Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09618


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Full Text
*
AI1G IIIV1H. ID1EI0 2
Hr tres Mezes adianUdoi 51000
NrtreiMeze Yencidoi 6)000

-^M
SABBADO 13 01 SET1HB10 DI lili
-
Per un saltatad* i9|00O
Ptrtt fraict tara t iibnrlitor
HE PERK
ENCARRKGADOS DA SUBSCRirgAO DO NORTE.
Panbyb, o Sr. Antonio Aluxiodrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Sil! ;
Aracaly, o Sr. A. da Lemo3 braga ; Cear o Sr.
J. Jos de liveira : Mirmho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues ; Par, Manoel Piuheiro &
C; Amazonas, o Sr. Jerooyoio da Costa.
escarregadus da subcripgao' do sul.
Alagdis, o Sr. Clandinol Falco Diaa; B.hia,
o Sr. Jos Martina Al?es ; Rio da Janeiro, o S-.
joao Pereirt Maruos.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda lodo* 01 dias as 9 } horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Paradyba cas segundas
8 sextas-feira.
S. Aoto, Bezerrns, Bonito, Carua.ru, Altioho
e Garanhans Das tergi-fuiras.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoero, Bejo, Pes-
quera, Iugazeira, Plores, Villa Bolla, Boa-Vista.
Ouncury a Ex uas quartas feira.
Cabo. Serinbaem, Rio Formoso Uoa.Barrelros
Agua-Pieta, PioenteJras e Natal quintas-feiras!
(Todos os corrioa pattem s 10 horas da manha)
EPIIEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO.
7 La cheia as 5 horas o 16 minutos da tarde.
15 Quarto minguante i 1 hora e 21 minutos da
tarde.
[93 La nova as 6 horas e 16 minutos da maohaa.
30 Quarto crescente a 1 hora e 28 minutos da
larde.
PRF.AMAR DE IIOJE.
Primeiro as 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segundo as 8 horas e 6 minutos da tarde.
I PARTIDA DOS VAPORES OOSTEIROS.
Para o sui at Alagos 5 e 20; para o norte
al a Granja t e 20 de cada mei.
PARTIPA DOS MNIBUS.
Para o Recito : do Apipucos s 6 1|2, 7, 7 112,8
e 8 1|2 da e>.j de Olinda s 8 da m. e 6 da t.; de
Jaboalao ii fi 1|2 da m.; do Caxang o Vttrxed
s 7 da ni.; de Henifica s 8 da m.
Do Recite: prj o Apipucos s 3 1|2 4, i 1|4.
4 li2, 5. 51|, r>l|2 e b da t ; para Olinda 7
da m. e 4 1|2 da t ; psra Jaboalao *4 da t ; para
o Caxang e Vanea s 4 1[2 da l ; para Demfca
as 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas o quintas.
Relacen terreas o sabbados s 10 horas.
Fazenda : quiutas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dilo da orphaos: tergas e sexta s 10 horas.
Primeira vara do cival: tergas e sextas ao meio
dia.
Segunda varadotivel: quartas e ssbbaios a 1
hora da larde.
DAS DA SEMANA.
i 8 S^gaoda. cjja Natividsde de Nosss Seahcra.
| 1) T*rga. S. Sergio p ; S. BiGinn m.
il 0arta. S. Nicolao i'nltntino; S. Jader b. m.
11 Quinta. S. Tneodora penitente; S. l'.-ato.'
12 Sexta. S. Auta v. m.; S. Jvenci b.
13 Sabbido. S Felippe m.; S. Maorillo L.
14 Domingo. O Santissmo Nome de Mara.
ASSIGNA SE
do Recife, em a Imana da praga da Jndepen-^
daocta Da. 6 e 8. dos propietarios Manuel Piguei-
lioa d F.ria i Filho.
PAITE OFFICIIL
:xteior
GOVERXO DA PROVINCIA.
Expediente do lia i o de setembro
de 1862
Olcio ao Exal, presidente das Alegras.So-
guindo para essa capital no rapor que se espera
do norle o capilo do T batalho de infsnliria
Antonio Cabral do Mallo Leoncio, que vai dasta-
ctr na villa do Ourieury, rogo V. Exc. a expe-
dido de viu ordeos a fin de que ao referido
Capillo, saa seohors s im filho sejom faciltalos
o meios de transporta at a cidade de Penado
ne?ss provincia.Cammuriicou-se os agentes
para mar.direra transporta-los at Aligdis.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenla.
Autoriso i V. S. em vista do sua informago de
ti do corrente sob n. 86">. a mandar abonar a"
cada iim dos engajados Belgas, I. G. Wellensoas.
Fierre Humla e J. L. Ttiaaus, a quantia de
SgOO rs. para s sua passagern visto terem con-
cluido o tempo de seu engajamentos.
Dito ao mesmo. Da conformidad com a sua
informacao de hontom sob n. 851, mande V. S.
Par ao alteres do corpo de guarnido dest*
provincia, Alvaro Conrado Ferreira de Aguiar, a
quaotia de 116 100 rs. a que se Ihe est a dever
proveniente da meio solJo que dsixiu de perce
berdeadjl7 do Janeiro at 31 de julho destj
anno, por so acbar respndanlo a conselho de
guerra como >e v los papis que devolvo ciber
los com oilcio do brigadtiro cemmanlante das
armas de 20 de agoslo n. 1,601.Commuoicou-se
ao commaudinte ds arma?.
Dito ao mesmo.Estn lo em termos os inclu-
os papis minie V. S. pagar os vencimientos
relativos ao raat de agosto ultimo dos oQkiaesi
de 1" linha, camelas, clarios e tambores emure-
gados nos corpos di guarda nacional dasta cap-
tal visto assim o haver requisitado o respectivo]
iiindaate superior emseuolio da 6 da
crrante sob n. 103.
Dito ao mesmo.Em vista de suas ioformaQes
routidas em oi:i is de 3 de agosta ultimo e 4 do
correte sob ns. 721 e 87, rasalvi nesti data
lavar a 400 ris a diaria qia anualmente perce-
b.'m os africanos itvres ao servido da faculdade
de direito desli cilade, o que communico V. S.
vara seu cooliecimeoto e Jirec,>.Commuoi-
cou-se ao director da facullaJe de direito.
Oito ao ioapeclor da thesouraria provincial.
transmiti V. S. es inclusos documentos a lim
de que oataolo ellos eoi termos, maule pegar a
Joao Carlos Augusto da Silva conforme saheitou
0 d;legado encirregalo do eipadieate da reoar-
li;an da polica, em offiio d nontem sob n
1.371, quantia de 1:07Ujt208 rs. deapendida no
juer da agosto ultimo com o sustento e dietas dos
presos pobras da casa de detengo.
1) lo ao mesrau.Ao paire Vicente Ferreira
da Sequaira V'afejo, mana V. S. pagar coofor-
.i solicilou o delegado eosiirogado lo exp4i-
ute di repi-ti;5o di pol'cia em otlkio de non
1 u sob q. 1,370, a qaati do 621:01)0 em que
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Haniiiur^H SO de agosto de idCS.
Na poltica europea acham-se naste momento
de novo na dianteira Garibaldi e a quealo ro-
mana.
O partido da aegio ns Italia est cansado dos
rodeios diplomticos, que delongam a solugo
dessa quesio, e tenciana, segundo tudas as ap-
parenclaa, decidi-la por um golpe atrevido e unir
Roma a Italia por via da forca.
A lha da Sicilia e o lugar onde se ajuuta o
ezercito para a nova campanha, e Garibaldi como
se eateode de mesmo o chefe.
Allemaob*. que se achavam reunidos em Vien-
oa, acerca dessa queslao. j.Mais depressa do que
so esperava, essaa conferencias levaram a em
convenio. Ainda antes do cometo das ferias
uanaes da dieta federal os governos das coofe-
ranciaa de Vienna, Isto os governos da Aas-
Iris, Baviera, Wtirlemberg, Saxoni, Hanover,
He.se eleiloral, Grao Ducado de Ilesse e Na-
aauapresentaram.como resultado das auas dli-
berages, uma proposta de se instituir, ao lado
di assembls federal, urna assembla de repre-
sentantes do poro composta das dilferentes cma-
ras da Allemaoba por meio de delegago, que te-
riam de deliberar todas as leis communs da Al-
lamanha. Ao raasmo tempo a Austria-apresen-
tou de seu mota proprioama proposla deestabe-
lecimeato d'em tribunal federal composto de do-! qualidade 63 i. '-- s.
ze membros comeados pelos governos, e de dore Pao brasil 73 s. por
Dapois daquella reuniao ehegou aqu a mal
vinda pelo Navarre, e por slli foi iransmillida
para Londres a noticia do que o governo imperial
est diaposto a conceder a ex leo sao da garanta.
Esse boato fez logo alear as aceas, que peoas
Acaro cora a descont de S? 2 1/8 oor cada ama.
As da liihia est a premio de f> 2 ; e as de S.
Paulo com oe^l 1/8 a ^ 1 1/2
O alizoda'o de Pornambaco t^m obtiio era Li-
lat e, embaixa lor Francez em Roma, fra encir- general friera! WiUiams- fora morto. Ta? i eru
regalo de declarar ao papa que o governo do ira-1 reaumo o qutr te tem ullimameate passado na-
parador ae comprometlia a garantir a sua santi-' qu-elle tbealro d gu-rra, ende os balligaraate*
iot9gridade do palrini>nio d-aSao Pedro, cats vez miis so mostrara dispostas a conti^aar
dale
de qua aioda se acha de posse o pontfice roma-
no, o tara asseverado igualmente que Pi IX in-
formara o gabinete das lulneria- da re-soluco
mesmo o
empXndiam q "b" pdra que m 8 Propo.ta, foram devidamente entregue, a com-
Agora sabe-se que a senhaera Rama.eque a via-11KKJ **K,,1 por'D ai^a oa me,m.8 S9S'
gern circular de Garibaldi no norte da tall.Jpara o "* d' ?fe J, m8I ^ sau enviado um
eatabelecimeoto d.ssociedades do tiro.se acha- 'nn.^ h. .,,had!;B,enler B,0"Tt,loMn,M '
propoata dos governos da conferencia. Nesse vo-
to se diz entre oulras cousas :
l Nao ser da maoeira proposta qae o desojo
da nacao, de urna form-
is suas relac,oes publicas,
isso apparece, como primei-
comecarara a acudir par. all os amigos officiae. ZftEfom*!lJ^^?fcl r^ """Sr !
aas bases pnncipaes das relacoes federaes. Alem
principio ignorado pelo governo. isso se toroou i.h?* gr8ode "ftat.iU nacional se siha di-
pouco a pouco lao notavel.que o ministerio Ra-
tazzi assustado.se decidi a intervir. Euiquanto,:
porm que os volntanos vo pira a Sicilia sera
va em intima coonexo com isso. Como os nos-
sos leitores sabero o gabinete Ratazzi poz um
a lula,
Em Hichraond retentara a frbre smsrelis, fue
eslava faianlo n:i:".:.; i entragoj. Por sata mo-
eu qu* est da daixar Roma com oa ss tar- \\o o ejercito confederado fora cbngarfc-a acaaj-
deaes. caao veuha a realienr-se o boato *e que par fra da cidafle.
verpool cotacoe mui vaotajosaa. echando se a 23 aquella capital val ser occapada por forra mix- Em Nova-York, prevaleca granea excila-'io por
d. >, e 2d. por libra ; o do Maranhao a2?d. e! Iss-faoceza eitaliana. causa dos al:st.ment c-brigatorio para 'a mili-
Nao creio em oenhuras deaaas asseveracoasaor I cia, graniauomaro de subditos americanas ra-
quei nem o imperador quererla annullar i misaao cuaando-ae a a!istarem-se. MuitoaCentre elle-
di Mr. de Lavalelle, a quem msodou para liorna bi.cavam proiegor-se com aaas pnmV.ivas cjcs
com o lira de conciliar a causa do-papa con a na- ealijadss, da modo rjue eas auccesso caasava
cional o'ltatia, nem desejaria corap^ometter a dg- abtracoa ao Roveroo de Washington, (i rocsio
niaade pontificia eobmeiiendo o pa?a a t-r os sua I do que loda a milicia venha a ser mobllisa la fra
capital urna guarnvco ioimiga. E)te ultimo ex- I a caasa de semelhan:? pnico,
pediente levantara contra o imgercdor os odies
do partilo catholiio. que al h )je o'governo
francaz tem nrocarado conciliar aabecd-> a influ-
23 d. 1/2 ; e o-da Babia a 21 d. Eate artigo con-
tinua em grande ped lo naquelle mercado
Cacao do Brasil tem sido cota lo de 52 s. s.
per cwt.
Caf de primeira qualidala 69 s. 86 s: ; sgucd
e ordinario 51 s. 62 s.
tooelala.
Asiucar branco de Pernambueo e da Parahlbi
de 21 a. 29 s per c\l ; dito mascava lo de 17 s.
viva surpreza do gabioete Ratazzi. Desde ento
Deparara
i soldados giriballinos e outros mogos. Ao
rgido em primeira linha aobre urna elevada po
21 s. 6 d. B hia branco 22 s 28 s. 6 d.
cavado 17 s. 21 s. 6 d.
Couros salgados 5 d. 1/2 a ~ d. por libra
coa 8 d. a 8 d. 1/2 ; e aaccos salgado 5 d.
por libra.
Os consolidados inglezas ficam a 93 3/8
A renda frauceza a 68 francos 83 c. Os
cenia bratileko, a 102 1/2 : e os 4 1/2 por
mas-
Eka v
; sec
a 7 d.
5 por
ceoto
erdsda o governo do presidente Lincoln
acha se o) grandes embarsi] 'j, nao bavondo
: ainda- podido lavar a effeito o a'.atarasnto d r fer-
encia que principaimenta em Franca lene esse par-: cas pe-idas na ultima prsclaaiarac.
-tile. _
A verdade que o imperador lem manado re-
forcos para Roma, e qje esi reuninlo em Ion-
Ion numerosas Torgas oavaes alim e observar com
seguranza o movimonto revolucionario da S'.a'ta,
qae nao deixs de causar-Ihe seria iuquiettao.
a 93. 5 por ceato italltnos 70 ,'1/2. Portuguezes Qaerer Su Msgestado- Imperial intervir nova-
3 por cenlo 46 1/2. Sardos 5 por cento 84 1/i.
B. bespanhoes 3 por cento 51 3/8,
As procedencias de virios porlos do norte do
Brasil para a Inglaterra foram na ultima quiozena
armas o nao na forma de corpos organlsados,
mas sm como simples viajautes, o goveruo nao
tero meio algum de impedi-loa e dessa maoeira
pule Carbal li ajuntar um corpo, cuj torga, so-
bre a qual existem os miis diversos dados, na
realidade ser de 5 a 6 mil homeos. O que em
primeiro lugar excitou a attengao do governo
sobre as cousas que se preparara na Sicilia, foi
urna Talla dirigida por Garibaldi aos palermitanos
| na qual o mesmo se proounciou da maneira a
mais violenta contra o imperador Napoleio, de-
clarando a guerra a poltica romana do abinete
fraucez, dabaixs da diviaaRoma ou a morte.
O general nao se accomraodou as vivas repre-
; seoiacoes que se Ihe diriginra de Paris, e pelo
contrario coolinuou agora, abertamente os seus
' preparos militares.
De I'alermo elle seguio em primeiro lugar para
I Ficuzza o comegou alli a organisaco dos seus
; voluntaros.
Todos os esforgos do ministerio para faza-lo
desistir dos seus planos foram inuteis; el-rei
i emittio urna proclsmaco acaulelaodo da era-
; preza Garibaldi. esiigooalisando-a como o princi-
po de urna guerra civil; Garibaldi ficoa ioaba-
lavel.
Entretanto o governo nao deixou da oppor me-
I didas militares da seu lado s medidas militares
de Garibaldi.
O general Ricotti avangoa eom cerca de 7 mil
homvna para Ficuzca, mas aegondo paroce coro
a orlem de evilar toda a offensiva, e anicamen-
te visiar sobre os movimentos de Garibaldi. Ga-
sigao da Allemanha em frente do exterior, qual as seguiBtes : da Bhia H--rnogton (8) a G'a-
se.desejaria dar expresso por meio d'um poler i veseod ; da Rio Grande a Meute (8) a Ply-
execulivo fortificado, assim como de urna repre-1 mouth ; do Rio Gran 1 Newsboy (7) a faeeoa-
seolagao nacional connexa. | town ; do Rio Grande (J'arissa (9) a Falmoutlr,
A Prussi ponderou repetidamente esse alvo do Rio Grande J icobi Johann (11) a Grave-
ara documentos geralmente conhocidos, e deca- sond ; do Rio Grande Carolina /lf>) a Liver-
ra tambera nesta occasio, que conservar o mes-' pool ; de Pernambuco Elisa llaod (19) a Li
mo em vistas conttantemeote. A medida presen-! verpool ; da Bahie Eovoy (19) a Queeostowo;
temeote proposta, porem, s Ihe parece propria ; e de Peruambuco Buay (2) a Liverpool,
para desviar do alvo dos verdadoiros esforgos de D Inglaterra segurara para o Brasil os se-
reforma. O governo real julga por liso cumprir guiles : De Liverpool Oroston (9) para o Al i-
um alto dever.Veeusaodo desde o principio a sua ranho ; de CardilT approvago proposta presente. > oho ; de Cardift < Wnite Jsck (9) para a Biuia;
as cmaras prussianas continuara aioda as e de Cardiff Societat (12) para a Baha,
discusses do orcamesto. Os betos de um adia- Acha-se actualmente em Londres, tendo aqu
manto se calaram por ora, e pouco mais se falla I vindo para visitar a exposigao internacional, o
de urna viagera d'el-rei para os banho. As dis-1 Sr. D. Miguel de Braganga, ex-rei de Portugal,
cussoes do orgamento militar em pleno na ca- i Sua alteza real veio acompanhado do seu el
Porto 8 d*j agasti.
Ai-minas do Bncal, em Sever do V'cuga, z
districto do Aveiro. foram Pestivaorecte atacada,
pe popa'.aga dtseofreada no dia 15 Jo cerrentas
E' anliga a mana nos poves aquees conlor-
nos do quererera destruir aa minasj do Braga'..
Malhadaa o omraa que ha em explrenlo por
aquelfrs sitios-, com o fundameato de q os fu-
mo da fundigiro do Braca! sao a origem da mo-
lestia da* vinhea, e a prova, dijera elles .'sti eir
tpU ""irn'.'i'5 "n6,.1' cdf d0 farao *" 8 mos'na qae aprsenla j ? j da
ierrivel doenga das videiras I
J o auno passa lo demos noticia das l?:tati-
mara dos daputados, como j disseraos, nao de
esperar antas do prximo mez. Eolrelanlo es-
se orgameoto o assumpto de mui vivas discus-
ses no seio da commisso de orgameoto da ea-
mara.
As reuoioes das commisses, coma se sabe,
nao sao publicas ; apezar disso. a imprensa se
acha habilitada para referir detalhadameute sobro: los de Portugal e do Brasil, sendo recebido pelos
as suas discasoes, em parta pelos membros da respectivos com miliarios.
mente na Italia ? Algumas folhas respondem el-
I rmativaraeute, asseverendo que j Ihe larda ra-
i guiar de urna maueira mais coo'enienta aos is
teresses di Franca o futuro diquella pennsula I
Nao dissimulam porm a
ihi'tii poltica encontrara em Franga, onde a
causa italiana popular alm do pouco desejo qae
alli hi de achar-se o governo francez compro-
metiido em urna nova guerra. Entretanto o.ira-
perador receia os tjiribalii o o Mazzini, que
constantemente agitan) i ni'.a peunsula com
perigo para a Franri ; e por es motivo pule
muilo bem entender'que Ihe nao eonvm deixar I css","ri'as providencias
a llalli a si mesmo. Em tolo caso a oceupagao qa9 se lem na soguinle
de Roma ser prolongada.
Esperava se que no dia 15 de correte, om que
teve lugar a fasta nacional da S. Napoleio, rece-
bara Sua Mageslade o corpe diplomtico para
npasa occasio deixar fallar o orculo das Tu-
Iherias em relagao questo remana e guerr
civil nos Estados-Uuidos. A ceremonia teve po-
rm lugar sem que o corpo diplomtico fosse con-
vidado, havendo sido apenas recebtdas as grandes
corporagoes do estado, a qaera todava nada disse
o imperador no sentido que se esperava. Nesse
mesmo dia passou Sua Magestade urna grande
revUta da guarda nacional e da goarnigo de Pa-
ris, tendo alm disso lugar as demais festividades
servidor o conde de Bobadalla, que desde a abdi-
cago daquelle principe tem vivido com elle no
exilio.
De Portugal tem aqui afliilo varios nobres
portuguezes do partido daquelle principo, com o
lim de comprimentsrem sua alteza real. O Sr.
D. Miguel j visito* naexposigo oscomparlimen-1 do costame.
O imperador acha-se actualmente com o prio-
ras que o povo premeiitava contra estes esleto-
lecimenlo mioe.-io. >aoas pode ento !?var i
execugo, porq6 a autoridade ive a prscioa
energa para fwer conter os turba'.?ntos ; agora,
porm, parece que nao se deram a '.ampo ao-^e-
orar.i m
carti. eacrir>la do lagar
da Serra, em dita de 16 do cirrante, e publicad;
no jornal de Aveiro o Campeo das Provincisi
i Regresaei aqui s II horas do dia 14 e soub
qua as 50 pracaa qae se achavam em Cambra ba-
viam retirado para Vuu I Na maohaa do dia 16
preparou-se a gente da mina para resistir como
bem pojesse. alfares coramanlmle da forja
alli ostacionada, declarou que nao poda defenier'
a mioa da Milhada, que foi logo aban locada.
A'a 10 horas espalhou-se qus os sediciosas
se aproximivam, e pela volta do meio dit avtala-
ra-ae da mina, gran le porgao de poo, <;ua violia
do lado de Dcrnellas e Silva Eicura : potreo de-
pois pozerara os turbulentos (ge Malbada, bem
como a urna casa co valle do Bragal. e aos piohae*-
mac-inho que commuuicam com a fabrica, a lim
segundo a cuota janta. imjorlam as despezaa ; ribaldi seguio para diinte. em cidadas e aldeia,
filias no mi de julhi ultimo com o suslento
cs presos pobre da cadeii de Villa-Bells.
Dito ao capilao do porto.Fago apnsentar
V. S. o recruta de marinha Augusto Florencio
dos Santas a li u de qua Iha d o conveniente
deitioo depois de inspeccinalo. Communi-
cou-se ao chelo de polica.
Dito ao rae9mo. Eoi adiilimento ao meu
ofcio da 2 do cotrente sirva -se V. S. de informar-
me o destino jua ti.enm os reculas viodoi do
termo do Limoeiro, Antonio Francisco Miguel,
Mtooel Dent Jos dos Reis e Antonio Cabral
e Mol.
Dito ao delegado encarregsdo do expadiente da
repartig) da poluia.Queira V. S. providenciar
para que o armamento e corrame recebidos pelo
guirla do Io batalho de artilharia deste maui-
cipio, Joa^uim Aotooio Pires, que si ausentou
para o Brejo, sejam recolhilos ao respectivo cor-
po, como solicita o commaodante superior inte-
rino om oilino n. 103 de 4 do corrente janto por
copia.
Oito ao director do arstoal de guerra.Expe-
co V. S. as su i; ordens a lira de ser entregue ao
regedor uterino do gymntsio provincial um cai-
xo que se acba racolnilo a esse arsenal, conten-
do urna collegao da prodeutos mineralgicos re-
inetlilos para o nauseu daquelle estibel o-'lo Exm. presidente de Miuas-Geraes Dr. Jas
t'. .'-o da Cunia e Figueiredo.
Dilo amara municipal do Limoairo.rJe
a amara muuicipal da Limoeiro publicar em
um dos joruae.s desla capital cooforme solicita, o
seu okio de 2 desla mez dirigido a presidencia,
o no qual maufesla o cooceito em que tido o
juiz de direito da comirca !).-. Jos Quinlino de
Cistro Leo.
Portara.O presideoto da provincia atten leu-
do ao que lha representen a sociedade Uoiao
Beneficente dos cocheiros nesta cidade,e em vis-
ta do que dispos o 5 5" do arl. 29 do decreto n.
2,711 de 19 de dezembro de 1850 resoivo no-
m '.ir para o lagir de presidente da mesma
a"neJale o cilalo Thomaz L'iiz de s un.
Dita.9 presdeme d provincia atlenJeodo
eo que roquerau o bich3rel Pedro de Alcntara
Paitlo de Miranda Veras, resolve concader-lhe
mais o praso de 3 mezes para dentro delle apre-
aenlir o sau titulo de juiz municipal e de orphos
i termo de Ourisury.
Sesuaelios do dia IO de seteiularo.
/f7uermeo.
Antonio Pires Ferreira.A' visla do qua in-
forma o Sr. iotpeclor do arsenal de marinhs,
nao pode o soppicante ser attendido.
Antonio Flix de Araorim.Nao exilie e h'gar
que o supplicante requer.
Absixo assignados dos Belgas engajados no
arsinai de marinha.Dirijam-se ao Sr. inspector
da thesoararii de fazenda.
Alferes Bmjamim Ciocinato Utlgass.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Ernesto Augusto de Alhiyde.Pague-se os
direitos da foiha corrida.
Francisco Dias Costa.Informe o Sr. capilao
do porto.
Frederico Chaves.Junta certido de idade.
Manrique da Cota africano Itvre.Prove ter
os anus de sarvigo exigidos pelo decreto n.
1,303 da 28 de dsz'embro de 1853.
lrmandade do Senhor Bom Jess das Dores.
S desos de extrahidaa aa loteras que tem pre-
ferencia por lei, podem os sapplicantes ser
attenddos.
Jos Francisco do Amparo. Remattido ao
Sr. director do arsenal de gurera ptra attender
ao aupplicante.
Joaquim Jos das Neves. Raquaira pelos
canses competentes.
Manoel Joaqiim de Oliveira.Indique qual a
iieogao que tem a seu favor a fim de ser marca-
do o praso que requer para prova-la.
Mara Isabel Lina. Informe o Dr. diractor
geral da ostrocgo publiea.
Manoel Comea de Mello Barreto. Juote os
documentos eilgidoa pelo art. 14 do decreto n.
817 de 30 de agosto de 1851.
Bicha re Pedro de Alcntara Peixoto de Miran-
da Veras.Paase portara concedendo o praso de
ire mezes.
Pedro Jorge da Silva Ramos, informe o Sr.
Dr. jaiz municipal da S* vara na partt que Ihe
dit reapeito.
onde ehegou, foi elle recebido com vivo enthu-
siasrao, acudilo a mocidade aoaeu exercito: O
general Ricotti seguio os ssuspassos. Quinto
tempo aioda durar esse singular espetaculo, se,
e qaanlo podar haver um encontr entre os vo-
luntarios e a tropa do governo, nao se pode
dizer.
Em tola a parto oode Garibaldi apparece, elle
toma occasio para msifestir a sua adbeso a
Vctor Emmanuel; em toda aparte elle pronun-
ciar a senhaRoma ou a mortejuntamente
com a outra senhaItalia e Vctor Emmaouel.
Oo outro lado asta claro que o governo tem o
maior receio de proceder a combale aberto com
Garibaldi.
Ambos os partidos tem da mesma maoeira o
mesmo vivo deiejo de evitar a guerra civil; todi
a Europa segu porm com a maior inquietago
os movimentos dos voluntarios e do geueral do
governo na Sicilia. Entretanto as occarreocias
na Sicilia eoconiram 'jas outras parles da Italia
um echo que cada ve se torna mais lorte.Bo-
ma ou a morteViva Vctor Emmanuel, abiixo
Ratazzi.
Esses gritos vo de urna parte da pennsula
para a outra ; e debaixo dos mesmos um de-
mooslaago do povo segu a outra as cidtdes
italianas I
Era lodo o caso seja para um oa para o outro
lado a solugo da crise nao poder deixar espe-
rar por si por multo mais tempo. Segundo se
suppde Ratazzi fez declarar em Paris, que nao
se achava mais na altura da posigo, se o gabi-
oete de Pars nao lizesseciocessoes as exigencias
do povo italiano a reapeito de Roma. O Impa
ra lor Nipoleo, cerno se diz, est inclinado para
semelhante concess, porm quer a todo o pre-
go ver evitada a appareocia de Ihe ser a mesma
arrancada por Garibaldi e por iso exige que elle
deponha as armas antes de lulo. Ralazzi, se-
gundo dizem, deu disso conhecimento aGari-
balli, e tem-se de esperar a reapoata do geueral
nos proximoa dias. Era que consistira a conces-
se potsivel do imperador Napoleo, isio o mo
tivo de mui divarsas coojunclura. Como a mais
proyavel, pass a admisso de urna guarnigo
italiana no lado da franceza em Roma. J ha
mais tempo se tiohi agaardado urna declarsgo
do imperador oessa sentido ni dia de Napoleo,
15 de agoslo. Os noviisimos acootecimeotos na
Sicilia, porm, sejifterpozeram. O dia 15 de agosto
paisou _ae, e at noje nada se sabe de quilquer
espreaso do imperador, referindo-se quesio
romana.
Tambem na poltica allomas reina actualmente
um movimento nolavel Em primeiro lugr o
mesmo se liga ao tratado de commercio prussia-
no com a Franga, o o eontra-projecto viennease
de urna unklo d'alfandegas da Austria com o
ZolUereio. Os governos da Baviera e de Wur-
temberg sahiram da sua reserva, e fizeram no-
tificar em Berln, que nao se achavam em posi-
go de adherir ao tratado da commercio com a
Franga. Ao mesmo tempo deilararam-se em fa-
vor de urna assembla de commissarios da Aus-
tria e dos ostados do Zollvereio para deliberar
sobre as propostas da Austria.
Corno apezar da iolengo manifestada pela
Prussla com mulla antecedencia, de asiiguar o
tratado com a Franga, logo depois da sua appro-
vago pelas amaras, nem a Baviera, nem Wur-
teraberg, nem qaalquer outro estado do olive-
rain, tinham provenido essa assignatura om a
declararlo da sua recusa, vivia-se em Berln na
eiperanga que os meamos Qaalmeole nao se sub-
trahlriam ao tratado. Tanto mais gravemente se ; pL\m.
sentio o golpe da recusa da Baviera e de Wr-
temberg. Bem que neste instante fagam sem-
blante em Berln, que essa recusa nao era se-
nao urna manobra seos serla inlengo, para con-
segair concesses de outro lado, certo que nio-
guem aeredita olsso. Pelo contrario se antev
qua ainda outros goveraos seguirlo o exemplo, e
qae Prussla lalvez nao escapar humillago
de dever declarar finalmente Franga, que se
precipitara com a concluso do tratado de com-
mercio, nao se adiando em oslado de fazer ac-
ceita-loa pelos outros estados do Zollvereio.
Dessa maneira a Praasia renuncian vista de
todo o mando ao papel que fazia de gerente do
Zollvereio, e perdera tambem a ultima posigo
dominante que al agora leve oa Allemanha.
Ao mesmo tempo acha-se tambem de novo
colloeada na ordem da dis da politice allema a
reforma da confederadlo. Na nossa ultima falla
mol da coofarencias de lUersraies governos da
commisso, e em parte por outros deputados que
assistem s discusses como ouvintes. isso in-
commodo aos ministros, e por isso o Sr. ministro
da guerra, oSr. de Roon, achoo por bem de nao
apparecer mais pessoalmente as discusses da
commiasao do ornamento militar, deixando de
representar ae por commissarios, para as darem
os esclarecimentos pedidos.
Vista a posi(ao excesiivameote discordante en-
tre ministerio e representantes, esse proced-
ment do ministro da guerra nao favorece os
planos do governo, e tanto menos de admirar
que o seu orgameoto militar fosse unnimemente
rejeitido na commisso. Nem urna s voz se pro-
nuncio em favor da approvago, e sonriente nis-
so ae distinguir oo as opinies que, em quanto
que uos qierem approvar a organissgo militar
do governo debaixo di condico da inlroducgo
de dous annos de aervigo em lugar de tres, ede
outrss modilicages que tornam possivel urna
economa de 4 milhea de Ihalers, os outros exi-
ge m o restobelecimento do stalu quo antes da
nova organiiago do exercito e leocionam riacar
todas aa despezas |por mais requeridas pela
mesma.
Essa ultima opinio tem por si a preponderante
maioria dos membros da commisso, em quanto
que a primeira s representada pelos depula-
Dd Italia as noticias continuara a causar aqui
seria impresso. embora o grito de rebellia le-
vantado por Garibaldi nao haja produzido o ef-
feito que esse oatriota levava em vista. Mis n
Inglaterra m recaa que, visto nao achar-sao ex-
dictador de,e-. k'Io com o governo d Turim que
ndemoado oa >aua actos, a revolugo
sa ':ompromettr a independencia fia-
*.no a presante tentativa de Fieazia
coairado neste paiz sympaihias deci-
ali te
aicilieni
liana, e
uo leo.
didia
O gove-'oingUx quereri por semduvida ar-
raalar- lurim a prestar o apoio ao movimen-
to re oario da Italia, se tivease a certeza
de q Franga defendera como em 1859 a
cau aua ; por quanto seria este o molo de
resolver ai duas grandes questoes pendentes na
quella paainsula, isto a liberago da Roma o de
Vanen, .
Tem porem i certeza de que o imperador Na-
poleo, hoje enriqueaido com Nice e a Saboia
lem desessent milhes de francos, nao permit-
tir ao rei Vistor Emmanuel entrar em urna pol-
tica aggreasiva contra o papa nem contra a las-
sil, e por conseguinte nao pode auxiliar moral-
mente urna tentativa que s polo prejudicar a
solugo daqueMas que>tes. Assim pois a ira-
prensa servi-ufli :ia iugleza tem desipprovado o
e maomho que commuuicam com a
eepe imperial no campo de Chalos, oode tem ] de incendiaram eaia.
presentemente lagar aa grandes manobras do t v testa dos amo'.ioadores marchava um ia-
exercito fraocez alli aquartelado. O mareehal dividuo, que foi reeonheeido por alguna sor o pa-
Canrobart o commandaute era chefe desse corpo jre Constantino, de Recae, e um filbo desle, bea.
de fxercito, e foi quam teve a honra de receer! como um tal pedreiro de Nespereiro e um hern-m
por nome Cerejeiro, do lugar dos Captivos.
Sua Migestade.
O mareehal Mi; Mahoe. se ar.ha tamhera em
Chalona, baveodo sido convido pelo imperador.
As noticias da expedigo do Mxico pouco oa
nada adiaalam ao que commumquei oa mioha
ultima carta. Conrmou-se a derrota das forgs
do general Zaragoss pelas tropas de Lorencez,
qotndo aquello ataco este em O.-izaba ; e pos-
teriormente tara tilo lagar varias ecarmucas
em que a vantagem tem cad ) do laiodos Ftance-
a A msica do arraial da S*ohora da Sauda-
tambem vioha na frente para animar oa revolu-
cionarios. O espectculo er& medonho : aa-allev-
ras da serranas vijm-se coroadas de gente ar-
mada o do seio della se lizeram alguna tiros sobre
a tropa e aobre os oporarios da mina.
Quando o alleres mandou retirar o destaca-
mento, por alguns rxomentos contiouaram os pa-
vosa desear ; gritou-lbes o alferes, dissuadiodj-
zes. As omrauoicicoes entre O.izab e Vera- os de continuar a tentativa, e elles resp '.Oerur^
Cruz acbam-se completamente restabelecidas, com balas ; foi ento qoe o soldados derrm a pri-
mas hvia graode difDculdade em enviir ao exer-! meira descarg e que os '.uraultutrios pararara,
ito francez provises do bocea pela carencia de parando igualmente o padre que vaha na sua
gneros alimenticios. As guerrilhas tem devas-
tado completamente a campia mexicana am ro-
dos Tw.'sten, Stavenhagen e de Sybel. Tambem desacert com que as actuaos circamstancias se
rin an Inri ,..,,-. &.*._ __ ______________ 1_____, i ^ _^ A.__; J ________. l *- II I _______ ...
nao se duvida qe, como as coas se acham at
agora, as proposlas da maioria da commisso se-
rao tambem elevadas para resoluges da maioria
do pleno da cmara. Quaes as medidas que o go-
verno nesse caso tomtr, prete cousa que elle
mesmo ainda nao sabe.
Por ora os seus orgoa ameagam com isso, que
o governo ignorar simplesmeote o voto negati-
vo da cmara, e sustentar a despeilo do mesmo
a organisago militar, ao mesmo tempo que as-
aeguram aempre de novo que o ministerio ae
acha decidido a cumprir a constituigo. Disso s
se observa o desejo do governo de intimidar a
dieta, e ao memo tempo o receio que lem de
violar a constituigo.
A princesa real acaba de dar luz am princi-
pe, sa segundo Glho.
O Reichsralh austraco acha-se adiado, como
sabem os nossos leitoras, e s se reunir de no-
vo em setembro. Ni questao da Hungra tudoae
acha na antiga posigio, e nada de notavel ha a
relatir da vida interior da Austria. O mesmo
acontece com os outros paites da Allemanha,
onde a estago das viageos para os banhos e de
recrelos poz de lado os negocios polticos.
Da conferencia em Constsotinopla acerca da
Servia nao temos novidade desde os ltimos
dias. As mesmas nao tiveram um resultado final
O qae entretanto parece certo que a maioria
da conferencia se oppe decididamente exigen-
cia da Servia, do urna evacuago successiva da
Servia pelos Turcos, e nao quer cooceder mais
do que a evacuago das cidade serviaoas pelos
turcos, e a limitago dos mesmos aos circulo
daa fortalezas Somente a Russia lomou decidi-
damente o partido das exigencias servianas, mas
nao encontr, nem mesmo de parte da Frang,
oenhum fpoio efficaz. Na Servia contini en-
tretanto a auspeaso d'armas ; em Montenegro e
na H irzcgvins por cootra se perde aioda muito
saogue em combater sem resultado.
lem conduzido o general Garibaldi, louvando ao
mesmo tempo a poltica adoptada pelo ministerio ;
Ratazzi na presente emergencia.
As ltimas noticias deTurim chegim a 21 do
crrante. Nessa data a gizela ofcial publicara o
decreto real, pilo qaal o rei Vctor Emmanuel
confia ao general Cugla, prefeito da Sicilia, po-
deres discreccionarlos ; bem orno outro, pelo!
qal iguaa poderes sao dados ao general de la
Maraiora, prefeito de iples. Fica por este
modo declarado em estado de sitio o reino de
da da Vera-C-uz, da molo que os vveres quo
i'alli eram importadas tem consideraveloieute
escasseado ; os que se recebem vem principal-
mente dRahama,mas com graode difculdade e
irregularidade, pelo que debnxo desse ponto de
vista o exercito francez continuava era puros.
O general Forey era esperado com anciedade.a
lim de dar oraego a una carrpanhi decisiva. Al-
monte continuava em Vera-Cruz, oode todavii
odiado.
Eicrevem do Varsavia em data de 15 do cor-
reute, annunciando que nesse dia fora executado
defroote da fortaleza Jaroizynski, o assassioo que
frente.
t Apparece ento ara grupo
de alguns cente-
nares de iodividuos palo caminbo tbaixc, os quae3-
tlreram fogo sobre a tropa e operarios. Os sol-
dados corresponderam a este novo deaitio, ba-
leolo-se com ura deoolo superior a lodo o elo-
gio, ese Do fosse a pru lencia do corr.mandaula
haveria mais victimas a lamentar.
Asseveram me que houveram muitoa feriuien-
tos. Eu vi dous homens morios e ura leridu, seo-
do um de Oliveira de Aremis e os outros de Nes-
pereiro e Rocas. Da torga armada e operarios da
mina nlnguem sollreu ama orraohadura.
aO que vale foi a tropa, seno lude seria reiu-
zido a cinzas. Tem-se tomodo os nom^s- de niui-
tentara Rimante contra vida do graa-duque, (9 que fizeram fogo e que foram reooonecilos.
Constantino. Sua alteza imperial, goveroador Alm dos povos de Ribeira de Fragas* elelha-
geral do reino da Polonia, havia conlirmado na I dalla, vram-se os povos de Roen, Pesegueiro,
veapera daquelle dia a aeotanc de morte proe-; Silva Escara, Cambra, Villa Fria, etc.
rida cootra aqualle infeliz, qje como lica dito ol x Souba agora mesmo que o fogo dos Amparos
executado sem demora. O exemplo nao aprovei-1 foi posi0 pe|os p0vos de Soligo e Peoegaeiro. Hi-
tar talvez, quando certo acharrn se u maior i z-m ani3 qU9 (01 queiraado o estebelociraenlo da
aples, e pira juslicar essa medid violenta ; efTervetcencia as paixespolili:a naquelle malta- i mjn, da Peni. O'preiuizo pode calculir-se en
allude o governo uiqoelle decretos s circuios- dado piiz : entretanto a autoridade nao polis dei- parto de 20:0005000.
tanciasexcepcionaesem que se a:haai aquellas
prefeiluns.
Este expedieuta tem merecido geral approva-
g'io, pora.ua a parte sensata da nago reconheco
que convem acabar por meios enrgicos com urna
ituago cheia de perigos. Muitos louvam a bja
intengo do general Garibaldi, condemnando to-
xir de pugnar pelo Inum^ho da tai, demais que
todis as circumstancias daquella tentativa eram
altamente aggravmles.
O gra -duque Constantino procara aempre ga-
nhar a ooa vonlade dos Polacos, empregaodo pi-
ra esse tira todos os meios de conciliago com-
pativeis com a coosolidago da sumida le impe-
davia a sua pertinacia em buscar expedientes rial. Mas a nago polaca nao qer transigir, quer
para cortar as diQlculdades que ain la cercana a lo sraents a reslaarago da sua independencia
causa da Italia, sera qua para isso haja primeiro sem todava lembrar-se que desarmada nada po-
de cootra o colosso que a opprime.
ouvidoo governo do mi.
Algumas folhas italianas lem espalhado que
esse patriota chegra a Catania, havendo no
meado prefeito dessa localidada o baro Ncolera;
esta noticia porem nao sa acha confirmada, pa-
receodo qae aera vira s se-lo por quanto n'uma
Depois que coinmunlqei, na tumba ultima
misiiva, os successos ha vid os oestes ulllmes lem-
pos entre os exercilos beligerantes nos Estadoa-
'oidos, recebemos aqui noticias d'alli por via de
< Falla-se em que as minas de Iclhadolls Fa-
llale Carvalha esto em perigo, mas creio qua.
isla nao verdade, porque o directo: d do Palhal
acaba de ebegar aqu com quarenta homeus bem
armados ; ehegou tambem o resto do destaca-
mento dessa cidade do entornando do Sr. capiti;
Azevedo.
< Calculo qve os teJiciosos sa apresentare^
em numero de i.uuu a
As noticias subiejuentes cou&rmim quaii ;.'...-
nimenie o conleudo da caila cima transcripl
O calculo dos prejuizos exigerado, poalrt.qnc
fossem multo grandes.
A mina da Pena nao foi destruida, nem aa vc-
riticou o atque s mims de Telhadella, V..,:. ',
Nova-York al 13 da correte. Diversos comba-; Carvalha, pertengas da do Bragal, oode Uva lc.-
proclamagao do general Cigia, de 16 do eorrente,. tes haviam tilo lugar enlra os beligerantes no j gar o graode e ierrivel conflicto ontre C3- assa..-
se allude permanencia de Giribaldt om Castro- j valle da Virginia, Ikaulo a vantagem do lado dos tantes e a tropa e os mais dafansores c! mica,
giovann, ondo cercado de qulro a sais mil vo- coofederadoi por ae acharem estes em torgas s- que era guardada Jpor -11 biienetas do regimeait
Londres 93 de agosto de 1863.
Pelo paquete francez Navarre entrado em Bor-
deui oo dia 20 de correte, tivemos noticias do
Rio de Janeiro al 25, da Babia at 27, e de Per-
nimbuco at 31 de julho prximo psssado. Os
joroaes desta capital nsd publicaran] de impor-
tiota em relago ao Imperio, e por isio deixo de
mencionar deita vez quaeiqaer commentarioi,
que em outrai oecasies a impreosa ingiera tem
alias feito em relago aos successoa polticos oc-
corridos no Brasil.
Daqui nada posio desta vez aoounciar qwe me-
rega interesse novo, achanlo-se o mundo polti-
co da Ioglaterra em complata feria da estio. Lord
luntarios estabeleceu o aiu quartel general.
loformado da proclamagso real que estig-
raatisoo o movimento da Sicilia que elle dirige,
Garibaldi prosegue do mesmo modo no seu Den,
tam importar-se com as oisposiges que o go-
verno italiano toma para obriga-lo pela forga a
submet(er-se lei. O general Ricotti lomou j
posiges emCaslalnisetta para impedir que Ga-
ribaldi marche com suas torgas sobre Messna,
onde espera esse hefe encontrar sympaihias ; e
agora que o governo aciba de proclamar o estado
de sitio na Sicilia provavel que o prefailo da
Palerrno haja de recorrer a meios decisivos para
acabir com urna situago que a lei tem vivamente
incriminado.
O general la Mamora acaba de diasolver um
corpo de guardas oacionaes de dezeseis mil ho-
mens, ondese manifestara ama pronunciada ten-
dencia em favor de Garibaldi e bem assim fez
embarcar em aples cora destino ao P.amonta
a legio hngara, que parecia inclinada a apoiar
o plano daquelle patriota.
Niogaem porem acredita seriamente que a re-
volta da Sieilia venha a deseovolver-ae, hivendo
mesmo motivos para acredilar-se qae ella cahir
e varios outros mioistroi se acham
ausentes de Londres ; e lord Rusaell dever bre- DOr 8' de,(le q,ia PPlagao do remo venha a
vemente fazer outro taoto, achaodo-se desigoado conveocer-se de qae o goveroo nao spoia
pela raoha para acompaoha-la oa saa visgem i
Allemanha, que ter lugar no priocipio do pr-
ximo. A rainhacomerva-ie por em quanto em
Balmoral.
Tve com effeito lugar no dia 14 do correte a
reonio da assembla geral dos acciooislai da es-
trada de ferro do Recife. Foi all discutida a pro-
posta de Mr. Beoson para a suspenso do paga-
mento do dividendo que dever veocer-se oo Um
do correle mei, mas depoia de debatida foi ella
rejeitada seudo vencido que este dividendo fosse
pago como tem sido osantecedentea e qae a di-
rectora aollicitaase mais urna vez do goveroo im
perial a exleoao da garaotia do juro ao excesso
do capital requerido para a cooclaaao da obr.
Esse exceaao de aeta ceotaa mil libra, o com
elle asiereroa Mr. Bensen que a linha sari con-
cluida.
periores. O general coufelera:lo Jickson havu j 18, e uns 30 operarios nella empregados. O
atravessado o rio Kapidan, quanlo o general Po ataque foi dirigido desordenadamente, co-ai J
pe fez avangar um corpo de exercito sob o com- povo sublevado cosluma sempre fazer.. As pas-
mando do general Bioki a m de impe '.ir a mar-! sas foram repellilas demando no campo 5 ccc-rlos
chs do inimigo. No da 11 do corrente as for-la 11 ferilos. Nos defensores uo BOUVO >erda
gas fedenes foram descobertas pelo genetal Jaik { alguma.
migo, e fazendo descobnr virus boccaa de fogo frgil eslo destacamentos de diversoscozpos na
comegou um vivo alague, achaodo-ae a utni e forga de 120 baiooetas.
meia milha de Ceiar Muuntain. O conflicto du-
rou desde a 3 horas da tarda ate a noite, em
qae os federaes se retiraram fora do alcaoce da
artilharia lnimiga.
A infantera federal soffreu graulas perdas, e
a artilheria perdeu daas pega. A orgaa con-
federadas constavara de vlute mil homeni, e as
contrarias de seta mil.
governador civil de Aveiro. a cujo districto
pottencom s minas, est em Sever do Vouga
procedendoa averiguages.
Teem-se eflecluado algumaj prisoea. Ealre os
presos coola-se o padre Cabral, do Ramiza!, que
era am dos priocipaes cabagai da populac,a que
alscoa as minas.
O Diario c Lisboa de 32 tcax uaoa portara do
No dia 12 porm os confedindos retiraram-se ministerio do reino ao governador. civil de Avei-
Gari-
baldi.
Muttos voluntarioi tam j dasamparado o cam-
po rebelde, desda que tiveram conhecimento
dona circunstancia ; e neohumi duvida ha que
a proclamago real, condamoatoria daquella re-
volta, veio daseoganar oa povos de que o goveroo
nao eslava de accordo eom aquella patriota, de
modo qe desde ento os alisiamenlo lem com-
pletamente cessado. Em Genova, Ntro e ap-
les, o partido d'acgio tem procurado fazer mni-
festagss em favor de Garibaldi, asas as autori-
dades tem impedido esees ex.pedie-oles, que po-
deriam comprometler a existencia do goveroo.
Por isa parte o goverr.o francez est dispeato
a repallir qualqaer a^reuo que aa forgaa de
Garibaldi venhim a f'/zer contra o territorio pon-
tificio sob a guarda do pavilho francez. Pre-
tenden) alguna joraaes qua o marque: de Lara*

de Celar Mountain a sua retiguda atraves-
saodo o lapidan na direcgo de Orange Cari
house. Esta manobra foi talvez devida a cir-
cumstaocia de haverem os fa leraes recebido gran-
des raforgos depoia do conflicto do dia antec-
dante. A cavallaria e a artilharia federal poze-
ra-se am marcha para persegar o inimigo.
As recentes ooticiaa do thealro da guerra, vin-
das pelo vapor Auslralasian e qa alcaogam at
13 do correte, aoouociam que nada de novo oc-
correra oo valla da Virginia depois que o gene-
ral Jackion. atraveaara o lapidan. Os confede-
rados eslavam porem (aseado mtrchsr imporlan-
tea forgaa ao sul do James Rivtr, comqianto nao
mostraasemintango de. atacar o exercito de Ma-
elellan.
Algumas novas vantagem, obtidas pelos cn-
faderaios, sao mencionadas na ultima totuma-
oicago tel' lowo por va do Ausfra'astan. Na Miisuri ha-
viam el'.ea tomado nd$pendence, onde encontr-
ram Brande qaaotidade de munigoaa de guerra :
Galla> in, no Tennesse, havia cabido as raaos
daa erntfi de Margan, e Bantoo-Rouge ttnba
stilo capturada pelo general Breckeorldge, ha-
vendo eale batido aa forc,as> t*J#raei e tomado-
lae/s u pioTisdM. No ultimo \
MUTILADO

to mandando punir severamente, oa fautores do
altentado contra as minas do P: >:al, assim como
os qua o iosligarsro,. e tambem a autoridadec.qve
por seu indtscupavt\ deleita ou criminosa an-
nuancia eontribuiram para usa acto de lo Inau-
dito vandalismo* determinando meios se dissaadam os povos dos seaa infuadodos-
proconceitos contra o eslxbeleciment durans,
e ordeoando que o dito governador clv; ampre-
gasse as medidas que j'algar necessatiis pata qua>
se nao repilam alteotadoa de tanta gra-vidade.
O governo satisfez a ama imperiosa nacessidade-
do paiz decretando a litre admissa dos cereae&
estraogairos, trigo, milho, cntelo, covada e aveia
em grao, (arioha e pao cozido, peVoa portoi sec-
eos e molhidos; aojeitos uoicscMote. ios direitos
ordinarios qua pagam iJeaticoa gneros oacio-
naes, quando despachadoa para consumo.
A um jorosl desla eidade, eommaoicaa*
qae na ultima feira mensal de Freixeiro, coocelho
do Celotico, a 19 do crtente, ae amotinara o po-
vo por causa do pao, tirando a alguas comprado-
res o milho de qae j estavam de posee impe
dtndo que oa vendedores vendessem a ana porgao maior do que um alquelre.
Apenas na feira coostoa qae os ttcampeaes (l;o-
mens le. VUU Real qae aegocUm em rail'ooj le-
I


DIARIO fEBHAMBUCO SAHBAOO 1S DI SETfiMBRO OB 188t.

