Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09604


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Full Text

Alie IIIV1I1. 1BMEI0 I$7
Per tres nezesadiantados 5J0C0
Pr tremeze vencidos 6JOO0
OMITA FEIRA 27 BE 1G8SI9 B lili
PeraiDfi lid inudo 19|G0O
Parte franca ari e sibssriator
fifXARRECADOS DA SUBSCR1PCAO DO NORTE
Parahvba, e Sr. Aatonto Alexandrino da Li-
mi; Natal, o Sr. Antonio Marqae da Sil
Aracaty, o Sr. A. da Lemoa Braga; Cear o Sr.
S. Jos da Olireira; Maranho, o Sr. Joaquim
Marque Rodrigue; Pr, Manoel Piahairo &
C; Amazonas, o Sr. Jeroaymo da Cosa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRirCAO DO SUL
Alagdaa.oSr. Claadino Filcao Diaa; Bahia,
o Sr. Jas Martin Airas; Rio daJanairo, o Sr.
Jja Paraira Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos oa diaa as 9;,' horas do dia.
Igaarass., Goianna, a Parahyba na segando
sextaa-feiraa.
S. Anto, Bezerro, Bonito, Caraar, Altinho
Garanhuns as tergat-feira.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limooiro, Brejo, Pee-
qaeira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Viata,
Ouricary a Ex as quai tas-feiraa.
Cabo, Serioham, Rio Formato, Una.Birreiroa
Agua Preta, Pimenteiraa Natal quintas feiras.
(Todos os crralos partam aa 10 horas da macha a
IPHEMERIDKS DO MEZ DE AGOSTO.
2 Qaarto trascanta as 2 horas a 15 anntoj da
tarda:
9 Lm chaia aa 7 horas a 12 minatoa da man.
16 Quartamingaante as 5 horaa a 5 minatoa d*
tarde.
U Las ora as Choras minutos 59 da tarda.
PREAMAR DE I10JE.
Primairo as 6 hor*s e 6 niatos da meaba,
iSegando as 6 horas 30 niatos da tarda.
PARTIDA DOS VArORKS CO9TBIR0S.
Para a ul ata Alagoaa 5 a JO; para o aorta
at a Granja 14 19 da tada aoaz.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Reeife: do Apipucos 6 li2, 7, 7 1[S, 8
.8 1|2 da re.; de Olinda a 8da as. a 6 da t.; da
Jaboato s 6 i 2 da m.; do Caxang a Tartta
s 7 da aa.; da Bemfea as 8 da m.
Do Raeifa : para o iptpueos s 3 \\\, 4, 1[4,
4 1|2, 5. 5 lid, 5 1|2 a 6 da t.; para 9linda is 7
da oa. a 8 t[2 da t.; para Jabomtio a 4 da t.;para
o Caxang Varna s 4 12 da t.; para Dar.fie*
as Ada t.
AUDIENCIAS DOS IRIBUNAES DA CAPITAL.
Trtbaaal do coamorcio : sagandaa a quinta.
Relagao: tarcaa aabbadoa a 10 horaa.
Paseada: q uiataa s 10 horaa.
Juizo do coaaarcio : aagandaa ae malo dia.
Dito da arphioa: tergae a sai tas a 10 horas.
Priaaeirirara do rival: torga sitan naa!;
dia.
Saginda Tara da ciral: qaartass aabbadoa l
hora da Urda.
DAS DA SSMANAx
25 Segunda. S. Luiz re de Franga C
6 Terca. S Z-erino p. m.; S Comisada m.
27 Quaria. S. Jos de Calesn.-; S. Eufaalii v
28 Quinta. S. Agotliiibo b. doutor da egv^ia.
29 Sexta. Dt-g-lago de S. Joo Ba|lijia.
30 Sabbado. S. R> 31 Domiogo. S. It.-vmuodu Nonato b. card.
ASSIGNA-SE
no Ratita, aa a livraria da prses da Indepen-
dencia ns.C a 8, do proprilarioManoal Fiaaa^
roa da 1 aria & Filho.
PISTE OFFICjiL
GOVERaiO da provincia.
Expedienta do da 23 de agosto de
lates
OfScio ao Ixm. presideate das Alngoas. Se-
gulndo pars sa capital no vapor Mamanguape
urna forga de primeira liona composta de am 2*
irurgio desaude, um capito, dous subalternos,
tres Inferiores, oito cabo, aeaaanta e nove sospe-
sadas e soldados e um tambor, a qual rai render
urna oalra do corpo de guarntgao >ela prorincia
existente na villa de Tacarai, rou rogar a V. Exc.
a expedirlo de euas ordeos para que as mencio-
nadas pragas. bem como as suas respectivas fa-
milias constantes da religo junta por copia e
urna pequea ambulancia, sejam facilitados os
meios de transporte al Pinedo, serviodo-se V.
Exc. de enrisr me a competente tonta para ser
satiifeita nesta prorincia.
Dito ao presidente da relagao.Sirra-se V. S.
de iuformar acerca dos pastel juntos.
Dito ao procurador da cor-i soberaos e (azeoda
nicioaal.Sirra-se V. S. da ioteraor o seu pare-
cer aobra a materia da inclusa petigo de Ignacio
Jos Barbosa.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Anouinlo ao que requeren o alferes do 9* batt-
Ihao de iafsntaria Thom Gomes Vieira Lima, que
destaca para Tacarit, recommendo a V. S. a ex-
podigo de suas ordens para que nos deridos lem-
pos se aboue a prestado mensal de 309, que de
ceu sold pretende o mesmo alferes consignar nes-
ts capital a sar entregue ao tenente quartel mos-
tr dsquelle batalhlo.
Dito o mesmo.D_'clarando-me o engenheiro
civil Gerrasio Rodrigues Campello em odelo de
11 do correle, que naquella data se encarregara
da direcgo das obras que teexecutam nesta pro-
vincia por tonta do ministerio da marinha, para
que fdra desigoado por porlaria de 9 detle mez,
assim o tommuoico a V. S. para seu conheciaten-
to e direcgo.
Dito ao mesmo.Dtvolrn a V. S. organisalos
em 'duplcala nos termos de sus informago de
l'J 4o mio ultimo, sob n. 431, os recibos e attes-
tados relatiros ao Muguel da casi que serr de
quartel ao destacamento da rula do Et, a con-
tar do 1* de Janeiro de 13G1 al o ultimo de ju-
cho prximo passado, afira de que proceda a ess>>
respjito de confjrmilade com o offlcio do meu
antecessor de 23 de abril dosis aono.
Dito ao mesmo.Restituo a V. S. os papis so-
fera que versa a sua ioformaco de 25 de julho
ultimo, sob a. 682, lim de que mande pagar ao
tcieale Luiz Jos Forreira Jnior a quantia de
3:998$180 o saldo propriamenle perteDcente a
reoja do predito patrimonio, e esta mesma quan-
tia veio sujeita i diversas diridas pertenceates ao
anoo de 1861 a 1862, das qmes j tem sido pa-
gas por ordem da junta aqaellas cujos credo-
res se te apresentado, na impertancia de rs.
3:6z4919.
Assim, pois, tmbem eridenle que as despe-
zas de ambos os collegios tem breve de ullrapas-
sar e cobrar as rendas de seu patrimonio, tanto
naia quaato multas das casas que formara esse
patrimonio esto por alugar, e nao tero de ser
arrendadas por preces to elorados como no pas-
sado trieaoio, porque em geral ainda os malho-
res predios estao actualmente arrendados por
prego menor que o que outro lograram, seDdo
que alm das despezas do costeio de ambos os es-
tabelecimentos, necessario fazer considerareis
despezas com o concert do predios do patrimo-
nio que necessitam de reparos
A* vita do exposlo rogo a V. Exc. que se dlg-
Na defficiencia de outros meios ais smplos, e em S. Bao lo, comarca de Garaohuos, e qu a dita
correspondentes, para autheaticar ao Sr. coen-
mandaute Mariz Barros o meu reconhecimenlo e
gratido, assim como seus dignos oQiciaes, eu
les offerego este tributo, que o anico, de que
posso dispor, certo de que se nanhum valor lea
pelo lado da utilidade, ludo merece pelo da ain-
cerldade, com jue o fago; e para que Vmc. com-
prore pessoalmente a verdade de tudo quanto
digo, pego-lhe, que visite a Belmonlt, quando
por ah passar, e me diga o que vio.
Cora urna inrernada, que tiremos aqui em
principio desta mez, reappareceu o cholera neita
cldade, e na freguezia de S. Gonc, rudo sete pessoas em esda urna dosias localidades :
nao porm assustador o nosso estado de sade,
e lio acostuaados j estamos ver o cholera, i
que nioguem maia se alroro^a com a presente \
delle; e como j est restabelecido o verj, j
provarel, que multo breve nos deixe.
autoridaie depoisde oblara carta delberdade do
menor, o depositara, na forma lei, al que sejam
dadas as providencias, pelo Dr. juiz de orpho
tratada 'nataurar o competente processo as-
sim como lambern diligencia captura do reo.
repartiao da polica.(Kxtratto das par-
tes dos dias 26 de agoste.}
Forsm recolhidos casa de detengo no dia 25
do correla :
A' ordem du Dr. delegado do i dislricto. Ni
eolio di Su3, crioulo, de 32 tonos de idade,
sapateiro, e Antonio Manas de Mello, pardo, de
22 annos, dado i agricultura, violo da termo
do Rio Formoso, o Io como desertor do exercito,
a o 2* para recruta, assim como BerosrJo Jos
Miguel, oa Fdtmndo Jos Miguel lambern pardo,
da 50 anuos, pescador, por crime de defloramento. i
A' ordsm do subdelegado do Recifa, o inglez
William Eloadsn, de 35 annos, marojo por em-
Fortuoala, Pernambuco, 10 meses, Boa-Vista,
dtntigao.
Flismina, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista, by-
drepisia.
CHRONICA JUDICIARIA.
Triboii-al da Relaco.
cerlidoo o contrato desociedade de Antonio Jja-
quim de Mello & Corapanhia.Como reqvar.
Oulrc-do Silrino Gailherma de Barros, pedin-
do sar dosonerado da respocsabilidade como les-
temunha da flanga, prestada pelo agentedo lei-
loes Lviz Anlonie Rodrigase de Almoida.Fita
desonerado da respoosabllidade pelos actos d
geme de leiles que so seguirem a est data,
conserrando-a, porm por seis mezes palos actos
anteriores. Noiilique-se ao agente de lelloe para
substituir a testemunha responsarel, que ped
desonerago.
Outro de Francisco Aires da Cunhs e Thcmse
de Aqsino Fooieca & Filho, entregando a caria
Os mdicos queixam-se, e creio que com muita briaguez e disturbios, e o pirdo' Eloy, de 23 au-
ne redar o iogresso nos collegios de meninos de razo, do pouco cuidado dos dosotes, e dos que nos, escravo de Manoel Felippe de Seuxa Leao,
ambos os sexos filho naluraes, a a admisso dos
legtimos sempre que hoover em esda ua dos
predilos collegios mais de 50 educando; dignan-
do-se V. Exc. mandar pira qualquer dos arse-
nae, quando nelle hourer vaga os meninos or-
phos que requererem a sua admisso no res-
pectivo collegio, ou aandir entregar os de ambos
oa sexos qne eslirerem desamparados ao juiz de
orphaos para cumprir a respeito delles o que as
leis determinan,.
Bvus guarde a V. Exe. Illm e Exm. Sr. Dr.
Manoel Francisco Corris, presidente da prorin-
cia.O provedor, Anselmo Francisco Peretti.
Despachos do dia 23 de agosto.
liequerimenlot.
Antonio Melquades da Silra.A' vista da in-
formago nio tem lugar o que requer.
AUxaodrino Martina Conei Barros. A' rista
da informago concedo o prazo improrogavel de
dous mezes.
Antonio Gongalves do Azevedo.Informe o Sr.
Dr. delegado eoorregado da reparlicao da polica.
Aranaga Hijo & C. Ficam expedidas as con-
venientes ordens no sentido do qua requeran, os
snpplieantas.
AfTonso de Paula de Albuquerque Maranbao.
informe o Sr. Dr. juiz dos feilos da fzenda:
Luiz do Reg B.rros. Volte ao Sr. inspector
da thesouraria de ftz?nda.
Miguel Pereira Geraldes. Informe o Sr. Dr.
juiz dos fsitos da fazenda.
Pedro Baptista de Sinta Rosa. Concedo ao
supplicante at o flm de Janeiro de 1863, o uso
do iheatro de Santa Isabel logo que deixar o em-
prezario Marinaogeli ; devendo porm prestir
os tratam, assim como das violagoes repetids por andar fagido.
das prescripgoes, que lhes sao impoitas: por ria' A' ordem do de Santo Antonio, Thomnz Jos
de regra, quando se chama o medico j o enfer- do Oliveira, pardo, de 33 annos. sapalelro, e a
mo est em estado lgido, e algumas rezes al o africana Delphina da Cesta, de 30 annos, quitan-
cijanolico, de forma que ji lhe intil toda e ; deira. por desordem.
qualquer applicago ; e'quado o chamam antes
deste periodo, parece que nao seno para con-
trariaren, os seus mandatos. Com estas repel-
ges, pois, ninguem pode dizer firmemente, quan-
do est exmelo o cholera nesta prorincia.
Consta que fora preso na Parahiba o escra-
ro, que no dia 3 de junho ultimo matou a seu se-
nhor na villa de Ariz ; e anda assim mesmo
qaeixam-se os amanuenses das secretarias de po-
lica do grande Irabalho das circulares 1 Nain eu
cooheco rede de arrasto, de cujas mallas esc-
pela menos canardes I E'preciso, que nos des-
engaemos, que o hornera vale tudo pelo traba-
Iho, e nada sem elle; e que se um nos parece
perdido, o que o segu compensa por si, e pelo
que o precedeu.
Chegam nesle momento noticias de um bar-
co, que naufrsgou nos parrachos das Garrs, 16
leguas ao norte desta cidade, e 2 ao sul aa villa
de Touros. Ora bem, pode ser, que agora a nos-
sa alfandega d um pucho; a nossa alfandega,
que so se ti, quando os outros choram.
A' ordem do de S. Jos, Fecidade Pires da
Luz, parda, de 25 anuos, fateira, tambem por des-
ordem.
O chefe da segunda saego,
.'. G. de Mes quita.
Morimenloda tasa da detengodo dit 25
de agosto.
A saber
Existiam .
Entraran, ,
Sihiram. .
Existem. .
Nacionaes .
Mulheres .
Estraogeiroa
Eicraros. .
Escravas. .
peis.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
Estando em termos os itidusos documentos que
me foram remanidos pelo delegado oocarregado
do expediente da secretaria da polica com ocio
de 21 da crreme, sob n 1,298, mande V. S. pa-
gar ao Dr. Tristao de Aleocar Araripe, a qoantia
de 129, proreniente do aluguel vencido nos roe-
zes de Janeiro a junho deste anno da casa que
serve de cadeia na villa do Ex
Dito ao commandante do presidio de Fernando.
Remeti a V. S. ciaco guias, sendo tre dos
senteoeiados H jubo Marques de Castro, Miguel
Archinjo Mooleiro e Manoel Jos Gomes da Silva,
que seguem no brigue eicuna Fidelidade, afim de
cumprirem as penas a que foram couleanados,
o duis dos sealeneiooados Joaquim Josa de Santa
Auna e Coime Soires de Azevedo, que ah se
acham sem ellas.
Dilo ao capito do porto. Nao tendo vedado
aoi estrangeiros ainia os das nages com quena
alo ha tratada, terem embarcag^s miutas que
ae ompreguern no trauco eoaaercial de uos para
outros pontos dentro da barra, como declarara a
ordem de 12 de fevereiro de 1839 e a de b. 213 de
18 de mi.o de 1860, nao pode ser embaragada a
matricula da eanda Rio Formoso de que sao pro-
prietinas os negociantes haspanhea desta praga
Aranaga Hijo & C ouforate lolicitam elles ao
requerimiento sobre que versa a informago de
V. S. de 22 do corrente, sob n. 110, o que decla-
ro a V. S. para seu conhecimenio e Um conve-
niente.
Di'.o ao director do arsenal de guerra. Tendo
em vista as informacoes do inspector da thesou-
raria de fazenda de 'JO do cerrente, sob n. 791, e
do director das obris militares de hornera datada,
aob n. 135, toncedo a autoriiigo que V. S. sol -
citou em seu oOicio de 18 leste mez. sob o. 220,
paradispeader at a qaiotii de lo ij com a exe-
cugao de alguns pequeas melboramentos de qne
precisa o arraazem em que se guarlam as bom-
bas de apagir incendios eseui respectaros acces-
sorios.
Dito ao meso.Contrate V. S. com o meslre
do hiate nacional Piedad a eoodugo d madelra
e mais objeelos que existem nesse arsenal com
destino ao presilio da Fernando.
Dito ao commandante da eatagio naval.C>m-
muico a V. S. que, eegundo declarou me o ari-
conherimento dosta concessao.
Alferes Thom Gomes Vieira Lima. Ficam
expedidas as conrenientes ordens no sentido que
requer o supplicante.
E0ITA.L.
Secretaria do gorerno de Pernaabuco 23 de
ago>lo da 1862.
Pela secretaria do gobern se faz publico, que
se aehsndo em concarso o offlcio de partidor a
distribuidor do termo do Brejo, creado pela lei
provincial o. 501 de 29 de mito de 1861. Os pre-
tndanles hajam de apresentar os seus requeri-
menlos instruidos na forma da decreto n. 817 de
30 de agosto de 1851 e sviso n. 252 de 30 de de-
zembro de 1854, no prazo de 60 dias contados
desta data.
349
8
20
337
. 223
. 5
, 34
. 60
. 111
337
presos.

>
138
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Ro Grande do Xorte, 2-1 de agosto
de 863.
Acha-se surta oeste porto, procedente dos d.>
norte, a corveta de guerra Belmonte, do comman-
do do Io tenente Antonio ^rlos de Mariz Barros,
filho do honrado ex -ministro da narinha Joaquim
Jus Ignacio, Inven Jo entrado por escalla, e tues-
rao pan concertar ama pequea averia no cano
de seu holice.
No mesmo dia de sus entrada, 21 do corrente,
reeebeu ella seu bordo pelas 3 horas da tarde
o Exm. presidente da provincia, acompanbado de
seu secretario, ajudaote de ordens, chefe de po-
lica interino, inspector da thesouraria geral e en-
genheiro das obras publicas, e s-'-guio em visgesa
de explorago para o novo porto daa Ouararapes,
duas leguas e meia cima do desta capital, on
de sob o auspicios e incaosavel actiridade eom-
mercial do major Fabruio Gomes Pedros se est
formando um ncleo de grande exporlago futara
dos gneros de produeco desta provincia, e que
parece destinado arrsstar para all o seu com-
rnercio, e at a sua propria capital. Nao obstan-
te estar a taar somente pouco mais de meis
altura, e calar a crvela 9 ps de agua, subi
gadeiro commandante das armis em offlcio de 19 ell inclume, e gilhards al aquello astente
do corrente, sob n. 1,593, nao ha present-mente emporio do commercio, que ji tendo redODtfa ai
praga do exercito que se destiotm ao presidio de
Temando.
Dito ao inspector do srsenal de marinhs.Para
cuaprimento do aviso do ministerio da justigs de
29 do mez psdo junto por copia, faz-se neces-
aario que V. S. informe sobre o que pede o afri-
cano livre Uenrique no incluso requerimento, de-
clarando se foi o governo imperial ou provincial
quera dispdr de seus serrigo.
Dito ao g'rents da corapanhia peroambueana.
Pode Vmc. fazer seguir para o porlos de seu
destino os vapores Mamanguape a Iguarass nos
dias e horas indicados em seu offlcio da hoje.
Portarla. 8 Sr. garenle da corapanhia per-
nambncan mande dar transporte para Maeeio por
coota do ministerio da guerra no vapor Maman-
guape, urna torga de Unta composta da um 2* ci-
turgio do cerpo de siude, um capito, dous su-
balternos, tras iuferiares, oito cabos, sestela e
nove anspegadas e soldados, e um tambor, a qual
segua para Tacarat com escala pela provincia
das Alagois, a bem assim as familias dos ofQciaes
e pregas mencionada na relagao junta por copia
e urna pequea ambulancia.
Santa Cus da Misericordia do Recite 25 da agos-
ta de 1862.
Illa, e Exm. Sr.Tendo sido estabelesidos os
collegios dos orphaus e das arphaas para asylo
dos meatoos desraltdos de um a outro sexo, ti-
lhos de pessoas cssadas, cujos psit tireesem fal-
lecido, pois qu meninos am outraa circumstsn-
aias nao se emende crphos mesmo no sentido
jurdico ; com o indar do tempe teas-s admet-
tido fiihos illegitimos em ambaa s collegios. No
principio davia o numero doa orpaies ser de 50,
a no collegio daa orphsas invita 45. e hoje no
collegio doa primeiros ka rail de 70, a no das
orphas mais de 100 elacaodas, qaando no lio
de Janeiro, capital to rica e popalata apenas ha
89 orphaas, segano consta do relatono do Exm.
Sr. ministro do imperio.
Pela extinegao do conselha administrativo de
patrimonio dos orphaos ful recolbida so cafre da
tbesooraria proviaciil a quantit 'de 19:6259825,
ioclaalT 7:0O0J> qe S. M. o Imperd*r dea a
ambos os collegies, e 5 0009 qa Joo Vieira Lima
deixou aa collegio das orphas cura fim espe-
cial <*e a dotar a dez primeiras orphas qaa ea-
eassem, e tendo a mesma thesouraria entregue a
junta administrativa desta siata casa a saldo de
15:6273645, visto que deduzlndo se desta quan-
tia os 12:0009 cima referido, Oca sendo de rs.
aguas do baplisaao palas maos da escuna de guer-
ra Titit, acaba agora de receber o oleo da coogr-
maga pelo dedo da crvela Belmonte, que o pro-
clamou porte franco e sem risco para a entrad
e sahida das embaresges da alta arqueafo Es>e
reconhecimooto ds fundara do canal uo rio at
Guararapes, iato at alm morros de aris, que
circundam ests cidsde, de grande vaotagem
lavoura, que assim poupa duas leguas e meia de
esminho por areiaes mortificantes para chegar
esli capital, e que exienaam as forgis dos ani-
maos, que conduzem para ella os gneros de ex-
portago.
Croio, qae bailara estss daas palavraa psra fa-
zer ver, que aquellos, quem de dircito for, de-
rem auxiliar os esforgos do major l-'-- laricio, e com
elle coocorrerem par elevarem aquella localija-
de ao alto fastigio, que parecem chama-la os
destinos da provincia.
No dia aeguiote pelas 2 horaa da tarde estava
a crvela outra vez ancorada no parto em freule
alfandega desta capital, bavendo gasto 1 hora
em cada urna das marchas, sem embargo da pou-
ca rorg de que somente poda usar por eausa da
avaria eponteda, e ao tendo encontrada o menor
obitaculo em seucaminho.
Resta caris digresso, que, alm da peasess
apontadas, tere lambern a honra de asststir, tan-
to para satisfazer a minha eariosidade, como para
cantar Vmc, o que vine, observe! o desempe-
os completo das minairas as aais delitadas,
das corlezlas as mais silenciosas, que formavam
uaa especie de svnlhesa de ludo, queoto e eda-
cac,io lea de mal polido, e a cinlisego de mais
apurado, per parte do digna commaadaote o Sr.
Mariz Barros, e de sut lustrosa officialidade para
cora os dislinctos hospedes, queconduziam a aei
bordo.
O aeeio de navio, a rapidez das manobra e a
exemplar distiplina de toda a iripolaj.io, revea-
me -no um commando Ilustrado, cuidadoso e
selltclto, que tanto abona a intelligocia, de que
elle parte, com* acredita o zelo dos qae o exe-
eutam.
Hospedados dursnta as viote hars mal ou
menea, que estivemos no Guartrspes, em casa
do reteiido major Fabricio, fumas to generosa-
mente obsequiados por este cavallelro, que sem
duvida leamos deixado alli oa nostos coracQes,
se o Sr. commandante Mariz Barros e tna offlcia-
lidade, prudentemente prerendo esta hvpotheae,
nao o hoaveis
para i.
REVISTA DIARIA.
A' semana passada demos nesta Revista a no-
ticia da modificarlo realisada no ergamento da
ponte do Recite, modificago que se Qzera de or-
dem do Exm. Sr. presidente ; e de suppor, por-
tento, que teja agora adoptado o orgamento em
sua forma actual pela dimiouicio da despeza,
sem detrimento da obra em si. Na entantosoria
para desejar, que o respectivo contrato fosie ef
fectuado neala prorincia de preferenci corte,
tomoj deu-se para com a ponte da Aurora.
Occorre-nos ests lembrangs, porque refleetimos
que contratada a conitrucgo aqu, onde o local
c.^nhecido, pode aer aitendda fcilmente qual-
quer circumslancia ; e assim aarem eriladaa du-
vida futuras.
Nao pode esta circamstancia da local para a
effectuago do contrato, aer em eousa alguma
prejudicial a eate com relagao ao fnteresses da
fazenda, quando alias penssmos que ella dar
maiur expanio coocurrencia tanto mais quan-
to temos nesta cidade casis commerciies, que se
acham autorisadas para contrataren obras deste
genero, alm de existirem grandes fundicoes re-
lacionadas com casis da Europa ; o que por cer-
to sao condiges de manifests vaotagem, e qua
aconselham a pratica da idea que nos foi suge-
rida pelo estudo de siimgo.
O Sr. Jas Mara da Coneeigao Jnior en-
trou em axerctcio do lugar do director daa offlei-
nat de machinas da arsenal de marinha, para que
[Ora ltimamente nomeado.
No dia 25, deeois de lido o relatdrio da di-
rectora da Associar.o Commercial Benejicente,
relativo ao anno (indo, procedeu-se a eleigo
da novt direegao, sahindo mais votados os nove
seguiates senhores, que compem a direcgo, e
d'eotre os quae sero escolhldos o director, vice-
director, secretario e thesoureiro, na forma dos
respectivos estatutos:
Joo Matheus........ 18 votos.
Joo da Silra Regadas..... -\
JoSo Jos de A morir..... 17 c
II Swift.......... 16 c
Fraocisco Job de Barros. ... 15 <
Jos Igneeio de Medeiros Reg. 15 <
Maaoel Gongalves da Silva. ... 14 <
Luiz Jote da Costa Amorim. 12
Domingos Aires Malheus. ... 12
Pelas 11 horas da maahaa do domingo rio-
doaro fazem o pro prieta ros do Grande labo-
ratorio de lavagem de roupa vapor, sito no
Arraial, urna exposigo do machioismo a do pro-
cesso da lavagem.
Os mesmos proprietarios nutram a espersng
de que haja coocurrencia de visitantes, atim de
que por st mesmo examioem as rantsgens, quo
lhes proporciona a empreza, coavenceado-te de
una vez para sempre do quinto i ella til.
Total. .
Alimentados casta dos cofres provia-
ciaes.............
Morimenlo da enfermara do dia 24.
Tiveram baixa :
Juilna Mara do Espirito Sanio, indigeslo.
Jos Vieira Rosende, intermitente.
Ionocencio Jos Tivares. dem,-
Lourengo, escraro de Jos Manoel de Barros
Wanderley, intermitente.
Eloy, escraro de Manoel Felippe de Souza Leo,
intermitente.
Teve alta :
Manoel Luiz Lourengo.
SESSAOEJd 26DE AGOSTO DE 1862.
raisinacu do ixa. su. consklbeiro krhkuno
i LF.AO.
A's 10 horas da mtnbaa, presantes os senhores
desembargadores Catane Santiago, Silvtira, Gi- de feg's'ro do brigue S. Jos, que se acha cN?s
tirana, Leurengo Santiago, Motla, Peretli, Aeeioli, 'manchado, afina de Icarem iseotos da response-
Pereira Jorgo, a Guerra, preeuradar da corda, mlidade.Fajira se as annolagies como requs-
e os juize de direito Costa Doria e Neiras, rem-
abrio-ee a sesso. Outro de Joao Franeiico Pontes, pediodo cario
Passados os feitos, e entregues os distribuidos ae registro para o biale Oous rnwiot, que com--
deram-se ossegaintes i Prou a Manoel Jos Martin___Prestado o jura-
JLLa*tjT0. ment e assignado termo de obtigago, como m-
fecursa crime. ^X'',
Recorreute, o iulzo ; recorrido, Mmeel Alva 0utro de Manoel Jote Martin, recolheodo a
de Mello.
desembargadores
Molts,
Na totalioade dos doentes existem 131, sendo 4
homens e 14 malhefe alienados.*
Foram visitadas as enfermaras estes 5 diis :
s 7 1(4 7 1|2 hora da mnhia palo Dr. Vil-
las Boas, no impeoimento do Dr. Doroellis; e
7 1|4, pata eirurgio Pinto Geimare.
As riiites da tarda s 5 1|2, 5 l, a 6 horas,
palo Dr. Moscoza.
Para o transporte haTer s 9 )i horas alguna
mnibus disposlgo dos visitantes.
Acha-se em exsrelcio da direcgo da obras
que nesta provincia te executam por coota do
ministerio de marinha, o Sr. engenheiro Gervasio
Rodrigues Campello.
Est coocurso o offlcio de partidor a dis-
tribuidor do termo do Brejo, com o prazo de 60
diat.
Foi eoneedido o uso do theatro de Sania
Itabel ae Sr. Pedro Baptista de Santa Rosa, para
nelle dar algunt etpeetaculoa dramticos. Eita
concessao diere ter principio de execugo loga
que lermioem os espectculos lyreos, eflnalisar
oo fim de jsneiro futuro.
Pelo rapor Jaguaribe, entrado hontem dos
portos do norte de sua escala, recebemos noticias
do Caar at 18, da Rio Graade at 24 e da Pa-
rahiba al 25 do corrente.
Nada occorrera no primeiro e ultima, aps a
rinda do ultimo vapor.
Do Rio-Grande referimo-nos carta de nosso
correspondente, qua val trantcripti soba rubrica
Interior.
Por motivoi justos deixou de seguir, na se-
gunda-feira, pira Fernando deNoronha o brigue-
eseuna de guerra Fidelidade, caja commisio
pessou am continente a ser desempenhada pelo
vapor Ypiranga, que fir a viagam vala, se-
gando es ultimas dispoiiges de lei.
Este navio sarpou bentem larde para alli,
conduziado tres sentenciados de jusligs, alguns
objectos do estado, e urna somma de contos da
ris, para as despeas do presidio.
Home campareteu peraott o tribunal da
relagao o juiz muaicipale d'orphos do termo de
Nazareth.por Ibehaver sido designsdo esse dia pa-
ra o julgamento do processo instaurado por crime
de raspousabilidade, am consequencia de denun-
cia do Sr. Joo Ctvalcaoli de Alboqaerque Mello.
O aerelitsimo tribunal, depoit de ouvir em
defeza ao Sr. Dr. Cypriano Fenelon G. Alcofora-
do, absolveu o referido juiz municipal Dr. Jos-
qum Jos de tliveira Aodrada, por unanimida-
da, no que no aturmam, procedeu com justiea e
imparcialidad.
Temos stiancia que na povotgo de Game-
leira do termo de Serinhem, fdra descoberto pelo
respectivo delegsdo am mulatinho livre de neme
Brai, que se achava hypothecado co
_o escravo a
com antecipec,o hypothecado i Joo Rufino da Silva, pela quantia de trezenlos
mil ris, por Antonio Jos de Atevedo residente
Passageiros do vapor nacioml Jaguaribe,
viuda do Aracaty e portos intermedios:Anto-
nio Pereira Gotito, Dr. Francisco da Sa-npii,
Antonio Caetano de Aareu, Joo Rodrigues Pi-
mental, Dr. Thomaz de B >m fim, Espiodola. R*y-
undo Jos I. ureto, Joto Luiz Aires, Manat
da C. Ribeiro. Jos Alvas da Silra, Maajal Aires
da Silra, Jote Pedro C. da Cunha. Joo Fraotit-
co lVreira, Liurent i Rolrlguet Pereira, Mmoel
Sagre' Cilo, Fabricio Gomes Pedros, um filh
raener e um escraro, aadre Pedro da Silra Bno-
do, Luiz Soares L. da Cmara. Joaquim Jos da
Silva Barroce e um escraro, Paulino C. do Reg
Barros, Joto Paulino C. Medeiros, Frsnciaco M.
de Castro, Pedro Rodrigues e urna aserara, Lou-
reof o Jos Carneiro, Manoel da C. Monteiro, Jo
Birroso de Carrala, Pergentino A. F. Franco,
Jos Rufino Range, Manoel M. CTvalho, Manoel
Antonio Pires, lote Joaquim P. Miranda iluiri-
quet, Fisela, Nicolao Psala, John Henrick Meer
Jacob Keel, Lean tro Ageatioho, um preso escol-
tado por duas pracas, duas pragas de liuhi, dous
escraros s entregar.
Passageiros do hiate nacoail Invencivtl,
vindo d Aracaty:D. Loonilla Eudott de Mi
raet Ribeiro, am Qlho meoor e 7 etertrot, D.
Rannlla Theotonia Bezerra, D. Jaeinth Bezerra
de Mello, am criado e urna escrara.
Psageiros do rapor nacional Iguaratt,
sabido para os porlos do norte : Rv i. Uoacio H.,
Francltco Ferreira Goraet, Manoel Basilio de
Brito Guerra, Aodr Aires de Ollreira, Martinha
de Oliveira e 2 fiihos menores, Amare Birrtlo
de Albuquerque Mir Albuquerque Maranho, Antonio Gongalre Car-
neiro de Aodrada; D. Mari Nazsreth de Albu-
querque Maranho, Ioacio Francisco Pareira de
Souza, Antonio Candido Antones de Olireirs, Jas
Bento de Seuzi, Dr. Joo Uearique Mefra, su
aeahora e 2 escram, Franeiseo Beroardino de
Souza, Antonio Ferreira Amero, e um criada,
Francisco Jos da Costa Barros, Domingos Heo-
rique Mafra, Fabrleio Gomes Potrosa, seu Qlho e
1 criado, os criminosos Manoel Luiz Loureofi,
Jos Joaquim do Niecimenlo, Vicent* Ferreira
Lima, eicoltidoi por 4 pregas e 1 cadete.
MlTADl R0 publico :
Mataram-se pira o consumo detta cidade ao
dia 26 do eorrente78 rezea.
Obituario do da 24 aa acost, no caaiTB-
RIO public :
Eugenio Duperron, Franga, 52 annos, eaiado, S.
Joi, atliozsrco.
Emiliana Mara da Coneeigao, Goianna, 20 an-
nos, soiteira, Reeife, varilas.
Bejnsrdino Dias Ferreira, Portugal, 35 annos, ca-
sado, Boa-Vists, indecardilo.
Alexandre Jos de Csrvalbo Souza, Pernambuco,
78 annaa, casado, Boa-Vista, inaamacao
chronica.
Estevo, Pernambuco, 8 mezei, Santo Antonia,
espssmo.
Franeiseo, Pernambuco, 5 annes, Soa-Vistt, va-
lilas.
Relator o Sr. deserabargador Silreira.
Sorteados os Srs. dse
Peretli e Lonrenco Santiago.
Improcedente".
Aggravo de pelicao.
Aggravanle, Dr Joaquim Antonio Carneiro da
Cunha Miranda ; aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Silveira,
Sorteados os Srs. desembargadores Pereira
Jorge e Peretti.
Negou-se prorimento.
Foram propostas ss petiges de Francisco Jos
da Costa Germano e Joo Leandro de Barros, pe-
diodo ordem de habeas-corpus, que lhe foi con-
cedida para o dia 2 de setembro futuro, slO
horas do dia, oavidas as autoridades compe-
tentes.
Na denuncis que du Joo Cavalcanti de Albu-
querque e Mello, contra o juiz de direito interino
do lermo de Nazsreth, bacharel Joiquim Jos de
Oliveira Andrade, que foi proouociafo no artigo
139 do codige criminal, julgoase absolrendo o
denunciado, fizendo-se apenas um pequeo re-
paro, sendo sorteado o Sr. desembargador Peret-
li, e juizes os Srs. desembargadores Silveira,
Motts, Pereira Jorge, e os juizes de direito Do-
ria a Neiva.
DILIGENCIAS CRIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
jusliga as seguintes
Appellacoes crimes,
Appellanta, o juizo ; appellalos, Jos Gertru-
des da Silveira.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Bernar-
do da Silva.
Appellante, Jos Antonio de Santa Aona ; ap-
pellado, o juizo.
Appellante, o promotor; appellado, Manoel
Tarares de Araujo.
Appellaotes, o promotor ; appellado, Antonio
| Rodrigues Pinheiro.
Appelleole, Rufino Pereira da Silva ; appella-
da, a justigs.
Appellante. ojuizo : appellado, Jos Antonio
Viegai.
KSICNAgiQ DE DIA:
Assignoa-ie dia para* julgamento da se-
guintes
Appellacoes crimes.
Appellante, Manoel Pereira da Silva ; appella-
do, Antonio Donato Petsoa.
Appelltnte, o promotor ; appellado, Jos Be-
zerra de Inojosa.
Appellacoes cioeis.
Appellante, Jos Tbeotomo da Silva Borges ;
appellado, Jo3o Duelas da Silva Borges.
Appellante, pidre Emydie do Reg Toscano de
Brilo ; appellida, a irmandade de Nossa Senho-
ra do Livrameuio.
Appellante, a cmara municipal ; appellado,
Antonio Jo de Olireira Braga.
Appellante, Feliz da Conceigio Uarreto ; ap-
pellado, Francisco Antonio Coulinho.
DISTRIBUir.OKS
Appellacoes crimes.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago :
Appellante, o juizo ; appellado, Franciaco Pe-
reira do N'sciraento.
Ao Sr. desembargador Silreira :
Appellante, o julio ; appellado, Jos Caetano
de Fariaa.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Aupellante, o juizo ; appellado, Antonio Joa-
quim de Cimpot Ros.
Ao Sr. desembargador Motts :
Appellante. o juizo ; appellado, Antonio Gon
galres de Queiroz.
Ao Sr. deserabargador Peretti :
Appellante, o jeizo ; appellada, D. Joaquina
de Siqueire Leit'.
Ao Sr. deiembargador Accioli :
Appellante, o promotor ; appellado, o escraro
Luiz.
Ao Sr. dsmbargador Pareira Jorga :
Appellaote, o juizo ; appellado, Manoel An-
tonio.
Ao Sr. desembargador Molta a prorogago do
iorentaro de Joao Aoistacto Camello Peisoa.
A' urna a meia horas da tarde, encerrou-se a
teiso.
carta de registro do hiaie Dous In.iaoi, que ven-
deu a Joo Francisco Ponte.Feta urna anno-
lagao em ordem a prohibir o uso da carta, seja
ella entregue ao supplicante para desootragao
de sua responsabilidade na conservatoria da pro-
vincia de Santa Cjlharioa.
Sendo concluios os eulos de moratoria de Joa-
quim Jas Silveira, o tribunal rista da resoluglo
dos credores e da ioformic,o do juizo especial do
commercio, toncedeu.
Para preencher a falta de um desatado no tri-
bunal foi aorteado deotre os eleitos com a ases-
ina votago o negociante Jos Francisco Larra, a
quem se mandou officier, conridando a compa-
recer primeira sei.-ao,
appella-
Tnbunal do commercio.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 25 DE AGOSTO
DE 1862.
PRESIDBNCUDO EXU.SR. DESEMBARGADOR
V. A. DE SOUZA.
A's 10 horas d manha. reunidos os Srs.
deputados Reg, Lemos, e Malreira, o Sr. pre-
sidente declarou abert a sesio.
Foi lila e approvsda a acts dt sesso antece-
dente.
Leu-se o teguinte
EXPEDIENTE.
Pels secretsris de stado dos negocios da jos-
liga, dous exemplares do relalorio apreseatade *
assenbla geral.
Um offlcio do deeulato Jos Joaquim Dias Fer-
nandos, de 22 do corrente, communicaado que o
seu estado de saude nao lhe permilte continuar a
tomar parle nos trabalhos do tribunal.
Foram presentes as coligues ofSciaes dos pre-
go correles da pnga, da ultima semana.Ao
archivo.
DESPACHOS
Um requerimenlo de Joaquim da Cunha Frei-
r, satisfazendo o despacho de 27 de margo ulti-
me, para ser registrado o seu contrato da aocie-
dsdecom Jos Barroso.Rgislre-se.
Oatra do prestante e directores da caixt filial
do baoco do Brasil, pediodo o registro de urna
escriptara da hypotheca.Regisire-ae.
Oatro da Ssundera Brothers & Compaohie, pe-
dindo o registro da nomeago de seu caixeiro
Joo Leapoldo Lopes da Silva. O mesmo des-
pacho.
utra de Fraotisca Latea do Souza Rangel,
pedindo provideacias tobre o producto do brigue
nacional Parahibano, apprebendide e arremata-
do, eomo incursa oo artigo 454 do cdigo. Ti-
rem-se du copia, para aereas ramallida ao
jaizo manicipal a do commarcio da Parahib, e a
conservatoria do coamercio da mesma provincia
para inlormarem.
Oatro de Ricardo Hugle, pediodo ser admilti-
do a aairicala ns qutlidade do commerciante.
Vista ae Sr. desembargador ns,al.
Oatro de Barbosa & Stmoes, pedindo por car-
tidoo theor do seu contrato de aoeiedade.Co-
mo requerem.
Outro de Manoel Pedro de Hallo, pediodo par
SESSAO JDICIARIA EM 25 DE AGOSTO
DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARCADOR
SOl'ZA.
Secretario, Julio Guimaraes.
A'meia hora, o Exm. Sr. presidente abri
sessao, estando presentes os senhores desembar-
gadores Villares, Gitirana e Silva Guimaraes, o os
Srs. deputados Reg, Lemos, eMalveira.
Lida, foi approvada a acta da sesso ante-
rior.
Jl'LGAMENTOS.
Appellante, Joaquim Francisco de Albuquerque
Santiago ; appellado, Jo Joaquim da Cunha.
Relator o Sr. desembargador Silva Guimaraes.
Sorteados os Srs. deputados Reg e Lemos.
Foi coolirmada a senteoga appellada.
Appellaote, Jos Joaquim Rodrigues de Souza;
appellados, Ferreira & Maitms.
Relator o Sr. desembargador Silra Guimaraes.
Sorteados os Srs. deputados Reg e Lemos.
Foi confirmada a senlenga appellada.
Appellaole, Joo Pinto de Oliveira e Souza ;
appellado, Manoel Jaouarlo Bezerra.
Relator o Sr. desembargador Silra Guimare.
Sorteados es Srs. depotados Reg e Lemos.
Foi reformada a senlenga appellada.
Appellants, Merbeau Norri, por seu pro-
curador ; appellados, Ser, Fiihos 4 C.
Fui iijujju o cctiidao.
Appellaole, Antonio Emygdio Ribeiro ; appel-
lados, Jos de Alenquer Simea do Amaral
Manoel de Azeredo Pontes, o Amaral, Aires &
Corapanhia.
Assigoou-se o accordo.
Appellaole, Manoel Rodrigues Costa Maga-
haes ; appellados, Carlos Jos Astley & Com-
panhia.
Relator o Sr. desembargador Silra Guimaraes.
Sorteado o Sr. depulado Malveira em subsli-
luigo ao Sr. Basto.
Desprezaram-ss os embargos.
DESIGNAgAO DE DIA.
Appellante. Auiune a Irrao ; appellados.
Ser, Fiihos & C.
Appellante, Sebastio Jos da Silra
do, Izidoro Bastos de Olireira.
Appellante, Antonio Jos Diss ; appellado,
Manoel Joaquim Das de Castro.
Appellante, o Dr. Antonio de Menezes Vas-
concelos de Drummond ; appellados, a viuva a
herdeiros de Joo Heonques da Silva.
Designado o primeiro dia til.
PASSAESS.
Appellaote, Antonio Joa da Castro ; appella-
do, Francisco Jos Leite.
Do Sr. desembargador Silra Guimaraes ao Sr.
desembargador Villares.
Appellante, D. Delphina Marinha Tarares Cor-
deiro ; appellado, Braga & Aotunes.
Appellante. Jos Joaquim da Cunha ; appella-
dos, Tisset Frres.
Appellantee, Joaquim Jurencio da Silra e oa-
tro ; appellado, Vicente Nunes da Scrra.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desem-
bargador Silva Guimaraes.
DisntiBuir.ES.
Appellantes, Manoel Joaquim da Suva Leao A
Cempanhia; appellado, Diooize Rodrigue da
Mello Csilro.
Ao Sr. desembargador Silra Guimaraes.
Appellaole, Manoel Joaquim da Silva Lea;
appellados, Mauoel Fonton o Corapanhia.
Ao Sr. desembargador Villares.
Aggravo de peli;o.
Aggrsvaote, Joaquim aa Silra Mouro; aggra-
vado, Jos Dias da Silra.
O Exm. Sr. presidente deu prorimento.
Aggraraote, Francisco Santiago Raaos; ag-
gravado, Manoel Alves Ferreira.
Deu-se provimento.
Agfrraraote, Jote Piuto da Cesta ; eggrarado,
Jos Das da Silva Guimaraes.
Deu-se provimento.
Aggra>aDte, Serrulo Pereira da Silva: aggra-
vado. Mantel Theodoro Rodrigues Pinto.
Deu-se provimento ao aggravo. <>
Aggravanle, Joaquim Jurencio da Silra ; eg-
grarado, Vicente Nunes da Serra.
Deu-se prorimento.
Aigrivaute, Joo Laiz Vianna
N. O. Uieber i C, snceessore.
Deu se prorimento.
Aggraraole, Jos Antonio Ferro de Fignelre
do : aggrarados, Heory Forater &C.
Negou-se provimento.
Aggraraole, Kuttaquio Antonio Gomes; aggra-
vado, Manoel de Barros Cavalcanti.
Negou-se provimento.
Aggraranle, Laiz Antonio de Souza; aggrava-
do, Manoel Joaquim Rodrigues de Souza.
Negou-se prorimento.
Aggrarenle, Luiz Jos Marques; aggravado
Joo Jacinta de Medeiros Rezende.
Manda os autos ao contador para (era cont.
Aggravante, Joao Maaoel de Siqueira ; aggra-
vado. Jo-e Nunes de Paula.
Negou-se provimento.
Aggravanle, Moreira &l Dusrte ; aggravado,
Tibaralo Valeriano Baptista.
Negou-se prorimento.
Agurarante, Guilherme Jorge da Motta ; ag-,
grarado, Lino Joi da Costa Araujo.
Dau-se prorimento.
Aggravo de inttrumento.
Aggraranle, Simplicio Pereira da Ros Ctlhei-
ros; aggrarados, Silrs, Lvo&C.
Do juizo municipal de Macei.
O Exm. Sr. pretidenle deu provimsnlo.
Nada mais houve.
aggrarados.



CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSA'O EXTRAORDINARIA AOS 14 DE
JLI.lli) DK 1862.
Pres'.dencio do Sr. Barros Reg.
Presentes o Srs. Heonques da Silva, Maia,
MUTILADO
:'.


\
\
btAHO BE rBISRAMBVGO O'D.RTA PEltU S7 DB AGOSTO )E 186*.
Seve, Cesario de Mello, Barala, Reg e Mell o"
faiteado com causa o Sr. Reg e Albuquerque,
abno-se a seisao e fui lida e approvada a acia da
antecedente.
Leu-se o seguinte :
EXPEDIENTE.
Ura oCGcio do Exie. presidente da provincia,
Oliendo que para salisazer a exigeucia ccostona
ts do viso circular do ministerio da sgricullut'-
cowmercio o obras publicas, de 13 do jupho pr-
ximo Bodo, cumpru que a cmara Ihe ministre
com a possivel breviuade, lodos os dados estotis-
Oiwla. Que a casa onUe Alhandra prel*Dde
esUbelecer-se i hgada, cs ao sul da de Pi.-
nheiro e paredes muas o com um facdo igual a
lioheiro, e todo desembaragado.
Qulnla.Que nenhum incoov6QeDte ha em
I que Alhandra colloquo o eu (orno e baciro na
mesma directo em que est o do Pinheiro.
Sarta finalmente.Que Collotando Alhandra o
torno ebueiro no lugar onde pretende, incoutes-
tavelmente iocommoda a Pinheiro, pelas eeguin-
tes razes :
rrimeira *
quo o governo preteud" orgEnisar Jos mesmes;qu9 pretende. Dea pooco mais ou menos pelo
-.troludos e industria.Que se ofliciasse aos As- : meio dos dous sobrados de Pinheiro, e sendo a
caes, anta do que roni as uas ufornngdes ha- casa daquelle do lado do sul, claro que a fu-
bilitern a cismara a sausfeier o que recommenda tuse, a soprsda com os ventos desse lado, ou com
S. Exc. nc ollicio cima citado. | o terral, infallivelmeote ha de encommodar a fa-
Outro do mesmo, declarando ser conveniente milia da Pinheiro e damnicar os seus predios e
comegar quanto antes a colher-se uolicias e iris; movis.
Cjimagoes minuciosas acercados productos do
reino mineral, vegetal e auimal dosis provincia,
que habilitem o governo imperial a promover o
detenvolvimeato dea diflerentes industrias, a que
lies do origen:, recomaenda a cmara, cm
observaucia do aviso do oiinisterio da agricultura,
commercio e obras publicas, d 18 de junho ul-
timo que pelos meios ao seu alcance, procure ob-
ter e enviar a presidencia raiouc:c3os esciareci-
raento9 sobre osle objecto, e boro assim rnando
for possivel, amostras du producios, para serem
No segundo, aitigoado pelo Sr. Reg, diz elle
que, seudo nomeado para fazer parte desta com-
misso, neo pode coacordor cora a opinio de
seus ilustres collegas, visto que no seu entender
os motives por eiles "presentados em favor da
prctengio de Pinheiro sao inteiramente contra-
rios dita preteogo, a prometa conibsle-los a
analysa-los na discusaSo.
Em seguida sao os ditos paroceres potlos em
discufsao.
O Sr. Barala, pedindo a palavra, desonvolve
sutmetudos c antlrse chinaca ; lvenlo mere- j largamente o seu pensomento, e sustenta com di-
cer entre ludo especial silencio a parto relativa ( versas razoes, olm das expendidas no parecer, a
a agricultura e a niineragao do ferro, e carvo opiaio em que se firma para pensar que Alijan-
do pedra, o da Ierra, deve&do indicar se a res-I dra nao deve ler liceuja para construir o forno
pello dettas suas posiceei lopografhicas, e as co lugar onde quer.
distancias ;ue exislirem cutre ellas, e os merca- O Sr. Reg tambem pede a palavra, e com a
los ; e os meios de laiusporlo dos productos | -.Unta na mo combata o parecer da coruroissao,
Igual declino. ... : afT"'rnatido que o Sr. Barala asta em erro, quand cia 8l*f9 s outras provincias'que noi parece as-
Outro do subdelegado da freguezia dos Afoga- ; diz que os ventos geraes nesta cidade sao os do lslir a de Pernambuco, para a fundacao, na mes-
dos, c-ladao Antonio Gcngelves de Mo-ses. com- (sul, pois que os que sopram sao quasi sempre '
municando quo leudo cessado os seus incommo- | de nordeste a lesuaste ; mas que, quendo assim
cols secundarias; em segulmo&lo dever sppli-
car-se particularmente aos astadas di instmc$o
thearlca e pratiea agrcola e industrial; assim ga-
aerali8ar-se-ha com toda ellcaca em telo o im-
perio, os bectcoa efteitos da industria agrcola,
qua em racaes de dez asnos centuplicar a fortu-
na publica e privada, logo qae, o numero dos
agrnomos instruidos e habilitados pelos estudos
theoritos e praticos da agricultura, ter attingido
o numero domssiado dos hachareis, doutores am
direito e em medicina, que hoja superabundara
m ludas as provincias a ponto de nao saber em
que empregr-ae.
O meio que omitas veres temos ouvide lesabrar
por pessoas mais habilitadas do qua nos, para
evitar e por termo a esta triste e insapportsvel
siiuago de muito numerosos jovens brasleiros,
formados em direito ou em medicina, sari o le-
char-s, por dez anuos, as foculdades'de direito e
de medecina do imperio. Respeitaodo os justos
direitos adquiridos, o govarno mandar exacta-
mente pagar durante o mesmo periodo de dz au-
no os ordenados dos illustrisaiaos senhores len-
tes e mais empregados destes estabelecmentos,
sem todava substituir os que morressera no in-
ter-allo indicado ; desta suppressao decanal re-
sultar dous btneQcios :
O Driassiro se- a possibilidade dos hachareis
e douloret raelhorar de positao, chande eom
maisfacilidade em que embregarse lilmente.
Q segundo, dar por resultado i forma?ao do
msior numero possivel de ogrooomos Instruidos
o habilitados, para dirigir com grande vantagnm
engeahos de asiucar, coloniss de proletarios na-
dantes a fizendas agrcolas cuja pessoal, tanto
de directores, quanto de mestres diversos, tra-
bajadores ter recebido o ensiao no Imperial
Instituto normal de Pernimbuco.
m muitas occaaies temos demonstrado as ra-
zies que sempre nos levaran a fazer observar ao
mostrado governo de S. U. I., a jus a preereo-
lua reeiaumira no da 7 do correte o eiercicio.
Inli'irada.
dislriclo da mes-
Outro do juiz do paz do 1
ma freguezia, duendo que undo cessado os >n-I ao sul e 50 a oeste, seis qual
commodo?, pelos qor.es dcixar o exercicio, lia- i pre, Dao pder chegar
c
via no mesmo da 7 do correte reassumido ao
dito exercicio.InleiraJa.
Cetro do procurador, comrcunicaudo que leu-
do se entendido com Domingos Aotunes Villana,
soL're a desapropriagao de um terreno que Ihe
porrence junto ao matadouro publico, exigir
lia a laantia de 9 por cada palmo do dito ter-
reno, o qual segundo a medigo felta pelo eoge-
nl.eiro cordador moslra uiua exleuto de 230
fosse, pela altura da chamiu quo deve exceder
s casa, e pela posifio em que deve sercolloca-
da. relativamente a dita casa, isto 70 palmos
fr o vento que so-
casa de Pinheiro de
modo que eocommode ; e por isso enteode o Sr.
Reg quo se deve conceder a liceo^s a Alhandra.
O Sr. Mello tambem fallou no sentido do Sr.
Reg.
Achaodo-se a materia baslante discutida, o Sr.
presidente poz a volos os pareceres, e foi appro-
vado o priraeiro, ficando prejudicado o segundo.
Despachararn-se as petices de Antonio da
iva Perreira, Antonio Moreira de Mendonca,
palmos, que furmam dous retangulos, um de 170 Cielmo de M.tlos Simes, Francisco Jos Rapo-
d.> largura pelo lado do norte, e ouiro de 60 pelo so, innandade do Rosario do Recife, Jos de
Cj sul, sendo por conseguate toda a rea dolor-Freiiss Barbosa, Joo Pedro das Navas, Leoca-
dio Joaquina da Conceino, Manoel Pereira Lo-
mos, Manuel Figutira de Faris i Fho. Ma-
noel LuizCoelho do Almeidi. Octavio da Cunta
Guiauna, Paulo Jos Gomes, Thootonio Telles de
Mello, o levsntou-se a ses9o.
mEu Francisco Cauuto da Boa-Viagem, ofDcial-
aiura subscrevi no impedimento do secretario.
Barros Reg.Cesano do Mtllo.Reg lisia.
B>-
o.Reg.
reno 1,380 br.*<;is qualradas ; diz o procurador
que o proprielario desse tarreuo sujeila-se a re-
Ceber a importsncia da desapropriaca.i em qualro
prestagoes, e com os prasos de 6, 9, 12 e 15 me-
zes, mas que nada ha eilo acerca de semelhanle
negocio sem qae primeiro fosse aulonsido pela
cmara.Posto em diacusso o Sr. Barata po-
li.ii pedido pelo proprielario nao t caro, como ai Rtgo Albuquorqua.Ileoriques da Silva,
um pouco excessivo, por quauto o lerteao de rala do Almeida.Me
qae se trat?, b^nhado como sempre pel-.s tgoas
O mu, nenhuma bemfeiloria apresanti que me-
re?a to elevado precio, pelo que Ihe pareca que
ivo se enten lesse u procurador com o mes-
mo Villana, alim de que modicasse o piec.0 pe
di do para ler assim lugar a desaproptisgao ami-
gavel, do contrario seria ella feita judicialmente.
Assimse rosolveu, e nestesentdo te commu-
nicou ao procurador.
Ouiro do ruesro, paiticipando que se achava
esgola la a quautia or^aa para a obra do aterro
Correspondencias
Srs. redactores.Nao ha anda muitos dias qu
Vv. Ss., noticiando um erpsncamento que da Ma
noel ds Silva Anciao recenera Maria Joaquina da
Cooceigo na freguezia da Boa-Vista, reclamaram
pra este fado a aitengo da autoridsda policial
couipclenie. Esse desagradavel conieeiraento
do cemilerlo de S. Lourei>i> da Malta, bem cjibo deu por certo modo molivojao ferimento grave
fxoauda a quota marcada na lei do orgamento qae Jos Tiberio Aires, mando da olT-iadida, cam-
para o do Poco da Pauella, bavendu inda a pa- metUu do crrente na pessoa do offensor de
gar a quanlia de 2:520$, mportaDcia da arrerca- | sua mulher.
lacao do muro.Posto em discussao dehberou-se
ofciar ao procurador, dizendo-lhe quo as obras
r.ontinuariam a ser executadas al a sua con-
cluso.
mt, do nico Imperial Iotl'tuto Agricea normal
completo, como o de Grignoa, de quo tanta pre-
Nesta. ocessiao o Sr. Maia encarregado das
obras do cemiteno do P050, pedindo a palavra,
fez ver a cmara que aquello es'.nbelecimonto
precisava de ama pessoa p'.ra tratar de sua con-
servarlo e assaio, e bem assim para marcar os
lugares oede se deviam sepultar as pessoas que
alii fallecessem, e propoz o actual administrador
que ticaria veacendo o mesmo jornal que antes
:-.Afsioj se resolveu o raandou-se ofliciar
bu "ucurador.
l).'ro lo mermo, remetiendo o balancele da
la e despeza municipal no cnez de junho ul-
timo.A commisso de polica, (llego e llbu-
querqae e ll"iir!quesda Silva.)
Outro do fiscal do Recife informando a petlgo
' Antonio Alves Barbuss, que requer psra de-
n.olir a casa que possue na ra do Brum, e bem
assim fazer um telhtiro, de parecer que se pode
1 , Releveui, pois, Vv. Ss. que para conhecimenlo
de todos Ihfcs communique que, datando o pri-
meiro delicto do da 19 do trrenle, n'esse mfwo
da me foi entregue urna queixa por Jos Tibe-
rio Alves, em que reclaroava a inlervengo do
ministerio publico para a puaicaodo oHjinsor, t-
tsnlo o estado de miseria da olT-ndida. Nao ate
demorei em dar cuiriprimeto disposigo do ar-
ligo 73 o cdigo do processo, que colloca os mi-
seraveis ao abrigo do ministerio publico para a
pui.icio dos erlmes particulares. Com o desiguiu
deliberado do promover a flesafronta legal, re-
quer para lego ao Dr. juiz municipal da segunda
vara Araujo Barros), qee fizesae proceder
corpo de delicio, no qal n^iaram como perilofe'
os Urs. Seve, Bracaole e Caruero Monteiro. En-
tregou-se-me o original q'asie outo no dia 25: a
hontem inlerpuz a queixa peraule o mesmo juiz.
Isto posto, espero qua me far*rn a jusli?a d
acreditar que, se Jos Tiberio Alvs commetta'
um grave crima em desafronls o!T. por sua mulher, nao se deve esse tnsle resulta-
do pouca vigilancia da auioridaiie, da qual par-
clsa este rico imperio, sem embargo do Imperial
losttuto Agrcola do Rio de Janeiro, que o mag-
nnimo oeonarcha acaba de ramuaerar com um
novo donativo psssoal de cem contos de res ;
esla nova, louvavsl e generosa demonstrago de
sea amor o dedicagao aas melhoraraentos da
sciencia da agricultura bo imperio, para nos
urna prova que S. M. I. est avompanhando o
progresso do aeculo, itaitindo nesta paite o pro-
gressista e graode protector da industria agrco-
la NapoleaoUI.
Louvaraos a feliz lembranes do deseuvolvimen-
to que S. M. I. mostra quer*r dar ao Imperial
Instituto Agrcola do Rio de Janeiro, onde S. M.
I. poder pessoalmente, apreciar os progressos do
dito instituto, que de modo neuhum dispensar o
goveruo geral da rgeoU necessidade do fazer as
despezas ndispensavei p.ra a fundagao do Ins-
lilulo Agrcola normal nesta provincia de Per-
nambuco, quo respetosamente tornamos lem-
brarao paternal goveruo de S. M. Imperial.
A nossa oxpenencia de vinte e oito annos de
estada neste imperio a as serias observardes que
uestes ltimos oito annos, temos felto oe'sia pro-
vincia sobre ss precieoes de melhoramenios de
toda eapoce, e considerando o Brasil como r.ossa
segunda patria, onde passamos mais aonosdoque
em Frange., e seudo ligado neste paiz pelos lagos
da familia, terereos muita ssiisfesao em ver uos-
sss bem intencionadas indicagoes aproveltar ao
paiz onde nossos fiihosviram a luz.
Se o paternal governo de S. II. I. se digoar
concorrer com os meios pecuniarios ndispenia-
j veis para a realiago e explotadlo o mais breve
i possivel do imperial instituto normal cuja utiii-
dade palpitante temos demonstado em muitos
a-tigos publicados nos diarios de Pernambuco de
^8 ao margo 3, 11, 19, 26 e 27 de abril, 10. 17 e
18 de junho, 3 de julno e 30 de outubro de 1801,
realisar so-ho as oussts previsosa da prximo
augmento da riqueza publica.
Sem o poderoso auxilio do Ilustrado gover-
no do S. M. I., impossivel se tornar a fundagao
le urna instituigo agrcola normal como a de
Grignoo.
O instituto normal de Pernambuco devera ler
proporgoes sufficientes para coramodamente
adoiilur al O alumnos pensionistas, prove-
nientes de todas as provincias do Imperio, laoto
para esludar preparatorios, como para seguir os
cursos, slm de outro igual numero de pessoa,
formado pelo pessoal d direcgo, eosino pro-
fessloaal, padre espelo, mdico, pessal do en-
fermara, mschiuista, fabricantes dc| assurar,
raestre de officinas, meslre sgricolas,, trabalha-
dores, serventes a aprendues divereosv comma-
aoa ne*l*ssrios para os iiivers)>s repa-s^Qoes do
lostiluto e depeii Je.'icia", para, acorn
utenctliqx material agrcola, of&paiJ
asquear yelos prucessos aperfeigoados
o/s anima.es diversus -de servijo ou
Recife, 26 de agosto.
F. L. de Gusmo Lodo.
Public^es pedido
peticionarios liceuga pedida.Con- Itiram'em lempo a- providencias qua'o caso nadis.
cedtu-so com coudigao de ser felo o lelheiro
luiotsl da mesma casa.
Outro do fiscal de Santo Antonio, informando
o requerimeuto, no qual Joo Podro das Neves
pede para ser dispensado do pagamento do im-
posto quo lieou duvendo Joaquim Pereira na Sil-
va Santos quaado oceupou com um estabeleci-
meuto de louga a casa onde se acha presenle-
mente o armuzem do supplicante, diz o fiscal que
razoavel-a preteogao do sopplicante, porquanlo
r.ij substitnio ao referido Silva Santos.Despa-
chou-se no sentido da iiiformegao.
Uuiro do fiscal de S. Jos, participando que o
ladnlho da praga da fariuha contina a arruinar-
se, e a cao serem quanto antes feitos os reparos
necessarios,ir augmentando.Quo so ordenasse
o procurador para mandar fazer.
Outro do fiscal da Boa-Visis, commanicanda
que a ponte denominada do Maduro achase ar-
I a, em oslado de nao dar miis transito.Que
fAciasse ao engoheiro para orgar os reparos
que forem precisos.
P:'mcipiando-se a leitura dos pareceres apre-
scutados pelos dous membros da como.isso es-
pecial cncarregada de ijuslar com o proprielario
do engenho Peres, o terreno uecessario para lo-
PftOJtCTO
do Imperial Instituto Agrcola Normal
a fiiiHar cm Pernambuco com pes-
soal de leules, piofessores e meslres
de ollicinas, mestres de assucar, e
mestres de todos os ramos da indus-
dar os
brica de
ostros,
eaco do
ds#
Um^wbelerimonto da ordem deste," sr logo
mais importante do que muitas povoagoes, e nao
se poder realisar a expensa de particulares,
nom mesmo tos cofres prviuciaes ; compete por
lanto ao governo geral fazer a's grandes des,>< zas
de installago e costeio, por inteiro, do primeiro
anno ; d'ahi por diante, q governo continuar
a mandar pela Ihesouraria' geral, fazer o insti-
tuto, adisntamentos mensaes com 30 das do
anlicipagSo do importe da despeza provavel or- ,
.gada para o mez seguate. No principio de cada
mez o governo receber do khesoureiro do insii-
luto o importadlas'vendas rc producios agrcolas
ou industriaos do instituto effecluadas at o lita
lo mez anterior, sssira como da receita prova- I
(lenle das mei.salUades pagas abantadas tri-
mestralmente pelos alumnos peiiMooislas.
Quando o numero fr de 400 pensionistas para '
rima pagando 504 rs. por mez cada um prova-'
vel que esta verba de receila junta a da venda
tria agricea, eisajados em Franca,dos pm^e'os'do iusiuto-irormai hadevir aj
nftP |pp< 'i pie nnniia i p"g,r *e,e'a annut! do estabelecimanto. covo
yui 11 es a sci> .111 iio>. 1 acontece ao bem dingido e administrado imperial
Titeaos a bonra, em nesso artigo de.6 de iuslitulo d rignon.
agosto corrente, publicado no Diario de Periiam- Se a gowtrao ger^l lr servido acolhtr o plano
6co de f) do mesmo mez, de opresenlar con-
sieragajdo Ilustrado goverio do S. M. I. dif-
ferentes Kelhoramealos, que julgaues de nalura-
za a suferir o Brasil prompte nivellamento em
suas uangas, e certeza de grande aagmento fu
gradouro publico; um delies, o Sr. Ileoriques d- tura em sua receita anoual, augmentando a pro-
Silva, pedindo a palavra, declarou que o propriea duegao de cada um des gaeras de exportagao ;
tsrio daquelle terreno o tinha autonsado a scien- pore, ir-se-ha, como este resultado se ra de
lilicar a tmara de que nao Ihe convinha mais poder chegar, se todos os das v4-se diminuir o
vender o dito terreno ; pelo que requoiia so nao | itumera de bragos escravos, e
traijsse dessa queslao.A' vista do urna tal ex-
posigo, julgou a cmara de uenhum eleito o
coulrato que pretenda fazer.
Tendo Plavio Ferreira Catao requerido para
que so espagasse a arrematago no imposto de
afetigoes, que estava hoje em praga, allegando
nao poder concorrer em consequencia das esta-
jobs competentes nao Ihe lerem dado a tampo as
certiddes, com as quaes se mostrssse habilitado
para poder laugar no dito imposto ; a cmara si-
ten leudo a seu pedido resolveu que o i bouvesse
praga, o que de novamente sa anuunciasse para
o da 21 do corrente.
A commisso especial de tres membros, co-
meada em sessao de 30 de junho ultimo, psra
dar seu parecer a respeito da petigo da Manoel
Coelho Piuheiro, replicando da liceoga qua fora
concedida a Joaquim Jote Pereira Alhandra para
sstabelscer um forao e chamic de nadara na raa
o Brura, pede a cmara que reconsidere r.esss
c:.n:es.s,"ij, revogue o despacho pelo qusl a per-
diUio, e determine que Alhandra nao efTectua a
denhada e acabruuhada agricultura levada de
da i da seu aniquilaniento completo ? A is-
to cabe-nos respouder que a culpa nao noss,
por em oulras oceasioss lor indicada os mams are-
prios a empregar; tambem, nao diremos qu?, de
lado seja ella do governo, eomo geralmeute se
eomprazem a diz-lo lodos os que nao scliam
que ss cousss andam conforme seus desejos.
Em nossa opiniao os culpados sao os caverna-
dos, pois que, se assiaa come diz um rifa do paiz:
quem ttm or do denles procura o barbairo, a
gevernados procurassem o governo para os curar
dos males que solTrem, da certa que elle tratara
de sana-los ; 01 molos a modos de curar os males
diversos que tem se apoderado e desloeim o cor-
po social da nago brasileira, esta uas maos dos
governadas como dos gorernantea.
Tendo o Brasil a felicidade de lar sau govarao
manarehieo-censtitucion*!, e para reger-s, urna
das mais sabias conslituigeas qu passa ha ver
de organisigSo que taraos a honra de sbmolter
a sua alta e sabia apreciago, somos certos que
arm instituto montado em Pernambuco com todo
o pessoal de ensiao viudo de Pranga, ha de dar
ao Brasil os mais lisoogeiros e reaes resul-
tares.
As relaces amigsveis do imperio do Brasil^
com o da tranca, tem dado por resultado, oestes
ltimos annos, a admisso no imperial instituto
per coaseguinle a : agrcola de Grignon e oulrss escolas de agricul-
tura fandadas ens outros lagares de I'ranga aos!
poucos jovens Brasileiros, de divorsas pvevin- j
cias, que seus respectivos paea, maudaram'pva
ellas, e l as sustentim com muito maior des'j
pendi do que Ihes cusan* no instituto de Per- I
uambuco ; alm dessa vintagem a mocidsde!
brasilaira teria, a de applicar em sau proprio i
paiz, seus estados, ao eonhecaento local das:
diversas qualidades de terrenos, e do influeacis
climaierici sobro as plantas diversas propnas o
indigenis do Brasil; com toda ficililade acli-
saatar se biam nos campos do instituto, as
Untas de tod* especie, selvageos ou cultivadas,
oriundas de todas as ostras provincias deste vas-
tlssime imperio, e mesmo de fra, particulsr-
manta d'Africa e d'Aeia.
Talvez al hoje, nao existsm em todo o Brasil
dex alumnos com diploma das escolas de agri-
cultura da Fr*os, em tanto e.e, no fia do ler-
sao do curso e da fundsgao do imperial
ondo lies o da padaris do peticionarlo, porque
assim o fumo qae delle ashir nao su deixar de
firejudiear o seu pr6d:o e torna-lo ichabitavel,
presenteu o resaltado de sau trsbslho em dous
p;receres, pelos quaes se vfi que houv divergen-
cia entre seus membros. No primeiro destes pa-
receres, assignado pelos Srs. Barata e Hennques
da S.lva, gao os seas autores de opiniao que se
nao deve permitir que Alhacdra colloque o forno
de sus padaris 00 lugar em que preteode, mas
Dsqueile em dkecgo do.da padaria de Pinheiro
peUs razes que se seguem :
Frimeira.Qua Pinheiro 6 proprietario de am
importante predio de dous andares novamente
ouslruido, toado na andar terreo o seu estabe-
cimenlo em grande escalla e n'um p de acoio
6. ordem dignes de louvor.
Segunda.Que no fundo do dito predio, a eom
m iotervailo de 60 palmos pouco mala cu ma-
tos f.m Pinheiro um outre sobradinho, que i ha-
bitado por gente de sua familia, limpo e em
bom arraoje.
Terceico.Que o astabeleeimsnlo da padaria
de Pinheira, collocado oo andar tarreo, abrange
iodo o cemprimento dos dous predios, sendo col-
iccado o forno no fundo do sobradinho, e a buei-
ro ou chsmio um pouco distante, Bcaodo a pou-
cos palmos ns liabs ds rea da parte do oriente
e em aiiuscao tal, qae o fumo que por elle sabe
4o forao nao pode ofender a eisinhang com o
calor do bueire esqueotar a casa do mesmo Pi-
nheiro,
qua passa .
culp.dos tornamos a d.z-lo. sao os gov.rn.dos, I instituto norm.i em PernimbVao^Mdtri^Vah
da nao saber a-reveitar-a* das areregaii., be- formados, e com diploma 10CI "oS m. s no
coastruegao do forno e chamin na lugar em que eOcios que a constiluisso lhes oulorga ; verdad mesmo periodo podar-ae-hia .?. no
pretende, e v colloca-lo oa direcgo da luna 4 que para o maier numero ella so torna o mes- tr.bslho material e ns ortica ,.n,- a.
mo que espada em mo de eabotlo.... minora | iastrumaatos agrarios ap.rf.icoados muito
porunto, per ser mau instruida as Kienaias, maior numero do trab.lhsderes igrieoIaS masl es
uss letras a na pralica do mundo, eampete temarle assuc.r, assim como de muil,, artas aoS os
a iniciativa, e fazer be. de todos que ss eir- \ .minados do mesmo in.tituTo, 4 aprendUa. T
eumstaneias exigirem, dirigiado ao gevarno todas \ Ibas de familias senos abastada/o muao to-
as vezes que o jalgar preciso, petieess ea termes ; bres. orphies, expostos. tauto da eanlts! cerno
respetosos, clare e eonci.os. tratando especial- do mato ou mesmo Mom dea aSSm dmS-
maata da um ou outro xaethoramealo i im*. t.* aira
cas.
A
ntroju-
zlr no tmperia; maior ser o numere e catbagoria
daa aesignataras doa natteienarios, maior ser
tambera a paso o comiderage que o governo se
dignara dar ao objecto da petice.
Neste ponto imprtante lauta as gevernados
carne e governo brsailaire, deveiiam imitar os
usos adaptadas na censtitucionsl Inglaterra ; e
para que a moeldada actual brasilaira o as gara- governo de S. U. Imperial ,
goes viodourss datlsjevso e vigasa imperio, que | te o com e maior provoite os dinheires de
vista do que acabamos de expender,
quem nao ssber apreciar as vsntsg.ns ineslcu-
laveis qae re.ultarao da vinda da Franca do
pessoal de leales professeres e mestres diversos
de todas os ramos da industria agrcola T Nao
ser esta ,ei s-a prov. palpiaota de .abedorla,
saiiaaiia e saliaitude ds par, da paternal e sabio
debalda seus governantea precuraa ceoter e aira- tase T
zar em sua maraha no eaaainhe de progresso, cu-
jo exemplo e propulgio -!he iaaellide pela ve-
Iha a progressiva laropa, passaa apreciar deri-
dameate s iastituices existales, 4 oecesssrio
aates de tudo. tratar do melhorar a edacicse e
geceralisor a iostraseae publica o mais pcssivel,
ayroprisnde-a aa diveraae clauee ds crescente
populcao arssilcirs, tedavia, bem aeanbada por
ora, em relace vaetidao deala grande iaperie,
que euito larga poderla contar mais da trezen-
los ailhoes de habitantes ao amtsnto que apenas
ter oito milhies.
epois ds completada a imtrucca primaria, a
opui. ivuipiatcua > luiiruccan primaria, a nos aanrasa eom sus amisade a coosidarsar. tam
mtcidado braeileif* que cjuizer frequtoUr as es- miitis difflculdades ?eoeer..,. no, ,, Vbtata
es-
. n0.."!*0,0"* ,D0,il8l mais econmica
a conveniente para os contribainlsa dss rsndas
de estado, que e governo fsea a despszs des
engajsmoitos em Franc. i.dsf.q.t ,,upendi.
de todo o pessoal cima indicado T
Deste dispendio, quslqu.r, graad. q< viuha
a ser nao ser o gaverno eabolg.do com usura
posees nao, ,0m o eneraissimo augmento
aceita publica proveniente da centualieada
producto da ioduaria agrieala T cn"'?""a
,JVLCh'f" "' '0" taaubem o dea nossea oamerosas M.k^s.....
nos honran com sus
de recaiti
merosas conhacides que
perfeitamento, mas ellas ne nosintimidam.'/A
que nos oppe maier obstculo, o alrazo e a
ai educagao da maior parle da populago, cuja
indola auito boa e sua decelidade tas extraor-
dinaria, que ella se dexa levar e onthasiasms-
se fcilmente, portante somos convencidos, que
a popularlo brasilaira estar prompta a sshir do
estsdo da torpar, de inercia, de inaclividade em
que s-> cotiserva, e a razie de a populsgao livre
desse etperangoso imperio tanto das classes in-
feriores como das classes pobres, ais se entre-
gar mais do que o faz, so trabalho industrial e
agrcola, per existir anda, no sedo XIX, neste
imperio constitucional e puramente calbolico ro-
mano cerno o Brasil, a eseraittura longo dn a
ter, como muitos dlzera, por ua mal necesiario,
reputamos ser a existencia da escravatura, o
principal motivo da rspugnancia que no Brasil
resente para o trabalho, a populaco livre, de
todas ss classes om geral e em particulares
pobres. No entanto que o governo imperial pro-
cure e adopte um meio conveniente e adequado,
de acabar cea a escravatura em um tempo que
nao seje muilo remoto, continuaremos a apre-
sentar os aeios que nos parecom mais aprepria-
dos, de incutlr na populsgao de todas as classes,
as ideas de progresso e de melhoramento, que
possa generalisar o goso e bea estar na meio
dss familias laboriosas, por meio do trabalho io-
telltgente.
Para chegar a esie flm to desejado lilvez o
meio pareja um pouco altentatorio ao direito e
liberdado de cada um ; o nosso desejo nao cer-
lameute de prejudicar a quem qner que seja, po-
rm para o caso vertente parece-nes dever re-
correr a remedio eScsz (aux graod maex les-
graods remedes) fechando temporariamente ss fa-
tuidades de direito e de medicina, mandando
fundar sem demora o instituto normal em Per-
nainbuco; montando o pessoal do eosino cea
lentes e mestres mandados vir, ad hoc de Franga,
par Pernambuco.
Em nosso artigo publicado em 3 de abril de
I8(>1 aa revista do Diario de Pernambuco apre-
senlamos pela primeira vz a i que resultarla para o Brasil ea mentar o pes-
soal de eosino de lentes e mestres francezes.
Sabemos perleramente que nao fallam no im-
perio lentes aproeitaveis, para o imperial iosli-
luto normal de Pernambuco, pora como se
costuras dizer: santo de casa nao faz milagre,
echamos mais acertado que todo o pessoal venha
de Franga.
Aaaim, a mocidade estudiosa e a rapaziada la-
boriosa aproveitaro mais as liedes recebidas no
Brasil, do que mullas vezes elles aprovetlam em
Franga.
0 prego dapensao sendo de 6003u00 annuaes,
muitos paes de familias, aballados somante, 10
derao mendor instruir seus lilhos em Pernam-
buco emtanto que, c os ricos podem os mandar
para aa escolas de Frsbga.
Os aprendizes trabalhadores serio admitlidos
gratuitamente no instituto agrcola, oade duran-
te sua aprendizagem, tero cisa, roupa, mesa,
roupa lavada e engommada o tratameoto as
molestia*.
Nao sendo admittido escravo nenhum no ins-
tituto normal, os estudaotes acostumar-se-hio a
viver'e lidar com os obreiros o trabalhadores li-
vres, e os bons exemplos, que tero a vist do
bom modo que os lentes e prefssor'es lhes Carao
de tratar e dirigir os obreiros e trabalhadores do
instituto, hsbililaro os estudaotes i tralor e di-
rigir os differentes trabalhadores, com que se
achara em aervigo as horas do trblho ou
estudos pralicos; do bom modo e do trata-
mento conveniente dos elamnos para os 0-
breiros o trabalhadores, depende a melho-
ria e prosporidade que psperams acompanhir
a explotfgUo dos engenhos. colonias e fazeudo
agrcola, que pretcadomos dar a dirigir depois
de formados e munidos de diplom nbeiros agrcolas, aos jovens agrnomas, acom-
pauhados de 13 a 14 trabilhaiores amostrados
uodito instituto, e produzir annailmente maior
somma de trabalho ulil do qua costuraam dar
40 a 50 negros de enxada.
As vantagens pecuniarias que a sciencia de in-
dustria agrcola ha de proporcionar aos jovens
epgenbeiros agrcolas munidos de diplomas, se-
rio cima dos que costumam olTerecer os dos
diploma* do hachareis ou doutores, em nosso ar-
tigo do 30 d outubro tomos j annunciado que
os engenheiros agrcolas chegariam a auferir be-
neficios de 4 a 8 contos de re annua*s, e os
artistas, obreiros.e irabathadorea 2 a 58000 por
da, conforme o ramo de iudustrii qae elles ti-
verom adoptado.
Os er.genheiros agrcolas poderao sssocisr os
seos Irabilhadores aos beneficios da cxplotago,
eomo se pratiea n'.e colouic inglcz-s c fraooaaaa.
Temos j publicado ha mais teropo esto systema
de aasociago praticado em um engenho da ilha
Haurice.-
Recite, 10^e goslo de 1862.
F. M. Duprat.
sj
Agraeciacao.
Nao podando na actualidade, por niiuha pecu-
liar siiuagai, ir pessoalmente agradecer, como
me rumpria, ao Exm. Sr. presidente e mais au-
toridiies amigos com especnlidatle aos Srs. Jo Francisco
Corueiro, Maximiano Casemiro de Sauliago e lr.
Angelo Ileoriques da Silva e seusirmos quo as
sietirara ua iqlauela noile de 17 do corrente mez
ao horrivel lneendio, que mamfetou-se na casa
du miaba residencia da ra de liortas, o vivo
nleresse e solicitude de que.so mostraran) pos-
suidos, pela salvego de miuha vida a da uiiuha
familia em to triste conjunctura ; prevalegome
do vehculo d impreosa, alim de nao retardar
por mais tempo aos meamos nitores cima no-
rneados a express&o de meus ingmtuus senlin'en-
tos de etern gratido por lio obrigatoria man-
festago, Lio propna das almas bem formadas,
quanto conforme com o espirito de verdsdeiro
khristausmo, que csracterisa a" poplago dual*
ciJade.
E porque pelos cuidados e diligencias dn po-
lica e de amigos olciosos me bajam sido resti-
tuidos alguos objectos de minha proprledade,
alvos do iuceodio, e me consta entretanlo, que
oulros dos constantes da relago obixo transenp-
la, se acham anda as mos de alguos particu-
lares, cujos nomes rae nao sao desconiecidos,
sem quo delies me tenham feilo como deviam, a
deida restituigo : cumpre-me declarar, como
por este declaro, que estou disposto, logo que
me seja iaso permiuido a provar peraote os tri-
bunaes do paiz a jestica que roo assisto, a reven-
dicarSo de object-s, que 13o indeceotemente fo-
ram de minh'a cas sublraiudos, o eslao seudo de
tao ni fi possuidos por aquelles a quem anda
os nao cedi.
Recife, 23 de agosto de 1862.
Jos Maria da Crux.
Relaro dos objeclos que foram extra-
viados por occasiao do incendio que
tero Ingar na casa da ra de Hurtas'
na noite de 17 do corrate mez, on-
de resida.
1 imagtm pequea do Espirito Santo.
1 dita do Menino Dos, que eslava colloca Ja
nosbragos de S, Antonio.
1 dita dita de vulto muito pequeo e que ti-
nha um globo azul em ombia as mao.
1 dita da S. Luzi (feita de barro.)
1 dila de S. Oaofre tambem do vulto pe-
qseoo.
1 pequea manjadoura, em que estava deitado
o Menino Dos, doursda e piolsda de pardo, ten-
do o asseoto pintado de azul com pequeas es-
trellas de ouro.
1 redoma antigs de ouro com vidro ns frente
lendo dentro ama imageo de N. S. da Coucei-
gio tambem de ouro.
3 ou 4 peqaeoascruzes de oare amarradas em
um cordel.
1 sonel de ouro de dedo mnimo.'
2 estrellas que serviram de insignia de offieial
da guarda nacional.
2botee de podras vdIuiqbi difiranles ura do
outro, em urna csixinba.
1 caixinha de papel>io eontendo diversos ob-
jectos miudos de pedrs amigas, como rosetas,.
neis, flos de aljfar, misssogss de cor, hivendo
entre os objectos de pedrss, am par de brincos
pequeos de diamautes e ua annel taabem de
diamantas, tudo era vado em ouro.
Estes objectos existism em ama dss gavetas
diurna baes do candar que eslava por bsixe
da que servia de altar ao oratorio na alcova da
sala da frente ende existiera tambem diverses
livres de devogoes e um tbermomelro, peudara-
da no enxami da porta da dila aleova para o la-
do interior deutro de urna caixiaha forrada do en-
carnado.
1 corda de Umanho ordinario de praU.
1 resplendoi redondo dem.
1 dito pequeo simicirculsr idem.
1 dila maior idem.
1 cruz, abandeira do urna imagem de Menino
Daos.
1 Csjsdo de prata com 5 ou 6 anglicas, umas
abarlas, e outras fechadas, datimagem de S.
Jos. "
1 cruz roliga, de mais de palmo de compriraeu-
lo, cora um pendo cm a inscripgio $* as
eut, da imagem de S. Miguel.
1 par de balangas pequeas da mesma Ima-
gem.
1 pendi estreilo com a inscripgao Ecc Ag-
MM Dn, da imagem de S. Juo Bautista.
2 anoeis antigos tendo urna pedra azul no
centro e circulados de pedrss brancas.
Estes objectos ornavam algumas das imagens
do oratorio.
1 par de rosetas de ouro esmaltadas de azul.
1 pulceira de ouro cora retrato.
1 dila de cornalina engastada em ouro.
3 voltas do cordo de ouro com um pequeo
cruciQxo tambem do ouro.
2 colares snligos de oaro.
1 corrente de ouro fie brago engastada com co-
raes encarnados.
1 pulceira de cabello engastada am ouro.
1 velta de cornalina com ua corigo da mesma.
1 par de rozelas de diamantes.
1 dito de minas novas.
Diversos anoeis de ouro, ura com cornalina,
outro de cabello, e outro de maos dadas.
i cruzes engastadas em ouro, sendo aras do
cornalina, e mira de pedra venturina.
1 aderego aatige de crisolitas.
1 dito ue pedras brancas.
Diversos pares de brincos, rozetas c anneis de
pedras antigis.
Estes objectos eilavam dentro de ura bah
grande forrado com couro, na alcova da sala in-
terior.
1 volts de cornalinas rajadas, e lapidadas, e
urna cruz tambem das mesmas engastada em ouro.
1 par !e oculos de vidres braucos engastado
em uure.
1 par de rozetas de ouro com diamantes.
1 dito de pedrea venturinas.
2 voltas de cordo de ouro com ma pequna
[flagea de S. Braz.
1 par de rozetas pequeas de raro cravadss com
crisolitas, dentro de urna caixiaha encarnada.
Esles objeclos estavam na dita sala sobra urna
mesinba reJonda, e sobro a qual eslava tambem
m relogio parado.
2 pares de palseirss de ouro.
2 ditos de rozelas de ouro, sendo um cravado
com diimanles.
3 alGneles de ouro psra senhora.
1 pulseira de coral engastada em ouro.
3 pares de rozelas Ue uuro, sendo um esmalta-
do de azul.
2 aneis do ouro, sendo um ruligo e ouiro de
cabello.
1 relogio pequeo de ouro com retrato, dentro
de um bolsinha decamurja.
2 traucelius do ouro, sendo um roligo e outro
chato.
1 volta de eordao uno do ouro, com diversos
enfeiles para pescoco de cringa.
1 pardo rozetas de pe Iras brancas.
Estes objeclos existism uos bahii5, quo estavam
no correior iuterior da dita sala.
1 pardo rozlas pequeas de ouro polido cra-
vadas com lopazio queimado, e que eslava den-
tro de urna pequeaa caixinha de costura na dita
sala.
2 aldne:s de ouro, sendo um esmaltado de
a tul, e com urna pequea pedra encarnada.
1 par do rozetas Je ouro, com corai encarnado.
1 dito, dito, esmaltado de verle.
1 pulseira de ouro para menina.
2 pares de rozetas de pedras brancas.
Estes objectos exultara eui um bah, e ora urna
caixinha no quarto da costaba.
Toda a roupa do ra, cama, mesa, que exis-
ta U oas gavetas de um guarda roupa, com 15
volumee, como bshs cjixjs, etc. na sal, alcova,
corrodor interior da dita sala, bem como no quar-
to da cosioha, alera de muitos litios, papis de
Imponencia, movis e oulros objeclos miudos qu?
nao mencieuo por esquecimeulo, e para nao j-a
recer exagerado.
Recife, 2J de agosto de 1S6.
Jast Maria da Cruz.
Aracly-10 dias, hiele nr:,nri4l /...
a ""ros ; ao mesmo
ncitJsi, de
01 Alvos ds
velas de car-
capitSo.
r.
'<-. '.';
C*9.9atf^
,,--?*
ip*
(CUtH lElAl
DO
Banco do Brasil.
A caixs filial descea letras com praso al
quatro.mezes a 10 0,0, as do sea proprio aceite
a 9 0[0, toma dioheiro a juros em conta corra-
le, oa por le Iras a 7 0|0 ao aooo, e sac:a ao par
e curios presos, sobre o banco do Brasil.
Caixa filial 2 de agosto de 1S62.
francisco Joio de Barro?.
Secretario.
N0Vo"fiAN(7O
DE
Pernaciibuco.
EM 26 DE AGOSTO DE 1862.
O banco desconta na presente semana a 10*/.
ao anno at o prazo de 4 meses, o a 12 /. al o
de 6 raezes, e toma dinheiro em contas crrenles
simples e com jaros pelo premio e prazo que se
onvc-Dcienar.
ruaca do Zvcite 2C ;e
agosto tle 18G2.
\a \uatro Uoras Aa ViTe.
Cotacies da junta de corctores.
Nao houveram colagoes.
J. ta Cruz Ma:edosresideute
John Gatissecretario.
- O Illa. Sr. lospoclur da thesour,r,a provin-
cial, em cumpnmeato da ordera u Exm Sr pre-
sidente da provincia, manda f.zor publico que oo
dia 18 de leteobro proxisao futuro, parante a
junta da fazeoda da mesma th'aourara, se ha de
arrematar, a quem por menos lizer, a obra aos
reparos da 3a parle da estrada do noria aa ponto
de Timb a entrada do eogenho MonjnpA na PI_
teuso de 2.C6 bragas, avallada esa :17u3<80.
A arreaiaiago >-rj fela na forme da le pro-
vincial n. 313 de 15 de maij de 1854, e sob as
clausulas especiaes ab>ixo declaradas.
As pessoas que se strnpozerern a esa arremata-
gao couiparegam na sais das se.-ses da mesma
junta no di* cima mencionado, pelo meio-di*.
compeieulemeate hsbilils.ias.
E para constar se raaudou publicar o presente
pelo Diario.
Secretaria da iheiouraria provincial de Pernam-
buco 22 de agosto da lbo2.
O secretirio,
A. F. d'Annuuciago.
Clausulas especiaos para arremats-ao.
1.* Os reparos da 3a parte da e.traa Uo norte
na imponencia de 4:ti'6?4I0 erio feitos de con-
> forraidede com o respectivo orgameuto apv.rovado
pelo conselho da direcion.
2." O arremtame dar comego aos Irabalhos
no prazo de 20 das cootados da deis do tero o da
arrematagio, e os cancluii bo de qutro n.ezes
contados depois dos 10 dias para o comego.
3.1 O pagamento ser feito em duas prestagoes
iguaes, que ser3o sffecluadss, a primeira qujndo
esiiver prumpla melada ds obra, e a segunda no
Om da mesase.
4." Km ludo o mais, que ro vai especificado
as presentes clausulas, seguir-se-he o quu dis-
poe a le provincial u. 286.
j." Em caso algum e por qaelquer molivr> se-
rao Hendidas reclamagoes e ioaeraoissgoes de
qual juer natureza e por prejaizos anida qoe pro-
TflJus- Conforme.
A. A. d'Annunciagao.
O Illm. Sr. inspector d thesourana provin-
cial, em cumprimento oa ordem Ixm. Sr. pre-
sidenta da provincia, manda fazer publico, que
ne dia 13 de aoven, bro prximo vinat.uro, p'e.-au-
to a junta da fazenda da mesma thesauran, so
ha de arrematar, a quem pr menos ti/ar, a obra
dos repares da segunda pulo da estrada do norte
d puot- o* Fragoso a ponte de Timi>6 na exten-
a a o e a.U.e bracee, avslia.la em 7 b7J200.
A arrematago sera feita na forma da le pro-
viucisl n. 3i3 de 13 de maio de 1854, e sob n
Clausulas especlaes abaixo decltrioas.
As pessoas que se prupozsrem a ess arrcwaa-
(ao comparecen) as.la daasss5es darefeiila
junta oo da cima meociousdo, pelo meio-dia,
compoleotemente habilitadas.
E para ceaslar se maodou publicar o prsenle
pelo Diario.
Secretaria da Uiesouram provincial de Pernam-
buco 2: de agosto do |86S.
O secretario,
A. F. d'Anauociagio.
Clausulas espeeiaas para a arrematago.
1." Uj reparos da 2" parle da eslraSa do orto
na importancia de 7:6i72'JO, serio feitos docon-
fursiidade cora o respectivo crgunenlo approvado
pela directora em conseilio.
^" O arreinatsrile dar comego a obra no ', ra-
zo de 39 das, conidios da data do termo da ar-
ramalagau e a concluir no de cinco mezes de-
pois dos 3i) oas p3ra o roirgo.
3.a O pagamento ser'feito ns tres sresUgoes
iguaes, correspoudeado cada urna a um lerco da
onr.
4.* Em ludo mais que nio vai especificado as
prseme* clausulas, seguir-se-in o quu flispOe a
lei o. 2o6.
5.a Em caso algum e por qualquer motivo, se-
rio atieuddss reclamagoes lodamoiaages do
qualjuer natureza e por prejuizos anda que ure-
Td"s. Conforme,
A. F. d'Annuociarao.
. .-. Q
- rm^e-ar,
aaadlraanto o da 1 a 25. .
Ida* de le 26 .... ;
864:30-2f"35
15 131:767
379;i31cll2
luspi-ccAo (lo arsenal de
mriha.
Fas-se publico que a commisso do peritos
deste arsenel examinando, oa forma determinada
no rRuUsaf>nto nnexo ao decreto 13>', j., -
de fevereiro de 1854, o casco, mach.nss, ap-sre-
Iho, Bsntre.agrio, veame, amarras e an 0- rja
vapor UuarasMi da companhia Pernambucana
de i.aveg,.:.-.o coeteira, achou todos esses obiec-
tos em recular estado.
(aspecfio do arsenal de marinha de Pernam-
buco 2 de ra 1862.
11. A. barbosa de Almeica,
Inspector.
Quinla-feira 28 do corrente, dP| os da SU-
iJieociadoSr Dr. juis doe f.itos da fazenda, as
10 horas da rnaoba, iHm de ir a praca pr ren-
da, a quem msia .ler, oseguiule '
aobrado de um andar e solio, sito na ra
das UraogeiMa. 2. com duas portas varanda
do madeira lando a (reme 00 4 |aiu
ora sobre ,2 le fondo. d,as l,s, dous uuar-
les, cozmha no selao, pequeo quintal murado
con. cacimba n-eaira e solo fur.iro, P. r s
acbar e.-t, mo astado foi vallado em 2 8(HM)0tf
O sobrado, ineia-agoa, silo na Iravessa dos
Manyrios o. 5. com nuco jsuellas de r.-nte o
loas salas, tres pequeooe qu
cunta dentro e solo foroiro o qual ttm ; 1 ->
pairan, d, frente sobre 38 1,2 da fundo, a,.,,,-',
.1 3 ZWty ns quaes foram prnhoradns pr ,I8.
curso da Iszen la provincial contra Bisadlo Da
beox e Francisco Antonio das Ch gas, con o fia-
doresde Fr.n.lsco lavalcnt) de Albuquerque.
Recite, 25 de agosto de IS62.-0 soli,-il,dr.da
f-zen.ia iroviacial, Juo Fumino Goneia de
tanta ei*sa de misericor-
dia do I*ici <
A Illma junta administrativa dsSints Cas na
Misericordia do Recife manda f.ier pollito quo
no da 28 do correnta, pelas 4 horas da la'd* ,
oricatnlo da aPtss4..e.-9,.
Velamos entrados comaxendas.. 295
om genoros.. 234
= 54'J
Velamos sabidos sem Isxendss.. 35
> com seeros.. 246
= 2S1
Descarressm no da 27 aamsto.
Escuna inglesaZant Pachetfazendas.
Barca ingieraCearidem.
Brigue LubekensNautiloso reste.
Barca americanaMacoo resto.
Brigue hespanhol Themoteomorcadorias.
Gtlera fraacezaBerthfazendas.
aenetsadorla ala reodas Internas
freraaa d* Paruambnso
Randiaente do dia 1 a 25. 24:244a807
Idea dt dia 26. ..... ; I.H9J550
25:957*357
Conaalado provaelal.
Rendimento do du 1 a 25. 26 719J123
Idea do dia 26....... 51Sab
27:IJ0161
aU)Vttia8i.ti) orw
Navioe tntradot no dia 26.
Rio de Janeiro18 dls, bligoa hespanhol Des
lino, de 590 toneladas, capito Antonio Sitcbei,
equipsgam 19, em lastro ; a ordem.
Baeooa-Ayrea. 33 dias, sumaca haspaohola
Mengo, ds 127 toneladas cspilo Pedro Calo-
mar, equipagam 10. carga 13,200 quintase de
carne; ordera.
Navioi tahidot no meimo dia.
Penedocu.ter oacioosl Emma, sepili Francisco
Gongalves Terrea, carga difiranlas gneros.
Portos do nortevapar nacional Ijuarasiu' cora-
mandante el. de M- Vianns.
libada Fernando do Noroohavapor oicional de
'guerra Ypiranga, cammandsato 1* tente
Abreu. l'aeasgeiros 4 presos da jasliga.
Navios (Mirados no dia 26.
Arscaty e portes intermedies9 das e de ultime
porte 14 horas, rapar nacional Jaguaribt, de
509 loneladir, commaadanle Manuel Jesquim
Lobatt.
sala de suas sesedes ir a praga par, ser arrema-
tado a quera por mecos fizer, o fornecimanto de
pao e bolacha gue se ht.uver de conaumir noa
estabslecimonlos de ean-tade. do 1 de selembro
* 31 d dezt-mbro do crrente nno. Os prelen-
dentes dirijam suas propost>s em carias fecha-
Secretaria da Sinta Casa d Misericordia do !
cife 21 de agosto de 18G2.-0 escri.jo,
F. A. CavalcsBti Coussairo.
Sania casa da misericordia do
llccifc.
A lllma. juaia adminielratira de Santa Csa
da Misericordia do Reie msnda fazer publico
que no Uia 26 do aarreul, pelas 4 ber-, da 1,,/-
oa a.ia d. a.a. sesses. iraa a pr.?ll ftri>
arrematsdus quem p., meaos gzer ,s re "
das casas aoaixa declaradas. f
ua da Lapa a. i, arfadas em S7Q|000.
Una do Amonta a 24. dem ean 1n9(.
Una do Megueire a. 17, Id* em 457ia
lia do Padre Flonaae a. l, ie,a ,m ijgjos.
Una des Lineo Poetas o. 110, idaoj .- 174,520
Saerstaria ds Saeta Casa de Misericordia Co
Recife 21 de aguato de 1862.
f. A. Cavleaaii Cousseiro.
Escrive.
Sania Casa da lisericor-
eia it lerife.
Alllsai. justa adasiaislrsliva ds Santa Cssa de
Misericordia de Recife aseada fazr pabtiee qae
ao dia U da arresle. asas 4 heras da larda, aa
sale de suas sesses, ir* i prega a arraessttfo
daa ganaros slimonlteaes akaixe dsclsrados, e,ue
boa>areoa da eaosaasir es allefioe da orahaes,
do I*4a aetembro prximo viodouro a 31 de de-
zsmbrodo corrate anno : os pmtendentes diri-
jam as seas proaosiss em cartas (cebadas, deca-
rana o aeoor prego por que Ibes eonvem for-
aecar ditos geaeros, os qases sao :
Caf.
Chi prete.
Mantaif* fraoeeia.
?sacar raHoade.
Carne verde.
Toeeinhe.
Arroz pilada.
Beealbio.
Batatas.
MUTILADO
ILEGVEL


