Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09598


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Full Text
AIIO IIIV111. IDMERO 191
Por Ires mezes adianlados 5$OO
Ptrtreiaeze Teocidoi 6J00O


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&TA KRl 20 ti AGOSTO BE Itll
Ptr aiit adiintado 19$000
Porie fraict para sibscrlftor
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EHCAR.REGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, Sr. Antonio Altxandrino da Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;|
Aracaty, o Sr A. do l.emoi Braga; Caira o Sr.
J. Jos do Oliveira; Mtranbio, o Sr. Joaqaim
Marqaet Rodrigues; Far, UanoelPinhairo 4
C; Amazonas, a Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SDL
Alagoas, o Sr. C'amdino PaUo Dias; Bahia,
c Sr. Joa Mirtina Alroa; Rio di Janairo, Sr.
Jos Ptroira Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
Olinda todos oa dial aa 9X hora do dia.
Iguarasa, Goianna, o Parahyba nai iaaanda
o aextas-feiras. '
S. Anlo, Beierroa, Bonito, Caraar, Altinho
Garanhuna as tarcas-eiras.
Pao d'Alho, Nazareth. Limostro, Breio, Pes-
qeira, Ingazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Viata,
Ounearya Ex naaqua>ti-eiraa.
Cabo, Serinhem, Rio Formoao, Una.Barreiros
Agua Preta, Pimenteirat o Natal quintas feirasJPrimelro as lTboras e 42
(Todos os crrelos partam as 10 horas da ttaahaajSogMdo as 12 horas e 6
E Qaarta raaaanto aa 2 oraa a 15 ai insto da
tarde:
9 La cheia aa 7 horas 12 minctos da man.
16 Qaarta mingaante as 5 hora a 5 minulos d*
tarde.
24 Laa nota as 6 horas minutos 59 da tarda.
PREAMAI DE 110JK.
miento da manh,
minatoa da tarda.
I PARTID'.*- DOS TAFORKS COSTEIROS.
Para su I ata Alagoaa 5 a 10; para o carta
at a Granja 14 a J9 da aada mas.
PARTIDA D09 OM-flB! 5.
Para o Recite: do pipucot a 6 1J2, 7, 71(1,8
e.8 1(2 da a.; de Olinda s 8 da m. a 6 da t.; da
Jaboatao s 6 l-2 da m.; da Caxana a Yarzta
s 7 da ni.; da Bcmfica s 8 da m.
, ,D? R*'f! :.Nre Apipucos s 8 1|J, 4, 4 1|4,
4 ll2, 5, 5 lj4, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda f s 7
dJ; 8 M2_da t.; para Jaboatao s 4 da t.; para
AUDIENCIAS DOS TR1BLNAES DA CAPITAL.
Trlbanal do tmamelo : segunda a quinta.
Raalo: tarja a aabbado s 10 horas.
Paxanda: quinta 10 haraa.
Julzo do commarcio : aegandas ao insio dia.
Dito da orphio: tarjas a aextas s 10 horas.
Primeira vara do tiral: tarjas a extasa maio
dia.
DAS DA SEMANA.
Segenia. 8. Clara do roome Falco v."
Terga. S. Luiz b. f. ; S. Mariano ab.
Qaarta. S. Bernardo ab.; S Samuel prophela.
Ouinti. S. Jotnoa FrSDci*ca tiara.
,22 San. S. Thiuioleoab.; S.Hypolita b.
,23 Sabbado. S Felippe Benicio b. ; S. Liberato.
24 Domingo. O sagrado corago de Mara Sant.
ASSIGNA-SK
18
19
;20
21

PAITE OFFICUL
GOVERNO DA PROVINCI.
Expediente do lia 16 de agosta de
18C5
Offieio ao Erm. presidente das Alagoas. Sa-
gaindo para eiaa proviocia no vtpor Cruzeiro do
Sul o bacharel Francisco Jos Fernandes Gitirana,
promotor removido para a comarca de Tactrsti,
logo a V. Exc. qua as sirva de providenciir afim
e que Ihe seja dada, se houver dispooivel, ama
passagem de estido em um dos vspores ds com-
panhia bahiana al o Penedo. OLlieiou-aa aos
gentes para darem transporte ao bacharel de que
e trata.
Dito ao Exm. presidente da provincia do Ama-
zonas.Acento recebido com o offlcio de V. Exc.
datado de 23 de julh prximo findo, dous exem-
plares do relatorio com que V. Exc. abri a sea-
sao ordinaria da assembla legislativa dessa pro-
vincia no correnle anno.
Dito ao Exm. presidente da proviocia do Para
Farei seguir em occaiiao opportuna o offieio
que acompanhou o de V. Exc. datado de 26 de
julho ultimo, com deslino ao ministro brasileiro
em Paria.
Dito ao commandante das arrai. Transmiti
a V. Exc. para ter o conveniente destino, a in-
clusa cartido de asssntamento do soldado addi-
do ao 9a bitalho de iofantaria Alexandre Gomes
da Paixo, psssada pelo 1* batalho da mesma
arma a que elle perlenceu.
Dito ao mesmo.Para que eu poisa satsfazer a
exigencia do aviso da repartida j da guerra de 30
de julho ultimo, sirva- se V. Exc. de informar-me
sobre os servidos prestados pelo alferesdo5a ba-
lalho de iofantaria Jos Pedro Domingues do
Couto, qusndo praga do 2* bitalho da meima
arma por occasio da revolla nesta provincia no
anno de 1848.
Dito ao capito do porto.Constindo de aviio
circular da reparligo da marinha de 2 do corren -
te lerem sido accommettidos de varilas muitos
dos recrulas remetti los pelas provincias, retom-
meodo a V. S. a expeligio do suas ordena para
que sejam fielmente observadtt as disposiges do
arl. 30 dat inatruccoes de 14 ds abril de 1855, que
determioam nao s rereetts racrula algum, sem
que tenha sido vaecinado.
Dito ao mesrao. Fago apresentar a V. S. os
recrulas de marinha Antonio da Silva Faitosa,
afim d que lhe d o conveniente destino depois
de inspeccionado.
Dito ao inspector da Ihesonraria de fazenda.
Transmiti a V. S. para sea conhecimento e di-
receo, o incluso impresse do aviso do rnioislsrio
da marinha de 25 de julho ultimo, daterminando
que s*ja feila a cuita dos secretarios dascspiti-
nias dos porios a despeza com a impresiao de pa-
pis pelos qmes prcebem os mesmos secretarios
emolumentos. Communicoa se ao capitao do
porto.
Dito ao mesmo.Tranimitto a V. S. para o flm
conveniente, o incluso aviso de lettra na impor-
tancia de 90 saccada pela thesouraria de reodas
fia provincia do Rio Grande do Norte sobre essa
e a favor de Francisco Jo.-i Pereira Ctvalcinti de
Aitiuqnerquo, o a sua prdem.Reipondeu-so ao
presidente do Rio Grande do Norte.
Dito ao contador servindo de inspector da the-
xouraria de fazenda.Respndanlo ao offlcio qae
V. S. me dirigi boje, sob n. 768, tenho a dizer
que para o substituir no lugar de examinador no
coocurso a que se tem de proceder no dia 18 do
correte para preenshimento dos lugares vsgos
de 3* escriplurarios dessa Ihesonraria, Oca ce-
signado o chefe descegao da mesma Jos Fran-
cisco de Moura.
Dito ao ongenheiro fiscal da estrada de ferro.
Remello por copia a Vmc. para sea conhecimen-
to e devida execugo, o aviso expedido pelo mi-
ziistirij da agricultura, commercio e obras pu-
blicas em data de 24 de julho ultimo, sob n. 51,
xecommendondo o cumprimento das ordens coa-
tilas no aviso de 2 de abril ultimo, sob n. 30, de
que se lhe remttieu copia, visto que continua a
Circular nos trans da companhia da estrada de
forro sem um passo om forma, ministrado pelo
auperinlendente, ou por algum aeu delegado, vo-
Jumes destinados ao servigo da via frrea, ou ao
uso particular dos seis empregados.
Dito aos agentes da companhia brasileiro.
Podem Y me, fazer seguir ao seu destino o vapor
Cruzeiro do Sul, hoje a hora indicada em teu
offlcio do hootem.
Portara.Os Sr. agentes da companhia bra-
sileira de paquetes a vapor, manden dar urna
passagem para a corte no vapor Cruzeiro do Sul,
em lujar de r destinado a passageiros de estado
so 4 essiipturario da alfau lega da provincia da
Farahiba, Joao de Assis Pereira Rocha.
Dita. O presidota da provincia tendo em vis-
ta o que requeren o 1* confereute da alfaudega
tiesta capital Pudro Alexandrino de Barros Cival-
canti de Lacerdi, e bem assim as informagoes
das repartigs competentes, resolve conceder-
Ihe dous mezes da licenga com ordenado na for-
ma di le para tratar c sua saude fara da mesma
provincia.
Dita.O presidente da provincia teolo em vis-
ta o que requereu o fiel do thesoureiro do con
fulado provincial Jos de Birros Corra S*tle, a
bm assim as ioormagoes das repartigojs com-
petentes, resolve conceder-lhe mais seis mezes
licenga com vencimentos para completar a de
*m anno que lhe foi dada pelo art. t* da lei n.
>13 de 18 de junho do anno preilmo passado para
tritar de sua saude, deseado esta nova licenga
ser contada da data em que principiar elle a go-
za-la.
Dita. O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o profesior publico de instruc-
rao primaria da povoagao de N. S. do O' do ter-
mo de Olinda, Joo Vicente Ferreira Barro, e
em vista da informagao do director geral da ioi-
truego publica datada de 6 do correla, sob n.
181, resolve conceder-lhe dous mezes de licenga
com vencimentos na forma da lei para tratar de
cua saude.
1* SecgSo. Secretaria da polica de Pernambu-
Co 18 de agosto de 1862.
Illm. e Exm. Sr.Cumpre-me levar ao conhe-
cimento de V. Exc, que s onzo e meia horas da
noite de hootem pronunciou-sa um incendio na
loja do sobrado o. 12 da ra de Hartas, onde
exista tim.eatabelecimeoto de traates pertencen-
te a Maooel Ferreira Carneiro, resultando do
mesmo incendio grande damno ao predio ealgu-
Ki ruina a cata n. 14, que lhe fica inmediata,
sao obstante a promptido cura que aecudiram
as bombas do anenaes de marinha e guerra a da
alfandega, e os eilorjo empregado pelos agen-
te policiae, diversas autoridades a paisoas do
poro que aecudiram ao lugar do tinistro, sond-
en. Na ausencia do Dr. chefe de policia, Jos
Antonio Correia da Silva. Conforme.Luiz Sa-
lizar Hoicozo da Veiga Pasto.
Despachos do da flG de agosto.
Requerimentot.
Josquim Manoelds Oliveira e Silva.Informe
o Sr. diru:to'r geral da tostruego publica.
Fr. Joo>Bapltta-do Espirito Santo. Informe
com urgencia o Sr. inspector da theaouraria pro-
vincial.
Jos Marques Vlanni. Ioforme o Sr. director
do arsenal de guerra sa ha niadeirss e telhat a
conduiir.
Francisco Ferreira dot Santos.Informe o Sr.
inspector da thtiouraria provincial.
oCasanad. yuVi, *T.: p.rYB^ *[tg ^ < ".do. 1 ^Q^^SSSSS
Relalorio do ministerio da fazenda
apresenlado a assembla geral le-
gislativa na segunda sesso da deci-
ma primeira legislatura pelo minis-
tro e secretario de estado dos nego-
cios da fazenda Jos liara da Silva
Partios.
(ConlinnacSo.}
se-ha coocluir no flm de 3 anno toda a obra do
caes, com excepgao do servigo da baca, a quil
todava flear completa no terceiro anuo com a
collocagio dos tectos de ferro nos lados orienttl
a meridional, e aasentamento dot guindastes hy-
draulicot e suas perleoga. O mesmo eugonhei-
ro orga a despeza total nesses tres anno em....
2.200.000JOOO.
At olm do exercicio da 1860
61 despeodeu-se com es-
ta obra a qnintis de '. .
No correte exercicio, at ao
flm de margo desle anno. .
3,3l6:731$t6S
Alfandega de Pernambaco.As condlgot ma-
tenaes desta alfandega sao anda as mesmas de
que fez meogao o relatorio do anno passado. O
Mnelo tem a necestaria capacidad*para corre-
ponderao teu destino ; mas penTo respectivo
inspector que carece ainda de alguns melhora-
rneulosindispeniiveis ao maior deienvolvimen-
to commercial, que vai tendo a provincia : pre-
vemndo-ae assim difficuldades futuras na acom-
modagao dis mercaduras sujeitas a despacho de
impomgaoe exporlagao. Eff-clnaram se j nes-
sa reparligo alguns pequeos concertos, e oa
tros eslao autorisados, como sejam o calamento
?q rPir?',/r0nleira M"'*gt na importancia de
:l e sseatamenlo de trilhos de ferro
addiciooaes aos existentes na de 8:169^811.
Reconhecoudo, vista das informagoes do ins-
pector, a necessidade de substituir por outra de
ierro, com a precisa solidez e proporges, a
ponte da carga e descarga das mercadoria que
teem de transitar" pela alfandega, bem como
os respectivos guindastes, foi incumbido do et-
ludo, planta a orgamento dessa obra o engenhei-
ro Mariiueau ; eo governo espera realisa-la lo-
SmpVehePn,dr.l.,p0r de ^^ "DcieDles Pa
Assim tambera traa de mandar asioalhar e
torrar a sala do pavimento superibr, em que
funccionam as 4 secgoet da repartigao, e ladri-
nar alguns armizens do pavimento terreo.
Alandega do Para.Depoia de differentes o-
Dras feitas no edificio em que fuoeciooa essa re-
Plrl'a. ?*i ella correspondendo bem as neces-
silades do respectivo servigo, excepgao nica-
mente do que respeita a ponte de embarque e
desembarque as mercadoriat importadas o ex-
portadas. No relatorio da repartigao a meu car-
go, que vos foi apresenlado em 1860, dea conta o
meu illustre antecessor, da medida que lomara
relativamente constrocglo de urna ponte de
pedra, que cora mais seguranga e economa se
destine qaellle servigo. Julgando superior aos
recursos do thesouro o ulimo orcamento, ouvi
de novo o engenheiro Cirios Neatle, que apre-
tentou-me ltimamente outro plano maii conve-
oiete,_ tanto no que respeita t condiges da e-
dillcagao di ponte, que em tua opinio dove ser
muto maior, como pelo lado da economa. Com
estes dados tomarei opportunamente urna delibe
rgao sobro este assumpto.
Alfandega do Maranho.Segundo a opinio
do inspector dessa repartigao, a cata em que ella
fuucciona nao a mais ap"ropriada para seu aer-
vtgo, principalmente emqusnto nao for prolon-
gada at a linha da baixa-mar a ponte de des-
carga. A alguns reparos e concertos, de que
tem carecido aquello edificio, hei acudido com a
abertura dot creditot necestariot ; reslando-me
resolver sobre a aequiaigSo de urna embarcagio,
que se considera urgente, para o servico da tis-
calisaao das contas.
Alfandega do Cera.O proprio nacional, om
que est collocada esta repartigao, ainda que
um pouco distante do embarque e desembarque,
ollerece a necestaria seguranga, e tem as acom-
modagoes convenientes. A ponte de ferro, que
erve para o desembarque, acaba de ser repara-
da em todas as suas partes ; havendo apenas
necessidade de novo guindsste em substituigao
do existente, que, etragdo pela acgo do lem-
po, j nao pJe preitar-se ao expediente e sor-
go da reparligo com promptido eeguranca
tnliapeoaarai.
Alandega da Parahiba.O estado de ruina, a
que foi reduztdo o edificio, que ervia de alfan-
g, obrigou a tranjferencia dessa repartigao para
um predio parlicnlar, que supposto prximo ao
embarque e desembarque, carece da proporges
de proporges e accommodagas precisas.
Assigna lo, finalmente, o termo de 10 de ju-
nho de 1861, depois da algumas tergiversarles
por parle dos empresario, conlinuaramas obras
om regular andamento.
Toda a construego ettfi em boas coodigSct
de solidez, sendo notavel aperfeico de algumas
partet.
O edificio prBcipal deve dentro de poucos dias
receber o madeirameoto do tecto, visto achar-se
concluida a alvenaria at o respaldo do so-
brado.
E' de esperar que dentro do prazo marcado do
contrato seja dolada a capital do imperio com
mais este edjficio monumental, que attette ao
ostraogeiro o adianlamenlo a que teem chegado
enlre nos a bellas arte e a irte mechs-
nicas.
Nao encerrare! esse tpico sem render nm tri-
buto de justiga, louvando o zelo e inteligencia
com que tem auxiliado o governo o Dr. JotCar-
lot de Carvalho, engenheiro fiscal das obras pu-
blicas da nova cata de moeda.
Obra hydraullca da alfandega da corle.
Urna extenso conaideravel do caet te acba j
prompta e oalra em construego. Do lado
oriental da baca etto quasi langadot os alicer-
cei principae na exteogo de 2,100 ps, ou
2,910 palmos ; a pirta meridional desde mnito
est concluida e acabada com 140 pi, ou 194
palmo de comprimenlo: dout guindastes do
antigo caes, ah collocados, prettamae a des-
carga de aaveirot: do lado occidental, qae tem
a extengo de 1,320 ps. ou 1,829 palmos, est
prompla a Ia secgo com 420 ps ou 582 pal-
mo, com excepgao apena de algumas excava-
.. T?W......
Obras internas di mesma alfandega.Colloca-
ram-se no armazem de ferro om conslrucco 68
columnas, ligadas entre si por 48 madres, sobro
as quaes atseotaram-se 350 barrotes ; cobrou-st
o dito armazem com teihs de farro tincado as
partes nao dependeotei das paredes ; restando
tmente por cobrir tres coilas, e Acarara collo-
cados, alem das tesoura o tercaa, 720 palmot
de trilhos.
Com ofim deimpedir a entrada das agua plu-
vlaes, que dos telhados dos antigos armazens
eramarremegadas sobre o armazem em coni-
traegao. damnificando assim o material dett*
e dificultando o trabalho, fez-te urna tapa-
gem de madeira entre uns e outro, cuj rea a-
brsnge 2o,500 palmos quadrados.
iA1?,llVam",e aioc,a D0 "ferido armazam
pt.WO palmos quadrados de lagedo, sobre um
leto de 65 palmot cubicus de alvenaria. Coo-
clulram-se os embasamentos da calumas, e do
aliceres parallelo pirede da ra do Rosario, a
soleira de cantaria com 182 p.Irnos de compri-
menlo e 8 de largura, a muralha tambera decan-
tara com 166 palmos do comprimenlo, e 34 e
uieodo altara, e 6 de espessura. Abrange esta
paredeo arcos, enella eslo collocadot 14 modi-
inoet de cantara, affsetando a forma do colum-
na, sobre as quaes descaugam as madres, qe
suslenlam os barrotes e o toslho. Finalmente,
alem de muitai outras de menor importancia, fi-88
comparec immediatamente e me cooservei at ?ej, que se fazem ainda mister na frente do
oito e meis hora da manhaa, em que seconie-
guio a total exlingo do fogo.
Pelas averiguage a que proced conheeeu-se
que a causa productora do incendio fdra am me-
rino de nomo Braz, qae morava na loja, o qual
acesndendo um phosphoro para fumar um cigar-
ro, lngara o mesmo phosphoro ainda accezo ao
chao entre algn caracol, o daht retullou o mil
sem aer presentido a (easpo.
Por esta occasio devo tambera participar a
V. Exc. que s 9 horas da coila do dia 16 do cr-
reme deu-ae um outro incendio na ra da Con-
ceicao da Boa-Visti, em a taberna o. 6 do portu-
guez Paulino Ferreira da Costa, o qual foi imme-
diatamente extincto, tem que tiveate cauado
prejuizo ou damno algum.
Deut guarde a V. Exc. -Illm. Kxm. Sr. Dr.
Manotl Friociieo Corteia, presidente da provia-
caes. Na 2 secgo, que tem a extenio de 600
pi, oa 831 palmos, faltam a obra uperiores,
ichando-se j concluida a parte submarina. A
Ia diviso do telbeiro que ae etto edificando
nestt secgo oa praia dos Mineirot est om ser-
vigo diario. O caes fronleiro a etta divito,
tupposto entregue ao servigo da alfandega, care-
ce aioda de elguma obra para tua perfeita con-
cluso. O aervigo da 3a setgao com 300 ps, ou
416 palmos de comprimenlo, nao teve ainda
principio, por depender da demoligo da ponte
auxiliar.
O engenheiro informa, qae a conslracgo des-
sai obra depende de tempo em alguna ponto, a
nao pode sem perigo correr apretsadamente ; e
de opinio, que sendo postivel traba lhar sem
Intamapgo, e com emprego de lodo o recur-
sos ptrtir do exercicio de 146218R3, poder-
zeram-se 40 limpie para ot arcot, e conslruio-
se um cano de alvenaria de 475 palmos de ex-
tenso para dar fcil esgoto s aguas plu-
viaes. o r
Nos armazens antigo, na anliga ponte do con-
stado, emsumma das diversas dependencias da
alandega realisaram-se varios concertos eobra,
como recosimento de telhados, e rebuqae de
parede, concluso do pequeo predio dailha de
Mllegaigoon, e parte de urna parede no arma-
zem n. 2, com o volume de 4,860 palmos c-
bicos.
Emende o engenheiro das obras iaterna da
Alfandega, que brevemente podero ellas ficar
concluidas, se nao faltar a coosigoago necessa-
ria para a sua regular coot'nuago, e obs'erva que
com a diminuta deipeza de 3:000^000 poder al o
m|de junho utilisar o pnvimento terreo do arma-
zem de ferro, fechando-se as duas faces lateraes
com um lapamento de madeiras. emquanli se
nao coocluirem ai paredes de pedra.
Mandando tirar a planta e orgamentos de um
nvo edificio para essa ireparticao, foi estimada
s tua conatruego em 130 3078600, afora as des-
pezai dot edlBcios a deiappropriar, e da demo-
iigao do em que funecionava a reparligo. Quao-
to a eita ultima, porui, poder ser economisa-
da, ae reservar-se o antigo| edificio para arma-
zem da alfandega.
As circumitanciat poueo favoraveis do Ihesou-
ro me nao hibititaram anda para resolver de
accordo com a plaa e orgamento tpresen-
tado.
Alfandega de Santos.Mandando examinar
pelo engenheiro Rafael Archanjo Galvo Filho
as obras da ponte Cfuctuante contratada em 1857
coD '.enente-corooelCmJino Aonuncialo Dias
de Albuquerque, para o lervigo dona reparligo,
considerou-as o dilo engenheiro feitas de inteira
cooformidade com o contrato, assim no que res-
peita qualidade do material empregado, como
as dimen8oet loogitudinaes o transversaes da
estructura superior e inferior da ponte. Tendo,
porem, o emprezario excedido o tempo marcado
no respectivo contracto para a concluso destas
obra, tomei a deliberagao de marcar-lhe prato
improrogavel para terminar a pequea parte que
resta a fazer, sob a comminago de urna multa
em cada mez de demora.
Segundo informou o inspector daquella repar-
ligo, e o eotende o dito engenheiro, sao ainda
necesiarios alfandega de Santos urna rampa
para ot etcileret, carros para o ervigo dos tri-
lhos, retelhamento do edificio, e concert no
respectivo madeirameoto. Estas obras foram j
oreadas, e proearei deliberar sobre sua cons-
truego da msneira mais conveniente ao ser-
vigo.
Alfindega do Rio Grande do Sul.Nao salisfa-
xendo cabalmente aot fias a que destinada, por
sua roa construcgSo e delerioramento, a ponte de
descarga carece de prompto concert.
O thesouro, sobre represeotago do inspector
dessa reparligo, aulorisou a thesouraria de fa
zenda para despender a somma necessaria com o
referido concert, que segundo o respectivo or-
gamento nao exceder de 4.937#100.
Foi limbem aulorisada sobre represeotago do
dito inspector, e j se encommendou para a In-
glaterra, a compra de um guyndaste de ferro para
o trapiche da mesa de rendas de S. Jos do Norte,
auxiliar dssobredita alfandega.
Esta despeza, que de urgente necessidade,
foi calculada em 600JJOOO.
Alfandega de Porto-Alegre. Sem as precisas
accommodages e acanhada psra o servigo do ex-
pediente, nao pdeprestar-se s necessidades do
commercio o proprio nacional em que funeciona
a alfandega detia cidade.
A thesouraria de fazenda tem representado so-
bre a coovajniencia de sui reconstruego, e con-
cert da ponte de descarga ; e a respeito de urna
e outra cousa se deliberar, logo que o permittam
a forgas do thesouro.
Alfandega das Alagoas. Pelo seu estalo de
ruina, e ioteira deficiencia da proporges necet-
shriss acha-se quni inservivel o predio em que
funeciona essa repartigao ; resentindo-se alm
ditso da falta de urna ponte, que se preste car-
ga e descarga das mercadoria. Desfavoraveis,
porm, como tem sido, at circumttanciis do the-
souro, reconhecereis a impossibilidadeem que se
tem achado o governo de tomar neste e nos de-
mait casos cima citados as medidas quo em
outras circunstancias nao hesitara em por em
pralica, por ser intuitiva a necettidtde dellas.
Alandega de Albuquerque.A conatruego de
um predio, que renna as accomraodagoeimpre-
cindivei para nelle funecionar esta reparligo
Deca, objecto por todot rtconheeido : tobre-
maneira acachado, inconvenientemente collocado,
aelaipa,' e sem a indispensavel seguranga, tal
atnrja o armazem ou casi em que te cha a al-
andega, impropriamente denominadade Albu-
querque, visto como ella est situada na povoa-
de Coruab.
Na opinio do inspector ltimamente nomeado
para etsa reparligo, otinteresses da fiacaliiago
o commercio reclamam a Iranaferencia da al-
recommendando-lhe nao que a estudaue, co-
mo que com o seu parecer meremetteste logo o
plano e orgamento das obras qua definitivamen-
te ae devam f.zer para aalorisar a competente
despeza. r
Aguardo, pois, estas ioformac5es para delibe-
rar como mais conveniente Wr ao tervico pu-
blico. r
' LE1S PROVINCf AES.
O BtlcjWjJo da fazenda lem tempre ouvido, na
llorn-/ d./STiigo 21 do regulameoto n. 124 de 5
do fevereiro de 1812, o conte'bo de estado tobre
443:18I{>269 jasjleii s astemblat provinciaes. A ec;o res-
-------------------pectiva tem examinado a collecse dustasleise
3.769:922gi37 comalia ao ern o seu parecer : ae em alguma a
secgo nao encootrou materia exorbitante, em
oulrai muitis tom Indicado disposiges offeosivas
da algada do poder legislativo geral.
As assembla provioc.iaes continuara s legis-
lar sobre objeclos slheios sua compeleocia, lats
como a navagago do ilto mar e de cabotagem, e
oulros que dizem respailo s rendas das linda -
gas. Creaei imposto que prejudicam os inle-
resses geraas do imperio, j na exportago e im-
portago de mercadoriat oacionaes e ettrangeira,
J sobre outroi acto e productos de quo a as-
aembla gerai legislativa tem feito malaria con-
iribuinte, com manifesta violago dos artigo 9 e
10 5 e artigo 12 do acto addieional, dai le de
21 ue outubro de 1832, 8 de outubro de 1833, 13
de outubro de 1834, 3 de outubro de 1835 e ou-
tras disposigoe em vigor, que extremram aa
rend gerae* das provinciaes e muncipaes.
O aclo addiciooal previdentemeut espajciQcnu
nos arUgoa 10, lie 12, o objecto a respeito
dos quaes as astemblas provinciaes podem le-
gislar, dec'vaindo no ultimo dos citados artigos
que as ueamas assembla nao podem estatuir
sobre neobum outro ifto.comprehendido nos ar-
tigo 10 e tt. e co'n quaoto. essas corporagoes
possam propdr, discutir e deliberar acercados
negocios inieressntes s suas respeetivis provin-
cias, segunda o artigo 9 do acto addieional, ern
conformidade dos rligos 81,83, 81. 85,86. 87 e
da censtiluigo ; tolavia ot elleitu de laes
discunoes e daliberaroes to abmlutameote d\f
ferent ; porque, qu'indo deliberara sobre os ob-
jectos designados not urtt. 10 e 11, tae delibe-
rac.oet se regulara pelos arts. 13, 14, 15, 16, 17,
lo. 19 e 20 do aclo addieional; equando o fa-
zem sbreos asuniptoido citado art. 9 ai suai
delibereges to reguladas pelos art. 81, 85, 86,
87 e 88 da contituigo ; mis etta disposiges
nao tem sido observado convenientemente pela
asiembln provincias.
O governo imperial eit convencido de que es-
sas corporagd nao lm ultrnpado a eaphera
de suas attribuigdes por tendencia de absorpeo,
e sim levada do detejo ou necessidade de aug-
men,lar a renda dos cofre provinciaes.
E porm, patente quo laes actos offendem nao
so as renda geraet do imperio, como os princi-
pio econmico da riqueza publico, gravando e
empecendo o commercio e a Industria agrcola e
fabril do aaiz. no:poucas vezes contrariando es-
Upula.gss Internaciooaes ou regras que o governo
e tem Mewriptd a bem da emigrago ettraDge-
r', e d?*,# tua telagoe com os oulro go-
verno.
O gover^au
ral da DaeJBtem recommendado aos seus dee-
imperial, eolicito pela felici lade ge-
ria ama lata fratricida sobremodo prejudicial
uoio e integridade do imperio, lula que justifi-
cara o abiurJo de estipulaget ou tratados de
commercio enlre as provincias.
Sergipe.A lei n. 604 de 10 de maio de 1860,
lm dos impostas de expoitaeio que se encoa-
trara no art. 14 $ 1,2. 3, 4 e 5. laocoa mais no
S o o imposto soDre barcos de CiboUgem, refe-
nndo-te o metmo lei provincial de 12 de ju-
mo de 1858. Ora a navegago da cabotagem
por tua natureza, assim como a do alto mar, ob-
jecto pertencente s atlribuigoe do govoroo ge-
ral quem tota exclusivamente regula-la e po-
luia-la, aegundo o que julgar mais conveniente
aos interesies nacionaet.
Ainda no $ 21 da sapracilada lei acha-se con-
tinuado o -imposto de 1$ por passaporte, e decla-
ra-te qua, sendo estrangeiro, pagar para deolro
do imperio 53 e par fors 8 J em aviso de 9
de maio de 1861 o ministerio da fazenda sabmet-
leu considerago do corpo legislativo a lei n.
577 de 13 de julho de 1859 da assembla provin-
cial deita mesma provlucia que eslabeleceu no
art. 14, 22, osobredito imposto sobre o passa-
portes, aeado, porm, ento de 3! para dentro
do imperio de 5 para fra, qusndo o vijanie
fos3Q.eitrtngero, e tendo brasileiro 13 sem dis-
Uocgao alguma.
Maranho.No relalorio d 1851 deu-se co-
nheeiraentri do que varios negociante da praga
do Maranho recorreram ao governo imperial
para eerem allviados do imposto de 10 pnr cento
langado pela respectiva assembla UgUlaiiva so-
bre o tabaco ou fumo importado de outras pro-
vincias do imperio na do Maranho.
A secg3o ponderou neile cito que os legisla-
dores provinciaes, descuidados dot saos proc-
pios di jcienna ecinomica, no apuro da deffl-
ciencia da renda, croam impoitos sooi altentar
era teus efT-itos, embira offndara ellos as fon-
tea da riqueza publica, e embarscem a adminis-
Irigo geral pelo que respeita aos raeios mais
efficszes de promover a consolidar a prosperida-
de nacional.
Por aviso de 9 do outubro do armo pusidn voi
foi presente a peligo dos recorrenle?, acompa-
nhida da informagoes, pareceres e copia di re-
solugo da cooiulta da secgo de fazenda do con-
elho de estado.
Msllo-Grosso.A lei de 7 de jolito de 1860,
8rt-2*. 3 5 e 17, eslabeleceu os impoitos se-
guinlea :
1*. chancellara de licengat muncipaes na for-
ma da tabella reipectiva, sendo a de lojas a 33,
as de tendas ou casas de offlcio a 23, e as de la-
fandega para o littoral da freguezia de Albuquer-
que, ou talvez mait conveniente para o de Coim-
bra.que, porettarem collocadot quem dai em-
bocadurat de alguns rio qua offerecem propor-
ges facis ao cootrsbindo, sao mait proprio pa-
ra sede da estagao fiscal.
Attendendo a estas considerases que nao sao
destituidas de tendameato, e nao detejando au-
toriiar a faetnra de obra no porto de Corumb
que se tornaitem depoi inuteis pela transieren-
o*"01 na proviocia que, em conformidade do
art. 16 e 20 do aclo aadicional, ae entendam com
as assembla provinciaei, para que medidas de
interesse local, mutas vezet de passageiro effei-
to. seno prejudiciae ao adiintaminto da pro-
pria provincia que as adopta, nao pretiram e ar-
ruinara o interesse geraes do paiz, que redun-
dam era proveito d toda a communho brasileira.
A acgo dos presidentes, porm, nao lem ido
iflicaz pira reprimir eue mal, ou porque o seu
voto e vencido, ou porque as diipotigoet incons-
tilucionaet pattam enxertadat as leis annuas,
das queesno podem ellet prescindir tem grtud*
detrimento do tervigo publico.
O miuitlerio da fazenda, bem como ot oulros,
remelle annualmente ao corpo legislativo ai col-
lecgoes de leit das atsemblas provinciaes, que a
secgo de fazenda do conselho de estado tem
moatrtdo ettarem fra dos limitet conilitucionaet.
A ella collecge tem tempre acompanhado as
copias das rasolugdei de coniulta, onde se aisig-
nala o desvio da disposigo legislativa provincial
e se apreciam os seu inconveniente. So resta,
poi, que a assembla geral, passando em rese-
nta lodos esses actos, firme por urna le inter-
pretativa a extento o limitet dat altribuicoet que
competem ,'n legislaturas provinciae, nos pontos
que tocara, mait de perto com ot poderes da at-
embla geral.
A' diaposiges das leis provinciaes de que vos
deu noticit o ultimo relatorio de mioitterio da fa-
zenda accreiceram ai seguales, que confirmara
ainda urna vez a necessidade da medida legisla-
tiva a que me retiro.
Rio Grande do Norte.A le provincial n. 496
de 4 de maio de 1860, cap. 2 art. 4, 3, langou
direitos de 5 0/0 sobre a exporlagao oe pao bra-
sil, que alii j se achava onerada com o 15 0/0
eslabele:idoi por lei geral a favor dst rendas ge-
raes, depois que (ora extincto o monopolio dette
producto.
A secgo de fazenda do conselho de estado foi
de parecer que, neohuma duvida podendo haver
em ser a referida ditpotigo prejudicial s rendas
gerae, contraria terminante excepgao do o. 5
do arl. 10 do aclo addieional, e exorbitante das
atlrlbuigtt contiiiucionaet das atsemblas legis-
lativa! provioeiae.
Piauhy.A asembla legitlitiva desta provin-
cia creou, no art. 2, j; 30, 31 e 32 da le que fi -
xou a receila e despeza da provincia, promulgad
na tcsso de 1859, o imposto de 5 0/0 d expor-
tago sobre a arroba de sebo, tatajuba e caroe
ecca.
Eipirito Santo.A lei de 5 de julho de 1860
etabeleceu, no art. Ia, Io e 2a, imposto de
exporlagao de 6 0(0 sobre todo os genero de
cuitan, e tobre ot couros, e 10 0[0 tobre a rat-
neira que a provincia exportar.
Cear.A lei n. 945 de 28 de agosto de 1860
impoz.no cap. 2a, 5a do art. 3o, 30 0(0 sobre
bebida espirituosas, e 30&000 por pipa de agur-
dente nao fabricada na provincia; no 8a langa
30 0|0 sobre o fumo nao fabricado oa proviocia e
nella consumida ; oo 15 impoe 209 r. em mi-
Iheiro de charuiot cao fabricados e consumido
ua provincia, E como para tirar toda a duvida
de que laes imposto leohim a natureza de ira-
porlago, delermina-se, no art. 10 da referida
lei, qae o direitos esttbelecides nos paragraphoi
citados sodevidos e pagos no municipio da pro-
viocia em que entrarem as mercadoria, embora
sejam transportadas e consumidas em outro mu-
nicipio.
A stego de fazenda, contollando tobre os ac-
to legislativo? desta proviocia promulgados oa
geisode 1859, entre os quae bavia siguas da
natureza doa que cima mencionei, ponderoa
que as assemblts proviaciies, dominadas ni-
camente pela necessidade de augmentar renda,
nao cetsara de crear direitos de eiporligao, e
levara o aboso, ao poni dt estabelecerem impos-
tas sobre o genero importado de outra pro-
vincias e prosudo dellas, com offeni flagrante
do art. 12 e 15 do art. 10 do acta addieional,
tendo de admirar como at outrat provincias, ca-
jot direitos ao assim offendidos, nao represen-
tara ao poder legislativo geral, de conformldade
com o i 9a do artigo 11 do matmo acto addi-
eional.
A teego nao hetitou em deedrar como anti-
constitucional a applicagio do tyttema conhecldo
com o nome de protecXor industria de um pro
bernat a 253; dobrando-se estas taxis
estrangeiro ;
2a, imposto de 403 obra ot laboleiros de fa-
zendat, sendo o dobro para os eitrangeiros.
A lei n. 11 de 3 de jelho de 1861 laugou no
art. 2a 26. o imposto de 2g>00 lobre cada gar-
rafao de gurdente ou qualquer outra vasilha
corretpoodenle que entrar paravender-so na villa
de Sant'Anna do Paranihyba, nao so declarando
que o genero laxado seja proiucgo ou manufac-
tura do paiz, como ex>ressamenle te fiz no 27
do meimo art. 8a, que impe mil riasobre cada
arroba de fumo que entrama mesma villa e seu
municipio para vender-se.
Aisim qua, podendo-88 entender qae o referi-
do impoito de 23.500 eompreheode tambem o di-
to genero importado do estrangeiro e das outras
provincias, o que oxpressamanle contrario ao
art. 12 do acto addieional, por aviso de 11 de
margo do correte anno exigi-se do presidente
da proviocia informagoes acerca do modo por que
se entende e tem sido executado o citado arl. 2,
26 da lei provincial em questo.
^YJ-I-"0 ENTRE AS PROVINCIAS E MI-
NAS I.LRABS E 1)0 RIO DE JANEIRO SOBRE-
A COBIUNCA DOIZIMO DO CAFE'.
Como sabis, as provincias do Rio de Janeiro e
de M:nas Geraes rraviam celebrado em 1851 um
convenio para a cobranga promiscua, na mes do
consulado da corle, do dizimo do caf, de sua
produeco. At principae condige desso acicr-
do eram asseguiutes :
o Queso dividisse em cem partes o produelo
i* arre"dagao. percibendo 1 provincia do Rio do-
Janeiro 90.93, e a de Minas Geraet 9,07.
a Que o convenio tea vigor por' tres annos.
ou al que urna das partes exigate a sua cessa-
go ; e que na segunda bypothese a exigencia de-
reriasar feila com Ir mezetde antecipagio.
Mais da tele aunos vigorou o convenio*; jul-
gando, porm, a presidencia de Minas que a"*pro-
tJROiO do caf tir.hi ali crescido con.idoravoi-
mente, a que, portanto, se achava alterada a ba-
se da distribuigo do imposto, e essa Provincia
era muito prejudicad.a. proapx presidencia do
Kio de Janeiro, em 15 jjV^aneiro de 1360. que
enlrasiem em novos ajusteaiatan^ reooVIofdo
convenio, adoptando urna baso"" menos desigual,
que lhe pareca raioavol fosse eitabelecida ao me-
nos na razao de 11 %.
Nao lalo a presidencia do Itio de Janeiro po*-.
dido annur a esta proposta por no possuir dados*
que autorisassem para avaliar cora seguranga o
augmento da produc;ao do caf mineiro, tomn
o prosidente de Itioas a deliberagao de intimar
da Ia dn agosto a ceasago do convenio, que por
esta fjma deixou do ser obrigatorio no ultimo
dia le oulubro, declarando ao metmo lempo que
do dia Ia de novembro em diaoli a arrecadacao do
tmposl) sobre o caf de produegao mineira se fa-
ria ras repartigoes fucaej da provincia.
A' vista deila terminante resolugo, a presi-
dencia do Itio do Janeiro tratou logo de crer re-
gistros em differentes pontos da provincia, e dar
reflu traemos para a tiscilisagao da entrada do
caT e conferencia das guis qualiOcativas de tua
origem ; e assim o communicou protidencia da
Minas, declarando lhe que a dita conferencia,
quaalo ao caf de Minas, eomegaiia no dia Ia de
novembro nos registros creados not lugares qua
designava o art. 81 daquella regulameoto : e ro-
gando lhe que houvesia de communicar quaes os
pontos em que se achavam as recebedorias de
M^nis, os nomes dos resptetivos empregados, e
a quot do imposto qae aht tinha de pagar o caf
da provincia.
Logo depoi, em 26 do metmo mez do outubro,
reiterando o pedido de esclarecimentos netessa-
rios para a fiscalisago que lhe compete, declarou
ca aa anaoaega, retolvi eommetler esta queslo vinela em relacao de oatras ; porque sua adop-
> presidenta octoal da proTiacit, | ;ao tea por contequencia immadiala e Decesia-
rarahybs.Encontram-se no art. 18, 1, 2,
3,4,23 a 46 da lei n. 12 de 16 de agosto de
1860 impostos de exportago ; e no 26 do mes-
mo artigo diz a lei:1 Imostos sobre charutos
e rap, cobrados na occasio do despacho, t uto
, no acto da importagao.
No art. 21 te faz dilterenc do imposicao, quan
do o gido deitinido ao servico dos'engeohos
da provincia, ou di de Peroambuco ; no 1 caso
so sujeito ao dizimo, no 2a a 500 ris por ca-
beca.
Na lei do orgamento provincial promulgada em
1861 se obterva o memo. O 23 do art. 16 da
citada lei dit: Impostas obre charutos e rap,
cobrados na occasio do despacho: Pdenlo
ser o detpacho para exporlagao ou para importa-
gao, pediram-se esclarecimenloa ao presidente da
provincia,
A presidencia da provincia em offlcio de 8 de
abril ultimo, satitfazeodo a requisigo do aviso
de 11 de margo, remellen a informagao que lhe
foi prestida pela reparligo do thesouro provin-
cial, 00 qual se IS o segainta trecho : Sobre a
iolelligencia e execugo que se lem dado co-
branga do imposto estabelecido no $ 23 do art.
16 da lei do orgamento provincial, cumpre-me
dizer: que o imposto de 13000 sobre milheiro
de chtrntot, e 100 ris sobre libra de rap de
que trata a lei n. 44 de 3 de outubro do anno
pastado, que rege o orgamento proviocial, e tem
tido eitabelecilo com outras leit anteriores desde
o anno de 1852, cobrado na occasio do despa-
cho da imporlago desses gneros para o consu-
mo da proviocia, sendo este imposto tem duvida
alguma de imporlago, visto como neita provin-
cia cao ha fabricas de chirutot, nem de rap,
dat quaet s tenha de cobrar o impoito.
Goyaz.A lei n. 6 de'9 de agosto de 18G0, rt.
2 6* nmeros 1, 2, 3 e 4, creou impottot de
tzportago.
Bahia.A lei o. 879 do orcamento provincial
de 23 de dezerobro de 1861 langou, no art. 2*. $
44, o impotto de 503000 tobre as catas que ven-
derem tabo nao fabricado na provincia.
Por intermedio da junta directora da respecti-
va atsociago com nerciil, repreaeutiraro contra
esta ditposigo os agiotes dos fabricatfaes de sa-
bo no Rio de Janeiro, allegando, enlre outrat
razdes, que, nao vendendo o tabo, que rece-
bem em conslgnago, directamente aot consumi-
dores, mas retalhando-o por diversos armazens,
nao s teriam ot recrrante de pagar o impoito
de S0;000, como tambera todos os armizens que
revondessem esse genero.
O presidente da proviocia, entendendo 0S0 se
achir aulorisado para suspender ditpotigo al-
guma contida oat leit do orgamentos provin-
ciae. nao deferio pretengo, que por isto foi
submettida deciso do governo.
Sendo ouvida a aecgo de faienta do conielho
de estado, foi ella de parecer que a referida con-
tribuigo um verdadeiro direito de importagao,
e como tal exorbitante da ditpotigo contidt no
art. 12 do acto iddicioual.
Pde-te, portanto, afflrmar que hoje prevalece
nat aitemblas provinciaes a opinio de que lhet
licito crear impostot de exportago tobre teut
respeativot productos, e de importagao tobre ot
productos de outras provincial, a flm de prote-
ger os similares de sui produeco.
Alm da manifesta violago da letra 1 espirito
do acto addieional, am tal tystema econmico
contraria 01 propriot interettet das provincial
qae o teem adoptado.
Termfnarei este tpico, ioformaodo-vot de que,
havendo amt assembla provincial antoritido a
reipectiva presidencia para permillir a locorpo-
ragio de um banco rural e hypnlhecarlo, expe-
dio o governo circular aot presidentes de pro-
vincia recommendando-lhes qu empregtssem
seu eiforgot a Qm de que aa aiaemblas pro-
vinciaes limitassem a esphera de suia attriba-
get nesta parte ao que prescrevem oearligoi 10,
ti e 12 do acto addieional, nenham dot quaet
Ibes permute legislar sobro banco, nana directa
Bem indirectamente.
.
\ ai
MUTILADO 1



