Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09599


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Full Text
.....
AIIO HIVII1. IIE10 192
Ptr tres mtu$idianlados SfOOO
Por tre mtit vencidoi 6$000
QUISTA ftlBA 21 H AGOSTO IB lili.
"^""^""^?-aBuuaTaauu
Pr sddo dilatado itfOO
Prtt !>< para t iibscrittor
MMBlti
a;NCARREGABOS BA tUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyaa, 6r. Aatente Aleiiadrlao de Li-
ma ; Natal, Sr. Aotoaio Uirquei 4a Silva ;
Ancity, o Sr A. i* Leaoa Braga; Cear o Sr.
i Jai de Oliraira ; M inahae, Sr. Jaaqaim
Marqaei Rodrlguei; Par, Miooel Pinhtiro A
C; Aaiazonat, a Sr. Jtrtoymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DB SDL
Alifdn.o Sr. ClaueMno Falla Biaa ; Baha,
Sr.Joie. Martina Airas; Kia de Jaaairo, Sr.
Joe Partir Martina.
PARTIDAS DOS CORRE10S.
linda todoa ea diaa ai # horas da da.
Igaarass, Goiaona, a Parahyba uaa Bacantes
a stxtn-feiraa.
S. Anto, Beiarroa, Bonita, Cariar, Aluna.
(rarannana as tercas-feirai.
Pod'Alho, Nazareth. Limotlro, Brejo, Paa-
qeira, logazeira, Floraa, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouriearye Ex naaqnaitaa-feirae.
Cabo, Serinhem, Rio Fortaoee, Una.Barrairoa
Aga Preta, Pimaileiraa Natal qaiaias feiras.
(rodos os crralos aartem as l Moras da ataana
IP1IEMR1BII DO MIZ DE AGOSTO.
2 liarla trsasaata as 2 horas a 15 aiaatos da
tarde:
9 La a chala as 7 horaia 12 lutii da asan.
1G Quartaaaiacaaati as5 horas a 5 minalo d*
tarde.
24 La a ora as C hars a mautoi9 da tarda.
PREAHAB BI HOJI.
Prlmairo aos 54 atlas tas da aoaanaa,
Sagaad aos 30 alaatea da Urda.
ARTIBA DOS TiPORES COSTKIROS.
Para sal at Aligan 1 5 a 20; ara aerte
at a Granja 14 a 29 da csds aaex.
PARTIDA DOS OMMBIS.
Para o Ratita: le Apipuen s 6 li2, 7, 7 1[2, 8
e.S 1|2 da as.; i. ohnd* a 8 da as. a 6 da t.; de
JmbMtm s 8 1,o i, m,; it Canana a Fama
s 7 ds .; Btmfet, s 8 da a.
. }l 5': *Tt *!*!** 8 -I1* 4 W>
4 1|2. 5 5 1|4, 5 1|2 a I da t.; para lindm It 7
da aa. a 8 tt2 4, t.; ,, jmboati a 4 da t.; para
o Camani Parta s 4 lt2 da t.; parafiam^ea
as 4dat.
AUB1EN8IAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Trlhinal da toaaereia : ttgandii quatas.
Relacae: taren aabhadoa s 10 hoiaa.
Pateada: f aiataa t 10 han a.
Jais* da taanerti : aagaadaa aa mel da.
Dita da erskaea: terc*i aexUa fa 10 har a.
Priuaiinrari da cirel: tercia a extasa malo
dia.
Segada rara da tirel: faartase fabbadoa f 1
horada tarda.
PAITE IFFICIIL
DAS DA SENARA.
18 Spganda. S. Clara do monte Falco r;
19 Terca. S. Luiz b. f. ; S. Mariano ab.
,20 Qait. S. Bernardo ab.; S Samuel propbeta,
21 Galota. S Joaooa Franciec viava.
22 Saxta. S. Thiicoleo ab.; S. Hypolte b.
23 Sabbado. S Felipe Benieie b. : S. Libertlo.
24 Domingo. O sagrado corago de Maria Sant.
ASSIGISA-SI
no Retift, am a livriria da prifa da Tndepea-
dent'.i ai.c a 8, dos proprietirioa Nsnee Ficaa.
'roa da Faite & Filho. *

GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 18 de roste de
188S
Oflicio ao brigadeiro coniraandante dai irmaa
Communico V. Ex. para sen conhecimento
qie por viso da repartico da gaerra de 28 da
julho ultimo ae mandou pagar a Qalateiro & Agr
a importancia do amarro do tirgeoto reformado
do exercito Joo Chryaoitomo dn Chagai, tomo
so fone (eito por coola da taaa da candada, con-
forma a autorisiso dala por V. Exc. cando iito
cm regra para casos ideotiso at que naja ama
diiposiQao geral a este respailo.
Dito ao aoosal de Franca oesla provincia.
Paasaado ai ruaos do Sr. viseonde de Lamoot,
cnsul do Franca Deata provincia a inclua cer-
tido quo me fui enriada pelo Exm. bispo diote-
saoo do calamento de J. P. Adour com Thereza
Rosa de Mello, jilgo estar terminada de em mo-
do conveoieote a quetto qaa formara o sssump-
to da corripondeocia que me dirigi o mesmo
He. cnsul com referenaia a urna repraeatcao
do Mrs. Tinet Frares. Renov ao Sr. conaal de
Franca a seguranza ds miuha perfeita estima e
dialineta tonaideragaoReipondea-aa ao Exm.
biipo dioceaoo.
Dito ao presidente da relago.Sir?a-se V. S.
de iaterpor o seu parecer sobre o que pondera o
juiz de direito interino da eomarea do Rio For-
moso no cilicio junto de 8 do corrente com refe-
rencia ao 3* suputante do jaiz municipal e de
orphaos nomeado para o termo de Seriohiem,
bacharel Mano*! Nicolao Rigaaira Pinto de Souza,
tendo em vista o que em 23 do mez panado di-
rig ao presidente da cmara municipal da villa
da}atille uome que aqu junto por topia.
lj.to ao sommandante luperior da guarda na-
cional do Bonito.Pie V. S. como solicitou em
aeu oticio de 14 do corrente, fazer realabelecer
os exircicioa e revistai da guarda nacional aob
seu commaudo superior visto que ceasaram os
molivoa pelos quaeaforam nipinioi, sendo ene
servido feito na forma das diapusi;dee em vigor.
Dito ao otpiclor da theaourarii de fazenda.
Devolvendo V. S.os papea que aiompanharam
a sua informagao de 10 do correute, sobo. 766 o
autoriso em vista dola a mandar pigar ao mar-
aineiro Joao Domingos do Nascimeoto a quaotia
de 82J50O porqai ie obrigou a conceiltr e en-
vornisir 12 meias perleoceotei a faculdade de
direito deata cidade, segundo conata de officio do
respectivo director de 2 deale mez.
Dito ao mesmo.Em obtirvancia do aviso da
roparti;o da guerra de C do corrate, junto por
copia, maudd Y. S. ajuslar contas ao capito do
4* balalhao de artilharia a pu Tibarcio Hilario da
Silva Tararea, abouar-lha s difereuQa ds ven-
cimentos de commiaso de residencia aos de ac-
tiva durante o lempo em que eateve empragado
na iospecgao dai fortalezas desta proviotia, com o
major daquelle batalho Carlot Felippe da Silva
Maoiz e Abreu.
Dito ao mesmo.Reatiluo V. S. os papis a
quo ss refere a sua informarlo do 16 do correo-
te aob n. 767, alias de que mande pagar a Sim-
plicio Jos de Mello, conforme solicitou o com-
mandante superior intoriuo da comarca do Brejo,
em offuio de 8 de junho ultimo a quantia da
106{33 em que importim o vencimenloi doi
puiriai nicionaes destinidoa na villa do Brejo,
durante o mez de maio desle anoo.
Dito ao inspector da theaouraria provincial.
Eitando em termoi a inclua sonta que me foi
remetlida pelo delegado encarregado do expe-
danle da aecretiria da p)licia, com officio de 16
do correte sob u. 1,273, mande V. S. pagar a
l'nomaz Joi Gusmo a quantia de S7# despendi-
aa nos mezea de abril a julho deste anno com o
sestelo dos presos pobres da cadeia de Olinda,
comoae ve daa ioniuiai lonlaa.
Dito ao mesmo.Autorito & V. S. noa termos
de aaa iuformacao de 16 do corrente aob u. 444,
a mandar pagar ao baro do Livraminto quan-
tia de 500c prorenieole de 100 toneladas do pe-
dral que fornesea para o calamento dai ruai
desta cidtde no exircuio prximo Bndo, legando
ccniti da ofiklo do director da repartido dai
obras publicas de 17 de julho altimo n. 161.
Dito ao meamo.Em vala da inclusa conta,
salando ella am termos, mande V. S. pagar a
Eduardo de S Correia, conforme solicitou o ds-
legado encarregado do expediente da secretaria
polisia em ofTicto de 16 do corrente sob o. 1,274,
a quantia de 15&600 despendida com o sustento
dos presos pobre di cadeia do Gibo noi mezei
do Janeiro a junho desle anno.
Dito ao mesmo.A Joajuim Pereira di Ariu-
jo Guimaraei, procurador de Joo Jos Pinto de
Oliveira, mande V. S. pagar, de accordo com a
ua informaro do ludo corrente sob o. 442, a
quantia de b0$ em qua importa o aluguel venci-
do uos mazea de maio e junbo desle anno, da
casa que serve de quartel ao destacamento da
Tilla do Cabo, como ae r da conta qua derolvo
em duplcala.
Dito ao moimo.P6U V. S. da accordo com a
sua ioformar.io de 16 do correte sob n. 411,
modr pagar a Jos Antonio Ferreira Vinliai
smenie quantia de 1439, que se lbe est i de-
ver, prorenienle do alugrel remido desde julho
de 1861 julho ultimo, da casa que ierre de
quarlel ao deitacamento da Capunga, flcando a
da 33$ correapoodenle aoi mezes de abril a junho
daquelle anoo, para ser aatiseilo quindo a ai-
sembla legislaiira proriniial votar crdito para
na ii di .
Dito ao sapitao do porto. Declarndome o
Exm. Sr. ministro da mannha, am officio de 29
tic julho ultimo, que nao lem lugar a auloriaa-
o solicitada por V. S. em officio de 8 daquelle
mez. tob n. 82, para admiltir como guarda dena
capitana um indi'iduo com a diaria de 1$280,
valo que lemelhaute medida importa urna al ra;o ao regulameolo que l>aixou com o decreto
n. 417 de 19 de maio de 1816, anim o commu-
nico a V. S. em resposta ao seu cilado officio.
Dito ao director do arsenal de guerra.Sond-
me declarado em aviso da ripariigao da guerra,
de 2 do corrente, que do mappa dot apreodizei
menores deae arsenal, relativo 10 miz de junho
ultimo, consta qus se ausentara am, campre que
V. S. iutorme ai nessa e em ouiras oscasierie-
mellianies ae lem observado o qaa diiyoem o
artigns 4 e 13 do regulameolo namero 113 da 3
da Janeiro de 1812.
Dito ao mesmo.Em observancia do aviso do
minitiro di guerra de 26 de julho ultimo, sir-
va se V. S. de declsrar-mt te j teguiram para
o Amazonas o dez mil cartuchoi e dozs mil cap-
aulai pin carabinai a Mini, que am margo pr-
ximo fiado foram remettidas ene arsenal pelo
da corta na barca Traoiala, com dntino aquella
provincia, devendo V. S. no caso negativo effec-
tuar lemelhante remessa na primeira occaiio
possivsl.
Dito io director dai obras militares. Dacon-
formidade com o informa;ao da theaouraria de
ftzenda de M do correte, sob n. 755, approvo o
ajaste qae, segundo o nu, officio de 8 deale mez,
sob n. 127, fez V. S. com Joequim Milito Aires Li-
ma, para eocarregir-ie da pintura a calamento
do hospital militar pela quintil de 200aOO.
Communicea-se ihfsoursria de fazanda.
Dito ao inspector do aritoaL de marinha.
Traoamitto por copia a V. S. para leu conheci-
mento o aviso da reparli;o da marinha de 28 da
julho ultimo, detarmioaodo qua os premios pelo
alislsnienlo voluntario de menora pira a com-
paobia da aprendixss msrioheiros lejim abona-
dos smeote aoi paii, tutore, ou qaam auai ve -
tai fizer, conforme dspe o artigo 19 do decreto
b. 1,591 de 14 de abril de 1855.
Ditoao director da colonia militar de Pimeo-
Itlraa, Em villa ds informajao do brigadeiro
W"Bilanta das armas de 14 do correte, sob
o. 1,552, spproro o engajamento por dous annos
Pa" eWM nesia colonia ao soldado do nono ba-
lalhao de infantaria Joao Gongalves dos Sanios.
Pica assim respondido o officio de Vme. de 30 de
julho ultimo.
Dilo ao commandanti
Pelo leu officio
do corp de polica.
o. 361 de 14 do correnta, fiquei
inteirado de qae o segundo sargento Manoel Mar-
tins de Albuquerque, e os soldados Manoel Mar-
ques da Silva e Joi Urbino de Freitas, do corpo
sob seu commando, tendo concluido saus anga-
jamentos, contrahiram novos, depois de julgadoi
para isso aptos.
Dilo ao conselho administrativo. Promova o
conselbo administratiro a compra dos artigos
constantes do pedido incluso, os quaea ao necea-
aarioa para as distas doa doeotea em (ratamento
na aofermaria militar do presidio de Fernando
de Noronha.
Dito ao bacharel Joiquim Jos de Oliveira An-
drade, juiz municipal e de orphaos de Nazareth.
Pelo seu officio de 3 do torrente, nquei inlei-
rado de harer Vmc. deixido o exercicio do seu
cargo por achar-se pronunciado pelo tribunal da
relaco.
Dito ao juiz de direito interino do Brejo.Io-
teirado pelo aea offliio de 6 do crrante, de
aehar-ss exlincta a epidemia do cholera morbus,
que aliimameote raapparecea nessa villa, a de
lar Vmc. exonerado o cidado Olavo Cortea Cres-
po da commisio de qae o havii encarregado no
dia 14 do mez prximo paisado de medicar os
iodigentei aecommetiidoi daquella enfermidade
lom a gratificaco diaria de 159000, tenho di-
zer-lhs em resposta que louro a Vmc. e aos
mombros da commissao benecsnte. padre Jos
Procopio Pereira, tensnta-corooel Francisco Be-
ringuer Casar de Andrade, e tapitao Jos Maga-
Ihaes da Silva Porto, pelo zelo e abnegagio com
que ae prestaram soecorrer os affectados da-
quelle mal.
Dito cmara municipal de S. Banto. Fieo
ioteirado de haver a cmara municipal da villa de
S. Bento remetlldo a de Caruar, segundo me
communicoa em seu officio de 31 de julho ultimo
a acta da elelgo de um deputado d asaembla le-
gislativa provincial pelo quarto districto eleitoral
a que ltimamente ae procedau nocollegio da-
quella villa.
Despachos do da 18 de agosto.
Requerimento$.
Antonio Melchiadea da Silva. Iutorme o Sr.
director geral da intrucQo publica.
Benjamn Diooizio dos Saotoa. Apreaenta o
menor ao Sr. ioapector do arsenal de marinha pa-
ra lar inipeccionado.
Alexandrino Mariini Correa de Barros.viita
da ioformacao indeferido.
Joa> Gomes da Silra. Pode levar a sua ma-
lber e Qlhoa a la custa.
Jos Antonio Vinhai.Dirija-se theiaararia
provincial.
Joaquim Ferreira de Araajo Guimaraes.Di-
rija-se theaouraria provincial.
Manoel Osmeode da Cmara Pimental.Infor-
me o Sr. ius;ector da theaouraria de fazenda.
Aviso.
Pela secretaria do governo se faz publico qua
na msama existe ama porgao de semeotes de al-
go lao da boa qaalidade, viodaa dos Eslados-Uoi-
dos, as qua9s ssrao distribuidas pelos seohoras
esperanza de que contribuir para'.o engrande-
cimanto ,daa daas reaes tasas, a dos doaa po-
vos. D
Tanto no sensdo como na cmara dos depala-
dos, os rsspeclivos presidentes annuntiarara da
aagainte maneira a recepcao das doputscoei que
as duas tmaras tinham delegado para felicita -
rem pelo mesmo motivo o aobertno da Italia :
Sn. tenadortl : A deputago tncarregada
de a presentar a ata migeitade a meniagem vo-
tada palo lanado, leva esti manhaa a honra de
itr recebiii por tl-rai.
Sea Magulada, dapoii de ouvir a laitara da
meniagam, eocarragou a daputujao de agradecer
ao aeoado i simara parte qua tomou na alegra
da iui familia, e aaollititade com qaa deseja ver
efTecteado o contorci dt tut altaxa raal a prin-
cesa Hara Pia.
Sua mageatadaiagura qaa urna estrella igual-
mente propicia presidir aos deslinos dn dnaa
oacoii, tujas rtlacoet aa vo astrailar com os
mais ntimos lagos.
Finalmente tncarregoa a nosia deputaejio da
exprimir ao sanado a aua ssliafacao pelo zelo qua
dcssnrolra nos seas trabslhos parlsmeolares.
A depatacao obteva am aegalda urna honra que
nao esperara, qusl foi a de pstantear os sius
nspaitos a sua alteza real a princeza Maria Pa.
Em conseqaencia do qae alia apresentou sua
alteza real, em nomo do senado, as suas cor-
diaas felicitaron, pelo consorcio qae aai alteza
real est para contrahir com el rei da Portugal.
Sua alteza real, a princeza Maria Pa, quiz que
a deputaco igradattsit ao uado o liucero n-
ttresie que toma na aaa felicidide, a accreicin-
tou com a maior iffibilidida e com phraiai que
nao sabire repetir, que a sai nova patria nunca
lhi far eiquecer a antigi. por cuja felicidad*
conlioaar tasando inctitintes votoi (Viras e ge-
raes applaasos).
Senhores. Devais recordir-vos de qai o
presidente do conselho de minislroi innuncira
que el-rei se dignarla recebar eata manhaa a
meniagem da camira pelo fausto motivo do des-
tinado contorci ds sai alteza real, a princeza
Maria Pia, com taa mageitaje fidelis3ima D.
I.ni I, rei de Portugal.
A presidentia e a deputago dssempenharam
a grata mis sao qaa Ihes fdra incumbida.
Sua magiatada reeabea a deputagao com a
maia gracion cortesa, vendo-se brilhar em aua
real fronte a dupla alegra de principe e di pal.
Nao voi siberei repetir at affiveis palavrai.de
al-rei, reipondendo nona meniagem.
El-rei fez sentir quinto o ptnhoriva a lincira
effuio da cmara pela nova alegra qua inunda-
ra o aea paterno cora-ao. Dista qaa he agrada
cia especialmente i espontanaidade com que ll-
alla detidido offtrectr-lhe am tolemne tettemu-
nho do cootentimento e dos felizes prnagios
da naco ; que em espontanaidade continuara
o comante afTacto que uno o povo, o parlamen-
to e o rei ; que io tile afTacto e a harmona a
verdadeira ciasa do bom xito que a Italia tem
alcancado, e aoi qaaaa dever o cumprimento de
lodos o nonoi votot; qaa, com qainto enes
votoi nao tivenem aioda obtido plena satisfagan,
nao viria de terto longe o momtnto da o ver
cumpridos, e ttrminoa exprimindo o jmto orgu-
tho de que el-rei D. Luiz, para o qual lhe parte
fliha qaerida, ae aentir ponaido, vendo a luz
que illumioa am throuo tircumdado pelo amor
da nagio.
Em seguida, a presidentia e a depalac,ao uve-
ra m a honra da apreseotar i bomenagim dai
gricullores que as solicitaran, na referida repa" <"s oogratalagoes raal desposada, qual af-
urmamos qae ser o esplendor e o amor do po-
lhai ao jardim da verao, depois de baverem pre-
parado os leus dotes, que|*lgumas vezes ievam
comsigo, e all geralmante onde se decidem oa
casameotoi que devem veriQcar-se durante o
anno. Apezar da tristeza e espanto causados pe-
loa incendie! dos diai precedentei, urna parte da
popularlo eslava reunida no ponto em que de
ordinario sefazem estes passeios, quando o fogo
rebeutou as barracas da feira de Tolkonezy e
nos bazares de Aprekzym e de Szezukim, d'onde
se estendeu palas ras lmmediaua al ao bairro
Troicki. Maie de mil e tantaa Iplrraeaa do bazar
de Aprakzin foram deroradas^pelas chammas
com ludo quinto cootinham. Desla maneira fo-
ram destruidas polo fogo quantidades considera-
reis de mercadorias de grande prego.
a A 9 lambem rebentou o fogo as immedia-
ges do banco, e arda urna parle daquelle asta-
Deled asento.
c Em leguida o incendio evorou o mioiiterio
do interior com todos os pipeii qae coniiuha, e
o ministerio da ioatruegao publica. Deide eoto,
parece ter diminuido esta aesso, ou ter pelo
menos melhorado em S. Petenburgo ; agora .6
ae tem apriieolado alguus aiuistros iioladoa ;
mas a inquietaco a o eapanlo produzidoi por
enes acoatecimeotos, esto muito longe de te-
rem tranquilmdo. Na cidade reina ama espe-
cie de terror, e augmenta, se ponivel, ai mise-
rias causadas pelas deraslac,es do fogo.
< Em conseqaencia diales aconiecimentos,
foi S. Petersburgo diridido em tre commandos
militares.
Um ukase do imperador ordenou qua quil-
quer individuo a quem se enconlranem mate-
rial infhmareis ou incendiarias, folie julgado
por urna commissao militar, e n fesie lenten-
ciado, te execulasse no prazo de viole e qualro
horas.
Em toda a parte te duplicou o numero dos
homeos encarroados de velar pela conservado
da boa ordem e da tranquilidada publica ; si ca-
as esto quas sempro fechadas, e nao se dei-
iaru entrar nellas oa ealrangeiros seoo com as
mais minuciosas prtcaagdes ; maa nao parece
que at agora, apezar daa maia activas pesqui-
sas, ss tenha chegado a descobnr a verdadeira
origem desles incendios.
E' impossivel altribui-loi a caans iciiden-
taei, ou umi malevolencia isolada oa local.
Apenas tiuha diminuido am S. Peletabargo eata
seaao, quando os aoui effeitoi comegavam a fa-
zer-ae sentir em varioi pontos do imperio.
< Rebenlaram simultneamente incendio! com
o meimo caractir em Moskow, Odessa e Crons-
tadt.
a A 9 de junho ardiam viole e qaatro casaa
em Moillew ; a 11 o fogo devorava em Ccermi-
chok urna igreja, qusrenta e quatro casas a cen-
lo e trila e tret barricas
t Ha pois nestei mentados ilgumi eoun de
maia grave do que a perturbarlo qua te tem
produzdo em um grande numero de cxstenciai,
e de que ai perdn que tem occaaionado lmen-
te para^S. Petersburgo, se pdem calcular sem
exagertcao, segando aneguram o nonoi cor-
respondentes, em cam milhes da rabiesha a
e os prodozio.
causa evidentemente geni a diffi-
r que ai medidas de precauc,o, lejam
ea para aa fazer desapparecer tompleta-
tljao.
No Impedimento do secretario,
Francitco Lucio de Castre.
Commando das armas.
Quartel-general do commando das
armas de Pernambuco na cida-
de do BeciCe em so de agosto
de 18*33.
ORDEM DO DIA N. 122.
Tendo-ie hontem apresenlado o Sr. capito da
4a tompanhia do 4* balalhao d'artilharia a p
Brazilio d'Amorim Bezerra, determina o general
commaodante daa armas, que fique aem efleito a
sua ordem do dia n. 121 datada ds 16 do torren-
te qae o coosideroa ausente por oxtasso de li-
cen.a, a o reapeciivo adital de chamameolo.
O mismo general declara para o flm conveni-
entes, que no dia 6 deste mez foi exsmioado pra-
tiaamente n'arma d'artilharia o 1* sargenta al-
moxarife da fortaleza d'ilamarec Antonio Joa-
quim da Freitas, e approvado limpliimente as
seguinles especialidades. Nomenclaturade peca e
reparo,de espingarda e sea uso exercicio d'ar-
tilharia de campanha, e de bater manijo d'arma.
exercicio de fogo, escola de pelolo, a pontana
ao alvo.
Assigoado. Solidonio Jos Antonio Pereira
do Lago.
Conforme.Jos Francisco Coelho, capito
ajudante de ordeni encarregado do dealhe.
fura o n
qa
vo laiitioo, tomo tui aagsita ma
pleodor a o amor do povo itiliaoo.
Sua alteza, com a maia peregrina aaavidade,
dignou-ie reipoudtrque te itntia extremamente
commovida com tantai prova da affecto da c-
mara dotdapatadot, a qut, afastando-se da tua
Ierra natal, comervaria tempre grata memoria
do paiz de ieui piis, e nao ctmrii nunia de di-
rigir aos caos ot miis ardentes votos pela tut fe-
licidide ( apoiados ). a
go depois da batalba do Guadalupe, e mandada
depois Imprimir em fraotez e heipanhol.
Ministerio da guerra e da marinha.Ia sae-
Qo:O cidado praaidente vio som particular
latilfafao ai medalhat e as cruzes apprebenddas
aoi soldados do exercilo da invaso, que haveia
entregado ntste ministerio ; mas o seu nobre co-
rceo nao poda deixar de enternecer-ae pensan-
do na inlenaa a juatiaaima dor que deve ler cau-
aado aoi que ponuiam a perda dessas cooiide-
rar;oea, aignal e premio mereaido pela coragom
heroicai; uta perd proveio da um feilo de er-
maa, nao por falta de valor individual, mas pe-
los acasos ds guerra, que tambem d coragem
infeliz direito so respailo a eoosideragao. Di
gnouse por consequencia resolrer, a lenho o
prazer da assim vos communicar para sua exe-
cuQo, que todas as condecorarles que oa aossos
soldados, no calor do combate, arrancaran aos
seus bravos vencidoi, feridos ou priiioneiroi, lhes
ajam eolreguts, como teilemuobo de consilera-
cao para com i coragem em nome do exercito
do oriente, t da generoaa na;o mexicana ; o
infolizes que mereceram aquella coniiderarjo por
feitos distincloi, cuja raeordic'o a mesmo tape-
or morte, nao deimereiaram de maneira al-
guma, parque foi s em obdiencia aoa seus de-
veras como labordinadoi que ellos vieram Irazer
ao nono paiz urna guerra iniqua e louca, cuja
reipooiablidade, quanto a aaa origem e con-
lequemiai, pertence tola aoa que a provoci-
rim.
Qainto s tondeeoracoet reuoidn no esm-
po da batalha ou lomadaa a aoldadoi raortos du-
rante o tombate, o cidado preaidente deseja
que vos dignis convidar os que as poisuem a
ledt-lat ao governo fazendo-lhes saber que se
propoe formar, tom outros trophos militarea,
um quidro hooroio, lllo da gloria do Ilustro
exercilo do oriente, elm de que nos noisoa sa-
tos miliiirtt tranimitla poitaridide a recorda-
Cao das memoraveis batalhaa de Aculcingo e
Puebla. O cidado presidenta oriena-me que
vos diga que a sua intencao nao podia aer dei-
xar sem reiompenia o nosso toldados qua ob-
liviram as eondeioracoai que le lhes pede ce-
dim para o lim indicado, porque nao teria i9so
juito, e asiim ai perdera o excelleote eilimwlo
da brarura. Dignae-vos poia enviar urna rea-
cao doaieut nomos, inditando, quanto for poi-
sivel, ai tirtumilantias notavtii que asaignala-
ram a lomada d'enai tropht n, afim de que it-
jam consignadoi no quadro hooroao, e se ter-
nera em comiderigo para ae conceder aoi lote-
ressadoi a reiompema tonvtnieote.
a O cidado presidente sabe perfetamente
qut at diaposicea anteriores sao a del interpre-
tarlo dos vossus sentimentos cavalheiroaos, e
a alies que recommeoda a axteu^o d'esta
ordem.
Liberdade a reforma.
< Mxico, 10 de maio dt 18G2.
Para o tidsdo gineral em chefe do exerci-
lo do oriente.
(Aisignado) Blanco,
ERimnuco
EXIEIIOR
PIMOSTE,
A cmara municipal de Tirio, quirendo feli-
citar el rei Vctor Emmanuel pelo consorcio da
princeza Maria Pia, dirigi Sua Magestade a te-
guinle mensagera :
c Senhor. A autorisada voz do parlamento
italiano j solemnemente le tornou interprete
da alegra experimentada pela narao ao saber do
casamento de sua alteza real a princeza Maria
Pia, vossa augusta lha, com sua magestade i-
delisiima D. Luiz 1, rei de Portugal e dos Al-
garves.
Mu a cidale, na qual a aagts'.a noiva nai-
ceu, e onde lem crescido em annos e em virtu-
des, nao pode tontentar-te com applaudir am
segredo as nobres pilavris do senado e ds cma-
ra electiva.
a A cidade, alm de julgar isso am dever,
sent s neceisidade ds lettamuobar cora a maior
presteza o prazer de que te acha postuida por
isao que, habituada ha oilo aeculoi considerar
como auas aa glorias da vona resl casi, conside-
ra o cooaorcio de orna princeza da Saboya bem
menos como urna festa de familia, do que como
um aconlecimento qua faz nasier etpontanea-
menle a alegra oublica.
O povo de Turio, aanhor, qua aempre par-
tilhou o destiooi de vonoi aotepaniadoi, e
partilhar aempre oa vosios, supplica-vos que
voi digoeii acceitar eata cordaal axpresso da
tut alegria, este Irbuto da aai iffeQao.
a Vossa augusta lha, entretanto, pelo tea
consorcio na casa de Braganca, ser urna felici-
dide, porque levar conjugo um nome sem man-
che, ii virtudes que hardou de urna mii angli-
ca, a piedade dai Margaridu e dai Clotildes, a
ioeffivel bondade da lha do piadoao Amadeo,
que foi, ha tele ttculos, am objetto de admira-
cao e da amor, quando rainbi do povo luiitano.
a E ene meimo povo, qut ttm de tommum
com a Italia a aaa origem, aa aaas sspiraces da
libirdide a as aaai npiriOQti dt gloria, aeolhe-
r joven riinha como am panhor a am preta-
gio enviado palo to ao aea ral, ea qaem depo-
sito* com a maior itgurao(a toda a aua con-
flanej.
a Senhor, ot cidadei da Tarin acompanbiro
tom teut sintarot votot a augusta asposa at ao
palacio rtal da Lisbos, regoajando-aa por to
auspiciosa uciat, em qua deicobrem a tagueira
A mensagem do senado italiano ao rei Vctor
Emmanuel, felicilando-o pelo consorcio de sua
augaita lha a prioseza Msria Pa com el-rei de
Portugal, anda mais significativa que a da ca-
mart dos deputadot.
Tambem oeste dotamtnto te manifeita a miis
limera sympathia pelo notso paiz, vsndo-se as-
sim confirmada a opinio daquelles que sempre
coosidersrsm como sitamente vantajoso o con-
sorcio da el-rei na caaa da Saboya.
Os regosijos da familia real de Italia sao
igualmente os ds toda a nicao.
Nao poda, pois, o senado, logo que tere co-
nhecimeoto do consorcio qae deve unir S. A. R.,
a princeza Maria Pa, cora S. M. F., D. Luiz rei
de Portugal, deixar de manifestar o tontenlt-
mento de que est ponaids, e de dar i miis res
peitoia dtmoitracao a vossa magestade em no-
me Ua toda a Italia.
Este enlice signsl auspicilo daa virtudes
qae resplandecen! not doui npoios, e do ngri-
do culto liberdade tommum toi doas piizei,
e nao menoi de tita conveniencia polliita.
O leado nao s aspara, mas lem o prssin-
timento de qae o novo lago que vai unir as duas
excelsas familias, ba da ser fecundo em benfi-
cas influencias, e que Maria Pia, sentsds no glo-
rioso throno lusitano, renovar com teai exem-
plos tuperiorea a illaitre memoria da Malhilde
de Saboya, mulher da Affooao I, rei de Portu-
gal, e de Maria Iaabei, mulher de D. Pedro II.
Digne-te V. M. scciitar a retpeltoia exprn-
o deites lentimentos, juntamente com os votoi
di maii dtsejida felicidide.
Bussia.
Sob a epgrarme de lnctndio na Russia, pa-
blicoa a Patrie um artigo, em que refera oa de-
nalrea que lem occorrido no imperio moicovia,
e em que faz algumas reflexn certa da origem
oa causal qae podem motivar um lemelhante es-
tado. O jornal francs eooilue attribuindo estas
fictos ao npiril) publico, e apaiando-ae na his-
toria para deduzir que taei excelsos sao tradi-
ciooaei na Russia.
Eii o que diz a Patrie :
Toda a Europa est commovida com a noticia
doa incendios que tam rebtolado em S. Pelers-
bargo desde o principio do mez panado, propa-
gando a slgumas outrat tidides da Runia. Foi
no da 2 de junho qua occorren o primeiro in-
cendio, rompando o fogo i cinto horat da ma-
nhaa, no diitriclo da Grand Ochta, oude arderam
treacaaaa. No meimo dii, s 11 hons, n cham-
maa devoravam oa Ruaiia Georgeski viole e cin-
to casal, a a capella da Notsi Sinhora dt Smo-
ltnako.
o a 3 declaroa-se o fogo dt Chamsk, onde
exilie um grande numtro de casai de madeira, o
depois de haver occnionido pardas coaiideri-
fiii no panto do diilricto am que rebentou,
atraveisando am canal qae divide aqaelle bair-
ro, eatendendo-sa, apezar da actividada doi toc-
corroi, a urna grande pirtt do districto.
A 4, deide as quatro horai da manhaa, ar-
diam qaarenta casas em Ptit-Otbti; s tre da
tarde o fogo declirou-te na feira de rochow, e
variot intendioi rtbenlavam ao meimo lempo
nn ras Kobylotoki, Pygowka. Naziewsie,
dtsiruindo o fogo um numero coniidtraval de
caan.
Na mesmo dis tivenm lagar oalrot tinilroi
na na Bethkutow, a i onza da noita em Nac-
xinska.
t O dia da Pentesones notoa por novos de-
sastres. E* nsquelia ii attame antre oa ra-
los reai os pas de familia paueiar coa auas -
ois do grands intendio do dia de Pente-
de 9dejanho, o lampo tornoa-ae thu-
aaaim meamo se zeram praparaliroa
ocendios. Numerosas pisquios slixa-
esqufnas, annunciaram qua os incendios
comecariam de novo logo que vollasse o bom
lampo.
a Nao havii necessidade destas anteabas, nem
dos sioistros anlogos que tiveram lugar am ou-
tros pontos, para convencer os menos trtduloi
e ot menoi limoratoi, da que nao eslava tado
ultimado, e que te o eiloitoi te tiohim podido
conjurar por um instante, a caula deise desas-
tres nao eatava aupprimida nem en nuda iutei-
ramenio conhecida.
c Alguna veem not crimei de que noi oc-
capamos, n obras doi revolucionario! a do io-
cnliimo.
Oatrot atlribuem-ot a am partido qae qaer
a destruido de S Peteribargo, e a iranilereucia
da capilal do imperio para Moicow mal o in-
cendios desta ultima cidade parttem ami res-
posta ptrempteria a tsta tappoiicao. Oalrot fi-
nalmente, nao veem em lado ialo mais do qua
um miio de levar o eapanto ao maio do povo, e
impelli-lo pela miseria a um leviutamanto.
Docamcnlos offitises demonstraos que O
incendioi tem encontrado apologuiis at as
escolas publicas.
Daas escolas ds domiogo foram anierradaa,
porque os meilre profeaaaram aberlamenle dou-
trinas anli-sociaet. Vanas eicolai reginstnliei
atirahiram tambem, por latios do mesmo genero,
a alleuQo e os rigores do governo.
c Estes factos ao symplomas para se refle-
xionar sobre a verdadeira ualureza do mal, e ao-
bre a sua profunda inteusidade.
t Algumas vezei, no meio destes desastres,
tsem silos sido imputados ao descontentamente
de algans estudantes polacos. A propria inteu-
sidade do azote desmeute a primeira deslas sap-
poiir,5ei, e toda maneira de proceder dos po-
lacos protesta enrgicamente contra a legenda.
< Os incendios to de origem rusia, a, para
aaaim dizer, de iradigao oacioual. San fallar do
memoravelincendio de Moskow, obra de um pa-
triotismo exaltado, todoi os que conhesem s his-
toria da llessia ssDem que no tempo de Joo IV
o iucendio foi um meie de governo. Soltava-se
o fogo sua ordem, aos bens dos que quena
castigar ou arruinar, e que nao podan) ser al-
ean jados pelos seus verdugos. Os palj de Joo,
o lerrirel, ao clebres noa aunaea rusioi.
c a.pdj team lambem um cosluma aiberiano
que consiste em queimar, em rolla dai povoi-
coei, ai erras seccas, pira dnlrair certos mi-
rases prejudiciiei, e iusectot, e auginenlir a ft-
cundidade do terreno. Por orna coiocidencia
singular, enconlramoa a Iheorla desta operaco
desenvolvida no folhelim de am diario rano :
As noticias de S. tettrsburgo, de 19 de junho.
Esle artigo falla doa dsastres que algumat vezea
occasionam estes paly, quando nao ta vigiados
com cuidado, ou quando alguma ciraumalancia
aimoapninca, chega a iramiornar lodot ot cal-
clo! ds pradencii humana, e coatlae neitei
termoi :
Mu te o paly lem o leu Udo mo, timbem
tem o teu lado bom. Primo, i erva que le pro-
duz em teguida maii teora e miis nutritiva ;
secundo, o fogo e o fumo deslroem os missmas,
e os vapores qaa sihem di ierra, e o piizn am
qut existe ene aoitume, ailo geralmante len-
tos de enfermidadei epidmicas. Os paly des-
lroem timbem o replis, ot insectos a o mot-
quilos; emfim, alTislim por am cerlo lempo os
oimaas ferozei dai habilecdes.
a Expondo o lado bom dos paly, nao ptnto de
modo algum oa ooata Rasaia europea ; repito,
com ludo, que ba muitai coatai qua lhe tofa-
vorareis. Talrez teja a eata operario quise de-
va haver na Sybena Aerea to formosas, como
se nao eneonlram na Rasaia europea.
< Longe de nos o paossmanlo de estabelssar
enlre isla apologa doa paly syberiaooi, e o
tocendioi de quu ataba de ier iheatro a capital a
varin cldades da Raaiia, mas ninguem negar
qae enlre asta folhelim e aquellea dessstres ba
alguma coma de eitranho a de caratleristico.
O general conda Lorentez dirigi s tropas de
trra e mar, e ao torpo administratiro do exer-
cito expedicionario no Mxico, as siguiles or-
dem do dit.
Soldadet t marinhiirot!
A voata marcha para a cidada do Mxico
foi demorada por obitaculot milenios, que de-
rials estsr longa de esperar, em vista das iofor-
macou qae voi diram ; cim vezn vos ripeti-
ram qua a tidadt de Puebla vos chamara com
os seus msis ardentes volos, a que a aua popu-
ldco viria ao vosso encontr para vos cobrir de
florei.
< Com a confitla Impirida por to engano-
tai iffirmativaa apniantamo-ooi, pois, em fren-
te de Puebla, maa eala cidade estira cebarla por
barricadaa, a dominada por ama fortaleza onde
havjam sido aecumulidoi muiloi meioi de defe-
zi: A nosia artilheria de campanha era ioauti-
tiente pira fizar brechi nat manillas, e prici-
nvimos dt mattriil da tilio ; porm contiendo
ai voaia intrepidez avan;aitai, tem hesitar para
ni fortifiticoie dafandidtt pel artilheria, e por
urna tripie Oleirt ds bayooelaa, em quanto nos
tlanioi lioheii qua aaatintar os eaforcoi de mui-
tai bitilhoet mtxittnot a de numerosa caval-
lara.
Fizistei o qaa s os soldados francezes si
bem fazer, o as maia avanzados da entre ra hi-
riim j chtgido i murilbn do Guaialupe'
quando trrentela tbuva, alagando a Ierra, tor-
nea inatceniveia otdtilive, o ooi colloioa na
imponibilidadada renovar o ataques.
a Sollados e mirnhiirotl No da 5 de maio
REVISTA DIARIA.
No dia 19 do correle, ptlat duat hsrat di tar-
da, um fulano Apolioario eapaaaaa i urna ma-
Iher, tom quem tinha rix*, bem aomo com o rei-
peeliro marido, na ra doi Colbos. Sindo per-
seguido per algumas pessoaa, logrou Dio obitao-
lu p3r-ae ao fresco, e anda c inserta se ao largo
apesar da polica ter procurado ca?tura-lo;
A requirimeuto do marido, precedea-t a urna
vestona na offendida.
Ioformam-nos que andam algn expertoa
pelas casas de lgumaa pessoaa, cujos chefn s-
beos que eitao ni ra, com o lias da concertarem
o temado ou couaa equivalente mandado doa
meamos ; a que oaquellas aonde ancoo'rarn maia
ucilididei, vo fazendo i msdioca quo Ibes
mais conveniente com prejoiao dos caaeiroa,
Tieaiodustriosoa de.-ea sitar na lembraoca
da polica, por que a can de deUocao earoti-
do ae algum concert. a3o ellas all necesaarios ;
e no eutrelanto devem-se ss faaihaa precaver da
aes mdividuos, qe at j lem empragado a rio-
lanua para conseguirem seas flni de rapatidade.
Terrtinou-ae hontem o concuo para o-
prorimento das cadeiras rsgaa do sexo feaiuino
uesla cidade.
Examinou em coitura e bordado a Sra. profci-
sora I). Joanna Jusliua de Siqueira Varejo.
lloje lera lujar, na aala de honra da Fa-
culdade de Direito, tinao do Atlicneu Per>-
nambucano para ser empossado o aeu presiden-
te honorario, o Sr. Dr. Joa Antonio de Figuei-
redo e os deroaia membroa funeciooarios ulti-
mameute eleitos.
A esle acto precede a leilnri do resimo do
presideolo iolerino, o acadmico J. F. de J.sus
Leite, a quem incumb o dever de dar pone a
nova meia.
Urna Lana de mieica marcial lem de loear no
decurso dossa sesso, pera maior lolemnidade
dalla.
Na tirca-feira ullimi. na ra do Crespo,
deu-so um furto de um carillo e ds algumsa fi-
zendas na importancia de 55*800, perlencentes a
uns matutos do cralo do Bom-Jardim. Enes
iodiriduos tendo comprado laea ftxanda em
varias lojai, foram em companhia de Joo Fran-
cisco Gongalre i do Sr, Joaquim Vieiri Coe-
lho ; e depois den consarrirem ahi por ilgum
lempo, retiraram-ae deixando junio a porta d*
mesmi luja o embrulho ou embralhai que ai
cootinham, bem como em frente della oa seus
Camilos, cando igualmente um companhiiro
aellei ahi. tem divida 4 guarda daquelle ob-
jictos. Mai logo depoii ippareceu am tageito,
duendo a esle que ot companheiroi o thami-
vam para um local qut lhe indicou ; e elle acre-
ditando ao amiaaario, para ahi se dirigi, dsixan-
do oa referido! objecioi no mesmo lugar, iem
que o recommendane vigilaancia doi ciixei-
roi di casa, que alm diito nao deram pila uni-
da do meamo.
Chegadae as com i eite p, foram o ambra-
Ihoi e o cavallo mu-sdoi com loda a facilidades
nm poder islo prernir-se, visto a babilidada
doa larapios ; que al agora ao dnconbecidos
da polica, apeaar das deligeoiias emprsgidas.
Sob a rabrita Parte official dtixamot
trameripto um aruo di secretaria da presiden-
cia, convidando os agrcultore a mandarem bua-
car semenles de algodo de boa qaalididt, vin-
do ultimameole doa Eitadoa-Unidoi.
|A barca Meaco entrada hontem em nono
porloenhlda de Philadelphia 27 de junho,
fallou : 10 do paaiado com a barca Cora, na
lat. de 31 1' N., e longilade de 45* 2aV UGW, a
qual hava aahido de N.w York, e laviva 10 diaa
da viagem para Shanhiea ; e a 13 do aeanio, na
lat. de 10* 44' N e longitude do 33 10' OGW
com o brigue Sarah Neto man, capilo Cobb, aa-
hido de Boiloo, com 11 diaa de viagem, para
Shanhiea.
I'edem-nos qua lembremoa se nao continta
a continnaQo do abusivo coatume de deicarre-
gar-ie areia no caea e rampai do Imperidor,
obitruindo de alguma forma o rio junto aoi taes
com a quanlidade qut caht tempre, como ta
nota jaoto ao paaiadico, onde j a em mari
grandea podem atracar meimo pequenai ca-
do aa.
Quaai que diariamente te repele, no porto
do Jacobina, na Capunga, o banharem-ie pei-
aoaa na margem do Cipibaribe tom a miior in-
decencia ; p!ra isao nos pidem te liecem viitat
bemfazejis, de forma qui nquem as familiaa
all rasidenlea livrea deise escndalo, que as in-
hibe de chagar s porlii e jinelln.
Anda reslimam providencias
. enrgicas as
promtti corigem heroica, e o mimigo conbe- casas de tabolagem, onde se iicrificam diaria-
) bem, aui doranti i vosia retirada mente paia e Qlboa familiaa, no terrivol jogo da
de Paebla para Orizaba, embancada por um
comboyo da dazenloi vehicaloi, nao te atreveu
a atacar vos nem ae quar intommodar-vos.
< Em Palmar aa peloio de viole e dois sol-
dados ds tarallaria mexicana depuoha as armas
ante am cabo a quitro ci;idorti de frica.
< Em Aliuciogo a Gavillarla do general Mr-
quez achari-ia no dii 18, i cinto horas da tar-
de, corlada pelo exercilo de Zaragosa que desa-
lara de Combrai, o 2.* balalhao do 99.* de lioha
tode da Ingenio, tom um tet;o da batera de
mantsnha, para livrar a dita cavallaria; o bata-
bao precipiia-ae com tal viger aobre o inimigo,
qua lhe|toma urna bandelra, determina a disper-
o do exeriito da Ziragoxi, e a rendigao de
800 iofanlea a 490 {ttvatleiroi. o batalho di
99.* de lioha, tommandido pelo major Lefebre,
tobrio it de gloria na tombate do Aculcingo.
< Soldtdoi e mirinheirnil Os ronos feilot
de armat daide qui sabate da Cordora, a 19
de maio, a as diffieuldadei que veuceitei sarao
viliidot o ipretiadoi pilo imperador, a ficaa
tertoi de qaa [tui migestada recoohecer com
magoanimididt a vosss dedicarlo.
< Vivs o imperador I
Dada no quartel general, im Oriziba, aoi
SI de miio de ,1862.O ganara! commandenle
em chefe do corpo, expedicionaria, conde Lou-
reneex.
a Depoii de dirigir s tropai, que combatie-
ra as darante esta breve msi liborioia campanha.
os lou'ore que mereceram a sia coragem e
disciplina, o geooral commandanl em chefe
quer dar lettemunho eipacial da tai satisfico
aos srricos sdminislritrvss, e agradecer aos S'rs.
officises de nafa o tea zelo e dedicico.
Oa nonos feridos foram recolhidos, trata-
dos e consolados no meio de comban e quando
o fogo era maii viro.
Nai marchas, entra as dfficuldades a emba-
razos, nanea deixaram de se fazer as distribai-
cdn lo regularmente tomo em lempo de paz.
A expedico do Mxico offertceu o eipecta-
calo aniso da am exercito que faz ama mucha
em retiridi, coonrrando inteira ordem, levando
e tratando treientos e quirenti a cinco dointes
e conduxindo ao mesmo lempo viveras pira um
mez em duzenlot e ciocoeola carros.
c Boa parte d'astes resaltados deve-se ao sub-
intendente militar Raoul, qua, na orgaotsaco
doa difiranles servicos administrativos, soube
slliar ama grande intelligencia notavel ectiri-
dade. Elle encontr* a morte no combata de
5 da maio ; a asta berenga de gloria juntar-se-
bao, para a sua familia a asi ma e a nidada de
todo o exercito e do aea commandanta am
chtfe.
< Dada no qaartal.gtneral de Orizaba aos 21
Ida maio da 1862.
c Ogeneril coromandante em chefe do carpo
ipeditianirio, eonie de Lourcncet,
____
azar. Aa autoridades policiaei derem olhir
para ellas a assim evitar mil males multante!
de semelhautes caaaa, que em maior eacala se
atham formada ooi biirroi de Sinto Antonio,
S. Joi e Boa-Viita.
Penoa muito tircamtpetla informa-noi o.
teguinte:
Que em dias do mez de julho ao abrirem-se
duai citicumba em que jaziins o deipojoi
mortaea do Dr. Manoel di Anujo Carnlho Gou-
dm e seu irmo o pidre Frincisco de Araujo
Goodim, acharam-ae os dous tadavores intactos
com is veste! saserdolaes peifettamenli con-
lerradaa.
Isao, qis encheu de asiombro a religin ad-
mirago a todoios qaa preienciaram a abertura
deaaai lepulluras, nao deve paaaar deaapercebi-
do; entendemos que a aolondade ecilesiaslica
diva proceder um exime e veitona circunst-
anciada nesiat sepulturas, e verificar la com
elTeito o cidavere disin pasmas eiiao no lita-
do de tooiervago am qae dizem achirem-n.
Sobre lemelhinle aconlecimento nada por ora.
podemoi emittr com exiclido. Todava se se
reDectir qae o deo Dr. Manoel de Araujo Goo-
dim e sea irmo foram os fundadores do reco-
Ihimeniode Nossa Seohora da Gloria, na Boa-
Vista, nenhuma raio ba para qae, deade logo
se tenha como impoaaivel a cooiervico lobra-
oatural de homeos, cujos beneficio! anda hoja
o demandes lobre mullas donzellaa, que no
racolhimento da Gloria eocontram seguro abri-
go contra a corrupto do sculo.
Qiaolas victimas tacaparam.a prottituifio,.
quauta degradarlo nao er.tiraos aqaellet bem-
ftilorts di humanididt!
Sejt aomo for, o futo digno da attmcio
e dt exima por parte da autoridada compe-
tente.
A aiioeiicaoOnza de agoitoproceden
no dia 16 do correte a eleico da commisio
que deve dirigir o respectivo jornal, a foram.
eleitos os seguinlss tenhort:
Commissao de redaccao,
Antonio Jinien de Mallos Partir.
Virgilio Paixoto da Anujo Pilmeira.
Goncilo de Agaiar T. de Mtnezes.
Joaquim Guinei di Silva e Millo.
Riymundo Clemmtino Valtnte.
Joo da liollaoda Cunha.
Foram tambem eleitos insta occaaio pira ad-
jantoi do 1* et* nenanos, ot Sn.:
1* Itruno J. Pereira.
S* Henriqaa Mernede Lint de Almeida:
Eatravam-not de Gartnhaot, em 12 do
crrante o aegainla:
< O cholera anda ligtla-nos, ma temivtl-
mtnte declina na termo de Bom-Conselbo, de-
pois da tar ottttiootdo o ptsnmento do chora-
do delegado da palian, qua unto aediimguio no
tratamento a auxilloi qae prestoe i penosa des-
' Ttlidat do lugar reflro-ma o lenle do eier-



