Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09601


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Full Text
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UII XIIVIIl. lOIElO 194
*r
Pr tres mezes adan lados 5$00O
Por tresneze Teocdof 6SUU
SBBIDO 23 BE AGQ5T8
m m
P#r inuo adan tade 19|00O
Pru fraiet pan t stbscriUr
IS6ARRESA.B9S DA SUbSCKIPgAO O NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrino da Li-
an ; Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr A. da Lamo Braga; Cear o Sr.
J. Jos da Oiiveira; Maraoho, o Sr. Joaqulm
Marques Rodrigues; Para, Maooel Puhairo &
C.; a-oaaioaas, o Sr. Jsroaymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAG DO SDl
Aladas, o Sr. Claudfno Paleo Das; Babia,
o Sr. Jos Uartins AWu; Rio de Janeiro, o Sr.
Je Psreira Martina.
PARTIDAS DOS C0RRE1OS.
Olinda todos os dias as 9}% horas do dia.
Iguarass, Goianna, a Parabyba as segundas
a aexlas-feiraa.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caraar, Allinho
a Garaohuna as tergaa-eiras.
Pao d'Alho, Nazarotb. Limoelro, Brejo, Pes-
qaeira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricary a Ex as quar tts-feirae.
Cabo, Serinhem, Rio Formato, Ona.Barreiroa
Agua Preta, Pimentelras a Natal quintas (eiras.
(Todos os crrelos vartsm a* 10 horas da mirba
BPHEMKR1DES DO MEI DE AGOSTO.
PARTID DOS VarORES COSTEIR03.
Para a sal >t Atacse a 5 a JO; para o norte
i Quarte creaecntc as 2 oras a lo minatoi dajil Gunjt |W| ^ f>(U ffl- '
larda:
9 La chala as 7 horas a 12 minatos da man.
16 Quarte mingeanle aa 5 horas a 5 minutos d
tarde.
24 Laa ora as 6 horas a minatos 59 da tarda.
PREAMAI DE HOJE.
P.iaiairo as2horas e 30 aiaatea da ananh,
Segando aa 2 horase 6 aaiaatos da Urdo.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recite: do Apipucoi s 612, 7, 7 1[, 8
e.8 1|2da m.; de Ohi.da s 8 di ra. a 0 da t.; de
Jabnato s 6 1 |S da m.; do eaxang a Yanta
s 7 da m.; da am/teo, s 8 da m.
P% ^*1f! : 5W PV60' a I*. *, ii-.L
4 1|2. 5. 5 1|4, 5 1,2 e 6 da t.; para O linda is 7'*
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas a quintas.
Reltco: tergae a sabbados s 10 horas.
Pasanta: quintas a 10 horss.
Julio do eemmercio : segundea ae melp da.
Dito de orphios: torcas a sextas s 10 horas,
ira vara do elfal: largas a axtaaaa mala
(da ra. e 8 1(2 da t.; para Jaboatao s 4 da tapara1 -ia-
o Caxang Varxta s 4 1|2 da t.j para Bem fie* Seganda Tara da civel: q atrita Babeados
** I horada Urda.
SI
DAS da semaka.
18 Segunda. S. Clara do n-oste F;*o t
19 Terca. S. Luiz b. f. ; S. Mariano a,
20 Quaits. S. Berntrrto eb.; S Samnei sropheta,
i1 Quinti. S Jeanoa Frsneiaes iuv.
22 Seila. S. Thinxteoab.; S. Hypolite L.
23 Sebhado. S Felippe Beaieie k. ; S. Lij<
4 DemiBgo. O sagrado corajo de alaria
ASSIGNA-SE
jee toalla, era a lvraria da prisa da ladeen-
aei.zle as.6aS,des propretarlesaUBoel Fnrat-
roa da Paria k Filhe.
G6TERN DA PROVINCIA.
Expediente do alia SO de agoste de
1IMIS
Ofcio ao Exm. presidente da provincia da Pa-
rahibs.Na primpira oceasian farei seguir para a
corte do Ro de Janeiro os officios que para ta-
reas esse destino acompaoharem oque V. Exc.
me dirigi em 18 do correte.
Dito aa Exm. bispo diocesano.Remello a V.
Exc. para os tina convenientes s inclusa copia do
aviso expedido pela repartido do imperio de 30
da julhe prximo Ando ao Exm. bispo do Rio
tirando do Sul sobre a noraeago de sacerdotes
estrangleos pira vlgarioa encommeodados e
mandando observar nss domis dioceses do im-
perio.
Dito ao inspector da thesouraria do fazenda.
Recommendo a V. S. em vista de sea informago
de 14 do crrante, sob n. 761, que mande indem-
riiar a thesouraria provincial da quantia de ris
tl5IU correspondente a doaa tercos da de ris
3 ti 29*26 i que a mesma thesouraria pagou ao
eDgenheiro W. Martineau para aa desptzaa de
eu trsosporlea Inglaterra.
Dito no inspector da thesouraria provincial.
Respondendo o officio que T. me dirigi em la
do correte aob n 445, leoho a dizer em reaposta
que o autoriso a aceitar o oflerecimeoto que l-
zaro Gaimares <& Oiiveira para forneeerem cora
o abate de 3 0,0 nos presos constantes do orga-
menio que veio anoexo ao citado ofcio, os ob-
jectos precisos para o expediente de reparlicdes
provinclaee oo correte exarcicio, e por laso pode
V. S. effectuar esse contrato mediante aa condi-
qi's que lambem remello.
Dito an commandante do corpo de polica.
Pelo ofcio de V. S. a. 367 de 19 do crreme,
ti i'jfi inteirado de que o 1* sargento da secc.an
volante do corpo sob seu commando Jus Fran-
cisco de Paula Costa, coocluio o seu engajameolo
e cooirahio nevo depoia de julgado para isso
apto.
Dito ao commandsnte do presidio de Fernsndo.
Para astisfazer a requiaicio do diractordo arsenal
de guerra em ofcio junto por copia, aob o. 222
curapre que V. S. remella para esta capital no
brfgue escuoa Fte!eidade,lo4o o calcado que exis-
tir prompto nesse presidio informan lo me se com
hrevidade pode aer ahi naoof^cturado o que tur
necesario para completar a referida requisicao.
Dito ao cooselho de compras navaes.Aopro-
to oa contratos que celebrou o cooselho de com-
pras navaes com os individuos indicado oo ter-
mo que por copia acompaohou o aeu of io de 7
do correte para foroecirseoto do material da
armada, o que declaro ao mesmo cooselho para
seu couhecimenlo e aflm da que na forma do es-
tylo remeta a thesouraria de ftzeoda copla doa
referidos contratos.
Porlaria Os Srs. ageotes da companhia bra-
aileira de paquetes a vapor mandem trsnsportar
por coots do ministerio do imperio ate a Baha
no primeiro vapor que passar para o aul ao Dr.
Egas Aluoiz Birrelo Carneiro de Campos, que ea-
eve commissionado pelo goveroo na proviacia
do Rio Gnnde do Norte para tratar dos doeotas
do cholera morbus conferme requisita o Exm.
presidente da mesma provincia em ofcio de 7 do
correte.Respondeu-se ao Eim. presidente da
provincia da Paraliiba.
Dita.O Sr. gerente da conpaohia Pernam-
fcucaoa maule transportar em lujares da proa
desliaadoa a pasiagairo* d" estado at Maco oo
vapor Mamanguape a Mara Praucisca de Mene-
tes muihar do soldado do 8* battlho de infama-
ra Jos Simplicio de Castro all estaitooado e
aos aeua dousQIhos de nomes Arseoio Josde Cas-
tro e Casaiaua Mara da Concento.
Dits.O presdame da provincia resolve con-
eeder ao bacharel Cesar Oclaviaoo de Oiiveira a
eionaracio que pedio do cargo de promotor pa-
b'ieo da comarca do Hrejo, e nomea para o subs-
tituir ao bacbarel Mano.I Galdino da CruzFi-
zeram-sa as necessari>s eosarauaicages.
aa>esasacib0s du da SO de agosto.
Ilequerimtnlot.
Companhia da airada du ferro.Nao ha dis-
posigao exuressa nos cootratoa aa companhia que
o is*nt8 dos iiiostos de que ae trata.
Alextodrino Martina Corris Barros.Informe
o Sr. director das obras pulieas.
Bacharel Cesar Octavisno.Pssse parlara coo-
aedeodo a exeneracao requerida.
Il-rr> ane^iido Gomes da Costa.Provs estar
compreheodiao ea alguma das hypothpses da
condigao 8* das asneras do decreto o. 2,513, de
17 dedezembro Je 1859.
Jeo Francisco do Reg Mata.A' Tsla da ln-
formacao nao pode ser aitandido.
Maaoel Pelycarpo Moreira de Azevedo.In-
forme o Sr. Or. juiz dos feitos da fazenda.
Avisa).
Pala secretaria do governo se faz publico que
Da mnsma existe urna porgao de sementesde al-
go dos, as quaes sero destiibuidas pelos Srs. agri-
cultorea que as solicilarem na referida reoar-
tigo.
No impedimanlo do secretario.
Francisco Lucio de Castro.
para a efectiva orgaoissco da segunda directo-
ra.
IJSe o corpo em questao j estivesse organisado,
se engenheiros competeoiemente habilitados es-
tivessem frente das obras publicas geraes, ou-
tro sena o resultada que a respeito ueste ramo
imporiaotissimo do servigo teriamos de notsr no
paiz. (Apuiado.o.)
Quaulo esterilidade allegada peloa nobres de-
putadoa em desabono da nova secretaria, limit-
me, seohores, a chamar a vossa lteoslo para o
rula torio qoe nos foi olsrecido na presente sesso
e para seus aooexos.
Da leitura eexame dessis pe?as var-se-ha cora
qusota razo procadero aquelles que, como eu,
prestsram aeu voto para a creafao da nova sasre-
tana,c siiiii coocorrersm para que os assumptos
ioteressaolissimos que boje correm por ella ti
veasem a direcgo e execugo iodis, reclamadas pelo estado de nossa eivilisagao e
adiantameoio.
O nobre deputado por Minas, Sr. presidente,
ainda iratou de impugnar a idea de ligarem-se
diversas capilaes das provincias do imperio por
meio de estradas. Esta idea que, alias nao passa
aioda de urna coocepgo para aer estudada, para
ser examioada, urna lembraoga para assim di-
zer, nao todava to falla de toteresse e conve-
niencia que deva aer rejeitadafn fimine. (Apoia-
dos)
A ut'liddile da estabelecerem-se communica-
gss terrestres entre cOrte e aa provincias do
imperio, tomada debaixo de qualquer ponto de
vist, quer poltico, quer administrativo, quer es-
trelegieo, intuitiva e mioha opioio que nao
ha iocooveniencia em construirem-se no paiz es-
tradas em todas as dreccoes, especialmente es-
tradas quo teodam a ligar centros to ion porte-
les como eo as eapitve-s de nossas provincias
Mas, como j disse, trata-se de urna idea offere-
ctda dietusso, que deve ser convenientemente
estudada, e que s quando o paiz liver meioa de
attende-la lar de ser rsalisada.
Sr. presidente, entre as quesles mais interes-
santes da autualidade, e de cujo exame depende
a solugo dos problemas ecououiicos e fnancei-
ros, que justameote chamam a attengo daquelles
que se oceupam seriamente do estado do paiz,
merece dislincto lugar a da nossa prodocgo a-
gricola, fonle principal se nao exclusiva da nossa
riqueza.'
Eotrando neste assumpto, Sr. pre3deote, ea
nao pretendo trazar Uz ao debate, nem nutro a
presumpeo de ter achado a verdadeira solugao
s questoes com plicadas que ahi |se encerram. O
roeu flm especial chamar a alinelo do digno e
illustradri Sr. ministro da agricultura, e dos que,
dotados de talento e amostrados com a pratica
dos negocios, podem dar a essaa quesles o ne-
ce9sano desenvolviraento e apressar medidas le-
gislativas convenientes para que ellas saiam do
dominio das abstraeges, e effectivamente coocor-
ram para a prosperidade publica.
O exama da nossa produeco agrcola a dos
meios de aagmeota-la prende-se naturalmente
ao exame doa seus elementos econmicos ; e as-
sim, tratando de cada um uestes, podemos ebegar
solugo da questao principal. Comecarei pelo
capital.
examplo a aalonisagSo. para augmentar os ele-
mentos da arodncgo agrcola.
Alm disto, a falta de bragas oss circumslanciaa
do paiz pode diaaioair o viltr, mas nao dnpreciir
sompletamente os predios rastlcos, a Osar ao
arbitrio do ealabeleeinaento hypothecario rcete-
las samo garanta dos avaegos que fu-rem, n3e
pala estiaaago aommam da predios, ceas
com aa reduceoes proporsiooaes coafian^ique
Ihe inspiraren a posigao delles, e a solvabitidade
dos rsspactivos donos, isla i, dos hypothecsntes,
vista>OillO o sntlgo adagio jurdico plus esl cau-
lionis in re, quam in persona tea hoje muitss
llmitagoss.
Come qaer qae sejs, a reforma da nesss aoa-
ahrooiaa leglslago hypothararis urna necessi
dade imperiosameate reclacaads ; e sa ao illuitre
e digao Sr. aonselhtiro Nabuso coabe o papal de
Colbert, qae em 1703 iniaiaa-se na Franga o
principio da publisidade das bypothesas, glorio-
sa ser a trela daqaelle que qaizar dotar o paiz
com usa beneficio to grande e opportuno.
A esta respailo tsm perfeita applicago ao nos
so estado presante aa seguintes palavrss de Ca-
simir Perrier :
c Todos quaotot se intoressara pala propria-
dade aocial afiligaai-se por Ter o nosso desenvol
vimento eacravado pelos vicios do nos9o syste-
tna hypotheasrio, aajos mais perniciosos etTeilos
sao desviar os aspitaes do emprastimo sobra os
i rumoren, a mentar a desproporgio con.iieravel
edamnosa .u existo entre o jaro daa empresti
mos feitos lavoura, a o qae pagara as nalras
Industrias. O commercio e a agricultara reala-
man igaalmante melhoraoientos que permitam
asteoder o crdito de qua ambaa neeessitim so-
bre as baaea largas e solidas, eflorecidas pelo
valer immenso do nosso solo, a
E' dapleravel, Sr. presidenta, que, quando a
eredilo territorial facunda a lavoara d outros
paizes menos favorecidos, qusndo at na oppri
anida Polonia prodaieas to benficos *fI-itos as
soas aisoct'ufoes territorial*, qaando na Silesia,
gragss ao aea sysieaa o* emitlir ttulos hypo-
thecarlos negociaveis e traasmissivais por eo-
dosso, o juro lem deseldo da 13 e 12 a X co- o
Brasil coolioae privado da madi'las tio argt-mes,
e eaibam-lha ainda as palavrss de Arthur Yaog
sobra s Franga : a Mea Deus, dsi-me paaiencia
para ver um paiz to, favoreeido pelo co e to
maltratado peloa homena I
Examioarei agora, Sr. presidenta, outro ele-
mento da prodoago agrcola, o trabalho.
Trabalbo quer dizer populagao, bragos, forgas
tIvss, machinas, etc., e por aqu v6-se a impor-
tancia desla assumpto.
Sabemos psrfeitameote, Sr. preaidenle, o esta-
do ea que se acha a populagao do pas, pequea
em quaatidade, dissemiosda pela vasta exieoso
do nosso territorio a pala facilidade da vida pou-
co delicada ao trabalho.
Sabemos qae d'ahi provra a falta de bragos,
aonlra a qaal clamam os nossos agricultores :
gama aoasa a este respeito; precisamos do
eosioo agricala.
Ha, senhor presideote, muita gente qua con-
testa a vantagem da semelhante ensiao, a para
'iera a agricultura n3o mesmo urna seien-
*ia Para caaes o que serve ao agricultor nao
o conheaimeoto que elle possa beber uoa liaros,
mas siin -a pratica a a experiencia. Ea nao po-
dara responder aselhor aes que assim panuro
do qus citando as segoiotes palsvras do Sr.
Lsndat, radastar em chefe dos Annaes da agri-
cultura franeexa :
a Os honsens qae aonfundam com a mesma
irreflexo as coosas e as palavraa afrmam qua
nao tanto a ssiensis agrcola aomo a experien-
cia e a pritisa qaa sarvern ao agtisoltor. A
VS se pois omito bem, Sr. presidente, que nao
podemos colhar ds colooisago estraogeira resul-
tados imroediatos em bem da lavoura. E'qaes
to Ae futuro, e a ella poderiamos applicar a ins-
cnpgaoda columna achada ao p do Vesuvio :
Posten, potltri, res vestra agitur 1
Mas cumpre nao desanimar, e, 'promoveodo
com lenacidade a erainragao eepootauea, tomar
outrae providencias a favor da lavoura j creada e
existente no paiz.
A primeira providencia em relsgo ao ele-
mento da producoo de que trato, isto ao for
necimento de bragos, a acquiaigo da trabaja-
dores estrangeiros a salarlo : sabemos que o co-
looo europea nao se prests a semeHisote servigo,
aspira proprtedade.
Nao temos donde tirar ea9es trabalhadores ss- sciencia agrcola, a verdadeira sciencia, poda por
nao da Asia onde a Hespaoha, Franga e logtater- | ventura ser oalra soasa aeoo s ioterpretago, a
ra vao abastecer-se. explisagae dos fastos verificados pala experi-
O^corre-me. que o ensaio de operarios chlns enca ?
feitos por um dos mais illustrados e laboriosos
ex-mioistros do imperio deu azo a censuras e a
urna espacie de descrdito sobre este assumpto.
Mas urna sem razao procarar-se assim desacre-
ditar um^ recurso da que temos necessidade de
langar mo, e que melhor do que a importa-
cao da Africanos.
Naquelle ensaio, de que infelizmente sortio
mo effeito, nao tinha-se por flm poToar o paiz
com a raga asitica, mas sim, como agora recla-
mo, qaa vieasem homens sobrios e dados ao tra-
balho, acostumados a um clima semelhaote ao
nosso, trabalhar a salario, formar o seu peculio,
os qjaes, Qndo o lempo do seu contrato, regres-
aariara ao seu paiz natal. Assim se pratica nes-
ses estados cujo exemplo invoque!.
O Sr. Junqueira :Mis urna raga feia physi-
camente, aoitica e erigads de mil out-os de-
feitos.
O Sr. Diogo Velho:J disse que nao quero
que se colooise o Brasil cora Asiticos : viro
somante trabalhadores a salario, que ao cabo de
ceno lempo se retiraro para foro do paiz.
A proposito da trabalho salario, Sr. presi-
denta, lembra tambem am beneficio dos iota-
resses da lavoara a reforma da lei de 18 de ou-
tabro de 1837, ae s a respeito da locaco da
servigo*. aama a respeito do trabalho ae par-
tera, lila le, feila qaode as aoasas nao es-
tacaos no p em qae hoje se sabana, nao se
presta i protesgo que sa dave exigir em broa
dos direitos a deveras dos trabalhadores s sala-
rio e de psreeria e dos que sa utiiisam dos seas
servigos.
Ue Sr. Dapalado : Isla lei nem msis sxe-
ourao tam !
O Sr. Doga Valha: Oatra medida, senhor
presidente, s fiver da nessa lavoura, qae me
parece conveniente desratar, sampallir a retl-
raram-se das nossas piintipass sidades os essra-
vos qaa nollas abaadtm.
Qaando a lavoura desfaloce miogaa de bragoa^j
i daploraval qae no centro daa ooasss aapitaea.
Sr.
falta de bragos que se val tornando cada dia mais, onda feliimente ha faailidade de sabslituir-ae o
sensivel depois da cessago do trtfico de frica, j servigo dos eaaravos pelo de c-essoas vrs os-
os, e qae oo tsm sido possivel supprir cem a reioosHa ou ettrangeiras, se aprsente o reaeg-
igrago. fnaotaj eapctaaalo deseas sseoss de escraaido
IITERI
i
. RIO DE JANEIRO
ASSEIBLEA GERAL LE61SL4TIVA.
Discurso du Sr deputado Dr. Diogro
Velho Cavnlcanti de XHiuqucniuc
pronunciado em sessao de S de
julho.
Couutios a segunda discusso do orgameoto
O) parte relativa ao ministerio dos negocios da
agricultura, commercio e obras publicas, com as
emendas apoitdas.
O Sr. Diogo Velho:Sr. presidente, os nobres
depota los de Minas o ds Babia qae hontem to-
mararo parle no presente deDale proounciaram-
se em desfavor da nova secretaria de estado dos
negocios da agricultura comn.ercio e obras publi-
cas, cujo orgameoto temos de volar.
Os nobres depulados disseram que a nova se-
cretaria acliava-se iecooveoieotemente orgaoisa-
dj, e que tinha sido estril em resultados juttill-
calivos da sua fuodago; mas, tratando perfuoc-
toriamenle deste assumpto, nao ofTereceram base
para urna discusso larga a respeito.
Limitar-me hei, portanto, a dizer que oo re-
golameoto expedido para a insiallagao desta im-
portante repartigo buacou-se atteoder a todas as
medidas necessarias a que o servigo respectivo
losie bem regulariza io. Assim, procurou se ei-
tabelecer a suprema inspecgo, fcil e geral. que
liga e subordioa todos os rmos desse mesmo ser-
Tico unidade de acgo do ministro, que nao tem
tempo para entregar-so ao estudo do delalbe. mas
que deva saber lulo qoanto diz respeito saa
pasta.
Tambem prncurou-se eslabelecera divisao me-
thodica do trabalho, imperiosamente exigida pela
xpedigo rpida e econmica dos negocios do
entro para as extremidades da adminisirego a
lce-vrsa.
Assim procurou-se conciliar a eslsbilidsde go-
veroameotal, indispeosavel direcgo a execugo
de cerlos servigos permanentes, com a instsbili-
da 1a mioistarial; sendo esta considerado, cur-
tamente alten hvti, qUe determioou a creago do
gorpo de eogenheiros civis, cootra o quil se pro-
nuaciou o oobre deputado por Minas. E note-
e qe a creac.au deste corpo ara ioiHtpuntaTul
1 I ttsall fe-
De proposito dou preferencia questao de di-
nheiro porque de ha moito entendo que o primei-
ro beneficio qae se pJe-presltr a nossa lavoura
libertar o agricultor, foroecendo-lhe moios pe
cuniarios.com os quaes elle se habilite a dar pela
soa propria iniciativa o mais convenieote desen-
Tolvimento sua industria e a prover as respec-
tivas necessidades.
Foi por esta razo tambem qua oesta casa op-
puz o meu voto a essas ideas bancarias que to
funestos resultados trociera m ao paiz, e que aim
de outros graves inconvenientes, encerravam o
de eocherem excesstvamente o canal da elf-
culsco com o crdito mercantil e industrial,
e nao deixarem margem para o crdito territo-
rial.
Sr. presidente, oo teoho necessidade de es-
labelecei as diflerengas entre essas diversas es-
pecies de crdito Nioguem ignora que oss explo-
ragoes agrcolas a trra absorve os capilaes, e s
os restilue lentamente e por fraeges, o que in-
hibe os respectivos emprezarios de salisfazerem
os seus cowpromissos com a brevidade a que se
prestam as opersges coamercias e manufactu-
rtins ou fabrls.
Tambem dispenso-mo deentrsr na demoostra-
go das grandes vantegens do crdito em qaalquer
accepgo.
A cmara sabe que o crdito um dos agentes
priocipaes da nossa eivilisagao, o olor e ervo
da industria ; rosa taabem a cmara nao ple
ignorar que do abuso do crdito resullam gravs-
simos dainos. E, se assim a sua insutuigo
deve ser regulada por leis prevideotes, que evi-
tem tal abaao.
li, portaulo, deatro do srcalo destas ideas
qaa reclamo em favor da nossa lavoara, a iosti-
luigao de esttbelecimentos de crdito raial a by-
poihesario.
Para asas flm, Sr. presidente, tres medidas sa
devara tomar previamente : a primeira, i a re-
forma ;da nossa viciosa legialace bypaibacaria ;
a segaada a orgioisago ta sacaatro, isto ,
do seato do valor, exlenso a praduc^aa de ca-
da propriadala territorial ; a lereeira vem a ser
a proaesso para as dasapraprisgas, qaando o da-
vedor se torosr refraatario a oo saiisfizer aa
saaa obrigages. Sabaroos qus a deaapropriago
forgada i a sanagao necattaria da hypotheca.
Etlas medidas sao indspeasaveis, porque ere-
dito confitoga ; a para qua asta apparega pre-
ciaa-ae que a pasigao da cada piopriadade terri-
tarial, bem como as eirtumtlancias de ssu pas-
toidor, possaaa aar taailmeota eonheeidas.
Da todas estas medidas, S'. presidente, a qae
pareae-ma argenta a reforma hyi>olheaaria :
a a eate respailo ea interpello o Sr. cobra minis-
tro da agrisallura que aeUalmenle tambem re-
ne a pasta da jaaliga, para qua eujitta a sua opi-
oio nos declare se ulga qe assorjapto to im
purtaote a urgente, aomo eate, pode cooliaoar a
aer adiado iodeflnidimente, aa ss S. Exc. tam-
bera do amare datjaallss que jalgam intil
esss reforme.
O Sr. Vieira da Silva : Qasm pode julgar
ioulil samelhsnte reforma ?
O Sr. Diego Velho : Digo isto porqaa tenhe
utido pessoss, altas sompetaotas, srguraeota-
rem aassa sentido o objectarem contra a ereago
da eatabalecimantoa da ere uto raral a hypothe-
cario, duendo que iaaposslvel qua o possaidor
de crditos rustaos possa achar quera lite d di-
nheira aob a garanta de taes predios, por isso
qua, sendo ellas cultivados por saaravas, que
aesapparecem pela mora oa pela fraude, e sen-
da aatenta a falla da bancos qaa existe na paiz,
taro da deprecisrea-seesda vez mais.
Creio qaa o nobre dapatado dio dar valar a
aasas abjaeges.
O Sr. Vieira da Silva d am aparte.
O Sr. Diogo Valho : Em priaeiro lagar a io-
cooveoienlo dos escravos deaapparaaar desde
qaa allaa farem arralados da hypotheca, ou alas-
de qae tomarem-se providencias em ordem a
avilar a frauda, coae titulan losa a propriedada
dalles por sseripturs publica e eslsbelecendo-se
o ragiatro dos masaos por muoisipios oa fragua-
das ; qaa seria urna medida muito convenien-
te asiaiioisa do pais, ata.
(jacule i fall da bragos, e a eaosaqaente de-
preciago dos predios ras-Icos, sao a-gameotos
vinotes, porqasnto piosera ae argameotar coa-
ita o nal pela axsteoaia do proprio aal.
O esttbeleelmeuto da cr.dtte terrilarial oe
urna medida lumbrada para ser resliaada Hela-
damente, apaoaa urna previdencia qaa deve aar
toaaui coojuoetamaata am outraa, coma por
Para se remediar a ta grave mal, o meio maia q
geralmente lembrado, e qae tem mais chamado aaa
attengo doa poderes do estada, tem sido a tole-
nitago estraogeira. E se justo recoahecer oa
etforgee qae temos fei o nesse seatido, tambera
nao posso deixar de manifestar o petar qaa simo
em destarar que a goveroo do mea paiz nao lora
feito nesta questao vital para a nossa lavoura tu
do quaoto devia fazer.
Para bem dizer, Sr. presidente, o governo em
materia deoolonisagao entre ni lem feito de miis
e de monos ; tero feito de mais, qaando coosli-
tuiado-se empresario de industria, procura direc-
tamente eslabelecer colonias subvencionadas e
sustentadas exclusivamente com os recorsos do
thesouro ; tem feito de menos, quando esquecen-
do os meios indirectos que devia empregar com
afinco nesse servigo, deixa-o s com meias me-
didas, qae nao s nada vslero, mais ainda o pre-
judicam. +
O papel do goveroo deve limitar-se a derasr-
car e vender barato terreos bem escolhidos ; a
ligar esaes terreos, futuros centros de'procduc
gao, com os centros de consumo e cora os portos ;
a proteger os direitos dos emigrados por todos os
meioa possiveis, coocedendo-lhes todas as ga-
rantas e favores ; a iniciar, e por tolos os ru-
os modos auxiliar, aioda garaotiudo juros, a io-
corporago de compaohias que se eocarreguem
de mandar v|r colonos ; a despertar os sedimen-
tos de religio, cardade e philantropia, acorogo-
aolo a ereago de associages de beneficencia
que to grandes servlcos prestam emigrago,
quer nos Estados-Uotdos, quer na Australia, es-
tabelaceodo hospicios, hospilaes, montes de aoc-
corro e hospedaras em beneficio dos eolonos ;
e por ultimo, depois de preparada a casa para
receber os hospedes, a abrir e maoter oos paizes
donde podem sahir emigrantes, urna propsgaoda
constante, assidua, impertinente mesmo, propa-
gando por todos os modos e sem desenso de um
E' eslo o meio poderoso de que tem colhido to
proveitosos resultados os Estados Uoidos : o
mais perteoce diligencia das erapreas particu-
lares, pertence industria, qae a unio do tra-
balho com o capital, perteoce especulago mer-
cantil, que o goveroo deve largamente auxiliar,
verdade. mas a quem deve deixar s misso de
reunir os emignntes nos respectivos paizes, for-
necer-lbes passagans, dar-lh.s hospedagem nos
portos, encsmiiiha-1 's para os pontos a qua det-
tinam-se, e ahi eslabelece-lns provisoriamente.
Em summs, o governo deve eocaminhar, diri-
gir e liscalisr o movimento da emigrago : o
resto cabt industria, que pelo espirito de asso-
ciagao opera prodigios.
Sa oeste assumpto o governo tivesse seguido
seropre a marcha que lembro, parece que a emi-
grago estarla mais proveitosamenlaencarreirada
do qu* tstualmente a vemos.
Chamo para este objeclo igualmente altengao
do nobre ministro. Creio que lempo de prover
desveladamente s necessidades que acabo de
apootar Ha toda a opportuoidade para se tratar
de to importante materia ; porquaolo bem co
nheeida.a situsgo presente de diversos estados da
Europa e da America.
Sabemos que os Eslsdos-Uoilos erara o mais
temivel concarrente que encootravs o Brasil tra-
tando de emigrago. A gaerra civil que infeliz-
mente ali se ateou, e cujo resultado uo fcil
prever, far com que a emigrago europea sa en-
caminhe para outros pontos, Assim, mais qae
nunca opportuoa a propaganda a favor da emigra-
gao para o Brasil, onde j axistem ncleos colo-
nises. que podem ser convenientemente desen-
volvidos, ao pasto que ir-se-ha preparando o
paiz no sentido daa ideas expandidas.
Para este effeito lembro ao oobre ministro que
aproveite a inlelligeoeia e dedicec,io de alguna
estrangeiros que se tem prestado com to boa
vontsd* ao servigo do Brasil. A este respeito pa-
rece que se nao deve ser econmico. O goveroo
oo ser censurado por gastar quando as despe-
zas que fizer tiverem um flm legitimo e exigido
pelas circumstaocias do paiz.
O que cerlo seohores, que presentemente
a aolooisago acha-se em circumalaociss mu lo
desfavoraveis no paiz. Desde 1812, poca am
qae ae eatabeleceram aa primetras colonias de
eatrangeiros, at o presente, o resultado a exis-
tencia apenas da vinte e lautas, algumas das
quaes sao nominaes, com urna populagao de cer-
ca de 20.000 almaa eutre nacionaes e eslrauBei-
ros, velboaa meninos,botuens e malheres. Eu
Iretanto nevemos gasto com estea eslabetacimen-
los os de diuheiro ; a anda no presente orea
meoto ae pede cerca de 40;00# para o cuileio
des aobrerMioaadM pelo govarao I
entera a nassa eivilisagao. E' este um
Sr. Deputado : Mas qae despertar
as recl*m*ges.
r. Diogo Velho : Tambem ea oo desejo
qaa se tomem providencias precipitares. Pego
sme .e qae sa esluda cora caidado asta mata-
rla, tque importantissisaa ; porquaolo Iratt-se
de dotar a lavoura com estes bragas, qu* sem
necessidade se asham em competencia na indua
tria msnufsctoreira a no aervlg) domestico dat
cidades aom o arteso pobre e aora as passoaa
livres, qae nesta servige buscam moda de
vida.
On aeio taabem de favorecer a nossa pre-
iacgo agrcola, senhor presdante, seria urna
reforma am nosso syslema penitenciarlo.
Cerca de 8,500 foram os individuos cendera
osdos a priao com trabalho e a gales no deteo-
nio de 1851 a 1860. Estas numerosos brsgot
jazem peta osaior parte imprettavels as nostas
ira muas o insalubres cadetes, quando psderiam
aer aprovaitados mui proficuamente em bem do
Estado e de sua rehabilitara moral ea colonias
penitenciarias, que seria fcil esiabeleter, e onda
o trabalho dasaes infelues ehegaris ao mcooa
para a propria sosteotsgo.
Coae eomplameoio dasta medida indica a
rigorosa spplicagso das arts. 296 do cdigo cri
miml, qae eslataem a pena de priso aom tra-
balho aoa vadlos o meoligss: mas que aslflo ara
esquecimeoto.
Se a esse respeito hoavetse fiel cumprimento
de devares por parte das autoridades, se tadoa
aquelles que nao team oesupago liaita fossam
obrifrados ao irabalho.uSo se realamariam conatan.
temente provideacias contra a falla de stguraoga
individual e de propriedada, nao se aonsideraria
o servigo do exerrito como um meio da repret-
to, e muitos bragos ociosos buisariam era-
prego.
Aioda outro meio. senhor pretideota, de favo-
retar a nossa lavoara o estabelecimeoto de
colonias nacionaes.
Sa aas clsssas mais baixas ds nossa populagao
do interior ha maita gente que foge ao trabalho,
ha tambem homens dedcalos aos gosos lcitos
da propriedada e da familia, qaa o procurara,
mas, eslet, oe possuiodo trras achia-se leva-
dos necetsidade de aujeitaram-e* como rendei-
ros aot grandes proprietanos, qee por qualquer
capricho, pels mais leve falte corameltida par
estes pobres homeus, s vezet por te retasaren)
acompanha-ios em urna eleigo, exellem-us de
auat Ierras, ialiraande-lriet quasi aempre o man
dado de retirada com archoU* acasos I Por ah
vo esses raispraveis sem. abrigo, langar-se na
tcoda dos vicios e msis tarde dos crimes ; entre-
tanta qae, se hoavetse eolooias nacionaes geoe-
ralitadss ae paiz, onda o seu trabalho foste ga-
rantido, os seus bragos seriam sempre militados,
oo s um bem da prodaego agrcola, mas
principalmente em bem da aoralidade pu-
blica.
Para tses colonias poderiam seguir tambem os
soldados que acabassem o lempo de engajamento
os sentenciados que cootluissem o cumprimento
das respectivas senteogas e pelaa meios suasorios
aa quaesquer estmulos esta parte da populagao
ociusa, qae vive sera le era religio, entregue
oatureza, ignarsote de ludo, e na qual ae
retreta a maior parte dos criminosos.
Senhor presidente, coa a idea de colooisago
naeiooal tenho ataoeiada a da eatechese dessa
centenas da tribus aborignes, qae, fora de gre-
mio da igreja edasoelelade civil, vagaeam no
rtcetso dos bosques, seso aldameotos, aem mis-
sionariss, seso laitiatot para os c&lhecurae-
oos. A boa todole eaptido dos oossoa iodige
oas psra qaaoto ae Ihes entina do garanta da
proficuidade dat ramos qua te erapregassem para
regenera-los cmlitago. E* deyloravsl o es-
tado a que lem chegado ta ntareaaaote servigo,
qaaat qua abandonado.
a E a pratica ple ser racionsl se nao sabe o
fin a qae leude, se na toma por guia a atien-
da, que repito, a apreciago judiciosa dos
felos bam observados? Assim, a experiencia
a verificago dos fjetos, a scisouia qua abraga
necessariamente a experiencia a explieage
delles, a a pratica a applicago dos prectitas da
sciensia. a
Nao admira, sanhor presidente, qaa baja quera
negu agricultara o predicado de acantia
quando vemos que nesta pas, onde ella a
fonte da riqueza publica, onde a altase dos
agricultores to importante, nao existe um s
estabeleciraento do respectivo easino.
O entino agrcola, pelo qual lotto, deva ser
theorico e pratleo. O theorico pode ser dado em
ettabelecimentot cntreos, que devoraos crear,
anda que para esse Ora supprimam-se algaasas
das facilidades de direito e de aedicioa, que vo
dando as proi.-s Iliterarias a ao fuoctionalis-
mo moior numero de candidatos do qus o pre-
ciso so pratico em estibelestraeolos etaeeUat,
oos qutes se ensioem os principios elementare*
da agronoma e se habilitem os alumnos not
procesaos da cultora do sola. Nos prlttelros ha-
veriam lambem cadeiras das sciencias qua ser-
ven) agricultura, e naales se poderis entinar a
applicago dat machinas e instrumentos aratorios,
ensaiar as novas smenles e o oruzamento das
races de animaet, ele .N 'lies deveriam aar re-
colhidos lanos orpbos infelues, e menores aban
donados, que por ahi vivera saos receberem eda
cago, e que, pela aratica dos vicos e mos ex
mulos, nao s nada fazem em bam do paiz, mas
ainda pelo contrario sao ellas qua do que fazer
no futuro polieia.
Sa esses orphot fotsem recolhidos a empraga-
dos oos estabelecimeolos de qus trato, seriara uo
futuro homens profisslonaes, que prestarism boos
servigos lavours, que terviriaa para admioie-
tradores das nossas fazeodis a eogauhos, a que
levariam para as operagoes da ladustna agren-
la os conhecimeotos nleis que Uvessem apren-
dido.
Chego, Sr. presidente, ao ultimo elemento da
produego agrcola, a terrs.
Nao preciso ser poeta nem brasileiro ptra re
coohecer que, se ha paiz destinado a um mag-
niliio futuro pela sua poaigao geosraphica, pela'
ant coodigdes phytlcaa a hydraulicaf, pela ex-
lenso do aeu litoral, numero de bablas e por-
tes, ao Brasil esto gurdalos destinos magnifi
eos ; entretanto, por mais bem dotado que seja
um paiz de recursos eaturaes, a intelllgeasia do
homam dave iotervir ndispeossvelmeule para
apropriar esses recursos s neeesaidades da in-
dustria, para desenvolvaos a manta-Ios conve-
(ieaienteule. Assim ha muito que fazsr em be-
uefioo desse agente natural da produego.
A nossa propriadade territorial acha-ae defet-
luosamenta orgaoisada. Temos grandes propria-
dades oceupanio urna vatta exlenso de terrenos,
iouteis psra a produego, a oar da pequea pro-
priedade subdtvidida e ratalhada, ao ponto de
haarar proprietarios al de um mil ria de Ierra.
Os inconvenientes, porm, qaa resaltara desse
fracciooamento da propriedada territorial nao sao
to perniciosos cobo os resultantes deisas gran-
des propriedadet jue guardam em ser immensos
tarrese, ioaprestaveis assim prodaega. O mel
de evitar a cootinusc/ao deste mtl o eslaoeleai-
neento do imposto territorlil por maior. s respai-
lo do qual um dislincto brasileiro, o Sr. Varnha-
gem, ofTereoeu em 1850 um prajecto addicional
le das trras publicas, em que se contera ideas
muito aceitaveit. Entendo que nao devenios he-
sitar na etlabelecimento detta imposta contra ot
eossuidores de trras inutais ; e o goveroo qua
tem precito de terreos ferteis e vuiobssde li-
teral para oelles fuodar calonias, e oo ir esta-
beleee-lts inconvenientemente em lugares nnu-
tos, davia desapropriar assas trras superabun-
dantes, deitando aos respectivos proprietarios a
extenso suffieienta para as necessidades da sua
industria e explorsgoes.
presidenta, nao qaere entrar no axaau da
ceeessidsda oa desoecessidada da alcumas daa-
sas estradas ; ni i quero tambem tratar do mo
irsao da maicr parta dellas ; oo qaero daater
ao exame das mslversige qaa se lera dado na
adsroislrago de algumas ; tambaos nao qaero
agourar o desastroso lulero da oatrae ; tajs-me,
porm, lisito protetttr cootra a desigual e dss-
cqoliativs repsrtlgao dos diDheires publltos, ao-
mo se tem faite al hoja pelas proviociss. Ao
pasto qua te aontadem faveres desla srdam a al-
lumtt qua terso boas direito a ellet, mas que
nao devanara ser lio bem aquiohoadat aa ponto
de privaren) te a outraa daquillo que atrlcla-
maota se hes deva ; ao paato qsa sa eoncedea
, viss frreas ea competencia com ostros meias
j de transporte mais baratos, ssonieca oa pebre
provintia qae tenho a honra da representar
faste de urna carga da assucsr cea 10 arm.e.b
mandada da pontos distantes de 20 a SO Iroais
do litoral, nao dar no mercado lano quanlo uttg
te para pagar e frete do cavslle aobre que veas-
0 Sr, Carneiro da Cuoht : E etta fttto qaa
pareca iutrirel, infelizmente sa tem reprada-
I zldo.
O Sr. Diogo Velho :Eu chimo a etttngao do
nobre ministro da agricultura pars etle faato,
' para as aircamstmcias daquella provintit. Nos
pedimes-lhe auxilio para a conatruegao da urna
| catrada, de barro qae aeja, qaa ligua os terteia
ditlrictat ceutraes de produtge aas nottot por-
tes ; pediaos-lhe tambem ama cootignas,o ptra
a coatinutf'ao da ponte de Saahaa, obra iodis-
panssvel, porque liga a capital da provincia ao
interior della.
O Sr. Lena da Cucha :Apoiado ; ama
obra muilo neeessara.
O Sr. Dioo Velhe : Estas tas lilas sao argen-
tes ; as rendas da provincia vo decreseaodo, a-
Isvoura, a proiusgo do ataacsr e do algode,.
am que aomiale a fonta principal da renda pu-
l ua, all lera dminaido, nao t pelas stasit
geraes qaeinflaem por lodo o paiz, aomo taa-
bem per aautat etaeciaas, como irregularidad^
da esltgdes, (epilemias, ets. O oobre minittto
deve saber parfeitamaote doa estragos qua li
lea feito o cholera. Astim, aa reedaa publieai
provlutises qae foram em 1857 de 520:0009 (ci-
fras redondas) dettersm o anuo patssda a ....
367:000?). A exuortago do attacar, qua no exar-
cicio de 1859 1860fai de 841,978 arrobas no vslor
olrliial da 1.652:7*50, desteu io exeraitio de 1861
a 18H a 495,154 arrobas, e no valor oflical-e;
73^:6410300. A exportvgo do alfoda, que oo
1.* detiet exsrcicios fot de 327,008 arrobas no
A iotroduego de machia a apparelhos qae
facilitam os progrossos d oOaslria agrcola de
iaportaocia igual an molhovaaieolo daa ragas de
suimaes que prest? m grande utililale nao s ao
ser'igo rural coro industria.
Nao basta ma adar 'ir algumtt machinas des
eonheeidas a p0r pregoa aastosos, nea roetrao
tlgumas rae/ s ae SI1inses nss masnsss eoodigoes,
e eatrega-l | a 0M uu lrS agricultores, par
que se pr,,m colber boos resultados; De ordi
osrio v humaos do interior, os agricultores,
goore o) ta0lo ol meios da empregar tses ma-
ahina f e de couse-var e fazer reprodozir taes
a0,r ases como os principios ssientifices da indas-
.a agricala. Potuoto a)raitamos de maial-
A respeito de nossa propriedada territorial, e
sus orgioisago chamo em favor do que aeabo
de dizer a amoriade de Stuart Mili. Diz elle que
o melhor systema econmico da propriedade ter
ritorial eom que ella se converte mais prorap
lamente era objeeto de commercio, e psssa maia
(.Gilmente s mos dos que podem ralirar della
maior renda e maior sommade productos para a
cornmunbo.
Sr. prusideate, spezar daumenidade do nosso
clima, vemos que grande parle do imperio, eape
chmente o norte, esi sujelto a aereas que pe-
ridicamente flagellam cenas ragioes. Campre es
ludar as causas desse mal e reaueve las, ou mi-
norar aeus desastrosos effeitos. A. sciencia indica
como meio muito conveniente para estes lint a
planlagao de arvores, as quaes exercem benfica
influencia na atmosphera, qubrm a forga dos
ventos, demoram as nuvens e as resolveos, em
chuva. Tambem sao de graode ulilidade aa obrat
bydraulicat, as reprezasde rios, os agedet.
Nao me animo a fallar nos pocos arlnianos,
alias to geoeraliasdot na Franca, e desda tera-
pot iamemoriaes na China, esse paiz qaa no
myslerlo de sao isolamento reivindica a maior
parte das grandes invengo s do espirite humano.
A maravilha de am pogo artesiano a derramar
40,000 litros d'agua por minuto, como o deGre-
nelle em Franga, am sonho por muito lempo
irrealixavel para as esquecidas e desaladas pro-
vincias do or le 1
Ligam-se lambem, Sr. presidente, sos melho-
rameolos do slo as vas de commaoiee,o. De
accordo cora o digno Sr. ex-raiatstro da agricul-
tura, eu entendo qae o maior aervigo que pre
sentemeote se p i prestar Bossa lavours do-
ta-la de meioa facis de transportes; ligar os
centros de produego aes de consumo e aos de-
psitos de etportagao. Infelizmente, Sr. presi-
deote, vejo q^re a este respailo, como de quasi
todas as outras necessidades da lavoura, poueo
temos feito ; entretanto que o esttdo acha-se
onerado torn graves oous, soma passare a mos-
trar.
Excede de 90.000:0005 o capital garantido pan
a coostruego das vas frreas de Peroambuco,
Bahia, Rio de Janeiro e S Paulo, e da estrada
da rolagera Unio Industria. A garanta deste
capital j traz a despea anoual de cerca de ris
2,000:000) araos cofres pblicos.
O Sr. Sergio de Macelo : Daspesa qae ir
ereaooodo.
O Sr. Diogo Velho:E' verdade : despeza
que ir crescendo proporgo que nevas aetgoet
dessss est'adas forem aberlaa ao trsfego. Safada
releva nolsr que nesse pagamento da iuros nao
entrara os da estrada de S. Paulo, porque em-
quaoto ella estiver em cootl'uogo, ellea tem de
aer pagos nos termos do decstlo de 29 de eulu-
oro de 1850 por urna emisio addici.on.al, tfBdjea.
Id augmentir o espital.
valor oacelal da 1,6934539365, desteu na I.* a
178.267 arrobas ene valor offlsial de,......
1,173 233203.
B atiba a samara t o nobre ministre, qae a
provintia da Parahiba oe serve da aoea a untae ;
ai rendas respectivas chegtm pars ji detptzts
ertet e do saldo em faer da provincia. Se-
gundo dadot eujt varacidade pono garantir, vi-
te qae da eoesearago da receita a datpaza garal
ds 1 de julho de 1856 a 51 de dezembro da 1861
ha um saldo da 40:7059432.
Sr. presidente, vau eootluir. Da qae tenho
dito tica palete o estado pouee favoravel am
qe se acha a foote priaelpal da riqueza publica,
a lavoura. O meioa que acabo de ladear para o
aau melhorameolo sao es qaa a scieotia acense-
Iba como os aaas preprioa para ae prover da re-
medio s soas nesassidades.
Como j dase, oecupan to-me cora a analyso e
exama dat quasieaque abordei, na tive a pre-
teofio de derramar luz cobra aquillo qae eat
ao altante de tudoa quaotos olham com attengo
para os ioteressaa mais v>taes do paiz. Reclamo
pela urgencia de medidas precisas psra salvar a
lavoura do futuro nouvisdo que se Ihe antolhs.
Se bem que difcil legislar aom madurez
acert sobra materias to complicadas ; mis
gloriosa sem duvida a acgo de iniciar e ret-
inar lies medidas, porque trata-se da consolidar
as bates destt colosto que sa val arguendo aom
a nome de Brasil.
E nos que retebemos de nostos psis o presioao
bem da emanaipaco polines, a llberdade, ga-
rantida pala maia saDia das ctnttituifoet, deve-
nios cera este thesoure tranamutir aos nottoa
postoros o germen do eograndesimeoto e pros-
pericade nacional laagada no stu man solido
elemeato, no stu mais fetuodo roanansial, a.
agricultura. (Muilo bem I muita bem I)
[Jornal do Commercio, do alio);
'"*- Saa
REVISTA DIARIA.
Ha tres para quatro mezea que foram manda-
dos transferir dasta provincis psra a ds Baha
vice-versa os doas batalbes 7* e 10* de i ufa o ta-
na, por sssim covlr ao servigo pablice, nao se
leudo porm podido resliaar e/sa transferencia
de modo completo por achar-sc o segundo dis-
perso em destacamentos por varios pontos, at
em Fernando de Noronha. Mas agora que se-
guirn) pelo ultimo vapor para a Bahia todaa aa
prega desse batelho, d'alli deve vir a ala es-
querda do 7o ; e eom esta accrescimo ht de por
certo a tropa desta gusrnigao fkar um pouco ali
geirada dos atropellos da tem.o em que ora sa
v, ao paaso que os cofres sumario da detpeza
de destteamentos da guarda nacional ; despeza
que, apesar de achirera se laes deitaoameatoB
limita los a 76 pregas ea tuda a provincia, eum
grave prejuizo ds aeguranga individual e da tran-
quiliidade publica, cora ludo julgads onerosa
como o staba de declarar o Eira. Sr. ministro,
da fazends.
Gura o louvavel Intente de por em termo a
realitago do contrato da nova eonle do Recite,
0 Eira Sr. presdeme da provincia manden pelo-
Sr. Martineau modificar o orgeenenlo anterior
detsa obra, e seguoto etsa modiQaago foi reda*
zi la a 650 ror.r is a cifra do primitivo, aem qua
porm fossem excluidas dette na confeego. do
novo as condiges, quar de a formo-es mente,
quar de solidez da aonatruego. MooTBcado as-
sim o orgameoto, acaba S. xc. de envia-lo para
a corte, instando pela effeelaago do contrato all
ou pela aulorisago para faze-lo aqu, conside-
rando que nem o passadigo nem a poote provi-
soria podem ter longa durago; porquaolo eata
j ae aprsente era d o estado, e aquello apenas
d passagem pessoasde p ; o que nio satis-
las no todo aa nece.su a de do publico.
A conatruegao da nova ponte de absoluta a
iwmedista urgencia, visto que nao pode ser rea-
lita la em menos da dous anuos ; e sstia coa-
vm poupar o mais possiel detpezas cem rapa-
lids construcgHS provinciaes.
Iuormsm-nes que ht quem se incumba da por
am execugo o o'Camento, mediante as clausulas
ap-esentadts ao Ezro. Sr. ministro pelo Sr. Mar-
tineau, e apenat cm o embolto annuo de cem
Ou cento a cincoeota coritos, coosignago que nio
avultada para as forgas do cofre, ao pasco qua
dir salisfagao real a prompts a urna neossidade
desta capital.
era ae nos opponha a Inexistencia do verba
na le do orgameoto, por que naui bem pode essa
quaotia aer lirada da de mil a tantos conloa,,
marcada para obras publicas eiraes, no orgamen-
to que acaba de ser appravaso pela asiemblea.
garal.
Esparamos, pais, que serio corlados de feliz
xito qs boos desejos e initanciss do Exm. Sr.
presideote da provincia, prestando o governo im-
perial a tas annuencia ellet, de modo que bai-
le aototisacao para ser contratada a referida obra.
Nci reparos qae ora se fazem no calgsmen-
1 io d rus da mperatri, liad foi ampragado a
MUTILADO
ILEGVEL