;
para os outro 3lm a presidencia do Rio de Janeiro que o
agentes da provincia tinham ordeno para nao por
avisto n>s guias que acompanhastem o cif de
Minas, em quanto nao recebessem eommuni-
esgao official dos nomos e firmas dot agentes de
meiat de renda encarregaoi de paitar taes
gulas,e que a estabelecida na corte nao admittira
lambpm esses documentos antes do serem dadas
aquellas garantas, corno bailantes para a iseogo
do imposto quo lhe eumpre arrecadar.
Satisfei a presidoncii de Minas a primeira
parte daquella-exigencia, mas fn'deu eonhoci-
m-nio das firmas dos actores, por nao ser potai-
ral ha v-las com a bravidado requerida, atienta
a distaocia em que elles se achivam, promet-
iendo, perm.que o faria itaotro da dous me-
zes.
Destss exigancin e de algitmas das disposiges
do citado regulamenlo origioaram-se quaixi taes
ni cobranga do imposto na mesi do consulado
da corla, que a presidencia de Minas recorreu ao
gO'erno imperial pedindo a sua iutervengao,
atim de que nao fossem sacrificados os intereises
daquella provincia, mrmente nao sendo lison-
geiro como nao era ento, o estado de suas 11-
aaoeat.
Desejando a presidencia do Rio de Janeiro,
quanto lhe fosse possivef, attender a essas quei-
xas, som abrir a porta aos abusos qua eram de
receiar, se fossem dispensadas certas formalids-
dei qu julgava essenciaet para garanta dos inte-
resses da provincia, expeli instruegoes em 11
da dezembro do anno passado, fscilitanio quanto
julgava posiivel a conferencia das guias do caf
de outras provincias.
Entretanto o governo imperial tomiva este ne-
gocio na mais seria considerago : e nao obstan-
te ter j ofliciado em data de 15 de julho do acno
pstalo aquellas presidencias, em virtude da re-
commendagio da cmara dos Sr. deputados,
constante de seu avisa de 9 do mesmo mez, dis-
pondo-as psra um accordo que puzesto termo a
to desagridavel conflicto, e exigindo informa-
goes tobre a materia para poder deliberar con-
venientemente, no que depeodesse da admiols-
Iragao central, reiterou anda por ultimo tt tuas
recommendagoet a esse respeito, swggerindo o
meio que pareca mais acertado para resolver a
queslo como se desejava.
At duat presidencias accederam iniciativa do
governo, e segundo ella oomearam dous commis-
tsrios, dignos da maior conflarg por seu saber
e patriotismo, para apreciirem quanto se tem
ponderado por urna e outra parte, e proporm a
medida que possi bem conciliar os inleretses que
se achara em conflicto.
A otculha da presilencia do Rio de Janeiro re-
cahio no Sr. visconde de Itaborahy e a de Minas
no Sr. visconde de Abaet, os quatt prorop-
tamenla se prestaram a esse servigo. Devenios
esperar do recoohecido civismo eillustrago des- .
tes dous Bratileirot que brevemente cessar o det-
accordo das duas administrarles provinciaes,
desaccordo que com nzo atiranta as vittat da
cmara dot senhores deputados.
RECEITA PROVINCIAL E MUNICIPAL.
Apezar das diligencias que empreguei para
apresenlar-vos ette anno algum trabalho sobro
a reteita e deipeza privativa do cofres provin-
ciaes e oiunicipaei, coocorrendo asiim para que
cao cahite em abandono o ensaio que, com
tanta ulilidade para 1 admioistrsgo em geral, a
particularmente para chegar-se ao indispensavel
coDhecimeoto da massa total das aootribuiges
de diversas origem que pesam tobre at differen-
tes clattei da sociedade braiilelra, foi iniciado
00 thesouro nacional era 1856, e pela primeira
vez trazido ao voiso cooheeimonlo no relatorio
detse anno, simo ter de declarsr-vot que neste
momento s vos poderia oflerecer imperfeita
apreciago acerca de to importante assumpto
Em 18 de dezembro do anno patsado exped
circulares, exigindo dat pretidenciat que remet-
lettem ao thesouro al os primeiros diaa de
abril ultimo : Ia, um quadro do todat as verbas
da receiti provincial e municipal, com lndica-
go do que prodaziram, por semestres, nos cin-
co ltimos annot, conttdos do Ia de julho do
1856 a junho de 1861 ; *". outro Igual da des-
peza no mesmo periodo ; 3a not mesmos qui-
droi, ou em separado, quaetquer obtorvagoe
qae orieotatsem o conhecimento do progresto oe
decadencia da renda da provincia.
Apenat respooderam al asta data ai presi-
dencial do Rio de Janeiro, Baha, Minai Geraea,
Maranho, Piauhy e Santa Calharioa.
Cm to poucos elementos, e, releva dize-io.
tendo iocompletat as ioformaget que ellet apre-
tentim, algumas das qwaes retentem-ie da di-
vergencia que se ola na organltago dos orga-
mentos dai respectivas provtnciis e no sen sys-
tema financia!, aera difflcilimo, tenao imposai-
vel, chegarmo ao grande flm que o governo im-
perial tem em vista, e para cuja consecugo do
mister ter eficazmente auxiliado pelas adminis-
tragdes provinciaes.
Algumat provincias adoptaran! j o tystema
dos exerclciot, contando o anoo floaocelro da
jalho a jaoho, conforme e pratica na reptnigao
gli n tojo sagaissem o metmo wtopta.
ILEGVEL


.
&UR3 S PKCNMBCO QUAftfl tfttLU 20 DB AGOSTO DE 180*.
queem nada Ibes podo prejudicar, muito meaoi
difflc seria orgaaUar o rcense.manto da recol-
ta e deapeza total do imperio om cada exercicio.
Outras, porm, aiuda preferem o anao civil de
Janeiro a dezembro, limitam-ie a orgar a sua
deapeza e a das cmaras muaicipaos, diixando
em branco o producto das srtigos de receita.
Daste modo nao possivel avaliar qual sej. a
renda dessas provincias, sera ter presentes 01
oalangos de sug Ihesouratisa e cmaras muoi-
paes.
io s Janeiro, em 8 da maio de 1862.
Jos Mara da Silva Puranhos.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
io Grande do Norte, 1G de agosto.
Nos cus ltimos Diarios deixou de vir urna
correapondeDcia minha, dizendo alias Vmc. em
vm dellos, qae o3o ro:eL5 ra lettras miabas,
Estou convencido, que malhar em ferro fri
cmalhar as coatellas do correio, por quedo
contrario imposaivel que j nao Qzessem ms-
a aellas taotaa martelladaa, como as que Vmc,
e o Jornal do Commercio lhas bao dado. Como
ndo diabeiro, que so perdeu, esim palanfrorio,
deixeuio lo ir, que. a mesma cibera, que produ-
tio esaa algaravia, ple aiada produsu outras ;
a intelligencia sempre urna fonto inexgotavel,
aejs prolusmdo parvoices. seja preciosidades.
Nao lho escrevi pelo Cruzeiro, por que con
lava com o guaras** no ia seguinte : mas qual
lguarass, nem meto Iguarasn'i ; quera sabe no-
ticias delle I
E' pona, que um barco da to excelentes com
modos lenha-se tornado oluleravel j pela roo-
ciria de aaa marchi, j pela iocertesi, u fallibi-
lidado de suas chogaias do njrle : preciso
pois, que a companhia ou o concert era ordem
a tornarse regular, ou eoto, que o aposente ;
do contrario o publico, fazeaio-sa aliga por
SHM roaos, lhe dar baixa redonda por in:apaz,
e iocorregivel, a jusliga do publico sernpre
violenta, e apaixon.da; cumpre poisfugir della.
Nesta cidade deram-se uestes ltimos dias ca-
sos de molestia, que o l)r. Bolvar qualicou de
cholera, tendo morrido urna das affectadss, e a-
Chtwo-ae ainda do hospital a outra. Diz-se,
Que lguns curiosos homeopathas contestara esta
gualicjgo do Dr.; afflrmaodo que a primeira
oferma rnorrera da um ataque apopltico, e a
aegunJa est doente da pancadas, que lhe dra
o marido. E' urna questo se sciencia, e de ce-
ra alheia, era que nao *ei, nao posso, e nao devo
metter a mo ; os professionaes poia que a de-
cidir : advirio porm, que os homeopathas tem
apenas por si pratica do vascolejarem era urna
garrafa, on copo d'agua os ovos de uru de suas
C5rleri8, como lhes chama, suppouho eo, o Sr.
Candido Borges Monteiro ; o o Dr. Bolvar faila
cora a antoridade de seu titulo acadmico, como
crdito incontestavel do sua clnica, e com o
prestigio de seu nome.
Para os juises, que ba lido o eslulado, o que
no direito romaoo se diz no titulode probatio-
ntous, e o que escroveram oossos praxistas so-
bre prova plena, e imiplena, presump^o sim-
ples, e pre.umpgo vehemente, parece, que nao
e custosa dar urna sentenga justa neste pleito :
a concha da balaoga est to visivelmente incli-
nada, que nao preciso o menor exforco para se
decidir, de que lado est o peso. Cholera, ou
nao cholera, o ceito a, que nioguem aqui eslce-
meceu, e assustou-se couiesta nova apparigo :
este monstro torga de apreseotar-se to repe-
tidas vezes tem diminuido muito a intensid.de
do horror, que ao ptiacipio causava o seu as-
pecto.
Era toda a provincia est elle extincto ; nao
na mais um su medico, ou curioso empregado
neste servido.Gloria in exceltio Deo.
Parti com eleito no dia 8 do correnle para a
villa do Cearmerim o Sr. Dr. Leo Velloso,
le .ando em sua compauhia o secretario o Sr.
Dr. Adelino, e o eogeoheiro das obras publica,
Dr. Amorim do Valle. Consto, que no dia 13
tarde seguir S. Exc. para a villa de Toaros, de
onde deve voltar pela costa para esta capital,
que o espera aqu qualquer hora.
Estamos em perfeita fome de uovidades, ser-
vinJo-me desta catachesedos sertanejos ; a paz,
e a tranqullidade de Tytiro, tocando gaita de-
baixo da sombra de urna faia, pairara por sobre
nos, que como aquelle pastor podemos dizer aos
cossos Melibeos polticos, que ftcaram burlados
em suas esperanzas pela nao dissoiugo da aa-
njara dos Srs. deputados.Deus nobis hoc olia
fecit, S. M. o Imperador devemos este to
doce, e suave descanco.
A mesma seguraoga individual ne tem sof-
rido ltimamente gran iesgolpes: depois ds mor-
tede Vicente Nunes 18 do paisado na barra
to Quiry do Cearmerim, e que se diz ra ca-
sual, nem urna outfc consta, que se haja pratl-
eado na provincia sf. esta data.
Teuho para mira, qua devemos em mxima
parte este bom resultado estatistico farlura de
gneros alimenticios, de que gosamos ; pois,
como Vmc. Do igoora o quatrieme e-
tat, urna vez que lenha a barriga cheia, o
que para He a summa felicidade nao
e lembra muito do praticer
como nioguem de um bom
crimes ;
apetite
munido,
quando
corre, corrate abarrotar, e vai dormir ; e ainda
que nessa occasio sonhando lenha mos pensa-
mentos por causa da obesidade, nem um mal pode
praticar, porque a lethargia lira-lha toda a acgo,
e movmenlo para o fazer. Creio, que era por
haver observado este favoravel phenomeno, que
me dizia assim um sertanejo. Sr. Fulano, esta
canalha como burro, que so anda direito, quan-
do come muito milho, leva muito pao, e nao lhe
falta o servigo ; e eu respondi-lhe a compara-
do c'est trofortSr. fulano ; mas nao ha du-
vida, que tem multa semelbarica urna cousa com
a outra.
Oh 1 l vem vindo o prudente e desafadigado
lguarass. Um amigo que aqui se echa comigo,
diz que quando ve o ]guarass caminhando to
inaiteravelmeDie vagaroso, s se lembra do bur-
ro da fbula, que nao se sabia da sua pachorra,
marchando placido el quieto grada, pela certeza
que linha de que nem um senhor, fosse elle qual
1088, lhe havia deitar duas albardas no es-
pithaco : eu porm que, como j disse, n3o gos-
!o .las comparrjoes odiosas, Jigo que o lguaras-
tu rompendo os mares com a sua gravidade.em
ar le mageslade, s me parece um general roma-
no stravessando pausadamente as ondas de povo
que seapinhava em frente, e em redor de seu
carro, quando segua para ir receber no capitolio
acoroa do triumpho. Fora disto, em tudo mais
e o \guarasm um excellento vapor muito com-
rrolo e muito seguro.
Termino esta dizendo-lhe, que desde o princi-
pio deste mez somos aqui divertidos nos domin-
gos e dias ssntcs com bandos ascarados, fol-
gangas precuisoras dos festejos que se preparan)
para o prximo 7 de seteabro, esse dia o mais
nacional de todos os diasnaciomes brasileiros.
tKNAMiUCO
REVISTA DIARIA.
Correr hoje, na eonformidadedo coilame, a 6"
parle da Ia lotera doi religiosos Franciscanos de
Oiinda. Bilhetes vendaste as 8 horas e meia
As sortea malores de 50C0 pagas ama hora de-
pois da extraccao e os oatroa no dia aeguinte, de-
pois da distribuicao das listas.
Ainda urna suppliea sollicitade do fiscal
ce Olind, faz alguem d'alli; por quanto alem
da qusntidade de porcos que infestam a cidade,
na outra de c.bras e de gado vacum, de modo
que se pode dizer ama sola de sertao.
Neste estado triste e vergonhoso se acha aqael-
!.e ./*/ nao ,e.nd0 PS3'vel Plantar-'ae, roda
da cidade, nos sitios, cujas cercas sao constan-
temente roubadas. E pois, importa que se aca-
te com semeihanle estado, providenciaodo-aa a
respeilo.
Como d-se que Clhos familias, esludantea
de preparatorios no collegio das arles deixem de
frequeotar as aulas, nao tsndo os aeus paes scien-
cia para os corrigir; e at percam o anno e ln-
tlam a boa f dos meamos paes, conforme ha
poucoacconteceacom um dalles, que sabia para
a aula, e faltava mesma, coaveniente que
no tnteresse da iostraego e moralidade dos es-
tuiantes, as digne o Exm. Sr. director de man-
dar publicar as faltas meusaes dos mesmos, como
*e pratica para com oa da Facaldade.
-II- i exPedinte seria talvez mais proflcuo ap-
pllcado ao collegio das artes.
Domingo llimo celebraram os terceiros
franciscanos dOlinda a festividade do seu pa-
- Pregou no evangelho o Revm. frei Ladgaro do
SS Nome de Mana, e no Te-Deum o Rev. Sr
Jos Esleves Viaona.
No da 14 do correte, ao depois do maio
4a, em um lugar do caminho do Peixinho, eo-
contraodo-se ialio de tal com lanoel doaPas-
*<$^S&J&imboi exiiijodo rixa ralba, dupa.
rou o pnmeiro ao segando um duplo Uro de da-
vina de dous caaos, n'ello emjiregando-se ambos
os projectis. O ferino porem q.ae liaba ama fou-
ce de cabo, servi.o-se eolao della, e atirou urna
catilada a Julias, que dizem haver sido ferido no
hombro, poia acha-ae foragido, aera embargo
das diligencias da polica.
Hoave veatotia |em Pasaos, qae acha-ae em
tratamentov bera que aeja leva o aeu ferimento.
Proseguirm hontem os trabalhoa dos con-
cursos, rt.je se proceden oa directora garal da
iastr^ceao publica na thesoijraria de Tazenda,
"..-ni que poremae termiaassem alies.
Por impedimenlo da Sra. D. Alexaodrroa de
Lima e Albaquerque, foi nomeada para subili-
tui-Ia a Sra. D. Emilia Caadida de Helio Luna,
no concurso para o provimento daa cadeiras va-
gas desta cidade.
S. Exc. o Sr. praaidante aasialio a prodaegao
das proras oraes dss duas concurrentes; aa qoaea
se acham eSectivamente em coodigoes da bem
desempenhar o magisterio primario, tendo disto
dado copia lisoogeirana prova a que nos refari-
Qios, postos de parle algum acaohamento peca-
liar aq sexo, e mesmo algum escorrego, qae a
sitaago de examinando soe produzir.
O vapor lguarass, entrado hontem dos
ponas do norte de sua escala s nos troaie a mis-
siva de am nosso correspondente do Rio Grande,
nada adiantando do Ceir por haver aahido dalli
no mesmo da que o Cruzeiro, da Parahiba por
nenhum faci ae haver dado aps a paasagem
dessa vapor.
Tam hoje lagar no Santa Isabel o beneficio
do sympalhico artista o Sr. Carlos Barlolacci,
primeiro bartono da companhia lyrica, com a
liada opera Marta de Rohan, de qual nos oceu:
pamos em urna de nossas ultimas Revista!. Alm
da'opera d o bansciado mais a aria da Uarbeiro
de Sevilha, do genero inteiramente caricato, e
na qual elle brilha tanto, como lembrados esta-
ro os frequentadores desse thtatro em o anno
passado. O beneficiado recommenda-ae, na cir-
cular qae dirigi isas protaclores, e espera a
devida concurrencia premio de iuis fadigaa a de
seusesforcoi. Jalgamos deaoecesaario ticer os
encomios do mrito do Sr. Bartolacci, por qae
serla offeoder os verdadeiros diletanlis, para
quem o melhor partido a aegair irouvi-lo.
Pastageiros que conduz o vapor nacional
lguarass, viodo dos portos do norte :
Almirada Silva, Mara da Goacaico Antonia,
Pedro Broum, Jos Bautista Leite, Jos Theoto-
nio de Castro, Delphioo Jos Barbosa, Dr. Egn
Huniz Brrelo Carvalho de Campos e um criado,
Dr. Candido Jos de Lima e um criado, Manuel
Quinliliano da Silva, Vicencia, 'scrava de Jos
Antonio Serfico, Jacob Francisco da Silva, Jos
da Costa Borgss, Fructuosa Perelra Freir, Ama-
ro Brrelo de Albuquerque Haraoho, Fraoklin
Jos de Andrade Poggi, Manoel J. R. Pinheiro,
Miuoel Jos Ferreira Gusmao, Joaquim L. Pe-
reira Lima, Manoel F. Carneiro da unha e um
criado, Bernarda da Cooceigo, Aoacleto Jos
Ferreira, desertor do 2" batalhao de fuzilairos,
Francisco Joao de Azevedo, Joo de Azevedo,
Pedro da Rocha Freir, Leoncio Emarenciaao de
Souza, Cimillo Brasiliano de Hollanda Cavalcan-
ti, Joo Joaquim Pgala e urna menina menor,
Francisco Jos da Costa Barroi, Domingos Jos
Pereira Pacheco, Francisco Paz Barreto, Joo
Antonio de Moara, Gamillo Rodrigues da Silva
Figueiredo, Eduardo Gongalvea Valente, um es-
cravoa entregar, Aona Mara da Coaceico a 3
lhas.
Movimentoda caaa da deteogodo dia 17
de agosto.
Existam 35i preos.
Entraran 15 a
Sahiram. 6 a
A saber
Existem.
363
Nacionaes 258 Mulheres 4 Estrangeiros 32 Escravos. 61 Escravas. 8
Total. ... 363
satas Alimentados casta doa cofres provin ciaes............ Dia 18 Exisliam......363 presos, Entraram...... 8 a Sahiram....... 3 b
Existem....... 368 A saber: Nacionaes.....259 Estrangeiros.. 33

