Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09594


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Full Text
AIIO IIIVIIL luMEBO 187

. Ptr tras mezesadiantados 5 JOCO
Portremeze vencidos 6$000
<
M
m
.i. -m
01HT4 FEIRA 14 DE AGOSTO DE lili.
PtraBBt tdiaT* 19)000
Porte franit tara t*>- '-*r
ESGARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alaxandrino de Li-
ma; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva
Aracaty, o Sr. A. d Lemot Braga; Cear o Sr.
J. Jos da Olifeira ; Maranho, o Sr. Joaquim
Marquai Rodrigues; Pira, Manoel Pinhtiro &
C.; *.uuai,o Sr. Jeronymo da Costa. '
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Alabas, o Sr. Clamdino Falcao Diaa; Babia,
Sr. Jos Uartim Alrai; Rio de Janeiro, o Sr
Jut Partir Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.

Olinda todo"* o dlai ai 9X horaa do dia.
Iguirass, Goianna, Parabyba naa ttiacdail
sextaa-feiras. .
S. Anto, Bexerros, Bonito, Cartera, AUinhol
Garanheut naa tergas-feirai.
Pao d'Alho, Nazareth. Limueiro, Brejo, Pee-|
qieira, Ingazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Viala,
Ouricirye Ex nasquaitae-eireuj.
Cabo, Serinhem, Rio Formas, Una.Barreiroa
Agua PreU, Pimentelraa Naval quintas lelras.
(Todoi oa correioa partero a* 10 horas da machas
IPHEMKRIDES DO MEZ DE AGOSTO.
2 Quarto craicent aa 2 fioni e 15 minatol da
i tarda;
9 Lea eheis ai 7 horas 12 mina tos da man.
16 Quarto miBtjeante as 5 horaa e 5 minelos da
tarde.
24 Lsi nota, ai6 horas minutos 59 da Urda.
PREAHAI DE HOJE.
Primeiro aa 6 boraa e 6 minutos da macha,
Segando as 6 horas e 30 minatoa da tarda.
PART DOS 'APOIVES COSTEIROS.
Para aQi at Alavoai i 5 e 10; para o norte
at a Granja 14 39 do aada mas.
PARTIDA DOS OKH1BUS.
Para o Reele: do Apipueot is 6 li2, 7, 7 i|J, 8
e.8 2 da m.; de OHnda as 8 da m. o 6 da t.; de
Jaboato as 6 f j2 dz m.; do Cazang o Varzta
is 7 da m.; da Btm/ea is 8 da m.
Do Bacila ; para o Apipueot s 8 1|2, 4, 4 1[4,
4 ll?, 5, 5 U, 5 1|2 e 6 da t.; para O/indo ii 7
da o), o 8 1[2 da t.; para Jaboato is 4 da I.; para
o Caxang Forcea i 4 1|2 da t.; para SernAsa
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commerclo : segundas a quintas.
Rslaco: tergaa sabbados is 10 horas.
Paianda : quintas ia 10 horaa.
Julio do commerclo : segundas ao meio da.
Dito da orphaos: tercia tutu is 10 horas.
Primeira vara do eirel: tercas oxtasa* malo
dia.
Segunda vara dt eltel: qiartaie eibbadot il
horada tardo.
DAS DA SEMAUA.
11 Segando. 8a. TilurcioeSuzam raro.
;12 Terca. S. Clara v. .; Si. Nimia Fontino,
13 Quarta. Ss. Ilypolilo e Cutiano ma
,14 Qjiola. S. Euztblo aac.
15 Sexta. t% Assurupgo de Nossa Senhora.
l Sabbadu. S. Roque f. ; S. loeioiho.
17 Domingo. S. Joaquim pae de N. Sechors.
ASSIGNA-8K
no Recita, am a livraria da prsa da Indeper..
.denclt ns.6 e 8, dea proprietariotMancsl Fiaaoi-
Iroa alarla 4 Fllho. *
PMTE 0FF1CIAL
Ministerio do imperio.
6* tecsao. Rio de Jaoeiro. Mlnaterb dos
negocios do imperio em 30 de julho de 1862.
I Im. e Rfm. Sr.S. H. o Imperador, tendo cu-
tido o conselho de estado pleno sobre a consulta
de 12 de outubro do anoo passado.da secgao dos
negocios do imperio do mesmo conselho de es-
tado, relativa ao oflicio em que V. Exc. Rvm.
pergun'a se, existindo nessa diocese muitas fre -
guezias pobrissimas, que por concurso nao tem
podido ;ser prvidas, e haveodo alm disto falta
de clero nacional para empregar como parochot
encommendadoi, poda V. Eic. Rvm. nomear pa-
ra estea cargos sacerdotes estraogeiro', perceben-
do elles a raesma congrua que os oaciooaes, isto
no intuito de acudir aos reclamos de seus dioce-
aanoi, queoo cessam de solicitar vigarios; hou-
ve por bem declarar por saa immediata resolugo
de 22 do corrente mez, tomada sobre consulla de
fi de maio ultimo, que os sacerdotes estrangeiros,
ma filia de nacionaes, poderao ser nomeados vi-
garios encommendadoa, ficanlo aa nomeacoes
dependentes de approviQao do governo: eou-
trosim que os nomeados poderao eotrarfogo em
exercicio, mas nao poderao perceber as respecti-
vas coogrim sem que o governo, recebando dos
prelados a participadlo das nomeagoes qae flze-
rem, autorise o pagamento das mesmas congruas.
que communico a V. Ex;. Rvm. para seu co-
uliacimeoto e execa^ao.
Dos gmrde a V. Exc. Rvm.Mrquez de
Oiioda.Sr. bispo do Rio Grande do Sul. Na
rr.esma confjrmidade aos outros bispos.
4a sece.n.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 31 de julho de 1862.Em
solaceo ao ofRoio de V. S de 18 do corrente mez,
d'.'daro-lhe que com razao escrupulisou V*. S.
cin mandar passar a earta de bicharel a Antonio
Moniz Sodr de Aragao cora a data do dia em que
dovia ter tomado o grao, se pela deciao da con-
gregagao, a qml o governo julgou nalla, nao fos-
s impedido de o receber, conforme elle reque-
ren, visto como nao permittido como V. S.
com raiiio e> t>n1e, nem alterar a verdade dos
fados, nem a formula legal eslibelecida para as
carias de bacharel.
Daos guarde a V. S. Mrquez do Olinda.
Sr. director interino da faculdade de direito do
Rccie.
1.' Para reorganitar o'corpo do estado-maior
de 2a classe como mais coovier ao soovco, nao
podendo todava ampliar o respectivo qaadro.
i.' Para alterar os regulameotos das escolas
militares do exercito, sem prejuizo de qualqaer
direito adquirido pelo pesioaal do ensino, nem
augmento da despeza determinada pelo regala-
melo de 2! de abril de 1860.
Art. 7.* Ficam em vigor aa disposges do arl.
25 do regularaento approvado pelo decreto n. 772
de ;1 de mar;o de 1851, bem como as do { Ia do
art. 9* da lei n. 1,401 de 20 de setembro de 1860
na parte respectiva aos arseoaes de goerr, con-
selhos administrativos, armazens de artigos bel-
licos e pagidorias das tropas.
Art. 8. Supprimam se as palavras e mela-
do do sold no art. 97 do regulamento org-
nico das escolas militares, mandado executar palo
decreto n. 2.582 de 21 de abril de 1860.
Art. 9 Oj arts. 6' 7 e 8* tero vigor desde j.
Art. 10. Ficam revogadas todas as disposicoes
em contrario.
Mandamos portanto a todas as autoridades, a
quem o conhecimanto e execuco da relerida lei
pertencor que a cumpram e fagam cumprir e
guardar lo inteiramente como oella se contera.
O secretario de ettido dos negocios da guerra a
faca imprimir -publicar e correr.
Dado no pa7Uo do Rio de Janeiro, aos 31
dias do mez de julho de 1862, 41* da indepen-
dencia e do imperio. Imperador com rubrica e
guarda. Polydoro da Pontees Quintanilha Jor-
do.Carta de lei pela qual Vossa Mageslade
Imperial manda executar o decreto da assembla
eral, que houve por bem sanecionar, fizando as
torgas de trras para o anno financeiro de 1863 a
1864.Para Vossa Magestade Imperial ver.Car-
los Antonio Petra de Barroca a fez.Joo Lias
Vieira Caosmsao de Siuimb.Sellada na chan-
cellara do imperio, em 1 de agosto |de 1862.
Josino do Nascimeoto Silva. Registrada. Foi
publicada a presente lei na aecretaria de estado
dos negocios da guerra em 4 de agosto de 1862.
Vicente Ferreira da Costa Piragibe.Registrada
a fls. 2 do livro da lei*.Piimeira directora ge-
ral da secretaria de estado dos negocios de guer-
ra, em 5 de agosto de 1862.Manoel Joaquim do
Nasciaento e Silva.
no, para em virtade da clausuras que se snjeitoa
ministerio da marinha.
Aviso de 25 de julho de 1862.
Declara qe veocimentos se devem abonar aos
oKaes da armada e das classes annexis, quer
do numero, quer extranumerarios, que, sendo
desligados do servido dos navios de guerra, nel-
les se conservara, depositados.
3a secQo.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios da marinha, em 25 de julho de 1852.Con-
viodo eslabelecer urna regra acerca dos ofliciaes
do corpo da armada e dai claisea annexas. que*
do numero, quer extranumerario!, que, ando
desligados do servijo do3 navios de guerra, nel-
les se coaservam depositados, manda S. M. o Im-
perador declarar q>ie o ditos ofliciaes, no caso
de qus se trata, devem ser considerados como ef-
ectivamente embarcados e addidos Ss gasrnicoes
dos navios onle ss acharara, percebendo os res-
pectivo! vencimentot e vantageos, urna vez que a
demora em regressarem 6 corte ou seguirsm para
as provincias a qu se destinaron nao provenha
de (alta de diligencia de sua parte; devendo
rxencionar-se esta circumstancia as guias do
desembarque que se lhes der, e ser em pregados no
iervi;o dos mesmos navios, quando nao hoja nis-
so inconveniente, vista de suas patentes ou gra-
d.iv:o-s, de coaformdade com o que dUpoe a re-
solucao de consulta de2i* de maio de 1837, rela-
tivamente aos ofliciaes que sao transportados da
irle para as proviocias: o que communico V.
S. para seu eonhecimeato e expedalo das neces-
sirias ordena a semelbante respeito.
Dos guarde a V. S. Joaquim Raymundo de
Lamare.Sr. capilao de fragata encarregado in-
terinamente do quarlel general da marinha.
Aviso de 25 de julho d$ 1862.
Declara que deve ser feita custa dos secreta-
rios das capitanas de portes a d?speza com a
iropresso de papis pelos quaes percebom el-
los emolumentos.
2a seceo. Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios da marinha, em 25 do julho de 1862.
Sando contrario aos iolercssis da fazeoda que se
fagam a custa dos cofres pblicos despeza3 com
iouresses de papis, pelos quaes, em virtude de
tarifas spprova las pelo governo, cobrara emolo.-
rinentos os tecretarios das capilanias de portos,
determina S. M o Imperador que taes impres-
(s, que t lera por ii n reduzr ou simplicar o
trabalho material dos referidos secretarios, sejam
pagai pelos mesmos fuuccionarios ; o que com-
munico a V. S. para seu conhecimento e execu-
rao na parle que ihe toca.
Daos guarde a V. S. Joaquim Raymundo de
Lamare.Ao Sr. contador da marinha.
ministerio da guerra.
Ii n. 1,163 da 31 de julho de 1862.
Fixa ai torcas de trra para o anno financeiro de
1863 a 1864.
D. Pdro II, por graga de Dos e unnime tc-
clamaqo doi povos, Imperador constitucional e
defenser perpetuo do Brasil, fazemos saber a to-
dos os nossos subditos que a assembla geral de-
cretou e nos queremos a lei legulole :
Art. 1.' As forc*s de trra para o anno finan-
csiro de 1863 a 1864 constaro :
l.8 Dos ofliciaes dos corpos movis e do guar-
nido, da repartigo eedesiattica, e dos corpos
de siude, do estado-maior da Ia e 2a classes, de
engenheiros e do estado-maior general.
2 De 14,000 praQas da pret de lioha em cir-
camstancias ordinarias e de 25,000 em circums-
tin:ias extraordinarias.
Art. 2. As forjas fizadas para circumstaocias
ordinarias sero divididas em 10 000 pravas de
pret dos corpos movis, e de 4,000 dos corpos de
guarnigSo.
Art. 3 As forjas fizadas no V do art. 1* se-
to completadas por eogajamento voluntario e
pelo recrutamento nos termos das disposicoes
que ezistirem.
Art. 4. A retpelto dos individuos que assenta-
rem praga voluntariamente, ou forera recrutados,
observar se-bao as seguiotas disposicoes:
1.* O voluntarios tervirao por 6 annos e os
recrutados por 9.
2.* Os voluntarios, alm da gratificarlo dia-
ria igual ao sold io'.eiro, ou ao meio sold da
primeira praga, emquanlo forem pragas de pret,
conforme tiverem ou nao aervido no exercito o
tenpo marcado na lei, percebero como premio
de eogajamento ama gratifleaco que nao exceda
o 400; para os prlmeiros e a 3009 para os segun-
dos, paga pelo modo qua for eslabelecido nos re-
gulamentos do governo ; e quando forem escu-
los do servico se lhes conceder as colonias mi-
litares ou de nacionaes, um praso de trras de
32.500 bracas quadradas.
3.a Os recrutados e voluntarios poderao exi-
rjoir-se do servido militar por sabttituigao de in-
dividuos que tenham a idoneidade precisa para o
mesmo servido.
Art. 5. O governo Oca aotorisad> a destacar
at 5,000 pragas da guara nacional em tircums-
lancias extraordinarias.
Arl. 6.* O governo tica autorisacle ;
ministerio da agricultura, commer-
cio e obras publicas.
IostrucQoes que b.3ixarara com o decreto d. 2,940
de 20 de juoho de 1862, dada pela directora
da companhia dos seguros Fidelidade, da ciJa-
de de Lisboa, devidamente autorisada, ia res-
pectivas agencias estabelecidas as provincias
da Baha o Pernambuco e na capital do im-
perio.
Art. 1. As agencias da companhia do aeguros
Fidelidado da cidade de Lisboa, estabelecidas as
provincias da Bahia e Pernambuco e na capital
do imperio, duraro por espado de 10 annos, con-
tados da data era qua o governo imperial permil-
lir que conliuuem a fuaccionar, se antes doite
prazo nao convier dita companhia auo deixem
u uxuiir, eui tuto inramiarao fi'mnno EBf*
sar a responsabilidsde dos seus contratos.
Art. 2. Findo o referido prazo de 10 annos,
cessaro as operagoea das mesmas agencias, se
Ihei nao fr concedida pelo governo imperiol no-
va autoriac/io.
Art. 3. E' expressamente prohibido s agencias
tomar seguros de vida de pessoas livres ou quaes -
quer outrss.
Art. 4. As ageocias ficam aulorisadas a lomar
para a dita companhia seguros martimos e ter-
restres com as eondicOes das apolices das compo-
nais de Seguros do Imperio, como j era obser-
vado pelas da Baha e Pernambuco, Meando ellas
sujeltas, em caso de contestado /que muito con-
ven; evitar), s disposicoes do cdigo commercial
brasileiro e mais leis do imperio, para o cumpri-
ruento do que fr julgado com relaQo aos con-
tratos de seguros que tiverem silo effectuados.
Arl. 5. O capital de cada urna das agencias se-
r de 10.0003 em rnoeda metallica, para occorrer
de promptu ao pagamento da qualquer ainislro,
sem que por isso fique a respectiva companhia
iseota da obrigago de iodemoisar os prejuizos
excedentes do fundo permanente de cada agen-
cia.
Art. 6. Nos seguros martimos os riscos em cs-
a cmbarca;o nao excederlo a 20:000$ moeda
fraca do imperio, e em ea predio ou estabeleci-
menlo e mobilias all existentes nao excedero no
total somraa de 40:000$.
Para as embarcGoes que navegarem para Co-
tinguiba, R;o Grande d-j Sul ou outras barras e
portos de diflil accesso os riscos em cada navio
nao excedero a somma de 10:000^000, -moeda
fraca.
Arl. 7. Os premios de seguros martimos e ter-
restres s-rSo fizados em igual la le com os das
companhias de seguros do imperio.
Art. 8. O prejuizos relativos sos seguros, to-
mados i..-.s agencias serao nellas liquidados e pa-
gos, ou em Portugal, como melhor convier aos
segurados, depois de legalisados devidamente.
Ari. 9. As agencias ficam plenamente autori-
sadas para represanlar a respseliva companhia em
todos os actos judiciaes e extrajudiciaes em que
ella pot-sa ser interessada, e requerer tudo o que
fr do interesse della.
Art. 10. As presentes instrucQoes nao poderao
ser alteradas ou reformadas sem a previa appro-
va;ao do governo imperial.
Est conforme com o original. Directora cen-
tral da secretaria de estado dos negocios da agri-
cultura, commercio e obras publicas, em 28 de
juoho de 1862. Conforme. O director, J. A.
Moreirs Guimaraei.
GOVERNO DA PROVIKCli.
Expediente do dia I de agoste de
186*
Oflicio ao commandante das armas Sirva-se
V. Eic. de Informar acerca do que pede noinclu
so requerimento Anna Felicia da Cooceicao.
Dilo ao mesmo. Tendo de seguir pelas 10 ho-
ras do dia de amaohaa para o presidio de Fernan-
do, no hiate Sergipano, dozeaentenciados de jus-
tiga, sirvi-se V. Ezc. de expedir suas ordens pa-
ra que.no caso do nao ir para sli forca alguma,
sejam os referidos sentenciados escollados por al-
gumas pragai do exercito.
Dito ao impector da thesoursria de fazenda.
Transmiti i V. S para om conveniente, a 2a
via do conhecimento, em forma do qual, consta
terem sido recolhidos so almoxsrifado do presidio
de Fernando, os objectos para ali enviadoa no
biate nacional Tino, para a obra da aldeia da-
quelle presidio.
Dito ao mesmo.Transmuto S V. S. para o flm
conveniente as incluas contas da receita e des-
peza da enfermara militar de Taearat nos me-
les de marco, abril e maio ltimos, bem como o
parecer da junta militar de saude que examinou
as referidas contas.
Dito ao mesmo Devolvo a V. S. o requeri-
mento documentado de Umbelino GoncaWei de
Azevedo aflu de qae, de accordo com a saa infor-
magao de 9 do correle sob o. 739, mande ibo-
nar-lbe a quantia de 1509000 como retribuirlo do
seu trabalho emquanlo etteve incumbido do tra-
ta ment dos desval ios atacados do cholera-mor
bus no districto de-Capoeiras.
Dito ao mesmo.Transmiti i V. S., pira os
fias convenientes as contas da enfermara militar
do presidio de Fernando, relativas aos mezes de
(evereiro, margo, abril e maio, prximo Ando.
Dito ao meimo.Transmuto i V. S., para seu
conhecimento e fim conveniente, copia do termo
de contrato celebrado pelo director do arsenal de
guerra com o mestre do hiate nsclonil Strfipa-
traosporlar ao presidio de Fernando indeoendan-
te de retribuicao alguma, o alteros Boaventura
Leito de Almeida, sua senhora, sua sogra e dous
llios menores; sendo um de dous annos e outro
de tres mezes de idade.
Dito ao inspector da tbeiouraria provincial.
Em vista das inclusas contas em doplicata, estan-
do em termos, mande V. S. pagar a Ramos & C.\
conforme solicitou o delegado encarregado do ex-
pediente da polica em oflicio de 9 do corrente,
sob n. 1,230 e 1 235 a quantia de 36#050 ero que
importa a lavagem de roapa dos presos pobres da
casa de detencao nos mezes de juoho o julho des-
te auno.
Dito ao mesmo.De accordo com a sua infor-
ma gao de 9 do corrente sob o. 433 mande V. S.
ealregfao engenheiro W. Marlineau a impor-
tancia total de ii passsgem para a Inglaterra
visto achar-ie concluido o contrato por elle cele-
brado para se encarragar
desta provincia.
Dito ao mesmo.Annuindo 10 que solicitou o
delegado encarregado do expediente da reparti-
cao da polica em oflicio de 9 do torrente sob n.
1236, recommendo V. S. que mande psgar 1
Manoel Martina de Araujo Castro a quantia de
405000, relativamente ao aluguel de quatro me-
zes, vencidos em juoho, da casa qae serve de
quartel ao destacamento da freguezis do Poco da
Panella.
Dito ao mesmo Tranimitto V. S. a inclus
conta da despeza feita com o sustento dos presos
pobres da cadeia de Ouricury nos mezes de maio
e junho ltimos, na importancia de 170J800 afim
de que, estando ella em termos, mande pagar es-
sa quantia a Luiz de Fraoga a Oliveira Lima,
conforma solicitou o delegado encarregado da re-
partidlo da polica em oflicio de 9 do correte
sob n. 1238.
Dito ao mesmo.A Manoel Baptista Barbozs,
mande V. S. pagar, conforme solicitou o delega-
do encarregado do expediente do secretario da
polica em oflicio de 9 do corrente sob n. 1237, a
quantia de 146^400 despendida com o sustento
dos presos pobres da cadeia do termo do Ouricu-
ry 001 mezes de margo e abril deste anno, urna
vez que esteja em termos a inclusa conta que
veio anoexa ao citado eflicio.
Dito ao commandante da estagao naval.Pelo
oflicio de V. S. deita data sob n. 51, fiquei intei-
rado de haver chegado hontem tarde ao porto
desta cidade, procedente da corte, o brigue-eseu-
na Tonelero que vera estacionar nesta provincia
era substituido ao brigue escina Fidelidade que
para ali tem de regressar.
Dito ao capilao do porto.Faca presentar a
V. S. os recrutas de marinha Manoel Agapito de
Paiva, e Cypriano Jos de Lima, afira de que lhes
d o conveniente destino, depois de inspeccio-
nado.
Dito ao director do arsenal de guerra.Res-
pondo ao oflicio de V. S. de 9 do corrente sob n.
216, duendo-lhe que approvo o contrato celebra-
do com o mestre do hiate nacional Sergipano pa-
ra o transporte ao presidio de Ferqaadp dos ten-
lanri'*-- "" "~ """
tu. .cutalo.
Dito ao commandante do presidio de Fernan-
do.Em addilamento aos officios desta presiden-
cia de 8 do corrente, transmuto i V. S. para 01
fin convenientes, as guias dos quatro sentencia-
dos Jos Antonio da Costa, Manoel Francisco dos
Santos, Joaquim Jos de Abreu e Joaquim Vital
de Castro, que ora segaem no hiate Sergipano,
afira de cumprirem as penas a qae foram condem-
nados.
Dito ao mesmo.Nesta data fago seguir para
esse presidio no hiate Sergipano, o sentenciado
Joo Cmcio vindo da corle para cumprir a pena
de gales perpetuas em que foi commutada a de
morte, a que havia sido condomnado.
Dito ao inspector da alfandega Declaro i V.
S., para sea conhecimento e direegio, que das
saccas com sement de algodo existentes nessa
alfandega e que foram remedidas pelo ministro
do Brasil nos Estados Unidos no navio Chowman,
sete ficam a sua disposigio para manda-las des-
tribuir na inspecgo do algodo pelos planta-
dores.
Dito ao coronel Francisco Joaquim Pereira Lo-
bo chafe de estado-maior do commsndo superior
da guarda nacional dos municipios de Olinds e
Iguarass.Ao presente oflicio acompanham as
copias dos documentps que viersm juntos a re-
presentarlo contra V. S. feita pelo commandante
superior da guirda nacional dos municipios de
Olinda o Iguarass, de que trata o oflicio desta
presidencia de 23 do mez passado, e que por V.
S. foram aoliciladoa em dataa de 25 do mesmo
mez.
Dito ao comma ndanie superior de Nazareth.
Tendo cesiado 01 motivos por que foram suspen-
sos os exercicios e revistas da guarda nacional
sob seu commando superior, pode V. S. como 10-
licilou em sea ofiwio de 2 deste mez manda-Ios
restabelecer pela forma determinada na lei.
Dito ao mesmo.Em solucao a consulta por V.
S. feita em oflicio n. 140 do "l do corrente, tenho
a declarar-ibe que competindo aoi commandaotea
dos corpos a nomeago doaconselhos de discipli-
na para ojulgamento dos seas ofliciaes e pragas
como expresio no art. 113 da lei n. 602 de 17
de setembro de 1850, deve o conselho de que se
trata ser nomeado pelo commandante da secgao
de reserva, a que actualmente perlence o guarda
nacional Joao Marqais de Mendong Jnior.
Dito ao director da colonia militar do Pimen-
teiras.Para que eu possa deliberar, acerca da
execugo da obra de que tratam os seus oflicios
de 29 de julho ultimo e 1" deste mez, curapre
que Vuic. proceda de conformidado com o que
indica o inspector da thesouraria de fazeoda na
informago dada acerca de materia idntica e que
por copia lhe remetticom o meu oflicio do !. do
corrente.
Dito tfj director das obras publicas.Haja Vine,
de organisar os trabalhos deque trata o art. 4782
da lei do orgamento vigeote, e que sao neceisa-
rios para se poder resolver acerca da convenien-
cia de contratar o calcameoto completo desta ci-
dade.
Dito so mesmo.Ioteirado do conleJo do seu
oflicto da 9 do corrente sob n. 178. tenho a dizer
em resposta.que pode Vmc. mandar aproveitar
paraos reparos da ponte provisoria, as madeiras
que estiverem em bom estado na ponte velha do
Recife, conforme indica no mesmo oflicio. Quan-
to a que eo poder servir haja Vmc. de informar-
me acerca do seu valor para que pela thesouraria
provincial se possa promover a sua venda.
Dito ao commissario vaccinador.Queira Vmc.
remetter-me algumas laminas de puz vaccinieo
aflm de serem enviados ao delegado de polica do
o desse termo que as requisitou.
se tero de proceder no dia 18 do corrente para
preenchimento dos lugares vagns da 3" eseriptu-
rarios na mesma thesouraria os professores e era-
pregados pblicos abaixo declarados.
Q tfofessof Antonio Rufino de Aodrade Loas,
para o Mime de lei tura e analyse grammatical.
Dito Joaquim Antonio de Culto Nunos, pra o
de ovihographia.
Dito bscharel Antonio Vitruvlo Pinto Bandera
Accioh Ce Vasconcellos pira o de arithmetca ot
theoria das proporgee inclusivamente.
Dito Dr. Pelippe Nery Collago para o de arith-
metica e suis applicages ao commercio com es-
pecialidade a reduegio de rnoedas, pesos e me-
didas, calculo de descont juros simples e com-
postos, tbooias do cambios e suas applicages.
Dito Antonio Egldo da Silva, para o de algebra
at equagoes de 2- gro.
E oempregado Emilio Xavier Sobreira de Mel-
lo, para o de eteripturagao mercaotil por parti-
applicagcs ao
da direcgo dss obras das simples e dobrada' e suaa
commercio e ao thesouro.
Din O presidente da provincia, tendo ouvido
as autoridadei competentes resolve, a bem do ser-
vlgo publico, e proviioriamente. que o tervigo do
recrutamento as freguezias de S. Fre Pedro
Gongalves, Santo Aotooio, Sao Jos e Boa-vitta
desta cidade teja desempenhado por um s recru-
tador, sendo desse trabalho encarregado o ca-
pilao Candido Leal Ferreira, o deile despernados
os recrutadores nomeados para as sobrsditas fre-
guezias.
Dita.O presidente da proviocia, resolve que o
engenheiro Marlineau, cajo contrato hoje termi-
na, o que se icha encarregalo da direcgo das
obras doi ministerios da marinha e agricultura,
seja substituido quanlo as obras qoe correm pelo
primeiro daquelles ministerios, pelo engenheiro
Gervasio Pires Campello ; e quanto as que se
executam por conta do ministerio da agricultura
pelo engenheiro Joaquim Pires Carneiro Mon-
teiro.
Despachos do dia 11 de agosto.
fequerimentos.
Antonio Simphrooio Rodrigues Lima.Nao
existe a v-aga quo allega o supplicaote, segundo
informa o Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da ; nem o seu preenchimeoto Compete a esta
presidencia.
Capltao Firmlno da Cunha Reg.Ficam expe-
didas as convenientes ordens no sentido que re-
quer o supplicaote.
Jo3o Loarenrje Pereira da Costa.Informe o
Sr. conuDandante superior da guarda nacional
deste municipio.
Joo Itypolito de Meira Lima.A' vista do pa-
recer do Dr: procurador fiscal e da iuformac;o do
Sr. inspector da ttheioura.ia provincial, iudefe-
rido.
Joaquim do Carmo Fernandes.Informe o Sr,
inspector da thesouraria de fazeoda.
Joao>f rsneisco de Souza Xavier.Nao est va-
go o lUflr, segundo informa o Sr. inspector da
tbesonracia de fazeoda ; nem o seu preenchi-
,. IWjrt"' M^i firemtf'-,.wa,9 o sr.
Mariaiagda|ena _ioform, 0 Sr. dezembarga-
APr yu'nitfiiano Ferroira Callado.Nao tem lugar
o que releer.
Vital jss Chagas Coelho.Concedo o praso de
quio ias.
co do Brasil, devidamente autorisada pela as-
sembla geni dos seas accionistas, pedindo a
approvagao legal do estado para as seguintes
melidss que ella julga da mais grava necessida-
de o clamorosa urgencia para os interesses da
circulago e do proprio banco:
1. Negociar com os bneos Agrcola e Ru-
ral, mediante certas condignos de interesse reci-
proco, i entra elles accordadas, a cesso com-
pleta e absoluta em favor do bsneo do Braiil do
direito qua teem aquellea direitos de emtttir no-
tas promissoriaa ao portador e i vista.
2. Dispensa em favor do banco representan-
te no onu impoiio pelo art. 61 dos respectivos
estatutos, do resgtte addicional do papel-moda,
na importancia da terga parte de qualquer aug-
mento que receber o capital primitivo do mes-
mo estabelecimento.
Para conseguir o efleito da cesso o direito
da emisso pertencente aos dous bancos Com-
mercial e Agrcola, e Rural e Hypothecirio, o
banco do Brasil propoe-se :
Quanto ao Ia, a ceder-lhe ao par 24,000 de
suas aegoes, i razo de 1603 cada urna, impor-
tancia das entradas at hoje realisadas porcada
acgo, obrigados os novos accionistas do banco
Commercial e Agrieola, por quem sero ellaa
distribuidas, a concorrer com as noval chamadas
a todo o tempo que se fuerera, sob a commina-
g9 dos estatutos.
Em compensagao o banco Agrcola, renun-
ciando formalmente so aeu direito de emisso,
realiiar o vista, mediante os juros que forem
estipulados, o pagamento de 3,480:000$, e en-
trar, immediatamente em liqui lar-a o, a qual se
regular, no que fdr applicavel, pelas disposicOes
transitorias por que j se fez a liquidago dos
antigos bancos Commercial e exliocto do Brasil, e
poder ser feita pelo propiio banco do Brasil
mediante urna mdica commisso.
< Para realisar o referido accordo, o banco do
Brasil augmentar o seu fundo cantal de .
30.000:0005 para 33.000:000;?, emittindo mais....
15.000 acges que lhe fallara, para com as 9.000
que j possue, completar a somma de 24,000 que
lhe lo indispemaveii para comprar a faculdade
emissoria dos referidos bancos.
a Quanto ao 2", o banco Rural e IJypotheca-
rio, o banco do Brasil propoe se simplesmenle
a comprar a sua faculdade emissoria pela quan-
tia de 400:00055.
< Allega o banco do Brasil na sua representa-
gao, e no parecer da commisso especial encar-
regada de examinar a proposla da fus rio nelle
doi bancot Commercial e Agrcola e Rural e Hy-
potheesrio, entre outras, as seguintes razdes,
que nao s tornara indispenssvel e urgente a
fuio projectada, como anda demonstrara plena-
mente as inconteitaveis vanlagens que desia me-
dida reaultaro para os inleresies do banco, da
praga e da circulago em geral.
a Pondera o banco do Brasil, que depois dai
restricgdes da lei de 22 de agosto de 1860, aggra
vadss ainda mais pelo decreto de 10 de novera^, pe
bro do mesmo anno, privado do direito de l c*
alv-tt 4 wuMuajfri mii uunlu do uuu
lKTEfUiiR
bancos da circulago depoii das restrrcgoei da
l6i de 1860 o sous reipec'ivos regulameotos, que
os forjara a urna liquidago. que nao certa pos-
sa s mesma fuso proposta evitar ; e, conso-
quenUmente, que seiia um acto de clamaron
njujica frustar, sem que o exija o Inleresse pu-
blico, o nico meio de que podem langar mao
aquella estabadecimentos pira se nao arruinaran
completamente.
Os iotereiss do banco do Brasil igualmente
aconselhsm e redaman a projectada fuso, ni-
co meio na actual situado de assogurar e apres-
aar a coovertibilidade ein ouro dai notas do ban-
co representante, e de salvar o nosso commercio
e industria da urna ruina lmmineate e inevi-
I ti V61.
Em conclu3o, pensa o illuttrado conseihei-
ro relator que 10 baoco, e t a elle, cabe resol-
ver sobre seus paiticulares ulereases e utiiidsde
da proposla fuso, e nSo ao governo, cuja lurel-
la nao podo nem deve ettender te at esse pon-
to. Que, em ultima analyse, toda a questo re-
solve-se na do augmento do fundo capital di
a nifnnnn^nA'1, Da Pe*,w" quantia de ria ......
d,uu:UU05000, augmento que os estatutos per-
mitiera, que a lei de 1869 nao prohibe e que a
assembla geral livre a todo o tempo de conce-
der, segundo o reclamorem os interesses da cir-
culaco. do commercio e das industrias do paiz.
Os Ilustrados conselheiros visconde de ita-
borehy o marques de branles, "opinando contri
a approvapo da fu3o proposta debiixo do ponto
de vista nicamente de nao competir essa facu'-
dade so execulivo, ipso facto 1 reconhecem na
assembla geral. e lhe s.lo amplamente favora-
veis, como partidarios da necessidade absoluta
da uoidade bancaria e da regulado da circulago
monetaria pelo baoco central.
Os nobres conselheiros srneute dnvidam :
Que a liquidago do banco agrcola e a compra
do direito de emisso ao Rural e llypothecario
sejarn suflicientes para collocar o do Brasil em
situago de poder deiempenhar as obrigagoes
que contrahio com o goveruo imperial, para o
qua nao lhe basta simplesmenle livrar-se dos
bapcos de circulago da corto, maa anda dos
existentes as provincias, que o ho de contra-
riar fortemecte no proposito de regular a circu-
larlo fiduciaria do paiz, e ca-:a vez mais pro-
porgo do mais rpido e regular desenvolvimento
das communicages e progresso das transsegoes
commerciaes entre a corte e as pragas do litio
ral que possuem bancos d circulago.
Dispensa do onus do resgate addicional
imposto pelo art. 61 dos estatutos do banco
pelo augmento do capital social.
a A leegao unnime em denegar essa iscnco
consultada a necessidade a que atteuderam'as
leis da t853 e de 1860, e os meioa facultados pa-
ra conseguir o fin do resgate gradual e comple-
to do papel moed, pelas leis n. 401 de 1846. O
lei de 1860 art. 1' 3.a
O conselheiro visconde de Jequitinhooha,
J porm, ao passo qua reconhece que extirpar o
ncro do papel-moeda o pensamento e fim da
II litis, todava peuia que nodo tocuU1^!
vet
nao polendo aproveitar-e da emiasao oo-e uao imperativa duposico'do art. 4* da le
diciooal correspondente somma do papel- 5 de julho de 1853 e do art. 61 dos estatuios
moda reigatado, pela clausula restrictiva de '
exceder
eata, unida 4 duplo, ao triplo do seu
fundo disponivel ; obrigado a nao manler na cir-
culaglo, emquaoto nao puder realiiar o troco
em ouro, maii de 25 0,0 de sua emisso total,
representada por bilheles menores de 50<> oa
corte, e de 25jj as provincias : reduzido anda
mais o seu fundo disponivel, pelo systema de
Dito ao Dr. Estevo Csvalcant de Albuquer-
que.Tendo Vmc. medicado gratuitamente os
desvalidos ltimamente accommettidos do cho-
lera-roorbus no Largo dos Coqueiros freguezia de
S. Joi, cumprema agradecer-lhe esses servicos
preitados a bem da humanidade.
Dito ao consalbo administrativo.Promova o
comelho administrativo a compra doa objectos
constantes do incluso pedido, os quaes sao na-
cessarlos para provimento do amoxarifado do ar-
senal da guerra.
Portara.O senhores sgenles da companhia
de piquetes a vapor roandem dsr pstsagem para
o Maranho porconti do ministerio da marinha,
no vapor que se espera do sal, a Crispim Jos de
Souza, que vai servir na capitana do porto da-
qnella provincia.
Dita.C presidente da provincia, annniodoao
que solicitou o iospector da thesouraria de fazen-
da em oficio de 8 do corrente aob o. 734 resolve
designar para examinadores no concurso a que
Rio de Janeiro, *SG de jullao,
Hontem nao hoave sesso no senado por falla
de numero legal.
Eolrou hontem em discusso na cmara dos
depulados o orgamento na parte relativa 10 mi-
nisterio da fazeoda. Oraram os Srs. Saldanha
Mariobo, Carvalho Res, Martim Francisco e Ta-
sares Bastos, licando a discusso adiada pela
hora.
Foram offerecidas as seguintes emendas, sen-
do a primeira da commisso :
No 26 em vez de .., diga-se. 200:0005000
Accrescente-se :
c Despezas em Londres com o
servido do emprestimo de 1858 882:968^888
a Adenla ment em Londres por
conta da companhia Unio e Iu-
dustri..............: 422:4713110
< Adianlameoto da garanta de
2 0[0 provinciaes das estradas de
ferro da Bahia ePernambueo 277:35i$518
c Diflerenga dos cambios os re-
messa das qumtias constantes
dos paragraphos scima...... 81:9i9j}528
a O governo, enlendendo-se com a admiois-
tregoesdas provincias, cujas assemblas garanli-
rim jaros addicionaes a companhias organisadas
para construegio das estradas de ferro, regula-
risar a execugo dos respectivos contratos, tsn-
10 em relsgo ao tsmpo e modo do pagamento,
para o que concorrer com ellas proporcionsl-
mente, tempre na razo de 52, como para a per-
cepgo dos lucros semelhantemente estipulados.
Tiberio.
< Ficam dispensados do pagamento da multa
em que tiverem iocorrido os arrematantes e fia-
dores de lotes de terrenos diamantinos na pro-
vincia da Baha.Jucqueira.Gasparino.Ei-
pioola.
Fica elevada categora da 2.a citase da Ia
ordeno a thesouraris de fazenda da proviocia de
S. Paulo. Joaquim Octavio Nebiai. Rodrigo
Silva.Biro da Bella-Vista.Coila Pinto.
Barbota da Cunha.Martim Francisco.
< As leis da amorlizago ficam dispensadas,
relativamente i irmandade do Senhor Bom Je-
ss da Lapa, termo do Urub, provincia da Ba-
bia, para a conservago do patrimonio que ac-
tualmente posiue aquelle santuario, e mais des
bens que adquirir at o valor de 300:0005.Ei-
pinola.Junqueita.Gasparino.
A propriedade plena do predio denomioado
Chcara das Csbegasna cidade de O*ro-Pre-
te, fica perlenceu Jo ao hospital de caridade da
mesma ciJade, ea respectiva mesa administrati-
va autoriaada a recolher a renda do meimo pre-
dio, tendo o producto convertido era plices da
divida publica.Lima Duarte.Ribeiro da Luz.
Fonseca Viaona.Rabello llorts.Mello Fran-
co. Silveira Lobo.Paula Santos.Salathiel.
Brtas.Cyrillo.
c Seja elevada i S* classe da Ia ordem a the-
souraria de fazenda da provincia do Ceaz (ac-
tualmente comprehendida na Ia classa da 2a or-
dem), em vista do progressivo augmente que
tem tido o seu rendimeoto depois da primitiva
designago.J. de Alencar Bandeira de Mel-
lo.
< Os vencimentos dos empregsdos da secreta-
ria de estado dos negocios da fazenda ficam des-
da j igualados aos dos empregados da secreta-
ria dos negocios do imperio de igaal categora.
A. da CostaPinto Silva.Ferreira da Veiga.
S. Nanss. *
-27
Hontem nao hoave sesso no senado por falta
de namero legal.
Na cmara dea depetades, hontem, antes de
entrama ordem do dia, foi lido o seguinle pare-
cer e voto em separado :
< A' commisso de fazenda foi presente, por
intermedio do governo, e depois de ouvida com-
petentemente a aecgo de fizenda do conselho
do estado, a representa-so da directora do b>n-
computago desse fundo estatuido na legislago
precitada, nao se levando em conta para esse
efleito as notas de 1JS at 5S, cuja circulago
alii foi pelo governo consideravelmente aug-
mentada ; aperlado por to grave colliso, julga-
se o banco do Brasil nao s na situago mais
critica e desventajosa 1 seus interesses, como
ntreos mais serios recoios de nao poder reali-
sar o troco em ouio, urna vez mentidos os ou-
tros dous bancos de circulago da corte, com os
quaes obrigado a tomar seraanalmeote os bi-
Ihetea que reciprocamente receberem uns dos
outros.
To precaria e grave reputa o banco do
Braiil a presante situago, qae julga absoluta-
mente nsustentavel a iua continuado, e urgente
o sahir della, sendo preferivel talvez, a perdurar
um tal estado de cousas, a sua converso em
simples banco de deposito e descontos, a nao se
adoptar o ultimo recurso que lhe restaa para
sahir de to aperlada collisoo do complemen-
to do aeu fundo capital por novas chamadas de
aegoes,medidat que nasictuaes circumstancias
da praga seria urna grave calamidade.
Antes de recorrer porm,a esta medida extrema
insta o binco representante pela approvago da
fuso accorda-'a entre elle e o banco Commer-
cial e Agrcola, cujas vantagens dcscreve o ban-
co representante do seguioie modo :
t 1. Liberta-sede um concurrente importan-
te, que retira instantneamente da circulago
7,237:9009; que vio aproveitar so gyro e aug
mentar a carteira do banco do Brasil, na au-
sencia de qualquer outra emisso que posta vir
preencher este vacuo.
2.a Adquire e faz reverter para o banco do
Brasil a excaliente freguezia do baoco Commer-
cial e Agrcola, que entra immediatamenle em
liquidago, e que o habilitar com o augmento
da sua carteira, nao s a alargar o circulo de
suas transaegoes, como a realisar o troco em
ouro, que alias lhe seria muilo oneroso e diffi-
cil mentidos os actaaes bancos de circulago na
corte.
< 3. Habilita-se, apenas approvado o accor-
do, com os 3,810 000c, compensagao das 21,000
acges emittidas, a augmentar o seu fundo dis-
ponivel de outra iguil quantia, que desde logo se
tornar til para alargar a emisso do baoco, e
allivia-lo de pagar juros fortes s caixas filias,
assiro. como de lomar dioheiro a premio com con-
dignas onerosas.
a O governo, a quem foi primeiro presente a
represeotago do baoco do Brasil, antes do pare-
cer da secgao respectiva do conselho de estado,
expondo no relitorio da fazenda a qoisto da
propoita fuso, ae mostra favoravel ao accordo
dos referidos bancot, accordo que julga ioditpen-
savel para nao t elevar a emisso do baoco do
Brasil, e adapta-la is neceisidades da praga, co-
mo a regular melbor o necessario equilibrio entre
a circulago de suas notas e a sua reserva metal-
lica.
a A secgao de fazenda do conselho de estado,
pelo orgo do seu relator, o illustrado visconde
de Jequitinhooha, se mostra aobremodo favora-
vel projectada fuso, i qusl nao sao cppostos
no fundo os outros dous Ilustrados membros
diitldeotei, os Srs. marquez de Abrantea e vis-
conde de Itaborahy.
O nobre relator da secgao entende que o
meio proposlo da fuso e uoiformidade da emis-
so sem coolradicta efBeacissimo, ou o que
menos inconvenientes offerece, o mais faeil 00
execugo, o que melhor satisfaz as exigeneisa da
praga, e, finalmente, o que mais indubitavelmen
te se conforma com o espirito e letra di lai de 5
de julho ce 1853.
a Considerada a qaestSo i luz do interetse ge-
ral da circulago, e luz dos interesses particu-
lares do baoco, conclue o nobre relator da sec-
gao, pela grande vanlagem e ulilidade da fuso
propoita, entendendo necessaria as actuses cir-
cumstancias e durante a situago anormal da
nossa circalagBo monetaria, a maior approzima-
go i unidade bancaria, e i nniformidade de pa-
pel circulante e fiduciario.
O nobre relator entende quo a maior r'rova
do interesse geral peta necessidade da tu'.'a eali
nos constantes embaragos com qe i*(P. lutado os
banco, atlendendo 4 gravidade e precariedede da
situago do banco, poderia o governo ser auto-
nsado a dispansa-la, bem averiguada e comnro-
vada a situago real do banco representante.
A commisso de fazenda tendo bem consi-
derado a representsgo do banco, a informago
do governo e o parecer da illustrada seceo do
cooselho de estado, prescindindo de encarar o
accordo ajustado entre o baoco do Brasil e os
outros dous bancos de circulago da corte debai-
xo da relagao, e em vista dai vanlagens ou in-
convenientes da grande queslo da uoidade ban-
caria, questo que relarva para melhor opporlu-
nidade quando hoaver de emittir parecar sobre a
representsgo do banco em que este privilegio
reclamado ; convencida a coinmiiso de que a
lituago grave e o remedio invocado urgente
penetrada, legundo a expreiso do proprio banco',
de que o sfofit guo insgiitentavel, e de qoe o
banco nao pode continuar a vida de sacrificios e
de prejuizos que tem vivido, aperlado como se
ve nos eslreilos limites dai diipoilgoe: restricti-
vas da lei de 18 de agosto de 1860. e do respec-
tivo regulamento de 10 de novimbro do mesmo
anno, a nao poder alargar a sua emisso de mo-
do a satisfazer as necassidsdes da praga e a ser-
vir a seus propros interesses, em consequencia
da maneira porque pela lei computado o fundo
disponivel regulaJor da faculdade emissoria:
obligado constantemente a restringir o crculo
de suai operaget e a usar da mais prudeote
cautela na concurrencia de dous estabelecimentoa
anlogos, com urna circulago superior a 9 mil
cootos, estabeleciraentos com os quaes obriga-
do a trocar seraanalmeote os seus bilhetes; pon-
derando mais a commisso que para satisfazer a
essas necessidfdes urgentes, e sob pena de dei-
xar do ser um banco de circulago, nao tem o
banco do Brasil outra allarntivaalmou de
completar o seu fundo capital, fazendo novas
chamadas de accoes (o que seria agravar a cala-
midade da praga n'uma quadra de liquidages
Incestantes), ou o de completa-lo, augmentan-
do-o mediante a proposta fuso, que ao pssso
que o habilita s livrar-se da concurrencia que o
embaraga dos dous bancos de circulago da cor-
te, por accordo commum destes lhe facilita, como
elie o deseja e entende necessario, o poder regu-
lar a circulago fiduciaria di praga, e garantir
melhor a converlibilidade de suas notas, com
notavel vanlagem para os interesses do commer-
cio e das induitrias, e para os seus proprios
interesses.
Bem ponderada, pois, todas estas razdes e
circumstancias, e outras qae melhor sero de-
senvolvidas na discusso oral; considerando a
commisso que nao t nao veda a legislago
restrictiva de 1860 a proposta fuio, e o augmen-
to do capital do banco do Brasil, qoe alias e
permittido por seus estatutos; nao descobrindo
no interesse geral e do credilo razo alguma
solida que aconselho a cmara a racusar a con-
cesso de urna medida altamente reclamada pelos
interetse dot baocot contratantes, e mais que
tudo pelos interesses da circulago, do commer-
cio e das industrias, e como um meio efhcacissi-
mo de operar e apressar a converlibilidade em
ouro do papel fiduciario, a commisso conse-
cuentemente de parecer que se delira a repre-
toniago do banco do Brasil com o seguin-
te:
Projecto de resolugo.
a Art. 1. Fica o governo autorlsado a elevar
o capital do banco do Brasil, a 33.00':000ij000, e
a approvar, quer o accordo e fuso ajustada en-
tre este e o banco Commercial e Agrieola, me-
diante as condignas da respectiva proposta anne-
xi sus representago, como tambera a approvar
a compra que o mesmo fizer do diriito de ernisso
do banco Rural e llypothecario.
Art. 2. Fica igualmente o governo aalori-
sido a dispensar pelo espago de um a dous
annos, segundo a situago real do banco, que
verificar na averiguago a que proceder o onus*
do resgate do papel-moeda, na razo de terga,
parla do capital augmentado, na forma doa
ettatutoi do banco.
Sala das commissoes.J. I. Ftrnanie& da
Cunh*.J. D. Ribeiro da Luz.
Voto em separado,
c Concordando com os meus honrados colle-
gss da maiorii da coramisiao na lutorissgSo que
o projecto por elles ofierecido i consideragae da
cmara confere ao governo para a approvago de
accorde ajustado entre os bancos do Brasil,
Rural e Hypothecsrio, e Commercial e Agrcola ;
e isto pela Inconveniencia da concurrencia que
ao primeiro como regulador, que curopr? seja,
-**i
MUTILAK)
ILEGVEL
m
W!


