Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09619


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Full Text
__.-
I ,.,
AHO IIIVIII. 1PMEI0 212
r tres Mezestdiantados 5|000
PtrtreiNeie vencido* 6)000


SEGDIBA fIIA 15 H SETMBR3 911141
Pr u aUaUt 19f000
F#rt fruto ?an nkir!|t*r
DIARIO E PEMAMBICO.
KHCARRRGADOS DA SUBSCRIPTO* DO NORTE.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Mrque3 da Silvs ;
Araeaty, o Sr. A. da Leruos Braga ; Cetra o Sr.
J. Josa de Oliveira : M'rmho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues ; Para, Manoel Pioheiro &
G. Amazoaas, o Sr. Jaronymo da Coala.
ENCAKRBGADOS DA SUBCRINJAO' DO SUL.
Alagss, o Sr. CiaodinoJ Palco Diaa ; Bahia,
o Sr. Jos Marlins Alves ; Rio da Janeiro, o S'.
Joo Pereira Marlios.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todoa 01 das as 9 >-i horas do da.
Iguarass, Goianna, e Parabyba na* segundas
e sextas-feiras.
S. Aoto, Bezerroe. Bosilo, Caruata, Altinho
e Garanhans as terga-foiras.
Pao d'Alho, Natareth. Limoero, Biejo, Pes-
quera. Iugazeira, Plores. Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricury a Ex as quartas-feira.
Cabo. Seriohem, Rio Formoso Una.Barrelros
Agua-Pteta, Pinsentejras e Natal quinlas-feiras.
(Todoa os correioa paitem s 10 horas da maob)
EPHEMER1DES DO MEZ DE SETKMBRO.
7 La chea as 5 horas e 16 minutos da tarde.
15 Qaarto minguante a 1 hora a 21 minutos da
tarde.
[23 La ora as 6 horas e 16 minutos da maohaa.
[30 Quarto crescante a 1 hora e 28 minutos da
tarde.
PREAMAR DE HOJE.
'Primeiro as 9 horas a 18 minutos da manha.
Segundo as 9 horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES CO-STF.IKOS,
Para o sul at Alagoas 3 e O; para o norte
al a Granja 14 e 29 de cdi mez.
PARTIPA DOS OMNlBlg.
Para o Reclfe : do Apipucos s 6 1|2, 7, 7 112,8
e 8 1|2 da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da t.; de
Jaboato ai 6 ||2 da m.; do Caxang e Varzea
s 7 da m.; da Bemfica a 8 da m.
Do Becife : pura o Apipucos s 3 1|2 4, 4 Ii4.
4 1(2, 5. 51|4, 51j2 e 6 da t ; para Olinda s 7
da m. e 4 f|2 da t ; para Jaboato a da t.; para
o Caxang e Farreo s 4 l[i da t.; para Bemfica
as 4 do t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
'Tribunal do commercio: segundas j quintas.
iRelacao ; tergas o sabbados s 10 horas.
Pazonda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito da orphos: tercas e ssxtas s 10 horas.
Primeira rara do eiral: tergas e sextas o meio
dia.
Segunda Tara do eiral: quartas e sabbados a 1
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
15 Segunda. S. Domingos eni Suriano.
IR Teres. Ss. Cornelio Cyproo mi.
,17 Q ,18 Quinta. S. Jos de Csperlioo f.
19 Sesia. S. Jenaario b. m.; S. Cossaag.
20 Sbbadu. S l j-ta juio ni.; S. GSicario i>.
21 Domingo. Fesia da Nossa Senburs das Dores.
ASSIGNA-SE
!na Reclfe, em a livraria da praga da J'ndepen-
.docia na. 6 e 8. dos proprietariosMsnoel fSJi-
I roa de Paria & Filbo.
?*1TE OFFICIIL
Ministerio do Imperio.
Senhor! Domingo Braulio Vaqaeiro, nstural
da provincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul,
ira residente no departamento de Payssnd, da
Repblica Oriental do ragaay, sendo tenante de
um psjuadrao de gujrdas nac.ooaes de S. Gabriel,
msrchou qo anno de 1851 com o exercito brasi-
lero para Buenes-Ayras, a assislio baialht de
Monta Caseros, na qual se desiingulo pela sus
valencia, s-tndo por isso elogiado em diversas or-
dena do dia do general *m chefe, e condecorado
com a medalhs conferida aos braros que ikeram
parte da expedigo brasileira.
Recolhendo-ae sai provincia com o exercito
liberta tor, algum lempo depois foi Atar o seu
domicilio no referido departamento, onda eooti-
oi a prestar bons servigos ao imperio, quer
dando protecgfio aossublitos brasileiros alli re-
sidentes, e nos departamentos de Taquareiab
Salto, quer auxiliando o vice-consul brasileiro
em Paysand oas diversas oommisrdes da qse
lem sito por este encarregaio.
Seu lo, pois, digoos de recompensa ou servigos
prestados por esle brazileiro, tan4o a honra de o
propor Vosss Migestada Imperial para caval-
leiro da ordem da Rosa. Sou com profundo res-
peito, de Vosss Mgestade Imperial o oasis reve-
rente subditoMargues de Olinda.
Atteodendo ao merecimanto do lente da
guarda nacional Domiogos Braulio Vaqaeiro, mo-
fador no departamento de Paysaod, da Repu-
oca Oriental do Uruguay, e aos servigos por elle
prestados, e aos que contina a prestir em fa-
vor dos brasileiros residentes no dito deparla -
ment, e nos de Tacuaremb e Salto, hel por
bem i; i i. ;i cavalleiro da ordam da Rosa.
Palacio do Rio de Janeiro, em 2') de agosto de
1862, 41* da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador Mrquez de
Olinda.
4a secgao.Rio de Janeiro.M'.nisterio dos
negocios do imperio, em 25 de agosto de 1862.
Foi presante S. M. o imperador o officio de 19
de novembro do anno pnssado, em que a direc-
tora dessa faculdade, tratando dos procesaos ins-
taurados perant* a respectiva coogregago con-
tra os estudantes qae tomaram parle nos distur-
bios que se der.m no edicio da melosa fatuldi-
dd nos di id 10 e 15 d julho da mesmo anno, e
contra o estudante Autonio Pinto Noguaira Accio-
li, por desconhecer a autoridae do director, re-
correa para o governo imperiil por discordar da
leciso relativa ao refer io esladante pedindoao-
ligao s seguintes duvilas Ia, se leudo o ditec-
t^r entendido q qualquer do delicio* marca-
dos nos arts. 115 e 118 merece mais seria panigo
d que a do art. 116 poda a cjugregigao resolver
queojoio merece; 2*. se resolvendo-se pela r-
uativa, deve o director imir ao estudante ss
cmoss do art. 116. depois da deciso da congrega-
gio, nao loodo eilo lo^o que leve coobecimen-
lo dO fact.
E o mesmo augusto senhor, ,conformando-ae,
por sua immediata reaolugao de 8 do crreme
mes com o pirecar da secgao dos negocios do
imperio do conslbo de estado, txirado em con-
sulta de 21 de julho ultimo, ha por bem mandar
er.larar:
V qae teodo o irector da faculdade admittido
votago simultanea sobre ambos os processos,
era consecuencia natural qae ama e a mesmi
p*na fosse imposta aos envolvidos nos dous, nao
obstante ser o delicio praticsdo plo estudante
sjjtito processo especial, urna aggravagao de
outro ;
2*. que desde qna o director, prescodindo da
attributgo que lbe confero o art. 116 dos esta-
tutos approvados pelo decreto n. 1,386 de 28 do
abril de \8')i sojsitou o conheclmanto do delitco
congregagao na forma do art. 124, a decisao
devolvida eisa nao pJe deixar de aer por elle
esecutsds, e mm pode contentar-so masma coo-
gregagio o direito de graduar a pena dentro dos
limites do mesmo artigo, que marcando o mxi-
mo de 40 lias, deixa o mnimo ao juizo da mesma
congregagao.
O que commuoico a V. S. para sea cooheei-
raento e execugo. Deus guarde a V. S. Mr-
quez de Olinds.Sr. director interino da facul-
dade da direito do Reclfe.
3* seceoRio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 6 de selembro de 1862.
iUm. e Exoi. Sr.Foi prsenle a S. M o Impe-
rador o oHkio de V. Ex. de 4 da julho ultimo
era que submette approvogo do governo impe-
a decisao pela qual d-clarou cmara municipal
ca cidade de Garuar qae, vista da dou-
t.-ina do aviso do 1* de margo do correte anno,
dirigido ao presidente da provincia de S. Piulo,
deia a mesma cmara fazer nova apurago dos
votos dados na eleigVt de um membro da assem-
iils legislativa provincial, logo qae chegasse a
cta que fallara do collegio de S. Banto expe-
dindo ento o diploma a qum competiss*. E o
rdismo augusto senhor, cooforraando-se por sua
immediata resolugo de 30 de agosto prximo
rindo com o partcer da secgao dos negocios do
imperio do conselho de estado exarado em con-
aalta de l.'i do referido mez, bou ve por bem ap-
nrovar a decisao de V. Ex. por aer conforme ao
espirito do aviso citado, coovindo porm obser-
var que seria mais acertado e menos aujeito
inconvenientes o procedimento daquella cmara
6, em vez de apurar as actas recebidas, aperar
de faltar urna, adiisse a apurago at o recebi-
rr.ento della, de conformidade com a doatrioa do
aviso o. 20 da 9 de fevereiro da 1818.
O qa omraunico a V. Ex para seu conheei-
menlo e pira fazer constar dita cmara munici-
pal. Dos guarde aV. Ex. Mrquez de Olinda
Sr. presidente da provincia da Peruambaco.
Ministerio dos Negocios Estran-
geirosi
Decreto n. 2,961 de 25 de agosto ie 1862.
Rovoga o decreto n. 2,886 de 8 de fevereiro de
1862, e manda por em vigor o art. 22 do regi-
ment consular de 11 de junho de 1847.
Alien Jando ao que me representarais diversos
cnsules geraes do imperio em patzes eatrangei-
ros, e de conformidade com a minha tmmediata
resolugo de 20 do torrente mez lomada sobre
o parecer da secgodos negocios eslrangeiros do
conselho de estado, hei por bem revogar o de-
creto n. 2.856 da 8 de fevereiro do prasente anno,
e restabele:er a dispoaigo do art. 22 do regula-
meato n. 520 de 11 de junho de 1847.
O msrquez de branles, senador do imperio,
cooietheiro de estado, ministro e secretario de
estsdo dos negocios eslrangeiros, o (enha asslm
entendido e faga eieeatar, expedindo os despa-
chos necessarios.
Palacio do Rio de Janeiro, em 25 de agosto
de 1862.41* da iodependeacta e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Mrquez
de Airantes.
60VERX0 Di PROVINCIA.
Expediente do dia 11 de selembro
de 1863
Officio ao brigadeiro commaadsote das armas.
Traoamitto i V. Exc. para o tim conveniente,
a incluaa guta de aoccorrimeoto de tres prigas do
orpo de gaaroigo do Ceari, que vieram a esta
provincia escoltando ama r.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de informar
sobra o qua pede no incluso reqnerimento o re-
crata Joio Jos do Ssut'ADOt.
Dito ao inspector da thesoararia da fazeoda.
Declaro V. S. para sau conhecimento e direcgo
que o secretario esta presidencia bstharal Joo
Rodrigues Cbavea participla am officio da 9 do
correle, qoe teodo lindado a licenga de um mez
que obtave para Iratar de sua ssude na provincia
da larahyba, onde se acha, deixou de vir para
esta capital aflm de entrar no exarcicio do empre-
go am cooseqaencia de estar doente e imposibi-
litado de viajar.
Dilo ao mesmo.Nos termos do meu officio de
9 de agosto ultime mande V. S. pagar ao enge-
nheiro Gervasio Rodrigues Cimpello, a gratifica
gao que venceu naquelle mez como encarregado
Ja direcgo das obras que correm por conta do
ministerio da marioha nesta provincia, durante a
ausencia do engenheiro W. Martioaaw visto ler
elle cumprido com as suas obrigages.
Dito ao commandante da eslago naval.
Devendo seguir para a corte no brigue es-
cuna de guerra Fedelidade as recrutas apurados
nesta provincia com destino ao servigo da arma-
da, sirva-se V. S. de neste sentido expedir as
saas ordena.
Dito so capito do porto.Sa at o dia da par-
tida para a corle do brigue escuna de goerra 'i-
deUdade, forem apurados outros recrutas alm
dos mencionados na relago annexs ao seu offi-
cio de hontem datado sob a. 123, pode V. S. fa-
ze-los seguir nesse navio.
Dito ao director do arsenal de guerra.Em ad-
ditamento ao meu afficio de 5 deste mez tenho a
declarar V. S. que o recibo, que denelle se tra-
a para a entrega dos oujectos que Bguraram na
exposigo nacional e sa acham recoll.idos nesse ar-
senal, dev ser passado no respectivo conheci-
msnto. Quaodo o portador deste nao foropro-
pnct expositor, poder V. S. entregar o objecto
reclamado, se houver autorisago escripta do mes-
mo expositor, tomando parasua resalva as medi-
das que julgar convenientes. Eporquenem todos
os expositores reeeberam conbecimentos, V. S.
poder entretanto entregar-Ins os objeclos re-
clamados mediante urna deelarago assigoada
por dous mediaros da commisso directora da
exposigao nesta provincia, encarregados do re
cebimeolo dos objectos.
Dilo so meamo Em observancia do aviso cir-
cular da repartigo da guerra do Iode margo des-
te anno e para examinar os objectos viodos, do
rsenal de guerra da corte no hiata nacional Da-
mao com deslino a esta provincia, nomeio para
compor a commisso da que trata o referido avi-
so,os corones Antonio Pedro de S B.rreto, Fran-
cisco Joaquim Pereira Lobo, e o major Sebistio
Autonio do Reg Barros, o que commuoico V.
S. para seu conhecimento, e em resposta aosea
officio de hooUm sob n. 241.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. para o
um comveuente, o incluso termo aasigoado pela
commisso que exsminou na provincia da Para-
byba os objectos ltimamente para alli remelti-
dos por esse arsenal no vapor Iguarass com
destino a fortaleza do Csbedollo.
Biio ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Recife.Sirva-se de ex-
pedir saas ordor.s a flm de que ama guarda de
honra de alguos dos balalhes daste municipio,
faga as honras da feata de Noaaa Senhor do 14-
vramento, que tem da celebrar-se na igreja do
meamo nome no dia 14 do correte.
Dilo ao juiz muuieipal da Ia vara.Oficiando
nesla data ao delegado encarregado do expedien-
te da repartigo da polica para qae faga oppor-
lunamente dessembarcar e por a disposigo dessa
juizo a r escravs, Josepha, viuda da provincia
do Piauhy por intermedio do Exm. presidente
da do Cear cem destino ao presidio de Fernando,
afira de alli cumprir a pena de priso perpetua :
assim communlco Vmc. psra sua intelligen-
cia rsmettendo-lhe o incluso officio que pelo juiz
municipal do termo da Parabyb na primeira
daquellas provincias Ihe dirigido.
Portarla.O Sr. gerente da companhia Per-
nambucana mande dar urna passagem da proa
al o Rio Grande do Norte em lugar, deatnado a
passageiros de estado a Jos da Cosa Borgss,
que consta ser desvalido.
Bita.O presidente da provincia, attendendo
a que o Africano livre Jos III provou peranle o
juizo dos feitos da fazeoda nacional ter servido
em estabalecimentos pblicos por mais de 14
annos. e tendo nuvido o curador de africanos li-
vres, inspector do arsenal de marinha, director do
arsenal de guerra, e commandante da corpo de
polica, resolve de conformidade com o disposto
no aviso do ministerio dajastiea de 4 de feve-
reiro deste anno, o nos termos do decreto o. 1303
de 28 de dezembro de 1853, que ao mesmo afri-
cano se psssa carta de emancipago com a clau-
sula de tomar oceupago nesta cidsde.
Despachos do da 11 de setembro.
/ouerimeno.
Amonio de Pava e Mello.Ioforme o Sr. di-
rector interino da repartigo das obras publicas.
Clsudioo Pereira Pinto Csvalcanti.Pague os
direitos de folha corrida.
Elisa da Rocha Pereira.Informe o Sr. direc-
tor do arsenal de guerra.
Flix C'valcanii de Albuqoerque Mello.In-
forme o Sr. Dr. juiz de orphos e ausentes na
parte que lhe diz respelto.
Francolino Americo de Albuquerque Mello.
Informe o Sr. Dr. juiz de orphos e aussnles, na
parte que lhe diz respeito.
Fielden Brothers.Informe o Sr. director das
obras militares.
Joanna da Rssnrreigao de Jssus. Informe o
Sr. director do sssenad de guerra.
Joaquim Francisco da Paula Esteves Clemente
Informa o Sr. Dr. juiz de direito da primeira
vars.
Jos III, africano livre.Pasie portara conce-
dendo a axonerago reqasrids.
Manoel Juveocio Saboia.A' vista da informa-
gao do Sr. inspector do arsenal de marinha, con-
cedo a licenga requerida com vencimentos ni
forma da le.
Manoel Antonio de Jess.Satisfaga a exigsn-
cia da conta loria da fazenda escripta no verso.
Theodoro Rempeke. Intorme o Sr. inspector
do arsenal de marioha.
EXTEfilOR
Italia.
Urna correspondencia do Turin publica curiosos
promenores acerca das diligencias empragadas
com Garibaldi psra o affastar dos seus propsitos
revolucionarios :
< O novo goreroador de Palermo, o sr. Cug-
gis, dix a correspoodencis, mandou junto de Ga-
ribaldi, o daque de la Verdura, alcaide de Pa-
lermo, e o Sr. Lalogia, deputado e aotigo minis-
tro do ex-dictador, com o encargo, nao sde lhe
entregar a proclamago do rei, e a ordem do dia
do ministro da gnerra, Petite, mas de intimar,
por ordem do mesmo governador Cuggia, a dia -
solago, em viote oqaatro horas, do acampamen-
to da Fayenza, e a partida dos voluntarios para
Palermo d'onde aeriam dirigidos s suas locali-
dades.
Os dous commisssrios levaram tambem ama
carta do commandante da polica nacional de Pa-
lermo, o general Menini, em qae pedia a Gari-
baldi, qae o nao collocssse na triste necessidade
da ter de repremir as desordena qae occorresaem
em cooseqaencis da aua attitade hostil.
c Garibaldi receben perfeitameote os dous en -
vlados do general Cuggia. Fallou-lhe entre os seus
prioeipaes offlciaea; recosoa recebe-los em con-
ferencia psrttcnlar, e pedia-lhe qae dessem conta
dt na commUs&o em presenta de todos,
Tendo-se-lhe entregado a proclamago do
rei, leu e encolheu os hombros, e disse que era
squslle um documento feto pela diplomacia, a
que elle aabia o que pensava a respeito das in-
tenges de Vctor EmmanaelS. M., accres-
centou Garibaldi, foi induzido a assiguar essa
proclamago cedendo aos escrpulos dos seas
ministros e em respeito s potencias estrangei-
ras, da masma manoira que ha dous annos Ibes
bavia escripto Victor Emmanael para que renun-
ciasse a atravessar oEttreito em cooseqaencia
das negociagea que naquelle movimento esta-
vam entaboladas com o re de aples para urna
a lianca ntreos doasestados. A situago disse
elle, a a mesma agO'a, e assim como ento nao
nz caso da carta de S. M., tambem agora a pro-
clamago me nao (ara proceder de ditereota
modo.
i Tendo em seguida lido a ordem do dia do
ministro da guerra, eoehea-se de colera, e de-
ciaron que reconhecla a autoridade e a supre-
maca do ral, qae lhe era fielmente dedicado,
mas que nao farla o meuor caso dos seus minis-
tros.
Emquanto a carta de Medioi, nem aequer a
abri, pedindo aos que a traziam qae lh'a resti-
taissem.
O duque de la Verdura e o Sr. Laloggia
Permaneram em Fayenza, e parece, segundo as
ultimas Informagoes, qae o ex-dictador nutria
ideas mais modaradas e conciliadoras. Comludo
a situago muilo grave, e cada momenlo o te-
legrapho pode trazer-nos a dessslrosa noticia de
haver principiado a guerra civil.
A Sra. Palmeiri diriga a Garibaldi a seguate
carta :
Valoroso capito do povo IA patria chama
osseu8 lhos defesa dos seaa proprios direi-
tos (a creago da anidado italiana.) Debaixo
dests inspirago que sinto. vos offerego os meas
lhos Mario, Nicolao e Jos Palmierl.aquem lan-
go a bengo.
i Palermo, 31 de julho.
Rosala Palmieri.
Garibaldi responde* asta carta :
Corajosa me : aceito commovido, o offere-
cimaoto que me fszeis dos vossos tres filhos, e
eslava persuadido de que a patria ha de aaber
agridecer-vos este nobre sacrificio, edo que ss
outras mas italianas seguiro o vosso axemplo.
Qeaudo ehegar a hora, dizei a vossos tres
filhos que os espero psra sor sau pal e seu ca-
marade.
Garibaldi. o
Osjornaes de palermo publicaram a seguinte
proclamago dirigida por Garibaldi aoa Sicilia-
nos, sotes da aaa retirada ds Fayenza com os
seas voluntarios :
< Palermitinos :
c Eurspa, tolo o mando se pronanciou a res-
pelto da questo romana, e centra a inqaaliflca-
vel occapago da capital italiana ; eala palavra
sacrosanta.
V'a iniciadores da reeurreigao italiana,
prioeipaes operarios desU grande obra, tandea
sentido a vergonha que pesa sobra a nacao, e
preparai-vos para a tazar deaapparecer.
a A peninsuls responde dignamente a vossa
voz, e ae quer a paz do mundo, deve atten-
der-se vontade legitima da 25 mllhea de ita-
lianos.
c Eslaea exasperados das medidas tomadas
pelo governo, e hoja aagmeota-se a vossa iadig-
nago, cbamando-se o homem que tem junta-
mente merecido a vossa efieigo. Sim, o cha-
momento do msrqnez Pallavicino ama nova
impradeocia. Contristados pala parda deste ve-
teraoo e daste veterano rxartyr pela liberdade,
devis passar por cima dos erros de que sao
causa do seu chamamento.
i Passaram esses homens, mas os principios
da nacionalidade italiana nao podem perecer. E'
em nome desses principios qae tanto leudes sof-
frdo, evos os teos proclamado ds urna ma-
neira indelevel, depois da vinte sculos da espe-
rsngas e de dissoluges.
Somos fortes, e devemos portanto estar
tranquillos e ser dignos. Devo affastar-me da-
qui, mas espero qae seja por poucos dias. De
peno, assim como de longe, o mau corago
vosso. Onosso programma e o que temos ac-
clamado junto as vossas esplendidas barrica-
das : a Italia e Victor Emmanuel I com este
programma iremos a Veneza e a Roma.
c A fortana ha de sumir mais ama vez a es-
tes jovens veteranos da liberdade italiana, sshi,
como Pallas, do vosso ssio, armados comple-
tamente.
'.-. Cont com o pedestal da nossa fortona,
como a base das nossas operagdes, am que os
mous piedosos voluntarios vo trabalhar para a
grande obra de liberdade dos escravos.
Palermo, 31 de julho.
< Pela minha vida.
Vosso J. Garibaldi.
Garibaldi dirigi aos membros da emigragio
hangara, em aples, a seguinte carta :
<' Palermo, 14 de julho.
Meus charos amigos : Afflige-me a triste
sorte qae vos oppnme, e farei por vos quanto eu
poder.
Nao aecuseis o meu pobre paiz pels injusta
conducta que se tem para comvosco.
A Italia e a generosa Hungra esto para
sempre ligsdas com o vinculo iodissoluvel, es-
trellado no campo de batalha da liberdade; e
sa alguns mais cidados esquecem e descoohe-
com os ttulos de semelhaote fraternidade, a na-
go italiana nao esquecer nunca o qua deve aos
seus valentes irmos da Hungra.
Nao desespero de parlilbar da vossas fadigas
pela santa causa da independencia dos povos,
lalvez antes.do que o esperes.
' Accreditai-me sempre vosso
Garibaldi. d
O commandante geral da guarda nacional de
Leorne publicou a seguinte ordem do da :
O cavalleiro Faria, prefeito de Leoroe, di-
rigi ao commandante da guarda nacional a ae-
gninte mensagem que o ab.iio assignado tem a
satisfago de levar ao conhecimento da guarda
nacional,que lem a honra de commandar.
a Do commandante da guarda nacional, 8 de
agosto de 1S62.
Pelo coronel commandante,
Frederico Castelli, major. >
a Officiaes, officiaes ioferlores, cabos deesqua-
dra e milicianos da guarda nacional de Leorne.
A resistencia opposta por am punhado de
Improdeotea execugo dasordeos da autorida-
de legitima, no dia de hontem, as ameagas pro-
feridas por alguns delles, a agitago de am par-
tido to temerario como pouco numeroso, e o
boato de urna demonstragio provsvel, levaram-
me a ehamsr-vos s armas.
a A promptido e o zelo com que tendea coa-
corrido numerosos ao chamamisalo; a espoota-
neidade com que, em vez de vos retirardes quan-
do para isso vos foi dada a faculdade, tendes
querido, divididos em destacameotos, percorrar
a cidade at urna* hora avanzada da ooile ; as pa-
la vras calorosas de affecto para com o rei e para
com a patria qae os vossos officiaes preferirsm
na minha presen-a, tudo foi para mim urna pro-
va evidente de que me nao hsvsis engaado,
pondo em vos a mais illlmitada confiangs, e d
que, se ehegar o dia de perigo, eocontrarei na
vossa attitade conciliadora, mas firme o enrgica
no caso de necessidade, o rusia efficsz apolo para
miter no paix a ordem e o respailo s Istia, e
para o bem insepararel do rei e da patria.
< Quen alo eabe ser tambor de s, alo pode
inspirar confianga a qualquer outro. A Italia,
que apems acaba de tomar o seu lagar entre as
grandes potencias, precisa por, por algum lempo,
um freio as impacieociis excessivas, afim de se
mostrar digna de ehegar ao cumprimonto da sui
anidade e da sua independencia, qae eet escrip-
le nocoragao de todos os seus filhos, e que nin- !
guem lhe poder recusar.
c Officiaes, oificiaes inferiores, cabos deesqua-
dra e milicianos da guarda naciooal de Leorne.
O paiz pode, no mesmo dis, estabelecer ama
tomparagi" entre o vosso patriotismo d'um lado,
e as tentativas mesqainhas de uns poucos de
perturbadores do oatro.
< O governo, exprassando a sua maior satis-
fago pela vosss conducta de hontem, tem a aer
teza de que a vossa eooperagao de futaro as vi-
cissitudes possiveis qae a Providencia nos reser-
va, lhe dar o direito de vos declarar merecedo-
res da patria.
c Uva o rei I Viva a Italia !
a Da prefeitura de Leoroe, 8 de agosto de 1862
O prefeito. Faria, o
O Sr. Pallavicino, perfeito da Palermo, drlgiu
aos seusgoveroadores, a seguinte proclamago :
Cidados.
c FaUa-se de alistamentos para urna expedi-
go misterioss ; se se tratasse de engajamentos
verdadelros, julgava me obr gado a recordar-vos
que a leino o permitte a pesaos alguma, debai-
xo de qualquer pretexto qne seja ; isto um di-
reito que pertence exclusivamente ao governo.
A mim asslm como a todos os fuocciooarios in-
cumbe o daver de impedir qaalquer tentativa de
violago da lei, por iiso qua a minha misso
faze-la respailar.
Deveria accreaeentar qae pessoss malvolas
poderlam abusar do-grande nome de Garibaldi,
para eoradar nos seus tramas os espiritos incau-
tos. Tenhsmos pois cuidado, afim de que os
cidados honrados a todos os respeilos, e anima-
dos do melhor desejo.no sejsm langados um dis
por mo perfids, no campo dos ioimtgos da uni-
dade italiana. A resego am Protea que toma
todas as formas ; o anjo das trevss, que sabe
transformar-se em anjo de luz parasaduzir os co-
ragoes generosos. A Italia e Victor Emmanuel,
a diviss escripia na bandeira de Garibaldi. Vivs a
Italia, mas ums e indlvislvel. Era isto qoe de- |
cretava o parlamento quando acceitava o plebis-
cito. Quem saris pois bastante atrevido para se
oppdr a um decreto que est gravado nos nossos
coragea? Nenhuma forga hamana poderia fa-
ze-lo.
a Palermo, 15 de juoho de 1862.
O prefeito,
Jorhe Pallaviccino.
Da Nueva Europa extrahimos a seguinte carta
de Mazzini:
As sociedades de aoccorros muaos de Sam-
pierdaroua
limaos.i
< Nao voutenho reaoondido coma penna, mas
com o corflajo.
c Opprintdo cem asi mi oh as muitas occapsgoes
e nao podando tratar de tudo, aproveito um mo-
mento para verse acendo urna ceotelha de ver-
dadeira luz italianna nos tibios, ou affasio algum
erro da saa idea, a csllo-me com os que nao ca-
recen! de estimulo, e qae j sao meas irmos
pela fe I Vos perteoceis a este numero. Sois
homens de vontade firme e de actividade efficar.
Entre vos e au ansie de anligo o intimo pacto
fraternal, assim o confirma a honra que ten-
des querido dispensar-me, nomeando-me socio
rosto.
Nao vos fallo no meu desterro. Essa con-
tradiego da uoldade proclamada na Italia nao
mais do qae a ultima consequencia da poltica
servil para com o estrangeiro, que empequeece
a alma dos que reioam, e causa de tactos mui-
lo mais importantes do qua a iojustiga commetti-
da com um nico individuo.
nao por mim, mas pela patria, pela nossa patria,
que gragis a essa poltica, se v am grave peri-
go com a proloogago das condigss interinas
que alentam as esperangae dos retrgrados, e os
move a toda a qualidade de tentativa ; periga
nos seas interesses econmicos pela pouca segu-
ranza era. qua assas condges pem todas asio-
dustriss ; periga moralmeote, porque a vida ita-
liana nao definida e representada em Roma, dei-
xa campo a todaa aa fraegoes e baodeiras para
crear-sa interesses parciaes, que no futuro bao
de produzir antagonismos e divises terriveis no
seio do paiz.
Pensas, repito, em combater e vencer essa
poltica,, porque na verdade vos digo, qae se con-
tinuar to servil e materialista como est, a nos-
sa Italia, em vez de rsssuscitsr grsnde, pura e
virtuosa pelo sen amor e pelos seus sacrificios,
ha de crescer carcomida pela decadencia.
Agora mesmo eslou ouvindo com proranda
dr, que o governo da Italia/tire mostra prop-
sitos de restriegue srbilrarias contra o daver mais
santo, contra o direito mais inviol nhecem os homens, que o de atsociarse, para
contribuir para o progresso commum dss novas
ideas e affectos communs de novos vnculos.
c Ougo o governo da Italia urna, ultrajar os
desterrados de Veneza e de Rom, quasi eslran-
geiros ca sua patria, e dizr-lh*s : A Italia ha
de ayaliar a vossa miseria, urna vez que vos
constitus em escravos do eapricho mioisterial, e
Hiies excluidos do direito commum ; ougo
boatos dejdesigoios funestos, que levartam os sol-
dados italianos a morrer ao ferro e s febres no
Mxico, para derribar urna repblica estrangeiro
em favor de um elemento clerical, que sustenta
os bandidos no meio-dia da Italia, e para satis-
fazer a ambiguo do homem que nos tem Roma
oceupada. E ss to grandes designios chegasaem
a reallsar-se, ea, primeiro que voltasse minha
patria, proferirla morrer chorando a sua desdits
a a sua vergonha em qualquer canto recndito
de trra estraoha.
< Amigos e irmos meus ; velae e estae sem-
pre dispostos. cada um como melhor poder, para
salvar a patria. Desenvolvoi com actividade a
vossa associago de cidade am tidade, de povoa-
go em povoago. Iocitaa os homens a qaem con-
fiastes a tarefa da anificago, (que s com as vos
sas torgas pode eooslituir-se) iucitse-os a que
cumpramcom o seu empenho.
Fallae com palsvras de paz aos que s por
erro desertim denos, e ansinae-Ihes a conhecer
qae urna cousa a politica qae trata de pootos
secundarios do poder e s serve de instrumento
de conveniencias estranbas, e outra coasa o de-
ver naciooal a o que prende a moral, a honra e
a anidade da Italia.
a Nao desperdiceis occasiio para vos adestrar
no manejo das srmas, organisae-vos militarmen-
te. Nao deixeis de perceber quanto for possivel.
pondo de parte qualquer outra subscripgo, as
quaolias consagradas exclusivamente ao empenho
de emancipar Roma e Venezs. Instru os vossos
irmos do exercito sobre a verdade das vosias
intengoes, para que saibsm o que d'elles espers
a patria, para formar-lhes a consciencia dos sous
deveres e dos seus direitos de cidados. Fazei
com qae a Italia seja urna. E segara da vida da
nagao, aberto o caminho do progresso pacifico,
nos consagremos todos, filhos e irmos de um
povo, ao problema social mais importante da
nossa poca, emancipago dos operarios, liber-
tande-os das tristes coodig6es a que por falta de
capital vivem hoje coodemnades.
c Londres, 1 de junho de 1862.
Jos Mazzini.
[Jornal do Commercio, de LisbOs.J
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Hespanha.
Foi racebiloera audiencia solemne pelo impa-
rador Napoleo, o embiixador bespanhol, gene-
ral da la Coocha, roarquezda la Havana. O im-
perador dos Franeezes em sua resposta pronanciou
a respeito das desinUUigenclas do Maxico algu -
mas palaras equivocas, em relago ao deagosto
qae lhe cauaou a retirada nao justificada do cor-
po expedicionario hespsnaol.
A racepgo foi notavel aela saa frieza. A im-
pransa bespanbola opposicioniita considera a-
quelle documento como um aggravo so bro h*s-
paohol, e discute com acrimonia a poltica impe-
rial francesa e a do governo hespanhol.
Os jornaas ministeriaes i querem ver naquelle
documento pbrasss amigareis, a nuncias da mais
astreitas rohgoes.
Tem sido recolhidos grande numero de jomaos
hespanhes que tratan deste sssumpto, e que re-
cusara o governo de querer entrsgar o povo hs-
panhol ao governo francez.
A Hespanha discorreodo a respeito da solugo
que poler ler a situago creada por effuito do
discurso do imperador, tanto palo que respeita
Hespanha. como em relago personalidade offi-
cial do general Concha, diz o seguinte:
Em taes circumstancies nao ca mais recur-
sos que o que aproveila a pessoa que se perde
em meio de um discurso pronunciado n'uma as-
sembla : saudar cortezment* e retirar-se, ou ve-
rifi:a-Io do modo mais dissimulado possival e
sem saadar a ninguem. O Sr. Concha nao pedi-
r os seus passaporles, mas urna dessas enfermi-
dades officiaes, to oecessirias am cortos casos,
pode tir-lo, e o tirar sem duvida dos apuros
em que sa encootra.
Nioguem ter direito a exigir que leve o sacri-
ficio do seu amor proprio ao ponto a que poucos
poderiam ehegar.
a Cremos que o genaral Concha nao passar o
oatono em Pars, e qae sa vem a Madrid, nao
voltar to depressa capital do visioho imperio.
0_ Sr. Mon despedio-se s por algum tempo, e
nao acharaos neesssario que o Sr. Concha se des-
pega para sempre.
< Diremos anda mais ama vez que, prescin-
dido da uossa opiniio, collocamos essa retirada
no numero e cathegoria dos successos nata-
raes.
A poca publica a seguiule noticia :
Mr. Thouvenel, ministro dos negocios eslran-
geiros de Fraoga deu a 15 um banquete ao corpo
diplomtico, a que assistiram lord Owloy, o Sr.
Je Moternicb, Mr. Nigra, o nuncio do papa, Mr.
Kern, plenipotenciario dacoofaderagaa helvatica.
A maior parle dos representantes das potencias
allemes, ausentes de Paris nsquella oecasio,
faltarsm festa. Segundo o cosame, o nuncio
do papa em nome do corpo diplomtico, fez um
brinde ao imperador, e oulro Franga. Mr. de
Thouvenel respondeucom brindes s diversas po-
lencias e aos seus representantes, mas sem que
nem em um nem n'oulro brinde se envolvosso
questao alguma poltica.
A /fejeiterotion transcravendo esta noticia ac-
cresenta :
E o rapreaeotaote da Hespaoha I Nao havia
na mesa de Mr. Thouvenel um lalber que podesse
offerocer ao embaixador hespanhol? Nao ter si-
do considerado digno desta honra o miniatro de
Luiz Napoleo ? Em que peccou o marquez da Ha-
bana para ter calmo em tal desgraga? Pois nao
esteva diante do amo de Thouvenel todo o reve-
rente e submisso do mundo ? Qae desdonhosos,
qua ingratos que sao os goveroantes francezes
para com os governos da Hespanha I Se tivessam
da tratar com o povo hespanhol, j seria outrs
cousa I
< Tal o estado dos nimos em Hespanh.
Assegara-se qae o Sr. Barrot embaixador
francez em Haspanhi que se acha com licenga,
nao voltar a Madrid, e accrescenta-sa que Mr.
Barrot communicara so governo franesz que em
quinto o Sr. Caldern Collaotes continuasse no
ministerio nao voltaria a Madrid. Como esta re-
solugo se diz ser tomada pelo embaixador fran-
cez depois de haver permanecido vinte dias em
Vichy cora o imperador Napoleo, altribse-se-
Ibe um carcter quasi official.
Oj joroaes da opposlgo fazem bem sentir qae
o Sr. Caldern Collaotes temattrahido a ioimiss-
de tanto dos seus conterrneos, como da Franga
e Inglaterra.
O Correio Universal, jornal hespsnhol publica-
do em Paris diz tor motivos para acreditar que o
governo franeez nao enviar por ora novo embai-
xador para Madrid, mas s um ministro plenipo-
tenciario, em lugar de Mr. Barrot.
Parti para o seu deslioo o Sr. Coelho e
Quesada, ministro plenipotenciario di Hespanha
na Blgica e confederago Helvatica.
No dia 14 noita houve urna (esta particu-
lar no palacio de S. Cloud. A imperatriz conv-
dou todos os hespanhes da cuja permanencia em
Paris tinha conhecimento, e esteve amabilissima
com todos siles. Eatava l o embaixador e todos
os membros da smbaixada. Eite facto parece re-
velar urna divergencia entre os polticos do im-
perador e a da imperatriz.
A familia real anda visitando a provincia de
Andalasia, tam tdo recepgo brilhanle em quasi
todos o seu transito; em Gadix preparam-se
grandes testas, preteodendo-se langar nessa oe-
casio ao mar a nova fragata Villa de Madrid,
que se est constraindo ; pr-se-ha tambem a
quilha a outra fragata Hendada. Preparase tam-
bera um simulacro de combate naval, e outras
festas mais.
A Gazeta da Havana publica ura despacho
do cnsul francez nsquilla praga annunciando
que os porlos de Tampico e Alvarado eslavam
bloqueados pela esquadra franceza.
O estado sanitario do Orizaba era muito satis-
factorio. As tropas tioham vveres era abun-
dancia.
Escrevem da Polonia em um peridico que
os repetidos iocendios de medos de trigo occasio-
nados pelas locomotivas tem assustado os labra-
dores daquella provincia, de tal modo que de
receiar desgragas lamentaveis. O governador da
provincia dirige-se quando pode ao lugar dos si-
oistros, traoquillisando os interessados como
pode.
O coramissiooado hespsnhol, portador do
tratado ds Cochlochina, chegoa a Suez a 22 do
julho, devendo continuar a sua visgem por Mir-
selha at Madrid.
No dia da Assumpgao solemnisoa-se este
snno a (unego de Nossa Seohora da Atocha col-
locando com regia pompa a bandeira hespanhola,
que fluctaava na guerra d'Africa sobre a leoda da
general em chefe, e fez eom elle a entrada glo-
riosa em Teluan, e permanecer nsquella cidade
at sahida das tropas, janto ao altar da Virgem,
oode ser ama recordarlo immorredoura do va-
lor, herocidade e grandeza dos hespsnhea na
referida campanba.
A citada bandeira seria levada por um official
veleraoo na procisso de Nossa Seohora da Ato-
cha, que devia sabir no domingo 24 de agosto. A
sumptuosidade do templo a a grandeza ds taa il-
luminago, que psssa de tres mil liizet, davldo
piedsde e munificencia da raioha, attrahe cada
dia maior numero de fiis.
Eit terminada e vai aer exposta ao publico
em Darcalona a espada que aesbaram de cons-
truir varios artistas catalaes por aesordo ds de-
palago provincial, que a Tai offerecer ao mar-
quez deCastillezos.
Diz urna correspondencia de Teluan que
Muley-el-Abis se acha em Mequinez em com-
pleta desgraga ; o sultao tiroa-lhe todos os em-
pragos, e nao absola,tamente commando algum ;
ticot-lue tolos os soldados, e atha-se s com o
seus servidoras negros, e nao sahe 4 sus cas"
senflo para ir alguma vezes aojardia ; entre-
tanto aecrescenta a caria qua o principe hoi sido-
mais bem tratado do rsae se esperara, p9is quo
os prognosticos, desde quo vuliou do sua ara-
bais ida da Ifespaoha, era que lego que cwem
regulados os ssumptos da Hespaoha, seria man-
dado para Tauteo fa/.er compaohia at>s principes
que alli se encontraro desterrados.
Parece que o dioheiro echado na cajs do go-
vernador de Aialuar e Mangan, destituido pel.i
impsrador dos Marrocos sobe s 700 mil durca
sem co:itar as alf.iias e os oegro3 que psaaais (>
imperador como sau cosame, apoderoa-se da
tudo.
L
miwn
RIO DE v \| iiti
26 de agosto de 1862.
O senado approvou hoatem em primeira e se-
gunda discnsso treza proposites relativas ,-
panadea ; e a proposta de crdito supplementar ao
mioislerio da guerra, com as emeudas da outra
cmara, depois de algnraas observagoes dos Srs-
visconde de Jequitinhonha e ministro da guerra :
veocendo se requerim6nto do Sr. marquez de-
Abrantes, a urgencia para a terceira discusso
Jests proposta.
Conlinuaudo s segunda discusso do orgamon-
lo, e approvados os arts. 9,*, 11.\ 12. e 13* d*
proposta, passou se aos arligos adlilivos da c-
mara dos dputados: sobre o primeiro, quo dev.>
vir a ser o 12.*, oraram os seihores visconde de
Jojuitinhonha e Silveira da Motts. sendo depoi
approvado, bem como os que vo do 13." so 19.,
orando a respeito do 17* o Sr. visconde de Je-
quitinhonha. A respeito do 20. fallarsm o
mesmo Sr. visconde de Jequitinhonha e o Sr.
ministro das obras publicas, ficando a discusso
encerrada poa nao haver casi para votarse.
Hontem nao houve sasso na cmara dos-Im-
putados por falta de numero legal.
Por decreto de 23 do crrante foram nomealos
cavalleiros da ordem de S. Beiito de Aviz, os
primeiros tenentes da srmada Pedro Cordeiro da
Araujo Feio e Joaquim Jjs Pinto.
Por dacrsto da mesma data foi permittido aos
padres Francisco da Midro da Deus Cunba e Jo-
s Teixeira da Caoba Loussda Sobrioho. paro-
chos collados, este na freguezia de Nossa Seoho-
ra da Assumpgao de Cagapavs, da provincia e
diocese do Rio Grande do Sul, a aqualle na de
S Jos do Bsrralo, da do Rio de Janeiro, o per-
mutaran! entre si as respectivas freguezias.
- 27
O senado approvou hontem, sem debate, en
2" discusso, a indicaro relativa ao cntralo para
a pablicago dos seus debatas oasessode 1863,
e ora 3* discusso as propostas que abrera crdi-
tos supplementares aos ministerios da fizenda e
da guerra.
Continuando a 2* discusso do orgamento, foi
approvajo o art. 20. addilivo ; bem como os ar-
figos 21 e 22, com observaces do Sr. visconde
de Jequitinhonha sobre ambos, do Sr. ministro
das obras publicas sebre o 21, e do Sr. ministro
de eslrangeiros sobre o 22.
Entrou depois em discusso o art. 23, addilivo,
que contm diversas autorissgoes, entre as quaes
a que diz respeito navegico da cabotagem.
Oraram os Srs. Caudido Borgis, Pimenta Bueno,
ministro das obrss publicas e baro de Muritiba,
e pela ordem o Sr. visconde de Jequitinhonha',
ficando a discusso adiada pela hora.
j Hootem na cmara dos depatados, o Sr. Pas de
j M-ndong, obtendo urgencia, fundamentou o sa-
guite requenmento, cuj discusio ficou adiada
, pola hora :
< Kequeico : 1\ que se pegara tambem infor-
magoes ao govarno acerca do numero dos pro-
cissos instaurado na provincia das Alagis des-
de outubro do anno de 1860 at agosto correle,
pelos juizes municipaes de Porto Gilvo, Passo ds
Camiragibe e Imperatriz.
2. Qie se pegara igualmente intormsgoes
acerca do numero das dsmis.'es dalas pelo pre-
sidente da provincia das Alagas, desde que to-
mou possa da adminitlragio al esta dala, e das
raies em que se fundou para dar taes de-
missdes >
Eotraram depois era 3" discasso os arts. ad-
dittvos saparados do orgameoto. Orou o Sr.
C. Miduraira, e ficoa a discusso adiada pala
hora.
Foram ainda offarecidos os seguintes :
Fies o governo autorisado a tomar a si s di-
vida de 6,000 OOOJ contrahi la em Londres pels
compaohia Uoio e Industria soba garanta do
mesmo governo, ficando perJoada mesma com-
panhia a referida divida e juros respectivos al
esta data.
* O goveroo entregar mais companhia a
quaotia de 1,500:0009 ficando a mesma compa-
nhia obrigada, em compeosago deste auxilio de
8,000:0005 que se lhe presta, a conservar a estra-
da em perfeito estado ; e detxando desde logo de
receber as garantas do juro tanto do govoroo ge-
ral como dos proviociaes do Rio de Janeiro e
Minas.
a O governo poder emittir para os fias desig-
nados at 1,500:000 am apolicea do valor no-
minal de 1,011(1; a juro de 6 par cento. Silva
Nunca
Supprima-se o paragrapho dos additivos que
trata da encampago da estrada Uoio e lnlus-
! tria.Silvino Cavalcant de Albuquerqae
0 governo tomar a si a divid de 6,000:000$
contrahida em Londres para a companhia Uoio
e Induitria, e perder o juros que tiver pago
pela referida companhia, csssando por semelban-
le favor a garanti geral do 2 por cento, e ficando
a companhia obrigada a conservar a estrada em
perfeito estado, para o que, por accordo mutuo,
poderosar elevadas as taxas.Junqueiro.Cir-
valho Reis.
a r permittido aos profesores de preparato-
rios das facnldades de direito eosinarem parti-
cularmente, sem prejuizo do servigo publico.
Carneiro da Cunha.Calazans.S. de Macado.
iogo Velho.Siqneira Mandes.Corris deOli-
veirs.
a Emenda ao addilivo approvado em 3* dis-
cusso sobre a suppresso dos lugares de con-
sultor dos differentes ministerios, e de todos os
que forem disoeasaveis, proporcao que forem
vagando. E applicar no augmento dos ven-
cimentos dos vencimentos dos ampregados da
secretaria da agricultura,de manalra a igula-
los aos da secretaria do imperio de igual cathe-
goria, o producto dos vencimentos dosemprega-
dos que forem supprimidos.Cruz Machado.o
28
No sensdo cootioaoo hootem a 2a discusso do
orgameoto. Sobre o art. 23, additiro, concer-
nente a diversas autorissgoes ao governo, entre
as qaaes s relativa i cabotagem, oraram os Srs.
visconde de Jequitinhonha e marquez de Abran-
tes. Pedindo o Sr. Gandido Borges psra retirar
o seu reqoerlmento, e sendo-lhe isto concedido,
foi eocerrsda a discusso e approvado o addili-
vo. Entrando dapoia em discnsso o art. 24, ad-
dilivo, e sendo sobre elle feitas algamas obserra-
goes pelos Srs. visconde de Jequiotlnhonha a
Nabuco, ficou a discusso encerrada por nao ha-
ver casi para votar-se.
Continuos hontem na cmara dos depatados
a discusio do requerineato faodaneutado pela

