Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09589


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Full Text
/
AIIO IIXVH1. ID1EIO 182
Ptrfintteze wicUti 6$Q0l
a*- **
SEXTA fEIRA 8 DE AGOSTO DE 1132,
T*r aoBO idliaUdt 19f OOO
Porte fraiet >nra sibseriitor
DE PERMMBICIO
91
E1C ARREGADOS DA SUBSCR1PCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Atacaty, o Sr. A. de Lemoa Braga; Ceari o Sr.
J. Jos da Olireira; Maranhio, o Sr. Joaqafm
Marques Rodrigues; Para, MsooelPinheiro &.
C; Amazonia, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PCA0 DO SDL
Alagoas, o Sr. Claidino Falcao Dias; Bahia,
Sr. Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joae Pereira Martins.
PARTIDAS DOS CORRE10S.
Olinda todos os dias as 9,< horas do dia.
Igaarass, Goianna, e Parahyba as segundas
seitas-feiras.
S. Anto, Bezerroi, Bonito, Caruir, Allinho
Garanhuna as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
qaeira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricarye Ex as qaauas-feiras.
1*
IPHEMER1DES DO MEZ DB JULHO.
Quarto creacente as 8 horas e 20 minatos da
manhaa:
12 La cheia aos 2 minatos da manhaa.
18 Quarto mingaante as S horas e 32 minutos da
tarde.
26 Laa noTa as 6 horas e24 minutos da nan.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Uns.Barreirosj PREAHAR DE HOJE.
Agua Preta, Pimentelraa e Natsl quintas feiras.Primeiro as 2 boras e 30 minutos da manilas,
(Todos os crrelos partom aa 10 horas da manhaa; Segando aa 2 horas e 8 minatos da tarde.
'ART1DA DOS VAPORES COSTBIROS.
Para su i t Alagoaa 5 e 20; para o norte
att a Granja & 14 e 29 de ada mea.
PARTIDA DOS OMN'IRi .
Para O Retile: do Apipueot aa 61(2, 7, 7 1|2, 8
e.8 1|2 da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da U de
Jaboatao s 6 1 \2 da m.; do Caxang e Varita
s 7 da m.; da Btmfica as 8 da m.
. Do Recite : para o Apipueot s 3 1|2, 4, 4 1|4,
4 1[2, 5, 5 tt4, 5 Ij2 e 6 da t.; para Olinda s 7
da m. a 8 1|2 da t.; para Jaboatao s 4 da (.; para
o Caxang e Varzta s 4 li2 da t.; para Btmkea
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do cemmercio : segundas a quintal.
Relacao: torgas e aabbadoaslO horaa.
Fazanda: quintas s 10 horss.
Juizo do commorcio : segundas ao meio da.
Dito de orpbios : tergas o sextas s 10 horaa.
Primeira Tara do civel: tergas a extaaae meio
dia.
Segunda vara de civel: qaartass sabbadoa l
hora da tarde.
DIAS DA SIOIASA.
4 Segunda. S. Domingos de Gosmo fsadador,
5 T-rga. N. S. das Nee. S. Osvaldo. '
6 Qoart* TransiguraSao de Cbristo.
7 Quinta. S. Caelano fundador dos TheaUot.
8 Sexta. S. Cyriaco diac. ; a. Emiliano b.
9 Sabbado. S. Komio ; a. Veri- uno ir.
10 Domingo. S. Lourengo m. ; S. Asteria v.jb.
ASSIGNA-SE
no Recite, em a livraria da praca da Indecet-
dencia os.6 o 8, dos propietarios Manoel Figael-
ro deFiria & Filho.
PMTE 0FFICI1L
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da S de acost de
186*
Oficio ao Exm. presidente da Bahia.Achan-
do-ae oeasa provincia o 10* batalho de infante-
ra a que pertence o soldado Heliodoro Alvares
de Araujo de que trata o aviso do ministerio da
guerra de 17 de julbo ultimo, junto por copia,
vou rogar V. Exc. se sirva de expedir as conve-
nientes ordena aflm de que lecha iateiro cumpri-
mento o diaposto no citado aviso relativamente
a referida praga.
Dito ao commaodante das armas.Salisfazen-
io a requisito de V. Exc. comida em aeu cili-
cio n. 1,478 do 1* do correte, segando consta
de informacao do chefe de policia datado de h in-
terne sob n. 1.197, os dous recrutas vindos de
Garanhuna, e de que tnlam os papis que do-
volvo, chamam-se Manoel Joaquina da Silva e
Jos oa Joo Antonio de Oliveira.
Dito ao provedor da Saota Casa de Misericor-
dia.Em vista de sua ioformago de 4 do cr-
lente mande V. S. admittir no collegio dos or-
phios, qaaodo houver vaga, o menor Balbino
Jos Gomes de Alemcastro, tilhc de Clara Balbi-
na dos Prazeres.
Dito ao mesmo.De conformidade com a saa
ioformagio de 4 do correte, mande V. S. admit-
tir nos respectivos collegios quando houverem va-
gas, 03 menores Antonio e Maris, sobnohos de
Francisco Ribeiro da Silva, a que se refere o in-
cluso requerimeoto.
Dito ao mesmo. Auloriso V. S. a mandar
contratar por quem meos fuer os concortos de
que precisa a casa n. 110 da ra do Pilar perlen
cento ao patrimonio dos orphos, servindo de ba-
se a ease contrsto o orgameoto incluso por copia
a que se refere a sua informacao de 4 do cor-
recte]
Dito ao cbefe de policia.Em resposta ao offi-
cio de V. S. n. 1,191 de 4 do correte, teoho a
dizer-lhe que com ofBcio de 4 desle mez remetti
ao juiz de direito da comarca do Brejo urna em-
blasela de medicamentos appropriados para tra-
ta meato do cholen-morbus nsquelle termo.
Cito ao inipector da thesouraria de fazenda.
Auloriso V. S. nos termos de sus ioformago
de hootem sob n. 710, a mandar pagar por in-
termedio do capito Antonio Francisco o'Avilla, a
quautia de 40400 rs. que se osla a dever ao 2*
sargento do corpo de guaroicao desta provincia
Joaquim Jote de Souza Lima, proveniente da eta-
pa que deixou de perceber nos 11 diasque deve-
ra ter gasto na viagem que fez de Penedo a Ta-
carai como ae v dos papis que devolvo e vie-
ran aoutxoa a sua citada informacao.
Dito ao mesmo. Expega V. S. suas ordens
para qce nessa thesouraria seja recebida a quan-
tia de 100$ que deve recolher LuizTheotonio Be-
zerra, proveniente da prestarlo de voluntario que
recebeu o soldado do 9" baiaiho de infantaria
Jos da Silva, que sendo sen escravo lem de lbe
ser eotregue de conformidade com as ordens j
expedan.
Dito ao mesmo.kos negociantes desta prsge
Leal & Irmo, mande V. S. pagar a importancia
dos vencimentos relativos ao mes de julho ulti-
mo, dos guardas naciooaes deslio los nu distric-
1o Duas Barras, urna vez que esteja em termos o
incluso pret em duplicata que me foi remedido
pelo commandante superior interino da comarca
do Rio Formoso em officio do 1 do crrenle.
Dito ao mesmo.Litando em termos os inclu-
sos documentos, Lane V. S. pagar ao sargento
Martinisnno de Barros Braneo, conforme solici-
tla o commaodante superior da comarca de San-
to Anto em odelo de hootem sob o. 1 a impor-
tancia nao s dos vencimentos dos guardas na-
ciooaes destacados na villa da Escada, mas tam-
J>em da deapeza feita com o fornecimento de luz
para o quarlel daquelle destacamento tudo rela-
tivamente ao mez de jalho ultimo.
Dito io inspector da theaouraria provincial
ltecommeodo V. S. que atando em termos os
inclusos documentos mande pagar ao alfarea Joe
Rodrigues da Paixao, conforme solicitou o com-
mandante auperior da comarca de Garanbanssm
cilicio de 25 de julho ultimo sob n.29, a impor-
tancia dos vencimentos de urna escolla que veio
conduziodo presos dalli para esla capital.
Dito ao capillo do porto. Com este olkio sa-
rao apreaeotados V S. os recrutas de mincha
Clemente Rodriguea da Silva e Epiphanio Biapo
Jos, aflm de que lhss d o conveniente destino
depois de inspeccionados.
Dito ao commaodante do corpo de polica.
Sirva-se V. S. de expedir suas ordena para que
d'ameohia em diante e emqaanto durar aa sesses
do tribunal do jury desta cidade nslle se apr-
sente commandada por um inferior a guarda ne-
cessaria a policia do mtsmo tribunal.
Dito aos capitularas do convento do Cirmo
desta cidade.Para que o governo imperial pos-
as resolver acerca da|tieen<;.a que Vmcs. pedem no
incluso requerimeoto para venderem o eogenho
denominado Jardim pertencente ao patrimonio
desle convento, muter que seja o mesmo re-
querimento instruido documentadamente na for-
ma do aviso circular do ministerio da jualica do
1* de fevereiro de 1860 e decreto n. 655 de 28 de
novembro de 1849, e que exibam a licenga que
deveriam ter oblldo por bypotheca o referido en-
gento, como tudo ss determina em aviso do mi-
aiaterio do imperio de 27 de juobo ultimo.
Dito ao juiz de paz mais votado do 1* dislriclo
da freguezla de S Lourenco de Tejacupapo.
Respoodando ao aeu officio de 27 de julho pr-
ximo lindo, em que Vmc. me com mu nica nao se
ter mudado no dia 24 de maio ultimo como foi
designado por asta presidencia em 14 de abril
deste aooo a junta de qualicagio dessa freguetia
pelas razea mencionadas no citado officio, teoho
a dizer-lhe que convoque a referida juota para o
dia 20 de setembro prximo viddouro que para
isso designo novamenle guardadas as formalida-
des legaes.
Portaria. O Sr. gerente da companhia per-
nambucaoa mande dar ama paasagem de prda no
Tapor Ptrtinunga at Macei, em lugar destina-
do a passageiros de ealado a Antonia Florencia
de Castro, que consta ser desvalida.
Dita.Os Srs. sgentes da compsohia brasilelra
e paquetes a vapor, mande dar tranaporte para
a (Orle por conta do ministerio da guerra no va-
por que ae espera do norte ao capellao tente da
reparlicao ecclesiaalic* do exercito frei David da
Nalividade de Nossa Seobora.
Dita.Os Srs. gerentes da compaohia pernam-
bucana mande dar transporte para Macei por
coala do ministerio da guerra no vapor Perainun-
ea os officiaes e pregas constantes da relacSo
junta.
Dita. O presidente da provincia attendeodo
ao que requeren o mestre e dono do biate na-
cional Sergipano, Heorique Jos Vieira da Sil-
va, resol ve coceeJer-lhe licenca para poder trans-
portar do presidio de Fernando para esta capi-
tal oo mesmo hiale o feijo e milho qua all
existir em sua propriedade.
Ignatio Rento de Loyolla Jnior Informe o
Sr. inspector ds thesouraria provincial.
Joo Baptista da Luz. Informe o Sr. desem-
bargador da Saota Caaa de Misericordia desta ci-
dade.
Josephs Hara do Patrocinio. Informe o Sr.
desembargador provedor da Sania Casa de Mise-
ricordia.
Manoel Josquim Mauricio Vonderley.Em vis-
ta da informacao nao poda o supplicante ser at-
tenddo.
Maria das Neves Ponciana.A'viala da Informa -
cao s oportunamente pode a supplicante ser
atteodida.
Ulpiano Bezerra de Mello.Informe o Sr. pro-
curador da Saota Ciaa de Miseridorcia.
Vicente Ferreira da Costa.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
INTERIOR
exiga para os amprestimosa aasignatura do mu-
tuario e do abonador, ou de algum a rogo des-
tes, quando no-soobessem escrever;
7. Em permitlir que o fiel do thesoureiro fos-
se servir como auxiliar permanente deste ernpre-
gsdo, se as necessidadea do aervico assim o exi-
gisaem ;
8.a Finalmente em dar se facoldado ao conse-
ibo, inspector o fiscal para commetter, quando sn
torne preciso, a um empregado especial as func-
Qes de secretario da admiolstracio dos douses-
tabelecimentos, as quaes pelo regulamenlo in-
cumbem ao gusrda-livros e a um dos membros do
mesmo conselbo.
A lai de 22 de agosto de 1860 prescreva no
sea art. 2 g 14 que as caixas econmicas sejam
dirigidas e administradas gratuitamente por di-
rectores nomeados pelo goveroo, reputando co-
mo servicos relevantes
Nesta parte, porm, isto quanto s nomea-
coes dos empregadoa, seus acosaos e remoges
de urnas para outraa repartiges, e na dos coocur-
sos, ha necessidade de rever e simplificar a legis-
ls$o vigente, para que asdisposicoes dos diver-
sos regulamentos sejam em tudo uniformes e har-
mnicas.
Pelo que toca s nomeacoes, acceasos e remo-
coes para o tbesoaro e Ibesourarias, os respecli-
voi r-vgutamenios speoaa admittem :
V, que o coocarao deatinado ao prcimecto de
! ;-. .res da classe immediata de praticantes se
verifique entre estes, podendo lambem concorrer
os das recebedorias e alfandegas que tiverem si-
do nomeados mediante exame;
2*, que o ultimo concurso se abra someote en-
tre os empregados do thesouro, thesouraria, al-
faodegas e recebedorias da classa immediatomen
a em Qualquer occasiSo e
para qualquer im os que assim forem prestados, i **!&, /e prsll"Dl"'ar's' 18 e 19 do de*
Comprehonde-ae o peosamento do legislador ao cret0 de 14 de m8r5 de 1860)
Relalorio do ministerio da fazenda
apresenlado a assembla geral le-
gislativa na segunda sesso da deci-
ma primeira legislatura pelo minis-
tro e secretario de estado dos nego-
cios da fazenda Jos Diaria da Silva
Prannos.
(Contintiigio.)
CAIXA ECONMICA E MONTE DE SOCCORRO.
Os dous estabelecimentos desta denominarlo
creados na corte pelo overno, era virtude da le
de 2-2 de agosto de 1860, art. 2, j 1 e 14 a 22,
comecaram a funecionar em 4 de novembro do
anno paseado ; e parecam destiosdos s prestar
uteis servicos as claasaa pobras da nossa popula-
cao e em geral a todas as pessoas que procarem
um cofre seguro onde depositem e vo secuma-
lando o tracto de sea honesto trabalho e provi-
dentes economas.
Cootiouam sob a presidencia do honrado Sr.
viscondede Albuquerque, e de um conselbo que
actualmente se cotnpe destes prestantes cava-
Iheiros: os Srs. visconde de Bosaflaa, barao de
Itamaraty, Antonio Jos Alves Souto, Jos Joa-
quim de Lima e Silva Sobrioho, Alexandre Maria
de Mariz Sarment, Candido Jos Rodrigues Tor-
res e Jos Michado Coelho de Castro.
Os Srs. visconde de Ypanema, barao de Man,
viaconda de Gondeixa e cooselheiro Antonio Ni-
colao Toleotino, que aubstitulra ao primeiro, pe-
dlram e obtiveram exooeragib por motivos atten-
dlveis que em nada diminuiram o reconbecimen-
to do goveroo pelo servico gratuito que all e
dlgoaram prestar ao nosso paiz.
A morte acaba de roubar ao conselbo um do
seus membros, e nao menos prestante, o com-
meodador Joo Pedro da Veigs : esta vaga anda
nao foi preenchida.
O monte de soccorro vai formando o sea capi-
tal com a quota de 1 0|0 que lhe foroece o im-
posto de 12 0t0 sobre as loteras extrahidas na
corte.
Al 31 de marco importava esse capital om
123:6000000 do qual havla empregado em penbo-
rea 89:220;893 conservando o resto em deposito
oo banco rural e hypolecario. como melhor veris
do quadro o. 68.
Para auxilio das transaeces recebe elle da cai-
xs econmica as quantias que all entregam os
depositantes, e responde pelo premio que a estes
devido.
Assim, a caixa econmica e o monta de soccor-
ro mutuamente ae auxiliam, formando na reali-
dada um s eslabelecimento, posto que sejam
dous na apparencia legal.
dispor urna nova ordem de cousas a respailo des-
sss caixas destinadas a recolher aa sobraa do.po-
bre, assim como do bomem abastado ou bemfa-
zejo, que por esse meio pro veja ao bem-estar de
sua familia ou de pessoa que lhe mereca pro-
lecco.
O legislador quiz evitar, a meu ver, a preven-
cao natural contra a creaco de novos empregos
pblicos,
Hoje, porm, forcoso reconhecer que nao
justo exigir lio assiduo trabalho e tao seria res-
ponsabilizada no exercicio de um emprego gra-
tuito.
Filamente ha no paiz, entre naciooaes e es-
trangeiros, pessoss generosas e assaz dedicadas
ao bem garal que nao sabem recusarse a um tal
convite, mas este sacrificio de lempo ede traba-
lho tem limites que nao se pode desconhecersem
exigir o impossivel.
Dahi resultar oecessariamente que em muitos
pontos do imperio tses estabelecimentos, por si
sos, nao serio realizavets, e que o da corte ha
de soflrer continuadas mudencas no seu pes-
soal.
Bem vejo que, segando o systema da lei de 22
de agoslo ss caixas ecooomios nao teem fundos
com que possam pagar aos seus administradores;
mas tambem parece-me certo que eslava oa men-
te do legislador crear-se como na corte, ao lado
de urna caixs econmica um monte de soccor-
ro que lhe servisse de auxiliar e completasse a
idea humanitaria que presidio a esta dupla ini-
ciativa.
O monte de soccorro lem fundos proprios e d
lucros com qae pode reoumerar a parte mais ac-
tiva de sua administrsco.
Creio, pois, conveniente : 1 feeilitar mais a
aeco admioiatrativa dos dous estabelecimeotos
da corte a que cima rsferi-me ; 2* indenmisar
com algum honorario os sacrificios que faz o
presidente dos dous eslabelecimenios, e ao vice-
presidente qusndo exerca as funeces desle car-
gi ; 3* exonerar os oalros membros do conselno
inspector e fiscal de ums boa parle do trabalho a
que ora s3q obrigados, commeltendo-lhe misso
aosloga a dos membros da junta administrativa
da caixa daamortiaaco, aervlgo nao menos re-
levante, e nico compativel com os outros devo-
res socisss qua peaere sobra as pessoas ma'.s
dignas deasa eacolba. Julgo que para esta me-
dida est o governo auloriaado pela propria lei
de 22 de agoslo, qua naquella coodico de servi-
co gratuito s coBtemplou as caixas econmicas,
e que quanto ao rgimen administrativo destos e
dos oalros estabelecimentos congneres conllou
tudo a experiencia do governo.
THESOURO NACIONAL E THESOURARIAS
DE FAZENDA.
Promulgado o decreto n. 2,349 de 14 de marco
de 1860, deu o mea Ilustrado antecessor por con-
cluida a reforma que o governo fra aolorisado a
fazer, pela lei n. 563 de 4 de julho de 1850, nos
----------------- .----- *,*iB|/a*aaau ulij uu uo lUillU uo irjJO. UUI
A pedido do conselbo inspector e fiscal, o go- regulamentos que regiam o thtsoaro publico e as
Despachos do dia S de agosto.
Requerimtntot.
Clara Balbina dos Prazeres. Drijs-se ao Sr.
Dr. provedor da Sonta Casa de Misericordia, para
mandar admittir o Albo da supplicante quando
houver vaga.
Francisco Pedro Advincula. Informe o Sr.
loapector da theaouraria provincial.
veroo abri ao monte de soccorro um crdito de
200:000$<|00 que nao se realisou, porque as ne-
cessidadea do esiabelecimanto teem sido suppri-
das completamente com r quota do imposto so-
bre as loteras, e com os auxilioa da caixa econ-
mica.
Diz o ilustrado presidente destes estabeleci-
mentos que os depsitos recolhidos a caixa eco-
mica, os juros e resgate dos penhorea do monte
de soocorros podem fazer face a demanda dos
emprestimos na razo de li3 de saa importancia
aupprindo-se os 2{ com o capital.
Tratando do deseovolvimeoto que podem ter ss
operaces do monte de soccorro, diz o mesmo pre-
sidente :
c Esse fuodo tem de esgotar (o fondo deposi-
tado no banco rural) anda mesmo depois de au-
xiliado com outras reodas, que nao entraram an-
da para a caixa do monte de soccorros, e consti-
tuem a sua dolacao. Logo, porm, que seja este
fundo esgotado, estar elle empregado com o ju-
ro de 12 0|0; juro que, accamalado a renda da
dotacio, e a retirada dos peohores, deve mui
prximamente equilibrar a receita e despeza do
eslabelecimento ; e quando mesmo a dotacio da
caixa nao aejt sufficiente ao seu Qm, o juro de 6
a 7 0[0 que corresponde ao crdito da divida pu-
blica interna, nunca poder aggravar-se pelo
emprego desse capital em outros emprestimos
com jaro nuoca menor de 9 0[0 e garanta de ou-
ro, prata, e brilhantea, ama vez qne a deapeza
do costeio dsssas operaces nao possa exceder a
differenca do mesmo juro.
A accao benfica, que o gorarno pode axer-
cer sobre a sociedade por taes meiosfsz-melem-
brar a V. Exc. que o monte de soccorros pode
esteoder suas operaces as bypothecas sobre os
predios urbanos. Para esae fim convida acabar-
se com as hypotbecaa tacitas, despertsndo aquel-
lea que aapuem preferencia no pagamento de
aeas espita, a que registrero oa seus ttulos.
Dado esse pssso, convia crear caixas econmi-
cas e montes de soccorro as cap taes de todss
as provincias do imperio, e dotar esses estabele-
cimentos com um crdito de 10 a 12 mil contos
de ris em apolices da divida publica convenien-
temente distribuidas.
Por decreto n. 2.847 de 16 de novembro do
anno psssado, fizeram-se algumas alteraces cu-
ja necessidade se tornou sensivel desde come-
jo dos trsbalhos desses estabelecimentos, nos
respectivosreaulameolos mandados executar pe-
lo decreto o. 2,723 de 12 de Janeiro do mesmo
anno.
Estas alteraces consiiliram :
1.* Em contar-se o juro de 6 0(0 aos depsitos
ds caixa econmica desde o dia em qae eatraram
para o thesouro ou monte de soccorro al a ves-
pera do marcado para a saa entrega ao deposi-
tante que os reclamar;
2.a Em dispensarse que as guias de remesss
dos depsitos para o thesouro, ou monte desoc-
eorro especifiquen) a quota relativa a cada um
depositante bastando que uellss se declare a
somma total das remessas feitaa diariamente e o
mais no balanco meoaal enviado ao thesouro;
3.* Em crear-se os livros de razo e diarlo nos
ditos estabelecimentos, alm dos auxiliares que
forem exigidos pelos respectivos regimentoa in-
ternos ;
4." Em que conforme a pratiea geral no com-
mercio, os premios dos emprestimos, que o mon-
te de soccorro fizer, sejam logo encontrados as
quantias coovenciooadas com o mutuario ;
5.* Em permitlir que, assim como a caixa eco-
nmica, o moote de soccorro preste seus serv-
coa a pessoas ni o domiciliadas na corte, circuns-
tancia alias impossivel de verificar, a que portan-
Golfredo Lacherr. Em vista da ioformsco, I to toroar-ae-hia am maitos casos illusoria ;
s opportuosmente pode o supplicante ser atteo-1 8.* Em sapprimir a dispongo do art. 8 do
dido, I regulamenlo do monte de soccorro, no quai
Ibesourarias de fazeoda, creados, em substituicao
do erario e dos cooselhos de fazenda das provin-
cias, pela le de 4 de outubro de 1831. Solicita-
da a yossa approvacao para aquello teto, foram
efectivamente approvados, sera alieraco alau-
ma, pela le n. 1,114 de 27 de setembro de 1860,
art. 12, 10, os differeotes decretos coostitulivos
dessa reforma, at ento publicados e trazidos ao
vosso conhecimeoto.
Se este tacto por si s nao baslasse psra extin-
guir a delegarlo dos poderes confiados so gover-
no pela lei de 1850, o art. 13 deasa mesma lei n.
1,113 foi mais ampio e explcito, dando por cada-
cadas todas as disposicoes das leis antecedentes
que verssssom particularmente sobre reformas de
repartices, ou de legislado fiscal.
Nao oegarei a opporiaoldada desse acto, ema-
nado do poder competente, e qae, alm de ter si-
do suggerido pelo proprio goveroo, qao julgava
ento satiafeitas as principase necessidsdes daa
reparticoea qae fra incumbido da reformar, echa-
se de inteira conformidade com os preceitos cons
titucionaes.
To pouco deixo de reconhecer a conveniencia
de nao sabsistirem Indefinidamente as autorisa-
ces que o poder legislativo entenda em sua sa-
bedoria dever cooferir ao goveroo, salvas ss que
varsem sobre materia por sua natureza muito va-
riare!. Alm de que, dez anoos de experiencia
eram prazo sufficiente para colher da pralica as
lices que ella podesse dar no tocante s reformas
de qae ora trato.
Que o conseguimos, pelo meos no mais essen-
cial, provam aa inconteataveise importantes van-
tagens colhidas pela admioislraco central da fa-
zenda dos diversos decretos a que vos digoastes
dar vossa approva-ao. Se o estado do thesouro
e theaourarias das provincias nao aiuda to aa-
ttafactorio como fra para deaejar, nao ae pode
tambem deaconbecer que muito melhorou depois
da lei de 1850.
Eacumpre aiteoder a que em paizeomo o nos-
so, que nao attingio anda grandeza e impor-
tancia para que, grecas Divina Providencia, mar-
cha em carrura nao interrompida deade sua eman-
cipaco, como o altate o crescimento progressi-
vo de suas rendas, ha, por assim dizer, que cons-
truir e innovar todos os dias; o qae bom e suf-
ficiente hoje, torna-se menos til e insuficiente
amanha, proporco qae os diversos ramos do
servigo se desenvolvem e exigem novas e mais
ampias providencias.
Entro as medidas de mais transcendente van-
tagem para a adminislracao de fazenda, adoptadas
por meas tllustrados antecessores, est sem ou -
vida algoma a exigencia de habilitsces aos que
pretendam servir os empregos das diversas repsr-
tijas deste ministerio.
Os coocursos e exames que a lei de 4 de outu-
bro de 1831 creou, para a entrada no thesouro e
thesoorarias, foram melhor regulados pelo de-
creto n. 736 de 20 de novembro de 1850, mais
desenvolvidos no decreto de 14 de marco de 1860,
e tornados obrigatorlos as repartieres ltima-
mente reformadas.
A par desta to necessaria providencia, e como
consequencia delta, veio omra nao menos til,
caja necessidade de ha muito se fazia sentir. Al-
ludo disposico de alguns dos novos reguls-
mentos que permute a passagem, por sccesso ou
remoco, de urnas para outraa reparticoea de fa-
zenda, aos empregados que se acharom devida-
mente habilitados. Nao s a experieocis tem
demoostrado qae, especialmente no thesouro.
muito conveniente a axislencis de empregados
com iostruccao pratiea dos servicos das repart-
cues subalternas, mas ainda a medida da pro-
miacaidade das nomeacoes reclsmada algumas ve-
zes como correctivo, quando a bem da disciplina
ou da Qsealisaco fez-se preciso retirar um em-
pregado da reparticao em que serve..
Nao pois, all expresso que os empregados
das alfandegas, recebedorias e outras reparticoea
defaz90da possam nr prvidos os lugares supe-
riores aos de 2a e 3* entrela, do thesouro e
Ihesourarias. Pode se entender que taes nomea-
coes sao vedadas.
Entretanto o regulamento das recebedorias do
Rio de Janeiro, Bahia a Pernambdco diz o se-
guinte:
Arl. 19. As vagas que se derem as recebe-
dorias sero preenebidas com empregados das
mesma i ou de qaaesquer repartiros de tszenda,
que eatejam naa condices exigidas no presente
decreto ; podendo os primeiros isto os das
recebedorias) ter tambem accesso para as outras
repartices, conforme seus servidos, mcrecimen-
tos e habilitaces, verificadas por meio de con-
curso.
O da cssa da moeda tambem dispe assim :
Art. 47, 3o. Podem ser prvidos no em-
prego de primeiro escripturario, por accesso, o
segundo escripturario da casa de moeda e os da
claase correspondente de quiesqoer reparlicoes
de fazeoda.
Art 48. O primeiro e segundo escripturario,
prvidos oa firma do artigo antecedente, pode-
ro, conforme seu merecimento e servirlos, ter
accesso no ihasouro e outraa repartirles de fa-
zenda, e tanto este como qnaesquer outros em-
pregados da seceo de escriptureco e contabili-
dade, sempre que o servico publico o exigir, ou
s seu pedido, podero ser removidos para igues
lugares de outras reparlicoes do ministerio da fa-
zenda.
Anda o da ofTlcioa de estsmparia contera ex-
presamente a mesma doulrioa :
a A>'.. 29. Os empregados de escripturac3o ej
cootalilidade sero prvidos pelo mesrno modo
que o'sao pela legislaco em vigor os do thesou-
ro nacional e thesourariaa das provincias, poleo-
do ter*accesso, conforme aeu merecimento, ser-
vicos e habilitaces, verificadas por meio da con -
cano., na mesma ou em qualquer outra repart-
cao d;e fazenda.
Para completar esta ligeira recApitulaco dos
Trligos da actual legtaiacoguo regulam a passa-
j?era dos empregados de urnas para outraa repar-
ticoea, traosersverei agora oa que dizem respeito
aui -^pregados das alfandegas no regulamenlo
de ft "- setembro de 1860 :
A?* 70. No acceao poderlo ser promiscua-
mente considerados os emprvgados de urnas para
outra/.i alfandegas. As vagaa existentes em urnas
poderao igualmente ser preenebidas com empre-
gadta de outras, por meio de remoco, quando o
servteo publico o exigir.
a Art. 71. A disposigo do artigo antecedente
tica extensiva aos empregos do thesouro e Ihe-
sourarias a aos de outras repartices de fazenda.
que teoham as habilitaces exigidas nos aits. 69
S 3o, 74 e 76. >
Pelas disposiges cima transcriptas chega-se
aos siguiles resultados:
1. Que no decreto de 14 de marco, j appro-
vado por lei, s axpresso que possam ter acces-
so no thesouro e ihesourarias os empregados das
alfandegas e recebedoriaa que pretenderem al-
gum doa lugares para que se exigem os concur-
sos de qae tratam os arta. 18 e 19.
2.* Que, pelos decretos ns. 2,532 de 25 de fe-
vereiro, art. 29, n. 2.537 de 2 de marco, art. 47
3", o art. 48, e o. 2,551 de 17 de margo, art.
19, tambem j ipprovados por li, os empregadoa
da ofciaa de estamparla de apolices, os da casa
da moea e os das recebedorias podem ser pro-
miscuamente nomeados de amas para outraa re-
particoea, inclaaivameote o thesouro ibesoura-
rias, urna vez que tenham as davidas habilita-
ces, isto as exigidas no decreto de 14 de
marco.
3.* Que os das alfandegas parecem estar ex-
cluidos dessa regra geral.
4.a Que, finalmente, embora pelos termos ge-
nricos dos regnltmentos das recebedorias, casa
da moeda e ofBcioa de estampara, os empregados
destss repartiges sejm aptos para paaaarem a
qaaesquer outros de fazeoda, todava oem estes
nam os do thesouro e ihesourarias podero ter
entrada as alfandegas, se oso se scharem habi-
litados na forma do art. 69 3* do seu regula-
menlo, que exige, alm das materias proprias dos
concursos do thesouro e Ihesourarias, approva-
cao plena de slereometriaeareometrii, a pra-
tiea doa melhodos e usos dos instrumentos mo-
dernos de arqueagio doa navios.
Revela observar que este regulamenlo, qae es-
tabeleceu condiges novaa para a admisso aos
empregos daa alfandegas, aioda nao foi approva-
do pela assembla geral, como convm que o se-
ja, logo que receba os melhorameotos que a ex-
periencia tem indicado.
Nio vejo razio para que se admitta a notada
excepco relativamente ana empregados das al-
fandegas, dos quaea ae exigem as mismas habili-
taces quedevem possuir os do thesoros e ibe-
sourarias. Creio meimo que a menta do decre-
to de 14 de margo conceder accesso aos ditos
empregados para as repartiges contraes, e que
este direito deriva-se lgicamente do concuo
permiltido para os lugares que dependem de
exame.
onde fossem mais necessarios, ou podessem ser
mais uteis.
Para alcangar este fim,.sem iojusligas uem
prejuizo do servigo publico, releva que as regras
de oomeagao e accesso, e aa habilitaces, sejam
principio da promiscuidade, exceptuados aqoel-
les que por sua nalureza nio requelram Igual ap-
tido intellectual, ou nos quaes sobretodo se de-
va exigir mnralidade, a par de certos cooheci-
mentoa ou condigoea eapeciaes.
O regulamenlo de 19 do setembro de 1860, nao
est em perfeita birmonta com o do tbeaouro e
Ihesourarias a respeito dos concursos. NaquvUe
s se exigem dous concursos, entretanto que oes-
te sao necessarios tres, bem que o conjunclo das
materias dos diversos exames seja o mesmo, sil-
vas algumas especialidades proprias do servigo
das alfandegas.
Deata discoroancia resulta que os quarlos es
cripturarios do tbesouro dependem de coocurso
para passarem a terceiros, e os das alfandegas
nao eslo sujeitos a mesma coodigao.
Veera aqui a proposito algumas considerages
sobre a disoosics do decreto n. 2,549 de 14 de
margo de 1860 qae causou descoolentamentoen-
tre aa differentes classes de empregadoa que se
achavem isentos de exame, em viriude da legia-
lacao anterior, e que ficaram obrigados a urna
terceira pro*a ou novo exame desde a publica-
"h'i do mesmo decreto.
ihesourarias e outras repar-
de igual dasso naa
tiges de fazenda.
Passarei agora a iuiormar-vos do estado em
que se acham oa servigos a cargo do thesouro o
ihesourarias, e das providencias que se toma-
rara ltimamente para melhora-lo.
Thesouro.
Reconhecendo o goveroo que as disDOsijes do
decreto n(158 de 7 de maio de 1842 nao com-
prebendiam todos os casos em que deve ser li-
cito aos Dresideotes das provincias ordenar, sob
sua responaabilidade, despezas pertencentes a
verbas j esgotidas, ou nio contempladas na
distribuirn dos crditos annuses; e notando
que o processo estabelecido nesse decreto para
laes autorisagos era incompleto, exped o de-
creto n.2,88t do Io de fevereiro do corrente aooo,
que additou novas providencias ao de 7 de maio,
e procurou sslisfazer s necessidsdes da admi-
nistrado, sem deixar de garantir ao meimo lem-
po os ioteresses da faieuda publica.
No intuito de remediar o mal da falla de pa-
gamento de algumas despezas para que as Ihe-
sourarias oio tioham crdito, os presideolesde
provincia vitm-se forgados maitas vezes a ultra -
piaaar os poderes que (hes haviam sido confe-
ridos pelo decreto de 7 de maio. Era, pois,
preciso prevenir a repetigio desses actoa llegaes,
posto que deseulpaveia, facilitando aacgsoda-
quelles funecionarios quanto o exige a regulari-
Como sabis, a lei de 4 de outubro de 1831 dade e promptidao do servigo publico, e evitando
nao prescreveu seno um concurso para a ad-
misso aos primeiros empregados do thesouro e
ihesourarias.
O decreto de 20 de novembro de 1850 estabe-
leceu dous : o primeiro para provimeolo dos lu
gares de praticante ento creados, o segundo
entre es mesmos praticantes, pars os lugares ds
claase immediata.
O decreto n. 2.343 de 29 dejaneiro de 1859,
reorganisando o quadro do peasoal, e suprimi-
do a classe de quintos escripturarios do thesou-
ro, e a de quarlos escripturarios das ihesoura-
rias da Bihia, Pernambuco, S. Pedro do Rio
Grande do Sul, MaraohSo, Para, S. Paulo e Mi-
nas, nicas que a tinham, cooservou a mesma
regra do decreto de 18S0, quanto aoa concursos ;
de aorte que lano oa quartos eacripturarlos do
thesouro, como os terceiros o amanuenses das
Ihesourarias di Bahia, Pernambuco, S. Pedro,
M ranhiio, Para, S. Paulo e Mioas, e os segundos
de todaa as oulras foram sempre isemptos dessa
formalidade para oa seus acceasos.
O decreto de 14 de margo exigindo miis habi-
litages eslabeleceu tres graos de exame, por mo-
do que ficaram com prehendidos na obrigagio de
se sujeitarem a urna terceira prova, para pode-
re m obter arce ssos, lodos os escripturarios e a
maouenses cima mencionados.
Como era natural, esta medida excitou quei-
xai, e posto que nio se fuodassem em direito,
porque nio se dava retroactividade illegal, toda-
va parecen de equidade e Ihes foi garantido que
a nova zVgeoeta nao lioha o effuto de excui-
los do servigo publico, se nao a aattsfizessem no
prszo marcado, mas someote era obrigstoria pan
oa casos de acceasos.
J maoifeslei, com franqueza minha opioio
sobre a conveniencia a necessidade dos coocur-
sos para a geoeralidade dos empregoa de fazen-
da, como meio de melhorar aa reparticoea ; nao
dissimularei, porm, tambem me perece de jus-
tica nio impor semelbante coodlgio a emprega-
doa que ao lempo da publicago do decreto de
14 da margo nao estavam sujeitos a ella, e que
por sua idadee loogos aooos de servigo nio po-
dem sem vzame e embarago psssar por exames
proprios de quem comega a sua csrreirs.
Se alguna, porserem empregados novos e mo-
gos, podem cumprir essa condigo, e o team fi-
to, muitos dos compreheodidos oo decreto sao
antiguaservidores do estado, pas de familia po-
bres e j adiaotados em idade, que, pela insufi-
ciencia dos vencimentos que ora percebem, veem-
e forgados a empregsr as tardes em Irabalhos
particulares, de que tlrem mais alguma van-
tagem.
Os servigos por elles prestados durante largo
espago de tempo, sao a mais segura prova de
sua aptido. Se elles coocorrem oo servigo com
os habilitados por exames, e at desempeoham
trabalbos mais importantes, se o goveroo (em o
direito de escolha, nio eslanto adatricto regra
da antiguidade, parace-me que nao ha inconve-
niente esim bem aconselhada equidade, em res-
tringir a applicagao do decreto de 14 de margo
neasa parte.
Nao sio os coohecimenlos superficialmente ad-
queridos, e para logo esquecidos, que ssseguram
a exlsteocia de peasoal habilitado oas reparti-
gea de fazenda. Muitos exemplos temos de
empregados que fazera encllenles exames, e
que na pralica moslram-se menos aptos para o
aervigo.
A approvagao nos exsmes urna presumpgio
favoravel. mas preferivel a prova pralica do
servigo de muilos aonos. Se langardes vossa
viataa para o tbesouro e ihesourarias, acharis
empregados distioctos, dignos de toda a cooaide-
racao, e efectivamente collocados em posiges
elevadas, que speoas satisflzeram as provss de
habiltagao exigidas pela lei de 4 de outubro de
1831, ou pelo decreto de 20 de novembro de
1850.
Altendendo em parte s petiges apresentadas
contra a medida de que trato, o governo impe-
rial, como cima ponderei, fez baixar o decreto
n. 2,666 de 13 de outubro de 1860, declaraodo
que a obrigagio de concurso e a pena de demis-
sio imposta aoa que a ella se nao sujeitassem,
pelo artigo 20 do decreto de 14 de margo, nio
ae enlendiam com os empregados do tbeaouro e
das recebedorias que a esse lampo se acham em
exercicio ; mas que tses empregados a poda-
ran) obler acceaso, provaodo pelos meios legaes
que possuem aa babilitages novamenle exig
dss. Esla medida, porm, nao o pleno defe-
rimento de que, a mea ver, sao merecedores es-
ses anligos empregados.
Se examinarmoa as regras de promogo, esla-
belecidas nos regulamentos dasdifTerootes secre-
Que estas eram as viataa do governo, qasndo* tartas de estado e outras repartiges dos demais
organisou os ltimos decretos qae reformaran)
a legielagio do thesouro e daa alfaodegas, depre-
hende-se do que a este respeilo disse o meu an-
tecessor em seu relatorio de 1860, referiJo-se
directora de rendas:
Nada tanho queaccescentar aoqae sobrees-
t repatigio expendeu o mou antecessor em seu
relatorio, seoo que falta lhe ara elemento es-
aencial aos trabalhos, qual o do conhecimeoto
profisssionslou pratico dos negocios de alfande-
gas. Por certo pela aua orgaoisagio (cava o tbe-
souro ilhado no meio das repartiges que lhe sao
dependentes, e nem os empregados deslaspo-
diam aspirar a ter eotrada na eslago matriz ou
central, nem a ella era dado reunir em seu seio
bomens peritos nss differentes malarias a seu
cargo.
< Recooheclda esla necessidade, o goveroo
procura dar accesso promiscuo aos empregados
daadifferentea repartiges convenientemente ha-
bilitados, e nesta bise astentar a reforma do re-
gulamenlo das alfandegas, qae emprehende.
Desle modo, collocando oa directora de rendas
empregados habis e praticos em materias que
correm pelas alfandegas, fcil seri ao governo
inspeccionar estas repartiges e unlformissr a
execugao de tarifa a sua pralica, o que sobre-
modo indrepeosevel
Parece, pois, t*a de duvida que o ponsamen-
t do governo- era permitlir aoa fuaectooarios
devidameut habilitados a passagem de urnas
pars outra reoartiges de fazeoda, no intuito de
premia* o. aa |mereciment, da aproveita-los
minieterios, veremos que sio menos rigorosas
do que aa da legislaco de fazeoda nesla parte. A
desigualdade odiosa, e convm faze-la desa-
parecer. Ella timben se d a respeilo de slguos
empregados das alfandegas.
Asubdiviso dos exames em tres concursos,
como actualmente ae acha regulado, para o pro-
vimeolo dos lugares das classes inferiores do
thesouro e Ihesourarias, oio me parece que to-
nda prevado bem. Com esla graduagio teve-ae
em vista, creio eu, dar mais tempq aos candi-
datos para adquirirn) as novas hebilitages exi-
gidas para aquelleaempregos ; ffla'a a experien-
cia mostra que o terceiro coocurso desaoima a
maitos preleodeotes, porque o tempo do exerci-
cio do emprego oio o n ais proprio para o es-
ludo de preparatorios, e pelo cootrario alguns
receiam tornarem-se menos aptos para am exa-
me theorico no intervallo que decorre do 2* ao
3" concurso. Alm deste inconveniente, qae
muito concorre psra que as Ihesourarias nao
possam preeosher o pessosl de qae carecen),
d-sa ouiro nio meos attendivel, e a perda
de tempo e o accrescimo de trabalho que resul-
tara do terceiro coocurso.
Em cooclusio do que levo exposto, ju'go do
meu dever pedlr-vos que pelo meaos adoptis a
seguinte dtsposigio : reduzir a dous os tras coo-
cursos que os regulamentos em vigor exigem
para as nomeagoes dos empregados das ultimas
classes do thesouro e outras repartiges de fa-
zeoda : Qcaodo isenlo do coocurso o accesso dos
todo o pretexto para autorisarem-se despezas que
nio sejam urgeotea e de reconhecida necessi-
dade.
Espero que o novo decreto preencher essd
fim.
Para siroplificsr e diminuir o complicado tra-
balho da liquidarlo das dividas de exercicios lin-
dos, que toma grande parte do tempo aos em-
pregadoa do thesouro, e excita clamores, foi
tambem publicado o decreto o. 2,897 de 26 do
referido mez de fevereiro, de que faliei particu-
larmente no artigo relativo s dividas desla na-
tureza.
Seerelaria da fazenda. A organisagao dada a
esta reparligao pelo decreto de 20 de novembro
de 1850, e em parle alterada pelo de 29 deja-
neiro de 1859, fonda-se oo principio de que o
exame e apreciagao de lodos os negocios, que
correm pelo ministerio da fazeoda, devem ser
exclusivamente faltos pelas diversas directoras
de que se compe o thesouro nacional, limtlao-
do-se a secretaria simples missio de redigir,
expedir e registrar os avisos e ordens que tive-
rem de ser assignados pelo ministro, assim no
carcter de secretarlo de estado dos negocios da
fazenda, como no de presidente do tribunal do
thesouro.
O deseovolvimeoto, porm, que oestes ltimos
sonos teem tido os negocios do ministerio a meu
cargo lal, que a secretaria da fateoda vai
Blindo alguma difculdade em bem gjg|5.
nhar o servigo q3 ud esi"incumbido. Toda-
va nio ouso propr-vos mudanga alguma nesta
reparticao, porque nio julgo asss couhecida a
necessidade de novas providencias, o que s a
experiencia de mais algum tempo pode indicar.
Entretanto vai ella procurando as directoras
geraes da coDtabilidade e das *eodas publicas o
auxilio da que necesaita psra o cumprimento de
deverea que especialmente lhe sao incumbi-
dos.
Directora geral da contabidade. O expedi-
ente desta directora, que muito (em avullado
uestes ltimos lempos, fez-se com regularidade,
sendo desempenbado em dia o que por sua na-
tureza de trato diario e successivo.
As tres cootadorias em que se divide a direc-
tora geral da contabilidad*, alm dos trabalhos
de liquidagio da divid activa e passiva do esta-
do, que j menciunei nos lugares competentes, e
da respectiva escripturagio, executaram os qae
passo a enumerar, por serem os maia importan-
tes, e sufiicieoies para avaliar-se o servigo da
dla directora, que alias tem oalros tambem pro-
prios, como o da sus correspondencia com as
Ihesourarias de fazeoda, mesas de rendas e col-
lectoriaa, e o da escripturagio de protocollos,
em que se oceupam exclusivamente, pelo menos,
qualro empregados.
A 1.' cooladoria conferio 16,019 documentos
da entrsda e sahida de diuheiros dos cofres do
thasouro, a escripturou os crditos concedidos
por diversas leis do orgameoto ou especiaos, fa-
zeodo em lempo opportuoo todo o processo re-
lativo distribofcao dos meamos.
_ AS'nao s fez toda a importante escriptun-
go dos diarios, borradores, luros-mesires e au-
xiliares, como organisou o balango e syoopee que
voa foram presentes oa sesso do anno paasado,
em cumprimento da lei, e preparou elementos
para oalros que tambem foram sabmettidos
vossa consideraran.
A 3a escripturou em dia a arrecadagio e pa-
gamento de beos de defuntos e auseotes. exa-
minou 137 autos de coolas de testamento, con-
tiouou a liquidagio da divida anterior a 1827,
ioacripta e nio inscripta, fez todo o processo re-
lativo ao pagamento do numeroso pessoal que
recebe seus vencimentos palo thesouro, o qaal
pode computar-se em 5,419 individuos, e, final-
mente, liquidou crescido numero de processos
de monte pi, meio-sold e aposentadoras.
Em urna pilavra, basta dizer que estas repar-
tiges iuformaram, durante o anno a que me re-
dro, mais de 6.000 papis de diversa natureza,
para poder avaliar-se o movimento e trabalho do
seu expediente. Todava muitos trabalhos fica-
ram ainda em atraso, porque o peasoal nao
suBriecie para Ira? los todos em dia, e o qua-
dro do thesouro nio permute dota-las com maia
empregadoa alm dos que celias ordinariamente
fuDcciooam.
A thesouraria geral e pagadorias, sobre te-
rem em da ns pagamentos de que eslo eocar-
regadas, fizeram regularmente a sua escriptura-
gio como indispensavel.
Prosegue-se'na classificsgo dos livros o pspeis
exisleotes no sartorio. O eapago que oceupa esta
eatagao j por demais scanhado : para desim-
pedir tnteirameote a aala onde trabafhou a offici-
ns de estampara, e que lbe foi destinada, man-
de! orear e autoritei a neceaaaria despeza, que,
segundo o ornamento, pouco exceder de rii.....
900JJ00.
Directora geral das rendas. A' excepgao da
esteiislica commercial, cuja orgaDisagao iolel-
ramete dependeote dos mappas das alfaodegas
do imperio, que nio teem sido enviados no devi-
do lempo, acham-se em dia os demais trabalhos
desia reparligio.
A grande atilidade da estatislica commercial
dispensa demoastrar quanto releva que seja ella
orgaoisada na mesma poca em que o sio os oa-
lros trabalhos do thesouro. Os meus dignos an-
tecessores tomaram algumas providencias, que a
experiencia Ihes suggerio, do sentido de regula-
risar este servigo; e asseguro-vos que por mm ha
parta nio deixo tambem de prealar-lbe a devida
atleogo.
Forgoso porm, coofessar que esta reparti-
cao, urna das mais importantes do ministerio da
fazeoda, pelas variadas ailribuiges que lhe fo-
ram cooferidas nos decretos que reformaran) n
theaouro. oio ple aioda attingir cabalmente os
fina de sos creagio.
Ou porque lhe falte pessoal sufficiente, oa por-
que sua orgaoisagio seressiota de algum defeito,
o certo que nio faz ebegar aioda, seoo mu
fracamenla, s estages de arrecadagio, que Iba
sio subordinadas, a suprema fiscalisago qae de-
ve exarcer sobre ellas.
Directora geral da tomada de cootas. Esta
repartigio creada apenas bs tres annos, lata ain-

