Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09620


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Full Text
AIIO HIV1I1. IDIEIO ]I3
Nr tnt mezes adlaiuados fi|00o
rtrtreiaeze vencdoi 6|000
TEac rnii i6 u setembro di mi
e>
Nraiae i lian la d 4 $000
Ftrte fraic* para t iibscrljtor
K?CARRBGiDOS DA SUBSCRIPCA.O' DO ISORTE.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexaodrioo de Li-
na ; Natal, o Sr. Antonia Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. da L*>mos Braga ; Cesr o Sr.
3. Jota de Oliveira : M'nnho, o Sr. Joaquim
Marques Rodriguee ; Para, Mauoel Pioheiro &
C; Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
DIMO DE PERIVAMBICO.


ENCARRBGADOS DA SUBCRIPCAO' DO SOL.
Alagas, o Sr. CtaodioolFalco Diaa; Babia,
o Sr. Jos Miriins Airea ; Rio da Janeiro, o S'.
Joao Peralra Minios.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todoa oa dita as 9 % horas do dia.
Iguarassu, Goianna, e Parabyba oas seguodas
e sextas-eiras.
S. Aoto, Bexerroa, Bonito. Caruar, Allioho
a baraohaoa oas tergs-feiras.
Pao d'Alho, Nexareth. Limoero, B-ejo, Pes-
quera, Iugexeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oericury Exu oas quartasfeira.
Cabo. Seriohem, Rio Formoao Uoa, Barrelroa
Agua-Preta, Pireentejras a Natal quintaa-feiraa.
(Todoa os correioa partem s 10 horas da macha)
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO.
7 La chaia aa 5 horas e 16 minutos da tarde.
15 Qaarlo minguaote a 1 hora a 21 minutos da
| tarde.
23 La ora as 8 horas e 16 minutos da maohaa.
30 Quarto crescente a 1 hora e 28 minutos da
larde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas a 6 minuto* da manhia.
bagando aa 10 horas e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS,
Para O sul ai Alagoas 5 a 20; para o norte
at a GraDja 14 e 29 da cada mez.
PARTIPA DOS OMMBVS.
Para o Reclfe : do ppucoi s 6 1,9, 7, 7 112,8
e 8 1|2 da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da i.; de
Jaboatao 6 |2 da ro.; do Caxang e Yarzea
a 7 da m.; a Bemfica a 8 da m.
Do Recife: para o Apipucot s 3 1|2. 4, 4 1|4.
4 1(3, 5.,511*. 5f[ e 6 da t ; para Olinda 7
da m. e4 1(2 da t.; para Jaboato a4 da t para
o Caxang a Varzeait 4 lj da t.; para Bemfica
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commereio: segoodaeo quintal.
Rularlo tergaa o aabbadoas 10 hora.
Fazeoda : quintas s 10 horas.
Juixo do commereio : aegundaa ao meio da.
Dito da orphoe: tergaa a aaxtaa s 10 horas.
Primeira rara do ciral: tercie e aextaa ao meio
dia.
Segunda rara do cirel: quartaa e sabbadoa a 1
hora da tarde.
MRTE OFFICIIL
i DIAS DA SEMANA.
15 Stgunda. S. Domingos era Suriano.
IR Terge. S. Coroelio Cypriauo mm.
H"'!'- cA,,Ch"/'' e S" ''"seo de Assis.
18 (Juiota. S. Jos de Ceperlino f.
19 Sezta. S. Januario b. m.; &. Constanca.
20 Sabbado. S Eustaquio m.; Glicerio'b'
21 Djmiogo. Peata da Nossa Seahora daa Dsrea.
I ASSIUNA SE
Ino Reclfe, em a livraria da praga ala Indepen-
dencia ds. 6 8. dos propietarios Maaeei Figuei-
Iroa de Farta & Filho.
Ministerio do imperio.
Rio de Janeiro.Secretaria da eatado do ne-
gocios do imperio, em 26 de agoato de 1862.
Im'A E.*n>. Sr.-H.endo. por ordem. qua re-
cebi de V. Exc, examioeo aa obraa que o pre-
leito dos misionarios Barbadnhoa lem (ello nos
terrenos sdjaceotes ao hospicio dos meamoa mis-
alonarlos, estabelecido na antiga igreja de S. Se-
Daattio do morro do Cstello, adra de infamar a
*. Exc. aobre aa questoes que ltimamente se
tem levantado contra o dito prefeito, quer em ar-
tigos de peridico, quer em alio, cumpre-me
m resultado communicar a V. Exc. o segainte
orn referencia aos documento anoexoa
Tundo o goveroo reaoWldo eoaredar aquella
igreja para hiapicio dos referidos miaaionarioa,
e o terreno a ella adjacente para cerca do meamo
hospicio e accommodages doa religiosos por
also do ministerio da jusiiga de 11 da agosto de
1842 assim oi comrounicado ao ministerio da fa-
zenda para se verificar a conceeso de terreno
que era e eontin ser proprio nacional [ do-
cumento o. 1).
Era 16 do dito mez a anno o ministerio da fa-
xenda deu ordem recebedoria do muoicipio pa-
ra que foaso medir o terreno concedido, de ac-
eordo com o prefeito doa miasiooirios (locumen-
n. I) ; e em 18 anda do mesmo mex e aooo
ai fez entrega so prefeito da igreja o lerreno,
atndo eate medido a demarcado por um enge-
nheiro que lerantoa a raipectira planta ( docu-
mento n. 3). r '
Com e*(a documento rsquereu o prefeito li-
n(;a a Illma. cmara oiunicip.l para levantar o
muro que fecha a cerca do hospicio, com urna
porta oos fundos ; e etta licenQt lhe foiconcedl-
ds em 10 de outubra de 1860 ( documento n. 4 ).
O pref^it), obsrvenlo o alinhamaoto que lbe
dra a lllm. cmara, pelos trPS marcos mencio-
nados no citado documento n. 3. nao s nao com-
prehendeu U renos que lhe nao fossem conce-
dido, como anda deixou para uso do publico
urna porgan ao lado esqerdo da igreja, na ex
tensao de 103 palmo de largura na rMCie do
3 marco, dimiouiodo progressiameoie at en-
contrar o 1* marco, como se ve da meliciofeiti
pelo engenheiro, que por ordem de V. xc. me
acomyauhou oaquelle exame, constiole do 3o
do officlo jar.t i aob u. 5 ; e nos fundos resrou
um espago de 150 palmo eot e o muro dacerc
e o do laboratorio, para aervidio doa predioa edi-
beados entra esaea dous muros, a no prolooga-
mento do que aegue pelo lado dirailo da igreja
(citado offlcio j 2). '
E' porttoto inexacto que houvesse usurpa;ao
de terrenos e de servido publica com o levanti-
niert) do muro da cerca do hospicio.
Nao llmiUi o mu.exame s este ponto ; ver:-
iioei timbeni a contruccao que se asta fizando
na frenH da igreja para fechar o adro dola e o
muro do lado cireito que o prefeilo pretenlia re
edincar, e que foi embargado.
Segando se v do j citado officio no S Io. o
terrtoo dtfixado pa.a servtJao doa predios fron-
' iros ao adro da igreja lera 23 palmos de largu-
ra om urna daa extremldadea, tem 15 oa outra
conforme o alinhamonlo dado pela Iilma. cmara
mwnicioal era 30 da maio deste anno (docamenlo
n. 6). Tambem ne?t lugar nao houve usurpacao
de terrenos oa servuo publica.
No mesmo offiio, 4*, se trata do muro em-
bargado. Etfstia de looga dta um muro que fe
chiva o terreno situado ao lado direlto ds igreja,
qae, parece, lervio de cemiterio, ou pra depo-
st> de ossos qua anda l exiu-m, o qual tem
13 palmos da largura e fies sobraocoiro a um ter
reno particular. Teodo cahtdo parle deste muro
ni extrtnsao de 28 palmos, o prefeito tratoa de
o reediQcar aobre os amigos alicerces. Joao
Francisco Schtnitt porm. ambargou esta obra.
Job fundamento de que se estaam demoliodo o
muros de saa chcara, como se v do documento
n. 7. Esta accSo pende no juixo municipal da 3"
van, cuja deciso ae eipera.
E' quaoto teoho de informar, aguardando as
ordena de V. Ext.
Deesguirde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. mar-
Q'4x de Olinda, presdanla do coiuelho de mi-
n.stro8 e secretario deealadodos negocios do im-
perio. Jos Bonifacio Nascenies de Axambuja,
mrector geral interino.
Ministerio da Agricultura, com-
mereio e obras publicas.
Decreto n. 2.956 de 3 de setembro de 1862.
Concedo a Cirios Luiz Cambroone, director da
emprexa para o lervico do esgoto da? aguas
sarvidas e asseio publico da cidade do Recita
da provincia de Pernambuco, eocao por tem-
po de trila annos, dos direito "de exporta-I
tar.o do estruma preparado pala referida em-
prea.
Attendendo ao que me representou Carlos Luix
Cambruone, director da empreza para o aervico
do esgoto das aguas aervidas e aaseio publico da
cidade do Recife da provincia de Peroambuco,
hei por beni conceder-lhe, por lempo de triota
annos, que serao contados do dis em que para
aemelhaote llm celebrou o seu contrato com a
reipecliva presidenci, iseojo dos direitos de
exportacao, para qualquer parle do Imperio, ou
para a Europa do aatrume preparado pela referi-
da emprexa, e que nao poder aer empregado as
torras da meama provincia ; ficando eaaa con-
cestao dependente da approvaco do poder le-
gislativo.
Joao Los Vieira Caoaansao de Sioimb, do meu
coselho, senador do Imperio, ministro e secre-
tsrio da estado dos negocio da agricultura, com-
mereio a obrts publicas, asslm o leona entendi-
do e faga executar.
Palacio do Rio de Janeiro, am 3 de setembro
de 1862, qaadragesaiiDo primeiro da independen-
cia e do Imperio. Com a rubrica de S. M. o
Imperador.Joao Los Vieira Caosansio de 81-
uimD.
Rio de Janeiro, em 2 de aelembro de 1862.
Illm. a Exm. Sr. A commisso incumbida de
examinar o estado actual o o theatro lyrico tem a
honra du offerecer a considerago de V. Exc. o
seguinie parecer.
Procedeodo acommiaaao o exame reconhecou
que actualmente o theatro, acha-ae naa meamas
circamsiancias em que estava em465, depois
que fjram exacaladas aa obras de aaguranga jul-
gada eolo convenientes.
A commisso eotendeo acertado oavir tambam
oa doua peritoa que leem sido annaalmeole en-
carregadua de examinar o theatro por parte da
polica, os quaes declararan), como se v do pa-
recer incluao, que o edificio em queato cooser-
va-aa naameamaa circumataociaa em quasempra
o encootraram por occaaio dos exames, e que
nenhuma razo nova occorre para que se poasa
recatar de aua seguraoca.
A commisso confiando maito as obras que
foram execuiedas em .1854 para aeguraoQa do
meamo theatro, mxime porque se acbam intac-
tas, julga ao haver dotos motivos para temer-
se de aua estabilidade.
Releva, porm, declarar V. Exc. que anda
se pode reforcar o madeiramenio augmentando o
oumero das eacoras que o apoia nos gigante, re-
poussndo as novas escoras em urna madre aaseo
tada aobre os pilare extremos j ligados a oli-
dos gigantes.
Cumpre a commisso ponderar qie toda aa
obraa que team aido feitas para a seguranza do
theatro nao lhe podero dar as condiedes normses
qua devana ter um edificio desta ordem conairul-
d j leat notareii erroi de arte, comu a eite scoa-
V" e q"e' Prt,n,o. H se quixer dar a ete
edicio o carcter de permanencia [oorque tenh
de adiar-se a coostraego da um outro] poder-
se-h faxer urna nova cobtrtura oa levar-ae a
existente s coodicoss em qe deveria ter aido
dipota quaodo foi construida, aflm da remover
os receio, bem ou mal fundados, que possam de
futuro apparecer, executaodo-ae destes dous ex-
pedientes aquello qe (r julgado melhor em re-
lacao a deapexa e ao tempo de exacaco.
Daoa guarde V. ExcIllm. e Eira. Sr. con-
selbeiro Joao Lias Vieira Caosanso de Sioimb.
ministro e secretario de estado dos negocios de
obras poblicaa.Antonio Joaquim da Souza.
Maooel da Frias Vasconcellos.Jos Antonia da
ronseca Lesss.
Os abaizo assigoados, mestras de obrss jura-
mentados, teodo sido convidadoa pela commisso
de engenheiros incumbida de examinar o estado
de aeguran;a do theatro lyrico, declararam. ten
do procedido a rlgoroao exame, que o eatado dos
Pilares, glgsntes, paredes, arcos e madeirameoto
do mesme theatro acham-se oaa mesmisaimas
(lrcumstancias am que leem encontrado, oas oif-
ferentes occasies em que vieram, as vlstorias
a que procederam por ordem da polica, com as-
sistencia do Sr. delegado de polica.
Era vista do qua declaram qoe, depois das obraa
lenas em lo5(, a no estado presente do edificio,
nenhuma raxao existe para que nem de leve se
lema da seguranza do theatro.
Rio de Janeiro, 3 de aetembro de 1862.
Jos Maria da Trindade.Antonio de Paula da
Miva.
Il,ffl- Exm. Sr.Temos a honra de infor-
mar V. Exc. qoe, aegundo as ordens qua nos
loram hontem eommunicadas por V. Exc, pas-
samos a fazer um exame cuidadoso do edificio
do theatro lyrieo, observando especialmente a-
quellaa partea da construyan sobre cuja seguran-
?a se nos disse haver algumaa duvida.
Resulta do exame que oa nossa opinlo nao
ha nada no estado actual do edificio para amea-
Qar perigo ou para toroar improprio o seu em-
prego
a Comtodo.julgamos naeessario accreacentar
que ser conveniente faxer-se na prxima eata?o
secca alguna eoncertos, tanto no teclo como nos'
alicorees. Somos, de V. Exc, criados multo ha-
mildas.
Illm. e Exm. Sr: conselheiro Joo Lina Viei-
ra Canaanso de Sioimb, ministro e secretario
de estado dos negocios da agricultura, commer-
eio e obras publicas. Charles Neate.R. Ln-
cir. v
Consalado geral do Brasil.Liverpool em 7 de
julho de 186.-N. 1.Illm. e Exm. Sr. O mo-
vlmento coromercial enire o imuerio e eate palz,
durante o trimestre pastado, participa, na expor-
tado, do abatimento geral que a iofelix guerra
civil dos Estados-Uoidoa da America do Norte
faz sentir o mundo inteiro. A falta de algodo
para as fabricas de Laocasbire tem feiio subir os
prego das manufacturas deste genero em Man-
chester, e os altos precos destaa fazem diminuir
aa exporia^oa* par* o imperio. N*ie moz do ao
no pinado a.,atia em Liverpool 1,108,800cac-
ea de algodo, presentemente exisiem somonte
18',49D, que nao chegarn para 30 diaa do conaa-
mo ordioario das fabjicas. Grande o cuidado
que este estado dai cousas causa, por tocar a
existencia de alguna o.OOO.OO de pessoaa no Rei-
no-Unido. Tem ae feilo os possiveis esforcos pa-
ra animar a cultura do algodo na India, naa An-
tilhas, na Austraulia e na frica, e sem duvida
com o tempo, favoraveis resultados apparecern.
Oevemos esperar que o imperio participar naa
vaotagens que esta grande falla de algodo olfa-
rece a seas cultivadores.
Ao mesmo tempo qaa as exporlaces para o
imperio lera diminuido, o valor daa importaros
do imperio lm augmentado.
O algodo do Brasil, que ha am anno valia 10,
vale agora 17 pooea por libra, e a quaolidade im-
portada durante os doze mezes paseados excedo
a dos doze mexes anteriores por 50,000 saccas. O
caf, que ha um anno valia 55, agora vale 65
ahelios por quintal.
Oj pregos do aaaucar tm cahido 21 por quin-
tal, porm a quaolidade importada quasi do-
brada do anno anterior, como Y. Exc. ver pe-
los pregos correotes dcsta pra;a, que junto re-
mello.
I-.' satisfactorio ver a crescente importancia que
toma neste paiz o commereio brasileiro. 0 mez
passado vio estabelecer-se em Londres O Loo-
don & Brasllian Bank com um capital de
& 1,000,000, cujo prospecto vai Incluso a V. Exc,
a oa agentes Srs. Saunders & Tennant aeguem
neste paquete para se estabelecer no Rio de Ja-
neiro.
E' o que teoho a honra de levar ao conheci-
menlo de V. Exc, a quem Deus guarde.Illm. e
Exm. Sr. Maooel Felizardo da Souza e Mello,
ministro a secretario de estado dos negocios ds
agricultura, commereio e obras publicas. John
I'ascoe Grenfell.
OOVERNODAPROYIKCIA.
Expediente do da 1S de setembro
de 1862
Officio ao brigadeiro commaodante das armas.
Pode V. Exc. na coDformidade do decreto e re-
glamento do 28 de aetembro de 1859, mandar
passar escusa do servico ao soldado da companhia
de cavallaria Manoel dos Santo Maqetdone, acei-
tando para o substituir o paisano Joaquim Ber-
nardo Solero, visto que foi julgado apto para isso
como V. Exc. iofownou em seu officlo n. 1,785 de
12 do correle.
Dito ao inspector da tbesourarla de f-z^n la.
Transmiti V. S. para oa convenientea exames
a inclusa copla da acta do cooselho administra-
tivo, datada de 5 do correte.
Dito ao inspector da thesoararis provincial.
Accuso recebido o officio, em que V. S. me psr-
ticipoo haver o baro do Livrameoto arrematado
a obra do caoo de etgoto da pra? do Chafarlz no
bairro do Recife com o abale de 3 oo prego do
reapeclivo orgameoto e com anga em suas pro-
piedades e em resposta tenho a dizer qae appro-
vo essa arrematago.
Dito ao capitu do porto.Fago apresentar
V. S. os recratas de marioha Jos Eustsquio da
Silva, Joao Francisco dos Saotos, Jos Cardoso
de Araujo, Estevo Joa de Sani'Aooa e Aotonlo
Joa dos Santos, para terem o cooveoieote desti-
no depois de inspeccionados.Commuoicou-ie
ao chee de polica.
Dito ao director do arsenal de guerra.Minde
V. S. concertar o relogio de parede da aecrelaria
do coramaodaote dssarmas, como este requisitoa
em offio de 11 do correte a. 1,734.
Dito ao lospector do arsenal de marinha.__
Respoodeodo ao officio n. 303, desta data no qual
V. S. me participa qoe apparecersm doua con-
currite, o baro do Livramento e Jos Augusto
de Araujo, para contratar a obra da 40 bragaa de
cae do norte em cootiouago ao que se acha
feito. propoodo-sa o primeiro a fazer cada braga
por 7009, e o aagundo por 60#, aendo ornamen-
to do engenheiro de 805#200, teoho a declarar
V. S. que deve preferir por aer mais favoravel
feaenda, a proposta do dito Jos Augusto de Arau-
jo ; cumpriodo que V. Exc. effactue o respectivo
contrato, do qual, enviara copia thesouraria da
faxeoda, com as coodigoes menctooadaa do re-
ferido officlo.
Dito ao commaodante superior da guarda na-
cional de Santo Aoto.Picando ioteirado pelo
aeu officio o. 3 do 4 do correle de achar-se im-
pedido o chele de eatado-maior da guarda nacio-
nal aob seu commando superior, Jos Cavalceoti
l'errai de Ata vedo, tenho a dicer-lho em resposta
que deve elle aer substituido interinamente pelo
mala amigo doa coronis commandantes doa bata-
Ihoes n. 24 e 55 de infantaria da guarda naeional
do muoicipio da Eacada, na forma do att. 7 do
decreto n. 1,35* de 6 de abril de 1854.
Dito ao commaodaote superior do Rio Formoso.
Era resposta ao officio de V. S. de 6 deste mea.
remetic-lhe copia da informarlo ministrada pela
contador! da theiourarn do faiende, pela qual
ver V. S. o modo porque tem aido effeiluado o
pagamento dos vencimeatos dos guardas oscio-
naea destacados no districto de Duas Barras, e
cujos servigos foram dispeossdos por officio desta
presidencia V. S dirigido em 3 deste mesmo
mea.
Diro ao cooselho de compras navaes.Auloriso
o cooselho de compra navaes a promover nos ter-
mos dos arla. 9 a 11 do reg. de 20 de fevorelro de
IBM, a compra dos objeclos ooeociooados em sea
odelo de 11 do correte, visto que sao necessa-
nos para provimento do almoxarifado do aratnal
de marioha como se decan em dito officio.
Portara.O preaidente da provincia teodo em
vista o que requerea Alexaodrino Martins Correia
Barros, airemataote de 450 bragas de empedra-
meoto na estrada da Victoria, e bem assim o que a
aserespeito informou o director loterioo d re-
partigao daa obraa publicas em officio de 23 de
agoato ultimo aoo n. 190 resoWe conceder-lhe para
concluso das obras do seu contrato o prz> Im-
prorogavel de 2 mezes a contar daquella data.
Dita.Os Srs. Srs. agentes da companhix bra-
sileira de paquetea a vapor mandara dar trans-
porte para o Caar, por coota do ministerio da
guerra no vapor que ae espera do aul ao desertor
docorpo de guarnigo daquella provincia, Fran-
cisco Antonio da Silva.Communlcou-se so com-
maodaote daa armas.
Dita.Os Sr. agentes da compaohii brasileira
de paquetes a vapor maodem dar transporte para
a corte por coot do mioisteno da guerra no pri-
meiro vapor que passar do norte aos dez recrutas
doexercito, cajos nomes constam da inclusa re-
legao.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
as Paquetee a vapor mandem dar transporte para
a Baha por tonia do ministerio da guerra no va-
por locantins que se espera do noite as 11 pr-
gas da pret, cujos nomes constam da rslaco
junta.
Expediente do secretario do
__ overao.
uincio ao commaodante do corpo de polica. -
S. Exc o Sr. preaidente da provincia manda de-
clarar V. S. que ficoa inteirado de haver o sol-
dado da secgo volante do corpo sob seu com-
manlo Maooel Joaquim da Costa floalisado o seu
engajamento e contrahido novo, depois de julga-
do para laso apto:
mEmoR
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Pars 4 de agosto de I86S.
Toda a gravidade da aituagao europea reeume-
se presentemente na nova phase da revolelo
italiana promovida pelo rompmento que ae aca-
ba de declarar entre o ministerio Kaltazzi e ari-
baldi, rompmento que o Sr. de Cavour teria sa-
bido evitar a todo o traDse.
Dasse facto j consumado s podem resollar
desgrsgas para a peoioaula ; a derrota de Garibel-
di importar n'am desenvolvimento do unitaris-
mo mazziniamo : o sea trlumpho influir sobre a
poltica fraeceza em proporges incaleulaveis.
S poia com aociedade que se esperam os scon
tecimentos.
Antea porm de fllennos da poltica franceza
na It.ta, fallemoa do que ella lem eido no inte-
rior.
Nestes lempos em qae o paiz, forga de man-
ter-se sempre alerta, tem-ae tornado em ludo e
por ludo estraDho ao espirito e pratica da liber-
dade civil, urna felicidade poder-ae assigoalar o
comego de umeaforgo para acabar-se com essa
senda pernitiosa, isto a promessa de reforma
oi organisagao d instrucgfio publica, e na univer-
sidade. Sj na Franga eatabelecer-se solidameote
osystem de liberdade em qualquer ponto, car-
io qua elle ae estender, e ganhar lerreno.
A diatrlbaigo do premios do grande concur-
so da aniveraidade forneceu so Sr. Rolaod, mi-
nistro da instruego publica, occasio para an-
nunciar modificagoes importantes, oa organisa-
gao,eoque anda mais necessario e mais dif
eil de reaiisar-seno espirito da mesma uni-
versidsde.
As sociedades modernas lutsm aioda com a solu-
gao de um problema, isto conciliar o.ensioo
iliterario, que encerra aa tradicgoes da civilisagio
com o ensioo scienlifico, reclamado pelos desen-
volvimeotos da industria.
Esaa conciliago foi tentada desde 1852 me-
diante um falso systema que nao tem conseguido
crear verdadelro eosioo proessiooal. O minis-
tro parece disposto a orgaoisar com mais desen-
volvimento na escola o eosino secundario frao-
cer, fundar com o auxilio do oslado e das cidades
coliegiosiodustjiaes especiaes, e finalmente para
completar ease systema de insttuigoesestabe-
lecer algumaa eacolas superiores ae ensino de
economa poltica.
Semelhantea modificagoes correspoodem a ne-
cessidad*s incontestaveis, com tanto porm que
se ettabelega um vinculo entre os dous ensinos
Iliterario o industrial.
O Sr. Roland maoifestou igualmente aa melho-
rea iolencoes para a introducto de maior espoo-
taoeidade o luiciativa por parle do profesor e do
alumno no ensino lilterario. Resta saber se o
projecto realisavel em pouco espaco de tempo
a vista dos aotigos hbitos que nos dominara.
A imprenaa conta com um novo jornal intitu-
lado A Franca, redigido por urna commiaao de
seoadores, cooselheiros de estado, membros ds
alia admlniatrago, e dirigido pelo Sr. vjscoude
de Oueronniere.
Na poca actual a apparigo de um jornal novo
nao destruida de importancia real, ae bem que
a autonsagao do governo d a ease de que falla-
mos urna apparencia semi-offlcial, pon ella nao
poderla aer obtida seno por amigoa experimen-
tados, entre os quses occapa o primeiro lugar e
de principal redactor o autor geralmeole cooneci-
do de tantas brocharaa qae nao repercatido em
toda a parte, como O Papa e o Cooejresso ele
alas vede que aiogularldade I os joroaes officio -
sosPaine. CoMttucione e Payt-comegaram
logo a contrariar aa primeiras aaserges do novo
jornal. Dr-se-ha o caao de que o Sr. de Gue-
ronniere esteja meaos aatorieado, e meooa iufor-
madodoque se auppe? Ou aero eoto essas
cootrsdicgas o efleito de mera rivalidade e ci-
me auseitado pela Franca entre os veteranos da
imprensa officioaa?
O caso nao eal bem esclarecido; entretanto
essa duvida que paira aobre a apparigo do oovo
orgao lhe tem tirado parle de aaa importancia.
Como quer qae seja, na nossa qaalidada de sim-
ples noticiadorno devemoadeixar de mencionar
o programma do Sr.de Gueroooiere.
Esse programma oi inteiramente" bascado no
estado da poltica ioterior e exterior do nosao
palz. o nobre viscoode emende que ae procura
falsificar o carcter e a mlsso do goveroo impe-
rial. Combate as vistss daqaelles que ssudam
no imperio a alliaoga do despotismo e da rev0-
luegao, da democracia e da dictadura. Declara-
se contra a ideie do cesarismo, que deoomina o
despotismo eneoberto pela grsadeza militar. A
40(.pcao das institaicoi, que nsie caso regi-
rlam a Frange, oppoe ella urna outra coacepgo
a do imperio conservador e liberal.
A seu ver a misso do goveroo deve reduzir-
18 ~"a !,oacilUr auioridade do soberano com
o poder das cmaras. Todas aa soostitugoes, que
se bao saccedido na Fraoga depois da revolugo,
leem fallado a easa mi.sao. Ascam.r.a de pri-
me:^, imperio nao passaram de una fiego : 0
poder parlamentar espargio no paix um grande
onlho, zeas nao teve aenso poltico. >
a Duas coassa ha, continua o senador publi-
cista q.e sao igualmeote impoasivets : a auto-
ridad* abaoluta do aoberaoo, e o poder Ilimita-
do dss esmaras. A primeira o deapeliamo ; a
seguoda a anarchia. Mas s.Fraoga, que nao quer
cahir n urna nem em outra cousa, aspira a um e-
quilibrio, qae pode asaim exprimir-se : A auio-
ridade do soberano e o direlto de fisealisseo que
leem as cmaras.
O Sr. de Gueroooiere termina appellaodo para
os inleresses conservadores, e para aaclasses ins-
truidas, cuje participago nos negocios pblicos
oece*saria pira contrabalangar a influencia da
democracia.
Tal o programma do jornalA Franca.
Infelizmente este jornal fica no terreno vago
das sbstrscgoes : e cabe mesmo perguntar-se aqu
ae elle nao accarreta comslgo urna boa dose de
ootradicgao, e se a conciliago nao replica na
preponderancia da auioridade, como queramos
cesanstas, ou da flacallsago legislativa, como
queram os partidarios de am liberalismo menos
tmida.
Nesle poni de vista da poltica ioterior do paiz
devemo aguardar que o novo joroal passe das
palavras obra, e ento saberemos o que elle
entende pela soberana submettida flscalisago
legislativa, e pela flscalisago submettida sobe-
rana.
Tr,t u0iuSr" G,eronniere na segunda parte do
seu trbalho da poltica exterior do imperio. Faz
fila 0ina pDtura magnifica, to magoiflea e
ideal ao meamo tempo, que val multo loDge da
realidade. Chega at mesmo a fallar do deseo
volvimento providencial.
Todsia recoohece que nem todas as questoes
se achara anda reguladas; duss especialmente
eperam a saa solugo, a saber: a queslo do
Oriente, e a queato da llalla.
Qeantoa primeira, jalga prxima a poca em
que a Europa ba de iotervir para a regular. Os
morticinios da Syria, as sublevagoes provocadas
na Servia, a lula empenhada em Montenegro-
ludo uto indica que a crise ae aproxima-
O escriptor de opioio que a Fraoga na resli-
sagao desses grandes inleresses deve separar-sa
da Inglaterra, a marchar de aceordo com a Rua-
aa.
Quinto segunda queato, aioda que elle ligue
graode importancia ao recoobesimento do reoo
da Italia pela Russia a pela Presta, d todava a
este tacto exlrenha sigmflcago. tosiste oaa re-
aervas de que foi elle rodeado. Proclama que
a Italia deve por necessidsde reouoclar para sem
pre ao peoaemento de ter a cidade de Roma por
capitel ; e exprime odeaejo de ver este aea mo-
do de atinar, o o eatado de couiaa delle prove-
nient. consagrados por um coogresso que dae
sus saueKo definitiva independencia oa Italia,
recoDbeCoodo igualmeote como um iotereaaa su-
perior e permaneute a necessidade de manter o
papa oa eoberaoia territorial, aflm de por a salvo
de todos oa locideotee humanes a sua soberana
eaptrilual e a liberdadeda coosciencls de duzen-
tos miibdes de caibolicoa.
Estranho argumento tirado da liberdade de
coosciencia I Singular cooaequencia que procla-
ma o fado de que fazer juatiga aoa romaoos fa-
zer violencia aos italianos 1
Ese anouncio de urna occuptgao indefinida de
Roma pelas tropas francezaa foi pouco acolhido
pelos oulros joroaes ; e a proposito desse n gor-
dio da queslo italiana aguardavam tolas as pa-
lavrss olflcia.s do dia 15 do correte. Mas o dia
lo passou-se sem que fosse algum discurso pro-
nunciado pelo imperador como resposta s feli-
citagoea do corpo diplomtico.
Todava um artigo do Conifucionef animou a
speranga daquelleaque desejam ver o goveroo
fraocez lomar um partido decuivo, e conclu em
Roma o edificio, cajas bsses foram por elle mes-
mo asseotadaa em Magenta e Solferino.
E' evidente qua ba alli algama couss a fazer-
se ; ess abiolutameote necessario qua a Italia
se eleve uoidade pouco a poaco, e gradualmen-
te, tima guarnigo mixta, isto franco-italiana
correspondera lalvez s exigencias da situtgo :
e essa nova guarnigo poder-ae-hia prolongar at
o definitiva regulameoto das reiages do papado
com o governo italiano, e com a generalidale dos
caiholico.
O Sr. Rattazzi deve renunciar a esperanga de
ver a diplomacia reconhecida conferir-lhe a ci-
dade de Roma por prego de aua aebedorla. A di-
plomacia nao tem desses reconhecimenlos, enem
conhece estes accessos de generosidade, a menos
que prevalega um interesse argente, ou perigo
immioente.
A cousas torosm-se maito graves. A sitas-
gao de Raltaxzi 4 aada vez mais precaria vista
dos novos tactos, e aeges de Garibaldi. O gabi-
nete de Turintem dlante de al este torrivel di-
lemma : oa arrancar a diplomacia o consent
ment para qoe Roma seja capital da Italia, ou
reprimir com todaa as forgaa o partido da acgo
afim de que nao v adanle o movimento por elle
encelado.
Se o gabinete nao satisruer ou a urna ou a oa-
Ira deataa duas necessidades, eoto cumpre-lbe
retirar-se da gesto dos negocios.
Ors, a diplomacia s tem servido para sanc-
ciooaroa tactos coasumadoa ; eoa presente emer-
gencia cooserva-se maia que nunca naimmobili-
dade. A Franga que um mez antes poderia re-
tirar sais tropas de Rima, deixaodo o problema
resolver-se por si meamo, agera nao o pode fazer
sob peoa de parecer dobrar-se a urna prssso
loadmissivel.
E Garibaldi, indo sempre avante apesar das
proclamsgoas de Tarn, estabeleceu-se om Caa-
nla para o'ahi seguir por mar e desemosrear ig
oora-se aioda em que ponto do littoral ponti-
fical.
A corda de Viitor Emmanuel eat aeriamente
arriscada entre esses dous escolbos ; e se a voz
de Garibaldi for prodoziolo ecos irresistiveis
anda mais critica aera a aituagao. J em Turio
nao igooram tudo is3o, e ae tem laogado mo de
meios enrgicos. O parlamenta italiano foi adiado
a Sicilia posta em estado de cerco soba direcgo
do general Cialdlni, a liberdade de imprenaa sus-
pensa, oa poderes civis e militares accumulados
oss pessoaa dos commaodnUa daa tropas em Pa-
lermo. Messios, e Syracese, fioalmente o com-
meodo da armada confiado ao almirante Per-
aaoo.
O mioisterio triumphar, e devemos todos fa-
zer votos psra que elle trlumpho : maso aeu tri-
"P"0. a.in.da aMlin ser ama nova desgraga.
Gribsldi a revolugo eocaroada ao servigo
da mooarcbia cooatituciooal, a repoblica que
ada as suas espenogas sacrificando-as por ora
um fim superior, a urna queato de forma go-
veroameotal.
Succumbiodo elle, appirecer Maxzini e o ra-
dicalismo revoluciooario. Triumphando elle, te-
remos o rompmento da alliaoga fraocexa, oa ao-
tea a oceupago de toda a Italia palas armas
ds Frsngs.
Anteriormente a todos eates incidentes, dos
quaes pode maito bem ser que resulte urna guer-
ra civil nextinguivel, ae hasta produzido mani-
festsgoes aos gritos de : abaixo Rsttsxzi I Viva
Maxxmi I A Roma com Garibaldi I Viva Vctor
Ktnmaouel no capitolio I Roma ou a morte I
Al nDifeitagdei mais salientes U7r*m lagar
ero aples, ao paaao que em Turio no solo do
parlamento osdeputadoa das Daas-SicHles abao-
dooaram a saa cadeiraa, deapediodo aodo pre-
sidente por ama carta, em que diziam : tornar-
nos hemos a ver am Roma 1
O ministerio soffreu ams derrota parlamentar
na queato doa caraiohoa de ferro italianos. A
mdicago Bastoggi deu lugar a que a ODposigo
protestasse cootra o corepromisso promovido ba
seis mezes pelo Sr. Rattazzi com a casa de Ralha-
cbild.
Ora, este incidente produzio nao pequeos ru-
mores, e os urlncipaes fioanceiraa que ha tres
annos baviam poeto os seus recursos ao servigo
do crdito italiano, conceberam grande resseoti-
mento contra a spplicego de eterno programma
e roui presumpgoso : Italia faradt se.
O parlamento ioglez neta ultima aeaso tes-
temuohou urna verdsdeira reaisteocia a toda e
qualquer reforma; e pode-ae dlzer que neslo
ponto os representantes do paiz marcharam
da aceordo com a opioio poblica. A pro-
vaoga tenivel a que esto sendo subraeltidasaa
nstituigoe democraticaa dos Eslados-Uaidos con-
tribuio para augmentar o medo das reformaa.
Todava entendemos que tses dispotigas nao po-
dara durar muito ; pois a myileriosa necessida-
de de progresso arrasta as sociedades, e as oori-
ga a proseguir era sus seoda.
Pelo que respeila a poltica exterior, a attitude
de lord Palmeretoo para com a Franga tem cor-
respondido ao seolimenlo nacional, e augmeota-
do, se possivel, a aua popularidade. A Iogia-
terra olba a Fraoga como o perigo maia perma-
nente para ella ; e por esta causa tem armado oa
aeas voluotarios, fundido oa aeaa canhdes, recoos-
truido a sua marioha, e fortificado as suas costas-
Couaa eslranba I Ease mioistro que go*eros
com urna auioridade incooleatavel nao conla
maioria na cmara I Porm os seus adveraarios
nao se aervem a dar-lhe a queda.t
A reaego de que atima fallei cootra as ideas
de reforma teve de mular a forga respectiva dos
ps'tidos.'
Os membros mais iodependentes do partido
liberal se desligara do mioisterio, e pastara para
o (campo ds opposigo : deste modo que o
mioisterio imioe a urna maioria ao mosrao
lempo_recilciiraote e aubmisss; e aa cousas coo-
tioaaro nesle mesmo p emquanto estiverem
pendentes na Europa e na Americi tantas ques-
toes graves.
Lord Palmerston admirado tanto por sass fal-
tas como por suaa qualidades est anda seguro
por muito tempo.
O discurso de eocerramento da sesso quasi
aem interease. O que ha nelle de mais importan -
le o trecho relativo poltica da Gra-Brela-
nha para com os estadoa da Uuio americana.
'.< S. M. resolvendo desde o comego nao tomar
parte alguma na luta nao v agora motivo para
arredar-te da neuiralidade a que adherio to fir-
memente, ii
Nao se ple ser mais positivo ; e compsran-
do-se este trecho com a recente declarago de
lord Jobo Russell sobre o pereilo acord da Io-
glalerra, com a Fraoga, nao muito fra de pro-
posito acreditar no prximo reconbeetmento do
aul.
O discurso falla igualmeote da maDulengo da
paz apesar dos ermamooto8 d|os arseoaes, e or-
ganisago dos voluntarlos.
Discule-se oa cmara dos depatados da Blgi-
ca o tratado de commereio coma Inglaterra. A
maior opposigo a este tratado |feita pela indus-
tria aobre o algodo, cuj residencisem Gante.
O governo belga ettipulou ama prorogagao de
dous anuos de protecgo para certos artigos a
respeito de algodo ; e para Isso reuni parla da
depulago da Gante. A maioria votar pelo Ira
lado. O Sr. Rogier ligou o aeu nomo a essa im-
portante reforma.
Tambem ha urna outra empreza para que tem
elle trabalhado, ae bem que o seu successo seja
muito menos provavel, Uto a livre navegago
do Escalda, a qual Gcou sujeita depoie da aapa-
ragSo da Blgica da Hollanda a direitos muito
elevados em proveito desta ultima nago.
At agora a Blgica praferio pagar por si eisot
direitos, livraodo de paga-Ios os navios estrangei-
ros qae aporiam Antuerpia. Mis como esse
encargo coostitue um oous muito pesado para o
(hesouro publico, o governo lembrou-se de abrir
conferencias com diversas poteocias para livrar a
Blgica desse imposto capltlitaado os direitos
actualmeote percebidos pela Hollanda.
A Inglaterra offereceu os seus bons officios
para ajula-la nosse intuito : mas contra oade-
sejos do ministerio nao tem ella querido dessa
sua promessa urna clausula do tratado de com-
mereio. E' esta urna das queixaa da opposigo,
que entendeque o governo deve manter a con-
nexao deste oous assumptoa, e antes de tudo
exigir a capilalisago dos direitos do Encalla.
A agitago da Antuerpia sobre aa fortificagoas
s espera occasio azada para despertar mais
forte. O a-se que os Aoluerpianos se abatero
de tomar parte oas eleigoes geraea do prximo
anno. A situago do sea porto est muito loo-
ge de ser protpera. As ultimss eslstisiicas da
marioha certifican) am movimeoto real de deca-
dencia : porm de outro lado o commereio inte-
rior o a industria se acham n'ura eatado o mais
floreteante possivel ; e os inleresses gerses do
pslz podem colher grandes vanlagens de am eys-
tema de trabalho votado pala legielatara.
Aa. reiages diplomticas entre a Auslria e a
Prussis se complican!. A prxima reanio da
dieta que foi prorogada para o mez da oulubro,
dar comego bosiilidade das duas oages po-
derosas da Allemaoba na queato da reforma fe-
deral.
A' crer-sa no qua dizem certos correspon len-
teso recoohecimento do reioo da Italia pela
Prussia d*u occaaio a urna troca de notas acri-
moniosa entre oa dous adversarios : a Prussia
responden com retsentimento a diversos despa-
chos aastriacos radigilos com bastante forga.
Antea de sua prorogago a diett tomou conhe-
ciraenlo officialmentedo projecto de reforma fe-
doral apalrocinado pela Auatria. Parte desse
projecto refere-se orgaoisago de um tribunal
federal, qae obrar oa qualidada de arbitro, a em
virtade de um mandado especial da dieta : qaaD-
do nao poder coociliar as partes, acabar aa coo-
testsges enire os membros da coofederago e
familias reinantes, entro o goveroo de um eata-
do federal e os aeua aubdltos.
Esse tribunal ser tambem ensarregado em
certas casos de fizar nao s a jurisprudencia po-
ltica, como tambem do resolveros problemaade
direito commam : sendo para isto composto de
um presdeme, dous vice-presidentes, dous as-
aeasores ordinarios, e doze extraordinarios, caja
nomoago ser dividida entre os diversos estados
federaos ; e formar urna assembla plenarla, de
cujas decises nao bsver recursos.
Semelhaote proposts oilicial eubmettlda i die-
ta nao maia do que um episodio da lata de in-
fluencia em qae fatalmente aa acham empenha-
das a Auatria e a Prussia ha longo tempo.
Segundo a Prussis a dieta nao pode regular as
attribuigea legulativaa da confederago, ama
vez que ella regida pe'o principio de uoanlai-
dade de votos ; ao passoquo urna assembla de
delegadoa poderia prooanciar por maioria, o qae
traoafjrmaria a confederago n'am eatado fede-
ral. O Sr. a'Uzedom dealarou que o fim princi-
pal, que deveria ter em vista era a creago de
um poder execatlvo maia forte com urna repre-
seottgo nacional tllemia.
Em Berlim esperam todos ver o que fari o
goveroo vista da hoslilidade da cmara. Un
opiniam qoe a ditsolvsr, oulros que a adiar,
Uocindo mo dos crditos pedidos a nao vota-
dos, 4 reservando para o aoao vindouro um biU
de lodemniaacao. Eate ultimo partido nao di-
minuir a. difficuldad... Se o re i nao q3ier
sulYra* i Pr0TaTel q,le ",orra aQ, "^a vez aoa
O Sr. de Beroatorff responden ao Sr. de Rech-
berg, declarando qaa nao examinarla as propos-
tea da Auslria tendentes 6 sus eotratfa no Zoll-
vereio, ames que os eatsdos que fazem actual-
meole;prte desss associagSo sdusoeir se pro-
ounciemsobre o tratado fraoco-prusslsno.
A Batiera recueou edherir a esse tratado ne-
Ugagoes da Austria, ao paseo que taoto elle
corno o Wortemberg exigem. proposito da en-
trada dameeme Austria no Zotlverelo. a revaio
extraordinaria da conferencia de Berlim.
De. tu lo isto se v que poltica do muDdo
germaoico couservar-se-ha ainda obscura oor
maito tempo.
G. M.
DIARIO OE PERNIMBUCO
Vimos boje complelsr o resumo das nottias
de que foi portador o vapor ioglez Tyne, e dars
do nacional Cruxeiro do Sul. entrados Domin-
go e hootem do sul do imperio.
5. Paulo. Aioda comiouava o mal dos cafe-
zees. crena-o os agricultores ser diminuta a co-
lheta, se durar por muito tempo.
Na ooute de 27 do passado fra ferldo com
urna puohalada aobre o peito direito, o estuda-
te da Faculdade Mauoel Eefrazlo Correia, por um
individuo descoohecido ; a polica proceda a
investigages necessanaa psra a priao do cri-
minoso.
Paran.Nenhuma noticia importante trazem
oa joroaes.
Rio de Janeiro.Pelo ministerio da fazeoda foi
expedida a seguinte circular s thesourarlas :
a O viconde de Albuquerque, presidente do
tribunal do theiouro nacional, notando que a
maior parte das ihesourarias da faxends, e al-
fandegas, depois das circulares de 13 de fevere-
ro e 5 de margo do anno passado, tem recorrido
ao mercado dests corte, sfim de obterem os li-
vros de que necessitam psra o aeu expediente,
quando talvez com vaotagem da f>zoda, ou an-
da por igual prego, podesse cada urna dasmen-
cioosdas repartiges forneeer-se de livros e dos
msis objeclos pretisos na respective provincia,
ou oos mercados mais prximos, declara aos Srs.
iospectores das meamas thesourarlas, para sua
intelligencia e para o reeoromeodarem aoa das
alfaodegas, que esse foroecimeoto deve ser con-
tratado pelos meios competentes as provincias,
como maia conveniente fr, e e no caso da falta,
ou de maior vaotagem, na corte, dando parto ao
theaouro do que a tal respeito fizerem.
Foram oomeados :
Capio do porto do Espirito Santo, o capito
de fragata Flix l.oerengo de Siqueira ;
Corretor de fundos, da corte, Eugenio Aristi-
des I'iurson ;
Presidente de Goyaa, o Dr. Jos Veriato Couto
Magalbea ;e
Por s. S. Pi IX, commeodador de S Grego-
rio Magno, o baro de Maroim, pelos servigos re-
levantes prestados igreja oa provincia de Ser-
gipe.
A mesa da assembla proviocial ficou ai-
si.ii organtsada :
Presidente, J. M. de S.
Primeiro secretario, J. P. de Msgalbea Cal-
vet.
Segundo dito, Jos Baptisla Perelra.
LC-se no Corrtio Mercantil :
a Pelo minitterio da fazeoda fot commaoicado
recebedoria do Rio de Janeiro que, vista da
doulnni do art 50 i* do regulameoto de 36 de
dezembro de 1860, aa provus dos vigarioa en-
eommeodados eslo aujeitaa ao aello tizo de 200
rs. quando teohsm de servir por menos de um
aono ou por man tempo o
*0i a qulqua oo dia 13 do passado, na alta-
ra de 4 railha ao mar, entre e barra de Parana-
gu e a de Sanla-Cathirina, a barca nacional
Ameha, que sanio deste porto a 4 do correte
para a Babia, cora carga de farinha de trigo e
sabao.
Ocapitoea trpolagao aalvaram-as em ama
lancha na qual alcangaram no dia 10, a barra
da villa da Cooceigo de Iianhaem, e daili segui-
ram para Saotos, onde ebegaram a 22
o O jntar que o Sr. Visconde de Abast, pre-
sidente do senado, off-irecea domingo (31) aos
membros dsquella cmara, deu a S. Exc. maia
um ensejopara mosirar-se, como sempre, caval-
leiro de ti oa educago e de maneiras oistinctas.
Todos os seus convidados sao unsonos em
coofessar que nao se podia ser tratado com mais
delicsdeis, cordlalidade e primrtr do que o foram
pelo Dubre viscoode.
a O jantar, embora servido nos sales do Club
Humioeose, fra preparado no hotel de Europa
com o melborgostoeprofuso.
A reanio esleve sempre animada : a politi-
ce reiirou-se dalli, para delxar smente a intimi-
dado do colleguismo parlamentar.
Fizeram-se os seguintes briodes :
Do Sr. viscoode de Abael A S. Ex?, o Sr.
marques de Olinda, pretdente do conaelho de
minletrot, e aos seus collegas no ministerio.
a Do Sr. marquez de Olioda.A S. Exc. 0 Sr.
viscoode de Abaet.
Do Sr. viscoode de Jeqeilinhonha, por parta
dos Srs. seoadorea. Ao Sr. preaidente do se-
nado.
Do mesmo Sr. visconde. A' cmara dos
Srs. deputados.
Do Sr. visconde de Camaragibe.A' cmara
dos Srs. seoadores.
Do Sr. visconde desbast. Tambem aca-
mara dos Srs. deputados.
Do Sr. deputado Vieira da Silva, por parte
doa Srs. deputados. Ao Sr. presidente do se-
nado.
Cibis, por todas aa razes, ao Sr. visconde
de Abaet feaer o ultimo brinde, o brinde de hon-
ra, S. M. o Imperador.
< O Sr. viscoode, propoodo-o, disse que nao
se tratava de urna aaude de mera etiqueta : que o
paiz devia ao Imperador urna parte principal nos
esforgos que se tem feito para promover a sua
prosperidada : que, assim, pois, esta sandago
parta espontneamente do corago de todos os
Brasileiros, como ama expresto do recooheci-
meto nacional pelos beneficios que de S. M. tm
recebido.
Eate brinde foi appludido fervorosamente.
O jantar offerecido ante-bootem (13; pelos
Srs. senadores ao Sr. visconde de Abaet, no sa-
lo especial do hotel de Europa, foi um doa mais
primorosoa queae tem dado nesta corte. Esteva
sumptuoso, delicadissimo e servido perfeita-
mente.
< O primeiro brinde foi feito pelo Sr. marqaaz
de Olioda :
< Ao egregio presidente do senado, o Exm. Sr.
viscoode de Abaet, cujo carcter e qoali-
dadea eminentes o recommendam estima de
seas collegas.
a Em seguida, o Sr. virconde de Abaet res-
pondeu cao su brinde poaco mais oa menos
oestes tesmos:
Ao senado brasileiro, cuja presidencia a
a maior honra a que ple aspirar um cidado
deste pala, visto qua o aeoado, pela coostitaigo
do imperto, rene honra da escolha da cort a
origem do voto popular.
< Depois destes brlddei, flzeram-se os se-
guintes :
c Do Sr. Silveira da Molla. Ao miniaterio,
symbolisado no Sr. marquez de Olinda, cujoa
honrosos precedentes e servigos sao garinlia para
todos e para tudo,
MUTILADO