da situago fiduciaria, fazem 01 dous ul'.'.ms do I
referido* bancos, divirjo na auto" o Igual-
mente conferida aaaim para a H ._, do capital
lo banco do Brasil, t' a dispensa por um
a dous annoi de u rsgate do papel-moe-
da na razio da terga parte do capital augmenta-
re ', orqeanto, estando j o govorno autorisado
pelo 1 do art. 1 di le de 5 de julho de 1833
para permillir o augmento do fundo capital do
dito banco, e cempetindo-lhe, pelo disposto no
art. 4* da mesma le, a faculdade de exigir que
a terga parte desie augmento aeja applicada ao
rerete do papel-moeda pela forma indicada no
| 1 do art. 2*. a autorisagao que a um e ostro
respeito se confere no projecto torna-se, ao meu
Tf r, escusada.
Isto posto, tenho a honra de submetter
eabedoria da cmara o seguirte projecto de reso-
lugo relativo parte smente do dito accordo
em que, na presenga da legislago vigente, me
parece indispensavel a intervengo do poder
legislativo.
o Art. 1, Fica o governo autorisado para
approvar o accordo ajustado sntre a directora
do banco do Brasil e os bancosRursl e Hypothe-
cario, e Commercial e Agrcola, sobre a cesso
que estes fazem quelle do direito de emisso,
na forma dos art. 2, 3* e 4a do parecer da
commisso especial du primeiro daquelles ban-
cos, approvado em sesso da respectiva assembla
geral de 3 de abril do cerrenle anno.
c Art. 2.* Ficim rerogadaa as leia e mais
dlsposice em contrario.
Sala das commUses da cmara dos deputa-
dos. 26 de julho de 1862. A. J. Henri-
guis.
Em aegaida o Sr. Bretii fundamentou um
requeriraeoto pediodo informages sobre s
oceurrencias havidas ni cilado de Passos da
provincia de Minas, relativamente o assassinato
do sabdelegado daquelle logar, quaes as provi-
dencias tomadas e o resultado dellas.
Eolrando-se na ordem do di, deu se comego
(Mscusso das interpellages annunciadss pelo
Sr. Teixera Jnior na sessao de 21 da correte,
acerca da estrada de ferro de D. Pedro II. Ora-
ram os Srs. Teixeira Jnior e ministro da agri-
cultura, cando a discusso adiada pela
hora.
DIARIO M tElMAMBOCO. QUlNT* FEIRA 14 DK AGOSTO DI 1M1.
tt'a -------------: ,*; ,, ..ti* ..-----------------------_-----------
O Sr. bipo conde capello-rxr acha-se gra-
TemeDte enfermo e entregue a cuidados medi-
co. O Sr. vigario-geral mandou fazer preces
pelo restabelecimenlo do veneravel prelado.
Ante-bontem i \ horaa d noite, entrando
em nosso porto a barca portugueza liecreio, pro-
cedente do Porto, fuodeou muito perto das pe-
dras da fortaleza da Lage em consequencia de
estar a noite escura.
Quando vio-se nesta posigo arriscada fez signal
de perigo, ao qual aecudiram da barca de soccor-
ro e os escaleres dos navios de guerra nacionaes
e estraogeiro.
O Sr. capito do porto dirigio-se para o lugar
a bordo do vapor de reboque Protector, e che-
gando quando j a barca sustinha o ferro cunha
e tinha urna espia langada a urna lancha da barca
de soccorro, mandou o vapor dar reboque, e
effectuado este fundeou a Recreio meia noite
no ancoradouro, nao tendo soltado a menor
avaria.
Hontem as 8 horas da manhaa o brigue ioglez
Spartan, que sahia em lastro para Santos des-
cahio sobre o cosio da fortaleza da Villegaignon,
deixando de segair viagem por fazer avadas.
L-se na egenerarao, de Campos, de 17 do
correte, o segurte :
Entre festivas girndolas e numerosos fu-
geles soltados de varios pontos da cidade, che-
Kou ao nosso porto no di 13 do correte, pelas
5 horas da tarde, o vapor Galgo da companhia
Uoiao Campista e Fidelista, destinado navega-
Cao do Parahyba, entre S. Joo da Barra e S.
Fidelis.
Construido nis officioas dos Sra. Miers,
Irmos C., o Galgo, r- une elegancia da forma
todos os commodos e segurancia precisos em um
vapor de navegaro fluvial.
Mais de 200 pessoas, entre ellas grande nu-
mero de senhoras, por convite do digno presi-
dente da companhia Uoiao Campista, acbavam-se
a bordo do Galgo, onde foi servido um profuso e
delicado lunch.
ff Em S. Joo da Barra, ao passarem do vapor
Progresso, para Galgo, foram levantados enthu-
iasticos vivas companjiia e_a j ya. jl i rielara,
pos.
Durante a descida do Progresso e subida do
Galgo foram executadas harmoniosas pegas pea
beoda de msica dirigida pelo Sr. Zeferino.
Na volta de S. Joo da Barra, algumas se-
nhoras, prestando-se a realisar um acto caridoso,
cuja feliz letubranga lira despertada pelo Sr.
Manoel Francisco Das, dirigiram se aos circums-
tantes, e em poucos momentos recolheram 280jS
e tantos ris, promettendo o Sr. Joo Ribeiro de
Meirelles, com o cavalheirlsmo que lhe proprio
completar s que faltasse para a quantia do 3009,
que servira de dote primeira orpha do reco-
iiiimenlo d Lapa, que casasse.
A primeira viagem do Galgo as nossas agua,
kou assim memorada por um acto de caridades
auspicioso agouro dos beneficios e vantagens
que deve trazer nos municipios, em cujo trafego
se lera de empregar.
Saudaodo mais esse elemento de progresso
de que boos fructos h*i de colher a nossa lavoura
e commercio, damos sinceros parabens directo-
ra da compsuhia Uoiao Campista e Fidelisla por
ter bem comprehendido que s poda estabele-
cer-se ama justa e proficua concurrencia pelo
melhorameoto e vantagens reconhecidas dos
meios empregados.
28
Ante-hontem, na cmara das deputado, o Sr.
Couto fundamentou e apresentou o seguinte pro-
jecto:
a A assembla geral legislativa resolve:
TITULO I.
Disposicdes geraes.
Art. 1. A guarda nacional instituida pera
defender a constituidlo, a liberdade, indepen-
dencia e integridade do imperio, para manter a
obediencia s leis, conservar ou resUbelecer a
ordem e tranquilidade publica, e para auxiliar
o exercito deUinha na defesa.das pragas, fronteiras
e costti. Toda c diliberago tomada pela guar-
da nacional ^acerca dos negocios pblicos um
attentado contra a liberdade e um delicio contra
a constituico.
< Arl. 2. O servigo da guarda nacional con-
sistir :
1. Em servigo ordinario dentro do munici-
pio.
a 2." Em servigo de destacamento dentro ou
fra do municipio.
3. Em servigo de corpos ou compaohias
destacadas para auxiliar o exercicio de linha.
Art. 3. A guarda nacional ser organisada
em todo o imperio por municipios.
Art. 4. A organi8ago da guarda nacional
ser permanente: todavia o governo, quando
julgar conveniente, poder taapender ou disiol-
ver em determinados lugares.
Em qualquer dos dous casos ella ser cha-
mada a servigo ou reorganiaad, passado um an-
no do dia em que se tiver verificado a saspenso
ou dissolugo, se por lei nao fdr este prazo pro-
longado.
a Art, 5.a Se a guarda nacional tomar delibe-
rares sobre os negocios publico, ou resistir s
requesiges legaes das autoridades, o presidente
da provincia poder suspend-la em determina-
dos lugares.
_ Esta saspenso durar oa anno, se antes
nao for revogada pelo governo ou arorogada por
Art. 6. Aguarda naciontl ser subordina-
da ao ministro da instiga e aos presidentes de
provincias.
Quando se reunir qualquer forga em lugar
onde nao esteja o ministro ou preiidente, Qcar
disposigo da autorldads policial mais gradua-
da.
Art. 7.* A guarda nacional nao poder to-
mar armas, nem formar-se em corpo, sem ordem
dos seus chefes, que tambem nio podero dar
sao ordem sem requisigo da competente auto-
ridide civil excepto os casos previstas no art.
82, que pela presente le nao revogsdo, da lei
n. 619 de 19 de setembro de 1850.
Art. 8* Neohum cemmindanta ou offlcial
poder distribuir csrtsxam pelos guardas nacio-
nies, salvos caio de requisigo competente
alias ser responsavel pelos resultado.
TITULO II.
Da tlrigaco do itrcieo.
"capitulo i.
Do ahitamente t dispensa i, tereco.
Arl. Serio alistados para ssrvieo na
guarda nacional em todos o rainicipiodo im-
perio :
S 1.* Os eidadSo bri*'leiroi qu Uversm a
randa neceissria para rotir oai eleiges prima-

risa, e a idade maior de 18 a menor da 50 an-
nos.
c 2.* Os eidsdios filhos-fsmiliss qua tiraren.
a idade marcada ;oo paragrapho antecedente,
ainda que lhaa falta renda propria,' sa a da
seuspais for tanta qua, dirididi^caiba a quan-
tia de 2009 a "da um.
< Art. 10. Exceptuam-aa do aliitimanto:
c i 1." Os qua por molestias lucuravala sa a-
charam inhabilitados pars quslqaar amprago.
c 2.* Os senadores do Imperio.
a 3.* Os ministros, os eenselhiiros de asta-
do a o presidentes de provincia.
a 4.a Os officlies a as pregas effectivss do
exercito a armada, dos corpos policitei pagos e
da Imperial guarda de archeiroi.
5 Os clrigos de ordene sacras e os re-
ligiosos de todis si orden.
a 6. Os magistrados perpetuo;
a 7.a Os juizes maoicipaes, .de orphaos e
promotores pblicos.
< 5 8.* os tabelies escrives vitalicios:
a | 9.a Os esreereiros e seus ajudantes.
a | 10. Os individuos matriculados ns capa-
tamas dos porlos, conforme as condiges que
estabelecerem os regalsmentos dos governo.
ct Art. II. O servigo da guarda nacional
obrigado e pessoal, salvo as excepgoes declara-
das nesta lei, e incompativel com ai funcgdes
das autoridades que tdm direito de requisitar a
forga publica.
Art. 12, Sero dispensados de jtodo o ser-
vigo da guarda nacional, nao obstante seren
sorteados para o servigo activo, quando nao ss
prestarem voluntariamente.
< 1.* Os deputades assembla geral legis-
lativa e os menibros das asaemblas provinciaes.
< 2." Os advogados, mdicos, cirurgioes e
boticarios que liverem titulo logitimo a estive-
ren. em effectivo exerekie de suas prifissoe.
< 3 Os professores e estadantes matricula-
dos nos cursos jurdicos, escolas de medicina,
seminarios episcopaes, e outras academias ou
escolas publicas, comanlo que effeUivamente as
frequentem.
A mesma isengo poder o governo conceder
a bem dos collegiosoa escolas particulares que
lhe paremem dignos della.
4o Asjpessoss effeclivameute empregadas
no servigo interno dos hospitaes o outros esta-
belecimeolos de caridade, podeodo o governo
limitar o numero dos dispensados quando seja
excessivo.
5* Os ofHciaes honorarios do exercito e do
corpo de muoicipaes permanentes da corte, os
das extinctis milicias que nao veocerem sold,
os de ordenanzas e os da guardada honra que
nao liverem legalmente perdido as suas pate-
les, bem como os guardas do honra, salvo o ca-
so previsto no art 58 da presente lei.
a 6o Os juizes de paz, o vereadores effec-
tivos das cmaras municipaes durante o quatri-
ennio, e seus supplenles emquanio os substi-
tuiris.
c 7* Os empregados das admioistragdes e
agencias aos correios as cidades e villas; os
empregados as estradas de ferro, e o guar-
das das alfandegas qae se acharen) arregimen-
tados.
O simples lacto de ser vendedor de sello do
crrelo fra da repartigo nao dispensa do servi-
go activo da guarda nacional.
8o Um caixeirode cada casa de commer-
cio que tiver de capital 20:0000; dous da que
tiver 60;000# ; tres da que tiver mais de 60:000.
as cidades, porm, do Rio da Janeiro, Babia,
Recite, Msranho, Porto-Alegre e capital do Pa-
ra ser necessario o dobro de cada urna destas
quantias para que teaha lugar as mesmas dis-
pensas.
9 O proprietario ou um administrador
ou feitor de cada fabrica ou fazenda rural que
contiver 20 ou mais trabalhadoreseffectivamente
empregados.|
10. Um raqueiro, capataz ou feitor de ca-
da fazenda de gado que produzir50ou mais crias
aenoalmente.
' Art. 13. O cidado que for nomeado ou
elcito para qualquer emprego que d direito a
requisitar a frga publica, deixar, durante o seu
effectivo exercicio, de servir na guarda nacional,
quer como simples guarda, qer como offlcial,
mas continuar a faze-lo quando cessar legal-
meote a razo do impedimento.
a Esta disposigo applicavel aos que a pre-
sente lei dispensa do servigo da guarda nacional
zo da seus empregos ou proflsses.
suioauuaVu>/dfairescdsar-se aanao um substi-
tuto por si, assim como podero trocar a sua vez
de servigo com outro da mesma companhia ou
corpo.
Art. 15 Q governo o o presidentes de pro-
vincias podero dispensar do aervigo da guarda
nacional somonte os chefes e os primeiros offi-
ciaes das repartiges publicas.
o Art. 16. As dispensas temporarias por quaes-
quer outros motivos, ssim como as llcengas pa-
ra os guardas nacionaes e os officiaes se ausen-
taren), sero concedidas nos casos e pela manei-
ra que determinaren) os regulamentos do go-
verno.
a Pode todavia o guarda nacional ausentarse
quando a urgencia do negocio assim o exija,
comanlo que depois prove essa urgencia com-
petentemente.
CAPULLO II.
Da qualificaco e sorleamento para o servir.o
activo
Art. 17. A qualificago dos guardas nacio-
naes ser feita em cada municipio, como deter-
minaren! os regulamentos, porconselhos de qua-
lificages com recurso suspensivo para um con-
selho de revista, e deste, sem sospenso, para o
governo na corte e para os presidentes as pro-
vincias.
O recurso compete nao s ao proprio cida-
do indevidamente incluido ou excluido, mas
tambem a qualquer guarda ou afllclal.
Art. 18. O conselho de qualificago ser
eompostode officiaes da guarda nacional ; eo
conselho de revista do offlcial mais graduado de
cada municipio, do juiz municipal e do presi-
dente da cmara. Onde nao houver juiz muni-
cipal nem substitutos, servir o delegado ou o
subdelegado de polica.
o Art. 19 Os parochos, juizes de paz, delega-
dos, subdelegados e quaesquer outros funciona-
rios pblicos sao obrigados a prestar os esclare-
cimentosl eu alcance de que osconselhos pos-
sam precisar para bem cumprirem seus deveres :
ficando estes funcionarios sujeitos multa de
50$ 2003 quando forera omissos sendo esta
mulla imposta pelo governo na corte e pelos
presidentes as provincias.
Art. 20. Nos municipios em que houver
maii de um corpo, haverao tactos conselhos de
qualificago quaotos forem os corpos, designando
se a cada um o districto em que devem func-
cionar.
Art. 21. O juiz de paz presidente da junta de
qualificago de votantes, alm da relago que re-
matter ao governo na tdrte, o aos presidentes
as provincias, farft extrahir pelo escrivo de
paz urna relago idntica, e na mesma poea re-
metiera ao presidente do conselho de qualifica-
go do districto que comprehender sua naro-
chii. r
a Art. 22. A fixago da forga activa da guarda
nacional que deve ter o municipio neutro e ca-
da ama dai provincias ser marcada pelo corpo
legislativo sobre proposta do governo
Art. 23. Para preeochimento da forga acti-
va, os cooselhos de revista convtdaro, por edi-
taos durante 30 diai, 10a cidados qualifkados
que quizeram volentariameBie servir pelo tempo
de qaalro annos; nodos os 30 dias, o conselho
da revista proceder a. sorteio do numero preci-
so para o complemento da forga designada ao
municipio, reunlndo-sa para isso na cmara mu-
nicipal em dia previamente publicado.
Art. 24. O guarda nacional voluntario ou
sorteado para o servigo activo, e que efectiva-
mente servir durante qnatro annos, ter baix, e
i poder entrar em outro sorteio depola qae o
tenham sido todos os outros que estiverem qua-
lifieados ; aquelles porm qae servirem durante
oito annos Dcaro lientos do servigo de primeira
linha.
_ Art. 25. Os cidadlos, depois de alistados,
nao deixaro de perteneer guarda nacional,
nem ter logar a eliminacao, seno por motivos
expresamente declarados na le.
TITULO III.
Da organitaco da guarda nacional.
, cantulo i
Da repartxcao da ftrga e composic.0 dot torpot.
i Art. 26. A guarda nacional activa ser orga-
nisada dentro dos limites de cada municipio por
eccoss de companhiai, companhiai, corpos e
baUlhoe. r
c Art. 27. A reparticio em secedes, sompa-
nhias, corpos e balalhoei, bem como a designa-
gao dai clines, ser feita pelo governo no mu-
nicipio da crte, e palos presidente! nai provin-
cias, com dependencia da ipprovico do mesmo
governo.
a Al paradas lero marcada no municipio ordem, podar arbitrar-lhei a gratifica oes que
da corte pelo governo, as provincias pelos pre- forem raxoaveis.
dente. Arl. 55. S podero ter nomeado officiaes
Art. 28. A forga de cada companhia de os guardas qae liverem a qualidade de elaitor,
quaesquer armas ser de 50 a 100 pragas. excepto a idade, e que residirem no districto do
c Art. 29. Em cada companhia das difieren- corpo.
tes armas harer: < A respeito dos filhos-familias que nao tive-
Ifumero de praeat. rem renda propria, observar-se-ha a disposigo
De 50 a 69De 70 a 100 do g 2* do art. ait. 9* da presante lei.
Capito. .. i ... 1 1
Tenente ou 1* tenente. ... 1 1
Alferea ou 2 teneote 1 2
1* sargento ...... 1
2* sargentos. ....... 2 2
Purrieis.........1 1
Cabos.........; 6 12
Tambores, cornetas ou ebrios. 1 2
a Art. 30. Cada batalbo constar de 4 a 8
compaohias.
c Art. 31. O esUdo-maior e menor de cada
batalho constar de
1 tenente-coronal-commandaote,
1 major,
1 lenente-ajudante,
1 tenente-quartel-mestre,
1 cirurgio com a grtduago de tnsate,
1 alteres-secretario,
1 alferis-porti-bandeira,
1 sargento-ajudante,
1 aarganto-quartel-mestra,
1 tambor-mr ou corneta-mr (l* sargento).
ti Art. 32. Nos municipios onde houver ro-
mele duss ou tres compaohias, ainda qae se-
jam de divenaa armas, formato eisas compa-
nhias um corpo que ter um major-commandan-
te, um cirurgio com a graduarlo de alfares,
um ajudante com a mesma graduago, ib aar-
geoto-secretario, um sargento-ajudante e na
sargento-quatlel-mestre.
Os municipios que no'contiveretn o traine-
ro de pragas para urna companhia taro secges
de companhia.
< Art. 33. Em cada secgo de companhia de
quaesquer armas haver
Numero de praeat.
De 18 a -29-DeS i 49
Tenente ou 1 tenente .... 1
Alfere ou 2* tenente. ; 1 1
1
1
1
3
1
1* sargento
2" sargentos. ......
Furriel.........
Cabos.........
Tambores, cornetas ou clarim.
Art. 34. Haver igualmente secges da com-
panhia, companhias, eiquadroes, corpos e regi-
ment de cavallara noi lugares onde o governo
julgar conveniente a existencia desta armi.
Art. 35. Im regiment de civallaria cons-
tar de tres a quatro esquadrdei, em corpoi de
dous, e cada esquadro deduas companhias.
Art. 37. O eslado-raaior e menor de um re-
giment de cavallara constar de
1 coronel-commandante,
teoente-coronel,
major,
lenente-ajudante,
tenente-quartel-mestre.
cirurgio com gradaago de teneate,
alferid-secretario,
sargento-ajudante.
1 sargento-quartel-mestre.
1 clarim-mr (1* sargento).
E de tantos alfares porta-estandartes quantos
forem os esquadres de que se compozer.
< Arl. 38. Os corpos de cavallaria tero o
mesmo estado-maior e menor, menos o coronel,
e sero commandados pelo tenente-coronel.
Art. 39. Os esquadres que nao eutrsrem
na composigo da corpos lero o seguinte-esta-
do-maior e menor:
1 major-commandante,
1 alteres porta-estandarte,
cirurgio com graduago de alteres,
sargento-secretario,
sargento-ajudante,
sargento qusrtel-mestre,
Art. 40. O governo poder tamber creaar
as provincias, onde for mister, companhias, cor-
pos, ou batalhes de artilbaria, dandjt-lhes a
orgaoisago que maisconvier.
< Art. 41. Os corpos da guarda nacional po-
dero ter bandas de msica por contaidos cf-
elt'i e g.ar.'oj \u* velo it-rimen'^ eonc. -re-
a Art. 56. tin povoages onde hoaver mais
de am corpo ser parmitlida a residencia dos of-
ficiaes em diverso districto.
a O governo.'poder tambem conceder-lbei
pasiagem da uns pira outro corpos existentes
nos districtos de saa residencia, quando baja va-
ga, ou por troca entre ellas.
Art. 57. Para servigo activo serao nomei-
doios officiaes d'entre os cididoi compreheodi'
dos na qualificago geral.
c Art. 58. Os officiaes das extinctai milicias
que nao vencem sold, os de orneningai e os da
guarda de honra qne nao liverem legalmente
perdido as suas patentes, e reunirem os requi-
sitos exigidos por asta le, podero ser nomeadoi
officiaes da guarda nacional, ficando-lhes a li-
berdade de nao aceitar o postos qae forem in-
ferioros sgraduages de queja gozara.
Esta disposigo tambem applicavel aos of-
ficiaes honorarios do exercito e do corpo de mu-
nicipaes permanentes da corte, e aos guardas de
honra.
< Art. 59. Todos os officiaes da guarda uacio-
nal tero patentes, e por ellas pagarSo de novo
direito, alem do sello, a quantia equivalente a
um mez da sold que competir aos officiaes de
linha de iguaes postos.
< A Ululo de emolumentos s se cobrar na
secretariado estado e as das provincias a quin-
ta parte da importancia do novo direito, ficando
abolida qualquer oulra imposigo a que estejam
sujeitos taei diploma, Os promovido de um a
outro posto pagaro de novo direito a quantia e-
quivilente differeaga do toldo ; e os ttulos
passados aos officiaes do exercito para servir em
commisso ca guarda nacional sero sujeitos n-
nicameote ao sello.
Art. 60. O novo direito das patente, que
tica pertenceodo receila geral do estado, ser
exclusivamente applicado s despezas da guarda
nacional.
Art. 61. O offlcial, antes de ser reconhecido
prestar juramento de Qdelidade so imperador, e
de obediencia a constituido e leis do impirio.
Para o acto de recoDhecimento do comman-
daote de um corpo nao sero obrigados a com-
parecer os guardas que residirem a distancia
maior de duas.leguas do lugar da parada.
CAPITULO III.
Das honras, suspenso e perda dos postos.
a Att. 62. Os officiaes da guarda nacional go-
zaro das mesmas honras, privilegios e isoncoes
que competem ao do exercito, eso perdero os
postos por demisso a seu pedido, ou nos caaos
e pela maoeira marcada na presente lei.
a Art. 63. Quando conviar ao lervigo, poder
o governo demittir os officiaes reformados do ex-
ercito de quaesquer postos (que oceuparem na
guarda nacional.
Tambem poder dispensarle todo o exerci-
cio, por tempo indeterminado, continuando to-
davia a gozar as hoorae inhereotes a seus postos,
o commandaotei geraes, luperiores, e chefes de
estado-maior, que nao fessem officiaes reforma-
dos do exercito, os secretarios geraes, os aju-
dantes de orden, e os commandantes e majores
dos regimeotns,batalhes, corpos, secges de ba-
talhes, esquadros e companhias avulsas.
Arl. 64. Durante i dispensa tero substitui-
dos os commandantes geraes e superiores, pelos
respectivos chefes de estidu-maior, e estes, assim
como os ajudantes de ordens e os secretarios ge-
raes, pelos officiaes que o governo ou os presi-
dentes designaren).
i Os commandantes e mijores dos regimentos,
batalhes, corpos, secges de batalhes, e esqua -
dres, sero substituidos pelos seus immediatos,
podeodo^tambem os presidentes nomear interi-
namente outros officiaes do exercito para fazerem
suas vezes se as circunstancias o exigirem.
< Art. 65. Nao s os officiaes mencionados no
artigo 63 mas todos os outros, podero ser sus-
pensos do exercicio de seus postos pelo governo
e palos presidentes de provincia, quando com-
de idministrago nos corpos e regalar a sua or-
ganlsasao e aliribuiqSe, preicravendo a maneira
pela qual devam aer torneadas aa quantias ne-
cessatias para sa despezas e a sua flsealisaco.
TITULO IV.
Da ordem e qualidade do servico.
CAIIULO X.
a ordmn do servigo.
c Arl. 75. Ficam em vigor todos os artigoa
comprehendidoinocap. 1 do til. 4da lei n. 602
de 19 de setembro de 1850.
CAPITULO II.
Detervifo ordinario e de destacamento.
Art. 76. O servigo ordinario da guarda na-
cional constar do de guirnigo e do de palrulhas,
para os quses devem ser chamados diariamente,
e por escala, sem vencimento algum, todas as pra-
gas activa existentes no lugar, sen.pro que nao
seja possivel fazer-se taes servigos tmente com
cetto e determinado numero de guardas, que se-
rio designados em cada companhia, e aos quaes
o governo arbitrar venclmentos.
t Art. 77. O governo na corte e os preiidentei
as provincia, marcaro o namero de guarda
que devem ter vencimeotos em cada companhia,
segundo as necesiidades do servigo, lendo a no-
meago destas pragas feita pelos commsndantas
doi corpos d'entre aquellas que se prestarem vo-
luntariamente, s quaes poder tambem demittir
tudo na conformidade do artigo 49 da presente
lei.
Att. 78. Esta despezi ser feita pelos cofres
geraes, cobrando o governo a taxa de lfOO men-
es a que ficam sujeitos todos os guardas nacio-
naes incluidos na qualificago geral, e desta laxa
s tero isengo os de servigo activo, expedindo
o governo para tal cobranga o competeito regu-
1 ment:
r Art. 79. Fica em vigor o art. 87 e todos os
ses paragraphos do capitulo segundo titulo quar-
to, e os ttulos quinto e stimo da lei o. 602 do
19 de setembro da 1850, accrescantando-se ao ar-
tigo 100, capitulo primeiro titulo quuto, o para-
grapho seguinte :Destacamento para o exercito
ou corpo policial at quatro mezes.
cr Art. 80. Serao isentos do reclutamiento os
guardas nacionaes (voluntarios ou sorteados) que,
por attettados dos commandantes des compaohias
vistos de tres em tres mezes pelos chefes dos cor-
pos mostrarem que esiSo fardado, o que teem si-
do sempre proraptos para o servigo.
< Art. 81. Ficam rerogadas as disposiges em
contrario.
Pago da cmara dos deputades, 2 de juoho
de 1862.Antonio Correia do Couto.
Informim-noi que o Sr. blspo conde ca-
pello-mr acha-se melhor da eutermidade que
soffreu.
a g"aduaga o
msicos approvado pelo governo ou polios presi-
dentes. ;
o Att. 42. Os
rior.
< O commaodanle superior ter
de coronel, e honras de coa'mandante (Je briga-
da, quando por outro titulo nao lbelcompetlr
maiores, e seui deveres e atlribuiges ^>ero es-
pecificados em regalamiento. \
Art. 43. Haver em cada comman'*upe-
rior um chefe de estado-maior com a gro-jago
de tenente-coronel, um ajudante de ordena com
a graduago de major, um secretario e um cirur-
gio-mor com a graduago de capito.
< Art. 44. chete de estado-maior ter a seu
cargo, alem dos deveres que forem impostos po-
los regulamentos, a fisealiaago sobre instrumen-
tos, armamentos, correiame, muniges e mais
objectos fornecidos pela nago guarda nacio-
nal, e sobre a instruego, contabilidade e escrip-
turago dos corpos.
Art. 45. No municipio da ctte e as espi-
taos das provincias haver um commaudante-ge-
neral da guarda nacioml, que ser o comman-
dante em chefe da da capital e da de toda a pro-
vincia, e ter as honras de brigadeiro se por ou-
tro qualquer titulo as nao tiver maiores, e as st-
tribuiges que lha forem marcadas em regula-
meuto.
Art. 46. Em cada commaodo geral haver
um chefe de estado-maior com a graduago de
coronel, que ser um official superior do exerci-
to, reformado, dous ajudantes de ordens, um
quartel-mestre geral, um cirurgio-mor e um
secretario, que tero as graduaces de major.
(i Art. 47. Na orcasio da execugdo desti lei
s batalhes, corpos, esquadres, companhias e
secges sero reorgaoisadas segundo a torga que
for destinada a cida municipio. Os officiaes que
sobraren) em consequencia da organisago de
que trata este artigo ficaro.aggregados aos cor-
pos do municipio al que baja vaga em que en-
tren) como effectivo.
.< Arl. 48. Ficam exlinctos os corpos de re-
serva, e considerados do servigo activo os offi-
ciaes que, segundo est lei, nao tenham direito
a reforma, sendo porm reformados osqueem
razo do emprego sao iseotos do servigo activo.
CAPITULO III.
Das nomeaees para os pbstos.
a Ar. 49. O officiaes interiores, assim como
os cabo, cornetas, tambores eclarins, sero no-
meados pelos commandantes dos corpoi, prece-
dendo proposta dos commandantes das compa-
nhias a que perteneerem, e sero rebaixados so-
mente quando commelterem faltas notaveia no
servigo, bavendo exame do caso por um conse-
ibo composto >de tres officiaes, a vista de cujo
resultado decidir o commandante do corpo.
Para cada urna das compsnhias e secges a-
vulsasser a nomeago feita directamente pelo
respectivo commandante.
Art. 60. A nomeago dos officiaes subalter-
nos e capites ser feita, ni municipio di corte
pelo governo, e as provincias pelos presidentes,
sobre proposta doi chefes dos corpos, e informa-
gao do commandante superior onde o houver,
observando-se a ordem gradual do accesso, de
orle que nioguem seja nomeado tenente ou ca-
pito sem haver oceupado o posto immodiata-
mente inferior, sem|dependencia de antiguida-
de. Exceptuam-se desta regra os cirurgioes, que
podero ser escolhidos d'entre o simples guarda,
aidda mesmo na qualificago geral, urna vei que
tenham ttulos conferidos ou approvados pelas
escolas de medina do imperio.
Art. 51. Osajndantes siro nomeados pelo
governo d'entre os officiaaes subalternos infe-
riores e cadetes doexereito ; emqsiinto o gover-
no nao julgar neecessaria essa nomeago servi-
r de ajudante um sabalterne, que ser desioni-
do na forma dos regulamentos;
Art. 52. Tambem ser feita pilo governo
precedendo proposta dos presidentes da provin-
cia, a nomeago dos commandintei e maiores
dos regimentos, batalhes, corpoi, lecaoei de
batalhes, e ciquadrei avalaos, a qual poder
recahir em qoalqaer guarda que possa ier of-
flcial.
t Art. 53. A nomeago dos commandaotei ge-
raes, superiores e dos chefes de estado-msior se-
r feita directamente pelo governo: a sobre
proposl dos primeiros, [informada* pei0i prt.
lidentei de provincias, serao nomeados os iu-
danles de ordens, secretarios geraes, cirurRies
mores,[ofquarteii-meitrei preerindo-se auan-
to seja posjivel, os officiaes que se acharen
avultos ou agregados.
c Art. 54. Quando o governo nomear officiaes
do exercito reformados para oa commandos ce-
rne daicapiae du proTnciu de primeia,
rem, sendo potCiu o numero e o fardamejuto dos metterem taita pelas quaes devam responder a
conselho da disciplina, e em tal caso observar-
se-ho as mesmas regtas que Gcam estabolecidas
municipios que tive^em d*r, a respeito da substtuigao.
citmaN de tfgaW lOgKlfoinV'peVn!ute"o"rt.,3V
ficaro o officiaes suspensos do
o ouiciaea suspensos do exercicio de
seus postos; mas o governo poder determinar
que todos, ou algum delles, contoue a servir
como addidos a outro corpo, se o julgar conve-
niente.
Art. 67.0 governo e os presidentes de pro-
vincia podero, por urna ordem motivada, privar
dos postos os officiaei de sui nomeago nos se-
guintes casos :
1/ Quando nao procuraren) as patentes
oa nao se apresentarem fardados e promptes nos
prazos marcados pelo regulamenlo.
,) 2." Quando se ausentarera do districto do
seu corpo por mais de seis mezes sem liceoga.
a 3. Quande mudarem de domicilio para
fra do disirkto (havendo espera de seis mezes)
sem lerem ahi servido quatro annos ao menos co-
mo officiaes.
Os officiaes da que trata este paragrapho, se
forem privados dos postos, ficaro aggregados ao
corpo que houver no lugar de sua nova residen-
cia, ainda que seja em diversa provincia.
Art. 68. O official ter baixa do posto :
* t- Quando fr condemnado por sentenga
de autoridade civil passada em julgado pelo cri-
me contra a independencia, integridade edigni-
dade da nago, contra a constituigo do imperio
e forma do seu governo, contra o chefe do mes-
mo governo, e contra o livre exercicio dos pode-
res polticos; pelos de consairago, rebellio,
sediego, iosurreigio, homicidio, falsidade, moe-
da falsa, resistencia, tirada de preses da mo da
justige, arrombaraento de cadelas, peita, subor-
oo, irregularidaJo de conducta, furto, banca-ro-
ta fraudulenta, roubo, fabrico do iostrameotos
para roubar ; ou por algum outro qne o sujeite
a pena de gales por qualquer tempo, ou de
priso por dous annos ou mais anoos.
2." Quando se achar comprehendido em al-
guna das disposiges do art. 99 da lei n. 602 de
19 de setembro de 1850.
Art. 69. Em qualquer dos casos a que se re-
fere o 2 do artigo antecedente ser o negocio
submeltido ao conselho de disciplina, que, at-
tendendo 5 sua gravidade e circunstancias,
der impor a pena de baixa ao posto, ou a
Hontem ao amanhecer, aehando so em frente
da alfandega a barca hespauhola Villanueva, pro-
cedente de Buenos-Ayres, com um carregameoto
de carne secca, e consignada ao Sr. Jayme Ro-
maguers, faltou-lhe a amarra da vasanto, indo
encalhar na poota do sul do baixio entre a praia
dos Caixeiros e a ponta do trem.
Recoohecendo o capito a posigo critica do na-
vio, de aeeordocom o aatro-mr do arsenal de
marinba tralou de espia-lo, afim de o poder sa-
far na hon da preamar, mas augmentando a res-
saca e bilendo violentamente o navio, abri agua,
e esta augmentou de tal modo que ameagava sub-
mergi-lo,
As 10 horas comegou-se a baldear a carga pa-
ra saveiros e lanchas de outros navios mercantes,
conforme a delerminago do Sr. capito do porto
de combinago com os Srs. gusrda-ar da alfan-
dega e capito do navio ; nao sendo possivel sal -
var-se toda a carga por j haver tanta agaa que
nao permittia a conliouago do trabalbo, empre-
gando-se a gente do mesmo navio, do arsenal e
dos navios de guerra, que acudiram ao lugar do
sioistro, era salvar os pannos, a mastreago e o
apparetho.
As 6 e meia horas da tarde achava-se oYiavio
totalmente submerso estando rnente fra d'agua
os mastros reaes e os mastaros de gvea, espe-
rando-se que a mar vazassa convenientemente
para se poder continuar a salvar a carga, embora
araada.
Cumpre-nos acrescootar que s 7 e meia horas
da manhaa apresentou-se no lugar do sinis'ro o
vapor de riboque, cujos lervigos nao foram uti-
lisados por j estar o navio quasi cheio a'agua.
Segundo consta-nos, pde-so considersr este
completamente perdido;
29
.mimo h.i.uuaHinin doo aeputados a
discusso das interpellages sobre a estrada de
ferro de D. Pedro II. Depois de orarem es Srs.
C.Ottooi, Teixeira Jnior e ministro da agricul-
tura, Qcou a discusso encerrada.
Por decreto n. 2,956 de 26 do torrente mez foi
concedida imperial sociedade de beneficencia
protectora dos guardas nacionaes da corte e pro-
vincias do Rio de Janeiro autorisago para con-
tinuar a exercer as suas funches, e approva o
respectivos estlalos.
Por decreto da mesma data foi nomeado cava-
leiro da ordem de S. Bento de Aviz o Sr. capi-
to do 6/ batalho de infantaria Jos da Cunha
Moreira Alves.
- 30 -
Hontem, dia de grande gala por ser o aniver-
sario natalicio de S. A. I. a Sra. princea D. Isa-
bel, eitiveraru embandeirados todos os vasos de
guerra e as fortalezas do porto, e deram as salvas
do estylo: A' 1 hora di tarde receberam SS MM.
II. no pago da cidade as deputages das duas ca-
meras que foram felicita-las por to grato moti-
vo, e bem assim o corpo diplomtico estrangeiro,
os altos funecionarios do estado e grande numer
de cidados de diversas gerarchias.
Nao houve hontem sesso em nenhuma
cmaras da assembla geral legislaliv.
das
priso, conforme a disposigo do art. 160 da lei
n. 602.
CAPITULO IV.
Da reforma dos officiaes.
Art. 70. Os officiaes da guarda nacional que
houverem servido por mais de viole annos, os
que liverem mais de cincuenta anno de idade e
dez de servigo de official, e os que por occasio
de servigo houverem adquirido grave molestia ou
lesio, podero ser reformados nos postos que oc-
euparem.
Os que achando-se nestas circumstancias,
se liverem distinguido por sea zelo e aseiduida-
de no servigo, e principalmente na instruego
da guarda nacional, ou por donativoi feitoi para
ai despezas della, sero reformados com um pos-
to de accesio.
Art. 71. A reforma ser concedida pelo go-
verno e pelos presidentis de provincias, pela
mesma maneira e com as mesmas formalidades
das nomeiges, cobrando-sepelo titulo a metade
do novo direito estabelecido no art. 59.
Art. 72. Ficam em vigor todos os artigos
comprebendidos nos cap. 5 e 6 do tit. 3 da lei o:
602 da 19 de selembro de 1850.
CAPITULO T.
Das iespstas da guarda nacional t sua admi~
nistraeco.
a Arl. 73. Ai despezas da guarda nacional
consta rao:
< 1." Do fornecimenlo du armaa de guerra,
corrame, equipameoto, bandeirai, tambores,
Cornelia, danos, e do fardamento de segundo
uniforme aoa guirda destinidos io servigo or-
dinario das companhiis.
a 1 2." Do fornecimenlo de papel necesssrio
para registros, officios, mappas e proceisos dos
cooselhos de disciplina, de livros pira o alista-
miento a clatiificago dai prega, e do cirtuxima
pira o lervigo de fogo.
c 3. Do sold ou grslificiqo qae o governo
arbitrar aos tambores, cornetas e clarins, e aoa
guardia destinado io servigo dai compsnhias.
a $ 4.* Dos vencimentos de cavalgaduras ao
clarn e gaardaa doa[corpos de civallara que fo-
rem designados a cada companhia.
c 5.* Du gnliQci(e8 que houverem de ven-
cer o commandantes geraes, chelea da estado-
maior e ajudantes qae foram officiaes do exercito
reformados, a dos secretarios genes.
c Tois estas despeis sero pagas pela naci.
O Sr. JJ C. Fletcher autor da obra-O Brasil o
os Brasleiros, de cuja chegada no intuito de
eicrevr mais sobre as notsas provincias j demos
noticias, foi portador de urna importante collec-
go de livros de distioctos eicriptores norte ame-
ricanos, por estes offerecidos a S. M. o Impera-
dor. Trazem a maior parte desses livros a dedi-
catoria authographa dos seus autores a S. M. o
eolre elles viraos alguns qae ao mcrecimento in-
trnseco rene encadernages artsticas das mais
perfeita.
Sendo longa a resenha destas obras, apenas po-
demos mencionar algumas. Eduardo Everett,
po- j multo lempo representante dos Estados Uoidos
de i na Inglaterra e ex-ministro dos negocios estran-
geiros no seu proprio paiz, onde um dos pri-
meiros estadistas e oradores, enviou differentes
livros ; o professor Tickoer, membro da academia
de Lisboa, offerecau a saa obra sobre aLitera-
tura Hespanholao professor Agassis, os qaalro
tomos que acaba de publicar sob o titulo de
Constituigoes para a historia natural da America
do Norte: Roberto C. Winlhrop, urna collec-
go de obrs histricas. Fieram tambem algumas
obras de Irviog, Lougfellore Whittier, talvez o
poeta mais original da nova Inglaterra.
S. II. o Imperador acolheu com a habitual af-
fibilidade o Sr. F.lelcher, que na mesma occaiio
apreaentou alguns bellos volumes offerecidos por
senhoras norte-americanas a SS. AA., e dedicou
muito tempo ao exame dos livros que lhe eram
offerecidos. Este lestemuoho do alto aprego era
que o nono monarcha tido peloi primeiros ho-
rnees de letras e sciencia da America do norte
deve lisonjear-nos a todos.
A officialidade do 3- batalho de infantaria da
guarda nacional offerece hoje um baile io aeu
coronel Antonio Gomes Netto, festejaodo-lhe as-
sim o regresiodas provincias do norte.
- 31
Hontem na cmara dos diputados, antei daen-
trar-se na ordem do dia, leu-se um officio do
ministerio da fazenda, commuoicando que o go-
verno imperial no intuita de providenciar efficaz-
menta contra os gravea abasos publicados na tri-
buna e na impronta sobra a alfandega da corte,
reioiveu nomear ama commisso de inquerito
composta dos Sri. deputades Frinciico de Sal-
le Torree Ilomim, Theophilo Benedicto Oitooi,
e contador do tbesouro Riphael Archanjo Gal-
vao.
Eolrando-se na ordem do dia, cootinaou a dis-
cusso do orcimento ni paite relativa ao mini-
terio da fszendi. Oririm oiSrs. Prannos, Sal-
danha Mtrinno, Paulino de Souza e Mirtinho
Campos, ficando a discusso encerrada.
Foram offerecldee as segaiotes emendas :
Ao 10 accrescenle-ia:Nesti verba nao se
comprebendem ojudas de cuito aiodividoui pela
primeira vez nomeados para empregos de faxinda
as quaes ficam prohibidas.Tiberio >
a Ao 20 acerescente-se:Inclusive o valor
das deiapropriagei, pira que fica o governo au-
torisado, des dous predios contiguos
ao edificio
da alfandega da Babia, indicados palo mesmo go-
Art, 74. t governo mandar' crear cooiehos Terna am sea relatorio de accordo com os inspec-
tora! da fitenda e daalfindeg di dita provincia:
Tiberio.Pernadas Cunba. >
c Para collocar-ie onde convier:40:000 pira
auxilio dos cofres do Cear, am virlude d des-
falqae que lhes devem causar o atnzoi do cho-
lera morbas naquella provincia.Janariba
Araojo Ltma.-Figueira de Mello.J. de Alin-
ear, s
t Ao i 8* accreiceote-se i qutotii neceisira
pira que os empregados do thisouro Dacional te-
nbim o meimoi vencimeotos qe percebem oa
da secretaria do imperio.Ferreira da Veig. >
A emenda que elevi os venclmentos de im.
pregado da secretaria da fazenda accreaceote-sei
E maii empregados do tbesouro nacional.j h
Bella Vista.
Foram tambem offerecidos os seguales audi-
tivos :
a Seja extemivo s provincias da Bahia e Pir-
nambuco o augmento que houver de empregados
na recebedorii da corte para facilitar o pagamen-
to do lello.C. Madureira.M. Dandi.J. Mi.
durelri.Pereira FrancoFeroandei da Cunha.
Eipinoli.Fiel de Cirvalho.
c Fica elevada categora de terceira dasse da
primeira ordem a thesouraria de fazenda da pro-
vincia do Mato-Groseo.Antonio Corii do Cou-
to.Vieira da Sil.Fonieca Viinna. Diogo-
Velho.
Ogevernofica autorisado para nomear um
ou dous fien rrais do reeebedor do sello db re-
cebedor'a do municipio desta corte, para a lim de
sa dar prompto expediente s partes, emquarto
se Do adopta o sello adhesivo.Paula Sentar.
Fausto de Agular.
Fica o governo autorisado a permillir que os
navios eslrangeiros procedentes de um porto tm-
bela estrangeiro possam transportar mercadoriai
nacionaes ou estrangeiras j despachadas para
consumo do poito da sua entrada primitiva para
outro porto do imperio ero que tenham de des-
carregar ou carregar.Carvlho Reis,
_ A 3a commisso de orgarneoto e conas pro-
15e os seguiotes artigos additivo:
* l* O governo fie autorisado a derender
desde j a quantia de 775 09(15708 com o paga-
mento das reclamscoes hespauhoUs.
< 2.a l'icsm supprimidos o lugar actualmente
vago de 1* official da ecretaria do mesmo mi-
nisterio, e mais um de igual cathegoria que ve-
uha a vagar.Angelo Thomaz doAmaral.J. de
Alencar.Figueira de Mello.
a Offerecemos coa.o additivo a seguinte reso-
lugo.L. Carlos. Lima Duarte. Pereira da
Sil?"* Salalhiel. Paula FoDeca. Cyrillo.
Fonseca Vianna. Mello Franco. A. Pereira
Pinto.Ferreira d Veiga.Barao de Mau.S.
de Macedo.Calazaos Ribeiro da Luz. Cruz
Machado. Lima e Silva Sobrinho. Oliveira
Bello.J. O. Nebias. d
Fica o governo autorisado a mandar proci-
der deide j a valia ru da estrada de rodagem
Uoiao e Industria, e a desapropria-la, iodemni-
ssudo companhia do excesso da avaiiago alm
dos seis mil cootos do emprestimo de Lrndres,
pelo qual responsavel o mesmo governo ;,e
para esse fim emitlir at quatro mil conloa em
apolices do valor nominal de um cont de lis a.
juro de seis por cento.
Kealisada a desapropriago, soasar a com-
pinhia de receber a garanta de juros que psgam
actualcente o governo geral e os das provincial
de Minas e Rio de Janeiro, e o governo contrata-
r com a mssma compauhisr ou com quem mais
vsntigem cfferecer o servigo da estrada.
Na especificago das verbas do orgamcnlo do
ministerio da marinha sero disenglobadas as se-
guinles des.ezas : armamento, muniges de boc-
ea, muniges navaes, muDiges de guerra, mate-
rial de construccio naval, combustivel, obras ci-
ls, obras militares. A despeza com material nao
especificado naa verba do mesmo orgarneoto se-
r adictonada do pessol dos respectivos ser-
vigos, fazeodo-ie a discriminago somente as
tabellas demoostratvas dos crditos pedidos pelos
goveroo.
A disposigo deste artigo sar tambem ob-
servada no orgamento do ministerio da guerra no
que lhe fr applicavel.Silva Paranhos.
Foram apresentados os seguiotes pareceres :
A commisso de poderes examinando as ac-
tas da eleico de eleilores a que se procedeu em
22 de dezembro do anno passado na paroebia do
S. Luiz, pertencente ao segundo districto da pro-
vincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul, por ter
sido annullada pela cmara dos deputados a que
foi feita era dezembro de 1160, nao achou em to-
rio o processo dessa eleigo defeito algum que a
possa invalidar.
Alguns volantes protestaran), depois da ter-
ceira chamada, contra a legalidade da eleigo Le-
lo fundamento de nao achar-se a paruchia ao
lempo della provida de parocho, e abUiveram-se
de votar nao s elles como todos os da sua par-
cialidade poltica.
Este protesto foi textualmente inserto na seta
da apurago das sedulas, bem como um centra-
protesto assignado por muitos outros voluntes
da psrcislidade opposta, que allegaram : 1. ja
ter sido a parochia cannicamente provida, havia
cerca de dous annos, e effectivamcote regida
pelo parocho Joo Cancio Verissimo dos Anjoa
at findar-se o prazo da sua provisao ; 2. ter a
parochia concorrido para a ultima eleicao de
vereadores do municipio da S. Borje, a qu per-
tence. e feiio a eleigo primaria em dezembro
de 1860 ; 3.a que essa eleigo fra annullada
pela cmara dos deputados por motivos muito
diversos do da falta de provimeoto cannico da
parochia ; e que a de vereadore nunca fra
impugnada ; 4." finalmente, que esta q'jeslo
act.ba de ser decidida pelo presidente da pro-
vincia em portria de 14 de novembro antece-
dente, declarando que o facto de estar a paro-
chia desprovida de parocho, nao era razo para
que ella deixasse de elegir seus eleilores.
acha-se tambem textualmente transcripta na
mesma acta logo aps o conlraprotesto.
A commisso recoohecendo, a vista das
razos deste, que a parochia de S. Luiz j fra
cannicamente provida, e entendendo que a
circumstancia de achar-ie ella accidental e teni-
perariamene vaga nao pode destruir a indepen-
dencia adquirida pelo primeiro provimento, 1
nem obriga-la ipso fado a ser annexada a outrs
parochia, que por uto lhe absorva os direito
polticos, julga improcedente o fundamento do
protesto, legal e regular a eleigo do que so
trata ; e por tanto de parecer que ella seja
spprovada.
Sala das coramisses em 30 de julho de
1862.- Oliveira Bello.Araujo Lima. Teixei-
ra Jnior. j>
A commisso de poderes examioou as co-
pias das aclis da eleigo a que se procedeu no
1, districto da proviocia de S. Paulo, em 29 do
junho do correle anno, para preencher a vaga
do lugar de deputado pelo mesmo districto, a
qual dera lugar a nomeago do conselheiro Jos
Bonifacio de Andrada e Silva para o cargo da
ministro e secretario de estado dos negocios da
marinha.
Nos nove collegios de que te compi o
districto, faltando as copias das actas da elei-
go do de Iguap, que consta de 47 eleilores
obliveram o conselheiro Jos Bonifacio de An-
drada e Silva 169 votos, e o Dr. Joo Mendes
de Almeida 109, nao se contando em favor do
primeiro 17 votos tomados em separado da fre-
guezia de Sarocaba, cujos eleilores foram annul-
lados por esta cmara.
Nestes termos, seodo inconlestavel que
ainda eontando-ae os voto do collegio de Igua-
p ao candidato menes votado, vera a tero con-
selheiro Jos Bonifacio luperioridade dellas, e
nao constando das copiai das actas irregalarida-
des na eleigo, cuja apurago geral deve tor lido
lugar em 29 deste mez, a commisso de pare-
cer.
c Qae sejam approvadas as eleiges secunda-
rias dos nove sollegios do 1." districto da pro-
vincia de S. Paulo oa forma cima exposta, e
reconhecido deputado o conselheiro Jos Boni-
facio de Andrada e Silva.
Pago da cmara dos deputados, em 30 de
julbo de 1862./?. F. de Araujo Lima.Olivei-
ra Bello. leixeira /uisor.
1 de golo
A cmara dos deputado approvou hontem, de-
pois de algamas observagei dos Sr. Paes Br-
relo, Araujo Lima, Cruz Machado e F. Oclaviano,
o parecer da commiiso de poderes reconhecen-
do deputado pelo 1 diitricto da S. Paule ao Sr.
Jos Bonifacio de Andrada e Silva.
Approvou tambem em 3a discusso o projecto
que declara applicavel aos empregados da junta
do commercio do Maraoho a disposigo do art.
14 da lei de 28 de setembro de 1853, para lhes
serem pagos pelos cofres geraes os ordenados
qae Ibes flearam devendo at a sxlincgao da mes-
ma junta.
Approvou ainda o orgamento na parte relativa
so ministerio da fazenda conjuntamente com aa
emendas di commiiso e is mais seguiotes:
i ao $ 10 accrescente-ie :Neita verba ni
se compreheodem judas de casto a individuos
rl
MUTLADOI
I ILEGfVEL




