Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09617


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Full Text
ANO IIIVHI. JDIEIO 210
Nr tres mms Plantados 5$o09
rrtreiHeze vencido. 6J000
*<*, .' ,-
SEXTA IRA 12 DI SETEMBRO II lili
m i .i
NrUM i Untado 19|00O
?tt raict para t sibscritor
PERJVAMBl]
aWCA.RRRGa.DOS DA SUBSCR]Pg\o' DO NORTE.
Parabyba, o Sr. Antonio Aleiindrino de Li-
JJ>a ; Natal, o Sr. Antonio Marques da S.ka;
Aracaty, o Sr. A. da Lemos Braga ; Ceir o Sr.
J. Joe de Oliveira : Marmho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues ; Par, Manoel Pioheiro &
C; Amazonas, o Sr. JeroDymo da Costa.
ENCARRBG1DOS DA SUBCRIPgA.0* DO SL.
Alag i i, o Sr. Claodioo|Falc3o Dias; Bihia,
Jos Mariis Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
rereira Mariios.
o Sr.
.oao
PARTIDAS DOS CORRE10S. EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO.
SUfS e^r^a.^gVnd.s L f* 5 f" ** *
extas-feira*. swmm ,ia Quart0 miDguante a 1
>- Anto. Bezerros, Bonito. Caruar, Altinho
e Garantaos dbs lerga-feirss.
Pao d'Alho, Nszsreth. Limoero, Brejo. Pea-
quera, Iugazeira, Flores, Villa Relia. Boa-Vista
Ouricury e Ex oas quartasfeira.
Cabo. Seriohem, Rio Forrooso Una, Barrelroi
Agua-Preta, Pimentejras e Natal quintas-feiraa'
(Todos os correios partea Al 10 horas da manha]
inguanta a 1 hora e 21 minutos da
tarde.
23 La nova as 6 horas e 16 minutos da manhaa
30 Quarto crescente a 1 hora e 28 minutos da
tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e 54 minutos da msobia.
iSegundo ai 7 horas e 18 minutos da tarde.
at
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS,
Para o sul 8i Alagoas 5 e 20; para o norte
a Granja l| 29 de cada mei.
PARTIDA DOS 0KHIBC4.
Para o Reclfe : do Jpipucos s b li2, 7,1112 8
e 8 1|2 da id.; de Olinda s 8 da m. e f de
Jaboatao s 6 1|2 da m.; do Caxano rea
s 7 da m.; de Bemfica s 8 da m.'
Do Reclfe: pira o Apipucos ii 3 1,2 B(
4 1|2. 5, 51i, 51|2 e 6 da t ; para OlinJCai 7
da m. e 4 1,2 da t ; para Jaboatao s4 da t.; pflra
o Caranga e Yanta 4 lt2 da (.; para Bemfka
as 4 da t.
PISTE 0FFICIIL
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas o quinta*.
Relago ; tergas o sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio da.
Dito da orpbos: tercia e sextas s 10 horas.
Primeira vara do cival: tergas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quarlai e sabbados a 1
hora da tarde.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do di* 9 de setembro
de HtZ
Officio ao brigadeiro commandinle das armas.
lasso as maosde V. Exc. copia do officio que
nesia data me dirigi o direelor das obras milita-
res, pelo qual ver V. Exc. estarem concluidos os
coocartos de que careca o qusrtel de Olioda. pa-
ra onde tena de ser removido o 4* balilhio de
artimaa s p.
^{""noifflo.Remetto V. Exc. o officio
c. 1U4 de 5 do correle do commandanle superior
d guarda nacional deste municipio, os papis que
o acompanham e que V. Exc. opportunamente me
devolver, aDm de que se sirva de lomar >s pre-
cisa? providencias acerca do que expe o mesmo
comrnsodanie superior relativamente ao tambor
Oo 1 batilhao de arlilharia da dita guarda ntcio-
nal Minoel Antonio Domiogues, que es acha pre-
so na fortaleza do Brum, pira responder! um pro-
esio instaurado pelo jeizo municipal d primei-
Ti vara.
Dito ao director gerai da ioslrucgao publica.
Ao officio de V. Exc. de 6 do correte sob n. 205
respondo dizendo-lbe que designo os professores
padre Vicente Frreir de Siqueira Varejao e Ge-
miniano Joaquim de Miranda para coropr a eom-
missao de exame de que trata o citado officio.
Di o ao inspector da thesourarla de fazenda.
^.nst.ndode participacio do juiz de direito da
comarca do Bonito de 2 deste mez qae o juiz ma-
r,1f i A" .0rpJ,"s d0 de Carusi. bacha-
ta Jos Mana Freir Carneiro se acha pronun-
ciado como ioeurso as penas do art. 159 do c-
digo criminal; assim o commuoko V. S. para
sua inteligencia.
Dito ao mesmo.Ao capitao do 7a batilhao de
infamara Antooio Cibral de Mtllo Leoncio que
vai tomar o commando do destacamento de Ou-
ricury em substituido do cipito do 10* batslho
d mesma arma Antonio Froncisco d'Avils, man-
de V. S. cooformeaolicita o br'gadeiro comman-
dauls das armas em officio de 7 do torrente abo-
nir as vantagens a que tiver direito pelo seu
tnnsporte por mar de Peoedo a Piraohas, e por
ierra deste lugar at aquella villa.-Communi-
cou-se ao tommanJante das armas.
Dito ao mesmo.Com a inclusa copia da in
ormagao ministrada pelo brigadeiro commandan-
te das armas m 6 do correte sob
aatlsfeita a requisico de V. S.
do V deste mez n. 836. e por ..
jo cabo de esquadra Luiz Eiusrdo dos San tostn '-
forme solicilou o chefe de polica interino no of-
licio qae devolvo. a quantia de 20$000 prego por-
que conduzio de Carusr para esta capital as pe-
cas de armamento e equipamento das pracas do
j. batt'lhaode iofantaria que fallecram do cho
lera-roorbus niquella cidade__Communicou-se
ao delegado encarregado da reparticio da po-
lica. K
Dito ao mesmoAutoriso V, S. a mandar pa-
girao eog^nbeiro Joaquim Piros Csrnelro Mon-
lairo os seus vencimentos relativos ao mez de
agosto ultimo, como engDheiro fiscal das obras
da ponte de ferro em construego entre o thestro
da Santa Is.ibale a rui da Aurora, visto ter elle
cumprido ai suss obrigsgoes em todo aquelle
m^z.
Dito ao capitao do porto.Fa^o apresentar
V. S. os recrutas de marinha Antonio Manoel
Francisco Liz Maooal da Frangj, afim de que
lh9 d6 o convenieote destino depois da inspec-
cionados. Communicoa-se ao chefe de
licia.
Francisco Xavier Soares.Informe o Sr. ene-
nheiro Csrneiro Monteiro.
Guimares & Oliveira.Informe o Sr. inspec-
tor da tbesouraria provincial.
Eogenheiro Joaquim Pires Csrneiro Monteiro.
t *"e a tJ>s0"raris de fazenda.
Manoel Jos do Azevedo Santos.DevenJo ef-
tectaar-ae o ponto pela forma determioida no re-
guiamento do arsenal, e nao competindo pre-
sidencia modicir omasmo regulamento. nao ha
que deferir.
DAS DA SEMANA.
8 S-gunda f Natividad de Nossa Senhora.
"Ier5a. S. Sergio p ; S. R,Q.no m.
10 0..rtf. S. N,col3 ToItDiino; S. j,d?r b. m.
11 Ouints. 8. Theodora penitente; S. pfo;0
12 Sexta. S. Aula v. m.; S. Javrccio b
13 Sabbsdo. S^ Fdippe m.; S. Maarillo b.
14 JJomiogo. O Santissimo Nome dMuia.
ASSIGNA-SE
fo.Te F:n6.e&8F;ib80.Pr0pnelflri0iM9D": "**
Commendador Manoel Figaeiroa de Faria.In-
forme o Sr. inspector di thesouraria provincial.
Capitao Trajano Alipio de Cirvalho Meodoncs.
-I asie portara eoncedendo a licenca pedida nos
termos do artigo 106 do regulamento de 27
outubro de 1860.
de
Commando das armas.
n. 1711, Dea
contida em officio
isso mande pagar
rosto ao italiano a falti de tranquilidade no Meio
Uta, emquanto a bandeira francezs animar o Pa-
pa para manter um santuario em que encontraos
sylo todos os chefes de guerrilbas, e onde se
preparara coro os seus bm4os para iovidir as
provincias paciGcai. Nao lede este despacho a
ir. Ihouvenel, mas fazei-lhe saiera sua
stancia.
, f.ii. Zif lou,0r este ramo de industria,
,n.te J*Um reflro informacoes. que sa
.tSl.?,, q.tt.adr- dfl Portasio d provincia.
sb-
diz respeito
valor que indica
Quartel-general do commando das
armas Je Pernambuco na cida-
de do Recite em | lde setembro
"! ,aS!'a,fu"-reU-lar.d9s,.e "-mo
con
Nao satisfaz a exigencias daa.egraa da eststis-
No avulta muito a produccao vegetal. No que
produegao animal, o dado de mais
a o quadro o relativo peica, e
cerca da prodaegao mineral nada contm. Por
ora nao tem voga esta especie de industria aem
embargo de correr, como certo, que do ierritorio
da provincia ha minas abundantes. Nao sao alu-
da conhecida e exploradas.
Junto o quadro ltimamente recebido das fa-
.. Wyhe, repre- oacionaes, dando esclarecimantos sobre o
' .D!C0 n *^uella epublica. expende [ gado que ali se cria.
Tabella do sado vaceum e cavallar
das fazendas nacionaes de S. Mar-
cos e S. Bento no rio Branco rela-
tivo ao anno de 1861.
Gado vaceum em a fazenda de S. Marcos.
de
186S.
ORDEMDODIAN. 128.
O general commandanle das armas fiz publico
para conhecimento da guarnirlo e devido edeito
que a presidencia concedeuno di. 9 do corrente'
tres mezos de liceoc nos termos do artigo 106
do regulamento de 27 de oulabro de 1860, ao Sr.
capitao eommandanto da eompaobia de artiflees
d esta provincia Trajano Alipio de Carvalho Men-
dooga, para tratar de sua s.ie dentro da pro-
vincia ; o que foi communieado em officio da
mesma presidencia daquella data, em vista do
que o referido Sr. capitao passar o commando
da companhia ao senhor offical della que fr
mais antigo. H
O mesmo genera! faz publico oulro sim, que
nesla data precedendo iospecgo de sile, con-
tratou nostrmos da imperial proviso de 11 de
Janeiro de 1853. para servir por tres snoos na
msica do segundo b.talbo de infintaria o m-
sico paisano Maooel Felippe S>oliago, que por
sbreos vencimentos que por lei lhe competirem
perceber o premio de cento e cincoenti rail ris
pago daconformidadecom o diiposto no regula-
mento do primeiro de raaio de 1858.
Assignado. Solidonio Jos Antonio Pereira
do Lago.
Conforme. Jote Francisco Cotlho, capitao
ajudaote de orden encarregado do detalhe.
Inglaterra.
v governoinglez, como j disemos, apressntou
no parlamento um volume de correspondencias
a respeito dos negocios do Mxico. De todos es-
ses documentos exlrahimos o segainte, que a no-
ta de Mr. John Rusiell a Sir Ch. Wy
sentante britannico n'aquella republic.
os motivos que levaram o governo inglez nao
minear a convengao de Puebla.
de'jh disSi.' DeS0S e3ttaoei^o em 27
i ^60*.0/*,0 *OTerno ue S. M. examinou com
cid! VI ,Ueoc-ao vosso iMWeho de 29 de abril,
conveogao por vi assigoada em Puebla,
FINANCAS.
Fazenda geral.
A receita arreeadada dos cinco nltimos exer-
cutoed o seguinte resaltado :
Exercicios. Valores.
._______1856-1857 15:153*379
po-
Dito ao mesmo.Previno V. S. que tendo de
partir para a corte o brigue-escuna de guerra Fi -
delid'ide, dovero nelle seguir os recrutas apura-
dos nesta provincia para o servjg,) da armada.
Dito ao inspector do srsenal de marioha.Man-
da V. S. sustituir por outro o Africano livre de
nome Tito que se achava ao servido do hospital
Podro II, e que por parte do provedor da Santa
Csa da Misericordia lhe foi mandado apresentar
no dia 3 do crranle.
Dito ao director interino da faculdade de di-
reito.Autoriio V. S. a mandar comprar pelo
meos preco que pudor obter as duss astantes de
que preeisa a bibliotheca dessa ficuldade, e de
que trata os sous officios de 10 de msio e 29 de
egosto ultimo. Communicoii-sa ao inspector di
Ibesouraria de fazenda.
Dito ao director das obras militares.Em vista
da ioformago do inspector da thesouraria de fa-
zenda datada de 8 do correte, aob n. 859, au-
toriso V. S. a contratar com a directora da com-
panhia de Beberibe, o concert do encanamento
d'agua para o aso do 2 balalho de infsntaria e
do hospital militar, pela qumtia de 284 cons-
tante do orcameuto janto e qua me foi enviodo
pela mesma directora com officio de 5 deste
Diez.
Dito ao director das obras publicas.Recom-
xnendo Vme. que atienda ao qae representa a
cmara municipsl da villa de Agua-Preta, no
trecho incluso do officio que me dirigi acercada
iiecessidade de um eogenheiro para tirar a plan-
ta daquella villa, e da povoac,ao_ denominada
Montes.
Dito ao mesmo.Em vista doiocluso officio da
cmara municipal da Bonito o qual me ser de-
volv (o com os papis que o acompanham, infor-
me Vmc. com urgencia, que despezs se poder
fizer com as obras absolutamente indispen9aveis
para apromptar-se, aiitn de servir de cadeia, o
pavimento terreo do edificio que aquella cmara
est maudando construir para nelle funecionar.
Dito ao meimo.Autoriso Vmc. nos termos de
sua mformagode 5 do correte, sob numero 195
a mandar admittir como praticante no gabinete
topographico dessa repartiere a A moni > biaoan
de Santa Aona, como pede o sea pai Antonio Joa-
q'iim de Santa Anna, una vez qua este fornega
todos os instrumentos e papel de que elle pre-
cisar.
D.to ao juiz de direito de Garanhuns.Em
vista do officio junto por copia que me foi dirigido
pelo inspector da thesouraria de fizenda em 3
do corrente, e sob numero 843 e das pecas a que
elle se retare mande Vmc. fazer effecliva a res
ponsabilidade em que tiver incorridoo vigario da
freguezia de Papacaca. Joo Clemente da Rocha,
pela indevida arrecadago e apropriagao do im-
posto do sollo a qae se refere o mesmo ins-
pector.
Portara.O presidente ds provincia tendo em
vista as informarles amaros 69 e 80 de junho,
e 19 de agosto prximo filo, ministradas pelo
commandanle superior da guarda nacios! deste
municipio, e de conformidade com o diiposto no
artigo 69 da lei numero 602 de 19 de setembro de
1850, resolve conceder passagem para a lista de
reserva, fieando aggregado ao corpo qae pelo
mesmo commandanle superior for desigaado, o
primeiro teoente do 1* batalhao de arlilharia An-
tonio Serifim da Silva que foi considerado inca-
paz do servigo activo em iospeecao de saude.
Dita.O presidente da provincia atteodendo ao
que requereu o capitao commaodante da compa-
nhia de artfices desta provincis Trajano Alipio
de Cirvalho MendonQa, e tendo em vista o pare-
cer da (unta militar de saude, resolve conceder-
ais 3 mezas de luenga nos termos do artigo 106
do regulamento de 27 de outubro de 1860 para
tratar de aua aaude (ora da capital e dentro da
provincia.
Despachos do da 9 de setembro.
Requtrimentos.
Alexandrina Flora-de Oliveira.Informe o Sr.
provedor da Santa Casa de Misericordia deata ci-
dade.
Antonio Joaqun de Ssnti Aou,Dirlja-ae o
director da* obrai pablicat.
Documentos sobre a questao de
Boma,
Nota do conde Coicley a lord John Russel.
< l'aris, 28 de margo de 1862.
Como Mr. Thouvenel nao pdle receber os
memoras do corpo diplomtico nesles ltimos
oas, nao encontr) at hoje opportunidade para
seguir as instrucgei de V. Exc. Leodo a S. Exc
o vosso despicho de 2z do corrente, que explica
as ideas do governo de S. M. sobr oeupco
de Roma pelos Jfrancezes. parneenlo a V. Exc.
em vista do meu despacho da 20, que S. Exc.
tioha comprehenlido mal as vossu indicicoes
coudas no despacho de 17 deste mer.
Logo que ioformei Mr. Thouvenel da nalu-
reza da eommunitagio que devis fazer-lhe, in-
terrompeu-me S. Exc. para dizer-me que tinba
mostrado ao imperador a copia do despacho de
V. Exc, de 17, o qual Iha havis facilitado onfl-
dencialmente, depoisde ter respondido a V. Exc.
a 20 do corrente. Disse-me que S. M. o tinha
lido alternamente, e o havia encarregado de res-
ponder que se comprazia da raaneira amigivel e
confidencial am que lhe foram apreseotadss as
indicajes de V. Exc, mas qu senta muito a
impossibilidade de obrar na conformidide daquel-
les desejos, particularmente no momento em que
os actos de Garibaldi podiam causir serios mo-
vimeotos na lialia,
Eoto principiei a 1er a Mr. Thouvenilo des-
pacho de V. Exc.
Depola de o ter ouvido, disse S. Exc. que
comprehendia que V. Exc. como ministro de umi
na gao protestante, insistisse em opinies comba-
tidas por vo3 mesmo no principio da qaesto ita-
liana, e nao adoptasse a diflkuldade contra que
tem de lutar am ministro catholico, quando tra-
te com a S apostlica.
Mr. Thouvenel entrou na materia para pro-
var com virios argumentos os direitos, que, se-
gundo se dizia possue o pipa como soberano tem-
poral, o para mostrar que as pretenges do go-
verno italiano sobre Roma como capital da Iia-
lia e sobre Veaesi como provincia italiana eram
completamente injustificaveis segundo o modo
commum de entender o di.-eito iuteraacionsl.
a Nao entrou nos promeuores destss argu-
mentos, porque fcil convence-lo de que nao
tinham peso algam no animo do governo impe-
rial, quando as legage, a Ombra, as Mareas,
Vosean, aples e a Sicilia foram aonexadas
Sardenha.
Nao fago msis do que mencionar isto a V.
Exc. para provar se fosse necessario, e digo-o
com sentimento, s pouca esperangaque deve ter-
se de modificar com a discussao e com argumen-
tos o caminho que o governo doimperador resol-
vea seguir a respeito da questao do papa.
o A solugo della foi abandonada, pelo me-
nos no que ple jalgar-ae por todas as apparen-
cias, pelo papa ; e nao vejo oatra poltica segu-
ra a seguir na Italia, aenao a de deligeociar con-
solidar a admlnistraco Interna.
Assim hade adquirir a lorga no paiz e im-
por a conflanga no estrangeiro, e estar promp
to a aproveitar toda a occasio favoravel para com-
pletar a unidade propria, demonstrando a verda-
de do proverbio ; A unio fiz a forga.
Mr. Thouvenel fez objeges e observaces a
ontros pontos dos argumentos cootidos no des-
pacho da V. Exc, mas as merecem reprodozir-
se, ienjo no caso da querer entabolar urna pol-
mica, e por isso me abstenho de as repttir.
Cowley.
Nota do conde Rmsell a lord Cowley
i Londres, 2 de abril de 1862.
Agradego a VExa. o ioteresse com que se-
guio as instructoes do governo de Saa Magos-
tado.
c Conseguio urna graode vantagem desemba-
ragmdo a questao da ambigaidade de que estiva
cercada a situago do papa em Roma.
* Mr. Thouvenel j nao falla da dlfficuliade
de persuadir o governo italiano a acceitar as con-
digoss soggeridas pelo governo ioglez. Nao se
trate de maneira algama de obrigar o papa a
absndooar o poder temporal, e a permanecer na
Italia come subdito de outro soberano. Toda a
questao saber, se tendo o papa perdido a Ro-
mana, as Marcas e a Ombra, conservar todo o
territorio oecupado pela Franca, ou se as tropas
francsxas s oieupsrao pelo papa o patrimonio
de S. Pedro, comprehendendo o Vaticano.
c Abstrahiodo qualquer differeoga entre um
monartha protestante e em catholico romano, i
evidente qae este principio assim sustentado est
em contradiego com os principios mentidos pels
Fraoga e pela Inglaterra. Roma um terriltorlo
estraegeiro. Os romanos nada devem dizer. e as
tropas estraogeiras tado, qaanto forma do seu
governo. Um seraelhante systema nao poder
daru muito lempo. Est directamente em posi-
gao contraria s mximas do direito internacio-
nal, eaos votos do povo italiano.
< Alem disso, nao deaejo que V. Exc. encele
ama polmica sobre este assumpto. Mas por ou-
lro lado, o governo fraacez nao dar* Ungar em
28 de abril cuja copia vinha inclusa no v,
oe>pacho. O governo recebeu egualmente c,ia
da coovengao addicional assigoada por vl, pelo
commodoro Danlop e pelo general Doblado, no
Mxico a 12 de maio, e junto ao vosso despacho
de II daquelle mez
O governo de S. M. nao devida que vos e o
commodoro Dunlop, teobam muito direito de
se separirem dos francezes, por isso que os
commandantes fraocezes tinham formalmeole ma-
nifestado a iuteocao era que estavam de coodu-
zir as suas tropas ao Mxico com o fim de derri-
nir o governo do presidente da repblica mexi-
a Se haveis consentido em vos ligar a esto rao-
vimenio, lenles na opioio do governo de sus
megestade commeltido urna violago directa da
conveegao de Londres, e tendea conlririido o
principio da nao intervengan nos negocios inter-
nos dos outros paizes, em qae esta baseado o ge-
verno de sua roagestade
O goveru) de sua magostado estima poder
pensar que haveis claramente demonstrado ao
mando qoe elle nao se afl.sta de ums poltica to
tavoravel manulento da independencia oatio-
noi. a ninguem pode negir qee quando houver-
ds reconquistado a vossa liberiide de obrar es-
taris livre para negociar urna coovencao com o
governo mexicano.
E nao se pode duvidsr, na verdade, que nao
seja oao s um direito, mas timbem um devar
para o governo inglez obter, paraos subditos in-
glezes no Mxico, repuago dos aggravos que
hes tem sido feitoe, e urna compensagao pelas
iraudes e roubos deque teem sido victimas ma
SirC1r??d0 SUS e9t8S reP"5es o governo in-
gles e,l resolvido a manter-se nos priusipios
que professa. cas obrigaces que contrahio e as
fula regt*S d P"1"'" Prq9 nagao se
rnn.ram'DjadndebaXOd'"le P00{ da Vista. 8
?m^.dHe Pu.obla. n oP'oiSo do governo de
ana mages(ide nao se contrariam nem os prioei-
? .-V0 *S*. nem o compromisso ge-
nL ?? DS conTn5ao de outubro de 186t.
ao um por Om maii do que levar a effeito o
que a Fraoga, Inglaterra e Haspanhi.se propu-
nham fazer de accordo, o que. dapois do rompi
melo de Onzaba, devemos fazer sos a saber al-
cangar justas reparages.
Mas segn lo o ponto de viiti das grandes
regras de poltica porque se guii a nigao ingleza,
o goveroo de sua magestide nao est satiseito
denenhumadas clausulas da coovengao. Por
exemplo, reconhece do urna maneira muito para
sentir a conclulio provavel de um t-atado entre
o Mxico e os Estadoi-nidos, em vista do qual o
Mxico alcangaria dos Estados Unidos um em-
prestimo, o os Eitados-Unidos serism garantidos
desee emprestimo pelo abandono da vastos ter-
ritorios no Mxico. Depois, deelarou-se que ene
tratado nao seria ratificado, nem mesmo submel-
tido ao senado pelo presidente dos Estados-
Uiidos.
Bois
Touros .
Vaccas .
Novilhas.
Garrotas.
Bezerras.
Bezerros ,
Garrotas.
Gado vaceum em
Bois .
Touros .
Vaecas .
Novilbas
Garrotas. .
Bezerras. ,
Bezerros. .
Carroles. ,
428
66
801
04
150
190
253
202
1:191
a fazenda de S. Bento.
. 370
ssQsn
3
I18j<-1858 18:3879556
1858-1859 10:<)4lS5..l
1659-1860 11 .-2258076
1860-1861 S8:28*j987
< Junto o quidro explicado da recaita nos refe-
ndos exercicios para se conbecerem sues fonles
importiincia de cada um dos seus ttulos.
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Gado cavallar em a fazenda de S. Mareos.
Cavados inteirs 42
Dilos capados 19
E>" .... 111
Potros .... 40
Polriohas ... 15
Potriohos ... 15 270
Gado cavallar em a fazenda de S. Bento.
CvaIlos inteiros
Dilos capados
Eguas .
Potros .
Potras .
Potrinhas .
l'otrinhos ,
38
13
96
35
58
26*
15
517
trii
trabalho'
industrial]
vantat
presidente
O governo de sua magestade sabe que o mo-
tivo por que o governo dos Estados-Unidos se re-
cusou a rectificar aquelle tratado, porque anti-
cipando dinheiro a urna potencia em guerra com
a franja, sena auxiliar urna das partes bellige-
ranles. Nao se pode na verdade fazer a mesma
oDjecgao contra a nossa conveogao, porque ae
fosse ratificada, em lugir de levar dinheiro ao
Mxico nos pelo contrario lh'o retiraramos.
Mas a objeegao do governo de saa magestade
contra a couvoogo de Puebla, e que esta con-
veogao como M.xico se liga a um outro tratado
cujas cliusulas nao sao perfeitamente conhecidas
do governo de sua magestade, e que poderia se
losse posta em execugo, comprometter a inde-
pendencia do Mxico.
a A coovengao que haveis assignado estipula
que no caso do tratado com os E.tados-Uuidos
nao ser ratificado, se dara logliterra nm pre-
mio sobre as trras sujeitas garaatia dos Esta-
pos uidos. Mas os tilulos a essa garinlia po-
dem ser contestados, os bens clericaes podem ser
rehavidos, a reclamago d'esta giranta poderia
ovoiver a Ioglaterra em urna guerra com outras
nagis e com o proprio Mxico, eo seu abandono
nos tornara responsaveis pars com os portadores
de obrgagoes mexicanas. O artigo supplemen-
ar assignado no Mxico, a 12 de maio, estipu-
lando a oceupagao por navios inglezes, de urna
parte dos pnrtos de Mxico, esl sujeito alm
d isso a objeeges da mes-ta nalureza.
Por estas raides, o governo de sua magesta-
ae, tendo sempre a rm? inlengao de obter repa-
ragao do Mxico para os subditos inglezes, nao
ratiflcar a coovengao de Puebla, nem mesmo o
tratado supplemeotsr concluido em 12 de maio
no Mxico. Como nao havia reeebido instruc-
gous para assiguar esta eonvengo o governo de
sua magejtade poda deixar de a ratificar aem in-
correr na menor imputago de faltar sua f.
a Ioformei pois o general Doblado de que sua
magestade nao recebar o conseibo de ratificar a
convengao assigoada em Puebla a 28 de abril,
??o.\T/en?ao SttPPle,>entar asaigoada no M-
xico a 12 de maio.
a Sou, etc.
Conde Russbll.
(Do Jornal do Commercio, de Lisboa.)
IITER8
AMAZONAS.
Relatorio apresentado \ assembla le-
gislativa provincial, pelo Exm. Sr.
Dr. Manoel Clemenlino Caroeiroda
Cunha, na sesso ordinaria de 3 de
maio de 1862.
(Contiouigao.)
Estes dados indicara que vai diminaindo o
commercio dos chapeos de palha. E* neite artigo
que apparece differeoga notavel.
O commercio que se faz pelas aguas do Ama-
zooaa deve augmeotar eom as franquezas conce-
didas ltimamente ropublici de Veneiaela no
tratado .de limites, commercio e navegagio, que
com este paiz celebrou o Brasil, e se acba dafi-
nilivamente approvado. J comegou a aua exe-
cag8o, mas por ora nao poaso apresentar infor-
magois sobre os gneros, qae entrarsm no impe-
rio provenientes daquella repablics. E' trabalho
que ha de ser organisado em o anno seguinle.
Se crescer e avultar este commercio, ser maia
um motivo para prospersr o valle de rio Negro.
Jgrultura-i
- Nao consegai dados completos pira apresentar
0 algarismos deste quadro sao de msis al-
guma importancia, que oa mencionados no rea-
tono o anno passado.
Ainda se pode dizer em sua infancia a'indus-
agricola desta provincia. Faltan bragas na
P/PIS"0. otrespondente sns exteniao. e o
ue existe nao tem a precisa educago
nem diape de capitaes, e gosa dai
do crdito. Sitisfeitas conveniente-
"i:w'ullos r,ece>sidadei, o deieovolvimpnto
i rt 'Jr"' PrT> etao fra de davida a uber-
oaae dolsolo e as facilidades para os transportes.
Anaturazi caprichou em proporcionar meios de
commuuHcagao nesta provincia, e resta apenas
que dalle* se aproveite a industria.
Industria fabril.
Kao h, manufacturas (a grande industria), e as
h V?"0' 'a Peiuena industria) nao estao em
Dem p. Ella queslo se conserva as circums-
tancias. em que a descrevi em o relatorio ultimo.
A mudanga ba de ser para mais tarde.
Navegacao.
Um dos grandes elementos de propriedade des-
la provincia a facilldade de transporte, quo offe-
recem os extensos e magoiflcos rios, que corlara
o seu territorio em direc.es diversas. Poucos
estao explorados, e alguna mal sao conhecios
de nome. eiejaodo reunir as informigoes, que
actualmente so tem sobre este assumpto em um
s documento que possa ser consultado por par-
ticulares, e pela autondade, tenho neste sentido
dado as providencias convenientes. Este trabalho
ha de ser jauto a esta exposigao no annexo sob
o n. 5,
Em o anno ultimo estiveram empregados ua
navegagio para fra da provincia, alm dos va-
pores da companhia de coromercio e navegagao
do Amazonis, dos quaes presentemente s um
esl estacionado no porto desta cidade, 48 bar-
cos devela com o forte de 1:702 toneladas, 6219
pessoas de equipagem.
A navegagao de transito se fez em 4:000 ca-
ndis.
CMARAS MNICIPAES.
As cmaras municipaei do TetT, Maus, Villa-
Bella e Serpa, derara plena eiecutjao ao art. 5 da
lei n. 41 de 5 de outubro de 1854, eda lei n 91
de 10 de novembro de 1859.
eila assembla os balangos da sua recaita, e des-
peza no exerclcio ultimo, acompanhados dos
documentos competentes, os orgamentos pira o
exercicio Caluro, e os relatorlos que cada urna
daquellas cmaras organisou sobre as aecessida-
des de seu municipio.
A cmara municipal de Silves deixou apenas
de remetter o relatorio circumstanciado dos ne-
gocios do seu municipio. Exigio-se, como mis-
ter, para ter o seu destino com o balango, e o
orgamento para o exercicio futuro.
A cmara muoicipal de Barcellos s eoviou o
balango da recaita e despeza stm os documentos
que o dtviam acompanbar. Fiz a necessaria exi-
gencia pira serem suppridas as faltas commet-
tidas.
A cmara do municipio desta cidade nao deu
ainda sxecugio s leis citadas, allegando como
causa desta falta o estarem os documentos de
sua despeza em poder ds commisso, que nomeei
para examinar suas coalas, Em lampo compe-
tente fiz as precisas recommeodagoes para ao
menos serem apresentados o orgamenlo e o rela-
torio
Attendena'o a diversas reclaraagoes da cmara
municipal de Barcellos autoriiei a despezi de
450^000 para reparoa da casa de suas sesadas,
que ameagava ruina.
Igual autorisago conced i cmara manicipal
de Villa-Bella para despender ate a quantia de
rs. 650J000 com eoncurloa na casa de saas ses-
soes. e cadi, qu4 precisava de prompto reparo.
Pelas conlas das diversas cmaras que exami-
nei, a* mostea que hi saldos, Convem applica-los
s mais urgentes necessidades dos municipios
sera prejuizo de equilibrio, que se deve manter
ns receita e despeza.
SAUDE PUBLICA.
Dspois da ultima sesso desta assembla ce-
Nhuma epidemia sa dessnvolveu na proviucia.
nao se alteraran) sa consigues ordinsriss da sa-
ubridase publica.
Gragas Divina Provideoeia estamos al agora
preservados do accommetiimenlo do cbolera-
morbus qae se desenvolveu, ha poaco, em ou-
tros pontos do imperio. Recelando que ebegue
at esti provincia, tendo faito aa requisigdes ne-
oessarias para que nao faltem os recursos indis-
pensaveis, os quaes nao sa podero conseguir
com os escasses meioa de que actualmente po-
demos aispor. Faltam mdicos, e lambeta medi-
dos safficientes para sapprir todas aa neceasi-
cades.
Mais urna vez nao sao Irazidas i esta easa io-
mformagss lisongeiras sobre a vaccina. Fal-
tam-me dados estatisiieos para provar o maia li-
geiro proveodo instituto vaccinieo nesta pro-
vincia. O eommiasario vaccinador informa qae
a poBulago foge de vaccinar-se. Ha poaco foi
posto aua dieposicSo pus vaeciolco, qae reqai-
Uei da proTlncia do Para.
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A reoda propira da provlocia iuiufliciente pa-
ra suaa despeza. O deQcil suppndo pela the-
souraria da provincia do Para nos termos das r-
leos do tbesouro. A despeza nos cinco exerci-
cios indicados aprsenla os secuintes dados,
Exercicios. Valores
________1856-1857 223:545|2S9
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18571858
18581859
18591860
18601861
O quadro segninte
exercicios
reram.
237:9i-l;>68
298:9927
288 9 , 317 998S840
exylica a despeza nesles
ministerios por cuja conta cor-
QUADBO das despezas Celtas com os serviros i-nr^o dos dilTerentes
ministerios nos exercicios abaixo declarados.
MINISTE-RIOS
Do Imperio. Di Justiga.. Di Marinha. Da Guerra.. Da Fazenda.

EXERCICIOS
1856-1857
45:767428
19:9625371
106J360
140:35|J176
17:357954
223.5455289
18571858
31:979^505
24:062H23
94J180
156.0115899
23:19720 ti
337.3445618
1858-1859
71 4689234
28.8555617
775136
179.7405811
18:8505475
298:9925272
. 943055052
49*575
45315
. 7:3745989
segaiuivs cre-
. 5.339J293
Por decreto de 9 e outubro do anno pasudo
foi norteado inspector da thesouraria de fazenda
Joa Francisco Csrneiro Junqueira.
Eita empregado se esforga para dar ao servigo
desti repartigo a regularidade de que careca.
Fazenda provincial.
Do balango, que ha de ser presente a esta as
sembles, se collige, que no exercitio de 1860 a
receita conhecida na administrsgo da fazenda
provincial attiogio a lomma de 101:9295616.
Nesta quantia se comprehende :
Renda propria do exircicio .
Sallo do exercicio de 1859. .
E n mo de respoosiveis .
Sero presentes SupprimenUs.......
Os supprimentos procedem dos
ditos:
Emprestimo do exercicio de 1861 .
Da thesouraria de fazendi para pa-
gamento de obras publicas 2:3355696
A renda do exercicio de 1860 a miior, qua
tem lido a provincia. Esle resoltado se explica
pelo augmento de produego em alguna gneros
de exportscSo, pelo prego "mais elevado, de que
gozaram e maior movimeoto commercial.
No mesmo exarcicio a despeza montou. a .
101:9298616. E' tambera a maior despeza, que
se tem feito, e o balango indica os seus diversos
ttulos. Pira ella nao foram sufficientes os re-
cursos proprios do exercicio. Resta hoje apenas
por se pagar a quintia de 620$.
Em o exarcicio de 1860 para occorrar ao deli
eit verificado em diversas verbis de deapezas do
orgamento foram abertos ditlereotesereditos sup-
plementares na importaocia de 12:033ft931. Por
acto meu apenas foiautorisado o crdito supple-
menlar de 3425740 para pagamento de dispezas,
de que trata o art. 1 3 da lei o. 99 de 7 de ju-
Iho de 1859. O balioro contm as neeessariaa
explicagoes sobre esta especie.
Da balaago provisorio do exercicio de 1851
coma, que a renda arrecadada at o ultimo de
dezembro montou a 80:2475461, e no mesmo lem-
po a despeas feita orga por 7 1155153, haveodo
assim um saldo de 2:132$308. No fim do exer-
cicio ha de se recouhecer maior despeza ; mas a
receita se elevar tambem. Talvez se liquide al-
gam saldo.
A receita do exercicio de 1861 ha de ser infe-
rior do exercicio anterior, e este effeito econ-
mico se explica pelas mesmas causas, que con-
correram para que diminoisse naqnelle anno o
valor, que o commercio poz em gyro para fra
da provincia. E' entretanto aufficieote para as
despezas que nelle sa fizeram, e com os seus re-
cursos j se pagaram despezas de outros exerci-
cios no valor de 9:68352l, seado 5.2395293 sup-
primentos ao exercicio de 1860 e 4:4445228 para
dividas de exercicios flujos.
A admioislrago da fazenda provincial orga em
76:451^540 a renda para o anoo de 1863. Julgo
este orgamenlo inferior a probabilidades razoa-
reis, com que se pode contar. Tomado para ba-
a* do orgamento o termo medio doa exarcieioa
de 1859, 1860 e de 1861, que ainda nao se acb
encerrado, nao fora de proposito calcular com
a receila de 85:0005. A renda do exercicio ulti-
mo, que contra si leva os molivoa desfavorsveis,
qaealteraram ascondiges nataraea do mercado,
ha de dar sem davida aquelle resultado, e por
isso, salvo cireamslanctaa muito extraordinarias,
nao presumir de mats esperar a mesma receita
oo anno de 1863.
A despea para o exercicio de 1163 calculada
em 109:4069500. Esli ail'oodidoa todos os ser-
vidos eslabelecidoi. E* despeza superior sos re-
1859-1860
36:5675786
31:7715077
9H5710
187:7375631
32:819959 J
288:9865796
18601861
45:0989906
29:8649088
8:281880-.
1918828794
39.8718247
417:9985840
TOTAL
230:8815859
134:5t58176
8:6505191
858:7219310
134.0965309
1:366:88:8845
curios da
provincia. Por mais prospera que seja
sus renda nao natural, que attinja aquella
Hi diversos annos, que a despeza provincial ex-
cede a receita arrecadada Nos dous ullimos exer-
cicios a differeng avultou muito. Sem os recur-
sos extraordinarios, com que se contaram, estara
muito comprometii Ja a fazenda provincia.e ape-
zar dilles nem todas as desppzss votadas se rea-
lisaram, Em o exercicio de 1861 reatabeleceu-se
o equilibrio, sem embargo de se ter pago com
o seus recursos soroma nao pequea de despezas
d'outros exercicios. Este resultado em parle se
cooieguio com o adiamento de gastos sem ur-
gencia e de utilidade problemtica.
Convm resolver a questao do desequilibrio da
receita e despezi, se ha empenho decidido, em
qua o servigo decretado se faga- Deixa-lo em p-
confiando em acresciroo de receiti nao m pare-
ce um expediente seguro. E' da competeocia des-
ta casa prover de remedio a esta difficuldade.
Por miuha parte nao indico o augmento de im-
poitos, que naturalmente occorre, como meio de
solver a questao. Seria aggravar a situago da
industria, que nao esl em condigoes muito a-
voraveis sob o pooto de vista da coolribuigao pu-
blica. Suas circumstancias reclamam antes di-
minuigo de impostos. S a consideragao de nao-
empeiorar as lioangas da provincia aconselba de-
mora na execugo deste pensamento. A popula-
gao esl acoslnmada aos impottis aclusfs, e nao
parece prudente modica-los em urna qui-a,.
que anormal sob o ponto de vista econmico.
Guardar a mais severa economa, e descripgo-
no dispendio dos dinheiros pblicos, e na decre-
tago das deipezas, queso devem ser autorisadasc
quando urgentes e de utilidade ineontestavel, ti .J
meio seguro de salvar as difficuldades da ques'iac
e crear recursos, que faltam para dar O devid
deseovolvimento ao servigo publico. Adoptado
esle principio pel admioislrago e pelo po'Jer
legislativo provincial, desspparecer o deseqv HJ.
bro, que se vai notando entre a receita e des-
pera.
A divida activa importa em 2 089JJ013 e a
passiva est reduzida a 5:5838349. Grand e' parte
della provm dos emoresiimos lomados s c-
maras municipaea de TetT e Maus par/, occorrer
as despezas de exercicio de 1859.
O relatorio da administragao da fazenda pro-
vincia trata de algimaa medidas, que convm
tomar para melhorar a marcha d'j servigo da
repartigo.
E' lembrada a idea de rever o regalamenta n.
3 de20 de levereiro de 1855, para o por de ac-
cordo com os principios, qae rv gem os negocios
da fazenda geral no qoe forana applicareis s
circumstancias desla provincia..
Este peosameolo ampliado d os mesmos termos
aos reglamentos os. 5 e 6 de T, e 9 de leverei-
ro de 1857, est no caso de (er recebido. As re-
gras, e praticas seguidas na administragao da
fazeoda geral conhecidam onte uleis eslo abona-
das pela experiencia, e a provincia nada perde-
ra em adopta-las. Haw rj8 asiim a uniformidad
poisivel na legislago flical.
Como meio de prev enir o desvio de renda &
apreaentado o proje'etodecrear guardas incum-
bidos de percorrer os dlstrlctos das collectoria.
e chamar ao pagamento do imposto os que della
fogem. Recelo, que aa despezas coco os guardas,
canoas e sua tripuligio absorvam aem utilidad
parte dos recursos do orgamento, e ae pega ainda
depois mais ontro agente para examinar, se os
guardas Cumprem o seu dever. Houvesse o de-
vido zejo, e interesse da patte dos ictuass agen-
MUTILADO