'MNTn Ann


DIARIO M fEBRAMBCO SEGUNDA IBA 1 DI SETEMBRO DI 186*.
Sr. Paeade Mendooga na sesso de nte-hontera.
Oro o Sr. lavares Bastos e flcou a discusso
duda pela hora.
Contiouou lambeta a 3a diaeuisao dos aitigos
aditivos separados do orgsmento.
Forera approvados ajada os aegniotea :
Artigo (additivo.) A gratificago que perce-
bem os empregados das alaodegas, mesas de
reodas e recebedonas, em virtado da tabella n.
1 aneen ao regulameulo a 264 de 15 do seiem-
oro de 1860 e da tabella B. a que se refere o S
10 do art. 12 da lei o. 1.1U de 27 de setembro
ao mesura aono. Oca desde j incorporada ao or-
denado dos referidos eujpregados.
as filias por molestia, debidamente jestifl-
cad, peraute os respectivos chafes, os ditos em-
i-regados perdero doustergos da porcentagem a
que livercm direito se a molestia vio exceder de
atis ruezes, e toda a porcentagem exedeiio des-
se preto.
Artigo (addilivo.)As dividaa de impostoa
de que ha laogamento, e que nao forem exigidas
entro do prno de cinto annos, contados do pri-
msiro dia do exercicio a que pertencem, prea-
crevem contra a azenda F. de Salles Torrea-
ilomom.Tiberio.Paulino de Souza.
v< Emenda eubstiiuitiva a lodo o 3 additivo
do mioilerio do imperio, approvado em 2a d:s-
< usaao.Fica o goveroo utorisado a supprimir
os luKares que forem dspeosaveis as differen-
tes secretsnaa de eitado, proporgo que forem
vacando ; e applicar o producto das seppressoes
cesta forma feitas ao augmeoto dos vencimeotos
dos ernpregaloi da secretaria da agricultura, em
ordem s equipara-los aos da secretaria do im-
perio.L. Carlos, a
Oraram os Srs. Cunha Figueiredo e Juoqueira,
que ofierecem o teguioie requerimento :
Hequeiro que se pegara ao governo a copia
a consulta do conaelho da estado 3 documentos
concernen!, iicaodo addiada discusso do ad-
ditivo relativo a encampano da Uoio e Iadus-
iris at viuda desses papis.
A discusso deste requerimento Ocou encerra-
da depois de orarem o Srs. Ribsiro da Luz e
Marlioho Campos.
- 29
Continuando hoMero, no senado, a 2" discus-
so do ornamento, oi approvado o rt. 24a ad-
Uivo, e pmsoa-se a tratar do art. 25 additivo,
oncernenle approvago do contrato para ac-
ceieraco da obra da estrada de ferro de S, Pau-
lo. Oraram os Srs. SU reir da Motta o ministro
das obras publicas, Picando a discusso encerra-
da, as duas horas d\ tarde, por nao haver casa
para volarse.
.Tontera r.o houve seiso na cmara dos de-
butados por falta de numero legal.
Por decreto de 27 deate mez foi apreseotado o
padre Francisco Hennque deAlmada na lgreja
parochial de Sant'Aona da Una. de Mar, do arce-
Cispado e provincia da Babia.
30
Honiem nao houve s^ssao no senado nem na
cmara dos dep^lidos por falta de numero
legal.
Por decretos de 23 do corrente foram aposen-
tados: Fernando da Silva Goocalves Campos e
Joao Baplista de Lima, guardas da 1* classe da
alfandega ao Par : Francisco Alveg Guimaraes,
dito da de Santa Catharina: Jos Victorino da
Cunta, patro do 1 escaler da alfandega da
corte: e Maooel Jos ds Silva, dito do escaler
da alfandega do Porto Alegre em S. Pedro do
Sal.
31
Terrr.ioou hontem, no senado, a 2 discusso
do orcameiito, e venceu-se a ucencia para a 3a.
que ter lugar amanha.
Na hora competente apresenlou o Sr. marquez
ce O,inda, presidente do conselho, um
projecto reformando a lei que regula as cmaras
municipaes.
dos
Hontem nao houve sesso na cmara
ieputados por falta de numero legal.
Recabamos fulhas do Rio-Grande do Sul que
alcancatn at 20 do corrente.
O Diario da as seguintos noticias:
Consta-nos que foi aiprehendide, ha dous
dias, pelo thesoureiro da alfandega, urna S6dul '
falsa do 5JS, imilaco das ltimamente emitli-
Jas, mas que fcilmente se eonheco pela quali-
dade ordmaria do papel, grosse-iro trabalho da
eitampa neohuma semelhaoea na efBgie do
mooarche.
Sabemos tambera que appareccra na masa
de renda provinciaes desta ciJade, no dia 16 do
correte, urna raoeda de ouro falsa da 20jJ, cur-
uho nacional, a qual, depois de reconhecida, foi
u.ililiaada pelo digno ebefe daquella repartigo,
o Sr. Desiderio Antonio de Oliveira, que a man-
dn cortar. >
Le-ae no Echo do Sul:
a Alguos eredoresdo Sr. Jacintho Antonio Lo-
pe, raqueraram honiem ao juizo do commercio
deste termo a abartura da falleocia daquelle se-
nhor. e pretenden) qua esta sej jalgada neste,
nao no termo de Jaguarao.
O Sr. Df. Affouso Alves, advogado em Pelo-
tas, A. Ferreira Tigre, negociante desta praga,
ti era como outras victimas da grande qaebra do
Sr. Jaiitho Antonio Lopes, segaem hoje para
Jaguarao, aliai de evitarem o defraudndolo de
mu tos credores daquelle senhor, que dizem ae
projecla fazer all, por ser o lugar em que estava
domiciliado o meamo Sr. Jacintho, e onde fura
elle declarar-se fallido.
fmha fallecido em Saoi'Aona do Livramento
o vigario Jos Luiz Bimbert.
2 de setembro.
Depois de orarem os Srs. Jobim, visconde de
Jequitinhonha, Viaona e marquez de Abrentes, e
senado adoptou hontem em 3.a discuuao a pro-
posta do orgamento para 1863 a 186*, com as
emendae da ostra cmara; e immediatamente
pprovou a redaego da lei para ser enviada
saocgo imperial.
Hontem nao houve sesso na cmara dos de-
pulados por falta de numero lega!.
Por decreto de 30 de agosto prximo (iodo
l-rara nomealos cavalleiros da ordem de S. Bento
de Aviz o tenente-coronel Francisco de Assis
Chagas. e os capites Manoel Joaquim Bello a
Pedro Braulio Lassance Cunha.
Palo ministro das obras publicas foi nomeada
trui commisso composta dos Sr. angenheiroa
briitadeiro Souza, como presidente, inspector das
oi>raa publicas o Dr. Jos Antonio da Fonceca
Lessa, para com urgencia examinar o estado do
theatro lyrico e propr aa medidas convenientes
para a sua aeguranga.
3
11 iotem nao houve aesso no senado nem na
caraira dos deputados por falta de numero legal.
A aaaembla legislativa provincial celebrla hon-
iem a primeira aesao preparatoria.
4
Hoje pela urna hora da tarde celebra-ae no pa-
a}0 do senado a sessao imperial do encerramento
da assembla geral legislativa.
Commanicam-noa oaaguinta :
A maioria da cmara dos deputados reuna-
se honiem n'um banquete 4e deapedida, que te-
ve lugar no aalo do hotel da Europa. A reunio
liraitou-so aos depatados, e aomente aquallea que
se acharara unidos as maia gravea emergencias
da seaso legislativa que hoje linda. S houve .
urna excepgo a esta programma em obsequio ao !
Sr. ebefede aaquadra Joaquim Jos Ignacio, co '
mo o membro do gabinete de 2 de margo que nao
lera asiento no parlamento.
a Baioou a maior aoimago entre todos os con-
viva, que eram em numero de 50. Entra os brin-
des que por essa occaaio ae trocarais notaremos
os seguales, que foram applaadidoa com enthu-
siasmo.
Do Sr. Salles Torres Horneo). Seohores.
Catando fiada a nosaa (arefa parlamentar daste
aono, e approximando-ie o momento da nossa
seiierag'io, excsllaote foi a iospirago que noa reu-
ni nsste banquete de despedida para congratu-
lermo-nos reciprocamente de nossa perfeita con-
cordia, e de nosaa marcha to Arme quanto re-
flectida airars da* difficuldades de umaaituago
anormal.
Cada um de na tem razao da estar contente
de si mesmo, e ufano da allianga de aeua amigos,
porque, no meio de tantoa motivos de deaaaimo
que pesam sobre o paiz, na lhe offsraeemoa o
espectculo animador de um grande partido ani-
do de pensamenlo e de corsco, como se fflra um
s hornera e chaio de f rdante na verdade, na
jastiga, e porconsequeocia ootriumpho da nobre
cauaa que fielmente representamos.
4 Apezar das varisges cumerotas e rpidas da
thmoaphera goyernauva este auno, a seaso a-
t-Tio-se e Tai encerrar-se achaodo-noa aempre na
lucarna altitude, com a mesma forja numoiica,
com as mesmaa convicgas e a mesma peraeTe-
ranga unlformidade de esorgoa na defeza de
noaaos principios communs.
a A' esto plano elevado eserio da cooducta.que
ficar registrada na memoria do paiz, devem aer
unidos esses servigos que prestamos ordem
constitucional, sendo um dellea o ter preservado
a digoidade do parlamento doa ataquea qee lhe
foram dirigidos, j em campo aberlo, j em astu-
ciosas emboacadac
Em quanto ooaaoa ad venados viajam erran-
tea noa espacos imaginarios, em procura de am
programma que sirva de nexo a aeua membros
disconjunctos, programma que at a data das ul-
timas noticis nao linham conaeguido descobrir,
ua demos o exemplo do que valem os verdadei-
ros partidoi politicoa ligados pelai doutrinas e
pelos ioteresses nacionaes.
Se alguma couss, senhores, pude anda esta
belecer a confianga do paiz, apprehenaivo do fa-
turo, vista de tantos elementos de eonfusao a
aoarchia que se vo amontoando de dia em dia,
a uoio, a conliauac,o da uoio do partido cons-
titucional, a sua resistencia unisona a constan-
te as maximaa deploraveia e a paixoes cgas que
ameagam nosaa sociedade.
Eu propooho-vos poia um brinde : unio
do partido constitucional I
" [lste discurso foi ioterrompido com applau-
sos numerosas vezas].
c Do Sr. Cruz Machado. Maus senhorea 1 a
uniao Torga quando a intelligencia a dirige. O
partido conservador, forte pela unio de sea*
membros, e pela aoidade de peoaamento, encon-
tr na historia de seu passado traeos luminosos
que o enchem de satisfagao, coosola-ae no pre-
sente com a nobreza do aaeriflcio palo bem do
paiz, e marchando unido para a conquiata do fu-
turo ha de ter a gloria de fazer a felicidade do
imperio.
Aioda um brinde unio do partido conser-
vador I
Do mesmo aeohor. AS. Etc. o Sr. is-
conde de Cmaragibe, presidente da cmara dos
depatados, que no posto de honra em que foi
eollocado pela confianga da maioria, tem sabido
digoamente zelar o decoro da cmara.
Do Sr. viacoode da Camaragibe.A' maio-
ria da cmara dos Srs. deputados a quam devo
repelidas provas da maia honrosa confianga, que
procurarei merecer quanto o permittirem oameua
acanbadoa recuraos; a msioria da cmara dos
Srs. deputados que penhorou-me para sempre
com o aeu generoso e decidido apoio.
Do meamo Sr. viaeoud. Ao Sr. chefe de
esquadra Joaquim Jos Ignacio, um dos orna-
mentos da marinha brasilea, um dos dignos
membros do gabinete de 2 de margo, que hon-
rou-nos e deu-nos particular prazer annuindo ao
convite que lhe dirigimos psra esta reunio de
conraternidade poltica.
o Do Sr. conselheiro Joaquim Jos Ignacio.
A todos os meus amigos que cora, de a maioria da
cmara dos deputados, tujo espirito de unio,
cuja generalidad* chega ao ponto de nao esque-
cerem um dos msis obscuros de seus alijados,
admitlindo-o nesta brilhante reunio, propria
dos que najuella casa do parlamento defendem
os grandes principios do partido conservador; ao
partido conservador a que pertengo, a eise par-
tido guarda vigilante da coastituigo poltica des-
te grande imperio, depositario fiel extremoso dos
principios, que sao a seguraoga do presente, e a
garanta do futuro grandioso, que est destinado
ao Brasil.
Do Sr. Araujo Lima.Na vida do hornera,
como na do estado, muiae vezea a razo aconie-
Iha urca prudente reaerva ; outras vezes manda
a sabedoria que se proceda cora lodo o vigor. Na
sasso deste anuo s maioria da cmara tempora-
ria cooeervou-se em sabia expectativa; mas se as
circunstancias o exigirem, digo-o cheio da maior
conanga, essa maioria ha de haver-se com toda
a forga e energa.
:< Convido-vos, pois, meus senhores, a acom-
panbar-om n'um brinde a essa maioria, que tem
compreheodido e ha de mauter-se na altura da
sua miaao.
* O Sr. Paraohoa Sem que seja pessimista.
julgo que alraveisamos urna situago poltica das
mais crilicas, rodeada de difficuldades, e prenhe
de incertezas, cujas coosequeuwas nao podem ser
preyittai ; em taes circunstancias nao basta a
unio do partido constitucional, e para que esta
mesma uoio se consolide de mister muita ac-
tividade, eoergia, tino e previsao ; stJo, pois,
aos eiforgos e prudencia que o partido constitu-
cional ssber empregar para corresponder sua
alta misso.
O Sr. visconde de Camaragibe cobrio todoe
os brindes com a homenagora qt.e em todas aa
suas reuoioea de eolhusiaimo os Braaileircs ecs-
turuam render ao Imperador do Brasil. Asde
a Sua Magostada foi respondida com a maia ea-
'.repitosa alegra.
5 -
inlerpozeaae o seu Teto, mae ate, vendo que a
caa tinha anda de ser julgada em ultima ins-
tancia pela legislatura provincial, praferio meios
maia brandoa e maolou esta aasembls a lei do
coogreiso, acompaohando-a de uma mensagam,
em que expoz aa iuas ideas;
Dessa meema carta se v que a lei da alfande-
ga tinha aido promulgada e que os issumptos
maia gravea de que ae continuara a oceupsr o
coogresso eram a divida externa e interna, cujo
pagamento ae tratava de regulariaar. Vem nella
Igualmente relatados es auccessos occorridos nss
demaia provincias argentinas, podendo nos s-
mente accrescentar, relativamente Cata marca,
que ultima hora corra o boato de ter Correa
sido derrotado, refugiando-se na provincia de
Santiago.
Principiara a aleigSo de presidente e vicepre-
sidente da repblica, nao havendo por ora conhe-
cimento se nao do resultado obtido em Buenos-
Ayrea. O general Mitre lava unanircidade de vo-
tos para prealdente, e para vice-preaidenle alean-
garam o coronel Marcoa Paxl5 Totos, o general
Manoel Taboada 4, Mmoel Ocampo 3, Alsina,
Velez e Sarmiento, cada qual o aeu.
No Estado Oriental ficava ainda por preencher
a paaia do governo e relagdes externes. Indigi-
tavam-ae para ella variae peaaoaa, mis ao certo
nada ae -. bi#.
O projecto de ediOcago de urna praga do com-
mercio em Montevideo ia achsndo favoravel aco-
Ihiraento, e pareca segura e prxima a aua
realiaaco. Deste pensamenlo surgir outro que
pode ser fecundo em resultados, o de procurar
novos mercadoa para o consumo das camas aec-
caa do Ro da Prata. Neate empenho reuniram-
se variaa pessoas intereseadas naquelle ramo de
negocio, a oomearam ama commisio composta
dos Sra. Lafone, Civila, Ramrez, Tomkinsoo,
Faira a Jaikson.
Do Paraguay nada lemoa que noticiar. Urna
folha da Assumpgo diz que os carros a machi-
nas do camioho de ferro que lava a Villa Rica
foram feiloa no mesmo paiz. As minas de ferro
eram lavradaa cora vaolagem, extrshiodo-ae mui-
to metal, e estavam j promptos todos os mate-
riaes para dar principio a obras de illuminar a
gaz a capital.
Foi nomeado commandante das armaa da pro-
vincia do Amazonas o tenente-coronel do estado-
maior de 2a classe Jos Pedro Heltor.
Da ordem do dia n. 826, publicada no da 2 do
corrente pela repartigo do ajelinte-general,
constam :
Aa nomeagoes dos Srs. Io tenente reformado
da armada Marcelino Comes de Andrad6 e Al-
mada, para ajudante do director da colonia do
Itapura ; e alferea do eorpo de gusroigo da pro-
vincia do Paran Manoel Pereira do Naaclmento,
para quartel-raestre do masmo corpo; ea exo-
nerago do alteres do corpo deguiroigo da pro-
vincia de Paoar, Joao Carlos Alvares Horta, do
lugar de quartel-raestre do mesmo corpo.
O vapor Brazil, entrado honiem doa portos do
aal, trouxe noa ditaa de Porto-Alegre al 31 do
passado, Rio Grande 1 e Santa Catharina 4 do
correte.
A assembla legislativa da provincia de S. Pe-
| dro comegra no dia 29 a trabalbar em sesses
iprepantorias, e devia- imtallar-se a 1 do cor-
1 rento:
j A directora da compaohia de navegago Gua-
; hiba, autorisada pela assembla geral dos accio-
I cistas, ia veoder os vapores compaohia Jacuhy,
;ou a quem maiorea vantigena offereceue. Esta
deliberago fra tomada em vista do estado pou-
co prospero em que se acha aquella compaohia.
A Jacuby recebera pelo patacho /iprouiso, salu-
do deste porto, todas as pec,as da um novo bar-
co de ferro que para aqui encommeodara, e que
em breve seria montado.
No dia 16 do passado falleceu em Porto-Alegre
o coronel reformado Antonio Mara Xavier de
Souza. O Correio do Sul, dando esta noticia,
diz :
a Era um velho e honrado militar, qae viva
na multo retirado, buscando no remanso do seu
Isr domestico o repouso das siduas lides da aua
mocidade.
Naacido em Portugal, i assentou praga, e
tez a glorioss guerra da sua nacionalidade con-
tra NapoleSo I. Do Vimeiro a Toloaa, daa mar-
gena do Tejo s do Gerona, seguir elle as qui-
nas vencedores, e quando voltou ao slo patrio,
coube-lhe marchar de novo, atravessa/ o ocano
e vir encontrar em slheio torro urna outra pa-
tria, i
o Fazia parte da cavallaria da bril.. te diviso
de voluntarios, que coocovreu Icoiwuiste do
Eatado Oriental em 1815. ea quem cajjpe entrar
' praga de Mantevido como libertadores em
de progressoa nao interrompidoa em illustrago,
em industria, em riqueza e ventura aocial; eis
recordacoee sublimes que o dia 7 deaetembro
avtva na memoria dos Brasileiros, e justifica as
enesoes nunca arrefeeidas de seu entusias-
mo I
Elles conlemplam com ufania e cheios do
ala profundo recoohecimento para com a Pro-
videacis a consolidago integral de nossa nacio-
nalidade, a uoio cada vez maia firme das es-
trellas do pavilho imperial, em quanto qae a
discordia fracticida tem fraccionado todas ss
repblicas da America.
Ao augusto pai e predecessor de V. M. Im-
perial a historia coeva deatribuio parte grande na
maior obra dos homeos, a fundago de um povo
livre ; e a patria gridecida eacreveu no bronze
do monumento a lembraaga do aervigo. Esta
tradigo, que derrama seus fulgores sobre a
corda de V. M. Imperial, reamada com a gloria
propria de promover com dedicago oa germena
da grandeza predeatinada, e as liberdades coos-
titucionaea no novo imperio. Assim se perpe-
tuara as dyossiias, identificando-se com os povos
em um interesse nico e supremo.
" Possa este dia fautoso volver-se sempre no
meio doa beneficios da paz, e das bencos da
concordia publica I o
Sua Magestade raspondau agradecendo oasen-
Hmeotoa da aociedade Ypiraoga.
A' noute SS. MM. Imperiaus honraram com
sua augusta preaenga o ihe.lro Lyrico Fluminen-
se, onde, depois do hymno da independencia,
cantou-se o Pirata.
as demonstragoes de jubilo com qee foi feste
jado o dia nacional, destinguiramse as patriti-
cas aasociegoes Ypiranga, Setembrista, Castel-
lente e FestivalSett de Setembro.
a aasembla provincial
SESSIO IMPERIAL
l-M.'KHR VIII VI o DA. ASSEMBLA
GERAL
EM 4 DE SETEMBRO DE 1862.
PRESIDENCIA DO SR. VISCONDE DE ABAET.
Ao meio-dia, reunidos no pago do aenado oa
senhorea deputadoe e senadores, sao nomeados
para a deputi^o que deve recebar a S. M. o
Imperador os Srs. deputados Luiz Carlos, C.
Otloni, Seldanha Marinho, Paranagu, Pedro
Moniz, Ferreira da Veiga, Manoel Fernandes,
Carlos da Luz, Paes de Mendonga, Bello, Angelo
do Amaral, Lima e Silva, Teixera Jnior, Cerva-
Iho Rsis, Siqueira Meodes, Parauhos, Lima Duar-
te, Tiberio, Gaoarino, Cruz Machado, Lamego,
Baudeira de Mello. Figueira de Mello e Pereira
Franco ; e oa Sra. aenadorea visconde de Jequiti-
nhooha, Cndido Borges. Cunha Vasconcellos,
Souza e Meilo, Pimenta Bueno, Diaa de Cirva-
Iho. Dioiz, Souza Franco, barode Prapama, ba-
ro de Maroim, Araujo Ribeiro e Souza Ramos ;
e para a deputagao que deve receber a S. M. a
Iraper&triz oa Srs. deputados Pedreira, Sergio de
Macedo, Martioho Campos e Cosa Pinto ; e oa
Srs. senadores visconde de Sapucahy e Silveira
da Motle.
A' urna hora da tarde, annunciando-se a chega-
da de SS. MM. Imperiae, aahem as deputages a
espera-Ios porta do edificio, e, entrando S. M.
o Imperador na aala, abi receido peloa Srs.
presidente e secretarios, os quaea, uoindo-ae
deputagao, acompanham o mesmo augusto se-
nhor at ao tlirouo. Logo que S. M. o Imperador
toma assento, e manda que se assentem os Srs.
deputados e senadoree, pronuncia a seguinte
falla:
a Augustos e digoissimos Sn. represen lautos da
nago 1 Contina o imperio a conservar-ae tran-
quillo, a multo me aprez tambem communicar-
vos que a epidemia que tem reinado em algu-
na daa provincias do norte vai decliuando de
intensidad*).
Permanecem sem alteragSo, como vos an-
ouuciei na abertura da presento aesso, as rela-
cee de amizade e boa iotelligencia entro o im-
perio e aa outras potencias.
O decreto approvado em 12 de agosto ulti-
mo, e promulgado pelo governo do Estado Orien-
tal do Uruguay, podeudo, por sua clausula 4a.
emberagsr a execuco do art. 10 do tratado de
subiidios de 12 de oulubro de 1851, exigi que o
govsrao do Brasil protestan contra o effeilo da-
quella clausula, pira reaelvsr o ooaao direito.
a Agradego-voe o apoio que pretastes ao gd-
verno, e a solicitude com que o habilitaitea para
o.correr s necassidades do servjgo publico. Es-
pero que na aeguiote sesio atteudereis s medi-
das que de vesso zalo tenho reclamado.
Augustos e digoissimos Sr. representantes
da nago 1 Confio que, regressaodo s provincias
de vossa residencia, concorrereis eficazmente
para a fiel observancia da cooetiteigao e daa lea,
de que essencialmeote depende o engraodeci-
meoto de nossa patria.
Est fechada a aesso.
Terminado este acto, retiravam-se Suss Msges-
tadea com o mesmo ceremonial com que haviem
aido recibidos, e immeditlamente oa Sra. depu-
tados e senadores.
Hontem, dia de grande gala, por ser o aoniver-
aario do casamento de S M. o Imperador, esti-
veram embanderados e dorara aa salvas do esiylo
aa fortalezas e oa vaaoa de guerra naclonaea e ea-
trangeiroa aurtos no porto. Daa 5 s 7 horaa da
tarde receberam SS. MM. no pago da Boa-Vista
aa peaaoaa que os foram cumprimeotar por to
fauto motivo, e uoite assiitiram ao espectculo
no theatro Lyllco Fluminense.
Trouxe-noa datas de Buenos-Ayres al 29, e
Montevideo 30 do passsdo o paquete inglez Mer
sey entrado hontem do Rio da Prata.
A cmara doa deputados do coogresso argen-
tino tinha approvado o projecto aobre a capital
da repablica viudo do aenado, e que importa a
ederalieaco de toda a provincia de Buenos-Ay-
res, tendo-se antes pronunciado o governo fa-
vor da federalissgo s do municipio do meamo
Foi hoolera rastillada
do Rio de Janeiro.
Lu o relalorio o Sr. Dr. Jos Noibarto dos
votos, vice-prasidente da provincia. Da rpida
? a ,des,e documento colbemos os seguiotes
dados respeito do estado finauceiro da pro-
vincia. r
No primeiro semestre deste anno a renda or-
dinaria da provincia, que nao tem applicaco
especial (excluidas assim s de depsitos, a extra-
ordinaria, a importancia lomada por eiuprealimo,
e a do saldo que passou do exercicio anterior! foi
*Pr8D" 1.118:696^439. isto menor .......
015,6078039 do que a de igual natureza arreca-
dada no primeiro semestre do exercicio ante-
rior.
Snaquota de 4 por cento sobre o caf a i-
minuigo foi de 333:7645724 ; mas considerado
estedecrescimento em relago ao peso do gene-
!a0,alS.*9.<,a' ,Pn,Jo exportago do Io semestre
de 1861 sido de4,259.418 arrobase 29 libras, s
ebegoui no semestre de 186* 2,331,461 arro-
ba e 10 libras, ou menos 1,927,987 arrobas e 10
libras.
A renda total do Ia seraeitre do corrente aono
incluida a que tem appllcago especial, a extra
ordinaria, o emprestlmo contrahido com ob.n-
co, e o saldo de 1861, montou em 1,470:1313023,
e importando toda a despera paga no mesmo es-
psgo de tempo em 1.194.093J009. flcou no dia 30
^"^'m sald0 de 7fc038jJl4f incluidos os
1UU:U0U5 tomado ao banco.
Por iniufficiencii de dez verbaa do orgamento
decretado para o preaente exercicio. pede o go-
''108:C76|866 de crdito aupplemeuiares.
t ann !3.a nuc'luaole <1 provincia coma de rs.
i,iUU:0009 tomados estrala de ferro de Pedro
II, ede 100,000 podidos ao Banco do Brasil.
O orgameoto para 1863, calculado pelo termo
medio do tre ultimes exercicios, spresanla urna
receita de 3.077:2i0j} ; acredita porm o governo
que a cota do caf, apezar de esperar-se urna aof-
fnvelcolbeila pera o anno, o imposto d* 4g na
compra e venda de eicravoa, e os direitos de
porcentagem, nao produzirSo o que est orgado
sob aquella base ; pensa portento qu a arreca-
dagao aera de cerca de .00:000000, inferior ao
orgado.
principio do aono seguinte.
Nao bem ae haviam firmado as quinas por-
tuguesas na margem orieoUl do Rio da Prata.
quando a aorte raagava em duaa a bandeira ven-
cedora, abrindo a luta do Brasil com a sua me-
tropole. Antonio Mara esposou a nossa causa ;
realista, acompaohava o pendo que hasteiva o
herdeiro da corda ; liberal e juato iosurgia-se
contra a prepotencia que pretenda slgemar um
povo livre.
a Acabada a guerra de 1825 contra os argenti-
nos, o tenente-coronel Antonio Mara obteve
urna licenga, retiraado-se vida privada ; porem
veio a revolugo de 1835, e o velho militar teve
de abiDdonar o aeu retiro. Recolheu-se esta
capital em 1837, e aioda exerceu aqui alguos
tora mando.
Morara nos suburbios da cidade, e mulo
concentrado ; porem anda assim msis de ums
vez seu nome tlgurou dignamente nss lulas poli-
lcs8 da aua freguezia.
Aa folbia do Rio-Grande annunciam a appari-
gao de um cometa ao rumo de NO daquella ci-
dade, na altura de 20 graos e com a cauda incli-
nada para E.
O Commercial de 26 d, aob a epigraphe
Que especalsgo I, a seguiote noticia :
Hontem, no acto de rebater-se algumas pi-
pas de graixa de agua, compredas em Jaguaro
por ordem de um negociante desta prc,a, noiou-
ae que o seu contedo era por demaia liquido :
verificado ocaso, reconheceu-se erem as ditas
pipji8 cheiasde agua em vez do genero compra-
do I Nao pode a denuaiads boa f ser victima
de tao indigna trataolic ? A autoridade compe-
tente nao deve tomar conhecimento de aemelhan-
te aspeculago, e chamar ao ceminho da honra-
dez quera della tanto ae afaata?
Eete digno negociante tem feito diversas re-
measas deste genero para o Rio de Janeiro, sem
desconfiar ; e daodo-se este caso naquella praga
que supposiges oo apresentar ? Seria do ca-
pitao do navio, seria do exportador, ou seria do
xarqueador .' Entretanto que o acaso deu tgora
a conhecer quem era o verdadaito culpado desta
velhacada.
L-ae no Diario de 17 :
S hontem foi que recebemos nossas carias
de Piratmy, em que noa do a trls'e noticia de
ter sido cruelmente aaaiaaioado no da 20 do cor-
rele o Sr. Fernsndes Manoel de Lim, abastado
estancieiro daquelle municipio, homam bemquis-
to, maior de 50 ancos, e que gosava de geral
Os aseassioos, em numero de 3, esperaram-o
a pouca distancia de sua fazenda, por occasio
de retirar-se a victima da villa, acompanhado de
um crioulinho. e abi picaram-o golpea de fa-
cao e de eapada I
a At ultima data, 81, nao se tinha ainda
deacoberto os aaaassloos, e nem to pouco saba-
se o motivo ou cauaa que deu lugar urna to
aenuia morle.
Da provincia de Santa Catharina nada temos
que noticiar.
9
Ante-hontam, dia de faala nacional, por ser o
auniveraario da declarago da independencia do
Brasil, astiveram embandeiradaa e deram aa sal-
vaa do eatylo as fortalezas e vasos de guerra
surtos no porto, houve uma hora da tarde
beija-mao no psgo da cidade e s cinco horss
formn em grande parada a guarda nacional do
municipio neutro.
,iJ! H0-n,n,.P,,,U,,T? Sr" CODselheiro Fran-
cisco de Salles Torrea-Homem, como presidente
da commisso que represantava ociedade
Ypiranga, dirigi S. M. o Imperador o seguinte
discurso: D
Senhor.-A aociedade Ypiranga encirre-
goo-me de vir reunir as suas todaa essas vozes
que nesta occasio memoravel ae elevara como
hymno universal de jubilo roda do throoo
Suas Altezss Imperiaes, terminando o espec-
tculo 'que asiistiram no circoGrande Ocano,
Visitaram hontem Qoite, acompanhadas por suas
dsmss.alguns ponto da cidade em que mais so-
breahia a illumioago ; estiveram no morro do
Castelloe viaitaram o novo armazem dos Srs.
Decap \ C. Augieage, ra do Ouvidor, demo-
rando-e alguna momentos a examinar all o bel-
lo effeilo que claridade de alguos lustres pro-
duzie, uma mimosa e tentadora collecgao de fa-
zeodaa ordeoades com bom gosto e capricho, que
ee reflectiam fielmente em dous espelbos lale-
raes de graode dimeoaoe.
Descando a p spela mesma ra, Suaa Altezaa
entraram em outroa armaxens, e segeiram para
a praga da Constiluigo.
Foi nomeado commandante do batalho de en-
genheiroso Sr. tenente-coronel Francisco Gomes
de Frenas, director daa obras militares da curte,
sendo substituido neste cargo pelo Sr. coronel
rrederico Csrneiro de Campos.
Foram apreseutadoa o beneficiado Manuel da
Costa Delgado, na cadeira do conego da calhedral
do Maranho ; e o pAdre Jos Antonio de Abreu,
no beneficio da ordem presbyterial da mesma
calhedral.
Foi concedida aos vigarios de Iogazeira e Fa-
zenda Grande, na dioceiede Pernarabuco, licen-
ga para permutar as respectivas freguezia?.
Por decretoa de 3 do corrente foi exonerado
seu pedido o thesoureiro da alfandega da corte,
Jos Mara de Araujo Gomes, sendo nomeado em
seu lugar Joo Soares de Paiva ; foi demiltido o
guarda-rar da alfandeg de Aracaj, na provin
ca de Sergipe, foi nomeado pa ra 3* o 4o escrip-
turario di alfandega do Maranho, Antonio Pinto
Brags.
Porttuloade 2 e 3 foram nomeadoa : Sebas-
tilo Ribeiro de Miranda e Castro, praticanle da
thesouraria de S. Pedro ; Fraucisco Eugenio
Carneiro, escrivo da eollectoria de S. Fidela ;
Jos Martina Sirapsio, escrivo da mesado ren-
das de Porto Seguro na Baha ; Bento Bandeira
da Mello, fiel dos armazens da alfandega de Per-
oambuco ; e Joaquim Vieira da Silva Coqueiro,
4a escripturario d'alandega do Maranho.
IABtO QE PERNIM8UC0
Pelo vapor inglez Tyne, entrado do Rio e Ba-
ha, recebemos cartaa e jornaea do primeiro al
9, e de aegunda at 12 do corrente.
Rio de Janeiro.ido aa rubricaa Parte-cfi-
cial e Interiorencootraie os leilores quanto ba
de importante.
O cambio ficava : sobre Londres 26 Ii4,
e sobro Paria a 364 e 365 por fr.
O vapor nacional Cruzeiro do Sul, aahio da
rte quatro boraa depois do presente, e dsve
estar hoje em nosso porto.
Bahia.Nada occorreu que merega mengo.
um
de V. M. I. para celebrar" o aoniveraario da re-
volugo nacional que deu aos Braaileiroa a posso
de-si meamo, e a hvre direego de seus silos
destinos.
Tropho sem mancha, gloria aem remorso
no tnumpho da maia santa das causa uma
emaocipagao pura dos sacrificios qu. enlutaran,
a aurora da l.berdade eulre aa outraa nagoea do
Novo-Mundo, a obra do patriotismo coroada e
firmada logo por uma constituco, em aue fo-
ram consignadas todas as aas doutrinss da ph-
asanrilas rln onrmln n iai> ----- -____
nonw. Suppunha-ao, pola, que o general Mitto/osophia de reculo, o sob iiui auspicios 4% auno
PEIMtilttCO
REVISTA DIARIA*
Reune-se hoje a assembla geral doa accionis-
laa da Companhia de Beberibe, para o flm de
tratar aobre o encanamento d'agua potavel psra
o povoado dos Afogados.
A deliberagio que tem de ser tomada, tem por
bases as que foram offerecidas pelo Exm. Sr. pre-
sidente da provincia ; e de esperar que os ac-
ciooistaa dem-lhes o devdo aprego, preatando-
Ihea a sua acquiescencia em altmgo ao fim de
utildade geral, a que o seu patriotismo nao po-
der ser indifferente.
Foi permittida a cmara municipal do Li-
moeiro a publicago do seu officio dirigido a pre-
lidencia acerca do conceito em que tido o rea-
pactivo juiz da direito, Dr. Jos Quintino de Cas.
tro Leao.
"".Sabbado paseado uilimou-se o proceiso de
bebilitago dos candidatos ao magisterio prima-
rio ; mai o julgimenlo da reapectiva commisio
dever ter boje legar.
Tendo a transada directora do gabinete
portuguez de leitara, replicado do deapacbo de
14 de julho pretrito, em que o Exm. Sr. presi-
dente da provincia aanccioniTa os estatutos da-
quelle estabelecimento, mediante certas restric-
gea, S. Exc, digacudo-se attender ao que lhe
representou a meama directora, resolveu appro-
var integralmente os referidos estatutos, como se
v da proviso ebaixo traoscri,t, aob a data de
4 do crranle mez.
Provlio.O btcharel Manoel Francisco Correa,
cavalleiro da ordem de Christo e presidente
da provincia de Pernambuco, etc.
Fago saber aos que eala proviso virera, que
atlendendo ao que requerou a associago denomi-
nada Gabinete Portugus de Leitura, instituida
neiu cidade, e teodo em villa o disposto da ulti-
ma parle do 8 i do art. 2 da lei n. 1.083 do 22
!f n go70,d.6 aSf' 00 1# d0 "' >o decre-
to o. 2,711 de 19 de dazembro do meamo anno,
resolv conceder predila associago autorisago
para continuar a funecionar e approvar oa aeua
estituios, escriptoa em trinta e quatro paginas
contento dezeaeis captulos e noventa artigos, aa
quaea vao numerad.. e rubricadaa pelo secreta-
rio do governo, ficando dependeote de noa eu-
provagao desta presidencia, na forma da citada
le e decreto, qualquer alterago ou reforma, aue
ae fizer nos referidos estatutos.
Mando, portento, etc.
Palacio do governo de Pernambuco, aos 4 de
setembro de 1862.
_. Maooel Fraocaco Corre,
trata, pois, a actual directora do Gabinete de
fazer imprimir os oovos estatutos com a maior
brendade ; e espera tambera antea do fim do ao-
no poder distribuir pelos associados o novo ca-
talogo, cuja impreaio foi pela aua anleceaaora
mandado fazer no Havre.
~fP 0u/icury commuoicam-nos o seguinte :
Como j deve ter sciencia reuno-se aqui o
jury no da 28 de julho, entrando nessa esso
em julgamento os membros da familia Granja
complicados no proceiso pela morle do capuo
. Branco. Fra todos absolvidos, e da aentenca
Ot absolvlgao sppebu o Dr. juiz de direito na
parle que toca ao tenente coronel Alvaro e a D.
Isabel.
j 10 resultado do jury nao foi muito do gosto
,0o Dr. juiz de direito, que todava usou do re-
curo que lhe compela.
Eepera-ie iqui o capito Avila, que vem
substituir ao capito Waoderley : o qual conlu-
zio-e muito bem por c.
Foi preso no da 10 o collector deste ter-
mo, Ricardo Pedro da Silva irmo do Rev. t-
gario Francisco Pedro da Silva a ordem do Sr.
chefe de polica, e a requesigo do Sr. inspector
da thesouraria de fazenda, era conequenci do
aeaialquo no cofre da eollectoria de dinlieiros que '
para o mesmo entrara afim de ser foruecida a '
tropa aqu existente. Antes de rcalisar-se a pri-
ao, anda eniregou ao referido collector o capi-
to WaoJerley an quiohentos mil res, qu I
deparar entre oa papeia ao cofre, confundi-
,.eom *}*9W paDhores; e depois della ellsc-
'"';' 2 Rrm- Vla"0 fez entrega ao capito de
MKig. afim de que sedessea soltura do irraao ; o
que nao leve lugar, visto nao achar-se aluda io-
teir.sU) o desfalque de 1:600, como se diz.
I'alla-se amia em desfalque na quaulia re-
colhida por Jacintho Gongalves Sobreira e Ma-
Doel do Saot Aooa Paz, pertencenle aos orphos
seus tutelados ; mas nao sei da veracidade disto ;
o que todava fcil aer verificado por quera |
competir, fazenlo-se aa compeientea pesquizas,;
que sao neceisarias raesmo para resalva do col- I
lector.
E' o que occorre de mais notavel por agora ;
e devo accrescentar que amanha ter lugar a
eleigao do depulado por este 5a circulo.
Em data de 27 do paiaado escrevem-nos da ,
Giraohuns o seguiule :
No domingo ultimo, era quaii noite, o co-
ronel Pedro Paz de Souza, sollreu um tiro dispa-
rodo de uma emboscada, de que ilie resultou gra-1
ve ferimedlo de bala n'um brago, atravassmdo !
outro projeciil o paletot que o mesmo coronel
trajava, e na occasio de tramitar am companhia I
de alguns amigos cavallo entre aa suas fizendas
Tacahet e Bitury, nos limites das comarcas do
orejo e Bonito.
Ha quem considere como averiguados e sa-
bidoi a origem e o lupposto motivo dasae infame
attenlado, camal que vo procurar n'uma intriga
muito conhecida naquellaa comarcaa ; o que
prudente por asquelo ter como simples con-
jecturas.
O Sr. subdelegado de S. Bento, termo desta
comarca, tem dirigido j algumas diligencias no
intuito de elfectuar a prito de um individuo,
auspeito de cor o criminoso como mandatario,
fc' para desejar que aejam coiadoa de resultado
satisfactorio os esforgos qee esto empregando as
autoridades, afim de serem conhecidos o autor ou
autorea dese crime, sobre quera deve recahir
toda a severidade da jualiga, preveniudo-e as-
im a representago de allectados que s servem
para attestar o noaso estado ainda de barbaria ; e
fazemos votos pelo restabeleetmeoto do Sr. co-
ronel Pedro Paz.
No primeiro districto do termo de Barreiro,
foi no da 27 de agosto prximo fiado, erido
gravamente Joo Francisco dos Santos, morador
no eogeoho Oiteiro, por Joaquim Gomes e um
rllho deite do mesmo nome. residentes no eogo-
nho Santa Cruz. Os offeoeores apesar daa 3ili-
genciaa empregadaa pelo subdelegado do dialric-
lo coosegeiram evadir-se.
Em a noite de 6 do corrente mez, no lugar
denominado Prata, do termo do Bonito, Francis-
co Joe Sobral, asaaiainoa com ura Uro a Joaquim
Claudino Cavalcanti. O criminoso foi immedia
lamente preso a est sendo processado.
~" 4 cadeia do termo do Rio Formoso eva-
dio-seem dis do orreote mez o preso Maooel
I-elix da Silva, que all estava recolhido por cri-
me de furto de cavallo, e por maia diligencie
que empregou o reapectivo delegado, Do foi
possivel captura-lo de novo.
Paasageiros do vapor inglez Tune, rindo
dos porto, do sul: -Bernardo Stumpfmeyer. E.
II. Bramah, sua senhora, 1 fliho, aeu secretaiio
e 2 criadoa, John Whitfeeld, Eluardo P. Wilaon
aua senbors, 2 lhos e 3 criados, Guieepe Guid-
di. Seguem para a Europa, 115.
Paasageiros do vapor inglez Tyne, shi4o
para Sautharapton e portos intermedios : 11.
II. Holm, Eduard Pepper, Pedro Antonio ta
Costa Moreira, Manoel V. M. da Costa. E. Sneet,
M. Lalham e sua senhora, Mary Hondersou e t
bino, Jos Gongalves da Silva, Antonio V. da S
Barroca.
Movimento da casa de detenco do dia 11 de
selembro de 1862.
Existiam...... 352 presos.
I appellado, Jos Tavares
appellado, Simo de Si-
: appellado, Vicente Alvea
appelado, Hermano Joi
appellado, Seveiino Go-
appellado, Vicente Fer-
appellado, Joo de Ao-
appellado, Jos Be-
Sy Sr- deaembirgador Pereira Jorge.
JcSuTLZ5''- d-"argadore. Mol,.,
Deu-ae provimenlo.
A ggravo ipuieo
Aggravan e,a Vaotc Caaa d. Mi.ericordia ae-
gravado, o juizo. iaericoraia ag-
Relator o Sr. desembargador Silveira
e BS?" ^^ dMb-S Aecioli.
Negou-e provimento.
Aggravaote, Joo de S Cavalcaotid'Albuciue.r-
que ; aggravado, o juizo. Atouquer-
Relator o Sr. desembargador Pereira Jorae
Sorteados os Srs. desembargadores Molte
e Acciuh. une,
eu-se provimenlo.
Appellacts crime.
Appellanle. o jui/.o ; appellado, francisco Pon-
ciaoo de Oliveira.
A' nove jury.
Appellanle, ojuio
de Mello.
A' novo jury.
Appellanle, o juizo ;
queir Brandan.
A' novo jury,
Appellanle, o juizo
e Joa Alves.
Improcedente.
Appellanle. o juizo ;
de Oveira.
Improcedente.
Appellanle, o juizo :
raes Couliohn.
A' novo jury.
Appellsnte, o promotor ; appellado. Tlieodo-
ro Ouerido.
Improcedente.
Appellanle, ojuuo
reir Lima.
A' novo jury,
Appellanle, o juizo :
drade do Nascimeoto.
A' novo jury.
Appellanle, o promotor
zerra de Iuojoee.
A' nevo jury.
Appellanle, Jco Filippe de Araajo ; appellla-
do, Joaquim Salusliano Pereira de Mello.
DILIGENCIA CHIME.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
jusliga a seguinte
Appellacao crime.
Appellante, o promotor ; appellada, Senhori-
uha Maria da Cooceico.
Appellanle, Antonio Carlos Passoa ; appellado,
o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Maooel An-
broaio dos Santos.
Appellante. o juizo ; appellado, Manoel Fran-
cisco dos Santos.
Appellanle, Manoel Martina da Silva Aboim ;
appellado, ojuizo.
DESlGNArio DB DIA:
Assiguou-se da para julgamenlo da se-
guinte
Appellarao crime.
Appellante, Mane Joaquina da Concelgao ; ap-
pellado, o juizo.
Appellanle, o juizo; appellado, Francisco Mar-
tina Comea e oulro.
Apptlla^oes ctueis.
Appellante. Antonio Jos Alvea Souto ; appel-
lado. Silva Leao & C.
Appellanle, Paulo de Amorim Salgado ; ap-
pellado, Francisco Cavalcanti de Mello e Albu-
querque.
D1STRJB01C0ES
Ao Sr. desembargador Silveira :
Dia de apparecer.
Appellante, Manoel Ribeiro doa Passoa ; ap-
pellado, Rufino Ferreira Chaves.
Ao Sr. desembargador Gitirena :
Aggravo depetico.
Aggravanle, Hachar! Jos Rodrigues do Passo:
aggravado, o juiro.
Ao Sr. desembargador I.ourengo Santiago :
Recurso crime.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Cesario Fer-
reira de Araujo.
kggravo de peliro.
Aggravant, bachaiel Diodo'ro lpiano Coelhc
Calanbo ; aggravado, o juizo.
Ao Sr. deiembargador Molla :
Recureo crime.
Recorrente, o juizo ; [recorrido, Antonio M-
ximo doa Saotos.
Aoororo de pelico.
Aggravanle, Antonio Gongalves da Silva ;
gravado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Peretti :
Recurso crime.
Recorrera, bacharel Joaquim Ayres de
meida Freitaa ; recorrido, Joaquim Jos
Santos,
Aggravo de pelicao.
Aggravanle, Jos Moreira da Silva ; aggra-
vado, o juizo.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da
cor, compareceu i 11 horas do di.
Encerrou-se a sesso a 1 hora.
g-
Al-
d.c
Tribunal do commercio.
II DE SETEM-
Eutraram......
Sahiram.......
10
7
A lai tr
Existem....... 355 >
Nacionaes.....
Mulhere......
Estrangeiroa..
Escravos......
Escrava......
233
6
34
72
10
143
CB-
Total........ 855
Alimentadoa a cusa doacofrea provin-
ciae.............
ObITLAKIO DO DIA 12 DB ETEMBRO, 0
M1TBR10 PUBLICO.
Anna Joaquina Francisca dos Anjos, Pernambu-
co, 85 aano, viuva. Santo Antonio; velhice.
Antonia Joaquina da Motta, frica, 60 aono, ca-
sada, Boa-Vista ; dilatego uo corago.
Ieabel Maria da Conceigo, Pernambuco, 60 an-
nos, solteira, S. Jos ; cancro no tero.
Jos Joaquim Claudio. Portugal, 33 snnos, ca-
sado. S. Jos; ttano.
Antonio, Pernambuco, 80 annos, soltero, eicra-
vo. Boa-Vista ; pulmouite.
Felismina, Pernamhuco, 28 annos, solteira, es-
crava, Santo Antonio; hypetrophi.
Joaepba, Pernambuco, 60 aonos, solteira, eicra-
va, Sauto Antonio ; erysipela.
Josepha, Pernambuco, 2 dias Santo Anloolo ;
espasmo.
Maria do Rosario, frica, 60 annos, solteira, San-
to Antonio; frialdade.
MatUnna, Pernambuco, 1 anno, escrava, Boa-
Vists; convulsas.
Senborlnha Andreza Lobo, Pernambuco, 11 to-
nos, solteira, Santo Antonio ; tubrculos pul-
monares.
Roque Francisco de Oliveira, Minas, 50 aonos,
aolteiro, Boa-Vista! desrrha.
Cosme, Pernambuco, 1 anno, S. Jos; hvdro-
pesia. *
chrqnica^judTciaria.
Tribunal da Relaco.
SESSAO EM 13 DE SETEMBRO DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO BRUEL1NO
DB LBAO.
A's 10 horas da manha, presentes os senhores
desembargadores Silveira, Lourengo Santiago,
Motta, Peretti, Aecioli, o Pereira Jorge, faltando
os Srs. desembargadores Caetaoo Santiago, Gili-
rana, e Guerra, procurador da coros, abrio-se
a aesso.
Paaaadoa oa feitoa, e enlreguea os distribuidos
deram-ae os seguiotes
Jl'LGAMENTOS.
Recurtot crimes.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Cyria-
co de Souza;
Relator o Sr. desembargador Silveira.
Sorteados oa Srs. desembargadores LoureDgo
Santiago o Motta.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, \ielor Nobre
Vianua,
SESSO ADMINISTRATIVA EM
DE 1662.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. l'ESEBBARGADOR
F. A. DB SOUZA.
A's 10 horas ds manha, reundoa os Srs
depulados llego e Lemus, o Sr. presidente*
declarou abena a sesso para mero expediente
e desiguou o depulado Lemos para servir de se-
cretario.
Foi lda e approvada a acta ds aesso anteca-
dente.
Leu-se o seguinte
EXTEDIENTE.
L'm officio da secretaria do meriliasimo tribu-
nal do commercio da.capital do imperio de 12 de
agosto, communicando ter aquello tribunal an-
nullado a matricula de Antonio Sosres 'AIva-
renga MeiloAccuse-se a recepgo, e fagam-ae
aa aDnolagoea a reapeito.
Outro do depulado suppleote J. F. L. Pena, do
1 do corrente, communicando nao poder temar
parte nos trabalhoa do tribunal em razo de seus
incoramodos de saud.Inteirado.
Outro da conservatoria da farabiba, de 9 de
setembro do eorreute, informendo sobre a peti-
Qo do becharel Francisco Lucas de Souza Rin-
gel.
Foram presentes aa cotigee ofuciaee dos pre-
goa correntea da praga, da ultima semana.Ao
archivo.
DESPACHOS.
Um requerimento de Jos Paulo ds FoDseca c
Pedro Maurer, aatisfazendo o deapacho do tribu-
nal. Kegistre-se.
Outro de Francisco Antonio de Brito, pediodc
o registro do dislralo e liquidago da sua socie-
dade com Francisco de Paula deQuelroz Fonse-
ca.Registre se.
Outro de Jos Lopes da Silva Guiroares, Jos
Anton:o de Souza e Vicente Alves Machado, pe-
diodo o registro do seu contrato de sociedade, j
visto pelo Sr. desembargador fiscal. Regis-
tre ee.
Ouiro de Fnnciaco Ferreira Borges, gerente da
compaohia Pernambucana de navegago costoir
pedindo carta de registro para o vapor Maman-
guupeSelladoa os docementoe, volte.
Outro de Manoel Joaquim Ramo e Silva A
Genros, pedindo o regiilro doa titulo, qae os
nomeou agenlta da companhia SegnJade do
Rio de Janeiro.Corno requeren).
Outro de Joe Bepliata Fragoso, pedindo por
cartido da data do registro do contrato de aua
sociedade com Ifioacio Pereira do Valle, assira
cmodo registro da dissolugo e da firma aob a
qul syrava a raesraa sociedade.B-ae-lhe.
Outro deJoio Pinto de Lemos, pedindo por
cerlido o regiitrode arreodamento do trapiche
Alfandega Velha.D-ae-lhe.
Outro de Frederico Robilliard, por aeu prepoa-
to Jos Antonio Pinto, pedindo prolongagao de
tempo para tratar de sus saude ua Europa, onde
est.Vists so Sr. desembargador fiscal.
Deaireos suppleoles de debutados da mesma
volaco, foi sorteado para completar o tribunal
Jos Marcelino da Rosa, quem mandaran) se
convidaaae a tomar assmio na primeira aes-
ao.
DE SETEMBRO
SESSAO JDICIARIA EM 11
DE 1862.
PHBS1DENC1A DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
SOL'ZA.
Secretario, Julio Guimaret.
A' meia hora, o Exm. Sr. presidente abri o
aesso, estando presentes os senhores desembar-
gadores Villares e Silva Guimaraes, e os senhores
deputados Reg, e Lemos.
Lda, foi approvada a acia da sessao ante-
rior.
DESICNACAO DB DIA.
Appellanle, Jos Joaquim da Cacha ; poells-
dos, fiase! Frerei.


