Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09596


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Full Text
<
AIIO IIItfHl. IDMEiO 189
Ftr tres nezes sdUntados 5$000
Por tresneze vencido. 6$000
V
SEGOHDA FERA jg DE AGOSTO DE lili.
Ptrnao avilantado lJOOO
Ptrte fraict pan t sibscriitor
-
gMARREGADOS DA SUBSCKIPgAO DO NORTE, PARTIDAS DOS CORREIOS.
Parahyba, e Sr. Antonio Altxaodrino de Li-I oiinda inrin. a\.. ..1/1
Natal, oSr. Antonio Marque, da Silva; SS.Ia rJ?fIf "9Xwhf" ><.
,.ty. o'sr. A. d. Lemo. Braja; Cear o Sr. StViZ t ^ "' Mf mnd"
Jos da Oliveira; Maranho. o Sr. J.n.im *" ...
b. Antao, Bezerroi, Bonito, Carear, Altinho
Oiranhwns as tergas-eiras.
Pao d'Alho, Naxaralh. Limoeiro, Breio. Pes-
qaeira. ftgazeira, Floraa, Villa-Bella, Boa-Vala,
Ouncary Ex naeqmartaa-feirae.
Cabo, Serinh.s)in, Rio Formoao, Una.Barrairoa
Agua Preta, Pimentcini a Natal quintas eiras.
Todoa oa corraioa partam en 10 horas da manha
ata
J. Jos da Oliveira; MaranhSo, o Sr. Joaqairn
Mirque* Rodrigue*; Pari, ManoelPinheiro 4
C; Amaionaa,o Sr. Jaronymo da Coala.
ENCARREGADOS DA SDBSCRIPCAO DO SL
Alagdaa, o Sr. Claidino Falta o Diaa; Bahia,
Sr. Jos Martin* Alves Rio da Jsneiro, o Sr.
Joaa Paraira Martina.
IPDEMKRIDES DO MEZ DE AGOSTO.
2 Qiiarlo trascante aa 2 ora e 15 mnalo* da
tarda;
9 Lm hela aa 7 horas a 12 mina toa da man.
16 Quartomingaante aa5 horaa e 5 minetoi d*
larde.
\U Lea iov* ai O horaa a minatoa59 da larda.
I PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aa 10 boraa e 6 minutes da mmh,
Segando aa 10 horaa e 30 mnalos da tarda.
r-ARTID DOS TArORES COSTEIROS.
**-" I al Alagoaa i 5 20; para o aorta
at a Granja a 14 a 29 da cada mez.
ARTIDA DOS OStflBCS.
Para o Raclfe: do Apipucot i 6 li2, 7, 7 1|J, 8
a. 8 i 12 da n>.; de Oiinda s 8 da a. s 6 da t.; de
Jaboatao la | 1,2 da m.; do Caxangi c Varita
a 7 da m.: da Bem/Ua as 8 da m.
i DS *c :. 9!" PW*00' 1)2. 4, 4 1|4,
4 li2, 5, 51U, 5 1|2 e 6 da t.; para Oiinda ls 7
dajn. 8 liada t.; para Jaboatao a 4 da t.; para
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL,
o Caxangie Varxia & 4 1[2 da t.; para m^ca
aa 4 oa t.
PARTE OFFICIIL
Tribunal do commercio: segundas a qnietas.
Relajo : taren aabbadoa a 10 hora*.
Fazenda: quintas a 10 horas.
Juizo do commercio : segandaa a o malo dia.
Dito de orphoi: taris sextas a 10 horas.
Primeira vara do ivel: tercas e extaaae meio
dia.
SegandaTara de svsl: q a artas* sabbadot il
horada tarde.
I DAS DA SEMANA.
^pSUD,,- s- c," de roonle Falco v
|1 Torca. S. Luz b. f. ; S. Mariano ab. '
20 guars. S. Bernardo ab.; S Samuel prophets.
21 QhioIi. S. Joanoa Francisca viava
22 Sexta. S. Thirooteo ab.; S. Hypolito b.
23 Sabbado. S Falippe Beoicio D. ; S. Libralo.
I*4 Domingo. O sagrado corago de alaria Sant.
ASSIGNA-SE
no Reelfs, em a livraria da prsea da Indepen-
dencia ns.6 8, dos proprieleriosaUnoel Fioi.
|roa d* i aria & Filho. *
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 13de a roste de
Itti.
' OUcio ao Exm. presidente do Rio-Grande do
Norte.Traomitlo V. Exc. a inclusa relacio
ministrada pela Alfandega delta oidade sha g-
neros exportadoa do porto de Hossor desaa pro-
vincia para eita desde Janeiro de 1860 a juoho
d*ste aooo. Fica sstim satitfeita a reqaislgo e
V. Exc. cootida no ocio de 10 de julho ultimo.
Dito ao comraandaole das armas.Queira V.
Exc. expedir suas orden* para que urna escolta
de 5 praras acompanhe a tres criminosos de mor-
te qno seguem para a provincia da Parhiba no
vapor Oyapock, devendo para esse flm apre-
sentar-ae na reparticao da polica pelas 9 horas
Oo dia de amanhas.
Dito ao inspector da thesouraria de fatenda.
Respondo a o ocio de V. S., de 11 do corrate,
sob n. 7i6, dizendo que a qaanlia de dezenove
cooto* de ris que se destinara ao presidio de
Fernando para as respectivas deipezas no 1* tri-
mestre do correte exercicio, deve ler conduzida
pelo commissario ou encarregado do navio de
guerra que brevemente vai para ali aeguir.
Dito ao mesmoAutorls*o V. S., de accordo
cora a sea informacao de 11 do corrente sobo.
747, a mandar pagar ao baro do Livramento a
quantta de2:750g000que se ihe est a daver pela
obra que empreitoe e concluio oo isthmo de
Olinds como se v do ocio que devolvo do eo-
genheiro \V. Martoeau datado do Io deste mez,
uma vez que mostr o referido bario ter satisfeito
o sello correspondente ao valor daquella obra.
Dito ao mesmo.Estando em termos o pret
junto em duplcala, mande V. S. pagar a Joa-
qeim Elviro Alves da Silva a importancia dos ven-
cimeoto* relativo* ao mei de julho ultimo, dos
guardas naciooaes destacados na villa de Bsrrei-
ros, conforme solicitou o commandaote auperior
interino da comarca o Rio Formoso em oficio de
6 do corrente.
Dito ao mesmo.Devolvendo V. S., coberto
com o oflkio do inspector do arsenal de marinh-
de 2 do corrente sob n. 267, o requerimento em
que Carlos Mirla Cousui director das ofScinas de
machinas daquelle arsenal pede o pagamento nao
s da quaotia de que lera direito para a sea via-
gem a Europa, visto achar-se concluido o sea
contrato, ma* iambem de 1500 francos por haver
entinado com aproveitameolo e apresentsdo a
exame (re* aprendizetdo mesmo arseual, teoho
n dizer que nos termos de sua informacao n. 753
datado de hontem, mande V. S. abonar ao sup-
plcanto tmente a somma de mil francos para as
despeas com a sua viagem a Paris.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Recomrneodo V. S. que mande per em hasta
publica os reparos da 2a e 3* partes da estrada do
norte, serviodo de base essa arrematarlo os
orcamentos juntos por copia, que nesta data ap-
provei apara esse flm me foram remedidos pelo
director da repartirlo das obra* publicas com o-
litio de 9 do cerrente sob o. 180,
Dito ao mesmo.Tranmitto a V, s. a inclusa
nota em duplcala sliin Se que, estando ella em
termo, mande pagar a Minoel Francisco da Cruz
ou a pessos por elle autorisada, conforme solici-
tou o delegado encarregado do expediente da se-
cretaria da polica em otcio de hontem sob n.
1252 e qutntia de 30^000 proveniente do alnguel
vencido em Janeiro a juoho deste anno da caa
que serve de priso no dislriclo de S. I.ourengo da
Halla.
Dito ao capilio do porto.Faco apresenUr
V. S. os recretas de mamitis. Joaquim Ferreira
Pinto e Francisco Antonio de Mello, sm de que
Jhes d o conveniente destino depois de inspec-
cionados.
Dito ao director do arsenal de guerra.A' vis-
ta do que V. S. representa em seu oflicio n. 282
do Io deste mez, pode deixar de entrar para os
Cofres da thesouraria com qvanlia de l:39i$972
proveniente da economa feiti as diarias que se
abonara sos aprendizes menores, al que o Exm.
Sr. ministro da guerra, a quem nesta data o-
cio sobre este asiumpto, resolv definitivamente
comojulgar acertado.
Dito ao mesmo.Mande V. S. receber a bordo
do hiate Tino e remetter para a farmacia militar
assim o commanico a Vine, para sea conheci-
msnlo o dlreccio.
Dito ao delegado do 3 dlstricto do termo da
capital.Remello Vmc. em reapoita ao seu of-
ucio de 11 do corrente alguna tubos capilares
eontendo hamor vaccnico, afim de ser conve-
nientemente propagado no dislriclo de su* juris-
diccao.
Dito ao* agentes da compsohia brasileira.
I odem Vmcs. fazer seguir amanhaa para os por-
los do norte o vapor Oyapock a hora indicad*
em seu officio de hoje.
DsMpachsjs do a*. f 3 de agosto.
/tguertmeno*.
Antonio Jo*J,P|0toVolts ao Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Dr, Anloaio Gomas Talares.Informa o Sr.
inspector da thesouraria de iazeoda.
Francisco Pedeo AdvioculaA' vista da infor-
mado, nao tem lagar o que requer o uppli-
cinte. r
Alfere* Jos Rodrigiea da Paixo.Iuforme o
br. inspecter da the*ourria de fazenda.
Manoel is* Pereira Marinho.Passe portara
com as condigoea establecidas.
Maooel Igoaclo Avils.Informe o Sr. Dr. cro-
vedor da Santa Casa da Miaericordi*.
Commando das armas.
Qaartel-general do commando las
anima Je Pernambueo na cilia-
do do Recite em 16 de agosto
do lHOli. *
ORDEM DO DIA N. J121.
O general commandante das armas, em vista
aa psrlKipacjo que em ocio numero 314 Ihe
le o Sr. coronel commandante do 4o batalho de
artilhana ap, de ter o Sr. capitao da 4a comp*.
- do mesmo batslho Brasilio de Amorim Be-
nhia
zerra excedido desde o dia 9 do corrente, os 15
das dei licencia que obteve da presidencia para
tratar de sua saude, declara ausenta o refarido
br. capitao, e determina que seja chamado por
edilal nos termos da leide 26 de maio de 1835
Asstgoado. Solidonio Jos Antonio Pereira
ao Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelho, capitao
ajadante de ordeus encarregado do delalhe.
_ ... EDITAL
bolidooio Jos Antonio Pereira do Ligo, com-
mendador da ordem de Sao Bento de Aviz e
Kosa, cavalleiro da imperial ordem do Cruzeiro
condecorado com a medalbs concedida a divi-
sao cooperador* da boa ordem de Pernambueo
e com a do ouro da campanha do Uruguay
brigadeiro do exercito e commandante das ar-
mas d esta provincis, tudo por saa mageslade
o Imperador etc.
Fago saber ao Sr. espillo do 4* batalho de ar-
tiharia ap Brasilio de Amorim Bezerra, e a lo-
do* aqaelles que poderem, e quizerem fzer che-
garao seu coohecimenlo, que nao tendo elle
comparecido no dia 10 do corrente mez, por ter
floaiisado no dia aoteriar a ticraga com que
schava, foi declarado ausente em ordem do dia
0 esta guaroigao; sob o numero 121 de hoje data-
da, e chamado pelo presente edital, para que ae
precente dentro do prazo de dous mezes a contar
da data desto, sob pena de proceder-se a respeito
de sas falta de compjreclmento, no* termos da
le de 26 de maio de 1835.
para que o referido Ihe conste, flz lavrar o
prsenle edital, qae assignei a flt sellar com o
sigoete das armas impenaes, e que ser publica-
do nasgaietas desta provincia.
Quartel general na cidade do Recife, 16 de
agosto de 1862.
Solidonio Jos Antonio Pereira do Lago.
IHTEnluR
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAUBUCO.
PARA*.
Belem, 7 de agosto dt 1862.
Nio poneos dias decorridos aps a sahid* do
Paran para os porto* do sul, mama e pacifica-
mente tem corrido a tranqaillidade publica desta
.. provincia.
seis caixoes de pinho que, sendo remeltidos para ; Apezar dos receios da iovaso do cholera mor-
o presidio de Fernando com medicamento* d'ali: bus, que j grassa pelo norte do Cear, a sslubri-
voltaram vasios conforme reelamou o brigadeiro dade desta parte do imperio actualmente magol-
commandaota das armas em ocio de 11 do cor- | 6ca todos os respeitos.
rente sob o. 1524, com referencia a commuoicacao | O calor que vae excessivo, mas a
que Ihe izera o delegado do cirurgo mor "do | Souza, um dos lugares mais saudaueis
exercito.
Dito ao mes-no.Manda V. S.recolher a esse
arsenal 38 armas com baionetas e varetas nuti-
lisadas, pertencente* ao 1* batilho do arlilharia
da guarda nacional deste municipio, conformo
solicitou o respectivo commandante superior em
oOicio n. 73 de 4 desle mez.
Dito ao mesmo.Approvo o contrato que, se-
gando o termo annexo aoieuofcio de 11 do
correte, sob n. 218 celebrou V. S. com o mestr*
do hiate nacional Strgipavo o transporte a r do
do bolicario norneado para o presidio de Fer-
nando.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Mande V. S. fazer os reparos de que precisa o
brigue escuna Tonelero, determinando ao mesmo
- tempo que a meslrsnga detse arsenal examine o
mattro grande desae navio, conforme solicita o
commandaote da estagao naval em ocio de 11
do corrente aob n. 53.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Devolvo V. S. o proce*o a que foi subraellido
O gaarda da secgo urbana Honorato Jos Moo-
teiro, afim de ler execugo a seotenga nelle pro-
ferida pelo cooselho de julgamento a fl. 23 v.
Dito ao mosmoEm vista de suas ioformages
O*. 35i e 358 de 9 e 12 deste mez, mande V. S.
apresenlar ao Exm. cominandanie das armas o sol-
dado da secgo volante Jos Antonio Soares ex
cluindo-o do corpo sob seu commando se fr jul-
gado apto para o lervigo do exercito.
Dito so director da* obras militares.Respon-
do ao ocio de V. S. de 8 do correte sob n. 128
ttizendo-lhe que o aatoriso a empreitar com quem
por menos zer, a execugo dos concento* de que
carece o quartel de Oiinda tendo V. S. em vista
c orgamenlo annexo ao mesmo seu citado o-
cio.
Dito ao inspector da alfandega.Respondendo
O ocio que V. S. me dirigi em 11 do corrente
sob n. 579 tenho a dizer-lhe que mande entregar
ao continuo Anselmo Jos Ferreira, a caixa que
vaio de Liverpool com ddstino a esta presidencia
aa barca inglaza Elvira Hands e bem assim um*
das 8 saccas com ssmentes de algodao que tsm-
bem vieram de New-York no brigue americano
Chowan.
Dito ao juiz de direito da comarca da Boa-
Vista. Teudo expedido ordem para que se de-
raorasse na comarca de Taca rata o facultativo mi-
litar que devia regressar para esta capital, am
de seguir para eua comarca no ctio deahi des-
eavol?er-se a epidemia docholera-morbus, assim
o communico Vmc. pan sua intelligeocia e
governo.
Dito o eogenheiro Joio Laiz Vietor Lieathier.
Pato sen ofcio de hontem sob n. 18t quei in-
teirado de haver Vmc. assumido naquella data o
cargo de director da repartigo das obras publicas.
Dito ao director das obra* publicas.Tendo o
governo imperial expedido em 23 da julho pr-
ximo flodo ordem thesouraria de fazenda delta
provincia pica aerem deipachadoi na alfandeg*
dest* capital, livre de direito, o* objectos neces-
aarios para a factura da .ponte de ferro di estra-
da da Pao d'Alho n,o lpgr denominado S. Joio,
villa de
. e bellos
dista provincis, lem sido o refugio ou antes a
moda dos magitas da trra, para dar pasto s
algibeiras dos que podem gastar, e diverso ao
corpo e ao espirito pelos agradaveis banhos da
costa que ali se tomam, e pela paz que longe d,s
cidades commerciaes se goza, quando se est
aturdido com o movmeoto de ama popularlo ac-
tiva e laboriosa.
A triste noticia dada pelo seu acreditado Dia-
rio, sobre s morle do oosso eslimavel poeta A
Uongalves Das, fez com que alguu* dos seu*
migo* e admiradores do seu talento, annuncias-
sim pelas folhas a celebrsgao de uma missa pelo
repouso de sua alma. A missa devia ter lugar
hoje s 7 horas da manha, mas a ebegada hon-
tem do Cruzeiro do Sul, fez immedialamente
desvanecer lo m nova, porque d noticia em
sentido contrario.
Todos nos dovemos alegrar por tal aconteci-
mento, pois a morto do Sr. Gongslves Dias] seria
ma perda irreparavel para o paiz e para as le-
tras.
Demos todoi o parabens ao dislincto poeta
brasileiro por que todos fazemos votos pela sua
saude e conservago.
S. Exc. Rvma. ainda se acha na provincia do
Amazona, na sua visita a diocese : brevemente
deve regressar a Santarm, Monle-Alegre, etc.,
onde consta, tem dse demorar.
Os negocios commerciaes caminham com re-
gularidade ; os gneros de exportsgio tem-se
vendido por pregoi regulares, especialmente o
cacao tem subido.
Para avahar o movimeoto commercial do maz
findo, ah Ihe remello o qwadroseguinlo :
ALFANDEGA.
Renda do me de julho.
Importaco
Despacho martimo.
Exportago. .
lulerior. ,
Valor da importago diretla
De Liverpool......
De Nevr-Port......
Sunderland......
Oo Havre.......
De Nantes...... .
De Marseile......
De New-York......
De Lisboa.......
Do Porto........
De Hamburgo......
Valor da importago por cabota-
gem.
Gneros naciooaes :
Do Rio de Janeiro. ....
D* Baha........
Do Cear 4 .
Do MaranhSo .....
Gneros eslraogeiros
92:5853834
299J350
31:8811315
35i|891
126:1209290
178:8765349
9:372>O0O
8 9529000
36.9529377
15:70896.50
16:8979946
37:09830
2:1149*80
23.666321
16:3519536
Do Rio de Janeiro
De Pernambueo.
Da Baha .
Do Maranho .
Valor totil da importago'. .
Valor da exportago directa :
Gneros nacionaes.
Para Londres.......
Para o Havre ; x ,
Para Nantes.......
Pan Marseile.......
Para Cayena .......
Pan New-York. ; .
Para Lisbo.........
Para o Porto ....
Valor da exportacao por cabo-
(agem.
Gneros nacionaes:
Para o Rio de Janeiro
Para a Uahia. ...:..
Para Maeei .......
ParaProambuco......
Para o Cear.......
Para Maranho......
Gneros eslrangeiros j despa-
chados :
Para o Rio de Janeiro. .
Para a Babia .......
Para Pernambueo. ..'.".
Para o Cear. ......
Para MaranhSo. '.
1:8739800
4:000*000
4:0099000
16:470f840
Outra economa notavel tambera acaba de fa-
zer o Sr. conselheiro Campos Mello no calamen-
to que se l fazendo oa rus da Paz, conseguio-
ial" Xl br8goa "** do estamento, que
26.34*H pies nflzes resultados obtidos em favor dos co-
379:514|M1 jf6 8*"?^ Provioci.es sao sem davida muito
j^orosflj era o Sr. conselheiro Csmpos Mello, e
PW'afll^qae i. Exc, baldojde recursos pecunia-
71:8.53|8BlTI8* '' da crise Boanceira que nos flagella,
242:6409986 I esforga-o por eeonomisar, o dar andamento
49:8749500 obras importsnles. que, sem duvida, n'outras
mos eslansm paralyadas.
O Sr. voltio Sergio Antonio Vieira, um dos
noaio* di-uoctos lavradores, situado legua e meia
distante oa.capital, no sitio de Santa Mara do
Culim, vlsioho da escola agrcola, acaba de ex-
por na caa da praga do commercio quatro amo*.
616:3229697 s de algodao, a saber :algodo de semeot*
lisa ; algodao de sement felpuda : algodao seda
e algodao da terra.
Essas diversa especies de algodao do Sr. Ser-
gio Vier* sao proveniente* da cultura pelo ara-
do, e provam, diz o Publicador Maranhense, que
TW9' 00
136 425^953
79:3659733
2:0653500
5:2819500
11:96*99000
8585OO0
12:4329000
1:82*8500
1 6813600
.j ------.i nnMMMi. oiuBaa, manaaoa rezar pelo Sr.
SfcyggP. H "< n&o ha cultura Hyno Jos Coelho. que ora alli reside.
Dolada de mrito incooteatavel, posuindo uma
voz de tenor como poucos a lem poisaido, este
artisti alm disto comprehende devidamente o
papel, que representa em offender aos accidentes
muslcaes, de modo que ao passo que conta com
uma expreisao inimilavel, deixa Iranspsrecer em
seu semblante todas as variagoes do aentimeato,
que traduz. Taes effeitos, apreciamo-los no nosso
Santa Isabel, onde o Sr. Guidi com a sua maes-
tra reaoimou os seret lyrico*. que alli se davam
sem a expresao que lies diverlimento *empre
reclamara.
No Poliuto ansteotou elle o nome de excellente
tenor, que soube conquistar em difiranles loca-
lidades da America do Norte e do Sul ; e em ou-
tros papis de varias pegas, que subiram scena
naquelle theatro, reveiou-se igualmente o seu
mrito.
Desejando prospera viagem ao Sr. Guidi, temos
que ser completamente avahado na Bahia, cujo
theatro faria uma acqaisigao importante, seo re-
gislrssse entre o* *eus artistas.
No di* d'Assumpgo houve missa no sitio
da Capellioha. mandada rezar pelo Sr. corOQel
34:0419600
72#000
6309(100
1803000
8:5583940
21.1179550
25 5S89S90
685:0787
397:514#541
6859t5787
Total da exportago. i
Comparago.
Valor total da importago. .
da exportago. .
DiHereoga a favor da exportago. 289:1119248
Entraran) dos portos eslrangeiros 12 navios
com 3,506 toneladas e 138 pessoas de tripolago.
Nestes altimos dias foi appreheodido um eon-
rabaodo de renda emeias de linho, e mis fl-
tai. a bordo de uma canos que recebera sai do
'atache porlaguez Coa Nova.
Consta que o contrabando anda por un 5009,
pelas averiguarles sabe-se hoje que era nego-
cio particular de dous mariobeiro* do dito pata-
cho, que lo gravemente iam comprometiendo o
navio.
Brevemente teremos a abertura da assembla
provincial, que ser a 15 do corrente ; por coo-
segainle o qae houver de importante sobra a fal-
la da presidencia, Ihe trantmiltirei pelo sesuinte
p*quete.
A presidencia acaba de nomear os novos sup-
plentes que lem de servir no juizado municipal
desta provincia no prximo quatrieonio.
Em geral as nomeagw nao: agradaram muito
porque esperava-se ver que algara hactiareis em
direito, seriara contemplados ; mas nao succe-
deu, por que a nao ier algum medico, os mais
todo, com rarissimas excepges, sao Individuo*
migo* da sua commodidad, ou ioimigos da let-
tra redonda 1
Em cooieqoencia de ter sido norneado o Dr.
Barata, juiz municipal do termo de Gurupa, foi
norneado para o substituir na promotoiia da ce-
marca desta capital o r. Felippe Honorato da
Cunha Minina.
Nao haveodo nada mais a accrescentsr fecho
esta, iocluindo o movimeoto do porto, em rea-
gao as embarcagoes e passageiros entrados e sa-
hi ios no mez de julho.
Entraram de portos nacionaes 4 navios
1886 toneladas e 177 pessoas de tripolago :
do 1 a vela e 3 a vapor.
Sahiram para porto* e*trangeiro* 11 navio
3220 tonellada* e 123 pessoas de tripolago.
Sahiram para portos nacionaes 6 navios com
2225 lonelladas e 195 pessoas de iripclagSo, sen-
do : 3 a vela e 3 a vapor.
Passageiros.
Entrados. Sahidos.
Portuguezes 46 6
Hespaohoes.... 5 5
Francezes...... 5 0
Ioglezes........ 2 1
Americanos.... 2 1
Italianos....... 1 0
Prussianos..... 1 0
Polacos......... 1 0
Total....... 63 26
Alteracoes martimas.
Navios descarga
Aracaty........ Brigue inglez.
Pearl.......... Barca ingleza.
Boa Nova...... Patacho portugus.
Ligeiro I....... Brigue porluguez.
Navios carga.
Eleonore....... Brigue norueguez
Benujeu........ Brigue francez.
Belm.......... Brigue francez.
Unido.......... Barca portugueza.
Flectxcood...... Hiate americano.
Fleche.......... Polaca franceza.
Flor do Para.. Barca franceza.
a nosia
mar o Sr.
homei
mxima,^
do trata
com
sen-
coa]
O brigue francez Paleslro entrado hontem do
Cear est impedido pela repartigo da saude do
porto.
O vapor Cruzeiro do Sul parte esta noite para
os portos do sul.
Maranho,
S* Luiz, 10 de agosto de 1862.
No dia 4 do correnle mez falleceu fre Vicente
de Jsus, guardiao do convento de Santo Anto-
nio desta cidade, e foi sepultado no convento da
Misericordia, sendo seu enterro um dos mai* con-
corridos que tenho aqui presenciado.
Frei Vicente de Jess era filho do Para, e tor-
nu-se digno da estima dos maranhenses pelo
relevante servigo que prestou na raediflgao da
egrej do convento de Santo Antonio. A nov*
egreja est no exterior quasi concluida, faltando
apenas o reboque, e as sua* duas torres, oo esty-
lo gothico, levantara se bellas e graciosas, *en-
do, por sem duvida este templo o primeiro que
temos em architetura e grandeza.
Ser muito para lastimar, se nao for concluida
a memoravel empreza de frei Vicente de Jess
ma temos f robusta que o Rvd. frei Ricardo do
Sepulcb.ro naturalmente ser digno succeisor de
frei Vicente de Jess, e que hi de considerar a
concluso do templo, como um legado de honra
de seu (Ilustre antecessor.
O caes d* Sagragao, obra monumental, come-
gida era 1840, na administrago do fallecido se-
nador Joo Antonio de Miranda, tem receido um
admiravel impulso oa administrago actual dn
Sr. Campos Mello.
Alm da aclividade que lem havido nesta obrs
jf5 de louvor a grande reduegao da despez
pessiraa qoando dirigida com nlelligencia e
methodo. Toda ai amostras distinguem-se pela
completa alvura e forte cooiistencia da fibra,
sobreishindo o algodao da tem e o seda, que
nao cdese em qaalidade o ligar do* melhores
productos dos Esta los Unidos da America do
Norte.
A Coaligo, em artigo editorial, pele a al-
" conselheiro Campos Mello para os
encola agrcola do Cutim, e faz gra-
I ao actual director oSr. Jos Cezar
dos membros da commisso, que,
viocis, foi em 1858 estudar a
a canna de assucar nos Estados
e^al agora nao apresentou o rolato-
a que obrigado em vir-
io do Sr. Cezar Machado foi feila pelo
Aguiar, n'um momento de despeito
embros da commisso directora da
ola, que nio approvavam os destem-
a administrsgo. e por esu modo o
le Aguiar sacrificou nobremente ao
resentirointo pessoal os interesies pblicos.
QjMisdo o Sr. conselheiro Csmpos Mello chegou
a .oata pro.incia j encontrou no eslabelecimento
de--oteo I a agrcola o Sr, Cezar Machado, e nao
Ihe reea-oueceodo capecidada professional, visto
que neo apresentou aindi relatorio algum da sua
commliso-aoi Estados Unidos, nem meimo acer-
ca da eicola que dirige, deliberou mandar con-
tralir em Franja Mr. A. Dersnd, hoje lenta pro-
pietario na escola imperial de agricultura de
Gngoon, par* substituir o Sr. Cz*r Machado.
As bsees do contrito que se devia fazer cora
Mr. Duran j foram impresas* no Pu&Jicador Ma-
ranhense, e nelln revela-* o genio prudente do
Sr. conseUieiro Campos Mello oss precauces lo-
madas *aor dosinleresse* pblicos, e uas ga-
rantas ewigidas a respeito da capseidade moral e
, profeaaiojbal da pessoa que devia dirigir a escola
ag-fi-ol-i^P-r motivos, que ignoramos, Mr. A.
Darsnd tndou de peniar, e nao quiz celebrar o
contracto^ A' vista do exposto muito confiamos
li;** que a bem da nosaa agricultura, e
cidade e*peraogosa agrcola, ha de lo-
:onselheiro Csmpos Mello. S. Exc. nSo
de afogadilho festina lente a sua
torna-se Inflexivei e tnabalavel.quan-
'os melboramenlos pblicos.
Nestis ltimos dias foi submettido ao jury
escravo Verissimo, .marinheiro do brigue Gra-
cioso, e que Bisassinou o caoito do mesmo bri-
gue Joo Jos de Souza. Por ananiraidade foi
condemnado a morte.
No collegio de Itapicur-merim, perlencente ao
seguodo districto eleitoral, foi reeleito deputado
o Sr. conselheiro Francisco Jos Furtado, e cons-
ta-no que no collegio do Marim deu-se igual vo-
taco.
u algodao tem lido bom prego, e tem-se ven-
dido ltimamente a 153600 a arroba 1
Parahiba.
14 de agosto de 1862.
Terminaram-se ostrabalhot da assembla pro-
vincial, depois de uma nova prorogago por mais
dous dias e terminaran) felizmente sem ter-se
observado sceoas desagradareis como as que si
paisaram nasinterminaveii preparatorias.
Entre ligaos dos icios foi saocciooado o qui
mudou o dia di reunio dessa corporaco, o que
tinha lugar a 3 d> maio e dever para o anno
lucceder no 1" de igosto.
Devo reparo a noticia que na anterior refer da
recusa por algans noiteiros das noveaas da oossa
Qadroeira, pois atioal o contrario tuccedeu, visto
como houve arrependimenlo e todos cumpriram
ieus deverei.
A melhor noite foi i dos estucantes que, embo -
ra poneos e com escassos recursos, fizeram muito,
coro o qae ajudarim noite das mocas que foi
nica era que bouve fogo de visla.
Teve lagar com toda a pompa a feta da nossa
padroeira, percorreodo as ruis da cidade em pro-
cisso a Imagem da Senhora das Neves.
Na noite de 12 siguas parochianos e inclusive
o Rvn. vigario, mandsram cantar em aeco de
gragas a mesma Senhora um Teeum loiemne,
como a maoifester.ao do reconhecimento ao im-
meoto beneficio de no haver poupado ao* agou-
tes do cholera-morbu*.
Dizer-lhe que houve concurrencia e religosi-
dade e bastante recolhimento dos assistentes,
repetir-lhe o que toda a gente sabe ; pois o nos-
so espirito religioso bastante coohecido.
Segundo informage* que me foram traoimet-
idas consta forim capturados durante o correr
do mez panado 18 criminosos, sendo destes 6
desertores.
J se nao falla mais na presumida Mari* Urobe-
lna, que ficou aera pas, nao obstante ella an-
nuaeiir quaes elles sejam e sem esquecer os mul-
los que Ihe deram.
O mercado est bastante 'animado com o alto
prego que obteve o algodao ese assim continuar
na nova safra, as plaotages fic*m ricas e a pro-
vincia podar desobrigar-se dos compromissos
existente.
Falleceu de uma queda de um burro e com a
cibeg espalifada o lente coronel Joo Gomes
de Aimeida, chefe do estado-maior da guarda
nacional de Baoaneiras. O fallecido era geral-
meote estimsdo, pelo que foi muito sentida a
sua morle.
E' o que ha digno de mencionar-se, o mais
coosta-m* que vai er publicado um jornal diario
com o titulo dePubiicadordos prelos do Sr.
Jote Rodrigues da Costa,
__ __ ... n.v >i.>.ai ) mente dizer que o ExofcSr. conselheiro Campos
Mello lem feito em mezes o que seus sntecesso-
res nao fizeram em annos.
D'anies 100 leneladas diarias de pntu'hnor.m
fSS L6',dJ'ao caes por 275 *UUSfSl2
&%& J9T" ?2*i por dia : hie mesra.
iUS B&ZSL Hnlulh0 ''"Portada e l.ngada por
5:418974a 40 trabilh.doras, que fazem a despeza de 509
'ZtZZZ pordia. Neitacombinigoha urna differenga
30:180950a favor descorres p.bli.os de 4:250* raensies, ou
de5l.0ftfpor,auno I
REVISTA DIARIA.
Depois u'amaohai, no lugar e hora do coi-
tume, se extrabir a 6a parte da Ia lotera em
beneficio dos franciscanos de Olinds.
Parante directora geral da iostruego pu-
blica, procede-ie hoje ao concurso para o provi-
mento dai cideiras vagss de iostruego elementar
do sexo femenino.
Tem lugar boje o concurso para preeochi-
mento das vagn de terceiroi escripturarios que
existem na ihesoursrii de fazenda.
E' hoje a ultima praga dos concert*, que
tem-se de fazer oa ponte do Maduro.
No sabbado seguio para a Bahia o Sr. Gaidi,
bordo do Cruzeiro do Sul; e seguodo oes cons-
ta, lera elle em vistas nesta sua viagem uma di-
verso artstica naquella provincia.
Ha msis de anno, qe nao celebrsva-se o san-
to sacrificio naquella capella ; e suppoe-se que
d agora por diaote ter-se ha alli missa aos do-
mingos e dias ssoticados, devido aos esforcos do
referido Sr.-coronel.
Na sabbsdo fundeou em nosso porto, viodo
de PIymoulh. Msdeira e S. Vicente, em 29 dias,
o bello e elegante vapor Mamanguape,pertencen-
te companhia Pernambucaoa de vapores cos-
teiros. construido em Welliagton-Quay of Tvne,
no estalelro dos Srs. Msrshsll & Brothers, sob i
direego do Sr. ThomazTarrand, que o veio tra-
zer I nosso porto. Seu tamaoho o mesmo do
Peninunga ; tem 135 ps do coraprimento sobre
25 de largura, de 219 toneladas e da torga de
80 cavallos, regulando sua marcha de 7 a 8 mi-
lhaicarregado e 9 a 10 em pouco lislro. Pode
receber 60 passageiros e 150 toneladas do carga.
Deve elle partir no da 25 do corrente para
a lioha do sul al Maeei, sob o commando do Sr.
Manoel Rodrigues dos Santos Moura, e assim -
carao satiifeilai as oecessidaJes desse lado da es-
cala da companhia, que solTria eoormeaieoto com
o Persinunga, nos ltimos lempos verdadeiro
Carro de Iam-.
Damos nossos emboras companhia Pernam-
buesua por mai* esss acquisigao, ao seu digno
gerente o Sr. Francisco Ferreira Borge* pela
prosperidade e desenvolvimento que ha sabido
dar essa companhia moribunna qaiodo delta se
encarregou, e finalmente ao Sr. Moura por haver
conseguido dirigir esse novo vapor, que tinto
impulso prometi dar ao servigo da companhia
no sal.
Teve com effeilo lugar no ssbbodo, no salo
do palacete da ra da Praia.o concert dado pe-
lo Sr. L. Belli a Sra. L Corbsri, ex-artiitas ly-
ricos do Santa Isabel, que foi muito concorrido e
brilhante, qer pelo numero crescido de familia*,
quer pels maestra com que foram executados to-
dos os pedsgos de msica comprebendidos no
programla.
Por volts da* 9 horas da noute de sbbado
deram a* torres de nossas igrejas signal de fogo
no bairro da Boa-vista, que *e havia aleado na
tabernade Paulino Ferreira da Costa, as ra da
Conceigo, n'uma pipa de agurdente, em conse-
quencia da ter um doi caixeiros aproximado de
mais a luz ni occisio de tirar esse liquido.
Apias conheceu o que occorris o Sr. Dr. Su-
ya, delegado eocarregado da polica, aecudio ao
lugar, e. de combioago com o Sr. subdelega-
do Maciel Monteiro, conseguio suiTocar o incendio
sera o soccorro de bombas ; de forga publica ape-
nas comparecen uma guarda do 7o de iafaotaria
e dos demais soccorros nenhum l foi II
Hontem festejirsm os terceiros frarcisesnos
Nossa Senhora da Ajuda padroeira do* novicio*
dessa ordem : o templo achava-se bem ornado,
e todos os requisitos foram reunidos para que
fosse ella brilhante, o que conseguio o irmo mes-
tre dos novigos o Sr Maooel do Nascimento dos
Santos, de accordo com os demais irmos. Orou
ao Evaogelho o Rvm. padre mestre Antonio Ma-
noel da AssumpgSo e ao Te eum o Rvm. padre
mestre Lourengo de Albuquerque Loyolla. An-
tes da (esta professaram 3 irmos e Uzeram sua
entrada sate irmSos e uma irma.
A's 2 horas da larde da sabbado um pesca-
dor que tarraiiava no rio Cspiboribe, na parle que
fica por traz da ra Bella, apanhou um cadver,
que trouxe para terra, fazendo immodiatamente
parte do occorrido ao Sr. subdelegado de Sato
Antonio, que maudou-o cooduzir para a igreja
do Rosario, onde se procedeu vestoria pelos
Srs. Dr*. Firmo e Da* Fernandes, colligindo-se
della *er o cadver de uma preta, que morreu de
ssphyxia por immerso o'agua, poucas horas
antes.
As indagages que procedeu o Sr. subdelega-
do, deram a conhecer ser a preta Cstharina, es-
crava de ura tal Felippe, morador no Monteiro.
Damos a coolinuago da caria do Peticaba,
do Rio Grande do Norte :
Usted faz muito mal,
Miohas carias publicando,
Porque ici cada qual,
Vai sargento figurando,
Por merc da capital I...
Veja usted o mo succesio
Daquella mioha noticia,
Vai-s'iu-tiurar o processo
Por ordem do grao policio...
Eslou zangado, confesso...
Foi deserto malvadeza,
Bolir nessa cowa mais,
Nrmenle sendo grandeza,
Dos nori/ios*geoeraes
Gilsrdoar a fereza!...
Agora, sargento mi,
Me diga porque razo
O ministerio cahio
Com quairada duragio
Couta que nunca se vio? I
Eu de certa m'abysmei
Com tanta celeniade,
Poi*, collega, calculei
Grande bulhi, novidade
L por onde mora el-reil
Nunca consegu saber
A razo porque nao durara,
Ministros que sem temer,
Tudo fazem, ludo furam,
Sem ao povo aborrecer I I
Sao negocinos d'estado ;
O meu frico l nao vai,
Cada um tem seu peccido,
Assim dizia meu psi...
Qae era nisso um bargado I
Os sulistas do serlo
Fetejaram tal quedoha,
alas eiles to bokoe sao
QVespersm nesta qesdrinha,
A saa ressurreigo I
Eu por mim, charo sargento,
A respeito pouco pens,
Soo do socego avareolo,
Eu tal politieue intenso,
Mxime neste momelo I
Eslou vendo ser chimado
P'ra compor o ministerio,
Pois por l j tem cenado.
Gente propria, de criterio,
Islo me d bem cuidado...
A pastinha da justiga.
Nao aei como preencher.
Ha muito q*em og missa,
Devogo para vencer, *
Um emprego de ealissa.
Para as nutras nao receio,
Achar gente apropriada,
Tanto assim que no correio
Remelli uma embalxada,
Bem pensada, assim o creio.
Era Mossor o brulho.
Nao ceder fcilmente,
Deu na iarioh* o gorgulho
Na phrase de muit* gente.
Ha all fogo d'entulho...
Tenho de certo pezar
De ver tanta babuzeira,
Em tao pequeo lugsr,
Um ralinho de caveira,
Tanta celeuma causar.
Pensa a roda bolleo**,
Ser eterno o seu brazo,
Por rasis matreira, engenhosa,
Nofar jamis chavo
'uma vida criminosa.
Conhecida como ,
1).'baile busca engaar,
Procure o perequeti.
Para o governo embarcar
Com seu rude b, b, b !
Capadocio cantador,
Atinou sua viola,
Pode tecer ura louvor
A qualquer bruta cachla
Que mal sirva p'ra tambor.
Noticias da capital,
Tive-as hoje, meu sargento,
O socego perennal,
Tudo se deve ao talento
D'um governo imparcial.
A demora do Velloso
E' de summa preciso,
Muito activo e cuidadoso,
Alm da illustrigo.
Que o torna mais geiloio.
A provincia reconhece
Seu grande merecimento,
O povo honrado lha tece
O mais brilhante ornamento,
Na verdsde, elle merece.
Eu nao llludo, sargento,
Nem a lisonja manejo,
Soo de dillicil contento
E relativo a deiejo
Tenho alto peosamenlo.
Est sendo executada
A sentenga de Therezi,
Reconheceram ser nada.
Os autores da empreza...
Que terrivel cajadada 11
Adeus, basta, meu sargento.
Por agora vou dormir.
Que sou leu amigo atiento,
Ustud puede dicir.
Que tenho contentamento I
O Peticaba.
reparticao da POLicu.-(Extracto das psr-
les dos dias 15 e 16 de agoste.)
Foram recolhidos casa de detengao no dia II
do corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, os
pardo Josquim Ignacio da Luz, de 18 annos de
dade, Flix Jos de Souza, de 35 annos. Joao
evangelista dos Santos, de 40 annos, e Manoel
Jos Gomes da Silva, vindos do termo de Santo
Aolao, como sentenciados, em consequenca de
tentativo de fuga da respectiva cadeia.
A' ordem do Dr. juiz muoicipal da segunda
vara criminal, o marujo Liborio Jos da Silva,
cnoulo, de 26 annos, por saipeita de ser este o
reo Manoel Gregorio da* Cbagt*. cuja flanea que-
brira.
A' ordem do subdelegado do Becife, Luizi,
parda, de 24 antao*, eicrava de Joo do Noicimen-
to reilosi, por indar fgida.
A' ordem done Santo Antonio, Luiza. parda,
de Ib anno, e Jerooyma, africana, de 24 annos,
escravas de Antonio Dominguss Ferreira, re-
quiico deste.
A* ordem do da Boa-Vista, Josepha, parda, de
19 annos, escrava de Jos Duarle das Neves, para
averlguages sobre crime de sevicias.
A' ordem do de S. Jo, Solano, pardo, de 12
anno, escravo de Antonio Alves, por andar f-
gido.
Dia 15
A* ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica,
Ignacio, tardo, da 40 annos, escravo de Jos An-
iso de Souza Magalhaes, por crime de lentativa
de morte.
A' ordera do Dr. delegado do 1* districto,
Maooel dos Santos Jardim, braceo, de 18 annos,
lypographo, como recruti.
A' ordem do subdelegado daCapuoga, Antonio
de Moraes, crioulo, de 30 anno, peleador, dis-
posijo do Illm. Sr. Dr. chefe de poiicia, pira re-
cruta.
A' ordem do da Magdalena, Miguel Porfirio da
Vista, pardo, de 22 annos, dado i agricultura,
disposigao do Dr. delegado do Io dislriclo, pira
recruta.
O chafe da segunda secgo,
/. G. de esquila.
Passageiros do vipor nacional Persinunga,
viudo de Maeei e portos intermedios :
Antonio Nobre de Aimeida, 1 filho, 3 netas e 1
escravo, Mauoel Luiz da Veiga, Antonio Candido
de Assis, Severino Rodrigues dos Santos, Avelioo
Pereira da Cunha, Eduirdo Dinz de Oliveira, Jo-
s Maris de Vascoocellos, 2* cadete Francisco
Leal Nunes.
Passageiros do vapor nacional Cruzeiro do
Sul, aahido para o* porlos do sul :
Guilherme Leal, Paulino Dias Fernandes, D.
Arselinda de Azevedo Guerra e 3 Albos menores
Antonio Bento Fernandes, Alexandre Ferreira
C, Dr. Antonio de Vasconcello* M. de Drummond
e 1 escravo, 4 eteravo* de Belmiro Baptista de
Souza, 8 escravos a entregar a Antonio Jos de
Alvo, 10 recrutas, Jos Alve* da Silva Pereira,
Guiseppe Guidi, 1 escrava do Dr. Francisco D. da
Silva, Alexandre E. Ferreira Nobre, Dr. Francis-
co Jos Fernandes Gltirana e 1 criado, Joaqun
Francisco dos Santos Maia, Valerio Jos da Gra-
ga, 58 pragas, 1 mulber e 1 Gibo, 11 recrutas do
exercito, Manoel Cordeiro, Olegario Saraiva de C.
Neiva, Tiburcio Alves de Cirvalbo, Jos Alves do
Reg, Dr. Ricardo Pereira R. Lina, AunlianoCo-
looio, D. Cora Colonia Cezar, 2 has menores a
5 escravos, Joo de Assis Pereiri Rocha e 1 es-
cravo, Jos Rufino Coelho, 1 escrava de Luiz Fe-
lippe de Souzs Leao, Marcos Eslsny, o cabo do
8 batalho de iofsnlsria Manoel dos Sanios Fra-
goso.
Matadobro publico :
Malaram-se pira o consumo desta cidade no
dia 15 do corrente72 rezea.
No dia 1692 ditas.
chronicudTciaria.
Tribunal da Reanlo.
SESSAO EM 16 DE AGOSTO* DE 186*.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. C0NSELHKIRO ERKELI50
DE LKAO.
A's 10 horas damanbla, presentes os senhores
desembargadores Castao Santiago, Silveira.Gi-
ILEGVEL





