Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09597


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Full Text
i
i
AIIO IIIVIU, IDMEIO 190
Ah* mezes adian lados 5)000 .
'*ffr tfesmtit Yencido* 6|000
TEBCi FEIfii 19 M AGOSM DE ISI2.
Pir wbo dUotado 19|00O
PrU fraict para siiicrlitor

B*CARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTEi PARTIDAS DOS CORRR10S.
Parahyba, o Sr. Amonio Alexandrino d Li-f Olinda todos 01 din ai X horai do dia
Ignaras**, Goianna, Parahyba cas ssgandas
s ssitas-feiras. 6-"u
S. Anto, Bezerros, Bonito, Carnar, AlUnh
Garanhuns as torcai-feirai.
na; Natal, o Sr. Antonio Marques da Suva;
Aritity, o Sr. A. da Lemoa Braga; Cear o Sr.
J. Josa da Oliveira; Miranho, o Sr. Joaquina
Mirqaei Rodrigaes; Para, Manoel Pinhciro 4
(J.; A.maionas,o Sr. Jsrooymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO DO SOL
Alsgdas, o Sr. Claadino Filcao Das; Baha,
Sr. Jos Martina Airas; Rio da Janairo, o Sr
Jfoaa Paraira Marti ni.
BPHBMERIDES DO MEZ D AGOSTO. fartida dos taporbs costbiros.
* n.,. ...... o i. Pira e sal at Alsgoss 5 a 50; pira o norta
1 Oaarto craicanta as 2 horas e 15 minitoa daL Granja 4 14 a 3 ds tada mu.
tarda:
9 La chela as 7 hora a 12 minmtoa da man.
PARTIDA DOS OiniBUS.
Psra o Recite : do Apipuec* s 6 1)2, 7, 7 1|3, 8
* Garanhuns naa tarcas-eiras. 16 Qaarto mingiantt ai 5 horas e 5 minutos d*M 1|2-d ?!.de 0hn4a 8 a m. 6 da.t.; da
Pao d'Alho, Nazareth. Limoelro. Breio Pea- tarda Jaboatao As 6 1|2 da m.; do Catanga a Yanta
queira, Ingazeira, Florea, Villa-Bella Boa-Viata .. 1 *, s 7 di m.; da Bim^ca a8 da m. *
Ouricary e Ei naaqaaitas-feiraa. noTaaa6 horas minutos59 da tirde. Do BMe : para o Apipuau s 3 \t, 4, 4 1|4,
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Dna.Birreiro! PRFAMAt nit un i li2, 5vWi6 l2 <>* P"a Ofnrfo i.7
Aua Pre. Pimanloi... i...?__i '..:..,ro"L PKKAIIAI DE 110JK. da 05. a 5 1l2 da t. nara JnAnn a ra t n.r.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Una.Birreiros
Agua Preta. Pimentelra. Natal q.inta. feir.s.P, oTomTi mnalo, da m.nhai,
HITE 0FFICIIL
PREAMAl DE HOJK.
SSSEBSSSS S e6 i* miu.to. d
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAES DA CAPITAL.
4 1|2, 5 5 1)4, 5 1)2 a 6 da t.; para Otfnda ia 7
d1 m. 8 112 di t.; para Jaboatao s 4 da t.; para
o Ca*ana r*ara i 4 1|2 da t.j par5*m*ea
as 4dat.
Trlbmnal do tommercio : segundas quietas
Relagao : tanta e ubbadoa i 10 horaa.
Faxenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : aagandaa ae mal da.
Dito da orphios: tarcas saxtaa ia 10horaa.
Priraolrararado tlrel: Urcas e oxtisco molo
' dia.
das da simara*
18 Sr-geode. S. Clara do monte Filen v
20 Quat a. S. Bernardo ab.;S Samuel propheU.
21 Oaioti. S. Joanna Frsncfaea viv '
m l'll'-J- Pimo,eoab.; S.Hypolito b.
2J Sobbido. 8 Felippe Benicio ti. ; S. Literato.
*4 Domingo. O sagrado coragio de Mara Saat.
qsfttfi **** *- itt^;i^p^ra..oo,fi.-^
G0VERIV0 DA PROVINCIA.
Expediente do da 14 de agoste de
1862
OITicio ao Exm. presidente da provincia de
Doyaz.Racebi tom o officio de V. Exc. datado
00 1* de junho ultimo, um exemplar do retato
no que V. Ezc. apresentou a aasembla legisla-
U?a dessa proioeia, no acto de sua insUllaco do
correte auno.
Dito ao Etna, presideole das Aligois.Accuso
rocebido com o offlcio de V. Exc. datado de 7 do
eirrante, dous ezemplare do relatorio que V.
Exc. dirigi a ssembla legislativa dessa provin-
cia, em sua sesiSo orJioaria do correle anno.
Dito ao commaodante das arma).Para satis-
fizer a exigencia do aviso do mioiiterio da guer
a de 4 do corrate, sirva-se V. Exc. de deca-
bitno o u til isa r-se ou nao de seus servicos. se-
gundo o exigirem as circumstancias.
Dito ao juiz municipal de Oaricury.-Com as
copias das oformades ministradas pelo inspec-
tor da thesoursria provincial em 7 e pelo respe-
tivo procurador fiscal em 6 deste mez, respondo
ao olicio de 15 de junho ullimo, em que Vmc.
coosultou qual o sello que deveser cobrado pelis
doagoese quindo (o esse imposto criado. Por
eita occasio reraelto-lhe urna collec?o das ieis
provinciaes promulgadas no anno paaiado. e por
nao estar ainda impresso a deste anno envio-lhe
copiado titulo2 da de u. 544 do ornamento vi-
gente por dizer respeito a quastio.
Dito so juiz municipal do Bonito.Constando
de reqaerimento dos herdeiros do Dirjo de Cag-
pava que, apezar das diligencias empregadss pa-
rante esse juizo ainla nao (o cumprida a ordem
desta presidencia de 16 de agosto de 1860, para
que, ooi termos do sviso di repartija a do impe-
no d'aquelle anno, junto por copia ao citado o-
anno, junto por copia ao
rar-me o da em que leve publicidade oesta pro-1 rA1?'" P^"*6"6,80 arbitramento do valor das
nHin !*' occuPadas pela colonia militar de Pimen-
as. recommendo a Vmc. qae me informe com
Tiocia o decreto de 23 de margo ultimo, perJoando
as pragas do derrito os crimes de Ia e 2a di-
aergo.
Dito ao mesmo. Transmiti V. Exc. os5
inclusos processos de coosalho de guerra dos sol-
dados inJicados na relagao junta, aBm de que
aejam cumpridas as senieocas proferidas nos di-
tos processos pelo conselh supremo militar de
justiga.
Dilo ao mesmo.Para curaprmento do aviso
09 ministerio da guerra de 23 de julho ultimo,
sirva-se V. Exc. de ioformar-me sobre o que pe-
ne no iocluso requenmenlo Luciana Miria da
Lonceigao.
Dito ao masmo.Em cumprimento do aviso da
repartigoda guerra de 25 de julho ultimo, sir-
va-ss V. Exc.de mandar inspeccionar o soldado
00 9" batalho de infantaria Frederico Culos de
Araujo.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de iufor-
mar-me acerca do que pede no incluso officio o
delegado encarregado da reparligo de polica.
Dilo ao director geral da instruccao publica.
Devolvendo V. S. as provas escripias dos can-
daios que ultimsmenla se apresentiram no
concurso a que se procedeu para provimeuto das
cadeiraa vagas do iastrac^ao elementar do exj
mascolioo, caba-me dizer que concordo com o
parecer do conselh director em sesso de 7 do
corrente.com o qual V. S. se conforinou.
Dito ao mesmo. Deiigno para coraporem a
commissao de exaaie de que trata o olicio de V.
S. datado de 13 do correle, sob n. 180, os pro-
fessores M'guel Archanjo Miodollo, paJre Vicen-
e Ferreirs de Siqueira Varejo e a professora
Alexandrina de Lima e Albu juerque.
Dito ao inspector di thesouraria de fazenda.
Communico V. S. para seu conhecimeoto que
segundo consta de aviso da reparligo do impe-
rio datado de 6 do correte, foi approvado a des-
peza que esta presidencia mandi fszer 80b sua
respousabilidade para pagamento da ajuda de
Casto que compete ao depulado eleito por esta
provincia AIaro Birbalbo U:hj Civalcanti.
Dito ap mesmo.Nao baveodo incnivooionte
mando V. S. adianlar ao almoxarife do hospital]
militar, conforme lolicitou o brigadeuo commao-
dante das armas em olicio di 12 do corrente
ob n. 1.510, a quanlia da 1:2003 constante do
pedido junto, para occorrer as despezas daquelle
slabelecimenio ni segunda quiozena do prsen-
le mez.
Dito ao inspector da thesoararia provincial.
Transmiti V. S. para aeu conbecimento e de-
vida execugao na parte que Ihe tocar, copia do
aviso qae raa dirigi o Exm. Sr. ministro da fa-
zenda em 4 do correle, relativamente ao alcan-
ce em que ficou o ex-lhesoureiro da reparligo
das obras publicas desta provincia Jos Marceli-
no Alves da Fonseca.Communicou se no mes-
mo sentido a thesouraria de fazeada.
Dito ao mesmo. Tenlo o governo imperial
expedido em 23 de julho ullimo, ordem a the-
souraria de fizeu la desta provincia, para sirem
despachados na alfanlega desta capital livres de
direitos, os objeclos com deslioo especial para
a factura da ponte de ferro na estrada de Po-
d'Alho, 00 lugar dmominado S. Joo, assim o
commanico V. S. para aeu conbecimento a di-
recgo, cerlo de que Ibe ser enviada pela repar-
tigo competente, para o que se expedsm as or-
dena neceisanas, urna nota daquelles objactos
que forem sendo despachados com a demonstra-
rlo dos direitos que se deveria pagar.Commu-
nicou-se no mesmo sentido a thesooraria de fa-
cenda.
Dito ao commandante da estago naval. Be
conformidade com as ordeos imperiaes sirva se
V. S. d expedir as suas ordens para jue um dos
cavos de guerra da estago sob seu commando
esteja prompto a sogair para o presidio de Fer-
Bando ni dia 25 do correnta.
Dito ao capito do porto. Fago apresentar a
V. S. orecruta de marioha Joo Bernardo do Re-
g, al'm de qua the di o conveniente destino de-
pois de inspeccionado.
Dito ao mesmo. Fago apresentar V. S. os
recrutas da mariohi Joaqutm Vicente Ferreira,
lianoel Joaquim Vieira e Joo Raymundo do
Nascimcnto, am de que Ihos d o conveniente
destino depois de inspeccionados.
Dito ao mesmo. Respondo ao seu olicio de
11 do correte, dizendo-lhe que pode manjar
inspeccionar na enfermara de manaba, o recru-
ta Palatino Augusto Barbalho Uchos, conforme
propoe V. S. na ullim parto do seu citado oli-
cio.
Dito eo director do arsenal de guerra. Com-
munico V. S. para seu conhecimento e direcgao
jue por aviso da repirtigo da guerra de 30 de
julho ullimo fdra approvada a tabella txpeJida
por esta presidencia, xando o numero e jornaes
dos operarios desse arsenal.
Dito ao mesmo. Contrate V. S. com o meslre
do hiate nacional Tino, quetem de seguir breve-
mente para Fernando a cooducco da madeira
comprada para a obra da aldeia daquelle pre-
sidio.
Dito 10 delegado encarregado do expediente
da reparligo da polica. Com a copia das io-
formages ministradas pelo inspector da thesou-
raria de fazenda em 13, e pelo inspector do ar-
senal de marinha em 6 do correte, respondo so
officio de V. S. n. 1,187 do 1* do correle, sobre
a pretengo do africano livre Joaquim, ao servi-
r ) da secretaria da polica.
Dito ao commandante aaperior da guarda na-
cional do Recife.Com a copia da ioformago
ministrada pelo inspector da theaouraria de fa-
ltada em data de 13 do corrente e sob n. 759,
respondo ao officio o. 75 de 5 deite mez em que
V. S. solicitaa que fossem concertadas c-m ar-
mas de 3o batalho de infantaria da guarda na-
cional deste municipio.
Dito ao juiz de direito de Garaohuns. Tenho
avista os seas odiaos n. Ai, 50 .e 51 de 27 e 30
do mez paisado e Io deste mez. E iateirado de
qae Vmc. considera extiocta no termo do Bul-
que a epidemia docholera-morbus e de que con-
tina ella a grassar com inlensidade na povoa-
$o de Palmeira, tenho a dizer Ibe em respoita
que louvo Vmc, ao padre Luiz Jos de Olivei-
ri Diniz, ao cidado Maooel de Albuquerque Ca-
? alcaoii, mijor Joo Francisco do Livramenio,
cirurgio Jos de Figueiredo, juiz de paz Joo d
Carrol Correa, cipito Raymundo Candido dos
Pasaos, subdelegado e membrosda commissao be-
niflcente diquella povoaco, negociante do dis-
"tricto de Correles, Joaqutm Gomes Franga Vil-
lar e padre Francisco Peixoto Duarte, pelo zelo e
abnegicao com que ae ho distinguido na presta-
cao doi soccorros aos iffectados d.o mal. Quaoto
ao pratico por Vmc. convidado para curar no ter-
mo do Bom-CoDselho, deixo a o seu prudente ar-

a maior brevidade sobre o que houver occorrldo
a semelhaote respeito.
Dito ao bacharel Guilherme Cordeiro Coelho
Cintra.Constando de participago da secretaria
de estado dos negocios da justiga de 28 do mez
passado, que por decreto de 23 do mesmo mez,
sua magestai*e o Imperador hoave por bem no-
mear a Vmc. juiz municipal e de orphos do ter-
mo de Serinhaem, comarca do Rio Formoso, as-
sim o communico a Vmc. para seu conhecimento
e o Jim de qoe prestado o juramento do estilo en-
tre logo em exercicio independente de ltalo que
noprazode3 mezes contados
que
desta
apresen tara
data.
Dito aos agentes da companhia Brasileira.Re-
commendo a Vmcs. a excedigo de aaaa ordens
para que o commandante do vapor Oyapock re-
ceba do commeoda lor Manoel Gongalvaa da Silva
a conduza para a Parahiba a disposigo do Exm.
preaideute d'aquella provincia, a importancia li-
quidada de um> letra de 14:O00JOOO reis mandada
descontar nesta pracs pela thesouraria de rendas
referido presidente datado de 5 do corrente. sob
n. 4579.
Dito ao director da companhia de Beberibe*
Para que o governo imperial possa resolver se-
gundo foi declarado, em aiso do ministerio da
agricultura, commercio e obras publicas datado
de 7 do corrente, aeerca do requerineoto, em que
a directora da companhia de Beberibe estabele-
Glda nesta capital, aceita is modificagoes e con-
dicgoei deque se tornou dependente a approva-
gao dos estatutos da mesma companhia com ex-
cepgo do que se communicou sob n. 5 em aviso
de 9 de dezembro do anno passado, convem que
a peticionara transmita aqaelle ministerio por
intermedio desta gresideocia e devidamenle sel-
lado, um outro exemplar do Diario de Pernam-
buco do dia 27 do mez passado, junto com dotu-
mento a sia peligo.
Portara Os Srs. agentes da compiohia Bra-
sileira dos paquetes a vapor, mandona dar trans-
porta pira a corto por COOta u nlQlsierl Ua
guerra no vapor Cruzeiro do Sul, que ae espera
do norte, aos 11 recrutas do exercilo comanles da
relagao junta por copia.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
de paquetes a vapor, maodem dar transporte para
a Baha por coota do ministerio da guerra ao cibo
le esquadrado 8' batalho de infantaria Manoel
dos Santos Fragozo.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
de saquetes a vapor, mandem dar passagem para
a Bahia, por conta do ministerio da guerra ao 2*
sargento Hermenegildo Heorique Ferrefra, su*
mulher e am filho, Jos Gongalves de Jess, bsm
como as pragas mencionadas na relagao junta, as
quaei todos vo reunir-se ao 10 batalho de in-
fantaria a que perlencam,
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
dos paquetes a vapor, mandem dar transporte
para a corle por conta do ministerio da marioha
no vapor Crmeirodo Sul, que se espera do norte
aos 10 recrutas coostaotes da relagao junta.
Dita.Nos termos da condicgo nona das an-
nexas ao decreto o. 2513 da 17 de dezembro de
1859, mandem os Srs. agentes da companhia Bra-
sileira dos paquetes a vapor transportar para o
Cear 00 primeiro vapor que pastar para os por-
toi do norte seodo o excesso de peso, se houver,
por conta do ministerio di guerra os caixas con -
lea i j artigos de fardamento qae tem de ser re-
meilidos pelo arsenal da guerra para o corpo de
guaroigo d'aquella proviocii.
Dita.O presidente da provincia attendenlo 10
que requereu o rege lor do Gymoasio proviocial
padre Joiquim Raphael da Silva, resolve proro-
gar por um mez com ordenado na forma da lei a
liceoga qoe Ihe foi concedida por portarla de 16
de junho ultimo, para tratar de sua sanie.
Dita.O presidente da provincia attendendo ao
quo requereu Manoel Jos Peraira Marinho, mos-
tr e consignatario do hiate nacional Tino, re-
solve conceder-lhe lieenc,a para levar o referido
hiate ao presidio de Femando, cjoo poram
obrigido a fazer transportar grstnitameote 3 pas-
sageiros designados pelo governo, e bem assim
os objeclos e gneros do estado que nao excede-
rem ao peso de ama tonelada o que ser verifi-
cado pelo director do arsenal de guerra. Flca
igualmente obrigado a transportar ao mesmo
hiate para aquella presidio medanlo indemnisi-
go nao sd os empregados, pragas, sentenciados
militares e de justiga, como as madeiraa qae o
referido director tiver de remetler para ali, mas
lamben) a nao conuntirque o predito hiatecon-
duzi sem permiiso da presidencia gneros e
quaesquer oetros objeclos perteoceutes a parti-
culares nao po lendo etectuar o desembarque do
carregamento que levar o meneiouado navio, aim
que por parte do commandante do presidio se
proceda a exame afim de se verificar se ha agur-
dente ou outra qualquer bebida espirituosa.
Expediente do secretarlo do
governo.
Officio ao inspector da thesouraria de lazenda.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia transmiti V. S. as 5 incluas ordeos
do thesouro nacional seb ns. 139 a 144 menos
a 143.
Despachos do da 14 de agosto.
fequerimentoi,
Antonio Jos da Costa.Concedo o prazo da
15 lias psra apresentar o qae seoTarecer a bem
de seu direito.
Aona Felicia da Conceigao.Indeferido a vista
da iuformago.
Francisco Ferreira de Mello.Informe o Sr. Dr.
jaiz dos feitos da fazenda.
Padre Joaquim Raphael da Silva.Como re-
quer.
Joaquim Antonio de Figueiredo.Remettilo ao
Sr. inspector da thesouraria de fazeola, pata o
oa requerido.
Tenente-coronal Pedro Alexsndrioo de Barros
Cavalcanti de Lacerda.Passe portara cooce-
dendo 2 mezes de licenga com ordenado na for-
ma da lei.
Pedro Baptisla de Ssnti Rosa. Informe a di-
rectora do theatro de Santi Isabel.
XiERUlR
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Pars, 2-1 de julho de ISGZ.
Meo Ciro correspondente.O imperador adia-
se em Vlchy, e a sea exemplo o mundo official
repouaa de suas fadigas buscando as distracgoas
do campo.
Aquelles qae se nntrem de novidades interro-
gam em vo os chos da poltica interior: e s
pelos boatos que de Tora lhes chegam aos ouvi-
dos podem descobrir que o que ha de mals im-
portante por ora o reconhecimento do reino da
Italia pela Rusaia.
Com effeito nao deixa de ser maito considera-
vel esse faci que encerra em ai ama dupla sig-
nicago: primeiro, porque um grande passo
dado para a unificado italiana, e para a solugo
das duas ultimas quesles, qae trazem suspensa
a constiluico definitiva da Pennsula ; segundo,
porque um indicio fecundo era conjecturas re-
lativamente s evolages das alliangaa europeas.
Esse reconhecimento provocado e obiido pela
Franga aera resultado de alguma intelligencii en-
tre o imperador e o czar sobro as eventualidades
anda prximas da questo do Oriente revivida
pelos acontecimentos da Seria? Sara um estor-
vo alliangianglo-franceza?
En as duas perguntas suscitadas pela noticia
mais ou menos verdica, que corre, de urna fu-
tura eotrevista dos dous imperadores.
Voltaremes dsqui a pouco a este assumpto :
antes, porm, permitta-se-oos filiar do processo
poltico, de que seoccupou o tribunal correccinal
ao Sena, processo intentado contra cincoenta e
cinco pessoas accusadas de sociedada secreta, de-
tengo dearmaa de guerra, e rebellio. e julgalo
por sentenga de 19 do corrente aps longos e
importantes debates, que occuparam a atlvugo
do publico de um modo doloroso; resultando de
lado serem absolvidas deseseis, cinco condemna-
das a tres annos de priso, e trila e tres abenas
menores.
E' bem ceosursvel o procelimento da polica
oesse negocio : j antes de 1860 que trazia os
ollios filos nos actos dos principaes compromet-
preciso esperar que cheque o momento de ser a
queatao romana retolvida.
A noticii desse duplo retonheeimento produz
ceriamente o resaltado de consolidar o ministe-
rio Rattazzi: lodivia nao prudente contar mui-
to com a durago deaaa consolidagao. Nenhum
gabinete italiano pode contar com o dia segainte
em qaasto nao obtivar a solugo da questo ro-
mana ; o ministerio Rattazzi menos que qual-
quar oof o. por Uso qae, scceitando a successio
de RicasH, obrigou-se implicitamenta a sabir da
inacgo.
Dando conta do reconheelmenlo, M. Rattazzi
aproveitos a occasio para anounciar logo o con-
sorcio de Portugal. Asolemnidade com que tem de ce-
lebrar-sr esse consorcio reveste-o de urna im-
portancia qaasi poltica. D. Luiz. a prioceza,
INapoleao, o principe NapoleSo chegaro Ta-
rn no m de selembro. Depois da Franca e da
Inglaterra foi Portugal quem testemnnhou com
mais fervor as suas sympathias pela revoluco
italiana.
Voltemos H Ritlszzt. Esse ministro apre-
sentou ao parlamento seis pegas diplomticas de
omita importancii : primeira urna especie de
circular dirigida a 20 de margo ultimo aos repre-
sentantes da Italia no eslrangeiro, na qual des-
creyendo a aituigo o ministro dos negocios es-
trangeiros tocou as duas questoes de Rom e
Venocia. Roma necessaria a Italia para a
conservago da obra da unidade, e para o proie-
guimento da altima guerra. A questo venezia-
na nao deve ser prejudicada por tentativas taes
que perturbem o estado actual das relegos exis-
tentes. Entretanto ella um pergo permanente
para a paz geral. e as potenciaa que crearam a
situacao em 1815 sao convidadas a tratar dos
tidos, e que compromeitidos I J haviam doui | meios de um> soluco pacifica
ou tris annos que deixava os infellzea desvaira-
dos em luta com provoceges que ella nao des-
conhecia, como foi a primeira a coofessir, con-
lissaj esta que despertou na consciencia do pu-
blico mu desagradavel irapresso.
Porque razo, depois de impor silencio a im-
prensa a tribuna sob o pretexto de preservar a
populago perigosas exaltages, a deixoa entre-
gue i urna chu-ina de importunos provocadores ?
Os poucos desgragados complicados em seme
Ihante negocio acreditaram em cootos ridiculos,
em manifeilos absurdos, que foram promptamen
te anniquiados. Os aeus pretendidos delictos
nada foram para a pomposa ceremonia que lhes
fuaram as honras.
Um pouco de liberdade, que fosse ao paiz con-
cedida, teria roubado a essa tentativa de socie-
dade secreta at as insignificantes proporgei qae
ella tomara na sombra sobro a vigilancia di po-
licii, nesta ponto guiada nao sabemos porque
inteogo prfida e calculo desleal.
O resollado de talo isso deveria servir de en-
8no ao governo ; entretanto o contrario succede,
pois ainda mais se restringe e se atropella no seu
mais humilde refugio a liberdade do pensamien-
to 1 Algumas vezes de mais sao reiuzidas ao si-
lencio, como se nos quizessem lembrar esta phra-
se de Tcito : Ubi soliludinem faciuntpacem ap-
peltant I
Na ra da Paz em Ptris celebravam-se ilgumis
conferencias Htterarias, as quaes a flor doa Ili-
teratos iotelligeotes, isto liberaes, procurara
conservar as raras sceolelhas que anda subsis-
tan) no foco de oossas ideas, e despertar a immo-
bilidade cresceote de nossas lethirgias moraes.
Um pouco de auccesso, e este mesmo quasi ines-
perado, corresponda aos seus esforgos; quasi
que haviam esperaogas do despertar, quando o
conselh superior da instrucgSo publica suppri-
mio essas conferencias, e condemnou ao mutis-
mo aquellas vozes generosas I
E'realmente ama desgraga que o governo se
obstine em querer que nada escape sua direc-
go immediata: os destinos do paiz se compro-
metiera com essa questo de silencio absoluto.
A Franga s adopta o liberalismo para exporta-lo
s oulros nagoes I E' ao menos o que parece.
Emquaoto os soldados francezes velara em Ro-
ma pela manatengo do poler temporal, emqaan-
to a diplomacia basca com toda a pachorra o
meio de reconciliar o estado romano com o es-
pirito moderno, o santo padre occopa-secom ar-
dor na redacgo.de urna bulla doulrinal que tem
de condemnar circunstanciadamente todos os
desvies do espirito humano. Sua saotidade tra-
balha nisto ha muitotempo: consultou j aos
biaaos sobre aa cenlo e urna proposiges que deve
conter a baila ; e daqui a tres mezes pouco mais
ou menos, depois que os prelados houverem res
poodido, a saota s nos far saber aquillo que
devemos crer e aquillo que devemos abjurar.
Cousa bem cariosa I As bases dessa baila fo-
ram assentadas ha 7 para 8 annos entre sua san-
tldade e o padre Paisag'ial Depois disto a con-
gregago tem constantemente nella tnbalhado.
Os correspondentes affirmam que a bulla em
questo urna obra quaii incrivol, pois nunca se
imaginou um divorcio mais positivo entre Rema
e o seculo.
Nao deixa de causir serias inqa'etsges urna
demonstrado organisada pelo padre Passaglia.
J perto de doze mil sacerdotes italianos adhe-
rirn) aboligo do poder temporal. A congre-
gago de bispo e regulares se reuni para deli-
berar. Decidio-se qae se escrevesse aos bispos
para qae conseguissem retratsgo dos assigaala-
rios, sob pena de suspenso.
Tornemos ao reconhecimento da Italia pelo
czar.
O Monitor de 10 deste mez aonanciou no co-
meco do boletim do dia o reconhecimento do rei-
no da Italia pela Russia. Foi ao governo francez
que o gabinete de S. Pelersburgo deu a conhecer
as auas iolengoes, e foi por intermedio do mes-
mo governo que a noticia se transmittio a Turim.
O Monitor 090 menciona reserva, nem condi-
c/ao alguma*: entretinto que corre o boato de
que o governo russso se limituu a pedir a disso-
lugo da escola polaca estabelecida em Coni pelo
governo italiano.
O parlsmento ioglez se tioha j occupado an-
tecipadimenle dessa reconhecimento pelo czar
e lord John Russell, assim como lord Palmerslon
lisongeavam-se de que seriara postas algumas
condigoes a esse acto, espacialmeote urna lenden -
te paz com a Austria.
Foi um erro. Mr. Rattazzi nunca ousaria, nem
poderia sujeitar-se a semelhaote condigo, que
os seus adeversarios interpretariam como o aban-
dono da Venecia. Arriscava-se assim a romper
decididamente nao s com o partido avaogado
como tambera com a opioio publica em peso'
quesete mais do que raciocina, e que almeja"
ardentemente che'gar ao flm sem se embaracar
com as difilculdades dos meios.
E quinto a Russia, seria um acto cootraditorio
de sua pane querer, ao mesmo lempo que reco-
nhece ama nago, pdr-lhe peias na sua consti-
tuigao e desanvolvimento.
Do reconhecimento, que acaba de Tazar a Rus-
sia, podaremos derivar o reconhecimento paro e
simples, que fez a Prussia? Nao seria rigorosa a
deducgo.
A Prussia tem interesses allemes attender
otensses que delta exigem algumas precaugas
e reservas. Por outro lado claro que o governo
italiano nao aceitara da parle da Prassia um re-
conhecimento condicional que nao qaiz aceitar
da Ruasia. E para sermos exactos digamos que
o czar > paisa por ter declarado que o gover-
no russo proponha por nica condicao para o re-
conhecimento urna promessa de auxilio nos ne-
gocios do Oriente.
Como quer que seja, o novo reino da Italia
hojereconhecido pelas potencias as miis conser-
vadoras, e j nao se pode dizer que elle urna
simples exprenSo geegraphica. Para jaso nao
Segunda Circular do general Durando a res-
peito dos negocios de Sarinco.
Tercera Outra circular do mesmo sobre a
situago das provincias napolitanas por occasio
da ultima viagem do re.
Quarts e quintaDocumentos que mostrara
a negociago do governo francez com a Russis
para o reconhecimento do reino da Italia, e a ac
ceitacjo qae aquella nagao deu proposta fran-
ceza.
Sexta finalmente Rssposta do general Du-
rando ios escrupuloi e reservas da Praisia, am-
pliagao asss completa da circular de 29 de
.margo.
De tudo.resalta qae a Italia nao julga de sus
competencia a solugo da questo romana, e sim
a espera da saota s e da Franga. Quanto, po-
rm, qatsto da Venecia, acba-se entre dous
escolhos : soffrer os Inconvenientes de ama si-
tuagao mal definida, e iranquillisar a Europa.
A crermos o que diz urna correspondencia de
Berln, a deciso da Prusiia a respeito da Italia
foi algama eousa precipitada pelo descontenta-
raento produzido naquella capital por urna cir-
cular dejM de Rechberg. Essa circular dirigida
aos repr-fcenunles da Austria na Ailemanha ex-
prime aj|ntengao que tem a mesma Austrit de
entrar-^m-oivorein, a n-otesta contri o Iratado
ae eommrjio franeo-pruailano.
Por outM lado aTlrmam que a Austria, sem-
Pr.a.n,? poito de bater a Prussia, vai tomar a
iniciativ^da reforma federal, e que logo antes
do tlm j mez apresentar em Francfort a pro-
posta da juntar-se dieta um parlamento alle-
mo coiffposto de delegados das dilereutes c-
maras allemaas ; e bem assim urna oatra de for-
liticar-se o poder execativo da dieta, eestabele-
cer-se ama alta corte federal.
A Prassia nao podar esquivar-se, a ser assim,
de dar a sua opinio a respeilo dessas questoes
importantes, e ter o pesar de ter deixado a Aus-
tria toraar-lhe a iniciativa. Entretanto o parla-
mento prussiano se prepara para examinar a
questo dos armamentos. J houveram lugar
duas conferencias entre os progressistas o mode-
rados. Na primeira os moderados, que propose-
ram a reducgo de qiareqta mil homens, obtive-
rara vantagem ; porm n segunda a maioria in
clinou-se pelo lado doa progressistas, que propo-
seram a rejeigo dos crditos extraordinarios pe-
didos para a reorganisago do exercilo.
A crise est portelo imminente entre a reac-
g3o e o liberalismo : o passado se arma contra o
futuro.
Noticias mis recentes declaram que a cmara
eitava decidida a nao votar o crdito de nove
milboes de thalars ; e como de outro lado a Ga-
zetta da Estrella desraeote os boatos de adia-
mento, conclue-sa d'ahi que a cmara ser dls-
solvida. Baccrescentam mais eisas noticias que o
rei est resolvido a abddicar, no caso de ser an-
da derrotado as eleigoes.
Essss noticias sao um pouco exce9sivas. Eotre
um povo onde os limites legaes sao impostos ao
poder supremo, a obslinago mais lastimosa en-
conlri um palliativo na vonlade persistente do
paiz.
Qianto aos negocios de Belgrado, a Porta de-
seja urna solugo pacifica, a ruosira disposigai
conciliadoras : mas basta considerar-se o estado
actual, e as disposigdes dos turcos e dos servios
na Servia, especialmente em Belgrado, para re-
coohecer se que a nica solugo eflicaz seria a
completa eliminago do elemento turco.
Afora disto tudo o mais nao passa de pslliati-
vos, cuja opportanldade se torna mais contesta-
vel medida qae o aentlmento nacional se des-
eovolve eotre os slavos do Danubio, mxime en-
tre os servios.
A Independencia Belga linha annunciido que
o gabinete de Vienna, comquaolo disposto 1
manter a suzerania da Turqua aobre o Monte-
negro e a Servia, apoira todava as reclams-
ges destes doas povos junto Porta.
Essa DOticia produzio grande effeito em Vien-
na. A Gasetla do Danubio e o Ost Dentsck Post
Irataram logo de desment la, e demonstrar qae
is concesses redamadas serviriam de augmen-
tar no Oriente a influencia da llussia e da Fran-
ga, e fariam surgir immediatameote com toda a
mi grividade a questSo oriental.
O inqnerilo recommeadado ltimamente pelo
divn Achmed-Velick ElTandi provavel que
esclarega os ltimos accidentes ; e a questo sus-
citada ficar talvez no circulo da diplomacia. Os
cnsules existentes em Belgrado, segundo mos-
trara, desejam urna conclliago a miga vel. O di-
vn pe lado em pratics para tornar mais fcil e
completo o resultado da commissao de inquerito.
E, pois, v-se que os acontecimentos de Bel-
grado nao autorisam mais o pensamento de que a
questo oriental entre do novo no numero das
graves questoes da actualidade.
Nioguem er na exiatencia da questo orientr
aeno a Europa torca ja a Inlrometter-se ; e
logo qua um incidente extraordinario agita as
preoecupages sobre as provincias cbrislas do
imperio turco, da todas as partes se discute ira-
mediatamente se tal acontedmenlofar ou nao a
Europa intervir, e a questo despertar. Digamos
todavii que esta ultima expresso impropria,
porque a questo do Oriente nunca dorme : suc-
cede somenle que a sua aegao ora ultrapaisa as
fronteiras do imperio ottomaoo, ora nellas flca
encerrada.
No primeiro ponto de vista tem ella realmen-
te os seus momentos de somno, e despertar; no
segundo o seu deseuvolvimento sempre con-
tinuo.
Se nos remontsrmosa uns trila annos pasea-
dos, se compararmoa o estado das popalagoes
chrtstas nessa poca com a ana posigo actual,
eonvencer-nos-hemos de que a acgo da diplo-
macia nao por certo o elemento mais impor-
tante da questo. Ao contrario a diplomacia tem
tocado sempre cora a mo to timid nos Bego-
cioa interiores di Turqu?, que, P6^e com muito
boro direito accarretar com grande parte da res-
poosabilidade provenanle das crises peridicas
que rebentam as diversas provincias. Todas as
vezes que tenciona por Gm a nm tontucio, fa-lo
de sorie que deixa as cousas suspensas o mais
possivel.
Concorreu para dar a Grecia fronteiras impos-
itveis, aos Principados ama anuo passageira, ao
Montenegro, urna indopaudencia duvjdosa, a
de questoes io-
em poder dos
jdependeocia
opeas, a Rua-
nca intervieram
Servia finalmente um
cenantes deixando a
Turcos expellidos do n
O Servios eonquisli
por si meamos; e as poienu
sia primeiro, is outras depo'
seno para consagrar o fado cSnsumado. Esta
circumstancia seria suficiente para assegurar a
aquello povo o direito deachar-se pelomenoana
misma situago que os Principados, cuja organi-
sagao poltica mais obra da Europa do qae sea
propria.
O tratado de Paria fiz tudo pelos Principados
Dataos, e aos Servios limilou-se apenas a
tir o que j etles posiuiam. Foi isto ao a
com declarago do
... H3 Ja olles DWMsiaaj, ro isto ao memio n50 nndpr von,w
lempo urna njustiga.eum per.go: urna injust.ga Jrimeo o notific r
porque os Servios, que tudo devem a ai pro-
prios, teem o direito de serem to bem tratados
como os seus visiohos Valachios e Moldavios ;
um perigo, porque a prolongago do desconten-
tamente dos Servios os leve fatalmente a favore-
cer a iosurreigo das provincias do Adritico. O
abandono daa fortalezas pelos Turcos nao trazia
inconvenientes para os direitos da mierania da
Porta, e esss concesso, que seria das clausulas
mais razoaveis do tratado de Pars, bastara pira
satiifazer por algam ao lempo menos as exigen-
cias nacionaea.
A Turqua vive de adiantamentos, e lemelhan-
te medida seria am dos melhores meios de for-
necer-lhe nm novo adiaotamento.
Quaesquer que sejam as Iolengoes da diplo-
macia a este respeito, os incidentes da Servia,
contemporneos do reconhecimento do reino da
Itilia pela Russia, attrahiram as vistas de todo o
muodo'para as regies orientaes da Europa, e
dahi os boatos que cirCulam de urna allianga
franco-ruisa.
Or o caso nao deixa de apresentar a suagra-
vidade : urna allianga franco-russa, coocluida
no intuito de resolver em cemmum as questoes
importantes que se agitara na Europa, aeria o
fim da allianga anglo franceza. Mas allianga da
Franga com a Inglaterra, por isio meimo que
nanea pode ser de urna cordialidade abiolula,
por isso mesmo que nao pode satisfazer as suas
mutuas ambiges, tem de preciso o facr.0 de gra-
vitar fre das raas de urna poltica de egosmo,
exerce a sua acgo sobre as questoes de urna
ordem superior em proveito das ideas generosas
e da civilisago.
A allianga da Franga com a Russia se fundara
simplesmenle no iuleresse, trsria talvez a guerra
contra a Inglaterra, e desarranjaria o equilibrio
europeu como se acha hoje constituido, seodo
que segundo a oalureza das questoes os novoi
alliados teriam a pretengo de regular ludo de
accflrdo.
A Iogliterra cuitar* multo psortar q a
questo do Oriente teja regalada sem a sua io-
tervengao ; e quando mesmo Ih'u impozessem,
aproveilaodo-se a impotencia actual da Austria,
qae seria o nico apoio da sua poltica conti-
nental, resta ssber se nos devemos felicitar por
semelhante resultado.
Por pouco sympathica que seja a Inglaterra,
todava o golpe que r contra ella arremessado
ir ferir igualmente a causa sagrada da liber-
dade.
As ultimas noticias do entretanto como certo
que a Frang e a Russia ae acham de aecrdo
aobre a redaego de urna nota conectiva concer-
nente aos negocios da Servia. Essa nota conclue
com a reuno de um congresso convocado para
oceupar-ae da questo do Orieute.
O congresso, ou conferencia, comega os seus
trabalhos am Gonsiantinopla. O quesshlr des-
sas deuberages entre o principe Labassof, mar-
quez de Monstier, sir Bulwor, baro de Proesck,
ch, biro de Werlher, e marquez de Carraciolo ?
Fallamos tambem do marquez de Carraciolo
porque a Italia pedio para fazer parte da confe-
rencia; e o seu pedido foi apoiado pela Franga e
pela Inglaterra.
Corre igualmente qae o principe da Servia re-
cusa tratar com Velick Effeodi, emquanto os Mu-
sulmanos se nao retirarem da cidade : elle quer
que a fortaleza de Belgrado seja arrasada, e a
Russia apoia suas pretenges, as quaes por outro
lado sao combatidas pela Austria.
Devemos fazer justiga ao procedimeoto do
grao duque Constantino depois do attentado de
que ii sendo victimi. Com mai raro tino este
priocipe apressou'su em declarar publicamente,
e em termos 01 mais peremptorios, que nao jal-
gafa a Polonia respousavel por aquello attenta-
do, e quando mesmo estivesse em erro, em na-
da alterara isso as suas intengoes, nem o impe-
dira de proseguir na realisago do seu pro-
gramma.
ASSIGNA-SI
s livrara da praea da Indana-
, dos prp"-'-**
roa da Farla & Filho.
""
do fro e oulros direitos dominicaes, preferencia
o ma.s condigoei de aoramento, as Mr, regnla-
r^n.i0.'' n-.trucC5e ordens do thesocro concer-
nentes aos terrenos de marlohas.
enn k" t0D.d'5e JorirJicas da smphvrso-re, .
TtuoVi ""W do prazo (Ord. iv.
.Sr,nrf.{7,l-96?8- Esse principio ".m
"1SW ao aenhorio para forra-lo ao in-
m re"0^ dlver0 o mesmo pnzo, ce-
rno o declaro, o alvire de 6 de m.rgo de 1669
&e o senhono, renaociindo a esse favor, da
con.eni.mentop.ra adiviio do pnzo com o pro-
ar-nm1".0. d,1?,3l do ^o, pode ur d9-
nu n, PK,eD,!S para a OD'i'o?ao do cabecel
que hca obngedo a preitir-lhe o canon.
tmiVrF ? U ****fa> e 3 de outubro de
1856 e a circular de 7 de outubro de 1859 esta-
..T Prlnci?i0 da dtvi.ibilid.de do prazo nos
slieoicao, declarando se nos competen-
que o foreiro
| tes titilo, passa-do, SSmSm CWP'l'D'
Esta lioguagem o melhor penhor que poja-
ra dar o governo ruiso di sinceridade de suis
intengdes : todava anda reservada a questo
de saber se elle triumphar das incompatibilida-
des. As nacionalidades sao um ficto, e os tac-
tos teem a sua lgica propria com que se racio-
cina. O que devemos dizer que, se poisivel
recoociliar-se a Polonia com a Russia, o cami-
nho seguido pelo gro-duque para esse fim o
melhor.
Vai elle encelar a sua buscando o apoio dos
doas principaes patriotas polacos Zimoieky e
Wiilopoliky, e eis qual c a base do seu pro-
gramma : um conselh de estado presidido por
Zamoisky, um poder execulivo civil e dirigido
por Wielopolsky com o auxilio de um ministe-
rio. E deste modo veremos empenbados nessa
missio um trio de serios cooperadores, homens
de serias ideas francas e grandiosas, capacidades
reaes. Sao estas os verdadeiros elementos.
A Russia, quanto a si propria, vai atravessin-
do ama phase bem critica. Pode-se aisemelhar
a sua situago de boje a situago da Franga em
1788. O poder soberano quereria por ai mesmo
adiaotar o movimento para reprimi-lo depois 1
O caso que as noticias vindas de Berln fallara
de urna vasta conspirarlo, e de numerosas
prisoes.
G. M.
INTEKUB
Relalorio do ministerio da fazenda
apresenlado a assembla geral le-
gislativa na segunda sesso da deci-
ma primeira legislatura pelo minis-
tro e secretario de estado dos nego-
cios da fazenda Jos Mara da Silva
Prannos.
(Continaago.)
Convem que as disposigdes contidat nss ordens
expedidas pelo thesouro para boa execugao das
iostrueges de 14 de novembro de 1831 sejam re-
dondas a um todo systematico, qae uoiformiso
este ramo de legisligao, cujaesphera de applicao
gao terooa-se mais larga depois que pela circular
de 29 de novembro de 1860 se det.rminou qne
para a concesso dos terrenos de alluviio, onde
exlstirem marinhas, dos alagados, Revollos, en-
nem esesmbar o prazo, sem
ao presidente do tribunal,
- prego quo por elle Ihe do,
para haver a competente licenga, quando nao
convenha tomar, tanto por tanto, para a fazenda
nacional.
A pratics seguida no thesouro nos casos de soc-
cessao por fallecimento do foreiro mostrando
os herdeiros qaitagao des foros vencidos, ins-
crever-se a cadaj um delles, vista dos res-
pectivos formaes, o lote que lhes houver lo-
cado em parlilha, cobraodo-se de ento em dian-
te, por cabeca a penso correspondente ao res-
pectivo lote.
Esta pratiea oppe-se doatrina da Ord. do
Li. 2 1 ii. 52 9 15, Liv. 4.- Til 96 23, que em
laescsso ordena se elejaum cabecel", sobre quem
recaa a repnosabilidade do pagamento da pen-
so, devolvendo-se ao senborio o terreno foreiro '
se no prazo de trinta das se nao houver feito a
eleigao.
En asteo proceder qoe devia a fazenda adop-
tar. Consenlindo em qoe foasem divididos os pra-
zos, porque d'ahi resultara facilidade na venda
do dominio til pelos foreiros, do que auferiria o
lucro dos laudemios ; conviha qae dsse o seu
conseotimento com a condigo de serem os mes-
mos foreiros obrigados a eleger um cabecel que
cobrasse os foroi dos oulros e o enlregasse por
oteiro a quem de direito, podendo ser deman-
dado qualquer delles se o cabecel fosse omisso no
pagamento.
O processo da eleigo de cabecel simples. O
senhorio requer ao juiz competente que sejam ci-
tados os ex possuidores para elegerem um cabe-
cel que arrecade dos diversos foreiros as pensos
respectivas e Ihe pagua o foro porinteiro. Acen-
sada a citeco em audiencia, se eomparecem os
intimados, podem eleger, pluralidade de votos,
um que responda pelo pagamento, e o juiz julga a
eleigao por santenga.
Esta pratiea, que a mais legal, parece tam-
bem estar mais em harmona com as convenien-
cias da fiscalisago para o caso da diviso do pra-
zo, tamo por venda, como por succesio.
Moveu -so duvida sobre a applicago do 3 28 do
arl. 9 da le n. 1.114 de 27 de aetembro de 1860,
e foi decidido que essa disposigo somente ap-
plicavel cessao das posses e dominio til dos
terrenos, de que ahi se trata, e nao se entende
coro o quatitativo do fdro, qae contina a ser da
h % calculado sobre o prego do maior lango,
que em praga se obtiver pela posse e dominio
A circular de 30 de agosto de 1835 allende, pa-
ra i preferencia do aforamento, circumstancia
de tero pretendente a possibilidade de beneficiar
o terreno no menor espago de lempo, obrigando-
se efectivamente aproveita-lo em ntilidade
publica e da fazinda nacional.
A ordem de 26 de aetembro de 1833 recom-
menda que se faciliten) os aforamentos, nao s6
como base do augmento de outras rendas nos ra-
mos das dcimas, sizas, etc., mas tambem do
crescimento e augmento daa povoiges.
Pode acoutecer qae um pretendente oTerega
em praga maior lango pola posse e dominio til
do terreno, mis que outro, offerecendo lango
menor, se obrigue todava a aproveita-lo em pra-
zo certo e determinado, oa mais curto que o mar-
cado pelo primeiro.
Nesle caso qual delles deveser preferido?
A thesouraria da Bahia, qae suscitara esta
questo, expedio-se a ordem n. 52 de 26 de no-
vembro do auno pastado declarando que ae deve
sempre preferir o maior lango, competindo aos
presidenier das provincias marcar, conformes as
informagoes que obliverem, e antes da praga,'o
prazo razoavel, dentro do qual dever ser o ter-
reno aprovaitado por quem o aforar.
Por aviso de 21 de selembro do mesmo anno
communicou-se presidencia do Rio de Janeiro
que a fazenda provincial nao podia ser isenta de
pagar foro dos terrenos de marinhas oceupados
pelo cemiterio, quartel do corpo polieal, casa de
detengo e outros edificios da cidade de Niclheroy
porque, se bem que taes estabelecimeotos sejam
de reconhecida ulilidade social, todava nao sao
lugares de uto, proveito e commodidade geral das
povoagoes a que possa cabar a denominago de
logradoaros pblicos no sentido jurdico da ex-
presso, segundo a Ord. do Liv. 4 Tit. 43 9 a
15, e qua como taes possam ter o destino ao arl.
51 g 14 da lei de 15 de novembro de 1831.
A jurisprudencia administrativa seguida no
thesouro, sobre a competencia da autoridade qua
deve csssar eannullar os ttulos expedidos para
concesses de marinhas, nao era uniforme. Al-
gemas disposiges parecem susteolar a compe-
tencia judicial, outras a administrativa.
A ordem do thesouro de 2-2 de dezembro de
1837 manda qae subsista ama concesso, em
quinto por deciso judiciaris se nao julgar a par-
te contendora com melhor direito para a prefe-
rencia.
O aviso de 29 de agoato de 1833 consagra a
competencia judieiaria para invalidar em parte
urna cooceiso de marinhas. O aviso de 12 da
julho de 1850 suppe a possibilidade dos meios
judiciarios para desfazer os aforamentos. O da
21 de novembro do mesmo anno exprime-se em
termos iguaes ao do antecedente. O dia 16 de
novembro de 1836, por nao se concluir dos docu-
mentos apraseotadrs quaes eram os posseiros,
maodou que estes disputassem a veriflcassem os
eus direitos pelos meios competentes, a flm da
dedtear-se depois a questo de preferencia.
Por outro lado, o avio de 5 de agosto de 1842
ordenou a um presidenta que annullaase diversos
aforamentos concedidos, e que ae considersssem
como nao existentes os respectivos Ututos, por
seremos terrenos necessarios para urna obra da
utilidade publica.
No mesmo sentido dispde a ordem de 17 de cu-
tubro daquelle anno.
O aviso de 29 de Janeiro de 1844 suppe a pos-
sibilidade da mnullago de um aforamento por
acto meramente administrativo, por quaoto, na
especie de que elle trata, dependa semqlhanle
proceder de urna preliminar, que ae discuta pa-
rame as autoridadea judiciarias.
O aviso de 4 de julho de 1844, a respeito de ura
titulo obiido ob subrepticiamente, declarou qua
a ob esubrepedo deveria ser oppoala por meio da
embargos oa forma da lei de 4 da dezembro da
1830 art. 4, isto perante a utorlrlade eoje sita
se hauvesse de embargar, a qual na materia da
aforamentos 6 a administrativao ministro da fa-
zenda na corte e os presidentes nss provincias.
Este aviso contm a exacta e jurdica appltca-
co do alvar de 30 de outabro de1751 que de-
clarou ae deviam reaaetter o embargos de ob e
cravado nss povoiges e seus aeradores, e outros ..-..,- ,
nss mwmas coadigaes, de que trata a lei de 271 iusrWao a.o|Wifcanaes rsspecllTOl, ae onae ema
i


