Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09595


This item is only available as the following downloads:


Full Text
I
AHO IIIVIH, ID1EIO 18i
Por tres mezesadUntados 51000
Por tresaeze vencidos 6|OO0
itBBAM 16 DE AGOSTO DE mi
Nf wat ada ota do .91^0 ^
/rti fratt ara sibsirl tor
EJCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrlno da Li
mi; Nalal, o Sr. Antonio Marques da Silva ,
Aracaty, o Sr. A. da Lemoa Braga; Cear o Sr.
J. Josa da Oliveira; Maraoso, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Para, Manoel Pinhsiro &
C; Amazonas, o Sr. Jsronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPGAO DO SOL
Alagdas.oSr. daudiuo FiUo Dias; Baha,
g Sr. Jos Martin AWm ; Rio da Janairo, o Sr.
i oa Paraira Martina.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todos os dias as 9# horas do dia.
a ..\Vaa"eTraaG.0"n** P"'byb* n" "gandas
S. Antao, Bexerros, Bonito, Guaw, Altinho
a Garanhuns as terjae-feira.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Breio, Pea-
n!,er1r/-,.lDgzer"' Fior"' Villa-B",Boa-Viata,
Ouncarya Ei nasqaaitas-eira.
Cabo, Serinhaam, Rio Formse. Una.Barreiros
Agua Preta, Pimenteira a Natal quintas eiras.
[Todos os crralos partera aslOhorasdamanha!
Il'UEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
2 Quarte crcente as 2 oras a 15 mnalos *
tarda:
9 La chaia as 7 horas a 12 minutos da man.
16 Quirta minga anta as 5 oras e 5 minutos da
larde.
24 La norial Choras minutos 59 da (arda.
I PREAMAI DE 110JK.
Prlmairo sa 7 boraa e 42 minutos da manh,
Segando aa 8 horas e 6 minutos da tarda.
PauxiDi nos T*roRKS costbiros. japJIENCIAS DOS TRIBUNAKS DA CAPITAL
,l"\ "' '* Alago 5 SO; para norial
at a Granja 14 a 39 da aada mas.
PARTIDA DOS OMHIBUS.
Para o Reelle: do Apipucos is 6 li2. 7, 7 \** s
a.81|2 da m.; de O lindo aa 8 d; m. 6 aM de
Jaboato islii da m.; da Caxang farzea
is 7 da m.; da Btmfiea is 8 da m.
Tribunal do commercio: segundas a quintil.
Ralsjio: tarja a sabbadoss 10 horas.
Facunda: quintas s 10 horas.
Julzo do commarcio : ganda* ao malo dia.
Dito da orphaoa: tareas a aaitaa is 10 horas.
Primoirarara do ciral: tarjai a axtasaa maio
o Caxangt Varzea is 4 li4" para.flvAea Segunda rara da slral: quartat* aabbados il
as 4 da t.
Do Raeie ; para o Apipueot s J'l*. 4, 4 14,
4 1|2. 5. 5 lU, 5 1[2 e 6 da t.: -" Olinda i 7
da m. a 8 t|2 da t.; para Jobo**9 <* '* para
hora da tarda.
PARTE 0FFICI1L
das da semaja.
11 Segunda. S. Tiburcio eSu/ans rcm.
,12 Terca. S. Clara v. f.; Ss. NiroJa e FontioOV
|13 Qqarta. Sa. Jlvpolilo e Cissiano mu.
;14 Quinta. S. Euzebio aac.
|15 Sexta, sjja Assun;pjao de Nossa Serihora.
1G Sabbado. S. Roque f. ; S. Jaciniho,
17 Domingo. S. Joaquina pae de N. Scahora.
A3SIGNA-SE
no Recite, deneia ns.6e8,dos propriatariosManoal Fliit'.-
roa i Paria 4 Filho.
Ministerio da n tarn ha,
Lei n. 1,164 do 1* de agosto de 1862.
Fixa a forja naval para o anno financeiro da
1863 a 1864.
D. Pedro II, por graja de Dos e unnime ac-
clamajo dos poros, Imperador constitucional e
defensor perpetuo do Brasil, fazemos saber a to-
dos os noisoe subditos que a assembiea geral le-
gislativa decretou, e nos queremos a lei seguate:
Art. 1* A forja naval para o anno finauceiro
de 1863 a 1861 constar :
1" Dos ociaes da armada edas demais elas-
sea que fr preciso embarcar, conforme as lota-
jes dos navios, e estado-maior das diviies
navaes.
2* Em circamstaocias ordinarias de 3,000
prajas de mariuhagem e do pret dos corpos de
marinha embarcados em navios armado e trans-
portes, e de 5,000 em circamstancias extraordi-
narias.
3* Do corpo de imperiaes marinheiros das
companhias de aprendizes marinheiros, creadas
pelas leis anteriores, do batalhao naval e do corpo
de imperiaes marinheiros da provincia de Mato-
Grosio ; continuando a autorlsacao para eleva-lo
ao seu estado completo.
Art. i' A forja cima mencionada ser preen-
chida pelos meios autorizados no artigo 4a da lei
c. 613 de 21 de agosto de 1851.
Art. 3 Os aspirantes que foreni reprovados em
qualquer das materias do curso da escola de ma-
rioha, e os que perderem algum dos annos do
mesrao curso em coosequencia das faltas de que
trata o 1 do artigo 41 do refzulamento que bai-
xou com o decreto n. 2,163 do Io de maio de 1853
podero repetir as ditas materias ou annos, como
alumnos externos, e ser de novo admillidos ao
internato se obtiverem approvajao plena e forem
menores de 18 annos.
Art. 4o Oj alumnos externos da mesma escola
que forem approvados plenamente nos tros annos
do respectivo curso e liverem dado provea de
bom comportameoto, poderao ser admiltidoB ao
servijo da armada como guardas-mtrinhas, urna
vez que se sujeilem s condi;oes estabelecidas
vara os alumnos internes no referido regutamen-
to, e nao teoham idade maior d'e 18 annos.
Art. 5" Ficam revogadas todas as disposijoes
em contrario:
Mandamos por tanto a todas as autoridades, a
q era o conhecimento e execujo da referida lei
perlencer, que a cumpram e fajam cumprir e
guardar tao inteinmente como colla se contem.
O secretario de estado dos negocios da marinha
a faja imprimir publicar e correr.
Palacio do Rio de Janeiro, em 1 de agosto de
1862, 41 da independencia e do imperio.Im-
perador, com rubrica e guarda.Joaquim Rai-
mundo de I.amare
Carta de lei pela qual voisa mageitade impe-
rial manda executar o decreto da assembiea geral
legislativa, que liouve por bem sanccionar, para
regular a forc naval no anno fiannreiro de correr do Io de julho de 1863 at o ultimo de
unho de 1864.Para vo9a magestade imperial
ver.__Joaquim Mara de Souza a fez..Joao Lins
Vieira Cansanfao de Sioimb.Sellada na chan-
cellara do imperio, em 5 de agosto de 1862.
Josino do Nascimeolo Silva.Foi publicada a
presente lei nesta secretaria de estado dos nego-
cios da marinha em 6 de agosto de 1862.Fran-
cisco Xavier Bomtempo. Registrada fl. 4 v. do
livro coropeteuto. Secretaria de astado dos ne
gocio da marinha, am 7 de agosto de 1862.
Jos Pereira de Audrada.
d. 179, (ax-ae preeiso que Vmc. mande organi-
ssro orjamento da despeza a faxer-sa com o es-
goto desaguas pluviseique ficam estagnadaa na-
quelles lugares.
Dito ao conaelho administrativo.Promova o
conselho administtalivo a eompra dos medica-
mentos constantes do pedido junto que sao ne-
\essano pharmaaia militar desla guarnijao.
\ Portara.O presidente da provincia attenden-
> ao que lhe representou a Associajao Typo-
^.aphica Pernambue.D*. e em viata do que dis-
poe o a do artigo 29 do decreto n. 2,711 de
19 de dazembro de 1860, resolve nomear para o
lugar de presidente da mesma AiaotiojSo, o ci-
dadao Franklin Nelto de Azeredo Coulinho.
Dita.O presidente da provincia attendeudo
ao que requeren o Dr. Joa Quintioo de Castro
Leao, juiz de direito da comarca do Limoeiro,
resolvo eonceder-lhe 15 dias de licenja eom or-
denado na forma da lei para tratar de sua saude
nesta capital.
Dita.O presidente da provincia attendendo ao
que rcquereu o segundo cadete primeiio sargento
Carlos de Souto Gondim, preso sentenciado no
presidio de Fernando, resolve cooceder-lhe li-
cenja para transportar na presente viagem do
hiate Sergipaao para esta capital, os legumes de
sua colheita all existentes.
Dita.O presidente da provincia attenlendo
ao que requereu Querino Joaquim Madeira re-
aideoteno presidio de Fernando, resolve coace-
der-lhe licenja para transportar na presente
viagem no hiate Sergipano para esta capital, o
milho e feijao que tiver recebido em pagamento
os genero alimenticios que all vendeu.
Despachos do dia 1 a de agosto.
Requerimentot.
Bernardino de Oliveira Coragem.Como re-
quer, sendo este apresentado ao Sr. director da
repartijao das obras publica.
Coafraria de Nossa Seohora da Cooceijao de
Itamarac.Junte a supplionte o titulo de doa-
jao e as de aforamento de que trata.
Frederico Miguel de Souza.Informe o Sr.
inspector da thesouraric de Fzenda.
Padre Florencio Xavier Dias de Albuquerque.
Informe o Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial.
Jos Antonio da Silva Mello.Iuforme Sr.
commandante superior interino de guarda nacio-
nal deste municipio.
Jos Vicente Ferreira Barros.Passe
concedendo a licenja pedida com
na forma da lei.
Luiz do Reg Barros.Informe o Sr, inspec-
tor da theouraria de fazenda.
Manoel Joaquim Alvares de Oliveira__Nao
existe a vaga de que trata o supplieante segun-
do informa o Sr. inspector da theaouraria de fa-
zenda, nem compete o seu preenchimento a es-
ta presidencia.
D. Maris Isabel de Jess Moraes.A'vista das
informajes cao tem lugar o que requer.
Os religiosos do convento de Nossa Senhora
do Carmo do Recite.Uirijam-Sf -
dante superior inieduu ua guarde nacional,
quem se officia oo sentido que requer.
Haino Marque de Castro.A'viata da infor-
8 8(30, lQ.-liUllO.
Ulpiano Bezerra de Mello.Informe o Sr. Dr
delegado encarregado do expedienta da repart-
cao da polica.
W. J Lindsez.Informo o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
portara
vencimentos,
60YERNO DA PR0VIXC1A.
Expediente do dia IS de agosto de
186*.
Offlcio ao Exm. presidente do Imperial Ins-
tituto Histrico e Geographico da corte.Sendo
conveniente que a bibliolheca do Gymnaaio des-
ta provincia possua as Revistas do Imperial Ins-
tituto Histrico e Geographico, vou rogar V.
Fxc. que se digne nao s de remetler-me para
e judie Gm as que houverem dispouiveis como
de providenciar so fdr isso possivel para que
essa remessi continu a ser foita trimensilmen-
te. Pejo anda V. Ere. para o mesmo fim a
obra de Jaboato reirapressa pelo Instituto.
Dito ao presidente da relajo.Por portara
desta data removi o promotor publico da comar-
ca de Tacarat bacharel Ignacio Dias de Lacerda
para a de Flores, o do do Ilrejo bacharel Fran-
cisco Jos Fernandes Gitirana para a de Tacsra-
t, o da comarca de Flores bacharel Bsrtholo-
meu Torquato de Souza e Silva para a do Limo-
eiro, e o desta, baeharel Cesar Octaviauo de Oli-
veira para a do Brejo : o que communico V.
S. para seu conhecimento.Fizeram-se ss ou-
tras communieacoes.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmiti V. S. para seu conhecimento e di-
zecjao ainclus' copia do officio que em 22 de
julho ultimo ob n. 3 me dirigi o ministro bra-
8ilero em Londres do qual consta que dra acei-
ta a Ultra de & 10,000.000 sacada pela socioda-
de commanditaria Amorim, Fragoso, Santos &
C, sobre o Union Baok e a favor dos novos
agentes financeiroa naqulla prajs.
Dito ao mesmo.Teodo approvado o contrato
junto por copia celebrado pelo director do ar-
senal de guerra com o mostr do hule nacional
Sergipano para o transporte ao presidio de Fer-
nando de Noronha dos sentenciados de justija
pelo preco constante do mesmo contrato : assim
o communico V. S. para seu conhecimento e
direejo.
Dito ao mesmo.Constando de offlcio do en-
genheiro W. Martineau de 9 do ccrrenle que os
impreileiros da ponte de ferro entre o Iheatro de
Sania Isabel e a ra da Aurora executaram no
mez de julho prximo lindo servijo na impor-
tancia de 16:0005000, recommendo V. S. que
avista do competente certificado mande pagar
isa quantia tos referidos empreileirjs, conforme
olicitou o predito engenheiro.
Dito ao iespector da thesouraria provincial.
Em vista do competente certificado monde V. S.
pagar ao arrematante da obra do Gymnasio Pro-
vincial a quantia de 1:0139332, a que tem direi-
to por haver feito dous tercos do acrescimo ad-
dicional daquella obra segundo consta de offlcio
do director da repartijao das obras publicas, da-
tada d6 9 do correte sob n. 181.
Dito ao commandante snperior do Recite.
Slrva-se V. S. de expedir suas ordeos afim de
que urna guarda de honra de algum dos bata-
llioes da guarda nacional deste municipio scom-
pmhe a procissao de Nossa Senhora da Boa-
Morte, que tem de sahir do conveoto do Carmo
desta cidade, pelas 3 horas da tarde do dia 14 do
correte.
Dito ao juiz de direito interino de Garanhuns.
Com a copia da informajo Jo inspector da
thesouraa de fazenda n. 748 de 11 do crrante,
respondo ao officio que Vmc. me dirigi em dala
da 28 do mez pasaado, e sob n. 48, acerca dos
vencimentos do fallecido tenente Joaquim Car-
doso dos Santos.
Dito ao director das obras publica.Para que
eu possa resolver acerca do que pedem os mora-
dores dos lugares denominadosCruz di Almas
eCrax das Almas das Mojas, bem como os da
Ponte de Ucha, Arrsial e Aflictos, no abaixo
asaigoado sobre que versa a informajo minis-
trada por as repartico em 9 do correte aob
Commaiido das armas.
Quartel-general do eommando das
armas de Pernambuco na cida-
de do Recite em 14 de agosto
de 1868.
ORDEM DO DIA N. 120.
O general commandante das armas faz publi-
co para conhecimento da guaroijao a devldo ef-
feito, que approvou o eagajamenio qu liontem
contrahio o soldado da 3a companhia do 7o ba-
talhao de infantaria Eduardo Bispo de Saol'An-
na, para servir por mais seis annos no termos
do decreto e regulamento do 1" de maio de 1858,
conforme participou o Sr. commandante interino
do referido batalho, em offlcio n. 511.
Faz publico outro sim que honlem se apresen-
tou viudo da provincia das Alagoas, o Sr. 2* ci-
rurgio do corpo de saude do exercito Dr. Abra-
ho Bruno da Cmara, que regressou da villa
de Tacarat com escala por aquella provincia.
Assignado. Solidonio Jos Antonio Pereira
do Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelho, capito
ajudante de ordeos encarregado do detalhe.
lia
saquencia do valor ofBcial que na lei se lhe quer
dar.
sofiYr ella slguma modiOca-
Buenos-Ayres
28 de julho de 1862.
A lei sobre capitalisajo, que o senado votou
na quinzena paseada, tem sido u tpico principal
das discussoes na imprensa, nos saraos e nos bo-
te juina durante os ultimas dias do mez que
corre.
O povo de Buenos-Ayres, essencialmonte vo-
luvel, que ao principio aceitou com multo en-
thusiasmo a idea de se federalisar toda a provin-
cia, j nao est de accordo com este pensamento,
tornando a acariciar a co existencia de ambas as
autoridades nacional e provincial, como a me-
Ihor da combinajes possiveis.
Eruquanto a commisso da cmara dos repre-
sentantes no congresso nacional estudava a lei
votada no senado sobre capitaliaaco, teve a mi-
nora da mesma cmara a habilidad; de fazer
passar a seguinte lei, que, depois de approrada
tambara pelo senado, se mandou cumprir :
Art. 1 O encarregado do poder executivo
nacional entrar immediatamente na posse dos
ramos de servijo que, segundo a constituijao,
pertencem ao governo nacional o esto. debaixo
da sus jurisdiejo em todo o territorio argen-
tino.
< Art. 2* Ficam comprehendidos na disposi-
jao do artigo antorlor todos os assumptos nacio-
naes incluidos no orjamento de 1839, da provin-
cia de Buenos-Ayres, e que pelo tratado de 6 de
juoho de 1860 ticaram aob o rgimen e admiois-
trajio do governo da referida provincia al re-
solujo do congresso.
Arl. 3" O governo nacional entregar no Io
de todos os mezes das rendas produzidas pala
alfandega de Buenos-Ayres ao governo desta pro-
vincia a aomma que fr neceisaria para fazer ef-
fectiva a garanta conveociooada e cobrir as ver-
bas do orjamento provincial, inclusive a divida
interna e exlerna comtemplada no orjamento ge-
ral da dita provincia de 1859, na parte a que nao
chegarem as suas reodas provinciaes determina-
das no referido orjamento.
Como se v do contexto desta lei, decide se o
congresso por conservar a autonoma desta pro-
vincia, pelo que com algum fundamento se pre-
sume que o projecto do senado ser rejeitado
pela cmara dos representantes.
Occupa se esta mesma cmara actualmente em
diicutir a lei da alfandega que estabelece a
igualdade de tarifas e o modo de pagaros direi-
tos as provincias onde nao ha papel-moeda,
maresndo om typo para reduzir as onjas de ou-
ro, o qual foi lindo em 400 pesos, moeda cor-
rente de Buenos-Ayres.
A imprensa considerou altissimo este typo, e
pronunctou-se contra He, considerando-o pre-
judicial a esta provincia, que desta forma teria
sempre o oaro por prec,o muito elevado em con-
Provavelmente
Jo no senado.
O governo submetteu tambera ao congresso um
projecto de lei para regular a divida-intern, que
foi recebido com grande enthusiasmo em alau-
maa provincias do interior.
Entretanto regeitou a cmara provincial o pro
jeclo, de que dei conta na minha c
e que autorisava o governo a contrarrtt
prestalo de seis milho-; >*< p> fortes para
crear fundo. Kui>iicos, amortizando urna somma
consideravel de papel-moeda.
Foi isto motivo para que o Sr. Riostra, minis-
tro da fazenda, dsse demissao do sen cargo, mas
at este momento nao mo consta que tenha ella
sido aceita.
A imprenaa deplora unnimemente esta occor-
reucia, e roga ao Sr. Riestra que nao abandone o
general Mitre em momentos to solemne. Vem
este iocidente confirmar a opioio que n'uma das
minhas ultimas correspondencias manifestei de
haver a renovajio das camaraa provinciaes ro-
bustecido a oppoiijo, de maoeira que quando
na legislatura provincial te tratar da questo da
capilalser derrotado o general Mitre.
Tambera se approvou no senado a lei que su-
torisa o governo a contratar a contrucjo de
urca via frrea do Rosario Cordova. Na mesma
cmara apresentou o sonador Ezarde um pro-
jecto sobre trras, que pode ser materia de des-
gostos com slgumas provincias, apezar de sor
elle geralmente considerado de nullidade e con-
veniencia publica.
O prejecto o seguinte :
Arl. Io Todos os territorios existentes fra
dos limiles ou posse das provincia sao nacio-
naes, alada que tenham sido alienados pelos ao-
vemos provinciaes desde 1 de maio de 1853.
Arl. 2. O poder executivo nacional pedir
com a maior brevidade dos governos provinciaes
os dado necessario para fixar os limite das
suas respectivas provincias nos termos do 14
art. 67 da constituijao.
Art. 3o O poder executivo nacional apre-
sentir urna reseuha das Ierras mcionaas ven-
didas ou oneradas pelo governo da confede-
rajao.
Art. 4." O governo nacional nao dar anda-
mento algum aos requerimenlos que se fierem
para acquisijo de trras naciones, nem poder
dispor deilas emquanto o congresso nao estabe-
lecer o modo da faze lo.
A 17 do correte sahiram da cidade de Cordo-
va, em marcha para esta capital, as forjas expe-
dicionarias que estavam s orden do general
Panuero.
Antes da partida parece ter havido conci-
liajao entre as duas fraajoes do partido liberal
naquella provincia, e por estes dias deve-se ter
procedido slli a eleijio de deputados ao con-
gresso, que, segundo as melhores informajoes,
sero os mesmos que j aqui estiveram, com ex-
cepeo de Viso, que desisti dai" ts~*i,~r-
=...'.. ...i,.I..I4- r.. fraejo dissidenle.
'Tambera o general Paunerose reconcilioj com
o goveraador L'otae. .
Das le domingo 27 ..trata-te em toda a rep-
blica da eleigao de eleilore que tOoi de esco-
Iher presidente e vice-presideole.
Na uoile de 26 houve em casa do general
Mitre um baile em obsequio dos senhores do con-
gresso.
Das de mais provincias nao ha novidade que
mereja meujo.
30 de julho.
Depois da sahida do paquete de 23 que levou
carta miuba, offerece-se boje occatiao de reme-
ter outra em addilameoto.
As occorrenclas novas sao o projecto qu6 apr-
sente a minora da cmara dos deputados do
congresso nacional, e a carta do general Mitre ao
seu ministro da fazeoda, nao adraitlindo a re-
nuncia que este fizera da sua pasta.
A carta do general Mitre tem produzido gran-
de seosajo por importar um protesto contra a
cmara provincial, e que pode considerar-se a
primeira pedra para fundar o antagonismo dos
poderes provinciaes com o futuro presidente.
Vw-se tolavia desta carta que o prestigio do ge-
neral Mitre vai decahindo todos os dias na pro-
vincia da Buenos-Ayres, assim como do projec-
to a que me refer, e que, abaixo copio, se de-
duz claramente que cada dia apparecem novas
exigencias da parte dos que sepropem estorvar
a obra da definitiva organisajo da Confederajo
Argentina, querendo dar lhe outro presidente
como Derqui.
O projecto este :
Art. 1.a As autoridades que exerca o go-
verno nacional continuaro a residir oa cidade
de Buenos-Ayres st se estabelecer a capital da
repblica, conforme o art. 3. da constituido.
Art. 2.a O encarregado de P. E N. mandara
preparar convenientemente os edificios em que
tvarem de trabalhar o congresso, o presidente,
o ministos, e demais repartijOes publicas do go-
verno nacional.
Art. 3." O archivos do congresso, ministe-
rios, cootaloria, secretaria e todas as repartijoes
do extincto governo da confsderagio que exis-
ten! na cidade do Paran sero trazidas com a
maior brevidade possivel para o lugar da resi-
dencia provisoria das autoridades nacionae.
Esle projecto entra amanba em discusso,
juntamente com o j approvado pelo senado, ha-
vendo esperanzas de que cia este ultimo. Mas,
se nao cahir, e fra de duvida que a assembla
provincial, cuja desaffeijo ao general Mitre fica
oflicialmente provada com a publicago da carta
de que falle!, se oppor enrgicamente federa-
lisajo de toda a provincia, lendo a seu favor a
opimo da imprenaa e do povo potlenho.
Fizeram*se as eleijoes de elellores nos dias
marcados. Ns cidade de Baenos-Avres somenle
seis parochias formaram mesa, sahiudo eleitos
cidados allectos candidatura do general Mitre.
Os peridicos de S. Juan do noticia de se to-
rera levantado all amostras de metal de cobre
com fragmentos de ouro de ama mina descoberta
em Morado. Das outras provincias nada mais.
As onjas ficam a 420 vista.
No Estado-Oriental o negocio que anda esta
quinzena tem oceupado a attenso publica a
discusso da convenjao com osjisele da Fran-
ja e Inglaterra para ajuste definitivo da divida
proveniente de prejuizos de guerra.
A cmara dos deputados, depois de calorosos
debates, approvou eita convenjo, que passou
para o aenado onde ter igual sorte.
A imprensa oficial confia que o governo bra-
siletro protestar perante aquellas duas najes
contra os effeitoa de urna convenjo que menos-
caba os direitos anteriormente adquiridos por es-
se imperio.
O Pueblo, peridico de opposijo, records
tambem aos legisladores o art. 10 da convenjo
celebrada com o Brasil em outubro de 1852, em
virtude do qual ticaram hypothecadas toda's as
rendes do estado, especialmente os direitos de
alfandega, ao pagamento das sommas empresta-
das pelo imperio e seus juros. E' opportuno re-
cordar isto, porque parece certo que o encarre-
gado de negocios do Brasil em Montevideo pro-
teatou contra todo e qualquer acto que possa des-
truir aquella garanta. O governo de Berro, cuja
poltica consiste em adiar as questoas em vez de
resoWS-lss, provavelmente nao tomar em con-
Iderajo eate protesto, nem mesmo nolle se
apoiar para procurar algum ajuste que possa sa-
tisfazer a todos.
Por causa de ama reprosentajio que a 18 da
julho se fez de um drama do toi-disant litteralo
D, Antonio Dias, intitulado o Trinta Tres, m
em qaa se ridicul'fisava a najo braiileira, as-
seguram-me oim o encarregado de negocios des-
se imperio pio algumas explicajas ao gover-
oo. que effrclivamente tomou as providencias
conufoiepaes, dirigindo-se aobefe de polica e
' *os tbeatros pira fazer cessar semelhante
a do que tinham soffrido os estancieiro
sa da sueca que experimentamos o anno
priofiniam azora a aorer novos males
exceivos fros, tendo a geada queimido
os pasto, de modo que o gado que estava ma-
gro etl morrendo em numero consideravel.
A 27 naufragou leste d Ponta-Brava o bri-
gue italiano Raphaelina, salvando-se os passa-
geiros e alsjsjns gneros.
[Jornal do Commercio, do Rio.)
487;296800
156:rJMiOOO
237:93g050
INTERISR
Bio de Janeiro, 3 de [agosto,
Cootiouou hootem a sessao de assembiea geral
do banco do Brasil, soba presidencia do Sr. con-
aelheiro Candido Baptista de Oliveira.
Apresentaram-se 133 accionistas representan-
do 45,806 acjes.
Occuparam as cadeiras de primeiro setretario o
Sr. commaodador Dr. Roberto Jorge Haddock
Lobo, de segundo dito o Sr. commendador Joa-
quim Antonio Fernande Pinheiro.
Foi lida e approvada a acta da reunio anterior.
O Sr. Dr. Fausto requereu, na forma do artigo
41 do regiment interno do banco, que fosse feita
por escrutinio secreto a votajo da proposta do
Sr. baro-de Mau.
O Sr. baro de Mau declarou que tencionava
fazerB3se pedido por se tratar de assumpto de
grande importancia.
O Sr. presidente lembrou, a a assembiea ap
provou, que se effecluasse em urnas separadas
simultneamente com a eleico da proposla dos
fiscaese suppleoles da direcloria.
Correado o escrutinio, declararam os Srs. lrik,
Dr. Coelho de Castro e Jos de Miranda Ribeiro
que nao votavam sob a proposta, pediudo que
fosiem incluidas na acta essas declarajoes.
Encerrado o escrutinio, recolheram-se 13t ce-
dulas, representando 1,011 votos, que davam a
maioria absoluta de 506, hsvendo 3 cdulas ero
brinco.
Da apurajio resultou 55 cdulas com 278 votos
contra e 75 ditas cora 710 votos a favor da pro-
posta, que foi por tanto approvada.
Passando-se eleijo dos cinco supplenles, fo-
bsrgador Severo Amorim do Valle, na forma da
le o. 639 de 26 desetembro da 1857.
Art. 5. O ministro e secretario de estido
do negocios da marinha autorisado para des-
pender etc.
c Em vez do 7,232:0005575
dga-se .........
7. Em vez de 527:2962300
diga-s .......
9. Em vez de 186:6143
o^go-se.........
13. Em vez de 229:9318050
diga-se ; ......
Sendo 8:0005000 especialmente applicados
continuijio dos melhoramentos do porto da ca-
pital da provincia da Parahiba, emprehendidos
pela respectiva capitana.
21. Em vez da 1,890:0005000diga-se .
2.100.000J.
2. Em vez de 346.0O0S000diga-se.......
440:0005.
E accreicente-sesendo 50:0003
lhoramento do porto da capital do Ceir e.......
i0:00# para melhoramento do rjorto deMa-
ramguape, provincia da Parahiba do Norte.
t Art. 6. O ministro e secretario de estado dos
negocio da guerra autorisado para despen-
der etc.
Em vez de 11.637:3545684 di-
ga-se.............................
4. Em vez de 27:0965di-
ga-se..............................
5. Em vez de 282:6495200
diga-se........................
6. Em vez de 1,805:3225179
diga-se.................v.....
8. Emvez de 5.717:5015330
diga-se........................ 6,110:4205780
5 14. Em vez de 300:000
diga-se........................... 360 0005000
a Art. 7. O ministro e secretario de estado dos
negocios da fazenda autorisado para despen-
der etc.
10 Accrscente-se nao se comprehen-
deadoajudas de custo a individuos pela primeira
vez nomeados para empregos de fazenda os quaes
licmi abolidos.
20. Accrescente-seinclusive o valor das
desapropriajoes que o governo mandar fazer
dos dou predios contiguos ao edificio da alfande-
ga da Baha.
26. Em vez de g di-
ga-se .M........................
com o servijo do omprestimo do
1858.........,....................
28. Aiiantamento era Lon-
dres por coi ti da companhia
rara recolhidas 138 cdulas, representando 1023 uioe Industria..........*...... 422:4713110
obtivera'm
447 voto.
380
212
194
votos; maioria absolali 512.
Obtiveram-a eforasa proclamados supplentes os
senhores :
Joaquim Jos Soares da Silva, com. 732 votos.
Bernardo Cuainatt^ d.e Frfijflfc cpm.
Para a eleijo do dous supplentes que filtam
ten. de qualroseflkiles accionistas, que nc
maioria^^Bluta do votos :
Jos iot^^feo Gome Braga, obtevo.
Joo TeJIKra da F. Guimare, obteve
Josa .^ic&Cso Muniz, obteve. .
Jos Miri/do Amaral, obteve. : .
Para a lleijo de fiscaes recolheu-ia o mesmo
numero ore cdulas com iguaes votos, sahiodo
eleitos os senhores.
Dr. Joo Manoel P. da Silva, cortT. 874 votos.
Visconde de Ypanema, com. 701
Foi convocada nova reunio para amanha,
atim de proceder-se eleijo dos dous supplon-
tes.
6
Honlem na cmara dos deputados, depois de
ser rejeitado o requerimento do Sr. Cruz Macha-
do cuja discusso ficra encerrada oa ultima ses-
sao, cootiouou a discusso dos addilivos.
Foram anda offerecidos os seguintes :
Sub additivo ao additivo do Sr. Carvalho Reis
e oulros senhores sobre a innovarn do contrato
eom a navegajao a vapor do Maraoho: E'
igualmente o governo autorisado a innovar o con-
trato de navegajao a vapor com a empresa que
actualmente faz este servijo para a provincia do
Espirito Santo, pelos portos de Rapemirim, Vic-
toria e S Malbeus, podendo augmentar a respec-
tiva subvenjo e alterar o numero de viageas e
escalas.A. Pereira Pioto.Silva Nunes.
a Emenda ao projecto n. 50 apresentado co-
mo additivo :
O agente do correio da cidade de S Joo de
El-rei ter os mesmos vencimentos do offlcial pa-
pelista da administrajo do correio da provincia.
Salathiel
< Fica approvado o decreto n. 2,734 de 23 de
Janeiro de 1861, que allerou o syslema de polica
sanitaria nos portos e fixeu os vencimentos dos
empregados de saude dos mesmos.F. C. Bran-
do.
O Sr. Junqueira offereceu um requerimento
para que foase remedido a commisse de fazenda
o additivo sobre a companhia Uoio e Industria
e depois de um debate entre os Srs. Lima Duar-
te, Luiz Carlos, Martirn Francisco, Junqueira,
Marlinho Cmpos, C. Ottoni e Henriques, foi re-
jeitado.
Continuando anda a discusso dos additivos
orram os Srs. Maitim Francisco e Ottoni, e ficou
a mesma discusso addiada pela bora.
A 1" commisso de orjamento apresentou a
seguinte redsjo das emendas approvadas na 2a
discusso da proposta do poder executivo que fi-
xa a despeza e orea a receila para o exercicio de
1863 a 1864:
A assembla eral legislativa decreta :
CAPITULO I.
Despeza geral.
a Art. 1. A despeza gersl do
imperio para o exercicio de 1863
a 1864 fixado na quantia da J
(substitua-se a somma da propos-
ta por aquella que afioal se ven-
cer), a qual ser diatribuida etc.
Art. 2. O ministro e secretario de estado dos
negocios do imperio autorisado para despen-
der, etc.
Em vez de 4,735:5305086diga-se 9
10. Em vez de 170:0005diga-ee 168:6005.
< 13. Em vez de 219:000$diga-ae 240:830$
29. Sapprima-se.
30, dem.
31. Passa a 29. Em lugar de 43:0005-
diga-se 20:0003
30.
s H. Em vez de 605:6815706diga-se......
< 32 passa a aer
i 5 33 dem 31.
c $ 34 dem 32.
8 85 idem 33.
3


I
tfl
36 idem 34.
37 idem 35.
38 idem 36.
39 idem 37.
40 idem 38.
41 idem 39.
42 idem 40.
< j 3 idem 41.
Art. 3, O ministro e secretario da estado
nos negocios da juatija autorisado para despen-
der etc.
Em vez de 3,163:2945945-
diga-se........ $
< 1. Em vez de 159:040
diga-se.........151:0408000
ficando supprimidos os dous la-
gares de 1* officiiesda secretaria
queaeacham vagos.
3-* Aecreiaente-seincluida a quantia de
3000$ para pagamento do ordenado da dasem-
29. Adiantsmento da ga-
ranta de 2 0^0 provinciaes das
estradas de ferro da Baha....... 377:3545518
30. Differenjas de cambio
nafi W.p*JVrardlstro e ecVeu"*.- ****$!*
negocios da agricultura, commercio e obras p:
blicas satttorisado pera Uosp?nder etc.
a Em vez de 8,211:97*5061
diga-se........................... $
a 1. Em vez de 170:000^000
diga-se........................ 203 8005O0O
< sendo o augmento de 38:8005 para igualar
desde j os vencimentos dos empregados desli
secretaria aos de igual cathegoria da secretaria
de estado dos negocias do imperio, e ficaudo o
governo autorisado para supprimir os empreg'S
que julgar diapensaveis.
3. Em vez de 20:0005000diga-se........
40 0005
9. Accrescente-separticipndoos bairros
de S. Christovo, Andarahy e Eogenho Novo do
beneficio da illuminajoja gaze substituidos desde
j por combustores degaz os lampeoes de azeile
anda all existentes; sendo este e sua adminis-
trajo extinctos proporjo que se fr dando a
referida subslituijo.
'
980:700.
Sendo 20:0005 para auxilio e coocluso do
caes da cidade de anlos e 50:0005 corao garan-
ta de juros aos capitaes de qualquer empreza
que se proponha realissr a navegajao a vapor nos
nos de S. Francisco e das Velhas em sua conti-
nuajo.
c 12. Em vez do .........
1,014:4685155- diga-se.......... 11:0002000
a Supprimindo-so a seguintes
despezas
Africanos livres e sua admi-
nistrajo [emquanto nao forem
emaneipados]....... l.OOOfOOO
Seguranja do morro do Cas-
teilo .......... 100:0005000
Caljamenlo por parallelipi-
pedos......... 65:5695~05
Conservaco do encanamen-
to do Maracan...... 6:0005000
a DilTerentes obras as Pal-
meiras......... 8.OOO5OOO
13. Em vez de 105:200$
diga-se...... 53:2003000
Sendo 20:0005 para auxiliar alguma empreza
que se praponha a fazer o servijo da irrigajo da
cidade.
15. Em vez de 686:7005000-diga-se....
616:7005-
Ficando extinctas us delegadas suspensa
pelo governo e conservada nicamente a cinco
ora existentes emquanto forem precisos os seus
servijos; diminuindo-se 50:0005 na despezas
de medijo, demarcaco, legitimajo e revalida-
jo de trras, e 20:000$ no costeio das colonias a
cargo do governo ; e mandando o governo medir
urna legua de trras que fica concedida a cmara
de Serpa, da provincia do Amazonas, nos limites
da villa, para seu patrimonio.
CAPITULO II.
R e c e i t a geral.
t Art. 9. A reeeita geral do imperio creada
na quantia de 50.500 000$.
29 Depois da palavraCortediga-se-e
dos municipios das capitaes das provincias que
as liverem.
30. Accrescente-see dos municipios da
capitaes das proviocias que os liverem.
31. Acciescentepassasando-se nos con-
tratos de permuta somenle o sello^de um dos va-
lores.
36. Accrescente-se ficando revogada a
diaposico da lei que creou o imposto de 4 0|0
em substiluijo da dhima e chancellara, e em
vigor a legislaj3o anterior.
CAPULLO III.
Dsposies geraes.
lei em diante a faculdada de abrir crditos sup-
plementarea, concedida ao governo no art. 4o da
lei de 9 de aetembro de 1850, s poder ser exar-
cida a respeito daquella verbas do orjamento
em que as despezis sao variaveis por sua nata-
reza, ramo sejam a differenja dos cambios, os
juros da divida fluctuante, a porcentagem dos
empregadoa das estijdes de arrecadajo, e ou-
lros da mesma especie.
i* O ministro doa negocios da fazenda
ajumar todos os annos a proposts do orjamen-
to da despeza geral do imperio urna tabella con -
teodo a nomenclatura doa servijos comprehendi-
dos ns disposijo desla artigo.
I 2.* Nao do lugar a crditos supplemen-
tares as verbas do orjamento relativas a obras
publicas.
c Art. 13. O gOTerno podar applicar as sobras
de urna a outra rubricas da le do orfamento
quando os fundos otados em alganu deilas nao
forem bastantes para as respectivas despezas, er
houver preciso urgente da satfese-las.
Este transporte, porm, nao se elTecluar
se nao do nono mez do exercicio e diante, de-
vendo ser deliberada em conselho d mioistroa
a sua nocessidade, e autorisada por decreto re-
ferendado p lencer a despeza, a seguindo-se as outras for-
uiaMdadesimpstasDOs86e7do art. 4 da lei
00 9 de aetembro de 1850 para os crditos auo-
plemenlarea.
Art. 14. O ministro da fazend nao poder
ordenar, o pagamento. ob pena de sua responsa-
Dilidade, de servioo algum, sera que na le que o
bouver autorisado estejam consignados os fun-
do correspondentes despeza:
i M4'3r As di'POS'Soa o 11 da lei n.
1,114 de 27 desetembro de 1860 sao extensivas
aos croditos especiaes concedidos pela mesma
le, na parle em que lhe forem applicavei.
." bW \6'- A au,oris'Q5 dada ao governo no
pira me- j ,. 29 j3 le, db 28 de 01llubr0 da 1S5i prof.
gada polas leis de organienlos posteriores, para
rectificar a tarifa e melhorar o aystema de arre-
cadagao, nao comprehende a faculdade de elevar
os impostos sobra a raporlgo e exporUcao
cora o fim de aupprir a iosuOkieucia das renaas.
Art. 17. Os lugares que vagarem as clas-
ses de escripturarios e coufarentes da alfandega
da corte nao sero prvidos, al que por lei seja
fixado o seu numero.
a Art. 18. Nao haver miis do qne dous con-
cursos para o provioiento dos lugires das clas-
sos inferiores das reparligoes da fazenda. O ac-
cesso dos 4 escripturarius do thesouro e.dos era-
pregados da classe correspondente as Ihesuura-
nas e outras repartigaes da fazenda fica isento de
concurso.
Art. 19. A clausula proscripta na ultima
parte do 5 do art. 2 da le n. 1,183 de 22 do
agosto de 1860 nao ser applicada as corapa-
nhias do seguros.
Art. 20. O governo fica autorisado :
1. Para, mediante operagoss do crdito
fazer entrega do dote da princea a Sr.a D. Ja-
nuaria, na importancia de 750:OC0S. caso^ella
Qxe sua residencia habitual fra do imperio': fi-
cando nesta hypolheae ancullados os crditos doa
5, 7 e 3 do art. 2 desta lei.
__ 2. Para despender desde j a quantia de
//5.0905700 com o pagainealo das reclamjqoas
hespanholns.
3. Para despender desde j a quantia de
152:0005 com urna portada sobresaleote para o
dique imperial e com o pagamento da ultima
preslaco do raesmo dijue, correspondente a
4. Para despender desde j al a quantia
de 40:0005 com a publicado de urna gazela ol-
ctal.
< 5. Para continuar a auxiliar a publicaco
das obras do Dr. Marlin (Flore Brasiliensis) com
a quantia annual de 2:000$.