DIARIO M PEBHAM10CO. SABBilX) 28 DI AGOSTO DI 1861.
*..
sistemada A'u.-Jttam, bem que a experiencia
teuha decoor.itrado ;ju oo serve elle para o dos-
so paii, lUU qae ai padras partidas de qae uia-
ae nelle, cstucnam pulverisar se, a ponto de no
invern aet insupportavel o lamagal e no vero
iotolerarel a poeira qae ae levanta.
E pola, seria de maii conveniencia e mesme
commodidade, que ae trataaae antea de dar exa-
cugo a Ui ltimamente votada eom relago 10
calgamanlo da tola a cidade, principalmente
quaDdo noi consta que exilie quera celebre o res-
pectiva contrato, mediante annuidadea as forgei
do que se vola anaualmente para taea deapezat.
Estamos que S. Exc. nao negligenciar eate pon-
to da publica admioislrsgo, qae vsi tendo iSj
helio desenvolvimentoi era seu goveroo.
Com o abate de 3 por / do ornamento or-
gaoisada, coutrataram os Srs. Guimarei ii Oli-
veira o fornecimento dos objectos precisos ao
czpediecte daa reparticoea provinciaea.
Remeltem-nos o aagtlDte cora lolieitago
da respectiva publicago :
Pede-se polica mu seria attengo para o
que se d actualmente com urna familia que mo-
ra na estrada do Rosarinho, o que diariamente
insultada por um morador do mesmo lugar,sem-
pre que acha ausente o dooo da casa, a ponto
de no dia 19 do corrate ter chegsdo o mesmo
individuo e um concunhido ao arrojo de por
urna janalla quererem aasaltar a caaa em que
apenas exista senhora com duaserianc,ss e uma
rapariga forra, criada ni cae, por ter eata re-
pellido iasullos maodados de proposito langar a
mesan senhora, pelo na vizinho.
i Se a polica, pois, nao tomar em considera-
cJij o expendido, talvez leobaaios de lastimar
algum resultado sintstro, pols como sabido a
prudancia tam seus limites. >
Pedem-noe a publicaco do ifgulnte :
I.lm. Sr. redactor da fsvista Diaria.Cor-
rigiudo um equivuco de seu correspondente de
Fo-'Alho, em aua misaiva de 19 do correte,
rogo lhe o obsequio de declarar pelo seu Diario,
que certo terem-se os collegas do meu amigo
Sr. Dr. Jos Maria Ribeiro Paraguasi offere-
aiJo para f-zer & aua custa o funeral dsqutlle
meu fallecido amigo ; mas certo tambera que
um to importante oflerecirapoto foi nao obstante
agradecido pela viuva, que oo quiz deixar correr
por conla de pessoa alguma este triste eocargo
a que s ella era obrigada, o que aatiafez por
ai so.
Rooife, 22 de agosto de 1862, seu collega e
amigo. Dr. J. Campos. >
lionlem condemnou o tribunal do jury
Rales perpetuas o cabra que, na aezta-felra de
Psaos, do eorreote anno, asaassinra o tacriito
de Santa Thereza.
As raspostas dos quesitos devia levar a coa-
demn;co pena ultima, mas attendondo o jaiz
aer elle menor mudou-a para aquella.
Mil louvores, pois, aos membros componentes
do conselho, que souberam castigar criare tao
atroz como fui esse, quer pela solemnidada do
dia, quer por ser revestido de qussi todas as cir-
cumstaotias agravaniea do nosso cdigo.
REPAnTigAO da polica.(Eztracto da psr-
ta do dia 22 de agoste.)
Forsm racolhidui a casa de detmgo no dia 21
do corraule ;
A' ordem do Dr. delegado do 1* districto, o
poriugnez Alexaadre Pireira de Drito, do 30 an-
noa. pedreiro, llilario ou Flavi Pereira Caldas,
de 35 aoDos, ganbador, ambos brancos, e os par-
dos Jacinlho Frreira Gomes, de 25 anuos, e Fir-
miu Jos da Cusa, de 28 anuos, Umbeni ga-
Jlhador, todos sor tinga o olTeosas moral pu-
blica, e Dellarmino Ribeiro Duarte, semi-branco,
de 24 aonos, por oilensas a moral publica.
A' ordem do labdelegado do Recita, Mircoli-
no, de 30 nno, osaravo do An ir de Abreu Por-
to, a requisito desle.
A' oraem do de Santo Antonio, a iodia Fir-
IDina Maria Thomazia, de 25 aonos, eogomma-
dejra, por embriaguez, e o africano Benedicto, de
30 sooos, escravo de Rita Joaquina Salgueira,
requislo desta.
A'ordem do da Boa-Vista, o africano Hanoel
S.t i.i-i jlaniva, de 2(: anuos, eozinbeiro, por des-
orden!.
A' ordem do dos Afogados. o pardo Antonio
Jos du Cumo.de 40 aonos, alfaiale, por furto
de cavallos, c o crtoulo Manocl do Nsscimeoto
Baugel, de zi aonos, lambem por furto de ca-
vallos e por suspslla de ser desertor.
O chote da segunda seceso,
/. G. de esquita.
Movimentoda casa de deieogode dia 21
de agosto.
Existiam 361 presos.
Entraran 11 >
Sabiram. 18
A sabir
Existen]. 354
Nacionaes .
Mulherea .
Estrangeiros
Escravos. .
Escravas. .
248
7
32
58
9
147
147
Total. ... 354
Alimentados custa dos cofres prova-
lites.............
Ditos em o da 21........
Movimiento da enfermara do dia 32.
Ti'Hiam iiaixa :
Joao Franciicode Luna ; Uluxo.
Felippe Ferreira dos Santos ; bronchlte.
Jos Autjnio Corre de Mello ; defluzo.
Joao Bernardo Teixeira ; anemia.
Tiveram alta :
Maria Damazia da Conceigo.
Mxiroiano Lopes de Araujo.
Flix Ju: Rodrigues.
Lourenca, escrava de Frauisco Fi reir de Mello.
Benedicta, escrava ue Francisco Ricardo ae Mes-
quila.
Obiuaiuo do da 22 db aiosto, KO cemitb-
mo publico :
Jacintho Jos, Portugal, 50 anuos, casado, Boa-
Vista ; espasmo.
Jos Joequim Munil da Silva, Pernambuco, 26
aonos, solteiro, Boa-Vista ; thysica pulmonar.
Luiza de tai, Pornsmbnco, 23 annos, solteira,
Santo Antonio ; bexigas.
MaiU Engrnela Lessa, Pemarobyco, 73 annos,
viuva, Sioto Antouio ; anazarca.
Mauoel, Pernambuco, 24 borai S. Jos ; es-
pasmo.
Bom-Jesm da Via-Sacra, aasa
terrea arrendada por.....
dem 91. Ssverlaoo Piolo, lasa
terrea arrendada por.....
Praga da Santa-Cruz.
N. 1.Pedro Ignacio Baplisla, t
obrado com 1 loja e 1 andar, ar-
rendado por. .......
dem 14.Apolinario Csrneiro, ca-
sa terrea arrendada por. .
dem 18.Irmandade du Almas da
Boa Vista, aaia terrea arrendada
por. ........ i .
dem 24; Tbareza Googalve de
Jesas Azevelo, 1 sobrado com 1
loja a 2 andares, arreodada por.
Raa da Santa-Craz.
Numero 4.Irmandade daa Almas
do Recife, casi terrea arreodada
por...............................
dem 12. Racolhiminto da Coa-
caia/ae da Olinda, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 16.Lterdairos da Lou rango
Manoel da Carvalbo e Mariaona
Angaliaa de Senna Brito, caa ter-
rea arrendada por................
dem 24 Duarte Borges da Silva,
caa terrea arrendada por........
dem 54.Joaquina Maria da Con-
ceigo, ama casa,terrea arrendada
por..............................
dem 5. Jos Joaquina Botalbo,
casa terrea dividida em 3, arren-
dida por..........................
dem 23. Balbina Umbelina da
Mello, casa terrea arrendada por.
dem 27.Bento doa Santos Ramos,
casa terrea arrendada por .
Raa de S. Goncalo.
Numero 2.Ricardo Romualdo da
Silva, casa terrea arrendada por.
dem 30.-Jos Paraira da Cuoha,
casa terrea arrendada por......
dem 36.Herdeiros de Bernardo
Duarte Brandao, caa terrea ar-
rendada por......................
dem 1.Maria Isabel Aotanei de
Oliveira, urna casa terrea arren-
dada por.....................,.,..
dem 15. -A mesan, casa terrea
arrendada por .......
dem 19.Helena Rosa Ramos, ca-
sa larrea arrendada por .
Uem 21.Dr. Bento Jos da Cos-
ta, anta casa terrea arrendada
PO'.......... .
Ra do Jnsmim.
Numero 8. Joao Antonio Villa-
Secca, caa terrea arreodada por.
dem 12.Antonio Joaquim Cortea
de Bruto, caa terrea arrendada
, Pr. .........
dem 20.Guilherma Degel, casa
terrea arrendada por.....
[Continuar
CONSULADO PROVINCIAL.
Jlclaco das alteraccs fcitas no lanca-
mento da dcima urbana da fregt-
zia da Boa-Vista, no exercicio cor-
renle de 1862 a i 863 feito pelo lan-
cador Molla.
Rui Velha.
Numero 6. ADtonio Fernaodes Li-
i. cisa terrea arreodada por.. 210J000
dem 8.Joaana do Rosario Guima-
ros Machado, casa terrea arren-
dada por.......................... SOOfOOO
Iiom 12 Irmandade das Almas da
Boa-Vit, cosa terrea arrendada
Por................................ 300g000
dem 24.Viuvs e hirdeiros da An-
tonio Jos da Costa e Silva, casi
terrea arrendada por.............. 168000
dem 36. Jos Francisco Lsvra
Peona, casa terrea arrenlada por. 216J000
dem 38.O mesmo, casa terrea ar-
."*? P[...................... 24035000
laem 48. Joao Climaco Freir,
casi terrea arrendada por........ 1923000
dem 54.IrmandadeJIdo Saatissi-
mo Sacramento da Boa-Vista,
uma casa terrea arrendada por.. 3003000
dem 78.Joanaa do Rosario Gul-
marea Machado, casa terrea ar-
rendada por...................... 180S0OO
dem 80. Maria Tbeodora di Ai-
cumpQo, caa lirrea arrendada
Por............................... 2403000
dem 86.Irmandade das Almaado
Hiclfe, casa terrea arrendada por. 2403000
dem 27.-Jos Hygino de Miran-
da, um sobrado com uma loja e
douiandaroi arrendado por...... 8403000
dem 39.Antonia Maria Goozaga,
urna casi terrea arrendada por.. 2643000
dem 51.Franaisoo Xavier Sia-
res, una casa terrea arrendada
DT............................... 264*000
dem 53.Laz Conzaga de Senna,
na terrea arreodada por 300*000
Idim al.Leu de i. Boa ventura
Jfalermo, casa terrea arrendada
&*.......... 3OO3OOO
Mera 77.Manoel de SSouxs, ca-
ta terrea arrendada por. 300100
Idea 80. Irmandade do Seobor
2i0O0
1443000
432*000
1808000
204JOOO
6449000
1929000
1929000
3009000
3009000
240JOOO
3249000
1809000
1689000
120SOO0
240J000
1689000
1449000
1689000
1929000
1923000
1923000
1923000
2OO3OOO
is-Ao.)
Communicados
S"JCU
A cemraindita.
Podem 01 [actos suscumbir
forga da dialecto ?.....
Podem.
Disiemos : a Conhecmos a forga da palavra
do dtfeniir > mas o diasemos em sentido maito
diverso daquelle em qae foi lmalo pelo defen-
sor do Sr. Fragoso.
Quaudo ama causa m, procara-sa um de-
fensor de pulso para a dafeoder ; mas poder-ae-
ha duer que eate teoha do seu lado a forca do di-
reito. para asar ds forga da palavra ?.....
nao : pois que todoi sabem que eisai difioiores
speciaes por sua habilidide e talento, para
deacoarir e proiurar ai sabtilezas da le a doi
acontecimeotos a favor do de sea constituinte
nada mais fazim do qae ezercer o isa devar.
Anda o repitimos coa sioiaridade ; a quaitao
.muilo simples. Nao precisara! de isliradoi ar-
tigos para tiras aooelaiii do qae dissa esta ou
aquella pessos, deste ou daquelle peqaeoloo
acoctecimeoto. Ponhamos a questo dessaroada
da atavos oratorioi de torga la palavrai, que
neite caso sao ourapeis que nada valtm : poler-
se-ha dizar a leipeito : Os artigas isto bem
sseriptos, bsm arranjmdos, tem talsnto o defen-
sor mas pao se diz : tem a raso do seu la-
io, i uma injustiea bem demonstrada.
Eis o aso :
Os eommandilarios entregaram aos Srs. Amo-
rim. Fragoso, a Santos osea diohairo, aorao ge-
rentes da soiiedade em cornmandita : estes sa-
ohores foram tecapra 01 gerentei la lociedade,
nui.ia liveram isbstitatos ; am todo o deaurso
la exiataneia la flrm camminliiaria nao bon-
va prejuizo commtrcial algum, os commaolila-
rios nao ratiraraas ai suai entradas nem o poliam
fazer appareie um leifalque horroroso !....
horrorosissimol.... isto 4, esbanjaram nao 16
o capital aos omaaaditerios, soaso o capital de
ceatas orrentei, ele., ata., pergunta-ia : quera
foram o sutore, conniventes ou perpetradores
lo esbanjaraenta T ou.... nao dinamos bisa:
quera foram os autores, eoBniveotes, oa perpe-
tradores desta operario ?
E' asta a reeposta que desejanei; mas sim-
ples, pura, desesrnada a sem a forca da piUvrs
do defensor.
Quaode o Sr. Fragoio rogava aos leus amigos
para ellas eotrarem iom o isa diabeiro pira a
sooielada, fezia-a demonstrando as vantagens da
tal sociadale; nao precisava ds Mentor > por-
que todoi conbeiian anto, e aioda boje qae a
lona um estabelacimenta bim administrado a re-
gido dava luiros, a lacros muita raxoavaia aoi
camaiandilarioi, e anda mais aos seoboris ga-
rantas, visto qaa cida am delies reciba 18 on-
toi por anoo do sua gorencit.
Mas agora que apparece o esbaujaraento las
capitaes dos ommanditarioi, e los depsitos
eonRadoa sua salva guarda, 10 seu salo, sai
liaora, que presisam os senhores gerentes de
defensores, o defensores esiolhilos ? e para que?
para mostrar a rerdsde das operares qua ie-
r-as ? risum teneatis 1
Pois qusm uiilbor da qui os eroprios senhores
gerentei pedero ixpliiar 10 pablice os seas sa-
tos, visto qae foran ellas que 01 entabolaram a
souiuimaraui ?......
Um accionista verdadeiro.
0 juiz de ireilo, e o ex-promotor pu-
blico da comarca do Limoero.
Nem o zelo e dedicacao, com quo teobo servi-
do eo goveroo do meu paiz, nem as provas cons-
tantes de apreso, e distnecao dos meas juizes de
direito, nomeadamente dos Drs. Sebastiao do Reg
Barros de Lacerda, Lourengo Francisco de Al-
mldi Catanho, e Francisco Beroirdo de Carva-
Iho, cujos testemunhos ora invoco, nem o meu
esirupulo em nao advogar na comarca do Liraoi
.-o, sem embargo de ser procurado, e iostado pa
aise fim, nem o bom cooceito, de que felizmeo
gozo niquella comarca, nem a vida retirada
que me teobo habituado por fugir das intrigas
enredos, que sao peculiares s pequeas locali-
dades, nem Analmente a minha demasiida pru-
dencia e mansuelude podersm precaverme coa-
Ira as iras do actual juiz de direito da eermrca
do Liini eiro Dr. Jos Qalotino de Castro Le3o.
Esse bomem, a quetn recebi as melhores d
pOii,5es, j por ser um magistrado soligo, <
quera ao via a illaitrago e gravidade, j e1U3
relagas de amizade existente! entre elle, e mi-
nba familia, nao encentrando em mim um ins-
trumento dosil e submisso ; mas um empregado,
que, merc de Deus, tem coascieoeia de seus ac-
tos, e aabe aompenatrir-ae de sua posicao, en
tendea para logo qae convinha anniquillsr-me,
a cahindo sobre mim com todo o peio de seu r
cor provocoa a mioba remoli pasa a eoma
do Brejo, pois tendo de dar a inforaracao sem
tral, a qua obrigado em virlude da lei, aervio-
sa do embasta e da eilumnia para pintar-me a
S. Exc, o Sr. presidenta da provincia como um
funccionirio relaxado, entregue orgias, a cuja
coailnaacao oa comarca seria sobremodo preju-
dicial ios interasses da jaaUea.
., ?toi* D,en> = J que o Sr. Dr. Quintino, lendo a pre-
atcla Informagao diversas pesioas do Ltmoeiro,
me avaitou a lemelhaote discussio, oa qual entro
eom aobeja rapugoancii e constrangtmento, vou
mostrar ao publico quem o amoragado, que se
j a 1 pooto de n, Pder eoutioaar na
comarca do Limoeiro, sem grave detrimento dos
sagrados ioteresies da Justina.
Empregado relazado o Dr. Jos Quintino da
Castro Leao, porque deve i um seu subalterno.
o siltivao do arima Lulz Paulino Viiira de Mello,
para msis de trezentos mil ris, como se vi do
documento a. 1.
Aioda qasndc nao fose im criafl, provisto 00
is-
m
elas
an-
rca
es
art. 149 do cdigo penal, jimaia devera o Dr.
Ualotino cooitituir-ia am obrigajao pecuniaria
para com seo sabiltiroo, sob pena da despir-se
do prestigio, e osaralidada tao necesurias na au-
torldsde superior.
E agora, que o Dr. Oiintiao tem designado o
da 1 de outubro vmdouro para abertura da cor-
rejao, como podar elle azer efTaclivo o cum-
primento da lei em relagao ao escrivao seu ere-
dor quindo porventura baja este commettido al-
guma falta ? Nao temer elle o dezar, a ignominia
de1 ser chsmado juizo para pagar samelhante
Empregado relaxado anda o jaiz de direito
da tomarca do Limoeiro, porque vive em prlvan-
S com am bomem, quem a opinilo publica in-
igtta como participante de furto de civallos um
bomem, que acossado oa Gloria do Goil da'co-
marca de Pao d'Alho pelas reipectiva autorida-
des, veio achar todo o acolhimento no juiz de
direito do Limoeiro, qnanlo naquelle lugar era
tal o deiprezo, e repulsio, que inspirava, qae
nao houvequem lhe desse um altestado de con-
ducta I Esse hornera Luiz Antonio Alves Tei-
zeira, vulgarmente eonhecido por Piniea-po e
a sua moralidadese acha plenamente demonstra-
da no documento n. 2.
iSDesaflo solemnemeota ao Sr. Dr. Quintino para
que negua que eise individuo saa correspon-
dente, e como tal o suppre com dinheiro para sa-
tisfizerai iuii necessidades.
E' lem duvida trate, e bem trille a poiicao da
boj juiz de direito, que le col loca na depeaden-
cia le am ente to abjecto, qa acha prazer im-
menio em andar de porta am porta mostrando os
bilhetas daasa autoridade, qae nao sabe presar a
sua reputarlo.
O Sr. Dr. Jos Quintino da Castro Leao ainda
tem conspurcado a toga de magistrado, servindo-
le do oobre cargo, que iba foi coaQado pelo go-
veroo imperial, para dar paito vioganc.ii pe-
qaeninai, e sititfaco capriches mesqaiohos.
Eis um fseto que bem revella o seu carcter :
como quer que o Dr. Quintino, quaodo juiz de
direito da comarca do Brejo, se tivesse constitui-
do ioimigo figadal do respectivo juiz municipal
Dr. Hisbello Piorentino Correa de Mello, enten-
dea que nao me era licito visitar aua familia re-
aidente no lagar denominado Imbpertencen-
te a comarca, e na distancia de tros leguas da
villa, e por que eu tivesse a ousadia de 1 passar
quatro dtai durante o mez de marco oltimo, vln-
gou-ae desse novo crime por mim commettido ne-
gando-aiej o altestado de frequencia daauelles
diai. *
Abaixo vai transcripto (documento n. 3) o pa-
recer do desembargador procurador da corda, com
o qual se aooformou o Ezra. presidente reparan-
do a injustas, que me foi feita pelo Dr. Jos
Quintino de Castro Leao. E9se parecer om cor-
po de delicio cootra o r. Quiotioo, e um trium-
pho assigualado para o ez-promotor publico da
comarca do Limoeiro.
Se a lnformacao do Dr. Jos Quintino de Castro
Leao dada cootra mim ao Exm. presidente fei tao
forte quanlo era miiter para esmagar-me, em
compensado a correspondencia, qae ora dou
estampa, i to forte quinto convm para perder
o juis de direito da comarca do Limoeiro nocin-
ceito doa homeos honestos e raoralisadoi.
Queiram, Sn. redactores, dar eipaco a astas
lionas do de Vv. Ss. amigo obrigado
Recife, 21 de agosto de 1862.
Cesar Ociai-iano de Olivsira.
DOCUMENTOS.
NI.
Instrumento em publica forma.
Saibam quaotos este publico instrumento vi-
ren, que sendo no aono do naseimeoto de Nosso
Senhor Jess Cbrislo de 1862, aos 8 diis do mez
de agosto do dito anno, oesta villa do Limoeiro,
em meu escriptorio compareeeu o Dr. Marco Tu-
liodos Reis Lima, pessoa de meu eonhecimenlo;
e por elle me foi apreseotado am documento em
publica forma, e peiio-mo qae do meamo docu-
mento, extrahisse outro igual, em publica forma ;
0 qual era da forma e maoeira segaiole :
Ipstrumer.to em publica forma.
Saibam quaotos este publico instrumento vi-
rem, que semo no anoo do naseimeoto de Nosso
Senhor Jess Cbristo, de 1862, aos 31 dias do
mez de julho do dito anoo, em meu cartorio nes-
ta villa do Limoeiro, compareeeu o Dr. Manoel
Tulio dos Res Lima, pessoa de mim conheclla,
a por olle foi entregue o livro de cootas correotei
do negociante Luiz Paulino Vieira de MallrAesta-
belecido neita villa, pedindo-me que liraiJe em
publica forma, a conta do mesmo livro, que acha-
se folhas 107, a qual era da forma e i* se-
guiule :
Kolhi 107.r. Jos Quintino de Castro s
1862.Deve.la ver.
Janeiro 12Pelo quo diz o diario naflelo 3,
as folhas 31. 158O0.
Janeiro 83.Pelo que diz o diario nunTero 3,
as folhis 33. 25}000.
Janeiro 22Pelo que diz o diario numero 3,
as folhas 33. 8(0 rea.
Janeiro 24.Pelo que diz o diario numero 3,
ss folhis 33, I83OOO.
Janeiro 26 Pelo que diz o diario numero 3,
as folhas 34, 76300.
Janeiro 31.Pelo que diz o diario numero 3,
as folhas 35. 20f300 ris.
Fevereiro4.-Pelo que diz o diario numero 3,
as folhas 36, 83560 ris.
Feyereiro 4.Pelo que diz o diario numero 3,
a9 folhas 37, 290OO,
Fevereiro 10 Pelo queidiz o diario numero 3,
as folhas 39. 33800 ris.
Fevereiro 10.Pelo qae diz o diario numero 3,
as folhas 39, 1J600 ris.
Feveroiro 23.Pelo que diz o diario numero 3,
as folhas 41, 10g800 ris.
Fevereiro 23.Pelo que diz o diario numero 3,
as folhis 41, 740 re.
Marco 8P-lo que diz o diario numero 3, as
folhas 42 IO3OOO.
Marco 19Pelo que d:z o diario numero 3, ss
folh.s 44. 8g800 r;s.
Marco 19.Pelo que diz o dinrio numero 3, as
folhas 44. 198OO ris.
, A.brll,'- Pololee diz o diario numero 3. ss
folhas 46. 138OO ris.
1 i^br,L,1_~PeI 1ue dil diario numero 3, as
folhas 46, 720 ris.
Abril I9._plo que dito diario numero 3, as
folhas 48. 29OOO.
Juoho11 -Pelo quo diz o diario numero 3, as
folhis 55. 4g3S0 ri.
, ,Juulh" 13Pelo que diz o diario numero 3, as
folhas 56, 83000.
Quen.s estas que todas se achnvara na colu-
na do debito' sem hav^r quantia alguma na colu-
na do crdito, ou haver, e nada mais se eontf-
nha em dits cont aqui bem o Belmente copiada,
e a qual me reporto, e vai na verdade sem cou-
sa que duvida faga, por mim escripia, conferida
e concertala, na forma do eslylo, aos 31 dias de
mez de julho de 1862.
Eu Joi C-sar de afelio Falco.tabellio publico
interioo, que este escrevi, e assignei. Em tes-
temunho de verdade (eslava o signal publico).
Otibelliao publico Jo.4 Cezar de Mello Falco,
Marco Tulio dos Reis Lim*.
E mas senao der.larava, outra qualquer cousa
em dito documento era pnblica forma aqu bam
e flelmeote copiado do propiio original, ao que
me reporto, e |vai sem cousa que duvida faf,
por mim conferida e concertada ; ao 8 das do
mez de agosto do anno de Nosso ^Senhor Jesss
Christo, de 1862; qusdragesimo primeiro da in-
dependencia do Imperio do Brasil.
Eu Jos Cesar de Mello Falco.tabellio publico
interino o subscrevi.
Km tesleoauoho de verdade Jos Cesir de Mello
Falcao, o tabelho publico.Jos Cesar de Mello
Falco.Marco Tulio dos Reis Lima.
N. 2.
Illm. Sr. Dr. Cesar Octaviano d'Oliveira Bl-
poadendo a soa carta om que procura saber de
mim, selconheci a Luiz Antonio Alves Teixeira
quando residi na freguezia da Gloria do Got
e .o'' o cooceito que dalle formava pela noticia'
que ma daram de seui costumei, devo dizer a V
S, em ibono a verdade, que eooheco o dito Luiz
Antonio Alve Teixeira do tempo em que elle
morou naquella freguezia e om que era voleir-
meale cogonominado pelo appellido de Penica-
. riLf.0HqUr,e,*Prque .em cc'es em que ia
a Gloria doGoil era lervir^o de msus caraos da
jniz municipal a delegado de polica desta termo
vinham algumaa peasoss indicar-me o tal Luis
Antonio ou Plnica-oo como participante de fur-
tos de cavallos, e at em um orocesso que formei
por este crime ns hypothese ds lei do tembro le 1860 contra dooi lodividaos caioi Do-
mes nao posso actualmente declinar, e em aua
alie figurou como testemunha, lhe foram fetas
accuiafoes abatis deairosas pelo advogado dos
roa na occasio da serem estes interrogados a
nao tive nunca de dirigir cootra alie qualaor
procadmeoto criminal porque nao pude colher
esclarec men tos qae podessem classifisar aa ti ai
accuiacoea oa ordem das en qe a le" di accao
publica ou popular. *
R.
de
ave mais dizer a V. S. que mesmo a phlsio-
nomia dessa individuo sobremanera notavel 1
Creia V. _S. que a primeira vez que o vi, minha
iraignaQo associou-o a uma dessas persooageos
de romance de aspecto repulsivo... tal foi a im-
presso que me causou.
E' o que posso dizer em respoita a sua carta
e dou a V. S. pirmiiso de fater o uso que enten-
der deita. Sou cera toda e cordialidade
Do V. S. amigo, collega e obrigadissimo criado.
F. Teizeira do S.
S. C. em Pao d'Alho, 16 de agoito de 1862.
momentosos.
N. 3.
Illm. Sr. inspector da tbeiouraria geral. O
bachtrel Casar Octaviano de Oliveira precisa a
bem seu que V. S. mande que o empregado,
a quem eompalir, lhe d por certido o tbeor do
parecer, qae interpoz o desembargador procura-
dor da corda, soberana e fazenda nacional sobre
o requerfmento feito pelo supplicante ao xm.
presidente da provincia solicitando o pagamen-
to de seus venciraeotos, como promotor publico
da comarca do Ltmoeiro, relativo aoa dias decor-
ridoi 9 12 do margo ultimo, 01 qaass foram
descontados palo respeolivo juiz de direito.E.
' M.Recife, 20 de agosto de 1862.
Cesar Octaviano de Oliveira.
CertiQque-ieThesouraria de Peroambaio, 20
1 agoito de 1862.
Emilio Sobreira.
Em cumprimento do despacho retro certlico
qua, da despeza effectuada pela pagadoria no cor-
rnetemez, consta o parecer pedido pelo luppl-
nte.o qual lo tbeor segaiate :
Illm. e Exm. Sr.Ioterpoodo o mea parecer
aerea da materia do requerimeoto do bacbarel
Cesar Octaviano de Oliveira, promotor publico
da comarca do Limoeiro, como por offlcio de V.
Exc. datada de tres do correte mez me foi exi-
gido, cabe-me dizer avista da uormaco do
uiz le direito da comarca e dos documentos que
loetruiram a pstico do promotor, o que ludo de-
volvo, o leguint* :
Nao posso deixar de considerar a restriego do
, ix de direito, qusndo denega ao promotor da
comarca o attettado de frequencia para veriflear-
" o pagamento do respectivo ordenado, como
usti a irregalar por faltar a equidad*, oquei
lals penses eslo sernpre adstrictaa uestes e
patros idnticos casos, dos quaes nenhum pr