,
MUTILADO

...



DIARIO Bl rEttAMBUCO TER-C*. FE1R 19 DI AGOSTO OB I861.
----------------------------** -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------i
navam as carta, alvars, provsea e despachos a f vitar, como em outras pocas, ereou em sub-
cmbargados.
Oatro ariso da li de junho de 1851 ordeno a
m presidente que anoullase diversos aforamon-
toa por illegaes.
Quaoto s questcs de preferencia lete sido
Has discutida e decididas por va contenciosa.
Os registros do conselho de estado comprovam
assergao. Alm das disposices citadas, encoo-
tra-sc o aviso de 9 de novembro de 1854 decidio-
do com conhecimento de causa, e depois de apre-
ciadas as provasproduiidis, a questo de prefe-
rencia suscitada entre dous parliculres sobre a
coocesso de um terreno de marinhas:
Esta ultima ordem foi sustentada pels resolu-
ta o de consulta de 30 de abtil de 1839 e pelo arl.
1 2 do decreto de 29 de Janeiro do mesmo
ano.
A resolugSo de consulta de 30 de maio de 1850
declirou ser da competencia administrativa o con-
tencioso dos terrenos de marinhas, do qtial tem
uaado emitas veze, como se \S dedffereotesor-
Jeus do Ihesouro, entre as quaea citarei as de 20
de julhode 1839, 15 de Janeiro del841. 18 de ju-
nho de 1851, 11 de selembro e 1" de outubro de
1861 e 13 de (evereiro de 1862.
Para o caso em que a fizeodi nacional 6 parte
dispoe a ordem de 18 de Janeiro de 1861.
Chegano so meu conhecimento que a cmara
muulcipal da cite, contra o disposto na ordem
de 21 de agosto de 1817 e oulras, flzera concos-
alo, a titulo de rnariuhas, de terrenos puramente
arlificiaes, resultante de alerros sobre o mar, e
que dera licengas para esses aterroa, ordeoei lhe
m portara de 26 de dezembro do anoo passado
qoe iofurmassese com effeito fizera coocessie
de tal oalureza, desde quando, e em virtude de
que titulo.
Apesarde duas vezes reiterada esta exigencia,
a cmara aiuda nao a sitisfez. conQrmaodo, po-
rm, o inspector das marinhas em um officio,
que veio so ihesouro, cobriodo a informaglo dada
eo requerimento de Duarte Jos Leal, que taes
concessoes tinham sido msis de urna vez feitas
por aquella corporaglo nao obstante as reclama-
jes do mesmo inspector.
Para que tal abuso nao cootinuasse, declarei
mesma cmara em data de 27 de Janeiro ultimo
que, como o determiaou a ordem do 3 de feve-
reiro de 1852, tomada subre resoluto de consol-
la da secc.ao de fazcada do cooselho de estado de
31 de Janeiro do mesmo anoo, as permisses pa-
ra aterrar o marsmente podem ser concedidas
pelo ministerio da fzenda, com audiencia previa
da reesma cmara e da capitania do porto ; e que
os terrenos, que assim artificialmente accresce-
lem ao dominio nacional, esto comprehendidos
na classe cus devolulos, de que trata a lei n. 1114
de 7 de setembro de 1860 no art. 11 7 ; sendo
portanlo, coucessiveis pelo governo, a titulo de
noramento, nos termos la circular n. 533 de 29
de novembro do dito anoo.
Na mesma data ( 27 de ianeiro ) communiquei
ao ministerio da marinha que a coocessSo feits
cmara municipal da corte pela lei de 3 de ou-
tubro de 1834, art. 37 2o s comprehende as 15
bragas da beira mar contadas dos lugares onde
chegam as mares medias ; que todo e qualquer
terreno, que accrosccr as sobreditas bragas, for-
mado casual ou artificialmente sobre o fundo do
mar, pertence ao domicio nacional, e que, per-
ianto, a mesma cmara nao poda conceder licen-
ca para se fazerem aterroa sobre o mar, compe-
tiodo smente este direito ao governo, bem co-
mo o de aforar os ditos terrenos accreacidos aos
do marinhas. Conclu solicitando daquelle mi-
nisterio, que chamasse a silencio da capitana do
porto da corto e provincia do Rio de Janeiro pa-
ra a referida legislarlo, e lhe recommendasse qus
por sua parle, a observasse e fizesse observar ri-
gorosamente nos actos que a esse respeito lhe In-
cumbe o regulemenlo n. 447 de 19 de maio de
1816.
Sendo nocessario utilisar para o estado os ter-
renos arlificiaes conquistados sobre o mar alm
da linha do preamar medio no novo caes da Glo-
ria e Lapa, requisitei em 20 de dezembro do an-
co pastado da cmara municipal da corte que de-
clsrssse so convinha ser reservado para logra-
douro publico um espago que o engenheiro Char-
les Neate designara para esse fim na planta da-
quelle caes.
Ilavendo a cmara respondido ngtivamente,
ordenei em 30 de Janeiro ultimo a directoria Re-
Tal do contencioso que, tere perda de tempo, ds-
se as seguintes providencias, as quaes na mesma
data foram, com a copia da respectiva portara,
transmillidss a directora geral das rendas pu-
blicas :
1"0 engenheiro Charles Neate, doaccordo com
a illustrissima cmara municipal, ouvindo os pro-
prielarios, e lendo presentes os ttulos de afora-
xnento que estes exhibirem, dever discriminar,
na planta do novo caes por elle levantada, o ter-
reno que pertence aos particulares do que accres-
ceu ao estado pelas obras do contrato de 23 de
dezembro de 1857, a que se refere o decreto n.
2062 da mesma data.
Esta discriminarlo dever ser authenticida na
referida planta pelos dous engenheiros cima co-
meados.
2o O procurador dos feitos far medir, demar-
car e avaliar 03 terrenos accrescidos, na forma
dos regulartentos de marinhas, para seren afo-
rados, como o autorisa a lei n. 1114 de 27 de se-
tembro de 1860, no arl. II T.
Do mesmo modo far avaliar os aterros feitos
em terrenos d3 particulares por conta do eitado,
dos quaes os ditos propietarios devem indemni-
ssgoes, era virtude do que dispoz o decreto n.
2062 de 23 do dezembro de 1857.
3" Concluidas as diligencias de que tratam os
nmeros antecedentes, dever a directoria geral
do contencioso, de accordo com a das rendas pu-
blicas, promover a cobranza da indemnisago de-
vida pelos atorros feitos a custa dos cofres pbli-
cos em propiedades particulares ; e pela segun-
da das ditas directoras, a qusl sero immedia-
tarcente remettidos todos os esclarecimentos pre-
cisos, se proceder nos termos das instruccoes
eordens em vigor relativas aos terrenos de ma-
rinhas, aoaforamento dos accrescidos pertencen-
tes ao estado, e que nao sao necessarios a servi-
dlo publica.
Em cumprmenlo desta portara foram promp-
tamente expedidas as competentes ordens ao pro-
curador da fazenda peia directora geral do con-
tencioso, achando-se em andamento as diligen-
cias para a medigao e demareaglodos sobroditos
terrenos.
Terrenos aurferos e diamantino.Sabis que,
declarada a minersglo direito real pela ord. 1. 2*
tit. 26 16 foram os exploradores sujeitos pela
ord. I. 2o tit. 34 3 Io e 4o, a impetrar licenca e
a pagar o 5o. sem excepcao daquelles mesmos
que tivessem a posse immemorial, tit, 34. cita-
do 10.
A legislarlo subsecuente respeitou sempre es-
tes principios, traduzilos em regras pralicas des-
de o regiment de 15 de agosto de 1603 al ao
alvar do 13 de maio de 1803, porque anda hoje
se regula a miDC-rago aurfera no imperio.
A lei de 26 de outubro de 1827 substituio o
art. 5". pelo imposto de 5 7o do ouro minorado,
exceptuadas as companhias eatrangeiras, a res-
peito das quaea coutinuaram os direitos a ser
regulados pelos respectivos contratos.
Diversas providencias se deram, especialmente
sobre a arrecadaglo dos direitos do ouro, pelo
decreto de 23 de novembro de 1831 e reg. de 14
de fevereiro do 1832, no intuito de facilitar o cor-
so deste metal, permittido pela referida lei e dec.
e evitar o extravio dos direitos.
Com pequeas interraitteocias, porm, esta
renda foi diminuindo de 183435 em diante, co-
mo se ve desta breve estatistica
Em 183435 produzio
Em


O

J>


MINAS total.
6:1318427 14:992*000
14:346*000
4:796fi000
10.9155000
10:5935485
12.84050C0
6.131*427 18.005*177
183536
183687
183738
183839
1839-40
184041
1841-42
184243
184344
1844-45
1845-46
J816-47
1847-48
18484
1849-50
185051
1851-52
1852-53
185354
185155
1855-56
185657
185758
185859
185960