$
30:0O0JCOO
286:009200
1,959:142J179
200:0005000
S82;96358S8
P.Tara despender a ausntia de 621:0004
independencia e do Rio da Prata, como j foi
disposto pela lei n. 834 de 16 de agosto de 1835
derogada pelo art. 12 11 da lei u. 1,114 de 27
de selembro de 1860.
7. Para alterar as disposijes vigentes
acerca da navegajao de cabotagero, permittindo
as embarcajoes eslrangeiras fazer o servijo de
transportes costeiros enlre os portos do imperio
em que houver alfandegas, prorogando por mais
lempo os favores anteriormente concedidos.
8. Para dispensar as embarcacoe brasi-
leras do liraitepreseriplo para o numero de es-
trangeirosquepodem perlencer a Iripolaco e da
exigencia relativa nacionalidade dos capitaes o
mestres.
9. Para adoptar as providencias regla-
mentares que forem compativeis com ascircums-
loocias actuaes em relagao ao objecto dos dous
paragraphos antecedentes.
Art. 21. Fica approvado o contrato celebrado
para confecejao de um projecto de cdigo civil
com o Dr. Augusto Teixeira de Freitas, a quem o
governo satisfar o premio que julgar rszoavel,
logo pue esse trabalho se ache concluido na tur-
ma contratada.
Art. 22. O art. 12 da proposta.
Arl. Ti. O art. 13 da proposta.
u Pago da cmara dos deputados, 5 de agosto
de 1862.Tiberio.Torres Homem.Paulino de
Souza. /
8 -
Honlem nao houve sesso em nsnhuma das
cmaras por falta de numero legal.
-1AR1Q OE PERNAMBUCO
Pelo vapor ioglez Oneida, entrado quinta-feira
do Rio e Baha, s recebemos um numero do./or-
nal do Commercio do primeiro, visto haver sa-
hido da segunda algumas horas depois do yj-
pock.
Sob as rubricasExterior e Interior encon-
traro o que demais importante ha.
Acerca de noticias commerciaes apenas acha-
mos as seguintes :
Montevideo, 31 de julho.
Cambio. Inglaterra, 40 1|2 a 41 d.; Franja,
81 a 81 112 frs.; Brasil, 29$800 a 30JOU0 ; Bue-
nos-Ayres, ao par.
Buenos-Ayres, 30 de julho.
Cambio.Londres, 65 a 65 1|2 ; Pars 81 1|2 a
82/ Estados unidos, 4 por cento de descont; Rio
de Janeiro, 305100.
Oojes.420.
Rio Grande, 24 do julho.
Cambio:Londres, 24 e 2 lid.; Par. 300
rs.; llimburgo, 745 rs. ; Rio de Janeiro, 3 a 4
por cento a 90 dias.
M'taes.Onja, 325000; patacoes 25000, pe-
so, 25000 ; pejas americanas de 5 dollars, 10,
ditas de 2 1 [2 ditos, 5$000 ; ouro nacional, 8 por
cento.
Papel-moeda.Nacional, 6 e 7 por cento.
Frele.Inglaterra, 60 sh. e 5 por cento ; Rio
de Janeiro, 460 rs.; Babia, 560 rs ; Pernambuco,
700 rs.
Rio de Janeiro. 7 de agosto.
Cambio. Londres, 26 1^8 d. a 90 dias, hon-
tem.
Gneros.Assucar mascavado deCampos, 2J350
por arroba. Manteiga de Demagnhy, 750 rs. por
libra.
Sacaram-ie hoje SS 50,000 sobre Londres, a 26
ll8d.
Venderam-se 7,000 saccas de caf.
Boletim ultima hora.
Cambio.Somrcara os saques effecluados pelo
paquete ioglez Oneida;
Sobre Londres, S 500.000 a 26, 26 1(8 e 26 Ij4
d., predominando o segundo Igarismo, e sendo
insignificante a somma realisada ao terceiro.
O cambio sobre essa prej fecha mais firme de
Sobre F?anja e Antuerpia, 2,400,000 francoa
aos extremos de 362 a 365 rs.
Sobre Hsmbargo, 300,000 m; b. aos extremo
de 685 a 688 rs. _
Sobre Liaboa e o Porto regulou a tabella se-
Bttin,e: 110 0/0.? avista.
109 0/0.. a 30 dias.
108 0/0.. a 60 idem.
107 0/0.. a 90 idem.
Descont.Oa bancos baixaram a laxada des-
cont a 10 por cento.
Na praja regulam de 10 a 11 por cenio.
Ouro.Exportaram-se deade o dia prirjeiro do>
correte al hoje as sommas seguintes.-.
Para Southampion, 00 paquete
gle Onsida, em barra. 372:4763520
! ILEGIVEL


^c
'
-.

-
DIARIO BE PE11N1MBCCO S BBADO 16 DR AGOSTO DE 186*.
dem dem em moada.....,' 1T:|55$000
Pata Liaboa no meamo, era dita ?:1?2*H2
Idam idero, 5. 3:416S00U
dem, na barca prtugueza cn^nn
Santa Clara, em moeda. ocOJOOO
Total, i 396:16*9120
Papet moeda.Remetterim-ie para Pernam-
nuco : ..
No paquete inglez Onexda.. 150:5718000
Ha brigue heipanhol Dittino, 58:0005000
Menezew
Total.
602:5715000
Caf.Venderam-ae hoje 7,000 saccn.
Nao houve alterago na posigso do mercado ;
conserva-ae estacionario.
Oa ltimos pregosdos lotea redondos regularan)
geralmente de 6S500 a 0*700 para o cal velho, e
de 6900 a 7j para o novo.
Cotam-se aa qualidadea separadas :
Lavdo. 85000 a 9S000
Superior 6g90O a 78100
Ia boa. 65500 a 65700
Ia ordinaria 6200 a 65300
2a boa. 55800 a 6U00
2a ordinaria 5$000 a 5500
Os pregos do hoto sao 200 a 300 rs. mais altos
do que esses.
lia em ser 260,000 saccas.
0 vapor Cruzeiro do Sul, vindo bontem dos
portos do norte, trouxe-nos cartas e jornaes com
asseguintis datas: Amazonas 4. Para 8. Mara-
nhao 10, Ceer 12, Rio Grande 13 e Parahiba 14
do correte, e Piauby 28 do pasiado.
Amazonas.Continuava toda a provincia a so-
tar de toas salubridade e tracquillidade.
Para.Ainda nao haviam apparecido casos
do cholera em toda a provincia.
Osnegocios commerciaes iam melhorando al-
guna tanto, em consequeoci de se vendetem j
os gneros de exportadlo regularmente. Duran-
te o mez passado_elevou-se a 685:95&787 o im-
porte da eiportacao, em quantojquea importago
apenas monlou a 397:5145541.
Havia siJo apprehendido um contrabando
de rendase meias de lioho, que marinbeiros do
brigue portuguei Boa Nora pretendiam passar no
valor de 500.0005.
Hootem, devia ter lugar a abertura da as-
sembla provincial.
Maranhao.FallecSri 4 do corrente o Rvm.
Fre Vicente de Jisus, guardio do convento de
S. Antonio da capital.
O tribunal do jury condemnra morte, por
nnaoimidade de votos, o prelo Virissia.o, mari-
nheiro do brigue portugaez Graciosa, que assas-
siora o respectivo capitao, cujo fado narramos
em um de nossos traosactos resumos desta pro-
vincia.
O Sr. conselheiro Francisco Jos Furtado,
havia oblido unnime votsQo nos collegios do
Itapicur-merim e Hearim.
O algodao era cotado na praga a 155600 a
arroba.
L-se no Publicador Maranhense 1
a Acbsm-se expestas na casa da praga do
commercio quatro arrostras de algodao, colhido
j este anno as trras do sitio de S. Mara, vi-
sinho da escola agrcola, e propriedade do Sr.
capitao Sergio Antonio Vieira.
As amostras apresentam as seguio(e9 quali-
dadea de algodao :herbceo de sement lisa,
herbceo de sement felpuda,sedae da trra.
Destinguem-se todas pela completa alvura, e for-
te consistencia da febra. Mas de todas essas qua-
lidadea de algodao sobresahem o algodao da tr-
ra e o seda, que nocedem o lugar aos melho-
res productos dos Estados Unidos da America do
Nort".
1 Essas diversas especies de algodao do Sr.
capitao Sergio Viaira sao resultado da cultura
pelo arado, e provam, que, sendo pessimas as
terns da ilha, 3ao ha cultura m. quando di-
rigida com inielligeocia e meihodo. Com toda a
salufago registramos esses bellos resultados
que tem oblido o Sr. capitao Sergio Vieira, o qual'
pela aua intelligencia, trabalho modestia, e o
amor dos melhorementos, j tem alcanzado um
Dome deslindo na classe agrcola.
Piauhy.Sada digno de meogo encontramos
nos jornaes que recebemos.
Ceard.O cholera core eca va a declinariem toda
- vii^'.nsio, o qe ot ODimauau OT yupuia-
Cee.
Falleceram : na capital, a Exm.a Sr.a D.
Anna de Castro e Silva, rai do disuado inspec-
tor da nossa ihesourarii o Sr. Joao Baptista de
Castro e Silva, quem damos os sinceros pesa-
mes ; em Maraoguape, os Srs. Antonio de Castro
Vianna, Sabino Augusto de Vasconcellos e major
Jos Fetj de Mello.
No dia 5 do corrente ntrra arribado, com
agua aberta e perda do veame e cordoalha, o
brigue sueco Sidon, capitao J. \V. Haggrin, sa-
bido de nosso porto para Buenos-Ayres, com as-
sucare agurdente.
Rio Grande. Achava-se extincto o cholera na
freguezla de S. Gongalo ; e diminuido bastante
no Apody.
Le-ae no Tito Grandense :
No dia 28 do mez passado, das 2 para 3 ho-
ras da tarde, naufragou ao entrar da barra desta
cidade, a barca brasileirs Duas lrmat, de pro-
priedade de Jos Googalves dos Santos, da pro-
vincia da Bthla.
a O navio era de 292 tonelidas, e trazia 13
pessoas de equipagem, inclusive o respectivo
commandante Fidelis arcia Gomes.
Obrigado por forga maior.eocalhou nos par-
ces da Baixinha, vindo corregido do porlo de
Maco com 1,600 alqueires de sa! e 200 n.olhos
de palha de carnauba.
Navegaudo em demanda do porto de Macei
para onde se deslinava, foi obrigado a arribar eo
desta cidade.pelo mo estado do panno e por fal-
ta de maolimentof.
Poc mais esforgos que empregou a capitana
c*o porto, nao se pode salvar o navio,que imme-
diatamenle abri agua, sendo depois abandonado
pilo respectivo commandante.
Felizmente nao houve a deplorar a perda de
urna s vida. x>
Parahiba.Haviam sido encerrados os traba-
lhos da respectiva issembla provincial, aps
duas prorogagoes. Entre os actos que promul-
gou, nota-se o que transferio para o 1* da agoslo
o dia de sua abertura annusl.
Contra as expectativas geraes, foram bellas
as ultimas noutes de novenas da padroeira da
provincia, primando a dasjovens, oa qual houve
ogo de aditicio. A festa esteve boa e muito con-
corrida.
Fallecer, victima de urna queda de um
burro, no qual ia montado, o tenente-coronel
Joo Gomes de Almeida, chefe do estado-maior
da guarda nacional de Bananeiras.
nmmuuzQ
REVISTA DIARIA.
Domingo ultimo, 10 do corrente, celebrou-se
Da S de Olinda a festa do Orago com a devida
decencia.
Pregou no Evangelho o Rvm. Sr. padre Anto-
nio d'Asiumpgo.
Dea principio o Rvm Sr. conego Joao
Chrysostomo de Paiva Torres aos alicerces do
augmento da capella dos Milagrea, em Olinda,
corn o adjutorio que ha oblido dos fiis.
E' um servigo que muito revela o zelo e o
amor, que tem pelo culto religioso o referido
Sr. conego, para o qual nao imbargoe o lempo
calamitoso, que atravessamos.
Ai mas da cidade d'Olinda, segundo iofor-
tnagoes que d'alli nos d3o, abundara de porcos,
de modo a emporcalharem ludo. E' preciso,
pois, que o fiscal di alguma providencia, qu
os faga deiapparecer das ras.
Tendo no dia 12 do corrente apparecido na
praia confronte aos Irilhos da via frrea, no lugar
denominadoTraveisa do Lima um recemnas-
ci'lo, para ahi se dirigir immediitamenle o Dr.
delegado da capital 6m compaohia do subdelega-
do de S. Jos, e doa Drs. Ignacio Firmo Xavier e
Joaquim da Silva Gusmo, afim de proceder
competente vestoria, e o examinando estes minu-
osamente, reconheceram ser do sexo feminloo,
ae cor branca, mostrar ter sete mezes, pouco
mais ou menos, degerado, nao mostrando indicio
ffi."*9 mnoi vUW' pel0 I"1 ,e Vocate
altribuir um aborto forga do ; parecendo antes
itri ..D?( f m?rl0: vi,ta da declarago felta
pelot ditos facultativos, depois da vestoria, man-
flou o Dr. delegado proceder ao enterrameoto do
recemniscido.
No dia 14 do corrente reunir m-se tsten-
la e cinco socios do Atheneu Pernambucano, afim
procedern} eleigo da neta e maii funecio-
qarios da mesma sociedade, e deu em resaltado
0 Mgainte:
Presidente honorario.
ur. io, Anntonio de Figueiredo.
_ ... Presidente effectivo.
uricilisu Arislldet do Prado Pimenlel.
isn in.4 h V'ee-P"idente.
Joao Jos doMonie J.nior.
i,* 1,.* a. h,"ito lecretariOi
Jlo Jos de Me.. M ,M
Segundo -trp.,rj0
Francuco X. de Maltosa", ,
Orador.
Americo Pinto Brrelo.
Adjunto de orador.
Aristidea de Paula Diat Martiui.
Thesoureiro.
Antonio Pirtt Ferreira Filho.
Commisso de redcelo,
Theodoredo Carlos de Parias Souto.
Jote Augutto Galvio Pires.
Antonio de Souza Bayma.
Joao Fraoklo da S. Tavora.
Jesuino Jos de Frailas.
Cjmmissao de finangss.
Guilharme Amasonas de S.
Ernesto Adolpho de Yasconcellos Chavea.
Joao Alves Mergalhio.
Commisso de justiga e ordem.
Jos Marianno Hibeiro.
Bemvindo Pinto Lobo.
Elsea de Souza Martin?.
Segundo nosinformam, a nossa praga rece-
beu pelos ultimot vaporea do sul, avultada som-
ma de fundos da do Rio de Janeiro.
Nao comprehendendo as quantiat vindas por
mos particulares, consta-nos, que, pelat res-
pectivas agencias, vieram cerca de 350:000J rs.
em notas do Ihesouro, sendo : 160:0005 rs. para
o Sr. Dr. Augusto Frederico de Oliveira, .
100 0005 rs. para os Srs. Aranaga & C,.
45 0008 rt. para os Srs. J. Crabtree & C. e o
restante para diversoi.
As operagoes cambiaes pela mala do pa-
luete Oneida, que ante-houtem sahio para a
Europa, elevaram-se cerca de S 70,000 a 26
1|2 e 26 1|4 sobre Londres, predominando esta
ultima coiagao ; e Fre. 200,000 ao cambio de
365 370 rs., sobre as diversas pragas de Frangs.
O nosso mercado de algodao afrouxou um
pouco com as noticias trasidas pelo vapor fran-
cez Extremadure.
O vapor Cruzeiro do Sul tira a mala, para
os portos do sul, boje s 3 horas da tarde; de-
vendo os segeros serom lavados at s 2, e os
jornaes at meio dis.
Hoje tem lugar no salSo da raa da Praia o
concert dos artistas lyricos o Sr. Bei e a Sr.a
Corbari, de qae nos oceuparcos em nossa Revis-
ta passada, e cujo programis encontrarao os
leilores n'outra parle desta Diario.
Amanhaa deve ser empossado no cargo de
presidente effectivo da Associago Typographiea
Pernambucana o Sr. Flaoklin Netto de Azeredo
Coulinbo.
..r\l'or ler sido bontem dia santificado e ser
cifficil encontrar artistas lypographos, deixamos
para o nosso numero seguinte a publlcagao das
missivas dos correspondentes do norte; daa quaes
entretanto, damos o resumo.
No vapor Cruzeiro seguem para a corte
o Exm. Sr. Dr. Antonio de Brillo Souza Gayoso,
ex-presidente do Piauby, e o Sr. Dr. A. David
V. Cannavarro, hbil medico da provincia do
Amazonas.
Sentimos sermos forgados a protestar ante
a redaego do jornal cearense Pedro II, pela for-
ma porque faz extractos de nosso Diario, citando
oulros peridicos desta cidade; mas, se o faze-
mos, somente para preveLir Tuluras queixat.
Ilontem duas festividades tiveram lugar no
hospicio dos missiooarios capuchinhos : a pri-
meira foi a festa de Nosss Senhora Mai do Povo,
que foi de verdadeiro recolhimeoto e pompa.
A segunda foi o Te-Deum, mandado cantar pelo
Exm. Sr. cnsul de Frang, por occasio do an-
iversario de S. M. o Imperador dos Franceze,
que esteve brilhanto e ao qual assistiram o Exm.
Sr. presidente da provincia, todo o nosso mundo
official, e grande numero de pessoas gradas e ci-
daos da nagao franceza.
Airmandade da Misericordie feslejou hon-
leffl a sua padroeira com missa cantada, acom-
paohando as recolhidas do asylo de Expostas
o catico dos Levitas.
7.5"'S56rAUfiSaenWJ?5?.ie!crTO do Sr.
t-6mu na cerca de 15 das, fdra enclra'ffb hoo-
tem pelas 11 horas da manhia, pedo do cha-
fariz do caes 22 de Novembro, por um teu
parceiro de nome Benedicto, o qual pretendendo
conduti-lo para casa de seu seohor, recebeu da-
quelle urna facada no ventre, cujo ferimento deu
sahida urna pequea parte dos intestinos ; e
sendo o criminoso perseguido pelo ftido e mui-
tas pessoas que acodiram aos gritos deste, toman-
do a ra do Imperador, entrou pela casa do Sr.
Jos Joaquim da Costa Miia com a faca nua na
mao, subiodo at ao sotao para se esconder, em
cuja escada passou pela senhora do Sr. Maia que
desda, a qual ficou no maior susto possivel
com semelhante encontr e invasao, e chegan-
do no sotao encontrn na cozinha um pardo es-
cravo do dito Sr. Maia, de nome Paulino,
quem ptdio que o valesse ; e respondendo-lhe
este meu techor nao est em casa, e eu nao
o posso valer recebeu d'aquelle tambera urna
tacada sobre as coslellas pela parte potterior,
que felizmente nao penetrou muito.
O criminoso foi preso pelo Sr. Manoel Fran-
cisco Mtrques e outras pessoas que o persegui-
rn), ordem do Sr. Dr. chefe de polica, e re-
colhido casa de detengo.
Accodioo Sr. subdelegado da fregiezia que foi
chamado na matriz, aonlese achava assistindo
missa do dia. Este mandou conduzir o pri-
meiro ferido para sua casa, aonde te proceden ao
corpo de delicto, no qual declararam os perilos,
os Srs. Drs. Carolino e Firmo, ser o ferimento
de gravidade ; depois do que fez o Sr. subdele-
gado conduzir o ferido para a casa do seusenhor
na Soledade.
O segundo ferido ficou em casa do seu res-
pectivo senhor aoude te procedeu ao corpo de
delicio pelos dous perilos cima e o Sr. Dr. Sar-
ment, os quaes deelararam nao ser grave o fe-
rimento.
O Sr. Marques entregou ao Sr. subdelegado a
faca que se achou atraz da porta da cozinha,
aonde o criminoso procurou esconder-se.
Ilontem teve lugar a festa annusl que o
Gabtnte Portuguex de leilura, nesta cidade,
costuma celebrar commemorando a sua instsl-
legao, que teve lugar no dia 15 de ageste de
Estivemos presente sessao magna, que prin-
cipiou 00 meio dis, com assisteocia de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, de diversas autori-
dades, da cfficialidade de marinha e de um con-
curso numeroso de socios do mesmo gabinete e
de diversss commiss5es e convidados.
O acto esteve explendido, como do coslume
orara recitados importantes discursos e eli-
cilagoes anlogas solemnidade.
Entre os diversos oradores, citaremos com es-
peciahdade es Srs. Drs. Feitota, Torres Bandeira
!.i..?1 Plnh,eiro: o Primeiro tratou da questao
actual do poder temporal do papa ; o secuodo
2!'?,"Udade U UDdad8 das du HlleraUrai
5. .. 6 PHorlu8u"a ; larceiro oceupou-.
da apologa da vida, e escriptos do finado aca-
dmico Moeira de Carvalho.
Foi tambera recitada urna mimosa poeiia
cheia de enthusiasmo patritico, pelo Sr. F I
Ferreira. *'
Tanto esta como os mais discursos, cremot
serao publicados como nos annos anteriores e
enlao os nossos leitores apreciarlo as bellas ideas
e argumentos produzidos pelos talentosos ora-
dores.
O ettabelecimento esteve aberto concurren-
cia publica, desde s 4 horat da Urde s 10 da
noite.
Foi visitado por innumeravel concuo de
pessoas de ambos ot texot, reinando tempro
multa animagao e corialidade.
Todos, Porluguezes e Brasileiros.se davam as
raaos de amigos, e se exprimiam mutuos af-
fectos.
Oxal qne esta sympathia e esta amizade rei-
neta sempre, para assim tornar de da era dia
mais estreitos os lagos que unem as duas nacio-
nalidades.
De Pao d'Alho temo* noticias com dale de
11 do corrente.
Aaalubridade ochs-se em boas condlgoet.
O jury, ceja rennio eslava msrctda para o
da cima referido, nao comecara a funecionar
por falta de numero.
O invern ainda te maoifetta, bem que j com
alguma fraqueza.
Ha esperanzas-de boa tafra.
Ot viveree sbuodam na feira. mas o dinheiro
anda te acha arredio, queixando-se todos de
sua falta.
^.r- 9 Sr' Dr' Per6r do Carmo pede-nos a pu-
bllcagao das legulnies paiovrat, ao que acquiet-
a.
cemot, poit revelam aa mssmis um flm digno e
honroso ao seu carcter:
< E' por amor S verdade dos fados, para nao
contribuir com o meu silencio para a deprecia-
do do verdadeiro mrito, que sou conatraogido
a tragar as seguiotes linhat:
< A Cesar o que de Cettr.
O meu distincto collega o Sr. Dr. Carolino,
em sua correspondencia insera no Diario de
Ptrnambuco de 12 do torrente mez, relativa-
mente quettao, que infelizmente se tem dado
entre elle e o mee distincto amigo e collega o
Dr. Ferreira, oceupando-se ligeirameote do Ira-
lamento a que tive de tubmetler-me ha quatro
tnnos, em cootequencia da grave molestia que
me prottrara, o historio de modo tal que me
forga a fazer as obtervagdea que julgo conve-
nientet, edesl'arte levar memoria do collega o
quanto realmente te deu naqueila oceatio, e de
que certamente estar olvidado, visto o tempo
que ha decorrido. Tendo eu reconhecido depois
de alguna din, do tratamento qne me preierevi,
necessidade de empregar meioi mechanicoioo
m*i curativo, convidei para isso o meu dialincto
ollb,a 0 amigo o Sr. Dr. Ferreira, que como
8*_mp-rb I00 recorro aos seut incontestaveis co-
nnecimen/,li f0 solicito em corresponder ao
meuesejo, _, em Coadjuvar-me as convenien-
tes applicagoe, mai ac0ntecendo sobrevir-me
um desees ataqu,, quaii em Dberentes
?""; b- llnjenuae toflrimenlos tses, quan-
teu titio, occorrendo-mv Be 0 ,||PII, sr. Dr
Carolino, dign.ndo-.e de Ceofl.?.:
cera os seus servigos mdicos, "elle recorr nes-
sa occaaiao. e promptamenle Dre8lou-me os
seus valiosos cuidado*. E cerno pediste a mes-
ma circumatancia de estar ra d" cidade,
salto, o meu collega o Sr. Dr. Ferreira, .prove-
tei-rne da boa diaposigo que mostrav*.o Sr. Dr.
Carolino, e ambos na mais perfeita harnteaia de
pensameolos, e sempre com a mioha a
continuaram a combaler o mal.
E' cerlo que o meu collega o Sr. DrTCaroli-
no tomou parte muito activa, e bastante se em-
penhou no meu tratamento, e tanto que jmais
me esquecerei do muito que lhe devo, bem co-
mo aos meut dittioctot colteoM ot Srs. Drs.
Ferreira, Aquino, Ramos, Sarment, Save, Vil-
las-Boas, Pitaoga e Msscarenhas, cumprinde-
me naodeixar de mencionar tambem o meu dis-
tinti amigo e collega o Sr. Dr. Sabino, que em
virtude da rebeidia dos accesios que sobrevie-
ram durante a marcha da molesiia, prestou-me
os seus cuidados mdicos por espago de dout
dlat, os quaes me foram bastante proficuos, com
quanto logo depois tivesse de continuar sob a
direcgaodosSrs.-Drs. Ferreira e Carolino, por ter
da aotlrer a operacao que em conferencia fra
considerada indispensavel, stndo o operador o
Sr. Dr. Carolino, que a praticou hbilmente, e
com ptimo resultado.
Quanto a diagoosesfeumpre-me lembrar ao
Sr. Dr. Carolino, que nunca houve controversia
entre os collegas, e todos eram accordes na exis-
tencia do estreitameoloda uretra, e neste senti-
do nao s eu como o Sr. Dr. Ferreira dirigamos
o tratamento ; mas quando mesmo se quizesse
negar a seguranga com que ease mui disliocto
pratico digooslieou, bastava a consideragao de
que na qualidade de medico, que nunca deixofc
de tomar parte em seu tratamento, e de emittirl
seu juizo MI conferencias que houveram, eu,
coohecendo os meus soffrimeotos, jamis me
prestara a um tratamento que nao tendease para
a cura da molestia.
Assim, pois, j v o collega que, havendo
manifest engao de sua parte em presumir que
o Sr. Dr. Ferreira errara no dignoslico em ques-
tao, cumpria-me relatar a verdade, e avivar
desierto a memoria do collega, que sem duvida
ser dcil em restabelecer os fados ; e nesta oc-
casio nao posso deixar de invocar o testemunho
dos llustrados collegas que hei mencionado nes-
ts minha breve exposigo.
Recife, 13 de agosto de 1862___Dr. Alexan-
dre de Souza Pereira do Carmo.* x
Pedem-nos a publicago dos teguintei
Sonetos.
(Do psalmo Jabilate De).
Louvai, povos, IouvaioDeos Eternou
O Immeoso, immortal Omnipotente/
A' quem dobra o joelho todo o ente
Que habita os cos, a trra, o negro Inferno.
Louvai o Creador^ oPaijnais terno^v
Que por todo o universo fax pafeteT*""'
A grandeza de seu amor paterno.
A
Estrangeiros.
Escravoi. .
Escravai. .
Total. .
28
55
7
352
Alimenta Jos 1 cuota doa cofres provin-
etaea.....:...;... 161
Movimenlo da enfermada do dia 14 de agosto.
Teve baia :
Jerooymo Ferreira lavares, sarnas.
Matadolro publico :
Mataram-te para o consumo delta cidade no
dia 14 do corrente55 rezas.
Obituario do da 14 de agosto, no cemite-
B.IO publico :
Rufina, Peroambuco, 3 anno, Sanio Antonio ;
bexgsi
Joaquina Maria da Conceigio, frica, 36 annos,
solteira, Recife, phthisica.
Maria, Pernambuco, 7 dias, Boa-Vista ; es-
pasmo.
Maris, Peroambuco, 3 meiei, Santo Antonio;
dyarrhe*
Manoel, Cear. 36 annot, solteiro, escravo, San-
to Antonio, bexigas.
Candida, Pernambuco, 40 annos, solteira, escra-
va, Boa-vista ; hepatite chronica.
Maria, Pernambuco, 3 annot, Santo Antonio ;
phthisica.
Correspondencias
S elle justo, sabio por essenc.
Fonte, e centro de toda a formosurv
E' geral bemfeitor por excelloncia, J
I
eCncia,
E' todo o nosso bem, nossa venlur
A quem devemos render com prefe
Todo o culto de amor e de ternura.
a' Assumpgo de Maria Santissima
Quem esta que vai pVo co subindo,
Qual aurora quo bella vem ralando
Qual a la, que apenas despontando
Com seu fulgor a trra vai cobrindo ?
Quem esta que os aojos applaudindo
Mil cnticos de prazer vo entoaodo ?
Quem esta, que aromas espalhando
Vai to cheia de gragas refulgindo ?
E' Maria quem sobe gloriosa ;
A chavo da Trindade sacrosanta
Do jardim da pureza a lind a rosa.
Maris, cujo nome o averno espanta }
Maria dos mortoes Mi cariohosa,
A' quem os cees e s trra adoro e canta.
Passageiros do vapor brasileiro Cruzeiro
do Sul, entrado dos portos do norte : Laureno
Cabra! de Oliveira, sua senhora e 2 escravos
Marcolmo de Souza Travassos, sua senhora e 1
prima, Fr. Alberto de Santa Augusta Cabra!, Do-
mingos Soriano do Azevedo, Antonio Jos Mala-
quus, Antonio Francisco Ramos, Lucidato Perei-
ra Luns, Francisco Jos de Moraes e Silva, Luiz
da Franga Barroi, Agoslioho Antonio, Luiz Vi-
cente Pinto, Jos Caetano Pinto, Aolonio Lucas
Augusto Thom, Augusto Christiaosen, Antonio'
de Albuquerque Granera, Jos Fortunato de Sou-
za Jorgo, Joo Luiz Pereira Lima.
SogoBoi para o sul:Dr. Antoniode Drito Sou-
za Gayoso e 2 escr.vos, Dr. Antonio David de
Vasconcellos Cannavarro, Manoel Schestre da
Silva Castro o um criado, Bernardo Jos Msrtios
Jnior, Francisca das Chagas e Silva, o segundo
esdete Antonio Germano Soares Carneviva e sua
senhora. o legando cadete Raymundo Jos da
Lruz, Astolpbo Francisco de Andrade, Quiteria
Mana da Cooceigo, Etenn Geltot, Raymunda
Joanna Vieira e 1 Dlha, 2 recrutas para o exerci-
to, 1 prega e 18 escravos entregar.
Passageiro do brigue nacional Deolinda, sa-
bido para o Rio de Janeiro : Antonio Marques
de Azevedo.
Pasugciros do vapor ioglez Oneida, sahi-
do para Soutbaropton e portos intermeoioi :
Capitao George Graban, William Msrtineau, tea
aonhora e urna flha menor, Lorenzo Giatlina,
Fianzola Gio, Gooraone Bailen, Eletcher Alien.
Passageiros do vapor nacional Oyapock,
S irL.UKr" 0'. P-tt0.8 d0 norte :~Sarah Maisden
i.* o V'a a nt0D1 da Co'; Franklio
n ?Si,-n"1?,-Bo.r*e1' LeaDdr Lopet Dias,
Jos Leite de Oliveira. tres criminosos e teis
pzogosque os escollaram. ttttw o
a^auP*TIA0I>A.P,?LIC,A^tracto da par-
e do.dio 14 de agoste.)
doF2rrnenrt8eC?lbid0, "" d9 de,eDSl0 00 da 13
A' ordem do Dr. delegado dn i Hi.trtir.
S!! Mpre,ra da ?S b". de B'W o;
pade.ro, e Euttaqu.o Jote de Almeido. crioulo
de 26 annot. carpina. para reerutao
Viwnto ord0^ *ie,egad0 de Sanl Anl0DO-
Intonio dPeaMe.od.epor JB^fitift
60 annos. escravo de {S&d^^
fraegao de posturas. F
A'ordem do da V.rzea, Antonio Carneiro da
Cunho, pardo, de 20 annos, aera officio, para re-
A' ordem do do Pogo da Ponella aninnln Ha
Silva Feito... pdo. 2e 23 iSS^hAiTiJ
cultura, duposigao do Dr. delegado doV dit-
tricto, tambem paro recruta. aeiegado do dl,_
ch*fe da .senda secgio,
55SSS.: 352PT"
Soirom. 13
Senhores redactores.No dia 16 de junho pr-
ximo passado, appareceu em meu escriptorio o
meu amigo Sr. Joo Baptista Fragoso, dizeodo-
me que a sociedade em commaodita, da qual era
elle um dos gerentes, nao havia naquelle dia fei-
to frente a seus pagamentos, que 01 nimos esta-
vam irritados, e que elle desejava ouvir o meo
r*nVU\" Fil ,,KumM perguntat acerca da ge-
Iim mV*"'",V 1" *D0M de diiflculdadet, do elatieno que te na.iu dd0 mo
crdito, da participagao pettoal que podesse ter o
Sr. Fragoso sobre os actos da metma gerencia, e
ainda exigi que oSr. Fragoto me dsse urna idea
resumida do activo e passivo da sociedade, ao
que elle nao pode satisfszer porque a escriptura-
gao e o jogoda sociedade haviam corrido a cargo
dos oulros gerentes. Disae-lhe ento que vol-
taste no dia 17 ao escriptorio da sociedade, e pro-
curaste por todos os meios informar-se dos ou-
tros gerentes para por sua vez informarme.
ETectivamente no dia 17 apreientou-se o Sr.
Fragoso no escriptorio da sociedade, mas ahi nao
compareceram os seus companheiros de gerencia,
sendo que, em lugar destet, compareceu o Sr.
Dr. Cypriano Feneloo Guedes Alcoforado, como
procurador ou advogado dos Srs. Amorm e San-
tos. O Sr. Fragoso, com o contelho do Sr. Dr.
Feoelon e assislencia dosmembres da commisso
fiscal, aonuio ao convite dos commanditarios pa-
ra se reunirem no dia seguinte.
Na noite desse mesmo dia 17 estive com o Sr.
Fragoso, e vista do estado a que as cousas ti-
nham chegado, opinei que nao havia outra cousa
a fazer seno a abertura da fallencia.
Persll, commerciallsts muito respeitavel, em
_ieu trattdo sobre as sociedades commerciaes. diz
,assim :
a Do fteto de exceder muito, em urna socieda-
de, o passivo ao activo, deve-se concluir que ha
fallencia ? Nao : em quanto a sociedade paga as
suas dividas, nao pode haver fallencia, porque
nao ha cessa cao de pagamentos. Pouco importa
que os negocios eatejam embaragados : esseem-
barago nao tem valor algum para a declarago da
fallencia : em quanto a sociedade ;iao desconti-]
nuou seus pagamentos, deve subsistir.
Esta doutrino, que crreme, o que s pode
ser negada porquera forsupinamente igoorante,
responde pelo modo mais Iriumphante quelles
que, sem medirem o alcance de suas pslavrat,
aecusam oSr. Fragoso, quando ha um anno nao
declarou os embaracos da sociedade. OSr. Fra-
goso, nao podia faz-lo, e fez o que devia fazer
empregando todos os meios a seu alcanco para
manter o crdito do estabelecimento.
Mas se ha um anno o Sr. Fragoso nio poda
destruir o crdito da sociedade, sem incorrer em
grande responsabilidade, boje nao era mais pos-
sivel salvar este crdito, de modo a reatar o fio
des transaegoes sociaes; se o Sr. Fragoso o fizes-
ee, commelteria ento urna grande falta, e por
m* aWelseB.?cl,rueva?._Sr5; *'goo que elle de-
immediato 18
E assim acooaelhei, porque o art. 805 do cdi-
go commerciat assim concebido :
Todo o commerciante que tiver cetsado os
seus pagamentos obrigado, no preciso termo
de tres dios, a opresentar na secretaria do tribu-
nal do commercio do seu domicilio urna declara-
gao datado e assignada por elle oa seu procura-
dor, em que exponha as causas do seu falli-
mento e o estado da sua casa ; ajuotaudo o ba-
ango exacto do seu activo e passivo, com os do-
cumentos probatorios ou instrudivoi que achara
c-em. Esta declarago, de cuja apresenlaco o
secretario do Iribunal dever certificar o dia e a
hora, e da qual se dar contra-f aoapresentan-
e, tara mengo nominativa de todos os socios so-
lidarios, com designagao do domicilio de cada
um quando a quebra disser respailo a sociedade
conectiva.
Ora, so acessao de pagamentos Uvera lugar no
da Ib ; se essefacto tivera urna espantosa pu-
blicidades e nenhuma circumotancia o podia
converter em mera suspenso ltenlos os antece-
derles, e o estado do activo da sociedade, cujo
crdito havia sido levado ao mximo de seu elas-
terio, eu nao podia concordar em que a declara-
gao fosse adiada para alm do dia 18.
Quando, depois de feits a declarago me dirig
cora o Sr. Fragoso ao lugar da reunio da socie-
dade, ah encontref os Srs. Amorim e Santos
tendo a seu Iodo o Sr. Dr. Feneloa Alcoforado!
os quaes faziam esforgos para evtarem 1 decla-
rago da quebra, o mostravam-se ainda esperan-
cosos.
Fez, portanto, o effeilo de um raio a sciencia
de que o Sr. Fragoso havia declarado a falleucia;
sendo que em urna conferencia particular que ti-
ve com o Sr. Dr. Feoelon, procure demonstrar-
le que a sociedade nao podia dar mais um pas-
so, sem que fosse precipitando-se de abyimo em
abysmo.
Aconselhei mal ? Appello para os homens que
conhecem essas materias, e que nellas podem
emittir um juizo digno de respeito.
Depois da abertura da fallencia. o Sr. Fragoso,
que tem assislido a todos os termos delta, tem
dado asinformacoes que hao sido exigidas, e de
todos 01 seus actos confrontados rigorosamer,le
com a le, s teoho encontrado urna toocluso
autonsada :que o Sr. Fragoso, havendo entrado
para o sociedade com uua fortuno liquido, acha-
se arruinado, nao tendo colhido vsntagens pes-
soaes com o jogo dos fundos socses.
No cumprimento do mandato, o Sr. Fragoso oof-
fre os effeitos da solidariedade ; roas o seu carc-
ter de hornero e de commerciante acha-se at
hoje intactos de toda a mancha. E eu, como seu
advogado, trato de colher os fados com todo o
cuidado, para que me nao falhe a base em que
firmo a defeza do meu cliente.
Emquanto, porm, a sorte do Sr. Frsgoso, en-
tregue ao apreciamenlo da justiga, credora de
lodo o respeito e consideragao, vejo quotidiana-
mente imputsgoes calumniosas, propotlges seria-
mente tingadas ao publico, com o fim de desvir-
tuar a opioio, em correspoadencias e commuui-
cados anonymos, em os quaes alm de oleives que
se levajitam, aventuram-se erros to grosseirose
tao extravagantes que s servem pira dar urna
triste copia daquelles que taes escriptos ho ras-
cunhado.
No desandsmanto em que de proposito procu-
rara certos iotere8ses, igoaroa do suas proprias
conveniencias, entranhar um negocio to serio,
nao posso eu deixar de vir pirante o publico
protestar contra aemelhanlet meioi to repro-
vados.
Al hoje os factoi que cooitom doa autos cao
outorsom juizo algum contrario ao carcter hon-
rado, e boa reputsgio doSr. Joo Baptista Fra-
goto; e ai denunciat e detcomposturat, que ae
apresentam nat folhas como meios de Iludir a
opioio, s provam que os denunciantes nao sa-
bara ao que se apeguem. E ainda quando esses
mesmos denunciantes seopresiotem no carcter
de lestemunhas, a lei tem em al meamo meioa po-
derosos para que a viogooga estupida nao colho
os louros do triumpho.
Nao ero possivel que eu guordosse por mais
tempo o silencio, e deixssse o opinioo desvarar-
se nosia revelia.
Recife 14 de agosto de 1862.
Dr. Antonio Vicente do Sascimento Feitotm.
Capiongon. 85,-asile deparei com urnapubli-
cago pedido,em que chama ao Ilim. Sr. Dr.
juit de orphot, para providenciar, como for de
justiga e como esteja ao fado de alguma cousa,
tomei a dellberago de dizer alguma cousa
respeito.
E* verdade Sr. Dr. ii de orphos, que existe
ettet dous orphaot, mit etto tendo tratados
como no tempo do finado Maciel, porque a me-
nina freqaentou a aula, n o poolo que aua
propra mai julgou qae devia frequenta la. O
rapaz, que mesmo coofesia o Capiongo ser
alienado, tratado o m?U qua se pode. Todos
coohecem que a pettoa alienada tudo lheesl bem
e tudo oada. Como (estamunba vi por vezes
manda lo banhar, mudar-lhe roupo, e no mes-
mo tempo licor em estado de nado valer, aesn-
tecendo com a comida o meamo etc. Vamos
mais alguma cousa adiaote.
A viuva nao tinha necessidade de dar parle
ao Sr. Dr. juiz de orphos do seu casamento,
porque nao seu tutor, nem mesmo pai, que es-
tivesse sob a tua approvago. Existe as mesmat
cinco casas pertenceotet ios orohos todas sem
precisarem de concert, como o diz o seohor
compsdecido dos orphot; o que vardade sim
atraso dos ioquelioos no pagamento dos atuguee,
que no tempo prsenle custoso cobrarse.
O Sr. Domingos de til, (que s se chama
assim, quando a pessoa nao eoohecida) mas
o Sr. Domingos Jos Avilla, bastante conhecido
nesta praga, e estabelecido, nao tem delspidado
bem dos orphos, est prompto para prestar
cootas, todo o lempo que te exigir. O Sr. Do-
miogot Jos Avilla gosa de cooceito, mais do
que esse, que, como cao goso morde de furto, e
s mesmo por pretenges niesquinhts que o
senhor escrivinhador do Capiongo laogou mo
para escrever.
Mais nada direi, s sim ao seohor compadeci-
do dos orphos, que compadega se de si, que
nao faz to pouco........
Qaeiram, senhores redactores, cnierir estas
duas Iinhts 000 abono da vordada que muito
obrigado ficat, seu constante leitor.
Recite, 10 de agosto de 1862.
O inimigo de calumnias.
A saber
Existem.
Noclonaea
Mulhere;
352
258
4
Srs. redactores.R' pela primeira vex, qie
lango mo da ponna para eterever ao publico;
mai nao podendo patsar deiapercebido, ao ler o
peridico intituladoCampeao,ou por outrao
Commanicados
Duas patarras rcdaccio da Revista
Militar."
Enttndeu o redocgo da Iievista Militar que,
no nosso primeiro artigo transcripto no Diario
de Pernambuco de 29 de juiho prximo passado,
agarramo-nos tudo para colorir nossas exprs-
ndo nSM" deu,M' ^d"1 "uiraro, -
a*J b"na oa eui Mrigoe tmente.
mmlSSulrL g8aeral Sodonio. esc'udido corn
L"5822"! 1" le* Prestado so .eu pai*
em differeoles poeat, com a elevis posico
que hoje oceup. na iocied.de. alcangada lempre
por meio do justo e do hone.to, cora a estima e
conceito qteger.lmente gosa e com o se. pas-
sado em fim, que nao tem manchas, apoellando
para o publico sensato e imparcial, em vez da
responder aos seus injustos aecusadorea 01 des-
concertar e obter deste modo o teu triemoho
Assim o espiramos. v '
Recife, 11 de agosto de 1862.
Tendo a epidemia do cho!era-morbu9 invadi-
do parte detla freguezia e com intensidade em
diversos lugares, appareceram pessoas que pres-
lavam valiosos sarvigoi nessa quadra assudido-
ra a prol daquelles que lolTreram o terrivel mal;
osecerto que aqiblles que praticam o bem
com sactificios pessoaese perigo de vida, nao so
pqupando aos reclamos dos desvalidos, na occa-
sio em que mais uecessitam dos soccorros p-
blicos, se lornam credores dos encomios e ap-
lausos pblicos, licito que nao deixemos sem
um voto de agradecimento os bons servigosque
acaboude prestar o digno delegado deste termo
o Sr. major Joo Francisco do Livramento, qua
thegaodo da commisso cm que esteve fra des-
te termo, em procura de criminosos, viera pre-
venido de medicamentos e os deslnbaio por pes-
soas mais dignas de ser -seccortidas, mostrauda
assim o mais acrisolado zelo e ioteresse a bem
dus desvalidos at quando chegara a ambulancia
que S. Exc. o Sr. presdanle se diguou remelter
para o tratamento dos indigentes.
Os actos de ^hilantropia e catidaJe pralicodca
pelo major Livrameuto deveni a lodos ter peuho
rado cerno reconheceodo nelle nao somente urna
autoridsde policial, que mui bem se tem tbido
distinguir, porm tacubem um bemfeitor, emfloj
um homem que nao prefere o tico ao pobre
quando sua cooscieucia o apelle o praticsr o
bem.
Agradecendo, pois, como habitante do Buique,
ao referido major to louvaveis serviges, cura-
pro nao deixar em olvido servigos prestados por
outras pessoas na mesma quadra ; e sasim
tambem licito declarar quo o Sr. Francisco da
Cuuha Lima. Io juiz de paz desta villa, merece
ura lugar distincto no numero dos que mais se
dedicaran em soccorrer a humanidade : esse
preciante cidado stnlo dado a leitura de. "medi-
cina, e podoudo dispor de medicamentos. pro-
prius, logo quo te desenvulveu a epidemia no
tmenlo, que distrahi-la 52fiKSta ?r V1 U ^ **'"' d'8psld ,oc<:<"-
por meiodos nossos WrLV*S^?n'll IIV.\ ?do''_co_ai poJeSie- 1" "V*** aer-
por meio dos nossos escriptos serios, obrigando-a
respndelos: para desl'arte nao tratar ella dos
fados abusivos praticodo9 pelo seohor general
Solidonio.
Oh I quanto species ; non habet cerebrum !!
Chorno ainda a illuttre redaego a nossa lgica
esmagadoura I
Na realidade, assim senhores da Revista Mi-
litar.
A nossa lgica esmigsdoura, por que foi
Aprendida nos principios da sciencia o mordida-
de
prete
puros e em qualquer parle ot encontramos, ti-
rando com a fronte altiva as nossas coutUsoes,
visto como a nosss vida, at hoje livre do man-
chas negras quo a oflusquem, para tal nos d di-
reito ampio.
Nao deseemos, ver lade, fazer urna defeza
00 Sr. geoerol Solidonio tobretodot os facto9 de
vir dos seus servigos, e progredindo o mal, tra-
tou logo de distribuir dos seus medicamentos,
indo em pessoa applica los aos indigentes, a'
aquelies, que o nao sendo, se achavam conitdo
nesse caso por falta de recursos por se nao te-
rem prevenido a tempo como muitas vezes acon-
tece.
.No decurso desse tempo nao teve o Sr. Casado
discingo ; porque quando nao andeva por casa
dos aiTectad js, eslava sempre a preparar reme-
"4 ""." mX,, n, mor.lida- dios.de modo que podesse ser por todos appli-
. Si esmagadoura, por que, sempre que cajos, segnudo as preicripcoea oue se referem
tendemos raciocinar, procuramos principios a0 tratamento q relerem
Qaasi todos os dias sabia do lugar de sua as-
listencia para prestar-se aos alQuios sem se pre-
servar de chuva, sol e sereno, quer fosse dia
quer noute.
_ Desta forma despendeu grande porgo de me-
dicamentos propnos, e quando lhe faltaram al-
Sr.
5tL*-*. ^"-. "- d C..r;.Vpa% S toLa\V.,;'r.eeb,,!a. '.t
va a sua rodaegao, por eolendermot que, a me-
Ihor resposla neste caso seria o despreso, atten-
dendoofonte impuro da quol .parta a aecusa-
go.
Outr'ora, quando o paganismo e barbaria exer-
ciam todo seu imperio, eram em Roma os Chris-
tosalirados s feras em um vasto amphiteatro
para assim divertir ao Imperador e ao povo, que
passavam alegres algumas horas no entretenimen-
to de to deshumano tspectsculo : pois bem, nes-
se lugar denomioido Colysu, onde so reuna o
povo para ussistir o mirtyrio de seus proprios ir-
mos, appareceu um leo, que mais humino, de
que quantos esperavam ltenlos por aquella ter-
[oTueSDarSa;riue.C"c" preslar-,e 'emelhante ac-
.BH-i!porlD, nou,ecul da liea e do proSr-
so, e em que se olha com horror para aquelies
lempos, vos amantes do progreiso. nem 10 menos
mostrastes querer imitar quelle cao e erigir um
jornal, em cujas columnas, procurando represen-
tar o amphiteatrodas ferat, maochaescom
sa nojenta baba a reputigo de
achara elevados urna posico
mais chegareis.
Nao sao urna unidade, como deelsrasiea no
vosso nono numero, oBeoYII: elle podia cal-
lar-se e deixar que cootiouasseis no vosso erro -
mas, amigo da verdade, nao vos quer Iludir- el-
le tem consciencia bastante de si e de seus actos
para palentear-vos o vosso engao.
O B, pessoa que nada deve ao Sr. general So-
lidonio, nao ser a bondadecom que o acolhe e
que somente tomou a sua defeza, por ver a mi-
neiramesquinha porque havia sido elle rom-
mettido : e muito menos deve dministrsgao al
guma passada, como cavilosamente quitestes [a-
xer crer no vosso nono numero: por isso, aioda
vot affirmamos qu o B cavalheiro, se se pode
chamar assim quelle qe nao tem al o presente
pralicado acto algum que o envergonhe; com
quanto o contrario parega aos senhores da /{hs_
la Miniar.
Dissemos quo alguem se cobria com o torne e
esfarrapado manto da hypocrisia, porque deca.
a vos
homens quo se
que tolve j-
guu8 medicamentos de secretario da cmara mu-
nicipal Miguel Archanjo Teixeira Osorio, que-
selo encarregado de destribuir os remedios quo
fjram rerueilidos por S. Exc. nao s o fez com
promplidao e telo, como mesmo ajudou o Sr.
major livramenlo na tartfa de soccorrer os ac-
commettidos na villa.
O padre Luiz Jos de Oliveira' Diniz coadjutor
desta (reguezia toaibem se deslioguio durante o
tempo da epidemia, sahiodo da villa para os lu-
gares mais affectados, nao s pira prestar aos
doentes os officios de sua profuso, como para
applicir remedios ; e nessa tarefa fez os maiores
sacrificios que podia fazer um homem a bem da
huraaoidade.
Tambem devem devem ser mencionados como
ipnd.iprostadrs valiosos servigos na ribelra do
rio l ancma, onde a molestia foi ii.tensa, os cida-
daos Manoel de Albuquerque Cavalcinli e Ti-
hurltno Barbosa dos Santos, o primeiro dos quaes
consta que soccorrou com tudo que pode 10
seus visiohos que foram aneciados, e o ultimo
por vezes procurava o Sr. casado ; recebia re-
cebta remedios e iaslrecgdes e os applicava com
o mairerapenho, tendo talvado a muitos.
Tenho Consciencia de nao ler prodigaisado e-
logios mmerecidos a ninguem ; assim como da
nao ter Jeito injusligas. deixando de mencionar
nomes de individuos que se tenham prestado.
Assim pois, senhores redactores, Ihes pego en-
carecidamente que se dignom de enserir em sea
cooceituado /Mario estas mal alinhavadas linhas
com o que muito penborarao aos de Vmcs. cons-
tant leitor e muito obrigado
Antonio Marques, d, Albuquerque Cavalcanli.
Buique, 22 de julbo de 1862.
P
utilicacoes pedido
rando
cousa,
guoda
leodo
a Revista Militar
no seu programma urna
principie* logo a contrarior-se na sua se-
publicagao: hypocritas ainda, por que
dito em seu segundo numero que nao era'
seu fim molestar ao Sr. general Solidonio. vie
ram os senhores da Revista Militar no seu ter-
ceiro numere logo ferindo torpemente a sua re-
putagao ; e se os soobores do Militar estivesem
convencidos, de que a palavra do homen que se
presa, vale tacto quanto a sua honra, por cerlo
que se nao prestariam talvez servir de instru-
mento.
Nao temos servigos reaes prestados ao Ihrono
como os que declara o Ilustre escriptor. realisa-
dos nos campos de Piraj, Pituba etc.; por que
neste lempo, s Deus sabia que. teamos de vir
ao mundo, para avaliar os escriptos do hroe dt
firaj : podemos comtudo affiancar que temos
outros prestados em pocas semelhanles e cora
toda digoidade.
Sem ser responsavel pelos escriptos de Y H.
apressamo-nos todava em declarar illustre re-
daego que, lhe cedemos de bom grado a palma
na presente questao.
_ Pois quem se atrever a discutir em um campo
tao cheiode cardos e que por forma alguma com-
bina com os nossos principios, nao ser aquelies
que por habito te applicam a molestar a ro-
putagao alheia?
Porcerto que nao aermosnos.
Quegnnde descoberla vai fazer ao publico a
Ulustre redaego com a declarago do que se ha
pastado com ella, afim de nao publicar os des-
mandos do Sr. general Solidonio II
Se alguem assim procedeu para com algum
memoro da redacgSo, foi nao t por ter amigo do
Sr. general Solidonio e nao querir ver ums oc-
cutago to injusta quanto extempornea contra
elle ; mas por que tambem tinha direito. talvez
do aisim
o exigir
m
Onda est, pois esse grande crime, que pro-
ettels patentesr? H *
kn! Th0.res. ?ue o P^lico sensato nao
lngara como desejaes, o seu brido de reprova-
gao contra o Sr. general Solidonio, por que ello
Ha individuos que nao podendo apporecer pu-
blicomente com viseiro levantada, cora receto
do tnathema geral, peloa adot que tem pratica-
do, procurara atirar sobre outrem os seus andra-
jo!, paro assim sobre elle atlrahir a atteogo pu-
blica e por semelhante meio poder ento andar
um pouco maiidetatiombrado.
Eia o que presenilmente te d.
Nao coolinuaremoi mais retponder 01 vossos
aseriptot : temos Andado a nosia tarefa: com o
que hovemot dito est o publico sciente do que
e Revista Militar, e por ultimo voi decloramos
aneo Sr. general Solidonio nao precita de nosias
defezas, est muito cima da vosso maledicencia
nao o poden manchar com o vosso peslilenlo ha-
IltOo
Quando Scipio foi aecusodo no Ferutn peloi
tribunos, de haver enrequecido com os despojos
de Anliocho em lugar de retponder aos teus ae-
cusadorea, collocou sobre a sua cobeg a coroa de
ouro que usara no dia de seu triumpho e assim
exprimise: em igual dia venc Annibal e
labmetn Galbargo : subamos ao capitolio e de-
E lempo de invocar a philantropia das almas
bem formada. Os artistas lyricos. to aprec.ados
e applaudidos no nosso Santa Isabel Lu'za Cor-
bar e Luiz Belli, bal Jos de m^ios para occorre-
rem s suas subsistencias e transportarorn-se a
lugares em quo seu destino os chame, invocaram
os servicos de alguns amigos dedicados e sinceros
apreciadores de seus talentos, para ser-lhes pro-
porcionado um beneficio.
Esses amigos, que tambem eram contados no
numero dos dignos membros do-Club Commer-
cial-procuraram obter o salao deste edificio oara
em urna noite. lerem occasio de, ainda urna vez*
se enlhusiasmarem s d< guras e harmonios d
duas amestradas o afloadissimas vozes os esta-
tutos da sociedade, porm, terminantemente o
opponham a taes roncesses. e elles tiveram de
renunciar o esse desejo, escogitando meios em
que sua genetosidade se significasse, e suis al-
mas se cncantassem ao rememora-la oa mana dos
cantos beneficiados. Lembrarara-se dn saldo do
palacete da ra da Praia, e cortos de lerem sido
j all feilo concertos por grandea artistas e segu-
ros da commodidade que elle oUerece, desde logo
decidiram-se e decidiram seus beneficiados a fa-
zerem nelie urna soi re musical, que se ocha de-
signado para o dio 16 do corrente.
Quem como nos. sabe que os iufelizes benefi-
ciados foram ingratamente repelltdos da comoa-
nhia em que foram contratados e por cuja causa
deixaram seu paiz oalal, privaram-se da protec-
gao de seus prenles, patricios e amigos amigos
para, em trra eslranha obterem a justa paga d
seus talentos e fadigas ; quem como nos, sabo qua
elles, renles da f promeltida em um conlrato
nao pouparam esforgos e trabalhos para darem
cumprimento seut deveret ejlcangarem o re-
nome de seu mrito anistico, e que foram sor-
prendidos por ums calculada despedida, acabru-
nhados com o mais completo abandono de meios
quem, finalmente, como nos, conhece as priva-
goes porque tem pasudo esses infelizes, as pro-
vangas que se lm imposto, as contrariedades qua
bao experimentado, nao pode deixar de encher-
se de orgulho, vendo invocada sua generosidade
e tendo occasio de rtpetir: artistas italiano!
procurara a philantrcphia de estraogoiroscontra
a ingratido, abandono e mais ambicioso proce-
dimento de um seu compatriota.
E' sob esta grala impresao que esperamoi e
contamos eom seguranga, que os generosos con-
vidados para aquella festo, no fallada noite de 1S
do corrente moslraro por sua concurrencia, que
sabem fazer um inabalavel escudo de defeza do
fraco, do abandonado, do atirodo em torro des-
conhecldo, mas hospitoleiro.
Recife 13 de agosto do 1862.
/. P.
lima boa aeco nao ocre ficar sem a
merecida recompensa.
Sempre ouvi dizer que a boa educago era a
esseucial base da sociedade, e assim acreditando
nao podia outra cousa pensar sem manifest erro.
Ouvia fallar no Sr. Thomaz Jefferies do firma
social dos Srs. Rostron Rooker & C, hoje geren-
te da compaohia do gaz, mai sem o conhecer nao
podia avolisr os suas qualidodei, ao potso que em
seu abono tinha oa melhores informaget. Cou-
be-me entretanto ter occasio de com elle com-
miULDar,ne *ou Pn'o a confestir qee mira-
vllbado quei de ver a poldex de iui educigo,