a 9 0|0, toma dinheiro a-joro am sontas corra-
les, oa por letras a 8 0[0 ao aono, e sacia ao par
CrV.0,,r,,,0.Vobre btn* do Brasil.
Cnxa flltal 18 de agosto da 1862.
Fransisco Joo de Barros.
Secretario.
?raja do Recife 22 <1
agosto de 1865.
Colaces da janU de correUres.
Cambio.
Sobra Londres90 d(v. 26 3[* d. por SOOO.
.nnn IDesconto de letras.
10 0;0 ao snno.
Frates.
5 0 0SUC*r Pa" LTerpol "" 2'/6 Pr tonelada
Algodo para Liverpool 5(8 por libra 5 0(0
J. da Cruz Macadopresidente.
John Gatiasecretario.
Allaaileara,
asnalmente do da 1 a 21. ,
dem do dia 32. ,
3183303922
16.389J953
334:720|875
Siovnaento das alfanelesrai,
VelBmesentradoeeomfazendas.. 66
tota ganaroa.. 83
149
julso provem, segundo o meu entenJer, nem ao
publico nem ao particular, por isso que observo :
que ienJo a falta de frequencia do promotor, co-
mo diz o juiz de direito, apenas do dia nove a
doie, veiiflci-se que o dii nove foi domingo, dia
am que a ,de ter lugar o txercicio das funa-
coes de promotor para a proceSso de formago de
culpa, aoteriormente designado pela autoridade
criminal, o que se nao verifica na especie, aviso
da 13 da abril de 1836.
Em segundo lugar, que, havendo casa destina-
da para as audlsnciaa, foi esta feita no dia 7 em
casa da morada do mesmo juiz contra o disposto
no artigo 196 do regulameato numero 120 de 21
da jioero de 1812, a tambera nao foi pelo mes-
ma juiz observada os artigos 58 e 59 do cdigo
do proceiso, o que denota que o juiz nao prece-
deu rigularments no eumpriininto dessas deve-
res, qua lhe sao imposto com omuiinacSo de
multa.
Supposto diga o juiz de direilo que o promotor
aisistio a audiencia do da 7 e que por isso oo
igaorava ester o dia 10 marcado para julgamen-
lo de um processo, e o da 11 para outro, evi-
dente tambam que os lermos marcados pelos jui-
zes para andamento doi procesaos, s principiara
a correr dapois da intmago dos respectivos es-
Crivaes, e nunca se cootam do momento, em que
os juizes os designara em audiencia, salvo quan-
do sao com venia dos respectivos juizes raima-
das as partes, o que sa nao praticou no caso su-
jeito, e antes pelos documentos apreseotado* se
prova que o peticionario oo recebeu ioiimagso
alguma aolonor ao dia deiioado, 10 etl.
Ora, se as audienciaa estivam mareadas para
as sextas-feiras de cada semana, se esses dias
oao linhim sido mudados, igualmente conclu-
denta que o promotor nao corarnetleu falta algu-
na nao comparecendo aos julgamantos a que so
refere o jaiz de direito, porque otando no termo
deresideuoia do juiz, era do dever do escrivao
inlimar-lhe o despacho que exiga o sea compa-
reeimenle e se isso se nao fez uma omisso do
escrivao.
Nao podeodo, pois, altribuir essa falta do pro-
motor como desobediencia ao juiz de direito, e
era aciotoaa, e aotes uma omisso involuntaria
por quanto no caso contrario liona elle o reme-
dio qne lhe faculta o aiso circular de 22 do ju-
bo de 1831 (collecgo Nabuco) fazeudo ubsiilul-
proceasando-o como indiciado em ciiuie pu-
plioo, a mais lervir-se do .lisposto no aviso de
28 dejulbo de 1843, que se refere ao artigo 218
do regulamento numero 120 de 31 de Janeiro d
1842, para nomear promotores nal suas faltas ou
impedimentos, e estando no termo, seuQdo o
decreto numero 707 de 9 de outubro de 1850, ar-
tigo 25, por esse fado nao se pode julgar que ea-
le lenou o exercicio de seu emprego, largando-
o temporariamente, caso em quo incurra na sane-
cao do artigo 157 do cdigo criminal.
Quaodo muito Jo exposto s podemos concluir
irregulatida le no proweimeoto do juiz e do *s-
crivto. Do juiz, por faier audiencia em sua casa
sem stienois do publico; do escrivao por nao fa-
zer a competente intimarn : pois qu, assm
como houve raeio de se enviar ao promotor o
proaesso a quo se refere oatoiiumeolo, para for-
mc,o do libello, lambem havia meios para se
lhe fazer til intmsco.
Aiuia que nao esttja o promotor coruprehendi-
do no decreto de 2 de margo de 1833, e por isso
obrigdo a apresmtar altestado de frequencia,
nao deve o juiz de dimito prevolecer-se de sua
autoridade para prejudica-lo, dando a restncgo
deste seu prooedimento tragos de indiayosiges
pessoaei e queso servem para uismuralisar tanto
a elle juiz como ao promotor.
Portauto V. Exo cabe, legando o aviso nu-
mero 101 de 22 de agosto de 1842, deolarar ae
justa ou injusta a negogo de frequencia dos tres
das de que se queixa o promotor e dar provi-
mento, como entender mais acertado.
Deui gusrde V. ExcRecite, 9 de julho de
1862.
Illm. o Exm. Sr. Dr. Manoel Francisco Correa,
presidente desta provincia.
O deseiiibsrgaor procurador da cora, Agoiti-
nho Moreira Guerra.
Conforme, Francisco Lucio de Cmtro.
E por maissa oo Gooter em dito parecer a que
me reporto, eu Herculano Duart* de atiraoda
Henriques, segundo o^ciipturario da thesoursrla
de fazenda de Pernambuco, passei a presente aos
21 dias do mez de agosto Ue 1862.
O contador.
Emilio Xaxier Sobreira |de Mello.
orrespondeQcias
Sn/orej redactores.Eitaa nasts piags desde
algans dial, a asenta da minha ma, qui Qca
prxima da de Booitens (despeitado I) que hon-
tem fz inserir urna pequea correspondencia
contra o muito digno a probo juiz aauoiifpal do
Bonito, o Sr. Dr. Loaraogo |Jos de Figaelredo;
e por essa razio na posso desda ji destazar as
dnvidas prapostas palo Booilaoie ; ellas, porm
haodeier, em poaios lias, aabalrnaote respoa-
didn, na obstante a sea nenhaat peto, porquao-
ta o mesmo proponante aao s se encobre cem a
cipa do aoooymo, essignando-ia o Bonitinsa,
como taabem pelas palavrss da so aorrespon-
dsnsis ds suppor qae tenh, ets. reveis
bem a soniiderago, que derem merecer taei du-
vida*.
Qaindo te qaer accuiar ora juiz, a am juiz rea-
to a garaliaeote animado, como o Sr. Dr. Loa-
rengo Jos da Figoeiredo, nao ia reaerre aoano-
ajrno ; presentara so os fastos a as provai.
Aislgaa o Bonilenie ai saai davidas, a talvez,
sem se eiparar por dsfezai adocamentoi vlodo
do Bonito, aqai mesmo, na searataria da polica,
aaachem boaa razes para resolver as aaaa duvi-
dss o pul verta las.
Felismente nao ur o Bonitenia um suas do-
tifas eaappoiicois, quem ha de abalar o bom
aaneaito da qaa goza o Sr. Dr. Lourenco Jos da
Figuairsdo.
Rscie, 22 da agosto de 182
Sainando Sergio dos Santos.
Valsan unidos com fazendas.. 93
om gneros.. 555
= 648
Dasearrefara no dia 23 de agosto.
Escuna ingleza-iuarte Puchetfasendas.
Birca logleraCearidem.
Barca amerieanaMeacofarinha de trigo.
Bri^ue LubekeoaeNautilusidem.
HeeelMBdorla de rendas Internas
fferaes de Poroamboeo.
FUndlroento do dia 1 a 21. 19:3053965
dem da dia 22......, 970J170
20:27613j
Sanaalado provlnels!.
Readimeato do dia i a 21. 22:1143540
dem do dii 22....... 427j486
22:54l56
MoYim@nto do pono
Navio sahido no dia 22.
Pbiladelphia Bsrca amiricaoa Crudo, aapito
Williaui Heard, em lastro.
Nao houveram entradaa.
mu jiliju
DO
Banco do Brasil.
Asaiza llial daasonta letras cosa praso at
qaatro mozos 10 0^0, as do sea propii ,'aseita
. ~~ O Illm. Sr. inspector da Ihesounrta provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pr-
ndente da provincia, manda fazer publico que no
dia 18 de setembro prximo futuro, perento a
junta da fszaoda da mesma thesoursri, se ha de
arrematar, a quem por menos flzer, a obra dos
reparos ds 3a parte da estrada do norte da ponte
de Timb a entrada doengeuho Monjnpe oa ex
teoso de 2.661 bragas, avahada em 4:1763480.
A arrematago ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 313 de 15 de malo da 1854, e sob as
clausulas especiaes abiixo declaradas.
As pessoas que se propozerem a essa arremata-
gao comparegam na sala das sassoes da mesma
junta no di cima mencionado, pelo meio-dia,
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presenta
pelo Osario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernarn-
buco 22 de agosto de 1861.
O secretirio,
A. F. dAnouncia^o.
Clausulas especiaes para a arrernalajo.
1. Os reparoa da 3* prte da estrala do nort9
r.a importancia de 4:1/63480 serio feito de co:i-
forraidale aom o respeetivo orgmeolo approvado
pelo conselho da directora.
I." O arrematante dar omego aoi trabalhos
no prazo de 20 dias contados da data a termo d
arrematago, e os concluir no da quatro mezes
contados depoia dos 20 dias pira o noruego.
3.' O pagamento ser feito em duas pretc5?s
iguaes, que serao iflectiiadss. a primeira quando
asliver prompta metade ds obra, e a segunda no
ora da mesrea.
4/ Em ludo o mais, que nao vai espsciCcado
as prei-ntos clausulas, seguir-se-ha o que dis-
poe a lei proviocial n. 286.
.* Em aaao algum e por qualquer motivo sa-
rao altan lilas reclamagoes e ionemoiacia de
qualquer natureza e por prejuizos ainda que pro-
Tado- Conforme.
A. A. d'Annumigao.
O Illm. Sr. inspector ds thesooraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Iim. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publica, que
na da 13 le novembro prximo viniouro, paran-
te a junti da fazenla da mesrai tbesuararia, so
ha de arrematar, a quera por menos tUer, a obra
dos reparo. da segunda parte da astrada do norte
d< ponte de Fragoso a pona de Tirapo na exten-
so de 3.076 brisas, avalista era 7.647J200.
A arreraatgao ser feita na forma da le pro-
vincial n. 313 de 15 de maio de. 1854, e sob as
clausulas esperlses abaixo declaradas.
As posaoaa que se propozarera a e.-st arressata-
eao comparc.im na sala das sisss la refeiiia
juuls no dia iaima menoiooaJo, pelo msa-dia
eorapetenlemente hsbilitadsi.
E pira coastar se mandou publiiar o preiente
pelo Diario.
Secmlaria da lliesouraria provioo!al de P-rnaro-
bueo 22 de agoito de 1862.
O sesratsrio,
A. F. 'Aofiunciago.
Clausulas eipnir.es para a airomitagao.
1." 0< reparos da 2* parto la elraa do norte
na impartantia de 7.647J20O, sero feiios cou-
f'irmidade com o respestiit or|sroento opp'ovide
pela lireatora era cooielho.
2.* O arreroatolo dar comego a obra no pra-
zo de 30 lias, contados a data do termo da ar-
rematago e a cnclulr no di cinco miren de-
pois dos 30 das para o comego.
3.* O pagamento sito naa trss sresUgoas
iguae, eorrespeudendo cada uma a um terco da
obr.
4.* Em lado mais que nao vai especificado n-i
presenta clausulas, segair-se-ha o que liise a
lei n. 286.
5.* Era cas i algum e por qualquer motivo, se-
ro atleodidas reclamages a indemnisagoes da
qualquer natureza e por prejaiios ainda que pre-
Ta A. F. d'Aonunciagao.
O Dr. Triito de Alenesr Araripe, offlelal da im-
perial ordem da Rosa e juiz de dirpio especial
do comroercio desta cidade do Recife e s-u ter-
mo, capital da provincia de Peroambaco, por
Saa Migestade Imperul e Constitucional o Se-
D. Pedro II, que Deus guarde, etc.
Fago saber pelo presente que a requerimeoto
de Guilherme Frederico de C'rvalho, represen-
tante da Arma Guilberme Carvalbo 4 C, se acha
aberta a falleociala mesma firma pela senlenga
aeguinie :
Vendo a da petifo a fl. 2 e termo daapre-
sentago a 0. 3, que os coramerciaotes Guilher-
me Carvalbo &C. cessaram os seas pagamentos,
hei por declarada a falleocia dos mesmos cora-
merciantes, suja existencia legal dato o dia 20
do corrale mez, e ordeno que em todos os seus
bens, llvros e papis te ponham sellos oa forma
da lei.
Nomelo curadores Qicaes aoa commarciantes
Johoston Pater 4 C, que prestoro juramento, e
sejam os credores convocados para o da 2 do
mez prximo falaro, peas 12 hars da maoha,
na isla das audiencias, para se nomear deposita-
rio.
Pobllque-se a fallemia por oditaes, e ligara-se
II de-rais diligencias legies.
Recife 26 de junho le 1862.Tristo do Alen-
esr Araripe.
Nada mais se continha em dita senlenga aqui
inserta, e nao tendo os comsaerciantes nomeadoi
aceitado o cargo de curadores ttscse, bem como
ootros que am lukstitutgo foram escolhldos,
dando-se desl'arteabmdooo da massa por parte
dos oradores, tira finalmente nomeado o Dr. pro-
motor publico Francisco Leopoldioo de Gusmo
Lobo. E em cumprimento a senlenga supra, o
scrivo interino que este aubicreveo fez passir
O presente edital, pelo qaal sao convocado! to-
dos oa credoraa doa lobreaitoa fallidos, afim e
que comparegam no dia 24 do correte, pelaa 3
horai da tarde, oa tala ai ladiencias, para lar
..,* S*,r"J."enlo,l0, l?Bh,m no,W. <">i pas-
sar editaei que aorao sfflxadoa nos logares do
eoilomo, o publicadoi pela impreni
Dado e paseado oesta cidade do Recite de Per-
namSuco, aos 21 diai do mez de go,i0 da 1
quadragesimo-prisseiro da independencia rt
imperto do Brasil. v "uencia o da
EuFeuilino Jos da Fonsecs, eicreventa imrml
mentado o escrevi. Jar"
Ea Joao Vicente da Torres Baudein, escrivao,
interino o subscrevi.
Tristo de Aleocar Araripe.
O Illm. Sr. Inspaator da tbaseunria provin-
cial, em cumprlesenio da ordem do Exm. Sr
presidente da provincia, manda fazer publico*
que da 4 le setemfero prximo futuro, parante a*
junta da fizenla asesma thesonrsrta se ba d
arrematar, a quem por nanos flzer, a obra doa
reparos la estrada lo Pao do Alho, desde o msr-
emfl4e ASom m"0 7'm br,5a'' "'Uld*
A arremat.go ser feita m forma ds le pro-
vincial n. 313 ds 15 da m.io da 1854, a sob sa
Clausulas especiaes abaixo especificada.
As pessoas que se propozeram a essa arrema-
tscio comparegam na sala dss sesaes da mesma
junta, to oia aciasa mencionado, pelo meio da
competentemente habilitadas. '
E para constar le mandoa publicar peo Diario
Secretaria la thesouraria provincial. 11 do
agosto de 1862.
O secretario.
A. F. da Aunuociago.
Clausulas especiaes para a arrematafao.
1 Os reparos aecessarios ua estrada do Pao
do Alho, entre os marcos 6.000 bragas a 7,000
mil, sero fritos le conformidad cora o respecti-
vo orc.ameolo, approvodo pelo cooielho director
ua importancia le 4:8003000.
2*. O arrasualante dar principio aos reparos
no prazo de am mez e oa concluir no de a.ustro
mezo ; aaabea cooiados da conformidade com a
data da reapectivo coalralo.
3\ O arre-rutante seguir todas as arescrip-
coes que lhe Torera tdadas palo engeoheiro quo
inspeccioaaras obras, e ficar lujeito ao que lia-
poe a le provincial a. 286 a raspeito de arrema-
tagoei.
4*. O pagamento lera effeclaado em tres prei-
tagoes iguaes coaiprahendendo cada uma a terca
parte da obra total.
5*. Nao ser an tempo algum atlendida qual-
quer recUmigo por parta do arrematante ten-
dente a indemnisagao, quaesquer que (ajan as
allegagoes em qua le bazeem para eise fim.
Cooforme.
A. F. la Annunciago.
O Illm. Sr. inipector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente di provincia, manda fazer publico, qu
no dia 4 de letembro prximo viodooro, peranie
a junta da fazenda da mesma thesouraria, se ha
de arrematar, a quem por menos flzer, a obra
dos reparos da estrada do Pao a'Alho do marco
7.000 brajas al o marco 10,000, avallada em
5:250$.
A arremato ser feita na forma da lei pro-
vincial o. 343 de 15 de maio de 1851, e sob as
clausulas especiaea abaixo decliradas.
A pesso's que lepropozerem a esta arremata-
gao, comparegam na sala das sesies ds mesma
junta, no dia cima mencionado, pelo meio da
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar pelo Diario.
ecretari da thesouraria provincial de Per-
narobuco, 11 da agosto de 1862.O secretario, A.
F. da Annunciago.
Clausulas especiaes para a arrerant'eo.
1* Os reparos necessarios na estrada do Pao
d Alho, entre os marcos 7,000 bragas a 10.C00 se-
rao fetos de conformidade com o respectivo or-
amento, approvado pe directora em conselho.
na importancia de 5:2503.
2a. O arrematante dar principio aos trabalhoi
no prazo de um mez, e os concluir no de 4 me-
zes, amboi contados de conformidade com a data
do respectivo contrato.
3*. O arremataate seguir todas as preeaugs
que lhe forem dadas pelo engenheiro que inspec-
cionar a obra, e licsr sujeilo ao que diepda a lei
provincial o. -216, a respeito da rremat/jao.
4a. O pagamento aera effectuado em tres pres-
lages iguaes, correspondendo cada ama a terca
parle da obr total.
5*. Nao ser ea tempo algum atlendida qual-
quer reclaraago por parte do arrematante ten-
dente a indemnisagao qusesquer que sejam aa
olleg!e.oes em que se fcaser para ease flm.Coa-
forrae, A. F. da Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr
presidente da provincia, msnda fazer publico] que*
no dia 4 de setembro prximo vindouro, peante
a junta da fazenda da mesma theaouraria, se ha
de arrematar, a quhro por menos flzer, a obra
do* reparos da estrada do Pao d'Alho desde o mar-
co de 5,000 bracas at o mareo 6,000, avallada
em 0.OOU3. "
A arrematago ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15deraaio de 1851, e sobas
clauaulas especiaea abaixo declarados.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
tago, compare|am na sala das ssses d mes-
ma junta, no oa cima mencionado, pelo meio
da, competentemente habilitadas.
E par constar se mandou publiear pelo Otario
Secretaria d thesouraria provincial do Per-
narobueo. II de agosto le 1862.-0 secretario
A. F. da Aununciign. *
Clausulas eapeciaes para a arrematago.
1 Oa reparos da irada do Pe d'Alho entre
os marcos 5.000 e 6,000 bragas sero feitos do
conformidade com o respecti'o orgamento ap-
provado p*| airectoria em conielho, na inror-
lancia de 5:U003. '
2a. O arrebatante dar comego as obras do
pnzo de uro mez e as concluir no de 4 mezes
cuotadoi conforme o regulamento dss obrai tiu-
alisi o determina.
3a. O arrematante seguir ai preseripgo! qso
lhe forera dadas pelo engeoheire que i9p"ccio-
nsr a obra e ficar lojeito ao que dispa a le
provincial d. 286, a respeito le arrematigSo.
4a. O psg-mento ser effectuado em tres pres-
tagoes igaies, corresponendo cada uma a Ierra
parte di obra total. ^
5a. Nao ser em lempo lguro atlendida qual-
quer reclaraago por parte da rremat^nte ten-
dente a inlea>nuagoes. quaesquer que s-M*m as
allegagoes esn que .-8 basi-ar psra esse fim.-Con-
forme.A. F. da Aanunsiago.
O Illm. Sr. iaspaUr da ihasiursris pro-
vincial, era fluaapriaienlo la rdea do Exm Sr.
preii'ieota la provinci, manda fazr puklieo*
que no dia 4 da ssteasbro prxima falaro, pre-
seate a junta le fjenla la rasoia thou'raris
se ha de arrematsr. a quera por nena HVer
obra dos raparos I eatrada de Pao d'Alho dos
marcos 13,000 bre|i al o flm do ultimo lauco
avhala em :5U0b0O0. '
A arreatalago ser feita na forma na 1-i pro-
vincisl o. 343 de 15 de maio de 1851, e sob ts
clausulas especiaes abiixo copiadas.
As pesaos qaa ae propezerem a assa arrema-
tgao comparegam aa sala das cesadas la
referida juota, no di cima mencionado, p|0
meto da, campetoniemente b*bilita*s. E para
constar ae mandan publicar pelo Diario.
Secretarla da thesouraria arnviacial de Per-
a.mbuco 11 le agosto de 1862.-0 secretirio,
A. r. a Annaociago.
Clausulas espacian para a arrremstago.
1. Os reparos oeceasarioa la estrada *o Pao
I Alh, aotrs os assreos 13,000 bragas ao Oro do
ultimo liago ai villa |# pa a'Alho, lero faitoa
de confarnilale com a respectivo orgamento
approvado pala direeleria am ceoselho aa im-
pertaacia da b.5(o|0U.
2.* O arr*mtaate lar prineipio sos reparos
no praso lo aos mez a es concluir na le qustro
ezes; a a bes cantados a cooforaldada cem a
dita do respectivo coolrato.
3.a O arrematante aagair n preseripgoes que
Iba forera dadas palo o esgenhelr, qu ioapoc-
cioaar a obra, a cara sajen. ae -Bt dl909
a le provincial a. 286 a respeito das srremata-
goes.
4.a A impartinaia la arrematagie itr paga em
tres presiages Ignaas, earrespondando ci Ja uma
a terea parla la obra lelil.
i.a Mi* ser um lempo algum atlendida qual-
qar raelamaeao por parta la arremstanto pen-
aente a ialemnisigo qaaesquer qus sejam aa
allegagoes esa qae se basear par essa flm.
Canformo,
n ni- A* r' 'A,nDiaso.
- O Illm. Sr. inspector da iheaoararia pro-
vincial, am cumprimento da ordom lo Exm Sr
presidenta da provincia, maoda fazer pulllco.'qoe"
no di. 4 le setembro, pe-anta a jaota de f.zaoda
da mesma thesoarara, aa ha de arremat.r por
quem por meos flzer, a abra a fazer-se com
oi'"'" do Pao d'Alho desda o
M&Mm!***",, B"rco ,3,(J00' "T,u,da
.<-