DIARIO M PBCRAMBUCO. QUIHT FEIU i\ DI AGOSTO DI 186.
cito Joaquim Cardos dos Santos. Naquella villa
entreunto fez poucas victimas ; e al o presente
tem respeitado o collegio de edueandas; dic-se*
ha que o monstro trepida ante aquslles umbraes
'grados, que do abrigo a innocencia dasvalltda.
Tanto providencialmente certo, que por toda a
parte: porto infer non prevalebunl adversus
MMl
No districto de Palaieira de Giraohuns tem
o mal abrandado de furia nestes uliimos das;
e em outras localidades pode-se dizsr que bale
*m retirada on se acha extintto, como em Cor-
rente, onde, nao um padre Victnte, que se nao
onhace o quem se referi o correspondente
da Ordetn, roas o padre Duarte, prestou boos
ervio, como publico.
Como quer que o cholera pareja querer d*i-
sir-nos, o uosso r. jun de direito interino vol-
e preseotemeRte a sua alinelo dos morios pa-
ra aquelles que se acham enterrados em vida,
trazendo-lbes um raio de esperana, ans no bo-
nito inferno da casa Je detecgo, outros no ba-
raihro horrivel da anti-cholenca cadeia da Ga-
rauhuos ; para que se uo Teriflqae o laschia-
te ogni esperanza, voi qne intrasts, do posta.
E nao vir ama auspiciosa emergencia aqni
spreaentar-nos o Sr. Dr. Cerqaeira Pinto, digno
proprietirio da Tara de direito desta comarca e
actual chefe de polica d provincia, para a pre-
sidencia do jury de Buiqoe em 15 de setembro
prximo I Nao, poique e nosso Dr. juiz munici-
pal e de direito interino teja bisonho para diri-
gir aquellas brilhan'.es lides judiciaes; mas,
sendo porveutura um lano espinhoaas, como
cota certeza prometiera -lo nesaa leuo mag-
na, o pobre Dr. do c, apenas livre do venenoso
espiono cholenco, ainda extenuado de forja;
entes fracopara aqaello novo combate inler-
vivoi. Mis se assira ucceder por fo;ga dos fa-
dos.... suave qai peul I Nao est all como
est em luda a parte a iotercessora do livramen-
tol Neala f enibarque-ie o Dr. I o
Do Santa Luzia, comarca Ce Mossor, no
R:o Grande do Norte, Un.oi atsegaintei noticiaa
em data de 23 do passado mez:
O mdonho lho do Gangas, anda contiaa
a respailar a,la villa, tendo cessado o sea furor
em S. Sebaslio, sonde asaolou com intensidad.
A discordia assanhada qu* taolo tem iacommo-
daio as primeiras autoridades da provincia, pro-
grida espautosamoole ussls villa, e promstte nao
acabar to cedo. Os conleudcres sao vultos no
lugar.
a A IrovoaJa das denuncias anda nao se dis-
ipou, ecreio que nao scontscer to cedo, lia
muitos annos que se condeosavam no Qrmamtnto
ds impunidad vapores da atrozei crimes, para
am dia se dissolver com assombroso choque I O
que estsmos vendo nao mais do qae o primai-
ro njovimento da electticiade, a thuva da fogo
nao tardar sem davida a manifestar-se, caso as
autoridades nao tomam urna altitud mais enr-
gica, t, mais ioaxoravel.
No Apoay a epidemia vsi declinando nsl-
velmente, estsndo exliojla completamente dan-
tro da villa. O Dr. Mandes nao se exime de aco-
dr e medicar os infelices qae sao accommettidos
Besino tendo dado por fiodo o sea contrato. E'
ao seu recsitaario que se deve a impotsncia da
epidemia em S. Sebaslio, pelo qual se gaiou o
reverendo Joo Urbano.
Inslaurou-ie naquella villa o competente
precesso contra Antonio da Lu, por ter arnar-
rado e peudurado em um caibro a infeliz Maris
Ferreira, a quem o dito Luz allribaia o furto da
urna iusiguicante porgo de obras de ouro. Di-
zem qo sa nao fosse o exfusio te doJDr. chefade
polica, que semelhante crime ficaria impune,
por ter grandes protectores o referido Antonio da
LUZ. ;
Alerta, seuhores delegados de policis, vejara
que o actual enea de polica interino tem olhos
de : vn, e traz toda provincia msttida ara saas
pupilias 1 Acabaram-se as rain de guig, a o
patronato m/sia cedo oa mais larde sa extinguir
lamfe&Bjr.
" fia dia passsdos deu-sa no itrio da matriz
da?uel!a villa um f:cto qae inspiro bailante
horror.
de um respeitavel bacamarte, que a miado aba-
lava os espiritoi com o seu grara horrivel es-
tampido. Quando 0 povo sahia da igrsja, ou-
?io se urna deonago to forte qua nos a*9om-
Jjrou a todos.
O bacarosrte tilo podsodo vomitar a carga
engolida despedagou-se, operando em chava de
estilhaco, que elizmene nao prejudicou a kin-
guem.
Ora a policio nao devia a muito lempo pro-
hibir a viuda d'.' suaielha'.o Oersonagera a todas
as fuendas ?1 Mas de balde fallar-se, por qae
nada se veda aos caniaradas I Dizem tsrabem qae
naquella villa anda se asa dubres de sinos* pre-
ces funebrvs, coro toda solemnidad*, a despeito
mesmo dts reclamages dos doentas 1 ... Em
Campo Grande contina a epidemia da coque-
lache. >
.Mvimeulc da casa da detengo do da 19
de agosto.
Existam 367 presos.
E'Hrarnra 15
Sahiram. 18 >
A saber
Existen).
Wi
Nacionaes . . 257
Muiheres . . 4
Eslrangeiros . 35
Eacravos. . . 53
Lscravas. . . 9
147
Total. 36
Alimentados cesta dos cofres provin-
ciaes. ...........
Movimeoto da enfermara do dii 20.
Tiveram alta :
Joo Severino de Oliveira.
Luiz de Fr^nri de Carvslho.
Joo FraLc:srode Lima.
Francisco Antonio da Costa.
Abraahao, escravode Francisco da Costa.
Teve baixa :
Jo= Gertrades da Silveira, intermitiente?.
Matadolro publico :
H'taram-se para o consumo desta cidade no
di: 19 do corrate81 rezas.
No dia -2082 ditas.
Obituario do da 20 de acost, no cemitb
aio publico :.
A'itooio, l'ernambuco, 1 mez, Santo Antonio,
espasmo.
Mara Joaquina d*s Morces,Proambuco, 25an-
nos, Uoa-Vista, tubrculos pulmonares.
Mina Fr,n'.i ro?, Boa-Vista, phtyic.
Anna Bernarda de Jess Minteiro, Pernambu-
co, 60 anno9, viuva, S. Jos, eiyaipella.
Communicados
(*)Todo alcatifado de gravidade e de branduras,
pela primeira vez apparece na impransa o me
distincto collega o Sr. Dr. Pereira do Carreo, (que
aacricio 1) para acudir o Sr. Dr. Ferreira qae de-
bale ae por amor de seus violentos caprichoi,
como se toase este collega seu alunado. Eoto
principia o se melifluo discurso com estas inof-
fensivas palavras:
E' por amor verdade dos fictos, para nao
contribuir com o me silencio para a depreciado
a do verdadeiro mrito, que sou constrangido a
a tragar as seguintes linhas: A Cesar o que de
Cesar, etc., etc.
Se de feito, quanto expuz em mioha defeza con-
tra o Sr. Dr. Ferreira, no Diario d-j 12 do cor-
rente, nao fosse a xpressao viva da verdade, e o
Sr. Dr. Pereira dodrmo correase impreusa para
xestabelecer os fictos em defsza de seu amigo,
mostrando a inexactido de michas assergdes,
muito bonito papel teria por certo feito, a mere-
cer o applauso de todos ; mas quando, para con-
trariar o qae na realidade se paisou, nega a Ce-
tar que dt Cesar, lira da justiga para dar ao
capricho, e entre sophismas e ioexactides apre-
aenta-me como um depreciador do verdadeiro
mrito, justo que eu tambera com elle enriste
langa, e obrigua-o a oceupar o serio, o nobre,
o elevado lugar do hornera grato, de carcter Ar-
me. Pois, por nenhum principio, ha quem cons-
ci3aciosamente procure humilharaos ps da urna
amizade, por mais velha que seja, os seutimen-
tos nobraa do reconheciraento e da justica, que
taoto eanobrecem o corlo bera-formsdo, e que
dirigido por um carcter elevado.
Nioguem mais ioimigo da lula do qe eu ; e,
se luto sempre, porque rae coagem ella os
ioimigos da paz, aquellos qua nao podera viver
o dapreciarem o alheio mrito, que se indiiz-
nam contra a liberdade do penssmento. urna vez
(*) Eite commaoicado acba-a tras das em
noaso .oler, dallando definir por i fluencia
de materia,
O aj.
que eorram riaca certas conveniencias especula-
tivas.
Mas o sjifl animara o meu collega o Sr. Dr. Pe-
reira do Carmo a correr tmpreosa, todo ata ru-
tado de gravidad, e tambam da lablilexa, para
dizer que fui a chamado para trata-lo, por estar
am dia aunte o Sr. Dr. Ferreira, na Capanga ;
qae eet seohor nao erro o sea diagnostico ;
qe nio fui o meaico eocarregado de se trata-
ment, sobre cuja cabeea por certo receira
toda a respoosabllidade, se em lugar ds cura dsse-
se infelizmente a monef Documentos, a cons-
ciencis propria, a censciencia da todos quaioabe-
ram do facto e de todas sa suai circamstsnciasf
Nao, por certo. Porqae docmeoloa elle nao os
tem; consciencis... ests o condemoa ; e a cons-
cieocia publica, qae justa, espantada de ve-lo
boje me desmeotindo, nao o absolver por
certo.
Sim : o me illastr collegs, o Sr. Ir. Pereira
do Carmo, o qae quis foi abrir lula somigo, a ver
a asaim deslocavs de sobre a cabega do seu ami-
go r. Ferreira o jaizo auguro da opinio sobre
o seu carcter, creado a formado pala forga da
somata da razao que me assictia Da qaesto -
parran, e pela reaego qu de minha psrte daa-
se, em conssqaencla daa aggressea intolerareia
do meimo Sr. ir. Fsrraira contralmim.
fjaiz mais ainda : coobecendo-me bem depor-
to, e nao ignorando qae ea, nessa lata de honra,
nao deixaria de sentir a iojasilca de sa contra-
re Jade, e lhe responderla sempre com a forga da
cooicicncia offeodida, procuro desi'srte tirar
partido em provaito do se afilhado, indispondo-
me para com o pablico.
Mas qae s, fraco sssim mismo como sou,
amparado pela razo e pela verdade, segaro em
mioha consciencis, sem me embarigar com a jai-
zo falso e ojalo dos bomeos injustos, ire lutsn-
do amquanto as forgas me ajadarem.
Sim : nos embates da luta nao aaecumbirei sem
morrer. Poda disto Atar certo o mea Ilustro col-
lega.
Sempre que se me procure ferir com urna lan-
ga, nao irei bascar um estylete em defeza da
minha vida da minha honra ; se mao tiver
urna pega de sito calibra, hai de dispara-la sobra
mea adversario ; se em ves de langa, servir-se
a'geem da veneno atil para ioocalar-me, po-
dando qaebrar-lhe a mo qa o sonlenh, fs-lo-
hei sem o nsnor escrapalo.
Se o colleg aprssentassa-se am defeza do Sr.
Dr. Ferreira, oscupando-se di qaesto scienliQcs,
ea teria a satisfago da responder-lbu ssieniiflsa-
mente ; a o papel ento seria muito digno de lou-
vor; mas spresantsr-se desmentiodo-me sobre
squillo de qua ambos dos temos conscieocia, tai-
vez mesmo para fizar crer, nessa nova e desejsda
lata, que vivo am gaerra com os sollsgas..... e
admiravel 1
O pablico bam sabe que o fssto de ferr ea a
um collega que me ferio, de davidar mesmo do
juizo de dous o tres sobre ama materia, sobre
um doonts, nao i nem ostsntsr sibenga, nem of-
fender a corporago medica de Perosmbuco ; por-
qae a corporago medica de Pernambuco nem
o Sr. Dr. Ferreira, nem dous o qaatro qae o
qaeiram acompanhar.
Eu, por esquecido dos fados t das circuns-
tancias que cercaram a molestia e o Iratamento
do Sr. Dr. Parera do Carmo, asseverei inexacti-
des eom o Um de depreciar a um collega 1....
Sappunha e qae. para sa assrever am pablico
urna verdade, nem sempre havera necessidad
de que documentos eativetiem srehivsdos es-
pera da am desmentido ; e qae maltas vezas a
certeza da am bom carcter, a conanga oa pro-
bidad da am hornera de bem, como presumo ser
o Sr. Dr. Pereira do Cirmo, constitairism a me-
Ihor basa para a publicago de am facto, caja
exactido a consciencis recoohecessa ; mas vejo,
pelo qae acaba de darse, qae o correr da tras
annos e algans mezas mais podo limar a me-
moria de um homem a ponto da fazer esqusser
coasas qae, era presamivel, eslivessem sempre na
remioiscencic.
Altos mysterios da amisade e da gralido!
Bem certo qae, se eu pedesse penetrar os antros
do futuro, se adivinhasse que ora dia sondando
no nobre canelar do colleg, elle, entre suai ns-
turaes facecias, lona de aabofar-sa para em pu-
blico mostrar que sou capaz da atilisar-me de
factos e de circamstancias duvidoias, em ama
aecusago seria contra um mau detractor, ser-
viado-me a'elle irrfletidnmente, com todo cui-
dado guardara esse bilhete em qae o.collegs, nao
as truvas da noite, mas sim em urna plena ma-
uh, aserev*a-me pedindo-me que o fosse
ver, e encarregar-me de seu curativo. Nao
obstante, porm, eu ainda apello para sua honra,
pudor dignidad em favor do que paaso a
expor.
Depols de urna conferencia acerca da pedra
que eitrahi no Sr. Brigadeirj Joaquina Beruardo
do Figeiredo, (essa operagosinba no ententer
do Sr. Dr. Ferreira ) e da qual faz Darte e illus-
tio collega o Sr. Dr. Pereira do Carmo, ao sa-
hrraos, na porta da ra do sobrado em que en-
to uiorava aquello. Urigadeiro, iase-me o col-
lega o seguinte :
Eu tamban estou soffrendo muito da bexi-
ga, nao sei memo se terei algum calculo; e
breve creio gue lhe cahirei as mo*
Ao qae respond que, muito sedtiodo os seus
incmodos, taris summo prazer em trita-lo.
Accreace a esta valiosa circamsttncia ouira,
nao menos importacte, e quo lembro ao Sr, col-
lega Dr. Pereira do Carmo. appsllaudo ainda
para todos os seus sentimentos de homem, e a
seguinU : que nos das de seus regosijos, depois
da cura radical quo lhe flz, di9o-me que ca-
prichos de borneas dersm causa a que ella a
muito lempo me nao tivesse chraado rera tra-
ta-lo! E isto por cusi de ama qu6ito medica
qao livemos ora urna conferencia sobre a moles-
tia de um preto do Sr. Dr. Maaol Joa da
Silva Neiva.
Poucos das, porm, depois deise j referido
encontr, era casa do Sr. brigadelro, soube qu
o Sr. Dr, Pereira do Carmo se achav bailante
ooeote ; e, paasando em urna noute pela raa
Nova, t^ndo-me dito um se escravo que e9tava
na porta da caa'do collega, que de facto elle,
*eu senhor, se chava de cama, obsdecendo ao
dever, entrei, vaitai o e retirei-me, deixando-o
ern^ suores copiosos, e em grande proslrago.
Eoto, no dia seguinte pela manha (pela ma-
nhaa, Sr. collega) recebi o bilhete de qne lenho
fallado, convidaodo-me para encarregir-me do
seu curativo.
J 11 ij, o publico qne o distincto collega.
Sr. Dr. Pereira do Carmo, nao podia, em sua
enn9ci*ncia, dizer que me chamara, por estar na
Capunga o Sr. Dr. Ferreira, seu medico assis-
tente, e isto por occasio de um ataque ; e ni
pelo facto do estar gravemente doente nesaa oc-
catio, de soffrer a uns'poucos de annos, sora que
0 Sr. Dr. Ferreira couss alguma fizesse, e pela
conflapQi que em mim depositava.
E si o Sr. Dr.Pereira do Carmo tivesse mais con-
fianga no seu assiitente, se o meu chamado fosse
somonte para substituir o Sr. Dr. Ferreira,porque
razo nao continuou o Sr. Dr. Pereira do Carmo
com o seu medico ? Por qae razo permittio que
lhe pralica9se eu duas oporaces arriscadas, e on-
carregou-me do ieu verdadeiro curativo; curati-
vo, do qual elle boje s se records para ter-me
ogsriaa....
Looge de mim allegar servicos prastados a nm
collega em seu leito de soffrimenlos ; porque
era de rainha obrigago, era de meu dever, e de-
vor sagrado, encarregar-me de seu curativo
Mas qae pira defender-rae fui forgado a aecu-
sar e a expor esse facto, posto que ismbem seja
certo que muito sennvtl me ver qae a mo que
recebe um beneficio se arme um dia para ferir
quem Ih'o fez, mormente sendo a ferida revesti-
da de circumstencias agravantes.
E, se era mea communicado de 12 do corren-
te, em resposta aos iosoltos do Sr. Dr. Ferreira,
fallei na molestia do Sr. Dr. Pereira do Carmo.
jlive motivos muito justos para o fazer, alera de
qua era urna prova em favor do que eu havia as-
severado, e que me nao convinha omiltir.
Prova de que slm das operages que prati-
quei no collega como confeisou, fuidoSr. Dr.
Pereira do Carmo seu mdico assistente, e por
conseguinte o verdadeiro responsavel pelas con-
sequencias do Iratamento, um bilhete do meu
illeatre collega, a mim dirigido, que a muito cus-
i achei com mais urna carta, concebido nestes
, termos :
Passei a noute malissimamente; se poder
, chegar al esta sua casa, i favor, trazmdo suas
1 algabas e velas.Seu collega e amigo. Dr, Pe-
reira do Cart*o.it
Por este bilhete vfi-se que, depois das opera-
goes praiicadas por mim, conliouel a tratar o
collega, sem outra direegio mais do que a rai-
nha propria ; pois entenda eu que nem odooo-
te, apezar de medico, tioha estudado como eu a
especialidade daa molestias ourioarias, nera ea
deveria eoosenlir que elle puzesse estorvos mi-
nha vontade; sendo certo qne, nao tendo eu a
honra de ser amigo velho do peito do Ilustre
colleg, ao lempo que o Sr. Dr. Ferreira do-j
sobre o seu leito, procurando mitigar lhe as do-
rea, mudaodo-lhe algalias, como deu-se logo de-
pois da ttguada operaejo quando as ourioaa
corriam largamente pela abertura do abceno.
E assim sempre o tratando com minhas pro-
prias mos al qne so desse a cicatrisago da
dtela, at o reatibeleciment do Sr. Dr: Pereira
do Carmo, consegu em pouco Umpo o queam
lirgoa annos o&o conseguir o tmlento do collega
Dr. Ferreira.
Por conseguale, tendo eu dito, em meu ivm-
mumeado de 12 do correte,-qu o Sr. Dr. Fer-
reira nao podia dizer qua os colUgas tioham
mais conanga nelle do qae em mim,appellan-
do para o procedimento do Sr. Dr. Pereira do
Carmo da me hiver chamado para trata-lo,
dase ama verdade qae nao podfa ser contra-
riada sem offeosa directa a jeilig e gralido.
Nao obstante, nao ouso contestar os boos de-
sojo* do Sr. Dr. Ferreira, nem mssmo os servi-
gos dedisago da ootros collegas ; mas, j que
se trata de aparar a veracidade dos factos, nao
soosentirai nunca qne diga o Ilustre collega o
Sr. Dr. Pereira do Carmo que nessa sua moles-
lis nao d-m toda preferencia ; e lito s por-
qae jalgae nao carecer maic de citheterlamo
forgado de meas cuidados, e pelo qae quar a
forga equiparar o mea trabalho, n'assa molestia,
aom o qae prestsrara outros collegas, que nem
foram operadoras, nemassisleotca.
Vamos agora 10 diagnostica.
Mullo serlo que eu disse que o Sr. Dr. Fer-
reira, por ter pensado que o collega doente soUria
principalmente da baxiga, e uo da urethra, ha-
via occasioosdo que a anfermidada chega9se a o
ponto a qae chegou.
Logo que acadi aos lamentos do Sr. Dr. Perei-
ra do Carmo, approximando-me do seu leito, de-
pois de ovi-io eircumstanciadamente, o de ha-
ve-lo examinado, disse-lhe que era meu parecer
qae aau mal principal consista em am estreita-
ment de arathra ; e qne, sendo sssim, era ea de
voto qaa se pralicasse a operago do cateteris-
mo, antas que asa inflammago perins!, que
lhe occaaionava graves accesios febris, tomassa
maior incremento.
A cite mau modo de opinar respondeo o colle-
g doente qae atava ao contrario convencido de
que seu verdadeiro mal era urna inflammago da
bexiga, que a urethra soffria secundariamente.
A isto me oppondo, o Sr. Dr. quiz argumentar ;
o qaa nao consent, fszendo-lhe ver o prejaiio de
emclhante queilo em face do seu estado, e que
deixassa vir o Sr. Dr. Ferreira, para ea ento ex-
por o mea parecer.
De fisto, chegando logo o Sr. Dr. Ferreira,
trate! de desenvolver a minaa opinio ; e este
Sr., depois de algumas consideragoei.veio a con-
cordar com o mea diagnostico : sendo certo que
o erro de qae fallai nao foi sobre a existencia do
estreitamenlo, que ene ara claro, mis sim sobre o
facto de considerar-se o estreitamento como con-
seqveocis da inflammago da bexiga.
Pois certo que ama covsa divenifica mai-
to da outra ; que otratamauto racional, lgico,
dependaodo do conhecimento profundo da nata-
reza da molestia, julgando-se a existencia da ln-
flammsgo da bexiga como a molestia principal,
sobra esta inflammago que conviria applica-
rem-se os miios, como infelizmente se applica-
ram por todo essa tempo al o me chamado.
Ora, tendo dito o Ilustre collega Sr. Dr. Pare-
ra do Carmo qua entenda que seu mal principal
era urna inflammago da bexiga, e sibendo eu
qae o Sr. Dr. Ferreira o tratava a loogo tempo
dessa sa eofermidade, seppuz logo que um tal
diagnostico era obra doSr. Dr. Ferrein.
Mis nao foi s o facto do Sr. Dr. Pertira do
Carmo dizer-me que em seu entender soffria es-
seocislmenle di bexiga, e nem mesmo essa mi-
nha sapt-oaigo, qae me levaram a acreditar qae
o Sr. Dr. Ferreira linba errado ; o qae me con-
veucea do erro dene collega foi o tratamooto qae
ella por to Uogo tempo mpregou no Sr. Dr.
Pereira do Carmo, e que am nada corresponda
ao iratamento proprio do estreitamento de ure-
thra. >
Em verdade, ou o Sr. Dr. Ferreira, reconhacen-
do qae o mal principal ara um estreitamento,
cruzou o brigjs, toruoa-se mgligenle, deixando
qae a molestia chegasae a pooto de obstruir com-
pletamente o canal, de dar-se urna raptara na
reihra, qae ia comprometiendo oa das de vida
de seu colleg, qaaodo certo que os estreita-
mentos sao em geral caraveis ; ou ento, pensan-
do que o mal principal era a inflammago da be-
xiga, sobra esta levou iods esse tempo "a e/npra-
gar bichas, banhos, papas, diurticos e ludo nuao-
to uo applicavel, como dito tica, como imaios
directos eefllcazei nos eitreilamentoi de urethra.
Ora, a primeira hypolhese nao sendo ac isi
re, claro que o Sr. Dr. Ferreira errou
nstico da molestia do illastr* collega o
Pereira do Carmo ; erro que, rapito, lhe
ndo a vida como sabe toda esta ciaade.
Por consegainte, quando tambera disse e
meu communicado en que repalli os ios
Sr. Ur. Ferreira,qu* ella havia daixado de
cer a nalureza legitima da molestia, dis
vardade.da qual tem conscieocia o mesmo Sr. Dr.
Pernira do Carino ; e eulo nao polla ainda so-
bre este ponto coolrariar-me sem offeosa da boa
fe. da cooscieucia e da justiga, negando positi-
vamente a Cesar o qae de Cesar.
o uro sim : bom que saiba o publico que eu
oo pratiquei umas opengo no Sr. Ur. Perei-
ra do Carino, e sim dua9 ; quo a primiira fot a do
cathtterismo forgado, sendo presentes os Srs.
Drs. Pitaoga, Villas-Boa, Sabino ; sondo que at
me record de que o Sr. Ur. Sabino se oppoz nesa
occasio pralica da operago, allegando que com
a homeopathia poderia destruir o obstculo da
urethra, e combater o mal.
A segunda coosistio na abertura do tumor ou-
rinoso perioeal, o qual, depois mesmo de ter sido
aborta a arelara, conliuuoo em sua marcha pro-
grei9iva,em cousaquencia dse nao poder extra-
A vantagans que nossa empresa offerece se-
riara em qualquer parte um incentivo para sea
rspido deseovolvimento, porm entra nos ainda
le nio avaliam der lamente islas comas.
Quem j poosou na avultada quantia que se
confia urna miseravellavadeira, a qual perden-
do a roupa, ainda nos leva por coraiserago a
dsr-lhe ama esmols ; e qae nos em troca deste
risco, offerecemos pagar qualquer pega, que se
extraviar T Nao valer nada esta vantagem T
Quem ji calculou a pequea porgo de roupa que
qualquer precisa ter, estando afregaezado com-
nosco, que entrganos a roupa lavada poucos dias
depois de a recbennos aoja ?
Nao haver nisto ama grsode economia T
Tanto verdade. que entre nos estas cousas
nao sao devidamente avaliadaa que maitas pea-
lla s nos tem procurado depois de baverem
perdido muita roupa com as lavadeiras, ou de-
pis de se verem obrlgados a comprar mais rou-
pa por nao terem que vestir pela grande demora
da lavagam.
A' vista dos beneficios qae offerece nossa em-
preza, o quies com verdade os manifestamos
neite communicado, eiperamos do publico a mais
prompta coadjuvago, para podermos dar o des-
eovolvimento do qae ella lascaptivel aflm de
se tornar urna empresa de geral utilidade.
Brevemente aproveitaremos um dia santificado
pira expormol ao publico nosso machioismo
seu modo da trabalhar.
Ramos & C.
Correspondencias
Srs. redactores.tjueirem fazsr-me o favor
publicar no siu cooceituido jornal as duvidas em
que me acha, e acerca das qaaei deiejo ser es-
clsricido.
A quatro deste mez sanio desta villa do Bonito
para e Recita o Sr. Dr. juiz de direito desta co-
marca, Julio Barbosa de Vasconcsllos, a ver a fa-
milia, segundo dizem : de inppor que leona en-
tregado a vara de direito ao Sr. Dr. Loareogo
Jote de Figaeirido, juiz municipal deste termo,
que o seu legitimo substituto. Entretanto, a 5
do mesmo mez sabio da villa o Sr. Ir. Figaeire-
do a fazer um inventario, qu dizem ser um dos
mais ricos que appirecem nesta quadra, distante
da villa oito leguas, oa frtguezia de Bizerros.
Couata-me que no dia 6 daste (domingo). Ira-
balboa todo o dia em avaliagdes doi bem do dito
inveotirio, e chegou na villa no da 7.
Eis, pois, as duvidas:
1.a Se um juiz pode accumular as varas de di-
reito e municipal e fazer inventario de orpho3.
2.* Se o dia de domingo e feriado ou pode
nelle trabalhar o juiz por eitir accumulando as
varas de direito e municipal.
3.a Se pode haver algum privilegio a este res-
peito para o Sr. Dr. Figueiredo, mesmo dispensa
de Roma, para trabalhar no domingo eaa dito in-
ventario.
4.a Se o juiz pode exigir o pagamento dai cas-
tas doi inventarios antes da sentencia, tendo ape-
nas ftito avalisgoes, e faltando partilhar os beos,
etc., etc.
A bem da moralilade desejava que reipondes-
sem-me a estas duvidas quera soabeis, afim de
nao fazer juizoi temerarios.
Termo do Bonito, 10 de julho de 1862.
O Bonitense.
Publicaees pedido
Tres horas de maga distraccao.
Aisittimos ao soire qu* leve lugar no palacete
da roa da Praia na noite de 16 do crrante em be-
neficio doi cantores italianos os Sr*. Luiz Belli e
Lanza Corbari, e a recordaga daa gratas impraa-
sdes que all sentimos, qe por espsgo de tres
horas uos fez eiquecer as alternativa* de um dia
de penosas lidas e laborioso trabalho, no* fazem
dizar alguma cousa a respeito daquelle bello di-
vertimento:
O salo eslava decentemente decorado com ele-
gancia e gosto. O crescido numero de familias
mais pessoas gradas, que all se achavara reu-
nidas, entr* as quaes ae contava o Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, diversas autoridades e ou-
tra pessoas de dislincgSo, a brilhanlismo dequella reunio, e deixiva ver a
considirago com que foram diitribuidos os car-
loes.
A banda de msica do 2* bstalho da guarda
nacional annunciou a entrada do divertimeoto por
um escolbido e bm executado pe lago da opera
Travista. E drpois do aUuns lindos preludios de
piano, o Sr. Belli nos fez ouvir os graves d tua
extensa, fresca e forte voz na cavatina da opera
Lucrecia Borgia.
Era seguida ouvimo3 o remontar des9es agudos,
a ligngao desse* diffiois trinados, essas gratrs
vibrages de voz ollas pela Sra. Corbari no bom
desempeoho da eavatiua da operaSapho.
O Sr. cavalheiro Ramond* fez-no* ainda ouvjr
a amabilidade de sua voz no duelo da opera
Deicirragam no dia 21dagoito.
BircainglezaMargaretcervo de pedra.
uarca americanaMacfarinha de trigo.
rigue LubekenseNaatilas-idem.
Hiate americanoCarrie Uue idem.
aeeebaaalorl de rencla Internas
er*a d Prnatnkueo.
Rnd!Djnto do dia l a 19. 17:96096
tdm da di. 20......: 665j59
18:6280353
D Provlactoi.
K*Bdimnto do dia 1 a 19. 20:599*793
dem do dia 20 ...... 562J18
21161|973
HoTimento do porto
Navios entra dos no dia 20.
Pbiladelphia52 diaa, barca amanean* Meaco
de 290 toneladas, capito W. T. Clark, equip*-
gem 10, carga 2,900 barrica* com farinha de
trigo ; a Saunders Brotasen l C.
Arcaly pelo Asi 30 diaa do primeiro porto a
26 do segundo, palhabote nacional Santa Crux,
de 101 toneladas, cipitao Jos Victorino da*
Nev, equipagem 8, carg* tal; a C. C. da C.
Moreira & Irmo.
Nevr York40 dias, brigua labekene Naulilus,
de 301 tonelada*, capito Stffen, equipagem 10,
carga 2,800 barricas com farinha de trigo ; a
Heory Fo*ter & C.
Bircelona37 dias, brigue hispanbol Themotio,
de 166 tinelada, capito Antonio Casis, *qui-
pagem 12, carga vinho, azete e outros gene-
ros ; a ordem.
Liverpool47 dias, escuna inglesa Zante Packet,
de 193 toneladas, capito John F. Sparks,
equipagem 9, carga fazendas ; a James Ryder
& C.
Atavio taido no mesmo dia. .
Rio da PrataBrigae nacional Algrete, capito
Francisco de Asis G. l'enna, carga asiucar.
Observigo.
Passoa para o sul urna galera americana, e
fundeou no Isrxaro um palhabote americano,
ma* nao tere commaoicago com a trra.
MUtes.
O capito Jo* Luiz Pereira Jnior, cavalleiro da
imperial ordem da Roa, a jaiz de paz do 3*
anno com exercicio no 2#, do 1" diitricto da
freguezia do Santisiimo Sacramento do burro
de Sai.to Antonio da cidede do Recite provincia
de Pernambuco, em virtude da lei et.
Fago saber aos que a presente carta do edi-
tos viren, q*g por parte de Ferreira 4 Mathou*
me foi feita a putigo do theor seguiuts :
Dizem Ferreira & Mitheu9, commerciaotes ma-
triculados, reiideut** e eitabelecidos nasli cida-
d, qae leudo de mover pelo juizo contencioso a
competente acgo contra B^nto Paulo Zidanas pi-
ra delle exigir o pagamento da quantia de 8825660
alm dos juros dacnrridos, ldo proveniente de
urna letra j vencida,(saccads pelonapplicante e
porelle aceita, e por que antes da prepositura da
acgo se faz necessario eigotar primeiramente o
acto preparatorio da coociliagio, veo* per i**o o
upplicante reqaorer a V. S. te digne mndalo
notificar deiignando a audiencia em qae elle da-
ver comparecer para coaeilar-se a reipeito do
pagamento, e caso nao comparega eoto digne sa
V. S. proceder arevelia delle mandando o escri-
vo darcertido oa nota do resallado para aa.iaa
poderem os applicantes proseguir em se direi-
to. Entretanto como o supplicado actuilmenle
se acha ausente em lugar nao sabido os suppli-
cante* tambem reqaaram e eapercm admita a
competente justiQcago. V. S. a* digae mandar
paisar carta de edilos pelo lempo da lei para ci-
ta rao do aupplicado. E pera qe tado atiim le
determine pedem V. S. Illm. Sr. jaiz de paz do
1* districto da (reguazia de Santo Antonio.E.
R. M.O procurador Leopoldo Ferreira Monteiro.
Na qual petigodei o despacho qae adianto.se v.
Justifique.Primeiro districto da freguazia de
Santo Antonio. 16 de agosto de 1862.Persira
Jnior.
Em virtude do qual despacho se procedeu a
inquirigo de testemunhai que deporeram sob o
jaranelo dos Saotos Evangslhos a respeito da
ausencia o incerteza do lugar da residencia do
justificado Bento Paulo idane*; e sendo ludo
autoado e preparado me for.am oa autos conclusos
e por mim lidos, nelles profer a sentenga do
theor seguiute :
Julgo por sentenga a juatifleago de folhas pa-
ra produzir seus etfeitos ; o eacrivo pseso a car-
ta requiaitada com o prazo d" 30 dias, e pague
09 justificantes as eusUs.
1* districto da freguezia de Sanio Antonio, 19
de agosto de 1862.Jos Luiz Pereira Jnior.
Nada mais se contioha em dita sentenga dada
aos autos por bem do qual se passou aoa juslifi-
flcnl3 o presente edital com o prazo de 30 dias
pilo qual se chaaaa e cita o referido Bento t'aulo
Hacolado por elle e o oeo-ciado, e saltan- Zidanes par* que dentro de tres dias comp.areca
de agora aexecugio da segunda parte do sarao, pr 8, prenles, amigos ou procurador bastante
elle satisfez
como
te applaudido dueto da opera
Argel.
Os outros pedaajoi do caotoria forano desempe-
nhados peloi beneficiados com toda a harmona,
meloda, forga e extensa o de saas vozes ji por nos
apreciadas no iheatro de Santa Isabel, dood sen-
limoi o termos sido privados de continuar a ou-
vi-los por terem silo despedidos.
Um joven e insigne piaoiita allemo o Sr. E-
chbaum acompanhou e fez a maestra deite bello
concert com tanto gosto e habilidad?, que asas
hira ou'nni queja se linha drramado pela aber- confirmara a bem merecid* reputsgo de hab
tura anormal,
supportar sondas
maueiites.
de nao ser pessival ao doente
ou algalia demoradas ou per-
E lodos estes senhores mdicos que coraigo coa
feroocisrara aules e riuranla as opurages, con-
cordaram cot o diagnostico sobro o qual j se
linha convencionado, pelo que nao podia dar-so
mais queslo.
De lulo isto se collige que houve subtilera da
parlado Sr. Dr. Pereira do.Carmo, qaando, como
prova do qui nao houve davida sobre o iiiagnos-
lico, allegou o facto de nio haver discussao sobre
aquello entre os oatroc coll-'gas
E nao admira que o Sr. r. Ferreira errasse,
como errou, no diagnostico da moleiti* do Sr.
Dr. Pereira do Carmo, quando acaba de praticar
o que praticou no Sr. Duperron ; quaudo tndo,
ha doui annos e meo, ido a sua casa o Sr. Fe-
liciano Jos de Mello, qae boje mora no becco do
Falco o. 10, cousulia-lo sobre um grande cancro
na tilla, este senhor, supponio sur o tumor ara
abeesso, o quiz furar !.. Eo [ararla por certo, se
o doente nao fosse lioiido a ponto da resisf-r-lhe.
Eoto applicou-lhe medicameLtn para resol-
ver o cancro.
Eto doento foi logo depois por mim operado,
sendo ajudanle o Sr. Dr. Villas Boas.
O cancro que extrahimos, tendo sido aberto
para recenhectarmos o eUmeoto canceroso como
de fcto foi recoohecido, acha-se ainda conserva-
do era noaso poter ; sendo ceiU que o homem,
qua um crioulo, Al ainda hoje, depois de
tres annos, sera o menor incommodo, morando
no becco do Falco, onde pode ser interrogado
por quem queira recouhecer a pericia do Sr. Dr.
completamente ao auditorio, bem para ae proceder ao* termos da conciliaco a
a beneuciada, no engragado e duplamen- forma da p.tigo, ou a qualquer outra pesa'oa pa-
buffa italiana em | ra que lhe fag aber deila meima citaco, afim
de que elle nao fique indffenso. O purteiro io-
lerino desle juizo publicar este nos lugares mais
pblicos desto distticto, o aCGxar passando certi-
do em forma.
Dado e passado oeste primeiro districto da fre-
guezia do Sanlissimo Sacramento do bairro de
Santo Antonio da ci lade do Recito as 10 din io
mez de agosto da 1862.
EeuJoaquirada Silva Reg, escriv.o que o
escrevi. Jos Luiz Poreira Jnior. Ao sallo 300
ris. Vale sem sello ex-causa.Pereira Jnior.
Recite 19 de agosto de 1862.
Sobscrevi e assigoei.
Era f de verdade.O escrivo.Joaquim da
Silva Reg.
Pea thesouraria provincial se faz publico,
que a arrematado do apereicoamaoto de urna
parte da estrada da Vittoria no lugar denomina-
do ladeira da Secupira-Torla, foi transferida para
o dia 21 do correle.
Secretaiia da thesourarii provincial de Per-
aambuco 16 de agosto d* 1862.
O secretario,
______________ A. F. da Annuntia;5o.
professor, que j goza nesta cidnde no pouco lem-
po que aqu se acha.
As verlagea de rabees sobre sopera Gu.lher-
me Tell, executadas pelo Sr. Steuber, e o piano
pelo Sr. Eichbanra foram de urna exacugo tal
que seria bastante someote ouvi-las para se tul-
gar da pericia dos executores: foi aqu sobretu-lo,
aonde 03 insignes artistas mostraram a forga do
su talento musical.
Nao foi esta a primeira vez que temos tido a sa-
tisfago de ouvir e applaudir o Sr. Steuber nesse
instrumento e arte que faz parte de sua Ilustra-
da educaco, o quo elle maneja uuicaraenle por
distrahir-se.
Eatas phintasi.as, bem como as que executou o
Sr. Eichbeura sobra a opera Elizir Talberg, o o
mais quaulo tucou naquella noite sao bastantes
rocommeodagoes era seu favor nea arle sublime
a que o genio o arrebatou, e elle sabe anda rnais
adornar com o cavalheirismo de um trato delicado
e apurada educigo.
m
mmr^
(GMlfi Ittlll
DO
Banco do Brasil.
Acaix* filial deseonta lalras com praso at
quatro mezes a 10 0,0, as do seu proprio aceite
a 9 0|0, toma dioheiro a juro em contas corren-
Forreira, alias to apregoada pelo illustro^oUe-1* Dor 'e'r8g 8 8 0|0 ao anno, e sacca ao par
ga Sr. Dr. Pereira do Ca'rmo.
Sendo esta queslo muito secundaria, nao con-
linmrel nella ; e mesmo nao dira mais urna pa-
lavra sobre o Sr. Dr. Ferreira, se o Sr. Dr. Perei-
ra do Carmo nao me procurasse desmentir.
O contagio nao s proorto da lepra
Dr. Carolino Francisco de Lima Santos.
mia no fresco da Cipnng, eu eatava em vigilia d a.conhcido.
A empreza de lavagem de roupa vapor vii
tomando o desenvolvimento, qae bem merece,
porque o publico finalmente se vai conveocendo
da verdade de quanto lhe haviamos prometiido.
Aos freguezes amigos a pratica de um anno o
tem couvencido de que nosso proceiso de lava-
gem em nada Ihes damnifica a roupa. Aos dema-
siadamente incrdulos, que nio le querem atili-
sar do ervigo de noisas machinas por temerem
o eo prego de drogas corrosivas, nos franqueamos
noiso laboratorio para por si mesmoaobservarem
que s empregamos agua e sabo.
O deposito de roupa lavada qua temos na ra iaadimanto do dia 1 a 19.
Nova est igualmente franco para quera quizer Idara de dia 20. .
conhecer a perfeigo do nono aervieo de la-
vagem.
E' erro imperdoavel o afierro velhos precon-
ceitos quando a pratica nos prova desobejo asu-
perioridade das ionovagoes.
Nomo tystema de lavagem nao um invento
acarea do qual se est hoja fazendo os primeiros
eosaios; i um systema j muito generalisado, e Veame lahidoa cm fazendas..
que goza da maior aceitagao em toda a parte aon- |om genero..
curtos prasos, sobre o banco do Brasil.
Caixa filial 18 de agosto de 1862.
Francisco Joo de Barro?.
Secretario.
Praca do Recite 20 de
"agosto tle 18G2.
\s quatro horas da tarde.
Colacdes da junta de corretores.
Cambio.
Sobre Londres90 div. 26 3[* d. por IJfOOO.
Descont de letras.
10 0|0 ao anno.
i. da Cruz Macedopresidente
John Gatissecretario.
--------
&lfana3ecc
>r, :i&f4eG^,
-77 456J853
20.6860631
298:143484
i^lovlraesnto da ai tandeara,
Velamsi entrados eoiat*zendai.. 3
c a cora garoi..
178
105
183
Consclho de compras navaes.
Tendo de promover-ie a compra sob a* con-
diges do cstylo abaixo declarados, perlencenis
ao material da armad*, convida o conselho que
os preteodentes venda apresentam suas pro-
postas, em cartas fechada*, no dia 23 do correo-
te mez, st as II horas da manhaa.
Para os navios da armada, arsenal, e pharol.
'20 arebas de almagre.
8 barris de alcatro.
6 barris de breu.
100 brochas sortida9.
100 cobertores dela.
1 escaler de 6 remos.
i dito de quatro,
10 arrobas de estopa de algodo.
4 arrobas de estanho para sida.
30 arrobas de ferro iuglez em vario de difi-
reme groisaras.
1 arroba de pregos de cobre de 1/2 polegada
para forro.
60 molho de piassava.
200 remos de faia de 14 a 18 ps de compri-
meoto.
9 duzias de taboas de loaro d 3S palmos de
comprimento e 2polegadas de largo.
8 ditas de ditas de 28 ditos.
3 ditas de ditas de 32 ditos.
60 vigas de quali lade com 48 palmos de eom-
primento e 8 polegada* de groisura em quadro.
10 arrobas de zarco.
Tambem promoveoconaelho no dito dia, avis-
ta igualmente de propostas recebidas, o contrato
para fornecimeoto at setembro prximo doa se-
guinte objectos de fardamento:
Para o imperiaei mirioheiroi a aprendizes de
ditos.
Caiga e fardas de panno azul e polainas de dito
preto.
Para os fuzileiros navaes.
Calase frdelas de panno azul, e polainas de
dito preto.
Para os aprendizes artfices.
Cobertores de la.
Acompaubaro as propostas a amostra doa co-
bertores, bem como da* fazendaa para a* caiga,
fardas, fardetaje polaioas, tudo ser actarado
pelo contratante conforme as medida qu se
lhe der.
Secretaria do conselho de compras nava. 19
da gosto de 1862.
O ecretario,
Alexandre Rodrigue* dos Aojo.
Conselho administrativo.
d rnn.ei admD,ii'o. para fornedmento-
do arsenal de guerra, em cuulprimento do art.
22 do regul.mento da 14 de dei.mbro de 1852
faz publico que foram aceita, preposta os
senhor abano declarado : i>(, Ul),
. i v P*"7 u ba,,lhao 8 infantera.'
Joao Ji da Silva :
6 reros de papal almano a 3$800.
6 caixas da peonas d'ago a 1J300.
200 peona* d'ave para eicraver a U 0 eanto
2 caivetes de 2 folhs a 800 r. .
6 duzias de lipis finos a 360 r?.
6 libra* de arla pret* a 400 ra.
6 pedra de loas* para escripia a 440 rs.
18 lapi* cora ereioei para o mcimoi a 40 r
Jos de Castro Guimares :
6 garrafas da tinta preta de esirevar a 400 r.
36 cartas para principiantes a 60 ra.
06 taboadas a 60 rs.
4-?wr,mmati,a, Portagueza por Salvidor a
12 compendio de irithmetica por Caitro Nu-
ces a 1JJ.
12 pautas i 40 n.
36 traslado para aicripta a SO ri.
Oconsilho avisa aoi mesmo* senhores que de-
vem r*colher os objecto* cima mencionados no
-lia 22 do crreme na secretaria do conselho a
10 horas da mantisa.
Sal* das sesae* do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra da
agosto d 1862. "
Fronct'ieo Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal s*retario inlirino.
Conselho administrativo.
O conselho dminisiralivo, para fornecimento
do irsenal de guerra, tem de comprar os obieclo
seguintes:
Para o presidio da Fernando de Noronh.
4 arrobas de arroz pilado.
8 libra* de alalria.
5 anulas de caf.
8 libras da cha hyuon.
8 libraa de chocolata.
16 libras de doce da goiab*.
30 arroba* da farinha de trigo.
8 libra* da marmelad*.
12 gtrrafa* de vinho do Porto.
Qaem quizar vender laea objectos aprsente aa
suas propostas em caria fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do da 27 do
correla mez.
Sala daa teti do conselho administrativo
para forneciment do araenal da guerra. 20 d
igoalo de 1862.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Francisca Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal ecretario interino.
Santa Gasa da misericor-
dia do Rceife.
A Illm*. jaula admioi*(r*tiv da Sauta Casado
Misericordia do Recita marida fazer pablico qae
no dia 28 do orredie, pela* 4 hora* da tarde, na
ala de *a* aesaoe*. ir praca a arremet g.io
do genero* alimonticio baixo declarado, que
houvarem de consumir os collegio de orphos,
do 1* de setembro prximo vindouro a 31 de de-
zembrodo correte anno : o* pretanilentei diri-
jam a* sais propotta* era crtas fechad*, decla-
rando o menor prago por qu* Iba convem for-
necer dito* genero, o qaaeiso :
Caf. 4
Che preto.
Manleiga franceza.
Aasacar refinado.
Carne verde.
Toacinho.
Arroz pilado.
Bacalho.
Batata*.
Feijo.
Farioh*.
Sal.
Azeile doce.
Vinagre.
Lenha em achas.
Peixe.
Verdura*.
Fracia.
Doces.
Dietar.
Frangos ou fraogas.
Gallaba.
Le te.
Aletri*.
Macarro.
Cha preto.
Vinho tinto (Lisboa).
Diio dito (Porto).
Doce.
Secretaria da santa ea< da misericordia do Re-
cite 20 de agosto de 1862.
F. A. Cavalcanti Couiseiro.
Escrivo.
Delegficia de O inda.
Pela delegaba de Olila se faz publico que *.-.
acha recolhid) cadeia o pr^lo Paulo, crioulo
que diz ser seravo de llerculano da Tal, rnora-
idor cmGameleira ; quera tiver diroilo ao ras-
Imo, dinja-te .a mesma delegada.
Quinta-feira 21 do correnle depoi* da au-
diencia do Dr. juiz d > feito da faieoda, as 10
horas ido -Ha ir praca por venda a quem
i mais der o seguinte :
A caa terrea n. 2 tita oa cidade de Olinda na
I ra do Carino. perteoc*nte a Alexari !rna Caro-
lina da Silva Paula, cora 27 palmos de frente
obre 90 de fumo, porta e janella, duas salas*
tres quarlo., cncimba e quintal em aberto. va-
lida por 180JU00.
A casa tarrea oa ra do Bom-Gosto, n. 21, nos
Afogados, com 21 palmo de frente e 30 de fun-
do, duas salas, um querto, e quiolal eaa aberio.
em eitado de ruin*, vallad* por 50^ a qual foi
penhorada por axecugo da fazenda provincial
contra Pedro Da* de A.sai*.
A scravs Mara de n?g"io Congo, representan-
do 45 annos de i llada em -ii <>.; ii.
O escravo Francisco, de nago Moisambique,
representando 46 annos de idade, defeiluosn das
pernas, do servigo do campo, avahado em 3u0g
es qua foram p*nhorado por execugio da mes-
ma fazenda contra Franciaco Laiz Calda*.
A renda annusl do sobrado de am andar
na ra Nova- em Olinda, na 16, com duas sa-
la*, quartos, loja o qaiotal com a pared* de de-
traz deiaprumada |e ruada, avaliada em .'ib'c.-
penhorada ao desembargadur Tbomaz Xavier Gar-
ca o'Almeida.
dem d* casa terrea na ra de S. Bento. n 40
avallada por 7.'> penhorada aos herdeiros do Joo'
Pacheco Vieira.
dem da caaa terrea ne raa da Boa-IIjrs, n.
21, em mo estado, avallada em 489, penhorada
a rruandade de S. Beuedicto.
dem da casa larrea na raa de S. Pedro Mar-
tyr, n. 9, avaliada em 6U3, penhorada a Candida
Mara do Amparo.
dem da caaa terrea na ru da Bici dos Qaatro
Cantos, n. 18. avaliada em 485, por execago
cootra Antonio Joiquim de Almeida Guedes l-
coforado.
dem da casa terrea na ra doAIjube, n 8,com
commodos para familia, vallada em 969. por
execugo contra Antonio Bernardo por Maooel
Torres da Silva.
Mera da casa terrea na ra do Carmo, 0. 2,
avaliada em 1205, por execugo cootra Maooel
Heoriques, por Antonio Rodrigue* de Oliveira.
dem da esas ierre* na estrada do Pogo, o. 5,
avahada em 605, por rxecaco contra alaria do
Livrameoto, por Juveocio Fraociico Gome*.
dem daa rasas terrea* na travesa da estrada
nova de S*olo Amaro,-ni. 28. 29, 30 e 31. com
commodos para familia, o bem coustruidss, ava-
liada*, cada um* dells*. em 120J. por execago
contra Jos da Costa Barros, por Anna Joa-
quina.
dem da casa terrea na ra do Guadalupe, o. 4,
com duas salas, dous quartos. coaioha, e quiotal
em aberto. avaliada em 6O5 por execago contra
Olegario M.lilao da Silva, por Gongallo Jos de
Saot'Ann*.
dem da caa terrea na ra da Bici doi Quatro
Cantas, n. 14, com duas sala*, doiiquario, cosi-
nh, e quintal em aberto, avaliada por 72, por
exucugo eoolr* o Dr. Msnoal Joaquim de Miran-
Lobo, por Ignacis JuaiioisoA doa P.ssos.
dem n* m**ma raa o. 14. avaliada em 489,
por execco outra o referido Ur. Lobo, pela
maama, lgncia Jailinitna dos Passos.
Iuem o* ra do Boro-Fim, o. 22, em mo es-
tado, avallada por 48, por execago contra o
metmo por Maooel Siuie*.
Iem na meama ra n. 22, eom daa la, doi
qaaitos, cosiob, quiolal em betto; muito de-