-?.
DURiO DI fXRrUMBDCO. QC13TA FEiSa 14 DI AGOSTO W 1881
cela pr,
Nzenda,"
Ao'l ?x nomeadoa para empreg.doa de I de que se compoe o edificio .
da h...... flMm nrnhihiii!.Tiberio. | do inspector dai obras publicas sobre a falla d'a-
; chamou a alleneao
desabro ucam prohibida!.Tiberio. l ao inspector das obras publict
tor^do doVtente-se:Inclusive o valor gua que se experimenta era alguna pontos da ci-
da 'andes, q Para 1ue tica 8"erD0 ,u" d*Je> sobre o mo estada das estradas e retl-
goer-o em ten T,edlos contiguos ao edificio j rou-se parecendo contente do estado em que
pectore. t fazenu inidicados pelo mesmo achou os trabalhos da secretaria,
vincia.K--I- __i.de accordo com os ios- ------
Por aviso de 30 ds cunado foi o Sr. 1 tenan-
te da armada imperial Antonio Vital da Oliveira
incumbido de colligir, melbodiiar e rectificar, se-
Martinho Csmp^'ficand imperio. Oraram gando instrucges que lhe sero dadas, as plsn-
l'orsm oTreciLns ai ieniestrangciros e taa. mappas e outro trabalbos hydrographicos
Aoa 29 30__Oa foroS0 encerrada. concernentes cosa e porlos do imperio que exis-
lerreoos de mariohai>nue no niDj*' : Itan> D0S archivos pblicos e possam servir para a
pertencem municipaiidade fjclemio* de continuado do levaa'.amento da carta geral da
Oecupou,e"'u'l'tlmarelfan,lea da dita Pr0"
Sement sod,, a receita\ d Cunha.
os Srs. Barc'e|0$i min'iim. '
o art. 10 do or-
parte da renda municipal as capida corl9
viocie que os liverem ; etendendd>menU
aos municipios deslas a excepco que pr0"
se faz nos ditos paragraphos em favor do10
po da cdrte.Tiberio. ,l
mesma costa j por elle encetsdo.
Continuou hontem a sessao da ajsembTa geral
sob a presidencia do Sr. conselheiro Gandido Bap-
tista de Oliveira.
Occuparam as cadelras de 1* secrtario o Sr.
XQI
Ao 31.Nos contratos de permuta o sello r?d.M6,326 ac-
se pagar de uro dos valoresaomenle.Saldanha '
Marioho A. Fleury. >
Ao 39.O oseravo eujo dono for ignorado,
uto depois de preenchdas as formalidades le-
e
Rae, nao ser reputado bem do evento, .
desde logo declarado livre.Serra Cirneiro.-
ii 7J1' DSalTe.-Marlim Francisco.-Cuvalho
ileis.Tavares Bastos. Ferreira da Veiaa
Miriho Campos.-A. Fleury.Leilo da Cu-
nta. Carlos da Laz. Beojamlm.Viriato. >
nh1aJe,,;hoe>409-M'Dh>C1mpo..-S.ldP.-
u Foram tambem autoriaadoa os seguintes addi-
crP*tn?1?!rrn0 flc, aut0'ad Para rever os de-
a brP.iS.i. d,,Ps5ea que embar.cem
Mr m. e Pr"" e dPacho de negocios!
o?so<_.a q9 Con,i*a "O"- de lampo
urna UbeaT-,?' fT*A Eou.roaim formular
.i red"llod a um .6 verb. de im-
i" .." ?brain P'U Ped'Sao decapis
r,,!'1,?"er alfez. n.9 mesmas secreliriaa.
tran.r0n,.eVIdl$Pe>1"r-,e-h5 a 'rm.hdade do
cui.d 1 en'"ellari. e outra. igualmente es-
rin. 5UB '? re(iuem Pa a valid.de de
ce loa documentos e ttulos ; o dar-se-ho ios
cd!LPa",qUe M P0,a ,mbem expedir om
laclUdade pelas secrelarias das presidencias da
"?,', ^'^ouconcessoes do governo im-
Tavare. Bastos.
penal.A. C
Ao addilivo do Sr. Tavares B..t.)f sobrfl .
nsvegaoao a vapor para os Islados-UnHol aun
pnm...e no art. 1. palavra-New-OrfeU"-
A. t. Tavares Bastos. >
O governo autorisado para reformar o re-
gulamento n. 447 de 19 de maio de 1816, poden-
m 7SSSZ a." Clpilsnias d,9 Prloa est.belecidsa
!,.. .g.!" de.Pe1ueno trauco, reduzindo a des-
ida e a prvada a ajta da sessao ante-
8eo;. Paula Santoi requereu urgencia para
.,;, s proposla do Sr. bario de Mau.
k Si>lheiro Marii Sarment pedio que aa
O SrDr',e dele^m,n,1 regiment interno
ta da urgenci.CjQioj ,Uitentou a convenlen-
O Sr. barao o\
se a assembla ge.s propfl! que se consultas-
0 Sr. Dr. Coelho iisse respeito.
entendendo quo o reg.lr0 oppoz-se a consulta,
da eleigao sem preterid quer que se trat.sse
priQc.p.lmenle de urna sH0Htr;s materias, a
ios Srs. fiscaes do banco s-a propria opiniio
urna conversa, na qual serao de ser objeito da
nioes. dando em resultado ara ecidas as opi-
umaordem 4 directora. ,|ho e nunca
i., a Paula Sanlos diase qut
.5"*0 Pr?Pst. Porque s depoiepria tra-
rnncfn Peria ,aber ae a sua <>lao diecus-
cons.derada como imperativa ou cmoda ser
r. i con-
nAil"ni. qMe a a,,embl ger.l pelos esta.
c Art. 3.* Ficam revogadaa as diipoiigoes em
contrario.
a Pago da cmara dos deputados, 2 de agosto
de 13S-2". Antonio Candido da Cruz Hachado. >
Em seguida o Sr. Vilella Tavares faodsmentou
apresenloi o seguinte requerimento :
Requeiro que se pecjam ao governo ai ae-
guintea informa^aa :
c Por que motivo os bispos de Pernambuco,
S. Paulo e Rio-Grande do Sul nao lm posto a
concurso as paroebias vagas dos seuB respectivos
bispados.
Qual o altado da qaeato ou conflicto havido
entra o bispo de Pernambuco a o governo impe-
rial acerca do provimento cannico da freguexia
de N.zireth.
Sa.houve consulta do conselho de catado a
este respeito e qual o seu parecer.
c Sala das sessoes, 2 de agosto de 1862.Vi-
lella Tavares. >
O Sr,Ferreira da Veiga tambem fundamentou
e apresentou o aeguinte projeeto :
< A assembla geral resolve :
Art. i.* Fiea elevado 6 categora de provln
cia, com a denominagao de Provincia de Minas
do Sul, territorio da provincia de Minaa-Ge-
raes, comprehendido entre as do Rio de Janeiro,
S. Paulo e Goyai, tendo por limites o rio Turvo
al aua confluencia no Rio-Grande; este abaixo
at ascontravertentes do rio S. Franciaco, a al-
canzar a cordilheira que divide as aguas do mes-
mo rio S. Francisco das do rio Paranabyba ; a
este abaixo desde sua nascente na mesma eordi
lbcira at os Umitas da provincia de Goyax.
Art: 2. A nova provincia lera por capital a
cidade da Campaoha da Prineeza, em quanlo a
assembla respectiva nao decretar o contrario.
Art. 3. A provincia de Minas do Sul dar
tres senadores e seis deputados assembla ge-
ral ; aua assembla provincial constar de 28
membros. Dos 10 actuaea senadores da provin-
cia de Minas-Geraes serao designados por sorte,
em sessao do senado, depois de sanecionada asta
lei, os tres que sero considerados da provincia
de Minas do Sul.
a Art. 4.a Os actuaea 3* e 4 distristos
loraes ds provincia do Minas-Geraes daro
um dous, em vez de tres deputados, e o 7
tlnuar a dar dous; e a meama provincia
aete senadores, sua assembla provincial
45 membros
a O governo flea autorsado a mandar construir I conclusas de qualquer precesio administratiroa
ph.rea na barra de P.r.nagu e na do Norte da : C.aimiro Madureira. >
provincia de Sania C.tharins, e para melberar o c Ficam relevadas de multas todas as pessoas
actual pbarol da Moela na barra de Santos. que registrarem aaus ttulos de propriedade ou
c Igualmente a despender desde j a quantia pease de trras as thesourarias de fazenda ou
de 162:0009000 com urna porta de sobreaalente : as reparti^oes das Ierras existentes as provin-
para o dique Imperial, com o pagamento da cas seis mezes depois de publicado este indulto
Iluta preatacao do mesmo dique, correspondente naa mesmas provincias.Casimiro Madureira. >
a X 7,500. c O Imposto da sita ser pago eslagao fiscal
< Finalmeato, ficam em vigor as disposicSes do lugar da silusgo dos bens. oa na d.quelle em
da lei n. 834 de 16 de agosto de 1855, que lia ; que se celebrar o contrato e lavrar a compleme
visa sido derrogad.s pelo art. 12 11 da lei o. lescriptura. Esta disposi^o ser guardada no mu-
1,174 de 27 de aetembro de 1860, e qm autori- \ nicipio neutro a respeito da meia si:, dos ea-
a.r.m o governo a despender a qu.ntia de ria
24:0005000 como iodemnisico daa presas das
guerraa di independencia e do Rio da Prats.
Francisco Carlos da Lu.Jesaino Lamego Cos-
ta. J. A. Corra de Oliveira.
No additivo assigoido por 28 Srs. deputados,
depois das palavr.s rioa navegaveis accrea-
cente-ae : E bem aasim para ae conhecer e de-
cretar a melhor liona pele qual se posia ligar o
Porto Novo do Cunh. aos valles doa rica Pomb.
a Pirange.Cruz Hachado. >
< O governo fiea autorsado a despender den-
tro das forcas da cifra d. respectiva verba quan-
tia de 30:000$ com as estradaa geraes da provin-
cia de Santa Catharina.Lamego Costa.Carlos
da Luz. a
a Emenda anbstitativa ao additivo da 2* eom-
mietSo de ornamento :
a -2 rra occorrer desde j s despezas eom
a inspeecao da saade dos portos, e alterar a la-
bella annexa ao decreto n. 2,731 de 23 de Janeiro
de 1861 em ordem diminuir-ae a despeza com
o pessosl. Diogo Velho. Correa do Couto.
Almeida Pareira. a
Emenda ao additivo que dispensa a eicrip-
tura publica na compra a venda de escravos :
Accreacenta-ae onde convier :No munici-
pio neutro.Martioho Campos.
a A casa da Santa Misericordia da cidade da
Bafaia fiea relevada da aiza pela compra do predio
em que fundou o novo asylo para crisolo e edu-
carlo e amparo de expottaa e orphas desampa-
radas sob a denominagao de Recolhimento de
Nossa Senhora da Misericordia.Tiberio.Ara-
go e Mello. >
a Fiea o governo autorsado a indemnlsar o
ter| magistrado Magalhes Castro, auditor da marinha
da corte, das despszas da impresso e do seu tra-
elei-
cada
con-
dar
cravos.
c Fie. eitabelecido o prazo de seis mezes, con-
tados da publicecao da presente lei, para matri-
cula naa esticoes" fiscaes respectivas dos escravos
vendidos por escriplo particular, mesmo poste-
riormente le n. 1,114 de 27 de selembro de
1860.
c O governo fiea autorsado para organisar urna
tabella que regule com igualdade os emolumen-
tos das differentes secretarias de estado, poni-
le loga em execugo, e submettesdo-se na se-
guinte sessao approvagao do podar legislativo.
A. J. Henriiue.I. R. Barcellos. >
Depois de orar o Sr. ministro de eetrangeiros,
o Sr. Martioho Campos oereceu o seguinte re-
querimento, que ful approvado sem debata:
c Requeiro o adiamanto da discuasio dos arti-
go* additivos, excepsao dos seguintes, para de-
pois de coocluida a lei do ornamento :
Da 1* commisso de fazenda os arts. 1, 2, 3,
commusoes e de varios Srs. de
das reclaniasoes
4,5. 6.8 e 10.
c Das outres
putados :
< O crdito para pagamento
hespanholas.
Prata e independencia.
o Dito para o dote de S. A. imperial a Sra. con-
desas d'Aquila.
Dito para o premio estipulado ao Dr. Augus-
Temos^oianha nessa cidade difirante
funches civ^H^yeligioao, que serao ut-moisa-
dss com pumplkw -
A sania casa de Misericordia celebra fesliv-
dsde de sua padroeira eom assistencla d. rea-
pectiva irmandade em corporacao ni igrej. da
l's raizo; o cnsul frsncez aqui residente manda
cantar um Te-Deum por occasio da feala do im-
perador Nspoleao 111 no hospicio da Peona, om
igualmente festeja-ae N. S. Me do Povo: aa n
colindas da Gloria aolemnisam a aua padroein
e o Gabinete Portugutx de I.eitur* commemai
o sau dcimo anniversario de sua iuilallajao.
Acham-se em praja, per.nto acamara mss-
nicioal os reparos de que carece a ponte dola
duro na travesa de Santo Amaro para Beln?.
Esto oreados taes concertos na quantia do
132, sendo a ultima pr.ga na dia 18 do cor-
rente.
Faz-se preciso, para commodidadedo tran-
sito publico, que o Sr. fiscal doa Afogados eom-
pilla a qnem fr a realisar o Jacote da carca de
espinheirosda ostrada da Torre.
E*ti obrigaco nao urna formalidad* vas i
as postnras commina urna pena asna inobser-
vancia ou falta de cumprimento.
Sabbado, 16 do eorrente, teri lagar no sa-
lao do palacete d. ra da IV.i, am conaert*
lyrico em beaefltio do Sr. L. Belli e da senhora
L. Corb.ri, artistas quo j cantaram no nosso
ilustro, nesta esia^&o, e onde foram muito ap-
plaudidos.
Vendo-so em penosas ci'cumstincias.exhausto
de recursos, e na impoBiibilid.de do aa trios-
portarem s provinciss do sul, ou sonde por
ventura a sus bos ou m estrella os conduza.
ugar, directora do
Club Commercial,impelr.ndo a ceneess&o d. esa
do mesmo, por urna noule, para all realisarem
o seu beneficio ; a directora, porm, vio ae
coagida a nao poder acceder aos desejos dos pnjv
<^%' -
c Art. 5.a A provincia de Minas do Sul ficdi- balho na codificarlo daa leis crimss militares e
...^.o ,J-n uau possa BDOrOVar um uraar K'"1"" "" ""' -- ----------------------*-" "" i* iuiii.ic o
gencia porque importa essa modificaco Tdid* em a** dtr-cl?.eleltoraes : o Io, com- na redaegio do cdigo penal militar, pagandolhe
(i O* _^_: -. z* 'olianHinrlfi nts m unir-i ni ,ic Ha avurru 1s R*a- lUintll fltlfl fnr tir>*il?n nrt nnr urna t>nmmiuaDn
e.oarrolamento das embarcaedes nacionae?.-
S: TIa*"es.B,t'>.-Martim FranciscoCasi-
miro Madureira.
a! ?*!? Ca de,1e i brisado a despen-
fflri.1 r9 r publiC8Qao de urna ."a
S ir, ~^,r?alh0 Re'--Arago e Mello.-Mar-
-nLISU8ie"Se orden8d e gralificacio dos di-
rectores de secgao da secretaria de lado doa
negocios es rangeiroa ao das secretarias do Im-
perio eda justig, sendo o prlmeiro
e a sraticagiode 1:000, em
14003, como est marcado na tabella i
respectivo regulamento. Carneiro de Men-
Ma&TawSu D* T'ndo Mlae!ecida como
gene. req.erida.-Foi approv.daf *"
rair.! d6 M,UfdiS3e 1ue aPfla deseja-
promover urna anifestseo da imiiblTi'n
bre a qwyi0 do rec(,bimenl- "dihJro .ar*
pr.ticaseguida ',?Ji* ***** i-
deudo todava us?mi,,r drlnh.e"i a Premio. P"
baoco polo artigo 11 0racald8d* outorgada ao
cas e condieoes anormaes i? 'V"10 em po-
julho de 18G2.-7arao de 22.j* ****", 31 de
OSr. Ulnk, sem impugnar lo.
posta, disse crer que a deliberacVqw, ,
lomasse. a assembla n^ h! l'Obrs ella
ehendendo os municipios de Ayurrula, Bae- qusntis qne for designada por urna commisso
-~dy, Christioa, Itajub, Jjguary. Pouso-Ale-
LsJCaldas, Alfanas, Campsnha, Tres-Pontas e
Deset." ** 0i de Pa,so> Jecaby. liberaba,
ga8m->que, Arax, C>mpo Grande, Prata, Ba-
ora A Patrocinio ; continuando a ser apura-
nanh. a\ districto acamara municipal da Cam-
t Art Vne""' ,era d0 2 d0 Ar,r'
na provincia of u.arn fiC' aulori,a,,0 pa" ,rear
1
mente a pro-
nao poda ser" re
i un
> r, -i.
ac-
mo imperativa para a directVriaVe'qut nadl, C'
de 4:000
vet de 3:600S e
ceitaria
a
Derlarou
pre-nio...
sidoS.rf.v0VPaaIa San'S: ~ E eu at< M.nho
ilsna ne"a,csrac,or. estando satribuicoes .*
ssembla definidas nos estatutos do banco. '
que nao era partidista do dinheiro a
Ficam iguilados os veacimenlos dos officiaes
e escriptursrios di secretaria do tribunal do com-
.^T.'nh, PerDarcbuco a da Bahia.-Carneiro
da Cunha-S. de Macedo.-Correia de Oliveira.
Pinto de Campos.Diogo Velho.
Daval do Itapra o Sr. p'rimeiro lente da ar-
mada Antonio Mariano de Azevedo, em substi-
.uico do Sr. capilo de fragata Vctor de S. Tia-
go Subr.
Por decreto de 30 de julho prximo findo foi
nome.do lente substituto da faculdade de direi-
to de S. Paulo o Dr. Manoel Antonio Duarte de
Azevedo.
Por decreto n. 2.957 da mesma data foi conce-
dida socisdade porlugueza Primeiro de Dazem-
bro autorisscao para exercer 9uas funcooes o
provaoao dos respectivoi eslitulos.
ap-
Reunio-sa hontem a assembla geral dos ac-
cionistas do Binco do Brasil, aflrn de lhes ser
pre'-unle o relatorio de suas opersgfies e proce-
*derem eleico de tres directores, cinco sup-
lientes e dous fueses.
IAcharam-se presentes 206 accionisls, represen-
tando 55,297 1(2 aeges, abrio-se a sessao sob a
presidencia do Sr. conselheiro Candido Baptisla
Je Oliveira, que convidou para oceuparem as
cad^ir.-. de primeiro secretario o Sr. commen-
o segundo
Francisco Antonio Fer-
dador R^nrto Jorge Hablock Lobo,
dito o Sr. Xmmendador
nsnles Pionero.
Foi lid e ., oprovada
terior.
a acts da sessao an-
Em seguida o Sr-^aro de Mau j.stificou com
breves considerage^ seguinte proposta, limi-
tando-se eoto a po,- \ dizer por ter o Jornal
",a\s mais razoes que
i,S^voyers no caso de ha-
ectoria^
!se oppunha
art. 21 do
oocebido nos
cto da elei-
do Commercio publfl*
poleria expender, e de*
ver discussao.
Proponho que a di -ec,0"s suspenda desdo
j a pratica seguida dt lo,n.*^f\heiro a pre-
mio, podendo todava usar Ia facul.fij outorga-
da ao banco pelo art. II > *' dos eaXjjtos em
pocas e condigoes anorma. *
Rio de Janeiro, 31 de i> 'h> de 1862 -1 *,
de Mau.
Lida proposta, o Sr. ba s<> do Mau peoS
urgencia para se tratar dell
haver disposigao contraria n
lulos.
O Sr. presidente observou
satiafagao deste requerimento
regulamento interno do banco
termos seguintes em relaco ac'
cao :
Hvendo tempo passar-se-ha
das propoitas que estiverem ni t
ou apresenlaoao de aovas proi
quaesquer mogoes que estiverem na
attnbuigoesda assembla; e nao ha
rao reservada para as sesses aeguiol
rao marcadas antes de levantada a a
nunciadas naa folhis publicas para con
dos accionistas,
Fai approvado o relatorio da directori
Passou-se depois eleigao dos tres c
que substiluem os Srs. commendadorea
mo Jos de Mesquila e Manoel Ferrein
"a que pertencem turma mais antie
22S' Sr" Jos R,Phael "e Aievo.
signado pela sorle. tendo sido ose* non
nula Sanios, como membros da lurma i
Recolheram se 206 cdulas, represen,
1.453 Tolos, que davam a maioria absoluta
Obnveram-a, terminada a apurado e fe
preciamados directores os Sra :
nhas op nidos, mas sai que s quom a,W tj
c cum lancias do resulla dizer-se multas Vosea
Uto exacto! "*" '* PS^0 & PTS^ n5 SS
JSuSfcSSfl repel? que de nenhumaJrm
O Sr D2Er?kr fl,ded8a d"efflblfa!
u br. r. Coelho de Caslro antes de entrar n.
d.scussao da materia pergunlou ao ".presiden*
le se_em_sua op.niao flc.va firmado o procedente
quer proposla feita poralgum accionista, impli-
cands ella disposicea consiguadas nos estatutos,
Neste caso declarou que pedia a execucao dos es-
tatuios.
O Sr. presidente respondeu que julgava caber
assembla o direilo de votar moiiflcages, s
quaes podia ou nao aujeitar-se a directora.
OSr. Dr. Coelho de Casio, continuando, dis-
se que por essa forma ficaria a assembla au-
torizada a reprovar qualqner aclo da directora,
empregando um mel extra legal quando
faz-lo pelo orgo de seus fiscaes. entidade |-
gal, que, no caso vertente, nenhuma censnra
omitiram no seu parecer, em relagao amatoria
da proposta.
Pireeia-lhe pois. que |o fim desla era estabe-
lecer urna especie de conflicto entre a assembla
e urna parte divergenTr-9- directorio Crendo,
porcm, que o homem que delibera por si, que"
ouve a sua razi, nao pode receiar a deliberagao
de urna assembla desconhece o peso que se
empresta ao vol desla, desconhece mesmo a
sua utilidade no caso presente, quando se trata
de assumplo que carece de estado, de reflexo
calma, a nao pode aem inconvenientea aer resol-
vidn por urna votago symbolica, que tantas ve-
zes guiada pelas sympathias particularea, pela
influencia attractiva de cerlos individuos. Qoer
a discusso, deseja que se elucide a queslo,
mas nao que a submettam aos effeitos tumultua-
rios de urna dilibaragao de momento.
Passando materia da propost, declarou qae
sempre advogou a tomada de dinheiro a premio
e que na* condigoes actuaes do eslabelecimento
anda ajulgiva necessaria, porque, sendo inevi-
lavel a sahida de ouro dos cofres do banco, no
caso de qualquer negociante forte apresenlar ao
troco urna somma importante de suas notas, e
nos capilaes reeebidos a premio qua o estabele-
cimento encontra urna reserva para aatiaf.zer
procura regular do troco, embora essa reserva
prejudique os banqueiros.
Entrando depois em vastas considerscoes em
mas do Sul a admioistrsco
!.r?l5,,.1',0""Ud faI6Dda. I"9 "r4
ir.A/'d,,nbem daaecad.;.o admnis-
. .n!iu a^lu,,t, rcoda provinciaes. em quanto
a assembla respetiva nao decretar o contrario ;
e as secretarias de polica e da presidencia, sub-
smindo organnacio desta em quanto a mesma
assembla nao altera-la.
enni 7" pFica* '08adas a disposicoes em
nh Ii2* pE'",,l Fe6ra da Veiga.-Agosli-
,J" Feeira Brtas.-Antonio Candido da
Un Machado.-Joaq.im Delphino Ribeiro da
i ~ Te,xelra Jnior.A. Pereira Pinto.
-Luiz Antonio Vieira da Silva.-J Madureira.-
a V Ir? da Si'*aConde de Biepeody.
fu'n; IIe.n.r"I.",--Bodrigo Silva.-Barbosa da
Cisbi.-iiKir, da Motta.-Siqueira Mendes.-
V.-ir*. p"?-M Canha.-Manoel Fernandea
D oLrfri&?5- Jt-AS; de Souza.-Calazans.-
Diogo Velho -F..I de C.rvalho.-Corra de Oli-
't.ndTn Neb,a8-- Carneiro da C.nha.-
^je"?'~Sitgl de Macedo.-Pedreira.
Vrif.Uar,bpe-7L,iDT Cola--Crlos da Luz-
veira Bor i c.an>PO-Mello Reg.Oli-
-A. da CosTTpiL? 5UDes-Raposo da Cmara.
-F. J. Fialho s'lra--Baraoda Bella-Vista.
-Almoid. Po,olr.,.nie,r' de Mello.^L. Carlos,
plicio deSouz. Mandes."? Mendonga.-Sim-
-J. de Alenc.r. com ng^h^*- Art-
Conliauou depoia a diaeaaslEm ,.
tos ao orgamenlo. For.m orerec?r!o8^t,,?OBaddll,
vmais os sa-
lo Teixeir. de Freitaa. I tendentes o de muitos dos seu; aocios, em vir-
Dito para auxilio publicado do Dr. Mar-!lttie da ?r9Wbic.ao expresas e absoluta dos esta-
Dqi. tutos, que (ulmioam a pena de excluso quellea
Dito para construir-se a nova porta do dique' 3Je..i.rDugi"m, arlig0 que Teda imPretlin>(
e pagamento ds ultima prestagao.
Autorisago para relaxar mais por ensaio o
exclusivo da cabolagem.
a Dita para a creagao da Gtzeta Oficial.
que nomear para examinar esses trabalhos.Vi-
riato.
c Emenda addiliva. Depois das patarras
rioa navegaveis diga-ae do norte e do sul da
provincia de Minas. C. B. Ottonl.Saraiva.
< O governo fie. autora.do a compensar ao
Dr. Joi Antonio de Magalhes Cstre o trab.lho
e aa daspezis que fez com a confeceo e publi-
>aco dos projectos do cdigo penal e do procea-
o militar, qua offereceu ao governo imperial.
darlos da Luz.Lamego Coat.Cruz Machado.
a Offerecemos como additivo o art. 18 do pro-
ecto o. 102 do anoo paseado, que eleva os ven-
.imanlos da migistratura.Bubosa da Cunba.
Mogo Velho.Calazans.Corris de Oiiveira.
lodrigo Silva.A. da Costa Pinto e Silva.Paes
ce Mendocgi.
Emen-la ao additivo da commisso de orga-
nento da marinha, relativo *os filhos menores.
a A's pnlavrase seus psiaaccr.scente-se :
rev.rlendo este em beneficio dos herdeiros so-
breviventes no caso do morfe, ou logo que che-
guem maioridade.Lamego Costa.Carlos da
Luz.Correia de Oliveira.
da casa ou dos movis a qualquer estranho.
A' vsia
Procedendo-se votago dos referidos additivos
sao approvado..
Continuando a discusso dos arligos additivos
separados, o Sr. Fialho offereceu um requeri-
mento de adiamento. que nao foi volado por falta
de numero legal.
Por falta de numero legal nao houve hontem
sessao uo senado.
Hontem na cmara dos deputados, depois da
eleiso di mesa, que nao soffreu altefbQo, ob-
lando o Sr. visconde de Camaragib6 para presi-
dente 53 votos sobre 76 cdulas recolhidas, con -
tinuou a discusso dos arligos additivos, por ter
sido rejeitado o requerimento de adiamento pro-
posto na sessSolantecedente pelo Sr. Fialho. Ora-
ram es Srs. Viriato e Cruz Machado, oCferecendo
este ultimo senbor o seguinte requerimento, que
ent.ou em discusso :
Requeiro que continuem em discusso. prra
formaren] projectos em separado, depois de vo-
tados em 3a discusso, os seguintes additivos :
\.' O que aotorisa o governo a mandar ins-
tituir o. estudos necessarios para se reconhecer e
decretar as melhores lionas pelas quaes se possa
commuoicsr e ligar por trilhos de ferro a estra-
jma ponte de madeira sobre o Rio Grande, no de Minas-Geraes e aos valles dos seus rios nave-
U da
lei em dian-
emenlares,
e se-
as ai
qae ficar sendo o 13 da
no caso de nao-sustentagao desta these. lerminou oecupaodo-se
i mesmos esta- fta emisso. e ponderando qua a sua expanso
discusso
em do dia,
tas ou de
phera das
ido, Des-
que se -
So e, 'imento
clores
ony-
l Fa-
I di-
de-
10-
de
e-
Conselheiro Jos Pedro Das de Carva-
IM ..... .
Vo
1.1