*


MARIO M PEI51UMICO ~ SEXTA FE1RA 12 DI 5ETEMBRO DI 186*.
tea fisctee, a,ae nao avallara o motivo, pelo qua
ae julga indiapeoaavel a ioatitui^o dos guarda
ludo te espera o guarda, entretanto que o col-
lector, leu etcrivo e as autoridades civis das lo-
calidades nada podem farer 1 Nao cotillo tanto
no poder de guardaa un coodiget dos que de -
'* occapar esses lagares. Se aquellos empre-
gadossio negligentes, e nao podem saber at a
qaanttdade e qualidade dos gneros, qae desem-
barcan) nos pequeos povoades, onde reaidm,na
nuestra falta incorrero os guardas, qae pela sua
poeigo no interior eatao ainda em peiorea cir-
cunstancias para lutar com os contribuintes, e
descobrir es leas desvos, que coaitas vates sao
conhecidos de todos e se finge ignorar.
O ponto, que demanda alguma provincia para
prevenir, que ae eonveriam em gneros de pro-
ducto do Per os da comarca da fronteira, o de
Tabaiuiga. Es.u asiumpto er devidameote con-
sultado o goveino imperial trata de promulgar para re-
galar o commercio de irsnaiio concedido quelle
paiznae aguas do Amazonas. Os direitoa desta
provincia ho de aer attendidos naquelle tra-
valho.
Nao julgo procedente a propoita para se con-
verter em urna repariic,o distincta a secgo da
administraego incumbida netta cidade da arre-
aderao dos impostoa. NSo eite uoi trabalho
da tanto vulto, que reclame o apparalo de ama
reparti{ao publica,nem prudente autorisar este
augmento de deipezt.
ESTABELLCIMENTO DOS EDUCANDOS
ARTFICES.
O relatorio do director ueste estabelecimenlo,
que ser-vos-ha preeenle, conim Informacoes
minuciusas sobre o seu servido em c aano ultimo
e o jaizo daquelle empregado sobre as necessl-
daJt que cumpre alteuder.
Este aervico ainda nevo uesta provincia, nao
sa acba no p em que seria couvenienle que fos-
se posto.
A casa nao offerace os necasiarios commodos,
faltara na provincia os bons mestres, e 01 recursos
pecuniarios nao sao abundantes para supprir to-
das as [lias. *
O empenho constante em favor dtsla lostitui-
?o ha do trai-la mais larde condigoes lisou-
geiras.
Dei as delerminagoea necesiarias para que ie
crease urna oflicina de chapeos da bocnbonassa.
Ha de comagar a fanecionar elle aono. J eito
plantados 325 pea de bombonasaa, e bao de vir
novas mudas para ter a casa ama plantarse
abundante.
Reita aiuda por estabelecer a oflicina de tha-
ruleiro.
Chegaram da Europa os instrumentos para a
msica dos educandos, de que tratei no relatorio
do anno panado.
Concluio-se o concert, que era posiivel fazer
na cata do estabelecimenlo.
O numero actual dos educandos 31.
O goveruo imperial atiendendo a representigo
qae Ihe dirig, conceleu em aaxilio para estoia-
tabelecimento por conta da crdito marcado para
catechese doi Indios.
Nos termos em que foi aatorisado, arbitrei-o
em 3:4009.
COLLEGIO DE NOSSA SENIIGRA DOS
REMEDIOS.
Conservs-ae em eral na meamo p era que foi
descripto no relatorio ultimo. Nao podia mudir
de condigo subsistindo anda os motivas que tea
concorrido para que este sarvico nao receba o
desenvolvimento qua reclama. As differencas
havidaa sao de pouca impirtancia, e entre ellas a
de maior vulto que as despezas do estabeleci-
mento j nao pesara sobre o sea administrador.
Tem collegio 8 alumnas, e deltas 6 lo pen-
sionistas da provincia.
Retirndose deita cidade o coronel Leonardo
Ferreira Marques, qu6 bem lervia o cargo de ad
miniitrador do collegio, fi substituido uesse era-
prego pelo honesto cidado Gabriel Antonio Ri-
beiro Guimares.
Gratuitamente se tem prestado rxais reger a
estola de primeiras lettras.
Ser trazido a eata anembla o relatorio do
administrador concerneote ao anno ultimo. Sio
Bulto precedentes suas reflexSet acerca da in-
enfijeiencia da pensao marcada para as educan-
das qae nao forem indigentes. Manter-se neata
pane o reglamelo ser augmentar a despeza
da provincia sem motivo plausivel.
SECRETARIA DO GOVERNO.
Sendo exonerlo do cargj de secretario, por
decreto de o de junho do auno paseado o bacha-
rG Jorge Doroellaa Riueiro Pessoa, para substi-
tuir 101 uuuieauu par carta imperial a mesma
data o bacharel Jos Joaquiai de Moraei Navar-
ro, cuja iotelligencia cultivada lodos recouhe-
cem.
Os empregados desla reparligio cumprem re-
gularmente os seus deveres.
Da expoiigao do secretario que vos ser pre-
sente, couhtcercis a estado da reparticHo, e o ser-
viso que deseropenhou em o anno ultimo.
Contina ainda aem o necesarios cammodos
a casa onde se acha apoaeolada a secretaria. Se-
r atlendida eila Taita lugo que esliver preparada
a casa que lem de servir de palacio do goveroo,
e se effecluar a mudange, para que estua auls-
risado.
Nessa occasiSo ser lambem melborada, como
Ccnvm, a raobilla desla eitogo publica.se hou-
Ter o crdito iuoiioenaavel.
LEIS DE OUCAMENIO PROVINCIAL E
MUNICIPAL.
Na* foram votados em o anno passado as lea
de orcameote que deviam vigorar na exercicio
Mrenla.
Por esle motivo resaUi, como de estylo eoi
casos aemelhantes, que subiistisaam para o exer-
cicio de 1862, ai leis de ergameolo provincial e
municipal, decretadas para o exeicicio ante-
rior.
Deixei de convocar extraerdinariamenta a as-
aembla provioci.il, porque no flm do anno pat-
eado ainda nao eslava definitivamente coocluida
a eleigao dos saua membros, e para o lempo eaa
que poda ter lugar a sua reunio no anno cor-
rele ficava lo prxima a poca ordinaria de aua
abertura, que sem Inconveniente grave podia ser
dispensada a reunio extraordinaria. Iofluio no
meu animo para assim proceder a economa doi
dinheiros pblicos.
Nao lo liscngera a aituago das fioancas da
provincia, que possa comportar despezas em cir-
cunstancias de ser dispensadas sem censura
plausivel.
Fonbo lermo etta exposlgo, caja imperfei-
?ao sou o primeiro a recouhecer, aisegurando-
vos que vosaero dad.s quaesquer outras iofor-
macee qae forem precisas para o bom deaem-
peoho de vonos trabalhoa. Como loda a pro-
vincia cont que serao maito proficuos.
Manus, 3 de roaio de 1862.
Uanoel Clemen'.ino Cartuiro da Cunha.
Alm de battantea mireadoriaa qae exfstem
nos armaseni d'alfandega, espera-aa a todoi o
momentos o brigue Camilla com um carregamen-
to de Liverpool, d'onde sahio ha mais de (incen-
la das.
Se nao hoaver algam contratempo, o resto
do aono deve sar de bastante movimento com-
o correapon-
lARiO JE PERNa.rV.BUCn
Temos viiia cartas e joroaea do norle do im-
perio, doi quaes foi portador o vapor Iguarass,
pirado boDtem.com ditas : da Cear at 3, do
Natal e da Parabiba at 10 do correte.
Limitamo-nos s misivis de noasoa correspon-
dentes, por nada conttrtm ot joruaet digno de
rcengo.
Cear.Diz-ooa nosso correspondente :
O cholera ainda vai ceifando ama ou outra
vida nesta capital; o meimo acontece em alguns
pontos da trra de Baturit,
A presidencia j mandos dispensar todo o
peasoal medico, infarmairo, etc., que se achava
engajado pelo governo.
Consta que o Ic nao acquiescea feliz lem-
branca do Ccato, de eleger o nosso digoo prelado
deputado assembla geral; all residem os p-
renles do Dr. Benjamn que candidato, e por
sso nao admira qua prevalecesseb iotereeie in-
dividual, gloria que resallara i provincia de
dar am asiento o parlamento a quem por euas
virtudes lo digoo delle .
Veremos qual o resultado, que ainda aqi
ignorado e dellelhe darei conta.
a No dia 31 do prximo passado procedea-ae
cesta cidada eleicio de uc deputado provin-
cial pira preencher ama vaga das duas qae exie-
em.
Compareceram 53 eleiterea, e obtiverem vo-
los. o leoeole-coronel Victoriaoo Augusto or-
ge. gurdai mor da alfandega 48, e o Dr. Pedro
eieira da Silva Guimara.s 3.
Appareceram duas cdulas em feranco, qae
auppoobo lerem *8 do meamo taneota-coronel,
e da um aeu maoo que sao elaitorea, e compare-
ceram ao acto. "
No Aquiras reuniram-se 11 eleitorea, os au.es
unnimemente votaram no teaente-coronel Bor-
gea.
a Em Maranguape nao houve eleigo porque
aquella localidade ainda na tornou a ai do ea-
tado da acephalia em qae a deixon o ebolera.
< A nossa alfandega rendeu o mez paseado 76
coatos, e creio que o corrate dar o eterno ou
I'obo inferior.
mercial.
S.de, paz e patacarla. >
Rio Grande.Eii o que noa diz
denle :
Em cima de queda couee, diz um rifo po-
palar em cima de decepc_ao decepc,o, digo eu a
Vmc.
No dia 6escrevi-lhe aa carreiras por entrar
in esperada ruaste o gumrasti, e s carreiras man-
dei levar minha caria para o corraio, antes qaa
ficasse aqui.
Pergantando por eala antecipi(o do Igua-
rass, disserara-me, qua foi por nao ter ido
Granja e haver voltedo do Cear.
Qaaodo vi famegar, e julguei que sahia elle
para a Parabiba, eis que fez-ie de pos pira
Ouarpes, da onde i agora que vem voltando.
Esta demora pois, que alias acho maito ra-
soavel, porque tem por base o licito ioleresse da
companhia, que supponho, pelo que leoho lido
das discustas da cmara dos senhorea deputa-
dos, que j nao anda am muito bona leoces, foi
para mim urna decepgo, porque me obrigoa
escrever eila segunda carta so, aQm de andar
em dia com o deaempeoho de minha tre-
la ; e para mim a maior mortlfka;ao, que tin-
to boje oeste mundo pdr casaca s coatat para
sabir ra e pegar em peona para escrever.
E seuo, que digam os seas revisores e com-
positores os aperloa em que se veem para deci-
frar e meimo adrinbar os meat engorolados ; pa-
limps estos mait enigmticos do que esses, que
aa vezes se encontrara as escavacos de cidadas
o povoadoa aotigot; eludo isto devido como Ihe
disse a minha habitual e invencivel ogerisa a pan -
na da escrever.
Em flu pastamos aqu um excellente dia 7 de
seiembro : logo na vespera duas msicas de cam-
po percoireram at ruat annunciando aoi habi-
tantes deata cidade, qae no da aegointe tinha de
apparecer o sol do Ipyranga, qae na manba de
7 de setembro de 1822 annunctou aoi bratilelros
a sua emancipaco poltica da onerosa, e ferre-
nha tutella portugueza ; e qae era pretiso accor-
dar cedo par* festejar o aeu appsrecimento, como
faziam os Peruvianos e Mexicanos, e aaaim o af
irmava o Correio Natalense em um artigo edic-
torial. que publicou esle respeito.
E de certo, no oalro dia mal a aurora com
os seus dedos de rosa, como disse o autor do Te-
lemaco, vinha abrlndo as portat do oriente, por
onde deveria sahir o tnagesloso sol esperado, qoe
as meamas maaicas j tocavam o hymno nacio-
nal, e o povo alvoroQado corra a receber e feste-
jar o astro luminoso, que como o aujo Gabriel
a eocarnagSo do verbo, predice aos brasileiros,
quaem poucas horas um novo Affooso Htoriques
descendente do qae no campo de Ourique fuo-
dou ama na^ao fundara lambem um imperio do
Brasil e o constituira naci livre e indepen -
dante.
Pelat 4 heratda tarde um pavilhlo elegan-
temente preparado na priQa da Matriz, onde se
achava em lugar distincto, a convenanla a au-
guali efJigie de S. M. o Sr. D. Pedro II. recebeu
o Exm. Sr. presidente da provincia, Dr. Pedro
Leo Velloso, trajando grande uniforme, acompa-
iilnu da aua familia, e de urna brilhante ofTicia-
lidade da guarda naaioaal e de muitos emprega-
dos pblicos.
Felo o cortejo a*effigie seguio-se um diver-
tido espectculo de cavalhadat, a que assittio
numeroso coucurso de povo.
A noule relumbanm oulra vez os aras des-
ta cidade com oa aons daa msicas, que a per-
correram em todot os rumos, fazendo subir ao
ar muito fugo artificial.
Para os diletantes esleve tudo muito bem,
porque hoave muita bulhs, maito foguete, muita
cavalhada, muito luxo, mulla moga bonita, etc. :
para m:m, porm, que sou hornera positivo, o
melhor de ludo foi principiarse e acabarse a
fesl sem o menor incidente detagradavel ; a or-
dem publica foi respeilada em todas as suas coo-
dicoes.
A polica nao tem brincado, oem aqui nem
na Parahiba debiixo da diraeco do Sr. Rigueira
Costa, cuj energa j se ha tornado proverbial.
Agora mesmo chegou pelo Jaguaribe o p.rdo
ac.bocolado Jos Sabino, que com oulro cama-
rada matou o Allemo Carlos Eugenio Gaudel
P-ar.ar.'"n.a"JStcom()rouDou' nodialristode San-
la liras da comarca ae >. juse u..ia proviOCla.
Sel, que a polica nao eat no p em que a
queramos ter ; porm comparada com a anliga
acha-se a differeoga de cera para um.
Do cholera no Cear Merim, e nesta cidade
anda morra alguma pessoa; porm j vai em
declimceo.
Para o Cear Merim seguio o Dr. Vicenle
Ignacio, que j deiiou em pazo S. Goncalo.
ver, e examinar o estado daquella villa, tratar
logo o dotulet miseraveit, que encontrar, e dar
d ludo urna expsito fiel a presidencia da pro-
vincia. r
Nao baduvida nem urna a homeopathia ap-
plicida a lorto e a diraito por quim o nao taba
fazer, tem mandado para o co urna boa porgo
de victimas ; o rao iraiamenio, e a falta de ri-
gorosa Sieta tem feilo o reato. O que mais tem
matado, nao sao verdaderamente os ataques ful-
minantes, se nao as cholerloas deipresadas. Eis
aqui por que o l)r. Teberge do Ico diz que loma-
se maia perigosa urna cholerina despresada, do
qua mesmo um accommetiimenlo forte do cho-
lera. A nosia esperacc,a docmmpleto restabel-
ecimsnto do estado de saude, est no apparec-
mento, ecouserva^o do vero.
Bdtn disse o sea correspondente de Pao do
Albo, onde, como aqui lambem chova inoportu-
namente, qae as chuvas a sao boas em aua es-
lacao propna. lato urna verdade. o
Parahila O desla provincia limia-te ao se-
guinle :
Appareceu, como lh'o communiquei o novo
jornal, que se chama Publicador, e prometa ter
looga vida ; o que desejo.
Da cadeia da cidade de Scaza evadio-se Ma-
na Jos das Virgen*, criminosa de morte na pes-
soa de seu marido.
Evadiram-se do poder da escolta que os con-
duxia daquella cidade para a de Pombal, o es-
cravo Ildefonso coodeanado a moite, por ter
aaaassinado o seu senhor, Maooel Antonio do
Nascimento. conhecido por Cen, condemnado a
23 aonos e 4 mezes de priio, por urna morte que
fez, Maooel Roberto do Naacimenlo, pronancia-
do.em crime de morte e Jos Pereira de Oliveira
condemnado a 6 meiet de priso.
A falta de prisoea em todaa aa villas e cids-
det do interior e de forja regalar tafficiente, para
o tervico de guarda e cooduccao de presos, per-
mita esta e outras occaaies de fuga de crimi-
nosos importantes, como eaaes.
Na noile de 2 Co correle, na ra da Malti-
nha desta cidade foi ferido morlalmente o pardo
Damiao, escravo de F. S. da S. Retumba e outro
de nome Antonio, levemente, por Joao Fernan-
das da Silva, e am outro, vindo aquella escravo
a saccambir.
Em urna das noites panadas, roubiram urna
taberna da qual levaram 148flO0O era dinheiro. O
autor deste fado nao conhecido e os dos feri-
mentos pozeram-se em fuga.
Nesta cidade nao ha patrulbaa e menos lllu-
minago, pelo que nao admira que de quando em
quando factoa semelhantes se rapitam.
Os vapores ebegamsempre quando menos se
esparava, o que d lugar a escrever-lhe seinpre
com alguma pressa ; mas islo nao obstante pro-
curarei noticiar Ihe o maia que me conata.
< Palleceu o tenente-coronel Joo Francisco
da Natindade, commaodante do batalho da
guarda oacioual de reserva. Era bom cidado,
ptimo amigo e tinha prestado maitoa servidos a
eita provincia ; pele que a sua moite foi geral-
mente sentida.
c No termo da Arela, lagar Tat foi astassina-
do com am tiro Manoel Vidal de Negreiros, por
Herculaoo Joi da Silva que eal preso e no de
Cabacairas foi ferida certa malber, podendo es-
capar o criminoso.
< O Sr. Araajo Lima, amigo intimo do fi-
nado senador Miguel Fernaodee Vleira, man-
dou sofragar-lhe a alma, o qae leve lugar Da
manba de 6 do correte em a igreja Collegio,
onde comparecen am crescido namero de clda-
gario Joaquim Antonio Marques, commaodador
Francisco Ivs de Souza Cirvalho, Simplicio
Narciso de Carvalho e Joa da Silva Coelho. To-
dos mostram-te interenados nene cuidado. >

myuKMico
REVISTA DIARIA.
Hootem comacoi o procesao de habililicio
par-, o magisterio primaria, perante directora
geral de iaatruccao publica.
Sao habilitandos os seguales Sri.:
Sismando Hilario Ramos.
Belarmino Guedes Alcoforado.
Trajano Cesar de Albuqaerquet
Martioho Joa de Jess.
Joao Verissimo de Licerda Jnior.
Joao Peroandes Vianna.
Dervino Jos-da Cmara.
Qrmecaram-se as pravas escriptai, osa qusea
dv os esodidatos continuar hoje, vislo nao
I onclaido hoolam.
oosta-nos que fallecer na provincia das
..til >at ao accommetimaDto do cholera o Sr. Dr.
Mafoel Felippe da Fooseca C'odi, nosso com pro-
vinciano, que all resida.
Pelo julzo de direito da comarca da Naza-
reth foi confirmada a sentenga do respectivo iiz
municipal, que eondemnou ao capitao Joo Fer-
nandes Vieira de Mello a 4 mezes de priso e
multa correspondente a metade do lampo or cri-
me de calumnia irrogada ao Sr. major Jos Igua-
co Pereira Torres, caja reputarlo foi assim la-
vada da nodoa qae o meimo Sr. Ihe procurara
imprimir, Dr. chefe de polica.
- Acha-sa noreapeclivo sxercicio o promotor
ltimamente removido para a comarca do Li-
moeiro, Dr. Birtholomeu Torqualo de Soasa e
Silva, que renuncioa parte da liceoca qae ihe fira
concedida.
Reaasamlo o exercicio de secretario da ca-
pitana do porlo o Sr. Joaquim Pe-lro Brrelo de
Mello Rago, leudo renunciado o resto da liceoca,
da que gozava.
Ha vendo ebegado, por communicaces offl-
ciaea, ao conbecimeoto do Exm. Sr. preiilente
da provincia qae, algana eacravos dos engeohos
oiooeira, do S'. Dr. Francaco Elias do Reg
Dantas, e ilanais, do Sr. coronel Jas Gom*a.
tentavam aasassinar seus senhores, aluciando
outros, fez S. Exc. seguir para o local o mai dig-
no Sr Dr. delegado servindo de chefe de polica,
na noita da quarla-feira, acompanbado de ama
forji de cavallaria ao mando do Sr. alferea Vel-
loso da Silveira.
Alli chegaodo, dapois de avsrigaacoea e intar-
rog.ionos, o Sr. Dr. delegado prandeu os eicra-
vos Manoel. Nicolao. Severino, mais tres outros
e o pardo livre Jos Joaquim Damasceno. por
connivente.
Informara-nos qua, ao zelo, proraptido o cer-
teza das medidas lomadaa pelo digno Sr. Dr. de-
legado, se deve o bom resultado desea diligencia
tao importante, e da qual dependa talvez que a
vida de muitas pessosa.
E", praticaodo assim, que as autoridades se
tornara dignas do aprece geral. e que coosegaam
oa devidoa encomios dtquelles quem a le con-
siderou seus superiores.
No Jornal da Commercio da corte, de 12 do
pateado, 14 ae o segtiote acerca do nosso com-
provinciano :
O artista Arsenio da Silva.
Entre os qaadros exaostos na galera dot Sn.
Bernascor.i 4 Moneada avulla urna gonache aasig-
nadaArsenio da Silva.
Nao o primeiro trabalho desse genero que
temos viito do aatmo autor, e, entreunto, sem
medo do errar oa de ser tachado de exagerado,
podemos afianzar que um dos mais delicadoa,
quer como concepgo, qaer como execugo.
Ha naquelle co prenhe de eleetricidade, oa-
quellas ondas encapelladas, naquelle preludio de
tempeilade, um lodo imponeute e sebltme, que
se nao pode definir.
S o poeta, e o Sr. Arsenio o por direito de
cooqaisla, pode bem avaliar tudo o que ha de
graale, de magesloso, de verdadeiro nessa com-
posigSo que deixa impresses fundas e duradou-
raa na alma daquelles que, amando a arte, pas-
mam de ver a natursza reprodazida com tanto
encanto e belleza.
Nesse quadro ha apenas aguas, cos.imonles,
mas quanta poesa quauta mesttia 1 quista ver-
dada I '
Qaaudo o Sr. Arsenio, deagostoso po -*r O
pouco apraejo, atola era qu ive a ari ..-.ir
nOa, queDrasse os seus pinceit. dtstruissf a sua
palheta, esse trabalho por ai i seria tafficiente
para firmar o teu nome de artista.
Estude o Sr. Arsenio
eothusiasmo cultura
que adoptou, e ser u
cundo em tntelligeacii
turaes.
Muito embota a indiffereaga glacial, infeliz-
mente proverbial para os artistas neate paiz, o
acolha : nao deaacorogde, estud, trabalhe, appli-
qae-se, que ha linda muitas inteligencias qua o
podem comprebendar, muitet homens que o ho
do considerar como merece.
G. F. M.
Do Oarieury temos as seguales noticiaa em
data de 15 de agosto prximo paaaado.
a Funccionou o jury deate termo, qae hava ai-
do convocado para o da 28 do passado, e de saua
trabalhoa Ihe vou dar succiota noticia.
No dia 28 nao haveudo casi, e tirando se
novo sorteamento, foi adiada a sesso para o dia
immediato, no qu.l tambem verificando-se nao
haver numero sufficiente de juradoi, procedea-se
a outro sorleamento, Picando a seiso adiada para
o dia 30 de junho. Nate dia reuniram-se maia
de 40 jura Jos, e foi declarada aberta a sesso pelo
Dr. jala de direito Antonio Buar^ue de Lima com
assisteocia do promotor o Dr. Couiseiro : nesse
dia nada mait te fez do que o recebimeoto dos
processot e preparos iuditpenstveit para o 1ra-
balhos do jury.
No dia 31 eotiou em julgamento Frinciaco
Ferreira Ferragem, secundo em crime de morte,
foram seus advogedos os majoras Baarque e Bri-
gido, sendo o aecuaalo coodemnido a gales per-
petuas, do qae appellou : presidio a este julga-
mento o juiz municipal Dr. PeJro de Alcanlar.
Peixolo de Miranda Veras, por impedimento do
Dr. juiz de direito, que j havia presidido o tribu-
nal es anterior sesto em que ra julgido este
reo.
No dia 1 de agosto eotrou em julgammto o
reo Florentino Joi de Souza, iccasado d em-
plcidade era crime de morte, foi seu advogado o
Dr. Pessoa, juiz municipal e delegado do JarJim,
no Cear, o aecusado foi abaolvido.
No dia 2 foi julgado o reo Jos Loartnco de
Araujo, aecusado em crime de morte, foi sauad-
vogado o bacharel Wenderley: foi absolvilo
appellaado o Dr. juiz de direito da deciao d
jury.
No dia 3 nao hoave seiso por ter domingo.
No dia 4 foi julgado o tenente-coronal Al-
varo Ernetlo de Carvalho Graoja, accatado como
autor do brbaro aseaninato do capitao Brinco
to aeu advogado Joao Brigldo do. Saolot tendo
abtolvido por nove voloa, appellando o juiz de
direito da deciao do jury.
, *No. di* 5 eotrou em julgamento D. Isabel
Adelaida de Siqaeira Graoja e aeet filhos mino-
ras Vraacfeco e Cleomenes, aecusados de compli-
cidade na morte do capitao Branco ; tiveram por
advogado o mejor Antonia Rayamndo Brigldo dos
baotos, foram absolvidos, appellindo o Dr. juiz
de direito da deciso do jury q.anto a aecu-
No dia 6 foram julgadoa Jovino Silva Gran-
ja a Joao llrasileiro Granja, igualmente accuiadoa
de compllcidada na mora da cepuao Branco 11-
^.T.nP.r.",?gid" ? D1r-.P'" Joo Brgida
dos Santos, e foram absolvidos.
< Esta sesso foi presidida pelo Dr. juiz muni-
cipal Veras, por ter adoecido o Dr. juiz de direi-
to Buarqae.
No da 7 foram jalgadot Antonio Pereira da
Silva e R.ymundo Alvo, Non.to. .ccu.ado, de
complicidada na venda de um meoiao forro or
eacravo, tv.ram por advogado a Joo Brigid dos
Santot; foram abtolvidot, appellando o juiz de
direito da decisao do jury emquanto ao primeiro
acc.aado. Anda foi esi. sesso presidid,?|S2
eferley, conduzindo o tenente coronal Alvaro pata
esta praga ; dizem-me que s etperava peto ca-
pitao Avila, e que tua partida ae effectuar t
z do prximo mez : esse offlcal deixa aaudades
a muita genle, por seu bom comportameoto,
energia e biio : am vacuo difficil de preen-
cher. r
O capitao Rotado acba-te rettabelecido doa
incommodos que soffria, maia dizem que tam-
bem retira-ae ;com o capitao Waoderley, se r
substituido pelo capitao Avila como eapera.
< O termo gesa de traaquilidade, e a nao ser
os sustos que rapamos de sermos visitados palo
judea do Gaoges, catot fataet qae te tem dado
de febrea e teset, viverlamos contentes, posto
que privados de recursos do Cariry, de onde
nada nos tem vindo, por eatarem as estradas
tomadas de piquetes postados naa ladeiraa do
Ext para privar o iogresso naquelle termo das
pessoas vindas do Cariry, para o que alm de
piquetes maodou a polica d'ali entupir eetra-
das 1 11 Neales piquetes tem-se commettido ex-
celsos; e com elles soffre o publico a pnvago
dos recursos que nos foroece a comarca do Cra-
to. Nao temos aqui papel para etertver, por
que o Grato nao dos ple importar.
..".N" ,,r diriga o Sr. Agostioho Augusto de Mello sua
casa, n.40 da ra da Crac, no bairro do Reci-
te, ao abrir a porta da salla, no 4o aoder, pre-
sentio que no gabinete junto meima algum o
oceupava; pelo que imtuediataraeate deiceu, e.
providenciando o cerco da casa, foi dar parle ao
respectivo aubdelegado, o qual aem perda de
lempo, alli compireceolo, tubio a referida casa,
e pella encontrou Antonio Pilla de Albuquerqua
Oliveira, que era morador no solo da mesma
caaahadouae meio mezes, ba.tanle etpantado
e todo trmulo, as portas, bahs e gavetaa de
mesas, tudo arrombado, depois do que interro-
gindo-o sobre o ficto de ser alli encontrado,
tudo responda negativamente, procedeu logo
corpo de delicio e urna minuciosa busca,em cujo
acto foram achadis, deolro de um barril de dea-
pejo do dito soto, muitas pegas de relogios, as-
sim como foi calculado pelos moradores o rou-
bo na importancia de duzentos e lanos mil reis
em sdalas e 17 relogios, alguns dos quaes de
canas de prata, e outros foleidosde ouro.
AoSr. sublelegado coostou que Antonio Pilla
ja ealivera preso em Macei por aemelhanle cri-
me, o qual vai agora ser aqui proeessado, e para
tito foi logo recolhido a casa de deteogo.
Na noticia, que demos em a Reoists de
hootem, sobre a vioda de pessoas de Pedrea de
Fogo, onde sa 1620 pestoas, deve lr-sedu-
zeniit.
REPARTig*o da polica.. (Extracto da psr-
te do dia 11 de iclembro.)
Foram recolhidot cata de detengo no dia 10
do correte :
A' ordem do Dr. delegado do Io dstrieto, o
pardo Manoel Antonio, da 33 annoa de idade, e
o crioulo Antonio Joaquim, de 40 anuos, dados
agricultura, vlndos de Olioda, o primeiro como
euspeilo de ser criminoso no termo de Flores, e
o segundo por suspeita de ser escravo, sendo que
ambos declararam ser escraroa da JoSo Pinto.
A ordem do subdelegado do Rec fe, o criou-
lo Antonio, de 17 anoos, escravo de Severino
de tal, por andar fugilo.
A' ordem do de Santo Antonio, Jos Domiogos
Pereira, branco, portuguez, de 40 ann is, que
vive de negocio; por insultos,
A'ordem do da Boa-Vista, a crioula Rufi-
na, de 20 annos, escrava de Joi da Silva Loyo ;
a requisigo deste.
*' ordem do de S. Joi, o africano Joa. de
60 annos, escravo da Antonio Igoacio ; por dos-
ordem.
O chefe da segunda secgo,
/. G. de Mesquita.
Movimento da casa de detencao do dia 10 de
setembro de 1862.
Existiam......332 presos.
Coramissao do presidente e ge-
rentes.........
Premios de muios* d*garantil *.!
Dividendos....
r, CRDITO.
Descontoa.....
Juros da garanta de e'rassac. .'
Irennos de saques e remessa.
120:000;000
180:7773192
155:822t93
24.2S53811
669!85
180:777$! 92
Estado da calva.
Um ouro amoedado ....
Era notas do Ihcsouro maiores
de lOaOOO......
Em ditas menores de 10} .
Em notas da caixa filial do Ban-
co do Brasil......
Era notas do No-
vo Banco de
Pernambuco :
sendo do va-
lor de 200J0O0
dem do valor de
toogooo.......
dem do de 50
1:1009000
3C9:9705000
13:1539000
86:4109000
104:6005000
68:8009000
16:4509000
Prata e cobre
189:8509000
2.95t>9628
Res, 66;l:43;);j6z8
4651
8*78
Demonstracao da eniissiio.
notas do valor de 200^000 852 40O9OOO
10U900 405:100500(1
X> 50SO00 123:9009000




