse elle segurando-lhe a
mo, o qae voc quer fazer urna grande lon-
cura.
Mais loucura a sua resoluco.
Entio est completamente decidido?
Completamente. Eu era batedor, hoje sou
cabo de esquadra, amanha serel fazilado: ora
eis-aqui tudo.
Mas, suppondo que eu aceite, j tem raflec-
tido as difficuldades do seu projecto?
Co'os diabos I Sa fossemos a pensar em lu-
do, nada feriamos.
No caminho deve haver urna sentinella.
E' am risco, que corremos, e nada maia.
Depoia patralbas aqui e acola em torno das
foilicagoes.
E' dever dellas procurar ver-nos, e nosso
evitar o seu encontr.
Ha vemos de aer agarrados antes que passe-
moa a frontelra.
Deua grande !
Bella-Rosa batea com o p no chao; o cabo
de esquadra cootlnaava a bater nos dedos.
ErriQm, faga o que quizer. Se fr fuzilado,
a colpa aaa.
Est dito,, replicou la Dsroute, e levan-
tou-se.
A ora da ultima refeigio do dia aproxima va-
sa. O cabo de esquadra reliroa-ae para ir pre-
encher os deveres do aeu cargo. Tinha que ve-
lar ao mesmo tempo na recio e pelo prisio-
Apnaa aahiu, Bella-Rosa tirando am lipis da
Camarade, Ihe dase Bella-Rosa, faz-me um
favor l
Com muito gosto se a sentinella permittir.
Tome esla carta, leve-a j ao Sr. de Nan-
crais. Se elle nao estiver em casa, procure-o
at que o encontr ; e nio volte sem ter-lhe en-
tregado a carta em mi propria.
Enlo Um muita pressa.
tade.
As agulas de Ezeqaiel ainla vollejam tacitar-
nas pelasfraldas do Lbano; o conventomaronila
assignala anda a trra em que habitavam os pri-
meiros homens e o lugar em que assenlava a es-
cada immensa dos aojos de Jacob ; o beduino sel-
pre aa lembraogas de Alhenas e a setnela de to-
dos os lempos I
Proceras as espadaa valorosas de Alfonso Han-
riques, de D. Nuno e do Mastre de Avie, e aeha-
las-heis aliadas e sangrentas anda no archivo
mageatoso de Luiz de Camoes I
E' assim, senhores, que o genio em saa misao
de progresso, conserva aa memorias do passado,
e crea para aa gloriaa do futaro monumentos
eternos, mandos em qae elle revive e perdura
com a eternidade da saas produegoss. Para to
inabalaveia columnas nio ha chio frouxo nem ci-
oentos que o tempo possa destruir; as edades
passam-lbe pelos fustes como os seculos pelo pen
sement de Deas I
A imagen do genio nae ae quebra nunes aos
golpes doa iconoclastas, e a aureola de luz qae
lbe cinge a fronte a estrella conductora que
marca s gerages vindouras o caminho seguro
daa rotagea dos noves aatroa.
Bem doce e puro ha de ser o ca,em qae ful-
gurara tio ratiliotss plantas I
As brumss do invern e as nuvens da tempes-
tado oao Ihe offuscaram o manto ssseliaado de
azul.
A aurora Ihe nascer recamada de ouro e de
purpura, como rosas que desabrochara ; a tarde
deacahlr risonha e meigs, ao som doa cant-cos
daa aves, do murmurio das lymphas e do suspi-
rar das brisas ; muita vez a noute, as horas pla-
cidas do remanso, ao roco do orvalho, entoaram
as fadas da tristeza, como os marinbeiros ao loar,
o sea hymno de amor e de saudades.
Tal o cu que nos cobre, senhores 1
Nesta trra tio rica de inspiraces, nast* nal 1-
reza anda nio profanada, onde as serranas es-
teiam o firmamento com as suas frontes eogrinal-
dadas, onde os ros espumara com sua* aguas de
prata, onde as flores rebentam como ardentas 00
mar, devra-se oavir bem cedo a harpa eooorosa
do poeta e a voz predestinada do genio; nao com
as notas speras e crespas do cantor de Morven e
de Ioisfail, mas com os accentos e requebros
suavissimos do pranteador de Lindoia.