8
Jo2o Heorique lrik.
Jos Viriato de Freitas .* *
Seguiram se os Sr*. *
Bernardo Joaquina de Souza W
Gamillo Jorge de Oliveira 11
tado do negocios da agricultura, commercio.
obras publicas, e a rep.rtico da inspeTlo ""'
ral das mesmas obras. r*^m ge-
JEJiSPfh "noii o vro do ponto d.s
quatro directoras, todas as salas o rea-Miovaio,
importuna ira despertar, promover urna exciti-
S|o ficticia oas Iransigoes, eislo quando o banco
pode, aem fallir, abrir o troco de auaa notas, e
far negocio se as necessidadaa r.aea da praca
Iho acooselharem o augmento da sua circulado.
OSr H.ro de Mau insisti em ser neces-
saria urna deliberaco terminante sobre urna
praxe, do receblmento de dinheiro a premio,
que deseja ver modificada no banco, por ver
qm ella arrostr a elevago do juro, sempre
preciosa ao desenvolvimeulo regular da. Ir.DS-
accoes. Qjer que se arripie carreira nesse ter-
reno fatal, deixando a administrado do eslabe-
lecimento o apreso das circumstancias a que al-
lude na segunda parte de sua proposta.
Dapois de orarem anda os Srs. Dr. Coelbo de
Caslro e baro de Mau, leve a palavra o Sr.
Dr. Paula Sanlos, que em razo da hora adian-
tada disse que desista de fazer algumas conside-
racoas em resposta ao discurso do Sr. Dr. Coelho
de Caslro.
Nao havendo casa nem alguem com" a palivra
declarou o Sr. presidente qae fleava encerrada
a discusso, e convidando os Sr. accionitaa pa-
ra continuarem hoje ao meio dia os trabalhos
da assembla geral levantou a aesso.
Conata-nosque aahir na prxima semana
para o Rio da Prata a corveta D. Januariu, le-
gando a seu bordo o Sr. chefe de diviso Fran-
cisca Manoel Barroso da Silva, uomeado chefe
daquella estscao naval.
3
Hontem, na -amar, dos deputados, o Sr. Cruz
lachado, depois de algumas obaervaedes, apre-
ntou o seguinte projeeto :
A assembla geral legislativa decreta :
a Art. 1." A eleico de deputadoa aasembla
al e membros das assemblaa provinciaea aera
a por provincia., procedendo-ae aparaco ge-
do votos quarenia das depoia do marcado
a reunio doacollegios eleiloraea nss cama-
nunicipaea daa capitaas, e na capital do im-
cii i danapuJra?.ao geral d0 'o1 dell. o
"*" 'Rio de Janeiro.
At. 2. As dl.posices
provin-
dos decretos de 19
bre\ iSlI* .-i-,1850 e 18 de a8*l<> d lt so-
meiciD0Cn<>"pal,,1,dadea dM fnccion.rio. nelle,
soiUfrUnn!. conllDBaro em vigor om relelo
iniK- 0I em q,e cerem outoridade
jurlsjdlcfiaa.
ou
gaintes
proPo.rta":1*addUr0)'qUeflc8r
to*. a dala da "ocugo d. presen
te a faculdade de abrir crditos s
concedida ao governo no art. 4 da i
peno daqueuas vernas no oramuiu
despezas sao variaveis por aaa Bilurez, coi
sejam a diHerenga dos cambios, o. juro* da di-
vida fluctuanlo, a porcentagem dos embregados
das estaQoes de arrecadago, e ostra* fa mesma
especie. v
i 1. O ministro dos negocios da fazenda ajun-
tar todos os annos proposla do ornamento da
despeza geral do imperio urna tabella conteni a
nomenclatura dos servisos comprehendidos na
disposco desle artigo.
2. Nao do lugar a crditos supplementa-
res as verb.s do orgamenlo relativas a obras pu-
blicas.
a Art. 2. (additivo
proposta.
: O governo poder applicar as obras de umss
a oulras rubricas da lei do organismo quando os
fundos volados em algumas dellas nao forem bas-
tantes para as respectivas despezas e hoaver pre-
ciso urgente de saiisfaze-las.
o Este transporte, porm, nao se effectuar se
nao do nono mez doexercicio em diante, deven-
do ser deliberada em conselho de ministros a aua
necessidade.o aulorisada por decreto referendado
pelo ministro a cuja reparlico pertencer a des-
peza, e seguindo-se aaoutras formalidades im-
postas nos 6 e7do art. 4 da lei de 9 de se-
lembro de 18i0 para os crditos supplemeotares.
Art. 3. (addilivo), que ficar sendo o 14o da
proposta :
O ministro da fazenda nao poder ordenar o
pagamento, sob pena de sua reiponsabilidade, de
servigo algum sem que na lei que o houver au-
torsado estejam consignados os fundos corres-
pondentes despeza.
Art. 4. (additivo), que ficar sendo o 15* d.
proposta :
As disposigSos do 11 da lei n. 1,114 de 27
de selembro de 1860 serao extensivas aos crdi-
tos especiis concedidos pela mesma lei na parte
em que lhe forem applicaveis.
Art. 5. (additivo), que ficar sendo o 16" da
proposta :
A autorisago dada ao governo no art. 29 da
ei de 28 de outubro de 1845, e prorogida pelas
leis do orgamenlo posteriores, para rectificar a
tarifa e melborar o systema da arrecadagao, nao
comprehende a faculdade de elevar os impostos
sobre a importago e exportaglo com o fim de
supprir a insufficiencia das rendas
Art. 6. (additivo), que ficar sendo o 17* da
proposta :
Os lugares que vagarem as chases de es-
criturarios e cooferentes da alfandega da corte
noo sero prvidos al que por lei aeja fixado o
.eu numero.
Art 7. (additivo), que ficar sendo o 18# da
proposla :
A gratificaco quo percebem os empregados
das alfandegas, mesas de rendas e recebedorias
?m "nleUd? da *,bella D-l <""> o regulamen-
to n. 264 de 15 de selembro de 1860, e da tabella
B a que se refere o 10 do arl 12 da lei n 1 114
de 27 de selembro do meamo anno. fisa desde j
incorporada ao ordenado dos referidos emore-
gados. *
as faltas por molestias devida mente justi-
ficada parante oareapectivos cheles, os ditos em-
pregados perdero dous tergos da porcentagem a
que tiverem direilo se a molestia nao exceder de
seis mezes, e toda a porcentagem excedendo
desse prazo.
Art. 8# (addilivo), que ficar sendo o 19* d.
propo.ta :
Nao baver mais do que dous concursos pa-
ra o provimento doa lugares daa claases inferiores
das repartiges da fazenda. Oaccesso doa quar-
tos escripturarios do thesouro, e dosempregadoe
da classe correspondente as thesour.ri.s e oa-
tr.s repsrliges da f.zenda fiea isento do con-
.ugar denominado Jagura, entre a provincia
de S. Paulo e a de Minas, segundo a plant. e or-
namento que j exislem na secretaria do imperh
Esta obra ser executada pela presidencia de I
Minas ou S. Paulo, por administrago ou contra-
lo, deoeodendo neila o governo a quantia de \
80:000J.Joaquina Octavio Nebias.A. da Costa
Pinto.Barbosa da Cunha.Rodrigo Silva.Fer-
reira d. Veig..Salathiel.L. Carlos Fonseca
Vianna.Ribeiro da Luz.Mello Franco.Cyril-
lo.Lima Duarte.Martim Francisco. B. da
Bella-vista.
a Emenda ao additivo dos Srs. Serra Carneiro
e ou'.rot.
Em lugar das palavrassendo derde logo
declarado livrediga se: sendo desde logo pos-
\> ou deixado em liberdade, sem prejuizo do di-
r.ito de propriedade que posteriormente poss. ser
salegadotUSsuaa Basta van-*fArl,m ITraneUn__
Rues Goncalve.Grv.iuu__ unha.Martinho
gaveis.
2.* O projeeto da sexla commisso do orga-
mento sobre a estrada Unio e Indmtria.
3.* O que autorisa o governo a innovar os
contratos dis compaohias de navegago a vapor
do Maranho e Pernambuco.
a A* O que trata da organisago de urna com-
panhia de navegago a vapor na provincia das
AlagOas.
< 5.* O que trata da estrada de Parsguass.
E que, adiada a discusso de todos os arli-
gos addiiivos, sejam elles remettidos s commis-
ses segundo a natarez. dos assumptos,
desta deciio e por conselho dos so-
cios do mesmo club e de algumas pessoas da a-
msade dos cantores, resolveram estes eTectuar
0 seu sarau musical no salo dopalacett da ru*
da Praia, por ser o que offerece melliores con-
digoes de vaslido e commodidade para 53-
Qm, e pornelle j se] terem dadoigua.s diverti-
m.ntos: e neste sentido, as pessoas a quera
os artillas racorrersm, promptimeote se presla-
ram a secundar os sem esforgos, distribuindo
todos os carles pelos seas amigos e pelas fami-
lias do seu conhecimeoto.
Nesta destribuigao encontraran) oa beneficiados
toda a benevolencia e acolhimento, propiio de
urna populagao eminentemente hospitaleira e
caritiliva. Cuntam elle., por tanto, ser honrados
com a preaenga de diversas familiis, o do pu-
blico generoso eillu't'ado que com tanta espon-
taneidade acolheu sus conviles. O* dignos so-
cios do Club Commercial, a cuja aombra procu-
raram abrigar-se os artistas, e que tanta sym-
pathia lhe* mestraram foram convidados
b?m como suas respectivas familias, para essim
mais realce e brilhantismo ter a festa dos artis-
tas iufelizes, que por este meio procurara pOr-
se acobsrto das ioclemenciaa do mo fado qua
os persegue.
1 Um ensigno pianists allemo, recectemento
,chegadoda Europa, presta-se generosamento a
tocar na mencionada noite, bem como esperara
1 os beneficiados que alguns artistas mais se pres-
! tem a executar alguns trechos de sua predi-
I lecgo, como !hes prometteram.
depois de examina-los, offirecerem parecer a res-
peito.
Tomaram parte no debaleos Srs. Nebias, Jun-
| Ouvimos cantar alguns podacos da Saph e da
Lucrecia Dorgia pelo Sr. L. Belli e a senhora
jCorbari, accompanliados pelo referido iosiRna
pianila, e nao s admiramos a agilidade e de-
licadeza com que este corria veloz as teclas do
: piano, exprimindo sons melodiosos, com a do-
j gura, axt^nso e vigor das voze9, que calaram era
uossos ouvidos de um modo arrabatacor.
Todos estes primoresos artistas sao dignos de a J
psra, preciar-se.e dignos dos obsequiosos gavalheiros al
governo de
se acha
MiB|nra
Art. 1. A faculdade que tem
a 'Ir crditos aupplementares quando nao
reunida a assembla geral, em virtude do art 4.
da le n. 589 de 9 de aetembro de 1850, restrin-
gida .os casos seguintes :
1. Para as despezas da divida interna e ex-
terna fundadas, ou de qualquer oparsgo de cr-
dito que o governo realisir em virtude da lei.
2. Para pagamenlo de porcentagens no;
ompregados e agentas flic.es, por augmento de
renda nao previsto na lei do orgamento
< i 8.* Para pagamento de meiossidos emon-
te-pios, assim como de quaesquer vencimenlos,
reformas, apoientadorias e jubiliges, que te-
nbam sido concedidos em virtude da lei.
4* Para obras navaes, militares ou civis, .
previstas na lei de orgamenlo, e eujo andamento 1 xam de
illustres familias que ornamentam a nosi, ie-
dade.
S. Exc. o ssnhor presiden!* da provincia foi.
quoira. C. Oitom. Heunq.es, Martinho Campos, tambem pessoalmenlo convidado, e com a deli-
m".^"*10:- 8a"'r" 0c,aviaD0. e i cad,za ?ue destiogoe. promelteu comparecer,
' Recebemoa folha. do mo-Qnml to MltSSS*?***'1" e Proiecgao flos ulusires
24 do passado. | i\i- ,
Em data de 19 Mra dirigida S commisso ad-! o aToleiro ^SX^fUSSSf q"e." 'he psra
m.nislrativa da praga do commercio pelo Sr. ca- sark a vista! Ju\M x '" U'g" do *-
p.taolenente Antonio Alvo, dos Santos, com- ", p,r. s ,xu2cVo *""" """ **
^:^^uinSt: o Tenho a honra de me dirigir ao respeitivel n,~ T^ corpo do commercio, participando que felizmente -ro ?" i'" ac,,a se elle substituido na di-
melhorado a barra com asfortes correnteeas i"-,a.,.d" ,..raf.d? ministerio da marinha pelo
a
ro
de vasante, rompendo um cana! fie 22 S at 56 ^D8e".h?iro Gervasio Pires Campello, e naquell
SE. sondando-seemlGe 17 palmos, as mares EJSS,ln" d-e a6ricnllura. Pelo engenhsir
regalares. Joa1im Pires Carneiro Monteiro.
Nao estando bailas as aguas podem entrar
embarcages que demandem 16 <4 palme >, e sa-
hirem em 15 }{, aem receio de sinistros ; porm
oerto nacoadjuvago de VV. SS., vou solicitar
hajam de providenciar, para que os navios dei-
ou terminago seja in'di.pansavel -WdV lu .%"u^^ ^ <
!:.,.a..,?"8leVe .l.an! 1"an, Ior l>reci80 P=" fundeadouro por muito.
loram designados para examinar no con-
curso, a que na thesonraria de fazenda se tea do
proceder para o preenchimento dos lugares de
terceiros escripturirio. da mesms
Sn. seguintes
ajudar a esta neceisidade.
5 Para aervigos creados pelo poder legis-
lativo sem crdito definido, se forem urgentes.
Arl. 2. Fra dos casos especificados no ar-
tigo antecedente, observar-ee-ha eslrictameote o
di.posto no 11 do arl. 4o da lei de 9 de setem-
br, aV tSSA
Art. 3/O B*y>ao s poder abrir credilor*
ex -aordinanos : 1 ,. para cumprimento de tra-
tad., cuja de^ptfss sejam por sua nalureza ur-
gentes ; 2., para despezas nao previstas e indt-
clinaveis, como aa que aejam rootivadaa por epi-
demia ou qualquer outra calamidade publica, sa-
digo, insurreigo, rebellio e guerra externa.
Art. i. A espacifleago das verbas do orgi-
mento da despeza de cada ministerio nao poder
ser alterada aenao em virtude de disposico le-
gislativa.
Art. 5.* A uistribitigo dos crditos votados
para as diversas verbas do orcamento da despeza
de cada minialerio ser feita" por decreto, refe-
rendado pelo ministro compelente, e publicado
na gazeta ofllcial. A dita distribuidlo, porm, se-
r alteravel no decurso do exercicio, guardadas
as mesmas formilidades.
Art. 6." Para a proposta da despeza e recei
ta geral do imperio sero remettidos ao minis-
terio da fazenda at o dia 15 de margo, ae nao fr
possivel antes, os orcamentos da despeza dos
outros ministerios; e tanto estes como o daquel-
lc! miuisti rio sero acompanhados de urna expo-
sigao de motivos, que juitifijtae as differencas
que apresenlar a nova propost. comparada com
a votada pelo peder legislativo. Silva Pra-
nnos.
5 Fiea o governo autorsado a mandar pagar a
Joao Caet.no doa Santos, como emprezsrio do
.1Se'mde S" Pe,ro da Alcntara, a quantia de
\352r que ,e lne tela da Prestagao mensal de
4:0UU$ concedida pela lei n. 979 de 15 de aetem-
bro de 1858, valo como pela lei n. 1,040 de 14
de selembro de 1859 ( orgamento ) concederam-
se para esse fim 41:0008 em Ingar de 48:000$-
Rodngo Silva.Diogo Velho.Nebias.
a Se passar o addilivo do Sr. Tav.rea Bislos
autorisando urna linba de navegago a vapor en-
tre o imperio e oa Estados-oidos, inelus-se en-
tre os partos de escala a di capital da provincia do
Maranho.Viriato.Nunea Gongalves.Carra-
lho Res.Serra Carneirb.Vieira da Silva.
O goTernoflca autorsado a elerar a 120 o
numero dos aprendlzes arlificea dos arsen.es de
m.rinha da Baha, e Pernambuco.Pint) Lima.
O governo autoria.do ."
* A supprimir 01 lugares de consultor dos
direreotes ministerios proporco que forem va-
gando, e bem assim todos os lagares das respec-
tivas secretarias que forem dispensareis.
f 2.o A igualar os vencimenlos dos emprega-
dos das me.mas secretarias de estado, leudo em
altenco a calhegoria dos empregos, e
traordio.rias enchentea
neste
das, at que com ex-
- de fra da barra para
dentro, ornar manso, consigam sahir livres de
pengo.
Tiuba sido confirmada pelo juizado de direilo
da comarca a aentenga do juizo de commercio
que julgra casulla fallencia do negociante Jos
Moreira da Costa Sol.
O Commercial diz que um navio que foi visto
do vapor Tacaittns na praia que corre enlre
Santa Maria 9 Palomas, era segundo se affirma-
va, o brigue francez Pelro, que ia de Bayona
para Buenos-Ayres, e que a tripolago j se
achava em Momivideo.
Le se no Uiurio do Rio Grande de 23 :
As nossas cartas de Jaguaro j hoolom noj
foram entregues. Dizem-nos que o fri tem sido
alii to intenso desde o da 13 17, que princi-
piou declinar um pouco, que o barmetro che-
gou a 4 pontos cima do zero, e tem cahido
gelo em tal abundancia que alcangou a grossura
de urna poliegada.
Pelo juizado
e
repartigao os
Antonio Rufino de Andrade Luna, para Icitu
acalvse EraniniaticaL
ra
lyse grammatical.
Joaquim Antonio de Caslro Nunes, para orb-
graph-.a.
Bacharel Antonio Witruvio Pinto Baodeira e
Accioh de Vasconcelios, para arilhmetica al
tneona das proporges iuclusive.
Dr. Felippe Nery Collago, para arilhmetica e
suas apphcacoesao commercio com especialda-
de reduegao de moedas pesos e medidas, cal-
culo de descontos. jures simples e com pos tos.
iheoris de cambio e suas applicagoes
doA2ll0lra0o Egd d8 S'lFa' ,lgebra al e1g'ii
Emilio Xivit. Sobreira de Mello, escriptu-
racao mercantil por partidas dobrad.s e suas ao-
pluacoes ao commercio e ao thesouro nacional.
S. Exc. o Sr. ministro da agricultura atien-
den a representagao feita pelo Sr. presidente da
provincia, para que fossem despachados livres da
direitos. os objectos que tem de ser importados
para a ponte de ferro sobre o rio Capibaribo. es-
trada do Pao d Alho. contratada com o Sr. baro
do Livramento.
a Pelo juizido de direito daquella comarca
foi condemnado em 2 mezes de priso com tra- d.e despender o cofre provinciil com a uc-
5 0(0 do valor furl.do e i Sao da1oella ponte.
Esta concesio reduz ainda a quantia oua tem
c-
curio "" "v"" ""5au 'uegoria uo. empregos, e que nao
propArt. r (additivo,. que car. s.odo o 20o da 5t3C&^.^^
^\St.^^ d Sr. C.rvalho
cioco annos contados do prime"di.ido xaai SLW permissaoda navegago da cabo-
cio a que pertenterem, S2!LFZ2*2m !86?.41 embarc.goes estr.ngeir... accrescente-
zanda.

prescrevem contra ala- se-csndo eIV7ujlaVarpVaienVoV"d""i-
coragam, na forma do decreto n. 928 de 5 de
..,ues.
A cfausnla nroarrir.. u .iu-_____, *,* requerimento. ou peticoes podem ser des-
5- do a? 2. da KrVai..d Pechada, pelosjuize. de frimeir. instancia, ate-
M>*^JS*S^u^TX! SSJiyC fowllo. sendo .brigada
ros existentes.-E. de Sales Torres Homem i ItS "le. lmP0.sl? 1uaDdo forem os autos
1 nutrativa, sendo o imposto exigido smente oa
pr^. f (addlT0)- qa n"rS "d da m^; 5^5^i. S2%
balho. e na mulla de
as cuitas do process, Saturnino Recueiro,
csalo de furtos de gado.
a Foram absolvidos pelo mesmo juizado de
direilo 01 patroes de biates Joaquim Liura Cs-
m.ro e Francisco Alves Rodrigue, tambem
aecusados de furtos ; e Lauriodo Garcia Maciel
e Luiz Soares da Silva, aecusados de tentativa
de homicidio na peisoa de Clemenlino alachado
Cardoso.
O p.tacho norte-americano Direilor fra ven-
dido ao Sr. Joo Simoes Lopes, da praca de Pe-
lotss, pela quantia de 13:5009000.
Alguns subditos portuguezes promoviim na
cidade do Rio Grande urna subscripgo em favor
dos ajylos da infancia desvalida de"Portugal.
Foi-nos remeltida a seguinte copiado ofli
ci do capito (enante administrador da pralica-
gam da Barra do Rio Grande do Sul, dirigido em
8 de julho ultimo presidencia da provincia, so-
bre a alterago apresenl.da pela mesma barra :
Com immensa salisfacao tenho a honra de la-
var ao eonhecimente de V. Ex. qae, em conse-
quencia das grandes correotezas d'agua de den-
tro par. fra, rompauum canal nu barra de 52*
S. at 25* SE., sondando-ae em 16 e 17 palmos
com mares regulares. Estando a barrs mansa,
podem antr.r navios de calido de 16 li pal-
mos.
O Sr. Dr. Luiz Bompani foi condecorado
por S. M. o rei de Italia, Vctor Emm.nuel, com
o habito d. ordem de S. Mauricio e S. Lzaro.
a "7 Fm, ?0Diead juiz municipal e de orphos
de Sennhaem o Sr. Dr. Colhj Cintra, natural
desta provincia.
REPARTigAO oa roLiciA.(Extracto da par-
e do dia 13 de agoste.)
Foram recolhidos casa de detencao no dia 13
do eorrente :
A" ordem do subdelegado da Boa Vista, Maria
psrd, de 14 .nnos, lavadeira, por descr-
A' ordem do da Magdalena, Jos Gomes Duar-
te ou Jos Fernandes Duarte, branco de 28 an-
nos, caixeiro, por furto de cav.lloa.
O chefe da segunda secgo,
/. G. de esquita.
Luiza
dem.
REVISTA DIARIA.
No dia II foi restaurada a aociedade acadmi-
ca lheneu Pernatnbucano, que depoi. de bellos dias, lioha cabido u'um. expecle de ne-
g.go do proprio ser.
A ideia deas, rest.or.go de urna aociedade,
qae tem um paastdo brillante, que neste acha
tradigoes para norma do seu presenta, nao pode
deixar de merecer o asseoso de todos aquellea
que tem uoa culto pela iatelligencia. E pois,
louvamos o alvitre que tomaram os nossos jo-
vens acadmicos ; e tendo neje de proceder-se
eleigao da respectiva diractoria, esperamos que
os sufragioa recaiam em pesaoaa que ligaem toda
a importancia ao desenvolvimtnto da mesma ao-
ciedade.
Passageiros do piquete vipor nacional
Ofapoek, vindo do. porto, do sul: Dr. Cato
duerreiro de Castro e 1 escr.vo, capito-tenen-
te Ignacio Accoili deVasroocellos, Jos Mara da
Concehjo J.nior. Trajaoo Augusto de Cirva-
Iho, Armioo A. P. de Souza, Joo Jos de C-r-
v.lho Filho, Ign.cio Jos Alves de Souz., Hi-
gino Raymondo Gomes. Francisco Crispina da
Silva, Uiogo Baptisla Fernandes, Benedicto Jo.
da Rosa e 1 filho menor. Joo Leite de Oliveira.
Joo Jos do Monte e 1 criado, Jaciotbo Jos
de Alcintar, Jos Pereira do* Sanios. Luiz de
Mondonga, Joo Cisemiro, Manoel Polic.rpe
Moreira de Aievedo, Jos Feliciano Machado
Silverio Ribeiro, Ricardo Pereira da Ro.. Lino*
Valerio Jos da Graga, Alexaodre Eduardo Fer-
reira Nobre. Pedro Luiz de Goea, Manoel da Sil-
j va Anlunaa, r. Abraho Bruno da Cmara, Jo-
' Pedro do Reg, Jos e Souza Guimares Jnior
ex-pr.ci. M.ooel Ramos Ferr., Co.me Fer-
r, da Silva, Luiz Jos da Franga, 2 escraros
de Maaoel Joaquim da Silva Leo. Joa Joaquim
de Mor.es. Ji. Piolo, Aotooio M.rquea Borra-
lho, Manoel de Souza Brasil, Antonio Jos Al-
ves, Crios Adolpbo Tenke.
Seguem para o norte : senador Joaquim
Vieira da Silva Souza, depulado Ambrosio Lei-
tao da Cunha, Manoel Rodriguea da Coala, Joa-
quim Jos Ferreira Guim.re*. Amonio Felicio
de Vasconcelios, capilo Joaquim Antonio da
Oliva., Joaquim Jeronymo Bravo, D. Isabel
M.ri. de Souz. Roherlron, Francisco Par.hib.no
dos Res, Jos Beuta de Barro, m.d.ma Wof-
fenden e 1 filho menor, Franciaco Joa da Silva
Carvaiho, Antonio Candido, D. Carolina Amelia
de Caslro, Marta Romualdo da Silva, 2 ei-pr.g.a
a 4 escravos a eitregar.
v
MELHOR EXMPLR.ENCONTRADO J MUTILADO! ILEGfVEL
manan TJLii T T -a "liT iii ^tmmmmStmmm w1* W^ mm,*fi*m*****mim^*f"


'
*y
.:-
DUWO II IKR1UMBUCO. QUarV FE1BA 14 DI AGOSTO II i!62,
Movimentoda tais
ie agoito.
d deteni^dv di 12
Eiistiasi. 376 ylou
Entraram. "* "'''
Sahitam.
Existan.
13
339
mnimo recelo proteitar contra essi boato e mi-1 2. q arrematante Jai principio s seravel calemnia, espalh;,<<& por caito por at>^m'>no praio de um mea, o concluir no do 4 me- i
e quet i *_',.*,, com aquella* tavaihei-ies, amboa contados de conformidade jtoa a dala
do respectivo contrito.
?
1
A saber i
Nactonaes . 258
Mulheres: . 9
Estrangeiros. 31
EscraToi. . LA
Escnvji. . 7
Total.
359
Alimentados a cuita dos cofres provin-
cia*. ............
149
Movimento da enfermara do da 13 do agoito.
Tiwam baixa :
Saiyro Clemenlino do Reg Medeiros, tlieuma-
ttSCBO.
Manoel Lnii LoureoQO, anemia.
Tiveram alia:
Jos Casiano de Farias.
Joi Jacques Barbosa.
Hatm'Oi :ro publico :
Mataram-se para o consumo desta cidada no
dia 13 do corrente83 rezo?.
Obituario do du 13 os mosto, NO cemitb-
rio pvblico :
Tertuliano, Pernambuco, 18 mezes, Ba-vista,
varilas.
Jns, Pernambuco. 18 arates, Recife, bcxigas.
Manoel Caraeiro Vieira Brasil, Peroambuto, 24
anno, solteiro, Santo Aolonio, bexigas.
Manoel, Pernambuco, 20 dias, escravo, Santo
Aiitonio, convuhes.
Loureoco, Pernambuco, 5 dias, Santo Antonio,
tose.
F* *0,,.qU*-- tllaVpteito estima a eoosideraco
.' ..oto desafio a esse mea gratuito inimlgo,
, esmiula a nao querer passar por infame ca-
lumniador.
Da mesma forma declaro que falsa a existen-
cia dessa carta qae se dii existir em poder do
Sr. delegado Caldas, i porqae com este senhor
posea correspondencia tanbo eotrelldo ejatinai-
meote porque a tal reapeito nanea dirig me a
pessoa alguma.
Provoco anda ao Sr. delegado Caldas para que
ae sirva de contrariar, eato rau asearlo*
Ao oalisar estas linhas peco ao Sr. Milet que
faga publicar quaesquer authogrtptio demioha
lavra que por ventura possa existir em seu poder,
| bem como que ante o publico baja de declarar se
falso oa verdadelro o que com relacao a st aa-
sim affirmo.
Oulroaim somente paratestabelecer a verdsde
dos tactos, e nao para justificar-me deasa infame
urdidura de algum inimigo mesquinbo e renco-
roso que alias soberanamente despreio que as-
sim procedo aguardando em meu posto qualquer
resposta para dar-lne o devido troco.
Recife, 11 de agosto de 1862.Gaspar d
nexes Vasconceilot de Drummend.
p es SP ff
o BE i 1 r-

-T> ft> BB Wl S'
ta 3 3 3 3
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3
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Masculino.

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Masculino.
I I I I I
Ft minino.
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I \ I a I
Masculino.
I I I I I
! I I 1
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Si
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.
-
M