MOTILADO I
ILEGVEL



,-.
DIA10 Di miVAMBDCa. SABB DO 16 DB AGOSTO BE I8t.
e tobre ludo o modo cavalheiroao porque se dig-
aou aeolher-me em que de mim livesse o menor
coohecimento, o que por tal modo captivou-me,
que 080 aabia mesmo o que pensar de tanta bon-
dade de aua parte.
Seo differeoQar naturalidades, nao posso dei-
zar da tecer os meas encomios ao referido Sr.
JelTerles, aasegurando-lhe que com tal modo de
proceder tolos o apreciarao e lhe tribatarao a sua
verrertc/o.
O desconhecido que estas liohas traga, o faz
por graf.do, e por bem pago se dar se (orem lo
bom acoihidas quinto elle o deseja.
O. P.
COMUflflO.
Praca do Recife 14 de
agosto de 1862.
As qnatro \ioras da tarde.
Cotaces da jnnta de corretores.
Algodo da Parahiba primeira sorle 14;OO
por arroba posto a bordo.
i, da Cruz Mae Jo presidente
John Galissecretario.
r feita na forma da lei pro-
j de maio de 1854, e tob as
abaizo declaradas.
a ae propozerem a esta arremata-
ra na sala das sessoes da mesms
Kandluierito do da
dem de da 14
AlfandetTsa,
1 a 13. .
. 20O:264877
. 106455150
210:9105027
tiaovitaento da alfandega.
Valames entrados comf azendaa..
c *om gneros..
Vaiimes
<
ishldos
tom fazendas..
com teneros..
372
== 372
103
175
== 278
Descarre^am no dia 16 de agosto.
Barca americanaUniofarioba e bolatbinha.
Brigue portugus Bolla Figuerense merca-
dorias.
Sumaca hespanholaArdilaTinho.
Importado.
Vapor franeoz Exlrtmadure, precedente da Eu-
ropa, raanifestou o seguinte :
20 barra manteiga, 25 caizas vinho, 1 dita se-
daa, 1 dita amostras ; a F. Sauvage & C.
10 caizas queijos ; a Krabb Thom & C.
50 ditas ditos ; a N. O. Bieber & C.
4 ditas ditos, e uma caizinha modas; a Alve!
Ilamburger &C.
8) caizas queijos; a Brender a Brandis.
23 'litis dilos ; a Thom Irmao.
10 ditas ditos ; a Vicente Ferreira da Costa.
2 ditas ditos, 1 dita sanguesugas; a Sodr
& C:
1 calza tecido de seda; a Oammayer &Or-
neiro
1 dita msicas; a J. Vignes.
1 dita instrumentos de msica ; a Luiz Dclou-
che.
2 caizas bonets ; a Chrisliani Irmao.
1 dita roupa; a Luiz de Moraes Gomes Fer-
reira.
1 dita mercesria; a Secar Lezal.
1 dita um porta-licor ; a Kore.
2 ditas Irnos, 3 ditas calcados: a Wild &
Jusl.
2 ditas joia8 ; a Blum Leh.mam.
1 dita leudos ; a Norat Irmos.
3 volumes canos de chumbo ; a F. Dlbarry.
1 caiza modas; a Vaz&I.eal.
1 dita liohas ; a Buessard Millochau.
3 ditas e 2 barris vinbo ; a Siqueira.
2 barris agurdente de Franca, 4 caizas chales
e lecidos de algodo ; a Scnaflrieiilim & G.
1 caixi agulhas ; a Ferreira & Araujo.
4 ditis papel; a Lindio Wild & C.
1 caixa amostras; a Manoel Joaquina Ritnos e
Silva & Genro.
1 dita perfumara ; a Viuva Lecoole.
1 dita tecido de la ; a E. A. Burle & C.
1 dita pelles; a Charles Lerlere.
1 dita redes ; a Souttnll Mellora & G.
35 ditas velas, 2 ditas mercearia; a Thomaz de
Aaojno / uajip^c*. _
lli) caizas ceblas; a Tisset Freres.
14 ditas cba ; a Francisco Sevenano Rabello a
Filho.
5 dius ma^aas, 1 dita sanguesugas; a Marques
Buros&C att
1 caiza obras de prata, 1 dita calcado, 1 dita
medicamentos, 1 diu conservas, 1 dita amostras;
a orderu. ..
Barca americana Unido, vinda de Poiladelplna,
consignada a Matueus Austain & C. manifeslou
seguiole :
2,2*8 barricas firinha de trigo, 200 borriqui-
nh:s balazinha, 15 Cizas vermfugo, 1 dita ob-
jedos para daguerreolhypo, 1 dita esparmacele,
1 dita latas de gez, 1 caotira de balanco, 1 barril
agurdenle, aos consignatarios.
Va^or brasileiro Oyopocfc, entrado dos portos
do su!, in&ntltsiou o aeguinle :
1 barrica farinha, 1 dita fejo ; a Luccas& Ma-
theus.
2 caizas livros ; a Jos Nogueira de Souil.
3U latas e 132 rolos de fumo 1 caiza chales ; a
ordem.
4 caizas fazendas; a F. Ssuvage & C.
1 caiza linhas; a ordem.
1 volume ; a Ignacio Pereira do Valle.
1 dito; a Jos Alezaodre Ribeiro,
1 dito; a D. J. M. de Souza.
1 dito ; a Mata Irmos.
1 dito; ao presidente do novo Banco.
1 dito ; a Jos Joaqun Mouteiro.
1 dito ; a caiza filial.
1 dito ; a Marques Barros iS C.
1 dito ; a Albino Jos Ferreira da Cuaba.
1 dito ; ao Dr. Aloscozo.
1 dito ; a J. R. Oliveira M.
O Illm. Sr. inspector dXhesouraria provin-
cial, em cumprimeto -drdem do Ezm. Sr.
residente da provincia, Inda fazer publico, que
no dia 4 de setembro pr/imo viodouro, perante
a junta da fazenda da/6105 tbesouraria, se ha
de arrematar, a quep Pr menos flzer, a obra
dos reparos da estra* do Pao d'Albo do marco
7,000 br:cis at o/marco 10,000, avaliada em
5:250.
A arremataco
vlncial n. 343
clausulas espe
_Ai pessoas
cao, compsr
junta, no di/""ima mencionado, pelo meio dia,
coropetentiaiente habilitadas. .
E para justar se mandou publicar pelo Diario.
Secretan* aa tbesouraria provincial de Per-
naroboor, 11 de agosto de 1862.O secretario, A.
F. da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremataco.
Ia. O* reparos necessarios na estrada do Pao
d'Alho, entre os marcos 7,000 bracas a 10.000 se-
ro feilos de conformdade com o respectivo or-
camnto, approvado pela directora em conselho,
na importancia de 5:250$.
2*. O arrematante dar principio aos trabalhos
no prazo de um mez, e os concluir no de 4 me-
zes, ambos contados de conformdade com adata
do respectivo contrato.
3a. O arrematante seguir todas ai precauces
que lhe forem dadas pelo engenheiro que inspec-
cionar a obra, e ficar sojeilo ao que dispda a lei
provincial n. 286, a respeito da arremataco.
4a. O pagamento ser efiectuado em tres pres-
tares iguaes, correspondendo cada uma a terca
parte da obra total.
5a. Nao ser em tempo algum allendida qual-
quer reclamaco por parte do arrematante ten-
dete a indemnisacio qusesquer que sejam as
allegicoes em que se basear para esse m.Con-
foime, A. F. da Annunciago.
Clausulas efpeciats para a arrematofo.
Ia. Os reparos necessarios oa estrada do Pao
do Albo, entre os marco* 6,000 bracas a 7,000
mil, sero feilos de conformdade com o respecti-
vo ornamento, approvado pelo conselho director
ai importancia de{4:800$000.
2a. O arrematante dar principie aos reparo
do prazo de m mez e os concluir no de qaslro
mezes ; ambos contados de conformdade com a
dala da respectivo contrato.
3a. O arrematante eguir todas as prescrip-
coea que lhe forem dadas pelo eogenheiro que
inspeccionar as obra, e ficar sujeito ao que dis-
pda a lei provincial n. 236 a respeito de arrema-
tsedes.
4a. O pagamento ser etTectuado em tres pres-
tarles iguaes comprehendendo cada urna a terca
parte da obra total.
5*. Nao ser em tempo algum attendila qual
quer reclamaco por parte do arrematante ten-
dente a indemoisacao, quaesqner que sejam as
ellegacoes em que se bazeem para esse flm.
Conforme.
A. F.da AQDunciacao.
Dedaraeoe.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Ezm. Sr.
presidenta da provincia, manda fazer publico, que
no dia 4 de setembro prozimo viodouro, peante
a jnnta da fazenda da mesma tbesouraria, se ha
de arrematar, a quem por menos flzer, a obra
dos reparos da estrada do Pao d'Alho desde o mar-
co dn 5.000 brseaa al o marco 6,000, avaliada
em 5.000$.
A arrematlo ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaizo declarados.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
lacao, compart^im na sala das sessoes da mes-
ma junta, no dia cima mencionado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar pelo Diario.
Secretaria d thesouraria provincial de Per-
nambuco. 11 de agosto de 1862.O secretario,
A. F. da Annunciscao.
Clausulas especiaes para a arremalacio.
Ia. 09 reparos da estrada do Pao d'Alho entre
os marcos 5,000 e 6,000 bracas serao feilos de
coDformidade com o respectivo orcamenlo, ap-
provado pela direcloria em conselho, na impor-
tancia de 5:0008.
2a. O arrematante dar coraeco as obras no
prazo de um mez e as concluir no de 4 mezes,
contados conforme o regulamento dss obras pu-
blicas o determina.
3a. O arrematante seguir as prescripcoes que
lhe forem didas pelo engenheiro que inspeccio-
nar a obra e ficar sujeito ao que dispe a lei
provincial n. 286, a respeito de arremataco.
i'. O pagmcnto ser efiectuado em tres pres-
taces iguaes, correspondendo cada uma a terrea
parto da obra total.
5a. Nao ser em lempo algum attendlda qual-
quer reclamaco por parte do arrematante, ten-
dente aindemnsagoes, qusesquer que sejam as
alleguemos em que se basear para esse Um.Con-
forme.A F. da Annunciaco.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Ezm. Sr.
preaMente da provincia, manda fazer publico,
que no dia 4 da setembro prozimo Muro, pre-
sente a junta de fazenda da mesma thesouraria,
se ha de arrematar, a quem por menos fuer a
obra dos reparos da entrada do Pao d'Alho dos
marcos 13,0(0 bracas at o flm do ultimo lanco,
avaliada em 5:5(J0jOO0.
A arremataco ser feita na forma na lei pro-
vincial d. 313'de 15 de. maio rio 1RR4 sob as
clausulas especiaos abaizo copiadas.
As pesoas que ae propozerem a assa arreuta-
tacao comparecam na sala das cessoes da
pf-rids junta, o dia cima mencionado, pelo
meio dia, competentemente habilitartas._ E para
constar se mandou publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Per>-
nmbuco, 11 de agosto de 1862.O secretario,
A. F. 'Anngociaco.
C ausulas espaciaes para a arrremataco.
1.a Os reparos necessarioa da estrada do Pao
d'Alho, entre os marcos 13,000 bracas ao flm do
ultimo lenco na villa do Pao d'Alho, sero failos
de conformdade com o respectivo orcamento,
approvado pela directora em conselho na im-
port.ncia d> 5:5l0g000.
2.a O arrematante dar principio ao3 reparos
no praso do um mez e os concluir no de quatro
mozes; ambos contados de conformdade com a
data do respectivo contrato.
3.a O arrematante seguir as prescripcoes que
lhe forem dadas pelo o engenheiro, que inspec-
cionar a obra, e ficar sujeito ao que disi&e
a lei provincial n. 286 a respeito das arremata-
Ces.
4.a A importancia da arremataco ser paga em
tres prestares Iguaes, correspondendo cada uma
a tere parte da obra total.
5.a Nao ser um tempo algum allendida qual-
quer roclamco por parte do arrematanto pen-
dente a indemnisacio quaesquer que sejam as
allegaces em que se basear par esse fim.
Conforme,
A. F. o'AnDnnciaco.
Directora geral da instrueco
publica.
Fago saber a quem convier que o lllm. Sr. Dr.
director geral, de conformidade com as instruc-
cea de 11 de junho de 1859, tem designado odia
18 do corrate, pelas 10 horas da manha, para
ter lagar o concurso s cadeiraa de instrueco
elementar do ls grao do sexo femenino j an-
nnnciadas. Sao, pois, convidadas as senhoras
que para este fim se acham escripias, compare-
cerera nesta repirtico, no mencionado dia e
hora.
Secretaria da inslruc^o publica de Pernambu-
co 13 de agosto de 1862.
O secretario,
Salvador Henrique de Albuqutrque.
Terca -feira 19 do corrente. Anda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipsl da primeira vara,
ser arrematado por venda um escravo de idade
de 60 anoos, pouco mais ou menos, avahado por
809, por ezecurao de Antonio Moreira de Men-
donca contra Joaquim Demetrio de Almeida Ca-
valcanti.
Joo Pedro de Jesua da Matla, lancador do
consulado provincial, avisa aos senhores propie-
tarios e ms' jdos de eslabelecirr.entos que dea-
de o 1. de julbo do crrante anno se acha encar-
regado do lancamento da decima urbana e dos de
mais impostos da freguezia de S. Fr. Pedro Gon-
e al veso Ba vista.
IEIM
DO
Banco do Brasil.
A caiza filial desconta na presente aemana
a 11 00 ao anno, sendo as letras de um praso at
quatro mezes, esacca sobre o banco do Brasil ao
par.O secretario, Francisco Joo de Barros.
COMPAMIA
Exporta$ao
do dia 11 de agosto.
Brigue nacional Siqueira, para os portos do
tio da Prata, carregsram :
Aojorim Irmos, 440 barricas com 3,2/7 arro-
L:s e 30 libras de assucar.
Brigue nacional Siqueira, para os portos do
Rio da Prata, carregaram :
Aronrim Irmos, 370 barricas com 2,300 arro-
gas e9 libras de assucar.
13
Brigue nacional Siqueira, para os portos do
Rio da Prata, carregsram :
Amorim Irmos, 270 barricas com 1,528 arro-
bas e 24 libras de assucar.
Reeebedorla de rendas Internas
geraes de Pernacnhaeo.
Btndimenlo do dia 1 a 13. .
dem d la 14......
Consalado provincial
Rendimento do dia 1 a 13.
dem de dia 14
Movimento do porto
inglez
commandante Be-
Navio entrado no dia 14
Rio de Janeiro e Babia 6 diae, spor
Oneida, de 1372 toneladas,
vis, equipagem 115.
Navios sahxdos ne mesmo a\a.
Rio Grande do SulBrigue nacional Ottnda. ca-
pito Joaquim Jos Rodrigues, carga agur-
dente e aal. ... .
lio Grande do Sul Patacho nacional Arapehy.
' capitao Manoel Jos Machado Filho, carga as-
sucar e outroa gneros. Levou 2escrafos a en-
Sontham'pten e portoa intermedios-Vapor inglez
Oneida, commandante Bevis.
Porto do norteVapor nacional Oyapoeh, eom-
mandaote o Ia lente Pontea Ribeiro.
Navio entrados no da 15.
Para e portos intermedios 7 dias e 6 horas,
paquete a vapor nacional Cruzeiro do Sul, de
1,100 tonelada, commandante o capitao de
mar e guerra G. Mancebo, equipsRem 63.
IVavio tahido no mesmo dia.
Rio de Janeiro Brigue nacional Deolinda.cs-
pito Joo Pereira Marques, carga algodao e
tros gneros,
O lllm. Sr. inspector da theseuraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordom do Ezm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico, que
no dia 4 de setembro, perante a junta de fazenda
da mesma thesouraria, ae ha de arrematar por
quem por menos Gzer, a obra a fazer-se com
os reparos da estrada do Pao d'Alho desde o
marco 10.000 bragas at o marco 13,000, avaliada
em 5:900000.
A arremttcao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaizo declaradas.
As pessoas que se proposerem a essa arrema-
tC3o comparecam na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia,
competentemente habilitadas. E para constar
se mandou publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
oambueo, 11 do agoste de 1862.O secretario,
A. F. o'Anounciaco.
Clausulas especiaes para a arremataco.
1 a Os reparos necessarios na estrada do To
d'Albo, entre oa marcos 10,000 bracas a 13,000,
sero feilos de conformdade com o respectivo
13:078970 orement, approvado pela directora em conse-
895S796 I lho na importancia de 5:900g000.
2.a O arrematante dar principio aos trabalhoi
no praso de um mez, e os concluir no deqtratro
mezes, ambos centados de conformidade com a
data do respectivo contrato.
3.a O arrematante seguir todas as prescrip
Ces que lho forem dadas pelo eogenheiro que
inspeccionar a obra, e flear sujeito ao que dis-
pe a lei provincial n. 286 a respeito de arrema-
taces.
4.a O pegamento ser effecluado em tres pres-
tacoes iguaes correspondente, cada ms a terca
parte da obra total.
5.a Nao ser em tempo algum attendida qual-
quer arremataco por parte do arrematante ten-
dente a indemnisaco quaesquer que sejam
allegaces em que ae basear para esse flm.
Conforme,
A. F. d'Aonunciafo.
Sao convidados os Srs. accionistas da
companhia a reuniremse em assembfe'a
geral extraordinaria no dia 16 do cor-
rente ao meio dia afim de se tratar do
encanamento das aguas para a fregu
zia dos Afogados, segundo propoe o
Exm. Sr. presidente da provincia, pre-
venindose pore'maos accionistas que de-
vem coraparecerem para que seja con-
venientemente discutido neste ponto os
interesses e direitos da companhia.
Escnptorio da Companhia do Bebe
ribeii de agosto de 1862.
Justino Pereira de Farias.
Crrelo geral.
As malas que tem de conduzir o vapor Cru-
zeiro do Sul para os portos do sul, sero focha-
das hoje (16) as 3 horas da larde: os jornaes
sero recebidos al meio-dia, e os seguros at 2
horas da tarde.
Rclaco das cartas segnras viadas do
norte pe vapor Cruzeiro do Sul
para os Srs. abaivo declarados.
Administradores da massa de Antonio Jos
Moreira Ponles.
Manoel de Azevedo Pontos.
Rodrigues^ Ribetro,
Alarico jse Furtsdo.
Antonio Carlos Damasreno.
Antonio Maria O'Connoll Jersey.
Dr. Antonio Witruvio Pinto Bandeira e Accioli
de Vaaconcellos.
Bailar & 01ivaira._
Christiaoni & Irmao.
Felippe Guimares de Miranda Lisboa.
Joaquim Luiz Vieira.
Jos Maa Costa Pinto:
Lima Jnior & C.
Luiza Maria de Barros e Silva.
Luiz Ignacio Maciel.
Mmoel Goncalves da Silva.
Manoel Theodoro Teixeira.
Parele Vianna & C.
Ribeiro & Lobo.
Silva & Motta.
Viuva de Antonio Jos Fernaude9 de Car-
valho.
Viuva de Ventura Pereira Peona.
Vianna & Guimares.
Vieira & Netto.
Perante a cmara municipal desta cidade
estaro em praca nos dias 13, 16 e 18 do cor-
rente, para serem arrematados os concertos a fa-
zer na ponte denominadr do Maduro na travessa
de Santo Amaro a Belem, oreadas em 1325 ;
aquelles que pretenderem arrematar podero
comparecer nos dias indicados no paco da mes-
ma cmara, apresentando para esse flm carta de
flanea.
Paco da cmara municipal do Recife em ses-
so de 11 de agosto de 1862.Luiz Francisco de
Barros Reg, presidente.Francisco Canuto da
Boa-viagem, secretario.
Oa Srs. Helmold, Ramond, Rlchbaum, Slei-
ber, se orestam geaerpsamente para obsequiar
oa beneficiados.
N. B. E.tando ausente da cidade o Sr. Hel-
mold, ignora-se o titulo das pecas, o que ser
anounciado na noite do concert.
* arli*ta* beneficiados, demasiadamente pe-
nhorados bondade e desinteresse com queseus
danos irmos Helmol, Remonda, Eiehbaum e
Sleuberee prestaran, a enriquecer seu concert
musical, so prevalecer do presente meio para
significar-Ibes todo seu reeonhecimento, e em
geral a lodo que se digoaram prodlgalisar-lhes
os favores que actualmente recebem.
Em consequencia de a. achar no campo o r-
tiata Uelmold, deizam de ser agora especificados
os pedacos musicaes que elle tom de execular.
13:974*766
15:0433135
3:164J188
18:2075323
as
^os feunu'ir;.
ment de Custodio Antonio Sai
tarianle e por despacha do Dr. ..
segunda vara, em seu escriptorlo~toa da Cadeia
o. 9, as 11 horas em ponto.
re, como inven
r. viz municipal da
5SC3
diTerjrOs.
&&v
m^w
Para Lisboa o brigue portuguez Bello Figuel
rense, cspltao Jos Ferreira Lessa, pretende
sahir at o dia 25 do corrente, para pasaageiroa
para os quaes tem ezcellenles commodoa : tra-
ta-se com os consignatarios F. S. Rabello Si F-
lho, ra da Cadeia n. 55.
a Babia
com multa brevidade pretende seguir o bem eo-
hecido e veleiro brigue escuna Joven Arthur,
Epito Joaquim Antonio Goncalves dos Santos,
m parte de seu carregamento prompto ; para o
resto que lhe falla, tratase com os stus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C,
no seu scriptorio ra da Cruz n. 1.
G01PANHU PERJAMBUGaVni
DB
Navegaba costeira a vapor
O vapor Persinunga, commandante Moura,
sahir para os portos do sul de sua escala no dia
20 de agosto, s 4 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 19 ao meio dia. Eo-
commendas, passageiros e dinheiro a rete at
o dia da aahida s 2 horas : escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
300OC? cao tEgp* ** Mea
Pcvuamttucana
Tendo aido nomeado o presidente effectivo
eata aasociac.o por portarla do Ezm. presiden-
te da provincia, convido aos Srs. socios effecti-
vo a ae renoirem em tesso ordinaria da as-
sembla geral, domingo 17 do corrente, s 10
horas dia, aflm de cumprr-se o disposte no
3* do art. 18 dos nossos estatutos.
Secretaria da Associaco Typographica Per-
nambucana 14 de agosto de 1U62.
Juvencio Cesar,
1* secretario.
LOTERA
Quarta feira 20 do corrente mez se
extrahira' impreterivelmente a sexta
parte da primeira lotera beneficio
dos religiosos franciscanos de Olinda, no
consistorio da igreja de N.S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meios
bilhetes acham-se a venda na respec-
tiva thesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas commissionadas praca da
Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentol, ra
Dreita n. 3 botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia do Recife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ ate as de 10 se-
rao pagas uma hora depois da extrac-
cao, eas outras, pore'm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
Perdeu-ae no dia 14 de agosto um alfloete
de ouro, desde a rui do Queimado em seguirxen-
to ao pateo do L'.vramento at a ra Direita, ten-
do uma rosa esmaltada de rdzo, e es folhss de
verde : a peisoa que o achar, querendo ser cons-
cienciosa, leve-o rus Direita n, 3. que se gra-
tificar.
COMPANHIA PEkNABUCAIU
BE
Navegado costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara'.
O vapor lguarass, commandante Vianna,
sahir para os portos do norte at o Cear no
dia 26 do corrente s 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 25 ao meio dia ; en-
conwnendas, passageiros e dinhairo a frete at o
da da sahida das 2 horas : escritorio no Forte
do Hattos n. 1.
) MA
io de Janeiro,
ende seguir com muita brevidade o veleiro a
conhecHo patacho nacional aCapuan, ca-
Theotonio Jos da Silva Rosa, tem parte
u carregamento prompto : para o reato que
falla, tratase com os seus consignatarios Al-
io Luiz de Oliveira Azevedo & C. no seu es-
:f\ptorio, ru da Cruz n. 1.
Acha-se fegido desde o dia 11 do corrente
o escravo Nicacio, de naco Angola, cor preta,
estatura regular, secco do corpo, com falta e
dentes na frente, muito fallante ; levou vestido
camisa branca de algodozinho e calca j usada
de casemira azul. Este escravo fui comprado
pelo annunciinle em 9 desto mez ao Sr. Bento
de Freitas Guimares, morador na ra de Apollo
no bairro do Recita, por interveBcao do Sr. Jus-
tino Martins de Almeida ; roga, portanlo, o an-
nnunciante s autoridades policiaes e espitaos de
campo a apprehenso do dito escravo, e sui en-
trega na ra larga do Rosario n. 33, segundo an-
dar, pelo que sero gratificados.
Antonio Martins de Seabra Lemos.
l\o lerceiro ar,dar ao sobrado n. 52 da ra
daC'deia do Recife, precisa-se alugarum escra-
vo ou escrava que cosiohe.
,
T'rJ
fl
de Janeiro
Pretende aeguir com muita brevidade para o
Rio de Janeiro o veleiro e bem conbecido brigue
nsdonal Almirante, tem parte de seu carrega-
mento prompto ; para o resto que Ih falta, tra-
la-ae com os seus consignatarios Antonio Luiz da
Oliveira Azevedo, no seu escriptorio ra da Cruz
numero 1.
10
A viuva e Dlhos do fioado Francisco Ma-
linas Pereira da Costa convi jam acs ami-
gos do mesmo finado, para aasistirem un
missa que se ha de pula*- --,'P,rJ" '^T
tu?,da?.St?.lv Antonio, quarta-feira 20 do
versario do seu fallecimento, e SsdVj
antecipam os spus i?rdeHmenlo*.
ajjjjjjjjjjjajjjpj BiBij^ir^fSSZS^SJiii-JT2S
O abaizo assignado morador no aterro da
Boa-Vista, hoje ra da Imperatriz n. 61, e com
! loja de ourives, declara ao respeitavel publico
'que nada devo nesta provincia ou em outr>
I qualquer, e se alguma obra vende por menos nao
porque tenha de pagar diviJas, e sim porque
se contenta com meos ganhu, e no querer es-
tar muito tempo empatado, esperando por mais
inleresse, a satisfago que tem a dar; se po-
rm houver alguem que se ju'gue seu creJor
aprsente seu titulo que ser immedialameDte
pago.
Recife, 15 de agesto de 1862.
Custodio Manoel Goncalves.
GiUNDE CONCERT
\0C\L EINSTRUMENTAL
A* beneGcio de
L. Belliy e l. Corbari.
A 16 do corrente.
O agente Oliveira far leilo por ordem do
lllm. Sr. cnsul de Franca nesta cidade, em pre-
enca deste senhor oa de um de seus delegados,
do espolio do finado Julos Imatz, subdito frah-
cez, consisliodo em uma mobilia de Jacaranda
Monte Pin fopular Per-
naniuucano.
De ordem do lllm. Sr. director sao convidados
os Srs. socios (pela 4a vez) a comparecerem
asscrobla geral, domingo 17 do corrente, pelas
10 I., ras da manha, na casa das sessoes.
O Sr. director manda recommendar de novo
aos Srs. socios quo nao deizem de comparecer a
assembla geral, pois ha a tratar de negocio de
grande inleresse, nao s da sociedade, como de
todos os Sr. socios.
Secretaria do Monto Pi Popular Pernambuca-
no, 14 de agosto de 1862.
RoDjamin do Carmo Lopes,
1.* secretario.
~ Precisa-se de dous mocos l'ortuRuezes, dos
recentementes chegados, de 12 a 1 annos de
iddde, para irem para Macei empregar-se no
comraercio : a tratar no armazem de Jos Joa-
quim Dias Fernandos, travessa da Madre de
Dos n. 12.
Alinelo!!!
de
Veiieravel ordem terceira
S. Francisco do Recife.
O Sr. mestre dos novicos da mesma
veneravel ordem abaixo assignado roga
aos seus carissimos irmos quer prr^,.
sos quer novicos o seu compareeto^^
Da igreja da sobredita ordem no dia
17 do corrente, pela 9 horas da ma-
nha. paramentados de seus habitar
para ass.st.rem a festa da. Senhora da
Ajudapadroeirados novicos, assim co-
mo as 7 botas da noite do referido dia
para o Te-Deum e tamben as vesperas.
Manoel do Nascimento Santo
____________Mestre dos novicos.
Augusto Jos de Azevedo cidado DoTtaz.
gaezretira-se D:~ A- '
Declaro em alto e bom som que ninguem
faca negocio com os bens que perteaceram ao
coronel Francisco Xavier Corris, como sejam,
para o Rio de
cidado
Janeiro.
Precisa-se
del:5O0a2:0009dando-e por aeguranca um
sitio perto desta praca. boa casa de vivenda e
grande, por prazo de 12 e 18 mezea : quem tl-
vsr para darannuocie aua morada.
Ama.
Precisa-se na ruado Imperador n. 67
vraria, de uma ama para todo o
homem solteiro.
servico
na li-
do um
Atteacl
da
Fugio no da 14 do correnta do Urceiro andar
casa por cima da sala de daosa defronte da
igreja do Rosario uma mulata de 16 anuos a
la. corpulenta, cor mui fechada, foi vest,Va da
amarelloeum chales j velho, presume seque
fosse seduzda, duendo sr forra : portante? o
dono protesta contra quem a liver acoutaia e
graticar bem quem a pagar e levar a ras do
Imperador n. 67, livraris popular. -
- Jos Cirneiro da Rocha em signal peito e gratidao memoria de seu amigo o Ezm
tenente-general e conselheiro de guerra Final-
no llerculano de Moraes Ancora convida aoa
seus amigos, assim como aos prenles e amigos
do tallecido para assistirem a uma miasa que
pelo repouso eterno de sua alma manda cale-
orar na matriz da Boa-Vista, na egunla-feira
18 do corrente trigsimo dia de seu passamento.
as 9 horas da manha.
Aluga-se um sobrado de tres andares o ai-
mazem narua da Cadeia n. 16: a tratar com o
major Nascimento da Costa
seu proprietario o
Monuiro ou com Fonsecs & Silva, na mesma rus
O Sr. Mauoel Francisco de Frenas Bapiiata
de Andrade, tem uma carta vinda da Villa de
Patos, nalivraria da praca da Independencia n.
6 e 8.
Sendo eu um dos herdeiros do primeiro
casal de meu fallecido e muito preaado pai nao
posso deizar passar desapercibido o ar.nuncio
publicado em o n. 158 leste jornal, e peco venia
a Illm.a Sr.D. Maria Alezandrina Jacome para
protestar cootra a sua asseveraco de qu* em 26
de oulubro de 1845 se fez inventario amigavel dos
bens daquelle casal, e os herde'ros recaberaro
suesUgilixas ; porque eu nunca retebi minha
legitima materna, nem prsstei minha assgujtu-
ra para semelh:nle inventario, e do qual s pelo
dito annuncio e com sorpreza tenho noticia. No
mesmo caso estao meu cunhados o major An-
tonio Ignacio da Silva e Manoel Luiz da Veigs.
que opporlunamenle, e quando esle ultimo esti-
ver presente respondero ao referido annuncio.
Espero nao sor forcado a vollar sobre um assump-
to que considero grave e improprio de gazelas.
Recife 14 de agosto de 1862
______Bacharel Antonio Anoes Jacom Pires.
0=.F-,0-,;2ef.1J.Vm-fora de Porta".". ?.
Va prda de nome Joaquina, ps e mos grandes,
de 18 annos de idade, cabellos garapiohados,
amiaT^aiglffl'lMlcWriffeVab m" dYli
Portas, ondej tem si Ju encontrada ; ou ter ido
para Pao Amarello do termo de Olinda, donde
lilha e tem mi e irmos : roga-se as autorida-
des policiaes dos referidos lugares, capites de
campo e quaesquer pessoas do povo que a en-
corilrarem ou della noticia tiverem o aprrehen-
dam o a Itvtm a seu senhor na ra da Iru,era-
Iriz n. 86, primeiro andar, que generosamente
recompensar, asaim como protesta usar de todo
rigor das leis contra quem a liter oceulta.
No dia 26 dejulho passado fugio o escravo
Benedicto, nacSo Africano, idade trints e taolos
annos, eslatura regular, cor vermelha e barbado,
com alguma falla de cabello no alto da r.-.i.--;? :
quem o CODdezir a entregar a seu senhor na iua.
das Cruzea no Recife, ser generosamente recom-
pensado.
Aluga-se uma boa casa sua no lugar Poute
de Uchoa, margera do rio Capibaribe, com ac-
eommodac-s para grend familia ; quem preten-
der, entenda-so com o bachirel Manoel Gentil da
Costa Alves, no mesmo lugar.
A pessoa que quizer dar cavollos para en-
gordar para a f-sta, por preco comn.odo,dirija-se
a ra Bella n. 5, que achara com quem tratar.
contando sof. onsolos, mesa de meio desalaes Paulo Giqui. e outros pertencentes ao dilo
cadeiras.de umacommoda, camas de ferro, qua- | casal pois do olta da minha viagem Baha,
dros, rede e outros objectos: provarei os meus direitos que foram usurpados.
Sabbsdo 16
Attenco.
Na ra das Cruzes, casa n. 2, sobrado da es-
quina,.primeiro andar, cose-se perfeitamente pa-
ra seoooras, meninos e meninas, assim como d-
minos psri mascara.
Ao iscal de Olinda.
Urna malilhs de porcos infesta a cidade de 0-
linda, fazendo grandes estragos as plantaco.'S
dos sitios circumviaiohos, e at pelas ras sao
encontrados a cada pssso : rogamos a attenco do
senhor Qscal para a observancia das posturas da
cmara respailo.
Arrenda-se por tres aunos um grande sitio
na matriz da Vanea com casa de vivenda, mui-
lasarvores fructferas, e larras para planlaces :
a tratar na ra Dreita n. 40 com o seu proprie-
tario.
do corrente, so meio dia em ponto, no primeiro
andar di case n. 5 da ra da Cruz do Recife.
Francisco Xavier Corris Gomes,
Capitao da cavallaria montada.
LEILAO
DE
NO
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico,
que dia 4 de setembro prximo futuro, perante a
junta da fazenda da mesma thesouraria se ha de
arrematar, a quem por menos flzer, a obra do
reparo da estrada do Pao do Alho, desde o mar-
co de 6.000 al o marco 7,000 bracea, avaliada
em 4-.800J000.
A arremataco aera feita na forma da lei pro-
vincial n. 313 de 15 de maio da 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo especificada.
As pessoaa que se propozerem a essa arrema-
lacio comparecam na sala das sessoes da mesma
juota, no dia cima mencionado, pelo meio da,
competentemente habilitadas.
E para constar ae mandou publiear pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial, 11 de
agosto de 1862.
O secretario,
A. F. da Annuuciaco,
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Sabbado, 9 do corrente.
Programma.
Primeira parte.
1." Oovertura pela banda militar.
2." Catalina da opera Lucrecia Birgia, cantada
pelo Sr. Belli.
3/ Fantasia para piano, execulada pelo Sr. Hel-
mod.
4.* Cavatina da opera Sapho, cantada pela Sra.
Corbari-
5.* Variaces para rebaca sobre a opera W. Tell,
exetadas pelo Sr. Steuber.
6.# Dueto da opera Attila, caniado pelos Srs.
Belli e Ramonda.
Segunda parle.
1.* Oavertura pela banda militar.
2. Cavatina da opera o Bravo, cantada pelo Sr.
Belli. .
8.* Fantasia para piano, exetutada pslo Sr. el-
mole. .
4." Rondo de opera Ceuercutola, cantada pelo
Sr. Corbari.
5. Thema e variaces para piano sobra a opera
EUzir Talberg. cantada pelo Sr. Eiehbaum.
6.* Duelo da opera italiana em Argel, de Rosi-
ni, cantada pelea Sra. Corbari e Rameada.
Principiar e 8 horaa.
Mestre da plano, o Sr. R. Eiehbaum.
Queijos flamengos
A 18 do corrente
Em virtude de carta precatoria dirigida pelo
lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio ao lllm.
Sr. inspector da alfaodega desta cidade e passa-
da a requerimeoto de Prente Vianna & C. co-
mo procaradores de A. C. de Freitas & C, de
llamburgo, o agente Oliveira far leilo por au-
torisacao do mesmo lllm. Sr. inspector e em
preaenca de um empregado de sua nnmeaco
pira t (-ito da melhor fisolissco, de DG&C 50
caixas de doce e de 24 queijos flamengos cada
uma, chegados receolemenle pelo patacho ba-
novariano Atlantic, bapito G. Kapcke :
Segunla-feiral8
do corrente, 11 horas da manha em ponto,
no lagar por baixo daarcada da referida alfan-
dega._______________________________________
DIVIDAS.
Sabbado 16 do corrente.
O agente Pinto far leilo pela terceira e 1U-
, ma vez de tros lettras a vencerem-e da mpor-
Itancia de 9:588$, pertencentea ao inventario do
fallecido Ponciano Louranjo da Sute, a requeri-
Na rea do Sol n. SI. primeiro andar, alu-
gam-se dous escravos a 5J semanal, proprios pa -
ra enxada. _______
A' polica e aos capites de
campo pede-ae a captura do escravo pardo de
nome Paulo, que anda fagido nesta cidade e seus
suburbios, tem estatura regnlar, cheio do corpo,
levou roupa de luto, e chapeo de fellro pretc :
quem o pegar leve-o ra do Sol n. 21, que se-
r recompensado. _____________________
pedido polica.
Acha-se fgida a mais de nm mez um escra-
va do abaizo assignado. conhacida pelos signaes
seguales : chama se Balbina, naco da Costa,
baiza, cara redonda, com a falla de um dente na
frente e da parte de cima, corpo grosso, pernas e
ps. vestida com uma saia de chita escura, e um
chale velho amarel'o, costuma andar disfamada
com um pequeo taboleiro a titulo de andar ven-
dendo fructas. Consta ter sido vista na freguezia
de S. Fr. Pedro Goncalves, e para a estrada da
Olinla e Santo Amaro ; consta mais que se acha
homisiada em uma casa a pretezto de pagar se-
mana. Prolesta-se haver os dias de servaos da
quem a tiverem sua casa ; e roga se polica,
pedestres e capites de campo a sua apprehen-
so, que bem pagar seu senhor, no sitio da es-
trada de Joo de Barros, onde mora o major Joo
Bernardino de Vasconcelos.___________________
Juse- tiorgonio Pa*s Brrelo, em vista do
annuncio feito pela Eima Sr" D. Mal de Ciseeiro
Freir de Moraes, publicado neste Diario, obri-
gsdo a declarar que nao pretende vender os aoi-
maes que lhe comprou ; mas se o tier de fazer
nenhum embaraco ter. porque taes animaes Iba
pertencero. Qutnto a dizer a mesma senhora que
o annunciante ainda ,lhe nao saliafez o preco dal-
les iato ezaclo ; mas deveria ella iccrescentar
que os vendeu para pagar lhe o mesmo annuo-
ciaote em 25 de favereiro d 1868, pelo que pas-
ou-lhe uma letra de rs. 1.925J ; e uma vez que
ella declara ainda estar accionendo-o pelo pre^o
de taes animae, dever lambem declarar que o
st fazendo injustamente, visto que a letra nao
est vencida, e para acciona-lo. prescindi da
mesma letra, declarando am juizo que a transac-
ro de tal letra ficou de Cjenhum effeilo por falta
de gsrantia, quando o sojnuociaole nao se com-
promelte a da-la, ella nao lhe restituio a mes-
ma latra. Recife 14 de ;fcosto de 1862._______
Aluga-se um sobradinho de um aodare ao-
, da Silva queir. eemi-ar^ ^ ^ ^8^ Clabougo ?elhQ Q 17 trilsr D0
Aluga-se uma negrloha de 12 eunos : na
ra doaMarlyrios n. 2. ____________________
Atso
Fugiram do engenho Souza do Dr. Christovo
Xavier Lopes, dous escravos. um de nome Ja-
cintho, mulato, com 14 annos de idade e com os
signaes seguinte : estatura regular, bom cabe'.-
lo (que usa traze-los a nazarena), sem l)irba,
denles limados, bem fallante, tem um pequeo
signal pralo. na enruga do nariz, levou vestido
paletot de brira pardo, calca de casemira com
listras ei usada, uma camisola de algodio azul
americano aberta na frenU forrada de bata en-
carnada e pass por forro em qualqner parte ; e
Marcolino, crioulo. representa a mesma idade,
com os ps defeituosos do feridssque leve e an-
da sobre as ponas dos ps, fulo da eOr.cOBI
uma belide bem viiivel no olho, fol vestido de
roupa de algodo azul americano e chapeo de
casemira azul de quadrinhos e j velho,
alo carreiros : quem os pegar leve-os
engenho que ser bem gralilicado.
ambos*
ao dito
car repartico do correio afim de reetber
carta recommeodada.
- Precisa se de um hbil oinciai ue pbarma-
eia, e qae d fiador a sua conducta, omii da-
r m bom ordenado ; na ra Nova, botica n. 51
cae do Ramos n. 4.
- Aluga-s, uma cas. terrea. "V'ou'efmado
ra Imperial n. 9 ; a tratar *# <>. Q'D-a numero 71,