V,
DIA10 Dft MIJiMIDCe. SEGUUDA fBA 15 DI SfiTEMBRO 18ffc
Designado o primeiro dia til.
Appellantes, Joaquim Juvencio da Silva como
administrador de aua (lina e lestamenteiro de
Antooio Fraociico Pereira e Rosa Mara de Li-
ma; appellado, Vicente Nunes da Serra.
Designado o primeiro dia til.
PAS3A6EH3.
Appelltnle, Manoel da Silva Pasaos, represen-
tantes de Novaes & Passos do Rio de Janeiro e
appellado, Tasso & Irmao, curadores da massa
fallida de Novaes A C. desta cidade.
Do Sr. desembargador Silva Guimares ao Sr.
desembargador Villarei.
Appellantes, Almeida & Caj ; appellado, Joa-
quina Antonio da Silva.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desem-
bargado: Silva Guimares.
DUTKIBUICBSf
Appeliante, Guimares & Irmao ; appelladoi,
01 administradores da massa fallida da Siqueira
& Pereira.
Ao Sr. desembargador Silva Guimares.
Appellantes, lalliraann Irmos K Companhia ;
appellado, Jos Alves da Silva Gaimares.
Aj Sr. desembargador Villares.
GGRAYOS.
Aggravante, toiqailina Mara do Livramenlo ;
aggravado, Elias Mariubo Falco de Albuqaerque
Mannhao.
Aggravaute, Jos Rodrigues da Silva Rocha ;
aggravado, Mauoel Rodrigues da Costa Maga-
lhes.
Aggravantes, os caradores Qsdes de Amoros,
Fragoso, Sanios & C.; sggravados, Flix Souva-
ge&C.
Aggravantes, 01 curadores Qscie de Seve, Fi-
lhos ^ C. ; aggravado. Rodolpho Krutkem-
barg.
Aggravaota, No Florencio B-tnicio de Mello ;
agravado, Julio i& Coorado.
Aggravantes, Muoii Irmao &C. ; sggravado,
Hsory Gibsoa.
Aggravantes, os curadores Qscaes de Seve, Fi-
laos & G.; sggravados. Aiamioo Howie A C.
Tiveram provimento.
Aggravsote, o leneute-coronel Joiquim Lacio
M onieiro da l'raoca ; sggravados, o presdeme e
directores da caita Ulial do banco do Brasil.
Aggravantes, Joj Antonio Mortira Dias & C. ;
aggravados, os curadores titeaos dos meamos.
Nao tiveram provimento.
NiJi mais houve.
Communicados
Aos Cearenses.
Aioda mi vez se acbt vaga urna das cadtiras
de Soadr do Imperio pela provincia do Cear.
ainla tama ve nos punge o devr de virmos
imprensa proclamir um nome. que s por si
uoj titulo de honra para o paix inteiro. O Sr.
Oeseoibargidor Jeronyrao Marlialano Figeira de
Mello contiendo en todo o Imperio e fra del-
le. como umt d telg-ncias do Brasil. Por varias vezes tem sido
pripoito para o alto asstnto a que agir o dete-
jim >s ver elevad, mu cireumstaociaa que nao
qjare nos nam da'tnoi squi exjr, tera feito
que o sen oras espere raelhor oecisto. Ella
chegida. Aiala h pouco, doii el talaos res-
peittveia do Itactfe, ao varem separar-se para
semtre d- Pernaraouco o Sr. Desembargador Fi-
gue:ra de Mello, reproduiiraoi pela imprenta a
sua vida publica, como deputado, como admi-
nistra lor, cinio magistrado, como estajista, co-
mo hornera da lettras, e at como simples cida-
do. A< erdaJes que estes dois homeos sisa-
dos publiciram estao ainda bem vivas no aspiri-
to de tolos : a dedicago esl'nua patria ;
o estado iocessanle das scieoeias econmicas e
di goveraa$ao ; o goal) e a cultura lio pro-
vada das lettras humanas: o amor sempre
vio do ninho seu paterno ; o alio (uocciooa-
rio do Estado carregado de servigos ; nsl-
mento o coragao do philosopho a do amigo, sa-
c::;!culi v sera reserva por quaotos lem delle
? ecessidada, as raais arriicidis e mais tempes-
tuosas crises ilo paiz.
Nio necessario mais. Reconiraendar o oo-
ma do Desembargador Jeronymo Martiuiano Fi-
gueira de Mallo aos eleitorS da nossa provincia
para o eminente cargo de Senador do Imperio,
recommeo lar-lhes ura acto de ju9tiga deuida ;
exigir a tolvabilida le de urna grande e anti-
ga divida, e querer palentear o valor da estima
naciontal a uaua granle e reeouhecida illtas-
traejio.
E ou a lgica do pondundr poltico insufli-
eieata para aisantar os seas actos da maior vulto
uoj principios de justiga que presilem s niQes,
oj a riosn syeraooa a a nnsa f sao mais que
uoiidas pira atreitarmos qus o nome do De-
sembirgalor Jaronymo Martiniano Figueira de
Mello s tj o primeiro n'aqueliei qae na lista tri-
plico tera de ser appresontados pela proviacia
do Ceir 5 augjsta escolha do Soberano, sa pr-
xima eleicjj para Senalr, a que se vai pro-
ceder.
Os Cearensei.
Ten lo lid O no Jornal do llecife de hontem
urai noticia dada pelo procurador ilo Dr. Neto, da
cobraoQa de urnas decimas de 1533 na importan-
cia de 391)00 ara que seu autor manifesla clara-
mente o odio eaversao que tem ao sco e aos
empregvloi do juizo dos feitos da fizenda desta
proviocia. corre-me o dever de explicar ao res-
peita'el publico esse (acto que se danomiuou de
ds^rp>ito, tlsto como me acho h> onze ueies
occupindo o lugar de juiz dos fallos da (azeoda.
A thesouraria provincial, lando procedido a li-
quidarlo do imposto da decima da freguezia dos
Aog ios desde 1833 4 1334 at 1851 1832, con-
iderou como dev4dors do mesmo imposto os
ltimos poisuidores dos predios que devassem
decima, em coosequancia de s* acharem eiles
kypolhecados fazeola para esse pagamento por
forga do art. 21 '1 do rag. n. 152 de 16 de abril
de 152, d remotteu para juizo urna relago des-
ses leve lores era data de 26 de agosto de 1857,
vi-ul i nella iacluiJo o Dr. Neto como possuidor
*te 1851 a 1852 da casa no lugar da Casa Forte n.
32 como devedor da quantia de 3J024 de deciraa
do vino flnaoceiro de 1833 1831.
O Dr. Nato na) possue essa casa desle 1833,
como diz seu procurador cora o tira de descon-
ceituaro juizo dos (ellos da fazenda, mas sim de
1851 1852, sendo coosiderado o Jevedor dessa
decima, por que o ouua acompanhou a essa casa
que comprou, e era seu ultimo possuidor.
T-tudo viudo essa relicto para o juizo a 25 de
tgoato de 1857, o Dr. procurador iscal requerau
a meu digoo antecessor em principios de 1858
mandado eiecutivo contra o Dr. Nto, que se pas-
sou em 3 defevereiro de 1858, e sendo elle en-
tregue aos oQiciaes do juizo, s em 26 de junho
de 1861 certilicou um delles qie o devtdor 9e
achava (ora do imperio, em coutequencia do que
requere o mesmo Dr. procurador Bscal qe se
lizess'! a citaQao por carta de '.'h cora o prazo
de dez diss. Dados os quaes passou-se mandado
de peohora.que aeno effacluou por haver sido
pago o debito e cuatis que foram contadas nos
utos na importancia de 12$700.
Em vista disto perguoto, qual o desproposito
que ie deu ? Qual a le que se infringi ? Kes-
ponda o procurador do Sr. Dr. Neto, que i habili-
tado para o fazer, j qae to leviaoamente fez a
gravissima aecusago aos empregados do juizo
dos (sitos da fazenda constante do Jornal 4o Re-
cift.
Explicado assim o (acto que foi descripto pelo
inimigo do fisco, se reconhece evideiitemeote
primo que essa relagao doa devedores s veiu
para o juio em 26 de agoalo de 1857 ; secundo
qae o Dr Neto com a idade de 14 anuos nao pos-
auia essa cesa, cajas decimas sa lho cobraram, co-
mo fcilmente asseverou seu procurador, deven-
do saber o contrario.
Concluirei, dizaodo que s a 27 de margo do
correte son me veio s maos esse processo
com um requerimanto do Dr. procurador Gscal
que defer. ,
Recita 12 de aetembro de 1862.
Francisco Dominguesda Silva.
belino Guedes de Mello, a qual fol aprsenla i i pelo
promotor publico interino Dr. Loureo;o Bezerra
Caroeiro da Cunta: e que nao qusr e era deso-
ja tomar a responsabilidale legal ou moral de
semelhante acto. Macelo, 14 de agosto de
1862.Miguel Feliclo Bastos da Silva), dra
denancla contra aquello honrado (unecioaario
porcrime de roabo.
Factos desta ordem devem contristar os ho-
mens da bem, porque mostram que ntm sempre
basta um procedimento honroso pira pr-nos
ao abrigo de certas implsenos at mons-
truosas.
Entretanto aiseveraodo desda j ao publico
que o sso amigo Urabelino, netesssriamente
Correspondencias
Sr$. redactores. Apreciador das distioclas
qualidadea do muito digno inspector da thesou-
raria de (aznla da provincia das Alagoia,o Sr.
Umbelino Guedes de Mello, como qua horrori-
sou-me ao aaber a noticia pelotea Diario a. 255,
de 5 do correla mes, que cerlo bicha re apro-
veitando-ie da circunstancia do achar-se por
alguna dias ao exercicio interino ds promotoria
da capital daquella provincia, (como as v da
declaraco do respectivo promotor, publicada no
peridico denominado O Progressista Constitu-
cional 1* qae diz: O abano assigoado pro-
motor publico da comarca da capital declara, que
oenhuma parte tare na denuncia dada contra o
aenhor inspector da thssouraria da (azands, Um-
redactores, o favor do transcrever em seu Diario
os docameotos abaiio, i publicados no Diario
do Commercio, daquella provincia d22deagoito
do correte anno, n. 192; sendo que a portara
do governo deita provincia de 16 de maio do
anno de 1851, (ot pablicada oeste Diario de Per-
nambuco de 22 de maio do mesmo anno de 1831
n. 116, sob o titulo expedisnte do governo.
Publicando-me Vmc. igualmente o quinto j (oi
publicado pelo mesmo Diario de 10 de junho do
anno de 1851 n. 131, sob o mesmo titulo exped-
eote do governa da proviocia, para recordarlo do
mesmo publico, que o seguiote. (*)
Expersmos que o nosso amigo sabir se ha
melhor dessa celebre denuncia, dadi contra elle,
do que sahio-se o sea denunciante do procaaio
que lhe (oi aqu instaurado em o anno de 1851,
que teva o resultado que cerli(i(ou o eicrivo
privativo do jury desta cidade, Joaquim Francis
co de Paulo Esleves, que se v j publicaJo,
no reerido Diario do Commercio d9 Alagas
n. 192, abaixo transcripto.
Recite, 11 de setsmbro de 1862.
O bacharel Lourenco Bezerra Carneiro da Cunha.
Jos Gomes Duirte precisa que V. S. manda
que oescrivao do jury, revendo os autos de
execugao de sentenes contra o ex-juii municipal
de Iguarass, Lourenco Bezerra Oro airo da Cu-
nha, lhe certifique a pena em que (oi condemua-
do dito juiz, e se (oi esta confirmada pelo impe-
rial tribunal da relago, e por ordem de quem
(o o exeutado processado. Por isso.P. S.
Ulna. Sr. Dr. juiz muoicipal da 1* vara deferl-
menlo.E recebar merca.
Certifique. Racife, 17 de maio do 1862 la-
vares e Vasconcellos.
Joaquim Fraociaco de Paula Estevas Cirnante,
scrivao privativo do jury e execugoes do termo
do Recite, por S. M. o Imperadora quem Deus
guardo etc.
Certifico que revendo os autos de execugo de
senteoga de que trata a petigo retro, delles consta
queo executado, Loureogo Bezerra Caroeiro da
Cunha, (ol coodemnado pelo juiz de direito da
segunda vara por entonga de 21 danovembrode
1831, como iucurso nis penas dos srts. 142 e 152
do coligo criminal gru mximo, por se darem as
circumstancias aggravantes do art. 16, 4o. e do
art. 14, 5 Io e 4* do referido cdigo, caja sen
tanja (oi conrmada por accordao do superior
tribunal da rslago de 20 de abril de 1852 ; cerli-
Iiai mais queo mesmo executado (oi processado
por ordem da presidencia desta provincia, com-
munleada em odi-.io de 16 de maio de 1851. e
qe acorapanhou a portara da mesraa data, que
o suspeodeu do exercicio de juiz municipal e da
orphios do termo de Iguarass: o reerido
verdade e consta dosauos aupraaitos, aos quaes
me reporto.
Racite, 17 de maio de 1862. E Joaquim Fran-
ciicode Paula Esteves Ciamente.escrivao a subs-
cravi e assigoai.Joaquim Francisco de Paula
Esleves Clemente.
lllm. e Exra. Sr. presdanle. Jos Gomes
paarte a bam de sea direito, precisa que V. Eic.
lhe niaode dar por certido o theor da portara
dessa presidencia, expeJid em 15 de maio de
1851. que suspendeu o juiz municipal de Igua-
rass, Loar6ngo Bezerra Carneiro da Cunha : peto
r merc. Jos Gomes Daarte. Recie, 8 de
malo de 1862.
Patio. Palacio do governo de Pernambuco, 9
de maio de 1862.M. F. Correa.
Era umprimento do despacho retro, certifico
sera portara qua o supplicante peda por certi-
do do theor seguiote:Havendo Auionia Mara
dos Prazeres, traziJo urna queixa a esta presi
deocia contra o juu municipal do termo de Igua-
rasa, o bacharel Lourengo Bezerra Carneiro da
Cunha, allegando ter sido preso injustamente seu
marido Josa Clemeute de Saoi'Aona, por ordem
daquelle juiz, erecolhido ca lea esequestradoi
tolos os seus bens, flsgellado assim por tanta
persegaicao, eolouquecura, a nesse desgragado
estado assassigora compaoheiros de priso, e
evadin1o-se (ora por sua vez assassinado oas ras
daquella villa, sem que aquelle juiz dsse provi-
dencias para a ponigo do crinie, e reparago da
ijuslig (eita. e qua ao contrario lhe constava
que os bens do seu casl, injustamente sequeatra-
dos seu tinado marido, lioham de ser reparti-
dos por estranhos, ticando ella com seus tllhos
menores reduzida e miseria, foi a dita quaixa
ramettida ao juiz aecusado, em data de 10 de
margo do correnta anuo, com o despacho desta
presidente comante do documento em n. Ia para
informar sobre ella, providenciar logo a que nao
ossem usurpados os poucos bens pertencantes
sos orphos limos da qoeixosa, e em ludo o
raais proceder como (osse de lei e de justiga.
En data avangada do mez de abril f a presen-
tada a esta presidencia, com oTicio de 30 do dito
mez da margo, sob o. 2*, a resposta daquelle juiz
constante da documento n. 3", acompanhida dos
documentos em n. 4" e 5", que sao os procesaos
urigiuaes da priso do ua lo marido da queixo-
sa, e do arresto a levanlamenio do mesmo pela
entrega dos bens a lerceirai pessoas, e em na-
maro seis, que consiste na certido do auto do
corpo de delito, que se procedeu uo cadver de
Pedro Jos Fernaades, e as pesaois de Antonio
Jos Mjreira e Jos Cemente, marido da quai-
xosa : mas porque nao (osse devolvida a quaixa,
oem a resposta sobre ella estivesse aisigoada,
(orara para isso expedidas as portaras sob os. 7
e 8, em que demais se ordenou que o juiz secu-
ndo allegaste cumprilemoote ludo quauto ti-
veise em seu favor, e polesie juaticar seu pro-
cedimento nesta oceurrencia, ao que procurou
satistizarcom a resp03ta sob n. 9, acompaohada
do documento sob numero 10, que o mesmo j
referido sob u. 6, era que veio ao conhedmanto
desta presidencia, com oCcio do juiz de direito
da 1" vara crime desta co.maraa sob n. 11, dal-
lando de ser devolvida a queixi por dizer ha-
v4 la perdido. Eximiaaios oi documentos a
reipostts do mencionado juiz municipal, resulta
com evidencia, da qua se Irata.abusos escan-
dalosamente do seu estrago, fizenJo violencias
as parles e iuligindo manifas'.amente a lei.
Porquanto, allegando Joao Paulo de Moraes,
que seu irmao Cypriaoo Lopes Galvo hsvia per-
dido urna carteira, em que diz contar 350jj000, e
sendo achada por Antonia Maria do Espirito San-
to, raulher de Jo3o Googalves da Luz, se apos-
sra Jos Clemente de Saol'Auoa de cinco notas
encarnadas o duas amarellas, aendo tres daquel-
las de 50v, duas de 10$, e as amarellas de 20J>,
em pagamento de um cavallo que aos mesmos
vandola.
Seguio-se do facto assim expotto ordenar o
mencionado juiz urna busca em cata do dito Jos
Clemente de Sant'Anna, e aua priao, qua atrac-
tivamente se executou, ao pasto que Antonia Ma-
ria do Espirito Santo, que havia acbado a cartei-
ra, e com seu marido extraviado o dioheiro o qae
exuberantemente se acha provado pelo dito de
ums testemuoha presencial, pela sua propria con-
sso, e pela circumstaocia de se achar em seu
poder a dita carteira, ainda comalgum dinheiro,
na busca a que de ordem do dito juiz tambema
procedeu em sua casa, nao s nao (oi recolhida
priso, o que se vo do documento o. 12, como Q-
gurou no processo na qualidade de testemuoha
nica de quem proveio toda a aciencia do (acto com
relago a Jos Clemente, apezar de ser manifesla
e reconhecdamente autpelta.
E nao s tato:preso iojusto e illegalmente o
marido da supplicaote,nao obstante ae lhe ha-
ver j appreaendido ludo quaotodeste dioheiro,
razoivelnenle ae devia auppor que eslava em
seu poder, visto que a^miilido mesmo o depoi-
ment de Antonia Mara do Espirito Santo, que
em vez de r flgurou de testemuoha, havendo o
dito Jos Clemente am troca do cavallo recebido
della o de seu marido qualro notas encarnadas e
duas amarellas, nao se exclue, antes se deve acei-
tar a probabilidtde da que taes notas perlaziam a
sommt de 80$, foi-lhe ainda arrestada urna es-
trave da nome Felicidade de tea dominio e per-
tengio, como certiflcsm ot ofciaes da dili-
gencia.
QuaaJo mesmo poieste admillir-ae que o ma-
rido da qaeixost devesie responder pela quantia
. de 350$, que Joao Paulo de Moraet ditse (mas
sanir tnumphanle, de3ta celebra denuncia in-1 nunca provou) que conlinha a cartoira, parece
contra elle, vimos peJir-lhe, tenhores am vista do qua tica extractado dos documentos.
que a* lhe havs j tirado bem dasobejo ; mas
posteriormaott um segn lo sequestro se lht (ez
no restante de seus bous, casi de morada, rogas,
cavallos, movis e ale ot mais iusiguitlcanles ob
jectot do seu uto.
Esta violencia deu lugar que o desgragado
perdesse o uso da razo,e nessa estado matasse
na cadeia a um compaoheiro de priso, feriste
gravemente a outro, e evadindo-ae (oste por sua
vez etpaocado as ras daqaella villa, to (orte-
mente que de novo arrastado para a cadeia, e (se-
gundo consta] potto em um irooco sam auxilio
ou aoccorro algum, ahi no da immediato, 15 de
(evereiro do correata tono, perdesse a vida dei-
xando ao desamparo urna viuva e (iihos menores.
Tamanha desgrana que devis consternar a
um homem de sensibidade ordinaria nao poda
deixar de a 1 vertir ao mencionado juiz do rasal
lado e perigos de seu errado proceder, para o
detviar delle; mat assim nao acoateceu. Nesse
mesmo da com manifests iutracgilo da ordenag3o
litro ttreeiro, titulo 31, paragrsphos segundo e
terceiro, foi julgado o arresto (eito em todos os
bem do infeliz Jos Clemente de Sanl'Anoa, tem
que se provista certeza da divida, poit que o
depoimeoto auspaito da verdadeira r Antonia
Maria do Espirito Santo no concluiente, nica
que deu 9cienca s outras lestmuohss, e muito
meos (osse admissivel o outro queslto exigido
em direito, e que o juiz lave em vista a tutpeila
de fuga pois irrisorio auppor, como o dito juiz
tuppoz, suspeita de fuga e capaz de oceultar baos
para subtrahir-se ao pagamento da divida um
desgragado que j nao gotava de aua razo, es-
tiva metlido em um tronco dentro de urna ca-
deia, e nos ltimos paroxisraos di vida. E' alu-
da pira notar-se a precipitago com qu* o juiz
te houve julgando um feito em que nao sa tan-
toa a conciliago, a qual na especie de quu se tra-
ta, posto que podesse ser (eita posteriormente ao
arresto, devia veriQcar-se todava antes da san-
tenga nos termos do disposto no art. 5* dispt.
prov. acerca da adm. da jutt. civil.
A eterava arrettada como aendo da posse e
pertengo do Anido Jos Clemeote de Sant'Anna,
foi por ordem do juiz entregue ao coronel Joi-
quim Cavalcanti da Albuquerque em vista da sim-
ples apretentago de um papel de compra por
350$, ptasado posteriormente ao arresto, a rogo
de Jos Clemente de Sant'Anna, que disse, mas
que nao mostrou ser seuhor da dita escrava, e
isto sam audiencia dos herdeiros do arrestado,
aos quaes o negocio Locara directa e positivamen-
te, e por mero accordo com o arrestante, que p-
denlo trantigir sobra o arresto, e consentir que
elle sa Uvautasse, era entretinto maoifestimen-
te incompetente para transigir sobre o domioio e
pona que interessava ao arrestado, e do qual nao
tico'.i privado pelo arresto como crtente em
direito.
Todos ot dermis beos de raiz, movis, semo-
ventes, que htviam sido arrestados, foram entre-
gues a Joao Paulo de Moraes por ordem do juiz,
e em virtude de ama cesso constante de um pa-
pel assignado a rogo da viuva, cesso est evi-
dentemente dolosa a nulla : porquanto ot bens
cadidot excedem a importancia di divida, se
que slguma havia, a obrigago de solva-la, visto
que nao se provando que o arrestado recebeste
mais do qae quatro sedulas encarnadas o duas
amarellas, que bem poliam pertazer a quinta da
80$, porque vendeu a Joo Gingalves da Luz e
sa_niulher um cavallo, sendo aquellas sedulas
contra elie, a em que haia senteoca condemna-
toria.
Alm dissjo Dimrio Novo, deu pubiicidade a
um accordio da relago do ditlricto, do qual re-
sulta ter o dito Loureogo Bezerra Cirnaira da
Cunha vendido am eteravo quo nao era seu, e
do qual nao apresentou titulo algum de proprie-
dade.
No exercicio do lugar de juit municipal elle
argido de muitat pravaricigaet, e de receber
peitis; em cootejuencia de chegsr ao meu co-
nhecimento tins arguiges, recommendei eojuiz
Je direito da teguoda vara crime desta idade,
Alexandre Bernardino dot Res o Silva, qua pro-
cedesse coolra elle, informando-ae do aeu proce-
dimeuto na ultima correigo que fez na villa de
Igiiir.istu'.
O dito juiz de direito est eonveucido dt exlt-
tencia deesst peitas, porm nao pode formar pro-
cesso,3no j porque os paitados, estsodo sujei-
los a pena recusara depor, como porque em ge-
ral dificil achar leslemuoha contra juizes, que
se achara em exercicio de sua juriidicco.
Eslo em andamento contra o mesmo juiz al-
gum processot de responttbilidade, mat as pe-
nas que lhe cibera, nao importam a damisso, a
qual repulo argeoie, e por isso, entendendo qae
aso eslaudo elle ainda munido da caria impe-
rial, a demitso pode ter lugar pela aimplet re-
vofago do decreto de sua nomeago, informo o
expotto V. Exc. para que ae digna de leva-lo
preseoga da S. M. o Imperador, afim de que o
mesmo Augusto Senhor retolva o que for justo.
Deut guarde V. Exe. Palacio do jtoverno de
Peruambueo 30 de novembro de 1849. Uta. e
Exm. Sr. Euzebio de Queirax Coetioho Maltoso
Cmara, ministro e secretario da ettado dot na-
gociot da juttiga. Honorio Hermeto Carneiro
Leso.
Conforme. O ofBcial-maior, Joaquim Pirea
Machado Portella.
Terceiro.
Copia.Reservado.Primeira secgo. Minis-
terio dos negocios da justiga. Rio de Janeiro,
17 de dtzembro de 4849.
Illm. e Exm. Sr. Em retposla ao oflicio ra-
aervado o. 9, da 30 de novembro, de cujo con-
teudo tico ioleirado, cumpre-me communicar
V. Exc. quo, ten lo o bichirel Lourengo Bezerra
Caroeiro da Cuuba, juiz muoicipal da Iguarass
tirado carta em 5 de Janeiro do correcle anno,
impossivel tomar-te a medida que V. Exc.
propoz no referido oQi.io em supposigo do con-
trario.
Deus guarde V. Exc. Euzebio de Quairoz
Coutinho Mattoso Cmara. Sr. presidente da
provincia de Pernambuco.
Conforme. O olfleial-mtior Joaquim Pires
Machado Portella.
Publicacoes pedido
At maoeiras summamente delicadas e urbinas
com que o Exra. Sr. Dr. Trittao de Alencar Ara-
ripe te dignou tralar-me durante um mez e 9
dias que serv interinamente o lugar de escri-
vo do juizo especial do commercio desta cid ide,
me peohoraram de tal modo qae eu (altara a
ura rigoroso dever se deixasse de vir manifestar
ao dito Sr. Dr. a minha profunda gralldo e o
rospeito qua lhe tributo.
Receba S. Exc. esta exprasso ingenua do
meu agradecimento, e recooheg que esta lin-
guagem me parte do corago.
Recite 11 de selembro de 1862.
Joo Vicente de Turres Bandeira.
aI CHIxas 2 birricat e 1 fardo pedrt-hum, mot-
tardt, brochas e>rvaa medicinaea ;a Pedro Mau-
rer 4 C.
2 volamos penetras de rame, 1 eaixao sapa-
lot de tranga a Martiaho Lopes Res
1 caixote livros; a Victorlon Jos Montairo.
1 pteote ctmisai; a Joao lanado da Coila.
5 aaccoa cominhot; a Antonio Lulz deOliveira
Azevedo.
1 eaixao livroe; a Amorim Irmaot.
3 ctixat chimilas de relo: a Joiquim Perelra
Arantes.
1 dita ditas dito ; a Fraocisco Laix de Oliveira
Azevalo.
1 dita ditas dita; i Sityro Serstlm da Silva.
30 ditas cera em velas; a Aotouio Vtlenlim da
Silva liara oca.
1 caixoia impratsoa ; a padre Ignacio Francisco
dot Ssotoi.
a Gracilitno Octavio
a Jttquim de Al-
Fon-
Louga- -
vendeu -ta
de premio
com
sobre a
de 10$, e estas de 20$, e sendo-lbe apprehendid.
esta quantia, como foi, solvida eslava qualquer
respoosabililade.
Em seguodo logar a cestso nao podia ter lu-
gar sem que fotie nomeado um tutor, que fallaa-
a I ae por parte dos menores, visto que eslaodo os
'bens em commum pela morte do arrestado, a
viuva nao podia dulles dispor, ou sobre elles fa-
zer qualquar traosacijo, sam que procedette au-
dieucia dottor( ord. liv. 3. til 41 ).
Em terceiro lugar nao podiam ser vendidos os
bem, principalmente os de raiz, no quaes lioham
parto os orphot, tem que procedendo avaliago,
,fossem levados a hasta publica ( ord. liv. 1. tit.
83 25 e 26 J.
Eraquarto lagar, importando a cetso urna
doago insofilum, nao podia o juiz consentir nella,
sem que tivesse sido paga a ciza do bam de raiz
e sella proporional, porque equivala um titulo
de traosferir a propriedade, seado como a doa-
<;o insolilum ama verdadeira alieoago not ter-
mos do alvar de 5 de maio de 1801.
Era ultimo lugar, para notar-se qae o juiz
Czesse reparo noa termos em que foi recebida
essa sasso, na qual a viuva renunciou todos os
direitot a privilegios que polestem competir em
qualquer lempo, nao sao s a ella, como aos me-
nores, aiuda depoit de emancipados, para recla-
mar, por isso que para preeucher a meiago dos
orahaos tiuhi ella valia ou quantia mu superior
a esses bent que cedia, ella cuja misara o juiz
confessa era sua resposta, expilo para declinar
de si a responsabilidade da desgrag acontecida,
qua recebera era sua casa, lhe ministrara os soc-
corros de que precisava, a promover em seu f i-
vor urna subscripgao, offerecendo-lhe tus pro-
tecgo : ella, em verdade to misera ve! que nao
lhe valendo as recomraeo Jagoes desta prasiden-
cia, expedidas em lempo quelle juiz, para evitara
espolisago que veio a soffrer, fol refugiar-se cora
ot desgranados orphios em municipio diffareuta,
onle vive a indigencia.
Pelo que o presidente da provincia usando da
attribuigao que lhe compete pela disposigo do
paragrajho oitavo do artigo quinto da carta de
lei de tres de outubro pe mil oito cantes e triota
e quatro ; resolve suspender, como electiva-
mente suspende, o mencionado juiz muoicioal e
de orphos do termo de Iguarais, bacharel Lou-
rengo Bezerra Carneiro da Cuaha, para ser res-
ponsabilisado no juizo competente, econstam dos
documentos oestsreferido*.
Palacio do governo de Pernambuco, 16 le maio
de 2851.Jos Ilelfonso de Souza Ramos.
Nida mais se conlinha em diti portara, a
vai fielmente copiada.
E pira que asiim o conste putei a presente
certido nesta secretara do governo da provin-
cia de Pernambuco, aot quartoze diss do mez do
maio de mil oito cenloe tstenla e dout quadra-
getslmo priojeiro da inJependeatia do imperio.
O offical archivista. Jo3o Valentim Villelt.
Primeiro.
(*) Remetto-Ihe para o conveniente uso quando
tenha de articular a aecutaco do juiz muoicipal
de Igusrats, Loareogo Bezerra Carneiro da Cu-
nha, no processo de responsabilidade qae ae deve
instaurar pelo juizo de direito da primeira vara,
em virtude dt portara da 16 de maio ultimo, que
o suspendeu do exercicio daa respectivaa fanc-
ges, os documentoi constantes das copias in-
cluas, cada um dot quaet por aeu modo moatra
a iucapacidade daquelle homem para o cargo em
que se acha encartado, e a necessidade de ottri-
bunaet fazerem rigorosa applicago da lei a aeu
respeito, em bem da moralidade publica, e para
honra da magistratura.
Daos guarde VmcPalacio do governo, 4 de
junho do 1851.Sr. promotor publico dttti co-
A|t>-,
mi..
qua!
mu mmi
DO
Banco do Brasil.
Acaixa Alia! datconta letras com praao at
qualro motes a 10 Ofi, as do seu proprio aceite
a 9 0(0, toma dinheiro a jurot em coota corran-
te, ota por letrat a 7 0(0 ao anno, n saeta ao par
a cirloa praaoa, sobre o banco do Braail.
Caixa filial 9 de setambro de 1862.
Francisco Joo de Barros.
Secretario.
i
NOVO BANCO
DF
Pernambuco.
O novo banco d a Pernamcuco paga o 9. di-
vdanlo a razo de 12j por acgo.
l'rai;a do Recife,13 de seteiubro de
186.
As qualro horas da tarde.
COTAQOES OFFICUE3.
Cambio.
Sobre LonJres90 J/v. 26 3(4 por 18.
J. da Cruz Macedopresidente
John (iatissecretario.
AiXauataflra,
Haiidlnacito do dia 1 a 12. .
tdaa da di* 13 ;
177:691 2'J5
13 722J904
191:4148199
aoviaanto te alande*.
Valtmaa aotradoa coraiaxendaa..
< > com ganaroa..
Valames sahtdo* toa ittandaa..
f > oru leneroa..
45
782
== 827
90
433
== 523
Datcirragan no dia 15 da tetembro.
Palaeho americanoPalmatoferro e earvo.
Brigue portuguezLita II [arlaba de trigo.
Impurtavu-
Brigue portuguez Constante, viodo de Lltboa,
cootignaio a Msnoel Ignacio de Oliveira & Filho,
manifestoa o taguinte :
25 pipas alO barril vintgre, SO ditos e 6 pipat
vinho, 30 barris toucinho, 100 aaccoa fsrelo, 1
caito louga de barro, 1 pacots objactos dt arear
facas; aoa cooi'gnattrio*.
15 pipis 2 meias e 58 barris vinhos. 25 ditos
vinagre, 50 ditos toucinho, 100 ditos cal, 6 barri-
caa cera am grume, 30 caixat dita em velat; a
Thoraaz de Aquino Fonctta.
9 pipat 3 meiti o 8 birria vlohot, 6 barricas
cera em grume, 20 caixasjdita em velat, 100 ditas
batatal. 100 ditas ceblas ; a Tnomaz de Ajuino
Fooceci Jnior.
450 barr* cal, 25 ditos azelte, 40 ditot touci-
nho, 2) ditos e 8 pipas vintgre, 10 tceos comi-
nos, 100 ditot farelo, 350 caixat batatas, 75 di-
tas e 600 molhos ceblas, 60 caixas cara am velaa,
307 lages de pedra ; a Francisco Saverlano Rt-
bello & Filha.
25 barris vinagra ; a Canha Irmaot ai C.
2 ditos violo ; a Joo Quinao de Aguilar.
50 ditos toacioho ; a Palmeira ex Bellro.
50 ditos vinho e 250 ditos cal; a Maaoel Joa-
qaim Mamut o Silva & Gtnro.
2 ditot vinho; a Joaquim Francisco da Silva
Azevedo.
75 ditos a 5 pipa vinho ; i Krtbbe Thom & C.
5 ditos vinagre e 12 caixat vinho ; a Jos Fer-
nandos Lima.
60 barra cal, 10 aaccoa (arelo ; a Culos Fran-
cisco Ferreira Borges.
50 aaccot farelo e 3 barricas geaao ; a Manoel
Copia.Illm Exm. Sr.Chegando ao meu co-
uhecimeolo esta romance infamatorio, baixado
contra mKn em forma de portara, que se nao
digoartm de remelter-me at hoja, apezar de ter
ella aido publicada desde o dia 24 do mez pr-
ximo paatado, campra-me fazer sentir a V. Exc.
que deploro os males iacalculaveit qae resultim
dessa luz perniciosa rtflectida no corpo inerte e
o pico da actual admioittragao.
Essa portara cobre de ridicalo a aquelle, qae
desceu a ioveoeaar um acto justo o honesto, do
qual se achava cabalmente informado, protettan-
do infracgdes da formulas e soccorrendo-se para
isso de aubtil e eavelbecids chicana ; ella um
ignominioso aviltamento imposto pelas duas s-
pides,qae recolhldas em oaeio da apminittrago a oncalves da Silva.
diipaaicao em todot os sentidos com os aeus mo-| 10 pipas vinagre, 20 barril toucioho, 50 saccot
vimentoa convulaot de vingangat o furores ; ella farelo o 100 caixat cebolat; a Marques Birrot
tambera denuncia altamente o homem deapeita- & C.
do que em aua ral va pequenina correndo em bus-1 20 barritas cavada, 1 dita paiogo ; a Jos Mar-
ca de vendictia fere detatinadamente. [celino da Rosa.
Com altivez e sereoidade inseparaveia de urna j 30 caixotes azuleijoa o 43 volumea pedraa de
contelencia pura, etpero o resultado daste golpe'cantarla em obras; a Henrlque Bernardes de Oli-
dascarragado a aombra da lei, o qutl s deve fe-1 veira.
rir a moralidade daquelle que nao corou quando | 1 caixa agua de vocby ; a Aolooio de Azevedo
toverteu os facto, para que a matma lai podesse Vi'.la-Rouca.
ierappllca?ei. | too eaiaa batata, 50ditaa eebolaa o 13 ditaa
eos guarde a V. ExcVilla de Iguaraes, 2 vlnbo; a Marcelino Joto" Gongalvet da Ponte.
i6 i'tT? 18a1-lllm-e Eim Sr. contelhairo 6 caixat vinho, 4 ditateb ; a Duarte Si C.
Joseidelfonso de Souza Ramoa, presidente da 5 dina olao de amendoa, eapatalaa, plnctit do
provincia.Lourengo Bezerra Carneiro da Cunha.'penna, captulaa de porcelana, amoniaco, vidros
Contorme.O offical maior Joaquim Pires Ma- vatios e drogat medicinaes; a Joaquim Martioho
chado Portella. | d Cw Corr,;
m o n 5ec7ndo. I g barrica lnhaga, 2 caixotes vldro yatioi, 2
N. 9.Copia.-Roaorvado. Illm. o Exm. Sr. dito pote do louga, 4 barricaa carvao animal, 1
Levo preseuga de V. Exc. o offlco o doca- dita pi campeche, 2 fardo alateme, 1 dito o 1
mantot inclusos que em 30 da selembro pattado caixota ervaa medicinaes a Joo da Silva Farit.
me dirigi o juiz de direito da comarca de Pao 1 caixa vidroa vaaio, 1 dita 2 barricas e 2 far-
re,PnileDl10 a *<* ofBcioque lhe diiigi. dos orvat modiciatea, 1 barril vinho; a (Laore S
pestes documaotos resulta que o juiz muoici- Barbosa,
pal da Iguarattu' Lourengo Bezerra Carneiro 6 caixa o 3 barrica vidro vaio, mol de
.?. ?m 1 **" !la mPre8 Ml- belba a eivaa medicinaea; a Joo da C. Bravo
Tiara um procatto, qa na, dita camacca exiatia \ C.
1 ciixa oleo de alfizeraa
da Cruz M.
1 dita plaotaa madiciniet;
meida Pinto.
I caitote imagens ; a Manotl de Oliveira
tect Juuior.
800 librat dinheiro, 1 capoeira gallinhat daCo-
chinchina ; so caplto do mesmo.
Vapor (raocaz Guienne, viudo deBordesux en-
trado no dlt 13 mioKeslou o seguinte :
25 caixas queijos ; a Tasso Ir maos.
90 ditaa ditos ; a Braoder a Crandit.
II ditas ditot ; a Ferreira di Cottt.
1 dita tedas; a Manoel & C.
1 dita aaoguetugas ; a Mello Lobo & C.
2 ditas accordies ; a Joseph Rollen.
100 ditit vinho ; a Joao da Silva Faria.
1 dita injecgo de Browo ; a Caors & Barbota.
1 dita sangueaugas ; a Zerodio.
2 ditas chepos ue feltro ; a Chrittiani Irmo.
1 dita amostras de seda ; a Domingos & Car-
neiro.
2 ditis calcado eespelhot, 1 dita amostras e
(uvas ; a Linden Wild & C.
1 caixa mercearia ; a L. Chapelin.
1 dita tecido de algodo ; a Vaz& Leal.
1 dita roupa, a Cypriaoo F. G. Alcotorado.
2 barris vinho ; a Mendebour & C.
1 caixt modas ; t Ferreira & Araujo.
1 dita brinqaedos para criangas ; a F. Dubarry.
1 dita chapeos ; a E. A. Burle 4 C.
1 dita challes ; a Schafbeitlin & C.
1 dita oleo para piotura, 1 dita joiis (altas; a
11. Adoar*
1 caixa peonas e livros ; a J V. Souza.
1 dita luvas; a Lecomle.
1 dita objectos para igreja; ao padre algilo ti.
1 dita tedat ; a Monhard & C.
1 dita machina ; a Buassard Milhochau.
1 dita umsioele ; a Bral.
1 dita amostras ; a Southall Mellon & C
1 dita tecido da couro : a Ferreira & Mitheus.
1 dita papel ; a Tissel freret.
1 dita livros; a Menezet da Vaseoncellos.
1 dita amostras ; a Joo Kelter & C.
1 relogio de ouro ; a ordem
1 caixa ornamentos para Igreja ; a Joo Jost
de G. Moraes.
1 ctixa rendas de algodo ; a Antonio M. > ja-
res.
2 ditot chocolate e gravaras; a Manoel Jos de
Souza.
1 caixa impretsos ; ao cnsul porlugaez.
ditas massa de tomates ; a F. S. Rabello &
Filho.
6 caixas uvas, 4 ditas massa de tomates ; a Luiz
Jos da Goslt Amorim.
30 caixas velat ; a Thoraaz de Aquino F.
4 ditas uva; a Uarqaas Barros & C.
Patacho portuguez S. Jos, entrado lioje de
Buenot-Ayret consignado a Marques Barros &
C. manKestou o seguinte:
4.190 qq (hetpanhoes) carne de charqus, e 25
couros de cavallo ; a ordem.
Exportacao
Do dia II de selembro de 1862.
Brigue hespanhol Destino, paia Barciloua, tar-
regaram :
Aranaja Hijo & C 195 saceos com 1,002 arro-
bta e 18 librat de algodo.
Patacho hespanhol The moteo, para Bircelooa,
carragaram :
Tasto Irmaot. 102 siccos com 530 arroba de
algodo.
Barca ingltza Eothen, para o Canal, Carrtga-
ram :
Soathall Mellors & C, COO aaccot com 1.000
arrobat de asauear.
Barca americana Azelia, para Philtdelphia,
ca fregaram :
Maiheua Auslin fcC, 60 taccot com 300 arro
bat de asauear.
Dia 12.
Barca ingleza Itonatd, para .Liverpool, carre-
garam :
Brothers &C, 600 saceos com 8,000 arrobas de
asiocar.
Recebedoria dn rendaos luieruaa
Seras* de Pernarabafu.
Randimsnlo do 3
Idam do dia 13......; 903J725
Vinagro -
Vinho
Velas.....
mo
de
A ingleza
por ceoto
factura.
Maoteiga--------a (ranceza veodeu-aa de 480 s
510 rt. a libra, e a ingleza da
680 a 700 rt., fkando em ser
1,600 barris da primeira, o 400
i da tegunda.
n'a!aV i" T. vl- 44000 rs. a casa.
O.eo do linhaga- Vendeu te t l^ToO rt. oga-
I p lo.
Ilassas.....Vendeu-se de jOO a 4tOO0
I res a caixa.
Presuntos----------Vendeu-se a 14S000 rs. a ar-
roba.
[Queijos----------Os Oamengo v0Dderam-se da
, ,. 13100 a lgSOOrs.
habao-------------O amsrello vendeu te de 200 a
210 r. por libra, eo do Me-
diterrneo a 240 rs.
Toucinho---------- O de Lisboa vendeu-se de 7S50O
a 8? rs por arroba.
O de Portugal vendeu-se de
IO09 i 112o ts. a pipa.
Ot de Lisboa regularan, de
2IOj a 20j rs. a pipa do linta.
e o braoco de 210$ a 260jj ra..
eoide outros paizet de I80S
a aOOg rt.
As de composieao veuderam-
se de 600 a 660 rs. libra.
Descont-------O rebate de ellras variou do
.. 10 a 18 por cento ao anno.
rretes------------Para o Canal a 426, a para
Liverpool a 226 pelo lastro, o
l|2d. por librada algodo.
ALFANDEGA DE PERAMBUCO.
Pauta dos preco dos gneros sujeitos a dtreios
de exportacao.Semana de 15 a 20 do mes de
selembro de 1862.
It'ercaJoTlas. Unidades. Valores.
Abanos .....
Agurdente do cana,
dem restilada ou do re;
dem caxaga .....
dem genebra.....
Idtin alcool ou espirito
agurdenlo.....
Algodo em carogo. .
dem em rama ou em la .
Arroz com casca. .
dem descascado ou pilado
Assucar mascavado .
dem branco.....
dem refinado ....
Azeite de amendoim
dobim .
dem de edeo ......
dem do mamona.....
BatatiS alimenticias. .
Bolacha ordinaria propria para
embarque.......
dem Dna........
Caf bom...... ;
Mem escolha ou restolho .
dem terrado......
Caibros.........
Cal..........
dem branca......
Carne seccu charque. .
Carvao vegetal.....
Cera de carnauba em bruto .
dem idem em velos .
Charutos.......
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados,
dem seceos espichados.
dem verdes......
dem de cabra cortidos. .
dem de onca......
Doces seceos .'.....
dem em geleia ou massa .
dem o tu calda .....
Espanadores grandes .
dem pequeos;.....
Esteiras para forro ou estiva de
navio........
Estoupa nacional ....
Farinha de mandioca .
dem de aramia.....
Feijo de qualquer qualidade.
Frechaes.......
Fumo em folha bom .
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom.
dem ordinaro restolho
Gonima........
Ipecacuanha (raiz) ....
Lenha em achas.....
Toros.........
ou mon-
1j.-800j548
Consulado prov!nel>i.
Racdimantododial
Idam do dit 13.
a 12.
11:809 ;888
668S*Oi
15 4783C92
PIUCA DO RECITE
13 DE SfcTEHBBO a>K 183'
A'S 3 HORAS DA TArlE.
Revista Semanal.
Cambios Saccou-S) sobre Londres a 26
3'4 por 15 rs.. sobre Pars le
:1"j5 a 360 rs. por f., e sobre
Lisboa a 105 por cent) de pre-
mio, taccaodo-so cerca de S
50.000, sobre as pragas acin,
e a 2 por ceoto sobre a do Rio
de Janeiro.
A'godlo Conservou-ae alea chogada do
vapor da Europa acerca de
16jj rs., porm depoit da vin-
da delle sabio de 185-500 a 2(1-2
rt. por arroba, fx>ndo-se a
este ultimo o desta provincia :
do ;< Parahiba e Macelo nao
houve venda.
Assucar Ha pouco brauco velho, teodo-
se vendido de 350C0 a 3$600
rs. por arroba, someoos a 2jou)
rs., mascavado purgado de
29200 a 2#350,e bruto a 1$90
rs. por arroba.
Agurdente Vendeu-se de 48 s 595 rs. a
pipa.
Couros-----------Os seceos salgados venderam-
ae de C'J a 165 rs. a libra.
Arroz pilado- O da India vendeu-38 de2S200
a 25-900 rs., e o do Martohao
a 2$800 rs.
Azeite doce- O de Litboa venlen-se a 2JJ800
rs. por galo, e a 2j500 rs. o
do Eitreito.
Bacalho---------Rtalhou-se de 85OOO t I25OOO
rt. Qcando em ser 2400 barri-
caa.
Batatas Venderam-se a l200 rs. por
arroba.
Bolaxioha Vendeu-se a 45400 a birriqui-
nha.
Carne secca- A do Rio Grande vendeu-se de
25000 a 25800 rs. por arroba,
e do Rio da Prata de 2jj a
292OO rs., fletado em ser 65,000
arrobat da primeira e 22,000 da
segaoda.
Caf-----------------Vendeu-se de 7j)200 a 8000
por arrobt.
Cha-----------------Vendeu-se de 2*400 i2S50 r.
por libra.
Cerveja-----------Vendeu-se de 45200 a 52
rt. a duzia de garrafas.
Farinha de trigo-Chegaram esta semana trescar-
ragamento, do quao um de
Bjslon aeguio para o tul, a
deicarreganm, um de New-
York, e outro da Trieste, alm
do de 1200 barricaa di semana
antecdante. Retalhou-se de
219 a 225 rt. por barrica de
Pbiladelphia. de 21g t 235 rt.
de New-York, de 24$ a 25fj ra.
Genova, 25) a 26 rt. de Tri-
este, e 209 r. hesoaohola, fl-
caodo em aer : 4,200 barricas
d primeira. 5,400 da segunda,
150 da terceira, 3.100 di quar-
ta, o 130 da ultima, ao todo
12,980 barricaa.
Feijao---------- Vendeu-se de Ai a 5 rs, o
aacco.
Genebra- Vendeu-se a irjO ra. a botija, o
a 61T0OO r. ojfcateo.
amarello de
L'uhas e esteios.....ura
Mol ou nielaro.....
Milho ........
Pao brasil......
Pedras de amolar ,
dem de filtrar.....
dem rebolo......
Phssava........
Ponas ou chifres de vaccas e
uovilhos. ......
Pranchoes de
dous custados .
dem louro. .
Sabao .....
Salsa parrilha. .
Sebo em lana .
Sebo em velas.. ,
Sola ou vaqueta
laboas de amarello
dem diversas ,
Tapioca.....
travs .....
Uohas de boi .
Vinagro.....
Cha......
AKandega de Pernambuco 6 de selembro do
1862.
Approvo.(Assignado.) Barros.
O primeiro conforeute, Jos t'rrreira da Costa.
O segundo confitente, Jos Tomaz de Aguiar
Pires Ferreira.
Conforme. O 4. escriturario, Joaquim Albino
deGusmao.
cento 1*200
caada S10O
B 5100
$300
> S40O
> 9520
arroba IJJ600
185000
> J600
2S600
> 1S850
35000
45OOO
caada 23000
25200
> 1500
arroba 15200
> 4S0OO
8J000
85000
~500f3
libra 320
um 360
arroba 160
> 320
> 2100
> 1S600
libra 260
> 3C0
ceiito ScO
> 3>200
libra 170
230
> 10O
um 320
113000
libra I5OOO
320
500
um 4JO00
> 2^000
cento i6o00a
arroba 1J600
Mqueire 1S600
arroba 3S0O
1S200
um 5gtOO
> 1H$)00
> 7S500
> I050OO
> 48000
arroba 25OO
2t$W0
cento 2J00O
H5OOO
um 50OO
caada 200
arroba. 186CO
quintal 5500
urna 840
A$(M)
> 1S200
molhos 120
cecto 35OOO
urna I65COO
8tKO
libra 100
arroba 2">S000
55000
V 6:000
urna 23000
duzias llOS'iOO
7500O
arroba 3-;800
urna 85OOO
cento 200
cauada 280
libra 2J00O
Movimento do porto
A a cios entrados no dia 13.
Bahii5 diis, brigue hespanhol Toro, de 17L
tonelada!, capilao Jos Ferro, equiiiigera 12,
carga Jacaranda e lastro ; a N. O. Bieber & C.
Rio de Janeiro13 dias, brigue portuguez Mar-
garida, de 41 toneladas, cipitao J s Emy-
dio Ribeiro, equipsgem 14, am lastro ; a Amo-
rim Irao.
Navio sahiio no mesmo dia.
PhiladelphiaBarca americana Aelia, capilo
C. W. Kerlin,carga astucir.
Obiarvagao.
Suspendan do limaro para o Rio da Prati t>
polaca hespanholt Flora, canila Sensat, com a
mesma carga que trouxe de Terragons.
iVauius entrados no dia 14.
Portos do tul 6 dias, paquete a vapor ingles
Tyne, comraandantt J. II. Iellicoe.
Ass 32 dias, brigue nacional Liberal, de 278>
toneladas, capitao Joaquim Gomet deOliveira,
oquipsgtm 11, ctrga tal; ao capitao. Veio
largar o pratico e teguio para o Rio de Ja-
neiro.
Maceio2 das, brigue otciooal Guiltterinini. da
250 toneladas, capitao Manoel Correa doa Sau-
toa, equipagem 12, em lastro ; a Manoel Joa-
qairn Ramot e Silva & Georo.
Navio sahido no mesmo dia.
Southamptoa e portos intermediosVapor inglex
Tyne, commandanta Iellicoe.
Obsarvigao.
Apparece ao norte am brigue.
SdiUes.
O Dr. Trittao da Alanctr Araripe, offical da im-
perial ordem da Rota e juiz da direito especial
do commercio desta cidade do Recite e teta
termo, capital da provincia de Pernambuco.
por S. M. I. e constitucional o Sr. D. Pedro II
que Deut guarda etc.
F bro do correte anno 8a ho de arrematar por
venda a quem maia der em praga publica desta
juizo. depoi da audiencia respectiva 01 benaae-
guiotes :
Urna marqaeza de amarello, avaliada em ra.
159000.
Daa mesas grande de amarello avaliada cada
urna em IO5 rt.
Urna meta radonda da metra madeire, avalia-
da em 159 rt.
Um Qleiro da piobo enveroitado com o aeo.
competente balcao de armario, avallado em 40>.
Dout atpelbot avilltdo cada am em 109 .