Tavom iioi grande quaelidade de taceos destej Ai ban letras porlagueza,
genero, o povo concaotrou-se oo ponto onde el- nhola treraulavam
es eachavsnj, baveodo por esta occaaio nao exterior do edificio.
pequeos receios de que a deiordem tivesee s- Urna banda marcial,tocava Da galera em frea-
rias consecuencias, aiieoto o estado de excitagao te do lagar em que se'achava coilocado o retrato
m que sOdim oa animo. Apeaar de ser peque- deel-rei.
na a porgo de sacco que os homeos lesa va m e' N'uma mesa que eslava situada no p do re-
baver na a-in milho para s*tifazer a procura, o trato eatavam doui mambros do jury qualifica-
povo oo ih'oa deixou levar seno depois que j. dor, pretidindo-o* o Sr. visconde de Lagoag'a,
Gao havia coa :pradores. e a um dos lados do sala o e Uva una oulrs meta
O prego regulou de 600 a 740 ris e ficou bas- oceupada tamben) por alguns membros da direc-
tante milho por vender. gao da associago iodastrial.
Os carros eram guardados por homeDsdo povo, | Pela volta do meio da deu-se comego a cere
que, como j distemo, nao deixavam vender se-
nao pequeas porgues.
A causa principal destes disturbios nao tanto
a caresta do genero como o dizer se entre o po- !
que ha agentes encarregdos da comprar todo
t> milho que apparega para queimr.r, leodo oriem
de dar ata -5500 por alqueire l!l
Admirarnos a credulidade do povo e sentimos
que o governo nao fizesse ao cedo o que fez ao
larde.
Em resposta a felicilago que a municipalidade
pertuense dirigiu a el-rei o Sr. D. Lult baixou a
ti gnu,te portara :
Foi preseule a S. M. el-rei a ftlicitacSo que
a t-mar municipal da invicta cidade "do Pono
llie dirigi, em data do 7 de agosto corrente, pe-
lo fausio motivo do onunciado consorcio do
rs.esmo augutlo Seohor com a princeza Mara Pi,
e em rososla manda S. M. signillcar mencio-
nada cmara que Ihe (orara gratas as expresse
de venerado e rspeitosa homeuagem que ella
tributa futura raiuha de Portugal, a virtuosa ti-
tila do rei Vctor Emmanuel, neta do grande mo-
nareba Carlos Alberto, que as iirovages do aeu
Infortunio encontrou nos honrados Portuenses, a
pardo oais dasvelaJo ioleresse, a msis esmerada
aympaibia.
a S. M., confiando em que a escolha que fez
Lcutribuir nao sopara a sua felicidade, mas pa-
ra a ventura deste paiz, queja antev aa piosp-e-
tidadea de lo auspicioso enlace, foW.a de reco-
nocer que a cmara municipal do Porto, fiel s
iradiccoes do brioso povo que representa, une as
exprektors da sua alegra do palz inteiro por
um acontecimento que ha-de estrellar os antigua
li s que prended! es duas dynaslias e os dous
povos, lu dlguos de serem irmo.
" Pago da Ajuda em 13 de agoato de 1862.
Anselmo Joa raamcmp.
O conselho geral das alfaudegas est proceden-
*o a um inquerito acerca ie varios pontos que
.-("i i desliados oo aviso publicado no Diario de
Lisboa de 14 do corrente. E' provavel que o il-
lusiraJo correspondente de Lisboa o na sua sar-
ta para o Diario coulieciiteuio deale acto govor-
r.sxenlal, e para evitarmos repetigoesque se
podem muito bem evitardiremo?, apenas que
se echa no Porto o Sr. Sebasliao Jos Ribeiro de
S, vogaldo dito conselho, para satisfazer a par-
te do mquerilo de.que fra eucarregado, e colher
s dados e iufoitnaces para bem se avelitra in-
fluencia que a guerra da America possa ter pro
uzouas industrias algodoeiras.
O Sr. Ribeiro de S tem conferenciado com os
pnocipaes iudostrises desta cidade, e oblido del-
les os esclarecimeotos iudispensaveis tendentes a
oesempenhar-se cabalmente, como sempre o faz,
cesta importante cuiorai'uao do servigo publico.
Da sifaudega j o Sr. Ribeiro de S rucebeu as
Ptetistieas qae Ihe linha pedido, lendo provavel
;e ii'am dus prximos das regresse capital,
cude S. Exc. vi confeccionar os seus trabslhos.
VeiiQcou-se no dia 15 do corrente a primeira
corrida de experiencia doa comboioa do caminbo
de ferro entre as Devezas [em Villa Nova de Gata]
o rio Vouga. A' 9 horas da maohaa a locomo-
tiva estle vagos partiram do Fojo, que fica a
distancia oe um kilmetro do lugar Jas Devezas,
seguiuJo 3 Magdalena, Valladares,|Anta, Sivalde,
Paramo*, Esnioriz, Maceda, Cottegaca, Ovar,
Ayanca. Eslarrej. Canellai, Salreu Voug.
Tomamos du Nacional a descripgao que desta
viagcrn de exL.erieutia faz ama testemunha ocu-
lar. E'fibaracos que o leitor nada intereses saber
privaran: nos de neste dia ir ao sitio das Devezas
v: ch^gar a locomotiva. E' do Nacional o que
ra ler s :
Chegadoi a eataco de Valladares foi roister
alijar parte da carga, carregada aem conbecimen-
10*, para der entrada a nutra que se acbava com
despacho legal. Ser escusaao dizer aqu que
os cavalheirus que foram obrigados a descer, nao
i fizertm com muita satisfago. E nao admira
o sea descuntentamento : lora melhor ter loma-
co anlecipadamente as providencia para nao en-
traren) nos wagoos seno os suidamente convi-
dado, do qut>, uepois de os receber, obriga los
a iiii to grande paistio.
A locomotiva contiouou a sua marcha pouco
mcelerada, que nos deixou gosar o maguifico pa-
norama que nos apresentara o paiz em toda a
a-xtenscdesda Villa Nova de^Gaya al ao Vouga
Era magnifico ver aquellas immrnsas campias
orladas de um lado pelo mar e do oulro por po-
vuac.6es semelricameote dispostas, dando ao
quadro lodo encanto que] era pcstivel imgi-
nar-s.
,-s 8auda(oes de algumas familias que all esta-
vam, e urna ellas era a do Sr. Fructuoso Ayres
de Gouveia, dous membros da qual formavam
parle da partida exploradora.
< Chegados a esta;Jo de Espinbo presencie-
mos um espectculo interezsante. Todos sabem
que Erpnho est situado a bi ira-mar, e oo meio
de um grande areal ; e ninguam ignora que a
fatiigsrada ierra daa boas sardlnhas urna po-
' uei.ao numeroiisiima. Stibam lambem agora,
e imaginera depois o tileito que produzlria todo
rijueiie povo, grande e pequeo accorlo pelo
silvar ds locomotiva e pelos sons da msica, que
aecupava um dos wagn, a correr pelo areal em
diier o elemento civilisador que avan(ava.
o Na estaoo do Ovar, que a melhor dasec-
co, demorou-se a locomotiva cousa de meia
hora : all entraram mais alguns convidados :
nao porque houvesse lugar para ellesmas por-
que ha va muita condescendencia da parte da to-
os para sedeixarem espremer.
a A locomotiva nao se demorou em Estarreja,
a contiuuou al a Vouga onde chegou sana meio-
iia.
Dapois da percorrerem eexaminarem a pon-
te tubular em cooatricco sobre o Vouga, os
\tajantes cahirara sobre urna tasca mal provida
;ut' all havia, e trataram de malar quem os ma-
la vas.fome I
Por volta de tres horas da tarde principiou
o lunch, que o Sr. visconde de Castro Silva of-
fereceu acs seus amtgo, e qae termloou a 5
huras. Coosla-nos que fora magnifico, e que
todos oa toasts foram acolhidos com enlhusis-
Qjo: este ouvimos, e tambem ouviu-ioa as notas
hfirmooiosaa.da ex-banda da manicipal, qua che-
gavam at nos, que coctsmplavamoa com prazer,
assentadosnis bordas do rio, o embarque e dea-
ecbarque da| bellas filbaa do Vouga. Que ele-
gantes que sao as mulheres daqaelles sitios I
A's 5 horas tocou a partir ; regiessou a loco -
meliva apressou de tal forma opasaoqueos
.ajai,';,.; custava Ihea a resistir, ao ao vento e a
. futir que este levantava. Marchou paaso acce-
lerado at Valladares ; dalli at a eatacSo daa De-
vezas aopeoo um poaco o seu ardor, porque as
sim era preciso : havia ainda pouco lempo qu
foram ssenles os ltimos carris, e era prudente
nao patear com grande fores.
a O cemboyo chegou com felicidade estaoo
.Jas Deveza, tendo feito o trajteto de 9 legua,
tiu poaco mais de hora e meia.
-i Parece-coa supetfluo dizer aqui qual foi a
recepto do cambc.yo desda Valladares at s
Hevezaporque oa habitantea do Porto e suae
^itinhaoQaa eatavam all todos, para saadarem
o feliz resultado da experiencia.
A estrada eatara de um e oulro lado orlada
de povo de todaa ae claases; oa vivas clamoro-
*o*, os foguetea, a muiica, o fluctuar doa lencos,
agitar dos chapeosludo iilo formava um qua-
jro tio bello e arrebatador, que nao podemos
Jescrever.
A estrada desde aa Devezas at Valladar
precisa ainda de bastante mo d'obra paras*
julgar prompta e segura ; de Valladares at Es-
(arreja est solida e boa, e daquella esUcso at
a Vouga est ainda muito atrazada, fazendo-aea
mor parle do trajeceto per urna estrada provi-
soria.
a Trabalba-se com muita aclividade na ponte
do Venga, e ouira q*e Ihe fica prxima, maa
inda atsim nao acreditamos que este anno pos-
ea a locomotiva atravessar eaUaduaa magnifi-
ca obras d'arle.
a Sao estas aa impressea que noe deizom a
viagem de hontem.
J'aabem no 15 leve lagar, no grande talao da
Balsa, a ceremonia da destrlbui(o de premios
es expositorea premiados na exposi(ao iodua-
t;isl portaenie do anno pssaado.
No fundo do aalo acbava-ae coilocado deba-
xo de um docel o retrato de el-rei D. Laiz, os*
pared** estiyam dlspostoa simtricamente dsti-
cos allegorico A ellas ests honrosa* do tra-
Mbt.
brasileira, heapa-i Porto foram jalgados em estado de qaebr, por
ueste sslao, e bem assim no apreaentago,desde 14 de julho ultimo, o Sr.
Joo Jos ae Souza Braga & C., com loj* de fer-
ragens na ra de D. Maria II, e o Sr. Francisco
Jos Laite de Magalhes, com negocio de mer-
caaria na praca da Ribeira, desde 20 do dito
mes.
Foi nomeado curador fiscal provisorio da massa
dos primeiros o Sr. Cattooio Jote Pereira Brag,
e juiz comroistario o jurado do tribunal o Sr. Ao
tonio Ferreira Mentes Guimares ; e do segundo,
curadores os Srs. Joo Antonio de Brito e Miguel
Antonio Pinto, e juiz commissario o jurado Ale-
xandre Antonio de Brito e Abreu.
Ha um mea a esta parte que os jornaes nao
teem deixado de registrar diariamente algum in-
cendio em urna ou outra trra do reino.
Para prova de que temos atra'essado urna qua-
dra horrivelmeote incendiaria, aqui ( florece nos
aos leitores a not por n tomada dos sioistros
de fogo succedidos oeala cidade e as provincias
desde 25 do mez uhimamante Ando :
Na madrugada de 25 de julho houve na villa de
Barcellos un, grande incendio as casas e phar-
macla do Sr. Manuel Maria da Costa Leite, lente
da escola polylachoica desta cidade.
O predio Dcou completamente destruido. TuJo
quaoto eslava dentro servio para alimentar as
monis, principiando a msica a tocar o bymno
do Sr. D. Laiz.
Em seguida foi lida a acta da cerimonia da
encerrsco da exposico industrial portueose de
1861.
D es, leu um discurso anlogo ao acto.
Ao lindar o discurso repeta a msica o bym-
no d:tl-rei.
Quando terminoa o hymno, principiou um dos
membroa do jury a chamada dos premiados pe-
las auaa respectivas classes
O Sr. visconde de Ligoaga, era quem distribua
pelo premiados as medalbas e oa diplomas que
as acompaohavam.
As rae do fallecido e sempre chorado monarcha o Sr D.
Pedro V.
Depois que comegou a ceremonia, a banda
marcial veio locar para o atrio do edificio*
A' porta principal do mssmo eslava um por-
teiro fardado e de maga, fazeno a suarda de
honra um piquete da guarda municipal.
Assistiram a ceremonia da ditlribuigo dos pre-
Oiios muitas pessoas de isimccao, muitas das
premiadas, e grande r.umernde convidados.
O batalhao da ca{adores n. 9, que ha rouilos
annos fazta parte da guaroigo do Porto, embar-
cou uo dia 21 do corrente na crvela de guerra
a vapor Burtholomeu Dias. Eslava prompto a
embarcar desde o dia 16.para a il.ia do Fayal,
urna daa do archipelago dos Agores, em conse-
quencia dos tumultos populares occorndos lti-
mamente na cidade da Hurta. A corveta tomou o
rumo de Lisboa, e bahia do Pago de Arcos, as 300
piacs que formam o effeclivo de balalhdei 9,
passaram para bordo do vapor mercante D. Estt-
phania, o qual, segundo as nolicias de Lisboa,
seguio ao seu destino.
O embarque de caladores 9 deu aqui muito que
fallar na imprensa e nos pasmatonos poltico'.
Auribuiraoi-oo a urna intriga do commandante
denunciada pela seguinte carta que nao chegou
ao aeu destino por ter sido interceptada :
(Confidencial e uigenlittima).Amigo Jos
Eslevo.Desconfi que anda mouro na c&sta !
Falla ao nos-.o ministro, e diz-lhe que eu julgo de
absoluta uecessidade a transferencia do corpo dos
sargentos de caladores constantes da nota junta.
0 que eu pego fsvoravel disciplina e segu-
rancia do governo.
Nao me pegas mais explicagoes, que eu l'as
darei. Por eraquaRto limilo-me a pedir muito
pouco. Se o ministro nao aonuir considerar-me-
hei litre de grande responeabilidade.
Tea do cPorto de agosto de 1862.Jos
Paulino.
E' na vrdde um bem triste documento, mas
cinzas o baveres do Sr. Reg pharmaceutico, e
do padre Eduardo Laite, ambos sobrinbos do Sr.
Costa Leite.
Os Srs. Reg e sua mulher, o padre Eduardo
Leite, e mais familia salvaram a casto a vidas,
aahiodo em traje menores por urna janell. Fo
raro todos reoolhidos em casa do Sr. juiz de di-
reito Freites Costa, que Ibes forneceu a roupa pa-
ra restiren*,
O predio contiguo casa incendiada, do lado
do nascente, para onde o vento impellia as laba-
reai, ficoa muito deteriorado. A familia que o
habilava teve de o ibandonar. s
No lugar de Entre-Ctos freguezia de Alvaren-
ga, comarca de Arouca, houve no dia -27 um in-
cendio ua habiiago do Sr. Jos Rodrigues, esta-
lajadeiro. Em menos de duss horas fui casa e
mobilia, ludo devorado pelas chammas ; e para
maior desgraga foram victimas do incendio tres
innocentes filhnbaa do Sr. Rodrigues. Urna cen-
tava quatro anoos, outra dou e a terceira dous
mezes.
Em Mioma, conseibo de Sallara, no districto de
Vizeu, maoifestou ae no dia 28 um incendio em
tres medas de centelo e trigo. Apesar dos esfor-
qos do povo, que acudiu de prompto, nao se i le
evitar que a mxima parte fleasse reduzida a
ciuz. Avaha-se o prejuizo em SO alqueire* de
cenleio.
Atlribue-se o incendio a um rapaz, menor do
doze annos, que accendera imprudentemente um
phosphoro junto s medas, a brincar com dous
seus collegas miis.
Netle mesmo dia houve em Coimbra um incen-
dio em urna casa sita no Padrao e perteoccole
aos Srs. Magalhes, de Cntaohade. Apeoaa se
salvou uma porgo de madeiras que eslava n'uma
da* loja.
Em villa Nora de Gaia no sitio da Bandeira de
Balxo, na cata habitada por am ftrreiro chamado
Antonio Francisco de Azevedo, houve um incen-
dio na noite de 3!, o qual devorou completamen-
nao menos tristes foram os acontecicientos a que I,e casa. O Sr. Azevedo perdeu qua si ludo quan-
semelhente papel deu lugar. O batalhao chegou ilo possuia.
a insubordinar se uo qaartel, ponto de ser pre- Dus ou tres diasantes, um outro iocendio,
cito o general Ferreira, convalescente como est 1ue tode er atalhado, por ter sido de dia, quei-
da ama molestia grave, ir all algumas vezes moa um quarto andar de um predio da ra dos
Felizmente ns nimos sereoaram, e as conse-
qaeacias do facto limitaram-se a nao voltar o Sr.
Jos Paulino ao quarlel, e a serem separados do
balalho oito ofGciaes e alguns sargentos. Aquel-
es recebersm ordem de sa apreseotarem no mi-
nislerio da guerra.
O padre Anania, monge do Libano, que per-
corre a Europa cora o m de colher meios pecu-
niario para a elucago e sustento dos filbos dos
chrlstos que foram assassinadns pelos tarcos na
Syria em 1859, e que actualmente est no Porto,
lem aqui feito uma boa colheila deesmolas.
Tem celbralo roissa em quasi todos os tem-
os desta cidade, e em algamas capellas parti-
culares. Naquelles, as esmolaa recebidasathoa-
tem, importam em 7748205 ris, e as segundas
em 655500.
No Porto tem o padre Aoanias si Jo geralmen-
te muito bem ac.oihi.lo. Aodeixar esta cidade do
cerlo levar dos portueuse muito gratas e sau-
dosas recordages.
Entre os obsequios que lem recebido, merece
especialisar-se a recepgo que Ihe fez a mesa da
Sania C-sa da Misericordia por occsio do cele-
bre ruooge ir dizer miasa no recolbimento das
orpbs deNossa Senhorada EsperaOC*, a cargo de
mesma Misericordia. Nele recolhimento foi Ihe
offerecido pelas orphaas, e entregue por uma me-
uina de 10 annos, uma medalha de prata oblon-
ga do peso de 30 oitavas, tendo n'uma face a iraa-
gem de Nossa Senhora da Cooceico e na ostra a
seguinte dedicatoria:
R. p.
AMAKIAE
I'LF.LAE IM OUPHA.NOS-
rilOlMUO CIV1T. PORT. SVB
TUTELLA SODAL kftSKRIC.
PtOEXIES BANC DEIP.
1MAG. 1N GHA11 AK1MI
MONIS
OFF.
l'Ulli. ID. ALO.
MIICCCLX1I.
Visitou lodo o recolhuneuio, e na sala da es-
cola pedio papel e escreveu em sua ltngua nativa
o seguinte
llauhos detta cidaie. A casa queimada era oc-
eupada por um pobre mariuhelro e sua mulher,
que flcaram nicamente com a roupa que tinham
vestas.
No dia 3 de agosto em consequsncia de uma x-
ploso de plvora, Joi destruida em l.amego a
que continuara a predominar com grava prejuizo
para a gerencia municipal do conselho de
Coimbra.
A commiasio norreada para administrar o mu-
nicipio, emqaanlo se nao procede nova elei-
co composta do* Srs. Francisco Fernn les
Costa, dapulado ; Cesario Augusto de Azavedo
Pereira, dito ; Fftictuoeo Josefa Silt, deposi-
tario da comarca ; Joao {.opea de Saza, tbeaou-
reiro da junta do Moadege i Afilorflojoa Als
Borg, negoclaot ; Praflciso AnJpDio da Mi-
randa, empregado do obiervatojio ; Julio Seoua,
pharmaceutico.
A eleigo da n*va rtmart deve ter lugar no
domingo 31 do correte.
Em Vianna abrise no dia 15 a junta geral do
districto.
A feira chamada da Senhora da Agonia, e que
annuilmente se faz em Vinna, no campo com
aquella denomioago, diz a Aurora do Lima,
que a concurrencia fui esle anno mullo numero-
sa. Nao houve a menor desordam, nem se com-
metteu o mais insignificante furto, tanto no lo-
cal da feira como em qualquer outro ponto da
cidade : o qae em grasa*' parte devido ao zelo
e aclividade da polica. O mercado de cavalga-
duras qae costuma ser importante, esteva tam-
bera muito concorrido, porm as trsnasrcoes fo-
ram llmiladissimas, Poucos compradores e mui-
to balso* oprego8 que offereceraro. O fugo de
artificio que houve naa duas nones da 19 e 20 era
de boa qualidade e lindo elleito ;e a illuminago
do frootesptcio da capella eslava disposla cora
muito bom gosl,
A exposlgo de gado cavallar, maar e asinino,
que leve lugar no dia 19, continua o citado jor-
nal, foi pouco concorrida, ainda que valiosa pela
boa qualidade de alguns dos aoimaes que se
apresenlaram.
Concorreram ao to^o 11, sendo retirado do
'qualr 1,-por falla de atteslade do juiz de paz,
licuu o numero reduzdo a 10.
Oestes foram propostospara premio 8, e aaaim
consilerados pelo jury, cunferio elle o seguodo
premio de 40^000 aoSr. Gaapar aa Rocha Paes
Cagao por um dos aous cavallos q* expoz ; ao
Sr. Sebasliao da Silva Neves, o lerciro de -2%,
por um cavallo, e oalro igual ao Sr. Joo Anto-
nio da Rocha Pereira, de Villa Nova da Cerveira,
pjr uma mulla.
Aos expoaitores restantes foram conferidas
monges honrosas por 3 cavallo, 1 egua e 1 ju-
mento que expozeram.
A cociedade do Artistas Viaonenses resolveu
promover eulre si uma subscripgo para auxiliar
o* seua coofrades do Porto no patritico empe-
nho daerigirem ua pragada Bilalba um moou-
mento ao muito amado rei o Sr. D. Pearo V.
Em Bircellos, oule j sahioluz o Barcellen-
se, comegou a publicar-ae duas vezes por sema-
na, um novo jornal cora o titulo de Mercantil.
do qual redactor e propietario o Sr. Manoel
Forte de S. Na profisaao de f diz que a sua po-
ltica a da tolerancia e coneiliagao.
Dous peridicos para trra lo pequea ho de
certo faliar-lhes os leitures.
Eai Vizeu grassava ha lempos na cidada a naa
aldeita visiuhas o mal das bexigas. Tem feito
muitas victimas, e especialmente naa crlangas.
Diz o Veriato, que a experiencia tem demons-
trado, que esta doenga se turna benigna ou nao
accoramette a mxima parte daa pessoas vacu-
nadas. Ha na capital do districto excelleute va-
cina, mas acezar dos convitas que se lem feito
a cmaras e administradores dos conselhos,
para mandarem as treangas a receber em Vizeu
a inoculago, parece que ninguem tem accedido
a este convite.
rei com a filha do rei de Italia, am fado de
summa importancia. O vulgo e oa peniadore,
lodos ama applaadem o fado e pedem Provi-
dencia que ebengoeeata alliaoga.
Bus conteotm-ae de manifestar em demona-
tragoe fedivas o seu jubilo oatros, bemdizem
tamben oa deslinos qua presidem a este paiz,
descobram, ata*vs dos gnes e sedss dos pavi-
Ihoes de recepeao e muito ucima dos arco triura-
phaea que a alegra espontanea do povo est ra-
cimando de gala e eotretecando de lougaiihat,
mu vastos horisontea para a nossa importancia
poltica.
Nao escurego comludo qae uma parcialida ie,
daa muitas em qae andamos divididos, pesi-
mista por ndole, e s encherga desventuras onde
a grande maioria da naeao adevinha prsperos
vaticinios.
Um parte da impreosa hespanhola (pequeuis-
sma todavie) iociti-os, e procura afeiar um qua-
dro que a familia liberal acha lo lisongeiro e
onde folga de encontrar cada dia novos motivos
de sincero contentament).
E* esta a situago de Portugal na actualidade ;
e visto que devo mandar para oulro hemispherio
um como reflexo do que se pana aqui, procara-
rei, como sempre, ser exacto na reseuha que me
est incumbid*.
A Gaxela Oficial do Reino da Italia publica
em o numero oe 4 do 4orreute, sob a epigraphe
w'itmaj noticias, o saguiote :
Hontem s 10 horas e meia da raanh, S. Exc.
0 visconde a Carreira enviado extraordinario de
S. M el-rei de Portugal, leve a honra d^ ser re-
cebido em audiencia solemne por S. M. el rei
Vicior Emmanuel, afim de, em nome de seu au-
gutlo soberano, pedir offictalmente a mo de tua
alteza raal a princeza Maiia >.a.
O marquez de Brerue, prefeito do PC9, assira
como o mestre df ceremonias o Sr. coooe de Sar-
liraua, e o conde Panissera di Vegl:>, in:o bus-
car o viscooda da Carreira ao aposentos que Iha
foram destnalos no real palacio, o tooduzram
cmara real, oodej ae achavam S. M. o re cora
sua alteza real a duquez- da Genova.
Acompanhavam S. M nesta ceremonia os ca-
valleiros da ordern suprema, allos ftncciooarios
civis e militares da real casa, os ministros e oa-
tros dignatarios do estado.
Sendo levado pelo prefeito do paco presen {i
de S. M. o enviado portuguez apresentou as suas
credenciats, e em seguida teve a honra de oiri-
Rtr a el-rei o svguinte discurso em nome de S.
M. D. Luiz I rei de Portugal, atlin de pedir mo
de sua alteza a princeza real de Italia. Mana
Pa.
Senhor.O rei, meu augusto amo, sonhe-
ceuio as virtudes e eminentes qualidades da prin-
ceza Maria Pia, augusta lha de V. M., digouu se
honrar-me cora a irnportanie e lisongci-a misso
de vos pedir em seu real nome. El-rei leve nis-
to, principalmente, em vista fazer a sua propria
felicidade, assim como a de sua alteza real; po-
rm outras considerages lambem de grande im-
portancia lornaram mais vivos e ardentes os seua
desejos de consolidar por esta nova allianga os
amigos lagos do parentesco da familia real de
Portugal com a nobre dymnaslis do Saboie, qu
to Ilustre e to grande, nao menos por seus
ttulos antigos coroo por sua gloria recente. Es-
ses lagos respeilaveis datara do coixego >a mu-
narchia porlagueza, por qae a nossa pri-ceira
rainha, a virtuosa esposa do nosso primeiro re,
o valoroio Alfonso Henriquea, foi a princesa Ma-
thiide de S>boia, a el-rei aprai-se de que a cna-
soli'ago desses lagos, constltuindo a K-licidade
dos dous joveus espo09 e renovaodo relagoes de
intima amizade e de cordeal bamouia entre as
duas cota, ter benfica influenc? nos oteres-
0 mesmo jornal conta que havendo bastantes
susueilas d* que Manoel de Suuze, das Barras, aes e prosperidade das duas nages.
Comarca da Taboe, morrera envenenado, o Sr,' S. M. respoodeu a S. Exc. o visconde da C^r-
juiz de direito, Correta Martios, fez logo proceder ruin, que recebia da melhor vontade o ptdi.io
casa ao logueteiro Joaquim dos Santos aipar.. a um exame a que presidio, apezar da distancia que se Ihe fazia em nome de S. M. el-rei o Sr
Nenhuma vida se perdeu, porm algumas pes- de mais de 5 kilmetro, do lugar do delicio i Luiz, da mo do sua presada Ulna a princeza
i*5 SrU*f*aJ5L* *" P"Jtt"< ealculou- cabega da comarca. Maria Pia, convencido de que einelhanle con-
se ae iuu aaUOmtl lis.e maior teria stdose, de Apparecendo iulicios, o Ilustrado juiz fez eer- sonio assegurara a felicidade de sua alteza-
entre os artistas que acudram ao ioislro, nao rar n'uma urna as viictras, para aa fazer enviar accrescentando S. M. qae os ooo leos de fami-
uvesse alguna lio corajosos que tiraram da ca- a Coimbra, aUm de proceder-se analys* ehi- : lia contrahidos entre as duas 'dymoas'tisi, conso-
n)'"' lidaudo antigs allianga, contubuiriam podero-
Na freguezia de Pagos de Gaido, do conselho'smenle pira a prosperidade das duasnages.
de Marco de Canaveze, deu-se no dls 18 do Tendo-se coocluido deste modo a audiencia so-
corrente um acoutecimento que ceusou profunda ; lemne, o enviado portuguez foi rooduztdo pelo
e dolorosa seosago noa povos daquella freguezia. prefeito do pago cmara onde estar sua r.lteza
O reverendo abbede Antooio Cirnairo de Aa- r ; a I a daqaeza de Genova, acnmpanha las daa da-
drade e Vasconcellos, irmo do couselheiro Luiz mas do teu squito, dos cavalleiros da sua corle
Venancio de Vasconcellos, ex administrador de e dos allos funccionaiios do estado; e sendo
em Tonda,
panga, qua
aja do sims
aa incendiada barril de plvora, barricas de
enxofre e outroscombustivets que se lbe chegas-
se a charama, tornariam inals lerrirel o sinis-
tro.
Noa suburbios de Vizeu foi no dia 6 bastante-
mente arruinada pelo fogo, ama casa as proxi-
midades de Abravezes.
Outro iucendio queimou uma casa
a tres leguas d'aquells cidade. Uma c
brincava com phosphoro, foi a cau
tro.
A creanga qua eslava s, porque a u daI* n-
dava nos trabalhos da lavoura pdu .* r-a.
No ola 7 pegou o fogo uas agaaa-fi^madas da
hospedira do Sr. Domingos Jos Dias, o ra de
Sanio Ildefonso, desta ildade. Deterioroa o te-
Ihido e queimou alguma roupa.
Na noite de 10, houve em Campar
tziidadcs do Porto, outro iocendio n'um.
leuceute ao Sr. Jos Gongalves Dias
A casa eslava desabitada. O fogo pegou no se-
gundo andar, e com tal velocidade, que nao Coi
possivel reprimi-lo, e ardeu todo o etfificio. Na
vespera pernoitaram no piimeiro andar oa' rtusi-
eos que tocaram na fesla de Santa Rita na ca-
paila de S. Roque. Pensam ans que o fogo fos-
roxi-
Penafiel, poz termo sua existencia, querida
da lodos os parochianos, porque ira o pai dos
pnbru*. o amigo de todos, e parocbo virtuoso e
exampiar.
Fui convidado a presentar a coicmisao do
recenseamento dos mancebos aptos para o aer-
vigo do exercito o livro dos assentoa de bspiis-
mo, e notando-se que era um assento eslava fal-
sificado um nome, que de Jos fora mudado pa-
ra Josepha, arguiram o reverendo abbade da
\er- falsificagao. Eate para oo compromttter cinguem
ro. tomou a responsabilidatedo acto que nao pra-
ticra e atsigoou o respectivo auto.
Porm to impressionado ficou, que no dia 18,
depois dejantar em cna de seu subrinho o Sr.
Antonio Augusto Vieira de Mello, da casa do Pi-
oheiro, recolhea-se a am quarto, onde n'um d-
se causado por algum descuido do
acreditara outro* que fora langado
I apresentado aerenissima princeza o visconde
j da Carreira, teve a honra da dirigir a sua alteza
t o seus cara, rmenlo, recebendo a mais gentil e
delicada respost*.
O viaconda da Carreira foi ainda depois coodu-
zido aos aposentos de sua alteza real duqueza
de Geuova, a quem igualmente apresentou as
suas homenagens, e em seguid se recolheu,
companhado pelo marquez de Brem* eo refer-
reverendo abbade da j do raeitre de ceremonias, para as caucaras do
real palacio que aerviam de aposentos a S. Exc,
ooservanlo-se em tudo o mais rigoroso cere-
monial.
o solo da sua futura paliia, onde ser tio^qeri-
da e estimada como na reino de seu* pas.
Diz-ae que os vaporea mereantea Aeariano,
Ltsstianxa e Ltsb.a, sepreparam para ir esperar
at alto mar aesquadrilha que deve couduair a
futura rainha.
Achara sa orfcanisada commisse, em
muito* pontos da cidade, que promovem a eorn-
memoragio do enlace de Sua Magastade el-ret.
A'pona do artentl de roarinha par-ee que e .
elavaro arco, em cujo risco se ho de ver em-
blema apropria^o archatectara nutica, Ilu-
minado profuiameote.
No Corpo Santo, o corpo do conrmercio levan-
ta um arco triurnphal, risco do Srs. Rambois
Cinaii, o qoal para atlestar sus grandeza baste
o nome dalles iutigoe artists.
No caes Sodr projecta-se lambem mandar fa
zer uio obelisco, que traduza a manifestago dos
seniimentoa dos morado-e daquMIe silio.
No arco grande a S. Paulo ha idea de o guar-
. nacer de uma linda illaminac >, tanto do lado do-
1 poente como do nascente.
No instituto ladastrial, Boa-Vista, ha qu*m
tenha tomado a iniciativa de fazer urna grande
iluminagao em que sa representen* eablemas
allegoricos s artes e gfflcio*.
as freguezias da Lapa e S. PeJro em Alcn-
tara trata-aa igualmente de promover donativos
para o inesmos objeclo?.
1 Finalmente todos oa oidadoa i relenJera dete
modo deraomlrar a Sua Msgeatade quanto Ihes
* jubiloso o sen consorcio, tinto mais Kfvjrem"
ligada* .mas familias tofejgfc ambiciona-
do pelo poriuaj-ea" 'liberaos.
Ten lo eov<,uiut,ro paflU) fltls|i(,?0 lres
nnciiten que o g)vernador geral de Ansol, o
Sr. Calheiro, all devia servir, pedio a ana de-
missao que Ihe foi arena .gor., seodj tambera
exonerado o Sr. Joo Bubosa de Leo, seu ie-
cralariu (eral.
Foi porlanto promn>ido a capilo de mar e
(ruerra o Sr. Joi Biptista de Andrade, e nome:-
do governador geral oe AoroIb. O seu secreta-
rio o segn lo oficial graduado da secretaria de
mariuha, o Sr. Aoi ,nio Pelro de Carvalho.
O sr. Jo Baptiad de Audrade multo bem-
qui.lo naquella provincia, onde presteu jj rele-
vantisaimos servigos, que de certo agora conti-
nua a prestar.
Foi tambem nomeado coronel do exer.il do
ultramar, para servir ni provincia de Angola o
val-nte majnr Theotonlo Maria Colho Borges.
terror dos narros da Afric-, e por eotea chimad-:
O come ferro e arranca tnontanhas
O novo commandant do Ettephania 6 o caoi-
lao de mar e guerra c Sr. Joaqutra Jos do Ai-
drade Fimo.
A eicuna Napier, deitada ao mar em princi-
pios deste anno, fot no da II at 'ora da birra,
em viagern de experiencia, o resultado foi n ui
to satisfactorio. On-vioanda mullo e ag'.ienti
ba.taote panno. Parti para Angola ha i oucc-
dis*.
Parti para Loudras a crvela .S daVandcira
on Je vai receber machina a arlilhen. Ii-sta,
alem da de bateras trar douc rodizlos de Arms-
Irong.
A nao Vasco da Gama vai deitar cunha por
caasa dos featejos do casamento de Sua Mages-
tada.
Ser brilhautemente illumiuada na noite em
que ehegar a S'a. D. Maria Pie.
Serao igualmente iluminado* outros navios de
guerra.
A crvela /7ari-/Zome! Dia', tando ido ao
Porto a receber o balalho de cegadores n. 9,que.
vai deommissao eitracrdinaria para a ilha de
tayal, teve ordem telegraphira para voltar a Lis-
boa, e que em seu lugar ser encarregato de
commisso um dos vapore da companhia de va-
pores.
Com elT-ito entro* ao di* 22 a crvela, on-
duzmdo a seu bordo 0 pracas de cagadores !>,
raesmaodada* pelo lente coronel Jos Paulino'
de S Carneiro, as quae dixnu era Pagos o'Ar-
cos, sendo depois recebidaa polo vapor Tste-
phania. d Uuio Mercantil, que sahio em segui-
da para os Agor*.
Segundo a diz vem a curveta a Liibja para ser
preparada e pintada, afn de partir para Ge-
uova.
A urveta Estephania antra no dique rara fa-
zer alguna pxquenos reparo.
A curveta D. Joo l, de regresso de Mco, e
que deve locar no Acores, ticar tambem as
uas do Fay.l s ordens do governador da
llorla.
O vapor llardo de Lazarino, que esl am Uo-
gambiqua, deve brevemente rgressir a Tejo,
rajzala /). Fernando estar a estas horas eru
Nesta mesmo dia S. M. manJou convidar para
jantarem no pago o enviado de S. M. lelissima,
os of&cUea de seu sequilo e o* mambros da le-
gago portugueza. Fura ai tarabem convidados
lirio do desespero poz termo sua vida des- os altos funecioorrio* portenceutea a comitiva do
s msicos, e ; carregando na cabega um Uro de espingarda.
A respeito da estrada de Braga a Valenga, que
se anda construindo, deu em cavalleiro que
acompanhou duas familias que sahiram era c r-
ruageni do Porto para a Barca, a seguinte no-
ticia ;
A* carruageos sthiram de Braga em direcgo
Barca. Em Pico da Regalados tomaram pela
de propo-
lio.
Em II houve um incendio n'ama cisa da ra
' do Breyner, freguezia de Cedofeita. Pequeos
! prejuizos.
No dia 13, e tambem em CampanSa, dea-se
; uma exploso no quintal da casa do fogueleiro
teoho 45 annos de idade, mas nunca em mi-' Manoel de Lerao. Um foguete que s* iufiammou I estrada nova. ,comquanVo e8ve*m"p7oTrp-
nha vida Uve um dia de tanta slegria como boj., na occasiao em que um dos operario o carrega- tos o trabalhos de nivelamento, cbegarm sem
Emquaolo gyrar saogue neste pulso que impu- | ". pegou fogo a urna porgo de plvora que ea- difSculdade ao alto da Portella, com extraordi-
tava prxima, resaltando ficarem graveratule : naria admirago dos habitante, que pala pri-
queimados dous do* operario, um dos quaes fal- meira vez viam carruagen* naquelle lugar,
leceu passados pouco* dias no hospital da Mise- O povo corria em massa estrada para ver as
ricordi*. casas dt couro E' o nome que davam s car-
Ainda no mesrro da pe.tou-se o fogo as casas ruagans
do Sr. Miranda, abastado lavrador da freguezia
de Atbay contelho de Cerva e quanlo es mora-
dores acudiram j nao puderam valer s vidas de
duas innocentes cnanciuhas, que app-receram
depoi em carvesl Da casa apenas ficarsrn as
paredes.
A causa deste lamentoso acontacimento foi a
de quaai todos os sioistros do mesmo genero.
Foram os phosphoro. A rrai sahio, e deixou
as duas enancinhas fechadas em casa. Esta* a diara attividade, por'roo"do que deve
cala de algum meio de distrsgo que as eolreti-
vesae da ausencia materna, acharara uns phos-
nha a peona ha de sempre lerabrar-me o prazer
que boje sioto pelo modo como aqu fui rece-
bido.
Quando Ihe disseram que estas expresses se-
riara conservadas naquella sala, em memoria de
to grata visita, o padre Animas pedio o papel
em que tioha escripto e accreaceotou :
Prometi na minha chegada a Jerusalem, di-
zer cinco missas sobre o sepulchro de Chrislo,
pedindo a Dos derrame a sua graga e beneficios
sobre a caridosa adminislragao deste recolhi-
mento.
Depois de visitar os estabelecimeotos dos la-
zaros, lazaras, velhas e entrevadas, sob a admi-
n'strago da mesma Santa Cas, foi o padre Ana-
cas acompanhado por ama commisso da mesa
ao passo episcopal, onde est alojado.
Por determiuago do ministro da justiga lem-
se procedido a minuciosos exames nos cartorios
dos escrlvea dos juizes de direito do Porte. Era
uma necessidade desde ha muito reclamada pela
opiniao publica que altamente aecusava cerlos
scrivea de nocivo boa e expedita adminis
tragao da jtica. Na primeira e segunda varas
civeia, j se concluirn) os exames nos cartorios
dos eicrivea os Srs. Simoe, Molla e Vaz. Esle
ultimo foi suspenso e ormou se-lbe processo pe-
las irregalaridades que se encontraran] no seu
cartorio.
Na visita que o Sr. presidente do tribunal da
relagSo fez no dia 20 correle catteia encontrou
os seguinles presos:nos quartos de Malta 17,
salo de S Jos 57, sala do Cirmo 49, euxovia
de Santa Anoa 5>4, dita de Santa Rila 13, dita de
Sanio Antonio 26, quartos nos corredores 1, eu-
xovia das raulheras 10, saleta das ditas 10. En-
fermara dos homens 9, dita das mulheres 6.
Todos 232 presos, sendo 196 homens e 36 mu-
lheres.
A receits da companhia Poituense lllumina-
gao a gaz foi no mez de julho ultimo, de ris
5:269$983, e a despeza de 3:844&443, havando
um baUngo a favor da companhia da l:425$a40.
Em 31 do referido mez era o activo da com-
panhia de 5:431*UI!) a o passivo de 426:57153.31.
Nesta dala devia o municipio companhia ris
7:518867.
Na prxima estago tbealrl parece noa que
(eremos uma companhia dramtica regular, de
actores portuguezes, no (heatro Baquet, da qual
far parte a distincta actriz Emilia daa Neves,
que vir.': para esta cidade logo depois das testas
do consorcio real.
Diz-se que o actor Rosas tenciona vir dar al-
gamas representagoes no palco portuense. E'
timbera ama das summidades dramticas da ace-
a porlagueza.
Oa productos agrcolas que mais avultaram em
Da Portella Barca foram t$ carruagen* em
menos de uma hora, com grande conleotamento
dos povo daquella aillos, ainda que O facto
foi na Barca deiapontameuto para os que, con-
juuclamente cora alguns habitantes dos Arcos,
tinham planiado uma [esta com msica para a
S.
. uns
phoros, que logo all lhes deparou a fatalidade,
ou lalvez o deicuido, tanto mo. Quaudo a
mi de volta do a que linha Ido, chegou a porta,
vio as cbammes que rumpiam da cata, e ouvio
o gerr-.er lamer toso dos dous innocentes, oo po-
de er superior aquella impresso, e cahio ao
chao sem sentidos. Foi o que completou a des-
graga. A mi trazia no bolso a chave da porta,
e se tivesse tido a desejada preseoga de espirito
teria salvo as criancinhas.
No m-ado to corrente mez houve em Braga
um incendio noarmazem de vioho e agua-arden-
t* do Sr. Luiz Pinto. O jornal Commercio dt
Braga diz que nao se sabe u'oode, nem como se
communiC'ju o luo.e ao armazem que est sepa-
rado da casa principal do Sr. Luiz Pinto. Este
seohor, advertido pelos latidos de um cao, sentio
o estampido de um oseo que acabsva derebeo-
lar. Arrombou a porta de communicago do ar-
mazem para a ra ; e. com grande riaco pode
dominar aa chammas alimentadaa por grande
qoantidade de agua-ardente e de vknhos Unos,
que ie tinham soltado. O prejuizo calcula se em
trezentos e tanto* mil ris. Muito minores se-
riara os prejuizos e taivez haveria algumss des-
grana a lamentar, se e fogo nao fosse apagado
tanto a lempo a com tanta leolugo. Aitendeodo
ao foco do incendio, ao estado daa casas conti-
guas para o lado da roa dos Sapateiros, poderia a
estas horas, estar em ruinas e cinzas lodo aquello
quarteiro de casas, e reduzidas a miseria mulla*
familias pobres.
Na madrugada de 21, houva am incendi em
Villa-Nova de Gaia, n'uma casa no largo de S.
Roqne, Pertencia ao Sr. Joo F*lix de Faria
Villaga. O fogo manifest*-se em am quarto
qua ettava devoluto. Foi insignificante. I.n*-
ra-se a causa.
Na larde de 22 manif*stou-se nm iocendio
n'uma casa na rus de Gongalo Chrislovo, habi-
tada pelo Sr. Joaqaim Rosa da Oliveira. O fogo
valor na exportagao feita no mez de abril ultimo, pegn em m caixo decarvo, qae eslava junto
pela barra do Porto foram os seguales : do fogo, e levantando Ubsreda, commanicou e
Vioho, 2,161:966 litros, oo valor da 726:664^600 so tocto da cozioha. N'uma agua furtada eonlt-
Bois, 405 ne valor de 36:325$ L3a em rama, ligua cozioha, eslava uma menina, que foi aal-
64,189 kilogrammas, oo valor de 13:054$La- va por um visinho, que aaltaodo pelo telhado
ranjas, lio 6e e tangeriaas. 3,480:150 no valor arrombou a janella e a tiro* para fora
de 10TZ4#KOFaijo 268.927 litros, to valor de Ardau lodo o testo da cozioha.
8:86053(10Corliga, 146.589 kilogramos, no va- Foi di-solvida a samara municipal de Co ,or*2nlm ***50Azeile, 29,749 lilros, no valor Era a mesma que linha servido no biennio ter-
Poderia
uma sua neia havia de
elle prefe/ira para sua resideocia depota do in-
fortunio de Novara? A princeza Pa liuha ape-
na* quatro anoos quando falleceu Culos Al-
berto.
Escrevem de T*rin que a futura rainha de Por-
tugal est contentsima. Desde a raai lenra io-
. fancia que asa princeza ouvia filiar lisonneira-
primeira corrida que em carros flzfssem a Braga mente do nosso paiz. Tioha am lbum com vi*.
Pe* "I'* e*lradB; lta de Portugal que ella estima.a muito. Foi-lhe
A obras da estrada progndem com exlraor- ; offeracido por sua irma Clotilde, que o recebeu
eecertr-1 de presenta ou do Sr. D. Pedro V ou do Sr. D.
se queaeotro de poucos mezes seja a nova es- Fernando.
Ga par* partir para Bombaim, onde deitua
a uoha para retjresaar metropole.
Vai haver uma revolugo completa as ly-
po6raphias. O lypo e a maior parto dos aprestos
actuaes sero ioutilisado*. Quera vem fazer a
revolugo o novo invento, que bem sa podo
*hamar raaravilboso, compositor mechanico.
O Sr. Velloso, da imprenta nacional, actual-
mente em visita exjosigAo de Londres, vio a
machina, e era breve far a sua descripgo. O
seu l-abalho, em ludo perfeto e couplelo, cor-
resuoulo ao de dez compositores.
IrvSi r Tzzfv *~>~ sesos: .; sras&r
. ra tamom a maior uiachiua de tirairem que tica-
As duas pnmeires vezes fci S. A. ao Porto. A i havendo no pair.
primeira visitar o rei Carlos Alberto, a segunda A encornmeuua para unja machina de rot-
buscar-lne o cadver. Quem dira euto que on- Cao. de quatro cyliodros, para imprimir dez mil
ze annos depois o principe de Caiia;oan viria Ira- exemplare* por hora, oceupando nicamente 4
zer como rainha de Portugal a neta do soberano pessoas.
que o Porto tanto acolhera e tanto pr*nte.-a?: Aa machinas de costura lo us*.da agora
passar pela idea de Carlos Alberto quo no estraogeiro, apezar da sua recente iivenro
ser raiuha do paiz que j foram applicadas na segunda reparligo do'ar-
" do exercito, e ahi loro obti o umcxcoilen-
de 1:157>500. Iflzra para o corrente biennio.
Por sentencaa do tribun-1 do coaaercio do-1 Sao manijo* e clcalo* de politi pattidaria
trada aborta ao transito publico.
Os lavradores dizera que nao choram o dinhei-
ro dos impostos quando assim apnlicado em
obras de tanta utilidade, e que muitos telies,
contando com a fcil communicago para o mer-
cado do Potto, que a no-a estrada lbe* vai pro-
porcionar, j este anno fizerem grande planta-
gaeade arvorea fructfera*.
Uma carta de Londres com dala de 5 do cor-
rente, d as seguinles noticia* sobre e estado do
mercado do viuho daquella praca.
O relatorio do Board of Trade de 30 de ju-
nbo mostra que a impoilago de vinhoa no pri-
meiro semestre deste anno aiminuio com rela-
5so ao primeiro semestre do anno de 1861, s-
mnte 10,000 galoes (87 pipas) emqamto que o
desfalque no consumo interno exced u de um
miiho de galoes (8,700 pipas) recaKndo esta
diminuirn de consumo na quantidade de.....
359,399 galo** (3,125 pipas) sobre vioho* do
Pono.273 654 galoes (2.3791'2 pipa) sobre
vinhoa francezesa 269,715 galoes (2,315 pipas)
sabrt vinhos hespaubea.
Todaa aa especies de vinhos tem soffrido, e
duas causa* tem provavelmente contribuido para
este resultado, sendo a primtira a grande de-
presso qae tem soffrido o commercio durante
este anno, a qual deigregadameote continua a
soffrer-ae em todos os ramos de negocio, e em
segundo lugar o ter-se despachado no corxeco
do anno de 1861 uma extraordinsria quantidade
do vinhoa em segulmenlo da redaego dos di-
reitos,
Sentimos ver quo nao ha esperangis de que
haja ama abundante vindima no Douro ste an-
no, e em consecuencia pregoa moderados, to
esencialmente necessario* para que o vioho do
Porto mantenha uma posigo naste mercado.
Esperamos que aa ulteriores noticias stio mais
animadoras.
Publtcou-se um decreto, convocando extraor-
dinariamente as corles para se abrirem no dia 4
de setembro, am de Ibes ser presente o contra-
to do casamento a el-rei o Sr. D. Luiz, com a
prioceza Alaria de Saboia.
OSr. D. Luiz, escolhera para conduiir a Lisboa
a futura rali.ba, ao actual presidente do conselho
o Sr. marquez de Loul.
Paraca que S. Exc. nao partir de Lisboa, antes
do dia 15 do mez que vem, sendo acompanba Jo
da Sra. duqueza da Terceif, camareira-mr;
da Sra. D. Gabriella, dama ; de condea de Li-
nhares; do marquez de Souza ILilslein, cama-
rista de S. M. ; do geneial Caula ajudante de or-
dena de el-rei ; do conselheiro MaKalhs Con-
tinho, medico da cmara ; e do empregado do
ministerio dos negocios estraogeiro, Alvaro Fre-
derico Marlins.
A princeza Mara Pia, aera couduzida no vapor
Barlholome Utas, aendo acompanhada pelos
vapores Estephania e Sagres.
Tambem se diz viio duas diviaes navaes,
urna italiana e outra franceza, de conserva aos
navios de gaerra portuguezes: parece, que estas
diviaes sao destacadas das esquadras que as duas
nsces teem no Mediterrneo.
A Inglaterra mandar igualmente para as agoa
do Tejo ama diviso naval, para tornar mais so-
lemne a recepgo da futura rainha.
O nos) embaixador em Paria encommendou
por ordem de il-rei o Sr. D. Luiz ao Sr. Krieger,
um doa mais notaveis fabricantes parisienses, o
leito nupcial para o casamento de nosso monar-
cha. Parece que o leu custo andar por 10:000
francos oa prximamente 2:0000.
Regreisou no dia 20o Sr. visceude de Carreira
a bordo da corveta Sagres de regresso de Tario.
Logo que chegau de sua hoorota miao, S.
M. el-rei o agracio* com o ltalo da conde.
O* jornaes do reino visinho dzam que se tra-
ta de Hornear am embaixador extraordinario,
que represente a Heapaoha por occsaio do ca-
enal
te.resultado.
Ainitialira do uso destes machinas no arse-
cial, deve-se ao Sr. Francisco Maria da Go,a
Lobo Sepulveda, dislioclo primeiro lente do
estado maior da artiiharia era commisso naquel-
la repartigo do ministerio da guerra.
O Sr. Gsraa Lobo nao se cunte.itou s em em-
preg.ir e levar a effeito tao importante melhor-
enento da iuduslria do nosso arseual militar ; fez
mais corn os Conh*cimentos vastos qae de me-
cauca posaue, lutroduzio na machina nolaveia
modificage*. de sorte que os resultado primiti-
vo, aendo j lisoogciros, agora aps essaa mo-
dideagoe, toruaram-e verdaderamente admi-
raveia.
Pena oSr. Gama Lobo em appllcar o vapora
novel machina. E' muito para acreditar que mais
uma vez as auaa Wntativas sejam cornada do
melhor xito.
Consta tambem que as machinas de coxt vo
ser empreadas no arsenal da msriaha. Depois
das niodicaguea recouhecidarnenle vantajosissi-
mas que lhes foram fritas no arsenal do exercito,
o da marioha seguir de certo o mais perfeito
modelo as machinas de que usar.
J sedea principio s obrae para a cons-
truego oe um novo obiervatorio meteorolgico
e magntico na (chada norte do edificio da e-
cola polytechniea, o qual ae chamar de .
Luiz I.
O risco do hbil engenheiro da cmara mu-
nicipal, o Sr. Pezerat, e importar a execugao em
prximamente sei coutos de is, que el-rei for-
nece de sea bolsinho.
Os instrumentos foram oreados em quatro con-
loa. Foram eneommend.idos aos mais acrediladoa
fabricantes estraugeiros.
A aociedade portugueza de beneficencia da
Baha, denominada Dezeseis de Seterabro ,
mandou eulregar ao ministerio do reino a quin-
lia de 500jj000 com que subscreveu para o or-
phos victimas do cholera-morbus em 1856, e da
febra amarella em 1857.
O Sr. commendador Joaquim Pereira Marinho,
da Bahia, tambem mandou entregar ao mioiate-
rio do r. ino, por mo do Sr. Bernardo Miguel de
Oliveira Borges, a quantia de 200J)000, com que
subscreveu para os asylo* que eram dirigidos pe-
las irmas de caridade.
Foi remetlido ao instituto industrial o du-
plicado da diicm gao de um aper/'eiroamenle na
faorxcavao aos cariuchos, pelo que se conceeu
privilegio de invengo por lempo de cinco anooa
a Roberto O^den Doremos e Bern L. Budol, aub-
Lisboa, '-H de agosto.
Nao se trata aqui de poltica, pelo menos desta smenlo do nosso mooarcha.
em qua se agitara as faegaa de momento, poli- O Sr. conde da Carreira vem penhoradiisimo ditos dos Eitados-Unidos da America, residente*
tica aem alcance, poltica peasoal, poltica aediga do modo porque foi recebido e agizilhado em em New-York.
em que es nome proprios sao lado e oa prioci- Italia. Foi tambem remetlido ao instituto industrial o
pos um phaotasmagoria apenas para pescar naa O enthusiaemo qu* all causa va o nom* por- duplicado da ajiscripgo de ama machina para
agoa* turvas ou armar credulidade dos in- tug*ez nao s* descreve. O proprios marinhel- descascar trigo de qualquer qualidade pelo que
cautos. ros do Sagres reeeberam vivas demonslrages de se coocedeu privilegio de invenco por'tempo d*
Nao jalguera por itlo, amigoa redactore*, qae sympathiar. Em muitas casas de venda ond* en- j cinco anoos a Melchior Noldan* subdito dos Es-
cale paiz est curado radicalmente. A caasa d**te travam nao Ihe qaizerara receber diohoiro pela lados-Unidos da America, residente em Franc-
phenomeno outra. fc' que o* loteresslcalo *n- deipeza que flzeram. Erafira as demoostracas I fort.
tezado*, como que se pejam de manifeatar-ae pe- oo podiam ser mai* patente* nem mais affec- Chegaram a esta capital no vapor Lisboa os
rante o successo que domina agora oa espiraos tuosa*. 3rg. D. Patricio Xavier de Moara, bipa de F*n-
e absorva a altengo do paiz. A no*s* futura rainha traja agora s da aml e chai, e Jaouario Cortea de Almeida quarendo
Trata-ae de um ialeraaae nacional, grande, braoco por serem aa corea d* Portugal, e mos- emprehender alguns melhoramaotos o districto
com futuro e para elle. O prximo enlace o'el- tra-ie ofciou pelo momento em que deve pinr i de que chele, e e*caeiiaado-lbe o meioi vem
i