MUTILADQJ
i




r
*
DIA10 DI ffftNAUBaO. QUINTA FEIRA Si DI AGOSTO BE IStt.
/
tiriorada, a?liada por 60|, por eifca;ao contra
o meamo Dr Lobo por Maooel Simn.
Hacife, 16 de agoalo da 1862.
O aolicilador da Uxanda provincial, Joao Frmi-
no Crrala d'-raujo.
Avisos &ar ilusos.
Para Lisboa o brigue portugaex Btllo Figuti-
renta, cipitao Joi Ferreira Lana, pretenda
sabir at o dia 25 do crrante, para pcccagairoi
para ei qeaea tem excellentes commodoa : tra-
ta-ae com oa consignatarios F. S. Raballo & Fi-
lha. ra da Cidaia n. 55.______________________
MA
a Babia
aom malta bravidada pretenda seguir o btm to-
obesido a veleiro brigeje eicana Joven Arthor,
capilla Joaquim Antonio Goncalrea doa Santoa,
tem parta de aaa carregamento prompto ; para o
reato qaa lbe falla, lrata-ae aom a seua consig-
natarios Antonio Laii de Oliveira Azarado A C,
do aaa aacriplerie ra da Crex o. 1.
da Dolac, eppir.lhos da tosca de-eporcelana
para jaotar e almorz, garrafas, copoi e outroa
eryataea, eutigaea de vldro. globoa de corredor
e eacada com carretela e correntea, candieiroa a
gai com lodoa conductores para aala, taleaocopio
a bioocaio, bitanga decimal, banhairoa de pa
adefolba, ama arroga, trem de coalnha, ma-
china para lavar roapa, inatrameoloe agrcolas,
eipingardae e pistolas, e diffarentes oatros arti-
goa que sero palenteados, como sejam um bom
relogio e correnta da ooro, e mm superior cofre
da (erro, tora poia lagar o leilo
Sexta-feira 22
do correte, i 10 horas di maoha, no arma-
xem grande da rus 'Apollo d. 28, no Recite,
psrs onda lonas removidos os srtigos euera a
bem do melhor commodo dos pretendeotas.
LEILAO
DA
Loja de marmore.
Quinta -fera 21 do corrente as 11
horas cm ponto.
O sgenti Pinto fsr leilo s requerimento do
depositsrio ds mssss fallida de Parias & C, a
por mandado do Illm. Sr. l)r. jaix es, erial do
sommercio da armacao, fazaodaa e mais objee-
tos que constitaem s referida masas, eervindo
de base a maierofferts obtids no leilo de 13 do
correte; s 11 horas do dis stima mencionado
na loja da raa Nova n. 41.
COirilUIU rERMlRLCMA
JMavegacao cosleira a vapo?
Transferencia.
O vapor Mamangaape, aahiri psrs os portos
do sal ds sas esesla no dia 25 da agosto, s 4
horas ds tardo.
Receba carga at o da 23 ao malo da. F.n-
coramandas. paisagsiroa a dinheiro a frete at
o dia da aahida ka horas : ascriptorio no Forta
do liattos n. 1.
COITANHIA riBMIBL'ClIU
atB
Navegaco costeira a vapor.
Paralaba, Rio Grande do Norte, Ma-
can do Assu', Aracaty, Ceara'.
O -apor Iguarass, commandante Vianna,
aahir para os portes do norte al o Ceara no
dia 26 do correte s 5 horas da tarde.
Receba carga at o dia 25 so meio dia ; en-
commendas, pasiageiros e dinhairo a frete at o
dia da aahida daa2 horas : escritorio no Forta
do Maltosa. 1.
ENSINO
DE
PARTIDAS DOBRADAS
E
Dirigido por
LMKOEL FONSFCV DE MEDIMOS-
DUA.S VEZ ES POR SEMANA
TERCAS E SEXTAS
DAS 7 AS 9 HORAS DA N01 TE-
RA LARGA DOJIOSABIU N. 28, 1 ANDAR.
Alugam-se
as lojaa da um sobrado, com 1 salas, 1 saleta, 3
qusrtos, coxiohi fors a quintal murado com por-
tos ; a trstsr no pnmeiro sobrsdo de dous suda-
ras depoia de paasar a fandicao do Slarr, na ra
da Aarora.
mmmmmmmmmm
MMDADE!
Grande restauran!.
Ra estreita do Rosario n 11.
Na enliga e bem conhecida caa que foi do
So i res, ns raa eatreila do Roasrio o. 11, pri-
meiro andar, seba-se eatabalecido am perfeito
RESTAURANT com todo laxo o aaseio qnanto
posiivel neilsa caas; abi achara a bella rapa-
xiada todos os eommodos precisos, asseio, regu-
laridad prestis em sea servido ; o laborse
caf todss aa tardes, o slmoco, jaotar, sais, e o
apetitoso lanche a qualquer bors, os deliciosos
vinhos Figaeira, Lisboa e Porto, a saborosa mo
de vaeea todoi os domingos pele madrugada, as-
aim como (ornees comedoriaa mensaei, quer no
eilabelocimento, quar mandando casa dos as-
signantes, tudo por menos prtro qaa em ou-
tra qnalquer parte; Analmente identifica-sa sos
smanles dos bons paliscos que o dito eitabeleci-
meoto acha-ae sob a admioiatraco do Sr. Julio
ja bem coDhecido neita cidade pelo bom gosto
que tem nesta genaro de negocio.
; 0 livro do foro.
Sahio lux publica 0 LIVRO DO POYO, publi-
cado aob a direceo do Sr. Dr A. Hsrquea Re-
| drige.i, a contera a vida de N. S. Jasas Chrisie,
segundo a nsrracao dos qaatra evangelistas, o
mais os seguiotea srtigos: ovigario, o profossor
primerio, o bom homom Ricardo, a moral pratl-
ca, Simo da Nantua, mximas a penaamentoa,
a bygiane, os deverea doa meninos, a o Brasil.
A publicado do LIVRO DO Pov O nao so tan
por flm umformiaar a laitura naa aacalaa ptime-
riaa, onda cada menino aprenda por um livre]
diff.r.nta, e portanto facilitar o trabalho do moa-
Ira a o discpulo, como tsmbem Yulgsrissr, por
um prego barsltssimo, a historia do sslvader da
asui.do, a os mslhorss precaitos da moral.
Venda-te o Livro do Povo, no Rosifa, aa
raria da praca da Independencia na. 6 8, a
500 ra o ax.tupiar am brochara.
Iguarass.
Inglez tal qual se
falla
O resnao da eonvertace ingleza e
franceza com pronuncia figurada.
Iar1'anl,?0da*?eMOaSqU,e ClU?rem1 oha.flod....dieni.doIllm.Sr.Dr. juiz doa-
ar inglez vndese na hvraria acade- eitoe da faxeoda ae ha de arrematar urna casa
mica n. 79. | tarrea n. 4 da travesss da Bomba avallada por
2:500$, pertencente ao fallecido Hanoel Antonio
Monteiro de Andrade, caja arrematado feila a
requetimenlo do taatament.iro para pagamento
doa legado, e mais diipoiigoea.
Jos Domingos de Souxa, tliesourciro da fesla
dos Martyrea Santos C'isme e Damio paJroetroa
da fregueiia de Iguarass, faz aciente aua devo-
tos dos metmoa Martyras, qae fjca traoferida a
iua fertividade pira o dia 7 do dezembro prxi-
mo vindo.ro.
No dia 11 do correle as 10 horaa da roa-
V
Ayso aos creadores de
bons passaros.
A panos que qmxer aproveilar a ocaaslo da
comprar ama exeeltente aibii da matta, qaa san-
ia extraordinsriamanta da dia o oita, qae sitan-
da na pra;a ser a malhor m asntorts, s qaal
podarao aaostar com qaalqaer ama Sas qaa far
elbor do lagar, que recooheceram cilla ma-
lhor flautado qae pode sxistir, a arremedar pli-
saros, o que fenmeno appareser : es qae qui-
xerem, dirijsm-se sos Afogidoi, raa eS.Mi-
gael a. 80, qaa schsrio com qaem tratar.
FIypotheca.
Precisa-aa de2:000000 por oilo mexss, dsn-
do-so da bypotheca tres escravos moros. a psgs-
a os juros de dous por cento : a fallar na raa do
Rosario n. 22. loja de feuileiro.
Arrenda -ae em elito com proporcdsi psra
lar annaalmente 16 nicas, a que tanha algaos
arvorados e trra psra algama plantario, d3o
dist&ndo msis da daas legeaa da pra;a : qusm a
ti*er aoouncie por eate Diario.
Urna pessoa querendo dadicar-sa a vida do
campo, qaer i.r lavrsdor do algum angenho qae
offerega vaatageas, tem alguna eisrsves a sgaos
raaarsos : algum ssnhor qne tiver am bom aillo
a queira contratar algum neaoaio. anoaoaie.
Alsgam-ss dous escravos pira todo trrico
lomele do interior de cssa da familia : na ra
da Imperatrix n.86 1* andar.
Aluga-se ama meii-agua nos fundos da
ra do ogaeira por i; mensies: a tritar na
ra do Qoeimado n. SI.
Presiaa-ae de um aixuiro portuguez que
toaba pratiea de taberna, e que aCGaoeeaua son-
dada : na na da Seozalla-Velba n. 50.
Preiisa-se
ama s6 peisoa :
andar.
de ama am para o servido de
na rus de Horlas n. 9, primeiro
i
i
Rio de Janeiro,
pretende aegair com muita bravidada o releiroa
bemeoohecilo paticho nacional Cipains, ca-
pio Thaotonio Jos da Silva Roa, tem parte
de sea carregamento prompto : para o resto qae
Ihe falla, tratase cornos aeua consigostirios An-
tonio Luiz de Oliveira Axevedo A C. no aeu es-
criptorio, ra da Cruz n. 1.
de Janeiro
Pretende seguir com muita brevldsde para o
Rio de Janeiro OTeleiro e bere conhecido brigue
natioail Almiranteo, tem puta de aeu carrega-
mento prompto ; para o reito que Ihe falta, tra-
ta-aa com os seas consignatirios Antonio Luiz da
0li7Sira Azevedo, no su ascriptorio ra da Crui
Damero 1.
Para o Feoedo
segu por esle dias o cter nacional Erna, rece-
be alguna carga a frete : a tratar na ra da Ca-
deia Velha n. 1, primeiro andar.
COMPANHA BRASILE.RA
DE
M|1DBa*lS L TJUTOI.
E' esperado dos portos do sul at o dis 30 do
correte um dos vapores da companhia, o qual
depois di demora do costume seguir para os
ponos do norte.
Desde j reeebem-ae passageiros e engeja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual deve-
r ser embarcada no dia de aua chegada, *n-
commcndaa e dinheiro a frea at o dia da salu-
da se2 horas: agencia ra da Cruz n. 1 os-
criptorio do Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& c.
COMPINHIA BRASILEIRA
DE
pipifii k npm.
At o dia 30 do crranle, esperado do>
portos do norte o vapor Oyapock, commandan-
te o primeiro teneote Antonio Marcelino Pontea
Ribeiro, o qual depois da demora do csium6
seguir para os portos do sul.
Desde j reeebem-se passageiros, a engaja-so
a carga qae o vapor poder conduzir, a qual dere-
r ser ambareada no dia de sua chegada : dinhai-
ro a frete a encommnnda at o dia ds sahida as
2 horas da tardo : agencia ra da Cruz n. 1,
escriptorio de Antonio Luiz da Oliveira Azeve-
do & C.
LEILAO
DE
tHOBILIft.
A 22 do corrate.
O igente Oliveiri foi enearrtgado por pessoas
eat'angeirss, prximamente retiradas dette ci-
dade, para diapOr em leilo as roobilias de suai
casa de rasideccia no campo, coosisiiodo aa
munni pro rir/is mesas, consolos, aofs, cadei-
ras uauaea, de bracos a de bilaoQo, espelhoa,
quadros imporiaiiiaa, marquezaa, commodas,
guarda veninos, armarios, guarda roupac, pa-
pelleiraa, carleiras, mesa da jaotar ebsiies e ou
tras dierag, apparadores, toucadores, lavato-
rios, cablde, ler para bordar, linio leito de
Jacaranda para casal, dito de ferro com colxao
Padaria franceza
! forno
de!
# NICO NA PROVINCIA ^
eSO-Rua da Imperatriz~509
tjUJ) A padiria franceza aita na ra da Im- $$
jpj peratriz n. 50, continua aob a adminia- g.
/ triQao da viuva Barrellier o alli haver _
V lodos os dias: g^
g Pao quenle de loilc s 6 boras da lar- gSi
t. de para tomar com cha do dia SI do cor-
rente em diente.
$fi Bolachas de todos os tamanbos e qua- $*?
a& lidades, ^
Bicoutos doces a aguados e de toda 9
? as qualidades.
tt Bolichinhas de araruta doces e olea- das. W?
^a) Bolos francezes. gb
I relias doces. .
Pao commum das melhores farinhas _P
do uiercido. ^5
Proparam-se bandejas de todos os ta- g
mi'hus com bolos de tolas as qualida-
doa e ludo isso por precos eommodos. *&
^ A referida padana irabalha em um $j
k forno mechaoico asas despendioso e ..-y,
w nico na provincia. O pao, qae delle ?p*
^| goslo a bem assim > bolachas e tudo o (fe
J mais. O forno tem um asaeio notavel e ^
" o pao cosido com muito pouca lenbs, fe^
e aem havor communica^ao com esta %fc
ou as bases, sendo por isso qua nao se ga
encontra o menor fragmento de csrvao J
no pao o n-.i massas que elle cosinha. ^
Alugam-se dous grandes r.na-
zens na ra da Concordia proprios para
qualquer estabeleci ment em ponto
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo-
s Alves na ra da Cruz do Recite.
Oftarece se ama malher de boas costumes
psra ama de pouca familia ou bomem aolteiro :
a tratar no beeco do Campello n. 4.
Pillas paulislanas.
A facilidade com que eala maravilhoia medi-
cina effectus proligioios curativos em quaai to-
das as especies de enfermididasa faz ricomman-
davel o praferivel a toda e quieaquer oatras.
Pdese viajar expoato s iocouatioeias do lem-
po, pode-se comer o que appetacer-se, sem que
poriisoie deixe de sentir seus efficazes efleitos,
Em minbis compoiices nao entra o mercurio
que fax a basa de muiloi oulros afamados reme-
dios ; astim nao exijo dieta, porque mea tyilorxi
eompoito de paros vegelaea.
Toda as composicoes em que aempre entra o
mercurio esio maito qaem destali pilulas co-
mo depuradoras ; rogo aos senhores mdicos que
a bem da humanidade empreguem estss pilulas
I paulislanas em todos os casos em que o singue
se achar affictado o mesmo em todas as febras
em que a sangra recommeodada, e vero cu-
ras maravilhosa8 sim outro qualquer remadio.
Deposito garal, na ra do Parto n. 119, Rio lia
Janeiro ; Bai Prnambuco, na phirmacia do
Sr. Joi Alexaodre Ribeiro, roa do Queimado
numero 15.
Aluga-se urna loja propria para negocio, no
largo da Ribeira : a tratar no largo do Terco nu-
mero 33.____________________________________
Jos Gomes Vieira, Porluguez, vai a Por-
tugal tratar de sua sauda.
Alugam-se o primeiro terceiro andares
da casa da ra do Pilar o. 143, a qual muito
fresca, e tem vista para o mar : a tratar na mea-
tos, taberna por bsixo.
Praciaa-sa da ama ama de boa aondacti,
oa ascrava oa livra, para o aervico da ama cata
da poaca familia : di raa da Raogel o. 73, pri-
meiro andar.
9
es
*
LOTERA
Sexta-feira 5 de setembro prximo
seextrahira' a ultima parte da primei-
ra lotera beneficio dos religiosos
racciscanos de Olinda e primeira da
primer*) da santa casa da misericordia,
no consistorio da igreja de N. S. do Ro-
sario de Santo Antonio. Os bilhetes e
meios bilhetes achara-se a venda
O abaixo asiignado tendo pagado sea 11
lho Jos Carlos Leilo de Albuquejque urna pro
curaran bastante, autorisaodo-u rpau tratar do
todos os seas negocioi, e havendo o dito aeu fl-
Iho abusado dos poderes qne Ihe foram conce-
didos, excedendo-se a poni de ealar veudend
todos os seus bens; declara e fazuatublico
de hora em diante nao mais aeu procurador
fcindo assim cassada e sem effeito algum a pro
curaco que Ihe passou. sendo por conseguin
mallos todos e quaesquer negocios, cntralos o
traosaeces qoe li/.er em virtud da meama
procuraco. K para que ninguem allegue igno -
ranci, e nio faga com o mesmo seu lho nego-
cio algum em nome do abaixo assignado, faz o
presento annuncio que ser publicado seis vezes
pelo Diario.
Gameleira 17 de agosto de 1S62.
Carlos Leito de Albuquerqae.
Arreoda-ae um angenho qaa aeja naa pro-
xlaiidadea da via-ferrea, ou qae tenha porto da
embarqae, com aoimaea, estando meante a cr-
rante, qua tanha boaa trras, ainla qua nao saja
da grande forQi; qaem o tiver annuneia por sa-
to Diario.
Ao publio.
0 abaixo asiignido egaciaota na lidada 4a
Rio Formoso, aa achando aaldo da aaaa eootaa
com eils prica, avisa palo presante a qualquer
peaoa qae s julgaraea redor qie aprsente ne
praao da SO dia qaalqaer eonta legal documen-
tada aoa Srs. Leal & Irma, qaa se acham com-
petentemente aatortsados para saliifaxarem e.aal-
quar coota qae o abaixo asiignado dever masque
se nao record ; e paassndo dasse praso de 30
dias aem qua o tenham faito, declara e anoun-
ciante qao nao aceitar mais quslqaer conta qae
se apreaeotar como divida aua anterior ao pr-
senle, e para qae se nao poisa allegar ignorancia,
fas o presente aviso qua correr impreiio 1\ V
e 3* vez, e depois do qaal que aa contar o
prasi doa 30 dias.
Rio Formoio, 13 de agoito de 1862.
Domiogoi de Cislro Guimirai.
Precisa-ae de urna ama que laiba lavar e
eogommar para o aervico Interno de ama casi
de pouca familia : na ra estreita do Rosario n.
10. segundo andar.
Ra Nova 25.
Deposito dos mais afama-
dos pianos dos melho-
res fabricantes da Eu-
ropa
Este estabelecimento acaba de raeeber e pia-
nos do celebre fabricante Cul Scheel. O pro-
nrietario do eslsbelecimento tem a bonra de con-
"J vidar aos Iilms. Srs. professores e dilectanli vir
preciar as qualiladea doa refaridoa pianos. Con-
pua-se aempre com cimero e promplidao a fa
r-se qualquer reparo noi ditos Instrumentos, a
na-ae os pianos debaixo do melhor sy a terna ul-
f imamente uaado na Europa.
I T
Gabinete medico cirurgico.*
na
respectiva thesouraria ra do Crespo n.
15, e as casas commissionadas praca
da Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferragens n. h\ do Sr. Pimente, ra
Direita n. 3 botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia doRecife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ serao pagas urna
hora depois da extracto, e as outras,
no dia immediato depois da distribu-
cao das listas.
Servindo de thesourero,
Jos' Rodrigues de Souza.
Joaquim Francisco de Paula Esteres
Clemente e seus Qihus, pungaos da mais
acerba dr, vem pelo presente tributar oa
maissincaros vutos de gralido a todas aa
pessoas que se dignaran aasiitir o funeral
de sai muito presada esposa e mai D.
Iguacia R<>sa Thenoria Estevas, e ao mes-
mo lempo as convida para assislirem a
missa do stimo dis, que se tem de cele-
brar na i pelas 7 l|t boras da manba de 22 do
Ra das Flores n. 57.
0 Sarao dada consallas medleas-cirurgi-a}
% cas pelo Dr. EstevoGavalsanti da Alba- &
# qaerque da 6 as 10 horas da mantisa, ac- dj|
# cudindo soi chamados com a maior bra- q
ej Tidade possival. a
^ 1' Partos. g
g I.' Molestias de palle. g.
y 8.* dem do olhos. (
a} i.* dem dos orgos genitaes. *v
am Praticartoda a qualquer operara o em g
a aeu gabinete ou em casa dos doantes con- j
Z forme Ihesfr mais conveniente.1 ej
Domingos Jos Googalves Pereira mudou
seu estabelecimento para o paleo da Santt Cruz,
ao lado di igreja n. 93.
mmmmm mnmmmmm*
I Saques sobre Portugal. !
O abaixo assignado agenta do Raneo m
Mercantil PortaeDsa nesta cidade, aaca S
effectivameote por todoa os paquetea so-
be o mesmo Banco para o Porto a Lis- 1
Sboa, por qaalqaer somma avista o a pra- *
xo, poteodo logo os saques a prazo serem
| descontadoa no maamo Raneo, na raza
# de 4 por canto ao anoo aoa portadorea
E qua assim lheconvier : naa ras do Craa-
JJ po n. 8 ou do Imperador n. 51.
Joaq.uim da Silva Castro.
mmmmm -mmmmmn
i:.lngenlio para arrendar.
A pessoa qae aonunciou no iario de 19 do
correte querer arrendar ura engenho moente e
corrent queira entender se com Antonio Pedro
de Barros Calo no seu engnhoAnhumas i
meia legua de pro.tmtdade da estar o da Game-
leira da via-ferrea, o qual far o arrendamento
dasse engenho ou doSanto Antonio na mea-
ma posicio, ambos moenles o correles, com
boas obras e novas, excellentes trras, bons
cercid^. anircae* al escravos se quizer, etc.
Em chegando a dita estaco, e mandando aviso
ao annuuciante no seu engenhoAnhumas,
aer-lhe-ha mandada cavalgadura no caso de
precisar para seguir at alli.
9
Aviso,
O Sr. Joi Laurentino de Azevedo, com loja
na ra Direita, queira ter a boodade de ir ra
do Imperador n. 83, segundo au ar, para ultimar
o negocio qae nao ian ira.
Precaa-se aluger um sitio perla da praga :
qaem o tiver.annuucie ou dirija-so ao largo d
alfiodeg arraarem n. 7B.
Attenco
ConGrmo o protesto feitg por meu cnohado em
O n. 188 deste jornal contra a asserco de Mana
Alexandrina Jtcome em o n. 185 do mesmo, de
qu em ouinbro de 1815 se proceden a um in-
ventario amigavel des bens do primeiro casal
de meu fallecido sogro, porque Isso nao poda fa-
zer-sesem a nossa aonuencia, e cu nem se quer
tive noticia de aamelhaole inventario. Igual-
mente prosaato contra o anounciado por aquvlla
senhora na parte em que diz que em meu poder
existe a preta Maria para usufrair seus servicos
etc., etc. Gomo porm o publico nada interessa
com estas qusles domesticas a amprazo para
opportunamen'.e a em juizo competente provar
o que aventurou exihiudo os ttulos em que se
funda. Concluo proteataodo nao responder
o.ais a annuncios alguns da mesma porquo con-
fio no. Iribuoaes do paiz, e a elles entrego o as-
sumpio. Hecife 19 de agosto de 1862.
Manoel Luiz da Veiga.
Aluga-se urna boa casa sita no
lugar ponte de Uchoa a margem do rio
Capibtibe, com acomraodacoes para
grande familia : quein pretender enten-
da-se com o bacliarel Manoel Gentil da
Costa Alvos no mesmo lugar.
DO
THESORO HOMEOPATH1CO
ou
Vade me cu m do homeopatha
pelo dautor
SvlSHffl 1. HH1.
Kste livro qua ae tem tornado to popular,
quanto necessario, acaba de eer publicado com
todos os melh -iramentoi, qae a experiencia e os
progresaoa da sciencia tem demonstrado. A no-
va ediccao em tudo superior primeira, en-
cerr :
1.* Mais amplaa noticias aeerca do curativo
daa molestias, com iodicecoes mui proveitosas
dos medicamentoi novos recenlementa experi-
mentados na Europa, nos Esladoa-Unidoa e na
Brasil.
2.* A exposicaoda doetrina homeopatha.
8.* O estudo da apropriaco dos remedios se-
gundo as predominancias doa temperamentos,
dss idades, dos sexos, e segundo as clrcumstan-
ciaa atmosphoricaa etc., etc.
4.* A preservado ou prophilaxla das molestias
hereditarias.
5.* A preservarlo das molastisa epidmicas.
6.* Ums estampa Ilustrada demostrativa da
continuidsde do tubo intestinal desde a bocea at
o anua etc., etc.
Vende-se ni pharmacia especial homkopa-
rmcA, proprisdade do author, ra de Santo
Amaro (Mundo Noto] n. 6.
Prejo de cada exemplar. O&000
N. B. Oa senhoresassignantes queiram mau-
lar receber seus exeropleres.
Bailar & Oliveira' aacam
Porto.
aobre a praca do
veu.le-80 urna tiborna em Apipucos, boa
localidad, commolo iniependente para familia,
poucoi fundos e essea meamos a ventada do
comprador : a tratar na ra da Praia o. 53.
Preclaa-ae de urna ama de boa conducta
para todo aervico de pouca familia : ni ra das
Cruzes n. 22
Costuras de saceos.
As pessoas que quizerem
coser saceos dirijam-se a ra
do Brum armazem de assucar
n.28B, as quaes nao sendo
couhecidas devero apresen-
tar fiador. O prego estipula-
do de 1$ por cada cento.
Attenco
Avisa-se aos aanhorea oarivea qae nio com-
pren) objecto algum de ouro e padres qae Ihas
for aprasentado, aem que o moatram na caa n.
58 ra de Horlaa valo o desappareeimenlo de
algumas joiaa occasionado pelo incendio de so-
brado da meama rus. Ser reipoosavel perin-
te a lei o qua anim o flzer; ajstm como ser
gralieado entregando o obiacto.
Aviso.
Fernando Girzoli, eitabelecido com casa de
ralojoelro na ra do Raogel n. 10.,participa a
aeus amigos e trigueres, qua tendo de tazar urna
viagem Europa pira tratar de seas ioteresies
psrlicalsres, que ranbam retirar os concertos e
tudo o qao entregaran) ao mesmo, isto no prazo
da 30 dias, cootindo ds dala daats ; do contrario
tarso do esperar at o regreiso do mesmo, que
ser a 15 da Janeiro de 1863. Recite, 20, de
agoato da 1862.
Armazenia
Raa do Brum n. 58, aom frente psra a praca
alaga-sa por prejo commodo com caixois para
assuear ou asm elles, maito proprios psra pada-
ria ou reflnacao, por aer bastante espacon a ter
embsrqae na mar peqaena : psra *sr e tratar
na roa do Apollo, com os Srs. Rezando & C.
Remedios do Dr.
Radway.
Resolutivo renovador.
Prompto allivio.
Pilulas reguladoras.
At ao fim do corrente roez de agoito deve
ehegir impreterivelmente o vapor braiileiro do
sul, e por ello devem vir eates medicamentoi os
quaes se achavam n sahida do vaoor panado a
10 diai no Rio, a bordo do brigue Ilooder, sem
se lar podido dar urna deacarga.
Droguita rui da Imperatriz n. 12.
Collegio de temica.
Eite eitabeledmento precita daum coainheiro.
Joe Guilherme Romer.
Forrador, estufador e cortinador
recommenda-ae com o aeu presumo em todas ei-
laa psoflsses tanto de carraagans como da mo-
biliaa, tambem pinta carroa e eoearregi-ae da
tedoaoa concertos de ditos, faz arreioa para ca-
sillos, novos e concertos, corliusdos de cama e
de veranda, tambam arranja todos os preparoe
para oa ditoa tanto doaradoa como enveroissdoa:
na ponte Velhe n. 8.
tMMfiMvMMItKm 'GflarHKl
Dentista de Pars.
15Rua Nova15.
Frederico Gautier, eirurgiao dentista
Sfai todas as operaeoes desua arte s e co-
loca dantas artificiaos, tudo com -sdeln
I rioridade perfeiro que as pessoas-,en 1
5 tendidas Ihe reconhecem.
S Tem agua a pos dentificios, ete. S
t96MIIMIK W3H3 tMIMNIl
Wovo retratista.
lea do Crespo o. 18, primeiro andar, tiran-
a retratoa pelo ayitama dsgaarreolypo por m-
dicos precoi ; vo-sa tirar retratos de pessoas
mortal dentro e fora da cidade.
Sociedade de edificares.
Capital social 1,200:000^000.
As passos qua quizerem subscrever para a for-
madlo do capital a eiti grandiosa til emprexa,
com o valor da terrenos ou caas a rei(kar,
siluadea na capital ou arrabaldas, davero dirigir
iuai decliriQoaa por eicripto, indicando exacta-
mente a situicao, extenio e coofrootaco de
leus reipectt'oi lerreooa ou casaa a reeiliOcar
no escriptorio do Illm. Sr. Dr. Diodoro Ulpian-
Coelbo Cataoho, ra do Imperador n. 81. Faxo
aa igual convite s peaaoaa qu. quizerem subi
cr.ver quanliaa de 1O0S00O al qualqutr quaoi'^
para cima, aeja valor coi dinheiro correle,
em-materiaes, madeiras, transportes, ele re,
saveis em 10 prestaces de 10 0)0 do capital su
cripto, pagando a primeira prestarlo oa occa
m que for apres"alado, para assigoar o lifi
acto aocial, e ai nova ouiras a 60 diai ce
de ama a oulra. O artistas e ibrir. s
admillidos a subacrever quaolias de M .- a
pagaveis am preslaces scaanaes de 2
C250.
Aligi-ae urna
ra Imperial o. 201
casa terrea com soio, na
muito propria pan venda :
a tratar na nadara da ra Direita n. 81.
Precisa-se le urna ama de leite que n > te-
nha filho, na ru> do Hargel o. 7 sezuu'to andar.
Precua-se Oe uru caixviro para casa de
paato (le 14 a 16 anuos, preferindo se portu-
guez : a tratar na ra estreita do Rosario nu-
mero 18.
Dseja-ie (aliar com t'raociaco Joi Fer-
reira liado da cidade do Porto em 1857 : oa ra
de Santo Amaro n. 8. a negocio de seu interesse.
Roga-sa u procurador do Sr. Dr. Julio
Barbosa de Vaaconcellos tanha a bondtde de vir
rus da Cruz n. II, a negocio de interesse do
dtlo senbor ou mande o numaro da moraila am
< le Ihe fallar.
No andar do sobrado n. 1 da raa do Arago
preciaa se de urna mulher que nao tenha flihoi,
para coziohar o comprar.
41TIG0TQS0 GEKEYQH
(eMe par* ale attaaihaa aja lutalla)
lalaaarWma 4eiMetma-Arti,H,tmrmrit
O aa. a>*u *-!',_, a.iae aja. ai. Mda
mea",! aujaterioao i aem paria, para a aaaa.
e ai. aakarata a effeivoi da ajualaiuer uva. trata-
aaearU aateni..
O te. de Mitanhai da ladia ampresa-se Uo aa
m!-l"triiinriaik-nw a.bre parta rn>e-
a. aVaaaaV ae doa Khajumatiamoa.
aumaiTARiM : Ri. 4. Jau.ira, Eugne Cheve-
l.t; labia, Jna Gactaao Ferreira Espnaakaira -,
Paruaaabue., d'Almelda Pinta Maranhao, rer-
rera c C' lia-alraad. Pul, Couto e Godoy
Na raa do Sol n. II, primeiro"andar, alu-
gim-se doui eseravosa 5J semanal, proprios pa-
ra enxada.___________________________________|
__ Na ra lo Imperador defront* da casa d
relacao, no corredor do sobrado a. 30, ha todos
1 os dias as 7 horas, leite puro a 3X0 rt.
Preclsa-M de m aiua lorra ou captiva
para o servico interno e de ra para urna caa
que apenulem 4 pessoas : na ru da Guia no
terceiro anlar do sobrado noo n. 55.
AluKam aa doua prelos posiantus para loo
e qualquer servido, e am ames muito proprio
para ajudanle em coinha por ter disto pratiea,
aaaim como tambem urna U''gra propria pea
vender na raa fazendas ". a tratar na ra da Ci-
daia rio Recite n. 40.
Precisa-ae di um htm ulluiai de phar-
macia e que d 1 ;r a sua conducta, o que se
dar um bom ordena lo : na ra Nova botica Ba-
ero 51.
Arrenda-se um excellenle engeobo muito
(rearo, de grande produccao, quasi prompto a
moer com agua, dando ae'o primeiro anno de
grag para o readetro tar lampo de conhecsr pra-
ttcameotea qualidade do terreno, e tambem se
vende a villa ou a pagamentos muitu eommo-
dos : trata-se no engenho Beila Rosa da Luz cu
cem o Srs. Hanoel Ignacio do Oliveira o Fiiho,
no Recif.
Vrecisa aa de l:5U04 juros por 6 rnezei,
dando-te por hyputhe:i bena de raiz ou escra-
vos : quem Ihe convier tal negocio dirlja-ie a
ra do Apollo n. 34, primeiro aodir, que ae dir
quem faz este negocio.
Bandeijas de bolinhos
Com pereicau preparam-se bandeijas com dif
farautes modeloa de armaco cheiat com aa
melboras qualidades de boliuhoa do noaio mer-
cado ; asiim como os meamos em libras por
preco razoivel lambem tola a qutlilade de
paitelaria e podios e boioa francezes a divenos,
o mais b'.oi feito de nuio paiz com asteio : quem
precisar procura oa ra do Raogel n. 60, para
ajustar.
O ibiixo aisipnado proprietario do
^Bj hotel Estrella do Sul da estacao da villa
fk da lacada e de Gameleira, faz scienta ao
^1? raspeilavrl publico e ao corpo de com-
^ mercio e seus amigos que por circuma-
h taocias de negocio vio-se obrigado a
2 mudara sua residencia para a povoacao
(jy de Santo Amaro de Jaboalo, desde o
tj dia 15 de julho prximo passedo, aonde
m l preteudc eatabeletar com alguns de
9 seus negocios, com a masma proteccao
^ que sompre leve do seus honrados cre-
^ dores viito gozar a meama cooOanca e
2 '8 que se ache estaDelocido far decla-
55 rar por este jornal. Recife 20 de agoslo
le 186S-
?##
Ao coDimercio
No pateo do Cuma n. 1 alaga-ae um mo-
leque de 15 annos.
Agora qae se ach nesta capital Francisco da
! Costa Birroi caixeiro de P*chco co Aracaly,
pedimos encarecidaraonto a S. S. que us res-
pona por este jornal a pr-rguola s'guinle do
1 Ordeiro n. 31, a que aia la nao se diguou res-
pender :
PERGUSTA.
Pergunta-ao a Frauuisco Jos da C>sta Barros
o'onde provera a iua riquein, que, segundo di-
zem, monta a mais de 60 tontos? l.-to ctusa
pasmo, porqusnto sendo S. S. at pouco tempo
iM'sire de meninos, vivia miseravelaaecte a.pon-
to de fazar #apats com o seu escravo Herme-
negildo para poder psaaar. Passindo ao Jepoit
de aposentado a ser caix-iro de Theophilo com
o ordenado de 2 cootos; e ha pouco tempo foi
qaa Uve um ordena !o de I conti s como caix-ira
do Pacheco I Ura S. S. depois que se torooa
meslreaposentado tem ganho, termo me!io, 30
coritos neite tempo gastando pouco nao pode ter
gaste menos de 1 contos com a sui familia e
seu fllho que nao gasta pouco em Pernambuco,
com 7 sonto* quw, dizem gastou no aeu sobrado
perlaz o total de 31 costos. De sorte que S. S.
licitamente devia estar alcangado em um cont
de reia, ou ao auuito nada poeaair. Donde pro-
vem, p is, a origem de sua fortuna de 60 contos?
Aqui ha couia Admira dizere, que S. S.
bate nos neito3 e diz, que possuir em breve
tempo 200 coutos, isto quer Dos queira quer
nao, admira que o leu patrio, que nao >'.o,
nao, procure a origem d: tao grande riqueza
lsto cousa, e quem sabe se ei.tre ambos
Perciba.
(Do Ordiro u. 31 1
Massa failida de Amorim Fra-
goso, Santos & C.
Ai pessoai que tiveram transaeces com a so-
ciedade bancarta Amorim Fragoso, Santos & C,
queiram mandar apreientar leus iiiulos do de-
bito e crdito, cdemelas, tic, no eicriplorio
dos Srs. Jienry Foster & C curadores tildes
da mesma musa fallida, na ra do Trapiche
n. 8 aQm de serem conferidos, para maior re-
gularidad, da respectiva egcriiita
A viuva do finado lente Francisco Xavier
Cavalcante de Almeida, tendo avisado pelo Dia-
rio d Pernambuco, aos credor.s da massa de
sea finado marido rara apreseotarem seua do-
cemenlos Ipgalisados para serem junto ao inven-
tario, que se proceden pelo juizo dos orphaoi da
ctdade da Victoria, lomete appareceram os
Srs. Antonio Domingu.s de Alm.ida Pogas, e
Francisco Fernandei Dusrle, e o coronelTiSur-
tino Pinto de Almeida ; e como nada houvesse
para partilhas entre a viava e a orphaa sua filha,
o juiz do inventario deu todos os bens inventa-
riados para pagamento dai euslas e eredores, que
legalisaram seus dbitos. Como pois Dada lho
coubasse, nem a sui orphaa, e nao se tivesse
realisado a concordata incetada com todos o
eredores do casal, avisa ao credor de maior
quantla, e mesmo em virtude da sentenga, que
julgou o inventario, o Sr. Pocas, para mandar
tomar conla da casa, Uranio ella desonenda de
loda a ra.'ponsabilidade.
Cidade da Victoria. 16 de agoito de 162.
__ Al.ga ae umn muala para cosmba, para
casa de pouca familia : na roa Direita n 30.
__ Nota Restaurand d > commerc.o, ra do Tra-
piche Novo n. 22, precisa se de um copeiro.
__ Na ruada Gl -no u. 40 lata-see engma-
la com pereico por menos prego do que em ou-
trs qaalqaer paite.__________________
Aluga tea loja do sobrado n. 81 silo na
ra do Imperador do la lo do caes, com grande
extenso e commodidades para qualquer esta-
belecimento, a qua! tem dse daaoceupar ni flm
do corrente mez, quem dol precisar dirija-se
ao primeiro enlardo mesmosobrxlo que achara
cem quem tratar*
Precisa-se de urna ama forra qua si :! fazer
todo o servico de ume casa de pouca familia;
ns ra do Quelmido n. 39.
Aluga-se
o primeiro andar do sobrado silo na ra Augus-
ta n 43 : a tratar no segundo andar.
Ama.
Precias-se e urna ama pira comprar, coat-
nhar e engomruir para nraa pessoa : ni ra da
Peoba n. 4, primeiro andar.______________
Travs e enxanj.es.
Continua a vender-se travs e eoxams de to-
das ai gros-uraa e coiuprimeulos, e algumas pro-
prias para estacada, ludo por prego muito com-
modo para acabar : a tratar ua ra da Praia nu-
mero 53.
Aluga-se
ara terreno em Santo Amaro a liante do hospital
inglez, com muro e porto na frente, too cer-
cado, plantado de caaiioi e cora cocheira e quar-
to dmoradia : quero pretender dirija-se a ra
do Vigario escriptorio de Jos Bapliata da Fon-
seca J-nior ou no largo do Corpo Santo loja da
cabos de A. Maduro.__________________________
Q*aa precisar do um erudo purtuguez pa-
ra o servigo io ama casa e meimo de ra por
prego maito commoJo : a tratar na ra Direita
ii 29, na loja._________________________^___
No dia 19 do correr.t* (ugioa negra Cdlia.
natural do Maranhao, alta bastila, falta de den-
les na frnto, ps malfeUos. com bastantes Mvi-
sea pelas'peruas, lavou vestido de cassa a tmi-
tgao de riseado, chales preto, levou urna ban-
deijioha cem guardaiapo e urna msica para
piano, suppda-ie ter sido seduzida quo a ser
exacto se proceder coro lodo rigor da lei: quem
a trouxer raa do Imperador n. 67, segundo an-
dar, ser geniosamente recompensado.

