Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09605


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Full Text
>
110 XXXVIII. IDIE10 198
Por tres mezes adiantados 5$000
Por tres eze veocidoi 6J000
i n i
QUINTA fEIR U DE AGOSTO HE I2.
.-**
Pr aant adlaitadf 19|00O
Portt frais para stbsriitor

SGARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino d Li-
mi; Natal, o Sr. Antonio Marques da Sil;
Aracaty, o Sr A. de Lemo Braga; Ceari o Sr.
J. Jos da Oliveira; Maraoho, o Sr. Joaqaim
Marques Rodrigues; Pira, Manoel Pinhairo 4
C; Amazonas, a Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SL
Alagoas, o Sr. Claadlno Faltio Diaa; Babia,
o Sr. Jote Martina Alvea; Rio da Janeiro, o Sr.
Joe Psrsira Martina.
PARTIDAS DOS CORRKIOS.
Olinda todos os dias aa 9.V horas do dia.
Iguarassu, Goiaana, Parahyba cas aegandaa
aaxtas-feiraa.
S. Anto, Beierros, Bonito, Garmar, Altlnho
Garanhuna as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarstb. Limoeiro, Brejo, Pei-
qneira, iDgazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricarye Ex nasquaitas-feirae.
Gabo.Serinhem, Ro Formoso, Una.Barreiroa
Agua Preta, Pimentelras Natal quinta (eiras.
(Todos os crrelos partem as 10 horas da machia
IPHEMER1DKS DO MEZ DB AGOSTO.
2 Cuarta crescente as 2 horas e 15 minatos da
tarde:
9 Lata chela as 7 horas o 12 minmtos da min.
16 Quartomingiante asS horas e 5 minutos d*
tarde.
24 Lea noraas6horss minatos 59 da tarde.
PREAHA1 DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e 51 minatos da manha,
Segando as 7 horas e 18 minatos da tarda.
I rtRTIDA DOS TAORES COSTKIROS.
Para a tul at Alagoas 5 I 20; para o narte
al a Granja i 14 a 29 de cada mu.
FARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recite: do Apipucot a 61(2, 7, 7 1J2, 8
a.8 1|2 da m.; de Olinda a 8 da m. e 6 da t.; de
Jaboato as 6 112 da m.; do Caxang e Yartia
is 7 da m.; de Bimfica is 8 da m.
Do Rci( : para o Apipucot is 8 1|2, 4, 4 1|4,
4 1 :-'.. 5 5 114, 5 1 [2 e 6 d t.; para Olinda is 7
da m. e 8 1)2 da t.;para Jaboato ia 4 da t.;para
o Caxange Varna ia 4 1|2 da t.; para licmAea
as 4dat.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercie : segundas e quintas.
Relago: tergaa a sabbadoa ia 10 horas.
Faxeada: quintas is 10 horaa.
Juizo do commercie : eegandas aa mel da.
Dito de orphios: tercat o aextaa is lOheraa.
Primeira rara do civel: tergis e extasae maio
dia.
Seganda Tara da elvel: qaartase sabbadoa il
hora da tarda.
DIAS DA SEMANA.
25 Segunda. S. Loiz rei de Franca f.
6 Terga. S Z-ferino p. m.; S Contunda m.
27 Quarla. S. Jos de Calasans; S. Euthalfa T.
2S Quinta, s. Agottinbo b. doutor da egrtjt.
29 Sexta. Degolacio de S. Joo Bapliela.
30 Sabbado. S. Rota de Lima v. americana.
31 Domingo. S. Rymuodo Nonato b. card.
ASS1GNA-SK
no Recile, em a lvraria da preca da Indepen-
dencia na.6 a8,dos proprietaroaManeal Fignei-
'roa de Faria 4 Filho.
PIBTI OFFICUL
Ministerio dos negocios estran-
geiros.
Decreto n. 2,95 j de 24 de julho de 18C2.
Promelga a convenci consular celebrada em 26
de Janeiro de 1861 entre o Braail e a Confed9-
rsgo Suissa, para regular os direilos, privile-
gios e immuDdades reciprocas dos cnsules,
vice-coosules e chaocelleres, hem como as
funcces e ebrigagoea a que cam reciproca-
mente sujeitosnos dous paizes.
Uaven1o-sa concluido e atsigoado nesta corlo
no dia 26 de jmeiro do anuo fiado urna conven-
Cao entre o Brasil e a Coofederago Suissa, para i
regular oa direitos, privilegios e inmunidades
reciprocas dos consoles, Tica cnsules e chancel-
lares, bem como ss Tuneces e obrigagoes a que
<1c:im respectivamente sujeitos noa dous paizes ;
e teodo sido este acto rectificado e trocadas as
racticacoes em Berne aoi 26 dias do mez de i
maio do corrente: hei por bem mandar que a |
dita conveogo, com a declarago do termo que
acompgoha, sejam observaas e cumpridas fiel-
mente.
O marquezde brante, do man conselao e do
de estado, micistro e secretario de estado dos
negocios estrangeiros, o tenha assim eotendido
e faga executar, expedindo os despachos neceasa-
rios.
Palacio do Rio de Janeiro, em 24 de julho de
1362. 41* da independencia e do imperio Com
a rubrica de S M. o imperador.Mrquez de A-
brantes.
Nos, D. Pedro II imperador constitucional e de-
fensor perpetuo do Braail, etc.
Fazemos saber a todos os que a presente carta
de coofirmago, approvago e ratificarlo virem,
que aos 26 diat do mez de Janeiro do corrente I
onno de 1861 concluio-se e atsignou-ao nesta
corle do Rio de Janeiro, entre nos e a Coofede-
rago Saissa, pelos respectivos plenipotenciarios,
queseachavam muniios dos competentes ple-
nos poderes, urna couvengo consular do Iheor
seguinte :
onvenrao consular entre o Brasil i Confedera-
cao Suissa.
S. M. o imperador do Brasil e a Coofederago
Suitst, animados do reciproca desejo de estrenar
os lagos de amisade que lo felizmente subsisten)
entre as duas nacoes, dando s relsgoes commer-
ciaes todo o desenvolvimento possivel e s msls
ampia prolecgo, reconh-.-ceram que para conse-
guir este fim um dos meios mais eflicazes seria
celebrar um convergi especial leodente a fizar
e determiaar de urna maneira clara e defiaitiva
ot direitos, privilegios e inmunidades dos cn-
sules, vice-consules e chancellares, bem como
suas tuneadas e os deveres a que flearo sujeitos
nos dous paizes.
i'ara esse fim nomearam seus plenipotenciarios
a saber:
S. M. o imperador do Brasil, o Sr. Joo Lias
Vieira Cansaosao de Sinimb, senador do impe-
rio, eommendador das ordens de Carislo e da Ro-
sa, gra-cruz da imperial ordem auslnaca da co-
ros de ferro, ministro
negocios estrangeiros.
E o alto conselh) federal suisso, o Sr. Jean
Jaciues deTschidi.seu enviado extraordinario do
Braail.
O quaes, depois de se lerem communicado os
seus plenos poderes que foram adiados em
boa e devida forma, convieram nos arligos se-
guales :
Art. 1. Cada ama das altas parles contratantes
t Ir a ftcaldade de nomear contules geraes, cn-
sules e vico-consules para os pertos, cidades ou
lugares dos estados da outra, onde sao ou forem
precitos para o desenvoivimento do cornmercio e
benellcio dos ioleresses dos seus respectivos sub-
dttot; reserraodo-se o diretlo de exceptuarem
qualquer localidade oa 3o nao julguem coaveaien-
;o o stabelecimento de taes agentes.
Art. 2. Os coosulet geraet, cnsules e vice-
cnsules nomeados pelo Brasil e pela Cooftde-
racio Suissa nao poderao entrar no exercicio d9
s'jis fanec/j-s sen que previaminte submetlam
as suas nomeagoes a approvago e exequtur dos
dous governos, segundo a forma estabelecida nos
respectivos territorios.
As autoridades administrativas e judiciarias dos
disiriciot para oade forem nomeados taes agen-
tes a vista do exeqaatur que Ihes seri concedido
gratis, as recoohecerao immediatamente no exer-
cicio de saat altribulgoes e ao gozo das prerogati-
vas e privilegios que ibes sao inherentes.
Fica aubentendido que a cada ama daa altas
psrtes contratantes cabe o direito de costar o exe-
qutur dos reforidos agentes qnaodo assim o jul-
gue conveniente, dando os motivos que a itso a
determinaran.
Art. 3. Os cnsules geraes, cnsules e vice-
cnsules respectivos eos chancellares adjuntos i
sua mitao, gozaro em ambos os paizes dot
privilegios geralmeute concedidos ao tea cargo,
taes cerno sengao de alojtmeuto militar e de to-
das as cootriDuigoes directas tanto pessoaes co-
mo de beos movis ou sumpluaries, salvo toda-
va ae se lornarem preprielarioi eu poseailores
temporarios de bens immoveis, ou emtim se axer-
eem o cornmercio, porque oestes cases ficarao
sujeitos as mesmas taxis, encargos e contribui-
rles que os oulrot particulares.
Os cnsules gsrses, cnsules e vica-consules,
gozaro alm disto da immuoidade pessoal ex-
cepto pelos (actos e actos criminosos,e sendo ne-
gociantes, s Ibes poderi ser apalicada a pena de
priso por factosdo cornmercio a nao por causas
civeis.
Poderao collocar sobre a porta exterior da c-
es consolar o escudo das armaa da sua nago,
com a seguinte legenda :
Consulado da coofederago Suitsa ou consula-
do do Brasil.
E nos dias de solemnidades publicas, nsciooaes
eu religiosas, poderao arvorar em suas casas a
I Estes signaes distinctivos, porra, s servirao
para indicar aos naclooaea a haDitagao consular,
pao polendo jimais ser interpretados como dau-
do direito de asylo, nem a pessoas nem a objac-
tos de qualquer natureza, nem de subtrshir s
casa e aos que nella habitam as diligencias das
justigas terriloriaes.
Art 4. Ot coosales geraas, cnsules e vice-
cnsules e chancellares adjuntos a sua misso,
nao poderao ser intimadoa para comparecer pe-
rante os iribuoaea da paiz da sua resideoeia.
y jimio ajusliga local necessitar delles alguma
ioformagao judiciaria, dsver requisita-la por es-
cripto, ou dlrigir-se a seu damicilio para hav-la
i viva voz.
Art. 5. No acto de morle, impedimento ou
ausencia, dos consales geraes, cnsules e vice
cnsules, os chancelleras, secretarios ou peisoa
designada pelo titular para o substituir sob sua
respoosabilidade, durante a sua ausencia sero
o Imittiaos a gerir interintn ente os negocios con
sulsres, com previa approvagio da primeira au-
toridade local do districto consular, a quil lhes
marctr o prazo que julgar sufflelente para aoli-
citare apresentar o exequtur do governo geral.
Mediante aquella approvago, e durante o re-
ferido prazo dvslgiiadj pela primeira aulorilade
local, gosarao os mesmos agentes de todos os
direitos, privilegies a inmunidades inherentes
ao cargo.
Para a execugao das disposijes precedentes
dovero os cheles dos consulados, a sua chegada,
remellar ao governo geral urna lista nominal das
pessoss adjuactas ao mesmo consulado, dando
conhocimento immediato de qualquer alterc,3o
que hsja nesse'pessoal.
Ficaeapecialmenle emendido q das duas altas parles contratantes escolber para
seu cnsul ou agente consalsr, em nm porto ou
cidade da outra parte contratante am subdita
desta, este cnsul ou agento continuar a aer
considerado como sabdito da nago a que per-
tencer, e flear por conseguinte sajeito s leis e
regulameotos qua regem os nacionaes no lugai
de sua residencia, aem que enlretanto esta obii-
gago possa por forma alguma coarctar o exerci-
cio de suas funeges sem iafriogir a inviolabili-
dade dos archivos cumulares.
Art. 6. Os archivos e documentos relativos aos
negocios dos consaladoa aero inviolaveis, e ne-
nhuma autoridade, poder sob qualquer pretex-
to, devassa-los, aprehende-los e examina-los :
cumprindo que para esse fim ettejam completa-
mente separadoa dos livros e papis relativos ao
cornmercio e industria que possam exercer ot
respectivos cnsules e vice-consules.
No csso de morle de am agente consular, sam
substituto designado para encarregar-se do ar-
chivo, a autoridad^ do lugar proceder imme-
diatamente i apposigo dos sellos no mesmo ar-
chivo, na presenga, se for possivel, de um agente
consular de outra nago, residente no ditlricio,
e na de duta pessoas pertencentes ao paiz cujas
cujas fuocges consulares exercia o fallecido ; a
na falta dettas, na de duas petsoas notareis da
localidade, as quaes cruzaro os seus sellos com
os da referida autoridade, devendo-se de ludo
lavrar am duplcala o termo, una dos quaes ser
enviado so cnsul a qua esteja subordinada a
agencia consular.
Quaodo ss houver de entregar o archivo ao
agente designado para substituir o fallecido, o le-
vantamanlo dos sellos verllicar-se-ha em presen-
ga da autoridade local.
Art. 7. Ot contulet geraes, cnsules e vice-
consules, oa aquellos que fizerem as suaa vezes,
poderao dirigir-se as autoridade de sua resi-
dencia, e em caso de necessidade, na falta de
agente diplomtico de sua nago, recorrer ao go-
verno superior do estado em que residirem para
reclamar contra.qualquer infraego que livor sido
commetlida pelos autoridades oa (unecionarios
do dito estado aos tratados ou convengoes exis-
tentes entre os dous paizes, oa contra qualquer
abuso de que se queixem os nacionaes; sendo-
lhes permittido dar todos os passos que julga-
rem necotsarios para proteger os direilos e iole-
resses de seus nacionaes.
Ar. 8. s cnsules geraes, cnsules e vice-con-
tules retpeclivot tero o direito de receber am
suas chancellaras as declaragoes e mais actos
que os negociantes ou subditos de sua nago qui-
zerem all fazer, inclusivamente os testamentos
ou ditposiges de ultima] vontade, oa qaaesquer
outros actoa de tabellio, anda mesmo qaando
os ditos actos tenham por Um conferir hypo-
ibeca.
Entretanto, quando estes actos se referirem a
bens immoveis situados no dito paiz, um notario
ou escrvo publico competente do lugar aera
chamado para assistir sua celebradlo, e astig-
na-lot com o chaneeller ou o agente, sob pena
de nullidade.
Os cnsules geraes, consales e vice-consules
a secretario de estado dos resPec,;'0, tero.alem disto, direito de receberem
suas chancellarlas quaesquerclos|coovenciona-
dcs entre um ou mais de seus coocidadaos, e ou -
tras pestoat do paiz em que residirem,assim como
qualquer acto comeneional qe intereate nica-
mente a subditos deste ultimo paiz, comanlo
que estes setos sa refiram a beos sitaados ou a
negocios que tenham de ser tratados no territo-
rio da nago a que perteocor o cnsul ou agente
peranle o qual forem elles paasados.
O traaladosdos ditos actoa devidamenta lega-
lisados pelos cnsules geraes, cnsules e vice-
cnsules, e sellados com o sello offlsial do seu
consulado ou vice consulados, faro f perania
lodosos iribuoaes, juizes e autoridades do Bra-
sil e da Suissa, como ae fossem os propriot ori-
ginaos, e tero respectivamente a mesma torga
a validado como se livesseem sido psssadus pa-
rante notarios e outros officiaea pblicos compe-
tente do paiz, urna vez que estes asios sejam la-
rra Jos conforme as leis do estado a que o conaal
pertencer, e tenham aido submeiiidos prevismen-
le a todas as formalidades do sello, ao regialro,
msinuagio, e a quaesqaer outrat formalidadea
que regem a materia,1 no paiz am que o acto ti-
rar da ser cumprido.
Art. 9. No caso ds morte da um subdito de
ama das duas altas partes contratantes do terri-
torio da outra, as autoridades locaes competen-
tes devero inmediatamente noticia-la aos cn-
sules geraes, coosales e vice-consules do dis-
tricto, e estas por sua parte devero communi-
ca-Ia as autoridades locaes, se antes tirerea
elles disso conhesimeato.
No caso de morte de seus nacionaes, tallecido
sem ter deixado herdeiros ov designado testa-
meatsiros, ou cajos herdeiros nao sejam conhe-
cidos, ou sejam interdictos, os censales geraes,
contules oa vice-cansales devero proceder aos
actos seguiotes :
Io. Por os sellos, ex-offlcio oa a requerimento
das partes inleressadas, am lodos os movis e
papis do fallecido, prevenindo com antecipago
deslo acto a autoridade local competente, qua
podor a elle assistir, e mesmo quando julgue
conveniente cruzar os seas sellos com os que ti-
verem sido posto pelo contal, depois do qua es-
tes sellos duplicados nao poderio ser levsntadas
seno de commum accordo.
2.* Formar tambera, em presenga da autori-
dade local competeate, seestt jnlgtr derer com-
parecer, o inventario de todos oc bens e effeitcs
que o fallecido possuia.
rsciprocidsa da aculdade que tem os cnsules
do Brasil na Suissa de administrar e da liquidar
as successoei da seus nacionaes em casos ide-
ticos.
Art. 10. Os cnsules geraes, cnsules e vice-
cnsules respectivos, e bem assim os chancelle-
res oa secretarios, gosaro nos dous paizei de
todos os oulros privilegios, iseuges a immuoi-
dadea que para e futuro venham a ser concedidas
Dito ao juizde direito do Po-d'Alhj.Ilaven
do recelos de que se desenvolva a varila, como
Vmc. mo participou em data de 19 deste mez,
remetto-lhe em satisfago ao stu pedido seis la
minas com humor vaccinieo.
Circular ao juiz municioal do Recife. Cob-
vem que Vmc. remella com brevidade as infor-
msges em forma de mappa exigidas por circu-
lar de 80 de oulubro do anno passado sbreos
officios dejustiga deasa comarca. Igual ao juiz
municipal de Po-o'Alho, Bjj-Vista, Goiaana e
aoa agentes da mesma categora da nago a mais
favorecida.
Arl. 11. A presente convengo vigorar por 10 I Iguarass.
anaos, a soatar do da da troca daa ratificates. I Uito a cmara municiptl do Recife.Fico in-
tlls continuar a ser obrigatorii por mais um teirado do empenho em qae est acamara mu-
aono, ae doze mezes antes da expirago do pri- nitioal da cuida do Recife, como declara em
meiro periodo neahuma das altas parles contra- seu cilicio de 18 deste mez, de empregar os seu
tantas liver declarado outra parte, por urna no-
tificago official, que renuncia convengo, eai-
sim successivamenle, de anno em anuo, al a
expirago dos doze mezes que se aeguirem a urna
semelhante declarago, qualquer que saja o tempo
em que ella sej feila.
Art. 12. Eala convengo sor submetlida, de
parle a parta, approvago e ratitlcago das au-
recarsos e b vontade para obstar a pratica per-
niciosa de langar-se as praia bixos e outros
entulhos que muilo eoncorrsm para obslrucgo
1o porto le para inutilisar as avultadas sommas
despendidas com o seu melhursmento.
Dito a amara municipal do Baique.Recom-'
meado cmara municipal do ;Buique que me
remeta cem a mxima brividade postivel urna
taus actos sao (linos de suas conviegoss e nao do
espirito de facfo, nellet se deve sempre encher-
gar nm principio de coherencis, que potst mos-
trar a sut legitimidade ; nao eofraquecem o po-
der por lhes nao perleocer, nem procuram todos
os meios para austenta-lo quando seus amigos
esto sua frente.
Negar a um ministro o que a outro se concede
ludo fazer oppotigo sysiematica ou, como diz
am publicista, i fazer opposigo pasta, e nao is
ideas do ministro. Esta maneira de procurar
mostrar ao paiz que os sectarios do um prin-
cipio nao podem continuar na adraiuUlrago, de
todos os modos da opposio, a que traz mais in-
convenientes.
O paiz nada lucra com e9sas manifestares es-
teris feitas no seio do parlameoto, e que s tra-
presidencia Dr. M.noel da Cunha a Figuairado.
aum de tratar de sua saude fora da provincia,
com os seus veneimento na forro, da lei.
Segundo o parecer do engenheiro Bacal da
estrada de ferro, bateado nos exames e experi-
encias a que procedeu, acha-te em ettado de sor
entregue ao transito de paisageiros a mercado-
riaa a exteoso da linhs comprehendida entre a
estago terminal da 3* secgo em Garaeleira e a
intermedia de Agua-Preta, no ecgenho Cuyab ;
extonso esta que abraoge onzo milbas da 4*
secgo.
Aljama das obraa dessa liona acham-se an-
da por terminar, ibis iato nao obsta ao transito
nem repugoa necestiria saguranga.
Acsbam de chegar-nos noticias do resulli-
parcial da eleigo para um deputado provin-
toridsdes competentes respectivas de cada urna demonstracao de sua receila e despera nos anno
das altas parles coatratsates, e as raliQcacoe9 se-'
rae trocadas em Bsrns dentro de seis metes a
contar desta data, ou antes se for possivel.
Em tettemunho de que, os plenipotenciarios
respectivo, sob reserva das ratiflcecdes mencio-
nadas, astignaro a presente convengo escripia
as linguas portugueza e frauceza, a lhe puzero
o sallo de suas armas.
Feita em duplcala e assignada no Rio de Ja-
neiro, aos 26 dias do mez de Janeiro do anuo do
Nascimeoto de Nosso Senhor Jess Chrisio de
1861. (L 5. ) Joo Lins Vieira Ctosaaso *ie
Sinimbu. ( L S ) J. J. de Tschudi.
E sendo-nos presente a mesma convengo, sujo
teor fica cima inserido e bem visto, considerado
a examinado por nos tudo o que nella seaonlm,
a approvamos, ratificamos e eomfim.amo, assim
no todo como em cada um dot seus arligos e et-
tipulagoes, e pela presente a damos por firme e
valiosa para produzir o seu devido eileiio; pro-
metiendo, em f e palavra imperial, cumpri-la
inviolavelmeole e faze-la cumprir a observar por
qualquer modo que possa ser.
Em teslemunho e firmeza do que, fizemos pas-
sar a presenta carta por nos ass'gaada e passada
com o sello grande dos armas do imperio, e re-
ferendada pelo nosse ministro e secretario de as-
tado abaixo assigoado. Dada no palacio do Rio
da Janeiro, aos 13 dias do mez de agotto do anno i taris Manuel Pereira de Souza Burity,
do Nascimeoto de Nosso Senhor Jess Cliristo do chan'tquella provincia.
1861. { L S ) Pedro Imperador [ com gnarda). Despachos do dia 25 de a
Angelo Moaix da Silva Perraz.
de 1850 al861, a fim do se poder sslisfazer o
dispoato nos aviaos do mioisterio da fazenda, de
18 de dezembro do anoo prximo passado, e Io
de julho ultimo.[gaaes as da Caruar. Barrei-
ro. Garanhuns, Villa-Bolla, Cabrob, Oiricury,
Ex a Plores, sendo Flores e Ei nos annos de
1859 a 61, e Bsrroiros de 1857 a 1861.
Dito a cmara municipal de luojuca.Para po-
der resolver acerca das arreraatagoes dos im-
postos de que trata a cmara municipal de Ipo-
juca em seu officio da 19 do corrate, coavem
que a mesma cmara declara por que tempo fo-
ram feitas semelhaniet arremataroet.
Portara.O presidente da provincia attendea-
doao que requereu o bacharel Manoal da Cu-
nha e Figueiredo, escripturario da secretaria do
governo resolve prorogar por dous mezes com
vencim^nlos na forma da lei para tratar de sua
stle fra da provincia, a licanca que lhe foi
concedida por portara de 29 do abril ultimo.
Diti.Os seuhores agentes da companhia bra-
sileira de paquetes a vapor mandem dar trans-
porte para a Baha por coota do ministerio da
guerra no vapor qua se espora do norte, a D.
Anna Caroliua do Souza Burity e bem assim a
seus filhos menores de nomes .\laria, Guilher-
mina, Manuel, Pedro Joaquim e Manoel, mu-
Iher e lilaos do capito do 1 i bitalho de nan-
que se a-
.-na
Costa ; e esta retultado o seguinte :
Brejo (compareceram 32 eleilore9.)
Dr. Mauoel de Figueira Fari.. 32 v,l0f.
Flores (cempareceram 44 eleiteres.)
Dr. Manoel de Figueirda Faria.. 4 votos.
C'brob (compareceram :'i leitores.)
Dr. Ifanoal de Figaeira Faria.. 21 votos.
Dr. Caelsoo Xavier Pereira de
N.B'ill0.\............... 10 >
N ette ultimo collegio votaram os eleitores da
freguezi de Sslguero em n. de 10. cojos votoa
foram dados ao segundo volado.
Por portara de honteni creou S. Exc. o Sr.
presidente da provincia foro civil no termo de
Agua Preta, e nomeou para supplentes do ju
municipal e de orphos all, os Srs.:
Dr. Pedro Alfonso Ferreir. .
Dr. Antonio Rj^eria Freir de Carvalho.
Coroa.'l Zeferioo da Cunha Bastas.
Sebastin Alves da Silva.
Pelippe Beoicio Alves Ferreira.
Domingo Soriano de Azevedo.
sjuppleotes devem prestar juramealo at o
27 de selembro vindouro, por si ou por pro-
i.
i
5.
6.
Os
dia
Pelo qie diz respeito ao processo, tanto da ap-
posigo dot sellos, que dever sempre ter lagarjo
maia breve possivel, como do inventario, os cn-
sules geraes, eonaulet e vice-conaulea flxaro de
accorlo com a autoridade local, o dia a hora em
que ettesdout actos devero ter lugar, preveaio-
do-s porescripto, do que ella aecuaari recibo.
Se a autoridade loeal nao se prestar ao convite
que lhe liver sido feito, os cnsules procedero,
sem demora e aera maia formalidades, is duas
operages j citadas.
Os coosales geraes, cnsules e vice-consules
faro proceder, segundo o uso do paiz, i venda
de todos os bens movis da succesio que se pos-
sam deteriorar; poderio administra-la e liquida-
la pessoalmaote, ou nomear, sob sua respnnsabi-
lidade, um agenta para a administrar a liquidar,
sem que a autoridade local tenha que iotervir
neases novos actos, salvu se um ou mais subdi-
tos do paiz, oa de ama tarceira potencia tiverem
direitos a fazer valer a respeito dessa mesma suc-
cesso ; por qtianto, nessa caso, nao tendo o cn-
sul direito da resolver a queato, ser esta leva-
da aos tribunaea a julgadaaegando asais do paiz
em qae oa beas, movis ou immoveis eslejam si-
tuados, procedendo o cnsul como representante
da suecesso.
Proferida a seotenca, o cnsul daver executa-
la, se nao tiver por conveniente appellar, ou se
as partes nao se accommodarem.
Os cnsules geraes, cnsules a vlce-aonsules
faro todava anounciar a morle do subdito de
sua nafo em am dosjornaesque se poblique na
seu districto consular, e nao poderao fazer en-
trega da heranga ou do seu producto aos legti-
mos herdeiros, ou a saus procuradores, seno de-
pois de aalisfeila todas as dividas que o defunto
podesse ter contrahido no paiz, e de pegos osim-
poatos respectivos, e de haver decorado um an-
no depois do dia da morte sem que se tenhs
aprsentelo reclaaaago alguma contra a heranga.
Fica alem disso entendido que o direito de ad-
ministrar e de liquidaras su^cesses dos Suissos
fallecidos no Brasil perleneeri aos cnsules da
Suissa, anda qaaado os herdeiros sejnm meno-
res, filhos ds Suissos, nascidos no Brasil, em.
Terme da troca das ratificagoes.
O abaixo assigoado cavalheiro A. Loureiro,
eocarregado de negocios de S. II. o Imperador do
Brtzil junto da Coofederago Suissa, e o abaixo
assigoado. JacquesStsempfli, presidente da Coo-
federago Suissa, teoda-se reunido boje no pala-
cio em Berne, para procederem troca das ratt-
ficagoes de Sua Hagealade o Imperador de Bra-
sil e do conselho federal da convengo cooaular
concluida a asaiirnada no Rio de Janeiro, em 36
da Janeiro de 1861, e teodo conferido a dita con-
vengo e echada em boa e devida forma, depois
do addicionamento ao aegundo paragrapho do ar-
tigo 9* da convengo, aa palavraaou aueentes,
depois daa paltvrassejam interdictos,effec-
tuoa-se a troca das raliQcacoet.
Fica oulro sim declarado por este acto, que o
addicionamenta cima mencionado leri a mearaa
forga e vigor camo se eslivesse inserido no texto
original da coaveogo, e qua alem disto, nos ter-
mos da deslaragedo abaixo assignada, eocarre-
gado de negocioa do Brasil, feita por sua nota de
12 da maio da 1862, a misso na supradita con-
vengo das palavrasou ausentes qae loraou oe-
cestario o seu addiclontmento, devida a ama
circamstancia inteiramente accidental.
Em f do que oa abaixos assigosdos lavraram
a presente acta, que assignaram cm duplicata e
sellaram com seus sellos.
Faita em Berne, em 26 de maio de 1862.( L.
S ) O plenipotenciario do Brasil Joo Alves Lou-
reiro. ( L. S. } O plenipotenciario da Suissa
Staempfli.
GOVERNO DA PROVIPCIA.
Expediente do da 95 de agoste de
Officio ao Exm. presidente da provincia das
Alagoas.Em addlttmento ao meu officio de 23
do corrente, rogo i V. Exc. que se digna de
mandar transportar at Penado as pessoas das
familias dos soldados do 7 batalho de infanta-
ra qua desltcsm para Tacaret, Jos Flix, e
Alexendre Jos do Nascimento, sendo a primeira
composta de urna mulher, urna tiln menor e
urna irma solteira, e a segunda da urna mulher
e am filho de oito meses, remetiendo a conla
dessa despeza para ser indemnisada opportuna-
meote.
Dito ao mesmo.Rogo V. Etc. que te sirva
de dar sata ordens para que a torga de qae trata
o meu officio da 23 do corrente, a que se desti-
na a villa de Tacaral siga dessa capital a Pira-
nhas com a maior brevidade possivel e nao en-
contr eslorvos em saa mareha.
Dito ao commandante des armas.Respondo
ao officio de 21 do correle, sob n. 1,602, di-
zendo-lbe qae, segundo informa o iosoectorda
thesouraria de fazenda em officio de 23 do cor-
rete, sob n. 79) nao se tem effeclaado o paga-
mento da despeza de 49000 feita pelo 9" bata-
lho da infantaria com a iohumago do cadver
do soldado do mesmo batalho Jos Antonio
Pas, em razio da falta da crdito na rubrica
competente do exercicio de 1861 a 186t, cajo
augmento ji sa solicitou ao governo imperial.
Bita ao mesmo.Sirva-se V. Eic. de expe-
dir saa* ordans :par que amanha as 10 horas
do dia se apretante na secretaria da polica urna
escolta da cinco pragas commandtdas por um
inferior a fim de conduzir tres criminosos que
tegaem no rspor Iguaratt para a proviacia da
Parahiba.
Dito ao inspector da theiouraria de fazenda.
Certo do contedo de su* ioformgo de 23 do
corrente. sdb n. 791 dada com referencia d
coottdoria dessa thesouraria a cerca do officio n
62 de 20 de junho ultimo, em que o coromm
danta superior da comarca de Santo Anto de-
clara nao terem sido pagos os vencimeotos a
contar do V de agosto at 7 de outubro do anoo
prximo passado do destacamento de guardas na-
cionaes d'aquella cidade, tenho a dizer que ple
V. S. auterisar a.respeetiva collectoria a effecluar
asie pagamento em vista de documentos le-
gaee.
Dito ao mesmo. Transmiti V. S. psra o
convenientes exames, as inclusas copiaa dat
actaa do conselho administrativo datadaa de 18
e2z do correle.
Dito ao mesmo.-Autoriso V. S. nos termo do
sua informsgo de 23 do correte, sb n. 790 a
mandar abonar a Jos Florencio de Lima por con-
ta do crdito abarlo para aoccorros pablicos a
quautia de SUOfOM como retriboigo do au tra
balho notratamento dos desvalidos atacados do
cholers morbus e febre araareila em Bezerros,
devendo esta quaotia sar entregue a Julio L?o
cado de Lima, conforme solicitou o juiz de direi-
to da comarca ao Bonito era cilicio de 14 deate
mez, que vai cobrindo os papis que devolvo.
Dito aocapilo do pono,Fago at'rrsentar 5
V. S. os recrulas de mariuha Jlo Mathias do
fc.spinio Santo do Nascimeoto, Sev-rhno Ti-
burcio, Antonio Bispo Soveriano. e Jos Fran-
cisco dos Santos Flix, a fim de que lhes d o
conveniente destid.0 depoi, jd inspeccionados,
_osto.
Requerimentos.
D. Anna Carolina de Souza Burity.Fica ex-
pedida a agencia da companhia braailera de
piquetes a vapor a ordem precisa para a passa-
gem da supplcante e seut Qlhos.
Carlot Jos de S.Informe o Sr. Dr. juiz de
direilo da comarca do Brejo, toado em vitta o
decreto o. 2,566, de 28 de margo de 1500, e
ouviodo o respectivo juiz municipal.
Eutiaquio Jos de Almeida Como requer.
Laureogo Pereira da Costa.Prove o sup-
que frequenta a aula em que est ma-
o.
Joo Joto de Azeve Jo.Satisfaga a exi-
do procurador Macal.
oel Antonio do Jess. Ioforme o senhor
inspecVr da thetonraria de fazenda.
Titania Hacia de Jess a outra.Prove o que
allqarlni.
J. Lindes.Informe o senhor inspector da
thesouraria de fazenda.
Virgulino Jos de Almeida.Satisags a exi-
gencia da contidoria de fazenda na iaformago
junta.
Reparligio fiscal da estrada de ferro do Recite
i Sao Francisca.
Recle 27 de agosto de 1862.
Illas, e Exm. Sr.Tenho a honra da commo-
nicar i V. Exc. que depois dos exames e expe-
riencias a que proced na parte da estrada de fer-
ro desla provincia comprehendida enlre a etta-
go terminal da 3' aecgo em Gameleira e a in-
termedia de Agua Preta no angenho Culabi. 11
milhts da 4a secgo da mesma estrada, recooheei
qae suas obras, nao obstante se acharem algumaa
dolas por terminar, ffcreeem a necetsaria ga-
ranta a aeguranga publica, em vista do qua ne-
nhum inconveniente ha em que seja aquella ex-
tenso da linh entregue ao transito de paisa-
geiros e raercadoiias de cooformidade com o avi-
so da mioisterio da agricultura, coatmercio e
obras publicas de 10 de outubro da anno pas-
sado.
Dos guarde i V. ExcIllm. e Exm. Sr. Dr.
Manoal Francisco Corris, presidente da pro-
vincia.Mano ti Buarque de M acido, engenhei-
ro fiscal.
Coniraaiido das armas.
Qaartel-general do commando das
anima Je Pernambuco na cida-
de do Beeite em 2? de agosto
de 186S.
ORDEM DO DIA N. 124.
O general commandante daa armas faz publico
para conhocimento ds gaarnigo e tlns conveni-
entes, a aviao circular do ministerio da guerra
do 1* deate mez abaixo transcripto, que por co-
pia Iba foi transmitido pela presidencia em offi-
cio datado de 20.
Circular. 4* directora garal.2* secgo.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocias da guer-
ra em 1 de agosto de 18PI
Iilm. e Exm. Sr.O augmento da despeza
que tem havido com medicamentos provm em
grande parte da distribuido autoritada pelo go-
verno imperial aoa officiaea que sao tratado lora
dos hosplaes e enfermarlas, e ss suas familias;
mu fra de dundas que muitos abusos sa team
iotrodazido em temelrtaate fornecimanto, dio-
do-sa-lhe laltitude quanlo as pestoat favoreci-
das, e qatnto as cousas fornecidas, alguma das
qutes nao podem ser consideradas cerno medi-
camentos.
Eipega, V. Ezc. perianto, as mais terminantes
ordens para qua te execute literalmente o dispotto
nos av. de 2f d'agosto a 27 de dezembro de 1859,
qae regulam a materia, bem entendido que alem
ioi officiaes all indicados, suas mulheres e fi-
lhos, neohuma outra pessoa deve ser contempla-
da em semelhante favor, seno ss que por lei
exprassa tenham direito a tratamento gratuito
como se declara no final do primeiro avisa cita
da, a qua o orueciatento se deve limitar ao qae
proprismeote se chama remedios com excluso
de utensis da qaalquar mlureza.
Dos guarda i V. Exc.Polidonio da F. Q.
Jerdo.Sr. presidente di provincia de Pernam-
buco.
Assigoado. Solidonio Jos Antonio Pereira
do Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelho, capito
ajudanie de orden eocarregado dodetalbe.
zem embaragos para a admioistrago realizar suas cial pelo 5* circulo, afim de preeocher a vaga dei-
T1!.u,. ., IlJa Pelo fallecido Dr. Antonio Baplisla Gitira
Depois de um esturlo aturado e perfeito dos
meios da san ar os difculdades que vexam o paiz,
o ministro apreienta-os reprosentago nacio-
nal ; e antes do mais perfunctorio esludo, antes
de se altender ao estado das cousas, antes de se
olhar com calma ptra as medidas do miaiilro,
um peusameulo atrsvessa o espirito do depulalo
opposiciooista e immedittameote elle diz : o
meio que presentis n>o.
Esta phras que maitas vazes nao filha seno
do desejo de contrariar m homem, osignaldo
rebate, que atemorisa o ministro apresentar
qualqaer outra medida, mas que encho de auda-
cia aquellos que regulam sui posico pelo amor
da popularidade.
O puvo mullas vezes se deixa imbair por aquel-
las que mait o affagam, e cujas palavras parecem
mais bellas e mais harmontosas, palavras que so
dirigen mais a expandir os sentimenlos innatos
no homem, do que a esclarecer a razo, que pre-
cisa de um raccionio claro e Iorico ; o povo
acredita mais fcilmente naquelles que querem
arrasta-lo para o abysmo, usando dos meios pela
ignorancia acariciados, do que naquelles que pro-
curavam salta-lo, mas que dirigem-se a inteli-
gencia, e nao ao seotimento, que lhe mostrara a
verdade, seui procuror lisongea-lo, que querem
que elle use de seus direitos, sem sbu3ar delles.
Os que dizem qae os poderes se acham usur-
pados, que o povo na) tem direitos, que a hber-
[ dade est suffocada, que o governo ludotem
procurado persuadir a urna parto di populago
que do governo. e s do governo que partem
todos os males !
Corre o tempo e forgoso encerrar a sesso ;
no decurao delta nida se ez de til, as uecessi-
dades existem anda. A lula dos espiritos para, e
o povo veos seus mandatarios orgulhosos e con-
tentes mostrar os seus discursos : elles querem
saber mais e pergualam ;o que Atestes, que
medidas apresentsstes, quaes os melboramentos
de qae tralastes? A resposta i 'uasisttreotypa-
daeuira da opposiro....
Pnrase simples e de fscil enunciago, mas de
um grande alcance para lodos que tem seguido
os nossos ltimos [actos polticos.
i Fui da opposigo o mesmo que dizer ;
combat o governo. Combater o govorno entre
nos, nao s oegar-lbe apoio as questoes vtaes,
declarar-se sempre contrario s mecidas que o
governo aprsenla, sem indagar se sao oecessa-
riaa ou nao ; dizer nao sempre que o governo
diz sim. Taes oppoaiges perdem o prestigio que
devam ter ; noinfdndem respeito, porque ellas
sao as primtiras a desrespeitar os seus adversa-
rios ; nao tem a adheto do paiz, porqae aceita
um dia a mesma medida que na vetpera com-
batera.
Os seus orgos mais destimidosimpugnam ama
poltica qae, a sea ver nao passa de um amalga-
ma sim fime em poJitica, e que trazia escripta
em sua bandelralisquecimento dopa>tado; per-
do ;na se lembrando que outros opposicio-
oittas fizeram ha bem pouco tempo o panegyrico
dessa mesma poltica, que instantemente pedia
perdo; nao se lembrando qua oulros abandooa-
vam seus alliados de multo snoos, porque a cen-
sura cahio sobre a poltica que pedia o esquact-
meno, declarando que os annos mais felizes de
sua vida poltica, nella ae tinham passado 1
E esta mesma opposigo que quer os foros
de partido, sem guardar homogenidade de pen-
samento ; que quer ineulesr-sa representando as
ideas da maioria da nago, qaando faz guerra ao
lagar e n3o ia opinide do ministro.
A opposigo do gabinete 2 de margo assim pro-
cedeu. E nao contente de desrespeitar todos os
membros desse gabinete, nao contente de em-
pregar contra elles armas que nao qaereiiam
rr contra si aponlada, tem lomado os ministro
por tbema da seas discurtos ; mais de urna vez
tem aido iovecticado o lllustrodo e iotegerrimo
Sr. Sayo Lobato, que, sectario de doutnuas so-
veras no seu modo de proceder, nunca se afastou
da lei, nem da conslitaigo. Os seas adversarios
nao podem sempre ser leaes, porque seus actos
talvez nao ieoham sempre por escudo a lei a a
consciencia.
Convicto de qaesonbe cumprir a sus misso,
corresponder coofianga dacoroa e comprehen-
der a altura e extenso de suas altas funcgdes, o
Sr. Sayo nao tem trepidado um s momento em
levantar a lava que lhe laogada ;.anida nao se
apresentou na luta, seno altivo e corajoso,por-
que tem do seu lado a razo e a lei ; anda nao
deixou ponto algum que seus secusadores, no in-
frene desejo de arraojar capitulas aecusatorios,
teoham apraseotado, sem ama defeza brilhante.
Que importa que algans adversarios fagam
guerra de exteroaioio, esquecendo verdades por
todo roconhecidas, se amigos correligionarios a
amigos esquecem boje ideas que susteniaram hoo-
tem ; ae, semelhante aos Abyssinios, riem-se
hoje dos qua respettaram hontem, apadrejando
actualmente os que sempre aceitaram e estima-
ran) ?
O amor bslofo de reunir urna popularidade
falsa, a vaidade de aer elogiado por todos que
acompanham e acalentam as mesmas ambiguo,
lem feito com que muitos se transviem ;cirn-
alos taes todos os dias se vi.
Bem triste a opposigo quo s tem por flm
oppor-se a todas as idaa do governo, porm mais
triste ainda aquella que a ae eiforga por firmar
o principio de que os horneas ntegros nao devem
occapar poiigoes officiaes.
(Uo Constitucional).
KTII1I
curador perante a presidencia da respectiva c-
mara municipal, anda que esta nao estoja reu-
nida ; e no caso da urgencia perante o juiz de
direilo da comarca, ou juiz municipal de Birrei-
ros, noa termo do art 3o do decreto n. 2,012 de
i de noveaabro de 1857.
Pdem-noi que declaremos haver o Sr. Du-
perroo succumbido de um caera na parte infe-
rior do queixo, e nao de tstiozarco, como sahio
ao obtuario i sogeada-feira.
Dando lugar i esta reclamaco de um nosso
assigoanle, dir-lhe-hemos que.s o nico com-
petente para classificar a molestia que suecum-
bs alguem, o medico astistente, e qua pele al-
testado que elle passa que se langa a molestia
na guia da cmara municipal. .
Honlem, o S'. Dr. delegado eocarregado da N
polica, procedeu visita meosal da casado de-
leogo, sendo nella acomptnhado pelo escrvo e
um erapregado da secretaria de polica.
Ahi oavij elle grande numero de presos, to-
mando notas sobre es que se acham tem pro-
ceno, aflm de instar cos as autoridades compe-
tentes pelt instaurago delles.
Em seguida pasou a revistar as diversas pri-
soes, qua encontrou com aceio, e os presos sa-
tisfeltos. Na enfermara achoa os doentes bem
tratados, e em canas preparadas com aceio. Vi-
siiou lambern o rancho e a comida que se distri-
bua aos presos.
A escrlpturago achou-a em da e com aceio.
Emfim sahio no lodo saiisfeito com o esmero a
dedlcago da mei digno Sr. administrador.
Movimentoda casa da detengodo dia 26
de agosto.
337
6
13
Exisliam
Entraran
Sahlram.
presos.
>
A saber
RIO DE JANEIRO.
Quando as opposiges sao circunspectas e cons
cienciosas, pouco o importara com o nnrne da
pesaos que te acha a frente dos negocios do es
tado : abstrahem de recriminado 'S quotianas,
para s ltenle; ae as med ias propostas sio pro
venosas para o paiz que as v, e ,s j.jlga d xam
de parte teda a idea de ',avor, usara de urna lm-
agem severa, m^ re,peUoga e comedid*, nao
REVISTA DIARIA.
Por acto da 23 do corrente, resolvsu o Exm.
Sr. presidente que simante fostem adrneltidos
nos collegio de orphos e da orphiias acuelles
meninos, que forem filho legtimos, cuja admls-
so seri ainda astim vedada sempre que em cada
um dos mesmos collegios haja numero superior
de 50.
Esta resolago de S. Exc. tem por fundamento
na primeira parle o haerm sido aquellas es'.a-
belecimeotos instituidos para asylo de meninos
desvalido de ambo os sexos, filhos de casadas
e cajos paia hajtm fallecido, visto que em oulras
circuacstaocias os meninos nao le entender or-
phos mesmo em sentido jurdico- ; e aa segun-
da a deficiencia da rendimentos, q>ie potsam che -
gar para fazer face a despeza sempre crercente
pela ampagodn entrada de meninos.
Segiads felra, cMebra o /nstifttfe Archeo-
logico e Geographica Pernam'auciwt a sessao em
qae tem de ser eleita a respectiva direcgo, aem
coano as commissoes.
Foi prorogada por msis Jous mezes a lieen-
Existem. .
Nacionaes .
Mulheres .
Estrangeiros
Eicravos. .
Escravas. .
Total
330
. 225
. 4
29
. 62
. 19
330
13S
Alimentadoa casta doa cofres prova-
..............
Movimento da enfermara do dia 27.
Tiveram baixa :
Honorio Vuoee Pioheiro da Gama ; deluxo:
Maooel Lino de Mendooga ; defluxo.
Luiz Teixeira de Senna ; anlraz.
Teveram alta :
Manoel Gomes ds Silva.
Manoel Riaeho Moror.
Francisco Pereira.
Jos Gertrades da Silveira.
Antonio Joaquim Maooel.
Manoel Antonio Pereira da Silva.
Felippe Pereira dos Santos.
Francisco Pereira da Barros.
Matadouro publico :
Ma(aram-ae para o consumo desta ciJada do
dia 27 do corrente82 rezas.
Obituario do da 27 de acost, ko cfuiib-
rio publico :
Joaquim Hermeliodo Martina, Pernambuco, 18
annos, solteiro, Boa-Vitta ; tataoo tramitico.
Manoel, Pernambuco, 13 mezes, tscravo, Santo
Aotoaio; varilas.
Bernardo Monteiro, Pernambuco, 30 anno, sol-
teiro. Boa Vista ; phtbytica pulmonar.
L'mbelioa, Pernambaco, 2 mezea, Boa-Vitts ;
convulsos!.
Manoel Peixote da Peixo, Pernambuco, 50 an-
uos, solteiro, Santo Antonio; loflammagao
chronica.
Luiz, Ceari, 26 annos, solteiro, escraro, S. Jos;
bexiga.
Communicaos
Negocios da comarca doLinioeiro.
O governo que reflieta,
ill
Realitoa-se em parte o que lhe havia dito an-
teriormente ; foi removido o Sr. Dr. Cezar Oc-
tivitnode Oliveira, promotor desta comarca pa-
ra a do Brejo. 'onde reio para estar entre nos.
Urna remogo desta ordem do deveria passar
desapercebids e sem commentario : entretanto
nem todas aa verdades ae podem dizer sempre ;
mais certo que esle acooleeimenlo tem causada
seria impresso nos animoa dos bomens de bem
desta comarca, tedoa ae tem indigoado quando
coosisersm que na pessoa do Sr. Dr. Cezar Octt-
viaoo de Oliveira ezistlam todas aa qualidades
boas qae ornam um magistrado : iotelligencia
probidade e honradez, eit tudo qusoto exprimeo,
ex-promotor da comarca do Limoeiro o Sr Dr.
Cezar Oclaviioo de Oliveira.
Nao sel, nao posto saber qaal a razo da se-
melhtnte remogo. Eis por que ea disso com o>
venerando aneio de Roma, logo no meu primei-
ro communicado, que estemos sob urna athmos-
phora corrupta e pestilencial. Nao tervem os
funr/donarios honrados, e quer-se a todo transa
"'amagar a vida e af la mocidade, que na pbra-
se de Fenelon a esperaoga da sociedade. Tudo
vai miteravelmente.
Escapoa o juiz municipal e de orphos detta
termo o Dr. Marco Tolio dos R>>is Lima, e por
que ? Porque sua nomeago nao depende da s a
| muitas vezes injusta vontade de um presidenta
de provincia. Verdade que am presidente da
provincia luta a bragos com mil difllculiades, q
illusido, e victima de aua boa f.
Astim, por exemplo, um i* de direito frav.0 e