.
r
MUTILADO


UI10 II I1KIU* iDCO. m SEG'JRDl FURA 15 DI SE1EMBRO Bi i|62<
Um cabido de amarillo avaliido em 69 ri.
Quatro cadeina de Jacaranda avallada cada
coa em 5f r.
Oa qaaea ao pertencenles a Chirles Laurant, e
vao 6 praga por execogSo que conln o metrO
encacaiaham Uencker A Btrroio, a oa (alia de
licitan tei aeto arremataaoe pelo preqo da adju- i
Oicigo, com o abatimeuto repectivo da le. '
E para que chegue a nolicia a quera coovier,
mandei paisar aditaes, que serio affixados dos
lugarea do cosame, publicadoa pela tmprenaa.
Dado epassedo cesta cidade do Recife de Per-
nambuco ao 1* de eterubro de 1862, 41* da in-
dependencia e do imperio do Brasil.
Eu Joo Vicente de Torrea Bandeir, escrivao
Interino o subscievl.
Tristo de Alencar Ararle?.
O Dr. Tiiaio de Alencar Araiipe, officlal daim-
rerial ordem da Kosa e juiz oe direilo especial
do commercio desta cidade do Recife seu ter-
mo, capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. 1. e C. o Sr. D. Pedro 1!, a quem Deas
suarda ele.
Fago aiber pelo presente que no dia 15 de se-
tea.bro do corrente anno se bao de arreoialar por
v-.da a quem mala der, en praga deste juio,
depois da audiencia respectiva, us escravos se-
gulDles : Eugenio, de idade de 40 e tantos annoa
pouco maia ou meos, com officio de ilfaiale.
avallado em 600$, e Alhcoasio, de idade da 40
annos pouco ruis ou ineno9, com odelo de aa-
paleiTo, avaliado em 500$, oa quaes ao perteo-
centes a Joan Thomaz de Aguiar, e vao a praga
por txecugo qu contra o ni Gimo encamioham
Leandro & Miranda, e ua falta de licitantes tero
arremtalos pelo prego da adjudicago com o
abatimenlo respectivo da lei.
E para que chegue a noticia a quam cenviej
n-andei pastar editaes, que aera.) i Aliados nos
lugares do costame e publicados pela Imprensa.
Dado e passado nesta cilade do Recife de Per-
namtiuco, aos 3 dias do mez de selembro de
1862, quadrageiimo primairo da iudependeucia e
o imue-rio do Brasil.
Inio havendo litigador a arremta?ao la tar
pelo abelimento da lei.
O presente lar publica Jo ua rma do eitylo.
Reclle 9de setembro de 1862.Eu Manoel Mara
Rodrigues do Nascimeoto escrivao o aubacrevi.
Trisito de Alencar Araripe.
Fteui&radiej
Correio.
Pela adminialrago 4o correio deata provincia
so (sz publico que h.ja (15) 4 1 hora da tarde
em pinto Bhtr- st-ho as malaa qae dave c on
duzir o vapor coateiro eMarnaacuape cim dea-
tina em dlreitura a provincia de Micei.
Conselho de compras navaes.
Cootrata-se no dia 16 do correnta, por tempo
de tres mezes at dezembro prximo, a lavagem
de roupa das enfermaras de marinha e dns afri-
cano, maruja do arseoaf, e dos apren ii/.es artfi-
ces ; e fornecimento doa aeguioiea objectos de
fardameoto.
Part os apreadises arliQcea.
Bonets do uniforme, ditos para o servigo, blu-
sas de algodo azul americano, ditas de brim
braoco, camisas de algodoiinho, caigas de brim
brinco, ditas de elgoSo azul americano, cober-
tores de la, colches de linho '.cbeioa decapim,
colchas de algodo, frdela do panno azul, fro-
nhas de algodosinho, lengos pretos para grava
ta, lengoes de algodosinho, sapatos, saceos de
guardar roupa, e travesseiroa de linho beioa de
capim.
Para oa imperiaea marioheiroe e aprendices ditos.
Bonets de panno azul, camisas de brim brin-
co, caigas de algodo aiul americano, ditas de
b im branco, ditas de pauoo azul, o misas de al-
godo azal americano, fardas de panno azul, leu
gos pretos para grvala, polainas de peono prelo,
e sapatos
Para os fusileiros navaes.
Eu. Joao Vieente de Torres Bandeira, escrivao JSSJVZS* ?',!{.ea,!M 9-br,m b"nf0'
interino o aubscrevi. rrdet..ade panno azul, ditaa oe brim, gravitas
Tristo de Alentar Araripe. J?,."'" de luslr'' t,ola," de "flDno "rtl' "
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, offlcial da m- F
.e sa-
perial ordem Oa Roa e juiz espect mercio desia cidade do Recite de Pernambuco
o aeu termo por S. Ai. Imperial que Dos
guarde, etc.
Fago saber aos que. o presente edita! virem que
no d:a seis de outubro do crreme anno se nao
Ce arremar por venda a qerm um- der em pra-
ga publica desta juico, depoia da audiencia res-
pectiva, us b. ni eeguintei :
A parle do obrado da ra de Horlas n. 1 i no
valor de 335I92.
A parte d> casa do Bemfict, na Passagero. n
i. no valor d- II g959.
O enravo Lu, i-nonlo, de iiide de 43 anuos,
avhalo em 8(05000.
A escrava Eiuard, crioula, de idade de 26
noos, avallada em 1:000.
Us quae9 beoa ao perleacenles a viu'a Dias
Fernn les. e vo a praga por execugo que con-
tra a iiiiij encaminha Joaquim Dias Fernaodes,
<- na f.ltj da licitaoiei serio arremtalos pelo
prago da adjuiicago, com o jinlrn-m respecti-
vo da lei.
E para que o presente chegue ao conhecimento
de lodos, sei publicado pela imprensa, e tHin-
co na turma do eatylo.
Dado e pastado nesta cidade do Rncife. de Per-
naobucoaos 13 de setembro de 1862, 41 da
independencia do imperio do Brasil.Ea Manoel
fie Carvalho Pea de Andrade, escrivao o subs-
crevi.
Triilo de Alencar Araripe.
O Dr. Tristo de Alentar Araripe, ofllcial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
oto commercio dtsta cilade do Recite, capital
da provincia de Pernambaio e seu termo, por
S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, a quem Deua
guarde ele.
Fago saber aoa que a presente carta de editos
virem e della toticia tiverem, qua por parle de
Manoel Antonio de Azeveao me foi feita a peti-
go do theor, forma, itolo e maneira seguinte ;
-I+I.u. S'. Dr. juiz de direito do commercio,
Diz Manoel Ai.Ionio de Acevedo, que sendo pos-
inidor de urna letra da guanlia de 487*900, j
vencila e protstala em 18 de goilo do corrente
anno, cela qual sao respooaavfia Antonio Jote
Maceira Pontea como laceador e endoasaole, Jase
Francisco Sutans como acceitaole e Frmtiaco
Gomes Castellao e Cusiodio Ferreira Moutinho
como endoisai.tei, os quer mandar cilir para vo-
rew i,4igoar-se-lhes o i.razo de 10 dias, afirn de
pagarei a referida quanlia e oa jaroa, ou alle-
gares] o que tiverem para nao o faztrem sob pe-
na ce ravelia, juros que mais se vencen m e
castas: e como um dos coobrigados Jote Fren-
tico Sutana se acha ausente em lugar que ig-
norado, requer o supuluante qae seja admittido
k justificar a ausencia do meamo ; o que feto se
proceda oa citago por edilaes de conformidade
com a lei e estylo; e para isio pede V. S. assim
o mande. Espera receber merco. Pereira de
Mello.
E mais te nao cootinha e nem alguma outra
cousa mais se declarara em tal peligo aqui trans-
cripta, na qual dei o despacho do theor se-
guinte :
Citem-se ; e para a justitlcago designo o dia 29
do corrente mez pelas 12 horas da manha. Re-
cite 47 de agosto de 1862 Alancar Araripe
E mais se nao cootinha e nem alguma outra
cousa mais se declarara e encontrara em tal des-
pacho aq*i trsuicriito, por torga do qual se C-
zera a diatribuigo ao escrivao deste juzo Manoel
Marta Rodrigues do Nascimeoto.
E tendo osupplicinte produztdo suas teslemu-
nhas que justificaran a ausencia do luppliealo
em lugar r.o sabido, sellados e prepralos os
autos aut'iram minha concluido o nelles dei e
profer a sentencia do iheor, forma, modo e ma-
neira siguite :
Hei por justificada a auieocia de Joi Francisco
Saiam, que te muitrou achar-se em lugir la-
certo : pelo que seja citado por edttos com o pra-
zo ,-e 30 dias para o fim requerido.
Retife 6 de setembro da 1862. Tiiito de A-
lencar Araripe.
E mais se nao continha e nam alguma outra
cema mala se declarara em tal sentenga aqui
transcripta, e em sea cumpr>mento o referido es-
crivao fez patsar a preiente caria de editos com
o praio de 30 dias, pelo qual chamo, cilo e hei
por citado o referido supplicado para qae dentro
do indicido prizo comparega neate juizo aflm
de allegar la defeza acerca do expendido, pena
de revelia.
Portiolo toda e qnilquer paasoa, prente e ami-
go do referido aupplicado o podero fazer sciante
de tadoqaaoto tica dito.
para que o presente chegue ao conhecimen-
to de todoa mandei paiaar eniiaes, que sero pu-
blicado! pela imprenta e aullados nos lugarea do
costme.
Dado e panado nesta cidade do Recite de Per-
nam buco aos 11 diaa do mez de aetambro do anno
do-aascimenlo de Nono Senbor Jeius Cttristo de
H862, 41 da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu, Maooal Maris Rodrigues do Nascimento,
escrivao o sabscrevi.
Tristb de Alencar Araripe.
Pala inspicco da alfandega se faz publico
(Le no dia 17 o corrente, depoia de meio di
na porta da meama alfandega, se ho de arrema-
tar em haita pablica os objectoa abaixo declara-
dos apprehenaidoa pelo commaodante do 1.* pos-
to fiscal, da conformidad* com o disposto no art.
742 do regulamenlo, aaabor: 4 caigas da brim
de linho liro, valor de urna 2gU)0. 9$600 ; 4 col-
leles de Robo, valor de um 2J5O0, 10$ ; 1 collele
de la, valor 50 ; 8 leogoa de linho liso com daaa
varas (4), valor da vara 1*333, 28666 ; 11 coila-
riohos de papel, valor 300 n., 12 collirinbos de
linbo liso, valor 30. 1 cesto vasio sem valor, 8
iicaa asados, valor 600 rr., 1 bota com 6 re-
mo, 2 ero jus. 3 tapetes, 1 vela, 1 balda peque-
o com 6 traoquetaa, a 1 pao com algnal, ludo
uaado, valor 1660 ; aendo a arrematagolivre de
direitoa ao arrematante. 4* aacgo da alfandeg
13 da aetembro de 1862.O !. eacripturario,*
Joo Canieiro Lina Soriano.
O Dr. Tiiito de Alencar Araripe officlal da or-
dem da Roaa e juiz de direito espacial do com-
mercio deita cidade do Recife capital da pro-
vincia da Pernambuco sea termo por S. M.
I. eC. o Sr. D. Pedro II, a quem Daos guar-
de etc.
Fago saber qua no dia 15 de setembro do cor-
rate anoo ie ha de arrematar por venda a quem
miis der m pnge publica daate j.ue na aala
dos auditorios dus casas terreas sitas na ra
Imperial n. 136 e 138 lendo a primelra 15 p.|-
mos de largo e 50de (nodo em eaixao, quimil
em aberto, sen lo o oiio do lado do norte de li-
jlo o miis de talpa ; a sgnda com 15 pal-
mos de frente e 50 de fundo, quintal em aberto
co'mpraben teado ambaa 36 palmos de frente o de
fundo lio, avaliadis por 8U0J, as quaea foram
panboradas per execufo do Manoel Ferreira
Eiteves contra Gaetaoo Meodei Delgado,
Para oa africanoilivres.
Caigas e camisas de algodo azul americano.
Para aa africanas iivres.
Cimieas de algodosinho, e saiaa de algodo
azul americano.
E convida o canselh > eos pretenderes apre-
i-ntareu suas propostas no referido dia at s 11
horas ; devendo acompanharem as relativas aos
fardamentos as amostras das facen las, bem como
seren viles feltos pelas medidas qae se derem
aos contraanles.
3cla do conselho de compraa navaes, II de
elembro de!862.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que nesta data foi ios-
criplo no eompa tente livro de re&ialro o hiate
Djus lrmos, proprtedade de Joo Franciaco
romes, edo qaal meatre Joaq.im Jos da Sil-
veira, tendo o dilo hiato 64 33/100 de tonelladis.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 13 de novembro de 1862.
Julio Guiraares,
Offiial msiur.
Pela mesma secutarla se faz publico qae nes-
ta data fies registrado o contrato de aociedade
feto m 5 de agosto do correle inno por Jo>
Lopes da Silva Guimares, Jos Antonio de Sou-
za e Vicente Alves Machado, eitabelecidoa nesta
cidade aob a firma de Guimaraee, Soaza & C,
da qual i podem uiaros dous primeiros por se-
rem os uofeus rospoosaveis e selidanos, devenlo
a mesma sociedade durar poresoago de tres an-
noi. contados da dala do contrato, com o capital
de 9:3fig920, foroecidoa pelo aocio Guimarea
3>306Q92O. e palo socio commsndlterio Machado
6:0009 induatria.
Secretaria 13 da setembro de 1862.
Julio G"i'r arac-s,
Ofllcial maior.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra lera de comprar os objectos
8eguintes :
Para e 4* balalhio de arlilhaiia.
6 resmas de papel ahuage.
6 caixas de pmoas u'ago.
2 canivetea.
6 garrafas de tinta preta;
6 ducias de lapis Ae pao.
6 libras Je areia para escripia.
Para o 7o batalho de isfantaria.
6 resmas de papel almtsio.
6 caixas de pennas de ago.
SO peonas de ave.
2 cauivales.
6 garrafas de tinta preta para escrever.
6 ducias de lapis de pao.
6 libras de areia para escripta.
36 collocceea de cartaa pata principiantes.
36 taboadaa.
12 grammaticaa portaguezis por Monte Yerde
ultima edtgo.
12 compendio de atithmetica por Avila.
12 paulaa.
36 traoalados.
6 pedras para escripia.
18 lapii para as ditas.
Quem quizer veader taes objectos apresentem
as suas propostss em carta fechada nasectetaria
do conseibo as 10 borss da msnka do dia 15 do
correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
pira fornecimento do arsenal de guerra, 6 de
agosto de 1862.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim ereira Lobo
Coronel vogal secretario interino.
anta Casa da Misericor-
dia do Recife.
A lllrn.* jonta administrativa da Sinta Casi
d> Misericordia do Recita manda fazer pu'co
q no da 18 do corrente pelas 4 horas da tar-
da oa sala de las saisdea continua a png* das
reulas das caaaa abaixo daclaradaa Dalo tempo
da 3 annos comidos do Io de julho do preaente
anuo a 0 da juflho de 1865. Os pratandantes
oevem comparecer acompaohadoa de seas fia-
dores ou munidos de cartas destes.
Praga de f edro II.
N. 1 particular e 23 publico 1 sala.
Ra do Queiuado.
N: 1 paitlcular e 35 publico loja.
lUi da Cresoo.
N. 3 particular a 11 publico 3 andarea e loja.
Ra do Rangel.
N. 6 particular a 6 publico aaaa tarree.
Ra da Csdeia.
N. 17 particular e59 oublico 2 aoras loja.
Raa da Madre de Oooi.
N. a2 pailicular e 9 jubileo 1 andar e loja.
N. 24 particular e 26 oublico 2 andarea o loja.
N 31 particular a 12 publico caaa terrea.
N. 31 piriicu ar e 8 poblico caaa ierra. .
N. 34 particular e 6 publico caaa tarrea:
N. 36 particular e 2 publico 'asa terrea.
Ruado Torrea.
N. 37 particular e 14 publico 2 andaras e loja.
M. 38 ^aiticularu 16 oublico 2 anaarea loja.
N. 39 particular e 18 publico 2 andarea e loja.
Bqi do Codamiz.
N 4t particular e 1 publico casa terrea.
N. 43 particular e 3 publico ca terrea.
Ra da Moea.
N. 44 particular 21 publico caaa, terrea.
N. 45 particular e 45 publico casa terrea.
N. 47 particular a 9 publico casa terrea.
Ra do Amonen.
N. 48 partitular e 56 publica caaa tarrea.
N. 49 parii.ular 5* publico caaa tarrea.
N. 50 particular a 52 publico ciaa terrea.
N.51 particular e 47 pablico csa terrea.
N. 52 part.cular e 45 publico caaa terrea.
N. 51 ^articular e 21 publico 2 andar*.
N. 56 particular 24 publico casa terrea.
N. 56 particular e 26 publico casa terrea.
Ra do Axaite de Peixe.
S. 61 particular e 15 publico casa tarrea.
I*. 64 particular a 2 publico casa terrea.
RnadO V'igarjo.
N. 71 particular e 22 publico 3 andana.
N 73 particular 25 pnblico 3 aodares.
Ra do ncaotamen'o.
N. 76 particular e 11 publico 2 and>r.
N. 37 particular e 13 publico 2 andares.
Raa da Senzala Velba
N 78 particular e 136 publico 2 andares.
N. 79 parlieuiar e 134 pub ico 2 andarea.
N. 80 particular e 132publico 2 andares.
Raa do Treplch.
N. 85 particular o 30 publico 3 andares.
Ra da Limoela.
A. 88 particular 14 publico 2 indares.
Ra Cruz.
N. 87 particular a 11 publico 2 andares.
N. 88 paiticu'ar 29 peblico 2 andares.
N. 90 publico e 12 particular 2 miares.
Ra da Lipa.
N. 41 particular e 2 pubis.o asa terrea.
Raa da Cacimba.
N. 65 parteu'ar e 5 publico armaxem.
Raa do Rurgos.
N. 68 particu'ar 19 publico caaa terrea.
_N. 69 particular e 21 publico can larrea.
Ra a Gula.
N. 83 particular e 27 pablico cita terrea.
N. 84 publico e 29 particular casa tarrea.
Ra do Pilar.
N. 96 particular e 2 pub ico casa terrea.
Ra do Sebo.
N. 12 particular e 3 publica casa trras.
Sitio do Parnameirim.
N.2 particular.
Sitio do Fornoda Cal.
N. 5 prticulr.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cita 13 de setembro de 1862.O escrivao.
F. A. Cavalcanti Couiseiro.
Juizo dos feitos da fazeoda.
No dia 18 do corrente na presenga do Illm.
Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda se vender em
prega publica ama hora da tarde, na ra da
Imperatriz n. 16, a armago da loja da masma
ra e numero, toda de amarello eovernlzada.
com portaa de vidrags, avahada por 4> 01000;
peohorada a viuva Dias Pereira t Afeitar para
pagamento da fazenda nacional.
Recife 13 de aetembro de 1862.
O solicitador,
F. X. Pereira de Brilo.
Pela mesma aecrelaria ae faz lambcrn publico,
que neita dala tica registrado o aonlrato d* ao-
ciedade em commanlits feito em 24 de fevereiro
do correnta anno por Joi Paulo da jooieca e
Pedro Maurer, eaixbelecidoa nesta cidade sob a
lirma de Pedro Maurer & C, da qual s Maurer
pode usar; deveudo esta sociedade durar por
tempo da 4 annos, coatados do I. de fevareiro
do correnie, com o capilal de 15:O00g fomecidoa
pelo aociocommanlitaiio Fonaeca.
Secretada 13 de aetembro da 186J.
Jwlio Guimares,
Ofllcial -maior.
Pela misma secrataria te fax iguilmecte pu-
blico, que foi registrado neita data o papel de
liquidago e dissolugo da sociedade de Brito &
Queirox, em vlriule do qual o ex socio Francia-
co Antonio de Rtito tica eocarregido do activo,
e obrigado a indemoisar ao ex-socio Queiroz da
parte que Iba pertencer a proporgoqoe for apu-
rado o mesmo activo.
Secretaria 13 de setembro de 1862.
Julio Guimares,
Officialmaior.
Correio geral.
Relaco das cartas seguras viudas do
sul pe vapor inglez Tync, i para
os Srs. abaixo declarados.
D. Anna Maria dos Sanios.
Bailar Si Oliveira.
Caelano Pinto de Veras.
Faantkiin Francisco Barreto.
Genuino Jos da Rosa.
Joaquim Fraociico Lavra.
Joaquim de Oliveira Grozu;le.
Jos de Villa-flor.
Loureogo Din Alcoforado.
Octavianode S?aza Franga.
Gompanhia do Be.
beribe.
A. direccao convida aos Srs. accio-
nistas para se reunir boje 15 do cor
rente ao meio dia em assembla geral
extraordinaria, a fim de deliberarse so-
bre o encanamento das aguas "ara a
freguezia dos Afogados, conlormfe as ba-
ses olfet ecidas pelo Exm. Sr. presidente
da provincia em ofteio publicado no
Diario de Pernambuco de 9 do corren-
te. Escriptorio da companbia do Be
beribe 12 de setembro de 18G2.0 se
cretario, Justino Pereira de Farias.
Directora gerai da instrucijo
publica.
Publica-se a relago doa despachos dados para
a obteoso de titulo de capacidad* para o magis-
terio primario, e de lieengas relalivaa ao ensino
particular a saber:
1 D. Josepha Amelia de Codoy e Vasconcelloa,
em 25 de aetembro de 1861 para titulo de ca paci-
da i profession'l.
2 Antonio Rufino Pessoa de Mello, em 21 de
Janeiro do correte anno para titulo de licenga,
afim de pjder ominar prlmiras letras.
3 D. Thereza Goilhermina de Carvalho, em 16
de juobo idem.
4 Jos Thomaz do Amaral e Mello, em 17 de
jenho pira o ensino de grammatica portuguezi.
5 Padre Manoel Gmea da Fonseca, em 21 de
julho para o ensino primario
6 Franciaco Jos Marlins Penns, em 10 do cor-
rente mez e sobo para o ensino de eacripturago
por partidas dobradas.
Sao coovidalas as peisoas a quam se raferem
os mencionados despachos, a mandar tirar os
reipectivoa ttulos.
Secretaria da inslrucgo publica de Pernambu-
co 12 de setembro de 1862.
O secretario,
Salvador enrique de Albuquerque.
Pela theaouraria urovioclal se faz publico
que a arrematago das obras dos reparos da es-
trada de Pi d'Alho, foi tranaferida pora o dia 18
do corrente.
Secretaria da thnsouraria proviocial 11 de se-
tembro de 1862.O aecretario,
A. F. d'Annunciago.
commeudaa, paaeageiros dinheiro a treta at o
dia da sahida das 2 horas : escritorio no Forte
do Mattoa n. 1.
avisos waninio.
Para Lisboa
pretenda seguir com maita brevidade a veleira
e bem conbecida barca portugueza aGratidoa.
cibito Antonio F.rr-ir Borgea Pestaa, tem
parte de au carregamento prompto : para o rea-
to que lbe falta tr.ia-se com oa aeua ccoiigoata-
rioa Antonio Luiz de Olivaira Azevedo, no aeu
escriptorio ra da Crux n. 1, ou com o capilo
na praga.
Rio de Janeiro,
pretende aaguir com maita brevidade o velelro a
bemeonhecido patacho nacional Capuana ca-
pilo Thaotonio Joi da Silva Roaa, tam parta
da aeu carregamento prompto : para o reato qae
lha falta, tratas* cornos aaaa coosignaUrioa An-
ooio Luis da Oliveira Azevedo & C. no seu es-
riptorio, ra da Cruz n. 1.
Fara
Rio Grande do Sal.
O patacho Candida aegue com brevidade, c
recabe alguma carga a frete : trata-se com os con-
signatorios Marques, Birros t C, largo do Cor-
po Santo 0.6.
MDp
Janeiro.
O velelro hiate Novaei aegue com brevidide,
recebe alguma carga a frete: trata ae com oa con-
algnatanoa Marques, Barros & C, largo do Corpo
Santo n. 6.
COMPANHA BRASILEIRA
_____ DB
pjKDnnnriis i ijupidi.
E' esperado doa portos do norte at o dia 17
do correte, o vapor Tocantins, commandante
o priraeiro tenente Pedro Hyppolito Duarte, o
qual depois da demora do costume seguir para
os portos do sul.
Desde j recebem-ae passageiros, o engaja-ae
a carga que o vapor poder cooduzir, a qual deva-
r aer embarcada no dia de sua chegada : dinhei-
ro a frete a entommndas at o dia da sahida as
2 horas da tardo : agencia ra da Cruz n. 1,
escriptorio da Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do & C.
.Z" A,,,'!,** *ts asenvos posanles para
todo equalquesservigo : na ra do Imperador
n. I, dea 7 a 10 horas da manha, e das 4 s 6
da tarde.
Qulola-I.ir, i8 do correDte depoii Qa
diencia do Sr Dr. juix doa feitoa da fizenda, i
10 horaa do di, irao praga por venda os bens
seguinles :
O sobrado de um andar asoto sito na ra das
Laraogeiraa u. 2, com daas portas e varanda de
ra sobre 72 de fundo, dais salas, doua quartos,
coznka no solo, pequeo quiotal murado com
cacimba meeira, e solo foreiro. aval,j0 cm vis-
ta oo aeu eilado Por 2:800. penhorado por exe-
cagao da fazenda provincial coolra Claudio Du-
beux, como fiador de Francisco Cavalcauti de Al
buquerque.
A cisa terrea de laipa n. 7, sita na estrsdi do
Monteiro. avallada por 130, penhorada a Joaona
Francisca do Carmo.
dem (demolida) oa raa do Pilar o. 133. ava-
llada por 150, penhorada a llernardo Jos da
Costa Valente.
A casa terrea na eatrida nova n. 3 de lijlo,
cnaoa forelros, cora 17 palmos de largo sobre 34
de fundo, avaliada por 300, penhorada por xe-
cucao da fazenda proviocial coolra a viuva de
Mauoel Francisco da Silva.
Um armario de louro. avaliado por 16 dous
reloaioa de mesa por 6. um bah da couro por
/, 7 badas da porcelana a 2 cada ama, 3 caa-
ticaes dezinco a 500 rs.. 1 candielro de meaa por
4, 3 globos de vdro a 500 ra 1 galheteiro por
320, 21 veos pretos por 10, 7 vestidos [para
meoioo a lcada um, 3 pentea de tartaruga a
2 cada um: oa quaes objectos foram penhorados
por execugo da mesma fazenda contra Marcoli-
oo de Borja Geraldes, reprecentado por Josa Cy-
priaoo Anlanes.
O prelo Francisco, de uaco, representando 40
annoi de idade, pernas arqiades, do aervigo do
campo, aviliado por 30(S. penhorada por excu-
cao da ineima fazenda contra Franciico Liui Cal-
das. Recife 12 de setembro de 1862. O soltta-
dorda fazenda provincial.
__________Joo Firmino Cirreia de Araujo.
Precisa-se de dous perfeitos tratiaihador"s
de massiira : na padaria da ra larga o Rosario
numero 16.
Jaiqclm Das Feroandes por seu procura-
dor faz scienle ao respeitavel publico que julga
nada dever nesta praga uora foia della, porm se
alguem tejulgar ie credor, pode a^reientar-ie
na ra larga do Rosirio b.4 pira receber incon-
tinente.
Perdeu-se
GOlPiRHU PERNiMBGaVIi
DB
j^avegacaacosteiraavapoF
Macei em direitura.
O vapor Mimanguape, commandante Moura,
sahir para Macei no dia 15 do correnie mez a i
4 horaa da tarde.
Recebe carga at o da 13 ao meio dia. Eo-
cotortedas. pasaageiros e dinhairo a frete at
o dia da sahida s 2 horas: escriptorio no Forte
do Maltoe n. 1.
J
tom mutt bravlatde pretenda aeguir o bees co-
nestido a veleiro brigue escuna Jovan Arthur,
capito Joaquim Antonio Gongalve dos Santoa,
lem perla de seu carragamento prompto ; para o
resto que lbe falta, trata-se com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C,
no aeu scriptorio rus da Cruz n. 1.
desde a ra do Trapiche at o p^isadigo urna por-
go de chaves engatadas n'uma argola de ferro :
rogi-se a pessoa que as achar, de fazer o favor
de entregar na mesma rat o. 44, que se flear
agradecida.
Antonio Valeolim da Silva Barroca deixa
por saus procuradores na admiuitregao e s*a
casa commertial durante sua ausencia deata ci-
dade aos Sr. Joo Igoacio de Medeiroa Rago,
Albino Jos da Silva e Antonio Igoacio do Rtgo
Medelrot.
Antonio V.lcntim da Silva Barroca, lendo
de seguir amanha para a Europa, e faltsndo-lhe
tempo para despedir-ae de todos iaus amigos e
parete, o faz por este meio, pedindo desculpa
daata falla involuntaria.
Aluga-ae urna pequea ciss terrea sita na
ra do Declino n. 2. por commodo prego, deven-
do ser procurada reapectiv. tbsve na ruado
Hospicio o. 26.
| SECRETARIA DO INSTITUTO AR- i
M UIE0L0GICO E GEOGRAPIIIGO
PERMMRICANO.
fi Tendo em sessao gepal do Io
M d? correte sido designado o
B dia 21, por una hora da larde,
P para nclle ter lagar era scsso '
B solemne o enipossaraento dos
H utilitarios novaniente eleilos,
H assim o soienliico a lodos os
^ Srs. socios, ctmvidando-os a que
H comparecaui no referido* dia e
gj liora,nosaloem qoe se acha ^
|| colloeada a Bibliullicca Proviu- H
?3 cial no convento do Carmo.
H A. W. P. B. e A. de Vasconcellos,'^
m lu secretario. M
mgawssm-mBiwBm mm
uuerace-ie um p-queoo de i ide de 15 an-
uos, o qual sabe 1er e eacrever, para qu.lquer ar-
rumagao, o qaalj lem algama pratica de taber-
na : trala-se na raa Direila n. 8.
Veneravel Ordem
Terceira de S,
Francisco.
Teodo-se de snlemnlisr no dia 17 do correnta
a fen de N. S. Padre S- Francisco com veipera
e Te Deuni. onvido am uoma da meia regedora
nossos charisalmos irmos. a comparecerem
em nosso templo, pigmentados da seus hbitos.
para cujoa actos se lornam precisas suas asis-
tencias, afim de que nada falte para siu comple-
te aiplendor e brilhaotiiuio.
Secretsria da Veneravel Ordem Terceira de
S. Francisco do Recife aos 13 d lelembro de
1862.,
O secrilario da mesma,
Luiz Manoel Rodrigues Vaienga.
Guarda livros.
Urna peisoa com lodas as habililages ceces-
tariai eocarrega-se de tomar coota de qaalquer
escrlpluragio em partida simples ou dobrada:
para a que pode ser procurado na ruado Quei-
mado loja de ferragens u. i, que se dir qual a
penoa.________________________
O bacharel Femando Affunao de Mello.
prorurador fucal da fazenda nacional, mudou-s
para o principio da ra do Hospicio, sobrado de
um andar de Rento Jos Ramos de Oliveira, com
porta de ferro ao lado.
Perdea-se dentro da igrej de N. S. da Pe-
ana, no domingo 7 do correte, oa occatio em
que se celebriva o Te-Deum, um alnate de ou-
ro de le : quem o achou e quuer reilituir, eo-
tregue-o na livraria universal que ser gratifi-
cado.
Alaga se um
ra da Guia n. 54.
escravo e uina escrava : ni
ss?.
ttSOSS.
Graxa e cerca de 100 cai-
xas com velas de
carnauba.
O agenle Almeida tara lello a requerimento
doa depositarios da masa de Joaquim Francisco
de Mello Santo e autorisago do IMm. Sr. Dr.
juiz espacial do commercio do 121 volumea com
graxa e cerca de lOOcaixasde velas de carnaoba.
Segunda-feira 15 do corrente.
Na fabrica do fallido Mello Santos em Fora de
Portas n. 1, s 11 hora.
LELaF
A 17 do corrente
O agent. Oliveira lar leilao a requerimanlo
de Richard S. Culver, capito da eacuna ame-
ricana llarry Meybee, por aulorisago do Illm.
Sr. inspector da alfandega datta cidade, com
assiateocia e flscalls.glo de um emp>egado d
sua nomeagao em preieoga do Sr. coniul doi
Estadoi-Uoiloae por conta e risco e quem
pertencer, da porgo de aasucar do carregamento
da dita sscuna qaanto baste para occerrar aos
saos reparos, coiteio maisgsstos nesta poro,
onde arribou por forg maior na sua rae-ole va
gem. proceaeate di Baha com d.atino ao canal
ae Inglaterra :
Quarta-feira 17
docorrent*. ao raaio dia em ponto, no arma-
zem alfaniegido ao bzrio do Uvramento, ra
d'Apello.
Deaencamiohou-se du iut>rado da ra es-
treila do Rosario n. 18 urna flauta de bano com
cinco chavea de pnta : rogi-se a pessoa que lbe
for ofiereeida dita flaut, no caso que qaeira res-
titui-la, diiija-se ao mesmo sobrado, que se lbe
gralilicar seu trabalho.
Flirt
ayisos il.Tersoj
LOTERA
corrente mez, $e ex-
Sabbado 20 do
tratara' a quinta parte da segunda lo-
tera do Gymuasio Pernambucano (3.
concessao) no consistorio da igrt*ja de N.
S. do Hosario de Santo Antonio.
Os bilhetes e indos bilhetes acbam-se
a venda na respectiva thesouraria ra
do Crespo n. 15, e as casas com mis
sionadas ra da Imperatriz loja de fer-
ragens n. 44 do Sr. Pimentel, praqa
da Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra Direita n. 3 botica do
Sr. Chagas, e na ra da Cadeiado Re-
cife loja n. 45 do Sr. Porto.
As sortes de 5:000jj! ate [10$ Jserao
pagas urna ora depois da extraccao,
a as outras.no dia immediato depois da
distribuicao das listas.
Servindo de thesoureiro,
____ Jos Rodrigues de Souza.
a
COIPAKHU PEKN4IBICANA
Navega^o costeira a yapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, M-
cau, Aracaty, Ceara' e Acaracu'.
O vapor lguaratt, coramarjdante Vianm
aabir para oa portos do norte at o Acirac
PEQUEO CURSO
DE
Cuimica Agrcola
POR
F.Malaguti.
Ella intereiiinte obra de agricnltura, tra-fuzi-
da do francs pelo 1.* tenente de eogenbelro
Pbiladelpho A. Perraira Lima, contina a aatar
i venda as livrariaa doa Srs. Piguairds e Gui-
marea 4 Oliveira, e ua raa eatreiiajdo Roa rio,
Ou
Defronte da caaa de detengo, na cisa n. 13,
roubaram a segiole : no dia 11 do corrente, das
10 para 11 horaa do dia, um correoto groaso de
ouro com 16 1(3 oitavas, pouco mais ou menos,
mm par de brincos de oa.ro cum 3 oiiavas, pouco
maia ou menos, mais urr brinco no valor de 23J
dous anneis, um regular e oulro pequeo, um
correulao de prala, 250 corees, um relogio de
prata dourado com a mola da caixa conceriada
uaa voltas de cordo de ouro, ludo isio foi em
urna boceta, com duas cartas de liberdade, sendo
urna de Macario e outra de Joo Pedro da Costa-
roga-se as autoridades policiaes a apprebeusSo de
ditoa objectos, e a oessoa que souber ou der no-
ticia lem umagralicagao, o quem comprar Cito
objectoa e sabeodo aera punido conforme a lei!;
pode ae dirigir casa scin.a.
Aluga-ae o segundo mar n. 4 do paieo do
Paraizo : a tratir-s* na raa da Rada o 17 ae-
gunlo aniar.
Oa creaorea de Joaquim Speridio Oa Silva
Uuimres,em razio do infeliz accidente que hon-
tem leve lugar, to coniJa'os para comparece-
rem no paleo do Carrno n. 2. primeiro andar
aflm de tomarem a delibengo que lhes tonier
Sobre os 8- u neg.xjos.
Aimireiii-ae e pproveiteui-se
Retratoa de antrotypo a Ijj um ; na mais acre-
ditada eanliga ollicini da phologrfphia deata ci-
dade, na ra do Cabag n. 18, entrada pelo ua-
eto da matru.
Santa cnsa di misericordia!
O solicitador di santa cesa da misericordia del-
ta cidade dei-cja fallar com os herdeiroa dos fa|
lecidos capites Ignacio Gooaalves da Luz e Ma
noel Goigalves Rodiigue*. moradores que fjram
na fragoezia dos Afogados, a negocio que inta-
rassa aos meamos herdeiros. Racife 13 de se
tembro de 1862.Jos Th-'odoro Gome.
O abaixo ass'gnado, coma liquldatario da
exlincta firma de Reis 4 Gomes, declara que na-
da deva da referida firma, porm se alguem se
julgar credor, aprsenla suas cootas no prno de
tres dlaa para lerem paga. Recife 13 de letem-
bro de 1862. Manoel de Font.a Gome,
Arremataccto.
Pelo juico de orphos, no dia 16 do correle,
depois da audiencia do mesmo, val praga de
v.nda cor execago de Francelioo Eleuierio Fer-
reira Chaves coolra Joaqaim Vicente Marqua,
ama escrava cabra com 16 annos de trrico do-
meilico, avaliada por 1:200$.
Aeha-se fgido desde o da 9 de agosto do
corrente anno de 1862. o escravo por nom Liha-
raio, de cor parda, cabellos pouco aooelladus,
f.igoesgroiseins, com marcas d espionas e be-
xigas no rosio, faltam-lhe todos os denles na
frente, pelo que muitas vezes lhe Incha o roslo,
sem birba, a estatura regular, represente aar
alto por ser espadalo e andar multo teso, incli-
nando oa peitos e ps para a frente, falla desean-
gado e grosio, masc famo, traz sempre na
bocea, e ter de idade 21 a 2i anoor. Eate es-
cravo a natural de Jaboalo, cu matriz da Ver-
zea, foi comprado quando moleqae ao dono ou
conaaoborea do eneobo Ssoi'Anoi, pelo major
Joao Francisco do Rgo Maia. de Atipucoa. en
poder deste senhor fez varias fgidas, sendo urna
de maia da anno, esteve dorante asta fgida em
Pao d'Alho e Nazaretb, alem de nutras lugares,
se iolitulando livre, com o nome de Mareolinoj
sendo preso no ultimo, hbil para todoa os ser-'
vicos. conata que m Pao d'Albo e Naiaretb
fdra caixeiro de taberna, criado, estiibeiro, e fa-
z gador ; seu officio canoas e trabalho da olara,
o capim ; asteve ate Janeiro prximo paseado no
Rio de Janeiro d'onde veio cootando muitae his-
torias e proezis : roga-se aa autoridades poli-
ciaca, aoi capitaea de campo, e a qaem delle
aouber ou o vir, de o ipprebender e levar a raa
Velba n. 35, qua alm de ae pagar aa deapezas se
gratificar gaoeroaamente.
lia para alugar-ae aacravos mogos e muito
Sais para todo aervigo, tinto dentro da cidade,
coma tora em litios, como tambera para semeo'
de copelro ou criado : quem precisar, diiija-se
estrada doa AfQictoe, na terceira casa i mao es-
querda, lodo pelo Mansuinho.
Villa do Go.
O abaixo assittnado, morador no Cabo, faz sel-
ente s pessoas que lera penhores em ma mo,
que tenhara a bondad de os tem tirar no praso
de 8 dias sob pena de nao os tirando em dilo pra-
so serem vendidos tura pagamento sem qe nade
possam allegar. Villa do Cabo 4 de setembro da
1862.Manoel da R Arrenoa-se ema grande parle ao ailio de
coqueiro, denominado Maria Farinha, na fregue-
zia de Maranguape : a tratar no enganho Muri-
bara, freguazia de S. Lourengo da Malta.
^ Alug-s
Nova n. 21 : a tratar ca cesma ra loja de fer-
ragens n. 6.
Lf
5aca-se
sobre Lisboa e Porto : na ra do Vi-
gario n 9, primeiro andar, escriptorio
de Carvalho & Nogm ira.
Bailar & Oliveira aacam aobre a nract do
lftft *
Porto.
Alugam-se dous grandes, arma-
zens na ra da Concordia propiios para
qualquer estabelecimento em ponto
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo-
s Alves na ra da Cruz do Recite.
Sitio.
Alg-se o bem conhecido litio na entrada do
KonUiro onde ltimamente estiraran os Srs.
conaalea haspsnnoei Miguel e D. Joo. Tem
axtellentes commoioa para gnnde familia, co-
cheira. eslribria, todo muredo, grande te'rrago
na frente, porlo na frente e no fundo para o
bmho, rv0redoe de fructo e grande jardim com
bellaa e bm diepoatas flores : a tratar tom o
Sr. Antonio Jos Gome do Correio, no Moutai-
ro, ou com Bennque Jjrge na obra da travena
do Pocioho.
Ao publico.
O abaixo asiignado, antigo solicitador dos au-
ditorias desta cidade, contina a exercer suc pro-
tisso, lano no civel como no commercio, e se
eocarrege de deserapoh*r com fialidade e
prompliao lodos o minares que lhe sao iobe-
reotes por ajustes mui ratoaeeis : os seus mil-
gos amigos que smpr o honraram com sua con-
flanga, e quaeiquer outras pessoas o podero pro-
curar em caa de sa residencia oa ra da Im-
, pentriz r>. 34, em lodos os dias das 6 s 9 horaa
da manha, e dai 3 da larde em diante
__________Victorino Jos de Souza Travieso.
Precisa le alug.r urna preta que lenba boa
conducta e seja fltl, que seiba engommar e co-
ainhar : na ra do Queimedo sobrado n. 44, pri-
meiro aodar.
Aviso,
Aluga-se e lambem se venie ou permuta-sa
por caas neita puga um aillo moilu grande
eom caaa aoffrivel. cocheira, ealribaria para ca-
vallos, cacimba excellenle com bombea de farro
o de chumbo, com mullos arvoredos, um pomar
de laranjas w i ni jas, mullos coiueiros e urna
graudebaixa de capim, manguea para madeiras a
leohas, um famoso viveiro e com todas as n.ais
I commodidada para se gozar a vida por ser rnai-
| lo perto da cidade e sercollocado oa ra de Joo
Feroaodea Vieira jauto do Maoguinbo : os prs-
tendeles tinjam-ie^a Antonio Leal de Barro
no mesmo sitio psra tralarem do ajuste.
Barbeiro e cabeleireiro.
Joao nlartiuiaoo Coelbo avisa ao pablico em
particular a seus freguezea que mudou a sua loja
de barbeiro, cabeleireiro, sangrador e dentista da
ra do Imperador para a raa eaireita do Rotarlo
o. 17, aonde pode ser procurado.
Awkm
Foglo no o 8 oo correle a escrava Maria,
oua a de cor preta, rruito alia e sacca do corpo,
natural da Costa d'Africa, com 40 annoa do lia-
da : quim a encontrar, le*e-a ao abano auig-
nado na rea do Imperador o. 3, que gratificar
Francisco DoaiofMi daStira,
O abilxo asiignado, conhecido por Xico Bexi-
ga, amigamente com loja de cilgado atraz da
praga da Independencia, traveisa da Cruzas e
hoje com o maimo estabelecimento na ra da
Imperatriz, oatr'ora alerro ds Boa-Vlata. ao p
do becco doa Ferreiroa n. 38. participa a aeua nu-
merosos freguezes, tanto da praga como nego-
ciantes do mato e deate gaoero, que est bem
surtido pera servir bem saus fregaezes, e vende
muito barato como de costume veoder muito e
genuar pouco.Fru.cisto Meciel de Souza.
OSr Joo Du*rte Magi
nario queira vir a esta typo-
graphta a negocio seu.
l'r.cisa-ae ei.g.r um eacravo pira o aervi-
foja '. 50 "" "* f""l,U : "" r"' t G,d,U'


n.T-Al.g*tin",??2-*e3-* 3-* 4. andarea
toro Tpiche a. 18: a tallar no asciin-
MUTILADO