D

B
V
D
S
X>


D

X>
t
z>

>
D
I>


139:210*943
139:210g943
63:723*490
95:568*367
136:789*587
166:144*126
45:397222
46: 4*314
50:260*107
56.669*572
33:087*996
30:020*960
57:6365037
44.608*689
61:269*177
75:952*421
49:6805471
43:583*459
74:718*710
52:694*596
65:177S674
53:4005393
36:382*953
22:255*634
16:049g179
3:807*862
A lei n. 514 de 28 do outubro de 1848, (eodo
em vista dar maior expaailo & minerigao do ou-
ro, extingui o direito de 5 por cento, exceptuan-
do as companhias incorporadas por concessoes
especiaos (art. 32 ), fflaa, atlendendo nsceaaida-
de de nao extinguir ama renda que poda ainda
stituicao do imposto exiiocto o de 2*000 pelo ti-
tilo de cada data mineral (art. 33).
De 184950 em diante, pois, aeoo muitos au-
no antes, o imposto aobre a mineracao ficeu re-
duzido nicamente ao queanoualmeoie pagara 1
compaohia de Gongo Soco, em virtude da sea
contrato (deereto de 16 de setembro de 1824/ ; a
principio na razo de 25 por cento, depoii na de
20 por cento (resolaglo o. 75 de 6 de outubro de
1837/, e ltimamente na de 10 por cento, se-
gundo a resoluto n. 128 de 23 de junho de 1840.
Aflnal recorreu a dita compaohia ao poder le-
gislativo para obter erigi do imposto a que
ainda se achava obrigada, e pelo art. 13 da lei
n. 840 de 15 de setembro de 1855 foram elles
mandadoa reduzir na rszo de 1 por cento em
cada anno, at que a compaohia Oque no meamo
p em que se acha a mineracio nacional, reho-
gada para este effeilo a 2a parte do art. 32 da lei
de 1848. Muito breve, pon, eata contribuidlo se
achara completamente extiocta.
Quanto ao imposto sobre as datas mioeraes,
quasi nullo tem sido o aeu producto, que s fi-
gura noa balando dos iodos abaixo menciona-
dos, a saber :
Em 185456 na importancia de 266*000
185556 o 202*000
186759 94g000
Todava sabido que em diversas provinciaa,
e nao s em Miuas, boje explorada a indaitria
da mineracao aurfera, e que. alm do ouro, 00-
tros metaes existem no Brasil para cuja extrae-
rlo se 4m concedido privilegio e iiengea a dif-
erentes companhias ; nioguem ignora tambem
que a extraerlo desles metaea est sujeita *
mesmas imposedes que se pggam pela do ouro,
por virtude do art. 16 da lei o. 719 de 28 de se-
tembro de 1853.
Ser razoavaT esta determinarlo que equipara
a mineracio do mais precioso doa metaes dos
outros, quaoto ao pagamento dos direitos?
Esta parte da Qpssa legislarlo contera mailas
anomalas, e orna deilaa a que attribue a re-
partido do imporio e hoje da agricultura, co-
nhecer e delibeair acerca da mineracao com ex-
cepro da do$ftenos diamantinos ; porquanto,
se ronsiderarmos a mioeraglo como materia con-
trbuinte, nao pode estar a cargo de outra repar-
tidlo que nao seja a da fazeoda ; e se a cooside-
rarmos como urna industria j eslabelecida, e
com proporces de crear e desenvolver grandes
ioteresss no paz, compele de preferencia re-
partidlo da agricultura, cooimercio e obras pu-
blica, a quem os negocio industriis esto
confiados. Mas nesta segunda bypothese nao ha
razao para que um ramo dessa industria, a mine
rarao diamantina esteja separada da restante, e
subordinada repartidlo diversa.
A administradlo e fiscalisaco dos terrenos
diamantinos sao actualmente reguladas pela re-
soluto n. 374 de 24 de setembro de 1845, com a
alteragao que determinou a lei n. 514 de 28 de
2S'" de 1848, arl. 35. e pelas resolucoes n
005 de 6 de selembro do 1852, e n. 751 de 15 de
jutho de 1854 e decreto e instruccoes n. 1.081 de
de 11 do dezembro de 1852.
A tua renda anda diminuta, como se v5 dos
seguales dados :
BABU
184647 4:992*000
184748 14:346*000
1848-49 4-7960O
1849-50 10:915:000
1850-51 10:493*485
185152 12:810*000
1852-53 11:873*750
185354 14:543*700 19:778*043 31:321*743
1854-55 14:0045090 16:871*172 30:875*262
1855-56 25:914*100 15 77S157 40:99l257
185657 25:6725574 16:275*706 41:948*280
1857-58 34:0788500 18;962*794 53:0413294
18o8-59 37:480*706 20:795*216 58:275,982
185960 31:567*599 19:865*105 51:432*704
A falta de um eogeohero, de que se resenta
a adminislraclo diamantina da provincia de Mi-
-Geraea, foi remediada com a nomeaglo do
bacharel Callo Gomes Jardim, que j deve ter
seguido para seu destino:
Nao aendo suflkienles as informacoes quoehe-
garam ao conhecimeoto do Ihesouro, com oflicio
do presidente daquella provincia de 14 de feve-
reiro de 1861, acerca da declaradlo e reconheci-
mento, como terrenos diamantioos, da serra do
Cabral e rio Jequitahy na mesma provincia, no-
vos esclarecimento e informacoes maiscircum-
stanciadas foram exigidas quanto exteoao e
riqueza diamantina dos referidos terrenos, para
se poder deliberar a respeito rio mu aproveila-
neoto.
Keqaerendo Felippe Jo da Silva Raulioo fa-
caldade pan cortar o rio Tibagy, na provincia do
Paran, aflm de emprebender nesse lugar a ex-
traerlo de diamantes, o governo, depois de co-
lher aslnformaQoesnecessarias para resolver com
acert a esse respeito, e de 'reconhecer que da
coocesso pretendida noohum prejuizo podara
resultar, quer navegado do rio, quer inte-
resses de terceiros; deferio a sobredila pretin-
Qlo, e nesse sentido expedio as competentes or-
dens.
Segundo as inform.ac.des existentes no Ihesou-
ro, ha na provincia da Babia cinco companhias
de mineracao diamantina ; a saber, tres as mar-
geos do rio S. Jos, urna no rio Cajueiro e outra
no Ribeirlo do Inferno.
Aguardo as informacoes que foram exigidas da
thesouraria de fazonda de Mato Grosso acerca dos
terrenos diamantinos existentes na mesma pro-
vincia, para tomar as providencias que parece-
rem convenientes.
Existe nessa proviacia urna sociedade de mi-
nerajlo, autorisada pelo decreto numero 794 de
7 de junho de 1851, cujos Irabalhos foram amplia-
do, comprehendendo-se nelle a mineragio dia-
mantina, na forma dos estatutos approrados pelo
decreto numero 1,399 de 10 de junho de 1854.
Terrenos das extioctas aldfias de Iodioa.A'
circular expedida em 5 de outubro de 1860, em
que se pediram informagoes sobre os terrenos
perloncenles s antigs misses e aldeas de In-
dios, a fim de que o governo, usando da autor-
aac.!o da lei numero 601, de 27 de setembro do
mesmo anno, artigo 11 8, pudesse vender ou
aforar, na forma da lei e 18 de setembro de
1850, os que se achassem abandonados, smenle
deram cumprimeoto, at hoje, as presidencias da
Bshia, Mato Grosso e Sergipe.
Das informacoes qve acompanharam o oflicio
do presidente da Baha de 11 de abril de 1861
consta que s mente poderlo ser vendidas ou afo-
radas desde j, mas depois de competentemente
demarcadas, parladas trras pertencenles aos al-
deamento de Abrantes e do Santo Antonio da
comarca de Nazareth.
No rtlatorio do director dos Indios daquella
provincia vom, entre outras, indicadas as seguin-
tes providencias :
l." Que se demarquem as trras doadas aos
indgenas, em grande parte usurpadas por parti-
culares, que empregam contra os mesmos ind-
genas perseguQoes vexalorias.
2.* Que decida, quanto antes, da legalidade
com que oceupam algumas dessas trras os pa-
rochos e as cmaras municipaes das respectivas
localidades.
Em Mato Grosso nao existem terrenos de mis-
ses extiocta, ouldeamenlos abandonadas.
A presidencia de Sergipe commuoica que na-
quella provincia existem as aldeas extioctas Ger,
Agua Areda, Pacatuba, o liba de S. Pedro do
districto do Curral das Pedras ; e que sobre essas
trras ha varias contestac.oes, que nao podem ser
decididas sem que previamente ae proceda com-
petente demarcarlo.
As outras presidencia, aecusando a recepcao
da circular, participaram que haviam expedido
orden exigindo informacoes, que promeltem
trsnsmittir ao govsrnoera tempo opportuno.
OBRAS.
Nova casa da moeda.Para trar;ar-voi o his-
trico das obras da nova casa da moeda desde o
1* de maio do anno passsdo at hoje, preciio
que vos record factoa anteriores, de cujo conhe-
cimeoto depende a explicago das oceurreocias,
que ae deram nesle periodo.
Em 3 de jnlho de 1858 foi assigoado entre o
governo e os respectivos emprezarios o contrato
para a edificacao da nova casa da moeda por.....
980:000*000.
Em 6 de novembro daase mesmo anno foi com
um aviso do governo entregue aos emprezarios
o terreno competente, devidamente demarcado,
declarsndo-ae que seria contado desaa data o
Pr" Para a conclusaode todas as obra.
A 2 de dezembro seguinte teve lugar o lanca-
meoto da pedra fundamental do edificio.
Em fevereiro de 1859, concluido os irabalhos
prelimioares. comegaram obras de ediflccao.
Por tsposiQao do contrato estara o plano pri-
mitivo aujeito a varia, alterajes.
Deviam, porem, oa emprezarioa submetter
approvasao do governo, antea do comeco daa
obras, o desenbo da taes alteraget.
Para o exame doa planos foi nomeada urna
commiao eoropoata doi Drs. Francisco Antonio
Raposo e Candido de Azeredo Cogtinho eeapitao
Manoel de Arauju fono Alegre.
Por motivo expeodidoa em oflicio, dirigido ao
governo palo dous ltimos membros em data de
28 de maio de 1859, nao pode a commistao dar o
aeu parecer.
Entlo foram escolhidoa para formarem urna
oova commisso os Drs. Raposo e Coutinho. que
j haviam felto parte da primeira, o major Fran-
cisco Primo de Souza Aguiar ( mais tarde subs-
tituido pelo major Pedro Torqualo Xavier de Bri-
to), o capillo Epiphaaio Candido de bouza Pi-
tanga, e o Dr. Jos Carlos de Carvalho, eogenhei-
ro fiscal daa mencionadas obras.
Esta comraissao approrou logo com ligeiras
modiflcaQes os planos doa emprezarioa na parte
em que, guardando a precisa subordinado ao
projecto annexo ao contrato, comprehendiam di-
versas fachadas, seccoes e plantas das oficinas o
cesa da machina.
Os planos relativos ao edificio principal foram
reservados para exame ulterior.
Por urna das modificares feitas ao projecto
primitivo obrigaram-ae os emprezarioa a construir
todo em abobada o edificio principal.
Essa altersglo trazia, como corrollario natural,
a neceaslAade de oulras multas no plano da obra.
A commisso hesitou em approvar easa altera-
ces, por lhe parecer que nao satisfaziam o esti-
pulado no concernente propriedade e solidez das
abobadas superiores s da cara.
E, notando ainda que o projecto primitivo es-
lava incado de defeitos, remediados, smente em
parte, pelos emprezarios, ncarregou o Dr. Jos
Carlos de Carvalbo, de rever todos os desenbos,
qoe lhe foram preieotea, e esbozar os que de-
vessem substituir acuelles, que por ventura fus-
tero rejeitados.
Os desenlio substitutivos apreseotados foram
aceites pela commisso, com excepQlo do Dr.
Candido de Azeredo Coutinho, que deu sobre elles
parecer em separado,
Approvados pelo governo oa planos da com-
misso, devia por ellas regularse a eaificaco,
mediante acord com os emprezarios.
Antes de haver a commiasao terminado o seu
exame, o governo, para qua as obras nlo soffres-
sem ioterrupglo, autorisou o eogenheiro fiscal a
mandar executar( smente na parle em que nlo
fone susceptivel de alierac.au nenbuBa, qual-
quer que fosse a ultima decislo da commisdo )
o plano dos emprezarios modificado pela referida
commisso.'
Assim a coostruego de todas as officinas, casa
da machina, alicorees do edificio principal, e suas
paredes, a cantara al a altura do extradorso das
abobadas, das cavas, e parte do muros circum-
dantas foi realisada de cooformidade com as mo-
dificacoes aconselbadas pela commisso.
Depois de meditado estudo.e de harmona com
a academia de bellas arles e commisslo de en-
genheiro do ministerio do imperio, ouvidis tam-
bem pelo governo sobre os planos primitivos, s
commisso propoz nelles algumas alieragoes des-
tinadas a dar mais agradavel aspecto e melhor
distribuidlo ao edificio.
Para evitar, porem.
eram arremessadas sobre o ermazem em conslruc-
S\o, damnificando assim o material deste, e dif-
cultaodo o trabaibo, fez-ae urna tapagem de
madeira entre una e outro, cuja rea abraoge
25.500 palmos quadrados.
Assenlaram-se ainda no referido armazem
31,000 palmos quadrados de lagedo, sobre um
leito de 65 palmos cbicos de alveoaria. Conclui-
ram-se os embasimentos da* columnas, e do ali-
carce paralello parede da ra do Rosario, aso-
leira de cantara com 182 palmos decomprimen-
to e 8 de largura, a muralha tambem de cantara
com 166 palmos de comprimento, 34 1/2 de al-
tura, e 6 de espessura. Abrange eata parede 6
arcos, e nella esto collocadoa 14 modilhes de
cantara, affectindo a forma de columnas, sobre
os quaes descaogam as madres, que suslentam os
barrotes, o o soalho. Fioalmente, alm de muilas
outras obras de menor importancia, fizeram-se
40 simples para os arcos, e conatrui-se um cano
de alveoaria do 475 palmos de extensao para dar
fcil eigcto s aguas pluviaes.
Noiarmizens anligos, na anliga ponte do con-
sulado, em summa as diversas dependencias da
alfandega realisaram-se varios concerlos e obras,
como recosimenlo de telhado, e reboques de pa-
redes, cenclusio do pequeo predio da ilha de
Villegaigooo, e parte de urna parede no armazem
n. 2, com o volume de 4,860 palmos cbicos.
Eotende o engenheiro das obras internas da
alfandega, que brevemente poderlo ellas ficar
concluidas, se nao faltar a consignlo nocessaria
para a sua regular continuaclo, e observa, que
com a diminuta despeza de 3:000* poder al ao
fim dejuuho utilisar o pavimento terreo do ar-
mazem de ferro, fechando se a duas faces Ute-
raes com um tapamento de madeiras, emquanto
se nlo conelulrem as paredes de pedra.
A despeza effectuoda desde abril do anno pas-
obras internas e concerlos no edificio da alfan-
dega da corte, e suas dependencias, elevou-se ao
algarismo de 119 678*605.
Alfandega da Bahia.Nlo pola estar longe o
termo das obras do nuvo edificio para esta repar-
tido. O inspector da thesouraria do fazenda es-
perava que no decurso do corrente mez poderia
ser a alfandega transferida pars elle. A' ponte de
ferro atracara j navios, que demandara at 18 ps
d'agua. A despeza realisada at 20 de fevereiro
deste anno com as referidas obras elevase im-
portantosomma de 129:742*378; e oa opioilodo
respectivo engenheiro ser ainda necessaria para
a sua conclusao a de 320:557*920, incluindo-se
ah a quanlia precisa para a desapropriago de
dous predios contiguo ao edificio da alfandega.
Devo, porm, uformar-vos que um desses pre-
dios pertence ordem terceira de S. Francisco,
que est prompta a receber em pagamento apo-
licea da divida publica.
Vem a proposito pedir de novo a vossi atten-
jlo para a necessidade, demonstrada por meus
antecessore, da referida desapropriado. Ocou-
selheiros inspectores da thesouraria de fazenda e
da alfandega a consideram urgente, nlo tanto para
o augmenta de despeza
que proviria da realisado de taes alteracoes, I a belleza e aformoseameoto da prega, como para
lembrou o expediente de se aupprimirem algu- a facilidade e commodidade do commercio, em
mas das abobadas, e de se substituirem as obras consequencia do espago que assim se lhe offerece
altas de ferro por outras de syttema convenienle, para gyro das respectivas mercaduras, e prioci-
jte e irre-
ram inti-
lde fevo-
itinuas-
da fa-
reduzindo assim a 18:278*560 a despeza accres-
cida.
Desde o eomego at o venciraento da quarta
prestaglo, foi satiifactorio o andamento da odifi-
caglo.
No correr do periodo da quiota prestaglo sur-
girara, porem, questoes extranhas inesperadas,
que tratarei de exporvos em reiumo.
Para a boa execugao dos nosos planos, em
cumprimeoto do aviso de 28 de setembro de 1860,
remelle o engenheiro fiscal ao Ihesouro as con-
dige, que, segundo as vistas da commisso e o
accordo tomado com audiencia doa emprezarios,
deviam ser ioieridos em um termo supplementar
ao contrato de 3 de junho de 1858.
Ao approximar-se o termo da 5a prestaglo,
lembrou o eogenheiro aos emprezarios' que, no
correr da 6a, daviam, na forma do contrito, ele-
var o edificio principal al o ponto de receber a
cobertura, cuoclaindo de preferencia (segundo re-
commendagao superior) todas as obras relativas s
officinas.e casas da machios.
Ao eogenheiro, que assim os conviava a cum-
prir leus deveres, prompiificando as obras no
prazo ealipulado, declararan) formalmente os em-
prezarios em fies de jaoeiro de 1861 que de-
cidamente nao concluiran as officinas lelo modo
por que o entenda o mesmo eogeoheilo, e ne-
garam-se a lagear o interior dessas of'cinas e a
forrar algumas deilaa, cousa que nun (ora ob-
jcolo de darida.
Em consequencia de lio inconveni
guiar procedimento, os emprezarios
mados por aquelle erapregado no da
reiro do anno passado para que nlo
sem as obras sem ordem do mloist
zenda.
A 7 de margo do mesmo anno foram pelo refe-
rido engenheiro suspeosas todas as obras, al que
o governo resolverse as duvidas suscitadas pelos
omprezarios (a que accresciam eotao outras so-
bre a caotaria do edificio priocipal), e approvasse
definitivamente os novos planos da odifiesglo.
As obras tornaram a seguir seu curso em prin-
cipio de abril seguinte, em virtude de ordem ver-
bal que dei ao engenheiro.
Por despacho de 11 de maio ulterior, langado
sobre parecer da directoria geral do contencioso,
resolv adiar a soluglo das duvidas apresentadas
pelos emprezarios, e mandar lavrar termo das
condiges, que enllo forara presentes aos ditos
emprezarios, supprimindo-se as que tivessem re-
lagao com as mesmas duvidas.
Assigoado, floalmeole, o termo de 10 de junho
de 1861, depois de algumas tergiversagoes por
parte dos emprezarios, continuaram as obras em
regular andamento.
Toda a construego est em boas condiges de
solidez, seado notavel a perfeigao de algumas
partes.
O edificio principal devo dentro de poucos das
receber o madeiramenio do tecto, visto achar-se
concluida a alvenaria at o respalgo do sobrado.
E' de esperar que dentro do prazo marcado no
contrato seja dotada a capital do imperio com
mais esse eificio monumental, que atieste ao es-
trangeiro o adiantamento a que teem chegado
entre nos as bellas arles e arles mecnicas.
Nlo encerrare! este tpico sem render um tri-
buto de jusiiga, louvaodo o zelo e intelligencia
com que lera auxiliado ao governo o Dr. Jos
Carlos de Carvalho, engenheiro fiscal das obras
da nova casa da moeda.
Obras hydraulcas da alfandega da corte Urna
extensao cocsideravel do caes se acha j prompta
e outra_ em construcglo. Do lado oriental da ha-
cia eslo quasi langados os alicerres principaes
na extensao de 2,100 ps, ou 2,910 palmos; a
parte meridional desde muito est concluida e
acabada com 140 ps, ou 194 palmos de compri-
mento : dou suindastos do antigo caes, ah col-
locados, prestam-se descarga desaveiros: do
lado occidental, quo tem a exlenslo de 1,320 ps,
ou 1,829 palmos,est prompta a Ia secglo com
420 ps, ou 582 palmos, com excepgao apenas de
algumas escavages, que se fizem ainda mister
na frente do caes. Na 2a secglo, que tem a ex-
lenslo de 600 ps, ou 831 palmos, Htara as
obras superiores, achindo-se j concluida a par-
te submarioa. Al*divislo dos telheiros que se
esto edificando nessa secgao na praia dos M-
nenos est em aervgo diario. O caes ronteiro a
essa divisao, supposto entregue ao servigo di al-
fandega, carece anda de alguma obra para sua
perfeita conclusao. O servigo da 3a secglo com
JUU p, ou 410 palmos de comprimento, nao teve
anda principio, por depender da demolicao da
ponte auxiliar.
O engenheiro informa, que a construcglo des-
sas obras depende de tempo em alguos pontos, e
nlo pode sem perlgo correr apressadamente ; e
de opioiao, que aendo possivel trabalbar sem in-
teirupgao, e com emprego de todos os recursos
a partir do exercicio de 1862-1863. poder-seha
concluir no fim de 3 annos toda a obra do cae,
com excepgao do servigo da bacia, a quil todava
uear completa no 3* anno com a collocacio dos
teclo de ferro nos lados oriental e meridional, e
assentamento dos guindastes hydraulicos e uas
perteoga. O mesmo engenheiro orga a daspeza
total nesses tres annos em 2,200:000*.
At ao fim do exercicio de 1860
1861 deapeodeu-ae com estas
obras a quantia de......
No corrente exercicio, al ao
fim de mrgo deste anno. ,
plmente para a seguranga do edificio da repar-
ligio, e dos grandes valores nelle deportados,
que correm imminente risco do seren roduzidos
ciozas por algum. desses incendios, de que j
temos infelizmente exemplo nesse lugar.
(Continuar se-ha.)
3,326:731*168
443:191*269
exa^rmVn'u^ dWrib-IeJ. do. medica-
repirltcet. as oficina, o almoxrK a, obr ?lBlo,\1VIB "" ", *,om iod "1 ,raTblh
os dormitorios das compahia de"or! o f5" deIeg'dJ Csrd0S e "^^gado Teno-
hoapital. Provo o rancho aH.,..a.. e. ""'o. qu em nada trepidaran]: nao havia da nem
hospital. Provo. o raocho destinad "ao Tmeno- I AF!* n'd' "T*1
res e aos africanos livre. Ao retlrar-se deter noH9.enoTa nem 01, que os mpstssae I
minou S, Exc. ao porteiro do arieoal oue dsaa 'oo^ores pois, sejara dados a estealprofl-
o signal de incendio aflm de examinar a oromo Cu01 cidada0, geralmente aos que se preata-
tidao com que acudiam as bomba e maoifestou I rami?Le,la 'emenda quadra do cholera,
asua 8atsfaco por ver que ella nao se fizeram Chegindo de Garanhuns o prslico Madeira
esperar. cooliouou a praticar seus acostura'dos actos de
Em sua volts S, Exc. visitou ainda o novo va- "rdade. empregando al no tritameolo doa in-
por Mamam^uap, pertenceute a companhia Per- i "l8"'Dtes, remedios de sua botica, contando sem-
nambacana. Pro Q0S aeus tratamentos felicidade, tanto que.
Consta que bm as proximiiadea da casa Pesoas por elle medicadas, a duas morra-
recem-iocendada haviam em ama taberna ou !"m,0que forsm : Jot u,h.o de Joo Honteir
m tal
diar-
quaodo
iiouiia que uem na proximidades da casa r---v put na ureuicnua, uua m
recem-incendada haviam em ama taberna, ou |Jta?o'"? forsm : Jo, Clho de Joao Mo!
cousa que o valha, para cima de quareota barris ,, olos e delegado Cardoso, a quei
de plvora 1 J tiohamos ouvido tambem dizer- "?nlece. por achar-se accommetlido de
se que na taberna da Boa-Vista, onde irdeu ba 'n* e Tlr a divulgar com quatro das, qt
tres das, felizmente, s urna pequea porcao de ??. a. cama' Prm mesmo assim, senlo
gurdente, havia --
barra do plvora.
I' portanto de toda
"gurdente, havia tambem vina' boa porcao de '^1^ fadecimeol do peito que seffria, talvez
barris do plvora. E que tal nao est o negocio I ?u C0,Dl.",e mesma victoria que conta sua i
a conveniencia qua o olho = ",*.je TluTa'.D Catharioa Emilia Brrelo
mu-
dos
do dis, no lugar da feira, a sendo este por elle
perseguido, resisti a prisao. O sublelegado,
tendo disto sciencla, augmentou a forga para nlo
perder a prez, e ao chegar no lugjr do conflic-
to o reforgo, em cajo oumero enlraram Joao Al-
ves do Couto e Trjano Joi Fex, travou-se
urna lula desabrida, da qual dea em resultado
ser o primetro destes assasiioado, com um tiro,
pelo criminoso Jos Dionisio, e o segando polo
mesmo gravemente ferido : ainda assim conse-
guio sempre a forga capturar e reo, qua foi logo
conduzido para a cadoia.
O subdelegado procedeu corpo de delicio no
mojio e no ferido, e trata-se de instaurar o com-
petente summario.
"cia so-
parte
quo diz respeito ao nao compareciuiento de soc-
corros por parte do arsenal de raarioba, que se
nlo acudirara foi devino fiproraplidao com qua
se extlDguio o incendio, como fizeram constar os
repiques.
Comoqaer fossemos mu i resumidos na ex-
potfcao do quanto S9 passou na igreja de N. S.
doParaizo, por occasiao da testa da padrocira
da irmandade da Misericordia, um amigo nos
pede a publicaglo do seguinte :
Pedem-nosque ratifiquemos a notici
bre o inecudio da ra da Gonceigl", na
rtdnrli r .--.' I >k i .^ ^._________: .___i_ _
Total.
ioiai..........3 7t390>2j437
Obras internas da mesma alfandeg.Colloca-
ram-se no armazem de ferro em construeco 68
columnas, ligadas entre si por 48 madre sobre
as quaea aaseotaram-ae 350 barrotes; cobrloae
o dito armazem com telhas de ferro zlocado as
partea nao dependentes daa par.des; restando
smente por cobrir tres coxias, e flearam collo-
cadot, alm das tesouras e tergas, 720 palmos de
trunos. r
Com o fim de Impedir a entrada das aauas Plu-
Tia.es, que doi lelhados dos antigo irmazena
REVISTA DIARIA.
Reuni se sabbado passado a asssociacao do
Instituto Archeologico e Geographico Pernambu-
cano, e procedeodo-se leiiura dos respectivos
estatuto, cujo projecto foi apresentido pela com-
misso incumbida de sua confecglo, forsm ap-
provados os mesmos com a modlficago de no-
rae cima notado.
Damos a acta dessa sessao em sua integra.
SOCIEDADE ARCIIEOLOICA PERNAMBU-
CANA.
1.a sesso preparatoria do dio, 16 de aqosto de
1862.
Presidencia do Sr. Dr. Joaquina Pires Machado
Portella.
A's cinco horas da tarde achando-se presen-
tes o Srs. Dr. Souza Reis, Jos Soares, Torres
Bandeira, Witruvio e Cicero Olon ; padre mostr
i.a.j o s>ivaaor lienrlque, aur=-ao a sessao e lo-
se o seguinte
EXPEDIENTE
Quatro parlicipages officiaos dos Srs. Bario
de Vera Cruz, monseuhot lluniz Tavares, Dr.
Epaminondas, e Dr. Aprigio Guimarles, em res-
posta aos convites recebidos, as quaes os me
mos Sr. declaram aceitar o titulo de membros
iastaladores e pedem desculpa de nao poderem
comparecer sesslo de installaglo.Assim se
decidi.
Um officio do Sr. Antonio Joaquim de Meilo
acompanhado de tres volumes das Biographias
dos poetas e homen Ilustres da provincia, que
o mesmo Sr. olertra sociedade.Foram re-
cebidos com especial agrado o mandaram-so ar-
chivar.
O Sr. presidente declara que o fim priocipal
da presente sessao discutir-se o projecto de
estatutos apresentado pela respectiva commis-
slo ; o passaodo-se immediatamento leitura
e discuiso dos mesmos estatutos, foram estes
approrados com quareota e cinco arligos.
O mesmo Sr. presidente designou o dia Io de
setembro para haver sessao, e declara que a or-
dem do dia a eleigao da mesa e das commis-
ses.
Levanta-se a sesslo.
Joaquim Pires Machado Portella,
Presidente.
Antonio Rangel de Torres Bandeira,
1* secretario,
Salvador Ileorique de Albuquerque,
Ia secretario.
Acha-se no exercicio interino da directo-
ria das obras publicas o Sr. engenheiro Joao
Luiz Vctor Lieuthier.
Montera teve eomego na directoria geral o
concurso para o provimento das duas cadeiras
do instrucglo elementar do primeiro grao do se-
xo feminino desta cidade.
Duas lo as concurrentes, qua smente deram
as provas escripias, .tendo de continuar hoje o
respectivo processo.
Fazem parte da commisso de exame os Srs.
professores Miguel Archsnjo Miodello o padre
Vicente Perreira de Siqueira Varejao, e a Sra
profossora D. Alexandrina do Luua e Albu-
querque.
. Cumegou igualmento honlem na thesoura-
ria de fazenda o concurso para os lugares va-
gos de terceiros escrpturanos da mesma repar-
tigao.
Comparecertm como concurrentes apenas duas
pessoas ; o nao lendo-se concluido os trabalhos,
continuam elles hoje.
No dia 13 do corrente suecumbo repenti-
namente, em sua fazenda de nome S. Paulo, em
Cariri Velhos. o Sr. capillo e commendador
Jos Manoel Carneiro da Cunha, pai do Exm.
Sr. baro da Vera-Cruz.
O Ilustre finado era um cidado respeitavel e
abastado. Fallecau com 72 annos poueo mais
ou menos.
TenJo o governo Imperial annuido ao pedi-
do que lhe fra feito pelo Sr. presidente da pro-
vincia, para que um dos navios a vela da estago
naval desta provincia fosie meosalmenteao pre-
sidio de Feroando, S. Exc. visitou bootem todos
os ditos navio, para melhor informarse dos ob-
jectos do governo que podem ser por elles con-
duzidos para aquello presidio.
No briguo barca Itamarac, para onde primei-
ro dirigio-se, encootrou S. Exc. o digno Sr. com-
mandanle da eslaglo naval, e todos os officiaes.
Examinoa cuidadosamente, cmara, ptiol, arma-
mento, dispensa ecozioha.
O mesmo exame procedeu S. Exc. no vapor
Ypiranga e nos brigues-essunaa Tonelero e Fide-
lidad, que tem de seguir no dia 25 para a ilha
de Fernando.
Ao retirar-se foiS. Exc. acompanhado peloSr.
chefe da estago naval al o arsenal de marinha.
S. Exc. mostrou-se satisfeito pelo estado de aceio
em que encootrou os navios de guerra, e ao des-
pedlr-te do Sr. chefe da estagp e dos comman-
dantes dirigio-lhes palavras de louror,
S. Exc, ao retirar-se de bordo do Itamarac
recebeu ama silva de 19 tiros, e 5 vivas tanto ao
entrar como ao aahir de bordo, em cojas vergas
ae achava a equipagem. Os demais navios dis-
pararais suas respectivas boceas de fogo, e suas
guarnigoes igual numero de vivas.
Em aeguida dirigio-ae S. Exc. ao araenal de
marinha, onde foi recebido pelo respectivo ins-
pector e todos os empregados da repartidlo,
achando-se tambem formada a companhia de
aprendizes-matinheiroa, que tocou dirersaa pega
de muica.
No Diario de 16 do correte lc-se na 7?e-
vista Diaria as segsintes palavras:
A irmandado da Misericordia feslejoa hoa-
tem asua padroeira com missa cantada, acom-
panhendo as recolhidas do asylo de expostas o
cntico dos Levitas.
Ora, de lio ligeira noticia nlo se podo da-
prehender o muito do houve de edilicante!nes-
sa festa, (lo succlntamente relatada pela Revis-
ta Diaria, sem duvida falta de ioformages.
Nos, porm, que assistimos desdo o principio al
o Ora a fesla, com que a irmandade da Misericor-
dia solemoisou o dia da sua padroeira, Nossa Se-
nhora de Assumpcao, vamos dar urna noticia
breve, porm exacta dessa festividade, a que,
pela primeira vez assistimos, o que a tolos im-
preasionou de um modo agradavel, e edifi-
cante.
A festa de quo fallamos nlo sa fez notar pe-
la multlplicidade o valor do rnalo ; pelo con-
trario ludo quanto havia no templo do Paraso
no dia 15 de agosto era simple. Entretanto
essa mesma simnlicidade causou geral agrado
em todos os espectadores.
Em nenhum dos altares, inclusive o altar-
mr, onde estava a imagem da Sania Virgem da
Assumpglo, se viam objectos de prego : alguos ca-
chos de flores arlificiaes.ramos epalmas, obras das
irmas de caridade e das expostas, loalhas, que
sse dislinguiam pela alvura e delicadeza dos
bordados, fructo lambem do trabalho das mes-
mas exposlas, e algumas vellas, eis ludo quanto
vimos relativamente ao adorno do templo. E
lodavia essa siogelez, essa pobrea limpa e de-
cente, impresionou a todos, e servio de tberaa a
mais de urna piedosa reflexao.
Purm. o que sobrotudn produzio urna viva
imprassao em todos os nimos, foi a missa,
acompanhada pelo canto uuro e iuuoceote do so-
ten la e urna expostas e 25 orphla.
Com effeilo, foi um quadro inlerneceJor, o
concert, formado pelo canta de cem meninas,
que nunca eucontraram o sorriso de suas mais,
due nunca saborearam as alegras delicilas da
familia, e que teriam morrido, sem urna lagrima
desde o primeiro Instante de sua entr,da neslu
mundo, se Dos, pela sua misericordia, nao ti-
vesse plaotado oa torra urna, arvore, que as aco-
lhesse, e que abriga todos os infelizesa cari-
dade I
o coucerlo dessas cem meninas, que nunca
conheceram mli, misturado cornos cnticos dos
Levitas, perfumado pelo incens, que em novil-
los, ergua se al o Saotissimo, quo se achava
expoato, o ludo em homenagem Santa Virgem
da Assumpglo, nica mli, protectora de tantas
innocentes abanJonadas, ess a sceua que con-
templaran), os que assistiram a missa do da 15
de agosto na igreja do Paraizo, e que nos nao
podemos descrever I
a O seruilo esteve anlogo solemnidade : o
orador sagrado o Rvm. padre Lino, depois du
tec fallado com acert, acerca das prerogntivas
da Sania Viagem e de sua gloriosa Assumpglo,
discurren sobre a caridade e seus benficos ef-
fetos, dos quaes era um, o espectculo olfereci-
do aos olhos dos assisleclas.
Na verdade, a lisonja nlo manchn os labios
do orador sagrado. Ao zelo e ala religiao das
irmla8 de caridade, auxiliado pelo digno prove-
dor e mordonios da Santa Caa da Misericordia
muito e muito dev9m os estabelecimentos de ca-
ridade que posuo a provincia.
a Assilio fesla o Exm. presidente da pro-
vincia, e pareceu-nos retirar-se muito satis-
feito.
O Exm. Sr. proveJor e os mordomos eslive-
ram presentes solemnidade. *
No domingo pela manhaa, reunidos em a
casa de suas sesses, procederam os membros
do couseiho da Associago TypoRraphica Per-
nambucana ao acto da posse do presidente ef-
feclivo, passando em seguida a designagao dos
demais mertibos componentes da direegao, que
ficou assim organisada :
Vice-presdeote,
Carlos Eduardo Muhlert.
Tliesoureiro,
Pergenlioo Netto de Azeredo Cdutinho.
1* secretario,
Francisco de Paula e Silva Lins.
2o secretario,
Lourengo de Barros Marinho.
Procurador,
Adalberto Belarmno da Silva.
Ia commisso da beneficencia.
Jos Symphronio da Silva Bastos.
Melchiades Manoel dos Santos Lima.
Jos deMenezes Cysneiro Bandeira de Mello.
2a dita.
Custodio Floro da Silva Fragoso.
Jos Luiz de Franca Torres.
Jesuino Francisco Regs.
Temos as seguinles noticias da villa do
Bom-Cooselho, com data de 5 de corrente:
a O cholera desenvolveu-se neala freguezia no
dia 26 de maio, e al esta dala, que conta tres
mezes e dez dias.tem feito mais de duzentas vic-
timas e accommetlido a grandioso numero de
pesioas.
Foipelo juiz de direito da comarca Joo Fran-
cisco Duarte Jnior, nomeada urna commine
para soccorrer aos indigentes que por ventura fos-
sem affactados, sendo a mesma campoita dos
Srs, delegado Joaquim Cardoso dos Santas, pre-
sidente, subdelegado Thomaz Teoorio de Albu-
querque Villa Nova, professor publico Viceote
Ferreira da Cruz, teoente coronel Manoel de Al-
buquerque Neco.vigario Joo Clemente da Rochas
tenente Manoel Feilosa da Silva, padre Jos Joa-
quim da Costa e o juiz de paz Antonio Guede,
i Alcoforado Cavalcaoti, qne por eatar ament
foi inbstiluido pelo negociante Jlo Baptista
Briga. Esta commisso assim organisada pro-
moveu urna aubacripglo cojo producto foi appli-
do aosindigentas ; mas emquanto servigo pes-
soaes mais se preitaram oa tres primeiros mem-
bros, de modo que fazendo o cholera a aua en-
trada pelo aitio Santiago e Caborge, quando o
povo existia lodo atnito, para all correram elles
com a coragem da aboegaglo, acompaohados do
pratico em medicina Joa Pinto do Araujo Ma-
deira ; e asiim colheram grandiosos resultados
por serem salvos os accommetlido em numero
de dez, crescendo porm o terrivel flagallo, indo
a 6a.ranb.ana o pratico Madeira o occapando-ie o
pratico do medicina Madeira e da Sra. Rosa que
o Iratava como mli : emfira os seus amigos offi-
ciaes da guarda nacional carregaram seu corpo a
sepultura, o foi genlmenle aqui sentida a sua
raorle, tanto quena capella do cemiterio no dia
do seu enterro exiitia grandioso oomero de pes-
soas o'ambos os sexos, que com lagrimas nos
olhos foram-lhe dizer o uliimo adeus.
O padre Jos Joaquim da Costa, capsllo do>
collegio est gravemente doente de hylropezia ;
porai acha-se em tralameolo, dando signal de
melhora.
c O cholera e^t melhoraodo,tanto que ha qua-
tro dias nao appsrecem mais casos. As chuvas
que tem sido extensas nestes ltimos dia tem
raelborado.
No domiogo s 11 horas e 3 quirtos da noite,
foi sobrealtada a populagao da cidade pelo to-
que de ioceodio, que se raanifejtra no predio
u. 8 da ra de II iras de um andar e sotlo, co-
megando no andar terreo n'um quarto irazeirc
onde havia grande porgao de cavacos de madei-
ra, era consequencia, sup8-se, do atrito do
palitos de fogo.
Quando o convento do Carmo deu o signal de
alarma j lavrava com iotonsidado o fogo, sal-
vando -se os moradores cora bstanla cu9to.
Apezar de tardos terera sido os soccorros das
bombas, coratudo pde-se, em meno de hora e
raeia uffocar o incendio, e prevenir que se cora-
rauoicasse s casas adjuntas ; fieando, entretan-
to, ioleiramente arruinado o sobrado, e bstanlo
damnificados os predios visinhos pela necessi-
dade que havia do por elles passarem os soc-
corros.
Compareceram ao lugar o Exm. Sr. praiidente
da provincia, Dr. delegado e subdelegado de San-
io, Antonio, commandante do corpo de polica,
directores do arsenaes de guerra e raariaha, of-
ficiaes da armada o do corpo de engenheiros o
innmeras peisoas que dedicarara-se com afinco
para limitarem o mais possivel o mal.
Vieran s bombas dos arsenaes de marinha a
guerra, de bordo dos Daos do guerra, da alfan-
dega, etc., sendo a ultima a que mais soccoros
preatou por ser a melhor preparada para casos
semclhantes.
Nao podemos olvidar os devidos encomios &
companhia de artfices, cujos servigos slo reaes
nessas occasioes, e que trabalharam com denodo,
principalmente o furriel Tiburcio e o soldado
Bnrtholomeu.
O prejuizo avahado era cerca de desoito a
vinte cootos de rei, nlo s pelo predio incendia-
do, como pelos damnos dos vitiohos.
Durante o incendio foram presos: Narciso Jos
Pereira da Coata, por insultos aotoridade po-
licisl ; Joaquim Ferreira Pinto, Henrique Joao
Gustavo da Silva e Francisco Gervasio das Cha-
gas, por diversos motivos.
Amanhla no lugar e hora do costume so
exlrahir a sexta parle da primeira lotera em
beneficio dos religiosos franciscanos de Oliods.
As sorles maiores de 5O00 sero pagas urna ho-
ra uepol da cxtiacfau, eos uuiras no oa se-
guinte, depois da dismbuiglo das listas.
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1-aminino. 1 a 1 1 1 a 1 * -t S
lili 1 1 u u Masculino. 5
1 1 * 1 1 1 1 * Feminino.
-1 j Masculioo. Mendicidades.
i Femiuino. mI*I* 1* 1 wl
en 1 1 ! y Masculino. 1 o 1 |
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Na totalidade dos doenies existem 129, sendo 7
homens e 14 mulheres alienados.
Forara visitadas as enfermaras estes 4 dias *
no 1." s 7 l(i; no 2\ 3. e 4o s 7 1|2 horas
da manhaa pelo Dr. Villas-Boas, no impedi-
mento do Dr. Doradlas ; e s 7 1\2, 7 1(4, 7
115.7 1 [4 pelo cirurgio Pinto Guimarles.
O Sr, Dr. Hoscoso visitn os doentes s 5 1(2
e 6 horas da tarde de graga.
Movimentoda caa de detenglo do dia 14
de agosto.
Existiam...... 352 presos.
olraram...... II
Sabiram....... 12
-

A saber
Existem....... 351 >
Nacionaes..... 251
Mulheres...... 3
Eslrangeiros.. 28
Escravos...... 55
Escravas...... 11
Tolal........ 851
Alimentados a custa dos cofres provia-
ciaes..........;..
Dia 15
C
144
A saber
Existiam
Enlraram ,
Sabiram. .
Existem. .
Nacionaes .
Mulheres .
Estrangeiros
Etcravos. .
Escravas. .
Total. .
351
4
4
351
, 254
, 3
98
, 56
10
351
presos.
>

?
-
Alimentados custa doa cofres provin-
cia e.............
Movimenlo da enfermara do dia 14.
Teve baixa :
Jeronymo Ferreira Tavares, verme.
Teve alta :
Felicidade Prea da Luz.
Dia 16
14&
Existiam. 351 preio
Entraram. . 14 i
Sabiram. . 11 s>
Exiitem.
354
A saber:
Nacionaes . 255
Mulheres: . 4
Eslrangeiros. 28
Escravos. . 59
Esclavas. . 8
Total.
354



DIA10 DI PEBNAMIDCO. TERCi FEIRA 19 DI AGOSTO DE 1891;