4 escriptararios do thesouro, dos empregadoa' da com muitos o serios embaragos para collocar-
.
?:



V?
DIARIO DE PEraiMBlTCO SEXTA FEIRA S DE AGOSTO DE 186*.
ae em coodi;oes de corresponder aos m a que Foram timben julgaclos pelo tribunal, Ciicd | vagos em algumaa thesourarias, porqtia neos
Sobre ser insufflciente o seu pessoai, a falta de cessos, que comorehendem ti contal anouaes de
local ptoprio para archivo da directora cada da exactores, no valor de 525:9469963. aendo a tu-
rnis se fax sentir, proporco que as contas vio portosla dos alcances lindos 25:2545354. Dista
sendo recolhida ao theiouro com ruaior regula- aomma foram neolhidos 25:2119793, compreheo-
iidade. didos nos 83:9899081 j referido!.
Em taea circumstaocias, alm do risco perma- Cumpre anda notar que ai 448 cootn examl-
neute a que papis to importantes se acham ex- nadas ou revistas, no anoo de 1861, nao se acbam
poitoi, sera que nzosvelmeote ie possa incum- todas definitivamente liquidadas, principalmente
bir sua guarda e responaabiiidade a siguen em- aa relativas aoi administradores de messi de nn-
pregado, occorre que o exame de qualquer conla das e coUectore, por depeoder a sai ultima li-
difficulia se, eoccasiona perda de tempo em pro- qui Jago, ou de esclsrecimeotos exigido! dos
cura tos livros o documentos que lhes diiem res- meamos reiponsaveis, ou da confrootsgo doa
peiw.
Pelo que toca a acquisigo dos documentos in-
(spepsaveis para o perfeito deeempenho do ser-
vico da lomada de contas, a directora nao tem
-^idqjuais feliz.
>c ujaior dificuldsde, alias coohecida e anliga,
,*ra a liquid-co definitiva das conlss dos exac-
tores, 6 a falta das cenidea das trsnsacgoes su-
jeitts siza e oulros impostos, bem como dos
owppai doi dioheirosde orphoi e ausentes, que
ueo sao' remettiJos regularmente so theiouro pe-
los tabellies e escrives, sera embargo das dis-
poitces do artigo 16 da le de 26 de setembro de
1857.
liaros sao os exactores, mormente dos que ser-
virn em annos anteriores a 1854, cujas contas
estejam nos termos de ser definitivamente juba-
das.
Por vezes, e de conformidade com o que in-
cumbe o paragrapbo segundo do artigo 10 do de-
creto de 29 de Janeiro de 1859, tem o respectivo
director geral levado ao conbetimento do tribu-
nal do thesouro reliees dos tabellies e escri-
ves omissos no cumprimento deste dever, aflm
de que Ibes sejam applicadas as penas da citada
le de 1857; e nao obstante haver-ie ofiiciedo ao
ministerio da justica e presidencia do Rio de
Janeiro, com ai mencionada! relaces, para que
bajam de ordenar a remessa de taes certidoes,
pcocas teem sido enviadas permanecendo, por-
tanio o mesmo embarago.
Verdade que a citada le de 1857 confere ao
tribunal do thesouro a faculdade de impdr mul-
las 8 03 tabellies e escrives refractarios; mas a
experiencia ha mostrado quao inefficaz na pra-
tica essa saneco penal sem duvids. pela difficul-
dade, senao impossibilidade, em mu tos casos, de
reilisarem-se as multas impostas; E nem outra
cousa era de esperar, j pelo avultadissimo nu-
mero de taes olliciaes, no qualse comprehendem
os escrives do juizo de paz e dos subdelegadoa
ta provincia do Kio de Janeiro, que lavram es-
cripturas, j pela natural morosidsde das cobran-
cas executivas, como em geral sao ellas eilas,
muito principalmente quando enlendem com
grande numero de individuos, e a quantia a exi-
gir de cada um como oeste caso de lOJlOo
ris apenas, valor da multa estabelecida pela re-
ferida le.
Das tabellas numeres 69 e"0, comprebendendo
a primeira as contas examinadas durante as ho-
ras do expediente, a a segunda as que o foram,
na forma do artigo 48 do decreto numero 2,343
de 28 de Janeiro de 1859, fra do thesouro, v-se
que o numero total das cootas examinadas, ou re-
vistas e liquidadas durante o anno Codo, elevou-
le a 448, sendo mensaes 191 e aonuaea 354 e que
a imponencia dos valores que ellas represeotam
montou a 1G3.l46:z73697.
Recapitulando-as segundo a natureza dos res-
pousaveis e ministerios a que pertencem, conde-
ce-se que sao toncerneotes :
Ao ministerio da fazenda.
Men- Annu- Valor da respon
mappta das iransaccoii lujeilai i siza, outroi
impoitoi a cargo de taei eslsgoes, auim como
doi di receita de orphaoi e de laientei, que nao
lem sido regularmente remeltidoi ao thesouro
pelos tabellies escritas, como j disse.
Nao obstante, porem, este embanco que nao
dado directora remover, ai contas de taes exac-
tores vo sendo lomada! e ijuitada de confor-
midade com o determinado na ordim numero 34
de 22 de Janeiro de 1855.
A tabella numero71 especifica a natureza, nu-
mero e annos a qae sao relativas ai contal por
tomar exilenles na directora al ao ultimo de
dezembroda 1861 chegando o seu numero a 476,
perlencentei soi leguintis ministerios
Fazenda.... 151
Imperio.. .. 93
Justica..... 26
Marn ha___154
Guerra..... 52
Exactores. saes.
Adm ioistra dores
de mesas deren-
das.....
Collectores. .
IU-epousaveia di-
versos.
Thesoureiro geral
e pagadores do
thesouro. 117
Kecebedor do sel-
lo, cobradores
da recebedoriae
vendedore de
papel sellado. .
Typographia na-
~"ctonTt7-vrS!fij|_____________
de estamparla,
caixa da amor-
tizado e depo-
sito publico. 14
Thesoureiro das
loteras da corle 73
A cairos mioiste-
terios, a saber:
Imperio diversos
respoosaveis. 24
Justica, diversos
reiponsaveis. 13
Marinha, diversos
respoosaveis. f|
Guerra, diversos
reiponsaveis. 1
191 254
aes. sebilidade.
52 1.03-2:6685965
11'8 3,611:713c)U69
128,S63:361I75
31 4,653:7315345
12,864:14IJ(605
8,760:0009000
1,456:1955019
1.030:9239064
236:7225395
636:8169060
fE9,146:2733697
Extremando, porm as que foram objecto dos
trabalhos da directora durante as horas do ex-
pediente, tabelle n. 69 das mencionadas na la-
bella o. 70. lomadas fra do thesouro, tem-se o
seguiote resultado :
Na directora.
Tomadas e revistas. .
Tomadas em Io exame.
Revistas......
sendo mensaes 194 e annuaes 126, e o valor
responsabilidade 149.236:7379925.
fora das horas do expediente:
da
Tomadas e revistas.
Tomadas em Io exame.
Revistas......
91
13
24
128
*d" ""."J^. 8endo o valor da responsabilidade
A importancia dos alcances reconhecidos as
448 contas, como se ve das duas citadas tabel-
las nmeros 69 e 70. monta a 4S:309p98, sen-
do das 320 contss tomadas na directora rs. .
31:7579824, e das 128, fora do expediente, re. .
10:5515574.
Cibe aqu mencionar que s despeza realisada
durante o anno com este ultimo aervigo, em gra-
tiiicacoes abonadas aos empregados, importen em
14:1109950.
Por conla dos alcances verificados, bem como
5osn^lerlore*' fecadou-se a qusntia de n. .
33:989J081. inclusive 2:5715855 de juros accrea-
cidos e debitados na forma do art. 48 da lei n
514 de 28 de outubro de 1848.
Resumlndo por ministerios
liei tratado, pertencem :
Ao do Imperio.
as conlaa do que
Jusliga.
Marinha.
Guerra .
Fazenda
Total. .
24
11
13
5
395
"447
Comparados os resallados do anno de 1861 com
os dous precedentes, desde a creacao da directo-
ra geral, verifica-se o seguiote :
Conlas ,1 j
Annos. loma- Valor!d" rePn- Alcances re-
das, sabilidades. conhecidos.
2!p2 If? 70,256:9909147 9:1849720
ir? ?] 58.281:0159770 56:433*840
1861 448 163:146:2739697 48:309-3398
Releva observar qae, para a differenca notavel
que sedem favor das responsabilidades no anno
ultimo, mutio contribuio a providencia do artigo
48 do j referido decreto de 1859, posta em exe-
cucao pelas inalrucces de 31 de Janeiro de 1860-
o que alias se manifestada coofrontacao daa la'
bellas nmeros 69 e 70 com ascorrespoudentes dos.
dous annos anteriores. #
Foram presentes so tribunal do thesouro no
decurso do anno 73 procesaos de tomada de coo-
tas, comprehendendo 431 contas liquida! no mei-
010 anno e noi anteriores.
Deites processos liveram despicho para cita-
Sao dos risponsaveii 43, abragendo 325 coolas
^84QafT1onmPD8ae"' e 170 nuaei, no valor"
de 158.477.3899175. A importancia doa alcancel
uellaa recoohecidoi fol de 39:1499558, pertmeen-
co ai ditas J2o contis 101 segainles raiusterios :
Fazenda.... 290
Imperio.... 15
utl'S..... 11
Marloba___ 7
Guerra...... j
476
Deitai 476 contas, 26 sao interiore! a 1832
200 1S0 do periodo de 1832 18551856 ; e 250
de 1856 em diante : oaa deite ultimo grupo exts-
tm 112 perlencentei a commiisarioi e oulros
respoosaveis do ministerio di marinha, posterio-
res a 1858 na mor parte, as quaes estao sendo to-
madas (ora das horas do expediente.
A respeito das contas antigs, que se acbam por
lomar, parece conveniente classlflca-las as tres
pocas que deixo referidas, para, segundo ellas,
procteder -se sua liquidagao com a maior brevi-
dade possivel. Tinto mais til se torna a conde-
sao deste servico, quaota a necessidade, nao i
de abrir espago no thesouro para acommodago
de rauitss outrss contal, por vantura maii im-
portante!, que nao ae acham recolhida, mal aio
da de iiquidarem-ie cenas flaneas intiquisimii
que permaoecem em vigor com gnve prejuizo
para 01 fiadorei.
Pelo que loca i contal aoteriorea 1832. jalgo
conveniente urna providencia que se de por li-
quidadas em geni, e Ha providencia 16 ao po-
der legislativo cabe deeretir.
Recolhida ao thesouro al so anno referido de
1832, quaodo se effectuou a nforma do antigo
erario, substituido pelo theiouro publico nacio-
nal, em virtude da lei de 4 de outubro de 1831,
datam esiai cootoi di creacao do mesmo erario
em 1808 ; e anda admittida a ponibihdade di
sua liquidado, aem prejuito de outras de mor
importancia, talando grande nmeros de livros
e documento!, e estaodo inutiiisados pelas tragas
muitos doa existente!, nenhuma confiag dev
oipinr o resultado do exame e liquidagao a que
nellas se proceder. Alem disso quasi certo que
na hypoihese dse veriticarem alcances, o tacto
de nao existir talvez um a dos respectivos res-
poosaveis ou dos seus Dadores ioutilisa todo o
trabalho do thesouro, ao qusl, em ultima aoalyse
nao renariam meios do fazer-seiodemoisar. '
Ao que fica ponderado accresce que muitas
destas contas, datando, como disse, de 1808 a
1820, acham-se compreheodldas no capitulo 210
do regiment de fazenda, que se refere o de-
creto de 20 de novembro de 1850; pelo que deve
a seus respoosaveis aproveitar a prescripcao em
que (illas teohaoi incortido.
Fra, por tanto, medida vantajosa, a meu ver,
dispensara liquidagao das cootas que se veril!-
casseestarem as circnmstanclasindicadas ; con-
servando-so os livros e documentos que puderem
lervirde algnm eiclarecmento ao theiouro.
A creagao de urna directora geral exclusiva-
mente destioadi a tomada di contas, embora nao
fosse desde logo revestida das condigei iodii-
pensaveii para dar a ene impoitante ramo do
servigo um centro no thesouro nacional, psri o
qual coovergissem ai conlside todos os respoo-
saveis, que ora as prestara em diversas repirti-
ceSi ceme parece isr a intengo de toda ai leu
e decreloi que il hoje le tem publicado, con-
cernentes adminlslragao, arrecadago e conta-
billdade da fszenda, deve necessariamenle trazar
esie resultado em futuro mas ou cenos remolo.
Neste sentido expedio o respectivo director ge-
ral, em 1859, circulares s theiourariai de fazen-
da, para que remettessem ao thesouro aoousl-
mente at 15 de fevereiro urna relago circums-
tinciada das contn tomadas no aono civil an-
terior.
Em 1860 as thesouraiias do Para, Maranhao,
Piauhy.Pernambuco, Baha, SantaC'lharini, Mi-
nas Geraes, S. Pedro e Goyaz envisram os mip-
pai com os quaes se orgaoisou o quidro lob nn-
mero 72. que moslra terem aido liquidadas nal
(lilas thesourarias, durante aquello anno, 300 con-
tas, sendo 115 meosaes e 185 annuaes. reconhe-
cendo-se nellas alcances no valor de 62:6585309,
dos quaes fon arrecadada a quantia de 19:2629427'
e Gcra por arrecadar a de 43:3959882. Nao cons'
la, porem, desses mappas o velar de cada respon-
sabilidade;
No anno de 1861 aatisfizeram estas exigencia!
11 thesounrin do Maranhao, Sergipe, Santa Ca-
thirina, S. Pedro e Goyaz, ns quaes, como de-
monstra o quadro numero 73, foram liquidadas
143 contas, sendo 60 meosaes e 83 annuaes, re"
conhecendo-ee alcances na importancia de....."
18:5529359, da qual flcou arrecadada a quantia
de 10:0779892 e por arrecadar a de 8.4749467.
Nao obstante a disposigae do decreto o. 2 529
de 13 de fevereiro de 1860, que fez extensiva s
mesmas thesourarias a providencia do art. 48 do
decrelo 0. 2.343 de 29 de Janeiro de 1859, nao
Um tido este servigo andameeto salislactorio
concorrendo para isso a osufBcieocia do pessoai
e a falta das habilitages requeridas para tao im-
portante trabalho. Apenas a thesouraria da Ba-
ha enviou urna relago das contas que foram li-
quidadas fora das horas do expediente al 30 de
oulubro de 1861, da qual consta terem-se reco-
nhacido varios alcances Da importancia de. .
3:7369179. sem comtudo saber-ie se foi em parte
ou 00 todo arrecadada, nem to pouco o valor
das responsabilidades das mesmas contas.
Concluirei o que me cabe informar ceres da
tomada de cootas as ditas thssouraeiis de fazen-
da, exhibindo no quadro o. 73 a relago das con-
tas por liquidar existente! oai ditai reparligdes
em numero de 2,955; cumprindo observar que o
referido quadro s comprehende 11 thesourarias
da Baha, Peroambuco, Piauhy, Maranhao, Para-
n. Sania Catharina S. Pedro, Hias Geraes e
Ooyaz, nicas que, como ficou dito, remetieran)
aa relagoes exigidas,
A escripturago da direcloria geral da tomada
de contas achs-se em dia, e dos seus livros coos-
la que no anno de 1861 foram ret-isiradoi 209 pa-
receres, um relstorio. 126 offieioi e portaras
urna demonslrago e 27 quitsgis, alm de 117
ceriides, que produzram de emolumentos cara
o thesouro 3305800. v
Directora geral do contencioso__Esta directo-
mentm deseint'eunado 8eu Irabalhoi regular-
Com o pequeo pessoai de que dispoe fez du-
eLauno P""8110 os eguiotei trabalhos : la-
rrOUJon!ermoS; 'emetteupara o juizo dos fei-
40,891 cerlidoei do divida acliva, ioscreveu
195 precatorios enviados a diversas autoridades
uscaes ; receDeu 1,407 officios, em resposta aos
quaes expedio 605, pondo em (lia o registro dee-
sa correspondencia ; e examinou, vindos com
vista ao procurador fiscal, 602 negocios, os quaes
foram devolvidos com os reipectivos pareceres.
, Hqadrof D8, 75 a 77 "<>s'm o numero,
qualidade e importancia das causas execullvas e
de natureza diversa, que tiveram andamento du-
rante o aono passado nos respectivos juizos dos
fetos.
325
Foram definitivamente julgados
do thesouro, passaodo-se quitago
vos respoosaveis, 27 processos relativos a M con-
Jbs. sendo 55 meosaes e 29 anouaes, no ralorde
pel tribunal
soi reipectl-
Finalmente ojyidro n. 78 repreieota approxi-
madameerte o numero e estado dos testamentos
aberlos no respectivo juizo, na corte.
Theiourarias de fazenda.
Estas reparligdes continuara, em geral, a de-
sempenhar com regularidade os variados traba-
lhos que eato a seu cargo,
Em algumii, segundo consta dos respectivos
relatnos, eustem desde longa dala trabalhos atra-
sados que nio tem sido possivel por em dia por
taita de pessoai.
.SU h''"?1 1?ged' con"> em que aej com
aflello diminuto o pessoai fixado para algumss
thesourarias; mas oem cabe Itttiu lgida do
governo augmenfa-lo conveniente, nem o eslado
doi cofre pblicos acooaelha o mprego deisi
medida, que, a er opportuoa, de?era aer exe-
cutada em muito pequea escala.
O thesouro ha lutado constantemente comgnn-
dei difflcuidAdei pr pfeeaeher cwtos- empregoa
qae tenhim as precisas habilitagosi para 1
reir de fazenda apezar de hiver o governo nao
poucaa vezei, Hor conveniencia do servico dis-
pensado o exame de ilgumaa materias, como lhi
facultado pelo art. 23 do decreto n. 2 549 de 14
da margo de 1860. '
A falta de pessoai idneo pode eer ittribuldi,
em primelro lugar circumst.ncia de lerem
mingoadoi 01 vencimientos fixidos para oa em-
pregoi de fazenda, e em segundo legar, exi-
gencia de trea graos de concuo pira prvimen-
to as tre ullimai clmei do quadro do thesou-
ro e thesourarias.
O thesouro tem bogado mo doa meios de que
dispoe pin corrigir 01 defeitoi da eicripturago
do algumai theiourarias, e attenuar quar.to poi-
ltelioi effeitoi produzidos pelaa circumitanciai
oormaes que acluam lobre o indamenlo regular
deite rimo do servigo publico.
Aindi ule anno deixiram algomas dessss ro-
partigoea de remelter em lempo os babngos oe-
cessarios para os clculos da receita e despeza
geral, bem como psra o balango definitivo e o
provisorio, que em conformidade da lei devem
ser presentes i assembla geral no comeco de
seus trabalhos.
Esta falta devida principalmente insufUci-
encia do pessoai e s distancias, mas cumpre re-
conhecer que a repetigo de taes tactos revela
tembem que nem lo ios oa chefes de thesourarias
do a esse dever toda a importancia que elle
tem.
JUIZO DOS FITOS.
O juizo dos fetos da fazenda ama daigrin del
molii que imprimem o movimeoto 10 complica-
do machinlimo di admioiitrago fiscal.
A cargo delle eit urna dn priocipaea fontei
de renda a cobrangs da divida activi da nagao.
Coovm, poia, remover todoi 01 embaragoi
que empecem e acgo deste juizo, e cuja origem
est na sua proprii lei orgioic*.
Da demora na ramocao desses embaraces re-
sultar que por sffeito da preacripeo, fallencia,
ausencia em parte incerta ou mona dos de vedo
res em estido de ioiolvabilidada, muitoi doa t-
tulos de divida veoham a cooverter-ae em papis
sem valor, que aerviro apeoaa para pejar in-
tilmente ai eitaotei doi carinos.
D'ahi a dimiouigo de um elemento da receita
publica, que, tujeito 1 um bem combinado me-
thodo de arrecadago, figurara como urna dai
mal avultadaa verbas no orcamento do im-
perio.
A experiencia trasida pela acgo leuta e cons-
tante do lempo veio demonstrar os dsfeitoi. in-
convenientes e licuni da le o. 242 de 29 de
novembro da 1841, e aconselhar as reforma! exi-
gida! pelas progressivaa necessidades do servigo
publico.
Desde 1844 que os meus Ilustrados antecesso-
res, baaeadoa oa obiervagao dos resultados prali-
coi que ia produzindo essa lei, vos tem solicita-
do medidas tendentes a collocar o juizo dos fe-
tos em estado de satisfazer plenamente os fios de
sua inslituigo e de prestar ao estado um pode-
roso auxiliar,
Este reclamo nao fol por vos desalteodido, sen-
do que dous projectos foram elaborados por mem-
bros da cmara temporaria, e pendem de vossa
approvagio.
Alm das medidas constantes desses projectos,
e das que foram propostas por meus Ilustres an-
tecessores que desdo 1843 teem oceupado a pasta
da fazenda, parecem tambem convenientes as que
puso a indicar :
! Que nos juizos especiaes dos feilos da
fazenda o cargo de escrivo dos feilos seja ln-
compativel com outro qualquer emprego 00
ofBcio.
2.* Que seja incumbida aos escrives dos fiiios
da fazenda a orgsoia;c.o das causas exocutivas e
de diverss natureza.
3.* Que oa vencimentes dos escrives e em-
pregados do juizo dos fetos, de que trata S lei
o. 242 de 29 de novembro de 1841, noa arti 10
e 11, sejam regulados pila tabella aonjria ao
decrelo o. 2,343 de 29 de Janeiro de 1859.T
Promulgada! em lei as providencial indneadas
e as que se encerrara nos referidos projectos,
bem como as que julgardes aceilaveis d'eptre is
lembradaa nos relatorios de meus antecessores,
fiear o juizo dos feitos da fazenda conswtuido
sobre principios de mais estavel e solida or/gani-
sacio, e claramente circumscripta a esphra de
sua competeoelsv
Por esse modo tornar se-ha elle a salva-guarda/
dos direilos da fazenda, que at hoje aloda va-
cillam no terreno da duvida e d* incerteza, m.-
Jeitof iostsbilidade da interpretago ";* jal,
j quauto 4 legitimidade da jurisdiegio V quan-
to natureza dos processos.
Muito convra que se realiie brevementa esta
Importante reforma, qusl se prende o melho-
ramento na arrecadago das rends peblicas e o
proprio intereue dos contribuintes. *
CAIXA DA AMORTISACAO E SECCO DE
SUBSTITI5AO DE NOTAS.
No relstorio do son anterior, tratando do
papel moeda circulante, dei-vos conta do estado
da lobsluigo, ordenada pelo meu antecessor,
dis notas dos seguiotes valores: 15000 da Ia
estampa. 5SO00 da 3a. 205000 da 4\ 509000 da
3a. e 5OO9OOO da Ia. 2a e 3a estampas.
Attendendo s ponderagas que me foram
feitas pelo iospector geral desta repartigo.
maodei, pela circular n. 39 de 4 de junho de
1861. proceder substituido das notas de lUO; e
2OO5OO da Ia estemps, que em pequeo nume-
ro existiam na circulago, com os saldos dispo-
nivels da renda ordinaria, devendo o deacooto
gradual de 10 '/o o mez comegar a effectuar-se
em todo o imperio no dia 1* de Janeiro do
correte anoo.
O meu antecessor, pelas razos quo deu em
seu ultimo relstorio, mandara crear as thesou-
rarias de fazenda da Baha, Peruambuco, Mara-
nhao, Para e S. Pedro do Sul. caixas especiaes
psra a substituigo das notas de diversos valores,
sendo os fundos necessarios para essa operago
fornecidos pela caixa da amortisago.
A adopgo desla medida extraordinaria nao
podia ler sido acooselhada senao pela falti de
saldos disponiveis naqaellas thesourarias para
acudir avultada despeza que exigira a substi-
tuigo de tantas cbsses de notas simultneamen-
te, e pela deficiencia doi meimos saldos no the-
souro para satisfazer s exigencias qae de todos
os pontos do iropperio seriara feitas a um tempo ;
e achou a mais cabal justilicagao nos resultados
que epreseutou o encerramento que, por aviio
de 18 de dezembro ultimo, msodei fazer das
referidas caixs especiaes. e consequente liqui-
dagao das contas relativas mesina opera-
gao. r
Em virtude dessi liquidagao riconheceu-se
que, desde 14 de novembro de 1859, em que
fez-se a primeira remeisi, at 29 de outubro de
1861, em que realiiou-ie a ultima, foram remet-
lldas as seguinies quantiai :
A' thesouraria da Bahia........
3.630:0005000
de Peroambuco. 1,800:0009(100
do Maranhao... 600 0005000
do Para......... 1,180 OO9OOO
de S. Pedro.... 900:0009000
8.110:0009000
(Continuar te-ha.)
REVISTA DIARIA.
5. Exc. Rvm. o sacramento do ebrisma na iKreii
do Collegio ou Eipirilo-Sinlo deita cidade
Ae olleras das pessois que receberem*a con-
firmsgao, tero applicadsa por S. Exc. Rvm t
continuago das obras da raeima igreji.
No dia 6 teveflm o concuo, que tira o
preenchimento de urna sobitituigo se ororertl.
na faculdade de direito desta cidade. l'roceaia
Sendo concurrente! os Srs. Drs. Jos Liberato
Antonio Drummond e Paula Sales, segundo o
resultado da votagao, fonm estes dous ltimos
considerados em igualdade de circunstancias1 e
aquella outro clainlicado em primelro lugar. '
"~MDen0linda do-llog wguioUi noticias
f No Peixiobo, oode nunca ae dera furto > u
vadeirai, no 1000 Modo leve alli lugar um roubo
de roupa bailante importante. O Sr. subdelegado
preodeu, ha pouco, uos vagabundo! que nr l
andavsm. e que auim dsixivsm lusptar um,
nova estrslada oaquelle genero.
Ai orphas do collegio do Recife deram um
panno por esta cidade em um desses ultimni
din. leoJo acompaohadae por suas directoras ..
irmaas de caridade. Ua quam tenhi enxrttdo
neisa excunao, que bem pode ser derecreio m
fiiO df ([oiferaocia do eiUbdecimeato B7
D'a,t "1 reipiito. Nao seria no entretanto de
admiraren! mudings.
Sesuio hootem 00 Paran o Sr. desembir-
gidor Alviro Barbalho Uchfti Cavalcanli, eleito
pelo 3* diitriclo deputado geral.
"" Acba-ae convocada para hoje orna reunio
extraordinaria do coeaelbo deliberativo do Gabi-
nete Portuguez de Leilura, tendo a mesmi lugar
Pelas 6 horai di tirde.
Na lexla-feira vindoura deve ter lugar no
boipicio doi miiiionirioi eapuchiohos, o Te-
Deum mandado caotar pelo Exm. Sr. visconde de
Lemont, cnsul de Frang nesta provincia, por
occasio do anniversario de S. M. o imperador dos
Francezes.
Por cartas di villa da Pmha, no Rio Grande
do Norte, que hootem recebemos, consta have-
rem j alli fallecido 111 pessoas, do cholera-
morbui, ficando 40 atacad.
Ni quirta-feira (6) comegaram ai novenas
de N0111 Senhora Mi do Povo, no hospicio dos
missiooarios capuchinhos; devendo ter lugar na
sexti-feira [15} a festividade. Durante as nove-
nas tem os Rvms. missionarios feilo distribuir
um livrinho contendo a novena e versos que nel-
las se cantam.
Hontem pela manha fundeou em nosso
porto, o patacho nacional Arapehy, que daqui
sahira no domingo pan o Rio Grande do Sul, ar-
ribado do Cabo de Santo Agostinbo, por falta de
panno.
O vapor Paran conduzio seu bordo o
prstico Maooel Francisco dos Res, incumbido
pela praliesgem da barra de p-lo fra do porto,
em coosequencia de nao ter podido atracar ao re-
ferido vapor baleeira, devido a achar-se bas-
tante cavado o mar, e ser perigoso em extremo
essa abordagem.
O palhabote ciclonal Tino, entrado hontem
de Fernando de Norooha, trouxe noticia de aio-
da nao ter lido aquella i 1 ha atacada do cbolera-
morbua e ser satisfactorio o estado da popu-
ligo.
No dia 5 do correte enlrou no exercicio de
juiz municipal do termo da Escada o Dr. Luiz
Aotooio Prea, que fra oene logar recooduzido,
por decreto ultimo.
Amanba, na igreja do Corpo Sanio, depoia
da misaa rezada pelas 7 horas em intengo do
commendador Jos Pereira Vanna, distribuem-
se esmobs aos pobres, que alli se acharem.
E' este uro acto meritorio, pois'que Iraduz a ri-
queza auavisando a agrura da pobreza por mio
do aoccorro, que asslm lhe presta.
Recebemos de Mossor, com data de 15 do
paissdo, a carta do furriel Pelicaba ao sargento
Catinga, cuja continuago daremos no numero se-
guiote :
Carta do furriel Pelicaba ao sargento Catinga.
Yo sirgenlo le sido
Mucho alegre desta vez,
Embora esteja pansudo
Com os males que me fez
O do ganges cabelludo.
Esse senhor imprudente,
Inda par ici domina,
Matara trouxas de gente
Se nao fra a medicina
Contra a qual foi impotente.
Quando fez a sua estria
Descuidados nos topou,
Parce que a panici
Do governo nochegou,
Sem muita supplica mea.
Mas Deus que nao desampara,
Tanto christo infeliz,
Ici ha muito deixara
Quem labe aonde o nariz
Coituma a ficar na cara.
O doutor Mendes, sargento,
J na r-eleja avessdo.
Nao encarando o tormento.
Reparta com agrado.
Consolo, medicamento.
Felizmeote a tal bixinha,
Arrumou o seu mufo,
E para looge caminha,
Gooduzindo o lethal bfo
Que taoto morto nos tinha.
E tambem sobre a corcunda,
Quareola que fallecersm,
Alm da magoa profunda
Dos que na lula venceram
Embora carreguem funda.
Porque, sargento querido,
Jmala vi doenga assim.
Oque triampha ferido,
Gonverie-s'em manequim,
Ribogento, aborrecido! 1
Emquaoto a mira ella traz
Certoi bem api 01 males,
Em pouquinho tempo faz,
Xouxinhas pansas timbales,
Dene povo machacas...
Estou squi de presente
Aproveitando os queijiohos,
O serlo regala a gente,
Por estes bellos tempinhos
i-' um prazer innocente 1...
Eita comarca offerece,
Urna vida maii luave,
Mormenle p'ra quem padece
D'alguma molestia grave
Que hygiene obedece I
Minha dona d-se bem,
O Uilinho manducando,
kV ialo o que m'entretem.
Por estes lares peuando,
Sem ser pesado a nioguem I
A Imperatriz, sargento,
Alerta est contra o mal,
Muita raz, muito ungento,
Mandou-se da capital
Para o pobre tratamento...
Pao dos Ferros inda senle,
Da peste a pesada mo,
Tem morrido menos gente,
Mas nao na povoaco,
Donde ha muito est ausente.
Em Portalegre a bexiga.
Anda est devorando,
E o povo na barriga
Muita cachaca botando...
Chamam da pesie ioimiga 1
Yo puede assegurar,
Fallando dsquella gente.
Que sobre o verbo mamar,
Genebra, aniz, agurdenle,
E' sem parilha o lugar.
Fallando de jogadores,
Nao lhe dou a primazia,
Ici ha muito senhores,
Que s'empregam noite edia.
as cartiiihas, seus amores I
Por fallar nos tses joguiohos,
Oh I carece providencia.
as reas, casis, bequiahcs.
Vejo a mearoa incontinencia
Ou da tola os brinquedinho!.
A audacia chega a tanto.
Que na iom&ri/ia da igreja,
Da honra ae raiga o manto.
Na (tiradora paleja
Caua al, largento, espanto I
Alli nao ha iseogo,
E' tal a mordacidade I
O principaes da s essa o,
Ostentara capacijade.
Mas someote no serto I
Um club to immoral,
Unido ao templo sagrado,
Pela mo policial
Nao pode ser tolerado,
Sem (razer-nos grande mal.
Cerca sempre os flgures,
Meninos leoros, sargento.
Que vo bebendo ligues
Com til adiaolamento
Queja o decurioea I
Se paisa algum comboyelro,
Inexperto, fanfarro,
Perde o comoy... que aendeiro 11
E volta chorando em vo
A perda do aea dinbeiro I
E a polica calada,
Conaeole ludo, nrgenfo,
Teitemunha a cassuada,
Eacba contentamenlo ,'...
Oh I que vida amargarada I
Nao pode a embriaguez.
Nests trra ser punida,
Mormeote b que fr freguez,
D'uma loja de bebida
Qae manda sobre o xadrez.
E tsl a proteccao
Que garnteos concurrente!,
Qu'biveodo qualquer funego,
Nio podem horneo! decante!
Pisieisr, ter dlracgao I...
R de crimea quasi iguaes
E' a polica-tambem,
Puni-los por crimes taes,
Seria expor-se... porm
Cada um sabe o que faz I
Quem negocia nao ha de,
Escarragar freguezia.
Antes seodo autoridade
Adquire cada dia
Maior popubridsde I
your moi acho prudente
Ser oa policia empregsdo
Quem vende sua agurdente,
E baralha seu bocado...
Acho at muito decente...
E' coatume no serto
Assim sempre sacceder,
Quem arma seu algapo.
Logo empregado quer ser...
E' muito justo, pois nao 11
(Continua.)
Movimeoto da casa de detenco do dia 6
de agosto.
A siber
Existiam. Gntraram. Sabiram. 372 presos 3 > 5
Existen). . 370
Naclonaes Mulheres; Estrangeiros. Escravos. Escravas. . 265 8 28 62 7
["otal. . 370
------
149
de agoito.
dysr-
Allmentadosa custi dos cofres provin-
etaes...........
Movimento da enfermara no dia 7
Tiveram alia :
Antonio Josquim Alves Pereira.
Joo Baptiita da Silva.
Joaquim Rodrigues dos Santos.
Teve baixa :
Abraho, escravo de Francisco da Costa
rhea.
Psssageiros do hiate nacional Tino, vindo
da Ilha de Fernando :
Jos Ctetano Teixeira da Silva, pharsaaciutico
Arsenio Gustavo Borges, alteres Joo Barbosa
Cordetro Feitoza, 52 pragas de pre, 2 mulheres,
1 menor perlencentes aos mesmos.
Passageiros do vapor nacional Paran,
sabido para o Rio de Janeiro : Maooel Joo de
A., Luiz Heoriques de Freilas Alves. Joo Na-
nea Sarment. Salvador Rodrigues da Silva e 1
escravo, Antonio de Souze, Dr. Luiz Carlos de
Magalhes Brsves e 1 cnado, lenle Alexandre
Augusto de Frias Villar, Angelo Lopeadi Silvei-
ra, Joaquim Pereira de Souzs Barbosa, Buscklei-
man, George Hupregel, Alexandre Turco, Nicolao
S. de Freir, Joaquim a Silva Geieuares, Pro-
copio Rosa de Jess, Joo Francisco Limoeiro,
Maooel Antonio de Azevedo, Manoe' Ferreira Lo-
pes, Dr. Alvaro Barbalho Uchda Cavalcanti e 1
criado, Jos Ferreira da Veiga Jnior. Jos Ao-
tooio de Moraes Bastos, Dr. Jos L. Barbosa, Pr.
David da Natividade de Nosia Senhora, Maooel
Sebastio da Rocha Lins, D Anoa Candida A-
thayde, R. Sheaver, I. Lillarane, Bollado Anto-
nio B. T. Cavalcanli, Cbudino Jos Antonio,
Manoel Ribeiro da Cruz, Maooel Leonor da Silva,
D. Jeao Baplista, D. Luiz, D. Vctor, D. Eduar-
do, Mara Thereza Pumeos e 5 tilhos menores,
subditos belgas S. de Herroao Zoochbaur, padre
Domiogos Leopoldo da Costa Esi.inhoso, Jos
Veloz Soares. Francisco de Paula Vieira de
Mello e 1 fllho. Joo de Albuqtterque e Mel-
lo, Dr. Miguel Felicio Bastos da Silva, 1 cria
do e 1 criada, Felinto Elisio de Lima Gonzaga,
Manoel Polycsrpo Moreira de Azeedo, Luiz
Francisco Brrelo de Alineida e 1 escravo, Ma-
noel Pedro, Antonio Jos Pereira Pires, David
escravo do conselhelro S e Albuquerque, Jos
Iriast, Jos Pedro Nolasco Pereira da Cuuh, Ma-
noel das Neves, Joo, escravo de Manoel Bastos
d Abreu e Lima, Antonio deGouveia & Barios,
Luiza rJVOJiveiri Pereira, Jos Nunes Guimarea,
Aotooio Jos-tfe -YUeiros Sabugo, 6 escravos a
entregar. Jos Pedro"- S-Seenua de Ferier, Dr.
Mariano Joaquim da Silva. -----____
Passageiros do vapor brasilelro Jaguaribe,
sabido para os portos do norts: Berilo Alvas
Rodrigues Tupinamb. Trejano Joo Cavalcanli,
Francisco de Paulo Moreira. Francisco Jos Go-
mes, Joaquim Gomes da Silva, Ihomaz Gomes
da Suva, Joo de Dos Marquei, vigario Maooel
Cordeiro da Croz, Antonio Fernandes de Luna,
Ricardo Bremond Moutciro, Antonio da Coala
Alocrim, o preso Flix Benedicto dos Marlyrios
Vanna e 2 pragas que o escolta, o criado Joo,
Jos Liberato Barroso, Maria, escrava de Fran-
cisco Jos de Soma, graocisco Agostinho Pimen-
lel, Pergentino Augusto Tavares Franco, Anto-
nio Jos Coimbra, Lutgardes Aureliano Figuei-
redo.
Matadouro publico :
Mataram-se para o consumo desta cidade no
da 7 do correte53 rezes.
Obituario do da 7 os agosto, no cemitb-
rio publico :
Feliciana, frica, 35 annos, solteira, escrava, Boa-
Vista ; tubrculos pulmooarei.
Inbel, Peroambuco, 14 mezes, Boa-Vists : amo-
lecimento do corpo.
Ireoa, Peroambuco, 3 annos, escrava, Boj-Vista ;
pneumona.
Helena, Peroambuco. 2 mezes, Santo Antonio ;
bronchite.
Viceole Anaslacio Ferreira do Nascimento, 50
annos, casado, S. Jos; hepstite.
ln~ u*n d0 enfrio da freguezia do
tu&J! qUie pede indemniaacio pela quan-
tidade de cal qu, tem gasto na mesma obra fra
.?/! rM^clT0 orgimento, diz o en-
geoheiro qae a quantia pedida pelo arremataote
exceniva, poli cunando 500 rii o ilqueire de
cal posto no logar da d.t. 0brs, e cslcul.ndo-se
em 400 ilqueire o que elle demiis tem empre-
gsdo, a indemnisagao pedida Do pode elevar-se
a mala de 200|0O0. Attendeu-se recl.macSo
no sentido do parecer do engeoheiro. e orde-
nou-se so procurador que, quando pagasse a im-
portancia das deas prestagoes da dita obra in-
cluisse nellas squella quantia.
Outro do administrador do cemitarlo publico
desta cidade, remetiendo a conla que lhe apre-
senlou Maooel Luiz Coelbo d'Almeida, da despe-
za de asphallsr a casa da residencia do capello
daquelle estabebeimento, pede bouvesse a ca-
raira de a mandar saliifizer. Ordenou-ie 10
procurador.O Sr. Mllo observou que a referi-
da conta resentia-se da falla do competente visto
do Sr. venador encarregado das obras dsqaelle
estabeleclmenifl. O Sr. Mais schando-se pr-
senle nao hesitou em refereodar a dita conta:
Outro do contador, pedindo se Ibe msndasie
fornecer os livros necessarios para a escriptura-
go da receita e despeza do exercicio vindouro.
Maodou-se ordem ao procurador para os for-
necer.
Outro do fiscal do Recife. pediodo msndasse a
cmara pagar ao cirurgtu Jos Antonio Marquea
1 quintia de 21 200, importancia de um exame
aanitario qua Uzera no dia 4 de margo, e bem
isira tre corrida no d'a 27 do meimo. 22 de
ibril e 12 de maio do corrente anno. Que se
psssasse mandado.
Outro do fiscal suppleDte da freguezia do Ja-
boato, communicando que os dous districlos de
paz dsquella freguezia se acham com juizes exer-
cendo suas fuoc.es Inteirada.
Foi remetlido a una roromiso especial com-
posta do Sr. Seve e engeoheiro cordeador, o re-
querimento de Josquim Cavbante deAlbuquer-
que Lios, contratante da obra do muro do cemi-
terlo de S. Loureogo. no qual pede urna indemni-
agao pelo excelso de obra que tem feito vina
da que se acha orgada.
O Sr. Mello, pedindo a palavra. disse constar-
lhe que o fiscal do Recife havia obitado que Joa-
quim Jos Pereira Alhandra contiouasse na cons-
irucgo do forno da padaria que pretenda esta-
belecer na ra do Brum, sem que para isso ti-
vesse ordem ds cmara, pelo que requera se lho
ordeoasse aflm de nao obstar semelhaote obra,
que, comquanto houvesse um requeri ento, no
qusl se representsva contra ella, todava eslava
aioda affecto commisso. o nao exista ordem
em contrario, tanto mais que se o referido
Alhandra conlinuava na obra, tendo scienria do
que havia, por coola delle corra a deipeza da
construego. Assim se resolveu.
Teodo o procurador declarado que o arrema-
tante do imposto de afferigoes, Antooio da Silva
Gusmo Jnior, nao tinha exhibido documentos
que provassem que seus bens estavam desemba-
ragados, por isso nao teve lugar a escriptura de
hypothecs para garanta do impoito arrematado.
Mandou-se vista desla declarago por nova-
meote em praga, nos das 10. 12, 14 do correte,
para ser arrematado dito imposto.
Foram arrematados por diversos os singuis
das lojas da praga da Independencia.
Despacharam-se as petigdea de Antonio da Sil-
va Gusmao Jnior (2), Antonio Alves Barboza,
Carlos Luiz Cambronal, lrmandade de Nossa Se-
nhora do R sirio da matriz do Corpo Santo, Jo-
s Francisco d'Azevdo, Jos Augusto d'Araujo,
Joaquim Carvalho de Moura, como procurador
dos herdeiros de Joo i.eite de Azevedo e oulros,
Maria Lourenga do Rosario, Prexedaa da Silva
Gusmo, Prudencio d'Oliveira Pimentel. Valde-
vino Ribeiro da Silva, Virgiuio Fidelis Ramos, e
levaotou se a sesso.
Ea Francisco Canuto da Boa-Viagem, offlcial-
maiora subscrer no Impedimento do secretario.
Barros Reg, presidente. Leal Seve.Heori-
ques da Silva.Cesarlo de Mello.Barata de Al-
meida.llego Maa.Mello.Reg.
CHRONICA JUD1CIARIA.
Tribunal do commercio.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 7 DE AGOSTO
DE 1862.
JRKSIDENClA DO EXM. SR. DESEMBARGADO.
t. A. DESOUZA.
A's 10 horas ds manha. reunidos os Srs.
deputsdos Reg, Lemos, Malveira e Ferreira, o
Sr. presidente decbrou aberts a sesso.
Foi lida e approvada a acia di sesso antece-
dente.
' fceu-se L,e6>n'e
EXPEDIENTE.
Um officio da junta dos correlores, de 2 do
corrente. communicando a fallencia de Jos Tei-
xeira Bastos dador do corretor geral Frederco
Robiliard.Entendido.
Foram presentes as cotacoes officiaes dos pre-
gos correles da praga, da ultima semaoa.-Ao
archivo.
DESPACHOS.
Um
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSA'O EXTRAORDINARIA AOS 7 DE
JULIIO DE 1862.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Srs. Mais, Seve, Reg e Mello,
aDno-se a sesso e foi lida e approvada a acta de
antecedente.
Leu-se o seguinte :
EXPEDIENTE.
Um
officio do Exm. presidente da provincia,
declarando a cmara municipal, para seu coohe-
cirnenlo, que vista da informago de 19 de
maio ultimo, sob o. 55, e do que pooderam o
procurador fiscal da thesouraria de fazenda e de-
smbargador procurador da corOa, nos officios
juntos por copia, indeferio o requerimeolo em
que Francisco Martios Raposo represeolouicootra
a mesma cmara e seus empregados, por se lhe
nao ler dado liceoga para levantar um lelheiro
da frente da obria do supplicante at a margem
da cambs das Barreiraa.Inteirada.
Outro do meimo reipondendo que, em vista
dn informagdei juntas por copia, do director
das obras publicas e iospictor do arsenal de ma-
rinha, nao pode ser approvada a alterago que
prope a cmara em data de 23 de junho ultimo
na parle da planta do bairro do Recife, que com-
prehende a ra do Brum.Inteirada.
Outro do advogado, dando o seu parecer acerca
do que ae devis informar ao Exm. presideole da
provincia relativamente preteogo de Basilio
Alvares de Minada Varejo. Que neste sentido
se efkbsie a S. Exc.
Outro do juiz de paz do 2 anno do 1 diitric-
to da freguezia do Pogo.commuDiciodo que. ten-
do cesssdo o seu impedimeoto, entrara no exer-
cicio do mesmo cargo no dia Io
Intiirada.
do correte.
requermento de Joo ds Silva Ramos e
Loureogo Pereira da Silva Pimentel. pedindo o
registro do seu distralo social. Como reque-
Oulro de Jos Marques dos Santos Agolar ie-
dindo o registro da eicriptura publica do distrito
da lociedaue de Aguiar, Ramos & C. Regis-
Outro de Rostron Rooker & C, pediodo o re-
gistro de duas procurages que apresenlam por
seu procurador.Registre-se.
Outro de Lutgardes Aureliano de Figueiredo e
Iiermioo Egydio de Figueiredo. commerciaotes
matncubdoi, aquelle eilabelecido ns Par.hiba e
eite nesta cidade, pediodo urna moratoria por
tres annos. Nomeam o credores Linden Wild
? e.F# S,0lKage & C. para vericarem a exac-
tidao do balnngo apresentado e mandad que seis
remetlido so juizo especial do commercio esta
petigao e documentos, para proceder na forme
dos artigos 899 e OuO do cdigo do commercio
Uutro de Aodr de Abreu Pono, pediodo o re-
gistro de uma couta de co?teio do patacho avs-
iriaco Amalia, fornecida por Urbano Mamede de
Almeida. de cuja fallencia curador fiscal.
Lomo requer.
Outro de Domiogos Ferreira das Noves Guima-
raes e Francisco Augusto de Olbeira, replicando
do despacho de SI de julho Ando, para s.r re-
gistrado o seu contrato de sociedade,Regstre-
se com esta petigo. 6
Outro de Jos de Mello Costa Oliveira e Tho-
maz JosdeOliveirs, pedindo o registro do seu
contrato social visto ter salisfeilo o despacho de
di de julho ultimo.Regisire-se com o addita-
Oatro de Antonio Bento Fernandes Braga e
Joao Luiz Ferreira Ribeiro, pediodo o registro
do distrato de sua sociedade.-Regi8tre-se
Outro deSaunders Brothers & C, pediodo qua
o tribunal obngue 10 capilo do brigue portuguez
fito Vouga, assigoar cartas de sffretamenio a
que se obngou por conlrato.-No senoo negocio
admini.irativo e da competencia deste tribunal
uso dos meioi legae. "
Outro do Jos Antonio Pinto, preposto do cor-
rector Frederco Roo.li.rd. presentando o termo
m?" d 5a Pres,aaa Pr o exercicio de seu
officio. Registre-se e remetta-se por copia
ihesounna de fazenda. v a
Oulro de Kalkmaon Irmoi, N. O. Bieber Ar
C, e Roihe & B.doobc. pedindo o registro de
urna escriptura de hypotheca que apresenlam -
Como requerem.
Outro de Maooel Jos Martina, propriebrio H
hiate nacional Dous Irmaos, declarando ?-lo
vendido a Joao Francisco Poo.es. e .presentando
a carta de registro do mesmo hiate am de que
sej.desooendoda responsabilidade que.asigno"
na conservatoria da provine, de Santa C.th.ri-
ns.-Visls a(,sr. desembargador fiscal.
uiro de Joao Francisco Pootei. tendo com-
prado o hiate Dous Irmos a Msnoel Jos Mar-
ns, c mo do documento junto, pede carta de
SESSO JUDICIARIA EM
DE 1862.
7 DE AGOSTO
Outro do cidado DomiDgos Suilberto Lds
d Albuquerque, 3o suppleote de juiz de paz do 3
distrtcto da freguezia dos Afogados, comrauoi- re8'3iro do mesmoIgual despacho,
cando que por doente nao poiia vr prestar ju-
ramento, e exercer aa fueegea do dito careo
quando ao cumprimento delbs fosse chsmado
Que se chamasse o immediato.
Outro do eogeobeiro cordeador. informando o
requerimeolo, no qusl Jos de Freilas Barbosa
pede para fizer de duas aguas a coberta da ira- i
peira de sua caa da ra Auguili, levantando aa
emperna e fazendo froDto, declara nao haver
SK~Z:'"' s"pt""'vww.vsjssr:srS
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
SOl'ZA.
Secretario, Julio Guimaraet.
A' meia hora, o Exm. Sr. presidenta abri a
MUTILADO
1 -rTTrrtsMaloTiririTTsirisrsrrissM ^oaaaBBM
*
11 IJ ..i.'V
*
/