v
DIARIO DB PERRAMIGO SEURDA FURA 15 DR SETEMBO DE 1161
fo
i *
Aluga-se
mi escrara boa coziuheir, muito iimpa fiel :
a tratar na ra do Rosario da Boa-Vista o. 30,
sobrado.
MM
Precisa-se de urna ama que taiba coiiohar e
engommar, para casa da homtm lolteiro: aa ras
do Camirao, (abarca o. 13.______________________
Auiouio Jos Pereira i vala de seu estado
de saude, en razio de algumai viageos que tem
feito ifim de cobrar de leus devedores, pira ir
amortizando leu debito, e cao podando de forma
alguma nem por bem e oem por mal raceber na-
da, T-se oa preciao de vender su litio am
Santo Amaro, aiim de pagar oa seua credores :
o preleadentea podem dirigir-ie a Santo Amaro,
pausado a casa do Sr. Antonio Jos Gomes do
Correio, oa outra que vai para Olinda. Tambem
Be alaga o rneimo sillo.
Am Ja est pura alugar-se o pria.iro andar
do sobrado da raa Direita o. 85, e a loja do mea-
mo aobrado, a tambem a loja do sobrado n. 9 da
ra daa Cruzes : quera pretender, falle do meimo
sobrado o. 9 di raa das Cruzei, penltimo qaem
vida ra do Qaeimado para S. Francisco, lado
direito.
Kiward Pepper, subdito biilaomco, val
Europa._______________
Na cochura u Varadouro, em uada, pre-
cisa-sa da um boleairo.
Precisa-se de urna ama de leite que o
tenha bom paga-$e bem : na ra Nova
n. 47.
ma.
Precisa-se de urna ama livra oa escrava pan
todo serviro de ama peisoa : na raa de Hartas
d. 9, primatro andar._________________^^^^
Precua-se de 1:7009 a jaros, dando se por
bypolneci urna casa terrea nesta cidade, ou ven-
da-se a meima : na raa Direita n. 82, primeiro
ciar.
Aluga-se ama boa casa terrea na ra Impe-
rial n. 213, com 6qaattos, 2 talas, cozinba fora,
quintal e cacimba : a tritar na padara da ra
Direita n. 84.
Alugamsa dual cans na ilba de Bemfica,
r- les da ponte da Passagem, a pritneira de 240$
por anno, com 8 qaaitos, quintal, cacimba, etc. ;
asegunda com 5 qaerlos, de 150J ; a primeira D.
10 C, a segunda 10 A : quem em lempo sequilar
premunir da daas cas- em bellas condires para
o vero, e de prego barato, pode tratar na ra
eatreita do Rosario n. 4.
JosGooQaUes da Silva ratira se para Eu-
ropa. ________________________
Jacintho Antonio Alonso reiira-ie para a
Europa.
Aluga-ae o aobrado de doua andarea n. 25
dos Quatro Cantos em Olinda, baitanta fresco e
com ezcelleote vista, tem boos commadoa para
familia; a tratar com Joao Soares Raposo, na bo-
tica dos Qaalro Cantos, ou com Leal & Irmao,
na ra da Cadeia do Recife, escritorio o. 56.
Xarope de saude S
DE
ARRAULT, |
chimico com privilegio de in- .
vencao, autor da medicina ff
domestica dos paizes calidos etc. J
Este xarope preparado com lubitm- W
ciai purimeDla vegetaes tem sido em- @e
pregado com xito pelos mdicos mais ^
eminentes no tratameoto daa molestiaa s|
syphiliticaa, e os benficos resultados co- V
lindos de ana applicaco, tem rendilo a jjg
sea autor miiharea de ceriicadoe qe n.
prevtm saa eOicacia as molestias vene-
reas, escrobuto, rheumatiamo, eicrofu- (&
las (alporcas) bobaa, papelra, eriaipelaa, g
ophelalmia, mpingena, leucorrhea (flu-
1 xo-branco) loporesiodo menilro, gota, I
I tarna, elephantlazei doa membros ir-fe-
I rlores e todas as affeccoei cutneas e g
; syphiliticaa.
Balsamo .nfctllivel
l para curar completamente em
2S- horas pancadas ecica-
trizar feridas de qualquer im-
pureza que sejam por Arrault
chimico.
NICO DEPOSITO
f na pharmacia tranceza de P.
t Maurer & C.
[38-Rua do Imperador
M0I)IFIC\(\0 DE PRECOS
MENOS 10 a 20 POR CENTO
NOS
PROGRESSIST
Ra das Cruzes 11. 36, e largo do Carmo d. 9.
Scientificam aos seus f reguezes que em virtude do actual estado de apathia commercial re-
lolvem vender todos os seus gneros por menos do que outro qutlquer anunciante e oflerecem para
garanta da superior qualidadede seus gneros as competentes amostras de cha, manteiga, caf,
arroz, tapioca, ararula, etc., etc., para que pessoa alguraa duvide deslas qualidades, a vista de to
resomidos precos.
Convidam portanto ao publico desta eidade de fora, a virem fazer sua dispensa m ditos
armazens, afm da pouparem annualmente de 1009000 a 2:0009 conforme a custum&da des-
peza de cada chefe de familia, economa esta que muito ulil Ihes deve ser, sem que seja msler
soffrer a mais insignificante privaco do cuslumado diario de seu passar, devendo porem manda-
rem, aos armazens indicados.
Bandas.
Pomada imperial, frasco a 19.
Japoniza a tft.
Imperador a 1$.
lmperatrix Eageoia a lg.
ExpoalQo aniveraal a 28300.
Mocaa americanas a 500 rs. e 1$.
Urco em frascos 600 rs.
Grande, grande, muito a maito sortimenlo.
leos
para cabello, em virtude da depreciarlo que ten-
do lido o oleo dito philocome socUt hygieo-
niqae por ter vindo lodo falsificado, recabemos
um artigo idntico aquella da fabiica deMonpu-
laa que garantimos ser o nielhor cosmelique pa
ra o cabello, e os aromaa escolhtdos lo suaves a
duradoaroa qua desafia meimo quem nao queira
o comprar.
Chegado pelo vapor fran-
cez s para o vigilante
Liados pentes de manafa.
Sao chegadoaos lindos penlinhos douradinbos
com muito lindaa molduras da differenti>s gosios
para marrafas ou travesso, pois s com a vista
os compradores podero apreciar o quanto sao
delicados, pelo barato preco de 3J o par, assim
como sem ser dourados de lindos goslos, pelo
barato pre;o de2{ o par : s no vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Ricas fivelas dou radas para
si oto.
Vendem-se fivelaa doaradas a 29 a 29500, as
mais modernas qua tem vindo ; na ra do Quel-
midon. 63, loii do B-ija-flor.
Ricas veltas de aljofares.
Venlem-se voltas de aljofares com crax de pe-
dri imitando a brilhante ; na raa do Oueimado
namaro 63. loja do beija-flor.
LVllldallCa.
O solicitador Jos Coelho da Silva e Arsujo
madou sua reaidencia para a ra do Livrameuio
o. 21, segando andar._________________________
Beberibe.
Alugam-ae tres asas terreas novas no sitio do
Porto da Uadeira, em Beberibe, a beira do rio,
maito frescas, com o banbo logo no fando : qaem
aa pretender, dirija-se a raa Direita n. 69.
Nesta typographia precisa se fal-
lar ao Sr. Manoel Ferreira d'Almeida,
que mora na Casa Forte.
Para criado.
Aluga-se am escravo pardo com idade de 20
annos, muito Uel a obediente, j servio n'uma
casa estrangeira 7 annos sera nota e sahio por
se ter acabado com o estabelecimento : na ra
da Cruz n. 62. lerceiro andar.
Precisa se de urna criada para
casa de pouca familia : na ra Augusta
n. 5._______________________________________
Prsvine-se ao respeilaTtl publico que cao
faca transiCgao aljama com a escrava Luisa,
perteDcant* a Manoel Ignacio doa Santos que
acha-te am cas do Sr. cap lao Baiilio de Amo-
nen Bexerra, pois tila est bypothecada e ro~
ga-so ao Sr. Bezerra qua a maode entregar ao
abilxo assignao pracarador da Sr. Santos.
Mannel Gomes de Mallo.
Aluga-se uma melada de caaa a urna f-
mula honesta na ra stroita do Rosario n. 32,
loja se dir quem aluga.
Domingos Gerkase, subdito italiana val ao
norte 4o imperio.
la oiapras.
Cotnprarc-sa aceces do novo banco de Per
nambuco : no aacriptorio do Manoel Ignacio da
Oliveira & Pilho, largo do Corpo Ssnto n. 19.
Compra-se
ourelos em qualquer porcao : na ra
do Vigario n 9, primeiro andar._______
Comprase um seilim ioglez om m*io uso,
a am silbao com encost : a tratar na ra Direita
numero 82.
&nd9ut.
Aluga-se um i>reto oroeiro, perito ara sua
arte por li; : na ra dos Pescadores os. 1 e 3;
garanle-ae a obra.
Um moco com hoiliiaioes preutas se oiie-
rece para tomar por balando urna taberna, estan-
do dcserab.irr.M la, da qusl tm multa pralica-
d conhecimeuio a la conducta, como se acba
arrumado : ai passoas que prateuderem podero
deixar dito sonle morsm para se procurar, na
ra da Senzala Valh n. 48, deposito,____________
Precisa-se ae um rapaz porluguez, doa che-
gados de pouco, sendo possivel, de 12 14 aooo-
de edade, para um pequeo servico de um siti-
parto ds prac.; o que pretender dirija-se ra
da Concordia n. 35, que ahi achara quem o dirija
ao dito sitio. _____
Aluga se o sobrado da doua andares n. 28
da ladeira de S. Pedro Velho em Olinda, bastante
fresco e com commodos sufficientes para urna fa-
milia pequea : a tratar coro Joao Soares Rapo-
so, na botiea doa Qaalro Cantoa, ou com Leal &
Irmao, na mi da Cadeia do Recife, escrlplorio
numero 56
O Sr. Jos Jaiuibo Paao, de Olinda, faca
favor de ir a padarta de Santo Amaro, a negocio
que o meimo senhor uo ignora.
Atteiico
o
Perdeu-ie no dia 2 do correte, da Soledade
at a ra da Uoio, uma caixa contendo uma no-
ta da caixa lial da O?, e uma navalha ae cabo
branco, coja caixioba tem o nome R. & I. Slacks
Celebrated aro y Razor n. 336 Strand, em letras
doaradas : a peaioa que achou-a, qaerendo res-
tituir, pode leva-la ao calllairo Pradioes, na roa
Nova, defroote daigreja doa militare!, ou ao tra-
picha do Barhoaa o. 11, praca do Corpo Santo,
qae se gratificar genarosamente.____________^^
Alagara se as casas terreas n. 9 o 15 da
rus Beila : a tratar na ra larga do Rosario nu-
mero 44.
No pateo do (armo esqui-
na da ra de Hortas
n. % i i
Vende-se presuntos muito iupriorea que
tanto sa'T para fiarobr corro para panell* a
320 rs. e ieado inieiro a 300 rs., toucin-o > 320
rs queijos 4o sertao mul ditos de coalha a 360 rs., banha a 400 e 440 .,
ameodoas a 3'20 rs., m-cuiga a 640 e 800 rs.,
dita muito fina a 960 rs., franeexa a 640 rs.,
arroz a 100 o 120 rs., caf em caroco a 2^0,
280 e 320 rs.. tmbm se ven oleo de ricino a
640 e 720 a libra, arrafaa ando em ltt ioteira
a 50 ra. a libra, vinho a 400, 480, 560 O 640 rs..
multo fino a 800 rs., engarrafado a M, 18500 e
2J>, axeite doce a 640rs. a garrafa, turbera le
venia cal da Lisboa a retalbo de 8 libras para
cima, sendo esta cal muilo auperior a da Ierra
porque randa muito mais e aproveiti-se toda.
Aqu nesta eitabeleciraanto nao se acnuncia
uma coosa para se vender oatra.
Sem exemplo.
Vaadem-se nccos com feijSo mulaliobo mui-
to novo a 108 o sacco, dita* cora milha a 38500 :
na trapicho baro do Livramewto.____________
Vene so a loja defunileiro aa ra estrel-
la do Rosario o. 10 ou srmaro confirme con-
vier ao comprador : a tratar na meaoa.
Luvas de pellica,
Tambem aochegadas n verdsdeirai lavas de
Jouvin mullo frescas, lanta para hornera como
para aanhora : s no vigilante, ra do Cres-
po n. 7.
Facas e garlos.
Vendem-ai facas e garfoi finas de cabo da Li-
lango de doua bolea a 68800, ditas para dote a
5gS00, dita da um botao a 69200, dita para doce
i 5$2()0, dita prcla cravada a 30600, dita bracea
a 39400, dita roic.a a S9 a duna ; na raa do
Qaeimado n. 63. loja do baija-flor.
Jogo de vispora.
Vende-se jogo de vispora a lj) ; na raa do
Qaeimado n. 63. loja do beija-flor.
Aiivelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas quadsdes,
braoco a IjtOO e 1400, azul a 1, e d- corea a
19400: aa ra doQueimado n. 63, loja do bal-
ja- flor.
Papel adamascado de cores.
Vende-se papel adamascado de cores a 800 a
19. dito branco a 19200 : na na do Queiniado 11.
63, loja do beija-flor.
Bordados baralissiips
Na loja dopavao.
Vendem-se gollinhas mallo unas de cambraia
bordadas e de fil a 400 rs., msnguitcs com gol-
linhas de Cambraia bordada a 19-80, manguitos a
balo finissimoi s 19, lencos do linbo com laby-
rinlho a 2$500, ditos de cambraia de algor>ao a
itxilaco de labyrintho a 640, 800, 19, e flnissi-
mas tiraa bordadas e entremeioa por pre;os b*ra-
lissimoa : vende-se na ra da lmperatrix u. 60, j
loja e armaxem do pavao.
Vestidos baralissimoSa
Na loja do pa\ao.
Vandam-se multo lindos vestidos da cambraia
bordados a seda, aendo de todas as corea a 69.
ditos com barres e babados a 49500, dll3i a 4j,
cortes de tarlstsoa brsncos bordados e de cc.re
a 39. ditos de csmbrsia branra com babados s
9!>00, ditos de cambraia bordados com babados
e duas salas a 49, cortea de barege com 22 cova-
dos cada corte, lendo os de seda a 4$, ditos da
la a 49, cortes de cambraia com salpico! brin-
cos e de cores, tendo 6 varas cada corte a 3$,
ditos de ulpicoi maia finaa com 8 vsraa a 49,
ludo iito se vende por menos qae em oatra qual-
quer parte para apurar dinheiro, s na ra da
lmperatrix n. 60, loja e armzem do pavao.
Gravatinhas de seda.
Vendem-se gravslinhas de seda para senhora,
de diversas cores : na ra do Qaeimado n. 63,
loja do beija-flor.
Tiras bordadas.
Vendem-ae ricas tiras bordadaa para vestidos
e saias brancas a 800 e 18 : na ra do Qaeimado
o. 63, loja do beija-flor.
S na grande expusicao
de fazeadas novas e bara-
tissimas, na ra da Impera-
triz, loja e armazem da ara-
ra d. 56, de Magalhes A
ftiendes.
Faxendaa por menos 10 0;(>, qaelram vir ver
para acreditar, a ser: cbitas a 160, 180 e 210 rs.
o covado, ditaa francezas a 220. 240. 280 e 320 o
covedo, corles de chitas finas com 12 1|2 aova-
dos a 29500, cortes de cassss frsnceras a 29500,
ditos pretos a 2(500 : na ra da Imperatriz, loja
da arara n. 56.
Arara vende olestim para vestidos.
Vende-se a fszenda por nome olesiim da liuho
de uma s cor e quadrinhos, propria para cspss
a vest Joa de ieiihora e roupa de meninos a 5K>
o covado, fusto de cores para vestidos a 280 e
320 o covado : na ra da Imperatriz, loja da au-
ra n. 56.
Ama.
Precisa-se de uma ama qna saiba fszer todo o
girvigo interno deuiiaessa : para tratar, na ra
di Imperatriz n. 24, primeiro andar.
Ivas de Lisboa.
Vendem-n esta supidoret uvas a 19 a libra
e sendo em caixas de 2 arrobas se far alguma
dilTerenca : na ra da Cadeia do Recita n. 25
defronte do Becce Largo.
Alpakin ou gorguro de nho.
Vende-se esta nova faznda a imitarlo de sedi
da quadriobos a 290 o covado : s na ra da Im-
peratriz n. 60, loja e armazem do pavo.
Musselina branca a 200 ~s
Vende-se musseliua branca com 4 1|2 palmos
de largura a 200 rs. o covado : s na ra da Im-
ptralriz n. 60, leja do parac.
Grodebico a 420
ris a libra, e sendo de 10
libras para cima a 100 ris
Vende-se nicamente por estes precos nos ar-
mazens progreasista e progresssivo, no largo do
Carmo n. 9 e ra daa Cruzes n. 36, afiian;a-se
ser muito novo.__________________________________
Grande exposi^o de ba-
los de arcos na loja do
Pavo.
Acaba de ebegar loja do Pavo am grande
sortimenlo de baldes de arena americanos sendo
a Matbildo, Carola e a Eugenia que sao os
melhores emais bem armados qae lem vindo ao
mercado com divenoi lar anhos sendo de 6, 8,
10, 15, 20, 25, 30 e 40 arcos e eGsnQa-se a du-
raco a boa qualidade dos ditos baldes : s na
raa da Imperatriz n. 60, loja e armszem do
Pavao.
iMocambique a 640 rs.
Na loja do Pa\o.
Vende-se mocamblque todo de las sendo la-
jeada muito leve para vestidos da senhorss e
roupa para minino, com delicadas cores raiu-
dihes e tendo de un.a s edr proprio para capas
de senbora tendo esta fazenda 4 palmos de lar-
gura e vende-se a 600 rs. o covado : na ra da
Imperatriz n. 60. loj e armazem do Pavo.
Aos manguitos da arara.
Vendem-ae manguitos e goila de linho pira
senbora a 29, gollinhas a 500 rs., eofeile para
senbora a 2$ e 39'. na ra da Imperatriz, loja da
atara o. 56.
Arara vende a popelina da China.
Vende-se a fazenda por nome popelina da Cbl-
ua em la para vestidos de senbora a 320 o cota-
do, chales de merino estampados a 3$, ditos de
la a 19, ditos da 13a e seda a 29, dilos abertoa a
040: na ra da Imperatriz, loja da arara o. 56.
Musambe da arara.
Vende-ae a fazenda por nome musamb rom
palmas de seda de 4 l[t palmos de larg, propiia
para vestidos de senbora a 500 rs. o covado, i lo
de linho de cores a 200 ro, o covado. dito lavra-
do a 18120 a vara, liso fino a 780 e 800 rs. a v a -
ra, larlatana a 800 is. a vara : na ra da Impe-
ratriz, loja da arara o. 56.
Arara vende as crinolinas de 15, o e
40 arcos.
Vendem-se baldea a crioolinas de arcos, os
mais moderos que tem vindo, ditos de mdapo-
lo e brilhanlioa, saias de cordo que faz vez da
balo a 2;400, baldes para menina a 29 : ca ra
da Imperntriz, loja da arare n. 56.
O babadim da arara.
Vende-se a fazenda por nome babadim com !is-
tras de seda para vesiidoa de senbora a 5U t. o
covado, cobertaa do cbila para carra a 9. coi-
chas de fusto para cama a \7, ditas avellud.nUs
a 8|, aberturaa para camisas a 240 da uro'
Corles de cal;a pan bomem, de brim mcuroc
claro, e de ganga e fuslae de ^uadritibos iljn
19280 o corte : na ra da Ircperatiiz, loja da
arara n. 56.
Arara vende as cassss cliinezas.
Vende-se a fszenda por nome cassss cbioeus
a ic.itsoo de sedinha da quadros, propria vara
vestidos de seiihora e roupa de meninos a 240 e
28 o covado, rucado a Garibaldi a 280 o covido
para vestidos, cobertores de algodn a 19, um-
bralas brancaa a 19600, 29, 2(51)0 e 39 a peca : na
ru> da ln peratriz. loja da arara n. 56
C/3 O
r1 o
Arrenda-se um sitio na Torre com baixa
para capim, casa grande, cocheira, a casa para
faitor : na livraria da praga da Iodependancia ni.
6 e 8 se dir. _________
AKT1&6T0S0 GENEYOIX
(Oleo puro de onstnnlias da India)
Boticaria ru des Beauz-.irU, 14, em Pars
O uso d' este AhIkoUh, o nico que nao saja
un remedio mysterioso sem perig para a saude
e no eniliara os tlcitos de qualquer outro trala-
raento interno.
O oleo de castanlia? da India empresa-sc no so-
mente em laves unccs exteriores sobre u parte oliec-
UKla durante o acess e dos Rhcumatlsmos.
Depositarios : Rio de Janeiro, Kuane Cheve-
It- Bahia, Jos (iataim Ferreira Kspnmliaira ;
Peniarebuco, d'Aluieida Pinto ; Maranhao.-Fer-
raira c "s Rio-Graude do Sul, Couto e Godoy
Vandem-ie duaa escravss mulatas, sendo orna
de 12 annos O outra de 28. vista dos com prado-
rea sedar ss informales nacessarisi: na ra
doArago o. 7 se dir quem vende^________
Vendam-ae 100 barrcaa vaaias : no arma-
zem da matariaes junto ao quartal do cavilada,
Campo das Prinaezai.____________________^
Fara o baile do
club.
Vende-se na loja do pavo
Ricos cortes de vestidos de cambraia branca,
primorosamente bordados a crox, sondo os mais
bonitos que tem viudo a este mercado, e veo-
dom-se por precos baratissimos, na ra da lmpe-
ratrix n.60. loja a armazem do pavo.
Lasemiras a 3,200 rs.
Na loja do pavao.
Vendem-se casemiras entestadas de qaadrinbos
e Ultras miudiohis, tendo cores escaras a 39200
o corte para calr;a ; vende-se a mesma fazenda,
lando duaa larguras, a I98OO o covado ; isto na
raa da Imperatriz n. 60. loja do pavo.
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Esta' justa e contratada para ser
vendida uma casa terrea no becco do
Tambia' n. 28, se alguem se acha com
direito a ella queira annunciar.
Atten^ao
A. p usos 1 ue quer arrea lar um sitio com pai-
to parii vaecat e terrario pira capim dirija-ae
ao aacristo da erdett tercoira da S. Francisca,
q inculcar um com todas as commodidadis
exigidas. ______________
Precias se da am caueiro que Uoha pra-
tica io taberna ae d fiador a saa conducta,
na ra do Rasarlo d Boa-Vista n.
Precin-se te a n eaixelro d< 14 a 16 in-
boicoti rstica de liberna : na ra Augusta ou*
mero 81.
Aluga-se a casa terrea da travessa da Bom-
ba IK 10, calada o piolada de novo : a tratar na
Boa Vista, na do Sobo 0.34.
S no vigilante.
Lindos enfeites para ves-
tidos.
Sao cbagadis no vapor ioglez ai ricia florea de
velludo que sao admiraveii pela delicadeza das
lindas cores, pois com pequea quantia as senho
ras polero eofeitar os ricos veatidoa que ser
muito aprocisvel, pelo baratissimo prego de 19
a duzia : s no gallo vigilante, ra do Crespo
namaro 7.
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loa mofambique a 400
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Na loja do Pavao.
Vende-se laiinbas de urna s cor com qua-
driobos e lista proprii pan venidos e capas
endo fazenda flnissima a 400 rs. o covado : na
raa da Imperatriz u. 60, loja a armazem do
Pivao._____________________________________
Las com llores a 400 rs.
Vende-ie liazinhss;maito finas com bonitos
padroes a 400 ra. o covado : na ra dt Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo.
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Tarlatanas com pal-
miishas.
N loja do Pavao.
Vende-se larlatana com palminhas de cores,
tendo cores proprias para luto a 320 rs. o cova-
do : ns roa da Imperatriz n. 60, loja e armazem
do Pavo.
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O. co
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O Gira sol
defrente da Penba n. 33 vende mmteiga ingle-
za superior a 800 ris, dila fraoceza a 600, quei-
jos do ultimo vapor a 1JJ900, ditos a l^TOO e
19500. cb fino a 298O, caixas de doce de goia-
ba a 500, esperncele auperior a 720 ris, sa-
perior vinho do porto a 800. dito doFigueiraa
640, 560 e 500, e todos oa msis gneros boos e
baratos.
Crgandys da China da arara.
Vende-se a fazenda por nome orgaudys da Chi-
na adamascado e palmas de cores, propria para
veatido e muito largo a 400 rs. o covado, capar,
de la para stbhora a \), ditas de grosaensple
modernos a 20 e 259 oa ra do Imperatriz, loja
da arara n. 56.
Arara vende azenda por nome inais
a niiin.
Vende-se a fazenda por nome mais a mim pa-
ra vestidos de senhora e adamascada, de bonius
goitoi a 360 o covado, p<<;ss de caniLrai s d
salpiqaiohoscom 8 1|2 varis a 3c.ri00 e 4J : ta
ra da Imperatriz, loja da arara n. 56.
Tiras e ntremelos da arara.
Vendem-se tiras e entremeios da largura de ?
e 5 dedos, de bonitos gostos a 1 g-280 e ljfiOO a
peca, ditas de eotremetos a 19. 1**00 e iti(:0a
pe;e,corpiohos bordsdos para meninos a I9cada
um : na ra da Imperairu, loja da arara n. 56.
Semeutes de hortalice viudas
de Pars.
Chegaram loja de ferrageos de Bastos, na
ra da Gadeii do Recife n. 56 A, as novas ssmen-
les de hortalice vindas de Peris, ss qua? ao de
superior qaalidade. e se vendem baratas.
Cal de Lisboa a 4$ o barril,
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo. no seu escriptorio ra da Cruz o. 1.
Pulceiras.
Tambem sao ahegadas aa riqaisalmss palseiras
com pedras azaes e outras verdes, coasa maito
delicada, que sa vaodo por precos baratisiimoa :
s no gallo 'igilante, ras do Crespo n. 7.
Balei'ris p?rm esp > i -ti I lio.
Tambem sao chagadas aa vardadairas baleias
do todaa as grossaraa o fornidas, para osparlilho,
palo barato preco do 120 rs. cada ni : i no
Tigante, ra do Grupo n, 7.
*
SARDINHAS DE RANTES. As mais novas que se podem desojar, a 360 rs. a lata.
GENEBRA DE IIOLLANDA. Em garraioes'.com mais de 15 garrafas a 5*800 e frasquei-
ras com 1 frascos a 69500 e 600 rs. o frasco.
AMEN DO AS COCNFEITADaS. Muilo novas e de diversas cores a 800 rs. a libra.
DOCE DA CASCA DE GOlABA. Superior a 800 rs. o caixocom 4 libras, tambem temos
grandes com 8 libras a 29 cada um.
QULIJOS SUISSO E PRATO. Os melhores que se podo desojar a 600 rs. a libra do prato e
800 rs. o suisso.
CHAMPAN UE. Dos melhores fabricantes que vem ao mercado, de 129 a 189000 o gigo e
19S00 a garrafa.
LICORES. Os mais finos que se pode desejar a 800 a garrafa e 99000 a duzia.
COGNAC INGLEZ. O mais especial que se pode desejar a 19000 a garrafa, e 109000 a
duzia tambem temos superior para 700 a garrafa, e 89000 a duzia.
SER VEJAS. Das milhores marcas a 59 a duzia, e 500 rs. a garrafa.
NOZES. As melhores do mercado a 120 rs. a libra e 39200 arroba.
PAP L GREVE. Lizoe pautado o melhordo mercado a 49>00 a >esma,
FRUTAS EM CALDAS. Pesego, pera, damasco, rainha Claudia, ginja, serejas, e morango
a 560 rs.a lata, e 69000 a duzia.
AMESDOAS. De case niolle a 240 rs, a libra, das melhores, 200 rs, mais ordinirin.
Cheguem fre-
gnezes ao bom e barato.
Ra estreita do Rosario,
esquina da ra das
18Larangeiras18.
Vendem-se todos os gneros por menos do
que em outra qualquer parle : manteiga inglesa
fioa a 800 e 540 rs. a libra, dita francesa a 640,
a em pnrco faz-se slgam sbatimeolo, chi supe-
rior a 2$880 e 29560 a libra, paisas muito novss
s 380 rs., nozes a 120 rs., ameodoas a 300 rs. a
librs, superior cat i 280 rs., toucinho a 300 rs.
a libra, macarro, aletria, talherim e mais massas
fioas muito novas a 320 ra., velas da carneaba
superiores a 400 rs. a libra, ditas stearioas a 720
rs. a libra, queijos do qealha muito novos i 310
rs. a libra, caixoeicom i libras de doce de cases
do goiaba a 800 rs., ditos pequeos a 560, viobo
de Lisboa a 400 o SOO a garrafa, dito Figoeira a
600 ra. a garrafa, dito do Porto engarrafado a
1S00O a garrafa, 1&200 o 1#600: alm destes g-
neros mencionados se encontr tudo quanto
pertencente a molbadoa o do superior quali-
dade.
Cal e potassa.
Veodem-se stes dous ar-
tigo* ltimamente chegad<>g,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra quaiqu r
parte____________________
Grampos a balo
com pendentes dourados.
A loja d'agula branca contina na recopeo do
obiecios do ultimo gosto, o porisso acaba da des-
pachar vindo pelo ultimo vapor eases delicados
a novisaimos grsmpos da bonitas corea com pen-
dente! dourados o que do miis delicado te poda
encontrar. Essa loja como gerilmente abido,
tam lempra em vistss a eommodidade de seas
boas fregaazias o por isso tem resollido vander
aiiei galantes enfeitss a 29 o 39 o par. o qua na
raalidade maito maia valem. Convm poli quo
viiti di limiticaodo prego a iinbora que com-
prar am on mais pares, oo se demore em par-
ticipar as collagio, para qio as emittem no sao aparado
gosto. a mandam logo comprar outros pares na
loja de saa affoicio : que a d'ifoia branca, ra
do Qaaimado n. 16.





DIMINUIC&O DE PREGO
^^^^ MAMO DI PERIUM1CO SEGIHDA FElA 15 DI SETEMBRO 1 1881.
mmm
FRANCISCO FERMNDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