DIA10 Di fIMUMiDCO. y, SABBAO 2S DI jkGOSTQ W HiS.
_____
A arrematas,so ser feit a ni forma da la pro-
vincial n. 343 de 15 de malo de 1854, eAob as
clausulas especiis abaixo declaradas.
As peisoai que propoaerem a esta wrema-
tagao comparegam mala dai iesi5ei dreferida
junta, no da cims mencioaado, pelo meio dti,
competentemente habilitadas. E para constar
e mandn publicar pelo Diario.
Secretaria da theiouraria provincial de Per-
aambuco, 11 do agoste de 1162.O lecretario,
A. F. o'Aonunciagao.
Clausula! especiaos para a arrematado.
1 Os reparos necessarios na estrada do Pao
d'Alho, entre os marcos 10,000 bragas a 13,000,
serio feiloi de cooformidade com o respectivo
orcamento, approvado pe directora em conse-
lho oa importancia de 5:900S00O.
2.a O arrematante dar principio aosirabalho
no praso de um mes, e os concluir no de quatro
mezes, arabos eentados de cooformidade com a
data do respectivo contrato.
3.a O arrematante seguir todas as prescrip-
ges %*e lbe forem dadas pelo eogeobtiro qua
inspeccionar a obra, e Qear sujeito ao que dis-
pe a lei provincial n. 286 a reipeito de arrema-
tacoes.
4.a O pagamento ser effictuado em tres pres-
tagoei igaies correspondente, cada ama terca
parte da obra total.
5.a Nao ser em lampo ilgum atlandida quil-
quer arrematagao por parte do arrematante ten-
dente a indemnissgo quaesquer que sejam
tllagagoei em qae la bssear para esse flm.
Conforme,
A. F. d'Aonuncisojao.
Porania a cmara mnoicipal desta cidade
estaro em praga noa das 13, 16 e 18 do cor-
rente, para srem arrematados os coocertoi a
fazer na ponte denominada do Maduro oa tra-
vesa ae Santo Amaro Belem, oreados em
Mo. aquellles qae preteoderem arrematar po-
dero comparecer nos das indicados no pago da
mesm cantara, apresentando para esse m carta
de tinga.
Par.) da cmara municloal do Recite em sessio
de 11 de agosto de 1862. Lulz Francisco de
Barros Reg, presUeule.Francisco Canuto da
Boa-viagem. secretarlo.
Mtl*%fmfOM.
Crrelo .geral.
f Pala idminialrsgo do crrelo desta cidade si
faz publico para floa eonveDieotes que em virtu-
de do disposto no art. 138 do regulamento geral
tfos aorraloi da SI de dezembro de 184-1 e art. 9
do deereto n. 785 de 15 de maio di 1851, se
proceder a conaua>o das cartas existentes neeta
ale agosto i ti horas da manha ea porta do mesmo cor-
Taio, e a respectiva lista se acha desdo j exposla
ios iotenssidos.
Admiaistraeao do comi da Peroambuco 12
Ce agosto de 1861.O administrador, Doaaingos
dos Passos Miraada,
Conselho de compras navaes.
Tendo de romover se a compra sob ai coo-
dig*s do eslylo dos objectos abaixo destarados,
perteucentes ao material da armada, convida o
cooselho qua o preleodeotes venda spresen-
tm seas propostas, em cartas fechadas, no dia
13 do crreme mez, st as 11 horas da raaohaa.
Para os navios da rmala, arsenal, e pbarol.
20 ambas da almagre.
8 birria de alcalro.
6 barris do brea.
100 brochaaaortiias.
100 cobertores de las.
1 aaealer de 6 remos.
1 dito de quatro,
10 arrobas de estopa de algodao.
4 arrobas de eslanho para sida.
30 arrobas de ferro iugle em varia de diffe-
tentei gro&suras.
1 !to;i de pregas de cobre de 1/2 polegad
para forro.
GO molhoi de piasstvs.
2U0 remos de faia de 14 a 18 ps de compri-
n.ento.
9 rtuzias de taboas de loaro de 36 palmos de
Comprimenti e 2 palmas de largo.
8 ditas de ditas de 18 ditas.
3 ditas de ditas de 32 ditos.
60 igaa de qaalilade com 40 palmos de ceat-
pricueaio e 8 pniegadas de grnssara em qualre.
10 arrobas de zarcea.
Tambero promove o conselho na dito dia, avis-
ta _' i i le de propostas robidas, o contrato
jiara fjrnacircooto al setembro prximo dos se-
iruintes objetos de ferdarneoto:
Pdra os iroperiaes marioheiros a aprendizea de
ditos.
Cairas e fardas de panno azul e polainas de dito
pr.'to.
Para os fuzleiros navaes.
Caig -s o farJetas ae panno azul, e polainas de
dito preto.
Pan os aurendizes artiOces.
Cobertores de la.
Acompauhario ss propostas a imostn dos co-
bertores, bem romo daifazenda pareas calcaa,
fardas, frdete e pohinas, tudo ser factralo
pelo contratante conforme as medidas qua se
lha der.
Secretara do consslho de compras navafs, 19
de goftodel862.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjo.
Ctpitanu do -orto na mosco.
AVISO AOS NAVEGANTES.
Ia. Secgo.Secretaria de slalo [dos negocios
da manaba, em 9 de julho de lsG2.
Pela secretaria de estado dos negocios da ma-
rrulla se faz publico, para conheciroeoto dos nve-
giofs. que, tendo enculhaio o patacho Martins
Primeiro. da raga do Rio de Janeiro, em urna
pe ira no Rio de S. Francisco do Sul, procedeu-
s* ao retouhfcimeuto dessi pedra, e venGcou-
sc que ella demora ans 54 NO da Pont do Men-
iifi, os do Benlo Fernaodes : aos 57" SO da
tone -a matriz ; sos 12* SF da ilha do Alvaren-
ga e aos 59" NE da ilha do Cco,
Tam v* Tagua no biixamsr de mares m
tjiss, o na occasiao, em que eocaibou o Marlins
Primeiro, apenas apresenlara 2 pee e ineo.
Junto a ella ha outrag pouco mais profundas,
seguidlo q rumo de 18* NE SO, todas caberas
de um recite, que lera de 50 a 60 orabas de ex-
tensan com duas a duas e meia bracas de fundo
sobre elle. O director geral. Francisco Xavier
lomltinpo.
Esi couforme.t'rmso Ignacio Carditn, 1*
teuenlea jad ame.
ooselho administrativo.
0 conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra lem de comprar os objectos
cerniles :
Para o presidio de Fernando de Noronha.
Para o servido da igreja.
5 medidas de azeite doce.
3 arrobas de rera em vellas de meia libra.
6 caitas de lamparioas para a lampada.
3 medidas de vioho braoco para as missas.
Para o semeo do almoxarifdo.
2 resmas de papel almasso pautado.
1 resma de dito slmasso.
Pan provimento dos armszens do almoxarifado
do arsenal de guerra.
500 vassouraa de palha.
300 dias d junco.
10 arrobaa de cobre velho.
10 .uitheiros de pregos da guarnicSe grandes.
5 milheiros de ditos dito penenos.
5 arrobts de chambo em barra.
2 arrobas de eatanho em vergumha.
Psra hospital militar.
31 libras de altea nova.
8 libras de amedone.
4 libras de acetato de chambo neutro.
1 onca de arseniato de ferro.
12 arrobas de assucr retinado em barricas de
2 arrobas.
6 caoadaa de agurdente.
5 caadas de azeile doce.
1 balanca decimal pequea sendo de primeira
qualidade.
1 balanza de columna de lati sendo gravitarla
de primeira qaalidaie.
8 libras de caraphora pm lata de folha.
6 dias m carbooato de magoesia.
2 ditas de chloroformio.
i libras de eaatbaridsi de primeira qualidade.
t ditaa e titr.nr lalpbarico.
16 ditaa de folhas de carobe.
4 diti de limalha d frro pulverisads.
1 machina ronde para limonada gasoza de
primeira qualidade.
2 libras de resina de jalapa.
6 eanadis de vinho brinco de primeira qua-
lidade.
24 vidroi de bocea larga de 4 libras, sendo de
primeira qualidade.
24 vidroi de bocea larga de 2 libras, tendo de
primeira qualidade.
2 irrobu de mostarda de primeira qualidade.
Qaem qaizer contratar taei ganaros aprsenla
ss soas propostsi em carta fechada na secretarle
do conselho as 10 horas da manha do dia 25 do
corrente mez.
Sala das sessdes do conselho administrativa,
ara tsrneeimento do arsenal de guerra, 13 de
agosto da 18C2.
Antonio Ptiro d S Barrito,
Coronal presidate.
Frsneisio Jomquim Pertira Lola,
Coranel vogal, secretario interino.
Pela thesoararia provincial se faz publico,
que si irremiticois dai obrai do cono de esgoio
da praca do ibafariz do bairro do Recife, e do
aperfeicoameolo da urna parte ds estrada da Vic-
toria, no lagar deiominsdoLadeira da Sicupi-
ra-Torta, foram transferidas para o dia 28 do cor-
renta.
Secretaria da thesoararia provincial de Per-
nambuco 21 de igosto di 1862O secretario,
A. F. d'Annnnclicso.
Pela administraco do correio dnii cidide
le faz publico, queem vlrtnde da convenci pos-
tal celebrada pelos governos brasileiro e francaz,
lirio expedidas malas para Earopa no dia 81 do
correnta, de cooformidade com o annuocio deste
correio publicado no Diario de 29 de Janeiro do
anno passado. As cartas serio recebida al 2
horas antes da que for marcada para a lahida do
vapor, e os joroaei at 4 horas antes.
Correio de Peroambuco 22 de agosto de 1862.
Domingos dos Passos Miranda.
Administrador.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguintes :
Para o presidio de Fernando de Moronha.
4 arrobas de arroz pilado.
8 libras de aletria.
8 arrobas de caf.
8 libras de che hysson.
8 libras de chocolate.
18 libras de doee de goiaba.
30 arrobas de fsrioha de trigo.
8 libras de mermelada.
12 garrafas de vinho do Porto.
Quem quizar vendar taes objectos aprsente as
suas proposlasem carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 27 do
correle mez.
Sala das sessei do cooselho idministravo
para fornecimento do arsenal de guerra, 20 de
agosto de 1862.
intonso Pedro de S Barrito,
Coronel presidente.
Francisco Joatuitn Ptreira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
a Bha
casi asuila brivUn-i puteada seguir o bem to-
hecido valeire fcrgaa eieoai cJovaa Arthar,
capillo Jeaquiaa Aatiaio 6on;alvei dai Saatos,
lem parta te sea oarrigameato proaaale ; para a
resto qae Iba falta, tratase osa o mus conse-
ntanos Antoaio Luis de Olivein Azavedo k C,
na sao aiiripaaria ra da Cruz a. 1.___________
MPJMHA PBtMMPi'CIW
&iq!^Ms1rinanpv
Trtifr#ucii.
O Tapar liisiuagaapi, aahir para os portoi
do sul de tai asaala no dia 25 de agosto, s 4
Maris da tarde.
Recabe aania at a dii 20 so aieia da. In-
cosameadas, pasiaceiroi e diabiire Irete at
a dis da nhid as I boras : ascriplaria ao Forte
do Mitins a. 1.
DE
50 caixas com yinho Bor-
deaux e 300 saceos
com farello.
Sogunda-feira 25 do corrente.
Na altandega armazem n. 6.
O agente Piolo far leilio a reqaerimioto dos
curadores tlscaei di miiii fallida de Sevi Filhoi
& C, por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz especial
eo commenio a com latorisagio do lllm. Sr.
iosiector di alfandeg de 50 canas eom vioho
Bordeauxe 800 saceos com (arillo, objectos per-
tencent^s s referida mu.., as 11 berai do dia
cima mencionido no armazem n. 6 da alfaa-
dags.
LEIUO
A 2S do corrente.
IBUDl 8 ffiMITO
so^o
mmm
23Largo do Terco23
"<- Vemla-se os gneros por menos vinte por cenlo do que sm outr qualqu rasarla aa-
fsndo-se a boa qualidide. '
Mantiigs inglezs ds safra nova de 750 a 800 rs. a libra.
Dita franeeza de premeita qualidade a 600 e 560 rs. a libra.
Queijis flsmengos chagidos uiiimsraente s 20 e dos do passado vapor a 1$800.
Ca de p'ifnaira esegunda qualidade a 260, 280 e 320 rs. a libra, e em arroba a 89 a 99.
Servej Vinho engarrafado do torio a 10200 el) a garrafa.
Ditoem pipa marca F. L. P. a 460, 560 o 640 rs. a garrafa.
Massas, macarrao, talrrarim e aletria a 300 e 400 rs a libra.
Passas novas a 330 rs. a libra, e em meias caixss por 30 cada urna.
Batatas novas a 80 rs. a libra, e em porreo se fas abaliminto.
Aiam dos gneros annunciados, eacontrarao sortirasnlo eomp'sio de tajo quinto t tendea-
te a molhados.
prateade seguir coaa sauita brevidade o veleiro
boas eaaheiido pataiha aaeieaal aCapaan, ca-
pitae Tbaotoaio Jos di Suva Raa, teas parte
de sea earregsmeoto presapto : para o resto qae
Ihe fall, trita-se com o mus coaiigaatarioi An-
salo Lulz da Oliveira Azevedo V C. no teu ei-
criptorio, ra di Cruz n. 1.
Csli Irmaoi faro leilio por iatervetifao do
agiote Olivein, de variado lortlvenlo da lazan-
das, consiilindo em chapaos de sedi, castor a
li para horneas e nnhora, chapeos de sol de se-
da e algodao pira dilos, chipaos de leda para io-
nhora, ahapiosdo aailor pri homem, caase
simbntasorgandya sauito sapariirai, teda pri-
tai e grosrjensples, lencos (oulari'ei de soda, leo-
tos brincoi bordadoi irrandidoi raaito flooi
pin iinbora, colxeles, pedas de tartaruga para
leahora a de oulras qualidadas, plumaa finas,
floras de cspells o antros eafeites para senhor,
Isques de mirQm e msdreperola lindissimos, lu-
vii pretil e braoiii da seda a afeitadas para -
nhan e pin baila e gnnde por;io de eutraifi-
zeadas de goito :
Segunda feira 25
do corrente, i 10 horai da manbia ea ponte,
em leu armazem ra da Cruz do Reiifi.
santa Casa da Misericor-
dia do Recife
A Illma. junta administrstiva da Santa Csss de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
no dia 28 do eorredle, pelas 4 horas da taMe, oa
sala de suas sessoes, ir i praQa a arreaintafio
dos gneros alimenticios abaixo declarados, que
houvurem de consumir os collngioi de orphaoi,
do 1* de selembro prximo vindouro a 31 de de-
zembrodo corrente anno : os pretenleotes diri-
jan) as suas propostas em cartas fechadas, decla-
rando o menor prego por que lhes conveai for-
necer dito3 gneros, os quaes sao :
Cal.
Cha prelo.
Manloiga franeeza.
Assucar refinado.
Carne verde.
Touciuho.
Arroz pilado.
Bacalbfio.
Raalas.
Feijao.
F'rinha.
Sal.
Aieilo doce.
Vinagre.
Lenha em ochas.
Peix".
Verduras.
Fructas.
Doces.
Dietas.
Franzos cu frangas.
Galinha.
Leite.
Aletria.
Macarrao.
Cha preto.
Vinho tinto (Lisboa).
Diio dito (Porto).
Doce.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife 20 i!c agosto de 1S62.
F. A. Cavalcaoli Cousseiro.
Escrivio.
Conselho admDistrativo.
O conselho administrativo para foraecimento
do arsenal de guerra lem do cootralar o foroeci-
meolo pira o rancho da compauhia dos menores
do arsenal de gu>-rra, nos mezes de seleuibco e
outubro prximos vindouros.
Pao de 4 00(11, bolacha arroba, msoteiga fran -
eeza, assucar ri-firiad'i d-* 2* lorie, cha hysson,
caf eiu grao, carne v-rd carne sj.cal toucinho
de Lisboa, azeite doee de Lisboa, vinagre de Lis-
boj, bacalho, ar,roz do Msrai.h.lo, feijao preto ou
rnulatiuho, fanuha de mandioca de primeira qua-
lidede.
Para o arsenal de guerra.
2 arrobas de lio de vela.
Quem quuer contratar taes objectos aprsente
as suas propostas em caria fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 23 do
correule mez.
Sjta das sessoes do conselho adiiuistral'vo,
para foraecimento do arsenal de guerra, 22 de
agosto de 1862.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Pretende seguir cos mnita brevidade para o
Rio de Janeiro o voleiro a bem conbecido brigai
nacional Almirante, tem part de seu carregs-
meeto prumpto-; para o resto qaa lha falta, tra-
ta-se com os leus consignatarios Antonio Luiz ds
Oliveira Azevedo, no seu escriplorio ra da Cruz
numero 1.
COMPANHIA BRASlUiP.A
DE
i W_.
E' esperado dos porlos do sul at o dia 30 do
correte um dos vapores da companhia, o qual
depois da demora do costume seguir para os
portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga qua o vapor poder conduzir a qual deva-
r ser embarcada no dia do* aua chegads, en-
commonda e dinheiro a frete al o dia da sahi-
da as 2 horas: agencia ra da Cruz n. 1 es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
Domingo, 24 do crrante, haver sessio ex-
traordinaria da assembla geral, nao 16 pan
cumprimento da ultima parte do art. 23 dos es-
tatuto! como para trstar-se de ouiros negocios
de momenlosoioteresse. Tolos o Srs. socios
effectivos siio, portado, convidados a compare-
cer is 11 horas da manha, no lugar do cjstume.
Secretaria da Associajio Typographica Per-
nambucana 21 de agosto del86z
O prlmeiro secretario. Silva Luis.
CASSINO POPULAR
NO
PALACETE DA RA DAPRAIA.
BAILE
EXTRAORDINARIO
DI
MASCARAS EPHANTASIA
COM
Variagtis de piano acompa-
ntiado de rabeca.
Sabbado, 23 do correte.
EM FAVOR DE M ARTISTA.
O artista beneficiado eujo nome se acha im-
presso nos candes disiribaidos, nao poupar os
meios de suaviiar os generosos loracoes das da-
mas e lavalheiros que ae digoirem abrilhantar
com suas presentas o seu divenimento. preeo-
chenlo os intervallos com as melodiai dos sons
de piano acompanhado da violiocel ou rabeca.
O beneficiado muito flonfia nao s em seus ami-
gos e protectores como na proiecco que o illus-
trarlo publico pernambucano cosluma prodigali-
sar em idnticas circuinstancias.
O conceilo que goza o baile Caisioo, ser con-
aervado em tuda a sua oleuiude.
Entradas para damss gratis, cavalheiros 2g,
salvo aquellas pessoas que quizerem ser genero-
sas para com o arlista beoeficiado.
Os carines de entrada esto vend em poder
do beneficiado no hotel Trovador, e no dia no
pavimento terreo do mesmo palacete.
COMPftNNIA 3RASILEIBA
DE
At o dia 30 do correte, esperado don
portos do norte o vapor Oyapock, coniuiandan-
te o primeiro tenenle Antonio Marcelino Pontes
Ribeiro, o qual depois dr demora do cosime
seguir para os portos do sul.
Desde j recebom-se passageiroi, engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qusl deve-
ri ser embarcada no dia de sua thega 1a : dinhei-
ro a frete e encommenda at o dia da sabida ss
2 horas da tarde ; agencia ra da Cruz n. 1,
escritorio de A^tooio Luiz do Oliveira Azeve-
do & C
<;?.
Para o Msraohio segu por estes 8 dias o ve-
leiro pslhabotf Garibaldi, Jtem parte do carre-
gameoio prompto, para o resto tratase com
Tasso Irmaos ou com o xspitao Custodio Jos
Vianna.
Para Lisboa o brigue purtuguez Bello Figuel*
rense, cspitao Jos Ferreira Lessa, pretende
sahir at o dis 25 do corrente, para passageiros
para es qiaes tem excelleotes commodos : tra-
a-se com os consignatarios F. S. Rabello & Fi-
Iho, ra da Cadeia n. 55.
Karegaco steira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cara do Assu', Aracaty, Ceara'.
vapor Iguarass, commaadante Vianna,
no
O
sahir para os portos do norte at o Cear
dia 26 do corrente s 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 25 so meio dia ; in-
comanendss, passageiros e dinhiiro a frete al o
lia da aahida das 2 horas : escritorio no Forte
do Msttos n. 1.
m.
,->.
9
r&%
gUttMli
Para o Penedo
segu por estes dias o cter nacional Erna, rece-
be alguma carga a frete : a tratar na rus da Ca-
deia Vilha n. 1, primeiro andar.
Da parle do sitio da viu-
va k Dr Brilo.
O igente Almeid fsr leilo porconta e riico
de quem pirteocer de urna parte no sitio ds viu-
vad or. Brito na estrada da Torre com frente
para margem do rio Capibaribe, grande casa
de campo multo bem plantado.
Terca feira 26 do corrente
no eicriotorio do agenle cima ni ra di Cadeii
do Reciten 48, 11 horai. os pretendenlas po-
dem-sa dirigir ao mesmo escriptorio que acha-
rao as precitas iDtrmac,es.
ENSINO
DE
PARTIDAS DOBB&DAS
E
Dirigido por
NRUI DE MEDEIROS-
DUAS VEZES POR SEMANA
TERCAS E SEXTAS
DAS 7 AS 9 HORAS DA NOITE-
RA LARGA DO ROSARIO N. 28. 1 ANDAR.
N0T1DADE!
fraude restaiirini.
Ra eatreita do Rosario n 11.
Na anliga e bem conhecid cata que fei do
Sosris, na ra estriita do Rosirio n. 11, pri-
meiro andar, acha-se eslabslecido um perfeite
RESTAURANT com lado luxo e asseio quaoto
possivel aestaa casas; ahi achara bella rapa-
ziada lodos as coas modos precisos, asseio, regu-
lrid<4e e presteza em seu servido ; o saboroso
caf todas ss tardes, o tlmece, jaottr, caa, o
apetitoso lanche a qualquer hora, os deliciosos
viohos Figuea, Lisboa e Porto, a saborosa mao
de vaoea lados os domingos pela madrugada, as-
alta cerno forneoo comedorias mensaes, quer no
Mlabeleoimento, quer msolindo casa dos as-
sigaintes, tudo por menos prego que em ou-
tr* qualqaer parte; finalmente scientiflea-se aos
amantes dos beos petiscos que o dito estabeleri-
eato aeha-se sob a admiaistrscao do Sr. Julio
j bem eonbeoido nesta cidade pelo bom gosto
qae tem nsste genero de negocio.
Precisa-ae le ae caixeiro para taberna : a
ratar oo paiao rio Terco n. II.
' Sexta-fcira 5 de setembro prximo
extrahira' a ultima parte da primei-
loteria beneGcio dos religiosos
cciscanos de Otinda e primeira da
primeira da santa casa da misericordia,
ni consistorio da ijjreja de N. S. do Ro-
sario de Santo Antonio. Os bilhetes e
meios bilhetes acbamse a venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n.
15, e as casas commissionadas praca
da independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, tua da Imperr.triz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentel, ra
Direita n. o botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia do Recife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ ate 10$ serSo
pagas urna hora depois da* extraccao,
a as outras,no dia immediato depois da
distribuicao das listas.
Servindode thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souxa.
'W
franeeza
Biechanico,
NICO NA PROVINCIA j
^50 liua da Imperatriz-oO
t$ A padaria franeeza sita na ra da Im- (
afA peratriz r>. 50, rontinua sob a adminia- j
^g tragao da viuva Barrellier e all haver '
^P todos os dias : i
ffy Pao quente de leite s 6 horas da tar- '
xg. de para lomar com cha do dia 21 do cor-
P rente em iante. '
flt Bolachas de todos os tamsnhos e qua-
Z lidades, i
Biscoutos doces e aguados e de toda
"i3 as qualidade*. \
fa Bolechinhas de araruta doces e olea- .
. das. *
fSj Bolos francezes. $
Fatias doces. -"-J&H t
Pao comrLum das melhores farinhas *
i$ do meroado.
gsA Preparam-se bandejas de todos os ta-
manhus com bolos de todas as qualida-
I dea e tudo isso por pregos commodos.
A referida padaria irabalba em um '
forno mechanwo asiaa dtipeooioso e
nico ns provincia. O ; ao, q*e delle '
g5 sshe o mal liropo, puro e de melhor
fe goslo a bem assim as bolachas e tudo o {
^ mais. O foroo tem um asseio nolavel e .
OS? o pao cosido com multo pouca lenha, '
%0 o tem haver communictco com esta (
^ ou aa bases, lendo por iiio qua nao le .
^ encoutra o menor fragmento de csrvao '
^ no poe usa massas que elle costnha.
Os idministrsdore di massa do fallecido
Jos liara da Cruz Moreira, em Nossa Sanbora
'do O*de Ipojues, abrem botica que perleoceu
ao mesmo no dia 8 de Miembro futuro, a flm de
Itquwar por prego commodo as drogas e maia
objdos peneocenlis io expolie do fallecido.
Recita 38 de agosto de 1861__________________
Precisa-se de um am$sador que
entenda bem de seu oflicio : na padaria
da ra do Cordoniz n. 52
Precisa-se de urna ctiada para ca-
sa de pouca familia : a tratar na ra
Augusta n. 5. .________________
Precisa-se de um caixeiro par laberna qa*
lenha pratica a S fliior a luaeonduita: a tra-
tar na raa Aguai-Verdi n. 48._____________
Preciaa-se lugar umi escra! captiva ou
forra para ama de casa de pouca familia: na
ra dos blriyrio sobrado a. ?.________i_______
O padre Ignacio lleioie, subdito italiano,
vai o Qear.
va exp
a
Mita viuva Lecmte.
N. 7Ra da ImperatrizN. 7
Faz seieate aos seus numerosos fregieies que
alem de seu gnndi lorliminto di objactos da
phantsiia e bom gosto acaba de recebir pelo*
ltimos vapores novo e variado sortimeoto de
piifumsrias inglesas francezas de primeira qai-
l'dai-a, pentes de tartaruga di nadreoerola da
ultimi moda, taoto di atar cabello como pira
traogai. Os apreciadores da boa qualidadi da
luvaide ouvin achara) em dita cas, gortimonto
novo de luvaa desta afamado (abriisnti vlndo
miisalmente por todos s vapore fratmesaa.
Madama viuva ecomte.
N. 7Ra da ImperatrizN. 7
Nem lempri grsode sortiminto a torai en-
commendi di qualquer obra da cabello para
homem ou pira ssnhora. O un talio para cor-
tar o cabello acha ae berto aos fregueses das 7
horas da manhia as 9 da aoite.
O preco da cada corte de cabelle di 500 rs.
Hila dito de f.-isamintfl 500 rs.
fzi O bschirel Amiro Joaquim Ponseca Jh
l de Albuquerque aehando-se por iasa 2
g de molestia fora da capital poda, naa W
?>? ib.-tMite, ser encostrado, por quem in *^
& teressar, em rasa de aua rasilentia ni ra
2 Re:iferua da Praia n. 53, terceiro an- 9
W dar, nos Jias tergss e sextis-feiras de 0
;'"y rada semana <3i
m^mmm ^^m mm^^m
Arredda-se o agenhs Santo Amarinhn slto>
na trasjQUfa da Varia a quem quizer pode la
dirigir ao 3B?*nhi S. Francisco ou no Recife ra
diPnil n. 53. tereiro aniar. Apnvoit* a pro-
prietaria reais her-leiros este tiara proleslsrira
ronlra todo e qualqier damno qua a ex-reo4eira
Rui viato in4 So tpr libido e ni haver a fa-
vor da mesma psarietors slgum passaa. Ka-
RenhoS. Franc'aeo 22 da sgnst* de 18fi!.
Ora moco Portusucz compatenlem^nle ha-
bilitado em escriptaracao mercantil, ofTereci-aa
para fazer escripia em diversas casas cnmmer-
eises: quem de su praetimo qieira ttsar-ie,
deixe carta fechada nesla typographia jpvbre as~
'niciaeg R L.
Chigou a nova exqosico
Chegou a nova exposigo
Chugou a nova xposiejao
Chegoa a nova exposigio
Chegou a nova exposigao.
Candieiros a gaz
Candieiros b gil
Candieiros a gaz
Caodieiros a gaz
C>ndieiros s gaz.
Sortimeoto compli-to
Sorti.i.eotj completo
Sortimento completo
Sortimeoto comoleto
Scrllmento completo.
Gaz de |irimeira qualidade
Gaz az de primeira juali lade
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primeira qualida'Je.
S tem na nova exposic/3o
So tim na nova exi/osir.o
S tem na nov* exiiosigo
S tem n* nova exposigo.
O proprieiario 'jesie ostsbtlecimento sviai ao
publico em >;eral quo tem recohido um cotr.pl-to
sortimento de ran eiros a gaz para ricas salas,
qusrtos, escala?, engenhos e para esindos pe-
queos que pode eom s economia d-4 u'ns gar-
rafa de gas lor para 60 horas ^n luz, rices cade-
ras de balango de ferro com estofo adamscalo
de linbu, lavatorios de ferros econmicos Bom
lodosos perteuces, com esgolo no fundo da ba-
ca, rico 'i icdrus >n"> ornaoierit.is de s.las-e um
riquisslmo surtitoenlo de objectarias a imitagao
de msrlim para s^nhoras approvadss na ultima
exuoaigo das princezas lando o premio naior,
riqaissimas pulOeiras ilmilagao de tamiien, tu-
do se vende por diminuto prego que uiuito de-
ver afiradar 403 ureUn lentes ; ns ra Nova n.
20 e 24. loja do Carneiro Vianna.______________
Auuuc.o especial.
O acadmico Jos Alves da Silva Per, ira faz
iciente a qualquer negucianle ou pessoa dests *l-
dade, a quem for apresentada qualquir csrts di
ordeos vinda da Babia, que tenhaoa a bondidi
de recusar s sus satislago, visto como raais
de tres mazas que do correio Ihe suMrali'ran
tais cartas, psra que nao continu serpriju-
dicado, faz este annuocio._________^_______
No sobrado de nm andar,na rus Direita n. 35,
defronte do nicho, onle se faz doces de riivprsas
irialidedes. tanto seceos como em caldi, 8" f'zern
bandejas de bolinhos composta9 de diversas fl-
Ruras e gslantarias da bom gosto, e commodo
prego, tamb-m se faz p'-sto9 de nata, pasteloes.
empadas, pao-de-l, bulos francezes e inglezes,
doces d'ovos, jaleas de sbUnci faz comidas diarias para algumas casas particu-
lares.
A peasoa qne apinhou na fronl-1 do theatro
um arhez-nez, maiita de laa, a qua! cor de
cinja, e tem as ponas p borlas encrnalas, -juei-
ra vir Irazer a ea'.a typographia, quo ser recom-
pensado.
Attenpt)
U abaixi assignado nao iiodeu o iltnglt a
causa do inc*ndio, que. na noite da domingo 17
do corrente e deu em sua loja ra do Hartas n. 12. rio qual foi victima.
Hei* poros, boatos spparocem que attribusm
ao abaixo assiguaio a patemiiade do incendio,
para arredar qualquer juizo temerario que por
ventura posaam fazer aquelles que o nao co-
nheco. declara que villa das ins*;uitkanles
qaaoliaaque 4evea praga, selle foi o prejuii-
eado, pois s tonhece por seus credores os Sn.
Jos Antonio de Asavodo a quim deve 4 l; U
r., Vicenta Alves Hachado 99, Manoei Loursn-
go Pedro 126#, e mal elgum alm dos men-
cliBsdoa senhores se julgsr sea credor, a anuncie
por este Diario, declarando a transaego qus a
isio deu lugar.
Resta-lha porm agradecer a todas as autor!-
dipe o lesvello om qe foi soccorrido em seu
infortunio, esten1iolo-se seu reconhecimento i
todos oa Brasileiros que tao humanameot se
preilsram. _
Manoei Ferreira C.arralro.
pavera
Est fu!?id desde o di 22 de julho 'lo correa-
te anno eso'ava de nome Seraphioa, com os
signaes leguinles: altura regular, cabello eorta-
do, porque ultinsameiile raspn a cabega, secea
do corpo. olh"3 pequeos, mos pequanaj, -;n-
*a rievp existir oni onheiro no dedo uollogal, le-
vou vest lo claro chales de n '''i1 6 i ''i j osa-
rio, e consta andar /enriendo bulos pc-l's ras
da Boa Vial, e diz aniar vendando por ordeni
de sua sei'hora, poi isio se [ai ICi nti ac capi-
laps de carado aatorHade policial do a pegar e
levar na ra Direita n. 6ft S 6, Aons Machadlo da
l.una Freir Costa, qu s^rao rcCtimueaialOS.
Alcig.-s-i um armazem na rna do Corlo ou
becco das Bois ; a fallar na ra da Madre da
Dos n. 4.
o abuzo asaigna o veo: do eito oa im pren-
sa emsignal degralido e reconhecimiito, agra-
decer ao Sr. Bm Harcelino do Sacramento a
manei'a com que goner issmente se prestara as
occisiao p*o insendio que leve lgsr nenoiiedo
dia 17 d''st", coadjuvando a mim e a todos que
foram ictima3 de ferimentos; com os remedios
Je sua pharmacia, sendo esaes appllcados gralii-
tament" com toda a huuianidada : deixsria de
cumprir um dever ingenua se nao deiooi.gtrasse
pela imprenaa o quanto sou asss penhorado pe-
lo tratamento desvalido que tice. Aceite o Sr.
Braz tu sinceros agrcdecineotos de qu^ru ser
eternamente grato.
Libralo Merenciano d" Siuza.
No da X4 do correte a tarde baer6 no
larga da povoagao de Aplpucos, daesa de corda
vxicuta la pelo artist brasileiro Jos Severmo
dos Sanio. ^______________________
Chrisma na igreja do Divino
Espirito Santo.
Em eonsaqueocia de continuar o incommodo
de S. Exa. Rvma. deixa de ter lugar o adminislrs-
go do Sacramento da conBrmagao, domingo 2*
do corrente, fleando transferido para o da que
for novameote desiRnado pelo mesmo Exm. e
Rvm. Senhor; o que fago publico por ordim do
nono irmao juiz. __..
Consistorio da irmndde do Divino Espirito
Santo SI de agosto de 1862.O esenvao,
A. A. dos Santo Porto.
Aiii

Na ra Bella o. 14, primeiro indi
de nma ama.

precise -88
Arr muteao.
No dis SO do corrente, depois da su Heorii do
juizo municipal Oa |.i van-, Um do s arrematar
pela a ijunicacao na nioorUncia de 3 237-;6j3 por
se havt>r balido a quinta parle sobre s quanlia de
4 07S06* sobre o valor de tOOOg ama parte do
sobra lo de um su lar ferao le SOt&O na ruado
Santa Rita, freguezia de S. Jos, em thos pro-
prios, com 32 pal-dos de largura e 90 de fundo,
com janellas para o lado, cornija a n oema,
com frnte tambero psra a ra nova de Santa Ri-
la, por xecugao de Bernardino Francisco do A-
zevedo Campos contra Casimiro Gomes s Silva
e sua mulher, esorivao Santo.
__ Terg*-feir 26 do correte depoi 4a -
dieocia do Sr. Dr. juiz mu niciual la primeira va-
ra Um de ser arrematada por venda a quem mais
dir, casa de aobrado de um andar a soto na
trav'isss do Carmen. 12 oajtr'ora beeao do Sars-
palel, a raqeerimente do solicitador da fizeoda
provinoial para parnento do sello doi lendo
deixslos pelo finado Joiquira Ribiro Pontes
ariliadi por 3:5005. Hesite *2 de agosto de 1861.
O escrivao,
_________Mano! Joaquim B'Pt''a:___
aoga-ie a cerlo aopptieaote, qu do iiper
ouomp'bilhete ou assioante. que T,n"
vem ou vai veja bam o que faz, qo* p"vn.:en*
muito sagaz, a certa moga do lugar nao continu
a sslvar, porque bam mal pode resonar.
O bamiivi j nao te quoro mais.
iCaV.I
3->Rua estrtil?. d Rosafio-3
-3;-373?i^ia*c--.
Francisco Pinto Ozono eontioa *oi:
ucar deaUi artiflciaea tanto por t
olas e.;Q& pela prassao do ar,
ceba iga ilgumi sern que
mais "acreditada
uso re-
t -.:- a vooiada de eu* douoi._te JPM

outras preparagoe
para conservacao di doci

MiiTJLADOI
ILEGVEL


___
U1I0 M Ff&MJJUtteO; SaBBaDO II DI AGOSTO 1 U62,
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ba do Cafoug n. 18, entrada pelo
pateo da matriz.
Essa galera ornada com o augustos retratoi
photograpbicesde SS. MM. dn sereoissiroas
prineezasmperlaes, assim como tom 01 da mui-
tas das principaes pessoas desta cidade, est a
disposico do pnbico, que a pode visitar todos
os das das 8 hcras da manha is 5 di tarde,
examinar ostrabalhosexpostos.
Continua-se a tirar retratos por todos os sys-
temas photographieos, e especialmente por am-
brotypo eem carios de visita. Fazem-se tam-
bem iLimoui miniaturas om talco para se eolio-
tarcm em joiss.
Oa precoe doa retratos sao os mais rszo&veis
qas ss encootram nasta cidade.
J. Frreira Villela, pholographo.
116Ra da Cruz16
O Dr. Rucha Bastos
da ccr.sultas todos os dias. ||
Catre radical em pouco dss moles- 9
tita ayphiliticaa dos orgos gouito ur- SS
narios.
Consultas de gra$a das 8 as 9 horas da II
manha. *P
Offerece-se umi pessoa para cobrar divi-
ds, lano no interior da provincia como para fo-
ro da ruesnia : as peeaoasque precisar dirija se a
pracade Independencia n. e 8, em carta fecha-
di coro aa miciaes A. S. F. J.________________ j
Gomp&nbia Fidelitlade de e-
guros maritiinos e terrea-
tres, estabelecida no Riojie!
Janeiro com o capital de i
16:000:000$. f
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz da Oliveire Azcvedo & G. compe-
tentemente aulorisadoe pela directora d compa-
nhia de seguros Fidelidade, lomam uiuroe O* na-
vios, mercaderas a predios, no seu escriptorio,
ra da Gnu n. 1.
IHllDANfjA
34 Ra Nova 34
JOSEPH PHADINES
Premeado na exr^oslco do Bio de Janeiro
Sociedade de edificares. Ioglez tal qual se
Capital social 1,200:000^000. ffjilll
As peisos que quixerero subscrever psra a for- A ___m___________ .
eo do capital a esla grandiosa a til eropreza, Ui resniBO da COHVmaCaO lDgleza e
ranceza coai pronuncia figurada.
COM A
MEDALHA DE PRATA
previne ao respeitavel publico e seus f reguezes em particular, que mudou o seu
estabeleeimento de
CCTI-LEIfiO E ARMEIHO
DA
Ra dos Quarteis para a ra Nova n. 34.
O baiio resignado, proprietsrio esUbelacido Elle apioveita essa occasiao para prevenir as pessoas que tem concertos e amola-
0 domiciliado nesta cidade, ra Direila o. 94 e r i_ i r i i ,
95, acha-aa competentemente habilitado para re- ^oes na sua ca*& x\ae venham busca-Ios com O competente dinheiro ate O fam 00
iroa a consiguaco, pedindo assim aos presente mez, passado esse tempo serao vendidos para se cobrar do importe dos
hores de engeuho labradores, e mais oncettos.
Casi de commis-
soes.
ma
com o valor de terrenos ou catas a reedificar,
situados na capital ou arrataldea. daverao dirigir
las declararles por escripia, indicando ixacta-
j mente a sitsc.io, exlenso e confrootaco de
| seus respectivos terrenos ou casas a reedificar,
ino escriptorio do Illm. Sr. Dr. Diodoro Ulpian-
Coelho Catauho, tua do Imperador n. 81. Fazo
ae igual convite s pessoaa qua quizereo 8abso
craver quantias de IDOJO al qualquer qeaoiio
para cima, seja valor em dinheiro correte, sej-
em materiees, madeirai, transportes, ele reali-
saveis ein 10 prestacoes de 10 0t0 do capital subso
criplo, pagindo a pricueira presiac&o na occasit
em que (or apreseniado, para aasigoar o livio da
aclo social, e ss nove ouiras a 60 dias da pras-
de urna a oulra. Os artistas e obr.iros seroe
admitlidos aaubacrever quantiaa de 10 Jt 20JJ
pagaveia em prestacoes sarusnaes de 2J50(.'0 a
laySyUf
Fara uso das pessoas que querem fal-
lar inglez : vndese na livraria acad-
mica n. 79.

Csrloss de vi tita
CarjOPS de visita
C.ndfs d visita
Gartoes de visita
Cartoes de visita.
Precos re.luii.1cs
Progos reduziilos
Probos reun loa
Pregos reduzlo?.
A duzia por 12$
A dotia por 12#
A dutia por 1%$
A duzia por lj
Duas dunas por 108
Duas duzias por 20tf.
Novo astylo d* photographia
Novo eslylo de phot"graphia,
Ambrolypos -ni caixss 2ft
Amhrotypos em caixas 2#
Ambroiypoa em caixas 33.
O retratista americano
Aiby to W Osborn
Ra do Imperador.
ceber genero
lllms. sea
oulros senhores que queiram honrar-na com
seas productos : assucer, algodao, couros, etc., |
pelo que a vista de conta de venda das piimeiras;
remeasaa poderao colher a grande diligfiicia qae :
fn-.o para b*>m servir, e por eate meio poder me- ,
recer a palma, assim como as pequeuas remes-
cas pode o portador dullas ser o proprio condac-
tor do seu liquido, pois nao haver duvida ser
despachado em continente, dobrando sssim meu
trabalbo, o queso vista daa primelraa reme-
aaa se pode apreciar, a que espero na attenco
dos meus amigos coohscidosa estrsnhos. Recifa
2 de sgoslo de 1862.
Joo Bsptists da Rocha.
Toda tlteHcjio!!
Antonio Gomes da Cunha e Silva, com loja na
ra da Cadeia do Keufe n. 50, defronte da ra
da Madre de Dos, roga aos seus numerosos de-
vedores tanto desta cidade como (ora delta que
se sirvam maodarem pagar seus dbitos al ao
Gm do correte rr.-tz dendo mais esperar pausar a asar des nieios
que julgar mata conveniente para com aqaellea
que nao rumprir^tn seas deveres.
O bacharel Antonio AnncsJacome
Pires advoga e reside na ra do Impe-
rador n. 8l; segundo andar, onde pode
ser procurado.
Banco Unio.
Estalielccido na cidade do Porlo.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
Sacam por todos os paquetes sobre o mesmo
Banco a przo ou vista, e sobre as agencias em
Lisboa, Figueira, Coin-.br, Av^iro, Vi?eo, Villa-
Real, Hk'J". Vianua do Caatello, Uuioaraes,
Barcellos, Limego, Covilhaa, U-aga, Peoael,
Bragaa;a, Aclarante, a tito dias, os 10 praso
que se couveucionar: no sea e-criptorio rus da
Cruz n. 1.
U. C. C. de Mello, lancador do consulado
provincial, avisa aos aenhorex proprietahos e
msis donos de psiabeUcimenlos, que desde o 1.'
da julbo do correle anno se acha encarregado
dos lancan.enios da decima urbana, a doa de
maia impostoa das frfgueziss de Santo Antonio,
S. Jos e Afogvto?.
Ao publico em geral
e ao cummercio em particular
O solicitador Pedro A. da Costa Machido faz
scieule so publico e 9ipti*ioiuie ao corpo de
commercio desta cidade, que se tn.-arrtg de
qualqut'r cob'u(js aml^vel o ju iculmenle as
Comarcas do Qiba e Santo Aniao. as quaes com-
prehenlem larribem es villas da Escada e N. S. do
O' de Icojaca ; se encarrega de todo e qualquer
servido ledente aos misteres de sua proQsso,
o que faz scienta a indos os senhores advogados
que trabalham peratUe a comarca do Cabo. As
pasaoas qua precisarem de seu presumo podem
procura-lo na villa do Cabo, em rasa de saa resi-
dencia ; ptenlo lamban eacrevereui-lhe decla-
rando o negocio e morada, aflm de seren procu-
rados pelo annunciante. Os que nao o coornce-
rem enem t'stivererx a par da sus condxCt po-
dem eodaga-la uesla cidade dos Sr?. Joaquim L.
Monteiro da Franca a Jos Josquim de Csslro
Houra.____________________________________
Toda attenco.

meoico-eirurgic
Consulta por ambos os systemas,
Em consequencia da mudanca para a sus nova residencia, o proprietsrio desta estabeleei-
mento acaba de fazor ma reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem d qu oa remedios do seu estabeleeimento nao se confundam com os da
nenhum oulro, visto o grande crdito de que seropra gozaram e gozam ; o proprietsrio tem tomada
i precau^io de inscrevero aea noma en todoe os rtulos, devendo ser considerados como falsiflca-
os todos aquellss que forero aprestntedos sem esta marca, a asando a pessoa que os mandar com-
prar quira ter maor certeza aeompanbar urna conta assigntda pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel mercado com o sea nome.
Outro sim : acabs de receber d Franca grande por?5o da tin*tr de acnito a belladona, ra- I captura do escravo Bene'j"ictV"deana*cao Anela"
medloa estes de summa imporUncia e cujas propriedadee sao to couhecidaa qae os meamos Srs. '"*"*'---
iiadicos allopstbas ercprejrsm-as constantemenla.
Os medicamentoa avulsosqur *m lubosqur io tinclar-.s castirao a 1J o vidro.
O proprielario deste estabeleeimento aunancia a seus clientes e amigo que tem commodos P""l?*ta pelos dias de servico contra'a pe nfficientes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que precisem de algami ter em seu po4er, ese publicar seu nome
aperado, afisneando que serao tratados com todo o disvelo e promptidao, como eabem todoi | nesle jornal se o nao mandar eotr.gar com seau
qaeilas qua i tom tido escravoa na casa do annunciante. ranga nesta pr/>ga a seu legitimo senhor.
A eitusQo magnfica da casa, a eommodidade dos banhos salgados sao entras tantas vanta- i __ .iu
aiis para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizarem fallar com o snnuucianU davem proeura-lo de manba at 11 hora
l 4e tarda das 5 em diente, e fors destas horas eharo am casa pessoa com quam ae podere a:
ender raa da Gla n. 3 tasa do fundo do Dr. Lobo Moteoso.
C. U. Colsoul, engcnbeiro Belgi. val a Eu-
ropa.
Francisco de Paula Mendes e sua mulher
vendem a parle que posantes, oa caaa de sobrado
da ra da matriz da Bea-Vtsta n. 33 : quem ti-
ver de oppor-se k dita venda, queira dingir-se
so carlorio do tabelliio Porto Carreiro, na ra do
Impe rador.
Francisca de Paula Rosa, subdito
vai a Rshia.
ponuguez
Wm. B Olf^naanot retir<-ga oara a B-hia.
CUR\ CUMPLKTa!
Sem resguardo uein incommodo.
Iullummaco do ligado.
Estando maito doente urna mioba pardinha de
18 mezes de telad, com a ioflammcao do figado,
teodo as extremidades ochadas, roanlei vir ama
das chapas medi>inr.e do Sr. Ricardo Kik, mo-
rador na rus do Parlo n. 119. e no espago de 40
dias obtave melhoras, e boje se acha restabele-
lecida. e por me ser este podido, o faco para co-
ohecimenlo do publico.
Vicente Pereira da Silva Porto
Ra de Matacavallos n. 9. Rio di Janeiro.
Eslava a firma recocihecida pelo tabelliao Pe-
dro Jos de Castro.
Ped-ee polica e aos capiles de campo a
licto, de nac"
representa trinta e t.ntua annos. cor vermelha,
fgido do Recite ern 26 de julho prximo, aPpa-
rece a noticia de que est aeoutado, pelo que se
Anenda se am sitio com proporcoas para
ter annualmente 16 vaccas, e que lenha_ alguna
arvoredus e trra para algama plantagso, n9o
distando mais de duas leguas da traca : quem o
tier annuncie por esle Diario.
Aluga-ae urna meia-agua uos fundos da
ra do Nogueira por s> mensaes: a tratar na
ra do (Jueimado n. 32.
ArmizeoL
Ra do Brum o. 58, com frente para a prsrja
aUga-sa por pre^O comraodo coas calxs para
sssucsr ou sem elles, muito proprios para pada-
ria ou reuaco, por ser bsstaule espseoso a ter
embarque na mar pequea : pera ver e tratar
na rus do Apollo, coa os Srs. Rezende di C.
Remedios do Dr.
Radway*
Resolutivo renovador.
Prompto allivio.
Pilulas reguladoras.
At ao fim do correle mez de agosto deva
chegar impreterivelmenle o vapor brasiletro do
sul, e por elle devem vir estes medicamentos oa
quaes se achavarn o sahida do vaoor passado a
(Odias no Rio, a bordo do brigue cllondar, sem
se tr podido dar urna descarga.
Orogui.l) ra da Imperatriz n. 12.
Precisa-se de urna ion de leite que nao le-
nha limo, na ra do Kargel n. 7 seauano andar
ga-se o segundo andar e a
brado da ra da Lapa n. 13 : na
Vista n. 9.
RA
no
HirEiiiDoa
55.
RA
DO
H1PERAD0R
55.
l"ja do ao-
I .''.' da Boa-
Oabaixo aasignado faz publico au o Sr.
Antonio Carneiro Pinto deixoa de ter gerencia
no seu armazem da ra da atoada, desde o dia 15
do corrente, e qae desea data em diante o an-
nuntiante o nico competente para g,-rir dito ar-
mazem, assim como para cobrar seus debites
Bccife 20 de agosto de 1862.
_______Manoel Barbosa Ribeirn.
~~ Precisa-ae de urna ama para casa do pouca
familia : oa ra de S. FraocUco n. 18.
Osa
J. VlfcNES
(Mu iii c
CORSHLTORfcO MVmkh SOlfitrATIIGO
DO DOUTOS
SAIINO 0.1= PIJIHO.
Raa de Santo Amaro
Novo) n, 6.
Go/uaitas todos os das ateta desde aa *.0 ":*. -f
at meio dia, acerrs d* s^guiataa molestcfi :
moisatias a <..uhertt, maUsiiat dat erian-
Jct, iioicsitoz a ptlU, mr.fsitici duiolhot, mo
ttliat typkiiicat,lodat a* especiad di ftbrt*.
fthrit inttrmiUtntt* a suat consequtnciat,
rKA.IMIA.CU KSrBCUL EOKBOfATBlCA.
Verdadeiroa meditamantoa homeopalhUoa pr
jzrados som todas aa cautela neceaaariaa, tn-
alliveiaem seus effeitoe, tanto em tintura, cerne
em glbulos, pelos pregoe nuie commodos puav
avale.
N. B. Oa inedieamen'.i do Dr. Sabino .-*c
Hnicarn qae o forera !6ra dalla sa falsas.
To>!ssgcarteirae o icompanhada >te ar>.
Imprmo com ^". mblema ein relevo, tendo se
t63> vi seg^intB palarne : Dr. Sabino O. !..
Plfio, medico braailairo. Bsts erablemai poeto
igualmente na lieta dos medicamentos que ae p-
, As iarteiri* qae nao levareo; essa irapreaa
asaim marcado, embora enham aatampa a no-
:-j3 do f>r. Sabino (ofalsoa
Sala para alagar.
Aluga-se a parte ds frente dn segundo andar
da caa n. 26 da rus da Cadeia do Recite, (na es-
quina do becco Largo), por prego commodo : a
tratar na loja da mesma caaa.
Os pianos desta amiga fabrica sao hoj
sobre a sua superioridade, vantagens e garai
inconleslaveis que elles tem deGnitivamenle
prara ; possuiniio um teclado a machinismT
assaz conhecidos, para que seja necessario insistir
Jas que offerocem aos compradores, qualidades esta?
nquUtado sobre todos os que tem apparecido n'esta
que obedecen) todas as vontades e caprichos dos
Aluga-se a casa nova n. 8 na ra do Principe
na freguezia da Boa-Viata, com 3 quartos, 2 sa-
las e bom quintal, cacimba e esl pintada: a
tratar na ra Nova n 3.
pianistas, sem nunea falhar por seren fabricaldos de proposito e ter-se feiti ltimamente melho-
Custodio Jos Alves Gaimarea- avisa ao rta-
peitavel publico, principalmente a todos os sea
(reguezs a amigos, qua se mudo* da loja da
guia da ouro da ra da Cabuga (ara a ra do
Crespo n. 7, para a bem conbecida a sntiga loja
de miudczas au* foi do fallecido Joau Ceg, hoja -
tari conbecida palogalio vigilantea pede 10|rainen'os importantisstmos para o clima deste paz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e
respeitavel publico a aos seus freguezes e amigos,' por isto muilo agradaveis aos ouvidos dos apreciadores.
que o queiraro procurtr no dito estibelecimanlo, Fazem-sa conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel de Paria
SVK^ Vign65' cuja capital foram sempre premiados em todas as expo-
ou vinte por cento. do qu> em outra qualquar stsoes.
parte mesmo estabeleeimento se acha sempre um esplendido e variado sortimento de msicas
O sbeixo atsignado proprif tario do W
hotel Estrella do Sol da estaco da villa A
da kscada e de Qameleira, faz sciente ao ^s
respeitav.l publico e ao corpo de com- *^>
mercio e seus >t igoa que por circums- @
tandas de negocio vio-se obrigado a ,-_>,
mudara sua residencia p de Santo Amaro de Jaboato, desee o
dia 15 de julho prximo passado, aun le
l preteude etabele:er com aiguns de
seus negocios, com a resma protecgo
qae sempre leve de seus honrados ere-
dores visto gozar a meama ccnfloca e <
^ logo qoe se ache estabeleciJo far deca- ^;
K? rar por este j.-rnal. Recite 20 Je agosto
'& de 1851. ;v,
i Aoionio Flix Pert-ira.
9
m