Que auras perpassam pelos nossos montes e
campias q-ie nao murmurem saudosas os nomes
de Basilio e de Goazaga, de Caldas e de Sal la -
nhs,de S. Carlos e de Alvares de Acerado? E
agora mesmo, senhores, agora que tao cheios de
f e de crenra evocamos as nyades desses poelis
mimosos, nao sontis que vos.ci at o intimo do
coragio a saudade intensa e profunda do mais
harmooioso dalles, do enamorado cantor dos
Tymbirae, que l na immeosidade do ocano aca-
ba de soltar o derradeiro alent da sua alma
quebrando ao ruido da ondas a altima corda de
sua lyra?l
Se a poasia teve entre nos os seus apostlos, a
sciencia e as arles tivaram tambem oa dellas. Jo-
s Bonifacio, o physico, Gayr o jurisconsulto,
Vasconcelos e Alves Braoco os estadistas, Alver-
ne e Sampaio os lhos de Bossuel, ah adornam,
entre mu tos, com os seus bastos venerandos a
galera sumptuosa das nossis glorias passsdas,
onde se aunara entrelagados ni palheta os pin-
ceis de Jos Leandro, e por onde se ouve anda,
como um echo das abobadas, a voz cadenciada e
triste da flauta de Jos Mauricio.
Era impossivel qae nesta trra de promisso
caminhassem os Moyss desacompanhados; que
nio seguase os escolhidos de Deus essa cohorte
de jovens que se alista as nossas academias com
a palavra di sciencis nos labios, com o fogo da
poesia n'alma, com o amor da patria no coraco.
Foi d'ahi, ssubores, que sahiu o exercito ioven-
civel dos nossos melhores soldados, com a mis-
ma senha, o mesmo pendo, aa mesmas lulas e
as mesmas glorias.
O Ypiranga volve a poacos passos d'aqui suas
aguas immorredoeras, onde mirou-se o genio ds
victoria, a quem a gratidio nacional acaba, bem
que tarde, de pagar o merecido tributo. A voz do
principe masaanlOlO chfta aiada i-ra todoa os ou-
vidos para dispertar em cada um o mu da letra
em que naaceu, om de qua todos prosigam na
obra da independencia : o evangeibo foi abetto e
lido, cada apostlo que o pregue por aaa vez.
E ha quem de vos nao tenha anda comprehen
dido a sua misso, senhores? ha quem nio pro-
cure, alvanel desconhecido embora, assentar a
sua pedra no edificio imponente que todos deve-
nios erguer? Negueo, se poder, o expedidor
sincero dessas lulas de mancebos, desses certa-
mes em que a acieocia e as arles, a literatura e
a poesia, sio o cartel repetido de suas briosas
desafronlas. Ao processo especulativo do espirito
humano accommoda-se o devaneio vaporoso de
um coragio de poela ; os raciocinios nebulosos de
Rant e os textos de Gaius nao excluem as corea
.- luz
que ba da marcar um dia o seu caminho a o aea
progresso, as saas lulas e as saas alegras. As-
sim devia ser; a vida dis entidades qse anrgem
qae parti-
ese fas lhea
. BU propor
goes do seo destino, deflnham e morrem ss nio
asconitltaam am sua aolonomia.
de Raphael e as harmonas de Tasso e de Pe-
Hoje asientimos, seahores, o marco milliari
do qual comegamos a oossa viagem, qaa tem
por certo de ser looga, mas em que nio devemos
esmorecer. A aasoclagao que inauguramos am
lbum em branco, caja primeira pagina eacrevo
eu, maa qua va computareis com amor e com
f, porque ser talrez o livro mais brilhante da
historia da vossa vida.
O tempio augusto abria-vos as saas portas ;
entrae, levitas, iniciai-voa noa seus mysterioa, e
sede para sempre os guardas mais ais do ta-
bernculo 1
Est aborta a sesso.
II. Do 1 orador hachare! Joo Monteiro da
Luz.
Mais amaaasociagio, senhores I
Mas ums vez realisa-se a legenda da hamani-
dade.
A uaio faz aforgs, dlsseram esses terapos
aioda oio clareados pelos brilhantes raios da ci-
vilisagio ; a unio faz a forga dssersm nss-
sa poca os artistas, empenhadoa oa austeotago
de aeus privilegios e os commercrantes desani-
mados pelo entraquecimenlo do ramo a que se
entregavam ;a uoiio fas a forgadizemos tam-
bem nos. que nos acbamos hoje reunidos, promp-
tos a camiubar em conquista da oossa Jeru-
salm.