-
-v.7". Z'TfZf-gMtJ,
S*^
\
- .'
..?*.
m**w>.d* mmwmmk mu feira d agosto
DE 1852
Lid,
rior.
(o epprovada a acta da seisSo aote-
a seoteog appellada.
exequenle Adiodo Joaquim Sal-
ido T0.
AppellaDlea, Joo de Siqueira Ferrao e oulro;
appellados, Soulhall Mellon & Companhia.
Desprezaram-se oa embargoa.
Appellaote, Antonio Emygdio Rbeiro ; appel-
lado, Jos de Alenquer Si roo es do Amaral
noel de Azevedo Puntes, Amaral, Alve k
Compaohia.
Foi reformada
Appallante,
gado ; a p pe Hado, terceiro embargante* PercFano
da Silva Leito ; execatado Francisco do Reao
Lima.
Foi sssignsdo o ateordo.
Appellantea, Merbeau Norria, por aeu pro-
curador ; appelladoi, Seve, Filhoi 4 Q-.
Reformou-te o accordao.
Appellante, Autonio Jos Dial; appellado, Jos
da Silva Guimares
Desprezaram-as os embargos.
DESIGNADO DE DA.
Appellaote, Jos Joaquim Rodrigues de Sowza;
appellados, Ferreira & Martina.
Designado o primeiro dia ntil.
Appallante, Joaquim Francisco de Albuquerque
Santiago; appellado, Jos Joaquim da Cunha.
dem.
Appellaote, Joo Pinto de Olivaira e Soaza ;
appellado, Manoel Januario Bezerra.
dem.
DISIRIBUIQES.
Appellaote, Antonio Jos de Ostro ; appella-
do, Francisco Jos Leite.
Ao Sr. ciesembargsdor Silva Guimares.
Appellante, D. Delphioa Msrioha lavares Cor-
deiro : appellados, Braga & Antuuea.
Ao Sr. desembargador Villares.
Appellsnte, Jos Joaquim da Cunha ; appella-
dos, Tisset FrVe.
Ao Sr. desembargador Villares.
AGGRAVOS.
Aggravanto, Francelioa Amalia de Soaza Ra-
mos ; aggravados, os administradores da massa
fallida de Jos Antonio da Silva Araujo.
O Kxoi. Sr. presidente deu provimento.
Praca do Recife 7 de
agosto de 1862.
Ys ^tiatt? horas da Urde.
Cotaces ti jnnta de corretores.
Sobre Lndres490 d|v. 26 1 [4 d. por lgOOO.
estonio de letras.
13 0i0 ao nno.|
! is Cruz Maeedopresidente.
John Gatissecretario.
acta V]
Rindtui-
14*11 'lo t
gtaviiK
Vi-lame entra

'i 6 ,
86:949j293
22 6510508
109 600J801
fia como deposito, psra garantir a obra at final
coocluso, a decima parte do valor do certifica-
do mental, os quaea Iha aero entregues um
mez depols de coocluida a obra, e sendo que
ella se sebe em bom estado, e caso assim nao
acooiega, o arrematante ser obrigado a repa-
ra-la para terdireiioao recebimenlo.
5.* O arrematante lies igualmente sujeilo s
dispoilges da lei D. 286, quu dizem respeito aa
arrematagoes.
6.* Nao ser em lempo aigum alteudida qual-
quar reclamego por parte do arrematante ten-
dente a ioderunissces quaesquer que sejam as
allegsces em que se basear para essa fim.
Conforme. Antonio Ferreira d'Aonuncia-
Co.
O Illa. Sr.iospector da tbesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente ds provincia, manda fazer pablico qae oo
dia 24 do correte, persnte a junta da azeuda da
mesma thesoararia, se ba de arrematar, a qaem
por menos fizer a obra de 38 bracas de cano de
esgoto na praca do chafariz do bairro do Recife,
avahada em 4:5905000. A arrematarlo ser feita
oa forma da lei provincial o. 343 de 15 da maio
de 1854 e sob as clausulas especiaos abaixo co-
piadas.
As pessoas que se propozerem a esta irrema-
tago comparegam na sala dassesses da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia
competentemente habilitadas.
E para constarse mandn publicar o presente
pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial- de I'ernam-
buco 4 de agosto de 1862.
O secretario, A. G. da Aonunciaco.
Clausulas etpeciaes para o arrtmataco..
Ia O arremattante dar comego aos trabalbos
oo prazo b Hj dias suprameocionado.
2* O arrematadle ser obrigalo a attender as
observares do engenheiroeocatregado da direc-
Qao fiscalisago dos trabalbos, concernente
boa execugo da obra.
toda
orcamento.
4* O pagamento ser feito por prestages men-
saes correspondente ao numero de bracas con-
cluidas, ficando porm recolhido a tbesouraria,
como deposito para garantir a obra al Dosl con-
ciusao a decima parte do valor do certificado men-
sal, os quaes Iha sero entregues um mez depois
de concluida a obra, sendo que ella se ache em
Dom estado, e caso assim nao aconteca o arrema-
tante ser obrigado a repara-la, para ter direito
ao recebimeoto.
5* O arrematante fica Igualmente sujeilo as
disposisoes da lei n. 286, que dizem respailo as
arrematagoes.
6 Neser em lempo algum attendida qual-
quer reclamago por parte do arre .tanta, ten-
dente a odersnisago, qualquer que seja a alle-
gado, em que se basear para osse Um.
Fica o arrematante sujeito a observar em
a sua plenitud* as pre.cripgoe. comidas ao
Coofrrme, A. F. da Anunciacao.
vra ...o
Convite.
ato da alffandesjra.
s roniazendas..
ora genero*..
.. .-os
tshd
>
89
931
= 1,020
Desmarr
Polaca austraca-
do
Escuna ingleza
ganm :
Patn Nish & C
30 libras e algod
.lecetofldorla
goraeac
R*rdimnlo do dia
sdsm Jia 7 .
coo azandas..
om gneros..
fettn no dia 8 de agosto.
Firasto resto.
E*portaao
dia 6 de agosto.
Z&ith, para Liverpool, carre-
,inPne.r.aHt8,0 COD,e,ho d8 re7sla <> guarda na-
cional d9sle muoieipio sao convidados compa-
nhi -i! 4d0 eorre."le *0 horas da ma-
oliaa, am de .erem inspeccionados por junta
da"? qUe Q,erPuzeram recurio
na
r.
4) sjccos com 221 arrobas e
o.
de rendas Internas
Se Pernarubueo
1 a 6 5.-IOBJ802
. : 945J570
\
u:ua25a72
Ruidimoolo do dia 1
Ida* o dia 7 .
provincial.
9.231J804
782J963
10:0143767
Movimenti
norto