A vantagera que o proprietirio deste acreditado armazem d8 molhados tem offerecido, ha
ido conheeida palos seus numerosos freguezes, mas como assim anda hajam alguns sanhores que
nao se lera dado ao trabalho de esperirnentar, rogo a todos elles o favor de mandaren comprar suas
encomraendas no armazem Progresso do largo da Penha n. 10, afim de verificaren! a exactido
do meu annuncio ea difTerenca de preco e quakdade que faz, se fossem compradas em outra qual-
quer parle, pois para isso se recebe em todos os vapores navios de vela vindos da Europa a
ma.or parte dos gneros da conta propria. Para maior concorrencia e eommodidade, resolveu o
propr.eano encarreg.r-se par.com aquelles senhoresque nao possam vir, nem mandar, de des-
echa r e rernetter pela m-ferrea para o lugar indicado, todo e qualquar genero comprado nasle
armazem, ahan5ando-se serem to bem servidos, como viessern pessoalmante, pois para este fim
aurna pessoa de confian5i para de prompto conduzir as cartas na chegada do vapor.
aHanieiga ag!* d9 prm9ra quiii(la(le dasafra novl-, 00 720 rs> ,
libra, e era barril se faz abatimento.
5fl[aatclga f rauee%* a
Cha hiixm
i libra, a em porcao se faz abati-
a 29000, ditos che-
Rival sem
igual.
DE
Mano el Pedro de Mello
Largo do Livramento ds. 38 e 38 A
Derrtate da grade da igreja, cujo titulo distinctivo
O BALIZA.
00 rs. a libra, e em barril a S60.
o que se pode desojar neste genero a 39000 a libra.
vaa uySSOH 0 mais superior do mercado a 29800
ment.
Qtl}03 do teillO chegados neste ultimo vapor mullo frescos
gados em navios a 19700.
$ilia $YtO verdadero inglez a 28000 a libra em porcao se faz abatimento.
a**A8 COm S.l&VvH.ao*f! confeitadas, contando diversas iguarias mui'io proprias
para mimos a 18000 cada urna.
SoWxAnha it soda em |alas com differenles marcas a 1M0Of afiansa.sl a boa qua.
lidade, assim como tem latas grandes com bohchinha proprias para lanche a 28500.
I*ag?ima8 d \J0U?0 espesial vinho do Porto em garrafido vindo a sigunda vez
aonosso mercado a 19200 a garrafa e era caixsscom 1 duziaqor 128000.
W 1 j!.UO ea^^TTAiaaO i3 meihores marcas que vera ao mercado, como sejao Duque
do Pono, Carcavelhos e Feituria a 18200 a garrafa.
A-neoratag com vmno do Pimo com 70 garrafas proprio part casa prlcular
em garrafas 328000, afianra-ss ser de superior qualidade.
* UiUO jm O|a de superior qualidade Porto, Figueira Lisboa 500, 560 a 00 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
Sauu* TQnada ei>Ialas cora 101bras por 4|000# e em barrila 400 rs# a libra
^nTAC"r^ ^ltt^a 220 rs. a libra, a em caix. grandes por
65000. afianga-se sar muito novo.
129000 mUl D0VaS 56'J "" l'bra eem l)arri1 COm uma arrol)a Por
Lattas con fitix ,, ,
i ~ ae escabecha das segmntes qualidades savel, congro, corvina,
cherne, pescada, e vezugo a 19400.
tt?t A W^mM^ a 6S0 rs. libra, eera caixa a 660 rs.
mu V raV>uitii do reino a 560 rs., Hbr, e em p0r5io, 500 .
Uo iagUz para fiambra, 640 rs a ]bra>
A**iiu** (ranelas em Uus de ,, meia 1bra por lf500 ditas com 3 libras
por 28600.
Setter* A HoUamda 560 rs. o frasco, e 69400 a frasqueira con 12 frascos.
IrOmiOGS cora genebra de Hoilanda com 25 garrafas por 98000.
Alpina muito lirapo, a 160 rs. a libra, e em arroba 49800,
8?*l?M0 muio novo a 160 rs. a libra, 49800 a arroba.
,J ^' "**** suspiros em raaias caixinhas, do raelhor fabricante da Bahia a 28800 cada uma
*?** o mais superior que ha no morcado a 240 rs. a libra, e era garrafes com 5 libras
por 11600, so o garrafo val 500 rs.
afc'Vaai&a da Franca muito nova a 200 rs. a libra.
viOlill muito fmaealva a 100 rs. a libra e em saccas se faz abatimento.
5 antOS liaOS p3ra deQles a lQ0 e 280 rs# 0 maso com 20 macinhos.
PaltOS O gt Z a 28300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
QYV| pfftt^ das marcas tenante, ou XXX a 68000 a duzia e 500 rs. a garrafa.
SfcfVeja DYa&fi das mais acrelitsdas marcas a 59000 a duzia e 480 rs. a garrafa*
W ISluO OraatO engarrafado o mais superior que tem vindo ao nosso mercado a 800 rs
tambem tenho de barril par 560 rs. a garrafa.
TdTl*Aa\lO A LA*bo?i a 7900O a arroba e 280 rs. a libra.
ijfclQ dO R.1* iavado a300rs. a libra ea 9}000 arroba, dito de 2.a qualidade a
260 rs. e 89000 rs. arroba.
A??0* de Maranhao a 100 rs. e 120 rs a libra, e em arroba a 39000 e 38500.
OUt*eO\a'4f> hespanhol a 19200 rs. a libra, ditto francez a 19100.
illAflBl'fcia*'^ imperial do afamado Abreu eda outros rauitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a lfbra, tambem ha para 500 rs. a libra.
1> flMIS Hl CaldU. pecego, damasco, pera, alperche, e gingaa 600 rs.alalta.
se faz i batimento.
SisaIU ;S francezas e portuguezas as mais novos a 640 rs. a lalta, era metas latinhas a
_^ s~ 500 rs.
* lullO a'ffdft^IlX, Marg, Medoque e S. Julin de Medoque a 9^000 e 108000
a caita, em garrafa 800 rs. e 18000.
3 5 H nit3 o raelhor pelisco que pola haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
f^tiOOlUS HOVaS al8ocento ea 18200 o molho com cento e tantas, tambem ha
proprias para conservas a 400 rs. o cento.
Sirva UOCe muito nova a 320 rs. a libra, e em arroba a 88.
' pe gTG Vt a 49 a resma, dito de peso pautado a 39, dito almajo bom a'39200.
if.iSSa p&rd SOpa estrellinha e pevide a 600 rs. alib-a, era caixinhas sahe mais
barato.
Jaem (le tOTiate em latas de 1 libra por 800 rs ede 2 libras por 18500.
Aeite UOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas com 1 duzia por 89500.
Ideill de Lisboa a 720 rs. agarrafa e 58600 a caada.
A.fneirido8 de casca rnolle a 320 rs. a libra e 89000 a arroba.
ViliagTe de LisbOa a240 rs. agarrafa e 19800 a caada
qualidade.
.^l?ina ):-l!lhe dasmais acreJitadas marcas a 158000 e 208000 o gigo, aam garrafa
a 18800.
V 111- i l e Ora llCO 0 quese pole dezejar neste genero a 400 rs. a garrafa.
Licores rrancezes detodas as qa3idad9S qu9S9 procarar, l>000 rs> a garrafa#
i^ ,41-inha dO M aiailha muito alv, e cheiros. 100 r,. libra.
X jilO para limpar faccas a 180 n. e era porcao se faz abatimento.
Coilhaqilt ngleZ a OOO rs.. f.rrifa e 109000 a caixa com um. d..
AlSm dos gennros tetma mencionados encontrar o respeitavel publico um complato sorti-
mento de tudo qu tendente a molhados.
Neste vasto estabelecime
chara o respeitavel publico desta
capital e de fora, um grande e
PERFEITO SORTIMENTO LE MO-
LHADOS, que se vende tanto em
grosso como retalho por muito
menos preso do que em outra
qualquer parte, por serem quasi
todos recebidos de conta propria.
Muita atten$o.
Todos os gneros sahidos des-
te noto armazem levarSo uma
etiqueta para seguranza dos Srs.
que nao quizerem vir fazer as
suas compras, e mandarem por
seus escravos ou fmulos.
Esta prevengo attesta bem,
que a mais perfeita e duradoura
confianga se deseja possuir de to-
dos geralmente, e por isso nao se
pouparo exforgos para serem
bem servidos todos os Srs. com
pradores, afim de que possa este
grande estabelecimtmto ser apon-
a 380 rs, a lalta alSansa-so a boa qualidade, e em porco
a fiansa-se a boa
tado como um dos meihores e
mais acreditados desta prsna.
Aviso particular.
Previne-se s pesseas de fora
desta cidade que podem sem re-
ceto algum mandar os seus pedi-
dos por escripto, que sarao satis-
faites com a maior pontualidade
e boa f possivel, ainda mesmo
de objectos que nao sejam pro-
prios de;te estabelecimento, cerno
ferragens, roiudezas, ou medica-
mentos.
O annuociante desejando fa-
cilitar a consecuQo dos negocios
que por ventura tenham os seus
freguezes de fra, se offerece
tambem para fazer procurar qual-
quer despensa ou licenga que de-
penda da autoridade do Exm. Sr.
Bispo Diocesano, bem como de
a presentar qualquer consulta aos
senhores doutores desta cidade,
quer respeito de direito, quer
de medicina.
a-a T3mDem so receb* qualquer objecto como assucar, couro3, laa, etc., etc., para serem ven-
didos, gando a conta e o seu producto entregue promptamente a quem for determinado.
>a intenso de possuir muius relagu, faz o annunrante todos estes offerecimentos; de
torraa que ncite esnbele^iraento, nao s acharo os Srs. de fora desta praca um bom freguez,
mas tambem um amigo a um criado s suas ordens.
A todos em geral.
hi por acaso nao agradar qualquer genero sahido desta casa poda ser devolvido, que ser
mmediatamente trocado ou restituido o seu importe, conforme for exigido.
U annunciante protesta cumprir com a mais seria e restricta exactido e>ta sua proraessa.
AMEIXAS francezas em latas de tres libras e' Genebra verdadeira inglezade marca Gato do fa-
mais, a 9240 a lata. bricanta Carduer & Broomhal de 19400 a
oVaa"1 m S de ,res Iibras e mais da l50 a 8arrafa-
a wiTien?? ? 8 frasco* IJem de Hoilanda em frascos pequeos e gran -
AMhNUUAS de casca mole de 240 a 280 rs. des de 500 a 190QO.
Graixa em boioes a 2i0 rs., e a duzia a
28700.
dem em lata muito nova a 120 rs.
Grao de bico muito novo a 100 rs. a libra,
Gomma excellente do Aracaty, a 100 rs. a libra.
Kirsch Wasser, excellente bebida do fabricante
Richard 4 Muller, em garrafas grandes a
18500 a garrafa.
Licores dos meihores fabricantes inglezes e frao-
cezes e em differentes vasos de 500 a 19600
a garrafa de diversos tamanhos.
Manteiga Bgleza perfeilaraenle flor de 700 a
800 rs. a libra.
dem da segunda qualidade de 5G0 a G40 reis
a libra.
dem francez de 560 a 580 reis a libra.
dem de porco em latas com 10 libras a 39600,
e a libra a 380 rs.
dem em barris muito superior a 360 reis.
Marrasquino de Zara a 800 reis o frasco.
Massaspara sopa, macarro, lalharirn e aletria a
300 reis a libra e a caixa com uma arroba
hespanhola a 59500, do fabricante Nervy.
dem finas estrehnha, pevide e oulras a 560 rs.
a libra.
Mlhos inglezes e muito superiores a 500 reis
o frasco.
dem idem iJem a 29 era frasco
de vidro.
Nozes superiores a 200 reis a libra.
Phosphoros do gaz a 28300 a groza, e a 200
rs. a duzia.
Prezunto de Lamego o raelhor do mercado a 480
res a libra, e em porgo 460 rs.
dem inglez para fiambre a 560, 60 e 700 rs.
Passas das de carnada de 320 a 400 rs. a libra
e em caixa de 5 a 68000.
Palitos para dentes ma^os com 20 macinhos a
160 rs.
dem lichados idem dem com flor a 240 reis
o mago.
Peixescurvina, safio, linguado, pescada, peixe:
espada, pargo, robalo, salmo e lagostim,
em latas hermticamente fechadas a 18300 a
lata de 1 a 2 libras, sendo preparado pelos pri-
meiros fabricantes de LisLa, Inglaterra e A-
merica.
Queijo flamengo do uliimo vapor a 28000.
dem idem do ultimo navio a t9400.,e era cai-
xa a 19200.
Idem prato de 600 a 6'+0 reis a libra.
Salpicos, vindos de casas particulares a 640 reis
a libra.
Sardinhas de Nantes a 380 rs.
meias latas a 580 reis.
Serveja marcaTeen te, Cobrinha, Cavallinho e
outras marcas a 4, 5 e 58800 a duzia.
Sag a 280 rs. a libra e em gamfes com 5 e
6 libras liquido por 18600 com o garrafo.
Sabao moca de diversas cores e dos meihores a
120 e 200 rs. a libra.
Sal refinado em potes de vidro com rolfia do
rr.esmo por 600 rs. cada um, s o pote vale
e dinheiro.
Sal refinado em potes de loura com lampa da
mesma por 500 rs. cada pote.
Toucinho de Lisboa do novo a 300 rs. a
libra, e em arroba 89800.
dem idem menos suporior de 160 a 200 rs. a
libra, a em arroba do 68000 a 69000.
Ti jlos de grande ta man lio a 160 rs. cada um
(para limpar facas).
Velas stearinas a 640 rs. o maco.
dem do Aracaty, carnauba, a 400 rs. a libra.
dem de cornposigao de Buenos-Ayres a 440 rs.
a libra.
Vinhos engarrafados vindos parte delles de conta
propria. como sejam; Duque do Porto, Ca-
rnees, Ghamisso, Silva & Meneses, e outros,
que se venJem de 19000 a 18280 rs. a gar-
rafa e em caixa de 128000 a 158000, e
esperam-se novas qualidades.
Vinho Bordeaux das marcas Margaux, S. Ju-
lien, e outros a 800 rs. a garrafa, e a du-
zia a 98000.
Vinho verdadeiro de Setubal am barril e em
garrafas de 640 a 800 rs. a garrafa.
Vinho do Porto em pipa das meihores marcas
de 58000 a 69000 a caada de qualidade
especial.
Vinhode Lisboa, Madeira, Carca vellos, Figueira,
francez, e da diversos paizes de 39000 a
49500 a caada,
. 280 rs.
a libra.
ALPISTE a 160 a libra, e em arroba a 49800
Arroz da India de 100 a 120 rs. a libra, e em
arroba de 39 a 39400.
dem de Java de 100 a 120 rs. a libra, e em
arroba de 39 a 38400.
dem do Maranhao de 100 a 120 rs. por libra
e em arroba de 38 a 39200.
U?LVetted0 80 rs- a libr3' era a"oba a
#240 e em saceos a 28.
dem com casca a 160 rs. a cuia, e em saceos de
20 cuias a 29500.
Azeitonas era ancorlas de 8 garrafas a 19500
e em garrafa a 320. {
Azeita doce refinado a 800 rs. a garrafa,
dem em barril e de primaira qualidade deK40
a 660 rs. agarrafa. *
Bolachinhas americanas muito novas de 320 a
360 rs. a libra.
Biscoutos e bisejutinhos, araruta, aliados e ou-
tras qualidades de excellentes massas a 320
rs. a libra,
dem em latinhas de 2 a 3 libras e de diversas
qualidades, contendo uma lata mais de dez
espacies de biscoulinhos por 18400.
Bolinhos de ovos em latas recoramendados pelos
senhores mdicos a 19400 a lita.
Batatas a 80 rs. a libra, e em gigos de 36 a 40
libras por 28200.
Caf do Cear de primeira qualidade, de 280 a
a 300 rs. a libra,
dem do Bio 1/ 2. e 3/ sones a 240, 280 e
300 rs. a libra, eem arroba de79, 7500
^ a 88500.
Cha parola de primeira qualidade a 38200 a li-
bra.
dem uxim a 28800.
Idemhysson de primeira qualidade de 18300 a
29800 a libra.
dem nacional de 19509 a 19600 a libra.
dem preto homeopathico de 19500 a 18800 a
libra, primeira qualidade.
dem idem nao homeopathico de 1.9500 a 18800
a libra, primeira qualidade.
Cevadinha a 240 rs. a libra.
Chocolate de Lisboa (do Abrou) encommenda es-
pecial, qualidade esta que sera medo de errar
a mslhor que aqui tem vindo a 18 e 500 rs.
o massinho, c.ntendo 12 e 2i pes.
dem hespanhol e francez premiadas em di
versas exposices, de 800 a 19 a libra.
dem suisao de differentes qualidades, como se-
jam baunilha ecanella, etc. etc. de 19100 a
19400 a libra.
Champanha era gigos com 12 garrafas inteiras ou
de 24 meias ditas a 129 a duzia, e em gar-
rafas de 18100 a 18200.
Chourigas das mais novas a 480 rs. a libra eera
barril de I arroba de 138 a 149.
Charutos superiores Guanabaras, Lanceiros,
Delicias, Kapolees, Parisienses, do afamado
fabricante Jos Furtido de Simase outros de
18500, 18800,28, 29600, 38600 e 4850
o cento.
Ceblas a l9o milho com mais de 100ceblas.
Conservas inglezas muito novas a 800 rs. o
frasco.
Cognac inglez em barril, garrafa a 640 rs.
dem idem engarrafado de 800 a 900 rs. a par-
rafa.
Doce de goiaba em caixes e em latas, prepara-
do especialmente para embarque, garantindo-
se a boa conservarlo por um anno.
Ervilhas em latas de 1 e 2 libras de 700 a 800
rs. a lata.
Extracto de absyntho em garrafas de 1 li2 car-
rafa a 18500. l 8
Farinha de trigo Fontana, das marcas SSS ga-
lega, family, de 120 a 160 rs. a libra.'
dem do Maranhao a 160 rs. a libra, e 49800
a arroba.
dem de araruta, especialmente preparada de
a 320 e 360 rs. a libra. '
Figos muito superiores a 240 rs. a libra.
Garrafes com mais de 5 garrafas de vinho do
Porto fino, a 38200.
dem idem de vinho verde a 29800.
dem com mais de 5 garrafas de vinagre de
F. & S. de Lisboa a 18600.
dem idem com vinagre de Hamburgo a 19000.
dem com mais de 15 garrafas de genebra d
Hoilanda a 68000.
Genebra de laranja em fraseos grandes a 18000
superiores a
grande rolha
os quartos, e
Rival aem igual
Rival sem igual
Ra larga do Boiario d. 36
Ra larga doRoaarion. 36
Ra larga do Roaario n. 36
Padro Tinoco vende
Pedro Tinoco vende
Pedro Tinoco venda
Miadexas muito barataa
Miudezai muito baratas
Miudezii muito baratas
Gartoet de clchelas francezes a 40 rs.
Estampaa da ssDtos a 100 ra.
Ditai com vistas de guerra i 200 ra.
Ditas com personaren* a 320 rs.
Pentea de borracha para alisar a 560 rs.
Sintos duurados a 18600
Agulhai francezas em caixinba a 220 rs.
L5 para bordar a 6400 a libra.
Tesouras finas com toque a 400 rs.
Botes pira puoho a 120 160 re.
Tinteiros com tinta e lampa de metal a 180 rs.
Meias cruas par homem a 2J400.
Ditas brancas para senbora s 2J400.
Enfiles prelos a 4$8O0.
Liohas da croxel para bordar a 640 rs. o masso.
Jogos da vispora a 800 rs.
Ditas do bello xadrez s lg600.
Grivatts com bola a IjjOOO.
Pinceis para barba a 400 e 600 rs.
Pulseiras de missanga a 1$zS0 o par.
Carreteis de linha a 30, 40, 60 e 80 rs.
Luves de seda com toqu* a 200 rs.
Escovss para limpar denles a 240.
Dts par cabello a 1 i.
Ditas boas pra aohas a 320 e 50 ra.
Ditas para roupa a 800 e 18.
Assim como um sortimeoto completo ds rap
Paulo Cordeiro a 18500, gisae grosso a 1600, dito
meio grosso a lg60O, dito flno a 1^280, Lisboa a
28600, rolo francez a 28900, Meuron 18040.
Pechin cha
Chapeos de sol ds seda a 58 : na ra do Quei-
mdo o. 44.
Retratos de sua alteza real a
princeza de Italia D. Maria
Pia.
Ttm para vendar Jos Azsvedo Mala a SilTa
na sua lojs, ra do Queimado d. 53.
Plvora e chumbo
venda.
Joao Jos de Carvalho Moracs Ftlho,
competentemente autorisado vende pl-
vora superior de dierentes marcas e
esuuaJ)o de varias qualidades por pre-
Scommodo : os pretendentes poderao
tigir-se a sua loja de ferragens na ra
do Queimado n. 15, a contratar.
Livros de direito.
Na rus do Queimads, loja n. 14, veodem-se
por presos commodos as seguales obras de di-
reito : Lobo, aegoes summariss. segundas li-
nhss, notas a Mello, interdictos, direito empby-
tatico e processo execulivo : Ff.rreira Bor-
ces, diccionario jurdico; Barros, direito fi-
nsoceiro ; Coelho da Rocha, direito civt ;
Mexdes da Cinha. obaervscoes ao cdigo crimi-
nal ; Dr. LoniEjRO, direito civil ; Rerprtorio
da I.eaislacoBrsaileira at a letra Q por Firta-
DO DE MkXDOSCA.
Escravo padeiro.
Vende-se am esvrsvo mogo, de boas qualida-
des e ptimo padeiro ; e vendido para paga-
rem-se filas com o seu producto : na ra da
imperstriz o. 50.
Sitio,
\ende-ss um sitio na estrada do Rossrioho, no
oitao da Igreja do mesmo nome, com boa ci>a da
podra e cal, contendo 2salas, gabinete. 4 qmrlos,
coxinha e copiar, tem boa agua para beber, estri-
barla, coebeira, baixa de espim, muitas lran.ei-
ras das meihores qualidadts, e bastantes oulras
srvores ds fructo, tanque para banho ejardisfl
na frente : trati-ae na ra da Cadeia do Recite n.
26, ou na ra No*a n. 55.
Rosas e bouquds
artificiaes coin cheiros
A loja d'eguit branca acaba de reeehpr lindas
rosas e bouquels artificiaos com agradareis chei-
ros, as quaes servem para trazarse na mao oas
oecaeioes de bailts, casameatos, ele, ele, o que
aqui no9simo, porm de muito go.oto, e rosca
despeza ; cust mente ua ra do Queimado, loja d'jguia branca
nemero 16.
Acha-s euu. no eicripiorin i. Antonio
Luizde Oliveira Aze'edo & C, ra ds Cruz u. 1
a obra escripia p*lo jcodJ* d Uru$iy.E!jio
Sobre o Direito Administrativo ; dsiumo de ts-
eer elogios a tata obra, basta o nome Je > au-
tor para i tornar racooimendadi, dos
*m broihuri 103, eocadernido 12g.
voiuaes
Farello
I em saceos grandes a 48: no armazem do Sr. Luiz
Antonio Annes na escadinha da alfandega.
Gusta y Bousset & C
Cambraias lisas.
Na loja do Pavo.
Vende-se pecas de cambraias Iiaas maito finas
com 8 ardas a 2$500. ditas com 10 jardas a 3J
ditas com 8 jardas a 3!,-)t8 com 10 jardas a 48 :
s na ra da Imperatrizn. 60, loja e armazem
do Pavo.
Brilhantiiiasde quadrinhos a
200 ris
Na loja do Pavao.
Ven'e-sa brilhaniinas de quadrinhos, temi
de todas as cores (tienda mnlto ancorpada emais
larga que chita ioglexa, proprias para vestidos,
a 200 rs. o covido : s na rus da Imperalriz n.
60, loja e armazem do Pavao.
As assis baratas que o!
I^tvo liquida.
Vende-se Qoissimas ciscas francezas de cores
muito boit.8 a 200, 240 e 280 rs. o eovado : s
na ra da Imperalriz d. 60, loja do Pavo.
Bramante do Pavo. Rua da Cruz numero 5.
Vende-se pecas de bramsnte de littas tendo urna \- i L i
s largura, com 27 varas cada pega, pelo bara-i V cnde haeques francezes em latas
tissimo prego delO a pega, tambem ss vende tendocada lata 2i e 50 peixes, na mes-
. I raa casa vende se serveja americana em
barris, tudo por preco baratissimo.
fiagens Polares.
Sahio a' luz, e adiase a' venda na
Livraria Econmica, a obra vertida do
j inglez pelo primeiro tenente da armada
' Collatino Marques de Souza, a qual
tem por titulo Descobertas e Aventu-
ras nos Mares e Regies Polares
POR
Sir John Leslie,
Roberto Jameson
r.
Hugh Murray.
Esta importante obra compor-se lia
de dez follietos, do custo cada um de
1$, e e ornada de um mappa dos mares
polares, e de bellas estampas, que suc-
cessivamente acompanhaiao os bllieos,
que mensaimente se publicaiao.
S Vende-se uma casa terrea em bom esta- g
9 do por preco commodo sita na rus da 9
* S. Jos : quem a pretender dirija-sea rus a
9 do Fogn. 22tqu achara com quemtntar 9
# i,-i SWrS
Yede-se
urna escrava boa enjrnmmadmira e cn.inh"ra a
tratar no largo dos Coelhos com o Sr. Aoiooio
esta azeoda propria para lengoss, toaihas, ca-
misas e aeroulas etc., a em proporgo do prego
que est hoje o algodozlnho torna-se esta fa-
zeoda mais barala sendo ds linho, islo s na rus
da Imperalriz n. 60, loja armazem do Pavo.
la
V
seda para vestidos
400 ris.
S na loj do Pavao.
a
Vende-se la e seda para vestidos com
bonitos padroes, sondo fazenda que sempre a
vendeu por Ijf, e torra-ee a 400 rs. o eovado para
apurar dinheiro : s na ra da Imperatriz n. 60
loja e armszum do Pavo.
Manguitos egollas de
cambraia ricamente bordados
Vendem-se manguitos sollaa d superior
cambraia ricamsnie bordados pelo insi^uiaciDle
prugo de 28 o par da manguitos com ama goila,
sendo que smpr uslaram 68 ada par, aasim
pois "i)inmn-iii-i-io imi/i da sania SJCO-
nomia que aproveilers a boa ocessio, diriiu-
do-s* com dinheiro a loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.
Veiideiu-se tachas de
ferro cuado rio fabricante mais
acreditado: na ra do Brum
n. 28 B, armazem de Jos da
SilvaLoyo &C.
A 5.000,
Chapeos de sold seda a 5j cada um : ven-
de-se na ra do Crespo esquina da raa do Im-
perador n. 7.
3193 sesete ^skssmw
Niva loja da bandeira
que vende barato,
na ra da Cruz do Recife 1
Carneiro da Cenha.
Veno.e-se um terreno sito do boceo do
Quiabo, com chaos proprios, contendo de fundo
1*0 palmos : a tratar na ra Imperial, casi cu-
mero 113.
tHanoel Josa da Fooceca. pertecipa a
lodos os seus freguezes e juntamente ao
a respeitavel publuo, que lera granle sor-
limento do regadores, uso da Europa, islo
vende-se muito barato, bahus, bacas,
baoheiros, baldes pre despejo, bacas de
- senleupa, gamelas oara banho, latas para
11 depoaito de farinha ou outra quaiqver
Rserveniia, canecas para condur agua,
machinas para caf, balates para compra;
ha sortimentode oulras rumias obrase to-
das de diferentes lamanhos e juotamen-
8 te eovernisadas de diversas cores ; rece-
bem-se enonjmi-.ndas e se fabricam
vonlade de seus donos e jautamente se
eflioga a boa qualilade e parfeicSo das
Imesmas obras; ha folha de (landrese es-
taDho em vergiohas 700 r#., veroiz co-
g pal IJBOO rs.. latas de arroba IJOOO
rs., cocos a 1 JOO rs., caoecos a IjOOU rs.,
regadores a 1^280 rs., babus gmodes a
4O rs. n peqsenos a 600 r., bacas
grandes a 49000 rs. e pequeas a 600 rs.
Tudo islo ven le-se na loja de fuoileiro,
que por signal tem uma bandeira na por-
S taque gira com o vento, esta chama-se
a loja da bandeira.
XCKmitt-MeSR^^-vSNsWSris
Rua da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Veodem-se uuaa parles do sillo de ierras e
j casa de morada com mullos arvoredos de frecioa
| uto no Salgadiuho, pertencentes a M'g-ael Ferrol*
; ra de Mallo e sua irmia : a pejsoa qaa qui-.er
pode-se dirigir rsa da Cadeia do Recif*. a tra-
i lar na botica cem o Sr. Vicente J^a 'le Ilrito;
Ra da SeiizaliaNova n. 42.
Vsnds-ss em casa ds S. P. Jonhston d C.
sellins s silhes inglszos, caudieiros e castigsai
bronzeados, lonas inglezas, fio da vela, chicotes
para carros a montara, srreios para carros da
um a Acras cavallos, a relogio de onro patsnta
ingles.
Relogioi.
Vsnde-sa aa casa da Johnston Patar d C,
. -4 do Yigario n. 3, um bello sortimeiito 4a
telogios da ouro, patente inglez, da um do8 mais
afamados fabricauus da Liverpool; Umcea
ama variedade ds bonitos trancsllins para s
mesmos.
Leocos brancos
com barras de cores para meninos ais
a duzia.
Aloja d'sgula branca tambem vende bons e
bonitos lencinhos brancos com barras de cores,
proprios para meninos, pIo diminuto prego de
\$ a dszia. Avista da limitago do prega lalvez
liguen desconfe da bondade da fazeoos, mas
para desengao dirigir se, prevenido de dinhei-
ro, ra do Queimado, lojs d'sguia branca o. 16,
onde os acbar patentes.
Vendem-se velas de composico de 6, 13 e
14 em libra a 11 e 139 a arroba : atroz da matriz
de Santo Antonio a. 18, taberna.
jjh de iazeniks.
Vende-se a loja da fazendas da ra da Impera-
iris D. J6, propria para qualquer prlDcipiauta
por ter pseos fundos e ser muito freguez.d
em bom local, e sendo sea aluguel msilo com-
modo : quem prelendar, dirija-se a rus do Quei-
mado n. 18 A, que achara com quem iralar.
Vende-se o patacho americano Palmen,,.
ds primeira marcha felto em Baltimore em 186t
forrado encavilhado de cobre, de cerca de onze
mil arrobas, e prompto para qualqaer viageo
pode-ae examinar aopda alfandaga, aonde e.t
m* m "" eom os consignatarios Rothe 4
HidoDlac, roa do Trspichs n. 18.
Vndese
urna armacao de taberna, de boa madeira, al-
gunsouiros objectos de molhados, como sejam.
vinho, egoardente, genabrs, ele ate. : a tratar
iis ruados Paseadores n. 11.
-
'
'
*