Em nossa empTohtnlida visgsm, porm, aa-
nhoro, o que encontraremos ? Sempre azolsdo
o domo seo dar-nos ha estrellas qua nos gutea
ao desejado porto ? Aura fagueira eufuaara as
velas do batei sempre em propicias aguas '!
Se ara lempos que j l se vio acompanhara o
infortunio os estremecidos amantes do eogrando-
cimento do espirito, se Camoes, ClasdinoMc-
noel, Cbenier, Gonzaga e tsntos outros formato
esse protesto langado fazo dos dspotas que os
perseguiram e torluraram, hoje, maia do qae
nunca as justas aspiragoes eacentram obstcu-
los, pis a reallsago de suas mais charas espe-
rangas.
Nao devem ellas, pcTm, desanimar ; a gran-
diosa idea que as inspira deve prestar-lhe o fo-
go vivificador, e ssas in'.elligoocias guerreadas,
cada vez mais valentes, mais enrgicas, maisac-
tivaa deverio esminhar... taminhar... caminhar
sempre.
As torturas servara s par? duplicar a robus-
tez do espirito.
Nao fallecem forgis aquellos qae avsntajedos
lidadorea, cobrem se de poeia na pugna, da
qual depende o futuro das letras a da patria.
Pela patria e pelas letras sensores, que n?
vivemos. A iotelligencia da mocidade tonifica-
se no trabalho, que um dia engrandecer o paiz.
Emquanto l ao looge rumoreja a desordene, que
sufoca, abafa, mata o progresso da naco, nos,
os fllhos do estudo, nos, os principes da intelli-
gencia nos reunidos no aaylo das lo'ras, para
d'ahi ievarmos as mais fortalecidas pedrea 19
grandioso edificio de nosso futuro progresso.
A mocidade, senhores, apezar de tudo, indo"
ci ; atada montanha do martyrio tem olla sa-
bido com o escodo da f desviar de si os golpes
do abutre roedor da descrenga, que aind> nao
ple ferir-lhe o coragio.
A mocidade, senhores, inda er no futuro ^no
trabalho. Cr no trabalho porque lei do pro-
gressocr no futuro, porque o futuro Deus.
Cr no trabalho, porque elle eleva, engrande-
ce e nosd o sceptro que empunhamoa ao lado
do Omnipotente ; nelle cr, porque por elle
imitamos o creador; nio imitamos, creamos.
Cr no futuro, porque o futuro quer dizer rea-
lisagio de ura sonho e a mocidade a poca
desees sonhos aonsrosos embalados ao bergo so-
bre o qual nao pairara os clcalos, a torpeza e o
vil egosmo, que azem dos seclos esses gigantes
de corrupgo.
Nao me admira, pois, senhores, a grandiosa
scena, que ante nos se aprsenla ; nella nio ve-
mos mais do quo urna mocidade qae trbalos
para realisago de um (toro.
Sio sempre magnficos os seus pensament:3,
e de suas testas que sao as da iuielligencia res-
sumbra sempre a generosidade de seu coragio.
Eu a pego para mia hoje eoearregado de serv:
de interprete aos sentmentos desli nova asso-
ciagio.
Na successividade dos acontecimentos, tactos
exlatem, senhores, que maravilham, que assom-
bram o observador phosopho.
{Continuar-se-ha.)
Alguma. Disto depende a vida de um ho-
mem.
Neste caso vou correndo.
O Sr. de Nancrais, entregue dor que ihe cau-
sara a noticia da morte de aeairmo, deraordem
para que ninguem o incommodasse : mas son-
me de Bella-Rosa mandou entrar o sspador, e
tomou a carta, que era assim concebida :
c Capito.
* Se V. S. nio fosse o Sr. de Nancrais, eu nao
me atrevera a dizer-lbe o que ae paasoa entre
mira e o cibo de esquadra La Deroate ; maa con -
fiando -Ihe este segredo, tico na persuasio de que
V. S. bc.-:.l ooge de punir o mea pobre carnerada,
ao contrario obstar a sua perdigio. La Deroule
quer fazer-me evadir esta noute ; debalde pro>u-
rei dissuadl-lo, persiste no seu intento, e expoe-
se a ser fuzilado para salvar-me. Eu nio tenho
mais apego vida, e estou resolvido a soffrer a
minha sorte qualqaer que ella saja ; mas nio de-
sijo que elle a partilhe ; um bom homem, e eu
teria muito pesar se o vlsse morrer. Proteja-o
contra si mesmo.
c Bella-Rosa.