1
'
DIAO Di flBHAMBUCO. -- QUl'TA FEl; 4 27 DI AGOSTO BE 18.
i
/
/
rijso.
Fsrinha
Sal.
Aieite/o"-
Vinag/-
Lanh '" h-
Pe*
y. Jara*.
Fr-eti.
rJea.
f Dietu.
rjaogos cu fraogss.
*alioha.
L.eite.
Aletria.
Macarro. .
Cha prelo.
. Vinho linio (Lisboa).
'Dito dilo (.Porto).
Doce.
Secretaria da tanta casa da misericordia do Re-
/cie 20 de agosto de 1SC2.
F. A. Cavalcanti Couiieiro.
Escrivo.
Santa casa da misericor-
dia do Recife.
O Illa. Sr. coumenCador Jos Pires Perreira,
theaoureiro a* saais casa de misericordia do Re-
c '>, manda (-.: publico que, era Tirtade da de-
liberado 4a junta admioiatrativa da misma aan-
ta eiaa, far pagtmaolo s amas da casa dos ex-
peslos, que comparecers acompanhsdas das
respectivas crianza, do dia 10 de srtembro pnn-
xima [maro, plas 19 horas da maaha, no salo
da casa dos expostos.
Secretaria da ssnla cas de misericordia do Ro-
Cife 2j di agosto de 1862.O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Por esta subdel-gacia se faz publico que te
achata depositidos dous carallos alasos que fo-
ram tomadas a uat individuo de aosie Pedro
Francisco Carneiro de Atmeila, por suspeila de
serena furtalos, duendo dito Almeida qua os le-
vara para o sul, assim como Wmbemse acba de-
positada urna canoa e urna red* graude de pes-
car que foi tomada a Joan Evangelista u i acto de
estar dispeacindo viveiros ue pena no lusr do
Pina, periencente a Maoool de Almeida Lima, o
qual oi ore90 oro flagrante, e ra.ser procasssdo,
em rirlude da qutnxi dada em juizo contra n re-
ferido Evangelista : porlanto, quera se julgar
com direito a ditos objectos comprela, que pro-
vando, lhe sarao entregues.
Subdelegada do 1 liatriclo dos Afogados 22
de agosto de 1862.O subdelegado,
Pedro Mana de Abren.
P- la lh>--scuraria provincial se faz publico,
que as srreoialaces das obrs do cano de esgoto
da preca do cbafariz do bairro do Recife,
aperfei'.'oaniento de urna parte da estrada da Vic-
toria, no lugar denominadoLadeira da Sicupi-
ra-Torta, foram transferidas pareo dia 2 do cr-
rente
Secretaria da tbesourari provincial de Per-
nfimbuco 21 f agosta do 1882O secretario,
A. F. d'Anoonclacao.
Pel.i adminislrscao do correio desta cidaJe
se faz o'iblico, queem virtude da convrngo pos-
tul calibrada pelos go'emos bresileiroe fraocaz,
snro expedidas matas para Europa no di* 31 do
correla, de coiitormidade com o annuncio deste
crrelo publicado no Diario de 29 de Janeiro do
auno passado. As caiias sero recebidas tt 2
huras -lites da que [or marcada para a sahlda do
vapor, o os jornr.es at 4 limas antes.
Correio de Pernaiuburo 22 de ag..sto de 1802.
Domingos dos Paasos Miranda.
AdminiaViador,
Para o Maranho segu por estes 8 das o ve-
leiro palbabote Garikaldi, ..tem parte do rarre-
gameoto prompto, para o resto tratase com
lasso traaos o* com o espito Custodio Jas
Vlanoa.
As sortee de 5:0000 at 10$ erao
pagas urna hora depois da extraccao,
a as outras,no dia immediato depois da
distribuicao das listas.
Servindode thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.__
Preclsa-sa alegar um preto Bel para o sei-
vico de casa : na ra Nova o. 16.
SO NO
mmm
I i>:"*:
Para Lisboa o brigue nortuguez Mello Fifuel
ransa, eapito Jos'd Perreira Lessa, relea.le
sahir at o dia 25 do corrate, para passageiros
para es (jases tem excellaatea caasasodes : tra-
ta-se cem oa consignatarios F. S. Rabella & Fi-
lba, raa da Cadeia a. 55.
' de iuslruccao primaria para o sexo imi-
I colino; na raa da Cadeia do Recife n. 52.
a
23Largo do Ter^o23
VenJe-se os ganaros por menos vinta por canto do qua a outra qualeru raparta afiaa-
caaVse a boa qualidida. '
NVa escola particular $ I Manteiga iagleza da safra aova de 750 a 800 rs. libra.
' Dita francesa da preaoita qualidada a 600 ICO rs. a libra.
Qusijes flaaengos chagadss ultimaaenta ix}i dos da passide vapar a 1*100.
@@ -91 !C'f' *.' Prim,ir* "Bunda qualidada a 260, '286 a 3?0 rs, a libra, e esa arroba a I 99.
Desencaminhon-se urna leltra saccada pe- I Servej.s das marcas mais acreditadas a 480 rs. agarrafa.
os Srs. Arkwvight & C., a aceita peloa 3ra. Per- | Yiobo engarrafada de Farto a 19200 e 1| a garrafa.
Diloan pipa marca F. L. P. a 480, CO <40 rs. a garrafa.
Massas, macarrao, taihai im e alelria a 300 400 rs a libra.
Pauas navas a 329 rs. a libra, e em maias mus por 3| cada ama.
Batatas novas a 86 es, a libra, a en porra j se faa abalimento.
Alen des ganaros annunciados, eacentraraa serliaante sama'cte da tu la qaaate a teadea*
te a aolhades.
Ama de icile.
Precisa-se de uwa ama
Cruz n. 15, aeguodo ai.dar.
de leite : na ra da
reir & Matheus a vencer em 6 de Hovesabre pro
limo vindouro da quaolii da 6:000^1100.
Os aceitaatea est prevenidos para nao des-
eonia-la, oem paga-la em sen vencimento stoo
ao seu legitimo dooo. Quem estiver do posse
d'ella pode entrega la na raa da Cruz armaxem
d. 61, eu na ra da Cadeia do Recife n. 62, que
ser recompensado.
^@-s
'e*9(
@;
Ao publico e ao commtrcio.
O aelicitaoor P. A. da Coala Mschido pode aer
procurado para oa misleres de sua proBsiSo na
caaa de sua residencia, na villa do Cabe, nos dlaa
desegondis, tarcas, sextas o sibbados ; e noa
das dequarlas e .alelas-feiras, na villa de N.
S. do O' de Ipcjtita, aoode offerece os seos ser-
viros a todas as pessoas que da sea presuma ae
qulzerem utilisar; enearregando-ae de reeeber
por sua coota qualqaer qaeslao a.ae penda ante
os dous tecos, vuioqu.para esse Osa se scha ha-
biltalo e de ictcrJo com os Drs. A (Tenso de Al-
buquerque Mello, Jlj Gonzaga Bscellar e Pedr*
Gaudiaao de Ratia o Silva prometiendo empre-
gar todo o zello e scii'iJade no que ihe for coa-
tiaso a bem de seas conatiluiotes.
com multa brevidado preteede seguir o beat co-
becido a veleiro brigue escuas Joven Arlhar,
capito Jeaquim Aatoaio Concalvea das Santos,
lea parla de seu carrgaeato proapte ; para o
resto iua Ike falta, tratase cea oa seus censig-
natarios Antoaie Luiz ale liveira Azaredo A C,
ae aeu scriptorio ra 4a Cruz a. 1.
f*R
COMPAJIHIA PERXAMBUCANA
DR
Navegaco costeira a vapor.
Parahibn, Natal, Macau, Aracaty, Cea-
r, Acaracu' e Granja.
O vapor Jaguaribe, commandanta Lobato,
sahir para os portos do norte at o da Granja,
no dia 6 de seieu>bro as 4 horas da tarda.
Refwe cara at o dia 5. Eneommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at as 3 horas do dia
e do da sabida. Escriptorio no Forte do Matlos nu-
mero 1.
;^:0&:'.
O abai
dado do
encao I Nova exposi

xo assigoado teno-se j mu- ?>? ;
seu eslabeleciaieotd do hulel j
da Escada, e de Gameleira para a po- S
voacae de Jaboalao, como por ali te- w
oha deixado espalhade algumag sem- f^
aaa de debito, em oaos de varios "**
senhares, e at o preseule neobum dos W
meamos se tenha lerobrado da vir-me dJtt
procurar aQoa de satiefazerem seus de-
bilos, e no ni seus aceites, por tanto, voi ^9
por meio desto rogar, em amigavel, que ^
espora todos lhs salisfa^am, na con- z>,
foraidade como foram lodos servidos do _^
^3 contrario fazer entrega de suas cositas,
X e le tras a oulro para conseguir judicial- j
^a mente, visto que assim o prometieran), ^
2 Clim quao'o o abuso tem sito sufDciente.
i$ Antonio Flix Poreira. ^
U. C. C- de M'sllo, lanzador do consulado
provincial, avisa aos senbores proprietarios e
malsdonosde estabelacimentOB, que desde o 1.'
da julho do correle anno ee acha encarregado
dos lancameolos da decima urbana, e dos de
mais impostos das reguezias de Santo Antonio,
5. Jos e Afogsdos.
cao de candieiros
Aviso.
a gaz
O Dr, Predenco Schulz. medico, parteiro e
operador, mudou seu consuliorio medico para a
ra Nova n. 21, 1* andar, auode ello pode ser
encontrado todos os das para xercicio de sua
eieocia a qualqier hora do dia ou da noile. Re-
ado por escripto.
Chsgou a aova exqoslcSo
Chegou
Chegou
Chegou
Caegou
i K|
TI
:'-&.% P
Cousc'.ho administrativo.
O consi'llu) adniiiiistrativo para forneciraento
do arsenal de guerra tem de contratar o forneci-
Diei to ora o rancho da compaas dos menores
do arsenal de guerra, nos mezea de selembro
culubro prximos indouros.
Pao de i incas, bolacha arroba, m>ntt>ig fran-
Ceza, assucar reliuado dj 2* aorie, cha hy caf em grao, carne verd, carne socca, loucinho
de Lisboa, az-iiie doce le Lisboa, vinagro ,ie Lia-
boa, bacalho, arroz do MarnnbSo, fi'ijo prelo ou
inuiaiiho, fannha da mandioca de pnmeiraqus-
lidade.
Para o arnenai je guerra.
2 arrobas do Qo de vela.
(Juem quizer contratar ta^s objectos aprsente
as s.as proposlas em carta fechada na secretaria
do conselho, as 10 huras da maolia do dia 23 ao
correute mez.
Sala las sessoos do conselho administrativo,
para forneciraelo do arseual de guerra, 29 de
agosto do ta.
Antonio Ptdro de Si Barreta,
Coronel presidente.
Francisco Joaqun l'ereira Lobo,
Coronel vocal secretario iuterino.
Quinta-feira 28 docorrente as
10 horas da xnanha no atmazem da
ra do Imperador n. 57.
O agente Olimpio far leilao por conta da qoo
pertencer dos objoclos abaixe declarados, a
sabr :
Liaros de direiio e lilteratura, 156 potes com
ba*ha [ranceza, mappas geograplrco?, relegios
s:s.=os para prele, cima de mesa e algibeira, 1
machina pholbographica, machinas de varrer
casa e tapetes, guarda-veiti*os, guarda-roupa,
quadros pintados a oleo, apparadores para sala de
e Ijaotar, ea,>clhos cora molduras de differeotes ta-
manhns, toucadores para toilette, dazias de ca-
leirps para aala dejanlar, candieiros para cima
de mesa, cadeiras de balando dt> Jacaranda, ditas
de noxno e outros muitos objecioa que estaro
patentes aos compradores na vespera e da 6o
leilao.
Aviso.
a nova expoiirao
a nova axposicSo
a nova expsito
a nova expsito.
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
CsDdieiroa a gaz.
Sortimenlo completo
Sorti i.ento completo
Sortimenlo completo
Sortimenlo completo
Sortlmento completo.
Gaz de priraaira qualidada
Gaz de primeira qualidade
tiaz de primeira qualidade
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primeira qualidade.
S tem na nova exposi;9o
S tem na nova expoaigao
S tem na nova expoaQo
S tem nt nova expsito.
O proprietario deste catabslecimento avisa ao
publico em geral que tem recebido um completo
sortimento de candieiros a gaz para ricas salas,
quirtos, aseadas, engenhos e para estudos pe-
queos que pode com a ecouomia da urna gar-
rafa de gaz ter para 60 horas de luz, ricas cadei-
ras do balanQO de ferro com estofo adamscalo
do linbo, lavatorios de ferros econmicos com
lodos os portence, com esgoto no fondo da ba-
Qaem prensar de um jardiooiro para limpar
jardim ou horta, dirija-se a ra do Brum n. 63,
ou anuuncie por este jornal aoode se deve di- I cil. ricos quadroa para ornamentos de salss e un
ngir. i riquissimo sorlimei.to de otjeelarias a imilac.ao
--------- -----------! de marm para sanhoras approvadts na ultima
rScSta typo^rapliia precisa se lal- jetpoaicao das pnncezaa lando o premio maior,
lar ao Sr. Manoel Ferreira d'Alaieida, riquissimaa pulcfiras a iroitacao de camafeo, tu-
i do su vende por diminuto pre^o que multo
Francisca Fernn les Duarte, proprietario do
armazem progresso, faz ver ao respeitavel publi-
co qae o aeu estabelecimenlo com o nova nume-
rario passou de o. 8 para n. 10, e para que cao
haja equivoco faz o presente.
Furtaram do abiixo asaignalo, da villa do
Cabo, no dia 18 de agosto do correute auno um
Cavallo ruQosujo, com os sipones eeguinles : una
cova na sarnelha, e na mesma urna pequea feri -
da do lado ; foi o dito cavallo alugado a Luiz An-
tonio Lobo Hoscoso, que julgo aer ladro de ca -
vellos, pols tendo-o alugado para ntregar no dia
seguiote, sao passados ja s- [ das e ainda nao
reslituio-rae. Pede-se as autoridades que o ap
prehendereM, que me imhci,
Furtaram mais do mesmo abaixe assignado, no
dia 2 para 3 de marco do correnta ann, dous
cavalloa com os sigoaes seguiutps : c 1.* casta-
nho escuro tapado, altura ri'gular, c .'do, com
urna fisira prata que principia da sarnelha e Onda
na cauda, e lem o (erro seguinte II: o 2.* ahto
pequeo imitando a caxilo, ioteiro, urna marca
de aexiga (do stllm) anda baixo, bota at meio
e um pouco desaasiriado, osps c a i: a 'os, e una
usao tambem calcad* pouca cousa, e na outra
urna marca branca da largura de um dedo, a
frente do teico branca em baixo do qoadril para
a coalella minima urna marca branca, na anca
urna marca rdxa imitando a preta, constando que
se acha na fregueia do Agua Preta, lo eugenho
Riacho : roga-se s autoridades a apprehensao
dastes amm.es, a me avitirem. Villa do Cabo
25 de agutto de \Ht>- Viteote Alvesde Barros.
Antonio Hilario Liaboa, aubJito portuguez,
retira-se para o Rio de Janeiro.
S$tavfaGa30@99e^9i9
a
A pessoa qne annunciou por este Diaria
querer alugar nm sitio perlo desla praja com
proporcoes para ter aonualmente 16 vaccas de
leite, a que tadha algans arvoredos a tetras para
plantacois, se quizer fazer negocio com um sitie
nessaa circumstaneias na estrada de Beberibe,
aonunete onde deve ser proenrado, o dirija ae a
raa do lmperaor o..5i, primeiro andsr.
Gabinete Porluguez de
Leitura.
Da ordem do 111. Sr. presidente do eonsalho
deliberativo convocado o mesmo conselho para
sesaao extraordinaria quarta-feira 27 do cerroute,
as 6 horas da larde.
Secretaria do conselho deliberativo doG'binelo
Porluguez de Leitura aoa25 de agosto de 186J.
A. A. dos Santos Porto,
i." secretario.
V
que mora na Casa Forte.
W<
Wf
SPadaria
t itrio
raiiceza e
echanieo,
Escravos,
as, canoas
barca-
e velas de
m
;i o R hnraa
da tar-
4
carnauba.
,J. i ^.'' N ..
\
R
neiro
Pretenda seguir cora mnita brevidade para o
Rio de Janeiro o veleiro e bervijconhecido brigna
nt:iooal Almiranteo, tem parta do seu carrega-
mento prompto ; para o resto que lha tal
la-s com os aus cunsignstari.s Antonio
Olivaira Azevudo, no seu escriptorio ra
aumero 1.