Veodem-se doas escravos ds Idade de 18 a
W) snno, eama eserava parda, boa cozinheira a
ingommaetra: ai ta Draita n. 3.
MUTILADO

i


DliftiO OH PfKNAMIUGO SECUNDA FFJRl i5 DE SEIEMBLi M 1861.
Coke e atcalrlo.
Cok da melhor qualidade, muilo proprio pira
Tapor, Umbem pata todoa oa esos domsticos,
ornoa pequeo e grsndes, ete., para eatea ser-
vigos, o cok* e maia econmico do que qualquer
outro combuttivel, por aer menoe de melada do
prego e de maia darago.
Alcalro, eite aeodo applicido navios, bar-
cagas, alvareogas, canoas, etc., praata muilo bom
e'eiio, conservando a madeira de todaa aa qea-
lidadea de bichos, tazando durar um lempo inde-
finido. Tambem ouierva madeira de edifica-
ies, preservando-a doa bicho* e contra o lempo :
aa proprUdadea chimicaa deite alcalro de ear-
vao 6 maia (orle do que qualquer oulro, exlrahi-
do de mcdeiraa ou oatraamaleriaa.
Quem preciaar achara venda, no armazem do
gaz. Ra do Impender.
Preco do coke 129 por tonelada.
Prago do alcalro 509 re. por caada.
naguas
Lingual do Rio Grande em porcei de 100
para cima : no armazem de Taso Irmos.
Chega vapor para o vi-
gilaste.
Ac para balo.
Sao chegadaa concertar ou fazer baldea, que com ama pequea
quintia qualquer senhora pode fazer um grande
balo, poia venda- pelo baratistimo prego de
140 ra. a vara.ou pega com 50 metroa a 51500 :
no gallo vigilante, ra do Crespo n. 7.
Para atar cabello.
Tambem ha chegado Hndoi penlea da tarta-
raga todo eotraogado com fita de borracha, da
forma que o cabello amarrado Dea dentro de um
engredado, inteiramente couaa nova, e de multo
goato, asaim como com lsco a lizoa de lindo ei-
tioa, que ae vende por prego maito razoavel :
no vigilante, ru* do Creapo d. 7.
Luvas de pellica.
Tambem chegado aa Terdadairaa lavas de
Jouvin mailo frescas tanto para homem como
para tenhora; a no vigilante ra do Crespo
n. 7.
Gravatinhas.
Tambem 6 chegado as linda gravatinhas com
lindos botes, qaeae vende pelo barato prego de
18 : s no vigilante, roa do Creapo p. 7,
La para bordar.
Tambem ha superior la para bordar qae re
vende por 69 a libra, asalm como lia de familia
que aa vende a 1;, e em cada caixinha maito fina
pelo baratissimo prego de 70 a caixinha : a no
vigilante, raa do Crepo n. 7.________________
EspelhoSa
Tambem ha grande aortimento de eapeiboa re-
dondos de moldara dourados de lodos os tama-
nhos. com excellente vidro, que se vende pelo
baratissimo de 3$, i e 5J : s no vigilante, raa
do Creapo o. 7.
Smtos.
Tambem chegado oa muilo desojados ainto
com ricas fivelas de coocha e borlla ao lado
cousa muito chique se venda pelo barato prego
de 49, assim como ricaa flvelas para aiotoa com
pedrinbaede lindoa gostos que se vende a I96OO
e 29; no vigilante raa do Crespo n. 7.
Cordo de borracha.
Tambem sao ebegados os cordaoziohos de bor-
racha e de retroz, sortidos, de linias crese de
todaa ae groatoras, que muito ae desejava, lau-
to pra pulseiras como par debrum de collete,
e para muitaa outraa obraa : 16 no gallo vigilan-
te, ra do Crespo o. 7.
Fita de. borracha e de seda.
Tambem sao chegadaa as superiores Otas de
borracha, asiim como de seda pret, propria para
debrum de vestido, como ptra collete, que se
vende pelo barato prego de 160 rs. a vara : s
no gallo vigilante, ra do Crespo n. 7.
Gaixas de tartaruga e charu-
teiras de charo para rap
e charutos.
O tabaquista que apracia a boa pitada de Lis-
boa oa mesrao Princeza, Meuron etc., etc., i
justo qae compre ama bonita caixa da tartaruga
toda marchetada com a qual nao ae envergonha-
r de offerecer da boa pilada de aeu gasto a to-
dos os circamstantes que 1* i-harem em aua ro-
da, muilue doa quaes louvaro o sea bom gotlo.
Assirn como a eaixa necestsria ao tabiquieta,
fi cbaruteira nao suptrflua no fumante e sendo
ella bonita como sao as de chtrao norhetas me-
lhor ser porque com isso deixa eonhscer quan-
to sebe apreciar o bom. Para os mais eommo-
distes tambero ha bom lortimento a todos eucon-
traro baraleza ama vez que munidos de dinhei-
ro s dirigirem t rus do Queimado loja da agufa
branca o. 16.
Sedas a 500 e 720 rs.
Vende-se sedas de listas e de quadros para
vestidos de senhora a 500 e 720 rs. de quadri-
n'oos ruiudos o eovado : oa ra da Imperatriz d.
60, loja do Pavao.
Camisas sara senhora a 1$000
S na loja do Pavao.
Vndese camisas de madepolo francs muito
bem afeitadas a 18 cada urna, s na rae da Im-
peralriz n. 60 loja e armazem doPavn.
Chales baratissimos.
Venee-se chales de marin maito grandes a
3J, ditos a garibaldina a 49, ditos estampados
fazenda finiaaima a 6f. ditoa pretosa 5$, ditos de
rede imitagao de retroz com bonitas palmas a
3J, ditos de catsa de quadros a 640 is.: s na
ra d. Imperatriz n. 60, loja armazem do
Pavo.
Baldes de bramte,
JVa loja lo Pa o.
Vene-se baloes de bramante muito bem fi-
toi, sendo de por e tirar os arcos quando se quer
lavar, para ssnhora e para meninas, do mesmo
bramante e de arcos : na ra da Impeatriz n. 60,
loja do Pavao.
Vestidos brancos.
Vende-se corte de vestidos brancos bordado
a seda, uraprios psra noivas, pelo baratiisimo
prego de 69, dito de tarlalaoa branca borda-
des a 109 : na ra da Imperatriz n. 60, loja e ar-
mazem iio Pavo:
Jarlataiias e fil do Pavo
Vende-se tarl'tana branca e decores a 800 rs.
a vara, branco lio a 8u0 rs., dito lavrado de
palminhaa a 19 a vara, organdy branco muito
fino a 19 a vara : na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
Luvas e sintos do Pavo.
Vende-se luvas de seda pretas e de cores a
640 rs. o par, ditaa de retroz a 640 rs., sintos de
seda muito rico com fivelas douradas a 1$ cada
um : na ra da Imperatriz n. CO loja do Pavo.
h pavo.
Vende-se nesle eHabelecimenlo as faiendis
mais baratas do que em outra qualquer parte, s
com o Gm de aparar dinheiro, chitas larga es-
caras com pequeo toque de mofo a 900 rs. o eo-
vado, ditas fraocezas a 340, SCO. 280, 320 e 360
rs., pegas de madapolo e algodozioho por pre-
gos baritusimos, cassas organdys de todas asco-
res, ombraias de todas as qualidades e todas aa
maia fazendaa precisas para o consumo, alm de
estar esta estabolecimento aberto das 6 as 9 ho-
ras da noite, tambem se manda levar as fazen-
daa e amostras pelos caixairoa : na raa da Impe-
ratriz n. 60, loja do Pavao.
Roupa psrahomens.
Vende-se salgas de casemira, de brim pardo,
de dito de corea, palilota franceses a 6$, ditoa de
panno preto e cor de caf a 60, caigas de case-
mira preta a 59 : s oa loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60.
iLoja das 6 por-
tas em freute do Li
vrameuto.
(Baloes de 15, 20, 50 e 40 arcos.
Grande sortimento de bales de arcos
os melhores nesla fazenda e grandes, chi-
tas frsncezas largas, escuras a 20 e 2i0
rs o eovado, ditaa estreitas miudinhas a
O 100 rs. o eovado, can.braia lisa para for- g
m ro com 8 lavara a 2f a pega, ditaa fi- .
M na a 39, 4$. O e 65 muito finas, dit-s V
I d salpiquiuho com 8 1[2 varas a 39500 35
8 a peja.co'jertas alcoiosdas brancas e de i
cores para cama a 4J500 e 5$, casaas de
I cores trancezas lala guras a 320 rs. o m
g eovado, pega d brelanha de rolo a 29, S
I algolio trangado alvo maito largo para
2 toalhas a 1 a vara, enhiles a Gsribaldi X
m aendo pretos a 5J cada um. leeros bran- g
3B coacum barra de corea a ISO cada um, *
9 roupa feita de todas as qualidades muito g
baratas, a loja est abert-i ate as 9 horas <
Pnfassa k Eussia.
Vende-se em casa de N. O. Bieber &
C., succesores, ra da Cruz n. 4.
Chegado peio va-
por fraacez s para o vigi-
lante tinos pentes de mar-
rafa.
E' chegado os lindos pentinhos dourados com
muitas lindas moldaras de dlfiferentes goslos pa-
ra mairafa oa travassos, pois s com a vista os
compradores sabero apreciar o quinto sao deli-
cados pelo baratissimo prego da 3$00o o par :
assirn como sem ser dourados da lindoa goito,
pelo barato prego de 2JJ: na ra do Ceespo n. 7
S no galo vigilante, ra do Crespo n. 7.
Grtmpas a balao.
Tambem chegado as lindas grampas a balo,
coas maito linda : a no vigilante, ra do Cres-
po o. 7.
Velas e arroz.
Vndem-se velaa de espermaceta a 640 a libra,
arroz de caaca em saccoa grandaa a 2800 cada
um : na taberna da travesea do pateo do Paraizo
n. 16, com oitao para a raa da Florentina.
Fazendas pretas
superiores.
Grofdeniple preto maito saparlor pele dimi-
nuto preco de t o odo, panno preto maito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 a 9} o eovado, caaemira preta
muito fina a 2$, 2500, 3, 3jf500 e 4J o ovada,
mantas pretas da blode multo saparioresa 129,
manteletas de superiores groadenaples pretos rl-
camante bordados s 35g, sobrecasacas de pann
prato maito fino a 30, casacas tambera de pann
preto maito Bnoa 30J>, palatots de panno pret
One a 18 e 20}, ditos de casemira de cor mes-
ciada a 18}, aupariores gravatinhas estreitas a
I}, ditas da setira maco a de gorgerao maito su-
periores para deas voltas a 2}, ditas etreitinhai
com lindos allioetes a 2}, superior gorgaro pra-
to para collete a 4} o corta, ricos enfeites pretos
a 6}, e assirn outra multas fazendas que sendo a
dinheiro vista, vendem-se por pregos maito ba-
ratos : na raa o Queimado n. 22, na bem eonhe-
cida loja da boa f.
Camisas bordadas e outros ob-
jectoi uecessarios para
senhoras.
Na loja da agula branca acha-aa am bailo sor-
timento de bonita esmisinhaa de Dna cambraia
com babadinhos e mui bonitos bordados de no-
vos e delicados dessnhos, as quies servem mal
bem para os modernos vestidos de frente abarte
e vandam-sa pelo diminuto prego de 3} cada
ama ; assim como bonitos manguitos s balo com
gollinha de superior cambraia ec&t e todos bor-
dados, com panhos virados e cada par pelo ba-
ratissimo prego de 25, o qae i admiravel avista
da superioridade da obra, a bem assim punbos
gollinhas tambem bordados com bonitos botoes
a 2} a gsarnigao, a gollinhas soltss igualmente
bem bordadas a 1} cada urna e manguitos a 800
rs. o par. A viala pois de am to complato sor-
timento neohuma aenbora deixara de comprar
ssesnecessarios objectos tanto mais quanto a
comroodidade doa pregoa convida e para que to-
do isjam bem servidos convem qaa mandem
logo comprar na loja da aguia branca raa do
Queimado n. 16.
Vendem-se caixes va-
sios, proprios para funileiro
e b a hu airo, a 1280 cada um :
fiesta typographia se dir.
Souhall Mellors & C, tendo recebido or-
dem para Tender o se a crescido dapoaite de rsle-
gios T(sto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanto, spessoas qae qaizerem
possair am bom ralogio de oaro oa preta do c-
lebre fabricante Kornby, e eproTeitar-se da op-
portanidada aam parda de lempo, pera vir com-
pra-Ios por commodo prego ae sea escrlptorie
roa do Trapicha n.18.
Boa fama n. 35.
Vende os seguintes ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
Grsmpos a balo com pendente doarados s 2J
o par.
Penles imitando tartaruga para bandes, ult-
mo gosto a 3} o psr.
Fivelas para sintos, fazenda inteiramente nova
a 2} o par.
Alfinetes pretos com doarado para senhora, in-
teiramente novoa a !; cada an>.
Botes prstos coro dourado para puches, intei-
ramente novos, a 2} o par.
Botea de tartaruga para panhos a l}500opar.
Na ra do Qaaimado, loja de miudezas n. 35,
da boa fama.
Tinta para marcar roupa.
Vende-se tinta para marcar roapa a 1}:
Agua da malabar para Ungir cabellos a 5} o
Iraaeo : na ra do Queimado, loja de miadezasn.
35, da boa fama.
Cartas linas para jogar.
Vende-se duzla da baralhoa da cartas Onaa com
aa ponas doaradaa a 6}, dita s*m ser dourada a
3}500 e 4J : na ra do Queimado, loja de aniu-
dezaa n. 35, boa fama.
Fitas de laa para debrum.
Vendem-se pegas de fita de la para debram a
18, a em vira a 120 rs., ditas de seda a 2}400, e
em vsra a 240 : na raa do Queimado, loja de
miadezas n. 35 da boa fama.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoslhado adamascado com 8 pal-
moa de largara a i$600 rs. a vara : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Damasco para colxas e para
ornamentos <*e igreja.
Vande-sc multo saperior daroasce de l de
urna s cor, maito proprio para colxas e pera
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato prego de 2}800 rs. o eovsdo : na raa de
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pechincha.
Veudem-se cortes de saperior gorgaro ds se-
da para colletes pelo baratissimo prego de 1},
2} e 3} o corte : na ru do Queimado d. 22, na'
bam conhacida loja da boa f.
MfM*''
sem segundo.
Na raa do Queimado n. 55, loja de miadezas
de Jos de Azevedo Hala e Silva, esli queimando
todas as suas miadezas muito boas e baratissi-
mas, a saber :
Spalos de tranga de la muilo superio-
i$440
Ditos de la para meninos de peito a 200 e 400
Pares de botes psra panhos a 240
Calas com papel de diversas qualidades
sortdo a 700
Ditos decores o melhor que ba a 700
Tbesouras de 6 polegadas a 40
Ara preta multo fina (libra) 100
Pegas de Ota para coi, de superior qaa-
ltdade a 320
Novellos de linha qae tem 200 jardas a 40
dem idem de 400 jsrdas a 60
dem dem de 800 jardea a 120
Linha do gaz de 10 e 20 jardas a tres por
dous barato.
Caixas de folba com pbosphoros a 80
Cornetas de chifre psra entreter meni-
nos a so
Carriteis de linha de 100 jardas a 30
dem de Alexandre maito superior a 100
Dazia de facas e gsrfos, cabo preto, mui-
to finas a ggsoo
Calas com eolxetes francezes a 40
Ditas eom pbosphoros do gaz a 20
Ditas com dito de vela maito superior a 20
Caixss com isess psra accender charutos 40
Duzias de meias eraos maito encorpa-
_ d, 2J400
Duzta de meiaa brancas a 1 j600
Duzia de meiaa brancas muito finas para
senhora a 3*000
Missos com grampos de todas as quali-
dades a 40
Bolgas muito finas pars guardar dinhei-
re, servem tambem pars guardar fumo,
e servem tambem para senhora s 500 e 800
Thssouras pequeas, porm maito fi-
nas a 200
Ditas para unbas tambem muito supe-
riores a 400
Marcas para cobrir, sao pequeas, porm
o prego convida a 10
Pares de meiaa de cores para meninos a 160
Pares de meias brancas para meninas a 200
Groza da penosa d'ago de todas as qua-
lidades a 500
Caias com 100 anvelopes muito finos a 1000
Groza de botoes de louga pratisdos a 240
Manguitos com gollinhas.
Veode-se manguito com gollinhas, fazenda
mallo boa, pelo barato prego de 2JO0O, gollinhas
e panhoe ultimo gosto a 2O00, gollinhas muito
I finas o bem bordadaa a 1$000 cada urna na raa
, do Queimado loja de miadezas da Boa fama,
; d. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vsnde-ia pe gas da liras bordadaa de 2,500,
I 3,000, 3,500 e 4,000 ntremelos a 1}600 e 2}000
cada pega na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama. o. 35.
Para os tabaquistas.
Lencos muits finos aimltago dos de linho de
muito bonitos padrdes e de cores fizas maito
proprios para as peasoasqaa tomam tabaco, pelo
barato prego de 4}800 e 5500 a dazia: na raa
doOaeimodo n. 22, na bem conhecida loja ds
boa f.
Bramante de linho.
Vende-se maito saperior bramante de linho
com deas vara de largura proprio para lenco
pelo barato prego de 2}400 re. a vara: na bem
conhecida loja da boa f. na raa do Queimado
n. 22
A loja da rguia
brauca ra do Queimado n. 16
Acaba de recebar o precisos objectos segain-
tes:
Aspis de balis grsndas a pequanas.
Fita com eolxetes branca, parda a preta.
Dita de la para debruar vestidos de cores.
Tranciuha de caracol miado conhecida por bom
tota.
Alfinetes pretos e brancos am caixtnhas.
Agulhas imperiaes fundo doarado.
Ditaa victoria em caixinhas a papis.
Retroz preto fino m carretes grandes:
U no vigilante,
Collares para senhoras ou me
ninas.
E' chegado os muitos desejados collares de al-
jofares fiogtndo madreperola, com urna cruzinha
de pedras lingind brilhantes que sao muito ele-
gantes, pois ssom a vista que se poder apre-
ciar, que se vende pelo barato prego de 3$ cada
um : isto i na loja do gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Aderemos pretos
Tambem chegaram os lindos sderegos pretos,
sendo doas pulseiras, rosetas, alfinetea, tudo em
urna caixinha, inteiramente coma nova nesta
praga, todos muito delicados pela grande mo
de obra que tem, pois s pessoas de bom gosto
sabero apreciar : s no gallo vigilante, ruado
Crespo n. 7.
Novos pentes
de tartaruga e t^assa,
com dourado e sera elle,
para atar cabello,
A loja d'aguis branca acaba de receber esses
pentes da que as senhoras tanto precisavam para
igaalar sos pequeos dourados. O sortimento
peqaeno, porm completo, porque tem de tarta-
raga e msssa, dourados e sem o ser. A belleza
e perfeigSo delles diffcil dastrever, o por isso
limitamo-nos a dizer que ellas sao de um dese-
cho novissimo de apurado gosto, e de castosa
execugo, na qual o artista alevou-se por sua
pericia. Tem tiles a forma de um lago de Ota no
centro do que se coobece o feche por meio de
urna Dvella, isso olere de rendados, tanto os d
tartaruga como os de masca. Agora, pois, que
apparece o bom, convem que as senhoras se nao
demorem em mandar comprar na loja d'aguis
ranea, ra do Queimado n. 16.
Moends e meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Kodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
RudoBrumn. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
Agulh
as
Tambem sao chegadas as verdadeirss agulhas
Victoria, de fundo dobrado, que se vendo pelo
barato prego de 100 rs. o pspel: l no galle vi-
gilante, raa do Creapo 0.7.
Capellas para noiva.
Tambem sao chegadas as lindaa capellas bran-
cas, o mais delicado que pode hsver, que se ven-
de pelo baratissimo prego de 7t e 65, tambem ha
outras mais inferiores que se venda por 29 e 3y.
Peda-se que quem tiver da comprar qualquer
destes objectos, que se apresse antes que se aca-
be, poisfol apenas urnas pequeas amostras que
te recebeu : sno gallo vigilante, ra de Creapo
numero 7.
Arados americanos e machinas
para tavar roupa : em casa de S. P.
Johnston" & C ra da Senzalla Nova
u. 42.
Na ra da Imperatriz nu-
mero 20.
Vende-se o seguate.
Bramante com 10 palmos de largura a 1$500,
riscadinhos esaroc da cor flxa a 160 rs., cassas
-!o cores a 280 a 320 rs., olaados para cobrir
masas a 23, indianas muito boas a 1g, chitas a
160, 200. 240, 280 a 310 rs., cambraias de sal-
piros de cor*s a brancas a 400 rs., cobertores
brancos a scuros a 1$200, 15600 e 2#, panno
fios ralos e de cores a 2$, 2&400 e 30, cam-
braias*para cortinados a 2JJ a pega, ditas lisas r
2$. 3$, -i8 e 5$, tapetes muilo finos a 6c e 79,
chapeos de seua e de castor muito finos edo ai-
timo gosto de Pars a 89 e 99, ditos de feltro fi-
no copa alta a 59. casemiraspara forro de carroa
a I96OO, cortas de dita maito fina para caigas s
49, pagas da ntremelos a 19, a finalmente ma-
dspoles, algodes, bros, bretsnhas e oulrai
muitas fszendss qaa o dono do eslabelecimento
est resolvido a vender maito barato afim de
apurar dinbeiro, dando-se as competentes amos-
tras com peobor.
Bouecas fraocezas.
Vende-ae nonecas francezas ricamente veatidas
49OOO e 59000, e 2J000 bouecas de cera com os
olhos movedgos a 28000 e 39000, na raa do Quei-
mado loja de miadazas da Boa fama, o. 35.
Fivelas de 890 para sintos.
Vende-se fivelas de sgo para sioto s 19500 rs. e
29OOO na ra do Qaeimado loja da miadezas
da Boa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada ame asp de ago
psra balo a 160 rs. a vara, bandes a lj'.OO rs. e
29OO o psr, na ru do Qaeimado loja de miadezas
ds Bos fams, n. 35.
A2#500,sopavo.
Vendem-se cortes ds cambraia branca com 2 s
3 babados a 29500, ditos de tarlatana brancos e
de cores, com barras e babados a 39: na ra
da Imberatrix n. 60, loja e armazem do pavo de
GamaX% Silva.
ruaar
1 Cascarilhas de seda.
Vende-se csscsrrilhss de seda para anfaitar
vestidos a 29000 a pega na rea do Queimado
loja de miadezaa, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha paraqaarn padece
de erysipela a 159000 o par, meias de seda preta
para senhora a lgOOO o par na raa do Queimad*
loja de miadezas da Boa fama, d. 35.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata ingleza a 19500 ra, dita francaza a 500
rs., 640, 190G0. oleo da sociedade hygieniqae
vordadeiro a ljOOO o frasco, oleo babosa de Pivar
verdadeiro a 800 rs. o frasco, sgaa balsmica
para os denles a 19000, dita de Botol tambem
para os denles a tguo o frasco, pomada france-
sa em paos a 500 rs. e 19000, 320 rs. sabonetas
maito fino a 640 rs., 800 rs. e I9OOO cada um na
raa do Qaeimado loja de miadezaa da Boa fama,
d. 35.
Superior brim branco de
linho
Vende-se saperior brim branco de linho tran-
cado pelo baratissimo prego de I92OO, 19440 e
19600 a vara, dito mailo encorpado de doas fio
e de linho paro a 25 a vara : na raa do Qaeima-
do d. 22, na bem conhecida loja da boa f.
A 2,400 rs. a duzia.
Lengos brancos finos para algibeira palo dimi-
nuto prego de29400 rs. a dazia : na bam conhe-
cida loja da boa f, na raa do Queimado n. 22
Cambraias de cores
Vendem-aa cambraias francezas da cores fa-
zenda maito fina palo baratissimo prego de 260
e 280 rs. o eovado : na loja da boa f na raa do
Queimado n. 22.
Para luto.
Pumos de seda elsticos para chapaos largos a
estrello a 19500 : na raa do Qaeimado n. 22,
oa loja da boa f.
Lazinhas muito unas
para vestidos.
Superiores lazinhaa para vestidos de mailo
bonitos padrasqaa ae vender pelo baratissimo
prego de 440 rs. o eovado '. na raa do Qaeima-
do n. 22, no loja da boa f.
Fazendas de bom
gefeto.
Lindos corles de precalia para vestido e cata-
veque igual com barras iguaes ao figarino que
acompanha cada corte,ditos de la decores com
narra de multo goto, superiores sedes de cores
de padroes maita lindos a 29 o eovado, ditas de
superior qailidade com um pequeo toque de
mnfoelf o eovado, superiores cortes de cam-
braia brancos bordados, ditos de blonde brancos
com manta e capelia paranoiv, lindas mugam-
biques decores para vestido a 480 rs. o eovado,
ditaa maito finas matisadas a seda a 610 rs.,
muito superiores corles de seda de cores os mais
modernos que tem vindo a rernsmbuco, salas
brancas bordadas de cambraia de Escocia muite
unas, lindos chapeos de palha de Italia para se-
nhora a Eugenia e Beatriz, ilos de palba de
feltro entestados com muito bom goito para me
nios, tiras bordadas, entrerceios tapados e trans-
parente, ronhas de labyrioto, lengos de cam-
braia de linho bordados, ditos de labyrioto, su-
periores baldes americanos de 13, 15, 20,' 25,
30 e 42 arcos para senhora. ditos de 8 e 11 ar-
cos pars menina, luvas de pellica de Jouvin pa-
ra homem e senhora, superiores manteletes de
seda, capas de seda bordadas (-ara senhora, bour-
nas ou capas de phentasia, manteletes brancos e
outras muitas fazendas de bom gosto por pregos
mais commodos do que em outra qualquer parte
na loja do sobrado de l andares ra do Crespo
n. 13, de Antonio Corroa de Vasconcelos & C.
Vende-se
quatro moredas de cosas terreas novas ainda
acabando-se de pintar, muito bem construidas
no bairro di Boa-Vista ra dos PrazeTes : a tra-
tar por compra ou aluguel com o Sr. Antonio
Carneiro da Cunha no largo dos Goelhos fabric
Sebastopol.
J chegaram os remedios
do Dr. Radu&yResolutivo
renovador, prompto allivio
e pilulas reguladoras,
No droguista Baymundo Carlos Leite
Irmao, ra da Impertriz n. 12.
Enfeites para senhora.
Os melhorss eufailes pretos e de sores que ap-
parece a 5950o, 69 a 6$500 : na lo. a da Victoria,
oa ra do Queimado n. 75.
Caixinh-is e cabazes para
as meninas trazerem
PaIetotia6#.
Vendem-M paletote da panno prto fino e ecr
de caf a 69 : na ras da Imperatrix n 60, loja do
pavo.
Chitas escuras a 240.
Vendem-se chitas francezas escuras a 240 o eo-
2*0 : na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
|t liquidado por todo!
I o pre?o, na loja do |
Serlanejo.
BA DO QUEIMADO N. 45.
Appare deixaruo de comprar.
(Chitas escuras Cuas a 160, 180 e -2C0
rs., cortes de vestido pretos burdadoa a
I 52B?i de cu,tn de 15c* *eodem DO
309. 409. 509 e 709. sabidas de bailo vel
ludo i na 12a e 13|, camisas rara se- &
8" 2&!&3*'g?.l,U?h"a "nt;uoa.
29, 3$ e 3.)00, gollinha cambraia borda-
adas a500,6t0, 700. 800, 90U a 1$. ditaa -
de fil bordado a 120 rs., casavaqaes de S
- fasto 59, 69 e 7j, meias da teda <^
I branca e preta para ssnhora a 1)200 .3
S o par, tiras bordadas a 500 a 70 r.., fi
g la de quadro edfestada a 300 e 360 ra. t
o eovado, cambraia preta a 400 440 S
rs. a vara, organdys da coras a 600 r. a V
vara, fil braceo adamascado par Cor- db
i
tinados T*tidos a 400 e 500 rtis a
vara, cortes da eoiletu d casemira bor-
dados p.-s'.us
29 e 39(100. ditos de
nobra^o.
Multo lindas caixinhas e cabazes psra meninas,
de 100 ris ate 29500: na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sorlimentos de franjas pretas a da cores
som vidrilhoe sem elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
velludo de r a preloa 39, 49. 59 a 69, fl
pal-'tots de brim trancu francezt-s a m
39500 4;50O, ditos da casemira t, co- flfe
NI epratus a 149 e1t9. ditos de alpaca S
pret* a de cores a 39, 3J50.19 49Ji 0. fe
camisas de peito de liuhe a 29500, corta V
da eoliete de gorgaro a I90OO, lj70O. 2S
292UO, 2$ e 3$000, coliate eilos d brim *
branco a 29OOO, dito fetos da gorturo ffi
a 29500 e 3930U, dito hiloa da casemira *C
a 35O0, 4g 4S50O. .tos de velludo a j
59, 65 e 79, ditos de fusto de core a S
lg500, cu.' variado suriimento de rreis?
para homem a seDhora, grinaldas um
flores, chales d troco, espartilho. t le-
da a qaslidada do roanas feitaa para ho-
mem que tuda se vaue por melad* do
seu valor.
Aos Srs. consumido/es
8
de gaz.
Nos arronzeos do caes do Ramos ns. 18 o 38, e
oa ra do Trapiche novo ( no Recife) n 8,'ae
I vende gaz liquido americano orimeira qu-.IMade,
e recentemente chegado, a HjOOO a lata de 5 ga-
I5es, assim como latas de 10 e de 5 garrafoe, e
em garrafas.
iohasde peso verda-
deras .
Linhas finas de paso rardadairas. meada
grandes a 240 rea : na loja da Victoria, na raa
do Qaeimado n. 75.
Pbosphoros de seguran*;
Phospboros de seguran;a, por que llvra de in-
cendio, a 160 res a caixa : na leja da Victoria,
aa raa do Qaeimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Baleias maito grande e boas a 160 r tina -
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byritno.
As malhores linhas de croxel para labyrintho,
novellos monstros a 350 re am : na loja da Vic-
toria, na raa do Queimado n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos doarsdo par senhora a 29200,
dits de ponte cabida a 49, dito de fita a I96OO:
na loja da Viclori, na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos ce
moldura dourada para
salas.
Chcgoa para a loja da Victoria ama pequen
porc.o de ricos espelhos da varios Umar.hos para
ornamentos de salas, flian;ando-ie serem os
malhores am vidro qaa tem Tindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para borda
Laa muito boa de todaa as cores para bordar, 1
79 a libra : na loja da Victoria, oa raa do Quei-
mado r>. 75.

Linhas do gaz,
Caixinhas com 50 novellos de linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a ciixa, ditas com 30 no-
callos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancas a preta: n* loja da Victoria,
oa raa do Qaeimado n. 75.
Loja, t miudez9S,rua do
Queimado n. 55 4, de
Guititares RocIih.
Para halos.
Molas coberta de o para satas a ICO M. a
vara.
Agulhas victoria o papel a 120 rs.
Ditas fundo doarado a 120 rs.
I.ioha de peso, rueada a 100 rs.
Dita frua para bordar a 80 rs.
Dita de carretel, 200 jardas a 80 rs.
Dita de cores, qualquer qualidade.
Gravaras
com botoase sem ellea a ljj, de cores e prtsi:
para homem a meninoa.
Tranca de linho.
Recebeu um lindo sortimento deslas trancar,
proprias para as leves roupas da feta, jus'.j
qae vo-se prevenindo.
Botes
para casaca e casaveqae, de crese pretos, para
camisa madreperola fina, da osio para calca a
30 a groza, muito finos.
Colclietcs
Eta loja desejando sempre ter objrclo* novos,
recebeu clchete reforjados do o batido, aa
cairas sao em forma de urna carteinnha q.i- sa
torna maito elegacte, s ba na Esperanza a 80
r. a caixinha, em cartao a 60 rs., cu duzia por
600 rs.
Pennas de ac
caligraphicas por 2g e2900, verdadeira .! Per-
ry, e de outras qualidades, por menos do que se
costuma venler, canelas para se adquirir ma
i posigo elegante (escr*t*r.do) a 500 r., o rj.ui-
I tas qualidades como de b:r-acha a 160, a hali-ua
160, a pistolete a 120, e muito boas e muito ba-
ratas por iO rs. cada una I 1
Perfumaras.
O chiroso e suave sndalo a I96OO o frasco
(essencia concentrad) pathchouly, o mbar, o*
bouquet de nupcias, o de Labore, a vetla, a
magnolia, a rosa, o jasmin--, a flor da lan.nn?:ra.
eum complsto oriimr-rto de perfumara qu te-
mos, tanto francezas como ingleza*.
N. B. Temos feito ltimamente um contrato
com um fabricante que nos permute vender este
genero, eujo consumo se adianta, por preg in-
teiramente baixos e ten rivalidade.
feuperiores chapeos
Chapeos do Cbyll muito finos, ditos
de seda superiores, ditos de sol de mui-
to superior qualidade de 8,10, 12 e 15
asteas: na loja do sobrado de 4 andares
ruado Crespa o. 13, de Antonio Correa
de Vaseoncellos & C.
n
otassa da Russia
:
ia,
No escriptorio de Manoel Ignacio da Oliraira &
i Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por preQO
Vais barato do que em outra quslqaar parte.
rechiiicli& sem igual*!
Superiore* corles de seda de cores '
com 18 a 20 covados cada corto pelo t
baratsimo preco ds 20 o corte, lias ,
de cores de quadros e de flores para ves- '
tido de senhora e de meninos a 200 rs.
o eovado para acabar: na loja do o- i
brado de 4 andarea roa do Crespo n. J
13, de Antonio Correa de Vaseoncellos (
& C. t
A<
'%
Libras sterlioas.
Vendem-se no escriptorio de Hsnoel Ignacio
de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo n. 10.
Garlas finas para voltarete
A loja d'aguia branca acaba de receber um bom
sortimento de cartas com tintas mui finas, papel
lustroso e opaco, e carseteres de novos desechos,
representando as figura os grandes persooagens
das guerras da Italia e outros. J se v, pois,
que com uns baratos assim boos e bonitos, tor-
na-se ainda mais deleitavel o enlreter-se psrts
ds noite no divertido voltarete, tendo sempre
espadilba, manilha, basto, etc., elc.,e pelo con-
trsrio am pichoso, ao qual os boiinhoses cha va-
na do bom cha do dono da casa far esquecer o
pouco qae perder. Os baralhos de canto redon-
do e dourado cestam 69 a duzi, os immediatos
59, e outros 4, 38500 e 39. Tambem ha finas
para os apaixooados da bises, espadilba, etc., i
vista do qae nao ha mais a cansar-se, o preten-
dente dirigir-se com dinheiro raa do Qaeima-
do, loja d'aguia branca n. 16, que sei bem ser-
vido conforma o loovave) cosame.
lia para vender-se um excellente cozinhei-
ro: na ra do Cabug n. 18, aobrado._________
Calcado barato!!
Na loja do Porto esquina da raa da Madre de
Dos, vende-se urna porco de calcado com pe-
qaeno deleito muito barato_______________^__
Vodm-se uns parleleiros para armazem,
urna carteira nova e urna mesa de Jacaranda :
oa raa do Trapiche Noto o, 18.
Fazendas baratas
NA
Loja do pavao,
Cambraia organdys a 280 rs.
Vende-se cambraia orgaodya de cores cem mo-
darnissimos padroes a 280 o eovado, a caasaa
francesas muito finas s 240, 280 e 300 r. o eo-
vado : s na loja do pavo, raa da lmperalris
oamero 60.
Cal de Lisboa
A 5,000 rs.
Vende-se barriscom cal nova chegada ltima-
mente, a 09, no antigo e acreditado deposito da
ra do Brum n. 66rmzem.
Bordados baratos.
Vsndem -se gollDhas da cambraia e de fil bor-
dadas a 500 rs., manguitos s 19 o par, manguitos
com golla bordada de cambraia a 1$600, e tiras
bordadas e ntremelos ; na raa da Imperatriz n.
60, loja do pavo.
Aipakin a 280.
Vnde-se-esta nova fazenda de linha a imita(o
deaadas de qaadrinhos miadinhoa propria pars
vestido de senhora, roupas para meninos, sendo
fazenda qae nao dasbots, a 280 o eovado : na ra
da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
A
tScraTos
rug
Chitas largas a 200 rs.
Vendem-se chitas largas a 200 rs. o cosado por
ter um pequeo toque de mofo ; na ra da lm-
peratriz n. 60. loja do pavao.______^_______
Bramante a 10$.
Vendem-se percas de bramante de linho de
urna s largura com 27 varas s 109 a pe;a, tam-
bem ae vende 1(1 peca com 13 1 \2 Taras por 59 ;
a raa da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Carnauba
Vende-se a mais superior cara de carnauba qae
ha no mercado ; na ra da Imperatriz n. 60, loja
do pavo.
Cambraias lisas a 3$.
Vendem-se pecas de umbrala lisa maito fina
com 8 1[2 varas a 39 a per>a : na raa da Impera-
triz n. 60, loja da pavio. ^^^^^^
Chales baratos.
Vendem-ae chales de merino de corea sendo
mano grande* a 39 ; na raa da Imperatriz n. 60,
loja do pavo,
Contica a estar [agida a preta Mtib, de
nacao, reptenla tr de 41 a 50 annos. kvoa
vestido de chita e panno ds costa com listos ra-
carnadss, parece idiota e eccode pelo oome de
Mariqainhas; suppe-se ter tomaio a Mirada de
. Belem oa Pombal : quem a apprebeoder, rondu-
za-a ra Nova o. 16, ou no sitio por deiraz da
fundicao do Slarr, qae se gratificar com genere-
sidade.
Aenci
o
Acha-se fgido desda 5 do crrante o escravo
pardo de oome Leoncio, de idad de 16 .um,
lev oa vestido camlss de algodo bramo, alca
de brim dssbotado e chapeo de palha de ear-
Danba.o signsl mais visivel ter em una das
pernasduas cicatrizas provenientes de f.gn, ful
ha poucos -las preso nos Afogsdos e rec- t.ido a
eadeia a ordem do sabdelegado de S. J < vo
dia cima tornoa a auaentar-se, foi visto no do-
mingo 7 ni Pasiagam da Magdalena ; pd>-ae
por tanto t autoridades poiiciaes e mai pvaauaa
que delle tiversra conhecimento ou Dnlirla
aprehendan] a o levem a sea enhor na roa da
matriz da Boa-Viala n. 11. que > recon pi-n.ar.
2001 de gratifica^
a qaem pegar o pardo Francisco, da 17 armas
de idsde, de bonita figura, eom todos os denles,
cabellos carspinhos e raivos, este pardo fot de
Sr. Dr. Borgesda Foosecs, o qasl viajoe com
mesmo sennor todo o serto e suburbio oeta
provincia,necessaiiamtnte quanrio era -a es-
cravo, e talvex sinda se iuculqee a servico de
mesmo: quem o pegar quaira entrega lo a aaa
legitimo dono na raa do Hospieio n. 6.
Ignacio Luiz de Brito Taberda.