.'
/
MUTILADO


DUJO D% flkNAiMBLCO. S BBD 13 O SETBUBRO *B 18M.
pedir ao governo Ihe fieulte os oecesisrlbt recur-
so! pa a oxecutir os **u louvaveis intentos.
No os 13 do crrante, recebeu o chafe adral
nlstrativo de Aveiro urna partieipagao qua tioham
reunido do arraial di Senhora da Siude sm
Cotsobra, parto da quatrocentos homaos, afim de
ae dirfgrem depois sobra o importante estabe-
leoimeuto do Brocal, perNoeente aos Srs.
ievreerds. Immadiatamente S. Eic. dea ordeoa
para que o resto da torga alli eslaciooada, que
se compnnha penas de 16 homen, se dirigase
mmeaiotamente para o ponto aroeagado, para
reunir s 25 bayonetas qae estavam no Brocal.
J aeatacameuto noarchou logon'aqeella direcco
* tic. telegraphoa tmmediatamente para Vi-
u, requintando para aquelle local um forte
destacamento ; e obteve em reaposto, qe ia
partir u'oquelle meamo tostante toda o forca ti*.
pooivel do regiment daiofanleria 14.
Ordenoe mais o govornador civil que a forca
policial de Olivoira do Atemets e Cambra accu-
segundo os Srs. Joo Antonia ida Brito Miguel
Antonio Pinto.
No dia 11 duas familias que tioham sahido
do Porto para Braga em duas carrusgens sahirom
dsquella cidade cum direcco S Bares.
Em Pico da Regalados tomafam pela estrada
nova, e com qaaoto s estUesseo promptosos
trabalhos de nirelameoto, hogareni aem diifi-
cuHadeso alto do Porlella, cem extraordinaria
admirago dos habitantes, qaefpela primeira vez
viam carruageos naquello lugalr.
O poo corra em massa ellrada para ver as
easas de couro E o nome que darn s earruo-
gen*.
Da Portella Barca foram as carraagens em
menos de urna hora, com grande conteniamento
dos povos daquelles sitio. Espora-se que deu-
tro em poucos mezes sej a jovs estrada abarla
ao transito publico. O laajraaorea dizem que,
nao chorara o diuhmro dos imposto* quanio
assim aplicado em obras de tinta utilidade, e
ajase aera demora ao estabelecimenlo do Brocal, i que rouios dellea eoolaode com a fcil comrau-
lira de o preservar .ie qualqoer golpe de mo ;! oicago para o mercado d-i Porto que a nova es-
e i ao contenta cura estas acertodaa proviloncias, j irada Ihas vai proporcionar, j este anoo fizeram
ditinio-ae em corapanhia do secretario geni ao grandes plantagoes de arvores fructferas.
conmino de Sever, compellido com os deveres
da ua posicao offiial.
Ere Avero G;aram smenle os cobos de poli-
ca Desgr5*d*nient para aquella locslidole o
povo rude cedeu s intaocis dos empraileiro
de toa alto, erguendo a mo armada sobre o
primairu ealibel-drneiito mwiro do districto.
As of-inis da nina da M-lhala tintura sido
qaeimadas pelo po.-o que $ calcula seriara 3 a
4 mil pessou, as qut>s sitiava a raina do Bragal
onde se nchav.am os 25 hon-.eos da forca alli des-
lelos, e o operarios da mearas mina era nu-
mero de >sseota, bem arruado* e equipados.
i)) l'o'lo tambora sahio forga, qua na madru-
ga la devia ch"gar ao B-sgal.
N'ama -1 minas em una cosa ostaa o direc-
tor e aua familia, que se jalgara teram monillo
quHT.odoa.
Concluio-sa o grandiosa obra d'orte, a pon-
te sobre o Tejo do certinho de ferro.
Por una carta da Constancia datada do 19 se
v o seguiote :
Ilontem s cinco horas di tarde, virara pela
prirr.eiro vez passar a locomotiva sobre a nova
ponte do Tajo, que se ach ioteiramente con-
cluida.
Todo o pjvo da Constancia das janalbs das
hobitages, do alto dos serros e oiteiros, das mar-
geos do rio, contemplava o pjrandioaoeapeelacalo
que offerecia a pas-ag-'m da locomotiva pela pon
te collossal mas elegante, que ao cabo de tantos
trabalhos eonseguira alravessar o Tejo. Nio-
guem poda acreditar o que com os proprios
ollios esto presenciando. Minguen quasi aca-
bava de se convencer de que to olida, to cus-
tosa, e ao mesnio tempo to ligeira construego
estivesse prompta para ligara vio ferroo era una
Parlo de 500 horaens primiros que se apra-' e outra margem do Tejo.
ROOtarom levavsm um lanboro tocar; pass>ram A locomotiva atravessou a ponte duas vozes,
por ans fasto a'arraioli onde eslava urna phy- levando atrat de si um wi^on. Iam apenas na
larmooica e zera^i com que esta marchasse locomotiva o director da empreza, o Sr. Page. o
r'" '" ] ang*nheiro em ebe* da linha do Btdajoz, o Sr.
A muaica d> Oliveira de Azemeis qua tocava | Joao Eng-l!sta de Abreu, e alguna outros em-
no srraial e muos romeiroa foram compellidos pregados. Foi o dio 18 em que a empreza deu o
s acomponhar a iurb amoltoado.
O* que pii'raii fagir,{ugiram, porm oraaior
bu riero redeua violeocia,e aaguio ora os ser-
ranos cmiinh i do Braca!. C*i*gv1os all des-
t mirara e incen liara m a casa era que esta vara
as ferramentas. O eaipregados das minas, con-
STiiradis n i casi que Ibas aerv* de quoriel, dis-
pararan contra os araolinados 4 ttroi de pega e
>l i --nos granadas, qe f'.erara dbaudar a turba.
Os empreados e trabilhadoraa 'is minaa ra
forca de 40 homeos arma oi e os 23 sollados alli
estacionados reaistiram agrsuJe numero le omo-
ttoaloa que ce or.-m >s rainis.
Oizem qi era Oliv-ira oe Azeiueia ram
ja baatant.'a os oiorto .< f.-rilos o q-ae os joros
anoituadoa s* propuuhaa tsmuira atacaras mi
EM dO l'alhal !
Ees cooseqaencla d-s parlicipage do go-
i civil do dnindo 1* Aveiro reialivas de-
aslado elciila no esUbeteciatento '1-a oj
b lo Brocal, siij no roncelho de Sever do
Vooga, pelos habitantes dos lugares circurav.si-
nh)-, que accommetieram em grande numero e
ar a los o referido establecirsento destrualo
machino, laocanJo fogo a diversas casas, pi-
iihi perteoces da mina et--.
l) Sr. ministro io reino publicou una porta
rio ordenando ao mencionado do-ernador civil
qu proceda as nais exctss averigu'C.O'.'S pa-a
conbecerqual (oi a causa verla;'eira daqaelle
exc 'so, e indague quera sao oa individuos que
se tirnaraui raais nolaveis no tumulto, aquellas
qu o promover u, bera aiira s autorila es
q i deitsrata de cumprir o seu dever. Logo q'i
lr.ha ettes esclarecimentoa, dever. o meamo
pnmeiro passo notavel esi Portugal.
Da ditlerentes provincias aje recebera lisongei-
ras comrnunicices acerca da exlraordinsria ae-
tivilade que reina em todas as accoes das linhas,
Construidas p-;U empreza Salamanca.
Esporava-se qurt a liuha farrea de Lisboa a Ra -
dajoz, posa ser aberta a circulaQSo no dia 1* de
Janeiro do futuro anr.o. A maior parta das obras
d'arie esto quasi o concluir-se e em tolos os
poutos os trab>lhos vo muitisslmo adionta ios.
A concluso da linha, as vaniagens que ella ha
de Irazer ao coraaiercio, i|udustria e is attes
demonstraran) aos que d-fsqreera do verJadeiro
progresO, do que opera sem alarde as grande
reformas, quanto so deve a ease invento aimira-
vel e aquellos que o implantara nos diversos
paiie.
Effectuou sa a priraeir corrida de exper
enra dos comboyos do caminho de ferro, entre
os pootos das 1> '*,>, i. e Vouga.
A hora morcada para a rarlida da locomotiva
do sitio da Devezas era j 6 da maoha.
As 5 horas j partan paila o local m\iitos Sos
Convidados, e s 5 e meis era ja creadlo o su
mro de curiosos, que, destinanio-se o passar a
manbi ou o dii no arraial Ja S^ohora do Pilr,
quizaram .ao mesmo lump|> nao perder a diver-
so, que ollereci' a festa doiex^erieucia, a\a rea
liaacao pra aqueila hora, |se flrera constar por
todos os aDgulos da cidada.1
O teagons Balaran h.>ra rorreado assentes pela
su a ordara sobre os ratia e partirara do siiio da
Portella s 9 horas aproxiraiJa-aent, ae Magdalena. Valladares, Anta, Silvolle, Paromos,
Esmoris, Mcela, C .rlegorga, O-ar, Avaoca, Es-
Perdeu-se toda a carga e o casco do na*to.
Todo a tripulaba o aolvou-ae.
< Para a mencionada ilha aoguio o digno ad-
ministrador de rendas desta cidade, e l est ar-
recadando os ObjcctOS naufragado?.
< O navio choma-ie Xiphia$,a tem 570aton-
tas tonalodaa.
O lugar ooae elle se perdea pertence a esta
provincia.
Tamos vista cartas e jornaes da Europa, das
quaei foi portador o vapor francez Cufanne, al-
eanQando : de Hamburgo a 20. de Looires a 23,
de Paria a 21, do Porto s 26 e de Lisboa a 2S do
correle.
Sob a rubrica Exterior eocontraro os lei-
tor^s os missivas da nossos correspondentes.
Eis o resumo rpido qua podemos colher da
leituro dos jornaes.
Todos volvem os olhos para a Sicilia espenn lo
veraurgir a explicacojdo enygma que preoecupa
hoja o mundo.
Garibaldi recusa obedecer proclamado de
Tictor Emmaouel, mas a bandeirt que arvorou
syrapatbica para a Italia, e nao ae affasta da po-
ltica qao o governo sustenta. Giribaldi prucla-
tna a Italia urna, sob o scepiro de Motor limma-
nutl, e o mais que alie deseja s cunsequencia
do granje morimeoto que produzio a emancips-
cSo do povo italiano, a aolujo prompta das
qaestes importantes : Roma e Veneza.
A proclaiiaco alludida aousiderada pelo
partido da acgo como um documento diplomti-
co destinado a demorar a condaso da obraen-
cotada era 1858. Attribue-se ao ministerio a con-
facQo desta do -amento, e o conselho ao rei para
a sua promulg.aco, e daqui nasc^m o c'araores,
e o grito de que a qu?da do mioisterto Ralizii
seria um meio de couciliac.o entre oex-diclador
e a corda.
Viclor Emmaauel noqaells documeoto noal-
luda GaribaMi, mas mostr confiar no sabeJorio
do povo e oTerecer o sea interess com que se
tem rotado causa italiana, como garanti da
sua vida futura.
Alguas jo'naes e entre ellss o Temps comba-
tem o coneiho dado pe!> governo ao soberano
paro o promulgado daquelle docuraeotj mos-
trando que o meio mais proprio para impedir as
manifest-.co's anti-consitucionaes, dar a opi-
nio todas os occalides do se pronuncir franca-
mente.
Assim lembra o Temps a dissolucio do actual,
para que o pa consulta Jo pj.ii mostrar os scu
sentimenlos em relajo 5 siluagio presante, e
nov cmara, representando evidooiemeine a
opinio publica, virio consolilar o governo na
sua poltica, oa indicara ao seu successor o ca-
minho que davia s-guir ; mas o governo parece i
querer maotor a sua autoridad*, e ao passo que
a Italia se pronuncia, a cmara aban tonada
por algns deputa los da taquorda que vio tonisr
porte ni movimento, a acompaohar Gariballi.
Foi dissolrlda a sociedad^ de eia>insioico de
Genova, a Sicilia (ol declrala en estado de si-
tio, a liberdade da imprenso naquolia ilha sus-
pendida ; as cmaras furom adiada indefinida
mente. Dio-se que Gialliui ia ser enviado para
Pal-rio cora (orga! consideraveia.
Na Sicilia achara-se sob as orden de Cuggia
as torgas comuiaolados pelo general Ricotli.
(Jas aizom que elle tem ordein de atacar e disper-
sar o Garibai inos, logo que sejam encontrados ;
oulros pelo contrario sustentara que o general
Ricotti por delerrainaces superiores, apeoa se
conservar nadeffeniivs limitando se o cercar os
Garibaldinos, obstando a chsgsda dos reforcos
ju sao empregados.
O que parece verdade que as tropas italianas
perseguem frouxamente os voluntarios que, su-
nhores e conhecedores do pau, e teodo o opoio
do povo, transitara livremente.'podendo embar-
car quando aisim o julgarem necessano, muito o
seu salvo.
O general Ricotti um joven general de arti-
difficil. Marchai paro Romo por Constanlinopla,
anda qua na companhia da Kussia e da Pranga
vai encontrar diQiculdads politcese estratgi-
cas que a Italia far muito bem em oraliar antes
de entrar em campauha.
Um carta de Roma dit que o exercita pon-
tifieio marcha em completa uuidade de a:go,
occupan-io porra posigdes ditinclas. Todas a
tropas jpontificia esto era eampo, o general
Kusler acha-se em Omigoy, oa zuavos era Ce-
prano, e outros corpos em diversos pontos da
fronteira romana. 0< Franc^zes vigiara especiol-
menta Roana, Civito Vecchio, e os frooleiro da
Toacana. O general Micheler foi mandado para
Civil Vecchia comraaudar aquella praca.
Sia (anudada foi muito visitado por occosio
da falas de Santo Maria Maior. A cidade illu-
minou-ae, e uesse dio houve am Romo completo
Iraequillidode.
A cauf-renci dogenerol Montebello e Lava-
Ihete no Vaticano para concertaros meios de de-
(eza foi demufada e deu lugar a commentarios.
Foram ossassiuadosdous padres italianos, cha-
mados R ;ssi e Benelti. A polica anda em buc
do agentes de umo sociedade viodos de Tos-
cana.
A Austria tem diminuido es sua torgas em
Veneja, segundo dixem alguna correspondeules,
500 marinheiroa foram liceuceados, e alguns na-
vios pastos em completo desarmamento, mandan-
do-se ao mesmo lempo suspender os trabalhos
de forlicago.
Por oulro lado, dii a Garca de Triestt, qua a
Austria se prepara com c tilo de fazer fice o qual-
quer evenluatidada que possa otcorrer, oroca-
rando aug'Qiutar o armara i.ti de auis lorale
zas uas diversas praviocias do imperio, e espe-
cialmenta na Dilraacla.
Palla-ae la novas prpotta feitas ao governo de
Vicua paia a cesso das provincias venezianas
E' possivel que o goveruj ausiriaco coraece a
compreheoder i nacessidala de um accordo para
melhorar a sua situogo Goaocoira.
A idea da reunio de ura congresso torna outra
vez a apresentar-se, e segundo diz a Union, a
Europa representada nessa reunio ha de occu
par-sa tanto da que9lio de Roma como da
Veneza.
O governo bavoro remetteu ltimamente ao
ministro da Prussia a manifestago daquelle go-
verno sobre o tratado do coramercio franco-pius-
siano, manifeslsgo qua foi coramunicada ao mes-
mo lempo Iseortea de Stuligirli, Darrostarit
Wi calad en Haapover e Casaall. Assevera-sa quo
o Baviera se recusa no diio documealo a dar o
sua aiprovag'io juelle trotado, ecoilirma-se
que Wuttenberg seguir em brevj o mesmo ca-
rainho.
Parece qu) a Sax mia se offrecera para
de medimeira entro o Rusaia e a Auilria relati-
vamente a este ponto.
O soalo de S. Petersburgo decretou a
Em Hort o gabinete de Constanlinopls pede
rauda da estenao do rato da fortaleza do Bal-
grado, qu entra pelo territorio da cidade, cujo
resto perieucetia enlo exclusivamente aoi ser-
vios.
A Inglaterra e a Austria apoiam energicanieule
operar contra o forte Darilng.
O* confederados apoderaran! se
Roug.
do Baten
a proposlosde Ali-Pach,
o Russia, a Italia, e a
Currauem Lisboa que fallecer o general Mac
olellan, mas asta noticia carece de confirmacsc.
O geueral Popo ordeoou qua o paiz oceupado
su[.u'.i.<.. as torcas do su commando. Desta
rS VSSXP& iz i totearno,5vei'r*racetew-
trorio oppoila. a todo o accrescentomenlo na zona ceos^w no .enliri !*! ?**'U*A B ""
militar ollom.na. Parece que neste sentida ael^n P l 'M9 d,rroad r-
Reoovfm-o os meeting, peiodo a cool-
nuagao da guerra. As gueinlkas tem feilo al-
guna damoos as torca telera.*, mas 0s con-
federad tem sido tambem infelices em aigun*
combates.
Folla-se de urna nota do gabinete de S. Peters-
burgo favoravel Uuio americana. Alguosjor-
na--s pronunciam-se a favor de. Hnia slliaoga com
a Russia para o caso evetul de urna guerra de-
clarada pela FraDga, e pela Inglaterra.
*fcN!3v&J:0
VISTft QUU.
Entre a maltiplices e variadaa eaendi
enviaram alburnos iuslrucgoes ao marquez de
Mosleir.
Diz-se ao mesmo lempo aue a Frango moslra
dezejoa deque se estipulen) coodicoes que impe-
gara que a fortaleza seja novamente motivo de
successns deploraveis como os de juoho ultimo.
Apezar das conferencia de Constaotinopls os
esoirilos na Servia nao se tem tranquilisado.
Um navio de guerra turco quo dea costa pr-
ximo de Asowo, foi incendiado pelo povo.
A lutados montenegrioo continua timbero, lio
5 mezes que duro este estado. Os montaohes.-;,
dastruiram Bjika ; muitos montenegrinos lera re-
ressado s flleiras para tomsr da novo parte na
guerra contra os Torcos.
Era Brousse h^uvo um grande incendio em urna
fabrica deagao, langado pela populaga pbana-
lico. por se ter construido aquelle. estobeleci-
menlo fabril no local em outi'ors existir o t-
mulo de um unto marabant.
Diz-se que a Bosnia conclua ama aluenga com
a Servia, por isao que os dous povos se mostrara
muito irritado do apoio que a Austria tem ptes- aquella que autorisa o govorno a traosfarir
lado Turqua. c.\ Jada deita cidada do e licio em qu or<
Duvida-se d'esta alliaoga porque a Bosnia nao
tera autoridades iodepeo entes qua possom ga-
rantir o camprimento d'essa ollionga.
Apezar das resolugoes da conferencia q*o a
populago de Helgado emigro par o interior la-
moodo un bombardearaanlo.
O governo da Servia nao deixa de axercitar as | cor,vaainte, q*j te ad'opta pelot; "porqj
1 taea cousas sempra se nia na razio ir.vers. do
conveniente e do bom.
I)e'iiis, por multo que lenhamos ex^og'tsdo,
oi ) pdenos anda descubrir a iocogoits Jas ran-
tsgeus da modila implcita na referida satorisa-
Co. \znl:gera Lavarla oe esta consagraste
Asubmisodo Schamyl foi considorada cono ,aaja Para Olinda, (.dJ;- tu lo acooseln o suo
um triumpho definitivo, una v se hoja o que Inalada, onde todas as razoes rsclamam po.-c-*sa
polea reaUUneia nacional. providencia, til pelo la lo do entino, uf,lkeo
Os inflaeutesda Circassia dizem que os trium-i'ai^' da vida da cidoda das tradigoes ; mas orna,
pbna ou as derrotas nao depeniem de ura s ho- niotogo ru to smente, urna troca de eliti-
arraaa os seus volur.tarios.
As notietas de Circassia nao paresem muito
lisoogeiras para a Russia. Uepois de tantos es-
forgos e da tantos sacrificios qua o Imperio t..'ra
feilo, o scu dominio no Csucaso continua a ser
posto em davida.
foram adduzidaa ao orgamento de 1863 6t,
que aiota corriam os turuos -J dis:uo na c-
mara dos Sr. depulados, be o que o aeu xito
nao a-ja problemtico, notamos especialmente
a j-
qu oro ex:s-
. p-ra ura doa conventos quo temo aqui.
Doas sao este convento ; nao ba uetia cidade
outroa qae nloaejarn 0 do Carmo e o d S. Fran-
cisco. E poia, natural que a um d lies leoh
da ober a conarso. qu to aatoris ; e nSo ss-
r para admirar atiual que sujo pref*rido o tnenoa
am
t.
eov iroadorcivil anudar proceder a formago dos (arveja, Coneihs, Saire e Vouga.
No sitio era frente do Espioho, fez-so um* pa-
fagem, aiuuido linha um grande numero de
peaoaa uaquell locali.'-de.
D'ani aegu'u a locom Uva para Ovar, onie pa-
rou, eotraiido n'um wjgon o engenheiro iscol
por i'oula do govtrno o Sr. Paes e outros on-
viislos; g.stmJo ot ao Vouga o curto eapaco
le lempo de > horas, sem que houvesse a bmen-
tar-se o mais pequeo desgoalo. Assistiram os
eogoheiros OwiUo, Rsbello, Santa Mara, e Zu-
pata.
No Voog foi servido, a exoansas do Sr. vis
.voasoore os aeua vardodeiros lalernaaea epre-jeoode de Cairo > Silva, um o.p.ro lunch, ote.
Tom-los contra as sugfstoes doa que o 111 o lera, s-,dido pelo seu Exm. pai c Sr. visconda de Val-
- govemador civil que | Pieiade, no fim do qual foram con muit razio,
virloriados o homem de trabalhoe coraco, o Sr.
Galileroo, o Sr. Ovraido e lodos os eugeoheiros,
receben io tambera os Sr. viscooda de Castro
Silvi e pae, mui dedicad** felicitagoes.
Era seguida, s 5 h"ras da larde, sahio do Vou-
ovtoi le noticia, substituir os empregados ne-
glig-nus e deligenciar a captura dos cidadiool
en iinosaa, eulregaoo-oa, sera p*rda de teznpo, i
con ofiriages qu< poder ubter, ao poder
judicial, par serern devidananla processados e
punios, o obrigadoa por ansa pessoaa o b?ns a
qu esjuer indemnisagoes pelos prejuizos qui
- !r'0>.
M 'S se n.is'.er qe jo dO ura extmplo promp
tu sebero de castigo, que ConUnha era res jei-
to e na ubedientia devida ;is leis os mal intu-
clnalos, nao menos necessaru eaelarecer os
ra-orameudando muito ao govemador civil
ten ha o maior escrpulo o escotha das autori-
dades e qu reuoiudo os individuo* mais illua-
tra !o, os parochos, facultativo* o ooipregados
publicas da localidaie, os persuada para que era
o seu e o paiz,illustreui os povo e o
abuligaedas punas corporaes.
Tera sn concentrado tropas as immediagcna
de Nijni No igorod, onde prximamente se deve
verificar urna feira anoual quo sempre rene
grande concurso do povo. Parece que o gover-
no receia que o partido extremo aproveite aquel-
la reunio para provocar desoriens.
Na Russia ieperava-se grandes reformas em
objeclode ungas,cujo estado actual parece oslar! elevou-se no
longo de correspunder s necessa les do gover-! drachmos.
no. Fallava-se em novos 'rapostos que compre-
heodero as portas e janella. Uuiios genero
aiyuodo se ITiroja ro ser snbrecorregados, e,
daqui aasce o receio de complicagoes, por isao
que eases imposto leera affeclar muiloas cas-
ses raenos abastadas.
A opinio publico pronuo.ciou-se psr outros
meios para cobrir o dficit. Era sumraa pole di-
zer-se que a situago da Russia tambera nao
agradare! a que o governo trabalha para obstara
mem. Confessam qua depois da transaego feita I
s?rr.lr Por Schamyl, est it-rara por muito tem^o desa-
nimadas, mas hoje dotspertaram e mostrara mais
energa do que nunca, reconhecendo que os h-
gagdes de ura caulilho, nao poden ligar a for-
luua futura de um paiz.
Uraa caria du Alhenas diz que tolos os re-
i volucionarius gregos, que se refugiaram em
Smyrua, partirn) para a Sicilia para sa reunirem
aos partidarias de Garibaldi.
Abrio-se em Alhenas urna sabtcripgo a favor..
das viuvas e orpbos dos montenegrinos que fal-!,,!l" aaientado, poero
'eceram em defeza do pair. Esta sub^cnpgo \ coagidos era sea direito
ci, nanhuma exprassao imprima ao acto.
Pondo de parte, poram, taes con*iderai,6^s, que
sao capitoes no anlretanto, pratlso DOtar-S,
que o conventos lo entre nos uropriedad par-
iicular, eregida pelo respectivos ioaliiuidorea
cora esnjolaa dos fiei ou com oulro malos an-
logos da piedad ; e que asdm sao elles nivela-
do aos proprialarlos, a quem a consliluicu do
imperio garanta o direito ) vrepriedo le era toda
o sua extenso, restrinaido sni^nta ptla txigei-
cia do bam publico lagalment* verificado. Ora.
o dous conventos ser
de propriedade, S 'DdO
mu n.'i. :-i i-.it-i que julga iu;uueute.
O individuo que allemou contra a vida do grao
uqua COQsl'anlino fra conlemuado murta e
^r^LirJ^^v.. SLer"il' f^r^K-j^^j^ ?.f^a ****- ^i*^.,!. *&. .w^.
Iharn que na* campanhas da Crimea e Lumbar fuzlado depois de co^rraada o sjoteoja pelo
da mostrou o que valia. Ete general dispe d^' imperador,
trila e oito baialiias.
O numero de voluntarios 6 rariavel ; urnas re-
zes abandonara alguus as Uiras, por etleito da
prochmaco do rei galantuomo, por oalro lado
augmentara tolos os dias os aluiamonto volun-
tario. O Urmo miio actual anda por 30 mil
horneas.
Era Vienna presta-so grande attaugao ao mo-
vimento da Italia. Alli prodominam as ideas ,:o
partido d'acco, e Garibaldi o poni era que se
coric-otiarn toda* as esperangas. A forca aus-
traca impe all urna autoridade oj.pressiva que
.se nao veucu faciloieote, erui^uaoto qua eui Ro-
ma se julga imrainenle uuia luanif^sngu.
Diz um correspondente de Parisque os cruzei-
ros francezes tera ordera de sa apoderaren: de
Garibaldi, vivo ou morlo, para o cooduziremja
Toulon. Ao mesmo tempo alli'ma qaeaesiua-
dra iogleza recob=ra instruegda par*, dar a-ylo
ao ex-lictaior, se elle o requisitar, e para
c -.a o eaUbeletimanto ii minas uo Brag,
i) -ai looje !e ser ruinoso, coma orra amante
au >em, deaaonna convemieocia e ptnveite
pra os raesmos povos.
O governador civil dando o mais prompto e
fiel cumprira-iuto a quinto Ihe Bca deterrainado
era; regar enm a maior '..lvida le e deavel, .s
dsinais provid^u.ias que forem fdequaja jul-
gar necessarias ara que ae oo reoitam alienta-
O larreja al Valladares viodo depuis um pouco
mais devagar, para corlar tltfuu sioistro, que, o
nao haver aquello acert.ida providencio tena si-
do fcil dar-se, visio acliar-se o povo apiohado
na estrada e coilinas.
Antes de chegar a locomotiva eslago da
Devezas, foi sorpreeo lenle e bello, o panorama
que destructaram os (ossa^-iro'. Era um estn
ia! d cerca da 15:i0 pessoas, que era masa
i ia da lana gravidaee e coixequencia, dodo .-compacta orlavara o eslra'jV,"taludesi"e Iriocheiras
Bucceislvomenta caula do que prolicar e fr
i i orrndo.
bido cum urna verdadeira mauifeslago popula'.
O presidente do constlhu de rainistro Mr. R*-
tazzi declarou no seuajo que Garibaldi se ochava
era coajpleta rebelliio ; que o desembarque us-
t general ora o seus voluntarios complicara !
gravemente a solugo da Italia na questao roma
oa, no enlxilo > governo il'l ano linha dalo as
mais terminante* o'deus para impedir o desem-
barque.
Tratara-sa Ja organisacio la guarda nacional.
Oeuibaixdor d llespanha om Fran?a, o
! general la Concha marquez de la Uavaca, foi re-
jcebiJo era auliencia solemne pulo impirsdor dos
I Prancezta. u imperador responden ao d:s-ursi
do representante da Haspanhe, lastimando a di-
verg-ncia que huevera no Mxico, e a retirada
do ezpediajao hespoubola. Disse mais qua s
dapeulia da rainha de llespanha tai nclla ura al-
liado tl, e amigo dedicado daapovo hespanhol.
O discurso do impera lor tem servido da ihema
discussu da luipcousa haspantnla. O governo
a os seus jornaes q^erem ver naquello documento
simples e significativos protestos de sympathi
eanisade.em quanto a oppoai^ao ataca acrl-
raealaa poltica franceza, o modo porque (o
recebido o diplmala h-s^achol e o omporta-
meulo duridoao para ellos Uo ,.;:,' \ -: "... .
queaccussra querer eutregara llespanha submissa
as mos da Frauga.
Grande numero de jornaes hespanh1 s tem si lo
supprimldos, principalmente naque tratara t'esla
qu"staoera termos mais fortes o patritico*.
Guiri* qup o geiiral Couchs charla elur- pre-
texto insigDiUcDle para ab.Midouar temporaris-
mente a corte de Pars, nao sendo entretanto no-
mesdo oulro embaixedor. Pelo menos esla o
idea fixado ioroalisoio hespcnhol. a da grande,
paite da ua;o, que julga a luirira uncioual g-
gravala por aqualle successo.
O conde da C>rreira encarregado d; pedir
oTicialmente a mo da princesa D. Maria d Sa-
boya, foi recebido no fln 3 em audienc;a solem-
ne por t-l-rei da Italia, Urna lepjt-gio acom-
panhou o conde da Carreir desde os seus apo-
Anouu.bro-se novas entrevistas aire o. so I ?-"",os 8t '"' "' onde eslora el-rel Victo
beranns da Sueca e Dinamarca. Consta quo ^^^If? d"S ,IlS dl"iUr,S e func-
brevemente se celebrar uanem Scaina. Cario
A propostas apresenladas pelo governo de
Vienna para a entrada dos austracos no Zollve-
rein, parece eocoutror maior oui-osi^to do que
esperava o gabneta austraco entre o diversos
oslado da Aileruauha.
A Reviera eo Warteraburg propoein uraa roj-
oo exlrjor.iioiria em Barliui para que eco con-
ferencia aili so pussa resolver o que houter
por mais conveniente sobre ura semelhants oa
SUiplo. m
^'f' Suecia o principe Alfredo a'L.gla-
Ierra. NTseu desembarque foi recebido por um
ajudantesKe campo de el-rei, e dirigio-se ao pa-
lacio di)-rrucipe Osear, porque o re eslava au-
seole. D dnu principes percorreran a cidada
a visilaram s raonumontos nota ajela. No dia 5
houre grande bauquuta em obsequio ao prin-
cipe.
A den -a alli era pequea e os navios segu-
riaralog para Constarlt; o principe Alfredo pro-
poo-se c,eisitar a familia imienal da Ruasia.
Houv tambera tumultos nasilhas do Fayal
e !o Pico. Foi o motivo delles conejar-s o dar
execugao ao novo systemo tributario, que no* Ago-
res priocipiou a vigorrnosle segn lo semestre
do crrenle anno ; ou antes a verdadeira causa
de leinelbaotes olvorotos priucipalraante a ig-
norancia dos povos, |n se inurem contra qual-
quer melhorarneolo ou innovacoo, que suepdem
contrarios a"s eus intereases, disto sn origina
ura desvairanenlo, que ae troduz em tactos oiteo-
Islorios da ordem e da seguranga publica, da f-
jenla e vi a dus cilados pacficos e obedieutes
le.
Par correspondencias que se receberam, consta
que os raodus forara faite* uo nico intuito .le
perlorbir o trabalhos os ^rrolaroeotos o coor-
i' ;io das malrize*. Os empregados fiscaesfo-1
ram perseguido*, e alguns delles espancalose'
s, b---ra como alguns propri-tario abastados,
lo entre o*amotinado* o idea de que o ,
:-'r vii tributar pelo seu trobalho e pelas ruupas
',.! vtstiam, e que oos qe loasen proprislarios '
seriara vendida* as su.-s propnedades, etc.
1' i i Q>esmos c irrespondeiiciss s?bo-se qu a !
auio.-idada superior do distticto, e mullos dos'
seas empregados subalternos, assim como as res-:
pectivas couiaras municipoes, e muios proprie-
i.an is il ci'iijunctura com verdadeira coragem civi-I
ca, e com a prulencia e circunspecco, lo oe-
cessarias em occasio-s semelhante, e que, uo
Caso presente,producirn excedente resultado.;
As reclan ages dos amotinado consisliam no i
seguinie :Coatinuago do dizimos.Exiinco
do* emolumentos que se pagara pelos enterra
sienios.Coolinuago do anligo ayttema de ie-
'is e medidas.A suppresso do pagamento d?;
afora as que estavam jnot.s 'da estago da* Deve- | *"" IZ ^^ni 0t r"""* T "^r" "S"
za. e.lendendo-.e ote qninta do Sr. ll;owae. 2"""?,* ^"aanl ^VP* lro("* fraV
No curso d. ida e volta acomponbou loco-! !S!!f.???i !S esUdoi' a teceiaf 1^'
motiva, dentro de um wagn, a bando extincU da
guarda mu;.K-i..)!.
Os conboyo* estavam lodo* galhirdaraenle
quer mvasao.
j Correa em Taris o boato do que o marechai
Mac-Mihii, duqoe de Magenta, seria chamado
adornados, vendo- represenlsdas'pelas respec-!,," V.ZTl o*nn'it'-" 0 cr^ d OCiU^'ao
Uvas bandeira. as n.Se. he.p.nhola. franceza. [ ,r cora ille wr.^iril. 5.^!^ ^ '
ittglezi portuguesa. Entre os oulro* vinha nm I 0 i; mir/ -d! ,c_,f>lVechia.
wagn especial, contando tolo, os empregados ? J. .orn u ^'lara.i(8e"U,n,lB = ...
do escritorio 'da empreza, que enlh.ai.t.ca- luHe Vf.r nZniJ* i 'Vi '"" U"
mente iav.ntavan viva, de esp.co a espago 2Yia a*1.ST! i iuaurrejao que reto,
prosparidade de Portugal, e,0 seu digno ID8 IUlU" A ?"" e wnpos.ivel. ionle das
chefe.
araetgas insolentes e das possiveis eonsequen-
Era Ovar esp.rav. a locomotivo iramen.o povo I Xf?l SS!0 "'"'"a. d.erer .
e senhoraa, junto do e.t.gao. e era todo o transito SaTnsnafa l,t TU ^'tat 0,>"
era fe.lej.do o progresso' cra viv. exponso de J.^"""" a Fr.n, ,8 ^ K155.
,aBuerque o iraa.a nao abandona no penga a-
quailes que toma sob a sua proteegau.
; Dizem de aples 25, que Garibaldi desem-
barcou em Helilo, prximo do Cabo I^artiveoto
na Calabria, ten lo airavesado bordo de um
. navio inglez com algn officiaes.
Un currespoudeuie itiliaoo, que parece bem
Mlaiiai lo,or,Ba,,0a e cuj verses opregsotam certo3v-
"-,. *.SS de diz, que a mar-ha obre Roma
oununtuda pelo hero* italiano, a dis*iraulago
nlhusias.TiO. U ji cavalh-iiro houve, qua quan-
-o o tender deu o como que igual de aviso, ao
sair a Devezas, disse : Eis a trombeta do pro-
gresso ..'yeusanieniu que merece regislar-se.
Eile quarto aosaio, finalmente, recebeu uraa
completa ovaco.
Toda a secgo de trabalhos a cargo do Sr. Cal-
dern, a dos seu amigos tera recebido
incremento, corro p le ver-se das estogas e
obra3 de arte j construidas. Nao esl aioda
Qxado o dia da luaugurago, mas espara-se qu-.
ua exceder o fim do prximo roez.
S. M. el-rei o seohor Luiz I, acompa-
nhai oosSs. marquez Ficalho, caraarisla de
ssmaui, o general Christosao Jos Franco Bra-
vo, ajudante e ca.vipo, visilou o arsenal de raa-
nuha, onde se derarou desde s 6 horas al o
luoco-lusco.
S. M. fui ximinar o estado do adiantamenlo
dos coocerto* da carveta Nova Ga, que se en-
contr no diqu*, donde, segundo se affirma, sair
com brevilade, prompta de todo* os reparo* des
cinco reis ^ue sa Paga na cidade de Horta. sobro i Je a 1"ha a. oo lene, d'agua. Trabolh.-se nos
cada alqueire de cereal que alli noldo.-A 11??* JlPll* 1.! ,Da,or p,e,le" '
permi&so da poderem eolrar na cidade o carros
a chiar.\ permissio de poler aerara atreladaa a
cada crro duas junta de bois.
Por estas reclamages se v qual a natureza
dos molins, e at que ponto podem aer dei-
redns os espiritos.
0 governo, depuisde ter mandado consultar os
governadoresciv dndistnctos doeoniinentedo
reino, sobre os resultados do ultima colheita de
cereaes, obleva a certeza, de que ella fdra es-
easaissima, *eudo portaoto multo defflclenie para
aiisfzr s oecasiidades do consumo.
Publicou-se portento o decreto com doto de 14
do correte que pern-iilta a livre iolroducgo de
cereaes estraogeiroa, trigo, roilho, centeio, fava,
eevada e aven em grao, farinha e pao cozide,
pelo porto aactos e raolhido do reino, at ao
fim de abril do anoo de 1863.
Oa cereaea estrangeiro asaio admittiios ficam
nicamente >u;i-:to aos direito que pagam o
uacionaes quando sao despachados para consumo.
Uepuis de fiadar o prazo marcado podero anda
str adraitifdos os cereaes a que elle se refere
-provondo se pera&te o goveroo. ouvid* a compe-
tente repartigo fiscal, qua os raesmos cereaes a-
hirain directamente do* pono* da sua proceden-
cia paro us de Portugal com o antscipag'ao neces-
saria para chegarem dentro do prazo menciona-
to, no cato da viagem regular.
Na setso do jury commercial de 14 doaor-
renia, foram declarado* fallido* oa negociantes
da praca do Porto, os Sr*. Joo Joa de Souxa
Braga Si C. cora negocio de ferrageoe na ru* de
i). Maria II, e o Sr. Fraociaco Joa Leite Guima-
re com negocio de mercearia na oroca do Ri-
beira. v *
Foi nomaado curador fiscal da aua doa pri-
cnairo* o Sr. Custodio Jos Ptreira Braga, e do
parece locrivel
te-j, prcduzido.
arsenal sonso
dade.
o que no ultimo* sele dias e
lio muito tempo que no nogso
to gronde activi-
emprrga
I.
OIARO U PERNIMBUCO
Pelo vapor Mamanguope, vindo de Alagdas,
recebemos jornaes d'ali al 9 o de Sergipe al 7
do corrente.
Sergipe.Nado digno de menso occorreu.
Alagas. Foi extraordinariamente festejado 'merecido as
no capital o dia de noss emoncipogo, com pa- amda is mereca mais, que nao con to
rada, cortejo e illu-iinscois publicas, quaii que
geraes em toda a cidade, mesmo da parle dos
estrangeiros alli .rasideoies.
O cholera ceifava com intensidad em Pao
d* Assucar, Traip, Santa Auna, Lagoa-Funda e
Peoedo.
Ilaviam j fallecido algumas pesco**, entre
as quaes os Srs. major Luiz Machado Leite e r.
Manuel Felippe da Fooseca Candi.
No dia 8, pelaa 4 horas da maoha, ateia-
ra-se o fogo n'um predio i ra do Sol, pouco
damoo ca unan lo ao predio, mas roabaolo a
exiaiencia urna pobre preta velha que dorma
noaulo ondecomegara o incendio.
O algo lo regulara de 149 a 14J20O n. por
arroba.
L-se do Diario do Commercio:
Commuolcam-noa do Penedo om data de 31
de agosto :
a No ilho do Equi*ito, o aul da borra do rio
deS. Proncisco, deu coala um navio ingles
carregado de aitucar, viodo da Baha, com des-
tino ao canal de Inglaterra.
XI ir depoia para o campo do manobra das
_ troua noruHgI3gi eslabelecilo prximo da
Christisnia, vollando em seguida para Broikas-
kog, alli qu us doui mouarchas se reunir
pela terceira ver, e diz-se qua o mais tardar no
lira de selrubro.
Paree: qua li.nl.....i est coiibina marinhas da Suecia, Noruega e da Dinamarca
se reuoirid pruxiraaraenla as igual do Bltico
para ex^catarera certas evolugss.
Esla lijragio intima qc eiisle entra os povos
e governo* scaodiuavos nao deixa de er.muito
significativa d.'baix.) do ponto de vista das reli-
gues futuras entre oquelia parle da Europa,quer
seja cora a Allemanha, quer com a Rassia.
Os governos da Russia e da Austria, olham
coi) muit atiene so pora esta tigicio.
Os Allemos tratara de sua uuidade, mas nao
ae encontrara ew perfeilo oc:uro. e.r.quanio
que os goveroo* de stoikilmo a de Copegnagoe
se oceupam era concluir entre si uraa alliauca so-
lida.
Parece que os dous es'.adcs n.) funlaro a
noiJade do Scaadioava, mas unir-se-h&o era re
nunciar existencia propria e esla unio nu
deixar tambera de Ibes dar granda forga.
A iadiapoalgo da Suecia contra a Russia :
notoria, e anda ha pouco a> deu o caso do rei i
da Sarcia nu mandar cumprimentar o impera-;
1 >r da Rassia oraquanto este visitara as i>rovio-|
cas do Biltico
A quasto dinamarquezo nao tera sahido. ne1* i
parece que sahir do dominio ds diplomacia. O
governo da Copegoagns prepara-se para quaes-
quer eventualidades.
A esquadra dioamsiqueza achi-sa actaalmea-
te n'ora p reapilavel, e j cunta alguns navios
cuuragalos. As froot*ira6 danu-all.'mas deeni
dentro era P'.uco estar deflandidas por uraa serie
de fortilicagSes.
Prximo de Neumunsta esli sendo construi-
do quat-o reducios. E.las fortalezaa dominara
o na ruin ho dft ferro tornando perigoaas as pas-
sagens da tropa; no caso de se aen'.ir avangir
parj u norte du paiz.
Noticias de Barlim anounciam que a com-
miso eocarregtda do trabalho sobro a forlica-
go das costas as rouuia em Hamburgo, sob a
presidencia do lente-general tlolka, plenipo-
tenciario prussiaoo. Reolveu construir obras
de defeza sobre a embocadura do We*er, e que,
olm do esquadra pruisiona, se org;anisa9se no
mar do norte urna esquadrilha composti de seis
novios courocodos, e tres canhooeiras, e no Bl-
tico outra de doas navios coarogodns.
itfirma-se que o governo prassiono se obriga
a ter coocluido em 1864, o porlo militar de Jah-
de._ Parece que havia esperanza da cmara
aceitar o projecto para a organisago do exr-
cito.
Nota-se grande ogitago no littoral do Adri-
tico da Austri. O fortes de Ragua* emprega-
ram a sua artlberla cantra daus ou tres navio*
suspeitos que apparecerom naqaelles mare*.
Palla-seem Par* de urna eneyelica do santo
padre dirigida aos catholicos do Oriente poro
Ibes recommendsr que nao auxiliem os torcos
no seu otaque contra os montenegrinos, por isso
que os catholicos nao devem nunca comboter
conlro oa ssiholicos.
de outros planos que davem brevemeote reali-
sar-se. O fim de Garibaldi fallando em Roma
disirahir as atleocoes. Fallo-ae, porem, no
Oriente como o vardadeiro proposito do grande
patriota, que alm de querer com as suas procla-
macoes e manifest* dar urna idea diversa dos
suas intengoes, pretende ao metmo tempo com a
excilago promovida tirar delta todo o partido
em favor de urna solugo da queta romana.
Diz o mesmo correspoodeute que o governo
italiano el, nestas eircumtaccias, mais tran-
quillo do que a muitos parece, e ha de tambem
pela sua parte aproveilar a agitago e as mani-
felagoe Roma, assim como os perigos appa-
rentes para activar esta soluca. Ataegura-se
que nao ha conveniencia eolre Garibaldi e o go-
verno ilaliano, deeodo cado um tirar o partido
possivel da actual situago para conseguir o fina
que tem em vista. Napolen III tambara se nao
tem mostrado lo impreaiiooado, como o deveria
estar, com o comportamenlo de Garibaldi.
En Constanlinopla e em Aibeuas ha grande
anciedade por causa dos project da Garibaldi.
A esquadra grega ttve ordem de ir viajar os cos-
to* a o Altico. os morgeoa do Piren.
O Murning Post referindo-se i relagOes ioti-
i mas da quesio italiana cora o do Oriente, re-
i cordo em pnmeiro lugar qua a Italia tem serapre
sympalhia* do Inglaterra, e que
.ue nao continuara a
oble-loa seadoptosse repentinamenlOinovo poli-
tico. Esta consist em abandonara queslo ro-
mano pora se oceupar s de Veneza, e tomar
Veoezo eofroquecendo a Austria por meio de
urna sublevogo no Oriente.
t Itto nada tem de hypothelico, diz aquelle jor-
nal, porque as reveloges feitos no parlamento
italiano, depois do movimento que rebeolou em
uTn rfaaelr? LSE& "* lnco,,!:Ml"el' Pelss "*' *" PUzcrU a"cer"t'.V p*v"oacde7
Sieraci .o^^node^orocori, f. n", T"" d8 | c-lbollc-. d. Albani. poro qu. a.o houve.sern de
yKftj-&g*?JggS alconcor o concurso \ tomar arma* .oolra o* montenegrinos, como tem
!^"-'il1^?"??.e.n_d.0:,be a conceticia, ae: falto em outra occasioa*.
pnmeiro tres das viola mil, *.sla forgada srrvido que auloriso a emeuda ?
; Estara remogo da faculiade para un -J.-ilesca
comprehens dn nico caso exceptuado oiii li-
tuie do direitu de propriedade T
Cremos BrAame ite quauao, conforme '.'.ret-
o ; e alm disto a medida pecca por incooveniea-
te em sua apnlicgio.
Qualquer do OU*edificios que teja adoptado,
esl fora vstvelmtiite de lodo o :egra, e nao tem
fldeptaco necessario ao mister e so tira da me-
dida. E deste modo leremos leprodutilo mais
uvas vez os males e os inconvenientas oriundos
da erecgo do alfandegs na Madre de Dos, e da
colloc*go de varas repartige* publiaaa no con-
venio dos padres da companhia d Sanio Ignacio,
de soile que, sera embargo das grandes deapeza*,
a occoramodogoa* do qo earecem, e nra o lm| ;:-
lancia natarial que ibes era co'.vsoief.te.
A sstas razoa, alias da paao, accreice que tan-
to um carao oulro conveu'.o ach-ae plantado non
lugares mais populoso dsta cidale ; a por io,
con a transferencia resultar gr.-.nde desloeacao
de .-.milias para outros bainos, com incommodoa
e dearraojo em saos economa* domestica* em
tal Bacila que tornara-oa rasis altendiveis do qe
a referia muda r i na leiira da fn.end.
Mas nao lera por ventura u aidada do Recita
local alequedo fundaco de um edificio : a;a a
facui.dodo, de violo que seja. preciio me idigar-se
ra claustro pora esse lira T
Ou 1,'iu-u'o nao ha duvida.
Quando tela primeira vez foi consignada na l< i
do remenlo qui.la paro comego deesa edicio,
tiveraos a hojra de indicar ao Exm prsi feote
de ento urao loealidade mui apropriado i ess
crasimcgo, loealidade que tica era legutmenlo
oacaaa Uu deleiiajao a sshir as proximidad i
roa Imperial. Era lagar ..vo.ui), q.e ie ac va
era dipooibilidde, e sujos proprietarioa o -i:-
p>-.nsavra aem duvida por prego rozoavel, p-
denlo Ole o adopgo d noss lerabranga Irazer
como resull'-do o Ute:>volviiiiiiiu d* ..li _--,o
t meema ra lo penal, di modo a realiaar na-
tural e .ui proximament* a jurjcfi i do po-oi'o
il"* Afogalos com eta bairro Ar, Santa Anl
meamo porque iiaohum ocremento ha lid o a
edificago oasse 1*00 da cidade
Nao obstante purera os vantogens intuitivas
dess* idea que avenanos, foi ella neglig ociada ;
nao sj ait-i)dram as sua conaenieDciaa pr.ci-
mas e romoia, propeudeu o-e para a Boa-Vis-
l. Dohi natceu serem toiuideraoos oa terrenos
d'.sta de subido valor, crao consequeocia ii 11
se facer; valo qua o quantum volada, se ten
nos lemb.-araos 40:0(Wfl, era iosigniflcoale .a-a
ajuelle bm.
Mas OOU-se a ilferenga : to passo quo i;i i i*
dava a raapeilo de terreno na Boa-Vala, o jaa
indicamos oblar-se-hia por menos de mtodo lo
consignado; e assim cora o rotante ler-se-bia
dado comee o a obra, que seria continala cora
as dotacas subquente, de maneira que en
l-es tnnos, a nao ealivesse prompta, o seu rdi-.n-
Loul, a senhora' duquuza da Ter-1 lamento seria raanifeito, e prxima estaa o rs-
senhura D. Ganriell, pelos condes .pectivi conclusso.
Note se oiuda, qua oo passo que oiase fez es-
ta O'iro, q*e se dispeodau o diuhetro, quer-se a
oreseote que s..lTra:u os ii-tis retultados escasas
religiosas, apezar da carencia que del'js tem O
paiz pula reduego ou iusulluiencia numrica do
no3o alero, e mai oindo por appiicar-je esle *m
sua plorolidode a to los os oraos da vda civil,
s-raJo poucos de seus rneuibr** os que se dedi-
can) qaeile esseucialuienla da vida religiosa.
Tudo r cooseguota neste negocio aconselba
o contrario do que est consagrara na Ultra da
emenda. Eta oer deluda a proliciencia aes:o-
aando desta para a cidade de Ounda a faculdode ;
e quando o iato opponhara ra0'i, qie driza-
remos de qualidcar, enlo cure-se da co.isiruc-
go de ura edificio proprio, era loca! a :. i ,-.
abandoaan.1o-se a pralica obtuleta la apropriar
se de ura convento paro esa spplicagSo iucou-
as sus credeneiaes, o
al pedio a mo da ^ti-