..:-
0 livro di fevo.
Sahio & luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direceo do Sr. Dr. A. Msrqaes Ro-
drigues, e contm a ida de N. S. Jess Christo,
Htiaoio a ::iri.-ro dos qualre evangelistas, a
mais os aeguintes arligos o vigario, o professor
primario, o bom homem Ricardo, a moral pratl-
ca, Simao de Nantua, n>axim?a e pensameLloi,
a hyglane, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicaco do LIVRO DO POVO nao s taa
por fim uniformisar a leitura as escolas prima-
ria, onde Bada menino aprende por um livro
diflereiite, e portanto facilitar o trabalbo do uaa-
tre e do discipuio, como tacnbem vulgarisar, por
am preco baralisaimo, a historia do ailvador do
mando, e os melhoree preceitos de moral.
Veode-ae o Livro do^-Povo, no Recite, na
livraria Ua ;:..;. da Independencia es. 6 e 8, a
500 ra o axemo.Uv ana brochara.
Costuras de saceos.
Aa pessoas que quizerem
C06er saceos dirijam-se a ra
n. 28 B, as quaas nao sendo
couhecidas deyero apresen-
tar fiador. O pre^o estipula-
do de 1$ por cada cento.
oca
6
Avisa-se aos s*nhorea oarives que nio com-
prem objecto aigom de ouro e pedras que Ihes
for apresentado, acm quo o reentrara na casa o.
53 a ra de ilortaa viato o deaapparecimeolo de
.-.i,ii-". olea occasionado pelo iocendio do so-
trado da mesm ms. Ser respunsatel r,erm-
te a lei o qu> aiim o Dter; assim como ser
gr. lltlca.'lo entregando O obi.cto.
Arrenda-ae um exceiiente engenho muitj
(reato, de graude producrao, quasi prompto a
moer con agua, dsndo-se o prime-tro auno de
gr>c >ara u readeiro ter tempo de conbeet-r pia-
tlcameutea qua!idde do terreno, e tambem se
vende s viita ou a psnamentos rr.uity commo-
---------------------------------------------dos melhores compositores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, seudo ludo cla .drt s.r* Dr- iui7 """licip! di segunda vara a
l aos devedores do fallecido vendido por precos muito razoaveis.___________ ?emata?e ^Vb'rnVdl'rVao'Va*417**' "" I
d.s : trata-ee no engenho Be.la Rosa da Luz ou
9e&-&$9't$d9$e99 eooi o Sr,. Ilaooel Ignacio de Oliveira o F.iho.
Subbedo 23 do correla depois da amlitn- [OoRecif*.
Deatisla de
15Rut Nova
Frederico Gautier, cirurgiao dentista
faz todas as opar^^oes drsua arte a e co-
loca denles aritficiaes, tudo com -sdeln
9 rioridade e perfeico que as pessoas-,en ||
25 tendidas lha reconhecem.
Tem agua e pos dentirlr.ios, etc.
a
Roga-se
Joaquim Jos Kibeiro de Oliveira que
teve loja na ra Diieita n. 55, que ha-
j m de vir pagar seus dbitos na mes-
ma loja ou na ra do Queimado n. 41 e
48, evitando desta forma o receber se
judicialmente e publicar-se seus nomes
por este jornal.
Ensilo particular.
Urca persoz eonvuii-ntemente habilitada ''
propoe a eusinar primeir'S Ultras, laura e fran-
cs em algum engenho perto desta praca : quem
qaizer Uatar do ajuste di rija -se a ra da Palma
n. 32. ____________________________________
O Dr. Frederico Schulz, medico, parlelro e
operador, mudou seu consultorio medico para a
ra Nova n. 21, 1* andar, aonde elle pode ser
encontrado todos os dias para txercicio de sua
.ai-nca a qualquer hora do dia ou da noite. Re-
cedo por eacripio.
8 Saques sobre Portugal.
0 abaixo assignado agente do Banco
Uereantil Poriuui.se nesta cidade, saca
Seffeclivamenu por todos oa paquetee so-
b '. o mestno Banco psra o Porto a Lia-
boa, por qualquer aomrna aviste e a pra-
zo, podendo logo os saques a prazo sern,
. aescontafios no insr;jo Banco, na rez'>
O de 4 por canto ao anDO aos pc-rtadorea
qun assim lbeconvier : as ras do Cres-
po n.8oa do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castre.
SEGIMA EDIlyAO
DO
THESOURO HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo duutor
MMM f. 1L. IPllI.
Sste livro que se tem tornado tao popular,
quanto necessario, acaba de sr publicado com
todos es melhoramentos, qae a expfrieacia a os
progresaos da sciencia tem demonstrado. A no-
ra adic;ao em lado superior primeira, en-
terra :
1.* Mais ampias noticias acerca do cautivo
6* molestias, com iodicsr;oes mui proveitosis
dos medicamentos navos recepiementa azperi-
met'.ados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2.* A exposigioda doutna homeopatha.
8.* O esludo ds apropriafo dos remedios se-
cundo as predominanclaa dos temperamentos,
aea idades, dos aexoa, e seguudo aa citcemstao-
iaa atmocpharioa etc., ele.
4/ A preservaco ou propbilaxia das molestias
hereditarias,
5/ A preservagodaa molestias epidaaaicaa.
t.* Urna estampa illaatrada deabooatrativa da
coDlinaidade do tubo intestinal deadea bocea at
o anua etc., etc.
Vende-ae ns fbabdacu especial omiofa-
ikica, propriadsde do suthor, ru de Sanio
Araaro (Uuado Noo) o. 6.
Pre;o de cada exeuaplar. z0$000
N. B. O aenhoresassigaantea qae.'ram man-
ar receber eeui ejemplares.
imUUCis S IPIPlOTiLCi
DA
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Muito fonheciiss nesta curta e era toJ-.s as
provincias deste imperio pelos seus infalliveis re-
sultados em todos os casos de infla minar;;] o sejam
nconlesiavel, e as innmeras curas completas,
oblidas as diversas molestias em qua foram
-pplicadas, o fazem me ecer e conservar a
externas ou internas ( com cansado e falla de, con Banca do Ilustrado publico, queja (iva a
respiracao ) como do estomago, ligado, bago, honra de merecer delle 25 annos de existencia e
Aloga se a casa terrea da ra do Burgos
n. 27 : fatr na ra da Aurora r. 36.
O "Un agai^nado li-irlo pastado aeu fi-
lho Jos Carlus Leit&o de Albuquerque urna pro-
curaco basiaule, aulurisaodo o para tratar de
tofos s seus negocios, e havendo o aito seu fi-
Iho abusado dos poderes que Ihe foram conce-
didos, excedeodo-se a ponto de estar veudeDdo
todos i a seus b n-; declara e faz publico que
de hora em dianle nao mais seu procurador,
flcando sssim cassada e sem efTeito algum a pro-
curaQo que lhe passou. sendo por conseguiute
oallos todos e queesquer negocios, emiratos ou
transaeces que fizer em virtude da mesma
procuracao. E para que ninguem allegue igno
rancia, e nao faga com o mesmo seu lilho nego-
cio algum em oome do abaixo aasigaado, faz o
presento anouncio que ser publicado seis vezes
pelo Diario.
Gamelelra 17 de agosto de 1862.
Garlos Leitao de Albuquerque.
Gabinete tedicocirurgico.
Ra das Flores n. 37.
*J) Serodada consultas medlcas-cirarfi-
cis pelo Dr. Estevo Gavalcanti de Albu-
9 jaorque da 6 aa 10 horas da manhaa, ac-
% cadiado aos chamadoacom e maior bre-
j vidade possivel.
Z l-o Itrios. a
J.* Kir les lias de p elle.
8.* dem do olhos.
4.* Ioemosorgaosgenitees.
S Pralicartoda eqealquer operaco em
E seu gabinete oa, em caaa doa doentes con-
Z forme Ihee for mais :onvanienta
** @# aX#Jl *
bofes, rins, tero, peito, palpitagao de corago,
garganta, olhos, e'ysipelas, rheumalismos, para-
[Ijsia e tolas as eiTeccoes nervosas, e'c; etc.
Igualmente para quesquer incbatjdee, feri-
|das, luttores inle.--tinaese venreos, escrophulas,
lobinhos, papos, etc., etc, sejam quar for o seu
de pratica.
N. D Nesta cite e de tod s os pontos deste
impono receberu-se participaqes satisfactorias a
respailo dasdias Chapas Medicinaes.
As ene irnmendas das provincias devem ser
dirigidas por ercripto, com todo o cuidado de
1
lamanho e profndela, por meio ua suppur$ao fazor as necessarase*plca$oes, se as chapas sao
serao radicalmente extirpados. para homem, senhora, menino, ou crianfa
( Estas Chapas nao podem fazer real do declarando a molestia e em que parte do corpo
forma ilguraa,. ellas lera sido applicadas aos existe.
olhos cora o melhor successo, vejam-seos atiesta- I Para incli3c,03s, fe'ilas, lobinhos, papos etc.;
dos de curas completas quej foram publicados o molde justo de seu tamaito em um pe lago d
pelos jornaes ) ppel a declaragao onda exisle, a fim de que a
O uso dellts acconselhado e receitadas por chapa seja da forma da parte, affectada, e para
habis e dislinctos facultativos, sua efficacia ser bem applicada no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serao acoropanhadas das suas com I Consultas as pessoas que se dignarem honra-
petentes explicases, e tambem de todos os ac- lo com a sua confianza, todos os dias sem ex-
cessorios necessarios para suas a^plicagies. [ ceprjo. das 9 horas da manh s 2 da Urde.
aESiC^Btelria-H^OlslBO
||9 Ra bo Parto ||9
indos os seus prtences o gen-ros na mesma
Batid* jas de bolinhos
Com perfeico preparam-se bsodeijas cora dif-
extstentes. cuj arren.aisCso lera lugar na sala !, terentee moleli.e de ermaco e chelas com te
das audiencias : a ultima praca. por execuco melhores qualidades de bollo boa do nosso mer-
de joaquim Lopes de Aldiei la, contra Uarcolinocado ; assim como os meamos em libr>a por
lantiliano de Oliveira.
m
A Aluga ae um preto el e robusto para
^ qualquer servico, na ra da Imperatriz ^
B n. 2 segn io andar. $
No da 23 do curreotH ae ha de arrebatar
em praca do Sr. Dr. juiz da segunda vara ao ci-
vel na isla daa audiencias, depois de fio Is a au-
diencia, oa bns movis de Joaquim Jos e Sau-
t Anne, por execugo da admioistrero da ordam
terebra do Caroso.
por
preco razoavel tambem tola a qualidale de
pailelaris e pndini e boio (raocezes e divertos,
oiinis b-rr, feito de nosso paizcom ssieio :quem
precisar procure na ra do Rangel n. 60, para
ajuatar.
MM
Precisase de urna ama forra que saiba fazer
lodo o servido de urna cas de pouca familia :
ns ra do Queimado n. 39.
Aluga-se
o primeiro andar do sutirado sito ns rus Augua-
la o 43 : s tratar no svgurnlo aodar.
^iiia.
Piciss-se de urna ama pira comprar, cosi-
nhar e engomiuir para nma pessoa : na ra da
Penha n. 4. primoiro andar
---- L II.d
Defsosito dos mais afama-
das pianos dos melho-
res fabricantes da Eu-
ropa.
Este estabeleeimento acaba de receber e pia-
nos do celebre fabricante Cari Scheei. O pre-
prietario do estabeleeimento tem a honra de con-
vidar aos Illm?. Srs. professores e dilectanli vir
apreciar as qualidades eos referidos pianos. Con-
tiaua-se sempre com esmero e promplide a fe,-
ter-se qualquer reparo nos ditos iosirumentos, e
arina-se os pianos debaizo do melhor systema l-
timamente usido na Kuiopa.
pessoa qutrenuo Oeuicar-se a vida do Na ra da Gluna n. 1U lava-eee engoma-
campo, quer ser lavrador da algum eogei.hu que se cosa perleiqao por menos preQo do que em ou-
offerer; viutagens, tem alguna escravos e alguos Ira qualqiipr parle.
recursos : algum seohor que li^er um bom sitio
* queira contratar algan npirorio. annuncie.
Arreoda se uiu eogeabo que seja uas pro-
ximidades da via-ferrea, ou que leuba porto da
embarqae, com animaes, estando moente e cor-
rente, qae. teoha boa trras, eluda que nao s-ja
la grande forja ; qaem o tiver aanuucie por es-
ta Dtr.no.
4& Aiua se ou ?eude-se oes sitio na ea- ft
^ Irada da Torre, com oplima casa, excel- !|
W lente banho e muiss arvi^re fructferas : xS
;$ a trata na ra da Imperatriz n. 2 4, se ^
si gundo andar. &
O professor de latim da freguezis de S. Jo-
s desta cidade, abaixo a*sigoado, faz scieule ao
Bublico que mudou a aula e sua residencia para'
o sobrado sito no largo da ribeira n. 5.
Manoel iraociseo Coelho.
Aluga-se
EHve retratista.
am terreno em Ssnto Amaro aliante do hospital
iogltz, com muro e purtao ns frente, todo cer-
cado, plsotado de catira e com cocheira e quar-
to demoradla : quem pretender dirija-ae a ra
do Vigario escriptorio de Jos Baptiata da Fon-
seca J-nior ou no Isrgo do Corp.o Santo loja de I Bailar 4 Olreir* aacam sobre a otaca do
cabos de A. Madero. Porto.
Rus do Crespo n. 18, primeiro andar, tiram-
se retratos pelo systema dagaerraotypo por m-
dicos precos ; vo-se tirar retraloa de pessoas
morlaa dentro e fora da cidade.
tt 0 Dr: Amonio Agripino Xavier de Bn-
= to mudou sua residencia da ra da Im-
perauit n. 47 para a uiesma ra n. 14
f ou'e pode ser procurado a qualquer ho-
g* ra, para o exercicio de sua proissio.
Precisa se de um meoinn de 12 a 14 annos
psra taberna ; defroritw dn n. 1 da ra da Moeda.
Aluga saa taja do sobrado n. 81 sito na
frua do Imperador do la lo do caes, cora grande
eiien-,i,i e comsaodidades para quilquer esta-
beleeimento, a qual tem dse desoecuparno flm
do corrente mez, quem della precisar dirija-ae
so prirreiro anaar do mesmo sbralo que achara
cen quem tratar.
Avisa-se a um senDor marcineiro que dou
um assenio de sof de amarello para empalhar,
na ra da Paz, outi'ora ra do Cauo n. 22, por
Kty, em dezembio de 1857, qae venha buscir na
ru do Imperador n. 24, no prsso de 15 das, con-
tados da data deste, do contrario ser tendido
para pagamento da palha. Recite 22 de sgoilo
delStiJ._________________
O abano assignado aacrivo da irmaudade
do Senbor Bum Jetua daa Dures em S. Gongslo,
convida a lodos os iru.os aflm de proceder-se
elei^o de nova n esa regedera, de cooformidade
com o capitulo 8o J 4* do nosso compromisso : no
dia 2i do correte pelas 9 horss da menha.
___________J"o Maanel Lmoda Rocha.
Aluga-se por doec annos o mo ua uva
rCarvalho, no Maoguinho, com urna excellento
casa de campo deutro do mesmo silio, roobilha-
da e com todas as coramodidaes para numero-
sa familia : quem o pretender queira entenderse
com Manoel Gon;alves da SiWa em seu escripto-
rio ra da Cadeia do Recif-t O. 39 ou com Ber-
nardino Dui>rt que se acha no mesmo sitio.
Alugamse dous grandes arma-
zens na ra da Concordia proprios ptra
qualquer estabeleeimento em ponto
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo-
s Alves na ra da Cruz do Recie.
Aluga-se urna loja propna cara negocio, no
largo da Ribeira : a tratar no largo do Terco nu-
mero 13.
Na ra de lionas n. 20, vende-se um guar-
da luuf i por preco muito commodo e na mesma
loja aUgam-se trastes._______
Aluga-se urna boa casa sita no
lugar ponte de Uchoa a raargem do rio
Capibaribe, com acommodacoes para
grande familia : quem pretender enten-
da-se com o bacbarel Manoel Gentil da
Costa Alves no mesmo lugar.


f
DIARIO DI tKkHAMIUCO SABBADO 3 DI AGOSTO DI 1161

/
Casas para a Vagar.
Aluga-se o 1 andar do sobrado n. 24 da ra
da Cruz, proprto para escrlplorio, e o 2* andar
da ra da Senzella-Nova, o. 9 ; quem pretender
dlrija-ae a Parete Viaoua $ C, ra da Cadeia
do Kscif*. n. 17.
No da 23, aa 11 horas, ae ha de arrematar
no rateo do Terco, na porta do sobrado d. 12,
o espolio do finado Italiano Angelo de Marci.
A pessoa que por eate Diario ae tem offe-
recido para lavrador de am eogenho, dirija-ae
i ra do Rosarlo da Bj- Vista, n. 12, que achar
comquem tratar.
Aluga-ae dous prelos e urna prala para ludo
o same; >, am delles tem alguma pratica de ca-
raplna ; quem quier, dirija-se a padaria do
Maagaioho.
Preciaa-ae da um (eilor para tm pequeo
aitiooa Capnega ; quem preteuder dirija-se i
ra da Cruz, eicriptnrio, n. 44.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra da Cruz, n. 18, no Recite ; a Miar na casa
do Sr. Correia, n. 46 na mearaa ra, ou a (al-
iar coro Jos Anlunes Guimares.
Alga-se o 2* andar e aolo da caaa aita
di ra da Cadeis-veiha, n. 18. com bastantes
commolos. a tratar na loja da mem.
Praocisco Antonio Peraire, subdito porto*
guez, retirase para Maeei.
Aluga-ae urna casa terrea do principio da
ra Imperial ; a tratar na ra do Queimado nu-
mero 32.
Lavagem e engommado.
Liva-ae e engomaia-se com brevidade e per-
feijao, e por mdicos preQos : na ra da Impera-
triz o. 24, segundo andar.
Vende-se um eicellente bratjo de balan;)
de Romao, com conchaa e correntea prompto a
trabalbar ; na ra dos Gaararapes, armazem nu
mero 28.
Vende se orna propriedede de trra junto
a villa de S. Jos dos Rezerros, que diata duas
legoas. a qual tem de freote urna leoa, e de fun-
do legos e roeia, aaodo caliogaa e matas virgens,
propriaa para a planUfio de algodo, e nutras la
vouras, teodo a gravidade de paasar o rio de lpo-
juca perto ; quem pret-nder comprar, dirija-sa
ao eogenho Bracos, a tratar com o seu dono, que
todo Dfgorio far
_ Vende-se urna pr*ta crioula morja com ha-
bilidades e aem riti algum : Da ra do I.itr-
menlo n. 13, ae dir.
Ghegado pelo vapor fran-
cez s para o vigilante.
Lindos pontos de marrafa.
Sao chegadosos linios pentinhos douradinhos
com maito lio das molduras da difT^re t s goatos
para marrataa ou trsvessos, poia s com a vista
os compradores podero apreciar o quaoto ao
delicados, pelo barato prego de 3 o par, sssim
como sem ser doarados de lindos goatos, pelo
barato prp-o de 2J o par: s no vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Luvas de pellica.
Tambem sao chegadas as rerdadeiras luvas de
Jouvin muito frescas, tanta para homem como
para snhora : s no vigilante, ra do Cres-
po n. 7.
Associaco com-
mercial benefi-
cente.
A directora deata associajao, em eonformida-
de do art. 28 dos estatutos, convida os senhors
socios efleclivos a comparecerem a reuoiao da
assembla geral da mesma, que lera lugar no dia
25 ao correte ao meio dia, na sala das seases,
am deser apreciado o relatorio annoo, appro-
var-se a alterado feita em alguna artigas dos
estatutos, e oomear-sa os membros que devem
Substituir a actual direegao,
Sala da Associaco Commercial Benec6nte21
de agosto de 186*2.
Maooel Alvos Guerra,
Preoisa-se do un.a ama que aaiba lavar e
eogomsaar para o aervigo interno de urna ciaa
de pouea familia: Da ra estreita do Rosario d.
10, segundo andar.
Compram-se secues do boto banco de Per
Bambuco : no tscriptorio de Manoel Igoacio de
Oliveira & Filho, larg do Corpo Santo o. 19.
Vende-se para liquidar eontas urna taberna
em boa looalidade, e bem afreguezada: os pre-
tndanles poderao dingir-ae a ra do Codorniz
numero 1.
Vende-se a typographia que fui do Purita-
no, prnmpta para trabalhar, por ter tolo o pre-
dio para este Qm : a tratar na ra doa Prazerea
dobairro da Boa vial, n. 7.||
Compra-se urna nagrioha ou mulatinha, que
aiba lr e escro/t-r ; quem tiver leve 4 ra do
Queimado, '. i n. 4.
Vande-seuma mobilla do jacaraDcom ptdraa
brancas, ama dita de amarello de rail e de mui-
to bom gosto, vidrospara esselho de todos os
tamanhos de 12 at 36 pollegadas de altura, ri-
cos trem de Jacaranda com consolos de padra,
girotua laca, molduras franeezas para enfeites
de orotsrios e outras moitas obrss de bom ges-
to e por barato prego ; na ra da Cambna do
Cuoio o. 12, loja da amtioeiro de Joao Guacal-
res Laces Lisboa.
Grande sortisaeto.
Na taberna grande da Soledade ha para ven-
der oa geDeroa maia noves possiveia e muito em
conta : manteiga ioglaza flor a 720 a 800 ra.,
fr*nc*za nova a 640 r?., cha muito fino a 2J500,
dito preto a 2g, queijos do vapor a 2*. ditoa do
serta o r-prioa para mimos *or ser muito do-
vos a 3*-0 rs., mascas a 328 rs., espermacete
bom a 720 rs., alanos eegarrefado do Porto al*,
dito muito fiooem pipa a 640 rs., da Lisboa e
Pigu de de gneros novoscujos se veo Jera mais bara-
to que em outra oarte: na bem conhecida ta-
berna grande da Soledad*.
Vende-se um excellenla cofre de ferro,pro-
ys de fogo, proprio para qualquer eetabelecimeo-
to.com propnrges para guardar dinheiro e 11-
vroscom a oaior sepu'auga possivel: na ra de
Apollo, armazem n 38.
Grandes vaquetas
pira cobrir carros e outras mais pe-
i|uenas para guarda lama, por menos
do que etn outra parte: a' ra Direita
n. 45.
Saiip e Lisboa en frascos
Vnde-se o superior rap princeza Brasil che-
gado pelo ultimo vapor francez Estremadure :
na loja de Marcelino & C, raa de Crespo n. 5.
Grodebicoal20
ris a libra, e sendo de 10
libras para cima a 100 ris
Vende-se nicamente por estes pregos nos r-
mateos progressista e progresssivo. no largo do
Ciro o n. 9 e ra das Cruzas o. 36, affianga-se
aer rouilo novo.
L~j-i de miudezas,roa do;
Queimado n. 5 A, de
GuituarSes 2ocba.
Para baloes.
Molas cobertas de fio para saias a 160 rs. a
vara.
Agulhis victoria o papel a 120 rs.
Ditas fundo doarado a 120 rs.
Linha de peso, meada a 100 rs.
Dita (roza para bordar a 80 r.
Dita de carretel, 200 jardas a 80 rs.
Dita de coras, aailqaet quilidade.
Gravatas
com btense sem elles a 1?, de cores e retas,
para homem e meninos.
Tranca de linbo.
Rceb?u ttm linio soriimento destas trancas,
proprias para as leves roupas da festa, justo
que vo-se prevooindo.
BotOes
para casaca e cassreque, de eores a pretos, para
Camisa malreperola fina, do ossa para caiga a
320 a greza, muito fios.
Clchete*.
Esta loja desajando sempre ter objeclos novos,
recebeu clcheles reforjados do fio batido, as
g. x.-.s saj em forma de urna carteirioba que se
torna mailo elegante, s ha na Esperanga a 80
rs. a cauioha, em cario a 60 rs., oa daa por
600 rs.
Pennas de a^o
cnligraphicas por 2g e 2*400, verdadeiras de Per-
ry, e de outras qualidades, por menos do que se
costuma vanler, caetas para ae adquirir urna
psito el-gant (escr*vodo) a 500 rs., de mui-
tas qualidades como de borracha a 160, a balo a
160, a pistolete a 120, e muito boas e muito ba-
ratas por 40 rs. cada urna 11
Perfumaras.
O cheiroso o suave sndalo a 1JJ600 o frasco,
(essencia concentrad) palbchouly, o mbar,
bouquet de nupcias, o de Ljhore, a vetivU, a
magnolia, a rosa, o jasrnif, a flor de larangeira.
e um completo sorlisoaoto da perfumarla que te-
mos, tmto franeezas como iuglezas.
N. B. Temos fetto ltimamente um contrato
com um fabricante que nos pe'mitle vender este
genero, cujo consumo se adiaola, por pregos in-
teiramenle baixos e -n rivalidade.
Veode-ae uaia eacrava d* 18 auooa de ida-
de pouro mais ou menos, que faz bem o tervigo
diario de urna casa, a tratar na ra Direita pada-
ria n. 84.
Calcado francez,
Loja do vapor, ru&Nova n. 7
Grande sortimento do calgado francez, bara-
tissimo, vista das qualidadee ; quem duvlJar
deve ver na loja do vapor, ra Nova i. 7.
Gal de listea
A 5,000 rs.
Veade-se barra com cal nova ehegada ltima-
mente, a 50, 00 antig.) e acreditado deposito da
raa da Brom a. 66 armazem.
flLMR&IA
DA
FubI kw-Moor,
Raa da Senzalla Nova n.4t.
Vasta astabalesimento eontinua a haverum
completo sortimento da moandas a meias moen*
las para asgeabo, machinas da vaper taixai
de farra batido a coado da todos os lamanho
para dita,
AltfBClO.
Vende-se ama rinda casa de dous andar** e
solio, aa ra da Guia d. 40, e ama dita terrea oa
ruadoAragaon 18: os pretndenos dirijam-se
ru,a ,No,Ta Jla 18, das 10 horas da msnhaa
s 4 da tarde.
eite puro.
Na taberns do Iqjq Simo, na ra do Vigario.
Ricas fiveUs douradas para
sinto.
Vendem-sa Creas douradas a 2 e 2$500, as
mais modernas que tem vindo ; na ra do Quei-
msdo n. 63, loja do Beija-flor.
Ricas voltas de aljofares.
Vendem-se voltas de aljofares com craz depe-
dra isuitando a brilhsnte ; na ra do Queimado
numero 63, loja do beija-flor.
REMEDS INCOmPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Militares da individuos de todas as nacfa
jodea testera un ha. as virtudes desteremedij
incomparaveleprovaremcaso necessario.qua,
palo uso que dalle fizeram tem atncorpo 1
easbrostnteirameBtesaosdepoisdahaTejrem-
fregadoinutilmanta outrostratamentos. Cadi
pessoa poder-sa-haconvencer dassascuras ma-
rayilhosas palalaitura dos peridicos, quelh'ai
relatam todos os das ha muitos annos; a i
naior parte dellas sao to sor prndenles qm
admirara os medios mais celebres. Quanu
pessoas recobrara com asta soberano rewedk
o uso de seus hraSos a pern.s, depois dedur
permanecido longo lempo nos hospit.es, o t*.
deviam soffrer a amptjtaeio I Dallas ha iBU
eas quelavendo deixado esses, asylos de pade-
umentos parase nao submetere a essaope-
raSao doloresa foraaacuradas completamente
mediante o uso desseprecioso reeedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reeo
ahecimento declarara estesresultados bena4-
eosdiante do lord corragedor e outros aagis
trados.afimde ais autenticare sua afirmath
JNingiiMB desesperara do estado desaude se
tivossebastante confianSa para encinar este re-
medio constamementeseguindo algum lempo t
tratamento que necesstasse a natureza do mal
cujo resultado seria provarincontestavelm.nta.
Que ludo eura.
larmente nos sea^nlnteseaRos.
Alporcas
Caimbras
Callos.
enceres.
Cortaduras
Dores decabeja*
das costas.
- dos meiabros.
Enferraidades da cutis
m geral.
Ditas de anus.
Rrucgoas escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
fiengivas escaldadas.
Incbages.
nflamtnago do figado.
Inflamwago da bexig
da matrix
Lepra.
Males das pamas.
dos peitos.
da olhos.
Mordeduras da reptis
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queiaadelas,
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, aa qualqur.
parte que saja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares;
Veas torcidas ou
das as pamas
no-
liuntias.
Pomada imperial, frasco a 2#.
Japonaza a t#.
Imperador a 1$.
Imperatriz BuReofa a 1,9.
ExooMgo universal a 8500.
Mogas americuias a 500 ra. e 1$.
rgo em frascos a 600 rs.
Grande, grande, muilo e muilo sortimento.
leos
para cabello, em yirtude da depreciagoque len-
do tida o oleo dito ptulocome sociat bjgieo-
Dqu<>> por ter vindo todo falsifcalo, recabemos
um artirfo idntico aquella da fabrica deMoopu-
las que garaulimos ser o melhor cosmelique pa-
ra o cabello, e os aromas escolhtdos lio suaves e
duradouros que desafia mesmo quem nao queira
0 comprar.
Manteiga iugleza e fran-
CFza,
Vende-se manteiga ingleza a 760 rs. a libra,
dita (raoceta a 600 rs., banha maito alvn a 400
rs., alelria e macaro a 320. tapioca a 140, csr-
rapato a 360 a girrrafa, gomma muilo alva a 80
rs. a lib'a, arroi de cases a 160 a eula, passss a
S00 rs. a libra, masaos de palitos bem feitos a 200
rs., botija com gaoebra da Hollaada verdadeira a
400 rs. ; 00 paleo do Terco, travessa do Forte
numero 21.
Manteiga ingleza eran-
cez*i.
Manteiga Ingleza de primeira qu.-.lidade a 800
rs., fraoceza a 600 rs., queijos do sertao, de
mantetga, a .V'O rs de coalha, a 400 rs. banba
refinada a 440 rs.. em barril 400 rs,, gomma de
araruta a 100 rs., e 2;S0ll a arroba : na tua das
Cruzes n. 24. etquina da (raveosa do Ouvidor.
Vendem-se manteletes preto dn grosdenaple,
fazeti'a iriteiramente nova a 10J 15JJ, e 20g rs :
na ra da Imperatriz n. 48, junto da padaria
fraoceza, loja de Paredes Porto.
Toalhas e guarda-
n^pos
Muito barato!!!
A' loja do Porto, esquina da ra da Madre de
Deas, acaba de chegar um completo aortimento
de toalhas de linbo para mos, e guardanapos:
os quaes se venden) por diminuto preco para fe-
char cootas, pois sao vendidos por conta do pro-
prio fabricante.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral da Londres n. 244, aStrand, a na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
imerica do sul, Havana e Haspanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha con lene
Facas e garios
Vndem-se facas e gerfoa fioaa de cabo de ba-
lanco de doua boioea a 6J800. ditas para doce a
5g800, dita de um boto a 6*200. dita para doce
a 5200. dita preta avada a 3600, dita branca
a 3400, dita rolija a 3 a auzia ; na raa do
Queimado o. 63. lojn do b*ija-flor.
Jugo de vispora.
Vende-se joo de vispora a 1# ; na ra do
Queimado p. 63, loja do beija-flor.
Anvelop^s.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades,
brsoco a IjiOO e 1*400, azul a 19, e de corea a
1*400: uarua do Queimado n. 63, loja do bei-
ja-flor.
Papel adamascado de cores.
Vende-se papel adamascado de cores a 800 e
1*. dito braoco a l$z00: na ra do Queimado n.
63, loja do beijs flor.
feHMt !Tlff\ af Si PTi,, VV O '
Kua &U UUjblMaAil JSL.k*
Gravatinhas de seda.
Vendem-se gravalinhas de seda para senhora,
de diversas cores .- na ra do Queimado d. 63,
loja do beija-flor.
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas tiraa bordadas para vestidos
e aaias brancas a 800 el*: na ra do Queimado
n. 63, loja do beija-flor.
Chumbo! chumbo!
Vende-se chumbo de munic^o sortido e de di-
versos nmeros, a retalho ou em porc.des, por
prreo mais barato que em outra paite : na ra
larga do Rosario n. 34, botica.
Libras sterlinas.
Vendem-se no escrlptorio de Hanoel Ignacio
de Oliveira & Filbo, largo do Corpo Santo d. 19.
Sortimente complato da sobresasaeos da panno a 25*, 28*, 8C*a 3|, casacsi mattt r
(citas a 25f, 28$, 30$ 85J, palttots asaaacados da panno pretode 16 at 15*, ditos da sasaattaju
de cor a 15*, 18< SOg, pas tota saceos d panno a csaemira da 8* ale 14*, ditoa aaccoa a* *s>*.*
marin o la da 4* at 6*, sobra de alpaca a merino de 7* at 10*, calcas prstas da casimira a
a* at 14f, ditos da cor ua7* at 10$, roapat para manloo de todos os tamanbos. graod* sor -
meato de roupas da brins como seiam calcas, palstots a colietes, sortimeoto da colletcs pratus S
mtim, sasemlra a velludo da 4* a S$, .{tos para casamento a 5* a 6*, pal tota brancos de bn-
saanta a 4* e 5|, calQt braccaa ffialto 9nas a 5|, am grande aortmaota da fazeudaa floa a e m*r-
mrnas, completo sortimento de nasemiras inglezas para homeaa, menino a sai>hora, seroaias *-
dono ealgodao, chapeos ds sol de seda, luvas da seda da Jouvin para homam e aanhora. T*h
icos ama grande iabrica de alfciat* onda recabemos eDcommeudas da graades obras, qae paaw
pao eat sendo administrada por a hbil msitre de samalhact* arta a um pesaoal de mais 4 -
liucoenta obrairoi essolhidos, portento axecutacsosqaalqBer obra com promptido a maia barsij
de qaaam autra qualoue? caaa.
m NOVA N
exposigo de fazend&s baratis
simas na ra da Imperatriz
na loja e armazem da arara
numero 56, de Magalhes &
liendes.
VDde-se muito barato para liquidar, a ser:
cortes de chita com 12 1(2 coaaos por 2J50O, di-
tos de csrsas de cores a 2*500, ditos pretos a
2*500, chitas escuras a 160, 180 e 200 rs. o co-
vado, ditas franeezas a 220, 240 e 280 o covado :
Di ra d Imperatrix. loja da arra n. 56.
Vend
ditoa da
abe
cad
nu
Arara vende os chales.
r-se chales de merino entampados a 3>,
a teda a $, ditoa de laa a 1*. ditos
ardanapoa para asess a 200 rs.
da Imperatriz, loja da arara
veodefb-ae cha
oa da JB/a a sed
ertos fW>IO, gm
da um l ni ra
mero 5v
Adrara vende as gollas.
Vandeib-se gollinhsa para senhoras a 500 rs.,
urna instrueco em portuguez para explicar c d'1" c*m D"tOIi"bo a 640, ditos redondas de
mJn A. t.,.. .,. a.,.. ..-_.... i traspssso a 1*, manguitoa e gollas da linbo par*
modo do fazer uso desle ungento. .eDDorsi, 2>; lei,Co. braneel
U deposito geral i em easa do Sr. Soum, i byrinthoa 1*600 a $ : oa ra da Imperatriz, lo-
harmaceutico, na ra de Crux n. 32, a i*d* rara o. 56.
paroarabuco.
mTSfl MEDICO nOit^LLUW V>
PILLASHOLLWOYA.
Arara vende as capas.
Veodam-se rics caprs para senhoras, de groa-
danaple jreto a 20 e 25*. ditas de linho de cores
a 6*. ditas de la a 9J, ricos cottes de organ'tys
r-ste inestimavel especifico, composto inteira- rcom duas saias e com 25 aovados por 8*, ditos
inte de hervas medicinaes, nao contm mercu- Usos com 15 covados a "/, ditos de la de duas
Rival sem
igual
Rival sem ignsl
Rival sem igual
Ra larga do Rosario n. 36
Rus Isrga do Rosario o. 36
Ra larga do Rosario o. 36
Pedro Tineo vende
Pedro Tinoco vende
Pedro Tinoco vende
Miadexaa muito baratas
Miudezas muilo baratas
Miudena muito baratas
Cartoes de clcheles francezea a 40 rs.
Eslampas de s*ntoa a 1(0 ra.
Ditas com vistas de Ruerra a 2C0 ra.
Ditis com personagena a 320 rs.
Pentes de borracha pira alisar 560 ra.
Siotoa Ouurados a 1*600.
Agulhas'fnncezas em caixinha a 220 rs.
Las para bordar a 6S40O a libra.
Tesooras finaa com to^ua a 400 rs.
Boide para punbo a 120 e 160 rs.
Tioteiros com tinta e lampa de metal a 160 rs.
Meias cruas para homem a 2*100.
Ditaa brancas para seohora a 2(400.
Enhiles pretos a 4*800.
Linhas de croxel para bordar a 640 rs. o masso.
Jogos de vispora a 800 rs.
Ditas do bello xsdrez a 1(600.
Gravataa com bola* a 1*000.
Pinceis para barba a 400 e 600 rs.
Pulseirss de missaoRa a 1*280 o par.
Carreteis de linha a 30, 40. 60 e 80 rs.
Luvas de seda coaa toqae a 200 rs.
Escoras para limpar denles a 240.
Ditas para cabello a |g.
Ditas boas para nabas a 320 e 500 rs.
Ditas para roupa a 800 a 1*.
Assim como um sortimaoto completo de rap
Paulo Cordeiro a 1*500, gaase grosso a 1*600, dito
meio grosso a 1(600, dito fino a 1(280, Lisboa a
2*600, rolao [ranees a 24900, Mearon 1{U40.
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio era alguma outra substancia delecteria. Bei
nigno maistenra infancia, e a complei$ao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desanetgar o mal na compleiQo mais robusta*
^-enteiramete innocente em suas operarles e ef-
leitos; pois busca e remove as doengas da qual-
quer especie e grao por mais amigas a tenaze
que sejam.
Entre rnilhares de pessoas curadas com asta
remedio, militas que j estarn s portas ds
morte, preservando em seu uso conseguirn;
recobrar a saude e forjas, depois de ha ver tenta-
do intilmente todes os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-sea des-
esperarlo; fajara um competente ensaio das
efficazes eSeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuporaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar esta remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades ;
evidentes epilpticos. Febreio da especie
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthraa.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou extenua-
?o.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
da barriga.
nos rins.
Dureza no ventra.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Gotla.
Hernorrhoidas,
Hydropesia,
Ictericia.
Indigestes.
Infla mma^oes.
Irregularidades da
menslruaco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abslrucfo do ventra.
Phtysica ou consump-
co pulmonar.
Retengo da ourina.
Bheumatismo.
Symptomas secundario!
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
saiaa com 22 covados a 8*, ditos de gorgur3o
com 18 covados a 6500 : na ra da Imperatriz,
loia da arara n. 56.
Arara vende os corpinlios.
Vendem-se corpinhos bordad."* psra meninoa
e meninas a 1* caa um, prcas de liras bordadas
da largura de 4 e 5 dedos a 1g280 e 1*600, percas
de entremeios bordados a 1*. Ig200, 1*400 e
1*600 ; na ra da Imperatriz, loja da arara r,u-
mro 56.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, ana loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda en toda a America
do Sul, Havana a Hespinha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dellas contera urna instrueco am porlu-
guez para explicar o modo de se usar deslas Di-
luas. r
O deposito gcaal em casa da Sr. Soum
pharmaceuiico, na ra da Crut n. 22 em Par-
namboco.
R elogios
Vsnde-ss am casa ds Johnston Pater & C,
do Vigario n. 3, un bailo sortimento de
lelogios da onro. patente inglez, de um doa mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambem
asa variedada ds bonitos trancsllins nars es
mssmos.
Arara vende as colchas.
Yendem-" ricas colchas para tama atellada-
das piT 8S, ditrs de tusto da cores a 5* e 5*500,
rob. rtas de chita a 2*, cobertorea de algodao a
1* : na ru da Imppralriz n 56.
Arara vende as carcbraias.
Vendanr.-sn pecas de cambraia lisa a 1*600, 2g,
2*500, 3* a 3*500, cassis adamascadas para cor-
tinados com 20 varas a 9*, (lilas de 10 varas a
4*500 > 3J. cambraia de salpicos com 81|2 varas
por 3*500 e 4* ; na ra da Imperatriz, loja e ar-
mazem da arara n. 56.
. Arara vende a roupa f>ita.
Venden) se psletola de panno preto a 6*500,
8 e 10J, ditoa de brim escuro a 3$ o 3*500, caigas
de casemira preta a 4*500 e 5g50U, ditas de co-
res 5*500 e 6*, ditas de brim e fastao a 2*000
2*500, camisas franeezas a 1$600 a 2, dit. s de
peilo defotto a 2*500, cerouUs de brim a 1*600
e2* ; na ra de ln;ppratriz, lija da arara n. 56.
Arara vende as aberturas.
Vendeoa-aa aberturaa para camisas a 240 e 320,
leaos brancos com barra de cor a 80 rs., corles
de caiga decores a 1* a 1*280 cada um, meias
cruas a 120 o par, diUs finas a 2.f.i)l a duzia :
na roa da Imperatriz. luja da arara n. 56.
Arara vende o fil.
Vende-se flllavrado Bno a 1*200 a vara, dito
liso a 720 e 800 rs. a vara, dito de corea a 200 rs.
o covado, lirlataoa de corea a 800 rs. a vara
ra da Imp Arara vende o babariin
VeDde-se a fazenda por nome babadin com
palmas de seda, propria para vestidos a 500 rs.
o covado, alto entestado a 640, laazinbaa para
vestidos a 320 o covado. ditaa multo finas a 500
ra., ditos entestados a 640 o covado ; na ra da
Imperatriz. luj da arara n. 56.
Arara vende o riscado a Gari-
baldi.
Vende-se riscado a Garibaldi para vestidos a
280 o covado, fusto de corea para veatidos-a 280
e 320 o covado, cassaa francesa* finas a 280 e 300
rs. o covado, organdys fino a 320 o covado ; na
ra da Impenlriz, loja da arara p. 56.________
Arara vende os paninhos..
Vendeaa-aepecaade paninhocom 12 jardas por
5*, ditas de madapolio entestado a 3|500, da-
masco da 6 palmos de largara proprio para ma-
sas a 1*100 o covado : Da ra da lmparalriz, loja
da arara n. 56.
Arara vende ts saias.
Veodem-ee salas bordadas para senhoras a
2B500, ditas de 4 panos a 8*. cortes de cambraia
bordados brancos e da cores coa bsbadoa a
2*500, siotoa para senhoras a 1*280 psra acabar :
oa ra da Imperatriz, loja a armazem da arara
numerosa,
Aiitiga loja de Gadault
Acaba de receber de sua enrommenda um grande e variado sortlmeis'.o dos
guintes artigos, os quacs vcioda pornenos 10 por cenlo do que em outra qualquer
parte ; a aaber :
apa
Para msicas.
Variado sortioento de instrumentos
para msicas militares a de orebestra,
instrumeriloa completos de chaves a
apislon muito perfeitos e afinados do fa-
bricante Gautrot Ai- -
Para carros.
Guarnieres complatss para arreios da
carros de metal do principa ede iatao pa-
ra um a dous cavalloa, molas, vaquetas
franeezas para cobertas, ercerados, ga-
ldes, rlets lanternas para carros ecoaps,
colleiras te, etc.
Vidros.
Um grsDde variado sortimeitode can"
delabros, serpentinas, la o ter Das com pin~
gentes a sem alies, palmatorias, copos
para vinho, clices, redomas para ima-
gr.ns redondas e ova* grandes e peque-
as a vontadedo comprador.
Para retratos,
Miehinsa muito superiores franeezas
a americanas grandes e pequeas, grande
sortimento dechimicas pira trabalhar am
lodoa os prnressos, aislabas e paseepar-
tou americanos e franeezas, papel acu-
minado etc.
P&ra noivas.
As mais ricas e legarles cspellns qe*
se pode desejar, assevarando aem errar,
serem as maia botiitai que aqu ttm viu-
do, ricos manteletas pretos cor vidrlbos
(rsDja o mais moderno nete gtnro.
Para presentes.
Muito lindas caiiiuhas para costara
com msica a aem ella, muito proprias pa-
ra dar-sa de presante a aiguma senhora
que se estima, ricos estojos de barba pata
homem.
Espelhos.
Grandes e peqaanoe com molduras
pretaa e doaradas, proptios para ornar bo-
nitas salas, seudo os vidroi muito grosso
e de primeira qualidade.
AVUlfiOS.
Camisas de linho para homem.
Carteiras e charuleiras.
Bandeijas grandes de 30 palmos s 3l\
Gollinhaa e mangaitos para senhoras.
Laa da todas aa corea para bordar.
Talega rea.
Seda ftra de todas as corra.
Lindos enfeites pars senhoras.
Oculos a lunetas de Indas as qualidader.
Fumo trance?, americano a tambem o
spreciavel fumo le borba com os shs
coropetentea cachimbos e lanar! etc.
a
Nesta grande a bem montada fabrica da rrachinismo, a mais aotlga no imperio, continua-se n
sxecutar com a maior prealeza e perfeieo encommendas da toda a qaalidado de machinac usadss
do paiz, teodo sempre prompto o seguinte :
Grande sortimento de moendas d canoa de todos os systemas e lmannos.
Machinas de vapor da diversas qualidades.
Taixaa fundidas a batidas.
Crivos e boceas para fornalhas.
Bronzes e sguilhoes.
Rod;s, rodelas e rodas d'agua.
Guindastes fixos e portatis.
Machinas de cylindros para padaris.
Serras de aro para serrara.
FaU-xas par barcos, etc., etr., tado por prsijo que bem eonalda.
MMWEa
1 W,
1 0 \m?
ara

na !fi?
a m
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Reste estabelecimeoto ha sempra am sortimento completo da roapa taita da
todas as qualidades a tambem a* maoda exacatar por medida vootade des iregae-
zes para o que tm am doa mtibores proUsaoras.
Casacas aa panno preto a 0$,
85| a
Sobrecaaacosde dito dito a 35*
Palatota de panno preto e de co-
res a 35*. SO*, 25*. 10*. 18* e
Ditoa de casemira de cores a 22*,
15|, 12*. 7* a
Ditos de alpaca preta golla da
veliudo francezaa a
Ditos de merino satim pratos a
da cores a 9f a
Ditoa da alpaca da sores a 5* a
Ditos de alpaca preta a9#, 7*. 5* a
Ditos da brim da coras a 5*,
4*500, 4* a
Ditos de bramante d linho brao-
co a 6*. 59 a
Ditos do marin de cor Jas preto
a 15* a
Caigas da casemira prala ede co-
rea a 12*. 10*, 91, 79 a
Ditaa da princesa a marin da
cordo preto a 5*, 6*500 a
Ditas da brim branco a de coros a
5*. 4*500 e
Calcas de ganga da cores a
Colleta da vallado preto a da co-
ras lisos* bordados a 12*. 9* o
Ditoa de casemira preta a de co-
rea liaos a bordad oa a 9,
&500,5|
30*000
305OOO
20*000
9*000
10*000
8*000
8*500
8{500
28500
*000
8*000
81500
Ditos da setim preto
Ditos da seda a setim branco a 6 a
Ditos de gorgurao da seda prctas
a de. coras a 7*, 6*. 4* a
Ditos de brir< fastao branca a
81500, 2*500 a
Saroulaa d* brim de linbo a 2* a
Ditas da algodao a 1*600 e
Camisas de paito defasto branca
ede cores a 2*400 e
Ditas de paito da linho a 5*, 4* a
Ditaa da madapoln brancas a ds
coras a 8*. 2*500, 2* a
Chapaos pretos da maesa frans*ia
forma da ultima moda a 10*,
8J500 a
Ditos da feltto a 6*. 5*. 4* e
Ditos de sol de seds iDglszas a
frantezess 148,12*. 11J a
ColsriDhos da l.inno maito finas
novoafeitios daaltima moda a
Ditos da algodo
Relogios da oaro patenta a hori-
zontal a 1008. SO*. 808 a
Ditos da prata galvaniaadoa pa-
tente e horizoBtaas a 409
Obrsa da oaro, aderemos a malos
adare$oa,paleeiraa, rosetas e
anaia a
Toalhaa da linho dazia 108. 6* e
Ditaa gran i> para masa urna 3* e
5; 5*000
5*000
8*000
2&XI0
li
2*200
8000
1800
79000
2*UU0
7*000
9800
>5O
708000
808000
1
9(000
4j)00(
F*i
r^'-.-?\'NP
1
MUTILADO)


I -.*->. -'--

I
VlUSX) DI FEMAMBOCO. a- SABBiDO 23 DB AGOSTO l 1861
DIH1NUIQA0 DE PREQORival sera se
mmi
FRANCISCO FERMNDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
gundo.
Farinha.
Veade-se farioba en taceot pot 3J200, arrox
pllido por 19800 o 11200 a arroba, arroz de cat-
ea em taccoi por 2|tO0, lado maito bom: bo
armazem do Trapicho afronte 4o caca da alfan-
dega.
A vantafem que o propriatario deste acreditado armazem de molhados un cffereeide, ha
ddo eonhecida pelos seus numerosos fregueses, mas como assim aiada hijam alguns sensores qua
nio se tem dado ao Irabalho de esperimenlar, rogo a todos ellas o favor de mandarem comprar suu
eooommendas no armazem Progresso do largo da Penha n. 10, afm da veriearam a oxaetido
do raen annuncio e a differenga de preeo e qualidade que (az, se fossem compradas em otara qual-
guer parte, pois para isso se recebo em todos os vapores e navios de vela viudos da Europa, a
uar parte dos gneros da conla propria. Pira maior coneorroacii e commodidade, resolveu o
Kprietario encarroar-se paracooi aquellos senhoresque nao possam vir, nam mandir, da des-
bar e remeiter pela via-ferrea para o lugar indicado, todo e qualquar genero e raprado leste
ajrmazam, auaoc,sndo-se serem to Lera servidos, como viaem nessoalminte. pois para asta ro
urna pessoa de confianza para de prometo conduzir as cartas na chegaia do vapor.
Mantaga U^\eZ% de primeira qualtdade da safra nova a 800 o 720 rs. a
libra, e em barril se faz abatimento.
9SaHtega Iraiieeia a mais nova do marcado a 600 rs. a libra, a em barril i 560.
Wi9 UllXlHl o que se pode desejar as te genero a 39000 a libra.
mento.
^JTICJ^OS O.0 "'SlU chegados neste ultimo vapor muito frescos a 29000, ditos" ebe-
gado em navios a 1700.
-*iall, ^?lcY%0 verdadairo inglez a 29000 a libra em porc,ao se faz abatimento.
sMttAS >-?3 confeitadas, conteni diversas iguarias muito proprias
pira mimos a 19000 cada urna.
l}01^&il!u$. de soda em latas coos differentes marcas a 19400, afianra-sa a boa qua-
lidada, assim como tem latas grandes ccm bohchinha proprias para lanche a 29500.
l^&g?lUia& Ao fiJOU.? espe-ial viuho do Porto era garrafado vindo a sigunda vez
ao nono mrcalo a 1320) a garrafa e em caixsscom 1 duzia qor 129000.
w atiO igiff -.l'ASlO das melhores marcas que vem ao mercado, como sejo Duque
do Porto, Carcavelhos e Feituria a 19200 a garrafa.
^H,$T$ta'!j eom \ltift.--a So Porto com 70 garrafas proprio par casa particular
em garrafas 329000, afiancja-s* ser de superior qualidade.
ITillllO esUl pi^>*9 de superior qualidade Porto. Figueira e Lisboa 500, 560 600 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 45500.
BaAtia ffeftaada eai latas com 10 libra* por 49000, e em barril a 400 rs. a libra.
Uletifc* maeaTffkll OJ l^lhaillll a 320 rs. a libra, a em caixa grandes por
65000. afianca-se ser muito novo.
liii slrft^afe Qpai98 mu!o nms a 56O rs. a libra eem barril com urna arroba por
129000 rs.
fl^a^aS COBip^lX'a de escabache das siguiles qualilades savel, congro, corvina,
cherne, pescada, e vezugo a 19400.
las &$ e$en&mset a OSO rs. alibra, eem caixa a 660 rs.
BUaa dt:: eaTAauka refinada a 360 rs. a libra, e em arroba a 11 rs
Prezuiito do reino a 560 rs> a libra> e eM porsSo, 500 M<
Vita i&gieZ para Qarabre a 640 rs a libra.
A.IB 1J.3L-: v-*. Catane$iaa em Utas de i mQia libra por 19500, ditas com 3 libras
por 29600
Qtmim && i\0Uada a 560 rs. o frasco, e 69400 a frasqueira con 12 frascos.
vra\TO a.OS cum genebra du Holanda com 25 garrafas por 99000.
AiOiSta muito limpo, a 160 rs. a libra, e em arroba 49800,
2riV.. "aHal 'UlrOS suspiros em meias c&ixinhas, do mellmr fabricante da Babia a 29500 cada urna
Sris'-SJ o rnais superior que ha no n>orcado a 240 rs. a libra, e em garrafes com 5 libras
por ltOO, s o garrafac val 500 rs.
S'VaaiHi-.a de Franca muito nova a 200 rs. a libra.
SiOWIW muito fina e alva a 100 rs. a libra e era sacas se faz abatimento.
IralitOS llOS para denles a 160 e 280 rs. o mago com 20 macin'aos.
Pato O g' 2 a 29300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
9ttffV4)a B?eta das marcis tente, ou XXX a 69000 a duzia e 500 rs. a garrafa.
SerVftje bTatt^ das raai acre litadas marcas a 59000 a duzia e 480 rs. a gurafa-
W illllO branCO eng*rr3fado ornis superior que tem vindo ao nosso mercado a 800 rs.
tarcbam tenho do barril para 5G0 rs. a garrafa.
ToU'-iaibo v: ?v-l-: *'" a 7900O a arroba e 280 rs. a libra.
flUtffe dO l\O iavado a3O0rs. a libra a a 9&000 arroba, dito de 2. qualidade a
260 rs. e 89000 rs. arrobi.
A$t:" de Maranho a 100 r3. e 120 rs a libra, e em arroba a 39000 e 39500.
SJniCw\tvU-> hespanhol a 19400 rs. a libra, ditto francez a 19100.
>fta'!C%iJl.'>.ad';i imperial do afamado Abreu ede outros rauitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a Ifbra, tambem ha para 500 rs, a libra.
ITrati&S lli Cfclw, pecego, damasco, pera, alperche, e gingaa 600 rs.alalta.
S iafdittl l d'a "NaH\*js| a 380 rs, a lata affiansa-so a boa qualidade, e em por$ao
se faz a batimento.
fibsT^iill iS francezas e portuguezas as maisnovosa 640 rs. a latta, em meias latinhas a[
500 rs.
Ymb.O Ho*&*aCK4 Marg, lbdoqoa e S. Juliende Medoque a 9^000 e 109000
a caixa, em garrafa 800 rs. e 19000.
Salame 0 melhor petisco que polo haver por estar promplo a toda hora a 800 rs. a libra.
eb01&8 MOV S a 19 o.cento e a 19200 o molho com cento e taas, tambem ha
proprias para conservas a 400 rs. o cento.
AfVa CiOCi muito nova a 320 rs. a libra, e em arroba a 89.
*Pa pal gre Ve a 49 a resma, dito de peso pautado a 39, dito almaco bom a 39200.
MSSa p&ra SOp& estrellinha e pevide a 600 rs. a liba, era caixinhas sane mais
barato.
TdSM (le toBiate emlatas de 1 libra por 800 rs ede 2 libras por 19500.
JLttite uOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas com 1 duzia por 89500.
dem de IdhdjS a a 720 rs. agarrafa e 59600 a caada.
.liPnetlortS!; de asea molla a 320 rs. a libra o 89000 a arroba.
Vinagr 4b I.4'O1 a 40 rs. agarrafa e 19800 a cnida a fiansa-se a boa
qualidade.
14481 ;>*> ri':fe das mais acreditadas marcas a 159000 209000 o gigo, a garrafa
a 13800.
I lBt-gre 0.f lie 0 qUess p0]e dezejar nasle genero a 400 rs. a garrafa.
ilC^reS rr : BOeZt^S Je uds as qmliJad-iS quasa procurar a 19000 rs. a garrafa.
trinaa do rauia
Raa do Qaeisaado n. 55, loja da Baialosaa da
Josa da Azorado Hala a Silva, coDhacldo por Jo-
s Bigodinho, asta Tendeado polos procos obo a
todos admirara, qeiram var o que 4 bom o ba-
ratiaaiaso:
Pares da sa patos do triaca saperioras a.
Fraseos do agoa asabriada a melhor a...
Ditos do dita, frascos grandes, a 500 o..
Cartas de alfioetes fraacetes, a..........
Pacotas do papal anisarla, a............
Caixas cosa papal de diversos gostos, a..
Paros do sapatos de la para manios a
?arta do Meo das libas, ..............
Cordaa para violao muito (roseas o no"
?*s, .................................
Fraseos da avaha Phlloeoaae aoparior. a
Ditos do dita de arco, a................ .
Ditos de eheiros maito finos, 500 a.....
Caixas com apparolhoado natal para di-
vertir meninos, a.....................
Varas do franja pira eortinados a toa-
Carriteis da linba preta eom 500. 600 a
aOOjardaa, a..........................
Barril eom phosphoros o mslhor o bo-
*ito: a...............................
sfsssos do liaba fina para bordar a
Traaoa de lia da tedas ss corea poca'.
Peaa de fita do cas, todas aa laraaras a
Crozas de botos de leu;a pratesdo mi-
to linos, a.............................
Pecas do atas do lioho lisas saperiores.a
Ditas da cordoimparial.fiao o grosso.a
Fraooos de mee; parola, maito fino, a
Ditos de dito oleo, maito saperior, a.. .
Ditos da oleo babosa saparior, a 330 o..
Mnaaos as choran, moli lindos, de
*0 s.......... .....
Caixas do p para limpar doDtes. multo
superior, a.......- .
Ditas de phosphoros espacises e aa so-
bresaleats, a....... .
Poes de flandres, pintados muito bon-
l0,. ;.......
Varas de fita para (azor sintos dos me -
Inoras goito, a........
Duzia de pbosphoros do gas, do melhor
fabricante, a *. ,.....
Ditas de canelas de folha, maito boas, a
Liabas da gaz de todas as q.nalidades a bara-
tissimas.
I|t80
400
000
100
700
700
too
80
80
19000
500
800
400
200
leo
ico
140
40
8X0
S40
40
40
SOO
100
600
500
160
160
200
500
240
110
Veuaem-sa lachae Se ierro cuaao flo aeior
mais acreditarlo : na roa do B atucir de Jos da Silva Loyo & C.
Vende-se urna moblllade amarello em paa-
feito estado, comeado IX eadeiras, 1 sof, 1 par
de consoloe, 1 meaa redonda, 2 cadeiraa de brisa
a mais algumas peras : na ra larga do Rtiirt
o. 31. aagando andar.
Vende-se ums tiborna em Apipoaoa, boa
localidade, commodo indepeodente para tarntoVs,
poneos fundos e oases mesmos a vontade
comprador : a tratar na ra da Priia n. 53.
Oleo de ricino, arroz com
casca
Vende-se 125 latas de oleo da ricino, e ama
porcio de arroz com casca, mais barato que em
uutra quilquer parte, ebegado ultimirneute do
Pnelo : na rea Direifa n. 69. padaria de Anto-
nio Aloes de Miranda Guimares.
Oleo de Merchant
O uoico deposito deste precioso remedio pira
todas as molestias dos caballos, mu<)ou-se da
ru do Imperador para o oiio do armazem do
gaz, armazem da bola amarelia, annda se conti-
na a vender pelos presos do 2560, 19280 e 640
rs. o frasco, meio e nuarto.
Caixas de tartaruga e charu-
teiras de charo para^rap
e charutos.
O tabaqoista que aprecia a boa pilsd^'de Lis-
boa oa mesmo Princeza, Mearou etB) etc.,
justo que compre ama bonita caiis deTartaruga
toda marchetada ccm a qual nao se eniCrgonha-
r >le offerecer da bos pitada de sen g-'' a to-
dos os circamstaotes que se acbsrem eV aua ro-
da, mallos dos quaes louvarao o aea bom gosto.
Aisim coroo a eaixa neceserria ao tabaquigli,
charuteira nao superfina no fumante e sendo
fila bonita como sao as de charao noihstas me-
lhor ser porque com isso deixa conbecer quan-
to sabe apreciar o bom. Para os mais commo-
'islas tambem ha bom sortimeoto s todos encon-
traro barileza ama vez que munidos de dinbei-
ro si dirigirem s ra do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
[Leja ass 6 por-]
tas em frente do Livra -
ment.
[BalOes de 15, 20, 30 e 40 arcos.
Grande sortimento de baldes do arcos
os melhores oesta uzeada e grandes,
chitas francezas largas escaras a X2U o
X40 rs. o cavado, ditas astreltes miadi-
ohas a 160 rs. o aovado, eambraia lisa
psrs forro eom 8 \\2 varas a 29 a pega,
ditaa laaa a 89, 49,59 e Cf malte finas,
di ta de sal piqun he em 8 1(1 varis a
89500 a peca, oobortae elcoxoadas bran-
aas o da cores pera cama e 49500 e 5j,
cessas da cores francezas tintas segaras
3X0 rs. o aovado, peca de bretanna de
rala a 2J, algodte traacado alvo mallo
largo para tealhas a 19 a ver, eafeitee a
Garibaldi toaos pretos a 59 cada am, l-
eos raseos eem barra de sores s 130 ca-
da am, raapa feita de todas as qaalida-
das multo baratas, s laja est abarts at
oras da noite.
NaWTEfti
Vcndem em seus armazens
PROGRESSISTA
Sdas m
ai 9 b
NMKN
Sri. e
A.os Srs. ea>MsuBiid*r*sde gaz
os ermszaaa do e4es do Ramos ns. 18 a 36 s
na ras de Trapiehe Nevo ao Recita o. 8, se ven-
de gaz liquido americano primeira qaalidsde a
receatemeate cbogade a 149 a lata de 5 galleo,
aaalm oomo latas de 10 a da 5 garrafas a ens
garrafas.
O
otassa da Russia
e
9
No escriptorlo de Manoel Ignacio de Oliveira 4
Fiiho, largo do Corpo Santo n. 19, por pre^o
mais barato do que ero nutra qualquer parte.
Gaste lio Braoco.alfaiate
iiqtsMa o pre^o, na bem ao-
ahecida loja do Ser-
tanejo.
!lu d fiueimad nc 48
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas aseares flnss e 160, 180 o XOoV
rs., cortes de vestido pretos bordados a
Talludo de casto de 1509 so vender.
por 809,409, 509 o 709.aahidas de baile
do vedado e setim a 129 e 139, carneas
para seahora e 2-jOO e 3$5O0, g^llinhae
de eambraia bordadas s 500, 600, 700,
800, 900 a 19, ditas de 016 bordadae a 120
rs., casaveqaes de fastao a 59, 69,7$, 89,
meias de snda brancaa e pretas para sa-
nhora a I9XOO o par, tiras de babados a
500 e 700 rs., laasde qaadro enfeatadas a
300 e 360 rs. o covado, eambraia preta a
400 a440 rs. a vara, organdys do cores a
600 rs. a vara, fil brinco adamascado
para cortinados e vestidos a 400 o 500
rs. a vara, cortes de olleta da casemira
bordados pretos e 29 o 39000. ditos de
8 velludo de paletots de brim brauco frsncezes a
m 3(500 e 49500, ditos de casemira de co-
8"** res e pretos a 14J e 169. ditos de alpaca
prets a de cores a 39, 33500. 49 49500,
ge. camisas de peito de litih t $9500, eortr-o
S de collete de gorguro a ljU, 19700,
S* 292OO, 3g SgSOO. col1 6i feitos de brim
branco a 29500, ditos feitos de gorgurao
fa 2500e 39500, ditos feitos de essemira
a 38500, 4fi e 4g500, Jilos de vellacio a
g 5, 690 79, diioa de fusiao de coree a
S 18500, um variado sorlimeoto de mwiss
i para homem e sanhora, grinaldue com
* flures, chales de froco, e?p-.ilbos, e to-
S2 da a qaalideda de roapas feitas para ho-
mum que tudo se vende por motado do
I seu valor.
laSTUIiaO
militar.
Por este sonando se faz constar os Srs. offl
Ciaes de todas as armas, tanto daeta provincia
como das mais espitaos do norte do imperio, qe
ha a venda boldes do novo padro, segundo a
ultima ordem do mioistario da guerra, venden
do-ss duai abolueduras por 39, advertiodo que
ama das abotaaduras de padro antigo, faz -as
remessas pira onde forem pedidas, sssim curco
tambem ha para vender o melhor panno azul lo-
gias, o o melbor velludo preto do Porto, fazenda
desconbecidas nesta prsca, o que se vene a re-
ta lho. Os Srs. offlciaesqne esto torada provin-
cia podem renovar cuas consignaQes Osando
quantia certa, e os outros snhores que nao live-
rem procuraco nesta casa podem manda-la, ad-
verando que o lempo para a dita procurado de-
ve ser limitado, scompaahando ama carta de or-
dens pedindo as eacommendas que forera preci-
is, dovendo ser dirigidas a correspondencia a
Joaquim Rodrigues Tavares de Helio, raa do
Queimado n. 89. Tambem ha galo de ouro sa-
perior o ferros frsncezes para alfaiate, asa forja-
da o par 10.
muho alva e cheirosa a 160 rs. a libra.
A ij^* para limpar laceas a 180 rs e em peraosefaz abatimento.
l"*qil IHfleZ a 900 rs. a garrafa e 109000 a caixa com urna duxia.
Alda dos gneros cima mencionados encontrar o respeitavel publico um completo sorti-
mento de tudo que jendente a molhados.
A loja d'aguia fer&Bca, ra do
Queimad) n. 16.
Recebea pelo ultimo vapor os seguintes ob-
ectos :
Bonitas ligss de seds para senhora.
Grandes o bem tosidos bandes de clina.
Aspas de ac, afila elstica psrs ces de balso.
B-taecaa grandes mui bonitas a bom vestidas,
Boaitos baazlahos com 9 frascos de chelros.
Lindas caixinhas com 6 ditos de ditos.
Traocellim grosso de cor para guarnecer vestidos.
Lavaa do cmaras brtaons a amsrellas.
Lindos boies de banha para
presentes.
A loja d'sguta branca aeraba de recabar lindos
boiee da poreellana dearada com fina banha e
maosas iaseripcees, es ajases porsuasdellcade-
zas e perfeiQoee tornan-se dignos para prose-
les, a ceas esposialidaale os aoiaal qaadra, queso
gestar do bom dirtgis-se com diaheiro ras
do Queimado, loja d'amais branca a. 16, sjae acha-
ra em qae bem o eaepregnr.
Na ra do Qneimado o. 55 lojs de oiicdezas
de Jos deAzevedo Maia e Silva, est vandar/n
todas as miudezas barstissimas, a saber :
Proseos grandes com superior opiata a
Carriteis de linhs de cores com 200 jar-
das a
Ditos do retroz de cores, menos preto a
C'ixas com iscaa para accender ebarutos
Duzias de meias craas muito superior a
Novellos de linha muito grandes e su-
perior a 40, 60 e
Ditos de cores, a melhor qee ha a
Phosphoros em caixas de folha, s a cai-
xa val o dinbeiro, a
Cartdea de linha com 200 jardas, s me-
lhor que ha
Ditos, ditos brancos e de cores com 50
jardas a
Duzia de facas e garfoscabo preto, finas
Dita de ditas obo branco a
Thesouras grandes de6 polegadas s 40 e
Saceos psra escrotos eom sinta de bor-
racha a
Tiottiros de vidro com superior tinta a
Ditos de barro com superior tinta a
Masaos com grampoa lisos e de caracol
Duzia de phosphoroa de v.11 a
Pares de iiieai de cores para meninos a
Groza de penosa d'ago superior a
Areia preta para botar na escrita a libra
Colxntes em cart5es.com duasordens e
qaatro pares grandes a
Baralhos de cartas francezas a
Ditos porlugueies finos.
Tbisouras pequeas, por4m de superior
qualidade a
Colxeifs fraocezes em caixa a
Duzia ne meias alvas, para homem a
Dita de sabonetes Anos a
Sabooetes grande e superior a
Tramoia do Porto muito superior a vera
120 e '
Pares de boldes para punhosa
Aini destas miudezas tem muita mais qua se fax
preciso vender o nao eugeilar dinheiro, assim
como sejam : lsbyrintos para todo o prego, areia
preta a 100 rs., porm quem quizer comprar em
arroba veode-se por 2$, 6 baratissimo mesmo
para qaem nao precisa.
Manguitos e gollas de
eambraia ricamente bordados
Vandem-se mangeitos a gollas de saperior
eambraia ricamente bordedoe pelo insignificante
preco de 29 o par de manguitos com ama golla,
sendo que aempre custaram 69 cada par, easim
pois recommeode-se eos amigos da santa eco-
noma que eproveltem e boa occasiao, dirigi-
do-se eom dinheiro a loja da boa fe na rae do
Queimado. n. 22.___________________
Son hall Helora & C, tnaao reconado or-
dem para vender o aea Croacia'o deg>eeito do rslo-
srios visto o fabrieeale ter-ee rattswo do arego
eio ; eoovMs, portento, s^wesoes qae a^iaoraan
poasuir m bom raloaio da oaro oa prata do c-
lebre febrieente Koroby, i epTove:tar-sa da op-
portani4de eem perde de taxnpo, pera vir om-
prs-los por commodo preso do aea esrlptorio
me doTreplehe n.28.
Veude-se um moleqae com 9 aooos o urna
moleca com 11, chegados ha 2 das do meto:
qaem pretender dirija-se so hotel Trovador que
achara com quem tratar ; affianfs-se baratissi-
mo preso.


Atiendo!!!
O dono da taberna grande da Soledade avisa
a seus freguezes qu este afamado estsbeleci-
roeoioaeh-se prvido de gran>ie quaotidade de
molhados todos novos a vende mais barato qae
em outra parta.
Vendem se tachas do
forro cuado do fabricante msis
acreditada : oa ra do Brum
n. 28 B, armazem de Jos da
Silva Loyo C.
>-
#3 '. onut;) op o8jb[ o 'og *n S9znj3 sp en^j
TU
a
1SISS3U90IM
MDHLADOI
IILEGVEL

1__


r
. <
DIAIIO Di PlftfiAMJUffc -- B4BBADO *l DE AGOSTO DI 1861.
file e alcatrtt.
Coks da altor fealidade, maito proario para
vapor, taabea para toloi oa aeos doaetafees,
fornoi pequeaoe grsaCaa, ata., para catea -
vico, o coka 4 mm eeonoaieo do que qualque
tro combaillvel, por aar meaos da miUi o
prego a da til darac.io.
AUatrao, aato aendo appliaada 4 navio, b-
eacaa, alvareagaa, eaaose, ata., presta maito boa
effeito, conservando a asdeira da tatas aa saa-
lidades da bisaos, aseada darar aa teapo inda-
finido. Tambam eeaeerva ondatra da edlflea-
S&es, praaervaado-a doeblthoe a eentrao lempo:
aa propriadadaa ebiaioae deata alaalrio da aar-
vo 4 aaia forta do que qaalquer outro, extrahi-
do de ajJeiraa oa oatraa aaterias.
Qaaaa praaiaat aahar4 4 rtsdi, ao araiaiaaa do
gax. Ra do lapander.
Preco do oaka 129 por tonelada.
Pra^o do aleatro 500 ra. por eaaada;
Vende-ae > cama francesa ero mallo
kom eilado eom moldara, toda da aaaarella por
barato preco : na rna do Caldeirelro o. 90.
Acaba i chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimadon. 16.
Pos do arroz eom boaeca ea bonitos Taaos doa-
radoa.
Ditoi dito sera boaeaa aaa pacotes.
Agua balaaattca para eoaaorvscao dos deates a
noa hlito da booca.
Opiata ingina pira alrejar oa dente.
Leita virginal caja utilidada 4 reconhacida para
tirar aardaa.
Vinagra aromtico para qaea soffre da tonticts
dor da cabera.
Paatilhaa da chairo para aa perfumar apoaentoa.
Enfeites para senhora.
Oa malhoraa eateites pretoa a da coree su p-
paraca a 59500, 69 a 6JSO0 : na loja da Victoria,
a ra do Oaoiaado a. 75.
Perdas falcas
ou aljfar do fina quVlid***.
A loja da agala braaaa aaaka da recetes aaa
ovo aortiaiMto de superior aljfar ana** oa
perolaa fal5. o qual per aaa perfeicao difMl-
mant aa dutiagaa daa perolaa verdeateires e aaa>
veaa ellas aor aaa extraordinaria graatdaaa pa
aa gargaatilhaa cae preaeajteaaaata eatao ana aao-
da a ateab o para outroa eafeitea e eoeeo soasar*
vandea-se coaaotWmeate a lj, lfJOO e 1JM0
o flo: nao ia ra do Queimado loja da agua
branca a. 16.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
nobrafo.
Muito lindas eaizinha a eabaiea para aeninae,
de 100 rie at 29500: na loja da Victoria, na raa
ao Queimado a. 75.
Fartllo e illn.
Vandea-ao aiccoa coa farallo do Liaba a
49500 e da mllhoa 81: na taberna arte a
Soladade. _________ "^
AeSa-ae veaaM ao eaertptorio de Aaionro
Luide Oliteira Aanvedo & C, rna da Cnii n. 1
a obra eeeripla pelo viacoeMte da Uraga oy.leoose
Sobre o Diretto Adaiaiatrativo; aiaaoa de le-
aer elogioa a aata obra, beata o noae de tea aa>-
tor pare a toraar recomaaeadada, do voluntes
aa brochara 109, encodernado jjg.
Para baptisades.
A. loja d'agua branca acaba da recebar pele ul-
timo vapor a sua encommauda dos segalatee o%-
jectos para baptiaados, asado liadas toaaeiebee
de aetim mui bem eafeitadaa, e cada aaa ea
aaa eaizinha, aapatinhoa desetia branco, e e
corea ricamente bordadoa, e meiaa de seda, o
aaelher e aaai bonito poaaivel. Agora, pola, oe
paia que nao quizaren eaperar pela generosid*-
de daa snhora comadrea, dirigirera-se loejo
manido de dinheiro loja d'sguia branea, ru
do Queimado n. 16, oodobea podero eoapMr
esees galantea objeetos.
hmlato.
taaos de soda alaatiaoe pan enapeea largos a
traite e 19*00 : a raa do Qaeiaado a. 23,
a loja da boa 14.
Laziftkas mmto finas
para Testidos.
Saperiorea Hadabas para vestidos de aalto
boaitos andres qaa aa vendea pelo baraliaaimo
preeo de 440 rs. o covade : aa raa do Qaeiaa-
do n. 18, ao loja da boa f4.___________________
Rna da 953B flora n. 42.
Neste eitabeiecimento vende-ie: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Potasa da kussia.
Vende-seemcasa de N. O Bieber
C., successores. ra da Cruz n. 4.
A
Isfteraaea
Loja de miudezas ra do Quei-
mado numero 33 A.
Costrenos.
Agalhaa Victoria papel a 1X0 rs.
Liabaa de 200 jarda de todos os nmeros i 80 r.
peca 2.
Caaeerrllha a
Dita muito boa vara a 400 rs.
Tranca de linko para todo prego.
Franja de seda, de liaho, de algodao maito ba-
rato.
Reros, laha de novelo etc.
Meias.
Ua eoaplafo sortimeoto sendo de eores para
aealnos s 140 rs.
Ditas brancas J00 rs.
400 rs.
Franja pretes com t-
driiho e sem elle.
Ricos aortiaantos de franjas pretas e de cores
eom vidrilho e sea elle : n loja da Victoria, aa
raa do Queiasdo n. 75.
Linhasdt pese verda-
deiras.

Linhas Anas de peso verdadeiraa, meadas
Srandas a 140 ris : na loja da Victoris, na raa
o Qaeimado a. 75.
fhospEoros d segurahtj
Phosphoroa de sguranga, por q^ue livra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
aa raa do Queimado n. 75.
Ruh fia Senzalia f^v n. &,
Vend-se era casa de S. P. Jonhstcn & O.,
sclii e ilhoas inglezos, caodieiros e castieaa ,
bronzeados, lonaS inglesas, fio da vela, ehieTta j "3 R.- CSR S' '
para carros e montara, arreios para carros de j Ditaa pretas para seahora a 400
ua a dous cavallos, a relogios da onro patente
ingles.
V 1
Gil e putaa.
Vendem-se estes dons ar-
tigos ltimamente chegado,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Gadeia
do Recite n. 12, mais barato
do que em outra qualqtier
parte.
Baleias para vestaos.
Baielaa muito grandes a boaa a 160 ria urna
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Liaba d$ croxel para ia-
byrintho.
As meihores linhas de croxel para labjrlntbo,
noTelloa moDstroa a SSOria um : na lo|a da Vic-
toria, na rna do Queimado n. 75.
Sintos dour&dos para se-
nhoras.
Lindos loto dourados pan senhoris IJ-200,
dltoa de ponte cahida a 49, ditoa de Uta a lcti :
na loja da Victoria, oa ra do Queimado n. 75.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhes, fasetrdi
mallo boa, pelo barato preco de 2g000, gollinkaa
e punkoa ultimo gosto a 29000, gollinhas mullo
finaa e bem bordadas a lfiOOO cada orna na raa
do Queimado loja da mladesas da Boa fama,
o. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vwte-i* pecae de tira bordadaa de 8,500,
3,000, 3,500 e 4,000 ectreaeios a 19600 e 9000
cada p5 oa ra do Queimado loja da miodezat
da Boa fama, n. 35.
Bonecas fraacezas.
Vende-* boaeeea fraaeeiaa ricamente veatldae
4-91)00 e 59000. e ftgOOO bnneoae de cera com oa
olhoa ajovadcoa a gOOO e 39OOO, na ra do Qaei-
mado Inja de eniadozee da Bas fama, b. 35.
Kieos espellios &%
moldura Sourada para
salas,
Chegca para a loja da Victoria ama peqaeca
por;o de ricos eapelhos de varios tamanbos para
ornamentos de salas, afflan;ando-ae aerem o
meihores em vidr; r que leio vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado c. 75.
LdBll pS.Frr
h(}
pdar.
Lia mnito boa d* (odas as cores para bordar, a
79 a libra : na loj da Victoria, na ra do Quei-
mado 0. 75.
Linhas gaz*
Csisiohas eom 50 novelloa de linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ri9 a caixa, dit-i com 30 no-
vellos a 700 rie, 'Jilea com 10 ncelloB grnd?f
a700 ris, brancas e pretas: na loja dt Victoria,
na rea do Quimad,-> n. 75.
Fivelas de afe> jtara sintos.
Vonie-14 flvelas de a$o para siolo a l}500 rs. e
29OOO na ra do Qeeiaado loja de miadezaa
da Ba fama. n. 35.
Baieias.
Vende-ae balei&s 120 r. cada urna aspa de ago
pr balo a 160 ra. a vara, baadea 1$500 ra.
2^00 o par, na ra do Qaeiaado loja de miadezaa
da Bu* fama, o. 35.
A 2$500,so pavao.
Vendem-ae corte t cambraia brsna eom 2 e
3 babados a 29500, ditos de tarldana branco e
de cores, -om barrea e babadoa a 39: aa ra
'"* lmpt Gama & Silva.
Cascarilhas de st*da.
Vende-ae eesearrilhae de seda para enfeitar
vestidos a 23000 a e^ca na roe do Queimado
l->ja de miudezas, n. 85.
e 860 rs.
Gravatas
coa boto a 1 .
De cores mallo boas psra hoaea a 1$.
Para meoinoe eslreitiahas a 800 rs.
Pulceiras
de coataa aiadiaha a 15.
De cabello a 49.
De phantaaia de dito etc. a 500 rs.
Botes.
Para casaca e para caiga a groa 320 rs.
Para crnica muito finos groza I94OO.
Graadee para roupao groza I96OO.
Pequenioos para crianza 19400.
Alamares.
Para capole a daiia por 800 rs.
Colxetes.
De fio batido especial dnzie 720 rs.
De carta o 14 pares a duzia 500 ra.
Em eaixa pretos s duzia 800 ra.
" Brincos.
A balo brincos, encarnados, szaes e doarados o
psr por 19.
Rozetinhas com pedras que parece diamante o
par 19.
Penas e caetas.
De todas as aualldades especialmente de caiigra-
phia e de langa.
Caetas para aprender escrever pelo systema de
Souly urna por 500 rs.
Papel.
Almaco pantado 500 folhaa 6.
Dito dito 4>0 ditaa 49500.
Dito dito 420 ditaa 4.
Dito liao 391OO.
Dito de peao azul e branco 49,500.
Dito azul Iiso2900.
Dito pequeo tarjado 19500.
Dito pequeo de corea 1J200 e 19500.
Olio tarjado de preto 19500.
Eevelopea canto 1$.
Obrsias de colas 100,120 e 300 rs.
Pentes de tartaruga.
A imperatriz 89 e 109 o que se vendea por 169
eSOlfOOO. '
Direito para atar cabello a 49.
A imltacao por 19.
Da arrlpia para menino* a 800 0 19.
Tartaruga pare alizar 3g.
Da bfalo para aulga e caballo 400 rs.
Pentea de borracha orquenoa para trazar por es-
ta muito bonaa 3S0 rs.
E inftoilade de ariigos novamente chegadoa 4
loja Eaparanca rus do Queimado n. 33 A.
Meias de borracha.
Vende-ae malas de borracha para quam padece
de eryalpela a 159000 o par, meiaa de seda preta
pata seahora a 1$000 o par oa ra do Queimado
loja de miu-iezaa da Boa fama, b. 35.
fazendas baratas
NA
Lojadopayo.
Cambraia organdys a 280 rs.
Vende-ae cambraia organdya de corea com mo-
derniaaimoa padrdea a 280 o covado, e caaaaa
franrezts muito finaa a 240, 280 e 300 ra. o co-
vado : so oa loja do pavo, raa da Imperatriz
numero 60.
la de predios.
Um sobrs )o de dous sndares e lati, na ras
4a Goia o. 40. eom 33 palmo de largo e 125 d.
lando, cora um pequeo quintal ; ama grande
caaa tarrea feiU a moderna, na ra da Ponte Ve-
lha n. 14, muito bem conslraida e eom commo-
doa para gruade familia ; urna dita na ra do A-
rago n. 20, liyres e desembara^adae; a tratar
na ra Nora, loja n. 18, daa 10 boraa da manha
ia 3 da tarde.________._____________
Chapeos de fetr> a 1$'
Vende se na loja de faseodaa da ru* da Uscr<#
de Dos a. 16. defronto da alfandejo.
Ra do Amorim n 43.
Vende-se o rento pelo baralo prpjo de IgOOO.
Na roa da Imperatriz nu-
mero 20e
Ven-i e se o seguirte.
Bramante com 10 ptlmoa de largura a 19500,
liacadiuhos escaros de cor flxa a 160 rs., crasas
de ejres a 230 e 320 rs., oleados p">ra cobMr
mssas a 2$, idiams mvito hnae a 1g, chitas a
160, 230, 210, 230 e 30 rs., eambraiss da aal-
8icos de cores e brancas a 400 rs., cobartorea
rencos e eteuros a l^tOO, 19^00 e 2?, panuoa
finos pretos e de orea a 29, 29100 e 39, caa-
braias para e atinados a 29 a peca, ditas lisaa a
29. 39, 4 e 5$, tapetes muito tino a 69 e 79,
chapea de sela e de castor muito fiaos e do ul-
timo gosto de Paria a 89 e 99, ditoa de feltro fi
no coas alta a 59, caaemiraspara forro de carros
a 18603, corlas de dita maito fina para caigas a
49, pe;aa de entremtioa a 19, e fiailmeote ra -
dapolis, ilgoddes, bros, bretaohas e outraa
muitas faseadas que o dono do astabelecimato
est resolvido s vender muito barato alia de
apurar diuhetro, dando-ae aacompetentea amoa-
traa com penhnr.
Boa compra.
Vende ae o eieallente engenho S. Joaqoim,
tito na freguezi* da Varze, urna legoa por bom
caminho, moeote e correte d'agua por doua
acades, '"nos e mataa aem iguaes. pode s
frejsr at 2,000 pe. Troca-ae tambem por pre-
dioa o meamo engenho, porm *6 neita praca ;
qaem aa quizar enriquecer em poaco lampo, d-
rija-se a negocl-lo na ra da Praia a, 53, ter-
eeiro andar.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata inglesa a 19500 rs, dita francaza a 500
rs., 610, 19O0O, oleo da sociedada hygieniqae
vordadelro 1JC00 o fiasco, oleo babosa de Ptc*
ver-lad^'o a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os dotes a 1*000, di'.s de Botot tamben
para os denles a IgOOO o frasco, pomada franca-
za na paos a 500 rs. 19U00, 320 ra. sabonetea
muito fino 640 rs., 800 rs. e I9OOO cada um na
rae do Queimado loja de miadezaa da Boa fama,
'n.35.
Gramp^s a balas
eom MMeii^t dourados,
i A loja 4'aguia branca contina na recepcao de
objecloa do ultimo gosto, e por isso acaba de dea-
pechar vindo pelo ultimo vapor essea delicado
i Buvisim8 graupos de bonitas coro com pon
iftnie dourados o que de maa delicado ae pod>
eacoatrar. Esaa loja como geralmente aabido,
lem senspra em vistss a commodidade de aaas
boas freguezisa e por isso tem resolvido vender
esses galantes eofeites a 29 e 39 o par, o que aa
realidaae meito mais valem. Con*ra pela que
a 1els da lirr.itagso do prego a aeobora que com-
prar um uu mais parea, nao ae demor* em par
tictpar aa auas boaa vizinhas e intimas amigaa d*
colUgio, para que es emitlea no su apBrtdo
gosto, e mandem logo comprar outros parea na
foja ie su* affelgo : que a d'aguia branca, ru
do Queimado n. 16.
Bordados baratos.
Vendem aa gollinhas de cambraia e de fil bor-
dadas a 500 ra., manguttoa a 19 o par, maogaitoa
com golla bordada de cambraia a IgGOO, e lirae
bordadas e ntremelos ; na raa da Imperatriz n.
60, loja do pavo.
AJpakin a 280.
Vcnde-se esta nova fazenda de linho a imitacao
desudas de quadrinhoa miadinhoa propria para
! vestido Ce aenhora, roupaa para menioos, sendo
; fazeuda que nao desbota, a 280 o covado : na ra
da Imperatriz u. 60, loja do pavao.
Chitas largas a 200 rs.
Vendea-M chitsa largaa a 200 ra. o cosado por
tar um pequeo toque de mofo ; na ra da Im-
peratrlz n. 60. loja do pavao.
Bramante a 10$.
Vendem-se pecas de bramante de linho de
ama a largura com 27 varae a 109 a peca, tam-
bem ae vende 12 pega cora 13 1|2 Tara* por 59 ;
na raa da Imperatriz n. 60, loja do paao.
Carnauba
Vende-ae a mais auperior cera de carneaba que
ha no mercado ; na ra da Imperatriz n. 60, lo;s
do pavo.
Jas seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Gran-le aortiaeato de ssias a bailo de arcos,
as melhoree qae aqai tem apparecido no merca-
do a 49500, 59, 6J e 69500 cada >a, d-ae para
smoatr com penhor ; a loja est berta at a9
horaa da ooite;
Superior brim braRco de
lietho
Vende-se superior bria brsnco de linho trsa-
esdo pelo baraliaaimo prago da I92OO, 19440 e
19600 a vara, dito muito eocorpedo de doaa flo
de linho puro a 2g a vara : na ra doQeetma-
don. 22, na bem eonbeetde loja da boa f.
4 2,400 rs. a *uzia.
Leacos branco flnoa para elgibeira pelo dimi-
nuto preso det900 rs. a datia : na bm conhe-
eiJa laja da bna f, ni ra do Qutmado n. 22
Caiubraias lisas a 3^.
Vendern-eepecaa de cambraia liaa muito fina
com 8 112 aras a 39 a peca ; na ra da Impera-
triz n. 60. loja do pavo.
Paletots a 6$.
Vendem-se paletols de panno preto fino a cn>
de caf a 68 : na ra da Imperatriz n. 60, loja de
pavao.
Chitas escuras a 240.
Vendem-e chitas francezaa saturas a 240 o co-
vado: ni ra da Imperalrit n. 60. loja do pavo.
Chales baratos.
Vendem-ae chalea da mrio6 decores sendo
mano grandea a 39 : na raa da Imperatriz n. 60.
loja do parao.
* sambraiag de cores
Vendem-ae eaabraias francezaa de cAres fa-
zenda aulto flo peto baraliaaimo preco de 260
a 280 rs. o covado : r,i loja da. boa f na rea do
Qaeiaado a. 22.
Cheg&do pelo va-
por francez s para o vigi-
lante finos pentes de mar-
rafa,
E'' chegado oa lindos pentinhos dourados com
mullas lindas molduras de differeotea goalos pa
ZV',? ,rJ,v,.". P *6 com a iata o
compr.doree saberao apreciar o qu.oto sao deli-
cados pela barelisetmo preco de 3|000 o psr:
asta como aem ser dourados de |IBe0a goito.
pelo barato pr,co de 29 na ru. do Cee.po* n 7.
ti Tambem anegado as lindas ara aspas a bslao
Para atar cabello.
Tambsm ha shegado lindos pentes de tarta-
ruga todo eniraneado coa fita de borrashs, de
"afi* .e,"*1lo saarrado Dea dentro de oa
eagradado, iatelraaante eonsa nova, e de raaite
gosto, aisim coao coa laejo e lizos de lindos fei-
tios, que se vende por preso aailo rszoavel: s
no vigilante, ru do Creapo I. 7.
^r-
Luvas de pellica.
Tambea ehagado aa verdedeiraa lavaa
Joavio aailo frescas laato para homo
para aenhora ; 16 D0
n. 7.
pera
vigilante raa
eos
do Crespo
Gravatinlias.
i. V"?,ln tn,do as lindas gravatinhaa aoa
lindos botosa, que ae vende lelo barato preeo de
19 : a6 no vigiUBt,t rna do Cre La j^ara bordar.
Tambea ha auperior lia para bordar que se
vende por 69 a hbrs, anM C0D0 ,ia de .mili,
que se vende a 19, e ea ceda eaizinha muito fina
pelo baralissimo preco de 79 a eaizinha : a no
vigilante, raa do Crespo n. 7.
Espclhos,
Tambem ha grande sortimeoto de espeibos re-
dondos de moldara doarados de todos os lma-
nnos, com exeellente vidro, que se vende pelo
baralissimo de 3J, 4| e 55 : s no vigilante, rae
do Crespo n.7.
Smtes.
Tambem chegado oa muito deaejadoa sintos
com ricas fivelaa de concha e borlla ao lado
cousa muito chique se vende pelo barato preco
de 49, aasim como ricas flvelas psra aiotoa com
podrinhas de lindos gostos que se vende a 1*600
e 29 ; no vigilante roa do Creapo n. 7.
Velas e arroz.
Vendem-se velas de espermacete a 640 a libra,
arroz de casca em saceos grsodes a 29800 cada
um : na taberna da travessa do pateo do Paraso
D. 16. eom oito para a roa da Florentina.
FazeMas prss
superiores.
Broadeeaple preto maito superior pele dial-
nato preco de 29 o covado, paBao preto aaito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e M o covado, saaeaira pret
auito fina a 28, 29(00, 8, 39509 a 49 o covasie,
mastii pretas de blenda auito saperiorea a 129,
aaateletes de saperieres groadeasplee pretos rt-
eaaeate bordados a 359, sobreeaaacaa de mobc
preto aaito Sao a 8O9, esaaeas taabea de paana
Srete auito Sao a 309, paleteta de paaao prote
ao a 18 e 209, ditos de csseaira de cer ace-
dada a 189, aaperioree gravatiahas eatreitea
19, ditaede setia asco ede gorgarae aaito aa-
perieres para daaa voltea a 29, ditaa ealreitiaba
eea liadoa alaetee a 29, saperier gorgara pa-
te para colietes a 49 o corte, rleea eafeitea preto
e 69, e a sai a outras ailes tszendas oae seado 1
dinbsire vista, veadea-se por pregos aaito ba-
ratos : ns raa do Queiaado a. 2S. na bea coabe-
ctda loja da bea f.
Yendem-se caixes va-
8os, proprios para funileiro
e b&huleiro, a 1280 cada um
tiesta typograpaia se dir. :
Chapeos de s&l
com bouquet para senhora.
Entre os auitoa o diveraos objectoa de gosto e
pbaataaia que a loja da aguia branca ha recebido
aobreaahem ceses delicados e aoviaaiaos cha-
peos de sol coa bouquet. Hoje que os indis-
aenaaveia balo? nao peraittea que as aeaheraa
andem dt brsro, faz-se de certo neceaaarie que
cada aaa taska o aeu chapeo de aol, e que eate
correapolda ao valor, e boa gosto de ua ricu
vestido ale seda. E' por laso que dita lija aca-
ba de raleeber toa por amostra aaa pequeaa
quaBtiJjia stosseekbellos efeapeoa da sol oreadas
da finas lares o qie eatre aa aoviasimo. Na
rerdade ^!e ao toraaa igradaveia aoa olboa de
todoz, e m senhora qae oa coaprar pode orgu-
Ibar-ae fie aea boa gosto, ao contemplar qae
trazendo-o fechado figura-ae-lhe um liado bou-
quet, e aterto repreaeata-se abrigada ea uaa
carregada roseira, emfim at oade pode cke-
tr a perfeicao mermo o cuae ao boa gosto.
pena que viessea to poucos que tslrez
nao cheguea para a vigeaima parte daa prjea-
dentea. Custa cada um 209 (orea a aeahora
que oa vil nao ezitar de os dar aiada aesmo
que seja preciso bulir n'aqaellaa moedas de pra-
ta qae tem guardadas ea sua bolsieha reservada.
Assim pois maedem qaaato antes compra-Ios aa
ra do Queimado loja da agula branca n. 16.
B$a fama n. 35.
?ende os segaifttes ob-
jeetos aaixo mencio-
nados.
Grsapoa.a balio eoa pendente dourados a 21
o par. ^
Pentes iaitaado tartaruga para kaades, alti-
ao gosto a 39 o par.
Fivelas para sitios, fsxenda inteirameale nova
a 29 o par.
Alflaeles pretos cea douredopara senhora, in-
tetramente novea a 29 cada nao.
Botea pretoa cea dourado para pecho intei-
rsaente nevos, a 29 e par.
Botes de tartaruga para panhos a 19500 o par.
Na ra da boa fama-.
Tinta para marcar roupa.
Vende-se tinta para marcar roupa a 19.
Agua de malabar para tiegir cabellos a 5| o
frasco: na ra do Queimado, loja de miudazaaa.
35, da boa fama.
Cartas linas para jogar.
Venda-ae dasia do swralboa da cartea finas eoa
aa pontas doaradaa a 69, dita aea ser dourada a
39500 e 4g : na ra do Queiaado, loja de aia-
dezaa n. 35, boa fama.
Fitas de la para debrum.
Vendem-ae pecaa de tita de la para debram a
13, a em vara a 120 rs., ditas de seda a 29400, a
em vara a 240 : aa raa do Queiaado, loja de
miudezas a. 35 da boa fama.
Candieiros de gaz.
Chegoa para a loja da Victoria os meihores
esndieiros do gaz, que tem vindo ao mercado,
por procos coamodos : na raa do Queimado
n. 51.
Botes para punhe.
Vende-se botes de punho finos de diversaa
qualldades a 200 rcia o par. que taabem aervem
para maoguitoa de senhora : na loja de beijs flor
raa do Qaeiaado b. 63.
Oeeulo.
Vende-se oselos finos de armario de ac, a
29, 19,1)00 a 400 rla : loja do beija flor, ra do
Queimado n. 63.
lieos kisquims
A loja da boa f receben eaperlores bisqulnes
de muito fina cambraia a imitarlo da de linho,
bordados e enfeitados coa aparado gosto eos
vende pelo barato prego de 89 cada ua, tendo
sido seapre sea casto de 16$ o 209, spresaea-se
pnis em compra-loa na mencionada loja da boa
f, na raa do Qaeimado n. 22.
Superiores atoalha*ios
Superiorea atoalhado adamaacado com 8 pal-
moa de largura al$600 ra. a vara : na ra do
Queimado n. M, aa leja da boa f.
Camisas bordadas e outros ob-
jeetos necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-ae om bailo aor-
timento de booitaacamiainbaa de Bna cambraia
com babadinhoa e mui bonitos bordados de no-
vse delicados deseohos, as quaaa servem mui
b-m para os moderno vestidos de frente aberta
e vendem-ae pelo diminuto preco de 39 cada
ama ; assim como boaitos singultos a balao com
gollinhas de superior caabraia e fil e tedoa bor-
dados, com punhos virados e cada par pe >a -
ratissimo prego de25, oqaed admiravel aviata
da superioridadeda obra, e bem aaaim panboa e
gollinhas tambem bordados com bonitos botes
29 agBarnico, e gollinhas soltaa igualmenU
bem bordadas a 19 eada urna e manguitos a 800
rs. o par. A vista pois de um to completo sor-
timento neohuma senhora deixir oe comprar
T>ases necessarios objeetos tanto mais quanlo a
commodidade do procos convida o para que to-
do sejem bem servidos coavem que mandem
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Queimadon. 16.
Damasco part colxas e para
ornamentos Vende-se auito superior damasco de l de
urna a cor, muito proprio para colxaa e para
ornamentos, coa 6 palmos de largara polo ba-
ralo preco de 238OO rs. o covado : na raa do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pecMncha.
Vendem-se corles de superior gorgoreo de se-
da para eolletea pelo baralissimo preco de 19,
29 e 39 o corte : na ra do Queiaado n. 22, na
bem ronhecida loja da boa f.
fara os tabaquistas,
Lencoe muit fino aimltago do de linho de
maito bonitos padres e de cores flzaa maito
proprios para as peasoasqus tomam tabaco, pelo
barato preco de 40800 e 59500 a duzia : na raa
doOueimodo n. 22, na bem conhecida
boa f.
loja da
loja da tgak
braucarua do Queimado n. 16
Acsba da receber os precisos objeetos seguin-
tes:
Aapss de balis grandea e pequsnas.
Fila eom colzetea branca, prda e preta.
Dita de la para debruar vestidos de cores.
Trtnciuba de caracol miado conherida por bom
ton.
Manetos preto e broncos em caixinbas.
A.gulhas imperiaes fundo dourado.
Oitaa victoria em caixinbas e papis.
Retroz preto fino ea csrreteis grandes:
\ verdideira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
rea do Qaeimado n. 16.
MCu-juas americanas,
Em casa de N. O. Biebar & C, sateessorea,
ma da Cruz n. 4, vendm-sa :
Machinas para regar borlas e esplm.
DUes para deacarocar milho.
Ditaa para cortar capim.
S-lin com pertencea a 109 e 209.
obras do metal principe prstesdss.
.Icatro da Saecla.
Verniz de alcatro para navios.
Salss parrilha de primeiraqoalidade do Parf.
Vicho Xerez de 1836 em caixas de 1 daifa;
Oognac em caixaadel dazia.
Arados e grades.
Bnlhantes.
Come* peqaenas.____________^^^__^^^
Moendas p meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ra do Brum n. 38, fundicSo
de D. W. Bouman.
Bramante k linho.
Vende-se maito saperior bramante de iinbo
eom duas viras de largura proprio para iencea
pelo barato prego de 29400 rs. a vara : na bem
conhecida loja da boa f. na raa do Queimado
o. 22.
0
41 -Rna !ireia--4S
A epidemia declina sensivelmenie, e o sea
completo desapparecimento est prximo! O
propriolario deste bem sonido estabeleciraenlo
convida os seus numerosos frsguazes a aobatitail
o jaldado velho, qao ledo est cholerico, por no-
vo, e que posas resistir s mil schotis e mazzur-
cas que yo ser dansadas em louvor do rehtabe-
lecimento da saude pablisa. Os presos con-
vidam:
HOMENS.
Bolinas afamadas Milis. ; IxflllO
> non-plus-ullra Nantes......... 12{>000
Nantes 2 baleria.............. 119000
loatr..................... iOjtOO
iuglezes de botes............. I.OiH)
baiedores....................... 9*500
eouru porco....... 9j>000
beierro lustre............... 90G0
> ingiezes ps selvsg6ns......... 7)0
taxiados brasileiroa............ 500
Sapates Don-plus-uitra................ 7c0
3 bateras e meia.............. 65500
estriega cobra.................. 5j>5O
Nantes 2 battrias vaqcbta..... 69(00
> 2 bteriaa bezerro...... 59500
trsbalhadores.......... 500
> brssileiros >'.i 3g500 a.......... 29900
Sspatos 2 tolas o salto.................. 59000
> tranca portuguezee.......... 29000
a > fr*ncezee......19280
SENHORAS.
Botinas dengozaa......... 5^500
a salto de bater......; 3$fQf
pechinrha do 49500 a. 4800o
> americanas 38500 a 28500
Sipatos de salto (Jolj) ...... 3*000
sem elle (idem} 0 1&920
tspeto:......> 800
a econotricos. :...... 500
> lastra 32 o 33....... 800
MENINOS E MENINAS.
Ha de tudo em relaQo e nao se dsixa sahii
dinheiro.
Um completo sortimeoto de eouro de porco,
cordavo, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roqaim, sola, coarinhos ele, que tudo se truc
por dinheiro vontade do comprador.
No vos pentinhos doura-
dos, e livellas para
cintos.
A loja d'Aguia-branca acaba de recebar novo
sertimento dos desejadoa pentinhos dourados, e
por itso avisa a todaa aa aeoboraa que oa haviam
encommendado, e mesmo aa qae de novo os
pretenderen! qae elles sao pencos e como da
primeira vez em breve ae acabaram ; assim coao
qne recebeu igualmente urna oolra pequeoa por-
So de fivellaa de qualidade e goato inteiramen-
te novos e egradaveie, aa quaaa se vendem por
JOOO, e os pentinhos por S9000 o par.
Convem pola, que aa senboraa ae cpreasem em
mandar comprar eises objeetos na sea predilesU
loja Agaia-branca ra do Queimado n. 16.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston" & C ra da Senzalla Nora
Fonleire e firaceiri
Grande e nova officina.
Tres ptrtas.
31RuaDireita31.
este rico o boa montado estabeleciaoate aa-
aoairarao oa frogaezeso mais perfalt, bea aea.
itpS ral ensro.
UhNAS de todas aaoaalidades.
liHFhSa ,'"*" oa oj.esraasM.
Si .-* ,000 o Uaanbc.
SEM1CUPIA8 dem idea
BALDES idea idea,
BACAS idea idea.
BAHUS idea idea.
FOLHA em calza de todaa aa grossarae
rRAlOS imitando ea perfeicao boa atraai
laaa. ^^
CHALEIKAS de todas as eaalldades.
PANELLAS idea idea.
COCOS, CANDIEIROS e flandres para aaa>
qaer aortimento. '
X.LDR?S om "ll" '! todoe es b
?! inV manh0. *>'" dentro da sUeaJtA.
em toda a parte. ^
Recebem-se eceoramendaa de qeaqa eeat-
Novos peales
de; tnrtaru^a e Kaassa,
C0113 dourado e sem elle,
para tar cabello,
A loja d'aguij branca acaba de receber estes
pentos de que as s^nhoraa tacto precisavam para
igualar aoa pequeos dourado. O sortimento 6
pequeo, porm completo, porque tem de tsrla-
raga e mssss, dourado e sem o ser. A belleza
e perfeicao dellee diffldl dessrerer, e por sso
limitarno-rjosa dier que elles sao ds um drse-
nho novUstmo de epurado gosto, e do costosa
execuco, na qusl o artilla elevou-so por sua
pericia. Tem elles a forma de ua lago do fita do
centro do que se conhece o feche por oeio Je
ama flvella, isso alea de rendadoa, tanto os de
tarlsrags romo os do massa. Agors, pois, que)
sppcrere o bo-i, convem quo as senhoras se nao
demorem em msnrtar corprar- na loje d'aguia
ranea, ra do Queimado n. 16.
Carlas Iq> s para volbrete
A loja d'aguia branca acsba de receber um bom
aoriimerlo de cartas com tintas mui Boas, papel
lustroso e opaco, e cari-aeree de novos desenhos,
representando as figuras os grandes peroo.gens
ds guerris da Italia e outros. J se 4, pois,
que cora una baralbos assim bons e bonitos, tor-
na-te ainda mais deleitavel o entreler-se carie
da notte no ilieriido vollarele, tendo sempre
espadilha, manilha, bisto, etc.. etc.e pelo con-
trario um pichoso, ao qual os bolinhos e a cha^j-
na do bom cha do dono da casa far eaquecer O
pouco que porder. Os baralhos de canto redon-
do e douraio cstm 69 a duzia, os immediatos
59, outros 49, 3J50O o 39. Tambora ba fina
para os apaixonirios da bisca, espadilha, etc.,
vista do que nao ha mais a cansar-se, o protn-
denle dirigir-se com dinhiro & raa do Qaeima-
do, loja d'aguia branca n. 16, qu9 aera bem ser-
vido conforma o lonva^el costume.
?6 do vgiane,
Collares para senhorisou w? -
d&s.
E*chegado o muitos desejados collares de al-
jofares fiogimlo n,i iii'p.-rol.i, cora urna cnu.iaha
de pe!ri gantes, pois .* som a visu qae se polerA apre-
ciar, que se vende pelo barato pre^o de 35 cada
um : lato > na luj. do gallo vigilante, tua do
Crespo o. 7.
Aderemos pretos
Tambem cbogaram os lindos aderemos pretoa,
aendo data pulst'iras, rosetas, alunles, lulo em
urna eaizinha, ioteirainente cnuaa nova nesla
praca, todos ujuito delicados pela grtado m5o
de obra que tea, pois as peesoas de bj.:i goslo
aabero apreciar : s no guilo vijiiauld, ra do
C'eano n. 7.
%gul2acva
^Timbera o chegdaa as verdarteiras spulhss
Victoria, f'e fundo dnbrado, ano se ven'e nelo
barato pr-'cn rio 100 r,. 0 n,p6l: 6 no galio vi-
gilante, roa do Cresoo n.7.
Capei las pai a n;i5V<>.
Tamben: o ch?a.'.a9 s lindas espolias bran-
css, o mais delicado que pode hav.^r. qun se ven-
de pelo baratissimo prego di'79 e 69, tan bem ha
oulraa u.sis inferiores que s vend.; por 25 1 ;j.
Peda-se que qaem tiver de comprar qualquei
deates objecloa, quo s>> epresse an'.'s que f aca-
be, poisfoi apuas urnas pequeas amostraa que
te recebeu : soo ao vigilante, rna da Creepo
numero 7.
Travs e euxaic 6.
Continua a vender -. travs r enxatr.esde to-
das as grrssuraa a comprimentos, e algomaa pro-
prias para estacada, tudo t"^r pre;o mwiio c-i-
modo cara acabar : a t.:t.ima rus i\ Praia nu-
mero 53.
<9 -,! > .,
03 {'&$
;-
No dia 19 dn correte fugia nafra Cidaia,
I natural doltarenho, alta bastante, falta de do^.
I les na froDii-, i flto. com bast.mips v.t*
es pea^ poraas, loou vestiio de cas^a- a iat>
(agio de riseado, chalea preto, lavou urna aa-
i dei]iniia eom guardi^apn e urca musas pata
piano, supt>5s-ae tnr id neto s> proceder coa ledo rigor da li : ejoasa
a trouzar ra do Irsperador 0. 67, soguea an-
dar, pera gmern.Tmori'.J rpcninpunaa.Ji.
3W*s % gratilcaflf
a qaem pegar o pardo Franciaeo, de 17 aaa
de idado, de bonita figura, coa todoa os *'
cabolloa carepinhoa a ruivoa, eate pardo fei
Sr. Dr. Burgos da Fooseca, o qual viajo t*i-
oiesmo aenbor lodo o serto o suburbios dei
provincla,neceaaa'lamente queodo ora aea e
travo, a talvoz anda ao inculque a servico I
meamo: quera o pegar qaeira entrega lo a
legitimo flono na raa do Hoeairio n. 6.
Ignacio Laia de Biito Tabana.

Venan-aum exeellente bui e ama carrujo
quasi aova : a Iratar ni tus n Gadeia a. 62, es-
enptorio.
Pugfram do 6igecho Souia do I)r. Chrilooaj*
Xavir Lopes, dona osera vos, um da arma Ja>
ciotho, malato, con 24 anooa do idade o eom s*j
aignaes segaintes : ep'.stura regular, hnaa sakedi.
lo (que usa trazo-Ios a nazarena), sem barba.
deo Hgnalprato na nrau do nariz, levou v.a>fi
p.-.li'. a Ae brim p?rdo, calca da raaoaiva a*al
listras e j ueala. urna caoiiiola de algodle aaaafl
americano aherta aa frenta forrada de bata asa
i-aif .-. e pasea por forro em qualquer tarta ; t
Harcolino. crloulo, representa a nioiai M%b.
com os ps dffeltuoso* de fpridas qa leva aea
da aobra aa puotaa dos p-s, fulo da r6r, a aea
urna blide bem i*ivel no olbo, fot vestto djf
roupa da algodso azul americano e chstde da)
eaaemirn azal de qoaririnbos o j velho, *kao
ato carreiros : (.' an os pegar leve-oa ae aata
CBgooh que ser bem gritiBcarto.
Isla fgido desde 11 do crreme me teta*.
lho, o eaecavo pardo, Ricardo, bolaelro o earaa-
ciro. bem conhecido nest praca o aeu arsnv
baldes; representa ter 25 aoaoa de idade, di
xo o magro, tem cabelloacarapinboa raspado i
pouco lempo na cadeia, onde eetave por cau
de eaiar fgido, tem pouca barba e falla de deal
na frente, roato comprldo o olboa redoodoa ;
sido eocuolrado as Capunga, a Olioda aada
diando o jogaado com mais de 9D&J que lovoaVf
qoem o apprebeader e levar a caaa eacuaaeben)
oa Paasagom da Magdalena qae ser geasroaa*
aeota recompeoaedo.
Aetonio Valenta da Silva Barroca.
a
IvfiTTJLADO
i
ILEGVEL
af'M".".1! 'I ..'.


DURIO DB fIRCfAMBDCO, 4 SABB&DO 23 DI AGOSTO DE 1161.
_
UUeratura
A GoDsalres Das.
LS cobrta-lhe o ocano a sepultura I
Poeta, maravilha das Bage,
E* pararoim aeu tmulo um mysterio
No nuado destas (naa illusss.
O mar que equilibra as abobadas
Desle Universa eatremeceu, paruu.
Por ver que a morte tio melira o genio
Dease poeta que tao bem canto.
Como fui que eablu da immensidade
Um astro de tao fulgido elaro ?
' que o eteano reaaontou-se s ourens,
E o deapenboi do alto da mansao.
Cahiu no fundo dease abysmo ioimenso
O thssnuro melher do Msrsnho I
Viajantes que pasaaea por eises Marea
liaudat-lhe pela perda uma oracao.
Maior de que ooeeano era seu genio,
Era aeu canto um d suspirar :
Quem -lisura que o vate daa palmeirai
liana de naa ondas expirar ?
Hinguem mas n'era leilo da riquezas
Ai 1 morreu ; hora a onda que o cobrlu !
0.a JO.-1 que pena, que peiar, que magoa
P'ra quem nos bracos do oaeano o viu I
Sim, cheremos que a lagrima sentida
Por uro lio subtil ae prende a dr ;
Chorelas que na hora derradeira
Inda beijou su'harpa o trovador.
Ose trate aaeoa no veivem das ondas ;
Fui o poeta ae abracar na croi I
Ou viajar no barca do ioGnito
p'ra abrir aa azas ao calor da luz.
Cubram-se ai barpai de funreos creps
S6 pulo genio que o Brasil perdeu.
O' poetas! mandae as boras nortes
L'_li nenia sentida a quem morrea.
Hermenegildo da Silva Senna Filho.
Agosto 1862.
Sobre auri-verd palmeira
O sabia sonoroso
Desferia meigas notas
No seu trinado saudoso.
E estas queixas da amores
Que os proprioabosquea sentala,
Maviosos respondan
Plmeos alegres santores.
Por baizo da verde rama
(Jua resiste ao veodaval,
Suurrava brando usa rio
No seu curso natural.
Do outro lado se via
Um cori, qae eaotava ;
D'oatro, saoario que dtva
Vivas nolaa d'alegria.
Quando no otcasoia
De todo sumir-se o sol,
Eis que aoressado aoa cantores
Chega e falla um rouxinol :
Meut iraoaos pernslureza,
Da nalureza cantores,
< Trocae aa Dotas de amores
Pelas notas da tristeza I
Viodeoavir a triste nova.
Vos tarobem, rio, perae, I
S'elle tambera vos cantsu
Mu triste brado escutas I
No alara-mar, solo eu.
Dea a brisa a nova triste
Quem vos eaotou nao exista,
Gongalves Das morreu.
a

c

c

V 4
Oaviu-se um gemer profundo
Fiado o lgubre discurso ;
O sabii nao eaotou,
O rio parou aeu curao.
A palmeira emurebecea,
E oa plmeos entristecidos
So repetan unidos
Gongalves Dias morrea U.i
Os bosques frondosos,
Aa lindas florestas,
Os lares aaudosos,
As Boates, as sestea,
Teu canto poeta,
Jamaia ooviro I
A voz preSilecta,
One quando cantar,
A' ludo eolevava.
Nao dar mais flores ;
Os pameos esntores
Jamis gozara.
Joo Nepomueeno da Silva.
Pobre genio de Deus, oem um sudario 1
Nem um tmulo, nem craz 1...
A. de Azevedo.
I
Mais uma gloria no Brasil de menos 1
Mus u ti floro emmurchecera, ha pouco.
Di c'roa augusta, que Ihe cinge a fronte 1
Em negros tragos mais um faato ainda
Para gafar ae na moderna biatoria 1
-Aguie sublimeperoorrendo o eaoetjo,
Cahiu por trra anoiquilado, morlo 1
iNia ifl-.e patria, que adorara tanto.
Guardar Ihe aa cintas I Que falal destino 1
goffcef na vids tao cruentas dores ;
Morrer distanta dos amigos charos ;
Legar sau corno do ocano s vagas 1
II
Fatalidade, qae persegue o genio!
Longe essa iaa de ofernal dtacreaga I...
Porque delira nossa maote, ardendo
Na i-tire intensa de ama dr profanas.
Nao blasphememoa doSenbar nos mandas.
Ao prescrulai|os divinaes nysterios.
As tulpias phrases, qae o Atheu soltara,
Nuuca rpita, no gemer saudoso.
POR
Quem baba a renla do Jordo naa agaas...
Preces, sd preces derramar as eumpre,
Nanas blasphemiaa, qae o rapouao eterno
Parturbariam do qaa j foi hoaaem.
III
Quem da desgrtgs nao sentir o sopro
Lha desfolbar aa lllase maia gratas,
F'dres miasosaa, que em saa alma rdante
Deaabrocharam na minhadi vids;
E' que na fronte naa Ibeardara o fogo
Altivo a bello que revela ogenio :
Assim o Albo da brasiles plaga, *
Qae aos sons da lyra faacinra o mundo,
Viveu tao pouco, padecendo tanto ;
Horreu distante dos amigos charos ;
Legou seo corpo do ocano s raga* ...
IV
Erguem os homens mausoleos soberbos
Para aos viodouros recordarseus Domes 1
E que oatra pedra sepulchral maisnobra
Que a superficie do oceaoo ioteiro?
E que outra lousa sepulchral to vasta
rodera oa cantos receber doridoa
Dos bardoa todos, que o irmo lamaotam t
Gabess par terrs na farver daslataa
Os monumentos, que levanta o mundo
Para dos grandes mamorsr os failos ;
Masao talento o monumento erguido
as almas puras, pira sempre extate.
De rei poeta harmooiosos psalmos
Ainda cauaam seneaces prefundas....
Relendo a historia lamentamos boje
Homero, aego, a mendigar aas pregas.
Carnosa, no leito a so axtorcer eom tomo,
Tasso, as torturas supportando affliato,
Dante, proscripto de uma trra ingrata,
Como se vivos esti-essem allea ..
Para os coevos quando morreo vate,
Para os viodouros a viver aomeca,
Gymnaslo bahiaoo 28 de julho de 1862.
Al. omingues de Ctrvtlho.
(Diario da Dahia.)

-----
ElTeitos da oeiosidade.
(Continuaba*.)
As criadas sao to mentirosas, observou
madama Servrancx que dava tambora racao as
suas criadas, e porisso mostrava algum escrpu-
lo em criticar de sea visiuho, sendo ella culpada
alo meamo crime.
O relojoeiro um smantetico, disse ma-
dama Mellbot, e as raparigas qae o digam. Vi-o
um di* m cosinha..... commetter eertos borro-
ras.....
E eu iris logodize-lo a sua mulher. Sou
honesta, e nao posso ver certas deshonestidades
sem que fique revoltada, exclamo* a pdica ma-
dama Loupat.
Cada visinho.cada pesioa qae passava recebia as-
sim todos os das i sua censura ; e infeliz daquel-
le, caja conducta era um pouco suspeita; ella
era preju Jicada sem misericordia.
Nada do que ae fazia, podia, nem devia flear
oceulto e era um dos maiores prazeres de mada-
mas Loupat e Melibot sobre tudo, ter que divul-
gar algum peccadinho novo. Ellas mostravam
oisto um amor proprio tal, que o droguiata e sua
mulher oo tardaram em parlilhar.
Julgue se por ah como nao deveriam estar es-
tas quatro pessoas vendo que nao conseguiam
triumphar do impeoetravel mysterio de que es-
lava rodeiado o paviiho.
CAPITULO V.
Uma noute Servrancx entrou mais cedo que de
ordinario. As tres mulheres estavam ainda reu-
nidas.
Sel todo I exclamou elle entrando na
sala.
Oh I exclamaram ellas aproximando-se.
O oosso hornera chama-se..... sileniio..;..
chama-se Sardooy.
Bem 1 porm o que faz elle T
Ah respondeu o droguista, tomado de re-
pente de uma falla de memoria, e coma quem
nao se reeordava do que Ihe haviam dito a res-
peito de Sardony, elle ... |no me lembro.
Como I disseram as tres mulheres cora im-
paciencia.
Meu Deus 1 eu havia decorado to bem o
diabo do nome.... Um individuo emflm de que se
servem naTurquia.....
As tres mulheres olharam-sa admiradas.
Smeote madama Loupat pareces comprehea-
der, porque poz-se a rir de am certa modo, a a
virar os oaos de trsv. Um homem com ama
tao bella barba I
Ea lioha a palavra [dtcorada, disse Mr. Ser-
vrsncz descontente.
Iste nome ......e madama Loupat deu
a Guilberme os Blasmos esclarecimientos .qae j
havia dado asauas duaa amigas.
E' angular I disse Servrancx consternado ;
Bao fui sata a palavra que me disse o soasmis-
sario 1
Foi do comasissario de polica, cosa effeito,
que eatra dous cosos de vioho, Servrancx eoa-
seguiu saber deus dos mil detalhaa que alia de-
zejava saber: o ooaie e a profisso ; era tudo o
que o commiasario tinha direito de conhecer.
Resultou da interpretado de madama Loupat,
qua desda o da eegaiole as mulheres da visi-
nhaoqa, ao passarera pelo paviiho tomavam
asa semblante onde havia tanta de malicia como
da pie lace.
Nao o que a senhora peosa, dizia Ser
vraucx a madama Loupat. O oosso homem
drogman, iste traduz o turco paraaquelles
que nao o sabeaa.
Como puia eu esquecer-me disto I Drogman,
qmsi similbante aaroguisla I
At entao s haviam visto Mr. Sardooy e saa
crala. S haveriam duaa pescis na saaa ? Co-
megavam aer-lo, quando vas da madama Ser-
vrancx viu qae ae levaotava uma das corliaaa
daa janellas do primeiro andar.
O sol reflectia nos vidros. Uma alva, bella,
delicada mo appareceu. Esta mo nao era
cortamente a de homam de barbas grandes, nasa
tao pouco a da ve lia Citharina. Um bracelete
de oura, a a poota de um vellido de seda que
madama Servrancx distinguir, nao permillia
suppo lo.
Nao havia dunda qae existia ahi uasa joven.
Miei7iiHHi
HENRY CONSCIENCE
XI
(Continuado do o. 193.)
Trmulo de emoco e piadade, Bertholdo poz
e man no hoaabro de Coorado e Ihe disse :
Trtaquitlisa-le, meu pobre amigo, conso-
la- te Nao sobre tuas desgragas que choraa ; i
Cauaa de tuas lagrimas 4 n pesar qua asles por
?er-le brisado a renunciar aos sonhos de gloria
o dr graodezss que forrusvas meu respailo, nao
verla).' ? O que queres ? A nossa desgraga
oomplea : ao munns supportemos a nossa serte
com resignacao e coragem. Dixa-me, pois, ir
ter com Momk.
- Antes morrer nestas sgass fortsdssl mur-
muroa o msico cuja ddr augmeotava-lhe mais s
clera Obi despedido por causa de mi con-
ducta 1
Ouve me, Conrado, replieou Bertholdo com
voz supplicante. Disse le qae someote por affei
(ao ti me submeitia essa humiliaco : proeu-
rava illudir-te. O egoismo nao a estraoho mi-
cha resolieio. Que fleo eu fazeodo nesta cida-
de ? Anda qaa fusse respeitado eglorificado tan
to quaoto sou desprezado e deshoorado, nao po-
derla gozar aqu de am s dia de repouso. Ama-
nha Laura recebe a man do malvado Monck pe-
tante o altar e a face de Deus. Peosas, Conrado,
qe dAo a amo mais, por qae te teobo oceultado
a chaairaa qae me devora ? Oh 1 mau a>i igo, a
ua imagem est sempra dianie dos meus olbos,
perturba-me ainda o aomno, e vive sem cessar
no meu pensamenlo I Ella nao podia ser mlnha
esposa, conhego ; mas, la unida outro ho-
mem, e que homem 1um llonckl.... Ter de
enconlra la as ras com sea marido, e ser tal-
?z salpicado de lama pelas rodas da seu car-
ro Oh I nao I Seria ni tantos golpes e tao
crueis que por torga suecumbiriam a minha al
rua e o meu corpo 1
c Fnrcoao partir, afastar me, fugir para am
paiz bem distante, onda nada posea lsmbrar-me
aqulllo que fui, aqaiilo que esperei ser. Deixa-
me, pois, ir bascar os eioce mil francos, Conrs-
do. Com esta quanlia paiaremoa ao impreaaer,
aaldaremos oossas dividas a partiremos para Pa-
lia. Ali. perdidos no auiio da multido qae se
amooii nessa capital do mando passsremos
ieitonheoidoi j a calanla partera as nossaa