113
Alimentados a custa dos cofres provin-
caes.......... 147
Movimento da enfermarla do dia 19.
Teveram baixa :
Manoel Antonio Sobral ; otile.
Francisco, escravo de Gailberme da Molla ; in-
termitiente.
Teveram alta :
Pedro, escravo de Falippe Nery de Souza.
Joo, escravo de Leoncio Cavalcanti.
Obituario do da 19 de agosto, no cemitb-
rio publico :
Mari a Magdalena Pereira, Pernambuco, 30 an-
nos, solteira, Santo Antonio, molestia interior.
Justina, Pernambuco, 11 mezes, S. Jos ; va-
rilas.
Cypriaoa Mara da Conceigo, Pernambuco, 50
aonos, Boa-Vista ; desenleria.
Maria, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos ; varila.
Manoela Fernandos da Rocha, Pernambuco, 90
annos, viuva, Sanio Antonio ; hernia.
Manoel, Pernambuco, 2 annos, Recite ; bixigas.
Faustino, Pernambuco, 7 dias, Boa-Vista, escra-
vo ; ttano.
CHRONICA JDICIARIA.
Tribunal da Relaco.
SESSAO EM 19 DE AGOSTO* DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. COSSELUE1RO ERHEL1KO
DE LEO.
A's 10 horas damanba, presentes os senhores
desembargadores Caetano Santiago, e (Hura-
a, Lourengo Santiago, Molta, Perelli, Accioli e
Pereira Jorge, faltad Jo os Srs. desembargadores
Silveira e Guerra, procurador da coros, abrio-se
a aesso.
Pasados os feitos, e entregues os distribuidos
deram-se osseguintes
JULGAMENTOS.
Recursos crimes.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Malhias Anto-
nio Diniz.
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteados os Srs. desembargadores Caetano
Santiago, Accioli e Gitirana.
Deu-se provimento.
Recorrente, o juizo; recorrido, Luiz Vidal de
Negreiroa.
Relator o Sr. desembargador Accioli.
Sorteados os Srs. desembargadores Motta,
Peretli e Caetano Santiago.
Improcedente.
Recorrenle, o juizo ; recorrido, Marcolino de
Msgalhea Prado.
Relator o Sr. desembargador Pereira Jorge.
Sorteados os Srs. desembargadores Lourengo
Santiago, Perelli e Accioli.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Fer-
reira do Nascimeuto.
Relator o Sr. desembargador Pereira Jorge.
Sorteados os Srs. desembargadores Peretti,
C: Santiago, e Accioli.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Joaquim Jos
Muoiz.
Relator o Sr. deaembargador Pereira Jorge.
Sorteados os Srs. desembargadores Lourenco
Accioli e Peretti.
Improcedente.
Appellaces crimes.
Appellante, o promotor; appellado, Alexan-
dnoo Alvas de Olivaba.
A' novo jury.
Appellante,, juizo ; appellado, Jos Gregorio
aa oitvs.
A* nuvo jary.
,aAPp1e!',n,e. o jaizo ; appellado, Joaquim Ba-
zorra Lima.
Improcedente.
u^PHei1sn.l*;0JttiIOi BPPeoo. Filippe Joa-
quim de Santa Auna.
A' novo jury.
Appellante, o jaizo ; appellado, Manoel Vi-
cente Ferreira.
A'novo jury,
Appellante, o jaizo ; appellado, Jeremas Ca-
Talcanti Lete a oitro.
appellado, Manoel Anto-
appellado, Bernardo 'osa
se-
A' novo jury.
Appellante, o jaizo ; appellado, Jos Nanea
da Silva.
A* novo jury,
Appellante, o juizo ; appellado, Matbias e An-
tonio, escravos.
Addiado.
Appellante, o juizo; appellado, Manoel de
Mello Crrela.
Improcedente.
Appellante, p juijo ;
Dio do Sobral.
A' novo jury.
Appellante, o juizo ;
dos Santos e ou tres.
A' novo jary.
DESiGNAglo db da:
Assignou-se dia para julgamento das
guintes
ppellacoet erimei. 3829
Appellante, o promotor; appellado. Theodo-
ro Querido.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Gomes
Tavaras e oulro.
Appellante, o juizo; appellado, Jos Bento Fer-
reira da Silva.
Appellante, Jos da Silva Monteiro ; appella-
do, o juiza.
Appellante, o jaizo; appellado, Antonio Aires
de Olireira.
Appellacao cicci.
Appellante, padre Dmaso da Assampco Pi-
res ; appellado, Manoel Dooizio Gomes do Reg.
O conflicto de jurisdieco entre oa'juizes mu-
nicipaes da primeira e segunda vara desta ci-
dadr.
DISTRIBUigK3
Recursos crimes.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago :
Recrrante, o juizo ; recorrido, Jos Antonio
de Barros.
Ao Sr. desembargador Silveira :
Racorreute, o juizo ; recorrido, ounoel Alvea
de Mello.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Recorrente, o juizo ; recorridoa, Jos
Moreira.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Thomaz Anto
nio de Paula Baarqae;
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago :
Recorrente, o juizo ; .recorrido, Jos Virissimo
de Souza Lima.
Ao Sr. desembargador Motta :
Recorrente. o juizo ; recorrido, Antonio Joa-
qaim de Almeida Guedes.
Ao Sr. desembargador Peretli :
Recorrenle, o juizo ; recorrido, Joaquim No-
gueira da Costa.
Ao Sr. desembargador Accioli :
Recorrente, o juizo ; recorrido. Jeremas Soa-
resde Lima.
Ao Sr. desembargador Pereira Jerga-:
Recorrente, o juizo ; recorrido, Antonio Gomes
Vieira.
Carta lestemunhavel.
Aggravanie. Manoel de Siqueira Cavalcanti ;
aggravada, D. Anna Dalphlna Faea Barreto.
Babeas-corpus.
Proposla a petigo de Francisco Botelho de
Andrade, pedindo ama ordem de habeaa-corpus,
que foi-lhe coacedida para o dia 23 do correnle,
s 11 horas do dia.
A'uma o meia horaa da tarde encerrou-se a
aessao.
de. > e eu nao Uve oulro recurso sanao auebrar o de minh rZPJiaI".^ Wft-.tff?1
de, > e eu nao Uve oulro recurso seno quebrar o
leme e deixar o barco vagar a merc daa ondas,
movido pela tempestado doa interesaos compro-
mettidos.
Eis bem explicado o plano em que parece ha-
verem os Srs. Anionra e Santos combinado com
o Sr. Dr. Feoelon Alcoforado sasim como fica
provado que o Sr, Dr. Fenelon Alcoforado, quan-
do aconselbou ao Sr. Fragozo a reunt&o da as-
semblea geral para o dia 18, o fez por previo ac-
cor Jo com os Srs. Amorirn e Santos.
O que tinba porm em vistas o Sr. Amorirn?
< Entregar para sologio de seu debito iodos. aa
seus Leas, o reclamar dos accionistas o resto de
suas entradas e por esse modo salvar anda o seu
crdito e reputago commerciai. a
tra muito legitimo e bem entendido o desejo
doSr. Amorirn ; estou longe de censura-lo. Mas,
se bem attender-se ao verdadeiro estado das cou-
sas, os Sra. Amorirn e Santos, s encontravam
um meio de ae silvarem : eDlrarem os accio-
nistas com os cincoeota por cenlo, que resta-
vam. >
) nao aonuia e nem podia annnir o Sr.
de mioha residencia do batalhao n. 29 de infan-
aiYfiua freue"l de PPcaga, em 18 de julho
de tao2.-Manoel d'Albaquerque Cavalcanti Ne-
iTeTecoroael andante.
A1TESTO qae nao me coaita, que o aup-
pltcanle tenha moa coitumes. mas aim conduc-
hTial4LnmlA"epreheDITel- PPcaga, 29 de
i ATTB!?rT v,8"lo.Joao Clemenled. Rocha.
c ATlKbll que nunca ouvi tratar de furtos com
relagao aosupplicante, a quera tenho era boa re-
putago : o que tenho a alienar. Sablelesacia
de Papacaga, 29 de abril de 1S60.S Caval-
canti.
o ATTESTO que o lopplicante morador nes-
ta villa, onde vive de seu negocio ; e at o pre-
sente naste jaizo nio se apresentou questo a
respeilo de ruo procedimento do supplicaule.
E quanto tenho a altestar sob a f de meu cargo.
Papacaga, 22 de abril de 1860.Jos de Barros
Corroa, juiz de paz da reguezia. >
Naa altestages de cavalleiros to distnclos, e
que pertencem as differentes classes da nossa ao-
ciedade ; neiais attestagdea que ah fleam con-
signadas tenho as pegas de mlnha dtfeza ; eco-
AlUndearai
Raadimente de dia 1
dem de dia 19. .
18.
254:182* 6&f
23.274*164
277~4561853
ovlmnto da alfaude-cai.
Valamesanttadesaomfazendas..
1 > om gneros.. _
Velamea sabidos em fazandaa..
> (om genaroa..
99
204
= 303
t i! """*"> UCUi Huua ouuun u 01, uguaus ienno as pegas de minha deleza ; eco-
joao iJapiista Fragozo ; por quanto, devendo os mo v-se, nao se cifra esta em allegagoes miohas
Srs. viuva Amonm & Fllho. Moreira Dias A- C. 13o tfmeniB. Ah.f.m u.. a ,,k ."
Alves
A minha correapondenca, publicada, no dia 16
do aorrenle, as tres folhas diarias desta cidade,
relativamente gerencia do Sr. Joo Baplsta
r-ragozo na sociedade esa commandita Amorirn,
Fragozo. Santos & C., dea lugar a duas publca-
les urna assignada por mea estmavel collega,
o sr. ur. typnano Fenelon Gaedes Alcoforado,
e outra anuayma tendo por epigrapheA com-
manduaa por aasignatara&m accionista ver-
aaaexro, Essas duas publicares me convidam
a dizer alguma cousa, que tenda a esclarecer ain-
da mais esse negocie e a posigo de cada am.
A publicago feta por parte do Sr. Dr. Fene-
lon Alcoforado, tem por flm explicar as assergoes
da minha correspondencia as quaes loqaei em
sea nome. Kss explicago conrma a verdade
do qae aventurei, pelo qua reseeita aos factoa.
Reconhece o meu ilustrado collega que no dia
L V 80 ,ne8'r ao ou escriptor*/, foi con-
vukmo a comparacer no da sociedad Amorirn,
fragoze, Santoa & C, por haverem ce% res Jeito cessago de pagamentos j^precisarem
de seu cooaelho ; a accedeu ao convBa, tendo en-
trado all comente o Sr. Fragozo, poique os ou-
tros nao linbaas vindo.
Foi justamente e quo eu disse na minha corres-
pondencia de 16. A convite de quejB drigio-sa o
Sr. Dr. Fenelon ao escriplorio dasoCiedade? Nao
o diz o meu collega ; mas, nao o tendo aido a con-
vite do Sr. Fragozo, foi a convite ou do Sr. Amo-
rirn, ou do Sr. Santos.
E do quem foi o cnnselho da reunio da assem-
blea geral para o dia 18? Foi do proprio Sr. Dr.
Jbenelon Alcoforado; pois que em sua correspon-
dencia assim se exprime o ollegs :
Omeu conselhofoi que se reunisse no dia
seguinte a assembla geral dos acciooiatas, a
qual prometti comparecer, o que tudo foi feilo
de accordo om o mesmo Sr. Fragozo, sem qe
elle me dissesse haver j consultado ao Sr. Dr.
teitoza: antes < eu lhe disse que seria conve-
nante que elleoconsultaise, i> nao duvidando eu
conformar-me com o seu conselho ou com o de
outro advogado, no qae ia o reconhecimento da
"afloridada do meu diatincto collega, o
Da ni resulta que o Sr. Dr. Fenelon Alcofora-
do foi quem, tendo comparecido a convite dos
i>rs. ou Amorirn ou Santos, aconselhou oSr.
rragozo a reunir para o dia 18 a assembla geral
dos coramanditarios ; e que eu nao tive em
tudoi lelo a mnima parte, sendo que na noita do
da 17 foi que soube do qua havii oecorrido, e
aconselhei o Sr. Fragozo a que abrisse a falUn-
ca da sociedade.
Recoohece ainda o Sr. Dr. Fenelon que no da
18, quando comparec com o Sr. Fragozo, ah j
se achava sua senhoria e bem assim os Srs, Amo-
nm e Sanios.
Emtim diz o Sr. Dr. Fenelon:
E' verdade que essa conferencia lave lugar
era um gabiuete da mesma sala da reuuio e s
consideragoes do Sr. Dr. Feiloza opauz a de
qae lalpaaeo nio urgia, podia ter lugar depois
dareuniao, e com accordo de todos quo no mea
entender deviam ter sciencia do resolucao to
grave. *
Muito bem I Cheguei justamente ao ponto que
eu deaejava e liaba em vistas. Mostrei
1 que o Sr. Dr. Fenelon Alcoforado havia
comparecido no da 17 no escriplorio da comman-
dita a convite do Sr. Amorirn ou do Sr. Sjntos,
e que all chegado encontrando apenas o Sr!
Fragozo. lhe havia aconselhado a reunio dos
commanditarios para o dia seguiete*
JtJftJfft Sr* Dr' Fenel0B' Alcoforado
alli se dirigi, foi mediante convite occasionado
pela a cessago de pagamento ;
aam"b?/.V.Ur.?a!f0 Utd P"" reuaiS<> em ""
17 nifi ? Vue quand0 30*te noite de
p7.rtePr;oPc1oaF'r.egrorortt;d' "** D *18 "
4o que quando nesse'dia 18 cheguei ao lunar
da reunan ahi se chavara os ir, Amonm
coforaSdo60d0 "" lad St' Dr' "nelon AN
Tudo uto bem resumido e aparado d am re-
!m aaa.0on,gni^e :~qae "-S -lSrlm
em duas opinioes, e que em quanto oa Sr. Amo-
Alcoforado, desejavam evitar a abertara da fal-
lenc". f Sr. Fragozo, sob meu nenselho vendo
que o dia 18 era o ultimo do triduodonara
a,b.6.rJa d" f,lUnc"k P>o Ugo 805 docod"
go. se dra presas em abrir a meama fallencia
O penaamanio doa Sra. Amorim e S.ntoa aoje
?t ,n n" 0CC"Ua-PJ 1oto um coraman -
can le no Dxarxodo Recxfe do primen, do corren-
te, transcrevendo os trechos de urna carta do Sr-
tsSSr*de Amorim' -Mpsts
. *. Iambein deTeiS 5 meu 'go qae eu
?"?'. C0"PIBhw> gerenci?,, logo qae
[ornee obng.doa a saapender a oa pagamentos.
demo-Dos pressa em coovocar urna rfonio de
todos os accionistas a com o flm de eior fiel-
mente o eslado da aociedade, entregar or aolu-
gao da meu debito todas os eu. bfns.Trec I-
mar doaacconiatisi o resto de aaaa entradas e por
esse modo aa var aiada o mea credilo e repata-
gao commerciai, evitar a cataetrophe da com-
mandila e com ella a digoidade e reputago om-
meC 'k ft 5"?" de minha PW'nclii; porm tu-
do foi baldado, os aeonlecimeatos se precipiUram
una sobre os oatroa, ciraumataneUa e.peciaes se
Srs. viuva Amorim & Fllho, Moraira Diaa & C,
Traveseo Jnior & C, Guilherme Carvalho & C.
e Joaquim Francisco de Mello Santos, mais de
nove ceios conloa de ris, era por estes quo de-
veriam comegaras entradas, e nao pelos socios
commaoditarioa.
O Sr. Joo Baptista Fragozo toaou porlanto o
partido qae mais do accordo eslava com os inte-
resses dos credores e dos commanditarios.
Qae os devedores que foram furcadoa a fallir
gritem contra o Sr. Fragozo, comprehende-se ;
maa que oa aoctos commanditarios se qaeixem do
Sr. Fragozo, o procurem marear-lhe a reputsco,
o quo nio se pode cooceber.
E, em quanto nao enlro no exame do que se
naja feito a bem da masaa e por tanto dos ere-
dores e dos commanditarios, direi somente ao
Sr. accionista verdadeiro, > que nao licito a
nioguem em eacriptos anonymos tachar de pa-
lavres os fados e argumentos, baseados na le.
Se retirarmos da sociedade a forca da palvra.
o que flear ?
A a forga bruta ? Nao forca reconhecda em
direito.
Ao concluir direi so meu illustre collega o Sr.
Ur. Fenelon Alcoforado, que nao tive no aDime
nem pela mente me passou um i momento cen-
sura-lo por haver acceitado a causa por parte dos
curadorea flseaes, urna vez que o seu conselho
ucra sem appltcgo aos Srs. Amorim e Santos,
pela abortara da fallencia requerida pelo Sr. Joo
Baptista Fragozo, por mim aconselhado.
Recife, 18 de agosto de 1862.
Dr.^nonio Fcenla do Nascimento Feiloza.
Correspondencias
Srs. redactores.Torpemente aggredidoem mi-
nha reputago de autoridade publica e de bomem
social por urna publicago subscripta por um asss
conhecido Machado, e dada estampa no peri-
dico Ordem, entend de mioha honra vir mostrar
pela imprensa, que os uivos do gozo me nao po-
dem attiogir, e menos abalar a reputago que me
ho conquistado os actos de minha vida publi-
ca e privada no circulo, em que se ellos mani-
festara.
Este encargo de fallar de mim proprio, encargo
qae sempre pesa ao homem honesto, nao me
correria agora se os effaitos da calumnia nao teo-
dessem a propagar-ae, urna vez fora do theairo
dos fados, qae ella desvirta, que adultera, que
ageita finalmente aeas fins reprovados, pelo
principio de nao ser conhecida nesse terreno a
paisoa alvo da mesma calumnia. As vozes de
Machado, com effeito, na comarc*, e mais par-
ticularmente aa villa de Bom-conselho, onde re-
sido o d'onde sou subdelega lo, nao leriam a me-
nor repercusao ; seriara aquilatadas pela fonte
de que procedem ; o o ponto da differenga entre
mim e o forgado da Fernando estara logo esta-
belecido. Mas sendo ellas proferidas fora desse
espago, em que son perfeitameote conhecido e
elle apreciado em seus actos, o despeito qae as
forma Do ser descriminado ; e assim iro vio-
gando os planos de atroz malevolencia com de-
trimento de mioha reputago.
lato nao deverei, poia, consentir, ou como que
autorisar com o mea silencio, bem que me re-
pugne esta especie de contacto ou antes aproci-
mago com semeihanle individuo, novo Lzaro
que ludo empesta. Mas nestss linhas que ora
trago, nesta prova que exhibo, com elle nada te-
nho que ver; e dirigindo-me ao publico, fago
abstraego de semeihanle individualidade, como
faria do garoto das ras ao sacudir urna porgo
de lama, que elle me houvesse atirado s costas:
discusso com taes eoles nao tem senso com-
mum, alm de ser toda desproveilosa para o ho-
mem de bros.
Ao publico, pois, aos meas comprovincianos
que me nao conbecem.as autoridades superiores
desta capital, cajo cooceilo procuro manier pela
pratica de actos honrosos, offerego como r'^ejyja
s invectivas e calumnias a que "alludo, osu?<-
roentos seguintes, comprobatorios da taludado
dellas. Sao documentos maiores de loda a excop-
go pelos caracteres, que os flrmam ; sao docu-
mentos irrecusaveis por serem de autoridades di-
versas e de malor vulto da comarca, onde nasci,
tenho morado, e hei sempre merecido conside-
rago dos raeus dignos comrcaos, sem ter-me
sido preciso como ave oVarriba^o andar de co-
marca em comarca procura de poiso.
Ulna. Sr. Dr. juiz de direito.O capillo Tho-
maz Thenorio d'Albuquerque Villa-Nova, subde-
legado da fregueza de Papacaga, a bem de seu
direito necessita, que V. S. Ibe'atteata ao p des-
ta, se lhe consta que elle supplicante tenba-se
assenhoreado de beos alheos, ou por costurae
usado de qualquer subterfugio; e finalmente lhe
atieste qual a conducta civil e moral delle sup-
plicante, quer como particular, qoer como auto-
ridade. Nestas termos. P. deferimeoto.E. R. M.
Thomaz Thenorio d'Albuquerque Villa-Nova.
ATTESTO quo o supplicauto um emprega-
do honesto, e nunca me constou que houvesse
praticado acglo alguma desairosa. Tem prestado
bons servigos na polica, e nesta calamitosa crise
epidmica : bom pai de familia, e de conducta
civil e moral irreprehensivel. Garanhuns, 7 de
agosto de 1862.J. Dearte.
ATTESTO que o Sr capitao Thomaz Theno-
rio d Albuquerque Villa-Nova, actual subdelega-
do da villa do Bom-Conselho, cidado honeato,
probo e de um procedimento sizudo e honrado]
nao me constando que em lempo algum lenha
praticado acto ou actos que possam p6r em du-
vida sua bem merecida reputago ; sendo como
autoridade policial urna das msis zelosa, empre-
gadas na tomarca, devendo-se a aua energa e
actividade a captara de slguns grandes crimino-
sos de seu districto, que tem sido effectuada por
elle; que muito se tem distinguido pelo seu es-
pirito da caridade e zelo pelos affactados do cho-
lera oesta qaadra de terrveis provangas porque
estamos passando; aendo por seu genio e ndole
nimiamente pacificador e cordato em extremo.
Oque tudo atiesto sob a f do meu carfo e grao.
Garanhuns, 7 de agosto de 1862.Jos da Costa
Dourado, promotor publico da comarca.
ATTESTA, em visla da petigo retro, a cmara
municipal da villa de Bom-Conselho, que o sup-
plicante teve o seu nascimento na fregueza de
Aguis-Bellas, porm de toara idade veio habitar
oesta reguezia, onde tem-se conservado at esta
dala ; e nao consta que use de fraudulencias, an-
tes, porm, como negociante que tem sido
exacto em aeaatraloa; e como empregado pu-
blico, pootaal no camprimento de seus deve-
res, com especial!dada no emprego de subdele-
gado, que oceupa, qae tem sacrificado aeus in-
teresses]pessoaee em manutengo da ordem pu-
blica. E' um excellente pai de familia, e conser-
va urna excellente conducta tanto moral quanto
civil. E' o que tem eata cmara a altestar. Pago
da cmara municipal da villa do Bom-Cooaelho.
em aessao extraordinaria de 6 de julho de 182,
Eu Torqualo de Souza Raraalho, secretario da'
cmara que o escrevi.Manoel d'Albuquerque
Csvalcaoti Nco, presidente.Carlos Jos da Ca-
noa.Henrique Alves Feitosa.Joo Baptiala
Braga.Franeisco Jos da Costa.
ATTEiTO, em abono da verdade, que co-
Dhegoao supplicante desde sua infancia, e nanea
constou-me que elle praticasae subtraego de cou-
sa alguma : pelo contrario reconhego-o como um
excellente pai de familia ; pootual em aeus tra-
tos; ordeiro e bom cidado; o que jurare!, se
necessario fdr, infido autoritatis. Povoago do
Correntes. em 10 de julho de 1862 Jos de Car-
valho d'Araujo Cavalcaoti, commaadaDte supe-
rior. '
ATTESTO que tenho inteiro conhecimento
do supplicante deade aua infancia, e nanea me
constou de furtos que o mesmo fizasse oesta co-
marca e-nem em outra, antes, porm, o conhego
com muito exacto am aeua tratos; conserva urna
conducta llbada Unto moral como civil; poia
lao fomente. Abafam o uivos do gozo, que con-
tra mim despeitosamenle ladra, as vozea autoii-
sadas do que ha de grado na minha comarca ; e
se dissabores hei corlido por taes imputages, so-
bra-me a consolsglo dessa manifeslago, que
por cerlo moeda com que as almas generosas
recouhecem as vidas modestas, que procuram
modelar-se pelo cumprimento dos dereres so-
ciaes.
Defendido assim peranto a opinio publica e
justificado solemnemente para com aa autorida-
des que me sao superiores e que lem direito a
regalaridade de minha conducta, termino esta
exposigo que s teve essa duplo fim, deixando
no entretanto de amatar aos tribunaes o calum-
niador, porque com a inflicgSo da pena respec-
tiva, quando algum testa de farro nao apparecea-
se por ahi, seria deitar apenas urna golta d'agua
no ocano com relagao a elle : impor-se-hia a
corrminago da le, mas islo nao trar-lhe-hia a
correcgo em seu espirito revol ao que justo,
honesto e decoroso.
O flm que me trouxe a esta cidade de manter
a reputago, que por meus actos tem-me sido
assegurada pelos homens honestos indistincta-
menie, est satisfeito ; tudo terel perdido, me-
nos ella.
Recife, 19 de agosto de 1862.
Thomaz Thenorio d'Albuquerque Villa-Nova.
Publicaeoes pedido
Ao respeitavel pu-
blico.
ts sensatoa habitadores da freguezia da Varzea
desta provincia, dirigem os mais sinceros louvo-
res e agradecimentoa ao muito digno Sr. subde-
legado da dita Varzea, Francisco Lns, pelo seu
bom desempenho e judicioso procedimento, fa-
zendo cessar tantos tactos to revoltaotes ao so-
cego publico, j contra o respeilo a tantas fami-
lias, como porque pesava sobre toda ordem pu-
blica. Rogamos a todas priocipaea autoridades a
coadjuvago para a estabilidade do mesmo Sr.
Francisco Lns, continuando na boa marcha do
servigo e cargo que lhe est dignamente confiado.
O amigo da ordem.
A' prematura o sentida morto
Dr. Pedro Antonio Cesar.
Temos a lamentar mais uma bem sentida per-
da que acaba de sollrer a corporaco medica. O
nosso particular amigo o Sr. Dr. Pedro Cesar,
natural do Recife, provincia de Pernambuco,
distincto medico, formado em 1856 na escola da
provincia da Babia, acaba de fallecer do cholera
no ponto de Maraoguape, proviocia do Cear, no
dia 9 de julho do correte anno de 1862, apenas
contando 35 annos de idade.
Estreando a penosa carreira de sui muito hon-
rosa profisso logo a bragos com o terrivel gi-
(zante do Ganges, em 1855, a convite do Exm. Sr.
presidente da Bahia, Or. Tiberio, se apresentou
o nosso amigo, e seguio para a cidade da Cacho-
eua, na amor intensidad do rrfal; alli princi-
piou uao s a mostrar sua habilidade e oragem,
como exemplar caridade, quando na sua melhor
influencia foi tocado do mal ; e, a rogos do Sr.
Dr. S. F. Souto, vollou o nosso amigo capital;
restabelecido que fosse, seguio para Santo Ama-
ro, e depois para o oogenho do Exm. Sr. conde
de Barral, no qual medicou e salvou muitas vi-
das; concluida sua misso, de volta s capital,
seguio para saa provincia onde principiava o mal,
porm no tocar o paquete era Macei, provincia
das Alagas, foi ahi convidado pelo Exm. Sr.
conselheiro Dr. S Albuquerque, digno presiden-
te de eoto, para ah se demorar visto achar-se
o mal no seu progresso; assentio o nosso valen-
te cavslheiro, o permanaceu em um dos ponlos
assim tendo seguido de
at que declinou o ra
novo para a sua patria natal onda fez milagres,
sendo immediatamente engajado pelo Exm. Sr.
Jos Bento, esie enrgico e previdente muito dig-
no presidente que regia entao a provincia de Per-
nambuco, al que do todo foi extincto o mal.
Iufelizmeote respparece de novo o fatal gi-
ganla no centro de Pernambuco, es o nosso va-
lente e caridoso cavalhairo em nova luta com o
implacivel inimigo da humanidade, pode o nos-
so amigo delle triumphar em S. Lourengo e em
outros muitos pontos para onde foi nomeado pe-
lo Erm. Sr. presidente, vista do que convi-
dado e mesmo instado para seguir para a pro-
vincia do Cear, as constantes noticias dalli viu-
das eram terrveis, recusa-se em principio o nos-
so finado amigo, repeliram-se os pedidoa, toc-
rara o bemfazejo corago do homem bem forma-
do ; resolver segoir foi em um momento; eis o
nosso homem no Cear, o Exm. Sr. presidente
ordena-lhe que som perda de terapo seguisse ao
pooto de Maraoguape, lugar onde o mal se acha-
ca na sua maior iuteasidade; porm, oh dor 1
ahi o esperava o terrivel gigante, e ento sem
dar lampo ao nosso valeote combteme preca-
ver-se, o accommeila sem piedade, e em tres
ruarlyrisados dias suecumbio o nosso bom amigo
e companheiro, levando traspassado no seu ler-
no coragao sua querida, joveo, quanto virtuosa
e carinhosa esposa, a Exm. Sra. D. Cora Perpe-
tua Colonia Cesar, e suas duas innocentes filhi-
obas Amalia e Aula, que assim ficam ao desam-
paro ; porm muito confiamos no paternal cora-
go do nosao bom e magnnimo Imperador, vis-
to que o nosso finado amigo, formado e casado
no dia l de dezembro de 1856, fortuna nenhu-
ma anda contava. Portento volta a joven viuva
e suas innocentes filhinhss aos sagrados laraa
de seus velhos quanto honrados pais, que ancio-
sos a esperara receber na Bahia.
Assim findou sua brilhante carreira o nosso
bem chorado companheiro e amigo o Sr. Dr. Pe-
dro Antoio Asar, no sea posto de honra : accei-
tai portaolo uma lagrima de saudade. A Ierra
lhe seja leve.
O companheiro de estudo.
29 de julho de 1862.
(Jornal do Commercio, do Rio.)
Deearrec,a no dia 20 de agosto.
Uiate americaooCarrie liae farioha e bola-
chinha.
Importaco,
Vapor nacional 'guaras;' procedente do9
poitoe intermedios do norte, manifasiou o se-
guinte :
,_ DoAcarac.
150 meios de sola ; a Joo Joi de Carvalho
Horaes.
105 ditoa de dita ; a Francisco d'Albuquerque
Rodrigues.
10 garajioa carne ; a Palmeirs 4 Beltro.
1 caixo carne e queijoa : a Flix Jos de Sou-
za Filho.
Do Granja.
25 couroa salgades, 400 courinhos, e 2 barra
azeite de carrapato ; a Manoel Congalves da
Silva.
Do Cear.
43 barricas sebo, 11 caizas velas de carnau-
ba ; ordem.
Do Aracaly.
4i caixaa velaa de carnauba; ordem.
Seeenedorla de rendas Intern&a
Seraes de Pcrnambaeo.
Rccdimento do da 1 a 17.
dem da dia 18. .
17;280j5.r,8
6851540
17:9665096
Consolado provincial.
Randimentododlal a 18. 20 2195020
ld 20:599^793
Movimento do porto
Navios entrados no dia 19.
Ass 49 dias, lancha brasileira Flor do Rio
Grande, de 42tooeladae, capio Vicente Jos
da Costa, equipagem 5, carga sil, ao mesmo
capilo,
Maranho pelo Ass65 dias, do primeiro porto
e57 do segundo, palhabote nacional Sobralen-
se, de 97toneladia, capitao Francisco Jos da
Silva Ratia, eqnipagem 8, carga farinha de
mandioca, milho e outros gneros: a C. C da
C, Moreira & C. '
Gaspe46 dias, patacho ioglez Coroocopia, de
io5 toneladas, capilo James F, Corl, eqnipa-
gem 8, carga 2214 tinas com bacalho : a Kra-
bThom 4 C. Seguio para os portos do sal.
Glasgow 42 dias, barca inglezs Margarida, de
266 toneladas, capitao Gaorge Avery, equipa-
gem 11, carga carvo; a Saunders Brothers
& C.
Porlos do norte8 dia, vapor nacional Iguaras-
f, commandante M.da M, Vianna.
Observago.
Apparece ao norle ama barca americana.
Nao houveram aahidaa,
ditaes.
COMMSaKClOa
Praca do Recife 19 de
agosto de 1862.
\s quatro horas da tarde.
Colagcs da junta de corretores.
Cambio.
Sobre Londres90 div. 26 3i8 26 li2 e 26 3i*
d. porlWXK). l
Sobre Paris -90 d{v. 360 ra. por franco.
Couros seceos salgadoa165 rs. por libra.
J. da Cruz Macadopresidenta
John Gallasecretario.
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
KM 19 DE AGOSTO DE 1862.
O banco desconta oa presente semana a 10 '/
ao anno at o prazo de 4 mezes, e a 12 */, at o
de 6 mezes, e toma dioheiro em cenias correales
simples ecom juros pelo premio e prazo que se
coovencionar.
lo O Dr. Tnslao de Alencar Araripe, oficial da im-
perial ordem da Rosa, e juiz especial do com-
mercio desta cidade do Recifa, capital da pro-
vincia de Pernambuco, e seu termo por sua
Mageslade Imperial e Constitucional o Sr. D.
Pedro II, a qaem Deoa guarde etc., etc.
Fago saber aos que o presente edital virara e
della noticia liverem, que no dia 1 de setembro
do correte anno, se ha de arrematar por venda
a quera mais der, ero praga publica desla jaizo
na sala dos auditorios, os alaguis mensaes d
essa de sobrado de am andar, sita na raa da Guis
n. 52, avaliados a 3#O0O. cajo sobrado parteo.
cante Leoncio de S Cavalcanti de Albuquerque
B vio praga seus aluguaia por execuco que
lhe move Thomaz de Faria. H
E nao havendo langador que cubra o proco da
avaliagao, a arrematago ser feita pelo valor da
adjudicagao com o abatiraento da lei.
E pira chegueao conhecimento de todos man-
deipassar edit.es que sero publicados pela"E
prensa e afiliados nos lugares docostume.
Recife 12 de agosto de 1862.
Eu Manoel Maris Rodrigues do Nascimento
esenvao, o subscrevi. mneuio,
n t,. T/i'!0 dt Menear Araripe.
O Illm. Sr. inapector da thesoararia provin-
cial, em cumpnmanlo da ordem do Exm gr
presidente da provincia, manda fazer publico" aua
no da 4 de setembro prximo vindouro. per'an.a
a junta da f.zenda da mesma Iheaoaraia e ha
de arrematar a quem por menos izer. "a obra
dos reparos da estrada do Pao o'Alho do marco
5:250. *" W"e0 10'00' ""Ja
A arrematago ser feita na forma da lei nro-
vinc.al n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob
clausulas especiaes aoaixo declmdas.
As pessois que aepropozerem a esta arremata-
gao, comparegam na sala das sessoes da mesma
junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia
competentemente habilitadas. '
E para constarse mandou publicar pelo /;iarr>
Secretaria da tbe.ouraria provincial de Per-
nambuco, 11 de agosto de 1862.-0 secretario A
r. da Annunciago. "
Clausulas especiaes para a arrematago.
li'iihn r,ePsros oecessarios na estrada do Pao
d Alho entre os marcos 7,000 bragas a 10 000 sa-
rao feitos de conformidade com o respectivo orZ
rnraeoto approvado pe. direcloria em conselho
na importancia da 5:25lijf. tonseino,
2\ O arrematante dar principio aos trabalhoa
no prazo de am mez, e oa concluir no da 4 Z
zas, ambos coolados de conformidade com a dala
do respectivo contrato. a
S. O arrematante seguir todaa as precaucoea
que lhe foram dadas pelo engenheiro qu "IslVd
conar a obra, e flear sujeito ao qae di.poa l le
provincial n. 286 a respeilo da airen,.S.
4 O pagamento aera effecluado em tres ores-
lagoes igu.e. correspondendo cada uma a terca
parte da obra total. el*a
5*. Nao ser em tempo algum .tlendids oual-
quer reclamagao por parte do arrematante ten-
JELtA?imBlMi qu'esquer que sejam as
allegigoea era que se basear para esse fim.-Con-
forme, A. F. da Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr
presidenta da provincia, manda fazer publico, qu
no da 4 de setembro prximo vindouro, petante
a junta da fazenda da mesma tbe.ouraria, ae ha
de arrematar, a quem por meooa flzer, a obra
VTrSS! 2* et,rad; d0 P0 'Alh0 d"e o mar-
tml.O&f. S" ,, m"0 6'000' "aliada
Aarrematacao ser feita na forma da lei pro-
vincia lo. 343 de 15 de maio de 185i, e sob a.
clausalaa especiaea abaixo declarados
Aa pessoaa que se propozerem a essa arrema-
tago, omparegam na aala daa sesie. da mes-
ma junta, do da cima meoconado, pelo meio
da. competentemente habilitad.?.
E para constar se mandn publicar pelo Diario
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco. 11 de agosto de 1862.-0 secretario,
A. F. da Annunciago.
Clauauiaa especiaea para a arrematago.
Ia. Oa reparoa da e.trada do Pao d'Alho entre
oa marcea 5,000 e 6,000 bragas sero feito. de
conformidade com o reapecvo orgamento. ap-
ESsVstF'*em C0D,elho-na im"o?-
2*. O arrematante dar comego .a obras no
prazo de um mez e as concluir no de 4 mezes,
contados conforme o regulameoto daa obraa pu-
blicas o determina.
ia. arrem*'aDie aegair aa preacripgoea qae>
lhe forera dadas pelo engenheiro que inspeccio-
nar a obra e ficar aajeito ao que dispoe a lei
provincial n. 286, a respeilo de arrematago.
4*. O pagamento ser effecluado em tres ores-
tagoea fgu.ee, correspondendo cada uma a latea
parle da obra total. ler?a
5*. Nao aera em tempo algara attendida oual-
SnL^nS? P?r P"rl8 d0 "'malanle, ten-
dente a indemniaagoea. quaeaquer que sejam ae
?X.C I v V.\K b"e,ar p"a fio-Con-
forme.A. F. da Annunciago.
. n,Pectf da theaouraria pro-
vine al, em camprimento da ordem do Exm. Sr.
SLVLH.e .Pro,,n,u n,aDda xar publico,
2i?! mi. {*mb"> Foiime tetero, pre-
aeaUa a junta da fazenda da meama thaiouraria,
\
l
MUTILADO I

_ /
ILEGIVEL


'
r

-


. fx
1 \
DIAM10 DI PKHNAMICCO. QUARTA FEMA 20 DE AGOSTO E 1862.
e ha de arrematar, a quem por menos Bcer a
obra doa reparos da entrada do Pao d'Alho dos
marcos 13,000 brscu al o m do ultimo Isngo,
avaliada era 5: jOOjUO.
A arrematar seta (eita na forma na lei pro-
vincial d. 343 de 15 de maio de 1854, sob as
clausulas especiaos abaixo copiadla.
As peisoas que se propoierem a assa arrema-
ta cao comparegam na sala das cessoes da
referida juola, no dia cima mencionado, pelo
meio da, competentemente habilitabas. E para
constar se mandou publicar pelo Diana.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
cumbaco, 11 de agosto de 1862-0 secretario,
A. F. 'Aununeiagao.
Clausulas espaciase pira a arrremitagao.
1. Os reparos necesarios da estrada do Pao
d'Alho, entre os marcos 13.0C0 bragas ao fino do
ultimo lanjo na villa do Pao 'Alho, serao fallos
de conformidade eom o respectivo ornamento,
approvado pela rectora em eonselho na im-
portancia de 5:500(000.
2.* O arr*malaut6 dar principio sos reparos
no praso-de um mei e os concluir no de qustro
meses; ambo contados de conformidade com a
dita do retpectvocontrato.
3. O arrematante seguir as prescripQoes que
lhe forem dadas pelo o eogenhelro, que inspec-
cionar a obra, e ficar sujeilo ao que dispe
a lei provincial n. 286 a respeito das arremata-
{5 es.
4.* A importancia da arrematadlo ser paga em
tres preslagoes iguaes, corresponlenlo cada urna
leic.1 parle da obra total.
5.a Nao ser um lempo algum attendida qual-
quer reclamigo por parte alo arremataoto pen-
dente a iodemniaago quaesquer que sejam as
allegabas em que se basear pan ease liw.
Conforme,
A. F. a'Aoanociaga.
O Dr. Trslo de Alencar Araripe offkial da im-
perial ordem da Roaa e juiz d direito especial
do commercio desla ci Ja le do Recite e seu ter-
mo, capital da provincia de Pernambuco, por
Sua Mageslade Imperial e Constitucional o Sr.
Dr. Pedro II, que Ueus guarde etc.
Fago saber que pelo presente sao convcalos
tolos os credorea dos commerciantes matricula-
dos Figueiredo& Irma eslabelecidos da rui No-
va desla cidade a comparecarem no dia 23 do
correte mez pelas 12 horas da raanha, na sala
das audiencias, como fdra designado por este jui-
zo, arn de que, reunidos todos, possa-se delibe-
rar acerca da moratoria que ao merelissimo tri-
bunal do commercio irapeirram os masmos com-
merciantes, de conformidade com os artigos 890
e 900 do cdigo commercial.
E para que lodos tenham noticia, roandei pas-
tar edilaes, que sero afiliados nos lugares do
costume, e publicados pela imprensa.
Dilo e passario nesta cidade do Recite de Per-
nambuco, os 14 de agosto de 1862.
Eu Faustino Jos da Fonseca escrevenWi jurs-
mntado o escrevi.
Eu Joo Vicente de Torres Baodeira, escrivo
i:,l rin j o subscrevi.
Trslo do Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da theseuraria pro-
vincial, em cumprimento da ordom do Exm. Sr.
presidenta da provincia, maoda fazer puMico, que
no dia 4 de selembro, peranle a junta de fazen la
da mesma thesouraria, se ha de arremalir por
qjea por monos zer, a obra a fazer-se com
os reparos da estrada do Pao d'Alho desde o
marco 10,000 bracas al o marco 13.U00, avallada
em 5:900-3000.
A arrematadlo ser feita na fcva da lei pro-
viucial o. Vi de 15 de maio de 1851, e sob as
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As peasoat que se proposerem a essa arrema-
tadlo comparegam na sala das sessoes da retena
juili, no da cima mencionado, pelo meio dia,
competentemente habilitadas. E para constar
se tiiin ion publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, II do agoste de 1862. O secretario,
A. F. o'Annunciago.
Clausulas especiaes para a arrematadlo.
1 a Os reparos necessarios na estrada do Pao
'Alho, enlre os marcos 10,000 bragas a 13,000,
sero f"ito de conformidade com o respectivo
ornamento, approvado pela directora em eonse-
lho na importancia de 5:900$000.
2.a O arrematante dar principio aoslnbslho
no praso de u:n mez, e os concluir no de quatro
mezes, ai.bos cent:dos de conformidade com a
data do respectivo contrato.
3.a O arrematante seguirS todas as prescrip-
^OS que lhe forem dalas polo eneeuhei'n que
ins.-eccionar a obra, e Ciar sujeilo ao que dis-
poe a lei provincial n. 286 a respeilo de arrema-
tscea.
4.a O pagamento ser efectuado em tres pres-
taces ig-iaes correspondente, cada urna a tercia
parte da obra total.
5.a Nao ser em tempo lgum attendida qual-
qior arremataba! por parte do arremalanle ten-
ente a iodemnisaca> quaesquer que sjam as
oUegejoes em que so bisear para esse flm.
Conforme,
A. F. d'Aonunciago.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presiJerla da provincia, mao la fazer publico,
que dia4 de selembro prximo futuro, peranle a
anta di fazenda da mesma thesouraria so ha de
arremalir, a quem por menos fizer, a obra dos
roparosa estrada do Pao do Alho, desde o mar-
co ce 6.'00 at o marco 7,00'J braga3, avahada
ero 4b);C00.
A arrmalago ser feita na forma da lei pro-
vincial [ 313 de 15 de maio da 1851, e sob as
clausula especiaes abaixo especicadas.
As paoas qua so propozerem a essa arrema-
tar io emparegam na sala das sessoes da mesma
juata, D dia cima mencionado, pelo meio da,
compeltemente habilitadas.
E pan constar se maniou publicar pelo Diario.
Secreitria da thesouraria provincial, 11 de
agosto ^ 1S62.
O secretarlo.
A. F. da Aununciago.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
Ia. Os reparos necessarios na estrada "do Pao
do Alho, entre os marcos 6,000 bragas a 7,000
mil, sero feitos de conformidade com o respecti-
' vo orgameoto, approvado pelo eonselho director
? a importancia de,4:SUU;>000.
2a. O arrematante dar principio aos reparos
no prazo de um mez e os coocluir no de quatro
mezes ; ambos contados de conformidade com a
data da respectivo contrato.
3a. O arrematante seguir tudas as presciip-
oes que lbe forem dadas pelo engeoheiro que
inspeccionar aa obras, eticar sujeilo ao que dis-
t'u1 a Ui provincial n. 236 a respeilo de arrema-
Ucdei.
4a. O pigamanto ser effectuado em tres pres-
tacoes iguaes compreheodendo cada urna a terga
parte da obra total.
5*. Nao ser em tempo algum attendida qual-
quer reclsmigo por parte do arrematante ten-
dete a indemnisago, quaesquer que sejam as
allegagoes em que se bazeem para ease Qm.
Conforme.
A. F. di Annunciago.
Pela thesouraria provincial ae faz publico,
que a arrematsgo do aperfeigoamento de urna
parte da estrada da Victoria no lugar denomina-
do ladeira da Secupira-Torla, foi transferida para
o dia 21 do correle.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 16 de agosto de 1862.
O secretario,
A. F. da Anountiago.
S ditas de ditas de 32 ditos.
60 vigas de qiali Jade com 48 palmos do eom-
primeoto e t polegada de grossura em quadro.
10 arrobas de tarco.
Tambero promove o eonselho no dito da, avis-
ta igualmente de propostas recebidas, o contrato
para fornecimeoto at setembro prximo dos se-
guale* objectosde fardameoto:
Para os imperiaei manche iros e sprendizes de
ditos.
Caigas e fardas de panno azul e polainas de dito
preto.
Para o fuzileiros navaes.
Caifas e frdelas de panuo azul, e polainas de
dito preto.
Para os aprendizes artfices.
Cobertores de la.
Acompaaharo as propostas a amostra dos co-
bertores, bem como daa fazendas para as caigas,
fardas, fardetase polainas, ludo i ser facturaJo
pelo contratante conformo as medidas que se
lhe der.
^Secretaria do eonselho de compras nivaes, 19
de agosto de 1862.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Iiim. Sr. coronel director do
arsenal de g<-r:a se faz publico, que nos termos
do aviso do ministerio da guerra de 7 de margo
de 1860, setem demandar manufacturar o" se-
guinte :
232 capotes de panno azul.
616 fardetas de brim.
1146 caigas de brim.
1146 camisas de algodozinho.
Quem quizer arrematar o fabrico de
tigos, no prazo de 25 dias, comparega
da directora do mesrao arsenal, pelas
da manhado dia 20 do correte mez,
ditos ar-
na sala
11 horas
com sua
proposia, em que declare o menor prego e qual
seu fiador.
Arsenal de guerra de Pernambuco 16 de agos-
to de 1802.
O amanuense.
Joo Ricardo da SiUa.
1 balanca decimal pequea sendo de primelra
qualidade.
1 balanga de columna de lato sendo granitaria
de primeira qaalidade.
8 libras de camphora em lata de folha.
6 ditas de carbonato de magoe*.
2 ditas de chloroformio.
8 libras de cantharidas de primeira qualidade.
2 ditas de etber sulpberico.
16 ditas de folhas de caroba.
4 ditas de limalha de ferro pulverisada.
1 machina grande para limonada gasoza de
primeira qualidade.
2 libras de resina de jalapa.
6 caadas de vinbo branco de primeira qua-
lidade.
24
primeir
24 vidros de bocea larga de 2 libras, sendo de
primeira qualidade.
2 arrobas de mostarda de primeira qualidade.
Quem quixor contratar taes gneros aprsenla
as suas propostas em carta fechada nisectetarie
do eonselho as 10 horas da msnha do dia 25 do
correte mez.
Sala das sessoes do eonselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 13 de
agosto de 1862.
Antonio Ptdrode S Barrtto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interino.
THEATRO
DE
antalsab
COMPANHtA BRASILEIRA
DE
MfilDITlIS l TJUNNL
t' esperado dos porlos do sul al o dia 30 do
correle um dos vapores da companhia, o qual
depois da demora do costume seguir para os
porios do norte.
vidros de bocea larga de 4 libra,, sendo de ^&^^HSX2 /,&?
eir qualidade. __ r aer embarcada no dia de sua chegada, d-
commenda e dinheiro a frele at o dia da sabi-
da as 2 horas: agencia ra da Cruz n. 1 si
criptorio de Antonio Laiz da Oliveira Azevedo
& C.
depositario da maesa fallida de Parias & C, 0
por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz espeiial do
commercio da armagao, fazendas e ans objec-
tos que constituem a referida mtssa, serviodo
de base a maiorofferta obtida do lei'.o de 13 do
correte ; s 11 horas do dia atima mencionado
oa lojs d* ra Nova n 4 I.
Deslsurasoas
Conselho de compras navaes.
Tendo de promover-se a compra sob as coo-
digoas do estylo abaixo declarados, pertencentes
o material da armada, convida o conselho que
os preleDdeotes venda apreseaUm suas pro-
postas, em cartas fechadas, no dia 23 do corre-
le Mez, at as ti horas da man ha a.
Para os aavios da armada, arsenal, e pharol.
20 arobas de almagre.
8 barris de alcalro.
barris de brea.
100 brochas sortidas.
100 cobertores de la.
1 escaler de 6 remos.
1 dito de qustro,
10 arrobas de estopa de algodo.
4 arrobas de estaoao para sida.
30 arrobas de ferro iuglez em vario de diffe-
rentes grossaras.
1 arroba de pregas de cobre de 1/2 polegada
para forro.
60 molhos de pissssva.
200 remos de faia de 14 a 18 ps de compri-
men lo.
t duzias de taboas de loaro da 36 palmos de
omprimeolo e 2polegadas de largo.
8 ditas de ditas da SI ditos.
Quiota-feira 21 do correte depois da au-
diencia do Dr. juiz dos feitos da faieoda, as 10
horas {do dia ir .'praea por venda a quem
mais der o se^uinte :
A casa terrea o. 2 sita na cidade de Olinda na
ra do Carmo, pertencenle a Alexanlrina Caro-
lioa da Silva Paula, com 27 palmos de frente,
sobre 90 de fondo, porta e janella, duas salas,
tros ovarlos, cacimba e quintal em aberto, ava-
hda por 180000.
A casa terrea na ra do Bom-Goslo, n. 21, nos
Afogados, com 21 palmos de frente e 30 de fun-
do, duas sals, um quarlo, e quiotal em aberto,
em estado de ruina, avaliada por 50$ a qual foi
penhorada por execugo da fazenda provincial
contra Pedro Dias de Assis.
A escravs M.aria de osglo Congo, representan-
do 45 annos de idade, do servico do campo, ava-
liada em 4t'0#000.
O escravo Francisco, de nagao Mossambiquo,
representando 46 annos do idade, defeiluoso das
pernas, do servigo do campo, avaliado em 300J
os quaes foram penhorado9 por execugio da mes-
ma fazenda contra Francisco Laiz Caldas
A renda annual do sobrado de um aodar
na ra Nova em Onla, na 16, com duas sa-
las, quartos, loja o quiotal com a parode de do-
iraz deaaprumada e r xada, avaliada em 36-3
penhorada ao desembirgajer Toomaz Xavier Gar-
ca O'Almeida.
dem da casa terrea na ra de S. B nto, n 40,
avaliada por 75-5 penhorada ros herdeiros de Joo
Pacheco Vieira.
dem da casa terrea ns ra da Boa-Hora, n.
21, em mo estado, avallada em S;, penhorada
a irmandade de S. Beuedirio.
Ilem da casa terrea na ra de S. Pedro Mar-
lyr, n. 9, avaliada em CJJ, pc-nhorada a Candida
Mara do Amparo.
Ilem da cesa torrea na ra da Bica dos Quatro
Cantos, n. 18, avaliada em 48$, por execugo
contra Autonio Joaquim de Aluieda Gaedes Al-
coforado.
liem da casa lerrc-a na ra do Aljaba, n 8, com
commodos para familia, avaliala em 9Gj. por
execugo contra Antonio Bernardo por Manoel
Torres da Silva.
Ilem da casa terrea na ra do Carmo, n. 2,
avaliada em 150, por execu;3o coLlra Manoel
Heoriques, por Al>Iodo Rodrigues de Oliveira.
dem '! <" torro, r.. ..I>.4. 4o P^o., o. 6,
liada era 60, por execu^j contra Mara do
Livramenlo, por Juvencio Francisco Gomes.
Ilem das casas t.rreas ua travessa da estrada
nova de Santo Amaro, ns. 28, 29, 30 e 31, com
commodos para familia, e bem construidas, ava-
lladas, cada urna delUs. em 120, por execugo
contra Jos da Costa Barros, por Anna Joa-
quina.
l'em da casa terrea na ra doGuadelupe, n. 4,
com duas salas, dous quartos cosiuha, e quicial
em aberlo. avaliadi em 605 por execugo cotra
Olegario Milito da Silva, por Gongallo Jos de
Sanl'Aona.
dem da casa terrea na rus da Bica dos Quatro
Caotss, n. l, com duas sjIos, deis quartos, cosi-
uha, e quintal em aberlo, avaliada por 72jj, por
ex'-cugo contra o Dr. Manoel Joaquim de Miran-
Lobo, por Ignacia Juntiuina dos Possos:
Ilem na mesma ra n. 14. avaliada em 48$,
por execur.io cootra o referido Dr. Lobo, pela
meprua, lgnacia Jusliuiana dosPassos.
Uem na ra do Bom-Fim, n. 22, em mo es-
tado, avaliada por 48$, por execugo contra o
mesma por Manoel Simoes.
Iem na meima ra n. 22, com duas salas, dois
quartos, cosinha, quiotal em aberlo; muilo de-
teriorada, avaliada por 60J, por execueo contra
o mesmo Dr Lobo por Manoel Simoes."
Itecife, 16 de agosto de 1862.
O solicitador da fazenda provincial, Joo Firmi-
no Crrela d'Araujo.
A meeling of Brilish.Resienls will be held
at this office oa Iuesday next the 26 th. instant
at Noou for the Election of Jwstees for the Iri-
lish hospital for lhe preseolyear.
British Coosulate.
Pernambuco august 20 1862.
G. Lnnoo llunl
11. B. M. cnsul.
Capitana do porto de Per-
naiubitfco.
AVISO AOS NAVEGANTES.
Ia. Secgo.Secretariado oslado dos negocios
da u.srinha, em 9 de julho de 1862.
Pela secretaria de estado dos negocios da ma-
rioha se faz publico, para coohecimenlo dos mve-
gaotes. que, tendo encalhado o patacho J/arlt'ns
l'rmeiro. da praga do Rio de Janeiro, em urna
pedra oo Rio de S. Francisco do Sul, procedeu-
se ao reconhecimento dessa pedra, e venQcou-
sc que ella demora aos 54" NO da l'onta do Man-
des, oa do Bento Feroandes: aos 57 SO da
torre -a matriz ; aos 12* SF da iiha do Alvareo-
ga e aos 59* NE da ilha do Cigo.
Tam 5 pi d'agua do biixamar de mares me-
dias, e na occasio, em que encalhou o Marlins
Primeiro, apenas apraseolava 2 pese meio.
Junto a ella ha outras pejgo mais profundas,
seguido o rumo de 18' NE SO, todas cabegas
de um recife, que ter de 50 a 60 bragas de ex-
lenso com duas a duas e meia bragaa de faodo
sobre elle. O director geral. Francisco Xavitr
Bomtemp.
Eal conforme./imtsto Ignacio Cardim, i*
tenenlea jadante.
Conslko adaiiistrativ.
0 conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objeclos
seguinles :
Para a presidio de Fernando de Noronha.
Para o servigo da igreja.
5 medidas de azeite doce.
3 arrobas de cera em vellas de meia librs.
6 caixas de lamparioas para a lampada.
3 metidas de vinbo braoee para as miasas.
Para o servigo do alnoxarifado.
2 resmas de papel almasso pautado.
1 resma de dito almasso.
Pars provimento dos armixens do almoxarifado
do arsenal de guerra.
500 vassoura**de palha.
300 ditas da junco;
10 arrobas de cobre velho.
10 ailheiros de aregos de gaaraigo grandes.
5 milheires de ditos dito peqaenos.
5 arrobas da ehassbo esa bsrra.
5 arrobas de estaoboem vergninhs.
Psra o hospital militar.
32 libras de altea nova.
8 libras de amedone.
4 libras de aeetato de chambo neutro.
1 ooga de arseoialo de ferro.
12 arrobas de assucar refinado em barricas de
2 arrobas.
6 sanadas de agurdente.
5 caaadas de szeite doce.
4 libras de balsamo tranquillo.
COilPAMil V LYICa
DE
G.MVlUiXANGEIA.
Quarta-fcira, 20 de agosto de 1862.
BENEFICIO
do primeiro barytooo absoluto
Carlos Bartholucci.
Representar-se-ha o melodrama trgico em
tres actos, de Donizelti, conforma foi.escripto pa-
ra o theatro de Vienna, intitulado
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
ftmitu k m$m.
At o dia 30 do correte, esperado dos
porlos do norte o vapor Oyapock, commandan-
te o primeiro tenente Antonio Marcelino Pontea
Ribeiro, o qual depois da demora do costume
seguir para os porlos do sul.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual dee-
r ser.embarcada no dia de sua chega Ja : dinhai-
ro a frcie e encommandas at o dia da sabida as
2 horas da larde : agencia ra da Cruz u. 1,
escriptorio de Antonio Laiz de Oliveira Azeve-
do & C.
Quarta-feira20 do corrente
DE
Urna escrava.
O agente Almeida autorisado pelos Srs. Jos
Joaquim Dias Feroandes & Filhos, far leilo
de ama escrava parda perfeita eostureira, de
Dome Joaquina, cora 16 annos de idade. em seu
escriptorio raa da Cadela do Recife n. 48, as 11
horas.
Avisos dWerso
s.
j6l0ti
B<
11 DE R0H4N.
LILAO
Quarta-feira 20 do corrente.
PELO AGENTE
A acgo passa-so em Pars no reinado de Luiz
XIII, sendo ministro o cardeal Richelieu.
Em um dos intervallos o beneficiado cantar
a muito applaudila aria de Figaro LARGO AL
FACTTUM DELLA CITA"da opera de Ros-
sini
larbeiro de Sevilha.
Os belheles que anda reslam vendem-se no
theatro.
N.B.Acharam se dous guarda-chuvas, um no
camarote n. l da segunda ordem, e cutro as
cadeiras; os donos podem procralos no escrip-
loiio do theatro.
2>Q
: I : _
Para Lisboa o brigue portuguez Bello Figuei-
rense, capito Jos Ferreira Lossa, pretende
Sabir at o dia 25 do corrente, para passageiros
pata os quaes tem excellentps commodos : tra-
ta-se com os consiguiitarios F. S. Rabello & Fi-
lho, ra da Cadea n. 55.
a
JPJUBJL
b tibia
Por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, a requerimento dos administradores
da massa fallida de Manoel do Azevedo Pontea,
o referido agente far leilo no dia cima de-
signado, pelas 10 horas da maoha, na loja n. 54
Velha no Recife
DAS
Mercaduras e ateneilios existentes oa men-
cionada lr.ja e constantes do inventario por co-
pia em poler do dilo agente, que desde j pode
ser examinado pelos prelenlentes.
Em segu la proceder a leilo dos seguinles
bans pertencentes a mesma massa :
Diversos novis constando de mobilia com-
pleta dejacirand, marqtezas, lavatorios, enra-
mlas, catteiras, armarios, jarros, candelabros
etc., etc.
Parte em dous escravos.
Urna caca terrea Da rus da Conceicao ds Boa-
Vista n. 29.
Urna dila na ra da Gloria n. 6.
Una dita de um andar na travessa do Carmo
D/12.
Urna dita de dous andares em obra na ra do
Livramenlo n. 17.
Un dita de tres andares na ra do Queima-
do n 2.
Uma dita de 2 andares Da ra da S- ozs'.a No-
va n. 40.
D res eso'ao'ua ra da Cruz d. 23.
Um sitio ec^sa de tiveoda, estribara e quar-
tos Da t'oisag iu da Mag '.alea n. 46.
.i-------,-----------------------------
LOTERA
Hoje vinte do correnle mez se
extrahira' impreterivelmente a sexta
parte da primeira lotera i beneficio
dos religiosos franciscanos de Olinda, no
consistorio da igreja de N.S. do Kosario
de Santo Antonio. Os bilhetes c meios
bilhetes acham-se a venda na respec-
tiva thesouraria ra do Crespn. 15, I meiro'nd'arT
e as casas commissionadas praca da "
Independencia n. 22 loja do Sr. San-1
tos Vieira, ra da Emperatriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentel, ra
Direita n. o botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia do Recife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ at as de 10,$' se-
ro pagas uma hora depois da extrac-
cao, e as outras, pore'm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
Servndo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
0 Uvro (k Poyo.
Sahio i luz publiaa o LIVRO DO POYO, publi-
cado sob a irecgo do Sr. Dr. A. Marqaes Ro-
drigues, a contm a vida de N. S. Jeaua Chriato
saguodo a Darrago dos .quatro avangeliataa,
mais os seguinles artigos : o vigario, o profeeeor
primario, obom homem Ricardo, amoral pratt-
ca, Siuo de Nantua, maximai e pensani*nloa,
a bygiene, os devsres dos meninos, e o Brasil.
A pubiieaco rio LIVRO DO POVO nao sotan
por fim uuiformisar a leilura as escolas prima-
rias, onde cada meniuo aprende por um livro
differente, e portanto facilitar o trabalho do mas-
ir e do discpulo, como tambem vulgarisar, por
m prego baritissimo, a historia do sihador do
mar:do, e os melhores preceilos d moral.
Vende-se o Livro do Povo, no Recife, na
librara da praga da Independencia ns. 6 #8, a
500 rs o exeniplar ana brochura.
Aviso aos creadores de
bons passaros.
A pessoa que quuer aproveiler a occasio da
comprar uma excellente sabia da malla, que can-
ia extraordinariamente de dia e noite, qe estsn-
do na praga ser a melhor em cantona, qual
podero apostar com qualquer uma das que foc
melbor do lugar, que recooheceram nella o mi-
Ibor flautado que pode existir, e arremedar paa-
saros, o que fenmeno appareer: os que qaf-
zerem, dirijam-se aos Afogados, ra de S.Mi-
guel n. 86, que achero com quem tratar.
Uma pesioa qaerendo dedicar-se a vida da
campo, quer ser lavrador da alum eDgeoho que-
offerega vantagens, tem alguna escravos e alguns
recursos : algum senhor que livor um bom sitio
e queira contratar algum negocio, annunoe.
A peiso que aonunciou precisar da 2.000)
sobre um predio sito Da ra do Padre Floriano,
dirija-sea travessa da MaJrade Dos n. 18.
Precisa-se de uma ama de boa conducta,
ou escrava ou livre, para o servigo de un,a casa
de pouca familia : di ra da Raugel n. 73, pri-
Arrenda-se um engenho que s