CIO
ral Salcipuedes,
noal Jos Macba-
00 arrobas de cir-
A'oro tahida noVta i
Ilha de Pernsndo de N.irdVha 10 das, hiate
nacional Tino, de 78 tdkelads, capio M. J.
Pereira Marunlio, equipaem 8, carga lastro
co mesmo capitao.
Baha 3 dias, patacho 0
de 229 toneladas, capitao
lo, equipaguri 12. carga 1-:
ce ; a Maia Esquilo Stai
barios sahidos no m'
Rio de Janeiro e ponos iot-rm
cioiol Paran, commandanl
te Jos L. d N. Torrezo.
Portos do Norte Vapor brasiteiro Jaquaribe,
commandante Hanoel Joaqun} Lobato,
btervacao
Arribou o patacho brasileiro fopeH
iiln saludo no dia 3 para o Hio Grande
Ueri o hiate brasileiro CamaTaib
nha aahido no dia 5 para o Pduedo,
tempe.
rmo dia.
ios Vapor na-
capito-tenen-
que ti-
oSuI.
que ti-
o mo
forma
1 batalho de artilharia:
Manoel Lopes Rodrigos Guimares.
Estevao Jos da Molla
u ./^ ** deiofanlaria.
i. poralTe Ferreira e Silva Junio
Jos Urbano de Carvalho. s
Manoel Marloho do Nascimento.
Jeaqalm Francisco do Reg.
. 2 balalho.
Luiz Francisco Gomes
Kaooal Ciraco de Figiredo.
Jos Francisco Ribeiro Machado.
O secretario,
Firmioo Jos deOliveira.
Consulat de Franco Per-
----------imohaeo-.----------
Le cnsul de Franee a ses compatriotes
residant ou de passage a' Pernam-
buco.
Messieurs el chars compatriotes.
J al I hnnneur de vous provenir que vendredi
Pfoebain, 15 du cou.aot. un Te-Deum, sera chan
te, une heure aprs midi, i'Eglisa de Nutre
Dame de la Penha, Poccasion de la fete de S.
M. I empereur Napolen III, nolre augusto sou-
vertin.
Vous empresaerez, comrae loajoura. j'eu suis
sur, de vous reodra celta ceremoni, qui sur
e sol atraoger, esi pour noustous. en meme
lempsqu une rinion, une fete de famille, une
pruve evidente dacstte unin, qui fait la forc
qm ex'ste entre uses.
Veuillez, M-ssieurs et chers compatriotes,
agrsr ici, aoc l'assurance de la sstisfaclion qu
j aurai de me Imuver encor un* fois, au mil
leu ne vous, cello de mes sentiments aussi d-
vous qua distingues.V. de Lmont.
60 pares da paitas de papel, a 049 ra.
178 calzas com penosa da ac, a 2$.
700 peonas de gango (o cento) a 2$.
82 Duziaa de lapis, a 800.
14 duziaa de lapis de cor, a 2J.
386 caetas finas, a 200 r.
88 frascos de gomma gracha, a 160 M.
24 pedamos de borracha, a 160 rs.
20 botijas com tinta iogleza.a 20.
110 garrafas com tiola preta, a 640 rs.
105 frasca com tinta encarnada, a 500 rs.
50 ditos com dita azul, a 500 rs.
12 libras de gomma arbica refinada, a 29-
1 groza de peonas de ac, para deseoho.por 3g
4 libras de borracha para deseaho, a 59*
12 duziaa de lapis o. 1 para desenbo, a 85.
12 ditas de dito d.2 para desecho, a 83.
2 libras da esponjas ordinariaz, a 62J401L
6 Tira-linbas, a 15
21 libras da areia preta, a 320 rs.
6 ditas de lacre fino, 59.
16 caizas com obreias, a 160 rs.
6 ditas com obreias de colla, a 160rt.
1 faca para cortar papel, por 29.
1|2 libra de carophora, a 2g.
3 ditas de giz, a 160 rs.
510 paos da obreias, a 39 ra.
12 libras de vellos stearinas, a 800 rs.
47 massos de cadarco de linho, a 19500.
5 regoas, a 29.
1 podra de aflar.por 19.
6 caizas de papelo. para archivo a 49-
81 caivetes finos, a 39500.
40 raspadeiras, a 19500.
22 thesouras finas, a 39.
21 folhinhas de almaoack, a 1$.
3 ditas encarnada?, a 19600.
1 carta graphica de S. H. Colln, por 20g.
1 livro grande com 300 toldas, a 129.
21 ditos com 200 ditas, a 89.
4 livros de 150 folhas a 69400.
1 dito de 100 ditas grande por 59.
6 ditos de 150 ditas pequeos a 59:
1 dito de 90 ditas grande par 5g.
1 dito de 70 ditas dito por 498OO.
3 ditos de 60 ditas dito a 49.
1 dito de 36 ditas dito por -2,-400.
i ditos de 30 ditas dito a 29
8 ditos de 26 ditas dito a 19500.
4 dito* de 20 ditas dito a 19400.
1 dito de 16 ditas dito a 192"o.
6 ditos da 10 ditas dito a 1jJ.
1 dito de 8 ditas dito por 800.
T ditos de 6 ditas dito por 800.
2 ditos de 4 ditas dito por 700.
s
A arrematarlo sc-r feila no dia 14 do crran-
le peranle a juntauU fazeoda da mesma thesou-
raria, ao meio dia, s'endo as propostas laucadas,
em cartas fechada na feparliyo do correio.
A licitaco para esta~-4rrematac.o ser feita em.
fraccOss centesimses da ptttiajitia total df-0D"I
jectos fornecidos segundo os pregos porque vfio
Praga, e sob as seguintes condiges :
i." Q contrato ser feto por um trimestre a
contar do dia em qae for approvado pelo Ezm.
presidente da provincia, e subsistir at o fim do
exercicio, em quanto nao hoaver declarago em
contrario de qualquer dos contratantes quesera
eita com a antecedencia de um mez.
2. As smostras dos objeclos annunciados, que
lorem acceitos no seto da arrematago, ficaro
depositadas s secretaria ds tbesouraria, at qua
termine o tontrato, afim de serem com ellas con-
frontados os objectos fornecidos.
3.* O arrematante fica obrigado a fornecer, nao
so aquanlidade contratada dos objectos necessarios
como a que de mais lhe forezigida, ficando sem
direito a reclamagao e indemnisscSo quando o
fornecimento for inferior.
Recebe cargs at o dia 25 ao meio
coromendas, passageiros dinheiro a
ola da sabida as 2 horas
do Mano n
dia
1.
*n-
frete at o
eacriptorio no Forte
Para Porto Alegre pelo Rio Grande 00 Sal
*gue com mulla brevidade o patacho Novo Li-
o. capitao Luiz Antonio da Silva, recebe um
reato d* carga a fres razoaval : tratar 00 *a-
criptoriod* Auorim Irmos ra da Cruz n. 3.
l8
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muita brevidade o veleiro a
oem coDhecido patacho nacional aCapuao, ca-
pitao Th*olonio Jos da Silva Rosa, tem parta
k ,!u1carr'8"DeDt0 Pron)Pl0 : P o resto qae
na falta, tratas* com os aeus consignatarios An-
tonio Luiz da Oliveira Azevedo &-C. no seu es-
cnptoro, ra da Cruz n. 1.
lo de Janeiro
Pretenda a*guir com muita brevidade para o
Rio da Janeiro o veleiro a bem conbecido brigue
nacional Almirante, Um parta de aeu carreaa-
mento prompto ; para o resto qua lha falta, tra-
ta-se com os aeus consignatarios Antonio Luiz d*
Olivaira Azevedo, no seu escriptorio ras da Cruz
naciera 1.
PMM
a Baha
com mulla brevidade pretende seguir o bem co-
L.!i 1 Te,?iro.br'8e cuna Joven Arthur,
capito Joaquim Antonio Gongalves doa Santo*
tem parte de seu carragamento prompto ;.---*
resto que lhe falta, tratase co- Mfcrios Antonia ',. .. .D *" coosig-
- i.uiz de OhveiraAzavedo "
Chrisma.
Na igreja do Divino Espirito
Santo.
Havendo oEzm.a Rvm. Sr. bispo diocesano
mas 10. 17 e 24 do crrante, s 5 horas da tarde
5y;"dln,!rnos*a igreja o Sacrament
aai-onurmagao, dignndose movido pelos sen-
ti meo toa do aeu magnnimo e bemfaieio coraco
apphcar as olleras aos chrismados para as obraa
de nusss igreja. Convido por ordem do nosso
irmao juu a todos os membros ds masa regido-
ra e aos oossos irmos, acompareceram em nossa
igreja nos referidos dias para assistirem a, este
aeto. Consistorio ds irmandade do Divino Es-
pirito Santo 7 de agosto de 1862.
Antonio Augusto dos Santos Porto,
,_______________________Escrivo.
. ~ Precisa-ae de orna ama seca para o se-vico
?. rt "" **?< hmil : na rus eslrei-
la doRoiano n.10. segundo andar.
Precisa-se alagar urna ama,
que saiba fazer todo servigo
captiva ou forre,
de urna caaa da
roa do Queimedo
pones familia, a tratar oa
n. 69, loja de fazendas, ou na ra da Praia n
segundo andar.
Precisa se de um carroceiro aa padaria d
ra dos Pescadores ns. 1 e 3.
A abaizo assignada tem jusio e contratado
a comprada taberna sita na ra Direita dosAfo-
gados n. 42, com o Srs Joio Lourengo doa San-
tos, se alguem se julgar com direito a impedir
tal negocio queira no prazo de 3 dias dirigir-se
ra estrella do Rosario n. 4 cu a meama rna n.
44, que acbsro com quem tratar. Recife 7 de
agosto de 1861.
D. Aleztndrina da Silva Sales.
Urgencia.
Precisa-se lomar a juro sobre hypotheca e
escravo ou casa neata cidade 2000a : quem
qalzer annuncie por este Diario.
Offrec-se um rapaz que ab boro 1er. es-
crever e contar eorractamenl a lingua porta*
gueza para ajudar qualquer passos no exercicio
de suas funeges ou psra qualquer eaixeiraria :
a 'ratar na ra doa Coelhoa n. 13.
no seu escriptorio rus da Cruz n. 1.
& C,
COMPANHIA PERNAMBUCANA
GABIEMTE PORTUGUEZ
DE
LE1TU1IA
em Pernamb'v-
Nao teodo tid- -UCO.
conaell." : J lugr a sesso extraordinaria do
<. d.l'Dera,.>vo. no di de hontem. em
X"' de "ao reunido numero la
Soa? 52 C0D9elh0' CDV, "v.men-
teomesmoconse ho por ordem do Illm. Sr.
'arde P"* 18 8 d correDle. *3 6
Secretaria do conseibo deliberativo do Gabinete
*$BL* llU" 6m V**. -' le -
A. A. dos Sanios Porto,
_____^______1.* secretario.
Alagase um mulato cozinbeiro a ama es-
ava quitandeira, qua tamoem cozioba a ensa-
00a: na ras do Imperador, no aobrado n. 55.
terceiro aodar. *
Gongalo Jos Affjnso, tendo da mandaT
celebrar urna missa cantada e memento,
pelo repouso d'.lma de seu presado irmao
o Dr. Bernardo Jos AITonso, fallecido oa
provincia do Cear. convida aos seus ami-
gos e aos do finado seu irmao psra compa-
recerem no convento de S. Franti.co.sexta-
teira 8 do correte, pelas 9 Loras da ma-
nhaa, e pelo que Ihes ser eternamente
B'atO.
Sociedade
ViYuo ene Vicente dos Co-
cheiros em Peruambuco.
O abaixo assigoado nao tendo a quem passar a
directora da sociedade Beneflcente dos Cochei-
roi1 em Pernsmbuo. por eslarem ausentes e im-
pedidos os se.s legitimo* substituto, vse oa
rigorosa neceaaidade de continuar neis* cargo
at a convocsgao da assembla da mesma socie-
dade, resolugao esa* que tomou depois de seus
r/''1 Pr Con,lder,,r nb ulna respon-
sabilidad* para ira as primeiraa autnidadea da
provincia. Recife 5 de agosto de 1862.
_________Antonio Jos Ferreira Rufinador:
Quem precisar de um caixeiro para taber-
na, padaria ou cobrenca, dlrija-se a travessa do
Uuelmado o. 1.
B. A. Hy
"" P*ra a Baha.
Inglaterra! T*y'0r'Ub,m<,1D8l '-
se para
pre-
horas da
Terrenos de marinia.
a compa-
Direita n.
tem de se
A aba!
DE
lualida-
s forne-
0 nao
sar a
dos rc'es-
onde ol-
4. Qualjuer que seja a quanlii
de dos objectos pedidos, o arremat
cera dentro de quarenta e oito hor
fizer n'esle prazo, ficar obrigado a
difierfiga das despezas com a compra
mos objectos, que far a thesouraria
feontrar da mesma qualidade das amostras.
5.a Os objectos que forera regeilados por serem
interiores as amostras serao pelo arrematante!
suDstituidos por outros dentro Ae 24 horas, lindas
a qnaes se proceder como na condigno prece-
dente. ,
<>. Os objectos nao comprehemlidos no cool
'Ia J.?."6 fiierem necessarios, aero lamben
" i9fD0LU0J Uulu eWP*a*t zos pelos pregos correles,sem o abate da \'JW-
go. y
Navegado costeira a vapor.
Parahiba, Rio-Grande do Norte, MacaQ,
Aracaty, Cear, e Acaracu*.
..hirl?.0r Jauar'fc*. commandante Lobato,
sahir para os portos do norte at o Acarac
no da 7 de agosto as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o da 6 ao meio dia.Encom-
? ..kV"3 geJros e diuheiro a frete at o di*
2 horas ; escriptorio no Fort* do
da
Mallo n.
1.
.><-iO.g,
UM ESCBAVO
Sexta-feir
7.a Nosati8fazeot!o o arrematante por tre-
zes successiva os fornecimentoj que loe fr*m|
exigidos, se considerar rescendido o contrato &/
cando elle obrigado, nao s a pagar a multa dv
0 por cento, do total da despeza da forneeimea
8 do corrente.
O agente Almeida far leilo por contae risco
da Cadeia
xo assignada previne ao Sr. des.m-
bagador Alvaro Barbilhochoa Cavalcanli, oue
KlLXa reClb d8 quaDlia de 200 Por ella
. IT iT'*"10 seDbor-p,ra 5Dao "ia
.arfi'i. u re-dll' ?"?" peS0aS n5" 16 "
amina.Mana Celestina Pg Barrito.
Irmandade acadmica de N. S.
do Bom Conselho.
Em virtude do aaligo 29 do compromiso que
oos rege, convido a tolos os irmos para comoa-
recerem no domingo 10 do corrente s 10 horas
a m.nhaa, no consistorio desta mesma irmanda-
ae, para proceder-se, depois da misas do cosa-
me, a eleigao da nova mesa admidiatraliva. que
tem de reger a Irmandade de 1862 a 1863
Consistorio da irmandade acadmica de
ao ora Conselho 7 de agosto de 1862.
Manoel J. S. Balury.
S'creiS'io.
m"l)|eree"8euma peMl para engommare
mero 14 ^* : '"" d c,,de,reiro u-
N S.
O agrimensor dos terrenos de marinba c
ao Sr. Francisco Jos Martin, da Cosa
74. para se lhe marcar o dia em que
proceder a medigao do terreno de mam
que raquereu o respectivo titulo a ao Sr i ote
Anlonio Viaira, para mandar ree.ber o termo de
medigao da parte do terreno n. 100. Maflcoa no
seu dominio ul.l f.|3 transferencia, que ", de
S;- Fciaco Botelho 'de' And"de.
eojo termo desde margo se acha prompto f.ltan-
ra da fazeoda, afim de ser passado
titulo de a for* mani.
ra-
0 retpeciivo
A quem iuleressar
Eduardo Firmino da Silva, florsla em ppele
panno, premiado com 8 medalha da exosir n
nacional, e admeltido o seu tr.balho SSrM
exposigao universal em Londres, tem a honra da
annunc.sr ao respei..ve| publico que aa enc.rre!
W de qualquer coeommenda de flores para"e-
nhora bem como se ofieroce a dar licoe. da mes-
ma arle a aquellas senboras que do seu prestimo
aequizerem ulilis.r. mediante a pag. q-eaecou-
venclon.r: a tra.ar n. cas. de sua reside",.
roa Formse n. 59. das 7 s 9 horas
e das 3 s 6 da tarde.
da manha,
4ttenca(.
Os devotos do glorioso marlyr
Paciencia erecto na igreja de N. S.
-
O Dr. Tristao de Alencar Ar>ripe, official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direto especial
do cummercio desta cidade do Recife capital da
nrovincia de Peruambuco e seu termo por S.
M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, a quem Doos
Guarde etc.
Fago saber que no dia 25 de agosto docorren-
teannoseh de arromatar por venda a que-m
mais der depois da audiencia desta jateo, os esv
cr.ivos seguiules: Antonio, parlo, 40 anno\
por 6D0JK)IK); Luiza, crioula, 40 ann.>s, pe" 600|
res; Rufina, crioula, 1 anno, por 150*ifJ0 : os
qu.u'3 foram penhorados Antonio da Silva
Gosmio Jnior por execuco de James Crb-
tree & C.
E nao havendo lmgador, a arrematar1
far pela adjulicago ua forma ds lei.
O presente ser publicado pela imprensa e I*-
xado nos lugares do cstume.
Recife 5 de agosto de 1862.-41 da indepe1
dencia e do imperio.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimen
escrivo o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe. }
O Illm. Sr. inspector da tbesouraria pro
viocisl, em enmprimento da ordem do Exm. Srl
presidente da provincia, manda fazer publico,
que no dia 6 de novembro prximo futuro, pe-
ranle a junta da fazeoda da mesma tbesouraria
se ha de arrematar, quem por meos fizer, a
obra do cano de esgulo na praga Pdro II, ava-
llada em 10.020$ rs.
A arrerr.ataco ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
Clausulas especiaos abixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
tago cojparegam na salidas sesses da referi-
da junta, no dia cima mencionado, pelo meio
dia. competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o
pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial
nambuco, 4 de agosto de 1862.
O secretario.
A. F. a'Aonuncisgio.
Clausulas especiaes da arrematago.
1.a O arrematante dar principio sos Ira
lodus depois do contrato, e conclui-lo
prazo de quatro mezea, cootados da
que lorminar o prazo de quatro
mencionados.
8. O arrematante ser obrigado a attender as
obngacoes do engenheiro eocsrregado da direc-
cao efiscalisagao doa trabalbos concernente. i
bo execugao da obra.
3." Fica o arrematante sujeilo a ofcserv.r
loda sua plenitode as prescripges contidas
orgamento.
4. O pagamento ses feito por prestages
mensaes correspondentes so numero de braca.
concluidas, ficando porm recolnida a tneaoura-
presente
0% Per-
rabalhos
-ha no
poca em
mezea suppra
anta Casa da misericor-
dia do Recife.
Alllms. junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife manda fazer publico que
00 da 7 do corrente, pelas 4 horas da tarde, na
ala de suas ses6es. vo de novo prsga as ren-
das das casas periclitantes ao patrimonio dos or-
phaos abaixo declarados, pelo tempo que decor-
odo dia da ""eraatago al 30 de juDho de
1865, a saber :
Rus da Madre de Dos d. 4
Dita da Lap n. 2 por anno
Dila da Ocimba u 5 por anno
Dita do Barcos n. 19 por anno
Dita dita n. 21 por *nno
Dita da Senzala Velha n. 132
Dits dita n. 134 por anno
Dita da Guia n. 27 por anno
Dita dita n. 29por anno
Dita do Pilar n. 2 por anno
Dita do Sebo n 3 por anno
Ditt do Rosario da Boa-Vista n. 60,por anno 144
Dita -'a Cruz n. 14 por asno 500#
Dita da Moeda n. 21 por anno 3009
Os pretendentes devem comparecer acompa-
oaados de seas fiadores, ou munidos de cartas
doite.
por anno
;>or anno
601
1803
144g
168
125
700
700
162
168
96$
I6O.5
acretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife\l.' de agosto de 1862.
F. A. Cavalcanti Consseiro.
Escrivo.
A tbesouraria provincial compra para o expe-
diente das diversas repartices provinciaes no
corrente exercicio de 1869 a 1863.
171 resmas de panel greve aparado, 1* sorte a
JOOO.
95 ditas de dito pautado bom, a 6O0O.
27 l|2\ditas de dito de peso superior, a 6.
12 dita>8 de dito lythographado /secretaria do
eron) a 12.
" ditas de dito deHollanda Brande, a 30
1|2 ditas de dito de Hollando grande pautado.
2'
da.
000.
iditas di
caixiol
481
col
2.
its
mas
as de
eros
)a2g.
os dad
s de d
dito de Hollanda pequeo, a 24.
las de dito de peso fino beira doura-
II
4,
61
map
32 d
30 di
500 rs.
12 folrl88 de
l|2 resfnade
3 rolosdP dl
envelops (dous tamanhos) a 89.
a papel alnago. a 68-
lo ordinario, a 4.
dito de Hollanda grande (para
(o de Hollanda grande, a 500 rs.
\o deHollanda grande pautado, a
em
no
dea del
8*000.
3 rolos tl Pan"
de coroprialeDt0
50d00.
1|2 resm* \a* PP
50 folhas ,e P"PI
56 caderoo.F de PP
102 pautas (grande.
600 envelop
5 pastas pail
di|o de Hollanda grande, a 160 rs.
.0 para desenho, por 40.
loattransparentes de doze polega-
ura e2\l(2 jardas de comprmanlo, a
K'
V9 n
transparente com 24 jarda
6 pollegadas de largara, a
para embrulho, pjr6.
e borro cartcy a 160 rs.
mata borro, a 320 rs,
400 rs.
ecraur
to feito no restante do prazo do contrato como a
indemnisar o excesso desta despezs, ou conliLe/
o furoecimenlo por arrematago, ou poradmiois.-
Irago.
8.* O arrematante quando responsavel pela3
inderoni88Qoes de que tratam as condig5es 4* e 5*
nao poder receber nenhuma quantia'que se lhe
dever de furnecimenlos feilos, sem que as tenha
pago.
9.* Paragarantia da multa e indemnisagoes do
que tratam as condiges precedentes, prestar o
arrematante Ganga idenea.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 4 de agosto de 1862.
O secretario.
Antonio Ferreira d'Annnncia o.
Conselho adniiistpalivo.
O conselho administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
los seguintes:
79 covados de baetilha para carluxos de pega.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manha do dia 13 do
corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 8 de iu
nho de 1862. '
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interino.
Navios entrados no dia 6
MJ.
ELO
Sexta-feira 8 do correntt?.
O agente Almeida far leilo a requerirnento
dos depositarios da msssa fallida de Victorino
s vi. aW Trjv8Sns Jnior e por despacho
do illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, de
um piano de Jacaranda. 12 cadeiras, 6 ditas de
mogno a du. de balango, urna marqueza de
amarllo, urna cama de lona, urna mesa elsti-
ca, duas ditas de amarello de 4 taboss um pai-
nel representando a cachorra de Paulo Affongo
2 quadros pequeos multo lindos, urna .rpen-
n, um par de r.,stas com pedra, um altlnete,
um par de botos de punho, um relogio patent
inglez e urna corrente para o mesmo, um cofre
de ferro, 20 frasqueiras com marrasquino, um
cavallo crpedrez, uira parte da casa terrea da
ra da Imperatriz n. 50. As 11 horas da manba
na ra da Cadfia d > Recife nrnrazem n. 4
S. Manoel da
. do Terco fa-
"".SS1.-5V. ".e,la.d0 glorio.o martyr lera
padre meitre Antonio de Mello e Albuquerque'e
s noite lera ladainha.
Eliseu de Soura Merlina, pr1fundamen-
te magoado pela prematura mortedeseu
muito presado irrru Guslavo de Souza Mar-
nos, p,de a seus amigos e collegas o obse-
quio de assistirem urna mitas que pela alma
le seu irn.a) celebrar-s.-ha no dia 9 do
torrente, pelas 7 horas da manha, na iare
ja matriz da Boa-Vista. E desde j protes-
ta reconhecer muito aquelles que se pre-
tarem lo justo quanto caridosoobseqoio
U. Rita de Caasii pereira Vianus e Jos
Pereira Viaona Jnior viuva e fllho do commeo-
dadur Jos Pereira Vianna dao esmola aos po-
bres no dia 9 do corrente
Corpo Santo, depois de flnds
da manha.
Igreja matri '-
Qum precisar oc um
ente para elRuroa viegem
, .spicio n. 23, que se dir quem
\cc~~
homem multo dill-
procure na ra do
pretende.
Sexta feira 8 do corrente
O agenta Almeida far leilo por contt e risco
de quem pertencer de um escravo canoeiro e
perfoito cosinheiro que ser vendido sem reser-
va de prego, no armazem da ra da Cadeia do
Recife. as 11 burea
CASSINO POPULAR
BAILE
HK
MASCARAS EPHANTASIA
MGESTOSO salo
DO
PALACETE DA RITA DA PRAIA.
Sabbado, 9 do correte.
llavera nest dia biile e o insigne mestre de
daosa Baptista, a pedido de alguna imadores do
Cassino, executar as mesmas densas que tiveram
logar no dia 26 do maz prximo passado e outraa
que nsquelle dia deixaram de ser execntadas.
Com o que se tornar o divertimeolo deste dia
mais variavel e aprszivel.
Ser mantida a boa ordem e observadas as
dlsposiges do regulameoto approvado pelo Illm
Sr. Dr. chefe de policia, afim de que no baile
Cassino continu a reinar a boa ordem, morali-
dade e respeito do costume.
Entradas para_damas gratis, cavalheiros 2000.
A.Tisos ia.&^iMO.
GOHPiNHU PEBlUfiBUCiNi
b .
Navegao costeira a yapor.
Parahiba, Hio Grande do Norte M-
cau do A$su', Aracaty, Cear*'.
O, vapor guarass. commandante Visoria
sahir para os portos do norte al o Ceu. no
dia 20 do corrale j 5 horas da tarda.
Auu Marn i AlLi-io Acclull, L.Mtn
Bndocia Ferreira Aecioli e Jos-pha Jucun-
da Ferreira Aecioli, esposa e (ilhas do fal-
lecido Manoel Ferreir Aecioli, fgredecem
cordialmente na.) a conmisto que se
eocarregou de promover o funeral celebra-
do no dia 29 Jo julho ultimo pela alma de
seu preaado espuso e pai, na igreja do Ter-
go, como tamben a aquelles que para o
oito funeral se dignaram concorrer e igual
mente a todas as pes?oa que assistirem a
easn arlo de tanta EISmO.
e que
Urna pessoa competentemente habilitada
tem pratica do ensno primario, frsncez, gegr-
phia e historia, contiua a leccioner por casas
particulares ; quem de icu prestimo se quizer
utilisar, mediante urna paga razoavel. diriia-e
ra larga do Rosario n. 38. s-sundo aniar.
manco.
*
O ageote Pestaa vender em leilo por coota
de quem pertencer um boi mango psra carroga :
boje 8 do corrente, pelas 10 hora, da maoba,
no largo daalfandega.
4iri
%Oi
LOTERA
Quarta feira 20 do crtenle mez se
extiahira' mpreterivelmente a sexta
parte da primeira lotera beneficio
dos religiosos frac cisca nos de Olinda, no
consistorio da igreja de N.S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilbetes e ineios
biibetes acbam-se a venda na respec-
tiva tbesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas comnaissionadas praca da
Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentel, ra
Direita n. 5 botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia do Recife loja n. 45 do
Sr. Porto.
Assortes de5:000# ate as de 10$ se-
rao pagas urna bora depois da extrac-
95o, e as outm, porm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas
Servindo de tbesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
srogto no da 11 oe julho urna eacrava de
nome Ceiaria, baixa e bastante secca do corpo,
roslo picado de bexigas, nariz um pouco afilado'
denles quebrados na frente, (all riefeiluosa, as
i/ aos muito feias, nnbaa grossas e prelaa que in-
dica m certo trabalho de cozinha, lem um marca
da ftida no hombro direiio, levou um roupo de
chita rxa com palmes, e um chales j usado de
listras verde escuro e claro com ramageo. pretas
per cima : quem s pe*?ar, dirija-se a seu senhor
na ra do Jasmim n.2l, que ser generosamente
recompensado.
Off-reco-se uro rapaz ba pouco chegido de
fora, para caixeiro de qualquer casa commercial
oe3la praga, para o que d conhecirouito de sua
boa conducta, e temelguma pratica, e soffrivel
letra : quem de seu presumo se quizer utilisar,
innen.ie por esta folha para ser procurado.
Sociedade de eiJiflcncdes.
Capital social l,200:000,g000.
As pessos que quizerem subicrever para a for-
mago do capital a esta grandiosa e til empreza,
com o valor de terrenos ou casas a reedificar!
situados na capital on arrabaldes. devero dirigir
suas declarago^s por escripto, indicando ex-cia-
menle a siluago, exlemo e confronlago de
seus respectivos terrenos ou casss a reedlcar,
no escriptorio do Illm. Sr. Dr. Diodoro Ulpiano
Coelho Calanho, rus do Imperador o. 81. Faz-
se igual coovite s pessoas que quizerem subs-
crever quantias de 100(000 at qualquer quaniia
para cima, seja valor em dlnbeiro correte, seja
em maleriaes, madeiras, Iranapnrte., etc reali-
saveisem 10 prestages de 100(0 do capital subs-
cripto, pagando a primeira prestago oa occasio
em que for apresentado, para assignar o livro do
acto social, e as nova outras a 60 dias e praao
de urna a outra. Os artistas e ebreiros serao
admitidos a subscrever quaoVias de 100$ a S'.ip
pasaveis em pre.lsgoes aemsnaes de 2-;500 e
uno.
No imperial Instituto dog
Bom Conselho
precisa-se de um escravo para o servigo >
bateo e offerece-se 209 mensaes j$
SOCIEDADE
Domlogo 10 Oo corrente haver aeao ordina-
ria na forma doa estatuloi^
Secretaria da sociedade Amor ao Prximo 6 de
agosto de 1862. _,
Theodoro Orestes 4o Patrotnio.
Primeiro secretario.
Precisa-sede urna ama f.ara Coa.pttr, co.t-
I nhare engommar para urna pessoa : na ruada.
Larangeiras n. 5, primeiro aodar.
Desappareceu n.. da 5 do crrente mrz, da
[ villa da Escada, o prelo Joaquim. crioulo, de 30
annos, com os sifznaes seguintes: alto, m^aro
rosto cemprido e descarnado, olhos pequeos
| rermelhos, denles limados, peitos bolado, para
for, bem presumido na. falla e pouca barba, |.
I voo camisa de chita cabocla o caiga de elg'odo
I de liste, lev?ndo seu poler mais olguma roupa
como caigas de caaemira de cor, de alg.do a/ul'
camisas da mesma fazenda, chapeos de baet cin-
zenta etc. ; este preto ccciipava-se em vender
pao e tinha sabido com um panacum pintado de
encarnado no meio, suspe'.tava-se que fs>e pa-
ra o lado da povoagao de Papacega, annde foi
escravo do padre Aotonio Caroairo de Almeida
excapello do eollpgio do mesmo lusar, d'onde*
le urna fgida para esta cidade, aonde foi ven-
dido aoSr. Joo Romarico d Azevedo C-.mpos :
pede-se s autoridads policiaes e capies de
campo a apprehet.go de dito escravo, e leveni
illa da Eacada ao dito "
F
se
quem o aroular.
Precaa-se de urna mu para casa de peque-
a faaina ; a tratar na re o Queimado n. 0
ou na ra da Senrala Velha n llO.
villa da Eacada ao dito Campos, ou nesta prsga
Francisco Jos Leite, na ra do Imperador, qu
segraiiflcar gsacrosamonte. Prolesta-se contr
a
e
contra
Mm*
Prcisa-se de urna psoa que cozinhe bem,
e com lim^eza, sendo escrava melhor : na ra
do Queimado, I-ja o. 46.
ioiile Pi Popular fer-
nambueauo.
De ordem do Illm. Sr. director sao convidados
os senhoses socios a comparecerem assembla
Keral que lai lugar dominan 10 de agosto pelas
10 horas da manha. O mesmo senhor director
manda recommendar aos senhores socios que
nao lii-ix.-m de comparecer, pois ha negocia a
tratar de grande monta, a beneficio da sociedade
e de todos os enhores socios.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
oo 7 de agosto de 1862.
Bemjsmin do Carmo Lop-s,
1." secretario.
Atteoco.
Quem precisar de um criado portuguez par*
servigo de casa e de rus por barato prego, dirija-
se a ra Nora n. 55, deposito.
Pr*cisa-se de um caixeiro para lomar con-
t de urna taberna por balaogo, dando Qanga a
sua con lucia ; a tratar no pateo da Ribeira nu-
mero 13.
AfiSift
If
O Sr. Albfert Aschoff queira vir no praso
oito dias, a contar da dala deste, pagar o qu
deve na ra larga do Rosario, fabrica de cigarro
n. 21, do contrario ser vendido psra embolso d
dita divida, quatro relugios que o mesmo aeshr
deixou am m-u poder em aaranlia a cita qua
lia. Recife 8 de agosta de 1862.
Antonio Naria de Brito.
AlURa-a urna excellente cas* e casnp
com bastantes commodos para familia, mullo boi
banbo, vista magnifica, muito fresca, e tem al-
guna arvoredos ; quem a prelenJer, dirija se a
ra da Coecelgao n. 26, ou na ra Nova n. 26.
primeiro andar. ____________
Precisa-se de ama ama para ama ca.a de
pouca familia: sa na do Anerim n. 31, segun-
do andar.
-.
- V..
/
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
J MUTILADO

:M
:


>
** n
M
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-
-

DIARIO IB tlRlUMBDCO. ~ SEXfA FiliU S DI AGOSTO. JB H62.

Est justa a veoda da parle que possae
Francolino E. F. Chives e sua mulher, oa caaa
da ra da Matriz n. 33, quem lecha de oppor-se
referida venda dirija-se ao carlorfo do label-
lio Porto Carneiro, na ra do Imperador netiea
tras dita.
Oa Sra Molla & Ribeiro lem urna carta
Tinda do norte,
d. 24 e 30.
na praca da Independencia
Qutm trecisarde urna ama ae leite, am-
-ae ra Nova u. 40. que ae dir aonde mora.
Joo Laiz Farreira Ribeiro e Antonio Bento
Pernandes Braga abaixo assignados, fezem pu-
blico para coohecimenlo de quem convier e com
ttpecialidade ao respeitavel corpo de commercio
que no dia 4 do correnie ditsoleram amigtvel-
meule a lociedade que tinbam no ettibeleci-
mcniode taberna sito na praca da Santa Cruz n.
2, que gyrava aob a razo social de Ribeiro 5
i Braga, perlencendo dito estabelecimento desta
data tm dianle ao ex-socio Joao Luiz Ferreira
Ribeiro someote, ao qual tica compelindo a li-
quidarlo do activo e passivo da extinta firma
como nico respoosavel. Recite li de agosto de
1862.Joo Luiz Ferreira Ribeiro. Antonio
Bento Fernaudcs Braga.
2 SRoa estreita do Rosario-3
Francisco Pinto Ozorio continua a col- O
% locar denles artiiiciaes tanto por rucio de &
fpj molas como pela presso do ar, nao re- 0
8 cebe paga alguma sem que as obras nao C
4) flquem a vontade de seus donos, tem pos ft
@ outras preparacoe as mais acreditadas %
% para conservarlo da bocea. M
mmm *
Aviso.
Atteocao
O abaixo asiiRoado faz scimle a todos os seus
desadores, muito particularmente aoa da matas
(alias crueira) de Candido Nunas de Mello & C,
de que infelizmente liqeidatario, que sua resi-
dencia na rus da Peuha n. 21, segundo andar ;
nao deve ser sabida tmente peloa credorea da
ial crueira; eaim tambem peloa seua devedoree,
pois j demasiada condesceudencia, e nao pode-
r continuar eisim, por quinto os seus credorea,
provenientes da tal crueira, nao querem Ihe dar
a menor espera, e que portanto nao se impora
de incommodar a esta o aquelle, j pelos meios
jodiciies e j por anouocios publicando os seus
nomes por extenso, urna vez que aasuas amiga-
veis maneirsa nada bao conseguido; e assim es-
pera j al 20 do correnta, peaiodo aoa seus de-
vedere nflj o lveos a aemelbante passo, contra-
rio as anas conviecet I... Recife 5 de agosto de
1862.Francisco da Rocha Pasaos Lint.
Pateo do Livramento n. 11.
primeiro dudar.
O dentitta Numa Pompilio planta denles arti-
Ociaes por grampos e ligaduras a a prssso do
ar, dantes ncorruptiveia sobre otro, systema
orta-americano e faz todas as operarles de sua
arle com prncr-ptido a limpeza
Appareceu na ra do Raogel n. 22 taberna,
um cavallo castanho, grande, com cangalha,
quem se julgar com direito elle dando os sig-
naes certo Ibe ser entregue, pagando todas as
despezas que tiver feito.
FUNDICAO
Nest grtndee bem montada fabrica de machinismo, a mais antiga no imperio, eonlin
Tor.ni.- cra a maior pi- e erf<*>* "'n,m,T,';i de toda a qualidade de machinas
Aluga-se un qaarlo
Flornlin n 14.
a tratar na rus da
AUROR
"'._.*.. oacommen.-V""""" fltt
no paiz, teodo sempre promplo o seguiote : ^j .
Grande sorlimeoto de moendas d canoa de todos os systemaa C.8 ,09,
Machinas de vapor de diversst qualidadet. X
Taina fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhes.
Rodas, rodelas e rodas d'agua.
Guindastes tizos e portalis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatexas para barcos, etc., etc., ludo por prego que bem conalde.
lua-se n
aa usada
Oiieimado4
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Reate estabelecimento ha sempre nm sortimento completo de roapa (tita de
todas as qualidadas e tambem ae manda executar por medida vontade dos fregue-
ses para o que tem um dos melbores professoras.
Casacas ae panno prsto a O.
Sobrecasacosde dito dito a 35$ a
Paletots de panno preto a deco-
res a 35$, 809, 25$, 10$, 18$ o
Ditoa de casemira da coras a 22$,
15f,12$.7$ a
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo raBtezas a
Ditos de marin stira prelos a
da toras a 9J a
Ditos de alpaca da cores a 5$ a
Ditos de alpaca preta a9$, 7$, 5$ a
Ditos da brim da cores a 5f,
59500, 4$ a
Ditos da bramante delinho buc-
eo a 6$, 5$ a
Ditos de marin da cordo prato
a 15$ a
Caleta de casemira prata a da co-
ras a U$, 10$, 9J, 7$ a
Ditas da princaza a merino da
cordao preto a 5$, 6$500 a
Ditaa da brim branco a da coras a
5$, 43300 a
Calcas da ganga da coras a
Colleta de velludo preto a de co-
res lisosa bordados a 11$, 9$ a
Ditos da casemira preta a co-
res lisos a bordados a 6$,
5500,5$
oujnnJUf&:4S Mi STAa tranco a 6 a
30$000j| Ditos de gorguro da tada pratos
5*nnn
5$000
'
o de corea a 7$, 6$, 4$ a 5$000
505000 Ditoa de brim e fuslao branco a
3J.500. J$500 a 39OOO
Saroulas da brim delinho a 2$ o 20200
vi" de algodao a I96OO a lj-280
-'to defuttao branca
o-. 2$500
Ditas de paito aliono a 5$, 4$ a 3000
Ditas da madapoln brancas a da
coras a 8$. S$500, 2$ a 1600
Chapaos pretos de maaaa franceza
forma da ultima moda a IOS,
8J500 e 79000
Ditos da feltro a 6$. 5$, 4$ e SjOOO
Ditos da sol de seds ingleses
franceses a 14J, 12$, US 79OOO
Colarinhos de linho muito finas
novosfeitios da ultima moda a $800
Ditos de algorio $500
Relogios de ooro patente e hori-
zontal a 100J, 90$. 80J e 70*000
Ditos de prata galvanizados pa-
tente e horizontaea a 40$ o SOgOOo
Obras de oaro, aderecos a meios
aderecos, pulcelras, rosetas a
aneis a 9
Toalhas da linho duzia 10J, 6$ a 9J000
Ditas grandes para mesa urna 3$a 43000
Compaa i a Fidelidade de se-
guros martimos e terres
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$
Agentes em Pernambuco
_ Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & G. compe-
tentemente autorisadoa pela directora da compa-
nhia de seguroa Fidelidade, tomam aeguros da na-
nos, mercadorias a predios, no aau escriptorio,
ra da Cruz n. 1.
0 Livro do Fovo. ]
Sthio & luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direccao do Sr. Dr. A. Marqkes Ro-
drigues, a contm a vida de N. S. Jesns Christo,
segundo a narracao doa quatro evangelistas, a
mais os seguintes srtigos: o vigario, o professor
primario, obom homem Ricardo, amoral prati-
ca, Simio de Naotua, mximas e pensamentos,
a bygiene, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicacao do LIVRO DO POVO nao s tem
por fim uniformitar a leitura as escolas prima-
rias, onde esda menino aprende por um livro
dirTerente, e portanto facilitar o trabalho do mos-
tr e do discpulo, como tambem vulgarisar, por
em preco bartlistimo, a historia do stlvador do
mando, e os methores preceitos da moral.
Vendo-se o Livro do Povo, no Recife, na
livraria da praca da Independencia ns. 6 a8, a
500 rs. o exemplar em brochura, a a 800 rs. car-
tonado.
mmmmmkwam -mtmmm
Dentista de Pars.
i
1
l
i
i
3SE
I
15Ra Nova15.
Fredarico Gautiar, cirurgiao dentista S
faz todas as operaeoes dasua arte a o co- 5
loca dentes artificiaos, ludo com -sdeln m
rioridade aperfei^o que as pessoas-,en
tendidas lhe raconhecem.
Tem agua e pos dantificos, te.
Consultorio medico cirurgico
S-H\3\B\ GLOEW tAS\ BO \ND \0 -3
Consulta por ambos os systemas.
Em eonsequencia da mudenca para a sua nova residencia, o proprletarlo desle estabeleci-
mento acaba de fazer ama reforma completa em lodosos seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com os da
nanhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaucio de inscrever o seu neme em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquellos que forera apresentados aem esta marca, e quando a peasoa que os mandar com-
prar quera ter maior certeza acompanhara urna cont assignada pelo Dr. Lobo Moaaozo e em na-
pal marcado com o seu nome.
Outro sim : acaba de receber de Franca grande por?ao de lindura da acnito a belladona, re-
madiot estes de summa importancia e cujaa propriedadea sao to conhecidas que os meamos Srs.
mdicos allopatbas empregam-as constantemente.
Os medicamentoa avulsosqur em tubos qur em tincturascustaro a 1$ o vidro.
O proprietano deste estabelecimenlo annuncia a seus clientes e amigoa que tem commodo
lumciecles para receber alguna escravos de um e outro sexo doentea ou que precisem de aluma
operacao, affiarjcando que sero tratados com todo o disvelo e promplidao, como sabem todoa
aquellea que i tem tido eacravos na caaa do annunciante.
A situacao magnifica da casa, a commodidada dos banhos salgados sao outrss tintas vanta-
gana para o prompto restabelecimento dos doentes.
i a. i A.8Pes80as que quizerem fallar com o annunciante davem proeura-lo da manhaa at 11 horas
end.r ,-*. a" ?i? "t de*l hor" "haro em caaa pessoa com quem se poderao en-
ender ra da Gla n. 3 casa do fundi do Dr. Io6o Moicoxo.
St99sas3t.fiw M3M3 mmesumu
Lis Heiuematio,
Rio de Janeiro.
subidlo aleiiiuu, tai ao
A srrematacao da cata de aobrado tila na
ra da Cruz do Recife n. 10, pertencente aoa
herdeiros do finado Jo3o de Pioho Borgee para o
dia 5 do correte, dee ter lugar no dia 8depois
da audiencia do Dr. juiz de orphos, como ficou
traoaferida.
Aluga-se urna excellente caaa assobradad8
com cortmodos para qualquer familia porgrande
que seja, tita em Santo Amaro ; assim como alu-
ga-se um scravo para trabalhar de servente ou
par qualquer outro aervico : na ra do Hospicio
nseroj*.___________________________
Aluga-7e uroacaitt Z' povoa^o de Bebed-
be no correr da igreja, com 3 qr>s u uodoi
para o rio ; a tratar na mesma casa, ou na ra
Velha n. 66.
_ Jos Joaqutm Lima Bairo saca a
vista ou pequeo prazo sob Lisboa : na
ra da Cruz n 50.
Aluga-ae o primeiro e secundo andares do
sobrado no becco dat Rotas n. 10. com commo-
des sufllciente para familia : a tratar na ra da
Impiratriz segundo andar do sobrado n. 53.
Aluga-se o armazem do sobrado n. 2, no
becco das Boias, para qualquer estabelecimento :
a tratar na ra da Imperatriz sobrado n. 53, se-
gundo andar.
95000
10$000-
8J000
8$500
8f500
3*500
4$000
8$ 000
6$000
'5500
S$5>0
$000
8$000
85500
tSM
JHRUISalCM ffi ttriiTAGIt
i JUHT CENTRAL OE HYGIENE PUBLIC
Do sitio que oi do fallecido Fr. Ro-
mao, em Sant'Anna, fugio hontem a
noite 4 do corren te, urna negra crioula
de nome Bernarda, alia, gorda, de ida-
de de 30 annos, toma muito tabaco e
muito regrista, supoe-se estar pelo
Monteiro, Poco, Casa Forte ou Amial,
protesta-se contra a pessoa que a tiver
em sua casa e toga se as autoridades e
a quem a possa pegar o favor de a
mandar entregar no dito sitio ou na
ra do Crespo loja n 16 de Campos i
Lima, que sera' gratificado.
AttencTO.
Deseja-se saber noticias do reverendo pad.
Manoel Damaa. lho de Luiz Ferreira, natural d
froRuezia de N. S. da Boaviagem, de Misaa-
rellos, da cidade do Porto, que residi nesta
provincia abastantes annos, pede-te por obse-
quio a quem poder dar alguma ioformacao a tal
respeilo a bondade de o fazer na ra da Cadeia
do Recife n. 3, ou na praga da Independencia,
loja do Sr. Figueira, pelo qoe muito se lhe -
car obrigado.
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ba do Cabng n. 18, entrarla pelo
pateo da matriz.
Esta galera ornada com os augustos retratos
pholographicoade SS. MU. e u sereoissimaa
princesas imperitos, aasim corrjo rom os de mul-
las das principaes pessoas dcata cidade, est a
disposijo do publico, qaaj apode visitar todos
es diat das 8 horas da mnhaa s 5 da tarde, e
examinar oa trabalhos 'postos.
C'.ntinua-se a .l'.iar retratos por todos os sys-
temas pbtographicos, e especialmente por am-
brotypo e em cartes de visita. Fazem-se tam-
bem mimoaas miniaturas em talco para se eolio-
carera em joias.
Os precos dos relratossao os mais razoaveis
que se encontrara nsta cidtde.
J. Ferreira Vllela, photographo.
|1 Rua da Cruz-A 61
O Dr. Rocha Bastos
d consultas lodosos dias.
Cura radical a em pouco das moles-
tias syphiiicas a dos orgaos genito uri-
narios.
8 Consultas da grana das 8 as 9 horas da
manba.
/
i
.^tpts de visita
C'r|ei de visita
fl Csrjo
paT Cari
"icario
Casa de commis-
soes.
O abaixo assigosdo, proprietario, estabelerido
e domiciliado nesta cidade, ra ireita n. 91 e
95, acha-se competentemente habilitado para re-
ceber generoa a consignarlo, pediodo assim aos
Illms. senhores de engenho e lavradores, e mais
outros senhores que queiram honrar-me com
teus productos : aasucar, algodao, couros, etc.,
peUqae vista da conta de venda das primeiras
remessas poderao colher a grande diligeucia que
fa^o para bem servir, e por este meio poder me-
recer a palma, atsim como as pequeas remes-
sas pode o portador dellas ter o proprio conduc-
tor do seu liquido, pois nao haver duvida aer
despachado em continente, dobrando assim meu
trabalho, o quei vista das primeiras remes-
sis se pode apreciar, e que espero oa altencao
dos meus amigos conhteidos e eslranhos. Recife
de agosto de 1862.
JoSo Baptitta da Rocha.
des da visita
rtdes de visita
Cartes de visita.
Precos reJuzidos
Precos reduzidos
Precos reduzidos
ProQoi raduztdos.
A duzia por 12j>
A duzia por 12j>
A duzia por lz$
A duzia por 12$
Duas duiias porSOJj
Duas duzias por 2#.
Novo e8tylo de photographia
Novoeslylo de photographia.
Ambrolypoa am cairas 2;
Ambrotypos em caixas 2#
Ambrotypos em caixas 2jS.
O retratista americano
Alberto W Osborn
Ra do Imperador.
ELECTROMAGNTICAS EPISPASTICAS
ti
Para serem applicadas s partes afifectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elbctro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical a ina
fallival em todos os casos de tnflammacao ( cansoso ou falta de r espirar ao ), sejam internas
axternas.como do 6gado, bofes, estomago, baco, rins, ulero, pe'.to, pa'lptaco de coraco gar
gaata, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affeccoes nervosas, ele., etc gUi).
jnante para as differentes especies de tumores, como lobinhos escrof ulas etc., seja qual fr o seu
tamanho e profundeza por meio da suppuracao sero radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e receitadas por habis a distinctos facultativos, sna efficaia n-
contestavel, a as innmeras curas oblidas o fa
i perecer e conservar a confianc do publico
que ja tem a honra de merecer, depoisde 24 anWos^u existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por ascripto, tindo todo o cuidado
da fazer as necessar.as explica5oes, se as chapas sao para hornera, senhora ou enanca, decla-
rando a em que parte do rorpo exista se na cabeca, pescoco, braco cox, pama, P, o tronco
do corpo, declarando a cicumferencia e sendo nchacoes, feridas ou ulceras, o molda do sen
tamanho em ura pedaco de papel a declarado onde existem, ana da que as chapas sejo da
ojmaj da parte affectada e para scrembem applicadas no seu lugar. J
"ode-se mandar vir d qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas sero acompanhadas das competentes explicages a tambem de todos es arcas
ios para a collocago dellas.
Cnsa: seas pessoaa que odignarem honrar com a sui confianca, am seu esariptoio on
u abertoe todos os dias, sem excepeo, das 9 horas da minha s da larde. '
Furlaram ni nolie de 3 oo correte, do en-
genho Sanl'Aont, freguezia de Santo Amaro de
Jaboalflo. um cavallo castanho andrinho, com os
quatro ps aleados, eattrado de pouco ; quem o
pegar leve ao dito ppgenho que ifr graticado.
Um rapaz com bisiaaies habiliiaces pira
negocio de molhados, offerece-ae dando dador a
sua conducta, para torear conta de urna taberna
ou para na mesma se associar : quem precisar e
quizer, ftga o favor dirigir-tea ra do Imperador
o 81. que encontrarj com quem tratar.
Fraociecu e Paula Viaira ue Hallo rttira-
se pera o Rio de Janeiro, levando em soa com-
panhia o menor Carlos
Banco Unio.
Establecido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
Sacam por todos os paquetes sobre o mesmo
Sortimento completo de sobrecaaacos da panno a 15*. 288, 808 35;, f'* .,?.iamVta
eitas a 25$, 2Sg, 30g e 85$, paletots acaaacados da panno preto de 16 at 153,*1101 !" .\Dllca
de cor a 159,18$ a 20$, paletots saceos da panno a casemira da 89 al 149, tii'o ", .mira da
m crin o la de 49 at 69, tob:e de alpaca o merino de 79 at 109, calcas pretaa da c IOr-
s9 at 14$, ditoa da cor a 79 al 10$, roapaa para menino de todoa os lmajlf>i|.|^ pretos da
ment da roupas da brins como sejam caigas, paletots a colletas, sortimento /del
brancos da b-
rr.tim, casemira a velludo de 49 a 9J, ditos para casamento a 59 a 69, paletblsl ""Vnal n>~
taanta a 49 a 5/, calces brancas maito finas a 5$, a um grande sortimento de' taf fD leroalas do
mrnas, completo sorlimeoto de casemiras ioglezas para homem, menino e se^'n0^,' h .. Tea
doho a algodao, ebapeos de sol de seda, luvas da seda de Joavin para ho mef1 V* aaa par
jaoa urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendas do gr/ indr" \ Ji. mais d-
nso est sendo administrada por am hbil mealra de samalbanla arta a ur n r!e?s ,; barata
lincoenta obrairos etcolbidos, portanto axeculamos qualquer obra com pro np^**80 *
de qaa em oalra qualquer casa.
RA
no
OO.
RA
DO
IMPERADOR
OO.
r.
DE
um,
DR
.1. VIGNES
Os pianos desta amiga fabrica sao hoja assaz conhtecido?, para que seja necessario insistir
sobre a sua superioridade, vanta^ens e garantas que oflereeeiO aos roropadores, qualidadesesla-s
incontestaveis que elles tem definitivamente conquistado /sobre todos os que lera apparecido n'esta
praca ; possuindo ura teclado e machinismo que obe.iiecem todas as vontades e caprichos dos
pianistas, sem nunea falhar por serem fabricados de pr/oposip e ter-se feit ltimamente melho-
imentos importantissimos para o clima deste paiz ; ojuanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e
Banco a prazo ou vista, e sobre as agentiat em por islo muito agradaveis aos ouvidos dos apreciadore
I Ktlf l'lliuiin i", ., V.-. i .-- ^ 01- t':n. 1 *
!I9 Ra jdo Parto
J. PERTO DO LARGO DA CARIOCA
EM M11A
119
Precita-ae 4o um caiieiro com pratica de
vender em baldo para urna ptdaria : trata-se na
ra do Quemado n. 18 A. loja.
- Paulioo Ruariguea nc Utifeir. arrmiante
do impotto de 20 por cento sobre o consumo das
agurdenlas do municipio de Santo Anlao e Es-
cada, avisa aos cootribuinUa deate imposto aue
ceisaram oa poderes da procurado passada 9
Umbelioo Baodeira de Mello, por ter este falle-
cido, ficando sem vigor qualquer pagamento sem
nova procuragao para fazer a coilecta do corren-
te anno a fioiar em 30 de junho de 1663 e li-
qmd.r atrazadot Recifp 30 1 julho de 1862
a
D. Rita de Castia Pereira Vianna e Jos
Peroira Vianna Juuior cordialmeote agra-
decen) aa pessoas qoe se dignartm assittir
as ezequita de aeu presrdo esposo e pai e
desde j convidara para a mista do stimo
dia que se ha de celebrar na igreja matriz
do Corno Santo, sabbado 9 do correte
0*las 7 horas da manhaa.