desroniranjo bgQJ| nem ej^Uodo g l : os-? da qae goma, o eseriplnttio dsecretaria. fj coarde,ttisoeiroeTiogt^1ue nla^*.outm:


DIARIO M PEEHAMBOCO QUINTA PEIRA S8 DB AGOSTO DE 186*.
mo prazer de ver humilhar ae perante elle am
juiz municipal e um promotor que abe dirigir-
se, eeumprir teus sagrados deveres, entende que
deve tonar urna viagancs qualquer, menos a que
diz respeito a intelllgencia, oais a que provoca
calumnia e a infamia ; e ento cas sus cele
Vrrimas informales semeslrae, dixam eousas
tae. que hoironsam, e mentem escandalosa-
mente.
Nao quero offender a muilos caracteres diilinc-
los que exercem e sabem exercer o lugar de juiz
de ireito com honra e digoidade, eu me dirijo
aos pequeninea a essas utilidades em proza e ver-
so, quero dizer em Inteligencia e dianidsde.
/
nso escapara das palmatoadas que Ihe eitio pre-
parando para o lempo da correigo quo eal con-
futada para o primeiro de outubro, pois abase
f que o meslre eicola ameaca com terror ao mes-
mo juiz municipal quando estivcr asaenlado, e
iodo cheio de prestigio, rodeado de mil caras e
fulminando soberanaoieate suas suspemes. Eo-
ganel-me, nao ha soberana, esses actos do ho-
mnculo cao proceder e nao produiem seus
-Sello, aalutares. sea aapproveco da presi-
dencia da provincia,
Ma ttuit causa a narrar ; mas eu me guardo
pers^outra vpz. O goveroo que reflicta.
Limoeiro 25 de agosto da 1862.
O Velho da Pedra Tapada.
III
A tarefa que toroei sobre meus hombro, de de-
fender a reputado de um comniercianle honrado,
de um cidadao respeitavel, de um pai de familia
digno de toda a estima, desplmente atacada por
inimlgoa pouco generosos, se me sobremanera
grata por um lado, por oulro rae expoe s ilfl-
iH'tadas desaet ioimigos qun, nao ousando appa-
recer, conservara sa envolto. no veo do anooymo
e dessa emboscada desleal jogara a seu alvo as
allusoes mais pungentes, aventuran) as assergoes
msia estupendas, e confuideni as eousas enlre si
mais distioctas e menos parecidas.
Et>m poderla eu proseguir direito nvu caminbo
Erepare agora o publico asssegeibles palavfal
do Sr. commandilario: +
Quando o Sr. Fragoso rogara aosaeus ami-
gos para ellea entrarem com o seu diohuiro para
a sociedade, fazia o demonstrando as vantageoa
de tal aoctedade, nao preciiava de mentor porque
lodos conhaciam eolio e anda boje que se fosse
um eslabelecimento bem adminstralo e regido,
dava lucros e lucros muito razoaveis aos comman-
dilarios, e aiada maia aos S'. gereote, visto que
cada um delles recebeu dexoilo cotilos por aooo
de sua gerencia. Mas agora que apparece o sitan
jmenlo dos caplaes dos commaoditarios e dos
depsitos confiados i sua aalvsgoarda, ao seu
V, j----------------------- e ui.uioo kuuuauu* a sua sairaguaroa, ao seu
Como dtsse. escapeo o Ir. juiz muuicipal, maia zelo, i sua honra, que precisara os Su. aeren-
tes de defensores e defensores escolhidos ? E para
que ? para mostrar a verdade das operaee. que
Gierara ? a aua innocencia?.... ritum te-
neatis I
Pois quara melhor que os proprios gerentes
poderao explicar ao publico os seas actos, vitto
que foram ellea que oseotaboUram e coosum-
maram ?...
Na verdade, esta linguagemoo a linguagem
calma, reflectide e prudente de quem quer que
prevalece a justica ; sim a linguagem do ressen-
nmeoto, da paixao, to cega que uera ao menos
' que o seu aecusado participa do soffrimeriio
em muito maior escala ; to apaiionaifs qne nen
ao menos tropega na calumniosa imputacoJe
quo o Sr. Fragoso e cada am dos gerentes rece-
biam por snoo dezoxt contos de sua gerencia !
Se o Sr. commandilario, que na sua secusacao
nao prescinde certamente de um hbil mentor,
quite9sa o restabelecimento dos factos, como da
feito se passaram, ptocederia por outro methodo ;
e entio acharia o seguinte :
O Srs. Amorim, Fragoso, e Santos, hivendo
constituido urna sociedada ara couimanditi, da
qual foraoj elle os gorentes, receberam dos com-
manditarios cincoenta por cento dos fundos assig-
nsdos por estes, e administraran) por tal modo a
sociedade que, no dia 18 de junho desto anno, o
socio Fragoso, achaodo que a sociedade nao po-
reatar as suas operacoes, parausadas
*-" a'o*lneBlo| dm allanatmax.,
Salames entrados com laxeBdaa.. 345
lom genero... 278
Vaiamaa sahidos eom axendas..
> com gneros..
sssa 3
31
269
397
Desear re* m do dia 23-la agoito.
Galera fraacezaBerthfazendas.
Barca InglezaCeardem.
*rigue Lubekeo.eNaetiluariob. de trigo-
Bngue heapanhol-Themoleomercadoria.
Escuna ingleia-Znt Pachetfarro e pedra.
Importado.
Hiata nacional Invtncivtl, vindo do Aracaly,
consignado a Josa Joaquim Alteada Silva, ma-
niasiou o seguinte :
230 meios de sola; a Manoel Gonsalves da
Silva.
165 aizas velaa de carnauba, 230 conroa sal-
gados, 40 meios de sola, 137 aaccoa cera de car-
nauba ; a ordem.
350 molhos courinhos, 34sscco cera de car-
osuna ; a Prente Vianna & C.
Vapor nacional Jmuaribt. vindo dos porto
do norte, manfestou, a saber:
DaForlalez:
uvesaem a garanta a* uma re3ponssbi lidada en-1 a falencia '
livesaem a garaota d* uma responssbilldade co-
nhecida ; maa como raeu intuito destruir ludo
quanto possa eslabelecer no espirito do pualico a !
tnaia simples preveogo advers.t ao carcter do
uiu clitnte e amigo, por isso nao deixaroi sera .
respoata aquellas accu.ac.des que possam acarre-
tar alguma duvida sobre abundado do dlreito I
que u.^.1 assiste.
Apenswjnpareci com os meus artigos nos jor-
uj-'S destaTlidade, suscitou se me em frente um
alversaiioandVxjiio, que se asaigDa Um com-
mandilara verdade'r>+. e que dessa esiiecie d
feria
emboscad, procura f?h reputado do meu K7S."^ Z^S^2SJLli
Cente e amieo. n n mixAv lar. r,n nnfr.n.ion .!.. l~ olll.-j.'. .. al0,u 8"rele Ja
a fellencii
Pergunta-s:este facto, assim descrlpto com
toda a siogeleza e simplicidade, ou nao verda-
dero ? A'sua exactidio nada poder certameate
oppr o Sr. commandilmrio.
Quando se entra no exame e peiquia das cau-
sas da fallencia, acha-e que esta prucedeu de
niverem os gerentes conflado vultadas sommas
as casas commerclaes, que alias as nao poda)
pagar. Ha ainda neise facto o elemento da crimi-
nalidade? Nao certamente.
Logo ainla de mirter examinar o grao de m
a ordeui.
cliente e amigo, e ao mes'm tempo'cnfraquecer
a aecSo que os meus artigos fs^ssam exercer na
segundo
sociedade. Fallar de outiva ante* desse examn ,
^coosciencioso, arnscar-se a offender sem crite-
rio o carcter de homeos reipeitaveis.
Se a gerencia fosse incumbida a em s, este de-1
f*na carregar com toda a responsabilidsde, quer i
commercial, quer criminal; mas, as a gerencia i
eacarregada a tres, se a solidanedade commer-1
nal nao importa a respoasabililde criminal de
tolos os solidarios, pois nos factos criminosos a i
resprnsaHlisde e a inaposiclo da pns lia per-
eonalMsimaa, como que o Sr. commandilario'
erdadtxro, prescindiedo de toda regra, de iodo
ocriteno, de toda a le, de tola.a ar,resiacio ju-
rdica, ssoota que, sem discussao previa, sem
n.a "i r"'x".' a-""" i"j rapsnio serem admittidos tefeza, deeoj 03 ge-
fe an t ,d ,, n ,/i"'m U0 S"U br85 ?'" *V ren,eS t0d0'- e Pra ce^ao de nenhum. soffrer
loauaida? P?r^2,ei* P8 poniaguda ? P.-rque razao por tal guisa se escon- ro ? Para se faier uma accusacSo tao arave cnr*n
de aos applauos de uma praSa agradecida T aquel!, que ao Sr. Fragoso faz o Sr. eomman- i h T S"00', arr01' 75 8'80>. MO eixs folhs
taa ; o aecusador system.tico do Sr. Joao dHario. dere-se eipr o facto sem as fea. cores t^Ti A1 dil" Ucidode "^^o ; a Halla
resta, e confronta-lo com a ii i L,Aara u .. ..
opioiao publca. E'aasim quea.meu_.
artigo paPlicado nos jomaos de 2o'x>p;e o Sr.
Cummanditari verdadeiro a sua i-ublicaco f"ita
bo J,-rnal d'i fecift ele 22 e no Diario de Ptr-
nambuco de 23.
Purque nao deixa o Sr. Commandilario verda-
ieiro a sua capa anonyrat ? Se o Sr. Commandi-
lario, erguendo-se em vlngaJor da honra #om-
znerciel da nossa prar;a, pede iodistinctamente
que s*jam apedrojados todos os gerentes da ao-
ciedade em commandita Amorim, Fragoso, Sun-
tos & C porque r*zao se mostra ao publico oa
a do imporianlo paj el que assuoiio ? Porgue
1 caixt fazenda
Do Acarac :
15 saceos feijo, 5 ditos gomma ; a Jlo Ro-
dngaea Uaehido.
Do Natal :
106 couroa salgados ; a Josa de S Leitao J-
nior.
IpO ditas dito ; a Joaquim da Silva Castro.
100 ditos dito, 10 laceas algodao em plums; a
Reg & "Silva. '
235 couroa aalgados ) a ordem.
Do Macau :
94 molhos courinhos, 2 saceos cera de carnau-
ba, 4 diloa sementes de carrapato, 1 dito ptonaa
te ama, 1 pacota cara de abelha, 92 couros sal-
gado!, 39 meios de sola : a \ianna & Guima-
rae*. *
79 couros S'lgados, 10 molhos courinhos, 3
barra mel, 1 dito sebo, 1 pacote peonas de ema;
a Antonio Duirle Caroelro Viaons.
34 aaccoa cera de carnaebs, 3 barricas sebo,
dcJ couros salgadas, 3 ditos vaqueta, 6 molhos
esteiraa e 11 meios desoa ; a Haoeel Rodrigues
Costa Migbaos.
3 couros salgados, 9 garajaos carne, 1 dito
sebo, l saeso arroz ; a Francisco Alvas Montttiro
Jnior.
2 garajaos carne. 1 dito sebo, 1 caixa queijos,
y ouros salgados, 1 dito espichado ; a Jos Pe-
dro Carneiro da Cunh.
2 caixotes queijos e carne ; a Joao Francisco
Pereira.
550 couros curtiJos ; a Cunhs lrmio & C.
1 garajo csroe ; a Cosme Jos dos Saotos
Callado.
1 eaixote carne ; a Joo Francisco de Sooza.
Barca inglea Cear, vinda de Liverpool, con-
signada a Johnslon Pater & C, manifestou e se-
guinte :
30 barris lints, 3 barricas louca ; a Caors &
Barbota.
8 fardos e 30 eaixai tecido de algodao e de
'" 1 caixa machinismo ; a R. Lightowo & C.
25caiias queijos ; a Francisco Gomes de Oli-
veira.
14 Rizos louca, 1 barrica dobradicei ; a Bran-
der a Drandis & C.
2 caixastecidos de algodao e de la; ajames
Crablree & C.
) ssccoa arroz. 75 gigos, 100 caixas folhs
reparos da 3* parte a estrada do norte da ponte
de Timb a entrada do eogenho Monjone na ex-
tansao de 2.661 bracas, avallada esa 4:176j480.
A arreaataco ar feita na forma da lei pro-
social n. 343 de 15 de malo da 1854, e sob as
clausulaa especiaes abaixe declaradas.
As pessoaa que ae propozerem a easa arremata-
do comparegam na sala das lessdei da mesma
junta no dia cima mencionado, pelo meio-dia
competentemente habilitadas.
E para constar se maadoa publicar o presente
pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Eernam-
buco 22 de agosto de 1862.
O secretario,
A. F. d'Annuociafo.
Clausulas especlses para a arrematacao.
1.* Oa reparos da 3a parte da estraa do norte
na importancia de 4:1/69480 sero feitoa de coo-
formidade com o respectivo ornamento approvado
pelo conselho da directora.
2.* O arrematante dar comeQo aos (rabalhos
no prszo de 20 dias contados da data do termo da
arremalacio, e os concluir no de quatro mezes,
contados depois dos 20 dias para o comeco.
3.* O pagamento ser feito em doas prettacoes
produzir seas elTeitos ; o escrivo passe a carta
requerida com o prazo de 10 dias.
!ri?ae!I dUl,icl da 'reuezia de Sanio Anto-
jnior. "g0Sl0 de 182--J"s Luiz Pereira
?V*. mals conlih m dita sentenca dada
nos autos por bem da qU.| se p.S5ou ao justi-
pelo qual se chama e cita oa referidoa juanea-
dos para que den ro dos 30 .lias comparecas por
?:5,eS 6 flail80, U '0f'*eui atante, pro-
n0.Ln.,.raia,Kda,Pel,al' e q"*lqier oulra
ri ..f1' lhh ber |Mli mesma cita-
cao. atim de que elle nao Oque indefezo
O porteiro interino deste juizo publicar este
oos lugares tnais pblicos deste dislncto, e o af-
uxara passando cerlido em forma.
Dada e psssada nesle primeiro diatricto da fre-
guezia de Santo Antonio de Recife, aos 12 dias
do rrez de agosio de 1862.
Eu Joaquim da Silva Reg, escrivo que o es-
ClTl.
Sosa Lu: Pereira Jnior.
O Illrfl. Sr. inspector da ihesouraria pro-
vincial, em cumprimeolo da ordea do Exm.
ICaiSVi?:cio.,,B,,qw, que "
eutgacoei em que ie bazaain para ene um.
Cooforme.
nin_ o. A. F. da AoounciacSo.
- Olllm. Sr.impactorda the.ouraria provin-
no di. 4 d. aUrfr&'^JS
a junta da fazend. da maama tbesoar. ii a! ha
de arreaatar, a quem por menos (Jzer a obra
dos reitaros da estrada do Pe 'Alh. da 1ZZ11
SU"*"8l ffi,rco i0-"fi"t*
A arrematacao ser feita na forma da lei nrn
vloeial n. 313 de 15 de majo de 1854, e sob1 a
Clausulas especiada at-ano declaradas.
Aa pessois que se propozerem a esta arramala-
r-ao, con parecam oa sala das sesioes da rr.esma
junta, no da cima mencionada, pela reeio dia
competentemente habilitadas *
E ara constarse maodou puklitsr pelo Diario,
Secretaria da theaouraria proviocul de Per-
nambneo. 11 de agosto de 1S62.-0 secretario, A.
1. da Aoouociacao.
Claaaalai speciaes para a arrenut-cao.
Os reparos necsaarios na estrada do Pao
flm da me,a ***** "' Dr8' ,egUDdl D D dis 4 fl9 8"lmbro P> vmdoSro pe.'an.e ;i;lfe0en(!: 5 S?-^ J'000 bra" a ,0-000 "
4 '*tmL m... JOnla da fazenda da va tbaaoorarla. ae ha l' h,\0' da "D,0f"de com o respectivo or-
' .!l.".d0..0.m,8' q^n.-o ra espec.flc.do de arrematar, a quem por ra.oos l5. "lEltaif*^^
SoVennir^.T^ ^ '* 0CCvni -* ** in*l'"!! qu0 Pxolho presta, e enfronta o c.
no tenebroso veo do nonymo, se nao como, ao pois o commandilario. pelo simples facto de oer-
^ ob^ddaTom Z1""! e,U85, 'i" {rCa T '"' n0 lem drel de -"' rbllr o
ib, roDusietida com o atento da chilera vingali- -
?a para levar a tfieito o seu plano de aecusneao,
at.-.oa em mim, casis urea premedilaco culposa,
O uso e a forra da palavra, embora calma, re-
n^.tida e seiu estuuaJos ataviaa, cooi o fim de
mostrar isonta de toda 1 mancha criminos! a re-
j'Utaco pommerial Commandilario verdideiro mais legitima a for-
fa'da palavra apaixooada que aecusa, do que a
forra da palavra <;ue defuide em nomo da los,
em rjocne da ratflo 1
Nao menos para notar a especie iie suspei-
cao, que o Sr. Commandilario quer fazerpairar
sobre mim, des^e qu aprsenla os meus argu-
mentos como sui/eias da lei, dictadas pela po-
aicaj oficial deadvogado do Sr. Fragoso. Esta
observtco, alias offensiva do carcter da nobre
prolissao que exereo, radicalmente destruida
pelas duas seguiotea reflexes : primeira, ss eu
fallo peraotn o publico, ae aceito como juiz da
mitiha causa a opinilo esclarecida do paiz, a
quem exhibo aj raines a com ellas os factos que
Ihcs servi>m de base, em que pode ser prt-judica-
>ia a verdade das cousas pela circunstancia de
ir eu advogado do Sr. Fragoso ? O meimo Sr.
Rabe
e mediante narracoas imaginadas, a reputajo de
outrem, que anda ppr3e mais do que elle.
Se o Sr. commandilario verdadeiro qulzer ter
a bondade de discutir franca e dascobertamente
os actoi da gerencia da sociedade emrotnmao-
dita, eu Ihedeaonslrarei com a forra dos factos
e da let: '
1'Ojo o Sr. Joo Biptista Fragoso, nem no
acto de consiiluir-86 i sociedado, nem dpos da
orginisacao desta al a dita em qo* ch^'giu ao
seo conbecimanto a conOanga da avjltadaa quao-
1103 a certas raaos, nem depois dessa conheci-
mento at i falleacia da sociedade, pratKou, na
qualidade de geronte, um so fado quo posaa'ser
argido, j nao digo do fraude, mais aioda de
culpa leve ;
*~Q'"! oa tenha havido erro, engno, on col-
pa, da parte dos Srs. Amorim e Sintos, o Sr. Fra-
goso eslranho a isso, e em abooo de sua hon-
radez nunca desmentida, apenas descobrio a im-
prudente conflanca de fundos em roaos que nao
Iho pareciam asss garantidas, sua vida de ge-
rente fo: um verdadeiro martyrio, uma luti In-
cessanlo com oa seos dous compsnbeiros, lula
que, porpetuando-se no recinto das traesjeoes
Lommandilario ser o escriplor de suas eorres- sociaes. tornou-se bem mar.ifesta r ala divergen
[ondenr.iaa. mi ronnrruri .,, -.,,,;,,. ,1a .1.....-,, r-i. ._... j_ .____- ,, o*"
ou recorrer ao auxilio de algum
que as rndija ? Segunde, ss a mi-
poodeneas.
patrono hab
lih.i palavra nao deve ser ouvioa com toda a al-
leoco, se nao deve ser apreciada com o neces-
saro criterio, por ser a palavra do alrogado
du Sr. Fragoio, como podi-r ser ouvida e apre-
Cada a palavra do Sr. Commandilario, que se
ostenta no carcter departe ntercssala, i-que
erg-a a su: accuaaco em nomo da seus luleros
sos off-nli los ? Pois em tempo algum a palavra
rio ac-nsndor foi mais autmata do a.ue a pala-
vrn do patrono do aecusado Bem v5 o Sr Com
titanditario que perante a mesma opioio publica
?cha-srt elle, como parte enfurecida, em lerceno
Teos solido do que aquello que oceupa oadvo-
gado do Sr Fragoso.
Has, o que pretende e o que diz o Sr. Com-
nnnnditario verdad iro os sua ultima publicacao?
Pretf>nse explicar o sentido da sua eipreno
f'-rra da palavra, que erapregou relaiivaaeutc
mim ; e diz o seguinte :
i Ainda o repelimos, com sinceridade: a ques
ca a respeito da propria falleocia, pois, emquan-
to os Srs. Amorim e Santos queriam que a socio-
da e zesse esforcos para coniinuir, o Sr. Joo
Biptisla Fragoso tomou a reolucao contraria.
Espero que o Sr. comwandiario nao despre-
zar o ensejo de fazer com que prevaleca sua
aceuaaco, que, por agora, pe lirei permisio para
quali.'ar d.1 temeraria e precipitada.
Recito 26 de agosto de lf('>2.
Dr. Antonio Vicente do Natcimento Feitosa.
Vublica*|oes peio
3 caixas tecidos de lioho e de slgodo
Schmettau & C.
60 gigos louca, 31 caixas o 39 fardos tocilo de
algo to; a Henry ibsoo.
38 f.rdos leaido do algode e de lioho; a Fer-
reira Araujo.
5 caixas teciJo de algodao, i dita objectoe oara
gaz ; a Kostroo Rooker i C.
19 caixas e 2 fardos tecido de linha e algodao ;
s Lloden Wild & C.
14 caixas e 5 fardoi tecido de algodao e de li-
oho ; a f) Guimarea & C.
1 caixa linhs, 2 barricas cutilaria ; a Mello
Lobo & C.
5_diue tecido de algodao ; a Joo Keller & C.
55 barricas ferraaens, 1 caixa dedaes, 1 dita
obras de metal; a Prente Vianna & C.
9 caixas e 10 fardos lencos e tecidos d
dao, 1 caixa mludezas ; a Wild & Jjst.
3 ditaa o 21 fardos lencos de lioho e tec
algodao, 30 barra manieigi ; a ordem.
2i caixas cha. 4 rolos de cabos. 10 eaix
r
nai presentes clausulas, "seguir-se-ha que dii-
poe a lei provincial n. 286.
5.* Km caso algum e por qualquer motivo se-
rao atteodidas reclamac9s e inaemoisagoei de
qualquer natureza e por preiuizoi anda que pro-
Tadna- Conforme.
A. A. d'Aonunciac.o.
O Illm. Sr. inspector da ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Ixro. Sr. pre-
'dente da provincia, manda fazer publico, que
ne da 13 de aoveabro prximo vindooro, peran-
te 11 junta da fazenda da mosaa thessararia, ie
na de arrematar, a quem por menos Bzer. a obra
dos reparos da segunda parte da estrada do norte
d ponte de Fragoso a ponte de Tirapo" na exten-
sao de 3.076 bracas, avahada em 7.647J200.
A arrematacao ser feila na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de rasio de 1854, e sob ai
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoaa que se propozerem a esss arreaata-
?ao compare^am na sala das sssses da referida
junta no dia cima mencionado, pelo meie-dia,
competeolemeote habilitadas.
E para constar se maadou publicar o presenta
pelo flinrto.
Secretaria da thesourarla pravincisl de Pernam-
buco 2 de agosto de 1862.
O secretario,
A. F. d'Anaunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1. Os reparos da 2' psrte da estrada do norte
na importancia de7:6475200, sero feitos decon-
formidade com o respective ornamento approvado
pela directora em cooselho.
2_* O arrematante dar comeco a obra no pra-
zo de 39 dias, contados da data do termo da ar-
rematajao e a concluir no de cinco mezes de-
pois dos 30 dias para o comego.
3 O pagamento ser f ito nes tres prestarles
igaaes, correspondendo cada uma a um terco da
obra. *
4.a Em ludo mais que n5o vai especificado oas
il?""^18111"' Iit'-M-hl o que dispoe a :
161 D. .6*50.
5.* Em caso algom e por qualquer motivo, se- '
rao atteodidas reclamarles a iodemnisacei de4
uaiquer natureza e por preinlzoi ainda que pre-
T,d0- Conforme,
f. A. F. d'Annunciacao.
capilao Jos Luiz Pereira Juoior, eavallelro da
imperial ordem da Rosa, e juiz de paz do ter-
ceiro anno cora exercicio no seguodo, no pri-
meiro diitrkto da reguezia do Saotisilmo Sa-
cramento do bairro de Santo Antonio da cidade
do Recife. provincia de Pernambuco, em vir-
tuoe da lei, etc (*).
Faco saber aos que a presente carta de edilos
virem. que por parte do Manoel Moreira Campos,
me foi eoderessada a pelico do iheor seguiota :
Diz Manoel Mureira Campos, commercianle
nesla praca, que elle quer fazer citar a Brasiliano
Francisco Paes Brrelo, e a Antonio Borges Gal-
vao LchOs, esto morador que foi nesta cidade, e
aquello no engenho Timb em Iguarasi para
coaciliarem-ie como o suppliranta para pagarem
uma letra j vencida da importancia de 1:300$,
devidsmeoto protestada; masignoraulo se o lu
gar certo da actual residencia dos lapplicadoa, e
assim podeodo ser chamados por ed-tus, requor
o s-apMicanta a V. S. que jnstificada a ausencia
supphcados dos era logar incerto os mande citar
dos rsparos da estrada do Pao o'Alhn dtsd'e o mar-
eo de 5,000 brc,ss at o marco 6 000 avsliada L "lano daii pnocipio aos trabalhoa
- 5.000. 8TS"aaa i oo prazo de um mez. os concluir no da 4 me-
zes, ambos contados de couormidade com adata
do respectivo contrato.
3*. O arrematante isgoiti
todas as precauc.es
em
A arrematiQo sar feita na forma da lei pro-
vincial o. 343 da 15 de maio de 1851, e sob as
clausulas especiaei abaixo declarados. 'oMSUea
As pessoaa que ge propozerem a essa arrema- i".., a ,.hr? *t**JTiZmll*mMn q"e '-n8pe,C"
taco, ceapsre.m na sala das sendas da mes- 't ,b' '3*'" "**" ^ue 'n oa a lei
ma juota, no oia cima mencionado, pelo meio 9 jl nti^S """"i0 dis. competeateaeole habilitada. ', -' P'"01 effectuado em tres pres-
K para constarse mandau publicar pelo Ditrio i L,.C.0!^,8uae*,.c.or.r",0Ueodo caoa uma lfSa
Sicretaria da thnourana" provincial de Per-
oambuco. 11 de agesto da 1862.-0 secretario,
A. F. da AnnunciaQao.
Clausulas especiis para a arrematacao.
1*. Os reparos da estrada do P d'Alho entre
ei marees 5,000 e 6,000 bracas sero faites de
cooformidada coa o iespoctio orcsmeolo, ap-
provado pIa directora em cenielho, na impor-
tancia de 5:000|.
2a. O arrematante dar cotreco as obras o^
prazo de um mez e as concluir no de 4 mezas,
contadas conformo a regulamento dis obras pu-
blicas o determina.
** O arrematante leguir n prescribes qua
lhe forea dadas pelo engenheiro que inspeccio-
nar a obra e Picar aujeito ao que d9poe a lei
provincial n. 286, a reepeite de arremataQio.
4a. O pagamento ser effectuado em tres pres-
lagoes iguaes, correspondendo cada uma a terca
parle d obra total.
5a. Nao ser em empo algum attendida qual-
quer reclaruaco per parle de arrematan!*, ten-
danto 11 indmn:s8(;6es, quaesquer que sajam as
allegacei em que sa basear para esse fim.Con-
forme.A. F. da Aanuncuco.
O Illm. Sr. inspector da theseuraria .pro-
cial. em cumprimeolo da rdea do Exa Sr.
parte da obra tota 1.
5^. Nao aura ea lempo algua attendida qual-
quer reclamacau por sarta do arrematante ten-
dente a ndemnisagao qusesquer que sejam as
allega^s era que sa .axar r para esse m.Con-
forme, A. F. da ABBunciacao.
K^*Mni.
: >;.>.
da provincia, manda fazar publico,
no da 4 da seiembra prximo Ulure, pra- I "r" hospital miniar.
He a juota de fazenda da mestwa theaouraria Joaquim Marlinho ds Cruz Cortil :
ha de arrematar, a quem por menas fizar I Nos medicamentos que foram reiuisilado
a dos reparas da entrada do Pao o'Alhu dos i 1u*nlia a,i 449;960. sob a condico de ser
reos 13,000 brajas ai o Bm do ultime lanc ,r('Ku,, Pa b..tua do hospital no Io d seti
presidente
que no dia
sea
se h
obr
marcos 13,000 brajas at o Bm do ultime
avahada em a:5C000.
A arreo.ntace sera feita na forma na lei pra-
vincisl e. 343 de 1 de maio de 1854, o sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoaa qua se propezerem a assa arrema-
Ucao cemparegsm oa sala das cessoei da
referida junta, no dia cima mencionado, pelo
meio da, cempeieoiemeote habilitabas. K para
constar se mandou publicar pelo Diario.
Secretarla da thesourarla provincial da Fr-
a.mouco, 11 de agisto de 1862 -O sectetirio,
A. d Annnocieeo.
Clausulas espaciats pira i arrremitago.
1. Os reparos necessarioa da estrada do Pao
d Alho, entre os marcos 13.0C0 bracas ae fim do
ultimo laeco oa villa de Pa a'Alhe, ario fiit -
do coofermidade com a respectivo oresm
approvado pala directeria em cenjelho" na
perla acia da fcasJOfOOO.
2.a O arremataate dar principio ros reparos
i oo praso de use mez a es concluir ne de quatro
mezes ; asbos cantados de coolormilaJe cem a
dta do rerpactivo contrato.
l 3.a O arreaataoie seguir as preacripcoei qe
Ine ferem dadas pela a eegenhelr, que inspec-
cionar a abra, o licar su]aue ae que disrbe
Coosplho adminislralivo.
O conselho lomloiilralivo, para forrecimento
do arsenal de guerra, em cumprimento ao art-
,22 do regulamento de 14 de dezembro de 1852,
I faz publico que for*m accitaa as proposias dos'
senhores abaixo declarados.
Para o arsenal de guerrj.
Joao do Couio Alves 0 Silva :
500 vassourasde palha tle carnauba com caboa
a 150 ts.
300 ditas de junco com cabos a i SO re.
Joan Leitp do Reg Sampiio :
10 mtlhoiros do pregos granis de gusrnicao a
1960O.
10 mhviros de ditos pequeos de dita a 1S100.
2 arrobas de eslonho era rcruinh39 a 2i3.
Jos Bautista Braga :
5 arrobas de chombo em barra a 5$,
0 arrobas te Cobre velho a 3-20 rs. a libra.
Para o hospital militar.
os pela
--em en.
eguei na botica do hospital no Io do siembre
prximo vindouro: sendo os medicamentos o
mais object s de primeira qualldade.
O conselho avisa aos mearnos senhores cima
declarados quo devem recoher os objectos com-
prados no da 2 do correte, na secretaria do
conselho, s 10 horsa da manhi.
Saladas sesses do conselho administrativo,
para furneoimeuto do arsenal de guerra 2(i da
agosto de 1862. '
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Por eil subdelegada se fax publico que
s echa recolhido a detenc:io o parto Paulo, qua
declarou estar fgido e que era escravo do Fran-
cisco Antonio Pereira da SiUa, quem se julgar
,com dirnto i-.rasen'e-se que provando lhe sr
lenio, lllreSu''- Subiit-leg-cia do Alogalos 27 de jco-
, lm., 'o de lb2.O sub;^legM)o.
Pe :ro Mariz de Abreu.
Quinta feira 28 do crrente, depois da au-
diencia do Sr. l)r. juiz doi feitoa da faz-oda. as
10 horas da manha, toas de ir a prace por ra-
. da, a quem mis der, o seguiule :
O sobrado de um andar e solo, silo na roa
das Larangeiras n. 2, cara duas portas e varanda
de msdeira tendo a trente 22 11* palmos do lar-
No da 10 do correte seguio desta termo para a
comares de Tacarat o dstincto major Livraraen-
}o, qie para all foi encarregado do commisso
igual, se nao rasis honrosa do que a que exercia
aqu.
II'ijo que esse brioso mililar nao voltsr mais
a este termo, nso le poder dizer que a nossa
_ oi.-uo v eyrii.uu.-, <.uu sincarictuue. aqucs- a esie lermo, nso le poder dizer que a nossa *'*" *w ftmvw isniau ni' i!" ,i-
laoiruilo limplei: Nao precisamos de estire-' palavra sej echo de aentnnentos roanos gnero-1, "/,10 barrica chlMras, 3 ditai fac
dos artigos para tirar cotclu>*s do que oisse ; sos; e pois, vimos perante o puslico reooer um i ailas eDX8,lS. dilas dobradices,
esta co aquella pessr-a, dette on daquelle peque- trib.to de grtido ao referido Sr. major pelo I Vt p*ra fog3' b,rrica tamyos.200 fo
wno Tor teoimanto. Por.haruos a queeto des- I modo honroso por que se houve no' exorcicio de Dafficas grelhas, 2 ditas sellini, 3 dit
runo reo: teoi manto. Por.haruos a'quettao des- modo honroso por que se houve
cunada de otavios oratorios, de firra de pala-1 delegado da policia deste termo.
vra, que nesto eaao sao ouroptis quo nada a- Probo at onde nodo ser au militar que sabe
lem : poder-se-ba dizer a respailo : Os artigos: honrar a farda, cumprldor dos seus deveres e
tfiaobem escnptoi, bem analysados, tem talento ao mesmo terapo compassiva e cavalleiro, deixa
defensor, mas nao se diz : tem a razo do ; S6''.. .J~LM'".a..,";"S.''r?. 6em deB>c8.lrai1"- l\o e da mais grata record*ao pelos relevantes
por
-----* .------------------------- ~ ......-> f.. .u ipvwmo^oy uci'ia releva
.Vi a a Porque se diz quillo e nao se ^iz isio ? j servigos quo prestou a este termo. Mas nem
Querer o Sr. Commandilario dar o seu juizo io
tertssado como o ty,>o do juizo irr parcial da spi-
nino publica ? Ma prosigamos com o que diz o
Sr. Commandilario verdadeiro :
E'.s o caso : os comroaodiurios entregaran)
acs Srs. Amorim, Fragoso e Santos o sbu diohei-
ro, como gorentei da sociedade em commandita :
estes senhoros fonm setnpre os gerentes da so-
ciedade, nunca liveram substitutos, em tolo o
xisicocia da Arma comro
prajuizo commercial algum
.------------------------... v.wr iCur va VIS (MU I u u J i t 1 i I \J 9
nao reliraram suas entradas nom o podiam fazer ;
apparece um desfalque horroroso I........ horro-
rosimmol I !....... isto esbanjaram nao s o
Cpital doj commaaditarios como o capital de
contas crranles : pergunta-ae quem foram os
autoiei, convivantea ou perpetradores do esban-
jamento oa...... nao dissemos bem ;quom fo-
ram os autores, connivente! ou perpetradores
desta operacao ?... .
i* esta a resposta que desejamoi, mas sim-
ple, pura, descarnada, e sera a torga da palavra
Jo defensor
Dgase com a mo na consciencia :procodo
de boa f o Sr. Commandilario ajeando arran-
cando uma narrajo a seu geito, qualtcsndo oa
factos a seu sabor, prepara este quisito ao qual
0eae]a uma resposta simple, pura, descarnada
e sem a forra da palavra do defemor ? E devo
*u consentir que o Sr. Commandilario, levan-
tando com las proprias mos esse pelonrinho,
procura nelle torturar repats-ao do Sr. Fra-
goso ?
Nao ; a por isso nirracio estudadi, falsa e
ageitada do Sr. commandilario verdadeiro eu op-
porei a oarrago simples, exacta, verdsdaira e
cempararei os factos coro a le!, nao sophisticada
e aubtiliaada, mas em sua rerdadeira e leal in-
terprataQo.
Se noi factoi, cuja criminilidado eit inme-
diatamente inherente ao aeu carcter material, uo
aepde prescindir do elemento moral no agente
que oa pralica, como em um facto de fallencia,
Cuja crlminalidade depende do concono de cir-
camstaocisa redamadas pela cooicienoia pe-Mca,
iIr',es?res,,B,en,e peIa lei Pretondt o ftv
tomrnanduano q.e se prescinda do aprecame-
lo dssai circurastaocias, e de sua relacao intima
e immedtata com o elemento moral ? Como nao
recua o Sr. comanditario mte a misso menos
dacoroia de querer que o Sr. Fragoio aeia oIk-
do pela opiniio publica em face de uma narracao
despida de todo o criterio e deseripta com as^co-
res maii csrregadas? Nao '6 o Sr. commani/a-
rib que a aua historia pecca de um modo bem
saliente contra todas as regrat de juitiji, e mes-
mo de hora leoie ?
110 dcixsr de ter, a par de urna populacio in-
teira, qu lho reonhecida, alguas desaHeclos
que por espirito de viogava maldade o de-
piimara.
Tolavia, nao deslustrarlo o m<-rito de seus
lervicoa os invejosos desse mesmo mrito. A
quem bem serve andam sempre annexos taea
productos de despeito ; os quaes tambem cahem
., sempre por ierra perante o aprecj do publico
nditana nao houve! que sabe separar o joio do trig... elevando este o
os commaoditarios i desprezando devidameute aquelle.
&
de algodao e 50 barris manteiga : a Johnston Pa-
ter A C.
34 fardos e 59 caixas tecida de algodao ; a C.
J. Astley & C.
2 caixas drogas e 17 barris olee ; a B. Francis-
co de Souza.
I caixa camisas, 2 ditas tetldo do algodao ; a
Dammayet 8.
1 caixa tecido de linho; a Kalkmaun Irmaos.
50 barris manteiga ; a Tasso & lrmis.
51 fardos e li caixas tecido de algodao, 50 bar-
ricas carreja, 600 barris plvora ; a Adamson
Howie & C.
1 caixa drogsi; a Aguiar Ramos & C.
51 tonelada! carvo da pedra ; a Scotl Wson
a C.
5 calxis o 10 fardos tecido de algolo, 2 ditos
as. 10 barricas chaleiras, 3 ditai facas e gar-
. 45 cha-
0 fo^areiros,
. ~i ditas ferra-
geDs, 2 ditai ferrolhos, 2 di as machados, 633
barras de ferro, 4 fardos e 1 caixa tecido de li-
nho, 2 fardos fio para lapateiro, 2 barricas trea
do cozinha ; a Patn Nash & C.
6 barricas serras, 1 dila lacas, 15 ditas e2 cai-
xa ferraran, 70 barricas enxadas. 40 molhos de
ps. 50 chapas para fogao, 597 fogareiro., 2 cai-
Em virtuio do qual deipacbo se procodeu a io-
quincao de tesieniunhog que depozeram sob o
juraxento dos Sautos Eangplhos a respeito Ja
ausoncia e incerteza do lugar d residencia d^s
jusliQcados Francisco Pies Birreto, e Antonio
Borgos Gaho Uchda; e sendo ludo autoa lo, e
preparado, me foram os autos conclusos e por
mim lidoi, nelles pruferi a. senteuca do theor se-
guiot" :
Julgo por sentenca a jusliflc-cao de folhas para
produzir seus effeitos; o esfnvo passo a carta
requerida com o prazo de 80 dias, e pague ojus- ', "\ """'> e
tifleante. as custrs. 8 clausulas especiaes abaixo declaradas.
O Illm. Sr. inspector da thesnuraria pre-
vmclal, em cumpriraeoio da urdoaa io Exm. Sr.
presidente da pro?lacia, manila fazer puilico, qua
no da 4 de s.iembro, perante a jauta de fazenda
da mesma thesuurarsa, so ha de arremat-.r por
que,B por a,.B.;s fiz-r, a obra a lz>r-se coU
os reparo a es'.rada do Pao d'Alho desde o
marco 10.000 bragas al e marco 13,100, avallada
em 5:90U50UO.
A arre*.,-tt$r!0 ser feita na forma da lei pro-
3 de 15 de maio de 1854, e seb as
Que em Tacarat adquira o Sr. major Livra-
meoto novos ttulos considerado publica o ;i
Ptima dos seus concidados. sao os votos do po-
vo do Buiquo para coa sua pessoa.
Buique, 13 de agoito de 1862.
Juslus.
(GUIA IEU1
DO
Bbco do Brasil.
A caixa filial deieonta letras com praso at
quatro mezes a 10 0|0, as do seu proprio aceite
a 9 0|0, toma dinheiro a juros em eonta corren-
te, oa por letras a 7 0(0 ao anno, e saeta o par
e curtos prasos, sobre o banco do Brasil.
Caixa filial 26 de agosto de 1862.
Francisco Joo de Barros.
Secretario.
Praca do ecife 27 de
agosto de 1862.
\h quatre feeras da t*rae.
Colacies da junta de corretores.
Cambio.
Sobre Londre90 d|v. 26 3[* d. por W000.
Assucar mucavado Canal18700 por arroba.
i. da Crux Macadopresidente.
John Gatissecretario.
xas linha, i fardo lio, 1 dito fazenda para'velas
a Jos Antonio Moreira Dias C.
1 caixa machioa, 7 fardos liu, 4 barricas lam-
pioes, 3 ditas e 3 caixas chamins e pavjos, t bar-
rica globo, 2 dilss vidros par candieiro, 1 caixa
borrachi, 3 Jilas drogas, 100 foixes de arcos de
ferr, i bunca ferrageos, 16 canos de ferro, 5
caixas cofre, 2 ditas e 3 fardos papel, 2 caixas
pertecces de esenptorio, 1 dita machina para
copiar ; a S. P. Johoston 9 barricas ferragins, 1 dita objectoi para es-
enptorio ; a Saunders Brutheri C.
12 caixai miudezai; a Isidoro Ualliday & C.
3 saceos, 1 barrica e 1 pacote amostras ; a di-
versos.
Hecebndorla den rendas Interuzaa
raes d* Peraambneo
F/a!-1-!"!?.*^ :957i357
Mena da di. 27......, 552i4o Primeiro diatricto da frgue?.ia de Santo Anto-
nio, 12 de agoito de 1802.Jos Luiz Pereira
Jnior.
Nada mais se contioha ero dita sentenca dad*
nos autos por bem da qual se passou ao joalifl-
cante o presento edital cora o prazo do 30 dias,
pelo qual se chama e cita os referidos supphca-
dos para o que dentro dos 30 dias compartan)
por si. por seus prenles e amigos, ou porVu
bastite procurador para se proceder aos termos
da conciliagao na forma da peiicao, e a qualquer
outra pessoa para que lhe faca saber detta mes-
ma eilaco, aura da que elle nao Oque indefezo.
O porleiro interir.o deste juizo publicar este
nes lugares mais pablicoi desta disinti, o o af-
flxar, passando certuo em ferma.
Dala e passada nesle primL-ro districto da re-
guezia ds Sioto Amonio do Recife, aos 12 das
do mez de agosto de 1862.
Eu Joaquim da Silva Reg, sscrivo que o ei-
crevi.
_ Jos Luiz Pereira Jnior.
O capito Jos Luiz Porein Jnior, cavalleiro da
imperial ordem da Rosa, e juiz de paz do ter-
celro enno com exercicio no segundo, no pri-
meiro districto da freguezia do Santisairao Sa-
cramento do bairro de Santo Antooio da cidade
do Recife, provincia de Pernambuco, em vir-
luJe da lei, ele. (1)
Faco saber aos que a presente carta de editos
virara, que por paite de Joo Antonio de Mallos
Abreu me foi enderessada a petieo que se
segoe :
Diz Joo Antonio de Maltns Abreu, que elle
As petaoai que se propnserra a essa arrema-
t'y.lo comparecam na sala da sessoe da refenda
junta, no da cim mencionado, pelo meio dia
coo.peienlemente habilitadas. E para constar
se raandoa rjublicar pelo Diario.
Secretaria da ibesooraria provincial de Por-
Bambucn, 11 do agosie de 18(i2.O secrelario.
A. F. o Aonunciacan.
Claasolaa especiaes para a arrrmatacio.
Ia Os reparos necessarioa na estrada'do Po
Aldo, entre os marcos 10,000 bragas a 13,000.
sero eiloi de cooformidade com o respectivo
ore;ment, approado pela directora em coose-
o na importancia de 5:900f00.
dorea do Franciaco Ca.lcanti de Albuquerque
Recife, 2d de agosto de I862.-0 so:c,i3dor ta
A?*0 ^rJ'ia'l3,. J"a<> Fumino Crrela de
Ofeflta t*.-sa de misericor-
dia do R3ci <
A mma.ianti idministrativa d^Sants c-sa da
Uneri-ordia do Recife manda fazer publico qu"
no dis 28 do corante, pelas 4 horts da tarde ,,
la de sua, Jessoes ir praca para ser arrers-
lado a quem por menevs fizer, o lorneclmenlo de
pao e bola-be que se houver de consumir noe
esi'balecimcoto de taridade, do 1 de seierabro
a ai de dzmbro do correte anno. Os prcten-
dentei dirljam auas propost.s em cartas fetha-
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Ra-
cifi 21 de agosto de 182.-0 ecn>o.
F. A. Cacalc^nti Cu'siro.
Santa casa da misericordia do
liedle.
adminitrtiva
A Illms. jonla administrativa da Santa C
Recife manda fazer publico
,_.. w-w... uv <>i'ia Ai/icu, nJ tillo
?fi-;o7-7 qUer ,er CUsr a Braiiliaoo Franciico Paes Bar-
26:509#757
i"l*'o Provincial.
Readimento do ala 1 a 26
[dea do dii 27
27:2308161
1.66lfi778
28.891J939
A'ot'ios mirados no dia 27
^"Wrt.Htoil*^
Rio de Jeneiro-13 din, barca heipanhola Car.
rntn, de 368 tonelada!, capitn Jos I Gor.r-
do.^qo.pagem 16. em la.tr, ; Ar.neg.Sjc
m. r HS^m,ahii0' no mttm<> *.
Rio Grande do Narta L.ncha nacional Flor io
Sio Grande, captlo Vicente Jea Co.
carga fazenda. a oatro. geaeroi '
Luboa Brigua portaguez Bella Figutrente ca-
pitao Jos Farr.ira Le..., carga aaWcTr!
AlfsandSeaXB,
Xendlmantododla i 26. .
(dm de di 27
i
379:4341111 cisl ^^^^J^^*^^
25 434^882 .idete da pravieoia. ai l&JSBmmSl
------------ da 18 de letambro pro. mn foinm -. H :
405:068*994 j.nU da fazenda da me.m,7h..o,r.P "b 'dS
reto, e a Antonio Borges Galvo Lcbda, eate mo-
,ado.r,1"e fei net cidade e aquelle no engenho
Timb em Iguaras; pira conciliarem se com
o suDplicote, sfirn da pagarem um letra j ven-
cida da quantia de 380. devidameote protestada,
maaignorando-.eo lugar certo da actual residen
ca dos supplicados, e por isse podendo aercha
madoa por edito, requer o suplicante a V. S.
que justificada a ausencia dos supplicados em lu-
gar nao sabido, os mande citar editalmente.
Pede a V. S. Illm. Sr. juiz de paz do primeiro
diatricto da freguezia de Santo Antonio, que te
digne admiltir a jmiincaeAo e jclgala por sen-
leoga mandar psg.ar o. editae. para a. citacoes
qae se raquer.E. R. M.O solicitador, Antooio
Carloa Pereira de Burgos Pooce de Len.
Na qual petigo del o de.aacbo qne te segu -
Justifique. Primeiro districto da freguezia de
Santo Antonio, 26 de ialho de 1862.Pereira
Jeaior.
Emvirtade do qual de.pacho se precedeu a in-
quiricao de te.temunha. que depozeram 10b o
juramento dos Sanios Evangelhos i respeito da
.esencia, e incerteza do lugar da residencia dos
jastiDcadoi Brasiliano Francisco Paei Barreto e
Antonio Borge. Galvo Ucha, a sendo tado a'u
toado e preparado me foram o. autos conclusos
e por mim lidos, nelles prefer a .entenca d
theor .eguinte:
Jolgo por tentenga a jutiflea^o de folhs. para
2.a O arrematante uva pTlncioio aostr-balho 'Za iT "!"' '^a fazer publico
no praso de um mez, e os concluir no sqa.tro 0t ., i *'"!'; V ho^>* l,rd'.
mezas, ambos ceudos de confortlade cora a ^LlaZL ^ "en.
data do resaeclivo contrato. qu m por tEeD0S fizer
3.a O arrematante seguir tnds as prescrip
coes que lhe forera dadas pelo e genhsiro que
inspeccionar a obra, e Bcari lojaito ao que dis-
pOe a le provincial n. 286 a respeito de arrema-
lCes.
4.a O pagamento ser effectuado em Ires pres-
tacoea iguaes conespondente, cada uma a terca
parle da obra total.
5.a Nao ser em tempo lgum att-ndida qual- I
quer arrematacao por parte do arrematante leo-
dente a_indemnisro quaesquer que sejam as
allegarles em que se bssear par esse fluj.
Conforme,
A. F. d'AnnuniitfSO.
"~ O Illm. Sr. inspector da theaouraria uovin-
ci.I, em cumprimento da ordf-m do Exm. Sr.
presidente da proviacia, manda fazer publico,
que dia 4 da setemaro prximo futuro, perante a
junta da fazenda da mesma theaouraria ae ba de
arrematar, a quem per menos tizar, a obra doa
reparoa da estrada do Pao do Albo, desda o mar-
co de 6,000 at o marco 7.C00 bragas, avahada
em 4 I009OOO.
A arreaiatacio .era feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 a 15 da maio de 1854, o sob as
clausulas especiaes abaixo especificadas.
--------------- au.u u menor nrren e
Ai pessoaa que se prepozeram a essa arrema- necer ditos eenero.n,
icia ranmararana aa !> d.. ....... h. ,... .'""" genero, 03
os reparos
das casas aoaixo derlsrad.is.
Ra da Lapa n. 5, oreadi-s em 27('3000.
Dits do Amorim u 21. dem em 1i>9e220.
Dita do Nojueira a. 17, dem em 45s7O.
Biia do Paare Floriano o. 13, dem em 13CJ0S0
Dita das C'nco Ponas n. 110. ide-n em 174520
Seeraiari. da Santa fa.a de Misericordia o
Recife 21 de agosto de 18P2.
F. A. Cavalcanli Cousseiro.
Escrivo.
lasa da Misericor-
dia de Recife.
A Illm.. junta admiaistrstiva da Santa Casa de
Misericoraia do Recifi manda fazer publico quo
no da 38 do corrate, pelas 4 horas da tarle. na
sata eeaeaeaeaicee, Ir pra;a a arreataao
dos genero alimenticios abaixo declarados, quo
hourerem de onumr os colegios de orp'hos,
do 1 de selembro prximo vindouro a 31 de de-
zembro do corrents armo : os pretendiles diri-
jan) as suasproaoslas era cartas fechadas, deca-
ndo o menor preco por que Ibes convem for-
(*) Por anuencia de publicace., nao foi pu-
blicado a mals dia. este edital.
, 1 redaect.
(1) Por .fluencia da publicarles nao foi publi-
cado e.ta edital a mais lempo.
rtdaeeao.
tace cempareQam aa sala das essoes da mesms
juati, no dii aciaaa mencionado, pelo meio da,
competenUmaate habilitadas.
E para constar se mandoa publicar pelo Diario.
Secretaria da tbeseuraria provincial, li da
agosto de 1862.
O lecretario,
A. F. da Aanunciacio.
Clausulas especiaes para a arrematafao.
1*. Os reparos aecesiarios oa eairada oo Pa
do Alho, entre o. marcos 6.000 brc. a 7.000
mil, sera o feito. da cooformidade com o reaaecti
vo ornamento, approvado pelo coa.elho director
a. importancia de 4:800|KX)O.
2a. O arrematante dar principia aos reparos
no prazo de am mez e a. cooclair no da quatro
meza. ; amhe. coatalo. da cooformidade com a
pala da respectivo contrate.
2*. O arreaiaota .guiri toda as arescrip-
Sdei ue lbe ferem didas pelo engenheiro que
inipecciaaar as abras, e Qcar aujeito ao qoa dis-
poe a lei provincial a. 6 respeito da arrema-
lacei.
4a. O pisamanto ser effacluado em trea prei-
tacoeaguaea comprehendendo cada uma a terca
parle da obra total.
5. Nao ser em lempo algum attendida qaal-
fMi reliaiafiao por pulo do arrematante ten-
Caf.
Cha preto.
Manteiga franeeza.
Assacar reinado.
Carne rde.
Toacinho.
Arroz pilado.
Bacalbo.
Batatas.
Feijo.
Fariaha.
Sal.
Atelto doce.
Vinagre.
Lenha em achas.
Peixe.
Verdura.
Fraelai.
Docei.
Dietai.
Frangos ou frangs.
Calioba.
Lei te.
Alelrie.
Jdacarro.
Cha prelo.
Vinho Unto (Liiboa).
Dito dito (Porto].
quaessao
s