DIARIO Bl fEl!M4MBGC0. a* TERCA FEIB4 16 DI 5ETEMBRO DI 186*.
Do Sr. mi r. t \n Oliuda. Em agradec -
meoto ao Sr. Si'vcua di Molla.
Do Sr. vis )ode de Jequitiohooha.A' c-
mara dosSr. deputados.
Da Sr. deputado Vieira da Silva. Ao saos-
do, foco das illustrages e notabilidades de psiz.
O Sr. Vieira da Silva pediu desculpa pelos eutros
membros da mesma cmara temporaria, qoa por
enfermos oo comparecern).
Do Sr. Silveira da Motta em reiposla ao Sr.
Vieira da Silva.O Sr. Silveira da Molla coruego
dizendoque o brinde do Sr. Vieira da Silva devia
ser reapondido pelosdistioctoa senadores, entra os
quaes elle ae achava sedado (oa Srs. Olinda e
Jequilinhonba) ; mas que a convite delles loma-
va a iniciativa do agradecimeolo pelas expresses
litoogeirae do illustre deputado do Maraoho, cu-
ja provincia acaba de realisar o peosameulo do
mesmo deputado, isto de qae o senado devia
ser o foco das illoslrages, apreaentando corda
o nome dislioclo do Sr. Das Viera. Correspon-
deodo, pois, ao brinde do illustre deputado, o Sr.
Silveira da Multa dase qae, ae o aeoado era o
foco das Ilustrares do psiz. o devia 4 cmara
dos deputadoa, que o bergo do seoado.
Do Sr. Pimenia Bueno. Ao povo brasilei-
ro. S. Exc. disse que, ae o barco do seoado era
a cmara dos deputados, o bergo deala era o
povo.
< DoSr. visconie de Jeqaitiohonba.A's pro-
viocias do imperio.
Do Sr. viscoode de Abaet.Ao Sr. marquez
de Olinda. O Sr. visconde recordou os servidos
do Sr. maiquez desde a cooslitaiole.
Do Sr. marquez de Oliodi. A' S. M. o Im-
perador. >>
A outra fot da firma csmmercial dos Srt. Ha-
ge< tiblor & C
Teado o gerente deils cass apresen lado am
esboco do balando da mesma em liquida- o, fica-
ram os credorss bailable deagostosos com o seu
eiposto, e j pouco sstiafeilos com o proceder
do Sr. Adolpho Hegeotobler, que se scha na Ee-
ropa, pois que at a ultima dais nada se tem fei-
to vsr sobre negocios tendeles saa caaa que
orieotasse seus credorss sobre o que tiobam a
esperar das quantias que com tsota boa f Ib*
counaram, resoleram fioalisar com este eilsdo
de cousas, sajeiaodo-se a todas asconaeqoen-
cias. afim de terem urna solugo defloitiva, e
oetts conformidade abriram-lbe a fallencia do
da 20 do correte.
Tivemos oeste mez urna importsgo regalar, a
os prlmeira quiozaoa ia se deseovolveodo urna
tal procara para oa geoeros, que fez esperar qae
as traoaacces os segunda seriam maisimpoitao-
tes qae as dos mezes ableriores ; mas estas es-
peranzas desvaoeceram-ae pelos infelizes acoo-
iecimHuto9 que j citamos.
Est actualmente o mercido supprido de quasi
todos os artigoa de primeira oecessidade, excep-
tuando azeite doce e carvao de peora. De arroz,
eicluca, caf e fumo, ficsmoa com boas exlslen-
cias anda qae o fumo na msior parte inferior.
De assacar nao 6 graode o deposito, se elieo-
dermos so muilo consumo que tm ; mas como
a sabida para o interior tem sido pequea, pode
salisfazers maiores necessidades tor emquatto.
As vendas na primeira quinzeoa, por causa
das entradas agglomeradas, foram um tarto des
animadas ; mas a reexportado que se fez de va-
rias partidas para Mooievioeo deixou os impor-
Uahia.No dis 31 do passado procedea o Con- tadores mais folgados e msia prfteocioaoe, tendo
servslorio Dramtico & elei;o de sua nova direc-
uo, queQcou asaim orgaoisada :
Presideoie, Dr. Agrario de Souza Meoes**.
Vice-prealdenie. Ur. Antonio Alves da Silva.
1.* Secretario, Forluoato Antonio de Fretas;
2.* dito, Pompilio Maooel de Castro.
i'hesourtiro, Jos Beraardino Teixeira da
Molla.
L-se oo Diario :
Por acto de 5 do correle S. Exc. o Sr. eon-
selbeiro presidente da provincia, atleodeodo ao
que Ibe requereram os cidsdos qae preteodem
fuodar neala capital urna aociedsde dos Vetera-
nos da Iodeupodencia, reaoWeu nos termos do
decreto o 2711 de 13 de dezembro de 186C, con-
ceder aulorisago para aer iocorporada mesma
aociedsde, e bers aisim approvar os respectivos
estatutos.
< No sabbado G do correle a 1 hora e 45 m-
nalos, o Exm. Sr. presileote da provincia corlou
a regeira do huta Rio da Contas, construido no
arsenal de mariuha desia provincia, sob a direc-
',o do constructor Joo Anaslacio de Souza. A
carreira foi fulgurante e bella : aquelle navio
rompeu em veloz carreira sobre picadores ama
distancia msior de selecta ps de comprmanlo,
alm da qae teva oo mar.
a Graode eolbusiasmo houve em lodos os as-
sisleotes pela msoeira rpida e galbarda com
que sulcou pola pnmere vez as ondas do Rio di
Contas e maito principalmente pelo figurado da
grande distancia em qua o mesmo eslava. O Sr.
Joao Anaslacio de Souza, oosso comprovinciano,
e que tem mostrado grande habilitlo e pericia
fia aua arte, foi geralmoate applauoido, princi-
piando esta maoiUstego pelo Exm. Sr. presi-
daote da provincia, commaodante da eslago na-
val, capito do porto, iospector do arsenal, va-
rios officiaes da armada, empregadosde dilleren-
les reparllgoes, e operarios seus comuanheiros de
trsbslhos, terminando esta demottrago com aa
feliciiagOes de todas as aenhoraa que estiveraro
prsenles, urna das quaes briodou-o com um
Jiodo boaqaet.
Aa duas companhias de aprendizea e a res-
peclva muaica llzeram as honras dsvidas s di-
versas autoridades aili preseoles.
Tem o histe Rio de Contal as dicososes se-
guiules : comprimenlo 75 pea na liaba d'ogea, e
98 toneladas, mooia doua rooisios de 30 paixaas.
< E' o seguodo navio que este aooo faz sabir
dos estaleiros do arsenal o Sr. Joao Anaslacio de
Souza.
O Sr. iospector, depois da sahida do navio,
coocedea disteosa do aervico aos operarios, a
As corridas de Periperi liveram lugar oo dis
8 coa: o eslava snnunciado. Dous treos especiaos
cooduziram graode numero de pessoas, eotre aa
quaes, parle da officlaiidade da fragata hespt-
obola que cbegsra oo dis anterior, e e Sr. presi-
deote da proviocia.
A primeira corrida comecou ao meio dia :
dslaociauraa n ilha e um quarto. Devlam en-
trar oo paraoqaatro cavallosRompe-Terra, Ab~
del-Kader, Pimpo eo Othello.
Pimpo, oo sabemos por que motivo, dei-
. u de apreaenlar-se. A lula foi eotre os ostros
tres. A victoria coroou anda desta vez o afama-
do Oihello. Moolava-o um jockey trajaodo cores
vermelbes. Era o Sr. Psrsizo, que moslrou eo-
to toda a sua pericia. Applaesos- iooumeros
eaadaram-oo ao atravnssar a bausa, ovaota e ga-
ihardo, no soberbo Oihello.
Desde qua ha corridas m Periperi aquella
ioi a roaia rpida. Em 3 minutos e 28segundos,
Othello linha decidido a lula, gaohaodo-s.
a o Sr. commendador Egas Moolz que o do-
no desse cavallo esforga-se por despenar o goato
entre oa oatros proprietarios. Nao sejam balda-
os oa seas esforgoe.
a As corridas podem ser, alem de um passi-
tempo agradavel, um meio de cultivar a melborar
aa ragas dos cavallos eotre nos. O Othelo aioda
detla vez se mostrea digno de tal nome. Brioso
gioete, soube ser o Mouro de Veneza. Poi o pre-
mi Periperi Cup. Diversas apostas foram feitss
a favor do Oihello.
" A seguoda corrida foi a 1 hora da tarde Dis-
tanciaurna milha. Eoiram 3 cavallos. O Pi-
tanga, castanho jockey corra prela e braocs ; Vo-
lunieer, alaao tostado, jockey cores braceas ;
Chance, casiaobo, jockey cor azul.
< Gaohou o premio (bolsa da estrada de ferro]
o Voluntter em que nitro la va o Sr. Schleaaoer.
As 1 horas leve lagar a terceira corrida. Dis-
taDcia meia milha por tres vezes. Estava ins-
cripto tambem o Oihello para essa corrida, mas
em razao de ter gaobo o primeiro premio ( na
prlmeira ) foi fastado dell*.
Enlram Sherry, castaoho; jockey, cor azul:
Pimpo, ruaso ; jockey, cor de rosa e branca :
Rompe-Terra, maso pombo ; jockey prela a
branca.
Gaohou a corrida o Sherry em que mootava
O Sr. Amaral,
a As 3 1[2 bouve a qusrta corrida, que foi or-
gauisada oo curso, nao leodo entrado celia ca-
vallo que j tivesse caobo algum premio em ou-
tra quslquer corrida.
c Sao os combaleules Periperi, Zuavo, Pojuca'
Pitanga. Perilampo.
Gaohou o premio o Perilampo, de que o
dono o Sr. commeodador Egts Aioniz. Foi o jo-
ckey o Sr. Paraiio, qae trajava como Da primeira
corea vermelhas.
lagoas.As noticias deits provincia alcacgam
a 13 do correcta.
Nos joman apenas encontramos o se-
gaiDte:
< Teve lugar hoje, por alma do nosio collega
o Dr. Msnoel Pilippeda Fooaeca, na matriz des-
ti cspitsl, um memento mandado celebrar pelos
seas amigos.
Aioda tao moco e lio ebeio de esperanzas,
suecumbio, deixando orpha saa familia.
< Sentimos tio precoce passamecto e tazamos
votos para que saa alma descance oa mansao dos
justos, loleirameote livre das miserias deste
mundo. >
regi-itado oiTerl-a de -ijbt e 5&000 pelos fios ;
e como oo espero w to ce Jo coocurreocia, ettio
dispostos, seguodo dizem, a eapacular.
Sobre os productos da provincia pouco se eos
offerece a dizer, por eitir fioalissds a safra.
Esto coocluias as existsoclas de coaros sal-
gadoa ; as paiddas que disaemos em oossa re-
vita de julho, ficarem para dispdr, veodeu-se
um lote de 4.000 a 5.000 couros a 150 rs. os de
ooviliio, e 120 rs. os de vacca, e oalro embsrcou-
se por coiiti propria: neita ultima quinzeoa
compraran se cerca de 1,000 couros de vacca,
unicoa que bavia, a 110 ra. por libra.
Nos vaceuns seceos as traosarcoes forsm regu-
lares, veodeodo-se uns 15 a 16.0U0 c ouros, ba-
vendo psra dispor aioda carca de 14 a 15.000
couroa, fszsndo-se as compras osa carretas entre
245 e 250, promptos e curados 260, para o
Porto a 260 e 270 escolbidos, e bezerro a 230 e
235 ti.
Esl j bastaole reduzido o deposito de charque
e os navios quasi c3o sao procurados. Nao sa-
bemos que houvessem compras desie geoero l-
timamente, e as cot'ces conservam-ae de 800 a
1$600 por arroba, baveudo um carregameato pa-
ra vinder a este ultimo prec.o, que dizem ser su-
perior.
A maiaoga da safra que soba de ndar foi,
em Pelotas, da 321,884 rezes. Porm temos a
incluir os trabalhos da safra dos Canudos, Chss-
queiro, Jsguaro e Porto-Alegre, etc., que deve
elear-se, sem siagerar, ao algarismo de 450.UOO
cabecas.
Nao ha maia exialeocias de gorduraa, e a al-
guos pequeoos deposilos em seguodas mos, que
as teuciooam reexportar.
A produeco dos gneros alimeotkios oa pro-
viocia tem aido abundante : em Poito-Alegre ha
grande deposite de feijo, milbo, fanoha de mso-
dioca, etc., e oas colooiaa ha tambom fortes exis-
leocias, que oo tem descido ao mercado em coc-
sequeocia dos baixos precos que alesocam.
Fretes.Fretaram-se durante o mez 7 navios,
sen ju 2 para coaros salgados, para o Caoal, a 52
1|S 5oiO e 55 5oiO : 1 para Bremeo, para varios
geoeros, de 250 looelsdas, por 570 libras esterli-
nas ; 1 para Nove-Yoik, para varios gneros, por
3|4 es. por libra 3 para cioza de osaos, 2 a 42
1|1 5 0|0 e 1 a 42 1[2 ; para o imperio os ltimos
fretameotos foram dous oavioa a 350 para o Rio
Je Janeiro, 450 Babia e 550 Peroambaco.
Cambios.As operaces par ete paquete foram
aa seguidas : Londres", 14.000 libraa esurlioas ;
Pars,50,000fraocoa a 395 ra.; Rio de Jaoeiro.
cerca de 50:000 5 0|o. 90dias, e alsumasquso-
Uos s 4 e 6 0|0 90 diaa ; Portugal a 125 o0.
Moeda oaciooal papel.Foi multo procurada,
compraedo-ee a 8, 8 1(2 e 9 1|4 de premio, e tica
bastante escassa.
Bola ti m de 1 a 6.
lioave pouco movimeoto em nosio mercado
durante os poucos dios qae psisamos em revists;
os compradores esto mais ou menos sappridos,
e, oao havendo especulaces, psnta-se a sabida
dos priocipaes artigos pela sssfsro das necessi-
dades mais urgentes.
Neassa circumslaociss poaco variou a posico
dos geoeros de msior consamo, q conlina
mais firme qaantoao tal ao vicho do Mediter-
rneo.
No mercado de exportado bouve poaca acti-
vldade, apezar do carcter mais lavoravel das
ooiicias que trouxe o paquete ioglez Tine sobre
a posico do nosso caf nos mercados consumido-
res.
Sustentam-se entretanto ascotac.des que adian-
to publicamos.
As vendos de assacar foram pequeas, e oa to-
taliza ie para o coosumo.
Foi recebida com dolorosa emocao a noticia da
fallencia dos Srs. II. Ronrn & C de MaDCbes-
ler, e delta resseotio-se o oosso mercado mone-
tario, ooiaodo-se gerslmeote oa marcha das trao-
saccoes esaa hesitco que taoto prejudica a ven-
da regular de uosaoe productos de exporlsc.o e a
posico do cambio que a acompiohe.
Com effeilo desde a eolrada do pasjaete ioglez,
o cambio sobre Loodres, que leodia a firmar-ae*
desceu do 26 1|2 a 26 1[4, 26 1(8 e 28 d.. regu-
laodo oa tres algarismos para as pequeas ope-
racea que desda anlo se effectuaratn.
Oa bancos cooservam a taza de descont a 10
por ceoto ; oa praeja regularam a 10 1-2 e 11 por
ce o lo.
Neatociaram-se asapolices gerats de 6 porcen-
to a 92 1[2 e 93 por ceoto.
Heoiuora ti so Iraosacgdes de acedes do banco
do Brasil a 560 do premio, e da estrsda de ferro
da D. Pedro II a 18$ e 16 de descooto.
Em rsuoio da assembla geral dos accionistas
effectuada do sJis primeiro do correte, forsm
eleitos directores da compaohia de aeguros fide-
lidade oaSrs, Msooel da Moda Macedo, Jorge
Jos Moreira, Pedro Augusto Viira, Joao Anto-
nio Ferrelra Viaona Jnior e Feroaodo Castico ;
e suplientes os Srs. Ricardo ADtoaio Meodes
Goncalvea, I.uiz Aolooio ds Silva Pelxolo, An-
tonio Joa de Lima Jnior, Diogo Francisco Mo-
reira eAutouio Jos de Oiiveira Ca'pos.
Cbegaram, proexdeotes d Peroambuco: s
25, a barca ociooal Irit, com 18 a de visgem,
e o brigne Alfredo, com 35; e a 28, a barca Oto
linda, com 13.
Sahiram, para Peroambuco: a 25, a ba'Ca
p rtuguaza Gratido,* pol'Ca hespanhola Ange-
Ma, e o brigwe oaciooal Damo ; a 29, o pata-
cho portuguez S. Jos; a 30. o brigue dito Mar-
garida ; a 3 do rorrele, a barca oaciooal Yor-
"i(i; e a 4, a galera francesa Jtaoul.
Achava-se carga para Pernamburo, epe-
oss o brigoe nacional Eugenia, com escala por
Macelo.
Bahia, 11 desetembro.
Cambio.Sobre Loodres. 26 \\2 por libra.
Sobre Lisboa108 a 110 por ceoto de
premio.
Uoedas.Doblos hespaohoes, 30S500 a 31JS000.
da patria, 3O&0OO.
1'atscSes brasileiros2aOOO.
hespaohes2000.
mexicanoslj960 a 2&000.
Fretes.Para Bremeo e Hamburgo50 a 52 1[2
teta.
Caoal e um porto45 a 47 1|2 sch.
Continente50 a 55 sch. por ton.
A sabtr:
Nacooaes.....
Mulheres......
Estraogeiroa ..
Escrsvos......
Escravas......
das, fazendo alga mas victimas em Correte, no
(lato Meodes, em Bom-Cooselho, no lagsr Ta-
qaary e outros, em Palmeira, dislricto ende ca-
aou oo poucos e seoaiveis estragos ; em Aguas
Bellas, nos limites da freguezia. Mas val a deaap-
parecer afina!; assim devemos esperar. Ettiodo
estes dlss aqu os Srs. Feitosa, delegado suppleo-
te em exercicio do Bom Cooselho e capilo Csr-
valbo, subdelegado sappleote e membro ds com-
misso beneficeote de Palmeira; o Dr. Daarte
pessoalmeote cooferenciou com esses seobores
no seotido de cooiiouarem na prestsco de soc-
corros, recommeodaodo psrticularmecte ao pri- Jos Msooel.
meiro o collegio de Papacaca a oa lugares oova- Jos Caetaoo Gomes.
242
S
35
72
11
, Total........ 866
Alimentados a cusa dos cofres provio-
i. ......... .
Movimeoto da enfermara do dia 14.
Teve alta
145
^NftvUnuCO
NOTICIAS COMMERCIAES E MARTIMAS.
Rio Grande do Sul, 20 de agallo.
Cambios.
Loodres. 24 d. : Pariz, 390 a 395 rs. ; Ham-
burgo, 745 ; Rio 4 e 5 a 90 dias; Bahia, nomi-
nal ; Pernambaco dito.
Mataei.
tncas, 325 ; pasos, 2; patstoes, t ; pecas
mexicanas de 5 dolara, 100 ; ditas ditas de 2 1|2
ditos, 50 ; moeda oaciooal, 7 por ceoto ; ouro
d.to, 8 por cetto.
Fretes.
Inglaterra, 50 so. e 5 por ceoto ; Estados-Uni-
dos, oomloal ; Rio de Janeiro, 460 rs. ; Babia,
560 rs. ; Peroambuco, 700 rs.
Revista da prtr,i31.
Doas occurreocles assaz octavis se dersm oes-
te mez em oossa prsc,t : sendo j limitadas as
traossegoes que hiviam 00 mercado, vlaram al-
ias ir-torjomper anda maia o movimeoto mercan-
til e causar bastante parelysaco em todos os ra-
mos da negocio.
Heferimo oos a duas aberturas de falleocia,
aendo urna dellas a do Sr. Jaciotbo Aotooio Lo-
pes, xarqueador, com um pasaivo, aegundo ae
clcala, de cerca de 1,000:0000000, qua bastaola
affecti, oo s a maioria do commercio desta
pr-.a. como parte do de Pelotas e da Campanha.
Coosta oos que varios commerciaotes respeiis-
veia se empeoham que isto teoba ama solado
iToravs! para o* iclereuadoa.
Montevideo, 30 de agosto.
Cambio.Injji.ierra 40 1|2. Fraaca 80 1|2 a
80 34, Geoova 80 l|4. Rio de Janeiro 29*800 a
30*. Btaeoos Ayrea ao psr.
Divida publica.Consolidado. 16 rls as caute-
las ilobmio Miu ; axigivel, 320 ra. Q[0 ; oovos
ttulos ou a vencer, 45 rls. Q|0<
Descoolos.O baoco Commercial empresta a
12 e recebe a 8()|0 ao anuo. O bancoMu em-
presta a 15 e recebe a 10 0|0 ao aooo. Na prec,a
regulara de 1 a 1 1,2 0|fj ao mez.
Freas.Inglaterra 5U sch. couros salgadoa, 85
scb. ditos seceos 35 acto, os fardos com 5 01
de Capa. Havre. 55 fr. couros salgados, 90 Ir.
ditos aeccoa e 60 fr. os fardos com 10 o,0 de ca-
pa. Eslados-Uuidos, 3|8 coala, cooros salgados,
3|4ceols. ditos seceos, e 6 pati. os fardos com 5
0,0 de capa oominal.
Brasil.Croe secca, 4 ra. para o Rio de Ja-
neiro, rls. para a Babia, 6 rls. para Peroambu-
co e 4 pas, os fardos, a pipa com 5 rjlO da capa,
De arligoa de importagao eHectuaram-sa du-
rante a quiozeoa as veodas seguioit>s :
Do Marrasquino, de Barceluoa, 273 pipas de
viuho Claramonl e 75 ps. e 39 quarioias do secco
de Malaga a 114 ps. Do Cruzeiro do Sul. do Rio
de Janeiro, 391 barricas de assucar bronco de
prlmeira qualidade e 253)4 rls., 10 pipas de
aguardaote de 35 groa por 128 galoea e 175 sac-
eos de arroz do Piemome a 16 e 16 1[2 rls., ludo
deapachao. Do trocer, de Barcelona e Malaga,
300 pipas de vicho linio, Gasset a 79 ps e 60
quartolas do secco, de Malaga a 114 ps. Oo Fer-
dinan. de Bordoa, 50 meias pipas de vicho a 77
ps, e 60 ditas a 75 ps dasp.
Dos depsitos, 50 ten, is de mate de Mallo-
G-osao a 23 rls. e 170 ditos Silveira a 19 rls. ; 32
plpaa d-j agurdente a 74 ps., 20 SSCCOS de caf a
18 1|2 rlf. e 250 langas de sal de Cdiz, a rsceber
a 10 rls. f. s bordo.
Buenos Ayris, 28 d agosto.
Cambio. Londres, 65. 64 e 64 1|2, Frao;a 81
3,4 a 81. Genova. 81 1|2 Heapaohs, 3 o>0 de pre-
mio. Rio de Janeiro, 30 oominal. Montevideo,
l|4n0 dse. Oncas 421 1|2.
Descoolos.O baoco racebe em metlico a 8 o
empresta a 10 o.'l. e em moeda correte recebe a
5 e empresta a 7 0|0 so aooo.
Na praca regalamem metlico de t a 1 Ij4 e
em moeda corrate de :i|i a 1 O10 ao mez.
As uendae de goeros do Importsco duraole a
quiezena foram : 700 barricas de assucar br.-nco
da Pernambuco de diversss sortea emdaposito a
17 3(4 rls. f.. 200 ditas braoco a 17 rls. f., 100
ditas mascavo a 3 rls. f., 120 pipas de agurdeme
o 52 ps. f caf do Brasil a 17 pas, em dep ;
1,000 barricas do farinha de trigo pelo Carsark,
de Nova-York, a chegar de Mooleviio, marca
Extra, a 6 pata, e 7 rls. em dep.. e 650 ditas sec-
ca pelo Christina, do Rio de Janeiro, a prego re-
servado ; tamo a 5 liS e 6 pas, em dap. ; mate
de Paran.gu 14 11_4 rlf. f. a bordo ; algumas
frsccoes de sal de Cdiz a 10 rls. f. a bordo, 100
pipas de vnho Calalo Hiralles em dep, a 54
pata., 50ditos a 52 pats., 80 ditas Gasset a 54
pata., e 500 ditas Claramanl a prego aecreto.
No mercado de exportago veoderam-se :.....
25.000 qaiotaes de caroe secca a 16 rls., ficaodo
em ser 41.000 ditos ; 500 couros vaccuos salga-
dos a 34 1|2 rls., ficaodo 4.000 de vacca e oovi-
Iho em deposito : 6,500 ditos aeccos para os Es-
tados-Unidos de 40a 451|2 rls. ; 10.000 ditos
para a Allamanha de 42 a 45 rls., e para Franca,
Usapanha e llalla, varios lotes del67 a 43 rls.,
Ucando 68 000 sem classificago em ser.
Rio de Janeiro, 8 de iitembro de 1862.
Cambios.Sobre Londres regalou 26 26 l|8,
26 i i-i, 26 1[2; sobre Pars. 358. 360. 263 e 365;
sobre o Havre a Marselba 364 e 365;
Apolices De 6 por cedo s 92 lt2 e 93.
Acedes.Do baoco commsrctal e agrcola a 5*
REVISTA OIIRIA.
De urna carta particular, que oos escrevem de
Paria em dats de 24 do passado, trasladamoa
para aqui os seguiotes trechos, que fazam um
pandado da situago europea com algumascoa-
sideragoes relatias ao oosso eontioeot0.
a Remetlo-lhe ama collecgo de um joroal de-
oomioauo A Franca, mu impelir le pela re-
decgo que tem; o qusl comegoa a anparecer
aqu oo ha muito. Nelle eocooUar art'gos oo-
lavis, sobreeabido doua do la Gueroooire, que
tem dsdo que fallar por toda a paite. Igualmeo-
te achara dous o-tros sitigos com relago i guer-
ra doa Ealadoa-Uoidos oorte-americaoos: escla-
rcela devldamecte a quesio, e mostram as ver-
ladeira* causas desaa guerra que muitisigoo-
ram, ettnbuiodo-a escravido '
Cuntia Ganbaldi perturbara ItalsB, e qaer
antepor-ae Vi. tor Emmaouel: ito -o pode
daixar de aer aeguido de conauqueociaa rtaaesln
para a unida le desse reino. Elle ebtrou em C--
laoia, e recei-se que consiga passar so conti-
nente, porquaolo a geerra civil pora ludo am
desord*m. A Fraoga eoolios a maoter o Papa,
e tem reforgado o exercito que maotn) em Ro-
ma : pretexto da oceupago da cidade t-roo
que o ex-dictador sprese tiu-se em campo,
com promessa de fazer cessar essa occapsgo ex-
cita as msssas irreflectidas ; mas R-tazii j de-
clarou co parlamento que elle era um rebalde, a
Sicilia estabeleceu-se o estado de sitio, e susprn-
deu-se a liberdade da imprecas; e Luiz Napo-
leio oo se eixar humilhar.
Garibaltli oo faz mais do que seguir o que
Iha dii ti Mazzioi, de qaem toroou-se ares tura
e a prora que s se acbam com ella os geoe-
raes dedicadoe aquella, ectrttaoto qae esto com
o rei tidos aquellea que se votarem, embora sob
ss ordeos do ex-dictador, pela uoidade da Itaii*.
A Franga codIos a mandar para o Mxico
grandes reforgos, maiores do que serism precisos
para a aubmiaso dassa psiz ; a isto me di a pen-
sar e levs-me a crer, que Napoleo III tem em
mente algum projecto: sabe que elle diz, que se
o seu chaceo podeaae adeviuhar o qee se pasea
em seu peaaamento, o stirana fra ; e por ist-i
oo admira qae sa ignore o que se prtleode..
Querer elle cahir, quaodo moos ae espe-
rar, sobre slgum ponto da America ?
Creio qae elle t-m interesas em qae trium-
phem os Ei-tados-CoQfdHradoa, triumpho que os
brasileiros devemos desejar; e oo me causar
sorprezs que os queira proteger depois que a
Franca recoohec-tos.
Nossas quettes de limites j estsro deci-
didas ? Faz cooia a Fraoga ter lambem direito
em bocead ura do Amazonas, e por itto qoe easa
que.-tio aioda oo foi resolrida. Para sebjugar o
overoo de Jurez oo preciso tiots tropa e
tiote amicha.
a Novo iacidecit* dau-se que podia peilurbar
as relacoes do governo de Waahinjiton com o de
Inglaterra am osvio ioglez, o Herald, foi per-
seguido tiros de pega com bsla por urna fragata
americaoa, a Adirondak, fra doa limites que o
permute o diieito ioteroaclooal; e ci-saque
ter-se-bo as mesmas complicages a que deu
lugar o Trent.
Poi esplendida aqui a tests de 15 de agosto
correle, mas o lempo por vezes nterrompeu os
divertimeotos.
Tudo vai mal no oosso Brasil, a oo espero
bom resultado da marcha do governo. A falta de
dioheiro, e as epidemias unidas poltica arras-
traramo imperio a faiaea cooseqasndas. Dos so
compadega de os, e queirs Hluiotasr o moosr-
cha.
mete affectsdos, a autorisaodo-o a fazer as des-
pezss que forem oecassarias.
Os medtesmeotoa enviados pels segunda vez
pelo Sr. Dr. Lobo Moscozo (10 boticas homeop-
ticas e 61 frascos de lioluras) leem tdo a coove-
oieote distribalgo e applicago reccmmeodada
pelo doutor. Cousta-ma por pesaos, a quem S.
S. dirigir urna carta, qua se me spresentou, que
com dessgrado vio a publicagao em michas mu-
sirs dessesseusos setos, pooderaodo que assim
perder algum valor que possam lar taea obras :
cas fot proposito meu expor o dislioclo medico a
alguma murmurtcjio, que Iha oo cabe: ceito
de que esaa a expresso da verdadeira modes-
tia ; mas a vulgarsimo oasceu da dittribufgo
dos medicamentos por diversss pessoas que os
aceitaram com reconhecimeolo e pelos adeptos
desse systema tambem com a cooiccao de saa
efllcacia e providencial opporluoidade, qae de-
pararen} cestas rsmestaa ; oomeadameote os Srs.
Dr. Costa Doarado, capilo Passos e juiz de paz
Joo de Barros Co'reia, que aqui residem epra-
ticam a bomeopatbia. Quaoto a mim, pelostac-
tosreaervo-me de empregarpalavrascontra
esse systema ; adea em abono do mesmo, direi
que os cree tes, capito Passos salvou a 16doeo-
aes, e Barros a outros em Crrante ; e apregda o
padre Duarle urna especie de milagro que faz o
mesmo Barrea c'uma criaoga moribuoda, e pelo
mesmo toeorem mu tas outras.
Mas deixo de tratar deaae flsgello, e lbe falla-
re! da polica desta villa, qu* tem sido activa e
zeloaa.servindo oos e imperando-nos coutrs ou-
tro flagello.
Ultimamenl-3 rettituio a um Italiano, cal-
deireuo ambulaote, certos objectos de seu nego-
cio que llie foram roubados a oceultaram dss
selvas; taes objedos pelo modo porque o foram,
aorueote Mr. Hume os podra descobrir; e trao-
caliou o autor do roubo oa cadeia.
a Por igual a impuitiucia de 902* am moada
papel, ao negociante Maooel Jos Mandes Bas-
tos, sendo apptebeodida em podar a'um oimo-
creve e de oulro individuo deite villa, qua era
parceiro ao jogo de azar, em qua puzeram a dtt
quanlia, que foi tirada o'cma caita coofiada pelo
dito negociante ao almocrave sea csrgueiro, afim
de a entregar pessos dessa capital: foram pre-
sos os autores desse crime e vao ser processa-
dos.
< Prosederam a taes diligeucias os Srs. dele-
gado Bsptisla Peixoto, subdelegado Cesario Bra-
sileiro, inspectores da villa e outros ctdados
amantes da ordem e auxiliares da ac toridsde pu-
blica, qua merece louvor quaado assim procede.
Nada msis por emquacto. >
O ootse hbil cocstructor do arsenal de ma-
rioba o Sr. Trajaoo Augusto deC'rvalho acaba
de obterdo governo imperial am privilegio por
10 aooos para fazer fuocciooar uos diques fluc-
tuaotesdesua iovengo.
Seguodo somos informados pretende o Sr. ira
jano eoaaiar squi o seu privilegio, que vero con-
correr grandemente para a importancia deate por-
to; a pelo que sabemos ser o primeiro dique
coastraido de dimeeses capizes de admiltirem
am navio t de 180 ps de quilhs.
CoogrMulaodo-oos por am facto desta ordem,
tanto mala notavel quanto o primeiro, se nao
nos eogaoamos, apresentado por nacionsea, da-
mos os oossos cordiaes emboras ao Sr. Trajaoo,
e lbe auguramos oetta empreza um resultado,
\to por ce' 11 correspooder sua espectativa.
Na villa de Garaohuos, em casa de Fran-
cisco Jos de M-Ujs, segundo nos ioformam,
Joo Marques Ferreira de Lima, oo dia 31 do
mez passado, sabeodo que Jos Fraocisco do
Nascimenlo, homtm j acoslumado conduego
de caitas com dioheiro a'alli para eats capital,
trazia comsigo duas cartas para serem squi en-
tregues, coaseguio embrigalo, e fazeodo-o
abrt-las, dolosamente, e de com mino sccordo
tom o dito 9u altos, f -lo perder, em jgos pro-
hibidos, toda a importancia cootida osa ditas car-
lea, que orgou em oovecentoa e dous mil ria,
oerleoceoles ao oegociaots Maooel Jos Meodes
Bastos.
Loureogo scravo de Jos Maooel de Barros Win-
derley.
- 14 -
Exisliam...... 366
A saber :
Enlraram
Sahiram .
Exislem .
Naciooaes.
Mulherea .
Estrangeiroi
Escrsvos .
Escravas .
6
4
368
244
7
34
73
10
368
presos.
>
>
provia-
149
Total.
Alimentados a cesta dos cofres
eiaes;. ....
Movimeoto da eofermaria do dia 45.
Tiveram baixa :
Jos Bleick.
Teva alta :
Benedicto, Indio.
Mataoouro roBLieo:
Matarsm-se para o consumo desta cidade
do dia 13 do correte 94 rezes.
No dia 14 88.
tio dia 15 86.
Obituario no da 14 db setembro, no cr-
BITFHI PUBLICO.
Balbioa, Peroambuco, 4 mezes, S. Jos : coo-
vulsoes.
ha-u i0rtrr\eDi.6.".M' ,,e, "afkWlIfi redaccio oos
havi. ,ido dirigida urna aecusaco, preteodeo-
fc?"r?TmK?r-DM6D" loados da Bu-
ar-PC2 (if"|P .W,Caca deMe !'"!. o Procuramos
reacio* a ft0^*"***** --
Vimos Mi M eacapaloria. ,m que re,a
lodo o orgo.bo do. propriet.rio.do Diario do
Renft, os quaes preferirn, servir-.e dssse meio
a ama ceoOasao brioaa de sus fraqueze
Obedeceodo ao que nos dita noasa protri ditr
oidede. julgamn* .lerer responder a asserr.
ioexactas do Diario do Rttife, e ais 0 S
por que vimos hoje Impresa. ""
Comega a reda rlodo qus pela irregularidad, com qu 0 ou"
Iribuia esse jorosl, e psUa qaeixas de aeus aaa'g"
nantea, \haviam retolvido contratar com um
hotnem a odn'inirtraco da impresso. mediante
urna gratitcarno vantajoia. afim de que etsa
impresso fotte fea com niiid'2 e em lewpoop-
portuno, e que m* sacrificio nada aproveitou,
dando-s ltimamente em urna semana tres
faltas.
Admiramos sobre modo a facilidsde com que a
redaegn eoteodeu de*er oarraros factos por essa
formo, tem as lembrarde
(pois lambem a temos
vlr a
no
qua oossa digoidade
oos Impunha o dever de
publico referir oa factoa como elles se de-
ram, com toles as clrcumsianc'as.
Deaejariamos que a redaego do Diario livesse
de.cido democstrsgo dss vaotagens auferidas
por esse adratoisirador com essa conveogo. De
feito. aendo a imoresaao do Diario calculada em
131800 por numero, delta se encerr,o es ad-
ministrador (na phrase da redscgo do Diario)
por 119 por numero. Com a aprtseoisgo d-stes
algansuios ver o publico qrte nesse proteodldo
contrata houv vgntsgem paraos proprielarios do
Diario do Recife e nunca am sacrificio, como ora
se aprega. Por esse prego de llj foi o Diario
imprasso at o dia 6 de agoalo prximo lindo,
da em que as proprietarloa do Diario do Reeifi
allegaodo falla de recursos para a coolii)ugo'
da vida de seu jornal, propuzers'n-nos continuar
Manoel Antonio, Pernambuco, 20 annos, soltei- nt noPre,*ao Pelo preg de 180 meosa.s, a 6S
ro, Boa-vista ; bexigas. Por numero, aim de \$ diariea pera cada um
Simeaoe, Peroambuco. 3 aooos, S. Jos; bexigas. 1
Isabel Ernestioa Corra. Peroambuco, 35aooos.
solteira, Boa-vista ; phtysus. 81m 0I
15-
lrioo, Peroambuco, 12 aooos,
gina
S. Antonio ; an-
dos dous ajudanies da impressores, o que tudo
a quaotia de 8 por numero. Ora, te aj-
os proprietarios do Diario do Recife psssa-
- a pagar 89000 pelo trblho calculado Pm
13&800, linham elles um lucro diario a- 5j600.
Diversos motivos dos levaram a aceitar essa
Virginio Csrnelro Lelo, Pernambuco, 50 annos,
casado, S. Antonio ; febra perniciosa.
Maris Thereza de Jess. Peroambuco, 30 aooos,
solteira, Boa-viis ; tubrculos pulmonares.
Lsureolioa, Peroambuco, 7 aooos, S. Jos ; te-
taoo.
Minemos, Peroambaco, 5 aooos, S. Jos
perniciosa.
<>ommunica(los
quaoto aprouver aos aeohores do Diario do Re-
cif* eecrever ; porm ros, a quem se procura
attrahir a odiosiuade publica, devemos referir oa
factos com as circumaiacclas qae se derarn, sflm
de que o publica possa formar am juizo acertado.
Em relago a oiiidaz qaa Uvera u em vista os
febre "pHeUrioa do Diario do Recife, currpre que o
publico ssiba que, co ha.eodo oesaa lyi-ogra-
____ P'a os uteoilios e aciessorios oecessarios pira
s* Poder execaiar urna impreaso cuida, o que
am parle se v do mesmo Divrio, composto cora
pessimos lypos, e impreeso em ruim papel, oiffi-
----- cil se oo impossivel, ee lornava a exececo de
um Irabslho limpo, quaoto malsnittio.
Se em alguna das ae deram tallas cootra a re-
tularidade disiribuigo da folha, oo foi isso de-
vldo a os como impressores, e aim por fados
alheios oossa vontade, como bem a falla de lio-
Eleico de seoador pelo Cear.
Candidatura do Dr. Thomaz Pompeu
de Souza Insil.
O iofausto paaeamento do beoemerito Ceareo-
ae o Dr. Miguel Fercandes Vieira, abri urna va- la P'l'el. p mesmo por embaragos resultantes
ga oo sena 10 brasileiro. do material dease eaiabelecimento.
A provincia do Cear tem de prover essa va- Ouaoloa essos tres fallas bavidas em ums se-
ga, elegeodo em lista trplice trea caracteres no- maDi sentiremos ss a redaege do Diario no
O delegado de polica, logo que teve denuncia
do faci, dirigi sea referida cata, preodeu em
fl*graote aoa delfoqueotes, e, depois de sppre-
heoder todo o dioheiro, que o fizara logo eolre-
gar quelle negociante, instaurou cootra oa de-
iioqueotes o competen!-' processo, comoiocursos
00 crlme previsto Da seguoda paite do artigo 265
do cod. crim.
Ioforraam-oos aioda que nos arrabeldesda
cidade de Goiaooa, 1 urna hora da madrugada do
dia 10 deate mez. Claudioo Gomes da Silva, de
idade de 22 anuas pouco mais ou meos, cor
ser spresectados escolhs do
lavis, que devem
Imperador.
Felixmeote o Cear oo tem oecessldade de ir
mendigar a previneiss estranlns nomes para com-
por aquella lista trplice.
Muitos Cearenses i Ilustres oas seieocias, lettras
e armas, coota hoje a proviucia : trocar o que
temos de bom em oossa casa, pelo que ha de
igual, ou mesmo ioferlor, s pelo facto de ser
extraoho proviacie, urna cousa absurda, e
sem explicacao posaival.
Cesrease por oascimeDlo, ioleressado em tudo
quaoto loct de perlo etse abeogoado torro, recber os companheiroi que haviam sido despe-
ara qae vimos a luz do dia, aeja-ooa permiuido didos.
forgr a apresentar sjas causaa ; porm desde i
deverros ssseverar que ellas nos nao podem ser
attribaids, o sim a qaem, sem os recursos ne-
cestanoa te prouo a manter um pmpreta, como
a da peblicago do Diario do Recife.
Procurando descaipsr a nao coctrnuago da
publicagao do Diario, a rospeitiva redaegao lle-
ga ser limitido o numero de impressores, em
vlitjde do que apenaa exi'tam dous que disso
se podiam encarregar, e que ases meemos, de-
pois de aceili'em e propost que Ih-s foi ft.
recussrara, 'uerendo desse mudo obriga los a
apreeontar um come aos oossos patricios, que
Do deshonrar a lista Iriplice, que elles leem de
compor. Esse nome o do Sr. Dr. Thomaz Pom-
pea de Souza Brasil.
Aquellas, que apreciara oa Coos caracteres, e
que estimara os cidsdos prestimosos, e uteis
sua patria ; aquelles que deapresam os voluveia,
e os nomKncuos sempre promptos ao servigo de
todas as polticas a de todos os partidoa, urna
vez que sirvam aos seus ioteresses individuaos e
reconhecido egosmo, sem lemerem cootradic-
goes e iocoherenciss, nao deixaro por certo de
dar um voto cooscieacioso e livre ao Dr. Pom-
pea.
Na verdade se a illustrago, a deiicao ao
paiz, os servigos relevaotes j prestadoa, e a
possibilidade da prestar outros, aioda maiores,
sao aa coodigoes, que o eleitor deve ter em vis-
ja, e oa ttulos para alguem aer ocluido am urna pida.
lista Iriplice, eoio podemos dizer sem receio Seiba tambera o publico que, apezar de desoe-
acaboclada cabellos pretos e corridos, oanz pe- que o Sr. Dr. Pompu suoponar bem o paraUllo di los do Diario do Recife, de poi
queno e alado, sem bsrba, denles limados, de j com quaesquer outros cidados e disliocloa Cea- Pelo administrador da
estatura baixa, Unto os dous dedos dos ps tr- renses. e que seu neme escriolo em uraa lisia nuassemos no irabelbo de imoretao.
os, deu ura 1 Maooel Matheus de Ilri- | trplice, a par v.,. doa Drs. Francisco Domin- oossa que esse pedido. acompanhdo de mil pro-
gues ds Silva, Domingos Joa Nogueira Jagueri- meases, nao parta seoo dos meamos p'op-iea-
be, Viriato de Medeiros, Piragibe etc. etc. uo rioa.talvez que para nao haer quebra na digni-
deslastraria esses caracteres, e oem a sua pro- ^e osleutada e nem amoleciraeoio de bros -
vincia natal.
E' preciso que ae saiba. O numero de impres-
sores nao to limitido, como allega a rl do Diario, e urna prca disso taraos na aceitgo
deasea dous a que se refere a mea^na redaego,
anda matado terceiro, que nao combinando com
os outros declarou ettir prumpto a U-balhar.
(Juanto ao motivo da recuae que llzeram esses
doua cnpreasores houve inexaclido, porquaoto
essa recusa foi devida a sciencia que elles live-
ram da falla de pagamento do salario devldo
aquelles, a quem Hollara de succeder, alm do
tratameuto pouco couveutente.
A elasse, a que t-llea perieocem, tem toda a
moralidado ; mas esta oo foi iovocade. A's cir-
cunstancias dessa empreza que se devem ai
difficuldades eocootrades para a cootiousgao da
impresao, que passou a ser feita em melada do
formato, e boje so acha inteirsmeoie ioterrom-
s_fo:-oos pedido
composigo quH con i-
E' crela
5J50O e 69OOO de premio ; do baoco do Brasil
56f e56de premio: do rural e hypothecario a
32c e 359 de premio ; da estrada de Pedro II 18]
de descooto.
Descoolos.Bilheles de Ibesouro 7 i|2 por ceo-
to ao anoo ; e lettras a 9 por ceoto ao aooo.
Fretes.Canal, a ordeos, 25 e 32|6 ; dem, vis
Santos 407; dem, Directamente. 25 e 30 sh. ;
Montevideo e Bueoos-Ayres, 850 a 1.050 pata-
ces.
Gneros.Assucar mascavo de Campos de2j20
a 2$700 por arrobe ; dito de Peroambuco 2g100 ;
dito da Babia 2)000.
O Hyscn verde 28000 por libra.
Maciaiga fraoceza 760 por libra: dita iogleza
700, 720 e 730.
Caf lavado 8S40C e 8|650 por arroba ; dito
primeira qualidade boa s pouco ordioaria 60650;
Acha-se desigoado o dia 29 do correte pa-
ra a touoio da 5" sesto judiciaria do jury defte
termo, soba presideocta do Sr. Dr. juiz de di
da 1* vara Beroardo Machado da Co-ti D
De caita da cidade do Ico cooata
re lo
Doria.
Dr. Beojamm Puto Nogueira fra'eieVt, depila-
do pelo 3* dislricto eleitoral, em substiteigo da
vaga delxada pela escolba do fallecido secador
Fernn les Vieira.
A caita a qaa oes referimos, oo acrescenta
circumataocia alguma acerca daa ultimas phases
porque passou essa elei^o, quaoto a apreseols-
go do Exm. diocessoo, cuja eleigo davam por
ee-to. No en treta oto o eleito digno dos suflra-
gios qoa obteve, e com alie oos coogratalamos
pelo bom xito de sua candidatura.
Tamos qaeixss mu proouociadsa cootra o
proceder de um morador da roa larga do Rosa-
rio, cuja familia aem reapeito a si iocommde
grandemeoie a que mora oo primeiro aodar.
Sirva-lhe isto de adrerteocia para se comedir
e ssslm evitar raaior iocommodo a ti propria!
Cooits-oos qua a f-.ta das Chafas do saci
patriareha S. Fraocisco de Assit ser feita com a
pompa do coslume, havendo oas vesperss ao
meio dis a ssgrsco em aclo solemne de um c-
liz rico de ouro cravado de diamantes e ruda
violo de Lisboa a mesma ordem.
Orem 00 evaogelho o Rvd. padre Aotooio Ma-
ooel d AssumpgSo, eno Te-eum o Rvd. padre
Grsgo. r
De Carachuas, em 3 do correte escrevem-
oos o siguite:
a Nao parecer a V. que j demasiado lhe hei
dadoconts dos Jerriveis elTeilos da assolladore
epidemia do cbolera-moibua cesta comarca?
a EtitreUnio siolo ter de voltar a este triste
dito superior primeira boa 6J950; diic regular I asaumpto, commuoicaodo-lhe que esse mal tem
t>>700 dito larals 89700. J ultimeroeote reaparecido m dirersas localida-
10, que flcou gravemente ferido, e evadio-ae. se-1
guodo consta, para os lados do eogoohoTsbu.de
Joo de S C.vslcaote de Albuquerque, provin-
cia da Parahyba.
Nao leodo o respectivo delegado podido coose-
guir a captura do delioqueote, aps as diligen-
cias empregadas, maodou logo proceder aocom-
peteote corpo de delicio, e contina a empregar
toda a actividade para a obter.
Paasageiros do vapor oaciooal Cruzeiro do
Sul, vdJo do Rio de Jaoeiro e porlos interme-
dios :Exm. viscoode de Camaragibe e 2 etera-
vos, Dr. Jernimo Villela de Castro Tavares e 1
criado, Dr. Joo Alfredo Correa de Oliveira e 1
criado, brigadeiro Joaquim Joa Velloso, capilo
Joo Aolooio Cardoso. sua seobora, 2 fllhoa e 5
escravos, Isabel O. Cordeiro. Melchisedeik
Ario de Albuquerque Lima, Fraocisco Duarte de
Oliveira Targino, Antonia Mara da Conceigo,
Tillo da Rocha, Fraokllo Jos Freir, Luiz Mara
de Aleocar, Virginia alaria da Conceigo, Jos
Joaquim liiura 10, Carlos Freir dos Reis, JoSo
E'angelisls. Joo Baptista, Antonio Francisco
Marques, Jos Portella, Laureotico Peixoto de
Meadooga, Jos Teixeira da Cuoha, Aolooio de
Araujo M-deiros, Alcido de Souza Castro. Frao-
cisco Joi de Oliveira Silva, Jos Gaedes Noguei-
ra, Fraocisco de Almeida da Cacha, Jos Gomes
da Silva, Ignacio Miria da Silva, Domiogos Jos
de Araajo Peixoio, Jos Gocgalves Malveira,
TheodeloTheodorico de Castro, Guilherme Bap-
tista dos Saotos, Jos Joaquim de Oliveira, Se-
veriaoo Bsodeira de Mello, Aotooio de Azevedo
Mala, Adolfo da Souza Meoezes. Joaquim da Cu-
oha Meirclles, sus seobora a t eterava, Msooel
Raposo dos Sinto, Jacinto Raposo de Almeida,
Maooel de Mello Bezerra, Csmbacre Xavier,
Paulo Cohn, H. M. Lanne, Herculaoo, Aotooio,
Miguel e Joaquim Maia Afrieaoos livres, um po-
lica escollaodo um menor, 5 pregas do exercito,
6 ex-pragas, do dito, Graciano Heariqas Mara,
sua seohors, tea irmo e 5 Qlhos.
Segaem para o norte :
Senadores Aotooio da Cuoha Vascoocellos e 1
escravo, Frederico de Almeida Albuquerque e 1
criado. Luiz Aotooio Vieira da Silva e 1 esersvo,
Dr. Joio Pedro Das Vieira e 1 escravo, Dr. Fabio
Alexandrioo de Carvalbo Reia e 1 escravo, Dr.
Diogo Velho Cavalcaotide Albuquerque e 1 es-
cravo, Dr. Pedro Maia de Lacerda, Dr. Luiz Ao-
tooio Vieira da Silva, Dr. Manoel Faroacdea
Vieira, sua senhora e 2 escrsvos, Manoel Silves-
tre da Silva Coato, Luis Aotooio Gomes Viaooa,
Frederico Adiobo ds Araujo Silva e 1 escravo,
Maooel Rodrigues ds Soasa, Raimundo Torqua-
10 de Oliveira Gomas, Eoabeth Uses, e Pedro
lien, esdete Francisco E. da Silva Peona e saa
seebors, S* mschioista Aotooio Fraocisco de Oli-
veira, Hermogeao Rodrigues da Silva, Eiteone
Gestel 6 pragas do exercito e 4 prsg*s do dito.
Paasageiros do biate nacional Camaragibe,
viodo do Peoedo :Jesuioo M. M. Braga, Joo
Lapes dosSsotos, Manoel Vieira da Silva.
Paasageiros do brigue oaciooal Santa Bar-
bara, viodo do Assu :Maooel Jos Fernaodes e
1 Joaquim Martins FsroaDdes. veio largar o pratico
; s passsgeiros e segulo para Macei.
Paasageiros do vapor nacional Mamanguape
sabido para Macei :Domingos Jos de Paria,
D. Aont Ealaves da Luz, Pedro Claudioo Duarte,
Fraocisco Ignacio Cardoso e Silva, D. Rufina Ma-
a da Conceigo, padre Jos Gomes Lima.
Movimeoto da caaa de detenga j do dia 13 de
setembro de 1862.
Exisliam...... 355 presos.
Eolraram...... 17 b
Sahiram.......
Eildem.......365 t
Com efTeito s o hornera fascinado pelo espiri-
to da partido poder negar os servigos que o Sr.
Dr. Pompea tsm prestado ao Cear ; s o iove-
joso negar a sua illaetrago, a possibilidade do
aer alil sua provincia natal, qua precita da
cooperago de todos os seus boos caracteres, de
lodos os seas Qibos prestimosos.
Formado em seieocias sociaes e juridieas nt
academia do Ollods em 1843. desde eolio o Dr.
Thomaz Pompu da Souza Brasil, moslrou o seu
graode taleoto e applicago ; taleotu e applica-
Cao, que lhe deram sempre eclra os collegas de
aooo a primazia, e que, aioda em sua vida de es-
tudaote, o babllitaram a tirar urna das cadeiras
de theologia, por coocurso, no seminario de
Oliads.
Reliraodo-se para a sua provincia depoia de
aua formatura, o Dr. Pompeu fez-se dasde logo
conhecido no foro, oo magiaterlo, sa direcgo da
iostruego pablica o Da impreca* de um molo
vaotajoso oo s ao Cear, seoo lambem ao
paiz.
Os louvores, o mengo boorota qua nos relat-
nos dos mais habililadoa presideotes, que tem
tdo o Cear, mereceu o Dr. Pompu pelo bom
deiempeobo de teas deveres, como smpregado
publico ; os ttulos honrosos que lhe team sido
conferidos pelas mais i m por tao tes aasociagea
Iliterarias, indastriaes, e scieotilicas do paiz, taes
como o laatituto H'atorico e Geographico Brasilei-
ro, a Sociedade Auxiliadora da- Industria Nacio-
oal e oulrat, que fra longo enumerar, sao a
prova mais cabal do graode mrito do Dr. Pom-
pea.
fueCeareass haveri ahi, que nao se eosha de
certa uftoia ao ler astas palavras, laceadas por
urna ootabilidade luterana do paiz, como o o
Sr. eoDselheiro Joo Duarle Lisboa Serra, 00 pa-
recer, que, como membro do Iuslliuto Histrico
e Geograpbico do Brasil, dra sobre o Cempeodio
deGeographia do Dr. Pompea ?
E' mloha humilde opioio, que este com-
pendio deve ssr rscommendado para as escolas,
e que deve valer ao seo autor o diploma de
membro do laatituto Histrico e Geograpbico do
Brasil.
Que Cosreose nao ae comprazsri alada ao re-
cordar esso oatras palavras do bem coohecido
litterato o Dr. Joaquim Maooel de Macedo no re-
latoro, lido em ama das sessoes aootvertariai
do mesmo Instlelo em 1853, erelativaa ao m-
rito Iliterario do nosso dislioclo patricio ?
O Instituto Histrico e Geograpbico do Bra-
sil apreciar sempre obras a trabalhos como o
do Sr Thomaz Pompu de Souza Brasil, elabo-
rados com disvello e coosetonets, o Inspirados
sera duvida pelo amor das lettras s palo patrio
tismo.
Apreaentando, pois, um vulto Iliterario da
provincia aos sleilores cearsosss, eoteodemos
cumprir um dever poltico.
Sao caracteres como o Sr. Dr. Pompea, qus
pela sua Ilustrada peona tem servido por lanos
anooa provincia do Caar, qae devem oceupar
os asseotos da ropreseotago, ooda anda me-
lhor podem servir provincia e ao paiz.
Taes sao os sinceros dasejos de um Cearense.
que, aioda que auseale, noesquece olorro em
que oasceu.
O Cearense.
gurando como intermediario esse terceiro.
Melhor seria qwa a redaego oa os proprieta-
rioa do Diario do Recife, se apreseotassem em
publico, expoodo aa dilliculdades com qua ho
lualo, a a irapostibilidade du superar taea dil-
liculdades com alguma faciltdade. Este proce-
dimeoto seria sempre mais louvavel do que o
que se o.'leotou para com oosco. apreaenlsodo-
se-oos como reapooaaveis por ease fatto.
Picamos a espera da
mettid., com
oova reorgaoisago pro-
Correspondencias
Srs. redactores.Cbegaado ao noaao cooheci-
jusnto qus em o n. 217 do Diario do Recife, de
a viuda dos operarlos que se espe-
rara da Europa, ou daa proviociaa do imperio, para
vermos o asseio que preteodem .presentar, ser-
vindo-se os novo operarios dos meemos lypo,
do mesmo papel, da mesma Unta [fabricada por
um curioso, da oatureza que serve tmeme a tit-
ear o papel] e dos mesmo. accessorios pertec-
ceoles ao prlo. Eoi.lo admiraremos a oiiides da
impresso e a regularidade da dlstnbuigo.
Tamos coocluido por boje. Se oos obrigarem
soltaremos.
Os impressores.
Publicaees pedido
(SUUM CUIQUE TR1BUERE.)
J se cao pode maia duvldar, qiae a Virgem
do Carme o nao esquace em lempo algam a-
quelles, qae davutameole traiaodo o aeu glorio-
so habito, dedicado com especislidade aos seus
louvores, sao cornados 00 oamero de seus meia
charos lhos.seohores.em todos os t-mpm a evi-
deocia detti verdad", ae achou demonstrada, e
hoje mait que em t-^mpo algum recaer acta ella
a maia robusla ocredulidade, boje quaodo os
vemos etst to respeitsvel ordem eiitre si desu-
nida, emigradoe delta muitos da aeus mais res-
pe taveis filhos, eotre os quaes ao dignos de
menao os reverendos pa 1 re mestre Lino do Moa-
te Carmello, padre Eroesto, padr Seraam, pa-
dre Jote Castro, padre C>odido, todot estas -
Ibot, qua muito a oroamootavam, o cuj* emigra-
eij nao sendo para ella um golpe mortal, era
todava uraa ferida bem dlfficll da curar 1 ; hoje
masmo, quaodo esta farida aioda oo cictrisa
da, (como diz o Paalra cac, um abytmo chamando oulro auy.mo, ura
raaior golpe a vera de novo fazer olhar se como
so quitada, separan lo d-Ha para aempre maia
seitde seua especeos liihos Fr. Joo Po, o
decano do Carmo, Fr. Tbomaz de Saeta Maan-
ea, Fr. Jos Magdalena, Fr. Maooel de Sania
Clara, Fr. Joo da Eccarnago Mello, e com es-
tea o padre meatre Fr. Joo d'Asaumpgo Moura,
a columna principal do Carmello. a que reunida
as duas nicas, o ex-proviocal, Fr Jorge de
Saeta Aona Locio e Fr. Joaquim de Santa Maria
Cunba, cujac viiludes sao bam coohecioat, pa-
reciera su.tentar para sempre o Carmello ; slm
boje mesmo quaodo o clauatro cana de perder
este aatro luminoso, e que psrecia perosacecec
para sempre oa mais tenebrosa obscuridsde, por
que a excepgo daa dua. culuu ns, Fr. Jorge a
Fr. Santa Maria pareca Do haver maia uutrtv
que o podesse decorsr ; hoje mesmo, quando-
ninguem mais o olbava, seoo com dr a pe-
sar ; por que pareca mesmo que a Virgero do
Carmello se han eequecido de aeua limos, e que
Ibes voltavs as costas, eats a mseos oc-asio
assda para a Provideocia fazer bulhar a eviden-
ciada verdade, que acabamos de emitur ; sim
oesla triste poebe, em que o claustro paresia s
offerecer a dr, e a in.-teao ; quaudo mait
dous ce seus Albos
teottm ilustrados,