Ista eneyelica foi, segundo se diz, motivada
Dalm.cfa ou aVrIf. .P ** pedicao i O congresso diplomtico reunido em Constan
Pc.mtn.nV a.! .'.\,^,u tinoplaresolvae^ue os Turcos sbsndonem o.
ffrP,/n di a L a' l s h}POlbese de um con- sua. fort.lez... que elles oceupam no ioterior
EA**_ j?4,.,yf** P< f> so do Servio, cooservaudo op... de Belgrodo.
n"Su^lV*VVJ^i qUaU0 h,r" f6' ESU diC"So ^ le accordo com o tratado de
laswnsir^ n c P8ril 1ue n1eU reunio nao podia ser infrin-
xvi conidercoe* lem alia sigoiflcagao, poi gido. r
V*L\$?^VtS ****\ Entretanto o nlnistro dos negocio, estr.agei-
ONshrssW Pn./ .^fnu.* u k- ,oa do imperio ultoraaoo. oo aceitando a deci-
W JJSinttjf Po*< continuo : Marchai pora ,'iso em toda a su* plenitude. apraseutou oon-
Roma por Veneza sari eatraleglcan.nto muito I er.ucu diploaaci^t .egilBl*^pupwU :
cienorius du reirio.
Depois de appreseritar
represerit-nie de Portu,
cera reai D. Mario Pa.
O rei Victo Emmaouel respoodeu que receba
cora ruelnor vuntade o pedido que Ihe fo-
lia em nome de el-rei de Portugal, o Sr. D.
I.uiz, do m3o de sua presido (ilha a princesa D.
Mara Pa, convencido de qua semelhante con-
sorcio assegurava a felicidade d S. A., ac:tes-
centando S. M. que os novos lagos de familia
contradi ios enl-e -,s duas dyntti*s,coosolidando
sotigai allinc's, cootriboirian poderosuraente
para a prosperidade das duas Dacdes,
O con Je da Cirreira foi depois recebHo pela
futura roiolia de Portugal, a quem appresentou
seus comprioient is e de quera licou exlreraa-
j mente penhorado.
Dit-sa que u priocioe de C-.rignon acompanha-
r a fot-ira rainha i Portugal.
As curtes sao convcalas extraordinariamente
para 4 oe teterabro prximo, aura de ser pre-
sente o cuolrato matrimonial de el-rei.
Depois d_ dia 15 partirio para rurira, o Sr
marquez di
ceira, pela
de l.1'.har, marquez de Souza Uolsleia.Dr.Ma-
lhues Coutluho, general C.ula, e o cavlhiro
Alvaro Mariins, eiupregado uo ministerio dos
estrjng-iros.
A princeio embarcar na corveta a vapor fiar-
lliolomeu Dias, Beodo acompanhado pelos va-
pores Estephania e Sapres. Diz-se que viro
du is )i. i,0 s o.roeo, uoia ualiana o 0-4Ir s fran-
ceza, de conserva ou novio de gnarra portu-
gueter. a Ioglaterra manda tambem para Tejo
urna divido noval para a recapcio da f*tara rai-
nha.
Da-seque a H-iS.'.anha uomear um embaixi-
dor exlrsordioario para rpresantar aquelle paiz
oes ceremonias do casamento.
No 'lia 13 peito de 40J homens que se reuni-
ram n'um arraial era Cambra, dislricto de Avei-
ros dirigiram-se sobre as tuinas do Braeal paro ao
destruir. Apesor dos medida* empregada* pelas jgruenle.
aulori'ladas, os estragos forara grandes, e do
conflicto resultaran! alguns morto* pois che -
gou a haver liroleio eutre o povo o um des-
tacamento que gusrdsva os esttbelecimec-
tos mineros. Alguns especuladores tinham
persuadido o povo que a* minas eram o causa
do oidium, ou mal das vinhas.
As odlcinas d miua do M-.iluJa foram quei-
ma las pela plebe. O governo publicou urna por-
tara enrgica, mandando tirar urca devassa ri-
gorosa, pora serem coovenientenente punidos
os principoes fautores d'oquelle otlentodo.
Est coocluida a grandiosa obra a'arle doca-
! mnho de ferro, o ponte sobre o Te]o, que se-
gundo se diz um dos priweiros do Europa.
Forara declarados fallidos o negociante da
proga do Porto o* Sr*. Joo Jos de Souza Bra-
ga C.* com negocio de fer.-ageus, e o S-. Fran-
cisco Jos Leite de Magalhas*. negociante de
mercearia.
Pubncou-se um decreto a 14 deste ntez per-
mittindo a livre tutrodugo da cereaes eitran-
geiros, trigo, milbo. cenleio, favo, cevodo, ea-
voia, em grao, farinha, ou fabricado pele*
porto* secos e molhados do reino al ao fim de
a-ril da lb63. O* cereaea eiirongeiros tteam a
sujeitoa aos direito qae pagara o nacienaea
quando sao despachados para consumo.
Comacou a coosiruir-se no edificio da escoi*
Pulvlechino, de Lisboa, o observatorio meteoro-
logicoDia^netico de D. Luiz I- Os iaitrumentos
orgadoa em 4 cont* de rei foram cncommeuda-
dos o melhore* fobricanles extroogeiros.
A partida de tropas pora o Mxico j co-
megoa e devlo cooliuuar sussecivsmente para
estar- concluido a 30 de ogoslo.
O* geuerae Bazoioe N^igra o de Catalgn de-
viVj embarcar prxima mente poro O Maceo. A
fo^^a effecliv que eslava embarcando elev-se a
) mil hoo.es, que devem servir para obstara
9.uolquer golpe decisivo.
Das Ksl.de* Unidos nonata que as tropas do
Em face da sgilago qu vi na Iiali, per-
anotsrao algn* jornaes do Franja qul aero
oltitudo dista ; ao que opreasou *e o Jlfonitor a
'esponder nos palivrc*. que wgonn texlual-
raantn :
a Nao ha. ratio para tal pergunta, porque a du-
vida impoas'.vel.
< Diante das ameaga insolantes e da potsUeis
consequenciaa de um revolugo demaggico, o
dever do governo francez e a sua honro militar
obrigam n'o o mais que nunca a proteger ao
Papa.
O mundo dv* *bei que a Franca nao a-
bandonar no perigo aos seus protegidos.
Ora, sabe-se que o Monitor o orgo do go-
verno ; e assim vai-je levoatando un' pootlnhs-
do veo de myterio*.
O* chaforizeo da rampa do gy-uoasio ds>
cidode nuva ou Santo Amaro aehem-se aberlrs,
provendo aquella parle da populagfto d'ogaa po-
tavel.
A casa Rostron, Duton A G.. de Locdras.
que alli ba pouco falla, fez ponto com um active-
de 270,000 librea etterlinas. e o pa*ivo da 400,000
dita*. A' vista disto, s offeracem aos creoores
50 por ceato.
No dio II do crranle, leve lugar oa igrej
matrix do Pogo da Panella a nona mas em sut-
fragio do olma de S. M. F. o Sr. D. Pedro V, mn-
dala celebrar pelo Sr. Estima*.
Ilontem peas 9 horas da noite teotou sui-
cidar-e o Sr. Joaquina. Speredio da Silva Gui-
m a raes, etlabelectdo com laberoa o ra da Gam-
boa do G*rno, tomando urna porfo de pos, cuja
qoolidode nao foi taconhecida logo pelo* D-s. P-
tongo ePeraira de Brito, que compareceram
verificlo do fodO.
Ettes medico* proticaram osmaios da aalvacio
adequ.dos taea circamstaocita, olograrom pOr
o referido Guimares livre de perigo O moti-
ves que o levaram a ease asto de damparo, 11-
gam-ae i desarraojos do aaa negoato.
genaral Mac dallan Pen estavam ama;ado< Nao podemos daixar to ala o boas M Otgn