Allmentadoaa caatados cofres prorln-
claea.....;....... ,13
Movimento da enfermara do dia 17 de agoato.
Tiveram alta :
Clementino Jos de Sant'Anm.
Lino Joa de Moara.
Maaoel Fernandee doi Santos.
Tave baixa :
Joa, eacravo de Joo Manoel Pontual, ferl-
menlos.
Matadoiho publico :
Mataram-ae para o cooaumo delta cidade do
dia 17 do corrente90 rezas.
No dia 18-88 ditas.
Obituario do da 13 de agosto, ko cbite-
rio publico :
francisca Joaquina, Pernambuco, 42 annos, Tia-
ra, Boa-Vista; anemia geral.
Hanoal Joaquina de Lima, Pernambuco, 22 aonos,
solteiro, S. Jos; phlyaico.
Donata, Pernambuco, 8 annos, Boa-Vista ; ci-
i.
Um parrlo, cujo nonie ignora-se, 8 mezes, San-
io Antonio ; dentijo.
Dia 16
alaria, Pernambuco, 40 annos, Santo Antonio, es-
cura ; apoplexia.
Manoel, Pernambuco, 8 mezes. Recito ; encepha-
lte.
Ignacia Rosa Tenoria Esteres, Pernambuco, 52
annos, casada ; gastro bepatite.
Marta Jos dos Prazeres, Pernambuco, 43 annos,
casada, Santo Antonio ; intermitente perni-
ciosa.
Joao Fernaodea da Silva, Rio de Janeiro, 40 io-
dos, casado. Recite ; bexigas.
Deolioda dos Reis Almeida, Pernambuco, 19 an-
nos, casada, Pojo da Panella ; phtyiica.
Amalia, Pernambuco, 2 anoos, Boa-Vista ; pneu-
mona aguda.
Joaquim, Pernambuco, 4 mezes, S.Jos; con-
vulsoes.
Dia 17
Manoel, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos *, convul-
sos.
Maria, Pernambuco, 8 mezes, Recite; conval-
ides.
Urna preta encontrada no rio Capibaribe.
Manoel. frica, 40 annos, solteiro, Bja-Vista ;
phiyiica.
Maria, Pernambuco, 9 annos, Boa-Vista ; be-
xigas.
Joo Aotonio Louvor, Atrica, 50 annos, solteiro,
Recite ; molestia iourior.
Dia 18
JosTiburcio Valeriano de Noronha, Pernambu-
co, 60 annos, viuvo, Boa-Vista; gastro inte-
nte.
Sebastin Francisco das Chagss, Maeei, 18 in-
rtoi, solteiro, Recite ; bexigas.
Benedicto, Pernambuco, 28 annos, solteiro, es
cravo, Boa-Vista ; ferida penetrante.
Falippa Maria do Espirito Santo Aguiar, Pernam-
buco, 27 annos, casada, Santo Aotonio ; gastro
entorile.
[&mici
raca do Llecife 18 de
agosto de 1862.
ta i|u&tro kovas dav&Y&e.
f.olaces da junta de corretores.
Nao houveram colaces.
J. da Cruz Macedopresldentei
John Gahssecretario.
cmsa miu
DO
B^nco do Brasil.
Acaixa lial desconla letras com praso at
qiairo mezes a 10 0)0, as do seu proprio aceite
a 9 0(0, toma dinheiro a juro em tontas corren-
tes, ou por letras a 8 0(0 ao snno, e saeta ao par
e cortos prasos, sobre o banco do Brasil.
Caixs lial 18 de agosto de 1862.
Francisco Joao de Barros.
Secretario.
Raadimeote do dia 1 a 16. ,
Ida a do ia 1S ......
. 244:887*745
fl-5S 4.1914
254 1828689
'uvlBtkianto tt ftifassSefO,
Veame! entrados omtazecdas..
< > om finaros.. 18
W:*ms- lehitloa son: tazendai..
> om eneros..
== 18
171
210
381
bola-
jj;4irri{r-.-rn no dia 19 de agosto.
iliate americanoCarrie Hue arinha
chinha.
lu porta cao.
l'-.ihabote americano Carrier lleus, vind.i de
Philadelphia, consignado a llenry Forsler & C.
manif->sl>u o seguale :
106 barricas sriuhs de trigo, 230 barris ba-
nhs de porco, 800 resms de papel, 15 barrit
presumo", 29 ditos caro*" de porco, 275 barriqui-
nhas bolschinhas, e 617 taboas de pinho; aos
meimoi.
Exportaco
do dia 16 de agosto.
Brigue nacional Algrete, para o Rio Grande
do Sat, carreg'ram :
Feliciano Jos Gimes, 700 barricas eom 4,871
arrobas e 12 libras de assucar.
i2=cetoritt de reudus Internas
-""eraes de Pertamboeo.
Rtndlmonlorlo dia 1 a 16. 14:7978116
dem da da 18......: 2:4835440
17:280S556
S---.ai*iado provincial.
R..;d!Dirttododia 1 a 16. 18.457$80i
Idea do dia 18......l:760J89
20:2185696
Movimento <1o lorio
Navio saludo no dia 18.
Rio da Prta Brigue nacional Siqueira, capitao
Francisco Jos Gongalves, carga assucar.
Nao houveram entradas.
O Illm. Sr. Inspector da theseararla' pro-
vincial, em cumprimento da ordom do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda tazer publico, que
no dia 4 de aetembro, perante a junta de fazenda
da mema theaouraria, aa ha de arrematir por
qaem por menos fizer, a obra a (azer-ae com
o repiroa da estrada do Po d'Alho desde o
n-,l012,,J9) bra5" "W o marco 13,000, avallada
m 5:900*000.
A arremaleelo aera feiti os forma da lei pro-
vincial o. 348 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoai que se proposerem a essa arrema-
tado compareyam aa sala das eeisdea da referida
junta, no dia cim mencionado, celo meio dia,
competentemente habilitadas. E para constar
se mandou publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 11 do agoste de 1162.O secretario,
A. F. d'Annunciago.
Clausulas especiaes para a arremalacio.
1 Os reparos Decessarioa na estrada do Pao
d'Alho, entre, o marcos 10,000 bragas a 13,000,
sero feitos de contormidade com o respectivo
orement, approvado pela directora em conse-
iho na importancia de 5:900$000.
2.a O arrematante dar principio aos tnbalhoi
no praio de ura mez, e o concluir no dequatro
mezes, ambos centidoa de contormidade com a
data do reipectivo contrato.
_3.' O arrematante seguir todas as prescrip-
coes que lhe forem dadas pelo engenheiro que
inspeccionar a obra, e Reir aujeito ao que dis-
pe a lei provincial o. 286 a respeito de arrema-
tscoes.
4.a O pagamento ser effecluado em tres pres-
tagoes iguaes correspondente, cada urna a terga
parte da obra total.
5.a Nao aera em tempo algum attendida qoal-
quer arrematado por parte do arrematante ten-
dente a iodemnissgo quaesquer que sejam as
allegacoei em q*e se bisear para esse flm.
Conforme,
A. F. d'Aonuociaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprlmento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico,
que dia 4 de setembro prximo futuro, perante a
junta da fazenda da mesma ihesnuraria se ha de
arrematar, a quem por menos fizer, a obra dos
reparos da estrada do Pao do Alho, desde o mar-
co de 6,000 al o marco 7,000 bragas, avaliada
em 4.800&000.
A arrematadlo ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 313 de 15 de maio de 1854, e sob aa
clausulas especises abaixo especificadas.
As pessoas qua se propozerem a essa arrema-
tarlo comparecam na sala das sessoes da mesma
junta, no dia cima mencionado, pelo meio da,
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial, 11 de
agosto de 1862.
O secretario.
A. F. da Aonunciagao.
Clausulas especiaes para a arrematando.
1". Os reparos necessarios di estrada do Pao
do Alho, entre os marcos 6,000 bragas a 7,000
mil, serao feitos de conformidado com o respecti-
vo orgaraento, approado pelo conselho director
na importancia de"4:800{)00O.
2". O arrematante dar principio aos reparos
no prazo de um mez e os concluir no de qualro
mezes ; ambos contados de contormidade com a
data da respectivo contrato.
3a. O arrematante seguir todas as presciip-
ges que lbe forem dadas pelo engenheiro que
inspeccionar as obras, e fcar sujeito ao que dis-
poe a lei provincial n. 256 a respeito de arrema-
lacoea.
4a. O pagamento ser effectuado em Ires pres-
tacoes iguaes comprehendendo cada urna a terga
parte da obra total.
5. Nao ser em tempo algum attendida qual
quer reclamago por parte do arrematante ten-
dente aindemnisago, quaesquer que sejam as
ellegages em que se bazeem para esse Dm.
Conforme.
A. F. da Annunciago.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a arreoialago do aperfeigoameDto de urna
parte da estrada da Vittoria no lugar denomina-
do ladeira da Secupira-Torta, foi transferida para
o dia 21 do correte.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
aamboco 16 de agosto de 1862.
O secretario,
A. F. da Annunciago.
nha, e quintal em !aber(o, avaliada por 723, por
eMcugao contra o Dr. Manoel Joaquim de Miran-
Lobo, por Ignacia Juitiniana dos Passos:
dem na mesma ra o. 14. avaliada em 48$,
por execug'io contra o referido Or. Lobo, pela
meima, lgnada Justiniana dos Pasaos.
dem na ra do Bom-Pim, n. 22, em mo ea-
tido, avaliada por 480, por execagio contra o
mesmo por Manoel Simoei.
Iem o mesma ra o. 22, com duas talas, doii
qaartos, cosinln, quintal em aberto; muito de-
teriorada, avaliada por 60J, por execugao contra
o mesmo Dr. Lobo por Manoel Simoas.
R-cife, 16 de agosto de 1862.
O solicitador da fazenda provincial, Joo Firmi-
no Corris d'Araujo.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
COMPAMIIA LYI1IC1
Sditaes.
O Illm. Sr. inspector da Iheeouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exro. Sr.
presileote da provincia, manda fazer publico,
que no dia 4 de setembro prximo futuro, pr-
senle a junta de fazenda da mesilla thesouraria,
se ha de arrematar, a quem por menos Fuer a
obra dos reparos da-entrada do Pao d'Alho dos
marcos 13,01)0 brigai at o flm do ultimo laogo,
avaliada em 5:500O00.
A arremalago ser feita oa forme na lei pro-
vincial n. 313 de 15 de maio de 1854, o aob ai
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a assa arrema-
tago comparegam na sala daa ceudei da
referida junta, no dia cima mencionado, pelo
meio da, competentemente habilitadas. E pera
constar se mandou publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouriria provincial de Per-
nambuco, 11 de agosto de 18620 secretario,
A. F. d'Aonnncugo.
Clausulas especiaes para a arrremitago.
1.a Os reparos Decessarioi da estrada do Pao
d'Alho, entre os marcos 13,000 bragas ao flm do
ailtioio laogo na villa do Pao d'Alho, aero fiitoi
de contormidade com o respectiva orgsmeoto,
approvado pela directora em conselho na im-
portancia de 5:500000.
2.a O arremtame dar principio ios reparos
no preso de um mez e os concluir no da quatro
mezes; ambos contados de contormidade cora a
data do respectivo contrato.
3.a O arrematante seguir aa preacripgoes que
lhe forem dadas pelo o engenheiro, que inspec-
cionar a obra, e ficar sujeito ao qae disie
a lei provincial n. 286 a respeito das arremata-
res.
4.a A importancia da arremalaclo aera paga em
tres prestagoea Iguaes, correspondando cada urna
a terg parte da obra total.
5.a Nao ser um tempo algum attendida qual-
dente a iodemnisagao quaesquer que sejam aa
llegages em qae se basear para esse fim.
Conforme,
A. F. 'Annnociage.
>% '.rt'\ Y-
Terga-feira 19 do corrente, Anda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipal da primeira vara,
ser arrematado poi venda um escravo de idade
de 60 annos, pouco mis ou menos, avahado por
808, por execugo de Antonio Moreira de Men-
donca contra Joaquim Demetrio de Almeida Ca-
valcanti.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm; Sr. coronel director do
arsenal de guerra se faz publico, que nos termos
do aviso do Diinisterio da guerra de 7 de mar^o
de 1860, setem demandar manufacturar o s-
guinle :
232 capotes de panno azul.
C6 frdelas de brim.
1146 caigas do brim.
1156 camisas de algodozinho.
Qiem quizer arrematar o fabrico de ditos ar-
tigo, no prazo de 25 dias, comparega na sala
da directora do mesmo arsenal, pelas 11 horas
da manha do dia 20 do correte mez, com sua
proposta, em que declare o menor prego e qual
seu fiador.
Arsenal de guerra de Pernambuco 16 de agos-
to de 1862.
O amanuense.
Joo Ricardo da Silva.
Quinta-feira 21 do corrente depois da au-
diencia do Dr. juiz dos feitos da faieoda, as 10
horas |do dia ir rpraga por venda a quem
mais der o aegoiote :"
A casa terrea n. 2 lita na cidade de Olioda na
ra do Carmo, Derlencenle a Alexanlrina Caro-
lina da Silva Paula, com 27 palmos de frente,
obre 90 de fondo, porta e janella, duas salas,
tres quartos, cacimba e quintal em aberto, ava-
lida por 180&000.
A casa terrea na ra do Bora-Gosto, n. 21, nos
Afogados, com 21 palmos de frente e 30 de fun-
do, duas salas, um quarto, e quintal em aberto,
em estado de ruina, avaliada por 50S a.qual fui
peohorada por execugo da fazenda provincial
contra Pedro Dias de Assis.
A escrava Maria de nacjio Congo, representan-
do 45 annos de idade, do servico do campo, ava-
liada em 4GO$000.
O escravo Fraocisco, de nago Mossambique,
representando 46 annos de idade, defeituoso das
pernas, do servigo do campo, avaliado em 300g
os quaea foram penhoradoe por execugSo da mes-
ma fazenda contra Francisco Luiz Caldas.
A renda annusl do sobrado de um andar
na ra Nova] em Olinda, oa 16, com duas sa-
las, quartos, loja o quintal com a pareda de de-
trsz desaprumada |e raxada, avaliada em 36
penhorada ao desembarga Jor Thomaz Xavier Gar-
ca n'Almeida.
dem di casa terrea na ra de S. B-nto, o. 40,
avaliada por 75# penhorada aos herdeirosdeJoo
Pacheco Vieira.
dem da caa terrea oa ra da Boa-11 ira, o.
21, em mo eitado, avaliada em 48$, peohorada
a irmandide de S. Benedicto.
dem da caa tarrea na raa de S. Pedro Mar-
tyr, n. 9, avaliada em 608, peohorada a Candida
Maria do Amparo.
dem da caa terrea na rui da Bica dos Quatro
Cantos, o. 18. avaliada em 480, por execugo
cootra Antonio Joaquim de Almeida Quedes AI-
coforado.
dem da casa terrea na rus doAIjube, n 8,com
commodos para familia, avaliada em 96$. por
execugo contra Antonio Bernardo por Maooel
Torres da Silva.
dem da casa terrea na ra do Carmo, n. 2,
avaliada em 1208, por execugo contra Maooel
Henriques, por Antonio Rodrigues de Oliveira.
dem da esta terrea na eitrada do Poco, o. 5,
avaliada em 608, por execugo contra Maria do
Livramento, por Jnveocio Fraocisco Gomes.
dem das casas terieaa oa trsvessa da estrada
nova de Santo Amaro, ni. 28, 29, 30 e 31, com
commodos para familia, e bem cooitraidas, ava-
hadas, cada urna dellai. em 120$, por execugo
cootra Jos da Coila Barroi, por Aooa Joa-
quioa.
dem ds casa terrea na raa do Guadelupe, n. 4,
com duas salas, dous quartos. coiinha, e quintal
em aberto. avaliada em 609 por execugo cootra
Olegario Milito da Silva, por Gongallo Jos de
Sanl'Aona.
dem da casa terrea oa raa da Bica doa Quatro
Caotis, o. 14, com daaa talas, doia quartos, cosi-
DB
da msssa fallida de Manoel da Azetedo Pontea,!
o referido agente fir leilo no dia cima de-
signado, pelas 10 horas da manha, oa loja n. 54
da ra da Cadeia Velhe no Recite
DAS
Mercadonas e ateoeilios existentes na men-
cionada loja constantes do inventarlo por co-
pia em poder do dito agente, qae desda j pode
aer examinado peloa pretandentea.
Em seguida proceder a leilo dos segolntes
bens pertencentes a mesma massa :
Diveraoa moveie constando de mobilia com-
pleta de Jacaranda, marqaezas, lavatorios, com-
modas, carteiras, armarios, jarros, candelabro!
etc., etc.
Parte em dous escrivoi.
Urna caaa terrea na ra da Conceico da Boa-
Vista n.29.
Urna dita na ra da Gloria n. 6.
Urna dilade um andar na travessa do Carmo
o. 12.
Urna dita de dous andares em obra ni ma do
Livramento n. 17.
Urna dita da tres andarai na raa do Queima-
do o 2.
Urna dita de 2 aodirea na ra da Siozala No-
va n. 40.
Duas lergas partea de sobrado de dous anda-
res eaoto na raa da Craz o. 23.
Um sitio ecasa de vivenda, estribara e quar-
tos ni Passagem da Magdalena n. 46.
Quarta-feira, 20 de agosto de 1862.
BENEFICIO
do primeiro barytono absolvi
Carlos Bartholucci.
Representar-se-ha o melodrama trgico em
tres actos, de Donizetti, conforma foieacripto pa-
ra o theatro de Vienna, intitulado
14 DE I0BM
A acgo pasia-ie em Pars no reinado de Luli
XIII, sendo ministro o cardeal Richeliea.
Em nm dos intervallos o beneficiado cantar
a muito applaudida aria de Fgaro LARGO AL
FACTTUM DELLA CITA" da opera de Ros-
sini
larbeiro de Sevilha.
N.B.Acharsm M dous gaarda-chuvas, um no
camarote n. 15 da segunda ordem, e cufro as
cadeiras ; os donos podem procura-Ios no escrip-
torio do theatro.
Aysqs mm-iv.
'.- ,:*
Para Lisboa o brigee portuguez flef/o Figuei-
rense, capitao Jos Ferreira Lessa, pretende
sahir at o dia 25 do corrente, para passageiros
para os quaes tem excellentes commodos : tra-
ta-se com os consignatarios F. S. Rabello & Fi-
lho, ra da C-dcia n. 55.
a it dia
om muita brevidade pretende seguir o bem co-
nhecido e veleiro brigue escuna Joven Arthur,
capitao Joaquim Antonio Gongalves dos Santos,
tem parte de seu carregamento prompto ; para o
resto que lhe falta, trali-se com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azavedo 4 C,
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
GOMPaRHU PERNaMBUC&IU
DE
lavegaco costara a vapor
Transferencia.
O vapor Msmanguape, eahir para os portos
do sol de sua escala no dia 25 de agosto, i 4
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 23 ao meio dia. Eo-
coramendas. passageiros e dinheiro a frete at
o dia da sahida s 2 horas : escriptorio no Forte
do alados n. 1.
GOMPaMIA PiRNBUC&RA
Navegaco costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara'.
O vapor fyuarassi, commandanto Vianna,
sahir para os portos do norte at o Cear jo
dia 26 do corrente s 5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 25 so meio dia ; en-
commendas, passageiros e dinheiro a frete al o
dia da sahida das 2 horas : escritorio no Forte
do Mallos n. 1.
Rio de Janeiro,
pratende seguir com muita brevidade o veleiro a
bemeonhecido patacho nacional Capuan, ca-
pitao Thaotonio Jote da Silva Rota, tem parte
de aea carregamento prompto : para o reato qaa
lhe falla, tratase com os seus consigna larios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C. no aeu es-
criptorio, ra da Cruz n. 1.
io de Janeiro
Pretenda aaguir com maita brevidade para o
tetra Janeiro o veleiro bem conhecido brigue
nacional -Almirantea, Um parta de aeu carrega-
mento prompto ; para o reito qaa Iha falta, tra-
la-ae com o aeus consignatarios Antonio Luiz da
Oliveira Azevado, no seu acriptorio raa da Crui
numero 1.
Para o Penedo
segu por estes dias o cter nacional Erna, rece-
be alguma carga a treta : a tratar na ra da Ca-
deia Velha n. 1, primeiro andar.
&*iii06S.
4fc34s,
LILAO
Quarta-feira 20 do corrente.
PELO AGENTE
Por mandado de Exm. Sr. Dr. juiz eapecial do
commercio, a reqaarimanto doa admioiitradoiei
Sobrado de 2 andares n. 28 da
ra dasCrii7.es
Quarta.feir 20 do corrente.
O agenta Pinto far leilo reqaerimento do
procurador de Mathias Jos de Carvalho e por
despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, e por eonta e risco de quem pertencer,
do lobrado n. 28 lito na ra daa Cruzes fregua-
zia de Santo Aotonio, a 11 horas do dia cima
mencionado em seu eicriptorio raa da Cadeia
n. 9:
LOTERA
Amanhaa 20 do corrente mez se
extrahira* impreterivtlmente a sexta
parte da primeira lotera beneficio
dos religiosos franciscanos de Olinda, no
consistorio da igreja de N.S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meios
bilhetes acliamse a venda na respec-
tiva thesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas commissionadas praca da
Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentel, ra
Direita n. 3 botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia doRecife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sor tes de 5:000$ at as de 10$ se-
rao pagas urna hora depois da extrac-
cao, e as outras, porm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
iSILB
DE
20 pipas de vinho
da Figueira.
TERCA-FEIRA 19 DO CORRENTE.
O agente Peslana vender em leilo por conta
a risco de quem pertencer em um ou mais lotes
a vootade.20 pipas de vinbo da Figueira de urna
dti mais acreditadas marcas que vem a este mer-
cado : terca-faira 19 do corrente pelas 11 horas
da raanhaa no largo da alfandaga.
Um piano, urna mobilia de junco envernisada,
um lustre de bromo dourado para 8 luzes
proprio para igreja ou alguma sala, urna com-
moda, urna mesa de meio de sala, diversas
camas, aendo de araarelllo, Jacaranda e farro,
urna pia de filtrar agua, duas veoezianaa com
caixai, consolos, lavatorios, urna lanc,a de cor-
rer cavalhidea, diverses cadeiras avu'sas, urna
certeira para escriptorio e outros muitos ob-
jeitns que estaro paleole no dia do leilo.
Quaita eira 20 do corrente as 11 horas
da manhaa no armazem da ra do
Imperador n. 37.
22 do corrente.
O agente Oliveira foi encarregado por pesioas
eatrangeiras, prximamente retiradas desta ci-
dade, psra diatr em leilo as mobias de suas
casas de rasideiicia no campo, cousistiodo as
meimas em ricas mesas, consolos, sofs, cadei-
ras osases, de bracos e de bilanjo, espelhos,
quadros importantes, marquezas, commodas,
guarda vestidos, armarios, gusrda roupss, pa-
pelleiras, carteiras, mesa dejantar elstica e ou-
tras diversas, apparadores, toucadores, lavato-
rios, cabldes, tear para bordar, linio leito de
Jacaranda para csial, dilo de ferro com colxa
de molas, apparelhoa de louga e de porcelana
para jintar e almoco, garrafas, copos e outros
cryataes, cutieses de vidro, globos de corredor
e esc?da com carreteis e correntei, candieiros a
gaz com todos conductores para sala, lelesocopio
e binculo, balanga decimal, banheros de pao
e de folba, urna carrosa, trem de cosinha, ma-
china para lavar roups, instrumentos agrcolas,
espingardas e pistolas, a difieren tes outros arti-
gos que serao palenleados, como sejam um boro
relogfo e corrente de ouro, e um superior cofre
de ferro, ter pois lugir o leilo
Sexta-feira 22
do correute, s 10 horas da manha, no arma-
zem grande da ra o'Apollo n. 28. no Recife,
psra onde forem removidos os artigos aupra a
bem do melhor commodo dos pretendeDtes.
Arfeos diversos.
GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Roupa lavada e engommada
de Ramos AC.
Podem mandar bascar a roupa lavada os donoi
doi ns. seguir,tes: 205, 59, 34, 30, 27, 48. 201,
7' ^'J1' m>178- 147' I, 24. 23,132. 113,
99. 77,-25.131, 103, 20,51, 105.
Aviso aos creadores de
bons passaros.
A pessoa que quizer aproveitar a occasio de
comprar urna excallente sabia da malta, que can-
ta extraordinariamente de dia e noite, que estan-
do na pragaaera a melhor em cantona, a qual
podaro apostar com qualquer urna daa que for
melbor do lugar, que reconheceram nella o me-
lhor flautado que poda exialir, e arremedar pas-
earos, o que fenmeno apparacer: os qae qi-
zerem, dlrijam-ie aoi Afogados, raa deS.Mi-
guel n. 86, que acbaro com quem tratar.______
Urna pesaoa querendo dedicar-ae a vida do
campo, quar sur lavrador da algum engenho que
offere;a vantageos, tem algaoa escravos e ilguos
reearsos : algum seobor qne liver um bom allio
aj queira contratar algum negocio, annuncie.
A peiioi que aoouociou precisar da 2.0000
sobre um predio aito na raa do Padre Floriano,
dirija-aea travessa da Madre de Daos n. 18.
Precisa-sa de urna ama de boa conducs,
ou eicrava ou livre, para o aervico de urna cisa
de pouca familia : oa raa do Raogel n. 73, pri-
meiro andar.
Arreoda-ie um engeoho que aeja naa pro-
ximidades da via-ferrea, ou qae lenha porto da
embarque, com animaes, estando moenle e cor-
rete, que teoha boaa trras, aioda que nao s?ja
de grande forga ; qaam o liver annuncie por es-
ta Diario,
NOVIDADE!
Grande reslaurenl.
Ra estreita do Rosario n 11.
Na anliga e bem coohecida casa que foi do
Soares, na ra estreila do Rosario n. 11, pri-
meiro andar, acba-se estabalecido um perfeito
RESTaURANT com todo luxo e asseio quanto
posiivel neitai casas; ahi achara a bella rapa-
ziada lodos os commodos precisos, asseio, regu-
laridade e presteza em seu servico ; o saboroso
caf todas as tardes, o almogo, jantar, eeis, e o
spetitoso lsoche a qualquer hora, os deliciosos
viohos Figueira, Lisboa e Porto, a saborosa mao
de vacca todos os domingos pela madrugada, as-
sim como fornece comedoriaa mensaes, quer no
estabelocimento, quer mandiodo casa dos as-
signantes, ludo por menos prego que em ou-
tra qualquer parte; finalmente scientiQca-se aos
amsntei doi bons peliscos que o dito estabeleci-
mento acha-se sob a admioistrsQo do Sr. Julio
j bem conhecido nesta cidade pelo bom gasto
que tem oeste genero de negocio.
0 Ijvro do Poyo.
Sahio 5 luz publica o LIVRO DO POYO, publi-
cado aob a direceo do Sr. Dr. A. Marqaea Re>-
drigaes, a contm a vida de N. S. Jess Chriat*.
segundo a oarrsco doa quatra evangelistas,
mais os aeguintea artigos: o vigario, o profesaos-
primario, o bom homam Ricardo, amoral prati-
ca, Simo da Nantua, maximaa e peusamenloa,
a bygiene, os devsres dos meninos, e o Brasil.
A putlicaco do LIVRO DO POVO nao s tara
por tk' aniformisar a leilura as escolaa prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
difirante, e portento facilitar o trabalho do maav
tre a do discipulo, como lambem vulgarisar, pan
m prego barstissimo, a historia do salvador d
mando, e os meihores preeeilos da moral.
Venda-aa o Livro do Povo, no Retif, na
librara da pra;a da Independencia ns. 6 a 8, a
500 ra. o exemplar em brochura.
Domingos Joa Gongalves Pereira medoo
seu estabelecimento para o pateo da Santa Cruz,
ao lado da igreja n. 93. ___________
Companhi*
DO
.HMM!
Nao setendo hoje reunido numero le-
gal de votos para haver assemblea ge-
ral extraordinaria dos accionistas sao
.estes novamente convidados a reun-
reuvseno dia 20 do corrente ao meio
dia, allm de se tratar do encanamentQ
das aguas para a freguezia dos Afoga-
dos, segundo prope o Exm. presidente
da provincia, prevenindo-sc porm aos
accionistas que devein comparecerem
para que seja convenientemente discu-
tido neste ponto os interesses e direitot
dacompanliia, e que ha vera' assemblea
geral com o numero de votos presentes
de contormidade com o artigo additivo
ao 10 dos estatutos.
Escriptorio da Companhia do Bebe-'
ribe 10 de agosto de 1802.
O secretario,
______Justino Pereira de Farias.
Attencao.
No terceiro andar do aobrado o. 52 da ra
da Cadeia do Recife, precisa-se alugar um escra-
vo ou escrava que cosinhe.
Precisa-se de um caixero de 12a 14 annos
de idade, para urna taberna, e que lenha ratita:
na ra dos Cupieres n. 12.
OITerece-se um mojo para feitor, com bas-
tante pralica de servigo do campo: quem quizer
pode procurarla ra do Raneel n. 16.
Quem precisar de urna escrava para lodo
o servigo de urna casa, dirija-se a rus Nova n.
43, primeiro andar.
Alugam se dous grandes arma-
zens na ra da Concordia proprios para
qualquer estabelecimento em ponto
grande : a tratar com o Sr. Miguel Jo-
s Alves na ra da Cruz do Recife.
Fugio no dia 2G do patsado, do ennenho Jan-
gadeiro, de Paulino Tereira de Altiu^uerque, o
escravo Manoel, com es iignaes seguiutes : re-
presenta ter de 35a 40 anuos, alto, bom corpo.
urna orelha meio cortada, sem sobraucelhas, pou-
ca barba, urna cicatriz na magia do rosto, per-
es compridas e descaiuadas, ps grandes e sec-
eos, com alguns signaea de relho : quem o pe-
gar e levar ao referido eogtnho, ou casa de
Rocha, Lima & Guimaraes, na ra da Cadeia, no
Itecife, ser bem gratificado.
Aluga-sa urna preta que seja la quilasaY
deira e d Qel conta do que se lbe entregir, pre-
fere-se de meia idade : na ra do Encantamento
no Re:ifo o. 13, taberna,
No dia 19 do corrente. pelas 10 hoiasda
) nianb, depois da audieucia do juizo de paz do
1." districlo di freguezia de S. Fr. Pedro Gon-
galves, se ha de arrematar urna burra de ferro,
penhorada a Albert Ascho, por execuc-ao, que
contra o mesmo. move Alv*s & C.
Ensino particular.
Urna pessoa convenientemente habilitada a*
propoe a ensinar prmeiras lettras, ltiro e fran-
cez em algum engenho perlo desta praca : quem
quizer Ualar do ajuste dirija-se a ra da Palm
n. 32.
or..... ...... .-li. .. uc uuua rjiuims
para ama da pouca familia ou bornea) solteiro :
a tratar no becco do Campello n. 4.
Pilulas paulistanas.
A facilidade com que esta maravilhosa medi-
cina effeclus proJigiosos curativos em quasi to-
llas as especies de enfermidides a faz recomraen-
davel e preferivel a todas e qusesquer oulras.
Pode-se viajar exposlo-s inconstancias do lem-
po, pode-se comer o queappetecer-se, sero que
porissose deixe de sentir seus effieazes efleitos,
Em minhas composicoes nao entra o mercurio,
que faz a base de muitos outros afamados reme-
dios ; assim nao exijo dieta, porque meu syslema
composto de puros vegetaes.
Todas as composicoes em que sempre entra o
mercurio esto muito qaem destes pilulas co-
mo depuradores ; rogo aos senhores mdicos que
a bem da hamsnidade empreguem estas pilulas
paulistanas em tolos os casos em que o singue
so achar ailactado e mesmo em todas as febres
em que a sangra recommeadada, e vero cu-
ras maravilhosas s*m outro qualquer remedio.
Deposito geral, na ra do Parto n. 119, Rio de
na pharmacia do
Ribeiro, raa do Qjeimado
Janeiro; e em Pernambuco,
Sr. Jos Alexandre
numero 15.
Aluga-se uan loja propna para negocio, no
largo da Ribeira : a tratar no largo do Tere j nu-
mero 33.
Jos Gomes Vieira, Portuguez, vai a Por-
tugal tratar de sua saude.
Alugam-se o primeiro teroeiro andares
da caaa da ra do Pilar n. 143, a qual muito
fresca, e tem vista para o mar : a tratar na mes
ma, taberna por biixo.
Ra Nova 28.
Dep
Vpiipirv5 nrriAm terceira dd
S. Francisco do 7?ecie.
Alugam-ae as casas terreas sitas as ruis do
Aguas-Verdes n 32,o Florentina n 26, p-rten-
centes ao patrimonio da dita ordeai ; os preten-
deres polero dirigir-so ao chsristimo irmo-
minislro o Sr. Anlouio Pereira de Fariss, em es-
sa do sua residencia na ra Direita o. 91, ou na
sobredas ordom.O archivista,
______________Thomaz Jos da Costa e S.
Ghegado pelo va-
por fraiicez s pira o vigi-
lante finos pestes de mar-
rafa.
E' chegado os lindos penliuhos dourados cora
muilas lindas molduras de diUerenles gustos pa-
ra majrafa ou travessos, pois s com a vista os
compradores sabero apreciar o quanto sao deli-
cados pelo baratissimo prego da 300q o par :
assim como sem ser dourados de lindoa gostos,
pelo barato preco de 23 : na ra do Ceespo n. 7.
S no galo vigilaalo, ra do C-eapo n. 7.
Para atar cabello.
Tambem ha chegado linios penles de tarta-
ruga todo enlrangado com fila de borracha, ds
| forma que o cabello aruarrado Dea dentro de um
1 engredado, inteirsmente cousa nova, e de muito
igosto, assim como com laro e Uros de linios fei-
tios, que se vende por prego muito razoavel : t
no vigiliote, ra do Crespo n. 7.
Luvas de pellica.
Tambem chegado as verdadeiras luvas de
Jouvin muilo frescas tanto para homem como
para senbora; s oo vigilante roa do Creapa
o. 7.________^______________
Gravatinlias.
Tambem chegado es lindas gravatinhas com
lindos botes, que se vende pelo barato preco de
19 s no vigijsnte, roa do Lreapo o. 7.
Gr*mp*s a balo.
Tambem chegado as lindas grampas a bailo,
cousa muito linda : s no vigilante, ra do Cres-
po o. 7.
La f>ara bordar.
Tambem ha superior lia para tordar que re
veode por 6$ a libra, assim como la de familia
que se ven le a 1?, e em cada caixioha muito fina
pelo baratissimo prego de ~S a caixioha : i o
vigilante, ra do Cr*> Espelhos
Tambem ha grande aortimenlo de ospeihos re-
dondos de moldura dourados de todos os tama-
ngos, com excellente vidro, que se vende pele
baratissimo de 3<, 4J e 5g : s no vigilante, raa
do Crespo n. 7.
osito dos mais afama-
dos pianos dos meiho-
res fabricantes da Eu-
ropa.
Este estabelecimento acaba de receber e pia-
nos do celebre fabricante Ctrl Scheel. O pro-
pietario do estabelecimento tem a honra de con-
vidar aos Illms. Srs. professores e dileetanti vir
apreciar aa quelidades dos referidos pianos. Coo-
lioua-se sempre com eamero e promptidao afa-
ter-ae qualquer reparo nos ditos lnstrumentoi, a
alina-se os pianos debaixo do melbor syslema l-
timamente uaado na Europa.
Ao publio.
O abaixo assignado negociante na cidade do
Rio Pormoso, ae echando saldo da suas contaa
com esta praca, avisa pelo preaente a qualquer
pessoa que se julgarieu credor que apreseole oo
praao de 30 dial qualquer coota legal documen-
tada aos Sri. Leal & Irmo, qae ae acbam com-
petentemente aatornadoa para salisfazerem qeal-
querconta que o abaixo assignado dever masque
se nao record ; e pasundo deise praio de 30
diaa aem que o tenham feito, declara o anouo-
ciaote que oo aceitar mais quslquer conts qae
ss apresentar como divida sua anterior ao pre-
sante, e para que se nao possa allegar ignorancia,
faz o presente aviso que correr impresso 1*, 2*
e 3* vez, e depois do qual que se contar o
praso dos 30 dias.
R'o Formoio, 13 de agosto de 1862.
Domiogoi de Castro Guimaraes.
O Sr. Uanoel Francisca de l'ieitas Bipuila
de Andrade, tem ama carts viada da villa de
Patoa : na livraria da praca da Independencia
ni. 6 e 8.____________________________
Antonio Luiz de Barroa Tenorio, lubdito
portuguez, retira-se para o Para.______________ (
Precisa-se de urna ama que seiba lavar e rheaS antigs e recente, unC0 deposito
engommsr para o aervigo interno de urna caaa na botica ranceza, ruft da Cruz n. 22f
de pouca fimilii: na raa estreita do Roiario n. i ,,
10, aegando andar, preco ^.
ANTIGOTOSO GENEVOIX
(Oleo puro de enstnihas da India)
Boticario ra des Beaux-Artt, iK.em Parii
O uso d' este An(ia*t***i o nico que nao seja
um remedio nysteroso a sem pcrigo para a ssude
c nao embaraca os esTeltoa de qualquer outro trata-
mento Interno.
O oleo de castanhas da India emprega-se tao so-
mente em leTcs unces exteriores sobre o parte ente-
lada durante o BCCesSO e como preservativo da Ootta
e dos Klieumatismus.
DeeosiTARioi: Rio de Janeiro, Eugne Cheve-
lot Babia Joa Gatano Ferreira Espnmhcira ;
Pernambuco, d'Almcida Pinto ; Maranhao. Fer-
reira c C* Rio-Grande do Sul, Couto e Godoy
Injeccao Brow
Remedio infallivel contra as agnor-



DIARIO BB riKBAUBOCO. ... TEBQl FRIB.A 19 DI \GOSIO IB U62,
GRANDE
Laboratorio a vapor

DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos Pi-
mentel.
Embreta irpijriante, qae ral prestando rele-
Tsnles servigos seus freguezes pela promptidao
a perfeiso com que laa a roupa sem a estragar
PRESOS.
Roapa sortida (embora nao vouham tnelas nem
lencos) 40 r. por peca.
Ptqa grandes isoladamenle U rs.
Roepas de navios, vapores e hospilaes 70 r.
Dita de familia que nao tregeeza 80 ra.
Bita de doente de familia que nao 4 i'ouz
120 ri.
Urna rede ou cortinado de cama oa varanda
a 500 rs.
o prego des engommados c co iico a confor-
ma as pegas, como costertvara faceras engomma-
deiras. O praso da eotregt <*.a roupa lavada .
8 das, a engommada 15, secdo qe muitas vezes
sta prompta antea do ptato. Deposito na ra
Nova._______________________________________
EN SI NO
DE
PARTIDAS MURADAS
Novo retratista.
Ra do Crespo n. 18, primeiro andar, tme-
se retratos pelo systema dagaerreolypo por m-
dicos precot ; vo-se tirar retratos de pessoas
morios dentro e torada cidade.
Soriedade de edificares.
Capital social 1,200:000^000.
As pessos que qv.itetcm subscrever para a fo/r.
mar.So do capital a esta grandiosa e til empreza,
com o valor de terrenos ou casas a reedificar,
aituados na capital oa arrabaldes, deverso dirigir
suas dcclaraqoea por escripto, indicando txucta-
menle a sitaro, exieniao e confrontarlo de
e/as respectivos terrenos ou casas a reedificar,
bo escriptorio do 111 ni. Sr. Dr. Diodoro Ulpiano
Coelho Calanbo, ra do Imperador n. 81. Fas-
se igual convite s pessoas que quizeram sebe-
crever quaulias de 100J00O at qaalquar qaaniia
para cima, seja valor era dinheiro correte, seja
em materiaes, madeira, transportes, etc., reali-
saveiaem l prestarles de 10 0t0 do capital subs-
cripto, pagando a primeira prestarlo na occasio
em que for apresenlado, para aasigoar o livio do
acto social, e as nove outras a 60 dias e praso
de ama a outra. Os artistas e obrtiros serlo
admittidos a subscrever qeaoiias de lu.o a 2005
pagaveis em presttces samanaea de 28500 e
13*50.