oc O
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
EM 12 DE AGOSTO DE 1862.
O banco desconta na presente aemana a 10'/,
ao auno at o prazo de 4 mezes, e a 12 / al
ile 6 mezes, e toma dinheiro em coHtas correles
simples ecom juros pelo premio e prazo que se
convencionar.
Praca do ttecifel3 de
agosto de 1862.
rVs ^uatro horas da tnrde.
Cotaces da junta de corretores.
Cambio.
Sobre Londres90 d|v. 26 1|2 d. por 1{000.
i. da Cruz Macadopresidente
John Gallssecretario.
3a. O arrematante seguir todas ai procaaqes
quelha forsm dadas pelo etie'jQheiro qae inspec-
cionar a obra, e litar su>/eito ao qae dispoe a lei
provincial n. 286, a respailo da arrematlo.
4*. O pagameD'.b ser elTecluado em tres pres-
tares iguaes, correspondendo cada ama a terc.a
parta da obla total.
5a Nao ser em lempo algam attendida qual-
quer reclamado por parla do arrematante ten-
dente a inderr.nisacao qusesquer que sejam as
allegtfdes em que se baseer para esse fim.Con-
forme, A. P. da Annunciacio.
O Illm. Sr. inspector 4a theiouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidenta da provincia, msnda fazer publico, que
no da 4 de setembro prximo vindouro, peante
a junta da fazenda da meama theiouraria, se ha
de arrematar, a quem por menos fl'.er, a obra
dos reparos da estrada do Pao a'Alho desde o mar-
co de 5.000 brec/s at o marco 6,000, avahada
em 5.000.
A arrematsQao ser feita na forma da lei pro-
vincial o. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo declarados. -
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
tarn, comparcoam na sala das sesies da mes-
ma junta, no ais acimn mencionado, pelo meio
da. competentemente habilitadas1.
E para constar ie tcatdou publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco. li de agosto de 1862.O secretario,
A. t'. da AnnancUco.
Clausulas especiaes para s arremataco.
1*. Os reparos da estrada do Pao d'Alho entre
os marcos 5,000 e 6,000 bracas sero feitos de
conformidade com o respectivo ornamento, ap-
provado pela directora em conaelho, na impor-
tancia de 5:( Ol.
2\ O arrematante dar comeco as obraa no
prazo de um m- z e as concluir no de 4 mezes,
contados conforme o regulamento du obras pu-
blicas o determinr.
3*. O arrematante seguir as prescripeces qae
lhe forera dass pelo engenheiro que inspeccio-
nar a obra e licar sujeito ao que dispoe a lei
provincial d. 286, a respeito de arremataco.
4". O pagment ser eflVetuado em tres tres-
taroei iguaes, correspondendo cada urna a terca
parte da obra total.
5". Nao aera em lempo ilguoi attendida qua-
quer reclania^o por parte do arrematante, ter-
depte a indemnisaces, quaesquer que sejam is
allegaQes em que se basear para esse Um.Coi-
forme.A. P. da Annunciaco.
Feminino.
I A I S
_^ Masculino.
a-S
al I I I i-i I
^ Feminino.
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I 21
Masculino.
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Femiuiso.
>
C~.
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Vi
Aifandega,
Randimento do 'Ha 1 a 12. .
idar* da dia 18 ....
163 763885
36500J992
200:2644877
ggavst&exuo d allneles*'
Valames entrados tomtazeudas..
a > som gneros.. 293
6 garrafas de tinta preta para escript.
6 duiiaa de lapis de pao.
6 libres de araia psra escript'.
36 colleccoea de cartas jara principiantes.
36 laboadas.
12 grammalica portaguazaa por Monte Verde,
ultima edicao.
12 compendios de aihaetica por Avila.
12 pautas do Q. 5.
36 traslados.
6 pedras psra escripia.
18 lapis para as mesmas.
Para o arsenal de guerra.
2 pe;aa de fita de la para silbas.
Quem quizer vender taes objeclos aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manhaa do dia 18 do
correle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal da guerra, 8 da
agosto de 1862.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel torb secretario interino.
Sania casa da misericordia do
llecife.
A Illma. junta administrativa manda fazer pu-
blico que no dia 14 do crranle, pelas 4 horas da
tarda, na sala de suas sessoes, iro praca as
rendas das casas abaixo declaradas, pelo lempo
que decorrer do dia da arremataco a 30 de junno
da 1865.
Ruada Lapa n. 2 1809
Dita da Cacia.ua d. 5 144$
Dita do Burgos o. 19 16--3
Dita dito o. 21 1238
Dita da Seozala Velha n. 132 7003
Dita dita n. 134 700S
Dita da Guia n. 27 1623
Dita dita n. 29 16&3
Dita do Pilar n. 2 963
Dita do Sebo n. 3 160$
Dita da MoeJa n. 21 30
Dita do Azeite de Peixe d. 15 601
Os pretendenles devem comparecer acompa-
tem parle de seu carregamento prompto ; para p
resto qaa lhe falta, tratase com os ssus consig-
natarios Antonio Luix de Oliveira Azevedo & C,
no seu escripterio ra da Cruz n. 1.
nnmeaca1*"
COMPaINHU 3RAS1LE1RA
DE
rWITIS VfiPGS.
Espera-se dos portes do norte al o dia 16 do
correte o ruor Cruzeiro do Sul, commandante
o capitao dmar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costuras seguir para
os portos do sul.
Desde j recebem-se passageires, a engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de ir'
r ser embarcada no dia de sua chegada : din)-'*
ro a frete a encommendas al o dia da sahic?
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz
escriptorio de Antonio Laiz de Oliveira
do & C.
iM'18 "Zi___,_i,
iC"5'
gos es'
pre sica da um empregado de'
pi.. .(leito da melhor flscaliei
calzas de dace o de 24 que'
ama, chegados recentemeo'f6 >/e\o patacho '""
noveriano Atlantic, bar'"80 G. Kaprke :
Segund-*-?,3iral8
do correte, s 11 b^r!Vda manhaa ei* ponto,
no lugar por baixo a*|arcada da referda altan-
M VIDAS.
Sabbadu 16 do corrente.
0 agente Pinto far leilo pela terceira e ult-
a vez de tres lettras a vencerem-ie da impor-
tancia de 9:5SSg, pertencentes ao inventario do
fallecido Pooclano Lourenco da Silva, a reqneri-
mento de Custodio Antonio Soares, como inven-
tariante e por despacho do Dr. juiz municipal da
segunda vara, em seu escriptorio ra da Cadeia
n. 9, as 11 horas em ponto.
k>eirac Velras sabidos
c
com fazeedas..
com gneros..
== 293
83
112
== 195
Na totaliiade dos doentes existen) 132, sendo 4
homens e 14 mulheres alienados.
Forara visitadas as enfermaras esles 4 dits :
Ss 7 1(2,7 3(4 horas da manhas pelo Dr. Vil
las-Boas, no impedimento do Dr. Durnellas; e ^elo*~&"FiTo
s 7, 7 1|4, pelo cirurgiu Pinto Guimaraes.
O Dr. Pereira do Cirrao visitou as enferma-
ras s 5 i|2, e 6 horas da larde de grsca e sem
faltar um dia durante m mez. lloje 13, o Dr.
fcioacoso querenlo fazer aos pobres o mesmo fa-
vor, vei principiar as visitas da larde.
PIARQ QE PERWa%WeUCO
Temos i vista jornaes do Rio, Bahia e Alag.,
dos quaes foi portador o vapor Oyapock, cujas
dalas alcanzara : do primeiro 7, da segunda
11 e da ullima 12 do corrente.
Sob a rubrica Interior encoulraro por exten-
so as noticias maia importantes, alera des quaes
s encontramos o -jue segu.
Paran. Grande quantidade de gelo cahio so-i s
bre a cidade de Coriiiba, provocando fro ter-
rivel.
vnWpfo'Vreencnidiebto oe urna'Vaga ae'seba-
dor.com osnomes dos Srs :
Coniunheiro Paranhos.
Coose.heiro Pedrcira.
Cooselheiro T. ttoni.
No cia 2 do correute inalallou-se a assem-
tila provincial, cum 23 membros proseles.
Rio de Janeiro, l'uram oomeados : comman-
dante da crvela Bahianna, o capitao de mar e
guerra Jos Mara Rodrigues ; secretario da es-
taco naval da Bihia.o primeiro lenle Fortu-
nato Fosler Vidal; cnsul gersl da Inglaterra em
Pernambuco, Parabios, lito Grande e Cesr, o
Sr. George Samuel Lemou.
O Exm. Sr. ministro da fazenda m^ndou en-
tregar ao Rvm. frei Caetano do Messiua, (er*l
tos capuchinhos do Brasil, a quantia de 6:0U0j
rs., para auxilio das obras que est fazendo na
igreja de S. Sebisiio do Castello.
O eambio regulou, dentro da quinzeoa, da
forma seguicte :
Cambio.Sobre Londres26. 26 1(4 e 26 i(8.
Taris362 364, e 367 rs o fr.
o Havre, 365 rs.
Bordeux 362 rs. por fr.
llamturgii685 a 6b8 rs. por m. b.
o Porto, vina, 112 0;0-
Em freles apenas se fez o eguinte : para o
Caaal, ordens, 40|; para Marselha,50 frs. ; e
para o Mediterrneo, 42(0.
As apoces de C 0i0 foram vendidas de 92
1|2 93 0(0 de premio.
As bccO'S do Banco do Brasil de 55 57$
de premio.
Sania. No dia 3 do corrente leva lugar, no
palacio da presidencia, a deitribuigo dos pre-
mios concedidos pelo jury da exposigo nacio-
nal, pronunciando, os Eiras, presileote da pro-
vincia e da commisso directora da exposico
provincial, discursos anlogos festa.
Fallecer 6 o commendador Jos de Lima
Nobre, ajudanle do inspector da alfandi'g*.
Procedando-se, na Faculdade de meiliclos,
votQo dos concurrentes ao exame para pre-
enchimenlo da cadeira de anatoma, foi appro
vado o Dr. Gordilho por li votos, obtendo o Dr.
Domiogos Carlos apenas 4 votos e o Dr. Mar-
tina 2. .
Alagoas. O que encontramos no Diario do
Commercio o aeguinte acerca do assissinato
d'um toldado do 8" batalho de infamara, por
um seu companheiro :
Originando ae urna rita entre Jos Rufino
de Barros e o assassino Fauslioo Jos Antonio,
provonier.le de ciumes e polmicas de jogo tra
varam urna coulents, .-( qual resullou qu* o
brbaro Faustino descarregasso sobre seu infe-
liz companheiro, cinco bayoneta 1as sobre a par-
te superior do peilo esqaerdo qae o zera pou-
co momelos depois perecer.
a O motivo dest-> aisastioato leve principio
como disiemos do jogo, ambos no dia aeguinte
estavam de guarda em pslacio, e ihi jogavam
oar delraz do meimo ; e priocipiou a rixa por
ama parada de 160 1 I...
< O facto se deu na porta do quartel, onde o
assaatino foi preso em flagrante.
infeliz Jos Rufino, os Srs. Drs. Black e Car-
taina!.
Diz o proprio essassino de quem ouvimdt a
consso de seu crirae que o levara a commtt-
ter semelhante attentado foi ellehaver aido b.-s-
tauta instlalo por teu companheiro cora pala-
bras injuriosa.
Descarrefiam no dia 14 de agosto.
Brgue portuguez Bella Figuereose merca-
dorias.
Barca americanaUoiofarioha e bolachinha.
Importacao.
Brgue portugueire Bella Figueirenst, viodo
de Lisboa consignado a Francisco Severiano Ra-
maaifeslou o seguinte.
13 pipas 4 meias e 25 barr* vicho, 70 dilos
azeite duce, 12 saccas feijo, 50 barris toucinho,
2 ditos banha de porco, 4 ditos cera e 420 pedras
de l^ges : ao mesmos.
50 barris Toho : a Krabbe Thom & C-
30 saceos cera em grume : a Fortunado C. de
Gouva.
8 pipts e 21 barris vinho a Amonm Ir-
maos.
120 caixts vellas de cera 7 barricas cera em
grume, e 1 jumento; alhomaz de Aquino Fon-
ceca.
50 barris toucinho, 20 ditos cevada ; a J. M.
da Rosa.
1 caixo panno de linho ; a Marcelino & C.
25 barris azeite doce ; a Marques & Silva.
1 caixa chinellas de orsllo ; a Satyro S. da
Iva.
21 pipas 4 meias e 135 barris vinho. 1 caixa
livros, 5 pipas vinagre ; a Manuel Joaquim Ra-
50 saceos semea ; a H. Gibson.
38 barris szeile, 1 embrulho dinheiro ; a lia-
noel Ignacio de Oliveira & Filho.
3 caizas chinellas de orello ; a J. F. dos San-
tos Porto.
6 diias azeite ; a Jos Antonio da Silnva J-
nior.
50 barris toucinho, 25 ditos cal; a Palmeira &
Bellro.
1 caixa avenca ; a B. F. de Souza.
1 dita pinceia, 1 fardo mocella ; a Caors &
Bubosa.
10 barricas cevada, 100 saceos semea ; a A. A.
Souza Aguiar.
2 ditas 7 caixas drogas, 1 dila resina de pinho,
e 1 fardo macella ; a Ignacio Jos do Coulo.
9 caixas drogas, 1 fardo macella, 3 barricas
resina de pinho, 2 caixas brochas; a Joo da
Silva Faiia. .
1 dita diversos artigos ; a ). Maooel V. Sei-
xas.
1 dita flores arliciaes ; a Prenle Vianna
&C.
595 ditas ceblas, 20 barris vinho, 10pipas
vinagre, 25 caixas htalas, 15 barricas alpista,
1 caixa velas stearinas, 20 barris azeite.100 tre-
lo, 100 bairis cal, e 2 caixas palitos ; ao capitao
do mesmo. T ,
5 pipas e 25 barris vinagre ; a Antonio Jos
Arantes. _
4 ditas e 2 ditos vinho ; a Cunha lrmao & L-.
1 caixa peixs em conserva, 10 barricas alpista,
2 pipas vinho ; a Duarle & C.
50 barris cal; a F. Jos Gomes.
50 ditos dita ; a ordem.
2 barricas, 2 caixas e 1 fardo ratalhos de pel-
Directoria geral da istruc^o
publica.
Faco saber a quem convierque o Illm. Sr. >r.
director geral, de conformidade com as initric-
coes de 11 de junho de 1859, tem designado o ia
18 do corrente, pelas 10 horas da macha, p.ra
ter lugar o concurso s cadeiras de instruejo
elementar do Io grao do sexo femenino j m-
nuociadas. Sao, pois, convidadas as senhirss
que rara eato fim se acham escripias, compire-
cerem nesta repartilo, no mencionado da e
hora.
Secretaria da instrueco publica de Pernambi-
co 13 de agosto de 1862.
O secretario,
Salvador Henrique de Alluquerque.
Correio.
Pela admioistraco do correio desta cidade se
fz publico, que as malas que tem de conduzir o
vapor Oyapock com deilioo aos portos donar-
te, fechara se boje (14) as 2 horas da tarde. Os
seguros at 1 hora, e 01 jornaes at ao meio dia.
TerQa-feira 19 do corrente, linde a audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipal da primeira vara,
ser arrematado por venda um escravo de idade
de 60 annos, pouco mais ou menos, avaliado por
80JJ, por execuc.o de Antonio Moreira de Meb-
donca contra Joaquim Demetrio de Almeida Ca-
valcanli.
Joo Pedro de Jess da Matts, lancador o
consulado provincial, avisa aos senhores propr^B-
tarios e mais donos de eslabelecimentos que di
de o 1. de julho do crrante anno se acha ene
regado do tnc.ameuto da decima arbana e do9
m\%ltvwtiv,fa.' :"Jw i'earoil
O Uugador da recebedoria de rendas Int
as geraes, de conformidade com o art. 37 e s
S do decreto de 17 de marco de 1860, ten :
oe fazer a collecta no bairro de Santo Aul
dos impostos a que eslo sujeilas as lojas e c
comerciaes, o outras de diversas classes e de
minacoes ; avisa por tanto aos donos dos respec-
tivos eitabelec'menlos para que lenham presente
no acto da colleita os recibos e papis de arrefj-
damento de suas casas, visto que elles tero do
servir de base ao processo do lai.rau.ento, o qual
lera principio no dia 11 deste mez ais ruasae-
guintes : ra do Imptrador, pra;s de Pedro II,
Caes 22 de Novembro, dito de S. Francisco, tra-
vessa do Ouvidor, ra do Queimado, travessada
dita, pra;a da lodependencia, ra do Cibug e
jua Nova.
Recebedoria de Pernambuco 9 de agosto de
1862.Jos Theodoro de Senos.
nhados de seus fiadores, ou manidos de cartas
destes.
Secretaria da santa casa de misericordi:
Reclfe 8 de agosto de 1862.
F. A. Cavalcanti Coueseiro.
Escriro.
Santa casa de miseric
dia do Rec e
De oidera da Illma. junta adminis/8'.1'8 d*
sania caa da misericordia do Recife,/*nvl'10 pe"
lo presenta aos senhores irmaos d^esms s,na
casa" para assistirem a festa daO**6*" P'"
droeira no dia 15do correnle, jel 10 horai do
manhaa, na igreja da N. S. do jfaraizo.
Secretara da santa casa de m'sericordla do Re-
cita 12 de agosto de 1862.-0 .'scrivo,
F. A. Cavolenti Cousseiro.
(C1HM SaUuM
DO
COIPASHIA PFAMBBCAIU
fe
Kavegac^osteiraavapoF
O vapor Pe/^un8a. commandante Moura,
sahir para r 20 de agosl/T **s ^ horas da tarde.
Rocebe>rf!.a at o dia 19 ao meio dia. En-
commen*5- pasgeiros e dinheiro a frete at
o dia Tsahida s 2 horas : escriptorio no Forte
do Ht0' L__________________________,
Banco do Brasil.
A caixa filial desconta na presente semana
a 11 0(0 ao sano, sendo as letras de um praso at
qualro mezes, e sacca sobre o banco do Brasil ao
par.O secretario, Francisco Joo do Barros.
Parante a cmara municipal desta cidade
estarao ara praca nos dias 13, 16 e 18 do cor-
renle, para serem arrematados os concertos a fa-
zer na ponte denominada do Maduro na travessa
de Sanio Amaro a Belern, oreadas em 132$ ;
aquelles qaa- pretenderem arrematar podero
comparecer no, diaa Indicados no paco da mf'
ma cmara, Presentando para esse Qm car*- ae
flanea.
Paco da cara municipal do Ref,'-'3 em se?"
sao de 11 d-agoatode 1861Lr" francisco de
Barros Refe presidente.-Fr-111"0 CDul da
Boa-viagem,=.cretario. ...
CoBlho .M'iiiniislraln0.
O conselho't'nislralivo Para fornecimento
do arsenal de arra lem de comprar os objeclos
seguinte?
iv.a 9 p-idio de Fernando de Noronha.
ra o serviQo da igreja.
5 medidas azeita doce.
3 arrobas d-era em vellas de meia libra.
6 caixas d.rmi-ariuas para a lampada.
GOMPANHIA
DO
I
is oiii'HinLu u giiuui/irifuu.
COSPAKBIi PIRNABICIIU
1
Navega^o costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, M-
cau do Assu', Aracaty, Ceara'.
O vapor Iguarass, commandante Vianna,
sahir para os portos do norte at o Cear no
dia 26 do corrente s 5 horas da tarde.
Recebe carga al o da 25 so meio dia ; en-
commendas, tassageiros e iniwiro a frete at o
dia da sabida das 2 horas : escritorio no Foi
do Maltos n. 1.
avisos tiivertos.
3950C&ChO Z\J\JO9CAflU\Ci%
ptvn&mUucMXH
Tendo sido nomeado o preaidenle ffTectivo
esta associaco por portara do Exm. presiden-
te da provincia, convido aos Srs. socios effecti-
vos a se reunirem em aesso ordinaria da as-
aembla geral, domingo 17 do corrente, s 10
horaa do dia, aura de cumprir-se o dsposta no
% 3* do art. 18 dos nostoa estatutos.
Secretaria da Asiociaco Typogrsphica Per-
nambucana 14 de agosto de l>62.
Juvencio Cesar,
! secretario.
prat'
de seguir com rauita trevidade o veleiro a
^^L coohecido patacho nacional aCapaso, ca-
pitao Theoloiiio Jos da Silva Rosa, lem parte
de sea carregamento pror/.pto : para o resto qae
lhe falta, Irata-se cora os aeus eonsignatarios An-
tonio Luis de Oiiveira Azevedo & C. no seu es-
criptorio, ra da Croz n. 1.
muita brevidade
-- ,i?^3_''i-!-;'5'V A
para o
T
da
Sao convidados os Ss- accionistas da
qompanhia a reunirem se fH.assembla
geral extraordinaria no dia 16 do cor-
rente ao meio da afim de se tratar do
encanamento das aguas para a fregu
zia dos Afogados, segundo propue o
Exm. Sr. presidente da provincia, pre-
venindo-se porem aos accionistas que de-
vem comparecerem para que seja con-
venientemente discutido ueste ponto os
interesses e direitos da companhia.
Escriptorio da Companhia*do Bebe-
ribell de agosto de 1862.
O secretario,
Justino Pereira de Farias.
ianta Casa da Misericor-
dia do Recife.
Alllmi. junta adminislrativa da santa casa de
misericordia do Recita manda fazer publico que
00 dia 7 do corrente, pelas 4 horas da tarde, na
Consolado provincial. "la *e 8U" "oea. vo de novo prapa as ren-
,simntn in 'i 1 a 12 14:3368612 das das casis pertentantes ao patrimonio dos or-
Mafm d. dia 1? '. '. 706S523' P^o aaixo declarados, pelo lempo que decor-
Idea do da 13......_____rer do dia da arremalaco at 3d de junho da
15 0435135 1865, a saber:
Ra da Madre de Dos n. 4 por anno 6019
Dita da Lapa n. 2 por anno 1809
Dita da Cacimba n. 5 por anno 144$
Dila do Burgos o. 19 por anno 1689
Mea e de drogas, 1 caixa funiz de vidro ; a P.
Maures&C.
1 caixa brochas. 1 dita aRua-rax e 1 dila dro-
g>s ; a Joaquim M. C. Correa.
1 caixa retalho de pellica ; a Lima & C.
1 dita balanca ; a Cosme Jos dos Santos Cal=
lado.
1 dita 1 fogo de forro ; a tlanoel Jo-Mo-
reira.
4 caixas bolacha, 15 barricas cera em grume ;
a Thoraax de Aquino Fonceca Jnior.
1 caixa balanca ; a Mauoel Gon^alves
Silva.
2 vteeis, e 1 gaiolls, pombos e gallinhas ; a
Pergenlino A. Fonceca.
1 pacoto sapatos de tranca, e 3 gaiollas pas-
saros e rollas ; a J. F. L.
Oeceb^doe la de rendes Intensas
{traes de Pertanihaeo.
Recdimento do dia 1 a 12. t:622#27i
dem 4 13:0788970
2 resana de Ci'apel almaiso pautado.
1 resrovimento slmasso.
Para p4 dJ) dos armazens do almoxarifado
ourB arsenal de guerra.
500 vatSv as de palha.
300 ditas de junco.
10 arrobas de cobre vc'.ho.
10 milheiros de pregos de guarnico grandes.
5 milheiros de ditos dito pequeos.
5 arrobas de chumbo em barra.
2 arrobas de eilaohoem verguinha.
Psra o hospital militar.
32 libras de altea nova.
8 libras de iraedone.
4 libras de acetato de chumbo neutro;
1 ooca de arieoiato da ferro.
12 arrobas de assucar refinado em bsrricas to
i arrobas.
6 caadas de agurdenle.
5 casadas de azeite doce.
4 libras de balsamo tranquillo.
1 balanca decimal pequea sendo de primeira
qualidade.
1 balanca de columna de lato sendo graoitaria
de primeira qaalidade.
8 libras de camphora em lata de fclha.
6 ditas de carbonato de magoeus.
2 ditas de rhloroformio.
8 libras de csniheridss de primeira qualidade.
2 ditas de elher suipburico.
16 ditas de folhas de caroba.
4 ditas de limalha de ferro pulverisada.
1 machina grande para limonada gasoza de
primeira qualidade.
2 libras de resios de jalapa.
6 caadas de vinho bronco de primeira qua-
lidade.
24 vidros de bocea larga de 4 libras, sendo de
primeira quslidtde.
24 vidros de bocea larga de 2 libras, senio de
primeira qualidade.
2 arrobas de moitarda de primeira qualidade.
Quem quizer contratar taes genaios aprsente
as suas propostas em carta fechada na secietaria
do conselho as 10 horas da manhaa do dia 22 do
correnle mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
psra fornecimento do arsenal de guerra, 13 de
agosto de 1862.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interino.
Pretende seguir com
I Bsmvmn a.ifiumiini', ith rj?U- de seu carregs-
mento prompto ; para o resto que Ih fallo, tra-
Quarta feira 20 do crtenle mez se
extrabira' iiopretcrivclmente a sexta
parte da primeira lotera beneficio
dos religiosos franciscanos de Olinda, no
consistorio da igreja de N.S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilbctes e meios
bilbetes acbam-se venda na respec-
tiva thesotirar a ra do Crespn. 15,
e nf* casas commissionadas praca d
Lidependercia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimente!, ra
Direita n. 3 botica do Sr. Cbagas, e
na ra da Cadeia do Recife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000# ate as de 10# se-
rap pagas urna hora depois da extrac-
cao, e as outras, porem, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
Servindode thesourero,
__________Jos Rodrigues de Souza.
No terceiro andar to aobrado d. 52 da ra
da Cadeia do Recife, precisa-se alugar um escra-
vo ou escrava que cosinhe.
GRAiNDE
a vapor
DE
lavada e engommada
de Ramos & C.
rodera mandar buacara ronpa lavada os donoa
dos ns. seguiitea :
ea -r
Roupa
ta-se com os seusconsignaUrios Antonio Laiz da
Oliveira Azevedo, no seu escritorio ra da Cruz
numero 1.
-"U>
Quinta-feira 14 do correute.
Rothe & Bidoulae farao leao por conta e ris-
co de quem pertencer e por intervencaodo 'gen-
te Piulo de cerca do 250 quintaes de ferro in-
glez, as 11 horas do da aciraa mencionado em
leu armazem ru' do Trapicha n. 18.
A 1G do crrente.
O agiote Oliveira far leitao por ordem do
Illm. Sr. cnsul de Franca nesta cidade, em pre-
aenca desle senhor ou de ara de seus delegado,
do espolio do Uado Jules Imatr, subdito frah
eez, consisliodo em urna mobilia de Jacaranda
cooteodo sof, censlos, mesa de meio de sala e
cadeiras, de ama comraoda, camas de ferro, qua-
dros, rede e oulros objectos;
Sabbado 1G
do corrente, aomeia dia em ponto, no primeiro
andar da cas n. 5 da rui da Cruz do Recife. /
s ns. segutntes ; 20, 175. 57. 87, 119, 51, 89,
Tf. rs.- t>,..i; u;- iortvJ/?Xr,lBt, XZ, VJ,
1"3. 215. 131.151. 10. H5. 77.________________
Antonio Luis da Barros Tinoco subulio por-
lueuez r lira-Se para o Para.
Jos Paulo da Footeca leatamenteiro oalivo
do fallecido Jl noel Joaquim Dias de Caslro, peda
aos credores do mesmo de apreseotar seus ttu-
los para serem examinados e ronlemplsd03 no
inventario i que est procedendo.
Alugam-se dona grandes armazens ns ra
da Concordia procriot para qualquer estabeleci-
merito em ponto grande : a tratar com o Sr. Mi-
guel Jof Alves. na raa da Oui do Retife.
Forneiro.
Creci-a-S'! i um forneiro na padaria aM;ma
m Santo Amaro.____________________________
Pugio da villa da scada a negra crioa'
idade 26 a 28 annos, corpo e altura regular, "
fula, tem no rosto urna marca de urna retad
qua leve iicanloo lugar mais p-eto do qu'
meama cor, lem a marca de urna ferlda rjaa
perna, tem mais urna cicatriz as costa,yf/sbran-
quicada, oa olhos un pouco amortecido^ a car^
um pouco descarnada : pede-sa as jutori ladea
policiaes e capilas de campo a ca^tBM j dj.
escrava levando na villa da Esca', jos ^nto,
nio de Moura. ou no llecife ri>, 00 Encantamen-
to o. 13, que ser geuerosar- eDl(J recompeocado
______217 J00
O Sr. Joaquim Fe*" 'uraoi nao i.ode fuer
qualquer transare c,al/ua taberna da ruada
HrV!"S;4U' f|heqde/ 8baixo 8Slig"Jo nao
receba 21/5 V* "y para guardar em 28 do
maio prximo '..je para que nao haja ig-
"hIra
uorancia.
lo Francisco da Cos
^.
DO
acuites.
Publicacoes pedido
O Illm. Sr. inspector da theiouraria provin-
cial, em cumpriraeoto da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, mande fazer publico, que I KJJ" "i?.^
no dia 4 de letembro prximo vindouro, perante- D p1 -j
a junla da fazenda da meima theiouraria, ha j | b 3 anD0
de arrematar a quem por meno.zer .obra g," do Ro9.rio da Boa-Vista n. 60,por anno 144
dos reparos da estrada do Pao o Albo do marco1
Dita dita n. 21 por anno
Dila da Senzala Velha 11. 131
Dita dita n. 134 por anno
Dita da Guia n. ti por anno
n. 29 por ar.no
por anno
125JJ
700
7003)
162
168
96g
160
>
Ao publico.
ilavendo-se espaibado ns cidade do Rio Por-
ojoso, que as corretpondancias publicadas nos
jornaes desta cidade e no Independente de Ta-
ziaodar contra algumas pessoas da familia do
tinado mejor Francisco da Rocha Waoderley, sao
por mim elaboradas, screscenlando-se at que
diversos aulbographo, eictiptoi de meu proprio
punho existen em poder do proptietarlo da ly-
pograpiia do mesmo Independente deTamandar;
m umap^lavra que o Sr. lente Joaquim Her-
caiaoo Pereira Caldas alegado do Rio Formoao,
tem propalado possair un.-a caria minhaem que
eo cendrados cu nvectiva'dos aquellas pessoas,
ffhp tpm a ppnsci.Dcia mu lrn,ll Mimo
7.000 bic 5:250.
A arrematf fio ser feiti oa forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de raaia de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
co, comparecam na sala das sesies da mesis
junta, no da cima mencionado, pelo meio dia,
competentemente habilitadas.
E para constarse mandou publicar pelo Diario,
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 11 de agosta de 1862.O steretario, .
F. da Annunciaco.
Glauulas especisea para a arremat cae.
Ia Os reparos neceasarios na estrada do Po
d'Alho, entre os marcos 7,000 bracas a 10.000 se- i
rao feitos de conformidade com o respectivo or-:
fimento, approvade pela directora aqr conselho,i
na importancia da 5;l'.
Dita ia Cruz o. 14 por aaao 500
Ditada Hoeda n. 21 por anno 300
Os pretendentss devem comparecer acompa-
nhados d seas ttsdores, oa munidos da cartsa
deites.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife 1.' de agosto de 1S62.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Escrivo.
CoQsellie administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de compraros objectos
seguales:
Para a escola do 2* batalho de infanlaria de
linha.
6 resmas de papel almaco.
6 caixas de pennai de ac.
S00 pennas d'ave,
3 caivetes.
Caes de Apollo.
Grande e extraordinario baile
Quinta-feira. 14 do corrente.
EM BENEFICIO DE
Florinda Benedicta da
Encarnaeo.
Achando-me gravemente enferma, e na diffl-
citncia de meios para tratar-me regularmente.
recorr ao Sr. administrador destes sales, o qual
cedea gratuitamente a casa.prompta do necessario
para o complato esplendor do baile, pelo que me
coofesso moito reconhecida. Rogo, entretanto, a
lodos os cavalheiros e damas, dotados de um co-
rsso generoso e humano, se digoem de concor-
rer aquelles para que elle seja de algara proveita
beneficiada.
Comedir s horas do costume.
Queijos flamegos
A 18 do corrente
Em virtude da carta precatorla dirigida pelo
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio ao Illm.
Sr. inspector da slfaodega desta cliade e passa-
da a requeraento de Prenla Vianna & C co-
mo procaradores de A. G. de Freitis & C, de
llamburgo, o agente Oliveira far leilo por au-
torisaco do mesmo Illra. Sr. inst-ector e em
0 Um da fovo.
Sahio luz puj
cado sob a dire^
drigues, a
segundo
o LIVRO DO POVO, pub-
do Sr. Dr. A. Mrq*es Ito-
cout vi.la de N. S. Jess Christ,
a oaogao dos quatro evangeliza*.
mais os aenilJa rtigos : o vigario, o profeasor
priiuano, OM hornera Ricardo, amoral prati-
a.Stmao deantua, maxim;.s e pensamento*
a hygiene, oieveres doa meuinos, e o Brasil.
A pubiicao do LIVRO DO POVO nao s Lm
por m uftrmisar a leitura as escolas piima-
rias, ondeada menino aprenda por um livro
dirTerente/portanto facilitar o trabalbo do ms-
tre a do pala, como tarnbem vulgarsar, por
am preejaratissimo, a historia do salvador do
mundo, Vendr o Livro do Povo, no Recife, na
S2" r prBQ" d* Independencia ns. 6 8, a
500 rki9w.iiit em brochara, a a 800 rs. csr-
'tonadf
m,-
-=<,
ffiSDIrlES
Prcmeado na esposado Rio de Janeiro
co:
.ViiOS KStHEOS.
fMi m
sabia
medalhae prata
previne ao respeitavel publico e seus jezes em particular, que mudou o seu
estabeleeimento de
BIT!
m
Ra dos Quartej
Elle a prove ta essa occasiao para rt-ev
i coes na sua casa que venham busca-
eom multa brevidede pretende seguir o bem co-1 resente mez, passado esse tema sevendidos para se cobrar do importe dot
nbecido o veleiro brigae escuna Joven Arthur, jr r T
i capitao Joaquim Antonio GonjalTea dos Santos, jCC-ncenos.
a a ra Nova n. 34.
as pessoas que tem concertos e amola-
o competente dinheiro at o fim do
>m
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
\
ILEGVEL


DI1R10 DE ERIUMBUCO ~ QUINTA IEUU i4 DI iGOSW DK 1IS1
ilospilal Portuguez de '
Beneficencia.
O Hospital Portugus de Benefic. ncie, estabe-
ltcido do litio do Cajeeiro, precisa de m (eitor:
qiem le achar para isio habilitado, dirija-te
casa do respectivo provedor, ou ao meirro esta-
beleci monto. Itecifo 9 de agoito de 1882.
Gabinete Portuguez de
Leilura.
A directoris previne a lodos ot aenhoiea asso-
sisdos, que desde o da 11 do crtente ero diante
rica suspenso t posterior aviio, o expediente do
Gabinete, em couaequetla doi trabalhos de de-
coracao a que nelle te Tai proceder, para solem-
nisar condignamente o anniversario da installa-
cao do meiffio Gabinete, o que tera lugar no da
15 do correte mez.
Sala das sessoss do Gibioete Portuguez de Lel-
tura aos 9 de agosto de 1862.
Bernardino Gomes de Carvalho,
Director.
Joaquim Gerardo de Bojos,
1.* secretario.
4ma.
Proelaa-se de urna ama para o servico interno
e que ssiba indar com criancas e seja catinhosa ;
para tratar na ra do Pilar n. 143, primeiro
andar.____________________________________
Precisa-se de m rapaz para criado de ctaa
de pouca familia : na ra Nova n 7.__________
4 quem interessar
Eduardo Pirmino da Silva, florista em papel e
panno, premiado com a medalha da eiposicao
nacional, e admeltido o seu trabalbo a Ogurar na
exposicio universal em Londres, te ni a honra de
annanciar ao respeitarel publico que ce encarre-
ga de qualquer eocomminda de flores para se-
nhora, bem como se offerece a dar ligos da mes-
ma arto a aquellas seoheras que do seu prestimo
se quizerem utilisar, mediante a paga qae se con-
vecetonar: e tratar ns casi de sua residencia,
rus Formosi n. 29, da 7 s 9 horas da manhaa,
e das 3 s 6 da tarde.
Attenco.

llontera a noite perdeu-se urna medalha de
ouro cahiado do pescoc.0 do urna menina, desde
a ra daCadeia at a Lingueta : roga-se a quem
achar de entregar na ra da Lingoeta n. 4, que
ser recompensado geaeroiameote.
Preeisa-se alugar urna escrava que saiba co-
ziahar, paga-se 30$ mensaes agradando : na ra
da Aurora n. 80, 2* andar.
Aluga-se urna excellente casa de campo,
com bastantes coramodos para familia, multo bom
baoho, vista magnifica, muito fresca, e tem si-
gilos arvoredos ; qsem a pretender, dirija-se a
rua da Concedi n. 26, ou na ra Nova n. 26,
primeiro andar.
Arrematado.
Attenco
Preclsa-se muito fallar com o Sr. Hsnoel Je-
ronymo Uchoa Cavalcanli, spontador que foi da
via frrea do dislricto de Frexeiras a Bello-
monte : na ra da Cruz do Recife n. 34, taberna.
Aurelianode l'inho Borges, pro-
fessor jubilado de mtruccao primaria, IZg^SSEX*
propoe-se a leccionar em casas particu* "
lares a grammatica e analyse grammati-
cale lgica e arithmetica : quem preci
sar dirija-se a ra da Imperatriz nu-
mero 51, primeiro andar.
18 cideiras defiis por
2 ditas de braco por
2 ditas de balaceo por
1 sof por
2 consoloa por
1 mesa de meio desala por
t marquen de imarello por
58C00
10*000
8*000
15|000
16,000
10J000
BNIA1
Na roa estreita do Hosario
dar, precisa-ie deuma am.
n. 18, ssgundo ao-
0" deseja fallar ft pessos qu cou eo-
earregada doa negocios do desembsrgador Alvaro
n 1 Cavalcanli, pode entender se com
0 I*., ,T.aro Uchoa Cavalcanli, ou com o capito
^S i Jos Anta
Precisa-se alugar urna ama para urna casa
de pouca familia : a tratar na ra da Cruz n. 21,
primeiro andar, sobrado amarillo defronte do
chafan*.
Manoel Jos Correia faz
sciente que Aulonio Franciico da Silva Coelho
deixou de ser seu caixeiro
correrte mez de agosto.
desde o dia 10 do
Ao commercio.
Offerece-se para caixetro do qualquer casa
commercial, um rapaz chegado ba pouco de to-
ra, dando coDhecimeoto de sua boa conducta,
at ob.iga-se dar alguns mezes gratis : quem
pretender anouncie por este Diarlo.
- Offerece-se urna ama de leite : na ra das
Trincheiras n. 36.
O baixj assignado previno ao publico e a
quem pretender comprar ao Sr. Jos da Costa
Martius, o sitio denominado Poco Pando em Ipo-
juca, que o mesmo sitio peitenr.o ao abcixo as-
signado e seas manos, por heraaca de seus pas.
O niesno abaixo aisignado sabe que o memo Sr.
Jos da Costa Marlins procura vender o referido
sitio, e como elle nao seohor e sim morador,
e isto contra a vontadede seus donos, por se ter
apessado, o abaixo asiignedo vai psnnta os tri-
banaes procurar o seu direito : declara em lem-
po para melhor clareza, que o sitio conhecido
por Poco Fundo, na villa de N. S. do O' da fre-
Kuezia de Ipojuca, e faz extrema com o engenho
Salgado e ilha doQuaresma. Recife 24 de julho
de 1862.Bernardo da Silva Franca.
Sebo do Cear.
Proprio para fabrica de velas ou de sabo :
venia se em barricas a prego commodo ; na ra
do Vigario n. 9. primeiro andar.
2 meis para janlar por
1 lavatorio pintado por
3 toroeiras cu cabides por
2 caixas de pinho por
2 tapetes por
1 caixa para servidor por
I pinno de me si por
II copoa para champanba por
7 chicaras azues e 12 pires por
1 tigella por
1 mantegueira por
12 chicaras e 12 piros por
1 globo por
1 escravo de nacao de nome Manoel, com
50 anuos para cima por 80g000
Cujos objectos sao Dertencentes ao casal do Q
nado Milito Bofges Uchoa, ter lugar a arremi-
taco no dia 14 do correle perante o Illm. Sr.
Dr. juiz de orphos da cidada de Olioda.
5C00 I
18000
3*000
500
500
13910
320
500
500
2J.OO0
640
80
400
2J000
25000
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n.
22, na ra estreita do Rossrio : a entender-se na
mesma ra tasa n. 23, segundo anda.-.
Aluga-se o primeiro e segundo andares do
sobrado no becco das Bolas n. 10, com commo-
doa sufficienle para familia : a tratar na ra da
Impiralriz legando andar do sobrado d. 53.
Ml
Prcisa-ie de urna pessoa que cozinha bem,
e com liospeza, aendo escrava melhor : na res
do Queimado, loja n. 46:
OrFerece-se urna pessoa para cobrar divi-
das, tanto no interior da provincia como para fu-
ra da mesma : as pessoasque precisar dirija-se a
praga da Independencia n. 6 e 8, em carta fecha-
da com as Iniciaes A. S. F. J.
O abaixo assiguado, gerente e nico liqui-
datarie da firma Rodrigues & Ribeiro, decidida-
mente autOtisado pelo meretissimo tribunal do
commercio, convida lodos os seubores que se
a i. han devendo mesma firma a que venham
quinto antes realisar seus dbitos, pois contra os
que forem remusos ter o aonunciaote de proce-
der judicialmente. Recife 1.* de agosto do 1862.
Manoel Joaquim Rodrigues de Souza.
Companma Fleliaaae de se-
guros martimos e terres-
tre sv estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo & C. compe-
tentemente autorisados pela directora da compe-
lala de seguros Fidelidad*, tomim segaros de na-
vios, mircadorias a predios, no seu eacriptorio,
ra ds Cruz o. 1.
Aluga-se o srmazerc do sobrado 11. 2, no
becco das Buias, para qualquer estabelitimenlo :
^0 tratar nayrua da Imperairiz sobrado n. 53, se-
gu* *> andar.
Faglo na noite de sabbado 9 de agosto cor-
rente, o escravo mulato de nome Liberato, natu-
ral da matriz da Varzea, idade 21 annos, mais ou
menos, altura regular, cheio do corpo, feicoes
grosseiras, sem barba, marcas de espiones e be-
xigas no rosto, cabellos pouco innellados e corta-
dos rente, faltam-lhe todos os denles da frente,
falla grosso, e masca fumo ; levou vestido roupa
brinca, tendo por cima camisa de baeta azul. Es-
te escravo pertenesu ao raajor Maia, de Apipu-
cos, em poder doqual fez varas fgidas, em urca
dellas que foi lcnga, estove em Nazarelh se inti-
tulindo de livre e com o nome de Marcolino ;
foi o anno passado ao Rio de Janeiro de onde
conta muitas historias, cinoeiro e trabalhador
de clana: quem o apprehender e lavar a ra Ve-
lha n. 35. ser generosamente recompensado.
Por troca ou venda.
Urna bonita crioula com 20 annos de idade, a
qual eogomma peifeitamente e cozinha o diario
de urna casa, e o motivo deste negocio se dir a
quem pretender ; na ra do Hospicio o. 23.
ptima casa para alugar no
bairro de Santo Antonio.
Gede-se um excellente sobrado de um andar e
soto com muito bons commodos e adiados, po-
dendo-se oceupar igualmente o indar terreo, em
uma uaa -nutiyat. iudi uu u.inu no jauu au-
tor.io : havendo, perm, quem queira sujeilar-ie
paga: as despezss feitas pelo actual morador.
Tambem se cede com todos os movis e outros
arranjos, caso convenha ao pretndeme ; na ra
Nova, loj n. 28. se dir quem .
Massu fallida de Amorim, Fra-
goso, Santos & C,
As pessoas qne tiveram traosacedes com a so-
ciedade bancaria Amorim, Fragoso, Santos & C,
queiram mandar apresentar suas cadernetas e ti-
tules de dbitos e crditos, no escriptorio dos
Srs. Uenry, Portier & C caradores flseaes da
mesma massa fallida, ra do Trapicha n. 8, aflm
de serem conferidos, pira maior regularidade da
respectiva escripluraao. Psrnambuco 12 de
agoito de 1862.
A abaixo assigoada declara que o Sr. Jos
Gorgcnio Paes Barreto, rendeiro do sen eogenho
Ibura, nao pode vender nem albeiar por qual-
quer titulo os animaes que lhe comprou, visto
nao ter-lbe satisfeito o preco da venda, pelo que
est sendo accionado pelo juizo municipal da se-
gunda vara, ltecife 9 de agosto de 1862.
Maria de Cisneiro Freir de Moraes.
Na roa de Aguas-Verdes n 5, casa de eu-
cadernador risca-se toda qnalidsde de livros
com tinta encarnada e azul, e tambem se enca-
derna tudo por preco commodo
tido.
e com promp-
dide,
. eite nesta cl-
aquelle no engenbo liba da comarca do
v.at)o, podando mesmo por carta dirigir-se a
q< 'Iquer delUa, mandando-a casa n. 2 do pa-
teo de S. Pedro nesta cidide.
Antonio B*nto Fernandas Braga, subdito
portnguez, retira se pan o Rio de Janeiro.
Cox&pris.
Ao publico.
Pergunta-se ao Sr. eogcuheiro da compaohia
do gaz, que se pelos paizes qu por onde tem an-
dado se costumado a tribalbar-ie 10 horassu-
cesslvas sem ter horas para comida, entao desejo
saber por este jornal.____________________
Aluga-se uma escrava cozioheira e compra
na ra : a tratar ne becco das Barreiras na Boa-
Vula n. 2.
A pessoa que aonuncioa dar t:200g, dirija-
se a ra da Praia, primeiro andar n. 47, que se
dir quem qer com as condicoea exigidas.
D6-ae 1.200JJ a premio sobre hypoiheca de
cass ; e na misma casa precisa-se alugar uma
escrava para o sirvico de casa de pouca familia :
quem qoizer annuncie sua residencia.
Ao publico em geral
e ao commercio em particular
O solicitador Pedro A. da Costa Machado faz
sciente ao publico e especialmente ao corpo de
commercio desta cidade, que se encarreg de
qualquer cobranca amigivel ou judicialmente as
comarcas do C'bo e Santo Anto, as quaes com-
prehendem tambem as villas da Escadae N. S. do
O' de Ipojuca ; se encarrega de todo e qualqaer
serviQO tendente aos misteres de sua profisso,
0 que faz sciente a todos os senhores advogados
que trabalham perarte a comarca do Cabo. As
pessoas que precisaren de seu prestimo podem
proura-lo ua villa do Cabo, em csaa de sua resi-
dencia ; podendo timbem escreverem-lhe decla-
rando o negocio e morada, aflm do serem procu-
radoa pelo snnunciante. Os quo nao o conhece-
rem e nem estverem a par de sua conducta po-
dem endaga-la nesta cidade dos Srs. Joaquim L.
Uonlero da Franca e Jos Joaquim de Castro
Moura.
Baltir & Oliveira
Porto.
Phippa Irmaoa i C curadorea tlicats da mas-
sa fallida de Manoel Ribeiro di Silva, convidara
a todos os credores da mesma massa para que
apresentem seus ttulos em o dia 20 do correte,
" e0r" da ohaa, que foi o deiignado pelo
lllm. Sr. Dr. juiz de direito do commercio para
se proceder ao concurso das preferencias, e ao
dividndodo que restar, na forma do irl. 93 do
decreto o. 1597 do 1. de maio de 1855.
Fugio no dta 30 do mez prximo paisado o
molecote crioulo, de nome Geraldo, idade de 17
a 18 annos, cor preta, alto, bem parecido, refor-
jado dos peitos, marcas de ventosas no peilo es-
qaerdo, uma pequea ferida na canella da perna,
camisa de algodao da trra, caiga de dito azul vc-
lha : pade-se as Illma?. autoridades a ciptura do
dito, e qualquer particular que o lovar a seu se-
nbor as Cinco Ponas o. 66, ser bem gratifi-
cado.
Ha para se alugar um escravo
e cavallos.
Um escravo meco e robusto para qualquer ser-
vico, o alugar em conta, tambem alugam-se
cavallos para passeios e viagens bem em conta :
Irata-S6 na ra de Santo Amaro que Qca por trsz
di ra do Sol, casa o. 26, das 6 s 9 horas da ma-
nhaa, e das 3 s 5 horas da tarde, ou das 9 s 3
horas : na ra estreita do Rosirio, escriptorio
numero 37.
Compra-ae um sobndinho de um indar ou
casa terrea embom ou mo eitado, que seja ni
ruasdoQueimado. Direiti. Llvramento : a trat.r
ni ra do Livrameoto n. 28. qu8 se oir quiae
C'mpra-se una iscrav* moca que spj
perfetta engommadeira : na ra da (Jloria n. -10.
Compram-sa lecoes do uo?o baoco de Per
nambuco : no scriptorio de Minoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largj do O rpo Santo n. 19.
AltenfsO.
Compra-se o cberal Pemambucsno de 10
de jnoho do inno de 1861 : no pateo do Terco,
taberna o. 1.
Para uma eiicoiunieiid.
Compra-se uma escrava moca qoe saiba bem
coser costura chaa a engommar, paga-te bem
no caes de Apollo n. 55.
^euaag.
Farelo a $ rs. a sacca, e mi-
lhoa B$ rs.,
e em cuia a 200 r., arroz de casca a 160 r.
armaiem da estrella, largo do Paraito d. 14.
no
Aluga-se a sala e alcova
dar da ra do Queinado n. 4,
criptorio ; a tratar na loja.
do primeiro an-
propria para es-
Este
Colegio de Betx-ica.
eitabelecimento precisa de am prefeiio.
Ca|sa de commis-
soes.
O abaixo 3S8ic-.0jdo, proprietaro, cstibelecido
e domiciliado ne. ia cidtde, ra roita n. 91 e
5, achi-se compet.-Qtercenle habilitado para re-
ceber gneros a cuni^-Qaco, pedinde assim aos
Iilms. senhores de esg>. -,'ho e livndores, e miii
ouros senhores que qu>. -nm honrar-me com
seus productos : assucar. a.. -0dao, couros, etc.,
polo que vista da cocta de v, .^a at primeirai
remessaa poderao colher a gran. > diligencia que
f.uo para bern servir, e por eite Or~^io poder me-
recer a palma, assim como Peq|*p.a8 remes-
sas pode o portador dellse ser y> propr conduc-
tor do seu liquido, poia nao hAver du ;,ja (er
despachado em continente, dobiVndo assin.meu
tralViho, o queso vista das p- > metras renos.
sas ee pode apreciar, e que esp> > na atter.c
dos meus amigos conhicidos e esl jhoj.
2 de agosto de 1362.
Joo Baptista da ocha.
U. C. C. de Mello, laceador do consulado
provincial, avisa aos aenhores proprietarios e
mais donos de estabelecimentos, que desde o i."
de julho do correte anno so echa encarregado
doa lancamentos da decima urbana, e dos de
mais impostos das freguezias de Santo Antonio,
S. Jos e Afogado?.
A abaixo aisignada participa aos aenhures
pais de suas alamms e ao respeitavel publico,
que transferio sua aula de ineirueco primaria da
ra do Arage para a do Hospicio n. 48, e ahi
espera conlinusr a merecer a mesma coofianca
daquelles que quizerem utilisar se dos misteres
de sua profisso.
Isabel Maria da Conceico Figueiredo.
Attenco
Aluga se um sobrado de tres andares com um
excellente mirante, no bairro do Recife : a tratar
em Santo Antonio, na ra da Florentina n. 14.
Constando-me que algueui pro-
cura cobiar em meu nome dividas do
casai de mcu fallecido pai, apresso-me
a declarar que nao autorisei a pessoa
Recife*1 a,Suma Para isso'
Antonio Annes Jacome Pires.
Aluga-ie
o segundo andar uc
rui larga do Rosario n. 48 : a tratar
ra n. 44.
obrado da
a mesma
Auieulod-se no da 5 do eorrent
tinho por nome Joo, idade 11 annos
cicatriz ib&ixo do olho direito, levou
riscado, calcas de algodao de quadros
preto, ecles dias-'.em-se visto eos amb
cidade e tambem dentro do Recife: quo
,") mula-
|Vm uma
isa de
boDet
$ pe-
gar levem-o a Boa-Vista rui da Imperatriz D\30,
segundo andar, que ser recompensado.
Arranda-se um excellente eugenbo PuHto
fresco, de grande produece, quasi prompto a
r.iotr com agua, dando-se o primeiro aond de
graca para o reudeiro ter tompo de conhecir i18*
ticamente a qualidade do terreno e tambem *'
veud vista ou a pagamentos muito commodo
rata-se no eogenio Bella Roa da Luz ou co
os Srs. Manoel Igoacio de Oliveira e Filho a
Jlecife.
Todi aeacao
Aotonio Gomes da Cunha e Silva, com loja na
ra daCadeia do Recife u. 50, defronte da ra
da Madre de Dos, roga aos seus numerosos de-
vedoretsnto desta cidide como fura della que
se sirvam mandarem pagar seus dbitos at ao
lira do coneut mez de agosto, porque nao po-
dendo maia esperar passar a usar duf meios
que julgar mais conveniente para com aqielles
que nao cumprirem seus deveres.
Aviso.
O Sr. Aibert Ascboff, queira vir no prazo de 8
das a contar da dala deste, pagar o que deve na
ra larga do Roaario fabrica de cigarros n. 21 do
contrario ser vendido pan embolso da dita di-
vida, 4 relogios que o mesmo seohor deixou em
meu poder em garanlia a dita quanlia, Recife, 8
de agosto de<1862.
Antonio Maia de Brito.
O dono do solio onde te acha edificadas
casa terrea da raa de Hurtas o. 92 queira annun-
ciar 1 sua morada pois se lhe desej fallara ne-
gocio de leu interesse.
No dia Io de Janeiro do crrente anno de-
ssppareceuda casa da abaixo assignada a preta
ie nome Roa a qual foi escrava do ourivea Jo3o
'aula, levando vestido de casia desbolado com
guma palmas azues, panno fino preto e asado
tatura regular, rosto redondo efeio.com pno-
io de fiialdade, persas ochadas, bragos cabel-
ludas, falla muito descansada ; suppe-se asdor
or (ora da cidade, como sejs para as bandas de
iaVia, Beberibe, por isso que j tem fello slgu-
a8 rei: a abaixo assignada protesta contra qual-
er pessoa que a teoha em eeu poder: quema
ehende la pode leva-la a ra do Bangel no
eiro andar do sobrado n.
Ignicia Francisca Pareijs.
sacam sobre a priesa do
!eitu o
vor*la
r rnlm,
o Sr.
meu
por
Aluga-se um moleque eosinheiro : quem
praciiar procure do pateo de S. Pedro n. 19.
O abaixo assigoado para resalva de seus
direitos e dos de seus credoras faz puSlico a se-
guinle declaragao nota a ella annexa :
DECLARACAQ.
Declaro qae todas as leltras que aceit,
Amonio Gesario Moreira Dias, de favo
beneficio, todas ellas esto pagas po
.- .,- .... j.i--------1. ........ _._j.
qoe me aasigno. Recife 2 de Janeiro d.e 1IG2.
Joaquim Francisco de Mello Slnios.
Est se'.lada. '
NOTA
dasldtres pagas pelo Sr. Mello 8antos a que se
refere a declararlo supra.
Uma lettra vencida em 20 de setembro de 1860
de 1:9303480 rs. ; uma vencida no dia 30 do
mesao mez e anno de 2:672J200 rs. ; uma ven-
cida em 2 da novembro do mesmo anno da
2:828.; uma em 25 do mesmo mez e inno de
1:9375400 rs.; uma em 30 do mesmo mez e an-
ncias "995^250 r.; uma em 21 de dezembro do
m.fujo anno de 963^430 rs. ; umi em 23 do
mesme mez e anno de 8725 ; uma em 25 de fe-
vereiro de 1861 de 175-3600 rs. ; uma em 25 de
setembro do mesmo anno de 2:904 ; sommando
todas ellas a quantis de 16;63S360 rs.
Est sellada.
Recife 12 de agosto de 1862.
Antonio Cesario Moreira Dias.
No dia 16 do corrente depois da auaiencia
do juiz de paz do ligando districto da Santo
Antonio, vai a pra;a de venda 1 sof de Jacaran-
da, cadeiras de amarello e uma meia bancazi
nha, poraxecucao contra Julia Rosa da Almeida
Pinto, na porta da casa da residencie do juiz na
ra do Baogel.
Minoel Gordeiro subdito portuguez retira-
se para o Rio de Janeiro.
A mesa regetiora da irmandade de S. Crls-
pim e S. Crispioiano erecta no convinto do Car-
mo, convida lodos os seus irmos para compa-
recerem no consistorio da mesma igreja, no dia
17 do crreme pelas 10 horas da maoha para
Iratar-se de um negocio de muita importancia.
Marcolino^Marte da Cruz,
Secretario.
3:000,000.
Precisa-sede 2 a 3:000$ para resto de urna
compra e d-se do hypoiheca casas novas 'nesta
cidade: a fallar na ra de Sania Rifa a. 13, se-
gundo andar.
Aluga-se a casa terrea da ra do
n. 27 : a tratar na ra da Aurora n. 36.
Bu
rgos
Alugam-se
*a lojas de um sobrido, com 2 salas, 1 saleta, 3
quartos, cozinha fora a quintal murado com por-
to ; a tratar no primeiro sobrado de dous suda-
res depois de passar a fundico do Starr, na ra
da Airo. a.
- Precisa-ie de uma ama para coznhar e
engommar : na ra do Encantamento n. 13..
Antonio Martina
pare o Rio de Janeiro
O baebarel Antonio Annes Jacome
Pires advogae reside na ra do Impe-
rador n. 81, segundo andar, onde pode
er procurado.
Si.iV.
Precisa-se alugir um sitio perto da prsga com
boa casa para uma familia regular, cu mesmo es-
as com quintil, que sgridando piga-ie um ou
dous anoos adiinlados : no caes de Appoilo nu-
mero 55.
Encola particular depri-
mirs lettras para o
eto femenino.
An
lorisa
blica,
0.39,
oaexo
pe
de sus al
pareo idial
siste et 1 leit