~
/
ialiago.MetU,PereUrf, Accioh
DahiO rEr-NA.MBuco. ^ sEij&a fEiU is dk agosto db isg*.
at
tirina, Lourenco Sau..
Pereira Jorge, faltand*- Sr. deaembatgadorGuer-
7a, procurador da coroi, abrio-s* a sessao.
Panados os feitos, e eutregue-a o entripulaos
dtram-se os seguales
JLLCAMENI09.
Recursos c/imes.
Recorreote, o juizo ; r/corrdo, o bsoharel An-
tonio Joaquim Buarque/Nizarelh.
Relalor o Sr. deso/mbargador Caetano San-
tiago. '
Sorteados os Ss. desembargadores Atcioli,
Molla e Silveire-.
I o pro ceden te-'.
Recorreote,^ juizo ; recorrido, Vicente Fer-
leira Serrano/.
Relalor o-Sr. desembargador Silveira,
Sortead-os os Srs. deiembargadores Mott,
Accioli/e Peretli.
Improcedente.
Rrfcorrenle, o juizo ; recorrido, Antonio Jos
de> Briio.
/Relalor o Sr. desenibirgador Gilirana.
Sorteados os Sts. desembargadores Lourenfio
e Com effeito moilramos que o banqalro Mires
foi acensado de ter empregado em seu proveito
particular ttulos por elle recebidoa em penhor;
de havtr abusado da condensa nelle posta, ven-
itndo icliciameute alguns desses litlos e sub-
Irahinio outros ; a de ler finalmen te distribuido
i/ciiamerna dividendos, mediante inventarios
quanto haremos dito ; ao passo que o Sr. com-
municanle apeoas limita-se a fazer allegacoes
vagas, repetidas e j refutadas.
E para prova da nossa linceridade e da con-
vicio com que procedemos nesse negocio, di-
remos aioda que, em quanto urna senlenga de-
flntivs, proferida pelos tribuoaes competentes,
i Santiago, Molla e Pereira Jorge.
Improcedente.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Izidro Jos
J/erreira.
Relalor o Sr. desembargador Lourengo San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Accioli,
Motta e Peretli.
Improcedente.
Recorreote, Aotonio Correia Lima ; recorrido,
o juizo.
Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados as Srs. desembargadorea Pereira
Jorge, Gitirana e Santiago.
Deu-se provimento.
Habeos-Corpus.
Negou-se a soltara pedida em habeascoorpus
por Manuel Ferreira do Nascimenlo e Jos Cae-
taoo Gomes.
Conceden se a soltura a Joaquim Rodrigues
la Silva e Luiz Manoel de Souza, pedida em ha-
beas-corpus.
DILIGENCIAS CHIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justas as seguales
Appellaroes crimes.
Appeaotp, o promotor ; appellado, Joao Sil-
vestre de I.yra.
DESICNACAO DE DA;
As3gnou-se dia para julgamento das se-
guintes
kppellages crimes.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Gregorio
da Silva.
fraudulentos durante os exercicios dt 1857,1858, j nao vier estabelecer a criminalidade dos actos
1859 e 1869 ; mostramos que o tribunal com- praticados pelos gerentes da eommandit, cao
ptente, entrando na apreciadlo de todas esias podemos amittir que tejsm elle considerados
circunstancias, eneontrou explicarlo e justifica-, criminosa* s pela simples apreciado que cada
fo legal para todas ellas qussi revelia do ec- um pede fazer deasaa mesmos actos, dominado
cusado, e concluio absolvoodo Mires. i meila vezea por lentimeotos pouco generoso;
TDdo em vista este fado joa precedentes de e ir,teresses contrariados,
alguns dos gerentes da comfandita, concluimos' Esperamos que o commnnicante reflectindo
com calma e desapalxonadamenle, recorhecer
Correspondencias
que, pelo menos, deviamos aguardar as investi-
gador ulteriores da justi$i pata enlo formar-
mos uso juizo seguro e fundamentado.
Mas de que modo oes respondeu o communt-
cante sobre este ponto?
ISo podendo contestar seriamente o argumen-
por flm a verdade de ludo quanto temog dito, e
fazendo a merecida just$i, ver com que sem
razo procuroa por em duvida o carcter honea-
to d'aquelles gerentes, especialmente do Sr. Mar-
ques de Amorim, em favor de quem militara
to que deduzimosdo fado acontecido com Miis, honrosos procedentes, como j mostramos e que
contentou-se em effirmar aempre sab sua honra- possuindo fortuna importante antes de faze'r par-
te da commandita, v se hoje baldo de retursos
para ama commoda subsistencia, estado a que
cerlamente elle nao chegarla, como muito bem
disse ao seu amigo na carta que j publicamos,
se por ventura seus actos fossem pautados pela
fraude. r r
Appellante, o juizo ;
nio do Sobra!.
Appellante, o juizo ;
dos Santos c outros.
AppcllaLte, 0 juizo
Mello Cirreia.
Appellante, o juizo ;
Ionio de Andrade Lima.
Appcllacoo civel.
Apcellanle. D. Anua Magua de Jess ;
lado. Joaquim Mauricio Lima.
A' 1 hora fia lardo encerron-se a f nssio.
appellado, Manoel Aoto-
appellado, Bernardo Josa
; appellado, Manoel de
appellado, Joaquim An-
appel-
l. O Sp. AbIodo Marques de Amorim e a
coBiiuaudila.
Em um communicado publicado no Diario de
rernambuco de hontem, sob a epigraphe, que
cima se l, e firmado porum cotun^ndita-
rlo, se procura dar urna pequeu resposta ao
communicado, que sob o mesmo titulo (Ora pu-
blicado no Diario do Recife de 8 do correle.
O Sr. coraraauditario, lenlaudo fazer urna
recommeudaco coutra o Sr Antonio Marques
de Amorim, nao ple conseguir o oi que leve
era \isla, por qjanto, inverleudo nossas eipres-
so.'s ; nada mais fez do que um jogo de palavras.
dss quaes lirou consequencia, que de nenhum
codo se contm nos pnocipios ; enchergeu con-
tradigo ood't realmente nao existe ; finalmente
fez insiauagOe o allegares de tola especie,
sem C3.ludo apresenlar oulra prova alm de
sua huurada ptlavra.
Cometa o communicado asseverando que ha
de romper o oto, cem que debalde tentamos en-
coonr os fados, sem se lerabrar que, (orocu-
raodo em seu communicado apaohar-uus em
contradicho) declara mais adiaate que nao eoco-
bnmos laes lacios, por isso que, seguudo diz,
confessamos oprocedimento irregular do Sr. An-
tonio A/arques de Amorim, e os recebimentos de
grandes sominas, que elle retirara dos coCres da
suciedade para fim particular ; do que resulta
terdadeiro eonhecimenlo do mal, que elle prati-
eou, e por conseguinte a existencia do seu crime.
Ou nao procuramos eucobrir os faclos que se
deraoi com a falleacia da commandita, ou nao
confessamos a existencia desses fados, ou flnal-
meole a se ler dado urna e oulra cousa, como
parece inculcar o communicante, cerlamente
elle jue cabio em contradicho.
j que Jissemos em nosso communicado, nao
s;; de luz o que pretende o eommanditario :
al.a expozemos os fados e as circumslancias,
Com quj elles se deram, e na apreciarlo que fl-
zemos, che-jamos a demonstrar que o estado da
commandita era rnais lisougeiro do que a prin-
cipio se peusava, que os saques por ella fet.-s
era vespera de sua quebra erara transacioes ver-
dideirase nao ficticias em proveito de seus ge-
rentes, como tambera sa ha vio propalado, e que
finalmente os precedentes de alguns de seus ge-
rente nao autorisavatu de oeuhum modo a im-
putarlo criminosa, que se Ibes altribuio.
Mas como responde o eommanditario s no3-
sas justas concluses !
Du-nos que no examee inveolirio dos papis
da socieJade se rerilicou que bem poneos valo-
res focara encontrados em seus cofrus, afora liras
de papel, bilhetes amorosos, dtzendo om outro
lugu que honoe facilidade em se distribuirn
yuantims a pistoas inabonadas se quer em suas
tnetades.
Nao sibemos onde o communicaute encotrou
dados pira aventurar tses oroposiQes.
O Diario de Pernambuco de 7 do mez prxi-
mo lindo, publicou o resultado do invautario dos
lena peileoccntes commandita, e deile se
vu a importancia dos valores encontrados, aos
quaes se referi o nosio communicado O fado
de se encouirar parte desses valores era titulo?,
lera a explicagao mais natural e razoavel possi-
*el ; por isso que, sendo a comraaadita um es-
tabeleoimento bancano, nao podia Ui em nume-
rario lodo o seu capital.
Se essa considerac-o nao deve ser desconhe-
cida do communicante, como se admira de se ler
enconiradj ttulos nos cofres da commandita ?
Ser por constituirem crditos de pessoas ina-
bonadas ?
Tambera nao deve proceder seraelhanle argui-
jao, por isso que se refere urna circunstancia
luda relativa e dependente do modo, por que
apreciada. No cotnraercio ha pessoas que sao
onsideradas abonadas para uns negociantes e
inabonadas para oulros, e em quanlo ellas go-
zam de credilo, podem entrar em todas as tran-
saeqoes eommerciaes, embora nao teoham capi-
tees auflicientea para occorrer a quilquer emer-
gencia desastrosa, que Ibes possa sobrevir.
Da outro modo desappareceriam os becefieos
eff-'itos do crdito e poucas pessoas seriam com-
mercianle.
Qaaoto allegado dequantias distribuidas
em suas melada e a existencia de bilhetes amo-
rosos etc.,nao passa lito de um mero gracejo e
de umjnvento Infeliz que fcilmente se desfaz
com o qne fica expendido.
Entretanto ae houve com effeito distriWic'ao
criminosa, a autoridade competente punir atl-
Dal quera ativerfeito. O que nodeiejamos ver,
e que pelas simples appirenciaaae queira dar co-
mo liquido negocios gravea que neceasitam de
averigua^o.
Em relaco aos saquee, que foram aceitoa ni
praga de Londres, o que velo desmentir aquellos
que propslavam, queeram easaa quantias postas
* salvo para beneficio dos gerentes, nao poden-
co o communicante resistir evidencia deite
Jacio, nao leva outra rizao para explica-lo, -
nao dizer que esse aceite apenas prova que era
infundada a suspeita de que a praga de Londres
j ento podesse conhecer a fraudulencia t i.
tolcabilidade da satcadora.
Decida o publica illustrado ae essa reaposta ou
explicagao satisfaz, e mostra o contrario do que
veoturamos, uto que eases saquea foram
itos regularmente* nunca por quem havia pre-
\ed\tad urna falinela.
Nao quereodo imitar algumaa pessoa, que
em razio sufficlcnte. preteodera impf)r 0a seus
juizo, recrreme m facto de recente dala,
acontecido era ama daa nagOes maia civilisadaa.
o qaal, embora tirease aa meamaa circumstan-
ciaa, as meames aecuaacoe* clamor, qae aa de-
ram por occaaio da falleneia da commandita,
final foi eocsi Jerado nao criminoso.
da palavra, que nao se d o.simile entre a fallen-
eia, desse banqueiro e a da commandita. e que
deixar perspicacia de quantos eonhecem as
causas, que originaram a fallenca desse ban-
queiro infeliz, ver a dilTereoga que se d com a
falleocia da commandita.
Ora, ae produzimos argumentos exlrahidos dos
proprios fundamentos da sentenga de absolvilo
de Miis, em favor do simile, e este apenas en-
contr urna simples e vaga negativa da parle do
cornmonicante, claro qae deve prevalecer o que
dissemos em nosso communicado.
Sendo as9im, pernotaremos agora ao commu-
nicante, por que razo Mires foi um banqueiro
infeliz, e visto que a seu respeito deram-se as
raesmes circumstanciaa, se nao peiores, que
aesmpanharam aes gerentes fallidos da comman-
dita, por que algum desses gerentes, como o Sr.
Antonio Marques de Amorim, nao ha de ser in-
feliz, mas roconfesso de grandes crimes, mes-
roo antes de todo e qualquer julgamento ?
Nao enxergou o communicante (que tanto gos-
la de apaobar os mais em contradicho) alguma
cousa de repugnante e cootraditorio nesse modo
de ver as cousas?
Diz anda o communicante que pretendendo a
principio apregoarmos honradsz, innocencia e boa
f no procedimento dos gerentes, cahimos em
grosseira contradigo, quando concluimos por
confessar que, quando muito, se poderia deno-
minar de desregrado ou pouco regular esse pro-
cedimento, mas nunca eonsldera-lo como per-
tencendo cathegoria dos crimes, por faltar Ihe
o conhecimento Jo mal e intengo de o pralicar.
Mas da simples leitura das palsvras supracila-
das se collige perfeitamente que tal contradigo
nunca existi.
Nao affirmamos, como diz o communicante,
que era desregrado e immoral o procedimento
de todos os gerentes da commandirs ; em refe-
rencia as ecousagoes que se lnes Gzeran a prin-
cipio, laes como de rottoo escandaloso e cal-
culado, dt celebre bancarota, e de crime preme-
ditado e aggravado com abuso de confianra,
etc., dissemos apenas que, em visla dos pre-
cedentes da alguns desses gerente, como Amo-
rim e Fragoso, e das modirreages favoraveis,
por que j vo passaodo easas aecusajoes, po
dia-se por ora admittir, que quando muito, le-
riam pralicado um ou outro acto m6nos regular
em vista de circumstanciaa excepcionaes, com
que lutaram, mas nunca dar-se como certo e pro-
vadiasimo que tivessem obrado fraudulentamen-
te, que tivessem commettido um Grirae.
Onde est pois a eontradigao? Quando affir-
massemos mesmo que o procedimento desses ge-
rentes fora immoral e desregrado, e sastentasse-
mo9 ao mesmo teapo que nao haviam pralicado
um crime, nao leriamos cehido em contradigo
alguma; porque a justiga social nao pune as
ufracges meramente da ordem moral, mas so-
monte aquellas acgdes que, sendo praticadas com
eonhecimenlo de causa e lntengo malvola, of-
feodera a ordem moral e ao mesmo lempo a or-
dem social.
Nem toda a acgo ra e censuravel um cri-
me ; para que este exista preciso que se teoha
dado infraego de lei penal, e nenbuma dispesi-
gao da nossa lei penal pune o modo por que o
gerente Amorim, dominado de bons sentimen-
tos e boa lutefgo, procurou salvar o seu credit*
e o da commandita da cataslrophe, de que afinal
foi victima.
Leia o communicante os trechos do urna carta
por elle dirigida a um seu amigo, quo vem trans-
criptas no 1' communicado, que publicamos no
Diario do Recife de 9 do correte ; allende para
a maaeira natural, por que elle expoe fielmente
os irotivos, que leve para assim proceder ; exa-
mine depois desapsixonadamente as disposiges
de nossas l*is, e estou convencido de que afiml
convir no qus fica expendido, e ao dir que a
exposico fiel desses motivos importa a confissao
do conh$etmenlo do crime por elle praiieado.
Nao decidimos como diz o communicante que
os eommanditarios estavam na obrigago de ra-
colher oa 50% ; tratando dos valores perlencen-
tes a commandita dissemos at, que nao fallara-
mos nos 50 "/ com que os cammanditarios te-
riam de entrar para a masa, [e eslava subenten-
dido queisto s se daria, se a autoridade compe-
tente assim o decidisse afinal.)
Ter pretendido o Sr. Amorim e seus compa-
uheiros de gerencia que os commanditarios re-
colhessem esses 50 /, utes de aberta a falleneia,
para o Tira e nao suspenderen! os pagamentos
da Commandita e saldarem-se os dbitos contra-
hidos com a mesma sociedade, de modo que as
suas operages podessera proseguir desewpega-
dsniente, cousa muito diversa da certeza de
que a sua printeira pilhagem, na phrase do com-
ujuoicaute, se seguira esta outrapor elle calcu-
lada, combinada e disposla como ultimo recurso.
Nao lera razo pois u commuoicanle, quando
procura insinuar que urna tal pretengo revela
todo eonhecimenlo que tinha esse gerente do
fado criminoso que commettera.
As allusdes, que o commuDcaote faz anda re-
fnrindo-se s traaiacges celebradas cora o Sr.
Manoel Antonio Googalve o substituigo da
firma da sociedade pela a da viuva Amorim e Fi-
Ihos.no passara deallegagoes vagase infaadadas,
que por isso mesmo nao devem merecer o menor
credilo.
Nao suppomos de modo algum que o com-
municante queira Imitar a esses que, na auzen-
cia de justos motives para urna aecusago seria,
batemaiala p'sso na algibeira e declarara que
teem documentos irrecusaveis, que provam o
crime, e que quereodo, podero levar qualquer
desgracia; antes pelo contrario acreditamos que
o communicante foi mal informado a cerca
iiessas transaegoes, a que alludio. Disto se
cooyencetia fcilmente, se, inteiranlo-se de tudo
quanto se passou a respeito dessas transaccoea,
soubesse, por exemplo, que o produdo da |et(ra
de Mello e Irmos foi recolhido devidameote a
eaixa da commandita, e que de tae transaeres,
nao decorrem o menor indicio de criminalidade
Demais onde est a accuiago seria, que o corn-
mnnicante pretende fazer com taes alluses ?
Oade a prova de taes arguigoes ?
E'evidente pois que a respeito dessas transae-
goes a simples negativa por parta da defeza
ser snfcienle para nullifica-las.
Fallou tiada o communicante erase nao ter
logo decretado a priso dos gereoles, apesar de
precisamente pedida, revelaudo nessas expresas
alluses mraerectdss ao distincto magistrado a
quem so ach aff.clo o conhecimetjto e decis'o
de todo esse negocio.
Nio dos demoraremos em mostrar i iojusliga
communicante obre esse ponto, por que oa
precedente honrosos, o cirarter integerrimo
probo e juaticeiro desse magistrado eatao cima
de todas asiosiouagSas, com que se pretende por
em pressao a sua autoridade.
Diz aioda o communicante qae nao era de
adm.rar que a principio interesas assalariados fi-
ISC0,B qUe *P"P d justa, queixa do
oa"em defe"8 eyuatiAeP5ea visorias,
dafXTAem TJ iug" 'J"9 no **
dar ouvxdos verdade de espirilos pagos aue
AZ) buf-cavam i<>r urna justifica-
il'.lt P'la '%mpl^ oencia,qut Ihe fura
ajustada e commetlida. '
aZ^uT"" e ^anC0 de mai, '' disaemos
queaamisade.que aempre Uvemoa ao Sr. Mar-
?.. iiu Amor,m n obrigava a aacrever aquel-
o. tt*,e? Sr- """nunicante bem aabe que
vendm. de 8mi1e prestara-ae, mas nao*ae
a dlfof,B q"?d0 '"eroospagoapar. tomar-
!a.e a dier n Lq,er do' '. oa che-
mloa r *?***"* qus n6'' como
9uBmLS22fr ramo UP"K>. ero
7P0lheaea entendemos que nao
ie nos procura
A taaa raipelto i fra de duvida ..
U de flo..o lado, por qr/. tSSt XlZ
do
procede a in.inuagi dea.irn.. q a
atirar; por qua ...g! 1'V* q,e "> Procura
------..'.rV.l..,,,,,l"0. tra mu to divpra
pia pus de
la dava ao
[ se cooser-
conslan-
^stacada,
no via
A com na iid la.
Podem os factoa suecumbir forca da
dialctica?....
Podem.
Nao noa admira as conclusoea tiradas na cor-
respondencia que hontem ae publicou neste jor-
nal, sobre a infeliz e escandalosa quebra da ao-
ciedade era commandita Amorim, Fragoso, San-
ios c, e da raaneira porque ae qujrageitar
os tactos para a solugo de tal praeesso a fa-
vor de algum dos gerente8 da mesma socie-
dade.
No nos admira nada disto; porque sabemos
o quanto poderosa a forea da palavra do de-
fensor.
Somos accionistas ; e vista-da maneira parque
os Srs. Fragoso e Amorim se querem justificar
pedimos a Dos com a mo na coBsxienci, e ftf
em sua justigaque, embora o gerentes da so-
ciedade eabanjassem o nosso capital, embora en-
tremos com os 50 0/0 restante, no nosmet-
tam na cadeia, porque afinal /loa parece, que
a torga do palavres ser tal que prove e se-
guate:
Os gerentes eslao innocentes; portanto appa-
regam em publico. Os culpados sao os accio-
ni.tas, enlrem sem demora para a cadeia.
16 de agosto. Um accionista verdadeiro.
homopatiha.
Curas importantes.
Os meas livros de registro de enfermos encer-
rara umi rica collecgo de faclos bem observa-
dos acerca do tratamento hori teipathico, alguns
dos quaes merecem aer publicados para servirem
de guia, principalmente quelles, que, looge de
recursos, possam ter de tratar casos aemelhantes.
Pretendo reunir os fados mais extraordinarios da
minha dioica em um livro; mas, como es* tra-
balho exige lempo, que au no prrsi agora dia
pensar, vou preparando-o pouco a poaco, e pu-
blicaodo-o aflm de que mais tarde me aeia mais
fcil a organisago do quadro das obaervages.
E como presentemente se acha e campo a
epidemia daa bexigaa, principiarei pela narrago
de ura caso admiravel, typo do mior perigo a
que pode chegar um bexiguento. Cumpre antes
disso declarar que d'entre 56 doente medicados
por mim na actual epidemia nenhum chegou a
lomar carcter gravsimo, sem embargo da ne-
gligencia, coro qae alguna lera aido vigiados e
tratados pelos enfermeiros ; o que altibuo ac-
go benfica da homcaopalhia uo occorro, que
presta nalureza logo na iovaso do mal.
N. 12561.
O Sr. Amphnsio Jos de Cirv.lho, de JO anno
de idade, brauco, natural do Piauhy, estudante
no Recife, foi accommettido de varila em 12 de
setembro de 4860. Foi tratado allopathicamente
at o dia 26 do mesmo mez, dia em que fui cha-
mado em desespero de causa.
Entrando na alcova, onde se acbeva o enfer-
mo, vi o que no tinha ainda visto : um hornera
branco reduzdo a negro, pois que nao tinha ama
parte do corpo que iadicasse sua qualidade, a
nao serena os cabellos ; toda, a pelle ichava-se
cor de carvao, exhalindo cheiro iosulporlavel,
e formando, por asslirTdlzer, urna i cr\ta secta
e espessa a quai, abriodo-se em algu s ponto,
deixavasahir urna certa quantidade d< pus san-
grento. Dos ouvldos sahia em mais c
idntica natureza. A espeasura da ero
doente um aspecto monstruoso. O corp
vava em completo repouso. O delirio
te manifestado por algumaa palavras
e por constante balbuciamenlo. O doe
oem ouvia ; mal podia engolir alguraas goltas
d'afua ; mu, apear d to grave desordens, a
ourinano apreientava grande alleragao, e na-
vio priso de ventre, signaes, que me levaram a
crer que a cura aioda era possivel ; e tsnto por
isso, como pela conflaoga que tinba na enfer-
mera, me encarreguel de dirigir o tratamento.
Uedicagao. Dia 26.Rhus tox.oito glbu-
los 5a cora quatro ongas d'ague. Urna colherada
de hora em hora.
Da 27. Neohima mudanga no estado do
doente. Cootinuagao de rhus:
Dia 28. As crostss do rosto, do pescoco o
do peito tornarm se hmidas. Rhus e face. 5,
des alternadas de hora em hora, as quaes fo-
ram continuadas at o dia 30.
Io de outubro. Estremecimentos nos bragos e
mao. Cheiro de gangrena ; que d de algans
fragmentos da espessa crosta. com evacuago de
pus sngrenlo.Bell, e ars. 5 alternados de ho-
ra em hora.
Dia 3.Desapparico dos estremecimentos dos
bragos ; melhora consideravel dos symptornas
cerebraes ; a falla tornou se mais inlelligvel : a
audigao eomegou a restabelecer se. Sabida de
aaliva espumosa. Mere-sol, 5, urna colherada
de ttes em tres horas.
Dia 5. Continuago do mesmo estado de ma-
lhora ; quls de alguns pedacos da crosta. O
mesmo remedio nos mesmos intervallo.
Da 8. Progridem as melhoras ; desappari-
gao completa dos symptornas cerebraes A crosta
se destaca em grandes pedaco, deixando aps si
alguns pontos purulentos, que, depois deseceos,
(lavara a appareocia de sarnas Sulf. 5*.
Dia 17. Al esta dia a descamago se fez in-
teiramenle continuando a deixsr pontos purulen-
tos, como no dia 8. Ars. 5a.
Da 2. Todos os symptornas desapparece-
ram completamente. No se reproduziram mais
os pontos purulentos. A pouca evacuago puru-
enta que ainda sahia dos ouvidos eslava extioc-
i m,sJ?am ''eir dr e zoada nos ouvidos,
aiguma dOr de barriga com pnsao de ventre, e
lentidao na successo da ourina Puls. 5*. seis
glob. em duas ongas d'agua ; urna colherada de
tres em tres horas durante o dia ; e noite urna
s doie denuz v. 5a constante de tres glob. em
urna onga d'agua.
. D'8 26- Desapparigo dos encommodos do
da 24. A saude parece entrar no seu estado nor-
mal.
Dia Io de novombro. Tendo-se desenvolvi-
do no da 29 de outubro algumaa pstulas as
m.gaas do rosto, no nariz e na testa, estas se re-
duzram a crostas seccas e cinzetae. Tayuyo,
mi gotta de 3 diluigo em duas onca. d'agua
urna colherada pela manha e outra nolte.
Da 8 de novembro. As crosta cahiram e se
reprod.ziram mal seccas e mais espessas. Ain-
layuya do meamo modo. Urna onego de
de amendoas doces morno por trea noites
successivas.
Dia 13. C.hiram todas as crostas sem mais
se. reproduzrem, e sem deixarem o menor de-
leito. Cootinuagao do mesmo remedio por mais
lr63 tilas,
n,?L^5,~.C,Jr,!COmplela- Foi ei>o que Ihe
ordenei que tomasse um baoho morno
f-. *L!?n *" D!ir",e 20 Primefroa dias
foram Aplicados alguna clyaterea d'agua com
urna colKer de maoteiga lavada, regulando um
de quatro em quatro das. B
Dr. Sabino Olegario Ludgero IHnho.
Lm BEXIGAS.
n.n- T0,pihia P"""" < bexigas. A veri-
fictgao deste fado fcil de fazer-se. visto que
oada cusa nem a ricoa nem a pobres. Na minha
ggg"? se Oiatribue gratuitamente o remedio
preservativo.
A hommopatbia cura as bexigas, qualquer que
aeja o estado em que se ache o doente. Este fac-
i lem aido demonstrado em outras occasides, e
na presente epidemia ha recebido a msis ampia
pobres ao curados gravita-
da
oleo
Oa
coafirmago.
mente.
Consultorio especial homeoptico, ra de San-
ta Amaro (Mundo Novo ) n. 6.
Dr. Sabino L, 0. Pinho.
Sri. redactores.Not joroaes diarlos de hoje
vi publicada urna correspondencia do Sr. Dr.
Antonio Vicente do Naacimento Feitosa, e, co-
mo alguns dos faclos por ella narrados caregam
de explicago, apresao-me am da-la, certo de
qua ser ella aceita, vialo aerem oa fados a que
allude passadoa na ausencia do meu distiocto
collega que cerlamente se louvou em informa-
ge,
Em um trecho da Correspondencia diz o Sr.
Dr. Feitosa o segaiole :
< Efectivamente no dia 17 apresentou-ae o Sr.
Fragozo no eacriptorio da sociedade, mas ah
no comparecerm oa seus companheiro de
< gerencia, sendo que am lugar destes compare-
< ceu o Sr. Dr. Cypriaoo Feoelon Guedes Alco-
c forado, como precurador oa advogado dos
a Srs. Amorira e Santo.
Com reltgo a este ponto eis o qae se passou
contigo.
No dia 17 da junho, ao chegar ao meu escrip-
itorio, fui convidado comparecer no da socieda-
de Amorim, Fragozo, Santos & C., por haveram
estes sennores feito cessago de pagamentoa e
precisarea de meu conselho ; acced ao convite,
e all chegando eocontrei amente ao Sr. Frago-
zo, quem perguntei pelos aeua companheiros
de gerencia; e dizendo-me elle que estes no
eram viudos ao escriptorio naquelle dia, passei
a ioformar-me do mesmo Sr. Fragozo de algu-
mas circunstancias relativas ao caso, eslaudo
presentes alguns credores, os quaes erara se-
gundo a minha lembranga os Srs. Pedro Voo
osten, Soift, Tasso, Silvino Guilberme de Bar-
ro, Mello Lobo e outros dos quaes me no re-
cord.
O meu conselho foi que se reunisse no dia ee-
guinla a assembla geral doaiaceionistas. qual
promelli comparecer ; p que todo foi feito '.c-
cOrdo com o mesmo Sr. Fragozo, sem qae elle
me dissesse haver j consultado ao Sr. Dr. Fei-
tosa : antes eu Ihe disse que seria couvenienle
que elle o consultaase, no duvidando su con-
formar-me com o seu conselho ou como de
outro qualquer advogado, uo que ia o reconheci-
mento da superiotidadedo meu dietlncto collega.
Era outro lugar diz o Sr. Dr. Feitosa ainda o
teguinte :
Quando depois de foita a declarec/ao me di-
ngicom o Sr. Fragozo ao lugar da reunio da
sociedade, enconlrei aos Srs. Amorim e San-
los, tendo a.aeu lado o Sr. Feoelon Alcofora-
do, os quaes faziam esforges para evitarem a
dedarago da quebra^ o mostravam-se espe-
rangosos.
Tendo como disse Qcado accordado entre mim
e o Sr. Fragozo a reunio da sociedade para o dia
seguate, licando elle encarregado de convidar
aos commanditarios pelos joroaes, e de esperar
at eote a resolugo que devia er lomada, re-
lire me, aguardando o resultado da reunio para
resolver o que, aubsequeolemente aconselbaria.
Lm virtude disto apresentei-me na reunio,
aone comparecern) os Srs. Amorim e Santo,
compareceodo o Sr. Fragozo depois da aberta a
sessao em companhia do Se. Dr. Feitosa para
patentear queestava requerid* por elle a deca
ragao da quebra, pedindo-me nessa occasio
desculpa, por me no ler participado essa reso-
lugo que era de todos-ignorada, e sera prece-
dencia de accordo algum com os outros socios
ou comigo.
Cumpre ino declarar que na reunio se estava
tratando de uomear urna commisso para o exa-
me dosli-ror, alim de saber-se ao certo o esta-
da da casa, e prover-se de remedio como no ca
so coubesse, sem que at o apparecimento do
Sr. Fragozo se houvesae fallado em declarago
de quebra : e nessa reunio eu no fallei.
Diz fiualmeote o Sr. Dr. Feitosa :
...., sendo que em urna conferencia parti-
a cular que tive com o Sr. Feoelon procurei de-
monsirar-lhe que a sociedade no podia dar
a mais um passo, asm que fosee precipilando-se
a de abyamo em abysmo.
E' verdade que essa couferencia teve lugar em
um gabinete da mesma sala da reunio, e s
considerages do Sr. Dr. Feiosa oppuz a de qae
lal passo no urgi, podia ler lugar depois da
reunio, S com accordo de todos que no meu
entender deviam ler sciencia de resolugo to
gaste.
Ao depois disto no tivo mais parlicipago al-
guma no actos qua se seguitam, nem por parle
da urma, nem pela de nenhum dos socios ; pelo
que no duvidei aceitar a causa por parle dos
curadores iscaee, quando instaram comigo para
que a eceitasse, vigo serem tiles meas clientes
de partido, e deposilarem em mim confianga, ao
que julguei dever annuir.
Becife; 16 do agosto de 1S62.
Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado.
Deverla o governo aceitar este seu offerecl-
mento, ou deapreza lo in limim por ser incom-
palivel com a posigo do commandanta do preai-
dio inspector de ai mesmo, e capaz de abusar ?
nao, por certo.
Era forgoso maoler o acto do Sr. Burlamaqui,
contra a regra de direila, qaer #,cripto. quer
natural que nio quer que alguem ae locuplete
com o preiuizoalheio-^Verno ocup/ari de6e
cumjactura alxena era predio dlzer ao propo-
nente : necessario obedecer p.asiva.a.nie ,0
pode?." qU'' M r<*oheCr-"B o
aias cima da resistencia activa est a reisten-
I ca paasiva lllha da iei, e armado cora ella ore-
| lenda o Sr. Manoel Thomaz jogar, e mostrar ao i
governo aoa tribuoaes do paiz, e aos homens sen-
satos, que sempre sabendo acatar a autoridade e
a lei, no pode consentir no seu abuso, e por isso
vem perante os tribunaes em que ludo confia
fazer patente a injustiga, que Soffrara, e pedir
reparago ao seu damno.
Segundo ponto.
Foi rescindido o contrato feito com o propo-
nnte Manoel Thomaz, pelo ex-preaideate Nuoea
Googalves, om grande prejuizo taquellet
Animado o proponeote pelo governo, animado
pela inormago j referid, aattsfeito porque seu
invento fra aceito, apezar de velho e pobre, maa
robusto, e com muitas torgas para delegar a sua
familia um nome agradavel, e ao estado fazer
grande economa, comprou Tarramenta, seguio
para o presidio, e ah depois de preparar o cam-
po, e o plantar, quando j se achava prestes a
colher sua plantago, foi esbulhado do seu direi-
to, pelo aclual commaudanle do presidio.
N3o adquiri direito sua plantago, oo em-
pregou capital e lempo por torga do contrato?
Portanto, provado est, que o contrato celebra
do foi rescindido contra direito, e que de sua
resciso resultou grande prejuizo ao propo-
nente.
O torceiro ponto a consequencia da informa-
gao doSr. iuspeclor da thesouraria de lazenda,
que bem coulieco as grandes despeas, quo ordi-
nariamente se fazem com o coneummo do pre
sidio.
Dev, porm, a azenda naciootri indemnisar o
proponente 1
Se verdadeiro o principio cima exposto, se
i houve cootiito realisado, se o disseoso proveio
do governo e seu agente, contra os interesaos da
outra parle, a resciso do contrato foi injusti e
arbitrarla, e portanto a parte prejudicada tem di-
reito a ser indemnisada.
Entretanto, deiejamoa e pedimos aos homen9.
que aabero direito, qua di*am alguma cousa
; respeito, emittiudo o seu juizo sobie essa ma-
, tena.
S 4.rJ?a0efola Parca Providencia
Do Supremo Sanhor; pois a.sira obrou
P*ra sua aerva dar outra existencia.
tlfliSl 8lm".iuslaa a "entou.
Em premio da vinudee penitencia,
Qu'ella em toda sua ,da praticou
10 de julbo de 1862. HrailC0U'
S.
COMll
f^IsiO.
Hraca 4o iecife 16 de
agosto de 1862.
Ral quali-o horas da V&rde.
Colacoes da junta de corretores.
Nao houvpram cotages.
J. d Cruz Maeedopreaidenfe
John Gatissecretario.
tlandpga.
f.aoi.'lrr.nto do di 1 \.\
dem do dia 16 '
2I0.910J027
339T7c718
244:fcb7745
V-jb: j eutredo eom la tonda.. \%
t s ore nan-iroe..
Valuruea ahidos om iazendas.
* ok neutro..
53
=== 65
142
49
== 191
Hublicaees pedido
Apreciando, como juiz imparcial, o que te ha
passado com o Sr. Manoel Thomaz do Santos
acerca do contrato, que este fizera com o nosso
governo provincial, investiguemos:
1\ se houve contrato celebrado no sentido de
fazer o Sr. Manoel Thomaz o fornecimento de
farinha da mandioca necessaria ao consummo dos
sentenciarios do presidio de Fernando ;
2o, se realisalo o contrato, fra rescindido pelo
governo desta provincia o Exra. Sr Dr. Antonio
Marcelino Nuoea Gongalves, sem attengo so
damno, que causara ao autor da propoata ;
3', ae com a colebrago desse contrata poderia
o governo auferir proveito, alm de fazer urna
consideravel economa.
Procuremos deolr o que seja contrato.
Diz o repertorio jurdico do Sr. Manoel Cietano
Soares, qua coutralo o coosentimenio de duas
ou mais pessoas, para fazerem um ajuste, ou para
disolverern, ou modificaren) um ajuste antes fei-
to, pag. 86, caudo perfelto s por consentim-n-
to, salvo havendo convenci de se fazer escrip-
lura, pag 87.
Esta doutrina geratmente seguida e aceita
pela nossa legislsc/io civil e comraercial com el-
gumas restrieges postas no sentido de. garanlir
as partes contratantes do dolo e m f.
Ora, tendo o Sr. Manoel Thomaz se (.florecido
ao governo desta provincia, para fazer o forneci-
ment, de aue j fallamos, antes de ser aceita
essa promessa, mandou-se informar o inspector
da thesouraria de fazeada, o qual dra a seguinte
informago : Que a ser exequivel a proposia do
supplicante, me parece que dever ser aceita,
como de grande vaotagem para e estado; o
que apreciado pelo govtroo de ento o Exm. Sr.
Ambrosio Leiio da Gunha, assim julgou, orde-
nando que fosee dado ao proponente o terreno
preciso, e o maia, que necessario fosie. para seua
Dos. r
Foi, pois, aceita a promessa, e realiado o con-
trato.
Ma, do que vale o contrato, do que vale a lei,
quando ha o sic vol, sic jubeo se no para
contraria-la e mostrar a deficiencia e fragilidade
humana ?
Enlretanto, devendo ser aceito, como verdade,
o referido contrato, j porque era feito coro o go-
verno, qua mais que alguem se deve empenhar
para que haja toda f e certeza nos contrato, e
j porque elle faz lei entre a parles ; no acon-
tecen assim, a esta cidade vio, que, com violen-
cia ao seus direito, fra esbulhado o Sr. Manoel
Thomaz do lugar, que Ihe fra coofiado, alm de
ser ferido no direito, que adquirir com o con-
trato, e mais na perda de tempo, despezaae tra-
balho, empregado para saa realissgao.
Podia o governo provincial o Exra. Sr. Nunes
Gongalves rescindir o contrato do modo, porque
rescindir, causando ao proponente um prejuizo
para mais de 20:0009000?
Os homens conhecedorss do direito respondan),
com attengo, que o contrato a uoo'de duas
ou mais vontadea para cerloa fina, e que por con-
seguinte s se pode desfazer do mesmo modo por
que se faz, isto pelo mutuo dissenso, salvo o
caao de se no cumprirem as condigea eatipu-
ladae.
Mas o proponente Manoel Thomaz realisou as
coodigoes postas no contrato, isto empregou
os meios tendentes a fazer a respectiva planta-
go ; comprou ferramenta, seguio immediata-
menle para o presidio, onda Ihe foram dados oa
terrenos-Seocho o outros, pelo ex-comman-
dante o Sr. mijor Sebaslio Antonio do Reg
Carros, e ah recebendo viole e cinco homens, e
ao depois seteota e cinco, (urna daa condigea do
contrato) fez grande plantago de mandioca, mi-
lho, feijo, etc.
N.lo ha quem ignore esta verdade, e ae oo
cooliouou no exercicio de suas obrigages, foi
porque o actual commandanta do presidio o co-
ronal Trajaoo Cesar Burlamaqui o expellio da-
quelle presidio violentamente, pretendendo ser o
foroeeedor do que necessario fosse ao sea con-
summo.
Pedern as conveniencia, qae no apreciamos
i onieqaeaciai dessa pretangio injusta.
NENIA
sobre a campa do tonentc-coro-
ncl Joad alomes de Almeidu.
Da t-iste peregrinago di viJa ae apaitou
o Sr. tenente-corooel Joo Gomes de Al
meids, dixando ioconsolveis por esta fu-
nesta perda sua esiimavel e virtuosa con-
sorte, seus lenros e innocentes Sinos, seu
numerosos pareles e amigos. Esta perda
6 impossivel do preencher-se para ucaa es-
posa e para Uibos que nunca achato quem
o subslilua, poique aa affeige, amor *
dedicagio de ura pai nao se encontrara fa-
cllraenle como ae oode eocootrsr outra
qualquer aVico. Como tidaoesta per-
da mui senstvel, porque este Ilustre fi-
nado sempre e iucaosavel deu provas de
grande interesse pela causa publica, pelo
beai da sociedade de que foi um meuibro
presiimoso a dedicado.
Inteligente e. devotado ao principio de
ordem e de paz seus. actos foram sempre
dictados pelos eua deveres,que nuuca lorceu
enera memo illudio. Severo cultor da boa
( em seus contrato e conveogoes eommer-
ciaes sempre foi apoolado como modelo e
exemplo doa de sua profissao. Credor da
estima e araizade do todos, estima e ami-
za le que se no consegue por apparencias
de virtude, porm com a proprh e to cus
tosa virtude, o tenente-eorooel Joo Gome
de Almeida nunca deraentio o conceilo de
bora amigo e boa cidado.
Esta pungente dr porm naturalmente
compeusada por urna conserago de mui-
to valor para o catholico, para o homem
d verdadeira f que a seguiote : que ao
justo espera no outro mao lo ama recom-
pensa eterna, infalhvel, ama recompenaa
quo coosiitue um bem, a que nenhum bem
terreno pode ser comparado, um bera su
prerco que resume tudo quioto o hornera,
feito pelo summo bem para a pralic das
vittudes christas, pode desojar. Na man-
so dos justos o Sr. (encale corone! Joo
Gomes de Almeida gozar esta paz supre-
ma, qae soraento pertilhada dos verda-
deros crentea.
Dirigimos a sua inconsolavel consorte, a
.ua bou Irma, a seu respilaval sogro o
"Sr. teen coronel Trajano Raymundo Egi-
lio de Almeida, e mais prenles e amigos
osnossos sinceros pesimes, recommon lan-
Ihe tola a reaignago.
A trra Ihe seja leve.
Um amijo dedcalo.
15 de agosto de 1862.
Uina lagrima sobre a campa do mi-
iiha presada ctiuhada E.vma
Sra. D. Carlota Elida Barbosa da
Cmara, esposa de meu mano c
aruiSo o Sr. Or. Gabriel Alcides
Raposo da Cmara.
O homem nasce e vive um s instanle,
E soffre at morrer.
A. G. Dias.
Meu mano I... E' hoje um dia para ti iristonho
e todo de amargura !... Tens hoje completo o
biennio de teua sofJrimeotos, em que, n'um dia
iguil ao de hoja, pela carcom la mo da nefanda
parca, que a nada respeita, le foi roubado para
s-mpreoquede mais precioso tinha sobre ater-
raa toa entremosa esposa I... Mulher esta que
bera sabia deserayenhar os deveres de desvela-
da espos, quo Ihe foram legados, de carinhoia
mai, extremosa lilh, e dedicada Irma 1___
Quem dira, poi, que o teu futuro seria to
mal succedido, quando os leus dias erara delicias,
junto aquella quem amavas como so pode
amar na ierra, quando o horisoote coraecava a
rir-se para ti e para ella, e espargindo os seus
luzentes raios, pareca regosijar-ae de leus feli-
zes dias e acompanhar-te em teu contenlamenio'?!
? uo depressa, porm, estas delicias se torna-
rara cm prsnto, e esle horisoote que mostrara
rir-se, de repente oclipsou-se I Pareca ilfuso 1
e era tudo realidada I...
Ella suecumbio depois de um mez de soflri-
meuiu 1... e como I... Se bem que noa bragos de
sua extremosa mi e mana, que oada pouparam
com suas vigilias e iosomoias, seu leito cercado
de mdicos que esgotavam a ciencia aim de sal-
va la, ella estava ausente de seu esposo, vendo
terroioarem-se seas dias ; vendo que dexava ura
orphosinho ; vendo-se emflm privada de Ibe di-
zer o ultimo adeus, de dar-ihs o ultimo abrago
de despedida e dizer-lha : eu morro ; porm
coosola-le ; pola que te deixo o meu retrato, um
sagrado peobor, o fructo de noasa doce unio ;
o nosso liihinho... valla por elle, preza a tua
existencia por amor da delle ; para que mais tar-
de Ihe falles daquella que Ibe deu o ser.
Mal esperava ella chegar to de aubito o seu
termo, mal peusava que os decretos da sorte es-
taran) prestes a executar-ae, quando a voz do
Eterno soou a hora final e o decretse cum-
prio II... Era mister ceder a lei geral 1...
Sirva en, pois, esta liabas como de eterna com-
memorago que grata amisade meinspira.se uo
basta verjer lagrimas de eterna saudade.
Recite, 18 de agosto de 1862.
J. A. Raposo ia Cmara,
Ao Illm. Sr. Dr. Marcos Correia da
Cmara Tamarindo, por ccasio
do passameoto de saa digia es-
posa, a Lima. Sra. D. Joaquina
Josepha de Figueiredo Tamarindo.
SONETO,
Sahe.... e com a maior velocidade
Da lbrega morada a Parca iross,
A' Villa-Bella chega criminla,
Desfecba a corva fouceaem piedado.
A chara esposa leva eternidade,
A filha obediente e carinhosa,
A irma dedicada e virtuosa,
Deixando a todos cheios de saudade.
Deearrsni no dia 1S regosto.
Barca americanaUniaoo reo.
Brigue portuguez Bella Figuerenso merca-
dorias.
Sumaca he3psnhn!sArtila >inho.
Importaciio.
Vapor nacional Cruzeiro do Sul, precedente
dos portos do norte, niaoifestou o sguinte :
Do Para.
4 V'"! o0m 2-304 tulPos do Chily ; a E.
A. Burle & C.
1 dita com 800 ditos, 41 rollos salsa, 1 dila
oleo de cupahiba ; a ordem.
Do Maranhao.
1 caixa com 260 pares de calgado : a Almeida
Gorr.e.
250 saceos com arroz gralo ; a ordem.
Eocomraendas.
i eslite; a Aristides C. Souza.
t dito; ao Dr. Jos Francisco Viveiros.
1 dito, 1 lata e 2 barriquiuhaa; ao Dr. J. J de
M. Sarment.
1 embrulho ; a A. Bertrand.
1 dito ; a Antonio llenriaues Mafra.
1^ encapado ; a Jote Joaquim Gomes.
Vapor nacional Mamanguape, viudo de Fa-
raoulh, consignado a Companhia l'ernambucau.
manifestou o seguinte :
185 toneladas e 10 quinlses de cano do po-
dra ; mesma.
*3ecebdoria de rendas Internas
jSasj&fsi de- Peruamaueo
Renimentodo dia 1 a 14. 13:9745766
Idara de dia 16. ; 822,350
14.-797! 16
duuamlatio prov-rnelai.
Ricdimente do da 1 a 14. 18-207'-.'}2o
dem do di 16.....'. M99*7
18.4577Q
PRACA DO RECIFE
1G DE AGOSTO MHtStZ
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios---------- Saccou-s, sobre Londres a 2G
Mi e26 1(2, sobre Pars de
3o0 a 365 rs. por f. sobro
Hamburgo a 683 rs. por M. B.,
e sobre Lisboa de 100 a IOS
.. .. P,or C(,"to de premio.
Algodao-----------No nos consta houvesso ven-
das depois da chegada ,]0 va-
por da Europa, fallaolo-so em
um de 80 sacca a 138700 rs
por arroba, desta pronnri, *
V5T;S- d0 da 'rahiba
posio a bordo.
Assucar ----------- O branco vendeu-sa de 34000 a
3J60J rs. por arroba, snme-
nos a 23600 rs., mascado
purgado de 29300 a 2$350 rs
e o bruto a 1700 rs. ; exis-
tindo pequeo depolto do
branco e (rnenos.
Agurdente Vendeu-se de 500000 rs. a 503
rs. a pipa.
L0Ur0S.....0s '"'os salgados venderam-
sea 1,0 rs. a libra.
Arroz.....2-11^ da ,"dla vendeu-se de
25000 a 9800 rs. por arroba,
nao havendo do de Mara-
nhao.
Azeite doce-------Ven,ieu-se a 29900 rs. por ea-
... lao do de Lisboa-
Bacalho----------a uhima venda era atacado foi
de 89000 rs. barrica, r-talhan-
do-sede 79000 a llj'oo 0
n. w cando em ser 5.000 barricas
Bolaxinha \endeu-se a ',-500 a bsrriqi-
nha. *
Caf -----------Ver.deu-se de "ffOOO a 8^000 rs
por arroba.
Cha------------------Vendeu-se de 2$350a 28300 rs
a libra.
Carne secca-------Vendeu-se de 29400 a 3JO0O
por arroba da do Kio Grande
do Sul, licando em ser 40 00O
arrobas, lnformam-nos que os
possuidores vo elevar o preco
_ na prxima sernana.
Carvao de pedra- Vendeu-e a 12X000 rs a to
nelsda.
Cerveja----------dem de 4^000 a 4S600 rs. a du-
zia de garrafas.
Fannhade trigo-Vendeu-se de2ij a 25^ rs por
barrica de Philadelphia'. d 23?
a 2f r. a de New York do
24 .85 rs. a de Genova', e
de 26a28J a de Tri-sle fi.
cando ero ser : 2200 barrica', da
primeira, 400 da segunda 200
'terceira, e 3.00J da quarlas
ao todo o,800 barrica, ioclujj-
pt1mHC,ar,.r*g!"neD'0 entrsdo de
rhiladelphi.
LouCa--------------A iogleza ordinaria vendeu-s,
de 280 a 300 por cenlo d"
premio sobre a factura.
Maolejga--------A franceza vendeu-sa a 320 a
a inglesa de 680 a 650 n. a
"ora. hcando em ser 1 400
barri. '
Oleo de linha5a- Vendeu-se a 1C800 rs. per a-
lao. 6
Passas-------------Venderam-se a 4S000 rs a
caixa-
Queijos----------Os flamengos veoderam-se de
_ L 18*00 a 1S600rs.
Toucioho---------- O de Lisboa vendeu-se a SOOO
rs. por arroba.
Vinagre-----------O de Portugal reguloude 110S
a 120j> ra. a pipa
VlDh0.....2*d.e*lb0a Tenilen-e de
2209 a 2509 rs. a pipa, e os de
outros paize 210900O r.
Velas-------------As de compnsigo venderam-
se a 620 rs. a libra.
Descont-------O rebate de lettras regulou de
10 a 18 porcento ao anno
Fretes.....Semjraosaccoes nasta aemaoa.
ALFANDEGA DE PERAMBUCO
Pauta dos prego dos gneros sujeitos a direiU
tistopderihirSemana dt ,8 a t3 d0 "< S
Mercadorlas.
Abanos.....
Agurdenle de cana. .
dem restilada ou do reino .
dem caxaca ......
dem genebra.....]
dem alcool ou espirito de
agurdente......
Algodao era, caroco. : ,rroit 3^|^
unidades. Valores.
oto I9200
. caada g40O
9400
S30O
S40O
dem em rama ou em la *
Arroz com casca. .
dem descascado ou pilado
Assucar mascavado .
dem branco .
dem refinado .
Azeite de amendoim 012 m'on-
. *obiJn \......
dem de coco 1 ,
>
>
>
>
caada
a>
15SO0O-
5600
28600
2g000
39000
49OOO
29OOO
21200
.< '