Dirigido por
MiXOEL FOSSEtV DE MEDEIROS-
DUAS VEZES POR SEMANA.
TERCAS E SEXTAS
DAS7AS9.I01USDAK01TE.
RLA NOVA N. 15, 2 ANDAR.
Casa de ssude em Sanio
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
RuC do Cabng n. 18, entrada pelo
pateo da matriz.
Essa galera ornada com os augustos retratos
pholegraphicosde SS. MU. e da aerenissimaa
princesas imperiaes, assim como com os de mul-
tas das priocipaes pessoas desta cidade, est a
disposicao do publico, que a pode visitar todos
os dias das 8 horas da manbaa is 5 da tarda,
examinar os trabalhos expostos.
Continua-sea tirar retratos por todoa os sys-
temaa pbotographicoa, e especialmente por am-
brotypo a em cartoes de visita. Fazem-se tam-
bera mimosas miniaturas em talco para aa collo-
carem emjoias.
Os creeos dos retratos sao os mais raioaveis
qaa (o encontrara msu idade.
J. Ferreira Villela, pholographo.
Quer-se alagar a casa da povoacio do Mon-
teiro, que rica entre Jos Rodrigaes do Passo.e!
Manoel Rodrigaes de Souza, o dono oa seo pro- '
curador, quireodo alaga-la, apparec,a na botica]
da rus do C ^ i
OITerece-se umi pessoa para cobrar divi- j
das, tanto no interior da provincia como para lo-
ra da mesma : aa peasoasqae preciase dirija se a
praca da Independencia n. 6 e 8, em carta fecha-
da com as iniciaos A. S. F. J.
Aluga-se ama excellente casa de campo,
com bastantes commodos para familia, mallo bem
banho, vista magnifica, muito fresoa, e tm al-
guna arvoredos ; quera a pretender, dirija-se a
raa da ConcelQao n. 26, ou na raa Nova n. 56,
primeiro andar.
Aluga-se para qualquer servido nui mole-
que de 16 anuos, de boa conducta, o qual servio
por alguns meses na caixa filial ; na ra do Li-
vremeato d. 22, 3 andar.
Jos Autonio Ferreira,
reiira-se para Macei.
subdito portuguez.
fiernarino Aulonto da Silva Lisboa, sub-
dito portuguez, retira-te para fora do imperio.
Aviso.
IMPAGA
U Ra Nova U
JOSEPH PRADINES
Premeado na exposlfao do Rio de Janeiro
COM \
I
1
1hkua da Cruz16l
O Dr. Rocha Bastos
di consaltas lodosos dias.
Cura radical o em pouco dss moles- *?
lias syphililicas a doa orgos genito ari- f|
narios.
Consultas da graca daa 8 aa 9 horas da
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Esta sstabelecimento j bem eonhacido, econ-
ceituado nesta provincia pelos relevauWs servi-
dos qae lera prestado, contina nss melbores con-
diQes debaixo da direcgo de seu proprielario
receber doentes de todas as classet, os quacs se-
ro tratados com todo a telo a interesse pelos
presos segaintes :
Primeira classe 33000oumait.
Segunda dita...... 2S50O.
Terceira dita...... J000.
Em qualquer das classes os trancos flearo se-
parados dos negros. Os alienados d< 2.a e 3."
classe nao furiosos pagaro a diaria ordinaria,
sendo furiosos pagaro mais a quarta parte. Os
alienados da 1.a classe pagaro segando o ajusfe
Gabinete medico cirurgico.g
& Ra das Flores n. 57. g
tj> Sarao dada consultas medicas-cirurgi- C$
9 cas pelo Dr. Estevo Cavalcsnti de Alba- gf
# qasrque da 6asl0horasdamanba,ac-fa
aB cadindo aos chamados com a maior tra-
vidade possivel. 0
0 I'0 Partos. %
q 2." Molestias de palla. Q
tiy 3.* dem do olhos. q>
^ 4.* dem dosorgos ganltaas. Qf
a Praticartoda aqaaiqaer operago em f
^ seu gabinete oa em casa dos doentes con- -*_<
Z forma lhes fdr mais conveniente. gj>
Joo da Silva iamos,
O abaixo assi^nado morador na cidade do Rio
l'ormoso, j temi avisado e proUitado por atte
jornal de 11, 12 e 13 de jaoho de 1860 a todos e
contra toJos, que s* diie;n iltegalraeote ituho-
res de urna legua e meia de trra, que per jus-
tos e valiosos ttulos pertence ao abaixo assig-
nado, de novo se aprsenla scientificanilo a to-
dss em geral, e a cada um de per si, que o abai-
xo ssignado o legitimo senhor e possuidorpor
justo e bom titulo da dita legua e meia de trra
na freguezia d'Agua-Preta, a qual comeca do lu-
gar denominadoCaxoeira seccana ribeira do
rio Una.seguindo pela ribeirc do riachoPiran-
gi grande cima. Declara para conhecimento de
lodos que dila legua e meia de trra demarca
pele norte com o rio Unapelo poeote com o
riacho Pirangi graindepelosul com Ierras do
Catende e pelo nascenle com trras do engenho
Japaranduba e oulra sismara anoexo ; que oa il-
legiiimos posseiros forarn chamados a concilia(o
para entregarem a propriedade do abaixo assig-
nado e saberem que s o mesmo abaixo sssigna-
do o legitimo senhor e possuidor da referida
legua e meia de trra, que j fui competente-
mente registrada, e a qual houve por sismaria de
1782, qvelhefoi traspassada e cedida por com-
pra aos legtimos sismeiro8 : pelo que os illegaes
posseiros logo que foram chamados a concilia-
rio abandonaram as obras, que em algunas par-
les do dito terreuo estavam fazendo.
E aprovaitando a occisio declara mais que
la n- bem senhor e legitimo possuidor da urna
legua de trra em quadro, que foi concedida por
S. M. Fidelissima em data de sismaria a Joo
Leandro Soares de Araujo e sua mulher D. Lou-
rev.rs Uabel da Visitarlo, j fallecidos, e por es-
tes vendida ao finado vigario de Una Vicente
Ferreira de Mello e Silva, e pelos herdeiros des-
te, instituidos no respectivo testamento solemne,
foi vendida ao abaixo assignado, como ludo cons-
ta do lesla^enlo a escriptursa existentes, am a
qual esto indevidarnente edificados o engenho
Souza e mais dou3 da mesma freguezia de Agua-
Prela, scodo que desta legua de trra em qas-
dro s foi vendida ums quarta parte no sitio do
I riachoCetembrefazeudo piao no dito silio e
i paasagem do rio Pirangi. E para que niuguem
se chame ao engato em tempo algvm ainda pelo
IVl^niPl ni I i lTnfvPI*QllA(ff*. Presntese protesta contra quaesquer outroi,
sugeitos as penas dos crimes, quo se descrevem
no titulo 3* cap. 1 e 2 da parle 3a do cod. penal:
sendo que por motivos de molestia o abaixo as-
signado teru deixado de fazer effectivo seus di-
reitos, o que ar logo que cess Rio l-'ormuso 15 de julho de 1862.
Antonio Gomes de Macelo.
Cartss de visita
Carides de visita
Canes de visita
Cartoes de visita
Carles de visita.
Procos reduzidos
Prados reduzidos
Primos reduzidos
Proco* reduzidos.
A duzia por 12^
A duzia por 12$
A duzia por 1*5
A duzia por 12
Duas dudas por 208
Duas dazias por 2.
Novo estylo de photograpnia
Novoestylo de pholngrapbia.
Ambrolypos mi caixss 2$
Ambrotypos em caixas 2>
Ambrolypos em caixas 2~.
O retratista americano
Alberto W. Osborn
Ra do Imperador.
Gompanhia Fidelidade de se-
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Laiz da Oliveira Azavado & G. compe-
tentemente aatorisados pela directora da eompa-
nhia de segaros Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, mcrcadoriaa predios, no aaa escriptorio,
raa da Cruzn. 1.
MEDALHA. DE PRVTA
previne ao respeitavel publico e seus treguez.es em particular, que mudou o seu
estobeleeimento de
CIIILI O E ARJIE1HO
DA
Ra dos Quarteis para a ra Nova n. 34.
Elle aproveita essa occasio para prevenir as pessoas que tem concertos e amla-
coes na sua casa que venham busca-Ios com o competente dinheiro at o lim do
presente mez, passado esse tempo serao vendidos para se cobrar do importe do
oncettos.
Casa de commis-
soes.
O abaixo assignado, proprielario. estibelerido
e domiciliado nesta cidade, ra Direila n. 9 e
95, aeha-ss competentemente habilitado para re-
ceber gneros a consignaco, pedindo assim aos
Illms. senhores de engenho a lavradores, e maia
oatros senhores que queinm honrar-me com
seas productos : assucar, slgodo, couros, etc.,
pelo qae vista da conta de venda das primeiras
remessas podero colher a grande diligencia qae
fai,o para bem servir, e por este meio poder me-
recer a palma, assim como as pequeas remes-
sas pode o portador della er o proprio conduc-
tor do seu liquido, pois Lo haver duvida ser
despachado em continente, dobrando assim meu
trabilho, o que s vista das primeiras remes-
sas se pode apreciar, a que espero na silencio
dos meus amigos conhecidos e estranhos. Recite
2 de agosto de 1862.
^__________Joo Baptista da Rocha.
Toda leiicao
Antonio Gomes da Cunha e Silva, com loja na
ra da Cadeia do Kecife n. 50, defronte da ra
da Madre de Dos, roga aos seus numerosos de-
vedores tanto desta cidade como fora della que
se sirvam mandarem pagar eus dbitos at ao
m do correnta mez de agosto, porque nao po-
dendo mais esperar paasar a assr des meios
que julgar mais conveniente para com aqaelles
que nao cumprirem sea deveres.
edcocirurdeo
O brfcharel Antonio Aunes Jacome
Pires advoga e reside na ra do Impe-
rador n. 81, segundo andar, onde pode
ser procurado.
iSltr.
Precisa-se alugu ura silio perto da prs;a com
boa casa para urna familia regular, ou mesmo ca-
sa com quintal, que agradando paga-se um ou
dous anoos adiantados : no caes de Ai pollo nu-
mero 55.
aW&^iVBA GLORW AS\ BO F13NBLO -3
Consulta por ambos os syslemas.
Emconsaquencia da mudan? para a sus nova residencia, o proprielario deste estabalaci
manto acaba de fazer ama reforma completa m todos os seis medicamentos.
O desejo que, tem de que os remedios do s>"u ostabelecimeoto nao se eonfundam com os da
aenhum outro, visto o grande crdito de que eem&re gozram e gozam ;o proprielario tem tomado
i precauco de inscrevero sea rtOBM em todos os rtulos, dependo ser considerados como falsica-
ios todos aqaelles que forera apresentados sem esta marca, a qaaudo a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanbir urna couta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo a am pa-
pel marcado com o sou nome.
Outro sim : acaba de receber da Frauda grande porreo da Uncan de acnito a belladona re-
medios estes de summa importancia e cujas propriedados sao to conhecidas que oa meemos*9rs,
mdicos allopathas empregam-aa constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur sm tincturas cust^ro a 1$ o vidro.
O proprielario deste estabolecimento annancia a seus clientes e amigos qua tem commedoa
inscientes para receber algn escravos de um e outro sexo doentes ou que precisem de alcuma
operago, affiangando que serao tratados com todo c disvelo a promptidao, como sabem todoa
iqaellss que j lev. tido escravos na casa do annuncitnte.
A situaceo magnificada *asa, a commodidade dos banhos salgados sao outras tantas vinta-
1*111 pare o prompto restabeledmeMo dos doente.
Aspssoas que quizeretu fallar com o annunciantedavem proeura-lo da manba at 11 hora
l de tarda das 5 era diaate, a fora destas horas acharo ero isa pessoa cora quem se podero aa
euJer ra da Glia n. 3 ttg< do fundo do Dr. Lobo Moteoto.
RA
DO
55.
de Coimbra,
3
m
da consaltas am casa, das 8 as 10 horas da mv
nha, e presta-se a qualquer chamado com a bem
conhecida promptidao. \
\ Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado agente do Banco
Mercantil Porluense nesta cidade, saca
efectivamente por todoa os paquete so-
bre o mesmo Banco para o Porto a Lis <
Sboa, por qualquer somma avista a pra-
zo, podendo logo os saques s prazo serem
descontados no mesmo Banco, na razo
de 4 por eento ao anoo aos portadores
que asim Iheconvier : as ras do Cres-
po n. 8 oa do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castre.
B
SEGLNDA EDICC VO
THESOURO
a
I
Banco Unio.
Estabelccido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
Sacam por todos os paquetes sobre o aietmo
Banco a przo ou vista, e sobre asageneiy em
Lisboa, Figueira, Coimbra, Aveiro, Vizeo, illa-
Real, liegos, Vianna do Castello, Coir raes,
Darcenoa, Lsmego, tovlinaa, Uraga, l'.-anei,
Braganga, Amarante, a cito dias, ou o Tprs"
que se convencionar: no sea escriptorio j
Cruz n. 1.
U. C. C. de Mello, lanzador do consulado
provincial, avisa aos senhores proprietarios e
mais dono de estabelecimentos, que desde o 1.-
da julho do crtenle anno se acha encarragado
dos lancamentos da decima urbana, a doa de
mais imposlos daa freguezies de Santo Antonio,
S. Jos e Afogidos.
RA
DO
IMPERADOR
55.
PMMC
Dentista
s
no
HOMEOPATII1CO
ou
Tade-mecum ao homeopatha
pelo doutor
mmm il. ran.
Este livro qae se tem tornado to popular,
quanto necessario, acaba de ser publicado com
lodos os melhoramentos, que a experiencia a o
progressos da sciencia lem demonstrado. A no-
va edicQo em tado superior primeira, en-
terra :
1.* Mais ampias noticias acerca do ear>tivo
daa molestias, com indicsQes mui proveitos^s
dos medicamentos novos recentemenie ezperi-
menlados na Europa, nos Eslados-Uuidos e no
Brasil.
2.* A exposicoda doutrina homeopatha.
3.* O estudo da aproprist;o dos remedios se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
das idades, dos sexos, a segando as circumstan-
ias atmo8pharicas etc., etc.
A.' A preservarlo oa prophilaxia das molestias
hereditarias.
5.a A preservagaodas molestias epidmicas.
6.a Urna estampa illustrada demonstraliva da
continuidade do tubo Intestinal desda a bocea at
O auus etc., etc.
Vende-se ni phauuacia especial uomeopa-
tiiica, pcoprledade do aulhor, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Pre;o de cada cxemplar. 20^000
N. 3. Os senhores assignantes queiram man-
fiar receber seus exeraplares.
Tocia attencao,
Cv-Cfodlo Jos Alves Galmares avisa ao ras-
tpaltavel pablico, principalmente a lodos os sees
f regueza a amigos, que se mudoa da loja da
*uia da ouro da raa da Cabug para a ra do
Ct-aapo n* 7, para a bem conhecida iniiga loja
demiudezas qua foi do fallecido Joo Ceg, hoje
sert conhecida pelogallo vigilante,* pede ao
raspettavel publico a aos seas freguezes e amigos,
qua o queiram procurar no dito estabelecimento,
onda acharo um grande aorlimenlo da miudezas,
qusaffijcca servir bem o vender por menos dez
ou viuU por ceato. do aue em outra qualquer
parte
15RuaNo\a15.
Fredarico Gautier, cirurgiao dentista
faz todas as operseoes desua arte a o co-
loca denlas arlificiaas, tudo cora -sdaln
Si rioridade a parfeico qua as pessoas-,en S
Ql tendidas lha raconhecem.
|5 Tem agua e pos dentifieios, etc.
Joo Guilherme Romer.
Forrador, estufador e cortinador
recommenda- se com o seu prcslirao em todas es-
las psolisoes tanto de Carruagens como de uso-
bilias, tambem pinta carros a encarregi-se de
todos os concertos de ditos, faz arrsios para ca-
vailos, novos e concertos, cortinados de cama e
da varanda, tambam arr. nja todos os preparos
para os ditos tanto dourados como envernlsodos :
na ponte Velha n. 8.
Precisa-se singar um sitio perto da praga:
quem o ti ver annuicie, ou dinja-se ao largo da
alfari'.'pgs, armsiem n. 7 U.
frecisa se e um h.i-.i > '. \\ ae pbarma-
cia, e que de Qador a sua cooducls, o que se da-
r um bom ordenado : na ra Nova, botica n. 51
Koga-se aos devedores do tallecido
Joaquim Jos' Ribeiro de Oliveira que
eve toja na ra Direita n. 55, que ha-
jam de ?ir pagar seus dbitos na mes-
ma loja ou na ra do Queimado n. 41 e
4-8, evitando desta forma o receber se
judiciament? e publicar-se seu nomes
por este jornal.
A viuva e Qlhos do Tinado Francisco Ma-
thias Pereira da Costa convidam ios ami-
gos do mesmo finado, para assistirem una
miasa que se ha de celebrar na igreja ma-
triz de Santo Anlonio, quarta-feira 20 do
correte, a 9 horas da manba, em aoni-
versario do seu fallecimeoto, e desde j
aotecipam os son >an>dpcim<'nins.
O abaixo assignado morador no aterro da
Boa-Vista, hoje ra da Imperairiz n. 61, e com
loja de ourives, declara ao respeitavel publico
que nada deve nesta provincia ou em oulr>
qualquer, ese algumaobra vende por menos nao
e porque tenha de pagar dividas, e sim porque
se couienta com menos ganho, e nao querer es-
tar muito tempo empatado, esperando por mais
interesse, a satisfago que tem a dar ; se po-
rm houver algaem qua se julgue seu credor
aprsente seu titulo que ser immediatamente
pafro.
Recife, 15 de agosto de 1862.
Custodio Manoel Gongalvet.
CONSULTORIO ESriCUL HOIEtFATpiC
DO 00LT0
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) u, 6,
Conaaltas todoa oa diaa atis desde aa 10 hars
t meio dia, aeerca da aegaiutaa molestia! :
noltstiat da mulhtrti, moltstiat dat erian-
(a$, moltttias da p*lU, moltttiat doi olhos, tno-
lutiat lyphiliticat,todas as tspteits di fsbrss,
Itbrts inttrmitttntts i suas consecuencias,
rHARHACU BSrBClAI. BOMEOFATIICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathitoa pra
jtradoa som todas as caatela necessariaa, in-
lliveis em seus effeitos, tanto em tintura,cama
mglobaloa.peloa presos maia conunodoa pou-
svaia.
H. B. Os medicamentos do Dr. Sabina sae
anicamente vendidos em saa pharmacia ; todos
qae o forem tora della s falsas.
Todas as carteiras o acompanhadas da ib
Impresso com am emblema em relevo, tendo ao
reopr aa segaintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Piuho, medico brasileiro. Este emblema* posto
Igaalmente na lista dos medicamentos qua sa pe-
da, As carteiras qaa nao lavarem essairapress
sssim marcado, embota enham natampa bo-
a do Fi7. Sabino si o falsos
rhip^s Irmos & C curadores scaes da mas-
as fallida de Manoel Ribeiro di Silva, convidare
a todos os credores da mesma massa para que
apreseotem seas titulo em o dia 20 do correte,
as 12 horas da rraoba, que foi o designado pelo
lllm. Sr r. juiz de direito do commercio para
se proceder ao concurso das preferencias, e ao
dividinio do que restar, na forma to srl. 93 do
decreto o. 1597 do 1. de maio de 1855.
i
Ha para se alugar um escravo
e cvanos.
Um escravo moQoe robusto para qualquer ser-
* iqo, o alugar em conta, Umbem alugam-se
cavallos para passeios e viageus bem em coala :
trata-se na ra de Santo Amaro que ca por iraz
di ra do Sol, casa n. 26, da 6 a 9 horas da ma-
nhi, e das 3 s 5 horas da tarde, ou das 9 4s 3
horas : na ra eatreila do Kosrio, escriptorio
numero 27.
O Dr. Fredenco Schulz. medico, paileiroe
operador, mudou seu consultorio medico para a
ra Nova n. 21, Io andar, aoode elle pode ser
encontrado todos os dias para txercicio de sua
sai"ncia a qualquer hora do dia ou da noile. Re-
cado por escripto.
Escola particular de pri-
meiras lettras para o
sexo femenino.
Anna Ferreira da Silva, competentemente au-
torisada pela directora geral de inslruc;o pu-
blica, tem aberto netla cidade, na ra dos Pires
o. 39, escola parlicular do primeiras letras para
o sexo femenino, aoode admitte externas, meias
pensionistas e pensionistas ; afianzando aos p&ia
de suas alumnas que envidar todos os esforc.01
para o adiaotamento das mismas. O entino con-
siste em leitara, escripia, contabilidade, gram-
malica porlugueza, costura de todas as qualida-
des, bordade de tiaho, la, seda e ouro, marcar e
abyriolho, etc. etc.
Sebo do Cear.
Proprio para fabrica de velas ou de sabo :
vende-se em barricas a prego commodo ; na ra
do Vigario n. 9, primeiro andar.
Jos Uorgomo raes Darreto, em vista do
annuucio feito pela ExmaSra D- Maaia de Cisneiro
Freir de Uoraes, publicado nesie Diario, obri-
gado a declarar que nao pretende vender os aoi-
maes que i he comprou ; mas se o li ver de fazer
nenhum embaraco lera, porque laes animaes Ihe
perteucero. Quinto a dizer a mesma seohora que
o annunclante ainda Ihe nao salisfez o prego dal-
les, islo exseto ; mas deveris ella accrescenlar
que os vendeu para pagar-lhe o mesmo annun-
ciante em 25 de fovereiro de 1863, pelo que pas-
sou-lhe urna letra de rs. 1.9259 o urna vez que
ella declara ainda estar accionando-o pelo prec,o
de laes animaes, dever lambem declarar que o
est fazendo injustamente, visto que a letra nao
est vencida, e para acciona-lo, prescindi da
mesma letra, declarando em juizo que a Iransac-
co de tal letra fcou de nanhum etfeito por falla
de garanta, quando o aonunciaote nao se com-
promtlteu a da-la, e ella nao Ihe restiluio a mes-
ma Utra. Recife 14 de agosto de 1862.
Aluga-se um sobradinho de um andar so-
to na ra do Calabou;o velbo n. 17 : a tratar no
caes do Ramos n. 4.
.1. VIGNES
Os pianos desta amiga fabrica sao hoje assaz conhecido', para que seja necessario insistir
sobre a sua superioridade, vantaf.ens e garantas que olurecem aos compradores, qualidades estas
incontestaveis queelles tem definitivamente conquistado sr.bre todos os que lera apparecido n'esla
prac,a ; possuindo um teclado e machinismo que obelecem loJas as vontades e caprichos dos
pianistas, sera nunca falhar por serem fabricados de proposito e ter-se feito ltimamente melho-
ramentos importantissiraos pa'a o clima desie paiz ; quanto asvozessao melodiosas e flautadas, e
por islo muito agradaveis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazera-sa conforme as encommeadas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel de Paris,
socio correspondente de I. Vigne', em cuja capilui foram sempre premiados em todas as expo-
si^es.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um esplendido e variado soriimento de msicas
dos melhores compositores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, sendo tudo
vendido por presos muito razoaveis.
Perdeu-se no da 14 ae sgosio um altinete
de ouro, desde a ra do Queimado em seguimen-
to ao pateo do Livramenio at ra Direita, ten-
do vzti rosa esmaltada de rxo, e as folhas de
verdo : a pessoa que o achar, quereodo ser cons-
cienciosa, leve-o raa Direita n. 3, que se gra-
tificar.
A pessoa que quizer dar cavallos para en-
gordar para a f*sta, por prero commodo, dirija-se
a ra Bella n. 5, que achara com quem tratar.
Aioga-se urna casa lerrea no principio da
ra Imperial n. 9 ; a tratar na ra do Queimado
numero 71.
Precisa-se
de 1:500$ a 2:000$ dando-se por seguranza um
sitio perto desta praca. boa casa de vivenda e
grande, por prazo de 12 e 18 mezes : quem ti-
vir para darannuncie sua morada.
Aluga-se um sobrado de tres andares a ar-
mazem na ra da Cadeia n. 16: a tratar com o
ea proprielario o mejor Nascimento da Cosa
Monuiro ou com Fonsecs & Silva, na mesma ra
n 21.
MU
Chegou este superior fumo na ra da Cadeia do Reafe n. 15, loja do
Centro commercial.
MTOIUSJKCM I JSJPIPMIMii
DA
,bca wmm m mmmu
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
Jos Fortunato de Souza Jorge, porluguez,
vai para a Parahiba.
Atte
Bailar & Oliveira
Porto.
sacam sobre a praca do
ncao.
Na raa das Cruzes, casa n. 2, sobrado da es-
quina, primeiro andar, cose-se perfeitamente pa-
ra senhons, meninos e meninas, assim como d-
minos para mascara.
Arrenda-e pur tres anuos um grande sitio
na matriz da Varzea com casa de vivenda, mui-
tas arvores fructferas, a trras para planla'coes :
a tratar na rna Direita n. 40 com o seu proprie-
tano. _______________
Precisa-se de dous mocos Poriuguezes dos
receniementes chegados. de 12 a 14 anno's de
idade, para irem para Macei empregar-se no
comraercio : a tratar no armazem de Jos Joa-
quim Das Fernandes, travessa da Madre de
Dos o. 12.
Aluga-se u*u boa casa sita no
lugar ponte de Uchv** a margem do rio
Capibaribe, com ac timoda^ges para
grande familia : quem pretender enten-
da-se com o bcharei Mam?e Geatil da
Corta Alve, no mesmo lugar.' ,
Aa nuncio especial.
O acadmico Jcs Alves da Silva Pereira faz
scienie a qualquer egociante ou pessoa desta ci-
dade, a quem for apraentada qualquer carta da
crdens vinda da fcshn, que tenham a .boudaie
Na rea do Sol o. 21, primeiro andar, alu-
gam-se dous eicravosa 5j semanal, pro&rios na-
.. fin. .4
ra enxada.
A' polica e aos capites de
campo pede-se a captura do escravo pardo de
nome Paulo, que aoa fgido nesta cidade e seus
de -ecusar-se sua salisaco, visto como i mais suburbio, tem estatura regular, cheio do corpo
de tre mezes que do crrelo Ihe subtrabiom levou roupa de luto, e chapeo de feltro preto':
laes caria, e psra qne oso eoatiatie a ser prej**' quem o pegar leve-o 5 ra do Sol n. gl que ie-
dicado, fazejle pouncio. .ir recompensado.
'
Sendo eu um dos berdelros do primeiro
casal de meu fallecido e muito presado pal, nao
posso deixar pastar desapercebido o annancio
publicado em o n. 158 deste jornal, e pego venia
a lllm." Sr.D. Maria Alexandrina Jacome para
protestar contra a la asseverscao de qua em 26
de oulubro de 1845 se fez inventario amigavel dos
bens daquelle casal, e os herde'ros recaberam
suas legitimas ; porque eu nunca retebi mtnba
legitima materna, nem prastei minha sssignata-
ra para semelhante inventario, e do qual s pelo
dito annancio e com sorpreza lenho noticia. No
mesmo caso eslo meus cuohados o mtjor Ao
tnio Ignacio da Silva e Manoel Luiz da Veiga,
que opportuoamente, e quando este ultimo esii-
ver presente respondero ao referido aonuncio.
Espero nao ser forjado a-voltar sobre um assump-
lo que considero grave e improprio de gazetas.
Recife 14 de gosto de 1862
Bacharel Antonio Annes Jacome Pires.
Aviso ao publico.
No caes 22 ee Novembro transporta-se para a
escadioba da alfandega pessoas a 40 rs. cada ama,
a embarcarlo largar logo qae tenha tres pessoas.
Precisase de um oleiro que tra-
balhe bem em louca miuda e que seja
estrangeiro, para ir prestar seus servi-
cos na provincia da Parahiba : quem se
julgar habilitado annuncie para ser
procurado.
Francisco Jote de Senna, sbano portu-
guez, rjra-a par* Portugal.
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Muito conhecidas nssta citeeem todas as 1 inconlestavel, 9 as innmeras curas completas,
provincias deste imperio pelos ceus inf*lliveis re-1 obiidas as diversas molestias em que forara
suliados em todos os casos de inflammarjao sejam i applicadas, o fazem me ecer e conservar a
externas ou internas ( com cansado e falta de .confianza do Ilustrado publico, queja (iva a
respiraco ) como do estomago, ligado, bago, honra de merecer delle '25 annos de existencia e
de pratica.
N. B Ne'tt cite e de tod* s os pontos desla
imporio recaem-se participsces satisfactorias a
respailo das ditas Chapas Med'icinaes.
As encommendas das provincias deven sar
dirigidas por e:cripto, com todo o cuidado do
fazer as necessarias explicaces se as chapas sao
para liomem, senhora, menino, ou crianza
declarando a mo'esiia e em que parta do corpo
existe.
Para inch^oes, feridas, lobinhos, papos ele;
bofes, rins, tero, peito, palpiiacao de coragao,
garganta, olhos, erysipela?, rheumalismos, para-
lysia e todas as effeccoes nervosas, e!c; etc.
Igualmente para quaesquer inchacoas, feri-
das, tumores intestinaese venreos, escrophulas,
lobinhos, papos, etc., etc, sejara qual for o seu
tamanho e profundeza, por meio da suppuncao
serao radicalmente extirpados.
( Estas Chapas nao podem fazer mal de
forma slguma, ellas tem sido applicadas aos
olhcs cora o melhor succe-so, wjim-se es aite-ta-
dos de curas completas queja foram publicados o molle justo de seu tamanho em um peJaco da
pelos jornaes. ) papel a declaracao onde existe, afim de qua a
O uso deltas acconselhado e receitadas por chapa seja da forma da parte, aTeciaJa, e para
baWis e dislisctos facultativos, sua eiScacia ser bem appcada no seu lugar.
Pode-se mandar \ir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas sero acompanhadas das suas com- I Consultas as pessoas que se dignarem honra-
petenies explicares, a tambera de todos es ac- lo com a sua conanga, todos os dias sem ex-
cessorios necessarios para suas applicac,3S. | cep^o, das 9 horas da manh s 2 da tarde.
JssB3sfiBeXZai
do Parto ||9
-
MUTILADO
i



^7
DIARIO Bfi PKtUUMBGC -5 TEBt> FElIU .9 DI AGOSTO DE 186*
k.

r
/
;
Ao publico em geral
e ao commercio em particular
O solicitador Pedro K. da Coat* Machado faz
cieote o publico e eapacialminte ao corpo de
commercio deala cidade, qua ae encarrega da
qualquer cobranza aulgavel oh judicialmente ni
comarcaa do Qibo e Santo Anuo, a quaea com-
prend iem tambem as villas da Eacada e N. S. do
O' de lpojaca ; se encarrega de todo e qualquer
ervigo tendente aos misteres de aua profisso,
o que faz scicnte a todoa os senbores advogadoa
que trabalham peraate a comarca do Cabo. As
pasaoas que precisaren) de seu presumo podem
procura-lo na villa do Cabo, am caaa de saa resi-
dencia ; polen lo tambem eicreverem-lhe dscla-
raado o negocio e morada, aura de sereno procu-
rados pelo annuaciaole. 09 que nao o conhece-
rem e nem esliverem a par de sus conducta po-
dem eodaga-la nesta cidade ros Srs. Joaqwim L.
Monteiro da Franca Jos Joaquina de Castro
* t oaoe oeeec
>i
Iguarass.
Joi Domingos de Souza, thasoureiro da testa
doe Martyres Santos Qosme e Damio padroelros
da fregueaia de Igusrass. fax sciente aos devo-
tos dos meamos Martyres, que Oca tranferida a
ua fertivldade para o dia 7 de dezembro prxi-
mo vin louro.
Caixeiro.
Na ra da lmperatriz n. 6, se dir quem preci-
sa do um rapas para 2o csixeiro que tenha pratica
de fazendas.

69
0
^? va etf &z
o 0 o
i

3Raa estrella do Rosario3
9) Francisco Pinto Ozorio continua a col- 9
fi locar dentes artificiaos tanto por meio de 9
9 molas como pela presso do ar, nao re- G
9 ceba paga alguma sem que as obras nao 9
t flqaem a vontade de seus donos, tem pos o)
outras preparados as maia acreditadas
% para eonservago da bocea: ssj
&aaa am
Aluga-se a caaa terrea da ra 1o Burgos
n. 27 : a tratir na ra da Aurora n. 36.
Alugam'se
as lojas de um sobrado, com 2 salas, 1 saleta, 3
quartos, cozinba fora a quintal murado com por-
to ; a tratar no primeiro sobrado de dous auda-
res depoia de passar a fundigo do Starr, na raa
da Aurora.
Nova exposi-
cao de candieiros
a gaz.
Chegou a nova exqoslgao
Chegou a nova expoaico
Chegou a nova exposigao
Chegou a nova expsito
Cbogou a no^a exposigo.
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
. Candieiros a gaz.
Sortjmeolo completo
Sortenlo completo
Sortimento completo ">,
Sortimento completo
Scrtimento completo.
Gaz de primeira qnalidade
Gaz de primeira qualidade
Gaz do primeira qualidade
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primeira qualidads.
S tem na nova exposicao
S tem na nova expoaico
S tem na nova expoaigo
S tem n> nova exposigo.
O pi jiiiiuidiiu Ueste cstabclecimenlo avisa ao
publico em geral que tem recebido um completo
sortimento de candieiros a gaz para ricas sals,
quirtos, esesdas, eogenhos e para estados pe-
queos que pode cora a economa de urna gar-
rafa de gaz ter para GO horas de luz, ricas cadei-
rasde balaogo de (erro com estofo adamascado
de linho, lavatorios de ferros econmicos com
todos os peilences, com eagoto no fundo da ba-
ca, ricos quadroa para orna mritos de salas o um
ri'iuissimo sortimento de otjectarias a imitarlo
de raariim para senhoras approvadas na ultima
exposigo das pnncezas tendo o premio maior,
riqoissimas pulceiras a imitecao de camafeo, lu-
do se vende por dimioulo prego que muito de
ver agradar aos pretendentes ; na ra Nova n.
20 e 21, toja do Ciroeiro Vianna.
Inglez tal qual se
falla
Oo resano da conversaco ingleza e
franeczacom pronuncia figurada.
Para uso das pessoas que querem al
lar inglez : vende-se na livraria acad-
mica n. 79.
Perde-se das 4 para as 5 horas da tarde
do dis 18 do correle, da ra Direita para o lar-
go do Terc;o, um menino de nome Deoclecio, de
ilale 14 para 15 annos mais ou menos, com os
sigaaea segalotes: cabellos ruivos, nariz um
pouco arrebitado.trajaa lo palstol de ga nga ama-
relia e caiga da uiesma fazenda porm parda :
roga-se a pessoa que o acbar o obsequio de le-
va-lo ra da Praia armazem de Jos do Reg
Mello.____________________________
Manoel Joaquim Bapliata agradece a to-
dos os senhores que no dia 17 do correte
mez ibe prodigalisaram sua amisade, pela
perda que lotTrcu no fallecimento de seu
lilho menor Manoel, acompanhando os seus
'Ctos muran ao rmtrio ouhlico.
tugio no uio 10 uu cnente a preta e no-
me Mara, com 50 annos de idada, tem bastantes
cabellos branco, cor fula, parece idiota, levou
vestido de chita e panno da costa com liatras
encarnadas : quem a aprehender conduza ra
Noa n. 7, segundo andar, que ssr recompen-
sada.
No dia 21 do correte as 10 horas da ma-
nha Anda a audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz dos
feitoa da fazenda se ha de arrematar urna casa
tarrea n. 4 Ma travesaa da Bomba avallada por
2:500$, perteocente ao fallecido Manoel Antonio
Monteiro de Andrade, cuja arrematgo feita a
requerimento do testamenteiro para pagamento
dos legados e maisdisposicOes.
S Stt9 f
iPadaria franceza de
Torno mechanico,
@ NICO NA PROVINCIA %
50-wa da Imperatriz-509
:j$ A padaria franceza sita na ra da Im- !
&l peratriz n. 50, continua sob a adminis- t
2 trago da viuva Barrellier e alli haver ^
S? lodoa os dias : 5$
$*$ Pao quente de leite s 6 horaa da lar- &|
a, de para lomar com cha do dia 21 do cor- z&
22 rente em diante. W
2? Bolachas de todos os tamanhos e qua- *
Hdades, gx
^ Biscouto8 doces e aguados e de todas 5
W as qualidade. 2P
^ Bolachinhaa de araruta doces e olea- A
das. W
-M Bolos rrancezes. ufa
gg Folies doces. g,
2 Pao commum das melhores farinhas w
W do mercado. 9
^ Preparsm-se bandejas de todos os la- gj*
... manhos com bolos de todas as qualida- 5
<*& des e tudo isso por pregos commodos. Iw
A referida padaria trabalha em um ff
forno mechanio assas daspendioso e >,>,
JJ Boleo na provincia. O pao, qie delle w
j? sabe o mais limpo, puro e de melhor q$^
'g posto e bem assim as bolachas e ludo o Gfi
^ mais. O forno tem um asseio notavel e ^t
f o pao cosido com muito pouca lenha, w
^| e iem haver communicago com esta ^
x;- ou as bases, sendo por isso qaa nao se g
^ enconlra o menor fragmento de carvo J
*? no pao e as massas que elle cosinha.
Aluga-se um sobrado de un andar e solo
na Iravessa dos Quarleis n. 35, bem como urna
casa nova com varios commodos, muito fresca,
no melhor lugar da Capnoga no correr da pada-
ria n. 19 : a tratar na ra das Cruzes n. 22.
Quarla feira20do crreme linda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara
sero arrematados por venda dous excellentes
sobrados no lugar das Cinco Ponas cm frente
da estagao da via frrea, avallados ambos por
1Q:00U#, e que esto arrendados por 1:4008 por
anno, e vo a praga por execugio que se enca-
minha contra a viuva e herdeires de Marcelino
Antonio Pereira, sendo eata a ultima prg*.
No dia sexla-eira 23 do crrante, depois
da audiencia do juizo de orphos, se ha de arre-
matar 12 cadeiras e 1 sof de madeira de Jaca-
randa, penhorados a Eogracia do Amparo de
Sania Bosa, por castas e a ultima praga.
Preciaa-se alugar duas pretas quitandeiras,
e tambem d-se doce de vsndagem : os preten-
dentes dirijam-se a ra da Roda n. 30.
r
Compra-se papel Diario para embrulho a
4J a arroba na reiaagao da ra dos Gaararapes u.
42, em Fora de Portas.
Compram-se aeges do novo banco de Per
nambuco : no sscriptorio ae m*dopi igusviu de
Oliveira & Fitho, largj do Corpo Santo n. 19.
Para urna encimimendH.
Compra-se urna escrava moga que saiba bem
coser costura cha a engommar, paga-se bem :
no caes da Apollo o. 55.
Compra-se urna casa terrea ou sobrado em
bom ou ruo estado que leja as ru-s Direita,
Qjeimado, Livramento: a tratar na ra do Livra-
mento n. 28 primeiro andar.
Y.
Oleo de ricino, arroz com
casca
Vende-se 125 latas de oleo da ricino, e urna
porgo de arroz com casca, mais barato que em
outra qualquer parte, chegado ltimamente do
Penado : na raa Direifa n. 69. padaria de Anto-
nio Alves de Miranda Guimares.
Zieite puro.
Na taberna do Juo Simo, na ra do Vfgario.
Precisa-ss ae um rapaz, de 12 a 16 annos
para criado ; na ra Nova d. 7.
C^sa
Aluga-sa a casa nova n. 8 na ra do Principe
na freguezia da Boa-Vista, com 3 quartos, 2 sa-
las e bom quintal, cacimba e est pintada: a
tratar na ra Nova n 3.
Ao publico.
O abaixo assigoado, negociante em Rio Formo-
so, se achando aaldo de suas contas com ssa
praga, avisa pelo presente a qualquer pessoa que
se julgar sea crelor que se aprsente al o Um
desle mez de agosto ao Sr. Manoel AWes Ferrei-
ra qae est autoriado a pagar qaalqaer divida
que o abaixo assigoa lo dever mais que nao se
recorda, e passado deste praso cima declarado,
nao aceitar mais qualquer conla que se apresen-
te anterior como sua, e para que ae nao poasa
allegar ignorancia, faz o preiente aviso que cor-
rer tres vezes impreaso ; adando-se o mez de
agosto do correte estar o praso Ando, e julga
nao dever nada oessa praga nem fora della. Rio
Formoso 14 de agosto de 1862.
Luiz Cardoso de Almeida.
Vende-se a taberna da tres portas em frente a
estigo dos Afogados ra Direita o. 42, tendo a
dita casa commodos para familia e juntamente
poucos fundos, propria para qualqutr principian-
ta : quem a pretender dirija-se a mesma qae
achara com quem tratar.
Mteneo
Pechincha sem igual.
Llazinbas cbinezas com flor de seda a 320 rs.
o covado : na raa da lmperatriz n. 48 junto a
padaria franceza loja da california de Paredes
Porto.
Hypotheca.
Precisa-se de 2:0005000 por oito mezts, dan-
do-sene hypotheca tres escravos mogos, e paga-
se oa juros de dous por cento : a fallar na ra do
Rosario o. 22. loja de fuuileiro.
Arreoda-se am sitio com proporges para
ter anoualmeote 16 vaccas, e que tenha alguna
arvoredos e trra para algama plantaco, nao
distando mais de duas legoas da praga ; quem o
tiver anouncie por este Diario.
Rival sem
igual.
Rival sem igual
Rival sem igual
Ra larga do Rosario n. 36
Rut larga do Rosario o. 36
Ra larga do Rosario n.36
Pedro Tinio vende
Pedro Tinoco vende
Pedro Tinoco vende
Miudezas muito baratas
Miudezas muito baratas
Miudezas muito baratas
Cartdes de clcheles francezes a 40 rs.
Estampas de santos a 1(0 rs.
Ditas com vistas de guerra a 2C0 r>.
Ditas cem personagens a 320 rs.
Pentes de borracha para alisar a 560 rs.
Slnloa duarados a I96OO,
Agulhas fraocezas era caixinha a 220 rs.
La para bordar a 60400 a libra.
Tesouras finas com loque a 400 rs.
Botdes para puobo a 120 e 160 ra.
Tioteiroa com tinta e lampa de metal a 180 rs.
Meias cruas para hornero a SjlUO.
Dilai brancas para senhora a 2g00.
Enfeites prelcs a 48800.
Linhaa de croxel para bordar a 610 rs. o masso.
Jogos da vispora a 800 rs.
Ditas do bello xadrez a lgt'..
Grvalas com bola* a 1*000.
Pinceis para barba a 400 e 600 rs.
Pulseiras de misasnga a 1*280 o pan
Carreteit de liona a 30, 40, 60 e 80 rs.-
Luvss de seda com toqae a 200 rs.
Escovss para limpar dentes a 240.
Ditas para cabello a If.
Ditas boas para unhaa a 320 e 500 rs.
Ditas para roupa a 800 a 10.
Assim como um sortimsoto completo da rap
Paulo Cordeiro a 1&500, gasse grosso a 18600, dito
meio grosso a lg600, dito fino a 1280, Llsjoa a
2&600, rollo fraocez a 2J900, Meuron 0 ljOiO.
Vende-se a taberna da Cinco-Poetas, con-
fronte a matriz nova propria para qualquer prin-
cipiante a qual tem poucos fundos, a bem afre-
guezada : a tratar na mesma d. 2.
iVGENCW
DA
Fundido Low-Moor,
Ba da Senzalla Nova n.42.
Nesta estabelesimenlo continua a haverum
completo sortimento de moendas meias moen-
das para engenho, machinas de vapor taixat
de ferro batido coado de todos os tamanho
para dito.
Oleo de Merchant
O nico deposito desle precioso remedio pira
todas as molestias dos cavallos, mudoa-se da
ra do Imperador para o oilo do armazem do
gaz, armazem da bola amarella, aonda se cooti-
oa a vender pelos pregos do 2JJ560, 1*280 e 640
rs. o frasco, meio e guari.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milhares de individuos da todas as naco*
podemtestemunharas virtudes dest.r.medis
ncomp.r.v.leprov.r.mcasonecessario.qu.,
ELZ.0- ***** fizer,m ,em "wpo
aembrostnteiramentesIosdepoisdehator.B-
IZlZZ\mT 0utr'Umenos. Sk
SSiJ ?"aC0nvenc dessascuras ma-
Zt^. ,i,Mln" aperidicos, qu.lh'
relatam todos os dias ha muitos annos; .
admiram os madicos ,is ce'.ebres. Ouanu
pessoasracobrara. com ., soberano Vem
o uso de seus bracos nflrn a^- 7,
id. i.Dg! umFXtgs**
deviam soffrer a amputaco I D.IU. 1.
iMdi.nl. o nso d,.prec0J r.do T'
?B""";1""n..nfn.i.d,;4i.
Alporcas
Caimbras
Callos.
Anceres.
Cortaduras
Dores de cabeja.
das costas.
dos menbros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas de anus.
Erupses escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
nflammagao do figado.
Inflamasagao da bexigt
da matrii
Lepra.
Males das pamas,
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pnlmoes.
Queimadelas,
Sarna.
SupurajSes ptridas.
Tinha, *m qualquei
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea,
do figado.
das articulares;
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Vende-s su ungumio no subelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas ancarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha conten
urna instruc$o em portuguez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
harmaceutico, na ra da Crux n. 22,
eroambuco.
aa
Canoa.
Vende-se orna linda canoa de csrreira por
prego commodo: a tratar com Jos Fernandos
da Silva na ruado Pilar. Fra de Portas.
Atteneo.
Vende-se urna grande casa de dous andares e
sotao, na ra da Guia n. 40, e urna dila terrea na
ra do Arago n 18: os prelendentss dirijam-se
a ra Nova loja n. 18, das 10 horas da manha
s 4 da tarde.
Vende-se urna preta boa cosinheira e en-
gommadera : a tratar na ra larga do Rosario
n. 23.
Ricas fivelus douradas para
si nto.
Vendem-se fivelas douradas a 25 e 250O, as
maia modernas que tem vindo ; na ra do Quei-
mado n. 63. loja do Beija-flor.
Ricas voltas de aljofares.
Vendem-se voltas de aljofares com cre de po-
dra imitando a brilhante ; na rui do Queimado
namero 63, loja do beija-flor.
Facas e garios.
Vandom-se facas e garfos finas de cabo de ba-
lango de dous botoes a 6J800. ditas para doce a
58800, dita de um bolao a 68200. dita para doce
a 552OO, dita preta cravada a 3600, dila branca
a 38400, dila roliga a 38 a duzia ; na rea do
Queimado n. 63, loja do beija-flor.
Jogo de vispora.
Vende-se jogo de vispora a lf ; na ra do
Queimado n. 63, loja do beija-flor.
Anvelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades,
branco a 18200 e 18400, azul a 18. e de cores a
1S40O: ua ra do Queimado n. 63, loja do bei-
ja-flor.
Papel adamascado de cores.
Vende-te papel adamascado de cores a 800 e
18, dilo branco a 18200: na ra do Queimado n.
63, loja do beija-flor.
Gravatinhas de seda.
Vendem-se gravatinhas de seda para senhora,
de diversas cores : na iua do Qaeimsdo n. 63,
toja do beija-flor.
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas tirss bordadas para vestidos
e saias brancas a 800 e 18 : na ra do Queimado
o. 63, loja do beija flor.
Vendem-se libras esterlina no escriptono
de Dallar & Oliveira, ra da Cadela n. 12_______
Libras sterlioas.
Vendem-se no escriplorio de Uanoel Ignacio
de Oliveira & Filbo, largo do Corpo Santo n. 19.
wm
exposicode fazendas baratis
simas na ra da lmperatriz
na loja e armazem da arara
numero 56, de Magalhes A
Mendes.
Vende-se muito barato para liquidar, a ser:
cortes de chita com 12 1(2 covaaos por 2f500, di-
tos de cassas de cores a 2$500, ditos pretos a
28500,'chilas escuras a 160, 180 e 200 rs. o co-
'do.^ias francezas a 220, 240 e 280 o covado :
na rufr da lmperatriz. loja da arara n. 56.
Arara vende os chales,
m-se chales de merino estampados a '~,
ISa 9 cedo a i)(3, ditos . ditos
a 640, guardanapo* para mesa a 200 rs.
i ; na ra da lmperatriz, loja da arara
56. ____________
Arara vende as gollas.
Veonem-se gollinhas para senhoras a 500 rs.,
ditas cem botczinbo a 640, ditas redondas de
traspasso a 18, manguitos e gollas de linho para
senhoras a 28, lencos brancos a imitaQao de la-
byrintho a 18600 o 2J : na ra da lmperatriz, lo-
ja da arara n. 56.
8YSTB1A MtlCO HOUtXLOVVA
PILULASHOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira- j
mente de hervas medicinaos, nao conim mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Bei
nigno maistenra infancia, e a complejo mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na complei^o mais robustas
enteiramente innocente em suas operares e ef-
feitos; pois busca e remove as doenjas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com esta
remedio, muitas que j eslavam s portas da
morie, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e forjas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais aflictas nao devem entregar-sea des-
esperajo; fac,am um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
ccidenles epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa*
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga;
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febreto da especie.
Gotla.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
In fia m maques.
Irregularidades de
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na. cutis,
Abstruc^ao do ventre.
Phtysica ou consump-
cao pulmonar.
Retenjo de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinha a 800 rs., cada
urna del las contem urna instrucc,o em portu-
guez para explicar o modo de se usar desias pi-
lulas. r
O deposito gtaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambnco.
Reiogios.
Vende-se en casa de Johnston Patera C,
. ,.* do Vigario n. 3, um bello sortimento de
elogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
aa* variedad* da bonitos trancallins para os
mesmos.
Arara vende as capas.
Vendem-se ricas capas para senhoras, de gros-
danaple i roto a 20 e 258, ditas de linho de cores
a 68, ditas da la a 9>, ricoa corles de organdys
com duas saias e com 25 covados por 88, ditos
lisos com 15 covados a 7/, ditos de la de duas
saias com 22 covados a 68, ditos de gorgurSo
com 18 covados a 68500 : na ra da lmperatriz,
loia da arara n. 56.
Arara vende os corpinhos.
Vendem-se corpinhos bordados para meninos
e meninas a 18 cada um, pegas de tiras bordadas
da largura de A e 5 dedos a 1J280 o 18600, pecas
de eottemeios bordados a 18, 1g200, 18400 e
18600 ; na ra da Imperalriz, loja da arara nu-
mero 56.
Arara vende as colchas.
Vendem-se ricas colchas para cama avelluda-
das por 8jj, ditas de rusto de cores a 58 e 58500,
cobertas de chita a 28, cobertores de algodo a
18 : na roa da lmperatriz n 56.
Arsra vende as cambraias.
Vendem-se pegas de cambraia lisa a 18600, 2g,
28500, 38 a 38500, cassts adamascadas para cor-
tinados com 20 varas a 98, ditas de 10 varas a
48500 e 3S. cambraia de salpicos com 81|2 varas
por 38500 e 48 ; na ra da lmperatriz, loja ar-
mazem da arara n. 56.
Arara vende a roupa feita.
Vendem-se paletots de panno preto a 68500,
8 e lOg, ditos de brim escuro a 3ge 38500, calcas
de casemira preta a 48500 e 5J500, ditas de co-
res 58500 e 68, ditas de brim e fasto a 28000 e
28500, camisas francezas a "sOO e 2g, ditas de
peito de fusto a 28500, ceroi's de brim s 18600
e 28 ] na ra da lmperatriz, loja da arara n. 56.
Arara vende as aberturas.
Vendem-se aberturas para camisas a 240 e 320,
leaos brancos com barra de cor a 80 rs., cortes
de calca de corea a 18 e 1$280 cada um, meias
cruas a 120 o par, ditas finas a -2JE00 a duzia :
na ras da lmperatriz, loja da arara n. 56.
mst
QwmiQmwm*
u:m
i i. HSSF'fif SSflS d# fob"*o Pmno a 25, 288, 308 e 35, casacos mitle Um
laitas a 25J, 28g, 30$ *8oJ, paMols acasacadoi de panno preto de 16 at 25$, ditoa os <,. ra
da cor a 158,18g SOg. palstots seceos d* panno a casemira da 88 at 148, ditos saceos da altaM
marin la de 48 at 6, sobreda alpaca e merino de 7J at 10, ealcaa prttas de fas*a.! a
s at 14$, ditos de eortU78 at lOjJ, roupas para menino de todos os tamanho, grauds .
manto de roupaa de brins como seiam calcas, paletots e coiletss, sortimento mtim, casemira e velludo de 4 a 9|, ditoa para casamento a 58 a 68, paletots brancos i. -
seante a 48 5|, caigas brancas muito flnaa a 5|,t m grande sortimento de azeiidtsflr.;s a
mrnas, completo sortimento de casamiras ingieras para homem, menino e senhora, serot]..;
doho ealgoda, chapaos de sol de seda, iuvaa de aeda de Jouvio pira homem t sauLore. :.
icos ma grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendas de grandes obrai q- i
nso est sendo administrada por a hbil mastra de semelbanta arta e um pejeotl de rano '-
lincoenta obrairos escolhidos, portento executamos qualquer obra com promplido a mais !* a
de qua am outra aualquei casa.
g%
m
MA NOVA Wm
Antiga loja de Gadault.
Aeaba de receber de sua encommenda um grande e variado sortiraerao dos se- i \ '
guintes artigos, os quass vende por menos 10 por cento do que em outra qualijuer *;" *
parte
a aaber
Para
msicas.
Variado sortimento de instrumentos
para msicas militares e de orchestra,
instrumentos completos de chaves e
:;>v^ apiston muito perfeitos e.afinados do fa-
ttS, bricante Gautrot Aia-
Para carros.
Guarnigdes complatas para arreos
de
?5S carros de metal do principe e de iato pa-
^ ra um e dous cavallos, molas, vaquetas
^f^ francezas para cobertas, encerados, ga-
ji(a) loes, ricas lanlernaa para carros ecoaps,
mKt colleiraa etc., etc.
m
w
Vidros.
asvg Um grande e variado sortimeolo de can*
S- delabros, serpentinas, lantemas com pin-
iw!% S^otes e sem alies, palmatorias, copos
rjfe.W para vinho, clice, rodomas para ina-
^^) gens redondea e ovis grandes e peque-
jjjfi*) as a vontade do comprador.
^ Para retratos,
p~r,?i Machinas muito supsriores francezas
%^) esmericanas grandes e pequeas, grande
ihjf^ sortimento dechimicas psra trabalhar am
&i todos os processos, caixinhas e passepar-
* tou americanos e francezes, papel albu-
minado etc.
Para noivas.
Asmis ricase elegantes pellas que kJ
se pode desejar, asseveranilo sen errar, 2
serem as mais botillas que aqu (om vio- *
do, ricos manteletes pretos com idrilhot -
franja o mais moderno ne.! genaro.
Para presentes. &vS
Muito lindas caixinhas psra costura ;
com msica e sem ella, muito propiias pa-
ra dar-se de presente a alguma senhora -'"'i
que se estima, ricos estojos de barba pa:a \
homem. r>.-l'
Espelhos. ;
Grandes e pequeos com molduras
pretas e douradas, propiios para ornar be-
nitas salas, sendo os idros muito grossos
e de primeira qualidade.
Avulsos.
Camisas de linho para homem.
Carteiras e charuleira?.
Bandeijas grandes de 30 palmes a 3?.
Gollinhaa e manguitos para seDhor;s.
Laa ae todcs as cores para bordar.
Talagarca.
Seda fioxa de todas as cores.
Lindos enfeites psra senhoras.
Oculos e lunetas de toda* as qualidade.
Fumo francez, americano a tambem o
spreciavel fumo de borba com os seus
competentes cachimbos e tanari etc.
Li i
-

^

Nesta grande e berr montada fabrica de machioismo, a mais antiga no imperio, eonli-ua ne n
executar com a maior presteza e perfeigo encommendas de toda aqualidace de mochinas asaiaa
no paz, tendo sempre prompto o seguinte : -
Grande sortimento de moendas t6 canna de todos os systemas e tmanlos.
Machinas de vapor de diversss qualidade.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhes.
Rodas, rodelas e rodas d'agua.
Guindastes f xos e portatis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ago para serrara.
Fatexa para barcos, etc., etc., tudo por prego que bem conAid.
Arara vende o fil.
Vende-se Ollavrado fino a 18200 a vara, dilo
liso a 720 e 800 rs. a vara, dito de cores a 200 rs.
o covado, t>rU tana de cores a 800 rs. a vara ; na
rus da lmperatriz, loja da arara n. 56.
Arara vende o babadin
Vende-se a fazenda por nome babadin com
palmas de seda, propria para vestidos a 500 rs.
o covado, dito entestado a 640, lazinhas para
vestidos a 320 o covado. ditas muito finas a 500
rs., ditos entestados a 640 o covado ; na ra da
lmperatriz, loja da" arara n. 56. ___________
Arara vende o riscado a Gari-
baldi.
Vende-se riscado a Garibaldi para veatidos a
280 o covado, fusto de corea para vestidos a 280
e 320 o covado, csssas francezas finas a 280 e 300
ra. o covado, organdys fino a 320 o covado ; na
ra da lmperatriz. loja da arara n. 56.
quim F. dos
40Ra do Qtmado-4

Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Reste estabelecimento ha aempre am sorlimento completo de roupa faita da
todaa aa qualidades tambem ae manda executar por medida i vontade dos fregas-
zes para o que tem am dos melhores professorts.
Arara vende ospaninhos.
Vendem-se pegas de paninho com 12 jardas por
58, ditas de madapolao enfesado a 35500, da-
masco de 6 palmos de largura proprio para me-
sas a 18(00 o covado : na rus da lmperatriz, loja
da arara n. 56.
Arara vende as saias.
Vendem-se saiaa bordadas para senhoras a
28500, ditas de 4 panoa a 88, cortes de cambraia
2Sr?f brncos e de cores com babados a
28500,sintos psra senhoras a 18280 para acabar:
na ra da lmperatriz, loja e armazem da arara
numero 5f,
Casacas ae panno preto a Ofl,
85f a
Sobrecasacoade dito dito a 358
Paletots de panno preto e de co-
res a 358, 808, 258,105,188 e
Ditoa de casemira de corea a 228,
15J,128,78 a
Ditos de alpaca preta goliat de
velludo francezaa a
Ditos de merino setim pretos e
de coris a 95
Ditos de alpaca de corea a 59 o
Ditoa de alpaca preta a 98,78,58 e
Ditoa de brim de cores a 55,
4|500, 48 o
Ditos de bramante delinho bran-
co a 6, 55 a
Ditoa de marin de corda preto
a 159 c
Caigas do casemira preta oda co-
res a 128, 109, 95, 79 a
Ditas da prlnccza a merino da
cordo preto a 59, 69500 o
Ditaa do brim branco oda cores a
59, 49500 o
Calcas da ganga da corea a
Collete de rollado preto e de co-
ros lisose bordados a 129,99 o
Ditoa de casemira preta o da co-
rea lisoa bordados a 19,
59500,59
Ditos de setim prelo
308000 Ditos de seda o setim brsncc a 6 o
3080001 Ditos de gorguro ds seda prcUs
o do cores a 78, 69, 49 o
205000 Ditos de brim o fusto braceo a
3550O, 28500 o
98000 Ssroulaa do brim d linho a 29 e
Ditas de algodo a 15600 o
10*000
8{000
88500
85500
39500
48000
88000
68000
495OO
255OO
8000
89000
85500
Camisas do peito do fusto branco
ede cores a 28400 o
Ditas de peito delinho a 59, 49 c
Ditas de madapolao brancas e de
cores a 89, 28500, 29 a
Chapaos pretos do massa rsnesza
forma da ultima moda a 109,
8J500 o
Ditos de feltro a 69. 58, 49 e
Ditos de sol do seda ingleses o
francezes a 145. 1*9. "5
Colarinhoa do, linho muito finos
novos foiios da ultima moda a
Ditoa de algodo
Relogios ds ouro patente e hori-
zontal a IO05, 909, 8O5 o
Ditoa de prata galvanisados pa-
tente o horizontaes a 409
Obrsa de oero, adaregos o meios
adereges, pulcoiraa, rosetas o
ancla a
Toalhaa de linho duzia 105, 69 o
Ditas grandes para mesa ama 39
50C0
5$0C0
5f000
39000
2j',0
18280
28500
3C0(>
I
1MO0
79000
29000
78000
9800
fTOV
705000
805000
9
95000
49OOO
MUTILADO I





6
triiWO DK FEBRAMICCO TEB^Jk FEIBA. 19 DB AGU5TO DI 1811
"*~~
DIMINUIDO DE PRECO Rival sem se
uw<
mmi
Lag^
FRANCISCO FERNANDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
\ vamagem que o proprietirio dest acredido armazem de molhados tem offarecido, ha
sido conhecida pelos seus numerosos freguezs, mas como assim anda hsjam alguna senhores que
nao se tem dado ao trabalho de esperimeniar, rogo a todos elles o favor de mandarem comprar suas
oncommondas no anuazum Progresso do largo da Penha n. 10, afim de verificaren! a exactido
do rueu annuncio ea (Merenga de prego e qualidade que faz, se fossem compradas em outra qual-
qucr parle, pois para isso se recebe om todos os vapores e navios de vela viudos da Europa, a
raaior parte dos gneros da canta propria. Para maior concorrancia e commodtdade, resolve o
proprieiario encarregar-se paracom aquelles senhores que nao po3sam vir, nem mandar, de des-
dada e remoller pela via-ferrea para o lug*r indicado, todo e qiulquer genero comprado nesto
airrmera, Miangando-se serem tao bem servidos, como viessem pessoalmente. pois para e3te fim
urna pessoa de confianja para de prompto conduzir as cartas na chegida do vapor.
nftantlg& lH$\eZ% de primeira qualidado da safra nova a 800 a 720 rs. a
libra, e om barril se faz abaliraento.
t&ailtCiga lCaneeZa a mais nova do mercado a 600 rs. a libra, e em barril a 860.
iulia UUXUa 0 que se pode desejar neste genero a 35000 a libra.
VITA aySS01& 0 mais superior do mercado a 29800 a libra, e em porclo se faz abat-
ment.
S\liOa 40 I&1I&0 chegados neste" ultimo vapor muito frescos a 29000, ditos che-
gados em navios a 19700.
Villa |fc?Q%0 verdad sir inglez a SfOOO a libra em porgao se faz abatimenlo.
BmiaSCaBI 5MSI 'HaS onfeitadas, contando diversas iguarias muito proprias
para mimos a 1JO00 cada urna.
UOiaXKSlHa d soda em latas ron differentes marcas a 19400, afianga-sa a boa qua-
lidsde, assim como tem latas gnndS com bolachinha proprias para lanche a 2&500.
ii-Sm^*-?* iO ttJOUTO espesial vinho do Porto em garrafido vindo a sigunda vez
ao nossi merca io a 1900 a garrafa e em caixsscom 1 duzia qor 128000.
w 1 110 Cigilf ladft das melhores marcasque vem ao morcado, como sejao Duque
do Porto, Carcavelhos e Feituria a 1?200 a garrafa.
&Jie9r*t&S ftOlli Vlii.j do Porto cam 70 garrafas proprio para casa particular
em garrafas 32$000, afiar.ja-sj ser de superior qualidade.
v V&a em {t\>& de superior qualidada Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 600 rs.
a garrafa, e em caada a 395U0, 49000 e 49500.
SaUua VAH&da em latas cora 10 libras por 41000, e em barril a 400 rs. a libra.
&.UtYi,inacarcao *i InaTim, 320 a iib, a em cax. grandes Por
69000. afianga-se ser muito novo.
U- >va ^aiOS mui0 novas a 5G} r3 a iibra eera barril com urna arroba por
129000 rs. h
Lautas c*?s? Uix> 3 1 1 1 ^
ir->*-' de escabechadas seguinles qualiiales savel, congro, corvina,
cberne, pescada, e vezugo a 18400.
eUs d 5 eSpermafiMCt^ a G80 rs. a libra, aera caixa a 660 rs.
BU** a aVA^ubd finada a 3G0 rs. a libra, e em arroba a 11 rs.
PfCXUaU 40 TCinO sfio ra. bra. e em ror,> a 500 rs.
DitO inglaZ para fiambre a 640 rs a libra.
LlIlfciXftel IraUCeiiaS em latas de l a meia libra por 1*500, ditas com 3 libras
por 2*600.
tfonetoa de flLo\laHl' a 560 rs. o frasco, e 69400 a frasqueira con 12 frascos.
v*5rsloe8 cota gouebra de Hoilanda com 25 garrafas por 9*000.
fiSla muito limpo. a 160 rs. a libra, e em arroba 49800,
l&JO mu'uo novo a 160 rs. a libra, 49800 a arroba.
suspiros era raeias caixinhas, do melhor fabricante da Baha a 2*000 cada urna
?-.fn. o mais superior que ha no morcado a 240 rs. a 1 bra, e em garrafes cora 5 libras
por 1>600, so o garraao val 500 rs.
SeVaan\ia de Franga muito nova a 200 rs. a libra.
fxOmmSt muito finaealva a 100 rs. a libra e em saccas se faz abatimento.
PalV\OS UnOS para dentes a 160 e 2SO rs. o mago com 20 macinhos.
PtOS < [<) g Z a 2*300 rs. a groza e a 20 rs. a caxinha.
Sonrea ftCta das marcas teaeute, ou XXX a 6*000 a duza e 500 rs. a garrafa.
SOTV*3}& Blanca das mais acreditadas marcas a 59000 a duzia e 480 rs. a garrafa-
ir IfSlO DranCO engarrafado o rois superior que tem vindo ao nosso mercado a 800 rs.
tambam tenho da barril para 560 rs. a garrafa.
T OntinnO d lASMft a 7900O a arroba e280 rs. a libra.
C&i do Hio ]avado a 300 rs a 1bra 8 a 9s000 arrobl> dil0 da 2-a qU,nda(Ia a
260 rs. e 89000 rs. arroba.
AffO de Maranho a 100 rs. a 120 rs a libra, e em arroba a 39000 e 3*500.
Chocolate hespanhol a 19200 rs. a libra, ditto francez a 19100.
HflLnraaeinna imperial do afamado Abreu ede outros rauitos fabricantes de Lisboa a 800 rs,
a lfbra, tambera ha para 500 rs. a libra.
U rUt'iS em Calda pecego, damasco, pera, alperche, e ginga a 600 rs. alalta.
iruinlia d Want-.V- a 380 rs, a lalta affiansa-so a boa quilidade, e era porgao
se faz a batimento.
HtTVUII:t8 francezas e portuguezas as maisnovosa 640 rs. a latta, em meias Iatinhas a
500 rs.
VialO BordeanX, Marg, Medoque o S. Julien de Medoque a 9;$000 e 10*000
a caix, em garrafa 800 rs. e 1*000.
ii''HHe o melhor petisco que pola haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
@DOlaS IIOV- S a 1 o cento e a 1*200 o molho com cenio e tantas, tambem ha
proprias para conservas a 400 rs. o cento.
rva uOCe muito nova a 320 rs. a libra, e em arroba a 8*.
S pe gre Y6 a 49 a resma, dilo de peso pautado a 39, dito almago bom a]39200.
JaSSa para SOpa eamilinha e pevide a 600 rs. a liba, em caixinhas sahe raas
barato.
Jdem de tomate em latas de l libra por 800 rs ede 2 libras por 1*500.
A.<8eite dOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas com 1 duzia por 89500.
dell de Libva a 720 rs. a garrafa e 5*600 a caada.
AmendoaS de casca moUl a 320 rs. a libra o 89000 a arroba.
Vinagre de LisbOa a 240 rs. agarrafa e;i9800 a caada aTiansa.se a boa
qualidade.
Chaillpanlie das mais acreditadas marcas a 15*000 e20*000 o gigo, eera garrafa
a 14800.
V lli.- gl e DI";; 11CO qUese pole dezejar neste genero a 400 rs. a garrafa.
JLilCOreS traiieezeS de todas as qaaldtdaa quasi procarar a 19000 rs. a garrafa.
Farllhd do Warailha > mul0 alva a &*pm a 160 rs. a libra.
llJOlO para limpar faccas a 180 rs. e em porgao se faz abatimento.
ConliaqUB inglez a 900 rs. a garrafa e 109000 a caixa com urna duzia;
Cnarntos
gundo.
Rna do Qaeimado n. 55, loja da mladezai de
Jos de Azarado Hala a Silva, conhacldo por Jo-
l Bigodioho, est vendendo peloi precoi qua a
todos admiram, qaelram ver o que bom e ba-
ratinimo:
Pares deaapaloida tranga supariorea a.
Frascos da agoa ambrisda a melhor a...
Ditos da dit, frascos grandes, a 500 a..
Cirtasde alfioetes friocezes, a..........
Patotas de papel amizade, a............
Caixas com papel de diversos gostos, a..
Paras de sapaloa de las para meninos,
Varaa de bico daallhaa, a..............
Cordal para violao muito (raacaa e no-
vsa, a................................
Prascos da banha Phllocoma enpariorV
Ditoa da dita deargo, a................ .
Ditos de theiros maito finos, 500 a.....
Caixss com apparalhoade metal para di-
vertir mtntaoa, a.....................
varaa da franja para cortinadoa a toa-
_ Ihss.a................................
Csrriteis da linha preta com 500, 600 a
800jardaa( i..........................
Barra com phoaphoroa o malhor a bo-
nitos. ..............................
Msssosde linna flnapara bordar, a ....
1J80
400
600
100
700
700
200
80
80
1*000
500
800
400
200
160
160
240
40
320
Vende-se farinha em saceos por 3$2O0, arroz
pilada por 1*800 e 1S*M) a arroba, arroz de cas-
es em saccoa por 25200, tado muito bom : no
armazem do Trapicha defronta do caes da alfsn-
dega.
Tranga de laa de todas aa corsa a pe
Pecaa de fita da ee, todas as largaras, a
Grozaa da botoea da louga pratasdo mul-
toflnos.a............................. wo
regas de filas de Inho lisas superiores, i 40
Ditas de cordo imperial, fino e grosso. a 40
Frascos da macar perola, muito fino, a 200
Ditos da dito oleo, muito auperior, a.. 100
Ditos de oleo bsbosa aupsrior, a 320 a.. 500
Bonecos qua choram, muito lindos, da
W a.................. 500
Caixas de p para limpar dentes, muito
superior, a...... 160
Ditas de phosphoros espaciaes a um so-
brasslente, a......i 160
Pioes de fiandrea, pintados muito boni- -
.r101'! ,:'...... 200
Varas de Bta para fazer sintos dos me-
lhores gosto, a........ 50O
Duzia de phosphoros da gaz, do malhor
fabricante, a......... 240
Ditas de caetas de folha, muito boas, a 120
Linhss de gsz da todas aa qualidades a bars-
tissimas.
Veude-aa urna taberna na Passagem aa
Magdalena ao p do sobrado grande, com poucos
fundos.
Vaode-se urna pequea casa de pasto al-
guoia coasa afreguessdi na ra das Aguas-Verdes
n. 18 : tratar na mesma com o respectivo dooo.
Moendas p meias moendas.
Taxas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
llodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
|Loja das 6 por-|
tas em frente do Liga-
mento.
1 Balees de 15, 20. 30 e 40 arcos.
Grande aortimento da baldea de arcoa
oa melhores neata fazenda e grandea, ^
chitaa francazaa largas escuras a 220 a I
S40 rs. o corado, ditas eatraitaa midi- S
chas a 160 rs. o corado, catobraia lisa I
para forro com 8 1|*2 varaa a 2* a pega, S
ditaa finas a 3*. 4*. 5* a 6g muito finas, 9
ditas da salpiquinho com 8 112 varaa a a
3*500 a paga, cobertaa alcoxoadas bran- jf
cas a da corea para cama a 4*509 a 5f,
caaaaa da corea francezaa tintas segaras al
a 310 rs. o covado, pega da bretanha da 5"
rolo a 2J, algodao trancado alvo maito 1
largo para toalhas a 1* a vara, enfeitea a
Garibaldi todoa pretoa a 5* cada um. lon-
gos brancos com barra da corea a 120 ca-
da um, roupafeita da todaa as qualida-
daa muito baratas, a loja aat abarla t
as 9 horaa da noita.
Aos Srs. consumidores de gaz
Moa armazans do ces do Ramos na. 18 a 36
na ra de Trapiche Novo no Recite d. 8, aa ven-
da gaz liquido americano primeira qualidade a
reeentamante chegado a 14* a lata de 5 galdaa,
assim como latas da 10 a da 5 garrafaa a em
garrafas.
ffStttttaft&tl-ei&sttsl4M Mfitt
22"*'' VWIWwWfmWWwwWfm irK* W'Jm f*5W a*Gw Iflf **
Grande
! liquidadlo por todo
I o pre^o, na bem co-
g nhecida loja do Ser-1
S tanejo. %
{Ra do Queimado n. 45 J
Apparecam com di-
iMTEl't
Vendem em seus armazens
PROGRESSISTA
E
MMAnnro
NA
Ra das Cruzes n. 36, e largo do Carmo n. 9.
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> S** 6 i
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120r$. T*1
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnstonj 4C, ra da Senzalla Nova
u. 42.
Sintos para senhoras.
Riquissimos sintos douradot, pelo baratsimo
preco de 2*, a com ^ela ao lado a 4*, asslni co-
mo da Uta de seda ou Talludo a 2$ : ? no alio
7gilanle, ra do Crespo n. 7.
Souhall Mello & C, lando recebldo or-
dam para vender o aau craacido dapoaite da rslo-
gios visto o fabricante tar-aa retirado do naco-
alo ; aonvida, portanto. a passoaa que quizaren)
posaair am bom relogio do oaro oa prata do ce-
lebra fabricante Kornby, a aprovolUr-aa da op-
Alm dos gneros cima mencionados encontrar o rospeitavel publico um completo sorti- EjKrJ! Mmmode mwFll'aKaaSaSSC
ment do ludo que jondente a molhados. *- -- "
Caixas de tartaruga o chaf-
teiras de charo para rap
e charutos. \
O tabaquista que aprecia a boa pitada del.is-
boa ou mesmo Princeza, lleuron etc., ote,
justo que compre urna bonita caixa de tartaruga
toda marchetada com a qual nao ae envergonha-
r de offerecer da boa pitada de aen gasto a to-
dos 09 circumstaotes que se acbsrem em sua ro-
da, muitos dos quaes louvarao o seu bom gosto.
Assim como a caixa necesgaria ao tabaquista,
chsruteira nao superaa no fumante e sendo
ella bonita como sao as de charo anchetas me-
lhor ser porque com isso deixa conhecer quan-
to sabe apreciar o bom. Para os maia comino-
distas tambem ha bom sortimentoe todos encon-
traro barateza urna vez que munidos de dinhei-
ro sa dirigirem a ra do Queimado loja da agnia
branca n.16.
^otassa da ftussia
e Americana.
No escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por prego
mais barato do que em outra qualqaer parte.
Castello-Branco, alaiale
militar.
Poi aite annancio se fcx constar aos Srs. offl-
ciaes de todas as armas, tanto dosta provincia
como das maiscapitaes do norte do imperio, qaa
ha a venda botdes do novo padro, aegundo a
ultima ordem do ministerio da guerra, venden
do-aa duaa abotuaduraa por 3*, adverlindo que
urna das abotuaduras de padro antigo, faz so
temessas psra onde forem pedidas, assim como
tambem ha para vender o melhor panno azul in-
glez, o melhor velludo preto do Porto, fazendaa
desconhecidas neata pracn, o que ae vende a re-
ta Iho. Os Srs. of&ciaesqne esto fora da provin-
cia podem renovar auas coosignaces Gxando
quanlia certa, a os outroa senhores qu nao Uve-
ram procuraco nestacasa podem manda-la, ad-
verlindo que o lempo para a dita procuraco de-
ve aar limitado, acompanhando ama carta de or-
dena pedindo as encommeodas que forem preci-
sas, devendo ser dirigidaa a correspondencia a
Joaquina Rodriguea Tavarea de Mello, raa do
Queimado n. 39. Tambem ha galo de ouro su-
perior e ferros francezaa para alfaiate, aza forja-
da o par 108.
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Recebea pelo ultimo vapor oa aeguintea ob-
jactoa :
Bonitas ligas da aada para senhora.
Grandes e bem tecidos bandes da dina.
Aspas da ago. a fita elstica para ces da balo.
Bjoeeas grandea mui bonitas a bom vestidas
Bonitos bauzinhos com 9 trascord cheiroa.'
Lindas caixinhas com 6 ditoada ditos.
Traneellim groaao de cor para guarnecer veatidoa.
Lavaa da cameras brsncss a amsrellss.
Lindos boies de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba da recabar lindos
boioaa de) porcallana doarada com fina banha a
mavioaaa inserpcoee, oa quaes porauasdelicade-
zaa a parfeicoas lornam-sa dignos para presen-
tas, a com especislidade na actual quadra quem
gestar do bom dirigir-se com dioheiro rus
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, qua acha-
ra em que bem o empregar.
I nheiro que nao deixaro s
de comprar.
Chitas escaras finas a 160, 180 a 200 I
rs., cortes da vestido pretos bordados a S
B velludo de cusi de 150$ a se vendem "
I por 309,40$, 50$ a 70$, sahidas de baile 35
22 de velludo e setim a 12$ e 13$, camisas *5
H psra senhora a 2;000 a 3$500, golehas W
S de cambraia bordadas a 500, 600, 700, "
800, 900 e 1$, ditaa de fil bordadas a 120
8 re., casavequea de fusto a 5$, 6$,7j, 8$,
meias de seda brancas a pretas para se-
nhora a 1$200 o par, tiras de babados a
500 a 700rs., laade quadro enfeatadas a
300 e 360 ra. o covado, cambraia preta a
400 a 440 rs. a vara, orgsndys da corea a
600 rs. a vara, fil branco adamascado .
para cortinados e vestidos a 400 e 500 I
ra. a vara, cortea da colleta da caaemira
bordadoa pratos a 2$ e 3$000. ditoa de
velludo de edr a pretos a 3$, 4$, 5$ a 6$,
paletots de brim branco francezes a
35500 a 4$500, ditos da casemira de co-
res pratos a 14$ e 16$, ditoa de alpaca
preta a da cores a 3$, 3J500, 4$ e 4$500,
camisas da peito de linho a 2$500, eortaa
da collita de gorguro a 1$3O0, 1$700,
2$20, 3g e 3g00, colletea eitos da brim
branco a 2fr>0i), ditos feitoa de gorguro
a 2500 e 3$500, ditoa feitoa de casemira
S a 3^500, 48 48500, ditos de velludo a
8 50, 690 7], dito* da fusto de corea a
1^500, um variado aortimento de rneiaa
para homam a aenhora, grioaldaa com
fiares, chales de froco, esparlilhos, e to-
| da a qualidade de roupaa feitaa para ho-
mam que ludo se vende por metade do 1
seu valor.
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'roa do Trapicha d. 18.
MfaftlL
sem segundo
Na ra do Queimado n. 55 loja da miudezas
da Jos deAzevodo Maia e Silva, est vendendo
todas as rr.iudezas baratissimas, a saber
Frascos granes com superior opiata a
Csrriteis de liuha de cores com 200 jar-
das a
Ditoa de retroz de cores, menos preto a
C'ixas comiscas para accender charutos
Duzias de meias craas muito superior a
N'ovellos de linha muito grandes a su-
perior a 40, 60 e
Ditos de cores, a melhor que ha a
Phoaphoros em caixas de folha, s a cai-
xa val o dinheiro, a
Cartes de linha com 200 jardas, s me-
lhor que ha
Ditos, ditos brancos e de cores com 50
jardas a
Duzia de facas e garfos cabo preto, finas
Dita da ditas cabo branco a
Thesouros grandes de6 polegadas a 40a
Saceos para escrotos com sinta de bor-
racha a
Tinteiros de vidro com superior tinta a
Ditos de barro com superior tinta a
Masaos com grampoa lisos e de caracol a
Duzia de phosphoros da valla a
Pares de meiaa de corea para meninoa a
Groza de peonaa d'ac;o superior a
Areia preta para botar na escrita a libra
Colxetes em cartes, com duas ordena o
quatro pares grandes a
Baralhoa de cartas francezaa a
Ditos portuguezes finos.
Thasouraa pequeas, porm de superior
qualidade a
Colxetes francezea em caixa a
Duzia de. meiaa alvas, para homem a
Dita de sabonetes linos a
Sabooeles grande a superior a
Tramoia do Porto muito auperior a vara
120 a
Parea de botoea para punhosa
Alm deslaa miudezas tem muita mais que se faz
preciso vender e nao engaitar dinheiro, assim
como sejam : labyrintoe para todo o prego, areia
preta a 100 ra., porm quem quizar comprar em
arroba vende-ae por 2g, baratissimo mesmo
para qaam nao precisa.
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Manguitos egollas de
cambraia ricamente bordados
Vandem-sa manguitos a ollas de superior
cambraia ricamente bordadoa pelo insignificante
prego de 24 o par da manguitos com ama golla,
sendo que sampracnstaram 60 cada par, assim
pois recommnda-se aos amigos da aanta eco-
noma que aproveitem a boa occaaio, dirigin-
do-aa com dinheiro a loja da boa fe na ra do
Queimado n. 22.
Vende-ae a taberna da ra do Imperador n.
81: a tratar na Iraveasa da aladra de Dos nu-
mero 18 A. ______________________
Novidadeaos senhores charu-
teiros'
Jos de Castro Guimares scientifica aos senho-
res que encaixotam e vendem charutos, que elle
tem um variado sortimento de bilhetes vindos
da Bahia, os quaes tem exposto 6 venda por pre-
go cemmodo : na ruado Imperador n. 15.
Vende-se um carro de patseio com
quatro rodas, de construccao hambur-
gueza, muito forte, pouco usado, com
parelha de cavarlos, arretos ou sem el-
les, por preco com modo : a tratar na
ra da Praia n, 53.
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MUTILADO!


DIARIO Dfe Pft&KAlUUGO. TEiXQk FEI&4 19 DE AGOSTO DE 1861.
Rendas, bicos e objectos
para sacerdotes.
Na lrja de ferrageos na raa da Cadeia n. 44,
clerect-ia & Tonda superiores rendss e bicos
prximamente chegados, aaiim como um rico
roquete, sobrepelix, cota e voltas para cabecees,
sen prego corsmodo ; ena mesma leja vendem-
ae canoas de carreira, de amarello e de oltictca
de diversos tamonhos; a examioai no eataleiro
do Sr. Joaqeim Antonio Rodrigue, na raa do
Brum; e2pranchee de amarello de 55 a 60
palmoa de compridoa a doua a tres de largo : es-
tea no ces do Rmosjanto ao eataleiro patente
do lado do norte.
Ra da Senzalla ISo\a n. -42.
Vanda-se em casa da S. P. Jonhston & C,
sellins o silhes inglezos, candiairos e caslicaes
bronzeados, lonas inglezas, fio da vela, chico le:
para carros a montara, arreios para carros de
ua a dous cavallos, relogios de onro patenta
inglax.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Pos de arroz com beneca em bonitos vasos dou-
rados.
Ditoa dito sem boneea em pacotes.
Agua balsmica para conservagao dos denles e
bom hlito da bocea.
Opiata ingleza para alvejar os dente?.
Leite virginal cuja ulilidade reconhacida para
lirsr sardas.
Vinagre aromtico para quem soffre de tonticas
e dor de cabera.
Pastilhas de cheiro para se perfumar aposentos.
Enfeites para senhora.
Oa melhoraa enfeites pretos de cores que ap-
parece a 59500, 69 e 68500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Boa fama n. 35.
Vende os seguintes ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
balo com pendente dourados a 2J
lti-
Grsmpos a
o par.
Pentes imilaBdo tartaruga para bandea,
mo gosto a 3 o par.
Fivelas para sintos, fazenda inteiramente nova
a 2 o par.
AlQnetes pretos com dourado para senhora, in-
teiramente nevos aS cada uro.
Boloes pretos com dourado para punhea, intei-
ramente novos, a SfcJ o par.
Botes do tartaruga para panhos a 1)5000 par.
Ns ra do Queimado, loja de miudezas n. 35,
da boa fsms.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no bra$o.
Haito lindas caiiiohss e cabazas para meninas,
da 100 ris at 2^500: na loja da Yictoria, na ras
do Queimado n. 75.
Tinta para marcar roupa.
Vende-se tinta para marcar roupa a 10;
Agua de malabar para tingir cabellos a5;o
(rasco : na ra do Queimado, loja de miudezas o.
35, da boa fama.
Cartas linas para jogar.
Vende-se duzia da biralhorde cartas finas eom
as ponas douradaa a 6$, dita sem ser dourada a
3$50O e 48 : na ra do Qutimsdo, lojs de miu-
dezas n. 85, boa fama.
Fitas de la para debrum.
Vendem-se pegas de lita de la para debrum a
18, e am vira a 120 rs., ditas de seda a 2)400,
em vara a 240 na ra do Queimado, loja da
miudezas n. 35 da boa (ama.
Candieiros do gaz.
Chcgou para a loja da Victoria oa melhorea
candieiros do gaz, que tem vindo ao mercado,
por prgo3 commodos : na ra do Queimado
n. 51.
Botes para puuho.
Vende-se botdeade punho finos de diversas
qualidades a 200 res o par. que tambem aervem
pra manguitos de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Fazendas pretas
superiores.
Groadenaple preto muito superior palo dimi-
nuto prego da 9 o aovado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9g o covado, casemira preti
muito fina a 2S, *&500, 3, 3500 4 o corado,
mantaa pretas de blondo muito auperioreaa 125,
manteletea de superiores grosdenaplea pretos ri-
camente bordadoa a 35), eobreeaeacaa da panno
preto muito fino a 30), casacaa tambem de panna
preto muito fino a 30), paletota de panno pretc
fino a 18 e 20), ditos de casemira de cor mee-
alada a 18?, auperiorea gravatinhaa estrellas a
I), ditaade aetim maco o de gorgurao muito s
periorea para duaa voltae a 2), ditas estreitinhai
com lindos alflnetea a t), superior gorgurao pre-
to para colletea a 4) o corte, ricoa an(eitea pretot
a 6), e assim outras mnitas fazendas que aendo a
dinbeiro vista, rendem-se por precos muito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 12, a bem conha-
cida loja da boa la.
Occulos.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos gortimentos de (ranjaa pretas e de cores
com vidrilbo e sem elle : na loja da Victoria, na
ra do Queimado o. 75.
inhasde peso verda-
deras.
Vende-se occulos finos de armago da ac, a
25, D.oOO 6 400 ris : loja do beija flor, ra do
Queimado n. 63.
Picos basquines
A loja da boa ( recebeu superiores bisquines
de muito fina cambraia a imitago da de linbo,
bordados a eneitados com apurado gosto eos
vende pelo barato prego de 8) cada um, tendo
ido aeropre seu casto de 16J e 20), apressem-se
pcis em compra-los na mencionada loja da boa
f, na ra do Qaeimado n. 22.
Linhaa finsa de
grandes a 240 ris :
do Queimado n. 75.
peso verdadairas. meadas
na loja da Victoria, na rus
Phosphoros de seguran^
Phosphoros de seguranza, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75. _______
Baleias para vestidos.
Balelas muito grandes o boas a 160 ris urna
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para ia-
byrintbo-
As melhores linhas de croxel para labyrintho,
novillos monstros a 320ria um : na loja da Vic-
toria, na ra do Queimado n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindoa sintos dourados para senhoras a 29200,
ditos de ponta cahida a 49. ditos de fita a I56OO:
na loja da Victoria, na ra doQoeimado c. 75.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoalbado adamascado com 8 pal-
mos de largura alg60O rs. a vara : na ra do
Queimado n.22, na loja da boa (.
Vendem-se caixes va-
sios, proprios para fuuileiro
e bthuleiro, a 1$280 cada um :
tiesta typographia se dir.
Chapeos de sol
com bouquet para seuhora.
Entre os muitos e diversoa objectos de gosto a
phantasiaque a loja da aguia branca ha recebido
sobresahem esses delicados e novissimoa cha-
peos de sol com bouqaels. Hoje que os indis-
pensaveis baldes nao permitiera que as senhoras
andem de brago, faz-se de eerto necessario que
cada urna ten ha o seu chapeo da sol, e que este
corresponda ao valor, e bom gosto de um rico
vestido de seda. E' por isso que dita loja aca-
ba de receber como por amostra ama pequea
quanlidade desses bellos chapeos de sol ornados
de finas flores o que entre nos novissimo. Na
verdade elles se toroam agradaveis aos olbos de
todoz, e a senhora que os comprar pode orgu-
Ihar-se de seu bom gosto, ao contemplar que
trazendo-o fechado Ggura-se-lhe um lindo bou-
quet, e aberlo representa-se abrigada em urna
carregada roseira, emfim at onde pode che-
gar a perfeigo mesmo o cume ao bom gosto.
S pena que viessem to poucos que talvez
nao cheguem para a vigsima parte das pretn-
deme!. Custa cada um 20) porem a senhora
que os vir nao exitar de os dar ainda mesmo
que seja preciso bulir n'aquellas moedas de pra-
ta que tem guardadas em suabolsinha reservada.
Assim pois mandem quanto antes compra-Ios na
ra do Queimado loja da aguia branca n. 16.
Booecas francezas.
, Vende-se bonecaa bancazas ricamente vestidas
4?000 e 5)000, e 2|000 bonecaa da cera com os
olhos movedgos a 2|000 e 3)000, na ra do Quei-
mado loja de miadezaa da Boa (ama, n. 35.
Fivelas de a50 para sintos.
OHA d'"" fiTala* C Parl SDt0 150 rl- *
2)000 na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ac
P*r haloa 160 ra. a vara, bandea a 1)500 rs. 6
25OO opar, na rus do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se esscsrrilhas do seda para enfeitar
vestidos a 29000 a peca na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vanda-se nielas de borracha para quem padece
de erysipela a 15)000 o par, meiaa de seda prets
para senhora a 1(000 o par na ra do Queimado
loja de miudezas da Boa (ama, n. 35.
A2$500,sopavo.
Vendem-ae cortes de cambraia branca com 2 e
3 babados a 2)500, ditoa de tarlatana brancoa e
do cores, com barras 6 babadoa a 3): na ra
da Imperatriz n. 60, loja 6 armazem do pavo de
Gama & Silva.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata ingleza a 1)500 rs, dita franceza a 500
rs., 640, 1)000, oleo da sociedade hygianique
verdadeiro al)00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os denles a 1)000, dita de Botot tambem
para os denles a IgOOO o frasco, pomada franco-
FuniIeiro e vidraceiro.
Grande e nova oflicina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Reata rico o bem montado estabelecimento en-
eontrarao oa freguezes o maia perfilto, bem aca-
bado 6 barato no seu genero.
URNAS de todaa aa qualidades.
SANTUARIOS que rivaliaam eom o Jacaranda.
BANHEIROSde todoa oa lmannos.
SEMICUPIAS idem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLUA em caizaa de todas as grossuraa.
PRATOS imitando em perfeigo a boa porcel-
lana.
CHALE1RAS do todas as qualidades.
PANELLAS idem idem "uu,u"*
COCOS, CANDIEIROS o (landres para qeal-
juer sorlimento.
VIDROS em caixas o a retalho de todoa oa ta-
mandando-semanhoa, botar dentro da cidade
em toda a parto. '
Rocebem-so encommondas de qualquer natu-
reza, concertos, que tudo aer desempanhado a
contento.
Vendem-se dous escravos muito robustos,
proprios para qualquer servirjo, um tem muta
pralica de armazem de assucar, e o outro ganha
na ra, e tambara tem muita pratica de trabalhar
em sitio : na travessa do Pocinho o. 26, sobrado.
Coke e alcalr
o.
Potassa da Russia
Vende-se emeasa de N. O
C, successores. ra da Cruz n.
Bieber
4.
&
Coke aa trelhor qualidade, muito proprio para
vapor, e tambem para lodosos usos domnos
(ornos pequeos o grandes, etc., para estes ser-
vigos, o cote 6 maia econmico do que qualquer
outro combustivel, por ser menos de metade do
preco e de mais durago.
Alcatro, este sendo epplicsdo navios, bar-
liru' "lf,reo*ae, cnos, ele, presta roui'.o bom
i/'0' couservanJo a madeira de tojas as qua-
lidades de bichos, fazendo durar uro tempo inde-
SS k.JT6? conserva madeira de edifica-
i. 'r-T!nio' dos Weho e conlr neo :
Srfm?.?^ hloica d'e alcatro de car--
vao ma.s (orle do que qu.l^er outro, .Xlrhi-
do de ratdeiras ou oulrts materia.
M?Ue?1.P.rSC,VraphV S ?enda- no do
gaz. Ra do Imperador.
Preco do ci ke 12) por tonelada.
Prego do alcalr.TQ 500 rs. por caada.
Sintos.
Tambem chegado os rauiio desejades siotoa
com ricas fivelas de concha e borlote ao laci
couss muito chique sa ,-enJe pelo barato p^eco
de 4) aasim como ricas flvelaa psra sintoa rom
pcirinhatdeHodoa gostos que se vtnde a 1;60
e 2) s no vigilante ra do Crespo n 7.
&$!-.''
Og f
ig
1 .
Vende-se um braco
za em paos a 500 rs. e 1)000, 320 rs. sabonetes ,n,c,b" M"1*" ^ em muo uso, e vende-ae
muito fino a 640 rs., 800 rs. e 1)000 cada um na
ra do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
n. 35.
Grampos a balo
com pendentes dourados.
A loja d'aguia branca contina na recepcao de
objectos do ultimo gosto, e por isso acaba de des-
pachar vindo pelo ultimo vapor esses delicados
o novissimos grampos de bonitas cores com pen-
dentes dourados o que de mais delicado se podo
encontrar. Essa loja como geralmente sabido,
lemsempre em vistas a commodidade desasa
boss fregueziaa e por isso tem resolvido vender |
esses galantes enfeites a 2) e 3) o par, o que na
realidade muito mais valem. Convm poia que
barato : na ra dos Guarapes n. 42.
la. tatas
Fu^io da villa da Escada a ngra crioula,
idade'26 a 28annot, corpo e aliara regular, iOr
fula, lera no rosto una marca de una rea dura
que tev=, ficando o lugr mais preto do que a
mesma cor, tem a urea ds ama erid.. u'uma
pern, tem mais utr.a cicatria as cosas esbrao-
quifda, os olhos um pouco amortecidos, a ura
um ponen descarnada : pode so aa auto-i.'-.Jes
de balanca grande^m i S,?""8" ? ra''""3es de campo a captara rl, riita
escrava, lev.t.do na villa da E=cads a Jos An-
tonio deMoura, ou no Uecife ra do Encinia-
mento n. 13, quo sor genero3auieile recompen-
sado.
Batatas novas
Tertjo n. 23.
a 60 rs. a libra ; no largo do
Loja de miudezas ra do Quei-
mado numero 33 A.
Costrenos.
t Aguihas Victoria papel a 120 rs.
; Linhas de200jardas de lodosos nmeros a 80 ri.
Cascairllha a peca 2).
Ditas muito bea vara a 400 rs.
Damasco para colxas e para
ornamentos Je igreja.
Vende-se muito superior damasco do la de
urna e cor, muito proprio para colzas e para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato prego de 2)800 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pechincha.
Vendem-se corles de superior gorgurao de se-
da psra colletes polo baratissimo prego de 1),
2) e 3) o corle : na ra do Queimado n. 22, n
bem conhecida loja da boa f.
Ricos espelhos de
moldura dourada par;
salas.
Chcgou para a loja da Vietoria urna pequea
porcao de ricos espelhos de varios taannos para
ornamontoa de salas, s(Tian;ando-se sarem oa
melhores em vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
La muito boa de todas aa corea para bordar, a
7) a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.____________^_^_____^___
Liohas do gaz,
Caixinhaa com 50 novellos de linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixa, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos erandes
a 700 ris, brancas epretaa: na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Venda de predios.
Um sobrado de dous andares e sMo, na mi
da Goia n. 40, com 33 palmos de largo e 125 de
fundo, com um pequeo quintal ; urna grande
casa terrea feita a moderna, na ra da Ponte Ve-
lha n. 11, muito bem constraida o com commo-
dos para grande familia ; urna dita na ra do A-
rago n. 20, livres e desembarazadas ; a tratar
na ra Nova, loja n. 13, das 10 horas da manhaa
as 3 da tarde._____________________________
Chapeos de feltro a 1#-
Vende-se na loja de fazendas da rus da Madre
de Dos n. 16. defronle da alfandeg._________
Ceblas.
Ra do Amoiim n.43.
Vende-se o cento pelo barato pretjQ de IgOOO.
taraos tabaquistas.
Lencos rmiit i finos a imitacio dos de linho de
muito bonitos padroes e de cores fizas muito
proprios para as p^ssoasque tomam tabaco, pelo
barato prego de 4)800 e 5)500 a diia : na ra
do Oueimodo n. 22. na bsm conhecida loja da
boa f.
Camisas bordadas e outros ob-
jectos necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se um bello sor-
limento de bonitas camisinbas de fina cambraia
com babadinhos e mui bonitos bordados de no-
vos e delicados desechos, as quaes servem mui
bem para os modernos vestidos de frente aberta
o vendem-se pelo diminuto prego de 3) cada
urna ; assim como bonitos manguitos a balo com
gollinhas de superior cambraia e fil e todos bor-
dados, com punhos virados e cada prpelo ba-
ratissimo prego de 2J, o que admiravel avista
da superioridadeda obra, e bem assim punbos e
gollinhas tambem bordados com bonitos botes
a 2) a guatnigo, e gollinhas solas igualmente
bem bordadas a 1) cada urna e manguitos a 800
rs. opar. A vista pois de um to completo sor-
limento nenhuma senhora deixtr de comprar
esses necessarios objectos tanto mais quanto a
commodidade dos precos convida e para que to-
dos stjam bem servidos convem que mandem
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Queimado n. 16. ^
a vista da limitago do prego a senhora que com- ~
pr.r um ou m.is pares, nao se demore*em par- | SJ?5%i.dlre^
ticipar as suas boas vizinhas e intimas amigas de
collegio, para que as emittem no seu
gosto, e mandem logo comprar outros p
loja de sus affeigo
do Queimado n. 16.
Franja de seda, de linho, de algodo multo ba-
-areV'a I R8lr07"' llnh' do nove, T10'
que a d'aguia branca, ra
LDM
Bramante de linho.
Vende-se muito superior bramanto de linho
com duas varas de largura proprio para lenges,
pelo barato prego de 2)400 rs. a vara: na bem
conhecida loja da boa f. na ra do Queimado
n. 22.
CALCADO
45 -Ra Direita4
A epidemia declina sensivelmente, e o soi
completo desapparecimento est prximo! O
propriclario deste bsm sorlido estabelecimento
convida oe seus numerosos freguezes a substituir
o galgado velho, quo todo estcholerico, por no-
vo, e que possa resistir s mil schotis e mazzur-
caa que vo ser dansadaa em louvor do reatabo-
lccimento da saulo publica. Os precos con-
vidara :
IIOMENS.
afamadas Miiis. ....'.
non-plus-ultra Nantes.........
Nantes 2 bateras..............
o lustre....................
ingiezes de boloes..............
batedores.......................
o couro do porco.......
bezerro o lustre...............
ingiezes ps slvagens.........
laxiados braaileiros............
A ioja da aguia
branca ra do Queimado n. 16
Acaba de receber os precisos objectos seguin-
tea:
Aspss de baleia grandes e pequeas.
Fita com colxetes branca, parda e preta.
Dita de la para debruar vestidos de cores.
Trsncinha de caracol miudo conhecida por bom
tom.
Alnetes pretos e brancos em caixinhas.
Aguihas imperiaes fundo dourado.
Ditas victoria em caixinhaa o papis.
Relroi preto fioo am cirreleis grandes:________
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
* Acaba de chegar para
ra do Queimado n. 16.
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande sorlimento de saiaa a balo da arcoa,
os melhores que aqui tem apparecido no merca-
do a 4)500, 5), 6$ e 6)500 cada uro, d-se para
amostra com penhor ; a loja eal aberta at as 9
horas da noile:
Superior brim branco de
linho
Vende-se superior brim branco de linbo tran-
cado pelo baratissimo prego de 1)200, 1)440 e
)600a vara, dito muito eocorpado de doaa Dos
o de linho puro a 2J a vara : na ra do Queima-
do oj 22, pa bem conhecida loja da boa f.
A 2,400 rs. a euzia.
os brancos linos para algibeira pelo diml-
ireco de8)400 ra. a duiia : na bem conhe-
oja da boa f, na ra do Qu.imado n. 22
ambraias de cores
VliJem-se cambraias francezsa de cores fa-
xen4p muito fina pelo baratissimo prego de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na raa do
Queimado n. 22.
Botinas
a
a loja d'aguia branca,
Perolas falcas
*
ou aljfar de fina quslidade.
A loja da aguia branca acaba de receber um
novo sorlimento de superior aljfar branco ou
perolas (algas o qual por aua perfeigo difcil-
mente se distingue das perolas verdadeiras e ser-
vem elles por sua exlraordiaaria grandeza para
asgargantilhas que presentemente esto em mo-
da e mesmo para outros enfeites o como sempre
vendem-se commodamento a 1), lfzOO e IgoOO
o fio: isso oa ra do Queimado loja da aguia
branca n.-(l.
Para luto.
>
>

>

>
>
a
Sapates non-plus-ultra................
Na ra da Imperatriz nu-
mero 20.
Vende se o seguiute.
Bramante com 10 pilraos de largura a 1)500,
riscadinhos eseuros de edr fixa a 160 rs., csssas
de cores a 230 e 320 rs., oleados para cobrir
mesas a 2jJ, iolimas muito hnas a 1$, chitas a
160, 200, 2t0, 230 e 320 rs-, cambraias de sal-
pieos de cores o brancas a 400 rs., cobertores
brancos e eseuros a 1)100, 1)500 e 2), panhos
finos pretos o do cores a 2). 2)100 e 3), cam-
braias para cortinados a 2) a pega, ditas lisas a
2). 3). 4S e 5), tapetes muito fios a 6) e 7),
chapeos de seda e de castor muito finos e do ul-
timo gosto de Piiis a 8) e 9), ditos de feltro fi-
no cooa alta a 5), casemiras para forro de carros
a 1)600, corles de dita muito fina para caigas a
4), pegas de eotremsios a 1), e finalmente ma-
dapoldes, algodoes, brins, bretanhas e outras
muitas fazendas que o dono do estabelecimento
aat resolvido a vender muito barato afim de
apurar diaheiro, dsn Jo-so as competentes amos-
tras com penhor. ________________
Boa compra.
Vende-se o excellento ongenho S. Joaquim,'
ito na (regutzia da Varzaa, urna legoa por bom
caminho, monote o corrente d'agua por doua
agudes, terrenos e motas aem iguaes. pode sa -
frejar al 2,000 pes. Troca-ae tambam por pre-
dios o mesmo eogenho, porm s nesta praca ;
quem ae quizer enriquecer em pouco tempo, di-
rija-so a negoca-lo na ra da Praia n. 53, ter-
ceiro andar,
12g000
12)000
11)000
10)000
10)000
9)500
9)000
9)000
7)500
55500
73000
6)500
5)500
6)000
5)500
5)000
> 3bateri.se meia..............
esmaga cobra..................
Nantes 2 bateras vaqueta.....
> a -2 bateras bezerro......
trabalhadores..........
> brasileiros de 3J500 a.......... 2)000
Sapalos2 solas e salto.................. 5)()U0
> tranga portuguezes.......... 2&000
fraocezes......1)280
SENHORAS.
Botinas dengozas......
salto de bater. .
> pechincha de 4)500 a.
americanas 3J500 a .
Sapatosd* sallo (Joly)
Cal de Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa chegada lti-
mamente, e por precos muito mais commodos do
que em outra qualquer parte ; no anligo e mui-
to acreditado deposito da rna do lirum n. 66.
Acha-se venda uo escriplono do Antonio
Luizde Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1
a obra escripia pelo visconde de Urugaay.Eosaio
Sobre o Direito Administrativo ; deixamos de te-
cer elogios a esta obra, basta o nonie de aeu au-
tor para a tornar recommendada, daos volumes
em brochura 10), encadernado 12g.
5)500
5)000
48000
28500
3)000
1)920
800
500
800
sem elle [idem)......
> tapete:........
a econonicos. :.....,
>* lustre 32 e 33.......
MENINOS E MENINAS,
ua de tuJo em relago nao se deixa aahii
dinheiro.
Um completo sorlimento de couro de porco,
eordavo, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roquim, sola, courinhos etc., que tudo 86 troca
por dinheiro vootade do comprador.
INovoS pentinhos doura-
dos, e fivellas para
cintos.
A loja d'Aguia-branca acaba de receber novo
sorlimento dos desejados pentiohos dourados, e
por isso avisa a todaa as senhoras que os haviam
eocommeodado, e mesmo as que de novo os
pretenderein que elles sao poucos e como da
primeira vez em breve se acabaram ; assim como
que recebeu igualmente urna outra pequea por-
go.de fivellas de qualidade e gosto inteiramen-
te novos e agradaveis, aa quaes se vendem por
2)000, e os peotiohos por 3)000 o par.
Convem pois, qve as senhoras se apressem em
mandar comprar esses objectoa na sua predilecta
loja u'Aguia-branca ra do Queimado o. 16.
Para baptisados.
A loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor a sua encommeuda dos seguintes ob-
jectos para baptizados, sendo lindas touquiohas
de setim mui bem rnfeitadss, e cada urna em
sua caixinha^sapalinhoa desellen branco, e de
cores ricamente bordados, e meias de seda, o
melhor a mais bonito possivel. Agora, pois, os
pais que nao quizerem esperar pela generosida-
de das stnhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinheiro loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16, onde bem podero comprar
esses galantes objectos.
Pumos de seda elsticos para chapees largos e
eatreitos a 1)500 : na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores lazinhas para vestidos de muito
bonitos padroes que se vendem pelo baratissimo
prego de 440 ra. o covado : na ra do Queima-
do n. 22, no loja da boa f.
Machinas americanas.
Emeasa da N. O. Bieber & C, successores,
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regsr hortas e capim.
Ditas paradescarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selina com pertences a 10) e 20).
Obras de metal principe pratoadas.
Alcatro da Suecia.
Verniz de alcatro para navios.
Salsa parrilhade '^rimeira qaalidade do Para.
Vinho Xorez de 1836 em caixas da 1 duza.
Cognac cm caixas de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrogas ppquenas.
Vendttm-se lachas de ferro cuado do autor
maii acreditado : na rus do Brum, armazem de
sstucsr de Jos da Silva Loyo & C.
Ra larga do Rosario, loja
d'Aurora n 38
tem para vender agopsra bslo de todas as lar-
guras, seda (rouxa para bordar, linhas proprias
para bordar, liohas Pedro V, e cartao de 50,
100 e 200 jardas de todas as corea, linhas de
carretela de 100 e 200 jardas, da melhor que ha
oo mercado.
Meias.
Um completo sorlimento sendo do cores para
meninos a 240 rs.
Ditas brancas a 200 rs.
Ditas para senhora a 240, 300 6 400 rs.
Ditas para homem a 5) e 6.
Ditas pretas para senhora a 400 e 360 rs.
Gravatas
com bolo a 1).
De cores muito boas para homem a 1).
Para meninos eslreilinhas a 800 r.
Pulceiras
de contas mludinht a 1).
De cabello a 4).
De phantasiade dilo etc. a 500 r.
Botes.
Para casaca e psra calca a groza 320 rs.
Para camisa muito linos groza l)00.
Grandes psra ronpao groza 1)600.
Pequeninos para crianga 1)400.
Alamares.
Para capote a dazia por 800 rs.
Colxetes.
De lio batido especial duzia 720 rs.
De cartao 14 pares a duzit- 500 rs.
Em caixa pretos a duzia 800 rs.
Brincos.
A balo brincos, encarnados, azues e dourados o
par por 1).
Rozetinhas com podras que parece diamanto o
par 1).
Penas e caetas.
De todas as quilliades espeiialmentado caligrs-
phia e de langa.
Caetas para aprender escrever pelo syslema de
Sculy urna por 500 rs.
Papel.
Almago pautado 500 tuinas G|.
Dito dito 420 ilas 4)500.
Dito dito 420 ditaa 4J|.
Dito liso 3)200.
Dilo de peso azul e branco 4jC0.
Dilo azul liso 2)500.
Dito pequeo tarjado 1)500.
Dito peaueno de cores Ifi20 e 1)500.
Dito tarjado de preto 1)500.
Envelope* csnlo \$.
Obreias de colas 100,120 e 300 rs.
Pentes de tartaruga.
A imperatriz 8) e 10) o que se vendei por 16)
e 20)000.
Direito para atar cabello a 4).
A imitsgo por 1).
De arripia para meninos a 800 e 1).
Tartaruga para alizar ;'?.
Do bfalo para suica e cabllo 400 rs.
Pentes de borracha' pequeos para trazer por ca-
sa muito bona a 320 rs.
Fugir^ru :!n eogenbo Souu o Dr. Ghrjslovio
Xavier Lopes, dous scravos, um de nomo Ja-
cintlio, mulato, cuai 24 ancos de idade e c-r., es
aignaes seguintea: eatatura repulir, bom cabel-
lo (que sa triza-lns a naiarens), sem barba,
dente li.-r.iJs, bem tallante, tem um pequeo
signalpito na umuga do nariz, ievou vestido
paletul de biio pardo, caiga de casemira com
lislras e j usada, urna camisola do algod&o azul
amerUiLo aborta na frente forrada de bjeU ea-
carna.ia e paisa pjr forro em qualquer part- ; e
Uarcolino, crioulo, representa a meama idade,
com os f* rJofeituosos do ieridas que ltv8 a an-
da sobre as montes dos pos, fulo da <6-, < jui
urna btlide biim visivel do oiho, foi reali-Jo i*
roupa do Igodo azul americano e rhapo iq
easemira azal de quaririuhos e j volho, ambos
sao crreiros : quem os pegar leva-os ao dilo
engenho que ser bem grMiiica^o.
E->t fgido desdo ", 1 do torrente oez de jai'
lho, o escravo pardo, Ricardo, boleeiro e carro-
cairo, Lem conhecido utsl-o prsc? e ens rre-
baldes; representa ter 5 anuos Uo idaue, i bal-
so e ru*gro, '-ciu cabvlloscarapiohos raspado ta
pouco lempo na cadeia, ende estrve por causa
de eaUr fgido, lem pouta borba e filu de denlea
na frente, rosto comprido e olhos .edouo* ; tem
sido e^cooirado ns Capulina, e Olindu anua ra-
diando e j->gando com maia de 209 que levou:
quem o apprehender e levar a c.*=a deseusenhot
na Passagem da Magdalena que ser generosa-
mente recompensado.
Antonio Valentn] la Silva Barroca.
de cmlifiQftto
a q de idade, -le bonita fi^jc, com lodos oa denles,
cabellos ca'apinhos *. tuivos, este pardo foi l'c
Sr. Dr.Borgesda Fonsc-ca, o qual viajos i n
mesmo sert&or todo o aerto .. suburbios deala
provincia, oeeesea'itmente quando era sf u es-
cravo, e talvez ainda ae inculque a nigo do
meamo: qne^i o pegar queira r-ntrega lo a seta
legitimo dono na rus de Hospicio o. 6.
gnacio L-jir de Brito Tabardo.
Einflnidadedesrligosnovamente chegados estatura regolar, aeeco do
ja Esperanga rus do Queimado n. 33 A. I uet".'s ',a ,ri!,ie- 6 '? fa
Fazendas barata
Chumbo! chumbo!
Vende-se chumbo de muoigo sorlido e de di-
versos nmeros, a retalho ou em porgoes, por
prego maia barato que em outra parte : na rus
larga do Rosario n. 34, botica.
NA
Loja do pavao,
Cambraia organciys a 280 rs.
Vendo-se ambraia organdys de cores com mo- j dar, [
dernissiraos padroes a 280 o covado, e castas
franceiss nuito finas a 240, 2S0 e 300 rs. o co-
vado : s na ioja do pavo, ra da imperatriz
numero 60.
Ol e potassa,
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Favas dailha deS,
Miguel.
Vendem-ae aa maia nova chegadas i das no
armazem do Corpo Santo n. 6.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas, fazenda
muito boa, pelo barato prego de 2S00O, gollinhas
o punbos ultimo gosto a 22000, gollinhas muito
imaj a bem bordadas a 1(000 cada ama na roa
do Queimado loja da miadezaa da Boa fama,
n. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
o JS&IS, Pe5" a* ,,r" bordadas do 2,500.
3,000, 3,500 e 4.000 entremeioa a 1#600 e 2^000
cada paca na ra do Queimado loja do miatiezaa
da Boa fama, n. 35,
A ioja d Aurora ra lar-
ga do Rosario n 38,
tem psra vender agulhaa francezas, ditas curtas
para alfsiate, dilas do fundo dourado, ditas
rainha Yicloris, ditas de muito boas qualidades.
A Nova Aurora est vendendo muito barato
per ter bastante, sorlimento de miudezas :
visls se dir o prego de tudo.
A nova loja na ra larga do
Rosario n. 38,
tem luvas de pelica brancas, amarellas e pretas,
pira hornees e senhoras, franjas de seda de to-
das as cores, ditaa de algodo de todas as lar-
guras e de todo o prego, capailas brancas pro-
prias para noivas.
A nova Aurora, na ra larga
do Rosario n. 38,
tem papel de araisade a 700 rs. o pacote, e de
mnitas maia qualidades, formato peqaeoo, s
vista se dir o prego delle ; dito grande de todas
as qualidades lano lizo como pautado, dito de
peso, retroz de primeira qualidade, preto, azul
ferrete e de outraa corea proprios para alfaiates
e qualquer costura, bengalas multo finas e bara-
tas de todas as qualidadee, pspel para msica e
para cantoria, tinta preta proprla para copiar m-
sicas, tinta carmezim, dita azul ; a viala ae
dir o prego de tudo.
Bordados baratos.
Vendem se gollinhas de cambraia e de fil bor-
d'dts 500 rs., manguitos a I; u par, mangKitos
com golla bordada de cambraia a 1J60O, e liras
bordadas a ntremelos ; na ra da Imperatriz n.
60, loja do pavo.
Chitas largas a 200 rs.
Veudem-se chitas largas a 200 rs. o cosado por
ter um pequeo toque de mofo ; na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do pavo.
Alpakina280
Vande-se esta nova fazenda de linho a imitsgo
de sedas de quadrinhos miudinhos
vestido de senhora, roupaa pira meninos,
fazenda que nao desbola, a 280 o covado :
da Imperatriz n. 60, loja do pavo. ___
Velas e arroz.
Vendem-se velas de espermacete a 640 a libra,
arroz do casca em aaccoa grandes a 2$800 cada
am ; na taberna da Iraveaaa do pateo do Peralzo
n. 16, com oitao para > ra da florentina.
na ra
Fogio ns nr.iin de sabbado !) de eg si i cor-
rete, o i'scnvo rrulato do nomo Liberato, Data-
ra) da mMriz da Varzfe. idade 21 anuos, trai? ou
menos, Hura regular? cheio do corpo, feicfa
groaseiras, sera brb. marcas de espinhra o bo-
xig*s no rosto, cabellas pouco snnellados o corta-
dos rent, faltara-Ihe lodos os denles .?a frente,
falla ?ross<\ e masca furr-o ; lovo-i vestido ronca
branca, ledo porcims c?mfadi> h'c'.a s*ol. lis-
te escravo pertecceu ao major Maia, do Apipu-
cos. em o ;- r do mis! lez varias fgidas, erri na a
dellas que f-.i tonga, cstevo em Nazari lh sa inti-
tulando r'e livre o com o i)'>nie de Marcelino
foi o !'!>.) passado .'o Rio o> Janeiro de onde
conta muitas historias, etnoeiro o trabalhador
de olsria : quem ospprehond.-r e levar i roa Ve-
lha n. 35, sf-r sene '-isa meo le recoTtc^ad.
Es-cravo fgido
Torrou a fugir o mnlatiohode nome Joio, ida-
de 11 annos, o qual foi apanhartrt ni B r i do lia
lt do correlo, com os sisjnaes segu' lea: tem
tima cicalr'z abaixo do o'h) direilo, camina lo
riacado, cilgus de panno de algodo rii--:'!-> de
qoadros o b-net preto: qoem o aiiprehi'nder la-
ve-o na Boa-Vista, roa dn Emperatriz n 30, 2
and^r quo serA rprorrn^' .a^o.
Aili' so ugtdo Cesde o dia 11 o escfuvu Nicacio, de nni> Angola, cor preta,
corpo. rom falta de
lanle ; Uvou vt-.iiilo
caarsa branca do al(ioJauz;uiio o alga j usada
de casemira azul. Este escravo fui comorado
pelo annunciinle em 9 (i-:-:,j uez no Sr. Bontu
de Fr-.-i'.3 Goioaares, morador un rna de Apollo
no bairro do Re':ii), ,"jr interveuQo do Sr Jus-
tino Ma lioa oe Alm-.i;ia ; rop, vori?uto, o an-
nuuK;:..tj s autoridades policiaes c capilea de
campo a apprebenso -io dito escravo, e sos en-
trega na isa laiga do Ros.-.rio n. '-i, segando ao-
que se rao ni iliGca s.
= u/.\o :o oa \i do corrente da casa m
que elsva elugsda em l'ore do Torlis, a escra-
va p-r-i" de nome Joaquina, ps e f7- ? glandes,
de 18 au-jis de idie, embullos gartpiohados,
coso) p hiedes regalares, suppe-se que eileja
acoutada por algum seductor mesmo cm Fi-ra do
Pon-s, on-lej tem sido encontrada ; nu ter ido
par lo An^rello 00 termo fio Olioda, donde 6
fillia e tem mi e irmos : roga-se as autorida-
des policiaes .los rtf-.-ios lugares, capites de
campo e quaesquer pessoaa do ppvo quo a en-
coi trarem ou lella notic'a tiverem a apirehen-
dam e t-vsm a seu senhor na ra la Impera-
triz n. 80, f'timeiro cnd:r, quo generosanier'e
recompeissrS, asein como protesta usr re todo
rigo"- -Jas leis contra quem a ti ver occulta.
Nu da 2ii dojulhj pasa.iu fu^io o os^ravo
Beoedicto, nagSo Africano, idade trints e tantos
anuos, estatura regular, cur vermclha e barbado,
com sigua-a filta de cabello no alto da cabega :
uzir a entregar a seu senhor na ra
d'as Cruzea no Recito, sor gecercssmerte recom-
pensado.
propna P"a on
sendo
Bramanlc a 10^.
Vendem-se pegea da bramante de linha de
uma s largura com 27 varas s 10$ a pega, tam-
bem se vende 12 pega com 13 1(2 varas per 5? ;
na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavo._____
Carnauba
Vende-se a maia superior cera de carnauba que
ha no mercado ; na ra da Imperatriz n. 60, loja
do pavo.
Cambraias lisas a 3$.
Vendem-ae pegaa de cambraia lisa muito fina
com 8 1)2 varas a 39 a pega : na ra da Impera-
triz n. 60, loja do pavo.__________________
Paletots a 6$.
Vendem-ae paletots de panno preto Ano e cor
de caf a 6f : oa ra da Imperatriz n. 60, loja do
pavo.___________________ ^^^^^
Chitas escuras a 240.
Vendem-se chitas francezas escuras a 240 o co-
vsdo : na ra da Imperatriz n. 60. lojs do pavao.
Chales baratos.
Vendem-se chales de marin de cores sendo
mulo grandes a 35 : na raa da Imparattiz n. 60,
loja do pavo,
pedido polici
*
Acha-se fgida a maia de um mez uma esrra-
va do bailo sssignado, conhecida pelos signaes
seguiutis : chama-so Balbina, ngo da Uosts,
baixa, tara redonda, com a folla d um denle na
frente e da parla de tim.-i, corpo grosso, pernss e
ps. vesiila com uma sais de cbita escura, e una
chala velho amarello, costures andar oisfarg.vla
com um pequeo taboleiro a tiiulo de andar ven-
den lo fractes. Consta ter sido vista ca freguezia
de S. Fr. Pedro Gongalves, o par a estrada do
Olin la o Sanio Amaro ; consta mais que se acba
homisisda em uma casa a pn.toxto de pagar se-
mana. Prolesta-se hsver os diss de servigos ie
qaero a liver em sua c^a ; e roga se policio,
pedestres e capites de campo a sua apprehen-
so, qe bem pagar seu senhor, no sitio da es-
trada de Joo de Barros, ende mora o major Joao
Bernardino de Vasconcelos.
Fugio no da 30 do mez prximo pasasuo o
molecole crioulo, de nome Geraldo, idade de 17
a 18 annos, cor preta, alto, bem parecido, refor-
gado dos petas, marcas de ventosas no peito es-
querdo, urna pequea ferida nacanella da perna,
camisa de algodo da trra, calgsdedito azul va-
lha : pede-se as Illmas. autoridades a captura do
dito, e qoalquar particular que o levar a seu se-
nhor nasCiBco Pontaan.66, aerSbem gratificado.




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DIARIO DE PIBNAMBCO. TlKQk FElBA 19 DI AGOSTO DE 11(51,

Litteratura
l'oesias a felicistima inaugurando do reinado de
S. M. fiielissima el rei. o Sr. D. Luiz I. reci-
tadas e offerecidas ao Illm. e Exm. Sr. ente
gentralvisconde de Torres-Novas, egovernador
geral dos eslados da India, por Joaquim Jos
Ferro, professor jubilado e vereador da c-
mara municipal das llhas de Ga.
Quem Tirum, aal heroa, lyra vel bcj
Tibia sumes celebrare Clio ?
Ilor. 1.1 od. 12.
locipe Mcenalos meeum, mea tibia versas.
Virg. Bucol. el. 8.
SONETO.
Qul astro rutilante apparece
Djpois da tormentosa tempestado,
Qat\ anjo tutelar com fidel'dade
Toma dos tutelados o interesse.
O jovon Luis primeiro que s'otT'reca
O scoptro a empunhar da magestade.
Tirando-nos assim da orphsadade
;.. ii o elle o toca, e o merece 1
Sub ao throao, principe herdeiro 1
Ujj porvlr vos espera glorioso,
Sendo um rei mui feliz e verdadeiro.
E 3ercis acertajo e victorioso,
I. m rsgerdes os poros mui ioteiro,
Expunhando o sceptro radioso.
OUTRO.
f.r vos hoja acclamam, real, real, real!
Sy n,boticas palavras do Ojrique. (1)
De surt que o seu rijo som publique.
Que vos exaltam, rei de Portugal 1
Aceitae este brado liberal,
Qu em o vosso peito s'ampliflque,
E lodo o Portuguez se sacrifique,
Per vos, joven rei consl'tucional l
N: India o Portuguez, e em qualquar parle,
Uoaroos em um corpo mui compacto,
E iuremos-lh'a nossa fidel'dade,
Com a iiujacrs e valor do mesmo Marte
Misto dia solemne, real acto,
Qje assegura nossa liberdade.
ODE.
Jublate Deo omnis Ierra : sarvite
Domino in lactina.
Salmo 99.
Scic tilla n'horisonle a aurora candida,
E c mundo a v soltando um meigo riso l
A rubeule entrada do aol s'abre,
No dourado oriente 1
O eterna lame, astro triumphante
Ees horrorosas trevas, com a luz nova,
Surge alegremente, e mais brilhante
Que nanea o surgir.
As vergontes hirsutas abre os gomos !
As lloros embellezam balsaminhos,
E a 1 lora, espargindo os aromas,
AUrahe os viandantes 1
A Tilha arrevessa as cecens,
Actuadas do balsimo da Aurora,
Que na noute havia destilado,
P'ra vigorar as plantas 1
G o brando e suave sopro o favonio,
1';; ii.-. )o a rosa, d-lhe cores;
Ar bouinas, o mirtho j malizam
Os vastisiimo campos I
C'o soooro gorgeio e aligero
Bando sulcaado o ares, sada o sol.
Que descobre lh'os campos e alimento.
Onde ello apasca I
Da hedionda bydra o virulento
Humor abate a luz, e ella o depdem,
E frata, e impoteote jaz tanle,
Obsecada a vista 1
As carnvoras (eras fogem pavidas,
E s'acolhem suas tbidas (urnas,
Temerosas di luz, e do bpenne,
E abi birbanles jazem 1
Do Morpheu se desprendem os militares ;
Do uniforme se vestem de gra galla,
E ew as armas pegando airosamente,
Ora esto aguardando.
Entre o alegre som dos fcstrumenlos
Da mavorlica msica soora,
Que accende os paitos 'alegrie,
O brado para os vivas.
J s'afioam os tambores a zambumba ;
Do clarim fere o som d'alegria alma ;
Tremulam as banJeiras e estandartes
Nos p&vilhes e armada.
l liotr.bam e agitam o denso ar,
S-'v.-ndo a enlrada de Apollo,
As rulcaneas boceas, reversando
As sulfreas materias 1
Eis aa sanguisedenles fcras|vo
Do eslouro do Vulcano j fugindo,
Rccorrondo suas espessas balsas,
Do echo temerosas 1
Cloridos e vistosos embrechados,
Per entre as folhagens de jasmins
Dniham boje, e encintara o viandante
A vista deieitands!
Os freixoa e os olmos, com brandura
Se Qicvem, com o sopro de favonio,
E a mui risouba Flora e Vertumno
Derramara os seus dons I
A fugace lebrinha, com seus jocos,
Sallando ah vae de sua toca,
E o rouxinol, cantando os seus hymnos,
Ao Titam vae saudando 1
Sinto um rumor na abobeda celeste 1....
Os quicios diamantinos eis estrugem I
As portas do Olympo abi a'abrem 1
E vejo o Padre Eterno 1....
Com um soberano ar de magestade,
Do seu rosto laucando a lux serena,
E dependo os raios fulminantes,
Promeile o futnro.
Dizendo : Sobe ao throno Luiz primeiro I
Nao sabes o que eu disse no Oarique
Ao pae da mooarcbia. o Alfonso,
Natante e afflicto?
Q m a mira me apraz, nessa firme pedra
Se r-stabelega o reino e a lei.
Par* nianileslar-sa o mea nome
As n.'coes ealrangeiras? [i]
Beata, musa, at'onde me arrebatas,
At'onde me elevas, que me inspiras?
O (raco vate tea conter nao pode
As palavras de Deas I
Pelo da Githeronea fralda combro
Arrebatas tua alta morada,
A ensinar o canto peregrino,
Que teu vate nao pode ?
S ao Citeron vejo me elevado,
E azinba de Citherias rodeado,
E em seu sabio congresap inspirado
Do canto sublimado.
Em um momento ahi se coogregaram
Clio, Euterpe, Thalia, Caliope,
Teraione, Melpomene, Erato,
Polymnia, e Urania.
E a Clio me manda : toma a lyra
urea, e divina, com que canta
O mais que hoje diz o Deus de Ourique
Ao rei dos Lusitanos.
Temes? Luiz primeiro 1 animo animo!
Isolado, e s esse Alfonso,"
E anda da prouria nie abandonado
Nao (oi rei acclamado?
Nao veneu a batalba de Mamede,
Outra a de Cerneja, e Val-de-Vez?
Repelliu o Eojune, egmhou
Leiria, e Torres-Novas?
Deibirstou Ismario, e conquisto*
Lisboa, Santarem, Palmella, Almada,
Cintra, Alcacer'-Sal, Baja, Evora-Monte,
A Cezimbra, eCerpa?
(t) Cam. Luiiad. eant. 3 eat. 46.
W El initia regoi supra firmara petram atabi-
Ure, nt deteratar nomen meum in esteras gentes,
E os descendentes teas quaato avanciram?
Eotrou o lusitano Marte em
Todas ai cinco partes deste mando,
E Ibes dea aaaa lei.
O Helesponto sulcando adiantaram ;
Por mares nunca de antes navegados
Passaram anda alem da Taprobana,
E o mundo assombraram.
Iaoameraveis res ahi snbjugaram,
E o chrislianiamo l plantando,
E o real pendao ah arvorano, /.
Alta palma ganharam.
Sobe ao throno, Luii primeiro, e aabe,
Qaa o vea da tristeza hoje cte
Aos ps do throno, e a serpe traidora
No antro a'apriss. --
Ao Tenaro j foge o vil cerbero,
Interceptada a bocea de latidos,
A quem Pluto j prende, e succombe,
E obela lh'os maleficios.
O saturnleo tempo suspirado,
A dourada, e feliz mease esperada,
A astra e a risonha primavera,
Vem chegando aos Lusos.
Sobe ao throno, Adonis lusitano I
Os tres ilhos de Jpiter eslo
Sustentando a justQa, e verdade
Sobre esse tea throno.
A eterna caridade l apparece,
E logo a piedade, e continencia,
A humildade, a pacifica innocencia.
E a fidelidade.
Aos ps do throno caem a calumnia,
A ingratido maligna, e traico,
A negra ambiguo, e hypocris'ia,
E a irreligiao.
Eia pois, Luiz primeiro, sobe ao throno I
A esforzada Minerva, cuja voz
Dos gaerreiros as Uncs das mos caem,
Firme est ao teu lado.
Qaal oulro Joanne quarto sobe ao thron* I
A lasa gente o novo Joanne espera,
Segu os puros caminfaos da virtude,
O' principe augusto I
Deslribae ss leis, rei lusitano,
A' nacao generosa, invicta, e forte,
Acolliendo benigoo ao miseravel.
Desgranado, e indigente.
E olha esta gente, que tua.
Que hoje mui prasenteira te acclama,
Que te mui fiel, a amorosa,
Como a tua lusitana.
S da juslica amante, e carieoso ;
Reparla a liberdade aos teus pvos ;
E liberal vos sendo, ejusticeiro,
Castiga o injusto.
O delicio impune as portas abre,
Para se commetler mais atroz crime,
E o despresado mrito affrouxa
Ser cidado activo.
E como o justo exige a justics,
Recompensa o mrito, e semeos,
E immitando emflm Pedro quarto,
Cumprirs o mais lado.
E cerrando o Olympo rocin
Urna fresca rajada sobra a trra,
E o doce nctar em o joven rei,
Vae la em paz dizendo.
V'ieram logo deseando oa regios manes,
D'entre ellas o pae da liberdade,
E a rainha liberal, a filha d'elle,
E seas augustos fllhos.
Ao teu lado estamos nos lhe dizem,
Toma a c'ra, o sceptro, sobe ao throno,
E sers venturoso, oh I doce annuncio 1
Lisongeiro conforto I
Rodean-te os sagrados tulellares
Nones, que da sapiencia os Ihesouros,
E da benigna paz abrem, e ornara
b'antigos monumentos.
Alindara a juatija,e derramara
A abundancia em a cara Lusitania,
E alcancam os dons ds Providencia
Que abencoa a patria.
Doces pomos te d, e a abundancia,
O campo amaohado, com cuidado,
E tu tua patria as primicias
Dos excellenles (rudos.
Em ti, que no teu berco provas dava
Do dislincto discip'lo de Minerva,
Escoltado amigo do grao Mirle,
E de Themis o mimo,
Do Fernando o desvelo, e Maria
O amor, e dos Lusos o melindre,
Espera o (eliz reinado a Lisia,
Que ora le abenca.
E astim toras a palma gloriosa,
E assim honrars a amiga Lisia,
E assim enrlqaeceDdo o seio da palris,
Sers seu mimo, e gloria.
E assim os pellos lusos captivando,
DelUs recebers o amor, e culto
O mais firme constante, e verdadeiro
Teu nome eternisaado.
E assim os presentes, e vindoaros,
Ou (aturas edades eotoando
Os by odos, e os cnticos famosos,
Grilaram desta sorte:
Hosanna descendente de Braginoi I
Deus te salve, rei amado e quisto I
E reines sobre nos ditosos annos
Mimo, e gloria dos Lasos I
E boje nos exclamemos c'eothusiasmo,
O Tejo abracado com o Indo,
Com firmeza, constancia, e lealdade
Em a alta voz bradando :
Viva, e reine por nestorios annos
O maito alto, e muilo poderoso
Fidelissimo rei de Portugal,
O Senbor Luiz primeiro 1
Viva I Viva I Viva I! I
{Naco.)

Destino.
A.' SRA. D. GAB1UELLA. DA CUXHA.
Quando mancebo, inexperto,
Santia a'alma no fundo
Um vacuo immenso e profundo.
Ausencia de estranho bem ;
Nao achava doce alivio
Aos meas anceios internos.
era entre affigos fraternos,
Nem entre os Dragos de me 1
E eu scismava ento sozioho
E pargunlava mioba'alma
Se do meuanceio a palma
Nao seria o estudo i ? I
Eeu to louco inda julgava
Que a minb'alma responda,
Que o saber tem s valia
Ds campa por entre o p I
Procureentre os amores
Aos meas anhelos um termo,
E u'um coraco enfermo
Minb'almajovennutr.
Esse mea primeiro ailecio
Foi morto por esquivaoca I
Esqueceram que a crian ja
Um horneo) resumo em si I
Desci depois mentira ,
Nos excessos das orgias,
Em meus desvairados das,
Bosquei ameno prazer I
Pobre crianza que eu era
Em to desastrada lutal
Bebia amarga cicuta
Por aspirara vivar i
Desejei depois a gloria I
E ful entre os campos d'arte
Desenrolar o estandarte
Que da minb'alma era luz I
Fiz do peassdo a mortalha,
E envollo no meu sudario
Ao cimo deese Calvario
Carreguei a mioha cruz I
Mas, entre as folhas do louro
Que deram ao pobre artista
Por trophude urna conquista
De bem nobre aspirarlo. .
Nasceram a%ros espinbos
Caja seiva (ere e escalda I
Qae se elle a fronte engrlnalda,
Sent em luto o corarlo !
Mas tsrde risos sentidos
Vieram aeccar mea pranto I
Eacontrei o mago encanto,
Dei allivio a taot dr l
Achei a luz que faltava
A' perdida borboleta,
Repouaando a (ronte inquieta
Sobre um sscrario de amor I
Mas, que breve foi tal gozo I
Foi ventura passigeira
Essa illuso derradeira,
Meigo sonbo qae sonhei 1
Pobre de mira que uo vis
Qae tanto amor me cegava I
E ioo.be s que sonhava
Qutndoviuvoicordei 1
Animo I cesssem qaeixameal
Nao tem ao pranto dlreito
Qae pode unir ao aeu peito
Da sua flor um bolo 1
Quaodo o homem vive em trevas,
Sera que veja ao sol o brllho.. ,
Se Deus lhe concede um filho,
E' presagio de perdo I
Cheguei pais ao qae aspirava,
Em meu anhelar afflicto 1
Em nova praticaproscripto
Colhi o divo tropha I
Nao deseja maior gloria,
Nem mais honrosa homenagam,
Quem possue na trra a imagam
Da um aojo que est no cu 1
A. MOUTINHO DE SOUIA.
Amemos,
'.........Quo fra o mundo
Se o nao dourastem amorosas florea ?
Que fura a vida nao havendo um anjo
Para, entre amigos, nos aorrir as dores '
F. Goncalves Braga.
A vida triste, sem amor, sem crengas,
Como o deserto sem verdura e luz,
E' como a sombra do cypreste esguio
No cemiterio a perpassar na cruz.
' como a flor qae desabrocha e pende
Sem umbafejoque beija-la v,
E' como a luz que bruxoleia e morre
Por entre as moitas de arvoredos l I.. .
E* como o hymno de ama harpa eolia
Que vem ao peito traduzir a dr,
E' como a planta delicada e linda
Vergando a baste ao tropical calor.
' como o canto da araponga, ao longe,
Que vae as serras echoaralm,
E' como o echo deum gemido fnebre
Que parte da alme que urna dr conten 1
A vida triste sem amoramemos I
Brilhe as trevas divinal fulgor :
Que (ora o mundo sem prazer na vida ?
Que fra a vida sem prazer e amor ?.. .
II
Doces gorgeios do harmonas santas
Trina a avezioha as maohias de abril,
A'a doces notas desse canto da alma
Responde alegre o sabia gentil.
A flor mimosa que entreabrir ha poaco
Perfama a brisa que beija-la vem,
Ea borboleta caprichosa e bella
Passa, adejaodo, junto a flor lambem.
as ermas grutas de gigantes serras
A branca espuma da caacata cahe.
Echo saadoso qae se perde e morre
Parece, ao longe, solacar um ai I
E nos gorgeios do caolor alado,
Nesses perfumes da mimosa flor,
Nos tristes ecbos do cahir das aguas.
Nao ha poeaia? nao se encontra amor ?
Pois nao ha crencas n'um porvir de risos ?
Nem ama estrella brllhar saquer?
Por entre os sonhos de febril delirio
Nao se debruQa divinal mulhar l.. ]
Ol.! eim, eu creioporque a vida triste
Sem f, sem crenchas no poder de Deu I
Qae importa o mundo ? Nonas alora livres
Ho de ir, serenas, remontar-ae aos atas I...
E' triste a vida sem amor I amemos}
Bem como a brisa delicada flor:
Que fra o mando sem prazer na vid
Que fOra a vida sem prazer e amor ?
A. J. de Cakvaluo Lua
ios)
5
O cgo.
Triste cgo alm caminha.
Encostado ao sea bordo;
Leva ao lado urna filhioha
Que lhe peda o amargo pao.
No rosto do pobre cgo.
Quem tem vista a dr ver ;
Nos labios da crlancinha
Somonte o sorriso est.
Quem souber que o triste velho
Da cnatiM terno pee,
Ha de curvar o joelbo
Aquella dr qae ali vae I
E alegrea criaocinba
Nao conhece anda a dr,
E o cgocoitadochora
Porque lhe tem multo amor.
E quem de chorar deixava
Vindo que assim alliados
Um na dr se defiuhava,
Outra ria sem cuidados.
Mas que amor consagra o velho
A'quella to cara filha I
Nem ao menos quer da esmola
O que lhe toca em parlilha.
Sent dos cus a magia
Quaodo o aojo alegre ri
Tendo da filha a alegra
Nada mais quer para ai;
E o pobre aojiobo innocente
Vendo alegre o pae sorrir,
Nade tem que o intriatec,i
Pois nao sabe a dr sentir.
Mas o pae que tem no peito
Esse amor to extremoso
Mostra um riso contrafeitoj
Porque muilo desditoso,
Ao penssr qae nada exiata
Que nao tenha um fim na trra,
Pois que a vida que lhe foge
Da filha o futuro cocerra.
Porm segu I alm caminha,
Apuiado ao seu bordo,
Ao lado leva a ulhinha
Qae lhe pede o amargo po.
Naquella roslo sereno
Quem tam vtste a dr ver.
Nos labioa da criancinha
Da meiguice o riso esl.
C. P.
(Da Saudade.
NAVEGACAO.
Na quadragesima sessao solemne que acaba de
celebrarle, da sociadade saiatica de Pars, a quil
representa os estados orientase, como chinazas,
ar'bes, saoscriptos, persas, treos e japonazea,
leu Mr. Recinand ama memoria sobre o estado
da navegaco dos mares orientaos oa edsde
meia.
O illastre secretario compz deas memorias que
tratam da navegacio do mar Vermelho, do gol-
pho prsico, da costa occidental e da pennsula
desde as conquistas de Alexandre o grande at ao
scalo VI da era christa.
Durante todo eale tempo os navios gregoa, ro-
manos, rabes e persss nao foram alm da liba
de Ceylo : eran os nsvios mslsios e chioezes
que levavam a Ceylo e costa de Malabar as
eepeceariaa da Melaiaia e a seds da China, fa-
zendas que em seguida se espalharam na Eu-
ropa.
No periodo que segua, os navios rabes e per-
sss atravassiram ogolpho de Bengala, e vencen-
do o estreito da Sonda penelraram no celeste im-
perio.
Tal o quadro qae traga Mr. Recinand, e que
elle contina at ao eomeco do seculo XVI, po-
ca em que o grande Vasco da Gama,dobrando o
cabo da Boa Esperanza, abriu novas viss ao com-
mercio do mundo 1
Variedades
BELLO SONETO.
Aprsenla o Diario do Povo o seguinte soneto,
que na occaaiao da inauguraco do monumento
dedicado memoria do primeiro imperador do
Brasil o Sr. D. Pedro daqae de Brsganca. (oi re-
citado pelo proprio autor; '
Um nome a voz no peito emmadece
Que dos altoa feitos seus s sa a fama I
Que gloria pelo mundo se derrame,
Que todo e mais alto feito se oscurece I
De Pedro IV o braco aiada aquece
Da liberdade aquella clara cbamma.
Que deafaz e consuma a negra trama
Que s a tyrannia inventa e tece. '
Mas do Porto o cerco fez da sua gloria'
1 Ao Porto invicta fez a defeos&o '
No Porto ergueo o pendo da mor victoria.
Ao Porto doou o amor, o corceo,
E no Porto por preco de memoria
Ergue eterno moimento a gratidao.
Este parto poelico, diz o dito peridico, de-
| vido musa do Exm. Sr. Jos Maria Teixeira de
, Carvalho, cavalheiro qae j oceupou o carao de
' governador civil do districlo do Porto.
QUE DEUS NOSSO SENHOR NOS DEFENDA DE
TAES PRISCAS.
Vejam os nossos leitores a qae extremo desva-
rio pode o Deaa vendado arrastar urna donzella
de dezesele annos de edade.
Conla a Correspondencia de Espaa o seguinte
caso occorrido em Madrid s oito horas da ma-
nha do dia 28 de junho :
Prlsca Vallejo Cruz, rapariga de dezesele annos,
oslando a servir n'uma casa da ra de Fuencar-
ral, havia am mez que tioha sabido para servir
ontra familia.
Priscs Vallejo, ausentando-se da dita primeira
casa deixou ali porm am seu antigo companhei-
ro, chamado Braz Bascumana, natural da Hola
del Corvo, mancebo qae mais am ann de edade
tioha do que ella, e com quem sustentava amo-
rosas relajos.
Na maoha de 28 de junho encontram-se os
das amantes na dita ra e Iravam-se de ra-
zos.
Toodo-se ambos apartado, pouco lempo depois
dirige-se a menina Prisca habitado de Braz,
chama por elle, e, logo que o lobriga, alira-lhe
com am jarro que levava. Nao aatis(ei(a anda,
parte em procera de urna patralha, volta com el-
la, e em quanto a polica interroga o mancebo,
Prisca aproxima-se delle o crava-lhe ama nava-
lha no coraco.
Ao grito de dr do ferido responde enlao a cri-
minosa.
Estoa viogadal
O deadiloso Braz expirou minutos depois, e a
assasaioa foi entregue as justicias de Madrid.
Priaca Vallejo rapariga am quem a frescura
dos dezesele annos realza n'um semblante formo-
mo e sympathico; de baixa estatura e dotada,
como se v, dos mais exaltados sentimentos em
questes amorosas.
Prisca*'Vallejo nao crealura qae soffra impu-
nemente urna affronta qualquer, aem que a sua
navalha nao trate logo de a vingar.
Esta buena jembra diz-se que natural de Cas-
tella-Velha.
.
SCENA CONJUGAL:
Acidada de Nova-York, segando referem as
folhas estrangeiras, (oi ltimamente theatro de
um crime, que produziu grande impressio.
Um (abricante por appellido Real, achava-se
no seu estabelocimeoto, rodeado de grande nu-
mero de operarios, qaando se apresentou ama jo-
van, entregue maior exaltaco, dirigindo-lhe as
mais violentas censuras.
O Sr. Real, para evitar maior escndalo,
diu-lhe que passasie ao sea eseriptorio. Ilaveria
doas minutos que disputavam, quando se ouvlu
um tiro e um doloroso grito.
Os operarios aecudiram e viram o Sr. Real mor-
to com urna bala no peito, e a joven contemplan-
do-o com prazer, tendo urna pistola na mo.
c Fui eu quem matou esse homem, lhe dis-
se a joven ; e aceito a responsabilidade do fado.
Cbamo-me Maria Stewarl. Ua 4 annos que es-
tou casada com Real, que em troca do meu amor
me deixou no abandono e na miseria. Soffri de-
masiado lempo o seu abandono e infidelidade ;
chigou a hora de vingar a minha dignidade e o
meu amor; aproveitei-a.
A familia Real sustenta qae Maria nao eslava
casada com a victima, e que s era ama de suas
muilas amasias.
Maria sustenta o contrario.
Se o provar, conforme as leis americanas, jul-
ga-se qae poder ser absolvida.
PHENOMENO RARO.
Na fregaezia de S. Pedro de Marialva, concelho
de Merda, districlo da Guarda, dea-se no fim do
mez passado um caso qae a gente 'ali esl ad-
miradlssimo.
Manoel, trabalhador daqaella fregaezia, chegou
a casa alta noite, porque passou parte della com
oulros seus amigos companheiros n'uma taberna,
bebendo agurdente, como am soldado no tempo
ao gelo e em das de combate.
O trabalhador, logo que chegou a caa, deitoa-
se no meia do sobrado, nao querendo ir para a
cama spezar das instancias que lhe foram feitas.
Dizia qae tioha calor.
Na madrugada accordoa> mulher, e sentindo
am cheiro desagradavel, como o qae sane de am
corpo animal em combusto, levantou-se, e qual
foi o seu espanto quando nao viu o marido, mas
s no sitio em que elle se deitra am barsco que
abrangia todo o espaco em que se eslendeu, e aoa
lados algumas cinzasl
Abriu a porta, e chamoa desorientada pela vi-
sinhan;a.
Esta aecudiu ; foram i loja da casa mas ah na
direcgo do baraco nada mais encontraram que
ama porjo de cinzas 1
A visinhan;a nao soube explicar o facto; e
hoave algeemque disse que a mulher qaeimra
seu msrido ; mas poucs gente o acrediton ; por-
que era ama santa mulher. O caao| espalhou-se
e as autoridades tomaram conhecimento do fac-
to. Procodeu-se ao competente auto, e o medi-
co que assistiu e procedan investigado, decla-
ma que o trabalhador foi victima de urna com-
busto espontanea.
Nio se encontram signaes algunsdesecommu-
nicar o fogo roopa do infeliz trabalhador e a
forma do baraco que se encontrn no eoalho, e
oatras circamslancias nao deixaram a menor du-
vid de que o trabalhador foi victima da combas-
tto espontanea.
O trabalhador era maito dado i agasrdente, e
foi desta bebida qae lhe resaltou a morte qae
aoffreu.
Tenhsm cntela os qae gostam demasiadamen-
te desta bebida damnosa.
EMPREGO DO COALTAR PARA PREVENIR A
MOLESTIA DAS BATATAS.
A difcaldada do emprego do coaltar consista
em nao prejudicar a germioaco.
Operando como vou indicar, nem a germinacio
nem a vegetaco podem aer eetorvadas, e os re-
sultados que obtive me parecem dignos de ser as-
sigoalados.
Ha dons annos, sobre uns tres ares de batatas
que eu semeio cada aono, mais da metade dos
tubrculos teem sido atacados pela molestia, ca-
racterisada por manchas escuras sobre a rama, e
pela materia de um amarello-escuro, qae (oi as-
signalada pelos autores sobre oa tubrculos.
Iocorpora-se Ierra reduzida a p grosseiro e
seeco, 2 % de coaltar.
Espalha-ae aobre o termo a semeisr couea de
am ceotimetro de espessura deste p, e d'ahi la-
vra-se pelos melos ordinarios.
Deste modo, o coaltar enterrado a urna pro-
fundidede de uns SO centmetros.
As batatas sao enterradas como se pratica hab-
tualmenle.
Neslas condigoes, os tubrculos teem-se desen-
volvido muilo bem, e nenhum dos que foram
protegidos pelo coaltar apresentou sigual algum
de molestia ; em quanto que ontras semeadas no
mesmo dia, a alguna metrea de distancia das pri-
meiras, abandonadas a si mesmas, apresenlaram
em cada tufo quaai a metade doa tubrculos en-
fermos.
O coaltare o akatraode halla provaem das of-
ficinas de gaz.
A CANCULA E SUA ORIGEM.
Hoje dia 28 comeca a mostrar-nos o roslo a
mui nomeada constellacao da Cancula, a que os
Gregoschamsvam ProcyoD, a qual, visto o cal-
calo dos astrnomos, ha-de permanecer no nos-
so horisonte at ultima aurora do uturo mez
de agosto.
Assim como a apparico dos cmelas e ontros
meteoros costuma geralmente suscitar no espirito
do povo tristes appreheoses, do mesmo modo a
poca da Cinicula por elle olhada com receio e
temor, porque no eeu myslericso conceito pre-
tendo que esta constellacao seja orno o annuncio
sinistro de urna quadra morbosa, em que asaude
corre assaz propinqua a um grande perigo.
A Cancula, segundo aatorisadas noticias, nao
porm mais do-que urna transformarlo operada
pelo tooante Jpiter, que tinba o bom gosto de
se eotreter por costume neiles e noutros miste-
res de sua sympathia ; e iato de transformsces
cousa que nao deve assustar pessoa alguma,
pois todos os das ahi estamos vendo em larga
escala, nao produzidas pela prodigiosa influencia
do tal lonante, mas pela de outros tonantes ;
porque em proveilo da nossa fortuoa, esta raga
vive, conserva-se e muliplica-se pasmosamente
bem debaixo dos azulados e lmpidos cus deste
bellissimo paiz.
Saibam entio os nosos queridos leitores como
e porque motivo a a Cancula urna enlidade
traosformada .
Contam aotigaa hiitorias, que Baccbo desojan-
do em certo da obsequiar a seu amigo Icario,
nao slhe coromunicou ossegredos da feliz in-
vengo do vioho, como tambem o brindou com
um corpolento odre do mais provocador e sabo-
rosoTque pode produzlr.
Icario, pulando de contenlamento, dz-se qae
mandara logo convidar para ama alegre funecio
os amigles doa campos de Athenas, seus com-
panheiros, e consta que nenham filloa.
Em pouco tempo o odre acheva-ee chato como
a azas de um morcego, os conviaa quaai trans-
ormados em odres, e finalmente a alegra da
festa como por encanto demudada, porque os
atrevidos beberres prosuppondo que lioham to-
mado urna grande dse de pegonha, agradeceram
ao seu amigo generoso o convite que Ibes fizera
assassinando-o, e soterrando-o por suas proprias
mos I
Brutal ignorancia I
Nunca se tratou umodre, o um amigo com ta-
manbo desacata 1
Aofeslim do desgragado Icario assislia porm
amaentidade, (que por signal.no hivia delle re-
ceido convite, mas qae apezar de tal deslem-
branra multo o sabia amar com dedicada fideli-
dade) e era nada menos do que a cadella Mcera,
a qual, assim que viu cobrir de trra o corpo ain
da palpitante do seu infeliz senbor, nuoca mais
lhe abandonou a cova, como sentioella desvela-
da ; e foram os dolorosos latidos de Meara que
altrairam quelle jasigo a formosa Erigone, filha
querida de Icario.
Quando a donzella soube do acontecido, de tal
rancor se deixou dominar, que correu a ir enor-
cer-ee n ama arvore.
Gostaram muito as damas de Atheoas da ac-
cao de Engone.e de tal maneira.que durante mui-
lo lempo passou como objecto de moda e mos-
irarem-se furiosas e enforcarem-se por suas oro-
pnas maoe. v v
Esta lamentosa moda ia porm agaslando em
demaaia os mancebos propensos sos affectos do
amor, os qaaes a tomar ella, a lal moda, maiores
proporcoea. fleanam asm ler a quem amar, por
que as doozellas janotas daquelle tempo, laso era
de espantar como se enforcavam I
N urna tao aperlada conjunclura (oi pois con-
sultado o orculo, e a sua resposta deu a enten-
der que o desano. que eslava atacando e do-
minando as mocas bellas de Alhenas, provioha
de ler fic.do impunida a morte de Icario e a d
t-rigone, e que nao havia remedio seno instituir
uns jogos pblicos em aonra de ambos.
Foi enlao inventado a radones, corda presa
pelos cabos a duss arvores, em que as mocas doo-
zellas mais propeosas ao morimenlo soiam balan-
cearle.
Picando assim to grandemente honrada a me-
moria dos dous deuolos, nunca mais nenhuma
oonzeia grega se enforcou, como muito bem ha-
via di lo o orculo com a sua costumada infalli-
bilidade.
ihJ?S,0.d0 "u ,hr0D0 de m"rfl[D tonante fl-
lbo de Sat.rno, tranformou Icirfo no boyeiro ou
guardado norte, e a gentil Erigone no astro de-
nominado vlrgem, nao lhe fleando em esqueci-
mento a propria cadella Mar, que tambera trans-
formou na constellacao chamada Cancula, em
premio da sua fidelidade.
E nao so pense que nao ganbasss logo esta
constellacao toda a importancia devida a sua ce-
leste cathegoria.
Em Roma foi coostruida ama porta intitulada
Porta Canicular, na qaal, para as searas toma-
rera cor os romanos sacrifica va m a dita coostM-
"h'r,6 de grande ceremonia naquella
cid.de o da votado a esse f.moso sacrificio ca-
Eslsmos convencidos de qae nao ha nesta nossa
inn^T ,aM rul'08 d0 1ya o hvia na
opulenta Roma ; raai como pela mudenca dos
lempo., mudam lambem oa co.lumes, os cea
ruivos por ah rao andando a sua vontade. sendo
nos os sacrificados a tal aenhora Cancula, que
boje comega a aaadar-nos com o sau luminoso
ociono.
oper.cao at o. fio. adq.lrlr.m ama eSe >
ta bem pronunciada. n-no ytm-
A agua do banho de nitrato de prata deve un
dutiliada. porque o. sulph.io, eP0.VrllL oa
solareis, que a agua commum tem em dissolu-
Cao, precipitam a prata no estado de sulohatn
de carbonato.
Examinemoa agora o que ae paasa neslas tem-
pera, alteroativea des materias lextia uos banho.
do acido galbico e do nitrato de prata.
O acido galhico.que, bem como o sea nome in-
dica, ae extrae da noz de galba, impregna aa
mesmas fibrss dos tecidos.
Qaando ae lineara estes tecidos n'um bsnho de
nitrato de prata, a disaolucio peoetra-os egual-
monle sjmas em contacto com o acido gslhico, a
dissolocao do aztalo de prala Mea reduzida a
prata precipita-ae no astado metallico. e por loda
L*" ? Jnd* h,", acld? ?lhic. hi forma um
deposito daquelle metal.
Passa-se o mesmo que se observa ni tintara-
ria : doas dissolucoes impregnara successivameote
o asilo ; mas em contarlo com a segunda for-
ma-ae um precipitado rubro, negro, azul etc
He urna segunda operaco, poiaque a primara
nao maie po quoum preparatorio metallico as
assim nos podermos ezDrimir ; e consiste sim-
plemente em temperar n'um banho de prata pre-
parado as substancias orgnicas metallicae, as
quae. delle nao liram seno quando a carnada'de
prala ae torna mai brilhante.
Este banho argntico prepara-ie do modo se-
guinte :
Agua dislillada 650 partes.
Cal viva 2
Glacoze 5 p
Esla dissolucao Dltra-se, e conserva-se n'um
frasco bem tapado.
Prepara-se o segando banho :
Agua dislillada 650 partes.
Nitrato de prata 20
Isto deve achar-se em dissolucao em 20 partes
de ammoniaco liquido.
Quando nos preciso exercer este proeesso
misluram-se estas duas dissolucoes em partes
eguaes.
Tirada as materiaa textis deste banho, levam-
se a urna dissolucao ebullienlo de bitartarato de
potaasa. Feito isto, lavam-se depois com cuida-
do e pem-se a seccar.
Cremos que se poderiam tambem doarar os es
lofos, porque o perehlorureto de ouro to re-
ductivel pelo acido galbico, como o nitrato de
prata.
Para pratearmos os cryetaea a a porcelana, nao
se pratica a primeira operaco, pois apenas ae
devem lavar e a agua dislillada e alcool, a fim de
poderem entramo oulro banho cima indicado.
Oi espelhos podem ser prateados do meim
modo, devendo aisim conquistar um brilho mui-
lo superior ao dos que se prepararam no estanto
e no mercurio ; accreseenlo a iito, qae em pou-
cas horas e com mioguada despesa, se attioee
este resaltado.
Adoptado este novo proceaso, poderemoe vr a
ter eapelhos magnficos por precs diminutos, e
em ludo superiores aos agora fabricados.
Todos os metaes, finalmente, podem ser pra-
teadoa no segundo banho, precedendo a lavagem
recommendada. O que para o bom xito in-
dispenaavel, que a sua superficie esteja mtei-
rsmente livre de corpos extranhos, como verdete
e outras substancias.
NUMISMTICA.
as obras do novo cemiterio de Almelaguez,
que actualmente se esto fazendo porto da cidade
de Coimbra, appareceram ltimamente varias
moedaa romana e portuguezas, das qaaes d o
Conxmbricense a seguinte apreciar-ao :
MOEDA CONTORNEADA DE COBRE DO IMPE-
RADOR DOMICIANO.
No anverso o busto iaureado do dito impera-
dor, e a legenda :
IMP. CAES. DOMITIAN. AVG. GERM. COS XI.
qae em vulgar quer dizerO imperador Cesar Do-
1 miciano, augusto vencedor dos germanos, e do-
cirao primei'ro cnsul.
No reverso o aymbolo da moeda, lelo urna
figura de mulher em p com a balaoca em eque-
librio na mo direita, e na esquerda a cornucopia,
tendo aos lados aa lettrag S. C. e em volta a le-
genda MONETA AVGVSTI. todicaco de queeata
moeda de Augusto fra lavrada por determinaco
do aeoado.
Domlciano, nascido em Roma aos 24 de outu-
bro do anno 804 depois da fundado da cidade e
51 do nascimeoto de Chriato, era o segundo filho
de Vespassiano e Flavia Domicilia. Havendo suc-
cedido a sea irmo Tilo, em breve se tornou odia-
do da claase dos patricio, a quem principalmen-
te affrontoujcom os seus vicios e barbaras perse-
guiges, morreodo ailnal a mos delles no 15a
anno do aeu imperio, aos 18 de aetembro de 84'J
da edificarlo de Roma, o 96 da era chrlela.
A alguma reforma da moeda, decretada no seu
governo, ser por ventura allu.iva a figura do
reverso, de que at ento nenhum outro Cesar
havia usado.
Alm deatas, oatras moedas apparecem com os
mesmos typoa e a legeos])
IMP. CAES. DOMIT AVG. GERM. COS XV.
CENS. PERP. P. p.
Isto O imperador Ceaar Domiciano, augusto
vencedor dos germanos, cnsul 15, censor perpe-
tuo, e pae da patria.
DINHE1RO EM COBRE DE D. AFFONSO V.
Tres exemplares, dos quaes s um mais bem
conservado.
No anverso um csstello de tres torres beira
do mar, e a legenda :
ALFONSVS: DEI: GRACIE: R:
No reverso o escudo das armas do reino sem
cotos, mettido na cruz d'Aviz, da qual s sao vi-
siveis as ponas, e no escudo s 5 quinas canto-
nadas de castellos. Na legenda continuacao in-
correcta da do auverso. l-se :
t REGS: PORTUGALIE: ET: AL: n
A conqaisla de algumas pracas na frica, allu-
dem tslvez as torres do anverso.
CEITIL DE D. MANOEL
Um sxemplar.
No anverso, o escudo das armas do reinado
como o antecedente, menoa a cruz d'Aviz, e a le-
genda:
I. EMANUEL. R. P. ET. A. D. G.
Na outra face tambem o eastello de tres torres
do dinheiro de D. Alfonso V, e a mesma legenda
do anverso.
Tanto de ama como da ouara moeda, sao vul-
gares os exemplares, em cujas legeadas appare-
cem muitas variantes.
PRnAnTH?^A.DAS MATERIAS ORGNICAS,
DO VIDRO. E DA PORCELANA. E NOVO
PROCgSSODEESTANHAR ESPELHOS.
Os industriosos inglezes iovootaram um mai
simples proeesso de preteer, de um modo dura-
doaro, as subitancias textis destinadas para a ma-
nufactura dos eatofoa.
Oa Boa de algodo, aeda, canhamo. e lioho.
prateados segundo o novo invento a que nos re-
ferimos a qua vamos expor, tecem-se to fcil-
mente como lodos os outros que costumam ser
empregados as fabricas. A parte metallica, que
os cobre, adhere com extrema liudez a contex-
tura dos dos, e com elle fica intimamente ligada.
Pata Mina preparar o algodao, a laa, a seda,
ELLA POR ELLA.
Vollando ama noute Saoteuil, poeta do seculo
XVII, para a abbadia de S. Vctor, cerca das on-
ze horas da noute, nao o qaiz deixar entrar o por-
teiro, dando por motivo qae o prior lhe havia
prohibido positivamente de abrir as portas a to
avancadas horas.
Depois de um extenso dialogo, em que o des-
humano porteiro resista a todas as instancias ver-
baes do enregelado poeta, leve este a eliz lera-
branca de Iba deixar eacorregar am dobro de
ouro por debaixo da porta, a cuja persuasiva ra-
zao nao pode reaiatir o terno coraco do pouco
antes, inexoravel clavicularlo.
Logo que o poeta entrou, finga ter-lhe e.oae-
cido um vro sobre am poial que eslava (ora da
Penhorado o velhole com a generosidade do
poeta, prealou-se com o maior gosto a mais esle
pequeo aervico: mas apenas transpoz a om-
breira, Sanleuil fechou a porta do porteiro que
para mais ajada eslava meio despido e o fro era
horrvel.
O autor torna-se reo e comeca enlao o pobre
homem a pedir misericordia quelle que o ti-
nha engaado depois de ser to obsequiado por
elle I
Mas o poela, como bom esperlalho, respnde-
me em voz aflautada :
Nao te posso deixar entrar, o que muilo
me penalisa, mas o prior me deu ordena positi-
raa para nao abrir estas portas a laes desho-
ras!...
a Sim?... mas ha pouco fui eu que as abri
para tu entrare, disse o porteiro com voz hu-
milde e bateado o qaeixo com fro.
Ah i verdade.... j me nao lembrava.
Que ingrato que ea aoa I Pois sim, sim, estou
lambem prompto aabii-las para lu entrares__mas
pelo mesmo preco I... a
Nao querendo ento o pobre porteiro dormir o
meio da ra, e aioda mais tendo medo de perder
o deicanriio emprego, nao teve remedio aenao
dar-lb'a outra vez, e tambem por debaixo da por-
ta, osea querido dobro de ouro, dizendo ao
mesmo tempo estas palavras :
c Nada mala cerlo do que serem precarios os
bens terrestres e com especialidade os qae vm
da mo deum poeta I I... (aafo).
PERNAMBIJCO^XYP, D* M. DE F..4 FILHO.



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irmiTlLADm


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