ximidades da va-farrea, ou que teora porto da
embarqae, com animaes, estando moenle e cor-
rele, que teoha bo de grande forra ; quem o ttver annuncie por es-
te Diario.
Ao publio.
i
com multa brevldade pretende seguir o berc
nhecido e veleiro brigae escuna Joven A rt.
ca|itao Jooquim Antonio Gongalves dos Santos,
tem parte de seu carregamenio prompto ; para o
resto que lhe falta, tratvse com os s*us consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azvedo & C.,
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
COVARHIA PERNAljfBLCjWA
DE
acao costeira a vapor
Transfereacia.
O vapor Mimanguape, sahir para os portos
do sul de sua escala no dia 25 de agosto, s 4
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 23 ao meio dia. En-
commendas. passageiros e dinheiro a frete al
o dia da aahida s 2 boras : escriptorio no Forte
do Mattos d. 1.
COMPANHU PERIVAIBUCAIU
ra
Navegao costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara'.
O vapor lguarass, commandante Vianna,
sahir para os portos do norte at o Cear no
dia 26 do corrente s 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 25 so meio dia ; en-
commendas, passageiros e dinheiro a frete at o
dia da sahida das 2 horas : escritorio no Forte
do Mattos n. 1.
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muita brevidada o veleiro a
bem coDhecido patacho nacional aCapaio, ca-
pito Thootonio Jos da Silva Rosa, tem parta
da aea carregamento prompto : para o resto qaa
lhe falta, trata-se com os seas consigna (arios An-
tonio Luiz da Oliveira Azevedo & C. no seu es-
criptorio, raa da Cruz n. 1.
io de Janeiro
Pretende seguir com maita bravldada para o
Rio da Janeiro o veleiro a bem conhecido brigae
nacional cAlmirantei), tem parle de sau carrega-
meo (o prompto ; para o resto qaa Iba falta, tra-
ta-se com os seas consignatarios Antonio Laiz da
Oliveira Azevedo, no sea escriptorio raa da Cras
numero 1.
Para o Penedo
segu por estes dias o euter nacional Erna, rece-
be alguma carga a frete : a tratar na raa da Ca-
deia Vslha n. 1, primeiro andar.
Sobrado de % andaras d. 28 da
ra dasCruzes
Quarta*feir 20 do corrente.
O agenta Pinto far leilo requerimento do
procurador de Malhias Jos do Cnvalho e por
despacho do lllm. Sr. D-. juiz especial do com-
mercin, e por conta e risco de quem pertencer,
do sbralo n. 28 sito na roa das Cruzes fregue-
zia de Santo Antonio, s 11 horas do dia cima
mencionado em seu escriptorio raa da Cadeia
n. 9:
Um piano, ama mobilia de junco envernisada,
um lustro de bron?e douralo para 8 luzes
proprio psra igreja ou alguma sala, uma com-
moda, uma mesa de meio de sal, diversas
camas, sendo de aroarolllo, Jacaranda e farro,
uma pa de filtrar agua, duas veoezianas com
caixas, coosolos, lavatorio. ura< langa de cor-
rer cavalhadas, diversas cadairas avu'sas, uma
carteira para escriptorio e outros muitos ob-
jeclos que esUro patentes do dia do leilo.
Quarta eira 20 do correte as 11 horas
da manhaa no armazein da ra do
Imperador n. 37.
O AGENTE OLYMPIO
vender em leilo por conta de qaem pertencer
09 objetos cima bem como um cavallo rugo
para carro, carroga ou roda. '
LEILO
DE
wmm.
A 22 do corrate.
0 agente Oliveira foi encarrtgado por pessoas
eslraogeiras, prximamente retiradas dssta ci-
dade, para dispOr em leilo as mobilia de suas
cssas de rtsidencia no campo, consistindo as
mesma* em ricas mesas, contlos, sof, cadei-
ras utuaes, de bracos 0 de balaoco, tspelho,
quadro importantes, msrquezas, commodas,
guarda vestidos, armarios, guarda roupas, pa-
pelleiras, carteiras, mesa dejaotar elsstica e ou-
tras diversas, apparadores, toacadores, lavato-
rios, cabldes, tear para bordar, liado leito de
Jacaranda para casal, dito de ferro com colxo
de mola, appsralhos de louga a de porcelana
para jiotar e slmogo, girrafas, copoa a oatros
cryiae, csstigaes de vidro, globos de corredor
e eseida com carreteis e corrente*, caodieiros a
gas com todos conductores para sais, lelesocopio
e binculo, balanga decimal, baoheiros de pao
edefolba, ama carroga, trem de cosinha, ma-
china para lavar roupa, lustra melos agrcolas,
espingardas^ pistolas, e difftrentes oatros arti-
gos que sero patenteadoa, come sejam um bom
relogio e corrente de ouro, e um superior cofra
de ferro, ter pela lagir o leilo
Sexta-feira 22 i
do correte, s 10 horas da manhaa, no arma-
zera granAdi ra d'Apollo n. 28. no Recito,
par* onde foram removido* os artigo aupra a
bem de melhor commedo do pretendept*.
LEILO
DA
Loja de marmore.
Quinta-feita 21 do corrente as 11
horas em ponto.
O agenta Pinto tara leilo a requerimenlo do
VIDAD
Grande restauran!.
Ra estreita do Rosario n 11
Na anliga e bem coohecida casa que foi do
Sosres, na ra eslreita do Rosario n. 11, pri-
meiro andar, acha-se eslabtlecido um perfeito
RE3TAURANT com todo loxo e asseio quanto
possivel nestas casas; ah achara a bella rapa-
tisd odus os corunorv piir..'.sos, asseio, regu-
Uridade e presteza em seu servi^.'-D saboroso
caf tolas as tardes, o slmogo, solar, cei^N^ o
apetitoso lanche a qualquer hora, os deliciosVs,
vinhoa Figueira, Lisboa e Porto, a saborosa moP>
de vacca todo3 os domingos tela madrugada, a?-
sim como fornece comedori-.s meosaes, quer ao
estabelocimento, qu.r manando ca?a dos as-
signantes, ludo por menos prego que em ou-
tr qualquer parte; Analmente scientifica-se aos
amante dos bons petiscos qu o dito estabeleci-
mento acha-se sob a adminislragao do Sr. Julio
j bem conhecido nesta cidade pelo bom gnsto
que tem nesta genero de negocio.
O abaixo assignado DegociaDle na cidade do
Rio Pormoso, se achaodo saldo da suas contaa
com esla praca, avisa pelo presente a qualquer
pessoa que s julgar seu rredor que aprsenle no
praso de 30 di,s quMquer con'.a legal documen-
tada aos Srs. Leal & Irmo, que *e acham com-
petentemente autorisado para sathfiterem qal-
quer conta que o abaixo asVgnado dever mas qaa
se nao record ; c pnanando desse praso de 30
dias sem que o tenham feilo, declara o annun-
cianlo que nao aceitar mais qualquer conta que
se apre:entar como diiJa sua anterior ao pre-
sento, e para que se nao possa allegar ignorancia.
faz o presente aviso qu correr impresso 1*, 2*
e 3a ver, o depois do qual que se contar o
pras i di.s 30 i.i?.
Rio Formoso, 13 de agosto de 1862
____________Don ingws 'le Castro Guimariies.
O Sr. Manuel Francisca de Freitaa Baptista
de Andrajo, tjm una carta vioda da villa de
Patos : na li?raria oa praga da Independencia
ns. 6 e 8._____________________________^^
Precisa-se da ama ama qoe SMba lavar e
engnmmer para o servigo interno de urna ctsa
de p'.uca familia : Da ra eslreita do Kosario o.
10. segn !o zn iar.
Precisa-.e
uma s peisoa
andar.
de uma ama para oservigo de
Da ra de lort's n. 9, primeiro
Wo lerceiro audar do sub.ado n. 52 da ra
da C'de'a do Recite, prcisa-se alugar um escra-
vo ou esrav que cosiohe.
Preciaa-se de um caixeiro de 12 a 14 aonus
de idade, para uma taberna, e que tenha pratica:
na ra dos Cupiares n. 12.
Offerece-se um mogo para fetor, com bas-
tante pratica de servigo do campo: quem quizer
pode procurarna ra do Rangel o. 16.
GABINETE PORTUGUEZ
LEITURA
em P er n ambuco-.
Porordern ciados que a'amanbia era diante continuar no
eslabelesimento o expediente do costume.
Sal da* sessoes do Gabinete Portuguez de Lei-
tura em Pernambuco, ID de agosto do 1862.
Joaquim Gerardo de Baslos,
1.* secretario.
Engenho para arrendar.
A pessoa que annonciou no Diario de 19 do
correle querer arrendar um engenho mcente o
correte queira eutender-se com Antonio Pedro
de Barros Calo no seu engenhoAnhumas
meia legua de proximilade da eslaco da Game-
eira da via-ferrea, o qoal far o arrendameoto
dasse engeoho ou doSaiito Autonio na mes-
ma posigo, ambos moentcs e correnles, com
boa obras e novas, exceeoles trras, bons
cercadas, animaes al escravos se quizer, etc.
Em chegando a dita estago, e mananlo aviso
ao aunuuciaate no seu engeohoAnhumas,
sor-lhe-ha mandada cavalgadura no caso de
precis.ir para seguir at all.
Aviso.
Quem precisar de uma eacrava para todo
o servigo de umi casa, dirija-se a ra Nova n.
48, primeiro andar.
Alugam se dous grandes ar zens na ra da Concordia proprios pr.ra
qualquer estaheleciraento em ponto
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo-
s Alves na ra da Cruz do Recite.
Oflerece se ama mullier de bons costumes
para ama de pouca familia ou homom solUiro :
a tratar no becco do Campello n. 4.
Pilulas paulistanas.
A facilidade com quo esta maravilhosa medi-
cina effectus proligiosos curativos em quasi to-
das a* especie* de enfarmidades a faz rtcommen-
davel e preferivel a toda* e quaesquer outras.
Pode se viajar exposto s inconstancias do lem-
PG, pode-se comer o que appetscer-se, sem que
porissose deixede sentir seus eiRcazei efleitos,
Km minhas composigoes nao entra o mercurio,
qua faz a ba*a de muito outros afamados reme-
dios; astim nao exijo dieta, porque meo systema
composto de paros vegetaes.
Todas as composigoe* em que *empre enlrs o
mercurio eslo maito qaem destas pilulas co-
mo depuradoras ; rogo aos seuhores mdicos que
a bem da hemanidade empreguem estas pilulas
paalistioaa em todos os casos em que o singue
se echar tutelado e mesmo em toda* as febres
em que a singria recommendada, e vero cu-
ra maravilhosa* atm oulro qualquer remedio.
. Deposito geral, na ra do Parto n. 119, Rio de
Janeiro; a em Pernambuco, na pharmacia do j n_____ _.._*__i
Sr. Jos Alexandre Ribeiro, ra. do Queimado 00 BrUQl amiazeiU de aSSUCar
o. 28 B, as quaes nao sendo
coiihecidas devero apresen-
tar fiador. O prego estipula-
do de 1$ por cada ceiito.
O Sr. Jo Laurenlioo de Azevedo, com loja
na ra Direila, queira ter a boodade de ir ra
do Imperador n. 83, segundo andar, para ultimar
o negocio que nao ignora.
Pracisa-se alugtr um sitio peno da praga:
quem o (iver annuncie ou dirija-se ao largo da
alfaodegt armazem
n. 7B.
Precita-se de uma ama Oe Doa eoudueta
pira lodo lervigo de pouca familia : Da raa das
Cruzes n. 22.
Costuras de saceos.
As pessoas que quizerem
coser saceos dirijam-se a ra
Alaxa-se ama loja propria para negocio, do
largo da Rlbeira : a tratar ao largo do Tergo na-
mero 33._______________
Jos Gome Vieira, Portuguez, vai a Por-
tugal tratar de sua sauda.
Alugam-ae o primeiro lerceiro ndare
da casa da ra do Pilar o. 143, a qual muito
fresca, e tem vitla para o mar : a tratar na raes
ma. taberna por btixo._______________________
- O abaixo aitigoado tendo pissalo sea 0-
lho Jos Carlos Leito de Albuqaerque urna pro-
curagio batante, autorisando-e para tratar de
todos os sea negocio, e havendo o dilo seu fl-
Iho sbasado dos poderes qaa lhe foram conce-
dido, excedeodo-s* a ponto de estar veudeodo
todos os seus bens; declara e faz publico que
de hora em diaote nao mais seu procurador,
ficaodo assim cassadi a sem efTeifo algum a pro-
curaca o que lbe passoa. sendo por coaseguiote
Dallos todos e quaesquer negocio*, contratos ou
transsecoes que fizer em virtude da mesma
procurage. R para que oingasm allegue igno-
rancia, e nao faga coca o mesmo sea filho nego-
cio algum em nome do abaixo anigaado, faz o
presento anouncio que ser pablicado seis vetes
pelo Diario.
Gamelelra 17 de agosto de 1862.
Carlos Leilo da Albuqaerqaa,
Aitenco
o
Avisa-se aos senbores oarves que nao eom-
prem objecto aigam de ouro a pedras que lhe*
for apr**entado, sem que o modram ns casa n.
53 ra do Horta* vino o d*ipparecimeDto da
tlgumas joias occasionado p6lo incendio do so-
brado da mesma raa. Ser recpoosavel persa-
te a lei o qus assim o fixer; assim como ser
gratificado entregando o objecto.
Acha-se fgida a escrava Luna, cnoula.com
mais d-|Oanoosdejidade,estatura baixt.corpo re-
gular,cor prela.oolbos grandes, queixo Uno e (alta
de denles: qaem a encontrar queira lea-la ce*a
de Maooil Praocisco Daarle, pouco anie da poo-
te da Passagem di Magdalao, que generoa-
mente se gratificar. .
Pre*la-se de urna coinheira : quem ss
quizar a isto prestar dirjase roa da Iospera-
trix a. 24, primeiro andar;



Deposito dos mais a!a!P&-
d>s pianos aos melho-
res fbcantesda Eu-
ropa-
Ji-Ste-^sTelccienlo acaba de receber e pia-
nos do celebre fabricante Cul Scheel. O pro-
prietario do esiabelecinionto te ai a honra vidar aos Illrns. Sr?. prufessoras e dilectanli vir
apreciar as q'iali lades dos referidos pianos. Cca-
tinua-se sempre com esmero e prom.tidso a fa-
zer-se qualquer reparo nos ditos instrumentos,
aiua-c os pianos debaixo do melhor systema ul-
timamenle usado na Europa.
MUTILADO)
1
.


V* *
- T
n

-rser
'"'*> Ur-r,
MAMO 11 HRJUMIPCO, QaRTA iKifiA 20 DI AGOSTO 1 H62.
ENSINO
DB
PARTIDAS SOBRADAS
E .
Dirigido por
MAKOEL FOSSECA DE MEDEIROS
DUAS VEZES POIt SEMANA
TERgAS E SEXTAS
DAS7AS9H0RASDAX0ITE.
RA NOVAN. \5, 2* ANDAR.
Gamuete medico cirurgico.*
Roa das Flores n. 37.
Serio dad coussltaa mediea.-cirargi-5
9 MI pelo Dr. EstevaoCavalt.nti de Alba- S
qrqu9 da | M io hora, da manhSa,- 2
eudiudo so chamadot eom a maioi are-
g Tidade possiTel. "*
0 l Partos.
K bestias de pella.
a) 3. dem do olho.
Id9n>108orgaos(tntaei.
..:1lK-ar,la,i" -(al1u operado tm 2
fal8. KDe ,ex" Pm ca&a 0 dobles n- 2
forme lheafdrmaiconv4uiente. J
e#3 @&$g?$tr-fjr
Sovo retratista.
..'",?.0 Cffl?p0 n" l8 Pmeiro andar, tram-
N retrato pelo syslema dagaerrcolypo por m-
dicos preso ; vao-ae tirar retratos de pessoas
moras deolro e fora da cidadc.
seu
ao
r.TlT3 J,s Go"aly" Pereira mudou
ldi ri .ClmPDl" para Pale da Santa Cruz,
lado da. igreja D. 93. '
Sociedade de edilicacucs.
Capital social 1,200:000^000.
mt\ZVSS co n oauVl' "U 8"ndi0" emPre.
Ruado.L.',d- e,"eD08 ou edificar
itiu! C>-Pllal oa ""baldes, devero dirigi
Jfo, rfq0eS por esirto, indicando .xact,-
.Tu. rJJ' *Sao' exlen e coofroot.co de
seas rea|iRtivo terreos ou cas., a reedificar
<-nP!hCnT?'llld0l"m- Sr- Dr' Dlodor Ulpiaao
Coeiho Catanho. ra do Imperador o. 81. Faz-
e igual convite s pessoas que quizerem s.bi-
m JE! SejS V*ir em din^iro correte, seja
!.. S 2 i.?' ** tnPortes. te real .
aveisem lOprestacoes de 10 0,0 do capital subs-
cripto, pagando a primeira prest.cao oa oceasio
l?JZ!t apre8emad. P" gnar o livro do
co social, e sa nove ouiras a 60 dias oa praio
.L",uV "l,V arlislas obr.iroa sero
aumuiidos a cwbscrever qeanlias d 10i> a 200
'U em pre.t.cdes samaoaes da 23500 e
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ba do Cabug n. 18, entrada pelo
pateo da matriz.
hsa.galeria ornada cora oa agostos retratos
i.?PimCOa ? ^ 1?11- d*' "USE
princesas imperiaes, assim como rom os da mul-
tas das prracipses peisoas desta cidade. est a
oE rta..SSEfr q"e wa po,de vUil" lodos
os das das 8 horas da maohaa s 5 dj Urda a
examinar os trabalhosaxpostos. *
um^'ik"!""a i!."r relr*,0, por ,0(,0 o *y-
tamas pholographicos, e espeeialrcente por sm-
brolypoaemeartoesdetisita. Fazam-sa tam-
mmn7*t**n*m U,c para ,a eoll-
Os precos dos retratos sao os msis rsioavels
qa sa encontrara nasta cidade.
J. Firrelra Villela, photographo.
1 telro, qae flc entre Jos Rodrig.es do tuH V
Manoel Rodr-igees de Souza, 0 dono o i 5?o?
.ri^l""".8! "" pes,oa P*" ""rar"
-fc*-
di?i-
d"ri'l^2Ln0 lnlerl0r *nwwK como para fo-'
ra da mesma : as pessoisqao precisar diriia.!
pra5.da Independencia a\ e8. era car Aecha!'
d cora aa loiciaes A. S. F. J. i
MIDANCA
ISS50.
Saques sobre Portugal. S
Mereautil Porlueoae neata cidade. taca tt
effectiTamentr por todos o paquetes ,o- M
b:a o ms:no Brico para o Porto Lis- S
,-.?!_',,.,q"*r 8oaim,, vist Pra- S*
Oa
t,6 ,nBM' de boa "lucia, o qual servio
por alguns roezea na caixa filial
rramealo n. 22. 3 andar.
oa ra do Li-
Jos Amonio Ferreira, sabdito porieauez
retira-a. para Macelo. pu'guez,
*uT Be,rDar'llu<> Aulonio da Silva Liaboa. .ub-
dilo portugue/. relira-.e para fora do imperio
-~"k "*."" m* cellente casa de camo
com bstanles commodos para familia, multo bom
banho, vista magnifica, muito fresca, e lera al.
Kaa*M "vorado qum pretender, diriia-se a
primeiro andar. '
Gompanhia Fidelidtde de *e-
guros maritimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Si Rta Nova S
JOSJPH PRADINES
<.
Janeiro, com o capital de;
16:000:000^.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luii
estabeleeimento d
Preiueado na exposlco do Kio de Janeiro
COM A
MEDALHA DE PRATA
quemudouoseu/r'
SESsarir- "*"" s-
em particular,
SEfiMDA EDICC10
DO
THESOUKO HOMEOPATHICO
Vade-mecum do homeopatha
pelo uoutor
umm id. 1. nm.
,r!? h h0ra me^l0"' que a P^rieocia. os
lar "S "d SUP"r Pri"". -
a*t.?^aa>mplc* Dotii cerca do carativo
daa molestias, eom indicages mi prore loau
dos med.camenlos novos r,couteD ente", Je?
mentados na Europa, no. Estados-Unidos'e no
Y n ex,po'^oda doutrioa homeopatha.
0"S*| da.'PropriaQao dos remedios sa-
iV. .1? 0,,"0. e "R""do as circ.mst.n-
cias atmospherics etc., ele
hete'dit"9^0 U P"PW^ ds molestias
6' nm,tS,!f"a0d,?8 mol"li epidmicas.
..!:, u.m ipa illuatrada demonstratiT. da
o0.nnuD.U,ecd.e.dlcUb0 lBU,,0'1 '** a 0 '-
Vende-se'
Deasla de Pars.
15Ra Nova15.
FredericoGautier.cirurgiao dentista
fin todas as operos desua arte a e co-
loca den tas artifidaes, ludo cora -sdeln
8 nondade a parfeico que as pessoas-,en
L? tendidas lha roconhecerD.
T.m -.....*--.._:..
116--/tMa da Cruz\ 61
O Dr. Rocha Bastos &
di consultas todos os dias. O
Cera radical a em pouco da moles-
narioT d01 rgaS 8enit0 r" |
maCDhIa".ll"d" *""'* d" 8 9 horM da
Semb
1 agua e pos dentificios, etc.
Joo Goilherne Homer.
Forrador, cslufador c corlinador
Casa de commis-
soes.
a doiriiUH8,gnad0'. Pfopriel.rlo. est.belecido
ceber Seero PnenlC,r'e-D,e hab""ado Pra re-
IIIm. *nk n'goscao, pedlnd
I"?' *DArM de *"8"ho l.vr.d,
CCTILEIOE ARMEIHO
casa que venham busLlos J S JT te.c?n0ert0' amla-

oetroa senhore.
o assim sos
ores, e mais
que queirsm honrar-me eom
oSll t9',1 X"UC"' 8lg0dao- uro, etc.,
pelcq.e vala da conla do venda d.a primeira.
K,.h,.dti9 t,0lher" grnde iWSSvi
2eP. m '"'" e por eile o poder me-
recer a pelma, assim como as pequeas rcmes-
d/,nrhMllyUIJo' po" "ao hav d'id ser
frXlhod<,.BI.WBe?le' dobrando "
a. o ndS 2",V* VUU da8 Prir"elras remes-
sas so pode apreciar, e que espere na a t tenca o
2^oUs,torad,e61862Dh,CrtOS9 e'UaDh08- Bft
eoicocirurgic
S-RiJADA GLORIA GASA DO FUNBO-3
sa por araos os systemas,

desta estsb.lecl-
Joao B-.plUta da Rocha.
e
d!!!0! e on"'-.':in";doVdePc'arm"
devarand,tamb.m arr.nja todo. o. preparo.
^VSSS^Sr^^ enverS.eaPdors0;
Bailar & Oiiveira sacara
Porto.
sobre a prac,. do
Anuuncio especial.
O acadmico Jote Alves da Silva Percira
ra de
Thica, propriedade do aulhor
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Prego de cada exemplar. 20j>000
*?^^ST'queifam ma-
Tod ^tteco.
Custodio Jos Alves Gelmaraea via ao r.a-
pelavol pablico, priucipalm\nte a todos os sees
lregueze. a amigos, que s. madoa d. toja da
aguia d ouro da ra di C*hug para a ra do
Crespo d. 7. par. a bem couhecida a mica loia
de miudesaa que foi do fallecido JoSo Cubo, hoie
>r conheeida pelo-gallo vigil.nte.-e pede .0
respeitavel publico e aos seus freguezese amigos
qae o queiram procurar no dito esiabelecimeclo*
onde acharao um grande soriimeato d miudezas'
qaaaffisnga servir bem e vender por menos dez"
t.eeircSSrta7Zflen qUG d C-0rrR0 ,he Ktr.hl,.m
taes csrtas, e para que nao coutin
dica.lo, faz e^ie annuncio.
Na rea do Sol n. ti,
me a ser preja-
HAnilAClA ESPECIAL HOMEOPA- esn
Snto KiStl^ mravosa 5* semanal, proprios pa-
primeiro andar, alu-
Cart.s de vi.ite
I Candes de visita
Caries de visita
Cartoes de visita
Crides de visita.
Precos reJuxidos
Precos reduzidos
Primos reduzidos
Prego, reduzidos.
A duzla por 123
A duzia por 12
A duzia por lzj*
A duzia por 12jj
Duas duiias por 503
Deas duzias por 20.
Noto astylo de photographia
Novo eslylo de photographia.
Arabrotypos em caiiss 23
Ambroiypos em caixas 28
Ambrotypos em caixas i.
retratista americano
Alberto W. Osborn
Ra do Imperador.
festa
Iguarass.
dosar?vrmT8,de?0u"' "'"reiro da
rv^^P"a-ia:7d^"eSr;oaxU
Caixeiro,
Ni rea da lmperalrlz n. 6. se*dir" quera preei-
1 do ura rapas para V caixeiro que tenha pratica
e hiendas, r
oa vinte por cento. do au* em otra
parte
qualquer
No da 21 do crreme as 10 horas da ma-
ntas fiada a audiencia do 111ro. Sr. Dr. iuiz dos
eitc-s da fazenda se ha de arrematar urna
terrean. 4 da travessa da Bomba
2:500$, pertencenle ao fa
Koga-se aos devedores do tallecido
Joaquim Jos Ribeiro de Oiiveira
casa
avallada por
ecido Manoel Antonio
Monieirode Andrade. cuja arremal.co feita a
reqoerimento do tastamsnteiro para pagamento
dos legados e mais disposigoes.
Banco nio.
EslaLelccido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oiiveira Aze-
vedo & C.
Saeam por todos os psquetes sobre o'mesmo
lubn"^-^,0"^ ,i8l" 9 sobre gen*ia em
Lisboa, ligueira, CoiT-Dre, Aveiro, Vlzei, Viiu-
Keal. Reg, Vianna do Castello. Golmarae.,;
Barcellos, Lamego, Covllha. Braga, Penafiel,'
Braganga, Amarante, a cito dias, ou 10 pta1
que se convencionar: no sea escriptorlo ra d
Cruz n. I.
Toda atleBfo
da Madre de Dos, roga aos s;u. numerosos de
vedore, tanto desia cidade como io S qe
S airv.m mand.rem pagar eus debitoa ,' "
Sendo m.K,n,"d,,"80.,t0' p0r(U9 *>"
deudo maia esperar passar a asar des meios
qaejulgar mais conveniente para com aqae
que cao cumprirem aeei deveres. a?e"es
Obacharel Antonio Aunes Jacome
Pires advoga e reside na ra do Impe-
rador n. 81, segundo andar, onde pode
ser procurado.
vulsos qur em tubos qur .m tinctu
-r-----------vo.4 estabelecr
imeteotea pararoceler algn osera
O PPn.UHode.U..i.be1^^ i o vidro.
e amigo, que lem
outro sexo doentes ou que precisen/
o disvelo e proraplidao,
*SMl
casa do annunciante.
lee que i tea: lido escravos na
A siluaco
commodo
de algemaj
como ssbem todoe
rss t.ntaa vanfa.
Aapessoas que quizerem fallar c
. do fundao oZtoFiSS**9** t0m +*T*9** .
t de- tarde das 5 e_
ender raa da Glia n. 3
era diaj.. forali^SiSS.m'o !S2T** "!?- a' 11 hora
RA
SU
u*.
Precisa-s3 alugtr um sillo perto da prsca com
.."cfra "" rS f'ma rai"hr. o "smo ca-
sa comquiulr que agradando pagase um ou
meUro855.US dleaMCt D caea d Appollo nu-
U. C.
C. de Mello, laogador do cooaulado
m.(. h" '* JaV18a ,aS aeDhofe. rroprietarios e
m.isdonosde estabelecimentos. que desde o 1
dejnlho do correte anoo se acha encarresado
dos lancamentos da decima urbana. "'de
fJSYW da.i re"i d Sanio Antonio!
a. Jos e Afogados. '
DO
1BPEBD0R
55.
CONSULTORIO ESPECIAL BOIEdPATB.C^
00 DOUTOK
48, evitando desta forma o receber
judicialmente e publicarle seus nomes
por este jornal.
(J-arta-feira20do correte linda a audien-
ciado Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara
serao arrematados por venia doua excellentes
sobrados no lugar nao Cinco Pontea em frente
aU*e\^" dt via- ferrca' "' mbos por
iw.uui'js. e que eslao arrendados por 1:400 por
Bono, e vao a praca porexfcuco que se enca-
mioha contra a viuva e herdeiros de Marcelino
AntonoPereira, srndoeat a ultima prar.a
Alu(a-se urna
prela que seja b-.a quitan-
Jelra e d fiel conta do que se Ihe entregar nre-
fere se de meia idade : na ra do Eocaotamento
no Retifo n. 13, taberna.
Ensino particular.
Urna pessoa convenientemente habilit-.da a.
propoe a ensinsr primeir-s letiras, lalim e fran-
cez am algum engenho p.rio desta praca : a.iem
q-i.zer tJalar d0 Bjusle dlrja ge n rua 1
Veneravel ordem terceira de
S. Francisco do /tecife.
Alagam-se as casas terreas sitas as ras de
Aguas-Verdes n 32, e Florentina n S6. pprlen-
centes ao patrimonio da dita ordem ; os preten-
den tes poderlo dirinir-.e ao charissimo
ministro o Sr. Antonio Peteira de Parias
*a d.i sua residencia na rna Direita n. 91'
jobreditj ordem.O archivista,
______________Tome Jos da Costa e S.
m m* raeciiu
NICO NA PROVINCIA
#50-/fta da Imperatriz-oO
^? A padaria fraocila sita na rua da Im-
j peratrii n. 50. continua sob a adminia,
tracao da viuva Berrellier o all haver '
'J lodos os dias :
^ Pao queote de leite s 6 horas da lar- 5
t de para tomar com cha do dia 21 do cor- I
2g ren( 9 Bolachaa de todos es tamanhos e qaa- $Q
# lid.des, 5
0B Biscoutos doces e aguados e de todas 5
3 as ijuahd.de. g
Bulachinhas de araruia doces e olea- -1
das. ,"-%
Bolos francezes.
Filias doces.
Pao commum das melhores farinhas
SWIMOO.L. PINHO.
Escola particular depri-
nifiras lettras para o
sexo femenino,
Anna Ferreira da Silva, competentemente au-
Mda pela directora geral de io.iraccao pu-
a. tem aberto ne.ta cidade. na rua do. Pire
i, escola particular de primeiras letras para
o femenino, aor.de admitte .xternas metaa.
illvuStonulas e pensionistas ; .flaneando ios n.ia P niSlM Sera nunca fllla
l'de si1"'
RUA
10
IMPERADOR
55.
J. VIGJVES
w---=s-XLSK5Bl^^
IUoaVrUT,8qloelnVdata,odos os esforcoi ramentos importantissiraos pa-a o clima deste
Os pianos desta amiga fjbr
sobre a sua
inconlestave
L-* mus"==5LT^
Rua de Santo Amaro (Munde "K?lXr?X*Zi!.'.gdal^SEl1" islru' ^^^^o^:Z^S^JmMo as vczess0 v*****^
m