>.
MUTILADO

ILEGVEL
I


\
DaJ&O >* fiaNltlOCO. SEGUKDi PSlfU 18' D A^STO DE tfti:
.

dem de mamona..... > 1$500
Batatas alimenticia. arroba 1200
Bolacha ordinaria propria para
embarque....... 4S000
dem una........ > 8S000
Caf bom..... WjO
dem escolha ou restolho 7j>000
dem terrado*..... libra 32o
Caibros..... um 36Q
Cal,......... arroba 16o
dem branca...... 32o
Carne secca charque. 2S40()
Carvo vegetal lfi6o
Cera de carnauba era bruto libra 260
dem idem em velas ; > 360
Charutos....... cento 2j>500
Cocos seceos....... 4JU0O
Couros de boi salgados. libra 170
dem seceos espichados. 230
dem verdes...... 100
dem de cabra cortidos. ara 320
dem de onca...... 11J080
Doces seceos...... libra 15200
dem era geleia ou massa a 400
dem era calda ..... 600
Espanadores grandes um 4g000
dem pequeos..... > 2}0O0
Esleirs para torro ou estiva de
navio......; cento 169000
Estoupa nacional .... arroba 1J600
Farinha de mandioca alqueire 1JJ600
dem de araruta..... arroba 3jS00
Feijao de qualquer qualidade. 1 j200
Frechaes....... um 5gOOO
Fumo em folha bom ... l8$W)0
dem ordinario ou restolho. 7J500
dem em rolo bom. > 121000
dem ordinaro restolho > 5g000
Gomma........ arroba 29(100
Ipecacuanha (raz) .... 26j[O0O
Lenha em achas..... cento 2gfl00
Toros......... llC00
Liabas e esteios..... am 5000
Mel ou melado..... caada 200
Millio........ arroba. 2010
Pao brasil...... quintal 5^000
Pedras de amolar .... urna 850
ld.-m de filtrar..... > 4g000
dem rebolo...... 1J200
Piassava........ molhos 120
Ponas ou chires de vaccas e
uovilhos........ cento 3^000
Pranches de amarello de
dous distados..... urna 16000
dem louro....... > 8j[0l0
Sabio........ libra 080
Salsa parrilha...... arroba 25g000
Sebo em rama..... 5}00()
Sebo em velas.. ; (0110
Sola ou vaqueta. .... urna 2JK0O
iaboas de amarello duzias 104*50
dem diversas..... 70000
,]>"oca........ arroba 3^800
f.raJes........ um 8JS0U0
Unh.s de bol...... cento 200
*."'JZre- -..... caada 280
Ln5,......... libra 2J0OO
Alfaudega de PernambucoilG de agosto de 1862
A purovo(A.ssignado.) Barros.
O primeiro coDferonle, Francisco de Paula Con-
Salves i!a Silva.
O segundo cooferenle, Carlos Augusto Lius de
Souz*.
Conforme. O 4.escriplurario, Joaquira Albino
de tiusino.
Movimento do potio
Navio entrado no da 15
Ma:ei e portos intermedios38 horas, 'vapor
nacional Ptrsinunga. de 422 toneladas, com-
i.i-nlanle Hnol Kolriznas doa Sanios Moura,
equipagem 23.
Navios sahidos ne mesmo dia.
Porhiba.Patacho hanoveriano Atlantic, espi-
raoG. Rouke ; em lastro.
Navios entrados no dia 16.
Pliisouth, Madeira e S. Vicente29 dias do 1
porto e 13 lo uliimo, vapor nacional Maman-
guape, de 219 toneladas, commandanta J.o
Fernandas Thomiz, equipag-in 18, em lastro
companliia Perosmbucaoa.
Barcelona38 das, bngue hespanhol Toro, de
171 toneladas, (api ti o Jos Ferr, equipageru
12, carga vinho ; a N. O. Bieber & C]
Navios sahidos no mesmo dia.
Torios do sul.Vapor nacional Cruzeiro do Sul.
con,mandanle o capilao do mu o guerra G,
Mancebo.
Fi.neda Hiale brasileiro Cmara-gibe, capito
V. J. dos Santo.
Navios entrados no dia 17.
Philailelphia 33 dias, palhabole americano Car
rie fue, de 178 toneladas, cepita o Stlino, equi-
p igea 6, carga farinha de trigo e outros gne-
ros ; a 11 'nry Forster & 0.
Nucios sahidos no mesmo dia.
Farahiba.Urigue austraco Perasl, capito Isi-
uono Bell i vita, em lastro.
Rio de Janeiro.Bngue hespanhol Toro, eapitio
Jos Ferrer, coai a tnesma carga que trouxe de
Barcelona.
0 Df. Triito de Alencar Araripe, official da im-
perial orden] da Rosa, e juiz especial do com-
mereio desta cidade doRecif, capital da pro-
vincia de Pernamhuco, e seu termo por sua
Magestado Imperial e Cooslitucional o Sr. D.
Pelro 11, a quera Dos guarde etc. etc.
Faro saber aos que o presente elitsl virem e
delle noticia tierem que no dia 18 de agosto do
torrente aooo se ha de arrematar por venda
quem mais der em praga publica desle juizo, na
sala dos auditorios os objectos aeguintes :
A armag) e pertences da loja di ras Nova n.
30. el cariara aalii lo lulo por 300JS; 53 cha-
peos de feltro a 1$, 53jn00 ; 51 bangalas a 500
rs. 27^000; 3 chapaos de sol de panninho a 1J>.
3g000; 8duzias e rois d* roens algodo era
para hornern a 2g, 17JOO0; 10 duzias de meU
de slgjJao para senhura a 3), 3OJO00; 54 len-
cos de chiti franceza a 200 rs., 108800 ; 23 oegaa
de litas largai de seda a 2j000 a pega, 46S0OO ;
16 pecas de dito a 12500, 24SO0O; 30 caixas com
chuulos a 1J200, 36^000; 21 frascos d'agua de
flor de laranjs a 200 rs., 4200 ; 20 pegas de
peitna de ca-r.isi piolados a 2j, 40g000 ; 30 ca-
misas francezas para hornera a 19500, 459000;
28 caivetes de 2 e 4 folh-s para aparar penna a
200 rs., 5S600 ; 24 grvalas de seda a 500 rs.,
125000; 11 .mas ditas pretas a 500 rs., 59500;
12 ecoas para falo oor lOgOOO ; 22 es:ovg pa-
ra cabello a 600 r., 13J200 : 4 1/2 duzias de es-
covas para deules a 2a a duzia. 98000; 2 nenies
de alizar a 200 rs.. 400 rs. ; 56 frascos com ba-
nha franceza a 400 rs., 2*8400; 10 boiaa de
viiro com banha a 300 rs., 3901O; 40 caitas de
pos de denles a 200 rs., 89000; 60 sabonetes a
200 rs., I29OOO ; 10 idros de essencia de sn-
dalo a 19000, 109000; 80 duzias de canudo de
(landres para fazer velas a 100 rs., 88000 ; 2 cai
xas de perfumaras pequeas a 29. 4 n)0 ; 12
pos de pomada cosmetique a 100 rs.. 1J200 ;
46 i Iros com agua de colonia e leos dilT-r-ni.-s
500 rs., 239000; 6i pratos de porcellana de
keira dourada, 6 ditos travesos, 2 terrinas, 4
conchas e 1 assucareiro, ludo por 308000; 56
copos de vidros aortidoa, 2 compoteirss, 2
frascas, 1 coberta, 1 tijella de vidro, 1 ga-
theteiro,2 bandejas,2 jarros de porcelana, 1 ma-
china gazoza, 1 colher de metal, 4 garios de me-
tal, 2 bules de aqueolsr agua com espirito, 2 pi-
res, ludo por 409000; 1 tmeador de madeira em
mo estado por 3go00; 1 marqueza aera asseo-
to por 69OOO; 1 commoda em mo estado por
59OOO,- 2 banquiohas em mo estado por 2J000 ;
1 mesa de pioho por 28000; 1 espada de official
por 2g000; 4 esdeiras de pao a 19, 48000; 3
cadeiras usadas com asiento de palhinha a 19500,
495OO; 1 banco de madeira por 59000; 1 mappa
geographico por 2)000; 1 laoterna por 18000.
Os quae foram penhoradoa Adolpho Regar.
Yo prega por exacu^So de Vicente Ferreira
de Souza.
E nao havendo langadorquo cubra o prego da
avaliagao, a arrematarlo se far pelo prgo da
avaliagao com o abatimeoto da lei.
E pira chegue ao conhecimento de todos, mao-
dei passar editaes que sero publicados na forma
do estylo.
Reeife 28 da julho de 1862.
Ea Manoel Maria Rolrigues do Naictmeato,
senvao, o subscrevi.
Tristo de Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da thaaoararia provin-
cial, em cumprimanto da ordem do Etm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico, que '
no dia 4 de aeiembro prximo viodouro, peranie
a jnola da fazenda da meima thesouraria, e ha
de arrematar, a quem por menos flzer, 'a obra
o% reparos da estrada do Pao d'Alho do marco