iOllO 18
Fekreira da Silva, competentemente au-
peAa directora geral de imtrucco pu-
aterto oesta cidade, na ra doa Pires
ls\pirliculir de primeiras letras pira
no, aonde admitte externas, meias
pensionistas ; afianzando aos paia
ai q-e envidar lodoa os eafcrcoi
lento mesmss. O entino con-
escripn, contabilidade, gnm-
Precisa-se de um menino brasi-
leiro que tenha pratica de loja de a-1.
wmmi 8 tratar na typograph. da ra gj" g tn^&^SZ*;
Attenco.
Precisa-se de um caixeiro de 30 annos para
cima que enteoda de escripturacao : quem esti-
ver nestis circumslancias, dando llanca a sua
conducta, dirija-se a Pasiagem da Magdalena,
taberna da esquina que volta para os Remedios.
A quem convier*
A audiencia do juizo de paz do 1.* districto da
fraguezia de Santo Antonio do dia sexta-feira 15
do correte, paisa para qcinta-feira 14 por aquel-
le dia ser santificado.
Azevedo, Portuguez, tai
Botica em N. Seuhora do O*.
O adminislridores do espolio do finado Jos
Mara da Craz Moreira fazem publico que se ven-
de o mesmo espolio, constante de uma botica em
N. S. do O' de Ipojuca, uma casi de taipa e al-
guna traites de casa. Na botica de Barlholomeu
Francisco de Souza se dar as informeces aos
preteodentes, e se mostrar o balaceo al o dia
20 do correle agosto.
Roga- se aos devedores do fallecido
Joaquim Jos Ribeiro de Oliveira que
teve loja na ra Direita n. 55, que ha-
jam de vir pagar seus dbitos na mes-
ma loja ou na ra do Queimado n. 41 e
48, evitando desta forma o receber se
judicialmente e publicar-se seus; nomes
por este jornal,,
S. Jos d'Agona.
O secretario da confriria de S. Jos d'Agonia
convida a todos os seus irmaos para hoje 14, s
3 horas da tarde, comparecerem no consistorio
da mesma para acompanhar a procisso da Boa
Morte._______________
Anna Machado de Luna Freir Costa e seu8
filhos agradecer cordialmente a todas as pessoa8
que si dignaram acompanhar at o cemiterio pu-
blico os restos mortaes de sua mui prezada so-
gra e av, o de novo convida para assistir a mis-
sa do stimo dia, que se ha de resar no dia 15 do
cornnte, na igreja de Santa Rita, 9 horas di
manha.
Por prego comuiotlo.
Vende-ie urro casa na ladeira da ribeira, ou
ruadeS. Pedro Mariyr em Olila, retiicada e
piolada, com sotao, que tem vitta para os prioci-
paes lugares da rresma cidade, propria para quem
goitl de banhos islgados, e est chegindo a fes-
ti : a tratar no largo do Paraizo n. 14.
Vende .e louca viirada da Bahia, de todas is
qual Ja,' .-a, mira como quarlinbas e duai t&'bcs
ricas oa ra Imperial o. 3, pelo menos que em
ooira quaesquer parte.
Canos ptra encananiento
d'agua.
Na ra do Sol o. 21, vendem-se bons canos do
ferro para entanamento do interior das casa?.
Vende-ie por bar:to p:e^o um bom trrico
ptimo para se edificar, sito na ra da Soleiae,
para onde tem 140 palssoa, faz quina para o ca-
minho uovo do Maoguioho, ou ra da Esperance:
a tratar na ra do Cibuj n. 9. no segundo sedar
Ricas fiveift.8 douradas para
sinto.
Vendem-se Ivelai douradas a 2J e 2SP0, sj
mais modernaa que tem lindo ; oa ra do Quei-
msdo n. 63, loja do Beija flor.
O secretario interino da irmandade de N.
S. do Terco por ordem da mesa regedora convi-
da a todos nossos irmos para se acharem hoje
pelsa 3 horas di tarde em nossa igreja para a ir-
mandade eucosporada ir acompanhar a procisso
de Senhora da Boa-Morte que tem de sabir do
convento de N. S. do Carmo.
Christovo
Lisboa.
Goilherme Breikeofeld vai
Um strangeiro precia alugir um sitio
perto da praca, com casa que tenha sotao, ou
aasobradada, d preferencia as immediicoei da
l'asssgem, paga-se bem, assim agrade : na ra
da Cruz o. 10.
Uesappareceu da Capunga, sitio do Sr. Dr.
Jacobina, um cavallo pedrez, entrado, magro e
bascante ardigo ; gratifica-sa a quem o levar no
sitio, ou a coche-ira junta ao sobrado do
"bino.
Sno vigilante.
Colares para senhoras ou meninas.
E' chegado os muite desejados colares de aljo-
fares fingindo madreperola com ma cruzinha de
pedras fingindo brllhmtes que sao rouilo elegan-
tes, pois s com a vista que se poder apreciar,
que se vende pelo barato preco de 3$ cada um :
isto s ni loja do gallo vigilante, ra do Crespo
numero 7.
Aderemos p re tos.
Tanbein chegaram os lindos adereces pretos,
sendo duas pulieins, rosetas, alflnetes, tudo em
ums caixinha inteira, e muita cousa nova nesta
prac, tornos rr.aito delicados pela grande m5o
de obra que tem, pois as pessoas de bom gosto
labero apreciar ; s no gallo vigilante, ra do
Crespo o. 7.
Ricas voltas de aljofares.
Vendem-se vo'.tas de aljofares com cruz der-e-
dri imitando a brilhan'e ; na ru -. do Oueiinauo
numero 63, loja do beija-flor.
Facas e g ir tos.
Vendom-so fcas e garfea finas de cato d9 bs-
lanco de dous botdes a 6g800. ditaa para doce a
5$80O, dita de um boto a fifOO, dita para doce
a&320O. dita preta cravada a 3*600, dila brar.ca
a 3JJ400, dita roliga a 3j a duzia : na ra do
Queimado n. 63, lija do u.ija-flor.
Jogo de vispora.
Veode-se jogo de viipors a 1} ; na ruu do
Queimado n. 63, loja do beija-flor.
Anvelop s.
Vendem-se anvelnres <*e diversas quadriJef
braceo a 1JJ00 e 15400, azul a 15, e de eres a
1J4C0: ua ra do Queimado n. 63, loja oo bei-
ja-flor.
Papel adamascado de cores.
Vende-se papel adamascado de cores a 800 8
1?, dito brinco a 1JJ2G0 : na ra do Queiraido c.
63, loja do hrijs flor.
Agahas,
f3
Gravatinhas de seda.
Vendem-se gravatinhas'ie seda para senhr-r9|
de diversss cores : na rus do Queimado n. 63.
lojs do beija-flor.
Tambem sao chegidis as verdadeiras agulhas ~ yenda
Victoria de fundo dourado, que se veode pelo'rJ Bailar &
barato prego de 18 o papel: a no gallo vigilan-
te, ra do Creipo b. 7.
Tiras bordadas.
Vendem-se ricas tiras bordadas pira jreslio ;
e ssias brancaa a 800 e 1J : ni ra do Queiu a ;o
o. 63, loja do beija-flor.
Veode-se a taberna sita ua ra da Sen/uta
Nova n. 9, com poucos fundos propria para quel-
quer princi[riante: a tratar na mesma.
Veodem se libras esterlina no escriptorio
Oliveira, ra da Cadeia n. 12
merqt, siu
Sr. m. Sat
V Sr.
Sr, Dr, Americo Alve Uuiuiaraes tem
o^LJI*V^t'S do ^reSDOO. 8, vind de Nona
Ser hora da Lapa.
''recisa-se da uma ama pira servir em ama
can da pouca familia : na ra Nova n. 7.
Aluga-se o sitio da Ponte de Uchoa, con-
fronte o caes, e o terceiro e quarto andar da casa
da ra do Cabug n. 18 : dirija-se a roa do Ro-
sario n. 10.
Preciaa-se de um caixeiro de 14 a 16 sunos
para uma taberna : a tratar no pateo da Ribeira
numero 13.
2:000#0G0.
Precisa-se de S:COO$0OO a premio por seis me-
zes, dando-se um predio em seguranza : na ra
do Padre Floriano o. 53.
Capellas para noiva*
Tambem sao chegadas as lindas capellas bran-
cas, o mais delicado que pode haver, que se ven-
de pelo baralissimo proco de 7j e 6, tamban) ha
outras mais inferiores que se vende por 9$ a 3$.
Pede se a quem tiver de comprar qualquer des-
tes objectos, que se apresse antes que so acabe,
pois foi apenas urnas pequeas amostras que se
receben : s no galo vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
{ Grande armazcui
Tintas
DE
OS
i
i
as
1 Gralilicaco.
g Gratifica-se a quem levar so primeiro
Sp andar do sobrado sito rua do Livra-
jgj mecto n. 18, lado do po6nte, um papa-
mj gaio que fugio do mes-mo sobrado em
direceoaos qulntses viiinhos, pea ma-
B nba do dia 13 do correte. A
Sendo impedido o dia de sexta-
feiralo do corrente a audiencia do juiz
de paz do primeiro districto de Santo
Antonio, ica transferida para hoje 14.
Aluga-se para casa de pouca fa-
milia, uma escrava, que sabe lavar, co-
sinhar e engommar, sob condiccao de
nao sabir a rua : quem precisar din
ja-se a rua da Gloria n. 41.
Fugio oa noite de terca-feira 13]do.corren -
te, uma negra crionla, baia, de nome Cosma,
j de idade, bastante vesga do olho esquerdo, le-
vando asia o chales preto, perteoceu ao fallecido
Moraes do engf nao Inhamao : quem'a descobrir
pode levar a casi do seu seohor co sobrado o.
14. ni trav*isi da aatriz de Santo Antonio.
Ensino participar.
Urna pessoa convenientemente habiliUda ir
prnpe a ensinar irimeiras ettra, latirn e fnn-
cez em algum engenho perto desta praca : quem
quizer tialar do ajuste dirija-se a roa da Palma
Oa 32.
para todos
gneros de pintura,
RUA DO IMPERADOR N. 22.!
Joao Pedro das Neves tem a hoora Je
participar ao publico e em particular aos .?
Srs. artistas tintrea .\i,. lm at/ihel do na rua do Imperador n. 22, um gran- ;*
d> irmatm de lintsspsra todos os gene- *
ros de pintui... ,oJ ni Sr9. ariisUs cg
acharao a mao pira combinaciii do tus f|
arteum completo sortimeoto do tintas
de todas as cores, das quaes so lhes dar S
amostres nao r para que possam reco-
nhecer suas boas qualidades, como para 55
combinarem o leu emprego ; acharo K
tambom em quanti iade vernia copal, grs- |j
xo, branco, trigueiro, para quadro,' pira Jg,
carros e para o interior, pinceis, olos se- '*
cativos, easeneis de terebentina rectiQ- lg
cada a meis propria para dissolver as tin- ^
tas, peiraspara burnir, ouro am p, ou- I?
ro em folhas, diamantes para cortar vi- dros, sortimento completo de objecto3 a
para fingir madefra, calas com creies
papis de lindas e finas cores, pinceis tS.
de marta, telas para quadros j estendi- 3
das, paibetas para pintores, vasiihames
de folha lindamente pintados para toilti
eisencisa aromticas, oleo de amendo
verdadeiro, colla fina para pintura, pa- ,v5f
Dellaa para cosinhar colla a banho ma- 9
ria, gomma copal alva e amsrella; san- S
daraca, gomma laque e muitos outros %
objectos proprios a pintura e a marci- H
neiri. *S
Sendo eit^cstabelecimeoto intiiramen- I
te novo, nico nesle genero, e supprido a
directamente por grandes fabricas de ff
Pana, Londres, e Haroburgo. est no ca- S
so de offerecer ao publico productos no- j
vos, e garantir suas verdadeiras quali- B
dades. *
No ponto em que se acha montado no- S
de aatisfaier qaalquer encommenda para *S
grosso trato, e a retilho; quer em tintas &
seccas, quer moida em massa pira o que
iem a competente ma;hina.
:3&4ieaiS^S 8(K=5^l5as5^^|5
- Vende-se uma armaco nova para taberna
rua dos Guararapes n. 69, por preco commo-
: a tratar na mesma rua n. 31.
Libras steriinis.
Vendem-se no escriptorio de Mannel Ignacio
de Oliveira & Filho, larg.i .io Corso Santo n. 19
. >
exposicodefazendas barata
simas na rua da Imperatriz
na loja e armazeca da arar;?.
numero 56, de Magilhaes &
Mendes.
Vcnde-se muito barato para liquidar, a f*
cortes de chita com 12 12 ccvaaoi por g,">00, ii-
tos de cifsas de cores a 2S500, ditos pretos a
2^500, chitas sc>ins a 160, 180 e 200 r?. o co-
va.to, ditas francesa! a 120, 210 e 2S'Jo corado
na rua da Imperatrig, loja da nra n. 56.
Arara vende os cfiales.
[ Vendem-se chales df meric estampados a
( Jiiua os ia o auca a ^5, cuos ce laa a 1?, di
aterios a 610, (ruardanapos Fari> mess a 2L'
cada um ; na rua da Ira;'rst.i/, loja da arara
numero 56._________
Arara yendo as gollos.
I Vend*m-se gol'ir.h.'S prrs s?iihoras a fOO rs ,
iitss taw botiosinho a 650, utas redondas co
traspasso a l>, manguitos e gollas de linbo p?ri
senhons a 2J>, lencos brancos a imitado i'e !' -
t-yriethoa 1*600 o 1$ ru< da Impentri?, le-
ja da arara i>. 56.
Arai a vende as capas.
VenJero-se ric-:s capas para ser.hora, de gres-
danaple | reto a 20 o 15, ditas de linbo de co-e-.
a 63, ditas de laa a 9g, ricos aorles de ornar, y-
, com dsas saias e com 25 cavados por 89, di'.C3
i lisos cona 15 covadoa a 7/. ditos da lia i)e daai
saiis com 22 covadoa a c3, ditos de Rorguiao
com 1S covados a C-J500 : ua rua da Imperatrr,
loja da arara n. 56.
Arara vende os corpinhos.
Vendem-se corpinhos bordados pira meninos
e meninas a 1S cada um, pecas de liras her i.'.'t *
da largura de 4 e 5 dedos a 1280 e I36CO, pecas
le er.tremeos bordados a i$, i00, 1S0 h
1^600 : na rua da Imperairia, loja da arara e-
mero 56.
Vende-se um moleque de idade 14 annos, pro-
prio para qualquer servido: a tralar na rua da
l raa n. 76.
Goacalo de Lagos Fernanes Bastos,
ainda orna ontra vez pungido da mais cruel
ddr pelo sentido passamento do seu imito
querido e chorado canhado e lio o senador
Miguel Fernndei Vieira, convida aos seus
amigoa e aos de sen fallecido cunhado o
caiidoso obsequio de aasisttrem uma mis-
al, que por seu eterno repoaso manda di-
xer sabbido(161 na matriz da Boa-Vista s
7 horas di minha, e desde j antetipa os
eus sincero! aeraieeimonlns.
Na liberna da rua do Ouro o. 14 tem para
vender um excellente canteiro para pipas. 1 cai-
xao de amostras e mais alguns perlences de ar-
macao da taberna, tudo vende-se muito barato.

Quem precissrde um criado portuguez para
0 semen de casa ou de raa, por barato ordena-
do ; quim precisar do ieu raitimo, dirija-se a
rua das Cruzes n. 55.
Desappareceu na noite do dia 10 do cor-
rente do quintal do sobrado da rua da Impera-
triz n. 30, um selim e freio usado levando rabi-
cho e picadeira oova, urna manta de panno azul:
quem aouber delta qoeira apparecer no segundo
andar do dito sobrado.
~ N. O. Bieber & C. successores par-
ticipam ao corpo do commercio que o
Sr. Gustavo H. Praeger por motivos de
saude deixou de ser socio de sua cava
commercial desde o dia 30 de iunho do
corante anno.
Venue-se uma nobilia de amarello por Da-
nto prego : na rui da Praia n. 54.
Capas prelas de grosde-
oaple.
10. junto a padaria franceza.
Arara vende as colchas.
Vendem-se ricas colchas rara cams avollcja-
das per 8$, dit-s de f.'t;, ti cores luje f."
coberlas de chita a 2^, cobertores (Je algodao 4
<3 : na rua da Imperatriz n 56.
Arsra vende as cambraias.
Vr-ndetr.-se pecns de Cn.brjl lisa a 12600
2$j00, 35 e 83500, cass's adamascada pira cor-
tinados com 20 varis s 9?, rilas de 10 rr-; x
4j5C0 9 3S, Cmbrala de sal icos com 81,2 7eris
por 3^500 e 4| ; na rua da Irrper?lriz, lnja ar-
m^ie.ra da arara n. 56.
Arara vende a roupa feia.
Vondera-se ptlelots de pmno preto a 6tC0,
8 e IOS. ditos de brim escuro a 3ge32500, cairas
de casemira prela a 48500 e 5$300, ditaa do c'o-
res j^500 e 6{5, J las de brio- e frslao a ?SG0O -
2o00. camuaa frsr.cezes a IgCOO e 2g, dita* do
peilo do fustao a J50O, riroulas de brim 3 l6CO
e2% ; na rug da I-cperitrit. leja da arara n 5rj.
Arara vende as aberturas.
Venderx-se abetures para camisas a 240 e 320
leaos brancos com barra da cor a 80 rs., cortes
decalca decores a 1 e 1)980 cada um, meiis
cruis a 120 o par, ditas finas a 2J500 a duzia :
narui da Imperatriz, lojs da arara n. 56.
R 4 SOL
Defronte da Penha n 33,
vende mantefga ingleza da safra nova a 800 rs..
r2SSf'?. 64' *'ueiios no' Jo ultimo va-
por a 2000 dUo. a 1$800 e IJSOO. sapermaceU
a liO, cha Ooo a 2700, vinho a 50O, 560 e 640
Figuelra a lodos oa saeta gneros tendentes a mo-
lnadoa pelo mais barato poasivel.
Armago.
Vende-se a armacSo da loja de miu-
dezas da rua da Cadeia do Recife n. 5 :
a tratar com Fonseca & Silva, na mesma
rua n 21.
Vende-se uma mesa de louro com 2 pal-
mos de compridoe3 1|2 de largo, com 2 gave-
tas, muito propria para uma loja de fsztndas ou
de alfaiate e mesmo para jautar, pois acommoda
bem 12 pessoas; ni ma do Limmeato loja n. 8.
Arara vende o l.
Veode-se flllavrado flno a 1J200 a vara. d(o
liso a ,20 e 800 rs. a vara, (Uto de cores a 200 t--,
o covado, tuletana de cores a 800 rs. a vara ni
rua da Imperatriz, lojs da arara n. 56.
Arara venden babaciin
Vende-se a fazenda por norce babadin com
palmas de seda, propria para vestidos a 500 'S.
o covado, dilo entestado a 640, laxlnhai para
vestidos a 320 o covido. ditaa muito (loas a 5G
rs., ditos entestados a 610 o covado ; na rua da
Imperatriz, loj da arar n. 56.
Arara vende o riscado a Gari-
baldi
Vende-se riscado a Garibaldi pera vestidos a
280 o covado, fustao de cores para vestidos a 260
e 320 o covado, cissas francezas finas a 280 e 3(.U
rs. o covado, crgandya fino a 320 o covado ; na
rua da Imperttriz, loja da aran n. 56.
Arara vende ospaniuhos.
Vendem-se pecas de paninho com 12 jardas per
5*, ditas de madspolio entestado a 3J500, da-
masco da 6 palmos de largura proprio para me-
sas a ljilOO o covado : na rua da lmpiratriz, loja
da arara o. 56.
Arara vende &s saias.
Vendem-se sitas bordadas para senboras a
23500, ditas de 4 panos a 3|, cortes de cambrau
bordados brancos e de corea com bibados a
23500, sintoa para seohons a 19280 pira acabar:
na rua da Imperatriz, loja e armazem da arara
numero 51,

I

i
l


i
!
MELHOR
EXEMPLAR
_p
ENCONTRADO ', MUTILADQ ILEGIVEL
'
-,




6
UIARIO DI FERRAMICCO QUIMA FEIPA 14 DI AGOSTO I 1861


Rival sem se-
gundo.
t RxB2 d? QMl 55. loja de miiidezai de
Joi de Axevedo Maia e Silva, conhtcido por Jo-
s Bigodinho, eiti vendendo peloi pregos que
lodo admiram, queiram Ter o que bom e ba-
ralissimo :
R i t fe
o
Sortimeate cor?l*tr> de sobrecesacos de panno a 25J, 28, 30)} e 35J, cuicoi muito bem
le! Ui a 25{, 283, 30? i 35g, ps.l*tois cuacados de panno preto de.l at 189, ditoa de easernira
dt sor a 159, 185 SO2, palatols saceos d panno e casemira de 89 a6 lis. ditos taceos de alpaca
n. atino* la de 43 sl 69, sobre do lpata e merino de 79 at 109, algas pretaa de casemira de
fl .'t 14, ditus de orCa79 at 10|, roepas para menino de todos os tamanhos, grande serti-
!2"iic, complete sorlimento) Aa asumirs ingieras para homem, menina s senhora, seromlaa de
fioho ealgoda, chapaos de sol Je seda, iaras da seda de Jouvin para homem a senhora. Tee
j-: -,* urna grande iabrlea de alfaiate onde recebemos eneommendaa da grandes obras, qae para
?so eat sendo administrada por um habii mestra da s amainante arte e um pessoal da mais d-
lincoenta breiro escolhidos, portante exerataaioa qaaijuer obracom promptido a maia barata
dt que em oatra iiuaSquer casa.
Pares de spalos de tranca superiores a.
Frascos de agoa ambriada a melhor a...
Ditos de dita, frascos grandes, a 500 e..
Cartas de alfineles francezes, s..........
Pacotas de papel amizade, a............
Causa com papel de diTerses gostos, a..
Parea de aapatos de lia para meninos, a
Varea de bico daallhaa. a..............
Cordas para violo multo fresess e no-
_. .................................
Frascos de banha Philocome superior, a
Ditos de dita de arco, a................ .
Ditos de cheiros muito finos, 500 a.....
Caixas com apparalhos da metal para di-
wTWlI n8nlno. *................."....
\ aras de franja para cortinados e toa-
lh",a................................
Carriteis de linha prata com 500,600 a
800jardas, a..........................
Barns com phosphoros o malhor e bo-
nitos, a...............................
Mistos de hnha fina para bordar, a ....
Tranga de la de todas as cores a pees.
Pecas de fita de tos, todas ss larguras, a
Grozas de boloes de louca prateado mul-
lo linos, i .............................
Pegas de fitas de linho lisas superiores, a
Ditas de cordo imperial, fino e grosao.a
Praacoa de macar parola, muito fino, a
Ditoa de dito oleo, muito superior, a.. .
Ditos de oleo babosa superior, a 320 e..
Bonecos que choram, muito lindos, da
_ J60 a..................
Canas de po para limpar dentes, muito
superior, a......; .
Ditas de phosphoros especiaos a um so-
bresalente, a......; .
Pides de flandres, pintados muito boni-
los, a .... ......
Yaras de fila para fazer aintos dos me-
Inores gosto, a........
Duzia de phosphoros de gaz, do melhor
fabricante, a........<
Ditas de caetas de folha, muito boas, a
Linhss de gaz
tissimas.
Wj usv ^sev saj
por-*
iirvo_ fl
Relogios.
Ven de-se e cata da Johnston Fater & C,
. \ do Viga rio n. 3, um bello sortimento de
i elegios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamben
Usa tariedade da bonitos trancellins para os
mesmos.
mmmm mmmmmmmm
Loja das 6
tas em frente do Lrvra-
mento.
Baldes de 15, 20, 50 e 40 arcos.*
Grande sorlimento de baldes de arcos 1
oa naelhores oesta fazenda e grandea, 9
chitas francesas largas eacuraa a 22U a la
240 rs.o covado, ditas aatreitas miudi- fi
nhas a 160 rs. o covado, cambrais lisa If
para forro com 8 1 [i varas a 29 a pega,
ditas finas a 39, 49,59 e 65 muito flnaa,
ditss de salpiquinho com 8 1|2 varsa a
395OO a pega, cobertas alcoxosdas bran- *g
cas a da coree para cama a 49500 e 5J,
cassaa de corea francezae tintas seguras i
a 320 rs. o covsdo, pega de brelanha de 5
rolo a 2|, algodio trangado alvo maito m
largo para toalhas a 19 a vara, anleitea a 2
Garibaldi todos pretos a 59 cada um. len- 1
eos brancos com barra de cores s 120 ca- o
da am, roapafeita da todas as qualida- *
dea muito baratas, a loja eat abarla at d
aa 9 horaa da noite. A
A.os Srs. consumidores de gaz
Nos armazens do caes do Romos ds. 18 a 36 t
na ra do Trapiche Novo no Recite n. 8, ee ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
recentemente chegado a 149 a lata de 5 gal5ee,
auim como latas da 10 a da 5 garrafas em
garrafas.
wmn t t.
Veadem em seus armazens
PROGRESSISTA
PRMsRI
KA
Ra das Cruzes n. 36, e largo do Carmo n. 9.
Nobila.
RA.
DO
BPEBVDOP,
55.
RA
DO
IMPERADOR
55.
DE
DK
.1. VIGNES
Os pianos desta amiga fabrica sao hoja assaz conhecidos, para que seja necassario insistir
3obre a sua superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades eslas
iastaveis que elles lera definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido n'esta
praca ; possuindo um teclado e machinisrao que obedecem todas as vontades e caprichos dos
pianistas, sam nunca falhar por serena fabricados da proposito e ter-se feito ltimamente melho-
itos importantissimos para o cuma dcst paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e
nr i sin minio grarlsvsis aos ouvidod d03 oprcciadcres.
Fazem-se conformo as encoramendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blonda Parlo,
co correspondente de I. Vigne?, em cuja capital foram sempr promioJos em todas as expo-
SJcS.
INo mesmo e;labe!ecimento se acha sempre um esplendido e variado sortimento do msicas
des melhores coniposilores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, sendo tudo
vendido por prenos muito razoaveis.
Nova aliento.
O vigilante acaba de recebar novo sortimento
do diversos objectos que se vendem por menos
20 por cento do que am outraqualquer parte.
Siutos para senhoras.
Riquissimos sintos dourados, pelo baralissimo
prego de 29, o com flvela ao lado a 49, assim co-
mo de tita de seda ou velludo a 2$ : so no gallo
vigilante, ra do Creapo n. 7.
Enfeites.
Vendem-se os riquissimos enfeites de cabega
com franja e vidrilho a 59, ditos sem franja a 39,
ditos trancados a 29500, ditoa de lago de fita e
bico de seda a 29: a no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Fivelas para sinto.
Riquissimas velas de ago com madreperola no
centro a 19200, ditas de madreperola a 3J0, ditas
douradiuhas a 340 : a no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
r -.' .;"v;K\ viy.>a:."*;ij-.>'i"V'-
<-'": .. f, '' r- Vi; '< ;>(* V -fi '%> .(.'-
;
;? C -*,! C > ??*<



oja de Gadault.
^

Ac-iba dp roroberdosua enrommenda uro grande e variado sorlimenlo dos se-
;s^ guinte3 rtigos, os quae* vende por menos 10 por cont do que om oulra qualquer
^vvii p&rlo ; sibor:
Para msicas. Para noivas.
Variado sortimento de instrumentos! As mais ricas e elegantes espolias qae
Simpara musitas nili tar^K e do orchstra,'se Pde desejar, asseverando sem errar,
t.rom as mais bonitas que aqsi tem vin-
do, ricos manteletes pretos com vidrilhos
franja o mais moderno ueste genero.
Para presentes.
Muito lindas caizinhaa para costura
com msica e sam ella, muito proprias pa-
ra dar-ee de prestnlo a alg-uma senhora
que se oolima, rico3 eatojos de barba para
homem.
Espelhos.
Grandes e ppqeeaos com moldaras
prelas e douradas, proprios para ornar bo-
nitas salss, sendo os vidros muito grossos
o de primeira qualidade.
Avulsos.
Cid,isas de liaho para homem.
Carteiras e charuteiras.
Bandeijsa grandes de 30 palmes a 39.
Goliiohas e manguitos para senhoras.
La de todas as cores para bordar.
Talagsrca.
Seda frea de todas as corea.
Lindos enfeites para senhoras.
Oculos e lunetas de todaa aa qualidades.
Fumo francez, americano a tambera o
spreciavel fumo de borba com os seus
competentes cachimbos e lanar! etc.
variado ortimenlo
para musitas militarea o do
instrumentos complete! do t'h.''es o
vef-^i ipistou muito perfeitos e.'auados do fa-
V*'S bricante GfUtrot Aia*
|3 Para carros.
^ Guarniges ompUtas para arreios de
aSg carros de metal do principe o de lato pa-
wsSS ra um e dous cavsllcs, molas, vaquslas
^^D francezaa para cobertas, encerados, ga-
^^ loes, ric-.s laaleruas para carros ecuups,
____ eolleiras ate., ele.
r^ Vid ros.
t*'S ^m Sfande e variado sortimento Jo can"
'~~Jy* del'bros, serpentinas, lanternas com pin"
S90*9S sem 8l'es, paliilori-s, copos
para vinho, clices, rodomas para ima-
g-it reondis e ovis grandes e peque-
as a ventada do comprador.
Para retratos,
Michioas muito superiores franrezas
1 mnericanas grandes e pequeas, grande
sortiruento dechimicas psra trabalhar am
lodosos procesaos, cairinhss e psssepar-
tou americanos o franceies, papel albu-
;? minado etc.

Novos pentinhos doura-
dos, e fivellas para
ciatos.
A loja d'Aguia-branca acaba de recober novo
sorlimento dos desojados pentinhos dourados, e
por isso avisa a todas as senhoras que os haviam
eocommendado, e mesmo as que de novo os
preten<1erem que elles sao poucos e como da
primeira vez em breve se acabaram ; assim como
quu ;cebeu igualmente urna oulrs pequea pot-
ete de fivellas de qualidade e gosto int' trmen-
te novos e agradaveis, as quaes se vendem por
2&000, e os pentinhos por 39000 o par.
Coavem pois, qae as senhoras se apressem em
mandar comprar essea objectos na sua predilecta
toja d'Aguia-branca ra do Queimado n. 1G.
m mmmmm&mmm
fmlm alinelo ao vigi-
laiite, que est queimando,
como seja;
Retrozj
Linda estriabas rom 24 carreteis de superior
relroz, e sonido de todas as cores, pelo baralis-
sieo prego de SJ-OO a csixinha que sabe a 100 T,.n,.
rs. o carretel, nao baver pessoa algums que veo- IrAn"1J,m r0"0 d. cor P"a ecer vestidos,
do sus qualidade deixe de comprar : a no gallo
vigilante, ra do Crespa o. 7.
\"- .-- se por menos "f n.eade urna divida
nao pequea, o bem documentada, de um senhor
de tres eogenhos em Suiinhem : na ra da
^-Gloria n. 17.
Venie-so, ums prea boa cosinheira e en-
gommadeira : a tratar na ra larga do Rosario
p 23. ______________________________
Vende-se um curro de passeiocom
quatro toda, de comtrucco hambur-
guesa, muito forte, pouco usado, com
parelha de cavallos, arreios ou em el-
les, por preco commodo : a tratar na
ra da Praia n, 53.
Vidrilho.
l-indos vidrilhos pretos e de cores, pelo bara-
lissimo preeo de 19600 a libra : so no gallo vigi-
lante, ra do Crespo n. 7.
Para entreter o tempo.
Os lindos jogos de dminos a 19400, lindas1 cai-
iinhas com jogos de vispora a 900 rs.: s no gal-
lo vigilante, ra do Crespo n. 7.
Caixas de tartaruga e charu-
toiras de o.haro para\ rape
echarutos. i
O tabaquista que aprecia a boa pilada 'de Lis-
boa ou mesmo Princeza, Mearon etc., ate,
justo que compre urna bonita caixa de tartaruga
toda marchetada com a qual nao se envergonza-
r de offerecer da boa pitada de seu gasto a to-
dos os circunstantes que seachsrem em sua ro-
da, muilos dos quaes louvarao o seu bom gosto.
Assim como a caixa necesearia ao tabaquista,
charuteira nao superfina no fumante e sendo
ella bonita como sao as de charao nuchetas me-
lhor ser porque com isso deixa couhecer quan-
to sabe apreciar o bom. Para os mais commo-
distas tambem ha bom sorlimento e todos encon-
trarlo baratoza urna vez que munidos de dinhei-
ro se dirigirem a ra do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
Potassa da Russia
e Americana.
No escriptorio de Manoel Ignacio do Oliveira A
Filho, largo do Corpo Sanio n. 19, por prego
mais barato do que em oulra qualquer parle.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vende-se toda a qualidade de mob>
lia tanto ao gosto moderno como anti -
ga, phantbasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, fas-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
* %^a JB^y Assssk *"" "" jj^aja ^i ^- u- ak
!
|liquidacao por todo
I o pre^o, na bem co- i
I nhecida loja do Ser-1
g tanejo.
|Rua do Oueimadc o. 45
Apparecam com di-
| nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escuras finas a 160, 180 a 200
rs., cortes de vestido pretos bordados a
I vallado de cusi de 1509 a se vendem
por 309,409, 509 a 709, sabidas de baila
de velludo e setim a 129 e 139, camisas
para senhora a 2cOO e 39500, gollinhas
da cambraia bordadas a 500, 6110, 700,
8<*1, 900 e 19, ditas de 016 bordadas a 120
rs casaveques de fusto a 59, 69,7$, 89,
m&as de seda brancas e pretss para sa-
ankA-. A -iiin A un, Hmmm l ^ k-1-----1-. .
500"s 70rs., lasde quadro enfestadas a
S300 4 360 rs. o covado, cambraia preta a
400 e440 rs. a vara, organdys de coras a
jjK 6( o rs. a tvara, fil branco adamascado
B para cortinados vestidos a 400 a 500
rs. a vara, corles da collete de casemira
* bordados pretos a 29 e 39000, ditos de
i velludo de cor a prelos a 89, 49, 59 a 69,
S* paletots de brim branco francezes a
39500 o 49500, ditos de casemira de co-
, res o pretos a 149 e I69. ditos de alpaca
H preta e de cores a 39, 3500, 49 e 4ft00,
ti camisas de peilo de linho a 29500, ce:!
I de collate de xorgurc a 19500, 1970*
2^20, 3$ e 3$500. colietes feilosdebriui
^ branco a 29500, ditos feilos de gorguro
m a 295OO e 3^500, ditos feilos de casemira
jf a 3J500, 4jji o 4g500, ditos de velludo a
S59, 690 79, ditos de fusilo de corea a
1 g5o0, um variado sortimento de meias
para homem e senhora, grioaldas com
flores, chales de froco, espartilhos, e lo-
da a qualidade de roupas feilas para ho-
mem que tudo se vende por melado do
i seu valor.
Gastello-Branco,alfaiate
militar.
Por este snnancio se faz constar aos Srs. offl-
ciaes de todas as armas, tanto desta provincia
como das mais ca pitaes do norte do imperio, que
ha a venda botoes do novo padrao, segundos
ultima ordem do ministerio da guerra, venden-
do-se duas abotuaduraa por 39, adverlindo que
urna das abotuaduras de padrao antige, faz-se
remessas para onde forem pedidas, assim como
tambem ha para vender o melhor panno azul in-
glez, a o melhor velludo preto do Porto, fazendas
desconhecidas nesta praca, o que se vende a re-
ta Iho. Os Srs. officiaesqne eslo fora da provin-
cia podem renovar suas consignagdes fizando
qvantia certa, e os outros ssnbores que nao live-
rem procurago nesta casa podem manda-la, ad-
verlindo que o tempo para a dita procurago de-
ve aer limitado, acompanhando ums carta do or-
dena pedindo as encommendas que forem preci-
sas, devendo ser dirigidas a correspondencia a
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, ra do
Queimado n. 39. Tambem ha galo de ouro su-
perior e ferros francezes para alfaiate, aza forja-
da o par 109.
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Receben pelo ultimo vapor os seguintes ob-
jectos :
Bonitas ligas de seda para senhora.
Grandes a bem teeidos bandea de clina.
Aspas de sgo, e fita elstica para ces da balio.
Bonecas grandea mui bonitas e bom vestidas
Bonitos bauzinhos com 9 frascos de cheiros. *
Lindas caixinhas com 6 ditos de ditos.
Linha para bordar.
Tambem chegada a este mesmo estabeleci-
mento a verdadeira linha frdxa para bordar ou
encher iabyrialho, que se vende pelo baralissimo
prego de 600 r.. o massitho ; s no gallo vigi-
Unle, ra do Crspo n. 7.
Bandoes.
{ Tambem rhegsdo grends sorlimento de ban-
does para cabello, que se vende pelo baralissimo
! prego de 500 ra. o par; a do gallo vigilante,
i ua do Cresoo n. 7.
Vende-so urna mobilla da mogno
XV; na ra das Cruzes n. 11, f andar.
a Luiz
=a Vende se um escravo pardo, de idade de
14 annos, proprio para qualquer emprego, por
aer muito mogo, sadio, e sem vieios ; na rea da
Gadeii, primeiro andar da casa n. 41.
Levas de camursa branesa a amarellas.
Lindos boioes de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de recaber lindos
boies de porcellsna dourada com floa banha e
maviosas inseripgos, os quaes por suas delicade-
zas e perfetges torasm-se dignos para presen-
tes, e com especislidsde na actual quadra quem
gostardo bom dirigir-se com dinheiro ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que acha-
ra em que bem o empregar.
Souhall Mellors & C, tundo recebido or-
dem para vender o sea crescido deposito de rslo-
gioa v(slo o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portante, s pessoas que quizerem
fiossuir um bom relogio da ouro oa prata do ce-
abre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade sam parda de tempo, para vir aom-
pra-los por commodo preso no seu essrlptorie
ra do Trapiche n, 28.
Moendas e meias moendas.
Taixas de ierro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra ilOrs. dem
de Low Moor libra a 120rs.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston
u. 42.
& C, ra da Sensalla Nova
Vende-se por 80$ um
piano de Jacaranda, maneiro
e em bom estado, propri* pa-
ra quem quizer aprender : na
travessa do pateo do Paraizo,
sobrado d, 16
Baptizados,
Chapellinhas riesmente enfeitadas para criaa-
ga a 39 e 49500 : na rea po Imperatria n. 48, jun-
to a padaria franceza.______________________
Manguitos e gollas de
cambraia ricamente bordados
Vendem-se manguitos a gollas de superior
cambraia ricamente bordados pelo insignificante
prego de 29 o par de manguitos com urna golla,
sendo que sempre cusaram 69 cada par, aasim
pois recommenda-se sos amigos da santa eco-
noma que aproveitem a boa occaaiao, dirigi -
do-ss com dinheiro a loja da boa t na ra do
Quaimedo n. 22.
Vende-se a taberna da ra do Imperador n.
81: a tratar na travessa da Madre de Dos nu-
mero 18 A._______________________________
Novidadeaos senhores charu-
teiros1
Jos de Castro Guiames scientifica aos senho-
res que encaizolam e vendem charetos, que elle
tem um variado sortimento de bilhates vindos
da Bahia, os quaes tem exposto venda por pre-
go commodo : na ruado Imperador n. 15.
\
'6 *n omj3 op o&iyi \ '99 -n soznj^ svp uny
m
lSlSaSOod
SU8ZBUIJB 'llOS UI9 UI9PU9A
1
l
i
MELHOREXEMPLAR ENCONTRADO ,1 M^JTILApO IILEGVEL
'