Lisboa, Figueira, Coimbra, Aveiro, Vizeo, Villa-
Real, Regoa, Vianna do Castello, Goimares,
Barcelloa, I.amego, Covilha, Braga, Penafiel,
Braganca, Amarante, a cito dias, ou ao praso
que se convenciooar: no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
CONSULTORIO ESPECIAL HOHEf PATHlCti
no DOUTOK
m SABINO O.L.PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consaltts todos os dias ateia desde as 10 horat
it meio dia, acerca da seguiatos molestias -
molatioi da mulhtru, moltstiat dat erian-
tas, molettiat da pillt, moUttiat do 1 olhos, mo
Uittas iyphiliticat,todat at ttpteitt dt ftbrtt
ftbrtt inttrmitttntti tuat eomtqutneias,
PHAIUUCIA ESPECIAL HOMEOf ATHICA .
Verdadei-os medicamentos homeopathicos pra
tarados som todas as caatala necoasarias. in-
tlliveis em seus effeitoa, tanto am tintura,comt
tm glbulos, pelos prados mais commodoa pos-
tvais.
N. B. Os modiesmentos do Dr. Sabino sac
aneamante vendidos ere sua pharmacla ; todoi
la o forera fr a deliasa falsas.
Todasascarteiras ao acompanhadas do sur,
impresso com um emblema em relavo, tendo ao
raonr as seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Esta emhlema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pa-
la. As carteiras qaa naolavaramessaimpreast
tttim marcado, ambora enham natampa o no-
na do Dr. Sabino sao falaoa
Fazem-se conforme as encommendas. tanto neafta fab ica como na do Sr. Blondel de Pars,
socio cotrespndeme de I. Vignes, era cuja capital foram sempro premiados em todas as expo-
sicoes. /
No mesmo estabelecimento se acha sempre am esflendido e variado sortimento de msicas
dos melhores compositores da Europa, assim con/o har;nonios e pianos harmnicos, setido ludo
vendido por precos muito razoaveis. '
RA M\M NUMERO 11
A li liga loj^ de Gadault

rf.7rAlga ,eose8undo "Oderda cata di
sn.36: a tratar na raa do Crespo
7. loja,
n.
Manoel Ju de
Siquaira Pitanga Dreten-
dendo retirar-te desta provincia cora aoa fami-
lia, e nao podendo e nem devendo faze-lo .
que pague o que deve. roga a seus devedores
tUmtaQ^Sn n/5rraa56,,8diriJam-st" PhiaacU*do Jos AUxandre Ribeiro ^^/L!?^^^m!S
Joao Guilherme ftomer.
Forrador, estofador e cortinador
recommenda-se com o seu presumo am todas es-
tas paofisses tanto de carruagens como de r/.o-
bilias, tambem pinta carros a encarrfega-se de
todos os concettosde ditos, faz arreioa para ca-
vailos, novos e concertos, cortinados de cama e
da veranda, tambam arranja todos os preparos
para os ditos tanto dourados como envernlsados
Da ponte Velha o. 8.
Acaba de receber dess encommenda
guiles artigos, os quaes vende por tenos '
parle ; a saber:
msicas.
Variado sortimento de instruimenlos
para msicas militares a de os/cheslra^
instrumentos completos de cbjfaves
apiston muito perfeitos e'anado/
bricanle Gautrot Aia-
Para carros.
Guaroices complatas para/arreios,
carros de metal do principa o oro lato/pt-
ra um e dous cavallos, mol, vaqv/elaa
francezat para cobertas, eo'erados, ga-
loes, rese lanternas paracarios eco aps,
colleiras etc., etc.
SS****?9mM lgu"-Bec?e
Oa aban atsignados parliclptm ao publico
e com especlalidade ao corpo de commercio des-
fa praca, que te acham eslabelecidos na ra do
Crespo n. 14 com loja de fazendaa e casa de com-
rt. isses sob a razo social de Jos Marques dos
Se oos Aguiar & C, ficando s csrgo destos a li-
qu.'dacio da eitiocta firma da Jos Goocalres
Malveira.-Jos Goocalres Malreira.-Josa M.
S. Aga/ar.
,^1'f. .
3
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
m grande e variado sortimento dos se-
fj por cento do que em oulra qualquer
: ?.:
Vidros.
Um grande e variado se
delabros,serpentinas, laot,
gentes e sem elles, pa|
para vinhn, clices, roe1
gens redondas e ovis g
as a vontade do comp
Para re
Michinaa muito s
j-.^ esmaricanas grandes
~ sortimento de rhimic
todos os processos, c
lou americanos e frr,
minsdo etc.
Para noivas.
Asmis ricase elegantes cspellas que
se pode desejar, asseverando sem errar, f^a?
serem as mais bonitas que aqui tem vio- %$%
do, ricos manteletes pretos com vidrilhos ^^>
franja o mais moderno netle gentro.
Para presentes.
Muito lindas caiiinhas para costura
com msica a sem ella, muito proprias pa-
ra dar-se de presente a alguma senhora
que se estima, ricos ettojos de barba para @^
homem.
EspeJhos.
Grandes e peqaenos com moldaras
pretas e doaradet, proprios para ornar bo-
nitas sals, sendo oa vidroa muito grossos
e de primeirs qualidade.
Avulsos.
Camisas de linbo para homem.
Carteiras e charuleirts.
Bandeijat grandes de 30 palmes a 30.
Gollinhas e manguitos para senhorss.
La de todas as cores para bordar.
Talagarca.
Seda fiAza de todas aa cores.
Lindos enfeites para teohorai.
Oculos e lunetas de todas as qualidadet.
Fumo francez, americano a tambem o
spreciavel fumo de borba com oa seus
competentes cachimbos e tansri ele.
IMUTIPTOO


1


>
_________________________ BUilO DfcPiBKAMIUOO SEXTA K.RA 8 DE AGOSTO DE .861.
SEGIPiDA EWCCVO
THESOURO
DO
HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo doutor
sin id.
Aviso.
Este tivro
prophilaxia das molestias
I U UUUUW
que se tem tornado to popular,
quanto necessario, acaba de ser publicado coro
todos os melhoramentos, que a experiencia e os
progressos da sciencia tem demooalrado. A no-
va edicgo em ludo superior primeira. en-
cerra: *
1.* Mais ampias noticias acerca do curativo
das molestias, com indicsgee mui proveitosas
dos medicamentos noroa recenlerneute experi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2. A exposico da doutrina homeopatha.
3. O estudo da apropriago dos remedios se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
das idades, dos seos, e segundo as circumslan-
cias atmosphencts etc., etc.
4.* A prestrvago ou prop
hereditarias.
W Dre8eM,a< das molestias epidmicas.
o. Urna estampa illualrada demonstrativa da
continuidade do tubo intestinal deade a bocea at
o anus etc., etc.
Vende-se na pharmacia especial homeopa-
tuica, propriedade do author, ra de Santo
Amaro (Hundo Novo] n. 6.
'e d" cad* exemPlar- 200000
N. B. Oa aenhoreaaasignantes queiram man-
dar receber seus ezemplares.
^mmmm mmmmmm*
g Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado agente do Banco
Mercantil Portuenee neata cid/ade, aaca
efectivamente por todos oa paquetes so-
bra o mesmo Banco para o Porto Lia-
boa, por qualquer sommaavista* a pra-
io, podendo logo os saques a prazo serem
descontados no mesmo Banco, na razo S
*dc 4 por canto ao anno aoa portadores i]*. assim lhe convier : naa ras do Crea- 8
. Po n.&oa do l,pV,,llM D- 5-
M Joaquim di SiW Castro.
M^eaeMeisr^ViHiKNeHiNS
Joo da Iva iamos,
medico pela Unlversidade
de Cambra,
fas 8 s 10 horaa da ma-
'iquer chamado com a bem
?
da consultas em casaj
nba, e presta-le a qi
conhecida promptidac
(lasa de sa,*jde em Santo
va Ramos.
toja bem eonhecido, econ-
ceituado neata provi na pelos relevantes servi-
dos que tem prestan, AMotina as melbores eon-
dgoes debauo da d.ecVgo de ae proprietario
recebar doentes defcdt\s as claesee, os quaes se-
rao tratados com tdo\ lelo a interesse pelos
pregos seguintes : "
Primeira class...\. 30000ou mais.
Segunda dita.....I 28500.
Terceira dita.....; 2JJ000.
Em qualquer das ci.ss> os brancos flearo se-
parados dos negros, p alienados da 2.a e 3
' furiosos pakao a diaria ordinaria,
lis a quarta parte. Os
O abaixo sssignado morador na cidade do Rio
tormoso, j tendo visado e protestado por este
jornal de 11,12 e 13 de jucho de 18C0 a todoa e
contra todos, que s* dhem illegalment* aanho-
rea de urna legua e meta de trra, que por jus-
tos e valiosos ttulos pertence ao abaixo assig-
nado, de novo se aprsenla scientiiicando a to-
dss em geral, e a cada um de per ai, que o abai-
xo assigosdo o legitimo aenbor e posauidorpor
justo e bora titulo da dita legua e meia de trra
na freguezia d'Agua-Prets, a qual comeca do lu-
gar denominadoCaxorira seccana ribeira do
rio Una, seguiodo pela ribeirt do riachoPiran-
gi grande cima. Declara para conhecimento de
todos que dita legua e meia da Ierra demarca
pele norte com o rio Uoapelo poente com o
riachoPirangi grandepelo sul com trras do
Calende e pelo scente com terraa do engeoho
Japaranduba e oulra sitmaria annexo ; que oa II-
legitimos posseiros foram chamados a concillacao
para entregareis a propriedade do abaixo assig-
nado e aaberem que a o mesmo abaixo aaaigoa-
do o legitimo senhor e possuidor da referida
legua e meia de Ierra, que ja foi competente-
mente registrada, e a qual hoave por sismarla de
1782, que lhe foi traspasssda e cedida por com-
pra aoa legtimos sismeiros : pelo que os illegaes
posseiros logo qae foram chamados a coocilia-
go abandonaran! as obras, que em algumas par-
tea do dito terreno eatavam fazendo.
E aprovaitando a occasio declara mais que
tambem senhor e legitimo possuidor da urna
legua de Ierra em quadro, que foi concedida por
S. M. Fidelissima em data de sismara a Joo
Leandro Soares de Araujo e sua mulher D. Lou-
renga Isabel da Visttago, j fallecidos, e por es-
ts vendida a o finado vigtrio de Una Vicente
Ferreira de Mello e Silva, e pelos berdeiros des-
te, instituidos no respectivo testamento solemne,
foi vendida ao abaixo aasigoado, como tudo cons-
ta do tealameolo a eacripturaa existentes, em a
qualestao indevidamente edificados o engeoho
bouza e mais dou3 da mesma freguezia de Agua-
treta, aendo quedesta legna de trra em qua-
dro s foi vendida urna quarta parte no ailio do
riachoCalambre-fazendo piio no dito aitio e
pasaagooi do rio Pirangi. E para que niuguem
ae chame ao engao em lempo algam ainda pelo
presente ae protesta contra quaeequer ontros,
que, por se spossarem de '.erras alheiss, esto
ogeilos as penas dos crimes, que se descrevem
no Ululo 3o cap. 1 a 2 da parte 3 do cod. penal;
sendo que por motivos de molestia o abaixo as-
signado tem deixado de fazer effectivo seus di-
reitos, o que far logo que cessem taes motivos.
Rio Formoao 15 de julho de 1862.
Antonio Gomea de Macedo.
Boa fama n. 35.
Vende os seguintes ob-
jectos abaixo mencio-
nados.
Grampos a balo com pendente dourados a 2fl
o par.
Pentes imitando tartaruga para bandes, alli-
ma gosio a 3$ o par.
Fivelaa para aiotos, fazeoda inicuamente nova
a 20 o par.
Aifloeles prelos com douradopara senhora.in-
teiramente novos a20 Cada um.
Botes pretos com dourado para puchos, inlei-
ramenta novos, a 20 o par.
Botes de tartaruga para pannos a 10500 o par.
Na ra do Queimado, loja de miodezaa n. 35,
da boa (ama.
ma*'J^*.a;M Uch" *''" cuado do aator
mer h. '.Ud? : na ra' d0 *"em de
ucir de Jos da Silva Loyo & C.
jgMsaittieefteig m^ $&%&& m
I\>TRUHE\TOS I
Tinta para marcar roupa.
Vende-se tinta para marcar roupa a 10.
Agua de malabar para lingir cabellos a 50 o
frasco : na rna do Queimado, loja de miudszaa n.
o, da boa fama.
Cartas finas para jogar.
Vende-se duzia da baralhos de cartas finas com
5*-nnn"l!-dourad88 a 6*' diu 8em aer dourada a
J05UO a AS : na ra do Queimado, loja de miu-
dezag o. 35, boa fama.
Fitas de la para debrum.
Vendem se pegas de lita de la para debram a
18. e em vara a 120 ra., dito de seda a 20400, a
em vara a 240 ; na ra do Queimado, loja da
miudezas n. 35 da boa fama.
Vende sea labarna do pateo da Ribeira u.
13 ; a tratar na ra do Livramento d. 24.
Venae-ae urna mobiha da mogoo a l.uiz
XV ; na ra das Cruzes n. 11. primeiro andar.
Novo retratista.
Ra do Crespo n. 18, primeiro andar, tiram-
se retratoa pelo syatema daguerreotypo por m-
dicos pregos ; vo-ae tirar retratos de
mortas dentro e fora da cidade.
peasoas
sendo furiosos pagaro
alienados da !. classe
9* .
gCrabiuete rue<
* Ra das FI.
Sarao dada conssltl
pa(rao segundo o ajusfa
co cirurgico.J
re$ n. 57. aj
nedlcaa-cirargi- am
10 cas pelo r. Estevu walcanti de Alba- aj)
quarque da 6 as 10 holras da manhia, ac- a
O cudindo sos chamados ;;(: vidade possivel. a
($ 1- Partos. a
^ 2.* Molestias de pella.,,
0 8.* dem do olhos. \ \ Z
Q 4.* dem dos orgaos ga\nitaas. q
^j Praticartoda aqaalquler o*era;o am aja
tm aeu gabinete ou em casa Ah* dAentescon- ay
q forme Ihes fr mais convaipien*#. aj
ENSINl
DE
PARTIDAS DOBI
,DAS
Dirigido por \
IAR0EL F0?iSEC\ DE 1EDEIR0S'
DUAS VEZES POR SEMANA^
TEBgAS E SEXTAS
DAS 7 AS 9 HORAS DA XOITE-
RA NOVA N. 15, 2. ANDAR.
GRAKD
Laboratorio a vapor
DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos A i-
mentel.
Empreza importante, que rai prestando reca-
vantes servicos seus freguezes pala promptidao
a perfairo com que lava a roupa sem a estragar
PREQOS.
?.-Roupa surtida (embora nao venham meias na
lencos) 40 ra. por peca.
Pegas grandes isoladamente 100 rs.
Roupas de navios, vapores e hoapilaes 70 rs.
Dita de fsmilia qua oo fregaaza 80 rs.
Dila de duerna da familia qua nao 6 freguaza
a 120 ra.
Urna reda ou cortinado da cama ou raranda
t 500 rs.
preco dos engommados mdico e confor-
ma aa pecae, como coatamam lazaras engomma-
deiras. O praso da entrega da roupa lavada
8 diaa, a engommada 15, sendo qua murtas vezas
ait prompla antes do praso. Deposito na rna
Nova.
-- Aluaram-aa as caaaa terreas o. 105 da ra
de Santa Rita e n. 27 da ra dos Burgos, e o i*
andar da casi n. 193, na ra Imperial : a tratar
Da ras da Aurora n. 36.
Casa para alugar.
Aluga-ae ama excellanta casa deum andar no
Monteiro : a tratar na ra da Cruz n 57.
aecacK
Custodio Jos Alves Galmaraes avisa ao ras-
peitavel publico, principalmente a todos os seas
Ireguez-is e amigos, que sa mudou da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem conhecida a enliga loia
de miudezas que foi do fallecido Jo8o Ceg, boje
aera conhecida pelo-gallo Tiatilante,e pede ao
reapeitavel publico a aos seus freguezes e amigos
que o queiram procurar no dito eslabelecimeoto'
onde acharao um grande sorlimento de miudezas
queaffianga servir bem e vender por menos dez
ou vinta por eento. do qua em outra qualauer
Pfll_______________________________H
r recisa-ee de
urna recemnascida
80, 2# andar.
gaz
gaz.
uuia Suifi uC Ic.'.c psn c-itr
a tratar na ra da Aurora n.
Pretiaa-se alugar ama escrava que saiba co-
zinhar, paga-ee 300 mensaes agradando : na ra
da Aurora n. 80, 2* andar.
Precisa-se alugar duaa negras que saibam
vender na ra fructas e horlaiice ; na ra da
Cruz n. 56.
Baltar &
Porlo.
Oliveira sacam sobre a pra;a do
Offerece-se urna pessoa para cobrar divi-
das, tanto no interior da provincia como para fo-
ra da mesma : aa peasois que precisar dirija se a
pracada Independencia n. 6 e 8, em carta fecha-
da com as iniciaes A. S. F J.
Aluga-ae a sala com duaa alcovas do ter-
ceiro andar da ra do Crespo n.18, proprio para
dous mocos solleiros : a tratar na meama loja.
Mlk
Preciss-se de urna ama forra que saiba fazer
todo o aervico de urna casa de pouca familia ;
na ra do Queimado n 39.
O abaiio assignado, gerente e nico liqui-
dalario da firma Rodrigues & Ribeiro, decidida-
mente autoriasdo pelo meretlssimo tribunal do
commercio, convida todos os senhores que se
acham de quanto antes realisar seus dbitos, pois contra os
que forem remUsos teri o aonunciante de proce-
der judicialmente. Recfe 1.* de agosto de 1862.
Manoel Joaquim Rodriguea de Souza.
Kogase aos devedores do tallecido
Joaquim Jos Ribeiro de Oliveira que
itero loja na ra Direita n. 55, que ha-
lam de vir pagar seus dbitos na mes-
tina loja ou na ra do Queimado n. 41 e
4, evitando desta forma o receber se
judicialmente e publicar-se seus nomes
por este jornal.
m expoM-
cao de candi* iros
a gaz.
Chegou a nova exqoslcao
Cheguu a nova exposico
Chagou a nova exposieflo
Chegou a ora exposigao
Chegou a BO'a exposico.
Caodieiroa a gaz
Caodieiros a gaz
CaBdieiros a gaz
Candieiros a
Candieiros a
Sorlimento completo
Sorlimenlo completo
Sorlimento completo
Sortimeoto completo
Sorlimento completo.
Gaz de primeira qoalidade
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primeira quslidade
Gaz de primeira qualidade
Gaz de primeira qualidade.
S tem na nova eiposic.3o
S tem na nova exposic.au
S tem na nova exposico
S tem na nova exposiQao.
O proprietario deate eatabslecimento* '
publico em geral que tem recebido urr
sortimeoto de candieiros a gaz para n
qutrtoa, escadas, eogenhos e para est
queoos que pode com a economa de u
rafa de gaz ter para 60 horas de luz, ric. t ..
raade balanco de ferro com estofo adamascado tf
de linho, lavatorios de ferros econmicos com
todos os peiteoces, com esgoto no fundo da ba-
ca, rices quadroa para ornamentos de salas e um
riquissimo sortimeoto de otjectarias a imiucao
de marfim para senhoras approvadis na ultima
exposico das princezaa tendo o premio maior,
riqoissimas pulceiras a imiUcao de camafeo, lu-
do ae vende por diminuto pre'so que muito de-
ver agradar os pretendentes ; na raa Nova n
20 e 24, loja de Carnniro Vianna.
vr
"a a o
oleto
IM.
oe-
| EM CASA DE
Hyppolito Domont.
p. 9 Ra Nova N. 9]M
Neste bem eonhecido eslabelecimeoto S
musical existe sempre um completo sor-
lmenlo de instrumentos musicaes dos 1
melhores fabricaotea da Europa, inatru- A
meatos completos a pistn ou sem ellea,
Para msicas militares e de orcheslraa e fi
outroa muitos instrumentos de diversas 9
qualieades e finalmente todos os oojectos S
perteneentes a msica se vendem neste 5
eslabelecimento. S
Msicas.
No mesmo estabalecimeoto existe um J
grande e variado sortimeoto de operas &
completas para piano e canto e piano s, fi
assim como phantasias, cavatinas, ariaa
e duelos extrahidoa das melhores operaa fi
para piano e canto e piano s, modinhas 9
Drasileiras cora acompanhamento de pia- S
no, qoadnlha, walaas.polkas, schoitischs j
para piano, msicas dtversaa para flauta S
elannela, rabeca, violo, melholcs para S
todos os instrumentos. 2
exposico de fazendas baratis
simas na ra da Imperatriz
Da loja e arinazem da arara
numero 56, de Magalhes <&
Mendes.
Vende-se muilo barato para liquidar, a aer:
cortes de chita com 12 1|2 coaaoa por 2500, di-
m K! COrflS i,.2*500' d,,O P^'os a
20500 chitas escuras a 160, 180 e 200 ra. o co-
vado, ditas francezas a 220, 240 e 280 o covado
ni ra da Imperairiz. loja da arara n. 56.
Arara vende os chales.
Vendem-se chales de merino estampados a 3
liSL. soda a. *di,os de lla a J- d"
abertos a 640, guardanapos para mesa a 200 rs
cada um; na ra da Imperalriz, loja da
numero 56. J
arara
Arara vende as gollas.
Vendem-se gollinhas para senhoras a 500 rs.,
dit.s com boiaozmho a 640. ditas redondas d
33222t maD8ui'09 e de l.nho para
senhoras a 20 leoCos brancos a imitaco de la-
byrintho a 10600 o i$ : na rna da Imperatriz, lo-
ja da arara n. 56.
Arara vende as capas.
Vendem-se ricas capas para senhoraa, de oros-
danaple preto a 20 e 250, dilas de linho de tores'
a 0 ditas de las a 9g, ricos cortes de organdvs
com daas saias e com 25 covados por 80, dilos
lisos com 15 covados a 7/, ditos de la de daas
saias com 12 covaos a 80, ditos de gorcurao
com 18 covados a 60500 : na ra da Imperatriz
ioia da arara n. 56.
sem segundo.
Na ra do Qaeimado o. 55 loja da miadezaa
da Joa de Azevedo Maia a Silva, asli v.ndando
todaa aa miudezaa baritissimas, a saber :
Frascos grandes com superior opiata a 500
tarriieis de linha de cores com 200 jar-
das a
Ditos de retroz de cores, menos prelo a
t^ixas com iscas para acceoder charutos
uuziis de moias creas muito superior a
Novellos de linha muito grandes e su-
perior a 40, 60 e
Ditos decores, a melhor qae ha a
rnoaphoros em cuas de olhs, t a cai-
xa val o dioheiro, a
Carloes de linha com 200 jardss, a me-
lhor que ha
Ditoe, ditos brancos e de cores com 50
jardas a
Duzia de facas e garfoscabo preto, finas
L>ita da ditis cabo braoco a
Tdesouras grandes de 6 polegadas a 40 e
Saceos para escrotos com sinta de bor-
racha a
Tioteiros de vidro com superior tinta a
Ditos de barro co-n auperior tinta a
Masaos com gramprt lisose de caracol a
Duzia de pbos^horos de valla a
Pares de meiaa de cores para meninos a
Croza de penoas d'ago superior a
Areia preta para botar na escrita a libra
Colxetes em cartoRS, com
q-iatro parea grandes a
Baralhos de cartas francezas a
Ditoa portugueresfino?.
Thtsouraa pequeas, porm de
qualidade a
Colxetes rancezes em caixa a
Duzia de meias alvas. para homem a
Dita de sabonetes fiaos a
Sabonttes grande e superior a
Tramoia do Porlo muilo superior a vara
120 a
Parea de botes para punhos a
duasordens e
superior
60
20
40
2SUW
120
20
80
60
20
80500
30200
80
320
1G0
100
40
200
160
500
100
80
240
ICO
200
40
10600
600
120
REMEDIO INC0KPAR4VEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milhares de individuos de todas a, n,coai
pode, tes.emunh,, virtudes d.,ur,mS!
mcomparaveJeprovarerccaso necessario Z
Bembros,nte,r.mentesaosdepoisdah.v.rett-
idomutilmeDteoutrostratamentos.
160
240
Alm destas miudezas tem rauita mais que se faz
preciso vender e nao "eogeitar dinheiro, assim
como sejam : la by rio tos para todo o preco, areia
preta a 100 rs., porm quem quizer comprar em
arroba veude-se por 2jj, barat.ssimo mesmo
para quem nao precisa.
dmiram os madico"m,T." "7 Prenden'es V*
o uso de seus bracos D.rB1, "Jno ?*110
Jevum offr., ampui.co I bJCS
casquelavendodeixadoasses, asylos deTd-
IMMM, parase nao submeterea '1
racao doloros. fortMeur.d.-eonpI.V,rf,
S?, i .US dessPrec" re.edic!
Sumas das taes pessoa na enfuso de seu rico-
Snnim d tm**** eoutros,git.
Wingue desesperara do estado des.uda si
uvessebastanteconfianc, ptra encinar eMfr
trataasanto que necesst.sse a natureza do Li
fiSSST &e32LS2~
InDajnasao da bezifa
Chombo! chumbo!
Vende-se chumbo de meni{8o sorlido e de
diversos nmeros, a relalho ou em porcoes por
prego mais barato que em outra parte : ra lar-
ga do Rosario n. 34, botica.
______jVend
A- di oor
ate, cou. &"M
Vende ae a cafa ISrTfl U. 91 U
guata.com 3 jaoellase urna portado freot
duas salsa, quatro qar\os, corredor independen
te, cosioha fora, quintal- -murado A cacimb .
meeira, caiada e pintada de novo, em perfelto
estado, pode ser examinada pelos pretendentes :
a tratar na travesea da Madre de Dos n. 13.
Vendem-se os seguintes eneros no arma-
zem de Uanoel Marques de Oliveira &C-, raa da
Moeda n. 9 : mel em barra grande e pequea
porclo, agurdenlo de cana em pipas e em meias r
ditas, cal de Lisboa muito nova em barra e em
porco, palha tabu para lorneiras.
Ljouipras.
Attenco
Aa pessoas que se julgarem credoraa da finada
Marcelina Rila Mara de Oliveira, queiram apre-
sentar suas contaa devidamenle legaliasdas, na
ra da Cruz do Recfe n. 51, segundo andar, 'aGm
de serem altendidasem occaeio competente, isto
no praao de 3 dias.
Compra-se urna escrava que saja perfeita
engommadeira e coatureira o de boa conducta :
ja ra da Cadeia do Rrife n. 35.
Compram-se ac$dea do novo banco de Per
imbuco : no escripiorio de Manoel Ignacio de
[veira Pilho, larga do Carpo Santo n. 19.
Compram s doua escravos de boa cooauc-
sendo um perfeito official de carpna e o on-
de ferreiro: a tratar no grande armazem de
geos e miudezas na ra do Queimado n. 49
Aluga se o priuj'iro andar do obrado n.
22, na roa estreita do Rosario '. a entender-se na
mesma ra casa n. 33, segundo andar.
#
ej Jos Elias Ferreira Coala tem ao p da 0
fuadigo 3 casas para alugar, urna de 300 a
e 2 de 100. Z
eeg@t @ aaeeoAA
Preta fgida.
No dia 29 do prximo passado desapaareceu
da casa de sua senhora a preta crioula de oome
Maris, alta e reprsenla 50 annos de idade
com aa pernas algasia cousa indiadas da erial-'
pela, anda mesmo na cidade por ser encontrada
na ribeira as tabernas da raa da Penba e ra
Direita: quem a aprehender cenduza a roa do
Raogel o. 60, segundo andar, qae aera recom-
pensado, aaaia como protata-e pardas e dam-
noi contra quem A lver occuita.
Compra-se urna prea moga que aalba cozi-
e engqmmar com perfeicSo, e sem vicios :
ti ver beslas condices, dirjase a ra do
iado, luja o. 51, que agradando, nao ae
r de jaaer negocio.
Compra se urna nova lueira que seja bem
c'oDstr'ii'iB e fjrte : na pra;a da commercio Cor-
po Sao'lo n. 19.
tandas.
VenVla-se a Vasa de pasto, sita na ra Di-
reita n. llu, por tAr de se retirar para fora o do-
no do eaiaibaleciaie\oto ; a tratar na mesma caaa.
Na tabern]
eos grandes
milbo a 40.
lilh e farello.
grandeV na Soledade, vende-se aac-
;om farel\lo de Liaboa a 45500 e de
Em casa de Mills Latham & G
na ra da Cadeia do Recife n. 52, ven-
de se :
Queijos flamengos muito frescos chega-
dos pelo ultimo vapor.
Vinho do Porto engarrafado de muito
superior qualidade.
Cerveja de diversas marcas em barricas
de garrafas e meias ditas.
Arroz da India.
Salitre refinado.
Oleo de hnhaca.
Pedra hume.
Sulfato de ferro.
Secante.
Alvaiade.
Azarcao.
Tudo vende-se por commodos precos
e a vontade dos compradores.
Em easa de Mills Latham & C. na
ra da Cadeia do Recife n. 52, ven-
dam-se duas machinas a vapor de nova
nvencao para engenho de assucar sen-
do urna deforca de 12 cavallos e outra
de 14 ditos e rame de ferro
jardim.
Arara vende os corpinhos.
Vendem-se corpinhos bordados pira meninos
e meninas a 10 cada um, pecas de tiras bordadas
da largura de 4 e 5 dedos a 1J280 10600
de eolremeios bordados a 10, lg200,
10600 ; na ra da Imperatriz, loja da '
mero 56.
pegas
10400 e
arara nu-
Arara vende as colchas,
idem-se ricas colchas para caras ave...
SoriJs.8^' du-"8 de ust5 de ores a 5 e 5*&00.
". na ruacr/i,lfmVr1rlrFi,r,,Brofe urla-
^la ra da Imperatriz nu-
mero 20.
Vende se o seguate.
Bramante com 10 palmos de largura a 10500,
nscadinhos escurosde cor Cxa a 160 rs., cassaa
de corea a 280 e 320 ra.. oleados para cobrir
mesas a 2g, indianas muito hnas a 18, chitas a
160. 200. 240, 280 e 320 rs., cambraias de sal-
picos de cores e brancas a 400 rs.. cobertores
brancos e escuros a 10200, 10600 e 20, pannos
finos pretos o de cores a 20. 20400 e 30, cam-
braias para cortinados a 20 a pega, ditas lisaa a
20. 30, 4S e 50, tapetes muito liuos a 60 e 7.^,
chapeos de seda e de caator muito fios e do ul-
timo gosto de Paris e S0 e 90, ditos de fellro fi-
no copa alta a 50, casemiras para forro de carros
a 10600, corles de dita muilo lina para caigas a
40. pegis de enlremaios a 10, e fiBlmenle ma-
dapoloea, algodoes, brins, bretanhas e outras
muitas fazendas que o dono do eslabelecimanlo
est resolvido a vender muito barato alim de
apurar dinheiro, dando-se as competentes amos-
tras com penhor.
Alporeas
Cam.br11
Callos.
Aneare!.
Cortaduras
Dores de cabeca.
das costas.
dos maaabros.
Enfermidades da cutis
m garal.
Ditas da anus.
Empees escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gsngivas escaldadas.
Inchaces.
nflammacao do figado.
h
Arara vende as cambraias.
da matrii
Lepra.
Males das pernas,
dos peitos.
dV .olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, esa qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulages;
Veas torcidas ou
das as pernas.
no-
Vende-se este ungento no esubelecmenio
geral de Londres n. 1iA, Stiand, toa loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha coata
urna instruc^ao em portuguez para explicar o
modo de fazer uso desta ungento.
O deposito geral em casa do Sr.
harmaceutico, na ra de Crux
pernambuco.
Soun,
i. ,22, em
Vendem-se pegas de cambraia lisa a 10600, 2,
2. ^00, 30 e 30500, cassas adamascadas para cor-
li dos com 20
4
varas a 90, ditas de 10 varas a
JO 3$, cambraia de salpicos com 81|2 varas
p nwem da arara n. 56.
Arara vende a roupa feita.
Vendem-se paletots de panno preto a 60500,
8 e 10}j, dilos de brim escuro a 3g e 30500, caigas
de casemira preta a 40500 e 5J500, ditas de co-
res 50500 e 60, ditas de briw e fuslao a 20000 e
20500, camisas francezas a 1J600 e 2J. dilas de
peito de fusto a 20500, ceroulas de brim a 10600
e20 ; na ra da Imperatriz. loja da arara n. 56.
Arara vende as aberturas.
Vendem-se aberturas para camisas a 240 e 320,
leaos brancos com barra de cor a 80 rs., cortes
de caiga decores a 10 e 10280 cada um, meias
cruss a 120 o par, ditas finas a 2J500 a duzia :
na rna da Imperatriz. Iu da arara n. 56.
Arara vende o fil.
Vende-se fil lavrado fino a 10200 a vara, dito
liso a 720 e 800 rs., dito de cores a 200 rs. o co-
vado, tirlatana de cores a 800 ra. a vara ; na ra
da Imperatriz, loja da arara n. 56.
com
para
Sebo do Cear.
Proprio para fabrica de velas ou de
vende-se em banicas a prego commodo ;
do Vicario n. 9. primeiro andar.
sabio :
na ra
Venda-se um caixao grande para
de bolacba euma batanea grande com
sos; na ra do Raogel n. 69. deposito.
deposito
seus pe-
Venida d\e predios.
Um sobrsdo ase dous andares e sotio, na roa
da Goia n. 40, ckm 33 paUmos de largo e 125 da
fundo, cotn uml pequenu quintal ; ama grande
caaa t8rrea feita la moderna, na ra da Ponte Ve-
lha o. 14, muilo lbem conutraida e com commo-
dospara grande flmilia ; u rago n. 20, livrel i e deseimbaracadas; a tratar
na ra Nova, leja Ai, 18, da/ "1 "rii da macha
As 3 da larde.i,' 1 ,v ""\.
-
Venda
de um grande predio em
terreno proprio.
Vende-se o sitio denominado Crtame no fim
da ra de S. Miguel nos Affogados com as pro-
porgoea seguintes :
Com 300 bragia (de rio cima Ibura) e 120 de
largo, urna casa de um andar nova, de morar,
com duas grandes salas, seis quartos torrago do
lado, porta propria para entrar carros para a
loja, tendo nesla quatro quartos proprio para
escravos, cocheira juoto a casa para cinco ca-
vallos, casa de banho com tanque e bomba com
um algrete, ao lado urna grande otaria robera
de telha sobre pilares de tijollos com 400 pal-
moa de comprimeoto e 60 de lariro tendo no
centro um grande torno que lava 16 mil lijolloa
grossos com coberta de ferro as extremidades
lera urna casa sobre pilares de tijolos com um
forno para obra fina na outra estremidade ha tres
quartos para os trabalhadores que rende 1080000
por anno. tendo no mesmo sitio, barro para am-
bos os tornos, e parle da lenha corlada dos
mangues do mesmo sitio, tam cioco carros de
trabalho, duas candas para cenduzir tijolos, duaa
ditas pequea, tem um viveiro promplo e qua-
tro principiados, tendo em todos peix, 115 ps
de coquairos de fructos dous pequeos princi-
piando a botar, laraojaa de arabigo e seleta
fructa-po, goiabeiras, jaqueiras, mangas, tud
oovo principiando a botar, caes para em-
barque em qualquer mar; recebe-se am troca
alguma casa terrea- ou sobrado de am andar em
qualquer das ras desta cidade.a tratar no mesmo
Sitio eu na ra Nora p. 18,
Arara vende o babadin
Vende-se a fazenda por nome babadin
palmas de seda, propria para vestidos a 500 rs.
o covado, dito enfealado a 640, laazinhas para
vestidos a 320 o covado. dilas multo finas a 500
rs., ditos enfestados a 640 ; na ra da Impera-
triz. loja da arara n. 56.
Arara vende o riscado a Gari-
baldi.
Vende-se riscado a Garibaldi para vestidos a
280 o covado, fuslao de cores para vestidos a 280
e320 o covado, csssas francezas finas a 280 e 300
rs. o covado, oreandys fino a 320 o covado ; na
ra da Impentri, loja da arara n. 56.
Arara vende ospaninhos.
Vendem-se pegas de paninhocom 12 jardas por
50, ditas de madapolio eofestado a 3J500, da-
masco de 6 palmos de largara proprio para me-
sas a 10(00 o covado : na ra da Imperatriz, loja
da arara o. 56.
Arara vende as saias.
Vendem-se saias bordadas para senhoras a
20500. dttas de 4 panos a 30. cortes de cambraia
bordados brancos e de cores com bibados a
20500, siotoa para seohoras a 10280 para acabar :
na ra da Imperatriz, loja e armazem da arara
numero 56.
Vende-ae urna caaa terrea na cidade de 0-
linda confronte a bica da S. Pedro n. 43, com
muitos boos commodos ; os pretndanles podem
dirigir se a ra da Seozala Velha n. 120, ou
ra da Concordia, armazem de madeiraa de Rufi-
no Cousseiro, ou oa ra do Lima, em Santo A-
maro, residencia do mesmo cima, das 6 s 8 ho-
ras da manhsa.
_ Vende ae o engenho Brago, moente eor-
rente, nao s d'agaa copeiro, como de aoimaes,
sito na cidade da Victoria, tendo muito boas tr-
ras para qualqnar lavoura e matas perto ; quem
pretende-lo, dirija-se ao mesmo engenho e tra-
tar com o aeu dono, ou oa cidade da Victoria, na
raa do Meio, rom o Sr. Joo Vicente de Brito
Galvao, que lhe mostrar o venledor.
Vende-se um aitio muito perto da Soledade
com immeosas fructeiras, de muito boa qualida-
de, e com grande cacimba nova, de agua de be-
ber, tem boa casa com 4 salas, 6 quartos, cozi-
nba fora, quarto para feitor, a grande armazem
para commodos do aitio ; qaem o pretender
comprar, dirija-se a rea da Cadeia do Recife de-
fronte do becco Urgo n. 25, taberna, onde achara
os esclsrecimeotos preciaos.
Velas e arroz.
Veodem-ae velas de espermacele a 640 a libra,
arroz de casca em saccoa grandes a 20800 cada
um : na taberna da travessa do pateo do Paraso
n, 16, com oito para a ra da Florentina.
gcliegar ao novo!
armazem
I DM j
plastas & Reg\
Na rna Nova junto a Conccicao
dos Militares n. 47.
Dm grande e variada sorlimento de !
roupaa feitas, calcados e fazendase todoa
H estes se vendem por pregos muito modi-
flcadoa como de sea costume, aasiro co-
mo sejam sobrecasacoa de superiores pan-
as nos a casacos feitos pelos ultimoa figuri-
fg noa a 260,280, 300 e a 350, paletota doa
g meamos pannoa preto a 16f, 18f, 200 a
gS a 240, ditos de casemira de tr mesclado
e de novos padroes a 140,160, 180, 200
a a 240, ditos de casemira de cor mes-
8 ciado e de novos padroes a 14jj, 165, 180,
200 e 2tg, ditos saceos das mesmas ca-
H semiras de cores a 90, 100, 120 e a 145,
** ditos pretos pelo diminuto prego de 80,
M 100 e 120, ditos de sarja de seda a so-
*j brecasacados a 12f, dilos de merino de
fl| cordo a 120, ditos de marin chinez de
5? apurado gosto a 150, ditos de alpaca
H preta a 7$. 80, 9 e 100, dilos saceos
pretos a 40, ditos de ealha da seda fa-
zenda muito superior a 40500, ditos de
a brim pardo e de fuslao a 30500, 40 e a
fj 40500, ditos de fasto branco a 40, gran-
de quanlidade de caigas de casemira pre-
j" ta e de cores a 70, 80,9| e a 10f, ditas
8 pardas a 30 e a 40, ditas de brim de co-
rea finas a 2{500. 30, 30500 e a 4$, ditas
l de brim brancos finas a 4$500, 50, 5S50U
I e a 60, ditas de brim lona a 5| e a 60,
colletes de gorgurao preto e de cores a
50 e a 60. ditoa de casemira de cor e pre-
B tos a 40500 e a 5$. ditos de fuslao branco
w e de brim a 80 e a 30500, ditos de brim
il lona a 40, ditoa de merino para luto a 40
a a 40500, calcas de merino para luto a
40500 e a 50, capaa de borracha a 90000.
Para meninos de todos os tamanhos : al-
gia de casemira preta e de cor a 50,60 e
78. ditas ditas de brim a 2|, 3g e a 30500,
paletots saceos de casemira preta a 60 e
a 70 ditos de cor a 60 e a 70, di-
toa de alpaca a 30, sobrecasacos de pan-
no preto a 120 e a 140, ditos de alpaca
preta a 50, bonata para menino de todas
aa qualidades, camisaa para menlnoa de
todoa os tamanhos, meios rices ve lidos
de cambraia feitos para meninas de 5
8 annos com cinco babadoa lisos a 8f
a 120, ditoa de gorgurao de cor a de la
a 50 e a 60, dilos do brim a 30, ditoa de
cambraia ricamenteborbados para bapti-
sadoa e muitas outras fazendas a roupaa
feitaa qua deixam de aer mencionadas
pela sua grande qaantidade ; assim como
recebe-ae toda e qualquer encommenda
de roupas para se mandar manufacturar
e que para este fim temos um completo
sorlimento da fazendas de gosto e ama
grande officina de alfaiate dirigida por um
hbil mestreque pela sua promptidao e
porfeigo nada deixa a deaejar.
SISTEMA MEDICO HODELLOWAY
PILULASIIOLLWOYA.
Este inestimavel especfico, composlo inteira-
mente de hervas medicnaes, nao contera mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Bei
nigno maistenra infancia, e a complejo mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleigo mais robusta
'enteiramente innocente em suas operacoase t-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazea
Entre milhares de pessoas curadas cora esta
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso couseguirara
recobrar a saude e forgas, depois de haver tema-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregr-sea des-
esperado; fagam um competente ensaio des
cfficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes reeuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em lomar este remedia
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
*5
epilpticos.
ccidenles
Alporeas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
Oebilidade ou extenua-
do.
Dbil idade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga*
nos rins.
Dureza no ventre.
Hnfermidade no ventre.
Dilas no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes.
Infla mmacoes.
Irregularidades da
menstruacco.
Lotnbrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstrucgao do ventre.
l'liiysica ou consump-
$o pulmonar.
Relengo de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no eslabelec.
geral de Londres n. 224, Strand, e r. ,.
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocelinhas a 800 rs., cada
urna deltas contera urna instruejo em portu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
O deposito gaaal em casa do Sr. Soum
['harmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
el
i
I
X
i
Novos pentinhos doura-
dos, e fivellas para
ciatos.
A loja d'Aguia-branca acaba de recebar novo
sorlimento dos desejados pentinhos dourados, e
por isso avisa a todas as senhoraa que os baviam
eocommendado, e mesmo as que de novo os
preteoderem qua ellea sao poneos e como da
primeira vez em brve se acabaran); assim como
qae recebeu igualmente urna oulra pequea por-
go de fivellas de qualidade e gosto ioteframen-
te novos e agradaveis, as quaes se vendem por
80000, e os penlinhos por 30000 o par.
Convem pois, que aa seoboras se apressem em
Rosas artificiaes para cabello:
A. L. B. F. tendo recebido um variado sorti-
meoto de bonitas rosts que se esto usaodo para
eabellos, a de pannos com folha de velludo, ditas
da papel todaa, aa mais ricas qae ae pode encon-
trar vende-se na ra do Queimado n. 63, loja
do beija flor.
Presten) attenco ao vigi-
laiile, que est queimaudo,
como seja;
Retroz.
Lindas caixinbas com 24 carreteis de superior
retroz, e sorlido de todas as cores, pelo barata-
simo prego da JgSOO a caixinha que sabe a 1O0>
ra. o carretel, oo haver pessoa alguma que ven-
do sua qualidade deixe de comprar : t no callo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Linha para bordar.
Tambem chegada a esta mesmo estebeUci-
mento a verdadelra linha frdxa para bordar ou
22?!& qUe Vnde pel b"Uaimo
prego de 600 rs. o massinho ; s no sallo viei-
lante. ra do Cr*spo n. 7. "6
Bandoes.
Tambem chegado grande lorlimenlo de ban-
mandar comprar esses objecto. M&ZSttllSmffml&TZZ T*' S b"*U?,imo
loja Ogaia-branca tu. do Q.eim.do 116. iK,'crespo 7.P" D g'U ,,8,Un,e
V
7
MELHOR_ EXEMPLAR ENCONTRADO
u '.-
MUTILADO
-<:


.
- J

.. .

UAftiO DE PEEHAM1UCO SEXTa FEIRA 8 DB AGOSTO 0 1811
VENDE-SE NO AHMAZEM
DE
Francisco Fernandes Duarte
Os melhores gneros que vem a esta mercado e por menos 10 por cento do que em outra
qualquer parle, garantiodo-se a boa qualidade, por isso roga-se a todos os Snrs. da praga, de en-
enhos e lavradores o favor de raandarem suas encomraendas a este rauito acreditado armazen di
S olhados, afim de verem a differenc.a de preqo e qualidade que faz, se fossem comprados em outra
lquer parte.
& 64.0 rs. a libra sondo ^ porlo ihlo 2 'i>a qualidade como de outra se faz abati-
mento. '
Batatas OTOVaS em caixas com duas arrobas por 23560 "e em 'bf a 0 rs.
*5a,^*vS^ Xtag\ez*fe da safra nova de primeira qualidade a 850 a libra, -em
barril se faz abalimento.
M. mt^igfe t>iA*',iR a mais nova a 640 rs. a libra, em barril a 600 rs.
%lt$fc* do ?ii> muilo frescos chegados neste ultimo vapor a 20O0 ditos cha-
gados no ultimo navio a 135800.
^|UQlJ9 pTa^O 0 mas superior que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
Gu uy#SOQ 0 me|hor que h no mercado a 29800 e 29200 a libra, afianca-se a boa
qualidade.
** HHX1B1 o que se pode desejar nesle genero a 3$000 a libra.
Cala pTfttO homeopathico a 2*200 a libra em porc.ao se faz abalimento.
TfaC^XHJS HOYOS e pavio transado a 230 rs. a carta e em caixas eom 40 cartas por
99000.
M.tas C4BI %^3lL^^d>Ofi,S confeitadas, proprias para mimo, contendo mais con-
feitese assucar candido por 1*000 cada urna.
PaSSaS em caixinhas de 81bras chegadas altimamente a 29000 cada urna e a retalho
a 480 rs. a libra.
jAOiaXllia de soda em latas com differentes qualidadas a 19440.
^0laxi&%@, nglczaamais nova que h no mercado a 490O0 a barrica e a retalho
a 320 rs. a libra.
VitO %m P^Oa de superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 640 rs.
a garrafa, e em caada .- 39500, 49000 e 45500.
Wi^^OS &Slg'?T*f*!4o* Duqudo Pono, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
toria velho, e deoutras militas marcas acreditadas a 1*200 a garrafa, em caixa a 129
tambem ha para 19000 a garrafa;
Cfei^lDAiu&e das marcas mais acreditadas a 159000 e 209000 o gigo, a era garrafa a
1800
Sf>inn5j8L da marca cobrinh ou de outras marees conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
PT'VUk&S; franco n-f,,>= *m ''- *- '.....' "
Tf^i^ ^f*, tllat* em tattas de 1 libra por 800 rs.
Jit&'*X^i3 ff CiB.ftS'SaS em latas de 1 e rneia libra por 1*500, ditas com 3 libras por
2580O;
Sa.TOfcllAeSfl*. de casca mole muito novas a 320 rs. a libra, em arroba por SgOOO.
Mo%fea 120 rs. a libra e em arroba a 33000.
Akl&tft** Um&QtVffta taMMllitt a 400 rs. a libra, a era caixa com 1 arro-
ba por 69000.
I^StYC.Y4&llttq pevide e arroz Ja massa branca ou amarella, a GIO rs. a libra, e em cai
xinhas muito enfeudas se faz obatimento.
fpI-.^it^S &3 dltfta lixados 03 maisbara fuilosque lem vinJo a este mercado a 280rs.
tasbem ha para 200 rs.
^Pd^lHt'.m 6ig\cZ^S pna fiambre a 800 rs. tambera hamburguez para fiambre a
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
\jiO!VS'$. 3 pSilfeS mu!0 novas a 560 rs. a libra eera barril se far abatiraento.
Ba^iM^ o melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
XottSlUil-i a 5* e 79 a arroba.
jft*l??\Jvi!5 era latas j promptas para se comer a 1*800 cada urna.
SfclVi^ de pOTCO refinada 0!B iatas com 10 libras por 4*300.
Illt& ftlSI fe&riPU mul0 fina e a]va a 440 rs. a libra eera barril a 400 rs.
d*.f tS3 COm boUo t ~Z pr0pros para raimo a bOO rs. cada ura.
lA?? fiSMj|S\U'& imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a libra.
'???*V:lda de Alperche em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
I%*ab C 1 ;*', sv FUSi* ?* de doce era calda as melhores que ha era Portugal como se-
jam pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e seroijas a 8 )0 rs. a lata.
*, 1 S:;;,eC<< 18 e em cuida, em latas, de 4 a 5 libras por 19500.
Uvto hespanhol a 19500 rs. a libra, ditlo francoz a 19100 ditlo portuguez a
800 rs., afianja-sea boa qualidade.
de primeira qualidade tanto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, era arroba a
99000, diio mais baixo a 260 rs. e 78800 a arroba.
&W8ia$iaia de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porejio se fai
abalimento.
S'Sgtl muito novo a 320 rs. a libra e em garrafoes.com 5 libras, por 29000."
U >ffl1&5l,& do reino das marca; SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
1J&^ do Maranhao alva e cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
V?>H** da carnauba refinada a 400 rs. a libra, e am'arroba o 12*000..
Aieit^i ll&agf da Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 1*800.
Tt *.*^1\0 cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, e em caixa 149000.
\ fluO Tableo da Lisbot o mais superior que ha no mercadopropjio para miss
640 rs. a garrafa o em caada a 49500.
-jlxaTUViiiS suspiros do fabricante Brando em meias caixinhas, por 29500.
1*1108 suspiros do fabricante Catanho & Filhos em meias caxinhas a 29000.
ii-HOS em caixas de 100 regala Imperial, Viagantes, e Panentellas, a 29000 a caixa.
AlBlSta muta limpo, a 180 rs. a libra, e em arroba 59500,
A. Ai POS. de Maranhao a 120 rs a libra, e 39400 a arroba.
TfclXe de pastas em latas das raelhores quslidades de peixe que ha em Portugal a 19500 rs.
Gcaebya 4^ H.^Ua'ada era garraf6es com 25 garrafas por 9*000.
HaOStaTaa ingleza muilo nova a 19000 o frasco e Iranceza a 640 rs. o pote.
Alera los gneros cima mencionados encontrar o respeitavel publico um completo serti-
mento ele tado que tendente a molhados.
Rival sem se-
guiado.
Raa do Qaeimado n. 55, loja dt mindexaa da
Joto de Aiavedo Maia e Silva, conhectdo por Jo-
t Bigodinbo, est veodesdo palos presos qut
todot admiran), qielram vtr o que bom e ba-
ra Ultimo:
Pare de itpttotda triaba tuperioret a.
Frasco da agoa ambritda a melhor a...
Dito* de dita, frascos grandes, a fcOQ e..
Ctrtasde alfioetes Irsnceies, a..........
Pacotas de papel amizada, a............
Caiits com papel de divertot gottot, a,.
Parea de sapatos de lia para meninos, a
Varas de bico da libas, a..............
Gordas ptra violo muito frescas e no-
vas, i.................................
Fratcot de banha Pbilocom* superior, a
Ditos dt dita de urjo, a.................
Ditos de ebeiros muito finos, 500 a.....
Caixat com apparalhoade metal para di-
vertir meolnos, a.....................
Varas de franja para cortinadoa a toi-
lbat, ................................
Carriteis de linha preta com 500, 600
800 jardas,a..........................
Barris com photphorot o melhor e bo-
niloa, a...............................
Msssosde lioba fina para bordar, a ....
Tranca de la de todaa as coraa a pega.
Pecas de fita de cs, todas as larguras, a
Grozaa de bolesde louca prataado mui-
to finos, a .............................
Pe;ai de lilas de linho lisas superiores,a
Ditas de cordao imperial, fino e grosto.a
Frascos de macaca parola, muito fino, a
Ditos de dito oleo, muito superior, a.. .
Ditos de oleo babosa superior, a 320 e..
Bonecos qua cboram, muito lindos, da
160 a..................
Caixas de p para limpar denles, muito
superior, a......; .
Ditaa de photpboros especiaea a um ao-
bresalente, a......; .
Pides de (landres, pintados muito boni-
tos, a...........
Varas de fita para fazer sintos dos me-
ihores gosio, a........
Duzia de pbotphoros de gaz, do melhor
fabricante, a.........
Dilis de canetai de folha, muito boas, a
Linhas de gaz de todas as qualidades a bara-
tissimas.
1S380
400
600
100
700
700
200
80
80
1*000
500
800
400
200
160
160
J40
40
320
240
40
40
200
100
500
500
160
160
200
500
240
120
Relogios.
Vsnde-sa ta cssa de Johnston Valer & C,
. -i do Vigsrio n. 3, um bello sortimenio dt
telogio* de ouro, pataite iagltz, de um dos mais
afamaios fabricaste! de Liverpool; tambem
asta vsriedada de bonitos trancallins para os
mesmos.
mmmm mmmmmmmm
fLoja das 6 por-
tas em frente do Livra-
meuto
Baloes de 15,420, 30 e 40 arcos.
Grande tortimento de baldes de arcos
os molhores nettt fazenda e grandes,
chitat francazaa largaa eteuras a 291) e
240 rs. o covado, ditta etlreitts miudi-
nhas a 160 rs. o covado, cambrais lisa
para forro com 8 1|2 varat j 2jn peca,
ditas fio i a 3*. 4*. 5* e 6f muito Doaa,
. di tu de aalpiqiinho com 8 1|2 varts a
I 3^500 a peca, cobertaa alcoxoadaa bran-
*P cat a
Vendem em seus armazens
PROGRESSISTA
ws
NA
Ra das Cruzes n. 36, e largo do Cerni n. 9.
u o.
ca e de corea para cama a 4*500 e 5$,
I cassas de corea francesas tintaa aeguraa
I a 320 ra. o covado, pega de brelanha de
I rolo a 25, algodao trancado alvo maito
5 largo para toalhaa a 1* a vara, enfeitea a
Garibaldi todoa pretoa a 5* cada um. len-
cos braocos com barra da corea a 120 ca*
da um, roapa feila da todas ae qualida-
dei muito baratas, a loja est aborta at
as 9 horaa da noita.
mmnni mm mmmmmm
Aos Srs. consumidores de gaz
Nos armazans do caes do Ramos ns. 18 a 36
na ra do Trapiche Novo no Recite n. 8, aoven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
receDtemenle chegado a 14* a lata de 5 galdei,
aaaim como latas da 10 o de 5 garrafaa e em
garrafal._____________________________
Vende-se urna porcao de barris de cal de
Litboa propria para obra de pedreiro a 4* o bar
ril ; no armazem do Teixeira, caes da alfandega.
Ulobilia.
ftova atieneao
O vigilante acaba de recebar novo sortimento
de diversos objectos que se vendem por menoi
20 por cento do que em outra qualqeer parte.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, Tende-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualoruer
parte, (az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
KSi6miNM99N-eiHiNIIQNIW
Sintos para seuhoras.
Euquisiimos sintos douradoi, pelo baratissimo
preco de 2#, e com ti vela ao lado a4*. atsim co-
mo de rila do seda ou velludo a 1$ : s no gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.________________
Enfeites.
Vendero-se osriquissimoi eofeites do cabera
eom franja e vidrilho a 5*. ditos sem franja a 3*,
ditos trancado* a 2$500, ditos de lago de fita e
bico de aeda a 2J: s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.______________________________
Fiyelas para sinto.
Riquissimas fivelas de ac com madraperola no I'
centro a 1g200. ditas de madreperolaa320, dita' ,5
doaradiabas a 340 : s no gallo vigilante, ra J
Crespo n. 7. >
Vidrilho.
Lindos vidrilhos prelos o de cores, pelo barn-
titsimo preco de 1#600 a libra : s no gallo vigi-
lante, ra do Crespo n. 7.
liqmda o pre^o, na foem co-1
nhecidalojadoSer-
tanejo.
doQueimadon. 4SI
Para entreter o tempo.
Ot lindos jogos de dminos a 19400, liadas cai-
zinhas com jogoi de vispora a 900rs.: t no ga-
lo vigilante, ra do Crespo d. 7. __ _^
Gttixss de tartaruga e charjl
teiras de charo para rap
e charutos. J
O tabaquista que aprecia a boa pitada de
boa ou mesmo Princeza, Meuron etc., etc.,
justo que compre urna bonita caixa de tartaruga
toda marchetada com a qual nao le envergonha-
r de offerecer da boa pitada de seu gasto a to
dos os circunstantes que se acharem em sua ro-
da, muitos dos quaes louvarSo o seo bom gosto.
Atsim romo a caixa necesearia ao tabaquista,
charuteira nao superflaa no fumante e sendo
ella bonita como sao as de charo nochetas me-
lhor ser porque com isso deixa conhscer quan-
lo sabe apreciar o bom. Para os mait commo-
disias tambem ha bom soriimentoe todos encon-
traro barateza urna rez que munidos de diohei-
ro s dirigirem a ra do Queimado loja da aguia
braocj n.16.
Potassa da iussia
e American i.
No eseriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por preco
mais barato do que era outra qualquer parte.
Clastello raneo,alfaiate
militar.
Por esto innuncio se faz constar sos Srs. offi-
ciaea de todaa as arma, tanto deata provincia
como dat mais ca pitaes do norte do imperio, qa*
ha a venda boloes do novo padro, segundo a
ultima orden do ministerio da guerra, venden
do-te duas abotuadurai por 30, advertindo que
ama das abotusdura* de padro antigo, faz-se
remessat pira onde forem pedidas, astim como
tambem ha para vender o melhor panno azul in-
(?lor, o o melhor velludo prelo do Porto, fazendaa
desconhecidas nesta praca, o que te vende a re-
talho. Os Sre. officiaetqne eslao fora da provin-
cia po lera renovar luat cootignacoes fizando
quantia certa, e os outrot tanhores que nao tive-
rem procuraco nesta casa podem manda-la, ad-
vertindo que o lempo para a dila procuraco de-
ve ter limitado, acompanhando ums cariada or-
dens ubndo as encommendas que forem preci-
tat, devendo ser dirigida a correspondencia a
Joaquina Rodrigues Taviree de Mello, ra do
Queimado n. 39. Tambem ha galo de ouro su-
perior e ferros francezes para alfaiate, aza forja-
da o par 109.
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16. <
Recebeu pelo ultimo vapor ot seguintes ob-
jectot :
Bonitas ligas de teda para senhora.
Grandes e bem tecidoi bandes de dina.
Aspas de ac, e fita elattica para cea da balao.
Bonecaa grandet mui bonitaa e bom vestidas.
Bonitos bauzinhos com 9 frascos da ebeiros.
Lindas caixinhas com 6 ditos de ditos.
Trancellim grosso de cor para guarnecer veitldos.
Luvat de camua brincat e amtrellai.
Lindos boies de banha para
presentes.
A loja d'aguia brinca acaba de recaber lindot
boioes de porcellana dourada com fina banha o
mtvioiai inacripcti.oa qaaei por suas delicade-
zat e perfelcfi toroam-se dignos para preieo-
tes, e com especialidade na actual quadra, quem
gottardo bom dirigir-so com dinheiro' re
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, qee acha-
ra em que bem o empresT.
Apparecam com di-
3ro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escuras finas a 160, 180 e 200
rs., cortes de vestido pr*tos bordados a
velludo de cutio de 130* e se vendem
por 30$, 409, 309 e 709. sahidas de baile
de velludo e selim a 129 a 139, camisas
para senbora a 2g000 a 39300, gollinhas
de cambrais bordadas a 500, 600, 700,
800, 900 e 19, ditas de fil bordada a 120
la., casaveques de fusto a 59, 69,7g, 89,
meias de seda brancas o relas oara a-
uuviO i0 ou e 700 rs., lasde quadro enfettada a
300 e 360 re. o covado, cambraia preta a
400 440 rs. a vara, organdys de coras a
600 rs. a vara, fil brinco adamascado
para cortinados e vestidos a 400 e 500
rs. a vara, cortes de colleta da cssemira
bordadoi pretos a 29 e 39000, ditos de
velludo de cor e prelos a 39, 49, 59 a 6*,
paletots de brim branco francezes a
3(500 a 49500, ditos do casemira de co-
res e pratos a 149 e 169, ditos da alpaca
preta e de cores a 39, 3(300, 49 e 49500,
camisas de peito de llnlio a 29500, corlea
de colleta de orgurc a 19500, 19700,
29200, 33 e 3$500, colletei eitos de brim
brinco a 29500, ditos feitos de gorguro
a 20500 e 39500, diioi (eitot de casemira
a 3$500, 4$ e 43500, ditos de velludo a
59, 69 e 79, dilos de fusto de cores a
1(500, um vanado sortimento de meias
para homem e senhora, grioaldas com
flores, chales de troco, esparlilhot, o to-
da a qualidade de roupas feitai para ho-
mem que tudo se vende por metade do
seu valor.
&S
Moendas c meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru doBrum n. 58, fundicao
de D. W. Bouman.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston^ & C ra da Senzalla Nova
u. 42.
Souhall Mtllors & 0., lando reeebldo or-
dam para vender o seu crescido deposito derslo-
gios visto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, portaoto, s pessoas quo qaizerem
poituir um bom ralogio de ouro ou prau do c-
lebre fabricante Kornby, a iproveitar-tt da op-
portunidade eom parda de tempo, para vir com-
pra-loa por commodo preso no son eseriptorio
roa do Trapicha n. 28.
Funileiro e vidracciro.
Grande e nova oflicina.
Tres portas. .
31Ru&Direita31.
Nesta rico e bam montado estabelecimento en-
contrarlo os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no aeu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANUEIRoSde todoa ot tamanhos.
SEMICUP1AS idem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caizis de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfei;o a boa porcel-
lana.
GHALEIRAS de tedas aa qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS o flandras para qual-
quer sortimento.
VIDROS em calas a a retalho de todoa oa ta-
mandando-ao mancos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Reeebem-se encommendaa de qualquer natu-
reza, coocortos, que tudo seri deiompenbado a
contanto.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Vendem-te manguitos e (tollas de superior
cambraia ricamente bordados pelo iosignincante
preco de 29 o par de manguitos com urna golla,
sendo que aemprecustaram 69 cada par, attim
pois recommeoda-teaot amigoa da santa eco-
noma que aproveifem a boa oecasiao, dirigi-
do-ao com dinbatro a loja da boa fe na iaa do
Queimado a. 15.

u
snas rao uiapuaA
imm

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


-r *

Ricos basquines.
A loja di boi f recabes superiores besqaioes
de muito fina cimbris a imitagao da de iiaho,
bordados e enfeitados com aparado gosto e oa
vende pelo baralo pre$o de 8-3 cada uro, tendo
ido aempre seu cuito 160 a 20c, a; reasem-se
pois.os compra-Ios na mencionada loja da boa
, oa roa do Queimadon. 21.
DIARIO DE PKRHAM1UCO SEXTA FE1EA I DE AGOSTO DE Hts
^-------!----------------------------------------------------------___
Vende se o aegaiote a aaiier: um ceixo
de 9 palmoi de comprido e 2 de aliara com 4
gavetas puchadoresde metale cada gaveta com
2 repartimentos envidragado, obra bem feita e
segura, maito proprio para dapoiito de padaria e
mesmo de urna taberna, onde pode ter amostra
todos os gneros que devem estar livres de ra-
tos, barataae poeira, mala 12 taboaa de 12 a 14
palnioa da comprido e mais de palmo de largo,
mais 5 barris de 5* que forsm de vinho sendo 2
arqueados de ferro : oa ra do Limmento loja
o. 8.
Acha-se renda no escriptorio de Antoni
Luizdo Oliveira Azevedo 4 C, ra da Cruz n. 1
obra eacripta pelo viaconde de Uruguay.Eo.aio
Sobre o ireilo Administrativo; deixamoa de te-
eer elogioa a eata obra, basta o oome de sea au-
tor para a tornar recommeodada, daos Tolumes
em brochara IO3, encadernado 12g.
- Vende-.e um casal oe pavee e urna rotula:
na ra do Imparador n. 27.
Luvasde Jouvin.
Vande-ae luvas de pellica de Jouvin branca.
para seniora, ltimamente cbegadaa : na loja d
baija flor, ra do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
oIndVZ"^ dVed" hitadas a 1J600,
29000 elj200, ditas flo de Escossia branca a rs!
700. ditas de cores 800 ris, ditas de algodo a
280 ris ; na loja do beija flor, raa do Queimado
numero 63.
Escovas.
Vende-se escoras para dentea finas de'divenaa
qaalidades a 120, 160. 320. 400 e 500 ria : na
lo)a do beija-flor, ra do Queimado d. 63.
Jogo de domin.
Vende-se jogo de domin finos a lfl200
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
na
Assenhoras floristas.
Na ra Formosa casa n. 29, ha para
vender papel para azer flores, olhas de
roseira solas e atadas em palmas, sorti-
das em tamanho e as melhores que nes-
te genero se tem visto, ditas em velludo
verde perfeitamente assombradas, bor-
rachas e pincas para frisar as flores, flo-
res cortadas em suas caixinhas, carre-
teis de rame coberto para talos de flo-
res, clices para cravos e rosas, arraig.
nes ou apndices para as mesmas, e ou-
tros objectos que sao mister ao traba-
lho de tal arte, o que tudo se vende por
prec,o commodo.
Vende se por 80# um piano de ja-
caranda', maneiro e em bom estado,
proprio para quem quizer aprender :
na travessa do pateo do Hospital do Pa-
raizo, sobrado n. 16 defronte do n. 30.
Botes para puuho.
Vende-se botoeade puoho finoa de diversss
qualidade. a 200 rcia o par. que tambem aervem
para maoguilos de seobora : na loia do beiia flor
ra do Queimado n. 63.
Fazendas pretas
superiores.
Groadenaple preto maito saperior palo dimi-
nuto preco daiB o aovado, panno preto maito fl-
.'. 5' a 7 9I eodo, casemirs preU
multo fina a 2J, t500, 3, 3500 e 4 o covado,
manas pretas da blondo mullo superiores a 12J
manteletes de superiores grosdenaples pretoi ri-
camente bordados a 35, sobracaaacas do panne
pro o multo fino a 30, casacas tambem de panna
preto multo fino a 30j>, paletots da panno prole
,nH .*J*' dll d "semira do eor mes-
a,.' l8*' *"Perio, gravalinhas estrellas 1
i, ditas do setim maeo oda gorguro muito ai
^T.6'^"',"" ToU" a ail" estreilinhsi
com lindo, alunte, a 23, superior gorguro pre-
to para colletes a 4 o corte, ricoa enhiles pretoi
W, e sssimoutras muitas fazendas que sendo
dinbeiro vista, Tondem-se por pregos maito ba-
r?JV -DV"' d0 Qimdo n. 22. os bem coohe-
ciaa loja da boa f.
Bonecas francezas.
49000 o 51000, o 2|000 boneca. de cera com os
olhos movodcos a 2f000 o 3000, na ra do Quei-
mido loja de miudazas ds Boa (ama. o. 35.
Fivelas de ac para sintos.
8K. ?:.?.?S5.Q,,l"rto ,oia d* ffii"dei"
Occulos.
Vendo- o occulos finos de armaco do ac a
2$. 1. 640 e400roi. : loja do beija flor, rX'd!
Queimado n. 63.
Ricos sintos dourados.
Vende-se .lotos dourados a 2J>, ditos do fita
com Avalla dourada a 10500 : loja do beija flor,
ra do Qeeimado n. 63.
Vende-ae queijo do serto de mailo boa
qnalidade : na ra do Queimado n. 13.
Enfeites para cabeca.
Vende-so requissimos enhiles para cabeca com
*Ja> em ella pelo bareliseimo preco de 51
a 5SO00, ditoa de vidrilhoa a I96OO ; na loja do
beiji flor, ra do Queimado n. 63.
Carteiras.
Vende-se ricas earteiras pars guardar dioheiro
ianLTa P.r*U? W* 2*500' m00' i&M
1850O na loja do beija flor : ra do Queimado
numere 63.
Enfeites para senhora.
Oa melboree enfeites pretos o do cores quo so-
parece a5|500 6 e 6$500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Caixinh&s e cabazes para
as meninas trazerem
no bra Muito lindas caixinhas e cabazss para meninas
de 100 ris al 2*500: na loja da Victoria, na ru
do Queimado n. 75.
Franjas pretas cora vi-
dijilho e sem elle.
Ricostaortimento. de franjas pretas e de cores
som vidrilho e sera elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
Mcos basquines
A loja da boa f recebeu superiores bisquines
de multo fina cambraia a imitagao da de linbo
bordados o enfeilados com apurado gosto eos
vende pelo barato prego de 8 cada um, tendo
sido aempre aeu casto de i6g e 20, apreesem-se
pon em couipra-loa na mencionada loja da boa
fe, na ra do Queimado n. 22.
Vendem-se caixoes va-
sios, proprios para funileiro
e bihuleiro, a 1280 cadaum
nest typographia se dir.
Chapeos de sol
com bouquet para senhora.
Entre o. muitos e diversos objectos de aoato
pb.niaaia que a loja da ageie branca ha receid
Baleias.
Vende-.e baleias 120 r. cada ama aspa de ac
Efg balao a 16 ". a vara, bandea a 1500 rs. e
2}00 o par, oa ra do Queimado loja de miadezas
da Boa fama. n. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se eascarrilhes da seda para enhilar
vestidos a 23OOO a pega na ra do Queimado
loja do raiudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meiaade borracha para quem padece
de erysipela a 150000 o par, meias de seda prota
para senhora a 1J000 o par na ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
rs.
A 2#500, s o pavo.
Veodem-se cortes de csmbraia branca com 2 o
3 babados a 2500, dito* de tarlatana brancoa e
do cores, com barras o babados a 3*: na ra
da Imperalnz n. 60, loja o armazem do pavao do
Gama & Suva.
e
a
recebido
e Dovissimos cha-
Hoje que oa indis-
que
que este
um rico
loja ac-
Superiores atualha os
adamBsqado.
Superiores atoalhado adamascado com 8 pal-
oa de largura a 1S600 rs. a vara : na ruido
moa
Queimade
d. 22, oa loja da boa f
Damasco para colxas e
ornamentos
Vende-se muito superior
urna cor, muito proprio
para
ie igreja.
damasco de 11 de
para colzaa e para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato prego de 2800 rs. o cov.do : na rea do
Queimado n. 22, na 1 oj da boa f.
sobresaliera esses delicados
pos de sol eom bouquete.
SnT/nT,!! ales,nao Permiltem quV.s'.en'hoas
andem de braco, faz-se de certo necessario que
cada urna tenba o aeu chapeo de aol e
correaponda ao valor, e bom gosto do
vestido de seda. E' por isso que dita
Z.d".MWabV,0IB0..p,?r amo,t" om pequea
n"n' de"6' bell' ^"P^' da ol ornados
* t* ?." q,,e entre n6 novissimo. Na
verdade elles so lornam igradsveia aos olhos de
ik V seDnoLra 1ue o comprar pode orgu-
./^Jde bom 0.I0, ao contemplar Jue
trazendo-o fechado figura-.e-lhe um lindo bou-
quet, e aberto representa-.e abrigada em urna
carregada roseira, emfim at onde pode che-
gsr a perfeigao meimo o cume ao bom gosto.
>o e pena que vieasem lo poucoa que taires
nao cheguem paca a vigsima parle das prelen-
nlLV: CU-U Cd' Va 20 Prem "hora
que os vir nao exit.r de os dar anda mesmo
que teja preciso bulir n'aquellas moedas de pra-
la que tem guardadas em sua bolsioha reaervada
Asum poia mandan qaaDto antes compra-Ios na
rwild0 Qeimado loja da aguia branca n. 16.
Perfumaras muito finas
baratas.
Opiata iogleza a 1*500 rs, dita frsnceza a 500
rs., 640, lyOGO. oleo da sociedade bygieniqae
verdadeiro a 1*100 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o fraaco, agua balsmica
para os denles a 1*000, dita de Botot tambem
para oa denles a IJ000 o frasco, pomida france-
sa em paos a 500 rs. e Io00, 320 rs. sabonetea
maito tino a 640 rs., 800 rs. o 1*000 cada um na
roa do Queimado loja de miadezas da Boa fama
n. 35. '
Camisas bordadas eoutrosob-
jecto? necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se om bello sor-
cftIDmeht0hd,el^0Dla8C("I",in,l, defi0 "braia
com babadinhos e mu bonitos bordados e no-
vle delicados desechos, as quass servem mui
da para colletea pelo baraisiimo preco
2* e 3* o corle : na ra do Queimsdo n.
bem conhecida loja da boa f.
le se
22, na
inhasd peso verda-
deiras.
Linhas flm. de
grande, a 240 ri. :
do Queimado n. 75.
peso Tordadeiras, meadas
na loja da Victoria, na raa
Phosphoros de seguran^
Phniphnrn. a cogiimnca. pnp ffna llvra lia In-
eendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
na raa do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Baleias muito grandes a boss a 160 ris urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linfra de croxel para la-
byrmtho.
As melhores liohas de croxel para labyrintho,
novellos monstros 1 320 ris um : na loia da Vic-
toria, na raa lo Queimado n. 75.
bem para os moderos v.dos de frente aborta
lo vend.m-s. pelo diminuto prego de 3* cada
Verdadeira pecMncha. SsM^assW
Vendem-se cortes de superior gorgur.o de se- S^ittmttXUZPJL
da superioridadeda obra, o bem asiim punhos e
gollinhas tambem bordados com bonitos botoes
!2fcSWtlV 8olohas solas ign.le.enU
bem bordadas. 1* .da urna e manguitos a 800
rs. o par. A vista poia de um tao completo sor-
timento nenhuma senhora deixtr de comprar
SSSf?''^ objec,M tan, i qnto a
commodidade dos pregos convida e paraTque to-
do, a.j.m bem .ervidos eonvem qno "dom
gSgg^gloj* da ^g^ft
A loja da aguia
branca ra do Queimado n. 16
taraos tan quietas
Lenco, muito fino, imitagao do. de tinao de
muito bonitos padroea o nVeoroo flxaa7S
proprio. para as peisoaaque tomam tabaco, pelo
^o^prego de 4*800 e 5*500 aduzia: Da na
na bem conhecida loja da
Sebo do Porto
em caixas de una arroba ; na
ra do Vigario n. 9, primeiro
andar.
Rival sem
igual
RA LARGA DO ROSARIO N. 56
Pnmeira loja junto da botica.
Flores artiflciaes muito bonitaa a 1*
Bolooi de linho para casaveque a 20 ra.
Pi'i i6 fi. P.ara dltos a 30' e 50 r.
Mbhk C0'chel8Pa .do, vara a 320 rs.
sini -* deJC0Dl'8 mill a 120 o 200 rs.
Sloto. dourados 1*600,
Enfeitoa pretos com franjas a 4*800
Meias brancas para sei.hora a 2S400 a duzia.
Botoes para puoho a 120 e 160*.
WffM para limpar unhas a 320 e 500 rs.
Ditas psra cabello a ff,
pitea para roupa a 500, 800 e 1*.
r!Jhi!".d0rCroxel para botd" a m miada,
tolchetes francezes era carto a 40 rs
Carreteis de linha a 40. 60 e 80 rs.
Novellos de linha do gaz a 30 rs
Panel tarjado para lulo a 1*280"a caixa.
l)ilo branco e de cores a 1$. a caixa
La i para bordar soriida a 6*400 a libra.
franja preta de seda com viarilho.
Luvas de seda com toque a 200 rs
Occulos aro d'ago muito bona a 11
Ditos de metal a 500 rs.
Franjas brancas de lioho a 80, 120 e 160
Agulnas francez.. em caixioha a 220 rs
Tinleiros com tinta lampa de metal a 180 rs.
Caivetes multo Anos para penoaa a 600 rs.
cirreuis de relroz de cores a 280 rs
Pinceis para fazer barba a 400 e 600 rs.
Peotes de alisar de borracha a 560 rs.
Caixia dejogos de vtspor. a 800 rs.
Ditas de jogos da3rz a'l*60;
Meias para homm cruas a 2*400 a duzia.
Laixaa do metal com ptonas o'ago a 100 e 200 rs
Ditas C3m urna groza de ditas a 400 rs.
a "mSV coa,'!o,o d rap Paulo Cor-
*?n[L* ffi ,M! Kro" a 'i600- o meio
grossoa lfflOO, dito Oooa lg280, Li-boa a 2*700
rolao francez a 2*900, alearon a 1*040.
Asaim como oesle estabelrcimenlo
um sorlioienlo perfilo do miadezas.
Bordados baratos.
Vondem se gollinhas de cambraia e de fil bor-
dadas a 500 rs., manguitos a 1 o par. maoBiin.
cora goll. bordada de cambraia a iffiOO, e tira.
Dordidas o ootreireios ; oa ra da Imperatiiz n.
o, loj do pit.o.
Candieiros n:o ga/,
?,!5??.P!V a loJa d" Victoria o. melboree
gaz, que tem viodo to mercado,
na ra do Queimado
candieiro. do
por pregos commodos
n. 51
rs. .
Ra da Senzalia Nova n. 42.
Vmdt-M em casa do S. P. Jonhsicn & C,
sellms o silhoes ingUzos, candieiros e castigaos
bronzeados, lonas inglezas, fio dovela, chicles
para carros e monuria, arreios para carros do
um a dous cavallos, o relogios de onro patento
mglex.
Acaba de cfaegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimadon 16.
ie enconlra
doOueimodo n. 22.
boa f.
Bramle de linho.
Vendo-so muilo superior bramante do linho
pelo barato prego de 2400 re. v.r. : u.\ew
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado
O* 21.
Grampos a balao
com pendentes dourados.
A loja d'aguia branca contina na recepgao de
objectos do ultimo gosto, e por itso acaba de des-
pachar vindo pelo ultimo vapor esses delicados
o novissimos grampos de bonitas core* com pen-
dente* dourados o que de m = is delicado se pode
encontrar. E*sa loja como geralmente sabido
lemsempre em vistas a commodidade de suas
boas freguezias e por isso tem resolvido vender
esses galantes enfeites a 2$ o 3 o par. o que na
realidade muito mais valem. Convm pola que
a vlsla ds limitagao do prego a aeohora que com-
prar um ou mais parea, nao se demore em par-
ticipar aa suas boas vizinhas e intimas amigas de
collegio, para que as emittem no seu apurado
gosto, e mandem logo comprar outros pares na
loja de sua affeigio : que a d'aguia branca, rui
do Queimado n. 16.
Na officioa de carapina de Carlos Hesse na
raa doa Prea n. 28, ha para vender um ptimo
carro de 4jpd como um-ff*briolet de 2 roa, igualmente bem
frito ; quenrtoe pretender, pode dirigir-.o a dila
omeine, que achara com quem tratar
Polassa da lussia
Vende-se em casa de N. O Rieber
C, successores. ra da Cruz n. 4.
Simos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados psri senhoras a 2*200,
ditos de pona cabida a o, diloa de fila a 1*600 :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada par
salas
Chegou para loja da Victoria urna pequea
porgo de ricos espelhos de varios tanftnhos para
ornamentos de salas, afliangaodo-se serem os
melhores em vidros que tem vindo: na loja da
Victoria, oa ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
L5a multo boa de todas as cores para bordar, i
7# a libra : na loja da Yictoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Superior caldo Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa ebegada lti-
mamente, por pregos muito mais commodos do
que em outra qualquer parte : no amigo o acre-
ditado deposito da ra do Brum n. 66.
Liohas do gaz*
Ciixinhas com 50 novellos da liohas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixa, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ri, brancaa epretas: na loja da Victoria
na raa do Queimado n. 75.
Para baptisados.
k loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor a sua encommenda dos seguinle. ob-
jectos para baplisados, sendo lindas touquiohas
de setim mui bem enfeitadas, e cada urna em
sua calxioba, sapatiohoi deselim branco, e de
cores ricamente bordados, e mei-s de seda o
melhor e mais bonito posaivel. Agora, pois,' os
pais qua nao quizerem esperar pela geoorosida-
de da3 senhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinbeiro loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16. onde bem podero comprar
esses galante objectos.
Parolas falcas
ou aljfar de fina qu?lidade.
A loja da aguia branca acaba de receber um
oovo sortiroento de superior aljfar branco ou
perolaa higas o qual por sua perfeigao diflkil-
mente se diatiogue des perolas verdadeirase ser-
vara elles por su extraordinaria grandeza para
asgarganlilhas que presentemente eslo em mo-
da e racimo para oulros enfeites e romo aemore
vendem-se commodamente a i, 1J200 e 1S500
o Oo: isso na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
tea:
Aapas de baleia grandes e pequenae.
Fu eomcolxetes branca, parda e preta.
Dita de la para debruar vestidos de cores.
Trancioha de caracol miudo conhecida por
tom.
AlQnetes pretos e brancos em caixinhas.
Agolhas imperiaes fundu dourado.
Dita, victoria em caixinha. o papis.
Retro, preto fino em cirreteis grandes:
bom
Rap de Lisboa
em frascos.
Vende-so o superior rap prioeexa Brasil che-
gado palo_ ultimo vapor IngUx aOneida ; na loja
de Marcelino & C, ra do Crespo n. 5.
venda.
das seis portas em Irente do
Livralkmito. 15, 20,30 e 40
arcos.
Gr.nde .or
os melhore.
ttu m < v- juu,
amoatra com
horas da no
ento de ..i., a bal&o de arcos,
aqu tem apparecido no merca-
c b ooouu cao. ,. ni... ...
enhor ; a loja eal aborta at as9
i7m.\ r"11 rua da Aurr* D- 48 ""d-
se urna bomba para cacimba mullo em coola,
assim como urna taboa para fazer velas ; na mes-
ma compra-ae peooas de emma.
Pos de arroz com boneca em bonitos vasos
rados.
Ditos dilo sem bonec. em pacote..
Agua balsmica para coneervego doa denle.
bom balito da bocea.
Opiata ingleza paraalvejar os dentes.
Leite virginal cuja utilidade recouhecida
tirar sardas.
Vinagre aromstico para quem soffte
o dur de cabega.
Paslilhas docheuopara aa perfumar .psenlos.
dou-
pira
de tonticis