MeVlIQ ftl KEHAJUCCO. %a SaBBaDO lS DI SElEMBRO .|63,
''"' "Sri tubdelr gsdo Manoel Antonio de Jumi Jnoor
heisa emergencia, porquento apenas teve atien-
da do occottido, apraatou-se a comparecer, dan-
do aa necessiri providencias, deienvolvendo
zelo e proroptidao adnjiraveie,
Revolta, i quera tiuer ruv saja rais flug-
m&lico, a maneira Inconveniente porque proce-
der algumae >rac*s do 4* batalbo de attilharia
p, destacadas D fortaleza do Bram, piovo-
cmdo disturbio* e dessguiados ns tun proii-
roas fortaleza, ceno auccedeu neates ultimo
d!aa em que, alm co mala, eaboidoaram um po
ere preto, pelo simples motivo de ihe haverdado
urna enconire-ada. Pedimos, pols, ao Exm. Sr.
commacdaa'.'e das arrxaa te digne laogar suaa
vistas pare aquello detlasamenlo, para evitar
rnaia rrios diituibio, que ero iulallivela nao
aoffreodo estes provocadores o verdedeiro premio
de evs iuaulioi.
A confiara stminarista de Nossa Sanhora
esa Lores, reunida eru mesa geral co da 10 do
torretlf. sob a presidencia do iui attual o Rvm.
cenoso Joaquim Ferreira Coa Santos, procedeu i
eleigao da aova mesa, que Gcou essim organl-
Bada:
Jais, conego Jos Joaquim Camello de Aodrade.
Procuredor-geral, Fr. A. de S. Camillo de Lelil
Tneeomreiro, cura oao Serapio da Cruz.
Io aecetarto, seminarista Luiz Ferreira Nobre
Pelioea.
1* dito, diacocc P-'JroSosrea de Freita.
Procuradores.
Francisco X*ler da Roche.
JoSo Francisco de Si.
Manoel C. Eezerra deMeoeze?.
F. Augusto Raposo da Cmara.
No vapor frenes Guienne veio de pcsssgem
0 Sr. Pedro G. de Oliveira, que acaba fio com-
Dlettr au curso do eogeoharia Da escola de pon-
/ les e calcadaa de Paria, onde gozou 9 escea
eos mcalrea e Sa amizade doa rollegas, pot su-
qualidadea dtsiuctas e aiu laleulo e amor ,
scieccias.
Dando aua Cima, familia nessoa en tona,
ese>c.cs-lhe mil prosperidades, que aro bre-
ve, laocadc oo nusto nouodo da acreuciis, venha
despender em sua patria oa vasto coohccimentos
que b--ti-u dos ab.iiistdos mostr.
Hoctem pelas 9 horas da manbaa seguio
1 ara l'u'ro de f ogo a gi i.te que hava vioo pa-
ra cood.izir oa objecloa d> nova greja, que ali se
COBStrne ; e s da tarJe parti o Rvm. ruusio-
nario rei Seraflm de Caanla, acompanbado por
cerca de trila cavalheires. entre os quaes oa
RvUrs. vigario Autooio Rufino Severiano daCu-
nhe, padre Antonio Geoercao Bandeira, tenente
Ignacio Ferreira Guirijares, Joo Jos ae Souza
Oerres Jnior, Trar.quiliso Fernaudea de Mello,
Ismael Felrcissimo da Cuaba Bilbao, Marcollno
. lemeniioo Freir, Antonio Ferreira da Silva Tor-
ras, Manoel Mirla Frire, Minervino Adelioo
r.uzs Liioa.Tbemaz Alves da Nobrega Peregrino,
Hodulpho Gome da Silva, Zaferas Jos Ferreira,
!.uiz Lucas de Mello Jnior, Luis da Cunha do
Amaral, Luit Pereira da Silva Jnior, e outros
muiioa, tm cufoa semblantes se eivisava o jubila
que Ihe innundava as almas, por vereaa approxi-
mar-se o dia da realisaco de seua volca e arden-
te desejo.
De dia em dia cre9cem os servigoa importan-
tea que prestan e.-ses levitas, vinba do Senhor,
erala.eote poseo cultivada no interior, de nos-
eaa protinciaa.
Admira e sorprende a forcea que exrecem aa
palavra dessee miisiooarisa no meio de nossis
populicoes do iaterior, a quaes trazem sempre
um inm(l!alo e eflicaz resultado para as locali-
dades em que exercerB elUs seu sagrada mini-
terio ; que a voz da verdade eommove os cora-
<;oea e impelle-oa a brar o bem sera o peusameo-
t> acquer erguer o mei-or brado.
repat!5ao da polica. (Eitraco da par-
te do da iJ de tUmbro.}
'oram recolhidoa casa de detencao no dia 11
do correte :
A' ordam do Ur. delegado do diatricto. Jus-
tino Manuel de Aredes, braaco, de 35 aonos, agri-
csltor, viadodePs do Albo, por suspai* de
ser crimiooss no Booito ; Agostinho Jos de Re-
zende, lambem branco, de 37 anuos e agricultor,
^indode Giranhuaa, por furto decavalloa ko ter-
~. _mo de Agua-Preta ; o crioulo Luiz Antonio, de
5 aonos, igualmente agricultor, vindo de Caraa-
r, para recruta ; a crioula Josepha, de 30annos,
escrava de Flix Alve Ribeiro Franc, viuda do
Cear, cerno condemnade ariso perpetua ; o
.pardo Gonjalo, de 40 aonos, e os crioulo Janua-
rio, de 39 acoos ; Luiz Pedro, tambem de 40 ao-
nos ; Severino, de 20 ann>s ; Cyriaco, de 25 ao-
nos, Nicolao de 50 aono, e Mansel, de 30 annos,
todo escravos de Francisco Eliaa do Reg ao-
'a ; Jos Josqulm Damaaceno, tambem crioulo,
de 45 aono, distillador, todos para averigua .oh
emerime de tentativa de insurreicao ; Leopoldi-
na d Jess Pasaos da Mello, de 28 anuos, cos-
turera, e Manael Rodrigues de Carvalho, de 3i
aones, agricultor, ambos brincos, vindoa do Rio
f-rande da Norte, a primeira por crime de redu-
zir i escravido pessoa livre ea Goianna, e o se-
unio cono arimiooso nesta proviocia.
A' otdem do subdelegado do Recife, oa Portii-
.guezes Serafim Borg de Oliveita. catraeiro, e
Joaquim Ant ;:o Machado, maritimo, braceos,
./le 20 aonos, e os par:os MaDool Francisco da
Silva, de 35 annos, catraeiro, Francisco Ignacio
da Silva, de 21 aonos, torueiro ; Joao Martina da
Silva, de 10" anuos, marcineiro, e Manoel Joaquim
Soare, de 19 aono. jornaleiro, por ssrem en-
contrados era jugos prohibido ; o llespaulul Jo-
s Maoit, branco, da 33 aooos, narirao, por
-embriaguez e iosullue, e o crioulo Malheus, de
-l'i aooos, ascravo de Jos da Silva Luyo, re-
quisito ueste.
A' ordem do da Boa-Vista a par.ia Theodara.
aua requisico.
E- ordem do da Capung* Marcelino Evnge-
iiala da l'aixo, pardo ds 34 annos, oleiro como
indiciado em crime de furtos da cavello*.
O ebefe da segunda sec;ao,
/. G. dt ilesqua..
Moviaento da caa de detencao do dia 11 de
electro de 1862.
Existiam......33J presos.
Eulraram..... 26 >
Sahiram....... 6 >
Matadouro iublico :
Matram-ie para o consume JbiU cidade no
do dia 12 do correte 66 reies>
Obituario do da 12 es setembso, ho cb-
ITIR10 riBLico.
Plorencro Gomes da .:ilv, Pernambuco, 43 an-
nos, casado, Boa-Vista ; lalo na eapinha dor-
cs.
Procopia Mara da Conceic&o, Pernambuco, 22
annos, solleira, Boa-Vista ; coDgeslio.
Antonia Maila da Boocei^o, Pernambuco, 15
aono, solteira. Boa Vista ; Rastro interite.
J oa i Tavsras Rodrigase Lima, Parnimbuco, 9 an-
nos, Santo Antonio ; bexigas.
Emigdio Jote Soarea, Peroimbuco, 24 tonos,
solleiro, Boa-Vista ; beitga.
Manoel de Me eiros, Portugal, 36 ancos, solleiro,
Boa-Viata ; entero collyle.
Saliro, Pernamburo, 22 annos, BoUeito, escravo,
Santo Antonio; telano.
Jos, frica, 40 asnos, sedeo, escravo, Boa-
Visla; aneurisma.
Uariaue, frica, 70 azzos, lolteiro, Recife; con-
geato cerebral.
Joo Doroe'laa Cmara, Pernambuco, 56 annos,
casado, Santo Antui.io ; coogealo cerebral.
Mari, Fernn buco, 7 mezes, S. Jote ; bexigas.
Joo Alves, Portugal, 53annoa, viuvo, Boa-Vista ;
sa'urisma.
Pcironlll, Fernambuco, 38 anno, aolteira.es-
crava, Boa-Vista ; gaatro inUiite.
Juvina, Pernambuco, 6 mezes, Santo Antonio;
coovulsoe.
*Mfjki
wm mu
DO
Banco do Brasil.
Acaix ti.i>5 desconta latrai cora prao at
quatro mezes a 10 0,0, as do aeu proprio aceita
a 9 0)0, loma dinheiro a juroa em coota corren-
te, oa por letrta a 7 0(0 ao aono, e sacra ao par
a curto praio, sobre o banco do Brasil.
Caixa filial 9 de setambro de 1862.
Francisco Joo de Barros.
Secretario.
NOVO BANCO
DF
Pernambuco.
O novo banco d- Pemamcuco paga o 9. di-
vMtn lo a mo de 12j} por acc,ao.
Praa do Ile<*ife,l le setembro le
18G2.
A% guatro horas da tarde,
COTATOES OFF1C1AKS.
Nao houveram cofag".
i. John Gallsecretario.
rente anno te ha de arrematar por rtnda a quea
mais der em prace publica deito jaiz na tala
dos auditorios duas caiaa Irrese sitas na ra
Imperial n. 136 e 138 lendo a primeira 15 pal-
moa de largo e 50 de fundo em caixa i, quintal
em aberto, aenlo o oitao do lado do coi te de li-
jlo a o mils de taipa ; a segunda com 15 pal-
mos de frente e 50 de fundo, quintal em abeito
comprshen sendo ambas 36 palmos de frente e de
fundo 140, avalladas por 8001, as quaes foram
penboradi par excrelo ds Manoel Ferreira
Eitevea contra Caetaoo MenJe Delgado.
I nao havendo Untador a arremaiec.o se far
pelo abalirxeoto da lei.
O presente sr publicado na farma de estylo.
Recife 9 de selembro de 1862.Eu Manoel Maria
Rodrigues do Nascimenlo escrivo o subscrevi.
Trislo de Alencar Araripe.
O Dr. Trislo de Alencar Araripe, offlcial da im-
perial ordem da Roa e juiz especial do com-
merain desla cidade do Recife de Pernambuco
o aeu termo por S. M. Imperial que Dos
guarde, etc.
Faco saber sos que o presente edital virem que
acha-se berta a talteocta c Camargo Silva, pe-
la seoienga do Iheor seguiote : Molrando-se da I
petiQo a folha, que os commercianies Camargo,
Silva acbam-se era estado deioiolvencia, hei por
declarada a sua fallencia, cuja dala legal Qxo do
dia 31 de agosto prximo passado: mando que
em todo os aeus bens, livros o paptis se pe-
onara sello, e que seja por editan publicada a
falleocis. Para o cargo de curadores scaea no-
rceio oa credorea Campos Lima e Adamaoo
Huwie & C. que preslaro juramento, e alim de
se nomear depoisitario, que receba a mass falli-
da, sejam convocados os credores para o dia 13
do correte mez as 10 horas da mauha oa sala
dos aadlloiiof.
Recif*. 9 de aelembro de 1862. Tritto de
Alencar Araiipe.
E mala seoo coutioha em dita sentencia aqu
i mu bem e fielmente transcripta e copiada ; a nao
j tendo aceitado os credores cima declarado o
! cargo de curadores ticae, foram nomeado em
, aeu lugar o credorts Mello Lobo C, porlaoto
i sao pelo preeutii convocados luiin-i os credorea
! dos referidos fallidos, aura da comparecerem no
| dia, hora e lugar aupra designados, para se pro
ceder corso dito fifia a oomeajo de depositario
da resicctiva masta.
E para que o presente chegue ao conhecimento
de lodos, sei publicado pela imprensa, a lxa-
do na lrma do estylo.
Cidade do Recife, 12 le setembro de 1S62 Eu
Manoel Mana Rodrgaos do Niscicneoto, escrivo
o subscrevi.
Tristo de Alencar Araripe.
Para
Rio Grande o Snl.
O patacho Candida legue com brsvidale, e
recabe alguma carga a frete: trata-se com os coq-
aignatorios Marques, Barros dt C, largo do Cor-
po Santo d.I.
llalli
Janeiro.
e>S!S'. cSrc americano da 4 rodas com Cober-
, coa aasento para duas e 4 pessoas, com sr-
reos b lorigas para am e a0ua caTallos is 11
horas do dia cima mencionado na prara do
commercio em frente a casa commercial de
Satindera Brothera A C.
A. Y! SO*
a;'%-tA.fs.
TERA
Villa do Cabo.
O abaizo assigoade, morador no Cabo, faz scl-
ents s petsoaaque Um penbores em la mo,
qse tenh de 8 dias sob pena de nao oa tiraodo em dito pra-
so serem vendidos pira pagamento sem qae nada)
possam allegar. Villa do Cabo 4 de setembro da
1862.Manoel da Rccha.
O veleirohiite Ncvae aegue com brevidade.
recebe alguma carga a frete: trata se com os eon-
signatanoa Marques, Barro Santo n. 6.
Sabbado 20 do crrante mez, se ex
trahira' a quinta parte da segunda lo-
tera do Gymuasio Pernambucano (,
concesso) no consistorio da greja de N.
S. do Rosario de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios biihetcs acham-se
a venda na respectiva thesouratia ra
do Crespo n. 15, e as casas commis-
sionadas ra da bnperstriz loja de fer-
ragens n. i- do Sr. Pimentel, praca
Ida Independencia n. 22 loja do Sr. Sa-
[ tos Vieira, ra Direita n. 3 botica do
Sr. Chagas, e na ra da Cadeiado Re-
cife loja n. 45 do Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ ate [10$ |serao
: pagas urna hora depois da extraccao,
S\t\ f&ft\SlGPBi afl v?a*ti-aV.aEvc- 3 as outr,s,no dia immediato depois da
rfcQjpJETfBS k Wffi)i#|diitribuicjo das listas.
Servindo de thesoureiro,
CuuliLi a estar fgida a preta Mtria, de
naco, reprsenla lar de 4t a 50 annos, levoa
vestido de chita e panno ds coala com listraa en-
carnada*, parece idiota e ac:ode pelo oome de
Mariqainha; suppe-se er tmalo a eatrada da
Uelem oa Pombil : qaem a apprehender, conde-
za-a raa Nova n. 1*3, ou no sitio por detraz da
fundido do Starr, que sa grsl;ficar com gaere-
sidide.
Joaquim Jos de Scuia Neves drixou O
ser caixeiro da exincla rma de Pinto de Souza
Si Balro, dfsde o dia i do presente mez.
Arrenda-se urna rand parte do itio de
coqueiro, deoominido Mara Farioh, na fregue-
ii de Maranguape : a tratar no eoganho Muri-
bara, frgu^ia de S. Lourenco da Malta.
Alufja-o quario indar do obrado da ra
Nova n. 21 : a tratar na rresma ra loja da fer-
rgens n. 6.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Espera-se dos portos do sol at o dia 13 do
correte o vspor Cruzeiro do Sul, commandante
o capilo de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costme seguir para
os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga qua o vapor poder conduzir a qual deva-
ri aer embarcada no dia de sua chegada, en-
commendae e dinheiro a frete at o dia da sabi-
da as 2 horas: sgencia ra da Cruz n. 1 -
criptorio de Antonio Laiz de Oliveira Azevado
Jos Rodrigues de Souza.
Saca-se
W'&.&nti
aieatuciegat,.
(aiidimantodo di 1 s 11. .
Idara da di 12
. lC0:716g269
. 16.975}026
177:6916295
ovlnaento .a Kiluurg*.,
Valamasanircdos aomfazedas..
s f(on ganaros..
Velamas sahidoa in fazandas..
I com gneros..
CO
792
asas 852
96
106
== 202
Descarragam do dia 13 de setembro.
Patacho ingleMerseymercadorias.
Patacho ameri|canoPlmelomercadorias.
Patacho ingles Vellage-Bell idero.
Bri|?ue portuguezLaia IIfarinha de trigo.
Recetedorfa de rendas Internas
C?raes de l'eraaudaes
Readimentotodia 1 a 11. 12.695a613
dem da dia 12...... 2:201060
14:8965723
A cti-it:
Existem....... 352 >
Nacionaes.....
EslraDgeiros ..
Escravos......
Escravas......
231
32
95
9
Total........ 852
Alimectadoa a cusa doa cofre provio-
Movimeoto da enermaria do dia 12.
l'iverara baixa :
Manoel Vicente Parreira, tumores.
Joo Evangelista dea Saotos, idem.
-ioao. eacravo de Manoel Alves, intermitiente.
Tivera alta :
LnitTeizeira daSsnna.
Patsageiros viudos de Macei e porlos io-
ermedie, nc vapor Daciooal Mamanguape :
De Pedro Aolooio da Coat Moureira e 1 irmao,
Jo MarqueaPereira da Silva, Vichte Bezerra
Moote-Na;ro. Joaquim Jote E. Moute-Negro,
Olegasio S. de Carvalho Neiva, Antonio E. da S.,
Mquioa de Azt>7oJo Villarouca, Jote Jorge de
Cerqueira Juciur, Joo de Albuquerque Mello,
)emmaes JosdeFariis, Maooal Connives Nu-
bmm Machado, Joca Antonio Almeida Guimarea,
Armonio Ferreira de Azeveto e S7a, Dr. Am-
brosio .Machado da Cunha Cavalcatii, aua teoho-
ra, ..:na criada e um crialo, Manoel Joaquim da
Sii*< Leao, Joaqun Acioll Lina, Carlos Pereira
ce Bangos, Jos Feliz Pereira de Btrgoa euro
criado.
Faesagekos vindoe de Bordeaus e portos
intermaios no vapor fraacez Guienne :
ei Feliz fiauvag* eaaa aeohora, P. J. do lirei-
ra, I.fcumie Erneslioe Rttxooa Martnez j Guel-
leo e um ibrinh, Leoncio de S e Atbuqaer-
que, Franeiaro Frreiia de Novaes o uma ttlba
menor, Joao Pinto egia de Souza, Grewez Jeao
BapMaia Joteph, Acionio Bolelha Piolo de Ue-
Qu'it, zlfonso Aug-isio da Cruz Muaiz, Franciico
Pedro da Cruz Neves, Jos Val-deperas y Roe,
Mec&elaogele Lacort, Beageo Improlo e am -
iho, Vito Improto e um io, Nicota Fescna, Sc-
lino Rizolie, Guiaeppe Lacort. Mchelo Palee e
um fuho, Kuggeiro Luize, Therenoo Etienne de
Benolay e asa familia, campos! de qvatro ps-
eos e Vicer./io Falce.
Stguem para o aal ;
Hygino C. Doro, Fernando Vernou, Joo
Soa-e, Antonio Bidas, Guilberme Rouaoet Joao
Fr a d fhom-.x.
Pssegiro vindo do Rio de Janeiro do pa-
tacho portuguez S. JoU :
Judo Miranda Viaona.
Paasageiros vindos de Lisboa no brigue por-
iuii*z Conttanle:
Fraaaisco UtTl'itS) Augusto Mtrgues a Agoslin
Maotefe.
nonaaUCo ar Randimeutodoldlal a U. 13 546J627
i 1 ...... 1:9021161
14:8095888
HAMBLRGO, 21 DE AGOSTO DE 1862.
Bolelim commercial.
Tambem duraatea quinzena pasuda, o merca-
do continaou anmalo,subindo um pouco os pre-
sos dos principaes gneros.
Cafi.A posico do caf melhora successiva-
mele. Ai tranBacgoes para o consumo toraaram
auradavei properr;6es, e os pregos tiveram uma
nova aubida de 1/16 1/8 schiillog. 0 annuncio do
jeilo d'outono na Iiollanda fez uma favortve!
influencia, avisahdo urna quanlidade asss dimi-
nuta. O caf do Bio tero sido particularmente
procralo, ao mtssrun Umpo que foram nagligen-
ciadas as qualidadea inferiores da de Sanios;
vista das aliimas noticias do Rio de 25 de julbo
porm, que faliaui de inferiores carregameutoa
de caf de Santos para liamburgo, a poaTcio dea-
se geoero tem melhorado.
Cottmes : caf regular ordinario : 6 3/4-6 7/8
cliiliiru.
Vanderam-se desde o nosso ultimo 63 mi
saccaa de caf hrasileiro.
Assucar.O mercado de ssucar contina ani-
mado, e oa precia se sutteoUram plenamente ;
venderm-se 3i0:saceas de asnear de Pernam-
buco ; 1,800 sacaa e 270 caizaa da Babia, e 120
saccas do Cear. I
Tabaco.O tabaco contina sempre em baa
aceitarlo ; as ultimas veodas orsm de 800 balas
de tabaco da Bihia 6 1/2 9 achilling.
Couros.O mesmo estado de frouxidao como
referimos na nosb ultima ; venderam-se 1,500
couros do Rio Grande do Sul.
Algodao. Ap'sentando se venda somente
partidas muilo dilmioalas, os prejos aobem cada
dia mais.
Cacao.Muito frouxo ; entroa grande porgao
indirectamente.
Jacaranda.Aa venias foram de 51.0CO libra
dejcarauj da Babia 7 7/8-10 5/8 marcos aa
100 libra.
Parliram ltimamente para o Brail ; o nvi0
Sltinwarder para Sntos por vis de Liverpool ;
-JJoerus para o Para ; Soanen para o Rio de Ja-
neiro.
Acham-se carga par o Brasil : o navio Eco-
noma para a Baha ; oa navio Olio e Capibari-
.be para Pernambuco ; os navios Ann Si Lisz'j,
! Eris Andreas e Jfeafa para o Rio de Janeiro.
Cambios.S,l liondras, 3 mze. 13 marcos 5
!1/4 s S/ Paris, 3 meaea, 189 778francos por 100 mar-
eos branco, praao curio 188 5/8.
Hovimato do uorto
Navios enerados no dia 12.
Macei e portoa intermedios20 horas, vapor
nacional Mamanguape, de 337 fondadas, com-
msodante Manoel Bi>drigues dos Santos Moara,
equiptgem 0
Bordoa e portt-s intermedios17 dia, o paquete
a vapor francez Guienne, de 1,167 toneladas,
commandante E. Hypolite, equipagem 116,
carga ditiarenles mercadorias.
Rio de Janeiro13 dias, patacho portuguez S.
Joii, de Mr) toneladas, capilo JoSo Vieira
Ferranho, equipagem 10. carga 4,180 quintaos
bespsnhes ; a Marques Barros i C.
Lisboa35 dias, brigue portugaec Comanle, de
303 toneladas,capilo Auguto equipagem 16, carga vinho e outros gneros ;
a Manuel Ignacio de oliveira & f'ilho,
Farragosa 35 dias, polaca heshanbol Flora, de
136 toneladas, capn > Geraldo Sentat, equi-
pagem 11, cuga vinho e outros genero; a
ordem.
Navio sa nido no mesmo dia.
Rio da Janeiro e BabiaVapar francer Guitnnt,
commandante E, Hypolite.
Companhia do Be.
beribe.
A direccao Jconvida aos Sis. accio-
nistas para se reunir no dia 15 do coi-
rente ao meio dia em assemblea geral
|extraordinaria, afim de deliberar se so
breo encanainento das aguas para a
freguezia dos Afogados.contorme as ba-
ses olerecidas pelo Exm. Sr. presidente
da provincia em olicio publicado no
Diario de Pernambuco de 9 do corren-
te. Escriptorio da companhia do Be
beribe 12 de setembro de 1862.O se
cretario, Justino Pereira de Farias.
Directora geral da instruccao
publica.
Publica-sea relago dos despachos dado para
a obtenso de titulo de capacidad* para o magis-
terio primario, e de tcenlas relatiraa ao ensino
particular a sabor :
1 D. Josepha Arrelia de Codoy e Vasconcello,
em 25 de aelembro de 1861 para titulo de ctpaci-
dade profeasion>l.
2 Aotooio Ralino Pessoa de Mell i em 21 de
Janeiro do correte aono para lilu e liceaga,
afim de pjder ensinar priraairas latr.
3 D. Thereza Guilhermina de Ctrva! o, em 16
de junlio iilem. ^^
4 Jos Thomaz do Arnaral e Mello, f&o 17 da
jat.h-.i pira o ensino de grammalica portatruez.
5 Padre Manoel G< mes da Poneca,flg 21 de
julho para o ensino i rimario
C Franc CO Jos Hartios Tenn, em^Pdo aor-
rente mez e auao para o ensino do eiApluraco
por partidas dobradaa. V
Sao convidalas as pessoas a qu*m pe referem
os mencionados despachos, a mamar tirar as
respectivos titulo.
Secretaria da iostrurgo publica de Percatnb
co 12 de selembro de 1862.
O secretario,
Salvador Henrique de Albuquerque.
Pela theaoursria i que a arremata-ai das obras doa reparos da es-
trada de Pao d'Alho, fot transferida pora o dia 18
do correle.
Stcretaria da th3so tembro de 1862.0 secret-rio,
A. F. d'AoouDoiatao.
Gassiao Popular
BAILE
Extraordinario de phaiitasia
coa
Mascaras e sera ellas.
EM BENEFICIO DE
H. F. S. Magalha s.
Sabbado, 13 do corrale.
O esfor;os que o beneSciado e seus amigos lem
empregado, sao bases rmea a garantirse que
crrscida encheoie de pesio'S dialincta, nasse
dia honrarn os saldes do palacete da roa da
Praia : as bellas parlidursa com que a orchestra
pretende distinguir por si, tambem garante bri-
Ihantismo: em alguns dos ioiervallos que o be-
neficiado preeocher com dansas figumdae e jun-
tamente haver a verdadeira quairilha ameri-
| can, J: usad* pelo beneficiado e alguna seus
amigoa coadjuvuo para que o tffeito do diver
limeoto popuUr rr.alise aos esforcos dispen-
sados
Sero nbservadis aa disposlcoes do regulamen-
to interno.
O beneficiado muito coufla na benevolencia do
repeitavel publico.
Iogresso de cavalleiros JOOO, e damas gratii.
Curso lingua
COMPANHIA BRASILEIRA
DI
lMf
S l
E' esperado doa portos do norte at o dia 17
do correte, o vapor Tocantins, commandante
o primeiro lente Pedro Hyppolilo Duarte, o
qual depois da demora do costume seguir para
os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiroa, a engaja-se
a carga quo o vapor poder conduzir, a qual deve-
r ser embarcada no dia de aua chegada : dinhai-
ro a frete ecfnmmendaa at o dia da sabida a
2 horas da tarde : agencia ra da Craz n. 1,
escriptorio de Attocio Laiz de Oliveira Azeve-
do 6 C.
COMPASHU PERNAIBiiCffk
DI
J^avegaco eesteira a vape?
Macei em direitura.
O vapor Mamanguape, commandante Moura,
satura para Macei co dia 15 do correte mez s
4 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13 ao meio dia. En-
enmmandas. paaaanlroa a dinheiro a Irele al
o dia da sabida a 2 horas : escriptorio no Forte
do Mallos o. 1.
*' ,*o .w.imtuso..
Para Lisboa
a
!PMJi
Babia
om ffiuite hrevidede pretende aegalr o bata eo
ohecido a veleiro brigae rscuax Joven Arlher,
capilo Joaquim Antonio Gonc/lvee dos Santos]
lem parta de seu carragsmento prompto ; para o
resto qaa Ihe falta, trata-se com oa s-u coosig-
nttarios Antonio Luiz de Oliveira Azavedo 4 C,
no aeu scripterio ra da Cruz n. 1.
ao corsmercio.
francesa
noite.
Jos Sos res d'Azevedo, professor de
Iliogua e litteraiura naciontl no Gvm-
nasio do Recife, tetn abeito um curso
I pracO'theorico de ogua francezapelo
uovo syatema de OilendoriF, para a
classe docommercio que no pode fre-
quentareste estudo de dia. As pessoas
que desejarem fallar e escrever esta lin-
gua, podem dirigirse a' residencia do
annunciante, ra de S.tnla Rita Nova
n. 47.
Aluttam-ae tres escruvoa possanles par
lodo e qualquer ervir;o : ns ra do Imperador
o. 29, da 7 l horas da manhaa, e das i i (>
da tarde.
Quinta-teira 18 do correte, (tapis da r.-
dipncia do Sr. Dr. juix dos ffito da fezenda,
10 horas do dls, iro praga por venda os bees
. seguidles :
O sobrado de um indar e soiai tito na raa das
Larangeiras u. 2, com duas portas e veranda de
madeira, tendo a frente 22 11 palmos de largu-
ra sobre 72 de fundo, dais salas, dous quartcs,
cozinba no soto, pequeo quintal murado com
cacimba meeira, e solo foreiro, avallado era vis-
ta do seu eatado por 2:800$, penhorado por exe-
I cacao da fazenda provincial contra Claudio Du-
beax, como fiador do Francisco Cavalcaoti de Al
: buquerque.
A casa terrea de taipa n. 7, sita na estrads do
j Monteiro, avahada por 1j(J>, penhoraia a Jonua
Francisca do Carmo.
I dem (demolida) na raa do Pilar n. 133, ava-
i liada por 1 J0{*, pethorada a Bernardo Jo* da
Cot Valente.
A casa terrea na eatrada nova n. 3,, de lijlo,
choa foreiros, com 17 nal-ios de largo sobre 31
de fundo, avallada por 300>, penhorada por en-
cnc,ao da farenda provincial contra a viuva de
Mano! Francisco da Silva.
Um armario de louro, avallado por lf>>, dous
reoslos de mes por 6J. um bah da couro por
5S, 7 b;cis da porcelana a 25 c*ds uma, 3 cs-
ligaes dexioco a 500 rs., I caodiflro de mesa por
4$. 3 globoe de vidro a 500 rs 1 galheteiro por
320, 21 veos pretos por IOjj. 7 vesios para
menino a lacada um, 3 pentes de lartiruga a
2J cada um : oa quaes objectes foram penhorado,
por execuco da mesma fazan !a contra Marceli-
no de Borja Geraldes, reprecentaio per Jos Cy-
priaoo Antanes.
0 preto Francisco, r*e naca, representando iO
_. anno de ida le, pamas arquiaJ.is, do servico do
campo, avaliado por 3003. penhorado por *xcu-
co da mefuia fazenda contra Franriaco Mus Cil-
das. Recife 12 de setembro de 18U2. O solila-
dorda fazenda provincial.
Joo Firroino C'irreia de Araujo.
sobre Lisboa e Porto : na ra do V-
gario n. 9, primeiro andar, escriptorio
de Carvalho Nogui ira.
Bailar & Oliveira sacam otra a prca do
Porto.
Alugaua-se dous grandes arma-
zeas na ra da Concordia proprios pera
qualquer estabelecimento era ponto
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo-
se Alves na ra da Cruz do Recite.
A ptotessora publica da primeira
cadeira de instruccao priinaiia do sexo
feminino da freguezia de S. Fre Pedro
Goncalves desta cidade, declara para
conliecimento dos interessados que no
dia 12 do corrente entrara'no exercicio
do seu cargo, estando aberta a sua aula
a hora costumada (9 da manbaa) no so-
brado n. 8, sito na ra da Cruz.
Tierra Humuiet e J. L. K. Tbaxn, aubdi-
loa Belgas. retlrm-e para fora da proviocia.
J. S. VViliemaons, sua mulher Mara Van
Wedding e ama fi ha nanor, sabdilos Belgas,
retira ni ae par o porloa do su.
Jos Antonio dos Santos, subdito Portu-
guez, lae a Macei.
Sitio.
W.W.IHA PERNlfiUC&NA
Navegacao costeira a vapor.
Parabiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau, Aracaty, Ceara' e Acaracu'.
O vapor Iguarass, commandante Vianna,
sahir para oa portos do norte at o Acrac
oo dia 22 do correte s 5 horas da larde.
Recebe carga at o dia 20 ao meio dia ; en-
commendas, paseageiros e dinheiro a frete at o
dia da sabida das 2 horas : eacritorio no Forte
do Mattn n. 1.
Precisa-se de dous perteitos tracalhidorHS
de massaira : na padaria da ra larga do Rosario
numero 16.
Jaaquim Dia Fernandas por teu procura-
dor faz cienlf ao respeilavel publico que julgn
nada i.'ever nesla prr;a nem fora dtlla, porm 9*
alguem lejalgar e credor, pot"e apreentar-e
na ra larga do Roatrio b.4 pra receber incon-
tinente.
Perdeu-se
Va*UOfJ,
pretenda aeguir com muita brevidade a veleira
e bem conhecida barca portugueza aGratido,
capilo Antonio Frreira Borges Pestaa, tem
parte de asa carregaroento prompto: para o rea-
to que Ihe falla trata-se com oa seu cemigoata-
noa Antonio Luiz de Oliv.ira Azevedo, no seu
criptorio ra da Cruz n. 1, ou com o capto
na pr5e.
Sdtae$c
O Dr. Trilao de Alencar Araripe offiefal da or-
dem da Rosa e juix de dreito especial do co m-
mercio deta cidade do Recife capital da pro-
vincia da Pernambuco sea teraio por S. fc'.
I. eC. o Sr. D. Pedro II, a quem Dos guar-
de etc. v
Fajo saber * ao Um grande carro e 2 ca-
vallosconnarreios.
Sabbado 13 do corrente.
O agente Pinto far leilo por conta de quem
pertencer de um carro grande e novo e 2 caval-
los com arreioa para o mesmo carro, a qual tem
excellente8 mola, lsntero e todo mais per-
tencea: s 11 horas do dia cima mencionado na
pra;a do commercio.
LEILAO
DE
Graxa e cerca de 100 cai-
xas com velas de
carnauba.
O agente Almeida far leilo a requerimento
dos depositarios da massa de Josqaim Francisco
de Mello Santos e autorisaco do Illm. Sr. Dr.
juiz espacisl do coraeaercio do 121 Tolumea com
graxa e cerca de lOOcaixasde velas de caroaoba.
Segunda-feira 15 do corrente.
Na fabriea do fallido Mello Satilos em Fora de
Portas n. 1, a 11 horas.
dede a ra do Trapiche al o panadizo uma por-
<;o de chaves eng-tadas n'uma argola de ferro :
rogs-se a peoa que aa achar, de fazer o favor
deeotregir na masma raa n. 41, quo se ficar
aersdecida.
Antonio Valeolim d Silva Barroca dei\a
por saus procuradores na admioistra?o e sua
casa commercial durante sua ausencia desta ci-
dade aos Srs. Joo Igoaco de Medeiroa Reg,
Albino Jos da Silva e Antonia Igoacio do Reg
I Medelros.______________
Antonio Vtlentim da Silv Barroca, lendo
de eguir amanha para a Europa, e faltendo-lhe
lempo para despedir-ae de todos seus amigos e
parantes, o faz por este meio, pedindo desculpa
dts falta involuntaria.
Ptrdea-se dentro da igreja de N. S. da Pe-
nha, no domiDgo 7 do corrente, na occasio em
qoe ae celebrtva o Te-Deum, um alflnete de ou-
ro de lei : quem o achou e qaizer reatituir, en-
tregue-o na Uvraria universal que atr gratifi-
cado.
Alagase um escravo e um eacrava : n:
ra da Guia n. 51.
Deencmiohou-se do o'rado da ra es-
treit do Rossrio n. 18 um* flauta de bano com
cinco chaves de prata : rogase a pessoa que Ib
for offerecida dita nauta, no cato que queira res-
titui-1, dirija-se ao raeemo sobrado, qie ae ihe
gratificar seu trebalho.
Alagase o bera conhecido sitio na entrda do
Hoouiro ouie ullimamenta estiveram os Srs.
cooaules huspaohues U. Miguel e Joo. Teai
etcellenw a commo los para grande ftiii, co-
cheir, estrib*ria, lodo mundo, grande terrajo
ru frente, porlao ni frente e no fundo para o
bauho, znoredo* de fructo e grande jardim cora
bellas e b<-m dupo*tes flores : a Iratar com o
Sr. Antonio Jos Comea do Correio, no Monte-
ro, ou com Heunque Jorge na obra da travesea
do Pocioho. |
Mudaiica.
s
A proprietaria do holel da rus da Seniala No-
va, avisa ao pablico e aoa aeus freguezes, que
mudou o mesmo hotel paro a rui da Guia n. 36,
primeiro andar, aonde contina a foroecer co-
medorias menaaes per menos prejo que em ou-
tra qualqusr parte, com assvio, regularidade e
presteza em seu s*rviQo ; finalmente scientiQca
aos seus freguezes quu todos s domingos e ias
santos pela madrugada hacera a sadorosa mo de
vacca. Na mesma casase precisada um perfeitj
cozinheiro.
Ao publico.
O abaixo sssignado, aotigo solicitador dos au-
ditoriss desta cidade, contina a exercer sua pro-
lissao, tanto lo civel como no commercio, e se
encarrega de tiesempanhar. com Qjslidade o
prompiuo lodos o mistares qua ihe sao iohe-
reutes por justes mui razoa'ea : oa seus uti-
os amigos qua sempre o honraran* com sua coo-
tlaija, e quaesiiuer oulras pessoas o podero pro-
curar em casa de sua residencia na ra da Irn-
peratriz r. 3*. em todos os das das 6 s 9 horas
! da manbaa, e das 3 da Urde em oante
I __________Victorino Jos ile Souza Travesos.
A pessoa que llvr urna ctelr de r*Dugo
em meio uso, e a quizer vender, dirjase pra-
ga da Boa-Vista n. 5, aegundo andar.
Mary Hendersou u seu lilho meoor InbJllos
ingl>zeretirani-se para a Inglsterra,
Cas.is para nlugsr.
Alaga-se o l* andar do sobrado n. 24 da ra
da Cruz, proprio para etcrlptorio, o o 2* andar
da ra da Senzalla-Nova, n. 9; quem pretender
dlnja-e a Prente Vianna & C., ra da Cadeia
do Recif. n. 57.
Precisase alugar uma preta que tei.ii boa
conducta e seja fiel, que saiba engommar e co-
inhar : ua ra do Uueiaudo sobrado r. 4, pri-
meiro aodar.
Aviso.
Furto.
Rio de Janeiro, LEILAO
pretenda seguir ern muita brevidade o veleiro
bem conhecido patacho nacional Canuans ca-
pilo Theotonio Jos da Silva Roa, tem part
de sea cargamento prompto : P.r. 0 reato a
Iba falta, Irata-sacomoa seaa aoneignatarioa An-
onio Luiz da Oliveira Axevedo & C. lo sea es-
K'otorio, raa di Crnx n. 1.
DE
Ubi carro e cava-lio.
Sabbado lo do correte.
O agente Pinto far leilo por conta de ara
estrtogeiro que relira-ia para Earop de ata
Dc.'ron'e da casa da deUncn, na cisa n. 13,
roubaram a seguiote : oodia 11 do corrente, das
10 para 11 horsa do dia, um corrento groaso de
ouro com 16 1|3 oitavas, poneo mais ou menos,
um par de brincos de ouro com 3 oilava, pouco
mala ou menos, maia urr brinco no valor de 23J,
dous annei, um regalar e outro pequeo, um
corrento de prata, 50 corae, am relogio de
prata doarado com a mola da caixa concertada,
daaa volita de cordo de ouro, ludo isto foi em
ama boceta, com dus caitas de liberdade, sendo
uma de Macario e outra de Joao Pedro da Coila:
roga-ae aa autoridadea policiaea-a apprehersSo de
ditos objectot, e a pessoa que souber ou der no-
ticia tem ama gratificado, a qnem comprar dito
objecloa e sabeodo ser.i punido conforme a lei|;
poda-ie dirigr cs cima.
Alug-a o tegsudo ni lar n. 4 do pateo do
Panizo : a iral gundo n^ar.
Oa credorea de Joaquim Spertdio da Silva
Guimres,em razo do infeliz accidente que hon-
tem levo lugar, sao conidado para coropireca-
rem no pateo do Carmo o. 2, primeiro andar,
afim de tomarem a deliberc,o que Ihea convier
aobre os s-u* negnrios.
Aluga-se e tnnbem se'ven'-e ou permuta-so
por casas nesta praga urn sitio muilo grsode,
com caa soffrivel, cocheira, estribara para ca-
vallo?, cacimba excellente com bombas de farro
| e de chumbo, com muilos arvoredos, um pomar
|de laranjaa esco'hidas, muilos coiueiros e uma
i graude baixa de capim, manguea para madeira
leohas, um famoso viveiro e com todas as a ais
couimodidadas para se gozar a vida por ser mai-
; (o perto da cidade e ser collocado na ra de Joo
Fernandes Vieira junto do Manguind : o pre-
tenderte dinjam-se a Antonio Leal de Barros
no mesmo sido para Iratarem do ajuste.
Barbeiro e cabeleireiro~
Joo Hartiniano Coelbo avisa ao pablico em
particular a seus freguezes que mudou aeus loja
de barbeiro, cabeleireiro, sangrador e dentista da
ra do Imperador para a ra eatreita do Rotarlo
o. 17, onde pode ser procurado.
Aluga-ae uma escrava cosinheira e eogoai-
mdeira para tenlo interno de casa de faai-
n illa : a tratar paisnodo a Soledade principia
de estrads de Joo Fernn es Vieira o. 36.
Arrematacao.
Sabbado linda a audiencia do juiz de paz do
primeiro districto da freguezia da Boa-Vista eo
ha de arrematar uma come .o Ja com srmario
urna marquexa, por execuco de Francolino E.
Farreira Chaves peuhorado a Joaouin Vicenta
Merques.
Admirem-se e approveitem-se
Retratos de antrolypo a 19 um ; na maia acre-
ditada e anliga oficio do photographia deita ci-
dade, na raa o Cabag d. 18, entrada pelo pe-
alo tj manir.
O abaixo assigoado, conhecido por Xico Bexi-
ga, amigamente com loja de ralgado atrax da
praga da Independencia, travessa das Cruie, e
boje com o m*mo estabelecimento na ra da
Imperatriz, outr'ora aterro ds Boa-Viata, ao p
do becco doa Ferreiros n. 38, participa a seus nu-
merosos freguezes, tanto da prega como nego-
ciantes do malo e dette gaoero, que est bera
sonido para seivir bem aeus freguezes, e venda
muito barato como de costume vender muito a
genhir poseo. Francisco Maciel de Soaia.
OSr. Joo Duarte Magi
uario queira vir a esta typo-
graphia a uegocio seu.
Pracisa-aa alag-r am escravo para e servi-
$o de uma caa da familia : na ra da Cadeia.
loja n. 50.
Alugam-sa o 2. e 3. oa 3. o 4.' andara
na ra do Trapiche d. 18: a fallar no nciip-
torio. r







DlAfelO DI f ERRAllCCO ~- SBBlDO 1S DI SETEalBuO DE 1161
Aluga-se
urna eicri'a boa cozinhelri, muilo limpie fiel :
tratar na ra do Rosario da Boa-Vista d. 30,
sobrado.
Precua-ae de urna araa que saina cozobar e
engoa.uiar, pira casa da homm soltairo: na ra
do Camarao, taberna n. 13. ______________
Antonio Jase Pereira vista e seu estado
de laude, em rateo de algumaa viageos que lem
feito sfnn de cobrar de saus devedoret, para ir
Dorttsando seu debito, e nao podando de forma
alguma nem por bem e oem por mti raceber na-
da, ve-se na preciso de vender sea sitio em
Santo Amaro, am de pagar os seus redores :
oa pretndanles podem dingir-se a Santo Amaro,
paitando a casa do Sr. Antonio Jos Gomes do
Correio, na outra que vai para Oiinda. Tambem
se alaga o mesmo sitio.
AinJa el pata ilugar-se o pciu.eiro andar
do sobrado da ra Direita n. 85, e a luja do mes-
mo sobrsco, t> tambem a loja do sobrado n. 9 da
ra das Cruzes : quera pretender, (alie lo mesuio
sobrado n. 9 da ra das Cruzes, penltimo quem
vida ra do Qaeimtdo para S. Francisco, lado
direito.
Kiwaru
Europa.
Na cochura ao Varadouro, em Olmas, pre-
clsa-se de um boleeiro.
m&
Precita* se de uuia ama de leite que o
tenha bom paga-te bem : na ra Nova
n. 47.
de saude S
Xarope
M0DIFIC4C0 DE PRECOS
MENOS 10 a 20 POR CENTO
NOS
:mi
&
Pepper, subdito biitauuico, val
.4ma.
Pracisa-te de urna ama livra ou escrava para
todo servido de urna pessoa : na raa de Hurlas
c. 9, iirimeiro aodar.
Preciaa-se de 1:71)0 a jaros, dando se por
bypolaeea urna casa terrea nesta cidade, ou veo-
ot-se a mesma : na raa Diraita n. 82, primeiro
pdar.
No da 13 da crtente, depois da audiencia
do juizo de piz lo 2.* ditiiicto da fregoezia de
Santo Antonio, pelas 10 horas da manba, ser
ar.-emaiada na ra das Floras urna porgo de miu-
dezas peBherads a Jos Carlos do Reg Yaleuja
por eiecu^o que contra elle promove Ojmiogo6
Alvaro Machado ; eic io Goianna.
Aluga-se ama boa casa terrea na ra liupe-
lial n. 213, com 6 quaitos, 2 salas, cozinba (ora,
quintal e cacimba : a tratar na padaria da ra
Uireita n. 84.
Alugam-se duas cases na ilba de Bonifica,
antea da ponte da Paisagem, a primeira de 2i0
por sudo, com 8 quartos, quintal, eaciaiba, ele. ;
asegunda com 5quartos,de 1L0JJ; a primeira o.
10 C, a segunda 10 A : quem em lempo se quizar
premaoir da duas cases em bellas condiQdes para
o vera j, e de preco barato, pode tratar na ra
estreita do Rosario o. i.
&
DE
ARRaULT,
cliiraico com privilegio de in-
vencao, autor da medicina
domestica dos paizes calidos etc.
Elle xarope preparado com substan-
cia purauielila vegelaes tem sido om-
pregtio com xito pelos mdicos siais
eminentes no traiamento das molestias
syphilitioai, e os benficos rebullidos co-
lhidos de sua applice,ao, tem reudio a
sau autor milhares de certificados que
provam saa eilicasia as molestias veoe-
S reas, tscrobuto, rheucoatismo. escrefu-
"a >aa (alporcasj bobas, papeirs, erisipelss,
P opheulmia, tmpingens, leacorrha (flu-
9t$ 10-brmco! supiiresso do menstro, gota,
fy sarna, elephantlazes dos mentiros infe-
ra riores e todas st affeccoei cutneas e
2 syuhililicai.
m
| Balsaiao infallivel
X para curar completamente
2i horas pancadas e cica-
trizar feridas de qualquer na-
Stureza que sejam por Arrault
5 chimico.
NICO DEPOSITO
W na pharmacia lranceza de P.
O Maurer & C.
|38-Ruado Imperador-38
PROGfiESSIST
ip'iaiiiiiiwi
Ra das Cruzes u.
NA
36, e
largo do Careno u. 9.
Scientifieam sos seus f reguezes que em virtude do actual estado de apatbia commercial re-
olvem vender todos os seus gneros por menos do que outro qualquer anunciante e oflerecem para
I garanta da superior qualidade de seus gneros as competemos amostras de cha, raanteiga, caf,
! arroz, tapioca, ararula, etc., etc., para que pessoa alguma duvide deslas qualidades, a vista de tao
resoraidos presos,
j Convidara portanto ao publico desta eidade a de (ora, a virem fazer sua dispensa em ditos
' armazens, afim da pouparem animalmente de 100*000 a 2:0009 conforme a custura&da des-
peza de cada chefe de familia, economa esta que muito til lhes deve ser, sem que seja mister
soffrer a rnais insignificante privajao do cuslumado diario de seu passar, devendo porem manda-
ren), aos armazens indicados.
em
g&
>-*S<
Hotel central!
JosGongalres da Silva
ropa.
retirase para Eo-
Jaclntho
Europa.
Antonio Alonso reiira-aa para a
Aluga-se o sobrado de dous andares r. 25
dos Quatro Cantos em Oiinda, bstanla (resco e
com excedente vista, tem bons commedos psra
familia ; a tratar com Joo S jares Raposo, oa bo-
tica dos Quatro Cantos, ou com Leal & lrmo,
na ra da Cadeia do Recife, escritorio n. 56.
DE
Mudanca.
O solicitador Jos Coelbo da Silva e Araujo
mudou sua residencia para a raa do Livramenlo
n. 21, segundo aodar.
Bebente.
Alugam-se tres casas terreas novas no sitio do
Porto da Madeirs, em Beberibe, a beira do rio,
moito frescas, com o banho logo no fundo : quem
as pretender, dirija-se a raa Direita n. 69.
Nesta typographia precisa se fal-
lar ao Sr. Manoel Ferreira d'Almeida,
que mora na Casa Forte.
fon criado.
Aluga-se um escravo pardo com idade de 20
enaos, muito lie! a obediente, j servio n'uma
casa eslraogeira 7 annos sem nota e sabio por
se ler acabarlo com o estabeltcimento : na ra
da Craz n. 6. terteiro andar.
Frecisa-se comprar oi
ros : quem os liver itija-se
17, pnmoiro andar.
a escravos lanoei-
ra do Vigario n.
Eduardo & Arlhur,
EM
A liropezi, asssio e commodidade deste acra-
dilado holel convida ao respeitavel publico a vi-
sitar a nova seceso de Agua Preta, nao s peio
sorlimento com que se acha preparado de
todas ts diversidades de comidas o bebidas,como
pelo agrado que os concurrentes eocontraro dos
propietarios. O prego 'i por cada ama pes-
soa, nao lervindo isto da base para aqaellea st-
nhorai que levartm familia.
Precisa se de urna
casa de pouca familia
n. 5.
criada para
na ra Augusta
me
Compram-se acedes do novo banco de Per
nambuco : no aacriplorio da Manoel Ignacio d
Oliveira & Filho, largo do Corpo Sicto n. 19.
Compra se
ourelos em qualquer porcao : na ra
do Vigario n 9, primeiro andar.
Compra-se um sellim ioglez am miio uso,
a am silho com encost : a tratar na ra Direita
numero 82.
^ OULQS.&* .
Aireuda-sa um sio na Torre, com baixa
para espira, casa grande, cocheira ecasa para ei-
tor : na livraria da praca da Independencia ls.
6 e 8 se dir._______________________________
Alugam-se dous escravos possanlss : quem
os pretender, dirija-se a tu de llortas n. 30, das
(i s 9 horas Ca maoba, e das 3 s 6 horas da
urde.
Veodecn-te dous scravoa da idade de 18 a
20 anoos, e ama eterava parda, boa coiioheira e
angomrradeira : na ra Direita n. 3.
oja de fazeodas.
Preciaa-se de um menino de 12 a 14 annoa
de idade, que ssiba ler a escrever: na ra da
Concordia n 38.
- Aluga se o sobrado da ra ds .Maogueira n.
6 : a tratar na ra (lo S'bo n. 15.
Precisa-te de um caixeiro para taberna, de
14 a 15 annos, que afiance a sua conducta : a tra-
tar na raa Veiba n. 33
Prtcisa-sa de urna ama que compre e faga
todos os servidos de urna casa de pouca familia :
na ra dos Pi'es n. -27.
Preiiaa-seu um traalnador .* na padaria
da ra Direita n. 24.
Precisa-se de 4000 a juros de dous por cen-
to ao mezsobre hypotbeca de arca casa, ou so-
bra peohores e bypotheca da urna escrava : a
tratar no armazem da bula amarella junto do de-
posito do gaz, ou anountia.____________________
Vende-te a loja de fazendia da ra da Impera
triz n. 26, propria para qualquer principiante
por ler poucos fundse ser multo afreguazada s
em bom local, e sendo sea sluguel muilo com-
modo : quem pretender, dirjase a ra do Quei-
mado n. 18 A, que acbar com quem tratar.
Vende-se o patacho r jencano Pa'mello,
da primeira marcha feito em Baltimore era 1861,
(orrado a encavilhado de cobre, de cerca de onze
mil arrobas, e prompto para qualquer viagem :
' pode-se examioar ao p da aKandaga, aonde eal
i (ondeado, e tratar com os consignatarios Rolhe &
Bidoolac, raa do Trapicha o. 18.
Manol Dias Xaier vai s provinclssdo sal,
Aluga-se um preto (orneiro, perito am sua
arte por 40$ : na ra dos Pescadores ns. 1 e 3;
gsranle-se a obra.
Uiuuio;ocum naDltllscea precisas se olle-
rece para tomar por bslaoco urna taberna, estan-
do desembrcela, da qual im multa pralica-
d coohecimeto a sa conducta, como se acba
arrumado: as psssoas queprttenderem poderio
deixar dito aonJe muram para se procurar, ns
ra da Senzala Velh n. 48, deposito,___________
Piecisa-sa de um rapaz portuguez, dos che-
gados de pouco, sendo possivel, de 12 14 anno-
de eiade, para um pequeDo servico de um lili*
perto da praca; o que prclender dirija-se ra
da Concordia o. 35, que ahi achara quem o dirija
ao dito sitio.
Aluga-ae o rotirado da doua andarea n. 28
da ladeira de S. Pedro Velho em Oiinda, bsslanle
fresco e comcommodos sufficientes para urna fa-
milia pequea : a tratar com Joo Soares Rapo-
so, na botica dos Qaatro Canto, oa com Leal &
lrmo, na rus da Cadeia do Recife, escrlptorio
numero 56
O Sr. Josa Jaiiulbo Pavo, de Oiinda, faca
favor de ir a padaria de *>anto Amaro, a negocio
que o nseamo senhor nao igoora.
Attenco
sai
Perdeu-se no dia 2 do correnta, da Soledade
t'.i a rea da Uoiao, ama caixa contendo urna no-
ta da caixa filial da 50-3, e urna navalha de cabo
branco, cuja csixioha lem o onme R. & I. Slacks
Celebrated army Razor o. 336 Strand, em letres
douradas : a pessoa que sebou-a, querendo rea-
tiluir, pole leva-la ao catiUiro Pradines, na rns
Nova, defronte da Igreja dos militares, oa ao tra-
picha do Bubosa n. 11, poca do Corpo Santo,
qae se gratificar geoToaamenle._____________
Alugam-se as casas terreas n. 9 a 15 da
ra Bella : a tratar oa raa larga do Rosario nu-
mere 44.
Ama.
Precisa-ae e ums ama qae saiba fszer todo o
aarvifo interno de urna casa : para tratar, na rus
da Imperalrit o. 24, primeiro andar.____________
Arrenda-se um sitio na Torre com baixa
pira espim, cita graade, cochera, e cus para
faitor : na liffaxia dr. ]va;ada Independencia ni.
Mmtt.
Vndese
ama armacao de taberna, de boa madeira, e al-
gunsoatros objectos da molhados, como sajam,
vinho, agoardente, genebra, ele etc. : a tratar
ni ra dos Paseadora! o. 11.
Cal de Lisboa
A 5,000 rs.
Vende-se barriscom cal nova chegada ultima-
mente, a 5$, no antlgo e acreditado deposito da
raa do Brum n. 66 armazem.
Para o baile do
'club.
Veude-s na loja do pavo
Ricos cortes de vestidos de cambraia branca,
primorosamente bordados a crox, sendo os rr ais
bonitos que tem viodo a este mercado, e ven-
den, se por prec.es bsraliasimos, na ra da Impe-
ratriz n. 60. loja a armazem do pavo.
Casemiras a 3,200 rs.
Na loja do pavo.
Vendem-ae casemiras enfestsdss de qaadrinhos
e Mitras miudinhaa, sendo cores escuras a 3;2ud
o corte para caiga ; venda-sa a mesma fazenda,
lando duaa larguras, a 1$800 o covado ; isto na
ra da Iroperatriz n. 60. loja do pavao._________
S no vigilante.
Lindos enfeites para ves-
tidos.
Sao chigadu no vapor ioglez ai ricas florea de
velludo que sao admiraveis pela delicadeza dai
linda coree, poiicom pequea quantia aa lenho-
ras rolero enfeltsr os ricos veitidoa que sera
muito apreciavel, pelo baraliuimo prego de 1$
a duzia : s no gallo vigilante, ra do Creipo
numero 7.___________________________________
Fule* ras.
Tambem ao ihegadsi ai riquisiimii palieirai
com pedral azaei e outrai verdes, coaia muito
delicada, que sa venda por preeei baralisalmoi :
s no gallo vigilante, rus do Creapo n. 7.
Baieias para espartilho.
Tambem lio chigada a verdadeiraa baieias
da lodas ai groiinrai a fornidas, para aipaitilho,
pelo barato prsco de 120 ra. cada mi : t no
vigilante, ru do Crtlfo o. 7.
Banhas.
Pomada Imptrla), frasco 2?.
Japonaza a IJ.
Imperador a 1?.
Imperatris Eagenti i \$.
Exposicao universal a -JO.
Mogaa americauas a 500 rs. e lj.
Urgo em frascos a 600 rs.
Grande, grande, muito a maitoiortimetto.
leos
para cibello, em virUde da depreciado que ten-
do tido o oleo dito philoeome socUt hygien-
Diqaei por ter viodo todo falsificado, recabemos
um artigo idntico aquella da fabrica de Monpu-
ias que garantimos ser o melhor cosweiique pa
ra o cabello, e os aromaa escolbidos lo sus> el I
duradoaros qua desafia mesmo quem nao queira
o comprar.
Chegado pelo vapor fran-
cez s para o vigilante
Lindos pentes de marrafa.
Sao chegadoios lindos peolinhos doandli hts
com muito linda molduras da difieren s gostoa
psra marrafas ou travessos, pois s com a visi>
os compradores poderlo apreciar o quaulo sao
delicadoi, pelo baraio prego de 3$ o par, assim
como sem ser douradus de tiodoa gotos, pelo
barato prego de 2J o par : t no vigilante, ra
o Crepo n. 7.
Luvas de pellica
Tambem sao thegadas as verdadeiras laves de
Jouvin muilo frescas, lant para homem como
para aenhora : s no vigilttite, ra do Cres-
po o. 7._____________________________
Bordados baratissimes
Na loja do pavao.
Vendem-ie gollinhas muito Dnas de
bordadas e de fil a 400 rs mangaitts
liohasde cimbris bordada a i-^280, raangailosi
balo finissimos 1?, ler.gos dn llobo com I a by -
riotho a 2$500. ditos de cambraia de algoo a
imitago delabyrimho a 640, 800, 1;, e l.ss:-
mes tiras bordadas e enlreroeios por preces t ::-
tissimos: vende-se na ra da Imperatriz i. 60,
loja e armazem do pavo.
Ricas fivelas douradas para
si uto.
Yendim-ia fivelas doaradsi a 2J a 2#5C0, aa
maii modernas qua tem vindo ; oa ra do Que>-
madon. 63, loja do B-ija-fl.ir._______^^^
Ricas voltas de aljofares.
Vendem-se voltas e aljofare! com craz de pe-
n imitando a brilhanie ; na rus do Queittauo
numsro 63. leja do beija-flor.
Facas e garlos.
Viodem-ia fscas e garfos finas da calo da i>-
i IVSSLCe dous bo,6e* 6^8t0- dil" p*" d'"
5S00, dita da um boto a 6J>2C0. dita pe'a doce
a 58200, dita preta eravada a 3^600, dita branca
a 38400, dita roliga iS}i azia : na rut o
iJjtimaJo o. 63, loja do bija-flor.
Jugo de vispora.
Vende-se jogo de vspera a lj ;
Queimado n. 63. oja do beija-flpr.