./
DUtiO % MBN4MICG0: QUINTA FEIiA II DI AGOSTO BE i
safe

Doce.
Secretaria da tanta casa da misericordia do Re-
cite 20 de agosto de 1S62.
F, A. Cavalcaoti Coasseiro.
Escrivao.
Santa casa da misericor-
dia do Recife.
O Illa. Sr. commendader Jos Pires Ferreira,
theioureiro da sania casa de misericordia do Re-
cite, maos faier publico que. em virtade da de-
liberarlo da junta administrativa da mma san-
ta caaa, (ara p.ginunt i s amas da casa dos ex-
postos, que compareceris acompanhsdas das
respectivas crimen, no dia 10 de stlembro pro-
ximo futnro, pelas 10 horas da manhaa, do salo
da casa dos expostos.
Secretaria da saots casa de misericordia do Re-
cite 25 ds agosto de 1862.O oscrUSo,
F. A. Cavalcaoti Cousseiro.
Por esli subdelegada se faz publico que se
acham depositados dous cavallos alasos que fo-
ram tomados a um indiviooo da oome Pedro
Francisco Csrneiro de Almeiia, por suspeita de
aerem furtados, duendo dito Almeida que os le-
vara para osul, assim como tambemse acba de-
positada ama canos e urna red* ftrande de pes-
car que foi tomada a Joo Evangelista do acto de
stirdispeacaodo viveiros da peixa do lugar do
Piua, periencente Maooel de Almeida Lima, o
qual foi ureso om flagrante, e vi ser procssado,
m virlude di queixa. dada em juizo contra o ra-
eriio Evangelista : portanto, quem se julgar
com direito a ditos objeeln, compareca, que pro-
vando, Ihe serao entregues.
Sjbdelegacia do 1.* districto dos Afogados 22
de agosto do 1862. o subdelegado.
Pedro Mara de Abre o.
Por esta siblel"g'cia se fas publico que se
acha dopositado um cavallorueo pedrz com ou-
tros sigoaes, que toi encontrado no Hura Ver-
melhe, astranho ao lugsr, havendo suspeiias que
o afamado A itoaioo Jos -lo Carino, conhec.Ho
por industrioso na traficsucis de turto de caval-
los, o liaba sobra ui guarda, tinto que foi pre-
senciado por una pesa >a q-undj elle o ia amar-
rar : quem ae ilgircom ireilo eomare;a, que
provando, Ihe sar antrege.
Sablelegacia do Io distrieto dos AfogaJos26
de agoste de 1862.O subdelegado.
Podro Hara de Abrau.
Pela edmioistrsco do correio desta ctdade
se fax publico, queem virlude da convenci pos-
tal celebrada pelos governos bratiloiro e franc^z,
serlo expedidas malas para Europa oo dia 31 do
crrante, de couformidade com o aonuncio deste
correio publicado no Diarlo d* 29 de Janeiro do
anoo passado. As ca las srSo recebidss al 2
huras antes da que for marcada para a sabida do
Tapor, e os jornaes at 4 hora aDtes.
Correio de Peroambueo 22 d agosto de 1862.
Domiogos do Passos Miranda.
Administrador.
Conscllto admiuistrativo.
O conselho administrativo para fomecimenlo
do arsenal 0.) guerra tem de contratar o forneci-
uento para o rancho da compsnhia dos menores
do arsenal de guerra, nos mt-zes de setembro e
outubro prximos vimlouros.
Pao de 4 on'.as, bolacha arroba, minela fran -
C'jia, assucar r>'tiaad.) d-; 21 sorle, cha hy^xin,
caf em gri), caroe verd*. carne secca, toucinho
de L'sb ij. azeia doce da Lisboa, vinagro de L's-
boi. bacilhao, arroz. d> UaraohSo, feijo preio ou
Diulatiho, fannha de maodi :cj de pnmeira qua-
lidade.
Para o arsenal de guerra.
2 arrobas de. lio do vela.
Quem quizer contratar taes objeclos aprsenle
as suas propostas em carta fechidi na secretaria
do conselho, s 10 horas da ruaoha do dia 29 do
Curenle mez.
Sala dss sesses do coDselho adoiinistrat'vo,
para fornecimeuto do arsenal de guerra, 22 .le
agosto de 1H62.
Aifoi9 Pedro ie S Brrelo,
Coronel presidente.
Francisco Juaquim Per tira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
&t &m a r: n n&m

amx
j VA i
ranhao'
Para o Maranhao aegue por estes 8 dias o ve-
leiro palhabote Garibalii, tem parte do carre-
gameoto ptompto, para o reato tratase com
7asso Irmoa ou com o capito Custodio Jos
Vlaona.
As sortes de 5:000$ at 10$ serao
pagas urna hora depois da extraccao,
a as outras.no dia inmediato depois da
distribuirlo das listas.
Servlndode thesourero,
Jos Rodrigues de Souza.___
_ Precisa-s alegar m preto fiel para o eei-
vico de casa : Da ra Nova n. 16.
Para Lisboa o brigee purtuguez Bello Fifuel
rente, espitao Jos Ferreira Lesss, preteide
sahir at o dia 25 do correte, para passagairos
para os qaaes tem excallentes commoios : tra-
ta-se com os cmsigoslsrios F. S. Rabello & Fi-
lho, raa ds Csdeia a. 55.
(CI1MHI1L&
DAS
Messagenes imperiales.
No dia 31 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor fran:ez Eitremrdure, comsaaodaote
Somer, o qua| depoll da demora do costume se-
gairi para Bordeaux com escala por S. Vicente
e Lisboa.
(Esa S. Vicente ha um vapor em correspon-
dencia com Gore )
A eompaohia encarrega-se de segurar as mer-
cadorias embarcadas a bordo dos vapores, assim
cerno tambara recebe dinheiro a orjecto de valar
com drslino a Londres em transito por Bjrdeaux
e Doulogne.
Para as condic(es fr. t-s e passsgeni trata-se
aa agencia ra .lo Trapicha d. 9.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Nvegafo costeira a vapor.
Parahiba, Natal, Macau, Aracaty, Cea-
r, Acaracu' e Granja.
O rapor tJagusrlfte, commsndsnta Lobato,
sahir para os porlos do norte at o da Granja,
do rtia 6 de seie:.bro as 4 horas da tarda.
Recebe carsra at odia 5. Eocommendas, pas-
sageiros e diuheiro a frete at as 3 horaa do dii
1 unida. E-icriptorio no Forte do MattOl nu-
mero 1.
...-4ai(MfV.-.>o
Quinta-feira 28 docorrente as
10 Iioras da manhaa no armazem da
ra do Imperador n. 37.
O agente limpio tara leiiao por conta da qaem
perteocer dos objeclos aboixo declarados, a
saber :
Li"rr>s de direilo o litteratura. 156 potes com
banha franceza, mappas geographicos, relogios
saissos para parede, cima de mesa e algibeir, 1
machina i'hithgraphica, machinas de varrer
casa e tapetes, guarda veti-Jos, guarda-roupa,
quadrts pintados a oleo, apparadores para sala de
jaolar es^^lhos eom molturas de diff renl.'s ta-
o'anhus, loucadorea p?ra toilette, duzias de ca-
detrea para sala dejarttT, canrlleiros para cima
de mesa, ca deiras de balando de Jacaranda. dit'S
de in.no e outros muitos o*'jectos que eslarSo
patentes aos compradores na vespera e da do
leiiao.
Pretendo argir com muits brevidade para o
Rio de Janeiro o releiro e bsw c inhecido brgea
n :ional \lmirsntB, '.m pirt-.- de seu corruga- I
m?"to prompto ; para u resto qaa lh falta, ira- j
ta-ea com os o>"-us ennsi^naterios Antonio Luii 1
0!iv^ir~ Azvodo. no seu escriptorio ra df Cruz A Q :
i a mero 1. X O \>'
COMPANHIA BRASsLEIBA
DE
MtliUlS l TaVML
1.' esperado dos partos do sul at o dis 30 do
correte um 'los vaoores da companhia, o qual
depois da don.ora do coslume seguir para os
porios do norte.
Desdo j recebern-se passageiros o eogaja-se
a carga qua o vapor poder coodazir a qual devo-
r st embarcada no dia de sua chegada, d-
comm ndas e dinheiro a frete at o dia da sabi-
da ss 2 huras: sgencia ra da Cruz n. 1 ei-
eriplorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
c
SQMPAiWA RASILEIRA
DE
fAOOCTES k fi-fl.
Al o dia 3) do crrante, esperado dos
portos do norte o vapor Oyapock, coutnandan-
*.e o primetro teneote Antonio Marcelino Pontea
Ribeiro, o qual depois di demora do cosime
seguir para os ponos do sul.
Desde j recebem-se passageiroa, e eogaja-an
a carga que o vapor poder conduzir, a qual debe-
r aer embarcada do dia de sua chegada : dinhei-
ro a frete eocommendas al o dia da sabida as
2 boras da tardo : agencia ra da Craz n. 1,
escriptnrio de Antonio Latz de Oliveira Azore-
do & C.
saceos
milho
com
N>va escola particular
** de inslmcgao primarla pira o sexo mas- ^"
9 colino; na ra Ja Cadeia do Recite n. 52. @
mmmm Desencaminhou-se urna letlra saecada pe-
los Sra. Arkwvinht & C., aceita pelos Srs. Per-
relra Si Matheus a reucer em 6 de novembro pr-
ximo viodouro da qusnlta de 6:0005' 00.
Os aceitantes eato prevenidos para nao des-
eon'.a la, oem paga-la era seu venc ment s*nS o
ao aeu legitimo dono. Quem estiver de posse
d'ella pode entrega la na ra da Cruz armazem
n. 61, ou na ra da Cadeia do Recite n. 62, que
ser recompensado.
IBiffi S SSMMfl)
sar\o
MOTTO
23Largo do Terco23
VenJe-se os gneros por menos vinte por cento do que am outra qualqu reparla, afiaa-
(ando-sa a koa qualidada.
Manteiga iagleza da safra ova de 750 a 800 rs. a libra.
Dita franeeca de premaita qualidada a 600 e 560 rs. a libra.
Queijas flamenfos ebagad*s ltimamente a ?5 e dos do passada vapor a 19100.
Caf ds pimaira asegunda qualidada a 260, 28 e 320 rs. a libra, e em arrobi a 8? a 99.
Servaj-s das marcas mais acred tadas a 480 rs. a garrafa.
Yinho engarrafada de forto a 19200 e 1 9 a garrafa.
Dito am pipa marca F. L. P. a 480, o60 e 640 rs. a garrafa.
Massas, maearrao, Ulharim e aletria a 300 e 400 rs a libra.
Paisas navas a 326 rs. a libra, e em meias eaixas por 3| cada urna.
Batatas notase M rs. libra, am por;ao se faz abalimento.
A'em dos gneros annunciados, encontrara* sorlimanto completo da toda amale a teiden-
te a molhadea.
Attenco Nova exposi
h.l. ...:._.j. i.-a.__ii ___ && *
O abaixo aisigoado tendo-se j mu- v"
U| dado do seu estsbelecimento do hotel .A
g da Escada, e de Gameleira para a po- 5*
1& voajaa de Jaboatao, como por ali te- W
a Dha deixado espalhado algumas som- a
2 mas de debito, em mios de varios s
sW senhores, e at o presente neohum dos Sp
rj^ mesroos se tenha lembrado da vir-me ^
m procurar aQsa de saliafazorem seus de- f
5 bilos, e nem seus aceites, por tanto, vou
^ por meio deste rogar, era ani'garel, que (^
;* espera todos Ihes sati.afaQam, na con- ge
^ formidade como foram todos servidos do J
3? eooirario fazer entrega de auaa cenias, ^
^j e lellraa a outro para conseguir judicial- g
& mente, vigo que assim o prometteram, ^
w cum quanto o abuso tem sido suficiente. SI?
$8 Antonio Flix Pereirs. S
U. C. C. de Mello, Mocador do consulado
provincial, avisa aos aenhorea proprietarioa e
maia donot de estabelecimenlos, que desdeol.'
da julbo do corrente anno se acha entarregado
dos lancamentoa da decima urbana, dos de
mais impostos dss freguezias do Santo Antonio,
S. Jos e Afngsnos.
Nesta typograpliia precisa se fal-
lar ao Sr. Manoel Ferreira d'Almeida,
que mora na Casa Forte.
Domingo 31 do corrente haver no grande labo-
ratorio de laagem de roupa a Tapor, sito no Ar-
raial, uma exposiro do machinismo e do pro-
cesi de lavagem para ai pessoas que qufzerero
assislir. Os pronrietarios desejam que baja gran-
de concurrencia, e principalmente de senhores,
para assim poderem provar as vantagens da em-
presa.
O Sr. Claudio Dubeux ter as 9 horas e meia
da manhaa mnibus dsposicao das pessoas que
se quizerera utilisar.
Consaltdode Frasear
O cnsul de Fran?a envida aos credores do
fallecido subdiloraucez Antonio Eugenio Barrel-
lier para comparcerem no respectivo consulado
daade ss 10 horaa da manhaa at as 3 da tar^e,
aflm de receberem a primeira prestacao da debi-
to a que ficou obrigada a viuva do referido Br-
rellier.
cao de candieiros
a gaz.
Chtgou a nova axqosicSo
Ch.'g-iu a nova exposicao
Chegou a nova exposicao
Chegou a nova exposicao
Chegou a nova exposicao.
Candieiros a gaz
Candieiros a gax
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz.
Sortimento completo
Sorti i ento completo
Sortimento completo
Sortimento completo
Sortimento completo.
Gaz da primaira qualidada
Gaz de primeira qaaltdade
Caz de primeira quslidade
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primeira qualidade.
S tem na nova exposi^So
S tm na nova expoaico
S tem na nova exposicao
S lera na nova exposicao.
O proprielario deste eatabtlecimento avisa ao
Aviso.
Francisco Fernanles Daarle, proprielario do
armazem progresso, faz ver ao reapeilcrel publi-
ca que o seu eslabelecimeoto com a nova nume-
rario passou de n. 8 para n. 10, e pera que nao
heja equivoco faz o presente.
Furtaram do abiixo assignado, da villa do
Cabo, no dia 18 de agosto do corrente anno um
cavello ruco ujo, com os sigoaes aegtiiotes : urna
Cora na sarnelha, e na mesma uma pequea feri-
da do lado ; foi o dito cavado alugado a Luiz An-
tonio Lobo Moscoso, que julgo ser ladrao d* ca-
vallos, pols tendo-o alugado para tnlregar no dia
seguinte, sao passados j sete dias e ainda nao
reslituio-me. Pede-se as autoridades que o ap
prebenderem, que me avisam,
Furtaram mais do mesmo abaixa assignado, no
disipara 3 de marc,o do eorrenta snnn, dous
cavallos com os signaes seguintea : c 1.a casta-
nho escuro tapado, altura regular, gordo, com
uma fisira preta que priocipia da sarnelha e Anda
os caula, e tem o ferro seguinte R : o 2.a alaaao
peqaeno imitando a caxito, ioteiro, uma marca
de bexiga (do sellim) auda baixo, bota al meio
e um pouco desmaslriado, psps calcados, e uma
nao tambera calcada pouca cousa, na outra
uma mire* branca da largura de um dedo, a
frente do beico branca em baixo do qnadril pera
a ajoatella minima uma marca branca, na anc
uma marca roza imitando a preta, constando que
se acha na fregueua de Agu Preta, no ougeuhu
Riachao : roga-ao s autoridades s apprehenso
publico em geral que tem recebido um completo deatei animaes, e me ausarem. Villa do C^
sortiraeDto decautieiros a gaz para ricas salas,,2Jde agosto de 1862Vicente AUesde B-rros.
qutrtos, escadas, eogenhos e para estados pe- --------------------------------------________ ___*
quenos que pode eom s economa de uma gar- iri..uBu ..,,. ...
rafa de gaz lar para 60 horas de luz, ricas cade,- ~ *l0M Hilario Lisboa, aubdito portuguez,
ras de b.lanco de ferro cora estofo adamscalo | rel,ra"8e sti Rl de JDfelt0-
Fnnca e Brasil.
Exceilentes fazendas ftauce-
zas.
J. Mercier, eslabelecido na ra da Cadeia do
Recite o. 18 primeiro an lar, faz publico a se9
(reguezes, a todo o publko em garal, que acaba
de receber de Franca, am completo aortimento
de fazendas do melhor goslo, as quaes vende a
proQus muito eom modo.
O ge'.t Pestaa reidera -.'or contae risc3 de
quem perlen-erem lotes i v.ir.tade 180 sacros
rom miiho mui'.i loo : hoje 28 do corrente pe-
las 10 horas d manhaa, ni porta do armazem
do \'< '>s ile'ronle da Ifinrlegn.
i9 duzias de ti.
boas de pinho.
O agente Almeida tara leiiao por cooia e risco
de quero pertocer de 49 duzias de tsboas de pi-
mo dedi-ersoa tamanhos, no armazem dos Srs.
Aevedo Irmoa defronte do caes da alfsndega :
sexta-fair 29 Jo corrente s 11 horas.
*.vv# svmim.
PerJ.
Quinta-felra 21 docorrente ficaram por esque-
cioieoto sobre o pnraoiro altar aireita da ea-
irada da matriz da B ta-Viala uns oculos de aros
,deouro: a pessoa que os achou, querenao res-
tituir, lveos ao sacbrialo da mesma matriz,
que ser graiicdn.
Rio da Janeiro,
5jratae.de seguir om Diuita brevidade o veleiro a
ben ceb*ciato patache nacional Capaaa, ca-
jitao Tb'otoeio Jos da Silva Rosa, teas parte
de sea carregaoento pronpto : para o resto qae
ihe falta, trata-sacomes aeus consigoatarloa An-
tonio Luiz da Oliveira Azevedo V C. no aea es-
criptnrio, raa da Cruz n. 1.
Attenco.
Aluga-aa um araaazem com duaspertaa, sendo
uma larga, prop'ia para carros ou outra qaalquer
arte de officio ou negocio, na raa do Arago n.
17 : tratar defr.-nte n. 8.___________
fretiaa-se Oe ucbn ama torra ou captiva :
na ru Nora o. 5, eeguado andar.
TERi
41 Babia
OH Malta brevidade preteada iPguir o be* co-
abeeido a releira brigae e.coo Joran Anber,
capito Joaquin Antonio G.)0;alea d^s Santo,
teta parto de aeu carreg*m*alo prometa ; para o
resto que Ihe falta, trata se com oa s na tariea Antonio Luiz de Oliveira Azavedo & C.
o* aea aacnptorio ra da Cruz a. 1.
Sexta-feira 5 de setembro prximo
se extraliir.i' a ultima parte da primei-
ra lotera beneficio dos religiosos
franciscanos de Olinda e primeira da
primeira da santa casa da misericordia,
no consistorio da igreja de N. S. do Ro-
sario de Santo Antonio. Os bilhetes e
muios bilhetes acham se a venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n.
15. e as casas com misionadas praca
da Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperstriz loja de
ferragens n. 44 .do Sr. Piinent.t-1, ra
Direita n. 3 botica do Sr. Chagas, e
na rua da Cadeia doRecife loja n. 45 do
Sr. Porto.
Franca e Brasil.
Oficiaes de alfaiate Je costu-
rr iras.
J. Mercier, com estrbelecin^enlo de alpiste na
rua da Cadeia flo It-eifa n. 18 precisa de bons
oflieiaes e de coslurrira.
Preciaa-ae d- mi escrava que^aeja boa en-
Kommadeira e costurt-ira. Beodo mofi e tadia:
qum a ti-er e quizer vender, dirija-ae a rua da
Aurora n. 62, aeguDdo andar, qae achara cora
qorn tratar.
Precisa-se ae um eaiieiro de 12 a 16 an-
nos: na tab-rna da rua da Hoeda defroate do nu-
mero I.
Francisto Jorge da Silva Paranhos, dentista
cana o seu gabinete na rua lari?a do Rosario a. 9,
tema honra da scienliGear ao respeitavel publi-
co desta cldade, qU9 receben ullimsmente de
Paria e da America do Norte um variado sorti-
mento de objectos de sua prolsso aiula nao
viodos a ata ctdade, como sejam denles de dif-
iranles qaalidades, transparentes mineraea por
Vulcanet, estes denles nao s pela solidez como
lamben) psla graode relaco da analoga que taro
cora os naturaes. sao aaperiores aos que ordi-
Dariameote tern vlodo a esta cidade, rajaa por-
que presentemente gao elles os mais adoptados
pelos melhoresdeoiistaa da Paris e da America
do Norte. O aooanciante tem tambem um ran-
da sortimento de masas Boas de diversas cores
para encher os dentes cariados, as quaes tem a
preorledade de adherir a esvidade e de salifi-
ca la rr modo a poierlogo exercer a mastiga-
cao, dissipam Intelramente as dores ainda Das
mais sensiveis pro^riedades que nao tem a ria-
mantina de qun ordinariamente se faz uso, a qual
na vez de dis.io.r motiva as dores por causa
d agua ocdulada de aulphurico. Quem qaizer
aea deolaa cariados, cheioa de ditas massas s
recorrendo ao aenunciaole porque ell o ni-
co qua tireseetemeata tara nesta citade ditas
massas recentemeote chegadas da America du
/loria e de Paris. A' vista das circunstancias
critica do temao tem o aonuociante resolvido a
niodifiar oa precoa e de seus trsbalhoa am de
chegar para to40. O rneamo collota dea tes so-
bre base de ooro. platina etc sera extrac?ao de
raues pela preaaao, a pivot ou a pisto, desres-
aort deeroahet, como melbor exigir o estado da
bucea. Para a co iservagio dos dentes era esta-
do de jaspe Um 0 lonuaeisDte axcellente p da
China rerdadeire preservativo uotcu e magniflio
deotrifleio para conserrar a bocea e dar-lhe asa
hlito satiliaie, toroanlo oa dentes palo aeu uso
qaotidiano isentos da carne qae Vulgarmente
chamara pedra, da frouxido dos narras alveo-
lariaa a de outros muits inconvenientes are a
falta de taes prea.rvatlvos loccaaiona lando por
origen a negligencia qu coamamante ha qaa-
si em todo o pnbllce, acontecendo aasim par-
der-ee eepeeiil ornato da bocea ; o aonuncian-
Je alm dialo faz todas as ooer'faes de aua pro-
Usalo coa toda a nromplidio poasirel e delica-
deza. A entrad confronte a casa de phartna -
ca do Sr Br|h*l8mau.
de liuho, laratorios de ferros econmicos com
lodosos pertennes, com esgoto do fundo da ba-
ca, ricos quadros para oroaoienlos de sals e um
ri uis-imo sortimento de objectariae a railaro
de marm para sinhoras approvadss na ultima
exvosicao das princezai lando o premio oi'-ior,
riqaiasimaa pulceiraa a inntacao de camafeo, lu-
do se rende por diminuto pr--;o que mito de-
ror agradar aos preten lentes ; ni rua Nova n
20 e Si. luje de Carnero Vianna.
SoleJasle de edificaftiei.
As subsciipr-;. desta benfica suciedade s i-
caro abertas at 15 de setembro prximo fulu o.
Senhores subs ripio es :
Ti>e a honra de participar a Vms. por aviso
circular de 1.* de agosto correte, publicado do
Diario de Peroambuco de 4 do mesmo mez, que
pelo vapor Oyapock, sabido daqui pera o Rio
de Janeiro em 18 de julbo prximo iindo, li>-e i 0
occasio de dirigir aos augustos e dignissimo s*
sr-nhdres represeuianl- cujoCbj'Cto era pedir ao governo imperial um | ^
emprjsumo de 50D.C00o00 por d.:z annos, sem
jorosaeob garaut'a hypolriecaria em im DIO veis
i oficenles a sosieJade, c com a obrfgacSo de
embalsar dita quentia ao goveroo iaperial em 10
annsjidedes de 50:000$ por anno.
tloie veuhe levar ao conhecimcnlo da Vms.
que lifiha peiigao foi mencinala do expediente
da^sso de SO da jolho prximo pastado, e en-
viaja commisso de fazenda ; portanto, qual
qurr qac- venha a ser o resultado da dita p tieao,
torna-se de urgente precisao que at 15 de se-
tembro prximo vindosro os enflore* aubscrlp
torea se apressem era remetter-nie por eacripto
suas declarares, designando a siiuago, dimen-
go e coufrontagao dos terrenos ou predios a ree-
dificar, com cujo valor qurem subsiriver para
a formago do capital aocial, do escriptorio j
indicado do Illm. Sr. Dr Deodoro Uipieno Coelho
Cattnho, rua do Imperador n. 81.
Eslas declarsges me sao in liaoonsaveis para
poder apromptar em or era numeMca, sobres
planta da cidade e arrabsldes,os ditos terrenos ou
P'elio, cuja copia devo fazer seg.ir pelo rp>-r
del." Oe outubro para Ingleterro, o'onde nos bao
de vir 500:000$ em atoada corrente, e socio prin-
cipal para aqu Irat-r coniunctamente comigo
das transaccoes e adminisirseo du3 Degocios da
nossa soci"dade de etca<;des.
Recite 22 do agosto de 1K61
________________________!' M. Do ora t.________
Vi.turino Caeano, subdito po.'luguez, reli-
ra-se tiara o Rio de J m- .-.
Jos Mana Ts, llesjiaiiiiol, rtlira-se
para o Rto do Janeiro.