i
A
ILEGVEL
(


y, _
-

i
:-
-
. :
BUHO M tIBJUMIDCOi *> QOIRTA. fllBA Di AGOSTO *B H62.
.'.
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ba do Cantiga n. 18, entrada pelo
pateo da matriz*
Essa galera ornada com 01 augustos retrato*
photographicosd* SS. MM. a du aeraoitaima*
prineazae imperlaes, aasim como com oa da mui-
taa das priocipaaa pessoas desta cidada, eat a
dsposicaodo pablico, qae apode visitar todos
osdiaadaa 8 horas da manha s 5 da tarda, a
examinar oa trabelhoa azposlos.
Continua-sea tirar relratoa por todoa os sys-
temai photogtaphicos, e especialmente por em-
orolypo eem cartes de visita. Fazem-ae tam-
bem mimoaaa miniaturas era talco para sa collo-
car Oa presos doa retratos sao os mais rtzoavei*
que sa eocootram otsta cidada.
i. Ferreira Villela, photographo.
nmmmm m mmmmmm
l\b-RuadaCruz--l&i
O Dr. Rocha Bastos I
d consaltas lodosos dias. K
Cura radical a em pouco das moles- i
Usa syphiliUcaa do orgos genito uri- m
narios. 9
Consultas da gra;a das 8 as 9 horas da S
mauha.
5
i
8
Qoer- aa alagar a casa da povoaclo do Ifon-
telro, qoe flca entra Jos Rodrlgaes do Pssso, a
M.ooel Rodrigaes do Souia, o dooo oa sea pro-
curador, qo.renda alaga-la, asparece ni botica
da ra do Cabagi o. li.
Otferece-se ama pesioa para cobrar divi-
das, Unto do interior da provincia como para lo-
ra da mcsma : aa pessoasqaa precisar dirija-ae a
pra;ada Independencia d.6 e 8, am caita fscha-
da com as Iniciaea A. S. F. J.
MIDANC4
I
v Ao publico,
Gompanhia Fidelidade de se-
guros martimos e terrea-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro. com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Late da Olivaira Azevede 4c G. compe-
tentemente autoritarios pela directora da compa-
nhla da segaros Fidelidade, loma m segaros de na-
vios, mtreadorias predios, no ase escriptorio,
rua da Cruz n. 1. _________
Casa de commis-
soes.
) Pr
V Pr
diizia por 12,
rozia por 12
C-rios de visita
Candes de visita
Candes de visita
Cartoes de visita
Cartea de visita.
PreQos re luzidos
Preco* reducidos
r*cos rodiuidos
rogos reduzidos.
23
por 123
luiia por 123
duna por 1SQ
Duas durias porSOj)
Deas duzias por 20}.
o astylo da photographia
astylo de photographia,
Ambrotypos era caixss 23
Ambrotypos em caix*s 23
Ambrotypos em caiz3 2.
etrati0''* oeriCaiio
iert osborn
ra,tHt co Imperador.
Banco Unio.
Estabelccdo na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
Sacam por todos os paquetea sobre o mesmo
Banco a prazo ou vista, a sobra as agencias em
Lisboa, Figaera, Coimbra, Aveiro, Vizen, Villa-
Real, Regoa, Vianna do Caatello, Cuimares,
Barcellos, Lamego, Covilbaa, Braga, Penaflel,
Bragaoca, Amarante, a cito dias, ou ao praso
que ae convenciooar: no aea escriptorio ra da
Cruz n. 1.
CONSULTORIO ESPECIAL HOBEIPATBICI
O abaixo aseignado, proprietario, esWbeleeido
a domiciliada otsta cidade, roa Direita n. 94 a
95, acha-sa competentemente habilitado para re-
ceber gneros a consignado, tediado aaaim aos
lllms. sensores da engeobo a lavradores, e mais
oalros seuhorss qae qaeiram honrar-me com
aeas productos : assacar, algodao, couroa, etc.,
pelo qe viata da coota de venda daa primeiraa
remesses podero colher a grande diligencia qae
fa<,o para bem servir, e por esta meio podar me-
recer a palma, aasim cono as pequeas remes-
sas pode o portador dallas aer o proprio condec-
tur do ssu liquido, pois nao baver duvida ser
despachado em cooiinoute, dobraodo assim mea
tractiho, o qae so vista das primeiraa remet-
is se pode apreciar, e que eapere na alinelo
dos tutus amigos coohscidos a estranhos. Recis
2 de agosto de 1862.
________________Joo Baptista da Rocha.
Toda itlenco
Antonio Gomes da Caoha a Silva, com loja na
ra da Cadeia do Kecife n. 50, defrooto da ra
da Madre de Dos, roga aos seas nemorosos de-
vedores tanto desta cidada como fora delta qae
se sirvam maodarem pagar aeas debitoa at ao
tim do correla mei de agosto, porque nao po-
dendo mais espertr passar a assr des meios
que julgar mais conveniente para com aqaelles
que nao cumprirem seas deverat.
O bjcliarel Antonio Annes Jacome
Pires advogae reside na ra do Impe-
rador n. 81, segundo andar, onde pode
ser procurado.
te -- Ra Nova te
JOSEPH PRADIES
Premeado na exposlcao do Dio de Janeiro
COM A
MEDALHA DE PRATA
previne ao respeitavel publico e $eu8 f reguezes em particular, que mudou o seu
estabeleetmento de
< I III I IO E tlllll Uto
DA
Rua dos Quarteis para a ra Nova n. 34.
Elle aprovetta essa occasio para prevenir as pessoas que tem concertos e amla-
roes na sua casa que venham busca-Ios com o competente dinheiro at o fim do
presente mez, passado esse tempo serao vendidos para le cobrar do importe dos
oncertos. K
'd.?iA.,u*M,go"do- escri?aj d0 commerclo,
Sos S Em "rT q9 S relrios di!
eir Rosa e Francisco dts Chags acerca da
calamentos com Manoel de Cirial no Paes de An-
dr.de. oa qu.ea req H,nn h9 i? d B80!10 o"*nH o. 195. no expe-
diente do toando, neo se entendem com o meio
.abano aasignjdo e sim com outro de igual no-
Ime. Jaboatao 20 de agosto de 1861. 6 l ao
Msnoel de Carvalho Paes de Andrsde.
Sillo.
Treclsa-se alugsr am sitia parto da prsca com
boa casa para ama familia regular, oa mismo ca-
sa com quintil, que agradando paga se am ou
dous annos adiautados : no caes da Appollo ua-
mpro 55.
U. C. C. de Mello, laceador do consulado
provincial, avisa aos senhores proprietarioa e
maisdonosde estabeltcimenlos, que desde o 1."
da juina do crtente anno se acha encarrtgado
dos laocamentos da decima urbana, o dos de
mais impostos das freguezias de Santo Antonio,
S. Jos e Afligidos.
Escola particular depri-
meiras lettras para o
sexo femenino.
Anna Ferreira da Silva, rompetentsmente aa-
torisada pela directoria geral de initrac?ao pu-
blica, tem abetto netta cidade, na raa doa Pires
n. 39, escola particular de ptimeiras Utras para
i o sexo fin,, ndo, aonde admitte externas, meias
I pensionutas e pensionistas ; sao;ando sos pais
! de suas alamnss que envidar lodos os esforcos
I para o adiaolsmento das mesmas. O entino con-
siste em leitara, escripia, coniabilidade, gram-
matica poriugueza, costura de todas as qwalida-
dts, bordade de litiho, las, seda e ouro, marcar e
atiyrintho, etc. etc.
DO DOUTOB.
n SABINO O.L.PINHO.
Raa de Samto Amaro (Munde
Novo) n 6.
GonsaUss todos os dia alis desd as 10 hars
at meio da, acerca da seguiates molestia! :
wxoiutiat da mulhtrti, molestias das ctian-
!as, molestias da psllt, molestias dos olhos, mo-
tstias syphiliticas, todas as especies de febres,
ftbrtt intermitientes s suas consequeneiat,
paAHtucu EsrsciAL KuaHOfTiis.
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pro-
jarados son todas as aatala necessariaa, iu-
allivais em saus efTeitos, tanto am tintara,ama
em globaloa, pelos precoa mais com modos pes-
svais.
N. B. Os medicamentos do Or. Sabina sis
nieamante vendidos v saa pharmacia ; tedas
que e forem lora dalla a alsaa.
Todas as earteiras ao acompi>nhadas da am
lmpresso com am emblema em relevo, tondo ae
raopr es, segaintas palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasiieiro. Este emblemaa posto
igaalmenta na lista dos medicamentos que sa pe-
da, As earteiras qaa nao levaram essaimprassa
aaaim marcado, ambora enham natampa e ne-
asa de Dr. Sabino ato falsos
Ha para se alugr um escravo
e cavallos.
Um escravo mor;oe robusto para qualquer ser-
vico, o alugar em cont, tsmbem alugam-se
cavallos para passeios e viagens bem em conta :
trata-te na ra de Santo Amaro que tica por trai
da ra do Sul, casa o. 26, daa 6 a 9 horas da ma-
nha, e das 3 s 5 horas da tarde, ou das S s 3
horas : na raa ealreita do Rosario, escriptorio
namsro 27.
Sebo do Cear.
Proprio para fabrica de valsa oa da aabo
vende-te em barricas a prego commodo; na ra I
do Vigario n. 9. primeiro andar.
Consultorio medicocirurgico
3-1W3 A l>\ GLOtU CASA BO F\3M) AO-3
Consulta por ambos os systemas,
n.nhm T qUe. 5"* 01 'B,to do se" stabeleeimento nao se eonfundam com os d.
madicoa allopatba ampregam-M constantementa. meamos >rs.
n*n?Aanri'ni?nh0$ ."VU'?nw T'f *m ,ubo, 1u^r ,m ociaras eaatario a la o vidro
.... p^ttciuv.r.ii'A^r*d" '""," "l'd'' ""* '-
. "~ Pracisa-ae de wn caixeiro para taDerna :
tratar no palto do Terco n. II.
O Sr. Antonio Luii de Barros Tinoco nao
pode se retirar desia provincia, conforme oonun-
cia.sam primeiro se entender com os abaixo as-
sigoados. Jos Marques dos Santos Agaiar &
Companbia,
G. M. Culsoal, euueuetro Belga, vat
ropa. "
a Ea-
Fazeadas pretas
superiores.
Qrosalanapla arelo aaito laftartor palo diati-
ato areco da i o eovado, paaao prete aiaito fi-
no a 3, 4, 5, 6, / e 91 o covaeo. caaeatira araU
maito Uaa a 2f, X9500, 3, 3500 o 4 o coris,
masut pretas da blonda moila saparioresa 12a.
msateletes de superiores grosdeasples pretos rl-
easaaate bordados a 35a, sobracasacaa da paana
prato naaito Sao a SOa, casacas tsmbens da pian*
preto multo Bao a 3U$, palatota da panao prela
Ana a 18 a 20a, ditos de casenaira da cor tasa-
ciada a 18a, saaeriores gravatiibas astreitas a
la, ditas da satim macio a da gorgario asalto sa-
aeriores para daaa voltea a 2a, ditaa eatrailiubaa
toas lindos sliiaetea a Ja, saperior gorgarao pra-
to para codales a 4a o corla, ricos eoleiies pretoa
M, a assim oatras asuitss (ueodas qae sendo a
dinheiro vista, vendem-ae por pregos maito ba-
ratos : na raa do Queimado n.. na bem coake-
dda loja da boa la.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 48,
sita na raa da Aurora ; a tratar no primeiro an-
dar da mean a cata.
Francisco de Paula alendes e sua mulher
vndeme parte que pottuem na casa de sobrado
da ra da matriz da Ijs- Vista n. 33 : quem ti-
ver de oppor se i dita venda, queira dirigir-**
ao cartorio do tabelhio Porto Csrreiro, na ma do
Imperador.
porluguez
Franciscj de Paula Rusa, subdito"
vai a Rahia.
Migael Antonio Roberto encarreea-ss
agasre varreraa ruaa aqu.lle* donos dos es-
abeleciminlosque quizerem conservar suas tes-
n'umefo 15 Pe"' Pdm C0Qlralr na ru Nova
Wro. ti Otlensanit raiir.-3H narrT~B7rTra.
Precisase de urna ama para lavar e engom-
mar, forra ou eapltva : na ra do Imperador n.
/I, segundo andar. yvuvt u.
cura copleta!
Sein resguardo ueiu iiicosuiuodo.
iQammaco do ligado.
18EmO?Qd.01ai*l0,d0ente um" miha Prdinha de
.n? e d'df' um a inna lendo aa exlremidade* inchada*. mande! vir ,B
das chapa* medicinae* do Sr. R.cardo Ki-k, mo-
rador na rus do Parlo n. 119. e no espaco do 40
otas obteve melbor... e hoja so acha restabale-
lecida, e por me ser este pedido, o taco para co-
nhecimento do publico. v
Ra de Matacavallos n. 9. Rio de Janeiro.
,!r 'I a rm!t. recoDhe"da pelo labelli&o Pe-
dro Jos de Castro.
Vendem-se caixoes va-
sios, proprlos para funileiro
e bthuleiro, a 1280 cada una :
nesta typographia se dir.
RA
DO
IMPERADOR
55.
leie-se a polica e aus capilaes de campo"
captura do escravo Beneliclo, de nacao Angola,
epreaenta trala e tanloa aonos, cor vermelha
*r fog.do do Recite em 26 de julho prximo, .Vp*:
rece a noticia de que esl acoutado, pel que se
prtesis pelos das de servico contra a pessos que
arelar era seu poder, ese publicar ae. nome
neste jornal se o oao mandar entregar com s-ku-
raneja oesla prftja a seu legitimo senh.ir.
RA
DO
55,
IF^llHS^
DE
J. VIENES
Os pianos desta amiga fabrica sao hoj.
sobre a sua s-uperioridade, vanta^ens e garan.
incontestaveis que elles tem definitivamente cor
prara ; possuindo ura teclado e machinisrao
pianistas, sem nunca falhar por serem fabrica
4
)nK
'f'
ij*T l
az conhecidos, para que seja necessario insistir
que offerecfrn aos compradores, qualidades estas
sido scBre todos os que tem apparecido n'esta
i obedecem todas as vontades e caprichos dos
de proposito e ter-sa feilo ltimamente melho-
_ Al*ga-e um tobradinho e ura andar e so-
lo na ra do Calabougo velbo n. 17: a tratar no
caes do Ramos n. 4.
Ao publico em geral
e ao commercio em particular
O solicitador Pedro A. da Costa Machado fez
aciente ao publico e sapacialmente ao corpo de
commercio desta cidade, que se encarregt de
qualquercobranca atnigivel oa judicialmente na*
comarca* do Cabo e Sanio Anio, aa qaaes com-
prehendrm tambem as villas da Escada e N. S. do
O' de IfOjuca ; ae eucsrrega de todo a qualqatr
servico ledente aos misteres de tas proQtso,
o qae faz sciente a todos os senhores sdvogados
que trabalbam peraate a comarca do Cabo. As
pestoas que preclsarem de teu presumo podem
procura-lo na villa do Cabo, am cata de saa reai-
dencia ; polendo tambem etcreverem-lhe decla-
rando o negocio e morada, aGmde lerem procu-
radla pelo annuncianle. Os que nao o coohtc*-
rem enm estiverem a par da sua conduela po-
dem eodaga-la nesla cidade doa Srs. Joaquim L.
Monieiro da Franca e Jos Joaquim de Castro
lloara.
-----7 .------ r .- >>"->Tr jiivpuonu o ici-sa itnio uiuraarasnie melho-
ramentos importantissimos para o clima desie paiz ; quanlo as vozes sao melodiosas e flautadas e
por sto muito agradaveis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommandas, tanto nesla fabrica como na do Sr. Blondel de Pars
socjo correspondente de I. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expo-
810008*
No raesmo estabeleciment se acha sempre um esplendido e variado sortimenio de msicas
dos memores compositores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, sendo tudo
vendido por prejos muito razoaveis.
v* ^
509 ^easoav
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1
p-3
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1 tac
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1
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% 3Roa estreila do Rosario-3
*a francisco Pinto Ozorio continua a eol-
fl@ ocer dente* artiflciaes tanto por meio de
tS motes como pela pressao do ar, nao rp-
ft ebe paga alguma sem que aa obras nao
# tlqaem a ventada de seu* donos, tem p*
oulras preparace as mais acreditada*
$9 para eonaervaco da bocea.
z*m%\9 f m&i
Aluga-se a cata terrea da ra do fiurgoa
D. 27 : traUr na ru> rt Aurore n. 36
LlUIP a*MaaaiB*BTMssBBmusaMslBBmBam
Maooel Joaquim Raptitia agradece a lo-
dos os teohorea que no dia 17 do corrente
mez iba predigalisaram eua amissde, pela
perda qae aoffreu no iallecimenlo de seu
Qlho menor Maooel, scompsohsodo os seus
"~
No dia sexta-(eir 23 do correte, depois
da audiencia do juizo de orphos, se hs de arre-
matar 12 cadeiras e 1 sof de madeira de Jaca-
randa, penhorados a Engracia do Amparo de
Stnta Rosa, por castas e a ultima praga.
Precita-se alugar dats pretas qaitaodeiras,
e tambem d-se doce de vtndagem : os praten-
dentes dirijam-se a ra da Roda n. 30.
Toda atenco*
Custodio Jos Alves Calmarles svisa ao res-
peitavel publico, principalmente a todos os sea*
[reguezes a amigos, que se madoa da loja da
aguia da ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem conbacida amiga loja
le roiudtzas qu* oi do fallecido Joao Ceg, hoja
SMl coohecida pelogallo vigilante,e peda ao
respeitavel publico o aos seus (reguezes e amigoa,
que o queiram procurar no dito estabelacimento!
onde acbarao um grande sortimento de mludezas,
q>ie atfian(a servir bem e vender por menos dez
ou vinte por cenlo. do que em outra qualquer
parle
Roga-se aos devedores do fallecido
Joaquim Jos Uibeiro de Oliveira que
teve loja na ra Di cita n. 55, que ha-
j-m de vir pagar seus dbitos na mes-
ma loja ou na ra do Queimado n. 41 e
48, evitando desta forma o ieceberse
judicialmente e publicar-se seus uomes
por este jornal.
Tecisa-se ue ura rapaz, o 1Z a lo'
para criado ; na ra Nova o. 7.
anuos
Sala para alugar.
Aluga-se a parte da frente do segundo andar
da cata o, 20 a ra da Cadeia do Recito, {oa ea-
quina do becco Ltrgo), por prego commodo : s
traiar oa loja da mesms casa.
Preciaa-se detima ama para aervr em ama
ten de poeci familia: oa ra tfova d. 7.
Ensino particular.
Urna pessoa eonvanientemeote habilitada **
prnpoe a ensinar primeiras letiraa, latim a frtn-
cez em algum engenho perto desta praca : quam
qaizer tJatar do ajuste dirija-se a roa da Palm*
n. 32.
Veneravel ordem tereeira de
S. Francisco do /eeife.
Alagam-*e as casas terreas silas as ras de
Aguas-Verdes n 32, e Florentina n 36, perten-
cenles ao patrimonio da dita ordem ; os preten-
demos podero dirigir se ao charisaimo iranio
ministro o Sr. Antonio Tereira de Parias, em es-
sa do sua residencia na raa Direita o. 91, oa na
sobjredits ordem.O archivist,
Tbomaz Jos da Costa e Si.
MffDGQ
Chegou este sapsrlor fumo na ra da Cadeia do Recife n. 13, loja do
Centro commercial
intuiicu b AiPipaA(E
DA
LGumL wnmi m mmmu
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
SHA?*
&I61NAES
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
e Rieardo Hirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Muito conheciJss nssta coila e em todas as
provincias deste imperio palos seus infalliveis re-
sultados am todos os casos de inflammarao sajara
externas ou internas ( com cansaco e falla de
respiracco ) como do estomago, figado, bago,
bofes, rins, utsro, peilo, palpilagao de corago'
garganta, olhos, erysipelss, rheumalismos, para-
lysia e todas as eifecces nervosas, etc; ele.
Igualmente para qmesquer inchac,03s, feri-
Jas, tumores intestmaese venreos, escropliulas
lobinhos, papos, etc., etc, sejam qual for 0 seu
lamanho e profundeza, por meio ca suppurjQao
serao radicalmente extrpalos.
inconlestaval, e as ianumaras curas completa*,
oblidas as diversas molestias em que foram
applicadas, o fazera me ecer e conservar a
confianca do Ilustrado publico, queja tive a
honra de merecer delle 25 annos Je existencia a
de pratica.
19, B. JYe.ta cuita e de tod. s os pontos deste
imporio recebem-se participacoes satisfactorias a
respailo dasdilas Chapas Medicinues.
As encommendas das provincias deven ser
dirigidas por ecripto, com todo o cuidado de
fazer as necessarias explicagoes, se as chapas sao
para hornera, senhora, menino, ou enanca
/ r, f, -' P"ia nuiueiu, seniiura, UlCllillO, OU Crianr,!
( Ests Chapas nao podem fazer mal de declarando a raolesiia e em que parta do corno
forma alguras, ellas tem s.do applicadas aos existe
olhos com o melhor succko v*j.m-seos atiesta-1 Para inchucoes, feridas, lobinhos, papos le-
dos de curas completas que ja foram publicados o molde justo de seu taraanho em ura pedaco d
n .aln = ..-. ilj ,'PPel a declaragao onda existe, afira de que a
O uso dell s accon^lhado e rece.tadas por chapa sej, da forra, da parte, rfectad e par.
habais e distiaetos facultativos, sua eficacia ser bera applicada no se lugar. P
Pode-se mandar yiv de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serao acompanhadas das suas com- I Consultas as pessoas que se dignaren, honra-
petentes explicaos, a tambam de todos os ,c- lo com a sua confianca" todos os dias sera ex-
cessonos tmmmm para suas appl.cacies. c.pco. das 9 horas d naanh s 2 dita de
bo Parto ||J}
Aluga-se o seguu'io anlar o a luii do eo-
rado da ra da Lapa n. 13 na pr isla n. y.
j
O abano atsitfua.lo hi publico ou* o Sr
solomo Carneiro Pinto deixoa de tor ereocia
oseuarmazam da ra da Monda, desde o dia 13
ocorrente, e que detsa data eiu dame o an-
unciante o nico compelento para gerir dito ar-
azem, assim como para cobrorseus dbitos
Kecife 20 do agosto de 1862.
____ Manoel Bubosa Ribeiro.
Precisa-se de urna ama para casa do pouca
familia ; na ra de s. Francisco n. 18.
Ama de leite.
Precisa-se de uma ama de l?ile sem Olho ; no
ra da Cruz n. 15, aagapdo andar.
C.sa
Aluga-aaa casa nova n. 8 na ra do Princice
na tregneaia da Roa-Viesa, com 3 quartos, -1 aa
lase bum quintal, cacimba e esi pintada: a
tratar na ra Nova n 3.
i&py%*$.
Chapeos de sol
com bouquet para seohora.
Entre os muitos a diversos objectos de goilo a
patatasia que a loja da agaia branca ha reesbido
aofcresahem ases delicado* e noviisiasos cha-
peos de sol coas aouquelt. Hoje que os aais-
tnsavea balota nao peraailteaa que a* aeaaoras
andem da brtQo, faz-sa de eerto uecesssrie aae
eses uras teahs o seu cbtpo da sol, a aea este
corresponda ae valor, bom gotto da uas rice
vestido de se bs de recebertomo por amostra ama ptaueaa
quaotidada desses bellos chapeos da col oreadas
de tinas flurtt o qae entre sos i novissimo Na
verdade ellea aa toraam agradaveia sos olhos de
todoz, a a senhora qae os coatprsr poda orgu-
bar-sedesaa bom gotto, so cooteatklar aae
trsieudo-e fechado lgura-ae-lhe um liado bou-
quet, a abarlo repreaeata-sa abrigada ees uma
carregada roseira, entuna at oade pode che-
gar a partero e mesaio o cuate o bom gotto.
) pena qae vieatem lo pouco* qae talvez
nao chegueaa para a vigsima parla das praisa-
deatet. Cuta cada um 20 purea a aseora
qae o* vir nao exitar de os dar aiesa astiaio
que teja preciso bulir n'aquellas atoedas de pra-
ta qae tem guardadas m sus boltiaha reservada
Assim pois maadeaj qaanlo aates coespra-los oa
raa do Queimado loja da agufa branca b. 16
Camisas bordadas e outros ob-
jectoi necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-aa am bailo aor-
timento de bonitascsraisiants de lia cambrahl
combabalinhos e mui bonitot bordados de no-'
vosedelicsdosdessohos, ss TJ, serv.m mu
bem para os modtrno* vsttidos i, frente sberU
e venjem-sapelo diminuto prego da 3s Csdi
ama ; assim como boaites asaaguitoia balae coa
golliohas de superior csBbrsia e Al Modo* bor-
dados, com punhos viradoa a cada par,ei b,_
ratisumo prego de 2. o qae 6 admirave* aTiit.
da superiondadeda obra, a bem istia pa^os a
gollinbas tambem bordados sosa bonitos bue*
a 2f agaarnigo, o gollioha* tolla* igualme^
bem bordadas a I cada uma a msaguitos a 8(A
rs. o par. A vala poia de am to coaplato sor-
tiaento nanhuma aenhora deixir de comprar
esses necessarios objectos tanto maia qaanlo
conmodidade dos presos couvida a para que te-
dos sejam bem servidos coovem qae manden
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Quairnado n. 16.
Para uma ene -mmenda.
Compra-se uma esrrava muga que seiba bem
coser cosiura chaa engoma:ar, paga-se bem
no caes d* Apollo n. 55?
Con-^ra-se una ca.sa terrea ou sobral,) em
bom oa mo estado que seja nos ras Din-ila,
Queimado, Livramei.io: a tratar na ra du Livra-
mento n. '28 primeiro andar.
Compram-se acc,ea do no* o banco e Per
nambuco : no sscrptorio de Manoel Ignacio de
Olivtua & Filho, larga do Corpo Santo n. 19.
'UiiW^,
Conservativo.
23Largo do Teiqo23
Vendem-se ot gneros por menos de 20 0(0
do que em outra qualquer paite, aliancando a boa
qualidade.
Maniaiga DgIza da sfra nova a 800 e a 900
rs. a libra.
Dita fraoceza de primeira qualidade a 6C0 e
610 re.
Queijos flamengos chegados no ultimo vapor a
avfiUUve
Ditos chegados no passado a 1;800.
Cifdo pnmeira e aegunda uuaJade a 300 e
a 280 rs. a libra.
Serveja das marcas mais acreditadas a 5C0 rs.
a garrafa.
Azeite doco de Litboa a 720, e carrapalo a 360
a garrafa.
Vinho em pipa a 410, 560. 640 e 720 a garrafa.
Dito engarrafado a 1{> e 1#2U0 a garrafa.
Lii.guica do sertioa 400 rs. a libra, em por-
30 te far batimento.
Macarro, lalhaiim e alelria 420 e a 400 rs.
a libra.
Pasis novas a 100 rs. a libra.
Batatas novas a 80 rs. a libra, em porcao se
far abalimenlo.
Assim como ae ventfem oulros muitos gneros
baratissinios a dinheiro cornado.
A loja da agaia
branca ra do Queimado n. 16
Acaba da receber os precisos objectos seguin-
tes :
Atpas de baleia grandes e pequtnas.
Fita com colxetes branca, parda e prata.
Dita de lat para debruar vasiidos de cores.
Trancinha de caracol miado conhecida por bom
tono.
Alfineteaprelot e braocos em eaixinhae.
Agulhas imperites fundo dourado.
Ditas vistura era caixiohas e papis.
Reiroz preio lino etn ctrreteis grandes:
A verdadeira esseucia de ail
para eiigommado.
Acaba da chegar para
raa do Queimado n. 16.
a loja d'agaia branca,
Grao de DICO a 120 rs. a libra, sendo de 10
libras usra cima a 100 rs. : vsoJe-se nicamen-
te por esles precos nos armazeos progretsitia e
progresivo, no largo do Caru.u n. 9, e ra das
Cruies o. 36. allmca-se ser muio noo.
ecife.
NA
Roa do CodoDizn.18,
Deposito.
Vodee latas de mermelada de Lisboa com
duas libras a lata a i$, ls320, ljf400 e 1>500. ral-
xas de charutos linos a> 1b3<)0. IjjiOO e IS811O,
queijos do reino do ultimo vsper a 1$300, 1*400
e Is800.
Veoda-se meia legua de terraa em quadro,
denominada aparandubioha. termo de Agua Pre-
ta, que divide com o engenho Japaranluba, do
Sr. Miguel Affonso Ferreira, a qual deita apenas
duaslegoas da ultima esUeio da via-ferroa, na
confluencia doa ros Una o Pirangi, lendo a mes-
ma proiorgHs para dous engeonos o'agua por
ser regada pelos rischos Japaraodubioha e Sami-
dor, e sua referida propriedado em sua maiurla
terraa de vanea, proprias para a planta da can-
oa : a tratar nesta cidade na rua do Imperador,
lerceiro andar do sobrado o. 55.
Vende-ae uma mobilia de amarello em per-
feilo estado, cootendo 12 cadeiras, 1 sof, 1 ptr
de consolus, 1 mesa redonda, 2 cadeiras de braco
e mis algumas pecas : na rus larga do Rosario
u. 31, segundo andar.
Machinas aiericanas.
Em casa da N. O. Bieber 4 C., sectessorai,
rua da Cruz n. 4, vendam-se :
Machinaa para regar horlaa a capim.
Ditas para deacarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selina com per lances a 10.; e 20$.
Obras de metal principa prateadas.
Alcairao da Suecia.
Verniz d alcatrao para navios.
Salsa parrilhade prinieira qsalidade do Par.
Vinho Xerez de 1836 era canas d* 1 duza.
Cognac em caixa* de 1 dazia.
Aradoa e grade*.
Brilhantes.
Carrosas pequeas.
Rua larga do Rosario, loja
d'Aurora n 38
tem para vendtr ac para bilo de todas as lar-
gurae, seda [rouxa para bordar, liuhas proprias
K? bZi"' 1Dh" S Pedro v> car,ao de 50,
100 e 200 jardas da todas as eorss. lionas de
csrreteis de 100 200 jardss, da malhor que ha
oo mercado.
A loja d'Aurora rua lar-
ga do Rosario n 38,
tem para vender agulhas francezas, dilas cartea
para alfaiate, dilas do fundo doarado, ditas
rsinha Victoria, ditas de muito boss qualidades.
A Nova Aurora est vandendo maito barato
per ter bstanle, soriimento de miudezas :
vista se dir o preco de ludo.
A nova loja na rua larga do
Rosario n. 38,
tem luvas de pelics braners, amarellas e prela.
parabosneos e senborat, franjaa de aeda de to-
das as core, dilas de algodao de todas ?> lar-
gura! e de todo o prego, capellas brancas prc-
prias para noivat.
A nova Aurora, na rua larga
do Rosario n. 38,
lem papel de amisade a 700 rs. o paeole, e da
multas mai* qualidades, formato pequeoo, s
vista se dir o preco delle ; dito grande de todas
as qualidades tanto llzo como paulado, dito de
peso, retroz de primeirs qualidade, preto. nul
ferrete o de outraa cores proprios para alfaiate*
eqaalquer coatara, beogalaa muito liosa e bara-
tas de todas as qualidades, ptpe para msica
para cantona, tinta prela propna para copiar aa-
sicas, tinta carmezim, dita azul ; s vista se
dir o preco de tudo.
Mocndas e meias moendas.
Taixas de ierro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Rua do Brum n. 58, fundicao
de D. W. Bouman.
Veudem-s* lacha* de Ierro cuauo do autor
maia acreditado : na roa do B'um, armazem de
sa.ttc.r de Jos da SUra Loyo & C.

MUTILADO 1
- --.
ILEGVEL


.
. -..->
k


;
. V,
DURIO BH PERHAlCO Qttf_UA FE'RA W DR _GOSTO DI l6l
5
>
Boa fama n. 35.
Vende os seguales ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
p.ad.ate oaradoa a 1$
liliado lartaraga para bande., altl-
Gr.ropos a balo coi
par.
P.ntes iai
"fSJu p.ra inta', faxenda inleiramants nove
" iUfl.etoa" preto. eom do.radopara ahora, in-
teir.ra.ute novoalcda am.
Botoes preto coai doar.do para pe-ho, inlei-
riaieota notos, 2 o par.
Boioei da lartaraga pira panhoa a l50 o par.
Na ra do Queimado, loja de miudezaa a. *->,
da boa fama.____________________________
Tinta para marcar roupa.
Veode-ia lila para maraai roapa a 1?.
Agua da malabar para Ungir cabello a 5* o
Irasco: na raa do Queimado, loja de mlndsza n.
35. da boa (ama._________________
Cartas finas para jogar.
Vende-se daila da aaralhoadacarlaaflnaa tota
aa pootaa doaradaa a 6, dita aam ser dourada a
8$500 e 48 : na ra do Qu.imado, loja de _iu-
Oeies n. 35, boa jaca a.
Fitas de laa para debrum.
Vendem-.e peg. de Da de laa para debrum a
18, s am tara a 120 ra., diUs da seda a 23400, a
ara rara a 240 : na raa do Queiaaade, loja da
nrludez-e n. 35 da boa fama._____________
Funileiro e vidraceiri.
Grande e nova olticina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Reala rico a bam montado eetabeleeimento e_-
conlraro oa Iregaezas o maia pertailo, bam aca-
bado a barato no sea genero.
URNAS de todaa aa qualidades.
SANTUARIOS que rival!sana eom o Jacaranda.
BANHEIROS da todos oa lmannos.
SEMICUt'lAS dem dem.
BALDES idem idam.
BACAS idem idam.
BA lilis idem idem.
F01.il A em caixaa de todaa aa groaaaraa.
PRAIOS imitando em perfetgo abaa percal-
lana.
CHALE1RAS de todac as qialidadei
FANELLAS idem idem. ,
COCOS, CANDIEIROS e flandrea para qaal-
i*er sortimento.
VIDROS em salsea a a retalho de todoa oa tt-
mandando-aamanhos, botar dentro da cidada,
am toda a parta.
Recebem-sa eneommendas de qualquei naia-
reza, concertoa, que tudo aera deaempeahaia a
uonteuto. ^^__________
Gal de Lisboa
A 8,000 rs.
Veeda-.e barra eom cal nova chegada ltima-
mente, a 5. no enligo e acreditado deposito da
raa do Brum n. 66armazem.
Canoa.
Vende-se nma linda canoa de cirreira por
precio commodo: a tratar eom Jos remandes
da Silva na ra do Pi'ar, Fra de forlas.
Candieiros do gaz.
Chegou para a loja da Victoria os melhores
eaodieiroa do gaz, que tem viudo ao mercado,
por presos commodos : na raa do Queim.de
n. 51. _____
DA
Funi$ae Low-Noor,
aa da Senzalla Nova n.4*.
Neste estabeltsimenio continua a baverum
completo sortimento da moendas a meias moan-
das para engenho, machinas da vapor a taixa
da (erro batido a coado da todos os tamanho
para dito,
rVttencfto.
Vende-se urna randeeisa de doas andares e
soto, na ra da Guia n. 40, e urna dita terrea na
ruado Aragao n. 18: oepretendentts dirljam-se
s ra Nova loja n. 18, das 10 boras da i
s 4 da larde.
Zeite puro.
Na taberna do Joo Simo, na ra do Vigano
REMEDIO INCQMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milharas da individuos do todas as nc,o
aodem tes'.emunhai as virtudes desteramadis
incomparavaleprovaramcaso necessario.que,
Ricas fivelas douradas para
si uto.
Vendemsa fivelas doaradas a 2 e 23500, as
mais moderoas que tem viudo ; na ra do Quei-
mado n. 63, loja do Beija-flor.
Ricas voltas de aljofares.
Vendem-aevoltaa de aljofares eom cruz de po-
dra imitando a brilhanie ; na ra do Qu.imado
numero 63, loja do beija-flor.
V.nde-seuma mobilia de jacaranacom pedras
brancas, urna dita de amarello de raiz e de mul-
lo bom goato, vidrospaia eapelho de todos os
lam.nboa de 12 at 36 pollegada. de altara, ri-
cos trems de Jacaranda eom conaoloa de pedra,
gorama laca, molduraa (rancezas para enfeites
de orottrioe e outria muUaa obras de bom gos-
to e por barato prago ; oa ra da Cambo, do
Carino n. 12. loja de mareineiro de Joo Gonc.!-
vea Lea. Liaboa.
Botoes para puaho.
Vende-ae botoeada punho finos da diversas
qualidadea a 200 rcis o par. que tambem servem
para manguitoa de aeohora : aa loja do beija flor
ra do Queimado n. 63. ^^______________
a 33400, dita rolic,a
Queimado o. 63, loja
a 3$ a duzia
do b.ija-flor.
Occulos.
Vende-se occulos finos de armago da eso, a
23,13,(^)0 a 400 ri. : loja do beija flor, ra de
Queimado n. 63. ..
Fartllo e milho.
Veodem se .ceos eom farello de Lisboa a
45O0 e de milho a 88 = na taberna grande da
Soledade. ___.
Ricos Casquines
A loja da boa f recebeu saperiores basquines
de muito fina eambraia a imitagao da de lioho,
bordado e eof.itados eom apurado goato o oa
ende pelo barato prego de 8 cada um, tendo
sido .empre sea casto de 16| e 10, ipreisiti-is
pois em cmpralos na mencionada loja da boa
f. na ra do Queimado n. 2.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoslhado adamascado eom 8 pal-
moa de largura al600 rs. a vara : na ra '
Queimado n. 22, na loja da boa f.__________
Grande sortimento.
Na taberna grande di Soledade he para ven-
der os gneros maia oovos posaiveia e muito em
tonta : manteiga inglesa flor a 720 o 800 re.,
fnnceza nova a 640 rs., cha muito fino a 2J500,
dito preto a 2J, queijos do vapor a 2. dito do
serto t>roprios para mimo por ser muito no-
vosa 3t0 rs., roanas a 320 r9., esperraacete
bom a 720 rs., vinhos eogarrafado do Porlo a ljj,
dito muita fino em pipa a 640 rs., da Lisboa e
Figu<-ira a 400 rs. a arraf., e grando quanlida-
de de gneros novoscujoa se vendem maia bara-
jo que em outra prle: na bem conhecida ta-
berna grande da Solelad*.
do
Rap de Lisboa em frascos
Vende-se o superior rapprinceza Brasil che-
eado pelo ullirco vapor francez Estremadure :
na loja de Marcelino & C, ra do C'espo o. 5.
Facas e garfos.
Vendem-se facaa e garfos finas de cabo de ba-
I laoco de dous botoes a 6J800. dina para doce a
u,. ,u. mu i. .%. f^V^^flMWfft?
aembrosinteiramentesaosdepoisdahavor ea-
regadoinutilmanta outrostratamenlos. Cada
passoa poder-sa-haconvancar dassascuras ma>
ravilhosas pelal eitura dos peridicos, quelh'ai
ralatam todos os diashamuitos anuos; a i
maior parta deltas sao to sor prendantes qua
admiram os mdicos aais celebres. Quintar
passoasrecobrara* cora asta soberano remedia
o uso de seus bracos a pernas, depois dador
permanecido longo tempo nos hospitaes, o te
deviana soSrar a amputa^o Dallas ha iau
cas quiavandodeixado esses, asylos depade-
timeutos, parase naosubmeterea aassaope-
ra^o dolorosa foraa curadas completaaente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Ai-
gumas dastaespessoana enfuso de seuraco-
?hacimento declararan estesresullados benfi-
cos dianta do lord eorregedor e outros magis-
trados,afimda aais auteuticarea sua a firmativ
Ninguea desesperara do astado desaude si
tivessabastante confianza para encinar esle re-
medio constantementeseguindo algum tempo i
trataaanto qua necesstassa a natureza do Bal.
sujo resultado seria provarincontestavelaeme.
Qua tudo cura.
O ungente he u til, mala par tica
lamiente nos seguintes casos.
GBMDPOUTIMEUS0
\
1J, dito bran'co'a 1200 : ne ra do Queimado n
63, loja do beija-flor.
g^nMt^i.V'^.VSrV7.*S^ r~-.fi. ''

Damasco para colxas o para
ornamentos de igreja.
Vende-se muito auperior damasco de la de
urna s cor, muito proprio para colxaa e para
ornamentoa, eom 6 palmos de largura pelo ba-
rato preco de 2j>800 ra. o covado : na raa do
Quaimado d. 21, na loj. da boa f. ___________
Verdadeira pechincha.
Vendem-se cortes de superior gorguro de se-
da para colletes pelo baratisaimo prego de 1&
J e 3$ o coite : na ra do Queimado o. 22, na
bera conhecida loja da boa f.___________________
Para os tabaquistas.
Lencoa muit flnoa aimltagao doa de Hubo de
ruito bonitos padroes e de cores fizas multo
Droprios para as peaaoaaque tomam tabaco, pelo
barato Dre?o de 4*800 e 5*300 a duzia: na ra
doOueimodo n. 22, na bam conhecida loja da
boa f._________________
Bramante de linho.
Vende-se muito superior bramante da linho
-omduaavaraa de largura proprio para lancees,
pelo barato preqo de 2*400 rs. a vara : na bem
onhecidalojada boa f. na ra do Queimado
n. 22.
CALCADO
45-Ra Direila-4S
A epidemia decline sensivelmente, o aee
completo desapparecimento est prximo I O
propietario decte bem aortido estabeleciment
convida oa seus numerosos freguezes a substituir
-o calcado velho, que todo est cholenco, por no-
to, e'que possa reaiatir s mil scbotis e mezzur-
Vendem se tachas de
ferro cuado do fabricante mais
acreditado : na ra do Brum
n. 28 B, armazem de Jos da
Silva Loyo &C.___________
Grodebicoal20
ris a libra, e sendo em
libra para cima a 100 ris.
Vende-se nicamente por estes precoa nos ar-
maiens progressists e pro Ormn o. 9 e rea das Cruze* n. 36, afflaueu-ee
er muito novo. __________^^
llporcas
Gaimbrai
Callos.
Aneare i.
Cortaduras
Doras de caber,i,
das costas.
dos mombros.
Enfermedades da cutis
em geral.
Ditas da anus.
Erupcoes escorbticas.
Fistulas no abdomen.
Frialdada ou falta da
calor as extremida-
des.
Friairas.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
nflammaQio do figado.j
Gravatinhas de seda.
Vendem-se gravatiohas de seda para aeDhor;
de diveraas cores : na tua do Queimado n.
loja do beija-flor._________________
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas tiras bordadas _mfMUdM &
e satas brancas a 800 e 1 : na ra do Queimado ^
o. 63, loja do beija-flor.____________________.! v^^
_ Veudem-se libras esterlina no escriptorio '
de Bailar & Oliveira. ra da Cidea n. 1_______
__ Vende-ie urna escrava da 18 annoa de ida-
de pouco mais ou menos, que faz bem o aervico
diario de urna casa, a tratar na ra Direita pada-
ria n. 84.
lnflaaaago da baxifi
da matriz
Lepra.
Malas das pernas.
dos peitos.
da olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queiaadelas,
Sarna.
Supuracoss ptridas.
Tinha, aa quilquil
parta qua seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do fijado.
das articulac5es
Veias/torcidas ou
dea'- as pernas
Libras sterlinas.
Vendem-se no escripturio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
1
m
_M5i
9^8
psra msicas
nstrumenloe
apiston m
bricante Gaalrot Aia
Para carros.
Guarnices complatas para arreioa de
^C? carros de metal doprinciv-e e de lato pa-
2gS reme dous cavallos, molas, vaquetas
S^ francezas para cobertas, encerados, ge-
&% loes, rieis lanternas para carros eeoaps,
f*^ colleiraa ate, etc.
Vidros.
Calcado francez.
Loja do vapor, ra Novan. 7.
Grande sortimento do calcado francez, bara-
tissimo, vista das qualidadee ; quera duvldar
deve er na loj do vapor, ra Nova i. 7.________
Manteiga ingleza e fran-
cez*.
Manteiga irgleza de primeira qunlidade a 800
rs. franceza a 600 rs., queijos manteiga, a 500 rs de coalha, a 400 rs. banha
refinada a 440 rs.. em barril 400 rs gomma de
araruta a 100 rs., e 2-J800 a arroba : na ra das
Cruies n. 24. esquina da traveasa do Ouvidor.
Vende-se asta ungento Ag astabelecii
geral da Londres n. 244, cStrand, o n
da todos os boticarios droguista/ oulras
soas ancarregadss de sua venda, eos todr
Amrica do sul, Havana o laspanba.
Vende-sa a 800 rs cada bocetinha con Aa
urna insiruccao em portuguaz para explicar e
modo da (azar uso dasta ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soua,
harmaceutico, na ra da Cruz n. 22, aa
pernambuco.
mmw..
exposigode fazendas baratis
simas na ra da Imperatriz
na loja e armazem da arara
numero 56, de Magalhes A
Alendes.
Vende-se muito barato para liquidar, ai ser:
cortes de chita eom 12 1|2 eovados por 2SaOO, di-
tos de cnsas de cores a 2^500, ditos prelcs a
21500, cintas escuras a 160, 180 e 200 rs. o co-
vado, dilas fraoceas a 120, 240 e 280 o covado :
na ra da Imperatriz. loja da arara n. ob.______
| Arara vende os chales.
Vendem-se chales de merino estsmpados a 3$,
ditos de laa a seda a 23, ditos de laa a 19_dUM
abertos a 640, guardanapos para meaa a 200 rs.
esda um ; na ra da Imperatriz, loja da arara
' numero 56.______________________________
Arara vende as gollas.
Vendem-se gollinhas para sanhoraa a EOOrs.,
i ditas c.m bolaozinho a 640, ditas redondas de
| traspssso a 18, manguitos e gollaa de linho para
seohorjs a 2, lencos brancos a imitacao de la-
; byrinlho a I56OO e 28 : na ra da Imperatriz, lo- ]^*%$.*($%$&&&
' ja da arara n. 56.
RIA N0V4
Antiga loja de Gadault.
-_^ _^ __T!S_S'i!--r S_ _'? SW &,
parte ; a saber :
Para mmicas. i Pwt noivas.
fara msica. aj ^ rjR|8 e eleRgnleg cipdlal _
Variado sorlireento de inBlr"meDloa se pode desejar, asseverando sem errar
militares e de orcheslrr, setem as roai3 bonitfs que aqui lera vin
I j. .:-... ,...i,'..'jrrlM COR1 \ i' 1T11 h
ero.
Para presenta
Muito lindas ca
eom msica e sem ella, n>.
ra dar-se de presiute a alguL..
qua se estima, ricos estojos de bar ti

/_*
serem as mais
completos de chaves I o rlC09 manteletes relos eom
ito perfeitos e.anados do la- |_._ ffiaii _0wn0 ne.te gen
S
-->
m
P

Um grande e variado sortimento de can-
delabros, serpentines, lsnternas eom pin-
gedles e sem elles, palmatorias, copos
para vinho, clice, rodomas para ima-
Sgfa gens redondas e ovsis grsodea e peque-
?*) nis a vontadedo comprador.
t Para retratos,
$&s> Machinas muito superiores francezas
_i i eimericanas grandes e pequeas, grande
Sx sortimento dechimicas para trabalhar em
SSS lodosos processos. esizinhs e passepar-
g^ tou americanos e francezes, papel albu-
minado etc.
<'Te
*>__!
m
homem.
Espelhos.
Grandes e pequeos rom molduras ^
pratase douradas, proprios para ornar bo- 55.
nilas salas, sendo os vidroa muito grossos ^"'
e de primeira qualidade. ^.t
Avuisos.
Camisas do linho para homem.
Carteiras e charuleiri?.
Bandeijaa grandes de 30 palmos a 33*.
Gollinhas e manguitos para senhoras.
La de todaa as cores para bordar.
Taiagarca.
Seda frdza de todas as cores.
Lindos enfeites para senhoras.
Ocelos e lunetas de todas as qualidadea. .
Fumo francez, americano e tambero o -,.
apreciavel fumo de borba eom os seus ^gi
competentes cachimbos e tanarl etc. gW
n
fe*
S\S1'LMA MEDICO HUUELLOVVA.
PILLAS HOLLWOYA.
Manteletes.
Vendem-se manteletes preto de grosdonaple,
Arara vende as capas.
Vendem-se ricas capas para senhoras, de gros-
danaple preto a 20 o 25. ditas do linho de cores
a 63. ditas de la a 9g. ricoa corles de organdys
Este inestima^el especifico, composto intuir.- fc^gtt*tt^rA*S
saias eom 22 eovados a 8, ditos de gorguro
eom 18 eovados a 650O : na ra da Imperatriz,
loja da irara n. 56. _______^_____
. inVfio s dausad.. em louvor do rest.be- fazenda hUciamU no, a 10| 15, e 20J r. =
lecimento
vidam
da sauda publica. Os prego con-
Botin.i
a


a

>


HOMENS.
afam.d.s Milis. : : JUMO
ncn-plys-ultr. Nantes......... ?30^
Nantes2 bateras.............. 1UW
B lustre............~..... 109000
inglezee de betes.............. ^a^St
batedores...................... ">500
b couro de porco....... 9&000
beierro e lustre............... j}000
7)500
5J500
75000
6J500
5500
6000
55500
5000
25OOO
muo.7/.;............. 59000
25000
15-280
a da Impertriz o. 48, junto da padaris
franceza, loja de Paredes Porto.
MENINAS.
aa deiza
55500
55OOO
4|0Ou
25500
35000
19920
800
500
800
sabir
ingiezes ps aelvagens
tallados bratiieiros.........
Eap.te non-plua-ultra.............
3 bateras e mei............
i> esmaga cobra...............
> Nantes 2 bateras vaqueta.,
y > 2 batera, beierro...
trabalhadores.......
> brasileiros de 3$500 a
Sapa'.os 2 solas e
> ir.'.'i'ji portuguezes.......
s francezes. .
SENHORAS.
Botinas dengoias......
> salto de bater. .
> pechincha de 4$500 a.
americanas 3$5O0 a .
Spalos de sslto (Jolj) I
sem elle (ide_) .
> tspet;.....
econmicos. : .
, lustre 32 e 33.
MENINOS E
Ha de ludo em relagao o nao
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
cordavo, bezerro francez, couro de luatre, mar-
poquim, sola, courinhos ele, que tudo ce troca
por dinheiro vontade do comprador.___________
Kovos pentinhos doura-
dos, e fivellas para
cintos.
A loj. d'Aguia-branc. e.ba de reeeber novo
orlimentc do. desej.do. pentinhoe dourados, 1
por laso avisa a todaa as senhoras que oihini
ncommendado,
Toalhas e guarda-
apos
Muito barato!!!
A' loja do PorK esquina da ra da Madre de
Dees, acaba de chegar um completo sorlimeoto
de toalhas de linho para mos, e guardanapos;
os quaes se vendem por diminuto preco para fe-
char contas, pois sao vendidos por conta do pro-
prio fabricante. ^^____________________
mente de hervas medicinaos, nao conlm mercu-
rio era alguraa outra substancia delecten. Bei
nigno maislenra infancia, e a coapleicjio aas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleic,o mais robustas
jenteiramente innocente em suas operares a af-
fcitos; pois busca a remove as dcancas de qual-
quer especie e grao por mais antigs tenazes
que sejam.
Entre milhares da pessoas curadas eom esta
remedio, mullas que j eslavaa s portas da
morle, preservando em seu uso conseguiraa
recobrar a sauda e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afllictas nao devem entregar-se a des-
esperado; fac,am um competente ensaio das
efficazes effeitos dasta assombrosa medicina, o
prestes recuperarlo o beneficio da sauda.
Nao sa perca tempo em tomar esta remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
ccidentes epilpticos. jFebreto da especia.
Alporcas. jGolta.
Ampolas. Hemorrhoidas,
FUNDICAO DA AUROR
azecut
e
am
e mesmo a. que de novo os
creienderem que elles .o pouco. acomoda
Brimeir. ez em brete se acab.r.m |^ inj _~
S-Trecebea igualmente urna outra pequea por-
ST de vella. de qualidade o go._1nl.1ram.n-
oovos e Ittimh.Ht" .?"
25OOO, e os penlinhos por .iouu o par......
por
Con-em pois. que as senhoras se P/^
mandar comprar esses objecto. na sua predilecta
loja o'Aguia-brapr. ru. do Queimado n. 16____
Arados americanos e. machinas
para lavar roupa: em casa de S. V.
Johnston & C ra da Senzalla ova
u. 42.
Rival sem
igual
Rival sem igual
Rival sem igual
Ra larga do Rosario n. do
Rus larga do Rosario o. 36
Ra larga do Rosario n. 36
Pedro Tinoco vende
Pedro Tinoco vende
Pedro Tinoco vende
Mi.dezas muito baratas
Miudezaa muito barata.
Miudezts muito baratas
Cartes de clcheles francezes a <50 rs.
Estampas de santos a 1(0 rs.
Dita, eom vistas de Ruerra a SCO r.
Ditas cem persooaRen9 a 320 rs.
Pentes de borracha para alisar a 560 rs.
Sintoa Oourado. a I56OO
Agulha,fnnceza. era caizinha a 220 r.
Laa para bordar a 65400 a libra.
Tesoarss fina, eom toqu. a 400 rs.
Boldet para punbo a 120 e 160 rs.
Tinteiros cora tinta e tampa de metal a 180 rs.
Meias cruas para homem a 35400.
Ditas branca, para senhora a 2g400.
Enfeiles pr.ics a 4&800.
Linbas de croxel para bordar a 610 rs. o m.sso.
Jogos de vispora a 800 rs.
Ditas do bello xadrez a 1$600.
Gravatas eom bota* a I5OOO.
Pioceis para barba a 400 e 600 rs.
P.lseiras de missanga a 15z80 o par.
Carretel, de lioha a 30, 40. 60 e 80 rs.
Luvas de seda eom toque ZOO rs.
Escova. para limpar dente, a -40.
Dita, para cabello \%-
Ditas boas psra unha. 320 e 500 rs.
Dita* par. roup. a 800 el*.
Assim como um soriim.nto completo d. rap
Paulo Cordeiro a 1ft500, gasse grosso a IJCOO, dito
meio grosso a 18600. dito fino a !ff80, Lisboa a
2}00, rolao (rancei 2*900, Meurun 1040.
Areias ( mal de).
Asihma.
Clicas.
Convulso es.
Dabilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta.
da barriga.
nos rins.
Dureza no ventra.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Dilas venreas.
Encbaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
llydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla nimacoes.
Irregularidades de
menstrua^ao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstructao do ventra.
Phlysica ou consump-
cao pulmonar.
Reten^o de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Arara vende os corpinhos.
Vendem-se corpinho. bordado, pira m.nino.
e menina a 1 cada um, pegas de tiras bordadas
ds largura de 4 e 5 dedos a 11280 e 15600, p*q.s
de eotcemeOS bordado, a 15, l$20, 1*400 e
I56OO ; na ra da Imperatriz, loja da arara nu-
mero 56.____________________________
Arara vende as colclius.
Vendem-se ricas colchas para cama avelluda-
da. por 8j!, dita, de festo de cores a 55 e 5^500,
eoberlaa de chita a 2, cobertor. de .Igodao .
15 : o. ru da Imperatriz n 56._______________
Arara vende as cambraias.
Vend.m-se peQis de eambraia lisa a 15600, 2g,
.5500. 35 e 35500, cbsss adamascadaa para cor-
tinados cora 20 vara. 95, dita, de 10 vara. .
48500 3g, cambr.la de lpicos eom 81|2 varas
por 3^500 e 45 ; na ra da Imperatriz, loja e ar-
mazem da arara n. 56.
Arara vende a roupa fcita.
Vendem-se psletots de panno preto a 65500,
8 e IOS, ditos de brim escuro a 3ge35500, caigas
de casemira preta a 4*500 e 5J500, ditas de co-
ras 55500 e 65, ditas de briru e festao a 5J0OO e
255U0, camisas francezas a 1$600 e _S. dites de
pello detuito aSgiOO, ceroulas de brim s 156C0
e25 ; na ra da Imperatriz. leja da arara n. 56.
__r_rt_r._-ft._s8 _____ __? %sssissai
nn n.i/ lendo empre prompto o segrate : ,
brande sortimento de moenda. oft cann. de todo. o. sysUmai a tamanho..
Machinas de vapor de diverss. qualid.de.
Taixas fundidas e batidas.
C'ivo. e boceas para fornalhaa.
Bronze. e aguilhoes.
Rodas, rodela, e rodas d'agua.
Guindastes Bxo. e portatis.
Machinas de eylindros para padaria. .
Serras de ago para serrara.
Fatexas para barcos, etc.. etc.. tudo por preco que bem conAid.
__!
Arara veode as aberturas.
Vende_-e aberturas para camisas a 240 e 320,
leaos brancos eom barra de cor a 80 rs., cortea
de caiga decore, a 1 e IfSSO cada um, meiaa
. ruis a 120 o par, dit.s finas a 2(500 a duzia :
na ra da Imperatriz, loja da arar n. 56.________
-Arara vende o fil.
Vende-se Ollavrado fino a 15200 a vara, dito
liso a 720 e 800 rs. a ver, dito de cores a 200 rs.
o covado, tarlatana de cores a 800 rs. a vara ; na
ra da Imperatriz, loja da arara n. 56.
Joaquim F
4#Ra do Queimado-
Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
Ueste etabeleciroenta ha empre um aortimento eompleto de roupa falta de
todas s qualidad. e t.mbem a. m.nd. ezecut.r per medida vontade do. fregu-
ze. p.r. o que tem um do. m.Inore. prof...or.
Febre intermitente.
Vendem-sa estas pi lulas no stabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, ana loja
da todos os boticarios droguista outras pessoas
enearregadas de sua venda em toda a America
do Su), Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cad
urna dellas contem urna instruc^ao am portu-
guez para explicar o modo de se usar deslas p-
talas.
O deposito geaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 am Per-
nambuco.
Arara vende o babadin
Vende-se a fazenda por nome babadin eom
palmas de seda, propria para vestidos a 500 rs.
o covado, dito entestado a 640, laazinhaa para
vestidos a 320 o covsdo. dits muito finas .500
rs., ditos entestados a 610 o^covado ; na ra da
Imperatriz. loja da arara n
56.
Arara vende o riscado a Gari-
baldi.
Vende-se riscado a Girbaldi para ye.tido. a
280 o covado, fualao de core, para vestido, a 280
e 320 o covsdo, csssas francezaa finas 280 e JOO
rs. o cov.do, organdy. fino a 320 o covado ; na
ra da Tmnertlriz. loja da arara n. 5b.__________
Relogios.
Vende-se am casa de Jobnston Pater & C,
. do Viga rio n. 3, um bello sortimento de
telogios da ouro, patenta inglaz, de nm dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambem
ama variedad* d. bonitos trincalni pura es
mesmos.
Arara vende ospaninhos.
Vendem-.e pega, de p.ninho eom 1S! jardas por
5 ditas de madapolo entestado a 3go00. da-
ms'.co de 6 palmos de largura proprio para ma-
na a 1<00 o covado : na ra da lmp.ratnz, loja
da arara n. 56.___________________
Arara vende tssaias.
Vendem-ae eai.a bordadas para senhoras a
26500, dilaa de 4panoa a 3. corte, de mbraia
bordado, br.nco. e de core, eom b.bado. a
25500. ainto. para .enbor.a a 1*280 p.r. cab.r:
n. ra da Imper.tiiz, loja a armeK 4a arara
numero 56,
Catacaa ae panno preto a 0$,
853 e
Sobreca.acosd. dito dito 355
Paletot. de panno preto o de co-
re, a 35, 80, 25, 10, 18 a 20$000
Dito, de casemira de core, a 22,
15|, 12, 7 e
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo francezaa a
Dito, de marin setm pr.toa
de coras 9| *
Dito, de alpaca da core, a 5 a
Ditoa de alpaca preta a9, 7, 5 e
Dito, de brim de coree e 5f,
45500, 4 e
Dito, de br.mante delinbo bran-
eo a 6, 5$ e
Dito, de merino de eordie prete
a 159*
Calca, de cat.mira pr.ta d. co-
rea a 12. 10, 9J, 7
Dita, da prlnceza e merino da
cordo preto a 5, 6500 *
Dilaa do brim branco a da corea a
5, 495OO
Calca, de ganga da corea a
Collete de reliado preto e de co-
ras lisosa bordado, a 129,99*
Ditoa da ca.emir. pret. a d. co-
rea liaos bordados a 5,
55500,5
309000
305000
9000
10*000
81000
8500
8|500
39500
5000
8000
62000
495OO
2J500
9000
89000
3J50
53000
8O00 f.
26*00
1280
29200
1J600
Dito, de ..tira preto 55O00
Ditoa d. .eda e setlm br.nco 6 e $5000
Dito. d. gorguro d. ida pr.to.
e de core. 7, 6, 4 .
Dito de brim e fu.tao branca a
31500, 28500 .
S.roua. d* brim d. linho 2 a
Dita, de algodo a 1600 e
Cami... d. peito d.fuato branca
edecoresa 25400 a
Dita, de p.ito de linho a 59, 49 8*000
Dltaa de madapolo brancaa a de
core. 8, 2500, 2
Cbap.o. preto. d. ma... franc.xc
forma da ultima moda a 10,
8500
Ditos de feltro a 6. 59, 49 a
Dito, de tol de sed. inglezea a
franceze. 14JJ, 12, llg e
Col.rinboa de linho mallo finas
novo, fitio d.ultima moda a
Diioa de algodo
Relogioa de noro patente a hori-
zontal a 1008, 909. 80f 7UJ000
Ditoa de pr.ta galvanindoa pa-
tente e horizontae. a 409 80|000
Obr.a da oaro, aderegos o m.ioa
aderecos, pvlcelraa, rosetaa *
aneis a
Toalhaa da linbo duzl 1 OS. 63 e
Dita grande, par. me, um. 3 e
70OO
19000
79000
9800
500
".*j
9
9J000
480003
v
MELHOR XEMPLAR ENCONTRADO
IWUTILADO


*'
-

f
KMAftlO DE PEMAM1C0 QUIHJA PEIBA 21 DB AGOSTO | t&tl
1 "
DIMINUTO DE PREQORivalsem se
FRANCISCO FERNANDES DUARTE.
40 Largo da Penha 10
mnnS^^!S!!tiM'UaiUA0 arm,Mmd molh.do.fm offarectdo. ha
as r^&^
.rDanrnUn"C ^^"S^eP^aq'uadrda'quTLTseTo'
1*r parte, pois para isso se recebe em
a exictido
fossera compradas em outr. qual-
iodo3 os vapores a navios de vela viodos da Europa, a
ia. Para maior concorrencu a commodid.de, resolve o
m acuellas senhoresque nao possam vir, aam m.ad.r, da dei-
?" p5,.' de confianS par. da pronto "ZdS
ot&lU pnmeir. qu.Ud.de da safra nova a 800 a 720 rs. a
aior parta Jos ganaros d< coma pron
f^vpriaiario encarre,rar-se para co
a ramAtt*r n.i. -;. i .-------- -v* "" puam ir, aam m
vxzjtxzinxisindicado' fde **** -> >**>
o bom servidos, cobo vieisem pessoalm.nte. pois par. asta m
prometo conduzir as carus na cheg.da do vapor,
HMf* ift\ez* prim9ri
liara, e em barril se faz abatimento.
Cha lili rtl r*UCeiL* mais nova d0 m9rc,do 600 t libra, e am barril a 569.
AU \/Xim qua u Pd' d4SeJ" n,st gn8ro a 35000 a libra.
Co10* m3S SUPerr d m9rC*d Wm Ubra' f01*0 te ab-
*ucl4gL* !.lVir?.d03 nisu dlimo vpor ui,"" ** <* **
%\k TWO vard.d.iro inglez a 1*000 a libra am porcao se faz abatimento.
*i&\aSC$H& ra^nta** conailadM, contando div.rs.s iguarias muito proprias
pira mimos l000cada urna. F F
v V1* d* 80d ,m U,ws co* differentes marca, a 19100, afianca-s a boa gua-
lid.de, assim cono lem latas grandes com bolichinha propri.s para l.nche a 2500.
l4g?lm O BOU* espe ial vinho do Pon, em garraf.do vindo a sigunda vez
ao nosso mrcalo a 15P200 a garrafa a em caixsscom 1 duzia qor 12J000.
j ??**.** -*S raelhores marcas1u Vflm ao mercado, como seio Duque
do Porto, Carcavelhos e Feuuria a 1200 a garrafa.
eTetaa **m VillU* do Porto com 70 garrafas.proprio par. casa particular
em garrafas 32*000, Sanca-si ser de superior qualidade.
52 plf de superior qualidade Porto. Figueira a Lisboa 500. 560 i 600 rs
a garrafa, e em caada a 3JS500, 45000 e 45500.
iVeai latas com 10 libras por 4#0o0, e em barril a 400 rs. a libra-
flM-* taAkl a 320 rs. a libra, a am caix. gr.ndes por
'V. afianca-sa sar muito novo.
125000 rs. mU1I DVaS "' a eem barril COm uma arroba Por
gando.
a Bigodinho, aat vanaando palo. pr,coi qaa a
todoa admirara, qaalram var o qa i bom a ba-
ratiailmo: "* ""
Paraa da aapato.4a tranca aiMrioraa a
Fraieoa da agoa ankriada a aaalhor a...
Ditoa da dita, (rateo, graadea, 500 a..
Carta, da alflaataa franaaiaa, a..........
Patota, da papal andada, a............
Laxaa com papal dadlvanoi gottoa, a..
Paraa da upatoa de lia para nenios a
Varat da Meo daellaae, a...........
Cordat para violao raaita fraaca. a aal
Frut i da bthioiU''apiiii':
Ditoa da dita da arca, a.......""
Dito, da hairoa ra.ito T^.*'
Cana, cara apparalho. da natal para t
Vara, da fraoja para aortinadaa toa-
^^'^"^'VreUMra'soo.'iSM'
800j.rd, a...................\.....
Barrn ton pho.pkoro. o ntlhor a ko-
nitoi. a,........
M.ato.da linh. U*m **?" '
Sswajm <" tora. p;:
1J80
400
(S00
100
700
700
too
80
80
19000
500
800
400
200
110
Farinha.
Vende-.e farioha am ..to. por 3J200. arroz
pilado por 1800 e lf-200 a arroba, arroz de
ea am aatce. por UOO. tado ra.ito bom : "o
arraasam do Trapicha defronta do caaa da alfan-
daga.
Loja das 6 por-
tas em frente do Livra-
mento.
Baloes de 15, 20, 50 e 40 arcos.J
Graada aartiraento da kalda. da arco.
*I*ibore* Mfu toM0l r.odai.
ehita fraocaiai largai eicarai a S20 a
u r,# ?i,,ld0' 4ilu raiadi-
ahii a 160 r.. o tavado, aarabr.i. lita
jara forro aom 8 1(2 varai a 9| a peca,
110
240
40
120
140
40
40
too
too
soo
Di o da dito oleo, aaaito aaparior. a.. .
D.to. da oleo babn aaparior, a 320 a.
Ma" ,M Ch0rB, "'" IInd0. *
C*iu*\ti* P*r* U"p" *-*t. mot
Ditia da pboipharoa ip'aiiaa'o m'ao-
braaalanta, a ...
Pioa. da flandraa, pintado, raa'ito' bo'ni-
I
Vara, da Ota para fazar a'int. 'doi ,!
Ibori, goata, a......\
tffrfinWT l"' 0 lalh0,
Dit.i da iinataa'da'foiha', ra.ito koa'a, i
ttUSzi m u lodM m *"M r:
500
leo
160
200
50
240
ltO
M~mEZ?. 1UD,rn a ao Imaeradorn.
aro 18 a?. *,aTeMa M,dr' dt Deon-
Atten^
Pechincha sem igual.
Laaiinhai cbinetai eom flor do ..h. on .
L
o aovado
etat tom flor de itda i 820 ri.
na roa da Imparatriz n. 48 iunto a
padarl. fr.neez. lo,, da c.liforoia do ffij.a
"" da cora, (ranaazaa tinta, aegoraa
a 310 te. a tarado, poca 4o brotaoba de
rolo a 2|, algadlo traoeido alvo raaito
larga para taalha. a 19 a vara, enfelte. a
Canbaldi todaa prataa a 59 tada en. lin-
cas braaaoa can karra da eorea a 120 ta-
da ora. reeea taita da tadaa ai qaaiida-
de. raaito b.ratu, a loja e.ti abarla at
ai f horaa da aoite.
Aos Srs. consumidores de gaz
Rea rraaiene de aa* de Raraea na. 18 a 31
M roa do Trapitba Nova ao Retiro n. 8, aa ven-
ooga. tiq.tdo amerittne primair. oaalidada a
reeonteraente abagida a 14 a lata da 5 galo...
iSraiaV1"* *a ** J ** 5 *""*" "
*mmmm*m
Oleo de ricino, arroz com
casca
n2.-ndr,e 1S5 UtMde oUo d "cio, o orna
porcao de arroz com e.iea. mala, barato,., em
p!.H2",q"erp?lV,CBead0 ".ente do
oo Alvea de Uiraoda Gimres.
att&s c u u .....
<-ham0 .cj escabecha das seguintes qualidides savel, congro, corvina,
cnerne, pescada, e vezugo a 15400.
MtM d e&rnanlia
em latas de 1 e meia libra por 1500, ditas com 3 libras

a C80 rs. a libra, o em caixa a 660 rs.
refinada a 360 rs. a libra, e em arroba a lis rs.
ofrezmtito t\0 reino .a
rvi. a-r-oww ,560 rs. a libra, eem porcao a 500 rs.
u no jiagiez para fiarabra a ci0 rs a Iibrai
|,m-'ix* a frau&ecias
P"r 2S60O.
eaebp de HolUltda 560 rs. o frasco, 65400 a frasqueira con 12 frascos.
T*. *felOCS com genebra de Hoilanda com 25 garrafas por 9*000.
Alptlslla muito limpo, a 160 rs.
"ilSJO muito novo a 1G0 rs. a
ww !Uspiros em me.as caixinhas, do melbor fabricante da Bihia a 2*000 cada uma
*&gU o mais superior que ha no morcado a 2-10
por 14600, ib o garrafo val 500 rs.
eV*aUfca & *& muito nova.a 200 rs.
OHIHU muito fina e alva
Pantos uaos para dentes a ,68 e 280 rg_ 0 m3S0 com 20 macahos<
Pantos do f'-Z
a libra, e em arroba 43?800,
libra, a 45S00 a arroba.
Oleo de Merchant
O nico depoiito detta precioso remedio pira
todas as moleitiai doi caf.lloi, mudoo-se da
ra do Imperador para o oilo do armazem do
gai. armazem di bola imarella. tonda se cooti-
oua a vendar pelo precos do 2S560, 1280 e 640
ri. o (risco, meio e qaarlo.
Gaixas de tartaruga e charu-
teiras de charo para rap
e charutos.
O tibaqoisti qae aprecia a boa pitado da Lii-
boi o. intimo -Pricezi, Mi.roo ett.. ate. 6
jeito qae compre ami bonita ciix |0 tarlirai
toda mirehetada com a qail nao te anv.rgonha-
ra de oflerecer da boi pitada de nu gaito a to
doi o circ.mitintes que te ichinm em i.a ro-
da, maiioi doi qaies louviro o seo bom gosto
Aisim como a caia aecescirii ao Ubaq.iala!
chiruteira nao luperaa no faminte e sendo'
ella bonita como Sonde chiro nochitaa me-
Ihor ter porqua com iuo deizi conhecer quin-
to sabe apreciar o bom. Pin o maii eommo-
dutis lambem bi bom lortimanlo a-todoi enton-
tnro bsnleza .mi vez que munidoa de dinhei-
ro si dingirem a ra. do Queimado loja da icuia
branca n. 16.
rs. a libra, e em garrafes com 5 libras
a libra,
a 100 rs. a libra e em saccas se faz abatimento.
*eK>}rTe\*
Srvela Vf amei
Tiaho braceo
a garrafa,
a duzia e 480 rs. a garrafa
a 28300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
das marcas tenante, ou XXX a 6*000 a duzia e 500 rs.
das mais aera litadas marcas a 59000
engarrafado o ais superior que lem vindo ao nosso mercado a 800 rs
tambsm tenho de barril par. 560 rs. a garrafa.
ToUCiaaO 4*. aUaba ?mo a arroba 280 rs. a libra.
c*f Ss^ste aarf0obo>.^s, nbra a> *-*- diida 2-a *-*
AtTO% de Maranhao a 100 rs. a 120 rs a libra, e era arroba a 39000 e 3*500.
bliaeolale hesp.nhol a 19200 rs. a libra, ditto francez a 19100.
A^rBS afl* imperial doafama.lo Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
-*" ~~ a-libra, tambem ha para 500 rs. a libra.
Vrmttis em calar*. peceg0
S.tTd\ba do Naax-.
se faz a batimento.
TVllb > S franezas a portuguez.s as mais novos a 640 rs. a lalta, em meias lati
damasco, pera, alperche, e ginga a 6*0 rs. a lalta.
a 380 rs, a Jalla afliansa-so a boa (juilidade, e em porrao
Potassa da iussia
e americana.
No escriptorio de Uaneel Ignacio da Oltvoira &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por preco
mais b Caslelo-lranco,-alfaiate
Grande
liquidado por todo
o prego, na bem co-
nhecidalojadoSer-
tanejo.
[la do Queimado n.4.3 J
Appare^am com di-
nheiro que nao deixaro 5
de comprar.
Cbila. a.cnra. Inaa a 160, 180 e 100 o
r... cartel da veitid. prato. bordidoi
porOa.40, 50 a 70. aahidaa do baila
da vallado a aetim a 12 a 18, eimitae S
pira seobon a 2;000 o 3*500, gollinhai S
da timbrm bordidn a 500, 600 700 2
800, 900 a 1, ditos da fil berdadii a 120 I
r... ca.ivaqae. dafailao a 5, 6S.7J, 89, 2
B euida i-di bnncii a pretu pin .a- S
fSA?"J1*M0 op,r tir"d bibadoia 2
J500 a 700n., lauda qaadro eofaitada. a 9
300 a 360 re. o aovado, cambnia prati a i
400 a 440 re. a vara ergmdyi da cora, a S
600 n. a vira, fll brinco adamutido T
para corlimdoi o venidos a 400 a 500
I ri. a vara, cortea da colleta da caaamira S
bordidoi praioa a 2 a 3000. ditoi da 5
vallado da tr a pratoi a 3, 4, 5 a 6, &
paletot de brim brinco (noeexe. a *J
3S500 a 4#500. dito, da caiemin da co- S
frea a pratoa a 14 a 16*. diloa da alpaca *
prati a da corea a 3, 3S500. 4* a 4*500. 8
camisai da paito do iloho a 19500, con.,
descolleta da gorgaro a 1J..500, 1700, !
I 3$j00, collatai teitoi da brim S
2o500. titos (eitoi da gorgura 5
2^500 e 30500. ditoi feiloa da caiemira 5
S|5O0, 4g b-MJSu, ditoi da vallado a 9
o. 6a 7, dUui da fuito da corai a S
8500. .m yirudo lorlioieolo da main
ira homaWi a aenhora, grinildia com 1
floral, thikii da troco, espirtilhoi, a to- 8
da a qaiWdide de roapai feitai pan ho- B
'mam que lude te vende por matada do 8
aeu valor.
Dtesnnrs i.
Vendem em seus armazens
PROGRESSISTA
.
NA
Ra das Cruzes n. 36, e largo do Carmo
n.
S k>3 *S a. OS S
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St*K5 tMIMiie W99BMSNS3SQ
sem segundo
S franc.zas e
500 rs.
i aUO ViitiKlVX, MarS, Meloque e S. Juliende Medoque a 9^(000 a 10*000
a caix, em garrafa 800 rs. e 1*000.
? iii iO o rnelhor pelisco que pola ha ver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
f^tDOlaS ilOV>S a I o rento e a 1*200 o-molho com cenlo e lanas, tambem ha
proprias para conservas a 400 rs. o cenlo.
srva UOCt; muito nova a 320 rs. a libra, e em arroba a 8.
r& pd gTeye a 49 a resma, di'o de peso pautado a 3#, dilo almajo bom a"_3S?200.
jJfaSSa para SOpa cstrellinha e pevlde 600 rs. a liba, em ciixinh.s s.ha mai.
barato.
dem de tom?*te emialas de t iibra por goo # eda 2 iDras por 1*500.
?Veite (lOCC refinado a 800 rs. a garraa, o em caixas com 1 duzia por 825500.
Idettl de LlSbca a 720 rs. agarr.fa e SJCOO a caada.
AmeildoaS d casca molle a 320 rs. a libra e 85000
Ytiagre di LisbOa a 240 rs. agarrafa e
qualidade.
a U80O.
, ~* "***' o quesa pole dazejar neste genero a 400 rs.
Licores fraucez-s
Por e.le innancio te fiz conitiraoi Sn. om-
ciaet de todn aa armai, Unto daita provincii
como dai nais capitaes do norte do imperio, oaa
ha a vanda botdei do novo padrio, aegando i
ultima ordem do ministerio da. gaarri, veafin
do-ia duai aboluid.ru por 3. advertindo que
ana dai abot.adera, e da pidro antiga, fax-aa
remesiai pira onde (orea padidis, auim como
tinhemha pin vender o raalhor piaooiz.l in-
glet, a o melhor vallado prato do Porto, ftzendu
doaoOBOOcida. naiti prac, o que ie vande a re-
uino. O Srt. oIBciaeiqae asiao fon di provin-
cii podem reoovir a.n eon1ig.156esix.ndo
quintia certa,. os o.troi aeobores qae nao tive-
rem procurico neitaean podem raanda-la, ad-
verando que o lempo pira a dita proconcao de-
ve nr liaitado, acerapinhmdo amicirt da or-
den? pedindo is aocomaiendas que forem areei-
111, devendo ser dirigidla a corres>endeocii a
Joaquia Rodnguoa Tivire de Mello, raa de
Quemado ..39. Tirabem h galo da ouro ...
perior a ferroa fr.ncezn para alfaiata, azi forii-
da o par 10. '
A loja d'tguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Receba, pelo altiajo vapor o. aeg.iataa eb-
Bo.ilis ligia 4a teda para aenhora.
Grmdei e bem lacidoi biodai da clioa
Aapaa da ac a fitaalutiaa pira cu da ..lio
l m.cas grandei ra.i bontn a bom veitida
Bonitoi baaziaho. cora 9 frino.de ehelro.
Li.dn ciixinhii coa 6 dito, la ditoa.
Traneallira groiio da cor para g.ir.eaar vaitidoi
L.vu da cia.ru bri.au a aairellu. imo''
Lindos boies de banba para
presentes.
A loja d'aguia branaa aaibi de racaber liada.
botoa. deportallanadoorad. cora floa ba&hi
ivioiat meripceaa.oa q.aa. por.ua.deheade-
zaa o perfeiQoiitoraim-ie dignoi pira praia.-
tea, e con aapecialidada oa aci.il q.idra i,,a
goitirdo bora i dirigir-ia com diobairo raa
do Quaimado, lojd'ac.ia ir.it. n. 16, ^(, ach|.
das Bilis acreditadas marcas a 15*000 e 2O0O0 o "i-o aam carrafa r *m g* '*" '"'regar._____________
'oO, e em garraa g,,,,,,, Mlori & Cf J35; r%Mo -
d.m para vendar o Macreacidodapoiite darila-
gioa valo o fabritanta tar-aa retirado do .at-
elo ; convida, portinto, fipoisei. q.a q.izaran
de UJ. as vuliMi quasi procurar 1^000 rs. garrafa. K'f.britnU Sffij&ZSttt
po, para vir eora-
.0 na eicriptork-
20
S&500
3?200
80
a arroba.
lvSOO a caada
. fiansa-se a boa
garrafa.
tr*nha
Fr.Mh* do .iitia ra,li!0 a]ra e cIl3rosa a 160 rs 1bra>
TlJaO para-limparfaccas. 180 e em porcao se faz abatimento.
., T10 ,llfjeZ 90 '3- Serrar, e 109OOO a caixa com uma duzi..
Alta dos gneros cima m*oc.eoados encontrar o respeit.vel publico um completo sorti
mete de ludo que e tendwnte a aolhados. i
port.nidada am parda de le
; pra-Ioi por coramodo pra$o
raa do Trapicha n. 58.
Vende-ia am moltqaa ton 9 annos e ama
\ raoloca com 11, chegados b. 2 di.i do mato :
| qaem pretender diriji-ae ao hotel Trovador q.e
jachar com q.em tratir ; affiiD{i-se baralini-
1 mo preto.
Na raa do Queimado n. 55 loja da miadezai
de Joi de Azevcdo Mata a Silva, asl venderlo
toda is rriudezas b.r.tiisima., a saber :
Frascos grandes com superior opiata a 500
C.rriteis de linh. de core, cam 200 iir-
das a 60
D1101 da relroz da corea, manot preto a 240
Lmz.i com iscu pira accender ch.ruloi 40
Duzi.s da maiis cr.as muilo superior a 2S400
Novellot de llnha muito grandes e iu-
perior a 40, 60 e 1i(,
i Dito, deeore, a melhor qae ha a 20
Phosphoros em eiixas de folhi, i a cii-
| xi vil o dinheiro, a gQ
Cirtei da linhi com 200 jirdis, 1 ma-
[ ihor qae ha g()
i Ditoi, ditos brinco, e de cores com 50
jardas 1
; Duzia de fatu a girfoscabo preto, fin.
Diti da dit.i cibo branco a
Tbesouras gnndis de 6 polcgadss 1 40 a
Saccoi piri escrotos eom siota de bor-
richi a
Tioteiroi de vidro com 1.perior tinl. .
Ditos da birro eem .aperior tinta a
M.cio. com grimpos liioia deeiraeola
Dazia da phosphoros da velli a
Pares de mein de eore pira meninoi a
Groza de peonai d'aco taperior a
Areii prel. para botar oa escrit. a libra
Colzetes am cartdis.com dues ordene o
qa.tro pire grandes 1
tinlboi da cartas fnncezai a
Ditoa portogaezesOooi.
Thiio.ni piqueis, porm de superior
qu.lidide a
Colxates rancezei em ciixa a
Dazia de mein ilvis, pin bomem a
Di la de iibonetet liooi a
Sabonates grande e superior a
Tnaoii do Porto muito superior a vara
120 a
Pire, de botoe. pin panhos a
Alan deslas rai.dezas lem muila miiiqua se faz
praciio vinder e Do ongiitar dinheiro, assim
como aejitn : libyrintoi pira todo o preco, ireia
prei. a 100 rs., porm quim q.izar comprar am
arroba vanda-ae por 2fl, baritiuimo mesmo
pira ejaem nao precisa. ______
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Vendera-ae naog.itea o gollaa de ..perior
cambriii rie.raente bordidoi pelo ioilgailcinto
pr.Qe de 2* o par da mang.ito. con orna golla,
saade qaa simpre cosl.ram 6* cada par, aniu
pola racommeoda-saao. amlgoi da ainti eco-
naaia qa. iproveilam a boa occ.sio, dirigin-
do-sa eom dinhiiro a loja di boa fe na r.a do
Quaimido n. 12.__________________
Novidadeaos seobores charu-
teiros-
Joi de Cistro Gaimiras scionllOea aos senbo-
resq.e enciixolim e vendem chantos, que elle
lem am variado sorlimeoto de bilhetes vindos
da Bihia, o q.iestam czposto vend por pre-
$0 commodo : na r.i do Iirppridor n. 15.
te n
3 5
c- t
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7M
aiiintiiMM
Aleno!!!
O dono di taberna grande da Soledade avin
a ie.i freguezei qua eita afamido estibeleci-
mento acht-iB prvido de grinoe q.intidde de
molhadoi todos novo, e vende mil. barato que
em outn pana.
V1SISS
suazttiiue snas
USOUd
od mapoa \
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


-
mm
N

i
falte e aleatrt
Cok* da milhor qsalidade, maito propria para
yapar, a (aabea para lodoi oa laoa doataieoa,
ornoa pequonoi a grandes, al., para eataa ser-
ricoa, o cok rain econmico do qa qualquer
tro combestirel, por aar mcooa da aetade da
prego a da mi durado.
Alca trie, aila senda applicado 6 ni t o, bar-
caria, alrarengas, eiooia, etc., praata mallo boa
effeito, cooserranSo a mideira da lodaa aa qai-
lididei da bichot, fe sea do derar leapo inde-
finido. Tambaat coaserra aadeira da edifica-
ses, preserreode-e do* bichoa a contra o tarapo :
aa propriadadta cbiaiicaa deite alcatrio da car-
vao mais forte do que quslquer oalro, extrahi-
do da madairaa oa oiim naienas.
' Quesa pracitar acbar veada, no aranaa do
gai. Ra do Iaparedor.
Preco do ceka 129 por tonelada.
Preco do elcelro 500 ra. por cnida.
^t-
Partas filloas
ou aljfar de fina qualidadt.
k loja da agaia braaaa acaba da reaabat aa
pero as falcae o qual por aaa perfeicae diBeil-
?rinl,ihr "' Xlr"'i"ri grandaia para
l. Iha" 'M 'U osle aa ao-
o ai ?.".ftenC.""oi,"eu !- Vm 11500
branca n 6 OwamwB loja da agria
Vende se ama cama franeeza em muito
bom estado com moldara, toda de amarello por
barato prego : na ra do Geldelreiro d. 90.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, rua dt
Queimado n. 16.
Pos da irroi coa bonaca em bonltoa Taaoa doa-
rados.
Ditoa ditoaem boneca em pacotas.
Agea balaamica para conaerraco doi deatea a
bom balito da bocea.
Opita ioglaxa psra alvejar os deatea.
Leite Tirginel caja atilidada reconhecida para
tirar aardas.
Vinagra aromtico para qaem aaffra da toatiaaa
a dar da cabala.
Paatilhea da chairo para aa perfumar apoaantoa.
latfeites para senhora.
Oa melhorea enfeltes pretoa a da corea aaa as-
perece a 59500, 69 a 6J500 : na loj da Victoria,
Baraa do Qaeiaado d. 75.
Cal *ie Lisboa.
Venda-aa inparior eal da Lisboa chafada alti-
mameale, e por precoi malto msis aoaaodeede
qae aa oatra qnlq.tr parte ; no aatigo a mul-
to acreditado deposito da roa de Brea n. 66.
rJT f***:1*" W*M no eecripturio do Amonio
Lita de O.irein Axoredo & C, raa da Cras n. 1
a obra escripia pelo viicoada da Uragaay.Eaaaio
bobreo Direito Adseiaielretivo ; deizamoa da ta-
car elogio, a ceta obra, basta o ooasa de sea al-
tor para a torear recomeeeadida, daos Tolaaaa
em brochara 10, eeeadernado 12J.
W1110 O* PlhKAJUBc QUINTA MUU. 21 DE AGOSTO K iStA.
Cacarilhas de seda.
. Vaada-aa eacearrilhaa da aeda para aateiter
vestidle a SJ000 a pc aa raa da Qaeiaede
laja da aiadasaa, n. 35.
Meiaa de borracha.
Veada-se meiaa da barraaha pera ajees padaaa
da aryaipela a 159000 o par, meiaa da aeda prata
para aaakora a lfOOO a par aa raa da Qaeiaade
leja da aiadexai de Boa faaae, a. 35.
Perfumaras muita fiaas e
baratas.
piala iagleta a 19500 rs, lita friesen a 500
ra., 640, 19000. oleo da sociedad bygieaiqoe
Terdadeire a 19C00 o traeca, olea baboaa de Firer
verdadeire a 800 ra. frasca, agaa balsssaisa
para os daalaa a 19000, dita da Botet taabaa
para ea deatea a lfOOO o frasea, peaada fraaaa-
ia aa poa 500 ra. a 19U00, 320 ra. aabaaaiaa
aaita Boa e 640 r., 60O re. a 19009 eeda am na
raa do Qaeiaado loja da aiadexaa da lea faaa.
35.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazare
no bra;o.
Uaito lindas ciixinhis a cabezas para aeaiaaa,
de 100 rea at 25500: na loja da Victoria, na raa
da Queimado n. 75.
Franjas pretas com t-
drilho e sem elle.
lieos aortimantoa de rranjaa pretas a da corea
coa ridrilho e sem elle : na loja da Victoria, oa
raa do Queimado n. 75.
inhasd peso verda-
deiras..
Linhaa Anea da pesa Terdadairaa. meadas
grandes a 240 ris : na loja da Victoria, na raa
do Queia>sde n. 75.
Fbosphoros de seguranf
Phoaphoros do aegaranga, por qaa lvra da ia-
aandia, a 160 ria a caixa: na leja da Victoria,
a raa do Qaeimade n. 75.
Baleias para yestidos.
Baleias maito grandes a boaa a 160 ria asea 1
1K I Victoria, ne ruede Queimado n. 75.
Lina* de croxei para la-
byrintho-
As melhores linhes de croxei para labyrinthe,
novelloa monstros s 320 ris am : na leja da Vic'
teria, na raa do Queimado n. 75.
Para baptisados.
A loja d'agaa branca acaba da recebar palo al-
ttmo vaporases eneommcnds dos sealntes ob-
leetos1 pare beptieados, asndo lindss toaqaiahas
da aehm mai bea anfeitadaa, a cada ama aa
sea eaixinha, aapstinhos daselim brinco, a da
cores ricamente bordados, e aseies de eeda, o
aelnor o aeia bonito possirel. Agors, poie, os
pea que nao qaixerea eeperar pela generoaida-
ae das senhoraa comadrea, diriairem-se lote
aoidos de dinbairo aloja d'aguia branca, raa
do Queimado n. 16, onde bea podera comprar
assaa galnica objoctos. r v "
Rua da Senzalla loTa n. Al.
Vanda-sa am casa da S. P. Joihatoi A f.,
lelliai a silhoes nglsxos, eandieiros a caslifses
bronzeadoa, lonas inglezas, fio da tala, ehieetes
para carrol a montara, arraioi para carros da
aa a dous cavallos, a relogioa da onro palate
ingle. r
Cal e potassa.
Veudem-se estes dous ar-
tigos ultimameat ckegadoa,
no bem coehecido e acredita-
do deposito da rua da Cadeia
do Recife u. 12, mais barata
do que em outra qualqu*r
parte.
Manguitos com golliihas.
mt?VM m8Duil0, folliobaa, (aseada
e puchoe elimo gosto a 2O00, gollinhaa aaita
* kM5 bor^a 18*>00 cada uaaa na rae
doQuaiaada loja de miadezaa da Bea faaa
Tiras e ntremelos tardades.
i rB? 1?km p,,Cnn a*. ur",ordadaa de 8,500,
3,000, 3,o00 e 4,000 eotremeioa a 1600 e 2^000
caa pe? na raa do Qaeimado loja da miudezas
da Boafaeaa.a. 35.
Grampos balao
com pendentes lloarados.
A leja d aguia branaa coatiaa na reeepeia da
ebjectoa da ultiao gesta, e por isaa asaba da des-
pachar rindo pela ulliae rapar eaaea delicados
a aerissiaes graapes de benitss cores com pea-
deatas dearedos a qua da mais delicado se pede
oasealrar. Essa loja cerne gerslmenta sabida,
temsempre aa vistas a coamodidada de sass
boas fregoslas e per isso teta reselvido vender
eetee galaatea eefeites a 19 e 39 e par, a aaa aa
raahdae-e Bailo eaaia ralea. Conrea peis cae
a vista ds liaitecie da pree.e a aenbora que coa-
prai aa au maia parea, aao aa demoro em par-
tiaipar aa aaaa boaa viaiohaa a iatimaa amigaa ds
eollegia, para qaa aa eaittea se aaa aparado
goste, e aandea logo soaprar oatroa paras na
loja de eua affeicao : qoe 4 a d'sgaia branaa, rae
do Quemado a. lg.
das seis portas eai trente do
Livramento. 15, J0,30 e 40
arcos.
Grande aonitenlo da eiiae a baile da arcos.
a* lnai,-0#?^q.2q, u" PMreeida no merca-
do a 49500, 59,61 o 6950* cada am, di-ae para
emeatracom paabar ; a loja aal aborta at aa
horaa da noile.
Superior brim braco d
liiho
VaBda-aeaaparior bria branaa da liaba traa-
!J5Ap*Uk,MJ?,,,V,*#d ,*10. 440
19600 a rara, dito maito easorpsdo da doas flos
JA' o?h0 P!ro 2* Tlra : r" d0 Oaeiaa-
toa. 22, na bem cenbecida loja da bee f.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindoa sinios doarados par sonhorss a a'OO
ditos de ponte eahida a 19. diloa de fita a l(Oo'
ni luja da Victoria, na ruado Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada par^
salas
Chegoa para a loja da Victoria ama peqaana
por?ao de ricoa espelhoa derarios tamanbospara
ornameulos de sales, illiingiodo-ee serem os
melhores em vidros que tem rindo : na loja da
Viciorig. ne rua do Queimado n. 75.
Bonecas fraucezas.
f 49000 o 5J00O, e S|000 boneeae de cera cose oa
olnoa reoredeos a JflOOO e 39000, ai raa de Quai-
ido loja de iiJ.ni da Boa faasa, n. 35
Fiveias de ac para sintos,
aje* *" flTtI" *int0 WMO rs. a
2j000 na rua do Qaeiaado loja da aiadezas
4a Bea finta, n. 35.
A 2,400 rs. a uzia.
Lencos brincos Daos psra algibeire paladial-
uto ar.ee da J9400 ra. a de.i.*: be. conhe-
cide Ion da boe f, ae raa do Qaeimada n. 21
Cambraias de cores
Vandea|-aa caabraiaa fraacazsa da edrea fe-
I,Qn^1lt!ll-p,lobfrVi"i"P"5o da 260
Q.emsd. n 2 ,0J" *- k' M M r" do
Baleias.
Venda-M baleias 120 rs. cada ama aapa da ace
pira balao a 160 ra. a vara, handea a 19500 re. e
-;')D o par, na ru do Qaeimado loja de miadezaa
da Boa fama. n. 35.
A2!500,sopavo.
Vendera-se cortes de csrobnia brinca coa 2 e
3 habidos a 29500, ditos de tsrlatana briosos e
de corps, coa barras a babsdos a 39: aa rus
-la Imperslnr n. 60, loja o araazem do pavo de
Gama & Silva.
Para luto.
Famas de sede elsstises para chapaos largos e
estreitoi11 I950O : aa raa da Qaeiaado a* 22
na loja da boa f. *
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Saperioresilsaxiohaa para reatidoa da maite
bonitos padroaaqaa ae ^endem pelo baralieeieo
praco de 440 ra. o cov.do : na rea do Qaaiml
do n. 8, no loja da boa f. via
Kua da Senzalla Nora n. 42
Neste estabelecimento vende-$e: ta-
chas de ferro ooado libra 110 rs. idem
de Low IVnor libra a 120rs.
Potassa da taaia.
Vende-seemcasa deN.O Bieber &
G., succefesores, rua da Cruz n. 4.
laperanea
Loja de miudezas rua do Quei-
mado numero 33 .
ii. Costureiros.
r...r,n500j,ri" d# todo nnaros s 80 ra.
Casearrllhe a peca 2.
f .r?l!,lrb,w' W <0 ra.
p!ff*dt li?h0 **" ,odo "5-
"ata. dt ,i,h0 d adio maito ba-
alror, Hnha de arela etc.
.. Meias.
m.'aTnSJo'r.""'0 "^ d# er" ""
Dilaa brancas a JOO rs.
D u! .V.' "bo" ,240' 80 <00 ra.
tea para hemem a 59 a II
Dltaa i reas p,ra sanhora a 400 a 160 n,
Gravatas
cea betao a 19
&!!** <> P hornea a 1.
lera raeninoa eatreitinhaa a 800 ra.
Pulceiras
da contaa miadinba a 1.
Da aa bella a 49.
Dipheaiaaiededitoeti. a 500 ri.
_ Botoes.
lili SmiV'' V,s" 8ro" 320"-
Para camisa maito Qnos groza I940O.
Gnadaa pera roupao groxa I96OO.
1 eqaeninos para crianga I940O.
Alamares.
Para capota a dazia por 800 ra.
Colxetes.
Da fio balido especial dazia 720 ra.
Da carleo 14 parea a dazia 500 ra.
Ea caixa pretoa a duzia 800 ra.
Brincos.
balao brincos, oncarnadoe, azaea a doarada a
par por 19.
Bozeiinhas com pedrsi que paraca diamanta o
par 19>
Penas e caetas.
De lodaa aa qaelidadea sspaaialmenta da caligra-
pbie a da lance.
Canelas psra sprender escurar palo aystama da
Scaly ama per 500 ra.
Papel.
Almaco piulido 500 folbss6S.
Dito dito 410 aitis 49500.
Dito dito 420 ditaa 4.
Dito liso 39100.
Dito da peso azel a brinco 4|50O.
Dito azul HsotSOO.
Dito peqaeoo tarjado 19500.
Dito pequeo de cores 11200 e 18500.
Diio terjsdo de preto 19500.
Envelopes cenlo lg.
Obreiaa da colea 100,120 e 300 rs.
Pentes de tartaruga.
mSoS* 8*'10 qM M dM por 16s
Dirailo para alar cabello a 49.
A imitecao por I9.
De arripia para menino* a 800 a 1.
T.rtarege para alixar 8fi.
De bafalo para saice a cabello 400 rs.
Penlea de borracbe pequenoa para trazar por ca-
sa maito booa a 320 rs.
E inflnidade da arligos noramenta ihegadei
lojs Espsrsncs rus do Queimado n. 33 A.
Chitas largas a200rs.
tJSSm chlM lngM a o"d PO
w am pequeo teqaa da mofo ; na raa da la'
Pgratriz p. 60. loj. do p.vao. Im"
_ Bramante a 10^. ~
nmm*t2? p"5" t b"' de liaba de
na raa da Imperatrix n. 60, loj, do p.tao
Carnauba
h.?dJI:M lfnilo" J caraa.ba qaa
d! JtK 5 "" d'ln,M' d. 60, loja
Istravosfigiejoi.
AfiJi
Cambraias Jisas a 3^.
.m uo'9* P'C, d' e"b> matto flaa
Faletota a S|.
^V.e.d,"c*" p,U,ol,I d? p,nB0 P''o Oao
de ea a 69 : na raa da Iaparatriz n, 60, loja do
Chitas escuras a 240.
Vendea-ia chitu franiezsi eiea raa a S40 o so-
rado : na rua da Imieratrix i. 60. loja da eavao.
Chales baratos.
Vendam se cheles da merind de eorea aende
maito grandes a 3J: na raa da Imperatrix n. 00,
loja do pavao. '
Chegado pelo va-
por francez s para o vigi-
lante finos pentes de mar-
rafa.
E* chegado oa lindos pentinhos dourados com
multas lindas moldara de difiranles coitos pa-
ra round oa travessos, pois s com a vista oe
compradores saberao ipreciar o quinto sao deli-
cados pelo baratieeimo preco de 3S00q o par
asimcomo sem ser dourados de ndo* gmfoe
pelo barato prego da 29 : na raa do Ceespo n. 7
SaogslorlgilaDie, rua do Crespo n. 7.
Pag'ratn do angenbo Sonta do Dr. Christotii
S*1 LPi doui escreros, aa da nome Ja-
ejntho, melato, coa U aonos do idade a com as
srgaaea Kei.uI. tura regalar, bom caba*.
ii.? i?" **- naxarene), sem berbat.
fie-nalni .'d0'' b,B W,MU> l *V+
auIJZ,0hn* nrHH d0D. laroa esria>
l.atraa ej usada, una camiaola de alaodao azaA
am.ria.no aben, na fren,. forrid. diTlt, ,"
carnada p,... por forro ,m B,,J .
com oe pee def.Uaosos de f.ridssq., ta". a aa-
da sobre aa pontea doa pas, fulo da cr 2
urna ballda bem vi.ivel no ilho. fol aailMaS
roup. de algodo axal ao.eric.no a ,h,0 eaa
eaaemira ax.l de qaadrioboa a j r.lho. .BeZT
o carreiroa : qaem os pegar lero-oa ao dita
cagaobo qaa aatl baa gr.iica.io.
i,r E,l f"ld8 d,d ll d0 torrente aez leiej-
c5?ro%\T?nPK",d,!,' ROfd0' Pol"iro '-
h.li.*. connecido nesla pr.ca e mus am.
rlij Mpr",ul l" an aaa da idade ka
io a magro, tam cabello,aaraplnboa ra.pada 2a
poaco lempo na cadeia, onde^e.L./^/aa
de e.ta fagleJo, lea. po,. b,rbi af.li. de dVD,2
na frente, roato eoae.rldo a olhoa raeondoa "teaa
sido eacootre disndo a jogaado coa aaia da 30f que lavaa i
qaem o eppreh.ader e levir a casa detesaethai
M Passagtm da Magdalaaa qae ser gccersa*-
mente recompensado.
Anio.io Veleolini ds Silva Birrou
Fazendas baratas
NA
Loja do pavo,
Cambraia organdys a 280 rs.
Vinda-ae cambraia orgaodya de cores com mo-
dernissiaoi psdies a 280 o corado, o cassaa
francezaa mallo final a 240, 280 a 300 ra. o co-
rado : s na loja do pavao, raa da Imperatrix
numero 60.
--------f
Para atar cabello.
Tambem ha chegado linios pentes de tarta-
raga lodo enlrancado com fita de borrachi de
forma que o challo amarrado Oca dentro d am
engradado, inteirimento cousa uova, e de mullo
gosto, assim como com li^o a lizos de linios fei-
lios, que se vende por prego maito raioaTel : s
no vigilinie, rua do Crespo n. 7.
Luvas de pellica.
Tambem chegado aa verdadeiraa luvas de
Jouvin maito frescas tinto para homem como
para senhora; s no vigilante raa do Craapo
Gravatinlias.
^"""1? hegsdo aa lindaa gravatinhaa coa
lindos bolots. qae se vende pelo barato preco de
19 : s no rigilipte, roa do Lreapo d. 7,
Grampos a balao.
Taabsm chegado aa lindas grampas a baleo
coaaa maito linda : s no vigilante, rua do Crai-
po n. 7.
La para bordar.
Tambem ha superior la para bordar qaa se
vende por 69 a libra, aaaim como lia da familia
que aa rende a 19, e em cada eaixinha maito fiaa
pelo baratissimo preco de 73 a eaixinha : s no
vigilante, raa do Cre.po n. 7.
Espelhos
Bordados baratos.
aa gollinhaa de cambraia a da fil ber-
' re., rnmguitoa a 19 o per. maogaitoa
bordada a_
a eolremeioa
o pavo.
Tambem ha grande sortimento do eepeihos re-
dondos de moldara dourados de todos os tama-
itos, com excellente vidro, que se venda pelo
, baratisiiao de 3$, 4g e 58 : s no vigilante, raa
do Crespo o. 7.
Sintos.
Tambara i chegado os muilo desejados sintos
com ricas fivelis de concha e borlote ao lado
cousa muiio chique se vende p con
w r *--------- o ( .--------- .^w u mijo BlIU U C .1 L J
caeabreie a 1S600, a tirea <1 49. aasim como ricas flvelas para sintoa
na rua da Imperatriz n. potrinbaa de lindos gostoa qua o rendo a
e 29; a no vigilante rua do Crespo n 7.
15*00
La para bordar.
Lia muito bos da todas as cores psra bordar, a
~ a libra : na loja da Victoria, na rua do Quei-
mado n. 7.
Liuhas do gaz,
Ciixinhas com 50 novellos de liabas muito 11-
nss do gaz a 900 ria a ciiza, ditos tom 30 no-
Talloa a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brencas apretar: na loja da Victoria,
na raa do Qu'imado n. 73.
Venda de predios.
TJm sobrado de dous sndares a soto, na ro
da Goia n. 40, com 33 palmos de largo e 125 da
fando, com ura pequeo quintal ; ama grande
casa terrea feits a moderna, na rua da Ponte Va-
ina n. 1, muito bem construida e com commo-
dos para grande familia ; urna dita na rua do A-
ragaon. -20, lima e desembara^adae; a trater
na raa Nova, loja n. 18, das 10 horas da manhaa
as 3 da tarde.
Alpakin a 280
Vende-ae eate ora fezenda dalinho a imitacao |
deaadasde quadnnhoa miadinhoa propria para1
vestido de senhora. roapas pera meninos, sendo
tcianda qaa nao desbota, a 280 o corado : na rua !
da Imperetriz n. 60, loja do pavao.
Dos
Telas e arroz.
Vendem-ae rolas de esperaacete a 640 a libra,
srroz da casca am saceos grandes a 2*800 cada
um ; na taberna da travessa do pateo do Paraso
n. Ib, com oilao para a rua da Florentina.
JWi de |ralilea#
cabello.c.raai.soa a raires, .... psr(lo ft J
Sr. Dr. Borgaada Foas.ea, o qaal viajoa com a
aeaeoa.Phor todo osene e sub.rbios dto,
promcH.n.c.sseM.mente Bajando era ... W-
cravo, e tsW.z ip- g, incalqaa a servir do
Mamo : que-, ,ff,r q,j(rf #n, *
legitima n ,, D, r do Holfirju Dc_ "
Igeerio I.eeix de B'ilo Teb.rda.
Faglo na DOlta de aabbido a de ag(io re-
renle, o oaemo mtelo de nome Liberato, nata-
ral da malril da Varzea, idale ennos, m. m
m.no, liara renalr, cheio do eorpo. faifaw
greeser, eem b.rbe. mareaa de eapioha* a*-
xigee no rosto, cebelloa poaco aoo.lladoa e certa-
dos rei.u, falten Ihs toloe os denles da freitt
tella groe.o, a meeea fem ; leroa v.atide roattt
brinec, lando por eim. caroi.a d. beata tit\ la-
te esrravo pert.oce ao mejor Hala, d. Apia-
coe, ero .Mor do qaal fez ranal f.gidai. em aaaa
deltas q. foi looga, eeteve a Nez.rnh ea tafet-
Mlando oe hvre con o nome ce M.rcol fot o asno passado ao Rio de Janeiro d. aaae
cont. manes historias, i caoeiro e tr.balh.caz
l"r'! : q o sp.r.heodar e lavar a ra. Va-
lna n 3o. aer c.narca.m.nle r.rcierianeede.
Ache .elegida a eecreva Luisa, crioela.caan
maia leSOaoooadeidada.aatalaraaaixa.eorpo ra-
gel.r.ror prata,o .Ihos gr.ndee, q.fixo Uno ded":itt': iiein aocoutrer quoira lo a-la cas
de If.oo'l P'aoti.cj D.ert,', pouco antea da po*-
te d. t'.s..gm d llagdalaaa, quo geoerosa-
mem gritiflcti.
f.
- t^aiono lia 16ou crrenla a prata oe a-
me Mame, com 50 aoons de ida^e, t.ia bait.siaj
cab.llos brauaoe, cor lule, paraca idiote, levan
vestido >ie hita e panno da coate com luir::
encanodaa : quera a aprehender eonjaza rfe
Noa n. 7, s|undo andar, qae ser rocom^ea-
sede. "
A' polica e aos capitaes campo p.de-se a capture do a.cr.vo parda de
no Pialo, qaa eade regido ne.ta culada a e.an
suburisioe, tara editara n-pnlar, cheio .lo rnraa
leroa roapa da luto, a chaoeo de fellro prela
qaea ,i pagar leva-o $ rua do Sol n. 21, que ae-
ra r*co pensado
ncao.
Furo no d?i 26 do pasudo, do eoaeoho j.-
gadeiro. da Paaluio Percira de Albiij.raaa a
serav,-i M.noel, cora es .Da seauu-.es : r*.
presenta ler d? 35 a 40 snnoa, alio, hora cor.
urna orelba mel <-< ca barbe, sma eir.'.riz ne mecaa do ro.!.," rj.,.
as OO'cpridaa a descarnadas, pe* gran-iea e seax
coa, c.im alguaa sigoaee de reiho : quem e >-
gere lavar en referido ecg-nho. ou I caa i
Koeh, Hua 4 Gaimaraee, na rua da Cadete, aw
Kec.ie, ser bem graticaJo.
18o5, a beieicio dos re igiosos franciscanos de Olinda, para reparos do seu con-
vento, extrahida em 20 de agosto de 1862. l
Chapeos de feltro a
Vndese na loja de fazendss da rua da Madr
de Dos n. 16. defronte da alfandega.
Ceblas.
Rua do Amorim n. 43.
Veode-se o ceuto palo barato prer^o de 1J00O.
Na rua da Imperatriz nu-
mero 20.
Vende se o seguate.
Bramante com 10 pilmoa do largura a 1500,
riscadiohos escaros de cor fiza a 160 rs., cassas
de cores a 280 e 320 rs., oleados psra cobrir
masas a tS, indianas maito hnas a lg, chitas a
160. 200. a0, 290 e 310 r*., cambraiaa da aal-
Eicos da cores a brancas a 400 rs., cobertores
rancos e escuro* a 13100, 15500 e 2$, pannos
finos pretos e de cors a 2f. 2*400 o 9, cana-
braiaj pira cortinados a 3$ a peca, ditas lisas a
2$. 35, 4S e 55, tapetes muito fios a 6# e 7$,
chapeos de seda e de castor muito Qnos edo ul-
timo gosto de Paria a 85 e 9$, ditoa de feltro fi-
no cods alta a 55. esemiraspara forro de carros
a I56OO,cortes de dita muito fina para caigas a
45, pec.s de eotremtios a 1$, a fia.lmente ma-
dapoles, algodoes, brins, bretanhaa e outraa
muilaa fazendae que o dono do estabelecimento
est resolrido a vender muito bsralo am de
apurar dioheiro, daodo-se as competentes amos-
trae com penhor.
Boa compra.
Vende se o excellente angenbo S. Joaqoim,
lito na fregnezia di Varzea, urna legoa por bom
camioho, moente a correte d'agua por doua
acades, terrenos e metas sem iguees, pode sa-
frejar at 2,000 pes. Troca-se tambem por pre-
dioe o meemo engeoho, porm s nesla praca ;
qaem ae quizer enriquecer em pouco lempo, di-
rija-se a negocia-lo na rua da Pnia n. 53, ter-
ceiro andar.
NS. PBEilS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREM.
2
7
10
11
17
18
20
23
31
32
38
48
54
56
57
63
68
72-
73
76
79
90
91
93
94
99
103
8
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17
18
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28
29
31
42
49
53
54
55
59
61
64
66
63
70
71
73
74
55
105
5S
205
55
176
79
82
89
96
97
98
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10
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25
31
36
37
38
40
48
49
50
55
56
63
C
66
68
71
74
75
77
79
82
83
84
98
305
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26
35
40
55
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5
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100

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42
49
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66
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75
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14
16
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55
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__ 47
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39
41
42
44
46
59
67
73
79
81
82
91
6C0 5:00f
5g
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. FREMS.iNS. PREMS NS. PREiJS.
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5
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9
10
12
13
19
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30
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34
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36
37
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40
45
46
50
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57
59
60
61
66
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94
96
98
99
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3
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33
35
37
38
39
51
58
59
09
O escrivlo, Severano Jos de Moura.
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68
71
75
77
80
84
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87
95
98
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57
59
61
66
69
78
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95
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5
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57
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1100
1
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4
5
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39
43
45
51
59
67
71
73
79
80
89
90
94
96
99
1205
6
9
10
11
14
5$
40$
59
10
5
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5
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51
55
6
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98
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46
50
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69
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96
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5
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30
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8
DlAaiO DE flRNAMBDCO
QUISTA FE1RA ti Dt AGOSTO DE U6i
_:________acS.v __________> ,, .
_
Litteratura
/
Antonio Goncalvcs Dias.
Tua eitrelli meollo. E do tidario
Da tua vida a pagioa primeira
Na tumba te rasgou 1....
Alvares de Az$vtdo.
Mala un gaoio balxou a lousa (tia 1
Be poela urna c'ra desfolhads
Pelo sopro da morte 1
Mili ama rosa aa occeltou nos goivoa I
ai meteoro correa slm no espsgo I
Na hamanidade ara corte!
0 poeta morreu 1 De luto, 6 patria,
Tt cobre; que em teu peito o daro fado
O aea puDbal cravou I
He lando do sepulchro, abysmo horrendo,
lelrella do teu regio diadema
U i pouco se occuliou I
Re lago de crytal jamis o cysoe
Seue cantos naaviosos, lernos, docee,
Alegre anloari ;
Rasa o bravo lepy qeem seus costamil ,
Castor na lyra soDarosa venha
Nunca mais achara 1
Sai miiso na Ierra foi bem nubre I
A patria o quem amava elle cantou,
A sombra das mangenos ;
1 ao livro do lempo o nomo ingenia
aVt Brasil escreveu, cantando lerno.
Saos bellas palmeiras.
a aas lyra ai cordas eram d'oaro ;
Seas cantos inspirados pelo Eterno,
Dotes, harmoniosos;
Ira aro anjo vagando aqui na trra,
mando no marbello poema, .
No mando aojos formlos.
lias cordas qaebrada pela morte,
Sis boje mergulbadas no Ocano 1
Qae trala condigio 1
Harrea no meio do bramirdas vagas I
axu seus restos mortses a patria guarda I
A' elle urna orocao....
Ajalhae-vo9 trovadoras todos I
ks usos rguei aoCreador do mando ;
Sim ; orae por saa alma ; _
#se embora l nos cus agora estejs,
tt'f orna saudade ao mestre caro,
Da glorias ama palma.
Mu oh 1 to tristes nao choremos, nao,
Se perdomos na trra o gaoio materno
Do bardo harmunioio ;
tahamos l no cea mais um amigo,
Mlii ani aojo tutelar para o Brasil;
Um nome glorioso.
Ftr lmalo o que tsve?O Ocano,
Saa vidi o que foiT Mar de tristeza,
Rara vez bonincoso I
%' aempre do poeta a vida triste;
Mil no fando ha am que sablime a bello,
Um que mysteriaso.
Aa nome da poeta aqui sa curvam
kt grandazas doi nobres,vas grtadezis,
E toda a creagio I
k fe';ot que Ihi ciDge n fronte altiva,
S" maii nobre, maii rica de fulgores
Qae a de am Napoleao.
Mal um anjo posifio nesl'hora o cul
Ga'ai azas da poesia elle subir
Ao thronn do Senhor ;
>t tuai mos celestes recebera
aja c'ra lmoiorts!, de loaros santof,
D myalico esplendor. .
Aristides Augusto Milln.
0 poda c a gloria.
A GOHfALVES DIAS.
Conilinta patria e amores
Do mando inleiro os primoree,
O' posta peregrino,
Dos poetas coripheu I
Complcloa-se teu destino,
O teu maisformoso hymno
Fosla entoar i no cea.
No mar, bem longe da plaga
A que aaudoso fegias,
Inire fundas sgonis,
A doce laz de leus dias.
Da morte ao aopro se apaga,
Aquello infinito imperio,
Em tea tremendo uiysterio,
Servia-te de cemiteno.
Da sepulturaurna vaga.
Nao ha jamis divisa-la ;
Na azul extenso eqaorea
Craz, nem cypreite a assigoa-la
E nem lapide marmrea :
#ue importa?Basta-ta a gloria.
#ut gloria Fo9te poeta,
Poste o louco que interpreta,
Da lyra aos meigos tangeres,
Ao qaeimar da inspirado,
A dogura des prazeres,
As lagrimas da tristeza.
As vozes da natureza.
O sonhos do corago.
Oh que gloria ITu roubaite
ki estrellas os rcus lumes ;
As flores os seus perfamaa
Os mais embriagadores ;
Ao arco iris lomaste
Ai su as mais lindas corea;
Do ocano copiaste
Altivez e magestade ;
As iras dalempeslade,
E da bonsnga os encantos :
Tado iito amalgamailo,
Maltaivezes com teus prados,
E de ludo Isto formaste
A essencia de leus cantos.
leus cintos, d'alma entornados,
Sao doces como os gabadoa
Favos de uossas colmis;
Sao temos como os trinados
(Jue, fura du mole ninho,
Ta, sabia, l gorgeiaa
A' sombra do coqueiral;
Sao paros como o arminho,
FOU1ETI1I
tor
Qoe foge do lodacal ;
Sao bellos e scintlllsntea
Assim como os diamantes
De tima cora real.
Ama-os a virgem padics,
Qae nelles scismaodo Oca,
Qnsado os revolv na mente ;
E que, nelles enlevada,
Os repele apaixonada,
Ao sen piano eloqeente.
Canta-09 o pobre operario,
Livre do fri desgoslo,
Sa o trabalbo no regaco
Langa-lhe o pao necesssrio *
Tal os versos de Ariosto
Canta o vivo gondoleiro,
Ou aa estancias do Tasso
Napolitano barqueiro.
A tua lyra revela
Uuita cousa santa e bella
A quem fando sent e penia '.
A luz nascendo da estrella,
Dj amor nascendo a ventura ;
Da fea esperanza para, ,
Da virtude e recompensa.
Em leus cantos tudo falla,
Tudo que excita um traoaportc ;
Elles sao como qaa a escala
Dos varios soos qae alma exhila
Desde o bergo at a morte.
Tua masa, bella e joven,
Parice supposta fadi,
Em nuvens deouro embalada
Ou nos aromas qae cbovem
As flores, da madrugada.
Dolas aisaz namorada.
Penetra nis nossas mallas.
Que lhe seo tempre gralai,
Pois ahi sea ihrone erguea,
Sorri-se sociedsde ;
Se prosterna ante a beldada,
Ou cheia de piedade.
Gentil se remonta ao cea.
Mas teus labios j nao doura
A inspirada linguagam :
Feito Foi transitoria
Na trra tea passagem ;
Entretanto, duradoara
lia de ser tua memoris ;
Foste poela :que gloria I
Francklin Doria.
______Yarieades______
As doas irmas rivaei.
(costo ousuesse)
A' Manoel Venancio Alvts da Fonseca.
Ii
A partida.
Emquanto Mathilde artiuciosameste forjiva a
mais negra calumnia contra os dias paeifleos de
aua irroa, a pobre deozella, rodeada de ryete-
nos que nao lhe era dado deeifrar, ae preparava
pira partir para o sitioMoreiraqae aea pae
lhe ordenara qae o Ozesse, afim de abi pastar s
fesla todoa reunidos, e gozarem do bello saber de
cus frecioi da amenidade de saa loetlidsde.
Roialinda se arga da repentina partida de
seu pae, sem attribuir os effoitoi de saa irmSa,
quera escrever avisando ao dautor Laiz, mas as
eicravos estavam vedados de lhe fallar e parti-
ram logo.
Mcu Deus I dizia ella comsigo muito afili-
is. A que doro eu todss eisas asperixas a frieta
que desde slgum tempo meu pao me tem trata-
do ? Porventura ter porque amo am hamem
digno de mim, de minha condigio ? Ser crima
lambem amar? Se a iiso a quem devo o man
iofortanio, poderei dizer que meu pae nada tem
de que envergonhar-ie, nem de que aecuisr-
me.
Mal para qae minha irmia foge de mim ?
nem me fall. Ser tambem porque o mea con-
tacto a incommode? Nao I Ells est tramando
mil intrigas contra o meu pobre Luiz I Como
bem me lembra aquella noate de iniemnia em
qae minha irm* cooversava em sigredo com
Bernab ? Que mystorio 1Para qae ella vea
ver se a porta de meu qaarto estara fechada ?
Para que a um tempo exclamiise eoriive-
aida :
Ah I maldita, fecbste-te por dentro ? Mal
aabes t que eiloa (rameo diqaella injuria, e
inda vou frair a mais cabal vinganga...
Frae.frue, lha respond eu com voz muda-
da e rouca ; Deas est velaado por ella no teu,
e o que ides fazer elle nanea perdoar-la-hi.
E Mathilde ao som de minhas palavrai fugia
atlerrada e esbaforida, o que nunc esperei.
Teoho mil certeza psra sappor qae nao de-
balde os meas queixamei, e qae mui breve flea-
rei sem o meu Luiz. Este criase o cea bradir
por certo, um crme delevel para os oatros,
nao para mim qae tudo sei__ fiaarei despojada
de tudo no mundo.... s... carpindo por aqaelle
qae til vez essa hers... j esteja victima.... qua
nao verei mais...
E ama peer neste peossmenlo alirada de fra
lhe vea dlstrahir e interromper por am bilhele
qae na mesma daparou.
Em qae pensas tanto minha Rosalinda ? otea
seiimsr lo prolongado multo me contrista Vite
de longe, e a taa poaico realmente me sensibi-
lisou. Dize o qae sanies, repsrtas comigo ss laas
penas, nao fiques muda voz de quem te ama.
Soube que eatavas para partir, por uso aprettei-
mea aterevar-tt pira saber quando parliai, e o
lagar para onde vas. Dir-me hu se qaeres que
te acompanhe.
c Laiz. >
Rosalinda, mais alegre com a pretenga e com
a prora do sollicitude de seu amante, reapon-
deu :
a Em ti pensave, Laiz, eis as minhas penas e
pensamento anico. Velav por ti, porqaa vada-
ram-me ludo. Se l me au oscrevesses agora,
partira para o Moruira sem o saberes, e este
pessr matar-me-hii. Amanha tarde le-
gue-me.
a. Rosalinda.
Chegada misa, ao som da sineta qae cha-
mava para a ceia, Mathilde encetoQ esta convor-
aaeio.
Dou-te mil parabens, minha irma, disse
ella com ir de mofa ; como vae o Dr. Luiz de
Maicarenhas desale? II lempos que o nao
355
Tejo ; e como neste momento recebaste novas
recentes, melhor do qae ntnguem me poderi
dizer como elle psssa 1
A que vem minha irma, avivar um caso
que passou ? tartamudeou Rosalinda perplexa
admirada.
E' que tudo vi.. bello expediente por mi-
nh'alnn, accreicentou tila a rir com lauta hila
ridade, qve excilou a alteoQo de seu pae. Um
doutor a brincar com pedrt como esse bregeiro
de Franco que escala maros ao capricho de sua
quitandeira I E' maravilhoso 1 E' pena, repito,
que nao lenha oblido ao menos a copia, para
convencer a meu pae dessa to til descobarta...
Eem remate, atathou o capilo, que sua l-
gica de velho nao poda deslecer o fio que se lhe
annivelava por parbola ? O que queras dizer
de tado isto ?
Desla vez Rosalinda implorou piedade sai
irma ; mas no olbar dests s reluzia o Irium-
pho.
S lhe falta chorar para commover-me 1
pronuociou Mathilde lilimente para que leu pae
oaviise.
O capitao, observando o estado humilhants
de Koialiuda, nao tole tolerar.
lioialinda I parece-me que etla conversa
em eneocia toda pueril, te causa algum coos-
trangimeoto, algam pezar qae nao podes occul-
tar ? iv.^n-ie, Mathilde, que me esclareces aisa
embrulhada de podras, inrencoas que muito me
esto agradaado.
O invento, contiauou Mathilde com urna
grai;i desvsolajosameoie delambida ; foi para
a minha irmaa Rosalinda. inventor deste por-
tentoso phenomsno aereo de nosso jardim, um
clebre douior da carta anonyma, lo hbil,
quanio anligo prossdor dos saloea de D. Lamen-
ca. Easa pedra tem, como o imn, a fsculdade
da allrahir, tem a superior vantagem de trazar
bilhetes, que tirados pela janella, adevinham o
seg'edos qae...
Rosalinda nao pode resistir tanta impiedide,
desstou a chorar como ama crienca, e apenas
arlicalando assas palavras.
Meu pae 1 minha irma mata-roe duas ve-
ces. E' lio m e invejosa, qae chega vilania....
dasmaiou.
Mathilde, diz-lhe o capilo dospeitado por
este accidento ; nao me falles mais nunca da bis-
ria de tua irma I Tratae a com amor e respe-
to, mas nao a maltratis a esle ponto.
Fulmioada pela justa admoailacao de leu pae,
Mathilde chaquoa-sa, e por sua vez retirndo-
se :breve vingar-me-hei deiti injuria ; disse
apoBlaado para a desdilosa que se eslava trans-
portando pan sea leito.
A' tarde do da immediato esta precedente
scena, ama carruagem palaa quatro a meia horas
segua o camiobo recto e comprido do saudavei e
ameno Cacbang. Era Malbiide, Rosalinda e stu
pae.
m poaca diatancia se avistava am corsel
bramo ; era o Dr. Luiz que o cavalgiva.
Olhaoeo-a, o doalor estremeca e dizis com-
aigo : parece-me, se me nao eogtno, 1er em mi-
nbi Rosalinda pensamentes funestos que a io-
commodam ? O sea bello semblante, se anuvia a
todo o inatante. L abaixou ella a cabera como
deiftlletiia 1 Roialinda tem algum mysterio que
rae occalia. .. e iaso se ve pelas continuas perti-
nacias da saa irma.... pobre douzella I al me
roubaram o prazer de ve-la em sua casa.....
agora que vamoa talvez ter algum poaco de li-
berdade... porm lo incerta... lo davidosa que
me faz desanimar. Na primeira occasio que
fiilarmoi, saborei .a causa que a mortifica....
Pari tormo s minha reflexes sem princi-
pio ........................
As liobas vsgas dos casebres aqui e all fron-
teiras margem da estrada sesumiam ns obscu-
ridsda da noate, e o dautor, aentindo a necessi-
dado de nao perder-se nesses atalhos que per-
coma cheio do alagadizos, temou o melhor par-
tido de ae iaformar para ser bem guiado, e ra-
conhecendo que eslava perto de urna vireoda
que se ergua de cima de am moni, para l ae
diriga, e onde se inslslloa efectivamente.
IV
A sorppeza da caseata.
Um dia depois de sua enejada D i.o elle fazer
ama excarso oa lalvez melhor espreitando um
escondrijo para as suas idas e voltas, descobria
Qnil margem do Capibaribe ama jangada qae
o transporlou logo para am sitio alm, qae era o
de Rosalinda. f
Nene nletvallo Iracou ai linhas segaires :
o; Qaerida Rosalinda.Neste momeo! volto
de taa sitio e segando as buscas qae ''.O fiz,
lisongeia-me do qaa nao sao frastradas.
a O lagar e o aspecto o maie pitoresfco quo
lanho visto. No mesmo depart com urA bella
e poetici cscala que muita me encanto*, e que
achei inconlestivelmente maravilhosa; oigaa fa-
vorita de lea recreio. '
< As aguas cryiallinas circulando o famoso
boccal dePeoedova deipejar-se na enioada
pedroaa do impassivel Capibaribe. Abi Rosalin-
da passas realmente ama vida placida e folgida I
Oxal qae t comigo repartinei esses prazeres
de campo ? Eiqaecaria feliz os amores de minhi
vida actual.
Poram isa ti" apraz chegar ao lugar cima
descripto, para em urna reunio mutua reepi-
rermos este arpero que me faz reviver a feliti-
dade, voltarei agradecido as alegras de maua
annos.
a Nao o exijo se fr de lea desagrado, nem
qaererei nunca que me condtmnes: E'slirre.
a Ds Luiz M.d
A enviada lhe trouxe esta resposla :
K Como vives junto a mim, Luiz, isso mais
qae sufficiente para sanar ai applicacCl de meu
espirito. Escolbeile o lagar de minha predilec-
to a como pedas que eu ali v, nada posso re-
cesar-te.
a Amanha irei, tenho qae vencer maitos
obslscslos, lodos espism os meas passos, mas
qae importa I Amando-te, nada me far arre-
pender
c Sempre tua Rosalinda.
Curiosa Maltbilde, por saber o qae tanto ale-
grava a Rosalinda, apanhando-a a plantar flores
introduza-se de manainho no seu qaarto e foi
direilo a secretaria. Remecbeu todos os pipen
que encoolrou e n'am d'ellei acbou a carta do
doalor mandida n'aqeeile momento.
Ah dezia, lendo. Convida alia para urna
entrevista na cacala I Minha irma camiaha
n'um prograiso espantoso. Bom 1 Elle est por
aqut bem perto. nao o devo espiritar.
. Eitimai mais appotsir-me deita carta. .
do que do ouro do mando inteiro. Jioccorrea-
me nmaideia lamiooii. .Irei todoi os diis.. .
boje mesmo poiltr-me por delra de aigama ar-
vore que l lenha e qaaudo elles esliverem uni-
dos. sorprehender-los-hei com a minha pre-
sencia 1 Oh 1 qaa bella sorpreza ?
E conteotissima poz oulra vez ludo uo mes-
mo lugir, representando o qaadro da imagina-
ci o pacto da vioganga, que o infernal cierne
aju iava a robustecer ni tela meiquiGha dos sen -
tidos.
Forte genio 1 ? ?
Amanheceu finalmente odia. Mathjlde contra
todas as regras do cosame foi a primeira a er-
guer-se e a veslir-se promptamente. As dez
horas smbas reaoidis psra o almo;o,Mathildeaf-
ectaosameole convidoa Rosalinda para urna ve-
sita a cavallo pelos arrebaldes de S. Lourenco,
mas esta pretextou um motivo, como j espera-
va, am iacommodo aue a vedava de sabir.
Eoio ardil Mathilde finga mandar sellar
am cavallo na estribara, foi pela porta cntaro-
lando de prazer e sahiu.
Rozalinda aproveitando em repentina partida
de sua irmi, tem prever n'ams innocencia vir-
ginal a tempestado que prestes is desabar sobra
s<, tambem sabe e ao virar de urna grande mouta
avista o dootor Luiz que j se diriga para ella.
Trocam-se olhsres, porm Rosalinda treme de
pudor em presenc de sea amante, aente-se in-
timidada, mas elle empregou tantos carinos
para desvanecer aquella prevenco, qae aeas re-
cetas com tanto amor e toDianca se diniparam
logo, como os ltimos vspores da maoha.
Rosalinda 1 disse elle eondaiiodo ella para
ama pedra inda hmida de orvalho. Eis a cs-
cate que te fallei com tanto calor?
E' verdad-i, Luiz, respondeu ella qaerendo
confirmar este elogio. Olhs I Como amena e
saudosi viraco qae bafeja teimosi para deiu-
air aquellatduas folhiohas? Vs!
E tasas sguaaqaeiem cenar eicoam em mar-
mario qae mais se parecem com mi qaeixt 1
Ah meu Luiz? Esquertaos-nos por alguna
momentos essas prists que nos ligam a trra
para n'um s elevar noaso penssmento at
Deas .sdmirarmos e submtliermos asais
obras diviaas .... curvamoi-nos aos seus de-
cretos ....
E elle enlevado com as palavras que escapa-
vareida bocea da tocante virgen), seas ps mu-
do esculava sabmisso.
Rosalinda I disportou elle em flm de x-
tasis em que suis face!.ladea por algum tempo
parahaadas ficiram entorpecidas, Fizei-te-me
esquecer todas as ideiasdeste mundo real? .
Jalgava nao perteocer-lhs mais ? ... Dir-se-hia
que tu respiriva o saaves perfumes qae res-
piram os aojos. ... l ns regi&o atherea ? .
Nesta maoso pereone de felicidade......
Mas ah I minha Rosalinda, era eu l ? Qeem
me dera I que a minha sepaltara sem inscrip-
co fosse aqai ? s lensbrada de ti.. n'ease
lagar onde sancliQcamos nona primeira unino ?
Oxal qae eu tambem morrease tea lado
qut ai uas mos me acariciis campa
me cerrasso as palpebras.............
W
ae vlatfj desechados rio teu lindo semblante que
lhe dava ama appareneiasablimee religioss.
A psllidez t.ua te havia avtssslido dr reflec-
tis como dor eocinto em seu eolio alabastrino e
assamelhava-se esns lividas eststaaa do soffri-
ment.
Sempre pensativa multas vezes alim sorpren-
der muda a iciimar. Una vez quando andava
paneiar, foi ter dislrahida sem o querer ao lugar
aprazado da easiata.
Aquellas lembraoc.as passadas, saudotas, dori-
dn lha vieram trizer a recomraendaijo 4 exis-
tencia de ceu amante lili, tumultuosamente abtl-
roavam mentada pobre donzella, qua toda con-
valsa se arrastava pelo chao beijaodo os patsos
do mancebo alla impreisos na areia.
Luiz I dizia ella banhada em praoto. Meu
dasditoso Luiz I Vinde receber minha alma ?
Sinto-mesem torgas psra sobreviver-te ? Ah
raes Deus I Tolas as angustias .. todas as allli-
coei pesam sobre a minha alma. Desde o ber-
reo... desde qae minha me deaceu ao tmulo. .
morreram para mim as esperances de um viver
feliz e socegaoo... deram-me porte a palma do
martyrio ? A todos os momentos vivo sobresal-
tada ... parece-me que tudo aonuncia urna pr-
xima desgraja ... pressinto o horisonte de minha
vida mal triste efantsto? Se me privaren, de
Lulx ... o qae ser de mim ? morrerei victima do
ama morte cruel ... nfngaem me enviar conso-
lo ... e nuoca mais o toroarei ver com vida ...,
E a donzella esttica com o peosamonto es-
quecido no throno do Senhor foi-se alongando
todo insensivelmente, foi perdn lo todo o equi-
librio e quando julgav pisar em solo firme, j
era tarde.
m otilar de is exprim val docara, qte i dr da
morte derassando traoafliara em aintstra melan-
colii.
Era o Dr. Laiz de Mncirenhii.
Ao poente da S junto a am tamalo ajoalhada
Rosalinda todoa os diaa la all orar.
Grata imagem inceaaante de piedade, martrr
esquecida doostrider do mando symboli'ssva ze-
losi lobre a lapide que eneerrivi ai reliquias da-
qaelle que fora aeu amor immeoso, nico sobre
trra, am tributo perenne regado da copiosas
lagrimas que crtica do profano nao sabe definir
VI
Ultimo laeriAcio de generosidaie.
Desde ene funesto icontecimento qae alada
hoje se eovolve n'um mysterio ignorado de to-
dos, Mathilde nao vivea mais com a sua irma,
Tor qae Rosalinda em sea desespero sem limites
declarara ao pae tudo qae vira, oavira e soubera
deste (acto monitruoio, dando todas as provas ne-
cessaras e varidicaa quejenegreciam to horren-
da cxpiaQo.
Milhlde. viveodo s, enlregoa-se a todas aa
series da divertim;olo e prazeres do luxo e da
fosla que lhe preceder no nascimento. Rosa-
liada essa nobre e caita donzilla nunca msisgo-
sou tocego, i vida psrs ella era um objecto en-
commodo, passava a vida fechada no seu quarto
lastimando fatalidade de seu destino.
Passadosporem cinco annos Rosalinda recebe*
a Carta abaixo.
c Minha boa irma.
< Sei que esta minha carta lavar-te-ha do sor-
presa em sorpresa. Porem ha memootos de ter-
riveis aogoslias qoa nos cercim na hora do pas-
samento, que nao podamos delxar de descobrir o
O baque de um corpo sooa n'agua semelhsnte ?eu do piando, ler najuillo que tem existido,
so estrondo de urna pedrt. traier amnitn o drama de nonas vidas e ps-
A corrente ento se desliaava vagorosa pelsi i tontear o remoria mordaz e pangante que nos di-
hsras, porm logo que ofsrdo que a seguis trapa-. lacera e remorde a conisiencia.
vioa-se pira a foz de Moribara, onde em caixas!
as aguas ferviam remoinhanlo, transbordoj e foi
desembocar com elle em cima de urna larga podra
qae tomava quasi toda a oxteoso do pequeo
rio.
E do occaso o sol incendiando
sombro das arvores, dourou o
Asiim me acho eu, minha irma, preste a
esvair-me d'este involucro corrupto, tenl.a pst-
sado bem amargos momentoi. Nao coro de ver-
gonha por darte conheter os psnsamenlos mais
aeas raios pelo ntimos do amago de meu eoracio. Nao retro-
milagroso leito, cedo no meu iciimar mortal, o qai me Impela
a escrever-le.
a Morro mil vezes, rainha pobre irma, ao lew
brar-me do tempo d'oulr'ora, isto de nossa re-
cente juventude ; donde dimanoa todcs os teus
maln, todas as luis desgranas, tado isto devilo
i inveja qae me empeconhoa a alma.
Tudo reconheco j mui tardo, j nOs moas
Pira | ultimoi dias, nos drradeiroa piroxiimos.
a Calcando a laa inoocencln tem aulp, fortes
minhi rival, sendo minha inimig capital fosees a
victima de meu infernal ciume.
E' horrivel I
Oh I minha irma, mioha deiditose irma,
nao ajuizas o qaanto teoho'aoffrido ? Hoje re-
generada pelo padecer, razas aiclareaida e
mora pan ai piixoei me aponta sombra
daqaella nouie, ooute da doas crimes a am tempo
qae os tormentos do inferno nanea a fizeram mais
despegar-me dos olhoa.
E os doas amantes eitreitados am no outro
derramsvam abundantes lagrimas, que iam ca-
bir urna por ama, como peroles reluzindo em
noute da ttmpsstoso invern, nos aeixos cnca-
vos e polidas da cscala.
Luiz 1 bslbuciouRosilinda, qeebrandocom
dextra umi trinca se seus cabellos loaros.
Luiz I E' teu esset eofeilet pueris que te otfere-
co. goza-os soiei que te percam no tmulo...
Ah meu Deus I Velse sobre ni chamsodo-noi
para si I A tepirago ntile muada pira mim
mora ....
Eqaaodo cheios de amor iam anir os labios,
qaanJo as portas do paraso das delitis em do-
ees doavaneios te im abrir para elles, apirtam-
se os ranos do ingazeiro e surge o aspecto furi-
bundo de Mathilde qte se eocamiahindo psra
elles, gtla-os de sssombro,
Nanea pensaran) que hsvism deserpilba-
dos I disse ella n'um iccesso de loaca. Abi Ah I
Ah I .. Minha irma que te dizis padici a in-
genni dm eolloquio amoroso ? Bom.Que sor-
preza eslava reservada para mim ? E esae
clebre doulir quo se inlitutiva de honesto des-
oqaietando tiln da casa de seu pie E'
terrivel ?
E elle torosndo a si depssmo que involunta-
riamente o accommei>tcra, com imptrlubavel sc-
ranidada qaa nao o desmenta, respondeu.
TerrivelComo? minha lenhora. fri-
co nao pJt atemoriiar e forte. Desculpo-lhe este
ultrige qae a teahora natrindo cegamente con-
tra um homem qaa se desvia ileso, cede mais a
inexperieotia da edade, do qae ao loaco impul-
so de urna almi qae nao dobra a infeila pnxo
da raiva.
E retiroa-ie dtixsnlo Mathilde petrificada,
impreiiiooada pela coherencia desla resignada
ehnegago.
V
A tentativa de homicidio.
A geaioss Mathilde desde o momento em a.ae
o doalor Laiz lhe dirigir aquellas palavras iuof-
fensivas, nanea mais dormiu em seu ioteolo.
Daquella braadara tontluiu que ludo era eicar-
neo, alfronta e desprezo acoaertadoi na calma re-
quintada qae lbe mostrara.
Cadi dia iprassava mais os spelrachos desla
pauao luctuosa que dovia existir pira sempre no
coraco de arabas.
Mathilde desejoa mil vezes contar o occorrido
a seu pae, porm tema rutilo qae se viesse a
dessobrir o quo ella conservava no maia absoluto
legrado e depoii concorrer pan a unio dea dous
amantes, sabidos por lodosos lidos o qae querii
igillar.
Nao convertirn) mais. Mathilde accasavs em
silencio a resistencia e arrefecimentos de saa ir-
ma, notando com grande prazer seu, oabalimen-
to elriateza que lha acabranhsvsm.
Rozalinda receiava encontrar-se com ella, fa-
gindo de seus olhares e sardnicos sorrisos. Tre-
ma de terror em sa presenta e desdo ahi nin-
gaem a va mais sorrir.
Os inris e os estragos da melancola aensivel
que salvando o corpo fro da'donzella, p-osuravs
influir o sentimento e a rtalidade n'alma fugi-
tiva.
Nesta frm som movimento Rosalinda conser-
vou-se por uro esparto mui longo de lempo, at
i,ie a noite allim annanciou a sua existencia.
Onde estou eu ? mermurou ella olhsodo pi-
ra o iedor. Ah I precioitei-me no rio ?
qae nao morri eu logo ? Nao sol eris msis ...
nao seria testemunha oceular do que aioda vou
soffrar.
Um mez havis decorrilo sem novidade o Ro-
salinda de volts dosillo, recostada no parapeilo
de urna janella reconhecera anciosa alravi da9
espesan arvores um vulto de lum.in qae lhe
mostrava urna pedra.
Era o doutor Luiz deManarenhss.
Escrevia elle.
Rozlinda.
; Busquei este meio por echar ussii conve-
niente e aegaro, Por intervengo da pedn po- Mea pae fenece de desgoilo e eob-3e rr.a
deremos corresponder mui nem e o melhor von- "nh preienga. qeem me faz vibrir o accor-
lade, eitiremos mili em relicao intima am com : u,iS t meu coracao attribelado.
o outro.
Rozalinda I a tua ausencia morlifleava-mt,
tiravi-me todo o amor a vida? O teu cabello
o meu nico allivio.
Dasle aquella scena da c!Cl, que tua ir-
ma me provocou, at hoje nao teoho gozado
saule. Vivo era continuas vigilias e o desgoato
sobretudo'de te nao poder ver anda maie vem
augmentar meus males, sinto-me ioleiramenie
dbil.
Ah 1 minha Rosalinda? se nao esliveres a
meu lado para animar-me, para affaatar-me dos
te esminho escabroso, deixarti de existir mui bre-
ve, durarei mui poaco.
a A vida para snira 15o panota, aperar
cercado de todos os earinhos que me
de
. tributim
meus paos, apezir da grandeza que me derramara emplo, siendo dt ami uniao tao dt
as maos ebeias,que nao obstarei so sscriticie. '
e te nao fos-
o Em boa hora me occorrea o arreptndimcato
e como a eompaixSo ae devisa em leu pei'.o do
christi nao recoei no mea intento.
Vou reaoir-me a nossa boa me.... que 13 me
espera.... confiada porem que o tea perdo r
levar-me-ha ao parazo onde ella est.
No meu ultimo sopro de vida tambem nao
me amaldiyet. Do joelhoi toda humilhsda a'
i leus ps, sem pejo te pteo perdo perdo
i dos males qae te fui aaasa e nao morrerei, eu
I t'o jaro, nao fechsrei os olhos a luz do mundo
| sem primeiro ouvir dos leas labios ana uniau pa-
lavra, que falla para lalvar-ma '.
a Deas que bom recompensar-te-ba deste
tea ultimo sacriGeio de generosidade.
Estou bem|certi ajee niogaem imitar.' noiso
al de
Ento allivia-me a tua preienc
se a digaidade de minha honra nao dasligar-me-
hia mais do limiar de tua habitsco, sono para
unimir-me a ti em nos perennes do amsenlo,
o Perlos-me le le ouio fazer ena declararlo,
nao tjnho mais energa para latir, nem para aba-
far a minha dr craenta.
c De tea Luiz.
Rosalinda ao ler o opasculo qaeixoso de seu
amantase confunda em doces ligrima!, porque,
dizia ellasoff'ia as mesmss penas que ella
padeca, com a dtlVarenQa que uo as ravelave.
Approximou-se Urde u o dutor Luiz ao so-
pro da rajada do sul abriu as velinhas deseo ba-
tel e tomoa por comprazer os atalhos dos bellos
islhmos da Olioda.
Aps elle caminbava a mo certtira do des-
tino.
A o vollar proa para encilhir em Ierra oavia
perto de si o ruido de alguem qae nsdava. Nao
presloa attengo alguraa a segua a nevera som-
bra de seus peossmentos.
De repente senliu pachar o braoo com torea e
um negro com umaagilidade extraordiesrii sslti
para dentro do batel a apodera-re dos bateles.
Concentrado de sdminco o doutor iodigoa a
caasa de semelhaate ipparico e foi enio quan-
do o negro tem a menor ceremonia deapida de
lodo respeito reveitido de am carcter audaz,
langa -se sobre elle,julgs-o sua preza,agirra-e
pelo peicoco, sactdiu-o com solivancos, quer
derreia-lo por trra e d'hi sasciti-se ana lula
encarnijada, vilenla, horrivel de ser vista.
Dopois de muito tempo appsreceu na superficie
d'agua a forma de um corpo humano que ae de-
bata com urna ancia desesperada, depois sumiu-
se e nunca mais tornou a reappsrecer.
E o mar na voragem de seu abysmo envolvea
e receboa em aea sno mais ama victima, sepel-
io mais um enme.
Veio amanha e a'luminoe o aspecto d'tsts
memoravel catattrophe. Pela praia apinhados
corriam os pescadores recolhendo um cadver com
as vestes todas despedazadas quo jazia estendido
no fundo de um batel, susteodo com ama mo
nos labios trauma da aos esbeltos loaros que
pareciam ter sido mulher e na outra braodia am
punhal que todo coalhado de sangue mostrava ter
sido mergtlhado at aos copos.
CoDiervava este rosto ainda mogo e formoso,
a Pego-te tambem quo me recoamendes ums
l vez em tuas pis orages, depois nao me cho-
res, nem visites o meu lmalo, mas sim procara
risesr de tua mimoria existencia de ama irma
indigna de ti e de tea nome.
Mathilde Daraty.
Rosalinda, qasndo apenas vioba riiando a
rosea cor da aerora, sihia e foi direito a S (al-
iar com o sea confessor.
Moitrou a tarta e o reipeitavel ancio deu to-
doi o confortos e eenielhoa ao alcance da re -
ligio.
Minht filha conelaiu ellt.a verdadeira con-
ga di religio eosim-nos que davemos perdoar una
aos oatros, quando este oa aquello se mostrs con-
Irittamente arrependido. Eobrareis urna acgo mui
ratrilorii a Deas, Nosso Senhor, se assim o Cuer-
das.
Ainda que tenhaes soffrida muito, todava a
candara de vosso corago coocorrer muito para
es juteer o mal com o irreaendlmento vindo a
boa hora, ser tido como ama silvagSo para a
arrapendida.
Ai portas do psrsizo abrlr-se-ho para ella,
sabir ao throno de Dous e l junto 'elle, do
bom, do sublimo, do Omnipotente, do todo mise-
ricordioso, gossr s manso dos justos, freir aa
bemaventeras celestes.
Perdoae, minha qaerida filha que mil bongos
cshir sobre voisi esbsgi....
E o bom ucerdote elevou io firmamento os s >us
olhos embeciados e amortecidos pelos annos
n'umi expreuo paramente evanglica.
Meu bom padre, Ihi Uiz Roialinla soltan-
do. Desde mallo lempo qae havii pardoado a
mioha irma, por qae liah aconviego qae tarde
oa cedo o remorto far-lha-hia retroceder.
Se eu de repente nao lhe tobreviver, inleindo
de tonteado d'ella, encirrego-vos de transmiitir
em meu nome o qaa ella iosts, pede e espera de
mim.
Quindo o bondoio minitro vollav de seu pas-
seio asta!, par acaso pussndo jtoto campa
onde Rosilinda ii porcoitume orar, all recooba-
cea a pobre donzella fris e inanimada, com os
rochoa de chorar abragtdi com o marmore glido
iniemivel lado, dorma para sempre o somno
pcnico do indifferenlismo.
Olindide186S.
Graciano Lysio Rodrigues Ferreira.
HENRY CONSGIENCE
(Continuigo do o. 189.)
Monck, depoii de ter cumprimentido a Keme-
aer, sentou-se ao lado de D. Laura.
Est goiaodo do bello lempo, minhi qaeri-
df amiga ? perguntou-lhe elle. Com effeiio o al
ll risonho, e saudavei. Ento como vae pai-
taodo ? Mslhor, nao assim?
Nao sei, senhor: estou ainda muito frsca.
Oh I Hs de aarsr, ha de tirar, tornou Mon-
afc; trabalhirai pira isso. Dar-lhe-hsi ums exis-
tencia to digna de iovej, qae algum dia se ar-
-ftpeuder da saa liistezi de agora. Comprei j
m lindo aarro para o dia do nono ooivado, e se-
r puchado pelos cavallos inglezes mais bellos
Sae hs na cidadt. Os nossos iacaios veslirSo urna
br dis cores verde e vermelha. Agrada-lhe
tado iito, D. LiaraT
Agrada-me, agrada-me, senhor, respondeu
moga suspirando.
Porem vejo-a sempre triste...Deixe ao me-
atos que ea leia oes seus bellos olhos que se acha
aalisfeita com o que fago para agrada-la.
E dizendo eslaa palavras quiz tomar a m3o da
anoga para aparta-la entro aa suai; mas Laura
retiren immediatamente, como se a queimasse
aqaelle contacto.
Relira a taa mo ? disse o monslro n'um
tem que acariciava e ao mesmo tempo ameagava.
aVecuaa dar-m'a? Pois mailo breve nao lem ella
*e pertancer-me para sempre?
Descalpe-me, senhor, disse Lanri com do-
Urosi resigoago entregando-lhe a mi ; estoa
perturbada, nao tei oieimo o que fago: efieito
a molestia.
Molestia 1 repetu Monck irritado, molsstial
Mas a senhora me havia prometlido oso cabir
aaais dotnte. Olhe que eu sou bom, porem...
Nao se zangue, meu caro Sr. Monck, disse
lemenaer. Nao porgosto delta.
E volitado para aua filha am olbar aapplicante,
s>ergentoa-lhe:
J nao tena maia febre, j nao destjaa mili
Sa o aiaamento aeja apagado, nao minha 11-
s?
Sim, j nao eMo* doinle, reaponda a mo-
ga : acho-me prompli. Qtaoto maii de preaaa
ae effectuir o calamento, tinto melhor 1
Monck continaava a ler entre sa tuai a mo
de Laura : mas o {brago desta tremia, e o estre-
meciraento nervoso, de que era agitado, percor-
ria-lhe lodo o corpo at as faces.
O maldito fingiu nao se aperceber disso ; o a
saa pbisionomii se foi pouco a poaco revestindo
di azpreaso deifirgida, e benvola, qae apre-
sentara qutndo chegou.
Vejo que me engsnei. disse elle. D. Laa-
ra, minha smixa, dar-lhe-hai d'aqui a pouao am
tesltmanho do muito qaa me oceupo la senho-
ra. E' ama sorpresa que lhe preparo, ama sur-
prosa agradavel: por ora tica em segredo, al
qae Rosala venha chamar-nos ; e ento veri
que destobri o maio de dissipar a aua tristeza.
Laura touservou-se immoval, aileoeiis, ecom
ot olhos voludot pira o chao. Monck moslrou-
se pouco aatisfeito com esta iodifiereng: volvea
para a mop um olhsr obliqao, e urna contraego
de ttia sgouro enrugou-lhe o labios.
Depoii vinodo-ie para Kemenser prosegua
em tom qae trahii aigama preociapago:
Ento, amigo Keraanaer, o que ha deiiovo?
Nada qae eu isibi.
Nao fot hontem Bolsa ?
. Nao; bem aabe que poucaa vazes voa i
Bolsa.
Ah 1 E' por itsoqut nao aibe de ama cot-
ia qae tem o sea interesse para nos somente.
Sim ? E relativa ao sea casamento ?
Nao ; mas diz respeito i Berlboldo Robyn.
Liara ergaea a tabega como ae um impalso
myiterioso a tivease de sbito arrancado ao seu
scsmar doloroso.
Eise movimento nao pmoa daaaparcebido de
Monck.
Poit como lhe digo: tratou-se hontem
l da Berlholdo Robyn, continaou elle fiogindo
procurar ilguma couit ni sai ilgibeira. Distri-
buirn) ni Bolla urna brochara qae eocerra sin-
gulares esclarecimentos sobre a conducta de Ber-
lholdo. E' fra de duvidt que eisa brochara s
diz verdades puras, por que ve-se claramente
qae foi escripia por algam amigo do proprio Ro-
byn. Mis on le a puz eu ?...Parece-me qae s
linha gaardado na algibeira ; perJi-a, quem
aaba?
Nao tenha o incommodo de a procurir, dii
aa Kamenaar. Que noi Importa a conducta de
Berlboldo? Melhor ser qaa ouma o aea nome
saja pronantiado entre nos.
Aihti, aqai a tem, dine Monak abrindo
amt brochara de capa azul. E' multo looga ps-
ra que a lea toda : far-lhe-hei apean conheeer
ilgamii liobia, mu ^aanlai baitem para moi-
trar com qae cyoiimo esse miseravtl Berlholdo
se vae raergulhando no lodacal do vicio.
Laura, aioda trmula, tixou em Monck um
olhsr scinlillsnte da colera. Elle porem fingiu
nao o ter pircebido, depois de virar algumas
folhasltu :
a Fomos do numero dsquelles que animaran)
os primeiros passos do joven poeta Robyn na es-
pinhosa carreira das latirs : e se bem qae fosse
impossivel, al mesmo aos joizes mais compelen-
tes, reconhecer por alguns ensaios, com que eo-
cetou a aua cirreira, indicios de um verdadeiro
talento, todava esperamos qaa torga de estudo
adquirira um dia muita experiencia e cooneci-
mento da vida para maoter urna certa posigao en-
tre os escriplores oaciooaes.
E' ainda urna voz amiga qaem lhe diz nests
brochara : Birtholdo, o cimioho que segu
nao o da gloria, mas sim o do opprobrio. Des-
te modo est deshonrando o seu nome, e com
ello a litteratura ; est matindo a tai alma e in-
lolligoncii. Todos aqatlles que o conhtcem co-
megam a ter para com a sua pessa am senti-
mento de despreso. Oh I se ainda tempo atii
dene lodacal do vicio, deixe de freqaenlar esiaa
tascas vergoohotii em que a sua voz rouca te
mistara aos gritos da mais vil popalaga. Djixs
da beber...desprese a genebrs que arrains-lhe a
alma e o corpo. Ouga a Itrrivtl palavra embria-
gad*) que o pertegae como o grito da raprovago
geral.
E' falso I O' mau Deus I E' falso 1 exclamoa
Laara fra de si.
Montk sorriu-.se.
Falso, e porque ? acuda elle.
Com effeito, Laara, como podes sabar dis-
so? perguntou o pae com a voz pungente e la-
arimoia.
E' verdade...nao pono saber, bilbueiou a
moca que aioda mais trmula ficoa com oasfor-
qo qae fazia pira conler-se. E' possivel ..mas
Dio, nao creio I Berlholdo embragar-se 1 Oh I
Dio...Entretanto o pessr, o desgosto, o desespe-
ro...Mis quem escrevea essas paginas? Deixe-
me ver.
Foi um anonymo, respondeu Monck.
Foi um anonymo I repelu Liura com ir-
nica exclamago.
Monck eilremeceu por saa vez. A moga Un-
gir tebre elle am olbar to accaiador, que lhe
tioha penetrado at o fando da alma, dando-lhe
a saber qae ella nio ignorara de que perDda m3o
partir o golpe.
llueve algaoa momentoi de ailencio, darn e
oa quaea Kemenaer lutou
Eoganou-ie porem : o sorrise hypocrils e per-
petao, caust de mret angailist pira Liara,
reapparecea no temblante do ex-escrevente, qae
com a mao indiciado a alea, por onde viera,
disse:
Ahi est Rosala a fazer-mesignset de que
se acha preparada a minha surprez. Ora vamos;
astamoa aqai a fazer de ereaogsssa. Realmente
pouao deve importar-nos aquillo que fai Ber-
lboldo.
E offerecendo o brago a Laura proaegoia aom
voz meiga :
Nao se lembre mais dessa broebura, mioha
amiga : como bem disse, s coolm faltidides.
Tenha a bondado de aceitar o mea brago ; air-
mo-lbe qaa vae ficar muito contante.
Ltura obedeeeu, e voltoa pin casa apoiada no
brego de Monik. A infeliz mal podiiler-se de
p : io ve-li nsim deixar-se srrnlar cora a ca-
bega biixa, dir-ie hla que ora urna condem-
nada a quem conduziam ao patbulo.
Era com effito precito qae sentisse inexprimi-
vel avtrsio por aqaelle hornera, para que somon-
te a presenta delle aaguenlatte o teai soffri-
menlostortarando-a por asse modo 1
Monck mostrea nao reparar no eatado da mo-
ga, e aelo camioho foidixendo :
Hii de pouur ums estafa para ahi calti-
var as plantas dot paizes eslidos. Nao porqae
saja grande apreciador nesse genero, tanto ejue
qaudo me echo por acato no campe mal tei
distinguir a cevada da aveia, e nao creio que po-
deise fazer muitos progressos em botnica, por
qae nunca me foi poasivel comprehendor a uli-
lidade desla asieneia. Mu bista aaber que D.
Liura por ella te interesst. Em qaanto eu ap-
plicar lodi a aainhi a miDha actividada em ga-
nhar dinheiro, e augmentar nosia fortuna, ella
divertir-ae-ha em cuidis de aun llores, em cul-
tivar as mais rsrss plantas. Esta occupsgo hi
de agradir-lbe, lim, minha amig ?
Sim.... florea... hi de agradar-me ; mur-
urou Laura quaii sem saber o qae dizia, to
grande era a tortera porqae paasava aentindo no
sea s pressio do brago de Monck.
O Sr. velho amador deesas aoasis, amigo
Keaenaar, ha de dar-nos os aeus eoosalhoa,
ha de auxiliar-nos : seri ama razio da miis
pira que nos honre amiadadas vaiea com a aua
visita.
O Sr. lom maila boodade pira com a mi-
nha Laura, respondeu Kameoaer. Por battante
ama aisociagioindastrisl cora o capital de mal-
los milbes ; serei o director dells, e o Sr. hs de
ser o thesoureiro, se qulzer. Can hsremoi di-
nheiro com o aioheirrj dos outros ; e tambem ad -
ministrronos ot t'.ersses dos accionistas que
ama bea parte do cantal entrar para a notsi
caixi. Ntda mais fatil do qaa isto : baita qae
o aenhor tenba am pouco de retolago, audacia
e finan ; e eu fornecer-lhe-hei ot meiot de du-
plicar a tua fortuna em pouco tempo. Nao me
occaparei de negocies insignificantes como fazit
Robyn : tssim mirchi-ie aom maito vagar. No
vasto cimpo da indastrii ha nanita mais qae ao-
lher : corre por elle um rio de ouro, ondt cida
qaal vae saciar a sua sede, e que nio 4 vigiado
por proprielario algum.... Cxaio q,e me com-
prebeode.
Kemenaer reipondea ao eonvile de Monak
com algumat palavras loltss, o com um signal
decabega affirmativo. Dorante poucos minutos
todos tres seguinm a alea em silencio.
Qtiodo ebegaram perto de casa, Monck disse
para Laura :
Mioha querida noivs, vae ver os seus pre-
sentes de botas ; desejo que lhe agradem. Na-
da poapei pan isso ; e estoa coveneldo de que s
muito cusi se acharii em toda a cidade cousa
qae fosse mais rica e magnifica.
E assim dizendo tomoa-a pela mo, e acon-
dazia por entre o veitibalo, e diversos aposentos
al a aote-sals, onde os preaentea se chavan
sobre ama mesa grande.
Eram sedas esplendidas, renda em profano
e msrjvilhottmeote blica ; bsvia tambem urna
boceta abert do fundo da qaal o briluodo ouro
ae misturava com o acinlillar da pedrea pre-
cloais.
Laura coniidarava esses ricos presentes com
indifferengs, ao pssso que Monck s conduzii ao
todor da meza psra qae ella examinosie laices-
aivamente cada um de per si.
O qaa diz deatas rendas ?
Sao bellas.... sao bellas, maraarava Laurs.
E este chale daa Indlaa ? Ja vtu aljam qae
aecomparaiae?
E' bello timbona....
E estai joiat, estes diamantes, esle rabis,
estas esmeraldaa?
Sao bellos.... lado bello, repeta a moga
cam voz trate.
__Ento, amigo Kemcnaer, aei oa nao eaao-
coasideravel que tej a aua fortuna, aasaa deapa- lher estes adornos? Tenho oa nio bom goito ?
zas excasadas podero compromette-le. Muito bom, am goito sobarbo 1 ex.lamou
- Nada reeeie, replieoa Monck cornudo. Co- Kemmaer am qaem viata daqaellaa ncoiab-
oi quaea Keoienasr lutou com o raaii vivo ter Nada reaeie, replieoa Monclc sorrindo. co- Kemioaer em que "*7" ,
ror. Receiava que no peito d Monck horrive nhecemoi os meiot de fizer o dinheiro fraalifi- jeatoa deapertira a patxao palo dinheiro. Liara,
tempanada ae formaise, o que a colera o impa^ car. J tenho am vista uns tresoa quatro bons deves atar latiateita : sirs urna noivi> como
Inegeiioa; m delWa eiia ; pretendo fundar ottra nao io r ha Btuitoi aonoa. Agradece ao
Sr. Monck tantea prova, que te di de tanta sf-
feigo.
Obrigada.... obrigidi I marmuroi a jo*
ven.
Montk tomou entre os objectoi am ehalo de
nudas, qae collotoa noi hombros de Laura, e
atacou-o no seio com riquissimo alfioete repre-
sentando o amor a accendir com o sea facho o
fogo dosicrifitio tobre o altar do bymioeo : dei-
tou-lbe dopois aepaaaogo urna cidea primoro-
stmente trabalhadi.
A pobre mor,a immovel aomouma estatua,
abaixoa oe olhos, e nada disae. Como porm de-
vil loffrer naquelle momento 1 O leu peito ar-
fiva penosamente, aeas labios Iremiam ; maa
ella asfoigoa-se por aamprir ai emogooa, que
a igitavam.
Oual aerit a atingi de Monck ? Seria com
effeito o odio que o obrigava a infligir a Laura
aquella martyrio? Entretanto paresia esperar e
mesmo desejar qae ella lhe correspondesse com
aigama palavra de benevolencia. Demais o pen-
samento de qae ama jeven tao puro e lo lindo,
ia pertencer-lhe para sempre exaltava-lhe o or-
gulho. E' qae tal vez hejam homeos, cejos cora
goes sc|acbem tio cheios de mas instincios, quo
al oa propria affeigio ae tornam perversoa 1
Laura immovel detxava qae a contemplasieai,
e admirassem. Nene intenm Monck repiicaa :
Oh I tica assim arrebatadora 1 Pareco-me
ve-la j a mea lado ao p do altar. Quero ver
agora como lhe aiseola a aori de desposada.
E aproximoa-aede ama boceta, de onde lirou
urna cora de flores de laraogeira entro as qaaea
brilhavam muitas padres preciosas.
A* vista dala cora Liara solloa am grito ;
racuoa eitendeodo oa bragoa para diente como se,
quzeiio afaitir de ai aigama visio aterradora.
Urna cora de desposada! E urna cora de brea-
cas flores de lsrangeira.aamelhantes aquellas que
eutr'ora entrelagava com aaaa mios par urna
outra uniio I
Monck sorrindo apreximoa-se da moga.seguin-
do-a at a extremidade dasala: e fingtodo Dio
reparar oa pertarbagio, de que ae achara ella
possaida, depoz lhe na roste a fatal corda.
Porm, como leocooiaetc. tmenla daquellaa
flore houvesie produzdo o effeito de um veneno
violento, o semblante de Liura cobriu-se de urna
pillidiz mortal ; am grito pingante esoapoa-se-
lhe do tilo ; e ellt cahiu inanimada aobre o
assoalho, ao mosmo tempo qae o moialro axtla-
mava :
_ Sra. D. Liara Monik, eomo 6 baila aasim 1
(Continuarle Aa.)
<

ipestad
liisi a crsal vlogang,
PERNAMBUCO.-TYP. DE M.DKP.P.4 PILUO.


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