O Sr de Nancrsis rasgou a carta.
V dizer a Bella-Rosa que farei o que elle
pede, disse ao aoldado que voltou immediata-
meote.
E depois que licou s exclamou :
E' um verdadeiro corsgio de soldado I Meu
irmo e elleum depois do outro 1 Oh s mor-
rem os bonsI
E o capitio exaspersdo com um murro arre-
bentou urna pequea mesa qual schava-se en-
costado.
Urna hora depois que o sapador voltara com a
resposta H-lla-Ros viu entrar La Deroule napri
sio. O pobre cabo de esquadra tinha a apparen-
cia consternada.
Estamos trahidos 1 disse elle cahindo sobre
urna cadeira.
Deveras I perguntoa Bella-Rosa
grande sorprezs.
O capilo soabe de tudo. Ouviu-nos al-
gum perverso camarade. Eogolia eu a minha
sopa quando um artilheirodeservigo transmitida-
me a ordem do capito para Ir ter com elle im-
mediatamenle. Obedec. Apenas ficemos sos o
fingindo
Qaal I A noute escara, e temos boas
pernas.
Estimo bem que vose fosse preso : porque
ia arriscar a sua vida, e quanto minha, pouco
prego Ihe dou.
Esta noute aioda era poasivel.... mas ama-
nha I Oh 1 nunca hei de consolar-me disto.
Ouvlu-se urna pancada na paita com o coace
de urna arma.
Chamam-me de fra, disse La Deroute.
J I ....
Levantou-se, e deu duas voltas pela prisSo:
urna segunda pancada o adverta que devia apres-
sar-se.
Bom I Os meus tres artilheiros teem mo-
do de camprometter-se. Adeus, sargento.
Eoto, mea amigo, nao me quer abragar ?
Se quero 1 Nao oosava propor-lhe...
E La Deroule sallou ao pescogo de Bella-Rosa,
que conservou muito tempo aperlado nos seas
bracos.
E pensar eu que nunca mais o hei de ver 1
exclamou elle solugando.
L em|cima 1 replicn Bella-Rosa apontan-
do para o cu.
Est tio longe I
Una terceira pancada retambou de encontr
porta. La Deroute correu para all, abriu-a vi-
vamente e desspparecau. O pobre homem aba-
fava.
Quando Bella-Rosa cessou de ouvir o ruido dos
passos cadenciados da pequea escolta, tirou da
algibeira a carta do Sr. d'Asaonville, cujo con-
teudo poz-ae a ler. Era nma especio de testa-
mento, pelo qual o joven capitio institua Bella-
Rosa executor dss suas ultimas vontades, rev-
lando-lhe a existencia de ara menino, que Uve-
ra da joven de La Noue antes qae esta fosse ca-
sada cora o duque de Chateaafort. Esse meni-
no havia desapparecido ; o Sr. d'Asssnville en-
carregava Bella-Rosa de o reclamar, e remeta
Ihe diversos papis que o podiam ajudar as suas
pesquizas.
Ralla-llosa nio concluu essa leitura aera in-
terrompe-la algamas dez vezes. Lagrimas abra-
sadoras cahiam-lha pelas faces; e senta a vista
escapar-se-lbe pelas chigas do coragio. O no-
me da Genoveva, esse nome impregnado de urna
idea de horror, e ao mesmo tempo de xtasi e
arrebalameoto, vinha-lhe aos labios sem cessar
de eovolta com o nome do Sr. d'Asaonville ; e
qaerendo escapar desordena dos seus pensa-
mentos, recorra lembranga de Suzana, nico
asylo em que se podia refugiar a sua alma sof-
fredora.
Mas Suzana tambem nio estava perdida para
elle ? De todos os lados s va esperangas mal-
Sr. de Nancrais acenou-me para qae me aprox- I logradas. As flores da saa mocidade murchavam
masse.c Set lado, me disse elle. A' estas apenaa abertas, o na sua cuita existencia, que as
palavras tiquei perturbado, e bslbuciei ama res- balas iam terminar, somenle se Ihe antolbavam
posta sem sentido.c Paz I tomou elle. Nio te- dores fnebres, lulas esteris,
oho provss, e portaoto ns o farei passar por um Seja feiti a vontade de Deas I exclamou
cooselho de guerra : maa para tirar-lhe a vonta-1 elle cahindo de joelhoa.