L
MUTILADO [
ILEQVEL l


*%
DUI10 II MRIUMItiCO. e* SiBBADO 16 DI AGOSTO B W.

GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Forneiro.
na padarla allomas
Procia-se d m orneiro
ta Santo Amato.
.Lavagem e engommado
cf .roupa, de Ramos A Pi-
mental.
Fugloda ?illa da Estada a negra cnoula
idade 26 28 armo, corpo e altura regular, cor
fula, tan no rosto urna marca de urna reladura
qua late Qcan4o o lugar maia preto do que a
mesma cor, tem a marca de ama ftida n'uraa
perna, tem maia urna cicatriz as costal esbran-
quiQada, oa olhos um pouco amortecidos, a cara
um pouco descarnada : pede-se as autoridades
- ..i ....1...1. ..i. policiaes e capittsde campo a captura da dita
Empresa importante,. _qee tal pre. do rel- ,evanS0 oa ,,, u Escada\ Jog An,0.
MSL1L
Tantea servigcs seus frguezes paia promptido
pttfaigc com qua lava a roupa sem a estragar
PREgOS.
Roupa sortida (embota nao Techara meiai nem
lencos) 40 rt. por pec.a.
Pecas grandes isoladamente 00 ts.
Roupas de navios, vapore e hospitaes 70 ts.
Dita de familia qut nao ftegueza 80 ts.
Dita da doenta da familia qua nao ftegueza
120 ts.
Urna tada ou cortinado de cama o vatanda
a 500 ts.
O prec.0 dos engommadoa mdico a eonfor-
ma aa pe^as, como costamam fazeras engomma-
deirts. O praso da entrega da roupa lavada
8 dias, a engommeda 15, sendo qua muitas vezea
tti prompta antea do praic. Deposito na ra
Nova. ______
nio de Moura, ou no Recife ra do Encantamen-
to d. 13, que ser generosamente recompensado.
Antonio Luis da Barros Tinoco subdito por-
tuguez relira-se para o Para. ___ ___________
ENSINO
DE
PARTIDAS COBRADAS
Dirigido por
MAXOEL FOMCV DE MEDFJROS
DUAS VEZES POR SEMANA
TERQASE SEXTAS
DASlASiMIORASDANOlTE.
ROA NOVA iV. 15. 2. ANDAR.
Jos Paulo da Fonseca leatamenleiro dativo
do fallecido Msnoel Joaquim Dias de Castro, peda
aos credores do mesmo de spreseotar seus ttu-
los pira serem examinados e contemplados no
inventario a que est procedendo.
Alugam-ae dous grandes armazens na ra
da Concordia propnos para qualquer estabeleci-
mento em ponto grande : a tratar com o Sr. Mi-
guel Jos Alves, na ra da Crui do Retife.
Casa de mk em feato
Amaro.
Dr. SiWa Ramos,
Este estabeleeimento j bem conheeido, econ-
eeituado nesta provincia pelos relevadas servi-
dos qua lem prestado, f.outiiia nas melliotes con-
dicoes debaixo da direccio de seu proprictio
receber docnles de todas as clssses, os qutes so-
ro tratados com todo a zelo a iuteresse pelos
presos seguintes :
Primeira classe.... 3000ou mti.
Segunda dita...... Si500.
Tercena dita...... S5OOO.
Em qualquer das elasses es braceos Gcsro se-
parados dos nebros. Os alierjidos da 2.a e 3.a
classa nao furiosos pagnrao a diaria ordinaria,
sendo furiosos pagaro mais a quaia puto. Os
sleaarfos da 1.a classe pagaro segando o ajusfa
-
Gabinete medico eirurgico.
t Ra das Flores n. 37.
Serio dadi consultas rnedicas-cirurgi-
ca? pelo Dr. Estevao Cavaleanli dt Aibu-
9 qairquo da 6 a* 10 horas da mauhaa, ae-
ej? cudindo aos chamados com a malar bra-
ga vidrie possival.
I'0 Partos.
S.a Molestias de palla.
,9 3.* dem do olhos.
g, 4.a dem dos orgaos semitae..
gp Pratieartod qualquer operario em
sou gabinete ou em casa o doantes aon- ^
.g forrut Ihes fot oais conveniente, ^g
JOaoaa Silva litm^,
mdico ne.la TTnivf-s^i^A
de Coimbra,
da consultas em cas?, das 8 1% 10 hras da ms-
r.baa, e prosta-se 1 qualquer chamado com a bem
conhecida promptidc.
Novo retratista.
Rus do Crespo n. 18, primeiro andar, tiram-
te rettatos pelo systema daguerreotypo pot m-
dicos presos ; vo-sa tirar retratos de pessots
moras deotro e fora da cidade. N
Sociedade d edilicaefles.
Capital social 1,200:0000000.
As pessos que quizerem subsetever para a for-
macao do capital a esta grandiosa e til empteza,
com o valot de terreos ou casas a reedificar,
situados na capital ou arrabaldes, devero dirigir
suss declaraces por escrio, indicando lacia-
mente a situtejio, exlenio e confrontarlo de
seus respectivos terrenos ou casas a rcediOcar,
no escriptorio dolilm. Sr. Dr. Diodoro Ulpiano
Coelho Catsnho, ra do Imperador n. 81. Faz-
se igual convite s pesaoas que quizerem sbs-
crever quanlias de lGOgOOO al qualquer quanlia
para cima, seja valor em dinheiro correte, seja
em materines, msdeiras, transportes, ele reali-
saveis em 10 prestages de lOOiO do capital subs-
cripto, pagtndo a primeira preslsc&o na occasiao
em que fot apresentado, para assignar o livro do
acto social, e as nove ouiras a 60 diaa ce praso
de urna a outra. Os artistas e ebrairo. serio
adrnitlidos asubscrever quantias de 1008 a 200)
paftaveis em prettacoes semiuaes de 29500 e
1=250.
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ba do Cahug n. 18, entrada pelo
pateo da matriz.
Esta galera ornada com oa augustos retratos
photographicoa da SS. JIM. e das serenisaimas
princesas imperises, assim como com os de mu-
las das principaes pessoat desla cidade, est a
disposicau do publico, que a pode visitar lodos
os dias das 8 horas da manhaa i 5 di larde, *
examinar os trabalhosaxpostos.
Continua-se a tirar retratos por todos os sys-
tamas pbotographicos, e especialmente por am-
brotypo e em cartes de visita. Fazam-aa tam-
ben) mimosas miniaturas em talco para te collo-
carem em joias.
Os precos dos retratos sao os mais rszoaveis
qaa se encontram nasta cidade.
i, l'arreira Villela, photographo.
xmmmm-m-mmmmm*
m $-'-ua da Cruz-A 61
O Dr. Rocha Bastos
d conaullaa lodosos dias.
Cura radical a era pouco das moles-
tias syphililicas a dos orgos genito uri-
narios.
8 Consultas da gra;a das 8 aa 9 horai da
machas.
Pra&isa-ae da urna pessoa qaa cozinha bem,
e com limpaza, sendo esetava melhor : na raa
do Quaimado, loja n. 46:
Ollerece-se urna pessoa para cobrar divi-
das, tanto no interior da provincia como para fo-
ra da mesma : as pessossqae precisar ditija-se a
ptagada Independencia n. 6 e 8, em carta fecha-
d com ai lniciaea A. S. F. J.
O abaixo assignado, gereole e nico liqui-
datario da firma Rodtigues & Ribeiro, decidida-
mente autorissdo pelo meretissimo ttibanal do
commetcio, convida todos os senbotes que se
achaco devendo i mesma fitma a que venham
quanto antes tealisatseus dbitos, pois contra o
que foram remitsos teta o annunciante de proce-
der JDdicialmonle. Recife 1.a de agosto de 1862.
Uanoel Joaquim Rodriguas de Souza.
ItyOfOGO.
Precisa-se de 2;cY
^000 a
ptemio por seis me-
na raa

i
I

KSMSMM; MtHeKMtSI
Gratificado.
:-se a quem leva.,0
i sobrado sito ru^,},^
ment n. 18. lado do poenie.um""I
gaio que ugio dj mesmo sotBQ \m
direcgaoios quintaes vuinbos, .,ia ma.
nba do dia 13 do correte.
217,000
Gratiflcs-se a quem
andar do sobrao sito
ao prin eiro
ru'do Livra-
!@&@
&%
No dia 19 do correte, pelis 10 ,oras da
manh, depois da audiencia do jaizo diDaz do
1. ditriclo da freguezia de S. Fr. PedroGon-
galves, se ha de arrematar urna burta de erro,
penhotada a Alberto Ascho, por execuc3o( -u
contra o mesmo, move Alvos & C.
din
Aluga-sa urna exuellente caaa de campo,
com bastantes commodos para familia, multo bom
banbo, vista magnifica, muito fresca, e Um al-
guna arvoredos ; quero a pretender, dirija-se a
ra da Conceicao n. 26, ou na ra Nova n. 56,___________________________________________
primeiro andar.______________________________ j Aluga-se para casa de pouca f'a-
Gompanhia Fidelidade de se-,'113 uma escrava, que sabe lavar, co-
guros maritiinos e terrea-i,n,h"lc.eneon,mar' sob condic<:0 de
? i i i i t i na sahir a ra : quem precisar
tres, estabelecida no Rio de ja-se a ra da Gloria n. 49.
Janeiro com o capital de
16:000:000^.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira Azavedo t G. comps-
tentemente autoriaados pela directotiada compa-
nhia de seguros Fidelidade, tomam seguros da na-
vios, marcadoriaa a predios, no sen escri} lorio, i
ra da Grnzn. 1.
O Sr. Joaquim Pereira Ramos nao oode tater
qualquer transatqso com sua taberna da raa da
Hotlasn. 17, sem que o abaixo assignado nao
receba 217$ que Ihe deu para guardar em 28 de
maio prximo passado, e para que nao naja ig-
norancia fai o presente.
Anlonio Francisco da Costa.
0 Livro do fovo.
Sahio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direcc.o do Sr. Dr. A. Msrqaes Ro-
drigues, a conim a vida de N. S. Jess Christc,
sagundo a narraQao dos quatra evangelistas, a>
mais os seguintes arligos: ovigatio, o ptofessor
primario, o bom homem Ricardo, amoral prali-
ca, Simao da Nantua, mximas e pensamentos,
a hygisn, os devarea doa meninos, e o Brasil.
A publicado do LIVRO DO POVO do s6 tam
por fim unilormisar a leitura as escolas prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
diferente, e pottanto facilitar o trabalho do mal-
tre a do discpulo, como tambero, vulgariaar, por
im pteQO batsiisfimo, a historia do atlvadot do
mundo, e os melhores preceitos da moral.
Venda-se o Livro do Povo, no Retifa, na
livraria da praqa da Independencia ns. 6 e 8, a
500 rs o axemplar em brochara, a a 800 rs. car-
bonado.

' 'i
SOCIEDADE
Areheologica Per-
namlmcsna.
O Ia saeretrio da sociedade Areheolo-
gica Pernambacana convida os Srs. so-
cios insultadores reunirem-se no dia
16 do correle pelas 4 horas da larde no
salo da bibliolheca provincial, afim de
serem discutidos os estatutos spressnla-
dos pela respectiva commissao.
Recite 7 de sgotlo de 1662.
A. R. de Torres Bandeira,
1" secretario interino.
SS
*-B2Effl*5a.
m~&
Canoas de visita
Cri5es de visita
Cirtoes da visita
Carios de visita
Gattes de visita.
Presos reduzidcs
Pr?os reduzidos
Prsgos reduzidos
Prego* reduzidos.
A dazia por 12$
A duiia por 12$
A duzia por 12$
A duzia pot 12$
Duas duiias por 50$
Duas duzias por 20$.
Novo astylo de photographia
Novoestylo de photographia.
Ambrotypos em caixss 2$
Ambrotypos em caixas 2$
Ambrotypos ca caixas 2$.
O retratista americano
Alberto W. Osborn
Ra do Imperador.
Cas

de commis-
ses.
O abaixo assignado, proptietario, estabelecido
e domiciliado nesla cidade, raa Direila n. 91 e
95, acha-sa competentemente habilitado para re-
ceber gneros a consignacao, pedindo assim aos
lilm?. seahores de engenbo a lavradores, e mais
oattos senhotes que queitam hontar-me com
seus productos : assucar, algodao, couro9, etc.,
peloqae vista da coola de venda das ptimeirss
temessas podeto colher a grande diligencia que
fai,o para bem servir, e por eate meio poder me-
recer a palma, assim como as pequeas remes-
saapode o portadot dellas ser o proprio conduc-
tor do seu liquido, pois nao baver duvida ser
despachado em continente, dobtando assim meu
trabalho, o queso vista das primelras temes-
sas se pode apteciar, e que espeto na attenco
dos rae us amigos conhsciJos e esttanhos. Recife
2 de agosto de 1862.
Joo Bapsta da Rocha.
Aluga-ae o segundo andar do sobrado da
rus larga do Rosario n ib : a tratar na mesma
ra n. 44.
WIDAIVC
31 Ra Nova S
JOS PH PRADI
9K S IB
Prcmcadu na exposlfo do Rio de Janeiro
COM A
MEDiLHA DE PiUTA
previne ao respeitavel publico e seus reguezes em particular, que rnudou o seu
estabeleeimento de
CUTILEIRO E ARMEIHO
DA
Elle
Banco Unio. r
Estabelecido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
Sacam por todos os paquetes sobro o meicio
Raneo a prazo ou vista, e sobre as agencia em
Lisboa, Figueira, Coimbra, .A"''',** Vizeo, VilHl-
BrieiirJs-.cam'g, CoVlhaa", UtgtfatfBt6Xt,
Brganr;a, Amarante, a cito dias, ou so pr so
ra "s
rrBIH WBMBI8
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado agente do Banco
Hercantii Portueuse neata cidade, sses
eTectivatiente por todos os paquetee so
b o mesmo Banco pira o Poriu Lis-
boa, por qualquer somma avista e a pra-
zc, podendo logo os saques a prazo serem
descontados no matmo Bat;,-.0i ns r02a,i
de 4 por tanto ao anno aos portadores
qe assim lhe convier : as ras do Gras-
po n. 8 oa do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Castro.
mu

SEGINDA EDICCVO
THESOURO
Vade-mecum
pelo ttoutor
SJSJBIIH (D
HO.MEOPATIIICO
ou
do homeopatha
Este livro
-o USO *AUWO
que se tem totnado to popular
quanto necessario, acaba de ser publicado com
todos os melhoramentos, que a experiencia e o
progressos da scier.cia tem demonstrado. A no-
va adiccao em tudo superior primeira, en-
carril
1.a Mais ampias noticias acarea do curativo
das molestias, com indicacoes mui proveitoaas
dos medicamentos novos recentomenla ezperi-
menlados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
i.* A expsito da doutrina homeopatha.
3.a O estudo da apropriago dos remedioa se-
aU das idades, dos sexos, e segundo as circumstan-
cias atmospharicas etc., ele
4.a A presarvacao ou proi
hereditarias.
5.a A presorvagodas molestias epidmicas.
6. Uma estampa illustrada demonstraliva da
contmuidade do tubo intesiinal desde a bocea at
o anus etc., etc.
Vende-s ns phaiuiacia especial
tuica, propriedade do aulhor, ra
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Pre;o da cada exemplar. 20^000
N. B. O senhoreaassignautes queiram man-
aar receber seus eiemplares.
Toda attenco.
Custodio Jos Alvea Gulmarea avisa
peitavel publico, principalmente a lodos
>reg*es amigos, que se midoa di
(>e.'n n07r0darUld*CbUKS P"
alntlA P"\* bem 'oh'cida e amiga loja
respeiia.o publico a aos seue freauezes e ami.
qee o qjrar.o, proct,r D0 dito e^b lec'med'
ondeacharao um grande eorlimen'o de mUai'
2^,Dt ou vint, por eenlo. do que em 0tra J
O abaixo assignado morador na cidade do Rio
Formse, j tendo avisad e protestado por este
jornal do 11, 12 e 13 de junho de 1860 a todos e
es de m%fae ftS i*,lm'Bl! ,i^-
f^:m*MEk 3USS:
dss em geral, e a cada um de per si, que o abai-
xo ssigoado o legitimo senhor e possuidor por t,ue se cnvencionar: no sea escriptorio
justo e bom titulo da dits legua e me i a de trra | Crui n- l-_____________________________
ua fresuezia d'Agua-Preu, a qual comeca do lu-
gar denominadoCaxoeira seccana ribeira do
rio L'as.seguindo pela ribeira do riachoPiran-
g grande cima. Declara para conhecimento de
lodos qus dila legua e meia de trra demarca
pelo norte com o rio Unapelo poente cora o
riacho-Pirangi grandepelo sul com Ierras do
Calende e pelo nescente com Ierras do engenbo
Japaranduba e outra sismara annexo : que os il-
legitirtos posseiros foram chamados a tonciliajao
para entregarem a propriedade do abaixo assig-
nado e saberem que s o mesmo abaixo assigna-
do o legitimo senhor e possuidor da referida
legua e meia de trra, que j foi compelenle-
menta registrada, e a qaal houve por sismarla de
1782, que lhe foi traspasssda e cedida por com-
pra aos legtimos sismeiros : pelo que os illegaes
posseiros logo que foram chamados a coocilia-
Qao abandonaram as obras, que em algumas par-
tes do dilo terreno estavam fazendo.
E aproveitando a occasiao declara
tam bem
mais que
e senhor e legitimo possuidor da v
legua de trra em quadro, que foi concedida por
M.Fidelissima em dala de sismara a Joa
s.
iu prophilaxia das molestias
HOHF.OPA-
de Santo
ao re-
os seus
loja da
ra do
te, instituidos no respectivo testamento solemne
foi vendida ao abaixo assignado, como tudo cons
ta do testamento e escriptursa sientes, em a
qualesto indevdamente ediGcados o engenho
Souza e mais duus da mesma freguozia de Agua-
treta, sendo que dasta legua de torra em qua-
dro s foi vendida uma quarta parle no sitio do
nachoLatembrefazendo pao no dito sitio e
paisngem do rio PiranRi. E para que ninguem
se chame ao engao em lempo algm ainda pe'o
presente se protesta contra quaesquer outros
que, por se apossarem de trras alheias, esli
igr!liS V,pen8SdofUcriIDe8' l"6 e descrevem
no t lulo 3a cap. 1 e 2 da parte 3a do cod. penal -
sendo que por motivos de molestia o abaixo aa-
signado tem deixado de fazer efectivo seus di-
reitos, o qae far logo que cessero taea motivos
Rio Formoso 15 de julho de 1862.
Antonio Gomes de Macedo.
i3
CONSULTORIO ESPECIAL H05EOP4TE
DO DOCTO*
m SBIKQ O.L. PINHO
Raa de Santo Amaro (Mui> \o
Novo) d, 6.
Consultas todos os dias atis desda as 10 h.. ras
ate meio dia, cerca da seguate! molestias :
nolutiat da muihtrtt, moUstiat dat crian-
tai, moUttiat da ptllt, moltttiat dos olhot, vo-
Uttxatsyphicat, todas as isptciit di ftbret.
fsbrts inttrmitttntts-* suas constqutneias,
PHARaACIA ESPECIAL HOUEOPATH1CA .
Verdadeiroa medicamentos homeopathiaoi pre-
jaredoa soc. todaa as catela neecasarias, in-
ailiveis em seus effeitos, tanto em tintura, cama
em glbulos, peloi prejoa maii commodoi poa-
IV sis.
K. B. O medicamentos do Dr. Sabina sai
nieamaate vendidos err sua pharmacia ; todos
que o foremfra dellasa falsas.
Todati tarteirss o icompanhadas da im
Impresso com um emblema em relevo, tendo ao
reopr aa seguintes palavrai: Dr. Sabino O. L.
Pmho, medico brasileiro. Este emblema* posto
igaaliiieiita ni lista dos medicamentos que se pe-
de, As tarteiraaqae nao leYaremesseimprets<
asiim maresdo.embor enharc natampa o no-
9* o Dr. Sabino o fabos
Ausenlod-se no ca 5 do eorrente o mula-
tinho por nome Joao, dade 11 ai n -?, tem uma
cicatriz abaixo do olho direito, levou camisa de
tiscado, calcas de slgodo de quadros e bonel
preto, estesdias tcm-se visto nos arrabaldes da
cidade e tambem deotro do Recifo: quem o pe-
gar levem-o a Boa-Vista ra da Imperatriz n. 30,
segundo andar, que ser recompensado.
Arrenda-se um exci-llente engenOo muito
fresco, de grande prodcele, quasi prompto a
motr com agua, daodo-se o primeiro anno de
graQa para o rendeiro ter tempo de conhecr pra-
ticameme a qualidade do terreno e tambem se
vende visla ou a pagamentos muito commodos :
trata-se no eogenho Bella Rosa da Luz ou com
os Srs. Manoel Ignacio de Oliveira e Filho no
Recife.
Toda alleHCttO
Antonio Gomes da Cunha e Silva, com loja na
ra da Cadeia do Recifo n. 50, defronte da ra
da Madre de Dos, roga aos seus numerosos de-
vedores tanto desla cidade como fora delta que
se sirvam mandarem pagar seus dbitos al ao
dendo mais esperar passar a' asar' doi mios
que julgar mais conveniente para com aqaellea
que nao cumprirem seas deveres.
Ra dosQuarteis pava a ra Nova n. 34.
aproveita cssa occasiao para prevenir as pessoas que tem concertos e amola-
eoes na sua casa que vcnbam busca-Ios cora o comnetonte d'mheiro atei o im do
presente mez, passado esse tempo serao vendidos para se cobrar do importe dos
oncertos.
O bacharel Antonio Annes Jacome
Pires advoga e reside na ra do Impe-
rador n. 81, segundo andar, onde pode
ser procurado.
Sitio.
Precisa-so alugir um sitio perto da praca com
boi casa para uma familia recular, ou mesmo ca-
sa com quintal, que agradando psga-sc um ou
dous annos adiantades : no caes de Appollo nu-
mero 55.
K
%\
t
Hospital Poruguez
Beneflcencia.
e
i.-?^?*pi^-1 Porluu <>e BeneQcencia, estibe-
casaTd ,MariiD."" 1S' habilitsd. caa ao respeciivo provedor
Belecimeno. Recifa 9 de '
ou ao mesa o esta-
agoso de 1862.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15.
Frederico Giulier, cirurgiao dentista
fiz todas as oparaeoes desua arte a e co-
loca dentes rtifkiaes, ludo com -sdeln
rioridade e perfeigo que as pessoas-,en |
tendidas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificios, etc.
Joo Guilherme Romer,
Forrador, estufador e cortloadop
recommenda-ie com o seu prestimo em todas el-
las psobssoes tanto de carruagens como de mo-
Pilias, tambem pinta carros e eocarreei-se de
lodosos concertos de ditos, faz arr.ios para c-
vanos, novos e concertos, cortinados de cama e
de varanda, tambem arrenja todos os preparos
para os ditos tanto dourados como enverotsados ;
oa ponte Velha n. 8.
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55 loja da miedozes
de Jos deAzevedo Maia e Silva, est vendando
todas as miudezas baralissimas, a saber :
Frascos graude8 com superior opiata a
Carriteis de linha de coree com 200 jar-
das a
Diloi de retroz de cores, menos preto a
Cixae com iscas para accender charutos
Dudas de meias cruas muito superior a
Novellos de linha muito grandes e su-
perior a 40, 60 e
Diloi de core, a melhor que ha a
Phosphoros em caixas de olha, s a cai-
" val o dinheiro, a
ptima casa p&ra alugar no
bairro de Santo Antonio.
Cede-te um excellente sobrado de um andar e
solio com muilo bons commodus e aceiados, po-
dendo-se oceupar igualmente o andar terreo, em
uma das principaes ras do btirro de Santo An-
tonio ; havendo, porm, quem queira sujeilar-se
pagar as despezas feilas pelo actual morador.
Tambem se cede com todos os movis e outros
arranjos, caso convenha ao pretendente ; na ra
Nova, loja n.28. se dir quem .
U. C. C. de Mello, lanzador do consulado
provincial, avisa aos senbores proprietarios e
maisdonosde estabelecimentos, quo desdo o 1.*
de julho do eorrente anno se acha encarregado
dos lancamentos da decima urbana, e dos de
mais imposlos das freguezias de Santo Autonio,
S. Jos e Afogsdos.
loflsula por aiaks os systeoias,
Em eonsequencia. da mudanza para a sua nova residencia, o proprietario desle estbele.;!"
ment acaba d fazer uma reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem de quo 03 remedios do leu estsbelecimenlo nao se confundam com 01 da
nenhura outro, visto o grande crdito de que aempre gozaram e gozam ;o proprietario tem tomada
1 precaujao de inscrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquellea que forem apresentados sem esta marca, e qaando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar uma tonta asignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o sea nome.
Outro Sim : acaba do receber de Franca grande porr.So do tinttari de acnito e belladona, re-
medio estes de sururua importancia e cujas propriedades sao to couhecidas que os mesmos Srs.
mdicos allopathas empregam-ai constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur m tincturas custarao a 1J o vidro.
O proprietario des!' estabelccimeato innuricia a seus clientes e amigos qua tem commodos
iuBic6utes para receber xuna escravo3 de um e outro sezo doenles ou que prec'sem de alguma
jperaco, aiiancando quo serao tratados com todo o disvelo e proraplido, como sabem todoa
.,...i.- fa icu udv ncravoi na casa do annunciante.
ettder rea da Gil. n. 3 taea dn fu,,-;, n! V.^',,,,/.:.t.*w' s,ot wa> W* poderao ca