O g^nle Alm-..i'la far leiio a requerimento
do depositario Qa massa fallida de Joaquim Fran-
cisco dp Mello Santos por mandado do Illni. Sr.
juiz especial do commerclo le diversos escravos,
doas bnreagas muiio boas de velas, urna canoa
grande c cinco menores e do mais 110 ciixas de
velas dj carnauba, tudo perteoiente a mesma
massa.
Quarta-fira 27 do corrente
O leilao ter lugar no trapiche barao do Li-
vrameota no Forle do Mallo n. 15, s 11 horas
do da.
^1
m
^\\m par
da Cruz 1
va
do sitio da viu-
l)r Mrto.
COlilFRNHIs 8R&SILEIRA
DE
Mtnirss
V.' esperad > dos portos do sul at o da O ao
corrente um dos vapores da companhia, o qual
depois da demora do coslurae seguir para oa
porios do norte.
Desdo j recebom-se passageiros e engaja-se
a carga qua o vapor poder conduzir a qual dev-
r ser embarcada no dis de sua chegada. en-
comov'ndai e dinheiro a frete at o dia da sahl-
da as 2 horas: agencia ra 4a Cruz n. 1 ee-
tiiptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azovcdo
& C.___________________
O igenta Almeida far leilao por coma e risco
de q em pertencer de urna parte no sitio da viu-
vadoOr. Brito na estrada da Torre com frente
p.-raj margem do rio Capibaribe, grande casa
de empo e multo bem plantado.
Tr^a feira 26 do correute
no esriptorio do agente cima na ra da Cadeia
do Reife n 48, < 11 horas, os pretndanles po-
dem-e dirigir ao euesmo escripturio que ach-
rio aprecisas infrma;6e8.
m
NICO NA PROVINCIA
50-/W(i da Imperatriz-oOt-j
A padaria fraoceza sita na ra da Iai-
peratriz n. 50, continua sob a adoiinis-
tr..>o da viuva Barrellier e alli haver
lodos os dias :
n- j.
de para tomai
rente em diante.
Bolachas de todos os tamanbos e qna- t*i
lidades.
Biscoatos doces e aguados e de todas
as qualidades.
Bolachinhas-de aramia doces e olea-
das.
Bolos franeezes.
Fati8 doces.
Pao commurn das melhoros farinhas
do mrcalo.
Preparsm-se bandejas de todos os ta-
& tr.hu com bolos de totas as qualida-
des o tvdo isso por precos commodos.
A referida padana trabalha em um
torno mechanxo as^as daspeniios e
nico ua provincia. O ', sahe o mais limpo, puro e de melhor
goslo e bom assim as bolachas e tudo o
mais. O forno tem um asseio notavel e
o pao cosido com multo pouca lenha,
e aem haver communicacio com
ou as bases, sendo por isso qua nao se
encontra p menor iregmlhtQ do carvo
no pao e as massas que alie costnfia.
ver agradarlos preteo lentes ; ni
20 e 24. toja de Carneiro Vianna.
de-
raa Nova a.
ocleae k ediic^c ;.
As subscripios desta benfica sociedade s fi-
caro abertas al 15 de selembro prximo futuro.
Senhnras subscriptoies :
Tie a honra de participar a Vms. pnr aviso
circular de 1.* de agosto correte, publicado no
Diario de Pernambuco de 4 do mesmo anez, que
pelo vapor Oyapo.ko, sabido dsqui pua o Rio
de Janeiro em 18 de julho prximo finio, tive
oc'sio de dirigir aos augustos e digoisstmoi
enhores representantes dn nagSo, urna petico,
jo objecto era pedir ao goveruo imperial um
a
aanaKiiJM 11 '. : na i
3Ra estrella o Rosario3
J) Francisco Pinto Ozorio eontinaa a eol-
Kj local duntes articiaea tanto vor moio de
\ anulas como pela preasio du ar, nao re-
ceba psga alguma sem que as obras nao
1$ flquem a vontade de seus ionos, tom pa
acreditadas
% outras preparace as mais
iuivaptuiu fo.onnsfll)JViS',lz_nTieo3, sem para eonservacao da bocea.
lenfentes a sosielade, e com a obrigaco de'
>olsar dita quantia ao governo iapenal em

a

a
ir
a
p
a
a
10
--..
m
<9
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
HWtnt l f iM8.
At o dia 10 do corfente, esperado dos
portos do norle o vapor Oyapock, coamindan-
te o primeiro tenente Antonio Marcelino Poetes
Ribeiro, o qual depois da demora do cosime
seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros, engaja-ae
carga que o vapor poder conduzir, a qual devo-
ra aer embarcada no dia de sua chegada : dinhei-
ro a frete e entommndas al o dia da aabida as
2 horas da tarde : agencia ra da Crnz a. 1,
escriptorio de Antonio Lntz de Oliveirn Azeve-
do & C. ^^_^____
300 saceos cm farinlia
k ni ilioca.
QuarWfeira 27 do corrente
O agen e losuna vender por conta de quem
perteoc 300 saceos com [fiaba pouco mata oa aaenos,
muito nova : qurta.(eira 27 do carrete, pelas
10 horas da raao^a no trapiche do Cunha.
mnm.
>io de Janeiro,
LOTtRIJ,
Sexta-fcira 5 de sete.-bro prximo
seextrahira' a ultima par\ A priinei*
ra lotera beneficio do religiosos
franciscanos de Olinda e pjmeira da
primeira da santa casa da mikTlCoria.j
no consistorio da igreja de N. i'fo k0.
sario de Santo Antonio. Os bi,ete e
meios bilhetes achamse a veu^ na
respectiya thesouraria ra do Cre$n n
15, e as casas commissionadas p^ca
da Independencia n. 22 loja do Sr. S^.
tos Vieira, ra da Imperatriz loja l.
Francisto Jorge da Silva Paraohos, dentista
caw o suu gabinete oa ra larga do Rosario n. 9,
tema honra de identificar ao respeitavel publi-
co desta cidade, que recebeu ltimamente de
Paria e da America do Norle um variado tjarti-
naento de objectos de sua prossao ai adagio
vindos a esta cidade, como sejam denles rfoif -
ferentes qaalidadea, transparentes mioeraes por
Vuleanet, estes dentes nao s pels solidez como
tambem pela grande relaco da analoga que tem
com os naluraes. lo anperiores aos que ordi-
nariamente lem viudo a esta cidade, raza por-
que presentemente sao elles oa mais adoptados
pelos melhores daniistai de Paria e da America
do Norle. O annunciante tem tambera um gran-
de sortimenlo da massas finas de iversas cores
para encher os dentes cariados, as quaes tem a
preoriedade de adherir a cavidade e de solifl-
ca la da modo a poder logo exercer a masiiga-
cao, *Mssipam inteiramenle as dores ainda as
mais sensiveis pronrieda'les que ne tero a da -
manlina de qua ordinariamente se faz uso, a qual
em vez de dtaaipai motiva as dores por causa
d'sgua ocidolada d sulphurico. Quem quizer
sei denles cariadas, cheios de ditas massas s
recorreado ao aanunciante porque ella o ni-
co que presentemente Um neeta cilsde ditas
maasas recentemente chegadas da America do
Norle e de Paris. A' vista as circumstaneias
criticas do tempo tem o annuncisnte resolvido a
modificar os pregoa e de seus trabalhos afim de
chegar para tofos. O mesmo colloea denles so-
bre base da ouro, platina etc aem extraccao de
raizes pela prsalo, a pivot eu a pislo, desres-
aorl de crochel, como melhor exigir o estado da
bocea. Para a eonservacao dos dentes em esta-
do de jaspe lem o aananciaute excellenle pos da
Chioa verdadeiro preservativo nico e magniQ.'O
denlrifieio para conaervar a bocea e dar-lhe um
hlito sublime, tornando os denles palo seu uso
qu indiano isentos da carne qua vulgarmente
ehamam pe Ira, da frouxido dos nervns alveo-
lariei e de cutros muitos inconvenientes qne a
[alta da taea preservativos oceasiona tendo por
origen a negligencia que commumaate ha qua-
si em tade o publico, acontecendo assim par-
dar-se a especial ornato da boeea ; o annuncian-
te elaa disto faz tedas as operryies de sui pro-
flssao com teda a nromplido posaivel e delica-
deza. A entrada confronto a casa da phsrma -
cia do Sr Barthelameu.
OLC1RO.
Precis'-se de um nlero para ir exercer sua ar-
oldadea de SO:008 por anno.
Uoje_venbe" lev.ar ao conhecimento de Vms.
e mrta petico foi mpiuionala no expediente
sesso de 30 da julho prximo passado, e en-
de commtsso de fazenda ; prtanlo, qua
r que venha a ser o resultado da dita palic
lu.na-se de urgente preciso que at 15 de se
tembro prximo vindouro os 8mhore subscrip-
tores se apressera em remelter-iiia por escrito
suas declaracHS, designando a situ^an, diman-
co e confrontatjo dos terrenos ou predios a ree-
dificar, com cujo-valor quurern subscraver para
a formaqao do capital social, u^escriptorio j
indicado do Illm. Sr. Dr Deodnr^BJ'piano Coelho
Catanho, roa do Imperador n. 8f^r
Estas declarai;6>s me sao inlispensaveis. para
po<%r apromptar era urlem namoiica, sobre a
planta da cidade e arrabilde,os ditos terrenos ou
c""f' [ | prelios, cuja* copia dvo fazer snS'ir P6'0 vapor
5n a ^ del." de oulubro pira luglaterra, a'onde nos ho
$} de vir 500:000j> em moeda correr.t, e socio priB-
sa cipal para .jui tratar coojunclamenle comigo
f das trsnsacr;6es e adminisiracao dos negocios da
nossl sociedade de ediflcscde.
Recife 22 de agosto de 1862.
. |i. M. Daprat.
<--lerdeu-se um caderno com capa azul enro-
lado e emmassado em urna tila., contendo dentro
nm vale e varias contas; q-iem o achou, queren-,
.do restituirlo poler entregar lia ra do Crespo,
loja de GuimaraVs A Lim.
Aluga-se uma boa casa sita no
lugar ponte de Uchoa a maxjgem,do rio
Capibaribe, com acommodacoes para
grande familia : quem pretender cuten-
da-se com o hachares Manoel Gentil da
Costa Al ves no mesmo
Para j.assar a fest
Alug se uma casa no Poco era comrr.odos
para familia : na ra Nova n. 47, loja de Bartos
& Reg. __________________________________
, I Sesete de algodo dus
Estados-Unidos
Cl
Na livraria n. fie 8 'ia pra^a
pendencia distribue ^e
algodao mandada vir dos
do* pelo governo.
da
In.
gemente de
E&tados-Uni-
Saca-separa Lisboa e l'pitj na
ruado Vigario n. 9, primeiro andar,
escriptorio de Carvalho$ Pogueira.
- Quinta-feirs 21 do cetrenle ficaram por es]ue-
cimeeto sobre e primeiro altar aireita da en-
trada da matriz da Boa-Vista uns ocules de aros
de ouro : a pessoa que os achou, quorendo res-
tituir, lere-08 ao sachrislo da mesnia matriz,
que spr gratificado.________^^^^^^
lugar.
U aballo assignado, advocado do audito-
rios da comarca do Kio-Formoso, residente oa
villa de Seriahtm, eocarregs-ae nesles lugares
de qualquer cobranza amigavel e judicialojente,
promelte toda diligencia e presteza : quem quizer
ulilisar-sa de seu prestio pode dirigir-te oestes
tres dis ra Nova o. 12, a tratar com o mes-
rao abaiie assigoado, e depois destes dias na re-
ferida villa de Seriohem.
JosJacnme de Jkraujo.
Domingo 31 do correte haver no grande labo-
ratorio de lavsgem de roupa a vapor, sito no Ar- j jorRe fi 43._Tbomaz Antonio
raial, urna ezposiqao do machinismo e do pro-
casto de laagem para as pessoas que quizerem
os.'islir. Os proprietarios desejam que haja gran-
de concurrencia, e principalmente le senhoras,
para assim poderem provsr as vantagens da em-
preza.
O Sr. Claudio Dubeuz lera as 9 horas e meia
PnrtUINO CURSO
DK
CI1IJI1CA AGRCOLA
por /
F. MalaguL
Esti obra de tanta utihoade para os nossoa
agricultares, e que tso apreciada lem sido no Rio
de Janeiro, contina a eatar i venda as livra-
rias dos Srs. Figueiroa e Gu maraes 4 Oliveira,
a na lypographia commercial, rus estrella do
Rosario n. 12,
Furiarain hunlem 25 do correle, pela ma-
n.".a, ta ra Augusta n. 43, segundo andar, nm
relogio iuglezdeseoberlo, de prata galvanisado,
uoii crrante da ouro com um cora^ao pesando
oilo citaras da ouro, duas chaves lambam lie ou-
ro, tendo uma n pona quebrada : quem appre-
hende-lo levj-oa msma ra cima, que la gra-
tificar.
Acha-se fgida laa-lx o ata 16 do corrente
a prela do n.rao, de no me Marta, do idade de 50
annos, levando vestido de chita e panno da costa
com liatras encamadas, parece idiota, e acode
pelo nome da Hariquiohas, c todas as ezes que
lem fugido procu-a a cidad de (i'.in-ia : quem a
(n>gar conduia-a ra Nova n. 1(5, que ser gra-
tificado.
Juao Manoel Martina, subdito porluguez, re-
tira- oara fura provincia.
l'rocisa-ee do um meutoo desies cbvgados
ha pouco, de ilade de 9 a II annos, e q*e de
fa'Jor de sua BODduela : na labersa da rus Co
Padre Ploriano n. 74.
Lembrauca ao publico.
(1858).
A primeira p-soa qu fui cunda com as chi-
pes medirinaes do Sr. RiordoKirk foioSr. i'ho-
maz Antonio Rodrigues Filbn, de um dr de
gola rh'-uri alies nos yes. Naquelle Umpo esle
serihor morara na ra de S. Jogc n. 43. Elle deu
uira cerlido por isla cura, e alli rllirti-a que li-
no a soffrido por um nez dores atormentadoras,
e que nao poiia id- rs yes no chao; logo que
applicuu as chipas achou um grande alivio, e em
",'".e'!*dls* Bcou yerfeitomeute bom. Unto aspiro,
queja pona o->... ^. _,,. (,.. r. iuxiiio
abaiso) ; e!>lai chap'.e foram aaplicadas no dia 4
ta agu.iio de 1S38, !o le tornou o rbeumatismo a appareer (por causa
de t.3j deixai as chapas o lempo prescriptn), a
oatra vez se applicou as chapas com igual suc-
j cesso.
Um amigo delle, que mora em S. Joo de Prin-
cipe, nulo o Sr. Rodrigues resido agora, veio a
esta cOrte, e no dia 6 do abril da 1841 me deu
uma encorameuda de urna chana para n erigi.
Este seobor diz quo sen amigo Rodrigues eal le
saudo perfeila, o que nao tem tido ucnhum ata-
que depo'.s.
Muitas Jutras pessoas nesla cidade e em lodos
os pontos eslo imperio leem .iSo curs!>s do
rheumatih.o, eiysipelas e outras molestia, e
dessas curas eiistiiii em m.u podr multas cer-
tidea d. pessoas respeitavela e de oisiicc^ao (4
dispnsiQao de qu-ra asquuer ver], que pr!>*a:so
a eDioacia e os f*lites resultados das ditts chapas
edicioaea.
O escripiorio est aborto todos os dias das 9
horas da ttunhaa s 2 da larde.
Ricardo K>rk S, C-
Rua do Tarto n. 119. peno do largo Carioca.
ATTESTAD.
c Atiesto que achando-me com um grande ata-
que do rhAiirnatismo no p direito, o qua! hasia
um mes n,e impeda de sahir de casa, por nao
poder a.4-0 no cho, e tendo por Dolida que
o Sr. Ricardo Kirk, roen escriptorio Da ra do
Paito n. 119, eurea esta molestia, maadei cha-
mar o mesmo senhur, e elle fazendo-me applica-
o das suas chapas medicinaos, ase ptr. bom em
cinco das, experimentando grandes melharas lo-
go no pnmoiro da. E por ser verdsde passei o
presente por mim feito e assignado. Ra de S,
Rodrigues l'ilho.
Rio de Janeiro em 10 da agosto de 1838,
prstende segnir com cuita bravidade o veleiro o ,
bem ennhecido patacho nacional sCanusn, ca- fHrr..,,MS n. 44 do Sr. Pimentcl ru: P-inia di Parabibo, quer-se que Iraba-
pitao Thaotanio Jos da Silva Rosa, tem parle wrragiaia a. ** o* r nwics, m^ bem tm { miada, da-ae po deaencarregamento premplo : pnrn o resto qne Dtreita n. O botica do br. Lhagas, e
lbo falla, tratas com eus onsignatarios Aa- na r(ia da Cadeia do Recife loja n. 45 do
toaio Luiz de Oliveira Aze7do *x C. B0 I6U 61- c nn.,tn
criptorio, raa da Cruz n. 1. ar- r0110'-
nqui para l. e aflanca se uu boa mensaliatadr-
^retendente queir diiigir-se Fora de Pos
l* ra do Pilara. 86,ieguado Dilar, para tn
** re paito.
Victorino Caemos, aubdiio portuguez, rell-
ra-se wara o Rio de Janeiro. _______^^_^_
Jos Uan lavares, Heapaubol, retira-se
para o Rio de Janeiro.
Ho.el ecuebeir^,
confronte o oitao da matriz de Pao d'A-
lho, tanto para cavallos como para
carros.
O abaixo asaignado, leado comprado este
eslabeleciaeuto, tem montada de novoom todo
acei) e prepvrces para recener passageiros, ca-
vallos e carrea, por prec.es razoavsis ; o mesmo
abaixo sssignado nao lem poupado despezaa para
bem aervir ao respeitavel publico, o prometle to-
do zalo eaclividsde que em taes estabelecimen-
lea racommendavel.
Pedro de Assis Camsni C-
Aiana-se aooual, e palo lempo da festa um
sitio na Matriz da Varzea, sito r.a roa do Pogo,
com muiios arvoredos e uma grande casa, duas
ditas mais pequeas pagadas messaa, com aeas
qniotaes correepondeotes as mesma, lasnbem
com mullos arvoredos, snodo o sitio da caaa gran -
de, e das pequeas de estrada e estrada : quem
pretener, dirijazse ao pateo do Csrme, esquina
qne volta para a roa de Ilortsa, sobradon. 2, pri-
meiro andar: ______.^
Manuel da Silva Jacome Pesso, pungido do
mior aaailmealo pela aeolidisatsoa morte de seu
mui prazado amigo Dr Js llaria Ribeiro Para-
guass, convida os atgs do illnslre finado
aasiatirem a um* miss, que palo seu eterno re
ponso ae ba do Celebrar na igrejn matriz aa Boa-
Vista, serta-feira S9 do crrante, s 7 boras da
manha. ______^^____
.Arranda-sn uma grande pNe do sino de
coqueiro, deoominado alaria Farinha, na fregue-
iio de Marangnape : a tralar no enganho bluri-
bara, f.-guj/ia da S. Lourenco da Malla.
um sitio,
da monha mnibus disposi^ao das pessoas que
se quizerem utilisar.______________
Attenco.

Aluga-se um armazem com duas portas, sendo
uma larga, propria para carros ou nutra qaa!quer
arte de officin u negocio, nt roa do Arago n.
17 : a tratar afronte n. 8.
luOnsuUdo df! Franca.
O cansul de Franca canvida aos aradoras do
fallecido subdito francez Antoni* Eugenio Barrel-
lier para romparacerem no respectivo coosulada
desde ss 10 horas da manha al as 3 da tarde,
aflm de receberem a primeira prostacan de debi-
te a que flcou obrigada a viuva de referido Bar
rellier. ________
^
Franca e Brasil.
a
Excelleates fazendas frauce-
. zas.
J. Hercier, astabelecido na ra da Cadeia do
Recife n. 18 primeiro andar, faz publico a seus
(reguezes, e a todo o publico em geral, qua acaba
dn reeeber de Franca, um completo sortimenlo
de fazendas do melhor gusto, as, quaes vende a
presos mullo commodo.
Quem nouuoctbu precisar alegar
dirija ee a ra de IloiUs n. 48.
Fraaca e Brasil.
Oiciaes de alfaiato e cosiu-
r-rtiras.
J. Mercier, com estsbeiecimento de alfsiate na
ra da Cadaia da Recife a. 18 precisa de bons
officiaes a de rostureiras.
Precisase de ama aacrava qu|aeja boa eo-
gommadeira e c*slrira, sendo roja e sala :
quam a lier e quizar vender, dirija-ve a ras tfa
Aurora n. 62, seguado nadir, qne n^har com
qnsm tratar. _____^___
Pre.ciaa-n de om caizeiro da 12 a 16 an-
nos : na lbaro da ra da Movda dafronte *o nu
mere 1 _____
"^Treisa-se de uma ama forra ou captiva :
na ra Nova d. 5 aeguado aadar.
Na ra do Qu f?g loja, precisa se de urna ama du @
m leite. @t
Aos senhares
abaixo declarados precisa se fallar na ra do
Crespo loja d. 1
Antonio Goncalves Ferreira senhor de engenho
oa Eacoda.
Canuto Ildefonso .Emerenciano, Rio Grado do
Norte.
Francisco GorjaWes Gulmares.
Fraocisco Antonio de Mello.
Francisco Xavier Cavalcanli Lin.
Joo Augusto da Carvelho.
Jos Francisco Belera, senhor do engenho La-
raogeirae.
Marciano Accioli Lias Duradas.
C a margo & Silva .
__ Aluga-se a elefante e prende casa dos Coa
lhoso. 8. a qual couim duia alegres e espaco-
aas salas na frente co-n gbin?te, dus outras da
psrle de detraz tambem com gabinete, Squartos,
umespecoso solio com tres silas, um gabinete,
e 8 quarics, 4 granles e 4 mais pequeos, duaa
coznhas, um quarto ao sahir da escada, para
escravos, duag lojas com duas .jaselles e i
porta cada ama, ten.lo era embaa7qnartoa,
zioba fora, e quintaos murados, separados e io-
dependenlOS da casa, com cacimba cada um,
sapariOl agua e abundante. Eta casa
"aand. no todo, o pinta*. --"t0''
salas da (rente eo forradas de bonito
i, unto as mais como os quartos
. aVeinoa l papal lavrado Quem P,el.
m ... m .rada i riia-se a ra da (.adela do Ka-
crioja decebi' ou a Torre, sitia da
iuv Anacleto^______^____________________
co-
io-
de
acbs-sa
lo, aa
bom
sao
-_ JoTql Vieira l'iuio, subdito porluguet,
r^i^s^P^ra o lio __ 1^0 do cnllegia da Cnceii;io C ex da
lms, bootea) uma mulata inuiU alta, lo no-
me Cladiaa, idade ti asnos, viuda de reais
quem a pegar, lave a aqutiio c*egio, que eer
^ratitiado Bcomn*nd-tn polica.
Urna pessoa se offerece paracobr.r .midas.
-imo em outr
nerfiooa pro-
do QueirasdO)
lauto no eeuiro desta piovincia com
qu'lquer : as pessoas que de seus
cisarem polem procura lo na rus
u. 7, .ende se dir onde *\W*\*>
mesma pessoa tem dous asemos para alugar pa-
ra qaalquer aervijo.
ILEGVEL

-'

s*
j
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f
I
i .
I
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li.110 ftl flEflMBtCO. QIURTA FEiRA 47 DI iGOSTO B i!62,
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m !%
%;, 'VA :: 'i ':
RETRATISTA DA CASA IAPEIVIAL
Ba do Cubug n 18, entrada pelo
pateo da matriz.
F.sii galern ornada coai o augusto! retratoi
photographicos de SS. MM. e du aerenissimas
prineezas ioaperiies, assim como com 01 da mu- j
tu das principase peaoai des! cidade, eati a |
disposico do publico, quo i pode risilsr todos, i
os das das 8 horas da o juhja i 5 ds tarde,
examinar oa Irsbalhos aiposlos.
Continua-sea tirar relraioa por todos os sis-
temas photographicos, e especialmente por am-
brolypo a esa cartoes de risita. I'azem-se tm-
bem mimosas miniaturas om talco para se sollo-
carem em jotas.
Os precos dos retratos sao os oais razoarela
qaa se encontrara nsta cidade.
i. Ferreira Villela, pb.utr\grapho.
ENSINO
DE
PARTIDAS MUIDAS
MUDABA
JL-
ll6-HwadaCm^-16i
8 O Dr. locha Bastos
Sd consaltas todos os dias.
Cera radical era pouco das moles-
tlis syphiliticsa dos orgos genito uri-
narios.
Consultes d grac,a das 8 as 9 horsi da
maDbaa.
Dtrlgiao pe
ianoel nnni de medeiros-
DUAS VEZES POR SEMANA
TERQAS E SEXTAS
DAS 7 AS IRAS DA N01TE.
RU LARGA DO ROSARIO N. 28. 1 ANDAR.
Companhia Fidelidade de se-
guros m&ritiiuos e terrea-i
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luis de Olireirs Azarado V C. compe-
tentemente aatorisados pela directora da corapa-
nhla de seguros l-'idelidade, tomam seguros de na-
predioe, no seu escriplorio,
U Ra Ttova SI
JOSEPH PRADI9.ES
Premeado na exposi^o do Rio de Janeiro
COM A
i
fio*, mercadorias
ra da Cruz n. 1.
MEDALHA DE PRATA
previne ao respeitavel publico e seus fregueses em particular, que mudou o seu
estabeleemento de
CsUTILEIS E AltMEIltO
DA
Rua dos Quartcis para a ra Nova n. 34.
Elle aproveita essa occasiao para prevenir as pessoas que lem concertos e amla-
edes na sua casa que venham busca-Ios com o competente dinheiro at o im do
presente mez, passado esse tempo serao vendidos para se cobrar do importe dos
onceitos.
Arremata cao.
di'-"!"-"1 :':ti ^ 'lo correr,le m". dr-poisda su-
-Uii do l'.lui. Sr. Dr. juii municipal da 1." va-
lateo de ser arremauda (>or rende, per ser a
'.lima praca um siiio na Psragero, catrada que
vai para a Torre, o qual tea casa de rivon.a,
jPorao de arvoredos fructferos e grande baiza
para cepim, cajo sitio loi penborado aus herdei-
;ros deJuo Firsaioo da Coste Dirruas, por xe-
,Cusao que lh;s moetn a nuva e herdeiroe de
Joao Farrelra dos Santo;. Escrirao Mulla.
Aluga-se uuia bo casa assouradada com
muitos commojas e pialada da noto, bastante
terreno com algumas errores de frucio o banho
no fuedo, defrouie do sitio do Sr. De. Ignacio
Firmo Xavier pesiando a pontezi.-.ha -o Cbora-
Mecioo: a fallar com Beruardino Francisco de
Atevedo Campos, ua ra eslreila do Rosario nu-
mero 47.
X^
Ondas de visite
Caries de risita
Candes de risita
Cartoes de risita
Cariosa de risita.
Pregos reJuiidos
Presos reduzidos
Presos redondos
Pmros reduzdos.
A dazla por lio
A duzia por 12$
A duzia por 129
A duzia por 129
Duas duzias por il ;
Duas duzias por 209.
Novo estylo de photogrsphia
Noroestylo de photographia.
Ambroiypos em caixss 23
Ambroiypos err. caixas 2$
Ambrotypos em caixas 2S.
O retratista americano
Alberto W. Osborn
Ra do Imperador.
Banco Uuio.
Estabe'ccido na cidade do Porlo.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
Casa de commis-
ses.
O abaixo tfislgnado, proprietav'io, estsbelecido
a domicilisdo nesls cidade, rtta l)ireita n. 9i e
95, acha-sa competeatemenla habilitado para re-
cebar gneros a cuniignaro, pedlndo assim sos
Illms. senbores de engenho a larradores, e mais
outros seonores que que:;ana honrar-me com
seus prcducios : aasucar, algodao, couros, eir ,
eloqu risla da coola de renda das primeirss
remessae podero colbev a grande diligencia que
fat.o para bem aerrir, e por eale meio poder me-
recer a palma, aisim como aa pequeas remes-
sas pode o portador dellas ser o proprio condac-
tor do seu liquido, pois nao hareri durida ser
despachado era continente, dobrando assim meu
trabalbo, o queso vista das primelrae remes-
sss ee pode apreciar, e que espere na altengo
dos meus amigos conhecidos a eslraahos. Recife
2 de agosto de 1862.
Joao Beptieta da Rocha.
Mi al(ei$
Antonio Gomes da Cunha e Silra, com loja Da
ra da Cadeia do Kecife n. 50, defroDta da ra
da Madre de Dos, roga aoa seus numerosos de-
redores tanto desia cidade como fora delta que
so sirram mandarera pagar seus dbitos at ao
im do correte mez de agosto, porque nao po-
dendo mais esperar passar a asar des meios
que julgar mais conrenieole para com aqeelles
que nao cumprirem seas devere*.
Tti la atienco.
Custodio Jcs Alvos Glmarats arisa ao rai-
peiiavel publico, principalmente a todos os seea
fregutzes e amigos, que se mudou da loja da
iguia de ouio da ra da C&bug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem conbecida a amiga loja
de roiudazas que foi do fallecido Joao Ceg, hoj
sar conhecida pelogallo vigilante,a pede ao
rsspoilavel publico e aos seus freguezes e amigos,
quo o queiram procurar no dito estabelecimento,
onde achar um grande sortimenlo de miudezas,
qu sQisoQa servir bem e render por menos dez
ou rinta por cento. do gata am outra qaalquer
parte.
Roga-se aos devedores do fallecido
! Joaqiiiui Jos Hibciro de Oliveira que
, teve loja na ra Diieita n. 55, que ba-
I j-itti de vir pagar seus dbitos na mes-
Sacam por todos os paquetes sobre o mesmo
Bsnco a prizo ou rista, sobre asagentias em ,
le.,. Pisueira, Coimbre, Aveiro, Vizeo Villa-' .,
R^l. n.B. vj.nn uwitiidrt, +0,
Barcellos, Lsmego, Covilhaa, Braga, Penaflel, judicialmente C publiCar-SC
Braganr;a, Amarante, a cito dias, ou ao praso i
que se conrenciooar: no see escriplorio ra da nor gste joinai.
Cruz n. 1.
loja ou na ra do Queimado n. Al c
eviiaijuu uesta lorma o receber se
seus nomes
eOKSULTORlO ESPECIAL BOIElPATHlCt
DO DOL'TOK
SABINO G.L. PINHO.
Ruade Sauto Amaro (Muu;c
Novo) n. 6,
Consnltas todos os dias zU'is desde as 10 hcin
at meio da, acerca Ja seguiutes moksthi :
molestias da mulhcrtt, motstiat das crian-
%i, molntiat da ptlle, moltttias dos olhot, mo-
tttiat typhiliticas, todas as tsptciss d* fsbrtt,
ftbrts inttrmitttnlts t suas eonstqutncias,
r BURJ.C1 A ESPECIAL OSEO P AT 11C A .
Verdadeiros medicamentos homeopathitos pr*
{arados som todas as cautela necossariaa, in-
allireis em seus affeitos, tanto em tintura,caate
?m globaloa, palos pre.oa maii commodos poa-
sreis.
N. B. Os mediesmentos do Dr. Sabina ss
nicamenterendidos err sua pharmacia ; todos
qaa o forem fra -Jalla sa falsas.
Todasasearteirsi ao seompanhadas de am
lmpresso eom am emblema em relero, tendo ao
rejpr as seg .int:s palarrai : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaiieiro. Este emblenia posto
'guslmente na lista dos medicamentos que se p->
de, As carteiris qae nao I erarem esse impresas
assim marcado, embora enham natinipa t no-
na do Dr. Sabino sao falsos
Crasultorio m
Rda^ao dos objectoa que roubaram a Joao
Baptuta de Souza. do lugar deTigipi, na nuie
de-21 pora 2Z das 7 para ai 8 horas da aoite ;
sao os seguintes: 9:30 em diuheiro sendo tres
con'.cs e unto eos ouro e o mais em prala s
entrando aesla coma C;? em sedulas, varias obraa
deoaro sendo un cruciflxo grande com 5 rollas
da cordo groiso, 4 cruies cada urna com 4 rol-
O abaixo assignsdo, (pndoj proiests
te o juizo municipal do tern o du Iguaratt'>ersn*
tra a irrita e nulia permuta que coas elle con"
deram Sr. rb>no Jos de Mello e saa ri?fe'
sobre o eageoho Cun.be de cima, alicilo d
os mesn.os se iulilultm sniores, ram de'U9
arerenir a quem quer qua tirer recebide'^
IransacQ.o directa ou iadirectameote aa le"
arocedaalos d.sie c^nlraclo, e ajee aceitas for*
pelo abaixo assifoado, que haja quar.to aates
derclre las ao dito Sr. Urbano Jos de llalli
avista do seu aenkum valor e de compUta o
p---i ..i i legal que o tbaizo aisignado promalte ta-
zar aa poca do reacirceolo dellas alem de outros
meios prevealires judiciaes que em sua justs de-
feza empreaar. O abaixo ssslgnado j nos Dia-
rio de Pernambuco e do Be ifu de 13,16 e 17 de
jullio do crrente aono tem fito annuoeios era
sursiancias neale s:ntido, e agera repete.pars qua
aioguesa ae dea*is possa inculcar igaorancia a
respeito. Recife 27 de agesto de 1862.
Gaudencio Lopes de Araujo.
O annunco para qua preciaara fallar aoSr.
eirurg
3~-U\]\l>i\ GLORIA CVSV BO TUNllJLO
Consulta por anibs os syslemas,
Err. eonsequecca da mudanza pare a sua ora residencia, o propietario deste estabelecl-
oenloaca'ua de fazor ama reforma completa am lodosos seue medicamentos.
O desejo que tem de qaa os remedios do sea estabelecimento nao sa confundan eom oa da
cenhum cairo, r-.sto o randa crdito de que sempre gozarara a gozam ;o propretario tem tomads
a preeaujao de Dscrerer o sea soma em todos os rtulos, derando ser considerados como falsifica-
dos todos aqaelles que forem apresentadoa sea esta marca, a quando a pessoa que os mandar com-
prar quaira ter maior cerfoza acompanhar urna sonta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo a am pa-
pal marcado com o seu nome. '
Outro sim : acaba de receber de Frange grande por?So da Uncan da acnito a belladona re-
medios estes de summa importancia e cujas propriedades sao tae conhecida* qaa oa mesmos'srs
mdicos allopathas empregaaa-as constantemente.
Os medicamentoa arulsosqur aos tubos qur am tinciaras eastarao a 1}o ridro.
O propretario desla estabelecimento annancia a seus clientes a amigos que tem commodos
jnfflcontes para receber alguna escraros de um a outro sexo doentes ou quo precisem de alguma
opersQao, afflanrando que sero tratados com todo o disrelo a promplidao, como sabem toc*o
aquella que i tem tldo escraros na casa do annanciante.
A. aitueso magnificada casa, a commodidadados banhoa salgados sao ostras tantas vint..^mpi'"l]l'r 71- -"egaaio andar.
gens para o prompto restabelecimenlo dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o annuneianta derem procura-lo de manhaa at 11 bora
t de tarde das 5 em diante, e fora deatas horas acharao em *.sa pessoa cora quem se podero z
euder raa da Glia n. 3 easa do fundao do Di. Lobo Moscoxo.
achavam varios papis e documentos : pede-se Precisa-se de l:U01j a juros por espado do
as autoridadea polieiaes ou a qualquer particular UB armo, dando se por hyputheca urna casa lar-
rea livre e desembarazada" : a tratar n ra ds
a quem for oflerecido qualquer dealas pecas qoe;
aprehender e deem parte no pateo do Carmo' Hortas n. 122
TI"5fi"s}?.B 0 meSU, l" de T'ghl6, que I 0 Sr. Joao
noel Martias na ae pos* re-
tirar sem se emendar na raa do Queimado, loja
Fugiram do eugeuio Jardim '53," eK0'qm" So'
de Serinhem.
Severino, muan, iflr amarellada, d* 30 an-
uos pouco mais ou menos de idade, altura pou-
co menoa do que a regular, cabello csrapioho,
lem barbas nao mullas, olhos papudos boc-s n
nariz regulares; Jyo d = s M.tias, ciioulu de 40
Escravo fgido
No dia t.# do corrate mez desapparscou da
na das Pires, de casa do Sr. Vicente de Paula
Oliveira Villasboas uro sua escrara prela da-
me Matb.il.e, crioula, de ia!ado 23 nnos, pouco
annus pouco mais ou menos, 'altura reaulaV i mals ou n-eD0S. altura e corpo regulares, deates
Orneen f,, < r 7- -, ~ ,. .. 1______ i .. r- f. > v.Xri.n.*...^. ___ .
grosso, feicoes regulares, nariz grosso sem
chato, tem eraros em um p pelo que ands com
o calcaobar levantado puthinJo um pouco pela
perna quando ands por causa de lar trazi-o por
multo lempo pega, um levoa chapeo de i-alha de
carnauba, roupa de *lgodo braio, camisa e calca
d riscado e baeta verde, monladus era um
quariao castanbo com caogalha: a pessot que
os pegar poder conduzi-los so referido en.-
nho ou a caaa de Joao Pinto de Lemos Jnior
qua seta pralicart.-.
Preciaa-se de urna ama que saios bcoi cj-
siohar a qaa eogomme alguasa cuusi : na ra do
RA
DO
55.
RA
DO
IMPERADOR
55.
DE
.1. YJ
os

leatista de Pars, i
15Ra No\a -15.
Frederico Gaulier, cirurgio dentista
I faz todas as operaees desua arte a e co-
3 lo** denus artifi.-iaas, ludo com -sdeln
| rioridada a perfuico qua as pessoas-,en
| tendidas lhe reconhecera.
Tem agua e pos dentifcios, ate.
SEG5DA EDIC(J\0
DO
THESOURO HOMEOPATHICO
on
Yade-m^cum do homeopatha
pelo uoutor
A pessoa qyp annuuciou precisar da um
sitio e larrador decanna poda rir ao engenho
O estudo da apropria^o dos remedios se- Novo da freguezia de Muribeca, que Qcr sa-
Hafeito.
Aiu.a se um aobroda de 3 andares e sotao
ns ra do Amorim n. 25: a Iratar na mearos.
lo u ujsata&-'a
Este hrro qua se teas tornado lo popular,
quanto necessario, acaba ala aar publicado cosa
todos os mi-ll; jrasaenlos, qaa a expelieseis e os
progressos da ciencia tem demonstrado. A no-
va "iiccao em ludo superior primeira, on-
erra :
1.a Mais ampias noticias acerca do curativo
4t molestias, com iodicscoes mai proreitosas
dos mediesmentos botos reccntemenle ezperi-
nentados na Europa, aoa Estados-Unidos a do
raafL. I
2.* A exposigao da doutrina homeopatha.
3.
' rundo as predominancias dos temperameatos,
4a* idades, dos sexos, a segundo as circumstaa-
ciaa atoaospharios ele, ele.
4.* A preserracao ou propbilaxa das molestiaa
hereditarias.
5.* A preserraQio das molestias epidmicas.
6.* Urna estasupa illuatrada deaaonstratira da
continuidade do tubo intestinal deade a bocea at
/O anus etc., ele.
Vende-so ni phabmacu espbcial homiopa-
TU^c*. propridade do author, ra de Santo
Ama" (Mundo Novo) n. 6.
Preco de cada exeas piar. 20j$000
N. 8- Os eenhoresassigBao.es queiram man-
3r -ncaber aeua eieasplaraa.
Cas.is para alugsr.
Alaga-ie o i" andar do sobrado n. 24 da ra
da Cruz, proprio pa.'a escriplorio, o o 2' andar
da ra da Senzalta-N^rs, d. 9; quem pretender
do Recife, n. 37.
Ensino particular.
lima pessoa convenientemente babilit da s
prope a eosinar ptimeiras letiras, lalim e fran-
cez em algum engeuho perto desla praca '. quem
qui/.er tJatar do ajuste dirija-ae a ra da Palma
n. 32.
S(n9e6sg3:s e3ses.ii9fiKeiis
g Saques sobre Portugal.
fO ab'ixo assignedo agente do Banco
Merc.iDtil Pt'ttueti'se Desla cidade, ssca
effoctivatnent* por todos os paquetes so-
b e o d. --..-. ls.ir.-j para o Porto a Lia-
boa, por qualquer somma vists a s pra-
zo, podeudo logo os saques a prazo serem
descontados no animo Banco, na razo
de 4 por cuto ao anno aos portadores
C qae assim lheconrier : as ras do Crea-
* po n.8oa do Imperador n. 51.
Joa-iJi>. d> Silva Castro.
Precisa-se de urna criada para ca-
fa de pouca familia : a tratar na ra
Augusta n. 5."
|Gabitcte medico eirurgico
Ra das Flores n. 57. 9
Serao dads consultas medleas-clrargi- dj)
cas polo Dr. Eelevo Caralcanti de Albu- 9
qu^rque da 6 sa 10 horas da manhaa, ac- 59
cudiado sos chamados com a maior bre- et
ridade possiral.
I*0 Partos.
2.' Holeatiaada pella.
3.* dem do oaos.
4.* dem dos orgos cenitaes.
Pralicartoda equalquar operacao am
^ seu g".bnete oa em casa Jos doentes con-
q forme Ihes fdr mais conrenienta.
Bailar i Oliveira sseam sobre a praca do
Porto.
Os pianos desta amiga fabrica sao 1.
sobre a sua superioridade, vai:ta'ens e gar.
inconlestaveis que elles tem denitivamente
praga ; possuindo um teclado a machinisr
pianistas, sem nunca falhar por serem fabr
1
orrVJS
ssaz conhecidos, para que seja necessario insistir
as que oftrecem aos compradores, qualidades eslas
quistado sobre todos os que tem apparecido n'esta
ue obedecer todas as vontades e caprichos dos
os de proposito e ter-sa feito ltimamente melho-
ramentos importantissiraos para o elima dese paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e
I por isto muito agradaveis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel da Pars,
socio correspondente de I. Vigne3, em cuja capital foram sempre premiados.em todas as expo-
. sires.
I No mesmo estabelecimento se acha sempre um esplendido e variado sortimento de msicas
.dos melhores compositores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, seido tuJo
vendido por precos muito razoaveis.
<>
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MT11ISAU DA
E JUNTA CENTRAL DE HYQIENE PUBLICA
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
I..-
Para serem applicadas s partes affectadas
sein resguardo em inconimodo
inc"onlestavel, e as innmeras curas completas,
Em um engenho distante do Recife menos de
du s legu.-s, ha um sitio desoecupado com opti
mos terrenos para psto de annimaes e para 10-
das as plantaces, com algumas fructeiras, grao-
de casa, recoostruida deriuro.loda de lijlo, con-
tendo duas sallas, cinco quartos, grande cozinha
e mas tres quartos separados para escraros, dona
coiiares cobertos, duas cacimbas e um tanqu;
que se d a quem anounciou por este Diario
querer ser larrador d'algum engeaho, ou o'arren-
dar a quem lamben aonunciou por este mesmo
Diario querer arreodar um sitio com estis com
modidades, convindo a estes; ou a outro qu.il-
quor, pode dirigirse a ra do Cabug loja deon-
rives 11. 1 D, que acharan cora quem tratar.
Muito ronbeciias nesta cuite e cm todas as
provincias deste imperio pelos seus inMIiveis re-
sultados em todos os casos de inflammacao sejam
externas ou internas ( com cansaco e falla de
obtidas as diversas molestias era qua foram
applicadas, o fazera me ecer e conservar a
confianga do Ilustrado publico, queja tire
respiracio ) como do estomago, ligado, baco, honra de merecer delle 25 annos de existencia a
bofes, lilis, ulero, paito, palpiiagao de coragao, de pratica.
garganta, olhos, cysipelas, rheumalismos, para-
lysia a todas as effecces nervosas, eic; etc.
Igualmente para qu^esquer inchagoes, feri-
das, tumores atevbnaasa venreos, escrophulas,
lobinhos, papos, etc., ele, sejam qual for o seu
N. D iNTe-ta cite e de tod s os pontos deste
imporio recebem-se participagoes satisfactorias a
respailo das ditas Chapas Medtcinaet.
As encjmmendas das provincias deven ser
dirigidas por e.-cripto, com todo o cujeado de
Ir.MMTi'i.adt de Saut'Anua da
igreja da Madre de Dos
De orden da mesa ree !ors da irraandade ci-
ma convido a todos os irruios s compareceris
no eonsisto'io da dita igreja no dia 28 do corra-
te pelas 5 horas da tarde, afim de reunidos em
mesa gertl deliberar-s sobre negocios tendentes
s mesma iimandade. Recife 25 de agoato de 1862.
Jos Franciaco Coelho da Paz,
____________________Escfiao.
Alugam-se duas casas urna que tica por
detraz do Caiabouee n. 20 e outra na povoagao
do Gi ]ui : a fallar na ra Direila n. 6.
Aluga-ae a casa teiui coofroote a igreja de
S. Joi do Mangufoho : J>a rm Augusta o. 26.
lamanho e profundeza, por meio oa suppumjao, fazer as necessarias explicares, se as chapas sao
sero radicalmente extirpados. para horaem, senhora, menino, ou enanca
( Estas Chapas nao podem fazer mal do declarando a molestia e em que parla do corpo
forma alguma, ellas lera sido applicadas aos existe.
olbxs cora o melhor suece dos de curas completas queja foram publicados o molde justo de seu tamanho em um pelajo d
pelos jornaes ) papel declarado onda existe, afim de que a
O uso dellas acconselhado e receitadas por chapa seja da forma da parte, afectada, e para
haseis o distifidos facultativos, sua efficacia ser bem applicada no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serio acoropanhadas das suas com I Consultas as pessoas que te dignarem honra-
petentes explicarles, e tambara de todos os ac- lo com a sua conianca, todos os dias sem ex-
celso nos necessanos para suas applicagies. | Mpeio. das 9 horas da manh s 2 da tardo.
.H
CJaPTT'
do Parto ||)
Aluga-se um armazem na raa do Corto ou
becco das Boias ; a fallar na ra da Madre de
Dees a. 4.
Aluga-ae o solo do sobrado da rus do Cal-
deireilo n. 2 : a tratar na ra do Cabup n. 1 A.
Aluga-se a cas? tarrea da ra do Burgos
n. 27 : a tratar ou ru <1 Aurora n. 36.
Precisa sealugar .una preto qua seja pos*
saote : na padaria da raa o Pescadores n. 1 e 3.' commodos, a tratar n'leja"di nains.
Os sdmiaislradores da massa do fallecido
Jos-Mena da Cruz Moreira, em Nossa Ssohora
do 0* de Ipojuca, abrem a botica que perteocea
ao asesmo no dia 8 de aetembro futuro, aura de,'
llquiaar por preco commodo as drogas e wai/
oajctos pertencentea ao expolia do fallecid/'
Ratife 22 de agosto de IStZ. /
Aluga-se o 2* andar e solo da css
na ra da Cadeis-relha, a. 18, com
Casa
Aluga-se a casa ora n. 8 na ra do Principe
na freguezia da B0a-V1sla.com 3 quartos 2 sa-
lase bom quintal, cacimba e est pintada: a
tratar na ra Nova n 3.
La va ge tu e engommado.
Lara-se e engomma-se cam brevidaJe e per-
(eijao, e por mdicos precos : na ra da Impera-
triz u. 24, segundo andar.
perfeitns, ps pequeo, cor prets, etc. : ests es-
crara foi do Sr. Pedro Jorge, e seapre morou
om Ignara : a possos qua s pegar ou der no-
ticia delta, entenda-se com seu senhor que ser
bem rerompoasado.
- A pada.-iado l.eodo Borle da ra do Coio-
lo ereciaa do um ptimo arrassaaor.
A pessoa que aanunciou querer aer larra-
dor de um eoganho onse lbo deasem bom ailio o
lhe ofTerecesss vanlagens, dirija-se a ra Dir.ita
numero 45.
O Antalo Paro, Je Uiiuda, laca favor de
ir padaria de Santo Amaro, a negocio qua o
mesmo na ignora.
Precisa-se arreadar um sitio que leoha bai-
la para capia e lerreoo para outras plaotacoes :
aa ra da Crut n. 52.
Arsenio Gengalve, subJilo portugus, re-
tira-se par o Kio de Janeiro.
Manuel da Silra Pasaos, subuno per tugue/,
rt.i-.i-sa (ara o lllo de Jantire.
l,93ttpft%S.
m&a
Precisa se de urna ama forra qu> saiba fazr
todo o servico de urna caaa do puuca familia :
ns ra do Queimado n. 3>.
Compra-e um ornamento rdx; em uso : na
Boa-Visla e^a do vicaria.
Cumpra-so um guarda rcupa ae amarello o
bem construido de 5 a G palmos de largura e de
armar e desarmar: no escriplorio de Claudio
ubiux, se dir quem compra.
Urna pesaoa
Compra-ae um rscravo de nacao, de meia
i,T,VA0 a fleldlC8r-" v'da d0 ; iJede. que saiba cosinbar e fazer o servico de fa-
5BK or da algum engenho que mili. : a tratar na ra da Cadeia do Recife loja
uuereca vanlagens, lem alguna escravos e alguns
recursos : algum senhor que tiver um bom sitio
e qunra contratar algum negocio, anouncie.
n. i i.
Compram-se aeces do aovo banco e Per
_ .,, ,. ----------------------------------- nambuco : no escriplorio de Manoel Ignacio de
timuTl A. .? 8eh0 qU'. SiV D48.PfH" 0liei & F'lho. largo do Corpo Santo n. 19.
zimiaades da via-K-rrea, ou que lenba porto de m^^^^ m_______________________
Vu,:2a
embarque, com anirxaes, eslanio moenle e cor-
rent?, quo tenha boas trras, ainda que o s ja
de grande forca : ouem n liter aaouncn nor p-
10
Vende
$fe Aluga ae oureLde-se um sitio na"es- .7.^ j'^^'1'1! -'l._________
5 i. V" rua d*Impeatriz n. \, se $ tratar p.teo da Pona. .. 6"
v?;.j
O juiz ce prz do 2.a d,rulo da freauezi
de Santo Antonio do Recife f-z saber 3 naem
conrier, que transferio as horas das audiencias do
osesmo juizo para as horas da manlia dos di-
quartas sabbados.
;-x.5 O Dr: Aoiooio Agripino Xavier de Bn- ;
5. 'o mudou sua residencia a ra da Im-
9 peritriz n 17 pera a mesma rvi n. i
g unde pode ser procurado a qualquer lio- &&
aa ra.para o excrcitio de sua proliiao.
Alugain-se dous glandes arma-
zens na ra da Concordia proprios pra!r,cha de 'r, aoilldoa, de'hu'iaa
qualquer estabelecimento era ponto i !-" !*.?..?""Alae 4 W.B! e"j'. Um-
gil vapor para iw
gilaate
Ac para balo.
Sao chegadaa ts r^rajclras asteas ou ac p:ra
c ncrrlar ou azer baldea, quo com UBj. pequea
qa.nlia qualqu., senhora pn | fa2Pr ura fttnde
aao, fola eD.n-ae p]0 haralissimo preco do
140 ra. a vara, cu pega cem 50 ma:ros a 5t5C0 -
*<< na gallo viKil.nie. ru. du Crespo n. 7.
Cordo de borraclsa.
Tmt-em sao chegados os cordaozinhes de bor-
to p-ra pulseirss roojo para debrum decollte
O liira rtMiil ...i... .1____. m .. *
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo- | e par. muit.s outras obras : s no gallo riUao-
se Alvesna ra da Cruz do Recite. u, ra no Cre.po n. 7.
Aluga-se o pnmeiro sudar do sobrado da
ra da Cruz; n. 18, no Recife ; a filar oa casa
do Sr. C rreia, n. 46 na m 'si.a rus, ou a fal-
lar rom J13 Antukps Gtiimtap.
Arrenda se ni sitio com propones para
ter annualn-ente 16 vaccis, e que tenha alguna
arvoredos e trra para alguna plantario, n3o
disiSodo mais de duas leguas da praga : quem o
liver annuncie por esto Diario.
Alutfa-se a casa da ra s Patos 1. por
I69 mensaes, com os commodos seguntes : 3
quartoi b 2 stla): a tratar na ra do Ll/ramen-
to n. 29. ___________
Baolrijas de boiinlios
Com perajeo preparam-ie banieijai com dif-
fereuies moielos de armecao e chiai com es
melhores qualidades de bolithos do nesso mer-
esdo ; assim como os mesmos em ibrs por
preco razoavel lambem toda a qulua.e de
paalelaria e podios e bolos francezes 1 dirersco,
o 11, is bem feito de nosso psiz com aaeio : quem
orecisar procure na ra do Itaogel n.. 60, para
ajustar. /
Fita de borracha e de seda.
Tambera sao chgadas as superiores Olas do
burrach, a.-sioa como de seda prel.a, propua par.
debrun de vestido, como pm collele, que se
rea pelo barato preeo de 160 rs a vara : s
no galln vigiiantw, ra do Cro-pij n. 7.
Veo:e-se una bomla t-scri-v. de 18 a 20
aono, coa iotas as habilidades que se pode de-
si'jar: 1 o, B-beribe. casa contigua a poste.
Rua do Queimado b. 55, leja de miulezas de
Jos de Azarado Maia e -iilva, conhecin por Jo-
s Bigodiitho, est rendeado tudo pelos presos
j sabidos, porm quem nao souber tenha a
9 yvro di Tm.
Sahio luz publica o LIVRo/o POVO, publi-
cado aob a direcQc do Sr. D/ A. Marques Ro-
drigues, a conten a vida de V- S. Jess Chrtsto,
segundo 1 narracao dos qu'iro arangelialas,
mais os seguintes artigos : vigario, o profesaor
primario, o bom homom Acardo, amoral prati-
ca, Simo de Nantua, b*'1''"1*' 9 pens.mentos,
a byglene, os dereres v meninos, e o Brasil.
A publicaco do LlViO DO POVO nao sote
por m uniformisar/ 'eitura as escolas priass-
rias, onde cada rW'[i0 aprenda por um livro
Jiir-rente, e portar/ facilitar o trebalho do mes-
tra a do discpulo 'orno tambera rulgariaar, por
m preco barslis historia do silvador do
mande, e os mef">res preceitus de moral.
Veode-se o ?ro do Poro, no Heeife, na
librarla da p/5a aa Independencia ns. 6 e 8, a
500 rs 0 am/Pl'r ana hrochura._____________
/
_