do elles eativerem reunidos com aa armas I algibeira escreveu proasa algasnaa palavraa n u-
ensarllhadas. forma-loi-hel n'um circulo, e lhesI ma hra de papel. Quando concluu aproxmou-
direi algumaa palavraa, como eataa por exem-lsada janella da grade qua dava para o pateo.
po: Camsradas, ali dentro esta um bravo aar- Um capador andar por alu-
de de cahir n'outra.vou manda-lo recolher sa-
la da policia, e ahi se ha de conservar por tres
das. Se nio fosse um bom soldado saberia ago-
ra que gosto tem a chibis. Tome l isto, e
meia volta direits. o Sahl completamente ator-
doado, a aocontrei logo da parte de tora tres ar-
tilheiros para escoltarem-me. Pelo caminho exa-
minei o que o capitio me havia dado : era urna
bolsa com um doze lunes. A prisao e dinbeiro
ao mesmo tempo I Nao posso comprehender is-
to 1 O sargento que me sabstiluiu no commando
da guarda permittiu qae eu entrassa aqui por al-
guna instantes Qae aventara !
Nio ae afflija : talve que foiiemoe mal
cedidos.
E orou.
Os primeiros claroes do dia, dourando o cimo
da colimas, encontraram Bella-Rosa a escrever.
Tinha de si algumas cartas dirigidas Sr. d'AI-
bergotli, Claudina, aea pae Gullherme Gri-
nedal, Cornelio Hoghart, Sra. de Chateaefoit,
e ao Sr. de Nancrais. Mais tranquillo o socega-
do atirou-se ento no sea daro leito esperando s
hora do conselho de guerra.
A'a nove horas da manhia um piquete de ca-
padores parou porta da prisao. Um official
com a espada desembainhada adiantou-se para o
limlar, e ordenou a Bella-Rosa que o segulssa.
Cinco minuloa depois o prisioneiro entrava na
sala do conieiho, que ara presidido pelo msjor
do regiment. O Sr. de Nancrais estava sentado
direita do major. A sua phisiooomia pareca
calma ; estiva somente muito paludo. N'uroa
mesa pequea e defronte do msjor achava-se
sentado o eacrivio.
O piquete collocou-se em frents do tribunal
postado n'uraa especie de estrado, e Bella-Rosa
conservou-se de p, um pouco retirado para a
trente O fundo da ssla era oceupado por curio-
sos, entre 01 quaea notava-se grande numero de
aoldados.
A' chegada do sargento houve extrordinario
movimento na multido, que auccedeu imoie-
diatamente um profundo silencio.
O escrivao procedeu leitura do auto da seca-
saco, do qual resaltava qua o sargento Bella-
Rosa, depois de ter gravemente ferido a seu te-
nante, se tornara culpado do crime de desergo.
Depois da leitura o major paasou ao interrogato-
rio do ru.
Como se chama?
Jacques Grinedal, sargento na companhia
do Sr. deNancrais.
Ao seu nome o capito estremeceu ; e conser-
vou-se durante o reato do interrogatorio com a
eabega entre as mos.
Que elade tem ? replicou o presidente.
Viole e tres annos.
Depois de haver o escrivio consignado estas
respostas no processo verbal, foi o rea pergaota-
do se era verdade ter elle ferido com duas esto-
cadas a sea lente, o cavalleiro de Villebrais,
n'um lugar proxiao de Neuilly ?
Bella-Rosa respondeu afBrmativamenle ; mas,
para justificar a sua honra de soldado, pediu ao
tribunal permissio de defender-se, e sendo-lhe
asta concedida pelo raijor, narrou a scena em
eonsequencia da qaal Uvera lugar o duollo.
Esta declaragao foi ouvida 110 meio de grande
silencio : concluida ella, vivo rumor percornu
toda a assembla.
O povo absolva o soldado I
O major levanlou d\ sobre a mesa um masso
de papis
Acooftssio do aecusado, disse elle, est de
accordo com as deelarages escripias e assigoa-
das que foram remeltidas de Pars. Urna provm
do boleeiro que conduzia o sargento e sua Ir-
mas, a oulra de um fidalgo irlaodez por nome
Cornelio Uogbart, que foi testemunha do duello.
Ambas ellas, tendo aldo transmitidas ao Sr. de
Villebrais, nao foram por elle desmentidas; e
sentimos que nao esteja agora presenta.