at eulo eaquecidos) ae os-
s digaos de nossos maiores


DlAeUO D* fllNAMBDCO: TEi^A MIRA 19 i SETEMBRO i8;
logias : um m repblica das leltras, oatro no
lelo, ardor, e dedicarn 10 sarviijo da igreje.
Aju-Ua, O referen 10 paira ro-itre Fr. Pedro
da Pariticigo Pat e Paira, h"je dignissimo vice-
director e capellao do ollegio doa oruhoe. o
jusl devijo a leo talent i.lutindo mesmo n'um
claustre com grandes oatacuioe (pola aa-
siQi como a virtude encentra espinos, O t-len
t encontr mulos), ponda conseguir por aea
meriio, e por eotermedio da seus dignos amigos
do eotio oresidente dests provincia o tm. Sr.
Dr. Lmi Moniz Barbalho Fiuta a oomeago de
iee director e capallo do collegio dos orphes,
onlealmde eeue conhecimenlos, osa tingues
latas e (raneis, deiicau io-ie por espajo de
qeasi tre annos ao cumprimmto do seus debe-
res, e a cxltura da boos | iros acaba de dar
urna nao equivoca prova da aea talento, e dedi-
cado aa leitras eia um bera elojuente disesrso
de>icado *o Ext). Sr. Dr. Maooel Francisco
Correa, hoje digosssimo presideule desta pro-
vioeia, por occasio de urna viaiti do mesmo ao
collegio das orohos ; esaa ootro o Rvm. Fr.
Alberto daSsot) Augost) -Csbral, cuja bem co-
nhecida virlula, a dediclo ao serpeo da igra-
ja t itn encontrado na L>goa do Carro o msis
nocnoleto aoplauso. podeodo ah (a un lira o dos
religiosos Capuchtahos) com a ediics^ao de um
mageatoso templo legar a sua ordem um monu-
mento da gloria.
Ab I qunlo algums nuvem prett circumda o
Carmeilo. para o fazer brilbar depoiscom mais
fulgor! Prosgaos denodados Carranll>ts na esr-
reir Drilhaote, que acabara da encelar I avante I
avante I a nao amores-ira, que -m dmvo rece-
bsro nao a os nossos elogioe, seoo timbem os
applauaos da tidi a vosea ordem, que, j hoja
vos admira Ah I A Virgem do Carmo ouoca
esjuece aaua fllboa, esta urna verdade ocon-
cuisa 1 Sira ella continuar a derramar aobre aa
voseas cabecas as suae beodos, nao a para
realca da nieama ordem, aeuo tambem pira
triumpho da ver lado que veobo de em'tt r.
IteceDam, aenhoraa padres me.-tres Fr. C'bral,
Fr. Pai e Paiva esta offeraoda de respeito, qee
a voseas revereodissimas boje ttibuta o voeso
mullo dedicado apreciador, e antigo devoto do
Corroo I Ah sa por ventura este elogio (que a
rae* ver uo corteapoude ao ment > de voesas ra-
verendistimai, offender a delicadeza de vossa
molestia, desenliara, e aeeilem-oo somente
como um tributo, que presta ao mrito o bem
conheddo devot) de voasaa revereodissimas:
Amonto dt Soma Barroxo,
Obtarfajio.
Suspenleu do lamaro o brigue nacional Gui-
llermina, capillo Mmoel Correa dos Santos,
com o mesmo lastro que irouie de Mscei.
Apparece ao sul a galera (ranceza flaouJ.
.ditatts.
ICMM IHLI11
DO
Banco do Brasil.
A calza filial daaeoota latraa com praao at
quatro mezes a 10 (0, a do aeu proprio aceita
a 9 0)0, toma dinbeiro juros em onta corran-
te, o por lelrs a 7 0|0 ao aono, e sacca ao par
a curloa presos, sobre o banco do Brasil.
Cana filial 9 de selambro de 1862.
Pranciaco Joo de Barros.
Secretario.
NOVO BANCO
DF
Pernambuco.
O novo banco d Pernamcuco paga o 9. di-
videndo a razio de 12c por acci'o.
l'rai/a do Recife, 15 de setembro de
As quatro horas da tarde.
C0TAQE5 OFFICUES.
Cambio.
Ni o bouvaram co(a?6-s.
J. da Cruz Macedopresidentes
Jobo Gatiasecretario.
AllanaleaTSs,
le .ai_j*ao do dia 1 a 1 .
ideizt da dia 15. a I
I9I:14|199
2d.706al40
2I8:120J339
lovlmnato da al tandear.
30
152
Valamaaantradoa aomazandas..
> ion ganaros..
Valamaa aahidos ttm (azandas..
a om teneros.
== 182
105
110
== 215
astarraa,am no dia 16 da seterabro.
Brigue porlugaatC -netanltmercadoriaa.
Patacho americano Paloiaioferro e carvo.
snportacao.
Vapor nacional Cruzeiro do Sul, viodo do Rio
de JaDeiro, mamfestou o segumte :
1 ciiza rap ; a Gongal'es & Cruz.
1 eaiite imprussos; a Jos Barbosa de Mello.
4 ditos ditos ; a Jos Nogualra de Sun,
3 anrrd9 erva-mate ; ao Dr. Manoel Francisco
Co-ri Netto.
1 bah roupa ; a Oct*iano de Souza FranQa.
1 caiioie cigarros ; a M*ia & Irmao.
'i caiides chapeos ; a Ferreira & Araujo.
1 aacco cla, 1 calta o cigarros, 2 mos 125 ro-
los e 50 latas fumo ; a ordem de divereos.
4 csivV'i oiappaa, alias ele ; a K. M. Lana.
27 caitas brim de algodo ; a Jobnston Pater
S C.
1 pacole timenta da Costa ; a Joaquim Jos
dos Santos Magalhes.
1 csisao tarop ; a Joaquim Ignacio Ribeiro
Jnior.
2 titos ciiaratos; a Jos Leopoldo Bourgard.
2 ditos dilo9 ; Palmeira & Beltro.
1 volume ; a Tristo ae Auocar Araripe.
1 bah ; a Jos Francisco Coelbo.
1 caita ; a Joaquim Francisco do Espirito
Santo.
dita ; ao barao do Livramento.
voluiie ; a Joo Jo* de Amorim.
dito ; a ManoeJ J. Montero da Silva.
dito ; a Jiis Jeronycno Monteiro.
oilo ; a Palmeira & Beltro.
caitote ; ao im. Sr. presidente da provin-
a J. Antonio Carneiro Cunba Mi-
1
1
1
1
1
1
cia.
1 volume;
ranla.
1 caitote ; a Maia Irmao.
1 volu 1 pacota ; a Tasso Irmao.
1 dito ; a Afrano Calasaos.
1 csiiot* ; a Ignez Amalia de Brito.
1 pseote ; a Joe Aalonio Lopes Cbeves.
1 calite ; a Aprigio J. da Silva.
1 pacole ; a J Pe eir da Cerqueira.
Exporta Do dia 13 oe s-iemnro de 1862.
Patacho nacional Themoteo 11, para Barcelona,
carregaram :
Tasso Irmaos, 174 saceos com 886 arroba e 16
bras de algodo.
Heeabedoria de rendas Internas
genu de Peraantboeo
Rendlmentodo dia la 13. 15:8000548
Ida n da dia 15......: 4:947/400
20:747948
Consolado nrovInclaxE.
fltndimantododia 1
lun da dia 15
a 13.
15:4781092
2:3491144
17:827J236
Movimento Ho porto
Navios entrados no dia 15.
Rio de Janeiro e portos intermedios5 dies e
22 horaa, paquete a vapor nacional Cruzeiro
do Sul, de 1,100 toneladas, commandaote o
capitn de mar e gaerre Gervasio Mancebo.
Sumatra120 dias, galera americana Uontery,
de 423 tooeladaa, cspdo II. E. Smith, equf-
pegem l, carga pimenta ; ao mesmo. Veio
refrescar e segulo para New York.
Penenn4 diaa, biate nacional Camaragibe, de
38 toneladaa, capito Virgino Jueliniaoo de
Soaza, equip.gem 6, carga milho, farioba e
pairas da amolar; a Laiz Borgat de Cer-
queira.
Ais45 dias, brigua nacional Sania Barbara,
de 232 ioneladaa, capito Anselmo Pereo,
eqaipagem 11, carga al; a Amorim Irmao.
Navio sahido no metmo afta.
MaceloMapor naciodal Uan.anguape, eomraaa-
dante Manoel R. dos Santos Moura.
O Dr. Tristio de Alencar Araripe offieial da or-
dem da Rosa e juiz de dtraito espacial do cora -
mercio deeta cidade do Recife capital da pro-
vincia da Pernambuco a sea termo por S. M.
I. eC. o Sr. D. Pedro II, a qaem Deoa guar-
de etc.
Faco saber aos qae o presente edita) virem e
delle noticia liverem, qe no dia 29 de selambro
do correte anno .. ha de arremstar por venda
a qaem msis dar, em prsca publica deste jeizo,
na aala dos aaditorios, urna escrava mulata de
oome Joanna, de 14 annos poaco mais ou menos,
avallada por 700$0l>0, a qual fora penhoraia por
eiecu;o de Barroca \ Medalros contra os hor-
deos de D. Antonia Marta de Castro.
E nao baveodo laogedor que cubra o pra;o da
avaliago, a arremaiaco ser tena pelo valor da
adjudicaco com o abatimeoto da lei.
E para que o preseote edital chegua ao ennhe-
cimento de todos maodei pasear aditaes que sa -
rao publicados pela imprensa a afBiados nos
lagares do costume.
Dado a paesido nasta cidade do Recife capitil
da provincia de Peroambaco, aob meu aigotl e
sello que ou valba sern sello ex-eausa aos
seis diaa do mez de aetembro do anno do naaci-
manto de Nosso Senhor Jeeua Cbristo de 1862,
quadragesimo primelro da independencia e do
imperio do Brasil.
Eu, Manoel Mara Rodrigues do Nascimeoto,
escrivo o subacrevi.
Tristo de Alencar Aieripe.
O Dr. Francisco de Aranjo Barros, cavallairo da
imperial ordem da Rosa, juiz municipal da 2*
vara do termo do Recife, por S. M. o, que
Deus guarde, etc.
Faco saber que pelo Dr. Bernardo Machado da
Costa Doria, juia da direlto da 1* vara criminal
da comarca, me foi commanicado ter designado o
die 29 do correata pelaa 10 horas da manba,
para abrir a 5a sessao do jury, que trsbalhar em
dias conseculi'os, haveodo procedido ao sorteio
dos 48 jurados que tem de servir na mesma ees -
sao, em conTormtdade do art. 326 do regalamen-
to n. 12 da 31 de Janeiro de 184t, foram sortea-
dos e desigoadosos ciddos seguinles :
Freguezia de S. Fr. Pedro G>nc.alres.
Antonio Mara de Castro Delgado.
Jos Antooio Moretra.
Jo>deS Leito Jnior.
Joaquim Dativo Tulles de Souai.
Luis Antonio Siqueira.
Luiz Borgea de Crqueira.
Manoel Jos Baptiata.
Saoto Aotooio.
Dr. Amaro Joaquim Pooseca de Albaquerque.
Augusto Egidio de Miranda.
Dr. Carulioo Francieco de Lima Sanios.
Dr. Joe Leandro de Godo; Vasconcellos.
Jos Mara da Silva.
Jos Ribairo do Amara].
Vicente Lieinio da Coata Campello.
Manoel Romo de Carvalho.
S. Joe.
Jos Joaquim da Costa Perelra.
Joe Pedro da Silva.
Joaquim Lucio Mooteiro da Franca.
Tedro de Alcntara Pinheiro.
Boa-Vista.
Dr. Alceblades Jos de Asevedo Pedro.
Andr de Abreu Porto.
Antonio Ferreira d'Aonunciaco.
Aotooio Fraoeiaco dasNevaa.
Domingos Affons Nery Fe-reira.
Dr. Jo- Honorio Bazerra de Menazes.
Joaquim Francisco Lima.
Jos Aotooio LopesGuimarss.
Luiz Aotooio Anuas Jacome.
Lu'z de Moraes Gomes Ferreira.
Tiburcie Anlanes deOliveira.
Afogados.
Jos Buarque Liaboa.
Jos Antonio Bastos.
Jernimo de Hollenda Civalcantl de Albu-
querque.
Poqo.
Jos Cesario de Mello.
Jos Francisco do Rgo Barros.
Varzea.
Joe Corrfia Leal.
Joe Florencio de Oliveira e Silva.
Jaboato.
Jos Gomes dos Sanios Pereira Bastos.
Manoel Gomes dos Santos Pereira Bastos.
Muribeca.
Coronel Agostinlio Beierra da Sila Cavalcanli.
Baro de Gu>rarapes.
Jos Toomaz Pires Machado Portella.
Coronel Joa Carlos Teixeira.
Jos Gomes Velloso.
Iguacio Francisco Pereira da Silva.
S. LourenQo.
Antonio Jos Duarte.
Baailiauo Correa Peesoa de Mello.
Jos Francisco de Barros Reg.
A lodos os quaes e a caaa um da per si, bem
como a todos oa ioteressados m geral, ae con-
vida para comparecerem do Io andar da caea que
foi cadeia, ns asa das aeeses do jury, tant) no
dia e hora, orno nos mais dias seguinles em-
quanto durar a sessao, sob as penas da lei se fal-
tareis.
E para que chegue a noticia a todos msndei
psssar o presente, que ser 1 ido e filiado nos
lugares mais publtcos e publicado pela imprenss,
e tambem ra uoiter Igaaes aos subdelegados do
termo para pablica-les e maadarem fazer ae no-
tiGcs(5dS oecessariae aos jurados, aos culpados e
aa testemunhas que se acharem nos seus dis-
trictos.
ilecie 13 de setembro de 1362.
Ea, Joaquim Francisco de l'aula Esteres Cle-
mente, escrivo do jury subscrevi.
Francisco de Araujo Barroa.
O Illm. Sr. inspecter da tbesouraria de fa-
zenda desta provincia, em cumprtmanto da cir-
cular do thesouro, dttada de 28 de julho ultimo,
sob o. 42, manda fazer publico que tica aberto
para o dia 6 da outubro vindouro novo concurao
para preanebimento dos lugares de pratteaotes
de allandega deeta mesma provincia, come;audo
oa etames as 10 horss da maoha sobre as sa-
guintss materias : 1.a graatmatca da lingua ver-
ncula, leitura e escripia correcta e correte ; 2.*
theuria da ascripturaQo mercantil por partidas
simples e dobradas e auaa applicaces ao com-
mercio, e a admioiatra^o da fazenda ; 3.* arilh-
metica e suas applic>co pesialidade reducQSo dos pesos e medidas na-
cionoes e estrangeirus, calculo de descont e ju-
ros simples e compoeloa, theoris da cambios
e auas applic*caa 4* ooea de algebra ; 5.a ira -
duego coisfecla des liogu'e ingiera e franceza,
ou pelo menos da ultima ; 6* principios geraes de
geograpbia, de hialoria do Braail e do estilstica
com inercia 1 : aquellea que pretenderen! ser ad-
meliidos ao concurso, deverSo previamente pro-
yar que teem 18 anno completo de idada, que
jesto d vierla culpa e pana, a qu tem bom con-
poriameoto. Secretaria da tbeaouraria da fazen-
da de Pernambuco 28 da agosto de 1861.Sar-
vindo de oflicial-maior,
Manoel Jos Pinto.
O Illm. Sr. iospector da tbeaouraria provin-
cial em cumprimento da resotucao da junta da
fazenda manda fezer publico que ae contrate por
lempo de Ir meze a cootar do 1 de outabro
ao ultimo de dezombro proitmo futuro, o foroe-
cimento de alimenticio e dietas para os presos
pobres da casa de detnnco, a saber :
ALIMENTACAO.
Domingo.
ALMOC.O.
1 pao de tres on;as.
1 once de caf.
2 oocas de aasasar.
MJtfAB.
1 libra de carne verde.
1 onga de toucinho.
1 dcimo de faroha.
Lenha sal.
Segunds-fera.
ALaogo.
O mesmo que no domingo.
ItJRaaV
O mesmo que no domingo.
Terca-fairs.
HLUWfi.
O mesmo que no domingo.
JANTAR.
O mesmo que no domtago.
Quera feir. -
ALSO(0.
0 mesmo que no domingo.
IAHTAR.
Meia libra dacsrne scca.
1 once de toucinho.
Malo dcimo de feijio.
1 deemo do farloaa,
Lenhs a sal.
Quints-feirs.
ALMOCO.
O mesmo que no domingo.
(ARTAS.*
O mesmo que no domingo.
Setta-eira.
ALHOCO.
0 meimo que do domiogo.
JAMAR.
Meia libra de bacalho.
Meio dcimo da feijo.
1 dcimo de farioba.
Duas oitavas de azeite.
1 enea de vinagre.
Lenha e sal.
Sabbado.
almo;o.
O mesmo que no domingo.
JANTAR.
O mesmo que na aatta-feira.
DIETAS PARA OS DOENTES.
n. 1.
Almoc.0.
Um qaarto de gallioha para trs caldos no dia.
N.2.
Almoco.
ooc.as em sdps de caldo de
tras
Um pao da
gallioha.
Lenta e sal.
Jantar.
Um quarto de gallioha cozida.
Duaa oncea da arroz para canja.
Launa, sal e vinagre.
N. 3.
Almoco.
O mesmo que na dtete o. 2.
Jantar.
O mesmo que na diela r*. 2 e mais
Um quarto de gallinha assada.
Um pao de 3 oncee.
Lenha a sal.
N. 4.
Almoco.
Duas oitavas de cha da India.
Um pao do 3 oness.
Duaa oocas de assucar.
Lenba.
Jentar.
Um libra de carne verde.
Um dcimo de farinha.
I.oalia esal.
N. 5.
Almoco.
O raosmo da dieta n. 4.
Jaotar.
Urna libra de carne assada.
Quatro oncee de arroz.
Um pao de 3 oncas.
Lanba o sal.
As peesoss qua quizerem contratar dito foroe-
cimento apresenlem as suasproposlas em cartas
fechadaa na mesma tbesouraria, no die 18 do
correte, pelo meio-dis, onde encontraro ae
condiedea com que deve ser eflectuado o referido
contrato.
E para constar se mandou afiliar o presente e
pablicer pelo Dierio.
Secretaria da tbesouraria provincial de Per-
nambuco, 9 de setembro de 1862.
O secrelerio,
Antonio Ferreira d'Aonunciago.
Pala inspeceo da alfaodega se fez publico
aue no dia 17 do correnta, depoia de meio da,
na porta da meama alfaodega, ae nao de arrema-
tar em hasta publica oe objectos abaizo declara-
dos apprehenaidoa pelo commaodante do 1.* pos-
to fiscal, da conformidada com o diaposto no art.
742 do regulamenlo, aaabor: 4 calgaa da brim
de lioho liso, valor de urna 23100.95600 ; 4 col-
Mes de linho, valor de um 2J500, lg ; 1 collete
de la, valor 5$ ; 8 leogoa rte liuho liso com duaa
varas (4), valor da vara 1*333, 2g666 ; 11 coila-
nanos de papel, valor 300 re., 12 collirioboa de
lioho liso, valor 3$, 1 cesto vasio sem valor, 8
accos usados, valor 600 rs., 1 bota com 6 re-
mo, 2 croques, 3 tapetes, 1 vela, 1 balde peqae-
no com 6 traoquataa, e 1 pao com aigoal, tado
ueado, valor 1669 I sendo a nrremalego livre de
direitos ao arremetente. 4" seccao da alfandeg
13 da setembro de 1862.O 1.* eacripturario,
Joo Carneiro I.ios Soriano.
Segunda aecc^o.Secretaria do governo de
Peroambaco, l Oa sd-mbro de 1862.
Pela secretarla do goveroo se eoovida aos se-
ohores pret?ndenies ao ullicio de escrivo dos
feitos da fazenda provincial, creado por lei deste
aono. a maadarem pagar oa portea de eeus ri-
quirimentos, afim de poderem seguir pera a cur-
te no vapor que se espera do norte.
Antonio Leita de Pinho.
auas propostasem carta fechada.na secretariado
eonselho. s 10 horas da manba do dia 17 do
eorrente mez.
Sala das sessoes do eonselho administrativo
para fornecimento do arsenal da guerra, 10 da
setembro de 1862.
inronio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino
Coujpaohia do Icberibe
A directora faz publico aos habitan-
tes desta cidade que se acham abertas
a venda d'agua nos chafarizes da ram-
pa do Gymiiasio Pernambucano e da
cidade nova de Santo Amaro, desde o
da 29 de agesto prximo lindo.
Correio,
Dolara vfis.
Juizo dos feitos da fazeuda
Na quinta-feira 18 do eorrente na
presencado Illm. Sr. Dr- juiz dos feitos
da fazenda nacional se vendetao em
prac.a publica ao meio dia as aimacoes
das lojas da ra do Cabuga' n. 2 B e
n. 4, a primeia de louro pintada a
oleo cora 3 fiteiros envidracados, avalia-
da por 120$, penhorada a Castro &
Amonm, e a segunda de amarelio en-
vernisado com 5 fiteiros envidracados,
avaliado por 2-0!$i, penhorada a Manoel
Joaquim Dias de Castro, tudo para pa-
gamento da mesma fazenda nacional.
A praqa tera' lugar as mesmas lojas.
Recife 10 de setembro de 1862.
O solicitador,
F. X. P. de Brito.
Juizo dos feitos da fazenda.
Na quinta-feira 18 do eorrente na
presenca do Illm. Sr, Dr. juiz dos fei-
tos da fazenda se venderao em pra^a
publica na sala das audiencias as 10 ho-
ras da manhaa os objectos seguintes pe-
nharados a Francisco Gomes Castellao
para pagamento da mesma fazenda na-
cional : 52 pares de sapatos de couro
branco para homem a 800 rs. cada um,
13 pares de botinas de couro de lustre
para mu Hiera 2f500 rs. cada um, 18
pelles de bezerro trancez ja preparados
a 2$ cada um, 576 pares de sapatos de
pelles de carneira de diversas cores pa-
ra mulher a 480 rs., 16 duzias de nadas
ordinarias para homem a l,s cada du-
zia, 66 pelles de carneiros de cores a
800 rs. cada urna, 23 ditos de ditos
maores cor de bezouro al^ cada urna,
e um carro de 4 rodas avaliado por 50$
penhorado a Ferreira Vinhas por Au-
gusto Ficher. Recife 10 de setembro
de 1862.
O solicitador,
F. X. P. de Brito.
Couselho administrativo.
O eonselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguinles:
Para o hospital.
200 lengoes de brim de dtus pannos e 10 pal-
mos de comprimento.
130 camisolas de brim com 6 palmos de com-
primento e 8 ditos de largara.
150 (roanas de brim com 4 palmos de compri-
mento.
100 toalhaa da brim com sima vara e meia de
comprimento.
12 cobartas de chita.
100 cobertores oe las.
80 colchoes de panno de linho com endinten-
lo de 13a com 9 palmos de comprimento e 3 de
largara.
20 colchase de panno de linho com enehimen-
to de la, com 8 e meio palmo de comprimento
e 4 da largara para nao de offlciaea.
100 traveaseiro da panno de linho com tres
palmos de comprimento.
100 guardaospo de brim com meia vara de
compri Dent.
60 pares de chioellas.
13 copos de vidro;
6 badas de rame com 5 palmos de circumfe-
rencia.
6 bacas de rame com 6 palmos e meia ab
sircumf arnele.
Qiem quiter vender Um objectos aprsente u
Pela adminislraco do crrelo dasta cidade se
faz publico que, em rinde da convenco postal
celebrada peloagoveroos, bresiteiio a inulez. se-
rao expedidaa malas para a Eurepa no da 15 do
correte, de conformidada com o annancio deate
correio, publicado no Diario de 9 de fevereiro
ao anuo paaaado.
A* cartas serao recebidaa at 2 horas antea da
que for marcada para a sahida do vapor, e os
joroaea at 4 oras antes.
Correio de Peroambaco 10 de setembro de
UffZ,
O administrador do correio
Domiogos doa P Consalado provincial.
Pela meaa do consulado provincial ae avlaa aoa
devedorea do imposto da dcima urbana, de -20
0[0 sobre o consumo de aguardeote.de 4 01 so-
bre os estabelecimaotoe de fora da ctdade, pren-
sas de algodo, typograpbias, cocheira. cavalla-
rees, botis, botequins, casas de pasto, e fa-
bricas, de 12 oi sobre os estabelecimeotos da
eomroercio em groeao e a retalho, armazeos de
recolher, de deposito e os trapiches, de 8 o'O
sobre consultorios mdicos o cirardeos, carinos
eecriptorioe, de 50 sobre caaes de modas, bilhar,
chapeoae roepa falta eetrang-ira.de 1:000 aobre
casas de opnracao baocaria com emiaso e privi-
ledoa.de 3009 sobre companbias aoooymea e
egencia, de 200$ aobre caaes de cambio, 10 0|0
sobre a renda doa terraaoa oceupadoa com o
planto do capim, de 100J sobra correctores com-
merciaes,_de 50 aobre correctoras de escravos,
de 500 res por toneladas de alvarenga e canoas
empreadas no trauco da carga a deacarge, e fl-
oalmeate o imposto sobra carros, carrocas e om-
oibus, que no ultimo d setembro eorrente fio ta-
se o prazo marcado para o receblmento dos seu
dbitos pertencentes ao anno flnanceiro de 1861
a 1858, Besado sujeitos os que nao pagarem a
serem execatados
Mesa do consulado provincial de Pernambaco
4 de setembro de 1862
O chefa da aeganda aecgao.
Francisco Ferreira Martina Ribeiro.
Pela admioiatracao lo correio desta cldede
s faz publico, que boje (16) s 3 horas da larde,
fech r se-ho aa mal.a que tem de condazir
vapor aCruz*iro do Sul com destino aos portos
do non. Oe seguros at aa 2 horas, e os jor-
naes at 1 hora da tarde.
Correio geral.
Relaco das cartas seguras viudas do
sul pel vapor inglez Tyne, i para
os Sis. abaixo declarados.
0. Auna Mana dos Santos.
Baltar A Oliveira.
Caetano Pinto de Veras.
Faamkiin Francieco Barreto.
Genuino Jos da Rosa.
Joaquim Francieco Lavra.
Joaqaim de Oliveira Grozosle.
Joa de Villa -flor.
Lourenco lliee Alcoforado.
Octaviano de Soaza Franca.
Conselho de compras navaes.
Cootrata-se no di 16 do correla, por lempo
de rea meies al dezembro prozimo, a lav deioupa das enfermaras de martnha o dos ofrt-
ceoe, maraja do arseoaf, e Oos aprendlzes artfi-
ce; e fornecimento doa aeguiotea objectos de
'rela ment.
Pare os aprendises artiflcea.
Bonete do uniforme, ditos para o servido, blu-
sas de algodo azul americano, ditas de brim
branco, camisas de algoriosinbo, caigas de brim
branco, ditas de i>l)>o].1o azul americano, cober-
tores de la, colchoes de linho [cbeioa decapiro,
colcha de algodo, frdela da panno azul, fro-
nhaa de algodosinho, lencos prelos pare grava
ta, leo~os de algodosioho, sapatos, saceos de
guardar roupa, e travesseiros de linho ebeios de
capim.
Para oe imperiaea mariobeiros e aprendizes ditos.
Bonete de panno azul, camisas de brim bran-
co, cal;aa de algodo aiul americano, ditas de
brim branco, ditas de panno azul, cmisas de al-
godo azal americano, fardas de panno azul, len
co* prelos para grvala, polainas de panno preto,
e sapatoa
Para os fuaileiros navaes.
Bonete de chapa e pala, cali-as de brim branco,
fardera do panno azul, ditaa de brim, grvalas
de sola de lustre, polainas de pacno preto, ,e sa-
patos.
Para os africanos livres.
Cillas e camisas de algodo azul americano.
Para aa africanas 1Wres.
Csmisas de algodosinho, e saias de algodo
azul americano.
E convida o canselho aos pretenderes apre-
seotarem suas propostas no referido dia at sll
horas; devendo acompanharem ea relativaa aoa
fardamentos aa amostras das fazenlas, bem como
serem elles feitos pelas medidas qae se derem
aos contraanles.
Sala do eonselho de compras nivass, 11 de
tetembro de 1862.
O ecretario,
Aletaodra Rodrigues dos Aojos.
Kaa do Encantamento.
N. 76 perticn ar e 11 publico 2 andera.
N. 77 particular e 13 publico 2 odares.
Ra da Senzala Velba.
N. 78 particular e 136 vublico 2 andares.
N. 79 particular e 134 pub ico 2 andar.
N..80 particular e I3> publico t andar.
Ra do Trapiche.
N. 8o particalar e 30 publico 3 andar.
etua aa Linaoeta.
A. 80 psrtlcalar a 14 publico 2 indares.
Ra j. Cruz.
N. 87 particular e 11 publico 2 andares.
N.8S particular e z9 pablico 2 andares.
N.90 publico e 12 particular 2 andares.
lia da Lipa.
N. 41 particular e 2 publuo >asa terrea.
Rea ds Cacimba.
N. oo particular e 5 pablico armatam.
Ra do Burgos.
N. 68 particular e 19 publico cesa larrea.
N. 69 particalar e 21 publico caes Ierres.
Kue a Guia.
N. 83 particular e 27 pablWo casa terrea.
N. 84 publico e 29 particular caaa tarrea.
Ra do Pilar.
N. 96 particular e 2 pub ico casa terrea.
Rea do Sebo.
N. 12 particular e 3 publica casa terrea.
Sitie do Parnameirim.
M.2 particular.
Sitio do Fornoda Cal.
N. 5 psrticaUr.
Secretaria da Ssnla Casa de Misericordia do Re-
cife 13 de setembro del86.O ecriao,
F. A. Cavalcanli Coueseiro.
Juizo dos feitos da fazenda.
No dia 18 do eorrente ns presenca do Illm.
Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda ae vender em
praQa publica urna hora da tarde, na ra da
Imperalriz n. 16, a armsco da loje da mesma
ra e numero, toda da amarelio envernizsrta.
com portaa de vidraca, avallada por 4GOJO00 ;
penhorada a viuva Das Pereira c Avellar para
pagamento da fazenda naciooal.
Duas casas terreas de taipa n. 9 e 11. sitas na
Capuoga, avahadas por 60fi000.pnhoradaa a viu-
va de Kstevo doa Santos, para pagamento do
que a mesma deve a fszenda provincial.
Urna caaa terrea, sita na ilha doa Remedios n:
ti, junto a do visconde de Suastuoa. com 30
palmos de frente, e 61 e meio de fando, em slo
proprio, avahada por 1:0003000. penhorado por
zemeo da metma ftzeoda centra Joo Baptuts
Soaree.
raaitio e ceaa'em S. Jos do Manguinho, ava-
llado por 7:000*000, penhorado a Joa Candido
de Barre, para pagametto do que o mesmo deve
a referida fazenda.
Recife 13 de aetembro de 1862.
0 solicitador,
F. X. Peretra de Brito.
Tribunal do comuiercio.
Pela meema eecretaria se faz tambem publico,
que nesta data fica registrado o aontrato de eo-
ciedade em commenlita feito em 24 de fevereiro
do eorrente anno por Joe Peulo de jooaeca e
Pedro Maurer, estabelectdos neala cidade aob a
firma de Padro Maurer & C, da qual s Meurar
pode usar; deveodo este aociadade durar i-or
lempo de 4 annos, contados do I.* de fevereiro
do correte, com o capital de 15;000g fomecios