Remedios do Dr.
7 ftadway.
^solutivo renovador.
Prompto allivio.
Pilulas r -guiadoras.
At ao foa do crreme mez de agosto dere
chegar iraprelerivelmente o rapor braaiieiro do
sal, e por elle devem rir estes medicamentos os
quaes se acharara n sabids do raoor passsdo s
10 diaa no Rio, a bordo do brigue tllonder, sem
se ter podido dar urna descarga.
Droguista rua da Imperalriz n. 12,
Ditos de dita grandes guperior, a .
L- i--.- com pos 1 Or de rosa para litar ir
dente*, a..........
D.zia desabneles muito finos, a .
Varas de feico das llhas, est no resto, a
Carrileis de linha preta muilo grande,
e leen muila linha, a..................
Bengalas do melhor gosto, a .
Tioleiros com tinta muilo boa, a \
Haralhos de carias franetza, a .
Ditas de cartas portngoeaa muilo fi-
nas, a...........
Varas de fita de relludo recortada, a 160
Frascos de banha de urjo muito supe-
rior, a...........
Ditos d dita transparente, a .
Frascos de ciarr... j perols, aauito Sno, a
Ditos de dilo olee, muilo lino, a ,
Varas de da para fazer siotos dos rao-
lborea gesto, a........
Babado do Porto para todo o pre;o. .
Labyrintos muito linos para todo prego.
Barra rom nbospboros muilo bons a
Mis.'oa de liaba Una para Bordar, a ....
Carias de clcheles superiores a 40 e
Escovas para limpar deotes, a 200 o
CarriMs de relroz de tolas ss cores, a
llonocas nuas? porm muito bonita'
m e................. !
Graralas de duas voltas muito supe-
riores a..............................
l'ioi e masaos de coral de qualquer qua-
lldade a...............................
Sabonetes grandes e r/iUito unos, a....
Agulheirns com aculhas.....
Filas para esparlilbos grandes e
quenos a 60 e .....
Varas de bico de 3 e 4 dedos, a ". \ \
Caixas com agulhas fraocezas' curtas., a
Liuhas em cartoes brancas e de co-
res, a
pe-
> 1 t
600
160
60O
8a
160
500
160
240
160
20
00
800
ac
100
500
160
240
80
400
240
320
800
500
120
80
80
120
auo
90
ILEGVEL
I


n-7ii
DUlU Dfi PIU.AMBTJCO QUARTA fIlfiA 17 DI AGOSTO DE 1161
/
Candas parasenhora alOOO 1 Jff K meToVmuito sortimento.
/ S na loja do Pavao. I leos
Wle-s> camisas Je madayoli france muilo! pJra cabello, cu virtude da depreciado que ten-
be[jufeiia4a 19 cala mi, 6 na rua Im- j d0 UJo o oleo dito philocome sociit bygien-
L
, tr;z n. 60, loja arniazem do Pavo;
Chales baratissimos.
ique por ter Todo todo falsificado, recabemos
um artigo idntico aquella da fabrica de Manipu-
las que garantimos ser o melhor cosmetique pa
/Vende-ie chales de merino mullo grandes a l5**5S*' e "JP" ecolnldo8 l5_'" e
L dito, garibaldin. a i, dito, estampado. IJ""!0"0' qU' de,,G' mm qUem nao *uel
fazenda fmiasiraa a 6c?. ditos prelos a 59, ditos de
/rede a imiisgo de reros coa bonitas palmas a
39, ditos da cassade quidtos a 64 rs : s na
ra da Iaiperatrii u. 60, loja e armazem do
Pavo.
lalocs de bramante.
Na loja do Pavao.
YenJe-se baldas de bramaole mullo bem fel- ,
tos, sendo de por e lirsr os arcos quando se quer MlUMOl, pelo barato pre^o de 3$ o psr, assim
lavar, para seuhora, e para meninas, do mesmo CUB0 8lim ser dourados de lindos goitos, pelo
bramante e de arcos : na ra da Imperatriz n. 60, ; ,, Pre d_ Pat : no igilo, ra
Chegado pelo vapor fran-
cez s para o vigi.aiito.
Lindos pcnlcs de raarrafa.
Sao chegidoaos lindos pentinhos douradinhos
com muito lindss molduras da differeoles gostos
para marrafas ou travesso, pois s com a vista
os compradores podero apreciar o qusnto sao
loja do Pavao.
Vestidos brancas.
Vendase cortes de vestidos brincos bordsdos
a seda, pruprios para nuivas, pelo baratiisimo
prego de 6S. ditos de tarlatana branca borda- Jouvin muito frescas, tanta para hornea
s no vigilante, ra do
do Crespo n. 7.
Luvas de pellica,
Tambera aaothegaJas as verdadeiraa luvas de
Cal de Lisboa
A 5,000 rs.
Vehde-ie barril cora cal nova chegada ultima-
mente, a 59, oo enligo e acreditado deposito da
ra do Brum n. 66 armazem.
04
F uiifio Lew-ioor,
Ba da Senzalla Nora n.4t.
as astabalasimento continua a haverua
completo sortimento da moendas meias mcta-
ias para eugeaao, machinas da vapor taixai
de farro batido o coado do todot os tamanho
para dito.
Atteficio
Veode-ie ama grande casa de dous andares e
solio, a ra da Guia n. 40, e urna dita terrea oa
ruadoAngon 18: os preteodentta dirijam-se
a ra Nova loja n. 18, das 10 boraa da machia
s 4 da tarde.
Zeite puro.
Na taberna do Joo Slmo, na roa do Vfgario.
Ricas i velas douradas para
sinto.
Vendem-se fivelas douradas a 2$ e 29500, aa
sais modernas que tem fiado ; na ra do Quei-
mado o. 63, loja do Beija-flor.
dos a 10) : ai ra da Imparatrii n. 60, loja e ar-
mazem do Pavao.
Taratanas fil do Favo a.
Vende-sa tarlatana braac e de cores a S00 rs.
a vara, fil branco liro a 800 rs dito lavrado e
palmiohas a I; a vara, organdiz branco muito fl-
no a 19 a vara : na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao.
para aeabora
po d. 7.
coao
Crea-
tardados baratissimos
REMEDIO 1NC0MPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY
Ricas voltas de aljofares.
Vendea-ie voltaa de aljofare com craz de po-
dr imitando a brllhante ; na ra do Qusimado
cmaro 63, loja do beija-flor.
**
Ao Pavao.
Na loja do pavao.
Vendem-se gollinhai mailo finas de cambraia
uva* p *ir P-ivin bordadas e de fil a 400 rs., manguitos com gol-
v ... V ? ?' liQbasde cambraia bordada a 15280, manguitos a
Venle-ae lavas de seda pretal de core a baiao flobaimoa al, lencoi de l.nho com laby-
fe.O rs. o par, ditas do retrox a 640 n.. sinlos do riniho a 2g300. ditos de cambraia de algoio a
seda muito ricos com Bveilao juradas a 1$ cade ; ia,ilsCa0 de labyriniho a 640, 800, 1. e flnisai-
: oa ra da Imperatriz n. 60, lote do Pavao. m Urai bordada, e enlremeios por precos bara-
tissimos : vende-se na ra da Imperatriz fa, 60,
luja e armazem do pavo.
Vestidos baratissimos.
Na loja do pavao.
Vendem-se muito lindos vestidos de cambraia
bordados a seda, ionio de todas as ccres a 69,
ditos com barras e babados a 49500, ditos a 4$,
corles de tarlatana brancos bordados e de cores
a 39. ditos de cambraia branca com babados a
uoute.tambera se manda levar as at.ndis eamoa- 2jbG0, ditos de cambraia bordados com babados
tras peloi caixeiros : na ra da Imperatriz n. CO, dua. aaias a 59, cortes de barege com 22 cova-
loja do Pavao.____________ I dos cada corte, leudo dos de seda a Ij, ditos de
.'.,1.- r/i/i "7i/i AZ~ ":la a 4, corles de cambraia com salpicoa brao-
Oe0.aS a t>UU e /A\) rCIS. ; cose de cores, tecdo 6 varas cada corte a 3J,
Ven ie-se sedas de listase de quadros para ros- !iloa de salpicoa mais Qnaa com 8 varas a 4,
Vidoo de oanhora a (M) o 720 rs. de ,-adrioho.]*" ^.^ *fe.Sl"?!! xiudo. ocovado ; na ra da Imperatriz n. 60, ?""p" ? npafir(? fP:""r he,r0S S n? rua da
'o;a do Pio. 1 emperatriz n. 60, loja e armazem do pavao.
Venda-ie neste cstabelecimento is fazenda,
.-niia baratai quo em outra qualquer parte, s
com o fim de aperar diubeiro, chitas largas es-
curas com pequeo toque de mofo a 200 r. o co-
vado. ditas francezas a 210, 55(1, 280, 320 e 360
rt. pegas de madapolao e ilgodsozinho por pregoi
baralissimo!, cassai e organlys de todas as cores,
cambraias d todas ai qualidades e todas as mais
tazedlas precisas para o coiisurao. alera do estar
este eslabelecimeato aberto das 6 as 9 boras da
OU D3ra homens Alpakin ou gorguro de iinho.
UUJa |J3I d UUIMCUa. Veode-se esta nova fazenda a imitado de seda
Vende-se ea^>s de casemira, de brim pardo,, de quadrlohos a 280 o covado : f na rua da Im-
ue dito de coto, palitots franceses a 6?, dilos de perairiz n. 60. loja e armazem do pavao.
'panno preto e cor de caf a 6?. cabjas de
Hilkares do individuos do todas as nar5ei
iiodem tostomunharas virtudes desteromodi
mcomparavoleprovoromcoso nocossario,quo,
polo uso quo dello fizeram tem seucorpos
membrosiiteiramentesaosdepoisdohator am-
regadoinuiilmonto outrostratamentos. Cadi
possoa poder-so-kaconvoncor dossascuras ma-
ravtlhosas polaleitura dos peridicos, quolh'ai
rolatim todos os dias ha muitos annos; o a
maior parte dolas sao io sor prodontos qut
admirara os mdicos mais colobros. QuaBUi
possoas rocobraram com sto soberano remedie
ousodoseusbrasos o pernas, dopois dodu
permanecido longo lempo nos hospitaes.o to>
doviam sofror a amputaso I Dolas ha imu
casque'iavendodeixadoossos, asylos depade-
ttmontos, parase nao submoterom ossaopo-
rajao dolorosa forameuradas complotamenta
mediante o uso dossoprecioso remedio. Al-
gumas das taos possoa na onfuso do seu roco-
nhecimeato declarara* estesrosultados hentP-
cosdianto do lord corrogedor e outros aagii
irados.afimio maisautentiearemsua afirmativ
JNinguea desesperara doestado desaude si
tivessebastanteconfianQi para encinar esto re-
medio constantementesoguindo algum tempe t
ratamente que necesstasse a naturoza do mal
cujo resultado seria provarincontestavelmente.
Quo tudo cura.
Oungueito he ni 11, mais partlco
lamiente nos segruintescasos.
Facas e garfos.
Vendea-ae faca e garfoi tinao de cabo de ba-
Iidqo do doui botdea 6|800. ditas para doce a
55800, dita de um boto a 69200. dita para doce
I a 5$200, dita prila cravada a 3$60O, dita branca
a 39400, dita rolic.a a 39 a duzia ; na roa do
Queimaeo o. 63, loja do be ja-flor.
Jogo de vispora.
Vndese jogo de vispora a 19 ; na rua do
Queimado n. 63. loja do beija-flor. ^^^^^
Anvelopes.
Vendem-ie invelopea de diverns qualidadei,
brinco a I92OO e 19400, azul a 19. o de corea 1
18400: oa rua do Queimado n. 63, loja do bei-
ja-flor. ________^________
Papel adamascado de cores.
"i* L'aJ aU3 M.'JI'i C- V

tTO HIT
EROUPKS
-
aira preta a 0$ : na
Imparatriz o. 60.
loja do Pavo,
caie-
rea da
Cambraias Usas.
Na loja do Pavo.
Vende-ie pegas da cambraias lilas muito Ocas
com 8 ardas a SjiOO. ditas com 10 jardas a 3ji
ditas com 8 jardas a 3$,ditas com 10 jardas a 49 :
aa na rua da Imperatriz o. 60, loja e armazem
do Pavo.
Brilhaiitiuas de quadrinhos a
200 r Na loja do Pavao.
\ ocio.a brilhaotioas de quadrinhos, tendo
de ;odss a. coro, tatanna rnnQ eocoroada e mais
lar*a que chita ingiera, pro^riaa para vestidos,
a 200 rs. o covido : s na rua da Imperatriz n.
6, loja e armazem do l'avo.
As cassa i baratas que o
Pavo liquida.
Vende-fe floissircas cassa-i francezas de core
muito boGitas a 200, 240 e 230 rs. o covado : s
? a rua da Imperatriz n. 60, luja do Pavao.
Bramante do Pavo.
Vende-sa peras de brammte de listas tende ama
a largura, com 27 varas rada pe?a, pelo bara-
issirao prego del09 a peca, tambera sa venda
meias pcas do mesmo cj'ra 13 l|2 varas por 59,
esta fazeoia proyria para lenco^s. toallas, ca-
misas o psrouias ate em proporco do prego
que esl toja o algodozinho toroa-se esta fa-
zeoda rasia barata seado da iin'.io, isto s oa rua
da Imeeratriz n. 60, loja e armazera do Pavo.
com 4 1|2 palmos
s na rua da Im-
rlusseliaa branca a 200 :s
Vende-se musseliua branca
do largura a 200 rs. o covado :
pralriz n. 60. loja do pavao.
Grodebico a 120
ris a libra, e sendo de 10
libras para cima a 100 ris
Vende-se nicamente por estos precoi nos ar-
ciazens progressista e progresssivo. no largo do
Carmo n. 9 e rua das Cruzes n. 36, affiaoca-se
aer muilo novo.
Granie exposivo de ba-
lees de arcos na loja do
ravau.
Acaba de chegar loja do Pavao um grsnde nfl*mn\a55 ^godo
sortimento do balesde arcos americanos sendo
a Malhildo, Carola e a Eugenia que sho os
i melbores e mais bem armados quo tem viudo ao
[ mercado com diversos tamanbos sendo de 6, 8,
10, 15, SO, 25, 30 e 40 arcos e a6anca-se a du-
racao e boa qualidade dos ditos baldes : s na
rua da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavo.
AJporcas
Caimbrai
Callos,
ancores.
Cortadura*
Dores de cabera.
das costas,
-dos mambros.
Enfermidades da cutis
im geral.
Ditas do anus.
Erupsoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdado ou falta do
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gingivas escaldadas.
lnflamm;e da boxif?
da matriz
Lepra.
Malos das pernas,
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras do reptil.
Picadura da mosquitos.
Pulmes.
Queiaadelas,
Sarna.
SupurajSes ptridas.
Tinhi, osa quilquil
parto quo soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulado.
Vaias torcidas c A o-
Sorllmonto completo de lobretisicoi d* pinno a 259, 285, 309 3W, <; ncoi malt httt:
fcltaa a 25f, 28f, 3u$ e 85g, pa.lt u; acaiacados de panno preto de le at 159, ditos de cascaur.i
do cor a 159,181 20$. paUloli taceos de pinno a caiemira d 89 ale 149, ditoa lceos de aip:-r.
! merino o la do 49 at 69, lobro de alpaca o merino de 79 at 109, calen prtis de aiemir?. oo
cores a 800 o *9 ,l *4S. ditoa de cor da 7J at iOJ, roopn para menino de todoi o tamanhos, grande toril-
a do Ouelmaso n "<> e roupaa de briol como sejam calcas, paletots o collet.e, sortimento de colletcs praloi s
mtim, easemira a veiludo de 49 a 9$, ditos para caaamenlo a 59 o 69. paletota brincoa .i )ggz
cante a 49 o 5|, calces brinca mailo finia a 5j, a um grande aor limen te de faziudjg^n,, B:-,,_
mrnaa, completo sortimento de caaemiraa inglezas pira homem, menino o s*rr, wroiiaa4o
done oalgodo, chapeca de oldeseda, luvas de teda de Joavin para hu^rn aenhora. >;.
icoa ama grande fabrica de alfaiate onde recebemea encommendn de granda obrn, qae ptte
oso est sendo idministrada por am babil mastro de semelhiLte tito/ a um pessoal da ruii B-
lincoenta obrairoa eseolhidos, prtenlo exccutaujosqoalqor obra tom promptideo o mais bajte
de qoeem outra aaalauer caa.
19, vilo branco a 19200: n
63, loja do beija-flor.
Gravatinhas de seda.
Vendem-se gravatinbasde seda para senbori,
de diversas cores : oa rua do Qaeimido n. 63,
loja do buja-flor.
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas tiras bordadas para vestidos
e saiaa brsncn a 800 e 19 : ni rui do Qaeimado i
o. 63, loja do beija-flor.
lape e Lisboa en frascos
Vnde-ie o superior rip princeza Brasil che-
gsdo pelo ultimo vapor francs Estrtmadure :
na loja de Marcelino & C. roa de Crespo n. 5.
&&{'}X*i
Libras sterlinss.
Vendem-se no escrlplorio de Hanoel Igmcio
de Oliveira tN Filho, largo do Corpo Sante o. 19.
exposivo de fazendas baratis
simas na rua da Imperatriz
na loja e armazem da arara
numero 56, de Magalhes &
lendes.
Vinde-ie muito barato para liquidar, a ler:
cortes de chita com 12 1)2 covaaos por 2g500, di-
tos de cassas de cores a 29500, dilos prelos a
29500. chitas escuras s 160, 180 e 200 rs. o co-
yaOo, ditas francezaa a 220, 240 e 280 o covado :
na rua da Imperatriz, loja da arara o. 56.
RIJA N0V
Antiga loja de Gadault.
Aciba de receber deiua encommenda um grande e variado sortimorito doi te-
guiles artigoi, os quiei vende pormecoi 10 por cento do que em outra qualquer
parle ; a aiber:
Para msicas. \ Para noivas.
*-:
mu
a -*^
I aas uaa pa
Moc^mbi Na loja do Pavo.
Vende-se mogambique todo de la sendo fa-1 pernambuco.
zeoda muito leve iara vestidos de senboraa e
roupa para raninos, com delicadas cores mu-
diuhas e tendo de urna s cor proprio para capas
de sf-uhora tendo esta fazenda 4 palmos de lar-
gura e vende-se a 600 rs. o covado : na rua da
Iruperalriz o. 60, loja p armazem do Pavo.
Vende-se esto ungento no estabelec
geral de Londres n. 144, Strand, a .
do todos os boticarios droguista o outras
soas oncarregadas do sua venda em k*
America do sul, Havana o Hospanha.
Vonde-sa a 800 rs cada bocetinha ci ,
urna instrucejio em portuguez para expliHrr
, modo de fazer uso desto ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
| hirmaceutico, na rua da Crux n. 12, em
La e seda p*ra vestidos a la mocambiqlie a 400
400 ris.

S na loja do Pavao.
"Veole-ta la e seda para vestidos cora muito
bonitos pair-i, soodo fizn la que sempre sa Vende-se laazinhas de urna s cor com qua-
venleu pot ij, e torra-sp. a 409 rs ocovado para driabos e lista propria pnra vestidos e capas
apurar dinheiro : a na rua da Imperatriz n. 60, sendo fazenda Bnissima a 400 re. o covado : na
res.
Na loja do Pavao.
;ojs e armazem do Pavo.
rua da Imperatriz n.
Pnvo.
60, loja o armazem do
sisiftA 9Tbu:o f SfRLX
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira- r com duas saias e co
mente de hervas medicinaes, nao conim mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Bei
nigno maistecra infancia, e a compleijao mas-
delicada, igualmente prompto o seguro par;
desaneigar o mal na complei^o mais robustai
^entei ramea te innocente em suas operares o ef-
f. i tos; pois busca e remove as deencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs o tenazes
' que sejam.
Entre milharss de pessoas curadas com esti
! remedio, muitas que j estavam s ponas di
raorte, preservando em seu uso conseguiram
Ai*,- ------- i ..
Vendem-se chales de merino estampados a 3$,
ditos de la a seda a 2$, ditos de la a 19. ditos
asertas a 640, guardanapos para asesa a 200 rs.
cada um ; na rua da Imperatriz, loja da arara
numero 56. _____________
Arara vende as gollas.
Vendem-se gollinhas para senhoras a E00 n.,
! ditas con botozioho a 640, ditas redondas de
Iraspasso a 19, manguitos e gollas de linbo para
senboras a 29, lencos branecs a imitacao de la-
; byrinlho a I96OO o 2$ : na rua da Imperatriz, lo-
ja da arara n. 56.
Arara vende as capas.
Vendem-se ricas capas para senhoras, de gros-
i danaple rreto a 20 o 259, ditas de linho de cores
a 69, ditai de la a 9$, rcoa cortea de organdja
com duas saias e cosa 25 corados por 89, diloi
Usos cos 15 corados a 7/, ditos de la do duas
saias cem 22 cavados a 89, ditos de gorguro
com 18 envados a 6500 : na rua da Imperatriz,
loia da arara n. 56.
Arara vende os corpinhos.
Vendem-se corpinhos bordados para meninos
e meninas a 19 cada um, pecas de tiras bordadas
da largura de 4 e 5 dedos a 1S280 e 1s600, pecas
de entremeios bordados a 19, 1$200, 19400 e
I96OO ; na rua <*a Imperilriz, loja da arara nu-
mero 56.
Las com flores a 4t)0 rs.
Vonde-se lazinhas,muito finas cora bonitos 1
padt jes a 400 rs. o covado : na rua di Impera- I 'cobraba saudo o lorias, depois de haver tenta-
triz a. 60. loja e armazem do Pavo.
L j't de aiaiudezap,rua do
Queimado n. 55 A, de
Guimares S- Kocha,.
Para balcs.
Mg'.63 cobardas de fio para aaias a 166 re. a
vara.
Agu',!iss victoria o papel a 120 rs.
Ditas fundo dourado a 120 rs.
Linea de peso, meada a 100 rs.
Dita roxa para bordar a 80 rs.
Dita de carretel, 200 judas a 80 rs.
Dita de ores, qualquer qualidade.
Gravaras
com botae e sem ellos a 19, de coreo o oretaa,
para homem e meninos.
Tranca de linlio.
Rocebeu am lindo* sortimento deslsa trancas,
prooriaa para as levea roupaa da feta, justo
.que vo-se ;>reveoindo.
Botoes
*,:ra casaca e casaveque, de coree o protoi, para
camisa inadreerola fioa, de oseo para caiga a
320 a groza, muito unos.
Colchetes
Esta loja desojando sempre ter objedos novos,
ecebeu colchftei reforjados do fio batido, as
caixas sao em forma de urna catleirioha que se
Esperance a 80
Tarlatanas com pal-
minhas.
Na loja do Pavao.
Vende-se tarlatana con palminhas de cores,
todo cores propries para luto a 320 rs. o cova-
d : na rua da Imperatriz 0.-60, loja e armazem
d Pavo._______________W
Vende-se uta bom cavallo
boa andador, novo, bem feito, cor
ru dos Pescadores o. 1 e S.
do intilmente lodos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-sea des-
espera;o; fajara um competente ensaio das
efficazes effeitos dosla assombrosa medicina, o
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao sa perca tempo em tomar esto remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
muito gordo,
bonita : na
Riyal sem
igual.
Rivasem igaal
Rival^m igual
Rua larga do Rosario n. 36
Rus larga do Rosario n. 36
Rua larga do Rosario n. 35
Pedro Tin.0 TeDda
Pedro Tino vende
Pedro TinCTende
Miudezas muito baratai
tiudezas muito baratas
'udezas muito baratas
2C0 r.
os a 32<
alisar a 560 n.
sonatreos a 320 rs.
de mul-
tas qualidadeo como de borracha a 160, a boleo a Tesouras finas com loqu,.
<->,*_____;- kn.i a mmia ha- Botoes para puno .
6a40O a libra.
00 rs.
120 e 160 n.
torna muito elegante, s ha na Esperance a I Cart5el e eolchv fr.n..q %
u. a OoUlnho, em carUo a 60 rs.. ou duzia por Estampa!;rJJJ*','.JJ J
600 ro. Ditai com vistas di
Pennas de ac Ditas com v
ralipraohicas por 2g e 29400, verdadeirai da Per- \ p8ntea de borracha
e de O'.ras qualidades, por menos do qae e i
costuras vender, canelas
posiQo el-gant. (escrevndo) a 500
tas qua'.idadea como de borrad
160, a pistolete a 120, e muito bois e muito Da-
ralas por 40 is. cada ama II
Perfuma>'ias.
O cheiroso e suave sndalo a 19600 o frasco,
tenencia concintrads) palhchouly, o mbar, o
ououel de nupcias, o de Labore, a vetivia, a
magnolia, a rosa, o jeaein., a flor de lorangetra.
a um compilo lortisnenlo de perfumarla que te-
mos, t^Qto francezas como inglezas.
N B Temos feito ltimamente um contrato
com'um fabricante que nos pe-mitle vender este
genero, cujo consumo s. adianl. por preSo. ,n-
teiraroente baiios e sem tivalidade. _______
Tinteiros com tinta o lampt
lleia. cruas par. h? J 8 J "
Ditas brancas para senhora a_" 'V'
Bandas.
Pomada imperial, frasco a 29-
Japooeza a 19.
Imperador a 19.
Imperatriz Eugenia a Ig.
Exposivo universal a 29500.
Mogas americiuaa a 500 n. o 1#.
Enfitei pretcs a 4980
Liahai de croxel para bordar l _..
Jogoa do vispora a 800 m"so-
Ditas do bello xadrez a 1J600.
Gravataa com bota a IjOl
Pinceis para barba a 400 e 600 n.
Palielns do missanga a 192,
Carretela de linha a 30, #0, 60 e 80 rl P"
I.uvas de seda com toqoo a 20
Escovsa para limpar deotei a 240.
Ditas para cabello a ff.
Ditai boaa para unbaa a 320 e 500 rs.
1 tas para roupa a 800 o 19-
Assim como um lortimento completo de
Paulo Cordeiro a 19500, gaste grosso a I9GOO, -
meio grosso a 18600, dilo fino a 1S?80, Ll*boa
julio, rolao fraoooi a 2900, Ueoron 1040.
evidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal do).
Asihma.
Clicas.
ConvulsSes.
Debilidade ou axlenua-
^o
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
eousa.
Oasiniaria.
Dor de garganta.
do barriga.
nos rins.
Dureza no ven tro.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encbaq ueca.
Herysipala.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no ostabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, o na loja
a todos os boticarios droguista o outras pessoas
erwarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana o Hespanba.
Vndem-so as bocotinbas a 800 rs., cadi
urna dolas contem urna instruego em porlu-
guez para explicar o modo de se usar dostas pi-
lulas.
O deposito giaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Gru n. 22 am Per-
nambuco.
Febreto da especio.
Gotta.
Heraorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes;
Inilamrnacdes.
Irregularidades do
menstruacao.
Lombrigas do toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstrucro do veatre.
Phtysica ou consump-
;o pulmonar.
Retencio da ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Varl.do lortimento do instrumeLtoa', Aimiisriciieelegan.ee cspellaa q.o
p.ra msica, militare, o de orchestra, se Pde deEeJ". "cveran-Jo sem1 errar. ^
rh.vo. iserem as mais bonitas qus rqui tem vio- S
do, ricos manleletis pretos cero vidrilhoa
franja o maii moderno nesie genero.
Para presentes.
Muito linda caixiohrs pira ----------
com msica o sem ella, muito proprias p- ^'^
ra dar-e de prestnte a alguma senhora (h;,\
que se estima, ricos enojos de barba para &^
homem. >;'-;
Espelhos. ^>
Grandei e pequeos com moldorai fi^r?
pretas a douradas, proptios para ornar bo- S**'"
nitai salas, sendo os vidros muito grosso )zJ-s.
instrumentos completos de chives e
aptslon muito perfeitoi e afinados do fa-
bricante Gautrot Aia'
Para cirros.
Gnarnicdei completas para arre-ios de
carro.de metal do principo ede lato pa-
ra um o dou. cavallo*. molas, vtquelss
francezas para cobirtas, encerados, ga-
les, ricas lanternai pira csrrc e coops,
colleirai etc., etc.
Vidros.
Um grande e variado sortimento de can" o de primeira quaiidide.
Avulsos.
1 delabros, serpentinas, lantcruas cem v-in
^W gsnte. e sem elle, palmatorias, copos
5]5S para vinbo, clices, redomas pan ima-
V'-^' geni redonda e ovni grandei e peque-
Para retrates,
Machinas muito superiores francezas
;.;_-_, oimericanas grandes e pequeas, grande
vJv^ sortimento de chimicas para trabalh.ir em
?>*.;< todos 01 processus, csixinhts e passepar-
!\X tou americanos e francezes, pipel albo-
a# minado etc.

Camisas de linho para homem.
Carteiras e charuteira?.
Bandeijai grandes de 30 pilmes
3g.
.'""haj o aianguitoa paio jcuIhj,...
La de todsa .-k. f-.- i. .!
Talagarca.
Seda frxa de lodas 11 cores.
Lindos enfeites para senhoras.
Oculos e lunetas de todas *s quMidader.
Fumo (ran:ez, americano o tambem o
spreciavel fumo de borba com oa
competentes cachimbo! tanari etc.
sss

lia
Relagios.
Venri-se em casa da Johnston Patar d C ,
. do Vigttrio n. 3, um bello sortimento de
1 elogios do ouro, patento ingloz, de um dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambem
ibu variedad o do bonitos trajeo)! jni pira 01
iismos.
Arara "vende as colclias.
Vendem-se ricas colchas para cama a
das por 8$, ditas de fusto de corea a 59
roberas de chita a 29, cobertores de algodo a
13 : na ma da Imperatriz n 56.
Arsra vende as cambraias.
Vondeac-se peQas de cambraia lisa a I56OO, 2g, ;
2{.')U0, 39 39500, cassts adamascadas para cor-
tinados com 20 varas a 99, ditas de 10 viras a
I95OO 33, cambraia de salpicos com 81|2 varas ^
por 39500 e 49 ; na rua da Imperatriz, loja e ar-
mazem da irara n. 56.
Arara vende a roupa feita.
Vendem-se paletot de panno preto a 69500,
8 e 10J, ditoi de brim escuro a 8g e 39500, caigas
de casemira preta a 49500 e 5J500, ditai de co-
re! 59500 e63. d tai de brim e fuato a 29000
29500, camiaa francezas a 18600 2J, ditai de
peiio de futto a 29500, ceroulas de brim s I96CO
e 29 ; na rua da Imperatriz. loja da arara d.
Arara vende as aberturas.
Vendem-se aberturas para camisas a 240 e 320,
leaos brancos com barra de cor a 80 rs., cortes I
de cal;a decores al; e 19280 cada um, meias
cruas a 120 o par, ditas finas a 2J500 a duzia :
na ro. da Imperatriz. loja da arara n. 56.
Arara vende o fil.
Vende-se fil lavrado fino a 19200 a vara, dito
liso a 720 e 800 rs. a vara, dito de core a 200 rs.
o covado, tarlatana de cores a 800 ri. a vara ; na
rua da Irapratriz, loja qa arara n. 56._______
Arara vende o babadin
Vende-se a fazenda por nome babadin com
palmas de seda, propria para vellidos a 500 rs.
ocovado, rfito entestado a 640, lazinbaa para
vestidos a 320 o covado. ditas multo finas a 500
rs., ditos enfeslados a 610 o rovado ; na rua da
Imperatriz, loja da aran n. 56.
Arara vende o riscado a Gari-
baldi.
Vende-se riscado a Garibaldi para vellidos a
280 o covado, fusto de cores para vestidos a 280
e 320 o covido, cassas francezas finas a 280 e 300 !
rs. o covado, organdya fino a 320 o covado ; na
rua da Imperatriz, loja da arara n. 56.
Arara vende os paninhos.
Veodem-iepegaide pininhocom 12 jardas por
59, ditas de madapolao entestado a 3J500, da-
masco da 6 palmos de largura proprio pan Bi-
sas a 19(00 o covado : na rua di Imparatriz, loja
da arara n. 56.
Nesta grande e bem montada fabrica d machinismo, a mais antiga no imperio, conlinua-sa-i
?xecutar com a maior presteza e perfeicao eccommendn de toda a qoalidade de machinas usad;
no paiz, tendo lempre prompto o seguinte :
Grande sortimento de moeodas d canna de todot 01 systemai e tamanhos.
Machinas de vapor de diverssi qualidadei.
Taixaa fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalhai.
Brcnzes e aguilhes.
Rodas, rodelas e rodas d'agua.
Guindastes fixoi e portatis.
Machinas do cylindros para padaria.
Serras de a>;o para serrara.
FalPia? par barcos, etc., etc., tudo por preca que bem conalds.