na ru o<;
Auvelopes.
de diveras qualidades,
e de core a
Vendem-ie anvelope
brsteo a lz00 e 1*400, azul a 1,
15400: aarua do (Jueimado n. 63, loja do *;-
ja-flor. '
Papel adamascado de cores.
Vende-se papel damascado de cores a 500 a
fjj. dito brbCo a 1J200 : ns ra do Queimado i..
63, loja do beija-flor.
cambraia \A
com sol- \J\)
Gravatinhas de seda.
Vandem-se gravalinhesde seda para lenhori,
de diversas cores ; oa ra do Queimado n. 63,
loja do bijs-llor.
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas Ursa bordadas para railidoa
e satas brancas a 800 e 18 : nt ra do Queimadu
n. 63, toja do beija flor.
J
brlissinios.
Na loja a o pavao
Vandsm-se muito '.indos vestidos da cambraia
bordados a aeda, sendo de tosas as cores a 6$,
ditos com barrs e babsdos 48500, iloa t 43,
cortes de tarlatana broncos bordados e de ccrea
a 38. diloi de cambraia branca com babsdos a
28^00, ditos de cimbris bordados com bbsdoa
e duas salas a 48, cortes de btrege com 22 cora-
dos cada corte, tendo fies de seda a J, ditos de
lia a 48, cortes de cambraia com salpicos tran-
cos e de corea, tendo 6 varas cida corte a 3$,
ditos de salpicos msis fines com 8 varas a 48,
tudo isto se vende por menos que em ov.ra qual-
quer parte para ajurar dinheiro, s na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armizem do pavo.
Alpakin ou gorguro de jiiiho.
Vende-se esta nova fazanda a imiiago de seda
de quadrloboa a 280 o covado : i na ra da Im-
peratriz n. 60, loja e armaiem do pavo.
na grande exjwsifjio
de fazedas novas e bara
tissimass, na ra da Impera-
triz, loja a armazem la an -
ra ii. 56, de
Mendes.
Fazendas por menos 10 0|0, qaelram virvdr
para acreditar, afir: cbitae a UO, 180 e 21)0 :..
o covado, ditas francezas a 220, 20, 80 e 320 o
covado, corles de chitas finas com 12 1|2 > -
dos a 2-;50O, corles de casias franesiss a 2.-E.(.',
ditos prelos a 2&50 : na ra da Imperatriz, i' i
da arara n. 56.
Magalhcs
sa
Arara vende olestim para vestidos.
Vende-se a fazenda por come olesllm de licho
de urna s cor e qnadrinhos, propria para capo
a vesiidoi de reuhora e roupa de urninoi a 8tl
o covado, fuslo de cores para vetlido9 i 28( e
320 o covado : na rui da Imperatriz, loja da ara-
ra o. 56.
Musseliua branca a 20U rs.
Vende-se musseliua branca com 4 1|2 pairos
de largura a 200 rs. o covado : s na rus da Im-
peratriz n. 60, loja io pa8c.__________ _____
Grodebico a 120
ris a libra, e sendo de 10
libres para cima a 100 ris
Vende-se nicamente por estes pregos sos r-
mateos progrecsisla e progresssivo, no Ur^o do
Carero n. 9 e raa das Ciuzei n. 36, affiacga-ia
ler mullo novo.
Grande txposi^ao de ba-
le de arcos na oja do
Pavo.
Acaba de ebegar loja do Pavao am i:jc .i
sorlimento de baldes de arcos americanos sendo
a Alalhildo, Carola e a Eugenia qua sao oa
melhores e mais bem armados que tem vino ao
mercado com diversos tamaohos sendo de 6,8,
10, 15, 20, 25, 30 e 40 arcos e sfiai.ga-se a
raco e boa qualidade dos ditvs baldes : t
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem
Pavo.
Mocambiquc a CiOrs.
a loja do Pavao.
Vende-se mogambique todo de le sendo (t- :
senda muito leve para vestidos de senaorai c
roupa para m dinhas e tendo de urca s cor proprio l .ri cepas
de senhora tendo esta fazenda 4 palmoa de lar-
gura e vende-se a 600 rs. o covado : na raa da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Loa mogambique a 400
res.
Na loja do Pavao.
Yende-ie lazinba de urna s cor cem qua-
drinhos e lista propria pan ves'.iuos e capas
aendo fazenda Onissima a 400 n. o covido : na
raa da Imperatriz n. 60, loja a armazem do
Pavo.______________________________________
Las com llores a 400 rs
Vende-se lazinhas.muito fins com bonitos
padres a 400 n. o covado : na iua da Impera-
triz n. 60, loja e armezem do Pevo.
Tarlatanas com pal-
minhas.
N loja do Pavao.
Venda-ie tarlatana com pelminhai de cores,
tendo cores propriss para luto a 320 rs. o cova-
do : na ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem
do Pavo.__________________________________
O Gira sol
defrente da Penha n. 33 vende mnteiga iugle-
za superior a 800 ris, dita (raocera a 600, quei-
jos do ultimo vapor a 1$900, ditos a 1-^700 e
185C0. cha fino a 2-;800, caizes de doce de guia-
ba i 500, espermacete superior a 720 ris, su-
perior vioho do porto a 800, dito do Figueira a
640, 560 e 500, e todoi o mais gneros loes e
baratoi.
Aos manguitos da arara.
Vendem-ie manguitos e Rolla de linho ptra
senhora a 28, gollinhas 500 rs eofeiiei para
senhora a 2j e 38 : na ra da Imperaliii, le a oa
arara o. 56.
Arara vende a popelina da China.
Venda-se a fazenda por mime popilina da Chi-
na em li para vestidos de senhora a 320 o cora-
do, chales de merino estampados a 3g, ditos du
la a 18, ditos da la e seda a 98, ditos abertoa a
640: na ra da Imperatriz, loja da anra n. 51.
JVlusamb da arara.
Vende-se a fezenda por oome muramb c:m
palmea de seda de \\i palmos de largo, propna
para vestidos de senhora i 500 rs. o covado, U!
de linho de cores a 200 rs. o covado. dito lava-
do a 112U a vera, lito fiuoa 780 e SOO rs. a ve-
ra, Urlalana a 800 rs. a vara : na ra & iu.;. >. -
ralliz, loja da rara n. 56.
Arara vende as crinolinas de 15, 30 c
40 arcos.
Vendem-se baldes a crinolinas de arcos, os
mais modernos que tem lindo, ditos de madspi-
lao e brilliaolina, saias de cordu que (az ve: ce
balo a 2g400, btles pera menina a J : na :ua
da Imperatriz. loja da araran. 56.
O babadim da arara.
Vende-se a fazenda por nome tabadim com !s-
tras de seda pera vesiidoi de senhora a 500 :s. o
covado, coberlas do chita para certa a 2?, col-
jJ'J ches de fuslao para cama a 55, ditas aveliudaJii
a 8], aberluree para camisas a 240 teda uu
cortes de caiga pers Domea, de biim escure e
clero, e de geuga e fustas de quadrinhos i i.; i
1--50 o corle : na ra da Imperatriz, loja ui
aren p. 56.
na
do
Arara vende as cassis cliinezas.
Vende-se a fazenda por nome cessss chinen*
i imitago de sedioha di quaroi, propria para
vestidos de senhora e routa de meninos a 240 e
280 o covado, riscado a GeribMdia 280 o covsoo
para vsslidcs, cobertores de alsodo a 1$, UBJ-
braias branca a 1^600, 2$, 23500 e 35 a peca : La
ra da Irr.peratriz. loja da arara n. 56
Orgiindys da China da arara.
Vende-se a fazunds por nome orgendys 1a Cri-
na adamascado c palmas do core?, proptia pira
vestido e muilo largo a 400 r*. o covado, cspts
de la para senhora a 9g, ditas de grosdenspla
modernos a 20 e 25$ : na ra do Imperatriz, lo;a
da arara o. 56.
Arara vende azenda por nome mais
a inim.
Vende-se a fnienda por nome mais a mim er-
ra vestidos de senhora e adamescada, de bonitas
gostos a 360 o covado, pegas de c>mbraies oa
salpiqainhoscom 8 1(2 vrrjs a 3$500 e 4jj : ta
ra da Imperatriz, loja da arara n. 56.
Tiras e ntremelos da arara.
Vendem-se tiras e ntremelo da largura de *
e 5 dedos, de bonitos gotos a 1 $280 e UfCC a
pega, ditai de ntremelos a lj>. 1J200 e lj;6Co a
pega.corpinbos borlados para meninos a l^caoc
um : na ra da Imperalrit, loja da arera n. 56.
Serueiites de hortaliee viudas
de Paris.
Chegaram loja de ferrager,? de Bastes, ra
ra da Cadeia do Recife n.56A,ea novas s*mep-
tts de hortaliee vindas de Paris, ss quaes sao Se
luperior qualidade. e le vendem barata'-'.
SARDINHAS DE RANTES. As mais novas que se podan desojar, a 360 rs. a lata.
GENEBRA DE HOLLANDA-----Em garraf5es>m mais de 15 garrafas a 5800 e frasque-
ras com | frascos a 65500 e 600 rs. o frasco.
AMENDOAS CO>FEITADAS. Muito novas e de diversas cores a 800 rs. a libra.
DOCE DA CASCA DE (101 ABA. Superior a 800 rs. o caixocom 4 libras, tambera temos
grandes com 8 libras a 2} cada um.
QUEIJOS 5UISS0 E PRATO.Os melhores que se podo desejar a 600 rs. a libra do prato e
800 rs. o suisso.
CHAMPADME. Dos melhores fabricantes que vem ao mercado, de 129 a 181000 o gigo e
19500 a garrafa.
LICORES. Os mais finos que se pode desejar a 8C0 a garrafa e 99000 a duzia.
COGNAC INGLEZ. O mais especial que se pode desejar a 1)000 a garrafa, e 109000 a
duzia tambem temos superior para 700 a garrafa, e 89000 a duzia.
SERVEJAS. Das milhores marcas a 59 a duzia, e 500 r. a garrafa.
NOZES. As melhores do mercado a 120 rs. a libra e 39200 arroba.
PAP' L GREVE. Lizoe pputado o melhor do mercado a 49000 a resma,
FRUTAS EM CALDAS. Pesego, pera, damasco, rainha Claudia, ginja, serejas, e morango
a 560 rs,a lata, e 69000 a duzia.
AMENDOAS. De casca molle a 240 rs, a libra das melhores, 200 rs, mais ordinarias.

Gal de Lisboa a
Chegueni fre-
guezes ao bom e barato.
Ra estreita do Rosario,
esquina da ra das
18Lar^ngeiras18.
Vendem-ie todos 01 gneros por menos do
que em outra qualquer parle : manleiga ingleza
fina a 800 e 540 rs. a libra, dita franeaza a 610,
a em porgo faz-a algum abalimento, cha supe-
rior a 2^880 e 29560 a libra, paisas muito noval
a 380 rs., nozei a 120 rs., ameodoai a 300 rs. a
libra, superior caf a 280 ra., toucinho a 300 ra.
a libra, macarro, aletria, talherim a mais massaa
linas muito noval a 320 rs., veln da carneaba
superiores a 400 n. libra, ditas stearinai a 720
rs. a libra, queljos de qualha muito novos a 320
rs. a libra, caiioeicom 4 libras de doce de caici
de goiaba a SOO rs., ditos pequeos a 560, vinho
de Lisboa a 400 e 500 a garrafa, dito Figueira s
600 n. garrafa, dito do Porto eogarrafado a
ISCOO a garrafa, 19200 a IJCOO : alm destes g-
neros mencionado! te encontn tudo quinto
pertencente a molhados de superior qnli-
dada.
o barril:
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, noseu escriptorio rus da Cruzo. 1.
Q\ e potassa
VeuJem-se estes dous ar-
tigo* ultimaoieute chegad ?,
no bem couhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife o. 12, mais barato
do que em outra qualqu r
parte. ________________
Grampos a balao
com pendentes dourados.
A loja d'sfuii branca contina na recepQo da
obiedoi do ultimo gosto, a por isso acaba de des-
pachar vindo palo ultimo vapor eaaea delicadoi
novinimoi grampoi da bonitas cores cora pen-
dente! lloarado! o qua da maii delicado ae poda
encontrar. Esii loja como geralmente sabido,
um sempre em vistas commodidade de laai
bou fregaeziai a por isso lem reselvido vendar
uses galantes enfeilis i 29 39 o par, o qua na
realidade maito maii vilem. Convm poii que
vista ds lirtitario do preco a atnhora que com-
prar am ou mais pares, nao aa demora em par-
ticipar ii mai boas viiinba a intimas amigas -'-a
colligio, para que as irr.itlem no ni aparado
gosto, a mandem logo comprar outroi parea r a
loja de ana affeico : qae a 'iguii branca, ra
.do Qaaimado n. 15.
miitii ann


MJUO DE PEERAMBOCO Si IB i DO 13 DI SE'IEMBiO E 1861
=
iffllNOIQAO DE PREGO

.**?
'
m
FRANCISCO FERMNDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
A vantsgem que o proprietario desle acreditado armazam da molhados tem offarecido, ba
indo conheeida pelos seus numerosos fregoezes, mas como assim ainda bajara alguns sanhoras que
uso se tem dado ao trabalho de esperimentar, rogo a todos elles o favor de mandaren comprar suas
enremmendas no armazem Progresso do largo da Penha n. 10, afim de verificaren! a exactido
do meu annuncio e a differenca de preco e qualidade que faz, se bssera compradas em outra qual-
-- y
. v qualquer genero c mpradi
mazara alian $ando-se serera to bera servidos, como viassem pessoalmante. pois para esta fim
urna peana de conftanp para de prompto conduzir as cartas na chegada do vapor.
HfcMelgft latglef* da primaira qu,Iidade dasafra novi, 00 % 7i0 rg> ,
libra, e em barril se faz abatimento.
..aHeigj* li'Silcefc* a mas nova d0 m9rcado a 00 rs. a ibra, a em barril a 860.
l_il>.3 finXfia o qU9 !e p0de desejar nesle genero a 35f)oo a libra.
V-na UyS&Ott 0 mais superior do mercado a 2S800 a libra, a em porcao sa faz abati-
mento.
i|1lt3l|OS *%** W\ H che!?ados neste ultimo vapor amito frescos a 29000, ditos che-
gados em navios a 15700.
V a $.73^0 verdad.iro inglez a 3*000 a libra e-a porcao sa faz abatimento.
IABC9B "aSaVIHI'ft-'M confeitadas, conteni diversas iguarias muio proprias
para mimos a l&OO cada urna.
DOlaXiana d soda em latas com differentes marcas a 13400, afianga-sa a boa qua-
lidade, assim como tem latas grandes com bohchinha proprias para lanche a 2&500.
L ''gHlIIAtft &** "DoilYO espeal vinho do Porto em garrido vindo a signada vez
ao nosso mrcalo a lJS'OO a garrafa e em caixsscom 1 dazia qor 12*000.
v. UO C^g>-irff"l-.\ do Porto, Carcavelhos e Feituria a 1 ip00 a garrafa.
&.ll3ftYC)t&S OH* VlnnO d prto com 70 garrafas proprio para casa particular
em garrafas 32J000, afianca-st ser de superior qualidade.
% lUllO MU BABSi de superior qualidade Porto. Figueira e Lisboa 500, 560 e 00 rs.
a garrafa, e en caad a 35500, 45000 e 49500.
B&nlt% rtll&ada eaiaUs com 10 |n,rM por IfOOO, e era burila 400 rs. a libra.
tatvia, ma i rrao -_ teltartm a 220 w., nbr,, a 9m caiX grnd9S
65000. afianja se sur muito novo.
"> rini epaioa K *,_._ muit0 novas a S0'-) r3- libra
129000 rs.
K -"j rje escabwha das sesuintes qualidades savel, congro, corvina,
^ cherne, pescada, e vezugo a 15400.
YcfljMI *A i e^^nnaSQt* a 630 ra. a libra, eem caixa a 660 rs.
eTtt mim refinada a 360 rs. a libra, e em arroba a 11 rs;
P ; \m t VaO a M0 rs a lihra# e er por9ao 500 rs.
" l -Val'"& para fiambre a G40 rs a libra.
A" X '"e'^g em latas de 1 e raeia libra por 1*500, ditas com 3 libras
por 2*600.
V t\e Stollamfa
Vt* loe I cora genebra de Hollanda cora 25 garrafas por 9*000.
,'L'i^Vftt mut0 imp0( a 160 rs. a libra, e em arroba 49800,
por
eera barril com urna arroba por
a 560 rs. o frasco, e 69400 a frasqueira con 12 frascos
m
uno novo a 60 rs. a libra, a 49800 a arroba.
**= suspiros em msias caiY.inl.as, do meiiior fabricante da Baha a 2*900 cada urna
E&gU 0 ma!S saperior que ha no morcado a 240 rs. a libra, e em garrafes com 5 libras
por 1600, so o garrafao val 500 rs.
SeVttdin&a de Frauda muito nova a 200 rs. a libra,
tXOUlraS muito fina e alva a 100 rs. a libra e em uceas se faz abatimento.
r&.Mt^tS U^?* para dentes a lt'j e 280 rs. o maco com 20 macinhos.
V,-, tOS dO Q; 7. a 2300 n. a groza e a 20 rs. a caixinha.
**'"'.' pT^i1?. das marcas senente, ou XXX a 6*000 a duzia a 500 rs. a garrafa.
mmm
DE
anoel Pedro de
largo do Livraraento iis 38 e 38 A
Defronte da grade da igreia, cu jo titulo distinctivo
O BALIZA.
INeste vasto estabelecime
chara o respeitavel publico desla
capital e de fora, va giundb e
PERFEITO SORTIMENTO liE MO-
lhabos, que se vende tnto em
grosso como retamo por muito
menos preco do que em outra
qualquer parte, por serem quasi
lodos recebidos deconla propria.
Milita atten$o.
Todos os gneros sabidos des-
te noy armazem levarSo urna
etiqueta para seguranza dos Srs.
que nao quizerem vir fazer as
suas compras, e mandarem por
seus escravos ou fmulos.
Esta prevengo atiesta bem,
que a mais perfeita e duradoura
confianza se deseja possuir de to-
dos geralmente, e por isso nao se
pouparo exforgos para serem
bam serv Jos todos os Srs. com-
pradores, afim de que possa esta
grande estabelecimamto ser apon-
- i.:
tado como um dos melhores e
mais acreditados desta praca.
Aviso particular.
Previne-se s pesseas de fora
desta cidade que odern sem re-
ceio albura mandar os seus pedi-
dos por escripto, que sarao salis-
faitrs com a maior ponlualidade
e boa f possivel, ainda mesmo
de objectos que nao sejam pro-
prios de-te ettabelecimento, c-mo
ferragns, miudezas, ou medica-
mentos.
O annunciante desejando fa-
cilitar a consecugao dos negocios
que por ventura tenham os seus
freguezes de fra, se offerece
tambera para fuzer procurar qual-
quer despensa ou lieenca qua de-
penda da autoridade do Exm. Sr.
Bispo Diocesano, bem como de
apresentar qualquer consulta aos
:enhnres doutsres desta cidade,
quer respeilo de direito, quar
de aaedicina.
Tambem se recebe qualquer objeclo como assucar, couros, laa, etc., ele, para serem ven-
didos, sando a coat eo seu producto entregue promptamente a quem for determinado.
Na intengao de posmir mutis relacas, faz o annuncanta lodos e3ie3 olTareciinentos; da
forma que ncaaestbele5monto, nao sacharao os Srs. de fora desta praga um bom freguez,
mas tambem um amigo a um criado s suas ordens.
A todos em geral.
Si por acaso nao gradar qualquer g^ne^o sahido dasta casa pola ser devolvido, que ser
irame iiatamente trocado ou restituido o seu importe, conforme for exigido.
U annunciante protesta curaprir com a mais seria e restricta exsctido e'la sua promessa.
AMEIXAS francezas em latas de tres libras e' Genebra verdadeira inglezade marca Gato do fa-
mais, a 29240 a Uta. bricanta Carduer Sl Broomhal de 19400 a
dem dem em frascos do tres libras e mais, de 1*500 a garrafa.
Amart fraSC* I,em de H,)llanda em fra5COS pequeos e gran-
AMLNDOASde casca mole de 240 a 280 rs. des de 500 a i9O0O.
4T dipb Graixa em boiocs a 240 rs., e a
ALPISTE a 160 a libra, e era arroba a 49800.
Arroz da India de 100 a 120 rs. a libra, e em
arroba de 39 a 39400.
dem de Java de 100 a 120 rs. a libra, e em
arroba de 39 a 3*400.
dem do IMaranhao de 100 a 120 rs. por libra,
e em arroba de 3* a 39200.
dem do Penedo a 80 rs. a libra, era arroba a
25240 e em saceos a 2*.
dem com casca a 160 rs. a cuia, e em saceos de
20 cuias a 29500.
Azeilonas em ancorlas de 8 garrafas a 19500,
e era garrafa a 320.
Azeita djee refinado a 800 rs. a garrafa."
dem em barril e de priraeira qualidade c 640
a 6C0 rs. agarrafa. <
Bolachinhas americanas muilo novas de 3*0 a
360 rs. a libra.
Biscoutosebisciutinhos, araruli, a'iados e ou-
tras qualidades de excellentes massaj a 320
rs. a libra,
dem em latinhas de 2 a 3 libras e de diversas
duzia a
2*700.
dem em lata muito nova a 120 rs.
Grao de bico muilo novo a 100 rs. a libra,
Gomma excellente do Aracaty, a 100 rs. a libra.
Kirsch Wasser, excdanla bebida do fabricante
Richard & Muller, era garrafas grandes a
1*500 a garrafa.
Rival sem
igual
Rivl sem igual
Rival sem igual
Rui larga do Roaario n. 36
R larga do Rosario n. 36
n Ru? Ur** do B<>sio n. 36
Pedro TinOto vende
Peiro Tnico vande
Pedro TinQco vt*oda
Miadezas muilo barata
Miudezat muilo barata
Miudezta maito baratas
Carloei de clcheles francezes a 40 rs.
Estampas da santos a 100 rs.
Ditas com vistas de guerra a 21 o rs.
Ditas com personagens a 320 rs.
Pentes da borracha para alisar a 560 rs.
Sintos duurados a 1&600
Agalhas fnnrezai em caixinha a 220 rs.
Li para bordar a 6J400 a liara.
Tesouras finas com toqu* a 400 rs.
Botes pira punbo a 120 a 160 rs.
Tinteiros com tinta e tampa de metal a 180 rs.
Meias cruas par homem a iJSiOO.
Ditas brancas pan senhora s 2g400.
. Endites pratos a 45800.
Liabas da croxel para bordar a 640 rs. o masso.
Jogos da vis^ora a 800 rs.
Ditas do bello xadrc a lgGOO.
Gravat>s com bota a 1$000.
Pinceii para barba a 400 e 600 rs.
Palseiras de masanga a 19280 o par.
Carreteis de linha a 30, 40. 60 e 80 rs.
I.uvaj de seda con toqus a 200 rs.
Essovas p*r limpsr dentes a S40.
Ditaa pan cabello a 1J.
Dilasboas pira orjhai a 320 e 560 rs.
Ditas par roupa a 800 1.
Assim como uoi aortimsnto completo da rap
Paulo Cordeiro a 1^500. g.sse groSSO a 1{600, 'lito
rotiio grosso a 1S60O. dito flno a 1g280, Lisboa a
2J600, rolao francz a 2J900, Mearon 1$010.
Chapeos de sol da seda a 5# : na ra do Quei-
mdo o. 44.
tamhraias lisas.
Na loja do Ptvo.
Veode-s peca* de cambraias liaas muito finas
com 8 jarda a 2jj500. ditas com 10 jardas a 3j
ditis com 8 jardas a 3$,.!il com 10 jarda a 4* :
s aa ra da Imperalrno. 60, loja e srmazeu
do Pavan.
Retratos de sua alteza real a
princeza de Italia D. Mara
Pia.
Tem para vendar Jos Aiavedo Maia e Silva,
na sua loj. ra do Qaeimado n. &5.
Plvora e chumbo
venda.
Joo Jos de Carvalho Moraes Filho
competentemente autorisado vende po
vora saperior de dilerentes marcas e
chumbo de varias qualidades por pre-
co commodo : os pretendentes poderao
dirigir-se a sua loja de ferragens na ra
do Queimado n. lo, a contratar.
Livros de direito.
Na raa do Queimado, loja n. 14, vendem-se
por precos coniDiodos as seguihtes obras de di-
reito : Lobo, seces surumarias, segundas li
nhas, notas a Mello, interdictos, direito empfey-
tatico e processo execotivo ; Feuheira Bsr-
ces, diccionario jurdico; Barros, direito fl-
naocfiro ; Coelho da Rocha, direito civil ;
Mendes da Cinha. obaervicts ao cdigo arimi-
nal ; l)R. Loiueiro. direito civil ; Repertorio
da Legislaqao Braaiieira al a letra Q por Fi kta-
do de Mendosca..
Brilhantiis de quadrinhusa
200 ris
Ka loja do Pavao.
Ven4e-sa brilhaaitoss dn quadrtnhot, tendo
de lodisas cores (tieuda mnllo encorpada p mais
lar** que chita ioglaso, propriaa para vestiilos,
a 200 r. o covido : s na ra da Imperatrix n.
60, loja e rsuiem do Pa^o.
EscrAVo padeiro.
Vende-se ini esvravo mogo, de boas qualida-
des e ptimo padeiro ; e ver.dido para pags-
rem-se dividas cera o St-u producto : ea ra da
Imperatriz o. 50.
Cabroiet.
Veode-se um eicull^ite cabriole! de duaa ro-
das por preco muito cornniodo, viste ter o duoo
Je retirr-se para o malo : a ver ua ra do Ara-
go n 37 e a traUr na raa do Lirmento o. 8.
N. o-Rua da ImperatrizS. i.
A esmeralda.
Loja de modas fr-acezas.
Lavam-se hapeos d* palha da Italia, pondo-
ae a ultima moda, lvaoi-se chapeos do Chilla
muito rra conla. Na mesma ba para vender ri-
cas pellas para bailes e eaaamentos, vaalidos de
be'onda para dito, luvas enfeitadas de plums3 e
(lores do larinja, borzegoins de setira brsncj,
ricos laques, a liodas rosas soltas par cbello,
d pentes de tartaruga, assim como faem ves-
tidos, capas, manUletes, zuave. e bem, tudo
1 os vapores os liguiiao de Parie, tanibem fajem-
se rortioados pra camas p janellai.
Sino,
As cassatj bafatbS (]ue
Cavilo liquida.
Veode-se fluissimas cassas francezas de corr-s
mu,lo bonitas a 200, 210 e 280 rs. o covado : s
na ra da Imperatriz r. 60, luja do Pavao.
Bramante do Pavao.
Vende-se percas de bramsnte de listas tendo ama
s largura, co-o 27 vnrn cads pega, pelo bara-
cezes e em differentes vasos de 500 a lffGOO esta azenda propria pira lencos, toalhss, es
a garrafa de diversos taminhos. misas o serouias*tc em proporco do preco
Manteiga Bgleza perfeitarnente flor de 700 a V",0"* hi lgodozioho torna-ae esu fs-
ftn rc m lkra | anda-iais bsrla serlo da tinho, ist-> 6 na ni
da 1 '!'t,ratri7 n. 60, loja e armazem do Pavao.
Veule s um ailio na estrada do R oito d> igreja do mesaio nome, com boa ca'a da
pedra e Cil, conteni 2 salas, gbiDt>, 4 .juartos,
coiiaha e copiar, tem boa a9 pare babor, eslii-
baila, coebeira, baixa de Capia), auitjs iatan^ei-
ras c melhores qua!i!ai:s, e bastantes Diilras
. i arvoras da f'ucto. tanque pa'a bnho ej-rira
{, na freotp : trata-te na rus da Cadeia do Rc.e o.
26, oa na ra No*a n. S
800 rs. a libra,
dem da segunda qualidade de 5G0 a GiO reis
a libra,
llera frauceza de 5G0 a 580 reis a libra.
Mera do porco era talas cora 10 libras a 3J600,
e a libra a 3S0 rs.
Mena em barris muito superior a 360 reis.
Marrasquino de Zara a 800 reis o frasco.
Massaspara sopa, macarro, tlharim e aletria a
300 reis a libra e acaixa com urna arroba
hespanhola a 55500, do fabricante Nrvy.
lesas e boaqoels
artificiaes com cheiros
A loja a'aguii branca acaba de receber lindes
rosas e bouquets artilicia.i com agradaveis chei-
ros, as quaes serven) pora trazar-se na aaj ras
occaaioes do bailes, casar entoa, etCi, etc., o }ua
aqui aoiissimo, porm de ojuo gosto, e pouca
desppza ; custsm 15 e 1Si(0, e ach^m-si- ur.ica-
m*nte na ra do Qutimado, loja 'gaia branca
numei 16.
Acha %> venda no eacrlptorio a Antonio
Luizde Onveira Azevedo 4 C, ru d Craz n. 1
a otra a;ripta p*lo viaeoBoa do Urugaay.Eosaio
Sobre o Direito Admin slrativo ; dallamos '#r eiojios a asta obra, taita o coma ':.; r.;i sa-
tos para a tornar taoBiiodlda, duoi voturnas
>'a bjaahaira lt)g, encjana-3o lig
qualidades, contendo urna lata mais de dez dem linas estrehnha, pevide o outras a 560 r
espacies de biscouliohos por 1J400. a libra.
Bolinlios de ovos era litas recommendados pelos, Mlhos ingW.es e muito superiores a 500 reis
senhorss mdicos a 1S400 a Uta. o frasco.
Batatas a 80 rs. a libra, e em gigos de 36 a 40 dem idem idem a 22 era ra'co erando rolha
libras por 4*200. i de \idro.
Caf do Cear de priraeira qualidade, de 280 a| Sozes superiores a 200 reis a libra.
a 300 rs. a libra. j Pl,os(dioros do gaz a 230O a groza, e a 200
dem do Rio 1." 2." e3/ sones a 210, 280 e; rs. a duzia.
300 rs. a libra, e em arroba de 7??, 7*500 i Prezunto de Laraego o raelhor do mercado a 480
a 8500. reis a libra, e era porcao 460 rs.
Cha parola de priraeira qualidade a 3200 a 1- dem inglez para fiambre a 560, GiO e 700 rs.
La e seda p*r?t vestidos a
400 rea.
S na loja do Pavao.
Vende-se la e seda para vestidos com muilo
bonitos padroas, seodo fazenda que semore s-
venden por 15, e torrase a 409 rs. o covado para
apurar diohelro : a na ra da Imperatriz n. 60,
loja e armazem do Pavar>.
Manguitos e golias de
cambraia ricain< ate bor ad 9
Vr,dm-s cnanguitca ollas de su rioi
Icambraia rica menta bordados pelo iaslgniflcants
I prarjo de J}) o par d mangoitos com ama galla,
sondo que sampre euslaram69 cada pjr, *nm i.
pota recommeoda-aaaos migoa da sant eco- tenaocada lata asi-e 30 peixes, na mes-
nomia que aprovi(am a boa occasiao, dirigin | toa cara Vende se ser veja americana em
do-s com dtnhairo a luja da boa di n< do '
Quxiniado o. 24.
das mais acre litadas marcas a 59000 a duzia e 480 rs. a garrafa
I?'-'. CO engarrafado o ra>is superior que tem vindo ao nosso mercado a 800 rs
tarubam tenho da barril para 560 rs. a garrafa.
OUlitlllO A itl>0* a 75000 a arroba e280 rs. a libra.
cC CS3 H.\:* iavaJo a300rs. a libra ea 9f000 arroba, dito de 2.a qualidade a
260 rs. e 8#000 rs. arroba.
A?WM de Maranhao a 100 n. e 120 rs a libra, e era arroba a 39000 e 3*500.
'liaeoiato hespanhol a 19200 rs. a libra, ditlo francez a 19100.
.- m ilA*S.-.. imperial doafaraado Abreu eda outros rauitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a lfbra, tambem ha para 500 rs. a libra.
15 ?IVpS V$Hl CxlisV,. pecego, damasco, pera, alperche, e ginga a 600 rs.alatta.
3 ; fil* s^Ma\ &* Waiit^ci a 380 rs, a latta affiansa-sc a boa qualidade, e em porcao
se faz batimento.
aftsVi&u^;fJ francezas e portuguezss as maisnovosa 640 rs. a latta, em meias latinhas-a
,-OO rs.
"^jU%0 HoTd^^HX, Marg, Medoqoe e S. Juliende Medoque a 9^000 e 10*000
a caixa, em garrafa 800 rs. e lOOO.
S^ l&tO o melhor pelisco que ple haver por estar prorapto a toda hora a 800 rs. a libra.
^.-MOllS SSOV S alSocento ea 18200 o molho com cento e tantas, tambem ha
proprias para conservas a 400 rs. o cento.
lili Va UOCrt muito nova a 320 rs. a libra, e em arroba a 8*.
k pal gTCV6 a 49 a resma, dito d9 peso pautado a 39, dito almaco bom a 39200.
JM.&SS& piTil SOpa estrellinha e pevide a 600 rs. a liba, era caixinhis sahe mais
barato.
JleiH de tomate emlatas de 1 libra por 800 rs edo 2 libras por 18500.
Aceite dOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em caisas cora 1 duzia por 89500.
ldeOl de LlSOr a a 720 rs. agarrafa e 5*600 a canada.:
AmendoaS de casca molle a 320 rs. a libra e 89000 a arroba.
Vinagre de LisbOa a 240 rs. agarrafa e 19300 a caada a fiansa-se a boa
qualidade.
'^nfilll Iflilhe das mais acreditadas marcas a 15*000
a 18800.
V lll'igre OrailCO qUeS9 poledezejar neste generoa 400 rs. a garrafa.
JjlCOreS trancezes de todas as qualidades queso procarar a 19000 rs. a garrafa.
Fannha do VSaranhai nail0 aiv,, cheiros,. ieo rs., .br..
I. JjOiO para limpar faccas a 180 rs. e era porcao se faz abatimento.
Conh^qilt KIgleZ 900 rs. a garrafa e 109000 a caixa com urna duzia.
Alm dos gensros cima mencionados encontrar o respeitavel publico um completo sorti-
mento de tarjo que; tendente a molhados.
e 20*000 o gigo, e em garrafa
bra.
dem uxim a 2*800.
dem hysson de primeira qualidade do 18300 a
29800 a libra,
dem nacional de 19500 a 19600 a libra.
dem preto homeopathico de 19500 a 1*800 a
libra, priraeira qualidade.
dem idem nao homeopaibico de 19500 a 1*800
a libra, priraeira qualidade.
Cevadinha a 240 rs. a libra.
Cliocolate de Lisboa (do Abrou) encommenda es-
pecial, qualidade esta que sem medo de errar
a melhor que aqui tem vindo alie 500 rs.
o massinho, c ntenlo 12 e 2 paes.
dem hespanhol e francez premiad s em di
versas exprsices, de 800 a 19 a libra.
dem suis:v> de differentes qualidades, como se-
jara launilha ecanella, etc. etc. de 19100 a
19400 a libra.
Charopanha era gi;os com 12 garrafas inteiras ou
de 24 meias ditas a 129 a duzia, e em gar-
rafas de lel00 a 1*200.
Chourigas das mais novas a 480 rs. a libra eem
barril de i arroba de 13* a 149.
Charutos superiores Guanabaras, Lanceiros,
Delicias, Napoleoes, Parisienses, do afamado
fabricante Jos Furude de Simase outros.de
1*500, 1*800, 2*, 29600, 3*600 e4*50
o cento.
Ceblas a l9o nnlho com mais de 100 ceblas.
Conservas inglezas muito novas a 800 rs. o
frasco.
Cognac inglez em barril, garrafa a 640 rs.
dem idem engarrafado de 800 a 900 rs, a car-
rafa. S
Doce de goiaba era caixes e em latas, prepara-
do especialmente para embarque, garantindo-
se a boa conservarlo por um anno.
Krvilhas em latas de 1 e 2 libras de 700 a 800
rs. a lata.
Extracto de absyntho em garrafas de 1 12 gar-
rafa a150.
Farinha de trigo Fontana, das marcas SSS, ga-
lega, family, de 120 a 160 rs, a libra.'
dem do Maranhao a 160 rs. a libra, e 49800
a arroba.
dem de araruta, especialmente preparada de
a 320e360rs. a libra.
Figos muito superiores a 240 rs. a libra.
Garrafes com mais de 5 garrafas de vinho do
Porto fino, a 3*200.
dem idem de vinho verde a 29800.
dem com mais de 5 garrafas de vinagre de
F. & S. de Lisboa a 1*600.
dem idem com vinagre de Hamburgo a 19000.
dem cora mais de 15 garrafas de genebra de
Hol.anda a 6*000.
Genebra de laranja em fraseos grandes a 1*000
Passas das de carnada de 320 a 400 rs. a libra,
o em caixa de 5 a 6*000.
Palitos para dentes magos com 20 macinhos a
160 rs.
dem lichados idem idem com flor a 240 reis
o mago.
Peixes curvina, safio, linguado, pescada, peixe:
espada, pargo, robalo, salmo e lagostim,
em latas hermticamente fechadas a 1*300 a
lata de 1 a 2 libras, sendo preparado pelos pri-
meiros fabricantes deLisLj, Inglaterra e A-
merica.
Queijo fhmengo do ultimo vapor a 2*000.
dem idem do ultimo navio a i9400.,e em cai-
xa a 19200.
Idem prato Je 600 a 6^0 reis a libra.
Salpicos, vindos de casas particulares a b40 reis
a libra.
Sardinhas de Nanles a 380 rs. os quarlos, e
meias latas a 580 reis.
Serveja marcaTeen te, Cobrinha, Civallinho e
outras marcas a 4, 5 e 5*800 a duzia.
Sag a 280 rs. a libra e em garrafes cora 5 e
6 libras liquido por 1*600 cora o garrafao.
Sabao moca de diversas cores e dos melhores a
120 e 200 rs. a lib^a.
Sal refinado em potes de vidro com rolha do
mesmo por 600 rs. cadi u.n, s o poTevale
0 dinheiro.
Sal refinado em potes de louga com lampa da
mesma por 500 rs. cada pote.
Toucinho de Lisboa do novo a 300 rs. a
1 bra, e em arroba 89800.
dem idem menos suporior de 160 a 200 rs. a
libra, e em arrobado 5*000 a 69000.
Tijolos de grande tamanho a 160 rs. cada um
(para limpar facas).
Velas stearinas a 640 rs. o mago.
dem do Aracaty, carnauba, a 400 rs. a libra.
dem de composiejio de Buenos-Ayres a 440 rs.
a libra.
Vinhos engarrafado? vindos parte delles deconta
propria. como sejam; Duque do Porto, Ca-
n oes, Chamisso, Silva & Meneses, e outros,
que se vendem de 19000 a 1*280 rs. a gar-
rafa e em caixa de 12*000 a 15*000, e
esperam-se novas quilidades.
Vinho Bordeaux das mares Margaux, 5. ju.
lien, e outros a 800 rs. a garrafa, e a du-
zia a 9*000.
Vinho verdadairo de Setubal m barril e em
garrafas de 640 a 800 rs. a garrafa.
Vinho do Porto era pipa das melhores marcas
de 5*000 a 69000 a caada de qualidade
especial.
Vinhode Lisboa, Madeira,Carcavsllos, Figueira,
francs, e de diversos paizes de 39000 a
49500 a caada.
Farello
em saceos grandes a4J: do aromen do Sr. Luis
Antonio A'?n*> na eacadinha di sltaodega.
Gustiv hm k G
Ba da Cruz numero 5.
Vende harenques francezes em latas
barris, tudo por preco baratsimo.
i'geiis roa
Sabio a' luz, e acba-se a' venda
Veuem-se tachas lie
forro cuaio <1 o fabricante mus
acreditado: na ra do Brum
Q. 28 B, armazem de J_.se da|M7rar,*Ec Si,va L YO St C ,nlc7- Pe' P1'meiro lente da armada
-----------------__-----------;----------------------------------jCollatiao Marques de Souza, a qual
4 ^> 000 tem por titulo Descobertas e Avvntu-
Chapeos de sol do seda a 5 cada um : ven -
de-te na rus do Crespo esqjina da ra do lm-
I perdor a. 7.
ras nos Mares e RegiOes Polares
i
m%m-$2$m $mm i3ft_3&&&'
Sir John Leslie,
Kubeito J.mesn
r.
ai Iltigh Murray.
MW li'l'i m D9Bfl6ir3 I Esta ^P01^^' obra eompor-sei
J de v folhetos, do eusto cada um de
que Venle bara*0, g i ,# e e' ornada de um mappa dos marea
na rua di Cruz do Rprif n Pola.re e dc bellas estampas, que sue-
na I ua^Hyrutj tteClie | jCesSivamente acompanharo os folhetos,
f que mensalmente se publicaiao.
f )>- f nH|8 B
, VenOe-Sd urna casa terrea eoi bom esta- tjS
do e por preco commodo sita na rua d-i J
S S. Jos : qut-m a prtteii'iar liirija-jea rui ^
o b'otoa. 22,qu a.har com quemlrstar ,j
! Sfe*$>**> Veude-se
; quetro moradis de casas terreas novas anda
| acabando-se de pintar, muito '.. m cocstr'_r...r.s
uo birro d lioa Vista roa dos Praz j lar por compra ou aluguel com o Sr. Aotooio
Carueiroda Cjha oo largo doa Co-lhoi ffifcrica
. Sebastopol.
* Mmoel Jos da Fooceca, partecipa a
S" todos os sei)a freguejes e juntamente ao ?
respeitavel putili o, que tem grae sor- S
^ linienlo de regadores, uso da Europa, isio '%
9 vende-se multo barato, bahus. baciaa, *
I bar.heiroa, baldea pira despojo, baciaa de |
S aenieupa, gamelas- para banhc latas para |
jt deposito de farinha ou outra qualqver '.>;>
Ssarven'.ia, canecas usra conduzir agua,
machinas para ee, b_l-ios para compra?; J
ha sortimeutoe outras muitas obras e to-
das de rferpntt's tamaohos e juotaruen-
te eurernisadas 'le diversas cores ; rec-
bem-se eoctmiDeodss a se fabricam A
Svootade de s_>us donus e jautamente se
atiang a boa qavlilade e perfeigo das
fmesmis ebraa; ba folha de flandrese es-
tanho em verg%inhas 700 M., verniz eo-
pal l$200 rs.. latas de arroba 1000
re., cocos a 1c H rs., canecos a 100<* re.,
regadores a 15280 rs., babas grandes a
4^000 rs. a Dt-qu*nos a 00 r., bacias
jj| randas a 4?*000 ra. e pequins a 600 rs.
>** Tudo isto vende-se na loja da funileiro,
qu-> por tij-nal tem urna baodelra na por-
g. taque gira cuno vento, eita chama-sa
m a loj da b-tiieir;.
Vende-se
urna escrava boa eDnmmadira e cosinheira : a
| tratar no largo doa Coelhos com o Sr. Aulooio
i Carneiro da Cunhn.
- Venue-se um terre-oo silo no becco oa
Qaiabn, com chaos proprios, contendo de fundo
; 140 palmos: a tratar nj rua Imperial, ca. nu-
mero 113.
Ve_.dea.-se ous partea do .- i 1 i o de ierras a
', ciaa de corada com mullos arvorr>:<>s ae fr_ lus,
. i lito no Salgail'ioho, prteoctntea a Miguel Ferrei-
J8^?^-eSIIBeg!li9^-fi!_^f-K!radeMa!loo.u lrir.aa: a pe.soa ene qxW,
Rua da Seuzalla Nova n. 42. ,,ode*" di^''dvC8ue'j1o ro., tr-.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas deferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Lencos brancos
a
com barras de cores para meninos a 1
a duzia.
A loja d'aguia branca tambem vende bons e
bonitos lencinhoa braocoa com barras de core,
proprios para n.enlnoa, palo diminuto prego de
19 a dazia. Avista da limitjgao do prec 1 talve
algue.ii desconfa da bondade da faieoda, mas
para desengao dirigir ae, prevenido de dinbei-
ro, roa do Queimado, loja d'aguia branca o. 16,
onde oa achara patente._____________________
Vpndem-se velas do composicao de 6, 13 o
14 em libra a 11 e 1J a arroba : atrax da maltU
de Santo Antonio d. 18, taberna.
lar na botica cem o Sr. Vicente Joi de Brit.\
Rua da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se em casa da S. P. Jonhstoa C,
sellins a silbos inglazos, candieiros a casti{as
broDzeados, lonas inglezas, fio da vela, chiclas
para carros a montara, arraios para carros do
aoi a dous ea valles, a rntogios da onro patenta
ingle*.
Relogioi.
Veode-se en casa de Johston Patar & G.,
.._ do Viga rio n. 3, ua bello sonimento do
1 elogios de onro, patento inglez, de um dos mais
afamados fabrieaatos de Liverpool; tambem
ama variedad* ds bonitos trancellins jara M
mesaos.
r