7,000 brscM al o marco 10,000, avallada em'
5:2509.
A arremaia^ao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1851, e seb as
clausulas especises at>aixo declaradas.
A peaaois que aepropozerema esta arrsmata-
gao, compiregam na sala das aeaioes da mearos
junta, no dia cima raeucionao, pelo meio dia.
competentemeate habilitadas.
E para constarse mandou publuar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambneo, 11 o> agosto de 1862.O secretarlo, A.
1'. di Aononciacao.
^las especiales para a arremetafao.
1 Os reparos necesaarios ni estrada do Pao
FAIbo, entre os marcos 7,000 bragis a 10.000 se-
rao feitos de conformidade com o respectivo or-
gameoto, approvado pela directora em conselho,
na importancia da 5:25('9.
2". O arrematante dar principio aos trsbalhoa
no prazo de um mez, eos concluir no de 4 me-
zei, ambos contados de conformidado com a dala
do respectivo contrato.
3". O arrematante seguir todas as precauges
quel^e forem dadas pelo eugenheiro que inspec-
cionar a obra, e flear sojeito ao qae diapde a lei
provincial n. 286, a respailo da arrematarlo.
4a. O pagamento ser effectuado em tres pres-
tages iguaes, correspondendo cada urna a torca
parte da obra total.
5a. Nao aera em lempo algum alleodida qual-
quer reclamagao por parta do arrematante ten-
dente a indemnisagao quaesquer que sejam as
alleg^es em que se baser para esse 0m.Con-
forme, A. F. da Aouunciaco.
_ O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincisl, em cumprimeoto da orden do Exm. Sr.
presidenta da provincia, manda fazer publico, que
no dia 4 de setembro prximo vindouro, peante
a junta da fazenda da mesma thesouraria, ae hs
de arrematar, a quem por menos flzer, a obra
dos reparos da estrada do Pao d'Alho desde o mar-
co de 5,000 brac.'s at o mareo 6,000, avahada
em 5.0008.
A arrematagao ser feila na forma da le pro-
vincial o. 343 de 15 de maio de 1851, e aob as
clausulas especiaes abaixo declarados.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
tagao, tompare$im na sal das scsies da mes-
ma junta, 00 dia cima mencionado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco. II de agosto de 1862.O secretario,
A. F. da AnounclagSo.
Clausulas eipeciaes para t arrematago.
Ia. Os reparos da estrada do Pao d'Alho entre
os marcos 5,000 e 6,000 bragas serao feito de
conformidade com o respectivo orgamento, ap-
proado pela directora em conselho, na impor-
tancia de 5:0008.
2a. O arrematante dar comego as obras no
prazo de um mez e as concluir no de 4 mezes,
cootados conforme o regulamento dss obras pu-
blicas o determin.
3a. O arrematante seguir as pres.ripgoes que
Ihe forem dadas pelo er.geuheiro que inspeccio-
nar a obra e Picar sujeito ao que diapde a lei
pfojtDciel d. 286, a respeito de arrematago.
4 O pagamento ser effectuado em tres pres-
tgea iguaes, correspondendo cada urna a terca
parle da obra total.
5a. Nao ser era lempo lguoi attendida qual-
quer reclamagao por parte do arremalmte, ien-
dnle a inlemnisagoes, quaesquer que sejam as
f llegigoes era que se basear para essa m. Con-
forme.A F. da Annuneiagao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumplimento da orden do Exm. Sr.
presiienle da provincia, manda fazer publico,
que no dia 4 de setemDro prximo futuro, pre-
sente a junta de fazenda da mesma thesouraria,
se ha de arrematar, a quem por men^s fuer a
obra ds reliaros da entrada do Pao 'Alho dos
marcos 13,(K'0 brarai al o Gm do uliimo lango,
avahada em 5:5009000.
A arrer/.alago ser feita na forma na lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e 10b as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoaa que se propozerem a assa arrema-
tago comparecam na sala das cesses da
referida junta, no dia cima mencionado, pelo
meio dia, competentemente habilitadas. E para
constar se mandn publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambtjco, 11 de agosto de 1862 O secretario,
A. 1". il'Annunctagae.
G ausulas especiaes para a arrremtagao.
1.a Os r-paros necesssrioa da estrada do Pao
d'Alho, enlre os marcos 13,000 bracas ao fim do
linio tango na villa do Pao d'Alho, sero faitoa
de conformidade com o respectivo orgamento,
approvado pela directora em conselho na im-
portancia di 5:500f000.
2.a O arrematante dar principio aos reparos
ao praso de um mez e os concluir no de quslro
mezes; ambos contados de conformidade com a
data do respectivo contrato.
3.a O arrematante seguir as prescripges que
Ihe forem dadas pelo o engenheiro, que inspec-
cionar a obra, e ficar sujeito ao que disi 60
a lei provincial n. 286 a respeito das arremata-
ges.
4.a A importancia da arrematago ser paga em
tres preolages Iguaes, correspondendo cada urna
a lerc.a p.-.rlo da obra total.
5.a Nao ser um lempo algum attendida qual-
quer reclamagao por parte do arremtenlo pen-
drte a indemnisagao quaesquer que sejam as
ilU'gagoes em que sa b;sear para esse fim.
Conforme,
A. F. 'Annnnciagao.
O Illm. Sr. inspector da Ibesauraria pro-
vincial, era cumprimento da ordom do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico, que
00 dia 4 do setembro, peraute a junta de fazenda
da mesma thesouraria, se ha de arremattr por
quem por menos flzer, a obra a fazer-se com
os reparos da estrada do Pao d'Alho desde o
marco 10,000 bracas al o marco 13,000, avahada
em 5:9008000.
A arremfttgao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se proposerem a esta arrema-
tac3o comparegam na sala das sesses da referida
junta, no da cims mencionado, pelo meio dii,
competentemente habilitadas. E pare conslar
se mandou publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
oamoneo, 11 do agoste de 1862.O secretario,
A. F. 'Aonunciagao.
Clausulas especiaes para a arrematago.
1 a Os reparos necessarios na estrada do Pao
d'Alho, entre os marcos 10,000 bragas a 13,000,
sarao feitos de conformidade com o respectivo
orgimeoto, approvado pela directora em conse-
lho na importancia de 5:9O0JO00.
2.a O arrematante dar principio aos Inbalhos
no praso de um mez, e os concluir 00 dequatro
mezes, s-rbos ceotados de conformidade com a
data do respectivo contrato.
3.a O arrematante eguir todas as prescrip-
ges que Ihe forem dadas pelo engenheiro que
inspeccionar a obra, e Qcar sujeito ao que dis-
pon a lei provincial n. 286 a respeito de arrema-
ttcoes.
4.a O pagamento ser effectuado em tres pres-
tagoes iguaes correspondente, cada urna a ter$a
parte da obra total.
5.a Nao ser em lempo algum attendida qual-
quer arrematago por parte do arrematante teo-
denie a indemnisagao quaesquer que sejam as
allegagoes em qae se bssear para esse fim.
Conforme,
A. F. d'Aonuociacio.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico,
que dia 4 de setembro prximo futuro, perante a
junta da fazenda da mesma thesouraria ae ha de
arrematar, a quem por meos flzer, a obra dos
reparos da estrada do Pao do Alho, desde o mar-
co de 6.000 at o marco 7,000 bragas, avahada
em 4 8009000.
A arrematago aera feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob ss
clausulas especises abaixo especificadas.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
tago comparegam na sala das sesses da mesma
junta, no dia cima mencionado, pelo meio da,
competentemente habilitadas.
E para cooatar se mandos pablicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial, fl de
agosto de 1862.
O secretario,
A. F. da Aonnnciago.
Clausulas eipeciaet para a arrematago.
Ia. Os reparos oecessarios na estrada do Pao
do Alho, entre marcos 6.000 brigss a 7,000
mil, serao feitos de conformidade com o respecti-
vo orgamento, approvado pelo conselho director
na importancia de?4:8009000.
2a. O arrematante dar principio aos reparos
no prazo de um mez e os concluir 00 de quatro
mezes ; ambos contados de conformidade com a
data ds respectivo contrato.
3*. O arrematante seguir todas as] prescrip-
c5es que Ibe forem {dadas pelo engenheiro que
inspeccionar aa obras, e ficar sujeito ao que dis-
poe a lei provincial o. 236 a respeito de arrema-
tages.
4a. O pagamento ser effectuado em tres pres-
tagoes igaaea comprehendendo cada urna a terga
parle da obra total.
5a. Nao ser em lempo algum attendida qael
quer reclimagao por parte do arremataote ten-
dente a indemnisagao, quaesquer que sejam as
allegagoes em que se bazeem para esse fim.
Conforme
A. F. da Annuneiagao.
O Dr. Tristo de Alencar Aranpe official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direilo especial
do commercio desta cidade do Recite e seu ter-
mo, capital da provincia de Peroambuco, por
Sua Magestade Imperial e Constitucional o Sr.
Dr." Pedro II, que Deus guarde etc.
Fago saber que pelo presente ao convocados
todos os credores doa commercianles matricula-
dos Figueiredo& Irmas estabelecidos da ra No-
va desta cidade a comparecarem no dia 23 do
correte mez pelas 12 horas da manha, na sala
das audieocias, como fo.-a designado por esto jui-
zo, aflm de que, reunidos todos, possa ae delibe-
rar acerca da moratoria que ao meretissimo tri-
bunal do ommercio irapeirram os mesmos com-
mercianles. de conformidade com os artigos 899
e 9.00 do cdigo commercial.
E para que todos teoham noticia, maodei pas-
sar editaes, que sero aflixadoa nos lugares do
costume, e publicados pela impreosa.
Dsdo e passado nesta cidade do Reeife de Per-
oambuco, aoa 14 da agosto de 1862.
Eu Faustino Jos da Fonseca eacrevente jura-
mentado o escrevi.
Eu Faustino Jos da Fonseca, esemo interino
o subscrevi.
Tristo do Alencar Araripe.
Pe,a Ihesouraria provincial se faz publico,
que a arrematado do aperfeigoamento de urna
parte da estrada da Victoria no lugar denomina-
do ladeira da Secupira-Torta, foi transferida para
o dia 21 do correute.
Secretaria da thesourarii provincial de Per-
oambuco 16 de agosto de 1862.
O secretario,
A. F. da Annuneiagao.
Directora gerald instrueco
publica.
Fago saber a quem convlerqne o I;lm. Sr. Dr.
director eral, de conformidade com aa insiruc-
gea de 11 de junho de 1859, tem designado odia
18 do correte, pelas 10 horas da manba, para
ler lugar o concurso s cadeiras de instruego
elementar do Io grao do sexo femenino j an-
nuociadas. Sao, pois, convidadas as senhoris
qu6 para este fim se acham escripias, compare-
carem nesta repsrligo, no mencionado dia e
hora.
Secretaria da instruego publica de Peroambu-
co 13 de agosto de 1862.
O secretario,
Salvador Henrique de Albuquerque.
~ Terga feira 19 do correte, finia a audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipal da primeira vara,
aera arrematado por venda um escravo de iJade
de 60 anoos, pouco mais ou menos, avahado pof
809, por execugo de Antonio Moreira de Men-
aonga contra Joaquim Demetrio de Almeida Ca-
valcanti.
Joao Pedro de Jess da Malta, langador do
consulado provincial, avisa aos senhores proprie-
ta nos e mais donos de estabelecimentos que des-
de o 1. da julho do comnte anno se acha encar-
regado do lngamento da decima urbana e dos de
mais irepostos da freguezia de S. Fr. Pedro Gon-
c alvese Boavista.
DO
Banco do Brasil.
Acain fllia| desconla na preseote semana
a 11 0[0 ao anno.sendo as letras de um craso at
quatro mezes, e sacca sobre o banco do Brasil ao
par.O secretario, Francisco Joo da Barros.
Perante a cmara municipal desta cidade
estaro em praga nos dias 13, 16 e 18 do cor-
rcnle, para serem arrematados o concerlos a la-
zar na ponte denominada do Maduro ne travessa
de Santo Amaro a Belem, orgadas em 13?9 ;
aquelles que pretenderem arrematar poderlo
comparecer nos dias Indicados no pago da mes-
ma cmara, apresentando para esse fim carta de
anga.
Pago da cmara municipal do Recite em ses-
so de 11 de agosto de 1862.Luiz Francisco de
Barros Reg, presidente.Francisco Canuto da
Boa-viagem, secretario.
Arseual Je guerra.
Por ordem do Illm. Sr. coronel director do
arsenal de guerra se faz publico, que nos termos
do aviso do ministerio da guerra de 7 de margo
de 1860, se tem demandar manufaclurir o se-
guinte :
232 capotes de panno azul.
616 frdelas de brim.
1146 caigas de brim.
1146 camisas de algodozinho.
Quem quizer arrematar o fabrico de ditos ar-
tigos, no prazo de 25 dias, comparega na sala
da directora do mesmo arsenal, pelas 11 horas
da maDhaado dia 20 do correte mez, com sua
proposla, em que declare o menor yrego e qual
seu fiador. H
Arsenal de guerra de Pernambnco 16 de agos-
to de 1862.
O amanueose.
Joo Ricardo da Silva.
Pela administragio do crrelo se faz pu-
blico, que pelo vapor Oyapock procedente dos
portos da sul veio um autos de revista crime
entre parles recrreme Joo Ferreira Gomes, e
recorridos D. Maria Benedicta do Espirito Santo
e Pedro Carneiro di Silva, o qual auto lando
vindo seguros ao secretario da relago, e nao es-
tando oascondiges de arl. 206 do regulamento
dos correiosde 21 de dezembro de 1844, preciso
se faz que os interesados paguem o respectivo
porte para poder ser entregue ao mesmo senhor.
Administragio do correio de Peroambuco 16 d
agosto de 1862.O official papelista, Eduardo Fu-
mino da Silva.
Iuspecc&o do arsenal de
rmriuha
Faz-se publico que a commisslo de peritos des
te arsenal, examinando, oa forma determinada
no regulamento|aonexo ao decreto n. 1324 de 5
de fevereiro de 1854, o casco, machinas, appare-
Iho, mastreagao, veame, amarras, e ancoras do
vapor de reboque aCamaragibe da compaohia
denominada Vigilante, achou todos eases objectos
em regular estado.
Iospecgao do arsenal de marinha de Pernam-
buco, 16 de agosto de 1862.O inspector,
H. A. B. de Almeida.
THETRO
DE
Santa Isabel
COMPANHIA LYRICA
DB
Quarta-feira, 20 de agosto de 1862.
BENEFICIO
.do primeiro barytono absoluto
Carlos Bartholmci.
Repreeeotar-ae-ha o melodrama trgico em
tres acloe, d^BonitiHi, conforme foiescripto pa-
ra o theatrode Vienna.fatitulado
MA H DE 10HM
A. aegio pista-se em Paria no reinado de Luiz
XIII, sendo ministro ocardeal Richelieu.
Era um dos intervallos o beneficiado canlar
a multo applaudlda aria de Figaro LARGO AL
FACTTUM DELLA CITA' -da opera de Ros-
sini r
larbeiro de Sevilha.
N.B. Acharara sa dous guarda-chuva*, um no
camarote o. 15 da segunda ordem, e outro as
cadeiras; os dono podena procura los no escrip-
torio do loeairo.
'OS
tL.'-.O'-.
Urna dita de 1 andares na ra da Sanzala No-
va n. 40.
Deas lergis partes de sobrado de dous anda-
res e sollo na raa da Cre n. 13.
Um sitio eessa de vivenda, estribara e quar-
tosni Passagem da Magdalena n. 46.
Para Lisboa 0 brigue portugaez Bello Figu$t
rense, capilao. Jos Ferreira Lessa, pretende,
sahir ate o dii 25 do correte, para passageiros
para os qaaes tem excellentea commodos : Ira
tase coa o coosigotarios F. S. RabeMo & Fi-
lbo. ra da Cadeia n. 55.
a Babia
com multa brevidade pretende seguir o bem eo-
nhecido e veleiro brigue escuna Joven Arthur,
capillo Joaquim Antonio Gongalvea doa Santoa,
lem parte de aeu carragtmento prompto ; para o
resto qae Ihe falta, trata-se com os ssus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azavedo 4 C,
no seuascrip torio ra da Cruz n. 1.
COIFARBU PERMMBUCAIU
DB
gajo costeira a vapo?
Transferencia.
O vapor Mamanguape, aahir para os portos
do sul de sua escala no dia 25 de agosto, s 4
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 23 ao meio dia. En-
commendas. passageiros e dinhairo a frete at
o dia da aahida s 2 boras : eacriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
GOWANHIi P1WU1BUCAPU
DR
Navegaco costeira a vapor.
Paraljiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara'.
O vapor Igworassii. commandante Vianna,
sahir para os portos do norte at o Cear no
dia 26 do correnle s 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 25 so meio dia ; en-
commeudas, passageiros e dinhairo a frete at o
dia da sahida das2 horas : escritorio no Forte
do Mallos n. 1.
Sobrado de 2 andaras n. 28da
r^a dasCruzes
Quarla.feir 20 do corrente.
O agenta Pinto far leillo requerimento do
procurador de Maihias Jos de Cuvalho e por
despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, e por canta e risco de qem pertencer,
do sobrado n. 28 sito na ra das Cruzes fregue-
zia de Sanio Antonio, s 11 horas do dia cima
mencionado em aeu eacriptorio raa da Cadeia
n. 9:
20 pipas de vinho
da Figueira.
TERgAFEIRA 19 DO CRREME.
O agente Pestaa vender em leilau por conta
S ruco de quem pertencer em um oa mais lotes
a voolade.aOpipas de vinho da Figuira de urna
das mais acre-litadas marcas que vem a eite mer-
cado : terga. feira 19 do corrente pelas 11 horas
da manbaa no largo da alfandtga.
.' KOS !J'Y$ff>0$.
preterid
bem con
pillo T
de aeu t
Ihe falta
Ionio Lu
criptorio.
aeguir com rouita brevidade o veleiro e
tilo patacho nacional aCapuen, ca-
otonio Jos da Silva Rosa, lem parte
remenlo prompto : para o resto que
"rata-sa com oa aews conatgnatarios An-
de Oliveira Azevedo i C. no aeu es-
u> da Crnz n. 1.
LOTER
DEPOIS D'AMANHAA'
Quarta feira 20 do correnle mez se
extrahira' tu preterir) mente a sexta
parte da primeira lotera beneficio
dos religiosos franciscanos de Olinda, no
consistorio da igreja de N.S. do Hosario
de Santo Antonio. Os biihetes e meios
bilhetes acliara-se a venda na respec-
tiva thesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas commissionadas prora da
Independencia n. 22 loja do Sr.' San-
tos Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferragens n. 4i do Sr. Pi mente I, ra
Direita n. o botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia do Reeife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ ate as de 10$ se-
rao pagas urna hora depois da extrae-
cjio, easoutras, porem, no dia i inme-
diato log que se tenham distribuido as
listas.
Servindode thesoureiro,
Jt'Se Rodrigues de Souza.
Ra Nova 25.
Deposito dos mais afama-
dos pianos (los nielho-
res fabricaiHes da Eu-
ropa.
Este esiabelecimento acaba de Nreceber p pia-
nos do celebre fabricante Cari Sclie\el. O pro-
prietario do esiabelecimento tea a hona de con-
vidar aos Illms. Srs. professores e dle\ctaati vir
apreciar as qualiJades ooa refaridos piano>\ Con-
linua-se sempre com esmero e promptidc a la-
xe r-ae qualquer reparo nos ditos inslrumenU?1
afina-ie oa aianoa debaixo do melhor systema *^~
limamente usido na Europa.
Sociedade Recreia
Nao pode ter lugar a partida aabbado 16 do
correte, por causa da nogligeocia do Dr. Segia-
muodo, todava lera lugar na noile de 6 de ai-
tembro, e o prospecto ser anounciido, por meio
de um bando com mascaras.
Recif, 16 de agosto de 1862.
Ifagalhiee,
i _________ a ostra a director.
! Ao publio.
O abaixo assigoado negociante na cidade do
Rio Formoso, se achando saldo da suas coulaa
j com esta prar.a, avisa pelo prosete s qualquer
j pessoa que se julgar seu credor que aprsente uo.
praso de 30 dias qualquer conta legal documen-
tada aos Srs. Leal firmaos, qae se acham com-
petentemente autonsados para salisfizerem -]al-
qoerconla quo o abaixo assignado dever masqua
se nao record; e pasaando desae praso de 30
dias sem que o lenham feito, declara o anoun-
ciante quo nao aceitar mais qualquer conta qie
s apresentar como divida sua anterior ao pre-
sente, e para que se nao p*sa allegar ignorancia,
faz o presente aviso qu-a correr impresso Ia, '
e 3a vez, e depois do qual que se contar o
praso dos 30 dias.
Rio Formoso, 13 do agosto de 1862.
_______ Domiugoa de Castro Gulmaraes.
Pretende aeguir com maita brevidade para o
Rio de Janeiro o veleiro e ber* conhcido brigue
nados I c Almirante, tem psrU de aeu carreg
me.'-to prompto ; para o resto que lh falta, trs-
la-aeeom os seus consignatarios Antonio Luiz di
Olivein Azevedo, no seu escripturio rna da Cruz
na mero 1.
ara oPenedo
segu pir estea dias o cter nacional Erna, rece-
ba alKuma carga a frete : a tratar na ra da Ca-
deia Velha n. 1, primeiro andar.
0<
LEILAO
DE
Queijosflamengos
A 18 do corrente
Em virtude da carta precalorla dirigida pelo
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio ao Illm.
Sr. inspector da alfandeg desta ciiade e passa-
da a requerimento de Prenle Vianna & C co-
mo procaradores de A. C. de Freilas & C, de
llamburgo, o agente Oliveira far leilo por aa-
torisa?ao do mesmo Illm. Sr. inspector e em
presenca de um empregado de sua onmeacao
para ffeito da melhor ficaliaaQao. da DG&C 50
caixas de doce e de 4 queijos flameDgos cada
urna, ebegados recentemeote pelo patacho ha-
noveriano Atlantic, bapilao G. Kapcke :
Segn ift-fr)ira 18
do correte, i 11 horae da manhaa em ponto,
no lugar por baixo dagarcada da referida alfan-
dega.___________
VOVIDAD
Grande restauranE.
Ra estreita lo Rosario n 11
Na enliga e bem conhecida casa que foi do
Sosres, na ra eslreita do Rosario n. 11, pri
meiro andar, acba-ae estabelecilo um pe'rfeito
RESTAURAN!" com todo luxo o asseio quanlo
possivel nestas casas; alii achara a bella rapa-
ziada todos os coo.rrMDdos pretisos, asseio, regu-
liridade e presteza em seu s^rvico ; o sa'boroso
caf todas as tardes, o almorz, jatar, eia, e o
apetitoso lanche a qualquer hnrs, os deliciosos
vinhos Figueira, Lisboa e Porto, a saborosa mo
de vacca lodos os domingos pela madrugada, as-
sim corno fornece comedorias mensaes que'r no
estabelocinienlo, iju>r man iando casa dos as-
signantes, ludo por menos prego que em ou-
tra qualquer parte; finalmente scienliflca-se aos
amantes dos booa petiacos que odilo estabeleci-
raeot.i acha-ao sob a administrscao do Sr. Julio
j bem conhecido nesta tidade pela bom goslo
que tem neste genero de negocio.
Quarta feira 20 do corrente.
PELO AGENTE
Por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, a reqaerimeoto doa administradores
da massa fallida de Manoel de Azevedo Pontea,
o riferido agente far leilo no dii cima do-
signado, pelas 10 horas da manha, na loja n. 54
da ra da Cadeia Velha no Reeife
DAS
Mercadorias e ateneilioa existentes na men-
cionada toja a constante do inventarlo por co-
pia em poder do dito agaote, qae desde j pode
aar examinado peloa preten lentes.
Em seguida proceder a leilo dos segoiotes
bans pertencanles a mesma masas :
Diversos movis constando de mobllia com-
pleta de Jacaranda, marqueta!, lavatorios, com-
modas. carteiras, armarios, jarros, candelabro
etc., etc.
Parte em dous escravos.
Urna cna terrea na ra da Conceic.a.0 da Boa-
Vista n. 29.
Urna dita na ra da Glora n. 6.
Uma dita de um andar oa travessa do Garmo
n. 12.
Urna dita ce dous andares em obra na ra do
Livrameoto n. 17.
Urna dita de tres andarai na ra do Queima-
do n. S.
Acha se fagido desde o dia 11 do correnle
o escravo Nicacio, de osco Angola, cor preta,
estatura regular, secco do corpo, cora falta de
dente* na Treote. muito fallante ; levou vestido
camisa branca de algodozinho e caiga j usada
de casemira azul. Este escravo foi comprado
pelo annunriante em 9 deste mez ao Sr. Dent
de Freitas Guimares, morador na ra de Apollo
no bairro do Reeife. por intervesgo do Sr. Jus-
tino Martins de Almeida ; roga, portanto, o an-
nnunciantes autoridades policiaes e capillea de
campo a apprehensao do dito escravo, e sua en-
trega na raa larga do Rosario n. 33, segundo an-
dar, pelo que serao gratificados.
___________Antonio Martins! Seabra Lomos.
No lerceiro andar uo obrado n. 52 da raa
da CJeia do Reeife, precisa-ae alugarum escra-
vo ou escrava que cosiohe.
Precia-ae de uo, caixeiro de 12 a 14 anoos
de idade, para uma taberna, e qae lenha pratica:
na ra dos Cupieres n. 12.
Offerece-se um moco para feiior, com bas-
tante pratica de aervigo do campo: quem quizer
pode procurarjna ra do Raogel o. 16.
Quem precisar de urna escrava para todo
o aervigo de uma casa, dirija-se a ra Nova n.
48, primeiroanlar.
Zacaras Alves Paea tendo obttdo a quaolia
de 121ft por uma subscripto que promovou oa
freguezia do Pogo da Pauella a favor de Fruc-
tuoso GoR.es da Silva, vem apresentar as pes-
soas qu se digoaram subscrever e pagar, a
quem elle entregou a meocionala quantia como
ae v do documento abaixo. Reeife 16 de agosto
de 186S.
Recebi do Sr. Zacaras Alves Paes a quantia
da 121$ senio boje 91# e 30j em 4 de fevereiro
de 1861, proveniente da subscripto que o mes-
mo senhor promoveu a favor do meu irmo
Fructuoso Gomes da Silva, para com ajuda des-
la aubscripco meu irmo alcancar baixa da pra-
9 do exercito a que hoje pertnee, fleando eu
responsavel a entrega desta quantia a quem per-
tencer, a por aer vardede padi ao Sr. Antonio
Jos de Siqueira qae este por mim passoa e as-
sigoou se em presenta das testemunba abaixo
assigoadas. Reeife 16 de agosto de 1862. A
rogo de Silvestre Corris da CostaAotonio Jo-
s de Siqueira.Joo de Souza Azevedo.An-
tonio Joaquim Vidal.
Rs 1218000.
Aiugam-se dous grandes arma-
zens na ra da Concordia proprios para
qualquer estabelecimeato em ponto
grande : a tratar cora o Sr. Miguel Jo-
s' Alves na ra da Cruz do Reeife.
Precisase de um oieiru que tra-
balhe bem em louca miuda e que seja
estrangiro, para ir ptvstar seus servi-
dos na provincia da Paralaba : quero se
julgar habilitado annuncie par;ter
procurado.
Escravo fgido.
Tornou a fugir o mulatinho de nome Joo, i la-
de 11 anno, o qual fui apanhado no Barro no da
14 do corrente, com os siRoaes aeguintes : lera
urna cicatriz abaixo do olho direilo, camisa da
riscado, calcas de panno de algodo riscado de
quadros e bonel prelo: qunoi o apprelu-nder le-
e-o na Boa-Vala, ra da Imperatriz n 30, 2
andar n,ue yer recompensado.
O Sr. Manoel Prauciaca de Freitas Baptiata
do Aodrade, t'-in uui.i caria inda da villa de
Palos : na livraria da prac;a da lodepend.'ncia
ns. 6 e 8.
Anlouio L'ju ue barros Tenorio, autillo
portuxuez, reiira-se para o Par.
Precisa-ae e iluta ama que asibj lavare
engommar para o aerii;o nluruo de uma casa
de pouca familia: na ra ealreiti co Rosario n.
10. seRundo andar.
Na raa do Moodego n. 13 ha para alugar
um grande armazein qua serve para morada ou
1 para recolher carrosas, no Celhos.
Ni ra do M ni lego olaria n. 13 lia para
j alugar uma escrava cozinheira, com a cnndigo
de nao sahir ra, e para pequea familia.
Domingos Jos Uoocalvea Pareira mu doa
seu estabelecimento para o pateo da Ssnts Cruz,
ao lado da igreja n. 93.
Aluga-sii uma ba casa sita na
lugar ponte de Uchoa a margetn do rio
Capibaribe, com acommodacOes para
grande familia : quem pretender enten-
da-se com o bacharel Manoel Gentil da
Costa Alves, no mesmo lufjar.
Compa
DO
DliIiEIil
^ a* ,^" '"-.,, __ =,^. ., ^jp
Nao se tendo lioje reunido numero le-
gal de votos para haver assemblea ge-
tal exlraordinaria dos accionistas sao
estes novamente convidados a reun-
rem-seno dia 20 do corrente ao meio
da, ai.n de se tratar do encauainento
das aguas para a freguezia dos Aloga-
dos, segundo propoe o Exm. presidente
da provincia, prevenindo-sc poie'tn aos
accionistas que devem com parearen!
para que seja convenientemente discu-
tido neste ponto os interesses e direitos
dacompanbia, e que ha vera' assemblea
geral com o numero de votos presentes
deconformidadaicom o artigo additivo
no 1G dos estatutos.
Escriptorio da Companhia do Bebu-
ribe 16 de agosto de 1862.
O secretario,
Justino Pereira de Farias.
Francisco Jos de Senna, sabtto porta -
guez, retira-se para Portugal
AtinuDCo especial
O acadmico Jos Alves da Silva Pereira fai
sciente a qualquer oegociante ou peaaoa de>la ci-
dade, a quem for apreseolada qualqui r cart da
ordeos viuda da Baha, que tenhara a b,nJade
de recusar-se sua salisfago, vislo como maia
de tres metes que do correio Ihe aubirahiram
taes cartas, e para quo nao coutinue a ser prejat-
dicado, faz este aonuncio.
Aviso ao publica.
'No cae 22 ea Noembro transportase para a
escadinha da alfandega pessoas a 40 rs. cada uma,
a emharcaco largar loo que tenhi tres peasoaa.
Attenco.
o
Fugio no dia 26 do passado, do an^enho Jan-
gadeiro, de Paulino Pereira de Albuquerque, o
escravo Manoel, com es signaos seguiutes : re-
presenta ter de 35 a 40 mnos, alto, bom corpo
uma orelha meio cortada, aem aobrancelhaa, pou-
ca barba, uma cicatriz na ma;a do rosto, yer-
nas coxpridaa e descarnadas, ps grandes e sec-
eos, com alguas sigoaes de reino : quem o pe-
gir e levar ao referido engnho, ou i casa de
Rocha, Lima 4 Guimares, oa ra da Cadeia na
Reeife, aera bem gratificado.
Aluga-se uma preta que seja ti >a qmtao-
deira e di fiel coola do que se Ibe entregar, pra-
fere se de meia idade : rs rus do Eocantamenta>
no Retife n. 13, taberna.
Pateo do LivrAmento n 41-
primeiro sudar. J
O dentina Numa Pompilio planl dente, arti-
flciaaaporgramnos e ligadura pr'"a.' "
ra, dsntes ioeorruptivaia sobre oaro. systeaM
norte-americano a fa todas aaoperafioba de aaa
arto om promptido o limpeza


x
ILEGVEL


MARIO M llfUUMlUCO. SEGUNDA M&k 1& Di AGOSTO 41 i|62.
GRADE
Laboratorio a rapor
DE
e engommado
de Ramos A Pi-
Forneiro.
na padsrl allema
Precisa-se de uta (oraeiro
m Sanio Amaro.
Lavagem
de roupa
mental.
Empresa importante, que Tai prestando rala-
yoles servicoa/a ,OT8 fregueze8 p,la pcomptido
e.pariaic.ao $tm que iava a toupa 8em a estrsgar
precos.
Koupsurtida (embora nao venham meiai nem
lencos)X0 r. por peca.
' ea grandes isoladameDte 100 rs.
J*i*pas de navios, vapore e hospitaes 70 rs.
Jila de familia qus bao ftegaoza 80 rs.
Jita de doente de familia que nao freguesa
120 rs.
/ Urna rede ou cortinado de cama oa varanda
500 rs.
O prego dos engommadoa mdico e confor-
ma as pecas, como costa mam fazer as engomma-
deras. O praso da entrega da roupa lavada
8 das, engommada 15, sendo que muitas vazes
sti prompta antes do praio. Deposito na ra
Hova.
lujio da villa da Escada a negra crioula
idsde 26 a 28 anoos, corpo e altura regular, cor
tula, lem no talo urna marcado urna teladur
que teve Qcando o lugar mais preto do que a
mesma cor, lem amares de urna ftida n'uma
perna, lem mais urna cicatriz nis costas esbran-
luicada, os olhos um pouco amortecidos, a cara
uui pouco descarnada : pede-se as autoridades
policiaes e capiltsde campo a captura da dita
eacrava levando na villa da Escada *a Jos Anto-
nio de Moura, ou no Recite ra do Encantamen-
to n. 13, que ser generosamente recompangado.
Aniomo luiz os Barros Tinoco subaiio por-
tuguez relira-se para o P*'.
l''. I i'~l i --- -*. -. ir :*:-
MMk
2:ooo#ooo.
ENSINO
DE
PARTIDAS DOMADAS
Jos Paulo da Fooseca lealameoteiro Oativo
do (allenido Manoel Joaquim Das de Castro, pede
aos credotes do mesmo de apresentar seus Utu-
tos para serem examinados e contemplados no
inventario a qoa est procedendo. ______^
Dirigido por
MANOEL FOSSEtl DE MEDEIROS
DUAS VEZES POK SEMANA.
TERCAS E SEXTAS
DAS 7 AS ) HORAS DIMITE-
11 LA NOVA N. 15, 2 ANDAR.
Casa de sgnde era &
iro.
Dr. Silva Ramos.
Este eslabelecimenlo j bem eonhecido, eeon-
ceituado nesta provincia pelos relevantes servi-
cos que tem prestado, contina nis melbores con-
Qigdes debaixo da direceo de seu proprietario
receber doentes detoilas as classes, os quaos se-
rio tratados com todo zelo e icteresse pelos
precos seguintes :
Primeira classe 3^000 ou mais.
Segunda dita...... 250O.
Terceira dita...... ScOOO.
Em qualquer das classes es brancos flearao se-
parados dosnei'.os. Os alienados du 2.a e 3.*
classe nao furiosos pagarao a diaria ordinaria,
sendo furiosos pagaro mais a quatta psrle. O
alienados da 1.a classe pagarao segundo o ajusfa
-^ee
^Gabinete medico cirurgic-.
@ Ra das Flores n. 57. g,
A Serodada consultas medlcas-cirurgi-
& cas pelo Dr. Eslevo Cavalcanti de Albu-
& querque da 6 as 10 horas da manhia, ae- >
O cudindo aos chamados com a maior bre- *g
( vidade possivel. ejj) I* Partos. g
H, 5.* Molestias de pelle. >
aj 3.* dem do olhos. s
aj 4.a Idemdosorgcs enitaes. &
gy Praticartoda e qualquer operaba o em 4
^ seu gabinete ou em casa dos doentes ton- q
^ forme lhes fdr mais conveniente. Q
Jlo da Silva
medico pela Universidade
de Coimbra,
da consultas em casa, das 8 s 10 horas da ma-
nhaa, e presta-se a qualquer chamado eom a bem
conhecida promplido.
xmmmm mRmmmmma
Saques s O abaixo assignsdo agente do Banco 1$
Mercantil Portuenae nesta cidade, saca SI
effoctivamente por todos os paquetee so- |
bis o mesmo Banco para o Porto Lia-
boa, por qualquer sorama avista a pra- *
zo, poJeudo logo os saques a prazo seratn
descontados no mescuo Banco, na razo S$
de 4 por canto ao anno aos portadores
que aasim lheconvier : as ras do Cres-
po n. 8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castra.
ttmmmmm
SEGUNDA
THESOURO
Alugam-se doua grandes atmazens ni ra
da Concordia propnos para qualquer eetabeleci-
mento em ponto grande : a tratar com o Sr. Mi-
guel Joi Alves, na ra da Crui do Recite.
Novo retratista.
Rus do Crespo n. 18, primeiro andar, tiram-
se retratos pelo systema daguerreotypo por m-
dicos pregos ; vu-se tirar retratos de pessoas
moras dentro e fora da cidade.
Socedade de edificares.
Capital social 1,200:0000000.
As peasos que quizerem subscrever para a for-
maco do capital a esta grandiosa e til empreza,
com o valor de terrenos ou casas a reedificar,
situados na capital ou arrabaldes, devero dirigir
suas deelaraedes por escribi, indicando exacta-
mente a sitaago, extento e confrontsgo de
seus respectivos terrenos ou cassa a reertiflear,
no esciipioiio do Illm. Sr. Dr. Diodoro Ulpiaoo
Coelho Calanho, ra do Imperador n. 81. Faz-
se igual convite s pessoas que quizerem subs-
crever quanlias de lOOgOOO al qualquer quaotia
para cima, seja valor om dinbeiro correle, seja
em Diateriaes, madeiras, transportes, etc reali-
saveis em 10 prestsces de 10 0|0 do capital subs-
cripto, pagtndo a primeira prestaco na occasiao
em q-je for apresentado, para assigoar o livro do
acto social, e as nove ouiras a 60 das ae praso
de urna a oulra. Os artistas e ebriiros sero
admittidos a suWrever quanlias de 10 '5 a 200$
pagaveis em prealagoes semanaes de 2^500 e
1^50._______________________________________
_ O abaixo assigoado, ansa ao publico e par-
ticularmente ao respeitavel corpo do commercio,
colectoriss de imposlos naciontes, recebedorias
de consumos do agurdenle, vinagre etc., que de
ora avante deixa de perlencer-lhe a taberna que,
sob a gerencia do Sr. Jacintho do Reg Mrirelles,
tinha em Olinda na ra di Boa Ora, cuja taberna
comprara ao ir. Joo Francisco da Lapa. Con-
sHero-me desde j pelo presente annancio dcaen-
csrregado de toda e qualquer responsabilidade
que possa ocecorrer respeito a dito eslabeleci-
mento. Goianna de abril de 1862.
Joo lai lista de Sl-.cpilo,
Aluga-se para qualqunr servido, nm mole-
que de 16 annos, de boa conducta, o qual servio
por alguns mezee na caixa Qlial ; na ra do Li-
vrament n. 2-2, 3snlar.
RETRATISTA DA CA;dA 1MPEUUL
Ba do Cabag n. 18, entrada pelo
pateo ja matriz.
Essa galera ornaba com os augustos retratos
photographicos da SS. MM. e das sereoissimas
princezasimperiaes, assim como com os de mui-
tas das principaes pessoaa desla cidade, est a
diiposicao do publico, que a pode visitar todos
os dias das 8 horas da manba s 5 da tarde,
examinar os Irabalhos expostos.
Conlinua-se a tirar retratos por todos os sys-
temaa photographicos, e especialmente por am-
brolypo e em cartes de visita. Fazem-ae tam-
bero mimosas miniaturas em talco para se eolio-
carem em joias.
Os precos dos retratos sao os mais rszoaveis
que se encontram ntsta cidade.
1. l'erreira Villela, photographo.
Ot
Pr e com limpeza, sendo escrava melbor : na rua
do Queimado, loja n. 46.
Ulferece-se urna pessoa para cobrar divi-
das, tanto no interior da provincia como para fo-
ra da mesma : as pessoisque precisar dirija-se a
pracada Independencia n.6 e 8, em caria fecha-
da com aa Iniciaea A. S. F. J.
|l*!SS60IW9Si-Cif ._^
i 1 --Rua da Cruz-A Ci
O Dr. Rocha Bastos
d consultas todos os dias.
Curs radical em pouco dss moles-
tias syphililicas dos orgaos genilo uri-
narios.
Consultas de gra;a das 8 as 9 horas da
I
Aluga-ss ama excellente cata de campo,
com bastantea commodos para familia, multo bom
banho, vista magnifica, muito fresca, e tem al-
guns arvoredos ; quem a pretender, dirija-se a
rua da Cocceico n. 26, ou na rua Nova n. 56,
primeiro andar.
Companhia Fidelidade de le-
gares martimos e terres-
Precisa-se de 2:COO#000 a pfemio pof seis me-
xes, dan^o-se um predio em segurnca : na ras
do Padre Floriano o. 53.
Gratificado.
GratiQca-se a quem levar io priojeiro
andar do sobrado sito rua do Livra-
mento n. 18, lado do poeote, um papa-
gaio que fugio do mesmo sobrado em
directo aos qutntses visinhos, pela ma-
nba do dia 13 do correte.
No dia 19 do correte, pelis 10 horas da
manbn, depois da audiencia do juizo de paz do
1 districto da freguezia de S. Fr. Pedro on-
treS, eStabeleClda nO KlO de Sl. se ha da arrematar urna burra de ferro,
r., ;ifl u penhorada a Alberto Ascho, por execucao, que
COm O Capital Je contra o mesmo, move Alvaa & C.
217;000
Jos Amonio Ferreira,
relira-se para Macei.
subdito porluguez.
Bernardino Antonio da Silva Lisboa, sub-
dito porluKuez, n-tira-sH ['ara fora do imperio.
Aviso.
Carloes de visita
Candes de visita
Carioes de visita
Csrloes de visita
Cartoes de visita.
Pr'gos reJuzidos
Prscos reduzidos
Prscos redazidos
Procos reduzidos.
A dazia por 12,-j
A duzia por 12j}
A duzia por 1?J
A duzia por lz?
Duas duiiss por209
Duas duzias por 20$.
Novo estylo de photographla
Novoeslylo de photographia.
Ambrotypos eoa caixas 2$
Ambrotypos em caixas 2$
Ambrotypos em caixas 2.
O retratista americano
Janeiro
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveir Azevedo & C. compe-
tentemente autorisadoa pela directora da compa-
nhia de seguros Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, mercadorias e predios, no seu escriptorio,
rua da Crnzn. 1.
Casa de commis-
soes.
O abaixo assigoado, proprietario, estsbelerido
e domicilisdo nesta cidade, rua Direila n. 94 e
95, acha-se competentemente habilitado para re-
ceber gneros a consignado, pedlndo assim aos
Illms. aenhores de engeuho e lavradores, e msis
outros senhores que queiram honrar-me com
seus productos : aisucar, algodo, couros, etc.,
pelo que vista da conta de venda das ptimeiras
remessas podero colher a grande diligencia que
faio para bem servir, e por este meio poder me-
recer a palma, assim como as pequeas remes-
sas pode o portador dellas ser o proprio conduc-
tor do sea liquido, pois nao hatera duvida ser
despachado em continente, dobrando assim meu
trabalho, o queso vista das primelras remes-
sas se pode apreciar, e que espere na attenc^o
dos meus amigos conhscidose estrenuos. Recite
2 de agosto de 1862.
Joo Baplista da Rocha.
Alberto W. Osborn
Rua do Imperador.
Banco Unio.
i
EDICCiO
HOMEOPATIIICO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo fioutor
SMTOI. LIPIS.
Este livro que se tem lomado lo popular,
quanlo ne todos os melhoramenlos, que a experiencia e os
progressos da sciencia lem demonstrado. A no-
va odicQo em tudo superior primeira, en-
terra :
1.a Mais ampias noticias acerca do curativo
das molestias, com indicacoes mui proveitosaa
dos medicamentos novos recentemente ezperi-
menlados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2.a A exposicoda doulrina homeopatha.
3.a O estudo da apropriaco dos remedios se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
daa idades, dos sexos, e segundo as circunstan-
cias almosphericas etc., etc.
4.a A preservacao ou prophilaxia das molestias
hereditarias.
5.a A preservacao das molestias epidmicas.
6.a Urna estampa illuslrada demonslrativa da
onlinuidade do tubo intestinal desde a bocea at
o mus etc., etc.
Vende-a* ni pharmacia especial homeopa-
thica, propriedade do author, rua de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Pre?o de cada exeraplar. 205)000
N. B. Os senhores assignantes queiram man-
rfar receber seus exemplares.
Torta attenco*
Custodio Jos Alves Gaimares avisa ao res-
T>tavel pstblico, principalmente a lodos os sras
treguozes e amigos, qua se mudou da loja da
L>ia de ouro da rua da Cabug para a rua do
Greapo n. 7, para a bem conhecida e antiga ioj
< miudezas que foi do fallecido JoSo Ceg, hoi
awr conhecida peloirallo vigilante, pede ao
repnllavel publico e aos seusreguezes e amigoe,
qua o queiram procurar no dito eslabelecimenlo,
-onde acaaro um grande sortimento de miudezaa'
que afluya servir bem e vender por menos dez
ou viole por cento. do que em oulra qualq
parte
O abaixo assinnado morador na cidade do Rio
I Formoso, j lndo avisado e protestado por este
| jornal de 11, 12 el3 de junho de 18G0 a lodos e
i contra tolos, que se dizem illegalmente senho-
res de urna legua e meia de trra, que por jus-
tos e valiosos ttulos perlence ao abaixo assig-
oado, de novo se aprsenla scientiGcando a to-
dss em geral, e a cada um de per ai, que o abai-.
xo sflsiga ado o legitimo senhor e possuidor por ?.ue se "nvencionar
justo e hora titulo da dita legua e meia de trra ^"ruI D- *
na freguezia d'Agua-Prets, a qual cometa do lu-
gar denominadoCaxoeira seccana ribeira do
rio Uoa.seguindo pela ribeire do riachoPiran-
gi Rraode cima. Declara para conhecimento de
lodos que dita legua e meia de Ierra demarca
pele norte com o rio Uuapelo poente com o
riachoPiranRi grandepelo sul com Ierras do
Calende e pelo ntscenie com Ierras do engenho
Japaranduba e outra sismara aonexo : que os il-
Legitimos posseiros foraro chamados a eonciliaco
I>ara entregarem a propriedade do abaixo assig-
I nado e saberera que s o mesmo abaixo assigoa-
do o legitimo senbor e possuidor da referida
legua e meia de trra, que j foi compelente-
' mente registrada, e a qaal hoave por sismara de
, 1782, que Ihe foi Iraspasssds e cedida por com-
; pra aos legtimos sismeiros : pelo que os illegaes
poseiros logo que foram chamados a concilia-
c.io abandonaram as obras, que em algumas par-
tes do dito terreno eslavam fazendo.
E aproyeitando a occasiao declara mais que
tsmbem senhor e legitimo possuidor de urna
legua de trra em quaJro, que foi concedida por
S. M. Pidelissima em dala de sismara a Joo
Leandro Soares de Araujo e sua mulher D. Lou-
renca Isabel da Visilaco, j fallecidos, e por es-
tes vendida ao finado vigario de Uaa Vicente
Ferreira de Mello e Silva, e pelos herdeiros des-
te, instituidos no respectivo testamento solemne,
foi vendida ao abaixo assigoado, como tudo cons-
ta do testamento e escripturas existentes, em a
qual eslo indevidamente edificados o engenho
Souza e mais dous da mesma freguezia de Agua-
Preta, sendo que desla legna de trra em qua-
dro s foi vendida urna quarta parte no sitio do
riachoC'tembre-fazeudo piio no dito sitio e
passagem do rio PiranRi. E para que ninguem
se chame aoengnno em lempo algim aioda pelo
prsenle se protesta contra quaesquer cultos,
que, por se apossarem de Ierras alucias, esto
sugeitos as penas dos crimes, que se descrevem
no ltalo 3a cap. 1 e 2 da psrle 3a do cod. penal;
sendo que por motivos de molestia o abaixo as-
signado tem deixado de fazer effeclivo seus di-
reitos, o que far logo que cessem taes molivos.
Rio Formoso 15 de julho de 1862.
Antonio Gomes de Macodo.
Estabelccido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo &C. I
Sacam por todos os paquetes sobre \mesmo
Raneo a prnzo ou vista, e sobre as age itias em
Lisboa, Figueira, Coimbra, Aveiro, Vi
Real, Kegoa, Vianna do Castello,
JJarcellos, Lamego, Covilha, Dtag
Rtaganga, Amarante, a cito dias, ou
no se* escript
, Villa-
imaraes,
Penaflel,
ao praso
o rua da
Arr fresco, de grande prodcele, quasi promplo a
moer com agua, daodo-se o primeiro anno de
graga para o rendeiro ter Umpo de conhecor pra-
licamente a qualidade do terreno e tsmbem se
vende vista ou a pagamentos muito commodos:
trata-se no eogenho Bella llosa da Luz ou com
os Srs. Manoel Ignacio de Oliveira e Filho no
Recife.
Toda alleiicao!!
Antonio Gomes da Cunha o Silva, com loja na
rua da Cadeia do Kecife n. 50, defronle da rua
da Madre de Dos, roga aos seus numerosos de-
vedorastanto desla cidade como fora delta que
se sirvam mandarem pagar seus dbitos at ao
lira do correte mez de agosto, porque nao po-
dendo mais esperar passar a usar dos meios
que julgar mais conveniente para com aquellos
que nao cumptirem seus deveres.
Ensino particular.
Urna pessoa convenientemente habilit-.da se
prope a ensinar primeiras lettras, latim e fran-
cez em elgum engenho perto desla praca : quem
qeizer Halar do ajusie dirija-se a rua da Palma
n. 32.
O Sr. Joaquim Pereira Ramos nao pode fazer
qualquer transaecao com sua tiberna da roa de
Ilorteso. 1/. sem que o abaixo assigoado nao
receba 21 que Ibe deu pata guardar em 28 de
maio prximo passado, e para que nao hija ig-
norancia faz o presente.
_________Antonio Francisco da Coste.
0 Livro do rovo.
Sanio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direcgo do Sr. Dr. A. Marques Ro-
drigues, e contm a vida de N. S. Jess Chtislo,
segundo a narrado dos quatro evangelistas, *
mais os seguintes artigos : o vigario, o professor
primario, o bom hornero Ricardo, amoral prati-
ca, Simo de Nantua, maximaa e pensamentos,
a hygiene, os devores dos meninos, e o Brasil.
A publicacao do LIVRO DO POVO nao s tem
por fim uniformisar a leilura as escolas prima-
rias, onde cada meniuo aprende por um livro
difireme, e portanlo facilitar o trabalbo do mea>
tre e do discpulo, como tsmbem vulgariaar por
m pteco batalissimo, a histotia do silvado'r do
mundo, e os melhores preceilos de moral.
Vende-se o Livro do Povo, no Recife, na
livraria da praca da Independencia ns. 6 *8. a
500 rs. o exemplar em brochara, e a 800 rs. car-'
lonado.