ao barateiro que est
queimando.
Vende-se mnlelga
- iogleza de superior auall-
J^ 0 >m r... a libra, dita franee"'
o /20 r*. a
cores par.
Vende-se um sobr.do na rua doAmorim.com
re. andar, e .oto, chaos proprio*. com dua*
loja. por ser bastante largo ; tr.la-se na rua do
y 'gano n. 19. primeiro andar.
A verdadeira esseucia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
rua do Queimadon. 16.
Para doces seceos,
Vendem-se maito bonitas caixinhas redondas,
de madeira, de diversos tamaohos, forradas de
papis de cores, muito lio Jas, propriaa nica-
mente para doces seceos de qualquer qualidade,
pelo barato prego de 4, 5 o 6$ a duzia : na rua
do Queimado, na bem conhecida loja do miude-
as da boa tama n. 35._______
Para S Joo e S. Podro.
Voddem-se caixinhss cora grande porgao de
amendoas onfuitedas, e alguna confeitos pro-
prios para o festejo de S. Juao e S. Podro, pelo
barato prego >!* 800 rs. cada urna : na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miudezaa
da bn fuma n. 35.
Aitencao o Vigilante
Qua acaba de receber os lindos collares com
caracolalnhos de mTlim inteiramenle cousa nova,
propriamente para pescoco, quo se venda oelo
baratissimo prego de 1000 a 3^000. oo hver
peasoa alguma que deixe de comprar couss lo
elegaote; tanto pera senhoras como para criaoca'
.6 oo Galo Vigilante, rua do Creado n. 7.
Para iiquidaco troca-se
por preco barato um sanc-
tuario com as respectivas
imageus e mais as seguintes:
de Sant'Anna, S Joaquim, S
Jos, S Antonio, e do Menino
Jess; na rua do Vigario n
9, primeiro andar.
AGl&Ntl%
OA
Fuoslico bw-Moor,
Boa da Senzalia Nova n.4S.
asta esl.bolesimento continua a haverum
completo sortimento de moaodas o meias moen-
das para engenho, machinas de vapor a taixas
do forro batido a coado da todos os tamanho
para dito.
Superior brim branco de
linho
Vonde-seMperior brim branco de linbo tran-
cado pelo baratissimo prego de 1200, 1}440 e
l600a vara, dito muilo eneorpado de dous fios
o de hoho puro a 2J a vara : na rua do Queima-
oo n. 22. na bem conhecida loja da boa f.
A2,40Urs. a uzia.
Longos brancos floos para algibeira pelo dimi-
nuto prego de2JM00 rs. a d.zia : oa bem conhe-
cida loja d. bo. f, n. rua do Quimado n. 2S
Cambraias de cores
Vendem ae cambraia. franceza. de corea fa-
zenda muito fina pelo baratissimo prego de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na rua do
Queimado n. 22.
Para luto.
Fumo, de seda elsticos para chapeos largos o
estrados 1JJ500 : n. ra. do Queimado n. 22.
na loja da boa f.
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores lazinhas para vestidos de muito
bonitos padroesque se vendem pelo baratissimo
prego de 440 rs. o covado : na rua do Queima-
do n. 23, no loja da boa f.
arcaca.
Vende-se na rua Direita n. 85 urna barcaga com
todos sem pertences a navegar para qualquer par-
te, e muilo barata, de 12 caixas para mais : os
pretenaentea podem dirigir-se a Joo Baptisla da
Rocha que lbe luformar melhor.
Cera esebo.
Vende-se cera da carnauba e sebo em vel.-s e
em pi, em caixotes de urna arroba, e em barri-
cas, do Rio Grande, por menos prego do que em
qualquer outra parte, albos a 50 rs. a maunga, e
caf do Rio : na rua da Cruz n. 33.
C i e
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da rua da Cadeia
doRecife n. 12, mais barato
d:> que em outra
parte
qualquer
n 7, no
fiolinhos fran-
cezes.
Na radaria de A. F. de S. Beiris, rua dos
Pires n. 42, vende-se bolinhos franceses, ditos de
passas, bolichinhas de aramia, biscoito doce,
grosso e fioo fatias. pao commum, dito de pro-
venga, bolaha : tudo fabricado das melhores fa.
rinhas e trabaIhade com perfeigao e limpeza e
turto por prego commodo.
Queijo bons a 1,000 rs,
Em porgo faz-se abalimenlo; no armazem
da estrella, largo do Parado n. 14.
Boa compra.
Vende-se o excellente engeuho S. Joaquim,
aito na freguezia da Vanea, urna legoa por bom
camioho, moeote e correte d'agua por doua
agudes, terreno, e mata, .em iguaes, pode aa
frejar al 2,000 pes. Troca-se tambem por pre-
dios o meemo eogeoho, porm s nesla praga ;
quem se quizer enriquecer em pouco lempo, di
rija-.e a negocia-lo na rua da Praia n. 53, ter-
ceiro aortar.
Veodem-se dous caixdes de louro muito
bons para venda, e por baralo prego : a tratar na
rua da Imperalriz n 49.
ltenla o.
Vende-se um. obra da panorama em 15 volu-
ntes, assim como elgejan obras juridicaa de
grande importancia : quem pretender annuncie
por este Diario sua morada.
do Crespo
galio vigilante.
rJoaoq.oao vende pelo barato uW ZU ~
pelo barato preco de 800 ra.
cada um. quem deixar de dar a um. Zb
uma calIioba lambeffi gr.anaU,m;or^0nia:
a xa. propila(1 para aoceJ MeJ v s o a.
forme seu. tamanhos a 6. 5 o a 4J a duzia
amendoa. .,!... 800 640 r.. libr
vigilante rua do Cre.po n. 7.
s no
Queijo do serto
Queijo demanteiga a 500 rs. a libra, e de coa-
lha a 400 rs., mauleiga iogleza flor a 800 rs
franceza a 610, baoha refinada a 440, em barril a
400 re., gomnia de araruta a 100 rs., em arroba
a 2J>800 : na rua das Cruzes n. 24, esquina da
travtsia do Ouvidor.
Vende-se urna escrava.
Vende-se uma mulata de 16 annos, pouco mais
ou meooe, bonita figura, sem defeilo algum, e
tem muito bons principios de cozer, eogommar
e eozinhar: lrta-se na rua do Queimado n. 46
loja '
Loja de miudezas raa do Quei-
mado numero 33 A.
Costureiros.
Agulhas Victoria papel a 120 rs.
Linha. de 200 jarda, de todo, os nmeros s 80 rs.
tascairllha a pega 2$.
Dita, muito boa vara a 400 ri.
Tranga de linho para todo prego.
Franja de seda, de liaho, de algodao muito ba-
rato.
Ratroz, linha de novelo etc.
Meias.
Um completo sortimento sendo de
meninos a 240 rs.
Ditas brancas a 200 rs.
Ditas para senhora a 40, 300 e 400 rs.
Ditaspaa homem a 5j) o 6.
Ditas pretas para senhora a 400 e 360 rs.
Gravatas
com botao a 1$.
De cores muito boas para homem a 1*.
Para meninos eslreitinhas a S00 rs.
Pulceiras
de contss miudinha a 1$.
De cabello a 4.
De phantasiade dito te. a 500 rs.
Botoes.
Para casaca e para caiga a groza 320 rs.
Para camisa muito finos groza 1JJ100.
Grandes para roupao groza 18600.
Pequeninos pora changa 1JJ40.
Alan-iares.
Para capote a d.zia por 800 r.
coixetes.
De lio balido especial duzi 720 ra.
De carto 14 pare, a duzi 500 rs
Em caixa pretos a duzia 800 rs.
Brincos.
A balao branco, encarnados, azues e dourad
par por 1#.
Rozeiinhas com pedras quo parece diamanto o
Penas e caetas.
De todas as qualidades especialmente de caliari-
phia e de langa. '
Canetaa para aprender escrever pelo systema de
Sculy ums por 500 rs.
Papel.
Almago pautado 500 folhas6S.
Dito dilo 420 ditas 4jjOO.
Dito dito 420 ditas .
Dilo liso 38200.
Dito de peso azul e brinco 4S5C0.
Dilo azul liso2s00.
Dito pequeo tarjado 1)500.
Dito peaueno de cores 18200 o 15500.
Dilo tarjado de preto lj500.
Eovelope cenlo 1$
Obreia. de colas 100,120 o 300 rs.
Petatea He tartaruga.
A imperalriz 8# e 10 o que se vendeu por 16j>
Direito para atar cabello a 4H.
A imitagao por 1$.
De arripia para meninos a 800 e 1$.
Tartaruga para .litar 3jjt.
De bfalo para suiga e cabello 400 rs.
Peotes de borracha nequeoo. pera trazer por ca-
sa muito bons a 320 rs.
E infioi.lade dearugos novamente
loja Esperanga ruado Queimado n. 33
---------... a 640
.ora, ha hysom muito superior Qua-
lidade 2588O e 3$200 a libra, toucinho de lis-
boa muito superior a 320 rs. a libra, arroz a 120
e O a libra, aietrla 310 e 400 rs. multo a.perior
macarrao a 320 e 360 a libra, vio.gr. d. U boa
muito superior a 320 e 360 rs. a gert.fa, arroz do
Marauhao a 120 e 140 a libra, azeite doce de Lis-
boa de pnmeira qualidade a 750 e 800 rs
rafa, dito '
varetas muit ..
! e lnhM n,u,, euPe"fes a 560.
a 640 o 800 rs a garrafa, e outros muitos mais
gneros, qua av!5t. dos compradores se vendo-
rao por menos do que em outra qualquer parte
na rua do Noguoira n. 49. '
gar-
de carrspato a 360 garrafa, charutos
Uto finoa a 50 rs. fazendo-e differonea
llireita 4!
A epidemia dcima sensivelmente, o o son
completo de.appaiecimento est prximo I O
propietario deste bem eorlido estabelecir>enlo
conviaa os seus numeroso. freRuezes a substituir
o galgado velho, quo lodo esta cholenco, por no-
vo, e que possa resistir s mil sebotis e mazzur-
ca que vao ser (ansadna em louvor do reaiabe-
lecimento da saudo publica. Os
vidam:
HOMENS.
Botinas alameda. Mil'i. .
prego, ion-
ios o
a
>
>
>
a

>


>




non (.'ius-uiira Nante..........
Mantea 2 bateras..............
o luatre....................
inglezes de boics............'.
baledores.......................
d co'iro de porco.......
bezerro lustre...............
lnglezcs ps sehegens.........
laxiados bratileiros............
. --- plM Ulr,................
o caler:; e meia..............
esmaga cobra................'.'.
Nantea 2 bateras vaqueta...!!
2 balera, bezerro......
tribalhadores........
brasileiros de 3g500 a....... '
apato.2 eolas e salto.............
tranga porlugwezes..."."...'."'.".'
> fraocezes. .
SENHOiAS. '
Botinas denunzas.....
salto de be ter. .' \
pechiocha .1 4*500 a. .' ,'
> americauas 3j5 a .
Sapato.de salto (Jiily) j
sem elle (id^m) "
lpete......[
econorricos. ...
lustre 32 e 33. *
MENINOS E MENINAS.'
Ha de ludo era relagao a nao se deixa
dinbeiro.
Um completo sortimento do couro de
cordavao, bezerro francez
roquiro, .ola, courinhos e'le., que t
por dinheiro voolade do comprador
isooo
lUjOO
115000
10000
OJOOO
93500
93000
9^1100
75500
5^500
7SOO
6^500
5aOO
69000
53500
SjjdOO
2j)0o0
55110O
23000
1S2S0
5950O
59000
4.,000
2?500
33000
15920
800
500
800
sabir
poreo,
eouro de lustre, ruar-
se troca
64
Ol
flffii
0.v
'azeniSas baralis
NA
Loja do pavo,
Cambraia organdys a 280 rs.
Vende-se cambraia organdys decoros com mo-
dernis.imo. padres a 280 o cov.do, e tiesas
francezas muito linas a 240, 280 e 300 re. o co-
vado : s na loja do pavo, rua da Imperalriz
numero 60.
. EslS f"g'ilo desde 11 do correte mez de ja-
lho, o escravo pardo, Ricardo, boleeiro e carro-
cero, bem conhecido iiF.sta praca e seus arre-
baldes ; reprsenla ter 25 annos d'e idade, bai-
xo e m.gro, tem cnbelKscarapinhos raspado da
chegados S01"'0 lemp0 r,a fa,J'i". "de esleve por causa
I A de estar fgido, tem pouca barba ef.lta de denles
I na rrenle, rosto comprido e olhos redondos ; tem
; sido encontrado n Capun?a, e Olinda anda va-
ciando o jogaudo com mais de 20 que levou :
quero o pprehender e levar a casa deseus^obor
na Fassagem da Magdalena que ser generosa-
mente recompensado.
________Amonio Valentim da Silva Barroca.
2001
g
Batata, nova.
Tergo n. 23.
Batatas .
60 rs. libr.
no largo do
Mauguitos com goliiuhas.
mwSbiTJS^^ co,n f
fio.
do Queimado ija o. miuoexa. da Boa an
no boa pelo barato prego de 2(IOO. eolliohaa
n *!"!*&" f0 "rt a r.
loja do miudexa. da Boa
Tiras e ntremelos bordados
Vende-se pe_gas de tiras bordadas
3.000. 3.500 e 4.000 eolr.m\"lo77iWl 8
Machinas americanas.
Em casa da N. O. Biabar & (,'., successoraa,
rua da Cruz n. 4, vendara-ae :
Machina para regar borla. c.pim.
Dita, paradetcarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selin. com pertences 105 o 205.
Obras do metal priocipe prateadaa.
Alcatro da Sueeia.
Verniz da alcatro para navios.
Salsa parrilbade primeiraqualidade do Par.
Vinho Xeroz de 1836 em caixaa de 1 duzia.
Cognac em caixas de 1 dazia.
Arado* e grades.
Brilbantea.
Carrosas pequeas.__________________
Cal de Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa chegeda lli-
mamente, e por pregos muito mais commodos do
que em outra qualquer parte ; no enligo e mui-
lo acreditado deposito da roa do Brum o. 66.
Um cabriolet,
Vende-se um bonito cabriolet de duss rodas,
pintado e nvernisado de novo, por prego coma
modo : para ver, na officioa de Grosgean, na ru-
da Florentina.
Chitas largas a 200 rs.
Vendem-se chitas largas a 200 rs. ocosado por
ter um pequeo toque de mofo ; na rua da Im-
peratnz n. CO. loja do pavo.
AJpakiii a 280
Vende-se esta nova fazenda de lioho a imitagao
doaedasde quadrinhoe miudiohos propria para
vestido de senhora, roupas para meninos, sendo
fazenda que nao desbota, a 280 o covado : na rua
da Imperatriz n. 60, loja do paao.
Bramante a 10$.
Vendem-se pegas de bramante de linhs de
uma s largura com 27 varaa a 10$ a pega, tam-
bem se vende li pega com 13 1|2 varas por 5tf :
na rua da Imperatnzn. 60. loja do pavao.
Carnauba
Vende-se a mal. uperioreera de carnauba q.e
ha no mercado ; na rua da Imperatriz n. 60, loia
do pavao.
Cambraias lisas a
Vendem-se pegaa de cambraia lisa
com 8 1)2 varas a 39 a pega
triz n. 60, loja do p.vu.
na
muito fina
rua da Impera-
Palttotft a 6$.
Vendem-se paletots de panno preto fino e cor
de caf a 6$ : na rua da Imperatriz n 60, loja do
pavao.
Chitas escuras a 240.
Vendem-se chitas francezas escuras a 240 o co-
ne roa da Imperatriz n. 60. l"ja do pavao.
vado
Chales baratos
Vendem-se chales de merino de cores sendo
maito grandes a 3f ; ua raa da Imperatriz n. 60,
loja do pavao
a quem pegar o pardo Franeisco, de 17 annos
de idade, de bonit figura, com todos os dente,
caballos carapinhos e ruivos, este pardo foi d
Sr. Dr. Borges da Fonseea. o qual viajou com e
mesroo sennor iodo o senao e auburbins deste
provincia,necessa-Umente quando era seu es-
cravo, e tslvez anda se inculque a servigo do
mesnio: que-: o pegar qm'ir entrega lo a sea
legitimo dono na ras do Iloapirio n. 6.
________Ignacio I.uir .le B-ito Tabirda.
Escrava fgida.
Ha dous mezes que auseotou -se da cesa de seu
[senhor a preta Lourenga, e suppe-se que estS
I aesta cidade srvindo como criada ; essa preta
I deo a metade de seu valor por cenia de aua al-
Iforrls, e em qualquer parle diz que furra, ella
tem a pelle bem preta, boa figura, altura regular
! e falla bem ; ruga -se a quem a vir, que no vi.o
na rua Direita n. 82, ou que a remella a aeu se-
nhor Vicente Ferreira Barbosa, na villa do Li-
mo- iro, em aeu sitio Duas Pedras, que ser gra-
tificado.
3(10$ i1egTlik'aca<.
Do engenho Girai. prximo a villa do (Cabo,
auaeotou-.e no dia 27 de juono de 1861, um
mulato de nome Jacob, idade 20 annoa pouco
mais ou meno, com os sigo.-es seguiotes: es-
tatura regular, corpo robusto, cabeca redunda
cor avermelhada, cabello, ruivos, olhos vivos*
neriz reguiT, dentes lerfeitos, cara larga, .em
barba, boa figura, falla bem e apres.ado, c'ostu-
malnculcer-se de forro e gosta de andar bem
vestido, natural do Aracaty, em coja comarca
de supporqae esteja acornado por alguem ou
ande como forro, foi vendido no referido eoge-
oho a Sr. D. Anna Delfina Paee Brrelo em
abril de 1860 pelo Sr. Joo Francisco L-arneiro,
rendeiro do engenho Seira : quem cplarar do
escravo a o entregir no engenho Ger.p a Sr.'
D. Anna Delne P.e. Barreto oa na prega do Re-
cife a Jos dos Santoa Naves, riceber de grati-
ficado 300J, o o importe da paisagem se for
condazido embarcado.