-^


DIARIO Dfc PIBNMUQO S4JUUDO 13 DE SfilBHBiO DI 18G1.
Coke e alcatro.
Coks da melhor qualidade, multo proprio para
vapor, tambem para todoa oa osos domsticos,
forooa pequenoa grandes, etc., para eitea ser-
via s, O cok* o mais econmico do que qualquer
outro combuslivel, por aer meooa da motada do
prego e de maia duragao.
Alcilro, esta semio applicado navios, bar-
cagse, alvareogae, canoas, etc., presta maito boro
efTeito, conservando a madeira da toJaa aa qa-
lldadea da bichos, fazeodo durar um tempo inde-
finido. Tambem conserva madeira da adifica-
Ces, presarvando-a dos bichos a contra o tempo :
aa propriadales chiroicas deste alcatro da car-
vo a mais forta do que qualquer oalro, axtrahi-
do de maderas ou outrae materias.
Quem precisar achata venda, no armazem do
gaz. Ra do Imperador.
Prego do coke 129 por tonelada.
Prego do alcatro 5C0 ra. por caad;
ICO
Lioguas do Rio Grande em porgos de
para cima : no aronz>>m de Taaso Irmos.
Chega vapor para o vi-
gi
Ac para balo.
Sao cheg?daa ss var.iadeirae asteas ou ago p>ra
concertar ou faxer baldes, que com ama pequea
qu-utia qualquer senhora pode fazer uro graode
balo, pois vende-sa pelo baratissimo prego de
140 rs. a vara, cu pega ci-ra 50 metroe a5850O :
s no gallo vigilante, ru> do Crespo n. 7.
Cordo de borracha.
Tfdem sao cbegados os cordoziobos da bor-
racha a de retroz, sortidos, de lio :s corse de
todas aa grostoras, que maito se deapjava, tan-
to pira pulseiras como para debram da collete,
e para muitas outras obraa : s no gallo vigilan-
te, ra do Crepo n. 7.
Hita de borracha e de reda.
Tambem sao chegadss as superiores fitas de S
borracha, sstim como de seda preta, propria para {
debrum de vc-slido, como para collete, que se
vende pelo barato prego de 160 rs. a vara : s
EO gallo vigilante, ra do Croapo n. 7._________
Caixas de tartaruga o charu-!
teirss .fe eharo para rap!
echarutos.
O tabaquista que aprecia boa pitada de Lia-
boa ou mearao Princeza, Mearon el'., ate, e
jaato qae compre mi, bonita caixa de tartaruga
toda marrhelada cora a qaal nao se eovergonha-
r da oflerecer da boa pitad de seu gasto a to-
dos os circamstantes que sa acbarem em sua ro-
da, maitoa dos quaes loevaro o seo bom gosto.
Assim como a caiza necesesria ao tabaquista,
charuteira nao superfina no fumante e sendo
lia bonita como sao s de eharo nuchetas me-
ihor ser porque com isso deia cochecer quan-
to sabe apreciar o bom. Para os mais comino-
distas tambem ha bom sorlitneoto* todos eneon-
traro barateza ama vez que munidos de dinhei-
ro sa dirigirem a raa do Quaimado loja da aguia
tranca n. 16.
Para atar cabello.
Tambem ha chegado Unios pentes de tarta-
raga todo entraogado com fita de borracha, de
forma qae o cabello amarrado Oca dentro de um
engredado, inteiramenle couaa nova, e da muito
gesto, assim como com ligo a lizos de lindos fei-
tios, que se vende por prego maito razoavel: s
no vigilante, rus do Crespo n. 7.
Luvas de pellica.
Tambem chegado as verdadairaa luvas de
Jouvin maito frescas tanto para hornero como
para senhora; s no vigilante rea do Crespo
n. 7. _______
Gravatin'ias.
Tambem chegado as lindas gravalinhas com
liados botes, que se vende pelo barato prego de
19 : s no vigilaut, 10a do Crespo n. 7.
La para bordar.
Tambem ha superior la para bordar qae re
vende por 69 a libra, assim como lia da familia
que aa vende a le, e em cada caixinha maito fina
pelo baratissimo prego de 78 a caixinha : a no
vigilante, raa do Creapo n. 7.________________
Espeihos*
Tambem ha grando sortimento de espeihos re-
dondos de moldara doarados de todos os tama-
obos, com excelleote vidro, que se vende pelo
baratissimo de :)$, '1$ e 5$ : s no vigilante, raa
do Crespo n. 7.
Vendeni-se caixes va-
sios, proprio* para iimileiro
e bahuleiro, a 1$280 cada um
nesta typographia se dir.
Soahall Mallors & C, tende receido or-
dem para vender o sea crescido deposito derslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado o nego-
cio ; convida, portaoto, as peaaoas qae qaixtrcm
possair am bom reoslo de oaro oa prata do c-
lebre fabricante Kornby, a ayroveitcr-se da op-
portanidade sem parda de tempo, para vir com-
pra-Ios por ommodo i>r*e.o 30 sea eseriptorie
raa do Trapicha n.28.
rs
Boa
Vende
Smtos.
Tambam chegado os muito desejados sintos
com ricas GveUs de concha e borlla ao lado
cousa muito chique sa vende palo barato prego
de 49, aasim como r.caa Qvelaa para si 11 tos cok
pcdrlnhasde lindos gostos que se vende a 1J0U0
a 53; s no vigilante ra do Crespo n 7.
Chegado pelo va-
por francez s para o vigi-
laute finos pentes de mar-
rafa.
E' chegado os lindos pentinhos dourados com
muitas lindas molduras de differentes gostos pa-
ra roairafa oa travtseos, pois s com a vista os
compradorea sabero apreciar o quanto sao deli-
cados pelo baratissimo prego de 3$00rj o par :
sssim tomo sem ser dourados de lindos gost.is,
pelo barato prego de 29 : na ra do Ceeapo n. 7.
S no galo vigilante, rus do Creapo n. 7.
Gr*nii*9 balo.
Tambem chegado s lindas grampas 1 balo,
couaa multo linda : s no vigilante, ra do Cres-
po n. 7.
Velas e arroz.
Vendem-se valaa de esperrr.acete a 640 a libra,
arroz de casca am saceos grandes a 29800 cada
am ; na taberna da travesea do pateo do Paraso
n. 16, cora oito para 1 ra da Florentina.
fama n. 35.
os seguintes ob-
jectos ai>aixo mencio-
nados.
Grampos a balo com pendente doarados a 1$
o par.
Pentes imitando tartaruga para bandes, ulti-
mo gosto a 39 o par.
Fivelas para sintos, ftzenda inteiramante nova
a 29 o par.
Alflneles prelos om douradopara senhora, in-
teiramante novoa a 29 Cada uro.
Botes pratos com dourado para puuhos, intei-
rameot* novos, i 2;o par.
Botea de tartarup pira pachos a l$500opar.
Na ra do Qaeiuado, loja de miadezaa n. 35,
-,1a boa fma.
Tinta para marcar roupa.
Vende-se tinta para marcar roupa a 1$.
Agua da malabar para tingir cabellos a 5$ o
(rasco: na ra do Queirnado, loja de miudczaan.
35. da boa fama.______________________________
Cartas finas para jogar.
Veode-se duzla da b'relhos da errtas finas com
as pontas douradaa a 6?, dita sem ser dourada a
3$500 e 4g : na raa do Quaimado, loja de mia-
dezaa n. 35, bo> fama.
scdi segundo
Na ra do Qaeimado o. 55, loja de miadexas
iX* Jos de Azevedo Maia e Silva, asta queimando
todas as cuas miudezas muito boas e baralissi-
mss, s saber :
Sapatos de tranga de la muito superio-
res a
Ditos de lia para maninoa de peito a 200 e
Paras de botes para punbosa
Caixas coui pa j,el de diversas qualidades
sorlido a
Ditos de cores o melhor que ha a
Thesouras de 6 polegsdas a
AiCa prea muito [i:,a (libra)
194O
400
240
700
Fazendas de bom
gosto.
Lindos cortes de precalia para vestido e casa-
veque igual com barras iguaea ao Ggurino que
acompsnha cada corte,ditos de la decores a>m
barra de maito gosto, superiores sedas de corea
de padroes muite lindos a 2f o covsdo, ditas de
superior qaalidade com um pequeo toque de
mofo a If o covado, superiores cortes de cam-
braia brancoa bordados, ditos de blonde braocos
com manta e capelia para noiva, lindaa mugam-
biques decores para vestido a 480 rs. o aovado,
ditaa muito finas matieadas a seda a 640 rs..
PaletoU a 6$.
Vendem-s. palelots da panno preto fino s cor
de caf a 6} : na raa da Imparatriz n o, lo!a do
pavo.
Chitas escuras a 240.
Vendam-ae chitaa franeezes aaeuras 24 o ro-
a ra da Imperalriz n. 60, loja do pavc.
Fitas de la para debrum.
Veodem-ae pegas de lita de la para debram a
1J, m vara a 120 ra., dits de seda a 29400, a
m vara a 240 na rea do Qaeimado, loja da
miudezas n. 35 da boa fama.
V
Fazendas pretas
jed s h 600 e 7140 rs.
Vende-sa aedas de littas e de qusdros para
vestidos de senhors a 500 e 720 rs. de quadri-
:.hos miudos o covsdo : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pav,1o.
Camisas ara senhora a 1 $000
S na loja do Pavao.
Vndese camisas de madapolo francs multo
bem SBfeitadaa a \$ cada urna, s na raa da Im-
peralriz n. 60 loja e armazem do Pavo.
Chales baratissimos.
VeOee-ac holc* do a.rlo m.iiw grandes a
39, diloa a garibaldina a 49, ditoa estampados
ftzenda fioiasima a 6J. dltoa prelos a 5$, clitoa de
rede a imitigao de retroz com bonitas palmas a
3|, dilosde caasa de qua^iros a 6i0 is.: s na
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavo.
superiores.
Grosdcnapla preto muito superior pe. dimi-
nuto prego de Sjl o aovado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e H o covado, casemira i*-l
muito fina a 2g, t500, 3, 3^500 a 49 O cowde,
mantaa pretaa de blonde muilo aaparioreaa 129,
manWletea deaupertorea groadauaplea pretoa ri-
camente bordados s 35$, sobrecasatas de panna
prato maito fino a 309, casacas tambem de panna
proto muito fino a 309, paietots de panno preto
fine a 18 209, ditos da casemira da cor mas-
ciada s 189, sapariorea gravstinhaa eatreitas a
19, ditaa da aatim maco de gorguro muito su-
periores para daas voltea a 29, ditas estreitiuhaa
com lindoa alfinatea a 29, superior gorguro pre-
to nara colletee a 49 o corte, ricos faites prelos
a 69, a assim oulras a.uitas Uzeadas que sendo s
cinhairo i vista, vandem-se por pregos muito ba-
ratoa : na ra de Quaimado o. 22, na bem conhe-
clda loja da boa f.
Baldes de bramle,
iY 1>li fio V*
Camisas bordadas e outros ob-
jecto* iiecessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-ae um bello sor-
timento de bonitas camieinhas de una cambraia
com babadinbes e mui bonitos bordados de no-
vos edeltcadoa deaenhos, as quats servem mai
bem para os modernos vestidos de frente abarla
a vandem-se pelo diminuto prego de 39 cada
' el 1) I ama ,ssjm como bor.ilos manguitos a balo com
Yende-se balites de bramante muito bem (ai- golliohaa de superior cambraia e al e todos bor-
tos, sendo de por e tirar os arcos quando se quer i dados, com puohos virados cada par pelo ba-
lavar, para aanhora e para meninas, do mesmo
bramante e .'e arcos : na ra da Impesatriz n. 60,
loja do Pavo. ________________________
uperiores atoalhados
adamascado.
Superiores stoslhado sdaroaaesdo com 8 pal-
moa de largara al$600 rs. a vara : na ra do
Quoimado n. 22, na loja da boa f.
Damasco para colxas par*
orna meo tos e igreja.
Vaode-sa muito superior damasce de la de
urna s cor, muilo proprio para colxaa o para
ornamantos, com 6 palmnsda largura pelo ba-
rato prego da 2(800 rs. o covado : na raa do
Queirnado n. 22, na loja da boa f.
40
100
Pagas de fita para cf, Ve superior qaa-
lidade a 320
Novelloc de linha que tem 200 jardea a 40
dem idem de 400 jardas a 60
dem idem de 800 jardea a 120
Liuha do g*z de 10 e 20 jardas a tres por
dous barato.
Caixas de folba com pbosphoros a 80
Cornetaa de chifre para eaireter meni-
nos a 80
Carriteia de linha de 100 jardaa a 30
dem d* Alexaodre maito superior a 100
#zia de facaa garios, cabo preto, mui-
to finas a 8jj00
Caixas com colxetes franeezes a 40
Ditas com pbosphoros do gaz a 20
Ditas com dito de vela muito superior a 20
Ciixas com 1 -cas psra acceoder charutos 40
Duzias de maias crues muito encorpa-
das a 2(400
Duzia de meias brancas a I;00
Duzia de meias brancas muito finas para
senbora a 39000
Massos com grampos de todas as quali-
dadea a 40
Bolgas muito finas para guardar dinhei-
t, servam tambem para guardar fumo,
e servem tambem (.ara senhora a 510 e 800
Thvsouraa pequeas, poim muito li-
nea a 200
Ditaa para uohaa tambem muilo supe-
riores a 406
Marcas pira co'-rir, o pequeas, porm
o prego convida a 10
Paras de meias de cores vara meninos a 160
Pares de meias brancas para meninas a 200
Groza de peonas d'ago de todas as qua-
lidades a 500
Caixas com 100 aovelopes muito finos a 1$000
Groza de botes de louga praliadoa a 240
Manguitos com guiihiu-s.
Vpuda-sa manguitos com gollinhas, fazenda
multo boa, pelo barato prego de 2gOOO, gollinhas
e punhos ultimo gosto a 29000, gollinbaa maito
finas e bem bordadas a IgOOO cada ama na raa
do Qaeimado loja da miadexas da Boa fama,
'n. 35._______________________________________
Tiras e ntremelos bordados.
Veode-se pegaa de tiras bordadas ds 2,500,
3,000, 3,500 4,000 ntremelos a 1600 e 29000
i cada paga na ra do Queirnado loja do miadezaa
da Boa fama, n. 35.
700 muito sperioraa cortes de aeda de cores
oa mais
modernos que tem vindo s Pernambnco, saias
brancas bordadas de cambraia de Escocia muile
finas, lindos chapeos de palha de Italia para se- .
nbora a Eugenia e Beatriz, ditos de pslha de :
feltro entestados cora muito bom goito pars me- i
nios, tiras bordadas,ntremelos tapados e trans-
prenles, ronhss de lahyrlnlo, lencos de cam-
braia de linho bordados, ditos de abyrinto, su-
periores baldes americanos de 13, 15, 20, 25,
30 e 42 arcos para senhora. ditos de 8 e II ar-
cos para menina, luvas de pellica de Jouvin pa-
ra homem esenhora, inoeriores manteletes de
seda, capas de aeda bordadas para senhora, bour-
nus ou capas de pbantssia, maniteles branecs e
oulras muitas fazendas de bom &o$lo por pregos
mais commodos do que em outra qualquer prtte
na loja do sobrado ce 4 andares ra do Crespo
n. 13, de Antonio Cona de Vaseoncellcs I C. ,
rillio e arroz.
1
Vende-se em sacoa grandes, muito btrato,
I por ter grande porgo, chegado estes das de
Mimanguape : na travessa do pteo do Paraizo
n. 16 Com oito para a ra da Florentina.
*'?:
i
-
3
tod<
oiuacao por
opre^o, na loja do
Serlant?jo.
.
i
3
a
nao
Jo
jr
ts
aH
Verdadeira pechincha.
Vacdem-se cortes de superior gorguro de se-
da para colletes pelo baratissimo prego de 19,
29 a 39 o corte : na ra do Quaimado n. 22, na
bem conbacida loja da boa f.
f
t
ara os tafo* quistas.
Lengos muit* finos almitsgo dos de liuho dt
mallo bonitos padroes e de cores fixas muito
proprios para as pessoas que tomam tabaco, pelo
barato prego de 49800 e 5?500 a duzia : na raa
doOaeimodo n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.____________________________________
Bramante de linho.
Vende-se multo superior bramante da linho
com duas varas de largura proprio para leng?,
pelo barato preco da 29400 r. a vara: na bom
conhecida loja da boa f. na ra do Que'mado
n. 22
Boitecas francezas.
Vande-sc boneces francesas ricamente vaatldaa
49OOO e 59OOO, e 2|000 benecas de cera coro os
olhos novedgos a 2fl000 e 39000, na ra do Qaei-
mado loja de miudezas da Boa fama, n. 35._____
J ehegaraiii os remedios
do Dr. RariuavResolutivo!
reoovador, prompto al'ivio!
e pilulas reguladoras,
No droguista Rayraundo Carlos Leite g
Irmao, ra da Impertriz n. 12.
Cnfei tes m ra senhora. 1
Os melhoras enfaltsa i retos e de cores qua ip-
paraca a 59500, 69 a 6J500 : na loja di Vistoria,' :
na ra do Quaimado n. 75. R
_^^^^ .r,
Caixinhas e cabazes para | JnV'
as meninas trazerem
no bra^o.
RA DOQUilMADO N. 45
Apparecam coni dinheiro que
deixaro ie comprar.
Chitas escuras finas a 160, 180 e
rs., cortes de vestido pretoa bordad,
7, ?,? ^r CU,t'1 ^ ,5( ven Jen,
.109.409. 509 e7<'9. sshides de b.-iie *1-
ludo e seum a r.> i3Si camisas para se-
nhora a 29 p 39, gollinhas o maniiuitos a
29. 3S e S.JOO, gollinhas eambraia borda
las a500,6(0,700. 8(10, 900 e 19. cis
de fil bi-rdadn a 120 r?., esHTsqaes 'e
fasto 5?, 69 e 7?, raes de s. u
brancas e pete par senhora a iciOO
o par, tiras bordartas a 500 e 7C r.-.,
la* de qeadro enastada a 300* 3G ra.
o aovado, cambraia preta 400 440
ra. a vara, rgaodys de ^orts a 6lU :>. t
vara, fil br*no aiiimasrado para C r
tinados e vestidos a ^00 c 500 lis a
vara, cortes de collete casortjiri cr-
daaos pratos 1 2} 1 35000, ditos U
velludo a ?r a ptetos r 39, 43, 53 ,
pal-tots de bnm brsnco fntc-i >
33500 e 43500. ^itos d* casemira c to-
na pratos a 143 e 163. dllos de alfa 1
preta a da cores 33, 3$50, 43 e 435(0.
camisas da pito a linho a 23500, col tea
de ?o!!*te de torgaro a I90OO, IcTl'i
29200, 3g e 3p:>0 colletes feitosda bn
S
i
bra-ico a
a
*C0OO, -t.-s 'eit.s
s i
V
Id
goratur
23500 33500, ditos frite de case;,;;
a 38500, 4S 4.C500, ;1itos da Tallafo
53. 63 e 79, ditos d* fusto de cor*
1JJ5O0, urc; variado sortimento de meies ^
para homem a senhora, grinsld ci ra
haUs da troco, espartilboa, lo- ^
lidarje de roupasfeitas par 'o ,V
mm qun to.do so rende poi melad* do .-jl
seu vslor. t.-
Unito lindas caixinhas a aabazas para meninas,
da 100 ria ate 23500: na loja da Victoria, na raa
do Queirnado n. 75.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-ae Avalas de ago para ainto a 19500 ra. a
29000 na ra do Qaeimado loja de miaciazaa
da Roa fama, o. 35.
Vestidos brancos,
Vende-se cortes de vestidos braocos bordados
1 seda, praprios para noiva, pelo baratiaaimo
prego de 63, ditos de larlatana branca borda-
des a 103 : na ra da Imperatriz n. 60, lojs e ar-
mazem <1o Pavo.
ratisaimo prego de 25. o que 4 admiravel aviata
da superioridadeds obra, e bem assim paohos e
gollinhas tambem bordados com bonitos botea
a 29 a guaruigo, e gollinbaa aoltaa igualmenU
bem bordadas a 19 cada urna o manguitos a 800
rs. o par. A vala pois de um to completo sor-
timento nenhuma aenbora daixari de comprar
aaaanecaaaarioa objectoa tanto maia quanto a
cooiinodidada dos pregos couvida e para qua to-
dos sajam bem servidos con?tm que mandem
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Queirnado n. 16.
Taratanas e ii do Pavo
Venla-se tarUtana branca e deeores a 800 rs.
a vara. Al branco Hao a S' 0 rs., dito lavrado de
palmiabas a 13 a vara, organdys branco muito,
fino a 19 a vara: na ra da Imperatriz n. 60, loja j DrailCa TU* O(JUeima'O ft. Ib
A loja da Hgtri
do
a
Pavo.
Luvas e sintos do Pavo.
Vende-se luvas de seda pretas e de cores a
640 rs. o par, ditas de retroz a 640 rs., sintoade
seda muito ticoa com fivelas douradas a 13 cada
um : na roa da Imperatriz n. 60 loja do Pavo.
lo
Vende-se neste eslabelecimento as fazendaa
maia baratea do que em outra qualquer parte,s
com o lim de apurar linheiro, chitas largas es-
curas com pequeo toque de mofo a 200 rs. o co-
vado, ditas franeezes a 210, 260. 280. 320 e 360
rs., pegas de madapolo e algodoziuho por pre-
gos baratissitnos, cassas organdys de todas asco-
rea, cambraias de todas ae qualidades e todaa aa
mais fazendas precisas para o consumo, alm de
estar este estsbolecin.euto aberto dsa 6 as 9 ho-
ras da noite, tambem se manda levar as fazen-
das a amostras pelos caixairos : na ra da Impe
ralriz n. 60, loja do Pavo.
Acaba de raceber 0$ precisos objectos segain-
| tes:
, *.spss de balis grandes e pequeas.
I Fita com colxetes branca, parda e preta.
I Dita do laa para debruar veatidos de cores.
! Traocinha de caracol miado conhecida por bom
tom.
Alneles prelos e braocos am caixinhas.
Acolhas mperubs fundu dourado.
Ditaa victoria em caixinhaa e papis.
i Retroz preto fino m carretela grandes:
i
Roupa pirahomens,
Vende-se sicas de, rasemira,de brira pardo,
de dito de cores", pautte franeezes a 69, ditos de
do vigilante,
Collares para senhoras ou me
uioas.
E' chegado os muitos desejados collares de al-
jofares fingindo madreperola, com urna cruzinha
da pedras tngindo brilhantes que sao muito ele-
gantes, pois scom a vista que se poder apre-
ciar, que se vende pelo barato prego de 39 caaa
um : iato na loja do gallo vigilante, roa do
Crespo o. 7.
Aderecos ore tos
Tambem chegaram os lindos aderegos ptetos,
Novos pe a tes
do tartaruga e t*!&ss8,
ci dourado e sem elle,
para b tar cabello,
A loja d'aguia branca acaba do receber esaes
pentes de que as senhoras tanto precisavam para
igualar os pequeos dourados. O sortimento
pequeo, porm completo, porque tem de tarta-
ruga e massa, dourados e sem o ser. A belleza
e perfeigSo dellea difAcil das-rovtr, a por isso
limitamo-noa a Olzer que ellea sao de um dese-
oho novissimo de apurado gosto, e de castosa
execugo, na qusl o artista elevo* se por sus
Deiicia. Tem ellea a forma de um lago de fita no
centro do que se conhece o feche por meio de
urna flvella, isso alem de rendados, tanto os d*
tartaruga como os de masaa. Agora, pois, que
appareca o bom, convem qae aa senboraa se nao
demorem em mandar comprar na loja d'aguia
ranea, ra do Queirnado n. 16.
Moendas p meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Bruna n. 08, fundicao
de D. W. Bouman.
Baleias.
Vendo-se balaias 120 rs. cada ama aspa de ago
para balo a 160 rs. a vara, bandea a 19500 rs. e
2$00 o psr, na ra do Qaeimado loja de miadezas
da Boa fama.'n. 35.
A 2^(500, s o pavo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2 a
3 babados a 29500, ditos de tarlalana brancos a
de cora, com barras e babados a 39 : na ra
da ItaDaffatris u. 60, loja e armazem do pavo da
Garoajfo Silva.
C ascarilh a- VafJde-se caacarrilhas de seda para anfeitur
vestidla a 23000 a pega na rva do Queirnado
loja. de miadezaa, n. 35.
Meias de borracha.
Vends-ae meiaade borracha para que:c padaee
de eryaipela a 159000 o par, meias de aeda preta
para senhora a 1J0O0 o par na ra do Queimada
loja de miadezaa da Roa fama, n. 35.
Franjas pretas com t-
drilbo e sem elle.
Ricos sorlimeutos de franjas pretas e de cores
tom vidrilhoe sem elle : ua loja da Victoria, na
raa do Queirnado c. 75.
inhasde peso \ercla-
deiras,.
Lichas finas do peso vcrdadalras, meadas
arando* a 240 ri : na loja da Victoria, na raa
do Queirnado n. 75.___________________^_^__
Pbosphoros 4e seguran^
Phospboros do segarsngs, por que livra de in- I
aendo, a 160 rula a caixa : na loja da Vlctotis,
ua raa do Quaimado n. 75.____________________
Baleias para vestidos,
Raleiaa muilo granjea a boas a 160 ria erra :
aa loja da Victoria, u ra do Queimada o. 75. '
Linha fe^roxei-paa-4a~
byrintho.
As moihoras linhas de croxel para labyrlctbo,
aovellos monstros a 320rts um : na \r\\ ds Vic- '
loria, na raa do Queirnado r>. 75-
s
Aos &rs consumido, es
de gaz
Noaarmazeos do caes do Ramos ns. 18 36, a
na ra do Trapicha novo { no Recifo ) n. 8, i>
vende gaz liquido ao,encano primeira qu?l- i. ,
e recentemenle chegauo, a 1 300 a lata <1 5 ga -
loes, assim como latas de 10 e de 5 geitefcs, :
em garrafas.
'a m) Vp; i # a.
iUHiv.z, s,rt^
i.!--
i a de
Quiuiado 55 A,
Guim irAes ?$ JKochft.
Para balos^ -- -___
caberla do lio p-ra aaias a ICO i'.
^ ra da Imperatriz nu
20.
preto "ecor'de caf a 63. caigas de case- eodo tinas pulseiras. rosetas, alfioetes, ludo em
,:- do Pavo ra da 'uma catsinha, inteiramenle cousa nova nesta
mira prrta a 5$ : na
Imparatriz o. 60.
loja
Loja das 6 por-|
t^3 ein frente do Li I
vrameiito.
15, 20, 30
e 0
arcos, m
Baloes de
{ Grande sortimento de balea de arcos
* os raelhores uesta fazenda e grandes, chi-
? tas francesas largas escuras a 220 e 2i0
' ra o covado. ditaa estrettas miudiohos a
' 100 ra. o covado, cambraia lisa para for-
ro com 8 l;2varaa a 29 a pega, ditaa -
as a 3}, 4g. 5| e 6J muito floss, dit.s
' de salpiquinho com S 1(2 varas a 33500
a pe;a, iberias aleozoaias^ bran>:as a de
cores para cama a 49500 e 59, casias de
cores franceras tfntas seguras a 320 rs. o
covade, pees de bretanha da rolo a 2$,
alolo tra"nc1o alvo muito largo para j
toalhas a 3 a var. eofeites a Ganb.ldi g
seodo prelos a 5g cada um. leogos bran- ^
eos com barra de cores a 120 cada um, *
roopa feila de t.idasaa qualidadea muilo $
barale. a loja est abetta al as 9 horas
da naite. &
'^^AfiilioK-tKI^^^^SM^
l
Veade-se emeata ele N. O Bieber
C, tucceitore, ra da Cruz n, 4.
i praga, todos muito delictdos pela grande mo
de obra qae tem, poia as pessoaa de bom gosto
| sabero apreciar : s no gallo vigilante, ra do
Crespo o. 7.
Tambora sao chegadas as verdadeiras sgulhas
VUlorie, de funrto dobrado. que se vende pelo
barato prego de 100 rs. o papel: no gallo vi-
gilante, ra do Creapo n. 7.___________________
Capelln jara noiva.
Tambem sao ebegadas as lindas capelina bran-
cas, o mais delicado que pode haver, que se ven-
de pelo baratissimo prego de 79 e 69, tambem ha
outne uiaia inferiores que so vende por 29 e ^9
Pede-se qae quem tiver de comprar qualquer
| deatea objectos, que se apresse antis que se aca-
, be, poisfol apenas urnas peqaenis arooatrea que
; serecebeu : sno gallo vigilante, ra do Crespo
! namero 7. ^^_^^___^_^^^_^^
___ Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
: Johnston" & C ra da Senzalla Nova
u. 42.
I^otassa da ussia
e

f4o aseriptorio de Maneel Ignacio da Olivsirs &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por prego
IQais barato do que tm outra qaalquer puto.
Vende se o seguate.
Rramaotc com 10 pilmr.s de largura a 19500,
risesdinhos escaros de cor flxa a 160 rs., ctssat
e coras a 280 e 320 rs., oleadoa para robrir
mesas a i$, indianas maito hnss a 1J, chitas a
160, 200. 210, 280 e 320 rs., cambraiaa de sal-
picoa da cor*s a brancas a 400 rs., cobertores
brancos a ascuroc a 19200, I96OO e 29, pannos
finos pratos e de corea a 29. 29400 o 39, cam-
braias p\ra cortinados a 29 a pega, ditas lisss r
29. 39, 4$ e 59, tapetes muito tinos a 69 e 79,
chapeos de seda e de csator muito finos e do ai-
timo gosto de Paris a 89 a 99, ditoa de feltro fi-
no copa alte a 59, casemiras para forro da carros
a I96OO, cortas de dita maito fina para calgaa a
49, pegaa de entremtios a I5, e finalmente mi-
dapoloes. algodes, brics, bratanhaa o outrar
muitas fazendas qae o dono do estabeiecimanto
st resolvido s vender muito barato aflm de
apurar dinheiro, dando-se as competentes amos-
tras com penbrr.
M*:tl*9 superiores chapeos
Chapeos do Cbyli muito fiuos, ditos ^
ds seda superiores, ditos de sol de mu- %&
to superior qualidade de 8. 10, 12 e 15 M
asteas: o loja do sobrado de 4 andares ^
ra do Crespa n. 13, de Antonio Cortea '
de v.-oi-icelios & C. ij
echincha sem gual.9
Superiores cortas de seda de cores t?2
com 18 a 20 covados rada corte pelo &fe
batatissimo prego de 209 o corte, laa >
de corea de qaadros e de florea psra ves- 9
tido de senhora e de meninos a 200 r. ^
o covado para acabar: oa loja do ao-
brado de 4 andarea rus do Crespo n. JP
13. de Antonio Correa de Vasconcellos ^
&c. m
Perfuraarias muito finas e
baratas.
Opiata inglesa a 19500 rs, dita franeaza a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedade hygianiqaa
verdadeiro al9C00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadoiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os dantos s 19000, dits de Rotot tambem
para os denles a IgOO o frasco, pomada franea-
za em paos a 500 rs. e 1 jOO, 320 is. sal>onets
maito tino a 640 rs., 800 rs. e I9OOO cada um nt
raa do Queirnado loja do miadezas da Roa fama,
o. 35.
Superior brim branca de
linho
Vende- se superior brim branco da linho tran-
gado pelo baratissimo prego de ljzOO, 19440
96OO a vara, dito muito encorpado de dosa Sos
o do linho poro a Sf a vara : na ra do Qaeima-
do n. 22, na bem conhecida loja da boa f.
A 2,400 rs. a ozia.
Longos brancos fiuos para algibeira pelo dimi-
nuto prego da 25*00 rs. s duzia : na bem conba-
cida loja da boa f, na ra do Quaimado n. 22
Vi
se-
Ca
mbraias de cores


vil
Libras sterliuas
Vendem-se no escriptorio de .Manuel Ignacio
de Oveira & Filho, largo do Corpo Santo n, 10.
Vandero-se cambraias francezas de coras fa-
zenda multo fina pelo baratissimo prego de 260
e 280 ra. o covado : na loja da boa f* na raa do
Queirnado n. 22.
Para luto.
Fumoa de seda elsticos para chapeos largo e
<-itreitcs a 19500 : na roa do Qaeimado n. 22,
ua loja da boa f.____________^___^_____
Lazinhas muito linas
para vestidos.
Superiores ltzinhaa para vestidoa de mallo
bonitos padroes qae s venden pela baratissimo
prego de 440 rs. o corado na ra do Qaeima-
do n. 22, no loja da boa f.
Cartas finas para voltarete
A loja d'aguia branca acaba de receber um bom
sortimento de cartaa com tintas mui Qms, papel
lustroso a opaco, e caraclerea de novoa desenhos,
representando as figuras os grandes persooagena
das guerras da Italia o outros. J se v, pois,
que com una bartlhos assim bons e bonitos, tor-
na-se aioda mais deleitavel o eotreter-se parte
da noite no divertido voltarete, tendo seropre
espadilba, manilha, basto, etc., etc.e palo con-
trario um pichoso, so qualos bolinhoses chava-
na do bom cha do dono da casa far esquecer o
pouco que perder. Os baralhos de canto redon-
do o dourado custsm 69 a duzi, os immediatoi
59, o outros 49, 3J500 o 39- Tambem ha finss
paraoa apaixonadoa da bisca, espadilba, ele,
vista do que nao ha maia a cansar-se, o proteo-
denlo dirigir-se com dinheiro ra do Qaeima-
do, loja d'aguia branca n. 16, que aar bem sar-
ido conforme o lonvavel cosame.
Ha psra veoder-se um excellente cozinhei-
ro: na ra do Canana n. 18, aobrado._________
Calcado barato!!
Na loja do Porto esqnina da ra da Madre de
Dos, vende-se ama porgao de calgado com pe-
quenodafeilo maito barato ___________ _
Vendam-ae una parteleiros para armazem,
uma carteira nova o ama mesa do Jacaranda :
na rga do Trapiche Noto 0.18.
Sinios dourados par
nhoras,
Lindoa aintoa doarados para senhoras a tj200,
ditoa do ponte cahida a 49, ditoa de fita a ljOOO :
oa loja da Victoria, na ra do Quaimado s. 75.
Hieos espeihos de
Lucidura dourada par a
salas-
Chegoa para a loja da Victoria ama pequea
porgo de ricoa espeihos da varios tamanbos para
ornamentos de salsa, affiangando-sa serem os
melbores am vidros que tem vindo : na loja ds
Victoria, na ra do Queirnado o. 75.
La para bordar.
Lia mnito boa de todas as cores pars bordar, a
79 a libra : na loja da Victoria, na raa do Quei-
rnado n. 75.
LIO
dO
:a;
9
tu*
Cslxlnhas com 50 novellos da linhes multo 11-
oas do gaz a 900 ria a calza, ditoa com 30 co-
rellos s 700 ris, ditas com 10 covelios grandes
a 700 ria, brancaa e pretaa : na loja da Vistoria,
aa raa do Qaeimado n. 75.
Molas cobatlaa do
vara. -
Agulhaa vjcioria o papel a 120 ra.
Ditas i.Ju dourado a 120 rs.
l-''i!ia de peso, u.esda a 100 rs.
lila froxa para boidar a 80 ra.
.- Dita de carretel, 900 j.ras a 80 rs.
Dita de cores, qu.l-jupr quslidide.
Gravaras
com botoase sem elles a 19, ce cores e preta*,
para homem e meninos.
Tranca de linho.
Reeebeu um lindo sortimento dcstts trsr.;.J,
proprias p.ira as leves roupas da festa, jsMi;
1 que vao-se provecilo.
liolGes
psra casaca e casateque, de crese pratos, para
tamisa madreperola foa, de osso para caiga a
320 a groza, muito finos.
Colcbetet
Esta loja deaejaudo sempre ter objecto* o oves,
; reeebeu cokhets reforgados do lio batICo, it
1 cixas sao ero forma de urna carteirinlii jae se
torna maito olegante, so ha na Espereng a 80
' rs. a catxinhs, em csrtao a 60 ts., cu duiia sor
600 rs.
Pon as de ac
,caligrsphitss por 2J> e2^100, verdadeiras dt Per-
(ry, e de oulras qucbdaUes, por menos t'o que sa
cestuma vender, caetas para se adquirir tsii
posigo elegante (estrevsutu.) s 500 ra., H m|.
I las qualiJadaa cou o de borracha a 160, a balao s
160, a pistolete a 120, e muito boas o muilo ba-
ratas por 40 rs. < uma I
Perfumaras.
I O cheiroso e suave sndalo a 19600 o frasco,
(essencia Concentra01) pathihouly, o mbar, o
bouquet de nupcias, o de Labore, a retlvia, a
: maguoiia, a rosa, o jasinin, a flor da lar; ngpira.
eum completo scru-i i-nin de perfumaru qua te-
1 ojos, tinto francezas iomo nglezas.
N. B. Temo feto ultirimaiente um contrato
'com um fabricante que nos porniilte vender este
I genero, cujo consuno sa amianta, por pregos in-
i teiramente baixos e sem rivadade.
y^wini na
pi-a*i4 <--, rf-i
QS
*.:
1
azenas baratas
NA
Loja do pavo,
Cambraia organdys a 280 rs.
Vendc-ae esmbraia o;^if'iy decores com rno-
darnissimos padroes a 280 o cova<:o, e cassaa
francezaa muito finas s 240, 280 o 300 rs. o co-
vado : s na loja do pavao, raa da Imperatriz
numero 60.
Bardados baratos.
Vendem se gollinhas d* cambraia e de fil bor-
dadas a 500 rs., manguitos a If o par, manguitos
com golla bordada da cambraia a t $000, o tiras
bordadas o ntremelos ; na ra da Imperatriz n.
60, loja do pavo.
Alpakiii ? 280.
Vcnde-so esta nova fezends da linho a Imitagao
deaedaa de quadrinhoa miadinhoa propria para
veatido de aenhora, roapaa p>ra meninos, sendo
fazenda que nao desbola, a 280 o covado : Da ra
da Imperatriz n. 60. loja no pavo.
Chitas largas a 2U rs.
Vendem-aa chitaa largas a 200 rs. o cosado por
tsr am pequeo toqae da mofo ; ns raa da Im-
perattlz n. 60. loja jo pavo.
Bramante a 10$.
Vendem-se pegas da bramante de linha de
urna s largara com 27 vara a 109 a pega, tam-
bero se vendo 1)2 pega com 13 1\2 varas por 59 ;
a raa da Imperatriz n. 60. loja do pavao.
Carnauba
Vendo-se s mais superior cera da carneaba qae
ba no mercado ; na ra do pavo. ^^^^^^^^__^____________
CambriaitiS tisas a 3$
Vendem-se pegaa d* cambrais lisa maito
cero 8 ll2 verae a 39 a pega
triz n. 60, loja da pavu.
na
fina
roa da Impera-
Chalis baratos.
Vendam so chales da marin do coros sendo
maito grandes a 3$ : na raa da Imparatriz n. 60,
loja do pavao.
No dia 1 'docorrento aasentou-se o un ole-
linho Mano), escalo, rom os sigoaea seguintes :
idade 14 aooos, cheio '-o corpo, cor clara e ma-
cilenta, cabellos carapioho, olhos pequanos, O
como de iurn soffren nelles iDconn.oio, tem
falla de um dente na freniu no queixo superior,
a ptimeira visia mostra o acanhamento priprio
dos escravos- do campo, tem o andar fcio, s
roaos e ps curtos e gro>so, a ponto de perece-
rem incitados, lvuu camisa de algodn de listra
e ca'ga azul nova, chapeo de palha de carnauba
usado ; sappe se qwe ande aqui mesmo ns el-?'
dade, visto oue a ella vaio pela prio>eira v.z, cu
que ter.ha acompsnhlo algum onboi de almo-
creves : roga-se as sutorius^as policiaes, capi-
taas re campo, a qualqu ao do referirlo molatiobo, que se gratifip>r ge-
narosamente na ra de Apollo n. 43, priaelro
solar.
Attenc
if
Acha-se fgido desde 5 do crrante o escrTO
paidodeoomeLeoncio.de idads de 16 annss,
leou vestido camisa de algodo branco, salga
de brim daaootado e chapeo de palha de car-
oauba.o aigoal mais vislvel ter em urna dsa
perneaduaa cicstrizts provenientes de fugo, o
ha poucos las preso no Afogadoe e reco bi Jo a
cadeia a ordern do subdelegado de S. Jos e lo
dia cima lornou a aueotar-se, fot visto no do-
mingo 7 n Pasaagam da Magdalena ; pede-se
por tanto as autoridades potuiaes e mais pessou
qu* delle tiver. m conhacimento ou noticia o
aprehaodam a o levem a aoa senbor na ros ra
matr|z da Bo'-Vista n. 11. que se recop.pensar.
2001 de gratific.
a quem pegar o pardo Francisco, da 17 ar.nc
de idade, de bonita figura, com todoa oa dente,
cabelloa csrapinhos a raivos, osle pari foi da
Sr. Dr. Borgesds Fonseca, o qaal vlajoe com o
mesmo sennor todo o serto a suburbios desta
provincia, neeesaa;imnte quando era sea ei-
cravo, e talvex aioda ae incalq a servigo lo
mesmo: mm o pegar qira entrega lo a aea
legitimo dono na ra do Hospicio n. t.
Ignacio Lois da Bnto Tabarda.