pelo socio commanlitario Ponseca.
Secrelatia 13de sjtembro de 1862.
Jalio Guimares,
Offieial-maior.
1^)
(\ I^J \
COMPANHIA BRASILEIRA
Di
PIOTTIS TAMUL
E' esperado dos portos do norte at O dia 1T
do correte, o vapor aTocaotins, commaodante
o primeiro tenente Pedro Hyppolito Duarte, o
qual depois da demora do costume seguir para
os portos do sul.
Desda j recebem-se paaaageiros, a engaja-aa
a carga que o vapor poder cooduzir, a qual devo-
ra ser ambareada no dia da sua ebegada : dinhi-
ro a frete a encommendaa ate o die da aehida a*
2 horaa da tarde : agencia ra da Crat n. I,
escriptorio de Antonio Laiz ds Oliveira Azora-
do & C.
a
IPMl
Babia
um ^ olvidada preleode seguir o boa co-
nbecido e veleiro brigae escuna Joven Artbar,
capito Joaquim Antonio Goncalvee doa Santo,
t*m parte de aeu carragemento prompto ; para o
resto qae lhe falta, tratase com os saus consig-
natarios Antooio Laiz de Oliveira Azavedo i C,
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
e>.i*
AO
LEILO
DE
Perfumaras e palitos de
dentcs.
O agente Almeia far leilo por cenia e rico
de qaem pertencer de 232 cit*nSaa de escol-
lantes perfumarlas e 611 caizinhae com palitos
da denles, que ser vendido sem reserva de pre-
(o para fechar conta
Quarta-feira 17 do eorrente.
Na ra da Cadeia do Recita n: 48 onde foi leja
de Leite & Irmao, s II horas
Santa Gasa da Misericor-
dia do Recife.
A IIlm.a junta administrativa da Senta Caas
da Miaericordia do Racifa manda fazer paMico
qae no da 18 do corieote pelas 4 horas da tar-
de na aala de auaa saasoea omina* a prc das
rendas das casas ebaito declarada p*lo lempo
da 3 annos contados dol" de julho do preseute
anuo a .-() d ju-ho de 1865. Os pretndanles
devem comparecer acompaohados de seas fia-
dores ou munidos de carias destes.
Pra;a de redro II.
N. 1 particular e 23 pultco 1 sala.
Ra lo Quei udo. .
N; 1 particular c 35 pablico loja.
Ra da Creaoo.
N. 3 particular a 11 publico 3 andares e loja.
Ra do Renajel.
N. 6 particalar a 56 publico aass tarrea.
Raada Cdeie.
N. 17 particalar e 59 oablico 2 aneares a loja.
Ra da Me ir de Oeoe.
N.2 particalar e 9 jubileo 1 andar e loja.
N. 24 partieelir e 26 oubliao 2 andares e loje.
N 31 particular 12 publico caaa terrea.
N. 33 p.ricu N. 34 partinlare6 publico casa terrea;
N. 36 particular e 2 publico >aaa terrea.
Ruedo Torre.
N. 37 particalar e 14 publico 2 andar e loja.
M- 38 jsiliculara 16 uublico 2 andar a loja.
39 particular e 13 publico 2 andares e loja.
Bus do Coderoiz.
N- 41 particalar e 1 publico casa terrea.
N. 43 particalar e 3 paollco casa terrea.
Kua da aloe ia.
N. 44 particular e 21 pablico casa terrea.
N. 45 particalar e 15 publico casa terrea.
N. 47 particalar a a9 pablico casa terrea.
Ra do Amerim.
N. 48 particular e 56 peblice caaa tarrea.
N. 49 particular 54 pablico caaa tsrra.
N. 50 particalar a 52 pablico ce terrea.
N.51 p.racular e 47 peblico cea terrea.
N. 52 particular e 45 pablico caaa tenas.
N. 5( particular a 21 pablico 2 andar.
N 5& particular a 24 publico caaa terrea.
N. 55 particul-r e 26 publica caaa terrea.
Roa do Ataite de Peise.
N. 61 particular e 15 peblico caaa terses.
n. 64 particalar 2 publico caaa terrea.
Ruado Vlgerio.
N- 71 parlkalar e 92 paMico. 9 aadaras.
M. 73 p*rtkulai 15 pablUo $ andares.
Pela mesma S'acratarie se faz igualmeote pu-
blico, que foi registrado naeta data o papel de
liquidarlo e dissolugo da socio tade de Brito &
Queiroc, em nula do qual o et socio Francia-
co Antonio de Brito fice eocarregdo do activo,
e obrigado a indemnisar ao et-socio Queiroz da
parte que lhe pertencer a proporcao que for apa-
rado o mesmo activo.
Secretarla 13 de setembro de 1862.
Julio Gui"'raes,
Ofiieial-maior.
Directora geral da instruego
publica.
Publica-sea relaco dos despachos dados para
a obteoso de titulo de capacidad para o magis-
terio primario, e de licengas relativas ao enaioo
particular a aaber :
1 D. Josepha Amelia deCodoy e Vasconcelloa,
era 25 de aetembro de 1861 para titulo de capaci-
dada profeasionl.
. 2 Antooio Rafioo Pessoa de Mello, ero *' a*
Janeiro do correle aono para titulo de cenla,
afim de pider eosinar prlmeiras letras.
3 D. 1 nerezs Guilhermins de Carvalho, em 16
de juoho dem.
4 Jos Thomaz do Amar*! e Mello, em 17 de
jenho pira o eosino de grammalira portuguez.
5 Padre Manoel Gomes da Fousuca, em 21 de
julho para o ensino primario
6 Francieco Jos Uarline Peone, em 10 do cor-
rete oihz e aono para o ensino de eecripluraco
por partidas dobradaa.
Sao convdales as pessoes a quam aa reterem
oe mencionados deepachos, a mauaar tirar os
respectivos ttulos.
Secretaria da iostrucQo publica de Pernambu
co 12 de setembro de 1862.
O secretario,
Salvador Ilenrique de Albuquerque.
Pela tbesouraria i-ruviucial se faz publico
que a arremstaco daa obras doa reparos da ea-
treda de l'o d'Alii', foi traoeferida pora o dia 18
do crrante.
Secretaria da thosourarie provincial 11 de se-
tembro de 1862.O secretario,
A. P. d'Annuociaco.
Escravos de ambos os sexos
Quarta-eira 17 do coi rente as 11
1 [2 horas da manhaa no armazem da
ra do Imperador n. 37.
O agente Olympio acha-se aatoriaado a ven-
der em leilo publico diversos estravos de am-
bos os aetoa com diversas habilidades.
LEILAf
A 17 do eorrente.
0 sgent. Oliveira lar leilo a requerimento
de Kichard S. Colver, capito Os escuna ame-
ricana llsrry Maybee, por eutoriaco do Illm.
Sr. inapactor da alfandega desta cidade, com
assieteocia eflscallsaco de um emp'egtdo da
sus nomeaQo em presenca do Sr. cnsul doe
Eeadoe-Unos e por coca e risco ae quera
pertencer, da porco de aasucer do carregamento
da dita escuna quanto baste para occerrar aos
saue reparoa, costeio > maisgsstns nesta porto,
onde arribou por (or$e maior na sua rae-ule vla-
gem, pruceieote daB.hia com daaline ao canal
je Inglaterra :
Quarta-feira 17
oo lurrtmi ra,n ,j, ren) alfandegldO -lo birao uo i.iv .-j jieuu-, iaK
d'Apello.
wh, m&riiiMsw
fara Lisboa
pretende aeguir com muila brevidade a veleira
e bem coobeeida barca portugueza aGratido,
capito Aotooio Ferrira Borges Pestaa, tem
parle de seu carregamento prompto : para o res-
to que lhe falta trata-se com oa aeus consignata-
rios Aotooio Luiz de Olivelre Azevt-do, oo seu
eacriptorlo raa da Cruz n. 1, ou com o capito
Da preca. _____________
Rio de Janeiro,
pretende aegair com niuit brevidade o veleiro o
bem coohecido patacho naciooal oCapaan, ca-
pito Thaotonio Jos, da Silva Roa, tem par
d sea carregamento prompto : para o reito qaa
lhe falta, trata-se com os seas consignatario An-
onio Luiz de Oliveira Azevedo & C. no sea es-
riptorio, rae da Crnz n. 1.
COirANHU FEHUlBUCitU

Navegatjo costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, M-
cau, Aracaty, Ceara' e Acaracu'.
O vapor lguarass, commandante Vianna,
sahir para os portos do norte at o Acarac
oo dia 22 do eorrente a 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 20 so meio dia ; en-
eommendas, passageiro e dinhairo a frete atfo
dia da sahida daa2 horas : escritorio ao Forte
do Mettos n. 1._____________________________
fara Lisboa deve sabir com multa brevida-
de o brigue portaguet Mergarida, capito Joa
E. Ribeiro ; tem prompla maior parle de sea
carregamento e recabe o resto afrete: a tratar
oo escriptorio de Amorim Irmo. ra da Craz
n. 3.
Maranhao e Para
Segae com brevidade o veleiro brigue eacana
Graciosa, capito Antonio Mari da Costa e
Silva, por ter alguma carga para ambo o por-
os : para o reato traie-ae com o coi.signatario
Antonio de Mmelda Gomes, rea da Cre n. 27.
engommada
AYftOS lYan*t>.
GASDE
Laboratorio a vapor
DE
Roupa lavada e
de Ramos Podem mandar buscar a roupa lavada os donos
dos nmeros seguinles : 108, 200. 73. 143. 103.
121.62,139.210.110.35. 164. 195, 44. 45,7.
10. 20. 119. 227.136.2*8. 2>. 115. 229. 21. 145.
Festa de Nossa Senhora do Frontespicio
do Carmo.
Os religiosos carmelitas, reunidos com os de-
votos da Senhora do Frontespicio, faro celebrar
com a pompa do coslume a festa da meama Se-
nhore no du 21 do eorrente com Te-Deum nol-
is, Gndo o qual haver logo artificial : rogam
portanto aoa moradores do psteo do Carmo bajem
de iltumtoar a freote de suas casas, tanto na ves-
pere como no da a nnite.
LOTERA
Sabbado 20 do eorrente mez, se ex-
trahira' a quinta parte da segunda lo-
tera do Gymuasio Pernambucano (5.
concessao) no consistorio da igreja de N-
S. do Kosario de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios bilhetes acham-se
a venda na respectiva tbesouraria ra
do Crespo n. 15, e as casas commis-
sionadas ra da emperatriz loja de fer-
ragens n. 44 do Sr. Pimentel, pra^a
da Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vietra, ra Direita n. o botica do
Sr. Chagas, e na ra da Cadeia do Re-
cife loja n. 45 do Sr. Porto.
As sortee de 5:000$ at [10$ fserao
pagas urna hora depois da extrarco,
9 as outtvs.no dia immediato depois da
distribuicao das listas.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
PEQUEO CURSO
Chimica Agrcola
POR
Esta iniareesante obra de agiicultur, traduzi-
da do trances pelo 1.* tenente de engenbeiro
Pbiledelpho A. Ferraira Lima, contina a alar
venda as livrariaa do Srs. Figasira e Gut-
marea& Oliveira, e na raa eslreita|do Rosarios,
typograpbia commercial, i rato do tftCOO cada
aseas oler.
Alllii.
Precia-e a'agar urna escrava para o eervifo
de urna ca da pone familia : > r"a ltrB'
Rosario n. 21, loja de calcado.

Precisa ae ne 1:000 premio pelo lempo
de 4 mete, hypolhecno-s para eegarer dea
escravos mucoi: a peoa q*e qaiter fazer esta
negocio, annande eaa morada para eer procat*
rada.
MUTILADO


UA1I0 11 ttMUMUJGO. t 1ERQA ffBltU la DI UtEHllO 11 i|6i.
Arrematado. '
Pelojoiio d orphloi, no da 16 do eorreute,
depoieda audiencia do numo, vi prega de
venda por eiec;o de Frencelioo Eleutario Fer-
raira Chaves contra Joaquim Viceola Marque,
ama eecrava cabra com 16 noos de tervlco do
meatico, aveliada por 1:200*.
Ha para alugar-se stravoa mocos e rumio
is psrstodo seriieo, Unto dentro da cidade,
como (ora ero aiiios, como tambera para servido
de copelro oa criado : quem precisar, dirija-se
estrada dos Afllictoa, oa terceira casa a mo ea-
querda, Indo pelo M*nguinho.
Fagio no ota 8 do correle a escrava Maris'
nue 4 de cor preta, mullo alta e secca do corpo,
i natural di Cosa d'Africa, coro 40 annoa da i la-
de : qusm a encontrar, lee a ao abano assig-
cado na rea do Imperador n. 3, que gratificar
Francisco Domingues ds Sils.
Alegm se casas sai Apiparos psra p que-
na e grande familia, todaa muilo Ircscas, a boira
Jo rio, com muilo boa sgoa ue bebr, estribara
para ca'allos, qeartos para criados, tem bom si-
lio para paseear : a fallar cora a 'iuva Vular.
Aluga-s o secundo solar e aoto do so-
brado na rea Diraita n. b'J : a tratar na mssma 4*. 3 globos de vidro
roa n. 93.____________________________________
Pilulas Paulistaiuis.
Estai pilulas sendo eotipostas de puros vege
taea colhidos ouscampoae matas deesa provioci*
Ja S. Paulo, is virteda e eflUscie deate mere-
vilhoao medcmento a achim hoja assseonhe-
cidas pelas numerosas ruraa que com ellas setm
obtido, tornaodo-se um remedio Kinpre til a
nacesssrio, especialmente as molestias veoe-
rasa. por meio da parifleacao do aangue : as
motestiaa beoirnaa aa pilulas o. 2 serao seropre
tomada* de noite ao detwr, a as de o. 1 de rr.a-
nha cedo : n>a nioleitias graves ia i estas pilu
laao maia aeguro remedio tanto para lio i.-n
como para melheres ; v. g. : as feo-es podres,
atsqusa hemorroidaes, suspenso? repenllne des
regras, com sta >ups ou pouiijss, contra os tu-
mores j muilo infiammados, os quars desapp*-
recerm com sa repet la evecuacoes, e contra
osoeeastree de machueedurat ou qaO'lsa, etc..
lud fiear curado por meio da purifica ;o do
sangue.Autor, Carlos Pedro Etchecoin.
AGENCIA PRINCIPAL
uy-Wubd* (fno-.U9
Rio de Janeiro.
E em Perosmbuco, deposito na pitarra Jos Alejandra Rib-iro. ra do (Juetmado n. 15
Quinte-rtira. 18 do crranle, dspois da sa-
piencia do Sr. Dr. juix doa (eitoa da lateada, s
10 botas do dia, itao praca por venda oa bena
aegatntea :
O sobrado de mandar atollo aito na ra daa
Laraogeiraa. o. 2, com deas portea e varaoda de
madeirs, tendo a frente 22 1(4 palmoa de largu-
ra aobve 72 de fundo, dais aalas, doua qaartoa,
coiioha no solio, pequeo quintal murado com
cacimba meeira, e solo foreiro, acallado em fle-
ta do seu ealado por 2:8009, penhorsdo por exe-
ccao da fazenda provincial contra Claudio Du-
beax, como fiador de Francisco Cavalcanli de Al-
buquerque.
A casa terrea de taipa n. 7, sita na estrada do
Monteiro, avahada por 150*. penhorada a Joaona
Francisca do Carmo.
dem (demolida) oa raa do Pilar n. 133, ava-
dada por 1500, penhorada a Bernardo Jos ds
Costa Vlenle.
A eeaa terrea na eatrada nova n. 34,, de fijlo,
chaos foreiros, com 17 pemos de largo sobre 34
de fundo, avahada por 300*, penhorada por axe-
cu;o da (aienda proviocial contra a viava de
Uauoel Francisco da Silva.
Um armario de louro, avahado por 169. doua
relosioa de mess por (i;, um bah da couro por
5*. 7 bacas da porcelana a 29 cads ama, 3 ees-
ticaee de tinco a 500 ., 1 candiairo de mesa por
a 500 rs 1 galheteiro por
320, 21 veos pretos por 10$, 7 vesios [para
rueoino a lacada um, 3 peotee de tartaruga a
2) cada um : oaquaee objeclos forana penhorados
por execu;ao da mesms (szaoda contra Marceli-
na de Borja Geraldes, reprecentado por Jos Cy-
prisoo Aolanet.
O preto Francisco, de nsco, representando 40
annoa de idade, pernea arquiadas, do aervico do
campo, avahado por 301*8. penhorado por ex* cu-
ran da oidiuia fazenda contra Francisco Lius Cil-
dss. Recife 12 de setembro de 1862. O slita-
dor da fazenda provincial,
Joao Firroino C>rrei de Araujo.
Precisa-se de doua perfeitoa iraDalhadores
de massaira : na padana da tua larga do Rosario
numero 16.
i?
Alugi-ie ova pequea cafi terrea tita ne
ra do Destino o. 2, por commodo prego, deven-
do ser procurada reapectiva chave na raa do
Hospicio n. 26.
SECRETARIA DO INSTITUTO \R
CHE0L0GICO E GEOGRAPHICO M
PERNAMBICAM-
Tendo era sesso geral do Io H
do corrate sido designado o M
dia 21, por urna hora da larde, W,
para nelle ter lugar era sessao
solemne o empossamento dos |
dignitarios novainente eleitos, S
assirao scientiOco a todos os M
Srs. socios, convidando-os a qoe a
coniparecam no referido diae M
hora, no saio em que se acha m
enllocada a BibIiotlu!ca Provin- M
cial no convento do Carmo.
A. W. P. B. e A. de Vasconcellos,?^
Io secretario. H
Offeroce-ie um pequeo de i uda de 15 ao-
nos, oqaal aabe ler e escrever, para qualquer ar-
rumaco, o qusl j lem alguma pratica de taber-
na : trsla-se na ra DireMa o. 8.
Aluguel.
Alu^a-se o soguudo andar do sobrado da ra
talreiia do Rosario, que Tolla pa-a a rus das
'riacfidiras, com comi 1 u ptra grande familia :
es rus do Llvraaaeolo o. 31. secando andar.
Mr. G-i'Cia, antigo mestre de iugitz c fran-
cs, esl diapo>o a enaiuar a fallar estas lin com toda perfricao gramroatical ; para sabardel
, indague-SP na botic* lo *r. Lnu P. da Noves
ou na ra do Pilar em Fore de Portas n. 74. lar-
go da AssemMa n. 16.
A pesaos qua o'regou ame carroca a um
prete por nome AnasUcio para treb>lhar com
ella, faca o favor dirigir se ra doa Prazeras n.
14. qu a senhora 1o lito deja fallar Ihe.
O batxo assiK"ado lando sa da quaniia de 1:000$ contra o Sr. Guilherm- Rap
iat* dos Santoa, de Micei, a qual, depois de
acalla, extraoiou-ao, a vencer em 25 de dt>zembro
oroximo futuro, declara que fice sern eflVito a ra-
arida letra, por ter o Sr. Guilberme aceitado
nutra. Recife 15 de s-irr.bro.7e 1862.
Antonio Mari* ()'Cnn"-!| Jrpv.
Jar 1] 1 r 11 l)iea Pernandes pi^r teu procura-
dor faz scieme so retpeitavel publico que julga
nada dever nesla prt(a nm fora delta, porm se
alguem sejalgar sea credor, po4e apreaenlar-se
na ra larga do Rosario e.44 para recaber incoo-
Unente,
Perdeu-se
desde a ra do Trapiche at o passadico urna por-
cao de chavea eng- U :as n'uma argola de ferro :
roga-ee a potaos que ea achar, de fazer o fsvor
de entregar na masma raa n. 44, que se Acara
agradecido.
Antonio Valentino da Silva Barroca daixa
por ssus procuradores na sdminlsiraco de aaa
casa comrtiercial durante sua ausencia dests ci-
dade aoe Sre. Joao Ignacio de Medeiroa Rgo,
Albino Jos da Silva e Antonio Ignacio do Reg
M'ietros.
Auluoio V.lenum Oa Silv Barroca, tendo
de seguir amanhia para a Europa, e faltando-lhe
urnpo para despedir-aa de todos ssus amigos e
parantes, o fax por este meio, pedindo desculpa
daata falla involuntaria.
Perdea-se deni>o da igreja de N. S. da Pe-
ona, no domiogo 7 do *orrntt, na occaaio em
que se celebrsva o Te-Deum, am alfioate de oa-
ro de lei : quem o achcu e qeizer restituir, en-
tregue o na llvraria universal que ser gratifi-
cado.
Alarga se um
ra da Guia 54.
escrevo e ama escrava
Pelo |ito t .ri-1 11 s, -scr 1 ,"1 Brito, e na
sala daa audienriaa, se hao de arrematar por tree
annoa- s bailas de cao'm denominadas Lagadigo
e S B'87., pertencnt#a ao engenbo Brum, eende
a ittrn p'a;a no da 19 do correte.
Deaeiicamiuhou-se do sur-raJo a rus es-
treits do Rosario o. IS ume Qaula de bano com
cinco chaves de prata : rug sa a pesttoa que Iba
fo- oUerecida dita flauta, no caso que queira rea-
! titui-l, Unja-se ao maamo sobrado, qaa se lbe
gratificar seu trabalhn.
Furto.
' Aiua se
T.-jito fiel, um
l
UID
escravo
Defronte da casa de deteocan,
pars lodo servico,r01,t.ar8m,geguiljte. D0(liv
na cesa n. 13,
..ia 11 do correte, das
pedrelro que serve para ; ra ,, horilg do dis um C(,rreDlo '0 de
;odo.ert.CJ : na rus do Imperador ->. 50, tercei- 1 0>r0 com l6 1(2 ^^ pc.uco (sU 0*u m6DOg
.0 andar____________________________________ um Dar fle b,QC0S de Oliro c|n 3 0ii8Tag( p0uco
Jo' l'auo da Puoeeca, lestameutiro 'i.li- I m-.ie ou menos, maia urr brinco no valor de 259,
vo do fallecido Mano! Joaquim Oas de Castro, i doua sonis, um regular e oulro pequeo, um
vende, com auioiisaqao do D'. juiz de orpbioa e
aasenls, as i>iercrt.>rias em ser as lojaa ns. 4
e 2 B da ra do Cbur : quem as pret-nler di-
;ija-se a ra da Gadeia do Recife o. 21. r
i rt n r.
Aluga- 6: a trtar na raa do Sebo n. 15.
>cravu lugi o.
Fagio s 10 horaa da noite de 14 do correle,
da cae* da Frsocisco Anlooio Cona Cerdoso na
rus de Ualhias rr- ir a oa cidade de Oliada, o
preto Amonio qua representa ler 24 anoos de
idade, criovlo, baixo e groseo do corpo, com
s'gneee da bex>gaa no roato, eem barbe, psapa-
ibetados e coxo da perca esquerda, sn Cana lea e unicaoienle veati'o com urna calca de
brim pardo j desbotado e d*-scoofia-se oe fu-
gisse em un, ca*ailo que taabem desapoareceu
na mesma noite da referida caa, o qual de edr
preta, magro, com uta belllde 00 olbo eaquer-
do, cauda e cunas compridas roga se as antori-
ded-s ou qualquer pesso que o apprvheoder o
svor de o levar a csa cima menciunsda ou a
iaa do Brum n. 82. no Recif. que e sralifirar.
Cava lio deapparecido
Desappareceu na noite de 14 do correte na
cldaoe de Olinda, um cavsilo de tur preta, ma-
gro, com ama belliie no olbo esquerdo, com
caada e clinaa cooipridaa : roga-se a qadquer
pessoa que o appreheoder o favor de o levar
casa de P ancisco Antonio Correia Cerdoso, na
rus de Malbisi Ferteira na mesma ctdade, que
te tratiQcar.
Attencao.
a
Precisa-ae para fazer comt qoeot familia, arnaseohora de meia idade dao
do-se-lhecomida e de vestir: na ra Direita n.
32. spgundo nder.
Fugio do engenho Pereira da
fregaezia de J. boato no dia 12 do cor-
rete, um escravo de nomc Paulo, re-
presenta 35 annos pouco mais ou me-
nos, baixo, cheio do corpo, preto, sup
poe-se ter ido para esta cidade : quem
o aprehender leve o ao engenho Perei-
ra ou nesti praca ao Sr. Francisco Pe-
reira dos Reis, que generosamente re-
compensara' : na ra das Cinco Pontas
n 72.____________________________________
Resposta.
Joe Jacioto Pavao, abeixo aasigoado, vendo
noa Diario de Pernambuco destes ltimos dias
am aonuocio, que ochem* padaria de S. Ama
ro a negocio, qoe dia o abaixo assigoedo nao lg
flora, responda ao autor da tal aonuocio. quem
quer que seja, qua more ne ru do Bonifim da ci
dale deOlinda, e eatabelecido com paderle no
Varaioero, a com refioaria nos Quslro Cantos da
meama cidade, em qualquer doa queee lugaraa
pode ter procurada pelee pesise qae lbe quize-
rem fallar; e ae esee annanclanle o dono da
padaria de S. Amsro, a qaeaa e abaixo essigosdo
deve a enorme quantia e 30 e tantoe mil ris,
raepondo Ihe qe aainf-g a JaaU ex fet eo tea ceixeiro, qaaodo ba 15 oa 20 diea Ihe
fui cobrar a dita quaolie levamo a eacripte em
urna peqoanina tira de papel, slo f;s o que
nao ignora o maia 1 -o e nescio commerciaote,
mandando-ihe epre*entr urna conl regulr a
correle; e desde j o previo* que vi propor-
lne urna accao de injuria, pare que o Sr. aonuo
cente, ae nao tem crdito, ou te nlo sabe que
dase resoeilsr o crdito alheio, aprende alguma
licao que o escarment.
Recite 15 de aetembro de 1862.
J-isA Jacintho Pevo.
correuto de pista, 50 cornee, um relogio de
rala dourado com a mola da caita concertada,
duas voltea de cordao de ouro, ludo ieio foi em
urna boeela, com dueeca'lis de hberdade, senoo
Uma l. %|,prio a n>ilr* fie Jikil Pwtrrt <.-. Coit.i
roga-ee as auloridadea pohciaes a appreheoso de
diloe ubjeclos, e a pessoa que souber ou der no-
ticia tem ama gratificaban, eqnem comprar diloe
objectoa e sabeodo ter puoido couformo a lei{;
pude se dirig>r c>se ecims.
Os creooree de Joaquim Spert nao oa Silva
Guimareg.em raxo do infeliz accidente que hon-
um tev lugar, eo conioadoa para compereco-
rem no peleo do Carmo n. 2. primeiro endar,
eBm de tomaren) a deliberadlo que lbea convier
sobre ns s-aa negocios.
Padaria e
confeitaria.
^.11? y g0! Jos4.da Cuoh, Lagoa, premiado pelo jury da exposico nacional de 1861.com nma
meaaina ae prata, avisa aoa teas freguezea em geral, qae aeu eatabelec'mento na ra da Seozala
ovan, do tem o malhoraoitimanto, prepara bsndeijas no melhor gosto. recebe eocommeodes
depao-da-lo, Dolo, loglezst, bolos Inperiaes, aletrla la osos, poains. paate, prepara presuntos
deliambre docee detractas eeccot de caldas para aturar e exportaco. tespootabilita-te pelas
bose qusltdadat e bom acnlicioatmento, vende por menoi preco poisivei:
commum.
crioulo.
Proveoca.
Veaeravel Ordem
Terceira de S.
Francisco.
Tendo-se de solemnisar no dia 17 do correte
a fe.la de N. S. Padre S- Francisco com vespera
e Te-Deum.- convido em nomo da mesa regedora
nossos charisaimos irmios, a comparecerem
em DOMO templo, perarnentedos de teut hbitos,
para cujoa actos se toroam precisas suas assis-
tencias, sfira de que nada falte para seu comple-
ta auplendor e bnlbanliemo.
Secrelaria da Veneravel Ordem Terceira de
S. Francisco do Recife aoa 13 da setembro de
1863.
O secretario da mesma,
___________Luit Maooel Rodrigues Vnienca.
Guarda livros.
Urna pessoa com todss as hablliiacdes neces-
seriea eocarrrga-se de tomar conla de qualquer
escrlpturacao em partida simpla ou dobrada:
para > quu podo ser procurado ua ra do Qui-
medo luja de ferrageos u. 33, que se dir qual a
paaaoa.
O becharel Feroando AtTonao de Mello,
procurador fiscal da fazenda nacional, mudeu-te
pare o priocipio da ra do H ispicin, snbrsdo d
um aodar de Beoio Jos Remos de 01ieira, com
porlao de ferro ao lado.
Villa do Cabo.
O abaixo assigoado, mora lor 00 Cabo, fez sci-
enta s peisoae que tem penboree em sua ao,
que tetiham a boniada de or. i em tirar no praso
de 8 diss sub pena de cao us tirando em dito pra-
so serem vendidos para paga meato sem que nade
possam allegar. Villa do Cabo 4 de setembro de
1862.llanoel da Ri che.
Arreoda-se urna grande parle do eiiio de
coqueiro, denominado Harta Farinha, na freaue-
zle de Maranguape : a tratar no eogeDho Mori-
bara, freguazla de S. Loureoco da etts.
Pao
>
>
o de familia.
Bolachas econmicas.
commum.
> fioa com letreiro.
Bolschiobaa de araruta.
alliedos.
> regalas.
coragoea.
Ganbeldit.
cariocas.
* estrellas.
todas.
duble.
fatiar.
particulat.
Biscouto doce.
Biacoutiaho.
de Hamburgo.
BoltcbJQhsi ioglazas.
de leite.
a para tusos.
Biscoato sgoado.
palitoa.
Farinha de araruta.
Latea com bolacaiohs de araruta.
biscoutos Inglezes.
Bolachinhss frencezas.
meopelbia.
> eepadas.
* linas para cb.
Bolos de amor.
Bolot suistes.
b raivas.
chinezei.
t casadinbos.
> da la reina.
a gema*,
o espiciones.
o ellemaes.
mastspat.
o ceslaobos.
o afoguisdoa.
> tettlohia de mendoat.
de erva-doce.
alaaqulot.
SSS.
po-de-lo torrado.
anelv.
trechas.
b pingos de tochas.
lagos de coco.
aranhas do coco.
> cocada O'ovos.
chneolate.
a palitos.
* amendoas.
6 quslldades de pattilhss.
Vmho de caj.
10 quslidadet de docet teccos.
10 > de calda.
4 de gele.
lmmen>os doces e.>trangeirot.
Assucsr canJe e refiaado de todas as qualidades.
F>gur Xaropee capilde todas as fructas.
k' classe do commercio.
Curso de liogua franceza
noite.
Jos Soares d'Azevedo, professor de
lingua e litteratura nacional no Gy m-
nasio do Recife, tem abeito um curso
praticO'theoiico de lingua franceza pelo
novo systema de OllendorlF, para a
classe do commercio que nao pode fre-
quentareste estudo de dia. As pessoas
que desejarem fallar e escrever esta lin-
gua, podem dirigir se a' residencia do
annunciante, ra de Rita Santa Nova
n. 47.
uadaImperatrizN.6
RETRATISTA

-.'.i
aguste iSoure

f
Siica-se
sobre Lisboa e Porto : na ra do Vi-
gario n 9, primeiro andar, esetiptorio
de Carvalho & Nopu-ira.
Beltar & Ollveira asean, aubre a prae do
Porto.
2
Alugani-se dous grandes arma-
zens na ra da Concordia proprios para
qualquer estabelecimenlo em ponto
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo-
s Al ves na ra da Cruz do Recite.
AtllliIreitl-se a a jipi velteui-ae
Relretos de ent'otypo a 19 um ; na mal acre-
dilede e aoliae ofBcina da pbolographle deate ci-
dade, oa ra do Cabug n. 18, entrada pelo pa-
sto da matru.
Sauta csa d misericordia.
O solicitador di saota ciii da misericordia del-
ta cidade dee>ja fallar com os berdeirot dos fal-
lecidos c*pitaes Ignacio Goosalves da Luz e Ma-
ooel Goigalvea Rod.jguee, moradores qua f^ram
na frgoezie doe Afogados, a negocio qua Inte-
resas aos meamo herdeiros. Rxcife 13 de ae-
lerobro de 1862.J"8 Theodoro Gomes.
Sitio.
fflOBEiC
1
DE
PARS
Entalhador
N. 11RA DAS CRUZESN. 11.
Tendo observado que em muilos saloes desta
cidade (alta-lhes um dos primeiros ornamentos,
como seja :
Guarnigao das janellas
(para uso dos cortinados) geralmente adoptado
na Europa, e hoje bem conheciJa no Rio de Ja-
neiro, e que talvezpor falta do quem se encarre-
gue Hesse trabalho, seja a principal causa pela
qual ainda fe nao tenba lambem aiiui desenvol-
vido esta gosto.
Convida, pois, aos senhores que se quizerem
utilisar de seu presiimo, a virem a ua officina
para verem os MOOELLOS e as diversas com-
posifes concernentes a ese fira.
Igualmente . QUADROS PARA RkTRATOS DE FAMILIA
com molduras, q-.r simples, ou com entalhs.
Assiro como recebe SANTUARIOS trastes ve-
lhos do anligo Rosto para os consertar e dar-Ibes o
BltlLHO MODERNO.
Alaga-fe o bem conhecidositio na antrsda do
Hootairo on le ultim.mer.te esiivarsm oa Sra.
cooaulee heepenhoee O. Miguel e D. Joo. Tem
ex eheira, estribarle, todo muredo, grende terraco
ne frente, porlao ne frente e no fundo pera o
bsnho, erordo> de fructo e graude jerdlm com
bellet e bm dispnstas florea : a tratar com o
Sr. Antonio Jos Gom*s do Crrelo, no Monlei-
ro, ou com Manrique Jorge na obra da travesss
do Pocinho.
Ao publico
O abaixo astillado, mijo aolicitador doa au-
ditorios desta cidade, conlina a exercer ana pro
fissio, tanto no civel como no Commercio, e se
eocarrega de desampanhar com fiehdade e
prompiido todos os mistares qua lbe sauiobe
rentes por ajustes mai ratasele : oa teut >nii-
gos amigos qua aempre o hooreram com sus coa-
flanee, o quaesquer oetr curar em cesa de sa residencia na ru da Im-
peretriz r>. 34, em todos oa d|at daa 6 a 9 horas
da manha, a daa 3 da tarde em oanle
Victorino Joe de Souza Treveaeos.
Preciaa-ae elugsr orna preta que teuha boa
conducta e seja del, qae seiba engommar e co-
sinhr : na raa do Queimado sobrado o. 44, pri-
meiro andar.
retratista em photographia, chegado ha pouco tempo de Lisboa, onde
se demorte fov espaco de quatro annos, e depois seguindo para Pa-
rs, aim de aperfeicoar-se em sua arte, tem a honra de annunciar ao
respeitavel publico, que tem aberto o St'U salao de retratar na ra da
.;ir, Imperatriz 11. 6, terceiro andar, onde qualquer pessoa o encoutrara'
v sempre prompto para exercer a sua proivsao, garantindo a pereirao
do seu tiabalho e commodidade de precos.
O seu estabelecimento, achando-se prvido das meUiores machi- ;)
as, pode se dizer, sem temor de errar, que sera' o nico nesta ci-
dade em tirar retratos em ponto natural, ou em qualquer tamanho,
todos com a melhor semelhanca possivel e no menor espaco de tempo.
Roga, portanto, ao mu distincto pivo pernambucano se digne hon-
ra-lo com sua concurrencia.
Francisco Jorge da Silva Paraohot, dentista
com sseu gsbinefe na ra larga do losarlo n. 9,
lem a hoora de tcientiflear ao respeitavel peblt-
' eo desta cidade, qua recebeu ltimamente de
' Paria e da America do Norte um variado torli-
mento do objectos da sua profltto aluda nao
viudos a eats cidsde, como tejsm denles de dif-
ferentee quelidedee, transparentes minersea por
Vutcsoet, estes dentes nao s pela solidez como
lambem pela grande relacao de analoga qae tem
com oa naturaes, tao superiores soa que oidi-
neriemeute tem viodo a esta ctdade, retas por-
qua presentemente sao ellea oa mata ado, lados
pelos melhores dmilataa da Perla e da America
do Norte. 0 annanciente tem tambem um gran-
de tortiraenlo de matsas linas de diversas corea
para eocher os dentes csriados, as quaes tem a
propriedade 4* adherir a esvidade e de solifl-
;a la da modo a poder logo exercer a mastiga-
cao, dissipam iutelramente as dores aioda nat
maia sensiveis propriededst que nao tem a ria-
mantina de qua ordinariamenle se fax aso, a quel
em vez de dissiper motiva as dores por causa
d'agua ocidolais da eulpburico. Quem qvizer
seas deotet cariados, ebeios de ditas matsas s
recorrendo ao ar nuncisote porque ella o ni-
co que presentmoste tem nesta cidsde ditas
maesas recentemente chegadas ds America do
Norte e de Pars. A' vista das circumstaocias
criticaado tempo tem o aonunefeote resollido a
modiQcar os precos e de seus trsb>lhos aQm de
cbegsr para todos. O mesmo colloca dentes so-
bra bas de ouro, platina ele sem eilraccao de
raizes pela preat&O, a pivol ou a pisto, desres-
sort de crochet, como melhor exigir o estado da
bocea. Pera e conservarlo dos denles em esta-
do de jaspe lem o tonunciente excellenle pa da
Chine verdadeiro preservativo nico e magnifico
lenlrificio para conservar a bocea o dar-lhe um
hlito sublime, tornando os dentes pelo seu uso
quotidiano isenlos ds cerne que vulgarmente
chamara pedra, da frouxidao dos ervos alveo-
larioe a de outrot mulos ioconvenientet que a
; falta de laet prs*reativos occasiuna tendo por
I origem a negligencia qae commumaote ha qua-
1 si em todo o publico, aeonteceodo asrim per-
1 der-se o especial ornato da boees ; o annuncian-
! te alm disto faz todas as oper>coes de sua pro-
tlasao com toda a prompiido possicel e delica-
deza. A entrada confronte a casa de pharma-
cia do Sr. Bartbolomeu.
ARMAZEM

m
IPadaria franceza de
I loroo mecnanieo, |
NICO NA PROVINCIA Q
G50-Rua da ImperatrizSOG
Aviso.
Aluga-te e t por casas nata prsgs um sillo mnilo grande,
com cass soffrivel. cocheira, etlribarie para ca-
relios, cacimba exeelleote com bombea de ferro
e de chumbo, com mellos arvoreoos, um pomar
de leraojaa etco'hidas, mullos co]ueirot e um
grsndebsixt deespim, manguea para mtdeiraa e
teobas. um temoso viveiro e com todes as n ais
commodidadaa psra se Rozar a vida por eer mei
to peito da cidade e ser collocado oa ra de Joao
Fernandes Vieira janto do Manautnho : os pra-
teodeotes dinjsm-se s Antonio Leal de Barros
00 mesmo titio ptra tralaram do ajuate.
Aviso
23 Largu do Tenjo23
O proprielario desta novo armazem, aende os gneros por menos do que em ouira qualquer
parle, aianraodo-se a boa qualidade de qualquer genero comprado oeste armazem.
Manleiga ingleza da primeira qualidade a 720 e 80o rs. a libra, e em par<;o a 700. rs.
dem franceza da safra nova a 600 rs. a libra e em meiosbmis, a S60 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados ltimamente a '/$, do vapor pass-do a 19800.
Caf de p'imer e segunda sorte a 260, 28o e 300 rs. a libra, e em arroba a 89 e 9$.
Servej s das melhores marcas a 480 rs a garrafa, e a duzia a 53000.
Vioho engarrafado do Porto a 13000 e 1>200 a garrafa, e a dnzia a 99000.
D>to ero pipa das melhores marees a 480, o60 e 640 rs. a garrafa.
Massas. para sopa a 320 rs a libra, e em caixa de uma arroba, por 69000.
Az-ile doce de Lisboa a 720 a garrafa a de carrapaio a 360 rs. a garrafa.
Sardinhas deNantes muito novs a 380 rs. eem porcao se fz abatimento.
A m dos gneros annunciados, encontrarlo soriimento comp'eto e mais barato do que
tm oulra qualquer parle, por virem a maior parte dalles por conla propiia.
m

I
m
1
JSE5
aera:
quim F. dos
O absixo attlgnado, coohtcido por Xico Bexi-
gt, aetlgamente com loja de calcado atrax da
praca de ladeeeodencla, travetta dea Cratei, e
hoje com o meemo etiabelecimeoto oa raa da
Imperatrix, oatr'ora aterro ds Boa-Vista, sopa
do becco doa Perrelroa n. 38. participa a s'eua uu
merotnt freguexea, lento oa praca como nego-
ciante! do mato e deate genero, qua est bem
aortido pera servir bem saus freguexea, e venda
muito btrsto como de custuma vender muilo e
gsnher poaco Francisco Uer.iel de Soaia.
OSr Juo Dutrte Hagi
aario queira vir a etta tvpo-
graphia a oegocio seu.
O abeixo aai'anaoo, come liqaldaterio da
extincta firma de Keia & Goo es, declare qoe na
da dava da referida firme, porm ae alsuam aa
julgar credor. aprsenla anas comas no preso da
tres dtas para tarem pagas. Rct!* 13 de setsra-
bro de 1862,-Maonel d F.nua G-mea,
Aiuga se o segando aodar n. 4 do pateo do
Paraito : a trittr-ie M re U Roda a. 17, te-
jsjade andar.
A protessora publica da primeira
cadeirade instruccao primaria do sexo
te minino da freguezia de S. Frei Pedro
Goncalves desta cidade, declara para
conliecimento dos intereisados que no
dia 12 do corrente entrara' no exercicio
do teu cargo, estando a berta a sua aula
a bora coitumada (9 da manbaa) hom-
brado n. 9, sito na ra da Cruz.
D-se 800SU0 a premio cum hyentheca
em ama cata larrea no bairro de Santo Antonio :
a Uatar na ra do Amorlm n. 39, segundo andar]
entredi pela ra da lfode, a t s 9 horas da'
manfiaa, ou as 5 da tard*.
Aloga-se na povoeco de Jabuatao uma
grande cata de lijlo com de-e salaa, (rea qaar-
toa, um gsbioete e cotioba tora ; tem mobiliade
amarello oue eocommoda meaos a qaem paeea a
fetta ; porlao ao Udo ; todo o sitio cercado e
murado, e lem rendes jaquetrat, laraoceiras e
mais fruetst, e o oelbor o rio Jaboalao que
corre pelo fundo e benhelro feito : oa paesadnres
de fresco podem dirigirse a raa Direita o. 95,
que acharao con quera Iraitts.E' btalo.
4#Ra do Queimado40
Defrorite do becco da*Corigrogaco letreiro verde.
Reata astabalaalmanta ha aempre am aortimento complato da roapa taita da
todaa aa qaaiidedea a tambem te manda exeur par medida i Tontada dea fregue-
xea para o qae tem am doa malboraa profettorat.
Catecea spanos preto a 0|,
S5f a 30*000
Sore>ceeacosde dito dito a 35* a 30*000
Palatota da panno prato a do ca-
rea a 35*. 80*. 2&*. 10*. 18* a 30*000
Ditos de tese mire da corea a 2*,
151, 1-2* 7* a 9*000
Diloa da alpaaa preta folla da
rallado traneexaa a 10*000
Dttot de merino aalim pratoa a
da corea a 9| 83OOO
Dltoa da alpaca de eorea a 5* a 8*500
Ditos de alpaca prata a 9, 7#.5e Sg5O0
Ditos da brlm de orea a 5J,
4*500, 4 a 3*500
Ditos d* bramante delinho taran-
to a 6*. af 4*000
Ditos da marin da tordas prato
e 15* 8*000
Calcaa da caaamtra prata a da co-
rea a 11*. 10*. 91, 7* 6*000
Dltaa da prtneexa a marin da
cordo prato a 5*. 6*500 4*500
Dltaa ea brim branco a da cora* a
5*. 4*500 o SfoOO
Calcaa de anga da aoraa a JOIK)
Coilota da aliado prato a da co-
rea liaoaa bordadoa a 1S*,9* o 8*000
Di toa da catemira prata a da to-
rea liaoa a bordadoa a 5,
5*500.5* 8 jai o
Dltoa da tetim preto
Ditoa daaeda a tetim branco a 6 a
Ditoa da gorgaro da teda pralaa
a da oraa a 7*, 6*, 4* a
Ditot d briir fuatao branca a
8J500. t*500 a
S.roulas da brlm da linho a 2* a
Ditas da algodao a 1*600 a
Camtaaa da pailo dafastio branco
a da carea a 1*400 a
Ditaa da palta delinho a 5*. 4* a
Ditaa da madapola braoeaa a de
corea a 8*. 1*500, 5* a
Chapsua pretos da masas trancaza
forme da ultime moda a 10|,
BBQOe
Dilot da faltro a 6*. 5*. 4* a
Oltoa da tol da teda logUtaa a
trncesete 14|, 11*. llf e
Colarinhoa da linho malto Anee
novo faitioa daaltin.e moda a
Ditoa da algooo
Baloaioa do ouro patenta o bari-
tona] a 10OS. 90*. 80| a
D tente a borixoataea a 40* a SOgOOO
Obraa da oaro, adara^oa malea
aderecea. palcalraa, rotetaa a
anata a *
Toalhaa a linbo daxla lOf, 6* a 91000
Ditet crin-es pera rosea ame 3* 4*000
5*000
5*000
5*000
8*000
2*100
1*280
2*100
S000
geoo
7*000
9*000
7*000
*800
500
70|000
f

A pedera franceza sita na ra da Ira-
peretrit n. 50, sontloua aob a adminis-
trando da tiara Barrellier e all baver
todos os dias :
Pao quente de lei te s 6 borst di tar-
de ptrs tomsr com cha do dia 31 do cor- '/,.
rente em fiante. -vp
Bolachas de lodos os tamsnhos e qaa- i '
lidades.
Biscoutos docet a aguados e de todas
aa uuslidaiies.
Bolechinhae de araruta docet e olea-
das.
Bulos frin-ezes.
Falles doces.
Pao commum das melhores farinha
do mercado.
Prepsrim se bandejas de todos os ta-
menbos com bolos de todss as qualida- J.-'
dea e (ado isso por prer;oa commodos. '' .?
A referida padaria trabaiba em am S}
torno mechanico aseas deepeBdioso e ^
nico ns provincia. O yo, qae delle ^p
sabe o Diais limpo, puro e de melbor '..'
gosto a bem sssim as bolachas a ludo o ,-.-;
mais. O torno tem am asseio notavel e ,.
o pao 6cosido com muito poaca leona,
e>em haver commumcar;o com eta ';'-
oa se baes, sendo por isso qus nao se as,
encontra o menor fragmento de csrvao *_-'
no paoe naa massas que elle cosloha. ?--i
m
n
$
9
Q
DO
THESOURO HOMEOPATHLCO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo aoutor
SJUBUH i. L m&.
Ktte livro que te tem tornado to popular,
]aanto nocassarlo, acaba de ter publicado com
todoa oa maihoran.ee. tos, qaa a experiencia a oa
erogressoa da setancia tem demonstrado. A no-
va ediccao em lado superior primeira, en-
terra :
1.* Mala aroplaa notietat acerc do curativo
dai molestias, com indica ;on mai proveitosia
dos mediesmeotos novos recentemenla experi-
meolsdos ni Earopa, not Esltdot-Unidoi a no
Brasil.
3.* A expoaicoda doatrina hnmeopatba.
8.* O estudo da apropria^ao dos remedios ta-
lando as predominancia! doa temperamentos,
daa idades, dot s-ios, a legando 11 circamsten-
tlaa slmospharic>t etc., etc.
5.* A preservacaoee molestia! epidmicas.
6.* Umt estampa Ilustrada demooatrativa da
lontinutdade do tubo inleatinal desdo a bocea at
a anua etc., ate.
Vende-te ni pharmacu especial hombopa-
raiCA. propriedade do aalhor, raa da Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Preco da cada exemplar. 30*000
N. B. O tenboreaisigninte! quetiam man-
dar recabar teut exemplaraa.
Saques sobre Portugal.
O absixo asslgnsda agenta do Banco
Mercantil Portuensa neste cidada, saca
effactivamen>*> por todoa os paquetea so-
bro o mesmo Banco para o Porto e Lia-
boa, por qaalquar tommi avisti o t pra-
to, podendo logo 01 taquee 1 prazo aeram
descontados no maimo Banco, ni nza
da 4 por canlo ao aono aoi portador!
qa* aasim lbe couvier : naa run do Cres-
po 11.80 do Imperadora. 51.
Joaquim da Silva Castro.
GKKCl
DA
Fundicao Low-MuuT,
Boa d Sencalla Nova o.4t.
INette esiabalaeimenlo continua a hiverum
eoaaplato aortimento do moondas o meias moeD-
dat para engenbo, macuicas do vapor o taixaa
do farro balido o eoado do todos 01 unanho
pan dito,
I
I
8


DIARIO Bl fEMAMBUGO tei^a MiBA l DI SETCklBfaO DI llfl
>.
r
>
i
Aluga-se
mi Merca boa eozinheire, multo Hmpa flel :
a tratar na tu do Rasarlo da Baa-Vista o. 30,
aobrado.
Preciea-ae ae urna ama quaaaiba cozobar
ufommar, para caaa da bomam solleiro: na raa
do Canmao, tabaroa o. 13.
Preciea-ae ae 1:700 a teros, dando ae por
bypoloeci urna caaa terrea netla ctdade, ou eo-
oe-ie a meiina : na raa Diraita n. 82. primeiro
ndar.
Aluga-se ama boa casa ierres, na ra Impe-
rial n. 113, com 6qaailos, 2 aalas, cozlaha fora.
qaioul e cacimba : a tratar na padaria da ra
ircita o. 84.
Alugam-se auaa caats na Hila de Beoiiica.
antea da poote da Paaaagem, a primeira da 40a
poranoo, com 8 qaartoa, quintil, cacimba, ele. :
aaesuQda com 5.*....,e 1M)|; pnme.ra o.
10 C, a aegund. 10 A : qaem em lempo se quizar
premuou oa aaa caats em bellaa condicoee para
2.iJl.?V d8 *"**" Dml0' ** ll '
eatreila do Rosario a. i.
Mudauca.
O solicitador Joa Coelho da Silva e Anejo
mudou aua reaidencia para a rea do Livramento
n. D, segando andar.
Nesta typographia precisase fal-
lar ao Sr. Maoel Ferreira d'Alaieida,
que mora na Casa Forte.
Para criado.
Aluga-ae um escravo pardo eom ida Je de 20
amos, multo el obediente, j servio n'uma
casa estraogeira 7 naos aem nota e ashio
ae ler acabado com o eatabelecimeolo
da Cruz n. 6t. lerceiro andar.
Precisa- se ae uui rapaz porteguez. dos che-
gados de pouco, sendo possivel, de 12 1* anoo-
oa edade, para uro pequeo aervico de um lili-
perto di prac; o que pretender oirijase ra
ds Coocordia n. 35. qao ahi achara quem o diriia
ao dito sino. '
Mm
Prcca-se de urna ama de leite que o
tenha bom paga-se bera : na ra Nova
n. 47.
Precisa se de urna criada para
casa de pouca familia : na ra Augusta
n. 5.
AluM-ie urna melada ce casa a urna la-
milla honesta na ra slriita do Rosario n. 32,
luja se dir quem alega.
Doxiugua Gerbase, subdito italiano val a*
norte Aioga-ae urna eacrava a am moieque de
15 ancos para todo servico do urna |casa de fa-
milia ; na ra da Aurora o. 48, taberna.
Compras.
Compram-searcosa do doto banco de Par
nambuco : no aacripiorio de Msnoal Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
Compra-se
rnelos em qualquer porcao : na ra
do Vigario n 9, primeiro andar.
MODIFICADO DE PRECOS
MENOS 10 a 20 POR CENTO
* NOS
.^Hmi/^KK^aM
PROGRESSISTA
NA
Ra das Cruzes n. 36, e largo do Carino n. 9.
Vandem-ie dual esertvis mulatas, sendo ama
i \ annos a outra de 28. villa dos comprsdo-
a se dar ae ioformaces oacessarisi: na ra
de
re
doArago d. 7 se dir
quem vende.
por
na rea
**mil.
t Tabaco americano chegado pr-
ximamente da America em caixinhasde
22 libras: vende se na travessa da fila-
dre de Deosarmazem de Barros & Silva
Vende-se urna esenva crioea sem vicios
nem achaques, proi.ru para mucamba : no p>ien
do Llvrameoto, aegunio indar n. 31, se d r
qum enrl.
O Sr. Jus Jaciotho Pavao, de Olind, faca
favor de ir a padaria de Santo Amaro, a negocio
que o rceimo senhorno igoora.
Attenco
Perdeu-ae no dia 2 do correte, da Solidada
a.e a ra da TJoiao, ama cala coDteodo u>aa no-
ta da calza lial de 50$. e urna navalha de cabo
oraoco, cuja csizioba tem o nome R. A 1. Slacka
Lelebrated army Razor n. 336 Sirand, em letras
dourada : a pessoa que acho.-a. qaerendo ree-
Mtuir, pode leva-la ao cutll.iro Pradiuea, na roa
Nova, defroote da Igreta doa militare!, ou ao tra-
piche do Barbosa n. 11, pra?a do Corpo Santo,
qae sa gratificar generosamente.
Aiegtm-SB as casas terreas n. 9 e 15 da
raa Bella : a tratar na ra larga do Rosario nu-
mero 44.
Vende-se ama crata ctu l Una o. h- ciu-
dades, exceoto costuras : a tratar na ra do Sebo
n. 15. das 7 horas s 9 da menhaa, e daa 4 da
tarde em diant.
Attenco
Ama.
Preciss-se de ama arca qae ssibs fszer todo o
servico interno de urna caaa : para tratar, na ra
da Imperatriz n. 24, prlirelro andar.
- Arrenda-se um sitio na Torre com baila
para capim, casa Rraode, cocheira. e casa para
i.ltor: na livrsria da pregada Independencia ns.
O e 8 adir*.
Vends-se a loja de calcados do largo do ane-
nal de maiinha o. 8, muito boa para qualquer
prlueiplanle porque s vanda a dinbeiro, o est
muilo af'pguaiada : a trat-r na meama luja.
Miiiio novo a '$ a sacea.
Vende-as sacca com 24 cuias ; na ra da ftfoe-
da n. 47. a tirar no trapiche do Cunh.
Scisntincam ios seus fregaezes queem virtude do actual estado de apathia commercial re-
lolvem vender todos os seus gneros por menos do que ouwo qualquer anunciante e offerecem para
giranna da superior quahdadede seus gneros as competemos amostras de cha, manteiga, caf,
arroz, tapioca, araruta, etc., etc., para que pessoa alguma duvide destas qualidades, a vista de to'
resomidos precos.
Convidam portento ao publico tata eidade a de (ora, a virera fazer sua dispensa sm ditos
armizens, afim de pouparem annualmente de 100000 a 2:000 conforme a custuroada des-
pezado cada chefe de familia, economa esta que muito til lhes deve ser, sem que eia mister
sonrer a mais insignificante pnvaco do custumado diario de seu passar, devendo porem manda-
ren, sos armazens indicados.
g"
Escrava
Veode-ae urna mulata de 16 annos de idade
multo sadia : a tratar na ra eatreila do Rosario!
loj n. 18 C. *
Attenco.
Vende-se uma earroca com boi, ludo em bom
: a pessoa que quier, dirjase praca da
17. que se dir quemveode.
Independencia o.
Esta'
lusta e contratada para ser
vendida urna casa terrea no becco do
Tambia' n. 28, se alguem se acha
direito a ella queira annunciar.
com
Precita so do um caueiro qu* t
tica i* tabena iue d flior a
p ra do R aario da Boa Vista n. 51.
Precisa-a
rscoii p
n ero 31.
uha pra-
couducta.
le u-i caueiro d. 14 a 16 an-
n pratica de taberna ; na ra Augusta au.
AUg-se a casa terrea da travessa da Bom-
ba n. 10. caiada a pintada de novo : a tratar na
Boa-Vi-ta, rea do Sebo o. 24.
AIW'ii urna grao-le c-aa na povoaco do
Monl-iro, lem quintal murado, eacitba e oorto
para o rio, preco commoio : a tratar na ra do
Qjeiraado. loja da f^rra#enS n. 28.
Ama.
Preiss-se da uros ama secca para andr com
urna menina : na ra do Trapicha n. 16, lerceiro
anlar.
Preciss
si lo nu a yr-Miji > a quautia de
400J por ttmpo de aei< meies, dan-lo-se peoho-
rea por sen quizer fazer este oe*.-
Cio, daixe carta aub as inicaes A. A., na praca
da Iniepeodaocia ns. 6 o 8.
Sitio
Transfere-se o arrendamento ;da tres aunes de
m sitio em urna brlia estraia, o cual tem boa
caa de vive-da, agoa notavel. muitos arvoredos
de fraeto, bixe d capim, capoeira para tirar le-
nha, cocheira com estnoaria para 4 cavalloa. e
pasto p>ra algemaa vaccas : quem prelnlerdi-
rija-s. a ra do Queimado n. 18, loja, que se dir.
1 Xarope de saude
DE
ARRaULT,
M chimico com privilegio de in- W
W ventjao, autor da medicina
| domestica dos paizes calidos etc. 2
Eate zarape preparado com substan- @
F3p cias paramenta vegetaes tem aido em- $
B prt>g*<:o com xito pelos mdicos mais g eminentes no tratamento daa moleatiaa 2
^S? syphihticas, e os benen ^ Ihtdosdesua apolic-ao, t-m rendilo a g
^ su autor mllharea de cenicadoa qe 1
JP provam na rflicacia osa molestias vene- W
Qg reas, scrobutu, rheumatisino. eacrofu- A
a las (alporcas) bobas, papetra, eriaipelas, ^
g opbeulmia, impingeos, leacorrhea (flu- 2
& xo-branco) snpuressaodo menstro, gota,
(^ sama, aiephaot-aies dos membros itife- ^
fi& ores e todas si iffecoei cutneas e Z
g sypbililicas. Q
Balsamo inMlvel
^ para curar completamente em !
dav 25- horas pancadas ecca-
p trizar feridas de qualquer na-
gtureza que sejam por ArraultS
chimico.
NICO DEPOSITO
na pharmacia tranceza de P.
Maurer & C. 0
|38-Ruado Imperador-38f
Manteletes
Chegou a toja de Paredea Porto rea da Impe-
ratnz n. 48 juntoa padaris franeeza. um com-
pleto aortiment- de manteletes a 10$, 15| e 25
elralos de Luizll
% e D. Naria Fia.
W Cliegaram pelo paquete fran-
9 cez uGuienne : na ra do Cres-
Q pon. 8, loja de Nogueira de
Souza, junto ao arco de Santo
^ Antonio.
Milho e arroz.
Vende-se em aaccoi grandes muito barato por
ler grande porgo chegado estes dias de Maman-
aspe : na travessa do paleo do Karaizo o. 16,
com oito para a rua da Florentina.
No pateo do larmo equi-
na da rua de Hortas
n. 2,
Vende-se presunto! muilo inpariorea que
tanto serv para fiambr* corro para panell a
320 rs. e sendo inteiro a 300 ri., toucinio 320
rs queijos loierto mui< feteos a 560 rs .
ditos de coalha a 360 is., baoba a 400 e 440 rs.,
ameodoas a 320 r., m>nt>ig a 6i e 8U0 rs.
dita muito fina a 960 rs., francesa a 640 rs..*
rroz 100 u 120 ra., caf em c-ruco a 20,
280 e 310 re. t,mbm se vent oleo de ricino a
640 e 720 a libra, aarrafaa amdo em |W inteira
a 50 rs. a hhra. vinho a 400, 480, 560 e 640 rs..
muito uno a 800 rs.. engarrafado a IJf. 1*500 e
2, sxeiie loce a 640 rs. a garrafa, l-abem se
eoiecalde Lisboa a retalbo de 8 libras psra
cima, sendo esta ci mullo superior a aa Ierra
porqu* r>n le muito maia e aproveit-ie to<>a.
Aqu nesta eitabelecimanto nao se aununcis
uma codsb psra se vender oet'a.
sem exemplo.
Vaadem-sa tecos com feijSo mulatiobo mui
10 novo a 10j> o saceo, oiUi com milbo a 3J500 :
na trapiche barao lo LivranieRto.
Vendem-se 1110 barriese aaias : no arma-
zem d* matariaei junto ao quarlal de cavalaiia.
Campo ds Prio Para o baile do
club.
Vende-se na loja do pavita
Ricoa cortes de vestHoi de cambraia branca,
pilmorosamaote bordados a crox, aendo os mais
bonitos que tem i|ido a este mercado, ven-
dem-se por preces baraliaimoa, na raa da Impe-
ratriz o.60. loja armszeo do pavao.
Na loja aman-la a' rua da Praia
n. 3%. ha um completo sortimeuto de
fazendas nglezas e francesas proprias
deste mercado : pannos finos, casemi-
ras, brins finos bransose decores, ?hi-
tas francesas, cambraias brancas e de
cores, madapoloes de diversas qualida-
des, chapeos francezes do mais acredi
tado fabricante, dito de sol de seda e
de panninho, algodao branco e de co-
res proprio para escravos e saceos de
conduzir ssucar e outras muitas fazen-
das a contento do comprador que pagar
a vista.
Laseniiras a 3,200 rs.
Na loja do pavo.
Vandem-se csaemiraa entestadas de quadrioboa
liatras miudinbaa, aeodo cores escuras a 33200
o corte para calca ; venda aa a mesma faxenda
teodo duaa larguras, a ljj800 o covado : lato na
rua da Imperatriz n. 60. loja do pavo.
s do vigilante.
Lindos enfeites para ?es-
tidos.
Sao chigadia no vapor ioglez ric.a florea de
velludo que ao admiraveia pela delicadeza daa
lioda corei. pola com pequeoa quaotia aa aenho
ras poterao eofeitar os ricos vuatidos que ser
muito apreciavel, pelo baratiasimo preco de 1
a duzia : a no gallo vigilante, rua do Crespo
numero 7.
Pulceiras.
Tarrbem sao ahegadsa u riquissimsi palseiras
eom pedras szaei e outrai verdes, coasa manto
delicada, que s vende por pregoi baraii-simos
s oo gallo iallaote. roa do Greapo d. 7.
Uvas de Lisboa.
Vendem-ai esta* superiores uvsa la s libra
sendo eaiceuaa de 2 arrobas ae far alguma
differeoca : na rus da Cadeia do Hecifi nf 5.
defronte do Dacca Largo.
Chegado pelo vapor fran-
cez sopara o vigilante
Lindos pentes de marrafa.
Sao ebegadoa os lindos pentinbos ooaradinhos
com muilo lindaa molduras de differentes gosios
psra marnfai ou travenoi, poii a com vista
o compridore poderao apreciar o quanlo sao
delicados, pelo barato prego de 3J o par, sssim
como sem ser doursdos de lindos gostos, pelo
bsrslo preco de 2$ o par: s no vigilante, rua
Crespo n. 7.
>io
Luvas de pellica.
Tambemsiotbegadaa as verdadeirsa lavas de
Jouvln multo frescas, tanta para homem como
para aenbora : s no vigilante, rua do Cres-
po o. 7.
lordados baralissimos
Na loja dopavao.
Vendem-sa golliobss muito finas de cambraia
bordsdas e de fil a 400 rs., manguitos com gol-
linhaade cambraia bordada a 1$280, mengaiiosa
balo finlssimos si, lencos de lmbo com Isby-
rintho a 2J500. ditos de csmbrala de a^olo a
Imitacao de labyrinibo a 640. 8C0, 1& e floissi-
inss tiras bordadas e ntremelos por pregos bara-
lissimos : vende-se na rua da Imperatriz b. 60.
loja e armazem do pavao.
Vestidos baralissimos,
Na loja do pavao.
Vendem-ie multo lindoi vestidos de cambraia
bordados a seds, sendo de todas aa cores a 6.
dilos com barras e babadoa a 4500. dltoa a 4g.
cortes de tsrltleoa brancoa boraooa e de ccres
a 3j. ditoa de cambraia branca com babados s
9500, ditos de cmbrala bordados com babados
e duaa ssias a i, cortes de barege com 22 covs-
doi esda corte, tendo floa de seda a ij, ditoa de
laa a 4#, cortes de cambraia com salpicos brsn-
cos e de cores, tendo 6 varas cada corte a 3j
dilos de salpicos maii fins com 8 varas a c'
tudo isto se vende por menos qae em outra qual-
quer parle para apurar dinheiro, s na rua da
Imperatriz p. 60, loja e armazem do pavo.
Aipakin ou gorguro de linho.
Vende-se ests nova fazaoda a imitagao de aeda
de quadrioboa a 280 o covado : t na rua da Im-
peratriz n. 60. loja e armazem do pavao.
Musselioa branca a 2U s.
Vende-se mnsseliua branca com 4 1[2 palmos
de largara a 300 rs. o covado : s ns rus da Im-
peralriz o. 60, leja do pavae. ______
GrotebicoalJiO
ris a libra, e sendo de 10
libras para cima a 100 ris
Vende-ie nicamente por estes presos nos ar-
mazens progressisls e progresssivo, do largo do
Carmo n. 9 e ru das Cruzas n. 36, alfiaoca-ae
ser muilo novo.
Ricas ivelaa douradas para
sinto.
Vendem-se fivelai douradia a 29 a 25500 aa
mal Koderoas qee tem viudo ; oa raa do oil-
g Ricas voltas de aljofares.
dr Mt".,S:,6?,.,.f de ,,f*r" om crusdepo-
numa^ofil i*b,ilh.n!?; D' r" do Oaeimdo
numero 63, ]0ja do beija-flor.
Facas e garios.
i.I*Ddei5*" '"? *^fo, fln" > cabo da ba-
ml-tV b0tT 6800' dlU Para Se. .
62&*"J* oto 69200. dU. par. doce
a 3^400, dit., rolica a 3 a duzi. na r.a do
Qeeimado o. 63. lojs do baija flor.
Jugo de vispora.
Vndese jogo de vispora a 1 ; na raa do
Queimado n. 63. loja do beija-flor.
Auvelopes.
nvelope de divers..
ja flr ao Queimado n. 63.
e de corea a
loja do bal-
Papel adamascado de cores.
Vende-se papel adamaacado de corea a t
g, dito branco a 1**00: na rua do'ou.lm.d
o-l. loja do beija-flor.
800 e
o c.
Gravatinhas de seda.
Vendem-aegravatinbaade seda para senhora.
11 TS core' n" ,u* d0 0eimdo n. 63
loja do beija-flor. '
Tiras bordadas.
Vendem-ae rica. Urea bordadaa para vestidos
S oa grande expsito
de fazendas novas e bara-
tissimas, na rua da Impera-
triz, loja e armazem da ara-
ra n. 56, de Magalhes 6
Mendes.
Fazendaa por menos 10 0(0, qeeiram virter
para acreditar, .ser: cbitas a 160. 180 e 210 r
o covado, ditaa fraorezaa a 250. 240. 280 e 320"o
covado. corles de chitas Anas com 12 1,2 .ovr-
dos a 25500, corles de cassss frsncajts SafiCO
ditos pretus a 2J500 : na rua da In.peratrjz"|.jia
da arara o. 56. '
Arara vende okstim para vestidos.
Vende se a fazenda por nome olestiru de litio
de urna t cor e quadrinhos. propria para esp.s
a vesuloi de leubora e roupa de meoinoa a i80
o covado, fustio de cores pars Teitidoa s 280 e
20 o aovado : na rua da Imperitriz, loia da ara-
ra o. 56.
Aos manguitos da arara.
Vendem-ae n>iD|t*itos e golla de linho psra
aenbora a 2J>. gollinhas a 500 ra., enl^iiea para
aeobora Sg 3 : na rua da Imperatriz, loja da
arara d. 5b.
Arara vende a popelina da China.
Venda-se a fazenda por nome popelina da Chi-
na em la para vestidos de senhora a 3J0 o cova-
do, chales de merino estampados a 3g, oitos de
laa a Jj. diioa de lia e aeda a If, dilua abertoa a
b40: na rua da loiperalriz, loja da arara n. 56.
Grande exposi\o de ba-
loes de arcos na Joja do
Pavo.
Acaba de chegar loja do Pavao um grande
sorlimento de balosde arcos amencaoos sendo
a Maibildo, Carola e a Eugenia que sao os
melhores emais bem armados qae lem vindo ao
mercado eom diversos tan aobos sendo de 6 8
10, 15, 20, 25, 30 e 40 arcos e aflanca-se a du-
racaoe boa qualidade dos ditos baies : s na
rea da Imperatriz n. 60. loja e irmazem do
Pavao.
Musambe da arara.
Vende-se a fazenda por nome musamb com
palmas de seda de 4 1(2 palmos de largo, propria
para vestidos de senhora a 500 rs. o cova.io, bl
de linho de cores a 200 ra. 0 covado. dito lavra-
do a 18110 a vara, liso fino a 780 a 800 rs. a
ra, tarlatana a 800 rs. a vara
ratriz. loja da rara n. 56.
Arara vende
oa rua a
va-
Impe-
as crinolinas de 15, 50e
40 arcos.
Vendem-se baldea a crinolinas de arcos es
maia mortflrnoa que lem viodo, ditos de madapo-
ln siosl l'l"lM "e COrd* "Ufl f" '*
balao a 2c400. baloea para menina a 2a
da Impamiru. loja da arra n. 56.
na rua
Mozambique a 040 rs.
Na loja do Pavo.
Vende-se mocamblqee todo de la sendo fs-
zenda muito leve para vestidos de seohoras e
roapa para maninoa. coro delicadas corea miu-
dlnbaa e tendo de uma s cor proprio para capas
de senhora tendo esta fazenda i palmos de lar-
gara e vende-se a 600 rs. o covado : na raa da
Imperatriz n. 60. loja earmaz-m do Pavao.
Laa mofambique a 400
res.
Na loja do Pavao.
Vende-se laziobaa de urna a cor com qua-
drinhos e lista propria para veaildoa e capas
sendo fszends flnissima a 400 rs. o covado na
raa da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavao.
O babadim da arara.
Vende-se a fazenda por nome bsbadim rom !ls-
trasdeseds para vestidos de aenbora a 500 r. o
covado. roberas do chita para cama a 2 col-
chaade fiisto para cama a 5. ditaa aveliJdadsa
a 8|, aberturaa para camisas a 240 asoa uma
cortes de calca pan bomem, de b ir escaro.
STJ2? de g8URa e fu8,a'* de qu*drinbua a ij e
19280 o corle : na rua da Imperatriz, luja da
arara n. 06. *
Arara vende as caisas cliinezas.
Vende-se s fazands por nome cassss chinezsa
a imitagao de sedinha da qaadroe, propria para
vestidos de aenhora e rouia de meninos a 240 e
280o covado. rlscado a Garlbaldia 280 o covado
para vagtirjos, eobortori-s de aleodo a 1. tm-
bralas brancas a iStiOO. 29. 25500 e 3 a peca : na
ru. da !> peralilz. |j8 da arara n. 56
Baleis pari esp itiho
T.mbam sao ch.gadaa aa verdadairaa ballas
da lod.a as groasuras a fornidaa. para eapartilbo,
pelo barato pr.Co de 120 ra. cada uma : a no
vlailaole, rua do Cr.apo n 7.
Harenques
franeezes em latas, teodo cada lata U e fei-
S.V"4e 4-C. ru. da
Las com lurea a 4U0 rs
Vende-se lazinhas.muilo finas com bonitos
padroes a 400 ra. o covado : na rua di Impera-
trlz n. 60. loja e armazem do Pavo.
Tarlatanas com pal-
minhas.
Na loja do Pavao.
Vendase tarlatsoa coro palminhas de cores,
tendo cores proprias para luto a 30 rs. o cova-
do :.na rua da Imperatriz n. 60, loja e armazem
do Pavo.
O Gira sol
defrentada Penha n. 33 vende manteiga ingle-
za superior a 800 ris, dita franeeza a 600, quei-
ioa do ultimo vapor a 1$900, ditoa a 1^700 e
19500. cha fleo a 2*800, caixaa de doce de goia-
ba a 500, espermacete superior a 720 ris. sa-
oerlor vinho do porto a 800. dito do Figueira a
640. 560 e 500, e todos os miii geoeros bona e
baratos.
S
B
r
B
DocaoxLsc? eaooua\- M,uit "-f d tea .. i,b,..
QUEUOSS8UKSOoEJiRATO.-0!,ho;,..MdeaMej>,.600,,.1b,.d.,r.t..
CHAMPANBa-ft.^.lh.res hMmm ,u. ,.m .o IMnA, 18,0M ^ .
tognac ram?'" o"qm K ^ ieu>"'""'' *'"'<>' atea.
johav. IBGLEZ.-0lwaii. pode duejat 1<.00 .,,,, si000O.
SERVPJAS ''- rrtor pv. 700. g.r.t,, 8,0, da* *"' e ""00 '
ISn VEJAS. Das mi horas maro.. n a..,u k..a .. ____ """*'
FFS a7 n! mA5m marC* 5* duZ, e 50 P"h.
PAP lTrpvpelh0rf.d merC8d0 ,2 rs- ,ibr e mo0 'oba.
FRUTAS EMrAll7AS,Z0e DaU,8d0 melh0rd0 a,erc,d0 4"00 .
IZK^S^"- tsmsjr-rainha Claud- *?-**
IAMEHDOAS. De caica molla a 240 rs,
a libra das melhores, 200 rs, mais ordinarias. I dS.1
Cheguem fre-
guezes ao bom e barato.
ftua estreita do Rosario,
esquina da rua das
181 arangei rasi 8.
Vendem-se todos os gneros por menos do
qae em outrs qualquer psrle: manteiga inglesa
oa a 800 e 540 rs. a libra, dita francesa a 640,
a em porcao faz-se algom abatimenlo, cha supe-
rior a 2$880 e 29560 a libra, paasaa muito novas
a 380 rs., nozea a 120 rs., ameodeaa a 300 rs. a
libra, superior caf a 280 ra., touciobo a 300 ra.
a libra, macarro, aletrla, lalherim o mais mssssa
Gasa muito novas a 320 ra., velia de carnseba
aeperiores a 400 ra. a libra, ditas stearloaa a 720
ra. a libra, queijos de q.alha muito novoa a 320
ra. a libra, caixoeacom 4 libras de dore de casca
de goiaba a 800 rs., ditos pequeos a 560, vinho
de Lisboa a 400 e 500 a carrafa, dito Figoeira a
600 ra. a garrafa, dito do Porto engarrafado a
1S00O a garrafa, 19S0O a 1*600: alm des tes ge-
oeros mencinalos se encentra lodo quaoto
|pertencDle a molhados o de auporior qaili-
Organdy da China da arara.
Vende se a fazenda por noroa organriys na adamascado e palmas de cores, propria para
vestido e muilo largo a 400 ra. o covarto, capts
de la para aenhora a 95, ditas de grosdentple
mojemos a 20 e 25j): na rua do Imperatriz, loja
da arara n 56.
Arara vende fazenda por nome mais
a mim.
Vende-se a fataoda por nome msls a mim pa-
ra vertido*de aenhora e adamascada, de bonitos
goaloa a 360 o covado, pegas de cambrais da
salpiqainhoscom 81|S varis a 3?>500 e 4| : ca
rua da Imparatriz, luja da arara n. 56.
Tiras e ntremelos da arara.
Vendem-se liras e ntremelos da largura de X
e 5 dedos, de bonitos gostos a 1J280 e l*f.00 a
pega, ditaa de eoiremeioa a ijf. 1*200 e 1*600 a
pega,corpiobos bordados para meninoa a locada
um : na rua da Imperatriz. loja da arara n. 56.
Semejjtes de hortalice viudas
de Paris
Cbenaram a loja de ferrageos de Bastos, ns
rua da Cadeia do Recite n. 56 A, aa novaa samen-
tes de borl.lice vindaa de Paria, aa quaea sao de
superior qaalidade. a ae vendem baratee.
Cftl de Lisboa a 4$ o barril.
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo. no seu escriplorio rua da Cruz n. 1.
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da rua da Cadeia
do Recife o. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte
Grampos a balo
com pendentes dourados.
A loja d'agula branca contina na recepeo de
objectos do ultimo goato, e por isso acaba de des-
pachar vindo pelo nllimo vapor essaa delicadoe
a a.viaaimoa graibpoa de bonilaa cores com pen-
dente* dourados o qu. d. mala delicado ae podo
encontrar. Esas loja com. geralment. aabtdo,
tem aempr. .m viataa a commodidade de eeaa
boas tregeexlaa por isso tem resoUido v.nder
asaes Raanle enfeitss s 5* a 3* o par, o qee na
raalidade roalto maia valem. Covm P'i* que
a lata da limilacio do pre^o a aeobora que com-
prar am on mata parea, nao a. demore em par-
ticipar aa aaaa boaa izlnhas iotimaa amt.se d.
collagio, para qae aa amiitem no aa. aperado
costo, mandam logo comprar outroa parea na
loja d. ana affetco : qae a d'aguia branca, rua
do Qaeimado a. lf.





DUWO DI FEaUUMBCCO 1ERCA FE1RA lft DI SE1ENBKO M 1861
DIMINUIQ&O DE PREQO
FRANCISCO FERNaNDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
Muita attengo.
Todos os gneros sahidos des-
te novo armazem kvaro urna
etiqueta para seguranza dos Srs.
que Dio quizerem vir fzer as
suas compras, e mandarem por
seus escravos ou fmulos.
Esta preVengo atiesta bem,
que a mais perfcita e duradoura
confianca se deseja possuir de to-
dos geral mente, e por isso nao se
pouparo exforcos para serem
bem servidos todos os Srs. com-
pradores, afim de que possa este
grande estabelecimamto ser apon-
A yantagem que o proprietario desle icredit.do armazem da molhados tem offerecido, ha
sido conbeeida pelos seus numerosos freguezes, mas como a-sln, ainda b.j.m alguns sanhores que
nao se tem dado ao trabalhode esperimentar, rogo a todos elles o favor de mandarem comprar suas
encommendas no armazem Progresso do largo da Penha n. 10, afim de verificaren! a exactido
do meu annuncio ea d.fferenca de preco equaHdade que faz, se fossem compradas em outra qual-
quer parte, po.s para isso se recebe em todos os vapores navios de vela vindos da Europa
roaior parte dos gneros d. conta propria. Para m.ior concorr.nci. e commodidade, rasolvau o
p opne.ano encarregar-sa par.com aquellos senhoresque nao possam vir. nem mandarle des-
ri T P1' V""errM P8ra ,ug" ,ndicad. wd0 ^ g^o comido ni
armazem. .fianS.ndo-se serem tao bem semdos. como viessem pessLm.ate pois na?, este fim
auma pessoa de confianca para de prompto canduzir as cartas nV cheg.da do vapo?.
taalga a**lZ* da prmer, qualidade da safra nova a 00 70 rs. a
libra, e em barril se faz abatimento.
maa C g a Traaeeim mais nova do mercado a 00 rs. a libra, e em barril a 560.
t^Il UU Y\U1 o que se pode desojar neste genero a 310000 a libra.
Vlia uySSOtt 0 ma3 superior d0 merCado a 29800 a libra, a em porcio sa faz abati-
mento. r r
QU\}OS dO Tena cheados nesta ultimo vapor aauito frescos a 28000, ditos che-
gados em navios a 19700.
lia \TtO verddiro inglez a 2000 a libra em porcao se faz abatimento.
Latas eam mm^UlOafl confeitadag? contendo diversas iguarias muo proprias
para mimos a 1000 cada urna.
BOlaXil&l&a d, goda em latas coas differentes marcas a 19400, afiane.a-sa a boa qua-
lidade, assim como tem latas grandes cora bolachioha proprias para lanche a 2#500.
l^agTVmaa do D0H.ro espeal viuho do Porto em garr.f.do vindo a sigunda vez
ao nosso mercado a l500 a garrafa e em caixsscom 1 duzia qor 12J00O.
W lOtiO ea^TT&ladO das melhores marcasque vem ao mercado, como sejao Duque
do Porto, Garcayelhos e Feituria a 19200 a garrafa.
&ttCOretas Om VOho do Porto com 70 garrafas proprio para casa particular
em garrafas 329000, afian^a-sa ser de superior qualidade.
W lllaO em piD% de superior qualidade Porto. Figueira a Lisboa 500, 560 a 00 rs.
a garrafa, a em caada a 39500, 49000 e 49500.
I *% Teuaada em ialas com 10 .brM por 4I000) e aM barriU 400 rS a 1bra>
fi*;nmae*T,P&0 talhlll' Hbra, a .m caix, grandes por
68000. afianga-se ser muito novo.
129000 nuiw novas a 560 rs. a libra eem barril com urna arroba por
LaUas com peVxe a l i. j
r -*vj de escabecha das seguntes quahdades savel, congro, corvina,
cherne, pescada, e vezugo a 19400.
Velas de espermasete 68o rs. a libra,. m xa a eeo rs.
WUai de eatOauba refinad. a 360 rs. a libra, e em arroba a 11 rs.-
t llanto dO T\aO a 560 rs. libra, e em porcao a 500 rs.
Dito inglez para fiimbra 1640 rs a libra>
A por 2*600.
Gea^bra de Hollaalda 560 rs. o frasco, e69400 a frasquaira con 12 frascos.
l^atfcloeS com genebra de Hollanda com 25 garrafas por 99000.
AlpISta muito limpo, a 160 rs. a libra, e em arroba 49800,
iTAl&QO muito novo a 160 rs. a libra, a 49800 a arroba.
aftKntCtfi senhores mlicos a 19400 a lU.
^u* suspiros em meias caixinhas, do melhor fabricante da Bahia a 29900 cada urna Batatas a 8o rs. a libra, e em gigos de 36 a 40
*&>*! o mais superior que ha no morcado a 240 rs. a libra, e em garrafes com 5 librar -
por laGOO, so o garrafo val 500 rs.
SeVadlntia de Franca muito nova a 200 rs. a libra,
\HO filma muito fina ealva a 100 rs. a libra a era saccas se faz abatimento.
PaWtOS UUOS para daotes a 160 e 280 rs. o mago com 20 marinaos.
PaltoS (lO g* Z a 29300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
e?V*ja pTeta das marcas tenente, ou XXX a 69o00 a duzia a 500 rs. a garrafa.
SeTVrtja Dfae* das maii aceitadas marcas a 59000 a duzia e 480 rs. a girrafa
w IQuO DtaSieO engarrafado o mis superior que tem vindo ao nosso mercado a 800 rs
tambem tenho de barril para 560 rs. a garrafa.
T*meliUo de lA*boa 7900O a arroba e280 rs. a libra.
tjaie dO H.IO iavado a300rs. a libra a a 9J000 arroba, dito da 2.a qulidade a
260 rs. e 89000 rs. arroba.
A??Q de Maranho a 100 rs. a 120 rs a libra, e em arroba a 39000 a 89500.
l^llOeOiate hespanhol a 19200 rs. a libra, ditlo francez a 19100.
"latmOiaOa imperial doafaraado 4breu ede outros muilos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a lfbra, tambem hi para 500 rs. a libra.
1: FHlaS em Calda pecego, damasco, pera, alperche, e ginga a 600 rs.alalta.
O lTOimia d*i tantea a 380 rs, a lata affiansa-so a boa qualidade, a em por$ao
se faz a batimento.
aTim iS francezas e portuguezas as maisnovos a 640 rs. a latta, era meias latinhas a
500 rs.
W lfeUO BarleaUX., Marg, Medoqoa a S. Juliende Medoque a 9jJ000 a 109000
a caixa, em garrafa 800 rs. e 19000.
aiaiU8 o melhor petisco que poda haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
Cl -bul IS riOV'48 a 19 o cento e a 19200 o molho com cento e tantas, tambem ha
proprias para conservas a 400 rs. o cento.
laTVl QOC muito nova a 320 rs. a libra, e era arroba a 89-
Jr-* pe PGV5 a 49a resma, dito de peso pautado a 39, dito almaco bom a 39200.
iflSSa para SOpa estrellinka e pevide a 600 rs. alib'a, em caixinhas sahe mais
barato.
Jdem de tomate eml'atas de l libra por 800 rs ede 2 libras por 19500.
Atl te UOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas com 1 duzia por 89500.
IdeiU de LiSO- a a 720 rs. agarrafa e 59600 a caada.
AlTiendoaS da casca molle a 320 rs. a libra e 89000 a arroba.
Vinagre de LisbOa 8240 rs. agarrafa e 19800 a caada a fian8a-se
qualidade.
lilaila ,)rtniie dasinais acreditadas marcas a 159000 e 209000 o gigo, em garrafa
a 19800.
Vinagre DranCO oquese pode dezejar neste generoa 400 rs. agarrafa.
liieoreg tranceZeS detodis as quali-ladesques procurar a 19000 rs. a garrafa.
Familia do HafSllha muito I* a *m 160 rs. a libra.
1 y O lO para limpar faccasa 180 n. a m poroaosefaz abatimento.
Conhaqiie nufjeZ a 9o r8. a jarrara a 109000 a caixa com urna duzia;
Alm dos ganaros cima mencionados encontrar o respeiuvel publico um completo sorti-
mento da todo qu iendente a molhados.
DE
Mano el Pedro de Mello
Largo do Livrameoto ns 38 e 38 A
Defronte da grade da igrefa, cuja titulo distiactivo
O BALIZA.
INeste vasto estabelecime
chara o respeitavel publico desta
capital e de fora, um giunde E
PERFEITO SORTIMENTO lB MO-
LHADOS, que se venda tinto em
grosso como retalho por muito
menos prec,o do que em outra
qualquer parte, por serem quasi
todos recebidos de conta propria.
tado como um dos melhoret a
mais acreditados desta pra;a.
Aviso particular.
Previne-se s pessoas de fora
dasta cidade que podern sem re-
ceto algum mandar os seus pli-
dos por escripto, que sarao satis-
feitcs com a maior pontualidade
e boa f possivel, ainda mesmo
de objectos que nao sejam pro-
prios de-te estabelecimeoto, cerno
ferragos, roiudezas, ou medica-
mentos.
O annunciante desojando fa-
cilitar a consecucao dos negocios
que por ventura tenham os seus
freguezes de fra, se offerece
tambem para fazer procurar qual-
quer despenda ou li -enga que de-
penda da autoridade do Exm. Sr.
Bispo Diocesano, bem como de
apresentar qualquer consulta aos
.'endures doutores desta cidade,
quer respeito de direito, quer
de medicina.
Tambem se receba qualquer objeclo como assucar, couros, laa, etc., etc., para serem ven-
didos, stndo a coat a o seu producto entregue promptamenle a quem for determinado.
m intenso de possuir mutas relc5, faz o annuncante todos estes offarecimentos; de
forma que ne-te esnbeledmento, nao acharo os Srs. de fora desta praca um bom freguez,
tamben um amigo e um criado s suas ordens.
A todos em geral.
ai por acaso nao agradar qualquer gne'O sabido desta casa poda ser devolvido, que ser
immeiataraente trocado ou restituido o seu importe, conforme for exigido.
U annunciante protesta cumprir cora a mais seria e restricta exactido eita sua promessa.
AMEIXAS francezas em latas de tres libras e Genebra verdadeira ingleza de marca Gato do fa-
mais, a 29240 a lata.
a boa
Llera dem era frascos de tres libras e mais, de
29800 a 39 e frasco.
AMENDOAS de casca mole de 240 a 280 rs.
a libra.
ALPISTE a 160 a libra, a era arroba a 49800.
Arroz da India de 100 a 120 rs. a libra, e era
arroba de 39 a 39400.
dem de Java de 100 a 120 rs. a libra, e era
arroba de 39 a 39400.
dem do Maranho de 100 a 120 rs. por libra
e em arroba de 39 a 39200.
dem do Penedo a 80 rs. a libra, em arroba a
29240 e emsccos a 29.
dem cora casca a 160 rs. a cuia, e era saceos de
20 cuias a 29500.
Azeitonas em ancoretas de 8 garrafas a 19500,
e em garrafa a 320. .
Azeila doce refinado a 800 rs. a garrafa,
dem em barril e de primeira qualidade de 640
a 660 rs. agarrbfa. F
Bolachinhas americanas muito novas de 320 a
360 rs. a libra.
Biscoutosebiscjutinhos, araruta, a'iados a ou-
tras quahdades de excellenles massas a 320
rs. a libra,
dem em latinhas de 2 a 3 libras e de diversas
qualidades, contendo urna lata mis de dez
espacies de biscouliaho3 por 19400.
Bolinhosde ovos em Utas recomraendados pelos
senhores mlicos a 19400 a lita.
Caf do Caar de primeira qualidade, de 280 a
a 300 rs. a libra.
dem do Rio l. 2.' e3. sones a 240, 280 e
300 rs. a libra, eem arroba de79, 7500
a 89500.
Cha parola de primeira qualidade' a 39200 a li-
bra.
dem u\irn a 29800.
dem hysson de primeira qualidade de 18300 a
29800 a libra.
dem nacional de 19500 a 19600 a libra.
dem preto homeopathico de 19500 a 19800 a
libra, primeira qualidade.
dem idera nao homeopathico de 19500 a 19800
a libra, primeira qualidade.
Cevadinha a 240 rs. a libra.
Chocolate de Lisboa (do Abrou) encomraenda es-
pecial, qualidade esta que sera medo de errar
a melhor que aqui tem vindo a 19 e 500 rs.
o massinho, c oteado 12 e 2i paes.
dem hespanhol e francez premiad >s em di
versas etposices, de 800 a 19 a libra.
dem suisw de differentes qualidades, como se-
jam baunilha e canda, etc. etc. de 19100 a
19400 a libra.
Champanha ara gigos cora 12 garrafas inteiras ou
de 24 meias ditas a 129 a duzia, e em gar-
rafas de 19100 a 19200.
Chouricas das mais novas a 480 rs. a libra eem
barril da 1 arroba de 139 a 149.
Charutos superiores Guanabaras, Lanceiros,
Delicias, Napolen, Parisiense?, do afamado
fabricante Jos FurtaHe de Simase outros.de
19500, 19800,29,29600, 39600 e 450
o cento.
Ceblas a l9o m>lho cora mais de 100ceblas.
Conservas inglezas muito novas a 800 rs. o
frasco.
Cognac inglez em barril, garrafa a 640 rs.
dem dem engarrafado de 800 a 900 rs. a gar-
rafa.
Doce de goiaba em caixes e em latas, prepara-
do especialmente para embarque, garantindo-
se a boa conservadlo por um anno.
Rrvilhas em latas de 1 e 2 libras de 700 a 800
rs. a lata.
Extracto de absyntho em garrafas de 1 li? gar-
rafa a 19500.
Farinha de trigo Fontana, das marcas SSS, ga-
lega, faraily, de 120 a 160 rs. a libra.
dem do Maranho a 160 rs. a libra, e 49800
a arroba.
dem de araruta, especialmente preparada de
a 320 e 360 rs. a libra.
Figos muito superiores a 240 rs. a libra.
Garrafes com mais de 5 garrafas de vinho do
Porto fino, a 39200.
dem idem de vinho verde a 29800.
bricante Carduer & Broomhal de 19400 a
19500 a garrafa,
dem de Hollanda era frascos pequeos e gran -
des de 5f>0 a lJSOnO.
Graixa em boioes a 210 rs., e a duzia a
29700.
dem em lata muito nova a 120 rs.
Grao de bico muito novo a 100 rs. a libra,
Gomraa excellente do Aracaty, a 100 rs. a libra.
Kirsch Wasser, excolloote bebida do fabricante
Richard & Muller, em garrafas grandes a
19500 a garrafa.
Licores dos melhores fabricantes inglezes e fran-
cezes e em differentes vasos de 500 a 19600
a garrafa de diversos tamanhos.
Manteiga Bgleza perfeitamenle flor de 700 a
800 rs. a libra.
dem de segunda qualidade de 560 a 640 reis
a libra.
dem francez de 560 a 580 reis a libra.
dem de porco em latas cora 10 libras a 39600,
e a libra a 380 rs.
Mem em barris muito superior a 360 reis.
Marrasquino de Zara a 800 reis o frasco.
Massas para sopa, macarro, talharim e aletria a
300 reis a libra e a caixa com urna arroba
hespanhola a 59500, do fabricante Nervy.
dem finas eslrelinha, pevide e outras a 560 rs.
a libra.
Mlhos inglezes e muito superiores a 500 reis
o frasco.
dem idera idera a 29 em frasco grande rolha
de vidro.
Nozes superiores a 200 res a libra.
Phosj.horos do gaz a 29300 a groza, e a 200
rs. a duzia.
Prezunto de Lamego o melhor do mercado a 480
reis a libra, e era porcio 460 rs.
dem inglez para fiambre a 560, 640 e 700 rs.
Passas das de carnada de 320 a 400 rs. a libra
e em caixa de 5 a 69OOO.
Palitos para denles magos com 20 macinhos a
160 rs.
Idera lichados idem idem com flor a 240 reis
o mago.
Peixes curvina, safio, linguado, pescada, peixe:
espada, pargo, robalo, salmo e lagslim,
em latas hermticamente fechadas a 19300 a
lata de l a 2 libras, sendo preparado pelos pri-
raeiros fabricantes de LisLa, Inglaterra e A-
roerica.
Queijo flaraengo do ultimo vapor a 29000.
dem idem do ultimo navio a i9400.,e em cai-
xa a 15P200.
Idem prato de 600 a 640 reis a libra.
Salpicos, vindos de casas particulares a 640 reis
a libra.
Sardinnas de Nantes a 380 rs. os quartos, e
meias latas a 580 reis.
Serveja marca-Tenente, Cobrinha, Cavallinho e
outras marcas a 4, 5 e 59300 a duzia.
Sag a 280 rs. a libra e em garrafes com 5 e
6 libras liquido por 19600 com o garrafo.
Sabao moja de diversas cores e dos melhores a
120 e 200 rs. a libra.
Sal refinado em potes de vidro com rolha do
mesmo por 600 rs. cada um, s o pote vale
o dinheiro.
Sal refinado em potes de louca com lampa da
mesma por 500 rs. cada pote.
Toucinho de Lisboa do novo a 300 rs. a
Lbra, e em arroba 89800.
dem idem menos suporior de 160 a 200 rs. a
libra, e em arroba do 59000 a 69000.
Tijolos de grande tamanho a 160 rs. cada um
(para limpar facas).
Velas stearinas a 640 rs. o maco.
dem do Aracaty. carnauba, a 400 rs. a libra.
dem de composico de Buenos-Ayres a 440 rs.
a libra.
Vinhos engarrafados vindos parte dalles deconta
propria eomosejam; Duque do Porto, Ca-
moes, Chamisso, Silva & Meneses, e outros,
que se ven dem de 19000 a 19280 rs. a gar-
rafa e em caixa de 129000 a 159000, e
esperam-se novas qualidades.
Vinho Bordeaux das marcas Margaux, S. Ju-
lien, e outros a 800 rs. a garrafa, e a du-
zia a 99000.
Vinho verdadairo de Setubal am barril e era
garrafas de 640 a 800 rs. a garrafa.
Rival sem
igual.
Rival aem Igual
Rival sem igual
Boa Urga do Rosario n. 36
Ra larga do Rotarlo d. 36
Ra larga do Roiario n. 36
Pedro TinOto vende
Pedro Tinoco vende
Pedro TinOco venda
lindezas mallo barataa
Miudezat maito barataa
Miudezas maito baratas
Cartas de clchelas francezes a 40 ra.
Estampa* da aaotos a 100 rs.
Ditaa com vistas da guerra a 2G0 ra.
Ditas com peraooagana a 820 rs.
Feotes de borracha para aliaar a 560 ra.
Siotoa oouradoa a I96OO
Agulhai francezas em caixinha a 220 ra.
La para bordar a 69400 a libra.
Tesonraa finas com loqaa a 400 rs.
Botas para punbo a 120 160 ra.
Tmteirot com tinta e lampa de metal a 180 rs.
Meias craas para hornera a SjiOO.
Ditaa brancas para aenhora a 28400.
Enfeiiea praios a 4c80.
Liohaa de croxel para bordar a 640 ra. o masso.
Jogoa da viapora a 800 rs.
Ditaa do bello xadrez a 1$600.
Gravataa com bola a I9OOO.
Pinceii para barba a 400 e 600 ra.
Palseiraa de misaanga a t$z80 o par.
Garrateia da linba a 30, 40, 60 e 80 rs.
Lavas de aeda con toqaa a 200 rs.
Eccovaa para limpar dentea a 140.
Ditaa para cabello a 1|.
Ditas boaa para tmhaa a 320 e 500 ra.
Ditas para roupa a 800 19.
Aaim como um aoriimanto completo da rap
Paulo Cordeiro a 18500, gaaae groaao a 18600, dito
.J?ro"0 18600' O10 floo lfl*80, Lisboa a
29600, rolo fraocex a 29900, Mearon a I5OIO.
Pechin cha
Chapeos de sol da seda a 59 : na ra do Quei-
mado o. 44.
Cambraias lisas.
Na loja do Pavo.
Veode-sa pega* de cambraias Haas maito finas
com 8 ardaa a 2(500. ditas com 10 jardas a 39
ditaa com 8 jardas a 3$,ditaa com 10 jardas a 49 :
aa na ra da Imperalrixn. 60, loja e armazem
do Pavao.
Briihantiiias de quadriiihos a
200 ris
Na loja do Pavao.
Vende-se brilhanllnaa da qaadrinhos, lando
de todia aa coraa Uieuda moho ancorpada e maia
larga que chita inglesa, propriaa para vestidos,
a 200 ra. o covado : s na ra da Imperatriz n.
60, loja a armatem do Pavao.
As cassas baratas que o
Pavo liquida.
Vende-ae fiaissimaa aaataa (rancezaa de corea
muito bonitas a SO, 240 e 280 rs. o covado : s
na ra da Imperatriz n. 60, luja do Pavo.
Retratos de sua alteza real a
princeza de Italia D. Mara
Pia.
Tem para vendar Jos Aiaveda Mala e Silva,
na sua loja, ra do Quejando n. &5.
Plvora e chumbo
venda.
Joao Jos de Carvalho Moraes Filho
competentemente autorisado vende pol'
vora superior de d Hieren tes marcas e
chumbo de varias qualidades por pre-
co commodo : os pretenden tes poderao
dirigir-se a sua loja de ferragens na ra
do Queimado n. 15, a contratar.
Livros de direito.
Na raa do Queimado, loja n. 14, vendem-se
por pregos commodos as aeguiatea obras de di-
reito : Lobo, aeces summarias, argoodaa li-
nhas, notas a Mello, intardlcloa, diralto err.pby-
tatlco e procesao execotivo ; Kf.huf.iha Bor-
ses, diccionario jurdico; Barros, direito fi-
nencelro ; Coelho. da Rocha, direito civil ;
Mendes da Cumia. obaerv nal ; Dr. Loureiro, direito civil ; Repertorio
da Latslaco Braaiielra at a letra Q por Fuma-
do de Mkndont.a.
Escravo padeiro.
Vende-se am esvrsvo moco, de boas qualida-
das e ptimo padeiro ; e vendido para paga-
rem-se dividas com o seu producto : na ra da
Imperatriz o. 50.
Sitio,
Veude-se um ailiona ealrada do Rosarinbo, no
oltao da Igreja do mesmo nome, com boa caa da
pedra e cal, contendo 2 salas, gsbinata, 4 quartos
coxinha e copiar, tem boa agaa para beber, estri-
barla, eocbeira, baia da espiro, muitaa lranei-
raa das melhores qualidadis, e bostantea outraa
arvoraa da fructo, tanque para b.nbo a jardim
na frente : trata-se na ra da Cadeia do Recite n.
26, oa oa ra Noa n. 55
Rosas e bouquets
artificiaes com cheiros
A loja d'aguia branca acaba de receber Hadas
rosas e bouqaels ailinciaes com agradareis chei-
ros, aiiquaes servem para trazar se na Bale naa
oecaaies de bailes, casamantoa, etc., etc., o qae
aqui oovissimo, porm da muito gosto, e poaca
deapeza ; cusUm 15 e 1;">( 0, e acham-se uoica-
mtnte aa ra do Queimado, loja o'ogaia branca
Damero 16.
Acna-a venda no acrlplorlo da Amonio
Luis de Olivalra Azavedo & C, ra da Cruz n. 1
a obra escripia palo vizconde da Uruguay.Euaaio
Sobre o Direito Adminialrativo ; daizamoa da ta-
car elogios a asta obra, basta o nome de san au-
tor para a tornar racommandada, daos voiumes
am brochara IQfl, ancadarnado 11J.
Farello
F. & S. de Lisboa a 1*600.
dem idem com vinagre de Hamburgo a 18000
Hollanda a 6*000.
Genebra de laraoja em fraseos grandes a 1 SO00
_------_ ..------. .nruvu, garraias ae otu a ovu rs. a garris.
dem com mais de 5 garrafas de vinagre de Vinho do Porto em pipa das melhores marcas
F. & S. de Lisboa a 1 afino. 1. uaaa c-nn ..-.a. a, .,..iu.j.
de 59000 a 69000 a caada de qualidade
especial
-----------. w.w U-.UUU.6U a umuu, especial.
dem com mais de 15 garrafas de genebra de Vinhoda Lisboa, Madeira.Carcavallos, Figueira
Hol anda a 69000. 1.......a. a:....... .:,, a. o*nn ,
-------- ,----------, ^
francez, e da diversos paizes da 39000 a
49500 a caada.
Bramante do Pavo.
Vende-se pern de bramante de listas tendo urna
a largura, com 27 varas cada pega, pelo bara-
lasimo prego da 10 a paga, tambem sa venda
meias pacas do mesmo com 13 l|2 varas por 5#,
esta (azeoda propria para lencoas, toalbas, ca-
misas e serouias ate, a em proporcao do prego
que asta hoje o algodozlnho torna-se esta (a-
zeoda mais barata sendo da linbo, isto s oa ra
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do Pavo.
a
La e seda para vestidos
400 ris.
S na loja do Pavao.
Vende-se la o seda para vestidos com muito
bonitos padrea, aeudo fazenda que sempre sa
vendeu por 19. e torra-se a 400 ra. o covado para
aparar dinheiro : s na ra da Imperatriz n. 60,
lojs a armazem do Pavo,
Manguitos e gilas de
cambraia ricamente bordados
Vendam-aa mangaitoa gollaa de superior
cambraia ricamante bordadoa pelo inalgoiflcinte
praco da Sf o par da manguiloa com ama golla,
sando que smpre castaram 69 cada par, aaaim
pola racommeoda-aa aos amtgoa da aaota eco-
noma que aproveiteo a boa occaaio, dirigio-
do-a com dinhairo a loja da boa fe na ra do
Quaimado n. 12.
Veudeiu-se tachas de
ferro cuado do fabricante mais
acreditado : aa ra do Brum
n. 28 B, armazem de Jos da
Silva Loyo AC.
A 5.000.
Chapeos de sold seda a 59 cada um : ven-
de-se oa ra do Crespo esquina da ra do Im-
perador n. 7.
Nmlojadabandeira |
que venda barato,
na ra da Cruz do Recife 1
em saceos grandes a4#: no armazem do Sr. Luix
Antonio Acns na escarlinha da alfandega.
Viageu Polares.
Sahio a' luz, e adiase a' venda na
Livraria Econmica, a obra vertida do
j mglez pelo primeiro tenente da armada
iColUtrao Marques de Sotiza, a qual
tem por titulo Descobertas e Aventu-
Irai nos Mares e Regioes Polares
POR
Sir John Leslie,
Roberto Jameson
E
Hugh Murray.
Esta importante obra compor-se ha
de dez olhetos, do custo cada um de
11$, ee ornada de um mappa dos mares
i polares, e de bellas estampas, que suc-
| cessivamente acompanharao os folhetos,
:que mensa I mente se publicarlo
Vaadem-se Ouas parles do aillo de ierras e
casa da morarla com multes arvore'ins de f'ctof,
' sito no Salgadioho, pertencentaa a Migael Forrel-
ra de Mello eaua irma : a petsoa <)u qu:ar,
pode-Sf dirigir raa da Cadeia do Recif*. a tra-
tar na botica eem o Sr. Vtente Joa de Brito:
Ra da Senzalia Nova n. 42
Vande-sa em casa daS. P. Jonhston Si C,
sellins a silhes inglexos, candieiros e castices
bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, chicotes
para carros a montara, arreios para carros da
um a dous cavallos, a relogios de onro pitents
inglas.
Relogioa.
Vande-sa aa casa da Johnston Palor & C,
. J do Viga rio n. 3, un bello sortimeuto da
lelogios de onro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
una variedade de bonitos trancadins para es
mesmos.
I
I
Manoel Josa a oncee, partecipa a
todos os sena freguezes e juntamente ao
respeitavel puoli-u, que tem gran le sor-
timenio de regadores, uso da Europs, isto
vende se muilo barato, bahua, baciaa,
baoheiroa, btldes para desppjo, bacas ne
seoieups, gamelas para banho, latas para
i deposito de farinha ou lutra qualquer
S serveolia, canecas para cunduiir agua,
I machinas para cal, bl*ios para compras;
ha sorlimentode outras muitas obras e to- ".
dss de diferentes tamanbos e jnotameo- I
I te enverniaadas de diversas cores ; rece-
bem-se enommendas e se fabricam
Ivootade de aeus donos e jautamente ae
atbnri a boa quali<1ade e perfeigo dss
meamos obras; ba folha de flandres e es-
taohoem vergainhaa 700 r#., verniz co-
pal I&2O0 ra.. latas de arroba l;00O
ra., cocoa a 15 lili) ra., caoecoa a 1$G00 ra.,
regadoras a 1#'80 rs., bahua grandea a
49000 rs. e peqoos a 600 ra., bacias
m sraodes a 4#000 ra. e pequeas a'600 rs. 1
Tudolsto veo'ie-se na loja de funileiro,
qua por signa! tem urna bandeira na por- S
la que gira cjhi o vento, eata chama-so X
a loja da bandeira.
Ra da Senzalia Nova n. Ai.
Neate estabeleciment vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Lencos brancos
com barras de cores para meninos a 1 jf
a duzia.
k loja d'aguia branca tambem vende bons e
bonitos lenciohos brancos com barras de cores,
proprios para rceolnos, palo diminuto prego de
15 a dazls. Avista da limilacao do prego talvez
alguem desconfe da bondade da fazenaa, mas
para desengao dirigir -se, prevenido de dinbei
ro, ros do Queimado, loja d'aguia branca n. 18,
onda oa achar patantes.
Veodam-se velaa de coropoaicao de 6, 13 e
14 em libra a 11 e I i a arroba: atrs da matru
de Santo Antonio o. 18, taberna.
I
oja de azeniJ ;s
Vende-se a loja da far.endaa da ra da Impera-
triz n. 26, propria para qualquer pnntipianta
por ler poucus fundse sar mullo afreguazada a
em bom local, e sendo sea aluguel muito com-
modo : quem pretender, dirija-ae a ra do Quei-
mado n. 18 A, qua acbar com quem tratar.
Vende-se
urna arm;ao de taberna, de boa madeira, e al-
guns outros objectos de niolbados, como sajam,
vinho, egnardente, genebra, etc etc. : a tratar
na ra dos Paacadoree n. 11.
Veodem se dous ascravos da Idade de 18 a
20 anuos, e ama eacrava parda, boa conheira a
angomn adeira : na ra Direila n. 3.
Cal de Lisboa
A 5,000 rs.
Vende-se barris com cal nova ebegada ltima-
mente, a 59. no amigo e acreditado deposito da
raa do Brum o. 66 armazem.
Machinas americanas.
Em casadaN. O. Biabar a. C, saccesu ;
raa da Craz n. 4, vendem-se :
Machinas para regsr bortaa a capim.
Ditaa para deacarocar milho.
Ditas para cortar caoln.
Salina com pertances a 10 a 0$.
Obras da metal principe prsteadas.
Alcato da Suacia.
Verniz da alcatra para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade da Pari.
Vinho Xerai da 1836 em salas de 1 duzia. ,
Cognac em caizaa da 1 duzia.
Arados e grades.
Brilh antea.
Carrogas pequeas.
Vende ao a luja de funileiro da raja estrel-
la do Roas ro n. 10 oa armaba o cennrme con-
vier aa comprador: a tratar na mesma.
.
.


.
*
-




DIARIO Dfc PIRKa\MfUGO. TiRQ. FEIrU 10 DE SETEMBttO DI 186a.
Coke e alcatro.
Cok da melhor qaalidade. maito proprio para
tapor, tambera para todoi oa aaos domeiticoa,
fornoa pequeos a grandes, ate., para eatea ser-
vigos, o coka e maia econmico do qao qualqaer
ontro combaetivel, por iar menoa da motada do
prego de maia derago.
Alcatro, eita cando applicado i navios, bar-
cacaa, alvareogas, canoas, etc., praita maito bom
affeito, conservando a madeira da todaa aa qaa-
lidada* da btehoi, tazando darar m lempo iode-
floido. Tambem cooaarva madeira da odlfica-
Soes, preaervando-a doa buho a contra o tempo :
aa propriedadea cbimicat desto alcatro da car-
Tan a maia forte do que qaalquer oatro, exlrahi-
do de madeiras oo nutras materiaa.
Quem prectaar acbar venda, no armazem do
jai. Hu do Imperador.
Preco do coka 129 oor tonelada.
Prego do alcatro 5C0 ra. por caada;
Liugiia
Linguaa do Rio Grande em porgos de 100
para cima : no armazem de Taaso Irmoa.
Para atar cabello.
Tambem ha chegado linios pantei da tarta-
raga todo entraocado com fita de borracha, de
forma que o cabello amarrado Oca dentro da am
engredado, intelrimente couaa nova, e de maito
goato, aaaim como com lito a lixoa de lindoa fei-
tioa, que se rende por prego maito razoavel : i
oo vigilante, ra do Creapo o. 7.
Cheg
a vapor para o vi-
gilante
Ac para balao.
Sao chegadas *s verdadeiraa asteas ou ago pira
concertar oh (azar baldea, que com ama pequea
qamtia qualquer senhora pode fazer um grande
balo, poli vande-ie pelo baratiaaimo prego de
140 ra. a vara, oo pega com 50 metros a 5J50O :
( oo gillo vigiiinte. raa doCreipo n. 7.
Cordo de borracha.
Tambem sao cbegados os cordoziohos de bor
racha a de retroz, sortidos, de lindaa cores e de
todas s groaaaiaa, que maito se desejava, tan-
to pira pulseiras como par* debrum de collete,
para muitaa outria obraa : s no gallo vigilan-
te, ra do Creipo o. 7.
Fita d* borracha e de seda.
Tambem sao chegsdas as superiores fitas de
Luvas de pellica.
Tambem chegado aa verdadeiraa lavas da
Jouvin maito frescss tanto para homem como
para senhora ; s no vigilante roa do Creapo
n. 7.
Gravatinhas.
Tambem chegado as lindas gravalinhas com
lindos botoes. que se vende pelo barato prego da
lj : s no vigilinte, roa do Creapo n. 7.
La para bordar.
Tambem ha superior la para bordar qae se
vende por 69 a libra, assim como laa de familia
qae aa vende a 1?, e em cada caixinha maito fioa
pelo baratissimo prego de 78 a caixinha : s no
vigilante, ra do Crupo n. 7. _________
EspelhoSa
Tambem ha grande sorlimento de espeihos re-
dondos de moldara doorados de todos os tama-
itos, com excedente vidro, que se vende pelo
bantiasimo de 3J, tg e 5f : s no vigilante, rea
do Creapo d.7.
Smtos.
Tambem chegado oa muito desojados sintoa
com ricas fi'elas de coocha a borlla ao lado
cousa muito chique aa venda pelo barato prego
de 49, aasim como ricaa fivelaa para sintos con
pcdrtnhaade lindoa gostoa que sa vende a I56OO
e 29 ; 16 no vigilante ra do Crespo n 7.
Chegado pelo va-
por fraucez s para o vigi-
lante finos pentes de mar-
rafa.
E' chegado os lindos pentinhos dourados com
muitaa lindas moldara de difieren tes goslos pa-
ra mairafa oa travessos, pois s com a vala os
borracha, astim como de seda preta, propria para compradores sabero apreciar o quinto sao deli-
cados pelo baratissimo prego de 3J00Q o par :
assim como sem ser dourados de lindos gostoa,
pelo barato prego de 19: na ra do Ceeapo n. 7!
S6 no galo vigilante, ra do Creipo n. 7.
debrum de vestido, como pira collete, que se
vende pelo barato prego de 160 rs. a vara : s
no galla) vigilante, ra do Creapo n. 7.
Caixns de tartaruga e charu-
teiras de charo para rap
echarutos.
O tabaquista que aprecia a boa pitada da Lis-
boa oa meamo Princeza, Mearon etc., etc., a
justo que compre urna bonita caixs de tartaruga
toda marchetada com a qual nao se envergonha-
r de offerecer da boa pitada da aen gasto a to-
dos os circumstsntes que seacharomem sea ro-
da, muilos dos quaes louvsro o sea bom gosto.
Assim como a caixa eecesesria ao tabaquists,
charuteira nao superfina no fumante e sendo
alia bonita como sao is da charo nucbetas me-
lhor ser porque com iaso deixa conhecer quin-
to be apreciar o bom. Para os msis commo-
distis tambem he bom sorlimento o todoa encon-
trarlo barateza urna vez que munidos de dinhei-
ro sa dirigirem a raa do Queimado loja da aguia
branc n.16.__________
feedasa 500 e 7140 rs.
Vende-se sedas de lutas
vestidos de senhora a 500 e
nhoi miudos o covado : na ra aa imper
60, loja do PavSo.
Granipas a balo.
Tambem chegado as lindas grampas a balo,
asa muito linda : s no vigilante, ra do fres-
co
po o. 7.
Vende-se o paUcho americano Paimetin,
da primeira marcha feito em Ballimore era 1861,
forrado a encivilhado de cobre, de cerca de onze
mil arrobas, e prompto pera qualqeer viagem :
pode-se examinar aopda alfandaga, aonde est
fuodeado, e tratar com os cooaignatarioa Rothe &
Bidoolac, rus do Trapicha n. 18.
Fazeodas pretas
superiores.
Grosdanapla preto muito superior pala dimi-
nuto preco de Sf o covado, panno preto maito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 a 9f o covado, casemira preti
multo fina a 2J, 19500, 3, 39500 e 4 o covade,
e de quadros para 1 m,oUf PMl" blonda multo superiores s 12$,
720 rs. de quadri- m,nUlel de superiores grosdonaplas pretos rl-
rua da Imperatriz n omnl bordados a 359, sobracasacas da panns
Camisas para senhora a 1[000
S na loja do Pavao.
Vende-se camisas de msdapolo francez muito
bem afeitadas a 1g cada urna, i na ra da lra-
pentriz n. 60 loja a armazem do Pavo.
Chales baratsimos.
Veoee-se chales de merino muito grandes a
39, ditos r garibald:ns a 4J, ditoa estampados
fizenda finissima a 65. dilos pretos a 59, ditos de
rede a imitigo de retroz com boottaa palmas a
3f, dltoede cana de quadros a 640 is.: s na
raa da Imperatriz n. 60, loja o armazem do
Pavo.
preto muito fino a 80$, casacas tambem da patina
preto multo fino a 30$, paletots do panno preto
lino a 18 a 209, ditoa da caaamira da cor mes-
ciada a 180, supariorea gravatiohas estreitas a
19. ditas da satim maco a do gorgnro muito sa-
periorea para duaa voltas a tj, ditaa estreitlnhai
com lindos aliinetea a 19, superior gorgnro pre-
to para colla te s 49 o corte, rios enfeites pratoi
a 6J, a assim outraa muitas fazendss que sendo i
dinheiro vista, vendam-aa por pregos muito ba-
ratos : na ra do Queimado n.M. na bem couhe-
cida loja da boa f.
Vendem-se caixes va-
stos, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1#280 cadaum
nestatypographia se dir.
Soahall Mellora & C, tanda racabido or-
dem para vendar o sea craacido deposito do rilo-
fios T[lo o fabricante tor-ao retirado do neg
ci ; convida, portento, spessoas que qaizercm
possair am bom ralogio da onro oa prata do s
labre fabricante Kornbv, a aproveltar-aa da op-
portanldade aem perda da tampo, para rir eom-
pra-loa por commodo prego 10 seu eaeriptorie
roa do Trapiche n.18.
Boa fama n. 35.
Vende os seguintes ob-
jeclos abaixo mencio-
nados.
Grsmpos a balo com pendente dourados a 38
o par.
Puntes imitando tartaruga para bandes, ulti-
n o gosto a 39 o par.
Fivelaa para sintos, fszanda inteiramenta nova
a 29 o par.
Alfloetes pretos com doaradopara senhora, in-
teiramente oavos 19 cada uro.
Botoas pratos com dourado para punhee, inlai-
rameote novos, a 29 o par.
Butdes de tartaruga para punhoa a 19500 o par.
Na ra do Queimado, loja de miadezas n. 35.
da boa (m.
Tinta para marcar roupa.
Vende-se tinta para marcar roupa a 1$;
Agua da malabar para Ungir cabellos a 59 o
(rasco: na ra do Queimado,loja de miadazasn.
35, da boa fama.
Cartas linas para jogar.
Vende-se duzla de bralhos da cartas flnss com
s pootas doursdas a 69, dita ssm ser dourada a
395OO e 4| na ra do Queimado, loja da mit-
decas n. 35, boa fama.
Fitas ele la para debrum.
Vendem-ee pagaa de fita 4e la para debrum a
18, a em vara a 120 rs., dit>s de seda a 29400, a
em vara a S40 na ra do Queimado, loja da
miudezis n. 35 da boa fama.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores stosihado adamascsdo com 8 pal-
moa da largura s 18600 rs. s vara : na ra do
Qaeimado n. 22, na loja da boa f.
WM*
sem segundo.
a ry.o Qaeimado n. 55, loja da miadezas
da Jos de Azevedo Maia a Silva, asti quaimando
todaa as suas miudezaa muito boas a beraliasi-
maa, a saber :
Sspstos de tranga de la muito superio-
res a
Ditos de laa pera meninos de peito a 200 e
Parae de botoes para punbosa
Cuxis com papel de diversas qualidades
sortiao 1
D'tos decores o melhor que ba s
Ttieeouras de 6 polegadas a
Aia preu muito fioa (libra)
Peeaa de 0t p,ri co, ,)e superior qaa-
lidade a '
Novellos da llnba qae tam 200 jardas a
dem idem de 400 jardas a
dem idem de 800 jardas a
Linha do g,z de 10 e 20 jardas s tres por
dous banto.
Caixis de folha com pbospboros a
Cornetas de chifre para antreter meoi-
noa a
Carriteis de linha de 100 jardea a
dem d Alexandre muito superior a
Dazia de facas s garios, cabo preto, mui-
to finas a
Caixis com rolletes franceses a
Ditas com phosphoros do gz a
Ditas com dito de vela muito superior a
Cixaa eom lacas para accender charutos
Ouzias do mana creas muito encorpa-
das s
Duzia de meiss brancas a
Duzia de meias brancas multo finas psra
senbora a
Missos com grampos de todaa as quali-
dades a
Bolgas muito finas psra guardar dinhei-
ro, servem i'rabera parsgusrdar fumo,
e servem tambem para senhora a 500
Thasouras pequeas, porm muito ti-
nas a
Ditas para unhaa tambem muito supe-
riores a
Marcas para cobrir.ao peqnenas, porm
o prego convida a
P.r.s de meiae de cores para meninos a
Pares da meias brancaa para meninas a
Gruza de pennas d'ago de todas as qua-
lidadas a
j Caixas com 100 anvelopea muito finos a
! Groza de botoes de looga pratiadoa a
1|440
400
240
700
700
40
100
320
40
60
120
80
80
30
100
3500
40
20
20
40
28400
ll&OO
39000
40
800
200
?00
10
160
200
500
1S000
240
Damasco par colxns o par*
ornamentos le igreja.
Vetrde-se muito superior damasco da la de
urna s tor, muito proprio psra colxas e pan
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato prego da 2JJ800 rs. o covado : na raa do
Queimado n. 22, oa loja da boa f.
Verdadeira pecbincha.
Vendem-se cortes de superior gorguro de se-
da pira coll*ts pelo baratissimo prego de 19
29 e 39 o corte : na ra do Queimado o. 22, os
bem coobacida loja da boa f.
Baldes de bramante.
I\-d loja lo Pa o.
Vends-se balos de bramante muito bem f*i-
tos, sendo de por e tirar os srcos quando se quer
lavtr, pira sanhora e psra meninas, do mesroo
bramante e de arcos : na rus da Impesatriz n. 60,
loja do Pavo.
Vestidos brancos.
Vende-se cortes de vestidos brancos bordados
a seda, praprios psra noivas, pelo baratissimo
prego de 69. ditos de tarlatana branca borda-
dos a 109 : na ra da Imperatriz n. 60, loja e ar-
maz.m do Pavo:
lai-latauas e fil do Pavo
Venda -se tarWtana branca e decores a 800 rs.
a vara, fil branco lisos 8u0 rs., dito lavrado de
palmi' has a 19 a vara, organdys brinco muito
fino a 19 a vara : na ra da Imperatriz o. 60, loja
do Pavo.
Luvas e sintos do Pavo.
Vende-se luvas de seda pretas e de cores a
640 rs. o par, ditas de retroz s 640 rs., sintos de
eda muito ricos com Gvplas douradas s 19 cada
um : na roa da Imperatriz n. 60 leja do Pavao.
Camisas bordadas e outros ob-
jectoa necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-sa am bello sor-
limento de bonitas camisinbaa defina cambraia
com babadinbos e mui bonitos bordados da no-
vos e deliesdos dessnhos, sa quass servem mol
bem para os modernos vastidos de frente abarla
e vendem-se pelo diminuto prego de 39 cada
urna ; assim como bonitos manguitos 1 balao com
golliohas de auperior cambraia e -j,l e todos bor-
dados, com punhoa virados a cada prpela ba
ratissimo prego de 25. o que 4 admiraval avista
da superioridadeda obra, e bem assim pannos
gollinbas tambem bordados com bonitos botoes
a 29 a guarnigo, a golliohas soltas igualment-
bem bordadas a 19 cada urna e manguitos a 800
rs. o par. A vista poia de um to completo aor-
timonto nenhuma aenhora deixir do comprar
assas necessarios objeclos tanto maia quanto a
commodidade doa pregos convide o psra que to-
dos sejam bem sersidos convem que mandem
logo comprar na loja da aguia branca raa do
Queimado n. 16.
Ao pavo.
Vende-se nesle estabelecimento as fazendss
msis baratas do que em outra qualquer parte, s
com o fira de apurar dinheiro, chitas largas es-
curas com pequeo toque de mofo a 200 rs. o co-
rado, ditas fnocezas a 2S0, 260. 280, 320 e 360
rs., pegas de msdapolo ealgodozinbo por pre-
gos bantisaimos, cissas organdys de todas asco-
res, cambraia* de todas as qualidades e todas ss
maia fazendss precisas para o consumo, alm de
eatar este esWbolecimeoto aberto daa 6 aa 9 ho-
ras da noltft, tambem ae manda levar as fazen-
daa eamoatraa pelos caixairos : ns ra da Impe
ratriz n. 60, loja do Pavo.
Roupa para horneos.
Vende-secalgssdecssemirs.de brim pardo.
de dito de cores, pslitots franceses a 69, ditos de
panno preto e cor de caf a 69. calgaa de case-
mira preta a 59 : oa loja do Pavo, ra da
Imperatriz o. 60.
mmmmmmmmommm
|Loja das 6 por-
tas em frente do Li
vra ment.
fBaloes de 15, 20, 30 e 40 arcos.
Grande sortimento de bales de arcos
os melhores nesta fazenda a graadea, ehi-
taa frsocezas largas escursa s 220 e 240
rs o covado. ditaa estreitas miudiohas a j
100 ra. o covade, cambraia lisa para for- 1
ro com 8 1<2 varas a 29 a pega, ditas li-
oas a 39, 48. &9 a 6$ muito finas, dit-s 1
da silpiqainho com 8 1|2 vsras s 39500
a pega, cobertas alcoxoadas brancas e de
cores para cama a 49500 59, casias de
cores francezas tintas seguras a 320 rs. o
covado, pega de bretanba de rolo a 29,
algol trangsdo alvo muito largo para
toaihas a 19 a vari, enfeites a Garibildi
seodo pretos a b$ cada um, lengos bran- g
coa com barra de cores a 120 cada um, m
roaoa felta de t idas as quslidsdes muito
barata, a loja est aberU ate as 9 horss o
da aoite. 9
>tmmmm mmmmmmm
A loja da tgui&
branca ra do Queimado n. 16
Acsba de recebar os precisos objeclos seguin-
tes :
Aspas de balela grandes a pequeas.
Fits com colxetes branes, psrda a prata.
Dita da la para debruar vestidos de cores.
Traocinha da caracol miado conhecida por bom
tom.
Alneles pretos ebrancoa em caixinhas.
Agnlhas impertas fando dourado.
Ditas victoria em caixinhas o papis.
Retroz preto fioo em carretela grandes:
ara os tataqui&tas,
Lengos muit finos s imitigo dos de llnho da
muito bonitos padroes e de cores Bxss muito
proprlos para as peaaoaaqa* tomsm tsbaco.pelo
baralo prego da 4800 a 59500 a duzia: na raa
doOueimodon. 22, na bom conhecida loja da
Fin A
Manguitos com gullinhas.
Vende-sa manguitos com golliohas, fazenda
multo boa, pelo barato prago de 25000, gollinbas
e punhos ultimo gosto a 29000, gollinbaa muito
finaa e bam bordadas a 1J0U0 cada ama na raa
do Qaeimado loja da miudezaa da Boa fama.
n. 35. __________ ___________ '
Tiras e ntremelos bordados.
Vaode-se pegas da uraa bordsdas de 2,500,
3,000, 3,500 e 4.000 ntremelos a I96OO e 29OOO
cade paga na ra do Queimado loja da miadezas
da Boa fama. n. 35.
Boutjcas fraucezas.
Vende-se bonacaa francesas ricamente vestidss
49OOO e 59000. e 000 bonecas de cera com oa
olhoa aoveogos a ljOOO e 39000, oa ra do Qaei-
mado loja de mledvxaa da Boa fama. o. 35.
boa f.
Bramante de liiiho.
Vando-se muito superior bramante da llnho
com duas varis da largura proprio para lences
pelo barato prego de 29400 rs. a vara: na bem
conhecida loja da boa f. na ra do Queimado
o. 22
Novos pentes
de tartaruga e raassa,
com dourado e sem elle,
para star cabello,
A loja d'aguis branca acaba da receber esses
pentes de que as senhoras taoto precieavam para
igualar ios pequeos dourados. O sortimento
pequeo, porm completo, porque tem de tarta-
raga e miau, dourados e sem o ser. A belleza
e perfeigao delles difficil destrever, o por isso
limitsmo-oos a dlzer que elles sao da um dese-
obo noviasimo de apurado goato, e de custosa
execugo, na quil o artiita elevou-se por sua
pericia. Tem elles s forma de um lago de fita no
centro do que se coobece o feche por meio de
ums flvells, isso alem de rendados, tanto os di
tsrtsruga como os de masa. Agora, pois, que
appirece o bom, convem que as senhoras se nao
demorem em mandar comprar na loja d'aguia
ranea, ra do Queimado n. 16.
H do vigilante,
Callares para senhoras ou me
ninas.
E' chegado os amitos desojados collares da al-
jofares flogindo madreperola, com urna cruzinha
de pedras Ungindo brilbantes que sio muito ele-
gantes, pois scom a vista qae so poder apre-
ciar, que se venda pelo barato prego de 39 cada
um : iato 6 oa loja do gallo vigilante, roa do
Crespo n. 7.
Aderecos pretos
Tambem chegaram os lindos aderegos pretos,
sendo dass pulseiras, rosetss, slfioetes, tudo em
urna ciixlnha, inteiramente couia nova nesta
praga, todos muito delicados pele grsnde mo
de obra qae tam, pois ss pessosa de bom gosto
sabero apreciar : s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Agu has,
Tambem sao chegadas as verdadeirss sgulhss
Victoria, de fando dobrado, qae sa vende pelo
barato prego de 100 ra. o papel: s no gallo vi-
gilaste), rea do Crespo n. 7.
Potassa da iussia.
Vende-seemc*a deN.O Biebe;.
C., luceeieores, ra da Cruz n. 4.
i
Ca pellas para nuiva.
Tambem sao chegadas ss lindas capellas bran-
caa, o mais delicado que pode baver, que se veo-
de pelo baratissimo prego de 79 e 65, tambem ha
ou tris mais inferiores que se vende por 29 e 39.
Pede-se qae quem tiver de comprsr qualquer
deates objeclos, quo se spresse antes que se sea-
be, pois fot spenas urnas pequeas amostras que
1 se receben : s no gallo vigilante, ra do Crespo
i numero 7. _____________________________
Atados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Xohnston* 4 C ra da Senzalla Nova
u. 42. __________________________
Potassa da Kussia
e Americana.
No eseriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira 4
Pilho, largo do Corpo Santo n. 19, por prugo
jnaia barato do que tm oulra qaalqaer parta. J
Moendas p meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 58, fu nd i cao
de D. W. Bouman.
Na roa da Imperatriz nu-
mero 20.
Veude se o seguinte.
Bramante com 10 pilmos de largura a 19500,
rlcsdinhos escaros de cor flxa a 160 rs., ctssas
le cores s 980 a 320 rs., oleadoa para cobrir
mesas s 2j, indianas r/>eito boas a 1$, chitaa a
160, 200.140, 280 e 3S0 ra., cambraiaa da sal-
picoa de coras e brancas a 400 ra., cobertores
brancos a escaros a 15*00, 15600 e 39, pannos
fin01 pratos a de coras a 25. S940O a 39, cam-
braiaa para cortinados i!; 1 p-ga, ditas lisas t
29. 39. vj e 59, tspetes muito finos a 69 e 79,
chapeos de sede e de castor muito finos e do ul-
timo gosto da Pars s fi e 99. ditos da feltro li
00 copa alta a 55, osemirispara forro de csrros
a I96OO, cortes da dita maito fina para caigas a
49, pegis de entremiios a 19, e finalmente roa-
dapoldes, algodoes, bros, bretanbia a outrai
muitaa fazendaa qae o dono do estabelecimento
asti resolvido a vendar multo barsto afim de
apurar dinheiro, dan Jo-se aa competentes amoa-
traa eom penhor
Fivelas de 50 para sintos.
Vende-se flveias da ago pare sinto s I ;00 rs. a
29OOO oa ra do Queimado loja de miadezas
ds Roa fama, n. 35.
Baleias.
Vonda-se baleias 120 rs. cada urna aspa de sgo
para balao a 160 rs. a vara, bandea a 19500 rs. e
2{f00 o psr, na rui do Qaeimado loja da miadezas
da Boa fima, n. 35.
A 2^500, s o pavo.
Vendem-se cortes de csmbrsia brsncs com 2 a
3 babadoa a 29500, ditoa de tarlatana brincos a
da corea, com barras a babados a 39: na ra
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do pavo da
Gama & il*e.
ascarilhas de seda.
ae eaecarrilbas de aeda para
Vend
vestidos a I9OOO a pega na raa
loja de miadezas, n. 35.
para eoieltar
do Queimado
Meias de borracha.
Vanda-se meias de borrseba para quem padece
de erysipela a 159000 o par, meiaa de aeda preta
para senhora a 1(000 o par na ra do Quimade
loja de miadezas da Boa fama. n. 35.
Perfumaras muito fiuas e
b ratas.
Opiata ingleza a 19500 rs, dita francesa a 500
rs., 640, I9OOO. oleo da sociedsde hygenlque
verdsdeiro a 19C00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, ijrui balssmica
para os deotes a I9OOO, dita do Botot tambem
para os dantes a 1gO00 o fnsco, pomada france-
sa em paos s 500 rs. e IgoOO, 320 rs. sabonetas
maito tino a 640 rs., 800 rs. e I9OOO cada um ns
raa do Queimado loja do miudezaa da Boa fama,
n. 35.
Superior brim braaco de
linho
Vende-sa superior brim brinco de linbo fran-
gido pelo baratissimo prego de I52OO, 19440 e
lcfiOOa vara, dito muito eocorpado de dous nos
e de linho puro a 25 a vara : na ra do Queima-
do o. 22, na bem conhecida loja da boa f.
Fazendas de bom
gosto.
Lindoa corlea de precalia para vealido e caaa-
veque igual com barras iguaes so Ggurino que
acompioha cada corte, dilos de lia d cores coro
barra de muito gosto. upertorea sedas decores
oe psdroes muite lindoa a 29 o covado, ditas de
superior qaalidade com um pequeo toque de
mnfoal| o covado, superiores cortea de eim-
Draia brancos bordados, ditos de blonde brincos
com manta e capelia para noive, lindaa roegam-
iquea de cores para veitldo a 480 rs. o covado, 1
ditas maito finaa msttaidas a aeda a 640 rs., I
multo superiores curtes de seda de cores os msis
modernos que tem vindo s Pernarobeco, saias
brancas bordsdas de cambraia de Escocia muile
nss, lindos chapees de palha de Italia para se i
nhora a Eugenia e Beitriz. ditoa de palha de I
Ultra enfestsdos core muito bom goito para me '
nios, liras bordsdaa.eotremeioa tapados e trans-
parentes, fronhss de labynnto, lengos de eam-
braia de linho bordados, ditos de Ubyrinto.su
periores baldea americanos de 13, 15, 50,' 25
30 e 42 arcos para senhora. ditoa de 8 e 11 ar-
cos para menina, luvig de pellica de Jou>in pa-
ra homem a senbora, superiores manteletes de
seds, capas de seda bordadas jara senbora, bour-
nus ou capas de phanlasu, manteletes brsncos e
outrss muitas fazendaa de bom sosto por pregos
maia commodos do que em oetra qualquer parte
na loja do sobrado oe 4 andares ra do Crespo
n. 13, de Antonio Cona de Vaseooceilos & C.
J chegaram os remen ios
do Dr. RaduayResolutivo
renovador, prompto allivio
e pilulas reguladoras,
No droguista Raymtmdo Carlos Leite
Irmao, ra da lmpartriz n. 12.
Enfeites para senhura.
Oa malhorea enfeites pretos e do edres que ap-
paraca a 5950v, 69 e 60500 : na loja da Victoria,
aa raa do Queimado p. 75.
Caixinh&s e cabazes para
as meninas trazerem
no braceo.
Muito lindaa caixinhas o csbszes para meniosa, i
da 100 ria at 29500: na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Grande
I liquidado por todo!
I opre^o, na loja do
Seranejo.
RA DO QUUMADO N. 45.
jApparecam com dinheiro que noi
deixaro de comprar.
Chitas escuraa Goaa a 160, 180 e 200
rs., cortea de vestido pretos bordados *
velludo de cuato de 1509 ae vendern oor
309. 409. 509 7P9. s.h.das de b.HnVl-
ludo e seiim a 129 e 139, camisas para se-
nhora a 29 e 39. go.Muas e mangunos a
29. 3g e 3J500, Rulliobaa cimbraia burla-
( o aa a 500, 60. 700. 800, 900 a 19. ditaa
de Gl bordado a 120 rs., casavaque* de
. fuatao a 59. 69 e 7J, meias de serii
\ brancaa e pretaa para senbora a IjiO
J> par, tiraa bordadaa a 500 a 700 r.
laade qeadro edfeitada a 300 3o re*
So covado, cambraia preta a 400 > 440
rs. a vara, organoya de corea a 6l'0 rs. a
vara, fil branco adamascado para cor
tinados a vestidos a 400 e 50(1 ris a
vara, cortes de collete de casemira bor-
dados pretos a 29 o 39000. ditos velludo da r e pretos 39, 49. 59 r 6;,
paletots -^e brim branco fracceiv* a
395OO e 49500, ditos de casemira do cu-
res e pretos a 149 e I69. ditos C alpaca
prets a de cores a 39, 3J500. 49 4cjl0,
camisas de peito de linho a 59500, eoiles
de collete de orgaiao a 19500, 1*700,
59200, 3g e 3J500. colletes feitos de brim
branco a 59POO, ditos feitos da gorura.>
a 29500 e 39500. ditos feitos de casemira
s 3J500. 48 e 4J.500, ditos da valla lo a
59, 69 a 79, ditos ds fusto da core a
18500, iiii variado sortiaeolo de tueias
I para homem a senhora, grioalds com
flores, chales de froeo, espirtilhoa, e (o-
da a qaalidade de roupas feitas para ho-
mem que tudo se venda por metade do
aeu valor.
Esperanca
Franjas pretas eom vi-Loj driiho e sem elle.
Ricos aortimontoa de franjas pretas a da cores
ra do Queimado o. 75.
inhasdt- peso verda-
deiras_.
Otieiinado n. 53 A, d<
Giiiin raes itucht.
Para baldes.
cobartaa de fio para siias a ICO r.
Llchis flnis da
grandaa a 140 ria :
do Queimado n. 75.
paso verdsdairas, masiias
na loja da Victoria, na raa
Phosphoros le seguranc
Phosphoros da seguranga, por que livra da in-
cendio, a 160 ris a caixa : na toja da Victoria,
aa ra do Qaeimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Releas maito prendes a boaa a 160 ris ama
oa loja da Victoria, na ra do Quetmedo n. 75.
Linha de croxel para ia-
byrintho
As meihores linhis de croxel psra labyrintbo.
aovallos monstrosa 350 ris um : ns loia da Vic-
toria, na raa do Queimado o. 75
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindoa sintoa deuradoa pira aenborae a sjj-jou
ditoa da ponta cabida a 49. ditos de fita a I3O00
aa loja da Victoria, na rm do Queimado o. 75.
Ricos espeliios de
moldura dourada par
salas.
Chegoc para a loja da Victoria ama pequea
porgo de ricoa espeihos da varios taannos para
ornamentos da salas, ifTiiogando-ae serem os
melhores em vidros que tem vindo : na loja
Victoria, na ra do Quetmedo o. 75.
Molas
vara.
ARulbas victoria o papel a 150 rs.
Ditas fundo dourado a 110 rs.
Linha de peso, meada a 100 rs.
Dita froxa para bordar a 80 rs.
Dita de carretel. 200 jardas a 80 rs.
Dita de cores, qu.lquer qualldade.
Grvate!
com botise sem elles a 19, de cores e preta.
psra homem e meninos.
Tranca de linho.
Recebeu um lindo sortimento desla traog,
proprisa para aa levee roupas ds festa, justo
que vo-se prevenindo.
Botoes
j para casaca e casiveqee, de cores a pretoi, para
'camisa madreperola los, de oso para caiga a
j 320 a groza, muito finos.
Colclietes
Esta loja desejando sempre ter objectot noves,
I recebeu clcheles reforgados do lio batijo, ea
! csixas sao em forme de urna catteirinb* qne sn
; toma maito elefante, s baa Esperanga a 80
ra. a caixinha, em cirtao a 60 rs., ou duzia per
600 r.
Pennas de ac
caligriphicis por 2g e-2>400, verdadeiras de Per-
ry. e de outraa quahdadea, por menoa do que se
cuatuma vender, caoetaa para ae adquirir erra
posigoel-gaot (estrevnro) a 500 n., de n.ui-
ls qualidades con o de borracha a 160, a balao a
160, a pistolete a 120, e meito boas e muo ba-
ratas por 40 rs. cada orna 1
Perfumanas.
O ebeiroso e suave sndalo a I96OO o frasco
&|(essencta concntradi) pnhihouly. o mbar y
bouquet de nupcias, o de Labore, a vetKia a
magnolia, a rosa, o jaamiw, a flor de larangeira.
eum compl.to iortia,enlo de perfumera nu le-
mos, tnto francezas como iuglezas.
N. B. Temos feito ltimamente um contrato
com um fabricante que nos pe-milte vendei esle
di genero, rujo coosbido te adianla, por pregi-s in-
I teiramenle baizoa e aem rivalidide.
La para bordar,
Laa mnito boa de todas ss torea para bordar, a
79 a libra : na loja da Victoria, na raa do Quei-
mado r>. 75.
- Ili
ro: n
a 2,400 rs. a uzia.
Lengos brsncos finos para algibeira pelo dimi-
nuto prego del9400 rs. a desia : na bem conhe-
cida loje da boa f, na ra do Qa*imado n. 21
Superiores chapeos
Chapeos do Chyli muito finos, ditos
do seda superiores, ditos de sol de mu- ^
lo superior qualidade de 8. 10, 12 e 15 A
asteas: oa loja do sobrado de 4 andares S
raa do Crespa o. 13, de Antonio Corres r>
de Vascoocellos & C. t
1 re chiuchi, sem igiitel.
Superiores cortea de seda de cores *3&
eom 18 a 20 corados cads corte pelo dft
baratiaaimo prego de 209 o corte, lias ^
de coras de quad'os e de flores para ves- ^
tldo de 86obora eda meninos a 200 rs. &
o covado psra scabar: oa loja do 10- A>
brado de 4 andares rus do Crespo n. xf
13, de Aotonio Correa de Vssconcellos W
m
Cambraias de cores
Vendam-aa cmbralas frsncezas da edraa fa-
zenda maito fina palo baratissimo prego da 260
a 280 rs. o covado : na loja da boa f na raa do
Queimado o. 25.
Para luto.
Fumoa de saria elsticos para chapeos lsrgos a
estreitos s 19500 : na raa da Qaeimado n. 22,
oa loja da boa f.
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores lazinhas para veatidos da multo
bonitos padroes que se vendem palo baratissimo
prego de 440 ra. o covado : oa raa do Queima-
do o. H. 00 loja da boa f.
Garlas Gaas para voltorete
A loja d'aguia branca acaba de receber um bom
sorlimento de csrtss com tintas muifio luitroio a opaco, e caracterea da novoe desenhos,
representando ae figuras oa grandes persooagena
das guerrea da Italia ostros. J se v, pois,
que com uns barelbos sssim bons e bonitos, tor-
oa-aa aiodi mais deleilavel o entreter-se parte
da nolte no divertido voltarete, leudo sempre
espadilba, manilha, bisto, etc., etc., e pelo con
treno um pichoso, ao qual os bollnos e a chava-
ra do bom cb do dooo da caes (ir esquecar o
pouco que perder. Os baralbos da caolo redon-
do o dourado cesum 69 a duzie, os iromediatoi
59. oulros 49, 3ji0 o 39. Tambem ha finas
para os apalxouadoe da biaca, espadilba. etc.,
viata do qae nao ba maia a canaar-se, o preten-
dere dirigir-ae com dinheiro raa do Qaeima-
do, loja d'aguis brsnca o. 16, que sari bem ser-
vido cooforma o louvaal cosame.
Linhas o gaz.
Caixinhas com 50 novellos de liohss muito fi-
ase do gsz s 900 ris a caixa, ditas com 30 no-
aos s 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ria, brancas e prataa: na loja da Victoria,
oa raa do Queimado n 75.
para veooer-se um exceileut t .nobei-
ua d<- Cabual 18. mbrad.
iM-ra^os
fu
R
I
NA
Loja do pavao.
Cambraia organdys a 280 rs.
Vanda-ae cambraia organdys de cores com mo-
dernissimos psdrdes a 280 o covido, e csspis
frsncexss maito finas a 140, 280 a 300 rs. o co-
vsdo : s na loje do pavao, raa da Imperatriz
numero 60.
Bordillo barato.
Vendem se golllnhas de cambnia s de fil bor
dsdss a 500 rs., mmguitos a 19 o pr, manguitos
com golla bordada de cambraia s 18600, o tiraa
bordadas a ntremelos ; na rus da Imperatriz n.
60, loja do pavo.
AosSrs consumidores
degaz
Noa srmszeos do caes do Ramos ns. 18 e 36,
na ra do Trapiche novo { oo Recife ) n. 8. se
hrtttt qtprlriaa vende gaz liquido aroencaoo primeira qmlidade,
A.IUI SierilUilS e receotemente chegado. a 149000 a lela de 5 gi-
,;, '9 B1!,cr,,ptori d2 M,Doel fc** loes, asaim oo jalas de 10 e de 5 garrsfoes, e
de Oleira & Filho, largo do Corpo Sanio n. 10. em garrafas.
MUTILADO
Alpakiu a 280
Venda-so esta nova fazenda de linho a imitagio
de sodas do qaadrinhoa miudlohos propria para
vestido do senhora, roupae p*ra meninos, sendo
fszenda que nao desbote, a 280 o covado : na raa
da Imperatriz n. 60. loja .10 pavo.
Chitas larga h 200 rs.
Vendem-se chitas largas a 100 rs. o cossdo por
ter am pequeo toque de mofo ; ns rae da Im-
peratriz n. 60, loja 10 pvo.________
BraiuMite a \U$.
Vendem-se pegas d bramante de linha de
urna a largara com 27 varae 109 a pega, tam-
bem aa venda 1|1 pega com 1 3 1 \1 vara por 59 ;
a ra da Imperatm n. 60, loja do pavo.
Carnauba
Venda-se a mais superior cera de csroaaba qae
ha no marcado ; na rus da Imperatriz o. 60, loja
do pavo.____________
CaiDbraias lisas a 3$
Vendem-se pagaa da cambraia liss maito fina
com 8 1|2 varas a 39 a pege : na ra da Impere-
triz n. 60, loja de pealo.____________________
Chalo* baratos.
Vendem-ee chelea de marin de cores sendo
muito grandes a 39 : na raa da Imperatriz n. 60.
leja do pavao.
Acha-ie fui > deeoe o da 9 t > gito do
corrente aono de 1862. o eseravo por doih- Libe-
rato, de or parda, cabellos pouco suneliado*
f-igoesgroueiris, cou. maress de esiinhae e be-
ziuas no rosto, fallm-lhe todos os denles na
frette, pelo que muitaa vezes Ihe lor-ba o relo
sem barba, a estatura regulir, representa asa
I alto por ser eipadlo e indar mu'to leso, indi
inindo oa peitos e i s pira a frente. Ma d'eicac-
gado e grosio, mista fumo, e traz sen pro na
bocis, e lera de idade 21 a 25 annoi. F.ite es-
eravo natural de Jiboato, cu matriz da Vr-
zee, foi comprado quando moleqse so dono cu
coosnhores do eneenbo Sanl'Anns, peto majoi
Joo Fnnciico do R-go Maia. de Apivucos, eci
poder diste seubor fez varias fgidas, seoio'uma
d" mais de anno, estove durante esta fgida eu
Pao o'Alho e Nazaretb, alem de outrja iuare,
se lotitulando livre, com o non o. de HareoHoo,
sendo preso no ultimo, hbil para tolos oser-
vigos. a consta que em Pao 'A'bo e Nazaretii
fdra eaixelro de taberna, criado, est ib^iro, e fs-
zta presepioa ebumbz-meu boi, sia.b gador ; seu offleie canoas e trabalbo dd olari,
a capias ; eiie-.-a at Janeiro prximo paseado no
Rio de Janeiro d'oude cio cootando rruit.ii bis-
to'ias e proezas : ruga-se as aotorinadns poii-
ciaes, aos capitaes de campo, e a quem dellj
souber ou o tir, de oapprehiuoer e levar a rea
Velh n. 35, que al-m de se pagsr ss deipezas se
aritificir dinerosamente.
GuOlli a a eaiar fugMa a preta H^flf- do
nagao, repreaenta ter de 49 a 50 ai.nos, levo
vestido de chita e panno ds coila com lisiras n-
carnadas, paiece idiota e acfode pelo nomo de
Mariqainhai suppe-se ter tmalo a ntrada de
Belem ou Pombsl : quem a appreheeder, condu-
za-a raa Nova n. 16, oa no sitio por neirez da
fuodigao doStarr, que se gratificar com genero-
sidide.
Paltot a 6$.
Vendam-aa paletots de panno preto fino e cor
da caf a 69 : na rae da Imparatriz n 60, loja do
pivo.
Chitas escuras a 240.
Vendam-aa chiles franceses eouraa e 140 o co-
vado : na raa da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Attenco
Acha-ee fagido desde 5 do crrante o eseravo
pardo de poma Leoncio, de idada de 16 anuas).
laou vestido omisa de algodo branco. alga
ie brim d.motado e chspo de p.lhi de car-
oaubs, o sigoal miis visliel ter ero una das
pernas ha poucos -Uspreso oos Afogados e rae hido a
cadeia a ordena do subdelegado da S. Jos e co
dia cima tornou a auieotar-ie, foi vuto no do-
mingo 7 m PiSfagem ds Magdalena; ped.-se
por tanto as autoridades pociees e maia i>*>ioaa
que delle tiver.m ronhecimeelo ou noticia o
aprehendan eo levem a seu senhor na me da
tnsiriz de Boa-Vii'a n. 11, qae se recun pemar.
2001 de gralificacao
a quam pegar o pardo Francisco, da 17 anoes
da idada, do bonita figura, com todos os denles,
cbolos carspiahos a ruivos, asta perno (ol de
Sr. Dr. Bore.es da Fonseca, o qual viajoe com <
masmo senhor todo o serto a suburbios aitj
provincia, necesii'timente qui-o era eu ei-
crivo, e tilvez aindi se 1r'celqee a eervtgo de
meamo: que* o >- -#)r, #DlreM lo a asa
legitimo taMMrS do Ho.pIHo n. 6.
Ignacio Lais de Bro Tsberda.





..K
8
DIARIO BB PUNAMiDCO TIBC* 'MRA 16* DI SETBMB 0 DE USl.
Litteratura
Sete de setembro.
A' memoria do duque de Bragatifa.
Vnns daos ton lenceul de gloire,
Toi, que doui si fait ai graodsl
Do sea IhroDO despojado,
Sobra o dealioo a pensar
Ei-lo cismando tentado
Nessea pralas de alm-mar.
m il daslerrotoda bravo
Mildia a aorte do eatravo,
Da patria beljt o peo da o ;
Livre aempreaempra forU,
Sem pavor encara a morte,
Nao roja a (ace oo chao.
Da gaerra filbo mimoao
Noa seas bra;oe ae embaloi;
Ante o soldado brioso
A fortuna ae proalron.
Go' am olhar Grme e teguro
Rogando o vn do futuro,
Oa aeus arcanoa predz;
Ao brado heroico e ralete
Estremece o continente,
Curra-lhe a (ama a cerviz,
No maia aceso da lata
A ferver cresce o ardor;
O campo quem lh'o disputa?
Quem resiste a seu valor f........
Quizeram raegar-lheo eolio
Ao destarra lo do slo
Oo"e Ocava Iba o aer;
Inf.Iizea I j se esqaecem
Que esses lour i eramurebecem
Onde surge seu poder I
Debalde a intriga eonapira
Era Iba esmagar a altivez ;
Debalde a arena aa atira
Com estranha Impavidez.
Da calamina horrenda e (ata
Que os grandes (itos marea,
Ellea lo u loescaroeceu ;
Como o cedro agigantado
Da tormeata assorbebado,
Se baques, nao tremeu I
A Lusilania sem vida,
Em rotas vestes de ci,
De tinto orguiho abatida,
RoUva a fronte no p.
De oulroa lempos a princesa
Perder a pompa, a belleza,
E o autigo manto real;
Na campa de Joo Primeiro
Poutra ovantealtaneiro
O despotismo infernal.
Que importa? A voz da vcrdida
ai looge rapercuiiu;
Pede ao forteliberdade.
De amor um grito ae ouviu.
Portugal, deacobre o rosto,
Da naci aceita o poeto.
Agora s livre tambera ;
O denodado estandarte
Nt detira de um novo Marte
Transpondo os mares l rem I
Era um Tilao arrogante
Esse guarreiro da Gru;
O seu astro fulgurante
Inunda a trra de luz.
De Yalloogo oa batalha
Ao trovejar da metralha
Vlnga o nome porluguez :
as canvulso-s da agona
A turba da tyrannia
Vencida lhe cala aos pl.
Do Ypiraoga ao sol que nasce
De um povo a aurora studoa ;
Do velbo Porto na face
Outro povo libarloa.
Segalado da fama o trilbo.
Nao ae deslumhra ao sea brilho,
Nem o Ihrooo o seduzio :
Em resposta negra iuveja
Que ardando em furia o pragueja,
< as mos dous sceplros psrtiu I >
Se ellehornerase mostrara
Qequeoo, mu, immoral,
Mooarchase revelava
Bundoao, graode e leal.
Se por sombra a tanta gloria
No lelto gravou-lhe a historia :
a Aasacsioo da mulber,
A historia justa e severa
Ns aua cr'a inscrerra :
a N'om urna nodoa se quer!
Em Portugal a saudade
Chora o bravo qae se foi;
No Brasil a Liberdade
Cospe na estatua do hroe.
Em vida leve amargura ;
Ao descer aepoltura
Socego devla achar;
Nm issol Quebrando a lousa
<>u le o vleme repousa
Vam-lhe as cinzaa profanar.
Da patria nao era imigo
Quem desalou-lhe os grilhes,
Quero,arrestando o perigo,
Duu-lhe asseoto eotre as nac.oe.
E a patria que elle amera
j c doa ferros libertara
Seus nobrea louros piaou ;
Tambem o escravo de Mario
Nem ao menos o sudario
De Scipioraspeilou I
Da rmrle ao fatal aceito
U soldado oo gemeu :
Aquello gesto sereoo
N-rn de leve estremecen.
Nao dobra a front* orgulhosa.......,
Ypiranga, Porto, Anima,
Surgem-lh* i manta a aorrlr I
No ciarlo qua inda exhalara
Um nome eterno legara
Em testamento ao porrir 1
Feansmsco Ignacio de Carvalbo Rhxende.
S. Jlo de El-Rei, 1862.
[Jornal do Commercio, do Rio.)
Tacliygrapho.
Qustro pastosa tem o aegredo da rida do ora-
dor parlamentar, sea medico, seu confessor, aua
amasia a seu tacbygrapho.
O tacbygrapho nem maia nam manoi, do que
Si echo o escudeiro do nono D. Qoixota ora-
dor. Elle o reate e deape-o, prepara-lba o toi-
lette, sea manto de purpura, seus denles postigos
e aua peruca. Espera-o nos bastidores, logo que
o orador deixa a acea e gotejsote deauor de-
poia de barer representado Demoalhenes. Aque-
ce as toalbaa, esfrega-o da cabera aos ps. Lara
aeus dtacuraoa com aabo de amandoaa, euchu-
ga-os, perfama-oa faseodo-oareiuzir. J aa die-
se que nao baria hroes para seus criados da
quarto ; nao n'os ha lo pauto oradores para o
tacbygrapho.
E' eate el Achate qae o trabslbador da tri-
buna entrega todaa aa pecaa de aua armadura, o
capacete, a aaia de malha, oa bregeos o a espada.
O tacbygrapho lhe serr de padrinho : lera aeua
carteae seusbilhetss amoroaoa, e sabe perfeita-
mente o qae dere dizer aobre oa seus aras de
bravura, sobre sua boa fortuna.
Elle o historiographo daa campanhas parla-
mentares, a em ana qualidade de chefe de estado-
raaior, eserere, segando o dctame do general, os
boletins de cada corpo do ezercito. E' elle
qae, em auas historias, relata como Aristodemo
aterrou o monstro da anarebia, e coma Rodo-
monte, com o corte de aaa eapada, abra de meio
a meio mgicos e gigantea.
Eu conhejo a fraqaeza doa oradoras do mea
lempo. A irritaco do temperamento, a colera
da coutradiego, a paixo poltica, o combate a
braco partido Ibes do astremecimeoto nervo-
sos a febres de raidade. Todosqueram aer loa-
vados principalmente por qualidadea que nao
tem.
O iuvejoso nao sa julga felicitado seuSo qusn-
do censuram-aa aeus co-irmos : o palhetico quer
que ae diga que elle raciocina lgicamente : o l-
gico que etle agrada aobretado por seus grace-
joa sublis ; o poeta qae elle brilha meaos pela
sus imaglnagao do qae pela solidez do seu clca-
lo ; o inconstante que nanea muda ; o fiaao-
ceiro que fazendo-ee ourir todoa oa tora$oes
enternecidos se derretam de piedsde.
O fazedor de madrigaes, que nioguem ouve-
se como elle dissecar um ornamento.
O tachygrapho o contldeoteofficial e discreto
de auas alegres communicacoes edas relhacariaa
de seu orgulbo.
Subindo o estrado acotorelam-no aem que ss
dignem, ao menos, lirar-lhe o cbapu. Desean-
do, rao direto ao aeu banco, aa Ism-n'o, dao-
ihe appellidoa galantes, contsm-lhe agradareia
ancdotas, lisoogelam-no, mimoseam-no, o elle
endoasa com ama bondade aprssirel, todaa essas
letras de cambio, que oa oradores de campanario
aaccam sobre a credalidade de seas commit-
tentes.
Quantos oradoras oo se parecem a esses Ter-
mes lazidios, diamantes da noute que sciotillam
sobre aa herras, como a estrella noa cus I Has,
aproximae urna vella de sebo, a alies perdem
immeliatamente sua phosphoreseencia e brilho
Apenas as perolas brlbantes do improriso sao
cnidas, logo o tachygrapho as engasta no chry-
socalo e as expoe aos qae passam sobresea mos-
trador.
E' preciso rer como o tacbygrapho esosss nos-
tos Procustos parlamentares I alonga oa enturla
os membros de modo qae torna-os maiores oa
menores qae o natural.
Ella mlatara e macha rossts folhas como um
baralho da cartas.
Pos por trra todos os andaros de roseo discurso
verso sobre recio, colloca urna cabect enorme e
cabelluda sobre am corpo espigado, arenca aqni
um pasao, ali recaa dous, cometa pala peroraco,
acaba pelo exordio.
Vossos leitores ssbem qual rosas rssposta,
mas nao sabem qaal ara a pergunta. O tacby-
grapho expoe loogamenta a cooaoqaencia que ti-
raste!, mas nao diz de qua principio ; p5e em
relero eosossas oracea qae nlngaem ouria ; sap-
prime de golpe oracoes arrebatadoras.
O meio de reclamar? Seobor, ros me empret-
laates um raciocinio qua rasda ao eorez; senbor,
vos oo me detflgarastes o mea maia bello mo-
rlmeoto, senhor, me emprestsatea maido do ros-
ao espirito, se quiztsseis deixsr am poaco do
mea 1 Senhor, darerieis tar dito qua todos foram
tocadoa da mioha eloqaencia e qae eu fai maito
applaudldo. Senhor, ros preteodestet qae eu
houreaae troado em roz da baixo emqaanlo qae
gritai de falsete. Senhor, pozestes am oh 1 onde
eu baria poato um ah 1 e ara ponto de loterroga-
Qo, onde era precico am ponto da exclamaco.
Nao seria iaao aeno de redicaliaar.
Desgrana, desgrana a todo o deputado qae tem
por inimigo o tacbygrapho nao ser recluito, ae
canear debalde, aoltando seu casal da pombos,
elles oo lersro auaa sllocuc,oea campestres
ao pombsl de sua aldeia.
Sa o tachygraho roaso amigo, vos o puchaes
pela manga eotregando-lhe o pequeo discurso
que acabaes de gagaeijar a lha diieis ao ourldo.
Olha nao r eaquecer-ros o muilo bem, ondejo
sbela I
Se elle dos rossos adversarios polticos ei-
crerer a qaem lhe tmpede, qae murmarou-se,
onde loarou-se, e ros far dlzer algemas meso
contrario do qae hoarerdes dito.
Ha leitores ioexperientes e sem opiolo feita,
que oo comprehendem absolutamente, nada del-
tas aessoes qaebradat, impressas am pequeo
texto, e quasi illisivelmente em am peridico de
um metro quadrado. Saltam por cima do orador,
e auas phrases, correm ao final do periodo para
ver aomeole se ahi est o tnuitn bem, ou muito
mal e repetem, aobre f do tacbygrapho, e aem
ler lido urna palavra do diacurao ; eis squi um
orsdor bem eloqaente I oa ; que pobre orador 1
Ha leitores anda mais embarazados : sao os
leitores de muitoa joraaes do muitat coras; por-
que onde o tachygrapho do miniaterio diz muito
bem, o tachygrapho da opposico poz muito
mal. Em qaal doa dous screditar-se? E' rer-
dada que, por pouca f politica qae ae tenba tem-
ae o recarao deer-losalleroatiramente am aps
outro.
sea altivos Hercules que disteodiam seus mscu-
los e debatiam com sua clara a bydra boqueaber-
ta da aoarchia, esses Jpiter tonantes, esses Ado-
nis da tribuna cuja cabelleira to lisa e to ar-
tsticamente annolada, paasam pelaa do tacby-
grapho ioexorarel, que as espera no rodap uo
estrado.
Elles se lhe entregam como se (ossem cadve-
res. Este os sepulta, sea capricho, em sarco-
phagos de marmore sobre que se l : Aqu jaz
muito alto e poderoso senhor I ou eoto, preg-
os entre qsatro taboae de pioho e atirt-os no foaao
eommum, sem digoar-se eogrolar sobra elle: o
mais pequeo De pro funds.
O tacbygrapho exhibe ao publico, pelo orifi-
cio de sus ptica, toda a andada de oradores de
cada sesso, tal negro que era branco, qaem
rermelho qao era amarello. Segundo elle separa
ou aproxima os vidros faz de um ano um gigan-
te, de um elephante am ouco.
Se o tachygrapho nao sanio um tolo, publi-
car roaso diacarso ponto por ponto, sem esque-
cer-se de pdr qae espirraates trea rezes antes
da comeen, e que tirestes ao acabar a precauco
de derramar rosso copo de agua com assucar so-
bre o nariz do continuo, e ficae corto de qua de
roaso discurso todo, o leitor nao se lembrar ae-
no desse desgrtgado flm, e desgranado comego.
Seo tachygrapho tem espirito, ros arrsnjar
urna pequea allocuco aua moda (rosca, nitida
e aparadiuha, e roa far passar por am homem
de gosto e boas qualidadea aos olhos dos rossos
mandantes que disso nao davidam. 1
Depois da dous annoa de exercieio, toiio o ta-
chygrapho poda (azer um bom deputado. Mis eu
nao quera apoatar mioha cabega, nem mou dedo
mnimo que .todos oa depatadoa eatejam em
O tacbygrapho o toveiro do parlamento. Es-. es,ado de ,er tacby6phos.
foro* brata cedea o dominio intelligantia ; o
rgimen faadal desappareceu a poaco o poaco, o
ao passo qaa caniam am .ruinas oa fortes castal-
ios da fldalgua, ergatam-se inetpagnareis os
muros das lirras eldades sommorclantas.
A assoctaclo ansestlca formoa-se progredu ;
Veneza e Genova, repblicas de commerciantes,
dictaran a le a rea e Imperadores; e com os
raatoa horiaontes qae actiridada commarcial
abriu a inrengo da camioho martimo s Indias
orientaea, a deacoberta da America, e as con-
quistas do Mxico e do Per, aflluiram Europa
immensas riquezas e grande copia de materias
primss qae como por encanto despertaran a in-
dustria da ssta somaolsacia, o crearam ama o-
ra poca de permatagio de productos mmufic-
turaes do velbo mani, contra o oaro a as ma-
terial primas das recem-descobertas trras, qae
maia largamente aqainhora a Proridantla com
dons da naturaxa.
E detds ento at hoja, anoualmeots mais te
desenrolreu o commercio, que hoja a prlmeir*
potencia nos ettadoa ciriliaadoa.
A aristocracia do saogae cede hoja o passo i
aristocracia commercial, o com razo, porqae,
qaaodo ella s sa basaa as iridies jet do pasea-
do, o commercio tem por si todo o raato a im-
menso porrir.
Ji hoja os ioteresses commerciaes domiosm o
mundo; sao ellea qae decidem sobre paz e gaer-
ra ; elles formam o priocipal ponto de rista so- ]
bre qae se dirige a altenco doa oremos ; elles'
derrabam dymnastias, cream reinos e dictam a
lei ao universo.
O commercio liga por sobre o ocano em fra-
ternal amplexo aa nacoes de todo o mundo ; alie
aniquillou a difieren;* dos idiomas, fez desap-
psrecer aa distancias e transtormou a face do
univarao, aendo o palladlo da ciriliaaco a do
progreato.
Looge nao est a apoca, em qae os- intereitei
do commercio, timados omnipotentes, farao de-
aapparecer oa exarcitoa permaoeotea, e craentaa
guerras, que atrazam aa naces; ento s o cora
mercio gorernsr o mundo, oa aeus ioteresses se-
rao uma garanta de eterna paz, de livre com-
muoicsgo, e de mutuo retpeito que preterrar
os poros de reeiprocaa offentas.
N'uma poca em que ao commercio cabe to
glorioao pipel, em qae o negociante caminha
par do principe soberano, tambem mudou o as-
pecio da classe.
Desde qae olla goza de geral considerado
augmentou a saa moralidade e hoje, a honra
qaa noa tempos bsrbaroa das cruzadas ers pri-
vilegio exclaslro dos homens da espada, parten-
ce anda mais ao negociante.
A sua palavra dere valer ouro, a saa firma
representa mllhdtt.
A honra dere aer o primeiro, o principal apa-
oagio do commerciante.
As enormes sommas qae circulam aobre a ni-
ca baae da mutua cuntanos e sob a aoica garan-
ta da firma do negociante, representara a for-
tuna e a rida de milhares de individuos, e ai de
nos, ai do pair, se a descoofnoca comegar a me-
drar, aela matua coofianca dasapparecer, rfata
da um oa outro exemplo de infames abaeosdessa
mesma generosa confianza, que o apaoagio e a
garanta do commercio.
ares, ale calcetadas, nal da effeUos Dio menos
trelas.
O negociante irritas laviaoamenta o sau e o
capital alhelo, em ospacalacos insertas, qua
podom falhar; lerlaoaaaeote nio clcala as erco-
tualldadea que poseaos aobrerir; a esperance de
dobrar os seus capitaes o aedot, o lera a arris-
car-ae em tranaac;es duvldosss; o mais lora
rerez, a mais insignificante mudanza no preco
doa gneros, destru u oa aeua calculoa, elle per-
de-ae e coro elle se perdem centenarea de fami-
lias qaa arrasta em sua queda.
Esse homem oo teneionars qaebrar, esss bo-
rnea qaic ars honradomas a leriaadade o
arrastou psrdicio t traospottos uma rez os
umbraes do delicio, espsrorisa foge a rirtude, a
honra desspsrece, a conseiencis ji nao falla, a
ae filia, o Instlncto da aalraco propria suffoca a
sua roz.
O cataclysma se dea sem a mioha ronta-
de ; diz o bancarroteiro mas agora tratemoa
de aalrar alguma couss ; primslro eu, depois os
oatros I >
E o infeliz ji hoja depravado, nao se lembra
que aasas outros depoeitarsm cobre con-
fianza nelle, qae lhe serrlram, qae elle os rae
aacrificar, qae rae radazir miaaria, ao deaea-
pero, familias ioteiras, centenarea de peasoas.
que crlam em saa honra, que confiaram em sua
patarra.
E corda-se a obra ; defrauia-se aa incautaa
rictimas d'aquelles poucos por cantos que anda
lhea podiam totar.
A legialago commereial elaatica naa mos
dos rbulas ; as bypothecas Octiciaa sao um
eterno recarso para aquellas, que, perdeodo a
honra perdem a conactencia, o chorem agora os
orphos, gemsm as riuvas, desespsrem os paea
que perdem a fortuna de aeua filhoa I
Que importa iato ao bancarroteiro?
Que lhe importa anda o deacredito, a deacon-
QsnQa qae taes fados origina a no commercU,
entalaodo-lhe a marcha, impedindo-lha o de-
aenrolvimento ?
as
o persegue, msa a
Que lhe importara essas miserias u?
Elle salvoa a sua fortuna ; s perdeu
alheias.
O aoathema do mundo
abastan:! a sua partilba.
E oa tribunaes saneciontm quasi sempre esses
fados; a a legislaco. tornada elaatica, i elles
se presta.
Oh, ae fossemos legislador, imporiamoa uma
grare pena, ao homem, que assim aaerlfica os
seas semejantes, que s na apparencia se des-
tingue do ladro.
Se inoumeroa pobreajizem annoa o annoa na
calceta porque furtaram um pao para matir a
fome a seus filhos que choravamoque merece-
r o homem rico que friameote defrauda aquel-
los que nelle depositaran] coofianca, que oa re-
duz miseria e dellea esesrnece depois nos brs-
goa da opulencia?
A nosto rer mereca a morte, por mao do car-
raaco.
Ai de nos, se esses examplos a miado ae re-
petir, porque com elles soffre toda a cltsse
commercial, toda a sociedade.
[Correio Paulistano.)
IOLHET1U
u*km
POR
AMEDE ACHARD.
(Continuado do n. 211.)
XIII
i'itia ser ponte na sombra.
Bell'-Boas nao parta: em sea corceo se ba-
ria fortemente enraiado o primeiro lo da ca-
oeiar'abrataddra da volupluosidade Esquecido
caminhava por ama vereda florida semeeda oes-
sea magicoa encantos que Dascem sob os pastos
da belleza, da mocidade e do amor.
Neate mtenm chegnu-lhe s roaos uma carta
eacrlpta por Cornelio Hoghart. em que este lhe
mandara dizer que o S'. de Villebrais, rettabe
lectdo, contra toda a eapectativa, da sua ferida,
ocuvava a perseguido contra elle Bella-Roa*;
qu o Sr. o'Assoorille, teodo levado um tiro
n'uma refrega as frooteiras, acabava de deixsr
o seu a luartelamento, suppondo-se ter seguido
para Pars no Intuito de consultar ciruruies
mais habis que os do seu eaquadro; que Glau-
dtna partir para o campo em compauhia de Su-
zan, quem seo m-rido conduzira ao cattello
da S>a duqoeza de Looguerille, com a qutl ae
bavia relacionado no teropo da Fronda.
Cornelio Hghart promedia i seu amigo ob-
servar todut os psssos qae tentaste o Sr. de Vil-
lebrais no dominio da jusuc,*, assim como infor
ma-ln de tado que o podis* ioterassar.
B-lla-Rosa spertoa as mos a earta, qae
acabsvs de recebar, saapirou tsUez; mas per-
cebando a senhor* de Chateaulort, qae ae diriga
para elle, etqueceu Uno. Multas vezes ambua
erravm no parque pelo bri-c, > um do outro, daa-
eariivm nos lugares mais solitario!, procura-
vm as maia aombrias veredas, e aasim paasa
vam os das, assim com>fvam. as noutes, para-
cenln-ihes qu* aa horaa voavam : o amor era a
emculheu porque regulavam o tampo.
Havim ji doua oa tres di*s qae, onda quer
que fo>sem, nao se achavsm i sos. Uso homem
rou'io e *tlento eapionav* os aeaa pasaos, e
q>and<> th*gava a coate nao ot perda de vista,
(ucuito por datraz daa moitaa do parque, rojao-
do -se sobre a ralra das aleas, esse homem embos-
cava-ss i espera dos doua amaotea* sgeardendo
xiaci<*rite e silencilo, como o tigre, que chegatae
um* hora propicia para a execacio do aeu mytte-
rioso deslalo. Mes pelo parque e pelos judias
O commercio na actualidade.
Antas da poca em qae a inveoco da agulha
de marear, abriu novos e maia vistos horsontes
ao commercio, protegen 1o o desenvolvimento da
naregaco, lerendo audazes martimos i paizes
desconbecidos, e ligando mercados em longia-
quas prsias com oa centros do commercio na Eu-
ropa ; aotes do lempo era que aa riquezaa da In-
dia e da America, afOuindo Earopa, deram
raaior extenso s tranaacQes commerciaeso
commercio repousava mormeote as mot dos
Israelitas, e n'aquellaa raa da ruda brutalidade,
em que o frreo guanta do caralleiro pezara so-
bre o misero burguez, era desprenda a clatse
commercial, e esse desprezo influa sobre a mo-
ralidade da mesma, e expulsara a honra dos re-
cintos mercanlis.
A laz da cirilisacio illaminou o mundo; a
O homem que ioserere o seu nome no rol dos
oegociaotes, que se langa em grandea especula-
ftlas o mundo condescendente, com esses
crimes; o mando castiga o pobre, que fuita um
pao, com 20 annos de gales,e condecora o ri-
co, que reduz a miseria centenares de fami-
lias.
fox qae parte i* otmtfit ntalo litada : ac-
tempestades de tantos seeulos; pois para mani-
^TsTZrV^^^. da vJdadelrareZZ
nao se faz muter revaslirno.no, dl hypocrxsxa e
elevarnos hymnos ao poder temporal /Ora ae
ama r.rd.d. in.b.l.relq'. tXpodar dere d.
ter uma onte legitima, e, se t.mS. 0 que o
poder temperal nao a tem, claro que ella na
pede retutir reaego di aocladade mlar.
na. w ;
A conclaslo do collega seria legitima M ,,
premiasaa relat'vaa quettao foisem rerdadei-
ras; mas desde que a saa argumentacio paita
de uma baae falsa, todos oa r sj.tidoi a que elle
chegar oo ae podero sostectar am (renta doa
aoa priocipiot, sobra que tsenla a ma-
tens.
Nao contenimos ao collaga as dasraotagaas da
Iheoria do direto divino: tambem a recusa-
moa. Como diz Veotura ano ha felicidada
possirel sem ordem, nao ha ordam aem a esta-
bilidad* das ioititultes, oo ba IoaMulco es-
tavel sem a responsabilidad* do poder, nao ba
responsabilidade para o poder desde qae ae re-
cusa communidade perfelta todo direto de
cootnbalanca-lo e de rttomo-lo msmo te a
oetesiidade assim o exigir. Eclretioto aps os
grandes horrores da revoluco francesa, em que
ama democracia exaltida mostrou at ond.i ae
eleva a cegueira da paixo popular, a theoria do
dirail> divDO como a entenderam ot doua gran-
des vult >s citadot tem a sna jastificagao.
Tambara nao admittimos qae os res possam i
aeu bel-prazer de.-t-ibuir oa Ettsdoa e dispr dos
poros como de suas proprisdades: as ideas paga-
nicas j tireram aeu lempo, j esduesram. Sob
o imperio da reattura(o chriitia os poros nao
sao mais considerados como uma manada da
carneros sobre os quaes os res exarciara um
imperio abaoluto,regum timendorum in pro~
prios-greges imperium est, aeguo 10 a expresso
de Horacio.
A aoberania entendida em sua rerdadeira
compreheoso. despida dos generosos sentimental
demoeratas, acha-se concentrada na forqa moral
da pesio, ahi que ella tem aaa legitima tde,
d'ahi que ella tira aua aeso e aaus movimen-
tos de vida. E' o poro qae, na impoeaibilidade
de por si mesmoexerc-la, delega esae poder ao
seu mandatario, quelle que dere maoter a
honra da sociedade e aasegursr-lhs o seu bem
est ir.
At aqu estamos concordes com o collega.
Usa elle Irsnaria-se logo quarendo roubar ao
pootiuce-rei o mais bello floro da cora, que
Iheclnge a fronte, pretendendo negar o acrisola-
do amor que lhe dedicam seus poros, e qae for-
ma a bate primordial de aeu reinado. O povo
romano nunca abandonou o guarda vigilante do
tmulo de S. Pedro, aempre r*coohecea o chefe
da ehrislandade como aeu bemfeiter, aeu pro-
tector, sen re...
Quaodoem 1793 Lsflotte e Bssville intentaram
levar a revolugo cidade das seto co linas, o
poro romano, este poro to generoso e ao met-
mo lempo to rsleroso, repelliu a ir,5o que lhe
offerecla a discordli, e as scclsnuses derica
S. Pedro I viva a religio I viva Pi VI I
demonstrou qoe aasetlat, que feriam o pootilice, '
tambem aeogravam seu peito, equeaeuaoior
o baluarte iosuperaval da soberana penlifical ..
E em notsos diaa quem nao te record da adra-
da trlamphaote de Po IX era Roma em 17 da
abril de 1850 depois que aa roola da rerolusa
foram quebradaa pela espada da Frange '!
Noetio aindi bem riroa os frenticos trans-
portes da muitido proitrads para receber a bec-
go papal ?
a O enlhualatmo e o transporte estirara em
seu cumulo, diz Aloys Parrauit Maynand, Roma
possaia em flm est* generoso pontfice que. ns
desgrasa como na prosperidade. oo cessar de
ae oceupar de aaa felicidade. V o collag* qua
o sceptro de Fio lXdaecaoga oocorigo de seus
poros, e que oe multo (acil continuar certas
propoaiser, que tem contra si a rerdads dos
fados...
Estss, e outraa reflexoes que em subsaqaentea
artlgos expenderemos com franqueza de que ta-
zamos timbre, nos foram inspiradas pela crise
CON, que gyra com immensos capilaes. necea- commercial que ltimamente se tem manifestado
grande psrte alheios, dere ter ,m algumas quebras escandalosas, e aobretudo
sanamente em
muito tino, muita prudencia, muita conQanga
em al, e aobre ludo multa hooeatldade.
Eaae homam nao se dev* detxar cegar pela am-
bgo ; dere bam calcular o ahance de cada um
doa seus patsos, nanea arriscar-s* ama espa-
calacio de xito daridoso, porque nao negocia
s com os seus capitaes, porque, se soffrer pre-
juizos, oo psrde s elle, perde tambem o artis-
ta laborioso, qae lhe confiar o producto de suss
economas; perdem aa orphas e Tiaras, que
lhe ontregaram oa aeat nicos bens ; perde o
honesto pae de familia, qae lha confiara a fortu-
na de seus filhos, que lhe franqueara a saa fir-
ma. Oh, se todos bem calculassem, quantas des-
grasas podem nascer de sua leriandsde, quantaa
Isgrimas ella polo provocar, quantas desgrasas
ongiosrnao sbaodarism tanto por ahi as que-
bras de audazes eapeculadares, que leradoa por
umi cega ambiso, sacrii:am as forlunis alheias,
como as suas.
Nem sempre, diremos maisraras rezes,ap-
parecem quebras dessa ordem, preparadas com
fri esleulo: sao felizmente raros osinfsmes que
framente calculando aolapam as fortunss alheias
roubam ao pobre o fructo do seu auor, s or-
phas e riuras o pao da orphandade, ao pae a
fortuna de seus filhos ; felizmente sao raros es-
ses moostros, mas infelizmente abundara que-
oeria-se a roz doa guardas e dos criados, e o
maia pequeo romor furia desapparecer por en-
tre a f'illi-fem a cklm;i dease deaconhecido loa-
tantineamenle aahida do sen escondrijo de rer-
dura.
Maitas rezes, quando os dous apaixooadoa pe-
netravam noa lug^rea mais spenos do parque,
o aileocio que em torno dellea reinara era in-
terrumpido pelo ruido de ramos seceos calcados
aob_ pt invitivela. B<-llt-Rosa, habituado pelaa
vigilias oo acampamento a perceber os sons maia
COofuSOS, vullava logo a cal" ri.
E' algum cabrito moni, z que ae espanta ao
rumor da um beijo, aizia a seohora de Chataau-
fort aleando os seus labios vermelhos.
Mais adiante Balls-Roaa julgava reruma som-
bra fagiodo rpidamente por eotre as moitis do
bosqve ; e antes que podesse discriminsr-lhe as
formas ella desapparecia de todo.
Est sempre a rer pbaotaamas, e nao v o
meu sorrito, loroava-lhe sua amante.
N'utna tarde dlrigiram o passeio para um lugar
do parque em que o muro fazia nm ngulo, em
cuja extremidaoe no m io de pequeas moitaa de
herss e clematites havia uma porta que daa sa-
bida para o campo. Era preciso paasar bem jun-
to desaa porta para deatDgui-ls do maro em que
se achara encaizilhada : por iaao qae quaai se
coofundiam como n'um trmalo ru de folha-
gera as corea da pedra e do bosque.
Em torno dessa porta a reir pareca calcada
sob a p diam dous ou trea ramlnhos quebrados.
O* guarda* costumam serrir-se desta por-
ta ? perguolou B-IIj-Roii.
Nao; quaai igoortda de todos no cas-
tello.
Entreunto alguem pastou por aqai.
Ninguem tem a cbare, responden a Sra. de
Ghateaufort.
O'Iip, replicoa Bella-Rosa, mostrando com
o dado um matiobo de malva* pisado.
Honten oassamos encottadoa aa muro: as
tuas o>oa rinham eiilrrl-rnas com as miohas.
Sabe porrentara em que lugar pisarsm os seus
pea?
Entretanto Bella-Rosa nao ora o ludibrio de
um* illaaio. Emqaoto a Sra. de Cbateaufort
diisipa** os seus receios apenas concebidos, o
S'. de Villebrais seg*ia-os de moita em moita.
Vestido com hbitos grnsseiros, o sob um nome
suppoato, (ora elle reaidir n'um albergue da ri-
sinlu <,>, e quando anoltecia introdazia-se no
parque da Sra. de Cbateaufort, pira ooae o le-
rara o deaejo de vingar-se.
O Sr. de VilUbrais, admirando-se do silencie
da duquesa, que nao reapon.ita mais s suasesr-
ts, apenas poda pr-se de p, ruandou' padir-
Ihe ama entreviata. Mas a Sra. de Gbtletufort
quando esqueclaesquecia por ama rez: de-
voWeu ao teoente aa cartas que delle baria re-
cetado, pediu-lha qae outro tanto Uzease com o
que delta recebra, e que renunciasse para sem-
pre es.erarri de tornar a >0-la.
O tenante de artilharia conhecia o poderlo e
influencia da duqueza; e obedecau para nao ti-
la por ioimiga implacarel: porem antes do re-
rerter-lhe a chave da porta, de que cima falla-
mos, a qual recebera de sua propria mo, mau-
dou fabricar uma outra em ludo semvlhante, no
intuito de serrlr-se delta em occaslo oooor-
luna. K
Ora easa occasio nao tardou maito a apresen-
tar-se. O retiro em que havla doas ou tres ma-
z-s vivs a Sra de Chateaufort comejava a ser
ootaco na corte. A Sra. oe Villebraia attribuiu
esse retiro inconstancia um pouco sbita d* sua
amante ; e d'ahi coocluiu que novos amores a do-
mioavam. Quiz conbecer o teu ditoso rival,
disfarcou-se, partiu para o caatello de Cbateau-
fort, peoetrou oo parque, e riu a duquesa paasar
pelo Drsc/) de Bella-Rosa.
A'vlata desoldado, o Sr. de Villebrais mal po-
da cooter um grito de raiva. O homem qae o!
havia insultado, e o reocra depois oom a espa-
da na mo, acabava tambem de roubar-lhe a
amanta 1 Era muito.
O primeiro pensameoto do tenente foi apresen-
tar-se aenhora da Cbateaufort, e revestido da I
autoridade militar reclamar o deaerlor: mas sabia
que a duqoeza nanea lhe perdoaria semalbtote
ultrage, e por iaao conteve-se temendo ser pre-
terido na sua csireira pelo resentimento delta.
lato mesmo servio para anda mais accender-lhe
n'alma o desejo de viogsrgi. Nao poden io luiar
abertamente, tomou o partido de esperar e con-
fiar ao seu brf r > o cuidado de retribuir com um
a golpe todas as feridas que recebra do Bella-
Rosa.
A Sra. de Chateaufort, querendo anda mais
prender e captivar o joven soldado, multiplicava
osprazeret qoe lhe permittia a aua roaideocia no
campo. A cc,i tinha grande parte neases pra-
zeres. Uma manha, qaaodo ella aedlspooha a
montar carallo e partir para a cafada de am
veado, a sua creada grave appireceu toda enal-
tada no ptlal do castello: trazia ama carta na
mo.
Guarde-a; hei de lr quando rollar, disse
a duquesa.
A ciada releve-a qaando ella la pondo o p
oo estribo, e fellou-lhe baxinbo ao ouvido.
Que me importa I replicoa a ama com im-
paciencia.
E stltou sobra o sellim. A criada teotoa an-
da am passo, mas a duqueza com um olhar fe-
l calar-se, solio* as redeaa i Adonis, que par-
tiu galope, y'-hi poucos momentos soaram
oa clarina e a cicada perdeu-se na immenaidade
do bosque.
De p no poial do castalio a criada olhara pi-
ra a carta fechada com lacre preto, depois para
Bella-Rosa que corra ao lado da aenhora de Cha*
tsaulort, e murmurara :
E' bello, jorem, e eocantador, nao ht du-
vldt ; mas o caplio ett em Paris ; a senbora
quelenha cuidado consigo I
A casada durou at a larde. A Sra. de Chau-
tesuforl entrou no aeo aposento com as facea
abraaadaa e o olhar chammejante : estara fatiga-
da de correr. A criada toroou a apreaentar-lhe
a carta, murmurando ora nome baixiaho. A du-
queza com o gesto impoz-lhe o silencio logo prl-
roeira ayllaba, e jogouacarta sobre o seu touca-
dor : depois de ter despido os trajeado montaria
despediu a criad*.
No da segulote, em qoanto ai suas damas pre-
paravam-lheoa ornatos, a daqaeza diatrahida le-
vou a mo ao toucador, e com ar de deadem pe-
gou na carta abriu-a. A'* primeirae palavras que
leu tomou ae paluda : quando concluiu a leitu-
ra soltou um grito e levantou-ae.
Urna carroagem e cavallos I exclmou ella.
As criadaa espantadas nao se moreram.
Nooureml toroou aSra.de Chateaufort.
Uma carruagem 1 J... corram I
Uma daa criadas atemorisada pelo olhar de saa
ama correu para fra do aposento.
Onde est Camilla ? Que reoha ter com-
migo I. continuou|a duqueza enrolando seus lon-
gos cabellos esparcidos.
Camilla entrou. A' primeira vista a criada de
confiaos* comprehendeu que era terrirel a noti-
cia recebida por sua ama. A carta machacada
estara em sua mo.
Quando recebeu esta carta ?
Camilla com o olhar indicou a porta s cria-
das da duquezt : estas tahiram todas.
Hontem pela manhaa, senbora, retpondeu
ella.
E como que s a 11 hoje?
Aprcaentei-lh'a duas rezes, e dt ambas a
seohora me repelliu.
Nao podie obrigar-me a abri-la ?
Ah I aenhora I Nos nao estamos sos I ex-
clsmoa Camilla mostrando com o gesto de elo-
cuencia inexprimivel Bella-Rosa que naqaelle
momento atraressava o jardim.
Nio sabe, Camilla, rsplicou a Sra. de Cha-
teaufort com a roz abitada, capolando a mo no
braso da criada, nio aabe ?... eata carta delle,
e foi datada de hootem... Hontem devra eape-
rar-me ; e jara pelo nome de saa mai que se ea
oo fosse, rirla elle mesmo, at aqu 1 E entre-
tanto eu deixei de ir I...
Cimillo abanou a cabega.
Eoto fljue cerla de que ba de rlr; e se
rier.... se rlsrest a senbora perdida I O Sr.
duque...
Que me importa eu com o Sr. duque I E'
de Bella-Rosa que ae trata... Oh I se elle rlesae
a saber, nao ms ansar-me-bia mala I
Camilla flloa os olhos em sua ams. A' este
brado, i expresso daquelle airo e mimoso se-
melbanto am qua Rammejaram doua olhoa br-
lbantes, nao na possirel hare mol darid* ;
na do Sr. Jaciotho A. Lopes.
(Do Echo do Sul.)
O papado e a realeza.
III
Parece-nos haver demonstrado com a lgica
da biatona a injastica do collega quanlo nos
apreieota a soberana temporal como ama usur-
paso, que dove desaparecer na actualidade em
face das dts de eivilisaco e progresso de que
se acha impregnada a sociedade moderna.
Paasemos agora a ama outra ordem de ideas,
eontmuindo na analyse doa argumentos do
collega.
Assim pois. diz o collegs, erguemos a noisi
roz e perguntsmos d'onde rem sem*Ihaote
pler temporal qu* se reputa de legitimo?
c De Deas, dos res ou do poro? De Deas?
oo nos deixamos convencer, por isso que a
theoria do direto divioo admillida por De-Bo,
nald. De-Maistre e outros nao pode aer abrasada
em vrtude de tender nos arremestir ao abys-
mo do medooho e do hediondo despotismo. Dos
reis? uro_absrdo isso que elles nao encerrara
em auaa mos o poder como um patrimonio do
qual possam dispr; maa sim o exercieio de que
o tem revestido o poro, exercieio que lhe pode
ser arrancado pelo mesmo povo, desde que rio-
lando os seus dtreitos mais sagndos, e calcando
as leis aos ps, elles se traosformarem em um
verdadeiro desposta ou lyranno. Do povo? nao;
pois que elle mesmo que ais* a cabesa, levan-
ta o braso com a espada em punho e por uma s
E nem pretenda o collega argumentar com a
revoluso do SW, por quanto aabe, au pelo me-
os presamirel qae seibs, visto que dere ler
estudado a queata em todos os se*s pontos,
quaes as castas a qual o fim que forjariam-na, e
que quando na porta S. Pancraclo a tropa france-
za ae bateu com ot defensores de /toma, de vinle
mil homeot qae ahi ae acbaram s aeia mil erara
romanos, quatorze mil eram mercenarios, ini-
miges encamisados do eatbolicismo e da aanta t,
reunidos era Roma para lmpor pela violencia
tua ronladeaelvagam ao pontfice, ao principe e
ao povo I.V/ontaJem6er
Cera laea elementoa nunca a revoluso expri-
ma a roolade nacional,
E o que se passou|em 1819 jastamente o que
se est passsndo boje not cimioi italianos. Mao
sa parsasda o collega de qus Hazzioi e Garibaldi
represeotem Roma no drama, que se est repre-
sentando em tace ds chrstanlade *scsndilisa-
da.... nao ae persuada de que o poro romano se
veja cansado do jugo pontificio e que eneja bri-
dando : Acabemos com a usurprio que t*m
resistido s tempestades de taolos seculoa ; pois
para manifestarmos os seolimentos da verdideira
religio nao se fiz misler revestirmo-ajot de by-
pocristi e elevarmos bymnos ao poder tem-
poral! u
Acredile-nos o collegaa penna estremece-
nos na mo: quaai qus desconfiamos de aai boa
f ... tslvez qoe nao pensasse bem na expresso,
queempregou. O que resulta destas expresada*
que o pontfice romano o maior doi hypocri-
taa eo maii Ignrenla, porque desconbec* quaes
sao es rerdadeiros requisitoa par aer-se catho-
lico 8neero ; que a egreja cstholica tem sido
gorernada ooza seeulos por hypocritas, e sobra
elles tem receido as promess que o concilio de Treolo declarando iocurso em
peus de excommunho aquella qu* ouaar com-
melter qualqer alleotado contra a aoberania tem-
poral da aanta a usava da maia retinada bype-
crisla.... E ento cootiria o collega com tius
concluaes? Qaeremoa fzer jeetisa aua boa f:
o enthusiasmo pela hberdade nao o deiiou bem
reflecllr.. (Continuar-se-ha.)
um amor sem limites, iodoruavel e imperioso do-
mioava o corag.io da Sra. de Chateaufort.
A carruagem est prorapta, diste tmidamen-
te uma criada enti'abrindoa porta.
A dulana sstisfeits cora eata noticia tomou
pressa o seu manto e arrastou Camilla aps si,
dizendo:
Veoha ; talrez elle ainda esteja em Paris.
Nao est tudo perdido.
Baila-Rosa prerenido por um criado da partida
da duqueza, carregou umi etpiogirda, e eotra-
nhou-se no parque. Entregue- s suas medita-
Sespassoaum por um na imaginario os indi-
cios que haviam despertado a aua deacoofiaor.t
nos passeos precedentes com a Sra. de Chateau-
fort. J nao poda duridar de que por all an-
dava algum eapio. Pdnsoa que poderla ser Bou-
letord, o qual furioso pela derrota que soffrera,
procurava um meio seguro de ringsr-se sem
risco.
Baila Resa resofveu desfazer-se quanto antea
desse personagem importuno. Voltou ao cat-
tello, muniu-te de um punhale pistolas, laoc.ou
mo da espada, eaperou que fosse noite, e de
novo eotranhou-ae oo parque, bem decidido a la-
zar o visitador pagar caro a sua rigilinci*.
Elle rem em procura de um d*aertor, dizla
comslgo mesmo ; ha de encontrar ama boa car-
ga de chumbo.
Nao tardou que as aombras da noite ae nao es-
tendessem p*lo parque ; cessou todo o barulho,
as luzea se apagaram uma por uma nos bosques
chelos desses mysteriosos rumoret qu* sobam da
Ierra ao cu durante as noites estrelladas. O sar-
gento dlrigiu aeua psssos para o ngulo do muro
em que se achava a porta secreta, que dar aa-
hida para o campo : achou-a cerrada. Bem car-
io dessa rez asssltou-lhe o pensam*nto a idea de
quebrar na fechadura a lamina do seu punhal.
O ourldo porm j o tinha prerenido de que o
aeu passeio palo parque estara aendo espio-
nado.
Reflectiu, poia, que o espio, occulto sem duri-
da por delraz de alguma moita per alli, com-
orehendendo riale de aemelhante aegio qaa
fra descoberto, aeria capaz de galgar o maro em
outro lagar e sumir-se, e era iato o qua nio
qaeria Bella-Rosa. Por cooseguiole prosegaiu o
seu camioho, paasaodo por dtaote da porta co-
mo ae a nao tireasa risto. No fim de alguna cem
paasos parou por delraz de am grosio carralbo.
A la acabara de desapparecer oceulta por uma
nurem. Presin ourido atiento. Depois de tres
ou quatro mioutos ouviu a porta rolrer sobre
seus goozos enfarrujados: porm nada ple per-
ceber aeoio um rumor de pisadas, que se perde-
rarn na reir do parque.
O soldado deixou o seu posto da obserrsco e
caminhou sob ss pgidaa do espio, lendo o cui-
dado de procurar os logarea em que a reir mais
aoaodante podeaae abalar tambem o rumor dos
eai pasaos, O sauyakc seguido pelo dascoahe-
cido la dar n'*m ponto em q'ie se crusavam mul-
tas avenidas, uma das quaes conduzia ao csslol-
lo. Bella-Ross e a duqueza haviam-aa pereorri-
do muitsa rezes, e era o camioho por onde de
preferencia roltaram quasi sempre desea pas-
seio.
Bella-Rosa conclua d'ahi que o espio, ao tac-
to doa seus costuraos, tencianava espera-lo na
exlreraldade da avenida para langar-se sobre elle
quando passasse. Muito resolrido a poupar-lba
o enfado de uma looga esphera, ia elle mesmo
ao teu eocootro, no momelo em que um grito
raturabou na amplldo da aoite, e o Unir de duas
espadas se fez ouvc immedistameote.
O sargento correu com a pillla era punho. O
choque das espadas era forte e apiessado : mas
apenas tinha elle dado cincoeota paaaoso ruido
cessou sbitamente A la sahindo das ouvan
qus a oceultaram esleodeu sobre o parque o sea
clar.ij incerto, e Bellt-Rota na eot^o peesar am
bomem que fsgia com uma espada desembal-
nhada na mo. Como um veado correa era per-
seguido desse bomem ; o assassioo porm des-
lisava-se por entre as arvorps como uma som-
bra e pareis roer. No momenli em que elle
atraressars a clareira do bosque, Bella-Roas dia-
parou a pistola a bala cravou-ae no tronco de
uma arrore e o fugitivo desappareceu pela petti
OCCUlti que fechou arrebatada ment aps ai.
Quando o sargento chegou defroot da po:l\
ouviu o galope de um carallo do outro lado do
muro, e comprehendeu logo qu* o assasaino es-
tara fra do seu alcance. Esbaforido ouvia an-
da o rumor dease galope ; mas subiti orna idea
atraveasou-lhe o espiriti. O oasaaaino fugl,-,
porm a riel majazia sem devida nolagar de on-
de partir o grito : quem seria o infeliz cuja ex'e-
tencia anniquillada por um assassinat> salvara a
aaa ?
Bella-Rosa correu para esse lagar : matado da
relrj ficava na sombra espessa que projectivam
os grandes carralhos, a' outra metida era bt-
nhada de ama luz azalada. Profundo ailencio
envolva t ido o parque. Mais rpido que o peo-
samanta o olhar de BeUa-Roaa abrangeu toda a
extenao da reir. Sobre a lioba trmula ere
que a sombra ae encontrara com a claridad* ja-
zia deitado por larra o corpo de um homem. Uma
espada nua brilbava seu lado.
O aargento ajoelhou-se peito do sorpo ; aaao-
gue jorrara da duaa feridas abertiauma as gar-
ganta, outra no peito. A vista desse coxpo.im-
movel, ujo rosto sem anmaso estasa rollado
para o cu, elle nao pode detxar de estremecer.
locliuou-se e auspendeodo a victima nos bracos,
altrabiu a cabe., i para a da rilada da la.
- (Ja grito de norror parta dos labios do tolda-
do. Acabara do recoohecer o Sr. d'Assoovjn,.
[Continuar-se ka.)
-
>
f EKNAMBUCO.-TYP.DIM, f. DEF, & FILBO.
MUTILADO


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