,3-f do raercflio.
m
9
m
m

^
irmao
era cj-
ou na
Companhi
a
Preparsin-se bandejas de todos os l-
mannos com bulos de lolas as quali Ja -
de. i- ludo isso por precos commodos.
A referida padaria trabalha em ura
a torno mechanico assas d.apeodioso e S
2 oleo na provincia. O ?o, q.e delle W
W sahe o mais limpo. puro e de melhor ^J
^ goslo a bem assim as bolachas e ludo o 5
.-.. nial?. O forno lem um asseio nolavel o 5-
SJ o pao cosido com muilo pouca leuba
-.& e era haver communietcao cora esla' fk
! ou s bases, seudo (or i.o qu nao se 3
' encontra o menor fragmento de cirvao
> Alga-seura aobr.do de no anjar e aotao
na travessa dos Qu.rtei o. 35. bem como urna
esa nova com vatios commo-Joe, muilo fresca
no melhor lugar da Capaoga no correr da pada-
?M a 'ratar na rua das Cruz., n. 22.
Novo) n, 6.
Consalt.a todo oa diaa atei. de.de 1. 10 h'ei
at meio dia, acerca da aegaiutes molestia :
oittas da mvlhtru, moititiat das erian-
fat, moltttxat da ptllt, molittiat dos olhot, mo-
moa *yph\M\cat,todat as tsptcitt de ftbrtt
,*brn xnfrmxtttnft uos eonuneias,
o /"ft***1* MP,laiA* KOaROPATlICA.
verdadeiro medicamento homeopathitoa pre-
(aradoa .or toda. ., utela neee.a.riaa. in-
al.iTeisera eai| effeito, tanto em tintara,cama
aglbalo, pelo prego mai commodos pe-
. B. Os medicamentos do Dr. Satine sae
anicamente vendidos em saa phermacia : todoi
qeo foremfredelUsa falsa.
Todsarteiras |0 .comp.nhadaa de am
impresso com um emblema era relevo, tendo ao
raopr a segaintes palavra. : Dr. Sabino O. L.
nano, medico bra.ileiro. Este emblema* posto
:Saalniente na lista doamedisemento que se pe-
de, As carteir. que nao levaromesseimprea.e
iim mareado, arabora enham natarana o no-
a do Dr. Sabino .io fal.0<
la para se alugar um escravo
e cavallos.
Um escr.vo moQo e robusto para qualquer aer-
vigo. o (lugar em conla. tambera aluiram-ae
cavallos para passeios e vi.geos bem era conta :
lrata-se na rua de Smlo Amaro qu. fj
da rua do Sol. casa n. 26, das 6
phaa, e das 3 s 5 horas da larde
, contabilidade, cram-
malte. por uguyia. eoslura de todas as qualida-
des. bordado je liubo, fea, seda e ouro. marcar e
abyrmtho, etc. ele.
Sebo do Cear,
Proprio para fabrica de velas oa de sabao
Tende-se em barricas a preco commodo ; na rua
do Viganon. 9. piimeiro andar.
AUjza-io um sobradi
a tratar ao
--nbo oe urn andar so-
lao na rua do Calabouco velhon 17-
caes do Ramos n. 4.
Aluga-se urna casa terrea no orijcioin d
L.?op7r.,,n-9; a ,raur na ros d sas*
Ao publico em gerai
ao commercio em partcula
O solicitador Pedro A. da Costa Machado f
.ciento
r
O faz
ca por iraz
ra. da m-
, ou da. 9 s 3
' rua estrella do Ro.ario, escriptorio
numero 27.
so publico e .pscialmenie ao corpo de
commercio desta cidade, que se encanes, de
qualquer cobranQa amigavel ou ju icialmeole n>.
comarca, do Cbo e Santo Anto. a. quaes com-
orehendem ,ambem as sillas da Esceda e N.S. do
s* Xssrsr ;r rs ansrfomo m. ?Sf- bm ?>*.
sires. o e era cuja espital forara sempre premiados em todas as expo
vend.do por pregos rnuito razoaveis. ""momo, e pianos harmnicos, Senj0 iudo
rail
Chegou este S.p.rior fumo na rua da Cadeia do Recite 15. loja do
Centro commerc I.
el
servi
o q
que trabalham
e ipojaca ; ae eucarrtga de todo e qualaMPr
150 leodente aos misleres de sua proflsaao
le faz atiente a todo os senhores advogadoi
gados
a comarca do Cabo. As
S JratTJeGfi
DA
Nao se tendo boje reunido numero le-
gal de votos para haver asserablea ge-
ral extraordinaria dos accionistas sao
estes novamente convidados a reunt-
rem teo dia 20 do correte ao mcio
da, afim de se tratar do encanamento
das aguas para a freguezia dos Afola-
dos, segundo propOe o Exm. presidente
da provincia, prevenin io-sc pore
Casa
Aluga-se a casa nova n. 8 na rus do Priociae
na freguezia da Boa-Vista, com 3 quattos, 2 aa-
las o bom quintal, cacimba e esl pintada: a
tralar na rua Nova n 3.
peraete
pessoas que precisaren) de sea preetaTo'pdm
procora-Io na villa do Cabo, era casa de tua resi-
dencia ; po;eo 10 la rabera t=creverem-lhe decla-
9 hor.a'da ma- "^ P'gocio e morada, .Bm de serera procu-
.... a., o "" rad<" P?'^ aununciante. Os que nao o conhece-
rem enera estiverem a par de sus condeca po-
rtera eodaga-la nesla ciiade dos Srs. Joaquim L
Monleiro da Franca e Jos Joaquim de Castro"
Moura.
mmm mnma m lisie
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
y
iS%
I

1 \ 0 ^
*H3
CJ

Jos Fortunato do Souza Jorge, porluauez
val para a Parahiba. 6 "-,luo,lez.
LaU
;m aos 1
Ao publico.
" umn\.*x!e&aix*H^^z!He 3-Rua estreita do Rosario-3 5
9 Francisco Pinto Ozorio eontina. eoi_ a
locar dente artificiaes tanto por meio de f
9 molas como pela pressao do ar, nao re- S
9 cebe paga algum. sem que as obraa nao m
9 ftqaem a vontade de seus donos, tem pos 1
outras preparacoe as mais acreditadas >
para eonservago da bocea:
- beodo eu ura dos herdeiroa do primeiro
casal de meu fallecido e muito presado pal, nao
posso deixar pas.ar desapercebido o nnuncio
publicado em o n. 158 deste jornal, e peQ0 venia
alllm.'Sr.ep. Mana Alexaodrin. Jacome para
protestar contra a sua asseveracao de que em 26
fe de outubro de 1845 se fez inventario amigavel dos
nena daquelle caael, e os herde'ros receberam
suaslgitirr.as; porque eu nunca reiebi mino*
legitima materna, nem pr.slei minha assignate-
ra para emelhaule inventario, e do qual pelo
dito annancio e com sorpreza tenho noticia. No
mesmo caso eslao raeus cunhidos o major An-
tonio Igoacio da Silva e Manoel Luiz da Veiga
que opportunamenle, e quando este ultimo esti-
ver presente responderlo ao referido annuncio.
Espero nao ser forjado a voltar sobre um asiump-
lo que considero grave e improprio de gazetas.
Recife 14 de agosto de 1862
Bchrel Antonio Annea Jacome Pires.
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
mt j9$

O ab.ixoa.signado, negociado em Rio Formo-
so, se echando .aldo de .uas conlas cora ssa
accionistas que devem comparecerem i "i5V avisa pelo1presfo"i a qlaer pes.oa que I ti^39S.eata ceamAa.
ttdo neste ponto os interesses e direitos que e>l "">""do a pagar qualquer divida ---------
rTromn ^ C qUC aVCra' aSSCmblea ^^S-iKS ttS*Eff|
geral com o numero de votos presentes nao 8'lr m.is qualquer conta que se apresen:
-de contormidade com o artigo additivo -?.a-ler-or corao sua.
o 16 dos estatutos.
escriptorio da Companhia do Bebe-
rbe 16 de agosto de 1862.
O secretario,
Justino Pereira de Parias.
m
_- .... e para qee .e nao poasa
allegar lgnor^ncis. faz o Traiente aviso qae cor-
rer tree vezes impreso ; findando-se o mes de
agosto do correle estar o praso findo. e julsa
Formoso J4 de agosto de 1862.
_____________Lu" Cardoap d9 Almeida.
Aviso ao publico.
. No caei 22 ee Novembro trsnsporta-se para .
e.cadiuha da altan lega pessoas a 40 rs. cada urna
a embarcacao largar logo que tenha trea pea.oas!
para criado
e ae um rapa, u* izT
n. rua Nova n. 7.
lti
anuos
d
fio land.rdo obrado n. 1 da rua do AragSc
preci.a-se de ara. mulher que nao teoba fllhos,
Pr cozir.ksr o comprar.
i
Sala para alugar.
Aluga-se a osrle da frenio h ,-..r^.
'T.a VJl*. dahy{ d s^undo andar
Alugam-se
tao ; atr.tarno pr.meiro sobrado de do. anda- '"'" na loja da eernaaTae! C0IDQlodo : >
re.fo,.dep,sSar.fandiSaodoS,.rr. fl. rua -recisa-a. d. iB. p.ra ^^jj.
.asa de pouca familia: oa raa Nova d. 7?
Precisase de um oleiro que tra-
balhe bem em louca miuda e que seja
estrangeiro, para ir prestar seus servi-
dos na provincia da Parahiba : quem se
julgar habilitado annuncie para ser
procurado.
Franciico Jos de Seona, sabdito poriu-
guez, retira-ae para Portugal.
No dia aexta feira 23 do correte, depois
da audiencia do juizo de orphos, se ha de arre-
matar 12 cadeiras e 1 sof de madeMe) de Jaca-
randa, paohorados a Engracia do Amparo de
Sania Rosa, por costas e o a ultima praga.
Precia.-se alugar dea. preta. quitandeiras,
e tambera d-Se doce de vendagem : os pret.n-
dentes dirijam se a rua da Roda n. 30.
urou mi.
Para serem applicadas s partes attectadas
sem resguardo nem incommodo
bofes, nns, tero, pe.to, palpitagao de coraco, de pratica.
garganta, olho?, e-ysipela?, rheumatismos, para-
lysia e todas as effccces nervosas, ele; etc.
existencia e
Igualmente para qusesquer inchacoas, ferj-
das, tumores iotettmaese venreos, escrophulas,
lobinlios, papos, etc., etc, sejara qual for
por
pao*
7 P*P7 eic-' etc. sejirnqual for oseu dirigidas p.re'ctinlo com tolo
N. B. Ne, co;te e de tod. s es pontos deste
i impono receleni-se participacOcs satisfactorias a
respeto das ditas Chapas Jledicinaes.
t As enommendas das provincias devem ser
o cuidado de
se as chapas sao
menino, ou enanca
para lio mera, senhora,
olhcs cora o melhor succaso vejam-seos tiesta. I Para inch.coes, feridas, loLinlios, panos etc
:.of o"zt que J> oram publicados ,n&.IJe rS* Tnhem -WSt
O.iso del.siacconf,hado.e receitadas por ^^L^Ti&u\ hafeeis e disb.etos facultativos, sua eficacia ser bem applicad, no sei logar. ***
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serao ecompanhadas das suas com- Consultas as pessoas que se dienaram h?n
ptenles expheacoes, e larabam de todos os ac- lo com a sua confianca, iodosos daTsem '
cessonos necessanos para suas applica^s. cepeo. das 9 horas manhTs 2 Xde
119 Rua
do Parto ||Q

MTH.ADO i
/
ILEGVEL


m -
i*W>
DIARIO DE PERSAHICCQ QUAftTA FE 30 OE AGOSTO DE 1862
n
.
*
. .
.. -
Ioglez tal qual se
Ou resumo da conYersaco ingleza e
franceza com pronuncia Qgarada.
Para uso das pessoas que querem fal-
lar inglez : vndese na livraria acad-
mica n. 79.
Compras.
Para tima encaminen da.
Compra-se urna tscrava moqa que saibs bem
coser costara chai eogommar, paga-ie bem :
do cae da Apollo n. 55.
Compra-se una casa tortea oh aobrado em
bom ou mo estado que seja as ras Direita,
Queimado, vramento: a tratir na ra do Livra-
mento d. 28 primeiro andar.
Hypotheca.
Precisas, de 2:('00$00O por oito mores, dan-
do-se de hypotheca ircs escrsvos mogos, e paga-
se os juros de dous por cenlo : a fallar na rva do
Rosario n. 22. loja de fuuileiro._________________
Arreada-se m litio cora proporgo? para
ter anaualmente 16 vaccas, e que tenha alguna
arvorelos e trra para alguma plantago, n5o
distando mais de duas leguas da praga : quem o
tiver annuncie por esta Diario.
Alugam-se dous escravcs psra lodo servigo
somente do interior de casa de familia : na ra
da Imperatrii n.86 1" andar._________________
i' Aluga-se urna meia-sgaa nos fundos da
ra do Nogueira por 8$ mensaes: a tratar na
ra do Queimado n. 32.
l'recisa-se de un caueiro porluguez que
tenha pratica de taberna, e que afance sua con-
ducta : na ra da Senzalla-Velha n. 50.
TISO.
Fernandas Garsoli. estabelecido com casa de
relojoelro na ra do IUngel n. 20. participa a
seus amlgoi c freguezes, que tendo de fazer urna
vi-gem Europa para tratar do seus interesses
particulares, que veuham retirar os concertos o
tudo o que entregaran- ao rsesmo, isto no prazo
de 30 das, contando da data desle ; do contrario
tao do aperar at o regresad do mesmo, que
sera a 15 d Janeiro de 1803. flecife, 20 de
acost de 1862.
*?ld
a.
Vende-se um moleqae com 9 annos e urca
molaca com II, cbegados ha 2 dis do mato :
qucm pretender dirija-se ao bote! Francisco que
achara com quem tratar ; affiane,a-se baratissi-
mo preso.
Veude-se uraa cama franceza era muito
bom estado com moldara, toda de amarello por
barato prego : na ra do Caldeireiro n. 90.
Vinde-seurna mobilla da acaran* com pedras
brancas, urna dita de amarello de raz e de mui-
to bom gosto, vi n.s /ara espelho de todos os
tamanbos de 12 at 36 pollegadaa de altara, ri-
cos Iremos de Jacaranda com consolot de parir,
gamma laca, molduras franceza para enfeitet
de orottrioa e outraa mnilaa obras de bom goi-
to e por barato prego ; na ra da Camboa do
C-riuo o. 12, luja d* mareineiro de Joo Gonc.a.1-
ve Lusas Lisboa.
e millio.
Vendem-se saceos com farello de Lisboa a
4)500 e de milho a 8*": na tabtrna grande da
Solodade.
Armazem,
i
Ra do Brum o. 58, com frente para a praga
olga-S3 por prigo coi-modo cora caixes para
assucar ou sem oliea, muito proprios para pada-
ria ou refinag*, por ser bastante espagoio e ter
embarque na mar pequea : para ver e tratar
na ra do Apollo, com os Sr. Rezeodo di C.
Remedios do Di
i. O
laaway.
Resolutivo renovador.
Prmpto allivio.
Pilulas reguladoras.
At ao fra do correte rnez de agosto deve
chegsr inapreterivelmente o vapor braaileiro do
sul, e por elle devem vir ests medicamentos os
quaes se achavam u sabida do vaonr pastado a
10 das no Rio, a bordo do brigue Honder, sem
so ter podido dar urna descarga.
Droguista ra da Imperatriz n. 12.
Collegio de Bemca.
Este eslabele ment precisa de um cosinheiro.
Aluga-se uraa casa terrea com sjto, na
ra Imperial n. 201 muito propria para venda :
a tratar na padaria da ra Direita u. S.
Grande sortimento.
Na taberna grande d;. Soletade ha para ven-
der os genero oais novos possi.'ois e.muito em
c-iota : raanteiga inglez flor a 720 e 800 rs.,
fr>ncza nova a 640 r., cha muito uno a 2J500,
d'to preto a 2J, queijos do vapor a 2), ditoa do
seito -r.'pri'-'S para mimos por ser uivito no-
vos a 3*0 rs., maesas a 329 rs., eapermaeete
bom a720 rs.,vinhos engarrafado do Porto al;,
dito muito flno em pipa a 640 r?., da Lisboa e
Figutira a 400 rs. a garrafa, e granlo quantida-
de de genero novos cujoe se Tendera mais bara-
to que era outra p berna gr;.n ie da Soldado.
Cal de
A 5,000 rs.
Vende-se barriseom cal nova ebegada ltima-
mente, a 5$do antigo e acreditado deposito da
ra do Brum n. 66 armazem.
AGRNCIk
DA
Onoa*
* ...
Vende-se orna linda canoa de csrreira por
prego commodo: a tratar com Jos Fernendes
da Silva na ruado Pilar. Fra de Portas.
AttencSo,
Vende-se urna grande casa de dous andares e
soiao, na ra da Guia n. 40, e urna dita terrea na
ruado Aragao n. 18: os pretendentss dirijam-se
a ra Nova loja n. 18, das 10 boraa da manha
s 4 da tarde.
O dono da taberna gran !e da Soledad avisa
a seus freguezes que eite afamado esUbeleci-
mento acha-se prvido de grande quantidade de
molbadoa todos novos vende mala barato qae
cm outra parta.
Precisa-sede urna anii de leita que nao te-
nha filho, na ra do ftargel n. 7 seeu; o andar.
Precise-se ta um caueiro para caaa de
pasto de 14 a 16 anuos, preferindo-se portu-
guez : a tratar na ra estrtita do Rosario nu-
mero 18.
;s"ja-n fallar corn Francisco Jos Fer-
reira viudo da cidade do Porto era 1857: na ra
de Santo Amaro n. 8, a negocio de seu intaresse.
Au^a-S* O procurador rio ir ||r_
BirDOa de Vasconcellos t*nha a bondade
5 ra da Cruz n. 11, a negocio de inleresse do
dito senh'? ou mando o numaro da moraiia aBm
de se Ihe fallar.
Rap !c Lisboa em frascos
Vande-se o superior rapprioceza Brasil che-
gado pelo ultimo vapor francez Eslremadure :
na loja de Marcelino & C, ra do Crespo n. 5.
Fundido Low-Hoor,
Bna da Senzalla Nova n.45.
INeste estDlesimento continua a haverum
completo sortimento de moendas meias moen-
das para engenho, machinas de vapor taixai
de ferro batido coado da todos os tamaito
para dito,
REMEDIO INCOMPmVEL
UNGENTO HOLLOWAY
Hilhares da individuos da todas as naee
podea testemunharas virtudes desteremedis
incomparaveleprovaramcaawcecessario.qu,
pelo uso que delle fizeram tem seu*orpoi
embrosinteiramentesaosdepoisdehaYram-
pregadoinutilment outrostratamentos. Cada
pessoa ijoder-sa-haconvencar dessascurasma-
rayilhosaspelal aitura dos peridicos, que lh'ai
relatara todos os dias ha muitos annos; a i
maior parta dalias sao to sor prendantes qui
admiram os mdicos mais celebras. Quantai
pessoas recobrara com sta soberano reaedit
o uso de seus braSos a pernas, depois deda
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tai
deviam soffrer a amputado I Dallas ha bu
casqueiavendodeixadoasses, asylos depade-
ttmentos parase nao submetere* a assaope-
racao dolorosa foracuradas completaeru.
madiantao uso desseprecioso reedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seurece-
nhecimentodeclararaB estesresultados ben6-
eos atante do lord corregedor e outros agis-
trados.afimde mais autenticare sus a firmativ
JNingaea aasasperaria doestado desaude m
uvessebastanteconfiansa para encinar esta re-
medio constantemanteseguindo algum tempe i
trataaMnio que necesstassa a natureza do nal
cujorasultado seria provarincontestavelmente.
VJue tudo cura.
Onnguento henti, mala partlea
) nos seguinles casos.
Inflamiiago da bexip
Zeite puro.
N taberna do Joao Simo, na ra do Vigario.
Ricas fiveUs douradas par*
sinto.
Vendam-aa fivelaa douradas a 2$ e 2$500, as
mais modernas que tem vindo ; na ra do Quei-
mado n. 63. loia do Beija-flor.
Ricas voltas de aljofares.
Vendem-se volts de aljofares com crus depe-
dra imitando a brilhenie ; na ra do Oueimado
namaro 63, loja do beija-flor.
Facas e garios.
Vndem-sa facas e garfoa Anas de cabo de ba-
lango de dous botes a 6g80. ditas para doce a
5$800, dita de um botao a 6$200, dita para doce
a 52*200, dita preta cravgda a 3^600, dita branca
a :i;K, dita roliga a 3; a duzia ; na ra do
Queimado n. 63. loja do beija-flor._____________
Jogo de vispora.
Vende-se jogo de viipora a 1{J ; na ruu do
Queimado n. 63, loja do beija-flor.
Juii/.
de vir
Vendem-se tachas de
farro cuado do fabricante mais
acreditado : oa ra do Brum
n. 28 B, armazem de Jjs da
SilvaLoyo &C.
Grodebico a 120
ris alibr.', e sendo em
libra para cima a 100 ris.
Vende-se unicameute por estes precos nos ar-
mazens progressisla e progresssivo. uo largo do
Carmo n. 9 e ra das Ciuzes n. 3C, aflianga-se
Alporcas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de cabeca
das costas.
--dos meabros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas da anus.
Erupc,oes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gangivas escaldadas.
Inchaces.
nflammoo"'* ^* co-J*
l'reci-a -'o j uraa aiua torra ou captiva
para o sarvigo interno e de ra para urna caja
que a^en: tem 4 pessoas : na ra da Gaia no
tjrceiro anlar -io sobrado novo n. 55.
Alugara-sa dous pretjs possa!it"s pora todo
e qaaliner servio, e uoi antea muito proprio
para ajilante era cotinha por ter disto pratica,
aaira tomo tambera u.s usra propria -para
velder na na Cateadas '. a tratsr na ra da Ca-
llea ..'o Pv.-c.f d. 40.
-4 Precisa-si; i, um h-ii olcia! de phar-
matia e que d ftedor a sua conducta, o que se
dad um bom ordnalo: na ra Nova botica ua-
E.CM '.A.___________________________________^__
-* Arreaj-se um eiceilerite engeobo muito
f."o-o, de graude produegao, quasi prompto a
rn.er com aKua, dando se o primeiro anno de
i griga para o renteiro lar tempo do conheor pra-
ticamenle a qualidde t\o trrne, e tambera ae
vende a viata ou a pairamentos muit comino-
dos : trata-se no engenho Be.la Rosa da Luz ou
com o Srs. Maaoel Ignacio de Oliveira o Fiiho,
no Recifs.
Preoiaa e de 1:500| a jaros por ti mezea,
dando-se por hypotbeca b^n de raiz ou eacra-
vos : quera lhe conviar til riwgocio dirlja-ae a
ra do Apollo n. 3i, primeiro aular, que se dir
quem faz este negocio.
Vende-te urna escrava da 18 aunos de ida-
de pouco mais ou menos, que faz bem o tervigo
diario de u:ca casa, a tratar na ra Direita pada-
ria o. 81.
Calcado francez,
Loja do vapar, ra Nova n. 7
Grande sortiraeuto do calgado fraocez, bsra-
tissimo, vista das qualidadee ; quem duvldar
deve ur na loja do vapor, ra Nova J. 7.
Manteiga ingleza e Iran-
cez^.
Manteiga Ingleza dp prlmpira quelldade a 800
rs., franceza a 600 rs., queijos rio serto, de
mantetga, a 500 rs de coelha, a 400 rs. banha
refinada a 440 rs.. em barril 400 rs,, gomma de
ararula a 100 rs., e 2;800 a arroba : na ra das
Cruzes n. 21, esquina da travessa do Ouvidor.
da matnx
Lepra.
Males das pernas,
dos peitos,
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queiaadelas,
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinba, a qualquei
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulares*
Veias torcidas ou no-
j r...-.
Vende-se este ungento no estabelecimeato
geral da Londres n. 244, Strand, a na lfl*
de todos os boticarios droguista e outras w*-
soas encarregadas da sua venda enr a
america do sul, Havana a Hespanh
Vende-se a 800 rs cada bocetinha
urna instruc^ao em portuguez para axt ar o
modo de fazar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soua,
harmaceutico, na ra de Crut n. 42, ea
pernambuco.
SVSlA NfiUlCU Oill LLOWA1
PILLAS HOLLWOYA.
Es
Anvelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades,
branco a l$t00 e 1*400, azul a 1 j?, e de cores a
18400: aa ra do Queimado n. 63, loja do bei-
ja-flor._______________________^______
Papel adamascado de cores.
Vende-se papel adamascado de cores a 800 a
19. dito branco a 18200: na ra do Queimado n.
63, loja do beija-flor.
oiTRTivrAnn
m4
Cpr
Gravatinhas de seda.
Vendem-se gravatinhas de seda para senhora,
de diversas cores : na ma do Qaeimado n. 63,
ioja do beija-flor.
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas tiras bordadas para vestidos
e saias brancas a 800 elj: na ra do Qaeimado
o. 63, loja do beija-flor.
Veodem-sa libras esterliua no escripiono
de Bailar & Oliveira, ra da Cadeia n. 12 ______
Sortimant completo da sobreeaaacoa da panno a i*?, 28, 30) 35, casaeos mai'.o kan
falta a 2^?, 28f, 30J 35J, pal*tnta acasaradeada panno preto de 16 at 2b, ditoa d aa.-i> ira
de cor a 15$. 18$ 50;*. pl*tota sxecoa de pannos casemira da 8$ ate 14$, 'utos saceos da alpa*
marin la de 4$ at 6, sobre la aipaea e merino de 7$ at 10$, caiga prataa da casemira de
s$ 14 14S. dito d* eorr*7$ at lg, rmiyas t ara minino de todo o tattianauf, rand* or:
mnto e toapaa da briol tomo seiara salgas, paielot e collete, sortimento db colits prato lie
mtim, tasemira velludo do \t a '-'c, ditos para aaamenlo a 5$ a Oj, paletols braueoa da f .-
acanta s4$* 5/, calcis hraucaa natitofloaj a 5JS, a um grande aortimento de fczetii'asnQas e me-
mua, eompioto sortimento de eesuira inglezas para honiera, meuuu e sanhort, tero a las i a
deh* ealgode, chapsoa de aoldeaeda, Itivaa da teda da Jeavin pwra hom j*o ama grande fabrica da alfaiatt onda recabemos ucomuienda; di gtaud& obra, qae ...\ -
nsc- est sondo administrada por era hbil mostr de simsiht&ta arte e um pestoal de meia d-
linaeenta obrviros escolhidos, poriutb axacwtamoa quaai>*r obra aom promptido a rsiait bar i i
de que era outra qaalque' caaa.
--: i
Libras sterlioas.
Vendem-se no escriptorio de Mannel Ignacio
de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
14 NOVA NUMERO
Atiga loja de Gadault,


msm
Bandeijas de bolinhos
Com '^erfeicSo preparam-ae bandeijas com dif
furentes modelos de armsgao e cheias com es
melhores qualidades de bolinhos do nosao mer-
cado ; asaim como os meamos em libra por
prego razocvnl tambora toa- a qaslidade de
pastmaria o pqs e bolos francezes e diversos,
o ra is b^m feito de dosso paiz com asseio : quem
precisar proture na ra do Raogel u. 60, para
a justar.
No pateo do C>rma
Jpque dn 15 anno?.
u. 1 aluga-se ura mo-
Masa fallida de Amorim Fra-
goso, Santos &G.r,
As pessoaj que ti-eram trausac^oes com a so-
ciedade bancaria Amorim Fragoso, Santos & C,
queiram mandar apiesentar seusiitulos de de-
bito e crdito, cdemelas, etc., no escriptorio
dos Srs. Ileory Foster & C curadores liscaes
da mesraa massa falhia, na rui do Trapiche
d. 8 aflra de seren conferidos, para maior re-
gtlaridade da respectiva escripia.
tasa
exposico de fazendas baratis
simas na ra da Imperatriz
na loja e armazem da arara
numero 56, de Magalhes &
Mendes.
VaDde-se muito barato para liqaidar, a ser:
cortes de chita com 12 1(2 eovaos por 2g00, di-
tos de cassas de core a 2^500, dltm prelos a
2$500, chitas escuras a 160, 180 e 200 rs. o co-
vaco, ditas francez a 220, 240 e 280 o covado :
na ra da Imperatriz. loja da artra n. 56._____
Arara vende os chales.
>eTiem-6 cuaie ue uitiiu vp>aiu()flOf. a --,
ditos de 13a e seda a 2$, ditos de la a 19. ditos
abertos a 640, guerdanapos para mesa a 200 rs.
cada um ; na ra da Imperatriz, loja da arara
numero 56._______________________________
Arara vende as {ollas.
Vendem-se golliohas para seuhoras a E00 rs.,
ditas c. m bniaozioho a 640, ditas redondas de
traspasso a 1$, manguitos e gollas de linho para
senhorss a 2$, lengos brancos a imitagao do la-
byrinthoa 1$600 o 2$ : na ra da Imperettiz, lo-
ja da arara n. 56.
afl
w
Acaba de receber de sua encommenda um grande e variado portim"~to dos se
guinles artigos, os quats vende por menos 10 por cento do qu9 em outra qualquer
parte ; a saber:
Para msicas. Para noivas.
Variado sortimento de instrumentos As mais rica e elegante cspella que (j
militarea e de orchestra. Pod8 >"!". "everando sera err_ar, g

(:
; -
W-'O P,ra miisica

nst uraonto completos de chaves e
apislon muito perfeitos e.afinados do fa-
bricante Gautrot Aia'
Para carros.
Guarnigoes complatas para arreios de
carros de metal do principa ede latao pa-
ra um e dous cavallos, r ol>?, vaquetas
^P5) franceza par cobertas, encerados, ga-
^(S loes, ricas lanternaa para carros eeoaps,
^^ colleiraa etc., etc.
Vidros.
?'*..:S Um grsnde e variado sortimento de can*
$t delabros, serpeniitias, lanternaa com pin-
;f(? gentes e sem elles, palmatorias, copos
risSS para vinho, callee, rodomas para ima-
j^) gn redondas e ovaa grande e paque-
os. t:-'-j- a-- run.orjtdr
M
serem as mais bonitas que aqu lera
do, rico mantel; tes pretos ceai
franja o maia moderno ueste gentru.
Para presentes
:ste inestimavel especifico, coraposto inteira- fom """"' cn> 25 coyado por
mente de hervas medicinaes, nao Jnim mercu- \ZY^%Z\\Zl VtffH
no nem alguma outra substancia delecteria. Bei
Vendem-se manteletes pretos de gro9donaple,
fazenda intelramente nova a 10J 13;*, e 20S r9 :
na ra da Imperatriz n. 48, junto da padaria
fraoceza, loja de Paredes Porto.
L-t~
A viuva do iiuado teoente Francisco Xavier
Cavalccnte do Almeida, ten Jo avisado pelo Dia-
rio de Pernambuco, aoa crodores da massae
seu finado marido para apresentarem seus do-
cumentos legalisados para serem junto ao inven-
tario, qae se procedeu pelo juizo dos orphoa da
cidade da Victoria, somente appareceraro os
Srs. Antonio Dominguos de Almeida Pogas, e
Francisco FernaoJes Duatle, e o coronel TiDur-
tioo Pinto de Almeida ; e como nada houvesse
para partilhas entro a \iava e a orpha sua filha,
o juiz do inventario deu to'los os ben inventa-
riados para pagamento das custas e credores, que
legalisaram seus dbitos. Corao pois nada lhe
coubesse, era a sua orphaa, e nao so tivesse
realisado a concordata iucetada com todos os
credores do casal, avisa ao credor de maior
quantia, o mesmo era virludo da senteoga, que
julgou o inventario, o Sr. Pogas, para mandar
lomar coola da casa, (Lando ella desonerada de
toda a responsabilizarte.
Cidade da Victoria. 16 de azosto de 162.
Aluga se uraa inulats para cusioha, r para
casa de pouca familia ; na ra Direita n 30.
Nofe Restautand do commercio, ra do Tia-
piebe Novo o. 22, precisa-ae de um copeiro.
Na ra da Gloria u. 40 laa-se e engoma-
se com perfeigo por menos prego do que em ou-
tra qualquer paite^_____________________________
__ Aluga-se a loja do sobrado n. 81 sito na
ra do Imperador do laJo do caes, com grande
extensao e cornuodidades pira qualquer esla-
belecimento, a qual (em dse desoecuparno fin*
do correte mer, quena dola precisar dirija-se
ao primeiro andar do mesmo sobrado que achara | me_io_gros9o a 18600, ditofioo
cem quem tratir.
oalhas e guar<
nnpos
Muito barato!!!
A' loja o Porto, esquina da ra da Madre de
Deus, acaba de chegar um completo sortimento
de toalhas de linho para mos, e guardanapos ;
os quaes se vendem por diminuto prego para fe-
char conlas, pois sao vendidos por conta do pro-
prio fabricante.
I val sem
iguaL
Rival sem igual
Rival sem igual
Ra larga do Rosario d. 36
Rus larga do Rosaran. 35
Ra larga do Rosario n.36
Pedro Tindo vende
Pedro Tinoco vende
Pedro Tinoco vende
Miudezas muito baratas
Miulezaa muito baratas
Miudezas muito baratas
Cartes de clcheles francezes a 40 rs.
Estampas de santos a lt'O rs.
Dilaa com vistas de guerra a 2C0 rs.
Ditas cem personagens a 320 rs.
Pentcs de borracha para alisar a 560 rs.
Smioa dourados a l600.
Agulhas francezas era nili&ha a 220 rs.
Laa para bordar a 65400 a libra.
Tesoures finas com toque a 400 rs.
Botoes para punho a 120 e 160 rs.
Tinteiros com tinta e lampa de metal a 180 rs.
Meias cruas para hornera a 29400.
Ditas brancas para senhora a 2'400.
Enfeites pretcs a 4800.
Linhia de croxel para bordar a 640 rs. o masso.
Jogos de vispora a 800 rs.
Ditas do bello xadrex a 1*600.
Gravatas com bota a 1*t000.
Pinceis para barba a 400 e 600 rs.
Palseiras de missaoga a 19280 o par.
Carretela de lioba a 30, 40. 60 e 80 rs.
Luvas de seda com toqae a 200 rs.
Escovas para limpar denles a 240.
Ditas para cabello a 1f.
Ditas boas para unhaa a 320 e 500 rs.
utas para roupa a 800 e 19.
Asiim como um sortimento completo de rap
Paulo Cordeiro a 1$500, gasse grosso a 1*600, dito
meio grosso a 1J60, dito fino a 1$280, Lisboa a
I256'J0, rolo francez a 2(900, Mearon 1*040.
nigno maistenra infancia, e a compleigao mas-
dalicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleigao mais robusta
.enteiramente innocente em suas operagese ef-
feitos; pois busca e remove as doengas da qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejara.
Entre milhares de pessoas curadas com esta
remedio, muitas que j estavam s portas da
morle, preseivando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e forgas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-sea des-
esperago; facam um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo era tomar este remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
Arara vende as capas.
Vendem-se ricas capas para senhora?, de gres-
danaple preto a 20 e 250, ditas de linho de cores
a 6i, ditas de la a 9$, ricos cortes de organriya
25 covados por 8-3, dilos
la de duas
gorgur'o
com 18 covados a 6500 : na ra da Imperatriz,
loia da arara o. 56.
Arara vende os corpinbos.
Vendem-se corpinbos borJadi s para meninos
e meninas a 13 cada um, pegas de tiras bordada
da largura de 4 e 5 dedo a 1{2S0 e 1$600, peras
de entiemeios bordados a le, 1200, 1$400 e
le ti 00 ; na ra da Imperatriz, loja da arara nu-
mero 56j________________^_____
Arara vende as colchas.
Vendem-se ricas colchas para cama avelluda-
das por 8, ditas de fustao de cores -5;e 5*500,
cobertas de chita a 2--. cobertores de algodo a
1? : na ra di Imperatriz n. 56.