Ris 1,451:4005000
Enlraram......
Sahiram.......
6
5
A taber
Exlstem....... 333 >
Nacionaes.....
Mulheres......
Estrangeiros..
Escravos......
Escravas......
225
2
29
69
8
139
in-
XimS^^X&l^A*Z Dr.lV^r con,,n""'D < 55'do
oragoes pelot Drt. Rabello e M.tfini Pereu-a. I < No dia 8, comparecen bar in .k .
A noticia que dei na anterior em referencia I tenente coron'el Alvaro Erne.to .C.rT Ah.TrL
a eanhoneira BelmonU motivou reclamagoea de ja, aecusado por crime de ferieaeto 1.=
um amigo do commaodante da mesma qua, ao ; advogado Joo Brigido dot Santos offer. .h"
meu ver, nao deslrairan, o que ea date em re- got da excepgo que foram aceito1 oelo nP hi
tetada a dito navio. I de direiio Buarque de Lima, TEES iT-iSu
t Qaem lea a noticia que transmilti e comb- perempla. ,"l*,aa a cgao
na-la com a reciemago a que me reflro, ver que I < Nao havendo mais reos a iuhrar.aB for. -
nao fui mal informado e para esses que eacravo ] cerrados ot trabalhoa do tribunal
Mraii'.nh" ,, ,v Nao quero aventurar pentamento ugum .
Coida-ge com intaresae em melhorar a matriz retpeito das decitdas do jury noraaenini.ii.r4
deiti1 capii.1, para o qaa foi oomaada urna com- ,' quem faga seas comentos1 P >0 Wu,
misiao compon do batao de MtiaiDgaepe, t- i Breremeale (em de regreiiar o capitao Wan-
Total........ 833
Alimentado! a cusa dos cofres provin-
ciaes......
.
Movimento da enfermara do da 11.
Tier. b.ixa :
Manoel, eicravods Joo Pinto de Lemoi
termiteote.
Tiveram alia :
Manoel Baptista de Soaza.
Joa Damasio de Souza.
Paisageiros do vapor IguarassA entrado
oa portos do norte : Coronel Ernesto R. de
Medeiros, 1 Draga de pret e um escravo, padre
uera.rdioo Marques de Araujo, Antonio Tho-
maz Carneiro da Cunha, Cypriano Dia Mootei-
ro, Aelino Taureano de Oveira, Joo Anto-
nio Pereira da Rocha. Antonio Baptiat. Pires
Silverio Ramos, Joaquim da Silva Neves e
criado, Americo Fabio de Freitas Brrelo Nu-
tre, J. A. Maoo. Joo Santi, Antonio Bindas,
Raymundo Jos Celesiino Barros, Joo de Luoa
Freir e 1 criado, Jos doa Santos Vieira, Braz
Maooel do Meoezet, Antonio Jos da Silva Bri-
il, Joaquim Patricio de Almeida, Ileurique Al-
rain, Joaquim Francisco de Souza, Joi Perei-
ra da Silva, o deaertor Flix Pereira di Silva
o prese dejaitiga Leopoldo de Jess Pereira d
Mello, o dito Maooel Rodrigues da Carvalho, a
presa Josepha e 7 pragas de pret que os acom-
panhara, lo o escravo de Joaquim Ignacio Pe-
reira.
Matadouro publico :
Mitarara-se para o consumo deita cidida no
do dia 11 do correle 48 rezes.
Obituario do da II db setembro, rro cr-
MITBRIO PUBLICO.
Tlieodoro, Pernambuco, 2 annos, Recite be-
Jgoa.
Joaquina, Pernambuco, 13 annos, aollelra, es-
crava, Santo Antonio; gastro hepatite.
Manoel, Pernambuco, 9 mezes, Boa-Vista : be
xigaa.
Joaquim Pereira de Sani'Anna, Pernambuco 70
annos, viuvo, Boa-Villa ; pamlyia.
Josepha da Luz, Pernambuco, 20 annos, sollelra
Recife; bexigat. '
Idalioa, Pernambuco, 2 aonot, S. Jos ; pulmo-
0118.
Helena Mara da Concelcao. Pernambuco, 25 an-
nos, tolteira, Boa-Viata; phtbyifca.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO.
Balando do Novo Banco le Per-
nambuco
em SO de agosto de 18C3.
ACTIVO-
Apolices da divida publica ......
Eslradade ferro de Pedro II......
Estrada de ferro ds Baha........
Deposilos.........
Joias depositadas. '. ',
Lettas caucionadas......
Lettas descontadas......
Letras protestadas.....
Letras a receber..................
Remessas........
Jos Antonio de Figueiredo Ju-
n>oi\.........
Fornecimento.......
Premios de ttulos de garanta. .
Caixa..................
8:7709103] in?1fPr;Pf;?1,]de1 n"ou o Sr. Maia para tub-
5:287$I88 Entrando 1 %1 CeM,io d Mello.
gJSTgaSaSrs: r?c,do Si "rr
Reo Ocnu i.rtn, : q "qaenmento do Sr.
SBa Vetmo0 EtS S d?COr"
aprsenlo o aatbogr.Jho do *a paU'
d.via a c.ra.r. dirigir S 5%^V21!*S^
de lido. posto era df.cusaa. VoV VSSTS
qerer.do o seu autor que fosie ir.nWt?ni ni
ci..a..im,eretolveu:-Il|m.eExm sPu0a
- Eata cama,, tem a honra de .Cea..?.*^'
memo do oDcio de 29 de julbo Ddo. ,,7"
v- Exc. chama a aua aitengo para a praiir,
pernicioaa de langar-ae nat praiaa deita dad
moa, e outros entulbos que muito conrorrem
para a obetruccao do respectivo porto, e leoda
contrariar, seno inuliiar, at avoliadaa som
mas despendidas com o melhonmenlo do mas
mo, a recommeodi-lhe que, por teus sgealet
irate de reprimir e f.zer cesiar semelhanie abu-
ao, puolndo os infractorea daa diiposices a tal
respeito coudas as poituraa desta cmara e
no regulimanto de 19 do maio de 18fo esta
camar, reconhecendo, infuliimeuie. a realjda-
de do abato a que V. Exc. te refere, e oa seut
perniciosos efeitos, j no sentido por V Eit n
Oleado, j em re.gao talubndade e ts.eio'pu-
blico desta capital, senle ealretanto lar de pon-
derar a V. Etc. que ella j.lga o remedio neres-
no a tao grande mal superior sua nica ac-
ga, e mioguados recursos de que ide di-ior
para preveni-Io, ou meamo ateima-lo de modo
sensivel. iomo por vetea lh'o lera demonstrado a
^ipeneocia as tenlalivaa que a esle respeito tem
Vh',~ dt9e c<"npreheoH'r quanti difTi-
cuioade na pira esta cmara em comedir se-
me.hiine rfeK/era/ui, pois que n.inifetto qun
para uso seria nnsier que ella podesie posiar
eniineMaa ou vigiai permaneules e a leoueno
intervallos era todas as praias, e maia lagarea da
adido onde sa fazern os despejos de lixos e en-
tulhoe de toda a eipecie. alim de eflicizmede ot
impedir, o que eala cmara nao tem, nem tde
mu.tai ouiraa neceasidtdea. seuao ara numero
muito ^imitado de guarda.'par. e.JSg.r .S
Accresce demais que, quando mesmo foise
modo de repreuao. aaaagurando com elle a lim-
pea das sobreditas praias e outroa lugares i-
nam o. despejos d'ab em oi.nte a ser feilo, in-
fa livelmente. nos proprios quintaes das casia,
ou nos pontos de cada ra. eaa que cada carrega-
dor de |,xo. e immuodcat aeb.tae maia cora-
modo despeja-loe ; e para levar-ae ainda ,i hi
a repressao. teria precito que. alm doi vigas
oaeentinelLi daa praiaa, foaaem eapalb.daa oa-
dade Pr 'dt" os *ulos e becos o a ci-
Tudo isto impral'cavel para eata cmara ; a
"inda quando o nao foise. serii de um vexame
iiramenso para toda a popul.gao. pois que. re-
ipr.midos eOicazm.nte os despejos noa refer los
, ugares, ella sena obrigada a faz-los era pontos
lougiuquos com difficaldades e despe.ai impottl-
eis para a maior parte. A medid, seria por In-
sopportavel, Iludida conslanlemeote e acabara
I por tornar ee Caduc.
Esta cmara no art. 6* de suas poiluras addi-
I ciooaea de 3 de dezembro de 1861, junto por co-
>ia, deaignou cora elleito para essea despejos al-
do centro da pepulsrao.
menos nocivoa, mai'tal
a obrar de accordo com
O suarda livros,
Francisco Joalim Pereira Pinto.
CMARA MIXICIPALDO RECIFE.
SESSA'O EXTRAORDINARIA AOS 18 E
AGOSTO E 1862.
Presidencia do Sr. Barros llego.
Prsenles os Srs. Maia, Reg, lleuriqaes da
ilva. Barata. Sev e Mello, ibno-ie a seiso e
e ida eapprovad. a acta da antecedente.
Leu-se o seguinte :
EXPEDIENTE.
Um officto do Exm. presidente da provincia,
duendo que annuindo ao que aolicila o Sr. via-
conde de Lemoot, cnsul aa Frange nesta pro-
vincia em data da 9 do corrente, convida a c-
mara para amslir ao Te-Oeum que o meimo
contal costuma mandar celebrar na igreja de
Noaia Se&bora da Penha urna hora da tardo do
da 13 do correte.loteirade.
Outro do sublelegsdo suppleote da freguezia
do Kecife, Jos Pedro das Neves, communicanlo
ter entrado em exercicio do mesmo cargo no dia
\J do crreme.Ioteirada.
Outro do procurador, remetiendo a copia da
esenptura de hypolheca especial, que da seus
bens flieram cmara Clorindo Ferreira Cato e
Angelo Cuitodio dos Santos, para garanta do
impoito de aferiget, arrematado por Flavio
Ferreira Clao de quem sao fiadores.Ao ar-
chivo.
Oulro do administrador do cemiterio publico,' gnn
representando contra o abuso eoniiuuado qua se | nos quaes seriam i
tem dado em obler-se guaa gratis para inhuma- i dispoaigio era destinada
tuts^x^vssA :fe: s-ss ssslz
carros decentes e com oulro. de acomp.nh.men- | nos a obngagTo rLZ'Z\T. ZXTtSZ
l0-Posto em diacusso, retolveu-te que te ofl
ciasae ao Dr. chefe de polica, pedindo-lhe re-
comraeodasse as autoridadea policiaes empre-
gassem iodo o escrpulo quaudo tivesaera de
dar ot allettados para esse flm.
Outro do fiscal aupplente da freguezia do Re
cife, consultando acerca da hcenga obtida por
Manoel Joi Rodrigues Pioheiro, pira conairuir
aguas-furtadas na caja d. 117 da ra do Pilar,
declara que a dita casa tem de vo do andar ter-
reo ao primeiro andar Ireze palmos, e deate ul-
timo coberta onze e de largura vinte e dous
palmos, parecendo-lhe por isso que nao pode
ter lug.r a pretengo do referido Pioheiro, em
vista do que dispem as posturas era vigor.
Uue te respondeaie ao fiscal que aa liceogaa para
edicagoei sao semore conc-didas condicional-..
dT.^^'i.f"'!!^ r'BrV'.e 'r ""A" PO'Jer'chegar al"resulto
do a ccnslracgo qae pretende Pioheiro fazer de
ccordocom as meamas posluraa, nao poda ter
tugara licenpa concedida.
Outro do fiscal di fregaezia de Sanio Antonio,
niorrn.udo a petigo na qual Joaquim Va de
Slqeeict pede hcenga para collocar marcos de
pedra as esquinas de aua casa n. 2 da ra da
Gamboa do Carmo, aQm de evitar que a paisa
ge01 frequenle de carros, carrogas e outros vehi
culosarruinem o oaaieio da d,ta casa ; declara
que sa Ihe pode cjncader a liceoca pedida urna
vez que elle enlloque os referidos marcos no cor-
o oo meimo passaio.Concedeu se.
ouencanameotos que a meima empreza se prn-
punha a fizer para laes despejos. Tendo lido
porm, o referido contrato alterado, ou leno-se
entendido qu* aos propnetirios d.ve ser litre
ter ou nao em saaa casas aquellas obras, parece
a eila cmara que o mencionado artigo de suas
posiuras fszendo recahir todoi os tucommodos.
dilculdades e despezas dos mesmos deipejot 10-
Dre oa inquilmoa. sobra loda a classa menos fa-
vorecida da populago. lorna-ae vexalona e in-
exequivel como cima tica dito.
Eila cimera, pois, lomando a liberdade do
ponourar a V. Exc. que em sua opiniao, nao es-
lando a neceaaidade da limpeza inoculada ainda
no espirito da populago. s mediante a organi-
sigao de urna coraoanhia daquellai, e com aquel-
> prescnpgao obrigaloria para os proprietariot,
or ao resultado que V. Etc. lo
lo.v.velmeote deseja ; v.i no entretanto tratar
r* I. Tk 'CerCa dos m6i09 dB '"" a e|fe<
le onde Ihe seja possivel. iecon.meod.cao de
frar,,/0' procur4,1,J **Pregtr oeste seotMo os
uue dJ .I""0' ,.,U "lcaoce' a boa ont,de de
que deate asiumpto *sl animada.
Deas guarde, etc. o
meoi wS.WHi 7 P"5-' ,e fram """'Jos por
MadoroqUt ^^^ P0Dlei,"ha enominada do
Desoacharam-se ts petigoes de D. Utria da
Conceigac, Fr.1)CSC0 dfl n0- c,^^"^
Pablicacoes pedido
573:8005000
104:000^000
118:8!0jji.'24
80:000000
5:7353280
l:99f>|000
3.066:0*3 $ 02
145:9179110
7:108g350
29:00000
a co-
eoga-
a se-
0 te-
21:916*784
7:766485
3"552;}33S
663:433gt2S
Ris. 4,831:6135601
PASSIVO.
Capital.........,
Emisso.........
Depsitos da direegao ,
Contas correntes cm juros .
Fundo de reserva.....
Ttulos cm caucao ....
Banco da Baha S/C ,
Banco da Baha N/G .
Knowles & Foster......
Letras a pagar......,
Saques .........
Aluguei de casa ..!!!!
Commisso do fiscal. : .
Coramissodo presidente e geren-
tes..........
Dividendos........
Descontos..................'...'...'.
2,000:000g000
1,441:400^000
80:000j000
924:6415997
65:921*759
5:735j280
14:30956
24:435*743
15*270
10:429*527
l:0()(ig000
1755000
1:500*000
8:770*103
120:4811*000-
132 807*966
Ris. 4,831:613*601
Demonstrado da conta de lucros e
perdas,
DEBITO.
Despezas geraes ................. 10:841*541
Juros. ..... .............. 25 821*512
-.omrajssao do useal.............. I'50f000
Fundo de reierva................. 8.556*88
UMA LAGRIMA
de saudade sobro a lousa do Sr.
Antonio Vital de Oliveira, of-
ferecida sua i:vm. familia
I." i'.imr.' cu s.i .anc ol chiane I Ck'Utro
Eal njel o mi Ii i-.
ti lj gardo qui tcil iai barrii-rea ilu Lourrc
n eo dri'.Mul paa 1104 rui..
Clin. L. I, Om *. Ik.tic. m Hiti.ua.
eerfad
nada
O Sr. Mello, que foi nomeado na leisao all-Jos Ferreira r
me. par. examinar se da ma.riz nova de S. Jote i Manoel Per "r. \a,l. v 11 '"'"^ d" R',lhf'
i travesea do Lima existia alguma oulra travo- a s.isao A"t"es Villaga. e levantou s-
aa que se prestaaie ao lira que aquella ie pres- Ea Francieei r-i* a n .--
u.meseolou o aeguin.e parecer que fo. appro-! rio a e.^^Vl' SSST.^^lie.'-S.]
* Enc.rregado na esiao do 11 para examinar BaraU de^lml'idT Ue8IIeDri'lu" da Sllva.-
se lem lugar pretengo da Companhia da Es- '
Irada de Ferro, era (apar ou fechar a traveisa ou
ra do Lima, da rui Imperial, t.uho a exidr a
esta cmara, que a referida pretengo inalten-
divel. visto que aquella Iraveisa, loda edilicadi.
piesia-se a entrada e sahida de urna oulra ra
i ha.taole edificada ao norte, e parallela ra
Imperial; alera dalo presta-se Oo mesmo modo
a aervenlia de immenais sabidas das caas da
raa Imperial do lado do sul.
S por est.s razea ponderotat jamis se
consentir as reiteradn prelengoes da Compa-
nhia, uto dude 1859. segando pens, pois o
nico um tilvez soja cir livre do dispendio de
um viga que alli cooaerva. No entretanto a
pretengo teria de camar gravisumos emb.ragoai
a loda aquella loealid'de.
Ainda ha oatra razo ponderosa para nao
ser atlendida, e que a mesma travesa ou ra i
presli-ie a embarque e desembarque, quer para i
a liba do Nogueira, como a do Pina, e mesmo de |
ouiros mysteres, pois a mais prxima, commo-j
da e nica travessa existente na dita ra lmpe-1
riAi.
J a collocagao da estrada de farro, qaaii 1
que entaipaudo as casas d. ra do NaaceoU, fot!
ama n concaaso. porque reduzio a ra a um1
pesaimo becco, e que hoje nao permitlido por
modo ilgum.
a Por tudo quinto pondero, toa de parece^,
que te informe a presidencia que nao ponivel
attender-ae a temelhanle prelenge da Com-
panhia.
Sala daa sessoas 18 de agosto de 1862.-
Millo.
Maodou-se informar a presidencia com
pi deste parecer, e da inormagao do
nheiro cordeador referiudo-te igualmente
melhaote quasto.
O Sr. Barata, pediodo a palavra, expoz
guite: r
1* Que o juiz de paz do segundo diitiiclo dei-
la freguezia de Santo Antonio, nao obstante
acnar-se commaodando o Io bataibo de infama-
ra da guarda nacional, eal comtudo exercendo
aquella cargo de juiz da paz contra a diioosigao
do art. 16 da le da 19 de aetambro de 1850, pelo
que requera tomasse a cmara urna proviaencia
a fazer ceaaar a continuacao do tal exercicio.
2 Que o'ora em diaule aeoao admiltisse netta
repirtigo quaeaquer contratos sem qaa aa flan-
gas dalles pagu-w o sello nacional, aQm de evi-
tarte revalidagoet na rapartgao competente.
Assim se resolveu e mandou-se expedir at con-
venientes ordent.
Auloriiou-ae ao Sr. Maia, encarregado dat
obrat do cemiterio da freguezia do Pogoda Pa-
nella a mandar conairuir oa pilarea preiiioa ni
entrada do aalabeleclmeoto para te coilocar o
poriao de ferro pela quantia de 60*000, porqae
havlt contratado.Neste sentido ae deu ordem
to procurador para pagar a despeza, e bem aa-
sim para comprar urna solelra que deve servir
para detengo do mesmo portao.
O Sr. Mello fez oa aeituintes r.requerimentos
que foram spprovadot : i.* Que se ordenaase
ao engenheiro que foise examinar os concertot
de que precia, o carral que lera a cmara no ma-
tadouro publico, o orgasae a deapeza, examinan-
do tambem oa mesma occasiao o cano de es^otj
do saogue j principiado a arruinar-se no lugar
onle entram aa aguas da mar, declarando que
prnvjdeucia se devia tomar para evitar a conii-
ouago d< ruina.
2. Que a cmara reeoostderasia na medida
tomada em aesso de '28 de julho ultimo acerca
da despensa de seis de seus guardas, e a julgaase
sem effeilo.
3 Qae fosse nomeado oulro membro de com-
misso de edificages, em quaolo duraste o im-
pedimento do Sr. Cetario de Mello.

Doral pola Sobre a nm|>a ni
Mu. qoe eabaaos |i c esta .da
Chorainoa um raSo :
E ilVnv.i'.i.-i ,',., pranloa Aijui irjzrm^a noa goivt da .audddc
As rote* da oracio '
J nao exisle o Sr. Antonio Vital de Ol
veira I... cidado de excellenles qualidade,
etpoto e pai extremoso I Aot 5 da tetera'
bro cc.ube Ihes por sorle a execugao do
inevitavel decreto da Providencia, xirahi-
do da roa fatal am seu incessauta gyro.
Em que abyamo de dr nao jaz ua eitre-
mo.a familia? I Mea eot. langai-lhe v<
coragoet, como lenitivo suas horriveit
dore, o anico balsamo que resta-lhe, a
consolago I E nos vos tupplicamoi, Se-
ho'l pelodescaoco e felicidade eterna do
illuatre finado. A' tua extremla e iu aelivel familia nos patenleamos os notsoa
piofundos e aiacerot tentimentot em sigoal
da aaiizad*.
A trra Ihe teja leve.
ltecle 11 da setembro de 1862.
Ernesto Adolpho de Vasconcellos Chaves.
GOIAKXA.
Breve allocuco recitada no emutorio de N.
S.do Ampar-i pelo lllm. Sr. De. Jns Joa-
quim Fxrmino. juiz da mesma irmandade, por
eccasiao da eleico da nova me ger os destinos da referida eonfraria no anno
compromissial de 1862 1863, no dia 1 de
setembro de 1862.
Irmoi.Eocerra-te hoje o circulo annuo, em
queoeite meimo lugar vot digoastes de honrar-
me com voiiot votos para collocer-me a frente da
direegao desta nobre eonfraria ; hoje neate mes-
mo lugar tendea de eleger o juiz a maia memtiroa
da maaa regadora qun deva dirigi-la no subse-
cuente periodo de 1862 1863, segundo deter-
mina o compromino qaa nos rege.
A mesa que est preelee expirar nao tem cer-
taueote desempachado teu dever Como aejarieis, e como ella empenhada eslava no mea-
mo desempenho, o qae devido a caatat auper-
venienles que estavam fra doa clculos humanos.
A epidemia porque acabamos de p.star, e qae
ainda flagella notiot irmot do norte e tal do
imperio, foi um graode obstculo para a execu-
gao de noaaos ioteotot. Addicionando lato com
a exceatlva falta de numerario, e aa muilaa fal-
lenciaa na nossaspragat commorciaes, tem de
tal modo diminuido at reodaa daaia capelia, que
ao obaloa offere.idee pelot devotoe, que mal
podemoa levar a effeito o forro da meima capel-

1

MUTILADO



DUMiO Dk miUMlCO. SEXTa PEiRa 11 D* SETEMBRO R isfjfc
la, o qual acha-se concluido da manein mais
econmica que nos loi postivei.
Porm, senhores, pouco se ha feito eoi visla
Vf La 4 fiier- ull de Di?>n-
dada dando, exige que o lugar deatioado para
tritiutarmos-lhe easa dever, cooserve o maior
aceio ; que taahamoa iaao amo aprimeirade
noaaaa obrigagoes ; e que o nosso maior afTao
aja chagarmo a esse floa. 17 prtanlo neceiu-
no que todo o interior da capella soffra ama
completa transformarlo. Os tres altares que a
ornam e o throno devem ser demolidos pelo ssu
estado de ruina, e reconstreidoa de lijlo. Por
ate modo teremoa urna obra duradoera iaenla de
corrupcSo.
O grande arco da ctpalla-ror, estando inleira-
Eaeute carcomido, preciaa da completa reforma,
devendo tambero ser ailo d* lijlo. O ladnlbo,
achaodo-je lodo em migalbas, de ve ser substi-
tuido ; para o que teobo plaoejado fai-lo de
lijlos quadrados de doua palmos. Nao s flcar
mais bollo, como meos qusdradi^o. Dave-se
madar a grade do orpo da igraja e torua-li la-
teral em vez de transversa co-no Assim lor-
nsr-se-ha maiscommoda aos devotos que aseia-
tirem aos actos celabradot Preciaamoa maia de
collocar vidragatnas tribeas com suas varandas
de (erro, bem como retocar o aoalho do corredor
o cdro, forrar este por balxo, picar todo o rebo-
qJ, e faz lo de ooo, nao esqaecendo.ttma cal-
(da em roda de toda a igreja, para que as aguas
pluviaes nao estojara delerioraodo os alicorees,
alando nasciraaoto a vegalaet, cujas raizes entra-
DhauJo-se por entre os lijlos, destroern a liga
qu os toe, e concorrom para ruina do ediQcio.
Deixaodo de vos fallar no acabameulo da torre
porque isto s deve ter lugar depoia de conclu
da aa obras que vos tenbo indicado.
Nao menos deve merecer a vosta attenca a.
eretco de catacumbaa, oude ae depaaitam oa
restos mortaat de nosios irmo. Reaolvendo a
civilisaco moderna pdr termo ao inveterado e
indecente abaso de iohumacoes dos corpos den-
tro dos templos eujo costume constitu uma
grande falta de respeilo ao Eote Supremo, lem
ordenado a ereceo aecemterios em lugares af-
faatadoi dos povoados onde ae pratiqua essa ul-
timo acto de aliento aos restos mortaes de nos-
a>s amigos e prenles, resultando dahi o duplo
im, nao s de se dar casa de Djus todo o aceio
e respailo, como de evitar as exbalacoas putrila
ses pesliferoa focos qae corroojpem o ar, tor-
nan io-o imoroprio para o comineo uso da res-
pirado que faz o priocipio permanente de nossa
vitaliiade.
A hy^ieoe publica exige que a necrooole ou
CiJade dos morios saja bastante separada da ci-
dade dos vivos, ou por oulra, que os vivos esle-
janj to loog-i dos aiortos, como a vida est dis-
tante da murta.
O descuido das influencias desta cidade tem
conservado esta obra to necasssria em completo
abandooo, servindo de deposito aos nossos restos
ruortaes um campo aberto, pastagem de animaes
de toda a especie ; devendo, porm, um da ces-
aar esse lesleixo, convm que esta oobre eou-
{faria preprese para ter no mesmo cemiteno
uru lugar reservado, em que estejam deceMe-
Biente inhumados os irmoa, qae houverem de
pagsf o lerrivol tributo da passagem desta vida
para a da eternidad. Devem aer all construi-
das viole oa trila catacumbas para esse lim.
Por esse modo ae estreitaro os lacos de frater-
nijade, entre os Irmoa, os quaes acham -se pre-
senumeiite frooxoa pela idea de se nao poder
oblar sepultura no interior dos templos, como se
alada tivessemos a perseguido dos idolatras de
outrus lempos, em que se exhumavara os restos
do cluiatus para serena ex^ostos s aves de ra-
pia o voracidad dos animaes carniceiros, se
Kuu-lo delerminavam os edictos dos imperadoras
roiianoa, em signal do maior desprezo. Nem essa
idea deve merecer repugoaocia de vossa parla,
se alteoderdes que os santo patriarchas da lei
esencia foram sepultados uo campo, em legaras
por elles escolhidos, e o proprio Redempior do
mundo nao fot sepultado de outra sorte.
VCles, portanto, pela enumerarlo dos reparos
e obns que vos acabo de mencionar, que levis
ter mullo em viata eleger para membros da fu-
lura mesa regalera iressoas, que possam levar a
l-i'.o a ex-acuco dessas iniispansaveis obras.
O nossos maiores, com poucos reeu'so, deixa
rata-nos esta pequea cidade juacada de tem-
plos, posto que nao terminados ; nos devsuos
traiiamlttir a nossos viodouros eases meamos
templos aformoseados, com lo lo asseio e elegan-
cia compattv-el com oa recursos dos lempos, em
que vivemos.
U'na f.r.;ade vonl le reunida a algum sacriQ -
ci chegir a esse iim, de lodos nos desojado.
As feiu redundara era beneficio dos poucos
que nellaa trahalhara, e que vendem os objectos
U* suas ooolisses exigidos para laes actos ; en-
tretanto que lodos os que existern e os que bao
de vir. Kaarao das pompas a ornatos, que. nos
Ibes deixamos.
S^jaTieisas esruolas applicadas em benecio
da Igraja, em aformosear a Casa de Deus, em
adornar o templo da Seuhora do Amparo, uossa
protectora iu vida actual, e que na futura nos
acompauhar por todos os sculos dos seculos.
Deposilai na urna os vossos cjosciu:iosos
votos.
Dr. Jos JoaquimFirmino,
Jllll.
Eleigao da mesa regedora que
deve dirigir a contraria de
Nossa Se ahora do Amparo
da cidade de Goiauna.uo an-
uo compromissial de 1862 a
18G3.
JIZ,
O irmo.Illm. Sr. Dr. Jos Joaquina Firmino.
escbivaO.
O irmo, Illm. Sr. loio Jos Itarroso.
THF.SOUREIRO.
O irmo, Illm. Sr. Francolino Ferreira Crespo.
PROCURADOR,
O irmao.Itlm. Sr. Francisco Alves Ferreira Mj-
ribeca.
MESARIOS,
Os irmos, lllms. Srs. Mauoel Alexandro Gsrcia.
Koiao Jos de Oliveira Gilahy.
Estevao Avj Ferreira.
Cosario do Rogo Monteiro.
Hioool Thom de Almeida.
Jos Caetano Borges.
Silv-sire Ferreira das Doras.
J ^ Xavier M jnleiro da Costa.
J j;'ii Baotista da Silva.
Jos dos Aojos de Avellar.
Amnelo Ribeiro deSiuza.
AuairicUaao Antonio Faustino.
ZEL\OR,
O irmo, Illm. Sr. Francisco Pedro de Araujo
Consistorio de N. S. do Amaaro na cidade de
Gji.iona,7 do setembro de 1862.
O vigario,
Domingos Alvares Fteira.
Dascarragam no da 12 de setembro.
Barca ioglezaCarolinabacalho.
Patacho ingleMerceymercadorias.
Patacho americano-Plmelomercadorias.
Patacho ioglezVellage Bel! idero.
Bngue portugaez-Lima II-farinh de trigo.
Importa^o.
Vapor nacional Iguarass*, viudo doa porto
do norte, manifeatou o seguinte :
Do Cear.
9 fardos com saceos de estopa, 1 caixs riscados
da seda, 1 dita diversas mercadorias ; a Kalk-
mann Irmoa & C.
1 caixo livrosimpressos ; a Jos Nogaeira de
Souza.
3 ssccos caf pilado ; a Antonio Valentim da
Silva Barroca.
io ditos arroz pilado, 1 dito gomma de man-
dioca ; a orden).
Do Natal.
226 couros salgados e seceos com 206 arrobas
e 8 libra ; a Valle Porio 4 C
1,000 quilines de tatajuba, 14 saceos com 90
arroba de algodio, e 1,800 couro seceos salga-
doa com 1,500 arrobas e 19 libraa ; a ordem.
Brigue portuguaz Lata II, viudo de Trieste,
consignado a Johuston Paler & C, manifestou o
seguinle :
1,631 barricas farlnha de trigo; aos mesraor.
Bngue americano Palmette, viodo de Londraa
consignada a Roth & Bidoulat, manifest* o se-
guinte :
5 bsrris tinta, 31 meias calxas cb, 5 rolos
chumbo. 1 ceixa meias, 10 barris cerveja, e 1
caixa amostras de penna de ac; a J. A. Morei-
ra Dial 4 C.
1 caixa capas de barracba, 4 ditas chapeos de
sol de aeda ; a Linden Wild & C.
15 voluo.es ferrageus ; a Amorim Irmo.
3o6 barras de ferro ; a Patoo Naab <% C.
41 aaccoa pimeota ; a Milla Latham 4 C
100 barricas cerveja, 57 metas caixaa cha : a
Johnston Pater & C.
i barril presunto; a Wild 4 Just.
20 ditos alvaiade da chumbo ; a H. Gibsoo.
7 caixas tecidos de linho ; a Daniel Guimaraes
4 C.
1 dita cravos de ferro, 15 enibrulhos ago. 7
caixaa e2 fardos diverso* objectos, 15 embrulhos
ferro, 150 barras de dito ; a estrada de ferro.
2 calxas ganga ; a Joo Reliar & C.
4t0 barris potvora ; a Adamaon Howie & C.
400 ditos dita ; a S. P. Johnston & C.
6 ditos e 6 caixaa ; a J. E. Cbrutiaui.
96 toneladas de carvo de pedra ; a ordem.
Exporta jo
Do dia 10 de setembro de 1862.
Barca americana zelia, para Philadelphia,
carregaram :
Matheus Austio & C, 1000 saceos com 5,000
de assucar.
Patacho bes^anhol Themuteo, para Barcelona,
carregaram :
Tasso Irmo 2S6 sacco com 1,165 arroba e
26 libra de algodo.
aeeebasdurla de rendas imu-rra*
ajreraea de reroambneo
Randimeotodo dia 1 a 10. 11:920*613
dem de dia 11......; 775050
12:6955613
Cousalado provincial.
Radlmantododial a 10. 14:5955317
Ita. da da 11...... 951|310
13.546627
itoviiiento do orto
Navio entrado no dia 11.
Portosdo norte7 dias, vapor nactooal Iguaras-
su de 700 looelaas, commaudante M. de M.
Vianoa, eiuipagem 30, carga varios gena-
Navio sahido no mesmo dia.
Rio da Janeirobngue nacional Almirante, ca-
pitao Joaquim Jos de Oliveira, carga diTe-
routes genero.
Observaco.
Fundeoa no lamarao uma polaca hepanhola,
mas oo leve communica^o com a trra.
Segunda-felr.
almoqo.
u mesmo que no domingo.
JiNTAR.
O mesmo que no domingo.
Terca-feira
ALMOQO.
O mesmo que no domingo.
JANTAR.
O mesmo que no domingo.
Quarta-feira.
ALMOQO.
0 mesmo que no domingo.
JAfTAR.
Moia libra de carne secca. '
1 ooq de touciobo.
Mel dcimo de feijo.
1 dcimo de farinha.
Lenba e sal.
Quinla-faira.
ALMOQO.
O mesmo que no domingo.
jantar;
0 mesmo que no domingo.
Sexta-feira.
ALX00.
0 meimo que no domingo.
JANTAR.
Meia libra de bacalho.
Meio dcimo da feijo.
1 dcimo de farinha.
Duaa oitavas daazeita.
1 eoQa de vinagre.
Leona e aal.
Sabbado.
aUJMQO.
O mesmo que no domingo.
JANTAR.
O mesmo que na saxta-feira.
DIETAS PARA OS DOENTES.
n. 1.
Almoco.
Um quarlo de gallioha para tri caldo no dia.
N. a.
AlmoQo.
Um pao de tre ooqss em.-ipa de caldo de
gallioha.
I.snha e sal.
Jantar.
Um quarto de gallioha cozida.
Duas onQas da arroz para canja.
Lenha, aal e vinagre.
N. 3,
AlmoQo.
O mesmo que na dieta n.2.
Jantar.
O mesmo que na dieta n. 2 e maia
Um quarlo de gallinha assada.
Um pao de 3 onas.
Leoha sal.
N. 4.
AlmoQo.
Duas oitavas de cha da India.
Um pao de 3 ooqbs.
Duas ooqbs de assucar.
Lenha.
Jantar.
Um libra de carne verde.
Um dcimo de follona.
Lenha esal.
N. 5.
AlmoQO.
O mesmo da dieta n. 4.
Jantar.
Uma libra de carne assada.
Ostro oocas de arroz.
Um pao de 3 ooqss.
Liaba e tal.
As pessoas que quizerem contratar dito forne-
cimenio apresenlem as asas propoala em cartaa
fechadas na mesma ihesouraria, no dia 18 do
correte, pelo meio-dia, onde encontraro as
coodiede com que deve ser effecluado o referido
coolrato.
E para constar se mandn afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
nambuco, 9 de setembro de 1862.
O secretario,
Aolouio Ferreira d'AonunciaQao.
reliara yOos.
ftKCIO.
um mu
DO
Banco do Brasil.
A caixa filial descorita letras com praso at
quatro mezea a 10 0,0, as do seu proprio aceita
o 9 6|0, toma dinheiro a juros em tonta corren-
te, oa por letras a 7 0 ao auno, e saeta so par
curto prasoa, sobre o banco do Braail.
Caixa filial 9 de setembro da 1862.
Francisco Joo de Barros.
Secretario.
NOVO BANCO
DF
Pernambuco.
O novo banco da Pernamcuco paga o 9.a di-
vil.nJo a razo de 12; por acciio.
Allandega,
taudlmanto do da 1 a 10. .
dem da dia 11. ....
. 131:274*158
. 294429111
"160:716$269
aatuwlaaienco da altandega.
Valamasentrado somfazenda*.. 47
t '.j.iora ganaros.. 2:321
V.lamas sahdoa sem lazandai.. 90
atm gneros.. 136

== 2:368
3*6
O Dr. Trialin de Alencar Araripe, oflictal da im-
perial ordem da Rjsa e Juiz de direilo especial
do commercio desta cidade do Recife e seu ter-
mo, capital da proviniia de Pt-rnambuco, por
S. M. I. eC.'oSr. D. Pedro II, a quom Deu8
guarde ele.
Faco saber pelo presente que no dia 29 de e-
lembro do crrante aono se bao de arrematar por
venda a quem maia der, em praQa deste juizo,
depois da audiencia respectiva os quatrocentos
milheiros de pregos ripaas, avaliado cada mi-
Iheiro a mil ris, os quaas iSo pertencentes a
Jos Rodriguea Ferreira, e vo a praga por exe-
cugo que contra o meamo encaminbam Mello,
Lobo 4 C, e na falta de licitante sero arrema-
tados pelo prego da adjulicago com oabatimen-
to reapeclivo da lei.
1. para que ch"gue a noticia a quem convier
mandei passar editaes, qoeserS) ailiados nos
lugares do cusame e publicados pela imprensa.
Ba !o e paasado oesla cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 11 dias do mez de setembro de
18t2, quadragesimo primiro da independencia e
lo imperio do Brasil.
Ea, Joao Vicente de Torres Bandeira, escrivo
interino o subscrevj.
Tristo de Alencar Araripe.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe official da or-
dem da Rosa e juiz de direilo especial do com-
mercio desta cidade d3 Recife capital da pro-
vincia da Pernambuco seu termo por S. M.
1. e C. o Sr. D. Pedro II, a quem Deo guar-
de etc.
Fago saber qua no dia 15 de setembro do cor-
rele anoo se ha de arrematar por venda a quem
ra.is der am praga publica deate juiza Da sala
dos auditorios duas catas terreas sitas na ra
Imperial n. 136 e 138 lalo a primeira 15 pal-
mos de largo e 50 de fundo em caixo, quintal
em aberto, sendo o oito do lado do notte de li-
jlo o o mais de taipa ; a ssguuda com 15 pal-
mos de frente e 50 de fundo, quintal em aberto
comprahea lendo ambas 36 paitaos de frente e de
fuodo 1 iu, avaha l is por 800|, aa quaes foram
penhoraias par execucio da Maooel Ferreira
Ettevea contra Caetano Mandes Delgado.
E nao havendo lingador a arremaiago se far
pelo abatimeoto da lei.
0 preseote tora publicado oa forma do eatylo.
Recife 9 de setembro de 1862.Eu Maooel Mara
Rodrigue do.Nascimeoto escrivo o subterevi.
Tristo de Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria da fa-
zenda desla provincia, em cumonmento da cir-
cular do theaouro, datada de 28 de julho ultimo,
aob n. 42. manda fazer publico que tica aberto
pora o di 6 de outubro vindouro novo concurso
para preancbimenlo do lugtre de prallcintes
d alfandga desta mesma provincia, comegaudo
oa exames as 10 horas da manha aobre as se-
guintss materias : 1.a grammatica da liogua ver-
ncula, leitura e escripia corracta e correte ; 2.a
tbaoria da eacripturago mercantil por parlidaa
simple e dobrada e auas applcages ao com-
meicio,e a administrado da fazenda ; 3.* arilh-
oi*lica e saas ap-hc>g-s ao commercio com ea-
p-cialidade reducgSo dos pesos e meditas na-
ciouaea e esirana;eiros, calculo de descont e ju-
ros simple e composto, iheorUs da cambios
e auas applicagoe; 4a noyes de algebra ; 5.a tra-
duego correcta das linguaa inglesa e franceza,
ou pelo menoa da ultima ; 6a principio geraetd
geograpbia, de historia do Brasil e de eatatiatica
commercial : aquelles que pretenderem ser ad-
metiidos ao concurso, deverao previamente pro-
var que teem 18 annoa completo de Idada, que
jeito d vierle culp e pana, e qua lem bom coo-
portameoto. Secretaria da ihesouraria de fazen-
da de Peroambuco 28 da agosto de 186J.Ser-
vindo de official-maior,
Manoal Jos Pinto.
O Illm. Sr. ioapector da iheaouraria provin-
cial em cumprimento da rasolugo da junta da
faztnda manda fazer publico que ae contrata por
lempo de irea mese a contar do 1 de outibro
ao ultimo de desembro prximo futuro, o torne-
cimeoto de allmeotago e dietsa para os presos
pobres da casa de detengo, a aaber:
ALIMENTAQO.
Domingo.
ALMOQO.
1 pao de Irea ongas.
1 onga de caf.
2 oogas de assucar.
JANTAR.
1 libra de carne verde.
1 onga de toucioho.
1 dcimo de farinha.
Lenha al.
CoDseluo adaiiuistrative.
O cooselbo admioislrativo, para foroecimenlo
do arseoal de guerra, tem de comprar os objectos
aeguimes :
Para o hospital.
200 leogoes de brim de duus panoos e 10 pal-
mos ae corxpnmento.
150 camisolas de brim com 6 palmos de com-
primento e 8 ditos de largura.
150 fronbas de brim com 4 palmos de compri-
mento.
100 toalhas de brim com urna vara e meia de
comprimenlo.
12 cubarla da chita.
100 cobertores de laa.
80 colchdes de panno de linho com endinten-
lo de 13a com 9 palmos de comprimento e 3 de
largura.
20 colchees de panno de linho com enehimen-
to dela, com 8 e meio palmos de comprimento
4 da largura para uso de oQiciae.
100 travetseiros de panno de linho com tres
palmos de comprimento.
100 guardaoapoa de brim com meia vara de
compri ueoio.
60 pares de chinellss.
12 copos de vidro;
6 badas de rame com 5 palmos de circunfe-
rencia.
6 baca de rame com 6 palmos e meio de
circunferencia.
Quem quizer vender taes objectos aprsenle as
suas propostas em carta fechada, na aecretaria do
cooselho, s 10 horas da manha do dia 17 do
correla mez.
Sala das sessdes do cooselho administrativo
para fornecimento do arsenal d guerra, 10 de
setembro de 1862.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pertira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Compauhia do leberik
A directora faz publico aos habitan-
tes desta cidade que se acham abertas
a venda d'agua nos chafarizes da ram-
pa do Gymnasio Pernambucano e da
cidade nova de Santo Amaro, desde o
dia 29 de agesto prximo findo.
Correio.
Pela adminislrago do correio dasta cidade ae
faz publico que, em virlude da convengo postal
celebrada pelosgovernos, brasileijo e inglez. se-
ro expedidas malas para a Europa no da 15 do
eonfnte, de conformidade com o annuncio deste
correio, publicado no Diario de 9 de fevereiro
do anno pastado.
As carias sero recebidas at 2 horas ante da
que fdr marcada para a aahida do vapor, e o
jornae al 4 horas antes.
Correio de Pernambuco 10 de etembro de
1862.
O administrador do correio
Domingos doa Paasos Miranda.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial ae avisa aos
devedores do imposto da dcima urbana, de 20
0)0 sobre o coosumo de agurdente, de 4 Q[0 so-
bre os eslabelecimentos de fora da cidade, preo-
aaa de algodo, lypographias, coebeira, cavalla-
rices, holeis, botequios, casas de pasto, e fa-
bricas, de 12 o[0 sobre os eatebelecimentos de
commercio em groso e a relalbo, armasen* de
recolher, de deposito e o trptche, de 8 o10
sobre consultorios mdicos e cirargicos, carinos
escriptorios, de50)> sobre casas da molas, bilhar,
chapese roupa feila estraogeira.de 1:000 sobre
casas de operegobancaria com emisso e privi-
legios, de 3009 sobre compaohiaa anooymas e
agencias, de 200$ sobre casas de cambio, 10 0|0
sobre s renda dos terrenos oceupados com o
planto do capia, de 1005 sobre correctores com-
merciaes, de 50* sobre correctora de escravos,
de 500 r6is por toneladas de alvarenga e canoas
eropregadas no trafico da carga descarga, e fi-
nalmente o Imposto sobre carros, carrogas e om-
nibus, que no ultimo de setembro correnta fina-
se o prazo marcado para o recebimento doi seut
debitot perleocentea ao anno fioanceiro de 1861
a 1862, cando sujeitos os que nao pagarem a
serero exeeulados
Meta do consulado provincial de Pernambuco
4 de setembro de 1862.
O chefe da segunda secgSo.
Francisco Ferreira Matus Ribeiro.
Conselho administrativo.
0 conelho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
aeguiotea :
Para e 4a balalbo de artilharis.
retm. de papel aloiago.
6 caixaa de panoaa d'aco.
2 caivetes.
6 garrafas da (iota prete
6 diistaa de lapi de pao.
O HDras de areia para eteripta.
Para o 7a batalho de intentar!.
b resmas de ppel almssso.
,u.m8 de PenaB de ago.
00 peonaa de ave.
2 caivetes.
6 garrafas da tinta preta para escrever.
6duzias de [apiade pi.
oc ,, de "reia P8ra escripia.
10 collocgoes de cartas para principiantes.
36 taboadaa.
12 grarnmttuai portagueus por Monte Verde
ultima digo.
12 compendio de arithmelica por Avila.
12 paulaa.
36 tranalados.
6 Pedfs para eacrlpta.
18 lapit para as ditas.
Quem quizer vender taes objectos apresenlem
as suas proposlas em carta fechada na secretaria
do conseibo as 10 horss da manha do dia 15 do
correle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para toroecimeoto do araeoal de guerra, 6 de
agosto de 1862. "
Antonio Pedro de S Barrito,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim ereira Lobo
. Corooel vogal secretario interino.
Juizo dos feitos da fazedn.
Na quinta-feira 18 do correte na
presenca do Illm. Sr. Dr. juiz dos fei-
tos da fazenda se venderao em praca
publica na sala das audiencias as 10 ho-
ras da manliaa os objectos seguintes pe-
nhorados a Francisco Gomes Castellao
para pagamento da mesma fazenda na-
cional : 32 pares de sapatos de couro
branco para liomem. a 800 rs. cadaum,
13 pares de botinas de couro de lustre
para mulhera 1^500 rs. cada um, 18
pelles de bezerro trancez ja preparados
a 2$ cada um, 576 pares de sapatos de
pelles de carneira de diversas cores pa-
ra mulher a 480 rs., 16 duzias de meias
ordinarias para hornein a 1# cada du-
zia, 66 pelles de carneiros de cores a
800 rs. cada uma, 23 ditos de ditos
maiores cor de bezerro a 1# cada uma,
e um carro de 4 rodas avaliado por 50,$
penhorado a Ferreira Vinhas por Au-
gusto Ficher. Recife 10 de setembro
de 1862.
O solicitador,
I F. X. P. de Brito.
Juizo dos feitos da fazenda
Na quinta-feira 18 do corren te na
presenca do Illm. Sr. Dr. juiz dos feitos
da fazenda nacional se venderao em
praca publica ao meio dia as arinacoes
das lojas da ra do Cabuga' n. 2 B e
n- 4, a primeira de louro pintada a
oleo com 5 fiteiros envidracados, avaha-
da por 120#, penhorada'a Castro &
Amorim, e a segunda de amarello en-
vernisado com 3 fiteiros envidracados,
avaliado por 20#, penhorada a Manoel
Joaquim Dias de Castro, tudo para pa-
Ca,lpnto da mesma fazenda nacional.
aqa tera' lugar as metmas lojas.
n 10 de setembro de 1862.
O solicitador,
F. X. P. de Brito.
Conselho de compras navaes.
Contrata-se no dia 16 do corrent, por lempo
delres meies al dezembro prximo, a lavgeru
de Youpa das enfermaras de marinha e dos afri-
canos, maruja do arsenaf, e dos aprendlzes arii-
ces ; e fornecimento dos aeguiotes objectos de
lardamenlo.
Pan os aprendisas artiQces.
Bnela do uniforme, ditos para o servigo, blu-
sas ue algodo azul americano, ditas de brim
branco, camisas de algodotinbo, caigas de brim
branco. ditas de algolSo azul americano, cober-
tdret de laa, colchdes de linho (ebeios decapim,
colchas de algodo, frdela de panno azul, fro-
nhas de algodosinho, leogos pretos para grava-
la, lenjoes de algodosiuhj, sapatos, saceos de
guardar roupa, e travesseiros de linho cheios de
capim.
Para os imperiaes raarioheiros e apreodizes ditos.
Booets do panno azul, camisas de brim bran-
co, caigas de algodo azul americano, ditas de
b in branto, ditaa de panno azul, c.misas de al-
godo azal americano, fardas de panno azul, len
gos pretos para gravata, polainas de panno p'relo,
e sapatos
Para os fusileiros navaes.
Booets de chapa e pala, calis de brim branco,
far lelas do panno azul, ditas ae brim, grvalas
de sola de lustre, polainas de panno prcto, e sa-
patos.
Para os africanos livres.
Caigas e camisas de algodo azul americano.
Para as africaoas livres.
Camisas de algodosinho, e saias de algodo
azul americano.
E convida o ctoselhj aos pretendentes apre-
sentarein suas propostas no referido dia at sll
horas ; devendo aconjpanharem as relativas aos
fardamentos as amostras dai fazenias, bem como
serem elles feitos pelas medidas qae se derem
aos cootraiaotes.
Sala do conselho de compras ntvaes, 11 de
setembro de 1862.
O secretario,
AlexiDdra Rodrigues dos Aojos.
Joaqui
ganen
A jilai
1 M'
iN)* k^iiTiM' !0
DAS
Hessageries imperiales.
Al o dia 14 do correle espera-se da Europa
0 vapor francez Gutenne, commaodaota Enout,
o qual depoia da demora do costurae seguir pa-
ra o Rio de Janeiro tocando ua Bahia para paa-
aagenaetc. trata ae na agencia roa do Trapiche
o.9.
ara Lisboa
pretenda seguir com muita brevidade a veleira
e bem coobacida barca portugueza Gralido,
captto Antonio Farreira Borges Pestaa, tem
.arte de s*u carregamento prompto: para o rea-
to que I he falta trta-ae com os seus ccoaigoata-
rios Anionio I.uiz de Olivair Azevedo, no seu
acripiorio ra da Cruz n. 1, ou com o capilo
na praga.
Para