... rallar eom o annuncianta devem proeura-lo do manha at 11
ron1 destas honi criarlo era aaa pessoa eom quem le podarle
do fundao do Dr.Lobo Moteoso. i-uuurds
EVlX
--^.K-ft^r^T^y^aaBsaEza
0 ANTG0T0S0 GE
Be o
OLEO PURO BE CASTANHAS DA INDIA
remello M,Cro ev,H!ct:*mlu con .te., .i...s.o.
Approvadopelo Consclho modi ,1 do S-..-1 ,;, r-l ur
ni0w0lco de ca?lanlias da India, empregado
sol.ro as articulacocs irritadas, possua urna 1
a medical. Esta accSq sedativa, rec
C n."tral::l goem 16 de marra de 1859.
un^ocs leves, pelo meio de um pincel
cono superior 1 de torios os mais calillantes
jnr
a fluidez chanK-t^siic'ad.Voi.'; de cas.adn"" 1""'numerosas experiencias, li devida
eo a
.zes
E1.S vezes necessita-se de qnatro ou cinco u^-r, 1 ,'
SSZJ^JZSSSZ completamente os poros da pclle. Entranliando^se "olame olee
K,1cIe^n,eemf0,rmeente. Sua ;u-,-n \,;- tal sobro a lusiio articula" oue as vm
a calma se produ repentinamente, mas isso quasi sempre ;: s algunias horas
500
60
210
40
2Jf00
110
20
200 jardas, 1 me-
80
Preeia-se de umi ima para o servico lterno
equeasiba indar com crisnc.s e ieje gj! """
pita tratar na fua do Pilar o. 143,
indar.
primei/o
A quem interessar
p.^:^^SD^?medSh<,S.^K^
nacional, e admeltido o seu trabalho fi^aSE
eif.os.c5o universa em Londres, lem a honr, de
annuDc.sr .0 respeitavel publico' qe ..encarte!
ga de qualquer encomm.nda de flores par. se-
ohora bem como se offerece a dar licoes da mes-
ma arte a aquellas aeohoraa que do seu prestimo Preciia-se de
se quizerem utilisar, rasdiai*.PSKa __;"'' .1 .
mencionar : a tralar na cas. de P.8. SJSf ,eir ^e tenha W* <** '
roe Formosa n. S9, dat ? as 9 horn da mantisa' zenda* a tratar na typograph da ra
e d.i 3 6 da tarde. .da Praia.
Carines de linha com
Ihor que ha
Ditos, ditos brancos e de cores com 50
judas a
D.zia de facas e garios cabo preto, finas
Dita de (litis cbo branco a
Thesouras grand.s de 6 polegadas a 40 e
Saceos para escrotos com sinla de bor-
racha a
Tinteiros de vidro com supetior tinta a
Ditos de barto com luperiot tinta a
Masaos com graropos lisos e de caracol a
Duzia de phosphoros de valla a
Pares de meias de corea para meninoi a
Groza de pennai d'ago superior a
Areia preta para botar na escrita a libra
Colretes em cartes, com duas ordena e
qaatro pares grandes a
Baralhos de cartas fraocezas a
Ditos portuguezes finos.
Thssouras pequeas, porm de mperior
qualidade a
Colxetes francezei em caixa a
Duzia Ce meias alvas, para homem a
Dita de aabonetes linos a
Sabonetes grande e superior a
Tramoia do Porto muito superior a Tira
Paree de boloes psra punhosa
Alm deslas miudezas tem muita mais que le faz
preciso v.nder e nao eogeitar dinheiro, assim
como sejam : labyrintos para todo o prego, areia
preta e 100 n., porm quem quizar comprar em
arroba veode-se por 2J, baralissimo
para quem cao precisa.
Aluga se um sobrado de tres andares com um
excellento mirante, no bairro do Recife : a tratar
em Santo Antonio, na ra da Florentina n. 14.
t Constand o-me que alguein pro-
cura cobiar em meu-nome dividas do
casal de meu fallecido
a declarar que nao
alguma para isso,
Antonio Annes Jacome Pires.
(' SI .1. irll ..''.' :

bnnlio
os
11
1 n de r, vi.
pai, apresso me
autorisei a pessoa
60
20
Sg500
3p00
80
320
16o
100
40
200
160
500
100
80
240
160
200
40
1600
600
120
160
240
Escola particular depri-
meiras lettras para o
sexo femenino.
Anna Ferreira da Silva, competentemente au-
torisada pela directora geral de instrc?ao pu-
blica, tem aberto neata cidade, na ra dos Pires
o. 39, escola particular de primelras l.tras para
o sexo femenino, aonde admitte externai, meias
pensionistas e pensionistas ; afianzando aos pais
de suas alumoai que envidar (odoa os esforcos
para o adiantamento das mismas. O ensino con-
siste em leilara, escripia, contibilidade, gram-
matic. portugueza, costura de todas as qualida-
des, bordade de linho, la, seda e ouro, marcar e
abyriotho, etc. etc.
- Oferece-ie uma ama de leite
Triocheiras n. 36.
tutre a. nuuieroMS provas da rnicaria nteaicaca eomroedo valer iberapeuUeo esle prodato: a'u,""s aI"-s'a>os
_ Paris, 13 de forcrciro ilc 1800. ,. ,- ,
Eu nliaisn as;i?nndo, doulor cm medi. ina cnvalh. da Lcrisodchon. ,.v, ;'.; ^lmi|'.. rfWca medical provarta efBcacl. do
segunda frepiczi morador, roa du llail, 12, ccrtiHc
reno empregar multas veics contra os accossos violentos
da grita, o oleo decastanhas da India proparado pelo
>rC oevoiz, boticario roa deaBeaux-Arts, 14, o ur
lo OS I !
I prego dcste producto que sempre produziu um
P'do: em a-do quo cima flxa passei o i rcsi uta altes-
Fienncs (Pas-dc-C d lis), em 21 do julho ,o ISCO
Lm rhoumalismo no gelho me fazla padecer horrlvcl-
memo. Apenas cu podio por o p no chao; cu Rcnva pri-
vado do somno. So mo madoro vir um vidro do sou leo
do caslanhas da India ; oinprcguei-o: rescnii immcdiata-
menlc um grande socogo c aclualmcnte ine-aclio pe
mente curado. Queris mandar-me um meio vidro :
dselo sempre ter debaixo das mos esta pr. closo reme-
dio. Em pagamento, envio-lhc 5 francos era sellos. Tcnlio
a honra,etc. Amignaic : HaaitBX,cnrd adjunto.
. O oleo de caslanhas da India se conserva il menlo sr-m lii-n.-ui
vidros rollados de vidro e WBmpuis^SfS^^SS^i Sm3 TS
Cada vidro Iraz solire um dos lados as iniciaes C, c
sobre um outro as marcas lachygrapicas seguintes: p^ yj^j **u*r*~ ^ r dcsDcanx-Arts, 1
Em Paris, cm casa de Emite Genevoix, ra des Beaux-Arts I i
olea dt catlankei da ImHa. proparadoi ''' ix, i ,
eves e roilas com um pin, es cafen
mesmo da a;
. rdia;poadui llas.osenhorHamolinachoo-soiutoira-1
mentalivredeaaaadoreseeml8demarcovoltava no seu en
AsiiynaOo: Doctcur Lu.ncl, em I'aris. =
crVl\^
le cor roxa;
Boticario
RA
DO
IMPERADOR
55.
na ruadas
mesmo.
um
menino brati.
i de a-
Sebo do Cear.
Proprio para fabrica de velas oa de
vende-ie em barriejs a pre$o commodo
do Vigarion. 9, primeiro andar.
sabio :
na ra
Uesappareceu na noite do dia 10 do cor-
rente do quintal do sobrado da raa da Impera-
triz n. 30, umielim e freio usado levando rabl-
cho e picadeira nova, um manta de panno azul:
qeem souber delle queira apparecer no segundo
andar do dito .obrado.
N. O. JBieber & C. successores par-
ticipam ao corpo do commercio que o
Sr. Gustavo II. Praeger por motivos de
saude deixou de ser socio de sua casa
commercial desde o dia 50 de junho do
eorrente anno.
Antonio liento Fernandes Braga, subdito
portnguez, relira-se para o Rio de Janeiro.
RA
no
IMPERADOR
55.
.J. VIGNES
Os pianos desta amiga fabrica sao Iioje assaz cjnhecidos, psra que seia necessaio insistir
sobre a sua superioridade, v.ntagens e garantas que oerecem .os wSlS^SLSSm
incontestaveis que elleMem definitivamente conquistado sobre todos
praea ; possuindo um teclado e machinisrao que obedecem
pianistas, sem nunea falhar por serem fabricados de
ramalos importantissiraos para o clima desle paiz ;
por islo muito agradaveis aos ouvidos dos apreciadores.
cnin/8*"11"8? COtt{o'T 1arsencorarae"^s, tantonesta fabrica como ni do Sr. Blondel de Paris
socio correspondente de I. V.gnei, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expol
No mesmo estabeleeimento se acha sempre um esplendido e variado sorlimento de msicas
dos melhores compositores da Europa, assm como harmonios e pianos harmnicos, seDdo tudo
vendido por precos muito razoaveis.
os que lera apparecido n'esla
todas as vontades e caprichos do3
proposito e ter-se feiti ltimamente melho-
quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e
MllTLADOl
ILEGVEL


I

Attencao
Precls-ie muito fallar com o Sr. Hanoel Je-
ronyrao Ucboa Cavilcanli, apontador que foi da
vi errea do dialrlcto de Freieiraa a Bello-
monte : na raa da Cm do Recife d. 34. taberna.
Aureliano de Pinho Borges, pro-
fessor jubilado de instruccao primaria,
propoese a lecconar em casas particu-
lares a grammatica e analyse grammati-
cal e lgica e arithmetica : quem prec
sar dirija-se a ra da Imperatriz nu-
mero 51, primeiro andar.
Fagto na noiie de eabbada 9 de agosto cor-
rente. o escravo mulato de nome Liberato, natu-
ral da matriz da Varzea, idade 21 anuos, maia ou
menos, altura regular, cheio do corpo. feigoos
grossairas, sem barba, marca de espiohia e be-
xigss no rosto, cabellos pouco annellados e corta-
dos rente, faUam-lhe lodos os denles da frente,
falla grosso, e masca fumo ; levou vestido roupa
branca, lendo por cima camisa de baeta azul. Es-
te escravo pertenceu ao major Maia, de Apipu-
cos, em poder do qual fez varias fgidas, em urna
dellas que foi longa, esteve em Nazareth se inti-
tulando de livre e com o nome de Marcolino ;
foi o auno passado ao Rio de Janeiro de cade
coala muitas historias, canoeiro e trabslbador
* olaria : quem oapprehendar levara ra Ve-
lha n. 35, ser generosamente recompensado.
Massa fallida de Amorim, Fra-
goso, Santos & C%
As pessoas que tiveram tranaacges com a so-
ciedade bancaria Amorim, Fragoso, Sanios & C,
queiram mandar apresenlar sua cadernelas e ti-
tules de dbitos e crditos, no escriplotio dos
Srs. Henry, Foriler & C, curadores fiscaes da
mesma massa fallida, ra do Trapicha n. 8, atim
de serum conferidos, para maior regularidade da
respectiva etcripturacao. Pernambuco 12 de
aposto de 18G2.______________________________
Na ra de Aguas-Verdes n 5, casa de en-
cadernador risca-se toda qoalidade de livros
com tinta encarnada e azul, e tambem se enca-
derna lado por prego commodo e com promp-
tidao.
**e.
.
DURO BB tERfUMIUCO SaBBDO i6 DI 1GOSTO DE l6i
Na ra eatreita do Ko/'o d. 18, segundo an-
dar, precisase deuoia/ms>
Ouem deseja fiar pessoa que flcou en-
carregada dos negoc" do desembargador Alvaro
Barbalho Wcboa Ca/'C8Iti, pode entenderse com
o Dr. Alvaro Uchc/Cvalcanti, ou com o capito
Jos Anto de S'za Migalhe, eile nesta ci-
dade, aquelle/0 engenho llha da comarca do
Gabo, podeodc rcesmo por caita dirigir-se a
qualquer delU, mandando-a casa n. 2 do pa-
teo de S. PeiL* nesta cidsde.
Aluga
na ra : af
Visla n. \
-aJK
urna escrava cozioheira e compra
ur nebeeco das Barreiras na Boa-
Ao publico era geral
e ao commercio em particular
O solicitador Pedro A. da Costa Machado faz
scienle ao publico e especialmente ao corpo de
commercio deca cidade, que se encarrega de
qualquer cobranza amigavel ou judicialmente as
comarcas do C'bo e Santo Auto, as quaes com-
prehen Jem tambem as villas da Escsda e N. S. do
O' de Ipojuca ; se encarrega de lodo e qualquer
servido tendete aos misteres de sua profissao,
o que faz sciente a todos os senhores advogadoa
que trabalham peraeto a comarca do Cabo. As
pessoas que precisaren] de aeu preslimo podem
procura-lo na villa do Cabo, em casa de sua resi-
dencia ; polendo tambem escreverem-lhe decla-
rando o negocio e morada, am de seren procu-
rados pelo aonunciante. Os que nao o coohece-
rem e nem estiverem a par de sua conducta po-
dem codaga-la nesta cidade dos Srs. Joaquim L.
Konteiro da Franca e Jos Joaquim de Castro
Moura.
ssoa que anounclou dar 1:200g, dirja-
se a rur da Praia, primeiro andar o. 47, que se
dir qaew quer com as condices exigidas.
Phlpp* Irmos G., curadores scaes da mas-
sa fallida de Manuel Ribeiro da Silva, convidam
a lodos os crodores da mesma massa para que
apre>entem seus ttulos em o dia 20 do correnle,
ss '2 horas da manba, que foi o designado pelo
Illm. Sr. Dr. juiz de direilo do commercio para
te proceder ao concurso das preferencias, e ao
dividendo do que restar, na forma do art. 93 do
decreto n. 1597 do I. de maio de 1855.
Ha para se aiugar um escravo
e cavallos.
Um escravo moco e robusto para qualquer ser-
vido, o aiugar em conta, tambem alugam-se
cavallos para passeios e viagens bem em coola :
Irata-S6 na ra de Santo Amaro que ca por traz
da ra do Sol, casa o. 26, das 6 s 9 horas da ma-
nba, e das 3 s 5 horas da tarde, ou das 9 s 3
horas : na ra eatreita do Rosario, escriptorio
numero 37.
Cbnslovo
Lisboa.
uherme Breckenteld val a
Um cstraogeiro precisa aiugar um sitio
perto da praca, com casa que terina sollo, ou
assobradada, d preferencia ras imn-.ediac.6es da
Passsgem, paga-te bem, assim agrade: na ra
da Cruz n. 10.
Desappareceu da Capuuga, sillo do Sr. Dr.
Jacobina, um csvallo pedrez, castrado, magro e
bstanle ardigo ; graliQca-s a quem o levar no
mesmo sitio, ou a cocheira junta ao sobrado do
Sr. Dr. Sabino.
Precisa-se de urna ama para servir em urna
caa de pouca familia : na ra Nova n. 7.
'Aluga-se osilio da Ponte de L'choa, con-
fronte o caes, e o terceiro e quarlo andar da casa
da ra do Cabug n. 18 : dirija-se a ra do Ro-
sario n. 10.
Precisa-se de
para urna taberna :
numero 13.
um caizeiro de 14 a 10 aunot
a tratar no pateo da Ribeira
Ensino particular.
Urna pessoa convenientemenle habilitada te
prope a ensinar primeires lettras, lalim e ran-
cez em algurn engenho perto desta praca : quem
quizer tutu do ajuste dirija-se a ra da Palma
n. 32.
Baltar t Oliveira
Porto.
sacam sobre a praga do ':
Aluga-se um moleque cosinheiro :
precisar procure no pateo de S. Pedro n.
quem
12.
GoBcalo de Lagos Fernanes Bastos,
ainda urna outra vez pungido da mais cruel
drpelo sentido pasamento do seu muito
querido e chorado cunhado e tio o senador
Miguel Fernandos Vieira, convida ao seus
amigos e aos de seu fallecido cunhado o
caridoso obsequio de assistirem urna mis-
as, que por seu eterno repouso manda di-
zersabbado(16)ni matriz da Boa-Vista s
7 horas da manhaa, e desde j antecipa
pus sinceros i-ersdocirnar.log.
os
Ao publico.
m
m
6
ir
m
m
i

3-Rua estreita do Rosario--3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar dentes artificiaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem qu9 as obras nao
flquem a vontade de seus donos, tem pos
outras preparace as mais acreditadas
Q, para conservado da Vocea. f>
6@S* M*M NttHMtl
__ O Dr. Frederico Schulz, medico, parteiroe
operador, mudou seu consultorio medico paraba
ra Nova n. 21, Io andar, aoode elle pode ser
encontrado todos os dias para exercicio de sua
saiencia a qualquer hora do dia ou da noite. Re-
cedo por escripio.
No da t6 oo torrente uepois da audiencia
do juiz de paz do segundo dislricto de Santo
Antonio, vai a praQa de venda 1 sof de Jacaran-
da, cadeiras de amarello e urna meia bancazi-
nha, por xecugo contra Julia Rosa de Almeida
Pinto, na porta da casa da residencia do juiz na
ra do Ranga!.________________________^^^
Manuel Cordeiro suDJlto portuguez retira-
se para o Rio de Janeiro.
O engenheiro da campanbia do gaz, tendo vis-
to no Diario de Pernambiico com data de 14 do
COrrente, um xnnuncia annuvmn om fjna et'BP
de mim explicaces acerca das horas do serngo
dos operarios, por isso declara que s pode res-
ponde viuda es recUaiages ou annuncios assig
.nados. Fabrica da cumpanhia do gaz, 15 de'
["oslo de 1862.
r,e
A mesa regeaora da irmandade de S. Cris-
pir e S. Cristiano erecta no convento do Car-
ino, convida todos os seus irmaos para compa-
recern! no consistorio da mesma igreja, no dia
17 do correte pelai 10 horas da maoha para
lralar-se de um negocio de muita importancia.
Marcolino'Marte da Cruz,
Secretario.
5:000,000.
Precisa-se de 2 a 3:G009 para resto de urna
compra e d-se de bypolbeca casas novas jnesta
cidade: a fallar na ra de Santa Rifa o. 13, se-
gundo andar.
Aluga-se a casa terrea da ra do Burgos
o. 27 : a tratar na ra da Aurora n. 36.
Compra-se papel Diario para ombrulho a
45 a arroba na refiaaQo d la des Guararapes c.
42, em Fora de Portas.
Compra-so um aobradinbo de um andar o:i
casa terrea en: bem ou mo estado, que seja nes
ras do Queimado, Direita. Livramento : tratar
na ra do Livramento n.28, que se dir quem
quer.
C')mpra-se una escrava moca que soi*
perfeita engommadeira : na ra da Gloria n. 40.
Compram-se acedes do novo banco de Per
nambuco : no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Coroo Santo d. 19.
AttencaO.
gam*se
as lejas de um sobrado, com 2 salas, 1 saleta, 3
quartos, cozinba fora t quintal murado com por-
to ; a tratar no primeiro sobrado de dous suda-
res depois de passar a fundico do Starr, na ra
da Aurora.
- Precisa-se de urna ama para coznhar e
engommar : na ra do Encantamento n. 13.
Attencao.
i
Preclss-se de um caixeiro de 30 annos para
cima que entenda de escripturaco : quem esli-
ver neslaa circumslancias, dando llanca a sua
conducta, dirija-se a Passagem da Magdalena i
taberna da esquina que volta para os Remedios'
A quem convier*
A audiencia do juizo de paz do 1.- dislricto da
frguezia de Santo Antonio do dia sexta-feira 15
do correte, passa para quinta-feira Hpor aquel-
le dia ser santificado.
Compra-se o Liberal Pernambucano de 10
de junho do anno de 18G1 : no pateo do Terco,
taberna n. 1.
ara urna enesmmenda*
Compra-se urna escrava moca que saiba bem
coser costura cha engommar, paga-se bem :
no caei de Apollo d. 55.
S." i
Vende-se urna porejio de barris de cal de
Lisboa propria para obra de pedreiro a 4j} o
barril: no armazem do Teixeira caes d'alfandega.
Smtos.
Tambem chegado os muito desejados sintos
com ricas Bvelis de concha e borlla ao lado
cousa muito chique se vende pelo barato prego
de 4$, aasim como ricas fivelas para sintos com
pedrinhaa de lindos gosto que se vende a 1J600
e 2$ ; s no vigilante roa do Crespo n. 7.
Antonio Mariioi
para o Rio de Janeiro.
Azevedo, Portogaez, vai
Botica m N. Seuhora do O'.
Os administradores do espolio do Uado Jos
liaria da Cruz Moreira fazem publico que se ven-
de o mesmo espolio, constante de urna botica em
N. S. do O'de Ipojuca, urna casado tsipa e al-
guna trastes de casa. Na botica de Bartbolomeu
Francisco de Souza se dar as infurraacei aos
pretendentes, e se mostrar o baiancb at o dia
20 do corrente agosto._______________________
Rogase aos devedores do tallecido
Joaquim Jos Ribeiro de Oliveira que
teve lojanarua Diteita n. 55, que ha-
j-irn de vir pagar seus dbitos lia mes-
ma loja ou na ra do Queimado n. 41 e
48, evitando desta forma o receber se
judicialmente e publicar-se seus nomes
por este jornal.
Chegado pelo va-
por fraucez sopara o vigi-
lante faos peates de arar-
rafa.
E' chegado o lindos pedinos douradinhos
com muito linda* molduras de diSerentes gostos
para marrafa ou travesas pola s com vista os
compradores podero apreciar o quanto sao de-
licados pelo barato prego de 3$ o par, aisim co-
mo sem ser dourados de lindos po-toi pelo ba-
rato prego de 2g o par : s no vigilante ra do
Crespo n. 7.
Vende-se
ua ra nova de Santa Rita armazem de madeiras
o. 47 de Jos Ignacio Afilia, vende se urna mu-
latinha de 11 annos, muito bonita figura.
Vende-se um brago de balanca graude com
conchas e correntes j em maio us, e vende-se
barato : na ra dos Guarapos n. 42.
Vendem-se doua eicravos muito robustos,
proprios para qualquer servico, um tem muita
pralica de armazem de aasucar, e o outro ganha
na ra, e tambem tem muita pretica de trabalhar
em sitio : na iravessa do Pocinbo o. 26, sobrado.
Potassa da Mnssia-
&
Vende-se em casa deN. O Bieber
C, successores, ra da Cruz n. 4.
Grande armazem
1 de
Tintas para todos osi
gneros de pintura, I
5RA DO IMPERADOR N. 22.5
Joao Pedro das Neves tem a honra de 8

i
$
I
DO IMPERADOR N.
Joao Pedro das Neves tem a honra de
participar ao publico e em particular aos
Srs. artistas pintores que lem estabeleci-
do na ra do Imperador n. 22, um gran-
de armazm de tintas para todos os gene-
ros de pinturas, onde os Sra. artistas
acharo a mo para combinago de sua
arteum completo sortimeoto de tintas
de toda as cores, das quaes se Ihes dar
amostras nao s para que possam reco-
nhecersuas boas qualidades, como para
combinaren o seu emprego ; acharao
tambem em quaolidade verniz copal, gra-
xo, branco, Uigueiro, para quadros, para
carros e para o interior, pinceis.olos se-
cativos, essencia de terebenlioa rectifi-
cada a mais propria para dissolver as Un-
tas, peiraspara burnir, ouro em p, ou-
ro em folhas, diamantes para corlar vi-
dros, sortimento completo de objectos
para fiogir madelra, calxas com creioes
papis de lindas e Gnss cores, pinceis
de marta, telas para quadros j estendi-
das, pslbetas para pintores, vasilhames
de olha lindamente pintados para to'Ut
essencias aromticas, oleo de amendo
verdadeiro, colla fina para pintura, pa-
neilas para cosinhar colla a banbo ma-
na, gomma copal alv* e amarella; san-
draca, gomma laque e muito outroa
objectos proprios a pintura e a marci-
neina.
Sendo este estab6lecimento inteiramen-
le novo, nico neste genero, e supptido
directamente por grandes fabricas de
is' LJ?ndre. e Hamburgo, est no ca-
so de oTerecer ao publico productos no-
vos e garantir suas verdadeiras quali-
dades.
No ponto em que se acha montado po-
de satisfazer qualquer eneommenda para
grosso trato, e a retalho;quer em tintas
seccas, qer moida em massa para o
tem a competente machina.
8
S
que
I
i>ovos pentinhos doura-
dos, e iveilas para
cintos.
A loja d'AguU-branca acaba de receber novo
sortimento dos desejados pentinhos dourados, e
por issoavisaa todas as senhoras que os haviam
encommendado, e mesmo as que de novo os
pretenderen! que elles sao poucos e como da
primeira vez era breve se acabaram ; assim como
que recebeu igualmente urna outra pequea por-
o do vellas de qualidade e gosto inteiramen-
te novos e agradaveis, as quaes se vendem por
25000, e os pentinhos por 35000 o par.
Coavem pois, que as senhoras so apressem em
ffisadar comprar esses objeclos na sua predilecta
loja o'Aguia-branca ra do Queimado n. 16.
Aviso.
r ?*" lou?8 T^"da da Baha, de todas as
qualidades, assim como quarlinhas e daaa talbti
ricas na ra Imperial n. 3, pelo menos que em
oatra quaesqner parte.
,*"" Vende-se por menos de metade uma divida
nao pequea, e bem docy mentada, de um senhor
de ires engenboi em Serinhaem : oa ra da
Gloria n. 17.
Vende-se uma preta boa cosinheira e en-
gommadeira:atraUrnarua larga do Rosario
Caaos ptra eacaaameato
d'agua.
Na ra do Sol n. 21, vendem-se bons canoa de
ferro para cncanamento do interior das casas.
Ricas fiveifts douradas para
siato.
Vendem-ae fivelas douradas a S| e 25500, ai
mais modernas que lem vindo ; na ra do Quei-
madon. 63, loja do Beija-flor.
Ricas voltas de aljofares.
VenJem-se volta de aljofare com crez depe-
dra imitando a brilhante ; na ra do Queimado
numero 63, loja do beija-flor.
Facas e garfos.
Vandom-ae facas e garfus finas de cabo de ba-
'nC0 de dous botoes a 6J80O. dita para doce a
5800, dila de um bollo a 6&200. dita para doce
a 55200 dila preta cravada a 35600, dita branca
a 33400, ta rolija a 3 a duzia ; na raa do
Queimado n. 63. loja do baija-flor.
- Jogo de vispora.
Vende-se jogo de vispora a 13 ; na ruu do
Queimado n. 63, loja do beija-flor.
,t


nvnyra
Anvelopes.
Vendem-se anvelope de diversas qualidades,
branco a 1J100 e 1J}400, azul a 1, e de cores a
1J4C0: ua ra do Queimado n. 63, loja to bei-
ja-flor.
Papel adamascado de cores.
Vende-se papel adamascado de cores a 800 e
15. dito branco a 1$200 : na ra dp Queimado n.
63, loja do beija-flor.
Gravatinhas de seda.
Vendem-se graratinhas de seda para senhora,
de diversa cores : na ra do Queimado n. 63,
loja do beija-flor.
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas (iras bordadas para vestidos
e saias brancas a 800 e 15 : ua ra do Queimado
o. 63, loja do beija flor.
Veodem-se libras esterlina no escriptorio
de Paitar & Oliveira, ra da Cadeia n. 12
Libras sterliuas.
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, largo do Corpo Sanio n. 19.
cim,nl fom'1*to 'is obreeaatcos de panno a 25J, 285, 805 e 3^*, citare? aia
lenas a 25J, 2SJ, 30J e85g, paleto: acaaacado de panno prtioda 16 a'.* 555, i*o da ca-
da or a 155,188 *0g. pautla saceos de panno t casemira d 8 t 14S. ditol aaccoa da al
merino la de 4 at 65, obre de alpaca merino de 75 at 105, calcas preta a eaaen
s at 14J, dito de cor de "9 at iOf, roupas ara menino de todos os tamanhoa, g-.sLd i; n
. ment de roupaade brins como tejare ealja, pcietot e colletes, sortimento de colieita pret
mtim, easemir e velludo de 45 9|, dito paraeaaameno a 59 65, paletoia branco de
aant a 45 a 5/, eal^a brnca muito fina a5g, e um grande *ortimenia d* azetdaaCi.K
mrna, completo sortimento de casemira ingleza para homem, menino euhora, leroalss
doho ealgodao, chapeo de soldeseda, uva de sea di Joavin para hoau-m t sr.r.r...
Jeoa uma grande fabrica de alfaiate unde recbeme Bcommtnda do jand* ubra, qu* pa
oso est sendo admiofatrada por m hbil rcaslr de stmelbanta arle um nesso! a mtia
lineoent obrairo easolhidos. portad aiteutaT.oa qualquer obra com promptidlo ere: pan
de queco: outra qaalrjue: caa.
;ra

ftm
RIA NOVA NUM
Antiga loja de Gadault.
Acaba de receber de sua eneommenda um grande e variado sortimerto do
guintes artigo, os quae vende por menos 10 por cento do que eiu outra quaiq
parte

:
mm
exposif^odefazendas baratis
simas na ra da Imperatriz
na loja e armazem da arara
numero 5G, de Magalhes A
Mendes.
Vende-se muito barato para liquidar, a ser:
corles de chita com 12 1[2 coaao por 2g300, di-
tos de cassas de cores a 25500, ditos pretos a
25500, chita escuras a 160, 180 e 200 r. o co-
vado, ditas francezaa a 220, 240 e 280 o covado :
na raa daTmperalriz, loja da arara n. 56.
os. civiles.
&
a saber
Para
msicas.
n
item attencao ao vigi-
lante, que est queimaado,
como soja;
Retroz.
Lindas caixinhas com 24 cerreteis de superior
retroz, e sortido de todas as cores, pelo bsratis-
simo preco de 5S400 a caixinha que sabe a 100
rs. o carretel, nao haver pessoa alguma que ven-
do sua qualidade deixa de comprar : s no gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
i val sem
igual.
Rival sem igual
Rival sem igual
Ra larga do Rosario u. 36
Rus larga do Rosario n. 36
Ra larga do Rosario n.36
Pedro Tinoco vende
Pedro Tinoco vende
Pedro Tinoco vende
Miudezas muito baratas
Miudeza muflo baratas
Miudezas muito baratas
Cartoes de clcheles francezes a 40 rs.
Estampas de santos a ICO ra.
Ditas com vistas de guerra a SCO r.
Ditas com personagens a 320 rs.
Pentes de borracha para alisar a 560 rs.
Sintos dourados a 15600
Agulhas|francezas em caixinha a 220 ra.
La para bordar a 65400 a libra.
Tesouras finas com loque a 400 rs.
Botoe para punbo a 120 e 160 r.
Tinteiro com tinta e lampa de metal a 180 rs.
Meias cruas para homem a 39400.
Dita brancas para senhora a 2g400.
Enfeite pretos a 45800.
Lionas de croxel para bordar a 640 rs. o masso.
Jogos de vispora a 800 rs.
Ditas do bello xadrez a 1GOO.
Grvalas com bola a 19000.
Pinceis para barba a 400 e 600 ra.
Palseiraa de mistanga a 19180 o par.
Carreteis de linha a 30, 40. 60 e 80 rs.
I.uvas de seda com toque a 200 rs.
Escovaa para limpar deoles a 240.
Dila para cabello a 1J.
Ditas boas para unhas a 320 e 500 rs.
lMa para roupa a 800 e 19-
Anim como um sortimeoto completo de rap
Paulo Cordeiro a 19500, gaase grosso a I56OO, dito
meio grosso a 1(600, dilo fino a lg'280, Lisboa a
25600, rolo rancei a *J900, Ueitioo a 1#040.
Linha para bordar.
Timbem chegsda a este mesmo estabelsei-
mento a verdadeira linha frflxa para bordar ou
encherlabyrintho, que se vende pelo baratissimo
pre?o de 600 rs. o massinho ; s no gallo vigi-
lante. ra do Cragpo p. 7.
Bandoes.
Tambem chegado grande aortimento de ban-
doet para cabello, que se vende pelo baratissimo
prego de 500 rs. o par ; s no gallo vigilante,
ua do Crespo n. 7.
Favas da ilha de S,
Miguel.
Vendem-se as mais novas ehegadas dias no
armazem do Corpo Sanio d. 6.
Luvas de pellica.
Tambem chegado as verdadeiras luvas de
Jouvin muilo frescas tanto para homem como
para senhora ; s no vigilante roa do Crespo
n. 7.
ANTIG0T0S0 GENEVOIX
(Oleo puro !: cnstanlias da India)
Dolicariorua desBcaux-Arts, 14, emParis
O uso (Veste viitiotoho. o nico que n3o seja
um remedio misterioso sem perigo para a saude
e nao embaraca os elieitos de qualquer outro trala-
mrnlo interno.
(i oleo de castanhaa da India emprega-se tfio eo-
mente cm leves uncoes exteriores sobre o parte ctlec-
UUt durante o accesso c com preservativo da otta
e dos Rlicumatismos.
Demsitabios : Rio de Janeiro, Engne Clieve-
jlotj Baha. J"s (",.-ii-t.ino l'erreira Ksprimheira j
Eambuco, d'Almetda Pinto; Maranhao, l'cr-
eC"; Rio-Grande do Sul, Couto cUoJoy
Goke e alcatro.
Coke da melhor qualidade, muito proprio para
vapor, e tambem para todos os usos domsticos,
tornos pequeos e grande, etc., para estes ser-
virlos, o coke mais econmico do que qualquer
outro combustivel. por ser menos de metade do
prego e de mais durago.
Alcslro, este sendo applicado navio, br-
cagas, alvareoga, canoa, etc., presta muito bom
efleito, conservando a madeira de todas as qua-
lidades de bicho, fazendo durar um lempo inde-
finido. Tambem conserva madeira de edifica-
res, preservando-a dos bichos e contra o lempo :
as propriedades cbimicas desle alcatro de car-
vao mais forte do que qualquer outro, xtrahi-
do de madeiras ou outras materia.
Quem precisar achara venda, no armazem do
gaz. Ra do Imperador.
Prego do coke 129 or tonelada.
Prejo do alcatro 5C0 r*. por cacada.
Atara vpnJo.,
aeni-se cnales de mermo eiaiu)>nuu o de lia e seda a 23, ditos de la a 15, ditos
os a 640, guardanapos para mesa a 200 rs.
um ; na ra da Imperatriz, loja da arara
ro 56.
Arara vende as gollas.
\ lem-se gollinhas para senhoras a E00 rs.,
dte com botoziobo a 640, ditas redondas de
Ira; sso a 15, manguitos e gollas do linho para
seo ras a 25, lencos brancos a imitagio de la-
bynftiho a 1;600 e 2$ : na ra da Imperatriz, lo-
ja da arara n. 56.
Arara vende as capas.
Veodem-se riess capas para senhoras, de gros-
danaple prelo a 20 o 255, ditas de linho de cores
a 6#, ditas de laa a 9$, ricos cortes de organdys
J com duas saias e com 25 covados por 85, ditos
lisos com 15 corados a 7/, ditoa de la de da
saias com 22 covados a 85, ditos de gorguro
com 18 covados a 65500 : na ra da Imperatriz,
loia da arara v. 56.
Arara vende os corpinhos.
Vendem-se corpinhos bordados para meninos
e meninas a 15 cada um, pegas de tiras bordadas
da largura de 4 e 5 dedos a 1,5280 e 15600, pegas
de entremeios bordados a 15, lg200, 15400 e
I56OO ; na ra da Imperatriz, loja da arara nu-
mero 56.____________________________________
Arara vende as eolebas.
Vendem-se ricas colchas para cama avelluda-
das por 83, ditas de fusto de cores a 55 e 55500,
cobertas de chita a 25, cobertore de algodo a
15 : na ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende as carnbraias.
Vendem-se pecas de cambraia lisa a 15600, 23,
25500, 35 e 3550, cassas adamascadas para cor-
tinados com 20 varas a 95, ditas de 10 varas a
45500 e 3g, cambraia de salpicos com b 1,2 varas
por 35500 e 45 ; na ra da Imperatriz, loja a ar-
mazem da arara n. 56.
Arara vende a roupa feita.
Vendem-se paletots de panno preto a 65500,
8 e 105, ditos de brim escuro a 3ge 35500, caiga
de casemira preta a 45500 e 5(500, ditas de co-
res 55500 e 65, das de brim e fusto a 25000 e
25500, camisas francezaa a 1S600 e 23, dila de
peito de fuato a 25500, ceroulas de brim a I56OO
e 25 ; na ra da Imperatriz. loja da arara n. 56.
Arara vende as aberturas.
Vendem-se aberturas para camisas a 240 e 320,
leaos brancos com barra de cor a 80 rs., cortes
de caiga decore a 15 e 15280 cada um, meia
cruas a 120 o par, ditas finas a 2J500 a duzia :
na ra da Imperatriz, luja da arara n. 56.
Arara vende o fil.
Vende-se fil lavrado fino a 15200 a vara, dilo
liso a 720 e 800 rs. a vara, dito de cores a 200 rs.
o covado, tirlatana de cores a 800 rs. a vara ; na
ra da Imperatriz, loja da arara n. 56.
"1v*y Variado aortimento de instrumentos 1
jSKd Para BuMtcal militare e do crchestra,
^^ instrumento completo do chaves e'
*Srji apiston muito perfeitos e'afinados do fa-
gjgS bricante Gautrot Aia-
H Para carros.
";" Guarnigoes complatas para arreios de
V'^fp! carros de metal do principe ede lao pa-
ra um e dous cavaiios, molas, vaquetas
franceza para cobertas, encerados, ga-
Ides, ricas lanternas para carros ecoaps,
colleira etc., ele.
Vidros.
1
Um grande e variado sortimento de ca"
delabros, serpentinas, la atentas com yin-
gente e em alie, palmatorias, copos
para vinho, clice, rodomsa p*ra ima-
1 gen redonda e ovats grandes < r--.--
Para retratos,
) Machinaa muito superiores francezss
; eumericanas grandes e pequeas, grande
, sortimento da chimica9 pir.a trabalhar im
todos oa processos, caixinhas e paasepar-
lou americanos e francezes, papel alba-
1 minado etc.
Para noivas.
As mais ricas e elegantes cipe'.las qe
se podo desojar, assevt--ar.'o ser: eri&r,
serem as mais bonitas que aqui tem viu-
do, ricos manteletes pretos cori vidrilhoi
'.franja o mai moderno nesta genero.
Para presentes
Muito lindas caixinhas para costura
com muaica e sem ella, muita proprias pa-
ra dar-se de prestn'.c a alguma sachora
que S3 estima, ricos estojos u barba par
homem.
Espelhos.
Grandes e pequeos com moiduras
pretas e douradas, proprios para ornar be-
nitas salas, sendo o? -idrrs multo grosua
e de primeira qualidade.
Avulsos.
Camisa de linho pr-.ra homem.
GtI^ffAyaV,!'8e'*> pa irnos a t?.
La de todas as cores para bordar.
Talagarga.
Seda frxa do todas as corea.
Lindos enfeites para aenboraf.
Oculos e luneta de toda s quaii.la>t.
Fumo fran:cz, americano tambem o
spreciavel ul-.o de loi-n com 01 seus
competente cachimbo a lanari etc.
' -.
.-
!
-
.
sr--.

m
FNDr
Arara vende o babadin
Vende-se a (azenda por nome babadin com
palmas de seda, propria para vestidos a 500 rs.
O covado, dito entestado a 640, lazinha para
vestidos a 320 o covado, ditas multo finas a 500
rs., ditos enfeslados a 640 o covado ; na ra da
Imperatriz, loja da arara n. 56.
Arara vende o riscado a Gari-
baldi.
Vende-se riscado a Garibaldi para vestidos a
260 o covado, fusio de cores para vestido a 280
e 320 o covado, cassas francezss finas a 280 e 300
rs. o covado, organdya fino a 320 o covado ; na
ra da Imperatriz, loja da arara n. 56.
Arara vende ospaninhos.
Vendem-se pega de paninho com 12 jardas por
55, dita de madapolio entestado a 3S500, da-
masco de 6 palmo de largura proprio para me-
sas a I54OO o covado : na rui da Imperatriz, loja
da arara n. 56.
Nesta grande e bem moniada fabrica e msiiunismo, a mjis antiga na imperio, eort'nus-se n
executar com a maior presteza e perfeigo encommenas de toda aqoaUdase d8 machinaa i
no paiz, tendo sempre prompto o seguinle :
Grande sortimento de moendas de canna de todos os systemas o tamanhos.
Machinas de vapor de diversss qualidades.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhes.
Rodas, rodelas e rodas d'agua.
Guindastes fxos e portatis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ago para serrara.
Fatexas para barcos, etc., etc., tudo por prego que bera coniida.
illrVJJfl
4-fen o Oueimado40
Defronte do becco da Gongregaco letreiro verde.
Reite eitabelecimento ha sempre um ortim*uto completo de roupa taita d*
todaa aa qualidades a tambem se manda executar per medida i vontade do trege-
te para o que tem are do mtlhoret proiessore*.
Arara vende as saias.
Vendem-ae taiaa bordadas para senhoras a
25500, ditas de 4 pao a 35, cortea de cambra!
bordado brancoi e de corea com libados a
25500,tinto para senhora a 15280 pira acabar:
na ra da Imperatriz, loja e armazem da arara
numero 56.