DUHO BrPlMAMJUQ* ODWIA FEld 14 D* AGOaTO M 1S61.
Rendas, bicos e objectos
para sacerdotes.
Ni lrja de fcrragene na ra da Cadeia n. 44,
offerec*-*e a Tanda superiores randia e bicos
prximamente chfgadoa, aaaim como in rico
roquete, sobrepeliz, cota voltas pira cabegoes,
sea prego cora modo ; en* mesma leja vendem-
ae canoas de cmeira, de amarallo e de olticic*
de diversos tamaohos; a examinai no estaleiro
do Sr. Joiquim Antonio Rodrigusa, na rea do
Bram ; e2 pranchots de amarallo de 55 a 60
palmos de compridos e dous a tres de largo: es-
tea no caes do ritmos janto so estsleiro patente
do lado do norte.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Venda-se em casa da S. P- Jonhsion & C,
eellins o silhes inglezos, caudieiros a castigaos
bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, chicotes
para earros e montara, arreios para carros da
um a dous cava los, s relogios da onro patenta
ingles.________________________________
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
r3 radoi.
Dito* dito sem boneca em paeotes.
Agua balsmica para conervaijo do* dentea e
bom balito da bocea.
Opiata ingleza para alvejar os dente*.
Leite virginal cuja utilidade reconhacida para
tirar sardas.
Vinagre aromtico para quem soffre de tontiess
e dor de cabega.
Pastilhaa de cheiro para i* perfumar sposentos.
Enfeites para senhora.
O* malhore* enfeites pretos a da cores que ap-
parece a 5J500, 69 e 6g500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no bra^o.
Hnito lindas caixinhas e cabazes para meninas,
de tOO ris at 29500: na loja da Victoria, na ra
do Queimado o. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Rico* ortimentoa de franjaa pretas a de cores
com vidrilho e sera elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
Boa fama n. 35.
Vende os seguintes ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
Grampos a balao com pendente doaradoa a 2|
o par.
Pentes imitando tartaruga pira bandei, alti-
m agosto a 3* o par.
Fivelaa para sintoi, fazenda inteiramente nova
a 29 o par.
Alflnetes pretos com douradopara senhora, in-
teiramente novo* a 29 cada uro.
Botoes pretos com dourado para ptinhes, inlei-
rimente novo*, a 29 o par.
Botes de tartaruga para panhos a l9500opar.
Na ra do Qaeimado, loja de miadezas n. 35,
da boa fama.
7
Tinta para marcar roupa.
Vende-e tinta para marcar roupa a 19.
Agua de malabar para tingir cabellos a 59 o
tra.co : na ra do Queimado, loja de miadszain.
do, da boa fam.
Cartas finas para jogar.
Vende-se duzia de baralbo* da cartas finas com
5!-nQta!-douradas a 6s' di, em 8 dourada a
9W0 e 4$ : na ra do Quiimado, loia de eaiu-
dezas n. 35, boa fama.
Fitas de la para debrum.
Veodem-ae pegas de fita de la para debrum a
15, e am Tira a 120 rs., ditas de seda a 29400, e
em rara a 240 : na raa do Queimado, loja da
miudezas n. 35 da boa fama.
80111 negocio.
Vende-so por prego muito mdico nm excel-
lente piano novo, e de ptimas vozes : quem
quizer annuncie.
Botes para punhu.
Vende-se botes de puoho finos de diversas
qualtdadeB a 200 rcis o par. que tambem servem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
ruado Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-se occulos finos de armario de seo, a
29, U.fjOO e 400 ris : loja do beija flor, ra do
Queimado n. 63.
Linhas de peso verda-
deras..
Licha fin de peso rardadairas, meada*
grande* a 240 ris : na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Phosphoros de seguran?
Fhosphoros de seguranga, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
a ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Btelas muito grandes a boas a 160 ris urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
As melhores linhas de croxel para labyrintho,
novellos monstros a 320 ris um : na loja da Vic-
toria, na ra do Queimado o. 75. _________
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindo* sintos dourados pira senhoraa a 29200,
ditos de ponta cnida a 49, ditos de fita a 1*600:
n* loja da Victoria, na ru do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada par?;
salas
Chegoa para a loja da Vieloria urna peqaana
porco do ricos espelhos de varios lmannos par*
ornamento* de salas, affiancando-se serem 01
melhores em vidros que tem vindo : na loja da
Vieloria, na ra do Queimado n. 75.
Picos Casquines
A loja da boa f receben superiores basquines
de muito fina cambraia a imitacao da de linbo,
bordados a enfeitados com apurado gosto e os
vende pelo barato prego de 89 cada um, tendo
sido sempra sea casto de 16$ e 209, apressem-s*
pois em compra-Ios na mencionada loja da boa
f, na ra do Qaeimado n. 22.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoslbado adamascado com 8 pal-
mo* de largura a 1 g600 rs. a vara : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Vande-se muito superior damasco de la de
urna sd cor, muito proprio para colxas e para
ororrueuto, core 6 palmos de largura pelo ba-
rato preco de 298OO rs. o coyado : na ra do
Queimado n. 22, oa loja da boa f.
Verdadeira pecMncha.
Vendem-se corles de superior gorguro de se-
da para colletes pelo baratissimo preco de 1
29 e 39 o corle : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple preto muito superior pelo dimi-
nuto preco de m o covado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9f o covado, casemira preti
muito fina a 2J, **500, 3, 3|500 e 49 o corado,
mantas pretas de blondo muito superiores a 12,
manteletes de superiores grosdenaplea pretos ri-
camente bordados a 359, aobrocasacas do panne
preto muito fino a 309, casacas tambem do pann*
preto muito fino a 309, paletols do panno preto
fino a 18 e 209, ditos de casemira de cor mes-
ciada a 189, superiores gravilinhes estreitaa a
9, ditaade setim maeo oda gorguro muito su-
periores para daaa voltas a 29, ditas estreillnhai
com lindos alflnetes a 29, superior gorguro pre-
to para colletes a 49 o corta, ricos sofeite* pretoi
a 69, e assimoutras mnitas fazendas que sendo 1
dinbeiro vista, rendem-se por pregos muito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa fli.
Vendem-se caixes va-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1#280 cadaum :
uesta typographia se dir.
Chapeos de sol
com bouquet para senhora.
Entre os muitos e diversos objeclos de goslo e
phmtasia que a loja da agaia branca ha recebido
sobresahem esses delicados e novissimos cha-
peos de sol com bonqaets. Hoje que os indis-
pensaveis baldes nao permitiera que as senboras
andem da braco, faz-so de certo necessario que
cada ama tenha o seu chapeo de sol, e que este
corresponda ao valor, e bom gosto de um rico
vestido de seda. E' por isso que dita loja aca-
ba de receber como por amostra urna pequea
quantidade deases bellos cnapeos de sol ornados
de finas flores o que entre.ns novissimo. Na
verdade elles se tornam agradaveis sos olhos de
todoz, e a senhora que os comprar podo orgu-
Ihar-se de seu bom gosto, ao contemplar que
lrazendo-o fechado Dgura-se-lhe um lindo bou-
quet, e aberto represeota-se abrigada em urna
carregada roselra, emfim at onde pode che-
gar a perfeigo memo o cume ao bom gosto.
S pena que viessem lao poucos que talvez
nao chegnem para a vigsima parte das preten-
deres. Cusa cada um 209 porem a senhora
que os vir nao exitar de os dar ainda mesmo
que seja preciso bulir n'aquellas moedas de pra-
ta que tem guardadas em sua bolsioha reservada.
Assim pois msndem quanto antes compra-Ios na
ra do Queimado loja da agula branca n. 16.
taraos tabaquistas,
Len;os muits finos a imitacao dos de linho de
muito bonitos padres e de cores fixas muito
proprios para as pessoasque tomam labaco.pelo
baralo preco de 49800 e 59500 a duzia : na raa
doOueimodo n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Bramante de linho.
Vende-si! muito superior bramante do linho
com duas varas de largura proprio para lencos,
pelo barato preco de 25400 rs. a vara: na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado
n. 22.
Potassa
Sossia.
La para bordar,
La muito boa da todas a* core* para bordar, a
79 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Vende-se em casa deN. O. Bieber d
C, successores, ra da Cruz n. 4.
Linhas gaz*
Caixinhas com 50 novellos da linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixa, ditas com 30 r.o-
Tellos a 700 ris, ditas com 10 novello grandes
a700 ris, brancas epretas: na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75._________________
Venda de predios.
Um sobrado de dous andares e soto, na ra
di Goia n. 40, com 33 palmos de largo e 125 de
fundo, com um pequeo quintal ; urna grande
casa larrea feila a moderna, na ra da Ponte Ve-
lha d. lt, multo bem constraida o com commo-
dos para grande familia ; urna dita na ra do A-
ragao n. 20, livres e desembarazadas; a tratar
na ra Nova, loja n. 18, das 10 horas da manha
s 3 da tarde.
Chapeos de feltro a 1#*
Vende-se na loja de fazendas da ra da Madre
de Dos n. 16, defronte da alfandega.
Ceblas.
Ra do Amorim n 43.
Vende-se o cenlo pelo barato pre ci de IgOOO.
Pechincha
Vende-se urna cama francezs de amarello em
bom estado: a tratar na raa do Caldeiroiro nu-
mero 90.
Na ra da Imperatriz nu-
mero 20.
Vende se o seguinte.
Bramante com 10 palmos de largura a 19500,
riscadinhos escaros de cor flxa a 160 rs., ctssas
de cores a 280 e 320 rs., oleados para eobrir
mesas a JJ, indianas muito hnas a 18, chitas a
160, 200, 240, 280 e 320 rs., cambraia* de sal-
picos de cores o brancas a 400 rs., cobertores
brancos e oscuros a 19200, 19600 e 29, pannos
finos pretos e de cores a 29, 29400 e 39, carn-
fersiss para eorliados a 29 a pe;a, ditas lisas a
2*. 39, 4& 59, tapetes muito fino* a 69 e 79,
chapeos de seda e de castor muito finos edo ul-
timo gosto de Paris a 8 e 99, ditos de feltro fi-
gg alu 59. easemiraspara forro de carros
196W, corles de dita muito fina para calesa a
IrJijf 1 "J""'" 1. e finalmente ma-
apoloe*. algodoes, brins, bretanhaa e outras
ti !!.-!*" q'" ? dono d0 tsbelecim.nto
ff.Vco Sffi, nd*"e ** *.
Para baptisados.
k loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor a sua encommenda dos seguintes ob-
jectos para baptisados, sendo lindas touquiohas
de setim mui bem enfeiladas, e cada ma em
sua caixinha, sapatinhoa de setim branco, e de
cores ricamente bordados, e meiis de seda, o
melhor e mais bonito possivel. Agora, pois, os
pais que nao quizerem eaperar pela generosida-
de das ssnhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinheiro loja d'sguia branca, ra
do Queimado n. 16, onde bem podero comprar
esses galantes objectos.
Pendas falcas
ou aljfar de fina quslidade.
Alojadaaguia branca acaba de receber um
novo sortimento de superior aljfar branco ou
perolas falca* o qual por sua perfeigao difficil-
mente te distingue das perolas verdadeirase ser-
vem elles por sua extraordinaria grandeza para
asgargantilhas que presentemente eslo em mo-
da e mesmo para outros enfeiles e como sempre
vendem-se commodamente a 19, 1J200 e 1$500
o fio: isso na ra do Queimado loja da aguia
branca n._G.
Em casa de Mills Latham & C.
na ra da Cadeia do Recife n. 52, ven-
de-se :
Queijos flamengos muito frescos chega-
dos pelo ultimo vapor.
Vinho do Porto engarrafado de muito
superior qualidade.
Cerveja de diversas marcas em barricas
de garrafas e meias ditas.
Arroz da India.
Salitre refinado.
Oleo de iinhaca.
Pedra fiume.
Sulfato de ferro.
Secante.
Aivaiade.
Azarcao.
Tudo vende-se por commodos precos
e a vontade dos compradores.
Em easa de Mills Latham & C. na
ra da Cadeia do Recife n. 52, ven-
dsmse duas machinas a vapor de nova
nvencao para engenho de assucar sen-
do urna deforca de 12 cavallos e outra
de 14 ditos e rame de ferro para
jardim.
Cal de Lisboa.
Vende-se superior cal da Lishoa chegada olti-
mameote, e por presos muito mais commodos do
que em outra qualquer parte ; no amigo e mui-
to acreditado deposito da roa do Brum n. 66.
T ^C.*"M,* ""M1 00 eteriptorio do Antonio
Luizde Oliveira Aievedo & C, roa da Cruz n. 1
a obra escripia pelo ficoodo do Uruguey.En.aio
Sobre o Direito Adoinialrativo; doixamo* de te-
cor elogioso oeta obra, basta o aomo de ou au-
tor pota a tornar rocommendada, dos rolume*
em brochara 109, eocadornado 12f.
Camisas bordadas e outros ob-
jecto* necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se um bailo sor-
timento de bonitas camiainnas de fina cambraia
com babadinhos e mui bonitos bordados de no-
vos e delicados desechos, as quaes servem mui
bem para os modernos vestidos de frenle aberta
o vendem-sepelo diminuto preco de 39 cada
ama ; assim como bonitos manguitos aballo com
gollinha* de superior cambraia e fil e todos bor-
dados, com punhos virados e cada prpelo ba-
ralistimo prego de25, oque admirarel avista
da superioridadeda obra, a bem assim panhos e
gollinbas tambem bordados com bonitos botes
a 29 a gearnico, e gollinhas solta* igualmentt
bem bordadas s 19 cada urna e manguitos a 800
rs. o par. A vista pois de um lo completo sor-
timento nenhuma senhora deixir de comprar
esses necessarios objectos tanto mais quanto a
commodidade dos precos convida e para que to-
dos ssjam bem servidos convem que mandem
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Queimado o. 16.
a
A loja da agu*
branca ra do Queimado n. 16
Acaba de receber os precisos objeclos seguin-
tes :
Aspa* de baleia grandes e pequtnas.
Fita com colxetes branca, parda e preta.
Dita de laa para debruar vestidos de cores.
Trtnciha de caracol miado conhecida por bom
tom.
AlGnctes pretos e brancos em caixinhas.
Agulhas imperiaes fundo dourado.
Ditas victoria em caixinhas e papis.
Retroz preto fino em csrreteis grandes:
Chumbo! chumbo!
Veaade-se chumbo de manicao sorlido e de
diversos nmeros, a retalho ou em porcoes por
prego mais barato que em ontra parte : ra lar-
ga do Rosario n. 34, botica.
Boa compra.
Vende-*o o excellento engmbo S. Joaquim,
sito na freguezia da Varzea, urna legoa por bom
caminho, moente e corrente d'agua por dous
agudes, terrenos e mates sem iguaes, podesa-
frejar at 2,000 pae9. Troca-se tambem por pre-
dios o me*mo engenho, porm s nesta praga ;
quem se quizer enriquecer em pouco lempo, di-
rija-se a negocia-Io na ra da Praia n. 53, ter-
ceiro andar.
A \erdadeira esseucia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
DA
Fundido Lftw-Moor,
Raa da Senzalla Nova n.is
Nesto estabelesimenlo continua a haverum
completo sortimento de moendas e meias moen-
rlas para engenho, machinas de vapor e taixas
de ierro batido e coado de todos os tamanho
para di lo,
Bonecas francezas.
XL5e"S.5250e** rM ricamente vo*tlda
40000 o 59000, e SfOOO bonecia do cera eom o*
olho* morodcos a JJ000 e 3J000, na ra do Quei-
mado leja do enlodaza* da Boa fama. n. 85.
Fivelas de ac para sintos.
~J d,"M ^'t" d P lito 1*500 r*. e
29000 na ra do Queimado loja da miodezi*
da Boa tam. n. 35.
Baleias.
Vendo-ie baleias 120 r. cada urna aspa de 850
pr balao a 160 r. a vara, baodea a 19500 rs. e
2S00 o par, na ru* do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Cascariihas de seda.
Vende-** caacarrilhas do seda para onfeitat
vestidos a 2*000 a peca na ra do Queimado
loja do miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vande-se meias de borracha pira quem padoc*
do eryaipela 1 I59OOO o par, meias de aeda preta
para aenbora a IgOOO o par na ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, u. 35.
A2#500,sopavo.
Vendem-se cortea do cmbrala brinca com 2 *
3 babsdos a 29500, dito* de tsrlatana branco* *
do core*, com barras o habidos a 39: na ra
da Imperatriz n. 60, loja o armazem do pavo da
Gama & Silva.
Perfumarlas muito finas e
baratas.
Opiata ingleza a 19500 r*. dita trancazo a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedad* hygianiquo
verdadeiro a I9OOO o frasco, oloo babosa de Pivor
verdadeiro a 800 rs. p frasco, se;ua balsmica
para os denles a 19000, dita de Botot tambem
para os denles a tgOOO o frasco, pomada franco-
za em pi* a 500 rs. e I90OO, 320 rs. sabonetes
muito fino a 640 rs., 800 r*. e 19000 cada um na
ra do Queimado loja de miodeza* da Boa fama,
n. 35. ___________________________
Grampos a balao
com pendentes dourados.
A loja d'sguia branca contina na recepto de
objeclos do ultimo gosto, e por isso acaba de des-
pachar vindo pelo ultimo vapor eiaes delicado*
o novissimos grampos de bonitas core* com pen-
dentes dourados o que de msi* delicado se pod*
encontrar. Essa loja como geralmente sabido,
tem sempro em vistas a commodidade de suss
boas freguezia* e por isso tem resolvido vender
esses galante* enfeites a 29 e 39 o par, o que na
realidade muito mais valem. Convm pois que
a vista ds limitarlo do preco a senhora que com-
prar um ou mais pare*, nao sa demore em par-
ticipar as sua* boa* vizinbaa e intimas amigas d*
collegio, para que as emiltem no su apando
gosto, e mandem logo comprir outro* pares na
loja de sua affei^ao : que a d'aguia branca, rui
do Queimado n. 16.
Rival sem
igual.
RA LARGA DO ROSARIO N. 06
Primeira loja junto da botica.
Florea arlificiae* muito bonitas a 19.
Tesoora* para costura com loque lias a 400 rs.
Botoes de linbo para casaveque a 20 r*.
Ditos de seda para ditos a 30, 40 a 50 rs.
Fitas de clchete para veatido, vara a 320 r*.
Musinos de contss raiudas a 120 e 200 r*.
Snto* doaradoa a I96CO
Enfeite* pretos com franjas a 4*800.
Meias brancaa para aoobora a 2J400 a duzia.
Botoea para punho a 120 e 160 rs.
Escovsa para limpar anbas a 320 e 500 rs.
Oitaa para cabello a lg.
Ditas para roupa a 500, 800 o 19.
Linhaa de croxel para bordar a 60 r*. a miada.
Clchelos franceses em car lao a 40 rs.
Carreteis de linha a 40, 60 e 80 rs.
Novello* de linha do gaz a 30 rs.
Papel tarjado para luto a lj-280 a caixa.
Dito branco e de coras a || a caixa.
La para bordar sortia a 6940O a libra.
Franja prela de seda com vidrilho.
Luvss de seds com toqie a 200 rs.
Occulos aro d'aco muito bons a II.
Ditos de metal a 500 rs.
Franjaa brancaa de linho a 80, 120 e 160 ra. a
vara.
Agulhas franceza* em caixinha a 220 rs.
Tinteiroa com tinta lampa de metal a 180 rs.
Caivetes muito fios para pennas a 600 rs.
Carreteis de retroz de cores a 280 r.
Pinceis psra faser barba a 400 e 600 rs.
Peales da alisar de borracha a 560 rs.
Caxas dejogos de vispora a 800 rs.
Ditas de jogos do xarez a 1600.
Meias para homem cruas a 2.3 OO a duzia.
Caitas do metal com peonas d'aco a 100 o 200 rs.
Ditas com urna grora e ditas a 400 rs.
Um sortimento cometo de r.n Paulo Cor-
deiro a 19500, gisae gro.o a 18600, dito meio
grosso s 1$600. dito fino a I$280, Li.'boa a 29700,
rolo francs a 2)900, Meuron a I$040.
Assim como oeste estabttlecimento se encontra
um sortimento perfeito de miudezas;
msk
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande lortimento de saias a bailo do arco*,
o* melhore* que aqu tem apparecido no merca-
do a 49500, 59, 6$ e 69500 cada m, d-ae para
amoatncom penhor ; a loja est aberta at a*9
horas da noite:
Superior brim branco de
linho
Vende-se superior brim branco de linho tran-
cado pelo baratissimo preco de 19200, 1^440 e
19600 a vara, dito muito encorpado de dous fio*
e de linho puro a 2$ a vara : na ra do Queima-
don. 22^na bem conhecida loja da boa f.
2,400 rs. a cuzia.
Lencc^raocos uno para algibeira pelo dimi-
nuto pre*d29400 rs. a daiia : na bem conhe-
cida loja Ja boa f, na ra do Qaaimado n. 21
Csnbraias de cores
Vende J-se cambraia* frsncezas de edres fa-
zenda Diito fina pelo baratissimo prego de 260
o 280 rs lo covado : na loja da boa f na roa do
Queimado n. 22.
Para luto.
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualqutr
parte.
la do Crespo n. 7, no
gallo vigilante.
Noata nova loja ha grande porco de caixinha*
com amendoa* propriaa para brinquedo de S.
rJoao que ae vende pelo barato proco de 890 rs.
cada urna quem deixar do dar a una menina
urna caixinha ; taaboia tem grande porco d*
canas proprias para doce* secos que vende con-
forme seu* tamanho* a 69, 59 o a 49 a duzia,
amendoaa avulaas a 80O o 640 ra. a libra : a no
vigilante ra do Creapo n. 7
Fumo* de seda elsticos para chapeos largos e
estraitos a 19500 : na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores lazinhas para vestidos de muito
bonitos adros que se vendem pelo baratissimo
preco de 440 rs. o covado : na ra do Queima-
do n. 22, no loja da boa f.
Machinas americanas.
Em casa do N. O. Bieber & C., aicceisorea,
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machina* para regar norias o capim.
Ditas para descarocar milho.
Ditas para cortar capim.
Selins com pertenec a 109 -0?.
Obras do metal principo prtteadas.
Alcatro da Suecia.
Verniz de alcatro para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez do 1836 em caixa* da 1 duzia.
Cognac em caixa* da 1 duzia.
Arado* e gradea.
Brilhantes.
arrogas pequeas.
Vendem-se lachaa de ferro cuado do autor
maia acreditado : na ra do Brum, armazem de
ssucir de Jos da Silva Loyo & G.
tiua larga do Rosario, loja
d'Aurora n 38
tem para vendar ac para balao de todas as lar-
garas, seda frouxa para bordar, linhas proprias
para bordar, linhas Pedro V, e cartao de 50,
100 e 200 jardas de todas as cores, linhas de
carreteis de 100 e 200 jardas, da melhor que ba
no mercado.
A loja d'Aurorarua lar-
ga do Rosario n 38,
tem psra vender agulhas frsncezas, ditas cortas
para alfaiste, ditas do fundo dourado, ditas
rainha Victoria, ditas de muito boa* qualidade*.
A Nova Aurora est vendendo muito barato
per ter bastante, sortimento de miudezas,:
vista se dir o prego de tudo._______ *
Manguitos com gollinhas.
Veodo-ao manguito* com gollinha*, fazenda
mullo boa pelo barato prego e 2JO0O, gollinha*
e puohoo ultiao gosto a *U00, gollinhas muito
Unas bem bordadaa a lfOOO caria una na ra
do Queimado loja do miudezas da Boa fama
d. 35. '
Tiras e ntremelos bordados.
Z.lqde",e Pe?" fl* ,lr" bordada* do 2 500
3,000, 3,500 o 4,000 ntremelos a I96OO e 29009
cada poca na roo do Queimado loja do miodeza*
da Boa forno, n. 35.
A nova loja na ra larga do
Rosario n. 38,
(em luvas de pelica branca*, amarellas e pretas,
para horneo* e senhoras, franjas de seda de to-
das as cores, ditas de algodo de todas as lar-
guras e de todo o preco, capellas brancaa pro-
prias para noivas.
A nova Aurora, na ra larga
do Rosario n. 38,
tem papel de amisade a 700 rs. o pacote, e de
mnitas mais qualidades, formato pequeo, s i
vista se dir o prego delle ; dito grande de todas
as quslidades tanto lizo como paulado, dito de
peso, retroz de primeirs qualidade, preto, szul
ferrete o do outras edres proprios para alfaiates
equalqaer. costura, beogalaa muito fio as e bara-
tas de todas ss qualidade*, papel para msica e
para eantoria, tinta preta propria para copiar rr u-
sicas, tinta carmezim, dita azul ; s vista se
dir o prego de tudo.
Velas e arroz.
Vendom-so velas de espermaceti 640 a libra,
arroz do casca m saceos grandes a 29800 cada
um : na taberna da traveasa do pateo do Paraizo
n. 16, com oitao para a ra da Florentina.
Batatas .
Batata* novas a 60 rs. a libra ; no largo do
Tergo n. 23.
-- Bordados barato.
\JSw&tl ul,iuh" da mbr.i, e de fil bo*.
ladaa a 500 rs., mangu.toa M o par. mang.fh,
com golla bordada ^saLafrwa a l|600
bordadas o ntremelos ; na ra da lo.Pe'rat:;z u.
60, loja do psvao. u*
Madama Rosa liar y
52 Roa Vov 52
Participa ao respeitavel publico e M
seus freguezes que receLeu pelo ultimo
navio indo de Fram;a melhores ar-
tigos para urna renhora como bem ri-
cos chapeos de seda e palha de Italia
chapeos para enancas se baptisarem
melhor que ha, chapees para mocinhai
uliimo gosto de Paris, maulas di.- seda a
capellas para noivas, cascanilhas ce to-
das as cores que se quizer e para as
reuniues do
Club commercial
as mais ticas e melhores grinaldas para
cabecas e tambem llores linas e came-
lias, tudo por menos que em outra
qualquer parte. Tambem participa ao
publico em geral que ella se encarr,- :u
de preparar vestidos para baile e casa'
mentas e outra qualquer obra tendente
a modista. E pedeaos seus devedores de
vrem pagar suas coutas amigavetrnenle
o mais breve posivel.
Gneros hotos.
Na taberna grande da Suledade venda- mar:.
leiga Inglesa auperior a 800 ra., fraocer* a
oi rs ,ch hyson muilo bom a 2S700 rs !->
5iomUUC* JD0 2*8(;- 1eis o vV, or a
* ." Ilus de C0,||DS niuito novos e ara li-
des a 400 rs., pass>s a 400 rs., saceos enr -.
relio de Lisboa a 4>500 e de ailho a 28500 a
mullos outro; gen.-ros bons ludo barsio.
Vllaos bous.
Vende-se na taberna grande da Solidado vi-
nho de Lisboa o da Figutira a 35200 a caoada -i
4S0 rs. n garrafa o do Porto muito tino a 720 e
640 rs. a parrafa.
Loja de miudezas ra do Quei-
mado numero 33 A,
Costure i ros.
Agulhas Victoria papel a 120 rs.
Linhaa de200jardas de lodosos nmeros a80 rs.
Cascarrllha a peca 29.
Ditas muito boa vara 400 rs.
Tranca de linho para lodo prt.*co.
Franja de seds, de linho, e algodao muito ba-
rato.
Retroz, linha de novelo ce.
Meias.
Um completo sortimento sendo do cores para
meninos a 240 rs.
Ditas brancas a 200 rs.
Ditas para ssnhora a 2'(0, 300 e 400 rs.
Ditas para homem a 5-:> o (i.-.
Ditas pretas para senhora a 400 e 360 rs.
Gravatas
com botao a 1$.
Da cores muito boas par hornera a 1$.
Para meninos eatraitinhas a 800 rs.
Pulceias
de tontas mludinha al.;.
De cabello a 49.
De phactasiade dito etc. a 500 rs.
Botoes.
Para cassea e psra calc,s a g-07a 320 rs.
Psra camisa muito ns grozn I3/1OO.
Grandes para ronpao groia IfSOO.
Pequeninos par* crianza 1J400.
Alamares.
Para capote a dazia por 800 rs.
Colxetes.
De fio batido especial dasia 720 r*.
De carlao 14 pares a duzi 500 r*.
Em caixa pretos a duzia 80O rs.
Brincos.
A balao brincos, encarnados, rdea o dourados o
par por 19*
Rozetiohas com pedras que pareca diamante o
par 19.
Penas e caetas.
De todas as qualidades es^es;alment3de c.ligr*.-
phia e de lauca.
Caetas para aprender escrever pelo system de
Sculy urna por 500 rs.
Papel.
Alma;o pantado 500 f .Ihss 63.
Dito dito 420 ditas 450O.
Dito dito 420 ditas 4\
Dito liso 39200.
Dito de ceso azul e branco 4>300.
Dito azul liso 29500.
Dito pequeo tarjado 19500.
Dito peaueno de cores lg200 e 1&500.
Dito tarjado de preto 1$5U0.
Kcvelopsi canto \$.
Obreias de colas 100,120 e 300 rs.
Pentes de tartaruga.
A imperatriz 89 e lOf o que se vendea por I69
e 205000.
Direito para atar cabello a 49.
AimitaQo por 19.
De arripia para meninos a 800 e 1J.
Tartarug para alizar ?g.
Do bfalo para suic.a o crb'Ho 400 rs.
Pentes de borracha pequeros para trazer por ca-
sa muito bons a 320 rs.
E infinitada de artigos novamenle chegados 5
loja Esperanza ra do Queioiado n. 33 A.
Fazendas tantas
NA
Lojadopavao,
Cambraia organdys a 280 rs.
Venda-se cambraia organys de cores com mo-
dernissimos padres a 280 o covado, e csssas
francezas muito finas a 240, 280 e 300 rs. o co-
vado : s na loja do pavo, ra da Imperatriz
numero 60.
Chitas largas a 200 rs.
Vendem-se chitas largas a 200 rs. o cosado por
ter um pequeo toque de mofo ; na ra da Im-
peratriz n. 60. loja <\o pavo.____________
Alpakiii a 280.
Vende-se esta nova fazenda de linho a imitacao
de sedas do quadrinhos miadinhos propria para
vestido do senhora, roupas para meninos, sendo
fazenda que nao desbota, a 280 o covado : ni ru*
da Imperatriz o. 60, loja do pavo.
Bomba.
Vende-se urna bomba de ferro para eacimb
em perfeito estado e por pouco dinbeiro : n
taberua grande Ja Soloda.ie.
AUencao Penaibncanas,
A loja do leo de ouro.
Na loja do leao de curo, rus do Cabup n. -.2
C, do Jos Gervazioda Silvj Raposo, ettS ven-
dendo gollinhas protasco n vidrilho e fem .
19cada urna, ass'ra como pulceiri* pretas cora
vidrilho a 19 s ua oj do leo qte est tot-
raodo por todo pre;o qua admira.
Vende-te urna eacrava d! 25 a 30 anuos,
eom aahabilidades seguintes : costaba o diirio
de ama casa Ce famili, doeeir; \>' todas -i
qualidades qne bo prensar fazar: na cld-d.> le
Olindaroa te MalhUs Perreira a. 12 ou as bil-
ca de Joo Soares Rapczo.

Vendem-se manteletes protoa de grosdei pl > \
109,12,15 e 20J : n ru- do Imperatriz o. 18,
junto a psdri.' franceza.
Cylindro.
Vende-se um rylindro p::a padaria, em m
estado : a tratar nu rnaettreita do Rcsario. de-
posito n. 2. .
Kauectto.
Venue-se am rabeco *m bom estado a !ra-
tar na ma eatreita do Rosario, deposito u. i.
Atteneo.
Vendem-se dr.us moleqoe* com 16 a 18
da idade, pec.is finas, e com algum princiLij le
padfiros, e um timbera cozinha : para vtr na
ra das Cruzes n. 1.
oupa feiti.
Calcas feitas :u brim ^" *or >*' case-
mira a 2,S: ua ra di Imperatriz n. 43, junio d
padaria ianceza.
N ra nuva de Santa Bita, armazem de ms -
deiras n. 47, de Jcs Igoa.b Afilia, vendo-ae
urna niulatirha de 11 annos, muito bonita Bgara.
Vendcm-se os Seguidles gneros no araa-
zec de Mtnocl Marques de OUera\C, r* da
Mueda n. 9 : mol en. barris grande e pequea
por;5o, agurdenlo de cana em pipas e em in 51
ditas, cal de Lisboa muito nova ei-i barris e em
porco, palha tabu psra torneifss.
andieiroa do g.
Chogou para a loja da Victoria o melhores
:lu;os do gaz, quo ten viudo ao mere* I i,
por prosea cour.cJos : na ra do Quoirasd
n. 51.
q*w
'

Bramante a 10J.
Vendem-se pegas de Ir -atan1.? de linha de
urna s largura coro 27 varas a 109 pe;a, tam-
bem se vende 1|2 pe;a com 13 1,2 varas por 59 ;
na ra da Imperatriz n. 60, loja do patio.
Carnauba
Vende-ae a mais superior cera de carnaaba que
ha no mercado ; na ra da Imperatriz n. 60, loja
do pavo.
Cambraias lisas a 3$,
Vendem-ae pega de cambraia lita muito na
com 8 1(2 varas a 3a a paga : na roa da Impera-
triz n. 60. loja do pavau.__________________
Paletoti a 6J.
Vendem-ao paletols de panoo preto fino o eer
de caf a 69 : na ra da Imperatriz n, 60, loja do
pavao.
Chitas escuras a 240.
Vendem-ao chitas francezss eaaurss a 240 o co-
Tdo: roa da Imoeratriz o. 60. loja do pavio.
Chales baratos.
Veadem-se chales do merino de core* sendo
muito grande* a 39 : nana da Imperatriz n. 0,
loja do para.
I Est ugiiio deade ti do correle mez doa-
i lho, o escravo pardo, Rioi Jo, boleeiro e carro*
; ceiro, bem conhecido nct3 praca o eus arre-
! baldes ; representa tor 25 idos d'e idade, bai-
j xo e migro, tein csbfcilosc j pouco lempo na cadeia, onde estove por cauja
, de estar fgido, toru pouca burba l;.-. e iieri.es
i na frente, rosto coroprido e olhos rido&Cos ; !em
i sido encotraio na Ca punga, e Oliuda anda ,-
\ diindo e jogando com mais de 209 que levcu :
jqueT. o appridieii.le; e le.ai- a casa deseussiihcr
i na Passagem da Magdalena que ser genero-sa-
. menle recompensado.
|_______Aotoiiio Valetim da Siita Barroca.
2611 de gratiieacau
a quem pegt-r o pardo Francisco, de 17 asnea
de idada, de bonits lisura, com todo* oa dente,
cabellos carapinhos e ruivos, esta pardo foi do
Sr. Dr. Borges da Fonseca, o qual, viajoo com
mesmo sor.nu. todo o serto suburbios resl*
provincia,necessaiiamente quando era seu es-
cravo, e talvez ainda se inculque a servido do
mesmo: quem o pegar queira entrega lo a sea
i legitimo dono na ra do Hospicio n. 6.
Iguacio Luiz de Brito Taborda.
Escravo fogido.
Fugio do abaixo assignado o seu escravo Joo,
Angola, maior de 40 annos, cora os signaes se-
guintes : estatura regalar, magro, o uaa poueo
cambaio, por ler um joelha jochado, tem o rolo
comprido, bocea grande, olhos avermelhados, e
voz um pouco rouquiaha, e cosluma trazer um
brinco na orelb* esquerds, andava ganhando,
muilo ladino, a i de prezurair que se intitule for-
ro, j esleve no Rio de Janeiro para ser vendido,
d'onde v*io hs poucos mezes. Pei comprado ao
Sr. Jos Paulo do Bago Barrete, da villa do Ca-
bo, que o bouvedo Sra. D. Maria das trras
do engenho Serrinha, Oepois de ler cb*|*do do
tul fugio para o Cabo, aonie dizeia que teau ama-
sia e filhos, e onde foi capturado. Anda con-
serva signsas do castigo que soffreu por esla fu-
ga. Diasdapoia dase haver ausentado pola*1 ul-
tima vez, foi visto no bairro de Santo Antonio .
grande mentiroso, o 4 do crer quo pretenda il-
ludirqnem o capturar; deixon ficar a roopa, o
levoo vestido calca do brim de cor e cami** de
madrasto. O abaixo sssignado protestar cm
todo o rigor da lei contra quem o aeoitsr. 1*-
coromenda-ie aos sanhores c**ite de ampo o
autoridades polioiaes, e a quem o UMiar o r-
m*zem da rnadaCroz no Recife n. *8f era ro-.
compactado.
(