MUTILADO
Janeiro.
O veleirohiate Novaes aeKue com br*idde,
recebe alguma carga i frete : trata se com o eon-
s'goatanoa Marque, Barro & C, largo do Corpo
oante n. 6.
Rio de Janeiro,
pretende tegair com muita brevidade o veleiroa
bem conhecido patacho naciooal aCapuan, ca-
pito Theotonio Joi da Silva Roa, tem parta
da tea carregamento prompto : para o reato qa
Iha falta, tratas com o* teas sontigoalario An-
onio Luiz de Oliveira Azevedo ti C. no sea e-
riptorio, rea da Cruz n. 1.
id de Janeiro
Pretende seguir com maita brevidade para e
Rio de Janeiro ovaleiro e bem conhecido briga.
oational Almirante, tam psrt de seu carrega-
mento prompto ; para o resto qua lh falta, tra-
ta- com oaaeuacooaignatarios Antonio Luiz da
Oliveira Azavado, no scriptorio ra da Cre
namero 1.
Ldltm
Um grande carro e 2 ca-
vallos com arreios.
Sabbado 13 do crvente.
O agente Pinto far leilo por eonta de quem
periencer de um carro grande e novo e i caval-
los com arreio para o mesmo carro, o qual tem
excedentes mola, lanleroa, e todos maia per-
tences: s 11 hora do dia cima mencionado n
praga do commercio.
LEILO
DE
Im carro e cavallo.
Sabbado lodo correte.
O axeote Pioto far leilo por conia de um
estrangeiro que retira-aa para Europa de m
elegtnte carro americano da 4 roda com cober-
ta, com aaseoto para duas e4 pessoat, om ar-
reios e langas para um e dous cavalios 11
horas do da cima menciooado na praga do
commercio em frente a casa commercial de
Saanders Brothers A C.
ir:
V
segue brevemente o hiate Exhalsgo, j tem
alguma carga para o resto e pasaageirot: a tratar
na rea da Cadeia do Recife n. 28, primeiro andar.
jfe&v
B#.1E
Por etes dias tegua para o Aracaly o hiale
Santa Rita, mostr Joaquim Antonio Figueire-
do : a tratar com Tasso Irmos.
CQMPANHIA 3RASILERA
DE
Espera-se dos portos do sul al o dia 13 do
crranle o npor Cruzeiro dn Sul, iM,..>.nrt>ini>
o capito de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costume seguir para
os portos do norte.
Desde j recebem-se pasaageirot e engaja-se
a carga qua o vapor poder en,!a/ir a qual deva-
r aer embarcada no dia de sua ehegada, d-
commi?ndaa e <1inheiro a frete al o dia da ahi-
da as 2 horas: agencia ra da Cruz n. 1 ai-
riptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
vais
O agente Almeida far fot lio par atonta de uma
familia que ae retiro deata provincia da uma
mobilia de faia, tnoats, cadeiras, marques,
uma mesa de Jacaranda com pedra, ama dita a
Luiz XV, banca da mogoo para costura, calet-
res de balango, conversadoiraa, uma poltrona,
camaa de amarello para casal e cama de mogno
om colxo elstico, apparador pequeo com
lampo de padra, um piano, ama aaraphioa, di-
versa obras de prata e ouro, uma flauta de
marflm, relogios e maitos outros objectos de
apurado gosio qua podero ser examinados pelos
pretendentes; oa mesma occasio se vender
ama carroga da duaa rodas em muito bam es-
tado.
Sexta-feir* 12 do corr^Dte.
No sobrado da ra do Imperador n. SI, pri-
meiro andar, s 11 horas.,'
DE
Um sobrado
Sexta-feira 12 do corrate.
O agente Pinto far lailo s 10 horas do dia
cima menciooado do sobrado da am an lar e
soio o. 4 silo oa ra do Calsbougo, em chaos
proprios, o qual tem ruuitos commodos e rende
60(1-3 annuaes, em seu escriptorio ra da Cadeia
o. 9.
Graxa e cerca de 100 cai-
xas com velas rt
carnauba-
u agente Almeida far lail > a requerimenti
doa depositan** da maeea de Joaqun. Franciacu
de Mello Santos e aotorisacao do Iilm. Sr. Dr.
juiz espacial do comnar.j.) d* 12\ volumes com
graxa e cerca de 100 caixas do velas da carnauba.
Segn ia-feira 15 do crrente.
Na fabrica do fallido Mello Santos em Fora de
Portts n. 1, sll horas.
i iK\& 'V v*
^a^f?>S-V:-'
DE
escrava,
E' esperado dos portos do norte al o dia 17
do correte, o vapor Tocantins, ronimandante
o primeiro lente Pedro Hyppolito Duarle, o
qual depois da demora do costume seguir para
os portos do sul.
Desda j recebem-se passageiroa, o engaja-se
a carga que o vapor poder cooduzir, a qual deva-
r ser embarcada no dia Je sua chegada : diohti-
ro a frete e eutommeodas at o dia da sabida as
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1,
escriptorio de Antonio Laiz de Oliveira Azeva-
do & C.
V-.
O afrente Almeida far lilo por eonta e risco
| da quem pertencer de uma escrava de meia ida-
de muito propria para o servigo de em de fa-
milia.
mm
: saxta-feira 12 do correte s II hora, co jo-
orado da ra de Imperador i. 21.
COflrMHU PERNiMBlCAIU
DE
Wavegaco costeira a vapor
Macei em direitura.
O vapor Mamanguape, commaodaote Moura,
sahir para Macei no dia 15 do corrente mez s
4 hora da tarde.
Recebe carga at o dia 13 ao meio dia. En-
commendas. passageiroa e dinhairo a frete aU
o dia da aahida s 2 horas : eacriptorio no Porta
do Mallo n. 1.
MM
hia
B
com mulla brevidade pretenda aeguir o boa co-
nhecido e veleiro eriges etcun* Joven Arthr>,
capito Joaquim Antonio Gongalvea doa Santo,
tam parta de aau carragameoto prompto ; para o
reato qua Ihe falta, trata-sa com o* & consig-
natarios Anteuio Luiz de Oliveira Azavado & C,
no leu icriy.crio ru da Cruz n. 1.
Ro Grande do Sol.
O paUcho Candida aegue com brevidade, e
recabe alguma carga a frele : trata-se com os con-
sigoalorios Marques, Btrros & C, largo do Cor-
po Santa a. f.
C01P4NB1A PMrUttllClANA
DE
Navegado costera a vapor.
Parabiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau, Aracaty, Ceara' e Acaracu'.
O vapor lguarass, commaodaote Vianna,
sahir para o polios do oorte al o Acsrac
no dia 22 do corrente a i horaa da tarde.
Recebe carga al o dia 30 so meio dia ; n-
commenda, ncsMageiro e dinhtiro a frete at o
dia da sahida de2 horas : escritorio no Fort*
do Mallo* l,
Sabbado 20 do corrente mez., se ex-
trabira' a quinta parte da segunda lo-
tera do Gymuasio Pernambucano (ir,
concesso) no consistorio da igreja de N.
S. do Kosario de Santo Antonio.
Os bilbetes e meios biilietes acbam-se
a venda na respectiva thesouraria rita
do Crespo n. 15, e as casas cotninis-
sionadas ra da Imperatriz loa de er-
ragens n. 44 do Sr. Pimente!, praca
da Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra Direita n. 3 botica do
Sr. Cbagas, e na ra da Cadeia do Re-
cife loja n. 45 do Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ at 10$ serao
pagas uma bota depois da extraccao,
a as ouli's no dia immediato depois da
distribuicao das listas.
Servindo de tbesourero,
Jos Rodrigues de Souza.
4' classe do commercio.
Curso de liogua frauceza.
uoite.
Jos Soares d'Azevedo, professor de
lingua e litteratura nacional no Gym-
nasio do Recife, tem abetto ura curso-
pratico-thtjorico de lingua franceza pelo
uovo systema de OUendorir para a
classe do commercio que nao. pode fre-
quentareste estudo de dia.. As pessoas
que desejarem fallar e escrever esta lin-
gua, podem dirigir-se a' residencia do
annunciante, ra de Santa Rita Nova
n. 47. _____________________
AltHam-ae Iree eecrsvo possante parn
todo e qua'.quer ervije : na rea do Imperador
o. 2, dr.t 7 s 10 horas da manha, e das \ i 6
de larde.



U1I0 FIRlUMBOCOs v SEXTA FEUU 12 DI SEtEMBRO *B l62<
ARMAZEM
23Largo do Terco23
O proprietario deste novo armazem ende os gneros por meaos do que em otilra qualquer
|>arle, afianzando se a boa qnalidade de qualquer genero comprado Deste irmazem.
Mantaiga ingleza da primeira qualidade a 720 e 800 rs. a libra, e em parcio a 700. rs.
dem franceza da safra nova a 600 rs. a libra e em meios barris, a 560 rs. a libra.
Queijos flamengus chegados ltimamente a 2*, do vapor pass-Jo a 19800.
Caf de ptiraeira e segunda sorte a 260, 280 e 300,rs. a libra, o em arroba a 89 e 99.
Servis das melhores marcas a 480 rs. a garrafa, e a duzia a 59000.
Vinho engarrafado do Porto a 19000 1|200 a garrafa, e a duzia a 99000.
Dito em pipa das molttcres maros a 480, GO e 640 rs. a garrafa.
Massas, para sopa a 320 rs a libra, e em caixa de urna arroba, por 65000.
Azsite doce de Lisboa a 720 a garrafa e de carrapato a 360 rs. a garrafa.
Sardinhas de Naotes muilo novs a 380 rs. e em porc,ao se fsz abatiraento.
A'ra dos gneros anunciados, encontraro sortimento completo e mais barato do que
em outra qualquer parte, por virem a maior parte delles por conu propiia.
A ugvii o quarto indar do sobrado d rus
Nova u. 21 : tratar na mesma ra loja de fer-
rigens n. 6.
Saca-se
sobre Lisboa e Porto : na ra do Vi-
gario n. 9, primeiro andar, escriptorio
! de Carvalho & Nogueira.
Franciico lovga da Silva Prannos, dentista
ora asea gabinete na rus larga do Rosario n. 9,
tema hoora da icienuticar ao respeitavel publi-
ci desta cdade, >jue receban ltimamente de i
Paria e da America do Norte um variado surt- Andi ,
ment de cbjectos da sus prodaso anda nao
vindos a Mita cidade, como sejara denles de if-
ferenles qealidadee, transparentes' ruinerae por
Vuicanet, estes denles nao s pela solidez como
Urabem pela grande relecio da analoga que leu
com os naturaes, tao superiores sos que ordi-
nariamente tem tisdo a esta cidade, raze por-
que presntemete se elle os mais adoptados
pelos melhores d-eniisias de Paris e da America
o Norte. O eunuaeiante tem tamben) um tirso-
de se:iimeuta to massas ms de diversas cores
para sucher os denles cariados, as quaes tem
prooriedade -Je adherir a cavijade e de loh-
f 1" da modo a poder logo exercer a masliga-
ce, dissipam iuieiramente as dores anda as
mais sensiveis proiriedadce que nao tem a da
mantina de qua ordinariamente se faz nao, a qual
*rn vez de dissipar motiva as dores por causa
d'agos ocidolada da sulphurico. Quem quizar
seua fenles cariados, cueios de ditas massas s
recorreodo ao ar.nuucisnt,- porque ella o unt-
en que preseiitemeats tem nesta cidade ditas
massas reeeotemente chegadas da America do
Norte e de Paris. A' vista das circumstaocias
critica do lempo tem o aoouncianle resolvido a
modificar os precos e de seus trabilhos aum de
thegar para todos. O rmsmo eolloea denles so-
bre base de ouro, platina etc sem extracQo de
raizes pela presso, a pivot ou a pisto, desree-
sort de crochet, como rceihor exigir o estado da
bocea. Para a couservagiio dos dentes em esta
do de jaspe tam o innancimte excellente pos da
China verdadeiro preservativo nico e magnifico
i'entrificio para conservar a bocea e dar-lbe utu
hlito sublime, tornando os denles pelo seu aso
qaotidiano isentos da carne que^vulgarmente
chamam pedra, da frouxiJao dos ervos lveo
arios de outros muitos inconvenientes qae a
filta de laea preservativos occasijoa teodo por
origeffi a negligencia qae rotunamente ha qua-
ti em iodo o publico, aconiecendo esiim per-
dsr-se o especial ornato da bocea ; o anouncian-
te alm disto fz todas as oper'C'ies de sua pro-
tissio cora toda a prornptido p'osiivel e delica-
deza. A entrada confronte a casa depharma-
fia do Sr. Bartholomeu.
Arremataco.
Pelo juizo de orphaos desta cidade
vai a praca de venda no dia 9 do cor-
rente me os escra vos crioulcs Antonio.
Eleuteria e Joao, peitencentes
aos menores hos do finado Jos Paz
de Moura Accioli. Estes escravos sao
importantes por suas figuras e aptos pa-
ra todo servico.
ncao
6
StiLAUA LlLIjAO
THESOUUO HOaIEOPATIIICO
ou
Vade-mecum >io borneo path a
pelo doator
uwm i. nnw.
Este Itvro q*t se teai tornado to popular,
cuanto DMecsarit), acaba da ser publicado com
lodos os meihoramentos, que a experiencia t o
rogressot da sciancia tem demonstrado. A no
va cdUjo em tado superior primeira, sn-
serra:
1.* Mata ampias noticias icrea do curativo
daa molestias, eom iodicacoei mu proveitons
dos mudTnentos noves recentemente ezperi-
c ectrJos na Earopa, nos Estados-Unidos no
Brasil.
t.* A exposicaoda doatrina homeopatha.
8.* O esludo da apropriago dos remedios i-
(undo as predominancias dos tempertmeutos,
Uas idades, dos sexos, segundo as clrcumstan-
cita atmospharieas etc., ale.
5.* A preservado das molastias epidemeas.
6.* Urna eslampa Ilustrad demonstraliTa da
roiitinudade do tubo intestinal desda a bocea al
o anas ate., ttc
Vnde-sa na phabbacia especial bombopa-
thica, propriadade do uthor, ra da Santo
Amaro (Mun^o Noto) n. 6.
_Pre;o da cada eiarnplar. 20jj000
N. B. Os senh^res assignanles queiram man-
ar rtcaber seus expropiare.
Perdeu-se no dia 2 do correte, da Soledad
at a ra da Uniao, urna calx conteodo urna no-
ta da caixa filial da 50$, e urna navalhs de cabo
bramo, cuja caixinba tem o nome R. & I. Slacks
Gelebrated aray Razor n. 336 Strand, em letras
douradas : a pessoa que achou-a, quereodo res-
tituir, pode leva-la ao catlUiro Prafiioe, na roa
Nova, defroote daigreja doa militares, oa ao tra-
piche do Barbosa n. 11, praca do Corpo Santo,
qae se gratificar geoaroaameDte.
m
j^^
Companhia
DE
Seguros martimos.
SEGURIDADE
J Estabeecida uo Rio de 5
O Janeiro. S
AGENCIA RUADO VIGARIO N.10.@
Banco Unio.
Estabelccido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
Sacam por lodos os paquetea aobr* o metro o
Bu iu a r.r-zo ou a n.-m, soDra as ageuciaa m,
Lisboa, Figueira, Coimbra, Avairo. Vizeo, Villa-
Real, Ragoa, Vianot do Castello, Guimares,
Barceno, Lamego, Covilhaa, Braga, Penafiel,
Bragada, Amarante, a cito dias, ou ao praso
qua se convaneooar: no sea escriptorio ra da
Cruz n. 1.
8
emente de algodo dos
Estados-Unidos
Na livraria n. 6 e 8 da praca da In.
dependencia distribue se sement de
algodao mandada vir dos Eitados Uni-
dos pelo governo.
_ai ssaassaai !! h
Dentisla de Paris.
19Ru Nova19
i
I
I
Mauoel lime Kosi, cubillo portuguez, re-
ira-se para (ora da provincia.
Aluga-se oaobrsdo de dous andares n. 25
dos Quatro Cactos em Ooda, basttnt f.-fseo e
com eacelleote vista, tem bons commedna para
familia; a trf tar corr. Joo Soties Raposo, na bo-
tica dos Quatro Cantos, ou com Leal Irmo,
ci ra .lo Ca'eia -io Recife. scribtorio n. 56.
MUticxD^d.
O solicitador Jos Coelho da Silva e Araujo
raadou saa residencia para a ra do Lmunento
n. 21, segando andar, f
Preciaa-se fallarlo Sr. Menoel Francisco da
-Silva Frazo paraje lhe entregar urna carta viu-
da de Gjranhunf: na rus :reita n. 127. segun-
do andar, dasy6 s 8 da meuha, e'das 2 s 4 da
Urde. ,X
BeDeribe.
*! 'ro-se tresoaaa terreaa novas no sitio do
i'j.to da Mideira, em Beberibe, i beira do rio,
iruio frescas, com o banho logo no fundo : qiem
as pret-nder, dirija-se a ra Direita n. 69.
Nesta typograpliia precisa se fal-
lar ao Sr. Manoel Ferreira d'Almeida,
jue mora na Casa forte.
Arrematado.
Os escravos dos orphaos filhos do fi
nado .Jote Paesde Moura Accioli, que
deixarasa de ser arrematados na praca
doSr. tc. juiz de orphaos iro de novo
a praca na jpor .ordem do mesmo juizo,
FradaricoGautiar.cirurgio dentista 8
. faz todas as opera$6es desua arte a a co- 5
S '^a dentes artificiaas, tudo com -sdeln j
l rioridade ptrfeicao qua as passoas-,an 8
. tendidas lhe raconhecara.
Tam agua a pos dantificios, ate.
ftmmmm vnm mmimmn
Precisa-se comprar doas escravos taooei-
ros : quem os tiver irija-ae ra do Vigario n.
17, primoiro andar.
Aireoda se um sino na Torre, com tima
para capim, casa grande, cocheira e cass para fei-
tor : na livraria oa praga da Independencia es.
6 e
na livraria
se dir.
A:ugjiu->e lous escravos pussaniss : quem
os iireteiioer, dirija-se a ra de Hutas n. 3d, das
6 s 9 boraa da manha, a das 3 s 6 boraa da
Urde.
Precisase de um menino de 12 a 14 annos
de idade, que saiba 1er e escrever: na ra da
Concordia n. 38.
Aluga se o sobrado da ra ai Alaagueir n.
6 : a tratar n ru flo Sobo n. 15
frecim-te de um caixeiro para taberna, de
a tra-
Para criado.
A'.ga-M um escravo pardo com idade de 20
Mvner. muilo fiel a obediente, servio o'uma
cas estrrngeira 7 annos sera nota e sabio por
se ter acanado eom o eatsbeleciBoto : na rae
da Cruz n. b'2. terteiro indar
Aluga-se a loja do sobrado n. 2
da ra dos Martyrios cora commodos
para familia : na thesouraria das lote-
ras.
i
Ha para alugar esc;vos mogos multo
fiis psrs tolo srvi{0. tanto dautro da eiaade,
orno fora em sitio?, como Um.bem para aervico
de eopeiro ou criado: uam precisar dirija-e
estrada dts Afflictoa, oa terceira CuSf? Bao es-
uerd, jado pelo Mioguioho. '
14 a 15 annos, que afiance a sua condacta :
lar na ra Velha p. 33
Precisa-se de urna ama que compre e faca
todo os servicos de urna casa de pouca familia :
na ra dos Pires n. 27.
Precia-se a* um
da ra Direita n. 24.
irabtlhador : na pidaria
Precisa -se de 400$ a juros de doa por cen-
to ao mez sobre hypolhec de arca casa, ou so-
bra penhorea e hypotheca da um escrava a
tratar no armazem da bola amarella junto do de-
posito do gaz, ou anouoci.
ManoI Oigg Xier vai s provincias do sal.
Aluga-se um prtto foroeiro, perito m sua
arte por 40 : na ra dos Peleadores na. 1 e 3;
garante-se a obra.
Lu mogo coro habililagoes precita ae otfe-
reca para lomar por balar co umi taberna, estan-
do di'ierr.barfrvia, da qual tm multa prttica.
di conhecimenio a sua conducta, como ae acha
arrumado : as pasmas que prateolerem podero
deitar dito sonde morsm para se precurar, na
rus da Senzala Vslfa o. 48, deposito,
(assesSSBMS s*9i SMSHel|
f
!
Saques sobre Portugal.
O abaixo aasigaad* ganta do Banco I
Mercantil Portuaria nesta cidade, aacc &
effectivamenta por todoa os paquetea ao- *
&' o neaamaBaoco p*ra o Porto Lis- I
boa, por qaalqaiar somata avista a a pra- *
zo, podeodo logo os aaques a prazo aaram
fdasconlaetoa no mesmo Banco, na raza* tt
de 4 por canto ao anno aos portadores i
qae assim Iha confiar: naa ras do Gres- (
po n.8 oa d Imperador o. 51.
Joauuim da Silva Caalro.
a mvHmmtm mmmmmm
o *r. Josi Ja.iuibo Pavo, de eiind, faga
favor de ir a padarla da Santo Asuro, negocio
que o aeimo isnhor nao ignora.
ESTI1AD1 DE FERRO
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
Domingo 14 do corrente haver um trem de excurso
Agua Preta.
Com grande ditaiaui^o de precos. a saber :
Primeira classe (ida e volta) 6$000
Segunda classe (ida e volta) 5$000
Tere ira classe (ida e volta) 4^000
O trem partir das Cinco Poutas s 7 horas e meia da manha e passar pelas estaces
intermedias conforme a tabella geral, chegando a Agua Preta as 11, e m* ia la tarde.
A partida de volta a'ahi ser as 12, horas para assim facultar aos stnhores passageiros.
maistempo para descanso e passeio em Gameleira.dondespartiro s2 horas 1G da tarde
Mediante ajuste previo feito no escriptorio da companhia, os passageiros encontraro
carros especiaes para as reunioes de amigos que desejtrem fazer a excurso at
Agua Preta ou algum outro ponto intermedio da liuha frrea.
^^ _____ AssiguadoE. II. Bramah, superintendente.
a
Joaquim Jos de Souza Neves deizou de
aer caixeiro da exincta firma de Pinto de Souza
Bairo, desde o dia 1 do preaenle mez.
Aweoda-ae ama grande parte do altio de
coqaairo, denominado Maria Farinha, na fregue-
zia de Maranguape : a tratar no eoganho Muri-
bara, fraguazia de S. Lourenco da Matts.
Bailar & Olivuira
Porto.
sacam sobre a praca do
va expiM-
cao de candieiros
Alugam se dous grandes arma-
zens na ra da Concordia proprios para
qualquer estabelecimento em ponto
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo-
s' Alves na ra da Cruz do Recife.
a gaz.
Chegou a nova exqoslclo
Chgoa
Chegou
Chegou
Chegou
Atso .
Fernando Garzoli, etabekcido com casa de
I relojoelro na ra do Rao<,el o. JO. participa a
I seus amigos e freguezes, que tendo de fazer urna
i flagea Europa para tratar do seus interesses
particulares, que venham retirar os concertos e
tudo o que enlregaram ao mesmo, uto no prazo
de 30 dias, cootando da dala desle ; do contrario
taro de esperar al o regresso do mesmo, que
ser a 15 de Janeiro de 1863. Rerife, 20 de
; agosto de 1S62.
a nova expsito
a nova exposicSo
a nova exposi(o
a nova exposi(o.
Candielros a gaz
Candieirot a gsz
Csndieiros a gsz
Candieiros a gaz
Candieiros a gsz.
Sortimento completo
Sortimento completo
Sortimento completo
Sortimento completo
Sortimento completo.
Gaz de primeira qnsiHada
Gaz de primeira qualrlade
Gaz de primeira quilidada
Gaz de primeira quadade
Gaz de primeira qualidad*.
S tem na nova expsito
S tam oa nova exposico
S tem na nova expoucso
S tam na nova exposico.
O proprietario deste esiabtlecimento avisa ao
publico em geral que tem receido um completo
sortimento de candieiros a gaz para ricas salas,
quartos, aseadas, angenhoa e para estado pe-
quenoa que pode com a economia da urna gar-
rafa de gaz ter para 60 horas de luz, ricaa cadti-
rasde balaoco de ferro com
de linho, lavatorios da ferros economicoa com
todoa os peitences, com esgolo no fundo da ba-
ca, ricos qusdros para oroamentoa de salsa a um
riquisMmo sortimei>to de objectariaa a imitar^o
de marfim pira aanhoras approvadsa na ultima
exposico das princezas tendo o premio Tior,
riquissimas pulceira a imii.cso de aoiafeV tu-
do a* vende por diminuto prego que muilo e-
ver agradar aos preUodenles ; na ra NovA u.
20 e 24, loja de Caroelro Vianoa
- A proessora publica da primeira
; cadeirade instruccao primaria do sexo
teminino da freguezia de S. Frei Pedro
Gongalves desta cidade, declara para
conhecimento dos interessados que no
;dia 12 do corrente entrara'no exercicio
do seu cargo, estando aberta a sua aula
a hora costumada (9 da manliaa) no so-
brado n. 8, sito na ra da Cruz.
Mdanos.
A propietaria do hotel da ra da Senzala No-
va, avisa ao publico e aos seua freguezes, que
madou o raeamo hotel paro a rut da Gaia n. 3,
primeiro andar, aonte contina a foroecer co
uiedorias menases por manos prego que era ou-
tra qualquer parte, cora assaio, regulridade e
presteza em seu svrvico ; finalmente scientifica
aos seus freguezes que todos os domingos e dias
sanios pela madrugada hatera a saboros mSo de
vacca. Na mesma casase precisa de um pereiU
eczinheiro.
Pierre Humo el e
loa Belgas, rntiram-ae
J. L. f. Thasns, subdi-
oar fora da provincia.
J.
&. \Vili(i)ns, sua uiulhcr Mari Van
Wedding e ama Tuba manor, subditos Belgas,
rellram te para o portos do sal.
Jui Antio dos Santus, subdito
guez. e a Macei.
Precia- de ara
idade de 14 a 15 annos :
ril n. 4.
caixeiro portuguez de
a tratar oa ra lupa-
Sitio.
Alugt-se o btm eonheeido sitio na entrada do
Montairo onda ultimment estiveraa os Srs.
riuttsffirss l "!til"th#spinhoe18 D- mi e,D-rjoi-Tem
xtellentes commoioa para grande familia, co-
cheira, estribarla, todo mursdo, graode terrago
na frente, porlo na frente e no fundo para o
banho, irvorelo de frutto e grande jardim com
bellaa e bnm dispottas florea : a tratar eom o
Sr. Antonio Joa Comea do Correio, no Montti-
ro, ou com Manrique Jorge na obra da travessa
do Pocinho.
Ao publico.
O abaixo assignado, aotio solicitador dos au-
ditorios desta cidade, contina a exercer sua pro
lissao, lano no civel corno no commercio, e se
encarreg de desamp.nhar com Glelidsde e
promptuo lodos oa mistares que lhe sao inhe-
rentes por ajustes mui razoaveis : os seus nti-
gos amigos que aempre o honraram com sua coo-
Qanga, e quaesquer uctras pessoas o podero pro-
curar em casa de saa residencia na ra da Im-
peratriz p. 34, em todos os dias da 6 s 9 horas
da manha, e das 3 da tarde em diante
__________Victorino Jos de Souza Travesos.
A pessoa que tlvar urna cadeira de rtbuyo
em meio uso, e a quizer vender, dirija-se pra-
ra da Boa- Via'.a n. 5, secundo andar.
Mtry Heoderaon e seu tildo menor subditos
inglazea reiiram-se para a Inglaterra,
Onleni terceiri de S. Francis-
co do Recite.
Alugam-se os segundos andares dos obrados
das ras estreita do Roaario n. 36, e C'nceigo
da Bo Vista n 50, pertencentes ao patrimooio
-------- I da dita ordem : os pre'.endentes polerao dirigir-
Porta- se ao irmo ministro o Sr. Antonio Pareira de Fa-
i rias, na ra Direita n. 91.
Aos se^hores tte engenho
Um agricultor qua deizou de o ser, dis^e dos
escravos : entre elles tem um bom bora rcestre
de assucar e carretro, de 25 atino, muito rotui-
to a sadio : quem pretender dirija-se ra do
Sol n. 21._____________________'
Gasas para alugar.
Alaga-se o 1* andar do sobrado n. 24 da ra
da Cruz, proprio para escriptorio, e o 2* andar
da ra da Senzalla-Nova, n. 9 ; quem pretender
dirije-se a Parante Vianua & C, ra da Cadeia
do Recife, n. 57.
Aluga-se
ama escrava boa cozinheirs, mait0 llmrae flel
a tralar na ra do Rosario da Boa-Vista o 30
sobrsdo. *
Precisase de urna ama qua taiba coiinhar O
eogorimar, para caza da hornero solteiro: aa raa
do Camaro. taberna n. 13.______
Ao publico.
Anda contina pertinacia em vendar em
baslea publica a casa o. 5 da estrada de Luiz do
Kego, a qual se acba hypothecada por dividas,
prtanlo o abaixo assignado, que o menos ga-
rantido dos credores, vendo que ella vai hoje se-
gunda vez aleilo, pelo prsenle ratifica o aviso
que pablicou a 6 do correle, e protesta haver o
que he deve a dita cae de quem quer que a
comprar sem com elle se antender para ser ori-
entado ; bem como que da meima caa nao arre-
da o p em qaanto nao for iotstramente pago do
que lhe devm seus proprietsrios, ca quaes cao
podem tranaeri-la sam se mostraren) r,;. ,u;,s
para isso. Recile 11 de setembrode 1862.
AntoDio Franciaco lavier.
No dia 12 do corrente. pelas 11 horas da
manha, depois da audiencia do Sr. Dr. juii de
orphaos, a ultima praca da arrematado doa
alugueis do sobrado n. 15, lito na rus do Vigario
pela quaotia de 1:2019 por auno, por quinto est
arrematado annualmenle, cajo arrendamento se-
r por tempo de trs annos, e vii praca a re-
quenmento de Maxlmiano Francisco Rigaeira
Daarte, como tutor de seus lhoi.
Antonio Joi Pereira a vista de seu estado
de saude, em rizo de algumas viagens que tem
feito afim de cobrar de seus devedores, para ir
amiTttssodo seu debito, e rao pndendo iie furma
slguma nem por bero e nem por mal raceber na-
da, ve-so na preciso de vender seu sitio em
Santo Amaro, am de pagar os seus credores :
os prelendentes podem dirigir se a Sanio Amaro,
pastando a casa do Sr. Antonio Jos Gomes do
Correio, na outra que vai pan Olinda. Tambera
se aluga o mesmo sitio.
Anda eat para ilugar-se o primeiro andar
do sobrado da raa Direita n 85, e a loja do mes-
mo sobrado, e tambem a loja do sobrado n. 9 da
ra daa Cruzei : quem pretender, falle no mesmo
sobrado n. 9 da raa Jas Cruzei, penltimo quem
vai da rus do Qaeimado para S. Francisco, lado
direito.
Eiward
Europa.
Pepper, subdito biitanmco, vai i
Na cocheira do Wradouro,
Ciaa-se de um boleeiro.
em Oltada, pre-
Ama.
>@


. -*^
na ra uo Raogel o. 73, precisase ae um
ama da leite que cao lenha filho, escrava ou 11-
vre.
Muita atienen.
m
' i?
g@^

RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ba do Cabag n 18, entrada pelo
pateo da matriz. ^ w
Essa galera ornada com os augustos retratos
photogrsphicos da SS. MM. a daa sereoissimaa
princazasimpartaea, assim como com os da mul-
la daa principaaa pessoaa desta cidade, aat a
disposiQo do publico, que apode visitar todos
os dias das 8 horas da manha s 5 di tarda,
txamlnar os trabalhoa axpostos. ,
Contir.ua-ae a tirar retratos por todos os sya-
tamaa photographicoa, a especialmente por am-
brolypo a eia cartoes de vinti. Fzem-ae tam-
bem mimosaa mniatarai am talco para sa coilo-
earum em joiis.
Oa pregos dos retratoa sao oa mais rszoaveia
que i ancontram nista cidade.
_________J. Frreira Viotnarapho. phllela.
Pallara franceza
! forno
9
de
m
m
GUKSULT0K10 KSmiALHOlEIPATHICO
1 no nouTOB
SABINO O.L. PINKO.
Ra de Santo Amaro (Mundo;
Novo) u. 6.
Consultas todoa os dias utaia deada aa 10 hars
tt maio dia, acerca da aeguiotai molestias :
iwlutiai da mulhtr$, moutiat dat trian- .
El, moltf.iat da ptllt, moltttiat do* olhot, ano-
(tas typhiticat,todat at especies de ftbru
ftbrtt inttrmitttnttt t tuat eonttqutneiat,
rauBaUCl* BsractAX uoMaorATuic*.' taja*
Verdadeiroa madicamantoa homeopathieos pra- f^
(arados sort tedas n caatili neeeisarias, in- ^,
allirala em saus effeitoa, tanto am tintura, c*ma "
m glbulos, palos presos mais commodo paa-
ivaia.
R. B.
;&
Os madietmentoa do Or. Sabina <:
anicamante rendidos ec sua pharmzeia : tedas
! foram fra dalla a (aisas.
Todas as carteiras o icumpanhadas da uzc
tmpresso com um emblema em relavo, tendo ao
raopr aa segaintes paiarraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braailairo. Esta emblemai posto
Igualmente ni lista doamadicamentoa que ss pe-
a. As carteiras qua nao levaremeaeeimpres
issim marcado, ambora anham natampa ana-
ve do Dr. Sabino aso falsoa
Precisa-se de um rapaz portuguez. doa che-
gados de pouco, sendo possivel, de 12 li annos
de edade, pira uro pequeo servido de um sitio
perto ds pnc; o que pretender dirjase ra
da Concordia o. 35, que ahi achara quem o diriia
ao dito silio, '
NICO NA PROVINCIA S
50-Ra da Imperatriz-0^
A padaria franceza sits na ra da Im- &;
peratriz a. 50, continua sob a adminia- a
traQo da viuva Barrellier e all haver 8
todos os dias : $j$
Pao quente de leite s 6 horas da tr-
de para lomar com cha do dia SI do cor- <
rente em diar.le. 0
I Bolachas de todos os tamanbos e qua- ^
lidaoes, ^
Biscoutos doces e agalos e de todas ^*
as qualidader. ^
| Bolachinhas de araruta doces e olea- A
daa. %
| Bolos francezes. fe
, Fatias doces. J
Pocomn-um dis melhores farinhas W
i do mercado. ^
l Preparim-se bandejas de lodoa os ta- i
manhos com bolos de todas as quallda- ?
' des a tudo isio porpregos commodos. @
i A referida padaria irabalh em um &5
, forno mechanieo assas dispendioso a ^
nico na provincia. O pi, qe delle ^
| sahe o mais limpo, puro e de reelhor @
j gosto a bem assim as bolacbaa e tudo o S
mais. O forno tem um asseio notavel e ^
o pao cosido com multo pouca lenha, W
o tem haver commumc$o com esta 4
ou is bases, sendo por isso que nao se e
encontra o menor fragmento de cirvio
no pao e nu massas quo slle coslnha. ^
Arrends-se o engenho Santo Amaii-
nho sito oa freguezia da Varzea, a urna
legua, moaote u'agua coiu beas matas e
Ierras de plantarles, tratar oj ra da
Praia casa n. 53, terceiro andar. A pro-
priotiria e mais herdtiras protestara
contra todo e qualquer daino qua a ex-
jg rendeira flzer ou consentir; visto nao
gb ter arrendado dito engenho, de novo e
por ccnseguioie nao poder criar nova
& safra. R-cife 10 de setembro d.' 186. i.
94NM w$ mmm em
Precisa-se sUgsr urna preta que lenha boa
conducta e jeja fiel, que saiba enguantar e co-
sinhar : na ra do Queimado sobrado n. 4, pri-
meiro andar.
Precisa-se de urna ama livre ou escrava para
todo servico de urna peisoa : na raa de Hortts
n. 9, iirim*iro andar.
Foi irsualerida a ultima praga pira e:t-
felra 12 do correrte. Em presenca do Illa. Sr;
Dr. juiz dos orphaos vai praca o di mencio-
nado a ca terrea aita na ra da Santa Cruz da
Boa VUU n. 5, de chaos [roprios, situada no
melhor lugar da ra, com 2 salas, 3 qaattos, co-
lioha fura, quintal murado, cacimba, ele. : 09
pretendeetei podem examina-la, e querendo, di-
rijan] so sala das audiencias publicas no refe-
rido dta.
Precie-se ue 1:7008 a jaros, dando se por
bypotneci urna osa terrea gesta cidade, ou vea-
d-se a
anlar.
mesma : na ra Direita n. 82, primeiro
Hoje nuda a audiencia do Sr. Dr. juiz da
orpbos se ha de arrematar um quario magro
por exeeugo :e Manoel Francisco de Carvalho
Paes de Andrade contra D. Rila Francisca de
Carvalho P No da 13 da crreme, depois aa audiencia
do jnizo do paz do 2.* diilricto da frrgnezia da
Santo Antonio, pelas 10 horas da manha, ser
arrematada oa ra das Flor urna porgo dezas penheradis a Jos Carlos do llego Valeoca
por ezecu-o que contra elle promove D,)n.ingos
Alvaro Mchalo ,- e>civo Gnianna.
Aluga-se ma boa casa terree na ra Impe-
rial n. 213, com 6quarton, 2 salas, coziaha fora,
quintal e cacimba : a tratar na padaria da ra
Direita n. 84.
Alugarn s- duas cans na ilha de Beali'a,
antes da ponte da Paisagem, a primeira de 20
r or anno, com 8 qaartos, quintal, cacirtiba, etc. ;
asegunda com 5 qaartos, de 150 ; a primeira n.'
10 C, ase^und< 10 A : quem em lempo le quizer
a
. a
estreita do Rosario n. .
m
m prcmuoir da duas casas em bellas condigoes par
^ o ver.io, e d preco brato, pode tratar na ru
m
Aviso.
Atmireni-se e approveitem-se
Retratoa de antrotypo a Ijj um ; na mais acre-
ditada e autiga officine de pholographia deita ci-
dade, na ra do Cabug n. 18, entrada pelo pa-
uto da matriz.
Na ra do Sol n. 21 aluga se um escravo
preprio pira trahalho de eoxada.
6
Francisco do Reg Puntes, subJio portu-
guez, retira separa Portugal, a tratar de sua sa-
de; o mesmo julga naoa dever nesta praca po-
rem, caso alguem julgue-se seu credor, dtria-ae
taberna da raa Praia o. 2.
Alagase o aobrado de doua andares n 8
da ladeira de S. Pedro Velho em Olinda, bastante
fresco e com commodos sufficientea para urna fa-
milia pequea ; a tratar com Joo Soares Rapo-
so, na botica doa Quatro Canto, ou com Leal 4
Irmao, na ra da Cadeia to Recife, escriptorio
numero 56 r
Sitio de criar denominado
Jac.
O abaizo assignado proprietario d* metade
dsste 1lio Jac no termo de Pombal provincia
da Perahiba. e contando-me que na mlnhi or-
te existe gadaa de crisgo, por isso protesto em-
oregar oa meto da lei contra quem est
(ruciando aem o ter arrendado, a nem ao
me ter fallado resplito.
Recife 10 de setembro de 1862.
________________Marcelllno Joi Lopes.
Arrendare um sitio qua tenha pisto para
4 Ticcaa o algum' terreno para capia agradando
d.'se algum dioheiro i rlsti : annuoca or sa-
le Diario. P""
Companhia Fideli ade .lo
guros uiaritimos e terres
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro, com o capital de
16:000:000^
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz da Oliveira Azovedo cV C. compe-
tentemente autorieadoa pela directora da compa-
nhia da aeguroa Fidalidada, tomam seguros do na-
vios, marcadorisa o pradioa, no aeu aacriptorio
ra da Cruzo. 1.
des-
menos
No ota 13 do crranle mez, deputs ae 1 ho-
ra da tarde, se ho de arrematar por venda era
prage do juizo municipal da segunda vara, escri-
vo Santos, dous escravos pardos, por ixecuco
da Manoel Joaquim Baptista contra Jote Floren-
cio de Oliveira e Silva.
Aviso
Aluga-se e I-ni aem se venie ou pernuta-se
por caas neita praga um sitio muito grande,
com cas solrivel, cocheira, estribara para ca-
vallos, cacimba excellente coai bombas de farro
e de chumbo, com muitos arvoredos, um pomar
de liranjas escoihiJas, mullos cojueiros e urna
graude baixa de capira, mangues para madeiras e
leohas, uui famoso viveiro e com todas as rrais
commodidadis para se gozar a vida por ser mui
to perlo di cidade e ser collocodo na ra de Joo
Fernandes Vieira jur.to do Maogu:nho : os pre-
lendentes dirijam-se a Antonia Leal de Barros
no mesmo sitio para trataren! do ajuste.
Barbeiro e cabeleireiro.
Joo Martiniaoo Coelao avisa ao publico em
particular a seus freguezes que mudou asm luja
de barbeiro, cabt-leireiro, sangra dor e dentista o
ra do Imperador para a ra eitreita do Rosaio
o. 17, aonde pode ser procurado.
i) se (005 juro sebre penhores de ouro
prata, ou hypoineca em alguraa cae : na ra
Nov o. 19, te'ceiro andar, sa dir qeem .
Jos Gonr;ales
ropa.
da Suva retirase par Eo-
Jictntho
Luropa.
Autonio Alonso reiira-se pira a
Uma peseca com alxuna eacravos te olf-reco
a empregar se em servidos do campo ou estahe-
lec ment, prefermo engeaho por ter habilita-
r;es : na ra Direita, lojinha de miudezas, viii-
nha a botica do Chagas, se dir.
"
:OF
HB
Aluga-se ma escrava cosinhtirae engoji-
madeira para o servido interno de casa de fami
milla : a tratar passando a Solidada principio
de estrads de Joo Fernandes Vieira n. 36.
Arrematacao.
Comprara-se aecoes do novo banco de Per
nambuco : no escriptorio de Minoel IgDacio de
Oliveira & Filho, largo fio Corpo Sinto n. 19.
Comiram-se escravos que saibam trabalhar
em armazftn deaeaucar. e que sejam robustos:
na ra do Trapiche n. 9, armazem.
Compra se
qualquer por/cao: na ra
n 9, primeiro andar.
ourelos em
do Vigario
*J'>l.y
Vende-fe
urna escrava boa encomroadiira e emioheira : a
tratar no lareo doi Coelho com o Sr. Antonio
Carneiro da Canha.
Sibbado Gnda a audiencia do juiz de paz do
primeiro districto da freguezia da Boa- Vista se ''
ha de arrematar urna commoda com armario e
urna marqueza, por execu$o de Fraocelino E.
Ferreira Chaves peahorido Joiiuim Vicente
Marques.
Vendem-ie velas de cr.mposico le 6, 1.1 o
em libra a 11 e tf$ a arroba : atraz da matriz
de Sanio Antonio n. 18, taberna.
OSr Joo u*rte
narioqueira vir esta
graphia a negocio seu.
Magi
t)po-
O abaixo assignado, conhacido por Xico Bexi-
ga, aotigamente com loja da ealgado atraz -di
praca d Independencia, traressa das Cruzas, e
hoje com o meamo eatabelecimento na ra da
Imparalriz. outr'ora aterro ds Boa-Vista, ao p
do boceo doa Ferrelroa n. 38, participa a aeua nu
merosna freguezee, tanto da praga como nego-
ciantes do mato e deste genero, que est bem
ortido pira servir bem seua freguezes, e vende
muito barato como de costumo vender muito e
gnnher poucoFrancisco Uaciel de Souia.
Alagam-aa as casas terreaa n. e 15 da
ra Bella : tratar na raa larga do Rosario nu-
mero 44.
3Ra estreita d Rosario--3
al Francisco Pinto Ozorio continua a col- 5
0 locar dentea artiiciaes tanto por meio de H
ej molas como pola presso do ar, nao re- A
H ceba paga alguma sem que as obras nao 0
0 flquem a Tontada do aeuadonoa, tem p6s
e outras prepsraede aa mais acroditadaa 9
% para conaervar^o da bocea: m