MAW14

34 Rua Nova 34
SPH PRSDI
Premoado na exposlco to Rio de Janeiro
COM A
MEDVLHA de PUTA
previne ao respeitavel publico e seus fregueses em particular, que mudou o seu
estabeleeimento de
l:THLEI-.iO E AR3IEIKO
DA
Rua dos Quarteis para a rua Nova n. Si.
Elle aproveita essa occasiao para prevenir as pessoas que tem concertos e amola-
coes na sua casa que venham busca-Ios com o competente dinheiro ate o fitn do
presente mez, passado esse tempo scrao vendidos para se cobrar do importe dos
onec tos.
O hachares Antonio Annes Jacorae
Pires advoga e reside na rua do Impe-
rador n. 81, segundo andar, onde pode
ser procurado.
&!(J.
Precisa-se alugtr um sitio perto da praca com
boa casa para urna familia regular, ou mesmo ca-
sa com quintal, que agradando paga se um ou
dous anoos adianladcs : no caes de Appollo nu-
mero 55.
[ Dentista de Pars.
I 15RuiNo\a15.
Moga-se aos devedores do tallecido
Joaquim Jos llibeiro de Oliveira que
teve loja na rua Diieita n. 55, que ha-
]atn de yir pagar seus dbitos na mes-
ma loja ou na rua do Queimado n. 41 e
*8 evitando desta forma o receber se
judicialmente e publicar-e seus nomes
por este jornal.
Aluga-se Otilio da Ponte de rUchoa, con-
fronte o caes, e o tsreeiro e quarlo andar da casa
a na do Cabug n. 18 : dirija-se a rus do Ro-
sario o. 10,
S Frederico Gautier, cirurgio dentista
^ faz todas as oparaces desua arte a e co-
H loca dentes artifkiaes, tudo com -sdeln
S rioridade e perfeicao que as pessoas-,en
S tendidas lhe reconhecem.
"jte Tem agua e pos denuncios, etc.
: Joao Guillierme Romer
Forrador, estufador c cortioador
recommenda-te com o seu preslimo em todas es-
tas psolisses tanto de carruagena como de rco-
bilias, tambem pinta carros e encatrega-ae de
todos os concertos de ditos, faz arreios para ca-
vailos, novos e concertos, cortinadoa de cama e
de varanda, tambem arranja todos os preparos
para os ditos tanto douraduscomo envernlsados:
aa ponte Velha n. 8.
CONSULTORIO ESPECIAL HSEtPJlTHICO
DO DOCTOR
SABINO O.L. PiNHO.
Rua de Santo Amaro (Muno
Novo) n 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 hera:
at meio dia, acerca da seguiutes molestias :
molestias da mulhtres, molestias dat crian-
fas, moltstiat da ptllt, molestias dos olhos, mo-
Ustias syphililicas, todas as tsptcits d* fsbrts,
ftbrisinttrmitttntts *suas eonstqutncias,
PHARHiCU ESPECIAL HOMEOPATBICA .
Verdadeiros medicamentoa homeopathieoa pre-
ar-do som todas as cautela necessarias, in-
aliiveis em seus effeitos, tanto em tintura,mi
sm glbulos, pelos presos mais commodos pos-
svoia.
ti. B. Os medicamentos do Dr. Sabin* site
nicamente vendidos em sua pharmacia; todos
que o forem lora dellas falsas.
Todas as earteiras o acompanhadas de sm
lmpressotom um emblema em relevo, tendo ao
reopr ai seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico bratileiro. Este emblema* posto
Igualmente na lista dos medicamentos que se pe
de, As earteiri q nao lavar em esse imprsssa
issim marcado, embora enham natampa o no-
->e do Dr. Sabino o faltos__________________
Aluga-se urna escrava coioheira e compra
m rua : a tratar ne betco das Bsrreitas na Boa-
Vista n. 2._________________________________
l'hippa Iroios C, curadores tiscaesda mas-
as fallida de Manoel Ribeiro da Silva, conviJam
a todos os credores da mesma massa para que
apresentem seus ttulos em o dia 20 do correte,
as 12 horas da manba, que foi o designado pelo
Illm. Sr Dr. juiz de direilo do commercio para
se ptoceer ao concurso das preferencias, e ao
dividendo do que restar, na forma do art. 93 do
decreto n. 1597 do 1. de maio de 1855.
Ha para se alugar um escravo
e cavallos.
Um escravo rr.ocoe robusto para qualquer ser-
vico, o alugar em conta, tambem alugam-se
cavailos para passeios e viagens bem em conta :
trata-ae na rua de Sinto Amaro que Qca por trai
da tua do Sol, casa o. 26, daa 6 s 9 horas da ma-
nha, e das 3 s 5 horas da larde, ou das 9 s 3
horas : na rua estrella do Rosario, escriptorio
numero 37.
ptima casa para alugar no
bairro de Santo Antonio.
Gede-se um excellente sobrado de um andar e
solo com muito bons commodos e acaiadoa, po-
dendo-se oceupar igualmente o andar terreo, em
urna daa principaes mas do bairro de Santo An-
tonio ; haveudo, porrn, quem queira sujeitar-se
pagar as despezas feitas pelo actual morador.
Tambem ae cede com todos os movis e outros
arraojos, caso convenha ao pretndeme ; na rua
Nova, loja n. 28. se dir quem .
U. C. C. de Mello, lanzador do consulado
provincial, avisa aos senhores rroprietarios e
mais dono de estabelecimentos, que desde o 1.*
de julho do corrente anno se acha encarregado
dos lancamentos da decima urbana, e dos de
mais impostos das fregueziss de Santo Antonio,
S. Jos o Atoados.
Constando-me que alguem pro-
cura cobiar em meu nome dividas do
casal de meu fallecido pai, apressome
a declarar que nao autorisei a pessoa
alguma para isso,
Antonio Annes Jacome Pires.
Escola particular de pri-
meiras lettras para o
sexo femenino.
Anna Ferreira da Silva, competentemente au-
torisada pela directora geral de instrueco pu-
blica, tem aberto nesta cidade, na rua dos Pires
n. 39, escola particular de primeiras letras para
o sexo femenino, aonde admille externas, meias
pensionitlas e pensionistas ; afianzando aos pas
de suas alumnas que envidar todos os esforcos
para o adiantamento das mesmas. O ensino con-
siste em leilura, escripia, contabilidade, gram-
matica potlugueza, costura de todas as qualida-
des, bordado de linho, la, seda e ouro, marcar e
abyrintho, etc. etc.
*VH\3\1>\ GLORIA CASA. ttO V1NI1I1LO--3
Consulta \m amks os systesuas,
Em consequencia da mudaega para a sua nova residencia, o proprietario desta estabeleei-
mento acaba de fazer urna reforma completa em todos os seus medicamento*.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabeleeimento nao se confundam eom os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozara ; o proprietario tem tomado
a precaucao de inscrevero sea nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsica-
dos todos aquelles que forem apresentados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o seo nome.
Outro sim : acaba de receber da Franca panda porcao d* tneturs da acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propriedades sao to conhecidaa que os mesmosSrs.
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em mbos qur em tincturas custaro a ljj o vidro.
O proprietario desle estabeleeimento annuncia a seus clientes e amigo que tem commodos
lufflcientes parareceher alguns escravos de um e outro soxo doentes ou que precisem de eiguma
operario, affiaocando que sero tratados com todo o aisvelo e promplido, como sabem todoa
iquelles que i tem tido escravos na casa do annuncisnte.
A itua$o magnifica da utsa, a tommodidad* dos banhos salgados sao cutras tantas vacta-
f,ens para o prompto restabelecimeuto dos doentea.
As pessoas que quizerem fallar eo o annuneiant* .Urere prorura-lod* manhaa atll hora
t d* tarde das o em dianta, fora J.-t. hora a hrrvu. -!, c-.sa pessoa com quem se podero en
nd*r rua da Glia n. 3 casa o fundi du Dr. Lobo Mostoso,
RUA
DO
)?.
&5.
RUA
DO
IMPERADOR
oo.
wmmm
|1K
Sebo do Cear.
Proprio para fabrica de velas ou de sabo :
vende-se em barrios a prego commodo; na rua
do Vigario n. 9, primeiro andar.
Chnslovao
Lisboa,
Guilherme Bteckenteld val a
er
Um astraogeiro precita alugar nm sino
perto da pra;a, com casa que teoba soto, ou
assobradada, d preferencia as immediaces da
Passagem, paga-se bem, assim agrade: na rua
da Cruz n. 10.
Deaappareceu da C'pungo, silio do Sr. Dr.
Jacobina, um vallo pedrez, caitrado, magro e
bastante ardigo ; gratiflea-se a quem o levar no
mesmo sitio, ou a cocheira junte ao sobrado do
Sr. Dr. Sabino.
Precisa-se de urna ama para servir em urna
caa de pouca familia : na rua Nova n. 7.
4 (|ucbi inleimsar
Eduardo Firmino da Silva, florista em papel e
panno, premiado com a medalha da exposico
nacional, e dmeltido o seu trabalbo figurar na
exposico universal em Loodre, lem a honra de
annunciarao raspeitavel publico que ae gs de qualquer encommeoda de flores para se-
chora. bem como ae offerece a dar licoes da mes-
ma arte a aquellas enhoraa que do seu presumo
Aluga-se urna boa casa aila no lugar Ponte
de Ucboa. margem do rio Cspibaribe, com ac-
commodacoes para graod-famili ; qoenvpreten-
der. entenda-se com o bacfnrel Manoel Gentil da
Costa Alves, no mesrro lugar.
A pessoa que quizer dar cavallos para en-
gordsr psta a fasta, por prego commodo, dirjase
a rua Bella n. 5, que achar com quem Iratar.
Attenco.
Na rua das Cruzes, casa n. 2, sobrado da es-
quina, primeiro andar, cose-se petfeitamente pa-
ra seoboras, meninos e meninas, assim como d-
minos para mascar.
Precisa-se de um cruzeiro de 14 a lo anos
ptra urna laberna : a tratar ae pateo da AtUtt*
a u aero 13.
-
Attenda-ae por Irea anoos um grande sitio
a matriz da Varzea com casa de vivenda, mui-
residenci, tas arvorea fructifes**, e Ierras para plantsces :
tu. Fotmosa o. 29 daa 7 ai 9 hora* 1 e d* 3 i b da Urde.
se quizerem utilisar, mediante a paga qe ae coa- na
vencionar : a tratar na casa de sua
Formosa n.
.tirio.
com o seu proprie-
Jos liorgonio Paes Brrelo, em visia do
annuncio feito pela Em.' Sr'1 D. Uaiia de Cisneiro
Freir de Nortea, publicado ueste Diario, obri-
gado a declarar que nao pretende vender os aoi-
maes que lhe comprou ; mas se o tiver de fazer
nenhum embaraco ter, porque taes animaes lhe
pertencem. Qosnlo a dizer a mesms senhora qoe
o annuncisnte ainda lbe nao salisfez (prceo dal-
les, isto exacto ; mas deveiia ella accrescentar
que os vendeu para pagar-lhe o mesmo annun-
cisnte em 25 de fevereito de 1863, pelo que pas-
sou-lhe urna letra de rs. 1.925) ; e urna vez que
ella declara ainda estar accionando-o pelo preco
de taes animaes, dever lambe.m declarar que'o
est fazendo injustamente, visto que a letra nao
esi vencida, e para acciona-lo, prescindi da
mesma letra, declarando em juizo qne a transae-
cao de tal letra ficou de nenhum etirito pot falla
de gatanlia, quando o annuncianle nao se com-
prometleu a da-la, e ella nao lhe restiluio a mes-
ma letra. Recife 14 de agosto de 1862.
.). VIGNES
Os pianos desta amiga fabrica sao Uoje assaz conhecidos, para que seja necessario insistir
sobre a sna superioridade, vantajjens e garantas que olcrecera aos compradores, qualidades estas
nconleslaveis queelles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido n'esta
praca ; possuindo um teclado e machinismo que obedecem todas as voniades e caprichos dos
pianistas, sem nunca falhar por serem fabricados de proposito e ter-se feito ltimamente melho-
ramenlos mportantissimos para o clima deste paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, a
por isto mu'uo agradaveis aosouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme asencommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel de Pars,
socio correspondente de I. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em toda3 as expo-
sices.
No mesmo estabeleeimento se acha sempre um esplendido e variado sorlimenio de msicas
dos melhores compositores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, ser do tudo
vendido por precos muito rszoaveis.
Aluga-se um sobradinho de um andar so-
to na rua do Calabougo velho n. 17 : a tralar no
caes do Ramos o. 4.
Aluga-se urna casa terrea no principio da
rua Imperial n. 9 ; a Iratar na rua do Queimado
numero 71._________________________________
Precisa-se
de 1:5008 a 2:000$ dando-se por seguranza um
sitio petlo desta praca. boa casa de vivenda e
grande, por trazo de 12 a 18 mezes : quem ti-
ver para darannuncie aua morada.
Ama.
Preciss-se na ruado Imperador n. 67, na li-
vraria, de ums ama para todo o servigo de um
bomem solteito.
Aluga-se um sobrado de tresandates a ar-
mazem na rua da Cadeia n. 16: a tratar com o
sea proprietario o major Nascimento da Cosa
Mootiro ou com Fonsecs & Silva, na mesma rua
0.31.
Jos Fortunato de Souza Jorge, porluguez,
vai para a Pmhiba.
O Sr. Mauoel Francisco de FreiUi Uai.tista
de Andrade, tem urna carta vioda da Villa de
Palos, na livraria da ptaga da lndepenJeiuia n.
6 a 8.
Sendo eu um dos herdeiros do primeiro
casal de meu fallecido e muito presado pal, nao
poiso deixar paesar desapercibido o annuncio
publicado em o n. 158 deste jornal, e pego venia
a Illm.a Sr. D. liarla Alexaudrina Jacome para
protestar contra a sua asseverago de que em 26
de outubro de 18'i5 se fez inventario amigavel dos
ben daquelle casal, e os herde'roa receberam
suas legitimas ; porque eu nunca re-.ebi m'nha
legitima materna, nem pr*sl^i minha tssignatu-
ra para semelhanle inventatio, e do qual s pelo
dito annuncio e cora sorpreza teuho nolicia. No
mesmo caso eslo meus ciiohsdos o major An
Ionio Igoacio da Silva o Manoel Luiz da Veiga,
que opporfunamonle, e quando este ultimo esii-
ver presente respondero ao referido annuncio.
Espero nao er forgado a vollar sobre um nssump-
io qua considero grave o improprio de gazetss.
Recife 14 de igosio de 1862
Barharel Antonio Annes Jcome Pires.
Precisase de um hbil oliicial de pharma-
cia, e que :.> tiador a sua conducta, o que se da-
um bom ordenado : na rua Nova, botica n. 51
I iWI'l
Precisa-se de dous mogo Porluguezes, dos
recentemente chegados, de 12 a 14 annos de
idade, para irem para Mac. i eaipregar-se uo
commercio : a tratar no armazem de Jos Joa-
quim Dias Fernandes, travessa da Madre de
Dental. 12.______________________________
Na rea do Sol o. 21, primeiro aodar, alu-
gam-se doui escravos a 5$ semanal, proprios pa-
ra eoxsda.
A' polica e aos capites de
campo pede-se a captura do eacravo pardo de
nome Paulo, que anda Wgido nesta cidade e seus
suburbios, lera estatura regnlar, cheio do corpo,
levou roupa de luto, e chapeo de feltro preto :
quem o pegar leve-o rua do Sol o. 21, que se-
r recompensado_________________
Aiuga-se uaa negtinha
[tai des .M-.riyiioi n. 2.
de 12 eunos: ns
A i:av.i e Qlhos do finado Francisco Ma-
thias Pereira da C>sta convdam ios ami-
gos do mesmo tinado, para assislirem una
missa que se ha de Celebrar na igteja ma-
Uiz de Santo Antonio, quatta-feira 20 do
correte, s 9 horas da manhaa, em anni-
versario do seu fallecimenlo, e desde j
inl"am ne eu< agrjdecimentos.
O abaixo assigoado morador no alerto da
Itoa-Visla, hoje tua da Imperatiiz n. 61, e com
loja de outives, decala ao tespeitavel publico-
que nada deve nesta ptoviocia ou em oulra
qualquer, e so alguma obra vende por menos nao
porque lenba de pagar dividas, e sim porque
se comenta cora menos ganho, e nao querer es-
tar muito tempo empalado, espetando por mais
tiileresse, a salisfago que lem a dar ; se po-
rrn houver alguem que se julgue seu credur
aprseme seu titulo que ser imraediatamento
pago.
Recife, 15 de agosto de 1862.
Custodio Manoel Goncalvet.
Perdeu-se no da li de agosio um altinele
de ouro, desde a rua do Queimado em seguin.cn-
to ao pateo do Livramento al a rua Direita, ten-
do urna rosa esmalta !s de rio, e as follus de
verde : a pessoa que o acbar, quetendo ser cons-
cieociosa, leve-o rua Direila n. 3, que se gra-
tifcate. ______^^^
Baltar i Oliveira sacam sobre a praga do
Porto.


DIARIO DE PtoRAUBUCO SECUNDA FEtsU 18 DK AGOSTO DE 1161
P
)
&
Na ra eitreita do Kosarto d. 18, segundo an-
dar, precisase de urna ama. ___________
Na tua de Aguas-Verdes n. 5, caaa de eo-
eadernador risca-se toda qaalidade de livroi
com Huta encamada e azul, e tambero ae enca-
derna ludo por preco commodo e com promp-
tidio.
Ao publico em geral
e ao commercio em particular
O solicitador Pedro A. da Costa Hachado faz
cienie ao publico e especialmente ao corpo de
commercio detla cidade, que se encarrega de
qualquer cobranga aroigvel ou judicialmente as
comarcaa do C'bo e Santo Anto, as quaes com-
preheniera tambero as villas da Escada e N. S. do
O' de Ipojuca ; se encarrega de lodo e qualquer
servido ledente aos misteres de sua protso,
o que faz aciente a todos os senhores advogados
que trabalham peraale a comarca do Cabo. As
pessoas que precisarem de seu preatimo podem
procura-lo na villa do Cabo, am caaa de sua resi-
dencia ; polendo tambem eicreverem-lhe decla-
rando o negocio e morada, aQm de serem procu-
rados pelo aonunciante. Os que nao o conhece-
rem enem estiverem a par de sua conducta po-
dem endaga-li nesla cidade dos Srs. Joaquim L.
Monteiro da Franca e Jos Joaquim de Castro
sceooes#i#ajet
Vanda-se ama pequea caaa de pasto al-
guma cousa afreguesada oa ra das Aguas-Verdes
o. 18 : tratar ni mesmacorn o respectivo dono.
Canoa.
Vende-se nma linda canoa de carreira por
prego commodo: a tratar com Jo Fernandes
da Silva na ruado Pilar,Fra de Portas.
AttencAo.
Vende-se urna uraode csa de dous andares e
soto, ua ra da Guia n. 40, e urna dita terrea na
ra do Aragao n. 18 : os pretendentes dirijam-se
a ra Nova loja n. 18, das l horas da maoha
1 i 4 da tarde.__________
Oleo de Merchant
O nico deposito deate precioso remedio para
todas as molealias dos cavallos, mudoa-se da
ra do Imperador para o oito do armazem do
gaz, armazem da bola amarella, aonde se conti-
na a vender pelos precos do 2g560, 12&0 e 640
ra. o fraico, meio e quarto.
Vende-se farinha em aaceoa por 81300, arroz
pilado por I58OO e lg-200 a arroba, arroz de cas-
ca era saceos por 2$200, tudo muito bom : 00
armazem do Trapiche defronte do caes da alfan-
dega. _________________^___________________
Vende-se urna taberna ua Passagera da
Magdalena ao p do sobrado grande, com poucos
fundos.
Chumbo! chumbo!
Vende se chumbo de muoigio sortido e de di-
versos nmeros, a retalho ou em purcoes, por
prego ruis barato que em outra parto : na ra
lErga do Rosario n. 84, botica.
?i
5Ra estreila do Rosario3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar dentes artiOciaes tanto por meio de
sjp. molas como pela presso do ar, nao re- 9
a cebe paga alguma sem que as obraa nao 9J
@ quem a voutade de seus donos, tem pos @
outras preparage as mais acreditadas 5
9 para conservaco da bocea: si
Aluga-se a casa terrea da ra do Burgos
n. 27 : a tratar na ra da Aurora n. 36.
8
Ichegar ao novosjf
llfAlb
sem segundo,
Na ra do Qaeimado o. 55 loja da miadezas
da Jos da Azevedo Maia a Silva, asi vendando
todaa as miadezas baratissimas, a saber :
Fraacos grandes com superior opiata a 500
Carriteis de linha de cores com 200 jar-
da* a 60
Ditos de retroz de cores, menos preto a 240
Caitas com iscas para acceoder charutos 40
Duzias de meias cruas muito superior a 2J4O0
Novellos de linha muito grandes e su-
perior a 40, 60 e 130
Ditos decores, a melhor qae ha a SO
Phosphoros em caixaa de folha, sa ca-
xa val o dioheiro, a 80
Candes de linha com 200 jardas, s me-
lhor que ha 60
Ditos, ditos brancos e de cores com 50
jardas a 20
Duzia de facas e garfoscabo preto, finas 8*500
Dita da ditas cabo branco a 3200
Tbesouras grandes de 6 polegadas a 40 a 80
Saceos para escrotos com sinta de bor-
racha a 320
Tioteiros de vidro com superior tiota a 16o
Ditos de barro com superior tiota a 100
Masaos com grampos lisos e de caracol a 40
Duzia de phosphoros de valla a 200
Pares de meias de cores para meninos a 160
Groza de peonas d'aco superior a 500
Areia preta para botar na escrita a libra 100
Colxetes em carles, com duasordens e
quatro parea grandes a 80
Baralhos de cartas (rancezas a 240
Ditos portugaezes finos. 160
Thasouraa pequeas, porm de superior
qualidade a 200
Colxetes francezea em caixa a 40
Duzia de meias alvas, para hornero a 1600
Dita de saboneles tinos a 600
Sabonetes grande e superior a 120
Tramoia do Porto muito superior a vara
120 a 160
Pares de botos para punbos a 240
Alero deslas miudezas tem muita mais que se faz
preciso vender e nao engaitar dinheiro, assira
como sejam : labyrintos para todo o preco, areia
preta a 100 rs., porm quem quizer comprar em
arroba venda-ae por 2g, baralissimo mesmo
para quem nao precisa.
Grande armazem i
Chegado pelo va-
por francez s para o vigi-
lante finos pentes de mar-
rafa.
' chegado os lindos paolinhos douradiohos
eom mailo liodas molduras de differeotes goslos
para marrafa ou travessa pois s com vista os
compra-lores podero apreciar o quanto sao de-
licados pelo barato prego da 3$ o par, assim co-
mo sem ser doaradoa de lindos gosto pelo ba-
rato preco de 2$ o par: s no vigilante roa do
Crespo n. 7.
Vende-se urna preta boa cosinheira e en-
gommadeira : a tratar na ra larga do Rosario
o. 23.
Ricas fivelas douradas para
sinto.
Vendem-se fivelas douradas a 2c .2cC0, aa
mais modernas que tem vindo ; oa ra do Quei-
mado o. 63. loja do Beija-flor.
Ricas voltas de aljofares.
Vendem-se voltas de aljofares com cruz de pe
drs imitando a brilhante ; na ra do Queimado
numero 63, loja do beija-flor.
Facas egarfos-
Vendom-se facas e garfos fioas de cabo de ba-
lango de dous botes a 68800, ditas para doce a
5gS00, dita de um boto 69200, dita para doce
a 55200. dita preta cravada a 35600, dita branca
a 3$400, dita rolica a 3 a duzia ; na raa do
Queimado o. 63. loja do beija-flor.
Jogo de vispora.
Vende-se jogo de vispora a lf ; oa ruu do
Queimado n. 63, loja do beija-flor.
armazem
DK
Alugamse i Bastos k Reg
as lojas de um sobrado, com 2 salas, 1 saleta, 3
quartos, cozinha tora a quintal murado com por-
to ; a tratar no pnmeiro sobrado de dous suda-
res depois de passar a fundic.ao do Starr, na ra
da Aurora.
Nova exposi-
cao de candieiros
a gaz.
Chegou a nova exqosico
Chegoa a nova exposigo
Chegou a nova exposigSo
Chegoa a nova exposigo
Chegou a nova exposigo.
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz
Candieiros a gaz.
Sortimeoto completo
Sortimeoto completo
Sortimeoto completo .._.J 2t .-_'.">
Sortimento completo
Scrlimento completo.
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primeira qualidade.
S tem na nova exposigo
S tem na nova exposigo
S tem na nova expoaigao
S tem os uova exposigo.
O proprietario dente ostabalecimento avisa ao
publico em geral que tem recebido um completo
sortimento de crnlieiros a gaz para ricas salas,
quartos, oseadas, eogenhos e para estados pe-
queos q9 poda eom a economa de urna gar-
rafa de gaz ter para CO horas de luz, ricas cadei-
rasde bslsngo de ferro com estofo adamscalo
de linbo, lavatorios de ferros econmicos com
todos os portences, com esgolo no fundo da ba-
ca, ricos quadros para ornamentos de salas e um
riquissimo sortimento de objectarias a imitacao
de marfim para senhoras approvadis na ultima
exposicao das prtncezas tsndo o premio maior,
riqoissimas pulceiras aimitaco de camafeo, tu-
do se vende por diminuto pre'90 que muito de-
ver agradar aos pretendentes ; ni raa Nova o.
20 e 2i, loja de Carnro Vianna.
DE
Compra-so um sobradinho de um andar ou
casa terrea em bom ou mo estado, que seja as
ras do Queimado, Direita, Livrameoto : a tratar
oa ra do Livrameoto n. 28, que se dir quem
quer.
Compra-se urna escrava moca que seja
perfeita engomraadeira : na ra da Gloria o. 40.
Compram-se aeces do novo banco de Per
nambuco : no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira i Filho, larg> do Corpo Santo n. 19.
!-*ara urna ene >mirienda,
Compra-se urna escrava moca qoe saiba bem
coser costura cha a engommar, paga-se bem :
no caes de Apollo n. 55.
u .
Vende se um braco de balanca grande com
conchas a correules j em uni us, e vende-se
barato : na rus dos Guarapes 11. 42.
oBrow
Remedio infallivel contra as agnor-
rheas antigs e recentes, nico deposito
na botica franceza, ra da Cruz n. 22,
preco 3#.
" imileiro e vidraceiro.
Grande e nova ollcina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Nasla rico a bem montado estabelecimento en-
contraro os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado a barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIKOSde todos os tamanhos.
SEMICUl'lAS dem idem.
BALDES idam idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixss de todaa as groasurai.
PRATOS imitando am perfeigao a boa portal
lana.
CHALEIIUS da todaa aa qaalidadei.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS a flandrts para qaal-
qaer sortimento.
VIDKOS em caixas a aratalho da todos os ta-
maDdando-semaohos, botar dentro da cidada,
am toda a parla.
Recebem-ss eneommendas da qualquer nata-
raza, cocearlos, que lado aera desempenhede- a
contento.
Na roa Nova junio a Gonceico
8 dos Militares n. 47.
Dm grande e variada sortlment da
roapus taitas, calcadose fazendase todos
estes sevendem por pregos muito modi-
fleados como de sea cosame, assim eo-
0 mo sajam sobrecasacos da superiores pan-
oos a casacos feitos pelos altimos Agri-
cos a 260,289, 308 e a 35, paletots dos
Smtsmos pannos preto a 16g, 18J, 20 e
a 24$, ditos de casemira de tr mesclado
s e de novoa padroea a 149,16, 18, 20
Rea 24, ditoa de casemira de cor ines-
Selado e de novos padres a 14$, 16g, 18,
20 e 2(|, ditos saceos das mesoias ca-
semiras de corees 9, 10, 12 e a 14$,
ditos pretos pelo diminuto prego do 8,
10 e 12, ditos de sarja de seda a so-
brecasacados a 12g, ditos de merino de
cordo a 12, ditos de marin chioez da
apurado gosto a 15, ditos de alpaca
B preta a 7$, 8, 9 e 10, ditos saceos
2g pretos a 4, ditos de pallia de sda fa-
II zeuda muito uperior a 4^500, ditos de
8brim pardo e de fusto a 3500, 4 e a
4500, ditos de fusto tranco a 4, grau-
> de quantidada de calcas de casenara pre-
S ta e de cores a 7, 8, 9J e a 10, ditas
SparJas a 3jf o a 4, ditea do bro, da co-
res finas a 2(500, 3, 3500 t a 4g, ditas
Sde brim brancos finas a 4$500, 5, 5^500
a a 6, ditas de brim lona a 5 e a 6,
Scolleles de gorguro prelo a da cores a
5 e a 6. ditos de casemira de cor e pre-
ftos a4500 e a 5g, ditos da fusto Lmnco
e dobnra a 3 e a 3500, ditos de brim
8 lona a 4, ditos de merino para luto a 4
* a a 48500, calcas de rrerin pars luto a
4500 e a 5, capas de borra.- ha a 9C00.
j Para n-.er.iuos de lodosos tamanhos : i cas de casemira preta de cor a 5, 6 e
S 7$, ditas ditas de brim aSf, 3g e a 3#500,
paletots saceos do casemira pela a 6 e
Sa 7 ditos de cor a 6 c t -7, i-
tos de alpaca a 3j, sobrecai^cns to pn-
Sno preto a 12 e a 14, ditos preta a 5, boo-.-ts para menino de todas
8 as qualidades, camisas para r nines da
todos os tamsiih-.s, meios rites ve ttJos
8 da cambraia feitos para moninaa de 5 a
8 anuos com cinco babados lisos a 8| e
I a 12, ditos de gorguro da cor e de 'la
g a 5 a a 6, ditos da brim a 3, ditos de
m cambraia ricamente borbados para bapti-
9 sados e rouitasoatras fazendas e roupas
H feitss que deixam de ser mencionadas
8 pela sua grande qaaotidade ; assim como i
reeba-se toda e qualquer escommenda m
o deroapaspara se mandar manufacturar
H e que para 6ste fin temos um complato #
S sortimento de fazendas de gosto a urna '4:
J, grande officini de alfaiate dirigida por um 1|
9 hbil mestre que pela sua prometido e g
S perfeigo nada deixa a desejar.
y. ^mmm-m^^mmmm,
Vendem-se dous escravos muito robustos,
proprios para qualquer servigo, um tem muita
pratica de armazem de assucar, e o outro ganha
na rus, e tambem tem muita pratica de trabalhar
em sitio : na travessa do Pocioho n. 26, sobrado.
I
I
Tintas para todos osf
gneros de pintura, i
|rua DO IMPERADOR N. 22.*
S Joo Pedro das Neves tem a honra de
participar ao publico e em particular aos
SSrs. artistas pintores que tem estableci-
do na ra do Imperador n. 22, um gran-
8 de armazem de lintaspara todos os gene-
ros de pintura, onde os Srs. artistas
Sacharo a mo pira combioacao de sua
arteum completo sortimento de ilotas
_ de todas as cores, das quaes se lhes dar
SI amostras nao s para que possam reco-
q. i.hecer suas bocs qualidades, como para
jpj| combinarem o seu emprego ; acharo
S tambem em qnanlidade vernix copal, gra-
xo, branco, trigueiro, para quadros, para
carros e para o interior, pinceis, olos se-
cativos, essencia de terebentina rectifi-
r cada a mais propra para dissolver as tin-
m tas, peiraspara burnr, ouro em p, ou-
SE ro em folhas, diamantes para cortar vl-
81 dros, sortimento completo de objectos
para fiogir madeira, caixas com creies
papis de lindas e finas cores, pinceis
as de msrta, telas para quadros j eslendi-
g das. palbelas para pintores, vasllhames
de folha liodameole pintados para toiltls,
g easencies aromticas, oleo da amendoa
I| verdadeiro, colla fina para pintura, pa-
^ nellss para cosinhar colla a banho ma-
H ria, gomma copal alva e amarella; san-
daraca, gortma laque e muitoa outros
objectos proprios pintura e a n arci-
g Deiria.
SeDdoeataestabelecimeolo intairamen-
te nevo, udco ueste genero, e supprido
| directamente por grandes fabricas de
fi Paris, Loodres, e Hamburgo, est no ca-
| so de offerecer ao publico productos oo-
Svos, e garalir suas verdadeiras quali-
dades.
Sjjl No ponto em que se acha montado po-
de salisfazer qualquer encommenda para
j; grosso trato, e a retalho; quer em tintas
*? seccas, qaer moida em massa para o que
tem a competente mathioa.
Auvelop^s.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades,
branco a lt00 e 1JS400, azul a 15, e de cores a
14C0: ua ra do Queimado n. 63, loja do bei-
ja-flor.
Papel adamascado de cores.
Vende-se papel adamascado de cores a 800
i, dito branco a 1200 : na ra do Queimado o.
63, loja do beija-flor.
Gravatinhas de seda.
Vendem-se gravalinhas de seda para senhora,
de diversas cores : na ra do Queimado n. 63,
loja do beija-flor.
Tiras bordadas.
Veodem-se ricas tiras bordadas para vestidos
o saias brancas a 800 el: na ra do Queimado
o. 63, loja do beija-flor.
Vendem-se libras esterlina no escriptorio
de Baltar& Oliveira, ra da Cadeia n. 12
Libras sterlinas.
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
msm

exposigo de fazendas baratis
simas ua ra da Iinperatriz
-^na loja e armazem da arara
numero 56, de Magalhes <&
Mendes.
Vande-se muito barato para liquidar, a ser:
cortes de chita com 12 1(2 covaaos por 2J500, di-
tos de cusas de cores a 2^500, ditos pretos a
250, chitas escuras a 160, 180 e 200 rs. o co-
* afilo, ditas francezas a 220, 240 e 280 o covado :
w ra da Imperatriz. loja da arara n. 56.
Arara vende os chales.
dit*s de la e seda a -2$, ditos de la a 1, ditos
abeftos a 640, guardaDapos para mesa a 200 rs.
ca um : na ra da Imperatriz, loja da arara
numero 56.
*!
M5
Vende-seemeasa deN. O. Bieber &
C, successores. ra da Cruz n. 4.
Rival sem
igual.
Rival sem igual
Rival sem igual
Ra larga do Rosario d. 36
Rus larga do Rosario n. 36
Ra larga do Rosario n. 36
Pedro Tinoco vende
Pedro Tinoco vende
Pedro Tinoco vende
Miudezas muito baratas
Miudezas muito baratas
Miudezas muito baratas
Cartoes de eolchetes francezes a 40 rs.
Estampas de santos a lio rs.
Ditas com vistas de guerra a 2C0 rs.
Ditas cem personasen a 320 rs.
Pentes de borracha para alisar a 560 rs.
Stnios duurados a 1600.
Agulhas francezas em caixioha a 220 rs.
La para bordar a 6400 a libra.
Tesouras fioas com toque a 400 rs.
Botes para puobo a 120 e 160 rs.
Tioteiros com tiota e lampa de metal a 180 rs,
Meias cruas para hornero a 2400.
Ditas brancas para senhora a 2J400.
Eofeites pretcs a 480U.
Lichas de croxel para bordar a 6(0 rs. o masso.
Jogos de vispora a 800 rs.
Ditas do bello xsdrez a lg,60.
Grvalas com bola a I000.
Pinceis para barba a 400 e 600 rs.
Pulseiras de missaoga a 1280 o par.
Carreteis de linha a 30, 40, 60 e 80 rs.
J.uvas de seda com toque a 200 rs.
Escovas psra limpar deotes a 240.
Ditas para cabello a lf.
Dlas boas para nonas a 320 e 500 rs.
Ditas para roupa a 800 e 1.
Assim como um sortimento completo de rap
Paulo Cordeiro a 1500, giste grosso a 1600, dito
meio grosso a 1(600, dijo fino a lg'280, Lisboa a
2$0, rolo fraocez a 2)900, Ueuron a 1040.
ovos pentinhos doura-t
dos, e fivellas paraj
cintos.
A loja d'Aguia-braoca acaba de receber novo
sortimeoto dos desejados pentiohos dourados, e
por itso avisa a todaa as senhoras que os haviam
encommendado, e mesmo as que de novo os
pretenderem que elles sao poucos e como da
primeira vez em breve se acabaram ; assim como
que recebeu igualmente urna outra pequea por-
go de fivellas de qualidade e gosto ioteiramen-
te novos e agradaveis, as quaes se vendem por
2$000, e os pentiohos por ,'ISOOO o par.
(ouvem pois, que as senhoras se apreisem em
mandar comprar esses objectos na sua predilecta
loja o'Aguia-branca ra do Queimado n. 16.
Pre&tem allcneo ao vigi-
lante, que est queimando,
como seja;
Retroz.
Lindas caixinhas com 24 carreteis de superior
retroz, e sortido de todas aa cores, pelo baralis-
simo preco de 2J00 a caixinha que sabe a 100
rs. o carretel, nao haver pessoa alguma que ven-
do sua qualidade deixe de comprar : s no gallo
vigilante, ra do Crespo o. 7.
Linha para bordar.
i.-mbem chegada a este mesmo estabeleci-
mento a verdadeira linha frxt para bordar ou
encher labyrintho, que se vende pelo baralissimo
prero de 600 rs. o massinho ; s no gallo vigi-
lante. ra do Crapo n. 7.
Bandoes.
Tmbeme chegado grande sortimento de ban-
does para cabello, que se vende pelo baralissimo
preco de 500 rs. o par; s no gallo vigilante,
ua do Crespo n. 7.
Favas da ilha de S,
Miguel.
Veodem-se as mais novas chegadas dias no
armazem do Corpo Santo n. 6.
Luvas de pellica.
Tambem chegado as verdadeiras luvas de
Jouvin muito frescas tanto para homem como
para senhora ; s no vigilante roa do Crespo
o. 7. r
Coke e alcalro.
Coke da melhor qualidade, muito proprio para
vapor, e tambem para todos os usos domeiticoa,
fornos pequeos e grandes, etc., para estes ser-
vicos, o coke mais econmico do que qualquer
outro combuslivel, por ser menos de metade do
preco e de mais duraco.
Alcstro, este sendo applicado i navios bar-
cacas, alvareogas.caooas, etc., presta muito bom
etleito, conservando a madeira de todas as qua-
lidades de bichos, fazendo durar um lempo iode-
nnido. Tambem conserva madeira de edifica-
Qoes, preservando-a dos bichos e contra o lempo :
as propriedades chimicas deate alcalro de car-
vao mais forte do que qualquer outro, exlrahi-
ao de madeiras ou outras materias.
Quem precissr achara venda, no armazem do
gaz. Rus do Imperador.
Preco do coke 12 por tonelada.
Prego do alcalro 5C0 rs. por canada;

r- Ti
. i Q \ >'' |; T M" & TI "^T o F. CS
aCfeJalAl llUiillP:
Sortimente completo de sobrecasacns da panno a 25, 28, 30 t 35, entrtot matli
taitas a 25$, 28g, 30J e S5, paictots acasacadoa de panno preto de 56 at t|, diu-s n.
aa
de sor a 15, 188 50?, paittts ssteos d? panno a casemirr de E iM 14, itus iar:s d r.' -
merino i da 4 at 6, obra alpaca c merino d 7 at 15, s at 14J, ditos de eorde 7 at itij, rijepac ma utbino de todos os tamsnhct. grai a. -
msuto de roupas de brins como sejam -.alcas, paletots c colletes. sortimento de lolletu pretos ca
mlim, tasemra a velludo ae 4 a 9^, ditoa para casamento 1 5 6, paleio'.s brancoa br?-
saants a 4 a 5#, calcas brancas uiaito finas a 5J, a am grande sortimento da aiendttf.nas
mrnas, completo sortimento de tanuirat oglezas para homem, menino a senhon.
doho eaigoJa, chapeos d sol de seda, uvas de seda da Je
ara hn
sroslas 1 .-
os ama grande fabrica da alfaiate onde racabemts ricommttiiias de jfsedas otrsj ui* pr-
nsii est sando administrada por am hbil lastra de semalhante arte c na -.sso-1 d rcais
liceoenla o'ursiroa escolhiiios, portanta execulauns qaalqaer obra com
de qu*Qi outra qaalquei casa.
prorLv.tiCdo e raaia larct*
M NOVA ME
Antiga loja de Gadault.
Acaba de receber de sua encommenda um grande e variado sortimento dos se
guintes artigos, os quasa vende por menos 10 por cento do que em outra nualuucr
parto
' ,-.
a saber
Para msicas.
Variado sortimento
Arara vende as gollas.
endem-se golliohas para senhoras a 500 rs.,
ditas c&m botozioho a 640, ditas redondas de
traspasso a 15, manguitos e gollas de linho para
senhoras a 25, lencos brancos a imitacao de la-
byrfnlho a 1600 e 2g : na ra da Imperatriz, lo-
ja da arara n. 56.
Arara vende as capas.
Vendem-se ricas capas para senhoras, de gros-
danaple preto a 20 e 253, ditas do linho de cores
a 6;, ditas de la a 'J, ricos cortes do orgaodys
com duas saias e com 25 covados por 8, ditos
lisos com 15 covadoe a 7/, ditos de la de duas
saias com 22 covados a 8, ditos de gorguro
com 18 covados a 6500 : na ra da Imperatriz,
lo i a da arara n. 56.
Arara vende os curpinbos.
Vendem-se corpiohos bordedos psra maoinos
e meoloas a 1 cada um, peras de tiras bordadas
da largura de 4 e 5 dedos a 1(280 e 1>600, pecas
de ntremelos bordados a 1, lg200, 1-^400 e
1600 ; oa ra da Imperatriz, loja da arara nu-
mero 56.
Arara vende as colchas.
Vendem-se ricas colchas para cama avelluda-
das por B, ditas de fusto de cores a 5 e 5^500,
cobertas de chita a 2, cobertores de algodo a
1 : 01 ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende as cambraias.
Vendor-se pe^as de cambraia lisa a JGOO, 2g,
2500, 3 e 35500, cassis adamascadas para cor-
tinados com 20 varrs a 9, ditas de 10 varas a
450O 3$, cambraia de salpicos com 81)2 varas
por 3^500 e 4 ; na ra da Imperatriz, loja e ar-
mazem da arara o. 56.
Arara vende a roupa taita.
Vendem-se pelelots de panno preto a 6j500,
8 e IOS, ditos de brim escuro a 3g e 3500, caigas
de casemira preta a 4500 e 5J500, ditas de co-
res 5500 e 65, ditas de brim e fasto a 2&000 e
250, camisas francezas a 1$600 e 2$, ditas de
peito de fuato a 25500, ceroulas de brim a I56OO
e2 ; na ra da Imperatriz. loja da arara n. 56.
Arara vende as aberturas.
Vendem-se aberturas para camisas a 240e320,
leaos brancos com barra de cor a 80 rs., cortes
de caiga de cures a 1 e 1280 cada um, meias
cruas a 120 o par, ditas finas a 20500 a duzia :
na ra da Imperatriz, loja da arara n. 56.
Arara vende o fil.
Vende-se fll lavrado fino a 1200 a vara, dito
liso a 720 e 800 rs. a vara, dito de cores a 200 rs.
o covado, taris tana de cores a 800 rs. a vara ; na
ra da Imperatriz. loja da araran. 56._________
Arara vende o babadin
Vende-se a fazenda por nome babadin com
palmas de seda, propria para vestidos a 500 rs.
o covado, dito enfestado a 640, lazinhas para
vestidos a 320 o covado. ditas muito finas a 500
rs., ditos entestados a 6(0 o covado ; na ra da
Imperatriz, loja da arara n. 56.
Arara vende o riscado a Gari-
baldi.
Vende-se riscado a Giribaldi para vestidos a
280 o covado, fusto de cores para vestidos a 280
s>320 o covado, c;ssas francezas finas a 280 o 300
rs. o covado, organdys 110 a 320 o covado ; na
ra da Imperatriz, loja da arara n. 56.
I
de instrumentos
psra msicas militares e do orchestia,'
instrumentos completos de chaves e
apistou muito perfeitos entinados do fa-
bricante Gautrot Aia"
Para carros.
Guarnigoes corcpl*tas para arreios de
carros de metal do principa o de lato pa-
ra um e dous cavallos, molas, vaquetas
francezas para cobertas, encerados, ga-
res, ricas lanternas para carros ecoaps,
colleiras etc., etc.
Vid ros.
Um grande e variado sortimeoto de can"
delabros,serpentines, lanternas com pin-
tantes e sem elles, palmatorias, copos
para vinho, clices, rodomas para ima-
i gensredondaseovirs grandes e peque-
! Las a vontadedo comprador.
Para retratos,
> Michinos muito suportares francezas
0americanas grandes e pequeas, grande
sortimento do chimicas pira trabalhrr m
lodos os processos, caixinhas e passepar-
tou americanos e francezes, p:pel acu-
minado etc.