4-Rua do
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
(Pi
m
He.to ostabelecimento ha lempre um lortimento completo do roana feita de 'U
todas as qu.lidadoa o tambem te manda execatar per medida i vontide los freg*- tVi
zea para o que tem um dos malborea profanorei.
Casac.ai ao panno preto a 01, Ditos de ifitim preto
309000 Ditos de seda setim branco a 8 a
Sor.reca.acos de dito dito a 359 o 3090P0 Ditoi de orgoro d ida pretos
e do cores a 79, 69, 49 o
209000; Ditos de brim o fusto branco a
! 8J500, 29500 o
9OO Siroulaade brim delinhoa 29 e
1 Camin de peito dafuitao brinco
o de core a 29400 o
Ditas de pelto de linho a 59, 49 o 8O00 (?"
Ditas de madapoln braneaa
Arara vende *s saias.
Vendem-se saias bordadas para senboraa a
29500, dltaa de 4 panos a 3j, cortes de cambraia
bordadoa brancoa o do corea com bibadoi a
29500, aintoa para senboras a 19280 pira acabar:
n. rua da Imperatriz, loja 9 armazem di '
PtuneroM,
*j
Paletota de panno preto o de co-
rea a 359, 8O9, 259,109,189 o
Ditoi de casemira do cores a 229.
i55,129.79 o
Ditos de alpaca preta golla de
reliado francezas a
Ditos do merino stira prelos e
do cores a 9| o
Ditoa do alpaca de cores a 59 o
Ditos de alpaca preta a 99,79,59 o
Ditos do brim do coros a 51,
49500, 49 o
Ditos de bramante dalinbo brin-
co a 69, 55 o
Dilos de merino do cordio preto
a 159 o
Calgaa do casemira preta ede co-
ros a 12, 109, 9J, 79 e
Ditas do princesa e marin do
cordao preto a 59, 69500 o
Ditas de brim branco ede coros a
59. 49500 o
Caigas do ganga do coras a
Colloto do vellido preto o do co-
res lisoso bordadoa a 129,99 o
Ditos do casemira preta a d co-
res lisoa o bordados a fa,
59500,59
SOOO
89500
8(500
frego*-
59000
590G0
8noo
2S<0
19280
39500
49000
89000
69000
49500
2J500
9000
89OOO
31500
ede
cores a 39, 29500, 29 e
Chapeoapretoidcm.ua franooza
forma da ultima moda a 10a
8g500e
Ditos da feltroa 69.59, 49 o
Ditos do sol do seda Ingleses o
trancozoa a 14f, lSf, 111 ,
Colirinhoi do linho muito unes
novoieitios di al tima moda a
Dttoi de ilgodo
Relogios do ouro ptente o horl-
Ditos do prsta galv.niadoo pa-
tente e horizontae. a 409 o 801000
Obra do oaro, adoremos e mcio
aderezo, pulcilni, ron tu e
aneis 1 |
Toilhai d* linho dozii 105, 69 o 9J000
Ditas granei para mesa urna 39 o 4900
jeoj
79000
29000
79000
9800
9500
70|000
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MUTILADO I
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ILEGVEL


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f .<-'*
'*:-' -
Lrafc DK PERHAMBCO Ql'ABTA FEiiU 27 DB AGOSTO >fi I8H
,
iiuicao.de prego
rev
mm%
FRANCISCO FERN.4NDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
Ar!lag8!UiqUe PrPr8Urio *to acred.t.do armazem de molhados tem offarecid, ka
a conbee da pelos mu* numerosos fregis, mas eorao a jo se tem dado ao irabalho da experimentar, rogo todos ellos o favor da mandaran comprar suas
""""0 ^"^ de Pr^ equalidada que faz, se fossem compradas am outra qual-
/ ZT T reCeb9 ,m l0j0S os raPr9S 8 navios d8 r,ndos da Eur.Ja, .
lri ilr C""a prpria< Para maior "* e oomedtdade, resol eu o
H r e LTt 'nf'59 T"* >tm[[QS SflQbora'q o po-n na. mandar, da des-
aWm T P, Via"f9fraa P8ra lu*,r Qdica<> *> e qu.Iquar .ero comprado tiesta
RTS^S2 S9rem l? b3m SarV,J3' C* vi.- pJ.ln..U. nois pa?. este 1.
a urna pessoa daconfianja para de prora?to conduzir as cartas na chegiia do vapor.
*"JP ^t* Primair I""*-*" da safra .ora a 800 e 720 rs. .
""*-!_ e *m Be 8ba'mento.
^% t nCCX* a mais no?a do mercado a 600 rs. a libra, o em barril a 560.
talla tiTi^ SU 0 que se pode desejar neste genero a 39000 a libra.
fynh fAySMB o mais superior do mercado a 2&800 a libra, e em porteo se fat abati-
mento.
%ml|OS 4l TOH'che?ados neste ultimo vapor lito frescos
gados em navios a 15P700.
na 1^2$* verdadero ioglez a 2*000 a libra em porcio se faz akatimente
*af.'>ra atea na..
Ra larga do Rosario n.
38, loja da Aurora
tem para ventar agulhas cantlas com alguma
avalla a 60 a 40 ra. o papel, tas curtas de
fundo dourado proprias para alfaiate, ditos da
victoria, ditas imperiaei, ditai fraacexas, dita*
de todas as qealidadei, rap de iotas as quili-
dadea ; ata loja tem graoae sorlimento de miu-
dezase vende barato, e SO a vitla ae dir o pre-
so de tudo.
Aviso aos senhores de enge-
nho.
Venderse ama moeuda para eogenho de canoa,
de nanerol3 por 13, completa de todas as fet-
ragens, juntamente 4 tachaade ferro, sendo duas
batitaa e daas fundida*, lamaohos regulares, tu-
do por presos amito commodos para liquidar na
ra Nova n. 10, loja de Caroeiro Vianna.
Venue-se am escravo crioulo ae 35 anno'
odo preso : na ra da
Yende-se para liquidar cootaa urna taberna
em boa localidade, e bem afregoezada: oa pre-
lendentea podero dirigir-se a ra do Codornii
numero 1.
------
de idade por muilo com
caaade deiensio n. 32.
Vende-se am cabriolet
na ra do Imperador.
na coshoire a. 17
Aos fabricantes de velas.
TT,fn de"8e ,obo de"11 nui'o duro e alvo a
JUU rs. a arroba: na ra Imperial n. 215 l-
baros.
29000, ditos cho-
Vendes. um cavallo bom andauor de pal-
io a meio, por muilo commodo preco : ni ra
de Rosario da Boa-Vista p. 12.
Grande attenco.
Vende-e qaarenta e tantas arrobas de cham-
bo em pedamos, proprio para chumbar, aisla ce-
rno para o encanamento, d-ta por meaos de seu
valor : na raa de Argo n. 8.
Vende-se
40 a 50 arrobas de metal
fundigo, prsco commodo:
ffifroS'
velho, proprio para
na raa do Arago au-
lojeccao Brow
Remedio nfalvel contra as agnor-
rheas antigs e recentes, nico deposito
na botica franco, ra da Cruz n. 22,
preco 8f.
* confoitadas, conteni diversas iguarias rauito proprias' ... Vene,m;so ,,cn" e,8"o cado do autor
mal acreditado : na ra do B'um. armazem de
para mimos a 15000 ca4a urna.
I Hila ds soda ern latas com differentes marcas a ljjino, afianca-sa a bca qua-
lid.'da, assira como tem latas grandes com balschinha proprias para lanche a 2*500.
liftgYtaiad do Hofo mp4 viaho ilo ?mo arn garraftdo vndo t sgund4 vez
aonosso mrcalo a 1?500 a garrafa eemcaixsscom 1 duzia or 12^000.
*. iitmmmf O DIU i-u j n w\ 13,
XC a em latas de 1 e moia libra por 1?500, ditas com 3 libras
tt lfgYY i Hlt da; melhores marcasque vam ao mercado, como sejao Duque
do Poito, CarcavelliuS e Feituria a 19200 a garrafa.
SM&COTet&d QQI \illla ; do Porta com 70 garrafas proprio para casa particular
era garrafas 32JO0O, aanja-sa ser de superior qualidade.
I IR'3 Qm P*>H de superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 c 600 rs.
a garrafa, e em cuada a 30500, 45000 e 45500.
IM Vttia Ida e-n latas cora 10 libras por 48000, e em barril a 400 rs. a libra.
UftfeU, maC ..v&o t vA^fBl 320 n. a Itta, a em caix, grandes por
6?000. afianja-se ssr rauito novo.
*n-ftn muit0 n0V3S a 56' r3- a llbra eem barnl eom uma arroba por
v -. lvt;UO rs. r
i- AJae escabj-ihe das seguintes nuaij.ades savel, congro, corvina
! .J7 ciern' Pescada, evezugo a l?-00.
-"t*-'-*-- -* a G80 rs. a libra, aem caixa a 660 rs.
DWM ll--; ara mba refinada a 360 rs. a libra, era arroba a 11 rs;
*> m%* to v^iao
V LV l-Ar.jl i para fiambra a Gi0 rs a hbra
.^?,a h-. i f-
por 2#60O
^-, l> -a Vi: m a 560 rs. o frasco, e 65400 a frasqueira con 12 frascos.
1 *9 cora gonebra de Hollanda com 25 garrata por 9$000.
* lP*a rauito limpo, a 160 rs. a hbra, e em arroba 45S00,
' 0 mui'.o novo a 160 rs. a libra, e 45800 a arroba.
Hispiros em meias caixinhas, do raelhor fabricante da Batiia a 2*900 cada uma
'2^ o mais superisque ha no morcado a 240 rs. a libra, e em garrafoes cora 5 libras
por l*6, so o garrafo val 500 rs.
9Qvada IH do FrariQa rauito nova.a 200 rs. a libra,
TOOS&mt muilo fina e alva a 100 rs. a libra e era saccas se faz abatimento.
ralUOS U?a.08 para deotes a 160 e 280 rs. o m?o com 20 raacinhos.
PalitOS CO Z a 2300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
c>"-w '*' f# J 4 das marcas tenente, ou XXX a 6*o00 a duzia e 500 rs. a garrafa.
SftTVtjti D?aaC das mais acrelitadas marcan a 55000 a duzia e 480 rs. a guraft-
\ ltSaO braReO engarrafado o m^is superior que tem viado ao notso mercado a 800 rs
tambera tenho de barril para 560 rs. a garrafa.
aja4ih*i do Libto& a 7?000 a trroba e280 TS a Iibra
^ o !ava'b a300rs-a "bra ea 9*000 arrob., dito da 2. qualidade a
200 rs. e 85000 rs. arroba. *
f-v?> de ",Iaranha0 a ,0 e 12 rs a libra em arrba a 35000 e 3*500.
ILaOeQlat haspanhol a 1W00 w. a libra, ditto francez a 15100.
iai BAiaa % imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a lfbra, tambem ha para 500 rs. a libra.
P raii^S feBu\ Cllli pecego, damasco, pera, alporche, e ginga a 600 rs. alalia.
Sfala a A Naato a 380 rs, i,ua aOlansa-so a boa qualidade, a em porco
se faz a batimento.
MR ? francezas e portuguesas as mais novos a 640 rs. a latta, era meias Iatinhas a
500 rs.
V^\V0 BoY&eftUX, Marg, Medoque a S. Juliende Medoque a 9J000 a 10*000
a caix, em garrafa 800 rs. e U000.
18 H33 o raelhor petisco que poje haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
fJeOOl^S OV S al*ocenio o a 1*200 o molho com cenlo e tantas, lambeta ha
proprias para conservas a 4U0 rs. o cenia.
Ki Va QCA' muilo nova a 320 rs. a libra, a em arroba a 8*.
pe gi't Ve a 45 a resma, dito de peso paulado a 35, dito almago bom a 35200.
SSa para Sp trellinha e psvide a 600rs. alibis, em caixinhas sana mais
barato.
m e ten.te em latas de l libra por 800 rs ede 2 libras por 1*500.
.ftHte #CG refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas com 1 duzia por 8*500.
lem e LSb^a a 720 rs. a garrafa a 5*600 a caada.
AttMfoai desasea mollea 320 rs. a libra e 85000 a arroba.
flagr e WbOa 240 rs. agarrafa e 15800 a caada
qualidade.
-'nac das msis acraditsdss maraes a 15*000 e 20*000 o
i 1J80O.
re m rn*-^
^^ o quese poe dezejar oeste genero a 400 rs. a rrsfa.
i j ., de 1<,J,S ss |0U4sl?s que sj procurar a 1*0*0 rs. a garrafa.
^ ISlitS,.- mu(i0 ,lTa chjr0M 1(JQ Jbra|
Ij **0 para Hapar fma. 180 ri. e am pera., s. fea sk.tim.nto.
... v Alta de. gneros .cima m.acea.dos ..-,,* respeitavel publico tai aompUto sart-
. meato de tso que jen dea te a aelbaes.
mucir de Jos da Silva Loyo & C.'
Oleo de ricino, arroz com
casca.
Vende-se 115 latas de oleo de ricino, e ama
porgao de arroz com casca, mais barato que em
outra qualquer parte, chegado ltimamente do
I aado : na raa Direifa n. 69. padaria de Anto-
nio Alves de Miranda Gaimares.
Chumbo! chumbo!
Vende-se chumbo de rrunirSo sortido e de di-
versos nmeros, a retalho ou em porqea, por
preso ruis barnlo que era outra parte : na raa j
larga do Rosario n. 34, botica.

Caixas de tartaruga charu-
teiras de charo para rap
echarutos.
O tabaquista que aprecia a boa pitada de Lis-
boa ou mesmo Princeza, Meuron etc., etc.,
justo que compre ama bonita caixa de tartaruga
todamarchelada com qual nao se envergonha
r de offerecer da boi pitada de seu gasto a to
dos os circamstantes que se acharem em sua ro-
da, monos dos quaes louvaro o seu bom goslo.
Assim como a cala necestaria ao tsbsquislt,
acharuteira nao aaparflaa no fumante e sendo
frllfr ffiljorque"C0mUslT4xf,BOniir quar-
to sibe apreciar o bom. Para os mala commo
distas tambem ba bom sorlimento todos encon
traro barateza ama vez que munidos de diohei-
ro se dirigirem a ra do ueimado loja da aguia
braoca n. 16.
Potassa da Russia
e. Americana.
Vende-ae a lypograebia que fui do Purita-
no, prompta para trabalhar, porter tolo o pre-
cito para este Sm : a tratar na ra dos Prazeres
dobairro da Boa-vista, d. 7. .
ja m 6 por-l
tas em frente do Liyra-
ment.
Bales de 15, 20. 30 e 40 arcos.
Grande sortimeato de baldes de arcos
, m,'BOre nests fazeada e graaSe,
chitas fraacezas largae escaras a *2u o
* "" ?^OT'do ta straltas miadi-
ahas a 160 re. o cevado, cassaraia lisa
pars ferro coa 8 1|3 varas a 2* a aecs.
ditas fiaas 3, 4. 5 e 6J asuito flaas, 1
ditas de salpiquiaho coas 8 1 H 3o5UU a pa, cosertai aleoxoi.s brn- 1
S ca e de cores para caaaa a 4*500 e 5|, jl
cama de cores fraacezas tillas segares 9
a 320 rs. o covado, ae;a de breUaha de 9
rolo a 2g, algodlo trancado alvo maito m
largo para loalhaa a 1* a vara, eafeites a X
Ganbaldi tudos pretos a 5* cada am, len- |
eos brancos coa barra 4 cores a 120 ca- X
da am, roapa feita ds todas as qaalida- i
lM"Dl baratas, a loja est sberta at 8
25 as 9 beras da aoite. gt
mmmmmom mmmmm mm
As Srs. ousuni'idoresdt gaz
Ros arsaazeas do eas do Raosos as. 18 38
as raa de Trapiche Noto ao Herir n. 8, se vea-
de gaz liquido aaaericano priateira qualidade a
recaateateate chegado a 14* a lata de 5 gilaa,
assim como latas de 10 e de 5 prrafos .
garrafas.
nde
l^idacao por todo
* pr?^o, na bem eo- i
nhecda loja do Ser-
kinejo.
tuadueimao
Apparefam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escuras finas a 160, 180 e 00
rs., cortes da vestido pratos bordados a
velludo de casto de 150* se veDdem
por 30, 40, 50 70. shl<1as de baila
. de velludo a setira a 12 13, careisas
\ para seabora 2,-000 3fi500. gollinhas
, ae cambraia bordadas a 500, 600 700
[ 800, 900 a 1, ditas de 1116 bordadas a 120*
i rs., casareques de fastao a 5, 6f,7|, 8,
[ meias de seda brancas e pretas para se-
| nbora a IjjSOO o par, tiras de bsbados a
I 500 e 700 ra., las de quadro enfastadas a
E 300 o 3C0 rs. o ovado, sambrais prela a
i 400 e440 rs. Tara, organdys de eore a
l 600 ra. a vara, fil branco adamascado
E* para cortinados o vestidos a 400 500
rs. a vara, cortes da ollet de casemira
bordados pretos a 2 e 3000. ditos da
i velludo de tr e pretos a 3>, 4, 5 a 6 S
paletota de brira branco fraocezei > "
i 350O e 4500. itos da casomira de res a prto3 a 14 e 16. ditos da alpaca
| preta e de cores a 3, 3J500. 4 4500, M
camisas da peito da lluho a 2*500, cort.
de colleta de orguro a 1500, 1700,
2200, 3 e 31500. colletes leitos da br,m
V 29w SjO. ditoa fetot de casomirs
a 3J500, 4J a 4J500. ditos do velludo a
5, 6e 7, ditos de fusilo de cores a
1S500, um variado sorlimento de meias
pora hoaem e senhora, grinaldis eom i
florea, chales de froco, espariilhos, e to- 1
da a qaalidade de roupas feitas para bo-
mem que tade se vende por melada do
seu valor.
wmi
Veadem em seas armazeas
PROGRESSISTA
<
\
E
-
Ra das Cruzes n. 36, e largo do Carino n. 9.
*
<
<2* o BOF
h&* ^ O"
<* o 5
f
a T3 . c -^
o> s to "^
to t OQ 03
** s n> OQ s
o
o
No escriptorio de Manoel Ignacio da Oliveira &
Filho, largo do Corpo Sanio n. 19, por preco
mais barato do que am outra qualqaer parle.
*Sl
stello-Sranco,alfaiate
militar.
Por este annuncio se faz constar sos Srs. offi-
eiaes de todas as armas, tanto desta provincia
como das sale ca pitaes do nurte do imperio, que
ha a venda boioes do ovo padro, segundo*
ultima ordem do ministerio da gaerre, vendea-
do-se duas aboluaduras por 3, dvnriindo que
ama das aboluaduras de padro antigo, faz-so
ramessas para onde forem padidas, assim como
tambem ha para vender o melhor panno azul in-
glez, o melbor velludo prelo do Porto, fazondas
desconhecidas nesta praca, o que se vende a re-
tslho. O* Srs. offlciaes qne esto tora da provin-
cia podem renovar suas consigeacoes Hundo
quantia certa, a os outroa sanhores que nao live-
ram procuracao nestacasa poJesa mnda-la, ad-
verlindo que o leoapo para a dita procurarlo de-
ve ser lirailado, acompaahando ama carta da or-
den? pedindo as encommendas que toreas preci-
sas, devendo ser dirigidas a correspondencia a
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, ra do
Queioiadon. 39. Tambem ha galo de ouro su-
perior e ferros francezss para allaiate, aza forja-
da o parlo. '
a Sansa.
sa-se a Sea
C3i^
A loja d'aguia branca, ra d
Queimadfe n. 16.
Receben pelo ultimo vapor os seguales ob-
i'ctos:
Bonitas ligas de seda para seabora.
Grandes e bem tecidos aandes de clina.
Aspas de ac, e fila elstica para ciea de balso.
Bwoacas grandes mui benitas e bom vestidas.
Bonitos baaziahoa com 9 frascos da cheiroj.
Lindas caixinhas com 6 diiosda ditos.
Trancallim groiso da cor para guarnecer vestidos
Lava da raiurta fanecas e aassreHas.
Liados boioes de banba para
presantes.
A loja d'aguia branca acaba de receber liados
boioes da porcellaaa dourada com flna baaha o
sai viesas kseripces, os qaaes por suas delicade-
zas e perfetceosteraajsi-ss dttjaes pasa prasen-
tes, e em eapeoialidada aa ootaal qaiadra, uta.
gestar do baos dirigtr-ac ceas diaSeiro i raa
do Quaiosade, leja d'*ui> braaca a. 18, qu* ,C1._
r asa qe bem o eaprag*r.
<*..,. 11 aa^iM j. f ^^.. -III1XJ7~~~~
dase para veader o ** aaaido torito a rak-
irios visto o fadMBt* ter-ee aaaaaaaos do aawo
rio ; aoovMa, portaato, S*mjimi q asatacase
pessair asa boas rasogio de oaro oa arcta de ce
Ubre faMeaate Koraby, a aproveitar-aa da oa-
pertaaidada eass parda de taaaao, para vir eea-
"i Vor. *""ll0 Br, rtptotie
ras do Trapicha a.28.
gio, e tm garrafa
h
Vsade-sauma mebilia de jacarsn coa aedras
brancas, ama dita de aoaareilo de raz e da mui-
lo bom gosto, vidroaaara eaeelho de lodos os
taraaabes de 13 at S6 pellegada* de altara ri-
cos trems de jsesrsadi cosa ceosolos de pa'dra
gassoia laca, moldnrae fraacezaa para enfeites
de oretiries e ontris ssaitas obras de bosa gos-
to e per barato praro ; ae ras da Cssaboa de
Caroso n. 12, loja de asarciaeira de Jeao GeacaU
ves Lacis Lisbea.
''?"'
Na ra do Qoeimado n. 55 loja da miudeza*
de Jos de Azevedo Uaia e Silva, est& vendendo
todas as Oiiudezas barstissinus, a saber :
Frascos grandes com superior opi/ita a
Carriteis de linba de cores com 200 jsr-
das a
Ditos de retroz de cores, menc preto a
C'ixas com iscas para accender charutos
Duzias de meias craas muilo superior a
Novellos de Hoha muilo grandes e su-
perior a 40, 60 e
Ditos de cores, a melhor que ha a
Phosphoros em cmas de olha, so a ca-
xa val o dinbairo, a
! Crides de linha com 200 jardas, a me-
lhor que ba
Ditos, ditos brancos e de cores com 50
jardas a
Doria de facas e garios cabo preto, Unas
Dita da ditis Cabo branco a
Thesouras grandts de6 polegadas a 40 e
Saceos para escrotos com sinta de bor-
racha a
Tinteiros de vidro com superior tinta a
Ditos de barro com superior tinta a
Masaos com graspos lisos e de caracol a
Duzia da phosphoros da valla a
Pares de oaeies de cores para meninos a
Croza de pennas d'aco superior a
Areia preta para botar oa escrita a libra
Colxetes esa carleS, com duasordens e
quatro parea grandes a
Baralbos de cartas francezas a
Ditos portugueies finos.
Thesouras pequeas, porm de superior
qualidade a
Colxetes fraacezes em cala a
Duzia de meias alvas, para homem a
Dita de eibonetes finos a
Sabonetes grande e superior a
Trassoia do Porto muilo superior a vara
120 o
Pares de boioes para punhos a
Alina destas oiiudezxs tem muito asis que se faz
paaciso vaader e aao engaitar dinheiro, assim
como sejaat : labyrintos para todo o preco, areia
preta a 100 rs., porm quem qaizer comprar am
arroba vende-se por 2jj, i baratissimo mesmo
para quens nao tracisa.
200
40
1600
too
110
160
2M0
Manguitos e gollas de
cambraia ricamente bordados
Veadeas-so manguitos e gollas de saparior
cambraia ricamente bordados pelo iasigniflcaate
proco de 2 o par da manguitos coas uma golla,
saado que sasapre cnstsram6 cade par, asilas
pois recommenda-seaos aosigos da santa eco-
Boma que a prove tem a boa oceasiao, di riela-
do-s com dinheiro a loja da boa ( na raa do
f Miando a. 12.
Vaadeo* se tachas de
farro cuado do fabricaate mais
acreditada : na ra do Brum
n. 28 B, armazem da Jas da
Silva Loyo 4 C.
Nanteiga ingleza e fran-
cez i.
Maoteigs inglesa de primare qualidade s 800
rs.. fraoreza a 600 rs., queijos do serlio, de
mantetga, a .V 0 n de coalha, a 400 rs. banha
refinada a 440 n.. em barril 400 rs,, gomma de
ararata a 100 rs., e 2800 a arroba : aa ra das
Cruits o. 24, esquiaa da trsressa da Oarlder.
o
*6 'u owito p
o *9 'n saznj3 sep ny[
TU
HSOHd
sds h wtmm\
ILEGVEL



MUTILADO


.-

DIAS10 Dfc PEJSillAUSa QUillTA FElrU 27 DE AGOST DI 186*.
Me e alcatrs,
Coke da aelhor qualidsd, mallo proprio para
vapor, timbas para todos o ases doaeitiees,
foraoi pequnaoa e gnndea, etc., para eitea ser-
Titos, o coke ais ecenoaico do que quaiquer
tro coaanstlvel, por aer meao de aettde fe
prego o de aais durago.
Alcairiu, esta aeade applicade i aavioa, bar-
cagas, alvareagas, caaoas, ate, praata auito boa
effeito, consrvenlo a aaadeira de tedaa as qja-
lidades de bteboi, azeode durar aa leapo inde-
flaido. Taabea conserva aaadeira de edifica-
bas, preaer j adu doa biebea e contra o teapo :
aa propriadades ohiaicaa deate alcatrae de car-
Vio aais forte de que quaiquer eulre, xtrahi-
do de aaadeiraa ou outraa aaterias.
Queat praclaar aebar venda, no ara uaa 4o
gaz. Uua do Imperador.
Proco do ceke 139 por tonelada.
Pre?o do alcatrae 5C0 ra. per caada.
PrelM filcas
*
oh aljfar n% iia quaiidak.
A leja da agaia braaea acaba de receber ua
novo aortiaento de auperier aljfar braaco ou
perolaa taigas o nal per aaa perfaicae diacil-
aente ae distingue das perolaa verdadeirai e aer-
vea elles por sua eztraerdiaaria grande pera
aagargaatilhaa que presentemente eatao ea mo-
da e meaae para outroa eneitea c*ae eeaHwe
vendem-ae comaodaaeata a 1, 1|M0 e lgMO
o lo : isso roa ra do Queimado loja da aguia
branca i. 16.
Vende se uaa caaa fraoceza ea muito
bom estado coa aeldara, toda da aaarelle por
barato prego : na roa do Caldeireiro a. 90.
Acaba loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
doa-
Fs de arroz coa boneca em bonltoi vaioa
rados.
Ditos dito aem boneca ea pacotes.
Agua balsmica para conservsgao des denles
boa balito da bocea.
Opiata iogleza para alrejar os denles.
Leite virginal caja utilidad* reeouhecida para
tirar sardas.
Vinagre aromtico para qaem soffre
e dor de eaboqa.
Paalilbas de chairo para ae perfumar apoaentoa.
Veode-se ua excelleote cofre de ferro,pro-
va defogo, proprio para quaiquer eatabelecimen-
to, com proporcoes para guardar dioheiro e li-
vroacom a malorsegurauga possivel: na ra de
Apollo, armazea n. 38.
Acha-ae venda no eacriptorio da Antonio
Laiide Oiivetra Azevedo C, ru da Crac n. t
a obra escripia pelo visconda da Uruguay,Kaeaie
Sobre o Direito Adainistrativo ; deixaaos de te-
car elogios a esta obra, basta o noae de sea au-
tor para a tornar recoaaendada, daos voluaes
ea broebura 10$, eacadernado 15g.
Para luto.
-----------------------------r-------------------
Para atar caballo.
F.ao. de sed'a elaetkoe par. chapeos largo. JS~*& "ff P" / J-
..^il...TnOO:..r..do Quei-.do n. 22, ,,,. ZTS& \U \ .TrVe u
agradad*, iaUlrsaente eoga nova, e de meti
geste, aaaia cobo coa leo e Uros de lidas fei-
ttas, que se vende per preco aullo rezearol : s
ao vigilante, rui do erespo a. 7.
aa loja da bea f.
Laazinkus muito Mnaa
para vestidos.
Superlerea Uaziahas para vestidos da maito
boaitos padreesqae se veadea pelo baratiseiao
prec. de 440 ra. o coved* : aa raa do Qaeiaa-
do a. 12, laja da bea M.__________________
Ra da Sozalia Nova n. 41
Ne$te estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120rs.
i a i- i a^^
Patosa da lusaa.
Vende-seemeasa deN. O Bieber &
C., successeres, ra da Cruz n. 4.
Para baptis&dos,
A loja d'agua bracea acaba de receber pelo ul-
timo vapor a sua encuaaeada doa seguales ob-
jeclos para baptiaados, sendo liadas toaqaieka*
de aetim mui bea afeitadas, e cada aaa ea
aaa caixinha, sapatiaboa desetia braceo, o
corea ricaaeale bordados, o aeiae de aeda, e
aelhar aais bonito possivel. Agora, poia, oa
pala que nao quizerea eaperar pela geoerosida-
a. i.ii..o i*a ai **"horaa coaadres, dirigirea-ae loao
" l0BllCM aunidos de dinheiro loja d'sguia braaea, 3a
do Queiaado n. 16, oadebeaj podero compras
esses galantea objectos.
prt
Oa malherea afeitea pretoa o de corea que p-
parece a 5*500, 69 e J00 : na leja da Tictoria,
aa ra de Queiaado a. 75.
as meninas traxarem ingi:
no brafo.
Maito lindas caixiahas e cabaxes para meninas,
delO ris al 2*500: na loja da Victoria, na raa
do Queimado a. 7a.
Ra da Soazalla tova n. 42
Vende-se ara casa de S. P. Jonhston & C,
lollins e silhes inglezes, caadieires e castieaes
bronzeados, lonas ioglezas, lo de vela, ehieotes
para carrea e montara, arrio3 para carros de I JJ;Ua ara ha
ua a dous cavados, e relegtes de oiro patente
Loja i$ miudezas ra do Quei-
made numero 33 A.
Costureiros.
Agutbas Victoria papel a 120 rs.
Linbaa de200 jardas detodoaoa nuaoros a 80 rs.
pe5a 2.
mito ba-
para
Luyas de pellica.
Tambea i chegado as verdadeiras luvas de
Jeuvn aullo frescas tanto para hornea coate
para tenbora; s no vigilante rna do Crespa
D. 7.
Gravatinhas.
ii rfIHkea> coee*ado as lindas gravatinhas com
otdes, que ae veade pelo barato preeo de
1 : e no vigihat*, roa de Crespo n. 7.
La f ara bordar.
Tambe ha superior laa para bordar qae se
veade por 69 a libra, tulas coao Ua de familia
que se vende a 1, e ea cada caixinha auito fina
pelo baratisaimo preee de 7 a caixinha : s 00
vigilante, raa do Crespo n. 7.
fispelhos.
Tambem ha grande aorliaeato de espeihos re-
dondos de moldura inorados de todos os taaa-
nbos, com excellente vidro, que se vende pele
bsralissiao de 3|, 4J e 58 : s no vigilante, ra
do Crespo a. 7.
Franjas pfitas cosa t-
irilho e sem ella.
Ricos sortiaentos de franjas pre'.aa e de cores
coa vidrilho e sea elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimsdo a. 75.
iahasdS p@sa yenk-
Llnhas flnss de
grandea a 240 ria :
do Qualmado n. 75.
peso verdadeiras, asadas
na loja da Visloria, na rna
l*hos{ihoros e segurana
Cal e potsssa.
Vendom-se estes doas ar-
tigos ultimameute cbogad^s,
20 bem conbecido e acredita-
do doposito da ra da Gadeia
do Recift n. H, mais barata
do que em outra qualqu&r
parto.
Manguitos com golliohas.
Veade-so aaoguitos coa golliohas. faiea4i
maito boa, pelo barato prego de JflOO, golliabaa
e puahoa ultimo gosto a 2jtX)0, golliohas auito
inaa e bea bordadas a IgOOO cada naa aa raa
do Queimado loja da miadexaa da Boa fama,
n. 35.
Pbosphoros de seguraa;a, por qu livra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria, I Xra9 6 eatrODlOiOS sVOTCUdOA.
n- raa do Queimado n. 75.
Baleias para T^siios,
Ballas maito grandes e boas a 160 ria uaa
oa loja da Victoria, as ra do Quciaado a. 75.
Linha d croxal para la-
byrintho.
As melhores liohss de troxel para labyrintho,
ncvallos moostros a 320 ria um : na loja da Vic-
toria, na roa do Queimado n. 75. ________
Sinios dourados para s$-
nhoras.
Lindos siotos dourados psrs sonboras a 2$209,
ditos de ponta cahida a 4*. ditos de fita a 1*600:
na loja da Victoria, na ra doOneiaado n. 75.
Veade-so pe;aa do viras bordadas de 2,500,
3,000, 3,500 e 4,000 eattemeios a 1*600 e 2*000
caaa peca na ra do Queiaado loja de miudacaa
da Boa faaa, n. 35.
Bonecas fraucezas.
Vende-se bonecaa franeezas ricareenle vestidas
i 49000 e 5*600, e ZgdOO baeras de cera com os
olhoa HOvee;os a 2*000 e 3*009, na ra do Qnei-
aado loja de atudeaa da Boa, faaa, n. 35.
Ricos espeliius %
moldura dourada para
. salas.
Chegnu para a loja da Victoria urua pequea
porcao de ricos espeihos de varios taaaobos para
ornameoloa do salas, afiD^ando-se serera os
mlhores em vidros que tero vinrto : na loja da
Victoria, ua ra do Queimado o. 75.
iToias do aoa par sin tes.
Vende-ae Ivelas de m;o para siato a 1*500 rs. e
2*090 na ra do Queiaado leja de miudezas
da Boa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ac
para balao a 160 rs. a vara, baedes a 1*500 rs. e
2*00 o par, na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama. n. 35.
A2|500,sopave.
Vendem-ae cortes de cambraia branca com 2 o
3 babados a 2*500, ditos do tarlatsna brsncoa o
de cores, com barras o babados a 3* : na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavao de
Gama & Silva.
liasoarilhas *te seda.
Vende-se eaacarrilhas de seda para nfeitar
vestidos a 2*000 a pe;a aa ra do Queimaao
toja de miudezas, n. 35.
Cascarrllaa a
Bitas muite boa vara a 400 rs.
Tranca de liaho para toda prego.
Franja de aeda, de liaba, de algedao
late.
Retroz, liaba de novele etc.
Metas.
Ua complefe sortimento sendo de corea
meninos a 240 rs.
Ditas brancas a 200 rs.
Ditas para sanhera a 240, 300 400 rs.
ea a 5* e 6$.
Ditaa t re tas para senhora a 400 86 rs.
Gravatas
cora bole a 11.
De corea malte boaa para horneas a 1*.
Para meninea eslrailinhas a 800 rs.
Pulceiras
de contss mlndinba a 1*.
De cabello a 4?.
Do phantasia de dito etc. a 500 ra.
Botoes.
Para caaiea e para calca a groza 320 rs.
Para caaisa auito finos groza 1*400.
Grandes para reopao groza 1*600.
Pequeninos para enanca 1*400.
Alamares.
Para capote a dazia por 800 rs.
Colxetes.
De fo batido especial duzia 720 rs.
De carlao 14 pares a duzia 500 rs.
Em caixa pretos a duzia 800 rs.
Brincos.
A balo brancos, encarnados, azues e dourados
par por 1*.
Rozeiinhas coa pedras tas parece diaaante
par 1*.
Penas e caetas.
De Indas aa qualidades especialraonte de caligra-
phia e de lenca.
Caeta para aprender escrever pelo aysteraa df
Sculy uaa por 500 rs.
Papel.
Al maco paulado 500 flhas6$.
Dito dilo 420 ditas 4*500.
Dito dito 420 ditas 48.
Dilo liso 3*z00.
Dito de peso axul e braoco 4$500.
Dito azul liso2*500.
Dilo pequeo tarjado 1*500.
Dito pequeo de cores 1(200 e 1*500.
Dito trjado de preto 1*500.
Eavelopes canto 18.
Obreias de colas 100,120 e 300 rs.
Pentes de tai taruga.
A imperatriz 8* e 10* o que se venden por 16*
20*000.
Dirtilo para atar caballo a 4*.
A iaitaco por 1*.
De arripta para aenino* a 800 a 1*.
I r'.nmg* para alizar Hg.
De blalo para suica e caballo 400 rs.
Penles de borracha aequeooa para trazer por ca-
sa muito bons a 820 rs.
E ininidsde de artigos notamente chegados
loja Esperance ra do Queiaaneo n 33 A.
SlDtoS.
Tambem chegado os muito desojados sintos
com ricas fiveUs de concha o borlla ao lado
cousa auito chique se vende palo barato precie
de 4*, aasim como ricaa fivelaa para aintoa com
peanobsadeliadoa gostoa eua se vende a 1*600
o 2*; s no vigilante ra do Crespo n. 7.
* Bm ma n. 35.
Tanda o* seguintes ob-
jetos afcaixo mencio-
nados.
Da pendente deurades a 2g
Grasopes a balao co
o par.
Pentea iaitaBdo tartaruga para bandees, nlti-
gasto a 3) o par.
Fivelaa para sintes, fazeada inteirataoate nova
a 2* o par.
Alneles pretes cea deurado para seahora, in-
teiraaente botos a2* ca4a aaa.
Botos pretos coa doutado para panhos, lniei-
rameate novos, a 2* o par.
Retea de tartaruga para pannos a 1*500 o par.
Na raa do Qaelaado, loja de aiudezas a. 35,
da boa fama.
Tinta para matear roupa.
Vende-se lints para marcar roupa a 1*.
Agna de malabar para lingir cabelloa a 5*
frasco : na raa do Queimado, loja de mludazain.
35. da boa fama.______________________________
Cartas unas para jogar.
Vende-se dazia de b^nlh de cartas fina* com
as ponas douradaa a 6*. dita sem ter dourada a
3*500 e 41 : na ra do Qaaituado, luja de aiu-
dezas n. 35, boa fama.
iBerp e Yigeeift.
GrancJc e nova officiua.
Tres pr*tas.
SiRuaDireita3i.
Raale rico e bsm montado estabelerir-ealo contraraoosfregeezeso mais perlaito, tna-.i-
ba e bar&lo o a- genere.
L'RNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS a. nvaitsam oaojacarasdf.
BAMHEIRuS a* todos oa tauaeksi.
SEM1CUP1AS tde idem.
BALDES ik idem.
BACAS idem idem.
BAHUS dem idem.
POLEA em eaixaa do todu ae grosinrae.
PRATOS imiiaade a parfsirio nlcit poaaaj.
lana.
CALEIKaS da kodaa as cualidades.
PANELLaS idea dem.
COCOS, CAMUItlUS e fiandres car* aati-
\\tt-r soriimfaio.
VIDROS em cafxas o a retalho de todet oa ta-
mandaado-somanhos. boti dentro d* *itt&a,
m toda a parte.
RaceVtm-st eneomaeidas de acaieuti Brta-
^.V/?1""10*' *u* ui0 "r dssmpehaS a
Fitas de la pa debruin.
Vendemse pecas de fita de laa para dcbraai a f^Oiri ff)lir-r' l*
15, e em vsra a 120 rs., Cit ovos peales
asarug;; c tsasss,
e sem tile,
em vara a 240 : aa ra do
miudezas n. 35 da boa fama.
Queimado, loja de
TS
as e arrtz.
Vandem-se veles de espermacete s 640 a libra,
arroz de casca em saceos graades a 2*800 cada
am : na laborea da traveasa do paleo de Paraso
a. 16, com oilao para a raa da Florentina.
Fazen das pref as
sapariorus.
ftrosdenaple preto maito superior pelo dimi-
nuto preco da 2* o corado, paano preto maito fl-
eo a 3, 4, 5, 6, 7 o M o covado, casemira iret
auito laa a 2|, 2*500, 3, 3*500 e 4* o covade,
aantaa pretaa de blondo muito superiores a 12*.
asnteletea de superiores grosdeasples pretoa ri-
camente bordadea a 35*, sobracesacas d panno
preto muito fino a 30;, casacas tambem de paaae
reto multo fiao a 30*, paletota de paaao pralo
leo a 18 e 20*, ditos de casemira de cor mee-
elada a 18*, superiores gravsliabaa eatreitaa i
I*, ditas de setim macio a da gorguro maito
aeriores para daas voltaa a 2*, ditas eatreitinbe
com liados alfinstes a 2*, superior gorgaro pre-
to para colletes a 4* o corte, ritos afeites pretos
6*, e assim outraa multas fazendas qae aado a
linheiro vists, vendem-se por presos mnito ba-
ratos : na raa do Qusimajo n. 22, na besa conho-
tda leja da bea fd.
Botss para puuh.
Vende-se bolesde punho finoa do diversas
para tar cabello.
A loja d'aguia branca ecaba do recotr eisea
pentee de qu as si-nhoias tapio precisavam pana
igualar aoa pequeos dourado*. O sorlioienlo
qaalidadee a 200 rcia o par. que tambe serrem ^"J" J^^con?lel0' it,lue lp''' >*,[-
para manguito, de aei.hora : na loja do beija flor 'TJ^IT/J ^Vl''^. Sfr- A "",,,!"
ra do Qeimado n. 63. h ^ V. ""VnJ p,~" li",
-------------v ,, .i i i nmitamo-noa a dlier nun el'.ea so de um d;-se-
Orelos.
Vende-se oeculoa fiaos de armario de iro a
2*. 1*,000 e iOOris : loja do beija flor, ra do
Queimado n. 63.
La mnito boa de tod;s as cores para bordar, a
7* a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado d. 75.
Mnhas o gaz,'
Caixtnhas cora 50 novellos a linhas rcuito fi-
nas do gaz a 900 ris a ema, ditas cr. SO no-
villos a 700 rii, ditas com 10 novellos f;r*ade a 700 ris, branca epret: na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Chapeos de feitro ai^'
Vende se na loja de fazandaa da rus da Madre
de Heos n. 16. defronte da alfandeja.
Meias de borracha.
Vende-ae melaade borracha paraqaem padec*
d* rvsipela a 15*000 o par, meias de seda prota
para seahora s ljjOu o par na rus do Queimado
loja de miuiSezas da Boa Uea. a. 35.
aranaes vaquetas
para cobrir carros e outras mais pe-
ijuenas para guarda lama, por menos
do (tic era outra parte: a' ra Direita
n. A5.
Ja roa da Imperatriz nu-
mero 20.
Vende-so o seguate.
Bramaate coa 10 palmea de largura a 1$580,
riscadinhoa escaros de cor fiza a 160 rs., caasaa
de torea a 280 a S20 rs., olesdos para cobrir
mesas a 2$, ninas maito hnas a 1$, chitas a
160. 200, 210, 280 e 320 rs., caabraias d sal-
picos de cores e brancas a 400 rs., cobertores
brancos e escaros a 1*200, 1*606 a 2*. paaaoa
floos pretos a de cores a 2*. 2*100 e 3*, caa-
braias para cortinados a 2* a pe;a, dilaa lisas a
2*. 3*, 4f e >*, tapetes muito finos a 6* o 7*J
chapeos de seda e de castor auito finos e do ul-
tiao gosto de Paris a 8* e 9*, ditos de feitro fi-
no copa alta a 5*, csseairaspara forro de carros
n 1*600, carias de dita auito fina para caigas a
4*, pegas de eotreaaios a 1*, e fiaalaeate aa>-
Uplas, algodoes, brias, hrataahas e outraa
anailaa fazendas qua o dono do stabalecirnaait*
ala reaolvldo a vendar muio barato afta d*
apurar dioheiro, daado-se aseompetaataa aaos-
tras coa penhor
Perfumaras muito tiuas e
baratas.
Opiata iogleza a 1*500 rs, dita fraoceza a 500
rs., 644), 1*000, oleo da sociedade hygieaiqa
vardadeiro a 1*C00 o frasco, oleo babosa d* Pi"er
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os denles a 1*000, dita de Botet tambem
para os denles a 1$000 o fraseo, pomada fraoce-
za em pioa a 500 rs. c 1#u00, 320 rs. sabonetas
muito tino a 640 rs., 800 rs. e 1*009 cada um na
ra iio Queimado luja de miudezas da Boa fama,
n. 35.
Fazeiiiks baratas
NA
Lojadopayao.
Cambraia organdys a 280 rs.
Vende-se cambraia orgaoeys do cores com no-
demissimos padroes a 280 o covido, e csasas
francezaa muito Bnas a 240, 280 e 300 rs. o co-
vado : s na loja do pavo, raa da Imperatriz
numero 60.
Tndem-se caixes va-
rios, proprios para fuaileir*
e b&huleire, a 1280 cada um :
aesta typograpkia se dir.
Camisas bordadas e outros ob-
jectos necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-ae um bailo aor-
timenlo de bonitas camiaiabaa de Una cambraia
com babadinhos o mui bonitoa bordados d* no-
vos e delicados deseohos, ss quasa servem mui
bem para oa modernos vestidos de frente aberla
verjaem-s* pelo diminuto preco de 3* cada
ama ftasslm como boailos manguitos a balo com
gollinjas de superior cambraia e fil e todos bor-
dadoKom pannos virados a cada prpelo ba
rtisrio preco de2J, o qae admiravel avista
da ajafarioridade d^obra, bena asaim punhoa e
golliaTnas tambem bordados com bonitos botoes
a 2* I guarni^o, a golliohas sollaa igualmente
bem tordadasa 1* cada urna e manguitos a 800
rs. ojiar. A vista pois de am to completo sor-
ttnaenlo oenhua** OKkr. dA.r& do ^.-i*.pior
esses necessarios objectos tanlo mais quanto a
couinodidade dos precos convida e para que to-
do aojara bem servidos convem que nandem
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Queimado d. 16.
mcos esquines
A loja da boa f receben superiores bisqaines
de multo fina cambraia a imitaban da de linio,
berdadoa a eafeitados com apurado gosto eos
veade pelo barato pr*r;o de 8* cada une, t^pd"
sido sempre sea casto de 16$ e 20*, spressem-se
peis em compra- los na mencionada loja da boa
fe, na rna do Queimado n. 22.
tu 0 '-
nho nimsimo e apurado gosto, e te cuetatsaf
nxec.uqo, na qusl o arii.ta elevou se pi CPa
pe.i^ia. Tem ellea forma de an lago t*- fl'a no
centro do que s coobece o feche por meio ua
urna tlvella, sso alem de rendados, tanto ju Ss
triaruR como os de msssa. Agor', lunTa, qu"0
appirece o boei, convem que as senhorf* ,< r,?o
demorem em inanilr co'r.prsr na joj d'aguia
ranea, t\i* do Quimado o. i0.
Cartas fioss paravdkrele
Superiores aUralhaos
8 pal-
ma do
Superiores atoslbado adamascado com
mus de largura a 1(600 rs. a vara : aa
Queimado n.22, na leja da boa f.
Damasco para collas o pur*.
ornamentos ^e igreja.
Vende-s muito superior damarc^ de la de
urna so cor, muito proprio para colzas e para
ornamentos, com 6 palmos de largura palo ba-
rato prego de 2*800 rs. o covado : na raa do
Queimado n. 22, ( l da Loa f.
Verdadeihr*. Relincha.
Verrdem-se cortas de anperior gorgjrao de re-
da para colletes polo brrstissirifo preco de 1*,
2* o 3* o corle : na rus d> Queimado b. 22, na
bem coahecida loja da hi^ f.
^araostHfc quialas.
Lencos muita fiaos a inaltacio ^os de linho de
maito bonitos padroes e de cr" fias maito
proprios para i penaos iio tomam t-ibaco, pelo
barato prego de 4*800 e 5*500 a duzia: na raa
do Oueimodo n. 22, di kp fonboeida loj* da
boa f.
A Ifja '':2!abraDC- cc:bo
IsorlimeLtu ce carias com Untes rr-v.i T;n s, t.;.:l
luatroao e opaco, e caracteres r.ovos 'e ah
representspdo es Ugurts o? grandes perronagens
d3 gaerr.s Italia e cutios. J o d, ; <> :,
que ccn una barcihos assim bons o bonitos, t^r-
ua-se eiuun mais deleitavel o enlreter-se parte
|da Dole no divertido vollante, lendo aesnpre
ospa**iII a, -. oha, basto, etc., lc.e pelo coa-
trario uro pichoso, ao qualos bolii h 9 e el
ra do bom cha do ono da casa f.-.r esque
pouco que perder. Os baralboa do a-'tn redan-
do e dourado cus m C^ 2 5*, e ostros 4*. :;.00 1 3*. Tambembe
para os apaixontoos da bisca, espoilha, efr,,
vistn do que nao lis mata a cansar-se, o prften-
denl f!irigir-se com dioheiro i raa do Q na-
do, loja d'aguia briuca u. 15, que ser, bem En-
vido conforma o loavavel costun e.
W -
V