Aleas da qaa ouvtram-se por diversas vetes II-
geiros gritos, e gemidos sahiram do pavilbio.
Qaa atroailadessacommelleriam ah T
Todas estas perguntas fleavaaa impanetravals,
tomo os grsaitos da Thabta a da Hemphls.
Madama Lou/at emmagracia ; madama Meli-
betdeixsvasea marido som am terceiro ataqee
de apoplsxia, sem cuidar em saciorre-lo, tao
preeecnpada vivia ; midama Servransx esque-
ceu-ae de pezar a manteiga, contar o numero
dos pes que se comiam ; da aorte qae a criada
adoeaea de uma indigeatio. Quaoto a Guilhor-
me j aas anaontrava nuito prazer na bote-
qaiaa.
Arlstisdes oavirs por iatervallos fazer se al-
hitoes a todos estes faalos extrsordinarios. Po-
rm nao prestava atiendas a isto. Coohesia os
estupidos commeotarios de que eram capazes as
daas visinhas, e nao iaquietava-se como que
ouvia aizer. O aniso sentimanto que elle expe-
rimento u foi de pessr, por ver seus parantes en-
trecarem-sa a esta deploravel mana.
Nao podeodo censurar a Servraocx a sua ma-
Iher vingava-se sobre i Loupat e Melibot a qaem
apprimla com aeua gracejos, e a quem aechara
por detestar cordialsaeole.
latretanto fslloa-se tanto a este respeito, que
elle lembrou-se tambera de observar o pavilhao.
Nada da aingular vio a principio, Srdooy tinha
a phisianomia absorta, e sombra ; peres* Aris-
(idea pensou que este bomem tinha a direito da
tomar o ar que lbe agradisse; a velha eriada era
paluda, e elle disse aomsigo qua se a pobre mu-
lher podasse essolher, teria o rosto mais ro-
sado.
Ariatides eslava perfeitameeta insultado em
atsaaaguas fuadas para poder ver todo o inte-
rior do pavilhio e descobrir ahi as particulari-
dades que os ostras deviamigoorar. Selle, com
erfeifo, poda descobrir o jardim, e as cmaras
quando se lavantavam as cortinas.
Elle ouvirs fallar de urea mulher retida costo
prisloneira por esta especie deOthello.
O peosameoto de qae ama joven belleza ahi se
achava captiva e esperava talvez um salvador,|a-
gradou a imagiosgo do aobrlnho de Guilherme.
Tornava-sa meaos discreto, eespreitsva a casa
do vlsinha, assim aomo faziaaa aeas queridos
protectores.
Elle cansarava-se mentalmente por esta io-
discrirgao, quando julfoa Iperaeber ama forma
esbelta passeiando no jardim. Era ama mulher.
Passeiavs pelo brego de Sardooy. Trazia am
ebapa de palha que Ihe oscaltava a eabega : da
lempos a tempot, rdpellia eoas o s, am pe de
criaaga, am p de ftda, aa pedrinhia do cami-
nho.
No flm de ama allia os passeisdores velta-
rsas.
A joven lavante a eabega, a Ariatides esleve
quasi a cabir do tamboreie em que eslava as-
sentado.
Esta mulher era prodigiosamente bella, bella
nos na accepgao formatira desta palivra.porm
bella pela etpresso teme, elevada, nobre e
casta, qua se reflectia em seu semblaote.
O mancebo nao pensou em datalhar nem a
cerdos aeas cabellos, nem sea toillett, nem saaa
joias, elle iaprimta teda ests bella figura em
sea corario a ahi conservou-a.
Muiag vetes elle eommovera-se a poeto de
chorar vista das virgeos, to bellas e inge-
nuas que creavam os nosaos pintores do 15* se-
cuto, elle Ibes achava um aspealo lio bailo, que
apoderara-se em seus sonhes de mocilade de
uma viva paixao por um ideial do typo das vir-
geos de Vsu Bycke Memltng.
Seu ideial eslavs sobre a Ierra a triata passos
de olstancia.
Sua atieogio dirigia-se desde entao inteira-
menie paaa este lado. Nao deixava mais saa tra-
peira, esperando tornar a ver aiuda, e muitis
vetes, asta apparigao qae elle chsmava as-
iente.
Elle nio falloa a nioguem da sua dascaberta ;
oceultava-a como um theaouro. Em aua opioiao,
era profanar uaaa tal ereatura entrega la a au-
riosidade dassmigss de lia.
CAPITULO VI
Os babitaates do paviiho nao vivlam inteira-
menteiselados. Ahi vinha uma pessoa, porm
amas. Ira am hostem de is.le, de cabellos
braosoa, decentemente vestido, e que trazia a
eommenda de offleial da ordem de Leopoldo. Li-
ma earruagam o aoudutia a morada de Mr Sar-
dony, e abi esperava-o, pouco asis oa meno9
unta hora. i
Advinha-se faeilmaote que esta oovalcircuans-
tsneia dra materia para novas auppoaig es. la*
tretaeto a eommenda de offleial pare ju fater
bom effeito sobra o espirito fraco de Gdasoa h-
roes, e hoave am pequeo saovimentc|de esti-
ma pelo drogman.
Um dia, ao contraria do qua se Atara quatro
oa ainoo vetes, o velbo assim que che*0u mau-
dou retirar a sarruagem. Era isto auna coaaa
mudo simples e natural. Porm por que ratio
infringirla elle am habito, que oa opiaio das
trea mulheree, adquirir a torga da le T
Madama Servraaex emittiu o parecer da qae o
velha 11 cava iam duvida nenanma para jun-
tar.
Oh I exclamo madama Loupat, ae assim
, elle passar muito mal. Iofarmo me todos os
dias do que compran. A v*lha criada boje s
coaaprea algumas aoatelletas ; a sa elles devam
jsotar somanta isto, julgo que nao ser grande
aousa.
j estou asngada da dizer que elles sao
muito sovinas, observou madama Melibot sem
aessar de fazer meias com a agilidad* de am
esquilo.
lofelizmeete para a astosisjlo Melibot a som
panbia, Ariatidea assistira occuliameote a esta
generla apredago [ella aos vnonos.
Querida madama Loupat. disse elle eem
voz meiga, quant i ja senhora i boa e amavel, e
quaoto tosi de cuu-ia fallar asura do prexi-
mo, isro prova qaa a senhora lem um bom co-
rago I
A senhora tea festins em sua casa t Se
sssim, convido-me. 8ar-ma-bia to agradavel
gozar deata suculeota comida preparada pelaa
auaa proprias mos, nss horas roysiariosaa da nou-
pgadas ; a inveja nao podar segair-aoa at l.
Sers empregado ao coro de algama egreja para
tocar, e eu trabalh*rei, apren ir rei um officio
qualqaer, ae preciso fr, offerecerei os meus ser-
vigas esa alguma typographla oa escriptorie. En-
t, meu amigo, vivereroos em paz, tranquillos e
to felizes quaoto podem ser dous pobres exi-
lados 1
Costa seria bella essa perspectiva, disse o
msico suspirando, se nao tivease desastar-nos
usa criil aacriflcio I
Ab I Conraao, nao a tu aura 4 a mi-
aba sal>ago que de ti imploro I Per compaixo,
por piedade, fjanos dos lugares em qae ella ha-
bita 1 ConseulesT
Hurrivel p*ntamento I exclamou Conrado. Ver-
te prostrado aoa ps do infame. Hoack I Ver-te
eatender as mos para elle... e elle combar do
tea aviltsmenlo I
Cala-te, oh I cala-te, Coarado, murmurou
Bertholdo estremecendo. Nao me tires o poico
de eoragem que me resta : nao despenes o or-
gulho do eteu corago I Conseota ; porque sa re-
cusa rea o que me restar fazer?
Oaelu-se, o ruido de paasas da parta de fra.
Ouco voz de mulher na eacada I observou
o joven Robyo admirado. Ser engao 1 Parece-
res a voz de Margarida. que foi eriada do meu
lio. Vira eaaa partida mulher insultarme aioda
na minha miseria I Ella naide ara casa da Monck ;
nao pode ser mensageira aeoia de novas das-
grecas....
Margarida (era ella eem effeito ) empurro a
porta violentamente, murmurando em voz alta
as seguiotas pslavras ;
Bmdalhol Bregeiro 1 Deltar-me para fra
de eaaa I Vae saber o que isto Ihe ousta ....
Reparando na pouca alaridada que reioava no
quarto, e miseria no meio da quai vivia seu jo
veo amo, Margarida parou completamente en-
telada.
O que veas fazer aqui? perguntou Berthol-
do que se i nh levantado arrebatadamente, e fl-
xava celia um olbar irritado.
Oh I meu Deus I disse a sntiga criada le-
vantando as mos para o cu. E' o senhor mes-
rao, Sr. Bertholdo ? To magro, tao.....I se
nao faliaase, nao o recooheceria. Cerno o infor-
tunie faz a genle mudar I
Qaa vam fazer aqui ? repeliu o mancebo.
Responda.
Ah ab I Esta Sr. Beriholdo est sempre
prompto a zaogar-ae eomigo I disse Margirida
nodo se. Pois, sa soubesse o que vim fszer
esta triste habitago, liana de bei]ar-me as mos
de resoohecirrenio e alegra.
Nem mais uma palavra, iasolante I excla-
mou Bertholdo dirigindo-se para Margarida Cam
ar ameagador. Sai, sala j d'equi.
O ssnhor me daspreza 1 replicn a ex-criada
suspirando. Pois bem, eu ote retiro. Entretanto,
se soabesse o que vinba dixer-lhal ... Se ta-
te ; porqae a senhora cosinha a noate, estou ser-
ta disto, solida bailara. Porque da dia a aaohora
nunca aat am casa, lem muito que fazer naaaa-
sss alheiae, indissrsta I
Madama Loupat, engaada por am inatenta
eom estas lisonjas de Ariatides, estremecen eom
astas aarlaiaa, rovirava os olhos, de am modo en-
ternecido, porm as ultimas patarras do msneebo
repellia-a com am iocoo, qae o fez recaer dez
psssos.
O senhor 6 um hypotrila, exclamou ella.
Depots tomando o chsila o o cabaz, e dirgindo-
se so droguista a sus mulher:
At a vista, diese ella ; se para insultar
as amigas que educara este senhor, fleo-Ibes mui-
to agradeaida I
Todas as instancias psra rete-la foram iomeia.
Estao bem arranjados, disse madama Meli-
bot ; alia to m quando ae zaoge I
Bspero que a senhora me defender, o aba-
lera os mas, peis sooseguiu sbatsr um capito
da armada blgica.... E, a proposito, somo vae
de saJe este caro eapito ?.... lata iotairamen-
le baaa, ou j morrea ; visto a senhora estar aqui
deade pela Madrugada al bem tarde da noate?
I' eomigo agora qae quer contender-? disse
madama Melibot exasperada. Sea saa eriada
ditsa ella lavanlando-ae e sahinde apressada-
menle.
Servrancx e aua mulhar estsvam descontentes
aem Arislidaa, e quaixaram-se am lermoa bem
amargos, lile recebeu auas observages respei-
tosamente, e desoulpoa-se depois ditando :
Srrei, meus queridos tios, ceoveaho aislo,
porque assim o queris. Somente como sei que
sois bons amantes a raroaveis. Intimo que estas
daas mulheres procuren! tornsr-vos maldizentes.
Isto alormeota-me. Que se imporlam, meus tios
que nossos viziohos psssem mal ou bem, que vi-
vara no retiro, ou frequeotem a sociedade? Dei-
xemo-los empaz; nao nos importemos com
isto I
Depaia disto, Ariatides sub logo psra o seu
observatorio; habituara se a ver sua liada viti-
oha todos os dias as mesmas horas e no mesmo
lugar, quero dizer no jardim. 1 como o homem
toma de boa vontade seus desejos pela resudado,
lisongeiava-se de terem reparad nell, e de nao
haver desagradado.
Deate molo, oosso joven here peosavt as
gragas e eneaatos desta amiga desconhaelda e
julgava-ae sobre am leito de rosas imaginado por
alte. Coegra o momento em que o jardim era
visitado por aquella que Aristtdes esperava ; bem
depressa psssou-se este momento, eo pobre msn-
eebo Icou seriamente inquieto. Subia sobre o
sea tamberete, depois dessia ; dava dous ou irea
passos pelo quarto, o tornara a Ir para seu posto,
sempre oom esperaogas de encontrar a bella me-
nina no lugar do oostume, e sempre engsnadoem
saa espera.
Eatrtaoto, em qaanto elle a procurava no jar-
dim, a joven eslava j ha maito de p a ama das
janellas do paviiho.
Elia olhava oom anciosa attengo, alternativa-
mente para os doas lados da raa. Ariatides viu-a.
Mo tinha de que se queixar porque aasim via-a
de mais perto sinda.
Porm repentinamente a joven manifastou uma
alegra exeessiva, a, levando as mos aos labios,
anviou ardeotes beijos para a roa.... infelizmen-
te a um ouira que oo ara Arlstides I
O pobre rapaz senta todos os symptomsa de
uma congeslo cerebral, tao granee foi o golpe .
que recebeu. Nao obstante leve animo psra de-
bruger-se na trapeira: em fronte da casa eslava
am homem envolvido em um capote, que affst-
tou-se rpidamente.
As douradat illusoes de Aristides desvioece-
ram -se ; nao mais amor nem esperanga ; um ri-
val aurgira de repente roubaolo-lhe este bam
cuja possesso sua imagioago acariciava com
embriaguez.
fue namoaadeira I ditia elle patseiando de
bragoa cruzados por sua trapeira.
Piem-se, pois, nos rostos innooenles e canu-
dos !....
Tolo que sou I aocretceotava elle, tomando
tamben aua parle naa invectivas que Ihe augeris
aaa culera. I-tava quasi a tornar-me apaixooa-
do por uma namortdeira....
Para conseguir tranquillisar seu espirito irrita-
do, a.ceadoj com phrenesim seu grande cachim-
bo alleme e tomou aua poaige horisoolal. s>e
vez em qaando, tioha um sobresalto, soltava em
ums nuvem azulada de fumo uma invectiva ao
cu, que desididamente a causa e o flm de lu-
do, poia que sempre para elle que sa dirige o
anathema ou a rogativa.
Anouiesea, e Anatides ainda saeontervava na
meama poaigo. Fui distrehtdo pelo ruido mono-
teoo e regular da passos dadoa eom a cadeneta
medida do vae e vem os "passos das seatinellis.
Aristides leanlou-se o olhou para a ru.
Vm homem ahi passeiava, da mesma forma
qu aquella que recebera os beijos, eslava envol-
vido em um capote.
Cousa horrivel, a que feria delorosamente o
corago do Arislides I A portioha do jardim abriu-
ae, a o homem do capote, de um aalto, preoipt-
tou-se nelle.
Insisiir sobre o astado de peralexidade da Aris-
lides seria intil.
Quaoto lempo sa pasaoa assim ? manaebo
oo podara diza-lo. Ma momentos am que se
vive fura do lempo e do espago. Elle eslava em
um deates momelos.
Muvos paasas aa ouviram, e Aristides recenhe-
seu entao, a luz de um lampean, Sardooy qua
entrava em aua casa, e de cuja ausencia ae turnara
epro'eilado. Elle ia sorprauder luda, e fagamoa
jusliga, Aristides tremia pela sua amiga, quando
abri ae a portioha do jardim, e por alia sabia o
hornera do capote.
Nao era poasivel mais haver a menor duvida.
Um amante, um verdadeiro amaate era admiilido
junto da bella vizioha da qual Sardooy era pelo
manos o Barlhoio.
Para aquellas que portam -se eom toda a pureza
da tua alma, com cao lurs, e sem calculo, e que
aao chamados pelos mais indulgentes, ingenuos,
a pelos outros, lmbeceis ; para estes, uma illu-
so qae desampares, um bom peotamento per-
dido ; a sinearidade, a viriude, o direito, a jus-
-=
Mes, e tudo qae ha de nobre e elevado na nal*
reza humana qaa ae sent abatar a morrer. Os
maus, es fortes, psra designa-los pelo nome que
eiieepreferem, floam quites por ama pequea ir-
ritagao de aasor proprio, e continuara eem novo
animo na nova campaoht a cooseguem. Os
Ingenuos aerdem conflsnga, toraam-sa tmidos
a desconfiado. qDe elles julgavam ser uma
bsse de granito, nao mais que a sreia qaa te
mova|eb seus ps.
Aristides acreditara. Collecera todaa sos f
nesta amor. Saa visinha parecia-lhe to easta,
para e santa, que elle oonsiderava como am sa-
crilegio a sombra de ama auspeita, e esta joven
acabiva da dar-lhe a prova de uma vergoohosa
e m intriga. A ferida ara profunda. Para tran-
qulllitar-ae, desceu silenciosamente a cicada e
dtrfgiu se apressadamente para o campo, este so-
berano consolador dos aflliclos. Ahi chamau em
seu auxilia o sophisna, este outro consolador, e
pensou se realmente* ests mulher seria dignada
sua affeigo. Ella tinha defeilos, devia il-los.
E*a gaga oa aurda, valetudinaria, erabugenla,
em todo o caso. Doeote, aoffredora I disse com-
sigo o mancebo, o esta circumstaocia, longe de
inspirar-lhe anthlpalhia, quasi que o enter-
neca.
Assim mesmo ama-la-hia, dizia elle. Que
alegra tena eu em tratar della, aperta-la em
meus bragos, sobre mea corago, e dar-lhe a sau-
de com o ardor de meus beijos.
Bom I exclamo ello logo, continuando seu
passeio interrompido por um instante. Agora,
vou lornar-me tolo; choro e fallo como um
poeta I
O pobre mancebo, em saa rsiva, malJizia os
poetas, justamente am dos nossos mais dittinctos
romancistas.
Suas reflexoes cootinuaram por muito lempo a
serem penosas. As primeiras feridas sao as mais
crueis. A existencia paroceu-lhe t'iste e monto-
na. Tudo era cireamscripto ao redor delle. Por!
um instante um raio de sol esclarecera aua alma
joven e crdula....
Depois passara por ella um vento fro e a
chamma extinguir se. Eslava multo desgoslo-
so ; como era de um carcter enthusiasta, ar-
dente e generoso, soffria todas as fluctuages
de sua naturezi e passava de am extremo a |
outro.
CAPITULO VII.
A scena amorosa representada pelo bomem de
capote tivera por espectadores oo s Aristides,
como lambem madama Servrancx e suas duas
amigas, que nao obilante a sus zanga, vollaram a
casadoanligo droguista. Elle e sua mulher ha-
viam pedido qae voHassera, mais por lemerem a
sua llngua, que por amor de suas pessoas.
As tres mulheres estavam indignadas. Mada-
ma Louparl sobretulo, nao consenta em descul-
par semelhante escndalo. Era a este respeito
muito intolerante; tendo peccado muito, nada
quera perdoir.
Guilberme esteva ausente no momento iote-
ressaule.
S'hira as quatro horas da tarde, pois viera a
estago em que todos os dias elle empreheodia
uma excurso loogiqui em procura de um bom
copo, como se diz em Bruxellas; pozera-se a ca-
minho muito ligeiro e alegre, com uma flor na
bocea, e agitando no ar urra bengala enverm-
zada.
Pelo caminho, fazia proveitossa observages
sobre o estado da vegetago sobre a altura dos
trigos,dus,quaes irazia preciosamente uma baste,
como provado crescimeulo extraordinario da
planta.
lnterpellsva os aldeies.davs-lhes conseihos, e
falla va sobre a agricultura oom a sciencia de um
mollusco ; queixava-se da persisiencia do vento,
da fa la de cnuva etc., etc.
Ghegando a viote psssos de distancia da taber-
na campestre, flm de sua exuarso, parou uma
ultima vez para assistir ao trabaiho de dous ca-
vallos puchando cuslosamenle uma grade em um
terreno argiloso e moutooso. C'iticou o ter o
campooez c mocado sobre sua maquina duas pe-
dras do respeitavel grossura, quaudoj o traba-
iho era to pesado.
O aldeio olhou-o de travs sorriu-se econti-
nuou osea trabsloo.
Imbcil I disse Servrancx, que aecusou o
aldeio de luucura e eraeldade.
Porm oeste momento elle viu do outro lsdo
da rua, a Mr. Sardony caminbando apressada-
ineute.
Nem um nem outro peosavam no que ss pas-
sava a esta horant rua em que moravam. Ser-
vraocx achou qae a occasio era propria, para
entrar em relago com seu visiuho, e fallar-lhe;
felioitava-se de aotemo por ter de dar esta no-
ticia a au-i mulher. Apressou-sa poi a ir juntar-
se a Mr. Sardooy.
Esie nao tinha motivo algum para demorar seu
andar, e j ia mullo longe. O camiabo que elle
segua depois de ler airavessado uma vasia pa-
mele cruzava de repente para ir perder-se em
am valle relroso, onde haviam quatro ou cinco
caminhos qae conduziam a differentea pontea.
Servrancx chegoa ao flm da planicie sem al-
eaoeat Sardooy, cujot tragos perdeu. Talvez elle
sa titease dirigido para uma especie de casa de
campo ou granja com tornohas que se via mais
ao luoge, ou rodeiado o declive, para seguir tran-
quillamente o aeu caminha.
Nao leuho certeza dtsto, disse o droguista
voltando para traz.
Nao obstaote jalgoa que tea trabaiho nao fra
perdido; viu siguas esmponezes qae acsbavam
o seu trabaiho, e dispunham-se a vollarem para
suas casas.
A julgar pelo numero de aores que estavam
derribadas, estes horneas trabaltmam neste lu-
gar a mullos das.
Servraucx lui-rrogou-os para saber se era esta
a primeica vez que Sardony passava por ali.
Nao, respondeu um dos elieias, eu vi-o
paasar houtem e antes de hoatem, dirigind-se
para o mesmo lado.
Servrancx promeltea saber exactamente o que
trazia seu visiuhu a estes lugares. O negocio de
ora avaole pareceu-lhe fcil.
A accelarada carreira do .nosto caro droguista
havia-o alterado ; por agora elle tinha mais ne-
bessequevim aqui para restituir-lhe a heranga
que Moni k lha raubou 1 .... Sim qae Ihe rou-
bou eomo um verdadeiro ladro ....
Um sorriso de desprezo o iocredalidade desa-
nbeu-se as feiges de Bertholdo.
Mor k mandou-a aqui psra insultar a nos-
sa miseria ? pergantou elle com a voz alterada
Gonrado, poros, levsotou se ; a cammogo,
de qae se achava posauido, a tornara trmulo ;
aos seus elhos brilhava o fogo da alegria, que
procurava reprimir.
Tranquillisa-ta, Bertholdo, diste elle. Ou-
ve ao meos a que quer eala mulher.
E segurando n'araa das mos de Margarida a
eoodaztu umacadeira, proseguiodo com affsbi-
lid.de:
Vamos, boa malher, sent se e descanc. Ne
disse qe vinha restituir ao Sr. Bertholie a sua
neraaga que Monck lha roubou ?
Monck deitou-me d essa para fra; deitou-
me porta coaoo um ao I bradou Margarida ba-
teodo na mesa ira o ounha fechado. Mas ha de
arrepeoder-se I Esteva coovenaiooado entra ndt,
desde vida da velho Rooya. qe eu havis de ser
sua mulher: porm Hoock lladia-me odiosa-
mente cerno um vil hypnenla qae Aotanha
vaecessr-se com Laura Kemenaer, porqae o pae
della tem muito dioheiro ; pois davam saber qae
Man k detesta a moga .
Mas falla de berenga, diste o msico som
impaciencia.
Margarida nio atienden a aita observagao, a
proaeguia :
.... e ella o deleita tambera, o tsm tinto
medo delle que est quasi etits. Sim, sim, Sr.
Bertholdo; Sr. talvez o ignore; maso sato
qu a D. Laura o ama anda anea tal ardor que
parece acabar de dia em dia ; coasome-a am
fofo lento; vae morrendo pooso a pauso, par
que a separaran] do senhor......
A colero de mancebo dissipoa-se como por en-
canto : oavirs estas palavras da ex-ariada eom o
'corceo palpitante, havidos os olhos.
Finalmentt parguotaa-lha com a voz braads,
e quasi supplicante:
Eslo ella ainda me ama, Margarida ? Co-
mo saoa disto ?
Pois se esse todo o pesar de Mnntk, a or
isso que ella Ihe faz o mal que pie. O seu
fita era obrlgar o senhor a morcar de pesares, ou
a deixar o paiz : e ereia que a haeia de aoose-
guir sem causar-lha a meoor deteuoflings. Com
o dioheiro tu lo aa coosegue....
O mal sobretudo I obtervua o msica sus-
piran io. Mas vamos |haranca, i heranga I
Neste caso foi Monck quem aoiquillou a mi-
cha reputago, e a minha honra por meio da sa-
lo tenias pagas a peso de ouro ? perguntou Ber-
tholdo.
E qaem hara de ser ? Como simples
asta Sr. Bertholdo I Puia ainda ignorara. T re-
pliaou Msrgtrida oa urprt;
Craioqae aqui vela pare fallar da heranga de
Bertholdo, observou ouira vezo musieo cuja im-
paciencia augmeotava a aada palavra.
Margarida apoiou-se atis aeosmodameote aa
eadeira, e tosnu diversts vezes, como se se pre-
parasse para fazer ama revelago imprtame.
ASinal disse cam um sorriso maligoo :
Pallemos do caso seriaaseate : a clareza
a sima do negocio, como diz o adagio. O que
me o Sr. Bertholdo aa Ihe eu iodicar o meio
de rehaver a fortuna qae Manck Ihe roubou ?
O msico fliou os albos em teu amigo : oa la-
bios deste ultimo eonirahiaoa-ae por uaia ex-
presso de despreso.
Ella aada aabe 1 murmurou elle.
Nada aei ? repltcoa Margarida. Tres dias
depoit da morte de seu lio Monck eoafieu de eatm
um segrado, que boje ao sana eapaz de eonQar,
e que o fas tremer, pois o malvado ha oais da
seis mezes que ma adula, e se roja a meus ps
como um cao submisto, para oeler o mau ttla-
cio. Se essa aegredo chegar aot oundos da us-
liga, aullo eat o testamento peraote a le.
Mea Deua I exclamou Conrado erguendo as
mos para o cea. Oala que esta roulbar diga
a cerdada I Bertholdo, Acaremos sobraneeiros
calumaia ; nada mais obstar a la carreira ; o
teu nomo bnlhar no cu artstico aomo uma es-
trella radiosa 1..... Este segredo, esse segredo,
boa mulhar?
O que me daro aa au o revelar ? pergun-
tou Margarida sem sa alterar.
O que pede, oquadeseja? tomou Conrsdo
fra de si.
Convem saber, replieou Margarida, que eu
devia Qgurar no testamento do velao Bobyn ;
porm Monck iranstornou tudo. Se as cousaa
tivessem eorndo aomo se esperava, caber-ine-
hta um legado importante. Retlituam-me esse
legado.
Ainda uma vezque quanlia pede ?
Alguna mimares aa francos.
Mas quaota?
Sarei rasoaval. E' maito viote mil fran-
cos I
Nao; tari viate mil franaoa, vinta e cinco
mil, trinla mil I....
Ora aqai eat o qua entender-sea gente,
diase Margarida aoa alegra Os seohores s
boas pestoat, pois nao reausam a uma pobre
criada o pao para a sua velbiee. Porm posso
cootar com a aua palavra?
Nao devisa, respondeu conrado. O servi-
goqaa vse prestar a Bertholdo vale b*M as-a
quanlia. Ter es trila mil francos. Nao Ber-
thaldo ? Caoflrma o que digo ? Bam v, boa
malner : agora cont nos o segredo.
Euto nao me eaganam ? Pois voa fallar.
A le dudara outlo todo o testamento que nao
tem dala ao ?
Sim ; mai o que iiMff com Uto ?
fe saldado de beber qaa de saber ; e foi eom an-
dar apressado que dlrigia-te psra a taberna.
Entretanto era espersdo com impaciencia no
domicilio conjagal: qaantsa cousas tioham a di-
zer-lbe I Portento assim qae entrou onvia logo a
historia ds portioha do jardim. Poi reaolvido de
commum accordo entre os quatro membros da
associago Servan, Loupat & Companhit, que
se te renovatsem s-melhanu-s immoralidades,
Mr. Sardony seria avisado. Elles estavam aon-
veacidos que este era nao s sea direito como seu
dever.
- Sei onde encontrar agora a nosto querio
visioho, disse Mr. Servrancx de um modo trlum-
phante; encarrego-me do negocio.
Esperou-se com impaciencia o flm do dia se-
guinte. Davam seis horas na peadula de alabas-
tro que ornava o salao do droguista, quando co-
mo na vespera, Mr. Sardooy sihtu da sua
Cflsfl.
Servraaex aspertvs este momenta e dispnnha-
se a seguir o visiuho em distancia. Sua mulher
le-la parar eom am jetto, e por um tieaal ai-
dou toda a sua atlenc para o pavilhio I A ra-
lba arlada acabara de abrir com precauca a oor-
tinht do jardim. Ella olhava para a direi't e
para a esquerda. O homem de capote nao devia
catar longe, porque correa logo e entreu no iar-
dim. '
Era muita impudencia : a era preciso a tols o
trago impedir a cootioasgo da ama to rsreo-
nhos intriga.
Servrancx que sem duvida, tragara teu plano
antecipadaaente, traequillitou com am gesta ss
suastssosiadas, e paruu em basca de seu visi-
oho.
Tudo isto fora presenciado pelo pobre Aris'.it-
des do alto de sua trapeira. Via tarr.bem seu lio
dirigr-se para o lado por onde M. Sardony d>i-
sapparecere, e por uta singular effeito do total-
Co, adviahou os projectos de seu tio.
Ariatides de boa voniade teria espancado o
amante a quem elle odiaza ; porera oo poda
parmittir por couta algutna que se prsticasse uma
infamia do genero d'aquella que seu tio meditavs.
Desceu, e foi colloear-sa dlante da casa, do lado
eso qaa deviaM apparecar os *out hoasene.
Mostr! em ludo isto muils perspicscia ; por-
que no Qm de dez minutos apparaceram ambos.
Sardoi.y vinha adianto silencioso a digno ; Ser-
vrancx aeguia-o sorriodo e obsequioso.
Era lmpostirel advertir aquellas que te qaaria
sorprender.
Oh mea tio, gritou Aristides dirigiodo-sa
para elle, onde vae com tanta preasa ?
eixa-me, rapaz, responden c droguista,
contrariado por encontrar ahi aea aobrlnho.
Uepois 4irigindo-sa a seu compsnheiro, ditso-
lhe : Olhe, qusndo o senhor eutra por ali, alia
taha por aqui, d volta a chava e cerli jue-at do
que lbe digo.
Aristides leve vontade de dar am poniste am
seu tio.
Que procura ? O homem do capota ? disso
ella intarvlnda. Oh di se ao trabaiho de ir at
o n da raa, e v-lo-ba ainda.
Estou confeso, desesperado, disss Servranex.
Juro-Ihe, senhor, qas a qao Iba disse s ver-
dado.
Sardony nao respondeu orna palavra, e, sem
aaudar, sem agradecer, entrn esn sua casa.
Depressa 1 depresaa I gritou Aristides aba-
tando a parlinha do jardim, que entreabriu-sa
i para deixar fugir o amaate, em aegaida do qwal
I dirigiu-se o tubrioho de Servrancx.
lite faz ama exclatnago para sua can.
Na Qm de quareala pasaoa, Aristidea aletsjou
o fugitivo a poudo-Iha a mo tobre o horabro
; ditse-lhe:
Perdo I o senhor nio polido. Desojara
I que me agradeeesse o meu trabalh, porque ere!
, ter-lhe feito um favor.
O detaonheclio voltou-se e daa occasio a
| Aristides encara-lo.
Era de flsiooomia varonil e energisa.
O que ? perguolou ella framente a Aris-
] tldet, coa voz de quem nao gosla da aer contra-
riado.
E', respoadeu Aristides sem so intimidar,
qaa o senhor se lotroduzem ama aasa aomo sa
fotsa um Itdro, que tam ms iotances, porque
sa oceulta, e que tanha razo de oo ver isto com
bons alhns.
O desconhecido sorria-sa com desdem.
Oteoher peosoa por ventura qae pela tua
aondula, expunbt a censura a a maledicencia e-
i uma petsoa qoe neste momento deve soffrer mui-
; lo com a sua fagida ?...
O que diz perguntoa odessonheclio pro-
ximando-s.
Pariicipsraaa a Mr. Sardeny a sa vinda de
hontam e a de hoja. Cerlamente isto vae irrta-
lo contra aquellas que o Uieram entrar....
Ah 1 o aenhor tem razo, obrei eateuvada-
menta, poram havia tanto tempo quaeu desejava
v-la, abraga-la.
E eu 1 disse iagaouamento Aristides, dando
um suspiro qae attrahiu a altengao de seu inter-
locutor.
Posso saber, senhor, dissa este com brsn-
dura, a quem tenha a honra de fallar?
E o que Ihe importa iato ? disse Arlstides ;
oa antea, ea lho direi Meu nome. com a eondieo
de que o aenhor lambem se dir quaes sao as
i sua rjlacoe, aom a peasoa de cuja cisa ste.
De muito boa vontade 1...
Receba ot meus agradeeimentos. recoahegaque
l prettoa-me um tervig. Agora te q.ixer tcoot-
paohar-me, saber lado : nao poseo perruilir
qae o seu espirito se perturbe com oateia suppa-
signes. O tempo esi bello.
E' agradavel passaiar eonvereaodo.
Aristides aeeitou sem hesitar, e, mediado o
seu passo pelo do mancebo ; desappareseu can
| elle no fim da rua.
Eolre ttoto na reunio Servraaex Loupat
Mellibol fallava-se sobre esta segunda edico da
portinhs do jardim. Madama Loupat eobria
pdicamente o rosto, a mulher do eapito pertig-
nava-te devatamente.
O dreguitta e saa mulher lsmentavam o pre-
juuo que resultara dial) eara sua prooriedade.
(Continuar u ha.)
O testamento do Sr. Bobyn nao foi da-
tado.
O musioo oorreu para a mesa, abriu a gaveta,
o procuroa ali um papel com a mo tremola.
Eoaootrando-o passou rpidamente es olhos por
elle. Mas logo soliou uma exclamago de de-
-sespero, a deixeu o papel sabir toare a mesa,
exclamando ;
Amares decepgo I
Sala, saia j daqui I bradou Bertholdo pata
Margarida. Eu bem sabia que Moack a nianiou
c para maullar a nossa miseris. Oh I se nao
fosse uma Bkulher ....
Mas o que isto qae tem os senhores ?
perguntou Margarida estupefacta. Agora que sa-
bara o segreda maodam-me sahir eom injurias I
Mo me coabecam ainda.... As cousas oo ho
da ser assim.:..
Illadiraa-lhe, disse Conrado. Aqui est
ums copie luiaral do testamento : tem data de
20 de abril. Admiti qae nao viesse aqui zom-
bar de nos ; mas bem esl vendo que nada se
pode fazr : por tanta raiire-se. ..
Vioiee de abril I exclamou Margarida. Es-
l certo do que diz ?
Aqu est a copia ; sa sabe ler, veja.
Este petsimo grsoeje tem durado maito
tempo I exclaasoa Bertholdo. Qaer ou ao fe-
tirar ae?
Um momento mais, rsspoodea a velha pas-
saodo a mo pele testa ; um mom*nio s, dei-
xa-me relictar. Ah Monck dissimula I Enga-
o me; invente aatt hmoria que me trtumit-
tiu como am grtade tegreo, de qae dependa a
validado de testamento I E ludo era falto 1 A
que vam estas myslerios ?.... Se a mlnha pri
aeira suspeita foasa fundada...... Sim, aim ; que
lembraaga I oo oatra aousa I
O qua ? pergamou o masico aacioso por
saber a causa da agitago qae se manifeetara em
Margarida.
O qaa ? O testamento falso ai Ja sssim,
porque ao foi o Sr, Kebyn qaem o tez.
Expliqae-ie ; o que qaer dizar co isto ?
#aga. O Sr. Kebyn reeussva fatet o seu
tesiameuto. Eu a Mooik re tela vamos que o aut-
prebeneaae algum ataque de apop'.exia, a mor-
rease sein deuar-oos o legado que sempre nos
prometa. Na maoba do da em qae expiroo,
lumorci-ihe qae devia cuidar a anas altimas
isposiga* : e o qaa otilve delle foi a proaessa
de que naqelle quiajze diat, ss nao melhorat
se, mandara vir o taballio.
Estou conveoeida de que at salao nao lioha
feito testamento. Ora Monck fleo perto de umt
hora t com o Sr. Robyn ; dapoit tocoa a eam-
ptinha, e qutndo eu acadi, enaoolrei o velho et
teodtdo aem vi.u em aaa poltrona ; e digsm-me
o ",we ma disseram, o meu primeiro peusamento
lol que elle havia morrido sem testamente, ainda
qua Monek declarou-ma logo o coalraria, Com-
prebeodam o que isto quai disar*
Pelo amor da Deus, continua exclamou,
Conrado.
E' precito que saibam, prosegaiu Margari-
da, que Monek imitava a lettra do Sr. Robyo-a
ponto de este ae eogaaar maltas vetes. U>oa aa
duas horas antesDeus me per ice I toas nao era
da minha intengo priva-lo da sua her,a, Sr.
Beriholdoeomo dizia, ama ou duat hores suiea
ea tinha dito a Meoiks ae a marte aurprekandar
o velho, faga voc bcimo o testamento...E fi-
quem eertos de qae Mon-k segaia o meu coots-
iho, fazendu-me crer am oatra coasa para ver se
aa disto tne aqueeit...
Coorado passoa alguna minutos olbar fila-
mente part o ar, como quem eslivesse mtrgu-
Ihtdo em proluuda med'.ttgo. Sabito porem
jogou ptrs om lado a sapa, que o abrigara, cor-
rea parede, agarrn n'um toaretatsco com pro-
cipitago [abril, tomou o chapea, e bradou :
Beriholdo, a carta qe Montk le etereveu ;
d-ane de presea essa sarta.
Onda vis; o qaa pretendes fazsr? pergun*
toa o mancebo.
A carta 1 A carta ? Oh foram assim que
se pttsaram as coasss I I! -iihoido, ea fosse fun-
dada etsa sasaatla I Reeobrariaa o taa patrimo-
nio, o mlteravel seria punido per aaa perversi*
dada I
Nao aaias, Conrado; eats doeote: ama-
nbaa ter ainda tempo de veritcarmot aa .-o
verdadeiraa aa palavrat desta malher.
Amanba 1 Nao, nao; sinda qie eu tiros
se de aodtr lodt a nauta, ainda qua tthitse aortt
torgas tobre a olcadi di rua, correra a salvar
D. Laura. Amanhaa tana tarda, poi que atui-
aha Meock ha da detpota-la.
Queret salvar Laura I O que ditos? Nao te
compr.tiendo. Qaeras impedir aaae casamenlo ?
Mas Coarado aomo qua impedido torama tor-
ga impetuosa, agarrn Margarida pela mo, or-
gou-a a Iavaolar-ae, e arrastoe-a qaaai, di-
zeodo:
Veoht, veoht eomigo para dar os escla-
recimenloa precisos; venha, que ha da ler o
seue trila mil frenaos: procure correr, qas ci
temos lempa a perder.
Da porta gritou ainda para seu amigo :
Bertholdo, se Deus me tjadtr, lado te se-
r restitaidotmor, gloria, e dinheire, lado,
ludo!
Ot pistos de Coortde tosram na etctds, fs-
ttsam-ss rspidamsata, e o'ah a pouco perde-
ram-te da loto.
Berlholho janton aa mos, ergtea-aa para o
cea, a dinjiu muda, porem ferorota aipplica i
Aquella que tam %m suai mos o dattino de to-
dos.
[Continuar-ie ha.]

*

-

rIKftAItlUGO.-fTf. DI af. DI F. F. & FIL110.
-- '


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