Para retratos,
Machina muilo suparinres francezas
esmericanas grandes e pequeas, grande
sortimento de chinacas ptra Irabalhar cm
todt'a o processos. caixinhaf e passepar-
tou americanos e francezes, papel albu-
minado etc.
! -
r
iirilhos aia**--*
er2
Muito lindas caixinhas para costura
com muaica e sem ella, muito propri-s pa-
ra dar-se de presente a alguma senhora 'V -
que se estima, ricos estojos de barba para ',
homem.
Espelhos. vsiM
Grandes e pequeos com moldara .^~-;
preta e dourada, proptios para ornar bo- v_
nitaa salas, sendo es vidros muito grosso
e de primeira qualidade.
Avulsos
Camisa de linho para bomem.
Carteiras e charuteir's.
Bandeijas grandes de 30 palmos i SS,
coni-t.^. v uj-iipj.ius para aenuuras.
La de todas as cores para bordar.
Talagarca.
Seda frdza de todas as cores.
Lindos enfeites psra senhorss.
Oculos a luneta de todas as quslidadct.
Fumo francez, americano a tambern o
spreciavel fu.o de tiorba com oa seus
competentes cachimbos e tanari etc.


* >

fefc-o--.- '.'.<:'! -",',: .'--'\<.>'-S.*--'-.'-:.- ''' ..,"^*,.''.V-r7:;/-:(f/.:-. i ^i,1 .-,... ? .'-.
Nesta grande e bem montada fabrica de machioismo, a mais antiga no imperio, conlinua-se a
execular com a maior presteza e perfeigo encommendas de toda a qualidade de machinas BStdtt
no paiz, tendo senpre prompto o seguinte :
Grande sortimento de moendas li canna de todos os systemas e tamanbos.
Machinas de vapor de diversss qualidades.
Taixas fundidas e balidas.
Crivos e boceas para fornalhas.
Bronzes e -guhdes.
Rodas, rodela e rodas d'agaa.
Guindastes fix>>s e portalis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ago para serrara.
Fatexas par barcos, ele, etc., tudo por prego que bem conaida.
mmmtMm
%W$km
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia,
Ictericia.
Indigestes.
Infla mmagoes.
Irregularidades da
mensiruagao.
Lombrigas de toda as*
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstrucgo do ventra.
Phtystca ou consump-
cao pulmonar.
Retengao de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venareo (mal)
coidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Aslhrna.
Clicas.
Gonvulsoes.
Dbil i Jado ou extena-
cao.
Debilidade ou falta de
forgas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
da barriga.
nos rins.
Dureza no ventra.
Enfarmidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipel.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocelinhas a 800 rs., cada
urna dallas contem urna instruego em portu-
guez para explicar o modo de se usar desias pi-
lulas.
O deposito giaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Relogios.
Vende-se em casa da Johnston Paier A c.,
do Vigario n. 3, um bello sortimento de
elogios da ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambern
ama variedada da bonitos trancellins para os
mesmos.
Arsra vende as cambalas.
Vendem-se pecas de cambrala lisa a 1600, ~,
2$~00, 3$ e S3500, cassis adamascada para cor-
tinados com 20 varas a 9$, dita de 10' viras a
49500 e 35, cambraia de salpico com 81|2 varas
por 3;500 e 45 ; na ra da Imperatriz, leja e ar-
mazem da arara o. 56.
Arara vende a roupa feita.
Vendem-se paletots de panno preto a C;5G0,
8 e 105, ditos de brim escuro a 38 e 3)500, caigas
de caseruia preta a 41,500 e 5$500, ditas de co-
res 5^500 e 6, ditas de brim e fustao a 2)000 e
2)500, camisas francezas a IgCOO a 2, ditas de
peito de fustao a 2)500, ceroulas de brim a 1-600
e 2) ; na ra da Imperatriz, loja da arara n. 56.
Arara vende as aberturas.
Vendem-se aberturas para camisas a 210 e 320,
leaos brancos com barra de cor a 80 rs., corles
de ealga decores a 1) e 1)280 cada um, meias
cruas a 120 o par, ditas Anas a 2"E00 a duzia :
na roa da Imperatriz, loj da arara d. 56.
Arara vende o fil.
Vende-se llavrado fino a 1)200 a vara, dito
liso a 720 e 800 rs. a van, dito de cores a 200 rs.
o covado, tirl-lana de cores a 800 rs. a vara ; na
ra da Imparatriz, loja da arara n. 56. ________
**#
m
Arara vende otoabadin
Vende-se a fazenda por nome babadin com
palmas de seda, propria para vestidos a 500 rs.
o covado, dito enfeatado a 640, laazinbaa para
vestidos a 320 o covado, dita muito finas a 500
rs., ditos entestados a 610 o covado ; na ra da
Imperatriz, loja da arara n. 56.__________________
Arara vende riscado a Gari-
baldi.
Vende-se riscado a Gsribaldi para vestidos a
280 o covado, fustao de cores para vestidos a 280
e 320 o covado, csssas franceza finas a 280 e 300
rs. o covado, organdys fino a 320 o covado ; na
ra dtT.ftnperatriz, loja da arara n. 56.__________
Arara vende ospaninhos.
Vendem-se pegss de paninho com 12 jardas por
5, ditas de madapolao .entestado a 3J500, da-
masco de 6 palmo de largara proprio para me-
sas a l&tOO o covado : na rus da Imperatriz, loja
da arara b. 56.
sf
fl '.-9
4ft-Rua do Queimado
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Reate eilabelecimento ha sempra um sortimento completo de roupa falta de
toda a qualidad* e tambern se manda executar por medida i vontade doa fregue-
zes para oqaetenrum dos msihores profrsor.
Arara vende s saias.
Vendem-se saias bordadas psra senboras a
2)500, ditas de 4 panos a 39. cortea de cambraia
bordados brancos e de cores com b-badoa a
2)500, sintoa psra senhorss a 1*280 psra acabar:
na ra da Imperatriz, loja e armazem da arara
numero 5*3.
Casacas ae panno preto a Ofi.
85Sa
So't>receseos de dito dito a 359 e
Paletots de panno preto e de co-
res a 35, 30), 25), 10, 18 a
Dilos de casemira de corea a 22),
151,123,7) e
Ditoa de alpaca preta folla do
velludo francezas a
Ditos de marin selim pretos e
de corts a M e
Ditos de alpaca de core a 59 a
Dito de alpaca preta a 92,79,59
Ditos do brim de cores a 5f,
49500, 49 o
Ditos da bramante d linho bran-
co a 69, 5f a
Ditos de merino de cordie preto
a 159*
Caigas de casemira prata o da co-
res a 129, 109, f, 79
Ditas de princeza a merino da
cordo preto a 59, 69500
Ditas de brim branco cde corea a
59, 4)500 a
Caigas de ganga de corea a
Colleta de vellido nrelo e do to-
ras lisos bordados a 129,99*
Dites de cate mira prta a da co-
rea liso a bordadoa a 6),
5)500,59
Ditos de setim preto
30)000 Dito seda setim branco
6e
30)000
20)000
9)000
10)000
8)000
82500
3500
3)500
4)000
8)000
6)000
4)500
21500
9000
8)000
3|50
Ditoada gorguro de sada prttos
e de cores a 7), 69, 4) e
Ditos de brim e fuslao branco a
3J50O, 2)500 e
Saroulas de brim de linho 1J1
Dita de algodao a 1)600
Camisas de peito defusto branca
ede cores 2)400 e
Ditas de peito de linho a 59, 4) e
Ditaa de madapolao brancas a do
cores a 8), 2)500, 2) e
Chapaos preto de masse franceza
forma da ultima moda a 10),
8S500 o
Ditos de feltro a C), 59, 49 a
Ditos de sol de seda inglezea a
francezes a 14J, 129, llj a
Colarinbos de linho muito fines
novotfoitios de ultima moda a
Ditoa de algodo
Rslogios de ouro patenta hori-
zontal a 100$, 90), 80g
Ditos de prsta galvanisados pa-
tente e horizontaes a 409 *
Obras de oero, aderegoa a meioa
aderego, pulcc'ias, rozstas e
- aneis a
Toalhas de linho duzia IOS. 69 *
Ditas grandes para mesa ama 39 a
5)000
!<|0OO
5)000
89OOO
2)200
1)280
2)200 (*
3ooo fsm
si
700
2)000
70000
301000
iflUTJLADOI
ILEGVEL


* .
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VliXSO DB PEBJUM1DC0 ~- QTJARTA FEIBA 20 DB AGOSTO DB 18SI
OIMINUIQAO DE PRECOfivahem^
FRANCISCO FERNANDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
.ncommombs no .rumora PrZZr*. w*S to** 9 raaraUrera comprar su
do mou ..arara, o, difconcad Co .1, f?/, '"'? '?' alim da 'fc> dSo
gundo.
i Bigodinho, est Tendeado pelos orerni
M^iimdom:,ran, q"eir,m ?,r w na se
Pares de espatos de tranca superiores a. 1|180
Frascos de agoa ambriada a melhor a.. 'Joo
Ditos de dita, frascos grandes, a 500 e.. 600
Cartas de alOnetes francezes, a.....
Pacotes de papel amizade, a.........\"
Canas eom papel de dlrersos gostos, a.'."
Pares de sspatos de lia para meninos, a 00
Varas de bico das libas, a...........* eX
Cordas para Tiolao multo frescas e ao"
?, ............................ RA
Ditos de cbeiros maito finos 500 a.....
Cama com apparalhosde metal par'd'
vertir meninos, a....... F
Barra eom phoaphros'o 'mihoVV bo-
600
100
700
700
500
800
400
300
160
160
*40
40
S20
tanos.............::.:.;.7.T
Pecas de fitas de linho lisas saperioVes a
Dita, de cordao imperial, fi.o e gross.'I
40
40
40
too
100
600
BS dl,l oleo, maito saperior, a.'. .
Ditos de oleo babosa sapsrior, a 320 ..
Boneeos qae choram, maito lindos, da
?60 a................
Caixas de p para limpar denles, multo*
superior, a ...... \ \\
Ditas de phosphoroi espsciies'e m'so-
bresslente, a ....,"
Pioes de flandres, pintados muito" bni-
Varas da fita para faxe'r sint'os dos mol
Inores nato, a........
uza de pbosphoros de gaz, do melhor
fabricante, a ..... .
Ditis de caetas de folhs", muito boas,
tisiimas! *" "* 'd" *",lidadM >-:
ai 7.V,en,de',e a SSM la ra do imperador n
mero ISA? *"*"* d* Msdre de Deosnu-
_m i.*.o,Sirttcr,a>,did8dasafra o,*80
Cha Ymxim a mais nova do m9rcado a Go Kbra, e em barril a 560.
tilia h que e pode destjar nesle genero a 35?0O a libra-
1*0 maS SUperr dJ mercad0 a 2800 ^ porcao se far abat-
'^tL- SltVtfSS1" neS,e Uhm Vapr BU1 *"" *"0. dito, che-
na ^to verdad,iro inglez a 24000 a libra em porj.o sa faz abat.memo>
MUSem "*. afeitadas, conteni diversas iguarias muito proprias
para mimos a 1*000 caa urna. r ^
BHa\Xllia de soda em litas eom diferentes marcas a l!M0O, afianca-sa a boa qua-
hdade, assira conjo tem latas grandes eom bohcuinha proprias para lanche a 2500
Lagrima* A<* o^O Mped.lviahodoPor,oemgarr.MoWndoa8g(nii,w
ao nosso merca o a 1^20'J a garrafa e em caixsscom 1 duzia qor 12000.
1BUOi 3!g.iTC- *aaO d83 me|horeS rnarcasque vera ao morcado, como sejao Duque
do i'orlo, CarcaVlijs e Fe.tuna a 1200 a garrafa.
&ne*tetas eom yiu^ d0 Prl0 cora ro 3fas
em garrafas 32JU00, afian5a-si ser de superior qualidade. particular
lutto ^wu pip ae supe;or quaidada Porl0i Figuera e Lisboa 600 560 600
a garrafa, e em caad? a 33500, 4$000 e 4P50.
Banha veiiadai..M ..-,
a e a ,at-s com !0 1|l",as por 4JO0O, e em barril a 400 rs. a libra-
^aOUTEjaSCpfiirj guezadi: a tratar p. me.ma p. 2. '
1200 rs !V&S a 5G rs> a Ilbra eetn barril com uma arroba por
>**wiiei*, *-.i- -u^......,,......___ Oleo de Merchant
600
160
160
200
500
240
120
Atten$ao
Pechincha sem igual.
Laainhai chinezas com flor de seda a 320 r
LT^V Da rDS da Imperalriz S! 48 junto a*
pad.ru francezaloja da california de Cedes
Porto.
Oleo de ricino, arroz com
casca
Vende-se 125 latas de oleo de
ricino, e uma
maraes.
ZJttSi'35S 5 .o-PoDi... 7-
ada, ekv;o?S?oh0.daS se"uin,e31ua,idades 8a^- congro, corvina,
- ias d *; ^-*i4.-v f. a G30 rs, a libra> em caixa a GG0 rs>
S -. %\a skt
prin-
afre-
BUfts -; <^ra^\M
Ao KcAau
refinada a 360 rs. a libra, e em arroba a 11 rs.
a 5j0 rs. a libra, e em porgao a 500 rs.
uuo i>i^w para fiambre a 640 rs a Ijbraf
*l^ff6o*&Ceiia,S e'S 'alaS de 1 e meia Hbra por 1500 dilas com 3 libras
f ****** ^ H0lUA4a a 5G0 rs. o frasco, e 6*400 a frasqueira con 12 frasco
rr&IOeS cera geneLra do Ioanda com 25 garrafas por 9&000.
^ muito limpo, a 160 rs. a libra, e em arroba 45800,
Palmeo
m
Sae
uno novo a 160 rs. a bra, e 45800 a arroba.
suspiros era meias caixinhas, do melhor fabricante da Bahia a 2000 cada uma
"fjT ^ hVao l?0!C3d0 a 24 rs. a hbra, e em garrafoes com 5 libras
por 1J 000, so o garr^fao val 500 rs.
*\&tiMiaa do Franga muito nova a 200 rs. a libra,
T^
O uoico deposito desta precioso remedio n
uaL8Lm0le"aS d0i ca7a110'. udoasePd.
z ti^'i01^" oi,ao d0 armazem do
SK J?* da,b0la me". onda sa conti-
r i fr..rerJ,*1' preQ0S d0 2S6- 1280 e 640
rs. o irasco, meio o quarto.
Caixas de tartaruga o charu-
teiras de charo para rap
echarutos.
O tabaquista que aprecia a boa pitada de Lis-
boa oh mesmo Princeza, Meuron etc., etc.
justo que compre uma bonita caixs de tartaruga
toda marchetada com a qual nao se envergonha-
r de offerecer da boa pitada de seu gasto a to-
dos os circunstantes que se achsrem em sua ro-
da, mullos dos quaes louvaro o seu bom gosto.
Assim como a caixa necesearia ao tabaquista,
acharuteira nao superflaa no fumante e sendo
ella bonita como sao as de charao nuchelas me-
lhor ser porque com isso deixa conhecer quan-
to sabe apreciar o bom. Para os maii commo-
dutas tauabem ha bom sortimento e todos encon-
traro barateza urna vez que munidos de dinhei-
ro s dingirem a ra do Quemado lola da aeuia
branca n.16. 6
Vende-se farinha em saceos por 3S2O0. arroa
pilado por 1800 e lf900 a arroba, arroz de cas-
ca em saceos por a|OO, tudo maito bom : no
armazem do Trapiche defronte do caes da alfan-
degs.
mmmm mmmmmmmm
Loja das 6 por-1
tas em frente do Livra-
mento.
Baloe de 15, 20, 30 e 40 arcos.8!
Grande sortimento de baldas de arcos
os melhores nests fazenda e grandes,
chitas fraocezas largas escaras a S2U a
240 rs. o corado, ditas astreitas miadi- ~
nhas a 160 rs. o aovado, cambraia lisa U
para forro com 8 1|2 va ra a 2)a pees, S
ditas floas a 35, 49, 5 a 6$ muito finas,
ditas de salpiquinbo com 8 I |S raras a
8#500 a pega, cobertas alcoxoadas bran-
cas e de cores para cama a 49500 e 55,
caasas de cores francesas tintas segaras ft
3O rs. o corado, peca 4o bretanba da 5
rolo a 23, algod&o trancado alvo maito
larga para toalhas a 19 a rara, oofeites a
Garibaldi todos pretos a 59 cada um. len-
cos brancos com barra de cores a 120 ca-
da am, roapa feita de todas as qaatida-
| das maito baratas, a loja osl abarla at
as 9 horas da noite.
mmmmmmmmmmmS
Aos &rs. consumidores de gaz
Moa irmazens do cea do Ramos ni. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Noto no Kecife d: 8, se ren-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
rasantemente chegado a 149 a lata de 5 g.ln
25JJ"# Ul" d W dt 5 garrafas a am
Grande
lliquidaco por todo
| o pre g nhecida loja do Ser-
g tanejo.
|iua do Oueimado n. 45
jg Apparecam com di-
g nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escuras flnss a 160, 180 a 100
rs., cortes de restido pr.tos bordados a
Talludo de custo de 1509 se vendem
por 309 409, 509e 709.sahidas de baiU
de relludo e setim a 129 139, camisas
pira senhora a 29000 a 3*500, gr,llihas
de cambraia bordadas a 500. 600 700
800, 900 e 19. dilas de fil bordadas a 120
rs., casaveques de fustao a 5j, 6 7* 89
meiasde seda brancas e pretas para se-
nnr\*20(\-0 P;r> tira8 d9 babads
mS 122 "' la'*de M iXX e ??!' eovad. cambraia preta a
89 400 a 440 rs. a vara, organdys de cores a
600 rs. a vara, fil branso adamascado
8 para cortinados e vestidos a 400 e 500 *
rs. a vara, cortes de olleta de casemirs
bordados pretos a 29 e 39000. ditos de ,
5 vallado de cor e pretos a 39, 4, 51 e 69, S
S CSi04" de brim branco rancezes
39500 e 49500. ditos de casemira de co-
, res a pretos a 149 e 169. ditos de alpaca
m preta e de ores s 39, 3S500, 4g 4*500
> camisas de peito de linho a 2*500, cortes'
H da colluta de gorgurac a IS500, 1*700
a 29200, 3j[ 3g500.eolletes citoadabrim
branco a 2500, ditos feitos de Roara a
a 29500 e 39500, ditos feitos Je casemira
Vendem em seus armazeus
PROGRESSISTA
Ra das Cruzes n. 36, e largo do Carmo n. 9.
muito fina e alva a ICO rs. a libra e em saccas se faz abatimento.
Palt&S UHOS l)ar denles a 1G0 e 2S0 rs 0 my com 2Q mac5nhoS4
rllS C*0 g*2 a 2*300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
S*Ia fieU das marcas teaente, ou XXX a 6*000 a duzia e 500 rs. a garrafa.
SoiVej. bfmea das mals acreJitadas marcas a 5?f000aduzia e 480 rs. a garrafa-
&m\lO laqueo engarrafado onais superior que lera rindo ao nosso mercado a 800 rs
tambsm tenho de baml para 5G0 rs. a garrafa.
T011$ak0 de Lisboa 75OOO a arroba e280 rs. a libra.
Sttf foOrs^OOot aS."'- 'bra ^ 9000-r^ *' qualidade.
Js5*** ** Maranh5o a 100 rs. e 120 rs a libra, e em arroba a 3&000 e 3*500.
Cteealate hespanhol a 1^>00 rs. a libra, dllto francez a 19100.
iiaS S^lafe imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
a Ifbra, tambera h para 500 rs. a libra.
*** Calda pecego, damasco, pera, alperche, e ginga a 600 rs. a lalta.
UTttl&ljia OS TlamteS a 380 rs. a lalta affiansa-so a boa quilidade, e era porcao
se faz a bamenlo.
lia-8 francezas e portuguezas as maisnovosa 640 rs. a lata, em meias Iatinhas a
500 rs.
VlfiatlO UOia*MUX, Marg, MeJoque o S. Juliende Medoque a 9#000 e 10*000
a caix, em garrafa 800 rs. e 19000.
T| le"G o melhor pelisco que pie ha ver por estar promplo a toda hora a 800 rs. a libra.
lieOOlaS IlOVaS ai*occnio ea 1*200 omolho com cento e taas, tamben ha
proprias para consorvas a 400 rs. o cento.
^ Va OCe muito nova a 320 rs. a libra, e em arroba a 8.
*.[ gTe ve a 49a resma, diio de peso pautado a 3??, dito almajo bom a]33?200.
laSSa para SOpa estrollinha e pevide a 600 rs. a liba, era caixinhas saho mais
barato.
"e *OBla^e era latas de 1 libra por 800 ra oda 2 libras por 1*500.
V olie UOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas com 1 duzia por 89500.
- dem de Lisboa a ~20 rs. a garrafa 5*600 a caada.
Amen (loas d9 easca molla a 320 rs. a libra o 89000 a arroba.
Vinagre de Lisboa a 240 rs. agarrafa o ;i9800 a caada a fianSa.M boa
qualidade.
naiUimlliie das mais acreditadas marca a 15*000 e20*000 o gigo, m garrafa
a 18800.
W l-v
7 ^ allCO 0qUeS9 poJedezejar nesle genero a 400 rs. a garrafa.
J .1 S de todas as quilidadds quas procurar a 19000 r. a rrafa.
yOIO para limpar faccas a 180 rs. a m porcao se fax abatimento.
nSlH,,e m?feZ 90 a garrafa e 109000 a caixa com uma duxia.
Aiefc dos ganaros cima mencionados encontrar o reapeitavel publico um completo lort-
oeaUo de tudo que jendente a aielhados.
tlidade do roupas feitas para ho-
tudo se vende por metade do
ior.
sem segundo
Na raido Quemado n. 55 loja de miudezai
de Jos d* Azovedo Maia e Silva, est vndenlo
todas as miudezas burstissimas, a saber :
Frascos grandes com superior opiata a 500
Carriteis de linba de cores com 200 ar-
das a



Ditos de retroz de cores, menos preto a
Csixas com iscas para acceoder charutos
Dulas de meias cruas muito superior a
Novellos de liaba muito grandes e su-
perior a 40, 60 e
j Ditos decores, a melhor qae ha a
"hosphoros em ciixas i
xsval o dinheiro, a
Potassa da Russia
e Americana.
Casteilo-Branco,alfaiae
militar.
Por asta annaneio se faz constsr aos Srs. offl-
eaes de todas as armas, tanto siesta provincia
como das asis capilaes do norte do imperio, qee
ba a venda botSes do aovo padrao, segundos
ultima ordem do ministerio da guerra, venden
do-seduas abotuaduras por 39. advertiodo eue
uma daa abotaaduras de padrao antigo, faz-se
remenaspira onde forem podidas, assim como
timbera bs para vender o saalhor nono azul in-
glez, a o melhor velludo arelo do Porto, fazendas
desconhecidas neata araca, o que se vende a re-
lamo, o* Srs. offlciaesqne eslo forada provin-
cia podem renovar suas consignares Gundo
quintia certa, a os outros senhores que nao tive-
rem procurarlo oestaeass podem msnda-la, ad-
vertiodo que o lempo para a dita procurarlo de-
ve sar limitado, acompanhando ama carta de or-
dena pedindo as encommendas que forem preci-
sas, davendo ser dirigidas a correspondencia a
Joaquim Rodrigues Tarares de Mello, ra do
Quemado n. 39. Tasabem ha galao de uro n-
perior o ferroa francezes pira alfalate, aza forii-
da o par 1O9.
60
240
40
2J400
150
20
80
60
o b o- s,wsa o
. s: m S 9 E3 (tv 5 2.- ST' B m** =i
S C< S o -^3 t r
o
1*1 C 0
O

20
8^500
3^200
80
A loja d'aguia kranca, ra do
Queimado n. 16.
Raceaaa pelo allifio vapor os sogaiotee ea-
jectos :
Benitas ligas da seda para seahora.
Grandes e besa tecidos andn de clin.
Aspas de aee, ella elstica para coas 4a balie.
Busjecas graadaa atei bonitaa e bem vestidas.
Besitos baazinhes eom 9 frascos de cbeiros.
Lindsseaixinhas cesa 6 ditos de ditos.
TrancelUas grosso decer para guarnecer vestidos.
Lavas de camarsa brincia a amarellea.
Lindos boies d banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber liadas
boioes daporcollaaadoarada coas loa banha e
msvioeaa iaseripcoes, os faaes por suas delicada-
sas e perfeigeia toraasa-so dignos para presM-
tes, e com especialidade ai actual qaadra, auesa
goitardo beaa dirigir-sa com dinheiro i raa
do Queimado, lojs d'agaia braaca n. 16, qae a cha-
ra em qee bem o entregar.
100
80
240
160
200
40
15600
fOO
lso
160
240
Soahall Mellors & C, tanda receaMo or-
dem para vender o sea crescido deposito de rslo-
giei v[slo o fabricante ter-ae retirado de go-
do ; convida, portanto, i penon qae aizerem
Iiessair am bom ralogie de oaro oa prata do e-
ebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da oa-
pertenidade aam parda de tempe, para vir sea-
pra-los por eommode prs;o ao sai eicrlptsrie
rna de Trapichan. 18.
I Ditos, ditos brancos e de cores com 50
jardas a
I Dia de facas e garfos cabo preto, finas
Dita de ditas ctbo branco a
Thesouras grandes de 6 polegadas a 40 o
Saccoa para escrotos com siota de bor-
racha a
Tinteiros de vidro eom superior tinta a
Ditos de barro eom superior tinta a
Macios com grampoa lisos e de caracol a
Duzia de pbosphoros de vells a
Pares de meias de cores para meninos a
Groza de pennas d'aco superior a
Areia preta para botar na escrita a libra
Colxetes em carios, com duas ordena e
quitro pares grandes a
Baralhos de cartas francezas a
Ditos portugueses Anos.
Thtsourak pequeas, porm de saperior
qualidade a
Colzetes francezes em caiza a
Duzia de meias alvas, para homem a
Dita da ssbonetes finos a
Sabooetes grande e superior a
n"" d Porl nM,Uo auP"or a vara
Pares de botdes pirs punbosa
Alm destai miudezas tem muita mais que se faz
preciso vender e nao engiitar dinheiro, assim
eomo sejarn : laberintos para todo o prego, areia
preta a iw n., porm quem quizer comprar am
arroba vende-so por 2$, e baraliaaimo mesmo
para qaem nao precisa.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Veadem-so aaaagaiios e gollas de saperior
cambraia ricamente bordados pelo ioslgoiflcinto
precede 29 o par de manguitos com ama golla,
sendo que sompre castaram 65 cada par, aasim
pela recommenda-se aos amigos da ssnta eco-
aomia que aproveilem a boa oceasio, dirigi.-
do-ae com dinheiro a loja da boa fe na rea do
Quaimedo n. 22.
Noyidadeaos senhores charu-
teiros*
Jos de Castro Guimires scientifles aos senho-
res qaa enciizotam o vendem charutos, que elle
d "aSS Tari,do sortimento da bilhetes vindos
a Babia, os qaaes tem ezposto vanda por pre-
go commodo : na rae do Imperador n. 15.
ACTII6Q.
Vende-se a teberna de tres portas em frente a
esticao dos Afogados ra Direila n. 42, tendo a
dita casa commodos para familia e juntamente
poucos fundos, propria para qualquer principian-
te: qaem a pretender dirija-se a mesma qee
achara com qaem tratar.
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)
l
DIARIO D* PBRKAMICO -
QUARTA rEIRA 20 DE AGOSTO DI 186*.
7,
Coke e akatrio.
Coke da melhor qualidade, muito propria para
tapor, e tamben para todoa os moa domeiticoi,
forooa pequeo e grandes, ele, para eitea ser-
rijos, o coka mais econmico do que qualquer
outro combustirel, por aar meooi da metade do
prego e da maia durac.o.
Alcatro, eala aeodo applicado narios, bar-
cacas, alvarengas, caaoaa, etc., presta muito boaa
effeito, conservando a madeira da todas as qea-
lidadea da bichos, fazeodo durar uaa tempo inde-
finido. Tambero conserva madeira de edlfica-
ies, preservando a dos bichos e centra o tempo :
aa propriadades chioaicas deste alcatro da car-
To mais forte do que qualquer outro, txtrahi-
do de madeiras ou outras materias.
Queoa precisar achara renda, no armazem do
gaz. Ra do Impendor.
Preco do coke 12$ por tonelada.
l'rego do alcatro 500 rs. por caada.
Vende-se urna taberna na Passagem da
Magdalena ao p do sobrado grande, com poucos
ndos.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Pos de arroz com bonaca era bonitos rasos doi-
rados.
Ditos dito sem boneca em pacotas.
Agua balsmica para conservado dos denles a
boro hlito da bocea.
Opiata ingleza para alrejar os denles.
Leita virginal cuja utilidade 6 recouhecida para
tirar sardas.
Vinagra aromtico para qaem soffre do tontices
e dor de cabera.
Paslilhas de chairo psra sa perfumar aposentos.
Enfcites para senhora.
Os methorea enfaites pretos a da edras qua ap-
paraca a 5&500, 69 a 6$500 : na loja da Victoria,
aa ra do Queimado n. 75.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no bra^o.
Mnilo lindas caixinhas a cabazea para meninas,
a 100 ria at 2500: na loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75.
Franjas pretas com vi-
driiho e sem elle.
Ricos aortimontoa de franjaa pretas a da adras
com ridrilho o sea elle : na loja da Victoria, na
roa do Queimado n. 75.
Boa fama il 35.
Vende os seguintes ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
pandante donradea a 25
lti-
Grampos a balo cosa
o par.
Pentes imiuado tartaruga para bandee,
mo gosto a 3j> o par.
Fivelas para siotos, fazenda inteiramente aera
a 2,-; o par.
AlQnetes pretos com dourado para senhora, in-
teiramente noros a2> cada uro.
Botdes pretos cora dourado para punhos, intei-
ramente noros, a 2j> o par.
Botoea de tartaruga para pannos a 19500o par.
Na ra do Queimado, loja de miadezaa a. 35,
da boa fama.
Tinta para marcar roupa.
Vende-ae tinti psra marcar roapa a 1$:
Agua do malabar para tingir cabellos a 58
frasco: na ra do Queimado,loja de miadezaa 1
35, da boa fama.
Cartas inas para jogar.
Vende-se dazia da biralhoadacartaaflnaa casa
as ponas douradas a 6$, dita aera ser dourada a
30500 e 4S : na ra do Qusimsdo, loja de aaiu-
dezas n. 35, boa fama.
Fitas de la para debrum.
Veodem-se pecas de fila de la para debraaa a
13, e am rara a 120 re., ditis de seda a 2&400, a
em rara a 240 : na ra do Queimado, loja da
miudezia n. 35 da boa fama._________________
Candieiros do gaz.
Chegoa par a loja da Victoria 01 melhor es
candieiroa do gaz, que tem rindo ao mercado,
por prsr.os commodos : na ra do Queimado
n. 51.
Botes para punho.
Vende-se botdes de punho finos do dirersas
qualidades a 200 rcis o par. que tamben aerrem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Fazeadas prttas
superiores.
Grojdenaele preto muito superior pal* diaal-
auto preco do 29 o corada, pana* preto maito I-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9j o corado, caaemira prati
muito fina a 2f, 29500, 3, 3*500 o 4* o corada,
maotaa pretaa da blondo sanito supariorea a 12,
manteletes da superiores grosdenaplea pretoa ri-
camente bordadas a 35, aobracaaacaa da panna
preto muito fino a 309, casacas tamben da panna
prelo muito fino a 309, pal tala da panno preto
fino a 18 a 209, etilo da caaeasira da cor moa-
dada a 189, supariorea graratinkaa astreitaa a
19, ditaada aatim maco oda gorgoreo muito aa-
pariorea para daaa rollas a 29, dilaa eatreitinhai
com lindos alfinatea a 29, superior gorgaro pre-
to para colletes a 49 o corta, ricos sofeitea pratoi
a 69, a assimoutraa moitas fazendaa qaa aendo a
dinbeiro rists, Teadess-se por pregos muito Sa-
ra toi : na raa do Queimado n. 22, na baaa coabe-
cida loja da boa (a.
Occulos.
Vande-sa occulos finos de armacao da ac, a
2*, 1> olO e ''Oris : loja do beija flor, ra do
Queimado n. 63.
Linhas de peso yerda-
deiras..
Linhas finas de paso verdaderas, meadas
grandaa a 240 ris : na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Phosphoros de seguran?
Phosphoros da seguranza, por qua lirra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
na raa do Queimado n. 75. _______________
Ricos Casquines
A loja da boa f recebeu superiores basquines
de muito fina cambraia a imitarlo da da linho,
bordadoa a enfeitados com apurado gosto os
rende pelo barato prego de 8$ cada aa, tendo
sido sempra sea casto de lGg e 209, spressem-sa
pois em compra-los na mencionada loja da boa
f, na ra do Queimado n. 2!.
Baleias para vestidos.
Btelas muito grandes o boas a 160 ris urna
na loja da Victoria, na rus do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
As malhores linhas de croxel para labyrlnlho,
norallos monstros a 320ris tira : na loja da Vic-
toria, na ra do Queimado n. 75. ___________
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindoa sintos dourados par senhorss a 2&200,
ditos da ponta cahida a 49, ditos do fila a lt>600:
na loja da Victoria, na ra do Queimado p. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas.
Chegoa para a loja da Victoria urna pequea
porQo da ricos espelhos de varios lmannos para
ornamentos de salas, aftiangando-se aerem os
melhores em ridros que tem rindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.____________
La para bordar,
Laa muito boa de todas as cores para bordar, a
79 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largara a 1 61)0 rs. a rara : na ra do
Queimado n.22, na loja da boa f.
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Vsnde-sa muito superior damsseo de l de
urna s cor, muito proprio para colxas e para
ornamentos, com 6 palmos de largnra pelo ba-
rato prego de 2$800 rs. o corado : na raa do
Queimado o. 22, na loja da boa f.
Vendem-se caixes va-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1$280 cada um :
nesta typographia se dir.
Chapeos de sol
com bouquet para senhora.
Entre es muitos o dirersos ebjecloa de gosto o
pbantasia que a loja da aguia branca ha recebido
sobresahem osses delicadoa a norisaimea cha-
peos deso com bouqnels. Hoje que os iadis-
pensareia baldea nao permitiese que sa aenkoraa
andeos de braco, faz-se de certe necesssrie que
cada urna tenia o seu chspe da sol, qaa ata
corresponda aa ralor, e boas gosto do um rico
restide de seds. por isso que dita loja aca-
ba de receber come por amostra ala peqoena
quantidade desses bellos cnepeoa de sol ornsdos
de finas Dores a que entre os norissime. Na
rerdsde eiles sa tornase agradareia aes olhos de
todoz, e a senhora que os comprsr pode orgu-
lhar-sedeseu bom gosto, ae contemplar qua
trazendo-o fechada Cgura-se-lhe um lindo bou-
quet, e aberlo representa-se abrigada em uaa
carrejada roseira, emfint at ende pode che-
gar a perfeicao mesmo o cume so bom gosto.
S pena que rieasem to poucos que talrez
nao chegueas para a rigeaima parte das preten-
deates. Custa cada um 209 porem a aenhora
que os rir nao exitara de os dar ainda mesmo
que seje preciso bulir n'squellas moedas de pra-
ta que tem guardadaa em sua bolsioha reserrada.
Assim pois mndeos quanto antes compra-Ios na
raa do Queimado loja da aguia branca n. 18.
Bonecas francezas.
a Vaade-se bonecaa francezaa ricamente restidaa
& 49000 o 59OOO, e 21000 bonecaa de cera com oa
olhea moTedcos a 2JI00 e 39000, na ra do Quei-
mado loja de miadezaa da Boa fama, n. 85.
Fivelas de ac para sintos
29010 na ra do Queimado loja da miui
da Boa fama. n. 35.
rs. a
mindezaa
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de age
psra baleo a 160 ra. a rara, baodea a 19500 ra. e
200 o par, na rus do Queimado loja de miudezas
da lies fama, n. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se easearrilkaa da seda para anfeitar
rostidos a 2$000 a pera na na do Queimado
loja da miadezss, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha para qaem padece
de erysipela a 152(000 o par, meias de aeda prets
para aenhora a 1$000 o psr na ra do Queimado
leja de miudezas da Boa fama, n. 35.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata ingleza a 13500 rs, dita francaza a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedade bygienique
rardadeire a ltCOO o frasco, oan babosa de Piror
hrerdadairo a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para oa denlea a 1*000, dita de Botot tamben
para os denles a tgOOU o frasco, pomada franca-
za em poa a 500 rs. e 19000, 320 rs. sabooetsa
maito fino a 640 rs., 800 rs. e 1$000 cada um na
raa do Queimado loja de miidezaa da Boa fama,
n. 35.
A2#500,sopavo.
Vaodem-ae cortes de cambraia branca com 2 o
3 habidos a 2$500, ditos de tsrlatana brancos a
da corea, com barras e babadoa a 39: na ra
da Imperalriz n. 60, loja e armazem do paro do
Gama & Silva.
Verdadeira pecbincha.
Vendem-se cortes de superior gorgurao de se-
da para colletes pelo baratissimo preco de 19,
2$ e 39 o corte : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Camisas bordadas e outros ob-
jectoi necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se um bello aor-
tmenlo de bonitas camisin has defina cambraia
com babadinhos e mui bonitos bordados de no-
ros e delicadoa desechos, aa quaaa serreta mii I
bem para os modernos rtstidos de frente aberta
a rendem-sa pelo diminuto preco de 39 cada
na ; assim como bonitos manguitos a balo com
! gollinhas de superior cambraia e 016 e todoa bor-
I dados, com punhos rirsdos a cada par pela ba-
ratissimo prego de 2$, o qae admiraral arista
da superioridadeda obra, a bem assim punhes e
gol linhas tambera bordados com bonitos botdes
a 2$ a guarnicae, o golliobaa aoltaa igualmente
bem bordadas a 19 cada urna a manguitos a 800
rs. o par. A rista poia de am lao completo sor-
timento nenhuma aenhora deixirl de comprar
esses necessarios objectos tanto maia quanto a
commodidade dos precoa convida e para que to-
dos sejam bem Berridos conrem que mandem
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Queimado o. 16.
Grampos a balo
com pendentes dourados.
A loja d'aguia branca contina na reesreao de
ebjectos do ultimo gosto, e por isso acaba de des-
pachar rindo pelo ultimo rapor esses delicados
e aorissimos grampoa da bonitas cores com pen-
dentes doundoa o que de msis delicado se pode
encontrar. Essa loja come geralmente sabido,
temsempre em ristas a commodidade de seas
boas freguezlaa e por isso tem resolrido vender
esses galantes enfeites a 29 e 39 o par, o que na
ralidade muito mais raleo. Conrm poia qua
a rista da limtcao do prego a aenhora que com-
prar am ou mais pares, nao sa demore em par-
ticipar aa suas boas rizinhaa e intimas amigas de
collsgio, psra que aa emittem no aea apurado
gosto, e mandem logo comprar outros pares na
loja de sua atTeicao : que a d'aguia branca, rus
do Queimado n. 16.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova oflicina.
Tres partas.
31RuaDireita31.
este rico e bem montado estabalecimento en-
contrarao oa fregaezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todaa as qualidades.
Imhv^! 1"rTMni com o Jacaranda.
BANHEIROSde todos os tamanbos.
SEHICUP1AS idem dem.
BALDES dem idem.
BACAS idem dem.
AULS dem ider...
Jn^HA em cana do todas as xrtsurae.
FRATOS imitando em perfeicao a boa porsei-
lana.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flandrea para oual-
}uer sorlimento.
YIDROS em caixas e a retalho de lodos os ta-
mandando-semanhoa, botar dentro acidado,
em toda a parte.
Recebem-ae encommendaa de qaalquer natu-
reza, concartoa, que tido aer desempachado a
contento.
Chegado pelo va-
por francez s para o vigi-
lante finos pentes de mar-
rafa.
E' chegado os lindos pentinhos dourados cjru
muitas liuds moldures de differeoles gustos pa-
ra mairafa oa travtssos, pois i com a vista 01
compra.Jo'es sabero apreciar o quanto sao deli-
cados pt-,0 baratissimo prego de 3O o par :
assim tomo sem ser dourados de lindos gosto,
pelo barato preco de 25 : oa ra do Ce^o n. 7.
nogalorigilante, ra do Crespo n. 7.
S
Para atar cabello.
Tambera ha chegado lioos pentes de tarta-
ruga todo or.iraucado com fila de borracha, de
icrma qce o esbelto amarrado Dea denlro de um
engr?da!o, intoirjmeule cousa uovs, o de muito
gosto, assim como com lsc<0 e lizos de Hules fei-
tios, que so rende por preco muito razoave 6
no vigilante, rus do Crespo d. 7.
Veodem-se dous escraros muito totiu.-tos,
proprios para qualquer servico, um ten- rcuita
pratica de armazem de assucar, e o ou; rranha
na ra, e tambera tem muita pratica de tr > Mhar
em silio : na traressa do Pocioho n. 26, t> ido.
Potassa da iussia
Vende-se em cata de N. O Bieber A
C, successores. ra da Cruz n. 4.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
speFnea
Loja de miudezas ra do Quei-
mado numero 33 A.
Costureiros.
Agulhas Victoria papel a 120 rs.
Luvas de pellica.
Tambera 6 chegado as rerdadeiras luvas de
"".l^10 '" tanto para hemem como
para senhora; a6 no vigilante roa o Crespo
Gravatinhat.
Tamben chogado as lindas gravafinhaa com
lindos botons, que se vendo pelo barato preto de
19 : s no rlgilipig, roa do Crespo n. 7,
Grampas a baJo.
Tambem c chegado ss lindas grampas a balo,
cousa muito inda : s na vigilante, ru: do veJ-
po D. 7.
La para bordar.
Tambem ha superior laa pura bordar que rende por CJ o libra, assim como laa de familia
quo aa rende a 1, e em caja caixioha muito aa
pelo baratsimo prego de 79 a caixinha : so ao
sigilante, ra do Cretpo n. 7.
Espelhos.
Tambera ha grande sortimento de espeihos re-
dondos de moldura doorados de todos os tjrca-
nhos, com cttcllento ridro, quo se rende ptlo
baratissimo de 3J, 4J e 5g : s no rigilacte, ra
do Crespo n. 7.
Si utos.
Tamb?m h chegado os muito desejados siotcf
com rics frelas 'e concha e borlot eo lado
cousa oviito chiq-.ie po rende plo barato preco
Linhaa de 200 jardas dai todoVoaumeros a&Ors. de ** assim c-.iroo ricas Arelas para sintos com
Cascarrllha a pega 2$. pedrir-has Ce 'indos gostos qur- so rende a 1*600
Ditas muito bea vara a 400 rs. e 2* 5 D0 ''S^nto ra do Crespo n. 7.
TranQa de linho para todo prego. I -
Franja de seda, de linho, de algodo muito ba-
hMk
Para os tabaquistas.
Lencos muita finos aimitago dos de linho da
muito bonitos padroes e de cores Das muito
proprios para as peasoasque tomam tabaco, pelo
barato prego de 4$800 e 59500 a duzla : na ra
do Oueimodo n. S2, na bam conhecida loja da
boa f.
Branante de linho.
Vende-se muito superior bramante do linho
com duas raras de largura proprio para lencee,
pelo barato preco de 29400 rs. a rara: na bem
conhecida loja da boa f. na ra do Queimado
n.22.
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e -40
arcos.
Grande sortimento de saiis a balito da arcos,
os malhores que aqui tem apparecido no merca-
do a 4$500, 59, 63 e 69500 cada um, d-aa para
amostra com penhor ; a loja eat aberta at as 9
horas da noite.______________________________
Superior brim branco de
linho
Vende-se superior brim braneo de linho tran-
cado pelo baratissimo ereco de I92OO, 19440 e
19600 a rara, dito muito eocorpado de doua floa
o de lioho puro a 2$ a rara : na ra do Queima-
branca ra do Queimado n. 161don- g* D,be_m C0DDecid* lJa da boa
Acaba de receber os precisos objectos aeguin-
A laja da aguia
Linhas do gaz,
Caixiohaa cora 50 novellos do linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixa, ditas com 30 no-
rallos a 700 ria, ditas com 10 norallos grandes
a 700 ris, brancas e pretas: oa loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Venda de predios.
Um sobrado de dous andarea e solo, na ra
ds Goia n. 40, com 33 palmos de largo e 125 do
fundo, com um pequeo quintal ; urna grande
casa torrea feita a moderna, na ra da Ponte Ve-
lha n: 14, muito bem construida e com commo-
dos para grande familia ; urna dita na ra do A-
rago n. 20, lirres e desembarazadas; a tratar
na raa Nora, loja n. 18, das 10 horas da manha
s 3 da tarde.
tea:
Aspas de bsleia grsndea e pequeas.
Fita com colxetes branca, parda o prata.
Dita de la para debruar rostidos de corea.
Trancinha de caracol miado conhecida por
tom.
Alunles pretos e brancos am caixinhas.
Agulhas imperiaea fundo doarado.
Dilaa rictoria em caixinbaa a papis.
Retrox preto fino am csrreteis grandes:
boa
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para
raa do Queimado n. 16.
a loja d'aguia branca,
-2,400 rs. a uzia.
s brancos finos para algibeira pelo diml-
co de29400 rs. a dmia : na bem conhe-
a da boa f, na ra do Quaimado n. 22
fambraias de cores
Vendem-aa cambraiaa francezaa de corea fa-
zenda muito fina pelo baratissimo prego de 260
e 280 rs. o corado : na ioja da boa f na raa do
Queimado n. 22.
Chapeos de feltro a \$-
Vende-se na 'oja de fazendas da ra da Madre
de Dos n. 16, defronte da alfandega.
A epidemia declina sensirelmente, e o aea
completo desapparecimento esl prximo! O
proprielario deste bem sorlido estabelecimento
conrida os seus numerosos freguezes a substituir
o galcado relho, que todo est cholerico, por no-
ro, o'que possa resistir s mil sebotis e mazzur-
cas que vo ser dansadas em louror do reatabe-
lecimento da sauda publica. Oa precos con-
vidara :
IIOMENS.
Botinas afamadas Milics. : : 12$0D0
non-pius-ullra Nantes......... 129000
Perolas falcas
ou aljfar de fina qualidado.
A loja da aguia branca acaba de receber um
novo sortimento de superior aljfar braneo ou
perolas falgas o qnal por aua perfeigo difficil-
mente se distingue dss perolas rerdadeiras e aer-
rem tiles por sua extraordinaria grandeza para
asgarganlilhas que presentemente esto em mo-
da e mesmo para ouiroa enfeitea e como aempre
rendem-se commodsmente a 19, IJSOO e 15500
o fio: isso na ra do Queimado loja da aguia
branca n. .(i.
>
>