Grampos a bala
com pendemos dourados.
Bordados baratos.
Vendera se gollinhas de cambraia e de fil bor
dadas a 500 rs., manguitos a 1* o par, manguitos
com golla bordada de carabraia a 1600, e tiraa
bordadas a eatreaeios ; na ra da Imperatriz n.
60, loja do pavao.
Aipaki a 280.
Vende-se esta nova fazenda da liaho a iaitaco
de sedas de quadrinlioa aiudnhos propria para
vestido da aenliora, roupaa para, meninos, sendo
fazenda que nao desbota, a 280 o covado : na ra
da Imperatriz 11. 60, loja do pavao.____________
Cbitas lurajtt a 2UU rs.
Vender-se chitas largas a 200 rs. ocosado por
ter ua pequeo toqae de mofo ; na ra da la-
peratriz n. 60, loja do pavao.
A ioja da &gui*t
branca ra do Queima'io ja. 16
Acaba de receber os precisos objectos segain-
tes:
Aspas de baleia grandes e pequeas.
Fita com colxetes branca, parda e prata.
Dita de la para debruar vestidos de cores.
Trancinha de caracol miado conbecida por bom
toro.
Alfinetes pretos e brancos em caixinhas.
Aaolhas imperiaes fundo dourado.
Ditaa victoria em caixinbaa a papis.
Retroz preto fino m csrreteis grandes.
Bramante U iinha.
Vende-se maito superior bramante de liaho
cota duaa varas da (amura proprio para lengn,
pelo barato prego de 2X0 rs. a vara: na bem
conbecida loja da be; na ra dj Queimavo
n. 22.
Afulatif ilW fagido
Tornos a fi-gir o mulalinha i ,. ,.c J .v, de
iiado 11 mnos, q;;o fci apaohadu do B.*rro nt
dia 5 no corr.'.te, com oa signaos seguijt r rtsnj
urna ci.;airiz tbtixu do ullio direit.i, os i \i trega
entre o dedo g ande de aa i ... 1 cami-
sa 'o ri^ri.! t |g le panno t elodao i [ua-
droa, bonet preto m do; elle Cilio t i Gai -let-
ra : quero o epurehender lo- u ;,j Vjtta,
ra di 1 prrUriz .30, ai ar, ou 3 ra
da Croz do Recite n.61, que ser genen s mente
r> cun., .. ii j.
10
y ;
ala
A \erdadeira esseucia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para
raa do Qaeiaadoa. 16.
a loja d'aguia branca,
A epidemia declina eensivelmeDie, e
completo desapparecimento est prximo I
Sn
se>
O
No dia sabbn'n 16 rtpto torrente, fgi.i do lu-
nar denominado Rocvdi ibo pi > ,-,i
aoaiiu in?igno ua tregue/i* do Bonito, o:
esrrjvo criou'o, d not u luo, iuade .'! runos
ponr.o inie ou ui"n s. estlara regalar, (esta
pranrte o f>ntu'*a, bem barbado, tftu os dlos
dos i ? defeiluosoa, bocea grande o d.> corta e
meia aberta rom riso de estpido : este p
fot comprado anda ha pouco a Francisco Fer-
retra morador no ditriro de Capoeiras. tenlo
postanto o mesmo abaizo asslgoado serios re-
cejos de qo o dito escravo S"ja o"1i'o p .
gum trampnlineiro oes'.a praga cu fira dells,
previno d"ste j ro pabl
psrti ular a polica e correcloics
geralmt i i e em
proprietario deste bem sortido estabeleeiaento B*r^eompromettenrto-se a dar
e qo
8 I !!' CSO
convida os seus nomerosi tn pnesea sohatits
o galgado velho, qufc lodo est cholerico, por no-
vo, e que possa resistir i mil schotis e mazzor-
cas que vo ser dansadas en louvor do reataba
lecimento da saade pnblica. Os prsgos con-
vdala :
HOMENS.
Bolinas afamadas Minea.
Bramante a l6j[.
Vendem-se pegas de hramantfi de linhe de
una s largara coa 27 varaa a 10$ a peca, taa-
bem aa veede 1|2 pega coa 13 1\2 varas por 59 i
| na raa da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
A leja d'aguia branca contina na recepgo de
objectos de ultimo gosto, e per isso acaba de des-
pachar vindo pele ulliao vapor esaes delicados
a aoviseissos graapos da bonitas corea coro pea
denles dourados o qua de mais delicado se pod*
eacoalrar. Isss loja coas geralaeate ssbido,
lea seapra ea vistas a coamodidade de saas |
boaa freg-aezias e por isso tea resolvido vader
esses galaates eafeiles a 1 e 3 o par, e que na
realidade aaito aais valea. Centena pois que Vende-se a maia superior cera de carneaba qaf
a vists da liaitagio de prego a aeahora que coa- ; 5* D0 !"rco rui d* Imperatriz n. 60, lajt
prar aa ou aais parea, nao ae deaore ea par-1 do pavao.____________________________________
ticipsr as suaa hoat vizinhaa a ialimas aaigaa Aa
coHcgio, para que aa eaiittea na aau apurado
gosto, a aandnea logo comprar ou;ros parea na! Veaden-ae pegas de caabraia lisa maito fio
laja de sua aaMaao : que a d'aguia branca, rut
do Quiaide a. 16.
Camauro
IM&
oa
Vso>le-ae o exccileata eagwaho S. Jeaqsi
sito na freguezis da Vanea, uaa legoa por boa
caaiako, ao.--.ie e corrate d'agaa por dooe
agades, tarreaos e astas sea iguaes, pede sa
frajar ate 2,000 pies. Troea-se taabaa por ara-
dles o aeaao ageaho, pora s nssta praea ;
ejaea se qaizer sarlquecar ea paace teape, di
rija-se a negocia-Io na ra da Praia n. ii, ter-
ceiro andar.
Venle-su um axcellhate braqo de hlanos
de Komso, com eeochas o correntea prompta a
trabalhar ; na raa doa Gasrarapes, armazea nu-
mero 28.
Calcado fraBCt2.
Loja do vapor, ra P(t?va d. 7.
Grande aorlimenta de ealgado fraae?. bara-
tisaimo, vista das qualidadee ; anea dnvldar
dava for na loja do Tapar, ra Nora 4. 7.
las seis portas em trente da
Livratmeito. 15,29,30 e 49
arcos.
Graada aortiaento de ssias a balao de arcos,
os aoihares ata aqai tea apparecido ao aerea-
do a 49500, as), fif e 6*S0f) cada aa, d-aa para
laeslia coa peahor ; a loja eata aberta at as9
horas da aolte.
iparior lriaa braaea d*
Vende-ae superior bria braaeo de liaho tran-
cado pelo baralissiao prego da 1J200, 1*440 a
l>0Oa vara, dito aaito eacorpade da doas loa
da liaho pura a 8f a vara : na raa do Qattna-
a. 24. na baa caaaeeUa loja da bea f.
t,4M n. a ml
Laaiaaa baaa*ae laiea para algibaira pelo diant-
aui ana* aafaidM ra. a dnaia : na basn conna-
a*a St* 4 aaa H, na raa de Q4ada n. 29
Camaraias lisas a 3^.
Veaden-ae pegas de caabraia lisa maito
coa S 112 varas a 3j a pega : aa ra da Iaper*
triz n.50, loja do pavau.
Pal-tots a 6|.
Veadea-ae paletota da panao preto fiao a ca-
de caf a 69 : na ra da Iaparalriz a. 60, loja *
pavo.
Chitas ascuras a 240.
Vendea-ae chitaa franeezas escaraa a 240 a ee-
vado: n* rna da Ireaeratriz a. 60. loja do av
JMai ftiiui da *rm
Tendea-aa eaenbraiaa aaneecas de clraa fa-
zeada auita fau pelo Baraeabao ?reo de 3N
a tm re. o avado : na leja da baa f *
i tveihvade n. te.
GaadOas baratos.
Vandaa-ae cbatae de meria da corea se*.
aaito graadea a 39 : na raa da Iaaeratriz a. tt,
loja de pavao.
hega# pelo j^
por fraaaaz s para o vigi-
lante finas peales da mar-
rafa.
^'.*?? lini" ""boa doaradoa eea
aaitas liad.a acidaras de dtf.rsatea gastes pa
ra anr.(, oa traveasas, i aaa a vista e.
eaapradaraa sabaraa apresar o qnaata sao deli-
neles pete haraettasaa preee de MMn a par ;
*mivNM sea ser dearvd.s de lindas cestM.
jale haaaaa pa^a da %: aa rna da Caa^a a. 7.
M aa nal vtaaVtnta. 'm da Grava* n. 7.
Cr* .metaena fcaJio.
Taanban aaaaana aa liadatn graapaa a balae,
eaee a He l>ad : a* no vip tanta, Ta da Gran-
S no vigiiante,
Collares para senhoras ou me
ninas.
E' chegado oa mullos desejados collares de al-
jofares fitigiudo madreperola, com urna cruzioha
de pedras flogindo brilhantes que to muito ele-
gantes, pois scom a viata queso poder apre-
ciar, que ae vende pelo barato prego de 39 caita
um : isio i na loja do gallo vigilante, ra da
Crespo n. 7._______
Aderecos are tos
Tambem chegaram os lindos sderegos pistes,
endo doss pulseiras, rosetas, alBoeles, lude a
orna caixinha, ioteiramente cousa nova aesta
praga, todos maito delicados pela grande aba
ie obra qae tem, pois ss pessoas de bom gasto
aberao apreciar : i no gallo vigilante, ra de
Qspo n. 7. ____________
Agulhas,
Tambem ao chegadaa as verdadeiras agalbaa
Victoria, de fundo obrado, que ae veade pela
ralo prego de 100 ra. o papal: s no gallo vi-
ilante, ra do Crespo o. 7.
Capellas para noiva.
Tambem sao ebegadaa aa lindaa capellaa ram-
as, o mala delicado qua pode baver, qae se vea>-
e pelo bcratissimo prego de 79 e 69, tambea ba
utraa aais inferiores qae s venda por 29 e !.
Peda-so qae qoea tiver de comprar quaiquer
estei objectos, qae ae aproase otes que se ca-
os, pois fot spenas amaa pequeaaa amostras qae
e rcba : sae gallo vigilante, ra de Creapa
onaaro 7.
Arados americanos e maehiaas
para lavar roupa: em casa da S. P.
JohnsteV 4 C ra da Senzalla Mnva
a. 42.
o non-plus-ui'.r'. laiitcs.........
a Nautas 2 baleras..............
> o lustre....................
> Inglezes de botona..............
> ba tedo re:.......................
> o coaro .; porco.......
a bezerro e lustre........,......
inglezes p6s .ls.........
taxiados bratilciros............
Sapaloes non-plus-u'.ln................

>

>

>
8 bateriaa e meta..
esmaga cobra......
Nantes 2 buenas vaquola.....
2 bteriaa besarro......
> trabalbaores..........
brasileiros de 3$500 a..........
Sapatos2 solas e salto..................
a tranga portugueses..........
d > trsacezea......
SENHORAS.
Botinas dengozas.........
aalto do hater......:
pechincha d 49500 a. .
a americanas 3500
Sapatoa de salto (Joly) .
sem elle (idea) .
a tapete: .
a econoavieos. ; .
a leatre 32 e 33. .
MENINOS E
Ha da ludo ea roUgao
diaheiro.
Ua completo sortlraento de couro de poreo,
cordavo, bezerro iraaeot, couro de lustre, mar-
reqala, sola, coariahns etc., qo todo ss troca
por diaheiro i voolade do comprador.
I
12g(S0u
lSgOCfl
llbU)
IO5OO
l;00(i
9351K)
9&00.)
99 (XI
5.5U0 i
7501^0
6)50O
535G0
jti-li
55500
Sci'i'O
231KHI
59(100
2oOttO
19280
5^'0
4*1 tU
2roo
390tH>
lp9(l
WtO
500
800
te l(M>g a aqnelle qae obstar esta tracancia.
Recite 22 de ajtoato 1!" 1862.
Pa'reJ.-ao 11- rrulano do R-r.
Contina u'-a estar fu ri lo o n lato Anto-
nio, Ce idade 25 aorios, penco s u r. : I,
bem claro, de hom rorro, cabello estirados e
castanhos, dfnies limados e fceni Boas t pi nas,
era mnito tomador do tabaco, o sig .-'. d e sa-
liente qoe linha era ter a ponta
r


da mi la cort n dia !') ?e-
. ( 100, quando f. ;\ > ti.: -1, ha
b-rba: qu-m o pegar, entregue dj Recife so c:.
Joo Liris Cavalcfnli de Albuquerque, cu aa sea
seobor ao engei ho P fref,uri do
I' or, comarca deG-:auca, qie recetn-ii pur
sea Iraba'l o 1('C.
No da 10 do correte fugio f. rie^ra ta n,
natura! do Martnho, alta baalant^, falta co dea-
! tos na frente, pea malfeitos, rom bastantes var%>
se petaa pernee, levoo vestido de cassa imi-
jtaco de rifeade, chl<>s preto, levou i>ri b^o-
Idpijinha com guardai^apo e urna msica para
plano, snppoe-ae tpr sido aeduzida qu-< a st
i exarto se proceder com lodo rig'-r da ',. i : q. ?bi
I a trouxer ra do Imperador D. 07, s< gucao aa-
Idar. se' gt-nfro-mrii" r--c.r> t" n .

MENINAS.
e nao se deixa
tssti
^hD
Toalhas e guarda-
ntpos
Muito barato!!!
A' loja do Porte, esqoina da raa da Madre da
Deae, ba de ebegar na eoaplato sortimealo
de leslbaa da liobo para mies, e gaardanapoa ;
oa qaaaa se veadea por diaiaato prego para fe-
char cantas, pois > Tendidos por coota do pro-
prio fabricaaia.
la caaa de N. O. Sieber & C, snteaaaores.
raa da Cre n. 4, veadea-ae :
Machtnaa para regir hnrtas capia.
Ditaa paradeacarogar atibo.
itas para cortar ra-im.
Salina coa perteaces < 10.; a 209.
Obraa de aetalpriacipa prateadaa.
Alta tro da Saeeia.
Veraix da alcatrae para navios.
Salaa parrilbade primeira qualidada da Par.
Viahe Xerez de 1836 em aaixas da 1 duzia.
Cegase aa caixaa da 1 daxia.
Aradoa e gradas.
Brilhantaa.
Crroi;aa pqaBs.__________________________
Maendas f meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de rapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru daBrum n. 3, fundido
____________de D. W. Bfluman.
Ha raa da lacerador, dofront* aa casada
Relacae, do corredor do sobrado n. 90, ha todos
os da aa 7 h.iu ,i,o amo 3A ra.
Fag'ram do engeabo Souza do Dr. Christotie
Xavir Lopes, dnus errravo?, urs de rorte Js-
tiatho, mulato, coa 24 aonos da id?dc e cm oa
signaes seguiut.-s : pkU-lura regnhr, boa cabat<>
lo (que ufa Iraie-loa a aesrens), sea b-rbn,
dsBtes lireao, Irse fallrelo, tam nrr vpT"v
signal prato na eniuga do nariz, levoo iH4r>
palvtot de bria pardo, caiga de teseairs >-
iatraa ej osada, ora caari.'ola d algodio azat
americano aberta pa freate forrarf* df rnpt? eo-
carn"*a e pas* por forro es qualqar parta ; a
llareoliBO. erloulo, rere*ot* a mpfca idiS,
com oa pea defeituoros da foridasqa* i-"' e an-
da sobra ss pontas dos p#, fulo da i r, rom
ama b'lide bea viaive] no olbo, foi ujiiJo da
roupa de clgo^o azul rmerUrao e rha^-o da
easemira azot de quadri bos e ji vlho, amboa
slo carreiros : qna os peff" lovp-os ao dito
ff*bo jue s'i brr" grstifln^o.
Kali fgido deide il ao crrante a.z u je-
lho, o eacravo pardo, Hondo, boleeiro e carro-
cairo, bea ror.k.r.. Jo aasta praga e -eu rre-
baldea; representa tar 25 aaaos d'e ia, s,
xo e magro, tem eabeloscarapiabos raspado de
poaco teapo aa cadats, onde esteve par canoa
da catar fgido, tes*. poac barba e falta de deotca
na freate, rosto comprldo e olbes reeomtos ; tea
sido eacoatrado a Capunga, a Oliads and t-
dianda a jogaade coa aais de 2C9 aae leven :
qaea o apprebeader a lavar a cas* eeteusvahai
aa Passagca da ligdaleaa qae ser geaerest-
aente rcoar*a**do.
Aatoado Valaatia da Sil*a Barroca.
igi k m\M&
a qaea papar o pardo Franeiaeo, de 17 ai
de idada, de benita igara, coa todea oa deatee,
eh*llaa careptahos a rUvos, aat pardo fi
tu. Ir. Borgeeda Foaaeca, o qaal lajea toaa a
aaaa aaabor todu o aertao e auhurbia deena
praviaa,aacas*a>iaaante quaado er *-
erava, a Ulvoz aiaaa aa iacalque a serviaje
aasaa: qne*. o pecar qara eatrega lo l aa
tagitano deao na raa de espirio n. 6.
o Loia 4a ato 1 aborda,
MllliLADO
ILEGVL