MUTILADO


6
DIARIO DB FMCUMICO SaBBad 13 DI 5ETEMB 0 DE !.!<
V
Litteratura
Golpe de vista sobre os progressos das
silencias em 1861 c suas previsoes
para 1862.
(Conduso.)
A 24 da setembro ultimo, fshecis lambera um
de uossos actigos mestres, Miguel, Jos Schei-
dwvciler, professor de botnica na escola de hor-
tlcultur do estado em Geoibrugge, ao qual a
Flora belja e a horticultura deveiu uro. boni eo-
30 u .uveraos trabalhos.
N ) BiMmo lampo pouco mais ou menos, Baha-
so tambera a morte de Jas Libom, um joven
viajante naturalista, cujonome est intimamente
ligado a introdcelo de um grande numero de
plaotai que embelleiam nossas serras. J por
Quas vezes Libom explorara o Brasil, quaudo, ha
un; anuo, partiu aovamente para ai florestas vir-
g' ai da America meridional. Eoi nesla terceira
viageni que elle inorreu.
I"o iiri'ain registramos anda um grande no-
ca: o -a principo Alberlo, pelo qual acaba-*e
ha pouro de tomar luto. O principe Alberto nas-
cera em 1819 no castello de Hosemau. Estudra
direilo na uuiveraidade de Boou, e dera-se de-
puisao estudo da philosophia, das scienciss e da
agrlrruitura. Fez ootaveis progressos ueste ulti-
mo ramo, com o qual oceupava se com particu-
lar cuidado. Morreu chsnceller da universdale
de Cambridge, depois de ter cooiuistada a p:e
Siderita da sociedad* zoolgica, a da sociedade
real i agricultura h o titulo de Ooutor em di-
reilo e em philosophia.
J. B. E. Huesos.
(/.'Industrie el Commcrce elges./;'. una )
AO ? DE SETF.iIHRO.
(\naiversurio da nossa indepen-
dencia.)
Offerecida ao mtu cunhido e amiao Francisco
mtu cunlndo e amigo
da S\lua iranda.
No principio, do nada o Verbo aummo
< i a luz etliere co's palavra ;
las tretas extiogui-se espesso fumo,
i?or loda a parte a claridade lavra I
E Aquello qae do nada o mundo fez
Q palale tornar tarumba gloria ;
lirevou no marmor a sagrada historia
sabio, o justo, o divinal Moyss.
A lu quo crin a sacrosanta Bocea
Exorime intelligencia, amor, verdade,
1 ; la a parle a claridade toca
E >m ella camin'.a a lib-rdade !
I
I
1 Brasil, que
! livre a idea
s polas atravez a luz penetra,
i dominar no munlo-novo,
s achava escraro, o povo
varouil soletra.
I anta, baos como rlenla lava
1 lida no s9io d'um volcan
E oaco que dorms, humilde, escrava,
oa despartou,ivre uagaa I
r-
I

M yi$, que os seulos sponta,
' i lo por Deas sabia e propheta,
pov distingue-se o poeta
is glorias deste dis alerabra e eonta.
. o po la desenle, inla que carpa
As magoai, os (.czares da existencia,
No da (estival langa rnao o/harpa
E saleoinisa a ana nd^en enca l
A fronte ou curvo triste, mas se lembro
Que fluresca da historia a verde palma,
> bro Diinh'harpa, lego um cuito d'alma
Ao despuntar dosjIq de setembro!
Setembro do 1SC1.
JUVENIANO MONTEIIXO.
Poesa recitada na apella do en-
Seaho Freiehelras por oeeaslao
'p' '.ta ofU.eio solemne celebrado
em caniiueuioravao do auai versa -
rio da inorte da Exma, Sra. D.
Parisia .liimia de Sena e .Silva, e
como tcsteaiunlio de considera-
cao dedicada a seu esposo e meu
amigo Jos Dias da Silva Jnior.
Tout, pcril, toutpaise.
Laxrtinb.
Qu'imporlam resta vida os gosos d'alma,
C lest-s campos de douradas flores;
s .-ios de um riso nos afag-m prantoa,
S i spoia o prazer uoi vem as ares ?
*r; ,7)V
.^OLHGTUI
M MSA
Qu'importam g.ll,,, qu, i0BCara ostenta,
E da urea esparanga a voz futura ;
se depoia das sedas nos aguardara creps,
E depoii di vaidaie a aepultura?
No mundo mil sorrisos, mil folgares,
E talvez bonangoso o mar da aorta ;
Depois a queda no seu val immenso,
Ou da planta innocente o fatal corte.
O mundo, sim, qu'importa o mando,
E assim seas trilhos de fagueiro norte ;
Se ler.>mos por leito a f.ia tumba,
L na fronle estampada a mo da morte.
V le-a para sempre no passido :
Inda hootem Ihe sorria urna espranos,
E o que oos resta de seus bellos dias ?
Vagos vestigios d'iueliz lembrsoca.
J um anno passou no veloz tempo
Em qua a morte, cruel fatalidade 1
Deizou ao tenro fllho a parda eterna,
Ao esposo um suspiro de aaudade.
E' sempre a raorte, qu'o prazer noa rouba,
Que traz ao triste to cruel mudenca,
E' aempre ella, que nos corta o riso,
Que arraoo ao peito a ultima eap'raoa.
A fraca harvioha, que se mova a brisa,
Qae torna a aurora seu saudoso pranto,
V rijo o veoto Ihe quebrar a fronte,
Murchar-lhe louco o seu pobre oncaoto.
E a meiga ave, que suspende o vj,
E paira o corpo, que nos are? erra,
V triste a sorle com seu dedo Impuro
l'azer roja-la pelo p da trra.
N.io chorem : se seu corpo a (erra belja ;
Se da morte Ih'euvolve o negro vu,
Su'altua gosa da morada elaroa,
E pousa hoje nos bumbraea do cu.
Ah 1 foi ura astro, qu'occultou seu brilho I
flo.'. que para o mundo desbotou,
qu cumprinio a miaso santa
sus, e p'ra Deoa oo I
1LTSSB8 DE BARROS.
U ii aojo,
Moveu aa
Conliccimentos ulci;
pos, duraote a combustio doa quaei se deapran-
de urna grande quaotidade de calor oo da luz
Combusto em geni, e ama combinaeao ehi-
mica durante a qual ha deaprendimento de calor
latele e luz; ou. a rpida combinaeao doa cons-
titualas do eombustivel, com o oxygeoeo do ar,
a quals tem lugar em ama alta temperatura.
O eombustivel empregado para a navegsco a
vapor, o carvao de pedra.
Para bem aprecia-lo e escolhe-lo, sao neces-
sarios ceitos principio dedusiios pala theoria o
pela pratica.
Estes principios sao esssguidos pela Franca e
Io lurray e Williams, foram os autores por mim
consultados, e donde compillei este mea peque-
no trabalho.
A coastituicao chimica do carvao pouco mais
ou menos a seguiote: 80 partes de carbono, 33
de hydrogeneo, 135 de oiygeaeo e 3 de materias
terrosas e rerattaria.
O carbono e o hylrogeneo sao os elamenlos
qe se combioiim com o oxy cuja combusto provm o dasprendimento do
calor.
A peso egual, o carvao que contiver maior
quantidade de carbono e bydrogeneo possuir
maior poder calorico. '
Sio duaa as qualidades de carvao mais empe-
gadas na navegagoes vapor, a saber- Bitumi-
noso e Aotracite.
Carvao bituminoso aquelle quecontm qusn-
tidaJe nolavel de hylrogeneo. Duranto a sua
combusto, ohylrogeoeo unido ao carbono, for-
mam um bitume qae torna este carvao collante,
e que occasiona urna fumaca espessa e com ebei-
ro particular.
Esta sorle de carvao divide-se em tres espe-
cies ;
Io Carvdea oleosos, ligeiramente terrosos, de
cor mui'o preta e aujaodo os dedos ao tocs-Ios :
nchando-se e coosoli laodo-se na combusto el-
les sao defeituosos. visto ser necessario desem-
biragsr frequentemente
vio de guerra, quando as desaja guardar o in-
cgnito.
4 Poasuir conaideravel eoheao em suas par-
tculas, de aorta que se nao esmigalhem pelo
constante altricto.
o Nao ser sobrecarregado de sulphur, nem
arruinar-ae progressivamente, tornando-ae es-
duaa qualidades de fcil combusto expon-
as
tanea.
6
f|
saude.
Fornacer resultados que nao ataquem os
corpos eaquentados, nem aejam prejudiciaea
Pode-as alm disso, apreciar a qualidads do
carvio, pelo oso a que destinado, por meio de
expsrisociaa pralitas.
Se por exemplo, para o uso das forjas, ea-
quenta-seao brmcoum pedazo de ferro, que de
ve sol lar-se fcilmente, c que nao lera lugar se
o carvao contiver aulphurato de cobre ou Ierro
em quaotidades apreciareis.
III
A operacio de accender a alimentar o fogo nn
saldeiras, materia de multa importancia, tanto
mais que por experiencia faceta, e para as quaea
nada msis se exige qae a attenco e boa vootads
do foguista, se pode verificar cada dia urna eco
nomia de 20 *[, na despexa do combaativel em-
pregado sem metbodo.
As regraa para conduzir conveniente e ecoco-
micamenle os ogos sao simples e facis.
Logo que o ar est convenientemente introdu-
zido, todos os cuidados ds foguista reduzem-se a
estes :
Io. Gusrnecer o fogao a partir de altar, e con-
finas al duas pollegadas, pouco mais ou manos
da porta.
2a. Nunca eaperar que o fogo dimioua muito
para deitar novo carvao, e conservar a mesma
espessura de eombustivel, pouco msis ou me
oos de 5 1|2 polegadas, em toda a exteneao da
grelha.
3U. Ter attengo de cobrir coostantemenie a
grelha de carvao, sobre ludo nos lados e perto do
ae para a distillacao, observa-sa a quantidade altar, lugarea em que o eombustivel queima mais
de productos solido, lquidos os gazosos, que sao rapidamenle.
oblidos.
Sa para o uso domestico, o cheiro, a furoa-.a,
a faciiidade da accender ou apagar, etc., etc.
Para aquentar as caldeiras das machinas a va-
por, o carvao estimado pelos aeguiolea princi-
pios :
1*. Segundo a quantidade d' caldeira ; ella varia entre 7 o 10 libras d"agua re
duzila a vapor, por cada libra de eombustivel
queimado.
2*. Conforme a quantidade e natureza dos re-
siduos, que elle dates sobre a grelha e ciozeiros.
Mies nao davem pasear os 10 V, nem collar-se
as barras daa fornalhas.
3". Nao deve contar quantidade conaidera-
vel de corpos eslranaeiros, laes como a pvri-
te, etc.
4. O carvao deve ser em pedras o novo.
E' porm, impossivel reunir todas as boas qua-
lidades em urna nica aotle de carvao. Por
exemplo. o Aolbraciie poesue um alta poder eva-

Foi depois de muito pensar qio mo deciJi,
vendo a necessidade de meu paiz, a compilar dos
autores mais celebres na Inglaterra o Frange,
ama cequans noticia sobre os combualiveis usa-
dos borlo para a formafao do vapor.
E ra o Brasil qae ora comeca, e onde por coose-
quencia tuto falta, inclusive livros competentea
p:ra nos guiar na boa apreciacao e eacolha do
carvao de pedra.
Ealre nos, que por assim dizar, comecamos i
geoeralisar a navegado por vapor, de granja
interssse couseju"ncia app>-ofundarmo5 o co-
ohecimeoto de um-. materia t importante, pois
';u delta podem provir, multas bouefleos ou
gran es pardas.
uitos benecios, quando a acquisicao de um
bom conbaslivel fornece granlo quanlidada de
[orea motriz, regularidaie no sarvi;o e nao pre-
.u'.'.ca a s.iie das gvaroicas, etc. etc.
Grandes perdas, quan lo essa acquisigo m
e como conaequencia natural, produz atraso do
viagena visto q ie ella nao satisfaz a primeira coa-
digao, desperdicio do dinheir.>, affecQo na sa le
r-t
e
etc. e como este eombuslivel "por sua m
ido, talvez composlo da subslanr:as os-
a pyrite, etc., pode pro
eu
q aa
rangeiras, lies aomo
Jzir combusto expoulanea e in:enlio as car-
voelraa.
Todos estes motivos pois, me forgaram a lo-
mar a resolugao de, estudiado era boas e diffe-
rentes livros, delles computar alguna principios
facis e polar assim indicar a maneira de aa-
liar-se a melhor ou peior qaalidade do eombus-
tivel, simples vista delle, ou com pequeaa
analyse.
Animado de um sentimento nalural ao ver a
nossa joven marinha fl irescer to brilhantemen-
t-i sob os auspicios de lio bom chefe, S. Exc. o
Sr. J. J. Ignacio, ministro da mariuha, animei-
me, mesmo apesu do meu pou:o mrito. 5 es-
creve este pequeo Uab.'.ho, lilho do minhas
horas vjg,s. e a ella ulT-nc lo.
Lijl.c-, 2-3 dn maio de 1862.
Emilio AuguHo de Mello Alvim,
1 lente da arm>da nacional e imperial.
D-se o noma de eombustivel d todos os eor-
0 seu uso nos fogoss bstanle satisfaclorio,
aecessitaudo de constante limpeza de grelha, em
onsejuancii dos residuis seceos que elles'dei-
3* Csrves compactos, com brilhant cor ne-
|ra, e cuja contextura geralmenle exfoliada.
Ardera muito fcilmente, com longa chamma
branca. Elles exigera manos aflluencia de ar, e
sao pr^feriveii aos oulros bitumiooios.
Carvao anthraeiteEsta eombustivel tem urna
cor muito escura, brilhaote e duro ; elle eflore-
c vaotagens uotorias sobre os carvoes bitumi-
nosos.
O carvio comrauamente conhecilo pelo oome
do Cirdill, nao mais do qm urna qualilade de
anthraeite.
As variedade
do anthraeite sao duas: aolhra-
ctle compacto do mar de Azoff e Pensilvania, e o
anthraeite do paiz de Galles.
O anthraeite da Pensilvania e mar de Azoff,
excessivamente duro, e 2 libras desse eombusti-
vel ovaporisjm 14 o'agua.
Por experiencias feitas nos Estados-Unidos.
resulta que a economa a favor do aalhracite, as e iocombustifeis.
do 40 */0 P"ra s prodcelo do vapor. Os pequeuos fragm
O anthraeite tem a vantagem de debaixo do
meso volume, oceupar menos espago que os
bituminosos sendo o seu maior inconveniente a
ditnculiade de accender, de sorle que, sem o
emprego de apparelhos ventilalorios, necessa-
rio pelo menos 3 horas para obter a pressao pe-
dida. r
porm, pela uleosidade de sua combusto, oxi-
da o farro das barrase caldeiras ou gasta-os r-
pidamente.
Assim, possuindo vantageos prosmiuentes, tem
elle tambera desvanlagens laes, que em circums-
laotias ordinarias o seu uso excluido.
Mas.como ordinariamente nao ha opporluoidade
de veriicar-se a boa qualilade do carvao por
meio de experiencias, sobreludo quaudo se (or
gado a comprs-lo s pressas em certos pontos,
nos indicaremos os meios mais usuaes de conhe-
cer a sua qualijade.
A practica tem mostrado, que quando as partes
brilhantes dominara no carvao, o seu poder calo-
rico maior, porm na mesma proporco elle
mais frgil.
Para fazer-se tal apreciagao, quebra-se um pe
daco de carvao, enas fructuras trausvorsaes, ob-
serva-se as zonas mais ou meos brllhaous,
compostaa de carbono que ah reiaam, alternati-
vamente com zonas mais ou menes opacas, com-
poslss de carvao terroso
As zonas brilhantes cotileem de 2 4 "i. de cin
zas, e as outras da I a 10 |0 de materias argillo-
II
Passareraos agora indicar as condigoes que
devera satifszer oa combustiveis, ou corn peque-
ns diusrerci. f
Io. O carvao combioando-aa eom o o 'ganeo
do ar, deve_produzir muito calor e chimn.^.
2'. Qaeimar facilmante ao ar a maotsslfte em
igaicao,
3o. Nao ser bituminoso,pois que a grande quan-
tidade de (amaga ple Irahir a posigo do na-
roit
AME DE AC1IARD.
(Continuago do n. 210.)
IXI
Os sonlxos de un dia de esto.
I I a-llosa conservou-se de cama aioda por
di-.3 cora um forte acomraetiimeuio de
fabir. A' principio pode diasi-nular a grvida! e
uo mal pela (orga de sua constituico, e pelo vi-
gor Je aua vontaie : mas aiinal leve de ceder
vilenla reago que em si se operou. O corpo e o
espirito, an.bos eiualmente enfermos, suecum-
bram lanos cforgos e resistencia.
Uuilas vez s, emquantoo delirio da febre des-
per! va as trevas de sua imagraagao soohos sem
cofiero, peusou elle ver inclinada sobre o aeu
. urna figura de mullier meio oceults pelos
longos anneis de perfumadas madeixas. Ento
ror.unciava o nome de Suzaoa com voz alque-
trala pelos soIuqos, e seus labios tridos se co-
latsm em mimosas e alvas mosinhas que eram
Bbsndouadas aos seus beijos.
Coasa estranha I Nessas occasies, em que o
amor de Bella-Rosa a inflammava no meio doa
srdoroj da feaie, a deseonhecids volva o rosta, e
todo o seu cor(o estremeca como o frgil remi-
nbo .-r; miado pelo vento.
Finalmente cheg'u um dia em que o enfermo
p6!e langar em limo da si um olbar mais tran-
quillo. Reiosva profundo silencio. Umamulher,
envolvida nes loagas pregas de um roupao ran-
eo, achava-se zeutada sobie uma cadeira na som-
bra transparente de uma cmara, ondea clarida-
de uo da perdia-se as vastas lapecarias de
seda.
B lia Rosa, mal despertando de um sonho cu-
j viso uctuava siuda diante de seus
face uma lagrima semelhanlej gOta de orvalho
i.'um marmore pulido.
_ E' sua noiva ? replicn ella com uma voz
to fraca que sahiu como um murmurio de entre
os seus labios rseos.
Nao, senhora, responden Bella Rosa triste-
mente : uma amiga, que perdi
O semblante da duqueza revestiu-se de radian-
te brilho : e encoslando na mo a aua fronte, na-
da mais disse :
A stnhora duqueza de Chateaufort achiva-se
ento no maior vigo de sua mocidade. Alia.es-
velta, admiravelmeote p.-m feita, toda a sua pes-
soa off-recia um maravilhoso mixlo de graga e
digoidade. Era por nalurza dotada desso andar
magistoso, porte nobre e elegante, emlim, desse
ar sobranceiro, de cuja gravidade aa damas da
trle da Luiz XIV deratn o exemplo loda a
Europa, Talvez tnesmo se podesse censurar a
sobarba rnagastadede suas maneiras, que muilas
vezes impuiiliam mais do que caplivavam, assim
como a expressao altiva do seu semblaoto : mas
sabia proposito temperar o seu orgutho com
uma elegancia ineffavel, e adoravel garridice,
Cojas mgicas gragas preslavam ao seu geslo,
oihar e sorriso irresiativel dogura.
O ardor do sangue hespanhol, que Ihe vinha
de sua me, Irahia-se no hmido scinlillar que
despediam seus olhos lmpidos e radiantes, co
mudo appello de seus labios purpurinos, nosmo-
vimentos ondutosos da seu corpo flexivel, e as
caricias de sua voz cheia de sons putos o ma-
viosos.
A Sra. de Chateaufort traosformsva-se como
uma (ada, e sob a apparena da grande dama
resplanlecia muilas vezes a (oilicelra. Sabia dar
aua bocea, da altiva e desdenhosa dilatago, o
suave contorno de um sornr ingeuuo ; o arco de-
licado de suas Sjbrancelhas movia-se com en-
cantadora vivacidadesobre a fronte de alabastro ;
a mimosa e alva transparencia daa suaa fices, de
seu eolio, e de seus hombros, nos quaaes ser-
peava um regato de azulidas veias, revestia-se
teaufort; commoveram-na a sua mocidade e bel -
leza; locaram-na a aua franqueza, delicado e
perigo em que o vira. Sob as vastes do soldado
reconhecera ella a lioguagem e aenlimaotoa de
um flalgo; nunca Ihe apparecera tanta resolu-
go par de to grande isolamento na pessoa
grave e seductora de um mancebo. Da envolla
com esse deslino obscuro, j experimentarlo no
soffnmento, achava-se o preatigio da desgraga.
Bella-R isa se lioha aprasentado Sra. Ce Cha-
teaufort no meio de circumstincias que se liga-
va m certa poca da sua existencia, cuja recor-
dago nao poda ella varrer do pensamento. O
soldado mostrra-se cheio de altivez p ao masmo
tempo de nobre confiaoga : salvra-lhe a vida, e
em troca offerecera-lhe a sua ; em tomo da sua
cabega de joven radiava a aurola de um amor
mysterioso. Que muito era que a curioaidade, a
admirago, o intoresae, e mil oulros sentimeutos
eutos encerrados na qaanti-
dade de eombustivel. podem tamuem iuaicar,
com approximago, a qualilade delle.
Assim, os pedacinhos brilhantes, frageie, em
forma de palhetas, e nao sujandoos dlos, mos-
trara ser de carvao de boa quilidadee Corta.
Fragameotos duros, nao brilhantes, leves e que
lambim nao sujam os dedes, indicam provir de
carvao de quahdade regular, ardeodo cora longa
chamma:
Emlim os pedaeos duros, psalos e manchando
as maof, provem de carvao argilloso misturado '
com pedras e por consequenci de muito mu
emprego para o servigo das caldeiras.
Por cx^erieucias (eilas ultimameuto em Frao
Ca por Mr. Garnier, eslabelece-se que o carvao'
djiiiialn a aqunolir as calieiraa da* raachioat i
vapor, deve compor-se de 35 a 00 "[, de carbono '
e 20 a 25 (# de bitamo para proiuzir o elleilol
mais elevado ; e para qe o seu uso nos nao seja '
desvantajoio, de 50 a 00 |, de carbono, e nunca
mais de 25 27 "i. de bilum>.
4o. Nivelare regularisar a carnada do eombus-
tivel, encheodo os lugares vastos.
5o. Quebrar os carvoes grossos em pedscos do
tsmaoho do punho, pouco mais uu manos.
6*. Lirapar os cinzeiros, pois a grande quanti-
dade de ciozas eoutros residuos ah depositados,
impedem a iotrolocgao do ar.
7*. Nao deixar a* portas das fornalhis abarlas
visto que o ar fro iotrodu*iodo-se no fozo, faz
abaixar a temperatura, o dimioue a intenstdale
da combusto.
8" .Nanea chegsr ao ponto do noeessitar a ex-
tiocgo dos 'ogos, para (impar as grelhas dos re-
siduos do carvao e mais escorlas alherenies el-
las.
9.* Para obler um desenvolvimonto uniforme
de gaz durante toda a carga, e temperatura igual
as correles de chamoia, ne:essario sonservar
sempre uma mesma altura de eombustivel sobre
a grelha.
Estas regras de Mr. Ovtolao, essencialmente
simples, daixam quasi sempre da ser postas ero
execugo, pela negligencia dos foguistas, que
preferem, por exemplo, encher as fornalhas ex-
cessivamente de uma sd vez, pars evitar-lhes por
corto tempo de voltar carga.
A boa e regular alimentaga dos fojOC, produz
os melbores effeitos possiveis, e para que esse
ponto aeja convenientemente satisfeito, seria
a desojar que, seguinlo se as consideragoes fei-
las por Mr. Boua Chrislane, o(B ial da marinha
frnceza, se fizesse urna distribuido do eombus-
tivel destinado a ser queirnado durante cada ho-
ra ; que ossa quantidade de carvao (osse dividida
pelo numero de fogoes, sendo ainda esta ultima
quantidade subdividida em carnadas egaaes para
cada carga.
Ura dos machinistas (aria essa distribuido, uao
admitindo conservar no lugar desuado ao car-
vao porto das fornalhas, maior quantidade que
essa necesssria para cada hora.
Recommenla mais o mesma ofticial, que as
manobras da desembarsgar as grelhas, e nive-
lar os (ogos, eejam prompla e vivamente execu-
tadas, visto que a miniraa lentidao inteira-
mente prejudicial boa combusto e ocodo
ma.
Qae a alimentago seja feita em intervallos pe-
queos e eguaes, introduziodo-se pequea quan-
tidade de eombustivel a cada Carga, u> s para
que a combusto seja completa, mas tambem
para que a alimentago nao soja seguida de fu-
maga.
Observa Mr. Bona Chrislane que os satisfac-
torios resultados oblidos bordo do aviso a va-
por Acheron da marinha ranceza, foram Reti-
dos ao bom empreo dessas simples indica-
goes.
Assim a consumaeao e velocidade medias para
os avisos S vapor da (orc.a de 100 cavallos, os-
tabelecidas por Mr, E. Periz, ofeial da marinha
franceza e dedaiidas dos relatnos summarios
fornecidos por esses navios, sao de O" kilogram-
mos e 5,471 milhas.
9azsndo-as a seguais
eompsraco
o
o-ja
e i
IS.
a
_ a m
B j- ^
-='E
a o
o 6
rz fc
> C
5.499 .r>.il
velocidade obtida uma
k
125,50
96.88
c > -3
Avisos de 160, termo m
medio geral 5,474 637
Aehron, termo medio
do 177 dias de mar-
eo.......
resulta para ama mesma
economa da 2*0,0 a favor do Aehron.
A' visla disso, todas as mais coniideragjqig
ss podessam fazer, nao mostrariam mais clara-
mente a vantagem ds seguir-sa a rissa, princi-
pios to simples e de to diminuto trabalho,
IV
Quasi tulo depondo da maneira de alimeclir
os fogos e da construego das calleiras.
Sobre a primeira propoiigo, cujos meios a
empregar j Gcam explicados, reata-nos a con-
siderar o seguiote :
O fogo propriameole dito compoe-se gil-
mente da grelha, mais ou menas inclinada, aci-
ms da qual se eleva a cmara, especie de aba-
bola cilindrica ou ellyplica, limitada as duas
extremidades pela porta, e pelo aliar, que separa
o fagio das crranles da chamma.
Qvanlo o fogo se acha bem alimnntado c en -
tretdo, o corabustivei ca repartido em loda a
sua espessura a partir da grelha, pela maneira
seguiote :
1. Regiao inferior: coke incandescente.
2. Regiao intermediaria : eombustivel fresco,
cujas gazes se volatilisam, e comegsm a passar
ao estado de coke incandescente.
3. Regiao superior : gises combustiveis, e
outros desprend los do eombustivel fresco.
Orna correnie continua de ar penetra debaixo
para cima, por entre os intervallos das barras di
grelha ; atravessa a parte solida do combustivei,
e vem misturar-so gssoaa que ella conduz pela
corrontes de chamma, e a final pela chamia,
d'onde ella se escapa ao ar livre.
Esta crrante de ar, no momento sm qua pe-
netra na regiao inferior do fogo, se compa de
azote, de "xygeoio e vapor d'agua.
A quantidade de vapor d'agua que ella con.
tm, depende da temperatura e grudehuni-
dade da atmosphera. Quaoto mais ests qusnt;.
de grande, taoto menos a combusto v-vj,
pois'i causa sabida que o fago qusim mais f-
cilmente em teropo secco.
Analysanlo a grande quan'idade de modillca-
c5as, que soffre easa corrento de ar era seu tra-
jela, ossas regioas do fogo, etc., choga-sa caa-
cluso de quo o vicio radical dos apparelhos,
quanto combusto, a insxy-
genio na reglo superior do fogo.
Para remediar este grmla iocnnvenient,
deve -se diminuir a quaotidade de eombustivel co
fogao, di-ninuindo lanto quanto possivel, a es-
pessura de carvao esleodids sobre a grelha ou
ento augraentua quantidade de ar iotroduzida
por qualquer dos meios usases.
Maniendo-se uma pequea carrada de eom-
bustivel sobre a grelha, na regiao inferior se
forma menos acido carbnico, monos oxido de
carbono o vapor d'agua na regiao intermediaria ;
a uma maior quantidade de oxygonio penetra na
regiao superior, que conlftra menor proporrao dn
gazes combustiveis. Segue-se que a combusto
necossariamente mais completa.
Qjaato construego das caldeiras, pouco di-
remos, visto nao entrar no nosso pequeo pro-
gramis.
as nossas Jcaldeiras presentemente, o qua ha
de mais essencial fazer variar, sem modificar
o appaceiPo, em ceos llalles, o comprimea-
to das grelhas.
O servido dos (oguislas, tanto mais penoso
quanto a grelha longs ; mais a repartigao o
renojago da carga sao diflkeis, menos a tom-
busio viva, e o consamo do combuslvel re-
lativamente grande.
(Connar-s-Zia./
N'um dia em que passeiavam junto, a duquuza
poz-se a gracejar sobre o nome de B;lla-Rosa,
que nao se achava oo kaleolario. e arriscava se
assim o mancebo, dizia ella, a car sem patrono
no paraizo.
Pois ento, senhora, chsme-me Jacquos,
respondeu o soldado.
Est bom ; ao menos um nome chrislo :
porm nao ainda bastante. Ja.-quesde que?
Jacques Grinedal.
Ora I Isto Cneira a flameugol E' um nome
que nao tem signicago no francez.
Pelo contrario
tago principal, que se achava em concert: o
aposento de Bella Risa era no pavmanto terreo,
o da dujuza oo aodar superior; e ambas deila-
vam para o parque.
A noule estava magnifica : as estrellas fulgu-
rante! douravam o azul do cu. esparcilo no
espago o seu trmulo claro, ao passo que aa
sombras moitas do parque occultavsirj o horison-
te incerto. Bella-Rosa ebria a jaualla, e offere-
ceu a sua fronte aos zepbyros da noute. Nao
Ihe permittinlo a agitago do seus peusamentos
goaar de repouso, em vez da entregar o espirito
estsndeu os bragos para a imagam Ilusoria de
mis amanto, e seus labios murmararam amoro-
taijji'uie o nome de Suzana.
* Nao sou Suzana, dase a dama deseonhe-
cids.
O mancebo ergen se sobre o cotovello, e fitoa
nella os olhos. vu, com que a febre trazia
presa a SOS alma, sumiu-se como esses vapores
da manha, cujos vincos nacarados sao expelli-
dos pelos primeiros claros do dia.
Bella-Rosa reconheceu a duqueza. Brando e
triste sorriso errvu nos seus labios.
Ah Era a senhora ? disse elle.
Sim ; uma amiga por quero o seuhor nao
chama, e qua velava entretanto aua cabeceira,
respondeu a duqueza. Porm nada de pir-
gunias : tenho ordem para o nao deixir fallar.
Obedega.
A duqueza levou um dedo bocea, aimpellin-
o brandamenteo soldado, fe-lo deitar-se outra
vez. lias d'ahl pouco'.fui ella a primeira a es-
quecer a ordem, de cuja execugio achava-se en-
carregada.
Ama mnito essa Suzana ? replicn com
um leva tremor ns voz.
Sbito rubor coloria as faces de Bella-Rosa.
E chamei pelo seu nome ? perguntou elle.
Ah I s'uhora, desculpe: foi delirio I
Nao sao Jesculpasque Ihe pego, uma con-
tlasc.
Coro a colera, de que se achava a duqueza pos
saida, volira-lhe toda a soooridade da voz ;
seus olhos espargiam nios ; Intumeciam-se-lhe
as ventas. O soldado, semierguldo sobre o co-
tovello, eocarou-a por alguna momentos : tran-
quillo e sereno peranle essa clera mal cootda,
ergueu altaneiro a cabega carregado de sombros
soffrimeolos, e com a simplicidade de chrislo
que confesas a sua f replicn :
Sim, senhora, amo a.
Os olbos da duquezs se absixaram vencidos
pelo olhar de Bella-Rosa : deixou pender a ca-
baca sdbre o peito, ese a claridade duvidosa da
cmara permiltisse ao enfermo lernaqaelle bello
semblante assim indinado, loria visto deslisar-se
ss palpobras semi-fechadas por sobre a mimosa
olhos, \ muilas vezes da rosea cor, qual a nev enrubes
Neate caso. Sr. Grinedal, permtta-me que
0 chame o cavalleiro de Versal.
Oh I Senhora I pois ser deslino meu mu-
oexplicaveis houvessem relido a Sra. de Cha-' dar de uome cada proposito?
teaufort junto ao corpo ssnguinolento de Bella- Nao sel se desliuo seu ; sei s qua von-
Rosa ? E uma vez ali relida esquecu o Sr. de tade minha.
Vtllebrais ; e, esquecido o ofeial, amou o sol- Nao tenho outro geito seno aubmetter-me
ddo. I ella : mas desejaria sempre saber os motivos
Porm esse novo amor nao triamphou do seu desia mdate,),
org.lho aero combate.. Vate vezes revolt, E eu poderla respooder-lhe que o chamo
a phsntasia. O
Urano: Grinedal sigiiflca valleii- \ s ephenmas vises do sonho, aulregava-o aos
nho verde ou verde valle. Parece qu.i os raeus sonhos do amor,
aotepassados uasceram bem no meio de um pra
lo entre duas collinas.
Ilivia j urna ou duas horas que sagiia o va
confuso de suas idis, fl has da soltdo, quando
viu o nero cinto das srvores illumiuar-se sob os
reflexos vermelhos de sbita claridade. Os cla-
ros succadiam se uns aos outros, e o seu rpi-
do fulgor purpureava o cu empallidecendo as
estrellas. O sargento admirado sallou jaoella,
e volveu as vistas para o aposento em que dorma
a Sra. de Chateaufort.
Mil chammas escapavam-se por entra as va-
randas, onde torveliuhavam manlss de falseas.
Nesse iaterim ouviram-se de todos os lados gri-
tos de horror, e as criadas da duqueza, sarpren-
se consegua afl'astar-se por uma hora, voltava
logo ainda mais apaixonada e submisaa. J nao
era a mesma mulher imperiosa, de quera uma s
palavra era uma ordem, que escolhia os seus
paixooados d'eolre oa corttzos, em summa
que sabia cooservar-se livre quando quera, e do-
minar-se no meio doa seus transpotles. Ama'a,
e o orgulho, e os desdens de sua alma, cahiam
ao spro de uma ternura to infinita quanto ira-
prevista.
Inclinada sobre o leito, em que a febre pros-
trra Bella-Rosa, a duqueza aeompaohava anciosa '
ceudo aos beijos do sol. A divina estatua se aui-
mava aos iransportea da paixo, e apparecia aos
ollios deslumhrados toda radiante de vida, de
mocilade e de amor.
A Sra. de Chateaufoit passava por uma daa
damas mais influentes da corle do joven re.
Seu marido, goveroador de uma provincia ao sul
da Frange, deixava-a complacentemente em Pa-
rs, onde ludo podi esperar do crdito que ella
ali linha.
Em troca dessa influencia, o Sr. de Cbateau-
fuil permittia duqueza sua mulher uma liber-
dade, d que esta usava planamente, llavis en-
tre elles uma enpetie de corapromisso tcito, cu-
jas cluiuias eram executadas com lealdade de
parte parle. Para o raarilo, os ttulos, as hon-
ras e dignidades ; para a mulher, o Luxo, os
prazeres e a independencia.
Na poca, que nos referimos, essas especies
de associaeea consagradas pelo casamento eram
toleradas, talvez mesmo aulorisadas pelos costu-
mes ; e pois, nioguem selembrava de coadera-
nar as consequenciaa de taes abusos. Aqualles I gia-o todo, e" o seu corado beba nelle
que faziam da conduta da Sra. de Chateaufort | melancola, que dava aoa seus sonbos a certeza e
objecto de suas converaages eatavaoa looge de limpidez, de que eram ellea revestidos. Mas i
censura-la : os mogos cullivavam suas relages' vista de Geoovova de Chateaufort sua alma per-
na espranos do proveilo que disso resultara turbava-se, estrecho tumulto se aposaava do seu
para sea amor proprio ; os outros por beneficio pensamento ; vinha-lhe aos labios rdanlas pela-
os outros
de sua ambigo.'
Quando a sorte permilliu qua Bella-Rosa se
encootrasse com a Sra. de Chateaufort, somega-
va a correr na corte o boato dos amores dsssa (i-
dalga com o Sr. de Villebrais. Os jovensadmi-
ravam-sa disto, e desejavam conhecer a causa :
os velhos,|porm, que ha va i -oiluado sobas ban-
deiras da Sra. de Cherreuse, e da Sra. de Lon-
gueville, nao as alormenlavam por lu pouco.
Isto acontece porque tioha de acontecer,
diziam elles. Quem que sabe a razao porqae o
vento aopra ?
Nioguem, porm, auspeilava que o reinado do
Sr. de Villebrais chegira ao seu ultimo instsnta;
da aurora ao seu crepsculo esse amor Daa liona
sido mais do que um vislumbre paaaageiro. A
nobre altivez, a audacia calma e reflectida de
Bslla-Rosa baviam impreaionadoa Sra. de Cne.
Eulo, esta
. Jem a outra 1
Vale al muilo mais.
Eotendo lamoem assim. O Sr. de Nancrais
um capto, e eu sou uma mulher.
Estou cala lo, minha seohora : o cavalleiro
de Versal est a aua disposigo.
E' o meio de salvar Bella-Kosa.
O mancebo comprehenleu : os criados pode-
riam conversar aua vontade do Sr. de Versal.
Sob esas nome de fldalgo, Buuletord e a guarda
do prebostado jamis poderiam descubrir o sar-
gsoto de arlilharia.
Durante uma viagem qua fez a Sra. de Cha-
o delirio do maucebo, intumeceolo-se-lhe o co- teaufort, o cavalleiro de Versal ou Bella-Rosa,
rsgo cada palavra, e dos olhos correado sem o ; como quizerem, sendo restituido s suaa recorda-
seotir lagrimas que nao eslava hebiluada. Os coas solitarias, viu oa aua alma reerguer-se a
primairos dias da coovalescenga slegrou-os ella imagam serena de Suzana : e par dessa imagem
com a sua preseog Batidos, e os mil recursos do as sombras pesarosas de C'audina, do Sr. d'As
seu espirito : e logo que Bella Rosa ainda fraco sonville, do viscoode de Nancrais o de Cornelio
ple traospor o limiar da sua cemara, achou no Hoghert. A voz da eonsciencia revivau na soli-
seu brego um apoto para aaster-se. do ; unvergouhou-se do aeu repouso. e deasa
O sargento cootinuava a amar a Sra. d'Alber- febricitante o:iosidade que o prenda adulado de
gotti, mas cumpre dizer que se eocostava de mui- j uma mulber, quando o cuidado de sua felicidade
lo boa vontade ao brago da Sra. de Chaleanfort. o chamava Lioo : e pois cheio de perturbago
Por nada no mundo desejaria trahir aquella, resolveu anoiquillar os oovos lacos que preodiam
quem dra a sua alma ; com tudo isto nao era a sua liberdade.
sem dr qu* se resigoava necessidade de dei-1 Algumas palavras escripias pressa ioatrairam
xar o castello, onda Ihe fra offerecido to doce [ Clau lina e Cornelio dos aconlecimenloa qua ae
asylo. Qaando esteva s, todos os seus pensa- haviam seguido sua partida de Paris, e da reso-
mentos voavam para Suzaua ; porm ao leve sus-! lugo, que acabava de adoptar. Eolregou as car-
surro que fazia o rogar de um vestido de seda tas um lacaio, recommendando-lhe que as le-
deslisaodo-se por sobre s ara do jardiraos vassa & toda a pressa ao palacio d'AlDergotli.
soohos secjetosde sua alma,os deeejos confusos Tres ou qualro luizes Ihe asseguraram a diligen-
cia do portador ; e aguardou o regresso da du-
queza para manifestar-lhe a reaolugo de parlir
immediatameote.
Bella-Rosa, inquieto e alormeotado, teve muito
que esperar: senta que toda a saa coragem era
iosuf&cieDta para sustentar a presenga de Geno-
veva, a coohecendo a perturbago qua n'alma se
Ihe despertava vista dessa nova amiga per-
guntava i si masmo se melhor seris relirar-se
sem Ihe fallar. O receio de offende-la austero-o
nesse projecto: estraoho pensamento no mo-
melo em que se de
sempre I
A senhora da Chateaufort chegou naquelle
meamo dia j muilo tsrda: meia-noute acabava
de soar qaando ae abriram as grades do parque,
e a duqueza recolbea-ss so seu aposento ssm
que Balla-Ross Ihe podesse fallar: assim, pois,
adlou a sua confidencia e a sua partida para o
dia seguints. Quem podesse 1er no intimo do
seu coracao, teria descobtrto que esse contra-
lempo nao o afligira de forma alguma. Occul-
lo por detraz de uma moiti vis a duqueza ape-
ar-se ao ciarlo das lochasbella e ligsira como
Diana. A sua lugiiiva apparicao o deslus-
trara.
A ssnhora de Chateaufort e Bella-Rosa eccu-
pavam urna parte do edificio stpatada da babi-
espada,! d.tdss pelo incendio no meio do seu somno, cor-
da mocidade volvan) Sra. de Clnuaufort.
O amor, que o mancebo professava Sra.'d'Al-
bergottl, era puro e calmo como o lago abrigado
por altos salgueiros: logo primeira vista abrao-
vras; punha-se a encara-la desvairado, e fugia
nao sabeodo se o amor era essa culto sincero
e profundo, que dediesva so noma de Suzana,
ou o delirio que nelle aceendia a presen"a de
Genoveva. *
Entretanto ia -se demorando, e como essas via-
jores adormecdoa as odorferas sombras das An-
uiras, que encobrem o veneno com os seus per-
fumes, uao lioha torgas desacadir de ai o somno
embriagador em que o acalentava a sua paixo
oaeceote.
Bella-Rosa nao tioha a lberdade de sabir do
parque, porm percorria loda a sua exteoao se-
meada de bosques ejardins, e nao a percorria s.
Aos olhos das pessoas do castello passava por ser
um fldalgo, pois de Bdalgo trazia as vesle* e a es-
pada. Os criados chamavem-no o Sr. de Versal.
Este nome lhs (era dado pela Sra. de Coeteaaiort,
nam de quarto em quarto sami-deapidas, e ater-
rorisadas fugiara das chammas, qua serpeavam
ao longo do frontespicio, devoravara as tapega-
, ras, lornavam-ss em linguas corruscantes na
j oxtremidade das chamins, e rolavam como va-
gaa agoutadas pelo vento. Oe guardas, criados e
lacaiosdespertavam ao tenebroso ruido do incen-
dio ; uns armaram-ae de escadas, outros de bal-
des com agua : finalmente em poucos instantes
toda a gente do castello achava-se de p. e cor-
ra para o corpo dj edificio em que o ug) ere-
pitava.
Bella-Rosa foi o prmeiro que reconheceu a
imminencia e a graodeza do perigo: o incoa lio,
que (ora talvez cororaunieado s cortinas por al-
gum vela que se tivessera esqoecido de apagar,
devera fazer mui rpido progresso n'uii aposen-
to em que as sedas, alcatifas, lapecarias e movis
abundanteseram outros tantos alimentos sua
impetuosilade. Um grito de horror partiu de
seus labios; de uro salto galgou a escada ; n'um
minuto chegou ao aposento da Sra. de Cha-
teaufort.
O suato triplieava-lhe as frgas: a primeira
porta que eacontroa voou em estilhagos. O man-
cebo penetrou no lugar em que volleavam as
chammas. As cralas psssavam ao seu lado co-
mo pbaotismas ; e elle corra.... corra sempre.
A derradeire porta co leu ao poderoso esforgo de
suas roaos : um turbilho de fogo e fumo o ea-
volveu : mas elle agarrou logo nos bragos o cor-
po de uma mulber que chamava pelo seu uome.
Eulo rpido como uma flacha, animado pelo
precioao fardo qae levava juoto ao seu peito,
atravessou o atsoilho ennegrecido, por entre as
pared, s calcinadas, galgou os ltimos degrus da
tre as mos, Gtou nella o
flsmmejanie, e trmulo de
teijo oa fronte.
Sahei-a, senhora, agora
partir.
seu olhar hmido e
amor depoz-lhe ura
aar o
u'ura
deixe-m6, quero
Genavava de ura salto poz-se de p.
Parlir! Quem falla aqui da pariirl excla-
mou ella.
Oh senhora, ou hoje ou amanha nao de-
vo anoal deixa la ? replicoa o mancebo.
O clarao do incendio dissipava a obscurida.'o
do pavilho: a senhora de Chateaufori. bella de
terror, tragava em torno de seu talhe esvelto es
dobras flucluanlesdo seu roupao ; sobre os hom-
bros oui cahiam os perfumados aunis de suaa
longas madeixas; com as mos delicadas procu-
rava conter o arfar do seu seio ; a [oquielago e
o terror ae deeenhavam no sou olhar, e co
semblante transparecam a allicco e a sup-
phca.
Nunca ella pareceu to liada aos olhos de Bel-
la-ltosa : a duvdasa claridade que a cercava.du-
plicava-lhe a divina expressao do gesto e da bel-
leza. Debalde o mancebo procurou domina
impelo da sua paixo : elle afioal rebentov
so grito partida do fundo d'alma.
Oh 1 Seohora I Bem v que Ihe amo Dei-
xe-rae parlir !
G-noveva,cedendo alegria.cahiu sobre o so
que acabava de deixar.
Pois nao o tinha aiode compreheadido, se-
nhora? tornouojoven sildado. Amo-a com o
transporte ae um louco, com a timidez de uma
cnanga 1 A sua voz me embriaga, e anda mesmo
quando nao a ougo, mil aonhos de amor se apo-
derara de minha alma apaixonada : o seu olbar
meacompaoha tola a parte, o iolilra-se-me
as veias como ama chamma rdante: siolo na
minha mo o cootacto da sua por muito tempo
dspais de a ter apartado. Se a ouvitse bradar
oo fundo de um abysmo, precipilar-me-hia nel-
le. Tsnho tdo noutes de febril agUac/io pen-
sando no prazer que sentira se coro os meas
labios tocasse na pona da seus dedos. A' sua
approximago passo por sensages que me f>zem
morrer: conhego o ruido dos seos passos na rel-
va, na ara das alloas, na alcatifa do seu apo-
senta: o rocer do sau vestido penetra-me at o
fundo do corago. So a senhora toca com o p
o'uroa llar, essa flor se fua sobre os meus bei-
jos. Oh I que uoutes, quo niules de cruel in-
somnia nao tenho ea passado debaixo de suas
janellas, seguindo com o olhar vido a sus som-
bra, doitado na ralva e na solilo, saciaada-ma
em ondas amargas de uma louca paixo Para
traospdr o limiar deasa porta em que a senhora
sorriodo de mim se despeda, para cahir-lhe ao
ps. abraga-lose confiar-Ibe o sogredo do meo,
amor iosensatooh eu teria dado a minha vi-
da I Ms o receio de offend-la me coniinha....
E entretanto o mea amor crescia..
semprs I
A Sra. de Chateaufort, reclinada oo sof, asp-
rava cada uma dessas palavras, erohevocia-se
crescia
cnamejanle aseada, e (ugiodo do incendio cujo \ "ellas : osea rosto se coloria, os seus olhos eo-
clarao o oerstgaia, depoz Genoveva n'um pav- ebum-se de lagrimas suaves.
lhoediGcado na exirerntdade do parque.
A Sra. de Chateaufort, j meio sufl'acada, re-
conhecera Bella Rosa no momento em que esta
penelreva pela porta despedazada. O oome do
mancebo expirou-ihe nos labias, tragou os bragos
em torno do pescogo delle, e fechou os olhos
ebria de amor e de susto. Fascinou-a essa car-
cidia a fugir delta para I reir phaotaatica no meio das chammas e do ba-
J ralbo sloistro do incendio, ao passo que com os
cabellos sollos apoiava-se no corago do joven
soldado palpitante de terror. At onde na se
deixaria levar assim conduzldapaluda, desva-
rada, trmula e dominada por suaves seosa-
goesterrivefs ao mesmo tempo 1
Depois que Bella Rosa a depoz sobre um sof,
ajoelhou-se juoto della, e tomando-lhe aa deli-
cadas mos entre as suas, cobria-ss de beijos e
de lagrimas.
Viva I Obi meu Deusl Viva! exclamou
elle.
A Sra. de Chateaufoit abriu os olhos: o sea
sooho dissipou-se parante uma realidade ainda
mais fascinadora.
Bolla-Rosa prosegua:
E agora, o que ha de ser de mira, sonhor>.
diga : o que ha de ser de miro se ou cao parti ?
Quem sou eu vista da aenhora ".' Ura. pobre sel-
dado, quem so:correu por commiserago ; um
fugitivo, um desertor, quem offeroceu um asy-
lo por piedade I E esse soldado teve o arrojo de
ama-la, da amar uma joven rica, bella, pode-
rosa, rodeada da honrasuma duqueza da corte
do re I Esse soldado esquecea tudo: esquecea
quem elle o reipeito que lha deve, e.... atre-
veu-se a coofessar-lha a sua bucara!.... u9a
por prego desse atrevimen'. a Providencia per-
minio que anda uma vez elle podesse salvar-
las a vidal Agora, sou'aora, agora.... del-
xe-me parlir I
A Sra. de Chsteaafo;l erguau-se lacrimosa a
fra de si; seus olb.es. fulguraran, como dous
dismautes.
Partir I ex;lamou alia. Oh I Ea lambem o
amo I
(Continuar se ha.)
------------. BilU-Ross afaslou os cabe!-'.----------------. __
lo* sollos da duqueza, seguro* a sus cabeca aa-PEKNAalBCQ1-?Tl'F)1BBMl.F.Di,P4 PILUQw
mutii Ano


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