>



s
N
Ceblas.
Ra do Aniorim n. 43.
Vende-ae o cento pelo barato prego de IgOOO.
Na ra da Imperalriz nu-
mero 20.
Vende-se o seguinte.
Bramante com 10 palmos de largura a 19500,
riscadiohos escaros de cor fixa a 160 rs., cassas
de cores a 280 e 320 rs., oleados para cobrir
masas a 2$, indianas muito hnas a lg, chitas a
160, -200, 210, 230 e 320 rs., eambraias de ssl-
picos de cores e brancas a 400 rs., cobsrtorea
brancos e escuros a l.-WO. 19600 e 29. pannos
finos pretos o de cores a 2#. 29100 e 39, eam-
braias para cortinados a 29 a pega, ditas lisas a
29. 39, 43 e 59, tapetes muito fiaos a 6-j e 79,
chapeos de se timo gosto de Paria a 89 e 99, ditoa de feltro fi-
no copa alta a 59. osemira* par. forro de carros
a I96OO, corles de dita muito fina para calcas a
49, pecaa de entremsios a 1$, e fimlmente ma-
dapoles, algodes, brins, bretanhaa e outraa
muitas fazendaa que o dono do estabelecimento
ati reaolrido a rendar muito barato afim de
apurar dinheiro, dando-se aa competentes amos-
tras com penhor. _________________
Boa compra.
Vende-ae o excellente onganho S. Joaquim,
sito na freguazia da Varzaa, urna legoa por bom
aminho, moante o correte d'agua por dona
acudes, terrenoa e matas aem iguaes, podo sa -
frejar al 2,000 pea. Troca-se tambem por pre-
dios o meamo aogenho, porm a nesta praga ;
qaem ao quizer enriquecer em pouco tempo, di-
rija-so a oegocia-Io na ra da Praia n. 53, ter-
cciro andar.
ntes 2 bateras..............
o lustre....................
inglezes de botdes..............
baiedores.......................
couro de porco.......
bezerro e lustre...............
inglezes ps selragens.........
taxiados brasileiros............
Sapaloes non-pius-ullra................
115000
10500
IO9OOO
99500
93000
99000
7$500
58500
7COU0
69500
59500
69OOO
59500
Para luto.
Pumos de seda elsticos para chapeos largos e
estreitos a 19500 : na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.____________________________
Laazinhas muito finas
para \estidos.
Superiores laazinhas para restidos de muito
bonitos padroes que se rendem pelo baratissimo
prego de 440 rs. o corado : na ra do Queima-
do n. 22, no loja da boa f.
Machinas americanas.
Cal de Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa chegada lti-
mamente, e por pregoa muito mais commodos do
que em outra qualquer parle ; no antigo e mui-
to acreditado deposito da ra do Bruna n. 66.
Acha-se renda no escnpiono da Antonio
Luizde Olireira Azeredo & C, ra da Cruz n. 1
a obra escripia pelo risconde de Uruguay.Ensaio
Sobre o Direito Adaainislratiro ; daixamos de te-
cer elogios a esta obra, basta o nome de aeu au-
tor para a tornar recorameodada, duoa rolumes
era brochara 109, encadernado 12g.
3 bateras e meta..............
esmaga cobra..................
Nantes 2 bateras raqueta.....
a 2 bateras bezerro......
> trabalbadores.......... 59000
> brasileiros de 3$500 a.......... 29000
Sapatoa2 solas e salto.................. 59000
tranga porluguezes.......... 29OOO
o francezes......I928O
SENHORAS.
Botinas deogozas.........59500
> salto de bater...... 59OOO
pechincha de 49500 a. 4000
americanas :)g500 a 29500
Sapatoa de salto (Joly) J 39000
> sem elle [dem)......19920
> tapete:........ 800
s econmicos. ;...... 500
> lastre 32 e 33....... 800
MENINOS E MENINAS.
Ha de tudo em relago e nao ae deixa aahii
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
cordaro, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roquim, aola, courinhos etc., que Indo ao troca
por dinheiro vootade do comprador.
Novus pentinhos doura-
dos, e fivellas para
cintos.
A loja d'Aguia-branca acaba de receber noro
sortimento dos desejados pentinhos dourados, e
por isso srisa a todas aa aenhoraa que oa hariam
eocommendado, e mesmo aa qae de noro os
preteoderem que elles sao poacos e como da
primelra rez em brere se acabaran); assim como
qae recebeu igualmente urna outra pequoaa por-
gao de firellaa de qualidade o gosto inteiramen-
te ooros e agradareis, aa quaea se rendem por
29000, e oa pentinhos por 19000 o psr.
Conrem pois, que aa seohoraa se apressem em
mandar comprar esses objectos na sua predilecta
loja o'Aguia-braoca roa do Queimado o. 16.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston & G ra da Senzalla Nova
a. 42.
Para baptisados.
A loja d'agua branca aesbs de receber pelo ul-
timo rapor a sua encommenda dos seguintes ob-
jectos para baptisados, sendo lindas touquiohss
de selim mui bem enfeitadss, e esda urna em
sua caixinha, sspalinhos de selim braneo, e de
cores ricamente bordados, e meias de seda, o
melhor e mais bonito postirel. Agora, pois, os
pais que nao quizerem esperar pela generosida-
de daa sanhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinheiro loja d'aguia branca, ra
do Queimado u. 16, onde bem podero comprar
esses galantes objectos.
Ra fa Seuzaila Nova u. 42.
Vende-se em casa da S. P. Jonhsto & C,
sellins e silhoes inglezoe, candieiros e castigaos
bronzeados, lonas inglezas, o do vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros da
m a dous cavallos, e relogios da onro patenta
ingles.
CA e potassa.
Veudem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
uo bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Gadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
EmcssadeN. O. Bieber & C, auccessoraa,
raa da Cruz n. 4, rendem-se :
Machinas para regar hortas o capim.
Ditas para descarocar milho.
Ditas para cortar capim.
Selina com pertencea a 109 e 209.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatro da Saecia.
Verniz de alcatro para navios.
Salsa parrilha de primelra qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixas da 1 duzia.
Cognac em caixaa da 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrosas pequeas.
Vendem-se tachas de ferro cuao do autor
maii acredilado : na ra do Brum, armazem de
ssiucir de Jos da Silva Loyo & C.
ftua larga do Rosario, loja
d'Aurora n 38
tem para rendir ac para balo de todas as lar-
garas, seda frouxa para bordar, linhas proprias
para bordar, linhas Pedro V, e carlo de 50,
100 o 200 jardas de todas as cores, linhas de
carretela de 100 e 200 jardas, da melhor que ha
oo mercado.
rato.
Ratroz, linha de novelo ele.
Meias.
Um complefo sortimento sendo do cores para
meninos a 240 rs.
Ditas brancas a 200 rs.
Ditas para stnhora a 240, 300 e 400 rs.
Ditas para homem a 53 e 6$.
Dilaa pretas para senhora a 400 e 360 rs.
Gravatas
combolo a 1$.
De corea muito boaa para homem a 18.
Para meninoa estreitinhaa a 800 rs.
Pulceirai
de conias miudinha a 1$.
De cabello a 4$.
De phantasiade dito etc. a 500 ra.
Botoes.
Tara casaca e ptra calca a groza 320 rs.
Para camisa muito Cns groza ijSOO.
Grandes para roupo groza 1$6U0.
Pequeninos para crianza 1$400.
Alamares.
Para capota a dazia por 800 rs.
Colxetes.
De fio batido especial duzia 720 rs.
De carto 14 pares a duzia 500 rs.
Em caixa pretos a duzia 800 ra.
Brincos.
A balao brincos, encarnados, azues e ^-ados o
par por 1;.
Rozetinhas com podras que parece diamante o
par 1?.
Penas e caetas.
De todas as qualidades especialmente de caligra-
phia e de lanca.
Canelas para aprender escrerer pelo systema de
Sculy urna por 500 rs.
Papel.
Almajo paulado 500 folhas6g.
Dito dito 420 ditas 45300.
Dito dito 420 ditas 4.
Dito liso 35200.
Dito de peso azul e braneo 4S500.
Dito azul liso 25500.
Dito pequeo tarjado 15500.
Dito peiueno de cores 1J200 e 15500.
Dito tarjado do preto 15500.
Enrelopea cento 1$.
breias de colas 100, 120 e 300 rs.
Pentes de tartaruga.
A imperalriz 8# e 10$ o que se renden por 16,; j
e 205OOO.
Direito para atar cabello a 4#.
A imiterao por 1?.
De arripia para meninos a 800 e 1$.
Tartaruga para alizar 3$.
De bfalo para suica e cabello 400 rs.
Pentes de borracha pequeos para trazer por ca-
sa muitu bous a 320 rs.
E inflnidade deartigns noramenle chegados
loja Esperanza ra do Queimado o. 33 A.
meias moende
ferro batido
Moendas
Tai xas de
coado.
Machinas de vapor,
odas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 58, fundicao
de D. W. Bouman.

Jirf'
Rgidoi
1 i 1
o

Fugiram do cogenho Souza do Dr. Chmlorao
Xavier Lopes, dous rscravos, um de nomo Ja-
cintho, mulato, com ti annos de idade e cow 03
signaes seguintes : estatura regular, bom cabel-
lo (que ura traza-Ios a nazarena), sem birba.
denles limados, bam fallante, tem um pequeoe
signal preto ns eoruga do nariz, levou vestido
paletot do brim pardo, calca de cssemirs com
listras e 1^ asada, orna carrisola de algo^c azul
ametiC' ;u atera na [renta forrada de btl* en-
carna''.- o pasas por forro em qualquer virio ; g
Marcelino, crioulo, rpi'resenta a mesma idade,
com ci r,cs lefeituosos do feridssquo lev. o an-
da obr* ,is p.jnts tos r--N fulo da r*r, com
urna bslide b'm visirel no olho, foi vestiio da
roupr. di lg: !5o azul americano o chapeo Jo
easeniirn azul d.; qua Irinhos e j relho, ambos
sao csrreiros : queci os pegar lero-oa ao dito
c: Renho Est fgido d"fde 1.1 do correte mez t?;u-
lho, o escravo pardo, Kicardo, boleeiio e cairo-
cairo, bem conhecido nesta pra;a u seus arre-
baldas ; representa ter 25 anoos de idade, bai-
lo e mgro, tm cic-eHcscarapinhos raspado do
pouoo lempo na cade3, onde estere pi r causa
de esta" fgido, lera pouca barba eftlts de den leu
na frenta, rostocomprido e olhos reduu^s let;
sido erco itr^o na Cepunsa, e Olioda an diando e jog'tndo com mais de 20$ q,u lerca :
quem o yinreiiender e levar a casa de seu^enhut
na Passigem da Magdalena que ser geni
menle recom;tnsi-'o.
Antonio Valentina da Srs Barroca.
mic;$w
Fazendas baratas
NA
Lojadopavao.
Cambraia organdys a 280 rs.
Vendo-se cambraia organdys de cores com mo-
dernissimos padroes a 280 o corado, e csssas
francezas maito Gnas a 240, 280 o 300 rs. o co-
rado : s na loja do pavao, ra da Imperalriz
numero 60.
a quera pegar o pardo Francisco, de 17 arinca
de idade, oe bonita figura, com lodos os fenles,
cabellos oarapinboa e rviroo, eato pardo loi do
Sr. Dr. B-irg<:F. da Funsoca, o qual tjiou erra a
me?mo seonor lodo o sertio o suburbios desfa
pr'iviici3,c:fi's?*,imnte qurncio era s cravo, e talve ainda se inculque a aervic/i do
mesmo: qu* o pegar quira entrega lo a !ji
lestirao desora ra do lospirio r. 6.
linari'j Luis de Bfio Ti borda.
Manguitos com gollinhas.
Venda-se manguitos com gollinhas, fazands
muilo boa, pelo barato preco de 2(000, gollinhas
e puahoa ultimo gosto a S&000, gollinhas muito
lirm a bem bordadaa a 1|000 cade urna na ra
do Queimado loja do miudezas da Boa fama,
o. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-so pecaa do tiras bordadaa da 2,500,
3,000, 3,500 o 4,000 sntrameos a 15600 o 2#000
cada pe^a na ra do Queimado loja do miudszaa
da Boa fama, a. 35.
A loja d'Aurorarua lar-
ga do Rosario n 38,
tem psra render agulbaa francezaa, dilaa cartea
para alfaiate, ditas do fundo dourado, ditas i
rainhs Victoria, ditas de muito boas qualidades.
A Nora Aurora esl rendendo muito barato
per ter bastante, sortimento de mindezaa :
rists se dir o preco de ludo.
A nova loja na ra larga do
Rosario n. 38,
tem luvas de pelica brancas, amarellas e pretas,
para bornees e senhoras, franjas de seda de to-
das as cores, ditaa de algodo de todas aa lar-
guras e de todo o prego, capailas brancas pro-
prias para noiras.
A nova Aurora, na ra larga
do Rosario n. 38,
tem papel de amisade a 700 rs. o pacote, e de
muitas mais qualidades, formato pequeo, s
rista se dir o preco delle ; dito grande de todaa
aa qualidades tanto lizo como psutado, dito de
peso, relroz de primeira qualidade, preto, szul
ferrete e de outraa corea proprios para alfaiates
e qualquer coatara, beogalaa multo fioaa e bara-
tas de todaa as qualidades, papel para msica e
para esntoria, tinta preta propria para copiar m-
ticas, tinta carmezim, dita azul ; a riala ae
dir o pre;o de tudo.
Bordados baratos.
Vendem se gollinhas de cambraia e da fil bor-
dadas a 500 rs., manguitos a 1& o par, mang&itos
com golla bordada de cambraia a lgiiito, e tiras
bordadas e ntremelos ; na ra da Imperalriz n.
60, loja do paro.
Chitas largas a 200 rs.
Veudem-se chitas largas a 200 rs. o cosado por
ter um pequeo toque de mofo ; na ra da lm-
peratriz n. 60, loja do paro._________________
Alpakina280.
Vende-se esta ora fazenda da linho a imitico
desedaa da quadrinhos miudiobos propria para
restido de aenhora, roupas para meninos, sendo
fazenda que nao desbota, a 280 o corado : na ra
da Imperalriz n. 60, loja do paro.
Bramante a 10$.
Vendem-se pegas de bramante de linha de
urna s largura com 27 raraa a 109 a peca, tam-
bem se rende 1|1 pega com 13 \\1 raraa por 5# ;
na raa da Imperalriz n. 60, loja do paro.
Carnauba
Vende-ae a mais superior cera de carnauba que
ha no mercado ; na ra da lmperatriz n. 60, loja
do paro._______^
Cambraias lisas a 3$.
Vendem-se pegas de cambraia lisa muito fina
com 8 t|2 raras a 3J a peca : na ra da Impera-
lriz zueo^lojadopari^__________________
Paletots a %$.
Vendem-se pletela de panno preto fino a cor
de caf a 6$ : na ra da Imperalriz n. 60, loja do
paro^_____________________________________ i
Velas e arroz.
Vandam-ae velas de eapermacete a 640 a libra,
arrox do casca am aaccoa grandes a 29800 cada
u ; na taberna da travesea do pateo do Paraso
o. 1, com oitao para a ra da Florentina.
Fugio ns uoitfi de sabbado 9 da agcslo cor-
rfnte, rj escrao mulato de nomfi Liberal?, Data-
ral da ni-!'\ la Vrzn*, iladaSl sino?, mais oa
menos, altura regular, cheio do corpo, feicoca
groraeirae, sem birb, marcas de espinhss e be-
x*gif> oo roato, cabellos poaco annellados e corta-
dos ront, (altam-lbe todos os denles da frecis,
falla grosso, e mases fumo ; levou vestido rot'.pa
branca, tendo por cima camisa de bae'.s azul. Es-
te escraro perlenceu ao major Maia, de Apiptt-
co; em jo t dn qoM fez variss fgidas, era urca
dellss qe foi tonga, estere em Nazsrelh s inti-
tulando de lirrc com o nnme te Harcolino ;
foi o anno pessado ao Rio de Janeiro d ondo
tonta muitas historias, canoeirn e trabaibador
de oliria : quem o apprehendor o lorar a ra Ve-
lha n. 35, ser generosamente recompensado.
Eicravo fgido.
Tornou a igir o mulatiahode neme Joio, ida-
de 11 annos, o qual ioi apanhailo no Barro no dia
14 do correte, cora os signaes seguiotes : tem
urna cicatriz abaixo do olho direito, camisa de
riicado, Baleas da panno de algodo riscado da
quadros e benet preto: quemo apprehender le-
vr-" na Boa-Vits, ra da Imperalriz n 30, 2*
andar que ser recompensado.
l'ugiono du 10 Jo correle a preta don-
me Mara, com 50 annos de iado, tem baUules
cabellos brancos, cor fula, parece idiota, levou
vestido de chita e panno da costs com iistraa
encaimdas : quem a aprehender conduza ra
Nova 7, segundo nJ-i que ser recompen-
sada. ^__^__
A' polica e aos capitcs de
campo pe.de-se a captura do eacravo pardo de
nome Paulo, que anda fsgido Desta cidade e seus
suburbios, tem estatura regular, cheio do corpo,
lerou roupa de luto, e chapeo de feltro preto .
quem o pegar lere-o ra do Sol n. 21, que se-
r recompensado. ____________________
Chitas escuras a 240.
Vendem-so chitas francezaa eacuras a 240 o co-
t^ojnaruadalrnperatri i n^eo^lojsdopajrio.
Chales baratos.
Vendem-se chales do marin de coras sendo
maito grandes a 3? ; Da raa da Imparatru n. 80,
loja do paro,

Attenco
6'
Fugio no dia 26 do passado, do engeoho Jan-
gadeiro, de Paulino Pereira de Albuquerque, o
escraro Msnoel, com ca signaes seguiotes : re-
presenta ler de 35 a 40 annos, alio, bom corpo,
urna orelba meio cortada, aem aobrancelhaa, pou-
ca barba, urna cicatriz na maga do rosto, per-
nas oompridas e descarnadas, ps grandes e aec-
cos, com alguns signaea de relho : quem o pe-
gar e lerar ao referido eogenho, ou casa de
Rocha, Lima & Gulmares, na ra da Cadela, no
Recite, ser bem gratificado.


e
DIARIO DB flBMAMBCO. QUARTA FEIRA 20 DI K06gT0 DE 1161.
Mtteratura

VARIEDADES LITTERARIAS POR J. M. PEREI-
RA DA SILVA.
Nao a obra cima indicad o primeiro Da
dodisliocto escriplor brasileiro Pereira da Silva.
Ja hivia c- nquislad. a sua reputago Iliteraria
com os Vare.s alustres do Brasil duranfe os
nipos coloniaes, colligindo e analysando as me-
ITinres poesas e dissertaoes das antigs notabi-
lidades df-sso paiz.
Deputado s cortes do Brasil, e um dos melho-
res oradores parlamentaras, sosa na sua patria de
excelentes crditos.
E' conhecido entre nos pella Ilustrada sympa-
Ii6m ,To* D0"os homens de lettras bom
como pelo tributo de admirarlo que Tota i trra
nc" na* nobre Dor? d0 8e,s aolepissados.
Ubr. I reir da Silva frequenlou as escolas de
J me, e ali se familiariiou com as obras de maior
alcance, nao s em litleratura, como em poltica,
sominislrago e flnangaa.
R'gressando ao Brasil, sonseguiu prestar va-
Ilusos serreos as fiieiraa do partido liberal mo-
dTPdo a que perlence, sendo eccarregado de ar-
duas o diffcels commisses de que sempre ba
dado coota salisfaloria.
Ni obn de que nos oceupamos, o autor dedi-
ea-s, no 1 volume, a descrever-nos impresioes
ae yiagera, comegaudo pela Alleraauha. Nao se
Junta a mostrar ampio conbecimento dos initi-
lutob o dos sabios dessa trra privilegiada. Apre-
paota om bellos Tersos a traduegio do Cntico
a ntrgnlhaior e dos Myslerioi d'Eleusis, de
ocniller ;
Na sua excurgao de 1851 Europa, consagra a
Porlujsl e a Liibia alguui captulos de multo ia-
leresse. Parece-nos oppo'tuoo, para offerecer
um epeciaaea do eslylo do autor, citar o que
ccrefe em a missivi estampada a pag, 61.
o D.>screrer Lisboa e pialar o Tejo nao entra
na minha inlengao. Que o fagam oulros. Para
quem pw.i porem os fortes do B\igio e S. Julio,
delxa de lado o pittoreseo caitello de Belem e a
Cgreis dos Jerooymos, e sobe at ficar Ironteiro
ao ieveiro do Papo, aonde abre o Tejo urna ex-
tenti Babia, como para receber os navios que de-
vem trazer as numerosas riquezas do universo,
e miMer confessar que nao 6 Lisboa inferior nem
a aples nem a Genova, que sao as Ums tnais
admirareis paizjgens que ttnho valo.
Deaeobre aples todos os seus encantos
rn : ira vista : est-se aorriudo nos bragos do
mar, o baijsndo-se uas suas ondas: dir-se-hia
utut pintura. Aoionli Genova palacios multi-
Bores, ijuo trepam uns sobre outros, roflectindo
os i ilos do sol, e formando mil bellesss que eclip
ssra a vista. Nada eicaps porem ao viajor em
qfialiuer desles espectculos: um s quadro
que lera em frente do si.
i Nao possue Lisboa os magestosos edificios de
'et.ovu, menos as bellesas artsticas e encanta
lona de Napoiei ; a cada passo porm que da-
rnos co grando rio. subindo as aguas lio histo-
rien* e poticas do Tejo, aqui e ali, de outro la-
O, tousas novas se nos antolhsm ; e nao can-
cana os olhos de ver objectoa que se medam, e
sb,lituem-se un aos oulros como aceas de
theatro,
O mouriico castalio de Belem, tentando es-
Ubelecer-Je no meio do rio como para tomar
Cenias a quero navega pelas suas aguas; oma-
grnbco convenio Oos Jeronymos, gotbico nor-
Biando e aemi-mouriseo, aonde sedespediim da
reina os conquistadores da Asia. frica e Ame-
n-a, construido pelocelebrisado rei D. Uaooel,
que ali jaz sepultado ao lado de aua muier, e
o em trente oo digno filho D, Joo 111 em so
berbo udsouc ; o alegre palacete de Belem
crcalo de jardins pitorescos ; mais em eim o
nao acabado palacio da Ajuda, cujo plauo assen-
jf'va em projtorfdea gigantescas, e a egraja da
JQiodj^jfjflcala pelo marquez de Pombal no
-tEDprio sitio em que os Tavoras e Avairos preten-
den i assaisinar Jos I : adianto o vasto pa-
lacio das Necesidades, habitacao que foi doa fra-
ile.< do Corigreg.jao do Oralono, morada hoje da
familia ro-I : a egreja da Estrella obra digna da
piedade de Maria 1, e para cujo seio oram os
seus ossos transportados do Brasil ; o couvento
ee S. Vicente de l'ra, jszigo dos mooarchas da
casa de HragaDQs, aonde o reapeito e a gralido
ca brasileiro deve-o levar aos pos do tmulo do
imperador I). Pedro I. autor
o? sus patria, seu primeiro hroe, e hroe ame-
ricjuo ; v lo-ba no seu jazigo derradeiro, des-
caoQando emfim de lantoa trabalhos gloriosos,
Fraileados em favor rfe dous povosque bem iu-
;.'': h llie foram ambos I e conservando aiuda
as tordas imperial do Brasil e real de Portugal a
ornarem-ihe o monumento ; mais ao longe o cas-
telio de S. Jorge, aonde Mem Moniz perdeu a vi-
as, procurando abrir caminho aoi seus coulra-
tloa, uimigos da patria: a egreja dos Martyrea,
acampamento de D. Aooao lleoriques, durante o
tillo i]ue a Lisboa fizera para arranca la aos mu-
sulcianos ; e em frente, ao p mesmo, a brincar
cora o Tejo o Terreiro do P*qo com seus monu-
rlentos, a estatua equeitre de D. Jos devida ao
tieulo de Joaquim Machado de Castro, e as tres
magestusas ras da I'rola, uro e Augusta, que
Bfcis *dmiraveis que deleilam os olhos 1 >
O Sr. l'ereira da Silva dirige-se em seguida a
Londres em companhia do celebre Kossulh, enu-
tuer los que observa na cultura,as eslrsdas, as vias
frreas, no telegrapho elctrico. Commemora a
i'xposigo industrial de 1851, e as maravilhaa do
Dafacio de cristal.
T.auspurlado a Paris, pouco dapois da revolu-
cao, que pCii em risco a sociedade com temera-
rias ensaios de utopias polticas, o autor mus-
ira os estragos que della resullaram ; e a ance-
dade Je quintos imham que perder por eulregar
a Luiz Nipoldo o supremo arbitrio dos destinos
oa nanea.
i'az instiga aos raros dolss do rei Leopoldo os
I sua revista da Blgica ; e depois de percorrer
r3,pi.:amenie a llollanda, termina coma residen-
cia eai Berlim.
-i.re os romances que pablica, merece atlen-
po o que so intitula religio, amor e patria, es-
cupi em 1839, cuja scena Qgura nss posticas
margena do Mondego, antes e durante a ominosa
poca e 1). Miguel. Aleen das scenas de amor,
de trnura, aviiltam pormenores dos combates
enlre reaiis'.ai e liberaes, cheioa de aoima;o e
da idtlidade.
A i uelica epstola ao Sr. de Lamartine, as bio-
gropinas do lord Byron e do joven poeta behia-
rio JosJuaquim Junqueira 1 reir revelam ssis
a conecr^ao do apreQj, e o colorido vigoroso de
Uuij peona superiormente exareilade.
As reminiscencias de 1858 ofTurscem locantes
. quadros da capital do mundo christao. Quer
acerca do aspecto de Roma, quer em relago ao
Ka estado poltico e social abundim os porme-
nores as reflexoas assisadas, e as pro vas da eru-
dico do Sr. Pereira da Silva.
Para formar-se idea da cidade monumental
moderna (diz o aulor) nao ha entrada mais pro-
ria do que a da porta do Ppalo. E' urna
vasta prac* muilo regular cercada de egrejas
importiotes, jardios e passuios dos lados au-
biodo em largas escadarias, alopeladas de esta-
tus.
a Desembocam ali tres ezcellentes russ, que
iah'Ji do centro de Roma, estreitindo-se pro-
gressivamcnle. Gliama-se do Corso a do interior;
a piiucipal ra da cidade; alTamada pelas cor-
ridas de mascaras om dias de entrado, e (estas
do povilo om occasioes de jubileu.
Para quem quizer porm reminiscencias heroi-
cas da aniiga cidada, sgrada mais a entrada pela
tanda de aples. D com os olhos, por um la-
do, nos velbos aqueductos romanos, obras dos
primeiros Cesares, encontra a ssquerda a primei-
ra egrejicatholica do mundo, S. Joo de Lalro,
edificada no lempo do imperador Constantino,
ominando urna solitaria praga ornada pelos pa-
cos de residencia doste soberano ; o magesloso
enorme obelisco egypcio que nao tem rival na
Europa, e o edificio que guarda a escadi santa
do palacio de Poocio Pililo em Jerusalem por
cajos degrus suba e dssceu o f libo de Deus nos
padecimeutos que pelos homsnssuporlou na tr-
ra. A vista em distancia a egreja de S. Paulo,
com as catacumbas dos primeiros martyrea do
chmtiaoismo, os tmulos de Cecilia, Metella e
Scipiois, a pyramide da Caio VI, as ruinas do
palacio de ero, e tharmas de caracailas que oc-
cupam exiensiiiimo espido de terreno. Encon-
tra mais adianto o C-iliseu, enorme massa de po-
dra. Airavessa o Foro do povo rei, theatro da
eloquencia e triumpho dos orsdores, que nem
urna nac.o appareceu aioda tosensivsl s emo-
edes da palavra. Pasia pelos arcos de Septimio
Severo e Tilo Constantino, templo da Paz, co-
lumna de Phocas, e pelo capitolio emQm que con-
serva anda a priso Mammerlina, Sonde findou
aeus dias o debochado Calilina, lao recommen-
dado a posteridade pelos magnficos discursos
qus no senado pronuncios Cicero, cnsul a sal-
vador da patria.
Admira so Roma moderna entrndole pela
p"a do Joplo. Aos qe chegam porm do sal
oirerece Roma antiga. monumentos e sitios que
lailam mais poderosameota s imaginario, e sabem
cresr dentro d'ilma delicias mais profundas e
a e clenlas.
Nao satisfaz tanto ao visjor a terceira en-
trad! que possue Roma, e qse sirve para os que
chogam das bandas da Civita Vecchia e Mir Me-
diterrneo. Se bem que descordine a villa Doria
Pomphili, atravesse a praija de S Pedro, e aviste
o palacio do Vaticano, percorre miseraveis e im-
mundas ruelas, que nao do urna Idea favonvel
da capital do catholicismo, e causara decepcea
verdadeiras-
Irapossiveldescrever Roma. Nao poderia,
e nem ousaria eu faze-lo, poia que os maiores
escriptores que a teem pintado deacreveodo as
aolguidades notiveis e mooumeutos modernos
que a enriqaecem e embellezam, parecem-me
inferiores a realidide, quando ella cuidadosa-
mente examinada e eitadada. A empreza to
elevada nao egualaram os mais inspirados poetas,
Ch.leaubnanJ, Byron, Stiel ou Goethe.
O segundo volume, exclusivamente dedicado
s questoes polticas, econmicas e floanceiras,
contera aiguns artigus e discursos proferidos no
parlamento do Brasil. A dissertacao intitulada:
O Brasil no reinado do Sr. Pedro II oi escripia
em francez, e inserta na llmiue des Deux mondts.
Nos debates da resposla falla do throno; na re-
forma di legialajo bypotheceria ; na lei de pro-
moo da armada ; no projeclo sobre crimes mi-
litares ; no ezamedo orcamento : no projeclo de
reforma eletoral ; oa lei aobre sociedades com-
manditarias, moslra o Sr. Pereira di Silva per-
feito coohecimento deises assnmptos, e rara sa-
gacidade no methodo de exposiQo.
Nessas queslOes aclis se um*quadro lucido e
completo da actual situago do Brasil considerada
s"b' diversos pootos de vista. O leitor encontra-
r boa copia de dados curiosos acerca ds aituaco
econmica e commercial do imperio ; sobre a sua
orgioisagao naoceirao administrativa; e em re-
l8o aos progresios materiaes e moraes do Bra-
sil desde a poca da sua independencia-
A litleratura dos Estados Un ios revela-se ape-
nas ha meio socolo a esta parle. Cooper, Irviog
e Harryat sao os tres luminares de qae podo ufa-
nar-se a raga anglo-saxonia estabelecida na ier-
ra de Golumbo.
O Brasil de ha muito se associou gloria Ilite-
raria e scientiBca de Portugal. Aiuda as quinas
iremulavam Iranquillameole no paiz de Sania
Cruz, e j os Basilio da Gama, Souza Caldas, Ri-
ta Durao. Alexandre da Gusmo, Antonio Jos
Rocha Pilla, Alvarengas, Benavides, Bartholomeu
Gu9mo, Claudio Manosl, Vidal de Negreiros,
Mello Frauco, Cmaras, Concaigo Velloso eAn-
dradas refulgiam pelo mrito immortal de suas
prodnegos. Mais tarde, depois de separados os
destinos polticos dos do:is povos de orignra cora-
mum : o viscondodeS. Leopoldo, Joao Francisco
Lisboa, Varnhagem, Januirio Barbosa, visconde
de Pedra Branca, marquez de Paranagu, e Joa-
quim MagalhSes encarregam-se de con'inuar as
honrosas lides do entendimento. Por ultimo tlgu-
ram nobremeote entre os contemporneos poe-
tas e litteratos do Brasil osSrs. Goocalves Dias,
Pereira da Silva, Porto Megre, Firmio, Norberto
e M ico lo, cujas obras nao smenta condecidas
alm do Atlntico, e que possuem sobejos ttulos
para emular com os bons escriptores portugue-
ses.
[Jornal do Comrnorcio, do Lisboa).