8
DIARIO DB riRPUMlCO. i QUARTA FEIRA, 27 DI AGOSTO DE lid
TariwUdes
AS MISERIAS DA VIDA.
Kncetimos uma materia, eco que oecessatla-
lueme ttiumpha o vigor nativo do christiaoismo;
queremos fallar da desigualdade das coodigoea.
0:3 fluctuaQO's da fortum, dessas privigdes im-
postas i um grande numero de bomen9, conse-
queoeiaa iuevilaveia das desgranas publicas e
pt.iliculare, ele. Estas diversas physionomias
de vida, que pareceni vir dos esforgo9, e clculos
mj:s sainos, i rendem-se a um plano providencial
eai cujos sepiedos a ( nos permute penetrar.
O mundo, cuja sombra passa, conformo a enr-
gica expresso do apostlo S. Paulo, rola de re-
volucoes eni rovolugoea. que germinam da pro-
pria easencia, e entranbis da sociedade ; sao to-
bronles a nalureza humana. Eii verdade, pro-
tressodas scienciaa, das attes, do bem estar so-
cial, lende a egualar as condiges da vida ; mas
fio conseguir ouaca colloca-las em equilibrio
I>?.rniac.'nie em completa egualade ; e, o que
inda ruis decisivo, uo bsoir jamis as pe-
nas, os cuidados, os deigoslos, contra os quaes
ti rao sempre fraca muralha a fortuna e as van-
Ugens maleriaes.
Cousidere-se o homem em sua vida interior e
lubina, cul,|uer que seja o nivel social que at-
inja, a i-xponeucia revola um fado universal
que sorprende a todo o espirito serio, e que,
despeno de todas as precaugoes, no remanso das
circunstancias mais elizes, o homem eneontra a
pena, b dfJr, e a certeza ae que nao ser nunca
ompleiimente felii: os mais privilegiados, ou
qae como taes se coasideram, nao esto exemptos
e ser ii assaltados de improviso por amarguras,
linio mais pungentes quanto foram por longo
tem o evitadas.
llavera nisto exageracao ? Cahiremos em vas
declamr;5es, ou, ao monoa, se as cousas sao taes
coai'> as pintamos, nao se podero lomar ao serio
as seductoras promessas de qae os socialistas en-
nquecem o futuro? A coadigo humana aciba-
ra pela reslisago das detastaveis pinturas, crea-
fias por suas imagioacoes ? Torna-se a trra um
edn I lodos os horneo sobara ao cumulo de
seus desejoa easpirages! Todcs felizes Nao
mais suspiros amargns, lagrimas pungentes, 10-
leresses compromellidos, mallogradas esperangis
e privar-oes crueis, oom paixoes que devorem,
neto excelsos que deshonrem, etc., lulo nos as-
aegur, e prometa s bemaventuranga social com
"que sondamos I Mas, que hoojem refleclido po-
der j.mais\:onieiitir, que taes absurdos sejam
outra coiisa, qtieum romance vo e seductor?
O socialismo d\raocratico se gaba de possuir as
,ei3 absolutas a deffuitivas da verdade eda felici-
dade social : sa gabarda possuir o segrodo, at
aqu inuiilmeote investigado por todas as philo-
sophus. e myjleriosameote revelado pela religio
i s.'gredo do destino humano; se gata de co-
iiitcer lo la a misso do homem sobre a trra, on
tio o encadeia com a proraesss da felicidade ; e
por conaequencia de couhecer tambem suas rea-
is coro Dees e com a creago.... Mr. de La-
mosla rejeita a revelago___ c r-spresemos,
diz elle, essas phintasuiagorias vas dos povos
oanlos e busquemos, com o soccorro da razo
viril e da acieucia certa, as verdadeiras bases da
leg gao .' D'oode veiu este universo, s no universo o
er nleligenta, que sus imagem, e aua alma ?
Trio nao deriva do ser infinito, e se nao acha
selle coolido?... O universo nao em substan-
cia se nao a mesma substancia infloita, afectada
de una limitagoque Ihe d, fra do ser essen-
cialmente uno, outro modo de exiatir... Athaea
asunte clara a explioejo ?Ser conveoieuia re-
pudiar corso erro profundo, comoinfanttbilidadea
indignas da razo viril, esie.<|mysterios revelados,
que Bossuelchamavaas santas obscuridades dat,
para fazer oniprehender em nome da sciencia essa
indeeifravel lioguagem ? Urna ereago, um ser
ess"Dcialmeiite uno, uma porjo da substancia
infinita, fra dessa substancia... (eis-aqui o spi-
nosi9mo puro, eLamenaiase vangloria de lar des-
truido o panthuismo I)
Mas para on.ie ominha ahumaoidade? Que
5 a marta para o homem ? Lameoais comeg por
negar, ou recusar a ordera sobrenatural, e por
' conseguinte a reveligaochristaa. Eessadespre-
2ador da erdem sobrenatural conslrangido a fa-
zer um appello f. Nao ha f mais universal,
diz elle, mais profunda, mais indisiruclivel do que
a lia perpeteidade da vida... Mysierio e hypo-
these.. A sciencia nao menos certa quaodo
cIipr* distinego do bem e do mal. De premis-
trs taes, o lgico menos sublil faria fcilmente
*hir a lndiffereoga completa do bem e do mal.
Sua moral accervo de erros em que ae precipi-
tan! s escolas mais contrarias .. E' precipitar o
homem no extremo gru de aviltameoto; e depois
e Ihe ler roubado suas charas e immortaes es-
xc'><:-~i fo-lu voltar eseravido no seio do
inaia leuebroso cahosl... Aquella que, com voz
tso odi-Bta ei.u,CriiB, proclama o exterminio
dasreligioes, o philosopho, cujo balbuciar n-
uao, C'ii'.radictorio, iniutelligivel, ha pouco ou-
timos I Elle proprio escreveu outr'ora esta phra-
e : o Todo aquello que aojara a sua amiga cren-
c, ceda ao intsresse de orgalho ou de voluptuo-
sitiaJe ; e sobre este pi nlo appello, sem receio,
para a consciencia de todcs os incrdulos. Que
podaremos accrescentar a este violento reproche ?
Opppiihamos a taes cbsurdos a llnguagem da
experiencia. Tudo oeste mando tem o seu lado
boro e o seu lado mu. Comprimida por um cir-
m?..,?'^6111"''1?0' a bamtiMid agat, -diz, descabsando a fronte aobre a esdrsrda. cootem-
Mignel ; toroaudo-se livre. a hnmanidade ae de- i plei-a I...
en/o i com exuberancia. Seria mu feliz, te I Ella pareca comprehender os vivoi transportes
------"vi.uu,, oeiia uiui ion*, sa
poiesse marchar para a liberdade com a rafluao:
para a riqueza com seguranza, aervindo-ae de
seu espirito sem illadirae, seguindo anas pai-
xoes seo erro, e saii9fazendo aabiameote auaa
neceisidides, aem se deixar impellir pelaa vio-
lencias do seas interesses. Mas, Deua nao fez a
vida to fcil, o homem tao comedido, o mundo
tao regular.
Interroguemos o que foi, o que o que ser a
hurnanidade ; ioveitiguemoa o que ha nella de
vinavi as circumstanciis de lugar, de pessoaa,
de sciencia, de ioteresse, etc. Desgsmos i aua
e9seneia, que por toda a parta a mesma; eatu-
demos as causas das revoluceas incessantes que
a agitam.
Sa pozermosde lado o esplendor externo, (ac-
cessorio mais bullante que solido,) da grandeza:
atravs o sob o verniz seductor que cobre os pra-
zeres do favorito da fortuna, desse feliz do seeulo.
nilfl QDlnnk. ....I____1: .
de que eslava possuido. Doitou-me um obar.
pela emo;io que me cauaou, a viitase me eacu-
raceu, e, quando despertando da vertigem lam-
bo do anjo que m'a dra, nao o vi oaia I...
Fiqaei mergulbado n'um mar de lagrimas e
recordacei. O oihar furtivo de um cherubia* a
abominago da illuso que profer, o rosto, e por-
te lindo de uma fada occupivam os meus'instan-
tes de vacillacio ; a UDiCi idea que conQr-
mava os dictames de meu ^eito era a de illmo.
Quem dira tal?!.... Fazeudo-me forcosimeote
deacrente e esquecido de tudo quanto ae paasra,
cahi em meu estado natural.
III
Ne eatava eu looge de aoflrer outra perturba-
gao em meu espirito.
Em uma (arde baila, o sol ia deixaodo sau ler-
rivel calor, occullando-se no ocaso por entre nu-
., r ------ '""""'i ues>e 'en* uo secuio, i nve c.nor, occuuanao-se no ocaso por entra nu-
que estranha contracdi?o nao revela oeoragao ? vena multicores, a brisa susurrando meigamente
us gozos nao sao tao abuodantas. aua nao dei- vinha miticar o infcensn calar rin main a: ____
dei-
cui-
u
Os gozos nao sao to abuodantas, que nao
xem espago mil especies de pannas de
dados.
Seiel atra curadiz Horacio.
Se alguos individuos empilham ou amontoam
prazeres, que o tedio e o desgoslo l se inai-
nusm as eotrinbas ; nao sao felizes, se nao pa-
ra Mais deploravel illusao? Era preciso, na phra-
se eloquenla de Li Bruyre, quo nao habitassem
em si ou dentro de si I Podemos, pola, afllrmar
um faci iocontestavel, qu3 ha na nossa nalureza
uma parte eisencial para as amargaras e prova-
oes da vida ; nada nos podar aubtrahir a tao
inste conJigio.
E9le phenomeno moral so acha explicado pelo
Evangelho, que nos mostra o homem n'um eata-
do de provacode preparajo ; sua existencia in-
quieta e agitada o adverte do que anda osla Ion-
ge de sua patria. Recusas esta solugo to na-
tural, qnanlo cheia de coaaolago, que vos abys-
mareta em trevaa espessis. impossibilitado de I
compreheoder a vida, e a vos mesmo, toreado a I
ouvidarde Daua a de vossa propria razo. Apres-
semo-nos em suljcar a blasphama, eu prevenir
a dese9peracao ; apressomo-noa em proclamar
que uao o homem abandonado pela|Provideocia,
nem irroparavelmonte volado dessraga. Lon-
gedens estas doutrinis fatalissimaa reprovadas
pela f a pela razo I
Tudo, em Deus e no homam, prova que fomos
destinados para sermos felizes, entretanto a nos-
sa nalureza mui fraca, nossa liberdade mu fu-
gaz, mui ciosa de suas immunidades e caprichos,
para nao se abrir a mil revolucoei, a mil decep-
coei. a mil dores I E como escapar aos aasaltos
dasenferaaidides que nos circundara, e da morte
rapta ou tarda, essa horrivel dilacerago da ni-
turezaphisica, que despedaga implacavelmente os
lagos mais doces, e ameaca iocessooleaente o
que nos resta ?
Com o dogma da decadencia original se otTaro-
CB fe humanilade o mais magnifico programma.
Uma vida de provagoas cooverta-se em carretrs
de conquista ; os explendores da eternidade re-
velam-seaosolhosda eiperaogada f, da carida-
de. A vlrtude, purificada dos Bisaltos da vita,
se torna digna, diz o apostlo S. Paulo, de um
peso immeuso de gloria. Por seus combales ele-
va-sa o hoaaem ao nivel dos aojos ; vae partici-
par de sua felicidade e celeste existencia.
Eis aqui o prego da lucta e o termo da f.
{Do Constitucional do Rio.)
Illusocs.
-------------------------,-------------------------------- o.KainDUie
vinba mitigar o oaenso calor do meio dia, quin-
do eu apreciava passeando a desigualdade doi
nossos ediGcios em uma ra principal. Ao vol-
ver os olhos para urna casa que, pela perspecti-
va dir-ae-hia o cu, vial... trajiva vestido edr
de ros, trazia os cabelloa entrangadoa e eslava
pensativa.
Oecultameote retratis em o meu paito, e sua
imagem inda conservo.
Depola da ter expandido a aua meditaco viu
tambem, porm, oh I illuio I fugiu-me I '
Passou-se o lempo de meus qulnze annos to
cheio de illuioes como a campia cheia de
grammi.
A aua fuga foi eterna, e eterna ser para mim
a imagem das illuses. Assim crra, ecreio.
Jos dt Carvalho.
Carta dirigida por uma senhora de Pernambuco
ao Bm. Sr. vitCondc dt Albuqnerque, sobre
os ltimos acontecimentos coimuerciaes.
_ A gravidade dos acooleciinenloi, 10b cuja pres-
sao est gemendo est provincia, da-me cora-
gem de escrever a V. Ex-., apezar de Ihe ser
descoohecido o meu humilde nome.
Confio muito na bondade d'alma de V. Exc.
para puder duvidar de que seja desculpada a liber-
dade desta minha lembranga, qeao menos,pslas
cireumstanclaa, ser digna de alguma indul-
gencia.
Nao me dirijo ao zeloso ministro da fizeoda,
com quanto a materia affecte as finangas do paiz,
Nem me dirijo aiods ao hoorado peraambueanc-,
bem que o objeclo iotoresse mais de parto a pro-
vincia de Pernambuco, e seja um sentiraonto mui
natural o da predileego pelo lorro natalicio.
Dirijo-me ao Ilustrado brasiloiro, que, gozando
em lodo o imperio da mais brilhante rcpotag.io
pela independencia do seu carcter, tem urna ca-
deira no senado, onde sua palavra autorisada ha
de ser necossariameote ouvida com respailo e
adheio, bradaodo por providencias contra uma
grande calamidade publica.
A febre do crdito Exm. Sr. mais de9astradora
do que a febre amarella, o do qua o cholera mor-
bus, vao hoje descobriodo as amigas leas, que
a hypacrisia dos ebricitante9 cobrla com manto
de sedi aos olhos da populado descuidada I A
intensidade da dor das victimas s excedida
pela enorrailade da torpeza dos algozes. A illu-
sao dos dividendos artificiaes e de todas as oulras
aimulagoe9 de prosperidad, aucceda um deseo-
gano mortal ; o abalo ioexperado laogou na cons-
leroagao a muitos chafes de familia, despartan-'
do-os do doce adormeeimento era que os cooser-
vavam as papoulas dos relatnos bancarioi I
E todava nao fallar agora mesmo, e princi-
palmente ah, looge do theatro da tantas desgra-
gas, quem me queira ir contstenlo com o banal
empeslimo da exageragao, ca>a de muilas ra-
quezas. Mas eu me nao lllodo aobre a vigilan-
cia do medico a quem fallo ; nao engolir ella as
dorraideiras que engoliram os doeotes eos mu-
ribundos.
Nao fatigarei a altengao de V. Kxc com os tris-
tes pormenores da catastropbe commercial por
quo est passando esta priga, outr'ora tao acre-
ditada, antes da bacchanal do crdito. Eise la-
menlavel successo, por mais ealrondoso que pa-
rega, j em si meamo, j em suas negras affioi-
dadea e desgranadas coosequenciaa, nao dever
paasar de um ponto de partida, aos olhes pene-
trantes do estadista consumado, que quizer re-
solutamente sondar lodo o abyimo de ran&rias.
em que foi langada esta provincia, o tal vez lima
grande parte do Brasil, com as falsas theoriJT, e
com asfibisiimas praticas do crdito. Coi
investigue V. Exc. os tactos ote toda a ext.
de su i realidade ; e seu corag"\a ingrata, o
rei j como o de um bom braai.. ;ro, aeaio
nascomo o de um verdadeiro Somem de
diante e tantos estragos da m I
O recurso benfico da industria, o auxiliar apo-
derlo ao aesenvotvimenio ua r.rju..., >.:"
te admiraval daciviltsaco chamado endito, con-
verteu-se em pasto requeimado da prodigaiidade
do desmaze lo, da utopia, da improbidade e de
todos os mus costumes.que donuoclam a ausen-
cia de uma solida eduego.
E por Um, o prodigo que diisipou, o desmaza-
lado que eouobreceu, o utopista que oscalou as
| nuvens, o improbo que desmsscarou-se, todo?,
en.lim que cooiumiram o seu e o alheio nesse
o binoclo na mao direita, e delirio do carnaval, embevecilo3 pela potica ea-
(Aos qulnze annos.)
A meu mui hbil collega Manoel Venancio
Alves da tonceca.
No rol dos meas soffrimontos acham-se com-
prthendidas as illuses.
A carreira de minha via desde a infancia pa-
reca mostrar felicidades, e esperangas. No an-
dar do lempo qua veloz, foi-se pouco pitentean-
do o bello e risonho porvir, que me mosirava o
curso de uma vida innocente
Desde os meus pensamentos primordiaes ama-
va com coohecimento de verdadeiro amor Daus,
e meus paes, e a minha felicidade n'esla poca
eslava completa.
J ara lempo de receber dos msus maiores a
Jucago precisa.
Pastados tres innos eslava eu prompto dos es-
ludos primarios, e era preciso passar aos secun-
darios poia era meu desejo e de meus paes seguir
a carreira lilleraria.
Nao parei.
Nos meus quioie annos, a sorte j nao me era
to proapicia, e ento deixou-me ficar adormeci-
do no lelto das preocupagaa.
N'e9e lempo, em que trsu corago juvenil
Iransbordava o fogo de um primvro amor, vi,
como furtivamente olhares fetticeiros de um che-
rabim.
A chamma de scus olhos abrazara tanto meu
peito que iosonsvelmeute exclamai, oh 1 illuso
foge-me 1
Intermediado esta momento de alguns diaa ap-
peroceu-me s fads de rceu primeiro amor, del-'
xando ver por entro as alvi-romanticas cortinadas '
do uma janella, seu rosto lindo, suas madeixas
negras, seus olhos mais bnlhantes, seu todo em
ttm 1
Exttico depositei
FOLBETIM
DEiftsi iTuini
roa
IIENRY COXSCIENCE
XII
(Cooclu9o do n. 196.)
Bortnoldo com o bragos crusados sobra o
peo, em p defronte da janella de sua pobre
twbitago, pareca absorto em trales pensa-
meiiios, e contemplava machinalmente atravs
dos vilros esverdeados os tactos dos edificios,
que 5 rusneira de uma oscadinha lam aubindo at
despparecerom nos limites do horisoote.
Imm-vvel como uma estatua, tinha de ha muito
oollnrliio no relojsio do urna egreja.cujo mos-
trador dourado brhava aos ardentes raios do
*ol.
O infeliz mancebo com o eorago palpitante
Sajr.uia os ponleiros do relogio na aua marcha
nota. Cada vez que o sino anoanciava, que uma
hora do dia se havia escosdo, os seus aons vi-
brantes achavam um temido echo naquelle co-
rago magoado, e cada badalada arranciva-lhe
um suspiro de dor e desespero.
A' medida que raarchava o lempo, o olhar do
mancebo annuuciava uma inquietaco sempre
Brscente, e o seu semblante tornavi-se cada
vez ma9 pallido. BmSm quando o sino bateu
dez ba aladas, tac forte foi a sui commogao que
as pernas tremeram-lhe.
Retirou-H da janella, levou a mo fronte,
e ex'.lamou com profundo abatimento :
Dez hoias I E Conrado sem voltar 1 J nao
tenhn mais esperatga.
E '.3 seus olhos Utos no assoalho da triste man-
sirda se foram pouco a pouco erguendo, e pare-
cern! errar no vacuo comoae ah aeguinem al-
guma sbita apparigo. Ao mesmo lempo de
seus labios trnmulos sthiram 09tas palavras :
L' ella 1 .. .. Ahi est A coros nupcial
orna-lho a fronte I Monck da-lhe o brago .
O miieravel trlumphs .... sorri para todos I...
L sobe ella para o carro ot cavallos galo -
paro, voam. .. nuvaos da incens obscurecen)
a ogreja ... o hymno sagrado sobe al as aboba-
alas .... lncensos e cnticos 1 Tatsbem ha ci-
ticos e ioeensos em torno de um cadver. e
por que nao hiveriam no sicrificio de uma po-
bre jeven I ... Oh I L se ajoelha ao p do al-
tar... Mock paisa-lhs para o dedo o annel
nupcial .o aacerdote faz-lhe a perguota fa-
tal e ella responde sim I ... Deigraga I
Ett ludo consamado I .
Bertholdo soltando esta ultima exelamago ca-
biu sobre uma cadera, e acibruohado ao peso
de profundo desespero volveu de novo os olhos
para o chao. AQoal a agitago foi cedendo ao
passo que os aaus peniamentos tomaram uma
uutra diroeco. E com a voz mais firma prose-
guiu:
O amcr da gloria, a sle de immortalidide.
o desojo de uma vida moral mais desenvolvida,
emlim a apirago ardeole do nossa alma para
um deatioo;mis elevado.ludo ialo ser crimi-
nosa ambigao aos olhos de Deus? A sorle que
pesa aobre mim ser por ventura a punigao do
orgulbo? Iu era joven, dolido do iotelligeoeia e
seositnlidade, iniciado nos ibesouroi da acienci;
tadosorria-se para mim ; o meu futuro pareca-I Vi/ftVo'ncootro delta, "seguru-h
acora um cu seraeado de fulgursntes estrellas.; proseguiu :
um dia, e ver o ouro brilhar ao redor de mim 1...
Mas, ah I A alma que Deus me deu anda
mais ambicionava ; quera elevar-se mais alto I
Procorei juntar todas as alegras deste mundo
as de uma segunda vidaJa vida immatarial da
iotelligeoeia a da imagioago ; proeurei aproxi-
mar-me de Daus anda mais, roubar ao cu uma
acentelha de poder creador 1 E ento ver-
me admirado, venerado pelas turbas como um
ente privilegiado, inscrever um nome pomposo
uo livro das edades, e ser fmmortal sabr a t<3r-
ra I Temerario, t, que te elevaste tinto as
azasdo orgulho, que encaraste com despreso o
munlo material, como indigna habitago para a
la nalureza superior ais-te agora fulminado
pelo raio I E a guia jaz presentemente com
a aza quebrada, precipitada no lodo de onde nun-
ca maia ae erguer 1
; Entretanto se eu me tivaase curvado ao do-
lo poderoso que chamamdinheiro ; ae nao hou-
vussa sentido tanta avario pelas realidadea ter-
restres; minha vida ter-se-hia deslisado placida
e serena, como um rio de gozos, de luxo e fe-
licidades 1 \L agora o que sou eu ? Um ente
miseravel e sem eoergia, eurvado ao peso do
opprobrio ; um homem sem coragem, que nem
mesmo tem animo de ganhar o pao, que ludo
recebe de um pobre aasigo ateo sacrificio de sui
sa le, a que cahiu lo baixo que j nao pode
erguer-se de tamaoha abjeago I E aleta de
tudo iito desoladora verdade I a calumnia
me bafeja com seu hlito empastado 1 Quem sau
eu aos olhos do mundo ? Um miseravel be-
berro, que forga do alcool extingue o que em
si ha de divino, que emmagrece, vae pouco
pouco defiuhando, porque sacrifica a tua aale
aos vergooboios prazeres da orgia 1 .
a Oh 1 miu Deus 1 Daqui a pouco irei ler
com o moostro que espargiu sob os meus pasaos
todas estas miserias, todos estes horrores e ver-
gonhas ... o hypocrita que illudio, que des
vairou msu pobre lio ... o demonio infernal
que vae asa-minar a desventurada Laura con o
sopro do sea amor infame I Sim, daqui a
pouco iret rojar-me em sua prevenga, como um
desses vermezinhos que se esmaga com o p....
irei esleoder-lhe a mo, mendigar uma esmola
aquella quo me zombou, deshonro, e rodusio
a to horrivel desespero 1 : Ah I .
Como ae ele ultimo pensaroento o houvesse
fulminado, o olhar toroou-se-lhe desvairado, o
corpo trmulo, a dos labios aoltou palavras intn -
telligivais.
Sjbito mudou a expresso do roito : triste
sorriso appareceu-lhe no palillo semblante, os
brigos cahiram inertes ao longo do corpo, a ca-
bega ioclineu-se para o hombro, e lagrimas,
lagrimas amargas, correram-lhe dos olhos em
silencio.
E assim flcou immovel e mudo abysmido na
sua dor at que um ruido, qua pirlia da escada,
o chimou ao aentimento de si mesmo.
Repentina alegrii illumlnou-lha o semblante,
correu para a porta, e trmulo de commogo,
exilamou :
Ah 1 E tu. Contado? Qae noticias trazes?
Laura est livre? Monck foi punido? O que me
trazei ? 1)i>. : a felicidade do amor, a gloria?
Nao. .C >mo sou insensato I Para mim a pode
vir desgrgs...
E um grito de dr parliu de seu seio quando
pddeir na physioaomia triste e abatida de Con-
rado qaa j nao havia mais esperangas. Tida-
a na mc, e
prosegu
zer-me suecumbir s crueis peripecias da espe-
ranga, da duvida, e da mais horrivel decepgo ?
Ai de nos 1 murmurou o msico suiprando.
Seja como fr, o destino de Laura ae consuma
hoje 1 Aa minhas forga ae acham exhauridas ;
a coragem abandooa-me. Oh 1 como soffre o
corago quando Ihe para aeaapre arrancada a
ultima esperaoga de salvajao e liberdade 1
Conrado, eats aiala doente, replicou Ber
peranga" doe milagrea do crdito, sin e.'oa hoje
os mais deshncalos defeoaorea dessa cKa-"1" o*-
dem ou desorCaffi de cousas, cujas ruinas estca-
garo culpados e ianocootes I
E quando sao fornidos i descer da reglio in-
definida daa decamagdes para e terreno circunaa-
crtpto da aoalyse e do raccionia, levam o cynis-
mo ao pooto de nao produzirem um s argumen-
to, ou a mals leve conslderago qua justifique a
toada das voeiferagoes contri, as chamadas medi-
das raitrictivaa, continuando, todava, a queixar-
88, nao de suas loucuras, mas da acgo tutelar
do goveroo, alias quasi nulla, no pouco meamo
que, j tarda, qulz remediar.
Debalde se lhes perguota quaes foram as fon-
tea da crdito que o governo fez eataocar, ou i
qusl foi a vielencia produzida aobre a aituago dos
devedores. Por toja a sua rssposta s sa tem o
silencio, porque a verdade que de um lado oo
fallou dinheiro, vito ler contitiaado como o'ao- j
tes a credulfdade dos accionistas e depositantes,
que ahi deixaram seus capitaes sob gerencia
alheia, ao passo quo por outro lado conlinuaram
es devedores na pratlca de reformar e na pagar
letras vencidas ; sendo as amortisagaa em gerai
me9quinhas, e s vezes da quasi nada, o que
bailara por si s para dar uma Idea dos princi-
pios e usangas que vieram a dominar em seme-
Ihante trra, onde se qniz, todava plantar sem
Cultura a delicada arvore do crdito I
Assim, em vez do balsamo que esperariam
achar as victimas, aa menos na conlrlcgo do-i
culpados, offerecem-lhes estes em sua linguigem
lynica a impeoitencia do reprobo : iosullam o i
bem senso, depois de lerem insultado a moral.
Tardada que ao menos no publico dimioua o
numero dos faltos apostlos, porque os tactos vo |
sesuccedeodo com utm froquencia espantosa, e-
com uma forga de damonitngo iosuperavel : de
aorta que hoje, oxcepgo de alguns gerentes e
decertos advogadoi e procuradores, reduzem se
os devotos do crdito elstico aoa especuladores
defallsncias. nica industria altamente protegi-
da palos nilagre daquelle santo.
Eutrelanto, estorcem-ie na pobreza centenas
de familias, cujos chefes confiaram, por differenles
modoa, em casaa e eatibeldcimentos agora arrui-
nados : a cadaia dos desastres immeosa ; pren-
de a muita gente, qua nem niaso cogitava, e ar-;
rasti para o fundo da voragem a alguus que a
conheciam a evitsvam, maa que nao evitaram as
relagoa commerciaes dos que a nao conheciam.
_E ueslo ponto, Exc. Sr., aperta-se-me o cora-
ao de esposa, e de me. ...... vo o
esforgo da resignago ; e cahem me dos olhos
miis lagrimas, do que da pena desfallecida me
zahem palavras I...
Meu marido, honrada nejociinle, que herdou
de seu pie os melhores ex6aplos de probidide e
de bos ordem em seus negocios, depcia de ter
completado sua educigo commercial em Rotter-
dam, onae se haEaituou atrsteridade dessas pra-
ticas de economa, de disciplina hollanlera, de
que mofariam certos guapos cavalheiros ou sal-
teadores do nossocommercio, est presenteraon-
te amoafado de uma ruina total, pela ligagio im-
previta, e mesmo iocrivel, de varios los da-
quella nefanda cadeia I...
E meu filho mais velho, tambora j chefe de
numerosa familia, receia ficar aniquilado, se
como provavel, as ultimas occurreacias acaba-
rem de conselhar a liquidago da Cai:a Filial do
Banco do Brasil nesta cidade I....
Eatretanto, ae V. Exc. penelrasae icesperada-
mente o interior da residencia destis d-jas fami-
lias, se commoveria por certo. contemplando al
que pooto aa levam 09 habitantes de parcomonia,
aeno mesmo aa privagoes pessoaes, era favor do
Suturo dos filhos, para ser tudo isso (quem o pen-
sara?...) sacrificado immoralilade esca fatal
escola, que autorisi o diicredilo dizendo prolo-
gar a liberdade do crdito 1
Mas quando o corpo social assim aticsdo de
to extraordinaria molestia, be9tar3o os remedios
ordinarios para acaulelar o mal descoberio 3 por
descobrir ?.... Eis um bom assumpto para a me-
dlago de um estajista provecto ; principalmen-
te quaado auas ideas sss e puris como seus juu-
timenloa, tem a ranlagem nio mui coamum da
uma personilicago exemplar, pela regularidade
de sua vida pariicular. *
A iustiga, qae devera ser a ultima guar la de
tantos direitos violados e de tantos interesses
compromellidos, nao conta iafolizmeote uma
grande maioria da magistrados, de quem se pos-
aa a todos os respeitoa dizer o que de um delles
disse o iilaatradq Sr. Ssrgio de Macado : czm
magitlrados como o Sr. Peretli a moral pub'.ioa
s* firma ese fortifica. E quando ae encontr to-
da a recliJo nos juizes, estes nao julgim aem
prova ; eitas sao as vezes abafadaa por aqual-
lea meamos >ue por honra propria, devero das-
cobri-as.
Con elleilo, propalam se j iasnuages, e ci-
tam-ss exemplos que liram o ultimo alent a
muitas familias, ameagadas de indigencia palea
deniiioo hancarios.
Sobretudo invoca se aliauadamoato f.vor dos
fallidos a indulgencia, de certo inqualicavel,
que ora ostentado a asse reipeilo a prag da Ba-
bia, cede se tesa dado, seguado conati, aa mais
eaciadalosas quabraa, sem um s exemplo de
punigo, e antes com revoUanle prolecge dos
qoe as devero fazer severamente punir.
Mas quando meamo fosse a mais digna da con-
anga a nossa administragac da ju9tiga, wme-
disnaaa o seus julgados as desgragas pasaadas e
de impedir esse fatal casamento 1...E' qce talvez
fosas falia a declarago de Margarida...3erlhol-
do, mu amigo, choro o leu infortunio; mas
conjuro-te ao mesmo Umpo para que sojas cora-
joso...O lempo ha de curar to vivas enanas ..
Bertholdo abanou a cabega, levauloa-se, deu
alguos paisas no aposento, a depois com orna
voz, a que procurou dar o aeceoto dt firmtzs e
resignago, respondeu
i?*jY" "*0' ,e8ramento antes podar-
*m d'X8r (,ue d'"8 bt P"c0 eloquaote
Julio Favre no parlamento francez : maii ar
,'ive le moment de la liquidalion ; les gerenls
peuvtnt afra raduis em plice correctienelte,
mait lesachonnairen'en sonl pas moint ruines.
Parece, pois, nao dever parar ahi a elevada
misso dos poderes pnblicos ; e os homens de
estado, que tem bstanla energa da aoimo para
recoohecer e manifestar coro franqueza aa cala-
midades do paiz, tem-na igual quasi sempre para
propr e applicar lhes os remedios efiicazss. V.
Exc. felizmente, um desses Intneni ; e tolos
os bons Pernaoabucanos lemainla em lembranga
aa grandes vsrdades que dissa V. Exc. no senado
em seu sincero discurso de 30 da juuho da 1860,
coodemnaodo* lberade dt calote sob todas aa
auas formas, pediado ama boa le hyootheciria,
recomaaendando a punigo dos refractarios, ex-
primiado-so sobra o verdadeiro crdito oestes
termos ; anda sou de uma escola velha, da
escola de que o crdito oo ae d, nem ae lira a
quem o tem nao se pode tirar, a quem o nao tem
nioguem ple dar.
Ninguem poz na pratica estas ideas justas, edi-
ficantes, a nicas verdadeiras sobro o crdito ;
seja eate fortalecido contra os ataqaes dos maa-
caras; protereva-se o charlatanismo qua promet-
le riqueza e conflaoja sem trabilho non econo-
ma, asm boa f nem garantas, com o luxo no
tratamento, a desordem no negocio, a improbi-
dade na prags ; satve-ae emfim o espirito do as-
aociaio de capitaes, que to violenta morte vii
sofTreodo pebs abusos dos seus falsos propugna-
dores.
Um disliocto senador h agora que preciso
legitimar os partidos pelas ideas ; faa V. Exc.
legitimar o crdito pelas obras ; eo L -o sil lera
mais um grande beneficio a daver a aeu patrio-
tismo.
Eia os votos da Pernambucana
Val...... Or..;,..
(I>o Constitucional.)
CobIos moraos.
O feliz Juo
Joe havia ssrvido a seu amo aete annos ; e
disselbe: cscratVor, meu lempo est fio4o ; eu
quera vollar a sasa de minha me ; pague os
meus orseoaaos so vos agrada.
Sea amoj respondeu-lhe : Tu tens servido
bem e delinate ; a recompcc9a ser boa x E
deu-lhe uma barra ; ouro gr,~>s9a como a cabe-
ga de Joo.
Elle tirn o lengo di algibeira, enrolou a bar
ra, o sustentando-a no i. vibro az ponta de um
bas'ao, ooz-se a camioiiar para ir a ?asa de seus
paes. Costo viajava assim, s.-mpr: um p ante
outro, viu um cavalUiro quj trolava alegremen-
te em um cavallo vigoroso. Ah i disse Joo a
si mesmo muito alto, que bella couaa :omo an-
dar a cavatlo I Esla-se assen'.ado com? em uma
cadeira, nao firaia-se nos aeixos do camiuho,
poupa-se os sspaljs, e avarj}a-se, Deus sabe
quanto I :
O cavalleiro que o linht ouvids, parou e dis-
ae-lhe : c 0h Jo5o porque motivo pois vas
a p ?
E' muitu preciso, respondeu sUe; eu trago
a meus paea esta grosaa barra. E' verdade que
i de ouro, porm o&o pesa mecos nos hom-
bros.
So queres, dissa o cavalleiro, trocaremos;
darei meu cavallo e tu a :ua barra.
Da todo mau corago, Tr-spondeu Joio ; po-
rm vi aioda haveis" da troca la, ra vos ad-
virto.
C cavalleiro desceu, e depois de ter roeebido o
ouro, ajuloua Joo montar o Ihe poza brida na
modizenio: Agora, quando quizerss andar
iigeiro, nao tens ma:s quo fs:er crepitara liogaa
e dizer : Hip I hop i s
Joo eslava comple'.emenie alegre quaedoviu-
ae a cavallo. Ao lim de um minuto a ic7?;a in-
eitou-lhe a ir mais deoresia, e poz-se a crepitar
a lingua e a gritar : c Hop I hop I 3mma-
diitamente o cavallo deitou-se ao galope, a Joo
antes de ter tido lampo da desconfiar sstava
langado por Ierra em um foso na beira da es-
trada. O cavallo terii continuado a correr se
oo fossa parado por um camponez que vicha do
lado opposto, enx .lando uma vteca em aua
frente. Joo de pessia-v humor, levactou-se
corno pola e disse ao camponez : o E' um triste
dlvertimen'.o andar a cavall-o, principalmente
quando se '.em negocio cera um malvado aoiraal
como este, quo vos deita por Ierra em riaio de
quebrar o pascogo : Deus ae pre9erve de loraar
a montar I Srnbora uma vacca carao i vossa;
vae so tran juiMamcule airaz della, e a'.em do
mercado tem se leile, mait?!ga e queije. Qua
nao daria ou para posjuir uma sema'.haole
vacca I
Est b?m, disse o camponaz, j qae 53to
vos d tanto prazer, troce mioha vacca palo 7us-
socivallo. Joo eslava ao auge da alegra. O
camponez maatou se cavsllo o ausenlca-sc- r-
pidamente.
Joo encho'.sva Irsnqu'.amente a vacca adian-
ie de si, cuidando na excelleate compra ru aca-
bava do fazer : Um pedago de pao a5mf>nte,
e nao preciso mais de nada, porque toro; sempre
maoleiga e queijo para deitar em cima. So le-
aho sle ordjnho a vaces e bebo leile. Que sa
podo desejar mais ?
Na primeira eitalagom quo encontrn parou e
tonsumiu com salisfago todas aa prov-sjes quo
havia tomado para a vigem : pelos dus liar*".
VJj^T'r ?"" t meiocopo ae c ?-
caminho. Approximav.-,e aaeio-dia : o calor
eslava oppresstvo. e Jco achoa .e em um. ch.r-
necaquet.nhama.s de lasa lega. de compri-
meato. Elle aoffria de tai ,0rte o calor aua a
lingua eslava aoida de s le ao ieu paladar clli
remedio pirs o mal, penaou ella, vou orJen'har a
vaco e refrescar-mo com um copo de Uiie. (
Atou a vacca um tronco aecco de arvore a
nao lendo cntaro, serviu-ae do chapeo ; por'a
teve bem que espremer a tts, nem pioga'de lei-
te veiu as pomas dos dedos. Para remate da
desgraga, cono elle aga-rava-se na teta desasi-
damente, o animal Impacientado deu-lhe um tal
couce na cabeg, qae eslirou-o por torra, onde D-
cou um certo lampo sera sentidos.
Felizmente foi despertado por um earnicelro que
passava por ahi, conduziodo um porquioho em
um carrioho de mao. Joo contoa-lhe o que
havia acontecido. O carniceiro obrigou-o a be-
ber um pouco d'agua diendo-lho : B^bei para
voa confortar ; asta vacca oo voa dar, leite }
um velho animal que nao serve seco para otra-
baiho ou o matadouro. >
Joo errancava os cabellos de desespsro : Si/
fosse avisaro disso ? exclamara elle ; sen duvi-
da, ella dar carae quem mala-la. Purera quan-
lo a mim eslimo pouco a carna do vacca ; nao
tem gasto. Erabcra um porquinhe coreo o vo3so :
eis o qua bom, sem cootar o chourigo de singiii
Escuta?, Jo di:se o carniceiro ; para ves
dar prazer, eu quero de boa vontado trc:ar meu-
porco pela vossj vacca.
Deus recompense vcjja boa arnisade para
ccraigo I respondeu Joo, o entregeu sua vacca
ao carniceiro. Este, pondo ea torra o porca, col-
Iocou entre sa mos de Joao a corla que atava-o.
Joo contiouava o caminho cuidando em q.j.ir. -
tos acasos elle escerrava : enconlrava uma a"i-
culJade, era logo vencida. .Neste lempo, acou-
se com um rapsz que trazia debalxo do brago um
bello pato branco. Saudaram-sa, e Joo coms-
gou a contar saas arsntoras e a serie das trocas
elizes que tinha feiio. De aua pule, o mancebo
coutou que trazia o pato para um feslirc d*bap-
tiaado. Vede, dizia elle sustaht.mdo-o pelai
vede que peso verdade que engorda-
azas
se-o a dous mezes. Quem morder "nesse assido
ver a gordura correr d 19 dous cantos da bacen.
Siaa, disse Joo, levantando-o ; tem seu
peso, porm meu porec tambem tem seu na-
rito.
Eoto o rapaz poz-so a meneiar a cabe-
olhando para todos o ladoi com procaugo, "c
negocio d6 vosso porco bem podia nao ser claro.
Na aldoia onda passei agora mesmo, aceba-ie
jus'.amonte da roub?r ao mairo um em seu chi-
queiro.
Ea tenho roedo, muito medo qu? esta quo con-
duzis nao seja o mesmo.
Tem-so mandado pessoas bate? o prh ; sera
para vJ9 uma vi! aventura, se ellsa vos apanhis
aem com o anitual ; c menos que podia-7as suc-
ceder seria ser laa:;ido em uma caihovis.
Ai I meu Daas. respondeu o pobro J 3o,
que comsgava a morrer de medo, linde piedade
de mim f Nao ha sono urna cousa fizer; to-
mae meu porca e dsa me vosso palo.
E' muito arriscar, reopondeu o rapaz; pn-
rm,se vos succeJtsta mal, eu nao qcereria lar
a causa.
E lomande t corda, cendaziu diligcnlemenle
o porco por um atalho, entretanto que o hones-
to Joo, livre de inqoietagao, :a para a casa com
o pato debaixo do brago.
c Reflectindo bem sobro isto, dizia j mes-
mo, ganhoi ainda eom cata troca : primeiro qaa
tudo um bom asaado; dopois, coa1 loda gordura
quo verter dee, eis-ma prvido de enjundia
de pato por tres mezes ao menos; emlim com
as tollas peonas brancas, farei um travecsciro,
sobre o quil dorrairei bem sem que so me arc-
ha!;. Qua alegra para micha me!
Tasiando pela dcrndeira aldeia antes do ;je-
gar em casa, vl -jos moleira que rodava a rx
caa'.aodo :
Sosou mo!;ro sem semelbante ;
Vulto minha rola, ao sol brilhante I
."co parou para ob3erva-lo o acabou dizenda
v9 estass contente pelo que 7ejo, parece quo o
repossar vae bem.
Sim, rospoa leu o moleiro, um officio la
ouro. [Jm moloroum homem quo tem aera-
pre dinheiro oa algibeira. Form onde com-
praste este bello pato?
Eu nao cmprelo, troiaai-o pelo nea
porco
E.a> porco?
Por uma vacca.
a a vecta ?
Por um cavallo.
E o cavallo ?
Per urna barra de ourc jrcssa como miaja
cabega.
E a barra do ouro ?
Eram moua ordenados por seta annos da
serv-go.
Eu vejo, dissa o moleiro, que sempre '.an-
da sabido sabir-voa de nagoaio.
Agora nSovcs reita mais que achar ura meio
d3 ter sompre a bolsa cheia, a vossa feliciJadi
aat folla.
Porm como fazer? perganlou Joo.
[Cmlinuar-se lia.)
tholdo com a voz cheia de aympathia e terna sol- j Pota bem, Conrado, tratemos Ja abafar
cltude. Nao sel aomo p osa raconhacer a tua de-
dicago. Senta-ta, deacanga um pouco ; nao le
amofino8; a fabre poda voltar.
O msico delxoa-se cihir u'uma cadeira, a dis-
se com doloroso sorriso :
Tranquillisa-te ; nao terei febre hoje ; araa-
nhaa, amanha...Deira-mo repensar um inslan-
le, tomar um pouco de folego.
Ccriholdo sentou 30 em silencio ao lato de
seu amigo, segurou c'uma de suas mica, que
apertou ternamenle, como q.ue para reanimar a
sua coragem, e o consolar com esse aporto cor-
doal, que ao mesrao tempo exprima a emisade e
o reconhecimenlo.
Depois ae algum lampo Conrado replicou :
Itjrlholdo, fui-me collocar na avenida, que
precede a caaa do Sr. Kemenaer. Ot carroa dos
convidados para as bodas passaram por miaba
frente; vi tambem Monck apeir-sa & porta, e
com um sorriso triumphante oos labios dirigii-se
para o inlerl-or da casa afim de i: ali arransar a
sua pobre victima...
E tu, Coorado, visle-a partir para a egre-
ja ? pergunlou logo Bertholdu dominade de tal
emogo que oo poda occulii-la.
Nao, proseguiu Conrado; fiquei por um
momento aniquilado ao penjamento de que nida
mais poderia arrancar a pnmb innocnte das fa-
rozea garras do abulre, at que no proprio de-
aespero encontrei um tialumbre de esperaoga.
Talvez anda fosse teopo: meimo porta da
ogreja a le poderla collocar a sua espada entre o
carrasco e a victima. Cirti coma um louco ao
palacio da jusliga a5m de fallar ao juiz. qua hon
tem noute ouvju o mou depotmenlo e o de
Margarida. Nao o encontrei em parte alguma.
Fui sua casa : l nao astava. Voltei ao tribu-
nal, interroguai guardas a porteirostodos olhs-
vam-me sorriodo como si me julgassam um lou-
co 1 Niuguem houva que me dissesse alguma
cousa qqe acalmasse a minha anciedade, nio-
guem que me indieasse os pasaos que deveria
dar, ouque me deixaasaao menos conceber uma
esperaoga I Acabruohado de adiga, e convenc
do da que nada mais restiva a fazer, renunciai a
dor o o pesar de nossos coragas. O f>cto asta
consumado; de nada, aorviriam oa lamentos!
Curvems-noa aoa golpea da aorta M menos com
a resignago que costuma inipirar o aeuiimauto
da impotencia. Amanha eitaroxos bem lonje
d'iqui: talvez qua am paiz estrsogeiro recobre-
mos, tua sila, qua perdeate, e eu-~a paz
de aspirito I Sim, quero melharar : trabalharei
para iso, renuccirei ti vs chimeras de arta
e da gloria, applicarei a inteligencia, c,se ainda
mo reata, em fazer por ti equillo qae por mim
fizaste com affealuoia dedicago ..
Persistes ainda oeise terrivel psasamenlo?
perguntou tristemante Conrado. Irs sempre pe-
dir soccorro esse odioso Monck?
A attoago dos dous r.aiigos foi subilamonta
dialrabija por urna voz que bradava da parte da
ra'dc, apoiento:
Por alt, aenbor I.^Mas l. am cima...anda
mais em cima...ubi al o ultimo degru...abra
uma porlioha velha que Qca ahi ao lado...Ah I
lito mesmo...
O Sr. Kameaaerl axclamaram ao mesmo
lempo os dous arjigos que trmulos interroga-
vam com a vista 3 inesperado visitador.
Deaculpem a liberdade que toma de assim
apresentir me, disse K-imenaer cem o chapu
oa mo. Sr. Kobyn, trago-lhe uma noticia da
mais alia importancia. Monck ac:ba de ser con-
dusido priao. *
Cu 1 exclamou Bertholdo aitotiito. E Lia-
ra, senhor, j sua esposa f
Felimeote nao ; eslava para subir ao car-
ro que devis conduzi-la egtaj: mas Deus leve
della compaixo I
Bejtholdo alirou-ae como louca sos bragos de
seu amigo, e derramando lagrimas de alegra :
Conrado 1 Conrado! Ouves? Ella nao ca-
sou----est salva I___
Agrdego-lhe, Sr. Robyn, disse Kemsnaer
extramamenle commovido, o interesse qae ain-
da toma por minha pobre fllhs, e tanho o raaior
prazer de poder aanunciar-lha neste momento
que ao aanhor tambem acaba da succeaer uma
grande felicidade. Monck foi preso sob a culpa-
plorar da sua genorosidada a vida de minha 11-
t Ua.... O ti 1 Sr. 11 rlliol.i, consiota quo 11;' possa
chamar meu filho ; salve a minha -.obre Laura
do uma murta cert: o seu amor someato a pode
arrancar ao tmulo qae se abre para el'a !... .
O que ougo I O que que co pede, se-
nhor? Terei eu bem comprehen '':o exclamou
Berlholdo ra de si. Laura minha esposa! K
impossivoil Nao pesso erar em Uali felicidade
ao mesase tempo I...
Lego, consom? perguntou tvsmenaer.
E' muita, muita alegra de ama vez! mur-
murou o mancebo. Meu Deus i O" meu Deua 1
Mil gragaa vos rendo I
Neste caso. Sr. Robye, proaeguiu Kerae-
naer com hesilaga, nao o quero engaar. A aii-
nha fortuna vae ficar consideravelmeote redast-
da : talvez ma venha a restar sement melada do
que boje posiao. Uma vez na minha vid com-
metti uma iejustiga, e por amor do dinheiro oc-
casionei a desgraga de urna familia. Quero do
hoja avanlo vive: em paz com a minha caoscien-
cia, e buscar a felicidade nos goios suaves que
d a virtude. Deas nao parmitliu felizmente que
em mim seccasse a fcnte do bem 1 Pcram, para
reparar o mal que Ci, terei da impor ma pesados
sacrificios. O senhor vae ser milliocario, ji nac
resta duvida : essa diraiouigo n.-. fortuna de
Laura nao o far hesitar? Confirmar assim mas-
mo o seu generoso coosentiiaenlo ?
Bertholdo aoltou um grito de alagria abracan-
do se com o Sr. Kimonaer.
uu,v> -j31,-uuuics, aj uius pira auBilsar s ama'
o que bom, o quo 3 bello. V'ooha, Sr. Coaradol
quero tambara aperta-lo nos meus bfagos. Es'.e
o S3-0
o por
cida
oovas tontatlvat...Somos bem desgranados, meu' bilidade do haver escripto eom o seu puuho um
amigo, mas se anda ha em nos lagrimas para
verterchoremos, choremos antes pela sorte da
desventurada Laura, muito mais infeliz do que
ni ambos I
Berlholdo oceulloa o rosto
servou-se silencioso.
Como eslava eu contente 1 Como feliz me
tornava esia engaadora esperanga 1 proseguiu
o msico momentos depois. Quando declarei ao
juiz as graves presumpgoea qua h-iviam coaira
as maos, e con-
lestamento, e de o ter por este modo esbulhado
da auccesso de sea tio. Se x provada a aecu-
sago, como hoje fcil, a jusliga far reverter
para o senhor o milbo deixado pelo defuocto
Ki.'byn. A' eata hon as officiaes poom os salios
competentes em casa de Monck.
I5>rtholdo! exclamou o msico com ale-
gra. Oh I j nao leas naceaaidada de aviltar-te
porania esse monslro I
De subilo, porm, uma expresso de profunda
Amava a uma joven, bella e pura como um aojo ;\ Ento, Conrado, o quo ha? A accasac.io de
e o seo amor correspoodendo ao mea prometiia-' Margarida era falsa, nao aaalm? Era urn'a ma-
zne a suprema felicidade. Baria er aoito rico',cbtniciao infernal invernad por Monck para fa-
Monck, sobretulo quando elle oavii as ra'ela- tristeza turvou o semblante do Sr. Kamenaer,
goes de Margarida, sui pbyaionomia pareceu ex- que replicou cm a voz reeeiosa e balbucante :
primir uma conviego sem reserva para bem di- O Sr. Robyn pensar sem duvida que tem
zer: respondeu-oos que ia proceder immediata- diante de si um homem que leva a adorsgo do
mente urna in.',uiri;oi), o que nella proiegue- dinheiro ao ponto de sacrificar easa dolo da
tia sem para; aioda que livease de sacrificar o poca at mesmo a felicilade de aua Dlha nica,
descanga de uma noute. Fi-lo comprebender Oh I nao faga de mim semeihante idea .... Ou-
que a vida de uma joven infeliz dependa da di- tr'ora talvez fosso olla fndala al cario ponto,
liganiia qaa houvesse nasse negocio, e que os mas boje seria injusta. Deus me tem castigado :
seus esforgos para descobrir a verdade poderiam durante muitos mezes expiei pelo marlyrio o
com a punigo de um culpado prevenir ainda rijis cruel uma fall, que espero aer-me-ba em
Oh Isto um sonho exclamou ella. D*i-
xe-me, senhor, dir-lhe o doce nome de pae. Eu
vou ser millionario, pois bem :. quero igualmen-
te applicsr uma parte do meo. patrimonio em re-
parar o mal quo o amor do dinheiro un feito
commat'.ar-sa. Ambos nos procurramos os infe-
lizes para consola-los, para minorar Ihos as pe-
nas com os nosios beneficios e reslituiges. Co-
ma serei feliz, meu p: o, em associar os meui
aos seus esforgoa.. Como sor Laura tambem
feliz 1
Os olhos do valho oncheram-se de lagrimas, e
apertou o mancebo com e Ilusa o sobra o seu paito.
Mis Dartholdo, como se urna sbita reQaxo
Ihe. atreveasasse o espirito, aollou-se dos bragos
de Kemeoaer, o disee-lho com o tom firma e ro-
solulo :
Tenho uma condigo a propor. uma s ;
mas ella est tao irrevogavelmente assentads 00
meu espirito, que pravino deade j qualquer lo-
slstancta, declarando que nao a julgo capaz de ser
contestada :
E qual essa condigo? psrgootou Keme-
niercom aneledada.
Est vendo este homem, Sr. Kemenser ?
replicou Dartholdo designando seu amigo. E um
anjo de bondade e dedicago usou pira comigo
4a folicitude da um pao, trabalbou pira mim co-
mo um esciavo. Afim de me dar o lempo neces-
sario para proseguir na gloria luterana privou-se
do seu pao ; ajudou-me a carregar a miaba pe-
a Ja cruz ; aoflrsu comigo aa abominsveia inju-
rias da calumnia ; sacrificou a aua aaule, 1 aua
honra, felicidade e repouso, tudo por alfeico ao
pobre poeta. Tevo grande parta nos meus soffri

nham por tal Torrea imprejsicnado que nao soa-
se como respouder.
O Sr. Karaenaar toaaou-lba a mo, a pe? lea a
com effu9c, diaendo :
O senhor ba de melbor cochocar-mr. meu
axcollente oorado. Acat'.o esla candigc- com
.todo o prazer. Bem sabe quanto Laura a esti-
: mava : naatea ltimos '.ampos o aeu nocs sabia
j muitas ve:es dos labios della em seua accassoa da
I tristeza. Quo um s !igo de alTeigo ao9 reuna
de ora avante Laura, Berlholdo, eu, o o Sr.
Conrads sejsmos uma s familia I Socei arluta
como o3sechores, eo monos Dar admirar e amar
is o mais bello da minha vida f
Kcmenaor abragou o muaico coja ternurc o
volicado-se depois para o lado da porta, pras'e-
guii com alguma precipilaga :
Porm, partamos, aaahorss ; slgara-ma,
Laura oos espera.... Oh cocsa vae al-* fica*
cententa 1
Laura sabe que o sanhor. est aqui ?
o que veiu faier ?
Sabe, :ca, respon:"
isso que a eata hora i; .-j oe receio.....
minuto de demora aogmen'i t sua iojuiela io...
Teme que o senhor recusa a sua mo. 0> md
carro acha-sa porta ; nao pareamos tempo, eu
lhes pago.
Mas, com sta roups ? observen Ber-
lholdo.
O'.i 1 que importa a roupa I exclamou Ke-
menser.
Pois bem, senhor, vamos, vanioa j lar-
nou o mancebo agarrando na. mo de seu anego,
e airaslando-o comsigo.
Todos lre3 dasceram rpidamente as eacadaa,
e precipitsram-se no carro qua a porta os aspe-
rava.
Kamecaer bradou de dentro ao eocheka ; eu
fualigou os cavallos ; e como ao livessom com-
ptehendido que eram maosigeiros de faliz noti-
cia, os doceis corseis partiram galopo, lazando
saltar das pedras do calgamento silbaras de
faiacas.
Em pouco tompo atravesaaram a porta da ci-
dade, e eotraram oa avenida que conduzia casa
deKemenssr, em cojo pateo, apenas chegando
eate apeou-aa seguido dos dous amigos, e foi di-*
reito poita da aate-sala, qca abriu, pois sab.4
que ah devia achar-se sua ti,ha.
Quando entraran, Laura eslava ajoelhadc
um camoda sala, e ergua para o cu as mos :a
altitude supplicante.
Laura, minha querida Laura! exclamou
Kemenaev. Levanla-to, e afi loliz: jqu ie ;f, .0
o leu esposo I
A moga ergueu-so de nm pulo, e corren para,
Bertholdo com os bragos abarlos : maa paron ca
meio do caminho, volveu os olhos psra o cu o
exclamou n'um xtasi de ioexprimivel contraa-
nento:
Gragas, gragas. asen Dous I Oaviles oa
meus rogos.....Bertholdo! Berlholdo I
E quasi desmaiada apoiou se no co do man-
cebo.
Luzio no seu semblada um sorriso alegre e
expansivo, que nao dsixava duvida sobre a nalu-
commogo, que parecia ella su--
1

-.
manlos, misler que tambem participe agora da
mioha proaperidade. A condigo que prop nho reza da
e esta : Conrado que foi para mira *m amigo e ; cumhir.
um irmo nos das ds miseria, ser tambem mea \ Deisa vez era a expresso da sarama felicidade
amigo e meu irmo 001 diaa da opulencia: vive- que Ihe trabordava do corago 1
r em mioha coaipanhia, nunca me deixare!
dispor de aaip.lia fortuna, como se fosse pro- ptvr
priedade sua,
Conradosorriu-se ; de seus olhos corriam do-'
urjaa desgraga rreparavel...OiuiZjpqrerg,nao p- fira perdoala. Yenho, como um pae atfltelo, inj- 'C-0i l'grimas. As palavras do eu amigo o U-! FERNAaHUGO.TYP. DEM. F.DEF, k PILliO.


r
m
raja-,
ILEGVEl


Full Text
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