I MUTILADO,



8
jj*
10 DR flKN
- Mf r* filllA I 01 AGOSTO DE UBI.
Lieralura
CARTA PASTORAL.
D. Fr. Luiz da Coocecao Saraiva, por
mcrc de Deas e da Santa S apost-
lica, bispodo Maranho, do conse-
Iho de Sua Magestadc o Imperador
etc. etc. etc.
btlodo-s* bella, poueas horas depoii se mur-ieengado Eterno, fixaram os escondrijos da mi
cha.
A' lodos oa dossos dioeesanoa, sale, paz e bau-
r'io era Jess Christo, nosso Redemptor e con-
l soliglo do Espirito Santo.
Em tempo avisado dos malea e efttices, com
que o Senhor pelos altos designios de sus Omni-
potencia tem ferido com tanta dureza a muitua
da nonos irmos as difTereotas provincias do
imperio, e nao sabendo nos, se estamos compra-
hendidos nos rigores de sua justiga, nao pode-
mos, exprimiado-vos a dflr, quo nos opprime, a
qual acbar cortamente cbo em vossos corajes,
deixar de levantar a noaaa voz para acordar oa
que, dormem o somno criminlo do indiferentis-
mo e do peccado.
Nao podemos, repelimos, deixar de dirigir-vos
em um momento de tamanha tribualo alguna
avisos, atim de, animando vossa (raqueza, e ex-
citando nossas lagrimas, nos habilitarmos, para,
p jr sinceros gemidos da contrito, obtermos da
Misericordia Divina os meios e os recursos preci-
ses para vencermos as teotagoes, e para que ao
mesmo tempo, reconcilianao nossas almas com
o seu Creador, recolhendo-nos no seu aantuario
para expor-lhe as necessidadea, que soffremos, e
compenetrados dos mais vivnj e eiprisiv os sos
tmenlos de amar e respailo, procuremos, por
devotas supplicas, allivio senfermidadea e do-
res, que nos opprimem, o aifl'gem os nossos ir-
ruios. Pira conseguidnos porm estas grabas da
Mise'icordia Divina nos, antea de ludo, preci-
so guardarmos fielmente os seus mandameotos,
6 vlvermos segundo a sua vontade. A dimioui-
po de seus dons e favores someote originada
de noass poaca religio, porque quando o nosso
corago nao nos reprehende, diz Sao Joo, nos
temos am accesso llvre dianle do Senhor (1).
Recorramos por tanto orago e penitencia,
para akangarmos este estado de justiga e santi-
dsde, e para podermos obter o cumprimento de
auas incitareis promessas, como meios eficaz-
mente seguros e recommendados aos borneas pe-
lo mesmo Filho de Deas.
Ped e recebereis, buscae e achrela (2). .Esta e
cerlos, diz anda o Salvador, que infallivelmente
recebereis ludo o que pedirdesOmoia quoscum-
que oranies petilis(3). Nao ha mais do que pe-
dir. JeeusChristo promlteu tudo, e toda sor-
te de pessoasOmnis enim qui petit, acciplt
(4). Se porem muilas vezes pedis, e nao rece-
bis, porque, diz Santiago (5) pedis aem ,
e como a onda do mar, que levada pel vento,
de urna para outra parte laogada ; assim o ho-
mem, diz o mesmo apostlo, que duvlda, nada
receber do Senhor.
E' pois mais que oecessaro, que aem demora
appressemo-oos, chelos de conanga, a dirigir
nossas humildes preces ao Deus vivo, e pelos
merecimentoe infinitos de Nosso Senhor Jess
Christo, pela iotercesao valiosa e efOcaz de Sua
He Santisslma lhe Imploremos urna protecglo,
que nos livre de todoa os males, para podermos
triumphar dos Inimigos da nossa ealvago, pola
que, sendo cerlo, que irremissivelmente have-
jeob de morrer, nao nos permittido com tudo
sabermos o dia e a hora, em que devemos appa-
recer diante do Tribunal Divino, onde nao ha
grandeza nem Odalguia, o onde os grandes e os
pequeos se confunden), para terem na eternida-
de urna aorte lalvez iBoraai*.
Todos oa das vemos couQrmadoa estes santos
e tremendos orculos, o mesmo Filho de Deus
nao diasimula, quando claramente nos adverte
(6) que vira como am grande ladro, que p5e to-
da a sua industria em assaltar aem ser esperado ;
ou como um seohor, que, querendo provar a fi-
delidade de seus servos, finge urna grande via-
gem, e inopinadamente apresenta-ae, quando o
julgatn mu distante ; ou como um esposo, que,
sendo ancosamente esperado, chega no momen-
to, em que manos se est preparado.
E'aasim, que a vida na phrase das ssgradas
lettras (7) comparada folha de urna arvore, que
cuitas vezes se desprende ao sopro da mais leve
ventana ; ou a urna flor, qae, ao amanhecer
Fados bem tristes, ai ampios significantes
altesiam-nos estas verdades. O hornero, diz o
Eccleelastes, c. 9. v. 11, ignora o flm de seus
das, e, assim como o peixe brincando as aguas,
e o passaro no ar, assim elle, quando menos o
espsra, e est no meio dos mais doces e egrada-
vela prazeres, se daixa sorprahender.
E em verdade, qusndo consideramos, que ama-
obla pederemos estar no leito ds morte, onde
todas asambicoes se quabrsm, onde a magnifi-
cencia, o fausto e a sumptnosidade, que oeste
mundo tanto custam a ganhar, deaapparecem naa
azas pesadas da eternidade, oh 1 nao descobnr-
mos nai cousas finitas sano um vio eaplendor,
e nem podemos deixar de exprimir-nos com Job:
De que servem a dislincgo, a digoidade e os
cargos, quando nao sao para glorificar o Senhor I
A morte tudo confundeParvulus et magnus ibi
sunt(8).
Toda a nobreza, toda a vaidade expirarlo com
a morte, e nao lhea restar depois dalla seno a
podrido e os vermes.
Eis abi, irmos e filhos muilo amados, o fiel
retrato da nobreza e do orgulho humano.
A' vista o'isto nao compreheodemos, como an-
da ha entre os christaos tanto horror aos meios,
que coohecem necessarios para a salvago eter-
na. Nao aabemos, que fatal cegueira a de de-
ferir a coofisso de auas culpas e a emenda de
suavila ; o que porm sabemos qae lodos de
sejm morrer bem, e que nao ha, quena nao
queira passar do leito da morte para a gloria sem
que igoorem, que a escada, que conduz ella,
nao estar prepjrsds eno aos que ntste mundo
se deserabaracararn do peso dos peccados.
E com magua o diremos :
Quantos dos presantes tratam de morrer bem?
Ah I os descuidos dos mortaes nesta hora tre-
menda espantam os mesmos anjos.
Em nenhum tempo como o d'hoje, foi mais
preciso peosar-se na morte, como o antidolo das
paixoes vergonhosss. Pensae nella, diz o sabio,
e conservar-vos-heis na ionocencis.
Estas perennes, como infelizes desgregas, que
encontramos na nossa curta e atlribulada exis-
tencia, eosinsm-nos claramente a necessilade,
que temos da orarlo e da penitencia para mere-
cermos; pois que estes sao os meios, que os li-
tros santos rerommendam, ordenados pela egre-
ja com muita solicitade, e por caja pratlca os
cus esto cheios de Sanios ; meios poderosos,
que perdendo-se na noute dos tempos foram em
todas as edades consagrados para aparar-se a co-
lera do Deas Misericordioso, provocar as ben-
glos do cu, para recuperar nossa digoidade e
devogo, encaminhar nossas iotengoes, e reani-
mar nossa coragem.
E com effeito, se necassario, como expde a
nossa propria razo, que em qualquer occaso
todos os mortses devem tributar ao Senhor, que
os creou, todas as homenagens de respeito e ado-
rago, agradecer-lhe por actos externos de reli-
gio os seus immeuaos beneficios ; como o nao
ser em momelo de tanta gravidade implorar-
an os a sua misericordia, para que, affastando a
sua colera, por nos tantas vezes provocada, nos
revista de merecimeotos, para continuarmoa a
receber os seus beneficios ; e para nao carmos
em nago e impassiveis em presenga do quadro
lastimoso dos soffrimentos dos nossos irmos,
surdos permanecermos insensivtis sorte de
tantas viuvas a orphaas, que sem apoio devero
Qcar expostas as necesadades communa da vida,
sem que ao menos possam talvez resistir as dam-
nadaa teotagoes, qte nestas tristes circunstancias
sempre apparecem, s seduccoes lo encantado-
ras como falsas, as paixoes e chimericas felici-
dades, que se convertem em indignago, e que
nem a morte destre l
(1) Joan, c. 3* v. 27.
(?) Luc. c. 11 v. 9.
(3 Marc. c. 11v 24.
(i) Matb. c. 7v. 7e8.
(5) Ep. Csth. c. 1* v. 6 e 7.
(6) Apoc. e. 3. v. 3.
(7) Isai, 3 40. v. 6 e 7.
Falla Deas muitas vezes s nossas almas por
lioguas mui distintas; urnas vezes poriospira-
coes, outras com exemplos e com os infortunios
alheios. Quaolas vezes nao somos por Elle as-
sim dispertados com os mais solemnes e exci-
tantes avisos para que, desprezados os caminos,
que nos conduzem, e devem-nos precipitar no
mal, nos introduzamos pelos da salvago, aem
conhecermos esta linguagem, e sem no meiodaa
desordena da vida, aproveilarmoa suas ioeffaveie
gracas ? E se hojo a justiga Divina nos obriga, a
reconhecer o mal, que temos praticado, mister
tambem, que quanto antes, reconciliando nossas
almas, purifiquemo-nos, para que os cus se in-
clinen:, e possamos ouvir a voz compadecida do
Senhor, que nao quer perder, mas salvar o pec-
cador, por gemidos sinceros e lagrimas repassa-
das de verdadeiro arrependimento.
A penitencia dos peccadores com a orago dos
justos, subindo como agradavel iocenso pre-
FOluHETIl
O DEMONIO DO DINIlEliiO
POB
ira,'para abrirea os thesouros de sua misericor-
dia.
A historia nos ensins que provincias assolsdas,
cidadea ermaa, flagelladaa pelo contagio da pea-
la, mereceram que um olhar btnigpo de Deas
enternecido sobre os eoragoes contristos fizssse
suspender a vara do furor, com que as feria, en-
lomando sobre ellas as torrentes ioefiaveis de
suas perennes grabas.
Se i a liberdade dos costuraos pblicos, se
talvez a infidelidade dos ministros do altar, que
tem armado a vinganga do Senhor, iodiapen-
aavel, que urna renovacao dos mus hbitos,
acompanhada de um sincero arrependimento o
desarmem, do mesmo modo que outr'ora Nioive,
coberta de cinza e de cilicio, cora a abundancia
de auaa lagrimas, apagoua aentenca de coodem-
nsco j contra Ha pronunciada. (9)
Como a penitencia de Davil, sua afrlicgo, seus
gemidos e ardentes suspiros acoropanhalos de
um jejum por espago de trea dias auspeoderam o
rpido progresso, que a inexoravel sentenga do
Eterno j principiara a fazer em Jerusalem e as
demalscidades de Israel.
Nunca o Seohor est mais dispoato a applacar
sua ira, do que quando parece mais iracundo
iratas est, et misertus est nobis. (10)
Se em Sodoms tivesse a Providencia Divina
achado alguna justos, nao teria a viogangs de sus
ira desolado e cahido sobre aquella peccadora
quanto desgracada cidade.
E' preciso pois, que nao encaremos a nossa vi-
da como ae por ventura nao tivessemos de mor-
rer, e como se inseotos estivessemoa das contas,
que o Seohor nos ha de tomar com severidade ;
ou como se egualmente urna boa morte fosse urna
obra fcil e indiferente felicidade eterna.
Devemos admirar aqui com S. Fraocisco de
Salles, (11) e ter como objeeto digoo da nossa
meditaglo a differenca, que existe entre as indus-
triosas abelhas e as malignas moscas; porque
cora exemplos destes pequeoinoa e insignificantes
aniones o Espirito Santo nos mostra um grande
padgo de dilatronos a penitencia das nossas cul-
pas, e conseguintemente a nossa felicidade.
Tanto urnas, como outras, diz o mesmo Santo,
trabalham incessantemente algum tempo do
anno.
As primeiras nSo lera outro objeeto de sua vi-
sita, dojia olfacto, do seu gosto, seoo a formo-
aura, a suavidade e a docura do mel, erapregan-
do toda_ a sua induitria, toda a sus solicitude na
formaglo da cera e do mel, de que ae alimentara
e vivem ; ao pasao qae aa segundas nSo vivem
seoo para importunar e maltratar os ootros aoi
maes ; porm, se as procrennos no invern,
acharemos as moscas sem casa, sam proviso e
sem vids, e as abelhas com um amavel retiro,
com ama provino agradavel, e vida contente na
abundancia de seu antecedente trabalho. Oh I ho-
rneo) 1 diz o Espirito Santo, atiende as abelhas, e
nao aa moscas, para que nao vivas com el-
las. (12)
' tempo, irmos e filhos multo amados detra-
balharmos e sasteotarmos os rigores e as amar-
guras da mortificagao, para adquirimos a suavl-
dade e a dogura da eterna gloria.
Sem penitencia, eatejamea certos, clamaremos
em vo e intilmente pediremos aoccorro, neata
hora do angustia e de profunda tribulaglo,
Deus, aos anjos e aos santos ; porque elles nos
respondero :Por que em toda a vida despre-
zastes minhas inspiracoes, meas preceilos e meus
exemplos?
Passar a vida em constantes deleites e dislrac-
ges em inuteis divertimentos, e querer athar na
morte o que aos santos custou tantos sacrificios e
mortificagoes, cooceber excessiva loucura. Mas,
o que felizmente observamos que, emquanto
temos sade, emquanto nao somos assaltados pe-
las enfermidades, ou por velhice desgranada,
fructo das devaasides muitas vezes de urna vida
impura, desprezamos a voz de Deus, nao cuida-
mos nos nossos deveres; e que s no momento,
em que ellas se approximam ; que ^pregamos
todas aa diligencias, que tudo appfeaiamoa. E'
rnente as proximidades da hora da morte, diz
S. Joo Cbriaoalomo (131 que emprtgamoa todas
as diligencias e trabalho para a salvego :s Fes-
tioant, anxiamur, vocal sacerdotes, toeoiteoliam
voluat agere, cum jun (cecitentiaa incus non
ele. id
E' nests hora, irmos e filhos maito amadoa,
com o dor o diremos, em que a alna combatida
por mil difficuldadea e contradice em qae luta
com toda a aorte de dorea, em q. .omplelamen-
te enfraquecida pelas enfermiaWiea, suecumbida
de friqueza, oppressa de tormn' -, que ludo se
accelera.em que aa trata de prc ar oa nainia-
IrOl rio RAnhnr **. nm
chamar-se o escrivo; e como ae
vesse habituado aos actos de con
(embrees que elle cheio de falt
amontoados peloa mus habitoa,
viven nao poder resistir s tentacoes do demo-
nio, que nesta occaaio redobra d osforcos, cer-
to de que nesta batalha ficar vencedor, ou eter-
namente vencido. E' nesta hora, repetimos ainda
com profunda magua, que aa immensas diligen-
cias para se reparar o mal, que os descuidos de
urna vida ioteira nao permittiram ; que em tempo
se fizesse, nao s nao sero aceitaa pelo Seohor,
mas anda serviro para a realisaco da sua
inexoravel sentenca.Non congregabo convent-
cula eorum de sauguioibus, nec mimor ero no-
mioum eorom per labia mea.(141
E' por tanto forcoao que com David confesse-
mos a grande difficuldade, que ha para fazer-se
bem a penitencia na hora da morte, e que com
Jeremas choremos, porque nao existe, quem fre-
quente os camiohos da celestial maoso, porque
os cosanlas se achso estragados, e o osqaecl-
mento de Deus crescido.
E ae nesta poca de tanto abatioeolo moral,
como tolos reconhecem, em que o vicio fcil-
mente obedecido, edaaprexada at a linguagem
da virtuda, de importancia vantajasa, que todoa
oa christaos, que aioda cooaervam coatumea pa-
ros, empenhem todos os esforQos para melho-
rar-sea moralilade publica e particular; quies
nao devem ser os dos sacerdote?, para que pos-
samos ver a virtude triumphar do vicio, e desap-
parecer a ignorancia da doutrina chrfst, que ho-
je infelizmente existe as grandes e pequeas ci-
dadesl
Siro, a nos sacerdotes que principalmente
curapre trabalhar, para, no desempenho di su-
blime misso, que nos foi confiada, melhorarmos
a aociedade, porqae pelo nosso carcter somos a
voz de Deaa e do povo, para publicar assim os
premios que esperam, aos que vivem bem, eomo
os castigoa que araeac.am, aoa qae vivem mal.
E ae em verdade os sacerdotes, e particular-
mente oa que eato encarregados de cura d'almaa,
coreo lioguas e interpretes, que sao da na de S.
Pedro, explicaaaem aoa povos aa verdadea san-
tas, e com elles negocitssem a sua sal va gao eter-
na ; ae elles, como llnguae e interpretes, qae sao
da Mageatade Divina, com discreto zelo, castidsde
e desioteresse cumprissem a graode misso, de
que esto revestidos, avissndo opportunamente
aos qae esto em risco e perigo de salvago, a
aociedade brasileira estaria de posse de ama mo-
ral mais para, o throoo cercado de mnitoaaabli-
toa fiis e prestrnosos, a a religio catholica go-
zarla de maia liberdade e proteceo.
E' por isso que o propheta Isaas exclamava :
Ubi eat htteratus ? Ubi legis verba ponderana?
Ubi doctor parvulorum ? (15)
Onde est o zelo de Deus?
Onde esto os que estudam para corrigir seus
defeitos?
Onde est os interpretes da nu de S. Pedro?
Curem oa Rvds. parochoa e sacerdotes desla
nossa diocese cariosamente as consciencissdos
peccadores. Nos Ihes pedimos pelas entranhas de
Nosso Senhor Jaaus Cbristo, afim dse nao rea-
lisar entre nos as duras reprehenses do Senhor
pelo seo propheta Ezeqaial:disperses aunt ovea
meoss, eo quod non easet pastor;(16) lembrao-
Oo-se sempre que a Ierra, por melhor que seja,
nao produzir delicioso e delicado fructo se lhe
faltar a mo do lavrador que a roleie ; ou que o
melhor jardim cooverter-ae-ha em mato espesso,
se nao houver jardineiro que o trate e aperfei-
de.
Hoje porm, que felizmente possuimosem nos-
sa egreja taotos aacerdolea illuatrea una com oa
ttulos de doutores, oulros de pregadorea e mes-
tres, muito esperanzados devemos estar, pois que
elles, elevsodo-se altura de sua misso, espe-
cialmente em tempos calamitosos, ssbero ser
nossa alegra e nosso corda, e que alm de dou-
tores, pregadoreae meatrea,sero medicoae ope-
rarios enaioando aa verdadea ao peccador, como
diz o apoatolo (17) para converter-se Deus.
E porque cerlo, que nos tempos calamitosos
a afllueocia dos deis aos tribunaes da penitencia
costuma aer maior, e attendando nos s essas ne-
cessidadea espiritaaea aulorisamos a todos os sa-
cerdotes desla nossa diocese, para que possam
administrar o sacramento da penitencia as pts-
oaa de um e outro sexo, durante o tempo, e noa
u gares onde grassar a epidemia, e para isso ihes
concedemos todas aa faculdadea podando absol-
ver dos reservados syoodaes e papes occullos, e
segundo a formula de Benedicto XIV applicar a
iodulgencia plenaria na hora da morte ; e orde-
namos aos mesmos sacerdotes, que recitem na
missa a orago Provitanda morlalitale em-
quanto nao maodarmoso contrario.
E para cooslar mandamos aos Rvds. parochoa,
que recitem esta nossa carta pastoral, no primei-
ro dia de preceito, estaro da missa conven-
tual, e que fagam em suas parochiaa preces pu-
blicas pro tempore peslilentia por tres dias
consecutivos, registrando a depois no livro com-
petente, como de estilo.
Dada neata cidade de S. Luiz do Maranho, sob
nosso aignal, chancellarla e sello das nossas ar-
mas, aos 7 dejulho de 1862.
Lugar do sello.
LUIZ, bispo do Maranho.
[l'ublxcador Maranheme.)
Ums simples trsmella pode aabetttalr ~a (Mol-
dara ; mas ella deve ser pregada pela parte de
dentro, delxando ama pequea abertura na por-
ta, para poder abr -la oa fecha-la quando se
quizer.
Jaoellas.Quasi sempre aa janellss dos chi-
qualrosso simples freatasqae nanea se fechara ;
no caso de hsveram noutes fras, convm tapar
estas [restas com palhas ou Ipannos groaseiroa.
Soalho.Os soalhos dos chiqueiros devem ser
feitos com muita solidez; porqaanto no caso
contrario, o porco os dostruir prosptamente.
Os chiqueiros lagesdos ou ladrillados com tijol-
los em p, sao bastantemeote resistentes. Os
soalhos feitos com troncos de arvores ao mui
favoraveis aaude do porco. Oa aasoalbos de-
vem ser inclinados na direccao de um reg, afim
de dar sabida aoa lquidos.
Coches ou Unas.Os alimentos sao dados aoa
porcos em coches de ferro fundido, de pedra, de
madeira ou de tljolloa reunidos por meio de ci-
mento.
As de pedra ao de ordinario de urna s pe;a
com urna cavidade no ceotro; as de madeira
se fazem tambem com um tronco escavado ou
com fortes praochdea. Como quer que seja
convm que o fundo do coche seja menos largo
do que a superficie, e que o aeu fundo seja fu-
rado] para dar aahida s aguas de lavjgem. Os
coches de madeira, tijollo ou cimento devem ser
fortificados com barrea de ferro.
Se o coche tem deservir para muitos animaes,
devem fazer-se separacoea para impedir qae os
porcos nao se mordam. Estas separaces devem
fazer-se com barrea de ferro, slidamente da-
das ; ou ento repartimentos de madeiras com
aberturas por entre as quaes o porco possa in-
troduzir a cabera.
As celias ou repartieres dos chiqueiros devem
(er 117 palmos quadrados, producto de 9 palmos
sobre 13: superficie conveniente para alojar
urna porca com seis leiias, tres ou quatro por-
cos aioda novos, ou um porco destinado a en-
gordar qualquer que seja sua corpulencia.
Melhoramentot dasracas de animaes domsticos.
As ragas de animaes domsticos
devem aer melhoradaa, e pera as
melhorar, necessario especialisa-
las, iste torna-las proprias para
um nico genero de se-vico.
P. Deher in.
ar
ntrtc,
tasBe
, el<
doenta aati-
co, vos nao
e peccados,
que sempre
(8) Job cap. 3* v. 19.
IIENRY CONSCIENCE
VII
(Cootinusgo do n. 180.}
meios. Excitado pela ambicio do lucro, pelo
aenlimento do dever, e por meu amor, trabalhei
dia e noute. Sem cessar espreitava a occaaio
de aesenhorear-me de algum ganho vaotajoao :
puoha a mente em tortoras para prever e calcu-
lar as vicissitudes de cada negocio : em aumma
dominava-me s um pensamento, tinha am ni-
co Qm ganhar dnheiro I
A minha vida se passava nessa luta con-
tinua ; muitas vezes fui iliudido, porque acredita-
va ainla oa probidade dos homeos ; outras vezes
tambem era bem auccedido, e consegua reparar
'odas as perdas.
a Estevas ento a inteirar dez annoa ; eu vis-
te creicer, e de menina tornar-te moga : o tea
futuro me inquietavj. Senti-me levado pelo de-
sojo de trabalhar mais aioda ; a paixo pelo d-
nheiro aogmaotava em mim. Comecei a arriscar
tudo o que possaiamos em temerarias emprezas,
maa que podiam deixsr muito lucro. Bm lance
infeliz me fez perder quasi todo. O que fazer '.'
Aceitar a minha ruina, deixsr cabir na miseria a
minha mulber e minha filha ? Oh 1 nao : ama
certa delicadeza de aentimentos, que era em mim
natural, me havia muilas vezes esbarrado os pas-
aos : despi-me desse seolimenlo como de um
vestido que me incommodava, e suspendendo a
cabera olhei sobranceiro para este mando, onde
s reinam a fraade o a cobiQa 1
a Foi por essa occaaio que o Sr. Robyo me
offereceu o meio de ganhar de urna vez ludo o
que eu tinha perdido ; e ao mesmo tempo propoz
dar-meo dioheiro necessario para oceultar a mi-
nha ruina aos olhos de lodos, at que se effec-
tuasse a emoreza. Hesitei longo tempo : mas
como resistir idea da miseria qae ameacava
ti, minha Laura 1 Afiaal
(9) Joo. c. 3.
10) Paal. 50v. 1.
11) Llv. 6. ep26.
12) Prov. c. 6v.e7.
13) Homil 52.
14) Paal, 1514.
Como aabes, proseguiu o Sr. Kemeoaer, eu
era filho de um medico : meu pae nada deixou-
nie oeste mundo alm de um nome honroso, e
urna boa eduesgo. Toa rrae era filha de pies
muito ricos. Amsva-a eu como se pode amaran-
tes que o glido sopro do mundo consiga
dissipar os senlimentoa dedicadoa, e aa doces
elusijes da alma. Seua paea, porm, racuaarara-
m'a sob o pretexto de que, possaiodo ea por ant-
ea riqueza o meu amor, nao lhe poderla dar a
commodidade e bem estar a que eslava ella acos-
tontada por sua poei;o. Padi, auppliquei, e
prometti reoaociar aoa catados, sos meas gostos
e inclmscoee para cuidar smente em ganhar e
amoatoar dioheiro. Vencidos fiaal pela cons-
tancia e generosidade da tua me, consentirn) a
seu pozar na noaaa uoio.
Entregue s suaves alegras do primeiro an-
no de casameoto esqueci a minha promessa :
cerquai a minha chara Sabina, tua me, de todos tua me, e tambem a
os esplendores do laxo ; nao reeaava perante suecutubi... -
despeza alguma quando se tratava de satisfazerl O Sr. Kemeoaer chegando a este ponto de sua
qualquer de seas desejos. Bem depresea perce-jnarraco absixoa a voz, e proseguiu com es-
bi que os meas recursos mioguavam. O pensa- (orco :
ment de que tua me por sea generoso amor Laura, nao aei como nao morro de vergonha
poderia com effeito ver-ae um dia aujeita a croeia no momento de fazer-te esta confisso : assim
humilisces apreseotou-se minha alma, en- forcoao, nao poaao escapar ao destino que me
chenio-a de terror. (reservava mais esta expiarlo. Ao menos, mi-
Sabina, habituada a viver feliz no aeio da nha filha, compadece-te de leo pael Assignei e
opulencia teria de renunciar seas goslos, dlmi- deixei flear em mos de Robyo certo docamento
nuir o apparato de sua casa, oa aeua proprioa que me torna criminoso perante a le...
trajos, e al mesmo relajea I Ver toa me, com I A moga toda trmula ergueu os olhos para sea
grande escndalo de seus paese coohecidos, con- pae: mortal pallidez cobria-lhe o semblante.
fessar por asaim dizer em suaa maneiraa, pala-j Niogoem mais soube dessa deploravel im-
vraa e vealidos, que mal fizera em me amare prudencia; ninguem suapeilou que eu podesse
coniar com o meu amor ; qae en.fim recebia a commetter ama acgo deshonrosa. Robyo dia -
ponito dessa fraquaza !.... Oh 1 seoaelbante se-me que bavia anniquillado o escriplo, nica
Idea era bem cruel para mim I O mando lo prova da minha falta : porm, Monck, o prfido
sem piadade para aquellos que descera eacala Monck o subtrabia, e guirdou-o secretamente.
social 1 Elle tambarla de mim, da minha qaeri- Promette reetuir-m'o, prometa qaeiroa-lo era
da esposa : apontar-nos-hia com o dedo. Nao, minha preseoga, se tu, Laura, consentires em ser
nSo era posaivel qae assim aconlacesse 1 Porm sua esposa...
como aalva-la da humtliago ? Tioha necessidade E cora a voz quaai enllocada peloa aolugoa
de dinbeiro, aim, de dioheiro 1 continaou :
Pela primeira vet na minha vida compre Senao... aecusar leu pae perante a josli-
heodi o que vale a riqueza. Teodo diaheiro, ea- ge, fa-lo-ha condemnar deshonra e priso 1...
tava tudo salvo :assegutaria aasim tua me paz Laura conservava-se immovel como umaea-
e dignidade. tata : a os labios se lbe agitavam convalsiva-
Dediquei-Bi o cemmerclo : tentel lodosos mente ;
I O que vas fazer ? perguntou Ke-
Lsura, minha filha amada, tem piedade de
tea pae I Nao creas que por egosmo te pede
eaae borrivel aaenficio. Oh I ae Deua me per-
mittisse morrer ea expirara a leus ps com
reconnecimeato, e felicidade I Has iaao de nada
servira : nem por isso Monck daixaria de pro-
seguir na execugo dos aeua projectos ; e se
perststiaaea na la recusa elle vingar-se-hia
em minha memoria e a infamia recahiria sobre
li tambem. Submette-te, pois, e qual victima
resignada, espera que Deus abeoge essa sacri-
ficio : por premio de lo generosa dedicag&o elle
te conceder a paz e a tranquillidade, seno a fe-
licidade, na existencia que aceitares por amor de
mim. Ainda urna vez, Laura, compaixo! Salva
leu pae da deshonra I
Ouviu-se am sussurro na porta : Kemenaer le-
vantou-se vivamente antes que Laura tivesse
tempo de responder-lhe.
A criada apparecea a entrada, e dase :
O Sr. Monck deseja-lhc fallar: diz qae
tem para communiear um negocio multo ur-
gente.
Nao estou era casa ; oinguem posso receber,
balbucioa Kemenaer com am gesto em que se
lia a colera e impaciencia.
Rosala, manda entrar o Sr. Monck, disse
Laura.
Ceus
menaer.
Tentar um derradeiro ssforgo, respoodeu
ella com a voz firme e reaoluta.
E' dabalde: elle te nao attender.
Quem sabe ? Em todo o caso nada receie,
mea pae ; comprehendo qual o meu dever.
Ah I Laura, nao consumes a minha perda.
Nao, meu pae : traoquilliae-se; eu o sal-
vare! Porm ougo-o aproximar-ss, deixe-me
Ocar s com elle : eu lhe sapplico nao me ne-
gu esta graga ..
Kemenaer dominado pelo acanto de firmeza,
de que ae revestir, a voz de sua filha, cedeu
sem cusi ao seu desejo, e passou para um apo-
sento visioho.
Laura eochugou presea as lagrimas que in-
nundavam o rosto : na heroica resolugo que
premeditava achoa torgas bastantea, e posto que
mortal aociedade se apoderasse de seo corago,
com ludo foi com a fronte quasi serena qae espe-
rn o inimigo.
Entretanto nao pode deixar de estremecer
quando vlu Momk entrar no salo com o mesmo
falso sorriso nos labios, com o mesmo olhar hy-
pocrita, que deade a infancia nella despertara o
aenlimento de odio e de desprezo, que ao rnons-
Iro professava.
O ex-escreventeaproximou-aeda joven, a quem
dlsse com a apparencia de um homem salisfeito
de si mesTso :
A Sra. D. Laura deseja fallar-me ? Seu pae
deu-lhe j a conhecer oa meua desejos ? E a
aenhoraaubmette ae a elles com sstisfago ?
A moga reaseotiu-se amargamente da barbara
e cruel irona que havia neaaaa perguntas. As
suaa facas paludas pela commogo coloriram-
se subtameole, e com o rubor da iadignago e da
Agricultura
Economa agrcola.
Tratamoa aqui dos chiqueiros propriameote
taes, islo do local destinado ao engordamento
dos porcos.
Eis-aqui as principaes coodigdes a qae deve
satisfazereste genero de construegoes,
A primeira de lodaa as exigencias para a loca-
lidade onde deve abrigar-se os animaes i que
essa localidade sejs preservada da bumidade.
Esta condigo lo essencial para o porco, nao
obstante a sua propeneo a procurar a agua
quando ae acha am liberdade;a aegunda, nao
menos importante a do armamento, o que se
coosegue por meio de jaoellas e portas, ou de
trapoiras feilas no-telbado do chiqueiro.
O Instioclo do porco, que o leva logar a trra,
o torna destruidor de tudo quanto o cerca;
portanto necessario ama grnnue solidez em to-
das as partes de sua babitago.
Portas.As poilas dos chiqueiros devem ser
slidamente fetas afim de reaislirem aos esfor-
gos dos porcos. A ferragem deve consistir em
espiRes de ferro que se movam na soleira e na
verga; se forera dobradigas, estas devem ser
fortes e pregadas a parafuzo pelo lado interior.
(15) Cap. 3J-v. 18.
(16) Cap. 345.
(17) Ad Cord. c. 10 v. 33.
Os criadores podem modificar as ragas de ani-
maes domsticos por tres dlilerentes melhodos:
O crusamento.
A mestigagem.
A seleego.
Io do crusamento.Importar definir parfeita-
menle os termoa em ama scieocia ainda incom-
pleta como azootechnia, e importa taoto mais
quanto o termocrusamento se toma em senti-
dos diiferentes. Chamaremos cruzamento ope-
rago de alliar um reproductor macho de certa
raga, e depoia a dar ao producto desss alliaoga,
se femea, o reproductor macho da raga iolrodu-
zido, e de o supprimir se macho. As femess
crusadas sao as nicas empregadas na reproduc-
go com o macho de puro sangue de raga melho-
rante.
Eata defiolgo indica claramente qual o flm
do crusamento : esse Qm eochertar urna raca
melhoradaem ums raga local, de modo a nao
empregar esta seno como matriz e como cria-
deira, e de supplantar pouco a pouco pela raga
melhoraote, ella mesma modificada antes pelas
circu instancias novas de alimentario e de clima
oas quaes ella se acha, do que pelo contacto da
raga primitiva, cuja efflueoeia tende a annihitar-
se cada vez mais.
As condigesas maia favoraveis ao crusamento,
ou, por de outro modo, a aubstiluigo de urna
raga por outra, por meio de reproductores de urna
s especie, sao que a raga crusante aprsente ca-
racteres ntidamente definidos e perfeitamente fi-
xados. e que a raga crusada seja, por asaim di-
zer, lo mol le, lo fcil a modificar quanto poi-
stvel.
A maneira com que um reproductor acta so-
bre os seus productos, a facilidade com que trans-
mita suas qualidades a seus descendentes, de-
pande nao someote delle mesmo, porm tambem
de seus avs. Deve -se ter em coota em um ani-
mal empregado como reproductor, nao somonte
as qualidades que lhe vieram de aeu pae e de
sua me, de sua bereditdade, mas egualmente
das qualidades que lhe foram communicadaa por
na vAb i\* o tu.,,. r-^nu-si> com ra-
zo um oome eapecial para lembrar esas proprie-
dade, que grande numero de observagesdemons-
tram ser reaes.
As ragaa formadas por crusamento sao pouco
numerosas; mais tarde trataremos de cada urna
dellas em particular. Agora, porm, daremos
am eiemplo, que far comprehander o carcter
do methodo.
A raga a mala celebre obtida por crusamento,
dos cavados puro sangue ioglezes, cuja crea-
go tem mais de dous sculos de data; Sob
Cromwel e Carloi II, os Ioglezes comegaram a
tomar gosto pelas corridas de cavallos; a poca
era favoravel a urna mudanga as ragas cavalla-
res, pois qae a cavallarla oobrese achava em de-
cadencia, e com ella as pesadas armaduras : o
canho e o mosquete tomavam urna ascendencia
diante da qual ascouragas devain deaapparecer ;
em lugar dos pesados e fortes cavallos, at ento
em pregados pela nobreza guer reir, desejavarn-se
cavallos mais rpidos e mais leves ; o gosto das
corridas contribua muito para a metamorphose.
Queria-se ob-er um animal capaz da maior velo-
cidade possivel em am tempo dado.
A Europa nao possuia nenhum animal que cor-
respondesse a esta nova necessidade, mas elle
exista na Asia e na frica ; os cavallos barnos,
turcos, persas, rabes, ao aoimaea aobrios, ner-
vosos, mui rapidoa ; eram estes animaes os qae
iVIbuub. Mandaras-aa buscar garanhC
crasarem ae coas aa analhorai egoaa do paiz ;
productos machoa foram rente pello de em s-
calo excluidos da reprodoiclo, crosando-se as
fameas com novos g.r.ohea meridiooaes ; aeu
sangue foi sbsorvido. e por asaim dizer antihila-
do pelo do reproductor, cajo sello cada TOT nas
ae pronunciava de gerago am gerago
0 clima, a nutngo mala abundante! cuidados
mais assidaos operando juntamente eont o san-
gue das mais, tornarara a eatatura da raga mais
alta, derara-lbe maior solidez, e aioda maior ve-
locldade do que no rabe. A raga inglesa des-
appareceu e foi substituida por um cavallo araba
engrandecido, que ento lomou o nome depu-
ro sangue ingles, cajoa caracleree, decididamente
(liados, ae tranamittem nao somante na alliaoga
dos antmaea da raga entre si, porm mesmo se
imprimem sobre as ragas eotrangeiraa.
cavallo de corridaa am producto excepcio-
nal, e|como maitas vexes ba necessidade de am
cavallo que rena veloeldade mais solidez e
amplido, menoa iraacibilidade do que o puro
aaogueinglez, obter-ae-ha este typo aioda por
mel do ciusameoto, e se ter aieios-aangaes,
excedentes productos, sem duvids, mas que ss-
riam mus reprodactores. Os Ioglezes empregam
tambem o crusamento para obterem de seua ca-
vallos de corridas e das egass das outras ragas,
esses admiraveis cavallos da caga, esses hunters,
cuja creago tem tanta importancia na Ingla-
terra..
[Continuafse-ha.)
Variedades
PREVINAM-SE OS ACrORES.
Ha poacoa diaa poaemoa de prevengao os m-
sicos, afim de que livessem todo o cuidado de
nao engulir alguma porgo de liquido qae em
certos instrumentos de lato ae deposita, pois
que um tal descuido pode occaiionar um en-
vennamelo formal.
Agora dirigtmo-nos porm, aos actores com o
segair.le noticia, que transcrevemos do nosso
collega do Direito :
Eis um successo que prova o cuidado que
devem ter os actores ao empregarem a cor de
que usam no theatro.
O excedente baixo de Coveot-Garden, Mr
Zelgor, leve ltimamente, para deaempenha .
um dos seas pspeis, de Ungir de branco o blgodr
e a barba.
Havia apenas *20 minutos qae estava em scena,
comegou a sentir nausea e certo iocommodo in-
terior ; quiz aobrepr-ae a elle e continuar;
porm pouco tempo depois caa desmsiado nos
bragos de Tamberlick e Paure.
Retirado da scena e recoohecida pelo medico
a natureza do veneno, administrou-so-lhe um
vomitorio, e conseguirn) deter o mal.
Estes envenenamentos sao frequeotes, e ainda
que menos graves qao o de que se trata, alterara
pouco a pouco a side dos artistas, talvez sem
qae elles meamos o notem.
colera; quasi que nao pode conter-s : mas fa-
zeodo um appello a toda a sua energa, conse-
guiu comprimir as dores que Iba dilsceravam a
alma, e respoodeu com urna voz cuja calma e do-
gura aorpreoderam a Monck :
Queira ler a bondade de aentar-se, senhor,
eoavir-me cora lodaa attengoque reclama urna
entrevista aolemne e deciaiva. Mea pae ordenou
me qae o recebesse por esposo ; fazeodo-me com-
prehender que elle seria desgranado se ea recu-
sasse. Estou prompta a sabmetter-me....
A seobore coosente 1 exclamou Monck (Ilu-
dido pela calma appareote ereaigoago da joven.
Oh 1 Sra. D. Laura, obrigado 1 Nao esperava um
acolhiraento lo favoravel 1 ,
O senhor bem sabe que eu nao poda reca-
sar I Todava antes que pronuncie o sim decisi-
vo que o seohor exige, preciao qneaaiba, e que
saiba perfeitamente que lugar a sua futura mulher
pode reservar-lhe em seu corago. Nao quero o
engaar ; nao quero condemnar-me, ainda que
na apparencia, a urna eterna diesimulago... Tal-
vez qaa reQecllndo melhor na aorte que nos es-
pera,o senhor mude de resolugo....
Impossivel l disse Monck interrompendo-a.
Se este o Gm de sua entrevista, desde j lhe
digo que intil continuar. A aenhora j disse
qae consenta no nosso consorcio : quanto
basta.
Mas, senhor, replicoa Laura com energa
cajo impeto nao pode cooter, en nao o amo l
Bem sei, respoodea Monck. Por ora islo
nada quer dizer. O nosso casamento ha de ce-
lebnr-se d'aqui a alguna mezes ; e por tanto a
seohora ter tempo de tornar-se mais justa para
comigo. Em todo o caso, quando usar do meu no-
me, empregareia minha riqueza em dar-lbe ama
vida to esplendida, to opulenta, e lo digna de
inveja, que a senhora ha de ver-se oecessaria
mente propensa a ter algum amor ao homem que
assim despejar sob seos passos monles de ouro I
Seohor, eu lhe pego, nao alimente essa va
esperanga, toroou Laura vlvameote agitada. Nao
posso cooaenti-lo.... pois aioto que nunca o ama-
rai: por maia que quizeaae, por mais que recor-
resse s torgas da minha alma, nunca consegui-
ra fazer brotar no meu corago urna scentelba de
amor pelo senhor.
Como quizer, disse Monck. Entretanto ha-
vemos.de ver.
Laura senta abater-ae o sea principal designio
vista do lora glacial com que Monck lhe falla-
va, e do olhar penetrante que nella fixava com
insolencia. Esperou que lbe seria fcil obriga-
lo reoaociar por si mesmo a esse fstsl consorcio
movido oa pela sappliea, oa pela perspectiva
de ama vida de ddr e desespero.
Porem a averso e iodigoago que lhe inspira -
va o homem que tinha na aua presenga, lhe ha-
viam feito esquecer quasi de todo esse premedi-
tado papel de supplicas e humiliago.
Depois de alguna instantes de silencio conse-
gua am poaco de imperio sobre si mesma, e ex-
plicou com a voz tranquilla :
Oh I senhor, compadegs-se de mim; nao me
ligue i si como ana oicrara. t sea senbor, nao
OS LADRoES INLEZES.
Eis como o jornal La Meus, coota urna genti-
leza destes industriosos em que tanto ahonda a
capital da commerciante Inglaterra :
Tres nossos honrados coocidados, bem
coohecidos na aociedade ligera, que foram visitar
a exposigo de Londres, acabam de ser viclimss
de um roubo, executado de modo estraoho, n'um
dos melbores hoteis de Londres.
a Os tres amigos, fitigados da longa visita 5
exposigo, descaogavam em fofas camas, entre-
gues s doguraa de um somno reparador, quando
habis pick-pockls (ladroes) penetraram no quartb
para oa roubar.
Sabido que o ladro loglez o mais fino do
entre todos os dessa classe aspalhadoa por este
mundo.
< Cida am dos seas roubos digno de ama
patente de invango.
Parece qae os tres liegeses, recoohecidos
iodabltavelmente por homens ricos, cairam em
moa de ladroes de primeira qualidade, porque
nenhum dos tres acordou ao ruido que se devla
fazer para penetrar no quarto e roubar-lbes o
Ihesouro.
Grande foi o espanto da victimas quando
depois de dormirem at j pela tarde dentro,
acordaram e viram tudo em desordem no quarto,
as algibeirss dos tactos rolladas de dentro para
fora, abenas as gavetas, e tado remecbldo.
a A nrimeira cousa que Ihes lembrou foi ser
aquillo ara gracejo de algum dos companheiros,
que acordara primeiro ; maa por fim tlveram de
render-ae evidencia porque o dinheiro tinha
deaapparecido.
a Gomo porm, era possivel que nenhum
desperlasse, ao ruido daqaella operago?!
< Cbamou-se um policemen este com o faro
que distinguen) tal classe de empregados, to
habis egualmente como os mesmos ladroes, des-
cobriu por fim a um canto do quarto am frasco
de chlorolormio.
Fra com eale soporfero qae os pick-pockts
se baviam nssegurado a impunidade, adorme-
ceodo oa tres viajantes.
NOVA TORRE DE BABEL.
Nao deixa de aer cariosa a segoiote relago do
cosmopolltaeismo que reina em Noguncia. Um
jornal daquella cidade diz o aeguiole :
c Allema a nossa liogua, o governo Hes-
se-gran ducal, a religio romana, austraco o
governo da fortaleza, e prussiaoo o seu comman-
danle ; o correio perleoce a Tour e Taxis ; a
oosaa administrago de gaz badeza, telegra-
pho bavaro, etc., etc.
Pelo que cima notamos, Moguncia ama
como torre de Babel, onde se fallam e confun-
dem oa idiomas de muitos povos.
(Nardo.)
rae coodemne a urna sorte tao terrivel 1 O di-
nbeiro para o senhor pode aer origem de felicida-
de ; mas para mim elle nada : ea tenbo neces-
sidade de amar, de viver pelo corago. Uoir-me
ao Sr. o mesmo que condemnar-me a ama nou-
te eterna o sombra, a urna vida prematuramente
desprovida de todo o aentimanto de ternura e de
afleigao I
Nao lia de ser tanto assim. A senhora ve
as cousas por um prisma muito escuro, respoo-
deu Monck com ama vos que quera tornar con-
soladora, mas qae bem atiesta?a a aua insensi-
bilidade.
Se a minha ddr, se o grito partido d'alma nao
o commovem, teoha ao menoa compaixo de ai
mesmo. O Sr. julga que ae pode viver na Ierra
sem amor: dia vira em que hade conhecer o aeu
engao. Receba-me por sua espoaaserei a seu
lado urna pobre victima votada ao martyrio, urna
estatua gelada do dever e da submisso. Nem
urna a palavrs de affeigo sahir da minha boc-
ea ; por que essa palavra seria ama mentira. Oh I
Sr. Monck ser bem desgranado comigo 1
Monck levantou-ae, e como se nenhuma atten-
cao tivesse prestado supplica de Laura, diase-
lhe com urna certa impaciencia :
Sei quanto basta. Sea pae est minha
espera ; tenho que fallar-lhe de am negocio ar-
gente qae promette bons lacros. Em resultado
a senhora, consente no nosso casameoto?
A esta pergaota feila com todo o sangae fro
Laara tornou-ae paluda como am cadver.
Conaente ? repeta Monck.
E o senhor, perguntou a joven com vozsec-
ca e com os labioa trmulos, aceita a vida qae lhe
aonuncia ?
Porqae nao ? disse Monck filando na pobre
moga um olhar de triampho. Eapero a aua res-
posta, senhora.
Laura eateodeu-lhe a mo, e disse com a voz
surda, porm firmemente acenlaada :
Pola bem, campra-se o mea deslino I Se-
rei aua esposa.... Vamos agora alegrar mea pae
com esta boa noticia I
Urna palavra ainda, senhora, disse Monck
retando a. Acaitei as suas condigOes, devotam-
bem propor-lhe urna por minha parte. Se ver-
dade que nunca me hade amar, ao menoa eapero
que aos olhos do muodo se porte como urna mu-
lber que respeita seu marido. Fechar o sea co-
rago para todos, e camprlr os seus deveres pa-
ra comigo, como convm a urna aenhora ho-
nesta.
Laara ao ultimo poulo ofTsndida com estas pa-
lavras levaotou a cabega com orgulho, e Qtou em
Monck um olbar cheio do mais soberano despre-
zo. No brilho que langavam os seas olhos haviam
tanta altivez a deadem, qae o aeu impudente in-
terlocutor aeotiu-ae por ioatantea perturbado, e
ao sea pesar opprimldo ante essa atlitude to
digna eto nobre.
Mas logo cooseguiu dominar a sua agilago, e
replicou em tom de irona :
Qaer dizer que nada tenho araceiarpor ea-
se lado? Taoto melhor, senhora, Julgome felia
por ver que a o pensamento de urna culpa a tor-
na por esaj modo indignada. Vamoa ao encontr
de aea pae; tambem elle tem motlvoa para rego-
aijar-aa com o sea consentimento.
Laara aeguiu o seu noivo sem dar-so ao tra-
balho de dissimular a averso o desgoslo que sa
desenhavam em sua phisionomia ; ao mesmo lem-
po que o aeu aodar era firme, e demonatrava
ama resolugo corajoso oa o triampho de am
momento de exaltago febril.
Um quarto de hora depoia Kemeoaer acmpa-
nbava at a porta da roa o aeu futuro genre.
Monck mostrava-se satisfeito, e eontiouava a de-
senvolver os seas planos e emprezas financeirasv
No momento em qae Kemenaer abria a porta-,,
e por polidez preparava-ae para deixar a sua vi-
sita ajem do limiar, Bertboldo levava justamente
mo ao cordo da aineta para tocar.
Monck tirou o seu chapeo com signaos irnicos
de respeito, e sorrindo-se disse ao mancebo, es-
tupefacto :
Nao ae incommode, Sr. Robyo, o aenhor
deseja ter noticias de D. Laura, nao ? Pois
voa dar-lh'as e muilo recentes. A Srs. 1).
Laura vaa caaar-ae; aceitou de seu molo pro-
prio a mo de um homem que pode assegarar-
lbe no mondo ama poaigo conveniente. Nao
verdade, Sr. Kemenaer, qae aua filha aceilou a
mo de aeu amigo Monck ?
De Monck T exclamen o mancebo com a voz
quasi inintilligivel. Lauramulher.de um trai-
dor I
E com oa olhoa dilatadoa, a bocea abarta en-
carava o Sr. Kamenaer como se nao podesse
crer nessa terrivel noticia.
E' verdade, balbuciou Kemenaer com ar
confuso.
Assim pola, Sr. Robyn, replicoa Monck te ji
ufano, de boje em dianle tenha a bondade de es-
quecer-sedocaminho desta casa em que babi'<& a
minha noiva.
Bertboldo eatava extrsordioariamente lvido ;
um grito medooho escapou ae-lhe do paito.; re -
cuou como louco e com os dentes cerrados ; pa-
receu dobrar-se sobre si mesmo como o lea o
prestes a laogar-se sobre o seu inimigo, e com o
olhsr scintllante das chammaa da vinganga ex-
clamou :
Primeiro o mea patrimonio...... depois a
minha muito amada I E vens ainda insultara
minha dor ? Demonio, monslro infernal, queres
forgar-me a commetter um crime ?....
A vox trmula de Bertholdo, e aschsmmas que
despediam os seas olhos aasuslaram vivamente a
Moock e a Kemenaer. Ambos recuaram com
precipitago para o voslibolo, e o ex-escrevenla
empurroa a porta com violencia.
Bertholdo demorou-ae ainda alguns momentos
com aa feigea contrahidaa, encarando filamente
aquella porta que acabara de fechar-ae dlaute
de ai : e final soltando um grito de desespero,
re tirou-se com passos vaclllaotes, e com gestos
que bem poderiam faze-lo passar por am louco
(Conlinuar-M-Aa.)
PERNAMBUCO.-TYP. DE M.F. DEF.4 FIH10,
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