Caiacaa ae panno preto a 0$,
85f
Sobrecisacoide dito dito a 355
Paletot de panno preto a de co-
re a 355, 305, 255,105,185 a
Dito de casemira da core a 225,
15$, 125,75 a
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo franceza* a
Dito de marin aetim pratoa a
de cores a 91 e
Ditos de alpaca da corea a 55 a
Ditoa de alpaca preta a 95,75,55 a
Ditos da brim da corea a 51,
45500, 45
Dito de bramante d linho brac-
eo a 65. H a
Ditoa de merino da cordio preto
a 155*
Caigas de casemira preta a da co-
re a 115, 109, 9{, 75 e
Dita de princeza a merino da
corda o preto a 59, 65500
Dita da brim branco da corta a
55, 495OO a
Caiga de ganga de orea a
Gollete de velludo prelo e de co-
ras liaos bordadoa a 129,99*
Ditoa da catamira preta a de co-
rea liaos bordadoa a 6?,
55500,59
Dito da *etim prelo
Ditoa de seda e setim raneo 1 8 e
Dito de gorguro di seda pretas
e d corea a 75, 69, 4| a
Ditosdebrimc fusio branco a
3$500, 255OO e
Saroula de brim de lir.ho a 2} a
Dita da algodo a I56OO
Gamita de peito defuttao branco
e de coro a 2&4G0 e
Dita de peito ie linho a 55, 4? e
Dltaa de madapolo brancas a da
cores a 89, 25500, 29
Chapeo preto de maa fraceaza
forma da ultima moda a 103,
85500
Ditos de feltro a 65, 55. 49 *
Dito de ol de seda nglezaa a
fr.neeze a 14g. 129, 11$
Colaricho de linho multo flno
novo fwitio da ultima moda a
. Dito de algodo
4*500 Relofio d ouro patente e hori-
4v5W| zontal a OOS, 909, 80$
2J500 Dito de prata galvaniaado pa-
305000
305000
20{000
95000
109000
85000
85500
8$500
39500
49000
85000
65000
5000
55000
5f000
35000
2200
15280
25500
3SXKW
1$60G
m
719000
250
m
75000 v#
jgsf
5800 gKg
5500 p
9000
89000
tente e horizontaea a 409 *
Qbrat de ouro, aderegoa o meioa
aderecos, pulcairaa, rosetas a
aoei
Toalhaa de linho duzia 10$, 69 a
8$500 Ditaa grandea para meta urna 39*
70|000
30?000
r
ILEGVEL
/
'"" ;v7


-s*
v-.
J- '
t>lA*W DE PERNA.MIUCO S.BBADO 1 DB AGOSTO DI 1RII
UIQAO
IW
mmi
PRECO Rival
gundo.
'JEJ
FRANCISCO FERIUNDES DUARTE.
10 Largo da Penha 10
A vamagoro que o proprieiario deste acredittdo armazem de molhados tem offarecido, ha
Hdo contienda pelos seat numerosos freguezes, mas como assim ainda hjam alguas senhores que
nao se tem dado ao trabalho do esperimenlar, rogo a todos elles o favor de mandaren comprar suas
encommendas no armazem rrogresso do largo da Penha n. 10, afim de verificarem a exactidao
do met annuncio ea differtnga de pre quei parte, pois para sso se recebe em todos os vapores e navios de vela viodos da Europa, a
maior parle dos gunores d canta propria. Para raaior coneorrencu e commodidade, resolveu o
p oprietano encarregar-se para com aquolles senhores que nao possam vir, era mandar, de des-
dacfaai e remetter pela v:a-ferea para o lugar indicado, todo e qu&lquar genero omprado nesle
armazem, aiianc.sndo-se seren to bom servidos, como viessem pessoalmante. pois para este fim
urna pessoa de confian^ para de prompto conduzir as cartas na chegada do vapor.
n&niAlgA l&gleZ* de prm6ra qulkdade da safra nova a 800 e 720 n.
libra, e em barril se faz abatnenlo.
L&Utelga iranceZ9. a mais nova do mercado a 000 rs. a libra, e em barril a 569.
lill O ala ft$ SS o mais superior d) mercado a 29800 a libra, e em porcao se fw abati-
mento.
Quei] OS dO ^lni> chegados nesle ultimo vapor muito frescos a 29000, ditos che-
gados em navios a 19700.
\_j^j. pYQlQ verdadero inglez a 2#000 a libra em porcao se faz abatimento.
Ltv..i-.\S Cym aa'il^ .O.'.^ confitadas, conteni diversas iguarias muito proprias
para mimos a 1^000 caianraa.
SO A'Xtl(ti|& d9 soda em latas ron differentes marcas a 19400, afianga-sa a boa qua-
lidide, assim como u?m lata; grandes com bobehinha proprias para lanche a 2J500.
Ltftg?I!lfl* t*3 Il>rlaO eSi)0,a] v(1ho do Porto em garraftdo vindo a sigunda vez
ao noss) mcrea'c a l900 a gurafa e em caixs:com 1 duzia qor 125000.
\ 1H0 i hftt^t'f-:i\'<\.<\0 das melhores marcas que vera ao mercado, como sejao Duque
do Porto, Carcavulhos e Feituria a 1S200 s grrafa.
1 r" tas Ora YVH.113 o Purio com 70 garrffas proprio para casa particular
em garrafas 32^000, slbnsa-S ser de superior qualidade.
VUiIO ^MJ. ^T;: He superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 600 rs.
a garrafa, e era caad* a 350, 4?00C e 49500.
BaaUt fOB I < ea iatas com io )jbr3S p0r 4?000, e em barril a 400 rs. a libra.
AleMO, laae .Yf&ft O ln*Tm a 320 rs. a libra, a em caix. grandes por
G. ."Cauta-se ser muito novo.
.* P^lOS mu;(; novas a 5G3 rs. a libra eem barril com urna arroba por
129000 rs. Y
IL&^tas eontDeixfi j l. 1 na
i. -*-. de e-Ncahoone das seuintes quali.tades savel, congro, corvina,
cierne, pescada, e vezugo a 19400.
% IOS dO C)SpOVmOAOU a 6S0 rs. a libra, a era caixa a 660 rs.
V til K WH& -"' *. e era arroba a 11 rs.
B ito inglez
A ai ix
OU\J 13, a limo, <, DIU pw.y______ __
para lumbre a G40 rs a libra.
aaee&aS em latas de l e meia libra por 1500, ditas com 3 libras O t.baqui.t. que apwci. a boa pitad, de iX
hfIR nil nuiori'fi Prir>nn*a llM-n .a. _i V -
por 2$oO
f, h0t 4 '^ 560 rs. o frasco, e 69400 a frasqueira con 12 frascos.
fuiOeS com genebra de Hollanda com 25 garra'as por 9*060.
A\ $ I Ota muito limpo, a 160 rs. a libra, c em arroba 49800,
* I !*> moho novo a t60 rs. a libra, e 49S0O a arroba.
- suspiros em maias caixinhas, do mellior fabricante da Bihia a 24000 cada urna
^ a? ar q'J8 hVn0 TES0 a 24 rS- a lbra' e Qm g^rafoes com 5 libras
por 18600, so o gairafao val 500 rs.
SoVadlnlta de FrMJ maito nova a 203 rs. a libra,
Uomm muito fina e a!va a ,0O rs ]iLa effl C3(.,as gQ [n abalmenl0
* ailtOS ilUOS para denles a 160 e 280 rs. o m-.eo ora 20 macinhos.
^ 1 tOS I lO 8'Za 2300 rs. a groza e a 20 rs. a caixinha.
|a P^r.t-.i d)s marcas tenante, ou XXX a C$000 a duzia e 500 rs. a garrafa.
SCT\ejS Df amO das mais acreditadas marca? a 59000 a duzia e 480 rs. a gurafa-
\ IMO D?r?CO engarrafado o resis superior que tem viudo ao nosso mercado a 800 rs
tambara tenho de barril pata 560 rs. a ga'rafa.
T0U"Rh0 O liisboa a 79OOO arroba e 280 rs. a libra.
^ SJHl7 a^b0," 3 'bra ^ 900^ di' d9 2-S 1-Hdadea
A I OX de Maranho a 100 rs. a 120 rs a libra, o era arroba a 39000 e 3500.
IlOOOlatO hespanhol a 19J00 rs. a libra, ditlo francez a 19100.
BEtt melaOlt imperial do afamado Abreu ed* outros muilos fabricantes de Lisboa a 800 rs
. a libra, tambera ha para 500 rs. a libra.
V rUlsiS eill Cala \ pecego, damasco, pera, alporche, e ginga a 600 rs. a lata.
S tfdiBha dS NailtOfl a 3S0 rs. a lalla affiansa-se a boa qualidade, e em porcao
se faz a batimento.
'I8 francozas e portuguezas as mais no vos a 640 rs. a laita, em meias latinhas a
oOO rs.
IIO llOtUffillX, Marg, Medoque o S. Juliende Medoqae a 9-5000 e 10#000
a raixs, em garrafa 800 rs. e 1*000.
* --1" Lile o melhor petisco que ple haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
fjebolas iov.s a i9 0 cemo 0 a 1S200 0 molho com um e tan(as^ lambein La
proprias para conservas a 400 rs. o cont.
L Va (I OCe muito nova a 320 rs. a libra, e em arroba a 85.
r*a pe grCYt a 49 a resma, diio de peso paulado a 39, dito almago bom a;39200.
JMaSSa parlSOpa eeUdUoha e pevide a 600 rs. alib a, era eminhas sahe mais
barato.
{dera de tomate emlatas de l libra por 800 rs eda 2 libras por i50O.
AZeite UOCe refinado a SOO rs. a garrafa, e em caisas com 1 duzia por 89500.
ideiil de LiSU a 720 rs. a garrafa e 5J600 a caada.
Alliendoafi da casca molla a 320 rs. a libra o 89000 a arroba.
Vinagre de LisbOa a 240 rs. agarrafa e 19800 a caada a fiansa-se a boa
qualidade. '
' A\ 111 ttn nJie das mais acreditadas marcas a 15000 e 20000 o rigo. aem garrafa
a 13800. b
Vi t I
V inugre Dr&UCO 0 qUes3 poJedezejar neste genero a 400 rs. a garrafa.
AjICOreS r.'liiieeZeS de todas as qualidade quas^ procurar a 19000 rs. a garrafa.
FarinDa (lo >Iarailfaa<) muito alva e cheirosa a 160 rs a libra.
M JJC. lO para limpar faccas a 180 rs. e era porjo se faz abatimento.
Conimque llg*leZ a OOO rs. a garrafa e 109000 a caixa com urna duzia.
Alm dos gneros cima mencionados encontrar o respeitavel publico un completo sorti-
menio de todo que jendente a molhados,
15180
400
600
100
700
700
aoo
80
80
1JJOO0
500
800
400
200
160
160
240
40
320
Raa do Qaeimado n. 55, toja dt roiudezas de
Jos de Axaredo Uaia e Silva, coohaeldo por Jo-
s Bigodioho, est vendeodo pelos prscos que a
todos admiram, qaeiram ver o que bom e ba-
ratissimo:
Pares de sspatosde tranca superiores a.
Frascos da agoa ambriada a melhor a...
Ditos de dita, frascos grandes, a 500 e..
Cartas de alfinetes fraoceies, a..........
Pacotas de papel amizade, a............
Caixas com papel de diversos gostos, a..
Paras de sapatos de lia para meninos, a
Varaa de btco das Unas, a..............
Cordal para violo multo frescas e no-
va, a.............,.##
Fraseos de banha Phocoma superior, a
Ditos da dita de urjo, a................,
Dltoa de theiros muito finos, 500 a.....
Gaias com apparelhosde metal para di-
vertir meninos, 1.....................
Varas de franja para cortinadoa e toa-
!*>".................................
Garnteis de linha preta com 500. 600 e
800jarda, a..........................
Barris com phosphoros o melhor e bo-
nitos, a...............................
Usasosde liaba fina para bordar, a ....
Tranca de la de todas as coraa a pees.
Pacas de Ota de eos, todaa as larguras, a
Grozas dabolesde louca prstaado mul-
to finos, a .............................
Pecw de filas de linho lisas 8uperiorea,'
Ditaa de cordio imperial, fino e grosso.a
Frascos de macaQ parola, muito fino, a
Ditos da dito oleo, muito auperlor, a.. ,
Ditos de oleo babosa ieparior, a 320 e..
Bonecos qua choram, muito lindos, de
160 a..............'..
Raizas de p para limpar denles, muito
superior, a..........
Ditaa de pboaphoros especiaea e um so-
brsateme, a......i .
Pides de flandres, pintados muito boni-
tos, a .... i......
Varas de fita para fazer sntos dos me-
lhorea gosto, a........
Duzia de phosphoros de gaz, do melhor
fabricante, i......x.
Ditas de caetas de folha, muito boas, a
Linhas de gaz de todas as cualidades a bara-
tissimaa.
R elogios.
Vande-sa aa casa da Johnston Pater & C,
. :4 do Vigario n. 3, um bello sortimento de
1 elogios de ouro, patenta inglez, de um dos mais
afamados fabricanles da Liverpool; tambera
uaia variedade da bonitos trancallns para os
mesmos.
|Loja das 6 por-*
S tas em frente do Livra-
mento.
Bales de 15, 20, 50 e 40 arcos
Grande sortimento da bsldes de arcoa
os melhores neats fazenda e grandes,
chltaa francazas largas escuraa a 220 a
240 rs. o covado, ditas estrellas miadi- s
nhaa a 160 rs. o covado, cambraia lisa 1
para forro com 8 1|2 varaa a 2$ a pega, S
ditaa finas a 3$, 4#,5$ e 6$ muito finas,
ditsa da salpiquinbo com 8 12 varaa a
I 3j>500 a peca, cobertas aleoxosdes bran- %
* cas e de cores para cama a 4$50Q e 5f,
i cassas de corea francezaa tintas aeguraa I
| a 320 rs. o covado, pega de brelanha de
rolo a 25, algodao trancado alvo muito
largo para toalhas ale vara, enfeites a
Garibaldi todos pretoi a 5$ cada um. len-
cos brancos com barra de cores s 120 ca-
da um, roupafeita da todas aa quilida-
a> dea muito baratas, a loja eat aberta at
ai 9 horas da noile.
t SKStSSft M&SM fitGSIGSi!58$ 546*
wo Aos Srs. consumidores de gaz
*x Nos armazens do caes do Ramos ns. 18 e 36 l
5f0 n* r"a do Tr8PlehoNovo no Recite n. 8, se ven-
ino d8B liquido americano primeira qualidade e
t recentemente chegado a 14JJ a lata de 5 galdaa,
assim como latas da 10 de 5 garrafas m
garrafaa.
Vende*! em seus armazeas
PROURESSISTA
1

E
cim
1
m
KA
Ra das Cruzes n. 36, e largo do Ctrmo n. 9.
m
rt *a
500
500
160
160
200
500
210
120
Nova allenfo.
O vigilante acaba de recebar novo sortimento
de diversos objectos que se vendem por msnoa
20 por cenlo do que am outra qualquer parte.
Sintos para senhoras.
Rlquissimos sintos douradoi, pelo baratissimo
prego de 2J>, com flvela ao lado a 4J}, asslm co-
mo da fita de seda ou velludo a 9f : s no gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Enfeites.
Vendcrn-se os rlquissimos enfeites de cabera
eom franja a vidrilhoa 5j>, ditos sem franja a 3J,
ditos trancados a 2$500, ditoa de lago de fita e
bicode aeda a 2#: s no gallo vigilante, ra do
Crespo d. 7.
Fivelasparasinto.
Riquis9imaa flvelas de agocom madreperola no
centro a 1200, ditas de madreperola a 320, ditas
douradinhas a 340 : s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Vidrilho. r
Lindos vidrilhos pretos e de cores, pelo bara-
tissimo prero de ljGOO a libra: s no gallo vigi-
lante, ra do Crespo n. 7.
Para entreter o tempo.
Os lindos jogos de dminos a 11400, lindas cal-
imbas com jogos da vispora a 900 rs.: s no gal-
lo vigilante, ra do Crespo n. 7.
teiras de charo para ra
e charutos.
e
a
3
Mobilia.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vende-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preqo mais
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
mmmmmmmmmm mn
I
I
gliquidacao por todo
I o prego, na bem o-1
I nhecida loja do Ser-1
tanejo,
Ra do Queimade d. 4S
i
3
i
f
tS id.
c- t__.
Cu
a. o
" s
3
o

5"3
S 9
a. *^ o
a no
iS 5
ti.
'A< r g S.
IB
a-, as
p-
m
B
- IbT|t
M o
9
"2 j
o
H
o
Cu

a
2 2
P
o r*
ES O
b- t
a
o
S-O
o O
= en
Sea
Pe
63
8
M
O
B
=3
o* 5'
2. m
O T3
a 5
C-
II
?
t
e as
sT
=-
1a3?s^:h
9 SI 2 Nar*
Ss n
a
o
fi>
e
O
O

i er
o
' C5 ? g- < uo ->
1 2-

o
P
a
Cu
o
B
O
5

a
O
o
o
(o
3

en
i
Cu
a
a
5
i
a
en
ao
g ES 5 o -3
c
o
U
t
5 m =; a>
0 "- m rs o-

8-
I
o
o
3.
. 5
a
B
S.
s
ta
O a^
| s
I- s
-j- tu
o
B
S
a>
?a
u
B
o
o
3
3
?o
o
c
S 3
^ pie
o
o
-i
?I
o
CD
3
ET
ST
3
S
B

o
5*
o
*.9
5
s
5 3
c
5" S*
re-teia>S4r^


2.B
o
s
se S 9 o
13
O
c
d
o
o

01 iSLo ce
^8&fO
5 i
CD S-g
o
o
i^sg*
o
B 3.
3 5
tO^u,
.
o to
o
"n.
Xfl



boa ou mesmo Princeza, Meuron etc., el,
justo que compre urna booita caixs de tarta,
toda msrehetada com a qual nao se envergo!
ra de offerecer da boi pitada de sea gasto a
dos os circurastantes que se achsrem em sua .
da, mallos dos quaes louvarao o seu bom gos.j.
Assim como a caixa oecesgaria ao tbequistp,
charuteira nao supernas no fumante e sendo'
ella bonita como soaade charao nuchetas me-
lhor ser porque com isso deixa eonhecer quin-
to ssbo apreciar o bom. Para os mais commo-
distss tambem ha bom sortiraeDto e todos entou-
traro birslaza urna vez que munidos de dinhei-
ro sa dingirem a ra do Queimado loja da eeuia
branca n.16.

aa
o
^tassa da Russia
e Americana.
No escriptorio de Manoel Ignacio da Oliveira 4
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por preco
mais barato do que em outra qualqaer parte.
Apparecam com di- Sijfl .S|c5 g f
nheiro que nao doixarao i SI s S | S ? 5**
de comprar.
Chitas escuras finss a 160, 180 a 200
rs., cortes da vestido pratos bordados a
vallado de custo de 1500 a se Tcndem
por 30, 40j>, 50 a 70, sabidas de bailu
de velludo o setim a 12 e 13, camisas *
para senhora a 2:000 e 3500, gol^has
de cambraia bordadas a 500, C00, 700,
800, 900 a 1, ditas de fil bordadas s 120
rs., casavoques de festao a 5, CS,7, 8,
_..----------_..v- ..------... iiicio ,>u,; -
nbora a 1*200 o par, liras de babados a .
500 a 700 rs., laaade quadro enfeslaJas a W>.
300 a 360 rs. o covado, cambraia preta a O
400 440 rs. a vara, organdys de cores a S
600 rs. a .vara, fil bran0 adamassado
para cortinados a vestidos a 400 e 500
rs. a vara, corles da eollete dt essemra
bordados pratos a 2 e 3000, ditos de i
va ludo de cor e pretos a 3, 4, 5 # 6 I
paletots de brim ortico fraucezrs a'
3500 4500, ditos de casemira de co-
res pratos a 14 e 16. ditoa de alpaca
preta e de orea a 3, 3J500, 4 4300,"
camisas da peito da linho a 2500, corWs
de colleta de orgurac a 1:,00, 1700
2200, 3J e 3g300, Colletes leilos d* brio
branco a 250, ditos feitos da gorguro
a 2500e 3300, ditos eiios de easemira
3J500, 4g a 4J500, ditos de velludo a
5, 65 e 7, ditos de fuslo de cores a
lgSOO, um variado sortimento de meias
para homem a seuhora, griusldaa eom
flores, chales de froco, espartilhoe, a to-
CP > O =r. &
B5 ? & CD
SI g CB pD
S Z. Vi
Kfi
JL CD $
I
cu &D ^
g CD 3. c*>
9
a
?
O
O
er
O.
te
o
CB !
5 I
N 1
Si
9.
3
o
o.
co
3
09
B
c
o
B
B P
LJ
o
A Q,
*?
o
-i
o
B*
O

e
is
o
Cj b B
gas
D 2
o f> o
5 S *
S le O ,- a -, S
3
&
3
CB
? fl-
3
S r-i

3
3
^- Cu
:
o 3
c =
o 3
S
e b
g ST
A.
c-
3
3
3
CU TJ
o ^
t -
!
-< tu
O -1
Gastello-Branco,alfaiate
militar.
Por este sonuncio se faz constar aos Sra. offl-
caes de todas as armas, tanto desta provincia
como das mais capitaes do norte do imperio qu
ha a venda botoas do novo padrao, segundos
ultima crdem do ministerio da guerra, venden
do-se duas abotuaduras por 3. advertiedo que
ama das abotuaduras de padrao antigo faz se
remessai1 psra onde forem pedidas, assim como
tambem ha para vender o melhor panno azul in-
glez, a o melhor velludo preto do Porto, fazendas
desconhecidas cesta praca, o que se vende a re-
talho. Os Srs. offlciaesqne esto fors da provin-
cia podem renovar suas consignacoes fizando
quantia certa, e os outros sanhores que nao live-
rem procurarlo nestacasa podem manda-la, ad-
verlindo que o tempo para a dita procuraclo de-
ve ser limitado, acompanhando ama carta da' or-
dens pedindo as encommendas que forem preci-
sas, deveodo ser dirigidas a correspondencia a
Joaquim Rodrigues lavares de Mello, ra do
Queimado n. 39. Tambem ha galo de ouro su-
perior e ferros francezes para alfaiate, aza forja-
da o parlO. J
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Racebea pelo ultimo vapor oa seguintea ob.
jectos : uw
Bonitas ligas de seda para senhora.
Grandes e bem tecidos bandes da alia.
Aspas da ac, a fita elstica para cea da balo
Bonecas grandes mui bonitas e bom vestidas
Bonitos baazinhos com 9 frascos da cheiroa.'
Liadaaeaiiiobaa com 6 ditoa de ditos.
Traocallim grosso da cor para guarnecer vestidos
Lavas de camursa brancas a amsrellsa.
Lindos boioes de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba da recabar lindos
boioes deporcellanadourada com floa banha a
mi violan inscripcea, oa qaaas porauaadelicada-
zaa a perfetcoeetoroam-ae dignos para presen-
tea, a com especialidado na actual qaadra quer
goslardo bom dirigir-se eom dinheiro'T raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, qu e acha-
ra em qae bem o empregar
& ds a qualidade de roapaa^feia*pa'ra"ho-
8a mem que ludo se vende por metade do
seu valor.
Moendas p meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru doBrum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston' 4 C ra da Senzalla Nova
. 42.
2. aTcra 3'p C
&-- e ~
Tt rg. to
w O er 1 C-
O o
2 M
9 1
ce pmm
M fe ^^ "
W o > g f g o
Sen 3 5- w
o
a o c< g o
o re
Q S '"
Cu c
00
fi9 o, ^
o o '
a: o -
o (5 C_ _
Cfi o c c 5
^1 "^
s.
5 3
B O
B O-
5'
p
a o s S 9 B>
0 2 B" E 2 g
g1 ? a 1 a- g
= o f c M 2
tzr o ~
-i <=>
a <=>
n s
U3
8
B
00
I
o
O
E, fi
ss
(X H
O
o
o
o
o
e>
CT5
CU

' 5 53 =2 CD
sscH
5 a> /6
W a ^sk. a
clS S
N 8 g cv
g 5 o^Q
3 s,
as u o ^^
m J -
O' C5 er
00 s
ca b
co U
B
5"
- -a
3 -
IB'
s 53-
B
2. C^
5 ft
o.
o
o
O Q.OI
t
3 3
ti -j I
-^ ^. 5
ET <;j 5
O* c
5 5j
0 s
I. ^ -
Ca &. 9

O *!
re ol.
m S 5.
Q, -1 CB
bS'
O B- =
M O O
u s? a-
I o
fto
b> "
o;
^ Vende-se por 80^ um
piano de jacaraul, maneiro
e em bom estado, proprio pa
ra quem quizer aprender : na
travessa do pateo do Paraizo,
sobrado n, 16.
O ca
3-
a i
g
3 -
c
f s'
s s
2 e
a sr
T3
ca
O
CD
CO*
O
3
E
O
3
B
o
<
O
g
-^
c
ce
'o
ca
B>
Cu
C.
3
co
ce

OJ
O
CB
I-
O
o
o
3
B
O

SI 8 a Hc
o *-"t"3 <
3
3
c
o
B
o
-c
Ca
Ca
CO
B O
o
: f
O B
<=> > X
B
o
CJ
ta
o
^
B
B
B
O
ca
CX5
o
ca f*
* S:
ca
o ^
&
3 -
B-
5
co
~o
O
B
C
O
i. ^
* O
2?
B S. _
S 8 I
3 5'
Soahall Mellors & C, lando recebido or-
dam para vauder o aea creecido deposito da rslo-
gioa visto o fabricante ter-aa retirado do naco-
alo ; convida, portaoto, a.paasoaa qae qaizarom
possair um bom ralogio do ouro oa prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-sa da op-
portanidada aam parda da tempo, para vir com-
pra-loa por commodo prego bo ssv escriptorio
raa do Trapicha d. 18.
Manguitos e gollas de
cambraia ricamente bordados
Voodem-se manguitos a collas de superior
cambraia ricamente bordados pelo insignificante
prego de 29 o par de manguitos com urna goila,
sendo que sempre castaram 69 cada par, asaim
pois recommenda-ae aos amigos da aanta eco-
noma que aproveitem a boa occasio, dirigin-
do-se com dinheiro a loja da boa fe na raa do
Queimado n. 22.
Vende-se a taberna da ra do Imperador n.
81: a tratar na travessa da Madre de Deosnu-
mero 18 A.________________________________________
Novidadeaos senhores charu-
to i ros
Jos de Castro Guimsrles scientifica aos senho-
res que encsixotsm e vendem charutos, que elle
tem um variado sortimento de bilbetes vindos
da Bahia, oa quaes (em exposto vends por pre-
go commodo : na ra do Imperador n. 15.
Vende-se um carro de passeio com
quatro rodas, de construccao hambur-
gueza, muito forte, pouco usado, com
parelha de cavallos, arreos ou sem el-
les, por preco commodo : a tratar na
ra da Praia n, 53.
S sal ff SP
= 3 SL" v- g pg S & co p
!|s.iffr^;rf:
s 2 mtmu, k a. a e. caOM
SIS 2 -J.1 | S-g ZS g?
g o.b C6 =E0ag gZ "a*3 S
I? ^ fi8f S-gg S*j &
ca -. ^
p s
*fl vj er 3
O M -
O S B o
I
7"
o
os
o
o
Ca
5-

hO
o:
o
ca
-x
O
B"
Ca
o
B
o
B
~
O
i1
-I 03
g> co
E
I'
a
m
CB
Ca
os
o
o
o
a>
a
3
~ o.
o
O O.
o 5-
ca 3
o =
- t-
c-
0 I ra
" e M
o
3
03
<
-1
c_
Ca
Cu
S.
Ca
CB
B
05
e
5
Ca
B
5'
3
Os
53 &
I 5' w3B cd
" at n
B "' B ff OB
3
si
S ^* CD '
g ES 8^ S^ fi> ^^
B* 2 fj ea, ECc
3 ce
& S
C3

2 53 ca
Q. re
2 SO S
B
B-
ca

e
3
ca
ca.
c

#6 *n ouuto op o8j 9 9g -n saznjo sp ainy
iimnNM
VlSISS3U90cJd
sudzenue snas uia raapnoA
O