Comsga o aator por tratar do crime de enve- exames toxicologicos, bem como dos modelos dos
nenamento, fazendo ver qne, em todos os tem- ""'o relstorios do corpo de delicto. Esobre
pos, foi considerado como o mais horrendo e *'*, 1corlante pontos aprsenla mui variadas
. >,. ....<,,.. mrtjs. su. tsssj\js&jST^ ai
patria, qae lbe relativa, faz as mais ssosatss lstorios, considenges qae os peritos nao devem
reflexes sobrsxste objeeto, e pronancia-se pela Perder de visls, pois qae multo Ibes lervirao
graduago penal em harmona com as circums- 2?jLn0hm. h h""^* para act0! de to tan-
... circuin de respoosabilidade, nao esquecendo tambem o
Uncus atleouaotes ou aggravantes do crime. znodellos dos relalorios, a qte devem recorrer
E fallando da denigio de.veneoo expoe toda. WJ toVf".* qae re.oelt, | primeir.
as que erara admillidas por Fodor, Orflla, Ras- parte.
Bibliograpliia toxcolosla judicial
e lccislutiva.
pail, Taylor, Pedro Mata etc., terminando com a
qus lhe propria, e que, segundo a minha hu-
milde oplniSo, a que melhor abrange o definido
no estado actnal da sciencii.
Tambem oeste primeiro capitulo se Uem ez-
cellentes e bem redigidos srtigos sobre a impor-
tancia dos exames toxicologicos, eseolha dos pe-
ritos, seus deveres, arrecadago, conservagSo e
guarda das materias sospeitas, e aqui aprsenla
o autor mui sensatas nflezoes fllhas do seu mui-
to eitudo e propria experiencia. Acho toda a
razio ao Sr. Macedo Pinto quindo trata dos de-
veres dos peritos, pois certo que, se todos nos
nao formos conseienciosos em ties casos e li-
verraos as extensas habilitagoes medicas e chi-
mtcas (que infelizmente nem todos entre nos
teem porque pouco se dedicara a estes estudoi)
de certo haver grande prejuizo publico, a nao
poderao leras decises dos peritos o devido va-
lor, fleando o ru livre oa com menor crimina-
iidadel I
No capitulo 2 oecupa-se o autor da phisiolo-
gia da intoxicaos e aqu traz muilos e impor-
tintes artigos, embala das superflcies sobre que
poden ser applicados os venenos, da transmis-
so da acgo toxicologica, das circumstancias que
podsm retardar ou activar a absorpgao dos vene-
nos, da sua elteragio e tranaformago por meio
da absorpgao e transporta no systema vascular,
dos orgaos em que os venenos flxam a sua aegio'
e vias por onde se opera a sua ehminago, da
accumulagio das substancias pharmacologicas na
economa a ponto de occasionar o envenenimeo-
lo, da sua clissifleagao, e de muilos oulros arti-
gos todos ao par da sciencia, escriptos com gran-
de criterio, e que bem mostrara o tino medico do
Sr. Dr. Macedo Pinto. E nesle capitulo merece-
rn, noisa especial atlengio os artigos, que di-
zem respeilo seguinte quesiao, que elle resol-
ve com bellos argumentos todos originaes-i se
as substancias pharmacologicis podem aceumu-
lor-so no organimo, a ponto de occasionar o en -
venenamento ? assm como o artigo 9o, em
que falla dos meios de estudar a aegio dos ve-
nenos, aposentando a opinio da maioria dos
toxicologistas notaveis a tal respeilo, concluiodo
cora a classiQcagio estabelecida por Devergie,
que expde cinco classos de venenos-causlicos-
irritaotes-sedantes atazicos ou narcolieo-acre
e spticos, e admittindo tres aegoes dlstinctas no
mv raodo de obrar, asaber-chimica, mechaoica
o dynamiea ou vital.
Obra destinada para serrir de texto no entino
des'.a sciencia e de guia pratica nos exames
toxicologicos, para elucidar os magistrados,
aduogados e jurados as questoes de vene/icio
etc., por Jos Ferreira de Macedo Pinto, lente
de medicina legal, hygiene publica e polica
medica na universidade de Coimhra.
Ninguem ignora que um dioico, que vive s
n'uma localidide, e que tem grande clientela,
poocas horas est livre dos continuos Irabalhos,
s vezes enfaionhos, que o sobrecarregam ; e,
portanto, nao admira que se nao possa dedicar
com verdadeiro afn so estado das obras niagis-
traes, que, seja dita a verdade, levam rruito
lempo para coraprehender-se, mxime de todas
aquell"* que sao escriptas como a toxicologia do
sabio e encllente profussor da nossa universida-
de, o Sr. r. Joi Ferreira de Macedo Pinto. E
islo sirva de desculpa demora na apreciagao
desta obra, que, ha j mnito tempo, deveria ter
sido analysada.
Pois quem leu e analysou a hygieno publica
de lao diitincto autor, hygiene publica recheiada
de sasidis, nio deve esqueeer a toxicologia, a
qual me surpreadea varias vezes com a sua lei-
lura, podendo dizar como o poeta MaDluano
Flix qui potuit rerum cognoscere causas, e tam-
bem exclamar com verdadeiro enlhuiiasmoFe-
liz o discpulo, que, como eu, leve a honra de
ouvr as preleccos de tao sabio mestre ; foliz e
mui feliz porque nao deizou de couhecer que ta-
lento tao transcendente se asienta na cadeira res
peitavel da nossa universidade, e qae talento
tanto nos honra cora os seus escriptos.
O meu particular amigo e collega o Sr. Dr. Ma-
cedo Pinto escreveu urna obra, que faz parle do
curso elementar das sciencias medicas applicadas
jurisprudencia portugueza, constituindo cada
volume de per s um tratado completo e indo-
pendente, e compoe-se este curso de tres partes,
a saber:
Medicina, tocologa e cirurgls, judiciaes e le-
gislativas.
Tocologa judicial e legislativa.
Medicina administrativa e legislativa.
O aulor divide esta seu excellente livro em
duas parles toxicologia geral e toxicologia espe-
cial ;a a obra mais didctica e ao par da scien-
cia em objeeto to transcendente e til, por
certo esta de que vou fallir agora. O Sr. Dr.
Micedo Pinto nio s medico, mas tambem chi-
mico abalisado.
Vou comegar na analyse da ana obra, mas,
antes de encelar este trabalho, desde j declaro
que serei resumido, pois que, se quizesse fallar
de todos os captulos retheiadoa s de ideas mo-
dernis quasi todas origioaes, por corto nao che-
garia o tempo, que tonho disponivel da clnica
para occapar-me destes objectos lio utes
Bem conhego anda qae a minha opiniio de
cousa alguma vale, mas nao quero que nos pal-
ies eztrangeiroa deixe de ser bem conbecida urna
obra, que acho de grande interesse scienliQco,
que faz honra ao nosso paiz, e que leva a supre-
maca a todas as obras lozicologicas nacionses e
extraogeiras, que conhego.
Hoje que a immoralidade corre a passos gigan-
tescos desde a aldeia al mais populosa cidade,
hoje que se faz galana pratica da ms arroes, e
que se propinara tintos venenos, que aljase
vio tirando dis miis variadas classes, nao devia
por forma alguma a nossa universidade deixarde
possuir um livro, onde o medico, advogado, ma-
gistrado ect. se elucidem em muilas questoes,
quedizem respeilo ao veneficio e que muito es-
clarecen! para a sentenga final, qae tem de dar-
se delnqueme ou delinquenles.
Pela minha parte declaro qae, tan Jo assistido
a muilos casos medico forenses de grando res-
ponsabilidade, a poucos assisti deenvenenamen-
to (oesia provincia do Alemlejo apparecem casos siologia comparada, que esclsrecem o espirito"e
des'.es mui raras vio), mas poiso declarar que, do mais forga e valor i$ pro vas deduzidas dos
tendoj viito o maior numero das obras toxiclo- ensaios cbimicoi.
Bies, moderna,, anda nao li alguma. onde se AQdj nwU f.U. com alto secarlo
acheta agrupadas id.s mais complexas, eludo gobr9 os hoo^o, doi perltSffip., do.
qnanto preciso para qae o facultativo de a sua __^^^__
paifeila declsio n'nm caso de veneficio. Recom- (I) O nosao laboratorio universitario est sur-
mendo, pois, aos meus collsgas que nio caque- tido de todos os apparelhos e resgenles Indis-
gam a leilura desta obra, que Ibes ser de gran- pensaveis para os snsaios toxicologicos, e lado
de proveito, e que taoto honra ao seu illuilre se deve eo zilo incangarel do Sr. Dr. Macedo
autor. Pinto.
DitTerengir as varias especies de substancias,
que proluziram o envenenamento, conhecendo
pelas alteragos palhologicas o typo da intoxica-
Co; apreciar bem a gravidade da intoxicagio,
isto fallar do progaostico gsral o especial, e
oceupar depois a attengo do leitor com a thera-
peutica geral e peculiar a cada classe de intozi-
cagio. e por ullmo tratar das inhumagoes, ex-
humagoes e a autopsias dos cadveres suspeitos
de envenenamento, taes sao as materias que
compoem o 3 capitulo.
No quarlo capitulo que o autor moslra ser
chiuico abaliado, pois que nio se conteplou s
em apreientar os mais simples rudimentos de
analyse chimica, mas quaii um tratado a fal res-
peilo. O autor falla aqui mui extensam Ae dos
reagenles, sua pureza, do cathalogo doi^jilru-
menlos ede substancias chimicas, (1) da orgnica pela via hmida e secca a dama ga-
zes, terminando pelo estudo dos methodole do-
zagem, j por meio de peso, j por meio de vo-
lume etc.
Neste capitulo conhego que sao suas quasi to-
das as ideas ; que o Sr. Dr. Macedo teve tam-
bera ura estudo assiduo das obris de Frezenuis,
Pelouse, Chiucel, Normandy, Deschamps e mui-
los oulros audazes campeoes da chimica moder-
na, fazendo desl'arle um grande servigo aos m-
dicos, que escusam de ler tantas obras moder-
nas, algumas difficeis de encontrar, eque escu-
sam de methodisar a que lerem, sendo que ali
forma ludo um excellente corpo de doutrina bem
encadeido, e ao alcance de lodos.
No capitulo 5* oceupa-se da analyse toxicolo-
gica propriamente dita. E aqui o excellente au-
tor, nio se contentando para verificar a existen-
cia do veneno com a analise qualitativa, que na
maioria dos casos ; suflicienle, recorre tam-
bem analise quantitatira.
Pelo que respeita ao methodo, que deve ss-
gulr-se para descobrimento do veDeoo, atiende a
duas circumstancias : ou desconhecida inleira-
mante a substancia toxica, ou se sabe as vezes
qual foi o veneno, de que uaou o individuo, que
se acha em taes circumstancias. Eolio deve ser
differento o methodo de invesligago, e bem ve-
mos que sario grandes as difliculdades, que ha
de tar o perito no primeiro caso, achando-se per-
feitamenle n'um labyrintho. O autor, quando sa
oceupa deste importante objeeto, reprova o me-
thodo dicolhomico, que muilos toxicologiitas,
approvam, pois que preciso grande quautidade
de materia suspeita, e alem disto tem grandes
difliculdades na pratica.
Cora ofim delimitar o numero dos ensaios
chimicos, e da maior simplicidade no exame to-
xcologico, o autor trata de investigar se o ve-
neno orgnico ou inerganieo, so existe sera
mistura de outro corpo no estado solido, liquido
ou gazoso, ou misturado com ostra qualquer
substancia, apparecendo a materia suspeita em
qualquer dos tres estados.
Sendo o veneno inorgnico, e existindo no in-
terior dos orgaos, ifim de que se descubra, tem
de adoplar-se tres processos para extrabi-lo, a
sabera dissolago, incineragio a carbooisagSo
das substancias orgnicas. E se o veneno or-
gnico, ha maiores difliculdades, como diz o Sr.
Dr. Macedo, e sao mais variados os procesaos,.]
descrevendo o sabio profeisor os principaes, e
fazendo delles urna notavel apreciagao.
Finalmente no capitulo 6\ em que aprsenla os
mais profundos conhecimentos acerca da toxico-
logia, oceupa-se do valor das provas do envene-
oamento, as quaes deduz da observagiodossvm-
ptomas, das alteragdes palhologicas. e das expe-
riencias loxicologicas feilas nos aoimaes doms-
ticos, ludo combinado com a apreciagao das io-
veslgages chimicas. O aator mostra grande
oslado acerca di pathologia, necroscopia e phy-
Na aegaoda parle cecupa-so da toxicologia
especial, e aqai mostra anda o Sr. Dr. Macedo
Pinto o seu muito estudo e a grande minaciosi-
dade, de que dotado em objectos de tanta im-
portancia. Aqui trata o autor de cada veneno
em especial, e estuda em cada especie a dse,
ymptomas, therapeutiea, alteragdes, ai propie-
dades, e depois oceupa-se com a investigagio
das materias suspeitas, terminando com a apre-
ciagao critica das provas chimicas.
Em todos estes captulos encontramos ideas
muito modernas e exactas, mas agradaram-nos
sobremodo os quedizem respeilo aos prepa-
rados arsenicaes, mercuriaes e opiados, sendo
principalmente ao acido arsenioso, que d maior
importancia, pois que esta a substancia mais
frequentemente empregada entre nos. Quem
quizer fazer um perfeito ensaio toxicologico acer-
ca do arsnico, lea este excellente arligo,
e quera bem quizer trabalhar com o apparelho
de Marb, nio tem mais do que dedicar-se ao es-
tudo da obra do Sr. Dr. Macedo Pinto, onde en-
contrar os mais variados processos para estas
analysas, e os anudlos, mais recommendados
em tass casos.
Anda demos grande importancia aos seus es-
tados sobie s cravagem, venenos indianos eco-
gumelos loa fungos, e seria muito para desejar
que o Sr. Dr. Macedo Pinto, quando trata dos
tungos, fosse algum tanto mais extenso, descre-
vendo exactamente lodos os syraptomas por ellos
producidos, e tlzesse bira sentir as vantagens na
discripgo dos verdadeiros.
Pois verdade, que anda se usa muito entre
nos desta substancia, como slimento, tendo eu
sidoj por vezes chamado para combater os
effeitos dos fungos venenosos, fungos que, por
se nao conheeerem bem, dio lagar a muilos
abusos.
De resto terminarei dizendo que todos os ho-
mons competentes devem ler esta excellente o-
bra jeque os alamoos da universidade e das
escolas dsvem agradecer ao sabio meitre este
grande servico, pois que lhes proporcionou um
excellente livro de texto, nao lhes sendo preciso
mendigar por muitas obras modernas, como
mecedeu no nosso tempo.
O Sr. Dr. Macedo Pinto um sabio, posso as-
severa-lo, e as suas obras j teem sido elogiadas
pelos homens mais notaveis, o que prova a sua
excellencia.
Anda louvo a universidade, porque tem no
seu seio um talento tao notavel, e pego a Deus
que conserve a saude por largos annos a to dig-
no mestre, que j fez a nossa gloria, e a fir
tambem dos nossos rindouros.
Julho de 1862.
L. de Macedo.
[Naco).
Variedades
Oque rae pelo mundo.
. A. exporlsgo das armas portateis, que at-
tingira, durante os quitro primeiros mezes dos
annos de 1660 e 1861, o valor de 3 milhoes e 339
mil francos em 1860, a 4 milhoes e 397 em 1861,
elevou-se j, nos quatro primeiros mezes do anno
correle, a 7 milhoes e 40 mil francos. Estas
cifras mostram por consequencia um augmento,
no anno de 1862, de 60 por cento aobre o de 1SG1,
o de mais de 100 por cento aobre o de 1860.
E' imposiivel sab-r, segundo os mappas que
publici o Monittr, quaes os paizes para oude fo-
ram ellas exportidas ; por quanto v-se d'esses
mappaa que foram expedidas com destino a Franga
armas no valor de 2 milhoes e 565 mil francos,
entretanto que sabe-ie que a importago das ar-
mas de guerra prohibida n'esse paiz, o qus nao
podem conseguintemente ser pira ali expedidas
senao com guia. Alem d'isso exporlou se para
Inglaterra um valor de 1.300 francos, e de um
milho para os Eitados-Uoidos.
Se somos bem informados acibara de ser
tomadas disposiges no palacio imperial dos In-
vlidos para que o corpo do rei Jos, conduzido
a Franga por seu neto e herdeiro, o principe Josi
Bonaparte, primognito do principe Canino, seja
depositado perio do tmulo de Napoleao I, sob o
ziroborio dos Invlidos.
iuDLz*^,queos re,tO mort'esdo irmio mais ve-
Ino de Napoleao I seriara depositados na capella
prxima ao tmulo do grande capito ( direita,
entrando pelo pago Vauban e olbando para o al-
iar ). A capella da esquerda, consagrada a S.
Jernimo, de que tem o noma. destinada a re-
ceber os restos mortaes do rei Jernimo e doi
membroi de sua familia. E' ah que devera ser
depositados, logo que se concias o monumento
qae est om obra, o corpo do rei, de seu primo-
genilo, fallecido no exilio, e o corago da virtuosa
rainha de Westpbalia.
Nao sabemos anda precisamente a poca em
que chegaram de Floronga a Paris as ciozas do
rei Jos, cuja ultima vontade se acha assim cum-
prida.
is-aqui onde repousam os restos mortaes dos
membros da familia Bonaparte :
O imperador Napoleao I, nos Invalido!, assim
como seus irmSos Jos e Jernimo ; Luiz, em S.
Leu ( Frang ]; Luciano, em Canino (Italia ) o
cardeal Fesch, na baslica de S. Lourengo, em
Lacena ( Roma ) ; madama, me, em Corneto,
( Italia ( ; a imperalrlz Josephioa e sua filha a
rainha Hortencia, em Rueil ( Franga) ; a prin-
ceza Elisa em Trieste ( Austria ) ; a rainha Caro-
lina, e a princeza Paulina em Florenga [ Italia j ;
Napoleao II, na Austria.
O movimento do porto de Aotuerpi*,* no
mez de miio de 1862,d osseguintes resultados:
Navios procedentes de diversos pontos 264, ca-
lando todos 57,738 tonelladas, n'esse numero fi-
gurara dez navios belgas, procedentes: 1 de
Frang, 5 de Inglaterra, l do Rio ds Prata, 2 do
Mar Negro e 1 do Mxico.
Durante o mez de miio do anno passado eotra-
vam 214 navios, calando 49,212 tonelladas, donde
se v que no anno de 1862 houve um augmento
de 50 navios e 8,526 tonelladas.
No mesmo mez de maio de 1862 sahiram 205
iiavos, 74 dos quaes para leste ; em 1861, sihi-
ram 180, sendo 6 para leste. -
Os vapores que frequeotam o porto de Antuer-
pia, fizeram no mez de maio de 1862, 41 viageos
e conduziram 660 passigeiros e 36 cavados.
As eolradas dos cinco primeiros mezes de 1861,
elevavam-se a 774 navios, com 185,717 tonella-
das; as de 1862 foram de 876, calando 215,081.
O que d urna dilerenga em favor do anno de
1862 de 102 navios e 29,364 tonelladas.
Todos os estados pracuram aperfeigoar as
armas de fogo. Em urna memoria dirigida a aei-
d*mia de Vienna, M. Pohl acaba de o/ferecer
particularidades sobre urai nova plvora deex-
plosio, que ioflammando-se desenvolve um
volume de gaz duplicado do que se produz por
meio d'aquella em qus principal ingrediente o
salitre. Essa plvora vae ser adoptada como base
da yrotechoia auitriaca.
Todos as pegas raiadas, construidas pelo mo-
delo francez, bem como todaa as outraa vao ds-
sappareter para dar lugar aos canbdes raiados
do systema Lenk, destinados a ser carregados com
a plvora de eolio. A artllhsria de campanha
austriaca nio mais, por conssqueacia, do que pe-
gas de quatro cavallos empsrelhados em certas
bateras, ede seis em outras. As bateras de re-
serva terao pegas de oito e as de montanha de
tres.
Durante o mez da maio ultimo declarou-se
no estado civil de Bruxallas 509 nascimentos e
426 mortes, cifras que se dacompdem da maneira
seguinte :
Nascimentos, do sexo masculino 287 : femi-
nino 222.
Mortes, do sexo masculino, 224 ; (minino 202.
No asesmo meztoram aliebrados 150 calamen-
tos e registrados dous divorcios.
I' lis alguns pormenores sobre e janlar o flo-
recido no pavilhio Manan, por S. A. Mehemet
Said.Pacb vice-reido Egypto, a sua migesta-
des o Imperador e a imperatrlz dos Francezes,
com urna magnificencia oriental :
Sobre ama immensa bandeja de prata lavrada,
de um trabalho admiravel, estavam dispostos
quatro talhares em biizella de ouro massigo. A
siguas metros de distancia, eslava urna mesa de
vinte e cinco talheres destinsda asdamss e offi-
claes da servigo. Esta mesa era servida a fran-
ceza, mas guarnecida de iguarias preparadas a
egipciica, figurando entre outras deus cordeiros
aseados ioleiros,
?-------------- .; >m
nao vtohim dos sgoagues
nem mesmo dos mstadooros de Paria ; foram
comprados vivos palos criados do vice-rei, qae,
depois de te-Ios mortos os lavaram com o maior
cuidado, fazeodo-os depois essar ssu modo. O
meimo aconteca com as outras igusrias, que to-
daa foram preparadas e acondicionadas por esses
mesmos criados.
As duas mesas estavam ni sal qae encerrava
as ricas e cariosas armaduras historiis, coja col-
lecgao adquiridaha algum tempo, pelo imperi-
dor, asseguram que deilinada por sua magosta-
da ao ornamento da sala d'armas do velho cas-
lello de Pierrefondj.
No momento em que o imperador e a impe-
ratnz entraran na sala, foram-lhea apresentados
ricos jarros ; e, para obedecer ao coslurae egip-
cio, suas magostados consentiram que lhes dei-
tasiem agua as raaos.
Logo que os convivas sentaram se mesi,
os criados do vice-rei serviram um s pralo ao
mesmo tempo. Cada qual servia a si meimo,
depois, a um signal dado, o pralo desappareeia e
era immediatamente substituido por outro. E foi
ssira at a sobre mesa. Entao os criados de Me-
bense-Said tiraram a bandeja de prala com lu-
do quanto ella continha, e substituiram-na logo
poroutra semelhante, sobre a qual estavam dis-
postos qusiro talheres de sobre mesa, cujos pra-
los, facas, girfos.e colhereseram eimquecidoi de
diamante?, assim como as em que estavsm as
mais magnificas ffuctas.
No momento em que os convidados toma-
ram lugar mesa os criados egipcios deitaram-
lhes sobre os joelhos, guardanapos de ama ri-
quesa admiravel. Em cida canlo d'esses guar-
danapos havia um bordado de diamantes e pero-
las finas de 16 centmetros de altura.
i Depeis do jantar, passaram todos do salas
afim de lomar caf oriental, jincidenle comple-
mentar do banquete que tem lugar com muita
ceremonia. O esf foi servido em peiuenas
chicaras de porcellana, encaixadas em um p,
tendo a forma de um vaso, em que sa costuma
por os ovos cosidos, todo guarnecido de diaman-
tes.
Longos chiboucks,'enrijuecids tambem de
pedras preciosas, foram oflerecidos aos convivas.
O principe imperial, que asiittira ao jantar, sera
tomar psrte n'eile, aceilou um d'esses chiboucks,
e, levando a extremidade do tubo bocea tomou
gravemente a poiigo dos oulros fumantes, as-
lentendo se, como ellesncom as pernea cruza-
das.
A mnsica do vice-rei executou dursnla todo
o jtntar arias e cantos nacionaes. Eutre essas
rias que tem quaii invariavelmeute a rima das
arias rabes, nulou-se, nao sero surpresa, algu-
mas queero memorias, conservadas pela tradi-
go, das marchas guarreirac dos regimentos
francezes durante a campanha do Egypto sob o
general Bonaparte.
a Os muiieos do vice-rei liohim vestimentas
completamente novas na occaiio da festa dada
hontem no pavilhio, Marsao, tnica de panno
preto, caigas dajmeima cor, barrete vermelho
turca, e lavas de pellica branca .
(L'industrie et le Commerce Delges.Uliaes.)
As duas irmaas rivaes.
[corro olinoense)
A' Manoel Venancio Alves da Fonseca.
I
Apparigio de urna vola.
Em ruina l das poticas bandas da heroica ci-
dade de Olinda campeia anda o iestira sacguioi-
rio da revolugo, que a decadencia vertendo un
mixto pranto de maldigo desprende a nevoa que
arreig a despota lyrannia da impudencia.
Alli na poca em que florescii o bravo pulsar
docorago patriticoaos embaos de urna glo-
ria que em breve irla restaurar o novo-mundo
existir em toda sua pleoilude a familia do capl-
to-mor Lourengo Anglico de Cirne Duraty.
De duas fllhas qua tiuha, Rosalinda era a mais
moga de edado.a msis dcil de genio, a mais lin-
da de carcter como o seu nome bem o indica.
Malhilde, maia velha, pelo contrario, se bem
que se distinguiese por um typo verdaderamen-
te delicado, com ludo seu porte afouto e sisudo
denotara urna ndole investida de fodos os artifi-
cios do malinvejaa lado quanto lhe era supe-
rior quer em egualdsde, quer em dora de supre-
micia.
Por esta contraposta divergencia tratavam-se
com visivel frieza na araisade e principalmente
Malhilde ciosa pela preferencia com que a nalu-
reza esmerara o mimoso perfil de sua irmaa, in-
ventaya em sua engenhosa imaginago mil es-
trategias para somente desmerecer e aflaitar da-
quelies que inceniavim a belleza desl'outra, es-
so bem cooeeito que para o mundo moral a har-
mona domestica tambem sue dar balsimica uniio
de fralernidade.
De seus setenta annos, o captao. nesta impor-
tante localidade era lido como o mais recto e bem-
fazejo por seus costemos de edueago" militar.
Casado aos quirenta teve muitos lilhos que s
sobreviveram dous, Malhilde e Rosalinda, tronco
nico desta arvore genealgica.
A habitagao que escolbera para sai reailencia
era erguida na fraila de urna montanha, circula-
da de allos arroredos frondosos, que offereciam
urna siouosidade de vistas cada qual a mais ale-
gre e verdejante possivel. Com a frente deseo-
berta ao sol, avistava-se o Recite em suas lides
commerciaes, em seu comego de grandezi.
Ao crepsculo de urna magniiica tarde de abril
as duis irmaas sentadas no limiar de jardim so-
bresaltaram-ae por ver ao longe brandamente so
esvoagando ao vento,urna tira de alvjcento panno
que demandara aquella direegao.
Olha I Malhilde, exclamou Rosalinda ace-
nando esiealvo que excitava sua secreta curiosi-
dade. Nao a apparigio de urna vela aqualle pon-
to branco que all flucta ?
Ssra davida.Respondeu Mathilde enca-
rando o objeeto com urna certa malicia na voz.
Pois admira-me, que nio tenhis conhecido anda
o bem esperado velejar do Dr. Luiz de Mascare-
nhas que te vera ver....
Como I iccudiu Rosalinda procurando dis-
largar a todo o custo o espanto que'.lhe causava a
revelagio daquellas palavras. Ser verdadera-
mente olle que alli vera.... que certeza teas....
mas quem ene Dr. Luiz de Mascarenhaa que
tu fallaste ?....
Basta, proseguiu Mathilde enraivecids pela
falsa innocencia que affectava sua irma. Devo te
recordar, Rosalinda, que ae Deus me deu olhos
para ver e ouvidos para ouvir, li vs que nio s
vi como ouvi tudo. Alm disto pilhei aquellas
seDsages vergonhosas, quando em casa de D.
Lamencia, tiveste o prazer de dansar com elle,
seosagoes que te assumiam ao rosto todas as ve-
zes que elle hbilmente combinava um gracejo
para seduzir-te. Descobri tambem esse arfar im-
proprio de urna mulher por um simples dito que
le fazia corar como ama romaa na conversarlo
de proposito encelada por tua causa. E provado
est que lio verdadeiro o que estou dizendo,
que ei-lo que shi vem.
E neste cmenos.sem Rosalinda ter mais lempo
de responder, j um mancebo elegantemente ves-
tido prenda a crreme do batel em trra e di-
rigia-se para onde ellas estavam.
Realmente de talhe esbelto, sereno e altivo,
representara este mancebo a edade fogosa de 25
annos.
De familia Ilustre o Dr. Luiz de Mascarenhas,
educado naquelles sabios principios de urna apu-
rada educago, em tonra edade seus paesreolve-
ram que elle seguira a carreira Iliteraria e em
pouco tempo fez lio admiraveis progressos que
acabara por grangeir a estima de todos os seus
condiscpulos, de todos os seus mestres, emflm
de todos aquelles que se aeef ccam delle.
Apresentado em todas as reunioes do mundo
social, o Dr. Luiz de Mascarenhas entregava-se
com idolatra a crenga do ideal. Sendo objeclo
estimado e procurado do aoxo gentil, que vendo
nelle um ser perfeito de singular [formusura, de
apreciaveis virtudes lhe confers sem escrpulo o
diploma honorfico deconquistadorde lhe ce-
der a palma das miis indomaveis cobigas.
De iotimidsde deiD. Lamencia, seuhora essa
digna de respeilo nao s por sua 'media edade,
como porque reunida um genio todo expansivo e
liberal, era sua casa o scenario onde todos que-
riam representar o seu papel.
Os habitantes em geral de Olinda todos do bom
tom frequeolavam-n'a por ser de alta nomeda,
muito preferida dos adoradores. Foi l que Rosa-
linda ssa mura e innocente doncella leve occa-
lio de ser vista pelo doutor, de lhe ser apresen-
tada e elle impressionado pela timidez virginal
que al rende e abate um corago impaisivel,
tornou-se amavel adorando os risos que i candi-
dez allrabee expolie dos labios ardenles um mur-
murio mavioso que traduz o amor.
Trealouco pela forga que irresistivelmente in-
tua aquello aer potico, o doutor ievado de ven-
cida nesta rede que o absorvia todo ioteiro, sd
via um meio de approximar se della, pediu e ob-
lare fcilmente o togresso que agora o remos fa-
zer pelo mar.
-Bji lie, ^iJ^lnhoras. <
menclsndo com a SecTuma reapeito. cartetla
Folgo astas por ter rindo inroluntariaraene pirl
ticipir da agradarel conrersagao com qa se,
tretlnhso quando me arlstarsm. Nao esperar!
qae o acaso me offerecesse urna opporlunidade
accessirel de aqui re-laa e como a civijfde oes-
te ciso exiga um dever que nio me foi powirel
feriar, vim....
Mathilde reiu em soccorro do msneabo.
A presenca do Sr. doutor tira-nos lodo o abot-
recimento desd monotona, dissipa-noi a loleda-
de de nossa rida solada.
A recepgo do Sr. doutor aqui nos d moito
prazer e ficaremos anda mais agradecida se to-
das as rezes que quizer descansar, aceitar a nos-
si casa.
Aceito o offerecimeoto que se m digne fs-
zer com tinta benevolencia. A companhia, con-
tinuou elle, de peiso's tao amareis como as se-
nhoras. e a bondade com que acolrierim a minha
presentaf 10 sem ser esperado, lera-me a prefe-
rir sem lisonja toda as demais. Nao s por
achar damasndamente enlretida eita solido.
como pelis impregnarles doces que na mesma io
respira.
Vertidos esse prembulos sotiaes o Dr. Luiz
deipediu-se dellis renorando a promessa de rir
v -las miado.
Mathilde rendo que o doutor jia muito longe
sem poder mal conler-se rolla-se enfurecida
para Rosalinda.
A presenga desl9 homem com frequencia
entre nos,proferu ellapode rlr ser pre-
judicial e depois dar que fallar ao povo. Que
pasela I Om i instante nodesviou os olhos de
li e nem se quer langou um olhar sobre mim?
E abaixar-me muito. Iu desde j nao tomo
parte nesta corrente amorosa e te aviio que se
elle exceder de certos limites, (salvo no caso de
condescender comigo) ters o dissabor de ve b
no andar da ra.
Para que tudo iiso, replicou Rosalinda bal-
bucante, recelosa pela consternsgo tempeitsosi
de sui irmase nada hi pira que le enfureces
a esie ponto? S a raaldade quem te faz con-
ceber este pensimento... Naotenboinclinacio .
nem elle mesrae se importou comigo todo temp'ri
que aqu esteve. E' bem natural... e nao vejo
inconveniencia que elle para mim olhaiin sem
intengao de te offender...
para mim olhasse sem
Mais ntoleravel, repeliu Mathilde com a
mesma expresso de ira, porm mais socegada
que ura homem me trale com tio pouca amabi'li-
dade dando eu urna prova como dei de irresisti-
vel symoathia, de profunda attengo de mea co-
rago ? Parece-me que it zombiva... veremos...
tanho esperance... Rosalinda 1 proseguiu ella com
forga, confesso-lo que esse fogo que me abrasa o
peito, esse pulsar continuo que me persegue__
amor por elle,e o desejo soberano que me ani-
ma nao ter urna s rival ? Ouviste I
Jess! bradou Rosalinda cambaleando fra
de s, interdicta por aquella brusca conflssao. E
tu esperas trumphir?
Ohl gritou Mathilde combatida por este,
inesperado araumeoto. Se espero triumphar?
K porque nao ? I Quem m'o ha de impedir ? Tu i
Ora I Com os dados que tenho hei de saber aore-
ciar-me devldamente seas olhos... e te farei
espiar no desprezo esia la loucura de ser micha
rival.
E as duas irmaas indiTerenles e pensativas, es-
ta pelo ciume invejoso que lhe corroa as fibras e
ao meimo tempo jurava de si para si extrema-
mente sensibilisada pela frieza do mancebo para
com ella, que nunca devia dar-se por vencida
aquella preoecupada pela desgraga que intevia'
sobrepujar-lhe o ser, cugilava com dr que sua
irmaa mais velha inovilivelmento iria causar a
sua ruina futura, cheia da mus presagios. Por-
tanto se retiraram fras e indispostas para seus
quartos, esquecidas dos comprimentos fraternaes
que compre precediera a despedida do duitar-ae,
II.
Priocipiam as suspeilas.
O doutor Luiz a vS-las todos os dias como
promettera, e Mathilde rival nao alTastava os
olhos de ambos, sempre om observaneii, al quo
raciocinando convenceu-se quo jamis poderia
pertencer-lhe, que seria intil ezpugna-lo, pois
que bem via que se tinhs enraizado com prece-
dencia indissoluvel sua irmaa, e que era da
balde tanta vigilancia.
A' vista desla desesperanga tornou-se insupor-
lavel, pnnciplou queixar-se e martyrisar Ro-
salinda com ameagas, protestando trabalhar com
ardor, para precipita-la n'um labyrintho cri-
Pelo que quando o doutor vinha salisfazer a vi-
sita acostumada, Mathilde nao diriga mais a con-
vorsagao, e se por accaso o fazia era com muilo
azedume ou enfado, som que elle podesso attri-
buir ou dsse por tal deflerencia.
Porm rendo ella que ito de nada prevaleca,
o que peosou eolio para palliar e desligar esses
oous entes j tao firmemente unidos pelo amor ?
Fez urna carta nonyma e deitou-a ella mesma
debalzo da porta noute.
De manhaa Indo o cipito abrir as portas ra
aquelle papel no chao, apiohou e leu ;
Capito. Velae em rossa casa. Vigiae a
honra da rossa filha R.... Todas as tardes ura
mancebo a sos com ella costuma ser introduzido
por traz de rosso jardim. A toda a pressa pre-
ciso vedar esse abuso, do contrario o mal tornar-
se-ha ehronico e irremediavel a deshonra ser
pararos.
Porm nada recees, porque um amigo vela
em vosio lugar e jamis a malediscencia conse-
guir o alvo da ignominia.
Ainda nao culpada, todava nao deveis des-
pezar um aviso tao bem fuodado como
este. Queris prova aqui a lendes. Ide l e
acharis.
Minha filha incapaz da semelhante infa-
mu, resmungou o pobre velho guardando, todo
transtornado fatil carta. Oh 1 lmpossivel ?
E nao obstante mandou chamar immediata-
mente Mathilde, e cuidadosamente inquiriu delli
a existencia dene fado.
Meu pae I expoz ella com o mais descara-
do sangue fri. Como hei de eu saber o que mi-
cha irma fazocculliments ?
Como I E por ventura nao vives com ella
juntamente unidas ?
Sim, senhor. Mis nao devo julgar por isso
ocooteulo despido de fundamento. Em todo o
caso impossivel e sempre acho bom que v oes-
quiaar este ninho. r
Nao irei, Malhilde, exclamou o capito exul-
tando-se de orgulho pela falsidade da carta. Co-
nhego bstanla o carcter de minha boa filha pa-
ra ir commeller tamanha indignidade ?
Rosalinda tudoouvira.
Anniquillada pela rergonha do boato calum-
nioso que corra sea respeito prorompeu em
solugos.
A'mim.... meu bom pae.... mim que
anda ros tenho para me defender ? Oh obriga-
da I Ah I respiro....
Mathilde havia desapparecido cheia de jubilo.
Restabelecida Rosalinda daquell* amarga de-
cepgo, tomou afirmo resolugao de conservar-se
excntrica para aquella que sendo sua irmx nao
tere o menor pejo do mal que lhe flzera.
Aps de muito meditir escreveu ella:
Luiz.O dever de honra quem me dicta es-
ta caria. Meu pae recebeu um anonymo, o qual
exproba-me o recolber um mancebo em lu-ir
nao sabido, e que esse mancebo eras tu.
V, Luiz, que infamia ? Fui prohibida por
minha irmaa o ver-le mais aqui.
c Qual ser a mi impia que impellia essa ca-
lumnia ? Varillo.... Ah I meu Luiz, j entro lio
moga a soffrer os tormentos da ausencia Esta-
mos separados, que fazer I Ver-nos-hemos de
longe se for possivel.
De tua Rosalinda.
Dihi em diants os dous amantes viam-se de
longe, correspondiam-se por cartas, as mais das
rezes com a bocea nico refrigerante para a ma-
gua de seus corages.
Mailnldo dessa vez ainda fez fallir esse com-
mercio amoroso* Promelteu a cada eacravo que
levasse a correspondencia ama dose de chicotadas
bem recbeiadas.
(Coninor-#s-fta.)




PfiRNAMBUCO.-TYP. DB M. DE F. F. 4 FILHO,
:<



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