V

DUftlO 01 JIMUMBUCO. > QVIRT rMBA 14 DI AGOSTO DE 1161,
Litteratura
Noticia da iobIv do dccaao
Annccssens.
(Concluso.)
Terminada e ceremonia, como se vi,ofi-
ctnor d'alta justiga, pel sorte doqusl se devera
tcc -ior, (ui recoudurldo da Piaga, com sea cria-
do c equipasen), do meio de urna escolha de ca-
raUeiroa da vara vermelha. O procurador ge-
rel vo'.tou para sua casa protegido por un des-
tacamento do regiment do principe Eugenio.
ram duas borai pouco mais ou menos.
0 corpo de Aoneessens e os das outros sup-
rliciados caram expostos at sete horas da oou-
W e durante este inter?allo a meltido triste e
silenciosa nao ceasava de ver e coDiidera-los.
N-fsa bora enlo, quando o crepsculo dera lu-
gar noute, o ejecutor d'alta jusliga apparo-
ccu de novo na Praga-grande com qualro reli-
giosos auguatinisnos. Vinham amortalhar e la-
var os c laveres para serem sepultados, poique
0 marquez de Pn qaizera conceder esse ultimo
consol aos prenles, jalao cruelmente marly-
risados, d'aquelles que acabavam de ajusfar
E i-s cotilas con- a jusliga humana. O carrasco,
sempre ajudado por seu criado, poz-se logo em
>'.j de depositar os restos mortaes de Aone-
rspns em um rico ataie que sua viuva man-
t'ra preparar.
Mas como o deao fosso muito corpolento eseus
irembros livessem toda a especie de flexibilida-
de. os executores d'alta jusliga tiveram muih
d.flieuldade em fazer entrar o corpo do ataie,
no obstante tercm chamado em seu auxilio dous
religiosos augusl oanos quo estavam junto ao
cada falso.
1 No fjramos por cerlo vistos aqui, disse um
rtslles, se o defunto nao houvesse sido virtuoso e
honesto.
Nao obstante tudo isso o atale nao flcou com-
pletamente fechado. N'esse estado tiraram-no
do cadafalso e os religiosos cobriram-no com um
pari rriortuario.
) -ni-Do levantar quando de repente um gru-
ro de jovens burguezes precipitiu-se para pres-
tar esse ultimo servigo a seu amigo. Empurra-
*- 'i- s a uns aos oulros, procurando cada qual
for a honra de carregar um fardo to estimado
Finalmente quatro cidadaos robustos lerantaram-
do e pozeram-no sobre os hombros.
Os qualro religiosos e grande numero de ha-
bitantes, uns aiiiruados de sedimentos de co-
lera e de dr, outros levados pela curiosidade,
seguiram-nos.
Esse comboy, to differente em todos os sen-
tidos do que coDduzira Anneesseus a Prica, ca-
ornhou no meio das trcva?, passou pela som-
bra prisa o, ondo o decano deQohara muito tem-
pe, tdirigiu-se para a egreja do Sabln, de que
Aoneessens fra um dos recebedores, em quali-
cade de membro do grande Juramento. Julga-
?am qje era nesia egreja que elle devia ser en-
lerrado ; em visla do que o cortejo dirigiu-se a
1 la pressa para a da capella, que achou egual-
H ente fachada. Ahi porm velaram amigos, por
q'*e depois dse ter batido porta, vieram a-
brir.
Que poderei acrescentar ? Em breve as aboba-
bas silenciosas do templo retumbaram sobos
peasos da n ultido qoe acorrpanhava ao ul-
timo jazigo aquelle, sobre quem, n'esse moraen-
t', co centrara todas as sympathias, e olhava
comoum martyr da patria.
Doposeraru o atale no coro sobre doui caval
letes, e, claridade de cirios fnebres, o digno
Cora Van Limborch, revestido dos hbitos sacer-
dotes, recitas, as orages dos morios. Essas
foram recolhidas no meio de um silencio reli-
p'o.'o, e o? solucos, a muilo conlidos por cora-
r-oes generosos, rebentavam vista desta scena ao
mesmo lempo simples e solemne, despida de
roda a ostentado, maa qual a noute profunda
prostava suas sombras mysteriosas e sagradas.
Terminadas as preces, flzeram descero corpo
de Anneesieus a urna cova que fra clandestina-
ttest-1 feita atrs do pulpiti, e onde o seguiram
c ltimos adeuses de seus amigos e concida-
tfos.
Isso ainda nao foi trio, como se sabe.
No di seguate pela raanha o dobrar dos si-
nos retumbava na cidade e fizeram-se exequias
em sua honra as egrejas da capella e de Santa
enharina. O mesmo fez a de Saiot-Gery, porque
cala urna a'essas egrejas tinba urna divida de
reconhPCianento a pagar ao defuuto, que fra
teu bembeitor.
As autras parochias iam imitir es36 exemplo.
C'j-rJo o marquez de Pir, indignado pelas hon-
ra; que se testemunhavam a esse criminoso de
lusa-megestide, ptohibiu-aa severamente. Foi
mais adente; tendo sabido o que se psssara Da
enreja da Capella, quiz perseguir o cura e seus
com pitees a exhumar o cadver de Aoneessens
para manda lo enterrar com os dos outros exe-
cutados. Mas, demonstando-Ihe o conselho de
sel doogrude exasperago a que esse acto o-
dioso ievari infallivelmente o povo, o desapie-
6o mifislro abandenou seu projecto.
O imperador melhor aconselhado, ordenou-
lh at quedeixasse qualquar procedimenlo ul-
terior.
Pelo menos Pr' nao poude impedir o povo de
i disputar, no lugar do supplicio, a ara imbe-
Lida no siiu > do decano. Essa ara foi recolhi-
da coro um empenho cuja lembranga conservar
. posteridade, porque aprsenla alguma cousa
Ce tocante e generoso. Disputavam-na por as-
sim dizer, e houve quem se julgaise feliz de
podsr obler alguDs graos a pre^o de ouro. Al-
suns burguezes mandaram-oa encastoar em joas.
,. n r'e=?ps bravos Bruxellenses tendo comprado
um pu^illo d'alla por urna coros : Vou, disse
elle, por pesa ara dentro de urna joia de ouro,
.- mi puro cristal. Atrs d'essa reliquia ler-
hao eslas palavras : a Aqui est o saDgue in-
r.otpDle d" Francisco Anneesaens, deceno a y-
dico, decapitado a 19 de setembro de 1719, por
ter arcado demasiadamente a sua patria. Essa
procisso durcu desde pela manhaa muito cedo
t so meio dia, ou antes at que se aeabou todo
o ::.'!! de ara. Aioda assim, diz Van-Ven,
Tia se da cesa da cmara, excavaren as pedras
ir raleada eos fic^s.
Eas homenagos, essas lagrimas, esseg ls-
tuentos, todas tasas demonstrarles emfim foram
Cuito uui'.i v para serem consideradas sus-
peit carcter, l. rebabililavam Anneesseos e a-
peparam o estigma que o marquez de Pri quiz
. : ri'i.ir-li.o na historia ; aioda mais formaram-
!.! querido doa Brumlleose e a toda nugo.
Detalle querer-se-hia pesar as auas acedes na
IMan;* da j m:.c, o grito da opinio publica
irresistivel e ta-la-hia sempre pender para seu
lado.
\ .'.T.-ro que foi testemuoha destes fictos
tranamttttu suas impresies indaleveis s gra-
56es futaras, e a memoria de Aooeessenssi tem
toruado cada vez mais viva. Tivemos a prova
isso em 1851, quando o collegio dos burgorr.es-
tres e almotats exemplo do que lera bita pela
znuTikipslidadc no lempo da repblica, resolveu
dar o come de Anneessena > uro* das novas ruai
gbe:t*s na capital. Finalmente Mrs. os condes
de M;rode-West-rijo e Amedio de Beauffort,
restira los dos mais patriticos tentimentos sel-
iarsm todas essss manifestajas erigindo um
tajnumento funebra ao decano, na egeja em
que repousam seus osos. Este moDimento en-
costado s columna do meio do altar de Nblsa Se-
Xihora, esquerda, urna lagea de marmore pre-
to, oreada com urna medalha de roarmor bran-
co, que represetta em relevo as felpos Ido de-
cano. Em baixo desta medalha, que cercada
de orna grioalda de ramos de carvslho e loureiro,
be un.a inscriic/'o latina em bronze : Homeni-
gem rendida a urna merte heroica.
L. Gaiesloot,
(' Industrie el Commerce Delgte.Ulistes.)
sorte, que, pi admittindo-se s affirmativa des- A di'iso, e harmona dos poderes politlcot,
la, necesariamente ter aquell'oatra cadacido, | principio eonierfador dos dtreilos dos cidadaos,
alar resolvida toda a controversia. 1 e o mais seguro meio de fazer effectivss as ga-
rantas que a constituido oQerecs, e to racom-
>_
De feito, bem se deprehende, que o acto da
delegarlo de qualqoer ntidade i outrem prisu-
poe-se admisiivel essa delegacio.
Deseemos esta aoalyae para desde logo con*
sagrar a nossa fraca opiniao sobre a materia su-
gella em um s asiertode que pela legiilagao
patria, ou para melhor dizerpelo nosso paci
fundamental a prsdita substituido do poder le-
mendada pelo artigo 9 da meima constituiQo,
seriam essencialmente quebradas, por meio ds
pretendida delegacao, bem como contrariadas ss
benficas vistas do legislador constituinte, se nao,
compurcada urna das melhoros paginas do ooiso
evaogelho poltico.
Se a memoria nos nao falla
gurador algum risco, cajo premio para m serve
de proveito, o pars oatro do lacro, taxa esta mais
elevada, segando a drselo, a naturaxa doa risios,
e convenci, em ama patarra em ambos incum-
be, ao que pede, prorar o preenchlmento da
condicQo.
Por tal galia slo mal sansiteis os vnculos de
unio entro esses dous contractos, j em relaco
a natureza, oa essencia donde procedem, j em
relacSo a base, ou objecto.e fias a que se dlrigem,
e meios, que empregam, como mencionam Mor-
lin Repert. de jurisprud. tom. 23 Dice, du Com-
a memoria nos nao lalha parece-nos que
giilativo pelo administrativo nao ple am rigor mui luminosa diseusso suscitou-ae, ha poucos
ser admitlida, embora factos se poaaam dar, que aooos, no parlamento braaileiro, principalmente merce Goujet etMerger Dice, du Droit. Comverb.
jamis devero constituir direlto em contrario, i no nosso conspicuo senado, onde eximios esta-1 Assaraoce et Contrat la groase, Boulay Psty,
II
: distas, e facundos oradores pronunciaram-se em
I prol desia opinio, que ali vencea a abracamos
Compalsando-se o nosso evsngelho politico, e d* plena convieco. Sim, assim bem con-
attondendo-se mesmo para a ndole do system
representativo, que felizmente nos rege, coohe
ce-se prima faiie a evidencia da opiniao, que
abracamos, e procuraremos sustentar. Exami-
nando-ae ainda a organisa^o do poder legislati-
vo, em face dos artigos 13, 14, 35 e 40 ds cons-
tituiQo do imperio deve-se reconhecer, que a
sua importante misio por sua nataresa para-
mente delegada pela soberania nacional ass = m-
bla geral, composta da cmara dos deputados,
e do senado, com a ssoc^ao do imperador.
Estes principios constiiucionaes aasasdemons-
tnm, que aquelle poder legislativo essencialmen-
te delegado, nao poda com bom direilo delegar
qualquer dos oulros poderes essa sua restricta,
inceasivel, eioampliavel missio.
O poder legislativo recebe um mandato'da na-
c"io para certas, e determinadas funcc.des, as
quaea ae acbam expressamente estatuidas pelo
arligo 15 da tonstitui.au do imperio, e sempre
de accordo ou pelo modo Ciado desde o artigo
52 al 70, e desde o artigo 170 at o artigo 177
da mesma coDatituico.
A aasembla geral .como todos sabem, proce
dente de urna eleicjio feita d'entre os cidadaos
activos da sssociacao poltica.
Logo, esse poder, que escolhe, ou elege a as-
sembla eral tem sempre em vista que ella
exerca por si mesma todss as altribuiges que
lbe sao marcadas no pacto fundamental, de que
esse mesmo poder teve preio conhecimento, e
para cujo exercicio lhe a' .ibaiu as precisas ha-
bilitaces, e lhe depoaitoa a sua immediata con-
flanca.
Logo, a delagacao outro qualquer poder des-
se mndalo, que eapecialmente lhe foi conferido.
Importara contrariar as viatas, e a confanca
mesma d'aquellea que nelle a depositaram, o que
por cerlo jmaia poderla aatorisar o legislador
cooslituiote sempre mui lgico, e mui cousequen-
te em seas sabios principios, e rigorosas deduc-
coes
III
victos opinamos por amor das noisas institui-
fees ; embora nosso larca, nao o possamos
sustentar devidameate por deficiencia propris,
e sobreludo pelas impressoes que Doscircuodam
uo meio dos etlicos momentos desta to dura
prova escripta.
Sirva esta ingenua coclissao, como da justi-
fUaco as nossas fallas ; possa tambera ella por
to ponderosos motivos inspirar alguma benevo-
lencia no animo dos nossos distinctos julgadores,
a quem por isso mesmo Acaremos & dover am
titulo de eterna gratido.
Faculdade de Direilo do Recife 1* de agosto de
1862.Dr. Antonio de Vaiconcellos Alese d
Drummond.
Dedarride, Pardesius, Ferreira Borgea etc.
No contracto de cambio martimo, o dador sab-
mette-se aos riscos do mar, e no de seguro corre
isso por conta do aegurador. No primeiro o pre-
mio o prego do risco, a no segundo o camhio,
em ama palavra ambos produzem oseffeitos, que
Ibesalo inherentes desde a opposico aos riscosdos
objectos vinculados ao emprestimo, ou segurados
sendo 'jue ainda se hirmonisam a respailo dos
factos, que os coostituem, ou os extioguem.
VI
A despeilo porm destes grus de affinidade
entre taea contractos, grandea diff contrara entr'elies, como observara Dedarride tom.
3, Pardessus tom. 2 o. 887. BoulayPty tom. 3,
Silva Liaboa direlto mercantil tom. 2, Ferreira
Borges contracto sobre os seguros martimos, e
Synopsis sobre o cambio martimo te, e se re-
conhecem a vista dos citados arla. 633 e 666 do
n I 1 '1 .vuuifcCHl a rrOVaOrai prOUUZldanO actO do COnCOr- cdigo commercial brasileiro, aeodo as seguinles
so, quo teve lugar perante a facul- DBi, "li4ntes des d.flerens.
dade de direilo do Recife, euiSde i0con,"cto de "mbi0 m"itim
agosto de 1862.
PROVA ESCRIPTA
Produsida no acto do concurso. qu
leve lagar perante a Faculdade de
Direilo do Recifeno Io de agosto
de 1862.
pROGHAM.u.1.
llanera casos, em que o poder admi-
nistrativo possa ser considerado, como
substituto do legislativo, em virtude de
ama delegado deste; a quando poder
ter lugar, e quem pode ser conferida?
A mais perfunctoria leitura deste programma
d bem conheeer, que elleeneerra duas bypo-
theses dislioctas, embora a segunda deixe enlre-
Ter o caso de possibiliJsde da primeira, por tal
Por outro lado, o poder legislativo represanta
a soberana nacional em seu exercicio, ou acti-
vidade, e seria desgurar essa sua sublime re-
presentagio, immiscuindo um outro.poder para
funecioner em seu nome, ou por aua delegagao,
as raias de allribuiges, que lhe foram immo-
diatamente conferidas; em ama palavra seria a
consagraco do subversivo principio do mesmo
poder legislativo ficar confundido com o executi-
vo, ou com um dos seus ramoao administrati-
vo,como na hypolhese figurada no prsenle
programas.
Ainda mais : as atlribuiges outhergadas ao
poder legislativo sao to complexaa, to espe-
ciaes, e tao importantes, que jamis poderiam
ser deviJamente exercidas p.lo administrativo.
A apreciago de algumas dessas altriboic6;a ao
menos, bastar para roborar estes principios, que
nos consideramos verdadeiros.
Como seria possivel ao poder administrativo
que se deriva, ou constilue urna parte intagran-
te do execulivo, por exemplotomar juramento
ao imperador, nomear-lhe tutor, iostituir exame
oa administrarlo linda para reformar os abusos
nella introduzidos,d'accordo com as disposi-
COesdosfg 1, 4, 6, etc. do arligo 15 da consti-
tuigao do imperio, quaodo essea mesmos aclos,
ou atlribuiges ou lhe sao mui extranhas, ou de
perto lhe affuctam, ou tocam?
No primeiro caso, a soberana nacional tem de
ser devidameote representada, veriticando-se o
principio da hereditariedade da corda, ou na falta
do /lares natus, o resultado da adopgo nacional
do karts factus, pelo recebimento do juramen-
to do imperador, ou da escolha de quem de mui
prximo, como zeloao tutor possa valar em sua
educago, da qual poder depender principal-
mente o porvir venturoso oa infeliz da naco,
que algum dia ter de reger.
No seguudo caso, quando o poder administra-
tivo fr quem deva responder pelos seus proprioa
actos, em virtude do respectivo exame, que lhe
foi mandado iostituir, ver-se-ha o absurdo de
ser elle o poder fiscal, ou ayndicsnte dos seus
proprios actos, embora por delegsgo de quera
por direilo lhe competa.
Sobroleva ainda, que na esphera das attribui-
g'ies do poder legislativo, ha algumas, que seria
aDsolutamente impossivel conferi-la, ou dele-
ga-las ao execulivo, como por exemplofazer
leis, interprelra-las, suspende-las, e revoga-las,
na conformidade do 8 do artigo 15 da cons-
tituiejio, por qae para isso absolutamente ne-
cessario o concurso do mesmo poder legislativo,
e pelo modo fizado no pacto fundamental, lato
,por meio da proposico, discusso, sancho,
e peomulgago das ditas leis,o que aem oulro
maior absurdo, nao se po loria concentrar as
maos do poder execulivo, maoeira de um po-
der anco, e absoluto, cujo rgimen altamente
repugna com a ndole do systema representativo,
pelo qual nos regamos.
Iosurgem os publicistas ciis notaveis contra a
coucessaj de certas atlribuicoea ao poder execu-
livo pelo receio da poder elle abusar, contra oa
legtimos nleresses, e al alitunsaustentam, que
esse poder tem para isso am natural penddr
Adailtida porem essa bypotheie (sem que quei-
ramos reconhece-la em tua mxima latitud*, pe-
lo monos em bonra do nosso proprio paiz),
forzoso conlessar, que o pudar executivo arma-
do de to altas altribuicoes, por exemplode la-
xar as despezas publicas, e repartir a conlribui-
Qd > directa, oa alias as forjas de trra, e mar,
ordinarias ou extra-ordinarias, admitlir a entra-
da de outras estrangeiras; crear oa supprimir
empregos pblicos com a desigosgao dos respec-
tivos ordenados,em urna palavravelar na
guarda da consliluigo na conformidade dos j
9, 10, 11, 12 e 16 do citado arligo 15 da mesma
constituirlo, ludo por delegacao emanada do
poder legislativo, quem lio importantes atlri-
buiges compete, achar-se-hia squell'outro po-
der em posigo de arriscar os mais preciosos e
vtaes interesses do paiz.se nao de abalar profunda-
mente a ordera publica, aau talante, e al mes-
mo apto dar golpes d'estado, sem prompto e
efficaz rciorso.
Quando outras considerarles nao podessem
prevalecer, pelo menos nao poderiam escapar s
vistas penetrantes do legislaJor constituate es-
ses desagradareis resultados da pretendida dele-
gaglo. A prudencia em todo caso mandara
antes prevenir do que ter deplorar taes
malea.
Se aataembla geraltero a sua reunio or-
dinaria ero cada anno, e ple mesmo sercou-
locida extraordinariamente,na conformidade do
arligo 17, do 3 do artigo 47, e do 1 do artigo
101 da cousiiiuic/io,quando pede o bem do im-
perio, laro, que sem necessidade alguma
plausvel nao aera preciso conferir ao poder ad-
ministrativo as atlribuiges do poder legislativo,
as q exercidas, sempre que as emergencias do Estado
0 exlgirem, d'accordo com a conflanc que lhe
(ii.directa, e restrictamente depositada, na otbita
Qxada pelo pacto fundamental.
O artigo 179 36 da conatiluigio previniu logo
a hypotbese de ser preciso armar o executivo de
um poder discrecionario, mas, sob as rigorosas
condigesde emangar as medidas mais indis-
pensaveis, e provisorias, quando a patria corra
imminente perigo, a ao lempo da nao reunio da
assembla geral, cessando alias ou suspeodendo
se ludo iminedisUmeole,que cesse a necessidade
urgeQte, que a motivou.
Dest'atte acautelladoa os mais vitaes interesses
do Estado em to criticas circunstancias, e para
to restrictos fina, evidente, que o poder le-
gislativo, fra debas, e contra o espirito, e letra
de to terminante disposigo da conslituigo nao
ple jamis delegar attribuiges.que lhe sao pro-
prias, e especiaea.
O poder executivo tem assuasatlribuiges assas
descriminadas do arligo 102 da coDStituigao do
imperio, attribuigas, que lhe devero abaorver
todo lempo do seu exercicio para promover o
b.ni do Estado, e aleaogar dos membros de toda
a assosiago poltica am justo titulo de beneme-
rencia.
O poler legislativo delegando quaes quer das
suas atlribuiges ao axecuilvo causara a flagran-
te violago dos limites e altribuiges respectivas,
o que seria evidentemente inconstitucional na
conformidade do artigo ili do nosso pacto fun-
1 damentsl.
Illms. Srs. Drs. lentes desta faculdade.
Perante vos, distinctos julgadores da idoneida-
de e aptidao dos candidatos ao presente coocurso,
como verdadeiroa luminares da scieocia, que in-
cootestavelmente sois, venbo com grande aca-
ahamento produzir esta prelego oral sobre o pro-
gramma, que para o preenchimento desse dever
por sorte nos coube.
Procurarei vencer a propria timidez, animado
da confianga, que me inspira o vosso benvolo ca-
rcter, par do voseo espirito jusliceiro.
Por este programma nos seguintes termos
Quaes os pontos de contacto, e de dislincgao,
enlre o contrato de cambio martimo, e do segu-
ro ?bem se conhece que ae pretende discri-
minar as relages, e differengas existentes entre
taes contratos.
E poistratarei de offerecer algumas coasidera-
ges para solugo desse programma com a posai-
vel clareza e preciso, nao s porque entendo,
que esta prova oral para o profeasorado Do ad-
mitte absolutamente ostentago de ornatos orato-
rios, senao tambera por considerar que materia to
to positiva e simples rasoavelmeote nao os pode
consagrar, sem sacrificar a singelleza e fcil com-
prehenso das doutrioas por amor de um florido
estylo.
Versando porm o predilo programma sobre as
relages e diflerengaa ent-e aquelles dous contra-
tos, parece-me devido aguardar essas considera-
ges a respeito da apreciago das propriedades
caractersticas delles pars depois do necessario
conhecimento de sua verdadeira accepgo, ori-
gen), objeclo, e lias especiaes.
II
De feito, se o contrato em sua geral accepgo
um perfeito vinculo, pelo qual asparles sesub-
meltsm ao adimplemento de qualquer obrigagao,
claro esl, que esta coovengo deve ser revestida
das precisas formas legaes para aulorisar pelo
meio compeleole a sua exiquibilidade.
Assim portanlo importa primeiro, que ludo co-
nheeer quaes os elementos constitutivos daquel-
les dous contractos de seguro, o cambio marti-
mo ; sendo que antes de recorrer outros auxi-
l.-ares iovocarei oda legislego patria que plena-
mente o saplisfa:.Legem habemus.
O art. 633 do cdigo commercial brasilelro de-
fine o contracto de emprestimo risco, ou cam-
bio|maritimo (denominado peloa inglezes cRoltom-
ry, pelos hollandezes aBomerie, pelo* france-
ses contrat ala grosse, ou d retour de voyage)
dor am premio certo e determinado por r reg dos
riscos de mar. que toma sobre ai, fican4 tom hy-
polheca especial no objecto sobre qe ecahe o
emprestimo, e sugeitando-se perder ao capital,
e premio se o dito objecto vier & parecido tem-
po, e lugar convencionado. s> fla
Esta isposigao da nossa legislaglo Kercrntil
corresponde as do art. 1621 do cod. col. port.,
art. 2359 do da Prussia, arl. 813 do da Mllaoda,
art. 1 b. do da Blgica, art. 311 do da\ Fran-
ja etc.
Assim o nosso cod. com. no art. 666, defino o
seguro martimo aquelle contracto pelo qual o
segurador tomando sobre si a fortuna, e risco do
mar ae obriga a indemnisar ao segurado da per-
da, ou damno, que possa sobrevir ao objeclo do
seguro mediante um premio ou somma determi-
oada, equivalente ao risco tomado.
Tambem esta disposigo do cod. com. brasilei-
ro coincide com as dos arts. 1672 do cod. cora,
port., arl. 332, do da Fraoga, art. 841 do da II .s-
panha, arl. 592, do da Ilollands, e oulros.
minba misio nesta lio respeitarelqaiolaTeja-
do lugar.
Sinto porm, que pelo pr'Sptlo demerito, a an-
da mais por alTeegdes moraea, qae boje me asa-
brunham, nao naja podido attiogir toda alalitude
desse dever, nem corresponder aoi ampios dese-
jos, que me aaimaram, a anidaos exforcos, qae
invidei em to curtoa momentos para isso desti-
nados.
Ao nltimar esta prelecgo nao posto deixar de
felicitar a esta faculdade pelo subido renome de
quo j boje geralraeote gosa em troco dos injus-
tos baldees, e improperios de que ha bem poaeos
snnos era victima. Sem duvidi. essa legitima
gloria devda ao Ilustrado corpo magistral de
que ella ora se compe, bem como brilheote
mocidade estudiosa, que a (reqasnta, tornando-se
assim digaos discpulos de to distinctos profes-
sores, e os cidadaos preitantas da que depende-
r a regenerago, e o porvir venturoso da nossa
cara patria, que por taes ttulos incessantemente
os aguarda.
Natural desti provincia, e havendo feito part >
deste corpo acadmico apraz-me de assim o con-
templar, dize-lo com toda franqueza, em fim de
dirigir fervorosos votos pelo bem ser desta mesma
faculdade, que sobremaneira considero, respei-
to e prezo.
Faculdade da direito do Recife. 5 do agosto de
1862.
Dr. Antonio ie Vasconcellos lenezes de Drum-
mond.
III
Este contracto de emprestimo martimo tam-
bem denominado intaresse, mutuo, crdito nu-
tico.ou dinheiro trajecticio, era coohecido entre
os Romanos naiUicum foenus, pecunia trajecti-
cia, tanto assim, que delle tratam a nov 106 in
Prcefatione L. 3,4 e 7 dig. de Nutico fnnere el
L. 3 cod. liv. 1 como insina Valin e outros.
Do mesmo modo o contracto de seguro mar-
timo (assecuratio) nao era desconhecido enlre
aquelle povo modllo. tanto assim, que dessa
convenco tratam as L. 63, e 121 ff. de verbo-
rum obligatitne.
Esse contracto de seguro do origm moderna,
tendo apenas apparecido do seculo XV, quaodo a
inven^ao da bussola, e a descoberts da America
Qzeram grande commec/ao enlre o commercio e
industria pelas derrotas at enlo incgnitas,
como assegura Bravard.
Antes porem de eetabelecer os pontos de sfloi-
da, e differenga entre esses dos contractos, im-
porta saber, que a cerca da legitimidade do de
cambio maritimo, grande controversia tem havi
do, ao passo que jamis tem sido posta em duvi-
da a legitimidade >io contracto dn seguro, porque,
segundo Doulay-Paty, tom 3 tit. 10 pag. 236 os
riscos, que se sugeita o segurado sao estimados
dinheiros, cuta periculum pecunia asltmafur.
IV
Admittidos estes principios, relava qaanto an-
tes buscar a tolueno do supradilo programma,
o prova-se
por instrumento publico, ou particular art. 633
do cdigo commercial chamado letra de risco.
O seguro maritimo prova-se por um escriplo de-
nominado apolice art. 666 do mesmo cdigo
commercial.
2a No contracto martimo, o dador fica com by-
polheca especial no objecto aobre que recabe o
emprestimo. No de seguros, neobuma granta se
d a respeito.
3a N'aquelle, o dador arrisca o seu capital at
lbe convir retira-lo, com a percepgo de algum
lacro, depois da feliz chegada, ou regresto do na-
vio. Netle, o segurador nada adenla do que lhe
pertence, e antes palo contrario atfsubscrever,
e aceitara respectiva apolice, recebe logo em di-
nheiro ou em effeitoa o premio convencionado, e
depois de judicial notitlcago do abandono da
cousa segurada.
4a No contracto de cambio maritimo, verifica-
da a perda do navio, o dador perde, alm do lu-
cro qae esoerava, as garantias do capital, que
adiaolou. No de seguro, ainda perdendo-ae
a quantia segurada o dador retem o premio reci-
bido, ou por adiantamento pago.
5a No contracto de cambio maritimo, o dador
carece de ter capital sufficiente para o gyro das
transaeges commerclaes. No de seguro, sem ca-
pital fixo algum, o segurador retira fundos dos
seguros oa quantidade dos premios, os quaes
passa logo perceber, antes de haver de sua par-
te o mioimo desembolso.
6a No contracto de cambio maritimo, aquelle
que toma ou recebe o dinheiro, nao se expe a
risco algum, urna vez, que a cousa alcance, e cha-
guo ao seu destino.
No de aeguro, o segurado, alm da in9olvabi-
lidade do segurador, a que se sugeita, ainda per-
de o navio, as suas fazendas e at algumas vezes
o proprio premio por elle j pago, riscos e pr-
jimos de ordem mui superior.
T' O contracto de cambio maritimo um con-
tracto unilateral, porquanto s obriga urna das
parles o tomador, ao passo que o dador oenburaa
obrigagao mais tem desde que empresta o seu
capital.
O contracto de seguro synallagraatieo, pois
que desde sua celebrago produz reciprocas obri-
gages de cada urna das partes para com a outra.
8a EmQm do cambio martimo o emprestimo
feito ao tomador para aprestos do seu navio,
ao passo que do seguro os landos do segurado
eslo realisados e o seu maior cuidado consiste
em atsegurar as devidas garautias, e precisos
meios na pessoa do segurador para sslvar-se de
to arriscada, ou iminente perda.
VII
Deste qualro syaoplico, resulta 0 reconheci-
mento de que: 1* ambos esses contractos fndan-
se, ou se prope ao emprego de riscos martimos;
2o em ambos estipulase um prego calculado,
ou convencionado para compensar taes riscos,
premio este mais ou menos subido, na razo di-
recta do lempo, da duraco e natureza delle.
E pois embora essea contratos em algumas cir-
cumslanciaa accidentaos, e insignificantes sejam
communs, ou aioda se toquem nos objectos da
coovengo, cumpre bem nao confundi-los, pois
grande deslincgo verica-ae enlr'elles.j em sua
natureza ou essencia, j na propria jurispruden-
cia, que os regula, j emfim na sua applicagao,
ou execugo.
Seja-me permittido emfim aqhi consagrar em
prova deste asearlo aa lextuaes palavras do pro-
fundo jurisconsulto Pothier, acerca do contracto
de cambio maritimo, com relago egua!rar .e ao
do aeguro, o que nos mereceu particular consi-
derago.
Esle contracto, nao um emprestimo pro-
priamenledito ; nao urna sociedade, nao um
seguro, nem um aggregado desses diversos con-
tractos. Antes pelo contrario coustitue um con-
tracto especial, deslindo de todos elles, e com
caracteres proprios, e at bem lirados as orde-
nanzas de marinha das oagea mais cultas .
Nem deve parecer do pequeo alcaoce asslg-
nalar taes pontos de contacto, e destinego entre
esses dous contractos, porque de sua origem, ap-
plicagao, e execugo procedem, e fundam-se im-
' portantes direitos, como de primeira intuigo,
e bam o diz o citado Forreira Borges. O contra-
rio poderia arrastar graves compliesges na vida
commercial se nao deplorareis consequendas.
VIH
E' aioda inconlraitavel, que taes contractos
tem sido enrgicos elemeotoa para o incremento
e prosperidade do commercio maritimo entre as
oages, e por cooseguinte para civihsego.
Sem duvlda por intermedio delles se tem po-
dido conseguir ampliar certas transaeges, ani-
mar poderosamente a emprebender novas opera-
ges em grande escala, em urna palavra multi-
plicar especulages de mximo alcance, ludo com
avaujada compensado do frivolo aacrificio, e sim
pies renuncia de alguma parte de interesses
Desl'arle, o nauta arrisca-ae aeguro ao ocano,
com a probabilidade de nao sacrificar i iriuua, pa-
trimonio de sua familia quando a Providencia
viesse permittir-lhe a perda da vida. O com-
merciante, a seu turno, com o empenho de parte
dos seus capitaes, ou pela percepgo de cerlos
interesses pode nutrir esperangaa de lucrar, e
raras vezes perder. Assim tambem tranquillos
especuladoras 00 seio de suas familias ae sub-
&csii felicidad*,
elle f
I como nos assamelhafemoi a
Deas immenso, immenso, por conseguis-
te o seu podar, immenso por conaeguiute. o sea
saber. Bis ooosso lypo, eiso alvo para o qual
elevemos ttnder. Senhores, jamis ebegaremos a
agualar a Deas, porque Deus ludo por si, e nos
lado por elle, quer dizer, que Deus s necessa-
rio, s pereilo, e nos relativos, nsimperfeitof.
Mas se assim nao desanimemos. Deus bom ,
porque Deas pae, e se nao nos concedeu o
egualarmos-lne, concedea-nos ao menos a per-
fectibilidade, pela qaal, como disse, nos podemos
aproximar delle, ou melhornos assemelhar a
elle.
Esforcemo-nos por tanto, meas seohores, es-
forcemo-nos. Nao nos atierre o Idar insano, que
nos aguarda, nao nos atierre a fragilidade do
corpo, a fraqueze da totelligeneia, e a vaatido da
aciencia. Que importa ? se I borda do tmulo
podemos pronunciar a nossa fatalidade ou o
nossopourtantj'avait quelque chou Id, como
Aodr Cbnier do alto do cadafalso I
Recife, 11 de agosto de 1SG2.
Variedades
Discurso pronunciado na scsso da ins-
tallacao da sociedade Onze de Agosto
pelo socio R. C. Yalentc.
Seohores.Quando lango os olhos pelo uni-
verso, e contemplo a variedade infinita de seres,
que o povoam, nao posso deizar do admirar a
aabedoria eterna, que do nada fez sahir to mara-
vilhoso espectculo. Entre esses seres porm lo
diversos, um ha que particularmente me alucia
a attengo, e em breve a absorve toda.
Pequeoo, fraco, e ao mesmo tempo grande e
forte, dominando a todos, e todos sujeiUndo-se
ao seu imperio. Que poder mgico porm o
seu que sua voz todos se curvam respeitosos,
e lhe reDdem o mais humilde preilo ? que poder
esse ?
Esse poder mgico, s*nhore, a inteliigencia,
por ella que o hornera se distiugue dos outros
seres, por ella que elle os donima todos. Mas
que a inteliigencia '! Aqui Escuro me respon-
de : a inteliigencia_ um doa modos da materia,
a propria materia encarada sob um aspecto di-
verso. Mas esta resposla nao me satisfaz, e eu
digo comigo mesmo como possivel que a ma-
teria inerte se possa converter em um poder ac-
tivo, como possivel que a materia pense ? Sera
possivel quo o genio do divina Plato seja o pro-
ducto de urna forga sem vida ? Ser possivel que
da materia possa sabir o peusamento audat e al-
tivo de um Dyron, de um Goethe, de um Carnees
e de tantos outros talentos transcedentes ?
Nao, ninguem o sustentar de boa f, nem Ipi-
curo, nem Aristteles, nem Locke, nem Condil-
lac, nem qualquer outro philosopho materialista.
O pensamento e a materia sao ideas que se re-
peliera, e por conssguinte urna nao pode sahir da
oulra. Kant o Fichle as regies da melaphy-
sica, Byron e Goethe as regies da poesie, n8o
se tornariam immortaes se eslivsssem convenci-
dos de quo seus genios eram simples modos da
existencia material. E nos, senhores, ficariamoa
privados, com tal philosopbia, de to sublimes
trabalhoa como os de Fente e Ral, ficariamoa
privados do Child-Harold, do Faust e de lanos
outros productos primorosos, filhoa do talento hu-
mano. Nao, ainda urna vez, nao se pode admit-
lir, nao se ple sustentar semelb&nte doutrina.
Mas o quo preciso para que o talento se
ramoole s alturas desses de que acabo de fallar-
vos T Que preciso para Byron ser Uyroo, Goe-
the ser Goethe, Kant ser Kant, Plato ser Plato
o divino ? Que preciso ?
E' preciso deixar ao pensamento a faculdade
de abrir as aras p deixa-lo voar, preciso que o
pensamento seja livre.... Ah I meu Deus, toquei
em urna palavra nao menos mysteriosa que a-
quella de quo acabo de fallar1 liberdsde. Que
a liberdade ?
Existo na trra semelbinte ser ? Percorrendo
as paginas da historia diviso na anliguidado entre
o povo rei Bruto morrendo nos campos de
Philippes em nome da liberdade ; Gato traspas-
sando-se com sua espada, porque nao poda sof-
frer que sua patria fosse escrava de Ceaar ; e
mais prximos de ds, Kossout infeliz I chorando
sob os muros da iiuogria, e ogigaute francez er-
gueodo em 89 o pendo da revolta, deslhronando
e sacrificando res em nome anda da liberdade !
Seria possivel quo todos esses corrsisom atraz de
urna sombra va ? Ser possivel que a liberdade
si'ja urna chimera ? O hornera assemelha-se a
Deus pelo pensameDto, por elle que o boniem
o retlexo de Deus, a sua imagem, mas Deus
livre, e pois o homem nao pode deixar de o ser.
Ms se a liberdade existe, so ella a vida
do hoiiem, preciso saber-se que a libordade nao
a desordem, liberdade e ordem sao ideas que
se casara perfeitamenle quando bem comprehen-
didas.
Impressoes da infancia.
(SO LBUM Dl IM AMIGO.)
Os das de nossa juventud?, amigo, correa
veloz como o soprar do zephyro. Qual um tecido
de sonorosos floa que ao eslslar-se nao emitiera
um som melodioso, nem recreiam mais cythara
da harmona, tal a mocidade no periodo da de-
crepitud?.
Desde o bergo o prazer nunca se resvslou em
minh'alma, aprend conheeer o mundo, viudo
aps sem fragrancia a adversidade preenchar um
lugar.
A duvldosa esperscr.a de ainda reasimar-aie,
foi va chimera.
Eoiaobusquei allivio na paz de um eemiterro1,
em peso me veiu a recordacao que ali existia 9
fado que buscc7a, a autora de meu ser.
Carpi-lbe a vida que ms dava, espere! cfceroso
que me enviase, era fra essi lousa, era medo o
meu queixume, insensivel este appello. Meta,
esquecida de seu lilho, com ella se acabara tudo,
obtive essa crenga.
E assim afilelos e inquietos passaram-se ss
meus das de infancia, longe, bem looge de pen-
sar no seu pressuroso fugir, que havia de ser im-
molado aosoffnmeolo e ao deseugaao.
Depois li obras importantes da antiguidade,
reli-as muilas vezoa o admiriTa-me essas trgi-
cas victimas que saenficavam a vida inteira ao
amor.
Como em raros eieraplos portlo esje mundo
material teai gTassado impunemente. Quantas
militares de victimas n3 tem sido sublnhidas e
devoradas ao genio desta peste peretcieso 1
O avarenlo. o prodigo, o fraco e o forte tam o
seu tributo d'elle.
O poeta, o escriplor. o-romancista, o sabia, o
grande, o celebre devem a ambigo de sua fjaia
elle, o producto colhido ne fertilidad de seus
campos.
1." elle essa lympha occulla qae por diversa
veas deriva o tea curso por lodo o vaslb terri-
torio ideal. E'delle qu9 tambera atee o geni^
da scena, a sabedoria da iguorancia, a poesa da>
obscuridade.
Elle assiate e preside mysleriosamtnte em to-
dos os entes, predestina o seu fim ca tribuca .:
no pulpito. E' por elle que vivemos na esperca--
ga, que erigimos altares poesa.
E' por elle que a existencia doce 3 sappor-
lavel, que minora o flagello da sorte. E' por
elle que se chora urna affeigo, urna saudade, um
ensarto.
E' por elle, emCm, quo se vive e morre, qae
se almeja o porvir, que se respira a vida.
J vs por conseguate resta exposigi?, que
sera o amor o viver seria apenas o vegetar aensi-
vei de flores sem fructos.
A' principio inebriou me essa deslumbrante
realidade, quiz por a tradigio em pralica e o
fiz.
Amel, verdade, mas sem f, sera confianza,
sem expanso, bem cedo vi descahir o des-
animo.
Amei, ainda o repito.com paixo, sem inters-
se, com energa. E nao houve ente algum quo
me comprebendesse, qae dste o seu justo a-
prego.
Chorei o meu fado, chorei o meo primeiro pas-
so nesta senda escabrosa, chorei minha des-
ventura.
No enlanto, mui novo na puberdade podo se-
pultar imagem de ama ingrata na insipidez,
na fra indifferenga.
A minha demazia concorren malto para seu
olvido e desprezo e nunca mais me veiu aos la-
bios o seu nome, nunca mais me vc-iu i lembran-
ga sua existencia, nunca mais aifim a torne; a ver
com os meus olhos, nem em sonho, nem eai
realidade.
Eslava apagada no todo, nao exislia sequr
o menor estrago da sua psssagem em minha
alma.
que parece ter aido suggerido pela grande duvda mellerSoaos riscos do mar e a despeilo do furor
agitada entre alguna autores italianos, os quaes
proenrarauj assimilhar aquelles dous contractos, e
fazer, um almagama entr'elle de lociedade,venda
e aeguro. como diz Ferreira Borges na Importante
Synopsis Jurdica do contracto martimo, pag 8a;
sublilesas estas alias to imperceptiveia, que ja
mais poderao desnaturar os referidos contractos.
Da accepgo, que geralmente ae presta, e es-
tatuida pela lei sodre aqiellea dous contractos,
bem se evidencia, que elles muito se approxi-
mam, e se harmooisam.mas nao sao perfeitamen-
le igoaes.'.nem se identificara.
Em verdade, amboa esses contractos sao eon-
snnsuaes, condiccionaes, aleatorios, de titulo
oneroso, e de direito das gentes, porque ambos
consummam-se pelo mutuo conseotimeoto das
partes, depeodem de certas circumslaDcias acci-
dentaos, baseaco-se sobre prestages incirtas, di-
rijemse ao interesie respectivo de ambas aa par-
tes, em fim celles podem intervir petsoas de to-
das as afies sem a mnima diatinefo.
Ests anatoma, dizis o orgo ou orador do go
verno francez, no corpo legislativo, inlue ao-
bre sua essencia. Por certo, estes dous codtrae-
tos so'regidos em seus efleitoslpelos mesmos prin-
cipios : ambos lem por base um risco real ; elles
s tem por fim relevar o tomador da restituigo
da somma empreetada, indemniaar ao segurado
de urna perda intrnseca, e real no caso de infe-
liz suceesso, em urna palavra amboa contribuem
em differente proporgo para o engrandecimento
do commercio maritimo.
Tambem o eximio jurisconsulto francez Bedar-
ride em sua moderna e preciosa obra commen-
tario do cdigo commercial da Franca tom 3* n.
831 assim ae exprime com relagao a esses doas
contractos.
< O contracto, com o qual o cambio maritimo
apreaeuta a mais notavel affinidade, sem con-
tradiego o do aeguro. O tomador, e o segurado
por cerlo nao pdem por meio desset contractos
rpidamente enriquecer, porm jamis lero per-
da alguma. > Ambos eiigem do dador, a do se-
I
das ondas, a perda por isso causada ser reparli-
dameale frivola e a navegogo proseguir sem-
pre como disse um notavel jurisconsulto.
A par deseas verdadeiras ventagensgrandece-
leama se desperlou pelas usuras que se passou
exigir pela realisago de taes contratos, a ponto
tal, que deu origem denonaioago dada por Ma-
nilio, de c lgeinssimos serem os annos dos ne-
gociantes.
Mavigat el tcsleres optandos sortibus annos.
u Dulcibus azuris a-juo quoque tempore ven-
dit-
Na Europa nao havia limite para o ioteresse
oaulico, como assogura Ferreira Borges, pois que
se poda elevar desde 20 al mais de 100 por ten-
t, mxime dbs loogas viagens da China, sendo
que os negociantes sempre tem pretextado, que o
empreatimo do aeu dinheiro sobre os perigos do
mar s poderiam effectuar, quando ihes fosse pos-
sivel auferir summas vaoiageos.
Com tudo, a aossa anliga legislego patria ao
principio quiz cortar esses abuaot. Assim foi que
o alvar de 16 de Janeiro de 1757 fixou a estipu-
lago do premio somante at cinco por cento, qua-
llicando o cambio maritimo du um pretexto de
usura.
Mas, sobreveio o slrai de 5 de maio de 1810
delerminanlo, que esse premio nao poda soffrer
restriego alguma era ealabelecer-se urna taxa
uniforme, porque designaos einvariareis eram os
riscos do mar, por innmeras a attendiveis cir-
cunstancias.
Pelo nosso cdigo commercial artigos 659 e
666, foi reprodazida essa aalutar doutrina com
plausvel razo, porque se o lucio deve ser cor-
respondente ao risco, nao ple aquelle fixar-se o
pritri, uu sem previo conbesimeDlo das vicissi-
ta jes, a que esle ultimo acha-se cxposlo ou su-
jeito.
IX
Creio ter oSerecido considera^es bastantes pa-
ra preeucher ( aioda que proiim.ailvpjen.te ]

Ha pouco fstlei-vos de grandes genios, e poda
fallar-vos de outros rcuitos, poia bem, mullos
desses abusararada liberdade, da liberdade, que
elles deviam respritar como a filha candila, for-
mosa e pura de um Deus essencialmente livre
A' que desatinos nao se tem elles entregue I Aqui
vejo o cantor de Lara desviar-se da misso no-
bre e importante que lhe foi confiada, e produzir
um Don Juan ; ali vejo o autor do FaHsl desgar-
rado as veredas de um materialirmo gresseiro ;
acola, emfim, um grande genio, arrasiado pela iu-
bricidade dos lupanares e prostituido. Eis-aqui
o que produz a liberdade sem ordem, a liberdade
mal coraprehendids, ou autos o abuso da liber-
dade. Agora se considerar-se a liberdade unida
ordem, restringida sua rbita verdadeira, ver-
se-ha o genio de Chateaubriand produzinlo o
genio do christiaoismo, o autor do R n, pro-
duziodo tala a catholica ; o genio de Lamartine
vibrando a harpa do rente, e tirando soos to
melodiosos que dos enebriam a alma, to puros
como puro o geoio do poet, que comprehende
qual o seu verdadeiro deslino. Eis o que o ge-
nio unido & liberdade, mas liberdade ordeira,
permiita-se-me a expresso. Quando a intelii-
gencia se une liberdade bem entendida, ella
produz tudo isto, capaz de tudo, mas quando
ella se une licengs, nao capaz de nada, quan-
do muilo, pode produzir fructos que dos causem
prazer como a paluda Manon, a dama das came-
lias, Rene, composices, s quaes falta esse sen-
tmenlo puro, que a alma da verdadeira poesa.
Mas nao mea flm criticar Ues obras, se toque',
nellas, toi apenas para mostrar-voi a necessidade
da liberdade para o pensamento, mas da liberda-
de ordeira.
Passemos ao ponto que mais particular-
mente relativo nossa reunio de hoje.
Senhores, se os fractos do talento sao to
bons, to saos, para produzi-los, o que preciso?
Nao basta quo ao homem seja dado o talento,
de mais a mais necessario cultiva -lo, o talento
sem cultura a florzinha do campo, quo morre
miogua de urna gota d'agua : a virgem formoss
desgarrada no bordel impuro ; emfim o ar se-
reno e puro convertido em urna borrasca tremen-
da. O talento porm cultivado, a aurora rubi-
cunda succedendo-se s densas trevas da noute ;
a gota do orvalho convertida em urna perola
brilhante ; emfim, a verJade eterna vencido o
erro da fallas aerpenle. E' necessario por tanto
cultivar esse dom precioso.
O Tupy indolente reclinado sobre as esleirs da
taba, quem sabe se nao seria um Newton ? Quem
ssbe ae o versejador tropelro, eotoendo um canto
a Beatriz querida, nao seria um Dante T
Ah 1 meus senhores, grande a misio que
nos coofiou Deus, pois que grande o poder que
em nos tracemos. Nao sents, depois de horas
da mais ama'ellecida vigilia, um vacuo em vosso
espirito ? Nao sents que ainda vos falta o que
quer que seja ?Cousin dos diz que o corago
iosaciavel, porque elle aspira ao infinito Pois
bem, o espirito tambem iosaciavel e pela mes-
ma razo, e Cousin o reconheee. Mas, se o pen-
samento nao ple sasfuer-se senao com a pos-
se do verdadeiro bem, para o qualtende sem ees-
sar, antes de consegui-lo, o qae fazer?Aproxi-
mar-se delle mais e mais, porqae quanlo mus
perto delle esliver, menor ser tambem esse qu
que lhe falta, mior uuem por conseguiota a
Outra vez, ochoresoou de novo, em melodas
de urna serena noute ao luar, quando vagava
aeriamente na somnolencia da meditag^o, vi pas-
sar na estrada a viso de uro anjo anglicamente
bello, que me fez enleiar de estupefaego, pas-
mar de admirago.
Fiquei anniqaillado, petrificado inteiramento
com essa apparigo. (1)
Era minha vida nunca lioha vislo um ser to
idolatrado, to perfeito, to amavel, um ente to
adoravel.
Por algum tempo suspeudi a respiraco, se-
gui-a com mens olhos, e dir-se -hia que ps ella
corria minh'alma. Por alguns segundos contem-
plou-me sorpreza por cerlo do resultado de sua
presenga ali a taes dez-horas tendo notado o
cffeito que em mim havia operado.
Sorriu-se chela de bonanga, com nm sorriso
de benfica felicidade, de virgem para, depois
urna lagrima vi marejar-lbo as palpebras, e....
sumiu-se.
D'ahi em diante a saudade me ralou a alma.c
o pezar de Do a ver mais mortificava-me a pre-
oecupava-me seriamente a imaginago.
A todos os momentos julgava, ora v-1 perto
de mim em tristes xtasis me contemplando com
suavidade, ora a fugir ligeira pelo longo da es-
trada, pela relva dos muros, pela beira do ris, ora.
finalmente apparecia-me entre es nuvens do cu
chamando-me para ai com doce ternura, nios-
trando-me com tristeza o espago, daulo-soa
conheeer que j nao era da trra.
Em breve soube que a virgem fra. forgia a
se deitar na campa, como a folbinha artaalaia ao
agoutar do vento.
Visitei o seu tmulo e aquelle p que outi'ora
vira to bello, lo ebeio de animago, amigo,
esse p que tanto amei com fanatismo, com fer-
vor, com religio, achei-o fri, eio, descar-
nado-
Assim mesmo a sua lembraDga por algum tem-
po me imporlunou a vida, at que com a vinda
dos annos e da refiexo lisquei dos souhop da in-
fancia a imagem dessa donzella, dessa querida
illusao, como se nunca a livesse visto.
Desde enlo nada mais tive com
cuidei do prsenle, tendo em vista o -
Recife agosto 1862.
o passado,
porTr.
Graciano Lysio Rodrigues Ferreira.
(1) Este caso verdico que aqui te narro com
aimpliscida le, dea-se em o fim prximo do mez
de dezembro, quando de volla do Caxang
pelo caminho da Passagema pouca distancia da
ponte, por causa do muito povo qua por ali pas-
sava o mnibus em que ea vinba, fol obrigado
a parar.
E langando por acaso nesta demora de ioslan-
tes, a vista para am grupo de mogas que tam-
bem a p iransitavam em passeio por aquelles
sitios, como costume em tempo de fasto, nao
s fui singularmente atlrabido para urna que de
enlre tantas mais se sobresahia pela existencia da
sua alma juvenil e paluda, como extremamente
o seu rosto de rrorenil formoso me sensibilisou
pela axcessiva dormeocia da urna profunda me-
lancola que lhe empestava o vigo.
rERNAMBUCO,-TYP. DE M.DE F. F.I.& FILHO.


tMUTiLADO
I
-


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