MUTILADO


8
durio m rntiAivmxo. sigund pbira a di setsmbuo de i i*,
Litteratura
Coiiheci jientos atis
Para a compra e uso do carvo de
podra, compilado de diversos au-
tores, por Emilio A. de M. e Al-
Tim, Io (Miente da armada nacio-
nal e imperial.
(Coneluso.)
Segundo Mr. Williams, deve-se secupre pre-
encher os espacia vasios conservando-a* obro o
grelha uuia carnada de carvo nnilorme, obre-
luJo perla do altir. Ora, esta uniformiiade na
pode existir, ie nao ha (acilidade para o foguista
Oe beru nivelar o (ogo, o que tem lagar logo que
o cumprimeoto da grelha paasa certas proposi-
t es.
Esta a razio porque Mr. Booa Chrislaoo ai-
aegura, que o cumprimeoto mais conveniente
para s grelhas, de 5 ps, e que ellas nunca
deven exceder 6 pi, pouco mais ou meaos,
D elle tamben a maneira de diminuir a gre-
lha, sem modificar o apparelho, e de cubrir
ora urna carnada de residuos da carvo bem
comprimidos, e omitidos, se fr oecessario com
a ti pouco de trra argillosa, ou por alguos li-
jlos collocados na froote, a parte da grelha que
se quer supprimir.
'nr j- podara penetrar atravs essa carnada,
entrando no fogo to subdividido, seria antas
efflcaz que prejudicial.
Este modo de arranjar a grelha, produx urna
grande economa de carvo, sern alterar o effei-
to deaejado, e diminue consideravelmente, o
penoso trabilho dos foguista.
V
A pyrite, o sulphur de ferro, etc., na maesa do
combusiivet, sao as principaes causas doa slnis-
tros ncoaionados pela combusto expontanea do
carvo, alojado em trra dos armazeo, ou
bordo nos paies.
Logo que a poeira do carvo, accumalada por
longo lempo no fundo dos paies, contm nma
grande quaotidade de pyrilo, e que por acaso ella
se aeha moldada ou hmida, haver primeira-
raente formenlaco, e mais tarde, quando urna
correte de ar suQkieute passa neise monto de
poeira, haver combusto expontanea.
O qa torna-se ento oecessario fazer, evi-
tar por todos os modos possiveis, a contiouacao
da correte de ar, e do alagar o combustivel, se
possivel, cora grande quintidade de agua ; ou,
finalmente abafar o incendio, pissando toda sa-
bida ao ar decompotto, no lugar em que existe
a combusto.
altares, quii a convenci trancen substituir o
domingo ai dcadas, ou um dia de deicaoco por
cada dez das.
Dabalde se ameacou e cattigou com a peni da
morle o que continuaste respeitando t festa do
lomiogo ; nada poderam conseguir ; as suas
leis foram impotentes para a profaoaco dcste
santo dia.
a Nosaos bois, diziam as pessoas do simpo,
nao pdem continuar lavraodo a trra por nove
diasseguidos ; no lira do sexto os seus mugidos
nos moitram a necessilade que temos, em Ibes
dar descaoco.
Em Portugal, oade aiods ha muitas pessoas
orainentemeote catholicas, nunca soffrera altera-
Cao alguma a iosinuicao do domingo, aiada que
por causa dos calamitosos lempos que temos
pasaado ; por causa das ideas da impiedade, as
quaes team pretendido (azer eoraizar nos poros
para desmoralisa-los, tem havido graode relaxa-
cao na sua pratica, foieado-se at um gostinho
especial em trabalhar as obras publicas, e an-
da o que peicr, em oceupar este santo dia na
demolico dos temploa votados a destruico pe-
los martellos dos devastadores.
Vemos, porm, com grande coosolacao, qeo
actualmente muitas almas chriataaa, e qu< uiui-
ufflciente, para que elles se lodammom se
coosammam antes de chagar atmosphera
A prodcelo abundante da fumaba, 6 muitas
vetes o resultado de urna mi alimentario, taes
como a espessara exagerada de carvo sobre a
grelha, espacos vazios, diffidl penetraco de ar
em consequeocia dos residuos collados is barras,
abertura frequente das portaa do fogao, etc., etc.
Sobre a questo da fumaca, seapreaeotam pois
tres causas : 1', naturexa do combustivel ; S\
proporcas dos fogdes ; 3*, m alimenlaco pro>
veniente do foguiats.
Foi para obstar estes inconvenientes, que se
invenWrtm este immenso numero (dej appare-
Ihos de toda a sor te, e entre os quaes, o de Mr.
Williams obteve a palma.
Emiiio A. de Mello E Aaviat,
1" teoeote da armada nacional imperiai.
(Do Constitucional, do Rio.)
Descanco do domingo.
A Iei do repouao ama lei physiologica uni-
versal. E' a lei de intermittencia d'acc3o, i quil tas autoridades zeloaaa teem renovado \t dispo
se acha sujeita toda a creaco sublunar, e a que sige, que ordenavam a observancia deatedia
nao pode aubtrabir-se algura ser vvenle aem santo, que o Supremo Autor da naturexa mar-
pengo da destruico ou de urna graode pertur- j con para o descaoco do hornera, e cuja obier-
bacio. jvancia to antiga como a origem do mundo,
Existe, pois, urna lei, que obriga todos os se- querendp a egreja que se vote nao s ao descaoco
res ao descaoco physico. Tudo na Ierra deve ler material, mas tamben adoraco de Deu*, a
repouso : os homens, os animaes, os vegetaea e meditaco das grtndes verdades da religio ei
ate os proprio mineraes. pratica das virtudes, qae elevando a nossa alma
A lei }iyclitimerxca. na alternativa do dia e da sao a conaolago da hamanldade.
noule, ordena o aomno a todos os seres anima- I L. de Magedo
dos ; nenhum pode subtrabir-ae delle, tudo INaco).
oDrigado a te-losobpena de morle. Isto nao tem ______
necwasiiade de commentarios,
Todo o mundo sabe que o somno para os EF1GENIA.
bomeoa e para os animaes urna necessidade
physiologica. Saba-se tamben que os vegetaas Na fronte branca, como om veu de noiva
dormem em geral de noule, e muilos sabios taem Vem-se uns longea de carmnea cor.
escripto acerca do somoo das plantas. E as ler- Que olhar de fada nos seus olhos pretos ;
ras deven egualraonta dormir e descansar sob Que riso de anjo do sen labio flor I
pena de fi;irem esteris. I
Este repouso nychtemerico para osssres ani- Bem como a rosa que em manhas de miio
maes 6 o descaigo da fadigas da vida. O onlro Mal8 ,e P9rfma, purpurisa e expande;
dessjoco, o repouso heptamt'ito, o das fadigas E.u. d*"a ,0 De mioha exiateocia doce,
do trabalho, e lo necessario como o primeiro Minh fllm alegre, e a inspiraco mu grande.
ao homem e aos animaes empregados no seu ser- c,.. iu.. i 1.11 ,
vico v b Seus olhos lancam na minh'alma affluvloi
A lei de Deus destioou pira repouso daa fadi- 9*,1 DUD"' n"?.ea ,u os 8eDti melhor-
gas lo irabalho o stimo dia da semana. Esta lei h queiB J"e d" que morrer Poae"8
physiologica tem sido e todava observada por Na88im" dotes d< 8e P mor.
toooa os povos civilisados ou semi-civiliaedoe, Mas, nem ao menos eu lhe disse anda
pelos ennstios catholicos, pelos protestantes, ju- N'um riso breva, ou n'um tremido olhar
deus, mahometanos, chas e outros povoi asia- Que de tormentos que por ella eu soffro ;
s> Que de martyrios que me fax pascar,
boconlra-ae egualmente nos povos da anli-
suidade mais remota, os phenicios, os egypsios Que eu lenho medo de lhe abrir de todo
os gregos e os romanos, de quem nos viersm es O ''r0 de dos amores meas.
oorues plaoettrioi dos sete diaa da semana, co- l'""a ler'a me sonir fagueira ;
onecidos com os dias de repouso e de fasta' dos 0u rasgara ame dizar : Adeus.. ?
christos e judeu9.
todas as nacoes christias at i Ipoca da revol- 1 3 horas e 55 minutos.A cruz cahe (asando
cao (raneesa, em que, destruidas todas as eren- lam estrondo formldavel; os sinos do carrtlhio
cas, prescripta a religio catholiea, derribados os vibram om o movimento das obsmmss.
O dia dos sarracenos aotes de M.foma. e o dos S30, ,e1, A t9'11' 1ue me 8ula Pss,
muiulraanos desde Mafoma, a sexta-feira, dies l T qU,nd ma'* Procuf-
ventris, dia de Veous deusa dos praxeros car- S8, e "IVa meu amor- quam "be ?
naes, e digno da moralidade do Koran. Os ce- Tal7ex perdra Xoio meu faluro-
remisieoaes,
ga, celebra
Os id
aes. povo idolatra da margena de Vol- Q-e se aos ps della, esa. esperaDci enorme
>ram tamben, a ssxta-fetra. QUe me alimenla, desfolhassa a so?le
olairas das immediacoes de Ormes e de l)e pa9so firme a soletrar seu nome
As precaucoes a lomar, sao as seguioles :
1. Nanea approvisionar-ae do carvo que eon-
tenha pyrite, e no caso de serse obrigado fa- ?oa escolheram a segunda, e os de Gui a quar- Eu fra rindo me abracar com a morle.
te lo, ter o cuidado de nao embarca-lo miudo ;"' mu,Us lrlbu ao Etado de M"gol a
.m hmiin ""y quinta. Se a eteroidade nos compresas ao menos
Os aotigos habitantes da Germanis eacolheram A f'licidade de um amor, meu Deus ;
bem a quinta pars offerecerem sacrificios Eu dra a minha pelo delli: um dia
Oe aflictos della rale mais que os cus.
A combuslo expontanea raramente lem lagar! jj^,.
era carvo groase e secco, ainda meamo quando Seg'uodo Porophyro, os pheoitios dedieavam,
elle abunde em sulphur de ferro. i em cada sete diaa, am ao culto de Saturno, sua
90 w... princip! uivindade.
2. Nio deizar a poeira do c.rvao se aecumu- Em Delphos caU.va-se em todos os sete dias
Jir as pules bixas e cantos dos paies, quei- Hm n>"mno, denominado poeu em honra de
mando-ie de preferencia o carvo que se acha a AdoI1-
Astro que brilhas no horisoote escoro
De urna exiateocia entristecida e va,
Ou foge e deixa-me expirar as trovas
Ou logo acorda-me a'eataco loaca.
Que vale mais urna agona breve
,iiM. hn80^' m(,m l0l0S 0 86le yue fl,la embora nolengol do morto;
Pnt o.,"'" ?" '""k P Uo e tormentos prolonga,-., a 'vida
santo ou sagrado!0 M,H"dl" Sem Uma e,p'ra5a "B nos .ooforlo.
llomero e outros escriptores pagaos fallam Eu vivo ainda, porque ainda te amo ;
frequentementeda veneraco dos povos polo se- QQe como a flor que sem orvalbo estala,
tinio dia. Sem a esp'rao< de am amor no petto
Pelo que respeita aos romanos, que eram am Dorme a existencia, ocoraco sa cala. I
povo exceasivamaote religioao, pois que adopta- <
va os deuses de todos os povos, cootormaram-ae ................... .................*.......*
com os meamos usos emquanto aos diaa de re- Son am romeiro que caneado volta
pouco de reata. Da r0mari.s que por longe fez.
Antes da era chrislii as lea romanas obriga- u.|he Tentura de um olhar ao menes
vara ograoda pontfice e seus dependentes a que o triste em paga te morrera aos ps.
h'.H.ivel seja palhetado de pyrites amarelladas, I 38f8eesmroPgararjra,J8a4m Ralbar, durante
pars contar eti si o germeo da combusto ex- ito 10 povo".
mais tsmpo a bordo.
3.9-A-rjar freqienlemente os paies, e o maior
espaco de tempo possivel, tendo todava o cuida-
dJ de evitar que ahi se forme uma correte de
ar mullo activa.
As pyrites se apresentam geralmente debsixo
d> forma de palhotas cor de ouro, ou de crystaes
6n rteama cor.
Entretanto, carvas na apparencis nao pyrito-
loa, na realidade o sao. Nao basta que o ion-
I
poutai.ea. a pyrite pode existir debaixo de to-
das as cores, desde o braoco brilhante, at ao
preto pmbaciado, podendo tsr comecado a de-
compor-se.
Fiialminla quaolo se faz rpidamente a pro
viso do combustivel necessario ao navio, a pyri-
te ple escapar As nossas vistas, e verdaJeira-
trente s a analje chimica nos pode determi-
nar, ae urna quaotidade, dada de carvo, con-
tm ou nao pyrile.
As visitas frequanles s partes aceessivas dos
P'i>soa depoaitos, e a observago das mudao-
cis de temperatura que ae podem produzir na
esmada saperior do combustivel, sao aioda utei-
precauges a tomar contra a combusto expoo-
tanoa.
Logo que ha deseovolvmento degaz hydrogc-
d5o salpburado (comeco de ineendioj o olfacto
affectado de um cheiro muito caracterstico d
6vo podre.
As varaces da temperatura, e o cheiro do by-
ir^genio s.lphurado, indicios certosde comeco
de iocn1io, nao podem ser verificados em um
paiolcompMaroenle chelo de carvo, e alm disio
nao sao sufllcieotes para precisar o pona em qae
o incendio est eminente.
Vr
Fumaca o producto aa imperfeita combusto
do carvo bituminoso, ou seja por falta de oxy-
geoio, ou de temperatura.
Est poderos inmigo da sade das equipagens,
tem sido ulliraameota objecto das maiores pes-
quisas, eda ioveoco de ama grande quantida-
de de apparelhos ditos fumivosos ou de queimar
fumaca.
Entre* esse grande numero de invencoea, a
que obtove os maioros suffragios na Ioglaterra, e
qual a Sociedade Animadora das Artesr .Manu-
facturas e Commercio, conferiu a aua primeira
rnedalha de ouro em 1857, foi o syatema de cai-
xas de ar de Williams.
Este systema nao s o mais simples, mas
rsmbem o melhor, e a saa applicaco as caldei-
ras de mar, consiste em diapr na porta do fo-
go, no altar, chapas de ferro furadas por am
grande numero de pequeos buracos.
A quaotidade de ar que penetra pelo inxeiro,
p-ssa atravs dos pequeos (aros da chapa col-
locada atraz do altar, o chega em pequeos ian-
cos continuos, i chamma sahindo do fogo.
A qaantidade de ar qae entra pelos baracoa da
chapa da porta, pode ser diminuido por meiode
ama outra chapa movel.
O yitema Williams, permiti supprimir um
qu.irt 1 do cumprimento da grelha actual, e di
15 0,0 de economa de combastival.
Exittem dous meios de avitar-se a fumaca, e
elhs cousiatem :
pregoeiro publico adverta
O detioqueote era castigado cera
uma multa se tioha peccado por ignorancia,
mults que se applicava para o sacrificio dos
templos.
Sem uma necessidade urgente estava prohibido
todo o trabalho manual, e as lojas estavam fe-
Variedades
ENGENIIOSA RATOEIRA.
Varios modos de filar os ratos eato ahi em
chadas, afim da que ninguem sa'distrahiase dos pratica, e deade loogo tempo, mais ou menoa
deveres proscriptos pela religio. acreitadoa em consequeocia de sua maior ou
Tal era o uao constante do povo romano, que menor profieatdade ; mas nenhum delles to sim-
apeaas podia fundar-se em a tradiccao patriar- P'es e arteiro como o de que oos di notitia o
chai. nosso collega do Jornal do Porto, recentamente
Mucio Scevola diiia que nao se poderia farer descobertoe usado com incomparavel xito por
em um dia da festa aeoo o que nao era possivel "m seu amigo, ao que parece ioimigo impltcavel
sem um grande prpjulzo dilTenr-se ou omit- dos taes roedores aoimalejos.
tir-se. Quodprmtermissum noeeret. (Macrobio.) Nao ha pois machinismo que mais sngalo seja,
Cita por exemplo um boi que tivesse cahido o que meos fatigas demande.
u'u'ji fdsao. I Uma bota de caoo alto e uma boa iica, tado
Ui chnsios seguiram a mesma ordem 001 ?.u,nl *a toros mistar para embotar a fina astu-
sete das, limitando-se smente a mudar a festi- Cla dos sobredilos.
vidade do sabbado para o domingo com o tim de Toda a peaioa qua nao quizar consentir que sua
hoorarem a ressurreiro do Salvador dos ho- ca" estoja serviu iu de velhacouto de ralos, nao
meas. tem mais do que deitar no chao ama bota de
No domingo verificoa-se este grande e ultimoloano, poado-lhe dentro uma isca de queijo ila-
myilerio da redempeo do genero bamaoo. Ejtneogo; porque esli demonstrado por todos os
1." Nao fazar aso seno de combustivel qae
coaienham pouco hydrogenio e malarias bitumi-
nosas, taes como o antracita e o coks.
2* Se se forjado a (azer aso da carvas bi-
tuminosos, necessario que pela diaposico do
fogo a crranles de chamma, os productos com-
busiiveis da dislillaco se achem exposlos i uma
temperatura muito elevada, e estejam intima-
cenle misturados com uma quaotidade de ar
para te la bem presente en a nossa memoria,
serve-nos a volta constante o peridica do do-
mingo na semina, sendo cerlo que tambera por
este molido se lhe deu o nome de dia do senhor,
dies dominica. Opensamento do repouso ao s-
timo da presiliu desde logo A mele do Eterno
quando, ao cnar a machina immensa do aniver-
so em o eapaco de sais dias, descaoca ao stimo,
e consagra este dia especialmente para a aua
adoraco e repouso do homem.
O nome de domingo fui adoptado desde os
primeiros tempos da egreja. Os proprio9 apost-
los destinaran este dia para a reuoio dos fina
as egrejas, e (.ara a celebracao dos actos publi-
aos do culio.
Constantino, depois de ter dado a paz i egre-
ja, fez uma lei, mandando q celebrado religiosamento em toda a exlenso do
imperio romano.
O concilio de Laodicea, no Qm do reinado da
Constancio, fitho e auoo^sor de Constantino, re-
oovou a ordem da observancia do domingo,
prescreveodo o descanco a todos os particulares,
tanto quanto esiivesse ao seu alcance, o que for
maa ama excepc.o para oa casos de urgente ne-
cessidade.
De-de essa poca o domiogo tem se guardado
fielmente em todea as parles, qua receberam
a f christa, sendo uma das primeiras leis, que
se faziam adoptar as povoa;5es, que ae conver-
tan do paganismo religio catholiea. Assim o
determioaram tambem nouitos concilios do occi-
dente celebrados no oitavo e nono seculos. Em
Hespnha, era multas poca, particularmente
na edade media, obrigavam os magialrados daa
cidades, a que se fechaasem todas as lojas aos
domingos. nao era s no repouso e desonco
de toda a obra mechanica e servil, qua a egreja
fazia consistir a festa do domingo : eitabeleceu
praticas para a aua saolificaco, que o distin-
guiesen] dos outros dias da semana. Ordenou,
que se nao jejuasse nos domingos, e qae se sus -
pendassem oeste dia todas as demonstracoes de
dr e da penitencia.
O domingo atravessou todas ai pocas da eda-
de media, sem que em eousa alguma fosse alte
rada a veneraco, com que ae obserrava a sua
(esta.
Lemos os antiga chronica do re D. Affonso
XI de Castells :
< O domiogo dia de boos pensamentos, du-
rante o qual se livram os homens do peso dos
trabalhos do campo, dos cuidados do commer-
cio.
Na casa dos grandes a dos ricos, homens de-
pois de terem ouvido a pilavra de Deas, annun
ciada por uro capello, eotravam na grande sa-
la do casteiio, onde passavm o dia em conver-
sacoes piedos.s e entreUdas ; as casas dos ho-
mens do povo e dos vaasalloi, em volta da larei-
ra, pasaavam o dia conversa' do, com os bracos
cruzados, e esqueceode- qae no dia seguinte oa
esparavn novos trabalhos, ou antes, prepara-
vam-se alegremente para ellas, entregando-se
sem reserva i alegra, porque estavam segaroa
que se veriam compensado U6 Im da semana
profltgadoies da ralos, que nao ha deata esperti-
nba raca ums vvente qae resista a lio cheiroso
engodo.
O que preciso, porem, acudir i bola, levan-
tando-a com aagacidade e deslresa logo que den-
tro della hsja o menor rumor.
O amigo do nosso colUga consegua na sua
primeira tentativa [e preciso advertir que a isca
oo era aoio de queijo flimengo, mas uma co-
dea de broa de milbo ) apanhar logo dous corpu-
lentos e fios ratos; a dando em continente com
a sua venturosa bota pelas paredes da casi con-
seguiu assim por termo aquellas duas encoramo-
daa existencia.
Na verdad a idea nao parece nada m.
Facam, tarara a experiencia, que nao hio de
perder o aeu tempo.
4 horas.Pedacos da travs cabidas do cam-
panario pagan o fogo i goteira da egreja. As
bombas esli trsbslhando com tods a actividad.
4 horas a 15 minutos.O (ogo amaaca o inte-
rior da egreja.
Salvam-se os quadro, os monumento e tudo
quanto se pode alcanesr.
4 horas e 20 minutos.Aschammas invaden
a egreja. E' imposslvel penetrar n'ell. Todos
praticam actos de dedicaco.
4horaae30 minutos.Caham os sinos. A
quatro pequeas torres eslo todas em chammas.
A caa do reloglo destraida.
O relogio, verdaderamente obra prima da an-
liguidade.ji nao exiite.
5 horas Os toctos da egreja cahem.
Poderam salvar-so os vasos sagrados, e os ob-
jecto mais precilo.
No cemiterio, e em todas as raas prximas, en-
contrara ae ornamentos da egreja.
Os habitantes das visinhancas fogem de casa e
procuram salvar-so.
Os bombeiros esio no jirdim de M. Vanden-
bergh : a aua fabrica e todo o quarteirao, a nossa
bsbitaco, a a officina da Union eato ameacadas
dedaslraico.
Pedacos de madeira em chammas, cahem sobre
o tecto da nossa imprenaa no momento em que
escrevemos.
E' um espectculo terrivel que est diante de
nos.
5 horas e 20 mnalos.Os grandes sinos, cha-
mados Saiot-Martln a Saint-Marie cahem, e fa-
zem pedamos o orgo col loe 110 anda ha poaco.
5 horaa e 40 minutos.Toda a egreja esti a
arder. Nada mala resta alem das quatro pare-
A asta hora julgamos livres de perigo as ou-
tras habitacea.
Urna carta de Courtray.do dia 8. publicada pelo
Nord, de Braxellas di tambem noticia deste pa-
voroso incendio. Diz que se pode salvar o pre-
cioso quadro de Van-Dyck.
Esta carta di victima o aachriato, que estava
ni egreja, e sobre o qual cahiu uma trave.
BEATRIZ DE PORTUGAL.
Algans peridicos do Porto dio conbecimento
de que a opera intitlala Beatriz de Portugal,
coroposico do nosso estimavel compatriota o Sr.
Noronha, ser uma das primeiras qe ho de su-
bir i scena este anoo a par de ostras jindigila-
ds, no iheatro lyrico daquella cidade.
Muito eslimaremos pois que o dislincto compo-
sitor portuguax coDaiga reaiisar este justissimo
detejo, que ha longo tempo o acompaoha, e que
to contrariado, infelizmente, tem sido at hoje,
e que consiga um trlumpho completo.
CURIOSA NOTICIA.
A todos os actos pblicos da corte assisle o
modormo-mr com o aeu baslo direita d'el-
ret.
No reinado de el-rei o Sr. D. Affonso V__o
Africano pelos annos de 1442. vieram os pri-
meiros negros, trazidos de Gui, a Porta gal,
por Antonio Goncalve, criado do Sr. infanta d!
Heorique, duque de Vizeu; e pelos annos de
1448 tambem vieram a Portugal, da costa do sul
de Cabo-Verda, os primeiros deotes de elephnte.
Desie enlo o mes tro Sr. D. Affonso V ore-
nou a Alvaro de Souza, Sr. de Miranda, a aeu
mordomo-mr, que uaaase em todos 01 actos p-
blicos da corte de uma bengala de marfim, tendo
por caalo ama cabeca da oegro, como para in-
dicar o seu novo dominio n'aqaella parta do
mundo.
GRANDE DESASTRE.
Do peridico L'Union extnh o Diario do Povo
a segainta curiosa noticia, relativa ao espantoso
incendio, que houve ltimamente na cidade de
Courtray, na Blgica, em virtude do qual flcou
redazido a cinzase entulhos um dos mal bellos
e aumptuosos monumentos artsticos da Europa.
Descreve pois L'Union deste modo aquello fa-
talsimo incendio :
< 3 hora e 35 minutos.No momento da en-
trar a folha no prelo, am raio acaba de pegar o
(ogo i bella torre de Saiot-Martin.
E' na parle superior, que o incendio se declara
Toda a cidade eati impresiionada.
A torre de
Saint-Martn um dos mais bellos monumentos
gothtcos da Europa,
pelo descanco de um novo domflgo. 3 horas e 40 miQto.-Toda 1 parte superior
O demlogo (oi cooiUotementa observado mi da torro est a arder.
A VIGILIA, E A LENDA DA SENHORA DOS
^MARTYRES DE CASTROMARIM.
Nos dias 14 e 15 de sgosto Castromsrim a
villa mais povoada de todo o llgarve, porque
de toio o Algarve, e da variaa terrea de Anda-
luzia, que demorara na margem esquerda do
Guadiana, ali coocorram numerosos devotos em
romaria com sem brindes i Virgem dos Marty-
res.
Por qualquer das estradas que cortam direito
a Caslromarm, curioso transitar nestes dta ;
por toda a parle se encontrara grandes cavalga-
dase magolede campoDeze, qae vo alegran-
do o camioho com seu deacante e folias.
Que quaotidade de differentes estylo de can-
tigas, que variedade de estribilhos, que fecaodi-
dade de iroprovisaco nao se aprecia a um tem-
po oaquelles rsticos habitadores de sorras e
campinaa I
O homem que parece embotado do trabalho
aturado da Ierra, neste dia folga e ri com pra-
zer, baila, improvisa, e canta.
Qjal a zagala de quioze annos em disnte que
deixa de ir i .vigilia da Sen'iora dos Martyres,
que deixa de ir beber agua da footinha milagro-
sa, ede trazer como reliquia, at o aooo seguin-
te, ama folh do freixo bem lito, que juuto da-
quella mesma fontioha se moitra verlejante e
esvelto?
A donzalli do campo, que nao labe de que
molo ha de preparar-se para ir fasta, promet-
te levar i Virgem era seu dia um certo brinde, e
a ama promessa desta nao ha vontade paterna
qae resista; nao ha pois remedio seno l ir, e
folgar; is vezes at a me e o pae fazem roda
com a doaiella, e todos brincam a mais nao po-
der, cora egual cootentsmento de alma I
E' j bastante antiga esta vigilia, mas nao tan-
to como pretendem os oaturaes da villa.
Pouco mais de tres seculos, a meu ver, tara
de existencia.
Os que attribuem grande aotigaidada i egreja
da Senhora dos Martyres, laboran n'um comple-
to engao.
A egreja mais aotig da Castromarim era a
matriz, que havia dentro do castello, e que o
terremoto de 1755 arrazou ; porque seno era
mosquita convertida em templo christo logo
aps a conquista geral, devera de ser fandaco
de el-rei D. Affonso III, que em 1277 deu foral
villa ; pois stbe-se que em 1318, quando el-
rei D. Doiz l estabeleceu a ordem de Christo,
jiexiatia a egreja, que tambera se dizia ser edi-
ficada por cavalleiros templarios.
A egreja da Senhori dos Marlyres nao conla
porem to remota origem : a sua fundaco nao
vae de certo mais alm do principio do XVI l-
culo.
Se acredltarmos que Lopo Meodes de Oliveira,
alcaide-mr da villa de Cistromarm, foi o fun-
dador da ermida primitiva, esmo refere um es-
criptor contemporneo, nem o milagro que o po-
vo canta em romance, nem a vigilia teem a lon-
ga vida que se lhes attribue ; porque este alcaide
viveu ao XVI seculo, e sabe-se mai que sendo
inspeccionada a ermida em 1518 pelos visitado-
rea das egrejas do Algarve, Francisco Barradas,
e Meodo Affonso, estes a mencionam com muito
augmento, e j com avultadas renda a su* con-
traria, o qoe por esto modo de dizer parece que
comegava ento a prosperar; e alera disto, o
templo em 1811 accreicanlado pelo benemrito
bispo D. Francisco Gomes, nao offerece vista
um s indicio de maior antiguidade.
Embora nao seja esta a mais antiga romaria do
Algarve, com tudo a mais concorrida e ani-
mada.
Pretend sobre tudo averiguar a origem dsitas
funeces, a qae anda junta umi leada couverti-
da em romance, que o povo canta a recita ; mas
nem dos livros da egreja nem da tradicad*con-
tegui alcancar este conhecimento.
O povo, aempre inclinado ao maravilhoso as-
signala em remotas eras o milagre da Senhora
dos Marlyres, ao mesmo tempo que alguns ora-
dores sagrados no dia da festa o teem referido ao
ultimo termo do XVI seculo.
A lala da Senhora dos Martyres de Castro-
marim de todas a mais nomeada no Algarve, e
e por ventara a menos sibila, como primttva-
mente parece ter sido, e como eu a aprsenlo.
Com iocansavel diligencia e escrupaloso esmero
me empenhei por alcancar o maior numero pos-
sivel de differentes ligues para simultneamente
cotejar, como anico meio de restituir o romance
is feices que a ignorancia popular lhe tinha des-
figurado ; e assim me parece hav lo conse-
guido.
Muitas pessoas m'o deram escripto, mas entre
tantas apenas duas o sabiam com mais plsusivel
preciso e menos desconchavados refacimentos.
Custou-me por tanto maita (adiga, e faz-rao
peregrinar por nao poucos povoados.
J depois de colhidos numerosos apontamen-
tos devi ainda ao Sr. Sebaslio Nogaeira Mimoso
mui interessantes noticias, que de Castromarim
teve a obsequiosa bondade de enviar-me, e bem
aasim ao Sr. Joaquim Jos Nobre, qae de Villa
Real de Santo Antonio tambem me brindo* com
outrai, que de muito ma serviram,
A narrativa da tanda varia conforma o ascetis-
mo do piadoso editar do aldeia; mas a que mais
parece apraximar.se das opinides meaos exticas,
, seguado me sfigurs, a seguinte:
c Ds cidade da Lagos sabe cario dia ao mar
um pebre pescador, e captivo por um corsario
moiriico, que em seguida o lava a Almera, ande
o compra um rico Honro, que o transporta para
Arzila. Negra vida ali tem o miiero escravo ;
meio morto da caosaco a (orne ; astira mesmo re-
cela o Moaro que lhe fuja, e para seguranca man-
da (azar uma grande arca em que de nouta o en-
cerra ; e nao com isto bem satisfeito.
Com uma grossa correte
De ps e mios o prenda,
E aiada sobre o caixo
O indino perro dormia I
Com fervorosa devoco invoca o triste escravo
a Santa Virgem do Martyres, por quem iocessan-
te brada do peito, at que uma bella noule as
aguas do ocano, entrando por Arzila dentro, ar-
raitam comiigo o caixo e o Mouro, que sobro el-
le dormia, e ao alvoreter do terceiro dia os le-
vara a encalhar junto i areias do registro Castro-
marim. O gallo da torre da ermida, que at ali
ssrvira de denunciar o rumo do vento, cantan-
do tres vezes, este milagre sonancia 1 toda a vil-
la, ao mismo tempo qae, sem qae mo visivel 09
taogeise, os sinos do pequeo campauario repi-
cavam i porfa I
Ao cantar do gallo de ferro, do repicar dos si-
nos, e do ladrar de muilos caes, accordam os ha-
bitantes, a com ioslioctiva alacridade se dirigen
ao lugar do milagre ; em seguida apparecem aa
justicas da trra, a quem sao relatados estes acou-
tecimentos ; o Mouro que j tinha dado libarda-
de ao christo declirando-se-lhe seu escravo,
abysmado de to poderosa maravilha, abjura a
crenca de seus maiores, e com fervorosa f pede
ser bsptisido.
Ji todos vo, j se partera
Caminho da santa ermida.
Eis que ao ps da Virgem Santa
D'agua ama fonte se abra.
Com e8ta agua bemdita
Foi logo ali bapt9ado
O Mouro de Berbera.
Da agua do baptismo do Mouro, que toda se vae
juntar formando um lago cerca da santa footinha,
plisados tele dias naice um verJe freixo, como
em memoria de to grande milagre.
De ento para c cou a Virgem tendo casa
de romaria, e a agua da fonte, e as folbas do
freixo com extremadas virtude.
Qaem 1.1 vae nao deixa poii de beber daquella
agua pura, e de trazer, coma preservativo da lau-
de, uma folha di arvore bemdita.
Eotraodo-se na egraja da Senhora dos Martyres
acha-se ao lado direito um quaJro antigo pintado
a oleo representando o milagre ; e ha quem af-
flrme ter visto pendurada na egreja a trrenle de
ferro, com que o Moaro da Arzila prenda o po-
bre escravo que a Virgem resgatou : quanto ao
quadro dou por carta a sua existencit, porqne o
vi ; outro tanto nao posso dizer da correntc, que
nanea ebeguei a ver.
Ha ama imraensidado de cantigas populares
dedicadas Senhora dos Martyres, muitas das
qaaesj posaao, e reiervo para fszerem parte do
Cancioneiro do Algarveu que .logo em seguida
ao cKomanceiro teocioao publicar.
Por em quanto aqui deixo transcripto o ro-
mance.
A SENHORA DOS MARTYRES
Ltnda Christa.
Candida virgem dos Marlyres,
Formosa virgem Mara,
Estrella do cu fulgente,
Clara luz do dia !
Contar todos seus milagres,
Quem conta-los poderia ?
De todos os mais patente
Acba-se ahi uessa villa
De Castromarim chamada,
Queja foi de moararia.
' este santo milagre
De tal poder o valia,
Qoe em Portugal e Castalia,
E mais ioda em Berbera,
A quanlos bem o conhecem,
Faz espanto, e maravilha I
Era um christo que passava
Negra vida, que tenia
Debaixo de duro ferros
L para a bandas de Arzila.
Captiveiro mais penoso
Outro christo nao havia.
O perro moiro infiel,
t)ue o comprara em Almera,
Per seguro se nao dava
De que lhe nao fugiria.
Sempre maldito do perro.
Que receioso vivia,
Maltratar o pobre escravo
Com ferreoha mo sois.
J inveocao lhe faltava
D como elle o guardara ;
Mandou fazer um caixo
Muito forte em demasa,
E nelle sem mais detenga
O triste christo mettia ;
Mas por certo inda o nao dava
Apezar do que fazia ;
Aquella mente maldita
En mil receios ardis.
Nova idea de tormenta
Alma lheenche de alagria ;
Com uma grosia correte
De ps e mos o prenda,
E ainda sobre o caixo
O indino perro dormia l
Negro pao e agua turva
Era o manjar que tenia :
Mas ama ardente e9peranca
fue na virgem santa havia,
Vida nova lhe apootava
Sobre a que lhe ja (ugla.
A virgem me soberaia
Iovocava noule e dia
Para que lhe desse n'slma
Vigor que se lhe extingua,
E que de todo o livrasse
De to dar escravaria.
A canta virgem dos Martyres,
Que todo aea rogo oavia,
Daqaelle espirito afilelo
Muito bem se condoia.
caixo, que em Ierra estavj.
Cercado de agua se via,
E com o perro do moiro.
Que em cima delle dormia,
A' tona de agaa boiando
Tras dias sssim corria.
Ji deapontava a manha,
A manha de um claro dia ;
Novas aris sa mostrara,
Outros cus, ontra alegra !
Da torre o gallo tres vezes
Este milagro coauaci* ;
Os siaos do campanario
Repica varo i parta
Sem qua niaguam oa tsngesse
Porque tado ioda dormia.
O ladrsr da amitos caes
Era todo o mar percuta.
Quando o perro ovira osainos
Sobre tudo se doria,
Que junto de Ierra eitranha,
Turra qae nao conhecia,
Por sua desavenais
Com seu escravo se via I
Encalhado em fina arta
O meamo caixo se abria ;
Com rosto mai que magoado
O moiro ao eacravo dizia :
Christo, qua paiz este
De to alta senhoria?
Na taa trra, christo,
Cantam gallos i porfa,
Tocam sinos, ladram caes
Logo ao despootar do dia T
Esta (erra sei qne i minha.
Mis eu nao a conhecia.
Na minha trra, senhor,
Cantan gallos i porfa,
Ladram caes, repicara sinos
Logo ao deipoolar do dia.
Assombrado o sarraceno
Do que do christo ouvia.
Sen maii pergunts fazer-lhe.
Da correata o desprenda.
Ergue-te, christo, perda-mi
Todo o mal que te ea fazia ;
At hoje eras meu escravo ;
Tea'escravo sou neste dia I
Para ver este milagre
Toda a genle ali corrii ;
Com seus gibes encarnados
Os da juslica asiistiam.
J lodo vo, jase partem
Caminho da anta ermida ;
O moiro com viva creoca
O baptismo requera ;
Ei que ao p da virgem santa
fc'agua uma foote se abria
To crystalhna e to pura
Qe a todos pasmar faxia.
Com esta agua bemdila.
Agua de tanta valia,
Foi logo ali baptisado
O moiro de Berbera.
Baptisado o sarraceno,
Ao p da fresca footiohs
Se formara um lindo mar
Daquella agua que corria,
E para maior milagre,
Ao cabo de sete dias
Mesmo no meio das aguas
L'm verde freixo oasc.
Que o que mais maravilhara
Era o ver como creacia I
Desde enlo flcou a virgem
Tendo grande romaria :
Do Portugal e Caslelia
Tudo ali corre em seu dia.
Estacio da Veib*.
(Da Naco.)
FALLENCIA NOTAVEL.
A mais importante das altimas noticias da
China a da fallencia considoravel ara Ilong-
Knnu, dos negociantes de opio e outros gneros
llormusjee Sl Rustomjee. E' uma banca rota
completa.
Ha em Hong-Kong dous nivios que serven de
deposito de opio. Un vale do capito de am
desteslnavios, attestaodo o deposito de um certo
numero da caixa a bordo, ama moeda corren-
tc, que passa de mo em mo, e que todo o com-
mercio da cidade coosider como titulo de possu
do opio mencionado no vale.
Ha tempos, am dos negociaotes mencionados,
vendo-se ombaracado, parliu para Maciu, onde
se achiva o seu socio. A sua partida desafiou
suspeilas, e todos os possuldores de vales do
opio, passados por elle, foram ao navio-deposita
pira lomar conla do seu pnhor. porque, como
naquelle paiz nao ba Ui sobre falleocias, cada
credor salva o que pode apanhar. Porm, a bor-
do do deposito nao existan seno 50 caitas le
deposito para reiponder a reclamacoas de perto
de 1.500.
O capilSo foi logo preso, porque sa nio sebe se
a fraude do negociante que paasou os valle na
sa o capilo dispoz dns calxas realmente deposi-
tadas a bordo.
O deffkit montva a um milho e meio de
dollars Os cinco priacipaea bancos da cidade
san credore de metide desta somma.
Partiu d* Hong-Kong uma deputaco pan ir
pedir ao governo portuguez a extradico do ne-
gociante que em Macu se acha fra 'do alcance
da juslica colonial.

COMETA.

Somos visitados por mais um cmela que pro-
meti apresentar-se era poucos dias com toda a
magnificencia do seu antecessor.
Movendo-se, segundo estimamos, de NO para
o SE, vimo-lo pascar de hontem para hoje por
entre duas estrella da cauda do Drago, percor-
rendo era to breve tempo algn grus, e apro-
ximando-so moito de nos. Parece que lera a
forma do qua o anno panado cootemplmo.
com ncleo conideravelmente maior e mais
expesso. A posigo e a poca o excelleDtes
para as observacoe que se ho de cortamente
fazar no observatorio da Uaiversidade.
CONSORCIO REAL.
E' esperada amanha, quarla feirs, ou no dia
seguinte o mais tardar, a crvela a vapor Sagres,
a bordo da qa vem o Sr. visconde da Car-
reira.
Segando parece, o Sr. Soares Fraoco ir com-
mandar a esquadrilha que deve trazer ao Tni folura rioha de Portugal.
Na praca do Commercio os trabalhos da coas-
truteo dos palaoquss e do pivilho vo muito
adianlados.
S.'gundo ouvmo, o Sr. minitro do reino faz
ab?r cmara municipal a necessidade de todos
os trabalhos estarem concluidos 00 dia Io de
outubro.
Pirece ser coasa resolvida j que as festivida-
des do real consorcio sa verifiquen! entre o dia
1* e o dia 6 de outubro.
Todos os edificios que rodeiam a praca do
Commercio sero illumioados a gaz.
Os escudos das diVeoies municpalidadrs do
raino lero ama illumioaco especial, e de9ta
ver, alm de restaurado, cada um delles ter
aos aeu lados as baadeiras portagueza e ita-
Ouvimos tambem que as ceremoaias nupciaes
lero lagar na egreja de S. Domingos, em conse-
queocia de nao se poderem concluir a tempo as
reparacoes qua se esto fazaado na t.
E' de certo assim muilo melhor por todos os
motivo.
Em semclhantes occasiss sempre grande a
aflluencia de povo, e quanta maior fr o espaco
quese lhe d para oceupar, melhor polica se
pode azr e menos desastres podem occorrer.
A s, realmente, prxima como eati da praca
do Commercio, e cendo maia acanhadaa a raas
que ali vo dar, nao de certo o melhor templo
para festiridada to solemne. IscolhiJa que
fosse, nao heveria at o espaco oecessario para o
cortejo poder desenvolverse a para a polica ter
alguma aeco.
A este ultimo respailo visaos ji recornmen-
daoda toda o cuidado. Provavelmente a mun-
cpalidade aera mandada para as paradas. Nao o
deveria aer; m s se o fr, lembrem-se ao menos
de requisilar a tempo a forra necessaria para
maoter a polica em lodo o rigor conveniente.
[Jornal do Commtrcio, de Lisboa.)
PEKNAMBUCO.-Ti'F.Dl.lISF. DEP.4 PILHO.



MUTILADO


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