Depois de ouvidos os fados, o conselho de
guerra, considerando a aegio de Bella-Rosa co-
mo um caso da legitima defasa, julgou de ne-
nhum effeilo a aecusagio do allantado contra a
pessoa de um official.
Ficava s prevaleceado o crime de desergio.
Depois do seu duello com o tenenta de Vil-
labris, replicou o major, por qae nio voltoa lo-
go Laon onde ae acbava a sua companhia?
Foi ests a mioha intengo ; porm am in-
cidente impediu-me de executa-la.
Alguma ferlda talvez ?
Sim, Sr. major.
Mas devia ter escripto declarando isso mes-
mo, s pr-se logo caminho depoia de curado.
E' verdade.
Igoorava que Qcando ausente incorria no
crime de desergio ?
Sabia-o, e me considersva culpado.
Tem mais algum esdarecimento a dar nos,
que justifique a sua ausencia ?
Bella-Rosa abanou a eabega.
O major trocoa algumas palavras com os mem-
bros do conseibo ; voltando-se depois para o
sargento, pergantOK-lhe se liaba alguma cousa
a accrescentar em sua defesa ; e, respondeodo
elle negativamente, deu ordem para que o recon-
duzissem priso.
O piquete relirou-se escollando o aecusado, a
sala ficou visia, e o conselho entrou em deli-
berarlo.
L por volti da tarde o sargento da guarda
abra a porta da priso.
Em p, camarade, e siga-me, disse elle.
Para onde me conduz .' perguntoa Bella-
Rosa.
Pois nao sabe Para um lagar sonde se nao
vae mais do que urna vez.
Para a priso do prebostado ?
O sargento fez com a eabega um sigoal-affl--
mativo.
Bam, replicou Bella-Rosa ; comprahendo.
Qaalro artilheiros o cooduzirtm priso do
prebostado que nao era o mesmo edificio. Essa
priso consista n'uma sala abobadada, pequea,
ealreita, onde peoetrava a claridade do dia por
duas trapeiraa guarnecidas de fortes vares d>a
ferro. Ums cama pobre e miseravel achava-so
ali um canto, um banco encostado psrede, o
um Cbrislo de madeira suspenso bem defronte
da porta. Era ura lugar sombro, hmido o fro,
quasi semelhante entrada de um aepulchro.
O preboste do regiment recebe Bella-Rosa,
cujo oeme levou ao registro da prisao. Poacos
momentos depois chegou o sjudaote-mr acom-
panhado do escrivio do conselho, o qual tinhe
um papel na mo. Bella-Rosa descobriu-ae _
os soldados apresentaram as armas.
Accenderam-se as vellss collocadaa em aran-
delas de ferro presas parede ; e claridad"
averiielhada que fazia acintllar a espada desem-
bainhada do ajulaiile-mr, e sobresahir os bigo-
des dos soldados, o escrivao leu a aentenga do
cooselho de guerra, que era pouco maia oa me-
nos concebida neste sentido :
a Jacques Giiuedal, por appallido Bella-Roas,
ex-sargento da companhia do Sr. de Nancrais no
corpo (j'artilbaris, convencido do crim de de-
sergo, era condemnado morte pelo conselho
de guerra reunido na cidade de Cambui, de>
cooformidade com as ordenanzas militares.
Depois da leitura o escrivio perguatoa a Bo!
la-Rosa se nada lioha a declarar.. ...
Nada, aenbor ; desejava somante uber o
genero de morte qae rae reservoa o conselho?
O conselho, sprecisndo a saa boa condacta
e antecedentes, decida qae fosse fusilado em
ves e sereoforcado.
Tenha a hondada de agradecer ao, conselho
da minha parte. Permittindo-me na acabar da
morte infamante, outorga-me a unies grsga qee
eu ambicionava. Quando leri lugar a zacugio '
Amanha, s onze horas do dia.
Estarei prompto, senhor.
Se proessa a nossa sania religio, ha ce
querer aem duvida um confessor. aiim de pra^ia-
rar-se paraaubir preserva de Deas no momen-
to de deixat os homens.
Estiva para fazer-lbe esle pedido.
O escrivio ez um sigoal ao preboste qse saiu,
e voltou passadoa dei nnuutos acompanbado de
um eacerdote.
Todos ae reliraram, e, fechada a porta de pri-
so, Bella-Bosa achou-se s com o ministro da
Deus.
[Continuar-se-ha.)
PEUNAaiBUCCy-TYP.DX M, F. DEF, & FILBO.


I
i.-


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I

i
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