Para noivas.
As mais ricas e elegantes eapellas qu. *:
se pode desejar, asseveran.o sera errar
serem as mais bonitas que aqu tem viu-
do, ricos manteletes pretos cem vidrilhos
franja o mais moderno ne".o genero.
Para presentes
Muito lindas caixinhas para eosturc
com msica a sem ella, muto pruprias pa -
ra dar-se de prestule a alguma senhora
que se estima, ricos estojos de barba para
homem.
Espelhos,
Grandes e pequeos com rr.o'.diras f^*^
prelas e douradas, proprios para ornar bo- ^--r
nitas salas, sendo oa vidros multo grosso;. j^v
e de primeira qualidade. "' %-
Avu-sns. ^
Camisas de linho para hoa:cm.
Carteiras e charuteirss.
Bandeijaa grandes de 30 palmos 1 v
nrillinh. a mans~ialtna par ei-nhnr.is _
La de todas as cures .ara bordar. ?'V-".
Talagarca.
Seda frxa de todas as ceros.
Lindos enfeiles para ser horas.
Oculos o lunetaj de to;is as qualidade.
Fumo francez, americano tambem n
spreciavel fuco ie bor^-s c.im o seu :s.._
competentes eachimbos e tanari etc. s^^-
Nesta grande e bem montada fabrica di machil-.ismo, a mais antigs no imperio, continua-:e 1.
exocutar com a maior presteza e perfeigao encommondas de toda a qualidsie de machiua ttsaila^
no paiz, lendo sempre prompto o seguinle :
Grande sortimento de moendas oe cauna de todos os systcmas e lmannos.
Machinas de vapor de diversss qualidades.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para forualhas.
Bronzes e aguilhes.
Rodas, rodelas e rodas d'agua.
Guindastes fixos e portatis.
Machinas de cylindros para paderia.
Sorras de ago para serrara.
Fatpxas rara barcos, etc., etc., tudo por pre.;o quo bem conaida.
^iiOs.
40Ra o QueimMlo-40
Defronte do becco da Gongregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roapa bita d
todas as qualidades e tambem sa manda exeeutar por medida vontade dos fregae-
xes para o qae tem am dos molhores pro!, serus.
Arara vende ospaninhos.
Veodem-se pegas de paninhocom 12 jardas por
5, ditas de madapolio enfestado a 35500, da-
masco da 6 palmos de largura proprio para me-
sas a 1100 o covado : na ra da Imperatriz, loja
da arara o. 56.
Arara vende is saias.
Vendem-se saias bordadas para senhoras a
23500, ditas de 4 paoos a 3, cortes de cambraia
bordado brancoa e de corea com babados a
2506, siotos para senhora a 1280 para acabar:
na-roa da Imperatriz. loja e armazem da arara
numero 51,
Casacas ae panno preto a 0$,
ISf
Sobrerasacosde dito dito a 35 a
Paletots de panno preto a de co-
rea a 35, 30, 25, 10, 18 o
Ditos de casemira de coras a 22,
15|, 12, 7 a
Ditos de alpaca preta golla de
velludo francezas a
Ditos de marin sslim pretos s
da ceras a 9*J a
Ditos de alpaca de cores a 5 a
Ditos de alpaca preta a 9, 7, 5
Ditos da brim da cores a 58,
4500, 4 e
' Ditos de bramante delinho brin-
co a 6, 5g a
Ditos de meric de cordie preto
a 15 o
Caigas de cssemira preta da co-
res a 12, 10, SS, 7
Ditas da princoza a merino da
cordo preto a 5, 6500 e
Dita da brim branco a de coras a
5, 4500 e
Calcas do ganga de cores a
Gollete de vellido preto e de co-
ros lisos e bordsdosa 12, 9 e
Ditos de casemira preta e da co-
rea lisos bordadoa a 6,
5500,5
Ditos da sotim preto
Dilos Je seda o s^m branro a 6 s
Ditos d* gorguro s*.-u. pretil
dt cores a 7, 45
Ditos de prime fusto braueo a
3g500, 25500 a
90-.l Ssroulas a briin J.: linho a 2 e
Ditas de algodo a 1600 a
30$000
305000
205000
lOfOOO
Camisas de peito de fuato trance
ede cores 2*400 o
KfOoo
55000
.0;j
*m
25IU0
15260
2200
8j000 Citas de psilo Je linho a 5?, 4 e SOOO ?
85OO Dltae de madapolo bramas a de
SJ500 cores a 8. 2J500, 2 t
Chapeos pretos de massa francez:
350O forma da ultima moda a 102,
8JK00 e
45000 : Ditos de feltro a 6. 5, 4; a
' Ditos de sol de seds ingle:ts e
francezes a 14$, 12, 11|
Colarinhos dt linbo maito finos
nov o* fsitios da ultima moda a
Ditos de algodo
Relogio* de ouro patente e hori-
zootal a 10OJ, 90. 80g t
Ditos de prata galvanisados pi-
tete e horizontaea a 40 a
Obns de oaro, aderegos a meios
aderecos, pulceiras, rosetas a
aoeis a
Toalhas de lioho duzia I0g, 6 a
Ditas grandes para mesa urna 3 e
85000
6000
4500
25500
000
8000
8J500
SROO Qgi
' .1
705000
80/000^
9U P
45000^


6
L/iaMO DB PER5AM1LCO -- 9>unu FEIBA 18 DB i(^sTO DI 18M.
OIlVIINUIpAO DE PREQORival se se
gando.
.
FRANCISCO FERNANDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
A vantagem que o propietario desle acreditido armazem de molhados tem offerecido, ha
sido conhecida pelos seus numerosos freg.iezes, mas como assim anda htjam alguos senhores que
nao se lem dado ao trabalho de esperimentar, rogo a todos elles o favor de mandarem comprar suas
ancommendas no armazem Progresso do largo da Penha n. 10, afira de verificarem a exactidao
do met annuncio o a dilTerenga de prego e qualidade que faz, se fossora compradas em outra qual-
quer parte, pois para isso se recebe em todos os vapores e navios de vela viodos da Euraps a
roaior pane dos gneros da conta propria. Para maior concorrencia e coramodidade, resolved o
P'oprietano encarregar se paracorn aquelles senhores que nao possam vir, era mandar, de des-
di-liar e remoller pela v-a-ferrea para o logar indicado, todo e qualquer genero cmprado neste
armazem, liaocsndo-se serem to bem servidos, como viessera pessoalmante. pois para este fira
a urna pessoa de confiaba para de prompto conduzir as cartas na chegada do vapor.
H*Htlgft lttglez de primeira qualidade da safra nova a 800 e 720 rs. a
libra, e em barril se faz abalimento.
1 Amelga rMieeZa a mais nova do mercado a 600 rs. a libra, e em barril a 560.
^i3 X5.5T o qUa e p0cie illa l&ySSOn 0 mas superior da mercado a 2J800 a libra, e em porco se faz abati-
neste ultimo vapor muito frescos a 29000, ditos che-
mui'.o novas a 560 r3. a libra eom barril cora urna arroba por
a 680 rs. a libra, o em caixa a 660 rs.
refinada a 360 rs. a libra, o em arroba a tlf rs.
. fi. ? -lft 0 JfO ro. a libr., cia porva 000 Ib.
para fiambre a G40 rs a libra.
lfafiiCC4a8 em latas de 1 e raeia libra por 1*500, ditas com 3 libras
por 29G1""
Quecos 4> ip*i.no cM,d0S
gados em navios a 19700.
ViUa p, 40 verdadeiro inglez a 2*000 a libra em porcao se faz abatiraento.
Li&taS Cm am^l&aaafii confeitadas. conteni diversas iguarias muito proprias
para mimos a l$00 cada urna.
Wl&X.;,a&* d8 soda em latas com differentes reamas a 19400, afianga-sa a boa qua-
lidade, assim como tem lata* grandes com bohchinha proprias para lanche a 2&500.
Lifcg'.SU'.-., ? aO IfOU O espe ial viuho do Porto em garrafado vindo a sigunda vez
ao D03SQ mrcalo a l900 a garrafa e em caksscora 1 duzia qor 12*000.
WiallO C:gi? l'.i'AO das melhores marcasque vea ao mercado, como sejao Duque
do Porto, Careavelhos e Feiluria a 1#200 a garrafa.
IjiedYetaS I VtrfM> do Porto com 70 garrafas proprio para casa particular
em garrafas 32*000, afianga-sa ser de superior qualidade.
liliXi SHI VSl-^.i desnpenor qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 600 fs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 43500.
ttaiiUa reHUada e latas com 10 libras por 41000, e em barril a 400 rs. a libra.
Aletria, siae .rra uiharlm, 320 w. a in., a em xa grandes Por
63000. afianga-se ssr muito novo.
125000 rs.
La^^Qi c x*
1 V 1Vi de escabeche das segaintes qualilades savel, congro, corvina,
cherne, pescada, e vezugo a 13400.
Velas d ) tperniasete!
IHt > d m.v abulta
?
B no 11
por 2*G0O.
Qei*^* 4 3&oU*M| a 560rs.ofrasco,e69OOafrasIueraconl2frascoi.
oar: attv--- com genebra de llollanda com 25 garra'as por 9*000.
Alpw'ia muito limpo, a 160 rs. a libra, e em arroba 49800,
1 al '0 muito novo a 160 rs. a libra, e 49800 a arroba.
suspiros em meias caixinhas, do raelaor fabricante da Bahia a 2*000 cada urna
^* S o oais superior que lia no morcado a 240 rs. a l bra, e em garrafes com 5 libras
por lGO, so o garrafao val 500 rs.
eV"'tLl:A-.-a de Fraoga muito nova a 200 rs. a libra.
QOffltU maito finaealva a 100 rs. a libra e em saccas se faz abalimento.
railtOS IlftaS para denles a 160 e 280 rs. o maco com 20 macinhos.
Pa > lt< )S -'.< r 1 a 2930o n. a groza e a 20 rs. a caixinha.
Seroeja pYeta das marcas tenente, ou XXX a 6*000 a duzia e 500 rs. a garrafa.
SMMTV ,- H'?a S*3 das mais acreditadas marcas a 59000 a duzia e 480 rs. a garrafa*
llallO u&*e engarrafado o mis superior que lem vindo ao nosso mercado a 800 rs.
timbara tenho de barril para 560 rs. a garrafa.
Xoa*\a\\0 4 lilaboa a 7900O a arroba e280 rs. a libra.
dale tto mo javad0 a 300 rg a ibra Q a 9j0oo arrob> dUo da 2, qualdade a
260 rs. e 89000 rs. arroba.
AWO'i. de Maranho a 100 n. e 120 rs a libra, e em arroba a 39000 e 3*500.
UHOCOla^e hespanhol a 19200 rs. a libra, ditto francez a 19100.
iTli.aiPia*Maav.- imperial do afamado Abreu ede outros muilos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
a lfbra, tambera ha para 500 rs. a libra.
* rot'i.S em Caia& pecego, damasco, pera, alperche, e ginga a 600 rs. a lalta.
0;.'Taj.fe-.;a US 3lailtet a 3S0 rs, a lana affiansa-so a boa qualidade, e em porgao
se faz a batimento.
^fiT^.llV S francezas e portuguezas as mais novos a 640 rs. a lalta, em meias latinhas a
500 rs.
\&\aO BOTaestUX-, Marg, Medoque e S. Juliende Medoque a 9#000 e 10*000
a caix, em garrafa 800 rs. e 1*000.
3is.lt3 iilG o melhor pelisco que polo haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
^itiUOli-!S IIO Vi S ai*ocento ea 1*200 o molho com cenlo e tantas, tambem ha
proprias para conservas a 400 rs. o cento.
LTYi OCt muito nova a 320 rs. a libra, e era arroba a 8*.
f* pe gTe V a 49 a resma, dito de peso paulado a 39, dito almago bom a 39200.
MaSSfl paFS SOpc estrellinha e pevide a 600 rs. a liba, em caixinhas sahe mais
barato.
X A.5BCito tlOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas cora 1 duzia por 89500.
Ideill de Li>b<.a a 720 rs. a garrafa e 5*600 a caada.
AmendoHS de casca molla a 320 rs. a libra o 89000 a arroba.
Vinagre d*3 LisbOa a 240 rs. agarrafa e 19800 a caad a fiansa.sa a ^
qualidade.
C/llS !)*! 1 he das mais acreditadas marcas a 15*000 e 20*000 o. gigo, eem garrafa
a U80O.
Vinagre Dra leo oquese poledezejar neste generoa 400 rs. a garrafa.
MACOt eS ir.s IlCeZeS de todas as cualidades que s* procurar a 19000 rs. a .garrafa.
Farilina do Uarailh muw ,Iw e cheirosa a.l60rs. a libra.
i 1JO10 para limpar faccas a 180 rs. e era porgao se faz abatiraento.
Conhnqflti in^leZ a 000 rs. a garrafa e 109000 a caixa com urna duzia.
Alm dos gneros cima mencionados encontrar o respeitavol publico um completo sorti-
mento de lodo que tendente a molhados.
Ra do Qaeimado n. 55, lojs da miadeni de
Jos de Azarado Hala a Silva, coohaeldo por Jo-
t Bigodioho, est vendando pelos precos que a
todos admram, queiram ver o que bom e ba-
ratittimo:
Parea de ai patos da t ranga tu perforas a.
Frascos d agoa ambriada a melhor a...
Ditos de dita, frascos grandes, a 500 e..
Cirtasde alfioetes franceies, a..........
Pacotes de papel amizade, a............
Calzas com papel de diversos goslos, a..
Paras de tpalos de Isa para meninos, a
Varas de bico dasllhat, a..............
Cordat pan riolo mullo frateaa e no-
. .................................
Prascot de banha Phllocoma superior, a
Ditot de dita de arco, a.................
Ditot de ebeiros raadlo finot, 500 a.....
Caixas com apparelhosde metal para di-
vertir meninos, a.....................
Varas de franja para cortinados a toa-
lbat, a................................
Carrileis de linha preta com 500, 600 a
SOOj.rda......................'......*
Bamt com phoaphoroi o melhor e bo-
nit0. ...............................
Massotde linha floa para bordar, a ....
Tranca de la de todas aa corta a peca.
Pcs de fila de coa, lodat at largerat, a
Grozas de boles da louca prsttado mul-
lo linos, a .............................
P<5aa de filas de llnho lisas superVo'res, a
Ditat de cordao imperial, fino e grosso, a
Fratcot de macagi perola, amito fino, a
Jilos da dito oleo, mello superior, a.. .
Ditos de oleo babosa auparlor, a 320 e..
Boneeos qat chorara, maito lindos, de
160 a..................
Caixas de p para limpar dentet, multo
superior, a...... ,
Ditat de pliosphoros especiaet e am so-
brenlente, a.........
Pies de flandres, pintados muito boni-
,rl0,. ..........
Varas de fita para fazer sintot dot me-
Iboret gosto, a........
Duzia de phosphoros de gaz, do melhor
fabricante, a........
Ditat de canelas de folha, muito boas, i
Linhss de gaz de todat ai anualidades a bara-
Uaaimat.
80
1J0O0
500
800
400
200
160
160
240
40
320
240
40
40
5(0
100
500
500
160
160
200
500
240
120
Nova atleoflo.
O vigilante acaba de recebar novo tortimento
de divarsoa objectos que se vendem por mno
20 por cento do que enroutra qualquer parte.
Siat-js para senhoras.
Riqaissimossintos douradoa, pelo baratsimo
prsco de 2*, eom fivela ao lado a 4*, assim co-
mo de fita de soda ou velludo a 2 : a no gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Eiifeites.
Vendem-se os riquissiraos eofeiles de cabeca
eom franja e vidrilho a 5*. ditos sem franja a 3,
ditos trancados a 2*500, ditot de lago de fila e
Meo de aeda a 2*: s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Fivelasparasiuto.
Riquissiraas flvelas de s?c com madreperola no
centro a 1*200. ditas de madreperola a 30, ditas
douradinhas a 340 : a no gallo vigilante, ruajW
Crespo n. 7. *"
Vidrilho.
Lindos vidrilhos pretos e de cores, pelo bara-
tlssimo preco de 1*600 a libra : s no gallo viai.
Unte, ra do Crespo n. 7. "
Para entreter o tempo.
Ot lindos jogos de domios a 1*400, lindas ca,-
xinhas com jogos de vispora i
lo violante, ra do Crespo n
ia900rs.: s no galt
GsiXS f! t.rtrugra o oharu -
teiras de charo para raj^
e charutos.
O tabaquista que aprecia a boa pitada de I;
boa ou mesmo Princeza, Meuroa etc., ate, t
justo qae compre urna bonita caixa de tartaruga
toda msrchelada^com a qual nao te envergonha-
r de oferecer da bos pitada de aeu gasto a to
dos ns circumstactes que se achart-m em aua ro-
da, muitos dos quaes louvaro o seu bom gosto.
Assim como a caixa necetetria ao tabaquista,
charuteira nao superflaa no fumante e seodo
ella bonita como sao as de charo nochetas me-
lhor ser porque com isso deixa conhecer qu-.n-
to s distas lamberu ha bom sorlimenloe todos encoo-
traro barateza urna vez que munidos de diohei-
ro s dirigirem a ra do Queimado loja da aguia
branca n. lo.
Potassa da Russia
e Americana.
No escriptorlo de Manoel Ignacio de Oliveira &
Filho, largo do Corpo Santo o. 19, por prego
mais barato do que em outra qualqaer parte.
Castelio-Sranco,alfaiate
militar.
Por este tnnancio se faz constar aos Srs. offi-
ctaet de todat as armat, tanto detta provincia
como daa maiscapitaes do norte do imperio, qea
ha a vanda boles do novo padro, aegundoa
ultima ordem do ministerio da guerra, venden-
do-ta duas abotuadurea por 3*, adrertindo que
urna daa abotuaduras de padro anligo, faz-se
remessaa para onde forem pedidas, assim como
tambem ha para vender o melhor panno azul in-
glez, e o melhor velludo preto do Porto, fazeodaa
desconhecidas neata praca, o que se vende a re-
talbo. Os Srs. offlciaet qne esto fort da provin-
cia podem renovar tuat coniignaces fizando
quanlia certa, e os outroa senhores que nao tive-
ram precuraco neslacaaa podem manda-la, ad-
vertindo que o lempo para a dita procaragao de-
ve ser limitado, acompanhando urna carta da or-
den pedindo as encommendas que forem preci-
sa, devendo ser dirigidaa a correspondencia a
Joaquim Rodrigues Tavares de-Mello, ruado
Queimado n. 39. Tambem ha galo de ouro sa-
perior e ferros francezet para alfaiate, aza forja-
da o par 10$.
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Racebea pelo ultimo vapor os seguintes ob-
jectos :
Bonitas ligaa de seda para senbora.
Grandes e bem tecidos bandes de dina.
Aspas da ac, efitaelsalica para cea da balao.
Bonecas grandes mui bonitas e bom vestidas.
Bonitos baezinhos com 9 frascos de cheiroi.'
Lindas caixinhas com 6 ditos de ditos.
Traocellim grotto de cor para guarnecer reiildos.
Leras de camuraa brancaa a amirellaa.
Relogios.
Vtnde-st era casa de Johnston Patar & C,
.. do Viga rio n. 3, um bailo sortimento da
i elogios da ouro, patenta inglaz, da um dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambem
ama variadda da bonitos trancallins para os
mesmos.
iLoja das 6 pdr-|
tas em frente do Livra-
mento
Da I oes de 15, 20, 30 e 40 arcos.]
Grande sortimento de baldes de arcos
8 os melhores nests fazenda e grandes,
chitaa francezas largas escaras a 22U e
240 rs. o corado, ditaa aslreitas miudi-
nhas a 160 rs. o covado, cambrais lisa
para forro com 8 l|-2 raras a 2* a pega,
ditas fioas a 3*. 4*. 5j? e 6$ muito finas,
' ditas de salpiquinho com 8 1|2 varia a a
m 3*500 a pega, cobertas alcoxosdas bran- 1
S ca e de cores para cama a 4*500 e 55, -
caatas da cores francezas tintas segaras i
a 320 rs. o covado, pega de bretanba de 9
rolo a 23, algod&o trancado airo maito 1
largo para toalhas a 1* a rara, enfeitea a 5
Garibaldi todos pretos a 5* cada um, ten- 1
cus brancos com barra 4e cores s 120 ea- -*>
da um, roapafeila de todas as qaalida- jf
fdea muito barataa, a loja est abarla at a
as 9 boraa da ooiU. R
Aos Srs. consumidores de gaz
Nos armazens do cas do Ramos ns. 18 e 36 ?
na raa do Trapiche Noro no Recite n. 8, se ren-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
recntenteme chegado a 14* a lata de 5 galea,
assim como latas de 10 a de 5 garrafas a em
garrafal.
Vendem em seus armazens
PROGRESSISTA
aie&Bsiw

5 8
NA
Ra das Cruzes n. 36, e largo do Carmo n. 9.
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o
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' a.
3
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Na ra da Camboado Carmo loja n.
12, vende-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preqo mais
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
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nhecida loja do Ser-1
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Appare^am com di-
uheiro que nao deixaro |
de comprar.
Chitas escaras finas a 160, 180 e 100
rs., enrtfis d* -estido pratos bordados a &
reliado de uslo de 150j} sa TOD-iern ;
por 30$, 40$, 509 e 70.aahldas de baile -i
de velludo e setim a lis e 13$, camisat '*
para seobora a 2000 e 3^500, solli^his J
de cambraia bordadaa a 500, 600, 700, S
800, 900 a 19. ditat de DIO burdadat a 120 >*
n., casavfques de fato a 5J!, 6j>,7j", 8j>, ^
Pieia j para ta
nhora s 1J200 o par, liras de b'ahados a
500 e 700 rs., laasde quadro enfeatadas a g
300 e 360 rt. o covado, cambraia preta a 1
sp 400 e 440 rs. a vara, organdys de orea a
B 600 rs. a .vara, fil trauco ada'naatado
? para cortinados o vestidos a 400 e 500 I
c rs. a vara, cortes de .-olleta de casemira Jfi
bordados pratos a 28 e 3J>000. ditos de Wt
S vallado de cor e pretot a 3, 4)}, 5 e HL fl
j* pal'tots Je brim branco frarjcezes a K i o
9 3*500 a 4500, ditos de -asemira de co- 5 I -
!5 res aprtos a 14 e 16#. ditos da alpaca I
preta a da cores a 38, 3J500, 4j) 48500, 8 ?
es camisas de peito de lioho 2500, f.oit.-> f 2. _, 2
3 d rllate de a-orguro a IJ>500, 13*700, i -~ o* '? B
S 2>200, 3 a 3jl500. collatea eitos d* brim %
j branco a 2500, Jilos feitos de gorur.; W
S a 2Jj500e 3JJ300. ditos eitot de casimira S
g a 3j500, 4g a 4U)0, ditos de vslle Jo a P
g 59, 69 e 79, ditos de fuslo de coret a t
1500, um vanado sorlirenlo de meias $
para hoojam e snbora, grioaldia com
HoriM, chalet de froco, esparlilhos, a to-
da a qaalidada do roepaa feilaa para bo-
mem que tudo se vende por metade do
seu valor.
^aaaal O.
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Moendas p meias moendas.
Taixas de ierro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru doBrum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
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Ra da Scuzalia Nova n. 42
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra HOrs. dem
de Low Moor libra a 120r$.
Lindos boioes de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba da recabar liodot
boles de potaellana doarada com fina banha a
manotas toteripedea, os qeaet porsuaadelicade-
zaa a perfeictt tornara-te dignos para presen-
tas, a com especialidade na aclaal qeadra, quam
gostardobom dirigir-tt com dioheiro ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, qa acha-
ra em que bem o empregar.
Soeball Mallora & C, taodo recebldo or-
dem para vender O sea crescido deposito de rslo-
gios v[to o fabricante ter-aa retirado do nego-
cio ; .convida, portanto, at.passoas qaa qaizaram
possair m bom reloglo de ouro ou prata do ai-
labra fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
partanldada aam perda da tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo prejo ao ata escrlptorie
roa do Trapicha n.58.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston" & C ra da Senzalla Nova
a. 42.
Vende-se por 80$ um
piano de Jacaranda, maneiro
e era bom estado, proprio pa
ra quera quizer a render : na
travessa do pateo do Paraizo,
sobrado n, 16.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Vendem-ae manguitos a gollaa de superior
cambraia ricamente bordados pelo insignificante
prego de 8 o par de manguitos com ama golia,
sendo que sampre cuslaram &8 cada par, assim
pois recommenda-seaoa amigos da santa eco-
noma que aproveilem a boa occasiao, dirigin-
do-ae com Uiohairo a loja da boa fe na raa do
Queimado n. 22.
Vende-ae a taberna da ra do Imperador n.
81: a tratar na travessa da Madre de Deosnu-
1 mero 18 A.
Novidadeaos senhore charu-
to i ros
Jos de Castro Guimiraes scienliQca sos senho-
res que encaixofanVe vendem charetos, que elle
tem um variado aortimento de bilhetet viodos
da Bahia, os qases tem ezpotlo fi vende por pre-
co commodo : na roa do Imperador n. 15.
Vndese um carro de passeiocom
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quatro rodas, de construccao hambur-
gueza, muito forte, pouco usado, com
parelha de cavallos, arreos ou sem el-
les, por preco commodo : a tratar na
ra da Praia n, 53.
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Rendas, bicos e objectos
para sacerdotes.
Na lrja de ferragens ia raa da Cadeia d. 44,
offerece-se renda superiores rendas e bicoe
prximamente chegados, aaaim como am rico
roquete, sobrepeliz, cola Tollas pira cabeges,
sea prego commodo ; ena mesma leja vendem-
se canoas de carreira, de amarello e de oitielca
de diversos lmannos ; a examinai no estaleiro
do Sr. Joiq,uim Antonio Rodrigue, na raa do
Brum ; e 2 pTsnchoei de amarello de 55 a 60
pelaos de comnridos dous a trea de largo : es-
tes no cea do Ramos janto ao estaleiro patente
do lado do norte. ^_________________
Ra 4a Seiizalla Nova u. 42.
Vanda-sa am casa de S. P. Jonhston & C.,
sellios silhes nglezos, caodieiros e castices
brortzeadoi, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
uat a dous cavados, a relogios da onro patenta
inglai.
itajw
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Tos d arroz com boneca em bonitos vaso doa-
rados.
Ditos ditosem boneca em pacotes.
Agua balsmica para conservagao dos denle e
boro hlito da bocea.
Opisjla ingleza para al vejar os dentea.
Lene virginal cuja utilidade reconhecida para
tirar sardas.
Vinagre aromtica para qaem soffre de tonticas
e dor de cabega.
Pastilhaa de cheiro para a perfumar aposentos.
Enfeites para senhora.
Os melhoraa enfeites pretoa a da edrea que ap-
parsce a 50500, 6 e 6J500 : na loja da Vitloria,
na ra do Queimado o. 75.
CaixinfoS e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Muito lindas caixinhaa e cabazas para meninae,
d100 ris at 20500: na loja da Victoria, na ru>
do Queimado n. 75.
Franjas pretas com vi-
drho e sera elle.
Ricos sortimentoa de franjaa pretas e de cores
com vidrilho e ser elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
Boa fama n. 35.
Vende os seguintes ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
Grampos a balo com pndenle douradoa a 2S
o par.
Pentea imitando tartaruga para bandee, mili-
mo gosto a 3o o par.
Fiveias para sinlos, fazenda inteiramanta nova
a 2 o par.
Alneles pretos com douradopara senhora, in-
teiramenle novoa a 20 cada un>.
Boies preloa com dourado para punhe-s, intei-
ramete novos,a 2| o par.
Bolea de tartaruga para panbos a 10500 o par.
Na ra do Qaemado, loja de miudezaa n. 35,
da boa (ama.
Tinta para marcar roupa.
Vende-se tinta para marcar roupa a 10.
Agua do malabar para Ungir cabellos a 50 o
irasco: na ra do Queimado,loja de miudezaaD.
35, da boa [ama.
Cartas finas para jogar.
Vende-se daziaf de btrelhoa de cartas flnaa com
as postas douradas a 60, dita sem aer dourada a
3$500 e 48 : na ra do Qutimado, loja de miu-
dezaa n. 35, boa fama.
Fitas de laa para debrum.
Veodem-ae pegas de tila de la para debrum a
1$, e em vara a 120 rs., ditas de seda a 20400, e
em vara a 240 : na ra do Qaemado, loja da
miudezai n. 35 da boa fama.
Candieiros lio gaz.
Chegou para a loja da Victoria os melhore
eandieiroa do gaz, que tem vindo ao mercado,
por pragos commodoa : na ra do Queimado
n. 51.
Botes para puuho,
Vende-se botes de punho flooa de diversas
qualidades a 200 rcia o par. que tambem servem
pera manguitos de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-se occulos finos de armagao da ago, a
23,10,000 e 400 ris : loja do beija flor, raa do
Queimado n. 63.
inhasde peso vrda-
deiras .
Liabas finas de peso verdadeiras. meadas
grandes a 240 ris : na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Fhosphoros de seguran?
Phosphoros de seguranga, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
aa ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Baleias muito grandes a boas a 160 ris urna ;
na I0J5 da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxei para Ja-
byriiitho
As melhores linhas de eroxel para labyrintho,
covellos monstros a 320ris um : na loia da Vic-
toria, na ra do Queimado o. 75.
Ricos basquines
A loja da boa f recebeu superiores basquines
de muito fica cambraia a imitsgao da de linbo,
bordados eenfeitados com apurado gosto eos
vende pelo barato prego de 80 cada um, tendo
sido sempre sea cusi de 16J e 20, apressem-se
poia em couipra-los na mencionada loja da boa
f, na ra do Queimado d. 2S.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoalhado adamaacado com 8 pal-
moa de largara al$600 rs. a vera : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Damasco pan* colxas e para
ornamentos de igreja.
Vende-se muito superior damasco de la de
urna s cor, muilo proprio para colxas e para
ornamentos, com 6 palmos de largara pelo ba-
rato prego de 20800 rs. o covado : na raa do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sinlos dourados para senhores a 20200,
ditoa de pona cabida a 10, ditos de fila a 1C600:
na loja da Victoria, na ra do Qaeima I
ara os tal) quistas.
Ricos espelhos de
moldura dourada par
salas
Chegou para a loja da Vitloria urna pequea
porgo do ricos espelhos de varios tamanhos para
ornamentos de salas, afhngando-se serete o
melhores em vidros que tem vindo: na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.____________
La para bordar,
Laa multo boa de todas aa corea para bordar, a
7$ a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
jinhas do ga%,
Caixinhaa com 50 novellos de linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ria a cala, ditas com 30 no-
vellos a 700 ria, ditas com 10 novellos graedee
a 700 rie, brancas epretaa: na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Yenda de predios.
Um sobrado de dous andarea e solSo, na ro
da Goia n. 40, com 33 palmos de largo e 125 de
fundo, com um pequeo quintal ; ama grande
casa tarrea feita a moderna, na ra da Ponte Ve-
lha o. 14, muito bem conslreida e com comino-
dos para grande familia ; urna dita na ra do A-
rago o. 20, librea e desembargadas ; a tratar
Da ra Nora, loja n. 18, das 10 horas da manha
s 3 da tarde.
Chapeos rie feltro a \$-
Vende-se na loja de fazemiae da ra da Madre
de Oeos n. 16, defronte da alfandeza.
Longos muita finos a imitago dos de linho de
muito bonitos padroea e de corea fizas muito
proprios para as pesaoasqup tomam tabaco pelo
barato preco de 4*800 e 50500 a duzia : na raa
doOueirnodo n. 2-2, na bem conhecida loja da
boa f.
Ceblas.
Ra do Amorim n 43.
Vende-se o cenlo pelo bsralo preco de 1JO0O.
Na na da Imperafriz mi
Vende se o seguirte.
Bramante com 10 palmos de largura a 10500,
riscadinkos escaros de cor fixa a 160 rs., cassas
de cores a 280 e 320 re-, oleados para cobrir
mesas a Z, iq limas roeito linas a 18, chitas a
160. 300, 210, 230 e 320 rs., carnbraias de eal-
picos de cores e brancas a 400 rs., cobertores
braceos e oscuros a 10100, 10500 e '3. pannoa
fiaos pretos a do coree a 20. 25*00 e 30, carn-
braias para cortinados a 20 a pega, ditas lisas a
20. 3$, 4ff e 5$, tapetes muito finos a 60 e 70,
chapeos de seda e de castor muito finos e do ul-
timo gosto de Pars N.j s 9j, diloe de feltro fi-
no cooa alta a 50, eaaemiraapara forro de carros
a 10609, corles de dita maito fina para calcas a
49, pegas de ntremelos a 10, e finalmente ma-
dapoloee. algodes, bros, bretanhaa e oulras
muitaa fazeodas que o dono do eatabelecimento
est reaolfilo a vender muito barato am de
Varar dioheiro, daa lo-se as o tn peten tea amos-
tras cora penhor.
Vende se uma armagao noa para taberna,
na raa doa Gaararapea n. 69, por prego commo-
dojatratar oa mesma ra n. 34.
Bramante de linho.
Vende-se muito superior bramante de linho
com duaa varea de largura proprio para lengea,
;pelo barato prego de 2#400 rs. a vara: na bem
1 conhecida loja da boa f, na ra do Queimado
1 o. 22
Para baptisaos.
A loja d'agua braoea acaba de receber pelo ul-
timo vapor a aua encommenda dos seguintes ob-
jectos para baptiaados, sendo lindas touqaiohaa
de setim mui bem enfeitadaa, e cada ama em
ataa fMxinha, sapalinhos de aelim bronco, e de
cores ricamente bordados, e meias de seda, o
melhor e mnis bonito posaivel. Agora, pois, os
pala que nao quizerem esperar pela generosida-
de das senhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinheiro loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16, onde bem poderao comprar
esses galantes objectos.
Parolas falcas
*
ou aljfar le ua quadade.
Alojadaaguia branca acaba de receber um
nevo sortiment de superior aljfar braoco ou
perolas falcas o qual por ana perfeigo difficil-
| mente se distingue das perolas verda.di.iras e eer-
j vem elles por sua extraordiasria grandeza para
asgergantilhas que presentemente esto em mo-
da e mesmo para outros nfeitea romo aerr.pre
; vendem-se commodamenta a ljf, 1S200 e 1J500
1 o fio : isso na ra do Queimado loja da aguia
branca n._.
Cal de Lisboa,
Vende-se soperior cal de LUboa chegada elti-
mamentn, e por pregos muito meis commodoa do
que em outra qualquer parle ; no enligo e moi-
to acreditado deposito da roa do Brum n. 66.
- Acha-ae venda no eecrtploriu Je Amonio
Luizde Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. I
a obra eacrpta pelo viacoode de Uruguay,Eoaaio
Sobre o Direito Adminislreiivo ; deixamos de te-
cer elogia a esta obra, basta o nome de aeu au-
tor para a tornar rocommeodada, dos volumea
em brochura 10j|, encaderaado 12J.
Son vigilante.
Colares para senhoras ou meninas.
E' chegado os muile desejados colares de aljo-
fares flngindo madreperola com ama cruzioha de
pedrea fiogindo brllkmtesque sao muito elegan-
te*, pois s com a viata que se poder apreciar,
que ae vende pelo barato prego de 3 cada um :
islo f n loja do gallo vigilante, raa do Crespo
numero 7.
Adeieos pretos.
Tambera chegaram os lalos aderegos pretos
sendo daca pulseiree, roeela, alflnelea, ludo em
urna caixiuha inteira, e muita couaa nova oesta
praga, tornos inailo delicados pela grande mo
. de obra que tero, poia aa pessoas de bom goato
! saberao apreciar ; s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Agullif*,
Vnde-a um molequedeidadol4 annos, pro-
prio paraiqual Praia o. 70.
Taubem sao chegadis as verdadeiras agulbas
Victoria de fundo dourado, que se venda pelo
barato prego de 19 o papel: s na gallo vigilan-
te, ra do Crespo o. 7.
ChpuMks \y.trn noiva.
Tambem ao ebegdaa aa lindas capellas bran-
ca, o maia delicado qae pode ha ver, que se ven-
de pelo baratitsimo prego da 7|e 69. tambem ha
oatraa mais inferiorea quesa vende por 9) a 35.
Pede ae a quem tiver de comprar qaalquer dea-
tes objectos, que se apreaae antea qae ae acabe,
poia foi apenas urnas pequeas amostras que se
recebe : s no galo vigilante, roa do Crespo nu-
mero 7.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple preto mullo eaperior palo dimi-
nuto preco da 29 o covado, panno preto maito li-
no a 3, 4, 5, 6, 7 a 9| o covado, casemira preb
muito fina a 2f, 2$500, 3, 3J500 a 49 o cavado,
mantea pretas da blonda muito superiores a 129,
manteletes de superiores grosdenaples pretoa ri-
camente bordados a 359, sobreessacaa da panoc
preto multar'fino a 309, casacas tambem de parra
preto mauo fino a 309, paletota da panno preto
fino a 18 e 20$, ditos de caaemira de cor mes-
ciada a I89, superiores gravatiohaa estreitaa <
19, ditaade setim maco e de gorguro muilo sa-
periores para daas voltaa a 29, ditaa eatreitinba
com lindos alfinetes a 29, superior gorguro pre-
to para colletes a 49 o corle, ricos enfeites pretoi
a 69, e assim oulras muitcs fszendaa que sendo 1
dinheiro & vista, vendem-se por pregos maito ba-
ratos : na raa do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Vendem-se caixes va-
stos, proprios para fuuileiro
e bahuleiro, a 1#280 cadauD :
nesta typographia se dir.
Chapeos de sol
com bouquet para seuhora.
Entre os muilose diversos objectos de gosto e
phantasia que a loja da ageia branca ha recebido
sobresabem esies delicados e noviasimos cha-
peos deso com bonquels. Hoje que os indis-
pensaveia baldes nao permitiera que as aeohoras
aodem de brago, faz-sa de cerlo necessario que
cada urna tenha o seu chapeo de sol, a que este
corresponda ao valor, e bom gosto da um rico
vestido de seda. E' por isso que dita lrja aca-
ba de receber como por amostra urna pequea
quantidade desses bellos chapeos de sol ornados
de Boas florea o que entre nos novissimo. Na
verdade elles ae tornam agradaveia aos olhos de
todoz, e a senhora que os comprar pode orgu-
Ibar-se de seu bom godo, ao contemplar que
traiendo-o fechado figura-ae-lhe um lindo bou-
quet, e aberto represenla-se abrigada em urna
carregada roseira, emfim at onde pode che-
gar a perfeigo mesmo o cume ao bom goslo.
S pena que viessem to poucos que talvez
nao chegnem para a vigsima parte das preten-
demos. Cusa cada um 209 porem a aenhora
que os vir nao exitar de os dar anda mesmo
que seja preciso bulir u'equellas moedas de pra-
ta que tem guardadas em sua bolsinha reservada.
Assim pois mandem quanto antes compra-loa na
ra do Queimado loja da aguia branca n. 16.
Booecas francozas.
', m*"m *one raicezas ricamente vestidas
149OOO e 51000, e JfOOO bonecae de cera cota os
olhos raovadgos a tjOOO e 89OOO, na raa do Qaei-
medo loja de aiadezas da Bea fama, n. 35.
Fivel&s de ac para sintos.
olmS de"M fl,,lM d# p int0J500
29U0O na ra do Queimado loja da miadazas
da Boa fama. n. 35.
Baleias.
Venda-ae baleias i 120 re. cada ama aspa de ago
para balao a 160 ra. a vara, bandees a 1900 rs. e
2J00 o par, na ra do Qaeimado loja de miadezas
da Boa fama, n. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se caaearrilhaa da seda para anfeitar
vestidos a 2JJ000 a pega ni ra do Queimado
lojada roiudezas, n. 35.
Camisas bordadas e outros ob-
jecin necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se um bello sor-
timento de bonitas camisinnaa defina carobraia
com babadinhoa e mui bonitos bordados de no-
vse delicados deseDhos, as quaea servem mui
bem para os moderno* vestidos da frente abarla
vendem-se pelo diminuto prego de 39 cada
ama ; assim como bonitos manguitos a balo com
gollinhaa de superior carubraia e fil e todos bor-
dados, com punhos virados e cada par peb na
ralisimo prego de2f, oque admiravel avista
da superioridadeda obra, e bem assim panhos e
gollinhas tambem bordados com bonitos botes
a 29 a gaarnigo, e gollinhas solas igualmente
bem bordadas a 19 cada urna e manguitos a 800
rs. o par. A vista pois de um to completo sor-
timento nenhuma senhora deixar de cfomprar
essos necessarios objectos tanto mais quanto a
commodidade dos pregos convida e para que to-
dos aejam bem servidos convem que mandem
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Queimado 11. 16.
Meias de borracha.
Yende-se meias de borracha para quem padece
da eryaipela a 159000 o par, meias da aeda preti
para aaohora a lgOOO o par na ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, a. 35.
A 2#500,sopavo.
Vendem-se cortes da cambraia branca com 2 *
3 babados a $500, ditos de taristana brancoa e
da cores, com barrea a babados a 39: na ra
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do pavo de
Gama & SiWa.
Perfumaras muito tiuas e
baratas.
Opiata ingleza a 13500 ra, dita franceza a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedade hygieniqae
verdadeiro al9C00 o frasco, oleo babosa dePiver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, egua balsmica
para os denles a 19000, dita de Botot tambem
para os denles a 1J000 o frasco, pomada france-
za em paos a 500 rs. e I90OO, 320 rs. sabonetes
maito Uno a 640 rs., 800 rs. e I9OOO cada um na
ra do Queimado loja da miadezas da Boa fama,
n. 35. _______________________________
Grampos a balao
com pendents dourados.
A loja d'aguia branca contina na recepgo de
objectos do ultimo gosto, e por isso acaba de dea-
pachar vindo pelo ultimo vapor essea delicadoa
e novisaimos grampos de bonitas rre* cora pen-
dentes douradoa o que de maia delicado ae pode
encoulrar. Essa loja como geralmente sabido,
tem sempre em vistas a commodidade deseas
boaa fregueziaa e por isso tem resolvido vender
esses galantes enfeites a 29 e 39 o par, o que na
realidade maito oais valero. C'mvm pea que
a vista da limitagodo prego a aenhora que com-
prar um ou mais parea, nao se demore em par-
ticipar as suas boas vizinhas e intimas amigas de
collegio, para que as enttero no seu aparado
gosto, e mandem logo comprar outros parea na
loja de sua affeigo : que a d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Faflo a f rs. a sac?a, mi-
mo a 3$ rs,
e em caia a 200 r*., arroz de casca a 160 ra. 00
armaiem da eatrella, Urgo do Paraizo n. 14.
Poaf-pre^o com modo.
Vende-ae urna casa na ladeira da^beira, ou
ra de S.Pedro Martyr em Olinda, ratificada e
pintada, rom solio, qae tem viita para os princi-
paes lugares da mesma cidade, propria para quem
gosia de buhos salgados, e est chegindo a fea-
ta ; a tratar no largo do Paraizo n. 14.
Na taberna da ra 00 Ouro n. 14 tem para
vender um excellentecauteiro para pipas, 1 eai-
xao de amostras e mais alguna pertences de ar-
magao de taberna, ludo vende-se muilo barato.
Capas prelas de grosde-
naple
Vendem-se capas pretas de grosdenaple e man-
teletes a 12, 15 e 209: na rita da Imperatriz n.
48, junto a padaria franceza.
Vendem se os seguiotee gneros no arma-
zem de Manoel Marques de Oliveira & C, raa da
Moeda n. 9 : mel em barris grande e pequea
porgo, agurdenlo de cana em pipas e em meias
dilaa, cal de Lisboa muito nova em barria e em
porgo, palha tsbu para torneiras.
Vende-se urna porgo de barris de cal de
Lisboa propria para obra de pedreiro a 49 o
barril: no armazem do Teixeira caes d'alfandega.
)lm llosa Hary
OT Utt iVTa___5
Participa ao respeitavel puhlico e os
eus freguezes que recebeu pelo ultima
navio vindo de Fianca t melliure ar-
figos para urna senhora come bem : ri-
eos "1,apeos de seda e palha de Italia,
chapeos para criancas se bajtfjsareu. ,
melhor que ha, chapeos para mociahas
ultimo gosto de Pars, mantas de eda e
capellas para noivas, cascamlhas de to-
das as cores que se quizer e para as
reunies do
Club commercial
as mais ricas e meltioref grinaldns peoej
cabecas e tambem flores inus e c;< me-
nas, tudo por menos tjne eio outea
qualquer parte. Tambem participa a
publico em geral que ella se enc-rref
de preparar vestidos j>ara baile e caM-
mentos e outra qualquer obra tendenK
a modista. E pede aos seus deved.i. 1 s de
virem pagar suas contas amigavelmoiitc
o mais breve potsivel.
BntrtS .
Batatas novaa a 60 ra. a libra
Tergo n. 23.
Vende-se urna mesa de louro com 2 pal-
mos de comprido e 3 i|2 de largo, com 2 gave-
tas, muito propria para urna loja de faz-.ncas ou
de alfaiate e mesmo para jactar, pois ecooimoda
bem 12 pessoas : na ra do Livramento leja n. 8.
Sintos.
Tambera chegad os n uilo desejados jintM
I com ricas fivelis de concha e borlote ao lado
i cousa muilo chique se vende pelo fcarnt 1 preco
no largo do j de 43. ansim como ricas ivelas para lilos c >t.
, peinabas Jo iiiidua noslos qu se veudt* a 'tttOO
e 2ft ; s no vigilante ra do Crespo u 7.
-''
l#?

. -V: .-.
' B 1 M$$ -'
Fugiram do engenho Souza do Dr. Chri;: vao
Loja de miudezas ra do Oue-ix-iTLerL'n,*:dou* f."''' um e nn *-
J nn v cintho, mulato, cora 24 ai.oosde d.ide e C a o
madO nUineW OO A. fignaes seguintes : estatura regular, bom cabai-
fiatimrm ,0 l'iue,.U* T'i-los a nazereni), sem b :ba,
a0..ik.. vi i I!? 1 denles limados, bem faar.le, tem am .::!,.
tS "a v'^.ri" PaPe Ora. .igna. prelu na enruga do nariz, tcvou vvatido
Liohaade200jardas de todos os nmeros a 80 n.psletot de biim pardo, taiga de caaemira .-i.m
Lascarrllha a pega 2?. Listraa e j usada, uma camisola de a4od*o azul
Ditas muito boa vara a 400 r. jamericiQu alerta oa frente urraa de btla eo-
iranga de linho para todo prego. caro .a pa.a por urru eu. quouer i..:.
rranja de seda, de linho-, de algodao muito ba- ; Marcolino. crioulo. repregunta
rato.
Retroz, linha de novelo ote.
IMk
A loja da sg-uia
branca ra <3o Queimado n. 16
Acaba da receber os precisos objectoe seguin-
tes:
Aapas de baleia grandes e pequenaa.
Fila com colxeles branca, parda e preta.
Dita de la pare debruar vestidos de corea.
Trancinha de caracol miudo conhecida por bom
tom.
Alfinetes pretos ebrancos em caixinhas.
Agulhaa imperiaea fundo dourado.
Ditaa victoria em caixinhaa a papis.
Retroz preto fino em carreteis grandes:
Armagao.
Vtnde-se a armado da loja de miu-
dezss da ra da Cadeia do Recife n. 5 :
a tratar com Fonseca & Silva, na mesma
ra n. 21.
Boa compra.
Vndese o excellente engenbo S. Joaquina,
tito Da freguezia da Varzea, urna legoa por bom
caminho, moente e correte d'agua por dous
agudes, terrenoa e matas aem iguaea, pode sa-
frejar at 2.000 pes. Troca-se tauabem por pre-
dios o meimo engeoho, porm s nesta praga ;
quem ae quizer enriquecer em pouco lempo, di-
rija-se a negocia-lo na ra da Praia n. 53, ter-
ceiro andar.
X verdadeira esseucia de ail
para engommado.
Acaba da chegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
tVri&NliV
DA
fundido yw-Moor,
Baja da Senealla Nova o.4t
Nesta estabelesinenlo continua a havarum
completo sorliraento do moendas a meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de farro balido a coado da todos ostamanho
para dito,
Ca e potassa
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no |)em conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. \% mais barata
do que em outra qualquer
parte.
do Crespo n 7, no
galio vigilante.
Nesta nova loja ha grande porgo da caixinhaa
com amendoas propriaa para brinquedo de S.
r/oaoqaaae vende pelo barato prago de 800 ra.
cada uma quem deixar da dar a urna n.tnina
urna calimba ; tambem tem grande porgo da
anee propriaa pera doces secos que Tonda con-
forma seus tamanhoa a 6. M a 4 a duzia
ameodoaa avalaaa a 800 a 040 ra. a libra : a no'
vigilante raa do Creapo n. 7.
Manguitos com goiahas.
Veude-ie manguitos com gollinhas, fazenda
TL\T'if. b"*t0 pri5 de 2*W)00. gollinhaa
e puohoa allimo goato a 2JWO0. gollinhaa muito
finae a bem bordadas a JOOO cada um. na raa
o Queimado loja da miadezas da Boa fama,
Tiras e entremeiog bordados.
q iw.04a* wi Pe.?UL 13E,> <>"ldaa da 2,500.
3,000, 3,500 a 4.000 entrmelos a 1600 a 2000
Z *,?. si*Qa9imi0 *d"mMtz"
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande sortimento de salas a balao de arcoa,
oa melhores que aqai tem apparecido no merca-
do a 40500, 50, 6g e 6&50U cada um, d-ae para
amostra com penhor ; a loja est aberta at as9
horas da noite:
Superior hrim bronco de
linho
Vande-sa superior brim braoco de linho tran-
cado pelo baratissimo prego de 10200, 10440 e
10600 a vara, dito muilo encorpado de doua fioa
a d linho puro a 2$ a vara : na ra do Queima-
do n^22, na bem conhecida loja da boa f.
A 2,400 rs. a uzia.
gos brencos linos para algibeira pelodiml-
rego de 20400 rs. a dezia : na bem conhe-
l da boa f, na ra do Queimado n. 2$
Carnbraias de cores
VJhdem-se carnbraias francezaa de corea fa-
zenia muito fina pelo baratissimo prego de 260
e 2S0 rs. o covado : na loja da boa f na raa do
Queimado n. 22.
Para luto.
Fumoa de seda elaaticoa para chapeos largos e
estrelles e 10500 : na raa do Queima-io n. 22,
oa loja da boa f.
Lazinh s muito finas
para vestidos.
Superiores lazinhas para vestidos de muito
bonitos padrdesque se vendem pelo baratissimo
prego de 440 rs. o covado : na ra do Qaeima-
do n. 22, no loja da boa f.
Machinas americanas.
Em casa da N. O. Bieber & C, saccessoras,
ra da Cruz n. 4, vendam-se :
Hachinaa para regar hortas e caplrn.
Ditas para descarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selins com pertences a 100 e 200.
Obras de metal principe prateades.
Alcatro da Saecia.
Verniz de alcatraz para navios.
Salsa parrilha de priiirira qaalidada do Pcr.
Vinho Xerez de 1836 em caixas de 1 duza.
Cogoac em -.ains de 1 duzia.
Arado* e grades.
Brilhantes.
Carrosas pequeas.
Veoaem-se tachas de ferro cuado do autor
maia acreditado : na ra do Brum, armazem de
seaucar de Jos da Silva Loyo & C.____________
Kua larga do Rosario, loja
d'Aurora n 38
tem para vender ago para bilo de todas aa lar-
garas, seda frouxa para bordar, linhas propris
para bordar, linhas Pedro V, e carlo de 50,
100 e 200 jardas de todas as cores, linhas de
carreteis de 100 e 200 jardas, da melhor que ha
no mercado.
A loja d'Aurorarua lar-
ga do Rosario n 38,
tem para vender agalhas francezas, ditas curtas
para alfaiate, dilaa do fundo dourado, dilaa
rainha Victoria, ditaa de multo boaa qualidades.
A Nova Aurora est vendendo muito barato
per ter bastante, sortimento de miudezas :
vista se dir o prego de tudo.
A. nova loja na ra larga do
Rosa-io n. 38,
(em luvas de pelica braocaa, saaarellas e pretas,
para homeos e senhoras, franjaa de aeda de to-
das as cores, ditaa de algodo de todas as lar-
gura* e de lodo o prego, capellas braocaa pro-
priaa para noiva*._________________
A nova Aurora, na ra larga
do Rosario n. 38,
ten papel de amisade a 700 r*. o pacote, e de
aaoitea maia qualidades, formsto pequeo, s
vista ae dir o prego delle ; dito grande de todaa
as qualidades tanto lizo como pealado, dito de
peso, retroz de primeirs quaitdade, preto. azul
ferrete a de outraa cores proprio* para alfaiatea
e qaalquer costura, beogaiaa mullo fioas e bara-
tas de todaa aa qualidades, papel para msica a
pare cantona, tinta preta propria para copiar mi-
ticas, tiota carmezim, dita azul ; a vista ae
dlrA_o_prefla de tudo.

ourSvos
Meias.
Um completo sortimento sendo de cores para
meninos a 240 rs.
Ditas brancas a 200 rs.
Ditas para saohora a 240, 300 e 400 rs.
Ditas para homem a 50 e 6$.
Ditas pretas para aenhora a 400 e 360 rt.
Giavatas
com botao a 10.
De coree maito boaa para hornera a 10.
Para meninos eslreitinhas a 800 rs.
Pulceiras
de contas miudinhaa 10.
De cabello a 40.
De phantasia de dito etc. a 500 ri.
Botucs.
Para caatca e para caiga a groza 320 rs.
Para camisa muito finos groza 10iOO.
Grandes para rcupo groza 106UO.
Pequeninos para crianga 10400.
Alamares.
Para capote a dezia por 800 rs.
Colxetes.
De fio batido especial duzia 720 rs.
De cartao 14 pares a duzia 500 rs.
Em caixa pretos a duzia 8C0 rs.
Brincos.
A balao brinco*, encarnados, azues e dour
par por 10.
Rozetinhas com podras que parece diamanta c
par 10.
Penas e canelas.
De todas aa qualidades especialmente de caligra-
phia e de langa.
Canelas para aprender escrever pelo syslema de
Sculy uma por 500 rs.
Papel.
Almago pautado 500 folhas6S.
Dito dito 420 ditas 40300.
Dito dito 420 ditaa -i.
I Dito liso 30200.
i Dito de peso azul e branco 4gj00.
I Dilo azul liso20500.
i Dito pequeo tarjado 10500.
i Dito penueno de cores 1J200 e 10500.
j Dito tarjado de preto 10500.
! Eovelopca cento 1$.
Obreias de colas 100, 120 e 300 rs.
Pentes de tartaruga.
A imperatriz 80 e 100 o que se venda
e 200000.
Direito para atar cabello a 40.
A imitago por 10.
De arripia para meninos a 800 e 10.
Tartaruga para alizar 3j$.
De bfalo para suiga e cablln 400 rs.
Pentes de borracha pequeos para trazar por ca-
sa muito bonsa 320 rs.
E InOnidade de artigos novamente chegados
loja Esperanga ra do Queimado o. 33 A.
a mesma i .-.<:
com oa ps dceiiuosos de Ceridasque lesa .n-
j da sobre as pootas dos ps. fulo da c6>, com
juma belide bom riaivel no olho. ful *esl da
roopa da algodo a/ul nm<-riceno e ha !u la
jeasetbira azal de quadrinhos e j reino, .v boa
sao c&rreiros : quem os pegar leve-us ao dil<>
engenho que ser bem gratificado.
Et [agido dscie \{ do correte mez dej-
lho, o escravo pardo, Ricardo, boleeiro : carro-
cairo, bem conhe-:ldi) re9tn rireca o feu*> rre-
baldes; representa tr 25 aenoa d'e idada, bai-
lo e rcigro, tem cabelloscarapiulius rascado da
pouco lempo na cadeia, onda esteve t: t;usa
de eslar fgido, lera pou.'i b rba e f- Ita de denM
na frenle, rosto romprido olhos redocdi tem
sido encontrado n Capunga, e Olii.d an<
diando p jogsi do com u,.:a de 200 jui' !
quem i apprehender i ;r i casa aeti
na Passa?em !a Magdalena qae aei ge.
mente recompensado.
Antonio Valentina i'a Suva Barro*
- B
hu
a -
##e
?ra
\mm
a quriu pegar o pardo Franciaoo, -o 17 ao t
de idade, oe boniu fiKwr-.com todos na -,'
cabellos earapinhoa e ruivos, este pardo
Sr. Dr. Borges da Fonseca, o qaal viajo ,
mesmo seniior todo o serto >. auburbi i t esta
provincia,Decesaa:ism-me quanoo era sut (-
cravo, a lalvez ainda se inculqae i servga
mesmo : que-- o pegar qn-re entrega lo i tes
legitimo !. ii. na raa do Ilosni*io d. 6.
Kuacio Luiz ^e Bito Taborda.
Fugio n.i uto de sebbado U le agosto cor-
rente.o escraro mulato da norre Liberato, talo-
ral da matriz da Varzea, ii^de 21 annos, mais oo
meni'f, iltura regular, rheio do corpo, feces
grosseiras, seni barba, marcos de espinha* e be-
xigaa no reato; cabellos pouco snnellados e csrla-
do* rento, faliam-lhe to-:os os denlas falla g-osso, e masca fumo ; levou vestido roupa
branca, tendo por cima camisa de baen izu!. la-
te escravo pert c-j ao majo: Mais, de A^ipa-
cos. r-m i r do qual fez vens fgidas, em joa
deas que foi longa, esteve em Naza-elh $> ioli-
tuiando >ie livra e com o nomo re M-rcnlind :
le i o anuo paseado ao Rio de Janeiro de onde
coala muitaa historias, cenoeiro trabalhador
Je olsria: qaem o apprehender o levara 'i Ve-
lha n. 35, ser ganeroaameote reenmr-eoeado'.
'azens \m
s
NA

oja do pavo,
Cambraia organdys a 280 rs.
Vendo-se cambraia organdys de corea com mo-
dernisicos padres a 280 o covado, e caicas
francezas muilo litas a 240, 2S0 c 300 rs. o co-
vado : s ua loja do pavo, ra da Imperatriz
numero 60.
Fugio no oa 14 do correte do terceiro andar
.da *a--a por cima da sala de dars defroote da
j igreja do Rosario, ama moleta de ,6 annos af-
ta, corpulenta, cor mui rochada, foi vesli-l de
j amarello e um chalas jj ho, .-. ume-ae qaa
fuese e uzida, duendo aar forra: mrtaovo o
. dono protesta co traqueen a tiver acouleJa
gratificar bem quom a pegar pl--ar a rai do
[Imperador o 67, |iv .;> popuUr.
------------------------------------------------________.
= ta^io no da 12 d.) curr.nl.> da eadj aoi
que estava alagada em b'ora de PYtas, a escra-
va prda ae nomo Joaquina, ps o mos grauUs,
de 18 annos de idade, cabellos garapiahaoa,
eospo e feco-s regalares, soppoe-se que eneja
acontada por aipua, aedudor mismo er. Fora ae
Porta, ondej tem (ido encontrada ; ou ter ido
nan< Pao amarello i'o termo .'e Olinda, donde e
filha o tc-m mai e irmos : roga-ae as autorida-
des policiaes dos referios lugares, capitea da
campo e quaesquor pessoas do po'o que a en-
co! tMiern ou della noticia tiverein a epprehen-
dam o Uvero a seu senhor na ra da Impera-
triz n 86, primairo andar, qu ireneosameDie
lecompensar, assim com-. protesta usar de iodo
rigor .ft.s l"tn corJtr quem a tiver occulta.
Ko oa 26 de jblho* paaaaaf fugio o os.rara)
ra da Imperatriz n. Bens'iiclo, nacSo Africano, idade irinia e :*ntos
| annos. estatura reliar, cor vrmelha e barbado,
---------------------------------------------------. | com algn.a falta !: CaDefiO no flto da eabega :
ChitaS largas a 200 rs 3"* e,,nSarir entregar a seu senhor na roa
Vendem-se chitas largas a 200 rs. o cosado_por |{"..d"" ^ *"*** "* 8DWM,nenle recom"
Burddtiuz* baratos.
Vendem se gollinhaa de cambraia e de filo bor-
dadas a 500 rs., manguitoa a i0 o par, maogeitos
com guita bordada de cambraia a 1g600, e tiraa
' bordadas a entrnelos ; na
60, loja do pavo.
Pedido poci
ter um pequeo toque de mofo ; na ra da Im-
peratriz n. 60. loja do pavao.
Alpakin a 280
Vende-se esta nova fazenda de linho a imitago Arha se fagida a nais re om mez uma escra-
de sedas da quadrinhos miudinhos propria para i va do abaizo (asignado, conhecida pelos s'anaes
vestido de aenhora, roapaa para meninos, sendo I sesuintes : chama -se Balbina, nigao da Costa
fazenda qae nao desbota, a 280 o covado : na ra j baixa, cara redonda, com a frita de um deote na*
da Imperatriz n. 60, loja do pavao. .frente e da parle de tima, corpo grusso, pernaa o
Rramatlfp < 1fi DI ttUIHIllt, 3 1 u,}. chale telho amarello, costuma andar (sfargada
Vendem-se pegas de bramante de linbo de com um pequeo laboleiro a titulo de andar vea-
'dendo fructas. Cousta ler sido vista na freguezia
de S. Fr. Pedro Gongalves, e para a estrada de
Olinda e Santo Amaro ; consta mais*que se acba
hom.siada em uma casa a pretexto de pagar se-
mana. Protesta-se haver os das de servigos de
quem a liverem sua casa ; e roga se polica,
pedestres e capit"S de campo a sua sppreheo-
sao, qae bem pagar sen senhor, no sitio da es-
trada de Joo de Barros, onde mera o major Joio
Bernardinn de Vasconcelos.
uma s largara cora 27 varas a 100 a pega, tam-
bem se vende 1|2 pega com 13 1|2 vsras por 5; ;
na raa da Imperatriz o. 60, loja do pavao.
Velas e arroz.
Vendam-se velas de espermaceta a 640 a libra,
arroz da casjpt aa saceos grandes a 20*00 cada
ynVc0* lifna da traveseado pateo do Paraizo
o. lf, coa lilao para a ra da Florentina.
Carnauba
Vende-se s maia anperior cera de carnauba qae
ha no marcado ; na ra da Imperatriz n. 60, loja
do pavao.
Carnbraias Usas a 3,$.
Vendem-se pegas de cambraia lis* muito fina
com 8 1)2 varas a 3# a pega : na ra da Impera-
triz n. 60, loja de pavio.
Paletots a $$.
Vendem-se paletots de panno preto fino e cor
de caf a 69 : ns ra da Imperatriz n. 60, loja do
paveo.
Chitas escuras a 40.
Vendem-se chitas frsncezas escuras s 240 o co-
vado : na rna da Imperatriz n. 60. loja do pavo.
Chales baratos.
Veadem-ae chelea do marin de corea sendo
muito grandes a 30 ; na raa da Impsralriz n. 60,
loja do parlo,
Fugio no da 30 do mez prximo paseado o
molecole crioulo, do nome Geral Jo, idade de 17
a 18 annos, cor preta, alio, bem pireeido, refot-
gado dos peit >s, marra de ventosas no peilo es-
qeerdo, uma pequea ferida na caneila da perna,
camisa de algodo da trra, caiga de dilo azul va-
ina : pede-se as Hienas, autoridades a captara de
dito, e qaalquer particular que o levar a seu se-
nhor na* Claco Ponas n. 66, ser bem gratifi-
cado.
Fugio na noita e terca-(eir 13 do eorren-
le, uma negra crlonla, baiza, de nome Cusma,
j de idade, bastante vesga do olho equerdo, le-
vando aaia e chales preto, perteoceu ao fallecido
Moraea o engenho Inbaman: qaem a deaeahrir
pode levar a casa do ssa sanhor no sobraden;
14, na travem da matriz de Santo Antonio.
-
i
ILEGVEL
-


8
DURIO DB P11WAMBOCO. # SEGUHtH FElt 18 DI AGOSTO DE 116*
Litteratura
9 cholcra-mtrbiis on nao conta-
gioso ?
Marobros da eommisslo enearreg.da pelo Exm.
Sr. presidente da provincia, o Sr. conselheiro
Aotooio Manoel de Campos Mello, de indicar as
previdencia que dave tomar o goveroo, em or-
ffena a provenir aeata provincia, se possivel Mr a
introdicgo do cholera-morbus, que assola nade
momento a provincia viainha do Cear, a soccor-
rer a populago e minorar seus suffamentos, do
ciso de ser accommettida do mal, entendemos
que era do nosao rigoroso dever pronunciar-nos
acerca da questao litigiosa do contagio desta ler-
rivel affecgao epidmica.
Do (acto de se adoptar aceres desta questo a
opiniio contagionisla, ou anli-contagionista re-
sulla para a pratica a adopcao de medidas muito
diversas, e nem se deve considerar asta questo
con o de mera cariosidadescienQca, poisdosua
so i ir.;? o pende o coobecimenlo scientifico dos
principios por onde se devem regular as autori-
dades u os particulares, quando tenham de lutar
Com a epidemia que se recis.
Accresce mais que diverginio do nosso modo
de pausar o nosso collega, o Sr. Dr. Jos da Sil-
va Miiin, que n'ums dissertago publicada em
testa do um trabalho seu sobre o cholera-mor-
bus, (cujas segunda e ultima parte foram por nos
assignadaej sustentou o contagio do cholera-mor-
bos, julgamos que tambem deveriamos manifes-
tar so publico sobre esta questao, a nossa opi-
nio, o as raides em que nos apoiamos para abra-
car o partido hoje dominante na scienciados an-
li-conlagionistas.
Cumpro dize-lo sem rebufo, a theoria do con-
tagia do cholera morbus hoje ahilada pelas nu-
merosas observages e esludos feitos durante as
ultimas epidemias tanto na Europa, como na
America batida em brecha pelo progreaso daa lu-
pas, deve ser alm disso combatida pela impres-
sao desanimadora que ..capaz de incetir no ani-
mo dos povos, d'onde podem resultir as mais
dcfsroraveis e desaalrozas coasequencias.
Como porm nao podemos contentar-nos de
simples asserges e denegacoss, permitlir se nos-
tas que acompauhemos no terreno das ideas e dos
ta-'.os a argumentarlo de que se serve o nosso
co!!-ga em prol da opinio que abregou e susten-
ta com a autoridade de seu Dome.
t:hama-ie molestia epidmica aquella que
a.-sn io ao raesmo tempo um grande numero de
pessoas esteoJe sui esphera de actividade urna
localidad, 5 um paiz, ou emm urna ou mais
regios simultneamente, ou successivamento.
O carcter proprio das epidemias 6 affeclar ca-
da individuo em particular com os meamos symp -
tomas, ou pelo menos com um grapo de symp-
tatna3, bailante semelhjntes, de modo que se
possam lodos nsiavelmente ettiibuir mesma
asesa quo sobre todos acta.
De que maneira porm geram-seas epidemias,
porgue rueios propagam pelas populagoes ssus
eslrigos, e estendea: de povo povo, de conti-
nente a continente o incendio de suas devasta-
se :s ?
Tara responder estas quostoes eumpre que
examinemos o que se se deve entender por estas
palavras adoptadas pela aciencia (cojo sentido
ara comprehendido de rigor para elucidar es-
ta questao]: contagio, in/ecrao, epidemia an-
ima, ou Ja estacao; grande epidemia, ou epi-
demia eventual.
Ghama-se contagio a propriedadeque tem cer-
tas molestias de se transmiltirem de uns indivi-
duos .1 outros, ou pelo contado immediato, ou
pelo contacto mediaio, ou emm por intermedio
di atmosphera at certa datinria. Por eontaclo
oim-idialo entendemos o acto de tocar a pessoa
eia o" corpo do enfermo. D-se o contacto me-
diato quaodo a pc-ssoa saa tocada nao pelo
dojnto mas por objectos que ostiveram cora elle
em contacto immediato, como roupas, camas,
ete. No tercoiro caso ernQm serve de vehculo
I ncipio do contagio o ar ambiente, que pa-
reen iutroduzi-lo em nossos corpos pelos orgos
respiratorios. Ainoculacao deveria se dar o oo-
me de contacto intimo.
V; molestias contagiosas tem ordinariamente
nm principio chamado virus contido e levado
n'-'Ti liquido de secreglo pathologica, que o
verdadeiro agente de sua transmissao de um in-
divi uj para outro. Esta virus em signos casos
transada a distancia levado pelo ar pira accom-
metier o individuo sao, independenle de todo o
contarlo mediato ou immedialo, merece nesses
casos espetiaes o nome de virus voltil.
A propriedade contagiosa das molestias nao
devo sec considerada como ama couaa absoluta,
mas smenle como relativa. Assira que as mo-
lestias sao contagiosas em grui differenles;
urnas o sao muito, outras menos, outras quasi
naia. Algunas o sao em certos casos, e debai-
xo do certas condices inexplicaveis smente.
FOLHBTIM
0 DKIONIO DO DINIIEIRO
POR
HENRY CONSCIENCE
(Continuaglo do n. 18S.)
O Sr. Kemenaer passeava vagarosamente no
seu jardim com cabega e os olhos indinados
para e chao.
No seu semblante divisavam-se os indicios de
longos pezares ; a inquietadlo e os cuidados ca-
vara m mais fundas as rugas da saa fronte ; os
obr'olhos se Ihe contrahiram ; pareca ter enve-
lhecido mais dez annos 1
le arabos os lados da alea quepercorria viam-se
as ultimas flores do anno revestidas de ssus es-
plendore!. A dhalia osteotava saas mil cores ;
s chysanlhemes da India esmaltavam os jardins
em as suas nuangas to variadas ; o ster dos
Alpes reflectia para bem diter o azul de cu.
J a folhagem de certas arvores se bavia
obarto da* ricas cures do outomoo. Dir sabia
que antes de abandonar os seus ornatos ao sopro
do invern a nttureza proeurava osleotar-se aos
olhos do hocaem na sua excelsa magnificen-
cia.
U sol ara anda ardenle, os raios derraaaavam
sobre essa paysagem como que urna torrente de
1 : Nessa poca avangada do anno a creacao
tem a sua belleza, e os seas encantos, como nos
rison'hos das da primavera. Aquello que vive
jfcmpr justos motivos de elevar a Deus a sua
alma reconbecida, e tambera a origom de suaves
e poMicas emoge,.
Muito obsorvio em seus peasameotos devia
star o Sr. Kemenaer para que, indiffereote a
todo que o rodeava, e at mesmo insensivel
fceoeftea influencia do sol, caminhasse assim sem
de nada aperceber-se: pareca smenle interro-
gar a trra cora usa olhar desalentado.
Todava nem nm gasto revelava a perturbado
de sua alma. No momento do atravesaar urna
moi'.a levantou a vista e litou-a para a sua fren-
te, como se esperasse descobrir alguen naquella
direegio ; e assim parando, con o olhos filos
Unsi ha que alo contagiosas sm ienspT'de'epi-
demia a que o nao sao quaodo se mostrara e.po-
sadicamente. E' de crr que outras influencias
ainda coocorram para o mesmo resaltado.
Infecc&o para dos um mel de gara cao de
certas molestias epidmicas que consiste na exis-
tencia de um foco, ou seja de materias vegetaes
em decompotigao debaixo da influencia do calor
e da humidade; ou seja de materias animaes em
estado de putrefacto ; oa emflm da accumulsco
de muita gente saa, oa doeata em espago acacha-
do e insufflclentemeate arejado.
Sob a influencia destas caosas deienvolvem-se
e lavram certas affeceoes especiaes sem que com
tudo se possa sempre determinar pela natureza
dos focos de infeegao. a especia mrbida que te-
nham de produzir sobre os organismos, vivos.
Como se v o carcter proprio da infeegao
eatender seo. effeitos at certa distancia ao redor
dos focos d'onde partem as emanac.es portado-
ras do principio morbfico que nesse caso tomam
o nome de miasmas. Para ser [preservado della
basta achar-se fra da esphera de actividade do
centro d'onde partem as irradiages miasmticas,
pois e impossivel que alm desses limites se pro-
pague a infeegao.
Nao se pode negar qie fcilmente pode trans-
formar-ae um navio em foco de Inhccao. pi" ali
se encontram reunidas as condigoes neces,irias
.P,.VftP.di"1 l3' 'escom : r confinado, pop"
l, hi rr4da,8 c"ecen(I d<" commodos da
Tnrn\ 1 m -",elpe iemp9r,lBrae,e"^ etc.
Torna-se mais arriscado ainda este resultado
quando tenham havido bordo doente, 1
maior, ou menor numero. "oeoies em
,EaQhndd.\a V*}"1* infecs<> no sentido preci-
so e bem determinado com que a definimos ne-
rn contagio. Nao adm.tlimos por consequencia que
um individuo quilquer affectado de umi moles
lia contagiosa e susceptivel de se propagar por
intermedio do ar respiravel s pessoas que o ro-
deam. posst ser considerado como um foco de
lleCQaO.
Este fado quando se d nao pude ser explicado
lenao pelo contagio, embra a molestia fosse ad-
quirida principio por infeegao. Verdade que
esta confusao foi feita por alguns escriptores, e
de lamentar que tanto contribuisse para langar
obscundade e incerteza na melindrosa questo da
transmissiblidade das molestias pelo contagio.
Neste ponto por consequencia concordamos com
as ideas do nosso collega o Sr. Dr. Maia. Com o
que poresnno concordamos, e o que esperamos
demonstrar, eom a assergo por elle emittida
de que a (Vesea dos aoti-contagionisUs nao se
funda senao nessa faiaa dislincgao de couaas no
seu fundo ideoticas. e qua por espirito de chica-
ra se tenha querido separar. O que tem feilo
descrer do contagio do cholera-morbus a lgi-
ca doi fastos a nao puras diitingoes escolsticas.
Cbamames epidemias anouis, ou antes cods-
titoicoes medicas reinantes, as molestias que se
desenvolvem epidmicamente podendo-se expli-
car a sua ongem pela influencia das estaces
por certas aiteraces conhecidas e apreciaveis
das quahdades thermometricas, hygrometricaa
ou baromtricas do ar, ou emGoi por quaesque
outras influencias hygienicas, & que esto Bajel-
tas aspopulagoes. J
Ordinariamente uestes casos nao orna s es-
pecie mrbida que se observa, porm varias mo-
lestias que parecem pertencer mesma familia
etiologica, ou mesmo diversas entre si, p.roi
revestindo sob a influencia da quadra em que ap-
parecem certa (hyaiooomia parecida, e um lypo
commum que em todas se reconhece.
Entendemos emfira por grandes epidemias.
aquellas quo se produzem e se propagara, sera
que para explicar as -causas de sua extenso e
generalisagao, ae possa invocar neuhuma das
que ficam assignaladas, pois o seu carcter pro-
prio coassteem nao poderem ser attribuidos os
seus progressos, nem ao conlagio, nem infec
gao, e oaartio pouco qualqunr influencia at-
moaporica climatolgica, ou meteorolgica.
Ainda at hoje a aciencia nao poude penetrar
o segredo da progressao das grandes epidemias,
e cono no lempo de Hypocrates, ainda devemos
relen-lo a esse divmum quid, que quer que
da mystenoso e de divino que escapa s indaga-
res da Osservago humana;
Sao as grandes epidemias que se estendem por
grandes superficies de trras, trsnspoodo distan-
cias immensas, saltando sobre as barreiras que
lhe pretende oppor a prudencia dos povos, bem
como sobre os obstculos naturaes, rios, deser-
tos e ocanos ; sao as grandes epidumia que
ora accommetom ao mesmo tempo diversos po-
vos distantes e sem communicago entre si, ora
respeitam certas localidades collocadas de per-
meio, e em rela^o permanente com os sitios
affectados. sem que se posta explicar ou com-
prehender as causas de taes phenomenos. Al-
gum-.s veies parecem viajar por um rumo fixo,
por eiemplo : de este a oeste, outras seguiado a
direcgo dos vodIos ou o curso dos rios. outras
emflm sem regulardade alguma na sua marcha
e em seus progressos.
Para que, por qualquer destes meios, possa
propagar-se e tornar-se epidmica urna molestia
qualquer, preciso que enconlre uos sujeitos ex-
postos sua accao a preditposigao, iato a ap-
tido para receber o principio mrbido, sem a
qual resistir o individuo influencia do conta-
gio oa da infeegao, das constituicoes mediess
reinantes, ou emflm das influencia's paramente
epidmicas.
-----~
em te
o
.
para diante em grande diatancia, o nome do sua
filha eseapou-se-lhe dos labios.
Depois erguendo para o cu as m ossupplican-
tes, exclatnou :
O' mea Deus Nao devo esperar mais a
vossa graga para a minha pobre Laura? Ser
pois forgoso sacrifica-la em expiagao da minha
falta ? Ser irrevogavel a seotaDga ? O' se-
nhor! Descarregae os golpes de vossa justa
colera sobre mim. toraae os meusdias; mas
poupae a minha filha nica, nao me castiaieis
nella I
Kemenaer deixou pender os bragos; pouco
depois cobriu o roste com as mos, e assim se
conservou immovel como acabrunhado ao peso,
de lerrivel certeza. Quando descobru o rosto,'
tinha as feigss contrahidas por um sorriso
amargo e sombro.
Sim, est tudo acabada; j nao resta espe-
ranga I proseguiu elle continuando o seu cami-
Dho. Fiz da materia o objecto do meu eullo;
deixei-me apoderar do demonio dodinheiro;
adorei o oaro como urna divlndade : o senbor
serviu-se do ouro para me punir I Laura, mi-
nha querida filha, d'aqui a alguns dias mais
marchar para o supplieio: e eu, seu pae, serei
o algoz encarregado de conduzi-Ia, o al?oz con-
demoado a descarregar o gelpe sobre essa alma
to pura e to saota I Amaohaa o contrato de
casamento.... Sim, amanha I.... Animo I J
nao possivel recuar; mostremos corsgem, fin-
jamos tranquillidad6, e confianca..... sim, cari-
nhoso pae, consola tua filha, diz lhe que se en-
gaa, que ser feliz com esse monstro horrendo
que o infermo vomitou para alravesssr-se no tea
caminho como ama maldigaol.... Ohl E' maito
solTrer!
Dizendo estas palavras o pobre pse deixou
ainda mais pender a cabega. Entretanto me-
dida que se aproxmate do baoco, em que esla-
va saa filha sentada, exforgava-se por dar ao
semblante urna exprsalo menos desanimada, e
mais Grmeza ao andar.
Mas nao o cooieguiu de todo; e por mais
exforgos que fiesse lia-se sempre oas suas fei-
goes, e at no seu soriiso urna sxpresso tal de
tristeza qua revelava ntimos pesares, e crueis
tormentos.
Laura s den pela preseoga de seu pae,
quando elle estava j muito perto. Eacarou-o
com os olhos lnguidos, e murcaurou com urna,
voz extraordinariamente triste ilpumas de acolhi-
mento.
O velho sentou-se no banco ao lado da filha,
1 e pegeu em urna de suas ruaos.
\ Amaos bauare a Tiata, e guardaran silen,-

Aa molestias epidmicas devem a sea origem
e seu modo de propagagio a una, a daas ou
mais destas causas, sem que ae possa dizer que
cada ama em particular s tenha para gerar-se
e estender-se um nico meio. E' o que pretende-
mos faxer ver com algans exemplot.
A bexiga, molestia essencialmente purulenta e
contagiosa, parece nao dever sus origem e sua
diffutao senao ao contagio immediato mediato,
ou em distancia. Multas vezes, porm,' preciso
recorrer a um genio epidmico particular para
explicar os seas estrsgos Das populagoes pois a
vemos moitaa vezes reinar espordicamente e as-
sim exlinguir-ae sem tomar a forma epidmica.
O sarampo e a escarlatina que se desenvolvem
por effeito d certss constituigoes medicas rei-
nantes, ou do principio epidmico, obedecen: na
sua propagagio s leis das grandes epidemias,
sendo ao mesmo tempo a sua transmissao favo-
recida pelo contagio, o qual tanto opera pelo
contacto como em distancia, ainda qae nao se
Ibes conhega nenhum viras particular.
O typho deve o seu nascimeoto infeegao, e
propaga-se por contagio fra da esphera da ac-
gao dos focos d'onde procede. A febre typboide,
atgumas vezes tambem aprsenla propriedades
contagiosas.
A peste do oriente, oriunda e endmica das
embocaduras do Nilo e de ontras partes do Le-
vanta, como Smyrna, Damasco, Cooitantinopla,
etc., parece dever a sua origem infeegao, mas
certo que tambem se propaga pelo contagio.
Est hoje provado que mulo menos contagiosa
do que principio se suppunhs. A inocularlo, o
eontseto dos doentes, o uso das saas roupas dif-
ficilraente a transmitiera. O contagio em distan-
cia o mais ordinario, e este parece s esteoder
sua aegio a um raio mai limitado. Levado fra
dos seus focos de produegao por algum navio em
ms condigoes de ssseio e salubridade, parece
depois s dever influencia epidmica a violen-
cia de seas estragos e de saa propagagio devasta-
dora.
Aa febres intermitientes, as remitientes, as bi-
liosas, as perniciosas e a febre amarella sao todas
evidentemente de origem infecciosa e indemicas
nos paizes onde as mesmss condigoes concorrem
para entreter os focos que Ibes do origem.
E' opinio geral que estas molestias geradss
pea infeegao nenhum outro meio tenham de pro-
pagago nao ser a irradiarlo dos miasmas que
a atmosphera derrama naa circamvizinhas dos
focos, e por isso basta estar fra do alcance des-
8a iofluenefa deleteria para estar preservado de
seus ataques. Entretanto urna excepgo deve-
nios admittir para a febre amarella qae por oa-
tros meios parece gosar do privilegio de se es-
tender e de invadir paizes onde nao chega a icco
dos focos que a produzem. Deste fado con-
cluiu-se que a febre amarella era ama molestia
contagiosa, como se o contagio fosse o nico
meio que tm as molestias para se tornar epid-
micas, e lavrar pelas populagoes.
A febre amarella nao como frequenlemenle
so ffirma nascida nicamente as embocaduras
do Mississipe d'onde se derrama pelo conlagio
para os mais pontos do globo onde tem appa-
recido. Em lodos os lempos sempre foi conheci-
da como endmica das grandes e das pequeas
Antiibas ( Cuba, S. Domingos, Jamaica, Porto-
Rico, Martinica, Uuadelupe, etc.) das costas do
Mxico e uatimala, de Venezuela e Nova-Gra-
nada e emm das fozes do Mississipe, e de todas
as costas raeridionaes dos Estados-Unidos da
America. E' um Tacto hoje posto fra de duvida
pelas observaces modernas qae dos paizes, on-
de reina em grande escala, e endmicamente a
febre amarella, esta molestia nao aprsenla pro-
priedades cohtsgiosas. As experiencias de Chor-
vin, Dutrouleau e oulrosprovsm este fado, que
de mais corroborado pelo teslemunho unni-
me de todos os mdicos que exercem a su pro-
llssao neasas localidades, dos quaes os coma
que um s crea no contagio da febre amarella.
Da mesma maneira v-se que nao a considera-
rlo tambem como capaz de se transmillir desta
maneira aos povos habitantes dos paizes onde
reina.
Concorrem para abonar esta mesma opinio
as observages feilas por dos do MaraDbaw Nao
exista mezes um s caso de febre amareipnes
ta cidade : chegam da Europa jovens por'ygue-
zes que vera dedicar-se ao commercio : loueo
tempo depois e sem causa apreciavel, m ou
outro dellet accommettido do vomito pr.
capa ou sucembe, sera transmillir a mo
pessoas que os rodeiam e tratara, e no
cidade onde foram atacados do mal, em
tre essas pesaas muitas hajam que nao
(ido febre amarella ; e muitas, mesmo ain
arlymatadas no paiz. Estes factos sao de
gao quotidiana entre nos, e constituem urna pro-
va vehemente da these qae sustentamos.
Sendo pois impossivel allegar o contagio que,
como vemos, a experiencia repelle para explicar
a imporlsgo paizes estrangeiros e distantes
desta affecqSo mortfera, julgamos mais natural
que a infeegao f da qual fosse foco um navio sajo
e carregado de miasmas) a Introduzisse nesses
paizes, onde ella depois se derramassa lavrando
ao modo das grandes epidemias.
Certas affecgoes de oatareza calarrhal. a co-
queluche, as diphtheniles etc., tem feilo muitas
vezes exploso sob a influencia do genio epid-
mico, ou talvezes de certas modificages das es-
taces, e outras condigoes metereologicaa. Com-
tudo algumas vezes tambem tem revestido o ca-
rcter contagioso, ao menos em certas circums-
tanciss,
A grippe, a febre miliar, que tantas vezes tem
percorrido a Europa, sao molestias epidmicas,
cuja origem e modo de propagagio nlo podem ser
sttribuidas aeno influencia epidmica, sem
que se possa invocar, para explicar seu desen-
volvimento e propagagio, nenhuma das outras
causas por nos apontadas e estudadas. Sao mo-
lestias, segando a expreseSo de Ozsnam, pura-
mente epidmicas.
tio per alguns momentos: nada achavam para
dizer um ao outro.
Laura esteva paluda o magra; nlo obstante a
sua fronte da alvura do lyrio, e as suas faces
ques transparentes, tioham ainda esse mgico
encanto que se encootra na phisionomia de cer-
tas mogas abatidas pela molestia.
Ella e seu pae, mudos, e sentados ao lado um
do outro, assemelhavam-se a dous enfermos sa-
bidos momentneamente do seu leite de dores,
e.pedindo aos ltimos raios de sol algum allivie
aos seus sufifrimentos.
O Sr. Keasenaer foi o prlmeiro a romper esse
incommodo silencio, e pergunlou com a voz terna
e melanclica.
Minha pobre Laura, como passes esta
manha? Sempre triste I A tua mo treme ; o
teu corpo tambera estremece I MeuDsus! Ter
voltado a febre?.....
Descaece mea pie. balbuciou a moga. A
febre deixou m6 por urna vez.
Mas de onde provem esta violenta aeitaclo
quesoffres? Oquesentes? 6 v
Nada, apenas um sooho que tive esta noale,
e que perturbou-me o doscaogo; urna aceua es-
pantoaa que me fez quasi morrer de mede. Os
raeus ervos sentem-se ainda abalados por essa
lerrivel commogo. Mas isto ha de paasar; i
estoo muito melhor.
Iofeliz raeoiua! disse Kemenaer com voz
lastimosa. E' a tua dr que engendra esses
fantasmas. J nlo to triste a realidede e
tens por ventara oecassidade de pedir ao sooho
alimeato para os leus pesares? Sabes muito
bem que tudo isso nao passa do vaa e engaa-
doras illusoes 1 B
, ."7 Engaadoras illuies I repeta a joven com
triste iroDia. O meu amado pae, arma a Deus
que Vmc. diga a verdade neste momento 1 Mas
*..... me sonho era o qaadro. o cuadro
vivo e lerrivel da sorte que me est reser-
TIQ8 I
Pois bem, Lsura, conla-me as scenas que a
tua imaginagao enferma evocou esta noute. Mos-
trar-te-hei que nlo tens razo para eommover-t9
por vaas chimeres.
Essa narrago pode eontriata-lo, mea pae.
ao o creio ; porm dado o caso q assim
fosse.. onde dessbafarias os leus pesares senao
no seo do leu pae? Ser ao menos nm alliviu
para li, miobu querida filha.
Pois safta, mau pae, replicou a joven com
\ voz profundamente conmovida, saiba a caasa
da mioba agltagao a cana do mea terror Esta
noute-Uve um sonho bem eetranho. Durante o
meu som&o o espirito que em mh* vive deixou
o meu corpo; lirre das priste da materia
abriu a pagina do futuro, e mostrou do qae est
condemnaa a pobre Laura neste munde.. Eu
achava-me ao p do altar: s flores de minha
cora de noiva misturavam-se espinhos qae me
despedagavam a fronte ; o saogue gotejava sobre
o meu rosto ; senta o annel nupcial quoiraar-me
o dedo.
O sim fatal escapava-se dos meus labios tr-
mulos, que promettiam amar.... amare obede-
cer I.... KmQm eu era casada, era victima, era
escrava l.. O beijo paterno depunha-se pela
ultima vez em minha fronte ; separavam-me de
Vmc. ; conduziam-me ama morada sombra.
Por algum tempo retiniram em meua ouvidos
cantos irnicos, gritos de alegra e de triumpho :
mas finalmente ebegou a noute. Tudo ao redor
de mim tornou-se silencioso como um tmulo :
achei-me s com meu esposo. De repente vejo
traosformarem-se as suas teiges, e todo o seu
corpo ; tinha diente de mim um espirito de in-
ferno.... um demonio I Seus cabellos eram erri-
gados ; os seus denles rangiara ; os olhos erara
duas chinamas, que pareciam querer-me devorar!
E nioguem que me oavisse, ninguem que podes-
se soccorrer-me 1.... Chi de joelhos ; trmula,
e lacrimosa arrastei-mea seus ps pedindo com-
paixo com voz supplicante. Mae o monstro, sol-
tando medonhos berros, agarroa-me na mo, ar-
rastou-me pelo chao atea beira de um abysmo.
Dei um salto para traz, e consegu escapar ao ini-
migo de Deus. Os meus gritos de agooia per-
diam-se as sombras abobadas, corri por toda a
parte, bradei ; foi debalde I O cruel demonio
agarrou-mede novo pelo brago, levou-me at o
abysmo que devia ser o meu turnlo. Do mea
peilo epprimido escapou-se urna supplica : o Pie-
dada I Piedade I O qae quer de mim ?
A tua alma, urron o monstro. De ti s quero
a alma por toda a eteroidade I > Nesse ioterim
o meu espirito voltou ao seu involucro, desper-
tei : corria-me pela fronte o suor da angustia,
ardente (ebre me devoraba.... Sao chimeras, vaas
e engaadoras illusoes, nlo assim, meu pae ?
Kemenaer, como ae nao tivesse oavido esta
perguota, enchugoa silenciosamente ama lagrima
que ae lhe deslisava pelo rosto
Laura couservoa os olhos baixoa, como qae
pregados ao ehlo.
Durante algum lempo reinou entre aquellas
dous infelizes profundo silencie, mais expressivo
do que qualquer palavra que podessem dizer.
Finalmente a moca ergueu a cabega, e disse :
Eolio, meu pae, nlo ha mais espersoga ?
E' com effeito forgoso que assigne amanba esse
contrato fatal ? Hei de ver com eHeito realisado
o meu terrivel sonho ?
Ljncei mo de todos os meio, reipondeu
O cholera-morbus. na sea origem ama mo-
lestia infecciosa, e divida aa emansgoes miasma-
maticas que se exhalam das materias vegetaes
qae apodrecem as pantanosas margena do rio
Ganges, na India, de onde j por vezea tem feilo
erupgas, e partido para anas sxcurcoes mort-
feras.
Eolretanto querem algans escriptores de reco-
, nhecida autoridade que o cholera eDdemico das
margeos do Ganges senao seja o mesmo cholera
epidmico qae tem assolado a Europa, e sim on-
tra molestia, cujos symptomas, posto que seme-
lbantea, apresentam todava differengaa mui no-
tavels.
De oatro lado, verifica-se qae a Europa, mes-
mo antes do apparecimaolo do cholera aaiatico, e
em seculospsssados, j varias epidemias haviam
sido observadas e descriptas, densenvolvidas sob
a influencia de causas de insalubridade locaes e
cujos symptomas eram em tudo semelhantes aos
do cholera endmico do delta do Ganges.
Seja porm como for, o certo que o cholera-
morbus asitico e epidmico, apresenta no seu
modo de iovaslo e de propagagio todos os ca-
racteres das grandes epidemias, isto que nlo
podem seus progressos e extenslo pelos paizes
qae aceommette serem explicados satisfactoria-
mente nem pela e9treita e acanhada theoria do
contagio nem pela iofecgo qae parece nada in-
fluir para dar-lhe incremento, e nem to pouco
por qualquer conatituigo medica especial sus-
ceptivel de ser apreciada e estudada.
Se examinarmos o sea modo de camlnhar pe-
los paizes que visitn as epidemias conhecidas,
observaremos que longe de proceder de prximo
a prximo, de povoado a povoado, palas estra-
das, pelos carainhos frequentados, e outras vias
de coramuDipago, seguindo otrilho das relages
soclaes, muito diverso foi o processo de seus de-
senvolvimentos.
Assim por exemplo : o cholera depois de Inva-
dir um paiz mais, ou menos completamente,
muitas vezes sallou para paizes distantes que
poucas ou nenhumas relagea entretlnham com o
prlmeiro, deixando inclumes, no meio delles,
outros paizes que pela suacollocaglo, e commu-
nicages pareciam os mais expostos a recebe-lo
primeiro.
Noa paizes atacados muitas vezes viu-se duas
ou mais cidades {soladas e em distancis, serem
invadidas, por este flagello quasi ao mesmo
tempo.
Outras vezes o cholera depois de ter estendido
ao longe sua marcha errante e irregular, voltava
de improviso a accommetter cidades ou provin-
cias junto as quaes passara a principio sem of-
fende-las, dexaDdo com tudo algums a salvo at
ao fim, apezar de todas as facilidades ofTerecidas
a sua introdcelo.
Observemos rapidameute o itinerario de sua
peregrinaglo pela Franga em 1832.
Um simples caso de cholera (e esse mesmo
contestado) appsrece em Calais. Logo em se-
guida rebenla a epidemia em Paris transpondo
o m salto de setenta leguas tantos departamen-
tos que ficaram at ahi intactos. Ao mesmo
tempo que na capital declara-se o cholera nos
commnnas visinhas.
D'ahi se propaga a epidemia quasi simult-
neamente pelos departamentos visinhos, em du-
mero de oito, ou nove. Logo depois vae fazer
exploso a epidemia do departamento do Indae,
departamento isolado e sem communicago com
qualquer dos affectados, dos quaes separado por
tres outros departamentos al ali saos e salvos. Lm
seguida soalguns departamentos martimos do
oeste que sao affectados sem que se podesse at-
tribuir o fado a nenhuma transmissao do fla-
gello por continuidade de prximo a prximo
pois ficavam provisoriamente iseotos do mal dos
departamentos intermedioa e nada ha que possa
apoiar semelhanle hypothese. Vemos depois
rebentar a epidemia em Bordeaux (Gironde) e
em Marselha (Coceas do Rheno) departamentos
egualmente isolados, e sem coramunicaglo direc-
ta com os atacados, dos quaes estavam ainda se-
parados por urna massa de departamentos com-
pletamente isentos do flagello. S foi depois e
saccessivamente que foram sendo invadidos os
que at enlao haviam sido poupados pela epi-
demia.
Se se estudar a marcha da propagagio do cho-
lera-morbus no Brasil em 1855, ver-se-ha que
passou de umaa pera outras cidades, sem que se
Ibes podesse achar explicago plausiva! e sem se
poder seguir o fio royaterioso de sua transmissao
e de seus progressos.
Quando invade urna cidade o cholera-morbus,
nao o vemos prioeipiar a moslrar-se n'ama cas)
passar desaa para as visinhas ; e assim progredir
successivamente de ra em ra de quaneiro em
quarteirao, al ao ultimo ; antes pelo contrario,
ataca logo de principio diversas casas affastadas
sem communicago ou salta da primeira que
ataca para qualquer outra ioteiramenle fora do
alcance das irradiages que della partem e iato
da maneira mais inexplicavel e imprevista pos-
sivel. r r
Se observarmos o que se passa as casas parti-
culares, acharemos nos resaltados as rnesmss in-
certezas eas mesmas irregularidades.
Nao deixam duvida a este respeito as ob-
servages feitas em Paris, na epidemia do
cholera de 1849 por mdicos sabios e cons-
cienciosos. Nao ae v por exemplo : que do do-
ente victima do cholera passe a molestia para
outro memoro da familia, e deste para outro dos
que o assietiam e rodeavam e assim por daote.
Urna, ou duas pessoas serlo n'ma casa affectados
do cholera, fltaado os mais at ao fim iseotos e
presar vados oa,se dos quevivem sob o mesmo ted
todoas ou tres pagara-lhe tributo,muitas vezes
um atacado no eomego e oa oatroa nos fina da
epidemia.
Naa epidemiaa do cholera, nao se v qae as
pessoas empregadas no tralamento dos choleri-
cos sajara mais expostos a cootrahir a molestia
do que os outros Em Moscow. em Sio Petera-
burgo, em Londres, Paris e em Lisbos.o pessoal
empregado|oo tralamento do cholera,medicos.en-
fermeiros dos|qusesmuitos novos e extraordina-
rios,irmlas de caridade, estudaotes, aerventea de
salas de dissecglo,etp.,nlo apresentam maior nu-
mero de atacados do que as mais classes da so-
ciedade, e saa mortalidade nao excede a doa
lempos ordinarios! Vivar todo o dia em con-
tacto com os doentes, toca-Ios a todo o instante
respirar ar carregado das emansgoes de seus cor-
pos tornado impuro pelas exhalagoes de suas
excreres, tado isto nlo sufficieate para de-
senvolver em maior escala asupposta proprieda-
de contagiosa do cholera I Que explicago se po-
der dar deates factos capazea de aatisfazer ao
espirito na theoria do contagio?
De outro lado as experiencias feitas por varios
mdicos corajosos e dedicados ao progresso das
sciencias que ae inocularan o saogue, o suor
e outros lquidos de secrego; os que nao duvida-
ram beber a materias dos vmitos dos cholen-
cos ; os que veetiram as camisas dos doentes ain-
da hmidas e quentes de suor, nlo colheram de
seu denodo, e de suas experiencias, senao resul-
tados negativos I
As mies qae para aqueotarem os filhos eore-
gelados pela algidez cholenca, os apertaram ao
peilo al a morte, debaixo de cobertores, nlo pe-
garan o cholera, como pois vista destes factos
crer ne contagio desta lerrivel atlecgo.
So porm volvermos a allengo para oTre-
aultedo do systema preservativo deque laogarem
mo diferentes paizes para obstar nos seas por-
tos e fronteiras, ao iogresso da epidemia chole-
nca, taes como : lazaretos, cordes sanitarios,
etc., veremos que essas instituices longe de se-
rem efficazes, antes fornecam argumentos fortes
theoria anli-contagionista.
A epedimia com a mesma facilidade, e sem
differeoge alguma penetrou nos paizes defendi-
dos e nos que nenhuma providencia tomaram
para arreda-la do seu seio ; assim como pareceu
respeitar em algumas partes essas barreiras arti-
ficiaos, em outras deixou inclumes paizes ou ci-
dades que nenhum obslaculo'.oppuoham >eu io-
gresso.
A cidade de Lylo, ficou preservads do chole-
ra-morbus em 1831, apesar de cercada de todos
os lados pela epidemia e em relages estreitas
com os pontos circumvisiohos todos affectados,
apezar da se declarar o cholera dentro da seu
seio cm alguDs individous vindo dos lugares que
gemiam debaixo dos estrsgos do flagello i
Berlin nao poude impedir a entrada do chole-
ra em seu seio, bam que fosse defendida por tri-
plica cordo sanitario contra a approximago do
epidemia.
Em Neidemburg, em Elbing, emquanto dura-
ram as precueces preservativas conlarara-se as
cidades, um grande numero de affectados e de
morios ; depois de supprimidas diminuiu logo do
inlensidade a epidemia.
Em Danlzick tomaram-se todas as cautelas ;
cordo sanitario fra dos muros, cordo sobre o
porto, lazareto, sequestro das casas atacadas, e o
resultado foi que de 1387 Acetados do cholera,
contaram-se 1,011 morios 1
E' por esta razo que nenhuma confiauga j
hoje merecem na Entapa, as quarentenas, e dif-
ferentes meios de isolamonio e de sequestro como
preservativos da iniporlacio oa da propsgago
do cholera-morbus, e que sao em geral consi-
derados como inuteis, pelo menos, at mesmo
pelos poucos mdicos que ainda defendem o
contagio do cholera.
E' por esta razo que Dumero destes mdicos
tem diniouido tanto que hoje apenas se contar
de vinte mdicos, um que seja contagionisla.
Como sabido a Inglaterra muito que abo-
liu as quarentenas,e ainda nao teve de se arrepen-
der desta resolugo devida aos exforgos do con-
selho geral desaude, que sem duvida urna cor-
poragao coroposta de summidades scientiflcas ;
cujo saber e experiencia nestas materias nao po-
de ser considerada como suspeita.
Os estados do conselho geral de saude em
Londres tendem approvar que smente as boas,
ou mas condigoes hygienicas das populagoes, in-
flaem para atteouar. ou exarcerbar os estragos
das epidemias do chelera.
As discussoes luminosss que oceuparam algu-
mas sesses da academia de medicina de Paris,
por ocasio da epidemia de 1849, e em que to-
maram parte Martin Soln, Jolly, e outros, e
as quses os cootagioniatas se acharara em mino-
ra quasi insignificante, nlocontribuiram pouco
para derramar luz sobre esta questao impor-
tante.
Emfira o resultado das discussoes do Congres-
so sanitario ioteruaclonal reunido em Pars em
em 1850, para rgimen sanitario anlre as priuci-
paea oages da Europa, congresso onde figura-
ran] como representantes homens de alta reputa-
gao scientifica dessas varias nages, de qoe foi
relator o Dr. Melier, acabaram por fixar a opi-
nio sobre esle ojecto, fazeodo urna reforma
completa no velho systema quarentenario, que
era ja para a civillsago moderna um verdadeiro
aoachronismo, um monumento de ignorancia e
de atrazo dos seculos passados.
As autoridades que acabamos de citar, slo por
e tloCeiuripir^^ti"o.p..ober
om o sen dever e a sua conaeieucia nSHH
dassem sacrificar a vida dos povos e m!u "
pitantes interesses da humanidad** *3"P?
do coraraercio. Va influencia inUreaftrfi
urna hypolhese para nos lao inadmissivel a tari
absurda, que um s instante nao nos demorare-
mos em refuta-la. ""jurare-
Cabe-nos agora examinar o valor dss observa-
goes apresentadas por alguns medicos.tendentes i
Dbmm f'o.'rSDSml"ao d0 cholera Pel contagio,
nnrtar aStma,orp",e' Daa P^eram sup-
Stuitn, S2.."!me CrtC0 minucios e imparcial,
toa diaci.,^"0-" d9 bem "e"g tima ?ao "'entaram o rigor appa-
lo VmSE? JUlg,dS null0, A"im Pr m-
? I iIgUD?,ca,os em 1ue chegada de cer-
.ii?U!as. TeM "'idencias fortuitas, oua si i
Has destruidas por factos conlradilor os Jar.
lugar | crr no contagio. Demais. q.nao !Q-
fluencia epidmica es.ende por lodauma r*a a
do globo sua esphera de aecao edeaenvo'.iman
to como distinguir os factos que Ib.parte?
dos que devem s ser attribuidos ao S\
Admiltindo porm que sao irrecusaveis algumas
destas observas, e de autoridade incontestave!
aeguir-se-ba d'ahi que fie. esta questo resolvida
a favor do contagio? Mo por certo ; pois apenas
"caria provado que o cholera morbus algamas
vezes e em certas circamst.ncia. dadas. Poud9
presentar propriedades cont.g.o.as era gr
maU ou raeno, apreciavel. Ora, esta conseqf n.
1. nada importa para as medida, prevenlv., a
pregar contra a imputago e propagaco de
maep.demia, por is.o que o que se tala de
prov.rnaose o cholera alguma, vezes o!
rou-se aqu ou alm. contagioso, e sim se em
lodo. o. casos elle se aprsenla com esta proprie-
dade. e se nenhum outro meio tem elle de es-
tender-se e invadir a. populagoes senao trans-
m.tt,ndo-,e de individuo individuo por conta-
gio. E justamente este facto que nunca poder
ser provado pelos contagionisla,. e ,ue supera-
bundanleraente est refutada pela, observages e
pelo racciosinio. *
Do que temos diloconcluimo, pois qae o cholera
morbus deve a sua prop.g.go a influencia epi-
demic.e naoao contagio nem topoueo a infeegao
no sentido verdadeiro e rigoroso desta palavra
Determinar com preciso ascondiges necessarias
para que se desenvolva o genio opidemico que o
produz. cousa impossivel no estado actual da
aciencia. Sem duvida que a atmosphera modiC-
ada, ou alterada de um, maneira inapreciavel
aos nossos meios de eonhecer. parece cooler em
seu seio o verdadeiro principio do mal, e o
poder de o derramar pelas populagoes semeando
no seu caminho a devaslago e a morte. Qual
seja porm esse principio, ou o verdadeiro agen-
te productor d'e.ta molestia, e ainda inleiramen-
le ignorado. Alguns sabios o tem allribuido 1
influencias cmicas, ou telluricas mal conhecidas
difficeis de demonstrar, outros a preseoga no ar
da azona, principio chimico que se julgou desco-
brir na atmosphera. Estas varias hypolbeses d3o
eem anda por si a sango da experiencia e dos
fados.
O que certo, e o qae resulla tanto do raccio
mo, como da experiencia, que nenhuma efi-
cacia tem os lazaretos e quarentenas para obviar
a importago do cholera morbus em um paiz e
por isso aomente admittimos que sejam estes
meios empregados com o fim de respeitar os es-
crpulos e prejuizos dos povos, e sendo reduz-
dos ao maior grao de simplicidade possivel.
Era quanto ao sequestro e isolamenlo das casas
e dos individuos affectados do cholera durante
urna epidemia como meio de limitar seus pro-
gressos eremos que bem altamente se pronunciara
contra e.t. medida, lodo, os factos al hoje ob-
servado,. De sobejo est provado, qUe. nSo s
sao incapazes estes meios de conseguir o effeito
desalado, como que derramando pelo animo de
todos o terror de cootrahir a molestia pela ap-
proximago dos doente,, podem produzir as mais
funestas consequencias, e servir para ater mais
anda a obra da destruiglo. Inda quando fosse
verdade que o cholera podesse tranamitlir-se do
doente para seus infermelros, o que felizmente
fora de duvida que nao acontece, por humanida-
de nao quizramos que tal idea se espilhasse
pelo povo e calasse em sea animo, quando esta-
mos expostos a ser invadidos pelo cholera-mor-
bus, que est visitando urna provincia Tixinha.
Dr. A. Saulnier de Pierrelevc.
J. R. Jauflret.
[Do Publicador Maranhense.]
Kemenaer. Chore! diante delle, implorei a sua
piedade, offereci-lhe a micha fortuna para resga-
tar a minha honra e a minha liberdade ; foi im-
placavel 1 Laura, minha querida Laura, por amor
de teu desgragado paesubmette-te com resigoa-
glo tua sorle I
Eslou prompta, murmurou a ovod. O fu-
turo me inspira um horror inexprimivel ; mas as-
sim mesmo eslou resignada. Nada receie, meu
pae._ Quando chegar o dia deciaivo, lalvez aceite
a mo de Monck tranquilla e corajosa ; porque
alem dessa unio, que me rouba a liberdade, en-
trevejo um raio de esperanzas.....-
Sempre, sempre este sombro pensameoto 1
Disse Kemenaer suspirando. Queres morrer,
minha filha, sorris-te para a morte, e nlo te lem-
bras de teu pae 1 Laura, ficarei s neste mundo,
scom a lerrivel conviegao de ter conduzido ao
tmulo a ti, minba querida filha, to pura,ello
joven ainda I Pego-te que sejas mais razoavel.
C realmente urna desgraga ser-se a esposs de ao
hornera a quera se nao ama ; porem nlo urna
desgraga lio borrivel como t'o piola a imagins-
gao. Quaotas centenas de casamentos se cele-
brara todos o* annos na nossa cidade, quo Uem
por nica razo o egosmo, o orgolho, ou conve-
niencias sociaes! Na alta sociodade o dinheiro
ha estaDelecido to bem o seu dominio, que reiaa
al no proprio coraglo, tanto que nlo ha quem
deixede coofesssr que os casamentos por amor
s se fazem boje entre a gente rustica, o pobre.
Entretanto nao se descobru ainda que os ricos
sejam os mais infelizes do seio de suas familias.
Mas sabe Vmc. meu pae, respondeu Laura
com urna voz expreasiva, que pesares, que lutas,
e que odios se podem oceulisr ne my.terio de
urna familia ? Nao se v a voz do crime sahir
de lempos em lempos do palacio dos ricos, a quem
julgam felizes, para aonuuciar que acabada ser
aoniquillada urna dessas cadeias forjadas pelo
egoismo, pelo orgulho, e por isso que Vmc. cha-
ma conveniencias ?
Kemenaer estremece* ; porem conteve a saa
commoglo, e replicou tranquillo na apparencia.
Ha crimes em todas as classes, e entre os
ricos d-se um caso de cem mil dos outros :
urna excepgo mui rara, se bem que se torne
tanto mais saliente quanlo mais nobre, e mais il-
luatre o nome que ella affcta. Nao deves pen-
sar dasse modo, Laura. Bem sei que entre ti e
Monck nunca ae despertar esse sentimento, a
que chamam amor; mas com alguma vontade de
la parle, podar subslitui-lo um outro sentimen-
to egualmente doce ; quero fallar daquelle que
nasce de urna estima reciproca.
Estima 1 exclamou Laura erguendo as roaos
para o cu. Estima para o ioimigo de meu pae !
Para aquella que despojou..... Oh! pode umi
alma dividir-se em duas partes ? Pode-so odiar
e estimar ao mesmo tempo.
Nao digo isto. Laura. Sepponhamos que fe
resignas ao leu destino ioevilave!. Nao acharas
consolagao nos gozoa da riqueza e do luxo que
estiverem ao teu alcance ? lia laolaa aaogas que
de bem grado renunciariam o amor, se podes-
sem tambem briihar como lu, e eclipsar suas ri-
vaes. Acredita, nlo haver moga que naoinveia
a tua sorte.... Com effeito as tuas menores fan-
tasas aerao satisfeitas ; ters para passar o esto
magnifica casa de campo, numerosas criadas,
joiascustosas, e esplendidos toilettes. Praza
peusque essa felicidade te torne a vida, se nao
bella, ao menos supportavel Talvez que enlo
um vislumbre de paz desga ao coraglo de teu pael
Talvez que os meus derradeiros dias nao seiam
das de longo e cruel marlyrio I
Kemenaer agarroa a mo de sua filha, apertou-
a com ternura, e proseguiu eom voz suppiicante
Minha querida Laura, d-me ao menos essa
esperanca ; diz-me que t esforgars por achar
alguma consolagao e alegra nos gozos da ri-
queza e do luxo ; promelle-me que oxpillir. da
tua leoabranga a imagem da morle.
Laura arrancou a aua ralo das de seu pao com
tal vivacidade que Kemenaer estupefacto olhou
para ella com arinierrogador.
Silencio, meu pae Elle ahi vera ; Monck,
Monck 1 murmurou a moga voltando a cabeca com
terror. "
-- Domina a tua agil.glo, minha filha ; s
prudente, e ao menos tem a torga de dissimular
o que se passa em leu coraglo. Eu te pacos
ao menos polida....
Farei todo o possivel por obedecer-lhe, meu
pae, balbuciou Laura. Oh I Aquella olhar I
Aquella olhar 1 E'do demonio que vi em so-
nhos 1
Monck ainda que longe se eocaminhava ao en-
contr dos dous. O seu porle era solemne, o seo
andar ligeiro, e os ges'os disfargados. As vestes
bam lalhadas pareca- remoca lo ; na mo fazia
voltear urna bangalinha flexvel ; e no semblaole
se lhe expanda um sarriso de orgulho e de con-
teotameoto.
Emflm notava-se por seu exterior que estava
completamente satisfeito de si mesmo.
[Continuar-te ha.)
PERNAMBUCO.-TYP. DE M,DE F.F.J4 FILHO.

<
,T.
"r
MUTILADO


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