Precisa-so alugr um eicravo pira o servi-
co da urna casa da familia : na ra da Cadeia,
leja n. 50.
Alugsm-sao2.# e3.# ou 3." e 4/andares
na ra do Trapiche n. 18 : a fallar no escrip-
torio.
Venie-se um terreno sito no boceo do
Quilbo, com chaos proprios, conteodo de fuuio
U0 palmos : a tratar na ra Imperial, casa uu-
m Vendeiu-sx uns parteletros para armazem,
urna carteir nova a ami mesa de Jacaranda :
na ra do Trapiche Novo n. 18.________
Veadem-se duss parles do sitio de ierras a
cisa do morada com mullos srvoredosde fracto,
' lito no Salgadinho, porleoceolee a Miguel Ferret-
ea de Mello e aua Irania : a peisoa le quizer,
pdese dirigir raa da Cadeia do Recife, a tra-
tar na botica cem o Sr. Vicente Jo de Brtr:
Fuuileiro e vitoiro.
Grande e nova olicina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Hasta rico a bem montado estabelecimento en-
contraro os freguezes o maia parfeito, bem aca-
bado a barato no seu genero.
URNAS de todas as qaalidadea.
SANTUARIOS que rivaliaam com o jacerandi.
BANHEIROSda todos o tamanhos.
SEUlCUPlASldemidsm.
BALDES idam iderc.
BACAS dem dem.
BAHUS dem idam.
FOLHA am caixis ds todsa as grossuras.
PRATOS imitando am perfeicao a boa percal-
lana.
CHALE1R AS da tedaa aa qualldadas.
PANELLAS fdem idam.
COCOS. CANDIEIROS o (landres para qual-
quer aortimonto.
VIDROS em caixaa a a ratalho da todos oa ta-
mandando-ae manhoa, botar dontro da aldada,
am toda a parte.
Recebem-ae encommondaa do qualquer nata-
raza, concertos, qua tado sari desempenbade a
contrato.
.

MUTILADO


J
DIARIO DI KRSAMICCQ > SEXTA fllfiA S DK SETEMUO DE 1861
MODIFICO DE PRECOS
MENOS 10 a 20 POR CEiNTO
NOS
! lunillas
Linguaa do Rio Grande em porfei de 100
para cima : io armazem deTasso Irmns.
PROGRESSISTA
Mi
Ra das Cruzes n. 36, e largo do Carmo n. 9.
)
Sc'untiBcaa aos seus freguezes que em virlude do actual estado Je apathia commercial re-
solver vender todos os seus gneros por menos do que outro qualquer anunciante e olerocem para
garanta da superior qualidade de seus gneros as competentes amostras de cha, raanleiga, caf,
aroz, tapioca, araruta, etc., etc., para que pessoa alguma duvide destas qualidades, a vista de to
resomidos presos.
Convidam portanto ao publico de?ta cidade e de fora, a virem fazer sua dispensa m ditos
armazens, afira da pouparem annualmente de 100*000 a 2:0008 conforme a custum&da des-
peza de cada chefe de familia, economa esta que muito til Ihes deve ser, sem que seja mister
soffrer a mais insignificante privado do cuslumado diario de seu passar, devendo porem manda-
rem, aos armazens indicados.
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1.9
B-
o
8-2
re *
SARDINHAS DE RANTES. As mais novas que se podem desojar, a 360 rs a lata
GENEBRA DE IIOLLARDA. Em garrafoes>m mais de 15 garrafas a BfSOO e fraufl-
ras com 1' frascos a 65500 e 000 rs. o frasco. uauquei-
AMENDOAS CONFEITADaS. Muito novas e de diversas cores a 800 rs. a libra
DOCE DA CASCA DE GOIABA -- Superior a 800 rs. o caixao com 4 ntras, atan temos
grandes com 8 libras a 2 cada um.
QUEIJOS SUISS0 E PRATO.-Os melhores quesepJo desejar a 600 rs. a libra do prafo e
oOO rs. o suisso. r
CHAMPANBE.^Dos melhores fabricantes que vem ao mercado, de 129 a 18#000 o gigo
aSrSS i7r?w a8 q"e Se ^t deSejar a 8 a garrafa e 9000 duzia.
COUWAC I^GLEZ O ma.s pedal que se pode desejar a 1000 a garrafa, e 109000 a
cc-RVPiiC acobem temos superior para 700 a garrafa, e 8000 I duza.
Sb.ivr.jA. uas milhores marcas a 59 a duzia, e 500 r. a garrafa
NOZES. Aa melhores do mercado a 120 rs. a libra e 39200 arroba.
L GREVE. Lizoe pautado o melhordo mercado a 4&000 a resma
FRUTAS EM CALDAS^- jg..^ ,,mm niaa Q,uJU, ^-^ ^
AMEHDOAS. Di ciK> molle 24o n, a Uto. Jas melbot, e J00 rs, mis ordinuias.
Chega vapor para o vi-
gilaste.
Ac para balo.
Slo chegadas is vtrdadeirai asteas o bqo pi ra
concertar ou faier balei, que com ama pequea
qumtia qmlqmr seohora pode fuer um grande
balo, poif venda-a* pelo baratieiimo pre;o de
140ra. a vara, ou peqa com 50 metro* a5j500 :
16 no gallo vigilante, ra do Creapo n. 7.
Cordo de borracha.
Tambem sao ehegados os cordoziohos da bor-
racha do retroz, sortidos, do linda* crese de
todas as grosaaras,que i multse deaejav, tan-
to para pulieiras como para debrum d* collete,
par* muita* outra* obras: t no gallo vigilau-
t>, ra do Creapo p. 7.
Pita de borracha e .de seda.
Tambem sao chegadas a* saperior** fita* de
borracha, asaim como de sed* prels, propri* para
debrum de venido, como par* collete, que se
vende pelo barato proco de 160 rs. vara : s
no gallo vigilante, ru* do Creapo n. 7.
Gaixas de tartaruga e charu-
teiras de charo para rap
e charutos.
O tabaquista que aprecia a boa pitada da Lis-
boa ou mesmo Princeza, Mearon etc., etc.,
justo que compre um* bonita caixa de tartaruga
toda marcbelada com qual nao se nvergonha-
r de offer*cer da boa pitada de sea gasto a to-
dos os circumstantes que suacharem em sua ro-
da, muito* dos quaes louvarao o sea bom gosto.
Assim como a calza aecessaria ao tabaquista,
charuteir* nao suparflua no fumante e sendo
Ha bonita como saos*de charo nuchetas ma-
Ihor ser porque com isso deixa conhecer qaan-
to sabe apreciar o bom. Para os mal* commo-
ditti* tambem ha bom lortimsnto todo* encon-
traro barateza urna vez que munidos de dinhei-
ro se dirigirem a ra do Queimado loja da aguia
branca n.16.
Na ra do Vigano n. 1U, ven-
de-se:
Panno e fio de algodao da Baha.
Potassa da Russia e cal de Lisboa.
Vinho do Porto fino engarrafado.
Dito Bordeaax em caizas.
Dito Collares idem.
Pianos de afamado* autores.
Sedas a 500 e 720 rs.
Vende-se sedas de listas e de quadros par*
vestido* de senhors a 500 e 720 rs. de quadri-
nhos niiudo* o covado : na ra da Imp6ratrii n.
60, loja do Pavao.
Camisas?ara senhora a 1 #000
S na loja do Pavao.
Vende-se camisas d* mcdapolo francs muito
bem afeitadas a Ig cada urna, s na ra ds Im-
peratrii n. 60 loja e aromen, do Pavo.
Chales baratsimos.
Venee-se chales de merino muito grandes a
33. ditos a garibaldina a 49, ditos estampadoa
Uienda floisaima a 6f. dito* pretos a5#, ditos de
rede a imitego de retroz com bonita* palmas a
Sf, dito* de caaaa de quadro a 640 is.: s na
ra da Imperatriz n. 60, loja o armizem do
Pavao.
Baldes de bramante,
iVa loja fio Pa ao.
Vende-se baloe* de bramante mullo bem fi-
toa, sendo de por e tirar os arco* quando se quer
lavar, para senhora e para meninas, do mesmo
bramante e de arcos : na ra ds Impesatriz n. 60,
loja do Pavo.
Vestidos brancos.
Veode-se cortes de vestidos brancos bordados
a seda, praprios para noivas, pelo baratiasimo
prego de 69, ditos de tarlataoa branca borda-
dos a 10# : na ra da Imperatriz n. 60, lojt e ar-
maztm do Pavo.______
2'arlatauas e il do Pavo.
Vende-aetarlitana branca e decores 800 rs.
a vara, fil braceo ao a 8(0 r*.,dilo lavrado de
palminba* a 19 a vara, organdy* branco muito
fino alga vara : na ra da Imperatriz n. 60, lua
do Pavo.
Luvas e sintos do Pavo.
Vende-se luvas de seda prelas e de cores a
640 rp. o par, dita* de retroz a 640 rs., sintos de
seda muito ricos com fivelas domadas a 1 cada
um : na roa da Imperatriz n. 60 loja do Pavo.
Terrenos perto dapraca.
No sitio do Cordeiro em Sant'Anna
vende-se a retajho o resto dos terrenos
porprecocotnraodo s dirigir e a L. A.
Dubourcq ao escriptorio da ra da
Cruz n. 0, para tratar. O engenheiro
Setle e encarregado das mediques .
Perolas falcas
ou aljfar de fina qualidade.
k loja da igai* brinca acab* de recabar um
novo aortlmento de superior aljfar branco ou
perol** tale,, o qual por lea parfeigo difflcil-
mente se dialiogue das perolas rerdadaira* er-
v*m elle* por sua xtraordisaria grandaza para
asgargantilhas que preaentemente eato em mo-
da e mesmo para outroa enfeit** como sempre
veodem-se commodamente 19, IfSOO e 1S500
o flo: isso n* ra do Qu*im*do loja da aguia
branca n. 16.
Toda atten$o.
Na ra larga do Rosario n. 38, loja ds aurora,
tem para veoder um grande sortimento de col-
xetea, a 40 60 rs. de 14 pares, a 80 T. de 24
pares grandea e pequeos, emuitas outras miu-
dezas baratas que s a viati ae dita o preco de
tudo.
Pulseiras de cabello com cha-
pa dourada.etrancelins pa-
ra relogios.
A loja d'aguia branca acaba de recebar a aua
encommenda das to desejadas pulseiras de ca-
bello com diferentes e bonitas trancas, tendo el-
las chapas douralas de delicados moldes, com
pedra* e aem ellas, o que de maibor gosto se po-
de dar em tal genero ; assim como trsncelins
comprtdos e curto* com passador dourado para
relogloa, e porque de tudo laso a qusntidade
pequea e nao chegar para todos os pretenden-
tes, convtm queseapressem em mandar comprar
taes obras, na loja o/aguia branca, ra do Quei-
mado o. 16.
Para o baile do
club
Vende-se na loja do pav->
Ricos cortes de vestidos de cambraia branca,
primorosamente bordados a crox, sendo os mais
bonitos que tem viodo a este mercado, e v*n-
dem-se por presos biratissimos, na ra da Impe-
ratriz 0.60, loja a armazem do pavo.
tasemiras a 3/200 rs.
Na loja do pavao.
Vendem-se casemiras entestadas de quadrinhoa
e listras miudinhas. sendo corea escuras a 3&200
o corte para caiga ; vende-se a mesma fazenda,
tendo duas larguras, a 1S00 o covado ; iato na
ra da Imperatriz n. 60. loja do pavo.
Ureo em frascos a 600 rs.
fraude, grande, muito e muito sortimento.
Oleo
para cabello, em virtude ds depraciaso que ten-
do tido o oleo dito philocome socut bygien-
ntque por ter viudo todo falsificado, recebemos
m srtigo idntico aquella da fabrica deMonpu-
laa que garantimos ser o melhor cosmetique pa
ra o cabello, e os aruraaa esculhido* lo suaves e
duradouros qu* desafia mesmo quem nao queira
O comprar.
Chegado pelo vapor fran-
cez s para o vigi ante
Lindos pentcs de marrafa.
Sio ehegados os lindos penlinhos douradii,hos
com muito lindas molduras de difierent s gosto*
para marraaa ou travessoa, pois s com a vista
osconpradores podero apreciar o quanlo sao
delicados, pelo barato prego de 3$ o par, assim
como sem ser dourados do liodos gottos, pelo
barato pre;o de2J o par : s no vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Luvas de pellica
Tambem sao chegadas as verdadeiras luvas de
Jouvin muito frescas, tanta para homem romo
para senhora : s no vigilmte, ra do Cres-
po n. 7.
Bordados baralissimcs
Na loja do pavao.
Vendem-ae gollinhas muito finas de cambraia
bordada* e de l a 400 r*., mr>Riics com gol-
liohasde cambraia bordada a 1^260, meog*iios a
balo finissimos alj, lencos de liuho com laby-
rlotho a 2J500, ditos de cambraia de algoso a
imitado de lacyrintho a 640, 800, ljj, e nissi-
ma* tiras bordada* e entremeios por presos bra-
tiiiimoi: vende-se na ra da Imperatriz n. 60,
loja e armazem do pavo.
Vestidos baralisS&imos.
Ricas fivelas douradas para
sinto.
Vendem-ae fivelas doaradas a 2* # 255CO, a*
mala modernas que tem vindo ; na ra do Quei-
mado n. 63, loja do B'ija-flor.
Ricas voltas de aijufares.
Vendem-se voltas de aljofares com cr*z de pe-
or* imitando brilhame ; na ra do Queimado
numero C3, loja do beija-flor.
Facas e garlos.
V*ndem-s* faca* e garfo. fin*, de calo de ba-
''nc^d.d0V botoea a 6S800. dita, para doce a
5tMX>, dita de um botao a 68200. dita para doce
a 59*00, dita prela cravada a 3600. dita branca
a J400, dita rolij* a 3$ a duia na r.a do
Queimado n. 63. loja do baija flor.
Jog<
jo de vispora.
Vende-se jogo de vitpora lj ; na ruu do
tjueimado n. 63, loja do beija-flor.
Anvelopes.
Jl?V2Uf$0?n 11400: ua ra do Queimado n. 63, loja do b*l-
Jfl- llOTa
Papel adamascado de cotes.
Vende-se papel damascado de cores a SCO a
12, dito branco a lz00: na ru* do Queimado t.
63, loj* do beija-flor.
Gravatinhas de seda.
V*ndem-se gravatinbasde seda para senhora,
de diversas cores r na ru* do Queimado n. 63
loja do beija-fior. '
Ao pavo.
Vende-se neste estabelecimento as faiendas
mais baratas do que em outra qualquer parte, s
com o fim de apurar dioheiro, chitas larga* es-
cura! com pequeo toque de mofo a 500 rs. o co-
vado, ditas francezas a 210. 2C0, 280, 320 e 360
rs., per;as de niadapolo e algodo2inbo por pre-
coa baratiasimos, cassas organdys de todsi alco-
res, cambraias de todaaa* qatlidtdes e toda* *a
mais fazendaa preciaa para o consamo, aim de
estar este estaboleclmento aberto das 6 as 9 ho-
ras da noite, tambem ae maoda levar as fazen-
das e amostras pelos caixiros : na ra da Impe
ralriz n. 60, loja do Tavo.
Housjaparahomens.
Vende-se aaljas de casemira. de brim pardo,
de dito de core, palitot francezea a 6, ditos de
panno preto e cor de caf a 6j}, calca de caie-
nsira preta a 5 : s na loja do Pavo. ra di
Imparatrir o. 60.
Libras sterlinas
Vendem-ae no eieriptorio de Manoel Ignaeio
{Lqja das (i por-1
tas em frente do Li
vrameTiti
U do vigilante.
Lindos enfeites para ves-
tidos.
Sao chegada* no vapor inglez ai rica flores de
velludo que sao admiraveia pela delicadeza daa
lindas core, poiicom pequea quantia aa senho-
rai ioiero eofeitar os ricos vestidos que ser
muito apreciavel, pelo baratisaimo pre;o de 10
a duzia : t no gallo vigilante, ra do Crespo
namero 7.
fulceiras.
Taninm sao ehegadss as tiquissimsa pulseirai
com I as azues e outras verdes, cousa muito
delic^^ quo s vnde por presos baratisaimo* :
s nc^yilo vigilante, ra do Creapo n. 7.
Bielas part espartilho.
Tambem sao chegadaa aa vordadtiras baleias
de todas as groisura e fornidas, para espartilho,
pelo barato prego de 120 ra. cada urna : s no
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Fiua da Senzalla Nova n. -42
V*ndt-se era casa de S. P. Jonhston 4 C,
sellins silhes nglezos, candieiros e castigis
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros d*
uai a dous cavados, relogios de onro patenta
inglez.__________________
Vendem se balaogas decimaei e urna de Ro-
mo com perteoces : na ra do Trapiche n. 9, ar-
mazem.
Relogios.
Vende-se ea casa de Johnston Patera C,
. do Vigario n. 3, una bailo sortimento de
elogios de curo, patente iDglaz, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamben
una variedade de bonitos trancellins para es
masaos.
Na loja ?o pavao.
V*nd*m-se muito lindos vestidos d* cambraia
bordados a seda, aendo de todas as cores a 6S.
ditos com barras e babados a 4S300, ditoa a 4g,
cortes de tarlataoa brancos bordados e de cores
a 3. ditos de cembraia brauca com bbados s
25500, dito* de cambraia bordados com bibados
e duas salas a 43, corle de berege com 22 cova-
do* cidi corte, tendo fies de seda a \, ditoi de
la a 40, cortes de cambraia com salpicoi bran-
co* e de core, tendo 6 varas cad corto a 3g,
ditos de Hpicos rxais finae com 8 vrass4?,
tudo islo se vende jor menos queem outra qual-
quer parte para aburar dioheiro, s na ra da
Imperatriz n. 60, loja e arm Alpakin ou gorguro de iinho.
Vende-ie eita nova fazenda a imita;o de seda
de quadriohoa a z;u o covado : t na ra da Im-
peratriz o. 60, loj e armazem do pavo.
Musselina branca a 200 :s
Vende-se n ueseliua brinca com 4 1|2 palmos
de largura a SOO rs. o covado : s na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do pavSe.
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas tiras bordadas para vestidos
e salas brancas a 800 e lji : na ru* do Queimado
n. od, loja do beija-flor.
S na grande expsito
defazendas novas e bara-
tissimas, na ra < a Impera-
triz, loja e armazem da ara-
ra n. 56, de Magalhes *
Hiendes.
Fazenda* por menos 10 0|0, queirarn vir ver
par atraditar, a eer : chite a l. 180 e 200 rs.
o covado, ditas francezas a 220. 240, 280 e 320 o
covado, cortes de chitas finas com 12 1,2 eovt-
dos s 3500, corles de casias fnncezas a 2JJ50O,
ditos pretos 2f500 : na ra da Imperalrizj'loj
da arara n. 56.
Arara vende oltstim para restidos.
Vende se a fazenda por nome oleslim de lioho
de urna s cor equadrioboa, propria nra c?p>s
vestido* de icnhora e roupa de manioo* a 580
o covado, fuslo de cores para vestidos s 280 e
320 o covado: na ra da lmperaliiz, loja da ara-
ra o. 56.
Aos manguitos da arara.
Vendem-ae manguitos e gila de lioho pira
senhora a i$, gollinhas a 500 rs eofeiies para
lenbora a 2g 3$ : na ra da Imperalrii, loja ta-
arara n. 56.
Tarlatanas com pal-
minhss.
Na loja do Pavo.
Vende-ie tailatna com paln.inhas de cores,
tendo cores proprias para luto a 30 rs. o cova-
do : na ra ds Im,eratriz n. 60, loja e armazem
do Pavo.
fBaloesde 15, 20, 30 e 40 arcos.i
Grande sortimento de bale* de arcos
. os melhores nesta fazenda e grandea ehi-
m tas frencezaa largas escuras a 210 e' 240
. rs o covado, dita* estrelles miudinhas a
a 100 r*. o covado, cambraia lisa para for- I
8m ro com 8 1,2 varas s 2# a peca, ditas fi-
as a 3$, 4$. 5 e 6J muito finas, ditas ffi
de salpiqulnho com S lt2 varaa a 3500 V
a peca, roteras alcoxoada* brancas a de II
cores para c.ma a 45G0 e 5, cassas de 5
cores francesa* Ilota a seguras a 320 rs o af
_ vivado, peg* de bretanha de rolo a W eg
algodao tr*ngado alvo muito largo nara al
8' toalhas 1 v.r*. enfeite. a Garibaldi
leodo pretos a b$ cada um. lengoa bran- 8
I coi com barra de cores a 120 cad* um S
roupa feita de todas aa quilididei muit W
barata, i loja est aberta ate as 9 horas S
da noite. ff
Cal de Lisboa
A 5,000 rs.
Vende-se barriscom cal nova chegada ultima-
mente, a 5. no antigo e acreditado deposito da
ru do Brum p. 66 armizem.
Vnde-ae para fora da praga urna boa es-
SEifiEEaY1-' "-
Esperanca
Loja de miudezas,rua do
Queimado n. 53 4, de
Guimaraes $ /ocha.
Para baloes.
Molis cobartaa de fio para saiss a 160 rs. a
vara.
Agulhas victoria o papel a 10 rs.
Ditas fondo dourado a 120 rs.
Lioha de peso, meadi a 100 r.
Dita froxa para bordar i 80 n.
Diti de carretel, 200 jardas a 80 rs.
Dita de cores, qualquer qualidide.
Gravatas
com boloase sem elles a 19, de cores e preta,
pira homem e menino.
Tranca de linho.
Recebeu um lindo ortimento desda trangas
prepriaa para aa leve roupaa da feita, just
que vao-se preveniodo.
Botes
para casaca e caaiveque, de corea e preto, pira
famisa madreperola fina, de osio para caiga a
320 a groza, muito fino. .
E!,,i.a...1.^11:r1.-.k,.......M.Pezes 80 hm e barato.
recebeu clchete reforgados do fio batido, a I W un t-cinnlin A^ D^^^^
caixa sao em forma U urna carteirinba ,m M 1 CSlrClta O IlOSdriO,
esquina d: ra das
18Larangeiras18.
Grodebicual2
ris a libra, e sendo de 10
libras para cima a 100 ris
Veode-ae nicamente por estes precos nos ir-
mazens progreasisla e progressaivo. no largo do
Carmo n. 9 e ra das Ciuzes n. 8C, affianga-se
ser multo novo.
Grande exposi^o de ba-
ldes de arcos na Jojf. do
Pavo.
Aciba de chegar loja do Pavao um grande
aoriimeoto de balda* de arroa americano sendo
Mathildo, Carola e a Eugenia que sao os
melhores e mais bem arma-es qe tem vindo ao
mercado com diversos tannos endo de 6 8,
10, 15, 20, 25, 30 e 40 arcos e afiacg.a-ae a du-
racao e boa qualidada dos ditos baes : s na
ra da Imperttriz n. 60, loja e aroiazem do
Pavo.
Mozambique a 040 rs.
Na k.ja do Pavao.
Veod*-se mogamiiqae todo de l sendo fa-
zeod* muito leve para vestidos d* senhora e
roupa para minino, com delicadas cores miu-
dinhas e tendo de ama s cor proprio par capas
de enhora tendo e*i fazenda 4 palmos de lar-
gura e vende-se a 600 is. o covado : na ra da i
Imperatriz n. 60. loj* e armazem do Pavo.
laamocambique a 400
res.
Na loja do Pavao.
Vende-se latiohas de urna a cor com qua-
drinhns e lista prepria par* vestidos e capas
sendo fazenda Ocissim* a 400 rs. o covado : na
ru da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavo.
Las com flores a -400 rs.
Vende-se lazinhas muito finas eom bonitos
padres a 400 rs. o covado : na ra da Impera-
triz n. 60. loj* e armazem do Pavo.
Arara vende a popelina da China.
Vtude-se a fazenda por nome popelina da Cbl-
oa em la para vestidos de aenhora a 320 o cova-
do, chales de merino eilampados a 3j, tilos de
lia a 1;}, ditos de la e seda a S^, ditos aterios a
610: ua ra da lmeeralriz, loja da anra o. 56.
Musambe da arara.
Vende-se a fazenda por nome muramb com
palo.as de seda de 4 ljt palmos de largo, propria
para vestidos de seohora a 500 r. o covado, ni
de licho de cores a 200 rs. o covado. dito lavr-
do a JISO a vara, liso fino a 780 e 800 .s. a va-
ra, tatlaUna a SCO ia. a vara : na ra Ga Impe-
I ralriz, loja da Tara n. 56.
Arara vende as crinolinas de 15, 50 c
40 arcos.
Vendem-se bales a crinolinas de arcos, os
mais modernos que tem viudo, ditos de maapc-
Lao e bnihantina, sajas de cordo que faz vez a
balo a 2^400, baloes para menina a Sj : ua ra
da Imperiiriz. loja da srra n. 56.
O babadim da arara.
Veode-se a fazenda por nome babadio.' com l'.s-
tras deseds para restidos de .enhora a 500 rs. o
covado, eobertas do chita para cama a V?, col-
rhae de fuslo para cama a 5?, dita avoliudada
a 8J, \terturas par camisas a 240 tidi urna
corles de caiga para homem, ce bdoi eterno e
clro, e de ga:,ga e fjsta, de quadrinr,o!. a 1 j e
1^280 o corte : na ra da Imperatriz, loja da
arara u. 56.
O Gira sol
defrente da Penha n. 33 vende mnleRa logle-
za luperiora 800 ris, dita franceza a 600, quei-
jos do ultimo vapor a IfBOO, ditos a lj700 e
155C0. cha fino a 2iS00, canas do doce de guia-
ba a 500, espermacete superior a 720 ris. su-
perior vinho do porto a 800, dito do Figueira *
640. 560 e 500, e todoa oa mais gneros Lons
baratos.
Arara vende as cassr. s chinezas.
Vende-se a fazenda por n inre rassss r.hinezai
a imitaco de aedinha da quadros, propria para
vestidos de senhora e routa de meninos a 240 e
280 o covado, riscado a Garibaldi a 280 o covado
para vestidos, cobertores de aUodo a 1, cim-
braias brancas a 1^600. 2$, 2J500 e 3 a pega: ca
ra da 1" peratriz. luja da arara n. 56
Qrgitndys da China da arara.
Vende- se a fazenda por nome orgao.i va da Chi-
na adamascado e palmas >'o cores, propria para
vestido e muito laigo a 4U0 rs. o covado, cipas
de la para srohora a 9$, ditas de groi-teorpie
modernos a 20 e 25$ : na ra do Imperatriz, lo;a
da arara n. 56.
Arara vende lazenda por nome mais
a mim.
Vende-se a fazenda por uomc mais a mim pa-
ra vestidos de senhora e adamascada, do bonitos
goslos a 360 o covado, pegas de cambraias d
salpiquinhoscom 8 f|2 vrr's e 3f500 e 4fc : la
ra da Imperatriz, loja da srara n. 56.
Titas e entremeios da arara.
Veodem-se tiras e entremeios da lardar, de i
e 5 dedos, de bonitos gestos a 1J280 e Ijr'O a
pega, ditas de entremeto al. t#200 e IjtiOa
pega, corpinbo bordado para meninos a I? cada
um : na ra da Imperatriz, loja da arar n.56.
Cheguem fre
-. -- ........uu. que
torna maito elegante, s ha na Esperanca a 80
" innh, m cartao a 60 is., oa duzia por
600 rs.
Pennas de ac
caligrsphlcii por 2$ 2400, verdadeiras de Per-
ry, e de outra qualidades, por meno doqoe costuma veoder, caetas par* e adquirir urna
poigao elfgaut (ecrvtndo) a 500 r., da mui-
tee qualidada como de borracha a 160, a balo a
160, a pistolete a 120, e muito bois e muito ba-
rata por 40 rs. cada ama 11
Perfumaras.
O cheiroso e mave sndalo a 1600 o frasco,
(essencia concentrad) pitbchouly, o mbar,
bouquet de nupciaa, o de Lahore, a vetivia a
magnolia, a roa, o jaimim, a flor de iarangeira.
eum computo sortimento da perfeaaria qu* te-
mo. Unto franceza como inglesas.
N. B. Temoa feito ltimamente um contrato
eom um fabricante que nos permita vender eate
genero, eujo coniumo e adiiota, por precoa in-
teiramente bajo e em rivalldade.
Banha.
Pomada imperial, frasco i*.
Jepooeza a tt.
Imperador a 1.
Imperairiz Eugenia a 1|.
Exposigao universal a 2500.
Moja amerieiuas a 500 r. e lf.
Vendem-se todos os gneros por menos do
que em outra qualquer psrte: maotefg ingleza
tica a 800 e 540 rs. a libra, dita franeaza a 640,
a em porgo faz-se algum abatimeoto, cha supe-
rior a 2J880 e 2?560 a libra, passas muito novaa
a 380 rs., nozes a 120 rs., amendoas a 300 rs. a
Ubre, superior caf a 280 r., toucinho a 300 rs.
a libra, macarro, aletria, talherim e mais masas
fioa muilo nove a 320 r., veiaa de carniuba
superiores a 400 r. a libra, ditas stearinaa a 720
r. a libra, queijos de qualha muito novos a 320
r. a libra, caizecom 4 libras de doce de casca
de goiaba a 800 rs., ditos pequeos a 560. vinho
de Lisboa a 400 e 500 a garrafa, dito Figueir a
600 rs. a garrafa, dito do Porto engarrafado a
1G00 a garrafa, 1&200 e 1JS600: alm destes g-
neros mencionado se encontr tudo quanlo
pertencente a molhados e de superior quili-
dade.
Potassa da (tnssia.
Vende-ieemcaia deN.O Bieber &
C, succeuoref, ra da Cruz n. 4.
Semeiites de hortaiiee viudas
de Paris
Chegaram loja de ferragens de Biitoe, na
ra da Cdeia do Recife o. 56 A, as novas s.men-
tes de hortaiiee viodas de Pari, ss quaes sao de
luperior qualidade. e se vendem bareiae.
Cal de Lisboa a 4$ o barril.
Tem para vender Antonio I.uiz de Oliveira
Azevedo. no seu escriptoriorua da Cruz n. i.
O e potassa
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente ehegados,
no bem conhecido e acredta-
lo dei^osito da ra da Cadeia
doRecife n. 12, mais barato
do que em outra quabju r
parte.
Grampos a balo
com pendentes dourados.
A loj d'guia branca contina na recapgo da
objecto do ultimo goito, e por iiso acab* d* des-
pachar vindo pelo ultimo vapor enes delirado
e Dovisaimo grampos de bonitas core com pen-
dente dourados o que de mais delicado e pida
encontrar. Essa loja como geralmente sabido,
tem sempre em fiel* a commodidad de ua
boia freguezias e por isso tem resolvido vaodar
ases galantea enfeites a 5j t 3 o par. o que na
realidade multo mais valere. Convm pola que
a vista d limitago do preco a aenhora que com-
prar em ou mais pares, oo se demore em par-
ticipar aa aua boaa vizinbas e intima amia: da
collagio, pire que as emiticm no sie parido
gosto, e aindam logo comprar oetroa pares na
loja de sua affeigo : qoe i a d'iguia branca, ra
do Qeeimado n. 16.
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0AJUO 01 PEINAMBUGO SEXTA FELBA 12 DI SETEMBRO M 1861
y
DIMINUIC&O DE PRECO
muito novas a 560 rs. a libra eera barril eom urna arroba por
FRANCISCO FERNANDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
A. yamagero que o propnetar.o deste crediticio armazem da molhados tem offerecido, ha
sido conbecida pelos seus numerosos freguezes, mas como assim ainda hajam alguns senhores que
nao se tem dado ao trabalho de esperimenlar, rogo a todos elles o favor de mandaren comprar suas
encommendas no armazem Progresso do largo da Penha n. 10, afim de verificarem a exactido
do meu annuncto ea differenca de preco e quaaidade que faz, se fossem compradas em outra qual-
quer parte, po.s para isso se recebe em todos os vapores navios de vela viodos da Europa a
maior parte dos gneros d. conta propria. Para maior concorr.ncia e commodidade, resolve o
propnetar.o encarregar-se par.com aquelles senboresque nao possam vir, nem mandar, de des-
daeltar e rernetter pela vu-ferrea para o lugar indicado, todo e qualquer genero comprado neste
armazem, afaanSando-se serem to bem servidos, como viessem pessoalmente. pois para este fim
auraa pessoa de connanca para de prompto conduzir as cartas na chegada do vapor.
Matltvttga l^taz* da primera qulidado da safra nova a 00 a 720 rs. a
libra, e em barril se faz abatimento.
fK ,UU ^ eeW a mais nova do mercado a 00 rs. a libra, e em barril a 860.
cua Uttxira 0 que Je poda desejar negle genero a 3??000 a 1bra>
Oaa UySSOIl 0 mais superior do mercado a 2&800 a libra, e em porco se faz ablti-
mento. r *
S|Uf5\JO 4o TililO chegados neste ultimo vapor muito frescos a 2S0OOO, ditos che-
gados em navios a 1&700.
5\*. ^TjtO verdadero ingles a 2000 a libra em porc,ao se faz sbatimanto.
L*taS Cm ftIIl*Il. para mimos a 19000 cada urna.
BOlaXllllia de soda em latas coi* differentes marcas a 19400, afianga-sa a boa qua-
lidade, assim como tem latas grandss com bohchinha proprias para lanche a 2*500.
L*agYimaf do Honro eSpesal viaho do Porto em garrafado vindo a sigunda vez
ao nosso mercado a 1$200 a garrafa e em caixsscom 1 duzia qor 12$000.
* *Vs0 eagaTT^iadO das melhores marcasque vem ao mercado, como sejao Duque
do Porto, Garcavelhos e Feituria a 19200 a garrafa.
A-Ie^TetaS -eom \\u\lO do Porto com 70 garreas proprio para casa particular
em garrafas 32J000, arianca-si ser de superior qualidade.
** ^N* V*t^ de superior qualidade Porto, Figueira Lisboa 500, 560 00 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
Sami* T\nada ein latas com 10 libras por 4*000, e em barril a 400 rs. a libra.
ItMW., mae*T*aO UUmlm 220 a libra, a .m i grandes por
69000. afianja-se ser muito novo.
C,\ioiiri$a oaios
129000 rs.
Lanas cm ppix .
, r ^ lo escabechadas segumtes qualidades savel, congro, corvina,
cherne, pescada, e vezugo a 19400.
VUS d te^periaasete a 680 r*. a libra, eem caixa a 660 rs.
V*M <1> eamauba refinada a 360 rs. a libra, e em arroba a 11 rs:
Vr^XUald do r,inO 560 rs. a libra, e em porjo a 500 rs.
BitO agl-iZ para fiambre 640 r3 Ubra%
A.mtXAll T^Site a era latas de 1 e meia libra por 1*500, ditas com 3 libras
por 2*600.
2,^f? ^ ^H**&* a 560 rs. o frasco, e 69400 a frasqueira con 12 frascos.
^jrS^T-^lOeS cora genebra de Hoanda com 25 garrafas por 9*000.
AV^lSfca rauit0 l'mpo, a 160 rs. a libra, e em arroba 49800,
4 ftV&QO muito novo a 160 rs. a libra, a 49800 a arroba.
iwa^ttlO suspiros era meias eaixinhas, do melhor fabricante da Bahia a 2*00cada urna
-* E
iJ -4^ o mais superior que ha no morcado a 240 rs. a libra, e em garrafes com 5 libras
por 1*600, so o garrafo val 500 r3.
3Sr,V'^f3.\'51lia da Franca muito nova a 200 rs. a libra,
JtlU&^ muito finaealva a 100 rs. a libra e em saccas se faz abatimento.
PaHtOS UOOM par, dante3 a 1Gq e 2S0 rs< 0 m)S0 com 2Q macinhos.
PlltOB dO g Z a 2*300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
SCfV^Jl ^S^t* das marcas tenenta, ou XXX a 6*000 a duzia e 500 rs. a garrafa.
?***V*jf. ItTlX^ft das mais acre litadas marcas a 59000 a duzia e 480 rs. a garrafa-
T IHnO vTMICO engarrafado o mais superior que tem vindo ao nosso mercado a 800 rs
tambem tenho de barril para 560 rs. a garrafa.
ToUttV\0 4 !uisb% a 7900O a arroba e 280 rs. a libra.
feve ao mo iavado a 300 rs a Iibra a a 9j000 arrobl> di,0 da 2 260 rs. e 890O0 rs. arroba.
ATIO^ de Maranhao a 100 r3. e 120 rs a libra, e em arroba a 39000 e 3*500.
\>5lOCO\a4 hespanhol a 19200 rs. a libra, ditto francez a 19100.
.i'4l.l?3u\. imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a libra, tambera ha para 500 rs, a libra.
1? falaS Qul Cala*.! pecego, damasco, pera, alperche, e ginga a 600 rs. alalta.
rtl?AS\a a Kaili^ a 380 rs. a latta affiansa-se a boa qualidade, e em porc,ao
se faz a batimento.
.** ..\1V-S francezas e portuguezas as maisnovosa 640 rs. a latta, em meias latinhas a
500 rs.
VlKllO RoTa^.^HX, Marg, Meloque e S. Juliende Medoque a 9,5000 e 10*000
a caixi, em garrafa 800 rs. e 1*000.
5 laIT)S o melhor pelisco que ple haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
^4^l)OlflS FiOVtSS a 1* o cenio ea 1*200 o molho com cento e taas, tarabem ha
proprias para conservas a 400 rs. o cento.
firva UOCe muito nova a 320 rs. a libra, eem arroba a 8*.
pe gffeve a 49 a resma, dito de peso pautado a 39, dito almajo bom a 39200.
J*laSSa para SOpa estrelltnha e pevide a 600 rs. aba, em caixinhas sahe mais
barato.
jdeill (ie tOiaate emlatas de 1 libra por 800 rs ede 2 libras por 1*500.
Aceite dOCe reBnado a 800 rs. a garrafa, e em caixas com 1 duzia por 89500;
dem de Lisbca a 720 rs. agarrafa e 5*600 a caada.
AlTiendoaS da cosca molla a 320 rs. a libra e 89000 a arroba.
Vinagre de LisbOa a 240 rs. agarrafa e 19800 a caada a fiansa-se a boa
qualidade.
4, a 1*800.
*'i^re DTS uCO qUese poja dezejar neste genero a 400 rs. a garrafa.
LlCOre TranceZeS de tods as quaUdadasquasa procurar a 19000 rs. a garrafa.
Familia dO >lara!lha> muito.lra achairosaalOOrs.alibra.
A lJ'>lO para limpar faccas a 180 rs. e era ponjao se faz abatimento.
Conhaque in^leZ a 900 rs. a garrafa e 109000 a caixa com urna duzia.
Alera dos ganaros cima mencionados encontrar o respei tavel publico um completo sorti
manto da tado qut tendente a molhados.
DE
Mano el Pedro de Mello
Largo do Livramento ns. 38 e 38 A
Defronte da grade da lgre}a, cojo titulo distioctivo
O BALIZA.
Neste vasto estabelecime
chara o respeitavel publico desta
capital e de fora, dm grande e
PERFEITO SORTIHENTO VE MO-
lhados, que se vende tinto em
grosso como retalho por muito
menos prego do que em outra
qualquer parle, por serem quasi
todos recebidos de conta propria.
AFuita attenco.
Todos os gneros sabidos des-
te novo armazem levarao urna
etiqueta para seguran$a dos Srs.
que nao quizerem vir fazer as
suas compras, e mandarem por
seus escravos ou fmulos.
Esta prevengo atiesta bem,
que a mais perfeita e duradoura
confianza se deseja possuir de to-
dos geralraente, e por isso nao se
pouparao exforcos para serem
bam servidos todos os Srs. com-
pradores, afim de que possa este
grande estabelecimamto ser apon-
tado como uro dos melhores a
mais acreditados desta praga.
Aviso particular.
Previne-se s pessoas de fora
dssta cidade qua podem sem re-
ceio albura mandar os seus pedi-
dos por escripto, que sarao satis-
faites com a maior ponlualidada
e boa f possivel, ainda mesmo
de objectos que nao sejam pro-
prios do-te esta bel oci ment, como
ferrados, roiudezas, eu medica-
mentos.
O anounciante desejando fa-
cilitar a consecugao dos negocios
que por ventura tenham os seus
freguezes de fra, se offerece
tambera para fazer procurar qual-
quer despensa ou licenga que de-
penda da autoridadedo Exm. Sr.
Bispo Diocesano, bem como de
apresentar qualquer consulta aos
senhores doutores desta cidade,
quer respeito de direito, quer
de nedieina.
a1 em Se rece')9 ualqur objecto como assucar, couros, laa, etc., etc., para serem ven-
didos, mdo a coat e o seu producto entregue promptamente a quera for determinado.
IVa intengao de possuir ramtis relajas, faz o annuncante todos estes offerecimentos; de
forma que ne-te esnbeledmento, nao s acharo os Srs. de fora desta praga um bom freguez,
mas tambera um amigo e um criado s suas ordens.
A todos em geral.
01 por acaso nao igradar qualquer genero sahido desta easa poda sor devolvido, que ser
tramediatamente trocado ou restituido o seu importe, conforme for exigido.
O annunciante protesta cumprir cora a mais seria e restricta exictidao esta sua promessa.
AcXof"CfiaS. em ,a,as de lres libras e^ Genebra verdadeira inglezade marca Gato do fa-
bricante Carduer & Broorahal de 19400 a
1*500 a garrafa.
dem de Hollandaem frascos pequeos e gran-
des de 500 a 190QO.
Graixa em boies a 210 rs., e a duzia a
2*700.
dem em lata muito nova a 120 rs.
Grao de bico muito novo a 100 rs. a libra,
Gomma excellente do Aracaty, a 100 rs. a libra.
Kirsch Wasser, excellente bebida do fabricante
Richard & Muller, em garrafas grandes a
1*500 a garrafa.
Licores dos melhores fabricantes ing'ezes e fran-
cezes e em differentes vasos de 500 a 19GO0
a garrafa de diversos tamanhos.
mais, a 29240 a lita.
H!aaJS!" ei"frascos detreslibrasemais.de
29800 a 39 e frasco.
AMENDOAS de casca mole da 240 a 280 rs.
a libra. !T
ALPISTE a 160 a libra, e em arroba a 49800.
Arroz da India de 100 a 120 rs. a libra, e em
arroba de 39 a 39400. /
dem de Java de 100 a 120 rsC a libra, e em
arroba de 39 a 3*400. \
dem do Maranhao de 100 a 120 rs. por libra,
e cm arroba de 3* a 39200.
dem do Penedo a 80 rs. a libra, era arroba a
29240 e emsjccos a 2*.
dem com casca a ICO rs. a cuia, e em saceos de
20 cuias a 29500. 4
Azeitonas em ancorlas de 8 garrafas a 500.
e em garrafa a 320.
Azeits doce refinado a 800 rs. a garrafa,
dem em barril e de primeira qualidade A'640
a 660 rs. agarrafa.
Bolaehinhas americanas muito novas de 320 a
360 rs. a libra.
Biscoutosebisoutinhos, araruta, a'iados: e ou-
tras quahdades de excellenles massas a 20
rs. a libra,
dem em latiohas de 2 a 3 libras e de diversas
qualidades, contendo urna lata mais de dez
espacies de biscoutinhos por 1*400.
Bolinhosde ovos era latas recomraendados pelos
senhores mdicos a 19400 a lata.
Rival sem
igual
Rival sem igual
Rival aam 11al
Ra larga do Rosario n. 36
R larga do Rotario n. 36
_ Ba Urg do Rosario n. 36
Padro TinAco vende
Pedro Tmco vanda
Pedro Tinoco vendo
Miodezaa muito barataa
Miudezaa muito baratas
Miudezta muito barataa
Carios de clchelos franeezea a 40 ra.
Eotampao do aiotos a 100 ra.
Ditas com vistas de guerra a 200 ra.
Ditas com personogens a 320 rs.
Pentes do borracha para alisar a 560 rs.
Sintos dunrados a 1$600
Agulhas fnocezas era caixinha a 220 rs.
Laa para bordar a 68400 a libra.
Tesoaras finas com loquo a 400 rs.
Botos para puoho a 120 o 160 rs.
Tinteiros com tinta e lampa de metit a 180 rs.
Meias cruas para homem a 2*400.
Ditae brancas pan senhora a 254OO.
Entena proles a 4800.
Liabas do croxel para bordir a 640 rs. o muso.
Jogos da vipora a 800 ra.
Ditas do bello xsdrez a 1J60O.
Gravatas com boto a 1*000.
Pinceis para barba a 400 e 600 rs.
Polaeiras de misaonga a 13180 o par.
Carreleis de linha a 30, 40. 60 e 80 rs.
I.uvjs do aeda cos toquo o 800 rs.
Eseovss para limpar denles a S40.
Ditas para cabello a If.
Ditas boao para unhoo 320 e 500 rs.
Ditai para roupa a 800 o 1*.
Asaim como um aoriimonto completo do rap
Paulo Cordeiro a 1*500, gane grosio a 18600, dito
JSSS groMO 'S&OO. dito Uno a lg280, Lisboa a
2*600, rolao francei a 2*900, Meurun lj(040.
Pechin cha
Chapeos da sol da sada a 5* : ni ra do Quei-
mdo n. 44.
Retratos de sua alteza real a
princeza de Italia D. Mara
Pia.
Tem para vendar Jos Azovodo Mala a Silva
na sua loja, ra do Queimado n. 55. *
Cambraias lisas.
Na loja do Pavo.
Vonde-se pec/a de cambraias Usas muito finia
com 8 ardas a 2J500. ditas com 10 jardas a 3*
ditas com 8 jardas a 3$,ditai com 10 jardas a 4* :
s na ra da Imperatrizn. 60, loja e armazem
do Pavao.
Brilhantirias de quadriiihos a
200 ris
Na loja do Pavao.
Vendo-so brilhanlioas >le quidrlnhos, tendo
de todas as cores (azeoda mullo encorpada o mais
larga que chita iogleja, proprias para vestidos,
a 200 rs. o covdo : s na ra da Imperatriz n.
60, luja e armazem do Paco.
As cassas baratas que o
Pavo liquida.
Plvora e chumbo
venda.
Joo Jo$ de Carralho Moraes Filho,
competentemente autorisado vende pl-
vora superior de dilerentes marcas e
chumbo de varias qualidades por pre-
co commodo : os pretenden tes poderao
dtrigir-se a sua loja de ferragens na ra
do Queimado n. 15, a contratar.
Livros de direito.
Na ra do Queimado, loja n. 14, vendem-so
por pregos commodoe as seguiste* obras de di-
reito : Lobao, ic;oas summariss, segundas li-
abas, nota* a Mello, interdictos, direito emphy-
tatico e processu executivo ; Fbureira Bor-
ges, diccionario jurdico; Barros, direito fi-
nanceiro ; Coelho ba Rocha, direito civil ;
bebdes da Cumia, obaerviroe ao cdigo crimi-
nal ; [)r. Lolreiro, direito civil ; Repertorio
da Lejlslecao Braaileira at a lelra Q por Fi hta-
D0 DE Ml'.NDON'CA,
EsiTcwo paUeiro.
Vende-ae um esvravo mogo, de boas qualida-
daa e ptimo padeiro ; e vendido para paga-
rem-se dividas com o seu producto : o ra da
louieratriz n. 50.
Na roa nova de Sania Rila n. 19, junio a
serrara da Sra. viuvo Cardial, ha muilo bom trel
de furo para vender em banis o por moco ra-
zoavel.
Vende-ae fioissimaa cassas francezas de coros
maito bonitas a 200, 240 e 280 rs. o eovado : s
na ra da Imperatrii n. 60, loja do Pavao.
Bramante to Pavo.
Vende-se pegas de bramtDle de listas tendo urna
s largura, com 27 varas cada peca, pelo bara-
tissimo prego de 10;} a peca, tambem so veDde
Oieiaa pogas do mesmo com 13 l|9 varis por 58,
esta fazeoda propria para lungoes, toalhas, ci-
a ganaia uo 'moiMjs lum inno;. i misas o serouias te, o em proporgao do prego
Manteiga ingleza perfeitamente flor de 700 a <" V,l .boJe 'godoztnho torna-se esta fa-
80I r 9 lhr xeDda maia barata sonao do linho, isto s na ra
U^TauZI, ... mM, nln J Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
dem de segunda qualidade de 5G0 a 640 res r ---------
Laa
a libra.
dem franceza de 5G0 a 580 reis a libra,
dem de porco em latas cora 10 libras a 3J600,
e a libra a 380 rs.
Ilem em barris muito superior a 360 reis.
Marrasquino de Zara a 800 reis o frasco.
Massas para sopa, macarro, talharim e aletria a
300 reis a libra e a caixa com urna arroba
bespanhola a 55>500, do fabricante Nervy.
dem finas estreltnha, pevide e outras a 560 rs.
a libra.
Mlhos inglezes e muito superiores a 500 reis
o frasco.
a
seda para vestidos
400 ris
S na loja do Pavao.
Vende-se las e seda para vestidos com muito
bonitos padrs, aeado fazenda qua sempre si
vendeu por 1$, e torra-se a 400 rs. o eovado para
apurar dinheiro : s na ra da Imperatriz n. 60
loja e armazem do Pavao.
Baras;0?ar!3S20a01bra' eem^osde36a^ 7 iJm .29 e fraseo grande rolha' br^^m-^a^i:^l{rde^I^^^u,
libras por 39200.
Caf do Cear de primeira qualidade, de 280 a
a 300 rs. a libra,
dem do Rio l. 2. e 3/ sones a 240, 280 e
300 rs. a libra, eem arroba de75, 7500
a 8500.
Cha parola de primeira qualidade a 3*200 a li-
bra.
dem uxim a 2800.
dem hysson de primeira qualidade de 1SS00 a
29800 a libra.
dem nacional de 1&500 a 19600 a libra.
dem preto homeopathico de 19500 a 1&800 a
libra, primeira quslidade.
dem idem nao homeopathico de 19500 a 1 }S0O
a libra, primeira qualidade.
Cevadinha a 240 rs. a libra.
Chocolate de Lisboa (do Abrou) encoramenda es-
pecial, qualidade esta que sera medo de errar
a melhor que aqui tem vindo a lf a 00 rs.
o massinho, c ntendo 12 e 2 paes.
dem hespanhol e francez premiados era di
versas exposicoes, de 800 a 19 a libra.
dem suis-wo de differentes qualidades, como se-
jam baunilha ecanella, etc. etc. de 19100 a
19400 a libra.
Charapanha em gigos cora 12 garrafas inteiras ou
de 24 meias ditas a 129 a duzia, e em gar-
rafas de 1*100 a 1200.
Chourigas das mais novas a 480 rs. a libra eem
barril de 1 arrobado 13 a 149.
Charutos superiores -Guanabaras, Lanceiros,
Delicias, Napoless, Parisiense?, do afamado
fabricinte Jos Furlado de Simase outros de
1500, 1*800, 2, 29600, 3*600 e450
o cento.
Ceblas a l9o milho com mais de 100 ceblas.
Conservas inglezas muito novas a 800 rs. o
frasco.
Cognac inglez em barril, garrafa a 640 rs.
dem idem engarrafado de 800 a 900 rs. a f ar-
rafa.
Doce de goiaba era caixes e em latas, prepara-
do especialmente para embarque, garantindo-
se a boa conservado por um anno.
Ervilhas em latas de 1 e 2 libras de 700 a 800
rs. a lata.
Extracto de absvnlho em garrafas de 1 Ii2 gar-
rafa a150. l
Farinha de trigo Fontana, das marcas SSS, ga-
lega, family, de 120 a 160 rs. a libra.
dem do Maranhao a 160 rs. a libra, e 49800
a arroba.
dem de araruta, especialmente preparada de
a 320 e 360 rs. a libra.
Figos muito superiores a 240 rs. a libra.
Garrafes com mais de 5 garrafas de vinho do
Porto fino, a 3*200.
dem idem de vinho verde a 29800.
dem com mais de 5 garrafas de vinagre de
F. &S. de Lisboa a 1*600.
dem idem com vinagre de Hamburgo a 19000.
dem com mais de 15 garrafas de genebra de
Hollanda a 6*000.
Genebra do laranja em fraseos grandes a 1*000