11 lUflfl
I
ILEGVEL


----------------
DUBIO Dfc PIRKAJUfitt. ~ SABBADO 16 DE AGOSTO 9 1861.
Rendas, bicos e objectos
para sacerdotes.
Na lrji de ferrageos na raa da Cadeia n. 44,
offerece-se i renda superiores randia e bicoa
prximamente chagadoa, anim como am rico
roquete, sobrepeliz, cota e rollas para eabecoes,
sea prego commodo ; e na mesma leja vendem-
e canoas de carreira, de amarillo e da oilicica
de diversos lmannos; a ezamioaj no esUleiro
do Sr. Joaquim Antonio liodriguei, na raa do
Bram ; e2 pranchai de amarello da 55 a 60
palmos de compridos a doas a trea de largo: es-
tea no ces do II i moa jauto se esUleiro patente
do lado do norte.__________________________
Ra da Senzalla Moya n. 42.
Van Ja-se era casa de S. P. Jonhston & C,
sollios e silboes inglezos, candieiros e castices
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros da
un a dous cavallos, a relogios de onro patenta
ingles.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Pos de arroz cora boneca em bonitos rasos doi-
rados.
Ditos dilosem booeea em pacotes.
Agua balsmica para conserrago dos denles e
bom hlito da bocea.
Opiata ingleza para alvejar o dentes.
Leite virginal cuja ulilidada reconhecida para
tirar sardas.
Vinagre aromstico para qaera soffre da tontiets
e dor de cabega.
Paatilhaa de cheiro para se perfumar aposentos.
Efeites para senhora.
Os melheras enfeites pretos e de coras que ap-
parecs a 53500, 65 e 6g500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Cixnb&s e cabazes para
as meninas trazerem
no bra^o.
Muito lindas camuas e cabazas para meninas,
da 100 ria at 2c5u0: na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sortimentos de franjas pretas e de cores
com ridrilhoe sem elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
inhasde peso yerda-
deifas..
Liabas finas de peso rsrdadeiras. meadas
grandes a 140 ria : na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Phosphoros de seguran^
Phosphoros da segurancia, por que lirra de in-
cendio, a 160 ria a caixa: na loja da Victoria,
a ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Balelas muilo grandes a boas a 160 ris urna
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Lnha de croxel para la-
byrintho.
As melhores linhas de croxel para labyrintho,
novallos monstros a 320ris um : na loja da Vic-
toria, na raa do Queimado d. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindoa sintoa dourados para aenhoras a 2$200,
ditos da ponta cabida a 5, ditos de fita a 13600 .
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Boa faia n. 351'
Vende os seguintes ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
7.
a balo com pendente dourados a 2g
ulti-
Grsmpos
o par.
Pentes imitando tartaruga para bandees,
mo gosto a 3# o par.
Firelas para sintos, fazenda inteiramente ora
a 2 o par.
Alfinetes pretos com dourado para senhora, in-
teiramente noros a2> cada am.
Botoes pretos com dourado para punhes, intei-
ramente noros, a 29 o par.
Botdes de tartaruga para pachos a l$500opar.
Na ra do Qaeimado, loja de miudezas n. 35,
da boa fama.
Tinta para marcar roupa.
Vende-ie tinta para marcar roupa a 18;
Agua do malabar para Ungir cabellos a 50 o
(rasco : na raa do Queimado, loja de miudtzas n.
35, da boa fama.
Cartas linas para jogar.
Vende-se dazla de b as pontea douradas a 6$, dita sem ser dourada a
3J500 e 41 : na ra do Quiimido, loja de miu-
dezas n. 35, boa (ama.
Fitas de la para debrum.
Veodem-se pegas de Uta de la para debrum a
1$, e era rara a 120 rs., ditas de seda a 20400, a
em rara a 240 : na ra do Qaeimado, loja da
miudezaa n. 35 da boa fama.
neg co.
Vende-so por preso muito mdico am
lente piano noro, e de ptimas rozes :
quizer aonuocie.
exeel-
quem
Botoes para punho.
Vende-se botdes de punho finos de diversas
qualdades a 200 rcis o par. que tambem aerrem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-se-occulos finos de armario de
2, 18.000 e 400 ris : loja do beija flor,
Queima.lo n. 63.
ago, i
ra do
Bicos Casquines
A loja da boa ( recebeu superiores bisquines
de muito fina cambraia a imitacao da de linbo,
bordados e enfeilados com apurado gosto e os
rende pelo barato prego de 80 cada am, tendo
sido sempre seu casto de 16$ e 200, apressem-se
pois em compra-Ios na meocionada loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largara a lg600 rs. a rara : na ra do
Queimado n.22, na loja da boa f.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple preto muito superior pele dimi-
nuto prego de 20 o corado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9f o corado, easemira preta
muito fina a -2$, 20500, 3, 30500 e 40 o corada,
mantas pretas de blonde muito superiores a 120,
manteletes de superiores grosdenaplea pretos ri-
camente bordados a 350, sobrecasacaa de panne
preto maito fino a 300, casacaa tambem de pannt
preto muito fino a 300, paletota de panno preto
fino a 18 e 200, ditos de casemira de cor mes-
dada a 180, superiores graratinhas estrellas a
10, ditas de setim maco a de gorgaro muito su-
periores para daas rollas a 20, ditas eslreitinhai
com lindos alfinetes a 20, superior gorgaro pre-
to para colletes a 40 o corta, ricos anfeites pretoi
a 60, e assim outras militas fazendas que sendo
dinbeiro rista, rendem-se por pregos maito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa (a.
Booecas francezas.
Vfodo-se bonecas francezas ricamente restldaa
40000 50000, e *f 000 bonecaa de cera com os
olhoa moredgos a 2J0OO e 30000, na ruado Quel-
mado loja de miadezaa da Boa fama, n. 85.
Fivelas de ac para sintos.
Tencle)- firelaa de ac para sinto a 10500 rs. a
20000 na ra do Queimado loja de miudezss
da Boa fama, n. 35-
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ajo
para balao a 160 rs. a rara, bandes a 10500 re. a
00 o par, na ra do Qaeimado loja de miudezaa
da Boa fama, n. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se cascarrilhaa de seda para anfeitar
rostidos a 20000 a peca na ra do Queimado
loja de miudezas. n. 35.
Vender-se caixes va-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1J280 cadaum :
nesta typographia se dir.
Chapeos de sol
com bouquet para senhora.
Entre os muitose diversos objectos de gosto e
phantasia que a loja da aguia branca ha recebido
sobresaliera esses delicados e noviasimos cha-
peos de sol com bou juets. Iloje que os indis-
pensareis baloes o3o permiltem que as senhoras
an Jera de brago, faz si de certo necessario qae
cada ama lenha o seu chapeo de so), e que este
corresponda ao valor, e bom gosto de um rico
vestido de seda. E' por isso que dita loja aca-
ba de receber como por amostra urna pequea
quaotidade desses bellos chapeos de sol ornados
de tinas flores o que entre nos novissimo. Na
verdade ellos se tornam gradareis aos olhos de
todo/, e a senhora que os comprar pode orgu-
lhar-se de seu bom gosto, ao contemplar que
traiendo-o fechado Ggura-se-lhe um lindo bou-
quet, e aberto representa-se abrigada em urna
carregada roseira, emfim at onde pode che-
gar a perfeigo mesmo o cume ao bom gosto.
S pena que riessem tao poucos que talrez
nao cheguem para a vigsima parte das preten-
derles. Costa cada um 200 porem a senhora
que os vir nao exiUr de os dar ainda mesmo
que aeja preciso bulir n'aquellas moedas de pra-
ta que tem guardadas msua bolsinha reservada.
Assim pois maodom quanto antes compra-Ios na
ra do Queimado loja da aguia branca n. 16.
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Vtnde-se muito superior damasco de la de
uma sd cor, muito proprio para colxas e para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato prego de 20800 rs. o corado : na raa do
Queimado n. 22, caloja da boa f.
Verdadeira peefeincha.
Vendem-se cortes de superior gorguro de se-
da para colletes pelo baratissimo prego de 10,
20 e 30 o corte : na ra do Queimado n. 22, na
bom coohecida loja da boa f.
Para os afr quistas.
Lencos muiti finos aimitago dos de linho de
muito bonitos padres e de curea fliaa muilo
proprios para as pesioasque tomam tabaco, pelo
barato prego de 40800 e 50500 a duzia : na ra
doOueimodo n. 22, na bam conbecida kia da
boa f.
Ricos espelhos de
moldura dourada par*
salas.
Chegou para a loja da Victoria ama pcqaeni
porcao da ricos espelhos da varios taannos para
ornamentos de salas, afliaugaodo-se seren ot
melhores am ridros que tem rindo : na loja da
Vi:toria, na ra do Queimado n. 75.____________
La para bordar.
Las muito boa da todas as cores para bordar, a
70 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Linhas
gaz.
Bramante de linho.
Vende-se muito superior bramante de linho
com duas raras de largura proprio para lenges,
pelo barato prego de 20400 rs. a rara: na bem
coohecida loja da boa f, aa ra do Queimado
n. 22
Camisas bordadas e outros ob-
jectoa necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se um bello sor-
limento de bonitas camisinbas de fina cambraia
com babainhos e mui bonitos bordados de no-
ros e delicados desenhos, as quaes serrem mui
bem para os modernos vestidos de frente aberta
e rendem-se pelo diminuto prego de 30 cada
ama ; r-ssim como bonitos manguitos a balo com
gollinhaa de superior cambraia e fil e todos bor-
dados, com puohos virados e cada prpelo ba-
ratisiimo prego de 2J, o qae admirarel avista
da superioridadeda obra, e bem assim panhos e
gollinhas tambem bordados com bonitos botdes
a 20 a guaroigo, e gollinhas solas igualmente
bem bordadas a 10 cada urna e manguitos a 800
rs. o par. A vista pois de um tao completo sor-
timento nenhuma senhora deixir de comprar
esses necessarios objectos tanto mais quanto'a
commodidade dos pregos convida o para que to-
dos stjsm bem servidos convem que mandem
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Queimado n. 16.
Meias de borracha.
Vende-se meiaede borracha pira quera padec
de erysipela a 150000 o par, meias de seda prett
para senhora a 1(000 o par na ra do Queimadu
loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
A2#500,sopavo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2
3 babadds a 20500, ditos de tarlatana brancos t
de cores, com barras e babados a 30: na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do paro da
Gama & Silva.
e
Perfumarlas muito finas
baratas.
Opiata iogleza a 10500 rs, dita franceza a 500
rs., 640, 10000, oleo da sociedada hygianiqae
rerdadeirc-al0COO o frasco, oleo babosa de Pirer
rerdadeiro a 800 rs. o (rasco, agua balsmica
para os denles a 10000, dita de Botot tambem
para os dentes a IgOOO o frasco, pomada france-
za em paos a 500 rs. e 10000, 320 rs. sabonetes
maito Uno a 640 rs., 800 rs. e 10000 cada um na
raa do Queimado loja de miadezaa da Boa fama,
n. 35. _________________________________
Grampos a balo
com pendentes dourados.
A loja d'aguia branca contina na recepgao de
objectos do ultimo gosto, e por isso acaba de des-
pachar rindo palo ultimo rapor esses delicados
e novissimos grampos de bonitas cores com pen-
dentes dourados o que de mais delicado se pode
encontrar. Essa loja como geralmenle sabido,
temsempre em vistas a commodidade de saas
boas freguozias e por isso tem resolvido vender
esses galantes enfeites a 20 e 30 o par, o que na
realidade maito mais valem. Cunvm pois que
a vista da limitago do prego a senhora que com-
prar um ou meis pares, nao se demore em par-
ticipar as suas boas vizinhas e intimas amigas de
collegio, para que as emitiera no siu apurado
gosto, e mandem logo comprar outros pares na
loja de sea affeigao : qae a d'aguia branca, ra
do Qaeimado n. 16.
FareRTa $ rs. a sacca, e mi-
Jho a 3$ rs.,
Lmm "'V 200 "- arr01 de "" 160 rs. : no
armazem da estrella, largo do Parairo n. 14.
Porprecocommodo.
tu. a c ? ?ma "" na ladeira da ribeira, ou
ni edro Mr,yr o Olinda, retiloda e
n.o ?*' tomotio< le tem viita para os princi-
II i '^es da mesma cidade, propria para quem
gosia ae banhos salgados, e esl chegtndo a fes-
" : a tratar no largo do Piraizo n. 14.
Na taberna da raa no Ouro u. 14 tem para
vender um icellentecanteiro para pipas, 1 cai-
xao de amostras e mais alguns perlences de ar-
magao de tabirna, ludo vende-se muito barato.
Vende-se urna mobiiu de amarello por ba-
rata prego: na ra da Praia p. 54.
Capas prelas de grosde-
naple
Vendem-se capas pretas de grosdenaple e man-
teletes a 12, 15 e -200: na ra da Imperatriz n.
48, junto a padaria franceza.
Bordados berst
l$i* tatas
xJJjJ'Ui BOTii a 60 rs. a libra
nr I-T30 !o
Madama liosa
5'5
OGir
arq
\in /Tova "53
Participa ao rcfpeifovel publico o.
teuifregueses que recebeu pelo
navio vmdo de Frnncr, os melho. i s e.
tijjos para uma senhora como Um : ri-
eos Hspeos seda 2 palha de Italia
chapeos para criancas se baptiiaremo
meihor que ha, chapeos para mociuhas
ultimo gosto de Paria, mantas d< e
capellas para noivas, cascarrilliaj efe lo-
s as cores que so quizer e para as
h
T
SOI
33,
reunios do
Club
Defronte da Penha n
rende mantelga ingleza da safra ncra a 800 r?.,
dita franceza a 640, que'ios novos do ultimo va-
por a 2*000, ditos a Ij800 o 1*300. eepermacete
a 720, cha fino a SJ700, rinho a 500, 560 e 640,
Figueira a todos oa m*is gneros tnndentea a rco-
lhado pelo maia barato josi'cl.
Armsqao.
Vende-se a armacao da loja de miu-
dezas da ra da Cadeia do Recife n. 5 :
a tratar com Fonseca Silva, na mesma
ra n. 21.
coinmrrel-I
as maisiicas e melhores grinaldas pira
caberas e tambera flores fin:,.; e cirn
lias, ludo por menos que eta nutra
qualquer parte. Tambem participa io
. publico em geral que ella se < nc. rrega
;de preparar vestidos para baile ecav-
mentes e outra qualquer obra ten I t te
a modista. E pedeaos seus devedorcde
vircm pagar suas contas amigavelrrenle
o mais breve po'sivel.
Vende-se uma mesa de louro com 2 pal-
mos decompridoe3 l[2 tas, muito propria para uma loja de faztndas ou
de aifaiate e mesmo para jaotar, pois acommoda
bem 12 pessoas: na ra do Lirramento leja n. 8.
WH.S3
'HV*
A
i.
toja aa aguia
branca ra do Queimado n. 16
Acaba de recehnr na preciso nhjorlnn Bogiiin-
les:
Aapss de baleia grandes e pequanas.
Fiu cora colxetes branca, parda e prcta.
Dita de la para debruar vestidos de cores.
Trancinha de caracol miudo conhecida por bom
tom.
Alfinetes pretos e brancos am caixinbas.
Agolhas imperiaes fundo dourado.
Ditas victoria em caixinbas e papis.
Retroz preto fioo em carreteis grandes:
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande sorlimento de salas a bailo de arcos,
os melhores que aqui tem apparecido no merca
do a 49500, 5#, 6g e 6$500 cada am, d-se para
amostra com penhor ; a loja esl aberta at as9
horas da noite:
Stfperior brim braacode
linho
Vende-se superior brim branco de linho tran-
cado pelo baratissimo prego de 1j;2m), 1J4U e
15600 a rara, dito muilo encorpado de doaa flos
e de linho puro a 2$ a rara : na ra do Queima-
do ni 22, na bem conbecida loja da boa f.
A 2,400 rs, a duzia.
$os brancos finos para algibeira pelo dimi-
ie<0 ja da boa f, n* ra do Queimado n. 22
Loja de miudezas ra do Quei-
mado numero 33 A,
Costureiros.
Agulhas Victoria papel a 120 rs.
Linhas de200 jardas de todos os nmeros a 80 rs.
Gascarrllha a pera 2#.
Ditas muito boa rara a 400 rs.
Tranca de linho para todo irero.
Franja de seda, de linho, de aigoo muito ba-
rato.
Retrox, linha de novelo ele.
Meias.
Um completo sorlimento sendo da cores para
meninos a 240 rs.
Ditas brancas a 200 r..
Ditas para snhora a 240, 300 e 400 rs.
' Ditas para homem a 53 e 6-;.
Ditas i retos para seohora a 00 e 330 rs.
Gravatas
com bollo a 1j.
De cores muilo boas para homem a le.
G.
eros riovos.
Nataberoae and da Scledade ren.ie-s>
teiga ingleza suoerior a 800 rs p rr,
640 rs cha hyson muilo bom 5 "i'O rs'
limtruilo fino a 28''0, q.jc'j. s 'o '
2$240 rs ditos do coalbi maito nores
dess 400 rs., pass's s 'O) ., sseces
relio de Lisboa a J550O e d-> rrhn t "'
rruitos outros efrigres rinr-s lado barsto
I-
: a
')
" a
i -
t-
. 3
'.
i ): S
bons.
Vende-ae na liberna gremio da Soleda le
nho de Lisbos e a Figueira i .1^200 s rao
SO rs. a garrafa e :o l'o-'.o muito lino a V,
640 rs. a garrafa.
VI-
i e
Bnuba.
Vende-se urna bomba do ferro pan caciitb
em perfojto estro o por pou;o dlaheir< : t
taterria gran le 'a Soledade.
klm^m Periaffltacaiias.
A loja du leo ic ou u.
Na loja do leao iln turo, raa ^o Cab; ; r
C, de Jos Gervjzo-j.i Si!?: Raposo, rsl r rf-
dendo go linhrs pretas com ririlho ^ ',rr\ \- >
I3c:!a uma, sssrm como pu!cir'? pr"tri : ro
idrlhoal# snaloj^do !e8o qoe pIS tic-
raodo por todo ir .-o ^j r^mi-v
Caixinhas com 50 norellos de linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixa, ditas com 30 no-
rallos a 700 ris, ditas com 10 norellos grandes
a 700 ris, brancas e pretas : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Yenda de predios.
Um sobrado de dous andares e soto, na rut
ds Goia a. 40, com 33 palmos de largo e 125 de
fundo, com um pequeo quiutal ; uma grando
casa terrea feita a moderna, na ra da Ponte Ye-
Iba n, 14, muito bem construida e com commo-
dos para grande familia ; urna dita na ra do A.-
ragao o. 20, livres e desembarazadas; a tratar
na raa Nova, loja n. 18, das 10 horas da manhaa
s 3 da tarde.________________________________
Chapeos de feltro a i$'
Vende-se na loja de fazendas da ra da Madre
de Dos n. 16, defronte da alfandega.
Para baptisados.
A loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vaporasua encommenda dos seguintes ob-
jectos para baptisados, sendo lindas touqainhas
de setim mui bem enfeilada, e cada urna em
sua caixinha, sapatinhos de setim branco, e de
cores ricamente bordados, e meiis de seda, o
meihor e mais bonito possivel. Agora, pois, os
pela que nao quizerem esperar pela generosida-
Je da3 stohoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinheiro loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16, ondebem poderlo comprar
c?ses galantes objectos.______________
Perolas falcas
ou aljfar de fina quslidade.
A loja da aguia branca acaba de receber um
novo sorlimento de superior aljfar branco ou
perolas (sigas o qaal por sua perfeigao difficil-
raente se distingue das perolas rerdadeiras e ser-
rem elles par sua extraordinaria grandaza para
asgarganlilhas que presentemente eslo em mo-
da e mesmo para outros enfeites e romo sempre
rendem-se commodamente a 1$, 1J200 e 1$500
o fio: isso na ra do Queimado loja da agui&
branca n. _(">.
Chumbo! chumbo!
VenJe-se chumbo de manicio sorlido e de
diversos nmeros, a retalho ou em porcoes por
preqo mais barato que em outra parte : ra lar-
ga do Rosario n. 34, botica.
Boa compra.
Vende ae o excellante enganho S. Joaquim,
sito na freguezia da Varzea, uma legoa por bom
caminbo, moente e corrente d'agua por dous
acudes, terrenos e matas sem iguses, pode sa-
frejar at 2,000 pes. Troca-se tambem por pre-
dios o meamo engenho, porm s nesta praca ;
qaem se quizer enriquecer em pouco lempo, di-
nja-se a negocia-lo na ra da Praia n. 53, ter-
ceiro andar.
A verdadeira essencia de anii
para engommado.
Ceblas.
Ra do Amorim n 43.
Vende-se o cento pelo barato pre Na ra da Imperatriz nu-
mero 20.
Vende se o seguate.
Bramante com 10 ptimos de largura a l;500,
riscadiohos escaros de cor Qxa a It rs., ctssas
de cores a 280 e 320 rs., oleados para cobrir
mesas a 2{j, in lianas maito hnas a Ig, chitas a
160, 200, 210, 280 e 320 rs., cambraiaa de sal-
picos de coras e brancas a 400 rs., cobertores
trancos e escuras a I3IOO, 13600 e 2#, pannos
finos pratos e de cores a 2$, 2j00 e #, cam-
braias para coriiaados a 2# a pe;a, ditas lisas a
"25. 3o. 4g e 5$, tapetes muito unos a 65 o 70,
chapeos de seda e de castor muito finos e do ul-
timo gosto de Paris a 89 e 9#, ditos de feltro f
00 copa alta a 50, cisemiraspara forro de carros
a 106OO, corlas de dita maito fina para calcas a
49, pegas de eotremsios a 10, e Batimento ma-
dapoloes, algoddes, bros, bretanbaa e outras
muitas fazendas que o dono do estabelecimanto
est resolrido a render muito barato afim de
apurar dinheiro, dan Jo-so as competentes amos-
traa com penhor.
Vende-se uma armago ora para taberna,
Ba raa dos Gusrarapes o. 69, por prer.o comino-
do : a tratar oa mesma roa n. 34.
Mff
Cal de Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa chegada lti-
mamente, e por pregos muito mais commodoado
que em oulra qualquer parle ; no anligo e mni-
lO acreditado deposito da ra do Brum n. 66.
Acha-se renda no esenptorio da Antonio
Luizde Olivelra Azevedo & C, ra da Cruz n. 1
a obra eacripta pelo visconde de Urugaay,Eosaio
Sobre o Direito Adnuislratiro ; daixamos de te-
cer elogios a esta obra, basta o nome de sea au-
tor para a tornar recommeodada, daos volumes
em broebura 10$, encadernado 12$.
Sno vigilante.
Colares para senhoras ou meninas.
E' chegado os muito desojados colares de aljo-
fares fingindo madreperola com ama cruzinha de
pedras llogiodo brilktntes que sao muito elegan-
tes, pois s com a vista que se poder apreciar,
que se vende pelo barato prego de 30 cada um :
isto s na loja do gallo vigilante, ra do Crespo
numero 7.
Aderemos pretos.
Tambem chegaram os linios aderegos prelos,
sendo daas pulseins, roseta, alfinetes, tudo em
uma caixinha in'.eira, e multa cousa nova nesta
prega, tornos rcailo delicados pela grande mo
de obra que tem, pois as pessoas de bom gosto
saberio aprecisr ; s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Acaba de chegar para
ra do Queimado n. 16.
a loja d'aguia branca,
ICH&NC1A
DA
Vende-se um molequedeida
prio para qualquer serrlco : a tratar
Preia o. 76.
Tambem sao chegadis as rerdadeiras agulhas
Victoria de fundo dourado, que se renda pelo
barato prego do 10 o papel: t no gallo vigilan-
te, ra do Cretpo n. 7.
Capillas para noiva.
Tambem sao chegadss as lindas capellas bran-
cas, o mais delicado que pode ba ver, que se ren-
de pelo baratissimo prego de 70 e 60, tambem ha
outras mais inferiores que se rende por 20 a 3.
Pede se a quem tirer de eomprar qualquer des-
tes objectos, que se aproase sntes que se acabe,
pois foi apenas umai pequeas amostras que se
na raa da | recebes : s no galo vigilante, roa do Crespo ou-
1 mero 7.
14 snnos, pro-
Fundido Low-Moor,
Boa da Senzalla Nova n.4S
Nesie estbales i ment continua a harerum
completo sortimento de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado de todos ostamanho
para dito,
Cni e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
iObem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
ambraias de cores
vTndem-se cambraias francezas de cores fa-
zenna muito fina pelo baratissimo prego de 260
e 280 rs. o corado : na loja da boa f na raa do
Queimado n. 22.______________________________
Para luto.
Pumos de seda elsticos para chapeos largos e
eitreitos a 10500 : na raa do Qaeimado n. 22,
na loja da boa f.
Laazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores laazinhas para restidos de muito
bonitos padresque se rendem pelo baratissimo
prego de 440 rs. o corado : na ra do Queima-
do n. 22, no loja da boa f.
Machinas americanas.
Em casa de N.O. Bieber & C., saecessores,
raa da Cruz n. 4, rendem-se :
Machinas para regar hortaa e capim.
Ditas para descarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selins com pertences a 100 e 200.
Obras de metal principe prsteadaa.
Alcatro da Suecia.
Verniz de alcatro para navios.
Salsa parrilha de primeira qaalidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em eaixas de 1 duzis.
Cognac era cairas da 1 dvzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrosas pequeas.
Vendem-se tachas de ferro cuato do aator
mais acreditado : na ra do Brum, armazem de
ssaucir de Jos da Silva Loyo & C.____________
Una larga do Rosario, loja
d'Aurora n 38
tem para rendar ago para bilao de todas as lar-
guras, seda frcuxa para bordar, linhts propriss
para bordar, linhas Pedro V, e cartao de 50,
100 e 200 jardas de todas as cores, linhas de
carreteis de 100 e 200 jardas, da meihor que ba
no mercado. -
Para meninos estreitinhjs a 600 rs.
Pulceiraa
de contas miadinha a 10.
De cabello a 40.
De phantasia de dito etc. e 50 ri.
Botos.
Para casics e para calca a gro7a 320 rs.
Para camisa muito tinos gr<>zn 10'iGO.
Grandes para roupao groza 1?5t'0.
Pequeninos para criangs 10400.
Alamares.
Para capote a dazia por 800 rs.
GuIacics.
De fio batido espacial De cartao 14 pares a duzi 500 rs.
Em caixa pretos a duzia 8U0 rs.
Brincos.
A balao brincos, encarnados, azues e dourados o
par por 10.
Rozeiinhas com pedras quo parece diamante o
par 10.
Penas e cenefas.
De todas as qualiiades especialmente de cagr-
phia e de langa.
Canelas para aprender esrrever pelo BystODBI C.s
Sculy uma por 500 rs.
Papel.
Almago psntado 500 folbes 6g.
Dito dilo 420 ditas 40500.
Dito dito 420 ditas 4$.
Dito liso 30200.
Dito de peso azul e brando lQ0.
Dilo azul liso 20500.
Dito pequeo tarjado 10500.
Dito pequeo de cores lf200 e 105CO.
Dito tarjado de preto 1?5U0.
Enrelop! esnto 1$.
Obreias de colas 100,120 e 300 IS.
Pentes de tai taruga.
A imperatriz 80 e 100 o qae so vend?u por 160
e 200000.
Dirtito para atar cabello a 40.
Aimitago por 10.
De arripia para menino- a 8C0o 10.
Tartaruga para alizar g.
De buflo para suiga e cabello 430 rs.
Pentes de borracha pequeos para trazer por ca-
sa muito bor.s a 320 ri.
E infinidade de artigas n.ivamonte colgados &
loja Esperanga ra do Queimado n. 33 A.
_ Vende-se urna es rara de 25 j ;;_' :,
com as habilidades ,.: [es: coaiuhi o uiirio
do uma cae- e fam;li ,c doceira de i .s ae
qaalidaJfs que se pre.isar fazer: na cid-... te
Oliod.--ra de MalkhsFerreian. 12 iu na 'o\ ti-
ca de Joo Sosres Rap ?o.
Cylindro.
Vndese um ryu'to para padarb, :.
estado: a tratar n- rna eatreita do Rsatu
psito n. 2.
^e-
Kabecao.
Vende-se era raberio in bom
>. f4 i
estido : Ira-
lar na ra eatreita do R; --:"r>, incito r. 5.
Na ra noifl i. i j til-', armazeru di o >
deiras c. 47, de Jos Ignacio Aviila, \ m le-se
uma aulatinba do i i anuos,meito bolita ura.
Ven zem -.ie afanoel Marques de Olireha C, rus la
Mueda n. 9 : mol em barris ,~i-.: i aa
porgSo, aguardento do canu em pi'^a3 sem Jfcias
ditas, cal .^ Lisboa muilo ora em bartis e coi
purcao, palha tabuj para terneifts.
Gaiidittiroa. o gaz.
Chcgou pan t loja ca Victoria 03 melborca
eandieiros do p-.r, que l?m viudo %o mercaJo,
por prceos commedoa : n rus do Qeeimado
| n. 51.

: ri .-'..

-- Est fugido desde *1 ''o eorr-n'.i' n z dejti*
lho, o escravo pardo, Ricardo, b deeiro carxo-
ceiro, bem eoohetido nesta prrga <.-. irre-
bild-'s; representa tei 5 snnes .' bai-
xo e magro, tena cabellosearspin^oi ---, Id de
pouco lempo n/cadeia, onde estsr r causa
de stir fgido, te->i pouca barba ef'lta '-
na frenl, roat" com; rfdo o olhor -r \-m :.-- ieei
I sido encontrado n1 Caponga, e Olinds et <-
liando d jngaudo coa mais de 21 j ;... I cu
11"ern o jpprehenler e le-jr a casa ti- sessi .hor
i na Passsgem ta Magdalena ( era gcr.ei .;a-
r t le recom pensad o.
Aolorin Valpnlim ''i Sll'i Bs' :s.
W* i gratificado
tua do Crespo n. 7, no
galio vigilante,
Nesta oera loja ha grande porgao de caixinbas
com amendoss proprias para brioquedo de S.
rJoao qae se rende pelo barato prego de 800 rs.
cada uma quem deixari de dar a uma menina
uma caixinha ; tambem tem grande porgao da
eaixas proprias para doces secos que rende con-
forme-seus tamanhos a 60, 50 e a 40 a duzia,
amendoaa arulaas a 800 e 640 rs. a libra : s no
rigilante raa do Crespo n. 7t
A loja d'Aurorarua lar-
ga do Rosario n 38,
tem para vender agulhas francezas, ditas cartas
para aifaiate, ditas do fundo dourado, ditas
rainha Victoria, dvtis de muito bas qualdades.
A Nova Aurora esl rendeodo muito barato
per ter bastante, sortimento de miudezas :
vista se dir o prego de ludo.
Manguitos com gollinhas.
Veude-se manguitos com gollinhas, fazendi
muilo boa, pelo barato prego de 2J00O, gollinhas
e puohos ultimo gosto a 50000, gollinhas muito
unas e bem bordadas a IgOOO cads ama na raa
do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
n. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
s> MBd:SL PS a* ras bordadas da 8,500.
3,000, 3,500 s 4,000 ntremelos a 10600 e 20000
cada peg nt ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
A nova loja na ra larga do
R(isa-io n. 38,
tem luvas de pelica brancas, amarellas e pretas,
para homeos e senhoras, franjas de seda de to-
das as cores, ditas de algodo de todas as lar-
guras e de todo o prego, capellas brancas pro-
prias para noiva.
A nova Autra, na ra larga
do Rosario n. 38,
tem papel de amisade a 700 rs. o pacote, e de
multas maie qualdades, formato pequeo, s
rista se dir o prego delle ; dito grande de todas
ae qualdades tanto lizo como paulado, dito de
peso, retroz de primeira quahdade, preto, azul
ferrete e de outras cores proprios para alfaiales
e qualquer costura, bengalas multo finas e bara-
tas de todas ss qaalidades, papel para msica e
para cintoria, tinta preta propria para copiar m-
sicas, tinta carmezim, dita azul ; s riata se
dir o prego de tudo.
Velas e arroz.
Vindem-se reas de eepermacete a 640 a libra,
arroz de casca sm saceos grandes a 20800 cada
um : na taberna da traressa do pateo do Parslzo
P. 16, com oitao para i raa da Florentina.
Fazendas baratas
NA |
Loja do pavao,
Cambraia orgamlys a 280 rs.
Vende-se cambraia orgsndya de cores cem mo-
dernissiBOS padroes a 280 o <-oTr!o, e csssaa '
francezas muito finas n 240, 280 e 300 rs. o co-1
rado : s na loja do paveo, ra da Imperatriz .
numero 60.
Chitas Largas a 200 rs.
Vendem-se chitas largas a 200 r3. o cesado por
ter um pequeo toque da mulo ; na ra da Im-
peratriz n. 60, loja 1o pari.
Aipakina 280.
Vende-se esta ora fazenda de lioho a imitico
de sedas de quadrinhos miuC.inhos propria para
vestido de senhora, roupes para menicos, sendo
fazenda que nao desbola, a 280 ocorsdo : ca r:
da Imperatriz n. 60, loja ^o pa'o.____________
Bramante a 10$.
Veodem-se pegas de bramanl* de linha de
uma s largura com 27 varas i 10$ a pega, tam-
bem se rende 1(5 pega com 13 li2 raras por 5tf ;
na ra da Imperatriz n. GO, loja do pavio.
Carnauba
Vende-se a maissuperiorcera de carnaabique
ha no mercado ; na ra da Imperatriz n. 60, loja
do pari.
Cambraias lisas a 3$.
Vendem-se pegas de cambraia lisa muito tina
com 8 I [2 raras a 3j) a pega : na ra da Impera-
triz n. 60. loja da pavao.
Paletots-a 6#.
Vendem-se paletols de panno preto floo e cor
de caf a 6$ : na ra da Imperatriz n 60, loja do
pari. ____________
I a quem pegar o pardo Francisco, de 17 acns
!d Idade, de honit' figura, rom todos os *=! tes,
cabelloscarapinhos e ruiros, este pardo f'i do
1 Sr. D". Borgeada Fonseca, >i qual viaj cot e
I mesmo seonor todo o sertio sub<>rbi 9 "sis
prorincis.necessa'iftcentfl quanto era v% pj-
crjvo, e \\V "'i f'v
mesmo : quo o peg! queira entrega
legitimo rleno na ru *< Hospiriu r>. 6.
.-Mi r? i servigo io
> *
Ignacio Luiz ie Brito T-
Escravo fuci
A?,
Chitas escuras a 240.
Vendem-se chitas francezas escuras a 240 o co-
I ra da Imperatriz n. 60. l"ja do pavao.
rado
Chales baratos.
Vendem-se chales de merino de coras sendo
muito grandes a 3# : nsrua da Imperatriz n, 60,
loja do pavo,
Fuio do abaixo sssignsdo o seu esrraro Jo.io,
| Aogola, maior de 40 annns, coar. os sigr.f es se-
i jutnles : estjtu'a resalar, maaro, e r pouco
Ican.baio, por ter um joetho inchado, tero o reio
' comprido, bc-'ca grar.'p, olhos arermelhadoa, e
a rozum pouco ronqdinha, e cosluma ir:er um
brinca na crelha esjuerda, andar asonando,
muito ladino, e 6, 1x prezumir q'ie se niit'jl" fnr-
I ro, j esleve no Rio de Janeiro para ser en^iuo,
d'onJe veio h* poecos irezes. F'.i eomrndo ao
j Sr. Jos Paulo Co Reg Berrr-to, da il!a do Ca-
bo, que o houvede una Sra. D. Ifaria das trras
do ensenbo Serrinha, depois de ter errado do
sul fugio para o C^bo, ronde'zem qu* tem ma-
zia e filhos, e onde foi capturado. Aint c~n*
serva ,cignes do (tiro iee soffreu por esla fi-
an. Diasdapois dsse haver ausentado p"la ul-
', lima vez, foi visto ro fc'irro de Santo Antonio;
' grande mcn'.insn, e de crer que pretera il-
ludir quem o capt-iror; deixnu ear a roops, e
I levou vestido caira de brim de cor e camisa de
I madrasto. O bixo assignado protestar com
i todo o rigor da lei cortr.i quem o pcoitjr. Be-
commenda-se aos s-nbores caros d rmpo o
autoridides polkiaes, o a q>:om o trroxer ac ar-
mazem da ra da Crrz no Recife u. 33, ser re-
compensado. ^^^__^___________^^^
__ Fugio no da 30 du mez pruximo psssaao o
molecote crioulo, de como Geraldo, dado l'c 17
18 annos. cor prela, alto, bem precido, retor-
no ^ita es-
aperaa,
zul ra-
lba : pede-so ai Illmas. autoridades a eap'.un do
dito, e qualquer particular que o levfr a seu se-
nbor as Claco Pontas n. 66, ser bem gratifi-
cado. ^^____
Fugio na nolie de terga-feira 13 do corren-
te, uma negra crenla, baixs, do nome Cosma,
j de idade, bastante vesga do olho esquerdo, le-
rendo saia chales preto. pertenceu ao fallecido
Moraes do engenho Inbaman: quem a destebrir
pode lerar a casa do seu seohor no sobrado n;
14, na traressa da matriz de Santo Antonio,
a 18 annos, cor prela, aiui, cem pirenuo,
gado dos peiV-s, D.ri:as de ventusas no i_e
qserdo, urna pequea ferida na canella da
camisa de algodo da Ierra, ta':g i de dito ti
i