sBtyrjai
Ana de leile.
Precisa-se de uma ama de leite: na ruada
Cruz d. 15, segundo andar.
Ao publico e ao couitiiercio.
O solicitador P. A. da Coita Hschsdo pode eer
procurado para os misteres de sua profissao na
casado aua residenc. Da Tilla do Cabo, nos dias
de seguudrs, tr?as, sextas e sibbados ; e nos
dias de quartaa e qainias-feirss, na villa de N.
S. do O" de Ipojucs, aoode offerete os seus ser-
viros a todas aa pessoas que de sea prestio so
quizerera utilisar; enearregando-ae de reeelrer
por sua coota qualqaer qaesto que peuds ante
os dous tatos, visto qui para esse ti o sa acha ha-
biltalo e da accordo com oa Drs. Afooso de Al-
buquerque Mello, Jlo Gonzaga Bacallar e Pedro
Gaudiaaode Ratia e Silva ; prometiendo empre-
g"-r todo o zello e actividade no que Iba for coa-
fiado a bera de seas cooatituintes.
A pessoa qae annunciou por este Diario
querer alugar am sitio perto desta pra; cora
proporc.ea para ter aonualmente 16 vaccas de
leite, a que lanha algaos arvoredos a trra para
plaota;*s, ae quizer fazer negocio com um sitio
nessaa circumslancUa ns estrada de Beoeribe,
anuuncie oade deve ser procurado, oa ditija ae a
r*a do Imperador 51. primeiro andsr.
PEQUEO CORSO
DI
CIII1IICA AGRCOLA
POR
F, Malaguti.
Esta obra de tanta utilioade para os nosaoa
agricultoree, e qae lio apreciada tem sido no Rio
de Janeiro, coutini a estar venda Das livra-
rias dos Sr. Figueiroa e Ca mraea & O'.iveira,
a na tyoographia commarcial, rua estrena do
Rosario D. 12,
gra-
n.
ama
10.
de
Furtaram bootem 15 do crrenle, pela ma-
nhaa, aa rua Augusta n. 43, segundo andar, am
relogio ioglezdescoberto, de prata galvaDitado,
ama correte de ouro com um cora;o ntsando
oilooitavas da ouro, duas chaves tamb-m^o ou-'
ro, lendo uma a ponta quebrad: qaem' appre-
bende-lo leve-o a mesma rua cima, que sa
tincar. .
0 Na rua do Queimdo
% loja, precisare de uma
% leite. m
Aos senhores
abaixo declralos precisase tillar ds rua do
Crespo loja n. 1
Antonio G>in;alvei Ferreira aenhor do ecgenlio
na Esrada.
Caoulo Ildefonso Emerenciano, Rio Grande do
Norte.
Francisco Gorealves Guimaraef.
Francisco Antuiiio de Mello.
Fraiicisco Xavier Cavalcanli Lina.
J>.'o Augusto d* Carvslho.
Jos Francisco B-lem, aenhor do engenho La-
rangeiras.
Marciano A _______________________Csmargo t\ Silva
Joaquias Viua Piolo, subdito portugue
relir-so para o Rio rtp Janeiro.
3Raa entreHa to Rosario3
Francisco Piulo Ozorio continua a col- ^
locar deutea arliticiaes tanto por meio do .
, oiias como pela pressao do ar, naj re- %,
S aebs paga algucia sem que as obras nao fe
flqaera a rontade de seus donos, tem pos f
O outras pref.aracoe as mai acreditadas >
.- para conservacao da bocea.- f
sifc :.-sc> .(. e>*?iSt i-.: -y :...-.,-... ,
D:iia pessoa se utterece para cobrar rtividas,
tanto oo centro desta provincia como em outro
qiiflquer : as pessoas que de seus servicns pre-
cisarem polem procura lo n rua do Queimado
n. 7, aonde se dir un le dita peasoa rr ora ; a
mesma pes ra qualquer servico.
Aluga-se para aosaar a testa uro z.rs:.;e, a ^
muito rendoso sitia na aatrada de lMro, por
ser to4o coberlo de arvores de fruclo : a tratar
na rua da Penha, loja do sobrado de 2 andares
n. 'i __________
Pede-s 9
ao Sr. F. J. R. F. J. ou a sau mano F l). R. F.
que venhaas quaato antes saiisfazi r o que con
tanta habilidade poderem alcocar dos abaixo
ssignados. Irtmos mais a 'ianie, se prerio fr.
Oo.argn \ Silva.
ua do Prior, n 54, em Biifnos-lyr^U
OLEIRO.
Precis.-ie de um oleiro pa-a ir exereer sua ar-
to Ins provine da Pa'ehibe. quer-ae qae traba-
he bem em losjgt miada, ai -se possagem cralie.
doqui para 15. e aOn(a-ee u-?.a boa meusalidadr-
O pretenleote qoei'a Jiriair-se Fora de Poa-
tas. raa do PiUr n. 83, segundo andar, para tra-
tar a raspeito.
Hoie! ecocheir?,
confronte o oito da matriz de Pao d'A-
llio, tanto para cavallos como para
carros.
O abaixo assignado, teodo comprado este
eatabeleciaseoto, tem montado da aovo ci m lodo
aceio e preporgoes para receber passageiros, ca-
vallos e carros, por preess razoaveis ; o mesr.o
abaixo assignado nao tem poupado despezas para
bem servir ao respeitavel publico, e promelte to-
do zalo esetmdtde que era taes eslabclecimeD-
tos recomasendavel.
Pedro de Asis CamposC.
- Aluga-se aonual, e pelo lempo da festa um
sitio na Matriz da Varzea, sito Da rua do i" g>,
com mullos arvoredos e uma graede naa, dua
ditas mais pequeas pegabas mesma, co seus
quintaes correspondentes as meimas, taaabero
com moitos arvoredos, sendo o sitio da cata gran -
de, e das pequeas de eatrada e eatrada : qoeaa
pretender, dirijazse ao pateo do Carme, esquina
que volta para a rua de IIorlas, sobrado a. 2, pri-
ejeiro andar:
A-r-nda-se ama grande parle do auto de
coqueiro, deoominado Han* Fannha, na fregue-
zia de Uaranguape : a tratar no eogeoho Muri-
I.noren;o da M-it.'.
DIRIGIDO POR
Mesfre de-suas altezas reaes,
PROFESSOR DE ALLEMAO' NO LYCEU NACIONAL DE LISBOA.
O deaenroMmeBlOOtoral das fsculdadea nerae, intellecluaes e physicaa o
fim geral oeste estabelecioiento. qjo at itt do preferencia os nlunmn de 7 a 11 an-
uos de idai. AeJucgao ala aoi 15 a:nos dirigida corvo em familia, circunstan-
cia easenclal para o eu aselhor a^rovyit"oiento, asseguramo se uma inatraccio soli-
la qu habilita os aluinnos pira aeguirem os estuaos superiores de qualquer ese s-
aiz ou do estnngeiro.ou para ootrarem na carreira men-ao-
(f^Su li-lada scieniifica, nesle
f& "' e industrial.
C3
ivre,
n.:.r
asrs, f'gu7'a de S.
Ouern aununcu.u precisar singar
diriia 'us d Hort-s n 48.
um altio.
O col-wgio estabele-.i-'o 'um grande ediQcio cora exollenteg sall para as fiif-
fereotes aula, e acommod>coes proprias para s 2t pensiunitl>s. e acha-ae n'um dos
sities mais agralaveis de Lisboa. Para eooservar a boa siule dos alumnos o fortale-
ce los, ha au jar lira deste colleg'o exercicios gyranaaticos, recreios e jogos ao ar
bem como passeios nos arredores da ciesde, e na eslago propria ha banbos de
com licoes do nat>|io.
iratite e o trata ment paternal dos meninos que recebem a sua educicao
ueste estabelecirnento ; a par do cuitado devido em conservar boa disciplina e vigi-
lancia co-tinus, teem a libirdade conveniente a sus idade. Em t u : o deve a siuca-
o dos alumnos ssemeihar se oraai possiv-1 o rgimen familiar -ie bem entendi-
da eucacao domentics. O mximo dos alamoos admii.iJos de 2{ peasiooislas e 24
aemi-ioterooa o externos.
O eosinode eada alumno ser em cooforuiidade com o sei estado intellectual e
oetiiuo qao Ihe for eseolhido pelos pareotes ; pojem receber iosirucjao completa r.aa
seguintea diaciiilinas:
Djutrina chrisla e moral e historia Esgrada | Geogrsphia
allems
Lin'ues modernas
ailem
mglez
Derta{
frsnce
guez
tez
I Historia | em e9PecU1 Portugueza.
I Principios oas sciencias naturaes.
! Aritametica e geometra.
I Escripia.
PAGOS A'PARTE.
Liuguss antigss
{gre^ofeSGOmen.aes.
Manuel Oa Silva Jacomo feeao, puugiao-
do mai(jrsBtimento pela aentidisiloaa mor-
a de geu nm prezado amiga Dr. Jes Marta
Ribeiro Paraguaas, convida oa amigos do
illust-e finado issistirem a um misa,
que pelo aeu eterno repoaao ae ba de cele
arar na igreja matriz 4 Boa-Vista, sexta-
feira 49 o corrente, i7 boras ca mar ha.
Har pa&*r a fasta
A'ogs-se uma casa no Toqo com comrcolos
ara fmiha: na raa Nora n. 47, loja de Bastos
& ego. ___________
lenenle de algodao dis
Estados Unidos
Na livraria n. 6 e 8 da prara da In.
dependencia diitribue te sement de
algodo mandada vir dos Estados-Uni-
do* pelo gQTerno.
Saca-*e para Lisboa e Porto n
ruado Vigario n. 9, primeiro andr,
escriptorio de Carvalho; Nogueira.
Piaao4^600 cada duzia de lices.
DesenbuIJ.2U mensaes (incluinlo os
matenaes de escriaia e des-nho.)
Nesle ensino eropregam-se todos os meios tbeorteoa e praticos. fim de ae ob-
tero o.ais completo resaltado. Especial cuiaado st eedieido as quatro lisguas mo-
dernas, cujo coDhecinaeoto para Boa comcierciaes e scientilicos toroa-se actualmente
quasi indispeosavel. *
0 estudo daa mesmss, a correspondenci e conversco sao dirigidos sempre
por ara urofessor Instruido, legalrneota habilitado e natural do paiz 4a lianua respec-
tiva. No collegio leccionaoi arlualmente sale professores de cor-hecia diaUncio. O
director e o orofessor ioglez residentes no collegio laeaa cad um tres dias na sema-
na a tnspecQao espeetsl sottra os alomaos, assistiodo s recreares e estudos antes e
ale o os das aulas. Aos alumnos s permitudo coorersarem em allemo, inglez ou
fraocez.
As horas das aulas sao dsle i* 9 4a manhaa al s 4 da tarde, incluiodo oeste
Jj! toropo o jantsr e meta hora psra reereafo. Ha tolos os lias anlas, s as trie do
atibad"", depois das 4 horas, sao empregadss, permittiojo-o o torneo em passeios ou
recreios uteis.
As lines de aymnsstica sao tres vezas por semana, da 7 s 8 horas da manhaa.
No decurso do anno ha as saguiotes tanas :todo o mez de 'gesto, dez dias
plo natal, dez dias pela paschoa, e ledos o mais das ssniet de Rusrda em Liaboa.
O peusionisiaa aodam paasar aa ferias fora de collegio aomeote com especial autoii-
sai-a j dos paes ou tutores.
A puaao do carao geral de 1IJ400 rs. por mez, pagoa a di sotados em tri-
mestres.
Os alumnoa seroi internos psgam lOf a os estarnos J>.
Oa pensioDislss deveaa irazer e ter sempre em botn eatsdo os objectos segaintes :
1 c*m completa;
1 lavatorio coro pertences ;
1 comoda pequea oa bah para a tito e roupa do uso ;
1 lather e capo;
Pentes. esc>vs, esponja e abnete.
O eitabelecimeoto inoimbn-se de fomecer todos estes objeclos e roapa lvad,
augaaeotsdo a eneo a 19g200 rs. mensaes aSiantados ana tri^es'res.
Todos os anuos ha um exa" e aubl'.ro no mez do mato ; os paes ou tutores rece-
-f-^C hem lodos o< aeis raezes ua relatorioexscto ajbre os preire^sos, comportndolo e
(t/^$ esiaJo de saule dos seus pensionistas.

*
MUTILADO


1A1I0 1 I1RRAM1CCO. e~ QOIHTA FElBA S DI AGOSTO 1 l|62,
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ba do Cabug n 18, entrada pelo
pateo da matriz.
Essa galera ornad* coca os augustos retratos
photographico de SS. IftMt da* Sereoissimas
princesas imperlaes, assim serio com o da mui-
lii das priocipae pesso&l des la cid a Ja, ata a
dsposigo do publico, que a pode visitar todos
os das das 8 horas da manha s 5 di tarde,
examiuar o* trabalhoa exposlos.
Contlnua-se a tirar retratos por todoa os sys-
teraaj pholographicos, e especialmente por am-
brotypo eeai cartoes de visita. Fzsm-ie tam-
bera mimosas minutaras em talco par* ss collo-
carem em joias.
Os precos dos retratos sao os mais razoavels
qoe se encontram n*sta cidade.
J. Perreira Villela, pholographo.
816Ana da Cruz161
O Dr. Rocha Bastos i
mnmk
ERSIMI
DE
PARTIDAS MUIDAS
E
Dirigido por
S1AK0L FONSECV DE MEDEIROS-
DUAS VEZ ES POR SEMANA
TERCAS E SEXTAS
DAS 7 AS 9 HORAS DA IVOlTfi.
RA LARGA DO ROSjRtU N. 28. 1 ANDAR.
" Companhia Fidelidade te se-
16:000^000/" capHald CUTILE.MO JB AltMEIHO
Agentes em Pemambuco Ra dos Quarteis para a ra Nova n. 34.
Ab'.ob-Io Laii de Olivaira Azevedo ii C. compa-EUe aproveita essa occasiao para prevenir as pessoas que tem concertos e amla-
a&TS!^ *** sua casa q^enham busca-los com o competente dinhe.ro ate o fim do
e predios, no sn escriptorio, presente mez, passado esse tempo serao vendidos para se cobrar do importe dos
d consultas lodosos das.
Cera radical e em pouco das moles-
tiis ayphililicas e dos orgos genito un-
2 narios.
Consultas de graga das 8 ai 9 horas da
jjf marinas.
34 Ra Nova 34
JOSEPH PRADINES
Premeado na exposlcao do B'0 do janeiro
Arremata cao.
Sexta-feira 29 do correte mez, depois da au-
, diencia do lllm. Sr. Dr. juix municipal da 1.' va-
ra tem de ser arrematada jor venda, por ser a
ultitaa praga utu sitio na Pasragem, estrada que
vai para a Torre, o qual tem casa de vivenda,
porto de arroreJos fructferos e grande baixa
para capira, cajo sitio fui peoborado aos herde-
' ros de Joo Firasiuo da Coila Buradas, por exe-
cugo que Ibes morem s viura e herdeiros de
Joo Farrelra dos Santos. Escrivao Motta.
Aluga-ae urna boi casa assouraad* com
muitos commodos e pintada de novo, bastante
COM K
MEDALHA DE PRATA
Refinador.
Precisase de um refinador que saba
perfectamente desempcnhar este lugar :
na relinacao do Mangainho.
COSTnAST"
Na ra nova de Santa Rita d. 40, leoia-se DJ.
ra coser costuras de todas as qualidades, totn
sejam obras de alftiale s js qual (or a pega a a
, fatenda, e de aeohora vestidos para saaameatoa
terreno com algumas ervores de fructo e banho rices e chaos conforme os Cgurinos e usuaes para
no leudo, deftoule do sitio do Sr. r. Ignacio casa, prego commodo e conforme o gesto de cada
firmo Xavier paitando a pontezi.hs do Chora-
Menino: a fallar com Bernardina Francisco de
Azevedo Cimpoe, na ra estrella do Rosario oe-
mero 4/.
Relago dos objeclos que roubaram a Joao
Baptista da Souza.no lugar de Tgipi, na uuile
de 21 para 21 das 7 para as 8 huras da noite ;
sao os seguiotes: 9:3(J0J em dinheiro sendo tres
conlos e tanto em ouro e o mais em prata s
uto tanto a ponto Precisa-s alugar uuua
preta para vender fructas: ua
ra da Liugueta taberna n 2.
-Nj -ni 2,i Jo crrente fugio o esclavo /.:-
j carias, de estatura regalar, cor fula, olhos aver-
entrando nesla conta 65 em sedulas, varias obras' melh8,,0. cslvo desde a tests, barba curta, e j
deouroseado um cruciflxo grande com 5 vollss!coln csbtf"os braceos, falla descantado como oa
de cordo groaso, 4 cruzes cada uma com 4 vol- ?erlaneJ0i. e t*m o costurae de trazer fumo no.
nos, mercadoriaa
ra da Cruz n. 1.
Grtoss de visita
Gtrioes da visita
Csrtoes da visita
Cartees da visita
Csrtoes de visita.
Precoi reJaiidos
Pracos reduzidoa
Pracos reduzidoa
Presos reduzidos.
A duzia por i2$
A duzia por 129
A dazia por 1?3
A duzia por 15;
bas duzias por 20$
Deas duzias por 2uS.
Novo eatylo da photographia
Novo estylo da photographia.
Ambrotypos ra caixss 2J
Ambrotypos em caixas 23
Ambrotypos em caixas 29.
O retratista americano
Alberto W. Osborn
Ra do Imperador.
Banco Unio.
Estabelccido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Olivara Aze-
vedo & C.
Sacam por todos os paquetea sobro o mesmo
I
onceitos.
Casa de commis-
ses.
O abs'.io assigoado, proprietario, estabelerido
o domiciliado nesta cidade, roa Direita d. 94 3
95, acha-se competentemente habilitado para re-
cebar gneros a consignarlo, pedindo assim aos
lllra. senhores de engenho a lavraderes, e mais
oetroS seohores que queiram hoorar-me com
seas productos : assucar, algodao, couros, etc.,
pelo qae vista da conta de venda das primeiras
remessas podero colher a grande diligencia qae
fai o para bem servir, e por eale meio poder me-
recer a palma, aasim como as pequeas remes-
sas pode o portador dallas ser o propiio conduc-
tor do aeu liquido, pois nao haver duvida ser
despachado em cootineute, dobrando assim meu
traballio, o queso i vista das primeiras remes-
ss se pode apreciar, o que espero na altencao
dos meus amigos conhscidos o eslranhos. Recite
2 de agosto de 1862.
Joo Baptista da Rocha.
Teh atleacao!!
Antonio Gomes da Cuoha e Silva, com loja na
ra da Cadeia do Recife o. 50, defroote da ra
da Madre de Dos, roga aos saua numerosos de-
vedores tanto dcsta cidade como fora dola qae
se sirvam maodarem pagar seus dbitos at ao
Gm do correte mez de agosto, porque nao po-
dendo mais esperar passar a asar des meios
que julgar mais conveniente para com aqaelles
que nao cumprirem seas deveres.
Toda &tten Custodio Jos Alves Gatmarits avisa ao ras-
peitavel publico, principalmente a todos os seas
freguezna a amigos, que sa madoa da loja da
iguia de ouro da ra Qa Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem conhecida o antiga loja
de miudezas que foi do fallecido Joao Ceg, boj*
ser conhecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeilavel publico a aos seus freguezes e amigos,
qae o queiram procurar no dito estabelecimanto,
onda acbarao um grande sortimento de miudezas,
que afflsnca servir bem a vendar por menos dez
ou vinta por cont, do que em oatra qualqaer
fiarte.
Iloga-se aos devedores do fallecido
Joaquim Jos Kibeiro de Oliveira que
teve lojanarua Diieita n. 55, que ha-
. j-im de vir pagar seus dbitos na mes-
Banco a przo ou a vista, e sobra as agencias em l___i j r j_ ti .
Lisboa, Figueira, Coimbra, Aveiro. Vizeo, Villa- moa ,0Ja ou na do Queimado n. 41 e
Real, Regoa, Viaana do Casteilo, Guimares, 48, evitando desta forma o receber se
Barcellos, Lamego. Covllhia Braga, Penaflel, judicialmente e publicar-se seus nomes
Bragan^a, Amarante, a cito das, ou ao praso (' '
que se convencionar: no sea escriptorio ra da por este jornal.__________________________
Cruz n. 1.
CONSIJLTu.O KSFE4L OSE^PATBIGIt
DO DOL'TOa
. SABINO O.L.PIKHO.
Ra de Santo Amaro (Murcio n. 32.
Ensino particular.
Urna pessoa convenientemente habilitada sa
propoe a ensinar primeiras lettras, latim o fran-
cez em algum engenho perlo desta praca : quem
qaizer halar do ajuste dirija-so a ra da Palma
!eirargn#
8-H\]\uA GiOWACASA. BO \3T>iD.O-3
.onsulta por ambos os systemas,
Em consaqaencia da mudanza para a sua nova residencia, o proprietario desla estabeleci-
manto icaba de fazor ama reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do sea estabelecimento nao se confundam com oa ds
!^,i i\ *rind CredU de qi,e "mpr6 ozaram R"m ; o proprietario tem tomado
a. precau;ao deinscrevero sea nome em lodos os rtulos, devendo ser cousderados como falsifce-
los todos aqaelles que forem aposentados sem esta marca, o asando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhari ama conta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo a em oa-
pel marcado com o seu nome. '
Outro sim : acaba de receber da Fraiica grande porcao da tinctan da acnito a belladona re-
mad os estes de summa importancia e cujas propriedades sao to conhecidas qae oa meamoa Srs
mdicos allopathas empregam-aa constantemente.
Os medicamentos avulsos aur em tubos qur em linduras eastarSo a 1& o vidro.
O proprietario desle estabelecimento annancia a seus clientes e amigos que tem commodos
inmcientes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou qne precisara de alcama
opwac&o, afTun5ando que serao tratados com todo o disvelo a promptidao, como sabem todos
aqaelles que i tem tido escravos na casa do annunciaoto.
A situarlo magnifica da casa, a eommodldadados banhos salgados sao outrai tintas vanta-
gans para o prompto restabelecimento dos doentea.
. a XI P;MOa 1Uo qui"rem fallar com o annuneiante davem proeur-lo de manhaa at 11 hora
t e tarde das 5 em diante, a fora deitas horas aeharo em casa pessoa eom quera ac Doderao ar
nder raa da la n. 3 casa do fundo do Dr. Looo Motcoxo.
RA
DO
.PESADOR
55.
.1. VGJNES
Novo) n, 6.
Consultas todos oa diaa atis dsete ss 10 horas
at meio dia, ac#rca da seguates molestts :
tes, moleitiai da p*lU, molutias dot olhot, o-
Ustiai iyphiliticat,todai a! tspeeiu dt ftbru,
frbrts inUrmitUntt! ua consiqutncias,
r U4RMXC1 KSPBCUL U0 USO t ATU 1C .
Verdadeiros medicamentos homeopntbicos pr*
jurados sor todas aa caatala neceaaariaa, in-
alliveia em seus effeitos, tanto em tintura, aama
amgiobuloa, pelos presos maia commodos pos-
avala.
M. B. Os medicamentos do Dr. Sabina s
inicaraente vendidos ecr saa pharmasia; todos
qae o forem fra dellaa falsas.
Todas as carteirss o scompanhadas de am
lmpreso com um emblema em relevo, tecdo ao
reop ss seguintss palavrss : Dr. Sabino O. L.
Pinho, .jedico brasileiro. Este 6mblemai posto
igkalnaxnte na lista dos medicamentos que se pe-
da, As iarteirasqae nao levarem esseimprosac
assim marcado, embora enham na lampa o no-
na do Dr. Sabino sio falsos
rGBessfc-rsesa nasdvMHisseMfiKS
Os pianos desta antiga fabrica sopoje assaz conhecidos, para que seja necessario insistir
sobre a sua superioridade, vantagens e eirantias que offerecera aos compradores, qualidades estas
incontestaveis que elles tem definitivamen^ conquistado sobre todos os que tem apparecido n'esta
praga ; possuindo um teclado a machinis^io que obedecer todas as vontades e caprichos dos
pianistas, sem nunca falhar por serem fabwcados de proposito e ter-sa feito ltimamente melho-
ramentos importantissimos para o clima deste paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e
por isto niuito agradaveis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-s- conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel deParis
ITSar^^^ V'gne'' em cuJa caPi,al foram sempre premiados em lodas as expo-
..^ O b'ito assignade ugente do Banco
^f V. r .;:!,' Portuenae testa cidade, saca
fefloclivarcente por todos os paquetes so-
be o mesmo Banco pira o Porto a Ll*~
8 boa, por qualquar somma avista a a pra-
zo, podendo logo os saques a prazo serem
jp descontarlos no mesmo Banco, na razio
j> de 4 por cento ao anno aos portadores
K qae assim lhe convier : as ras do Cres-
po n. 8 oa do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
MflWfitCaWMBflavt^
A padariado Leodo norte da ra do Coto-
vello precisa de um ptimo an.assador.
A pessoa que annunciou querer ser Uvn-
dor dr um engenho onde lhe dessem bom sitio e
lhe efloreces** vantageos, dirija se a ra Direita
numero 45.
O Sr Antonio Pavo, de 01inJa,(ar.a favor de
ir padaria de Santo Amaro, a negocio que o
mesmo nao ignora.
sicoes.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um esplendido e variado sortimento de msicas
dos raelhores compositores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, setido tudo
vendido por precos muito razoaveis.
TO1HSAU B imiYicii
DA
tumniL immmi m bescgcbea
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
Gra^msete medico cirurgico |
Beitista de Faris. {
15Ra Nova15.
Frederico Gautier, cirurgio dentista 3
fax todas as oparacoes desua arte a a co- &
loca dentis artificiaas, ludo com -sdeln S
rioridads a parfei^o qu as psssoas-,en 3
tendidas lhe raconhecam.
Tem agua a pos dontiflcios, etc.
SEGUNDA EDICCVO
DO
THESOURO HOME0PATHICO
ou
Vade-mecum pelo outor
umm i. hii.
late livro qaa ae tem tornado to popular,
quanto necessario, acaba do ser publicado com
todos os melhoramentos, qaa a experiencia e os
progresaos da sciencia tem demonstrado. A no-
va adicQao em lado superior primeira, en-
carra:
1.* Maia ampias noticias aeerca do caravo
daa molestias, com indicares mai proreitosas
dos medicamentos novos recentemente experi-
mentados oa Europa, nos Estados-Unidos a no
Brasil.
2.* A exposiioda doatrina homeopatha.
3.* O estudo da apropria;o dos remedios se-
gando as predominancias dos temperamentos,
daa idades, dos sexos, segundo as circuaislan-
cisa attnosphericss etc., etc.
4.* A preserrac,ao oa prophilaxia das molestias
Jiereditariss.
5.a A preservscodas molestias epidmicas.
6.' Uma estampa Ilustrada demonatrativa da
wiiinuid.'de do labo intestinal desda a bocea at
o saua etc., ale.
Veade-ae na pharmacu bspecui hombopa^
tbica, proprieJade do author, raa da Santo
Amaro (Mundo N.->vo) n. 6.
Preeo da cada1 exemplar. 20jM)00
N. B. Os aanhores assigeantea queiram man-
dar racaber t us exemalarea.
Casis para alugar.
Alaga-ie o 1 andar do obrado n. 24 da ra
la Crux, proprio para escrlp t00r, a 2* odar
ajamada Seozalla-Nora, n. .**; dlrija-i a Parante Viaona & t" <*a Cadeia
do Recife, n. 57.
S
Ra das Flores n. 57.
Sarao dada consaltas medicas-cirargi-fg
cas pelo Dr. EstbvSo Gavalcanti de Alba- @
;;5 quferque da 6 as 10 horas da raanhia, ac- as,
>' eudindo aos chamados com a maior bre- a
g. vidade possivel.
^ I'artoa.
51 2.* Molestias da palla.
0 8.* dem do olhos.
9 4.* dem dos orgos genitaes.
Praticartoda aqaalquer operacao em
q aeu gabinete ou em casa os doentes eon- a
gj forras Ihes fr mais conveniente. (g
Bailar & Oliveira ascam aobre a praca do
Porto.
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
Para seren applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Altencao
Em um engenho distante do Recife menos de
du mo! terrenos para pasto de annimaes e para to-
das as plantsces, com algumas fracleiras, gran-
de casa, reconstruida de novo, toda de lijlo, con-
tando duas sallas, cinco quartos, grande cozioha
e mas tres quartos separados para escravos, dous
copiares coberlos, duas cacimbaa e um tanque;
que se d a quem anounciou por este Diario
querer ser lavrador d'algum engenho, ou d'arren-
dar a quem tambero sonunciou por este mesmo
Diario querer srreodar um sitio com estis com-
modidades, convinio a estes; ou e outro qual-
quer, pode dirigirse a ra do Cabug loja de ou-
rives n. 1 D, que senario cora quem tratar.
Aluga se um aoferdo de 3 andares e sotao
na ra do Amorim n. 25: a tratar na raesms.
Muito conbeciiss nesta erta e era todas as
provincias deste imperio pelos seus iafalliveis re-
sultados em todos os casos de inflammarao sejam
externas ou internas ( com cansaco e falta de
respiracao ) como do estomago, figado, bago,
bofes, rins, tero, peito, palpitarlo de corarlo,
garganta, olhos, e'ysipelas, rheumatismos, para-
lysia e todas as effecces nervosas, etc; etc.
Igualmente para quaesquer incharpas, fon-
das, tumores intettmaese venreos, escrophulas,
lobinhos, papos, etc., etc, sejam qual for oseu
Irmauaatle de Saut'Anoa da
igreja da Madre de Dos
De ordem da mess ragelors da irmandada ci-
ma convido a todos os irmos a comparecerem
no consistorio da dita igreja no dia 28 do corre-
te pelas 5 horas da tarde, aiim de reunidos em
mesa geral deliberar-se sobre negocios tendentes
a mesma irmaodade. Recife 35 de agosto de 1862.
Jos Francisco Coelbo da Paz,
Escri'o.
que fies por
povoago
Alugsm-ae deas casas uma
detrax do Calabouce p. 20 e outra na
do Giiui : a fallar na raa DireHa o. i
Aluga-ie a casa terrea confronte a igreja de
S. Jos do Mangufoho : na ra Augusta o. 8f.
inconlestaval, e as innmeras curas completas,
obtidas as diversas molestias em que foram
applicadas, o fazem me ecer e conservar a
confianza do Ilustrado publico, queja tive a
honra de merecer delle 25 annos de existencia e
de pratica.
N. D JNTe;ta corte e de tod. s os pontos deste
imporio recebem-se participares satisfactorias a
respailo das dilas Chapas Medicinad.
As encommendas das provincias devem ser
dirigidas por e;cripto, com todo o eflidado de
tamanho e profundeza, por raeio da suppuri^o fazer as necessarias explicacoes, se as chapas sao
serao radicalmente extirpados. | para hornera, senhora, menino, ou erian5a
( Estas Chapas nao podem fazer mal de declarando a molestia e em que parta do corpo
forma slguro, ellas tem sido spplicadas aos existe.
olhos com o melhor successo, vejm-se os atiesta-! Para incha^oes, feridas,. lobinhos, papog etc.;
dos de curas completas queja foram publicados o molde justo deseu tamanho em um pedaco d
pelos jornaes. ) J papel a declars^ao onda existe, afirn de que a
O uso dolas acconselhado e receiladas por chapa seja da forma da parte, affectada, e pava
habis e distisetos facultativos, sua eficacia ser bem applicada no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas sero acompanhadas das suas com- I Consultas as pessoas que sa dignarem honra-
petentes explicares, a tambsm de todos os ac- lo com a sua conian$a, todos os das sem ex-
cessonos necessanos para suas applicac.es. | cep^ao, das 9 horas da manh s 2 da tarde.
B^*^^-ai:s-jBi-arttTSaB:ar
119 Ra do Parto ||i)
tas de cordo. 1 cruz com 4 volus de colar, 1
Concei;ozinha pequea com 4 voltss de cordo,
4voltss de cordo separado, 1 collete preto com
botes e outros mais, sneles, prata em obras
superior a 4 libras, 1 boceta de pinho onde se
achavam varios papis e documentos : pede-so
ss autoridades policiaes ou a qualquer particular
a quem fr offerecido qualquar dostas pegas que
aprebendam e deem parte no pateo do Carmo
llV*rD.a-nn" 'I 0U no mesmo lu8sr de T'gipi, qe i vara se nao de arremVtar 7en(ia"annua dTca-
bocca. foi comprado aa S'. Zenobio ibes Tor-
res da cidade do Ico, d'oo le o dito escravo
natural: quem o apprehenler leve-o ra do
Crespo n. 15. que ser recompensado.
Aluga se urna ecraa 1>j coznheira e la-
vadeira: qum precisar dirija sa ra do Ran-
gel n. (JO, segundo andar.
Na dia 9 de selembro m sala das audien-
loda a do Dr. juiz municipal da primeira
se craliO.-ar.
Lavagem e eugomraado,
Lava-ae e engomma-ae com brevidade e per-
fii;ao, e por mdicos presos : na ra da Impera-
triz o. 24, segundo andar.
, AMA.
Precisa-se de uma ama forra qua sjiba fazer
todo o servido de uma casi de pouca familia :
ns^rua do Quelmado n. 39.
a m, fe .-r"
Aluga-ae um armazem na raa do Corto ou
becco das Bous ; a fallar na raa da Madre de
Dos a. 4.
Aloga-ea a essa terrea da ra do Burgos
n. 27 : a tratar na ra da Aurora d. 36.
A pessoa que aonuuciou precisar da um
Novo ds fregaezia de Manbeca, que fieu aa-narua da Cedis-velha, d. 18, com bastantes
Os administradores ds msssa do fallecido
Jos Mana da Crux Moreira, em Nossa San hora
do O de Ipojuea, abrem a botica que pertencea
ao nsiDo no dia 8 de selembro futuro, afim de
liquidar por prego commodo as drogas e msls
objctos pertencentes ao expolia do fallecido.
Bsala 22 de agosto de 1862.
Alaga-se o 2* andar e solio da casa sita
0
f Aluga ou veude-se um sitio na es- $6
ga lr"ds da Torre, com ptima csa, excel- f!.
JJ lente banho e muitss arvrirea frucliferas : ?S
a tratai na raa da Imperalriz n. 24, so 3
^ gundo andar. ^
& & @@ m&&Q^.$
Alega-ae a osa da ra dos Patos n. 5 por
6J mensaes, com os commodos seguintes : 3
loarlos e 2 salas
sas seguidles : casa terrea o. 85 na ra daa Cin-
co Ponas e da casa meia-agua n. 36 na rus do
Forte por 216*. casa terrea n. 07 na ra da Im-
peralriz por 4003. cisa terrea n. 30 na ra da
l raa de Santa Hita pnr 14ij conforme o escripia
em mao do perteiro do juizo, escrivao Baptista
a requerimeoio do inveitariaole Vulorioo Jos
de Siiuza Travasso.
Alug.-se urna casa terre no principio da
ra Imperial : a tratar na ra do Queimado nu-
mero 32.
Quem precisar de uma ama para casa de
pouca familia ou hornera solteiro, a qual cosinht
e engomma, procure na ra Lhreita n. 22, que
adiara com quem tratar.
q o. 29.
a tratar Da ra do Livramen-
% O Dr: Antonio Agripino Xavier de Bn-
^ to mudou sua residencia da ra da Im-
w peratriz n. 47 para a mesma ra d. 2i,
|g onte pode ser procurado a qualquer ho-
s& ra, para o exercicio de sua prolissao.

Precisa-se de um bom amassidor para uma
padaria que so sujeite a vender pao na praca : a
tratar na Torre em casa de Francisco Jos
Arantes.


Alugam-se dous grundes arma-
zens na ra da Concordia proprios para
qualquer estabelecirnonlo era ponto
grande : a tratar cora o Sr. Miguel Jo-
s Alves na ra da Cruz do Uecife.
Costura de vestido de senhora
Cozem-s eonfeitara-se vestidos cora oromp-
ttdao e por precocommodo: na ra ds Conce-
j3o da Boa-Vista n. 47, esqui da ra do Rosa-
rio. Na mesma casa lava-se e engomma-sa rou-
pa ue homem g de aeohora com perfeicao.
Precisa-se alugar uma preta de scea idado
que leja el e que tenha pratica de vendar aa
ra : qaem a llver e quizer alugar, dirija-se ao
largo da Santa pui o. IG, a qualqaer hora do dia.
Precisa-se ae um caixeiro de ida de de 12 a
ti aunoa. pouco mais ou menos, para taberna
na ra Imperial n. 4.
Aluga-se o primeiru andar a sobrado da
ra da Cruz, n. 18, no Recife ; a f.llar na casa
do Sr. Corris, n. 46 n* mesma ra, ou a fal-
lar com Jos Antunes Guimares.
O absixo assignado, tendoj proleslsdo persn-
te o juizo muoicipal do terrr o de Iguarass, con-
tra a irrita e nulla permuta que com elle proce-
dern) Sr. Urbano Jos de Mello e sua mulher
sobre o engenho Cumbe de cima, alicito de que
os mesmos se intitulara seonores, v*m de novo
preveo a quem quer que tiver resebido em
Iransaccao directa ou indirectamente as letras
procedentes dtsle contracto, e qae aceitas foram
pelo abaixo assigosdn, que hija quanto antes de
deyolve-las ao dito S'. Urbmo Jos de Mello,
avista do seu aeuhum valor e de compila op
poir,ao legal que o abaixo assig-iado promel'.e fa
zer na poca do vendroento Sillas alem de outros
meios preventivos judiciaes que em sus. justa de-
feza empregar. O abaixo assignada j nos Dia-
rio de Pernambuco e do Rente de 15,16 e 17 de
iulho do crrante anno tem feito anuuncins em
substancias oeste Bsntido, e agor.a reprti>,parf que
oinguem ao depois possa inculcar ignorancia a
respeito. Recife 27 de agosto de 1862.
Gauienrio Lipes de Araujo.
Precisa-se 8e 1 :UUt5 a joro por eapscu de
um anno, dando se por hypolheca urna casa ter- i
rea livre e desembaracada : a tratar na ra de
Hortas n. 122
Si ca lo do corrate desappareceu duat
troexas de roupa lavada, que um matulo trouxe
de Bebente para entregar na ra do Raagel, so-
brado n. 58, e diz que nlregou a um preto que
eslava na porta da dita casa para leva las cima
no sobrado ; e corno Sio preto nao enlregou-as
at o presente, roga-se s pessoas que acharem
ditas trouxas ou ttverem aeticias dellas, o favor
da mandaron entrega-las ou avisar na dita casa.
Adverte se que a roui a toda esli manada com li-
nha encarnada e azal.e que gralica se o achado.
Pede-se eocarecidametiid ao Sr. Joa Can-
dido queira ter a bondade de mandar ou vir pa-
gar a quantia de que devedor ao Sr Maooel
remandes da Ora pelo servigo de coiinheiro qua
elle servio em sua casa no eogeobo Montevideo,
em IpoJQ.es, e vindo o dito seuhor a esta capital
sem ser pago, foi preso per escravo fgido, na
Venda Grande, por um rapitao ae campo.
Ollerece-se urna mulher de idade para coii-
nhar em urna casa de pouca familia: na ra do
A regio ||.
iociedade Onze de
km
Hoje hsver seisao na casa da ra da Matriz
n. 28, primeiro andar, s 4 horas da larde.
A. P. Moeteiro de Souza,
________________________l." seor.-Uri.i.
Preciaa-se de una ama para u servico da
uma s pessoa : aa :ua de Hartas o. 9, ptimeiro
andar.
..U. I'-^S!
SE
lA&ttpri&.
Precisa-se arrendar um sitio que lenba bai-
xa para capim e terreno para oulras plauta^ocs :
na ra da Cruz o. 52.
_Arsenio Gongaives, subdito tortuguer, re-
tira-se para o R o de Janeiro.
Manoel da Silva Pasaos, subdito poituguez,
retira-ae rara o Klo de Janiro.
Bandtijas de bolinhos
Com perfeico preparam-se bsndeijas com de-
ferentes molclos de armscSo e ciirias cora ts
raelhores qualidades de bolir.hoa do usco mer-
cado ; assim como os mesmos em librea por
prego razoivel timbem toa a qualidade d>>
pastelaria e podios e bolos francezes e diversos,
o mi is b-'m feito de nosso paiz cora ssseio : quem
orecisar pro:ur oa ra doRingel n. 60, para
ajustar.
Aluga-ae uma casa terrea La ra da Concei-
Qo o. 31, retiGcada de novo, para uma familia
graode por ter bastantes corrmolidades : a tratar
aa ra Nova n. 20, loja de Caroeiro Vianna.
0 E ivro k rovo.
Sahio i luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direceo do Sr. Dr. A. Marques lo- '
drigues, a cootm a vida de N. S. Jess Chrlsto, I
segundo a narraco doa quatra evangelistas, e
mais os seguintes arligos : o vigario, o profeaaor I
primario, o bom homem Ricardo, amorcl prati-
ca, Stmo da Nantua, mximas e penssmentos,
a bygiene, os deveres dos meniuos, e o Brasil.
A publicado do LIVRO DO POVO nao s tem
por fim uniformisar a leitura as escolas prima-
rias, onda cada menino aprende por uro livro
diffurenle, e portanto facilitar o trabalho do mos-
tr a do discipalo, como tambera vulgarisar, por
am prego barslissimo, a historis do salvador do
mando, e oa melhores preceitos da moral.
Venda-aa o Livro do Povo, no Recife, na
livraria da praca da Independencia ns. 6 a 8, a
500 ra o ixemplar am brochara.
Remedios do Dr.
Compra-se um ornamento rzu em uso: na
Bn-Yisls em casa do vicario.
Compra-se um guarda rcupa de amarello e
bem construido de 5 a 6 palmos de largura e de
armar e desarmar: no escriptorio de Claudio
i.ibi ux, se dir q*em compra.
Compra-ae um escravo de naro, de meia
idade, quesaibr. coinhar e fazer o servico de fa-
milia : a tratar na ra da Cadeia do Recife loia
n. '.i._________________ '
Compram-g* arros do novo b'.nco de !'i-i'
Darcbuco : no tscriptorio ile Manoel Ipnario de
Oliveira A- Filho, largo do Corpo S'.nto n. 19.
Comura-ae um piauo em uso : no pateo da
matriz de Sanio Antonio, casa do padre Freir.
J -. SS/'.t *
tisfeitc.
commodos, a tratar na loja da mesos.
Raway.
Resolutivo renovador.
Pr;mpto allivio.
Pilulas reguladoras.
At ao fim do corrate mez de agosto deve
chegar impreterivelmeote o vapor brasileiro do
sal, e por elle devem vir estes roediesmeotos os
quaes se achavam n sabida do vaoor passado a
10 diaa no Rio, a bordo do brigue clionder, sem
se lar podido dar uma descarga.
Droguista ra da Imperalriz n. 12.
Roga-se ao Sr. Antonio da Molla e Silva,
morador ra ra do Sebo o. 5i, o favor de ir dar
a resaosla da carta que lhe foi entregue, uma
vez que nao seguio para o Rio de Janeiro.
Aluga se uma excelli-nte sdi e uma alcou-
va do primeiro andar do sobrade na ra da Pe-
cha o. 4,
Aluga-se o prtmeiru andar do sobrado da
ra da Cadeia-Velba n 27, proprij para escrip-
torio: a tratsr na loja do mes-no.
Alugsm-se o segundo e tercelro andar ds
casa da ra do Trapiche-Nove c. 18: a tratar uo
escriptotio da mesma casa.
sem segundo*
Na ra do Queimado o. 55, loja de miadezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est queimando
todas ss suas miudezas muito boas e bariiiasi-
raas, a saber :
Supatos de tranga de la rnuo supario-
fsa iji o
Ditos de las para meninos de peito a 200 o 400
Pares de botes para punhos a 240
Caixas com papel de diversas qualiades
sur: so a 700
Ditos de cores o melhor que ha a 700
Tbesouras de 6 polegadas a 40
rea prea mullo lina (libra) 100
Pecaa de fila para cs, de superior qaa-
lidade a 300
Novallos de linha que tem 200 jardas a 40
dem dem de 400 jardas a 60
dem idem de 800 jardas a 120
Linha do gz de 10 e 20 jardas a tres por
dous haralo.
Cai.xaa de folha com pho3phoros a 80
Cornetas de chifre psra eelteter u eai-
nos a 80
Carriteis de linha de 100 jardas a 30
Iiem de Alexaodre muito superior a 10O
Duzia de facas e garlos, cabo preto, as ui-
t3 flna a 8>500
Caixas com colxetes francezes a 40
Ditas com phosphoros do g*z a 20
Diaa coas dito de vela muim superior a 20
Caias com iscat para accender charutos 40
Duzias de instas crues muilo encorpa-
das a 2$40O
Duza de moias brancas a 1{6J0
Uuzia de meias brancas muito finas para
senhora a 3#00O
Masaos cora grampos de todas as qusli-
dades a 40
Bolees muito finas psrs guardar dinhei-
re, serve tambaos para guardar fumo,
e aervem lambem para srnhora a 500 e 80O
Tbssouras pequeas, porm muito fi-
nas a 200
Ditas para uahas lambem muito supe-
riores a 40O
Marcas para cobrir, si* pequeas, porm
o prego comida a lf>
Pares de meiss de cores psrs meninos a 160
Pares da meias brancas p-ia meninaa a 200
Croza de pennas d'sco de todas as qua-
lidades a 500
Caixas com 100 anvelopes muito finos a 1S00O
1 Groza de balos de looga pratisdoa a 240



DIARIO DE i-KkKAIfBBC QUISTA FK1E1 2 DE AGOSTO DI 1862

>
Camisas para senhora a 1G001 ZZX>' 1S! ?U sortimento.
So na loja do Pavao. leos
Ven Ic-s-i camisas de madapolo francez muito para cibello, em virtude da depreciadlo que len-
bem eofailadae 1} cala urna, s na ra da Ico- ido tido o oleo dito pbilocome societ bygien-
niqaes- por ler vindo todo falsificado, recabemos
um artigo idntico aquella da fabrica de Monpu-
peratrizB. 60, lojae armaiem do Pavo.
Chales Daratissimos.
las que garantimos ser o melhor cosmelique pa-
v ,. _,,n(1. ra o cabello, e os aromas escolhidos tao suaves e
Vende-M chelea de merino N "d duradouroe qu desafia mesmo quem nao aueira
3*. ditos a garibaldina a 4, dito estampados 0 comfttT_
fazeada fiaissima a 69, ditos pretos a o-5, ditos de '
rede a iinitagao de retroe com bonitas palmas a
89, ditos de cassade qudtos a 640 rs : s na
ra da Ioiperairiz n. 60, loja e armazem do
Pavo. _____________________
quem nao queira
'aloes de bramante.
Na loja do Pavao.
Chegado pelo vapor fran-
cez s para o vigilante.
Lindos pentes de marrara.
Sao chegados os lindos pentinbos douradinhos
com muito lindas molduras de diTereotes gostos
para marrafas ou travessos, pois s com a vista
Vonde-se baldes de bramante muito bem fel- j os compradores podero apreciar o quanto sao
tos. sendo da por e tirar os arcos quaodo se quer | MiUMOi, pelo barato prego de 3$ o par, assim
como semser dourados de lindos goatos, pelo
barato prego de 2$ o par : s no vigilante, ra
do Crespo n. 7. __________ r
Luvas de pellica
Tambem eochegadas as verdadeiras lavas de
Jouvin muito frescas, tanta para hornero como
para senhora : s no vigilante, ra do Cres-
po n. 7.
lavar, para aeuhora, e para meoinss, do mesmo
bramante e de arcos : na ra da lmperatriz n. 60,
loja do Pavo.
Vestidos brancos.
Vende-se cortes de vestidos briosos bordados
a seda, proprios para noivas, pelo baralissimo
pre-o de 6$, ditos de tarlatana branca borda-
dos a 10) : m" ra da Impsralriz n. 60, loja e ar-
mazem do Pavo.
Tariatanase fil do Pavo.
Veode-se tarlatana bra.ici o de cores a S00 rs.
a vara, fil brnco lito a 800 rs dito lavrado e
palmiohas a 18 a vara, organdiz branco muito fi-
no a 1$ a vara : na ra da lmperatriz n. 60, loja
do Paro.
loriados baralissimo
Na loja do pavo.
Vendem-se golhohas manto finas de cambraia
bordadas e de l a 400 rs., manguitos com gol-
liohas de cambraia bordada a 19280, maogaiios a
Cal de
A 5,000 rs.
Ricas fivelas deliradas para
sinto.
Vcndem-sa fivelaa douradas a 29 e 2J50O, as
>p:ais nodernss que tem vindo ; na ra do Quei-
aeado n. 63, loja do Beija-flor.
Vende-se barriscom cal nova chegada ltima-
mente, a 59, no enligo e acreditado deposito da
ra do Brum n. 66 armazem.
Da.
Mifo lew-loor,
Boa da Senzalla Nova n.4t.
Nestt estabalesimento continua i baverum
completo sortiraento da moendas a meias moen-
las para engenho, machinas da vapor a taixas
de farro batido a coado da todos o tamanho
para dito.
Ricas voltas de aljofares.
Vendea-se voltas de aljofares com crat depe-
dra amando a brilhante ; na ra do Queimado
numero 63, loja do beija-flor.
Facas e garios.
Vandem se facas e garfos finas de cabo da ba-
taneo de dona botoes a 61800, ditas para doce a
5g800, dita de um boto a 63200, dita para doce
a 5*2(K). dita preta era varia a 3*600, dita branca
a 39400, dita roliga a 30 a duzia ; na raa do
Queimado n. 63. loja do bija-flor._____________
Jugo de vispora.
Vendase jogo de vispora a lf ; na ra do
Queimado n. 63. loja do beija-flor.
Ao Pavao.
J^ende-se neste estabelecimento as fazenda,
tntis baralas que em outra qualquer parte, s
como lim da apurar diuh?iro, chitas largas es-
curas com pequeo toque de mofo a 200 rr. o r.o-
vado. ditas francezas a 210.160, 280, 320 e 360
re. pt'.'aa de madapolo e eigodozinbo por pregoa
buatissimos, cassas e orgaa lys de todas as cores,
csmbraias da todas as quslidades e todas as mais
fazendas precisas para o consumo, alm do estar
este estabelecimeBto aberto das 6 as 9 horas da
noute,tambem se manda levar as fazendas o amos-
tras pelos caixeiros
loja do Pavo.
lissimos : vende-se na ra da lmperatriz u. 60,
loja e armazem do pavao.
Vestidos baralissimos,
Na loja do pavao.
Vendem-se multo lindos vestidos de cambraia
bordados a seda, sendo de tolas as cores a 6$,
ditos com barras e babados a 49500, ditos a 4g,
cortes de tarlatana brancos bordados e da cores
a 39. ditos de cambraia branca com babados a
29500, ditos de cambraia bordados com babados
na ra da lmperatriz n. 60,! e duas saias a 49. cortes de barege com 22 cora-
dos cada corte, tendo flos de seda a 4$, ditos de
la a 4^, cortes de cambraia com f lpicos bran-
cos e de cores, tendo 6 varas cada corte a 33,
Venle-se sodas de lalas edequadros para ves-i li!,0,.d,e "lpico? D,i fin em 8 varasa4s,
tilos de senhora a 500 e 720 rs. de quadrinhos !luao .se Tende Por meno 1e em outra quai-
Sedas a 300 e 720 ris.
miudoi o cavado
loja do Pavao.
rs, de quadriobos
na ra da lmperatriz n. 60,
Uoupa p9ra horneas.
Vende-se calcas de casemira.de brim pardo,
do dito do cores, palitots francezes a 69, ditos de
panuo prelo e cor de caf a 63. caigas de case-
mira preta a 39 : s na loja do Pavo, rus da
lmperatriz n. 60.
Cambraias lisas.
Na loja do Pavo.
Vende-se pecas de cambraias lisas muito Anas
com 8 jardas a 2J500. ditas com 10 jardas a 39
ditas com 8 jardas a 3$,ditas com 10 jardas a 49 :
s na ra da lmperatriz n. 60, loja e armazem
do Pavo.
quer parte para apurar dinheiro, s na ra da
lmperatriz n. 60, loja e armazem do pavao.
Brilhaniias de quadrinhos a
200 ris
Na loja do Pavao.
Vende-se brilhantinas de quadrinhos, tendo
de todas as corea fazeuda mallo eocorpada e mais
larga que chita ingiera, proprias para vestidos,
a 20 re. o covdo : s na ra da lmperatriz n.
60, loja e armazem do Pavo.
Alpakin ou gorguro de iinho.
Vende-se esta nova fazenda a imitago de seda
de quadriohos a 280 o covado : s na ra da lm-
peratriz o. CO. loja e armazem do pavo.
Musselina branca a 200 :s.
Vonde-se musseliua branca com 4 1[2 palmos
de largara a 500 rs. o covado : s na ra da Im-
poralriz n. 60. loja do pavse.
Grodebico a 120
ris a libra, e sendo de 10
libras para cima a 100 ris
Vende-se nicamente por estes precos nos ar-
maiens progressista e progresssivo. no largo do
Carmo n. 9 e ra das Cruzes n. 36, affianga-se
ser muifo novo.
Granule expsito dt ba-
ldes de arcos na loja do
Pavo.
Acaba de chegar loja do Pavao um grsnde
sortimento de baloesde arcos americanos sendo
a Malhildo, Carola e a Eugenia que sao os
melhores e mais bem armados aue tem vindo ao
mercado com diversos lmannos sendo de 6, 8,
10, 15, 20, 25, 30 e 40 arcos e afianci-se a du-
raco e boa qualidade dos ditos baies : s na
ra da lmperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavo.
REMEDIO INCOMPaRAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milharas da individuos da todas as nacSe;
podea testemnnharas virtudes desleramedis
incomparaveieprovaremcasonecessano.aue
pelo uso que della fizeram tem seucorpo,
BembrosinteiramentesosdepoisdabaTajre-
jregadotnutilmente outrostratamentos. Cada
passo poder-sa-haconvanctr dassascuras ma-
rayilnosas pal a le tur a dos peridicos, quelh'ai
matan todos os diashamuitos annos; a a
rnaior parta dellas sao io sor prndenles qu.
admiram os mdicos mis celebres. Quantai
passoasracobraraa com su soberano remedie
o uso de leus bracos a pernas, dapois dedoi
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tai
daviam soffrar a amputaSo I Dallas ha iau
casquehavendodcixadoasses, asylos depada-
manlos, parase nao submeterea aassaope-
rasao dolorosa foraacuradas complelaaenu
mediante o uso desseprecioso reaedio. Al-
gumas dastaaspessoanaenfusoda sureeo-
Qhectmento declararaa estesrasultados bene6-
eosdianta do lord corragedor e outros aagis-
trados.afimia aais autenticare sua a firma th
Winguea dasaspararia do estado desauda u
tivessebastanleconfiansa para encinar este re-
medio constaniemanieseguindo algnm lempo c
trataaenio qua necesstassa a natureza do mal
cujo resultado seria provarincontestavelmenie.
Qua tudo cura.
o ungento heutll, mais partlen
nos seBnlntes casos.
Inflmaselo da baxiga
da matrix
Lepra.
Malas das pernas,
dos paitos.
de olhos.
Mordeduras da reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas,
Sarna.
SupurajSes ptridas.
Tinba, a a qualquai
parta que saja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea,
do figado.
das articulacoes;
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Anvelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualldades,
brsDeo a I9200 e 19400, azul a 1a, e de cures a
19400 : aa ra do Queimado n. 63, loja do bei-
ja-flor^^
Papel adamascado de cores.
Vende-se papel adamascado de cores a 800 a
19. dito branco a 19200: na ra do Queimado d.
63, loja do beija-flor.
Gravatinkas de seda.
Vendem-se gravalinhas de seda para senhora,
de diversas cores ; na iua do Queimado n. 63,
loja do beija-flor.
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas tiras bordadas para vestidos'
e saias brancas a 800 e 19 : na ra do Queimado
o. 63, loja do beija-flor.
Pin f\ TTiPT HIT ^"^^
JlM, ,
As ctissas baratas que o
Pavao liquida.
Veode-se floissimas cassas francezas de cores
muito benitas a 200, 2(0 e 280 rs. o covado : a
na ra da lmperatriz n. 60, luja do Pavo.
Bramante do Pavo.
Vende-se peris de bramsnte de listas lando ama
a largura, com 27 varas cada per;a, pelo bara-
lissimo prego de 109 a pega, tambem se vende
meias pacas do mesmo com 13 1|2 varis por 59,
esta faziia proeril para lengovs. toalhas, ca-
misas e sercuias ate., em proporfa do prego diohas e tendo de ua s cor proprio para capas
Japorcas
Gaimbras
Callos.
enceres.
Cortaduras
Doras d* cabera
das costas,
-dos maabros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas da anus.
Erupsoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta da
calor as extremida-
des.
Friairas.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
nflammaQlo do figado.
Mocambique a G40 rs.
Naioja do Pavo.
Veode-se mogamblque tolo de la sendo fa-
zenda muito leve para vestidos de aeohoras e
roupa para manios, com delicadas cores miu-
que est boje o algodozioho torna-se esta fa-
zenda mais barata sendo de lioho, isto s na ra
da lmperatriz n. GO, loja e armazem do Pavo.
La e sel* para vestidos a
400 ris.
S na loja do Pavao.
Vende-so la e seda para vestidos com muito
bonitos pi trO-'-s, sot lo fizarla que sempre sa
vendeu por 19, e lorra-se a 403 rs o covado para
aparar dinheirj : s na ra da lmperatriz n. 60,
loja e armazem do Favo.
eraoca
L j< de miudezas, ra do
Queimado n. 55 4, de
GuimarSes S' Iocha.
Para baldes.
Molas cobertas de fio para aaias a 160 rs. a
vara.
Agulhas victoria o papel a 120 ra.
Ditas fundo dourado a 120 rs.
I.Tiha de peso, meada a 100 rs.
Dita froxa para bordar a 80 rs.
Dita de carretel, 200 jardas a 80 rs.
Dita de cores, qutlquer qualidade.
Gravatas
com boldss e sem elles a 19, de cores e pretas,
para hornero e meninos.
Tranca de linho.
Recebeu am lindo sortimento deslas trancas,
proprias para as leves roupas da festa, justo
que vo-se prevenin-io.
Botoes
para casaea e casaveque, de crese prttos, para
camisa madreperola fina, da osso para caiga a
320 a groza, muito finos.
Colchetes.
Esta loja desejando sempre ler objectos oovos,
recebeu clcheles refor;ados do fio batido, aa
caizas sao em forma de urna car le rio ha que se
torna mailo elegante, s ha na Esperanza a 80
rs. a caiiinhs, am car tao a 60 rs., ou duna por
600 rs.
Pennas de ac
caligraphicss por 2g e 29100, verdadeiras de Per-
ry, e de outras qualidades, por menos do que se
eostuma vender, canelas para se adquirir ama
posico el-ganta (escrevando) a 500 rs., de mul-
tas qualidades como de borracha a 160, a baloa
160, a pistolete a 120, e muito boaa e muito ba-
ratas por 40 ra. cada ama 11
Perfumaras.
O cheiroso e suave sndalo a 19600 o frasco,
(essencia coocentrads) palbchouly, o mbar, o
bouquet de nupcias, o de Lahore, a vetivia, a
magnolia, a rosa, o jasmim, a flor de larangeira.
a um completo sortimento de perfumara que te-
mos, tanto fraocezas como inglesas.
N. B. Temos failo ltimamente am contrato
com u'n fabricante qu s nos permiti vender este
genero, cujo consumo sa adiaota, por precos io-
teiramente baixos e sem rivslidade.
Vende-se asta ungento no estabelecimento
geral da Londres n. 244, Strand, > a na loja
da todos os boticarios droguista a outras pes-
soas ancarregadas da sua venda em toda s
America do sul, Havana a Eespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha conta
urna instruc5o em partuguaz para explicar c
modo do fazar uso daste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soua,
barmaceutico, na ra da Crux n. S2, tu
parnambuco.
STSTK MILO HO0L.LLUVVAI
PILULAS HOLL WOYA.
Esta inestimavel especifico, composto inteira- r
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Bei
uigno maistenra infancia, e a compleijao mas-
delicada j igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleic,o mais robustas
jenteiramente innocente em suas operacoese ef-
Vende-se laziohas de urna s cor cem qua- i feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
SSfcliSa^ por mais amigas tenazes
ra da lmperatriz n. 60, loja e armazem do "uliseJanj
Pavo. Entre mtlhares de pessoas curadas com esta
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn)
de senhora tendo esta fazenda 4 palmos de lar-
gura e veode-se a 600 rs. o covado : na ra da
lmperatriz o. 60, laja e armazem do Pavo.
Loa mocambique a 400
res.
Na loja do Pavao.
Las com llores a 400 rs.
Vende-se lazinhas;muilo finas eom bonitos!,
padroes a 400 rs. o covado : na ra di Impera- i 'cobrar saud e '"? dePs da haver tenta-
triz d. 60. loja e armazem do Pavo. o intilmente todos os outros remedios.
As mais aff 1 tetas nao devem entregar-se a des-
esperado; fajara um competente ensaio das
efficazes effeitos desla assombrosa medicina, o
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao sa perca tempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
Bandas.
Pomada imperial, frasco a 3$.
Jsponaza a 15.
Imperador a 19.
lmperatriz Eugenia a lg.
Exposico universal a 21)500.
Mogas americanaa a 500 rs, e lf.
Tarlatanas com pal-
minhas.
N loja do Pavao.
Vende-se tarlatana com palminhas de cores,
tendo cores proprias pars luto a 320 rs. o cova-
do : na ra da lmperatriz o. 60, loja e armazem
do Pavo.
Vende-se um bom cavallo muito gordo,
bom andador, novo, bem feito, edr bonita ; na
ra dos Pescadores n. 1 e 3.
Mi val sem
igual.
j Rival sem igual
Rival sem igual
Ra larga do Rosario o. 36
Rus larga do Rosario n. 36
Ra larga do Rosario n.36
Pedro Tinoso vende
Pedro Tinoco vende
Pedro Tinoco vende
Miudezas muito baratas
Miudezas muito baratas
Miudezas muito baratas
Cartoes de clcheles francezes a 40 ra.
Estampas de santos a 100 rs.
Ditaa com vistas de guerra a 200 rs.
Ditas com personagens a 320 rs.
Pentes da borracha para alisar a 560 ra.
Sintos douradoa a I96OO,
Agulhasjfrmcezas em caixinba a 220 rs.
La para bordar a 69400 a libra.
Tesouras finss com loque a 400 ra.
Botoes para punbo a 120 e 160 rs.
Tinteiroa com tinta e lampa de metal a 180 rs.
Meias cruas para bomem a 29400.
Ditaa brancas para aenhora a 2J400.
Eofeites pratos a 49800.
Liabas de croxel para bordar a 640 ra. o masso.
Jogos de vispora a 800 rs.
Ditaa do bello xadrez a 1 S<>(>0.
Gravataa com botas a I9OOO.
Pinceia para barba a 400 e 600 ra.
Palseiraa de missanga a 19280 o par.
Garreteis de linha a 30, 0, 60 e 80 rs.
I.uvas de seda con toque a 200 rs.
Estovas para limpar dentea a 240.
Ditaa para cabello a lf. .
Ditaa boas para uohaa a 320 e 500 ra.
Ditaa para roupa a 800 o 19.
Assim como um sortimento completo de rap
Paulo Cordelro a 19500, gssse grosso a 19600, dito
meio grosso a 1$600, dito fino lg280, Lisboa a
2*600, rotao francas a 2}9(K), Mearon 19040.
ccidenles epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
A reas ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Dobilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
da barriga;
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Pebre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, a na loja
de todos os boticarios droguista a outras pessoas
enearregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dellas contera urna instrueso am portu-
gus para explicar o modo de se usar dess pi-
lulas.
O deposito geaal i em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rna da Cruz n. 22 em Par-
nambuco.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrboidas,
Hydropesia,
Ictericia.
Indigestes.
Infla mmacoes.
Irregularidades de
mensiruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstrucgao do ventre.
Phtysica ou consump-
$o pulmonar.
Retenijc de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Relogios.
Vende-e aa casa de Johnston Pater d C,
. do Vigario n. 3, na bello sortimento de
telogios dt ouro, patenta iaglez, de um dos mais
afaaaios fabricantes da Liverpool; tambem
uaa variedad* de bonitos trencellns para os
masmos.
Vende-te urna negrioba de idad de seis an-
nos, de bonita figura, por proco commodo, na
ra da lmperatriz n. 19 ; a tratar cem Frederico |
Chaves.
S na grande expisifao
de fazendas novas o bara-
tissimas, na ra da lmpera-
triz, loja e araiazem da ara-
ra b. 56, de Magalnes
Mendes.
Fazendas ior menos 10 0^0, quairam vil til
para acreditar, a ser: chitas n 160. 180 e 200 rs.
o covado, dilas fraocezas a 220, 240, 280 e 320 o
covdo, corles de chitas finss com 18 1|2 cova-j
dos a 2^500, caries de cassas francezas a 2jjS00,
ditos prelos a 2|t00 : na ra da lmperatriz, loja
da arara a. 56.
Arara vende olestim para vestidos.
Vende-se a fazenda or nome olestim de liuko
de urna s cor e quadriahos, propria rara capas
e vestidos de icnhora e roupa de meninos a 280
o covado, fusto de cores para veitidoa a 280 e
320 o covado : na ra da lmperatriz, loja da ara-
ra o. 16,
Aos manguitos da arara.
Vendem-ee manguitos e golla de linho para
senhora a 20, gollinhas a 500 rs., eofeites para
senhora 2jJ 3j>: na ra da lmperatriz, leja a
arara n. 56.
Arara ven ele a popelina da China.
Vende-se a fazeoda per nome popelina da Chi-
na em la para vestidas de senhora a 320 o cava-
de, chales de merino estampados a 3f, ditos de
la s 10, ditos da las o seda a 29, ditos aberlos a
640: na ra da lmperatriz, loja da arara o. 56.
ftlusambe da arara.
Vende-ae a fazenda por nome muiamb com
palmas de seda de 4 1 (2 palmos de largo, propria
para venidos de senbora a 500 rs. o covao, fil
de linho de cores a 200 rs. o covado, dilo lavra-
do >lgl20 a vara, liso fino a 780 e 800 rs. a va-
ra, \srlalsna a 800 rs. a vara : na iua da Impe-
loja da erara n. 56.
Arara vende as crinolinas,
ndem-ae baldes a crioolinas ae arcos, os
modernos que tem vindo, ditos de medapo-
brilhantina, saias de cordo que faz vez de
a 2c4uO, LilOes para menina 1 i; : lj ra
mperatrlz, loja da arara n. 56.
O babadim da arara.
\ ende- se a fazenda por nome babadim com lis -
tras de seda para vestidos de senhora a 500 rs. o
covado, cobertas do chita para earca a 2$, col-
chas de fusto para cama a 59, ditas avelludadas
a 8J, aberturas para camisas a 240 tada urna,
corles de caiga pars homem, de b:im escure e
clare, e de ganga e fusta* de quadrinhos a tg e
1^280 o corle : na ra da lmperatriz, leja da
arara c. 56;
Arara vende as cassas chinrzas. >
Vende-se a fszenda por norte cassas cbioezas
a in.itsgao de sedioha de quatiros, propria para
vestidos de senhora e roupa de meninos a 240 e
280o cubado, rlscado a Garibaldia 280 e covado
para vestidos, cobertores de nUndo a 1$, cam-
braias brancas a 1*600, 29, 2^500 e 39 a pega : na
ruada lixperatriz, luja da arara n. 56.
Organdys da China da arara.
Vende-se a fazenda por nome orgamlys da Chi-
na adamascado c palmas de cores, propria para
vestido e muito laigo a 400 rs. o corado, capas
de la para aechara a 98, iUs de grosileaaplo
mo.turnes a 20 e 25 : na ra do Imperatiiz, loja
da arara n. 56.
Arara vende fazenda por nome mais
a mim.
Veade-se a fazenda por nome mais a mim pa-
ra vcliJuade senhora e adamascada, de bonitos
gostos a 360 o covado, pegas de cambraias de
salpiquiohos com 8 1|2 varas a 39500 e 4f : na
ra da lmperatriz, loia da arara n. 56.
Tiras e entremeios da arara.
Vendem-se tiras e entremeios da largura de
e 5 dedos, de bonitos gostos a lg-280 e 19C0O a
peca, dilas de entremeios a 19. 19200 e I96OO a
pecs.corpiohos bordsdos para meninos a 19 cada
ua : na ra da Impersiriz. loja da arara n. 56.
Cera de carnauba e velas.
Na ra da Cadeia do Rscife, primeiro andar n.
28, vende-se excellentecera de carnauba e velas,
em pequeas partidas a vonlade dos comprado-
res : a cem esl embarricads.
Um cavalio de sella.
Vende-se um ptimo cavallo de sella de bons
andares ; a tratar na ra da Cadeia do Recife,
primeiro andar n. 28.
Vende-se o estabelecimento de molhsdos,
sito na travessa da Madre de D'.os a. 2, quite com
a trac, o qual tem poucos fondos : a tratar no
mesmo.
Vendem-se rosas artificiaos muito lindas,
de papel, palo barato prego de 19 cada urna, e
tambem se faz por menos tendo encommendas:
na ra do Queimado, laja do Sr. Ferro o, 10.
Fa relio
em llecos grandes a 4$ : no armazem do Sr.
Luis Antonio Annes, na escadinha da alandega.
Farelio superior.
Na ra do Vigario n. 31, primeiro andar, vea-
de-se superior arello de Lisboa.
Loja das seis portas em frente
do Livramento.
A 40500 e 5^000.
Saias a baldes coa 20, 25 e 30 arcos, as ae-
lhores que tem vindo ao mercado a 4J500 e 5j,
ditas de 50 arces a 65, di-se para amostra com
penhor. A loja esta aberta at as 9 horas da
noite.
Sementes de hortalice vindas
e Pars.
Cbegaraa i loja de ferraseis de Bastos, na
ra da Cadeia do Recife n. 56 A, ae novaa aumen-
tes de hortalice viadas de Paria, aa quaea sie de
superior qualidade. e se vendem barata.
Na ra da Panba, loja do sobrado de dous
andaras n. 4, vendem-se remedies para curar
morpha, preparado,|por Ulpiano Bezerra de
Mello radicalmente curado deate mal, e porisso
eocarregado pelo goveroo da provincia de curar,
come est cursado, no hospital dos Lazaros des-
la cidade.
Sortimente completo de sobrecatacos de panno a 259, 289, 809* 35$, aaaacos mallo bem
feltas a 25g, 28g, 30g e 85g, pautla acasacadoa da panno prelo de }6 t 259, diloa de aMBJrs
de cor a 159,18g a 20$. palatols saceos de panno e caaemira da 89 at 149, diloa saccoa de alpaca
merino e la de 49 at 69, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, caigas pretas de caaemira da
s9 *t 14$, ditoa de cora "o at 10g, roapas para menino de todos os Umnb;>s, granda irti<
maulo de roupaa de brins como sejf.m algas, paletots e colleWs, sortimento e sc'letsa pretos C
mtim, asemira e velludo de 49 a 9f, ditoa para caaamento a 59 C9, paletots brencos d; vi-
seante a 49 e 5/, calgae brancas mailo finas a 5|, s am grande sortimtnte de .';;cu ..., .ls ... a*.
mrnas, completo sortimento de sasamiraa inglezaa para hornem, menina e str>hora, Mrotjitsa
doho e aigodo, chapeca de sol de seda, luvas de seda de Joavin pera homem # sanhora. Zea
aaoa nma grande iabrlca do alfaiate onde recebemos CDCommendaa de grandes obras, qt,t pin
nso esta stndo administrada por am hbil mestre de semelhanlc arte e um prgioal de maia'd-
lincenla obrairos eacolbidos, portante aicuiauiosqalqaer obraaom pror.j tido a mai barate
de qua am ostra aaalquer aaa.
m
IJA NOVA Nll
Aiitiga loja de Gadault
Acaba de receber de sua encommenda um grande e variado sortimento dos se-
guintes artigos, os quaes vende por rcenos 10 por cento do que em outra qualqoer
parte ; a saber :
Para msicas. \ Para noivas.
As mais ricas e elegantes cspellas qae
se pode desejar, asseversedo sem errar,
^i
t- '
MsV
m
i%

Variado sortimento de instrumentos
para musicaa militares a de orchestrs,
instrumentos completos de chaves e
apiston muito perfeitos e afinados do fa-
bricante Gaatrol Aia-
Para carros.
Guarnigea completas para .irreios de
-'Sr' carros de metal do principe ede lato pa-
gJ|) ra um e dous cavados, molas, vaquetas
fiancezas para cobertas, encerados, ga-
les, riese lanternaa para carros ecoaps,
colleiras etc., ele.
Vid ros.
Um grande e variado sortimento de can*
delabros, serpentinas, lanternas com pr
g.-utas e sem elles, palmatorias, copos
para vinho, calicea, redomas para ima-
ganaredondeae ovaa grandes e peque-
as a vontade do comprador.
Para retratos,
Mubines muito superiores francezes
e americanas grandes e pequeas, grande
sortimento dechimicas para trabalhar cm
todoe os processos. caixinhis e passepar-
tou americanos e francezes, papel alba-
minado etc.

C*


serem as mais bonitas que aqu (em va-
do, ricos mantelo!-. 1 pretos com vidrilboa
franja o mais moderno nerte genero.
Para presentes.
Muito lindas caixinhas para costura '* .'.
com muaica e sem ella, muito proprias pe- >.-f.
ra dar-se de presante a alguma senbora 'V' -'.i
que se estima, ricos eslojos de barba para
homem.
Espelhos.
Grandea e pequeos com moldaras
pretas e doaradas, proprios para ornar bo-
nitas salas, sendo oa vidroa muito grotaos
e de primeira qualidade.
Avulsos.
Camisas de linho para homem.
Carteiras e charuteiras.
Bandeijas grandes de 30 palmos a 39.
Gollinhas e manguitos para senboras.
La de todas as cores para bordar.
Talagarca.
Seda frdxa de todas as cores.
Lindos enfeiles psra senher-s.
Oculos e lunetas de todas as qualidades.
Fumo francez, americano tambem o
apreciavel fumo de borba cem os seu9
competentes cschimbo* e tanari etc.
m
nir-Rf! m a
Nesta grande e bem montada fabrica da machinismo, a mais antlga no imperio, eonllnua se n
axecutar com a maior presteza e perfeigo eucommendas de toda a qaalidade de machinas sodi
no paiz, tendo sempre prompto o seguinte :
Grande sortimento de moendas de esnna de todos os systemas e tamanhos.
Machinas da vapor de diversss qualidades.
Taixas fundidas e batida*.
Crivos e boceas para fomalhai.
Bronzes e zguilhocs.
Rodas, rodelas e rodas d'agua.
Guindastes Dios e portatis.
Machines de cylindros para padaria.
Serras de ago para serrsris.
Fatuas para barros, etc., etc., ludo por prego que bem conAid*.
v..: WMg
IH6i
4-Rua do Queimado40
Defront do becco da Congregaco letreiro verde.
Peste estabelecimento ha sempre am sortimento completo de roapa ftitc da
todaa aa qaalidadea e tambem se manda executar per medida i vontade dos fregae-
zea para o qae tem am doa ru alborea prof-asoras.
S^a
Casacaa ae panno prelo a OS,
85$ e 309000
Sobrecasacoa de dito dito a 359 30(000
Paletota de panno prelo e de co-
ree a 359, 809, 259,109,189 a 20 jOO
Ditoa de caaemira de corea a 29,
15f.129.79 a 99000
Ditoa de alpaca preta golla de
vellido francezaa a 105O00
Ditoa de merino setim pretoa e
de corea a M o 83000
Ditoa da alpaca de corea a 59 e 89500
Ditoa de alpaca preta a 99,79.59 a 8S500
Ditoa de brim de corea a 51,
495OO, 49 a 395G0
Ditoa de bramante de linho bran-
co a 69, 5| o 49000
Diloa de merino de cordie prete
a 159 o 89000
Calgaa de caaemira preta de co-
rea a lt, 109, 9|, 79 69000
Ditaa da princesa o merino da
cordo preto a 59, 69500 e 49500
Ditaa de brim branco a de cores a
59, 49500 2|500
Caigas de ganga de cores a )000
Gollete de velludo preto o de co-
rea liaoa o bordadoa a 129,9 a 89000
Ditos da caaemira preta de co-
rea liaos a bordadoa a 19,
595OO, 59 Sf500
Ditoa de sello, preto
Ditos de seda e setim braco a 6 e
Ditos de gorguo de seda pretas
e de cores a 79, 69, 49 a
Ditos de brim e fusto branca a
31500, 29500 e
Seroulaa de brim de linho a 29 a
Ditas de algodo a I96OO a
Camisa a de peito defasto branca
ede corea a 2(400
Dita da peito de linho a 59, 49 a
Ditas de madapolo brancas e de
corea a 89. 29500, 29
Chapeos pretos de maasa francesa
forma da ultima moda a 102,
85500 o
Ditos da feltro a 69. 59, 49 a
Ditoa de aol de aeda inglexea a
frsncezea a 14|, 129, 11$ a
Colarinhos de linho multo fines
novosfeilioa de ultima moda a
Ditoa de algodo
Relogios de oaro patente hori-
zontal 100$, 909. 80$ 70$000
Ditoa de preta galvanisadoa p-
tente e horixontaee a 409 80$000
Obraa de oaro, aderegoa e meioa
aderecoe, pulceiraa, rosetaae
anaia a 9
Toalhas de linho duzia 10$, 69 a 91000
Ditas granjea para meas ama 39 a 4900
5S000
55OOO
59000 %
3900C
2('
19280
29200 '
Sauoii
1$600
79000
29000
79000
9800
9500

.
MUTI


UJLfeft) DS PEHRAMtL'CO QUINTA FElRA 24 DE AGS'IO i| 1851
PREQO
mmi
11
FRANCISCO FERPUNDES DUARTE.
40 Largo da'Penha 10
.ja k VaVm*V* ProPr8lar"0 dsta radiiido armazera da molhados tem effarecido, ha
sido CAnbec.da pelos seus numerosos Veg.ie*:*s, nm como asm ainda najara algues sensores que
nao se tem dido ao trabalho .Je esperiroenlar. rogo a todos ellas o f.ivor de ma miaren comprar suas
eneommandas no armado Progresso do largo da Penha D. 10, afirn da verificaron) a actido
do moa annuncio ea differenca Jo prego e qualidade que faz, se foseen compradas em outra qual-
quer parte, pois para isso se recebe em todos os vapores a navios de-vela vidrios da Europa a
SZiriI 2 f n3rS C ""a Prprii- P|ra m,ior ->^ xn.nod.4ad.. resolveu o
S^h r;L re'^r'Sa VrCm *1U0lleS ""', nao poseen vir. na* mand.r. da das-
i T P/U 'ia'ferrM p"ra lu8*r ,aJicada. toiJ iulqr guaro chorado este
iZlZ' .*!?n Sare'n ,a **" Mmdos' co" *> pewalmaaw. pois para ste fin
J" P9 so.a de '-on.fi3ni3 P3ra <** Prometo conditzir as earus na chegala do vapo?.
Hiwtaiga sKi-u da prirneira qu!|idado dasafra novaa 001 yl0 r5
libra, e em barril se faz abatimento.
P1 Sale ^ UCftJI,W- a mais nova <*<> morcado a 600 rs. a libra, e em barril a 560.
"fcUa UUXllil o que se pode desojar neste genero a 3&000 a libra.
xjna ^yaiSOU 0 mais superior do mercados 25800 a libra, e em porcao se faz abati-
roento. *
Qlie\j03 AO Y*All9 cheados neste ultimo vapor muilo frescos a 2000, ditos che-
gados em navios a 15700.
jEllItl ?^2a verdadero ingle/, a 2*000 a libra em porgio se faz abatimento.
MlAS311l t\I UtO^S confesadas, conteni diversas iguarias milito proprias
para mircos a IJtOOO cala urna.
Ra larga do Rosario n.
38. loja da Aurora
tem para vender guias caotoda com alce
varia a 60 a a 40 ra. a papel, Uta curtso
fundo dourado propriaa para alfaiate, diiai
victoria, ditaa i m parlaos, ditas fraaeaias di
de todaa aa qmlididei, rap da iotas aa'quali
dadea ; aata loja tem grande sorlimeolo de miu-
dezsse voode barato, e a a viata aa dir o pre-
go da tudo.
Aviso nos seuhores de enge-
nho.
Vende-se urna moenda para eogeoho da canna,
de oamero 13 por 13, completa de todaa aa er-
ragene, juoiamaote 4 tacbaade ferro, aendo duaa
baildaa e daaa Unirlas, tamaohoa regulares, t-
do por precoa muito commodoa para liquidar, na
ra Nova n. tQ, loja da Caroeiro Vianoa.
Vende -ae um aacravo criuulo de 5 uno*
da idade por muito commodo preco: na ra da
caa de detancao n. 32.
Veude-ee am cabnolat : na cocbcira o. 17
na ra do Imperador.
4os fabricantes de velas.
^IS?de",e ,ebo darr,Ud0 MUo duro e alvo a
7ga0 ra. a arroba: na ra Imperial n. 215 la-
boro. '
Vende-ae para liquidar cootaa urna taberna }
am boa localidade, e besn sfreguezsda : os pre-
teaaeotei podero dingir-ae a ra do Codorniz
oamero 1.
Veuae ae uu cavo no bom andadur Pai-
xo a mel, por muito commodo preco : na ra
do RoaVio da Bo'-Vista n. 12.
Grande attenco.
Vende-ae quarenta o tantas arrobaa da chum-
bo em pedacoa, proprio para chumbar, atsim co-
mo para o encanameoto, d-ie por monos da aeu
valor : n raa dn Artgao p. 8.
Veiide-se
40 a 50 arrobaa da metal velbo, proprio para
iundicao, preco commodo : na tu do Arago na
mero 8-
Iiijeccio Brow
[Leja 4ms 0 por-]
tas em frente do Lrvra -
ment
BalSes de 15, 20, 30 e 40 arcos.\
Grande aorlimenU da baldea de arcoa
oa malhorea naata lazenda e graodea,
caitaa francazaa Urgaa eacnraa a 2U
240 ra. o aovado, ditas aatraitaa miudi-
nhaa a 160 ra. o aovado, camhraii lisa
para forre com 8 i \2 varaa a Se] a pega,
ditaa finas a 3, 49, 5$ e 6$ mulle finaa,
ditas da aalainuiobo com 8 l|l varaa a
89500 a pega, cobertaa alcoxosdas braa-
caa da corea para cama a 4500 5j,
caaaaa da corea francezaa tlniaa aegaraa
a 330 ra. o aovado, pega da brelaaba da
rolo a 25, algodao trangado alto naito
largo para (oalhaa a 1 a vara, anfeilaa a
Garibaldi todoa pretoa a 59 cada um, len-
goa brancoa com barra a ores a 120 ca-
da nm, roapa falta da todaa aa qaalida-
daa muito baratas, a loja aali abarla at
ai 9 horaa da ooiu.
r\s Srs. en8umidrs d gaz
Hos armazaas do caos do Ramos ns. 18 a 36
na raa do TrapiebeNovo no Kxcifa d. 8, aaven-
"iagax liquido americano prinveir qualidad t
recentemeate chegado a 145 a tata de 5 galdea.
aaaim como latas da 10 da 5 carrafas a cr;
garrafas.
Remedio infallivel contra as agnor
rheas antigs e recentes, nico deposito
na botica ranceza, rua da Cruz n. 22,
preco 3$.
a da soda em latas coa difiranles marcas a 19400, afianga-sa a boa qua
lifcg'Ua
UJGrandes vaquetas
^.^-^-^l*** gradas com boUchinha Parias para lanche 250. | para cobrr carro$ e ^ ma$
Hita %X' a?.)!! O cSpa ial viuho do Porto em garrafado vindo a sigunda vez i quenas para guarda lama, por menos
ao nosso merca io a l?200 a garrafa e em caixsscom l duzia qor 129000.
V 1**110 fc^g<%TT' i'AaO d'nelhore marcas que vemaomsrcado, como sejao Duque
do Podo, Carcavellios e Feituria a 19200 a g.rrafa.
MGDret&S QOin VIO '. do Porto com ?0 garrafas proprio para casa particular
ora garrafas 329'i00, afianga-sa ser de superior qualidade,
* l'O em p\^ ,|e superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 600 rs.
a garrafa, e em cana la a 39500, 43*000 e 45500.
Ba^U i ?: i; id,.; e.a ia(as cora 10 |bras por 4,000j e 9!n barril a i0Q rs> i-|bra> |
^^ 5> A^^m a 320 rs. a libra, a em caix, grandes por
6J5000. afianga se s-sr muito novo.
hinrijaeip%ios m, K,a n. .
* <*,.- mut'.'j nivas a 5GU rs. a libra aera barril com urna arroba por
12?Cu0 rs. r
liO*'*.S COTO la>W -'"-' de escabechadas saguintes qualijades savel, congro, corvina,
n.-rne, pescada, e vvzugo a 15400.
_... '/ ^ """ a 680 rs. alibra, eem caixa aGGOrs.
mUm ^ tamaUtta refinada 300 a libra, e era arroba a 11 rs:
' C ^ S a a 560 rs. a libra, e em porgo a 500 rs.
1> ItO iagl<0E para uarflDra a GO rs a libra.
H CC eiu Jota. j0 a mea 1bra por i500 dilas corfl 3 |bras ro s* dirigir
por 29GCO. 'icin.16.
#'s "nJ- *e ^ ; ; 56) rs. o fraseo, e 69400 a frasqueira con l frseos
**' *"SS nm genebra do Hollanda cora 25 garra'as por 99000.
muito limpo, a 160 rs. a libra, e em arroba 438C0,
do que cm outra parte: a' rua Direita
n. 45.
liq&i-iaeo per todo
o pre^o, na bem eo-
ahccida loja do Ser-
tanejo.
Dado|ueifflin.4i.
Veadera em seas armazaas
PROGRESSISTA
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Rua das Cruzes n. 36, e largo do Carmo n. 9.
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Chumbo! chumbo!
Vende se chumbo da mnnigao sortido e do di-
versos nmeros, a retalho ou ara porrees, por
prego mais barato que em outra puta : oa rna
larga do Hoaario n. 34, botica.
C^ixsis de tartaruga o charu-
teiras de charata para rap
echarutos.
9
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* muito nova a tO rs. a libra, e 45300 a arroba.

suspiros em maias caixinhas, do raelhor fabricante da Babia a 2#000 cada urna
8 o mais superior que a na morcado a 210 rs. a l.bra, e era garrafes cora 5 libras
por 1560O, so o garrafo val 500 r..
1 is.42a da Fraica muitr nova a 200 rs. a libra.
muito fina e alva a 100 rs. a libra e cm sacas se faz abatimento.
O tabaquista qua apracia a boa pitada da Lis-
boa ou roesmo Prncoza, Mearon et*., ale,
juato que compre ama bouila caixa de tartaruga
to.1s mtrvbetada com a qual nao ae anvrgonha-
r de offer-rpr da boi pilada de aeu gasto a to
dos oa circumstantes que se acharam em ana ro-
da, tnnitoa dos qaes lonvario o seo bom *oato.
Assim como a caia nocesseria ao tabaifuiat,
charuli'.ira nao superflsa no fumante e%endo'
olla bonita como sao as de ch ra i nnrh-lif me-
Ihor ser porque com iaso dnia cohocer juan-
to sibe aprvciar o bom. Para os rom oawo-
distss tambm ba bom sortimenlos todos tfeoo-
trarao baratoza urna vez que munidos de dShei-
ro s dirittirem a rua do Queimado loja dafsguia
Granea n. 16. X
Potassa da ussia
e Americaiii.
No ascriptorlo de Maooel Ignacio de Oliveirs &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por prego
ma's bra'o dn que em potra qunlqaer parle.
Appareeam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar. !
Chitas escarss finas a 160. 180 a 500 *
ra., cortes da vestido prtos bardados a |
velludo de custo da 1500 a se veudem *
por 309,409, 509 a 70. sabidas de baila I
da vallado e se.tim a 12 |3f, caojisas 3
para senhora a 2;000 a 39500. Kolliahaa i
da cambraia bordadas a 300, 600, 700 S
800, 900 a 19, dilas de fll bordadas a 120 i
rs., casavaques de fuaiao a 59. 6|,7f, 89, 9
meias da seda brancas a pretas para sa- |
M nhora a 1J200 o par, liras da babado9 a j
1 500 a 700 rs., laide qaadro enfastadas a |
300 a 360 rs. o covado, cambraia pruta a %
400 a 440 ra. a vara, orgaudys de eorss s
600 rs. a vara, fll branto adamascado
para cortinados o vestidos a 400 500
rs. a vara, cortea de colleta da ca.i^mira
bordaoi prlos a 29 e 39OOO, ditos de f
velludo de 6r c pretos a 3, 49, 59 69,
paleiots de brim brauco frnncezes a ,
3J5O0 a 49500. ditos ds asemira da co- | i
rea a pretos a 149 169. utos da alpaca 9 2
prets a da cores a 3?, 38500, 49 49500,
camisas ds peito da Hoho a 58500, corts
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da coliata da orgnro a I9.JOO, 'l9700, S^'
59200, 3J e M500, rolletes Jeitos d* brim 9 S S"
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braeco a 59500, oitos feit-is da gor;urs ** !
;.-,&

pan ileates a 163 e -80 rs. o mro ora 20 macinhos.
PajltoS iO g" Z a 2*300 r?. a groza e a 20 rs. a caixinha.
P***^ das raarc?s raaeaia, ou XXX a G9o00 a duzis e 500 rs. a garrafa.
SCfV*^ n^^-iC das mal aerofttdas marcas a 53)00')aluzia e 480 rs. a g*rraf-
." t3CV:?Q engarrafado o mais soptrior que tem vindo ao nosso mercado a 800 rs
tumbara tenho da barril pata 500 rs. a garrafa.
T0U&1&1|.0 4%3 l*isba a 7#000 a arroba a 280 rs. a libra.
le OQ IV < |ava(Jo a300rsa 1hra aa 9^000 arroba, dito da 2.1 jualidade a
2G0 rs. e 82000 rs. arroba.
A de Maranho a 100 rs. e 120 rs a libra, e era arroba a 39000 e 39500.
VJtOeQlertQ hespanhola 19i00 rs. a libra, ditto francez a 19100.
AI saia^. imperial .loafaraa.lo Abren ede outros muilos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a lfbra, tambera ha para 500 rs. a libra.
a a.*'. S *3m Cal * rata ** d* vianl^H a 380 rSi a iaua arfiansa.S0 a boa qualidade, e era porfi
se faz a batimento.
-*^ t ""
-i i/s.i S francezas e portuguezas a maisnovos a 640 rs. a lata, em meias latinhas a
500 rs.
YlllO DOTale^lIXq Marg, Me loque e S. Juliende Medoque a 00000 e lOfOOO
a caix, em garrafa 800 rs. e 1*000.
* ';J fOG o moior pelisco que polo haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
fQ^OOl^S i5<)V S alSoccnto o a 19200 o molho com cento e taas, tambera ha
proprias para conservas a 400 rs. o cento.
* V& UOC& muito nova a 320 rs. a libra, e em arroba a 8*.
P6I i%*Q V6 a 45 a resma, dito de peso pautado a 35, dito almajo bom a 39200.
mSSjI. p3X% SOptl estrolliha e pevide a 600 rs. ab-a, era caixinhas sahe mais
barato.
iem de topante era latas de l libra por 800 rs eda 2 libras por i5Q0.
fLaf i-' II0C6 refinado a 800 rs. a garrafa,, e em caixas com 1 duzia por 8950*.
del le LsI a a 720 rs. agarrafa e 59600 a caada.
ma$nt1oaS de casca mollea 320 rs. a libra o 89000 a arroba.
YU-grft 4i L!*bJl a240 rs. agarrafa e 19800 a caada a fianM-sa a bea
qualidade.
| h I IO ane das mais acreditadas mareas a 15*000 e 20*000 o gigo, e am garrafa
a 1{800.
Tin*fre br-ncfv> oquesa poled9Zejarnesla g9naro, 400 rs# a grrafa>
Licores t*meezs de i,d,s M ,1^ q,S procttrar t ,*090 rl> a gtrrt/a#
VHrinh;i do l^raua muil0 ,,w echsir03a, l60rs |bra#
j ?J*IO para limpar faceas a 180 rs e em poreesefsz abatimento.
Cillh jl fifje a900rs.aKarr,8eloaoo>acaixac,mumaduzia;
Alina dos gneros cima mencionados eneoQUiri o respoitavel publico um completo sorti-
mento de todo que tendente a mediados.
Oaeo
alfaiale
militar,-
a 2500 a 35500, ditos fwito du casimira ,
a BfBOO, 4g 4J50O, ditos U volU^o a j
@ 59. 69 e 79, ditos da fusio da corea a <
S IJoOO, um variado sortiweolo de tteiaa ?
g para homem e 8-nhora, riiialdas com *
B florea, ehrlss d" troco, espiriillio, lo- S "
da a qaalidd* do roupaa felina para ho- g "
a mam quo tudo se venda por matada do afe
|h s;u valor. g w
mmmm ......;.:; ,-a| ?
Manguitos e golias de jl
cambraia ricimrnte bordados
Vaodem-se maiiRMiir.s 0 eolias de snpartor I o
cambraia ricimente bordados eeln S'Ki.iliC'ute ; -1
prrode 2j o par d mangaritos com ama olla *
andoque Sfcmpre cularan.-69 cada p-r, aaaiol ^
p-'is recorurti-nda-ae aoa a't;i(ii'a da santa eeo-
uraa que apro^ilem a boa occaaiao, OiriRin
d-s com dinh^iru a loja da boa fe na rua do
Queimado n. 55.

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Vendem-se tachfis de
f ^rro cuado io fubricalite m ais
acreditad : oa rua do Brum
n. 28 B, armizem de J s da
Silva L yo &C.
Poj este annuncio ae faz constar sos Srs. offl-
-ia.-s de todas as arana*, tanto dt.ta provincia
como das mniscapilaes do norte do imperio, qa-
ha a vonda botos do novo padro, aegunslg a
ultima crdom do ministerio da guerra, vendan -------------------.________________
o-aadaaa abotaadaraa por 39. advertindo que Vl^ntoio-'l ir!.-/ afaoi
ma das abolnaduraa de padro enligo, faz-ce UiClgd l.lgltZd C IliSli-
remessas para ooJo toma pdidas, asiim como
tambera ba para vender o melhor panno aiul io-
glaz, e o oielhor velludo prwto do Porto, fazendaa
descouhacidas nesta praca, o que ae veBde a re-
talho. Os Srs. offlciaesqne aslao fore da provine
cia podem renovar auaa consignacoes flxando
qur.ntia corla, o os outros snhores qe nao tive-'
rstej procurco nesla caaa podem manda-la ad-
vertindo que o lempo para a dita procurarlo de-
ve aar limitado, acompanhando urna caria da or-
dena padindo as encommepdas qua forem preci-
sas, devendo aer dirigidas a eorresioudencja a
Joaquina Rodrigas Tavares de Mello, raa do
Quemado o. 39. Tatabem ba gallo da ouro aa-
perior e f-rros francezas para alfatate, aza forja-
da o parlOs.

A loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 16.
Receben pelo ultimo vapor os sesuintes ob-
jectoa :
Bonitas ligas de sads para senhora.
Graodea a bem tecidoa bandea da dina.
Aspas da ac, Ota elstica para coas da balo.
B mecas grandes mui bonitas a bom vestidas
Bonitos baazinhos com 9 frascos da cheiros.'
Lindas caixinhas com 6 ditos 4a aitos.
TnaceUtte grosso de cor para guarnecer vestidos.
Luvas de canauria braocas smirellas
Lindos boioes de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de recabar lindos
boles daporeellanadonrada com flna banha a
msviosaa iasBripcdei.oa qaaas por enea delicade-
zas o perfaicd*a tornam-sa dignoa para presen-
tes, e com especialidade na aetnal qaadra nm
goatardo bem dirlgtr-se com dinheiro i raa
do Quaimado, loja d'aguia branca n. 18, qa acha-
ra ana que bem o ensaragar.
S-ahaii Muors & C, taoeo racebiao or-
lara para veoeer o aaa creaeido e*poaito da ralo-
gioa vieto o fabricante tor-ae retirado do neg
oto ; convida, portado, ia peasose qua q.izaran,
possnir nm bom ralearle do oaro oa prata do s
labra fabrieanta Kornby, a aproveilar-so da on-
porianldada eem perde de Usepe, para vir .oa-
pra-los por eonamedo preen eo cae eacriartorie
roa do Trapicha n. 18.
Ib
Vande-senma mobilia da jaearaeceni pedrea
brancas, madita de emarelle de raiz de mel-
lo bom gosto, vidmapara eaaelho de todos os
tsmaohos da IS al 86 pollegadaa de altara ri-
coa tremoada Jacaranda coa conaolos ea p.'dr
gororna laca, m ildoraa francezaa para enfeitea
de orotsrioa e outrse renitaa obras da bm cos-
to e por barato preco ; oa rna da Careos do
Carmo o. 12. lojs da martieeire de Joao Goncil-
vee Leca* Lisboa.
CZ.
Manteiga ingleza de primeira qutldade a 800
rs., franrera a 600 rs., queijos do serto, de
manletgs, a 500 rs de coaiha, a 400 rs. bar.ha
retinada a 4*0 rs.. em bnrrll 400 rs,, gomma de
araruta a 100 rs.. e 2;80 a arroba : na rua das
frutes o. 24. eaquma da Invessa do Ouvirior.
Chega vpor para m-
gily(e
Ac para balo.
Sao cliegadas >s v.r laleiras asteas ou ac p-ra
concertar ou fazer baldes, que coro urna pequea
quMitia qu>lqu*r seohora pode f7Pr um grande
balo, paia vendu-se pelo baratisaimo pr<>co de
140 ra. a vara, oo peca com 50 metros a 5)500 :
ro na |ajlo vigiunie. ru di. Crespo n. 7.
Curdo de borracha.
Tambero aao ebegados oa cordaozinhos de bor-
racha a de MICOS, sortides. de lilas crese de
todas as grosiuras, qu muito se desrjavt, lau-
to pra pulseiraa como psr. debrum de collete,
o para muiti-s ouires obras : s6 no gallo vigilan-
te, rua do Crepo n. 7.
Fita de borracha e de seda
Tambera sao chegadas as superiores das de
borracha, assioa como de seda arela, propria para
Cebrum de vestido, como p-r colleie, que se
vende pelo barato preso *e 160 rs a vara : a
DO gallo vigilante, rua do Crespo d. 7.
(tap de Lisboa em frascos
Vande-sa o superior rap prioceza B'asil ehe-
gsdo pelo ellimo vapor francez Estremadure :
oa lo|a 4 8|5*
ex." G
o n
z? -?.
n 5 2.
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Libras steriiuis.
Vendem-se no eacrlptorio de Maooel Ignacio
da Qli'eira & Pilho, largo do Corpo Santo n. 19.
Aiteiefto.
Veode-ae ama crande dea de dous andares e
sotlo, ns rna da Gaia n. 40, e urna dita terrea oa
rua do Arago n 18: os retendentes Oiriiam-se
a rea Nova loja o. 18, das 10 boras da msohaa
4a 4 da tar-ie.
Venda se um* pete d nacao. b.i qu.iaa-
deirs, coro dais cria da n>ma ou sam ellas : a
tralar no pato da Peiha n. 6.
Vende-se nm moleque de 11 anuos: na
rua de Hortas d. 24, primairo andar.
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irte e alcatro.
Coke da sethor qnlidada, muito proprio para
vapor, e tmbeos pira iodo oa uiea doaaeiricos,
oraoi pequeoea e grandes, etc., para etica ser-
Tiros, o coke mais econmico do que qualquer
tro coaabustivel, por aer menos de melada do
preco e de mais duragao.
Aicatrao, su sendo applicado navios, br-
cagss, alvareogas, canoas, etc., presta aullo bon
effeilo, conservando a madelra de ledas as ea-
lidades de Bichos, fszeodo durar um teaapo inde-
finido. TatBbem conserva madeira de edilca-
$8es, preaervando-a doa blcboa e contra o tempo :
as propriedadea chimicas deale aicatrao de car-
vao 6 osis forte do qua qualquer eutre, xlrahi-
do da asadeiraa oa outraa materias.
Queaa precisar achara venda, no arsoaiem do
gaz. Ra do Impender.
Preco do colee I 3 por tonelada.
Prego do aicatrao 5C0 ra. per caada;
Prelas falcis
e
DIARIO Dfe PIRKAMQft QUINTA FEIRA 28 DE AGOST 01 186.
==rr^rr=------------------'----------------------------------#------------_____________________
onaljejfar de Saa quslidtvJe.
A loja da aguia branca acaba de receber um
hoto aortimento de superior aljfar braaco oa
perolaa falgas o qual por ana perfeice difflcil-
mente se distingue das perelas verdadeiras e aer-
vem elles por sua extraerdiaaria grandeza para
asgargaalilhas que presentemente esto tu mo-
da e mesmo para outroa enfeitea e como aeaaere
veadem-se commodsmenta a 1#, IJIOO e IJbOO
o flo: isto Ba ra do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
'ara Int..
Veode se urna cama fraoceza ero muilo
bom estado com moldara, toda de emarello por
barato preco : na ra do Caldeireiro 90.
Acata de cegar para a
loja d'aguia b rauca, ra do
Queimado n 16.
Pos de arroz com bonaca em boaltoi vaios doa-
rados.
Diloa diloaem boneca em pacotea.
Agua balsmica para couaervegao dos dentei
bom hlito da bocea.
Opiata ingleza para ahajar oa denles.
Leite virginal caja utilidade reconhacida para
tirar sardas.
Vinagre aromtico para quem aoffre de tontiess
e dor de cabeca.
Paslilaaa de chairo para ae perfumar apoaentos.
& afeites para siih*r*.
Os malher enfeites pretos e de corea que ap-
parece a 5*500, 69 e SJ600 : na leja da Victoria,
aa ra do Queitnaio n. 75.
Calcado fr&nc&z.
Loja do vapor, ra Nova n. 7.
Grande aortimento do calcado fraocez, bara
tiasimo, viata das qualidadee ; qnem duvldar
deve ver na loja do ip ra Nova d. 7.
Aeha-ae a venda no escriploriu de Antonio
Luizde Olivelra Azsvede V C, ra da Grax u. 1
a obra aacripta pelo vieconda de Uruguay,Eoseio
Sobre o Direito Administrativo ; deizamoa de ta-
car elogloa a eata obra, basta e nome de aan aa-
tor para a tornar recommeadada, dos volumea
am brochara 100, encadernado \1%.
Cmxinha e ckb&nm mr%
as meHnas trazertm
nobrafe.
Muito lindas caitinhaa a aabazes para meninas,
da 100 ris at ouO: na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 7b.
Famoa de seda elsticos para chapeos largos a
astraitos a 1#600 : aa raa do Queimado n. 22,
na leja da boa f.
Laazikh^s muito unas
para vestidos.
Superiores laacsahas para vestidos da asalto
bonitos r-adrasqae ae vendem pelo baratlsaimo
preco de 440 ra. o covado : aa raa da Qaeima-
do n. 22, no leja da bea fe.
Ra da Siailla Aova n. 42.
Neste estabeleciment vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Pelassa a tasan,
Vende-seemcasa deN. O Bieber &
C, succdssores, ra da Cruz n. 4.
Para atar eabollo.
ruaje todo enlraaeedo cea lia de borracha, de
forma a.oe ei cabelle amarrada Dea dentro de um
earaaaae, latelrameate causa aova, e de muite
S .'l- co"00" >* Je lindea fei-
t\ vgiUoio. ru do 8reso a. 7.
Franjas gratas com y-
riiho e sem ella.
Ricos sortimentoe de franjas pretas e de cores
com vidrilhoe sem elle : na loja da Victoria, na
raa do Quoimado n. 7b.
Imhasck p@so verd&-
deiras..
Liohai finas de peso verdadalras, meadaa
grandes a 240 ris : na loja da Victoria, na raa
do Qu-tmado n. 75.
f'hosjphoros de segurasf
Para baptisades.
A loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor a sua encommaada dos sega lo tos o-b-
jectos para baptisados, sendo lindas toaqeiobes
da setim mai bom enfeitadas, 6 cada ama em
sua caixinba, sapatiaaos deselim branco, e de
corea ricamente bordados, e meias de seda, e
melher e mais bonito posaivel. Agora, pois, oa
pais que nao quizerem esperar pela generosida-
de daa sanhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinheiro loja d'aguia branca, ru
do Queimado n. 16, oadebem poderao comprar
e.ses gslabtfl objectos.
Ra la afaszaiia lava n. Venit-sa em casa da S. P. Jonhsion 4 4J.,
sellins e silhes inglazos, candieiros e castieaes)
bronzeade8, lonas ioglezas, 8o devela, cbieotes!
para earros e montara, arreios para carros de
ua a dous cavallos, a relogies de onro patente'
inglez.___________________^^ I
Cfil e potawa.
Ven*lem-se estes dous ar-
tigos ultima mente cfcegad*,
rao be ni conhftfdo e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. 12, inais fe&rat*
do que em outra qu&lqu r
parte.
Manguitos com goilinhas.
Veaide-ze mangoitos com golliahas, fazerviv
muito boa, pelo barato pr.-co de 2^000, golhabs
e punhos ultit-.o gosto a 2(IO0, gollinhas muito
Phosphoros de
tendi, a 160 rii
aa raa do Queimado a. 75.
aegursnca, por que livra de in- JH? bet^ bo,rd.a,!as l&WO cada urna na raa
a a caiza : na loja da Victoria,! d0 Q."eiBiado loJ >e miadezaa da Boa fama,
Balshs para Y$*ii4o&
Bateles muito grandes a boaa a 160 ria ama ;
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha di croxai para ia-
byrintho.
As melhores linhas de troxel para labyrintho.
novelloa moostros a 320ria um : na lo]a da Vic-
toria, na rea do Qummado n. 75.
Sinios dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos douradoa para senhoraa a 2$200,
dit'i de pona cahida a ij, ditos de fila a lcM:
na l .ja da Victoria, na ra do Queimado n. 7b.
Eicos espellkos %
moldara dourada par
salas.
Tiras e ntremelos fe$rdari$>8.
Vende-ae pegaa de uraa bordadas de 2,500.
3,000, 3,500 e 4,000 ectremeios a 1J600 e $00
cada peca na ra do Queimado loja de mindezaa
di Boa fama. g. 35.
Bonecas francezas.
Vende-ao boceces francezas ricamente restldas
4JM00 a 5000, e illlOO bonnras de cera com os
olhue u ovd;os a t{0O0 a 3&0Q, na rus dn Quei-
m*dn loja de mivdpzaa da B>a 'un, n, 35.
Pirlas de ac para siot*.
V.-Rde-* Sveiaa de co para sinto a l;-fi0 ra. e
7OCO na ra do Queimado loja do miadezaa
da Ra fama. n. 35.
g*
Chegoa para a loja da Vif-.i.oria ama peqaena
po'^ao de ricos espnihoa da varios tamanbos para
ornamentos de salas, affian;ando-ae serem ot
melhores eni vidroa que tem vindo : na loja da
Vi;torta, na '<
A
La p&rs borda
L5a rrnilo bos d* todas as cores para bordar, a
7$ a libra : oa loja da Victoria, na ra do Quei-
msiln n. 75,
Baltas.
Vende-ae baleias 120 rs. cada urna aspa de ago
para balaoa 160 ra. a vara, bandea a 1$500 ra. e
500 o par, na ra do Queinssao toja de miadezas
! da Boa fma. b. 35.
A2|500,sopavo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2 *
3 habidos 1 29500, ditos de tsrlatana brancos e
de cor^a, com barras a babados a 33: na ra
da Imparatriz n. 60, loja e armazem do pavo de
Gama Silva.
.Msearilhas de seda.
Vende-s vascarrilhaa de seda para enfaitar
vestidoa a 2--0IH) a p loja f* miude.'.. n. 35.
Liabas
co
taz.
Medita Vende-ae meias de borra-ha para qiCB) padece
i de eryaipela a 159000 o par, nieiaa da aeda preta
para senhnra a !;iui l o par na ra do Queimado
; loja de mtu4erae da Boa f Caiznhas com 50 novellos da linhea muito fi-
ces do gaz a 900 ris a caiza, ditas com 30 no-
tuIIos a 700 ris, ditas com 10 novellos granrioi
a 700 ris, branca epretat: na loja da Victoria,
na rea do Queimado n. 75.
UlillO
3
Raa do Queimado n. 55, loja de raiudexas de
Jos de Az<-vdo Maia e silva, conhectdo por Jo-
s Biaodinbo, est vendendo ludo pelos presos
ji sabidos, porm quem nao so'iber Unba a
bondade de ver o que bnm e baratisaimo:
Frascos de Lavande muito Dnns, a 80(
Diio* de oleo babosa uo-rior, a 320 e.. 500
Fraasos de agoa de colonia muito oa a 4(M)
Ditos de dita grandes superior, a 600
Raizas com pos edr da rosa para limpar
dentea, a....... 160
Dazla deaabonels moito finos, a 600
V*raade bit'o dss libas, est no resto, a 80
Carritei8 de linha preta muilo grande,
e tem rouila linha, a.................. 160
Beng.las do rnelhor goslo, a : 500
Tiuteiros com tinta muito bos, a 160
Biralhos da cartas (rsnzas, a 24o
Ditas de cartas portuguezss muito C-
na, a........... 160
Varas da fita de velludo recorUda, a 169 240
Frascos de bsnha de ur;o mu lo supe-
rior, a........... 600
Ditos de dita trac9uareute, a ; 800
Frascos de macar puna, muito fino, a 200
Ditos de dito oleo, muito fino, a 100
Varas de fita para fazer sintos dos me-
lhores gusto, a........ 500
Babada do Porto para todo o proco. .
Labyruitos muito finos para todo prejo.
Barra com ohoauhoroa muito boas, a 160
Masaos de linha fina para bordar, a .... 240
Cartas de clcheles 9up*rore a 40 e 80
Eacovas para limpar denles, a 200 a 400
Carriteia de retroz de tolas as cdr-is, a 210
Bonecas naas por-n maito bonitas,
240 e.................. 320
Gravatas de duas voltas muito supe-
riores a............................... 800
Fios e massos de coral de qualquer qua-
lidade a............................... 500
Sabonetes grandea e muito finos, a.... 120
Agalheiros com agulbas...... 80
Fitas para espartllhos grandes e pe-
queo a 60 e........ 80
Varas de blco de 3 e 4 dedos, a 120
'Calzas com agulhas francezas cartas, a 200
Lichas em cartes brancas e de co-
ros a ................................. 20
Vende-se a typograubia que fot do Purita-
no, prompla para trabalhar, por ter todo u pre-
ciso para este fim : a tratar oa ra dos Trazere
dobarro da Boa-Tiila, n. 7. .
Perfumaras muito tinas e
baratas.
Opiata inglezs a 1$500 rs, dita franceza a 500
rs., 6'iO, i-ii( i!, oleo da suciedade bygUniqar
v-rdedeiro a 1; 00 o frasco, oleo babosa do Piver
vrdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para 03 denles a 1^000, dita de Botot tamben
para os denles a tgOOO o fras'-o, pomada franca
za em poa a 500 rs. IJiuOO, 320 rs. saboneta
omito tino a 640 rs., 800 rs. e I3OOO cada un n*
ra 4o Queimado loja de mudt>zas da Boa fama,
n. 35. ______________
Grampi/s u blm
com penden^ s dourados.
A loja d'aguia branca contina na recepQo de
objectos do ul'imo gosto, e por isso acaba de des-
pachar viudo pelo ultimo vapor eaaea delicados
e oovisaimos grampos de bonitas corea com pen-
dentes dourados o que de mats delicado se pod
encontrar. Essa loja como geralmente aabido.
tem sempre em vistas a commodidade de eeas
boaa fregeeziaa e por isso Nm resolvido vender
esses galaates eufeites a 2$ e 3j o par, o que na
reaiidaie meito mais valem. C tivoa pola que
a vista da limitado do prego a senhora que com-
prar um ou mus parca.^iao se demore em par-
ticipar as auas boas vizinhas e intimas amigas de
collegio, para que as emittem no s*u apurado
goalo, e mandem logo comprar outros parea na
loja de sua a tfica.1 : que a d'aguia branca, ra
do Qeeimado n. 16.
(1
Loja i$ miudezas ra do Quei-
mado numero 33 .
Costureiro.
Agulhas Victoria papel a 120 rs.
Liahaa de 2i.O/ardas da todoa oa amaros s 80 ri.
Cascarrllha a peca -2}.
Bitaa muito boa vara a 400 rs.
Tranca de liaho para tode prego.
Fraaia de seda, de liBho, de algodao muilo ba-
rate.
Ratroz, linha de novelo ele.
Meias.
Um complefo sertimento sendo da coras para
neniaos a 240 rs. -
Bitas brancas a 200 rs.
Ditas para >. nbora a 240, 300 a 400 rs.
Ditas para borneen i 5$e 0.
Ditaa protas para aeahora a 400 e 360 rs.
Gravatas
com botao a i?.
Da corea malte boas para cometa a 1$.
Para meninos estreitinhss a 800 rs.
Pulceiras
de tontas miadinha a 1$.
De cabello a 4$.
De phantasia de dile etc. a 500 rt.
Botoes.
Para casaca e para calca a groza 320 rs.
Para camisa muito finos groza IfliOO.
Grandes para renpo groza 18600.
Pequeninos para criaBga 19400.
Alamares.
Para capota a dazia por 800 rr.
Colxetes.
De fio batido especial duzla 720 rs.
De carto 14 pares a duzia 500 rs.
Em caiza pretos a duzia 800 rs.
Brincos.
A balo brancos, encimados, azues e doarados B
par por 1.
Rozetiahas com pedras que parece diamanta o
par 1.
Penas e caetas.
De lo '11 as qualidadea especialmente de caligra-
phia e de lauca.
Caneta para epreeder escrever pelo systema d*
Sculy urna por 500 rs.
Papel.
Alraaco paulado 500 f-.lhea 6.
Dito dito 420 Oitaa 49500.
Dito dito 420 ditaa 4$.
Dito liso 3j)Z00.
Dito de peso azul e branco 4(500.
Dito azul Iio2900.
Dito peqaeoo tarjado 1j)500.
Dito pefueuo de cores 1S200 e 1J500.
Dilotrjado de preto Jj>5UO.
Knvelope canto 1J.
brelas de colea 100, 120 e 300 rs.
Pentes de tartaruga.
A imperatrfz 89 e 109 o que se venden por 169
e 209OOO.
Dirtilo para atar cabello a 4?.
A. imitaQo por 1$.
De ampia para meninos a 800 o 1$.
tartaruga para alisar Hg.
Oe bfalo prn suica e cabllo 400 rs.
Pentes de borracha ppquenos para trazar por ca-
sa muito boos a 320 rs.
E inunilide de srtifros novamente chegados
leja Esperance ra do Queimaflo n. 33 A.
.zenlas baratas
NA
Loja do pavao,
Cambraia organdys a 280 rs.
Vende-se tainbraia organoys de corea cem mo-
dernissiuios paiiroes a 280 o rovado, e cassaa
francezas muilo naa a 240, 280 e 300 rs. o co-
rado : s na loja do pavo, ra da lmperatrlz
cumero 60.
Bordados baratos.
Vendem se gollinhas de cambri e de fil bor
dadas a 500 ra., manguitos a ls> o par, manguito
com golla horloda de cambraia a 1?600, e tir<
borddas e nlrerceios ; na ra da Imperalriz n.
60, loja do pavao.
Aipak a 280,
Vende-se esta nova fnzenda de iinho a imitaQao
de sedas de quadrir.hos miHdinhos propria para
vestido da senhora, roupaa p*ra meninos, sendo
: fa/t ma .jue nao deabota, a 280 o covaafo : na ra
aa lmperatrlz n. 60, loja lo pxan.
(hita l:iri/&s a 2U rs.
Vendemse chits larpaa a 200 rs. c cosado po>
ter um pe.jueno toque d mofo ; na ra da lm-
peratrlz n. 60, loja lo pavao.
Bramantes 10$.
Vendem-se pecas de bramante de linha de
uraa s largura com 27 varas lOf a peca, tam
tem se vende 1|2 peje com 13 1 \t varas por59 .
oa rea da loa.. r>,t'u n. 60. loja do pavao.
Carnauba
Vende-se a maia superior cera de carnauba qa
ha no mercado ; na ra da lmperattiz n. 60, lo;
do paveo.
las seis portas era trerita do
Livraaiiito. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande aortimento de salsa a balo de arcos,
os melheres que aqai tem apparecido no mrca-
lo a 49500, 59, 63 e 69500 cada m, di-se para
mostra com penher ; a loja est aberta ate aa9
horas la ooile._______________
Superior ferim branca e
lkdsvo
Vande-sa superior brlm branco de linbo tran-
cado pelo baratissimo preco de 1^200, 1)440 a
900a vara, dito muito eneorpado de doa fios
e de liuho puro a -2g a vara : na ra doQaeima-
l $,44M? rs. a ta.
Lencos breneoe finos para algibeira pelo dimi-
nuto aveeo de2s8 rs. a desia : m bem conhe-
cida tote da bea fe, ae ra de Qa^iaaade n. 2t
>vii*y*,k^ e sores
Vendem -aa cambraias francezas de ceres fa-
z*6da muito fina pelo baratissimo preco de 260
a 280 ra. o eovado : na loja da boa ft na raa do
Queimado n. 22.
Cambraias liaas a 3^.
Venrtpm-se pe?as de cambraia lisa muito On-
com 8 1|2 varas a 3j a pega : na ra da Impar*
Iriz n. oUaloja d.. prvao.
Palatots a 6^.
Vendem-se paletota de panno preto fino e ee
de caf a 6 : na ra da Imparatriz n. 60, loja d
pavo.
Chitas escuras a 240.
Vendem-se chitas francezas escuras a 240 o co
vado : n- ra da lin -pratrii n. 60, loja do pav,.
Ch%l^s baratos.
Vendem ae chlea de marin de corea aendo
mano randes a 3 : na rea da Imperalriz n. 60
loja do pavo.
Ghegao peIo"Y*n-
por fraoeez s para ^o vigi-
lante finos pentes de mar-
rafa.
^E'chegado oa liados penlinhos dourados eo
multas lindas moldaras de d Vr- ,"'*MOi' P"8 i vista oa
cade, pH|o bareiisata. preco de 3$O09 o par :
asani tomo sem ser deuradoa de \'nU, gestes
pele barate pr^ee de 2 : a. roa de Ceeepo n 7
S nasal, taleaf. rn, 40 C,..>a ,. 77 "* '*
ttr- iu^s a balo,
Tameem cbegdo as lindas grampas a balas
ee... -salto linda : s no vigiUate, fu. uS
py o* /.
Luvas de pallica.
Tfl,^ l'if cfBe*" Tardadeiras lavas de
. aano10 ''?"' t,Bt P"a hoBe- co"
para aenhors ; no vigilante ra do Crespo
Gravatinhas.
M.rfe'iuS che*a" !'" grsvatinbaa com
ad..A 1"'1?ue Pelo barato preeo de
1 no v,|jUeat., ro. de Crespo o. 7.
- La fara bardar.
vea2eDDffi*,8,,?erl0rl,a "' toti" V "
l ..p!* iihfs- "," C0B0 !* de familia
Vi.,.' 'siao pre de 7 caizinba : s no
vigilante, re do Greapo n. 7.
Espelhos
Tambesa ha grande sortisaeato de espeibes re-
dondos de moldara donrados de todoa os taaa-
ahos com ezcellente vidro, quo se vende pelo
bar.ti.simo de 3J, 4J e 5J : s no vigilante, raa
do Crespo n.7. '
Bt ima n. 35.
^ene o seguintiss ob-
jetos afeaixo mencio-
nados.
o pa"0"*'5 bal* C0" ",Bd"16 do a 25
Pentes imitando tartaruga para bandees, alti-
me guste a 3* o par.
Fivelas para sintos, fazeada inteiramente nova
9 o par.
Alflaetea pretes com doorado para seahora, in-
teiramente nevoa a 2$ cada aro.
r.i!S? J"101 "o"6 dourao P" Pnhos, intei-
rameate novos, i2)0 par.
Na raa do Qeeiasado, loja ae miui,zaa n. 35.
da boa fama.
Smtas.
Tmbeme chegado os muilo desejados siatoa
com ricas fivelaa de concha e borlla ao lado
eousa muito chique se vende palo barato preco
de 4#. assia como ricaa fivelaa para sintos com
peanobaadeliadoa gostos que se vende a lj609
e ?g; tQ no vigilante ra do Crespo n. 7.
Teks e um.
Vendem-se velss de espermaeete a 640 a libra,
arroz de casca em saceos graadaa a 2jf800 cada
am : oa taberna da traveasa do pateo os Paraizo
n. 16, com oito para s ra da Florentina.
FazeRaaa prelss
Crosdenapla preto muilo superior pele dimi-
auto preco de 2 o ovado, panno preto muilo A-
ao a 3, 4, 5, 6, 7 a 9| o eovado, asemira preti
cuito fiaa a 2J, 2500, 8, 3500 e 4 o covade.
mantas pretaa de hiende muito superiores a 12?,
manteletes desaperieres grosdensples pretos ti-
camente bordados a 35, sobrecaaaraa de paaco
arelo muito fino a 30, casacas tambe da pane*
reto multo fino a 3&, pal. tota de panno pretc
M a 18 a 20, ditos de casemira de cor ases-
tada a 18, auperiorea gravatinhas eslreitaa a
I, ditaa de stira maco a de goaguro multo an-
teriores para deas voltas a 2, ditaa estreitinha*
:om Uaos alaetes a 2, superior gotgaro pre.
to para colletes a 4 o corte, rkos enfeites pretoi
a 6, e assina outras muilas fszendas qae sendo
linheiro i vista, vendeae-aa por pregos maito ba-
atos : na rea do Queimado n. 22, na bemeonba-
-ida loja da boa f.
Tinta para marcar ruupa.
Vende-se tinta para m.rcar roea a lj.
Agua da malabar para tingir cabellos a 5 o
Irasco: na ra do Queimado,loja de mtud.zaan.
35, da boa fama.
Cartas linas para jogar.
Venda-se dazia de aaralkoa da certas Qnaa com
as poalas douradaa a 6, dita sem ser dourada a
3}500 e 4g : aa ra do Qusimado, Iota de mia-
dezaa n. 35, boa fama.
viacdi
Fitas de la para debrum.
Vendem-se pegas de fita de la para debrum a
1, eem vsraal20 rs., ditas d* seda a 25400, e
em vara a 240 : na ra do Queimado, loia da
miudezaa n. 35 da boa fama.
Botos para punho.
Vende-se botoes de punho Anos de divar^a'
qaalldades a 200 rds o par. que tambem serv.m 1
para manguiloa de senhora : na loja do beia fior
a alo Queimado n. 63.
FDBiter* e3 Vncifi).
Grande e nova officina.
Tres prlas.
31RuaDireita31.
Kast rico e bsm montado ^stabilecimlsto -
oatraraocafreguez^so mais perftc, biaxi-
oao e arato no sea genere,
K'1 i" ** MUiadM.
aTOi\.?S *"" ''' eomojarair-e,
SEMICUI'IAS dem idem.
BALDES idea taem.
BACAS teem dem.
BAdUS fleuj idem.
r*t T' C.,ix, ae toJ" rossure,.
TRAIs imitando em partero a tos ponaU
lana. r "**
CPEL^dVm^m" q"Hdtd"-
JffSSMam fl4Bdr" "* *".
mnH2S 0Ul MlM *'" ods os la-
r-zVTen?.;;" eBt0B,l u fNlfiM eat*-
'"^f"rlj4-1" o ser dmapanha; a
contento.
eeulos.
Vende-ss tenlos Abos de arsaacio da ar;o, a i
W. l,oOO e 400 ria : loja do b-ia flor, ra do
Queimado n. 63. i
eos ^squmrs
A loja da boa f receben superiores bisquines
de meito fina cambraia a imitarlo da d Iinho,
bardados e enfeitados com ai.urrdo gosto eos
vende pele barato prego de 89 rada >m, tendo
aido sempre sea casto de 16J e 20$, epressero-ss
pois em cemprs-loa na memionada luja da boa
f, na raa do Qeim- 1o n. 2*.
OYu peuies
d- tsrtaroga e lass,
com dourado c aun elk,
par ,tar cabello,
A loja d'ajfuis hrarca acaba de rersber f;'M
penls de que as sanhoras laclo precisav* .m
igealiraoa pequeos dourado. O orl'mento
pequeo, porm completo, porque tem de I Ma-
ruga e masa, dourados e sem o ser. A hellevae
ep.rte.o dellee difficil des-revfr. e pn!'sso
limilamo-nosaduerque ellas to de amdesa.
oho domssicjo de pura^o goto, e de tusfr-sa
exeeocbo, ns qusl o arUsta elevoa-se p,.r ..
pei>ia. lem filos a forma tle om ISC0 Co fila BO
lm'.rJn qu'e > c,nbe oe'ha p.r m?lo a
orna vella, isso alem de rendados. Unto os da
1 a
SuperiCrtes aW&lha$os
adaafeseado.
Superiores atoalbado adamascado com 8 pal-
mos de largara a 1$6J0 rs. a vara : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Yendera-se caixes va-
dos, proprios para funileire
e bshuleir, a 1$280 cada um
aest* typographia se dir.
Camisas bordadas e outros ob-
jectos necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se m bello aor-
mento de bonitas camiainbas He lina cambraia!
om babadinhoa e mui bonitos bordados de nn-
os e delicados deaeohoa, as quaea servem mal
bem para oa modernos vestidoa de frente aberta
e vrndem-ae pelo diminuto preco de 8 cada
eaeim como bonitos manguitos a balo com
de superior cambraia e Al e lodos bor-
V) punhos virados e cada prpelo ba-
( prego de 25, o qae admiravel avista
ondadeda obre, e bem assiro penhea e
tambem bordados com bonitos bolea
irnico, e gollinhas solas igualme!.
bem borladas a 1 cada urna e manguitos a 800
rs. o paf A vista pois de am to completo sor-
timeoio nenhum senhora deizir de comprar
easesnecessarios objectos tanto mais manto a
commodidado dos pregos convida a para que to-
doa sejam bam servidos convem que mandem
logo con prar na loja da aguia branca ra du
Queimado n. 16.
Damasco par** colx^s m para
ornamentos ve igrja.
Vende-se muito superior daaaaafia de la de
urna ad cor, muito proprio para colzaa e para
ornamentos, com 6 palmos oe larpura pelo ba-
rato prego de 2800 r. o covetlo : na raa do
Queimado n. 22, na loj* da lio i.
Verdadeirs* pee* irieha.
Vendem-se cortusde saperior gotgaro de se-
da para colletes pelo baratsimo preco de 1,
2 a 3 o corte : na ra do Queimado n. 22, ua
bem conhecida loja da boa f.
f 1.^.
iTaraostafe quietas,
l.engos muits fiaos a imi'.ago dos de Iinho de
meito bonitos padres e de corea Bxis muito
proprioa para as peoaa ijur too.am Ubaco, pelo
baralo prego de 45800 5c500 a-ima: na raa
doOueimodo n. 22, na bem conhecida loja d
boa f.
tartaruga como os de massa. Agora, pois q
app.rece o borr, concern que as senhora ,e fxa
demoren em mandar coeprar na loj. d'ai.
ranea, ru rip Queir.->a.io n. 16. r
(trias i s paniitlsrek
A lojad'.-cuia branca acaba de receler un, huta.
aortimento oe anas com ilotas mu naa, papel
loatroao a opaco, eircierea de novos deseabas
repieoutando rs lisuras os grandes perronjgens
d^s guerras d. ll^iia e outroa. J s- r neis
que COD) una barullos assim boos e bonitos ti r-
La-se aiud. uiois deieitafl o entreter a- ,.;
da noite no divertid,, voltarele, tend i.r
rspadilha, meoilba, basto, etc.. etc.. e pelo cm<
trf rio um pichosu, o qual 03 bolinbos e a cha. i-
oa do bom cha do d0n0 da casa fr esquect o
pouco que p.rer. Os barlhos de canto redon-
do e dour-- .u resHMn C a dazia, o mmedWos
5. e oulros 4j>, :S .tlu e 3. Tambem 1k- iii:*a
para os SpaiZuUadua d/-. bises, epsilha. i -te..
vista 00 que nao ha mais a cansar-f-e, u 1 ^tp-
dente dirigir-ae coa .Lh.-iro i.a do Qeciaaat-
do, lojao'aguia branca n. 16. que seta beui ser-
vido tontorme o luuvavel tv.stju.e.
Na fus
i^nAFfp7
ijJCl Gil L
. i.
Hiero 20.
gollinh
lados, c
ratisaim
d. .up
Rolltnb
2asj
A loja da agnin
branca ra do Queimado b. 16
Acaba da receber os precisos objectos seguin-
les:
Aapas de balis grandes e pequeas.
Fita com colzetes branca, prrda e preta.
Dita de la para debruar vestidos de cores.
Treocinha de caracol miado conhecida por bom
tom.
Alfinetes pretos e brancos am caizinhas.
Anlhas imperiaes fundo dourado.
Ditas victoria em caizinhas e papis.
Retro preto fino em csrrteis grandes:
V verdadeira esssenea de ail
para eugommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Qaeimadon. 16.
Vende-ao muilo superior bramant d^ linbo
com duaa varas de largura proprio para .-.'..,,.
pelo barato prego de 23100 rs. a vara: oa bem
conhecida loja da boa ua ra do Queimado
n. 22.
no vigilare,
Collares para senhor&h ou me
ninas.
E' ebegado os muitos desejsdos collares de si- .
jofares Bngindo madreperola, com urna cruzieba
de pedras fingindo brilhant<-s quo sao muito ele-
uantes, pois s eom a vista que se poder apre-
ciar, que se vende pelo barato prego de 39 cada
um : isio 6 na loja do gello vigilante, ma do
Crespo o. 7.
Aderemos pretos
Tambem chegaram os lindes ederegos pelos,
.endo dnas puiseiraa, rselas, alfioeles, ludo em
ama eslzinha, inteiramente cnuta nova nesta
prags, todos muito delierdos pela gnr.de mi
berao apreciar : s no gallo vigilante, ruado
Crepo o. 7.____________
Agu has,
Tambem sao chegadas as verdadeiras agulhas
Victoria, de fundo dobrado, que se vende pelo
arato prego de 100 rs. o p?pel: t no gallo vi-
iltnte, rea do Crespo n.7.
Capellas para ntiiva.
Tambom sao chegadas as liodaa capellas braa-
.ss, o mais delicado que pode haver, que se va-
te pelo baratissimo prego de 78 e 6$, tambem ha
utras maia inferiores que se vende por 2J> e ft).
Peds-se que quem tiver de comprar qualquer
lestes objectos, que se apresse antas qae se aca-
oe, polsfoi apenas urnas peqeeoaa amostras qee
e receben : sno gallo vigilante, ra do Creapo
numero 7.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston; 4 C, ra da Senzalla Nova
a. 43.
Toalhas guarda-
nipos
Muito barato!.!!
A' loja do Porto, esquina da rua'da Madre de
V* ?t de CD|,,r eomplelo snrtimento
da roalbas de linbo psrs maoa, e guardaoapos;
os quaes se vendem por diminuto prego para fe-
char contas. pois sao vendidos por coola do pro-
prio ebricsnte.
45 Ra Bireita 4*;
A epidmia declina aensiveimente, r o Sea
completo dasapparerimento est prximo 1 (j
proprietario deste bem sortido astabeleeimente
convida os seus numerosos [resrai aubatil -
o galgado velho, quo tdo est ehoUrieo, por no-
vo, e qua posss resistir s mil sebo lia e ma;
eac que vo ser dansadar em louver do restabe
lpcimenlo da saede publica. Os precoa con
vidam :
HOMENS.
Botinas afamadas Mtlti. ; i9.ffiw
non-plus-ustri. Nar.les.........
> Nentes 2 Lalerias.............. lljiot.
lastre.................... lf^l'MKi
" inglezes to botoes.............. lO^UOt)
batedores.......................
conro n porco....... 99"0(i
baierro e lustre............... 9y0
inglezes ps aelvagens......... T,..":1
taziados braaileiros............ 5'500
Scpates nou-plua-ullra................ ',-i ;
8 bateriaa e rusia.............. e^tHi
> esraaga cobra.................. Byl)0
> Nantea 2 batirlas vaqueta..... 6jf(00
2 bvtvri* beierro...... 5JS.00
> trabalhadores.......... f'Jjt'UO
brasileiros <' 3g500 i.......... 2?n(Vi
Sapatoa2 solas e salto.................. rjyHM1
> tranga ponug'iezes.......... 28000
frsneezes......ij-jso
SENHORAS.
Botinas daogozas......... 5&!>0
salto de batr....... 53(0(.
.pichincha dp 49500 a. 4# > americanas 3,?50 a 2*500
Sapatoa de salto (J.ily) g 3}imxi
sem elle (dem)...... l>8l)
tapete;........ 8U(I
econorricos. ....... ot*o
a lustre 32 e 33....... 801'
MENINOS E MENINAS.
Ha de tudo em reiagao e nao se deiza tebii
dinheiro.
Um completo sortimenlo de couro de poreo,
cordsvo, bezerro franeez, couro de lustra, rntr-
roquim, sola, coarinhoa ele., que ludo ae troca
por dinheiro vonlade do eoaspredor.
Machinan amer-ctEas.-
Em caes deN. O. Bieber & C, saccessores,
raa da Cruz n. 4, vendm-se :
Machinas para regar hortaa e capim.
Ditas para descarogar milhe.
Bitas psrs cortsr eapim.
Selins com perteoces a 10& o 20J>.
Obras de metal principe prsleadas.
Aicatrao da Suecia.
Verniz da alcatr para navios.
Salas parrilhada primeiraqaalidade de Par,
Vinhe Xerez da 1836 era catzaa de 1 dazia.
Cognac em caixaa de 1 dazia.
Arados a grades.
Brilhantas.
Carrocaa pequeas._________________
Moendas e meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 58, fundicao
____________de D. W. Ro'imnn.
Na ra do Imoerador, oefronU *>a casada
Relacao, ao corredor do sobrado n. 30, ba todos
os diss as 7 boras leite piro a 320 rs.
Vende se o seguinte
Bramante com 10 palmos Jo largura .-. I F,C0 '
riacadinhos ^^ ar< de rflr lsa a 160 t-.. i
e core a 280 e 320 ra., ol,ads para cubrir
meses a Sg. id i ..-.s n.o huas a lg, chitas a
160. 200, 240, ^-o a 30 rs., cambraias da 41-
picos de cores i brancas a 400 rs., c t :
rjr.ncos e escuros a tjfitH), I5OOO e 2*. pannos
finos pretos t- de corra a 2$, ijioO e ;tj, cata-
beatas para cortinados a2 a peca, anas aj a
29. <-2, 43 ? 5j>, ti i es mi ito fluoa 63 e 7$,
chapeos '> s" > castor tru:--.) fim s
timo s'fio 10 P*ns 8$ ditos d. : II fi.
ooeopa i'.-. 5. < i-mirspera urro
ISeOO.certesOe 011a mullo fioa para<-.fl] a
<, pec-r-. C- 00' ..; ......fc4-
depoioea, slgodoee, brins, brlanh3s ,. aras)
muitaa faieodaa que o dono do estabeii .,
eaia resolvido a va0i|er muito barato .-... d
aperar oinheira, dando-se aa competentes amos-
iraa 1 o. p< ubi .
ba t oi..f> a.
^ Veode-f o rxcellento *rgnho S. Jos
j sito na freguazi^ la Varzoa, ama \*$
saminbo, moei-t correte n'egu* por
lagadej l metas sem ipTna.,
Irt-jar 2.000 ("". Troca-se tap-bem o'
1 porm s nr'. p
! qeem ae quizer enriquecer em pepe ;
na ra na Prats a. 53
reiro snds .
um,

'nos
= r -
>. el-
, ifr-
Ven0m-8i tschaa oe ierro cua<.n uu ealoc
mais acreditado : na ru. do. Bruta, trmazem :h
'Si-jr.r de Jos da Silva Loyo i C.
ajjjaj ~rr>"-
t.li:
Fugiram do engeuho Jur iim
('e S: riLhem.
Severino, rrul-l, cOr ai arellada, de 30 sa-
nos i". ..,.!.,is ,;,-> ,;., ,.> ,,; u0-
coronosdo ,0. soler, cabello 1, ..1
i tec. barua nao multas, .ihos papudos, bjCia
naris regula; oa; Joo das Matas, ciou .ie40
anuos pouco maia ou t.eoos, altura recular,
grosso. f.'itu-.'s regulares, naris grosso sem ser
Chato, tem cravo em um c pelo que t;..u rom
o calcanhar le <>nied'> pu>h-ndo um ponen pela
Ipernaquaooo aoda por causa de ter irazl o por
muit', tempo pena, um levoa chapeo de palha de
I carnaul., rooi a I de riacado e haeta arde, moutnaoa en; um
I quanio caaUnho com cangalba: a i.<-tao .jue
ioapfB*r puderi rondazi los ao referido enge-
jr.ho ua a c.aa o J,.,iu piolo de Lemoa Jaitlor,
qo sir y.tili, a' .
Esc-sv.\o
No di i.0 do
ma Olupira Vilasbu
B1" llathil le, c-
mais ou tr er.os,
perfeilos, ; s pe
rav foi flo 8r,
em Iguarasi :
ttr'a ot-ll -, eoles
lii-in rei-um e*
fugid

rcrrenie mez deaa a-ecen da
casa do Sr. Vicente 00 l^ula
ias un a sua estn v preta "v ro-
li ul, de idsde 25 snpos, pouco
altura e corpo rejiulf |t"s, denles
quenoe, cor preta, eir. esta cs-
r< dro Jorge. < spn pr*> mor. a
1 essaa que a pegar ou Orr no-
ida-se com seu senhor que er
Foiiiii du oiioiio da Cotreifa i Cas d-
lm-s, (Doiileo J una loulatn mu. le r., la, Un 1 --9
me Claadine, idade 3 amos, vtntfa de P^jf-6 :
quTo a pegar, leve a agure collegio, qUu tei
pratitieaoo Recoma**nd.-se pulica.
Est fuKirt, :,-sf 'loo rorrntp n>*7 lefW-
Ibo, o esrravn pardo, Ricardo, boleeiro e rerro-
ciro, l-em conbevido nests pr*ga e aeas arre-
baldes ; representa t-r 25 nn8 de lea*., bt
zo e m'gro, t.m cibellos esrapinhos raspado de
poucu tem o na rac-ia, ond estpvp por causa
de estar fugir:.., t, o. pouea barba efalta de denles
oa frent, reato romprid e olhos reoondus ; lea
aldo enconiraflo na C?punia, e Ol.iir. anda te-
diando e jngar.do *um mais r!e 2i!JS quo leve* ;
quem o appreher.oer e levar a caaa o- eeus.nbor
ns Passageni da Magdalena qae ser generosa-
mente rerom.enrado.
Ai'toiio Valentas ds Silva Barroca.
a qeprr. pegar o pardo Francisco, de 17 sdb#
d* i4e. rte boniu figura, com todos os deaies,
c^b^llos carapinhus a miios, este par^o foi do
ir. t)t. BorRed Fouseca, o qual i"joa cwsj a>
meemo aennur iodo o aeno a sufurbios deeta
provir.cl, oecps.a iammte quanco era sea e*-
mesauu : qu" o peatar qu.ire eatrepa lo a teaj
le^ilimo >i no na raa de Hosefrio n. 6.
Jgsiacio Lula de Brilo Taberda.

ILEGVEL



V
8
Tarieades
Mauricio SsnJ, companhero de viagens do
principe Napoleo, na xcarto que este fizera
ooi Ettados-Unidos o aooo pisiado, refera
sua me, madama Gtorgot Saad, seas imprss-
soes daijtageiis, era uoia formo corresponder-
ais, l*,qu! e\irecteaios o que dos pareceu inte-
restaria ruis ao leitor:
Kw-Yui,, -27 de julho do 1851.
As?? uis horas da larde avistamos, emfim, a
cosa de Loog-Islaud, paiz plano, alguns boaqui-
uhos ao redor das habitagoe, langados como miu-
dos puutos braucos ao loue. Sahimo do ne-
v oelro.
A nossa paragetu cobre se de embarcagoes.
Cismamos falla um pillo, que .logra para nos
m seu ligeiro culter, e que, aem abalroaro hia-
le, atraca a bordo desle, e salta sobre o convs,
com a matstria do um maiinbeiro consumraido.
uro homemztnho recbonchudo velho, redondo
de ace carmezim, de paletot de riscsdo grosao,
de cor ciozeut, o chapu preto.
Eis-nos em Hudson, da largura do um esteiro.
FiSsamos por entre dous fortes ocagapados que
jolgar-se-hia serem pilares gigantesco de urna
niara ponte suspense. As margen cobrem-se
eu^ncas, de jsrJius. de officioas de comprido
tubos, tajo fumo sobo direito, como brandos
pararounuem-se no cu a uma immensa nuvera
negra, que dorma sobre a ciJade. E' New-York
a g-j'Je feitorla dos Estados-Uiidos, e uma flo-
rera de mastros de navios de todas as partes do
moalo qos encobre ainta absolutamente.
Oue raovtmento I que cruzar de embarceges
de tu'i,.s es gneros I Neohum de nossos po'rlos
Irance'es d Mea de alluuucia egual.
Mas eis um nutro caso 1 lomaran) as casas par-
ta no divertiinenlo ? Ali vera uma de tres sobra-
dos, com portas e jauellis. gileries, verandas,
torrobas, lelhados, chamins, eslrobarias e co-
cheras vogaudo com auxilio da msica e do va-
por, porque as ondas da harmona confndem-se
oca o sibillsr poJeroso das machinas. Ser um
peiecip ou urna casa de pasto que nos vem en-
contrar para poupar-oos o trabalho de procurar
uossas pousadas ? A hospitalidade ruidosa e
co'ipz.
Uma povoaco inleira as jenellss, sobre os
terrajo e as galeras do edificio nutico, aada o
nosso p?ilho ; as mulhere, agitando os len-
$$, os lioraens, dando vivas ; mas isto passa
con\"m s("iho ; simplesmeole um alteroso
slcai/tyot, que vae nao sei para onde. Ancora-
mos a>alrada da cidade em face da Balteria.
\ isto Tac hiale, estes campanario, estes mo-
numentos pedra de cor vermelho-escuro, po-
bres imiiagoe^do eatylo grego, ou do golhico,
esla illas castfs. quadradas, de seis sobrados,
rasgadaa por iunuraeravei olhinho o todas liga-
des uma s outras, nao fallara ao senso artsti-
co. Se a habitago do iioniam o homem, es-
ns terica regulares, esta fra rigidez de Uohat,
esto em completa harmona com o que se espe-
ra encontrar de imprevisto e de piltoresco em um
t'OTo ooto, por cousequencia positivo; mas ou-
v'.-to bradar:Agora queres achar a frica por
oda a parte 1 Oh I sei bem que aqui devo esque-
ce-1. Sai que ettou na ierra onde devo olhar
para diante, o nao pojir ao passado o sentido do
presente e do futuro.
Como sao seis horas da larde, tratamos smen-
te de. leogar um olhar pela cidade.
ia escala, posta de ssgaelha e meio occul-
ts por um alteroso barco a vapor, caes para as
Dibarcacoes miudes.
O caes immundo e descaigo ; mas eneoutra-
so logo carruagens de aluguel, e a geule roda
por liroadway, arteria iutermioavel di cidade,
de 1 kilmetro de comprimento. fi' lirga e
populosa, e as casas ricas, os vastos armazeni,
at innumeraveis carruagens publicas sao movi-
merito e extocsio S9m revelagao de pensamanto
da verdadeira grandes o explendor.
Pessamrs por ditule de muilos squares, duas
ou Ir egrejs protestantes ou catliolicas ; ne-
nhaoi carcter particular as distingue.
Uoi cemiterio no meo do paseio I A casa da
cmara toda de marmore branto, grandes dimen-
ses : nada qae lesna cunho ou cor especial, na-
da qu* possa dizer ao viajante, seno islo : visi-
ta a burguezes ricos.
Mas sei uma grande noticia.
Nosquatro cantos do monumento fluctuam es-
taodarte preto e branao, que ferem a vista en-
tre os estandartes nacionaes, com que a cidade
est constantemente empavesada desde o princi-
pio da guerra.
iv puni a causa deatas insignia fnebre;
respondm-me que a patria eal de luto por
seus lilhos morios em llull's Hum.
O que full't liiim? A batalhs ganha ?
Sao; uma prudente retirada. Assim a famesa
victoria, annunciada com antecedencia pelos jor-
aaes de New-York, era um aonho, e es o seu
liis'.o despertar.
P:ssei ao parque central.
E' o reito de uma floresta da qual zeram um
jarditi inglez, no genero do nosso bosque de
Boulngnt; mas menor e muito menos bonito.
StBBB
LBETIH
E rerdade que eit plantado da noro e visto aem
01. llareta paaieadoraa oeste pasaeio Aqu
nao como ni Hesptnhi a popalagao. qae falla,
new rerlt conta, segundo dizem, um milhao de
nabiiantes ; mas o Amerieaoo me produz o effel-
lo de m poro a.ue circula e nao pasaeia.
Sobre as portas das lojis -ae por teda parte
um letreirocom este proverbio bem conhecido ;
Tune money. Entramos, ao passar no pateo
oe bichos Batnum. attrahidos por este gracioso
letreiro Beinre of peckpocketz.
Eis um avl.o dete.ta.el. E' precito cuidado
coma algiberas; langir um olho descoadado
sobre os rsinho, e eovesgar o oatro horrivel-
mente, para contemplar as maravilhaa da exhi-
bigao. As maravilhaa estao no aoouocio do
grande Btarnum. uinlo i curiosidades, tive-
mos de admirar uma serie de peraonagens de
cra, postas em um armario de vidro ; Napoleao,
WaahingioD, a rainha de Ioglalerr, M*", mor-
to na edade de 157 aono, um (ibhiaote de cer-
reja, etc.
Mais Unge, um Phoca seg, muito amarel.
sagundo noa disserauj, oceulta-ae no fundo do
seuoouormm; 15anguesagaiem uma redoma.
is penes rermelhos em autra, 25 diante da
chamine. intitulados galeriat de quadros, am
negro albino e sua mulher, e nao sei qae mais !
ra uma cousa estulta. Lembrai-te do grande
Barnum trazeodo tus casi o aborto Tam-Pon-
ce na palma da sua larga mao, colgada da lura,
e cantando o seu realamo com ar de fldalao aom-
pleto.
Eu teria querido tornar a vSr eata fantstica
personagem no seu meio ; mas tendo talvez es-
gotido tudo o que se pode mostrar por dinheiro,
e reduzioo as sem saborias do sea muzeu actual,
elle nao se aprsenla senao nos grandes dias, e
por sommas coniideravei. Fomos dormir
bordo.
28 de julho.O domingo puritano guardado
aqu em iodo seu horror de devassido ou de ca-
lagaria. Est tudo fechado ; so se ve geute intei-
rigada ou completamenle ebria desde a manhaa,
jazendonos cantos, ou sobre os degrus dos bar-
xooms [sao tavernas onde o povo embriaga-se
com cerveja forte ou whuky). Sai jaoellas e na
sacada dostas, os olhos serecreiam contemplan-
do flleiras de sola de bolas. Eu j sabia, pelas
narragoes de viajantes nossos amigos, que aquil-
lo era o iodispeusavel oruamenie das casas ame-
ricanas, nos da de fela.
Pude verificar que nao nos tiuham exagerado
a realidade : ter o ps mais altos do que a cabe-
ga e fazer tomar ar, quanto posaivel, a parte do
corpo, que o uso europeu manda posar modesta-
mente aobre um assenlo, eis, a nao poder duvidar
a grande voluptuosidade e o ultimo bem gosto
no novo mundo.
Porgante! se as mulherea tnham adoptado
aqaelle costume ; respooderem-me : nao, com o
tom pacifico com que me teriam dito : alias nao
teem solaa de bolas.
O mocipe. acompanhado do baro Mercier,
ministro de Frange am Washington, e de Mr. de
Moniholon. cnsul de Franga em New York, aira
vessa o udson em uma das casas ucluantes de
que eu te fallava hontem. Tudo esi promiscua-
mente naquella enorme carca, paaaageiros de
todo o sexos e de todas as idades, cae, caval-
los, cirruageo e fardos. isto summamente
democrtico.
Ah sim, porm, os negro esto parle em
baixo, e como oceultoi viata da pesssoas e dos I
snimaes.
Desembarcamos, e atravs de um paiz encao- i
tador, smeado de jardins e de chcaras, depois
de bosque* verdes e copados, chegimos ao
campo.
Ho meio da vasta encruzilhada de uma flo-
resta de bordos e de carvalhos, cajas grossas
massas redondas avultem sobra um cu tempes-
tuoso, centenas de leudas de algodo branco es-
to alionadas obre a herva, crestada pelo per-
pastar dos recrula. Deixam-nos entrar sem
difficuldade, apezar do incgnito do principe. To-
dos esses homens, uns deitados, oulros jogando
ou lendo gazetas, alguos nada fszendo, esio ves-
tidos, parte.de camisas de la pardacenta e de
ealeas azues, presas por suspensorio, parte, de
paletos e cobertos da chspus de palha, ou de
barretes de panno de lnbo.
Eu procurava o soldados da famosa brigada
excelsior, que me tinham annunciado ; ali estt-
vam elles vista. Passam alguns zuavos ameri-
canos. Um dalles, grande diabo, capaz de car-
regar couraga e capacete, mas vetlido com o aio-
t vermelho e coberto de um turbante de baile
matetrado, deitaca-se do grupo.
Tinha recoohecido o principe, e ioha encon-
tra-lo. Elle tioha servido aob sua ordent no cam-
po de Helfind, e pareca espantado de nao ser a '
sua pessoa reconhecida. Elles reipoodem de ama
maneira evasiva squaslts qae se Ibes dirigem
sobre o seu passados servigo e sobre a cir-
cumstancia qae o trouxeram Amtrica. Dir-
se-hia que aquella companha composta de
Francezes, dos quaas nem todos aerviram, e de
Canadeoses que nunca aerviram. Isto pouco im-
porta, se elles tiverem coragem, mas a disci-
plina I
DIARIO DB tWNAMBCO
QIRTA FEIRA Id DI AGestO D 1.6*
Oh I a disciplina, dlzla um delles, aotigo guar-
da da alfandega, franse, como pestivel ? Eis
ali os Canadenses, nomesdos(argentse cabos de
etquadras, por que sabem fallar inglez, e ver-
deiro ipcommodo para nos que nao entendemos
patarra daa ordent na sua liogua I
Outro, de cara particolar, reaponde, a proposi-
to do sold :quanto a promesas, isto rae beajo;
60 francas por mez, sem contar alimento e far-
dameoto, isto nao era mu ; mas, depois que,es-
tamos no campo, anda nao vimos a cor dos d'ol-
ius. Vestiram-ao com um par de polaiaas e
outro de suspensorios, e o alimento bom para
o qae goslam de gello, de gazetas e de mascar ;
porm nada disto me agrada. Eu contratei-me
por tres mezes, faltam-me aeis seminas, e depois
leve-mo o disbo se ase pilhtm.
Q incogoito do principa eslava traludo Os of-
flciaes superiores vieram fazer-lhe at honras do
campo.
Eu tinha curioitdadede ouvir os soldados. En-
contro-me com um Francs que aasim me falla
de dez soldados, nao ha aqui am Americano, sao
lodoa Allemes, Irlandezes, Saitsos, Uuogaros,
Italianos, alguu Francezes e Caoadenses. O ho-
mem que nao acha trabalho, antes quer alistar-
se no exercito da Uoio, do que morrer de fome.
Ao "menot, aqui come-te um pouco de pao, mas
nao temos obrigagode not fazer matar por amor
de gente que antea quer Qcar nos teus aromen,
do que ir pessoalmeote arraojar teaa negocios da
algodo a tiro de eiaiogirda. E cumpre ver co-
mo somoscommsndados I
Dm tabelliao, um cabelleireiro, um boticario,
levanta uma companha, ou un bilalho que in-
titula regiment, e faz-se nomear coronel ou ca-
pito. Promettem-nof colovlas anadia cora rao-
Iho victoria ; mas, ao primeiro tiro, nosso coro-
nel, o tabelliao, ou nosso capitSo, cabelleireiro,
que sabiam ervir-e da penna ou da thesoura,
mas que nao conhecem o jogo da espada, dio s
gambia, arrebatado pelo moto, durante doze
leguas, com oldados de qaioze dia. h'justa-
mente o que aconteceu em Balls-Run.
Fui nomeado cabo de asqusdra, porque sei
quloze palavras inglezas. Ha dia, pondo eu um
suldado americano de aeotioella, elle perguntou-
me a raio. O que sa pode (azor com soldados
que querem a explicaco da vozadianta. mar-
Cha ?
Todos qaerem aqu mandar, mas ninguem obe-
decer, e isto desde o menor at ao maior ; con-
fesso que flquei aqui aturdido por estas ravela-
goes. Eu nao esperav encontrar um exercito de
voluntarios to voluntarios.
Depois de termos visto alguns pelotos mano-
braren! muito mal, voltamos a bordo, e esta nou-
te percorro a cidade.
Todos os edificios publico Iluminados ; a po-
pulago, com ar de festa pelas ra ; enormes
carros cobertos de loareiro e de mogas enfoita-
das com utas e flore agitando estandartes ao cla-
rSo de tochas, a corpor30 dos bombeiro de
New-York, com a bombas illamoinadas por lin-
ternas de edres vermeiha, branca e azul, as co-
res da Uoio ; a milicia em armas, com msica
frenie, as mulheret e o meninos formigando e
os meninos formigando e tripudiando n|lama da
praia da Batteria ; os horneo acotovelando-se ;
os msicos ibrindo lugir com os trombones e
ophicleides; a Uberoat cheias de bebedores I
Que diabo se passar ?Oo le esto elles ?Cie-
garo ?Quem ? O que ? Ser alguraa victoria
lcangada, oa desforra de Buli's-Run ? Nao. ei-
los ahi, hourra vivara os voluntirios do & re-
giment IE' a entrada dos vencido de Poto
mac I Na rerdade, e cousa singular I Uma ova-
gao a pobres fugitivos 1 Sara uma trica patriti-
ca para reanimar o sentimtnto nacional, ou uma
trapasta Qoanceira para aubtituir os dollars por
um triumpho de raidade? Nem ama, nem ou-
tra cousa, porque todo mundo loma parte na mi-
nifeatafio.
E' um sentimento de gabolica Dgenua, que pro-
va que a patria nao corre perigo, porque nos dia
da adversidade os vencidos sempre sao os cul-
pado.
E' o caso do jogsdor de murros que, tendo re-
cebido um socco, diz, sorrindo-se, que nao
nada.
Muito bem. Mas agora,meus charos Aroe-
ricanot, cumpre vencer, e para vencer vos to
precisos verdadeiros soldados e verdadeiros dol-
lars.Voltamos para bordo s 10 horas.
29 de julho.(> tempo est tempestuoso e faz
calor ; mas parece-me que o clima o metmo
que o do sul da Fraoga. t
Vou t Ierra. V
ron
AMEDEE ACHARD.
I
O rillio do Falcoeirot
Ilavia no anno do 1663 algumas bragas de
Saint Omer, uma cancha bem coottruida, caja
porta te ebria para a estrada real de Parit. Vmt
lioha de espioheiro rodeara um jardim, onde te
fia promiscuamente, flores, cabras e meninos.
Meia duzia de gallinhaa com seus pintos etcare-
j.-.vam entre as coures e morangueiros ; douteor-
ligos nos quaes as abelhsszumbiodo entre ot ra-
mos de groaist pereiras, faziam arrular um bello
porabo, que batia as azis roda de sua compa-
ebeira. A casinha tinha um aspecto ISo ritonho,
que alegrava o corago ; a vioha virgem e o la-
pulo tapetavam seus muros ; seta ou oito jmilas
sbertas ao mio pareciam olhar para o campo
com bondade ; um delgado Qo de fume trema na
chnmin, 'onde pendiam bastea de parie-
ttrias, e a qualquer hora do dia que se pattatte
por diante da casinha ouvam-se gritos alegres
de meoinos misturados ao canto do gallo. Entre
estes mecinot que vinham de todot os cantos do
arrebalde, naviera trat que perteneitm Guilhar-
rae Gricedal, o dono da catinha : eram Jacquet,
pae (juilherme como se chimara familiarmente,
era o melhor falcoeiro que havia em todo o Ar-
tois; mat muito tempo que nao tioha occa-
sio da exercer o aea officlo.
Durante a regencia da rainha Anna 'Austrit.o
Sr. de Antouville, teu chefe, arruinado pelat
guerrat, fOra obrigado a vender suaa Ierras, po-
rm antea de deixar o paiz, querendo recompen-
sar a lidelidade de tea reino terridor, Ihe hara
feito presente da casinha e do jardim. O velbo
rme al recusando-se a servir norot chefet,
se tinha retirado para esta habilacao, onde
viva do producto de alguns trabalhos e de sut
economa.
Euviuvtndo, o pae Guiiherme nao penttra se-
uao em seus filhos, qae os edatava to bem,
como aeut meios o permittitm, e o maia honeita-
meote possivel. Em quanto pequeos, os meoi-
aos riveram livres como as borboletas, brincando
tabre a relva no esto, palinhando sobre o gelo no
inrerno e correndo com aa cabagas exposlaa ao
sol, chava e ao rento. Depoischegou o tempo
dos estudos, que consistiera em ler n'um grande
livro sobra os joelhos do bom homem Grioedal, e
em escrerer sobre urna banca, o que nao os im-
pedia de apanbarem morangos no jardim e pei-
xinhos no regato ; Jacquea o mais reino da fami-
lia tinha dezeaete oa dezoito annos, era am bello
rapaz que pareca ter mais do riule. Elle nao
fallava bem, mas obrara com ama ousadia e re-
golaiidade exiremis, logo que vis que tinha aea
favor o direito. Saa forga era temida e reipeita-
da por seut carra radas, como o sea bello porte o
fazia amado. Era aempre o juir em todaa aa bri-
gas dos meninos ; Jacques dava saa sentenga ; e
quan io era precito apoiavaa com alguns soceos ;
e todot licavam contentes. Qaando hara algu-
na dispula ou batalha por causa da cerejas ou
O domingo foi to bem guardado, q'
cia dexou, desde hontem al hoje de
muito tarde, um carallo morto no meio
dway ; mas um espectculo muilo maia
vo o de um corpo humano preao por
da ao peicogo em uma ettac da praia,
cae, e elle ali eat tambera, com a cabe
ra d'agua.
Porventura procara-te aqui salvara gante que
se afoga ao doaaiugo?
Tal de cerlo nao o uso 1 Como quer que se-
ja, meninot pescam linha ao redor do misera-
vel corpo, e riem-so daquella faca lvida, que
poli-
anha
Broa-
epulsi-
a cor-
arlo do
s f-
do nao o detinha. Dez vezes cahido na lata, elle
se ergua dez vezet ; vencido na vespera, re-
comec,ava no outro dia, e tal era o imperio de
sua coragem, apoiado em seu* seotimenlus de
jasligs, que acabara tempre por vencer. Mas
ette rapaz forte e determinado, quena-a teria re-
cuado diante de dez gendarmes, te porturbava o
balbuciera diante de uma menina qae liaba me-
nos quatro annos que elle. Bsttava a presenga
da menina Suzsni de Halzonrillier para o
deter no meio das latas as mais violenta. Logo
que elle a apercebia, gallara dos cimos das arvo-
res, onde se entretioha a tirar os ninhos das
pfigas; largava o mu cimarada que ia corri-
gir, e deixava em paz o louro com o qual media
suas forga. Iw simples aceno da mao de Suza-
oa, ou am seu olhar bastara para que Jacques
corresse seu chamado lodo rermelho e con-
fuso.
OpaedeSuztnt era am rico arrematante de
imposto que tioha enriquecido no tempo da Fron-
da, no qual muiloa se arruinaran). Elle nem sem-
pre tivera o nome brilhante deMalzoovillier pois
era o de uma trra onde elle tinha muitas pro-
prledade, porm como homem de tino, re
fleelira que seria melhor asiim chsmar-se, do que
uaar do nome plebeu de Bafoilly. Entretanto
t almejava uma occaiio opportuna am de
obler o ttulo de baro. Na poca em que teus
negocilo obrigavam a fazer frequentet viagena,
deixiva gerente de aeus bens a Guiiherme Uri-
nedal que paisava pelo homem o maia honesto
de Saint-Omer. Esta confianga que o senbor
de Malzonvi'.lier deposita va em Grioedal, havia es-
tablecido entra elles relages intimas, das quaes
seus lhos se aproveitaram.
Suzaoa que era quaai da edade de Claudica,
tinha mettresde toda a especie, e suas ligoes aer-
viam para todos. Jacques mais que toaos apro-
reitara, pois lendo o espirito justo e perseveran-
te, sa entregar i ligde at que aa tinha com-
prebendido. Multa rezea era encontrado nos
campos a estadar sua ligo. Uma nica cousa
o tazta esquecer o livro, ara rer seu pae mane-
jar arma velhaa, que lhe trazlam para limpar.
Guiiherme Grioedal era o melhor arcabuzeiro do
caolo, era uma arta que tinha aprendido, qaan-
do era mettre dos falcoeiros do Sr. 'Assooville.
Jacques multas vezet ajudava a aeu pae, e qaan-
do elle linha bem polido ama espada, julgava-se
felicissimo, com tanto que lhe d8o faltaste o bello
sorriso de menina Sunca.
Quaodo Suzaoa passeava oo jardim do falcoei-
ro com seut linos e o* animaos domsticos que
I alguns tomara por airo da sua destreza, arreaet-
sindo-lhetelxos.
Quando o projeclil faz repiquetes sobre o cr-
neo cairo, rebeotam explotos de riso.
Affasto-oe indignado, com o corago mal dis-
posto aos allractiros da America.
Dal a dsas passos, sobre a praia do Batteria,
ostra acea me contrista anda.
E' um grupo de Allemes, pobre cultivadores
ha pouco desembarcado, que all eitsbeleceram
o seu miterarel acampamento.
No meio dos bshs eipalhados e dos utentit de
trabalho, esperanga da familia, at mulheres pro-
param a cozinha, amaasentando meninos quasi
ais: outris lsvam roupa, quo estendem sobre
vara.
Estes emigrado, attrahidos pelo engodo das
famosas cooceises e das riquezas do reclamo
americano, ali comegam a dura aprendizigem da
realidade tjue os aguarda. Especuladores que
os firejaram, j ali etto tambem, e pedom-lhes
dinheiro.
Elles nao podem offerocer teno trabalho ; os
especuladores affaatam-ae, encolhando os hom-
brot. Ot emigrados etperam com a resignego
do campooez, que a fortuna chegue.
Sabe-so o que sao at Ierras dadas por certa
compaohias a estes desgracadot, por prego de
que duras viagens, de qae enferaoidadet em cli-
mas insalubres, e de que annos de trabalho e de
Miserias elles comprara o direito de vir a ter ci-
dados da opulenta America. Tiremos, t te
records, a osle reapeito informagdes certaa e
tristissim9.
To melanclica, e, por aisim dizer, etmaga-
da hontem de menha estar a eidado pela ale-
gra do domingo, qaanto era grande a febril ac-
tividade, que a egunda-feira lhe restituir. E'
um vai-rm Inaudito. Fileira de mnibus cra-
za mae em lodoa os sent los.
Digamo-lo do pasiagem, as couaat de nlili-
dade pabliea nao to aqui objecto de gatunices,
das quaes somos obrigados a preserrar-no em
Fraoga.
Se oor teda a pirte ha gatuoos, inclusive nos
mnibus, a populago e os mesmos gatunos
pegam conscienciossmente o prego da jornada
ao eocheiro do mnibus. Poi fac! engaa lo,
porque elle o nico rigia e caixeiro do seu ve-
hculo.
Um buraco, que do interior da carruagem cor-
responde algioeira do paletot, recebe o prego
ajustado, e nunca acontece, segundo dizem, quo
o eocheiro tenha occasio de queixar-se, ou pro
ceder com rigor.
Os lagares dos mnibus sitio sempre oceupa-
dos, sei haver aignal que o indique.
Os lugares sao doze; ma nellea amonloam-sa
vnte cinco pessoa, ao assentareea-ae, homens
e mulheres sobre os joelhos uos dos outros. Is-
to democrtico, sem durida, mas deceate.de
cerlo que nao.
Embarco-ma nos mnibus para apear-me,
pouco imperta onle, e caminhar ao acaso. Paro
defronte de uma tonda eaapavesada com orna-
mento! bellicosos.
Um charlaio, rostido de preto, arenga com
acompsohamento de zsbumba t de Irombets,
misturado com pantomima.
A multido apinha-teao redor delle, adra de
comprar: o que?nada! E' o charlatn quem
compra, e nao advinhss a qualidade da merca-
doria.... horneo I E' um recrutador, ito um
gentleman, que lera oscriptorio de alislarnento
l'riles. pristes, ha t vin'.e lugares] de, co-
mo fardo os meus soldados !E elle moslra dous
rapagoea disfargados em zuavos da vlianlasia,
qae lhe tervem de amostra. Aiimenfo, roupa
lavada, fardamento, calcado, pinteado e doze
dollars para al/ineles,
O povo entra, nlisla-se, e parta logo era ban-
do, com estandarte frente, a rufo do tambor.
Singular paiz I
Se entre tanto procuradores da aventura, que
scaidam no dollars, ou entre os pobres diaboa
qae cooientam-secom tal ilimento e restuario
durante tras mezes, ha alguns verdadeiros pa-
triotas, qua solidez de ( e dedicago leem elles
oa barriga, para que estas reclamos e formas ri-
diculas do enthusiasmo os nao desanmeos 1 E
a caricatura doa nossos aotigos alislameuto vo-
luntarios, lo serios e pitlorescos.
Os Domes dos diverso corpos, formados de
novo sao por toda parte aonunciadat, e muitos
tcompanhadot de imageot, para tentar os ama-
dores de vestuarios militares.
I.' ama miteellanea de toda* a arma euro-
t-sa e de todas phanlasias locaea; atraderes
allemes, voluntario inglezes, riftles escosiezes,
regiaento de Garibaldi, cigadores, cavallaria
suissa, arlilharia irlandeza, guarda-Lafayetle, ca-
'a lores doa fila lna-l''iidns, tinquea Jares, en-
genbeiros, guarda* do corpo, etc.: mas o corpo
por excellencia sempre o dos Zuavos.
Aqui tudo a zuavo : a* modas das mulheres,
as meninos, as polaina, o confeito, a (opa ;
um furor.
O cartazo excedem a tudo; ei am por
eiemplo.
Atleogo I Attengao I Atteocaol
Coohecel algum regiment mais bello do que
o dos uavo de **?
-Nio!
Cooheceis algum regiment mal bem com*
mondado do que o dos Zuavos de ***?
Nao, nao I
Cenhecei algum regiment mal terrivel,
do que o dos Zuavo de '* ?
Nao, nao, nol
Queris vigar a patria?
Sim 1
Queris ganhtr doze dollars por mez?
Sim, sim I
Pois alislae-vos no regiment des Zuavos
de *
Sim, sim, sim, sim I
E tudo acaba pela chamada s armas, escripia
com ledras de qualro palavras e meia de altara,
e quioze pontos de admirago.
Cumpre dizer-te, em poucas palavras, qual a
organisago militar normal do Esttdos-Uotdos.
O exereito regular, que perlence ao governo
cempe-te de quiuze a dezeseis mil homens, dis-
seminado pelos diverses estados, e enlode ei-
sencialmente para proteger os cultivadores con-
tra as invsses dos Indios da freoteira.
A milicia est orgsnisada como a noisa guar-
da nacional, porm (obre base mais populares,
e mais consideravel.
Essa milicia, farda-io como qur; o goveroo
slhe (orntce s armas ; mase milicia bargueza
americana ne lem o espirito bellicoso qua en-
tre nos, em caso de invssio, se mostrara to
ardente como na dissongas civls.
Eis a razo dos oliitamenlo voluntario a pe-
lo de ouro, m decisodo coogresto, na minha
opioio.
Dizem que o presidente quera orginisar o
exercito regalirmente, sor ineij do recrutameu-
to ; mas era isso possivel em um paiz que per-
dea, no remanso da paz, toda i idea da discipli-
na necessaria em tempo de guerra? Entretanto,
l chegaro, se a guerra continunr. O que te
pede fazer com uma escoria de mercenarios,
uma boa parte dos quaes linha concluido o
prazo de alistamento, jquando a guerra reben-
lou ?
[Continuar se-ha).
O QUE YAE PELO MUNDO.
Una trem do carainho de ferro de Lyon
coodunu Par o corpo de msica ao servigo
particular deS. A. Mehemet Said Pacha, vico-re
do Egypto. Este corpo aaompaohado de um
dest.-.iamente de marioheiros egyptios, que for-
ma cem alie um eU^ctiTo de sessenta homens,
qaarenta dos quaea lio msicos a vinte mari-
ohairos.
Estes trazem uniforme branco. N: aabaga tem
uma gorra turca de panno edr *e 7nho, cem
uma bo-la de velludo cahida. Todos quando
chegaram tinham o saco as costas. Seus offl-
ciaes uzam de tnicas da panno azul-euro, cam
bole dourados, tendo por insignia urna aasora
e sobre esta uma coros.
As caigas sao s panno semelhante ao da r-ani-
ca .; sua gorra da meama cor e da mesma forma
que a dos miriaheiros, a trazem um cioluro no
qual esl suspensa um sobre ancurvado orien-
tal. Seus sigaaes distinclivos sao prquenns ga-
lea do ouro que trazem na golla e aa mangas
da tnica.
Nao partencendo es msicos nem so exercito
nem a mariuhe, tem um costume civil que se
compoo uoiformameote de uma especio de so-
brecasaca carta, de pacco azul, com caigas da
mesma cor, cllele aberlo e barrete tu.-aja.
Chegsdos, raarioheiro a msicos, ao hotel,
preparou-se-lha logo lei'.os ; mas essa cuidado
foi superflua, porque ellee dividirara-se era gru-
pos de sete ou oito horneas pouco saais ou menos
para ads quarto, e, depois de estenderem no
soalho, una, esteiras, outros, tapeto, o collici-
reui sob a cakega seus sesos de viagem, deita-
raru-se a dormir, E' esta a ou cama habitual ;
o celxoes para elles sao luz intil.
A maior parle desses Egypcos sao jovens; sua
physionomia e iolellgente, muitos sao dislioc-
tos, e s tem de esirangeiro a er nataralmeale
vais trigueira que a dos Eurepeus. As perguo-
Us qu? se Ihes faz em francez, e que nao podem
comprehender, respondem por um gesto negati-
vo acompanhado de um sorrisu gracioso, expri-
mindo asiim de uma maneira polida o pesar que
tem de nao poderem satisfsior nem a saa nem a
curiosidade dos outro.
Asguram que esse corpo acompanhar
Said-Pach a Br Jiellas e dar um concorto em
nossa cidade.
Certa amante de e3talistioa, que aoatmaot-
s ao Tempo o resultado de suas obiervagoe,
calcu'oO que em Pars, setenta o cinco pouco
mais ou menos sram oceupadas por industrias
.-..-: l'.vas ao servi^ de bucea ; cals, casas de
pasto, vendas de vinhos ou de espiritos, fruetji-
ros, linheiros, salchicheiro, l.ipeiros, etc.
Das oatro vin'.e nrojazens, qainze sao aloga-
dos para as difirante industrias de edificio o de
movis, desde o vidraceiroat o topeceiro, desde
o cobrador at o negocenla de aparellios de
gaz; cinco aos mercadores o fabricante de
objectos commucs ao toilette dos dous sexos :
. sapeteiros, perfumista, fanqueiros eis ; dous aos
j fabricantes de especialidades de sexo femioino ;
____________
Sabes ler ? pergantou bruscamente Jac-ico, nao vo enganae, mestre Guilhermo, e
1UM" : sou...
Sim. mea genhor. | Talvez mais do que eu sapponho, se apres-
U estraogeiro franzia os sobralhos, mas este lou em dizer o Falcoeiro, a se lomei a libordade
movimento foi lio rpido que Jacques nao o per-_ de vos iiilerrcmper, foi pira Dada mais saber.
cebe"- Quer sejae heapanhol ou fraoex, sempra soit
Alguns instantes o ettrsngeiro- esteva indeciso,
rr.sr,n'JA.;^ B"Cal0' 6 Um P" d"
A i'raria a riada de iniramonto, e partlei-
ele. ea la odo o commercio, que tem por
objecto a inttrucgio e a recreagao do espirito,
faz-se no centesiimo armazem. VNSo ten pro!
ciso tirar a contequencla rigorosa deste examfl
que a satiftgao do etairito t entrs por um
centessima parte na despera dos Parisiense
A loja de lirro o de ordinario o centro de
negocio cooideraveis, e em corto armazem de
fachada e fundos mediocres, vende-te tanto
quanto em vinte e cinco armazeot da msa,a
j eapicidade situados no ni esa o qaarteiro e oceu-
I pados de industrias differenles.
L4-so ns Revisls scientiflt d Preste, por
Luiz Figuier: aNo existe talvez induilri, cujos
elementos estatiiiico apresentera cifras 13o ex-
traordinaria quanto o da abrioago da me-
cha, Pratical Mehanic't Journal, publica
a esse respeito algumaa noticias cariosas.
Naluglaterra, diz este jornal, onde essa indas-
Irla nao lem a impartancia que ha recebHo ei
outros palze. a nica fabrica de Mr. M. Dixoo,
.Nevolou-Thath, emprega mai de quatrocentas
pessoa, cujas tres quartas partes trabalham as
Ofllcioas. Ha sempre madeira de pioviso n'om
ralor de 200 130 dI franco. Consoaae-so por
semana um tooel de enchofre, e por anno doza
decolla o quatco a cinco de chlorate de ro-
' tassa. r
Todas es (emanas nao se fzem mema dj
3.010.000 de mechas, o que produz no fias d
aaoo o total s 2,236,000,000. Era Londres i?
ierras mecnica que traoalham especalmenie
ea converler a raedeira em mecha; ha algU'
ma. que, n'um anno, nao retalham menos de
4UU madeiros grosses. Cida semina produz de
12 a 13,000 grosas de caixa, o quo indica, se
para I.onlre, uma produego nnual de quasi
cinco mil milboe de mschas.
Uma libra de phosphoro, acresesota o M-
chame'* Journal, bstta para fabricar um milbo
de mechaa allemes, e soaente 60O.9O0 ingle-
zes. O consumo annual do chlorate do potass,
na Inglaterra, eleva-se a 26 loneis de J.015 ki-
logrsmmos; o o phosphoro de 6 tones, que,
ao prego do 3 francs e 12 cntimos a libra (isto
6 francos o *0 cntimos o kilos.) represanieni
um valor de perto de -52,000 franco. Alm da
fsbricago indigeua, vem uma grande quantidade
de mechas estrangeiras ; assim fea em 1C>1 a
cidade de Hamburgo importara para maia de
500,000 Trancos.
Presentemente, si um negociante 2e Loodrss
compra toc'o os anno no estraogeiro perto da
moio tonel de caixas, e a Suecia fete pele
menos 1,500-toneis por snno. Tea-se calcula-
do que a importaco total de Reino UiiJd podia
ser representada por ima cifra diaria de MC
railhOe de mecha. O consumo por di;- do
; 2-30 milhoes, is'.o mais da 5 mechas por ecb/eca ;
;na Blgica da 0.
Na Franca, asse faDrico muito Smpot'.sn-
te. S Parit emprega era milhar de artistas sm
produzir mil milhea de cairas.
c Na Suecia, ha apenas sois fabrieis, uma c'so
quaes linha, em 1318, 400 artistas que fazixra
diiri mente de oito a dez milhes de mechas.
a Na Austria, diz o jornil qae no d essa in-
formales estatificas, qae esaa indutlria tere
tomado maioret projic-rges. Assim a fabrica de
M. Pollek, em Vieoaa, e a de M. Furlh, na Bo-
hemia, coosomem ambas quasi vinte toneia de
phosphoro annualmen'.e, o nao sopregam menos
de 6.0C artistas. Corno uma libra de phoiphoro
baila para mait de uci milbo de mechas, se-
gue-seqae etsesdout fabricantesproduzsm todos
ot annos a enorme ci.'ra de 4> aail milbes de
mechas. Sm 1848, s do porto da Trieste sahi-
ram perto de 700 tooais ; uesse aano. o lotal da
produego em lodo o imperio foi do 2,500 toneis.
a O que em ludo isse tambera muito curioo,
o prtgo extremamente reduzido por qaese ven-
dem as caias de mechaa, M. Furto 7eDde-as
10 cntimo duzia. contendo cada ama 80 me-
chas. Anda o, pora, mais baratas sa Prus-
i, porque U. Peter Horra, de 3uhl, vende em
caixas por 20 cntimos, o que d em resultado
2,000 mechas por 5 cntimos.
Uma das maiores raridades, em malaria de
moeds, usa moeda de praia qse foi cunhada
em Breslau em 1751. Entra os empregado da
casa da moeda desie cidade, achava->e um Aus-
traco que, odiando Frederko 11 da Prusii, per
que te apoderar da Silesia por direito de con-
quil, maginou viogar-se do monarcha da ma-
neira egulute : no emblema separou as pala-
vras : Eio relehstholer ( um thaler do reino) co-
mo se seguo : Ein reich stahl or o que cuer di-,
zer : rouboa um reino / Bssea vhaler injurie-,
sos foram fundidos por ordem do re ; entretan-
to, anda existem algans,
( L'Industrie et le Caminera Beljss.,' Ulis.s.-;.
hirem lagrima de sus palpebra, em coohecer
a cauta, cuja origem divina fazia estremecer sea
corago.
Um dia do mez de meio de 1858 cinco an-
nos antes da poca em que camsga esta historia,
e pouco lempo antes da gloriosa balalha de Du-
nas, Jscquet que tinha ento treze ou quatorte
annos, passeava nos arredores de S. Omer, quan-
do so diriga elle am detconhecido peisimamen-
le vestido. Poder-te-hia toma-lo por a'gum de-
sertor, viito as sua roupa terem tanto de civil
como de militar; se nao fots* um aleijo que ti-
nha. Nao le podia ser soldado tendo-se corcun-
d, e Jacques peosou ser algum bofarioheiro. O
estrangeiro teguiu am ceminho feito peles jerdi-
neiros entre o lgame, e por rezes tuba al-
gama colima para olhar o campo. Quaodo elle
ae aproximou de Jacques, parou.e consderoa-o
por am momento. Jacques eslava apoiedo em
uma grossa mscieiro, cam aa mos nos bolsos, e
assoviando. Depois de alguua minuto de rele-
xo, o detconhecido io diriga elle.
E's l d'ete paiz ? lhe perguntou.
Sim meu teohor, diz Jacques. Sa se per-
guntatae Jecque porque elle linha respondido
aqutlle que ello julgava ser um bofarinheiro,
lrataodo-o por meu senbor, por cerlo nao ex-
plicara.
O eatrangeiro lioha am ar que impanha i Jac-
quet, bem que o fllho de Grioedaloo se intimi-
daste fcilmente. Elle fallara e obrara com ama
extrema tireplicidade, maa neata simplicidade
tinha mais orgulho e nobreza, que Sr. de
Malzonvillitr com toda sua importancia.
Bem, lhe diz o desconhecido, me indicars
alguem capaz de fazer uma looga carreira a es-
tallo?
Eis me aqai.
Ti!
Eu aieamo.
Porm mea miguinbo t me pareces mui-
to creaoga I Sabes que se trat de correr sete ou
oito leguas sem parar o carillo ?
Nao roa importis com a edade, dae-me so-
mente o carallo e rereis.
O estrangeiro riu-ie, e disse :
O carallo muito fogoso.
Eu tenho bom brs^o e boos olhos, respon-
deu Jacques.
Vem, pois, o carallo nao est longe.
O deiconhecido e Jecque deixiriai a campia
um rijanle que esl ob- minha gaarda. Este
porm lomando urna rolagao ascrareu rpida- tecto ros protege. Se soisdaquelle que lena pu-
mente olgumas palarros, e enlrogsndo Jacques, chido a escoda contra o seu rei e ai paiz
~ profundo. Jacques '
riram aempre em boa indiligencia, olla e Jac- e entraran n'um boaqaezioho. Jacquea viu um
Alias ctiXiimc-1 i m n m aatlraniSn xinlotaaila 1 11. __^ __. ._
que offereciim am ettranbo contraste.
Jacques era grande, forte o vigoroso. Seus
olhos negros cheios de firmeza, brilhavam sobre
uma bella fronte; cabello loaros o bastos guar-
neciera sua caaega. Ao menor gesto de seus
bragos, coohecia-ie que elle eom facilidade fizia
curtir um louro ; porm cem a mais simples pe-
leara de Sujdi, elle corara.
Suzaoa ao contrario era muito delicada de fei-
gde e formas, com quioze annos pareca ter doze
ou treze ; seo rosto paludo, sea tilhe delgado,
seas membros delicados indicaran! ama orgaoi-
isgo nervosa de uma finura extrema. S-.-us pt
o ataos eram de crianga. lias o olhar calmo e
radiiote de seus grande olho aiues chelos de
vida e inteligencia, os contornos bellos e firmes
de saa bocea, aonuociavam a regulago de uma
alma hooesla e corajosa.
Ella tinba o corpo de uma menina, e o sor-
rir de uma mulher. Uuando lhe suceda ador-
mecer sombra de um csrvalho, tendo a cabega
apoiada sobro a espadaa da Jacques, o pobre ra-
cavallo qne otcarvava o chao.em roda de um ar-
vore que esta ya amarrado. Uma especie de
i mordag o impadia de riochar. Jacques nunca
vira um to bello animal, nem mesmo na etre-
| baria do Sr. de Malzonvillier. Ele se aproxi-
. moa do cvllo, lbe afagou o pescogo, tirou-lhe
a mordaga que o irnliva. e se preparara para
montar, qaando o estraogeiro lhe pz doeemente
a mao no hombro.
Antes de partir mitter que saibts aonde
vae.
E" justo, reipondeu Jacques, que j tinha o
p no estribo.
A impaciencia de galopar em 13o sobo>bo ca-
rallo, lhe hara feito esquecer o flm de sua car-
reira.
T sabes onde a rilla de Wilternesse ; per-
gunta o estraogeiro
algum piSo, com a ebegada de Jacquea os mais | paz Qcava immovel em quanto ella dormia, e em
fortes se calavera, e os mais traeos creivar ani- muda conteoiplago admirava o joven e puro
mo; Jacqaes effistava os cornbstentes, indagava rosto que repoasava sobre sea corago, com lo
a causa do debate, e seutenciava quesedeeilisse ingenuo abandono.
o objecto em letigio em uma partida no jogo da- Quan io Suzaoa entreabra sius labios r-
bala. Aconteca ter elle de brigtr com ara con-1 seos e serios, Jacques retinbj a reapirego para
tendor maior e mais forte, o reeeio de ser venc- \ melbor ouvi-l. Su; alma, oscllaya com a oz
Mu bem ; pouco mais de uma leaua
reita do lado a'Aire.
E' l que deves ir; entretanto retem bem
isto; antes de entrar era Wltternesse vers do
lado esquerdo uma herdade, no Am de uma plen-
tsgao de centeo. Ha nella quatro isnella, e um
i calavento no telhado. Balers tres pencadas na
I poite, e lercelra dirs em alta voz o nome de
Bergamo: uro homem aahir, e lhe dars ette
i pe> el.
I uizeodo lito o descophecido tirou de sen boi-
o coosideroa com am olhar
examinou o papel e disse :
Eu leio, mas nao comprehondo. O eslraa-
geiro sorriu-se.
Nao preeiso que comprehendss, lhe diz,
poe o papel oo bolso e monta.
Bem.
Sabe monUr elegantemente, mas cuidado,
nao vas cahir em algam fosso. Recommecdo-te
que olhes sempre para as orelhss do animal, poi
quaodo elle quer furtar a carreira previne ao ca-
vslleiro encolhendo-as.... Ah t ri. rosa ra-
paz?
Come Jecque largava a reda ao cavallo o es-
traogeiro o releve.
Ums palavra ainda. Conhece alguma casa
onde eu te possa esperar sem temer es indiscre-
tos ?
Eu conhego mnilss, mas ha uma que nos
servir maravilhosaaente. Sahi do bosque, se- i
gui o trilbo em que eu roa encontr!, tornee a es-
trada ret, e parae na primeira casa qae achar-
des vosas direita. V a recoahecerei fcil-
mente, est sempre aborta, entrareis e seris o
hospede de mea pae Guiiherme Grioedal.
Est bem : parte.
Jacques parta, e um quarto de hora depois o
estrangeiro entrara no jardim do pae Grioedal.
A' rista de um estrangeiro, o Falcoeiro deixoa
uma pislolla que eslava limpando e sa levan-
loa.
Que queris, lhe diz:
Hotpitalidade, reipeadea o estrangeiro.
Ealrae, o que tenho est s vosias orden ;
se tendea fome, comeris; se teade %ia bebe-
ris, e com quanto pabre, tenho sempre am leilo
para o viajante que Deua conduz.
E assim fallando o pae Guiiherme, tenho des-
coberto sua fronte, suas oicoes honesta enruga-
das pelo trabalho, exprimiera uma digoidade que
fazia tupp-lo cima de sua condigao.
Eu vos agradec, diz o estrangeiro: minha
visita ser curia. Quaodo vosao filho vollar eu
partrci.
Guiiherme o interrogou com vista.
Oh I elle nao corre nenhum perigo ; antes
da sahida da la, regreisar. Eu sou um re cr-
eador d'Arr que vou Litis por negocio ;
o paiz mu, e tuppoz que votio filho poderla
com mais seguranga que eu, ae eacarregar de
urna mala deixada meu criado om Wilternesse.
E' mister multa precaugo no tempo em que vi-
vemos.
Em quanto o estrangeiro filiara, Pedro, Clsu-
dino e alguna meninos que briocaram no jardim,
se haviam chegado ao estrangeiro, com a curio-
tidade de criangat. Guiiherme os afattou com
um gesto, e supplicoa o estraogeiro que o se-
guiste.
Vos tendea mao, lhe diz o Falcoeiro quan-
do chegaram nt sala da cazlnha ; nt rivemos
lem um tempo em que toda cautella pouca.
di- [Miaa casa de um homem lloarado nao ha ne-
cessidade; atsim meu genlil-horaom oorosio-
Deus compete julgar-ro. Eu fago o meu derer.
falso marcador abi*ou a vista parante a se-
renidade do arlist, a wrmelhido peasou por sua
fronte como um relmpago ; porm, roadqulrin-
do sua sarenidado, eomprimeutoa ao velho
Falcoeiro :
Seja, meu bravo, ea nao so'orecarregarei
msis vossa memoria com urna lembraoga mas,
pelo nome de mea pse, nao ecquecerei o vps-
so, nem o que por mim tendes faiio..
Duas horaa se passarsm ; o estraogeiro jsotou
com o Falcoeiro lo aeu goslo, comoem ama
tenda de soldado, oa em uma casa de grande se-
nhor.
Outras duas horas passados, o eilracgero fkuu
inquieto, caminhou para a iaaella e a abnu, era
noute, e nenhum ruido nava na estrada.
Logo aps, gahiu da cotinha e se dirigiu
para a porta de jardim. O pae Guiiherme o se-
guiu. A obicaridade e o ailenciu ertm pro-
fundo.
Votso filho bravo ? perguntou inexpera-
damente o estrangeirc.
Honesto o bravo como c ago, lhe repondau
o Falcoeiro.
Defendera um deposito confiado sut
fideldade?
lile um meolao, porm, antes de ceder
e faria matar como am homem.
-- Eolo ea tenho reeeio por vosso filho, mes-
Ire Guiiherme. %
O pae nao reaponde, mat com os frouxes
raiot da la, o eslrngeiro viu seu rosto empal-
lidecer.
Ambas guardaram silencio com os nlhos fitot
na ettrada, que se entenda em um horitonte
vago e sem limites. Os myslerios da noute en-
chiam o espago de ruidot confusos, rpidos e in-
certot.
Guiiherme Grioedal so apocara not ramos de
ama macietra, ouvia-aeeitalar ot ramos debaixo
de suas maos; o eilrangeiro machacara suas
roupa.
Nada, nada anda, marmorou elle ; oh 1 eu
dara mil luizes pata auvir o galope de um ca-
vallo.
Quando .fallava, um etttmpido se fez ouvir,
o ramo da macieira e quabrou com a presso da'
nao do pae de Guiiherme, e elle siltou na es-
trada.
Om tiro, ouviste ? exclame o genlilho-
mem.
Ea ouvi, responden Guiiherme, qae te dei-
toa na estrada.
Doua oatros tiros oaviram-se ainda, mas era
de lo longe, que s os ouvidos de am pae, ou
de um proscripto podtrlam distinguir dos auna-
res de ruidos da nenie.
Guiiherme Grinedal escutava com a orelha col-
lada trra.
Ento ? diz o genlilhomem.
Nada.. Nada ainda I o corago me paisa
eceleradsmenie, diz o pobre pae.
Ah I sim I entretanto parece-tre ouvir um
commodeis em cisforgar vossa lioguagem e vos- i ruido surdo continuo que aproximase; o galope
sis maneiras. ae um bello cavallo.
Oh que bravo rapaz exclamou o OBtran-
geiro com enihusiesmo.
Guiiherme Grine.'el na1s disse, mas deseo-
brinlo sua fronte encanecida pelos annos, le-
ventou os olhos para o cu e orou.
O geLlilhomem olhava para o espago com a
cabega peuuiJa para diante; dir-se-hia que seus
A' estas palavras o estrangeiro estremeceu:
Eu nu vos pego vosso nome, lhe diz o Fal-
coeiro. O hospede sagrado, seu segredo co-
mo sua possua, mas preciso nao fallir adente
dos nisninos; elles comprehenderr^ e s vezes
advnham ; logo que se falla, ejles. ecutam. e
prudente C9ltrr
olho queriam ver, apezar da esturidio da ncala.
ue repente exclama :
Eu o vejo, o cavallo tem asas, e o r;pss
vem bem saguro.
O gentilbomem agarrn o bjaco do Falccoi;.
e lhe du : ^
Nao o roconhecoi >
Mas o Faicoeiro agradeca a Deu: duaesres-
sa lagrimas tremiam da suas pslpoinas, a so-s
labios agitados muraiaravaa ama ac'-^o de
gragas.
O etrangeiro retiroa sua mo, e choio de
religiosa emogo, tirou o seu chapu. Sm al-
gn initaotes o cavallo chegou onde&llea e3la-
vam, o Jacques altandc, aliiou-ae aos bracea de
sea pae.
Moa pae I exclamou elle.
O pae silencilo o aportara em aeu coraro.
Ma, diz Guiiherme de repen'.a, teca a*n-
gue oas roupas, esl ejido ?
Isto nao nada, responden Jaaq,os, uma
bala nsgou mioa blusa perto da esosdu e
creio que me arranhou. *
A' t, qua s um valente rapaz, \t o gen-
tilhomem. se algum dia serviros dabaixo das
bandeiras do re Luiz, fars uma bella caireiro.
l'orm, vjame, troaxeste a mala?
Ei-la sobre a garupa do cavallo.
-- Pobre Phebos ? diz alogremeLte o eatraar
geiro alagando com a nao o pescago do cava'Jo.
lu foste perseguido? pe;guntao eslrtogei-o. &
Jacques. c "
A* ama legua de VVelterne an d:*ei *
estrida real para evitar um bando de desertores
he8pnhae, responden Jacquea. Duas leguas
adente, perto de Blandequo, encontrei uma pa-
tralha de husiardes, que batiam estrada. Elles
me persegulram vivamoate durante u-m quar-
to de hora. Mas Paabo lem boas peraas. A1 en-
irada do bosquo perderam as minhas pe-
gadas. Ah I j me esquecia, Bergamo me deu
uma caria para ves. Kt-la.
O gentilhomam quebrou o lacre, e se aproxi-
mando da jaoalla, leu rapidameale coma clarn,
dade de ama lsmpada.
Esl bem, meu menino. Se algum dia an*
encontrarmos, ea velho, o tu Jtomem, em ous-
quer aituago que nos achermos, tu poderis ta
dirigir ao hospede de Gailherme Grinedal, asile
ae lembrar de ti.
Ao amaoheeer o estrangeiro saltou salla de
l'hebo, que lioha esquscido as fadigaa da tarde
com um boa rago do Seno.
O estrangeiro levara o cottume doa cimpone-
zo do Artoi. v
Adeus, Guiiherme, diz ello ao Falcoeira
lbe apenando a mo, eu nada vo offerege
vossa hospitalidade daqueilas que nao se pa-
gara, e eu temo offeuder-vo dando ourc,
apertao miaba mo sem temor, pois debaixa dia-
tes hebitos eu vos ollarego a mo de um leal
gentiihomom. Quanto i l, mea amigo Jecque
conserva cite corseen hooeilo, e esta coragem
determinada, qae a fortuna le ajudar ; se Deas
me der vida, eu lhe pedirei que me dft occaeiq
de te servir, assim como tu me has servido.
O bellos olhos negros de Jacques olhsrarn o
estrangeiro com ama alegra soberbs, Com a sua
corcuoda o falso mercado.- d'Arrs lhe pareca
mtisnobre que todos os of&ciies do rei por elle
vistos,
Q jando o eslrangeiro lhe apertou a mao, o co-
rago de Jacques pulsou aceleradamente, aper-
; lando os flancos de Phebo, o eitrangeiro ae reti-
rou galope. Por multo lexpo o pae e o fllho o
eguiram com a vista, commovios e silenciosos.
Quando elle antrarcm no jardim, Jecque tro-i
prgou sore um objecto que eslava no chao. Era
; ama niedalbo rodea :a de ouro.
_ V le, meu pse, o estrangeiro a pardeo.
Guarda, meu lilho, taUez a Providencia
quem t'a envi. (Continar- Aa.]
.EUNAMUCU.-n'F, t)jni."P,DEF. & FILllO.


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