de vidro.
Sozes superiores a 200 reis a libra.
Phosphoros do gaz a 2*300 a groza, e a 200
rs. a duzia.
Prezunto de Lamego o melhor do mercado a 480
re3 a libra, e era porgo 460 rs.
dem inglez para fiambre a 560, 640 e 700 rs.
Passas das de carnada de 320 a 400 rs. a libra
e era caixa de 5 a G*000.
Palitos para dentes ma^os com 20 macinhos a
160 rs.
dem lichados idem dem com flor a 240 reis
o mago.
Peixes curvina, safio, linguado, pescada, peixe:
espada, pargo, robalo, salmo e lagostim,
em latas hermticamente fechadas a 1*300 a
lata de l a 2 libras, sendo preparado pelos pri-
meiros fabricantes de Lisboa, Inglaterra e A-
merica.
Queijo flamengo do ultimo vapor a 2*000.
dem idem do ultimo navio a i9400., e em cai-
xa a 19200.
Idem prato de 600 a 640 reis a libra.
Salpicos, vindos de casas particulares a 640 reis
a libra.
Sardinhas de Nanles a 380 rs. os quarlos, e
meias latas a 580 reis.
Serveja marcaTeen te, Cobrinha, Cavallinho e
outras marcas a 4, 5 e 5*800 a duzia.
Sag a 280 rs. a libra e em garrafes com 5 e
6 libras liquido por 1*600 cora o garrafo.
Sabao moga de diversas cores e dos melhores a
120 o 200 rs. a libra.
Sal refinado em potes de vidro cora rolha do
mesmo por 600 rs. cada um, s o pote vale
e dinheiro.
Sal refinado em potes de louca com lampa da
mesma por 500 rs. cada pote.
Toueinho de Lisboa do novo a 300 rs. a
libra, e em arroba 89800.
dem idem menos suporior de 160 a 200 rs. a
libra, a em arroba do 5*000 a 69000.
Tijolos de grande tamatiho a 160 rs. cada um
(para limpar facas).
Velas stearinas a 640 rs. o maco.
dem do Aracaty. carnauba, a 400 rs. a libra.
dem de composic.ao de Buenos-Ayres a 440 rs.
a libra.
Vinhos engarrafados vindos parte delles de conta
propria. como sejam; Duque do Porto, Ca-
rnees, Chamisso, Silva & Meneses, e outros,
que se venciera de 19000 a 1*280 rs. a gar-
rafa e em caixa de 12*000 a 15*000, a
esperam-se novas qualidades.
Vinho Bordeaux das marcas Margaux, S. Ju-
lien, e outros a 800 rs. a garrafa, e a du-
zia a 9*000.
Vinho verdadeiro de Setubal em barril e em
garrafas de 640 a 800 rs. a garrafa.
Vinho do Porto era pipa das melhores marcas
de 5*000 a 69000 a caada de qualidade
especial.
Vinhoda Lisboa, Madeira,Carcavallos, Figuaira,
francez, e da diversos pair.es da 39000 a
495001 caada.
lo bom goslo, vidros ;>iu es^elho de todos os
laraanhos de 12 at 36 po'.legajas de alturi, ri-
cos tremsde jicarand com consoloo de podro,
gamma laca, molduras francezai para eneitei
de urotiros e outras mallas obrts de bom gos-
to e por barato prago ; Da ra da Camboa do
Carmo o. 12, lojt Ja mareineiro de Joo Gonc.il-
ve* Lu:*s Lisboa.
Manguitos egollas de
cambraia ricamente bordados
Vondem-so manguitas o .ollas de superior
eambraid ricamente bordados pelo iosigoiflciote
prego de ?o o par do manguitos com urna golla.
sondo que sampro coala rao 6* adi par, oasirn
pois recommenda-se aos amigos da santi eco-
nomii que iproveilem i boa occasiao, dirfgin-
do-sa com dinheiro a loja da boa fe na ro do
Queimado n. 22.
Vende-ae um excelente .avallo cachito eom
muitj boos andares o proprio para a testa por se
achar muito gordo i quem o pretender e quixer
vo-lo pode dirigirlo ra do Hangel n. 53, on-
de achara com quena tratar.
Cabriolet.
Vende-so um excellente cabriolet de duas ro-
das por prego muilo commodo, visto ter o dono
do rellrar-se para o mato : a ver na ra do Ara-
gao n. 37 o iralar na rea do Livramento n. 8.
S. o-Rua da |mpmtriz--N. 5.
A esmeralda.
Loja de modas francezas.
Lavam-se thapeos de palhs da It.lia, pondo-
sea ultima moda, livam-se chapeos do Chille
muito #m conta. Na mesma ba para vaodor ri-
cas capellas para bailes eeasamentos, v.alidoa da
belonda para dito, luvas enfeitadas do plumas e
llores de laranja, borzeguins de selim branca
ricos leques, a lindas rosas solas pora obello*
apeles de tartaroga, assim como so fazem ves-
tidos, cipas, manteletes, zoave, e bernu tudo
.que exiKe a ultima moda ; retebem-se por todos
os vapores os figulinos de Pars, tambem f.zem-
se cortinados ptra camas e jaoellas.
Sitio,
Vende-se um sitio na estrada do Rosarinho, no
oitao di igreja do mesmo noroe, com boa ca.a da
podra e cal, contendo 2 salas, gsbinote. quarlos
connhae copiar, tem boa aguapara beber, estri-
barla, cocheira, baixa de capim, muilaa larannei-
raa daa melhores qualidads, e bastantes outras
irvoree de fruclo, tanque para bnho o jrdim
na Trente : trati-se na ra da Cadeia do Recife o.
2o, oo pa ra Noca n. 55
Aos senhores bolicarios.
Assucar candy : na ra dos Guararapes d. 42
em hora de Portas. '
Voooe-ae urna casa araei em cbioa pro-
prioa, concertada de novo, quintal gr5n!e e mu-
rado, cacimba com boa agoa, na (reuuez's os
Afogadoi; quem a prelener dirija s. travessa
daiLruzes n. 4, lojs da calgado, que au dir
quem a vende. '
Cuiiduo! chumbo!
Vende se chumbo de munigSo sortido e de di-
versos nmeros, a retalho ou om purges por
prego mais barMo que ecn outra parlo; n roa
larza do Ro.irio n 34. botica.
Eosas e btuquels
artificiaes com ebeiros
A loja d'aguii branca acaba de receber lindas
rosas e bouquets artificiaos com agradaveis chei-
, ros. asiquaesservem para Irazer se na nao ras
i occasioes de bailes, casamentos, etc., etc. o le
! aqui oovissimo. porm de muito goslo, e oouca
; deipeza ; custam lj> e 1-}Mi0, e acham-se uuica-
monte aa roa do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Vendem se tachas de
ferro cuado do fabricante mais
acreditado : na ra do Brum
u. 28 B, armazem de Jos da
SiivaLoyo &C.____________
A S.000.
Chapeos de sold seda a 5; cada um : vso-
de-se oa ra do Crespo esquina da ra do Im-
perador n. 7.
Nivabjadabinteira
queveniebara o,
na ra da Cruz do Recife
Manoel Jos da Fooceca, partecipa a
todos os seus freguezes e juntamente ao
respeitavel [mol.o, que tem gronle sor-
8 tmenlo do regadores, uso da Europa, i.0
vende-se muito barato, bahus, baciaa,
banheiros, baldes pin despejo, bacas de C
_ senieupa, gamelas pira banho, Utas para \
jt deposito de farinha uu outra qualqoer a
> serventa, canecas pan condutir agua, 5
I machinas para caf, balaloa para compras;
I ha sortimentode outras multas obras e to- S
das de diferentes tamanhos e juntameo- M
te enverniaidaa de diversas cores ; rece- S
bem-se enctmmendaa a se fabricim j
vnntade de seus dooos e jautamente se j
aanra a boa qoalidade e perfeigio das 9
mesmis obras; ba folha de flandreso es- J
tanho om vergainhas 700 r., verniz co- S
I pal l>>200 rs.. latas de arroba IjOOO ]
I rs., cocos a 1; 100 rs., canecos a 1^004 rs., S
regadores a 1980 rs., bahus grandes a fi
49000 rs. o peqoanos a 600 rs., bacas a
grandes a 4#000 rs. o pequanas a 600 rs. 1
Tudo isto venle-se na loja de fuoiletro,
que por signal tem urna baodelra na por- I
ta quo gira com o vento, esta chama-so ft
a loja da bsodetra.
Ra da benzalla Nova n. 45.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Acha-se venda no eacriplorio da Amonio
Laude OUveiri Asovedo & C. rn a Cr.x n. 1
obra escripia pelo viicondi do Urugoiy.Eoiaio
Sobre o Direito Administrativo; Miamos de to-
car elogios a ata obra, basta o non de ou al-
tor para a tornar recoinmoodad. dos volumoa
m bj ifhura lOg, ontadernado 12$.
Farello
om saceos grandes a 4j: no armazem do Sr. Luiz
Antonio AOOOI na eacadioha da slfandegs.
GusIhv Bousset & u -
Ra da Cruz numero S.
Vendo barenquei francezes ero latas
tendo cada lata 2i e 50 peixes, na mes-
ma casa vende se serveja americana em
barris, tudo por preco baratissimo.
alageos Polares.
Sabio a' luz, c acha-se a' venda na
Livraria Econmica, a obra vertida do
inglez pelo primeiro tenente da armada
I Colla tino Marques de Sotiza, a qual
I tem por titulo Descobertas e Aventu-
ras nos Mtese Itegioes Polares
roa
Sir John Leslie,
Roberto Jameson
E
Hugh Murray.
Esta importante obra compor-se lia
de dez folhetos, do custo cada um de
lf, e ornada de um mappa dos mares
polares, e de bellas estampas, que suc-
cessivamente acompanharao os folhetos,
que mensalmente se publicarao.
*-?
W Vende-se una casa terrea em bom esta- fi
0 do e por preco cominodo sita na ra de %)
S. Jos : quem a pretender dirija-se a ra 9
A do Fogo o. 22,qua achara com quem tntar A
*****%*
|Vende-se
quatro moradta de casaa terreas novas ainda
acabando-se da pintar, muito bom coostruida
oo bairro da Boa Vista ra dos Praxerea: a tra-
tar por compra ou alugual com o Sr. Antonio
Carneiro da Cimba no largo doa Coelboa taarici
Sabaaiopol.
\
MUTILADO'




DU1I0 Ofe PIRMMiUQO SEXTa MllA 12 DE SETEMBlO DI 186a.
7.
Coke e alcalro.
Coke da melhor qalidad, mullo proptio para
vapor, tambem para todoa oa so* domestico,
foraoa pequeos grandes, etc., para eatea ser-
Ygos, o cok* maia econmico do que qualquer
oatro combestvel. por aer meooa de meted* do
prego e de maia deraco.
Alcitro, eate aendo applicado navios, bar-
caria, alvareogas, canoas, etc., preata muito bom
effeilo, cooaervando a madeira de todaa aa qa-
lidadea de bichea, fezeodo durar em lempo inde-
finido. Tambem coneerva madeira de edtfica-
0s, preservaodo-a doabichoa e contra o tempo :
aa propriadadee cbimicaa deate alcalro de car-
yo maia forte do que qualquer oetro, extrahi-
do de madeiraa oo outrai material.
Quem preciaar achara renda, do armazem do
gaz. llua do Imperador.
Preco do coke 12$ por tonelada.
Prego do alcalro 500 ra. por caada:
Eiifeites para senhora.
Oa melhorai enfeltei pretoa e de corea qae ap-
paraca a 59500, 69 e 6JJ500 : na loja da Victoria,
na ra do Qaeimado n. 75.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no bra^o.
Muito lindaaeaixiahaa ecabazaa para maninaa,
de 100 ria ate 29500: na loja da Victoria, na rea
do (Jj.ii.ndo n. 75.
Franjas pretas com vi-
driiho e sem elle.
Rico* aortimeotoa de franjas pretas e de corea
aorc Tidrilbo e sem elle : na loja da Victoria, na
rea do Queimido n. 75.
Para atai* cabello:'-
Tambem ha chegado linios pentes de tarta-
ruga todo entraado com fita de borracha, de
forma que o cabello amarrado flea dentro de am
engredado, intelramente cousa nova, e de muilo
gosto, assim como com Ufo e lizos de lidos fei-
tios, que se vende por prego mallo razoaTel : a
no vigilante, rus do Creapo n. 7.
Luvas de pellica.
Tambem chegado as verdadeiras lavas de
Jouvin maito frescas tanto para homem como
para aenhora ; 9*fao vigilante roa do Crespo
n. 7.
Gravatinlias.
Tambem chegado aa linda* gravatiohas com
liados botss, qee se vende pelo barato preeo de
la : s no vigilante, roa do Creapo n. 7.
La para bordar.
Tambem ha superior la para bordar qae se
vende por l'.? a libra, aaalm como lia de familia
que aa vende a le, e em cada caixioha muito fina
pelo baratisaimo prego de 73 a caixinba : i no
vigilante, rea do Crespo n. 7.
Espelhos,
Z/inhasde peso verda-
deiras..
Lionas finas de peso verdadeiras, meadaa
grandea a 140 rn : na loja da Victoria, na raa
do Quaimado n. 75.
Phosphoros de seguran?
Phoapboro* d eeguranga, por que llvra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
aa raa do Qaeimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Balelaa maito grandea a boaa a 160 riis ama i
na loja da Vicloria, ns ra do Queimado o. 75.
Lnha de croxei para la-
byrintho.
Aa meibores liorna de croxei para labyrinthe,
novalloa monatroa 320 ria um : na loi da Vic-
toria, na ra do Queimado n. 75.
Sinios dourados para se-
nhoras.
Ltados sintos douradoa psr* senhoras a 29200,
dito* de ponta cahida a 49, ditoa de fita a I96OO :
na loja da Victoria, oa ra do Queimado ?. 75.
Ricos espelhos de
moldara dourada par&
salas.
Chegoa pira a loja da Victoria ama peqaeoa
porgo da ricos espelhos de varios lmannos para
ornamentos de salas, sffiangando-se aerem o*
melhorea em vidroa qua lem vndo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
Laa multo boa de todas as cores para bordar, a
7c a libra : na loja da Victoria, na raa do Qaei-
mado r>. 75.
Lifihas do gaz,
Caixinhas com 50 no-ellos de linhaa maito fl-
nss do gaz 900 ria a caixa, ditaa com 30 no-
valloa a 70 ria, ditas com 10 novslloc grandes
a 700 ria, braucs epretas: na loja da Victoria,
na raa do Qaeimado n. 75.
sem se
Tambem ha grande aorlimento de espetaos re-
dondoade moldara donradoa de todoa os tama-
obos, com excellente vidro, que se vende pelo
baratisaimo de 3$, 4g o 5$ : a no vigilante, raa
do Crespo o. 7.
Sin tos.
Tambem chegado oa muito deaejados sirios
com ricas fivelaa de concha e borlote ao lado
cousa muito chique ce vende palo barato prego
de 4j, assim como ricaa fivelaa para sintos com
podnnhasde lindos gostos que se vende a 1}600
e 2g; a no vigilante ra do Crespo n. 7.
Chegado pelo va-
por fraacez so para o vigi-
lante finos peutes de mar-
rafa.
E' chegado os lindos pentinhos dourados com
muitas lindas molduras de differentes goaloa pa-
ra mairafa oa travassos, poi* s com a viita oa
compradorea sabero apreciar o quinto sao deli-
cados pelo baratisaimo prego de 3J00() o par :
aaalm como aem ser douradoa de lindoa goatoa,
pelo barato prego de 25 : na ra do Ceeapo n. 7.
S6 no galo vigilante, ra do Crespo n. 7.
Gr%mps a balo.
Tambem chegado aa lindas grampaa s balo,
coaaa mailo linda : a no vigilante, ra do Crea-
po n. 7.
Vetas e arroz.
Vendem-se volas de eapermacete a 640 a libra,
arroz de caaca em aaccoa grandea a 2$800 cada
am : na taberna da travessa do pateo do Paraso
n. 16. com oilao para a raa da Florentina.
Faze* das pretas
superiores.
Groadenaple preto maito aaperior pele dlmi-
oato preco de 29 o corado, panno preto maito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9f o covado, caaemira prati
maito fina a 2g, 29500, 3, 39500 e 49 o covide,
mantas pretss de blondo muito superiores a 12$,
mantelelea de auperiorea grosdenaplea pretos ri-
camente bordadoa a 35?, aobrecaaacaa de panue
preto maito fino a 309, casacaa tambem de panne
preto maito fino a 309, paletota da panno pralo
One a 18 e 209, ditoa de caaemira de cor mea-
alada a 189, aaperiorea gravatiohaa eitreltaa a
19, ditas da setim maco e de gorgaro mailo sa-
, rieres para daaa voltea a 2$, ditaa eatreitinha*
com lindoa alnetes a 29, aaperior gorgaro pre-
to para colletes a 49 o corte, ricos asfeiles preto
a 69, e assim outrss muitas tazendss qae aendo *
diobeiro a viata, veodem-ae por presos maito ba-
ratoa : na ra do Qaeimado n. 22. na bem conhe-
cida loja da boa f.
Raa do Queimado n. 55, loja de miudezas de
Jos de Azcvedo Mais e Silva, coohacide por Jo-
to Bigodicho, est vendendo tudo pelos prados
j subidos, porm quem nao souber lenba a
bondade de vr o que i bom e baratiaalmo:
Frascoa de Lavande muito finos, a
Ditoa de oleo babosa apartar, a 320 e..
Frascos d* agoa de colonia muilo tina a
Ditoa de dita grandes superior, a .
Caixas com pos cor de rosa para limpar
denles, a.......; .
Dazia deaabonetaa mailo finos, a .
Varae dnico dasllbaa, est no resto, a
Carrileis de linha preta muito grande,
e tem malta linha, a..................
Bengalas do melhor gosto, a : .
Tioleiroa com tinta muito boa, a .
Barataos de enras (rancias, .
Ditas de carias porluguezas muito fi-
ns a .......
Varas de Ota de velludo recortada, a 160
Frascos de banha de urjo mallo supe-
rior, a...........
Ditos de dita transparente, a .
Fraacoa d* macaca perola, muito fino, a
Dilo* de dito oleo, mailo fino, a .
Varas do fita para (azer sintos dos me-
lhor** goslo, a........
Babado do Porto para todo o preco. .
Labyriotoa muito 6ooa para todo prego.
Barra com phoaohoroa muito boos, a .
Mtssosda linha fina para bordar, a ....
Cartea de clcheles superiores a 40 o
Escovaa para limpar denles, a 200 a
Carrileis de retroz de todaa as coras, a
Booecas naas porm maito bonitas,
240 e..................
Gravlas de duas vollaa muito supe-
riores a..............................
Fioa e masaos de coral de qualquer qua-
ltdade a...............................
Sabonetes grandes e maito fiaos, a....
Agelheiros com agulfcaa......
Filas para eaparthoa grandes e pe-
queos a60e........
Varas de tico de 3 e 4 dedos, a .
Caixas com agulhas francesas curtas, a
Linha em carloes brancas e de cO-
801'
500
400
600
160 :
600!
801
160 I
500
160
240
160
240
600
800
200
108
500
160
240
80
400
240
320
800
500
120
80
80
120
200
Camisas bordadas eoutros ob-
jectos necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se ata bailo lor-
timento de bonltaa caraiatahaa de fina cambraia
com babadinboa e mui bonitoa bordados da no-
vos e delicadoa deatnhos, as quaaa servern mai
bem para oa modarooe veatidoa de frente abarla
a vendem-ae pelo diminato prego do 39 cada
ama ; assim como bonitos manguitos s balo com
gollinbaa de aaperior cambraia e al e todos bor-
dadoa, com panhos virados a cada par pelo ba-
ratiaaimo prego e2fl, o qae admiravel aviata
da auperioridadeda obra, a bem assim panhos e
gollinhfts tambem bordadoa com bonitoa botea
a 29 a guarnigo, a gollinbaa aoltaa igualmente
bem bordadas a 19 cada urna a mauguitos a 800
rs. o par. A viata poia de am to complato aor-
limento neohuroa aenhora deixati da cemprar
aases necesiarlos objectos tanto maia qaanto a
commodidade dos prego* convida a para qaa to-
doa sajem bem servidos convem qaa mandem
logo comprar oa taja da guia branca raa do
Queimado n. 16.
A oja da guia
branca ruido Queimado a. 16
Acaba de receber oa precisos objectos segain-
tes:
Asp*s da btala grandea a pequeas.
Fila com colxete* branca, parda a preta.
Dita de la para debruar vestidos de coras.
Trancinha de caracol miado conhecida por bom
tom.
MUnoles pretoa e braceos em caixinbss.
Anulosa imprtaos fundu doarado.
Ditas victoria em caixiobaa a papis.
Retroz preto Guo em carreleis graodes:
U mi vigilante,
Collares para senhoras ou me
ninas.
E' chegado os moitos desojados collares do al-
jofares fiogindo madreparola, com urna cruzinha
da pedra* ttagindo brilbantes que sao muito ele-
gantes, pois scom a viata que ae poder apre-
ciar, que ae vende pelo barato prego de 39 cada
um : iato s na loja do gallo vigilante, ra do
Crespo u. 7.
Advirti pretos
Timbem chegaram oa lindes aderegoa pretos,
sendo daaa pulselras, rosetas, alGoetes, ludo em
urna calxlnlia, inteiramente ceuaa nova nests
prags, todos muito delicado* pela grande mo
de obra qae tem, pois as peaeoaa de bom gosto
s-berao apreciar : s no gallo vigilante, ra do
Crespo o. 7.
Aglll?s<
20
&H&f!l*%
DA
Fundicao bw-Moor.
Boa da Senzalla Nova n.4t.
Fiesta stabelesimeato contine a haverum
coapleto surtimento da moeodas a meias moan-
das para ecgenlio, machinas da vapor a taixas
da farro batid> a coado de todos ostamanho
para dito,
J ehegaraii os remedios
do Dr. RaduayResolutivo
renovador, promoto allivio
e pitillas reguladoras,
No droguista Raymundo Carlos Leite
Irmao ra da Impertriz n. 12.
Tambem *o chegadaa aa verdadeiras agulhaa
Victoria, do faodo dobrado, que ae vende pelo
barato prego de 100 ra. o papel: s oo gallo vi-
gilante, ra do Creapo o. 7.
Cape lias para nuiva.
Tambem ao ebegadaa as linda* capellas bran-
cas, o oais delicado que pode haver, qae se veo-
de pelo baratisaimo prego de 79 e 65, lamben) ha
oulraa maia ioferioces qae ae veude por 2# e 3&-
Fede-se qae quem liver da comprar qualquer
decte* objectos, queae apreae antes que ae aca-
be, poisfo apenas urnas pequeas amoatraa que
aerecebeu : sno gallo vigilante, ra do Creapo
numero 7.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
oh nston
42.
& C ra da Senzalla Nova
u
Tendem-s caixes ya-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1$280 cadaun :
nest typographia se dir
So a hall Hallora & C, lando recebido or-
dam para vendar o aoa creactdo deposito doralo-
gioa vjalo o fabricante tar-sa retirado do nego-
cio ; convida, portento, a poaaoaa qaa qaizeram
possairacm bom rologio do oaro oa prata do ce-
lebra fabricante KornOy, a aproveitar-ao da op-
portanidada sem parda do tempo, para vir com-
pra-loa por commodo pr*co o aoa aacrlptorio
roa do Trapicho D.18.
Boa fama n. 35.
Vende os seguintes ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
Grampos a balo com pandante doarado* a i$
o par.
Pentes imitando tartaruga para bandes, alti-
rr o gosto a 30 o psr.
Fivelaa para sintos, fazenda inteiramenta nova
a 2j> o par.
Aifloetes pretos com doarado para senhora, in-
teiramente novo* i; cada aro.
Bntes pretos com dourado para puches, intei-
ramente novos, a 29 o par.
Bolea de tartaruga para panhoa a 19500 o par.
Na ra do Qaeimado, loja de miadexaa n. 35.
da boa fama.
Tinta para marcar roupa.
Vende-se linta para marcar roupa a 1$.
Agaa de malabar para tingir cabellos a 59 o
(rateo: na ru* do Queimado,loja de miudezaan.
35, da boa fama.
Cartas finas para jogar.
Veode-se duzla de btralhoa de cartas finas com
as ponas douradas a 69, dita sem aer dourada a
39500 o 4S : na ra do Queimado, loja da mia-
dezas n. 35, boa fama.
Fitas tic la para dehrum.
Vondem-ae pega* de fila de la para debrum a
lf, a am vira a 120 rs., ditas de sede a 29400, a
ero vara a 240 : na raa do Queimado, taja do
miudezaa n. 35 da boa fama.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores stoslhsdo adamascado com 8 pal-
moa da largura a1$600 rs. a rara : na ra do
Queimado n.2?, na loja da boa f.
Damasco para colxas e para
ornamentos lie igreja.
V*nde-sa maito aaperior damasco do l de
ama s cor, maito proprio para eolias a para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato prego de 28800 rs. o covsdo : na raa do
Qaeimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pechincha.
Vendem-se corles de superior gorgaro de **-
da para colletes pelo baratisaimo prego de 19,
19 e 39 o corte : na ra do Qaeimado d. 22, na'
bem conhecida taja da boa f.
UfaAIL
sem segundo
Na ra do Qaeimado n. 55, taja da miadexaa
da Joa do Azevedo Maia o Silva, esta queimando
todaa as saaa miudezaa muito boas baratsi-
mas, a saber :
Sapatos de tranga de la mullo superio-
res a
Ditos de la para meninos de peito a 200 e
Parea de boloes para panhos a
Caixas com papel da diversas qaalldades
sortido a
Ditos decores o melhor que ha a
Tbesouras de 6 polegadas a
Atea proia muito lina (libra)
Pagaa de OU para cs, de superior qua-
lidade a
Novalloa da linha qae tem 200 jardas a
dem idem de 400 jardas a
dem idom de 800 jardas a
Linha do gaz de 10 e 20 jardas a tres por
doua barato.
Caixaa da folaa com phosphoros a
Cornet'S de chifra para anlreler meni-
nos a
Carrileia de linha da 100 jar Jas a
dem da Alexandre mailo superior a
Dazia de facaa e garfos, cabo preto, mul-
to Onaa a
Caixas com colxetes frsncezes a
Ditas com phosphoros do gz a
Dilaacom dilo de vela muito superior a
Caixaa com iscaa para accender charutos
Duziaa de meiaa craaa muito encorpa-
daa a
Duzia de meias brancas a
Duzia de meiaa brancas muito fioas para
aenbora a
Masaoa com grampos de todaa aa quali-
dadea a
Boleas multo finas para guardar diobei-
ro, servem tambem para guardar fumo,
e aervem tambem para senhora a 500 a
Thasoaras pequeas, porm maito li-
nas a
Ditaa para unhas tambem muito supe-
riores a
Marca* para cobrir, sao pequeas, porm
o prego convida a
Parea de meiaa de cores para meninoa a
Parea da meias brancas para meninas a
Croza de peonas d'ago de todas as qua-
lidades a 500
Caixaa com 100 anvelopes muito finos a 1000
Groza de bolea de louga pratisdos a 240
Mauguitos com goiliuhas.
Vende-sa mauguitos com gollinhas, fazenda
mailo boa, pelo barato proco de 2^000, gollinhas
o punhos ultimo gosto a 29000, gollinhaa maito
fin** a bem bordadaa a IgOOO cada ama na raa
do Qaeimado loja da miadexaa da Boa fama,
n. 35.
19440
400
240
700
700
40
100
320
40
60
120
80
80
30
100
89500
40
20
20
40
2$400
1)600
39000
40
800
200
406
10
160
200
Tiras e ntremelos bordados.
Veode-se pegas da tiras bordadas de 2,500,
j 3,000, 3,500 e 4,000 ntremelos a 1$600 e 29OOO
cada paga na ra do Queimado loja de miadexaa
da Boa fama, n. 35.
Potassa da llussia
e Americana.
No ascriptorio de Maooel Ignacio de Ollvairs &
Filho, largo do Corno Santo o. 19, por prego
mata barato do que am outra qualqaer parta.
i^ara os tabaquistas.
Lengoa muita Oooa imitago dos de llnho de
muilo bonitos padroes o da cores Oas maito
proprioa para as pestoaeqae lomam tabaco pelo
barato prego de 45800 e 5>500 a dazia: na raa
doOaeimodo n. 22, na bam conhecida loja da
boa f.
Bramante de linho.
Vanda-se mullo saperlor bramante de linho
com daaa vara* da largura proprio para lengea,
pata barato prego de 29400 rs. a vara: na bem
conhecida taja da boa f. na raa do Queimado
?. a
Novos pentes
de tartaruga e ui&ssa,
com (lourfcado e sem elle,
para htar cabello
A loja d'aguia branca acaba da receber eises
pentes de que as aminora* tanto precisavam para
igualar aoa pequeos douradoa. O sortimento
pequeo, porm completo, porque tem de tarta-
ruga e misaa, dourados e sem o ser. A belleza
e perfeigSo dellea difficil destrever, a por isso
limitamo-nos a dlzer qua ellea sao de um dese-
cho novissimo de apurado gosto, e de castosa
execugo, na qual o artista elevoa-se por sua
peiicia. Tem ello* s forma de ura lago de fita no
centro do que se coohece o feche por meio de
urna fivella, isso alem de rendados, tanto os i*
tartaruga como os do masa. Agora, pois, qu*
apparece o bom, convem que as senhoras se nao
demorem em mandar comprar na loja d'aguia
ranea, ra do Queimado n. 16.
Moendas meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 58, fundicao
de D. W. Bouman.
Na ra da Iinperalriz nu-
mero 20.
Veode-se o seguate.
Bramante com 10 pilmoa do largara a 19500,
riscadinhoa eataroa de cor flxa a 160 rs., cissa*
-e core* a 280 e 320 rs., oleados para cobrir
roeaas a 2$, indianas muito hnas a 1, chitas a
160. 200, 240, 280 e 320 ra., cambraiaa de ssl-
t icos de coras e brancas a 400 rs., cobertores
braocos sesearos a 19200, I96OO a 29, pannos
finos pretos a de cora* a 29, 29400 e 39, cam-
braiaa para cortinadoa a 29 a pega, ditaa lisaa t
29. 39, 43 e 59, tapetes muito finos a 69 79,
chapeoa de seda e de castor muito finos e do ul-
timo gosio de Paria a 89 e 99, ditos do feltro fi-
no copa alta a 59, MMBtttaa para forro do carro*
a I96OO, corlea da dita maito fioa para calea a
49, pegas da eotremeios s 19, o finalmente ma-
dapoles, algodoes, bros, brclanhas a outrai
muiia fazenda qu* o dono do ealabelecimanlo
ai reaolvido a vender maito barato aflm de
aparar dinfaairo, dan Jo-ge ae competentea amoa-
traa com penhor
Machinas americanas.
Emca*daN. O. Biabar & C, laccassores,
raa da Cruz n. 4, vendem-so :
Machina para regar hortaa o capim.
Ditaa para deacarogar milho.
Ditaa para cortar capim.
Salina com pertences a 109 a 209.
Obraa da metal principa pratoadaa.
Alcalro da Saecia.
Varniz da alcalro para navios.
Salsa parrilhada primeira qaalidada do Pari.
Vinho Xerax do 1836 em caixaa da 1 duxia.
Cognac om caixaa da 1 dazia.
Aradoa a gradas.
Brilbantes.
Carrosas peqaeoas.
Milho e arroz.
Vndese em saesos grandes, maito barato,
por lar grande porgo, chegado estes djas de
lltmanguape: oa travessa do pateo do Pai'aizo
n. 16 com' oitao para a raa da Florentina.
Bouecas fraucezas.
Vende-se bonacas francezas ricamente vestidaa
a 49OOO o 5$000, e 2|000 bonecaa de cera com os
olhoa aovedgos a 2(000 e 3000, na raa do Quei-
mado loja de miadezas da Boa fama.n. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-s* Avalas da ago para ainto a I95OO rs. a
29OOO na ra do Qaeimado loja de miadezas
da Boa fama. n. 35.
Baleias.
Venda-sa baleias 120 rs. cada ama aspa de ago
para balo a 166 ra. a Tara, bandes a 19500 rs. a
29OO o par, na ra do Qaeimado taja da miadezas
da Boa fama, n. 35.
A 2#500, s o pavo.
Vendem-se cortes da cambraia brsnca com 2
3 babadoa.a 29500, ditoa da tarlatana brancos a
da cre*,7com barras e babadoa a 39: na ra
di luipajaBriz n. tiO, loja armazem do pavso da
Ga_
de seda.
da seda para anfeitar
na raa do Queimado
i oabadoa.a 2;f)0u, ditos de ta
da cores.Tcom barras e baba
di impjaj&nz n. 60, loja ara
Gam Mjfilv._________________
^Lascarilhas d<
Vende-se caacarrilhaa -
rostidos a 29000 a pega
taja de miadezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vanda-ae meiaa de borracha paraqaem padece
da aryaipala a 159000 o par, meiaa de teda preta
par. aenhora a 1$000 o par oa raa do Queimado
loja de miadazaa da Boa fama, n. 35.
Perfumaras muito linas o
baratas.
Opiata iogleza a 1$500 rs, dita francesa a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedade hygicniqae
verdadeiro a 19(00 o frasco, olao baboaa de Piver
verdadeiro a 800 ra. o frasco, agua balsmica
para oa deotea a 19000, dita do Botot tambem
para os dentes a Igooo o frasco, pomada franco-
za em paos s 500 rs. e 19O00, 320 rs. saboneta*
maito fino a 640 ra., 800 rs. a I9OOO cada um ns
ra do Queimado loja do miudezaa da Boa fama,
n. 35.___________________________________________
Superior brim branco de
linho
Vanda-sesaperior brim tranco de linho tren-
gado pelo baratissimo prego de 19200, 1$440 e
19600 a vara, dito maito encorpado de doas fios
o da linho paro a 2$ a vra : na raa do Qaeima-
do n. 22, na bem conhecida loja da boa f.
A 2,400 rs. a uzia.
Longos brancos finos psra algibeira pelo dimi-
nuto prego de29400 r*. dazia : na bem conhe-
cida loja da boa f, na raa do Quaimado n. 22
Cambraias de cores
Vendem-se cambraiaa francezaa da cores fa-
zenda maito fina pelo baratissimo prego de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na raa do
Queimado n. 22.
Para luto.
Pamoa de seda elastieoa para chapos largo e
estraitoa a 19500 : na raa do Qaeimado n. 22,
oa loja da boa f._______________________________
Laazinhvis muito linas
para vestidos.
Supariore* laazinhaa para vestidos de muito
bonitos padreaqua se vendem pelo baratissimo
preco da 440 rs. o covado : na raa do Qaeima-
do n. 22, no loja da boa f.
Cartas finas para vollarete
A loja d'aguia branca acaba de receber am bom
orlimeoto de carias com Ilotas mui fins, papel
lustroso e opaco, ecaraclerea de novos desenhos,
representando aa figuras oa grandes persooageoa
das guerras da ltilia o outros. J se v, pois,
que com une barataos aaaim booa o bonitos, tor-
na-ae anda maia deleitavel o entreler-se parta
da noite no divertida voltarete, tendo semprs
espadtlba, maoilba, basto, etc., etc., o pelo con
Irario am pichoao, ao qualos bolinhosea cha va-
na do bom cha do rtaoo da casa far eaquecer o
pouco que perder. Os baralhoa da canto redon-
do o dourado castam 69 a duzia, os immediatos
59, e nutroa 49, 3$500 o 39. Tambem ha finaa
para oa apalxonadoa da biaca, espadilba, etc., i
viata do que nao ha mais a cansarse, o pretao-
denta dirigir-ae com dioheiro raa do Qaeima-
do, loja d'aguia branca n. 16, que aer bem ser-
vido conforme o louva*el coslume.
Fazendas de bom
gOSlo.
Lindos corles de precalia para vestido o caaa-
veque igaal com barras iguses ao figarino que
acompanha cada corle, ditos de la decores com
barra de mnilo goslo, superiores sedas de core
de padroes muito lia-loa a 29 o covado, ditas de
superior qaalidade com um pequeo toque de
mofo a If o covado, superiores corles de cam-
braia brancoa bordadoa, dito* de blonde brsocoa
com mana e capelia paranoiva, lindaa mugam-
biquea decores para vestido a 480 rs. o covado I
ditas maito fioas matisadas a seda a 640 rs.','
mailo superiores cortes de seda da cores os mais
modernos que tem vindo a Pernarobuco, saiaa
brancas bordadaa de cambraia de Escocia muile i
finas, lindos chapeos de palha de Italia para se- i
nhora a Eageoia e Beatriz, ditos de palha del
feltro entestados com muilo bom gosto para me
nios, tiras bordadas, eotremeios tapados e trans-
parentes, fronhaa de labynolo, lengos de cam-
braia de liobo bordadoa, ditos de Wbyrioto, su-
periores bsles americanos de 13, 15, 20,' 25,
30 O 42 reos para senhora, ditos de 8 e 11 ar-
cos para menina, luvas de pellica de Jouvin pa-
ra homem o senhora, superiores maoteletes de
seds, capas de aeda bordadas para aenbora, bour-
nus ou capas de phantaaia, mantaletes brancos e
oulras muilns fazendaa de bom goslo por pregos
maia commodoa do que em outra qualquer parte '
na loja do sobrado fe 4 andares ra do Crespo <
0^13, de Antonio Cort de Vaconcelloa & C
Paletots a 6$.
de caf a tta : na raa da Imperatris n 0, ,oj, a'Q
pavao.
vado
s
Ha para veoder-se um excellente cozinbei-
ro: na raa do Cubase n. 18, obrado.
Veode-ae taberna alia no paleo do Tergo
n. 1, muilo propria para um principiante por
ler poucoa fundo, j tratar na mesma.
Calcado barato!!
Na loja do Porto esquina da roa da Madre de
Dos, veode-se urna porgo de calcado com pe-
qaeoo defelto maito barato.
m
superiores chapeos
Chapeos do Cbyli muilo finos, ditos
do seda superiores, ditos de sol de mui-
to superior qualidade de 8, 10, 12 e 15
asteaa : na loja do sobrado de 4 andares
raa do Croape n. 13, de Antonio Correa
de Vaacoocellos & C.
Pechinch.* sem igu,*i.&
%& Superiores cortes de seda de core *0
^ com 18 a 20 covadoa cada corte pelo d
a baratissimo prego de 209 o corte, las S
W de cores de quadros e de flores para ves- *&
sjp lido de senhora e de meninos a 200 rs. |
e& o covado para acabar: na loja o so- ui
W brado de 4 andares roa do Crespo n. 2
W 13, de Antonio Correa do Vasconcellos ^
Esprame*!
Loja de miudezas ra do Quei-
mado numero 33 A.
Costureiros.
Agulhas Victoria papel a 120 rs.
Linhaa de200 jarda da todoa os nmeros a 80 rs.
Caacarrllha a pega 29.
Dilaa muito boa vara a 400 rs.
Tranca da linho para todo prego.
Pranja da seda, de ltaho, de elgodo maito ba-
rato.
Retroz, linha da novelo etc.
Meias.
Um completo sortimento sendo de cores para
meninos a 240 rs.
Ditas brsncas s 200 rs.
Ditas para senhora a 210, 300 a 400 re.
Ditas para homem s 5;e f.
Ditas pretas para aenhora a 400 a 860 rs.
Gravatas
com boto a 19.
De corea mailo boaa para homem a 1$.
Para meninos eslreilinhas a 800 rs.
Pulceiras
de contas miadinha a 19.
Da cabello a 49.
De phantasia de dito etc. a 500 rs.
Botoes.
Para casaca o para caiga a groza 320 rs.
Para camisa muito fino groza 19400.
Grandes para roupo groza I96OO.
Pequeninoa para criang 1$400.
Alamares.
Para capote a dazia por 800 ra.
Colxetes.
De fio batido especial auzi* 720 rs.
De carto 14 pares a duzia 500 rs.
Em caixa pretos s duzia 8C0 rs.
Brincos.
A balao brancos, enesrnadoa, azues e dourados o
par por 19.
Hozeiinhas com podras qaa parece diamanta o
par 19.
Penas e caetas.
De todaa as qualidades especialmente da caligra-
phia a da langa.
Canetaa para aprender escrever pelo systema de
Sculy urna por 500 rs.
Papel.
Almago pantado 500 folfias6$.
Dito dito 420 ditas 42(500.
Dito dito 420 ditaa 4$.
Dito liso 39100.
Dilo ce peso azul e branco 48500.
Dilo azul lio2(500.
Uito pequeo tarjado 19500.
Dito peqaeno de coras 1200 e 19500.
Dito tarjado de prelo 1&500.
Envelope cenlo 1?.
Obreiaa do colas 100,120 o 300 rs.
Pentes de tartaruga.
A imperatriz 89 e 10; o que ae vendea por 169
e 208000.
Direito para alar cabello a 49.
A imitago por 19.
De arripia para meninos a 800 a 19*
Tartaruga para alizar 3$.
De bfalo para saiga e caballo 400 ra.
Pentes de borracha pequeos para trazar por ca-
sa muito boos a 320 r*.
E inflnidada dearligos novamente chegados
loja Esparan rus do Queimado n. 33 A.
Chitas escura a 240.
>endem-ae chitaa francezas escuras a 240 o co-
nsjua^da Imperatriz n. 60, Kja do pavao.
i *
e
liquidaijo p0r to<,
o pre^o, na loja do
Serlanejo,
RA DO QUIMADO N. 43.
'Appare^am con? dinheiro que naol
deixarao Je comprar.
ve'un V. Te"Ud0 P",0 Bo.dedos a 1
309. 409. 50 70. ,hlJas d, ball0 *lm $
ludo eaetimaia,,.!^ j piM ie.
^/.5*'n2*,g?.1,,,:h"e m"> *
9. J e JoOO, gollinhas rambraia borda- *
daaaS00.6ti0.700.800,900 19. ciu* W
de fil bordado a 120 rs., ccsave^uoi de 1*
faalao a 59. 69 e 7, meias de seda g
braneae e preta* par sanhora a t;20O '
o par, tiras bordadaa a 500 a 7P0 ra. S
lade qaadro edfestada 300 o 300 rs! 1
o covado, cambraia preta a 400 440 :5
ra. a var, organdys de eores a 610 r- 3?
?ara, fil branco adamascado psr* t,r
tinadoa vestidos a 400 e 500 reis a
vara, cortes ae eollett d* s*rmira bo- *?
dado, pretos a 29 a 39000. ditos ',, R
e ludo de cor e pretos a 39, 49, 59 ? Gg, &
paletots de brim branco rancez*
39500 a 49500, Cilos de eaaemia de
rea pritoa a 149 e 169. dfloi
preta e de cores s
camisas de peito de linho
de eolitte de orgurc a
29200, 3J e 8|5O0,eolletes Mioil'bii^
branco a 29000, ditoa feito* da
I 29500 e 35500, diloa feitus da caaea
J a *BO0, A$ a 48500. dilo* da velludo a
59, 63 e 79, ditos da fusto decores *
1J500, um variado sortimento de meia
para homem e aenhora, grioaldss aom
flores, chales de froeo, esparlilhos, a lo-
da a qaalidada do roupas feitas para hu-
mara que tudo ae venda por melada ^o
aeu valor.
i
*
I
co-
39, 3S500, 49 e 4S(!0*
a 29500, eoiu*
1 19300, 1|700.
>sd- bi
fcorgura.
&mamm&ism mma&3v&:
&.
arroca
t
Veode-se urna carrera nova bem consUulda O
bem ferrada, e que serve para boi e cavao por
ser apparelhada para urna e outra cousa : r.n roa
da Concordia, tenda de ferreiro junto a uc, esla-
leiro de carointeiro.
Vende-se urna mobilia
XV : para ver e tratar na ra
primeiro andar.
de mngnu
das l.rues
a l.niz
11. li.
Lencos branco
com barras de cores para meninos aljj
a duzia.
A loja d'aguia branca tambem vende bona e
bonitos lencinhos brancos com barras de corea,
proprios para n eninos, [lo diminuto preto do
19 a dazia. Aviia da limitigo do pregj tli
siguen: desconfi ria bondade da fizen'.s, mas
para deseognno c dirigir-se, re ve ni lo de dinbi I
ro, ra do Queimado, luja d'sguia bran-1 '. 16,
onde oa achar patentes.
Aos Srs consumidores
de gaz
Noa armazeoa do caes do Ramos ns. 18 e 36, G
D.t ra do Trapiche novo ( ro Recite) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira qua'i I e
e_recentera-nie chegado, a 14*000 a Isla de S ga-
loes, assim como bias do 10 e de 5 garrafoe, o
>
Sfcra ot.. fagi*u<
Fazendas baratas
NA
Loja do pavao.
Cambraia organdys a 280 rs.
Vende-se cambraia orgaodya de cores com mo-
dernissirooa padroes a 280 o eovado, e csasaa
francezaa muito finaa a 240, 280 a 300 ra. o co-
vado : s na loja do pavao, raa da Imperatriz
numero 60.
Bordados baratos.
Yendem -se gollinhaa de cambraia o de fil bor
dadaa a 500 ra., manguitoa a 1| o par, mangaitoa
com golla bordada de cambraia a 1$600, o tiraa
bordadas o ntremelo ; na raa da Imperatriz n.
60, loja do pavao.
Alpakiu a 280.
Venda-so esta nov* fazenda de linho a imitago
de sedes de quadrinhos miadinhos propria para
vestido do senhora, roupaa p*r* menino*, aendo
fazenda qae nao deabota, a 280 o covado : na ra
da Imparatriz n. 60. loja do patn.
Escravo fgido.
Fugio outra vez do poder do abiixo essi,r jJo
o sea escravo Usnoal, de nagae maior fe 4U so-
nof, com os efunntes i(naes : estatura re il r,
cb> io do corpo, olhos grandes ifarmelht i
rosto redondo, cestuma en bregar-se a miudo, o
por isso tujao. Poi do herdeirosio Bnado Au-
guato da Cusa Guimar'*, do Recif-- E' grande
mentiroso porvezes j lem silo castigado por
fagas and.inoo no sanho. Colum* otver pelo
bairro da Boa-Vista Santo Amaro Recomo en-
da-se ae auloridartes policiaes e sos le bor*e ca-
pite8de campo a captura deate escravo ; e qifm
o trouzer ui' senhor na ra da Cruz do ll ilfo
n. 23, ser rerompeneado, prot stando o abaizo
asaigDado cor Ira quem o secutar com ludo o ii-
gor da le.Domingos Rodrigos de Andr*de.
Fugio no oa 6 deate d:<.-i o cabra aci tela-
do Jos, ii aiiura meno* que regular, cabello cor-
lado baixo por se Iivr ratp'do, corred.o.- <; cal-
vo, levou caiga aiul e blusa de algoso branco
trangado.com tres bolges, aendo doa do lado
esquerdo e ura do direito, chapeo de coaro cu
feliro ; tem por coalume ganhar os ru, leuio j
Irabalhslo no encanamento do Cambrou, cons-
ta que se aancebado com urna prets de
nome Rita, e que tem ealugi no Mondo Novo,
om* preteime passar por forro : roga-se i os se-
nhores da policia que o prendam ; e oa mora-
dores do Mundo Novo qae o conhecem q a ve-
nham entregar ao aeu senhor Joaquim Luoacio de
Barros Lima, na ra da Sau^a'iR n. 11. Boa-Vista
Chitas largas 2U rs.
Vendem-se chitaa largas a 200 rs. o cosado por
tar am pequeo toque de mofo ; na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do pavao.
Bramante l#.
Vendem-se pegaa dr bramante de linho de
ama a largara com 27 varaa a 100 a pega, tam-
bem so vende 1|2 pega rom 13 1|2 varaa por 59 ;
i a raa da Imperatriz o. 60, taja do pavao.
Cariiauti
Vende-se a mala aaperior cara de carnauba qae
ha no mercado ; na ra da Imperatriz n. 60, taja
do pavo.
No Ola 1 *0o correla ausonlou-ae o mula-
lioho Maooel, eacravo, tom o signan seguioles :
idade 14 anno, cheio fo corpo, cor clara e n.s-
cilenl, cabellos carapinhoa, olhos pequeos, e
como de qum soiTreu nelles tacn no^o, tem
falta de um denle na frente no queixo superior,
a primeira viga mostra o acanhmento proprio
doa escravo do campo, tem o andar feio, aa
maoa e pea curtos e grossos, a ponto de parece-
rem inchadoa, levou can.isa de algodo oe :i>trs
o ca'ga azul nova, chapeo de palha de carnauba
usado ; aeppde seque ande a^ui rrrsn.o na c-
dade, vitto oue a ella veio pela primeira vez, ou
que teiilu acumpanhado algum mo lmi de alu.o-
creves : roga-ie a autoridades policiner, capi-
les de campo, a qualqutr petaos, a prehan-
sao do referido mulalinbo, que se grat;fi-->r.i ge-
nerosamente na ra ae Apollo n. 43, primeiro
andar.
Catubr*ias lisas a 3$
Vendem-se pega* de cambraia Usa muito lina
eom 8 1|2 varaa a 3j pega : na raa da Impera-
triz n. 60, loja de pau.
Chaina baratos.
Vendem-ae chelea de marin da corea aendo
maito grandea a 39 : na raa da Imperatriz n. 60,
taja do pavao.
Atteoca
Acha-ae fgido deade 5 do correle o escravo
pardodenomeLeoncio.de idad de 16 annss,
leeoa veatido omisa de algodo branro, .' i
le brim deeooladu e chapeo de palba de car-
nauba, o sicnal asis visivel ter em un,a das
pernas duas cicatrizas provenientes de foge, fot
b* poacos -las preso no* Afogadoa e rrco tilo a
cedeia a ordem do subdelegado de S. Jote e oo
dia cima torno a usenlr-se, fot visto no do-
mingo 7 nt Passagam da Magdalena; pde-e
por taoto aa aaioridadea policiaea e mai peatuaa
qua delle tiverem coabecioenlo ou Delicia o
apreheodam *o levem a aoa senbor i>a rus da
matriz da Boe-Viei n. 11. que ae rcor> pepaari.
i o de gratificado
a qaam pegar o pardo Francisco, de 17 aones
de idada, de bonita figura, com todoa oa dentes,
cabellos carapinhoa raivos, cate pardo (oi de
Sr. Dr. Borgeada Fonseca, o qaal viajoa com e
ooearxio senhor todo o serle e auburblo* desta
provincia,necessaitam-nte quando era aeu ei-
cravo, e talvax anda se inculqaa a aervigo de
me*mo : quem o pegar quoire entrega 1o a aoi
legitimo dono na raa do Hopicio n. 6.
Ignacio Lata de Brito Taberda.




8
DIARIO DB flRNAMBCO SEXTA fEli A 19 01 SETEM3R0 DE lff.'
1 literatura
O naufragio da crvela D. Isabel.
Do grato porlo da gentil Marseille,
Qual cysoe as atas levantando aoi tris,
Dnfere as velas para o Tejo undoso
De guerra o lenho, qe nao leme os mares.
Saniosa, a Ierra euniprimeola-o, salva
A'lm o.cjaiili Licolor bandeira ;
Tan.beni sudoso lhe responde as honras,
segu vanu na Teluz carreira.
Tranquillas "2uis, que lherendem preilo
Por gloria inunda, qe aprega a fama, .
Beijenrlhe o outue de Isabe, formoao,
Que a linda popa com primor recama.
Com vento feito, qye lhe infuna as velas,
J)e beque erguido, j de mar em fra,
Desdenha as plagaa africanas, redes.
Das quaes ai crengas, cuja f deplora.
Torera Marroeo, que ciumes rala
Di v6r altiva do navio a prds,
Invoca os ventos e do mar as ira*,
Coliseos, raios e o trovo que atrda I
O nauta, nescio de vioganga tanta,
Mireii o lanbo, tendo em mos a sooda,
Te qae na poma de Tarifa o vento,
Q je entio soprava, de repente ronia.
Has, sempre dextro, vigilante, activo,
Dos asp'roa marea o furor vencendo,
Sem que Iba escapea os preceitos d'arle,
Veleja e monta Trafalgar tramendo.
Terrivel noule, de profundas trevas,
A trra envolve com espesao manto,
Nos lesos cabos, no masaarae, os ventos
I/iiGmi rijos un sinistro canto.
Da negras nuvens o tufes rebeotam,
Pedrisca chuva sobre o lenbo lomba.
Eslroge os ares a porcella borrivel,
Crepilim raios, o trovao rebomba 1
Visando o nauta o temporal desfeito,
Prevendo males que evitar soia,
De Barcelona ou de Gibraliar ao porto
Reflecte e pense, que arribar devia.
Ais catuaradas o perigo coota,
Ojee o conselho nesse mestno instante;
Has vendo o voto, que seguir deviam,
Amaina as velas, e presegue avante.
Fuzilam logo crepitantes flamraas,
O vento berra, todo o mar negreja,
As vagas quebrara com fragor medonho,
Dos cus a ira divinal troveja.
A trra treme que desabam montes,
Tremeni as rochas que tufes agitam,
Fulraioara raios, e raogeodo os pilos,
Accesas lavas os velcoes vomitam.
Era vao retumbara da bosina as vozei,
Em vo ordeoam a maneira ousada,
Doudcja, joga, piooteia o lenho,
Que o mar sacode com feroz pancada 1
Aquailes qu' arribada se oppuzeram,
Qaando o cauto piloto a pretenda,
Teinnudo a motta certo que os segua,
Arribar, oj tormenta, ento quizeram.
O arbitrio enndemoa, ora proposta,
O bravo eapto experimentarlo ;
Porm, ionio o couslho assira votado,
A camprir-lhe o desejo est disposto.
frava. pois, di bosina, j roeqienhi,
A corveta dirige n'arnbada,
Eilgeiro, apezar de fatigada,
A marja a manobra deserapeoha.
Cada qual o dever cumpre em seu posto,
Que braso da crvela i disciplina.
Cada qual olha o nauta, que rumiua
Projeclos de bravura, alegre o rosto.
E' silencio da morle all reinante,
O nivo infeliz nao corre, vi,
E s 'le vcz em quando urna voz sa....
Andar assim..., assim..., do commandanto.
Mas terrivel, cruel, fatal momento I
! i' grito de exterminio o aojo enta:
ArreQauu..., arrebenta mar prdi...,
Terra... ierra se v sota-vento I
Qual cresa di um leo, liada Isabel
Era rao piocura i ganas lbe fugir,
Mente o lorae ao enverno, e vas cabir
as syrles toruieutosas de Espartel 1
0 mar augmenta furia, o vento aperts,
L a gemito medonho fere os astros,
Bebente se o g'rups, reodem-se os ma3tros,
1 ica todo o costado u'agua aberta.
J mergalha o poro, mergalha a tilha,
Toda a r se separa oo davante ;
F~i pedamos desfaz o mar bramante
Toda a borda, irmcheiri lemo e quilha.
s >bre lanos destrogos fluctuantes.
Entre mil alaridos, gritos, brados.
Procuran salvaro os desgranados,
Mis fortes, valerosos navegantes.
Aqui uns Gcara logo mutilados,
Awi outros por ondas eogulidos,
E poucos, fatigados, aem sentidos,
Pelo mar sao s coatas arrojados.
Completo eslava o quadro, Inste e feio
i;.- virrgaoca creel da Barbaria;
Mis restava iola um hornera, que se via,
De Isabel as ruinas bem no meio.
Era o meta qu' ao braco recostado
Po q0 fra em outr'ora o calavento,
Tranquillo aguarda o ultimo momento
Da v.i |j' o dever s tom votado.
.-. ......rt^nwn
POLHGTI1I
ron
AMEDE ACIIARD.
(Continuago do n. 208.]
XI
Com as vistas, sombro, o mar percorre.
Chama os seus camamas___, todos faltan,
E volvendo-se, as vagas o assaltam,
Cambaleia, escorrega, tomba e morre....
Ento brada ama voz melodiosa
Do aojo, que do mundo a lorie rege :
Os bravos de Isabel, qae o ceu protege,
Ti-erm sepultara gloriosa.
V1LLEL.V TAVARB3.
Beclfe
( Diario do Rio. )
0 papado e a rcalesa.
A causa do papa a cama da egreja, a causa
da egreja a causa de Deus, e a causa de Deus
a causa da verdade. Compenetrados deste
principio de ioconeutsa verdade, vamos anda
urna vez defender os direitos do calholicitmoin-
carnados na pessoa do pontfice. Qaando as ea-
capelladas ondas da revolugo ameagam sub-
mergir a barca de Pedro preciso qae as forjas
catholicas se reunam para alfrontar os furores da
tempestada hertica...Nao que ella possa ser ven-
cida; mais alto que os grandes athletaa do erro
fallam as promessas : nao ba por esse lado nada
que receiar. Entretanto nao coorem atender
mais a durado do imperio das trevas; lempo
de apparecer a |verdade cora to los os atavios de
soajjgrandesa omnipotente, ciogida ao diadema
de sua gloria immarcessirel.
Hoja mais que nunca torns-ie necessario que
as milicias catholicas se apreaentem em campo
descoberto, empregando todo o poder do seu va-
lor para salvar a causa dj mundo deteniendo a
causa da egreja...Qjando as bayonetas de Vctor
Eraraanuel ameagam envsr-lhe o corago...quan-
do os arteficios de Napoleo pretndeos solapar
sea fundamento, qaalquer iocuria na defesa da
causa santa um erro ; mus que um erro,
um crime...E' preciso que os levitas do Seohor
alcem sua voz em prol de seus direitos e que o
catholico nao se esquive combater os comba-
les do Eterno...
Acsbamos de 1er um artigo do nosso amigo e
collega o Sr. A. J. de S. Paraso em que os di-
reitos temporaes do papado sao contestados e re-
putados como inuteis e injustos. Confessamos
que Acarnos sorpresos com a sua leitura ; entre-
tanto acalantos a opiniao do collega e respaila-
mos a sua conviego; somenle pedlmos-lhe ii-
cenga para sobre ella reflexionarmos um pouco.
Nao o espirito de contraaizer que nos leva
isto : a polmica oos ofensa : a aanlidade da
causa que nos vence a conscieucia a nos guia a
penna. Esperamos que o collega nao leve a mal
nosso procedimento: foi ara dever, qee nos im-
pomos ; alem disto sabemos guardar as conve-
niencias.
II
O collega principia tratar da queslao do po-
der temporal dos papas pelo lado do direfto pu-
blico. Nos o acampanharemos nesso terreno.
Pelo lado do direito publico nao ba urna outra
soberana, qae se aprsente revestida de um
gra mais subido de legitimidade e firmada em
ttulos mais incontestaveis.
Sigamos as pegadas do collega.
A sociedade moderna, diz elle, impregnada
das ideas de civilisago e de progresso procura
sanar as feridas, qua a sociedado autiga deixou
gravadas em seu seio. E' por isso qua toda a
Europa se levsuta protestando contra o poder
temporal, e, com a espada na mo e com os ca-
nhes em campo, procura extinguir a usurpaco
feila por Pepino e Cirios Magno, e concedida ao
chefe da egreja, oa antes procura fazer esappa-
recer (na pbrase de Henry lleine) o concubinato
que existe entre o poder temporal e o espiri-
tual.
Nunca vimos em termos tao formaos procla-
mado o direito da forga representada pela espada
e pelos canhes! O que seria das dynastias, o
que seria dos thronos, se a sua existeacia esti-
vesse merce do mais poderoso? O que seria
das sociedades se o poder, que as rege, pedesse
ser impunemente derrocado pela espada e pelos
canhes de um deapota ? de que Valeria a diplo-
macia ? o que representara o direito internacio-
nal? Quando o direito da torga bouver supplan-
tado e substituido a torga do direito, collag, a
huraanidade ter perdilo suas leis, ter sahido
de seus eixos naturaes ; quando a espada di jus-
lica houver sido quebrada e vencida pelos ca-
nhes do despotismo, qaando o seu tarono fjr
oceupado pelo espectro da tyranoia as sociedades
j nao subsisiiro, sua surte ter sido mais lasti-
ma vel que a de Sodoma e jmorra...O imperio
da forga o imperio das trevas, o imperio das
trevas a morle o mundo...
Deus nos livre de que a theoria do collega fos-
so a theoria da Europa, e que ella com a espada
na Hiao e os canhes em campo procurasse ani-
quillar a reales papal. Mas os fados nao se
passam como a imagiu.igao do collega phanta-
aiou...ApeDas um re ambicioso de gloria, e se-
dento de dominio tem se prestado aer o instru-
mento da revolugo, doisa revolugo, que, nae-
ceodo nos antros carboonarios de Mazzioi, tem
aido manejada pelo aveulureiro Garibaldi, e que
ba de sepuliar-se na mesma abjecgo 'oode aa-
hiu...Apenas a ingrata Inglaterra, pelo odio, que
vota ao calholicismo. pz seu ouro dispoiigo
do carbouoarismo...Porque naoreverleu a Ingla-
terra este outro em favor da pobre Iran la ? por-
que nao co-.ega a jusiiga por casa libertando
os infelizes iran lezes? nao; nao sa almeja a fe-
cidade, o bem-estar dos potos, o que se quer
humilbar o veterano de Roma, o que so pre-
tende, segundo a palavra sanguinaria de Garibal-
di ^extirpar da Italia o cancro do papado.
Eis os meios, eis o fim da revolugo aol-ca-
tbolica. Nao a Europa a ida promotora. E
para que pr-se bia toda a Europa em fogo'.' pa-
ra tomar o poder das mos d'aqaelle mesmo qae,
como dizem os adversarios, era exercito tem
para manter seua eatados? Seria bem visivel ae
tal se effectuasse. E' verdade que Napoleo I
ordenata ao aea enviado Cacault que tratasse com
o papa como se elle tivesse duzentos mil bomens
sua disposigao ; mas os esmpeoes da poca nao
So lo temerarios, a aliada espada de Garibaldi
baatante para decepar a cabega do homem e
depr o rei...
O coilega apresonta-nos o poder temporal dos
papas em sua origem como ama asarpago feita
por Pepino e Carlos Magno a concedida i egre-
ja. Nao podemos descobrir documentos histri-
cos para esta assergo, julgamo-la mesmo con-
traria verdade da historia.
Invoquemos o sea testemaoho.
Com a transferencia da edrte imperial das
margena do Tibre para as margeos do Bospboro,
os povos Italianos ficarim sujeitos s frequeotes
iovases dos barbaros, e sem meios de defe-
za. Constantinopla, qaer por iocuria de seos
imperadores, qaer de proposito para amesqui-
nhar a aatoridade dos pontfices, havia-se torna-
do sarda aos seas queixumas: saas reclamegdes
nao eram attendidaa oa aoccorroa pedidos nao
Ihes eram enviados. O que significa isto? Pa-
rece qua a Providencia encadeiava os fados de
modo tornar mais forte e mais respeitavel este
poder dos papas que, (tomando de emprestimo
urna ahrase grande aguia de Meaux,) d um
livre curao ao Eangelho, urna forga mais pre-
senta aos caones, um apoio mais visivel
disciplina.
Aesim abandonados de seas imperadores esses
po'os langaram aaas vistas para o chefe da chris-
landade e depositaram nelle todas as suas espe-
ranzas. Muitas vezes foram os pontfices os seus
libertadores Se nao fra a sua influencia Boma
ler-se-hia anniquillado sob a oppresso dos
Vndalos, Goaos, Ostrogodos e Lombardos; se
Roma nao desapparecea da face da trra, como
desappareceram Tnebas, Babylonia, Nintve, Car-
tlago, observa Gibbon, que am principio vital,
contido em seu seio, devia lhe dar anda ama
vez todas as honras da soberana.
Sob o pontificado de Eslevo Astolpha, rei
dos Lombardos, intenta a conquista de R jma. O
pontfice, nao sendo atiendido pela corte de
GoDsiantinopla e exemplo de S. Leo, o grande
e de Gregorio II, vae ter em Pava como endu-
recido lombardo, que escarnecendo do ancio,
despresou os seus pedidos. O pontfice, ento,
desprovido de lodo oatro meio para salvar seu
povo, attravessa o glo dos Alpes no rigor de
invern e vae implorar o soccorro de Pepino,
re dos Francos, aupplicando-lhe que vencetse
antes o brbaro pela via das negocitgei. Pe-
pino mandou offerecer Aslolpho douze mil
sidos de ouro, diz Ceiar Cantu, para que renun-
ciase l'entapol e aos outros paizes invadi-
dos. Por sua recuss fez decretar a guerra na
dieta de Braioe. Logo que o bando real os cha-
moa s armas, os sensores correram em grande
numero bandeira de Pepino, e forgaram a
passagem de Suza que, havia ceolo e cocoenta
annos, leparan dous povos em paz um com o
omtro. Astulpho achou-se encerrado em Pava,
e leve ento de resolver-se negociar. E obrigou-se porlaoto entregar a Pepino o
xarchado e a Pentapole de qua o rei franco fez
presente i repblica e egreja romana e S.
Pedro, isto ao pontfice, que foi restabelocido
em Roma.
Parece qua o brbaro devra dar-se por ven-
cido ; mas nao, apenas Pepino deixa os Alpes
Aslolpho reapparece e pe Roma em cerco,
exigindo de seus habitantes a entrega- do pontfi-
ce. Invocado de novo o vleme re dos Fraaeos
retrocede, ataca Pava, vence o brbaro e manda
depositar sobre o tmulo da S. Pedro as chaves
de Ravenna e outras cidades.......
Eis o que o collega chama asurpago, E se
Pepino, vencendo os Lombardos, adjudicasse aos
seus dominios as cidades relomadas, qua nome
merecera o seu procedimento? Nos nao en-
ebergamos ns conducta do vencedor seno a
fidelidade do forte para com o alliado .'raco,
que implorou o valor da sua espada.
Pretender o collega que o resultado da vic'.o-
ria devra ser em beneficio dos imperadoras
gregos? Mas porque nao remallen Constantino-
pa os soccorros pedidos? porque nao tratou 6
salvego de seu subditos oppriraidos?'Ento
eram imperadorea para usufrairem osfbmmo-
dos e aa vantagene da viciara e o-o o erra para
os encargo* da guerra? Nao eslava Pe i em
seu direilo respoodendo aos embaixedores-gre
goa jtie nao lioha combatido por coota m im-
perador e qae eslava no direito de dispjrfaellas
(cidades] como de urna cooquiata legitima? E
se a c.-ie de Constantinopla se juigava prejudi-
cada porque nao foz respetar pela torca das
armas o direito que lhe assislia?
Mas coacedamos de barato, admitamos que
fosse urna usurpago............... *. tiefpago
alesaia torna-s* legitima, diz Colombel, qvando
o poro a tolera; porque accrescentamos nos, a
tolerancia do povo implica o seu caoientimooto ;
consenliuiento, que iovolve a delegago tacita
de sua soberana. E por ventura oppz-se o
povo romamo s reili^icoes de Pepino? Nao
no* consta ; pelo menos a historia nao o men-
ciona.
E a sanego que per onze seculos o direito
publico europu tem dado essa usurpando nao
merece alguraa considerago? uo tem nenhum
valor? O simples fado de por era to tengo
espags de lempo achar-se o succeseor do pesca-
dor da Galilea investido de urna soberana tem-
poral por s suill nenie para consolidar tornar
sagrado ese poder, que, como diz Sismooeli
fundado sobre oa mais respeitavels ttulos de
virtudes e beneficios.
E fique o collega capacitado de que invocando
o apoio da ooze seculos nao nos echamos em
naufragio, nao jelgamos a causa do pontifice-rei
perdida.
a A grande durago de um goveroo, diz o
coilega, nao poda ser considerada orno prova
de ana legitimldade por Use que tal flungo
pede ser consecuencia da falta, que soffra a
nagio de forga a de recursos para quebrar as
sais cadeias. E' subtil. E demais resta pro-
var qae os Estados pontificios se aeham neatas
circamatsncias, porque felizmente o facto cifra se
em urna hypothese, pide str, o olleg mesmo
quem o diz.
Desojramos saber do collega o que entende
por um goveroo legitimo, porquanto est nos
pareceodo qae segundo a sua theoria nao ha
actualmente um s governo legitimo.* Se um
goveroo assantado no amor dos povos, defendi-
do por ama longa serie de tempos, s por tra-
queles tratados com todas as potencias euro-
peas nao tem em seu favor a garanlia de legiti-
midade, podem os revolucionarios levantar o
fecho da discordia costra todos os thronos,
porque sua acgo ser justificare!, nenhum
delles legitimo.
Voltaremos.
J. Guennes da Silva Millo.
A EXPOSiglO BRASILEIBA EM LONDRES.
( Coocluso)
Os quadros, vazos e ramos de flores de peonas,
comprovaram-se no Brasil existe ou nao o gosto
que precooisamos. Os bordados de ouro bao de
testemunhar-se um digno rival que ousa dis-
putar o premio aos aotigos industriaes europeui.
Suas armas, seus instrumentos de Cirurgia, suas
fundiges artsticas, bao de comprovar que s
espera um vigoroso e animador impulso, o paiz
queconta em seu seio lio distinctos obreiros.
Seus qeadros, suas miniaturas, as esculpturas
e medalhas, bem alto bao de advogar as disposi-
ges dos Brasileiroa para talo quaolo requer ima-
ginagoe gosto ; e sem fallsrmos de outro con-
tundo de preciosos artefactos que adornam a
exposigo brasileira, devem mostrar ao mundo
artstico os pasaos agigantados que este povo,
oascido em 1822, tem dado no vasto trilho do
progresso.
Finalmente venceu a barreira que o deteve em
1851 e 1855, o Brasil comprehendeu sea dever,
mediu suas torgas e novo Prometheu, tentou e
consegaiu arrancar um ralo do fogo celesta para
animar sua industria, e explorar com ella suas
incalculaveis riquezas.
Actor ebeio de inlelligencia e de expresso,
quiz uo vasto Iheatro inglez desempenhar seu
importante papel. Admirando os velhos meslres
da arte, quiz apresentar-lhes os resaltados de
seos primeiros estados, merecer seus applausos,
e aceitar o cartel que langaram todos os povos
civilisedos. Dado este primeirc- passo, impossi-
vel recitar ; apoz de um triampho, necessa-
rio preparar-se para outros muilos.
Nesle campo de batalha, a estrategia toroa-se
intil, o numero dos combateotes ama illoso ;
o genio, o estado e o trabalho sao os uoicos ethte-
las qae devem entrar na liga e obter a coroa de
gloria de antemao preparada. C/'rn os recursos
de qae dispe, com a recoohecida aptidio de
seus filhos, permiltido ao Brasil encarar sera
receio a ora luta que se prepara. E' de seu re-
ligioso dever apreseotar-se com conflanga e co-
ragem, porque a natureza deu-lhe todos os meios
para ser graade, e importante como seu territo-
rio ; industrial, por que tem todas as materias
primas que servem para amplamente descobrir
oseegredos das artes, divulga-las e torna-Iaa ac-
cessiveis todas as classes de seu povo ; arts-
tico, porque tem lodas as bellezas naiuraes que
podea inspirare genio, eleva-lo como suas fron-
dozas arvores oos meios das bastas florestas que
cobrem sao solo.
Aoiro seus filhos, estimulo seu talento, pre-
pare-lhe jaslas, mais bem merecidas recompen-
sas, e fcilmente sleangar a glora qae ambi-
ciona, desempenhindo ao mesmo lempo a hon-
rosa e digna tarefa qae lhe impoz a Providencia
derramando sobre elle os thesouro? de sua mu-
nificencia.
( Do Co-nmercial, do Rio Grande do Sul )
Golpe de vista sobre os progressos das
sciencias em 1861 e suas p^cvisOcs
para 1862.
E' um costume de maito alcance e muito spro-
vado, aquello que tem as pesoas amigatrda or-
dena de recapitular, no fim do anno, tedos os
seus negocio* para '.erem urna idea clara des re-
sultados obtidos, e para coordanarem, ao rooimo
tempo, todas as suas previaes afim de tragarem
ai plano ttos Irabalboa que lem exacular du-
rante o nao seguate.
O que se faz pelas cousas da vida ordinaria,
pode se tambem fazer e se faz em parte no que
diz respeito aos interesses da sciencia. Os ca-
lendarios que se publicara, os qaadro* por meio
dos quaes se termioam no fim de-cada auno as
publicagss dedicadas aos-registros- dos progres-
sos das scieacias, sao outros tantos balaugos,
mais oa menos extensos, mais oa menos resumi-
dos, das operogoes da sciencia durante o anno
decorrido. Oe almanacfc* e certos calendarioa
que apparecera no principio do anno, sao outras
lan'.js publicagss que, com o enuoeiado das
questes expos^as, nos reidera as previsoes scien-
Ulicas para o correle iic.
Sem querer entrar em todos os detalbes des-
te balanga e Jaitas previsas, julgamos que uo
principio do anno nao seria intil langar urna
vista cVolbos sobre as conquistas de Xi&l e as
previsoes para 1862.
Apezar de todas as prooesupages e de todaa
as ioquielages que a poltica tem derramado as
inteligencias, o anno que acaba de passar-se
ne tem entretanto sido estril am conquistas
cientficas
Era primeiro lugar, no principio de abril ulti-
mo, elle registrava a coucluso e a inaugurago
de urna das maiores obras d'arle que de ha mai-
I'iiih fmixo que rebcntu.
Ao romper do Gia Belli Rosa achava-se j
tres ou quatro leguas adiiDle de Saiut-Deois na
fslrada de l'landres. A campia sorria-se aos I
primeiros clares da manha : alegres caropone- |
zes p'sstvim cantando pelo caminbo sombreado
pnr altos e suasurranleschoupos.
,-,(b torno de Bella Rosa tudo era luz e alegra:
nelle era tudo trevas e tristeza. Perder a sua
aojante, acabava de perder a liberdade, e ia lal-
vez perder a vida. O seu corago inlumecia-se
sob a roultilo de tao amargos peosamentos. Lu-
tra e fra vencido : porrn a voz da consciencia
de nada o aecusava.
Por volia de meio dia parou em frente de urna
especie de estalagera. Desde a vespera que nao
comer couaa alguraa. A estalajadeira, moga
coriez e despachada, n'um abrir e fechar de olhos
preparou-lhe urna omelleta.
Poi bem feliz, raeu rapaz, em ter chegado
agora, dizia ella, lira quarto de hora mais tarde
corra o risco de nao encontrar mais nem caaos
de ovos, nem migalhade pao. Onde passa agen-
te do preboste, nada deixa ficar.
Ah 1 Ento a sen hora espera o soldados
do re! ?
Urna mela duzia de bregeiros que ho de
trazr ama sede de abrazar, e urna (orno canina I
Mis ei-lot que sli vem no fim da planicie : est
vendocom os mosquetes ao hombro?
Eiiou ; and am sem duvida em basca de al-
gum milfsitor ?
Pois nao I O paiz po le str saqueado qae
esses meus senhores pouco se importam com is-
to !... Andam em busca de um soldado.
Um soldado ?
Um desertor, segando me disse o comman-
danie delles que d muito liogaa respeito dos
seus negocio*,.. Trata-sede am mancebo assim
da sua estalara, louro como o seohor, lesto e vi-
goroso como o senbor tembem parece ser.
Duendo estas patarra* a estalajadeira caloa-se
epoz-sea mirar Bella Rosa. Ussa rpida sus-
peita travesaou-lhe o penas ment.
O sargento levaotou-se, atirou ama moeda so-
bre a mesa, e encaminhou-se para a porta. O
conce de um mosqoete soou com forga naa pedras
no camioho, morto immeliatamente. Entre ali
naqaella saleta era quanto os vou enlreter com o
meu mellior viuho. Se elles nao o virem, reti-
rar-se-ho|iaqui urna hora, e o seohor flora
salvo ; mas se o virem, nao tenha davida, salte
pela janella.
Bella Rosa entrou na sala visinba no momento
em que abria-sea potta da eslalagem.
Apre I A alraosphera abrasa, e a estrada
urna forntlha I dase um soldado entrando.
E por isso Voic. deve trazar urna sede de
todos os peccados. Ora aqui esl, beba ; respoo-
dau a estalajadeira pondo sobre a mesa um pa-
cer de vlnho.
Aquellas que vinham na planicie entraram logo
tambem. A maior parte atirou os chapeos e mos-
quetes sobre os bancos, iodo depois sentar-se ao
redor da mesa. A estalajadeira andava da sala
para a saleta em que estiva I!lla Rosa, na qual
bavia urna sahilapara a cosiuha.
Esli bebendo, disse ella baixinho ao sar-
gento.
Todos?
Todos, menos um.
Bella Rosa abriu a janella.
A' terceira visgem que fez a estalajadeira am
soldado a seguiu.
Ora fazo favor de deixar-me, senhot?
Como hei de deixa-la se tem os bragos to
bellos 1
Olhe que se sao bellos, sao egualmeale for-
tes : sentido com a sua cara 1
Oh 1 exclamou o soldado percebeodo Bella
Rosa. Nao.estamosasl Por isso moslra-se tao
esquiva I l, amigo, volte um pouco para c;
quero a6 lo ...
Bella Rosa estremeceu ao som dessa voz que
nao lhe era desconhecida. Apoiou urna das maos
janella, voltou se, e reconhecea Bouletord;
Boulelard que havia passado da arma de artilha-
ris para o corpo do prebostado, onde ganhoa ti-
lentemente as divisas de furriel.
Bella Rosal exclamou elle. Oh I camara-
de, temos urna conta velha que ajustar. Foi saa
a primeira parada, mas a partidaganhei-a ea.
Est preso.
Aiada nao, respondsu Bella Rosa pondo am
p na janella.
Bouletord adantou-se para elle, mas um furio-
so socco o deitou speramente por Ierra, e de um
salto Bella Rosa galgou a janella.
Aos gritos do furriel a escolta correu ; mas por
urna singular inadvertencia a estalajadeira que-
rendo soccoirer Bouletord ab-ixou os caixilhos da
janella coberto* de cortinas vermolbas, de sorte
que flcou completamente interceptada a vista do
campo, e 4o fugitivo.
O que islo ? perguolaram os soldados.
Bouletord sera responder agarrou n'um mos-
quete, suspendeu o ceixilho, e fez fogo.
A bala arraocoa o casco de ara salgueiro dez
to tsnbem sido fexecttdas; trata-se de poote
constralda sobre e Rheno entre Straboarg e Kenl
destinada a unir sem in(errupc.ao os camiohos de
ferro di Allemanha com a lioba do este da Fran-
ge, tima outra empresa, cojo complemento e
succeiso cada am apressa com seus votos, a
abortara do monte Cenia, contina em mai boas
condiget.
No ponto em qae se scham os trabalho, jul-
ga-se nao obstante que sero precisos anda mu-
tos annos antea de chegar a um resultado. Pr-
ximo a Pars acaba de renovarse o milagre de
Moysea. O pogo d'Artois de Psssy derrama hoje
16:7(J0 metros cbicos em viole e quatro horas.
Do lado da Sicilia fa lia -se em unir a ilha trra
firme. Doze projectos foram presentados, uns
lembram o do engenbeiro Matheus que, ha uns
sessenta annos, propaoha ao primeiro cnsul
construir sobre o Mancha orna passagem seme
lhante aquella qae Branel devia execular depoia
sobre o Tamisa. Um outro consiste era am tan
nel metlico posto no fundo do mar. Ojtros
conservara o tunoel no meio das aguas.
Na mecnica, o anno de 1861 foi assignalade
pornumerosis novidades as machinas agrco-
las e industriaes, e sobretodo por progressoa
importantes na cooatracgo e orgaoisago dos
motores. O melhortmentos produziJoe as ma-
chinas de Leooir e de Ericsoo, juntos a alguns
outros, fazem esperar que bem depreisa o era
prego dos motores a gaz, poder penetrar at o
domicilia particular dos artistas na maior parta
das callaras raraes. J com s machinas imper-
feitas qae possuiraos, o empreg) do vapor na*
operages agrcolas havia tomado um deaanvol-
vimenlo tal que, ha am auno, avalia-se m mais
de 80,000 carelios de forga as machinas a vapor
usadat na agricultura. A posta comprimida pelo
ar, o camioho de ferro subterrneo, taes sao an-
da as inuovco*s do anno de 1861, e Cajos pro-
gressos e successos tlvemos stm duvida que re-
gistrar no anoo de 1862.
A phiaics coaquisloa urna das maiores deseo-
bertas que a acieucia tenha taWec registrado : a
anilyse espectral. Entre as mos de Mrs. U-'ra-
sen e Rircbhoff a luztorna-se am dos rea-
gentes cbimicos dos mais seosives.
Deus corpos simples, nevos, sao detcobertos
por eite meio, o Coesium e Itubidium, e anda
melhor, o proprio astro que nos esclarece, apezar
dos 38 milhes de legaas que o separara de nos,
nao p'iia escapar s intMtigac,oei da sciencia.
A analyse espectral permiti reconhecer no sol
cinco dos metaes que existem na trra. Breve-
mente, analysaremos al as estrellas, cada ama
de per si.
Tem-e feito muitas hypotheses sobre a ori?em
do nosso olaaeta, porm estas hyootheses nao
podiam adquirir gru algara de certeza porque
nao possuiam bases certas com que foisem apoia-
dat, hoje que a natareza dos astros, e sua com-
posigo nao maia completamente desconhecida,
poder-se-ha aera duvida estabelecer comparages
que esclaregam singularmente eita questjo to
debatida.
As posquizasda Bunsem eKirchhfT vo por-
tento fazer no estodo do uoi7erso progressos, que
nenhumas outras egualaro oa importancia. Po-
rem isto anda nao tu Jo, a industria tambara
pode esperar applicicoes bem uleii de um to
simples meio de analyse, e j possuiraos o spec-
troscopio que perraitte aos phctographoi reco-
nhecer instantneamente a pureza das substancias
que elles erapregam, pureza tac iudispensavel
ao succesao a* suas operages. Deste rao io a luz
2ronsformada em chimica vem de novo em au-
xilio da luz j tornada pintor pela photographia.
Se a physica s tivesse a registrar esta deseo-
berta teria pago generosamente ao progresso
o seu tribute. Porm alera da aaalyse es-
pectral, temos visto surgir tambem outros aper-
feigoamenlos de physica na photographia, a illu-
mioago, e outros da que nos oceupareraos mais
especialmente quando seu esludo estive; com-
pleto.
A caimica, sob a hbil directo dos Borthelot
e dos Psteur, sollrou urna vardadeira asetamor-
phese. Com Mr. Berlhelot. a chimica qae s
fora at ento destruidora, analytica, toroa-se
creadora ayothetica, e compe no laboratorio
corpos anlogos que'.les que os meamos seres
organisados compe era seu interior. Mr. Pas
tear destroe ioteiramente as doutrioas relativas
s fermen'.ages, ello procura precisar a causa
que preside a estes phenomeaoi e descobre final-
mente qae para un grande numero de fermen-
lages, o agente aclivo, o fermento, consiste em
um ser organisado microscopio.
Talvez es'.adescoberta nos pooha sobre o ca-
minho que nos cooduzir ao conheciraenio des-
tas causas que fazem cem que, quando os effla-
vios morbi loa se elevara silenciosamente; das ma-
res, o cholera e o typho apparecem, dealas cau-
sas que fazom com qte, quando urna destas mo-
lestias contagiosas apparscem sobre um lugar,es-
palha-se portla a parto e pasea de am lugar
para outro. Vira tempo em que um dia a scien-
cia dislinginJc estes germaas fataes poder op-
por-so s sus destruiges. Saja como fr, com-
pcehendida conforme Mra; Berthelot e Pasteur
oo-la mostrau a cbimica, vae coudu:> nos
physiologa e permillir d'c.-a vante ao physiolo-
Eista penetrar o segrodos mais ntimos da vida.
No entanto a physiologia nao registra desco-
Lerta que a destrua. Todas as suas conquis-
tas consistera ecbretudo em actos setu.iiiarios :
B'repredaegio de todas as pegas d'osso qae se
Uram conaervar.'to iutacta a membrana que os
iovolve, a irritatihdade muscular ; a elec'.ricilade
animal, a gerag. espontanea, o moroso do ca-
vallo, laes sao a qeats de medicina e de phy-
sioiogia animal qae se tem emprehendiJa e cujo
esludo deve aieda continuar-se. No doainio da
physiologia dos vegetaes um facto de primeira
importancia foi no entretanto assignalado por
Mr. Boassingaull. Ette fado que as plantas
aqualicas, da mesma forcea que durante o dia
exbelam o oxygeaio. derramam tambem aa ath-
mosfra um dos gazes mais mortferos que se
saa gente. E' o nosso desertor. Se escapar-
nos, II se vo os dez luizes..
A escolia preciptou-se alraz do fugitivo:, mas
os soldados acbavam-sa embaragados com os
seus petrechos, ao passo que Bolla Rosa ganhava
terreno.
A estalajadeira assislia da janella em que se ti
nha debrugado, esta cagada improvisada.. Em
vez de um gamo, era um homem o perseguido.
Como pode 1 dlzia ella meia vozacompa-
nhando com a vista as peripecias dessa correria,
e sem se aperceber quo fallara am pouco alto.
L vae atravessando a roca do pae Benedicto...
Bom 1 Salta agora o fosso... Tem pernas da ves-
do o tal mociuho I... Oh r. l cahiu ara soldado ;
tropegou n'um tronco dtarvore... q.ue desastra-
do I Mais outro... este embaragou-sena bainha
do seu sabr... O desertor vae longe... ha de es-
capar, nao. tem duvida... Oh I mea Deus 1 O. fur-
riel faz parar um horlelo, toma-lhe o cavallo,
escancha-se nelle, fustiga-o com a punta da es-
pada, c parle galope 1 E' que elle sent aluda
o gostioho do murro do estomago I Um oatro
soldado o imita, e tambem outro... Tres soldados
cavallo contra um homem & p 1... Est perdi-
do 1... Mas nao .. elle os via... entra agora no
terreno lavrado .. nao tolo I Os cavallos sao
pesados; hode abi enlraahar-te... Bem... j nno
currara com tanta pressa... E elle I Pobre rapaz 1
desfila como urna perdiz... salta os riachos... Que
rumo vae elle lomando I... Ah 1 sim, lembroa-
e do bosqae... E, por minba f, que leve razio...
L se aproxima... chega... entra... desappsrece 1
Com efleito Bella Rosa penetroa no bosiae,
correa algan instantes tinda, at que tornou a
outiro ruido dos cavallos galopando na clareira.
Desviando se ento para um lado, deu mais uns
cem pasaos e agachou-se por baixo de ama mol-
ta como urna lebre.
Bouletord, o os seus dous acolytos, fustigando
as suas cavalgaduras com a ponta dos sabres,
chegaram um lugar em que o camioho se cru-
sava. Bouletord tornou paras direita.e os sol-
dados para a esquerda : tres minutos depois per-
dia-se na longitude o ruido de sua carreira.
Bella Bosa tranquillo por este lado, e querendo
evitar a perseguigo di gente da escolta, que vi-
rnhfli?'.'te".ttoc?nlribulri. le i
dar leriormenie a explicacio da Insalubridad,
das cidades pantanosas, M
A esle facto unem-ae algumas outras peiqai-
xa., como a de Mr. Payen aobre a fcula \0
irados, as de Mr. George Villa sobre a impor-
tancia dos agentes da produego tegetal e um
certo numero de fados mais particulares ainda
e que ligam a botnica agricultura.
Na historia natural as conquistas a as pesqui-
zas se ligam sobreludo s iJas praticas, e is ap-
plicages.
Taes sao os numerosos escriptot relativos a
utilidade dos passariohos considerados como
destruidores dos insectos nocivos agricultura,
a pesquiza dos meios novos para destruir as ani-
maea nocivos, aos estudos sobre diversas espe-
cies novas de bichos de seda do Japao e da Chi-
na, a procreago e a cultura dos mares e rios
por meio das ostras e dos peixes.
Todas estas questes, cujo estudo foi empre-
heudido ha muitos annos, comineara ainda hoje
coro muita aclividade.
Algumas excavages feitas na Grecia, algunas
descobertas de fussis e objectos antgos daranta
os trabalhos des furtiiicages de Antuerpia, a des-
coberta de poros de azeite e de sol oa America",
diversos estudos sobre a existencia de am homem
fossil, isto de um homem aulerior ao typo ac-
to.il, taes sao as priucipaes conquistas geolgi-
cas mailas das quaes devero anda occopar ul-
leriormeiil) os aibiot.
Numerosas expediges scient-ficsi deviam en-
rijuecer-uos ainda mais, porm, assim comoj
o aonuociaraos em nnsso jornal em um artigo
precedente, nao tem absolutamente aido e-
iizes.
Duas expediges deviam vizitar o polo do nor-
td, urna partindo da Europa e outra da Ame-
rica.
Tomado polos gelos, o navios da expedicc-
eoropa esiiverara um mez retidos na cesta sep-
tentrional do Spitzberg, dep*is vieram os mus
lempos, e finalmente o deapejamento dos navio*
sem carga.
A expedigo americana nao tere melhor sorte.
Alguns viajantes sob a dlrecgio'do doutor Bar-
tom, fillarsm em alravessar o imperio cbiuez,
porm tiveram de renunciar o seu projecto.
A guerra civil que devasta o celeste imperio
impeJiu a passagem ao doulor Bartom e s*us
intrepidjscora^anhei.-os Srel e Blatislon.
Os sabios que partirara em prucura da* nas-
centes do Nilo nada de novo nos fiteram saber,
uns suecumbiram ao trabalho, outros voltararu
aos seus lares, abatidos pela doeuga, e iucrpazes'
d'ora em diaole de renovarem a aua lenta-
tiva.
A expedig7io australiaaa foi simplesmenle i:fe--
liz; o chefe desta expedigo Ohara Bjrke, que
quera abrir ura esminho de Melhourno ao golplo
da Carpen te rie, nao tornos a apparecer.
AUuna seas companheirc^ que elle dixra ais
Darliug, perseguidos pelos indgenas, e decima-
dos pelo escorbuto, vollaram a Meloourne a cho-
raren! os m;rtos abiodonados sobre o caminbo, e
a sorte, mais miseravel talvez, de aea valente
chefe.
Urna nica caravana da viajantes nao teve at
o presento acciJeole grave a deplorar.
L' aquella que, sobre a direcgo do valenta
Von lltugliu se dirige par* os lados orienta**
d'Alnca a'.raves do- centro desconhecida desl-s
continente, tanto cc^o o tira de encontrar as pe-
gadas do tlajaulo Vagel como para explorar o
paii.
Na Allemaalia espscialmenle unda-so malta
eiperanga nes'.a empreza.
No ar, no mar, o nosjoglobo offarece-aos'grao
des espectculos.
Tempestaloa borriveis, .'ariosas, tem desolis
o continente e juucado da- fragmentos as prsira
do mar. E emqaenio urc revolugo mudava c
face da Ilalia, os deuses infernaos vom:*.avao>
pelas ciuco crteres do Vesuvlo torrentes da Uva
que iam devastiudc os campse deslruindo amar
cidade de 22,000 almas.
A erupgo do Vese-vio um dos ultimo* aon-
tecimootos do anno a nesle momento ainda tar-
'ailhea de ciuza o de fumiga sanem do cume ic
monlanha.
No cu tomos tido asrora boraaes, temos ot-
servado eclipses; o planeta Mercurio pasaos so
bre o sol; am comet que por algam tempo to-
raou-se pelo d* Carlos V" mostrou no cu sua
cauda giganleata ; e ainda mais a trila de ju-
obo ullimo, atravessamo9 osla cauda sem catas-
trophe.
cathalogo dos planetae qe faaetn parte do-
aonel d'asteroiles comprehendido entre alarte e
.'upi'.er, foi acrastentado com nova nomos novos.
la pouco asjittimot a am phenomeno astro-
oomico que pnucipiou ba algans mezas, e que
deve continuar durante urna parte do aano de
86 : a desap;>arico do aunul doSalurno.
Outros phenoraenos astronmicos mstereolo-
gicos lera-nos sido annunciado para o anno Ce
1862. Conforme as previsoes escripias no an-
r.itario do escritorio das longitudes dui grao-
Jes ruares, as de 10 de margo e de 14 de abril
poderiam occasionar desaatres se fossem favore-
cidas pelos ventos.
Segando o av.n'iario e observatorio de Smxel-
a, ires eclipse do sol e dous da laa tero lu-
gar era 1862 ; um s de*te3 eclipses, o da la a
C de dezeojbro, aera visivel em Bra-xelles, era
parle rnenle.
Fiualmeote, em quanto a sciencia registrava
sileneosaraenle suos conquislas-e seu3 mus suc-
cessos, a morle a, reclamando seu tributo, deci-
aar as classes de seus apoaii>lus.
lia 3lguus acooa o nechrologio seien'.iSro re-
fjisireva os nornes illuslrea le Arago e de llura-
toldt ; quasi ao mtsmo tempo desappareciam o
illustre gelogo Dumaot, ao qual dovomos a car-
la geolgica do nosso paiz e em grande parle a
repulagao da escola das minas de Lieges e o emi-
i uente botnico Lgeunne de Verviers, o autor da
flora de Spa e do compexdium da Flora belga.
{Continuar se ha.)
que lhe alvegava o pesclo e o freio, ao passo
que o outro inquieto e fogoso, mostrara-ae im-
paciente por paitir.
Apenas concluida a leitura, a dama, que pare-
ca ser joven e bella, macbucou a carta na mo,
o batea com urna cbibaticha na anca do cavallo,
riue sorpreedido saltou, empinou-se, a partiu
como um raio. A' um grito que deu sua ama, o
lacaio dobrou-se para diante ; mas nao podrndo
agarrar a brida do cavallo, este desembostoa pe-
la avenida fra. Eslava j para galga.-a ponle,
quando um ramo secee impellido pelo ?snto em-
baragou-se-lbe as peraas,
O cavallo espantado deu am salto sobre a ri-
banceira que era pique naquelle lugar, poz-se a
patohar no chao, e o menor passo quo desse ni
falso o precipilaria na profunda correoteza que
ia de encontr aos arcos da ponte. N'um abrir
e fechar de olbos Bolla Rosa comprehendeu o
perigo ; polou na ribaoceira, agarrou o cavallo
pelo freio, e fe-'.o cahir de lado : a dama, mais
paluda que ama defunta, precipilsu-se da asila:
Bella Rosa e o corcel fumegaote rolaram ambos
no chao. O sargento sentiu ama pancada, ouviu
era grito, e desmaiou.
Quando tornou a si, eslava deilado n am sof
de urna grao.de sala magnficamente mobiliada.
O seu primeiro gesto foi levar a mo. 4 fronte :
ama dor agada desperloa-se-lhe ao contado de
seas dedos.
O senhor est ferido. Pouco faltn para
que a ferradura do cavallo lhe ic-casse na foolt.
Adonis foi desasado em regra 1
Bella Rosa voltou a cabega para a pesaos que
fallava : reconhecea a dama que acabava de li-
vrar de um lo grande perigo. Quiz levantar-
se para agradecer-lhe os cuidados que com elle
tinos.
Esteja quielo ; o senhor nao ple mover-
se com a ferida qae tem na cabega, e com a
sangra qae lhe deram no brago.
Foi ento que Bella Rosa percebea que tinbao
brago esquerdo lodocheio de ligaduras. Sorria-
se, e fixau os olhos na dama que se achava na
sua frente sentada n'uma enorme pollrooa. O
sea vestido de montana, roto em tres ou quatro
lugares, eslava manchado de sangua : no brago
oh* p, eque nao deixsria de pesquisar todo o Minba tambem ama atadura : os cabellos sollos
bosqae, levantou-ss e poz se a correr para diantelcahiam em longos sonis redor do semblante,
" em que luziam dous olhos maravilhosamenle
da calcada. A estalajadeira correu ao fugitivo, passos de Bella Rosa.
e diase-lhe rpidamente ao oatido : I Pobre rapax 1 diise a estalajadeira. Como
Silencio I Faz de conta que eu nada vi nem corre I
comprehendi. Nao t adianle ; se poser um pe Eolio, despachem-it 1 exclamou Bouletord
no meio do bosque. Em poneos passos esbarroa
com um muro, saltou por elle. No fim de am
qaarto de hora achou-se oo principio de urna
avenida corlada por am rio, sobre que haviam
lsngado ui>a ponte. De um lado era essa aveni-
da fechada por ama grade de ferro, do oatro lado
do rio elevava-se um magnifico castillo.
Bella Rota adiantou a cabega, a nioguem via,
nada ouviu. Decididamente a escolta se bavia
perdido no bosque. Entrou na avenida, e dlri-
giu-se para o caslello. Teria dado vinte passos
quando percebeu S alguma distancia ama dama
cavallo acompanhado por um lacaio agaloado. A
dama lia urna carta que o lacaio sem davida lhe
troaxera: pois era de crer qae o cavallo deste
bellos.
Ao joven sargento pareis, no meio das ensa-
rnes confutas em qae sas alma se debata, que
nao era a primeira vez que o tom daquella voz
feria-lhe os ouvidos : porm nao podia lembrar-
se quando nem como a ouvira. Quanto ao sem-
blante lhe era absolutamente deseoohecido.
Ao sorriso de Bella Rosa a dama correspondeu
com outro sorriso : mas havia no movimento
dos seus labios, de um puro e lindo perfil, o
quer qae fosse de amargo e desdenboso qae alle-
rava-lhe'a graga.
Comprehendo, replicou ella : o senhor ns-
cem a sangra, nem o curativo. Urna naoga den-
gosa nao teria desmaiado com maior Cacili-
dade 1
Bella Rosa enrubesceu '.igeiramente.
Mas, proseguiu a dama, cahiria o senhor a
nuvens quando fez Acitis recatr lie rapide-
esente ?
Bella Rosa se tinha de tudo esqueerdo : a per-
gunla da dama rtslituia s suas rec^riages to-
da a vivacidade. Leaibrou-se immedialaraeat9
do seuduello, da sua fuga, e calou-3e, mediado
oo peniamenlo a solido c o infortunio em qua
sua existeacia se achava mergulbada.
A sua iaterlocutora conlinuou :.
Oh 1 Nao querc que me diga o sea sogredo. \
O seohor salvou-me ; pode calar-te, est no seu |
direilo. Mas, por alma anona I O homem que
matou o Sr. de Viilebrais, e que quasi ia tam-
bem sendo causa da-minha mo-.'.e, lem agora urna
dupla conta a ajustar comigo.
Bella-Risa olhoa pasmado para a dama: liolia
eata as sobraocelhas franzidas, ot Isbies contra-
hidos ; e um rubor febril asabava de expellir a
pallidez da aua face.
O Sr. de Viilebrais I exclamo*, o sargento
levantando-se.
Conbece-o?
Nao ura ofcial de artilharia r
Justamente: um ofiicial do artilharia que
eu esperava hontem na caslello. O seu atssssino
fugiu : mas hei de saber onde se occulla.
E o que qaer desse homc-m, minha senhora ?
E' a taa vida ?
Sim; quero que seja punido do seu crime.
Pois bem, senhora I exclamou Bella-Rota.
A pesaos a quem procura soa ea. Em saas mos
entrego a mino existencia.
O senbor 1 E porqae o feriu pelas costas?
Feri o Sr. de Viilebrais frente a frente, cra-
zando a minha espada com a sua ; e iori-o por-
que elle insultoa urna malher.
Algama grisellel
Mmha irmia,senhora.
Ora adeas 1 E o qae pode ser saa irmaa ?
Seohora 1 exclamou Baila-Rosa. Eotregaei
em saas mos a minha vida, nao entreguei porm
a honra dos meas: mande-me matar, se lhe
aprouver; mas nao me insulte I
O mancebo eslava de p ; extraordinaria com-
mogo aniraava-lhe o semblante, na sua fronte
paluda ultra vara algumas golas de saogue : o br-
lbo de seas olhos, a aatoridade do aea gesto, e a
expresso firme da sua voz, impozeram desco-
nhecida. Ella que pareca habituada a mandar
hetitou com ot olhot filot naqaella cabega de jo-
ven to cheia de forg e resolugo. Sentia-te
pertarbada al o fundo do corago, e admirou se
de nao achar urna palavra, um movimeolo se
quer pata responder ao temerario, que a domi-
nava.
Vendo-a assim silenciosa, Bella-Rosa esqaeceu
asas indignago : brando aorriso entreabra lhe
os labios descorados, o brilho de seas olhos se
Perdo, senhora ; defend minha irma con-
tra a sua colera ; agora entrego o irmo aua
vinganga.
O olhos da desconhecida brllharam com des-
usado brilL-o ; lodo o sou corpo estremeceu ; e
inclinada co brago de sua poltrona murmurou
com voz maviosa :
Jover/, bravo e bello ao mestno ttmpo I
E accreseentou logo sorrindo : /
J que o senhor se entrega to voluntaria,,
mente, eu o quero salvar. Acio-lhe muila ra-.
zo, o Sr. de Viilebrais nao obroa bem.
Seria difiicil determinar a ciusa da immeasa
alegria que ae apoderou de Bella-Rota. Nao era
por cario a esperaoga de escapar urna sonden-,
oago inevitave). pois. que rasoivido eslava elle*,
ir por ai mesmo procura-la. Qaem sabe so -o
foi o inters** repentino qae a desconhecida pa-
recea lomar por sua pessea l S elle poderla ex-
plicar a natureza de saas aensages, e estai-oran*
ainda mai conizas para q.ue pensasse eai sha.
ysa-las.
Eatretanto o Sr. de Viilebrais acia aspada
forte I replicou a dama segulndo com os o'hos
filos oo rosto de Bella-Bosa o rfl?x.o de seus
pensamento* fugitivos. E'preciso qus. oserihor
bata-te tambem com muita valentia I
Tinha por mim o direito, senhora.
Se defendea a saa irma com Unto valor, o
que seria capaz de facer por ama amanta?
Farla o mais qae podesse.
Bem guardada deve ser aquella que mere-
cer o seu amor I
A* estas palavras, que Ihelembravam Suzana
Belia-Roaa corou : a dama o percebea.
Ah 1 O senhor ama ? pergunlou ella com a.
voz. rpida langando sobro o ferido um olhar prc-
fuodo e passageiro.
Neste iotenm entrn ama criada, a qual vendo
Bella-Rosa estremeceu : mas a dcsconheeida n-
giodo affastar os cabellos para traz colloco um
dedo sobre o< labios.
A earraagem da Sra.daqaeza est pjompta,
disse a criada.
A duqueza levantoa-se ; Bella-Rosa qaiz se-
is-ls ; mas o esforgo qae acabava de faxer esgo-
lra as suas torgas ; vacilloa, e apoiou -se ao en-
cost de urna cadeira para nao cahir.
O Sr. de Viilebrais acha-se perigoto, repli-
cou a criadt em voz baixt dirigindo-se sua.
ama.
A duqueza havia-se allantado para a porta
porm vollanio se aflm de lsngar sobre Bella-
Rosa um ultimo olhar, viu a lividez qae cobria o
semblante do mancebo hamedecido por am fio
de sangue. Com um gesto altivo despeda a Oria-
da, e correu para elle, dizendo ;
Nio voa mais ; tico.
[Continuar-se ha.)
da sentiu, nem e queda, nem o couce, nem o seu jamortecea, e elle inclinndose com ums graga
ultimo Tiesto de urna, loDgs. jornada, pela espera.! transport ao casteUg 'ama paulla, flaalatoU cumpaQb,jd.a di maior iimplieide.de repliega
l'ERNAMBUCO.-TYP.DBIel, F. DEF, & FILHO.




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