ILEGVEL


8
DIARIO DH flMAMBOCO. SABBADO 16 DI AGOSTO DE 11*
Litteratura
Pena de morte.
[Coticlusao do n. 168.)
A pona legitima, como diisemoi, quaodo
est em relagao ao crime, e preenche o fim ver-
dadeiro ta peca ; para isso preciso que se ta-
cha em vista os tres meios indispensaveis S sua
relisajlo, os quaes sao : a emenda do delin-
quid." o exem lo da sociedade, e a indemni-
sagao do mal causado; este ultimo nem setr pro
te pode observar, mas, os outros dous, de ne-
cetafdade, que d5 em resultado a applicego de
oualquer pena justa ; porem a pena da morta of-
ferete esta vantagem ? nao: por quo alm da
rinde desigualdade que d-je em sua applica-
gao, alm de haver entre ella e as outras penas
um abysmo iosondavel, ella tem a grande des-
'cnlag.iro de nao dar em resultado a emenda do
culpado, visto que a morie termina tudo. E se-
r ella lamban-, exeruplar, saa applicago poder
corrigir a sodedade, poder (azar com que aeus
membroi compenetrados de sua gravidade, e do
terror, que ella iccute, protestem nao maia de-
linquir? em resposta chamamos em nosso auxi-
lio o r.iidG Itercaria, este homem lo hbil, to
generoso, e o'uma philantropia a toda prova,
que o levou a pleitear a causa da humanidad,
i; usan lo urna completa revoluto no velho mun-
do no sculo 18, com seu tratado aobre a pena
do- morte ; e nao lhe notando algum deleito por
que i 3'itLraoiL.s, diremos com elle:o suppli-
--.o u'um condetunado nao mais que um espec-r
(aculo; para um pequeco numero objecto de
piedade misturado de indignago. Estes dou
sentimentos cppostos occupam mais a attenco
lo eapactador, do que o terror salutar que ella
.-ere causar. As penas moderada?, e continuas
prcJuzem nos espectadores o nico sentimento
do temor.E assim 6 por qne os hrreos enerva-
o pelo vicio, os hornees corrompidos, cuja seo-
'r.i'iile est embotada, veem esta acea com
inCifterenca, e por espirito de curiosidade se
eccsrcinham para o lugar da execugo ; para ou-
tres este espectculo pungente, e cheio de in-
di'pac.ao, mesmo por que o consideram um ul-
'';' aa leis naturaes, e a mesma sociedade.
Da : a pena de murte um espectculo se-
ratiaante ao theatro; c'onde volts o avarenio
para continuar a encher seu eorTre, o malvado
para continuar seus desmandos; por que as pal-
uolentas surprcnJem vivamente, mas seu
elTeilo nao duradouro.Desle modo seria pre-
cise urna reproduco continuada para seu axera-
irtir efifeilo, e fl'ahi a necessidade de mui-
tos Crimea para sua realuigo. Mas nao sendo
isto possivel, por que o legislador nao podendo
contar com esta imuieusidade de crimes, que sao
sea cousequeucia da corrupto, imraoralidade,
CfgrtQi prxima Cura povo, pan dar lugr a
:' roducSo de tantos sapplicios; e devendo o
3.ior confeciunar leis, que previnam este
estado de degraojco Ua sociedade, devendo al
ttcsuio providenciar a rospello da educago do
pevo para quem egisl, e desle modo faze-lo
incihormcnle conhecc-r, e cumprir seus deveret:
pode contar com a reprodujo de tantos cri-
com tibios suppcios, e por tanto cora o
D exemplar di pena de morte.Esta pena
ten di or;ram ule por fanatismo, outros
aidede, alguna desesperados, e fatigados da
encaram a morte cerno meio de terminar
anas miserias.Nos egusloieute pensamos que a
aorta Lo propriamtnte urna pena; porque
cora i morte iosm-se os soffrimentos, e os tra-
belhos deca vida, e para o philosopho looge de
ser am mal sempre un) b.>ni; por que quem
era esta vida um lirocinio era que o ho-
ir 'ii habilila-se para subir os degrus da eter-
nidade; quem considera esta unio do corpo
alan urna pri.^o, que a alma se acha agui-
"' *, e aujeita a toda especie de soffrimentos;
quero, nao se prendando materia, considera
O !o mal osU vida 6 relativamente um bem,
e !>!o bera relativamente um mal, se apraz eoi
antever o momento, em que, abandonando esta
ca ia de loffrimeolos, ve ao seio da elernida-
i Para quem nao philosopho nem christo,
pare o homem de espirito forte, e libertino
vr loria mostrar toda coragem, e entrepidez
u' .!i !o o i atbalo. Para o here a morte um
i O homem perverso, o malvado, que tem
es; pajo ^.u.ias veies amorte, encara sobran-
cero o que elle muitas vetes tem despresado ; o
ente soffre com resignado o martyrio; o
ilanime -oslranlo sua cobarda nada lucra,
o a suciedad* perde nella uai infeliz que nem ao
'.' a separago, que so opera naturalmente,
!a do corpo; se esta separajao precede
ra, a morte terrivel I mas, o que a
ii .. como pena para o sentenciado ? nada : fa-
. 'um golpe cortar-lhe a cabera, que a dr
' i.i2); a alma instantneamente tem abn-
":.!'."lo o corpo, este j nao possue a substancia
vel: e se o virde3 mover-se, dizei que a
cenlf cao dos nrvea, que lhe d esta animacio
rente. A mrnoa que a alma como espir'ito
ivisivel, e poasa animar a duas parles do
corpo destacada.
Se ua dr mor?', est a pena, ae a morte vem
quebrar os lagos que o prendem a familia ; estes
o nnlvado nao sapports, e o homem de honra
saber com resignago calar a dr no corago ;
prr que a honra urna vittude, e esla nao se
s< i) muilo sorer, sem mallas privsooes,
que looge de enlorpecerem a alma a nutrem, e
cam, n tomara digna de grandes acioei, e
l capaz de heroismo.
E de que servem estes soTrimentos, de que ser-
-s Lagrimas, o o praoto que a furto estas
- rdagoes pdssam arrancar ao condemnado ; de
q>' servem o temor que elle possa ter da murte,
r fri que no hornera freso poisa escoar-lhe
pelos membros; de que serve esta pallidez mor-
b:da, que exprime os sentimentos os mais pun-
g'.'utes ; ue que serven os remorsoa que o mal-
** <~* ^. ^*i rfi r.T.r i.w
V
u
3 DEI0S10 CO DINEIRO
POR
HENRY CONSCIEMCE
IX
; Conticuacaa do n. 186 )
------------7---------- W. ---------------' .' -------:------
vado, se que oa tem, secta naa portia da nor-
te, quaodo bem oenbam trax a sociedade? aim,
bem nenhum trax; por que tilidade nenbuma
tem a pena, quaodo oo d em resultado a
emenda do culpado. No entretanto perde a so-
ciedade um membro, a quem aendo imposta umi
outra pena podia emendando-se lhe vir a ser
muilo til.
No entretanto com a pana de morte desvirtua-
se a penalidade, e deixa a pena de ser expiato-
ria, reformadora, e exemplar.
Com sua appltcago nao ae pode observar as
condiedea da penalidade ; e alm de todas ellas
nao ae poderem cumprir, o que mais sansivel
que na pena de morte nao sa pode dar a repa-
rabilidade, o que ae d em todas as outras pe-
nas. Quantaa vezes se tem condemnado o inno-
cente que pagando com a morte os crimes
alheioa, flea sua memoria manchada, sua fami-
lia injuriada, e s depoia de annoa que o ver-
dadeiro criminoso tonfeasa o crimenas vascas da
morte ? e enlao o tribunal que condemnou este
innocente que de remorsoa, que de dr nao aeo-
tir, vendo que aobre elle peza toda reapoDsabi-
lidade 1 e conhetendo a fraqueza do juizo huma-
no nao tem outro recurso, senao cobrir-se de lu-
lo, pos nao acha um meio de remediar to
grande mal I
No entretanto cora outra qualquer pena faz-se
o delinquenle soffrer muilo mais que com a pena
de morte ; por que a pena de gales, a pena de
prisSo com trabalho faz o condemnado soffrer
longos anoos, e este icfTrer continuado a vista
do publico, o faz aempre lembrar o castigo me-
recido, por quem perpetra crimes ; o condem-
nado anda mesmo que teoha ido um malvado,
um libertino com este soffrer de tantos dias com
este castigo da muitos annos vae abrandando sua
m ndole ; os annos vo passando, e a velbice
chegandoaa paixes se arretecem, e a vida dori-
da, que passa o condemnado o faz entrar em ai,
e arrepender-se de seus desmandos.
Demais vendo, que com ainsobordinaco nada
lucra, habilua-ae a ser cordato, e obediente as
ordeos, que est subjeito ; em flm chega-lhe
o momento feliz em que toca-lhe o arrepeodi-
mento, toroando-se merecedor de ama grsc,a,
esta lhe sendo concedida, ou mesmo quaudo tero
chegado o termo da pena, que lhe foi commi-
nada : elle esi regenerado, torna-se demu que
era um cidado pacifico, e til a sua familia e a
sociedade.
E ae por urna excepgd apparecer um bomem
quasi indomavel, o poder social nao ae poupe
do ioflingir-lho a pena morecida, e cum o cor-
rer do lempo, quando chegar a edade.em que se
est a borda do tmulo vn um da em que o ar-
pendimento o toque, e elle maldiga o lempo que
perdeu manchando-se de crimes.
Seisto verdade, se a pena de morte tem as
desvantagens que lhe notamos, se com sua ap-
plicagao Ccam nulliticados todos os requesitos de
urna pena justa, ae neohiam bem tras ao calpc-
do, e a sociedade de que membro : como se
alian que ella legitina ? Mas, nao sendo ella
ligitima ser necessaria ? tambera nao : vejamos
a razio.
J dissemos que na necesaidade nlo se pode
fnndamentar o direito de punir, e sem mais re-
pelamos islo. accrescentamos : que se a pena de
morte nao offerece vantagem alguma se nao po-
de se cora sua app!ica(io contar com a emenda
do culpado nem com o exemplo salutir para a
sociedade; se com outra-a penas se pode multo
bem proencher estes requisitos, e conseguir o fim
da penalidade que a mannlengo da ordem,
nao deixando ellas de darem resultado a corree-
gao do individuo, o o exemplo a sociedade;
nao deixando tambera de admittir a reparabilida-
de da pena injusta : nao sabemos como dizer-se
que ella necessaria sem apresentsr-se urna ra-
zio convincente.
Dirao : nos nao temos prisoes, que merecam
conacra ; mais o remedio 6 fcil, cuide-so'em
construi-lae, que o mal est remediado.
Dizemos mais, que sea pena de morte algum
bem tr9 sem da vida familiarisar o povo com
estes ezemplos de crueldada indignos de um povo
civilisado. Exemplos de crueldade que nos ve-
mos oa historia mesmo as feraa recuaarem as
vezes realisa-Ias. Em Roma, diz Sneca, tendo
costume atirar-se as feras, os conderanados n'u-
ma destas occasioes conbeceu-s que aa feras
erara menos crueis que os homoosno amphy-
theatro de Roma um leao reconhecendo em An-
droculo um bemfeitor recusou devora-lo, e afa-
gou-o expressamente. Msa, tal vanligem nao
merece refutagao.
Por tanto j temos provado que a pena de mor-
te nao 6 legitima, nem necessiria ; nao offerece
-uioscuiaijiiiua. h,ji nnuimus a 'jueai.io
era nosso pensar asta exgotada em relago aos
principios de direito crimina'.
Apenas nos falla fazer urna ou outra conside-
rado respeito de nossa legislagao criminal, que
por falta de tempo deixamos de apresenlar.
Serviodo-nos de cdigo criminal antes da coo-
feccaodo actual a ord. 1.5 hoje revogada, onde
se enconlra em toda parta iexarada a pena de
morle, depois de nossa independencia, e da ex-
istencia de nosso paci fundamental, pelo qual
foram creados os quatro poderes distinctoa, de
cujo exercicio nasce a felicidade do estado, foi
investido do poder moderador o 1* representan-
te da oagao, que reconhecendo a grande incon-
veniencia, e injusliga que muitas vezes se dava
nos julgamentos, que segundo o antigo cdigo a
pona de morte era sempre o resultado, quiz re-
meJiar estes rnal-s usando do poder que lhe foi
conferido pela consl. art. 101, saoccionou a le de
11 de setembro de 1825, que dispoo em seu ar-
tigo 1 : que nenhuma seotenga de morte ser ex-
ecutada sem que primeiramenle suba a presenga
do imperador para perdoar, ou moderara pen.
Mesmo por que casos deram-se era que os
senleociadcs recorrendo a greca do poder com-
petente, o perdo, ou a commulsgio chegava
quando o perdoado j nao exista : como acon-
teceu com o major Agostinho um dos viole ex-
JT.P.'
1
_
X
'IjSJS"!
???a.^,^i l?.!?U*0.i,!-!*l. ''A*..*0!?*!! homent deatroem inteiramete aquella ne- um certa direito nao circunscripto por certas li-
mites, do qual pensam que gosa o estado, que ou-
sadamente suppdem ser a origem : fon te de
todos oa direitos.
governo com esta le abraodar mais a cruelda-
de da penalidade da ord. cit. minorando sua fre-
qaencia ; com tudo nosso cdigo sem duvida
influenciado por aquella barbara legialac,o de-
cretou em seu art. 38 a pena de morte.
Com o correr dos annos, com o augmento da
civilisacao, e do progresso reconheceu se anda
mais sua gravidade de sorte, que a le de 7 de
margo de 1837 art. 4 determino: que nenhuma
execuglo se flzesse, mtsmo quando oaohouvea-
se lugar a petigio de graga, sem participagao aos
presidentes de provincia, que devem fazea,quan-
do exigir justiga, alguma consideragao ao po-
cessaria coherencia, que por vontade de Deus
existe entre a ordem assim natural como sobre-
natural, e que por ellas se muda de todo, sub-
verte, a deilroa a propria, verdadeira e legitima
ndole da divina revelago, a autoridade, a cons-
tituigio e o poder da egreja. E a (lo temerario
modo de pensar sao chegados, queja nao temem
negar ousadisaimamente toda a verdade, toda a
le, poder e direito de origem divina. Pos que
nao se pejam de asseverar que a sciencia da phi-
losophia e dos costumes, bem como as leiscivis,
podem e devem afastar-ae da revelago divina e
da autoridade da egreja, e que a egreja nao
Msrgarida com as rr.ios as cadeiras havia che-
gj 'o ao ultimo gru de exasporago.
__ Oh! E' assim que me falla I Pos adeai;
Ibui i breve ha curr o Sr. Bertholflo para dizer-lho a falla que
hi no testamento ; hei de tambem dizer-lhe que
as bun vis .rcadiintc,es lludiram o velho Ro-
byo e o modo por que voc tao traigoeiramente o
.Dulhou da sua heranga. Sim, hei de explicar-
]!-e tuio: como seu tio so esioecera de fazer o
testamento, tanto que na mesma manhaa, em
que morreu, me disse que havia de cuidar disao
Daquelles qainze das. O Sr. Bertholdo tem me-
ll'.or vista do que eu Rara enchtrgar toda essa
i Iroeira... Pobre Margarida I Ora aqui est o
q;e te succeile por haveres confiado na palavra
le um bregeirol.. Msndara-te sabir I Conso-
i;_too Sr. Bottboldo nao te abandonar...
Dizendo estas palavras Margarida desfez-se em
lrgriraas, o encarainho'i-se para a porta ; o ah
rollando-se accrcscenlou com o punho cerrado:
Adeus, serpete infernal I Hei de o ver men-
digando o pao, sa nao o vir antes subindo ao ca-
da fslso.
Estas ultimas palavras produziram em Monrk
rcui viva impresso. As arriesgas da ex criada
inspiraram-lhe receios que elle nao ple domi-
.nai-, pos qae erapallidereu a olhos vistos.
Com o olhar abatido e desani.nado seguiu os
ico"'impotos de Margarida al o momento em
que eita levou a mao porla para sahir do es-
Ctiptoro, o talvez mesmo da casa.
Eolio elle sahiu do s?u abatimento, correu t
junto della, agarrou-a pelo brago murmarando
algumas palavras benvolas. Oepoia conduziu-a
nma cadeira, e moderando a voz lhe disse:
Snnle-se, raioha boa Margarida; nao cho-
re. Voce a culpada de eu rae zangar. Falla-me
sempre de m modo tao imperioso I Se me fosse
guiar pelos seus conselhos seriamos j bem des-
gragados. Descence; Vocfi ha de aer minha mu-
lher; deixe o mundo fallarhei-de desposa-la,
porque esta a minha vontade.
Mas quando? perguntou Margarida.
Mais depressa do que pensa: indapensa-
tel que tejamos anda discretoa por alguns dias.
Os nossos lnimigos erguem a cabega; nao per-
dern de todo a esperan;*.
der moderador. Donoe vemos que o governo urna aociedade verdadeira, perfeita e de lodo li-
(oroou-se multo zeloso na applicagao de tal pena.
Maa bem se ve que os caprichos dos horaens
muita vez oa fazera executar mal a lei ; bem ae
v que sendo a pana de morte to desvantajoaa
era oara desejar que tal art. nao exiitisae ; bem
ae ve que o poder moderador, anda aendo mul-
to cuidadoso em commutar as penas, pode n'u-
ma deseas crises polticas dtixar da ser ejer-
cido, e enlao muitos soOrersm.
De mais nao se v que a gravidade da pena
nao que faz desapparecer os crimes; que, an-
da quando a pena era impessoal, e pesava sobre
toda a familia do condemnado, e toda ella fleava
proscripta nanea deixou-ae de perpetrar crimes;
nao se v que no momento da effsrvecencia das
paixes, as terriveis guerras elvia esla disposi-
gao auxilia, concorre directamente para que a
pena de morte aeja o manto, com qne ae disfor-
c a perseguigao, e destruirlo [di primeira cita-
se da sociodade, a simllhanga do que aconteceu
no seculo patsade na Frang ?
Em Qm nos j expendemos as razoea em que
nos fundamos, para que a pena de morte seja
abolida de nosso cdigo ; quando nao de mo-
mento, quando nao de chofre, ao menoa extrce-
se o governo para em lempos maia felizea, que
nao deye e-tar looge, quando a educago do puvo
brasilairo fdr bem pensada, quando a justiga em
nosso paiz fdr em toda parte bem ministrada,
quando a responaabilidade de qualquer empre-
ado fdr em toda parte effectiva ; quaodo em flm
nosso paiz gozar de mullos bens, resultado de
medidas aalutarea, ajunte-se mais este, e ento
o Braail aera feliz.
E aa o governo entender que ple hoje tomar
esta medida, melhor saber o meio de execula-
la : e assim confiamos em seu patriotismo, e Pi-
camos descansado, antevendo o da feliz, em qae
a Bf rao brasileira alcance a felicidade temporal,
que neste mundo lhe est aguardando, se ex.-
forgos ooforem poupados.
Nem se diga, que tudo presentemente vae bem,
e nada ba a desejar, por que estamos certo, que
nosso governo Ilustrado, como comprehende
muilo bem, que nosso paiz na estrada do pro-
gresso nao Um meio caminho andado: o mun-
do marcha, os homoos se succadem, e temoa
conviegao, de que grande, e multo grande ser
elle : o futuro o dir.
Recife, 26 de julho de 18C2.
Ixleno de Torres Bctndeira.
Allocuco do sanio padre na ullima
rcunio do sacro collcgio.
Veneraveis irmios.Muito grande foi, seor
duvidada, o bosso jubilo por havermos pedido
render hontem com o divino aoxilio, as honras e
os cultos dos santos a vinte e sete valorosos h-
roes da nossa religio, tendo-voa ao nosso lado
a vos, vaoeraveis irmaos, que, sende dotados de
eximia piedade e virtude, e participando da nos-
sa solicitude pasloral nestes calamitosos teropos,
pelejaes denodadamente pela casa de Israel, e
nos eocheis de conforto e consolagao. Mas prou-
vera a Deus que ao mesmo tempo que nos senti-
mos rapassados deste prazer, nenhuma causa
de tristeza e de luto nos contristasse por outra
parte. Mas nao podemos deixar de nos ftontris-
t ir e lll'gir muito, vendo os males daremos
trislissimos, e nanea asss deplorados que ao
presente opprimem e avexam miseramente a e-
greja csiholica, o a propria sociedade humana,
com grandissimo prejuizo daa almas.
Muito bem conheeeis.veneraveisjirmaos.a guer-
ra verdadeiramente cruelissima que fazem e tu-
do que catholico estes homens inimzos da
cruz deChristo, os quaes, nao sustentan
nhuma doutrina saa, e ligados entre
abominla unio, blasphemam de tudo o
ooram, e machinam com todo o genero d
perversos abalar, e at ae podessem acaso,
uio, utsiruir ue loaos oa laoaamenlos
roligio santissima, e da sociedade, e
dir erros peroiciosissimos de toda a casi
rr^ioe no entendimento de todos, eco
los e arranca-Ios religio catholica.
E assim que estes astatissimos forjadoras de
fraudes, e artfices da mentira nao levantaa mo
de fazer daa trevas a luz, exagerar com aovas,
desvariadas e eDgaoosissimas formase palavras,
e por todos os modos disseminar por toda a par-
te easas monstruosasinveogas de antigs erros,
j tantas vezes combatidos e repellidos, e pelo
gravissimo juizo da egreja condemnados.
Com estas funestissimas e totalmente diabli-
cas artes contaminara e deturpam toda aciencia,
espalham mortal peconha para ruina das almas,
favorecem a vida licenciosa, a devassido e todos
os deaejos depravados, invertem toda a ordem
religiosa e social, e forcejam por extinguir toda
a idea de justiga, de verdade, de direito, de ho-
nestidade e de religio, escarnecen,nieonspresam
vre, nem gosa de direitos seus proprios e cons-
tantes conferidos pelo seu divino fundador, maa
pertence ao poder civil definir quaes sao os di-
reitos eos limites da egreja, dentro dos quaes
pode exercer os mesmos. Por onde perversa-
mente inventam que o poder civil pode intro-
metter-se naa couaaspertencentes a religio, aos
costumes, e ao rgimen espiritual, e impedir
que oa bispoa e Maia communiquem livre e mu-
tuamente com o romano ponlifice, a quem Deua
constituiu pastor supremo de toda a egreja, afim
de que se dissolva de toda aquella uniao ne-
cessaria e estreitissima, que deve forcoeamente
existir por divina instituigo de Jess Christe,
Senhor Nosso, entre os membros do mystico cor-
po do mesmo Jess Christo, e o seu cabega visi-
vel. Alem de que, nao teem o mais leve receio
de espalhar entre o povo, engaosa e fraudu-
lentamente, que os sagrados ministros da egre-
ja e o ponlifice romano devem ser excluidoa to-
talmente de todo o direito e dominio aobre as
cousas temporaes.
Demaia, nao duvidam dar por assentado com
toda a imprudencia, que a revelago divina nao
somente nao serve para nada, mas que at no-
civa ao aperfeigoamento do homem e que a mes-
ma revelago oivina imperfeita, e por isso est
sujeita ao progresso continuo e illimitado cor-
respondente ao adiantamento da humana razio.
Por onde nem receiam andar pregoando que
as prophecias e os milagrea expostos e referidos
as sagradas letras sao invengoss dos poetas que
os sacro-santos mysterios da nossa santa f sao
o resumo das inveslgagoes dos philosophos, e
que nos santos livros do velho e novo testamen-
to se contem invengoes fabulosas, e que at
Nosso Senhor Jess Christo, temos horror em
dize-lo I urna cbimera, urna flego I Asaim
que estes turbulentissimoa adoradores de dogmas
abominaveia blasonam que as leis sobre costu-
mes, nao carecem de saneco divina, e qae nao
preciso que as leis humanas se conformen com
o direito natural, ou recebam de Deus forra
para obrigar, e portento asseveram que nao ra
lei divina nenbuma.
Tambera ousam negar toda a acgode Deus
sobro os homens e sobre o mundo, e afflrraam
temerariamente que a razo humana, indepen-
dente de Deus, o ooico arbitrio da verdade e
da falsidade, do bem e do mal, e nao tem ne-
nhuma outra lei seno a si propria, e que 6
suficiente s pela sua virtude natural para pro-
mover o bem dos homens e dos povos.
E como sao to ousados que derivam perver-
samente todas as verdades da religio da forca
natural da razo humana, por isso aiMbuera a
cada homem um como direito primario, pelo
qual pode fallar e pensar livremenle da religio
e prestar a Deus aquellas honras o cultos que
cada qual julga o melhor, segundo sua propria
vontade.
Chegam a ponto tal de impedade e impuden-
cia, que se esforgam por escalar oeu, e desfa-
xer-ae do mesmo Deus.
Pois nao estremecer de dizer com a mais
rematada mildade e com egual estulticia, que
nao existe nenhuma diviodade suprema, aapien-
tissima e provideDtissims, distlncta do universo
mundo ; qua Deus a mesma cousa que a na-
lureza, e por issso est sujeito a mudautas; que
Deus se forma realmente do homem e do mun-
do ; que todas aarousas eo de Deus, o teem a
>nesnjissima substancia de Deus, e que Deus
urna e a mesma cousa com o mundo, sendo por
issso espirito com materia, necessidade com li-
berdade, verdade com falsidade, bondade com
maldade, justira com injusliga.
Na verdade, nada mais lonco, mais impo, nem
mais repugnante com a propria raro se poder
nunca inventar era escogitar. Da autoridade
pois e do direito deram lo atrevidamente que
chegam a dizer com despejo que a autoridade nao
mais que algarismos, e a sorama das forgas
mtorao, o quo o Hlroito enciela no lucio ma-
terial, e lodos os deverea do hornera sao nm no-
me vo, e todas sa acc.ea humanas teem a lorga
do direito.
Ora pois,estes laes, accumulando invengoes sr>-
bre4rmBCes, delirios aobre delirios, e pisando
aos ps toda a autoridade legitima, todos os le-
gtimos direitos, obrigagOes e deveres, oo duvi-
dam substituir em lugar do direito verdadeiro e
genuino os falsos e mentirosos direitos da forga
e sobrogar a ordem material das cousas a ordem
moral das acedes.
Nem reconhecem outras forgas, senao aquellas
que teem a sua sede na materia, e poem toda a
normae honestidadedoscostumes em amontoare
augmentar riquezas por quaesquer modorque
aeja, e em aalisfazer a quaesquer damnadas pai-
xes.
E com estes nefandos e abominavois princi-
pios, defendem, afagam e exaltaoi o reprobo sen-
tido da carne rebelde ao espirito, e do-lho os
dtese direitosnaturaes, oa quaes dizera qae sao
| opprimidos pela doutrina catholica, menospresan-
e combatem os santissimos dogmas e doutrlnas X?',.,."'r,"..LZa^IIVa9*-
de Jess Christo do oleiramente o aviso do apostlo quando disse:
FmverdaiB eaau.nna horror ronuananri se vs virde!l segundo a carne, morrereis, mas
a saaras wswst %%t G^>tt^2&
"2i.J!!*E? e-m.8.1-S ril.e-nL:8-.C.r.re.8> invadir e destruir iodo, os direitos d. proprda-
de particular de cada um, e perversamente fin-
gen) e imaginam em seus corat.oes e na sua mente
(1) Ad Rom. e. 8, v. 13.
com que homens lasa, nestes lempos miserabi-
lissimos, baralham todas as cousas divinas e hu-
manas.
Nenhum de vs ignora, veneraveis irmos, que
Quer ainda ongsDar-me observou Marga-
rida enxugando as lagrimas. Porque razo vive
peusando e suspirando lodos os dias ? Porque ra-
zo o norae de Laura lhe sahe constantemente
dos labios quaodo est sozinho? Julga que eu
nao sei o que isto quer dizer ?
Nada to natural como pensar eu em Laura,
Kemenaer e Bertholdo: mas nao pelo motivo
que voc suppoohe. Pens nelles, porque os te-
mo, e ocio ao mesmo tempo. Mal sabe voc,
Margarida, quo tormentos e inquietagoes marly-
riam-me a alma Tenho at emmagrecido 1
Ento as cousas em casa de Kemenaer nao
vo medida de seus desejos? perguntou Mar-
garida irnicamente. A Glha recusa ouvir o arru-
llar de um pombinho to seductor?
Moock mordea os beicos com despeito, como se
essa combarla o tivesse ferido no corago.
Responden com um sorriso malicioso:
Adevinhou, Margarida: ella me detesta,
porque me olha comn o inimigo de Bertholdo.
Para ella sou realmente um monstro hediondo.
Tanto melhor, tanlo melhor I
Como 1 O que quer com isto dizer?
O terror que lhe iris; iro a torna doente, e
faz quo v pouco a pouco perecendo. ua de mor-
rer certamente, e eoto ver-rae hei llvre dos re-
ceios que me abocanham noute e dia.
Enlao certo que voc nao lhe t*m amor?
Ama-laeu I Pensa que son slgum crian-
go-la I... Ainda quando nao fosse obrigado a dis-
simular por nosso iotereise coramum, e com o
fim de illadir o nosso inimigo, bastara o raeu
odio para fingir esse amor contra a minha convie-
gao.
O seu odio?
Slm, o meu odio: odio ardente e implaca-
vel que sinto contra Bertholdo. Oh I Voc oo
pode comprehender, Margarida, at que poni
rae domina esse sentimento. E j que Laura
(ao simples que ama ainda a esse pobrelo, nao
tenho outro geito seno eovolv-la nesse odio, e
viogar-me della o do seu amante.
E as rendas que voc mandou-lhe de pre-
sente? Para que oceultou de mim? Bem v que
s faz isso quem procura engaar a outrem...
Confesso, Margarida, que busquei illudi-la
neste ponto ; mas foi s para poupar-lho deu-
confiangas e um pezar. O amor que lhe tenho
quem me inspira essas precaugoes. Creia-me,
seja razoavel, que promello nada mais occul-
tar-lhe, nada absolutamente. Sou o primeiro a
rcoohecer que o papel, que represento, muito
custoso e humillante: porem fago esse sacrificio
pelo ioteresse de nos ambos, minha amiga.
Meu Deus 1 Que desgiaga ter a gente de li-
dar com um hornera to cheio de rodeios e astu-
cias I exclamou Margarida soltando um suspiro,
que indicava achar-se j mais apasiguada. Nin-
guem sabe como o ha de crer 1 E quanto tempo
durar ainda ialo?
At que Laura morra. J ia em bam cami-
nho, e tocava quasi s portas do cemiterio, quao-
do de repente pareeeu voltar atraz.
Ese ella carbda?
Nao crivel, respondeu Moock. Ella deso-
ja a morte e oa pezares, que a acabruoham, maa
lhe hode abreviar oa dias de vida. M>a emlim
tudo pode acontecer ; e no caso de que venha a
sarar ver-me-hei forrado a fiogir al que o seu
casamento com Bertholdo seja irrealisavel. Ke-
menaer deu para ter agora compaixo das lagri-
mas de sua Ulha, e ha momentos em que parece
disposlo a consentir no seu casamento com Ber-
tholdo. Ora, voc bem comprehende que mis-
ter impedir esse casamento ; porque se Berthol-
do vier a ser marido de Laura, o primeiro cuida-
do de Kemenaer, astuto e linono que s cuida no
dinbeiro, ser contestar a validade do testamen-
to : rico, e levar o negocio aos tribunaea. Eu |
c bem sei o qua falta ao testamento ; e os ad-
vogados tanto o ho de virar e revirar at que
aGoal tambem o descubram. Dado que isso acon-
tega, o que resultar, minha boa amiga?
Ser annullado? perguntou Margarida com
um tom de ioteresse e anciedade que fez brilhar
na phiiionomia de Monck um lampejo de alegra
e de triumpho.
Oh 1 J nem posso mais dormir 1 replicou
o traidor com urna voz custoaa e como quo alte-
rada pelo receio e pezares. Perdermos todo o di-
oheiro que.hoje possuimosl Virmos a ser pobres
outra vez I Aiada para voc o mal nao serla ir-
remediavel; porque poderia rollar ao aeu estado
antigo de criada.
O que I Eu tornar a servir? Antes raorrer
de fome. Na ra todos rae apuntaran) com o de-
do, todos zombariam do mim.... Porm, Monck,
isso oo ha de acontecer, o que diz? Olbe que
voc com esta nolicia atemorisoa-me o espi-
rito I
E' como lhe digo : se Bertholdo despeos
Laura, ficaremos perdidos.
Pois ento ponhi obstculos a esse casa-
mento ; cua"le o que custar deve tmpedi-lo. Ah 1
meu caro Monck, nao baja sacrificio que o faga
recua r.
Eurecuarl Nao: lutarei, combaterei.ro-
dea-los-hei de obstculos at que a victoria seja
minha. Aioda que tiveaseda aviltar-mepor mul-
los raezes laucando mo da mentira e do fingi-
metito, nao eamoreceria. Comprehende agoja a
razo por que eu procuro persuadir a Kemenaer
que pens na mo de aua lilha? Comprehende
por que eu busco illudi-los enviando alguns pre-
sentes? E'que assim o tempo vae passando,
Laura defioha-se, a Berlholdo cada vez maia cahe
na miseria : Kemenaer ] tem mesmo vergonha
de confessar que o conheceu.
E' asaim meamo. di.se Margarida confir-
mando a assergo de Monck. Aolea de hontem
vi-o passar de longe. Tinha a apparencia bem
miseravel; ainda conserva a mesma roupa de
outro tempo ; mas j to safada I (Juai que tire
deile corapsixo... Collado I
Eita gracejando... Compaixo do nosso
inimigo mortal 1
, E' urna maneira detallar. Quem poderia
tercomps.xao de um bebsdo, de um preguicoso
que nao quet trabalhai? T *
Emquanto porm com magua, e rpidamente
consignamos aqui estes prioelpaes erros dos nos-
sos lempos iofelicisslmos, omitiimos, veneraveis
irmaos, a resenta de muitaa outras quaai innu-
meraveis falsidads e fraudes, que de todos vs
sao ptimamente conhecidaa e manifealas, com
as quaes os ioimigos de Deua e dos homens se
esforgam por perturbar, e destruir toda a ordem
religioaa e publica.
Deixamos em silencio as muitisiimas e gravis-
simas injurias, calumnias e aiTrontaa com que
nao cesiam de dilacerar e perseguir os sagrados
ministros do altar, eeila s apostlica. Nao fal-
lamos da bypocrisia verdadeiramente iniqua com
quo oscsmpees e satellites das funestissimas al-
terages e rebellies, especialmente da Italia, re-
petem a boca chela que querem que a egreja
gaze da sua liberdade, ao passo que com o mais
sacrilego descomeditnento cada dia mais atrepel-
lara todos os direitos e todas aa lais da mesma
egreja, e lhe arrebatam os aeus bens, tormentara
por todos oa modos e encerrara em carceres os
bispos e ecclesisslicos que desempeoham egregia-
mente os sus deveres, expulsam violentamente
de seus convenios os membros daa ordena regu-
lares, e aa virgens dedicadas a Deus, e os esbu-
lhara de seuscabedaes, e ludo teotam explorara
para reduzir a mais torpe escravldo, e opprimir
a propria egreja; E no momento em que senti-
mos por certo o mais particular regosijo pela vos-
sa to desejada presenga, vs mesmos vedes que
liberdade teem agora os bispos da Italia nossos
veneraveis irmaos, os quaes pelejando valorosa
e constantemente as pelajaa do Senhor nao po-
deram, por estorvo dos adversarios, e com gran-
dissimo pesar do nosso corago, vir ver-nos,
acompanhar-vos e assislir a este ajuntamento,
como desejavam ardentemente, segundos arte-
bispose bispos da iufeliz Italia nos declarar em
saas cartas chelsimas de expressea do seu gran-
de affecto e reverencia a ata santa s.
Tambem vedes que nao est aqu presente um
nico bispo de Portugal, e nao pouei magua aos
causa esta ausencia, pela naturezadas diflkulda-
des que impediram que ellas podessem dirigir-
se a Roma.
I "liarnos porm de mencionar muitas outras
cousas tristes e horrorosas, commeltidas por esles
sequazes de perversas doutrinas,- com iocrivel
pena nao s nossa e vossa, maa tambem de todos
us bons.
Tambem nao dizemos nada da irapia conspira-
go c de toda a sorte de iaiquas machioagOes e
enredos com que pretenden) abalar e destruir in-
teiramenteo dominio temporal d'esta s apost-
lica ; ser melhor antes commemorar nesta parte
oconsenso porcerto admiravel com que vs mes-
mos, com todos os outros veneraveis irmaos de
todo o mundo catholico. assim osa cartas a nos
dirigidas, como naa pastoraea dirigidas aos eia,
nunca cessasstes de assoalhar e refutar estes er-
ros, e juntamente ensinar, que esle dominio tem-
poral da santa s foi dado ao pontfice romano
por singular ilisp isigo da divina Proviodencia,
e que e necessirio para que o mesmo romano
pontifica nunca esteja sujeito a nenhum priucipe
ou poder da Ierra, e possa assim exercer com
pleoissima liberdade em toda a egreja o poder
supremo de apresentar e reger todo o rebanho
do Senhor, e a autoridade que divinamente re-
cebeu do mesmo Jess Christo, e prover ao maior
bem, a utilidade e necessidades da mesma egreja.
Tudo o que at aqui lamentamos, veneraveis
Irmaos, oflVrece um espectculo bem triste. Pois
quem ha que nao veja que com a iniquidadede
to depravados priocipioa, e cora 13o perversos
desvarios e raachioacoes cada dia mais so cor-
rompe miseravelmente, e se arremessa a peri-
go do povo christo : que se combate a eg^ja
catholica, e a sua doutrina salutar, os venerauos
direitos, leis, e sagrados ministros, e que por este
modo se reforgarn e propagara todos os vicios e
toda a maldade, e que a propria sociedade aotlre
graude abalo '.'
Nos, portento, tendo bem gravados na memo-
ria os deveres do (nosso ministerio apostlico e
exlromamente antiosos do bem espiritual e da
salvago de todos os povos que vos foram por
Deus commettidos j que (usando das palavras de
Leo, nosso santissimo predecessor) nao po-
demos a outra sore rejer os que nos foram con-
fiados, seno >ersejuindo\com o zelo da ( do Se-
nhor aquelles que sao destruidores e eslo estra-
gados, e separando os dos que simia estao saos,
com a severidade que podemos, para que esta
peste se nao espalhe mais longe (2) levantan-
do a nossa voz apostlica neste vosso nuraerosis-
simo congresso, reprovamos, proscrevemos o con-
demnamos especialmente todas as referidas m-
ximas errneas, que sao inteiramente repugnan-
tes, e summameote contrarias nao smente f
o doutrina cotholica, e s leis divinas e occle3as-
ticas, mas tambem lei e jusliga sempiterna e
natural, bem como 5 recta razo.
Epois vs, veneraveis irmos, aois o sal da tr-
ra, e os guardas e pastores da grei do Senhor,
eos vos estimulamos e vos rogamos com o maior
encarecimento, qne pela vossa acrisolada religio
ezelo episcopal, assim como at hoje tendes fei-
to com grande louvor vosso, continuis com todo
o cuidado, diligencia e empeuho a desviar destos
pastos venenosos os fiis que vos esto confiados,
e a refutar e destruir j com opportunos escrip-
tos, tintas o to monstruosas oploices. Porquac-
to, bem sabis que se trata de negocio imporlao-
tlislmo todas aa vexea que se trata di fiesta aao-
tisslma c, e da tgreja catholica e saa doutrina.
ds aalvacSo dos povos, ao bem e tranqeillidade
da aociedade humana.
Por liso quanto estiver na voisa mo, nio cea-
seis nunca e affaitar para longe dos Geis o con-
tagio de to crua peste, iato de tirar de diante
de seus olhos e de saaa mos oa livroa e os jor-
naes perniciosos, e de doutrtnar e instruir assi-
duaments os mesmos fiis nos santissimos pra-
ceitos da nossa augusta religio, e admoesta-los
e exhorta-los a tugir destea mestres da ioiquidado
como da vista de urna aarpanle.
Continuas a fazer convergir todososvossos cui-
dados e pensameotos, principalmente em promo-
ver a edacago aanta e acieotifica do clero, em
fazer qua resplandegam nelle todaa as virtudes, e
para qua a sua carreira dos oitudos seja salutar.
Yigise tambem atteolisiimamente, e procuras
que no ensino das bellas-lettras, e das disciplinas
superiores, nunca se ensiaue cousa nenhumi con-
traria f, religio e aos bons costumes. lli-
vei-vos varonilmente, veneraveis irmos, e nun-
ca vos quebrantis nem descorogoeis do meio da
gravissima perturbago e ruiulado dos lempos
presentes; mas confiando Ilimitadamente no di-
vino amparo, e embragando em tudo o escudo
inexpugnavel da equidade e da f, aneando mo
da espada do espirito, que c a palavra de Deus,
nao cesseis de resistir a todoa os estorgos dos ioi-
migos da egreja catholica e desta s a apostlica,
e de retorcer lhes as suas armas e quebrar-Ibes o
seu imperio.
No entretanto, porm, levantando de dia e de
noute os olhoa ao cu nao cesaamos, veneraveis
irmos, nao cessamoa de rogar e supplicar sam
desconlinoar com fervoroaissimas rogativas, o
com o corago humilhado, ao clementissimo pao
das misericordias e Deus de toda a consolagao.
ijuelle quedas trevas faz resplandecer a luz, e
que pode das pedras suscitar filhos do Abrsho,
que pelos merecimenlos do seu Unignito de Nos-
so Senhor Jess Christo, queira estenie? a sua
mo auxiliadora ogreja e sociedade, disper-
sar todas as mximas errneas e tolas as impie-
dades, a cora a luz da sua divina graga illumiaar
o entendimento do todos os que vivem no erro,
e converte-los e chama-Ios a si, afim de que a
sua santa egreja alcanco a desejadissims paz e em
toda a reJondeza da trra receba em dia maio-
res argumentos e prsperamente vigore e flo-
resta.
E no intuilo de pdennos mils fcilmente con-
seguir o que pedimos e buscamos nao acabemos do
interpr por nossa medianeira para com Deus, pri-
meiro Immaculada e Santissima Virgem Maria Mi
de Deus,que sendo misericordissima e amoroaissi-
ma Mae de nos todos matou sempre todas ss here-
sias, e cujo patrocinio o mais iBcax dianto de
Deus;; pegamostambem o auxilio assim de 5. los
Esposo da mesma Viagom, como dos Apostlos
S. Pedro e S. Panlo, e da todos os Bcmaventara-
dos da corte celestial,e com eepecialidade daquel-
les qua ha pouco foram referidos nos fastos dos
Santos, e queja honramos e veneramos.
Mas entes de dar fim ao nosso discurso, nao
podemos coclsr-nos sem que de novo teatemu-
nhemos e confirmemos a grandissima consolagao
que temos em gossrmos da vossa suavissimz pre-
senga.
Veneraveis irmos, que tanta f, piedade e adi-
tamento,ligada firmisiimamente com uosco e com
esta cadeira de S. Pedro e deaempenhado-vos do
vosso ministerio ; vos gloriaes de promover core
lodo o afinco a maior gloria de Deus e a salvago
das almas, e com sentimentos muito concordes o
com um desvelo e amor verdadeiramente admi-
ravel, juntamente com todos os outros veneraveis
irmos, os bispos do todo o mundo catholico, o
com os fiis comrnettido e aos delles, nao desis-
ts de sbrandar e alliviar por todos ai nossas
gravisslmas angustias e diasabores. E isso nes-
ta mesma occasio confessa-aberta e publica-
mente com as mais ampias expresses os sen-
timentos do nosso amoroaissimo e gratissimo
corago para comvosco e para com todos os ou-
tros veneraveis irmos, como para com os pro-
piios fiis.
I'eliraos-vos pois quando regressardes aos-
voisos bispados, queiraes em nosso norae manifes-
tar aos mesmos fiis vossa vigilancia estes senti-
mentos do nosso corarlo, e fazelos sabedores do
paternal amor, que lhe temoa e da beogo apost-
lica,que do intimo da nossa alma.e acompanhado
dodesejo de toda a verdadeira prosperidade.folga-
mos ardentemenle de langar aobre vs, venera-
veis irmos, e sobre os mesmos fiis.
[Jornal do Commercio, de Lisboa.)
Bebado I exclamou Monck com ama voz que
indicava ao mesmo tempo alegra e aurpreza.
Bertholdo bebado 1 Quera lhe disse isto?
Pois nao sabia? Bertholdo vive na compa-
nhia de vadios, e garotos : passa dias inteiroa as
tabernas a beber genebra. Ouvi dizer isto em
casa da minha modista por urna rnulher que mo-
ra na aua visinbanga.
Vamos, vamos, minha amiga, j v que se
enganou a meu respeito, e que tem mais razoes
para agradecer-me do que querer-me mal. D'ora
em diante viva tranquilla sem dar ouvido aos
contos dos visinho8. E' possivelnao o creio,
mas quem sabe 1 possivel qae as circunstan-
cias me levem a preparar na appareacia o meu
casamento com D. Laura: mas nao lhe sirva isto
de novos receios. Prometi que somante voc
ha de ser minba rnulher: afSango-lhe isto. En-
tretanto continu a ser aqui senhora absoluta, e
a fazer o qea bem lhe parecer. Se precisar de
dioheiro, basta dizer urna palavra : o que quer
que faga maia? Agora deixe o negocio por minha
conta ; aaberei triumpbar de nossos inimigos.
Daqui a dous ou tres raezes voc se ha do cha-
mar D. Margarida Monck, Ento, esta salis-
feita ? #
Margarida olhoa com Qxidade para o rosto do
seu interlocutor; este supportou o exame sem
perturbarse.
Isto verdade? voc nao me illude? per-
guntou ella.
Sempre eat voc com estas deseonfiangas!
Se eu tivesse sympathia por D. Laura, desejaria
a sua morte?
L isto verdade 1 Afinal do contas eu sou
urna boa rapariga, a quem ae pode convencer f-
cilmente. Maa olhe, Moock, ae voc zombar
de mim, ha da arrepender-se : bem sabe do que
sou cipaz.
Se nao for verdade o que lhe digo, vingue-
se como quizer e como poder: desde j reconhe-
go que tudo merecer!. Porm tenho a minha
eonsciencia tranquilla e neste ponto, toda a cer-
teza de nunca incorrer na sua vinganga. Tran-
quillise-se minha amiga, e nao alimente pensa-
meotos lio desfavoraveis a meu respeito : nao
ha de esperar muilo tempo.... Ora toque ; aqui
esl a minha mo como penhor do nosscyiroxi-
mo casamento. Agora teoha paciencia, e deixe-
me Qcar s ; vou escrever algumas cartas urgen-
tes. Eise Berlholdo ha de por-me louco : teoho
a cabega to fatigada que mal posso reunir as
ideas I Margarida, ae aquello sujeito de hontem
voltar, receba-o com affabilidade e mande-o para
aqui immedialamenle.
Qae sujeito? Aquello dos oceulos?
Nao. por este nao espero hoje; o outro....
Ab 1 o que tem um collanoho muito cora-
prido, e o chap* todo amassado? Vem sem du-
vida pedir-lhe dinheiro.... Nao parece ser l
grande couia, Monck.....
Eogana-ie, nao para isso que elle vem,
mai sim para auxiliar-me na minha vinganga
contra Bertholdo. Ande, faga o que lhe digo mi-
nha boa amiga.
Margarida sshiudo eseriptorio : apenas fechou
ella a porta aobre si, Monck bateu raivoso com o
p no chao, percorreu por daas ou tres vezes o
aposento de um lado a outro, murrrurou aotre
denles ;
Insolente I Comoga j a enasliar-me com
as saas ridiculas pretengoes. Monck milllonario
desposar urna criada estupida, velba, feia e po-
bre! Se eu lhe desse una cinco ou seis mil fran-
cos, talvez os aceitassosalisfeila, e medesligasse
da minha promessa. Mis neste caso nao depen-
dera mais de mim ; ira por ahi tagarellar, fal-
lar do testamento, e ale mesmo, sem querer,
aventurar palavras que fariam suspetar toda a!
verdade. Nada ; emquanto comer o pao que I
lhe dou, obriga-la-hei a calar-se. E'-me preci-|
so dissimular, engana-la, e adula-la at que Lau-
ra seja minha rnulher. Se depois disso Margarida!
nao quizer curvar a cabega,3 sajeitando-se a sua j
sorto, que se v emborapouco mports I...,
Mas aem razo que a temo ; er tudo a que se
lhe diz. S as suas desconfianzas me causam re-
celos....
E sentn se era frente da carleira com a ca-
bega entre as mos, ficandn aisim por momentos
roergulhado em suas reflexdes : sbito porm er-
guendo-se proseguiu com tom irritado:
Nada do mais demoras.... O pae e a Dlha
se ligam ambos para gmhar tempo : ainda oo
perdern) de todo as esperances I Trama-se en-
tre elles o quer que seja que rao assusta. Bertholdo
ainda conserva intelligencia na praga, e Laura
faz-se fraca e doente para retardar o casamento.
J por trez vezes a sua cura tem parecido certa,
mas quando fallo de apressar a unio apparece
logo urna recabida. Recusa alimentar-se......
quer escapar-rae pela morte I.... Eseoconse-
guisse?E' muito diClcil illudir-mel Mostrase
cortez para comigo, mas pura dlssimulago ; e
todas as vezes que o seu olhar le flxa no mau,
parece-mo 1er nos seus olhos eslampada a pala-
vra verdugo I Oh I Deve alia aborrecer-me e
despresar-me bastante para que leve assim ho-
ras inteiras a olhar para mim com fra e muda
arrogancia!Mis hei de viogar-me : aioda quo
a veja cahir moribunda ao p do altar aera mi-
cha rnulher, o eu nao quero mais delongas. Es-
lou decidido a exigir imperiosamente a cooclu-
so do casamento ; seroi ioexoravel. Eu aei por
que tanto ella me odiaseduz-lo a fama deBer-
tholdo..... Ah I ah essa fama eu farei desvane-
cer-so como o fumo: veremos. Quando o seu
poeta criticado, ridicularisado, nao for aos olhos
do mundo mais do que um objecto de odio.zora-
baria, e despreso ; quando a opinio publica o
condemnar, analDemalisar como o propagador
de ideas perigosas eimmoraesveremos se ella
hi de ser fiel ainda a sua memoria 1 Quero que
ao lembrar-se delle s faces lhe suba o fogo
do rubor, quero que tambem por sua vez o des-
prese.....
Assim dizendo pegou em um jornal que se
achara sobre a carteira, desdobrou, e ao passo
que nelle lia o seguatea principio em voz bai-
la, depois um pouco elevada, nai feiQoes se !b?
debuxava a expreiso do infernal contenta-
mente :
Os amigos da litteratura nacional, e nos mais
que ellesapplaudimos os primeiros ensaios de
Berlholdo Robyn, e lhe dirigimos palavras da
animtgio, porque na falta de verdadeiro talento
pareeeu nos ali descobrir ao menoi o indicio do
algumas disposigoes naturaes. Mas, com quan-
to inclinadoi a indulgencia, forga confessar
agora que a sua segunda obra, que acaba de sabir
a luz sob o titulo deDor e Esperanzauso sa-
liste* a espectaliva geral. De nossa parte por
mais que folheassomos esse livro, por mais quo
interrogassemos cada urna de suas paginasnao
podemos, nelle descobrir, seno declamagea,
empoladas, obscuridades, e mu gosto : o eslylu
secco, e as faltas contra a lingua tormigaa a ca-
da pagina.
As ailusoes que no seu agastamento elle as-
aaca contra os ricos sao odiosas, ien:o est-
pidas.
uem sempre mostrou-3e reconhecido para c;m
seus bemfeitores.
Nao o conhecemos, nem sabemc3 o quo alie
; mas o que est ao alcance do todos que suas
poesas revelara um coragio cheio de fe!, e do
nus sentimentos : e a innocencia, cujo tom sen-
timental aflecta em algumas das suas mais fracas
produegoes, a ninguem pode engaar.
O que dir Laura lendo semelhanteelogio?
proseguiu Monck depondo o jornal. O que pen-
sar quando outras vezes Iho levaren) aos ouvi-
dot em termos ideoltcoi o juiso da opinio pu-
blica ? -J quanto basta para umeomego: mis
cumpre ir avante, bater aempre de rijoal ou
Bertholdo esmagado sob o despreso geral acaba
de colera e de raiva. A arte contra o dinheiro I
L a lula da um menino contra um gigante !E
o meu jornalisla sem apparecer I Ha duas Loras
que o espero. Prometteu-me irazer outrc3 es-
critores incorrupliveis..... como elle. O crima
que ae prende fama nascente de Berlholdo far-
me-ha encontrar doceis instrumentos mesmo en-
tre os poetas. Isto ha de custar-me algum di-
nheiro ; mas um sacrificio neeeaaario. E a
jornalisla aem vir!.... Desejava bem conferenciar
ora ello acerca dos meios de censurar a Ber-
toldo ii um outro artigo por seu goito pola be-
bida. Elle bebe! Margarida o ouviu dizer. i'a-
rece-me que as ms lioguas da rna so reunem
para assegurar-me o triumpho Elle bebe I Esta
palavra nao foi perdida. Filiemos primeircTda
suas obras, depois de sua vida passada, depois
de suas inclinagea vergonhoaas. e de suas
ideas falsas eperigosas, finalmente deixemos es-
capar algumas palavras sobre a embriaguez que
parte do desgosio..... Ser o golpe final I Ora
vamos ao encoolrodo jornalista : lato me Ois-
trahir, e refrescar-me-ha o sangue.....
Dizendo eitaa palavras Moock pegot no seu
chapu esshiu.
_________________ (Conftnuar-*e-Aa.)
PERNAMBUGO,-TYP. DE M, DE F. F.14 FIlHO.




MUTILADO!
ILEGVEL


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E8IBJ3NMC_Q34A5N INGEST_TIME 2013-04-30T20:56:01Z PACKAGE AA00011611_09595
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES