Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09587


This item is only available as the following downloads:


Full Text
>
*
AI10 IIIVIIL 1DMER0180
Por tres mezes adantados 51000
Ptrtretaeze vencidos 6$000
.-**r
0D1RTA HIRl 6 DE AGOSTO DE lili
Pr iddo adliotado 19|00O
Porte frueo tara o sobserlotor
!
DIARIO
BJ1CAKREGADOS DA SUBSCB1PCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alaxandrioo da Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marque da Silva;
Arasaiy, o Sr. A. da Lemos Braga; Cear o Sr.
i. Jos da Olireira; Maraoho, o Sr. Joaqun)
Marque* Rodrigue; Para, Maooel Pinhairo 4
C; Amaionae.o Sr. Jerooymo da Coala.
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PCAO DO SDl
Atagas.oSr. Claadioo Faleo Dias; Baha,
Sr. Joa Martin Alve; Rio do Janeiro, o Sr.
Joa Paraira Martin.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
O linda todos os dias as 9 V horas do di.
Igaarass, Goianna, Parahyba as ssgmndaa
a sexlas-feiras.
S. Anto, Beierros, Bonito, Cariar, Altinho
Garanhuna as Urcaa-feirai.
Pao d'Alho, Nazarelb. Limoeiro, Brejo, Pes-
qaeira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Viata.
Ouricarye Ex n as qua. tas-eira*.
Cabo, Serinhem, Rio Forrooao, Uoa.Barreiroa
Agua Preta, Pimentelras Natal qlintas feiraa.
(Todos oa corraioa partam aa 10 horas da macha


IPHEMERIDBS DO MEZ DE JL'I.HO.
4 Quarto crascante as 8 horas e 20 minuto
manhaa:
12 Laa chela ao 2 ruin te* da manhaa.
18 Quarto mingaant is2 horas e 32 minutos
tarda.
26 Lia ora aa 6 horas 24 minutos da man
PPEAMAR DE UOJE.
Primairo aoa 51 oiinatoa da manht.
Segando aos 30 minutos da tarda.
d
da
rARTIDA DOS TarORES COSTBIHOS.
Para anl ate Alagoaa i 5 20; para o norte
at a Granja 14 e 29 de aada mes.
part;* dos ommbcs.
Psrs Recite: do Apipueos s 6 1)2, 7, 7 I [2, 8
e.8 1|2 da m.; de Olivia s 8 da m. 6 da t.; de
Jaboato Hl 1|2 da m.; do Caxang Yanta
s 7 da m.; de Btmfica s 8 di m.
Do Recite : para o Apipucoi a 3 1|2, 4, 4 l|4J
4 1|2, 5,11(4, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda a 7
da m. o 8 Ij2 da t.; para Jaboato a 4 da t.;p*.-a
o Caxan e Farxca s 4 li2da t.: para Btmfica
as 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAE9 DA CAPITAL.
fribinal do commereio : segundas c qnintaa.
Relagio: tarca e aabbadoa a 10 horas.
Faxenda : quintas s 10 hora.
Juizo do commereio : segundea ao mel da.
Dito de orphaos: torgas e sextas s 10 horas.
Primeira rara do irel: tarjas extaaae meio
dia.
Seganda Tara do cirel: qisrtass sabbados If
hora da Urde.
DAS DA SEMANA.
4 Segunda S. Domingo de Gusroo fudalor.
5 Tere. N. S. das eras, S. Osvaldo.
6 Qj/iU TrensliguraSo de Chriito.
7 Uuilta. S. Caelano fundador dos The.'lioo.
8 Sexta. S. Cyriaco diac. ; i. Efiliano b.
9 Satinado. S. Romo ; ?. Veri-iaoo m.
10 Dmiuga. S Loaren^o m. ; S. Asteria r. ro.
ASSIGNA-SE
no Recife, en? a livraria da praei da Icepea--
denct d.6 e8. .-toa proprietarloa Haooel Fice ai-
ro i daFaria 4 Fllho.
Aviso.
Sendo nos regular em a re-
messa do Diario aos assiguan-
tes do interior desta. provin-
cia e das d y norte e sul do im-
perio, sorprende-nos sempre
as queixas que recebemos, e
por isso pedimos-ihe queirain
indicar em suas cartas de re-
cia m a cao nao s os nmeros
quelhes faltam, como as da-
tas dos correios em que de-
viam elles ir, afim de que pos-
samos pedir providencias
quem de direito competir, e
obter favoravel remedio.
solre cooceder-lbe tres mezes de licen^i com
encmenlo, na forma de lei, para tratar de sua
saude tora daquelles termo.
Dita.O presidente da provincia attendendo
ao que requereu Maooel de Carralho Paes de An-
drade, ecrivo do juiz especial do commereio
desta cidada, e em viata da informado ministra-
da pelo repecvo juiz de direito, resolre conce-
der-lhe 6 mezes de licenca para tratar de sua
aude.
Dita.O presidente ds prorincia attendendo ao
que requereu Francisco Jos de Souzs, proessor
publico de Instrutcao elementar de Timbauba.re-
solve de confurmidade com o % Io do artigo 31 da
lei n. 369 de 14 de maio de 1855, e de accordo
com a informaban do director geral da instrueco
publica de 89 de julho ultimo, sub u. 172, ouvi-
do o cooselho director, conceder ao referido pro-
feor a gratincaco correspondente a quarts par-
le do eu ordenado, fisto cootar mais de rile e
cinco annos de magisterio.
Dita.No termo da condigao 9a daa anne-
xas do decreto n. 2,513 de 17 de dezembro
de 1859. mandem o Sr. agente da compa-
nhia brasileira de paquetes a rapor trans-
portar para a Bhis no primeiro vapor que seguir
para o tul, sendo o excesso de peo. se bourer,
por conta do ministerio da guerra, os caixes
contando o* artigo de fardamento qoe tem de
ser remeltidos pelo arsenal de guerra psra o 10
batalhao de infantaria.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 2 de agoste de
18G8
Officio ao Erm. presidente da prorincia da Ba-
bia.Da inclusa copia do officio do brigadeiro
commaodante fls arma, de hontero, datado, ob
n. 1,476, ver V. Exc. queja se deram a con-
venientes ordens, no sentido de recolherem-se a
esta capital e poderem seguir par essa proin-
cla, a pravas do 10 bstalho de infantaria que
ae acharo destacada no presidio de Femando.
Fies assim respondido o officio que V. Exc. ae
servio dirigir-me em 23 de julho ultimo.
Dito aocororaandante das armas.Em resposta
" offlcio de V. Exc, de honlem datado, sob n.
1,473, tenho a dizer-lhe que nesta data deter-
mino a theouraria de faienda, que mande ajus
zar as conta do tenenta-caoello do exercito
Fr. David da Natividade de Nossa Senhora, que
tem da recolher-se a corte em comprmanlo das
ordens imperiae, deixando de providenciar so-
bre a ultima parta do requerimeato do mesmo
capello por nao ter elle indicado a provincia
em que coosignoa a prestiQao meosal de 20{t000,
cuja soipenso solicita : o que V. Exc. sesirri-
ra defazer constar ao peticionario.
Dito ao mesmo.Parlicipando-me o respectivo
commandeote superior interino qae o major A-
lexandre Augusto de Frisa Villar passou a quem
competa ocommaodo interino do 1* batalhao
de arlilharia da guarda nacional deile munici-
pio, a cea prompi m agufr para a edrte :
assim o commuoico a V. Exc. a Qm deque te-
nha execuQao o aviso do ministerio da guerra do
Iodo mez psssado, prerino-o de que flcam ex-
pendidas a conveniente ordens para qae o re-
ferido major sejs para alli transportado no vapor
que se espera do norte.Officiou-se ao comman-
dante superior e ao agente ds companhia Per-
nambucana.
Dito ao chfe de polica.Avista da informa-
c&o natta dais prestada pelo desembargador pro-
redor da ssnla cata da Misericordia, pode V. S.
msnlar recolher ao hospiti! Pedro II a mitera-
re Francisca Mara do Espirito Santo que ae acha
gravemente enferma, e da que tr-ta o seu officio
de 31 do mez lindo n. 1,174.Communieou-se
ao Dr. Joaquim de Souxa Reit mordomo da san-
ta casa da Misericordia.
Dito ao inspector da tbesouraria de fazeoda.
Transmiti a V. S. para aeu conhecimenlo e di-
rec;ao, copia do officio que em 14 do mez pas-
sado dirigio-me o juiz municipal do lermo do
Limoeiro com referencia ao resto da ambulan-
cias remedidas para soccorro dos indigentes a-
commettidos di epidemia na comarca d'aquelle
Dome, e que ae maodou vender de conformids-
de com a informado de V. S. d. 516 de 6 de ju-
cho ultimo.
Dito ao mesmo.Attendendo ao que represen-
ta o Exm. brigndeiro commaodante daa armas em
officio n. 1,472 do Io do correte, baja V. S. de
mandar abonar por adiaolamento aos officiaes e
pragaa de pret qae destacam para a Villa-Bella,
e tem de seguir em diligencia para o interior da
provincia os respectivos vencimentos at o fim
do correte mez, seodo salisfeilos o pret e fo-
lba que acompaobra o referido officio, e que ora
envi a V. S.
Dilo ao mesmo.Attendendo ao que V.S. so-
licito* em seu officio de hoje ob n. 713, o au-
toriso a despender aob nimba responsabilizado
no termos do 7". arligo 5* do desreto o. 2884
dolde feverciro deste anno at a quanlia de
sete contos dnzeotoa trinta e dous mil e sete-
centoa riscom as despesas que aiada ae tem de
azer por conta de verbaJustinade prtmeira
instancia no exercicio prximo lindo, como ae v
das demonstrares que vleram anoexasao citado
officio.
Dito ao ospector da thesouraria provincial.
Estando em termo os documentos aonexor ao
Incluso requerimeoto de Antonio Coogalvesde
Azevedo, como procurador de Faustino deSou-
xs Ferrai, e a que ae refere a iuforroaejio junta
por copia do chefe de polica maoda V. S. pagar
a quanlia de 179j80O rs. despendido com o u*-
tsntodos preaoi pobres da cadeia da Villa-Bol-
la dos metes de Janeiro maio desle anno.
Dito ao capitodo porlo.Cora este officio se-
o aprsenla los a V. S. os recrutas Aflooso Va-
lem;a de Santa F, e Manoel Mauricio dos Sao-
tos, a Qm de que Ihes d o conveniente desti-
no depoisdeisopeecionados.
Dito ao director do arsenal de guerra.Em
observancia do aviso da reparttgo da guerra de
11 de julho ultimo mande V. S. foroeeer a forta-
leza do Cabedelo na Parahiba a plvora a muui-
coea de guerra comanles di nota Inclusa por
copia.
Dito ao commaodante do corpo de polica.__
Pelo officio de V. S. n. 339 do 1 do correte,
fiquei iciente de que o cabo de esquadra da sec-
c.o volunte do corpo sob seu coromando Pau-
lino Marque da Silva, tendo coocluido o aeu
engajamenlo, contrahio novo depois de juigado
para isso apio:
Dito ao mesroo.A vista do alteslado junio ao
seu officio n. 310 dol" do correte, pode V. S.
mandar dar baixa aogaarda da s.cco urbana Jo
corpo sob seu commaudo Antonio Jos da Me-
deiros.
Dilo ao mesmo.ExpeQi V. S- suas ordens
para que urna das pragaa destacadas ua villa do
Cabo se aprsenle ao delegado do termo de Ipo-
juca para o Qm solicitado pelo Dr. chefe de po-
lica ioterino em officio o. 1,166 de 29 do mez
paasado, sobre o que informou V. s. em dala de
31 do mesmo mez e officio n. 337.
Dilo ao commaodante superior da Olinda e
Igaarass -Pelo officio de V. S. de 28 do mez
pretrito flquei sciebte de ter sido adiada para a
aegunda domioga deste mez a revito do conse-
ibo de revista da guarda nacional do municipio
de Igaarass, pelo motivo constante do seu cita,
do officio.
Portarla.O presidente da provincia atienden-
do ao que requereu o bacharel Marcos Correia ds
Camera Tamarindo, juiz municipal e de orphaos
dos termos retiidos de Villa Bella e Flores, re-
Despachos do da Z de agosto.
ftequerimentot.
Anna Thereza de Jess.Informe o Sr. Ios-
pretor do arsenal de marinba.
Frederlco Miguel de Soasa.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazonda.
Al fe i es leo r i que Luiz Per eir de I.yra A vis-
ia da informarlo do commaodante superior, co-
mo requer.
Henrique Antonio Francisco Dornellas.Pres-
ta o supplicante por meio de exame, na formada
lei, a prova de capacidade para o magisterio.
Jos III, Africano livre.Informe o Sr: direc-
tor do arsenal de guerra.
Jos Francisco de SouzaPaise portarla conce-
dendo ao supplicante a graliflcago corresponden-
te a quarta prestaco de seu ordenado, nos ter-
mos do Io do art. 31 da lei o. 369 de 14 de
maio de 1855.
Bacharel Marcos Correia da Cmara Tamarln
do.Passe portara concedendo a licenca reque-
rida na forma da lei.
Manoel da Costa Ribelro.Passe portara con-
cedendo se provitorimeote a prorogasao reque-
rida, porm sem vencimentos, nos termos do arti-
go 8 do decreto n. 247 de 15 da novembro de
1842.
Reparlico da polica.
Delegaeia de polica lo primeiro
iisirlcco do termo do JBeclfc, 3
de julho de 186,
lilla). Sr.Pela communicaede que recebi
dos subdelegados de polica do disiricto de minha
jurisduco, os crimes e (setos policiaes occorti-
dos na semana anterior ao os segantes :
No districto de S. Jos, somenle foram presos
e recolhidos casa de delenrao ordem do res-
pectivo subdelegado, Marttobo dos Santos, criou-
lo, sem prosso, disposf;io delta delegada,
Beoto Jos da Roa, preto sem proflsso, por
insulto, e Adalberto, pardo, eteravo do Dr. -
rolioo Fraociaco de Lima Santo, por fgido, Jor
s Joaquim de Sant'Ano, pardo, gaobador, poe
desobediencia, Felicidade Peres da Lu, parda
Luiza Maris da Conceico, preta fateira, por bri-
ga.
No districto de S. Antonio, alem de se ter in-
quirido duas testemunba no procesto em que
reo pelo crime de morte, o preto Gaspar, eicra-
vode Joa Leopoldo da Silva, ioqairiram-seduaa
testemunbas no procesio em que reo preso
Boa ven tora Jos Candido, por crime de feri-
menlos, sendo depois interrogado, a por se ter
concluido o numero legal de testemaohas, (ez-se
os autos com visls ao Dr. promotor publico do
termo, que requeres a pronuncia no artigo 201
do cdigo criminal : tendo da maii sido interro-
gado Jos Joaquim da Silva, preso para averi-
guares em crime de estellionato, e sendo corri-
do nessa occasio lbe foi encontrado um caive-
te de mola, pelo que se fez o devido auto de
achada am de ser processado por eise crime ;
tendo aioda mais sido preso e recolhidos casa
de detencao ordem do respectivo subdelegado,
Jos Joaquim da Silva, semi-branco, solteiro,
para averiguares em crime de estellionato ; Ma-
ra Joaquina do Nascimento, parda solteira, en-
gommadeira, Antonio Francisco de Paula Bene-
vlde, Mnoel Elias, pardo cassdo, Manoel de
Soma Ferraz, por deslurbios, Manoel Ferreira
do Nascimento. preto ganbador, por suspeito de
ser escravo, Manoel da Cmara, branco, portu-
guez, por embriaguez, Joao, escravo de Antonio
Sergio Muniz, por ser encootrado depois do to-
que de recolher, Jos Mendes da Silva, por bri-
gs, e bem atsim o preto Joo, ascravo de Anto-
nio Joa oosalve Pire Ferreira, por andar f-
gido.
No districto de Sao Frei Pedro Gonsilres do
Recife, foram presos e recolhidos casa de de-
lengao ordem do respectivo subdelegado Dogo
Sos res a'Albuquerque, Agoslinho Maooel do as-
cimento, prelo, e Beroamino Francisco Jaoquei-
ra, porluguez, por insulto, Joa Italiano, por
embriaguez e briga, Fraociaco de Paula Matlos,
branco, por crime de tomada de presos, com vio-
lencia, Marcos, pardo, escravo de Amaro de tal,
pelo crime de furto, Francisco, preto, escravo
dos legatarios de Jos Ciaudioo Leite, a requisi-
Co de 'Augusto Coelho Leite, SeraQm Borges
d'Oliveira, portugus, por briga. Manoel, rjreto,
escravo de Guilherme Augusto Ricardo, e Bene-
dicto, preto, escravo, a requisicao de seus se-
nhores e de Domiogos Joa da Costa Lagos.
No districto da Ba-Vista, apenas foram pre-
sos e recolhidos casa de deleoco ordem do
respectivo subdelegado Francisco Caetano de Me
delro. Jos de Hollauda, carroceiro, por insul-
to, Manoal Felippe da Hora, por ter ido en-
contrada, deshora, com um compao, e pa-
raavangaacoea em o crime de espancameotos
fmtos em Manoel Peraira Garca, e bem assim
DamiSo Lopes Pereira Guimares, por espanca-
mentas.
No i districto da Capuoga ; nicamente foram
presos ordem do respectivo subdelegado, e re-
colhidos casa de detencao, Paulino Baptista
d'Albuquerque, pardo, pelo crime de estupro,
comnteUido em a menor, parda, Ciclia Celesti-
na da Brito, a um escravo de Joa Teixeira Bas-
to, por andar fgido ; no dia 17 do correte a
11 horas do dia fez velloria no cadver da preta
Isabel, escrava da Antonio Cesado Moreira Dias,
que foi eocootrado encalhado no porto, decla-
rando os me neos ter sido a morte consequenci
de asphixia por submergo.
No districto des Affogado, slem de se ter ul-
timado a requisicao de testemanhaa no processo
iostaurado cootra Maooel Vicente Ferreira, preso
em flagrante, pelos ferimentos feitos oa pessoa
da preta Delphina Mara da Conceico, que foi
com vista ao Dr. promotor publico do termo para
requerer o que de direito for; foi preso a ordem
do respectivo subdelegado e recolhido casi de
detencao, Mana da Luz, preta, para arerigua-
o em crime de roubo.
No districto do Pogo da Panella, alem de s* ter I
inquirido testemunbas do procesao ex-officio
contra Jos Jacquea Barboza e Ludger Gomes de
Sant'Anna, peto crime de ferimentos e offensas
physica feitas em o prelo Jacob, escraro do Dr.
Joaquim Francisco de Miranda ; a requerimento
do Dr. Juvencio Alves Ribeiro da Silva, proce-
deu-se auto de perguntaa Joo Neporaoceno
Ribeiro, para averiguares em crime de estellio-
nato, tendo demais, aido preso e recolhido ca-
sa de detencao, a ordem do respectivo subdele-
gado, o pardo Antonio Flix de Jess, por em-
briaguez e iosultos.
No districto da Varzea, apenas foram presos e
recolhidos a casa de detencao ordem do respec-.
tivo subdelegado, QutDtino Paes Barreto, Gsldl-*
do Paes Barreto, Affongo Valeoclo da Sant F.
Miguel Remiro da Conceico, Jos Francisco da
Silva, e Antonio de S>uia Campos, por insolen-
cias e desturbios, e Thomaz Aotooio, por farto
de cavaiios: Analmente a delegacia de polica do
pnmelro districto do termo do Recife, alem das
communicaede* que fi a chefatura de polica e
do lente coronel, subdelegado de polica do
dislrlcto de S. Jos, no sentido de ter recrudescl
do o cholera morbus no lugar denominado largo
dos Coqueirosoa raa Imperial ; fez alguos inter-
rogatorios sobre diversos factos criminosos, fez
com vista ao promotor publico, o precesso em
qoe reo Juvino Machado Caroeiro Ros pelo
crime de eitellionalo, por queixa dada por Lino
de Ferias; proouociou, iocurso as penas do ar-
tigo 201 do cdigo criminal, aujaitaodo-o a pri-
lo e livramento, o estudante Maooel Joaquim
Gavalcaote d'Albuquarque. pelo crime de ofen-
sas physicas feitas em Laditlu de Sena Santia-
go, que qaeixou-se; pelo que foi ordenado a
priso, nao tendo porem se resliaado em conse-
queocia de ter o querellado requerido fianga,
tendo nao obstante isso, prendido sua ordem e
recolhido casa de detencao Joo Aotonio Fer-
reira, Jos Loureoco do Nascimento Pavo, para
recrutas, Vicente Luriua-Alvea de Figueiredo, e
Ionocencio Rodrigues Lima, por ae lorem oppos-
to a urna priso : Jos Bento Sabino, por distur-
bio e Mari Joaquina do Nascimento, por inso-
lencias e briga ; tendo feito recolher ao quartel
de policia, um msico do 2' batalhao de fusilei-
ros, por disturbios.
Deus guarde a V. S.Illm. Sr. Dr. Carlos da
Cerqueira Pinto, digno juiz de direito e chefe de
polica da prorincia.O delegado suppleote
Jos Antonio Correa da Silva.
INTERUR
a
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
Discursos dos Srs. Drs. Jeronyme Vil-
lela de Castro Tavares e Francisco
Raphael de Mello Kego, ua sesso de
17 de julho,
ORgAMENTO DA GUERRA.
Eotra em 2a discusso o ornamento na parte
relativa ao ministario da guerra.
O Sr. Villela Tarares (alinelo): Sr. prn-
dente, talrez pareca estranho ao honrado Sr. Mi-
nistro da guerra queeu, nao tendo feito estudos
positivo a respeilo dos negocios que correm pe-
la repartiso da guerra, me proponha a fallar so-
bre elles, tomando assim o tempo qnelles que
com proQciencia podem tratar desses negocios.
Mas, Sr. presidente, aoa que apreaeotarem esta
obserrsgo eu potso responder que em quasi to-
das as materias, e principalmente nestas, de que
ora no oceupamo, ha urna parte tecboica e pra-
tica, e oulra philosopbica e racional; e me parece
quaoto a esta segunda, que posso dizer algama
couia, lato pdde a mtoha razo alcaoQar o que
ajusto, Decenario, e mesmo til e conreocnte
fazer-se com relago aos negocios da reparlico
da guerra. (Apoiados.)
Priocipiarei, Sr. presidente, pela secretarla de
estado do negocios da guerra, e desde j decla-
ro cmara e ao honrado Sr. mioistro qae se
acha presenta, que em todo o meu discurso to-
marel como guia, como pharol, o relatorio apre-
eotsdo pelo oobra ex-ministro da guerra, o Sr.
marques de Caxias.
Stgundo se acha escripto neste relatorio, S.
Exc. julga excessiro, extraordinario o pessoal
dessa reparli;o ; entao.de qae nao derem ser pro-
ridos algaos lugares que eito ragos, porque sao
de maia, e at pede, se me nao eogaoo, a sup-
pressao de todos os smnouenses. ( Apoiados. )
Pergunlo nobre commisso de orcamento se.
attendendo a este peosamento, que me parece
justo, do nobre ex-mioistro da guerra, fez essa
reduc;o; pergunto ao nobre ministro da guerra,
que me est ourindo. se com effelto eoteode tam-
bera que extraordioario o pessoal existente nes-
a secretaria, e se coocorda na suppresso dos
cinco amanuenies. Creio que esta idt nao p Je
passar desapercebida.
Trataodo dos meltiorameotos concernenles re
partic&oda guerra, S. Exc. o Sr. marquez de Ca-
xias enteode que conveniente ao servigo mili-
lar urna mudao;a de nomes, islo actualmente
a secretaria da guerra conta quatro directoras
cora o aeguiote nomes: pnmeira, segunda, ter-
ceira e quarta directora.
S. Exc. acha, porm, em seus estudos, em sua
pralica, que isso nao bom ; quer enlo que a
pnmeira directora se chamedirectora central,
ou do BaDini <*< c-- tro; a segundadirecto-
*-- ercito ; a terceiradirectora
do material de guerra ; e a quartadirectora de
coDlabiltdade.
O Sr. Silreira Lobo: Sao nomes mais pom-
posos.
O Sr. Villels Tavsres:Nao sel se sao oa oo
nomes mais pomposos; o que sei qae o Sr.
marquez de Caxias aprsenla eata medida como
oecessaria, como um melhorarieoto para o ser-
vico, elle que profissiooal; a pois devo crer
que ha nisso sabedoria militar. Assim desojara
tambera que o actual Sr. ministro da guerra dos
dissesse se concorda com essa mudenca de no-
mes.
Referindo-se ao cooselho sapremo militar, S.
Exc. o Sr. marquez de Caxias de opinio que
por ora nenbum melhoramealo se pode azer nes-
ta ioslituico, visto como esse melhoramealo de-
pende esseocialmeote da promulgaco dos cdi-
gos penal e do processo militar.
Igooro, Sr. presidente, porque nao sou versado
oa legislsco militar, nem me tenho dado ao es-
ludo da orgaoiaaco do cooselho aupremo militar,
qaal a reforma de que carece esse tribunal, e
nem se essa reforma, qualquer queseja, dependo
essencialmente da promulgajio desses codicos
penal e do procelas militar; quer me parecer
que nao; mas, quando depaoda, eu lamento que
tendo sido apreseotados ha tanto tempo um cdi-
go penal militar e outro do processo militar pelo
honrado Sr. Dr. Magalhes Castro, e que teodo
sido esses cdigos remeltidos a urna commisso
da cmara doa Srs. deputados, e pelo gorerno
seceo do conselho de estado, de marinha a guer-
ra, anda oem urna nem outra teoham dado o seo
parecer sobre elles; de modo que o exercito bra -
leiro cootina a ser regido Desta parte por urna
legulacio auachroDka e defeituoia, que j nao
recebada no proprio palz don le a importamos.
(Multo apoiado.) r
O Sr. Silveira Lobo:Apoiadlssimo
O Sr. Villela Tarares: Tratando "do pessoal
do exercito, S. Exc. no seo relatorio asseota que
nao podemos ter um exercito regalar tea qae a
subtdn
p rali a]
postos I
O sea,
oiente
forja armada se divida em tres clanes : corpos de
guaroicoes de prorincia, corpos e policia, e do
exercito propriamente ditos, quaes derem estar
as fronteira, e nesta edrt como centro, doode
com man facilidade podem eguir para o desli-
no que se quizar.
Nao sei ae o nobre Sr. ministro da guerra tem
tambera o mesmo pensametTto, ou e, como me
parece, enteode, ao menos emquanto nao esti-
rermo em melhores condicoes, que divisoda
orca armada nicamente em forca de lioha e
guarda nacional., como actualmente ae atba,
a mal' conveniente e facilita mais o serrico pu-
blico.
Creio, porm, que este peosamento do nobre
marquez de Caxias estars de accordo com o do
honrado Sr. ex-mioistro da jusiic.a, quaodo pre-
tenda crear pelos termos ou caraarcas os seos
milicianos aisalariados para fazerem a policia do
lugar.
Nao sei se este mosslco de tropas, se tantas
clasaes de corpos sero convenientes ao servico
mililar.
Desejara a este respeilo aer esclarecido pelo
honrado Sr. mioistro da guerra para poder ajuizar
conscraocioiameote sobre etie assumpto, que
alias importante.
O Sr. Bello:Ese mosaico j existe hoje.
O Sr. Villela Tarare: Se j existe eoto a
idea nao oova; eeacusava lembra la ... S. Exc.
o Sr. marquez de Caxias, no peniamento de eco-
nomisar os dioheiros publico, e eatou que mes-
mo da melhor regulsrisar o exercito, consigna
no seu relatorio urna outra idea, sobre a qual
tambam desojo ouvir a opinio do hoorado Sr.
ministro da guerra.
O Sr. marques de Caxiss julga qae convenien-
te a aappresso dos poato da primeiros e se-
gundo teoeotes do corpo de eogenheiros, e a sup-
presso dos postos de alteres e teoeotes do corpo
de eslado-maior de primeira clssse : diz S. Exc.
que essa suppresso anda por 153 officiaes, 105
no Io a 48 no 2 desaes corpos.
O Sr. Casimiro Madureira : J foi isso resol-
vido na le de Oxaco de forcas.
O Sr. Villela Tavares :Mas creio que nao es-
tou inhibido de dizer o que esl no relatorio do
Sr. marques de Caxias, e de procurar saber se o
actual Sr. ministro da guerra coocorda com esta
suppresso.
Quaoto s este peosamento, Sr. presidente, eu
snlendo o seguiote:
Para que esta idea apreseolada do relatorio do
hoorado ex-ministro da guerra posas vigorar,
necessario que se adopte um destes dous syste-
mas: ou que os alumnos formados na escola cen-
tral, logu|ue completem os seus estudos e saiam
delta, sejim confirmados no posto de capilo, ou
do contrario que todos elles passem a pertencer
ao corpo Me artilbaria, como riveiro do qual se
tirera os officiaes para o corpo de eogenhei-
ros, ele.f
Ambos estes syitemas tem seas inconvenientes
graves. \
No pr'mleiro caso aggrsvs se o tbesouro publi-
co, visto como os estudaDtes que tem de sabir da
central sahem logo promovidos s um posto
capito, sem alias terem o tirocinio e a
easaria adquirida, como de crer, nos
lbe sao subalternos,
do syitoma trar este outro iocnnve-
u os officiaes de arlilharia, que forem
promovidos para o corpo de engeohefro, devem
voltar psra a escola ceotral a eitudar aquella
materia que nao entraram uo aeu curso ; ou eo-
to rao para o corpo de engenbeiro necessitan-
do dos conhecimeoto que abi se exigem. [Apoia-
dos.)
Eu digo isto porque, repito, comquanto nao se-
ja profesional, creio que para o cuno de arlilha-
ria nao se exigem toda as materias que para o
curso de eogeobeiros; enfeudo qoe para o curso
de eDgenheiros axigera-se coDhecimeolos e estu-
dos de ponte e calcadas, e outros que a arlilha-
ria dispensa. (Apoiados.)
Portaoto, se os officiaes de arlilharia sao tira-
dos para o corpo de eDgenheiros, de duas urna :
ou derem cootiauar a estudar na escola ceotral,
depois de promovidos, oa ficam sem certos co-
nhecimeotos indispensaveis, o que inconve-
niente muito grave, muito prejudicial. Isto de
primeira iotaico.
Aotes de passar a outraa materias, Sr. presi-
dente, de que me pretendo oceupar, permita V.
Exc. que eu nnte que o illustre Sr. ex-ministro
da guerra, estimado, honrado por todo o exercito
brasileiro, como a seodo o primeiro a reco-
nhecer a necessidade da promulgaco de um c-
digo penal e do processo militar, reforman 1o-so
a legislsco actual, qae nao acha boa, lerabnu-se
de descobrir faltas que o conde de Lippe nao li-
nhs estabelecido, e ento formulou o seu reg-
lamento correccional de 30 de abril de 1862, que,
alera de me parecer pouco legal (apoiados), cons-
titue um cdigo talvez maior do que esses que se
tem de apres6ntar e que se acbam aujeitos ao co-
nhecimeoto e exame das commisses ds que
fallet.
Sr. presidente, seris um nao acabarse eu qui-
zesse eotrar na analyse minuciosa dos differeotes
artigos que coostituem esse regulamento cor-
reccional ; mas, j que fallei nelle, seja-me lici-
to dizer de pasiagam alguna couss.
Um Sr. Diputado : Esse regola ment con-
tra a eonstitulco do imperio.
O Sr. Villela Tavares :J disse que era Ile-
gal, e contino.
S. Exc. estabelece qaaes sao as faltas militares
a|que devam ser impostas as penas correccio-
naes ; S. Exc. estabelece tambem quae sao estas
peoss, e, para completar todo o seu peosameoto,
marca as circumstaocias aggravautes atteDuao-
tes, trataodo de aggravar as penas chamada por
S. Exc. correccion.es com um cem numero de
castigos^que quaoto a mim sao peiores, sao mais
graves do que os primitivos...
O Sr. Lima e Silva :Esses castigos j esttvam
em uso.
O Sr. Villela Tavares:Noduvido; mas de
ram ser abolidas, priocipalmente quaolo ae tra-
ta de reformar o que nao presta. Quem veste
urna farda, cioge ama banda e urna espada, pode
impor penas corrcionaes aos seus subalternos,
urna vez que teoha o nome de commandante ;
alm do mioistro da gaerr, que impe penas
corraccionaes a todo o exercito brasileiro, segun-
do o regulamento citado, alm dos presidentes
de provincias, que lambem as impem a lodos
os corpos do exercito de guarnilo as provin-
cias o a todos os militares que ahi sa acharem,
podem impor penas correccionaes os commandan-
tes de armas, commandanies do corpos, com-
maodaoles de depsitos, commandantes de for-
talezas, commandaotes de compaohia, emfim to-
do o mundo pode impor penas correccionaes, e
para temer que nesst alluvio de autoridades
que impem taea penas possa haver e de fado
apparecam conflictos de jurisdicjo, appareQa du-
plicidsde de castigos....
O Sr. Lima e Silva : Entretanto isto assim
ha muito* anuo.
O Sr. Villela Tavares:Se asim om mel
que deve ser remediado, e nao autorisado e re-
petido. Mas note V. Exc. que u Sr. marquez de
Csxias estabelece no sea regulamento eorreccio
nal oilo especies de penss, a saber : a admoesls-
Co, a reprebenso, guarda dobrada, detencao,
priso, baixa temporaria do posto, baixa perma-
oente do posto a pancada de praocha de es-
pada....
Um Sr. Deputado :Tudo isso da le ; o que
se procurou foi oustar o arbitrio.
OSr. Villela lavares :Sa tudo isso exista, e
o Sr. marquez de Caxias na seu regulamen-
to nao fez mais do que cortar o arbitrio
daquelles que infringro. isse cuttgoaa seu
mota proprio, direi primeiramente que mul-
lo avisos do governo j tinhara providen-
ciado a respeito deste sssoropto, e em segun-
do lugar qoe, quando S Exc. tivesse em vis-
ta cortar esse arbitrio, nanea devia faze-lo de
modo que aggravasse a sortedo soldado... do po-
bre soldado ...
Um Sr. Depntado : Como n5o aggrarou.
O Sr. VillMa Tarare :S. Esc., alem das pe-
nas prrmitiras que impe quelle que tirerem
incorrido em falta ou delicio de certa ordem....
quer qoe ae sggravem escs pena* pela dmiaui-
Co da comida, pela diminulQo dar rc.i diaria,
e, seohore, o que era para admirar, o que
para mim extraordinario, pelo jejum a pao e
agua I
Ora, Sr. presidente, eu sei que a igreja recom-
menda aos fiis que fagim penilencia, e o jjum
um dos meios porque o fiel pode obter a roor-
tificaclo do corpo, o quebrsntamento das pai
xes... e por coosequeocla fazer que o espirito
fijue somonte cuidado da Diviodade. Eotendo
que aquelles que se destioem a vida asctica e
religiosa, a vida do mosteiros ; que querem vi-
ver para Deu, e para Deus somonte, fazendo o j
sacrificio de saas oaixes pesoae, do iotnres-
ses mundanos, podem vier jejuaodo, devem fa-
ze-lo : agite ptoitenliam um preceito da
igreja : mas que para um exercito, que deve ser
composto de bornes forte e vigoroso, promptos
para o servico, dispost.'s para as eventualidades
de urna guerra.se preceptu como pena o jejum
a pao e agua por dias indeterminados e a bel
prazer dos commandantes ; que o jejum eja urna
pena imposta aos soldados por urna falla para
com os seus commandantes, e urna pena alem
de nutras, para mim cossa bem singular I
E' verdade que talvez S. Exc, dominsdo pela
idea constante de 6conomia, entendesse que com
o estabelecimento dessa pena podia fazer alguma,
visto como sendo o exercito de 14 ou 15 mil ho-
mens, e podendo impor-se a pena de jejum a
4 ou 5 mil, podia assim haver urna economa de
afumas dezenas de cont de ris. O pao e agua
custam mais barato... .
O Sr. Bello (com irona) :A razo espiri-
tuosa.
O Sr. Villela Tavares :Sr. presidente, nada
sel com relaco aos arsenaes de guerra do impe-
rio, e por coosequeneis nao posso nem augmen-
tar idea alguma o que se acha nesta parte dito
pelo honrado Sr. marquez de C'xias, oem to
pouco pedir ao illustre Sr. ministro da guerra
providencias a respeilo delles ; eotretanto cum-
pre lembrara S. Exc. o seguinle, com relajo ao
arsenal de guerra da minha trra, de Pernam-
bueo :
Ha tres ou qustro annos, quando ministro da |
guerra o eropre lembrado Sr. coDselbeiro Jero-
nymo Francisco Coelho, eu Uve occasio de fal-
lar tambera sobre assumptos relativos repar-
lico da guerra, e ento fiz ver a S. Exc. qe o
arsenal de guerra de minha provincia ae acha
em pessimas condicoes quaoto a localidade e
quaoto as proporces. O arsenal de guerra de
Pernambuco, seodo alias aquello em que se fa-
brlcam muiloa objectos, que sao remeltidos para
as provincias do norte, muito eslreilo e ac
Dhado, acba-se collocado ao p da thesoura-
ria da fazeoda, pegada a ella, e para receiar
que por um incidente da ioceodios todos os li-
vros da thesouraria, e at os dinheiros pnicos,
possam desapparecer ; alm disto este arsenal
se acha hoje completamente dominado por diffe-
reotes casa que le levaotaram na ra chamada
do Rangel, e que nao obstaole as represen-
tacoes do digno director de-so arsenal se con-
seotio que fossem edificada. Sao casas que dei-
tam janellss para o arsenal, e das quaes creio
que com facilidade pode descer gente para elle,
at toma-lo, se houver algama commnco ou al-
guma deiordem. Lembrei, nessa poca a que
me retiro, ao hoorado Sr. mioistro da guerra a
necessidade de mudar esse arsenal, e iodi-
quei-lhe o estabelecimeoto da fuddico do Sr.
Starr, na ra da Aarora, que me parece apro
priado para Isso, urna vez que o goveroo possa
contratara eompra desse estabelecimento, o que
nao me parece difficil, oem muito gravoso aos
cofres pblicos.
O Sr. Cuoha Figueiredo :Fallou-se do con-
vento dos Tberesos em Olinda.
O Sr. Villels Tavares:Eu acho que a fuodi-
co do Sr. Starr, Da ra da Aurora, mais con-
veniente do que o conveDto dos Tberesos em O-
linda ; mas, emfim, repito agora esta idea ao
hoorado Sr. mioUtro da guerra para que se dig-
ue ao meos mandar fazer algum exime, e pro-
ceder s Deceisarias ioformagoes, era ordem a
que isso tenha lugar, seno j, quando for pos-
sivel. Acredito que S. Exc. achara que o que
digo ludo exacto.
Po relatorio a que me tenho referido se diz |
que foram nomeadas diversas commisses para
tratar de examinar os arseoae, e indicaros ma-
Ihorameolos de qae elles oecessitam. Foi um
servico que o Sr. marquez de Caxias fez, visto
como o regulamento pelo qual se regem os ar-
senaes de guerrs, creio que tem mais de 30 an-
nos de existencia,!e nao possivel quo eteja ho-
je do caso de satisfazer as oecessidade desses es-
tabelecimentos ; eu sei que em parte elles lera
sido reformados, que tem soffrido suas eltera-
Qes e modificares ; mas essa allerac-s o
modificace nao tem toesdo oaquillo qoe
realmente essencial: Urna das necessidades que
eu jufgo do caso de ser j altendidas, o me-
Ihoraraento do pessoal dos arsenaes ; nao quero
a demisso de ninguem, mas ha empreados que
j nao podem servir por sua idade, molestias,
ele e que me parece que est no caso de
aer aposentados, e recompemados de seus ser-
vicos.
Sr. presidente, chego agora a um ponto que
tem sido sempre considerado com multo difficil,
porque na resudado o o recrutamento. Dasd
que tenho atiento nesta caa que, quer por parte
das commisses de marinha e guerra, quer por
parte dos respectivos seohores ministros da guer-
ra, tem silo allegada a necessidade de urna lei de
recrutamento ; todos nos recoohecemos esta dc-
cessidade, que talvez a primeira pelo que diz
respeito orgaoiaaco do exercito. Nao ha ses-
so em que se oo falle Da pessirna lei que te-
mos de recrutamento, na necessidade de ama ou-
tra. Mas perguntarei: porque nada se tem feilo
at hoje?
O Sr. Casimiro Madureira :Porque materia
muito difficil.
OSr. Villela Tavarea :Mas porque urna ma-
teria difficil devemo-no abster de tratar del-
la? Quando a materia difficil, convem conver-
gir para el'a todos os estudos, todas as oossas at-
teoQes.
O hoorado Sr. marquez de Caxias do seu rea-
torio consigna urna idea com a qual me oo con-
formo. S. Exc. euten le que para obtermo um
exercito regular necessario reformar-se a guar-
da nacional, isto que todo o muoda que che-
gar aos dezoito aooos de idade seja qualificado
guarda nacional; que a guarda nacional seja di-
vidida em tres classes dispooirel, activa e de
reserva ; qae esta ciaste dispooivel seja justa
mente considerada maesa recrutavel; mas como,
Sr. presideote? A' merc dos camruandantes su-
periores, e dos commandantes dos respectivos
corpos I
OSr. Parsohos:Nao apoiado.
OSr. Silveira Lobo:Nesta materia vou com
as tdis do hoorado Sr. viscr,ode de Albuquerque;
lerobro islo ao Sr. mioistro da guerra, que hoje
seu collega no mintiler.o.
O Sr. Villels Tararea :-Q DObre Sr. ei-mlois-
tro da faxenda acaba d'3 dar-me umnao apoia-
do;mas o estas rjS ^,3 qae egtao n0 reiato.
no do Sr. marque;, da Csxias...
ahi o desenvolv-
"r-
O Sr. Paranhos:Nao eit
ment dessa idee.
O Sr. Villela Tavare:Nosrt qual e-fesen-
volvimento deisa idea, urna vez qae S. Exc. oo
o aprsenla no seu relatorio. Eu d*o tenho odom
de adivinhar.
OSr Paranhos:Elle apenas a?reenta ama
idea.
O Sr. Villela Tavares :B ea digo que me nao
conformo com esta idea, porque alm de desM-
turalisar-se as3tm a guarda nacional, torna-so o
aeu flm meos Dobre do quo arjue'le em virtud
do qual ella for creada, dS-s tal arbitrio, tal for-
Ca aos commandantes de batalhes e aos com-
mandantes superiores, qee ose sei qual ser ar
elelcao livre e possivel com tal legislaco. Quan-
do por ventara os coromandsotes dos corpos, or
commandantes superiores se In'ereasarea 'em
urna eleicao por sua parcialidade poltica, pelo
triumpho de urna chapa, todo aqueles gusrdas-
nacionaes que nao votarem s cegas nessa cha-
pa, que nao obedecerem asorden deseuscem-
rnandantes, ero immediatamenle considerados
como masca recrutavel, sero recrutados. N3o-
sar isso assim ?
m Sr. Deputado:E os delegados e o sub-
delegados?
OSr. Villela Tavares rSr. presidente, eu eo-
tendo que a materia do recrutaraento muito
difficil; nao me acho habilitado para propr
agora um projecto, nao sou profissionsl, j o
disse; mas record me que na casa existem al-
guna projectos de recrutamento, e com idea epro-
veitavei:...
Um Sr. Deputado:Nao mono de oilo.
O Sr. Villela Tavares:Acho conveniente que
V. Exc. os d para ordem do dia ; acho conve-
niente que o honrado Sr. mioistro da guerra pe-
ca que eates projectos entre em discusso ; por-
que discutiodo, estudando, qae podemos ob-
ter alguma cnusa.
Mas, seohores, ha oito projectos. Denham del-
les apresentado discusso, e dizemos todos
oo tratemos do recrutamento, porque materia
difficil I....
Um Sr. Deputado :Em 1815 eotraram em dis-
cusso e foram retirado*.
OSr. Villolle Tavares :Eatou coDvencido que
se nao pudermos fazer urna lei de recrutamento
perfeita, o que nao lera lugar emquanlono hou-
ver o recerseamento da nossa pcpulaco, ao me-
nos taremos urna lei melhor do que a actual.
Pois, .enb res, porque nao podemos fazer urna
lei completamente perfeita, nao devenios fazer
alguma melhor do que a que existe ?
O Sr. Silveira Lobo:Nesta materia a verda-
deira reforma o cumprimeolo da conitituiqo,
fazer com que a lei eja igual para todos, que o
filhos do rico nao ejaro sent do recrutamen-
to, como preseotemeote eto de fado, nao o es-
Un lo pala lei.
O Sr. Villela Tavares:Falla-te conlra o qd-
gajimento voluntario, e ea aou partidista dessa
idea; creio que esse engajamento, mesmo em
grande escala, o3o seria difficil de obtr-se, urna
vez promulgados os cdigos penal-rxilitar e do
processo sobre bazes mais humanitaria, ama vez
recoohecida a necessidade de melhor recompen-
sar se o servico mililar (apoiados), ama vez reo-'
ohecida a oecessidade da dar-se am melhor sold
a o soldado.
Howve tempo em que o eogajamenlo voluotario
pouco fazia, pouco teotava : mas hoje relo que
oo assim.
Um Sr. Deputado:E" a mesma consa. (Nao
apoiados.)
O Sr. Villela Tavare :Eal engaado o hoD-
rado deputado; na mioha proviocia conheco in-
dividuos de familias honestas que nunca tiveram
niencao de ser militare, ma qae de certa poca
a esta parte leem-se ido alistar voluntariamen-
te. Creio qne o engajamenlo voluntario tomar
maiores propnreea medida que forem aatisfei-
tas a necessidades que acabo de sponlar. (Apoia-
dos.)
Um Sr. Deputado : Sobretudo tornando le
pootual a baixa.
O Sr. Barcellos: A principal falta o nao
cumprimenlodo contrato.
O Sr. Villela Tavsres:Creio que a tazo prin-
cipal porque sa tero repugnancia vida mililar
justamente pela legislaco anachroDica a defel-
tuosa que temos.
O Sr. Silveira Lobo :Apoiado, a maior; de-
pois a falta de paga, de relribulco dos servico;
em terceiro lugar a falta do cumprimeoto dos con-
tratos.
O Sr. Barcello:Eata a principal.
OSr. Villela Tavare: Seohore, eu nao sei
e era aproveilavel urna idea, isto se se pode
promover o servico mililar ou o eDgajarcento vo-
luntario por meio indirecto. Nao seria talvez
conveniente (oo afiirmo que o seja, oo teoha
feito estudos positivos), nao seria talvez conve-
niente, digo, que alguma lai ettabelecesie como
circumstaocia de preferencia para o exercicio de
certos empretos pblicos o ter o individuo servi-
do um oerlo prazo do exercito? ^Apoiados.) Nos
que temos falta de hmeos para o exercito, mas
que temos em abuodaocia pretndanles sos em-
pregos pblicos, porque todo o cidado que saba
ler, escrever e cootar quer ser empregaao publi-
co, oo poderiamo dizer a estes; bem, vos ae-
ris admittidos aos empregos pblicos, mas
preseotai documento pelo qual cooste que er-
viste doui ou tres aooo no exercito ?oo se-
ria Uso um meio de fazer com que muito* Indi-
viduo fossem servir no exercito para assim ha-
bilitar ie a exercer 01 empregos que preieodes-
sem ? Tratemos pois seriameote desle assumpto.
Um Sr. Deputado:Pelo menos urna idea
digna de ser atieodida.
Outro Sr. Deputado-.Creio que eata idea est,
coasignada em um projecto do Sr. Joo Antonia
de Miranda.
O Sr. Villela Tavares :Sr. presidente, eu ob-
servo que o honrado Sr. ex-ministro da guerrs,
tratando da colonia militare, disse iouco a
respeito da de Pimeoteiras em Peroambuce.
Um Sr. Deputado rNa minha opimao deve ser
supptimida ; j oo nece*ria, j ae preencheu
o flm que te teve em vista com aeu estabeti-
mento.
O Sr. Villela Tavare :Segundo as informa-
ces de S. Exc. essa colonia tem urna populaco
de 800 pessoas ; aioda se acha muito atrasada,
e para satisfazer sua primeiras necessidades diz
S. Exc, oecessaria a etliflcacao de urna capaila
definitiva, o estabelecimento de ama serrana mo-
vida por agua, e um pontilho sobre o rioPiraogi
etc., ele. Nao tenho oolicia, Sr. presideote, das
vantagens que tem colbido o governo com o esta-
belecimeoto da colonia de Pimenleiras...
Um Sr. Deputado : Colheu multo porque)
trouxe a destronan de um foco da malfettore.
O S. Villela Tavere.... excepeo daqnellta;
por cuja causa foi institu la, isto devastarem-
se as matas, fazer-se com que aquelle lugar foa-
aa entregue laroura e a cidados pacficos ;
porque se taco a comparado entre esta colonia ,
oulra, principalmente com a colonia de Leopol-
dioa nss Alaga. lastimo o estado de Pirren-
leiras.
Ao pasto que a colooia Leop^m, noreste e
floresce mullo, apreseniand nseihorameotos con-
SflA' Uma Sopu,--4o de cerca de 2.000 00
3.000 pesaos, a ^ Pin/en,e,r como eofr,_
quece e ra e-^, decadencia. Eotretaolo seiba O
o govero- jeu posse iofortna.Io quasi de scieocla
^'!ia) que a colonia de Pimenteiras est itua-
a em ura lugar de summa uberdade : canna
de assucar, o caf, o algodSo sao produsidos all
naquellas terrenos com muita facilidade ; a co-
lonia tem muita madeiras de coplrucco em
sua mala, que sao vaaia ; est situada mar-
gen, do rio Pirangi Grande ; tem por comequen-
ILGVEL
pror


MARIO 11 PElflAMUCO QUAftTA EIiU 6 DE AGOSTO Dt 1861.
da multa* proporgi psra prosperar. Maa sa-
bis, senhorea, para que tem aervido at pouco
tempe essa colonia ? Para eleicoes I Os seas
Tommaodaolea teerr, tomado mais a peito, salvas
honrosas excepcoes, promover os seus iateresses
paiticvlare* f os interesses polticos eleitoraes,
do que os melboraroentos da colonia.
A populacho de Pimenteir.e anda na eUico
passada fui quasi toda arregimenlads. por ordem
docommiodante votar no Benito, ja se sabe na
chapa quo S. S. Ibe eolregava, e al daquella que
uio Totasae I Eu creio que tem sido esta a cau-
sa principal por que aquella colonia nao tem flo-
rescido...
aquella liba rao negociar com aUMdiiliji a a* tu
ossentenciedoe que l se acha^li'pados.7
O Sr. Silveira Lobo : R,f,re um fado que
esta na cooseleocia de tofo*.
Sr. Vilella Tavare;.: e' lastimoso, digno
de compaixo, Sr. preaidente, o estado ero que
ss tem acbado a {orc,a de linba *m Fernando de
Noronha, os pobrea sentenciado!, redolidos a
I dous ou tre violtos por dis. a ama cuia de fs-
rinha toda as emana.. Creio quo oem esses
I raesmos don ou tres vintn alies podem ver,
porqa* na occasiio do pagamento forroam-se, er-
regimentara se as porta do commaodaote, como
tiveoccasio de teslemanhar, e proporco que
2S n%& q"8.nS0 t'"1". *'"*" '" 08 objecto. que esses d.sgraca-
o Sr. Dr. Ambrosio par* responder. N. h....... i. .......____.____....____\_ __
respailo da colouia de Pimenleira, que pego io
Sr. ministre da guerra ua iolerv*ocao valila,
sua direcgSo, su.s ordena para aquella colonia,
sli.n de (jara all eja mauida a lei, respeitada *
autoridad*, atlm deque o coonnandante promo
va o melhoramentoe desaa colonia, nao posso
ser considerado auapeito, perqu o actual com-
mandante da colonia dePimeoleiraa meu irmo.
Mas, senhores, elle entrn ha poucos mezes" e
creio que li eamprido satisfactoriamente 'os
seus deberes.
Isto parece extraordinario, e anda mais quan-
do se souber que aquella* praeas, que aquelle.
infelizes sentenciados.
. cora quem se commercia,
tem-se vendilo agurdente ra....
O Sr. Nunes Goocalre* : __ a cinco mil ris
garrafa I mas o actual commsndante tem prohi-
bido aemelhante cousa.
O Sr. Vilella Tavares : Eu trago site exem-
plo de aguar lente por ser maia frisante, pois tem
sido o melbor negocio dos proprlos c comandan
Apolado.
O Sr. Villela lavares : Elle eutrou ha poucos
neze, e tem cuidado Jos oielhorameolos que fo-
vam por seus antecesores abandooado: nao tem-
se envolvido era poltica oem oas que?loe eleito-
raes; que me parece devem ser estranhas a urna
colunia militar. E para que nao haj* suspeila
para o futuro de c,e possa resultar algum mal a
declaro que elle nao aegue o prio-
SPO offlcial.
CI0IO* poltico qu eu sigo ; rneu irmao o Sr.
t teneute Antonio Villela a-i Cislro Tavares'
'Conservador.
Sr. presidente, deixaodo a colonia de Pimen-
teiras, eu *o toesr n'um ponto de que o honra-
O Sr. ex ministro da guerra nao se lembrou.e de
que neuhum dos Sr. mioislro. leem tratado;
*im objecto que sebo muito ion oriente, e para o
-qual chamo a atteogo do governo.
OSr ex-minlro, filiando em todos os presi-
t'v J t"'"nulD, i(l 'presentou acerca da
lina de Fernando, oem urna palavra quanto a
esae preaidio nilitar.
Etretanto eaie ponto do imperio, irnportsnlis-
simo por sua posigo geogrsphica, importanlis-
aimo pelo mistere a que pode servir, merece
ser lembrido. e os asamuptos que se lbe referem
discutidos com attenco.
A primeira oecessidade. senhor presidente que
lera aquelle presidio militar de um navio de
guerra...
O S/. Nones C-o* edrea :-Apoiaio; necesi
nade ludecliuavel.
O Sr. Villela Tavares:-... que eslea constan-
temente all, nao s para fazer a polica do porto
seoaopara acudir a qaalqsjer emergencia que de
momento appareca. e que deve collocar a popu-
cao da ilha em apuros muito serios.
O Sr. Nunes- GmcMves :-At roerao para se-
guranza do cou.mandante da ilha.
OSr. Villela Tavares: E,n oosequeocia do
grande numero de sentenciado e de habitantes
que lera aquella ilha, po*s*el haver all um
raovimento qualqu.r, ese nao livermo um navio
M guerra que protej. o commaodaute e a popu-
lacio, todo serao victisnat.
i E'Pt:,ivel lamben que. ge deseotolva nauuel
la Un uraa epidemia, morsneote agora aue
sabemos, ella (--
hija esse
oambaco
ha pjotos aunoa e tieu
pelados.) -- pre?0'
Pergunto ae honrado Sr, ministro da guerra se
nao conveniente fazer cantar todos esles abu-
sos, tratando o goveroo de fasec un reguUmen-
to para aquella ilha, regulamento em que bem se
etabelecam as obrigaces do commandante e
mais empregados, e se proleja a sorte dos iofe-
lize, que para all sao-mandados, etc., etc.
O Sr. Nunes Goucalves : E' iodispensavel
O Sr. Vilella lavares : Creio que o Sr. ex-
presidente de Pernambuco. o honrado depuiado
que acaba de recoohecer esta oecessidade, pedio
a um dos dignos coramaolantes daquella ilha, o
Sr. coronel Leal, e o Sr. marechal Sergio, q'ue
all esteve, algumas ioforma(5es....
O Sr. Nunes Goncalveg : Projecto* de um
regulamento, e sei que o Sr. ministro da guerra
os tem tomado em consideraco.
O Sr. Ministro da Guerra : Sob'e elle* est
se confeccionando um regulamenio.
O Sr. Vilella Tavares : Ora, grarss a Deu,
que hiver breve um regelameoto para o presi-
dio de Fernando, e talvez oa males que agora de-
ploro lenham de desapperecer. Assira de crer.
Sr. prndente, teoho anda urna observadlo a
fazer a respeito dos negocios da repartirlo da
guerra: e louvar a medida adoptada pelo Sr.
ex-ministro da guerra, quando entendeu que era
til e conveniente um collegio militar, onde foa-
sem recebidos os filhos dos militares para serem
educado.
O Sr. Paranhos:Gragas a Dos que i aehou
ama medid til.
OSr. Vilella Tavares :-V. Exc.sempre rae ha
le encootrar razoavel e justo as miabas censu-
ra, e nunca negando o louvor quando mere-
cido.....
O Sr. Paranhos:Nao
diga o contrario, mas
noje nao tenho ouvido este elogio.
OSr. Vilella Tavares:-... e guardando todas
as conveniencias necessaria. Censuro os actos
maos e louvo os booe.
O Sr. Paranhos e outros Sr. deputados A-
poiado.
Bao me prete que aos corpos do exercito se
deva entregar esse servico; ao contrario j lie
occiai&o d* observar neata caaa que oada ha qe
mais degmoralise os corpos do exercito, e qe
m'afs concorra psra a sua indisciplina, 'do que
o servico de polica, mrmsote como elle feilo
asa proviocias, destscando-se torca* pequeas
par* grandes distaacias dos quarteis doa corpos,
e onde s ceo dos commandantes nao pode (
cilmenle ehegar; mis que remedio temos teolo
subordinirmo-nos as circemstsntMM da sctuili-
dade T
Portanto me parece da maiof conveniencia e
otilidade a lda do Ir. marquez de Caxiaa relati-
vamente a dlvisao dos corpos de lioha para a
guarda das fronteiras do imperio, creando-se as
provincia* cerpos destinados especialmente ao
servico policial das mesma*.
Quanto a suppressao dos postoisuballeroos nos
corpos de engenhairos e do estado-maior da i
clas.e, j na camera doa Srs. seosdores emilli a
mioha opinilo tratando do projecto de fixacao de
. S1'"h ?.0"0 concord" compl.tamente com
M. li i .obrfn,1",l Csxi... exarad. no
sen relatono. Julgo mdlipontavel um poilo a
balterno em cada um daqaelle* corpos, podando
8upprimir.se o de V tensle no corpo de ange-
nheiro* e de alfere* no corpo do estado-maior de
,C,u"e : d? po,to de2* uw no* corpo* de
arlilnana podeodo pastar para lenles dsqaelles
outros corpos. *
ge?hSarr'iaV?,e"8 TaT"e' ''~~Stm tmot dg eD"
0 Sr. Mioiatro da Guerra :-Sim, ssnhor: de-
poi. f.nam e.ses e.tudos, mas nunca passando
no poato de capilo. hujo
comigo.VUe"a T,TatM!-So est de aecordo
h ?r< *!Blf0 d Geerra :-Em parte. A m-
r.in? i.qM*MD0 coon ambos o.
poslos .ubalterno. nos dous corpo. de engenhei-
apenas ura s po*lo subalterno, o de lente.
Ueste modo os 2* lenles de arltlharia, qoe nao
p.s.ariam a tenante de eogenheiro, ou o eata-
do-maior da 1 cla*se,se nao depois de terem o
-"' "I--------------!--------------------------------------
tfs s seu respeito y9 em mioha opiaiao s admi- n .
oilratao dest.s colonias est mal collocs<<;. '. k-r-?IUD Goncalvss :Pode, sem medo de
l! !ri dlf'nlo Mr necesario.
"-Ve
ministerio da goerra ; acho maito
q* fleasiem perteni
culture, porque tem toda a r|s(|0 c
nalaral O Sr. Me
qe fleasiem pertenc*ndo ao mir, :." d"""V -** M,el' R<,e : E o fseto o provs.

te que louvo a lembranga do Sr. x-ministro ds
como uerrs, creaodo esse collegio militar onde sejara
os militares, para ahi apren-
lelra, e creio que tambem
acontecimento .:-P/epsr?.,ori8'(ue. ,a nsa escola
quella ilha, em que parle "dt lo"naU,'u7r'n\'^'' *"prr-,ores n>>les. E essa idea tanto mais
Lda. por falta d'e USSrTS?t I ^'fc E*L**-#P -"
ro me febre amarella em 1850 1852.
O Sr. Vilella Tavares :
tos, fcil
^r^'u^^
oihi
Merecer sempre louvor aquelle ministro qu
brir s portas de um etabelecimento degla or-
Se s ha dous na-
qee per intermedio do Sr. ministro ; a
esta necessidade, se ob- dem, e disser: entrai v filhos
Pernambuco. rWS SSSSS i \ ES*!? US,enl e'n ^ ?' ,0
2Br\ DeM*t,--"" -pr- u^Tur^'^z^xuT^
tente que baje na quebra-ar. urna ponte de conveniente. B ma,i
O Sr. Ministro da
O Sr. Vil.
pedra ou de madeira que se preste ao embarque1
e ..esembarque dos gneros e pesso.a que sanea
e eolram na ilha. As cousa* nao podem cooli- j .
nuar do modo por que itao sem grave compro- creio que faltar
.eliimeoloeperlgo. 0 Sr. Hiai.lr
ella Tavare:Me pareca que nao.
o pela distancia desta corte, como
m oa commodo precisos.
.Aquelle. que nao tra ido ilha de Fernando preciso f'a'z';';:"0 **"" '-^^ C0U" er
eaem"rQmueUTtcda "0 qUC "* desemb"^> .? Sr- V,'" lavare :-Bem ; en.ao Gco .ti.
Nem sempre o. navio, que demandara aquelle j Et3B dSs'K *" ** '#*"*
! %rlmJZl h'JT^ !?,""" .* ** -Sr '"into, euUnh. ...Igam.S ob.erva-
em ouePu ra. I n. ',..? '"'xT? e 01l dias ?!8 '"' mas temo 1ue V- C, me chame a
Sibeit *T ..h q e H l,9r"- ord*m- por b.ruT? F-'vn in r'.COm? narque I bu vol cont: logo que chega umldera termino aqu.
fn inini0'1-0 un,co<1"e esnivel, o d* San. Peco a esmar. desculp. do lempo que lho rou-
in Antonio, dominado pe, fortaleza dos Keroe- bei. e ao Sr. ministro
os. tinre-se i*.ahn< mr* i,. .i.____' dade com
bem. )
atlram-se cabos pura a trra, estes cabos
cora multa dlfficuldsde sao apaohidoa e amarra-
a urna grande jangada ; ento de bordo el-
I .-se a jangada, e logo que essa chega ao p do
navio, para ahi descarregamse os mantimenlos '
saltara os sentenciados ou as pessoas que vo pa'
ra a ilha ; alla-se de trra essa jangada, e neste
procesen muitos objecto* vo ao mar, e nao pou-
cas pessoas lm perecido I E' impossivel em cer-
tos das fazer se este mesoio desembarque, por-
gue o prejuizo e a morte certa.
Entretanto a ilha cheia de pedras, podia-se
fcilmente edificar no porto um caes, nm pooto
urna rampa para facilitar o desembarque, etc. '
mas. ha tantos anuos, o nosso gov< rno anda nao
iraiou de semelbanle medida, nem tem procura-
do evitar esse mal.
Faro saber ao Sr. ministro da guerra esta rfr-
cuuislancia, porque me parece muito tlteodivel
U-na outra oecessidade, e necessidade grandio-
sa, porque dix respeito sustentadlo tos indivi-
dnos, a de agua potavel ; cumpre procurar
ineics de prover de agua a populacao da ilh.
Toda a ilha de Fernando, que coslunia ler
*ma prpulacao de 2.000 a 2 500 pessoas. entre
ce sentenciado* e os soldados que lbe serven de
fiusrda, bebe das aguas que alias nao sao boa
o.positadas em urna cisterna da forlaUza cha-
mada dos Remedio: estas agua poieru ser aug-
mentadas, se com eflrito eschuvas o regulare*
mas diminuem consideravelmente no lempo de*
Ter6o e ja tem acontecido ficar a populaco
A cmara comprehende que isso horrivel 1
Ogoverno enlendeu conveniente mandar fazer
Bill um acude ; esle acude creio que teve prin-
cipio em 1850, e nao seise est concluido. (O
V. ministro da guerra faz sigoal negativo.) Diz
S. Exc. que oo est anda coocluido, maa quan-
do elle ae cooclua, oo peder satisfazer. am a
**eim, a* necesidades O ilba, nao d porque
muito pequeo, como porque nao esta no melhor
fiu lembro a S. Eic. que mande examinar eate
objecto. porque, para o lado chamado Sueste
exi-te ums gtaode bsci, na qual com muita f-
cil tdade e pouco dispendio se poder fazer ura
s'odi acude, cuja agua poder, anda que seja
a a, abastecer a ilh, ou ao menos satisfazer as
lecessidades do gado vaceum e cavallar all exis-
Sr. presidente, s ilha de Fernando de Noro-
h. frtil pelo invern em tudo quanto se plan-
curso da
er de 3 anuos, ahi adquirirlo a
vico militar, a maia do que actualmente adqui-
rem ; porque boje sshem da escola central como
Daenareis, sera coobecerem ao menos qoal a po-
sicao de ura soldado na* Bleire*. (Apoiado..)
Se elle, se limittagiem a ser oo uluro gomen-
te engenheiroa e oo pa*a**em d.bi, nao Ihet
sena muito esseocial conhecer pralicaraente cer-
tas particularidades militare* ; mas chegam a of-
Ociees generaes. e maito triste, senhores. qu*
o hornera que tem urna palete to elevada igno-
ro cousas muito triviaesdo servico do* corpos do
exercito. (Apoiedos.
Por conseguinte, os 2* lenles ds srtilhsria
que pastassem para leoentea de engenhelros ou
do estado maior de 1* classe iam j com a prati-
ca e coohecimenlo do aervico regiment!, e nes-
*e podo te entregariam aos estudos da arma a
que e dedicasaem.
Tratando do arsenal de guerra de Pernambu-
co, disseo nobre deputsdo que o edificio em que
se acba esse ealabelecimento est mal eollocado
e de pequenaa propor?5es. Todos "os araeoaes
de guerra do imperio ae reaeolem desle mal, io-
clusive o da corle. Nao ha posicao mais impro-
pria para un arsenal do que aquella em que est
eollocado oda capital do imperio : bada obser-
var que o navio que entra a barra Oca logo em
frente ao arsenal, por que est collocido em um
pooto (aliente d* baha.
la Tavarp C.W0 di-'8e' lodo1 8 no" arsenae* de guer-
.7!\V.llV -Diziaeu. Sr. pre.iden-j ra o3o e.lao bem situado,. As.im, peo.o que a
, raudanga do arsenal de guerra de Pernambuco
para o lugar indicado pelo nobre depulado seria
| muito conveniente ; maa ludo Uto demanda ea-
tedo. e axamesque eu Iratarei de fazer.
O Sr. Nuoe Guocalve* :II o quarltl que foi
construido para cavallaria e est actualmente
desoecupado. e preata-se bem para ser arsenal.
O Sr. Vilella Tavarea :Nao serve, nap lera as
dimensoes e proporces necessarias.
O Sr. Ministro da Guerra : Ni
danca de um arsenal tendo-se de c
edificio para elle, sem que o corpo legislativo vo-
te a quautia precis, quantia que nao* pode ser
pequea. Se o nobre depatado cooeorrer para
que se consigne neste orgamenlo m^ somma
avallada lira de comprar um edifleio para a mu-
dnca do arsenal, fcilmente isto se realisar.
O Sr. Vilella Tavare* Eu ped sol nebre mi-
nistro que mandaise fazer o* eztudo* e examea ne-
cessarios. ',
O Sr. Mioislro da Guerra :-Tomri maior
consideraco esle pedido do nobre dep- to.
Quanto aposeotidoria dos emprega dos ar-
senaes, nao aei ae o nobre depulado se A'ere ao
trabalhadures ou ao empregados proMaraeote
dito*. ^f
Estes esto na. cndilos dos outros emprega-
dos pblicos, terasuaa aooseotadorias ; 0* Iraba-
Ihadorea doa srseaae nao aa tem, entretanto sao
homens que eavelhecam ala ao trabalho diario
muilos do* quaes tem trinta e mais annos de ser-
vigo, roe parece que sao digno de alguna roo-
ideracao. lia poucos dias iadeferi um requer
ment de alguna operarios do arsaoal de guerra
da corte pediado-me que permitliase que elle*
deixassem de compsrecer ao ervijo. mandando-
Ihea lodavn abonar es seus vencimenlog nao
oe julguei autorisado a deferir favoravelmeote
essa prettegao, por quo isso importara um* es-
pecie de aposeotadaria, e eu julgo que o mioi*-
terio da guerra nao tem altribuieo para lano.
uise-ihesque requeressem so corpo legislstivo
nao *oi se o lizeraro. Supponbo que par* oa tra-
bajadores dos arsenae. dever haver alguma
remunera?ap quando depoia de certo numero de
Um Sr. Deputado :Nao fol esse o peosameolo
O Sr. Ministro d* Corra :-A respeilo ds ilha
de Fernando, eu j tioba noticia de todoa os ma-
les apontadoa pelo nobre depntado, como diste
em aparte. Tenbo um* collecco de regulimeo-
tos enviado pela preaideacia da provincia am di-
versa* pocas, o aobre elle* tem-se feilo algum
Irabalho ; j teoho um rtgulameolo quaai promp*
to pira aquelle presidio, e se elle merecer a ap-
provacao das passoss entendidas, a quem preten
do submelte lo, o goreroo mandar pd-lo em
exeauco. r
Qsnto ao collegio militar, altima cousa em
qoe o nobre deputsdo locoa em sen discurso eu
ojulgo de grande ulilidade, estou de sccordo com
o nobre deputsdo na creaco deaae eatabeletimen-
lo, e a localidade para ella deatinadano me pa-
rece m ; mas s localidade pode ser mudada
quando a experiencia demonstre a inconveniencia
de continuar a existir all. E'oque rae occorre
dizer, e muito me litongearei se tver podido sa-
tisfazer ao nobre deputado.
( M Jilo bem 1 muito bem I)
O Sr. Preaideote :Nao havendo qaem peca a
palavra, vou pdr a vol....
O Sr. Mello Reg :Peco a palavra.
O Sr Presidente :Tem a palavra.
O Sr. Mello Reg :Sr. preaidenle, nao ha-
vendo numero para se votar, e nao ettaado pre-
heochida a hora, julgo que nao ba inconveniente
ella faz estreg, pelo norte, e til que recebidos os tilhos d.
bu,qVJl "nn.ediatameote a Per- derem as primeira
....*.:!..*>,CCu,f"" "cessario*. Ainia cerlo* preparatorios;
i na- auperiores millaresl
di,i-;var,t.josa. quanto d*r.
- do militar que com o mesqulnho sold que per-
. cebe.... r
Guerra : Eu acho que .
ue n
porque
Oa guerra agradego a bon-
que me ouvio. ( Muito bem, mullo
(O orador cumprimentado pelo Sr. ministro
da guerra e por algons Srs. deputado.)
O Sr. Pulydoro (ministro da guerra):Sr. pre-
sidente, honrando-meo nobre deputado que aca-
ba de seotar-se coqj observage* to Ilustradas
sobre objecto. da reparticao da guarra, serei mui
to feliz se puder satisfazer a S. Exc. em ludo
a juillo que de mira exige.
Desej* o nobre deputado saber qual a mioha
opiuio relativamente a suppressao de algn* u
gares da secretaria, parecendo-lhe talvez, cono
ao nobre ex-ministro da guerra o Sr. marquez de
arma de artilbaria, que julgo possivel em 1ue occupe a alteogo doa senhores deputa-
dos qoe reslam na casa, pedindoa palavra prin-
cipalmente par* cumprir um dever de amisade
ou antes de lealdade, respoodendo ao nobre de-
putado, quanto s coosideracoes que aventurou
acerca da interveoco que elle dix que tem tido
o* commsndantea da colonia de Pimeoteiraa em
eleicoes. Me parece que o nobre deputado e
quiz referir ao ex-commandante daquella colonia
durante a eleigo que em 1860 teve lugar na co-
marca do Bonito.
Julgo, Sr. preaidenle, dever avivar a lembranca
do nobre depulado. fazendo-lhe recordar que
quando teve lugar essa eleico, ou antea, quando
approximava-se o dia em que ella devia ter lu-
gar, o commandanle da colonia de Pimenteiraa
achava-ae na capi'al, oude tinha idopreatar coo-
tse de oinbeiroa recebidoa e recebar novaa quantia*
para despeas* da coloni ; e voltoa pira esta
com preleza. em vrtude da deliberaco do pre-
sidente da provincia, o Sr. Leito da Cunha, o
qoal, altendendo a reclamcoes dis sutoridades
locaes, ordeoou-lhe qu* all chegando partine
com a for$a que l ealava para a villa do Bonito
onde o ardor a que tinha chegado a luta eleitoral
lasia recearpela traoquillidade publica.
O Sr Villela Tavarea d am aparte.
O Sr Mello Reg :Nao entro agora na qoes-
tao ae er*m ou nao fundadas aa saspeilas que
havi* a esse respeito ; estou smente expondo o
fseto. Neata. eircumstanci*. o Sr.cspito Bezerra
nao fez mais da qae cumprir a ordem da presi-
dencia, dirigindo-se com a torca que existia em
Pimeoteiras para o Bonito, onde, na forma de
suas instrueces. devia eotender-se com o juiz
de direito, segundo creio....
O Sr. Villel Tavares: Isto j eit passado, o
melhor n> tratar-se desta assumpto.
OSr. Mello Reg :Se melhor nao trtar-*e
deite assumpto, para que o trouxe o nobre depu-
tado a discusso ? Trzen lo-o, creio que me
licito fallar acarea delle, que me licito defen-
der ura collega e amigo que iam duvida nao me-
rece a censura que Ihe fez o nobre depatado
censura ramio injusta, e tanto mais grave, quanto
pode prejudicsr a reputarlo de um militar que
cortamente tem direito a ser bem considerado,
porque ofcial diaiiocto, j por sua intelligen-
I, carcter, e costme, j pelo modo por que
tem procedido....
O Sr. Villela Tavares :Creio qae nao fallei
mal do commaodaote de Pimenteiras nem de saaa
qualidades pessoaee ; quanto iolervenco
eleicao no sentido qae quiz, nao ha duvida
(atrrelo e fez o que Ihe pareceu.
O Sr. Mello Reg :Sr. presidente, a nica
intervengo que o Sr. capiao Bezerra teve na
eleiQao foi prestar e cora a forrja aob sea com-
maudoa garantir a ordem e fazer respailar as da-
Iibericoaa da mesa, que alias nao era suspeite....
O Sr. villela Tavares :-E em guerresr-me da
maneira qae Ihe fui possivel.
OSr. Mello Reg:Ah 1 guerreou-o ? Nao sa-
bia disto ; fado que eu igooro. S* eativeese
presente o Sr;_ Le la o da Cuaba, eu invocara o
seu lestemunho a reapeito do procedimenlo de-
M oBicial. Sendo, poi*. este o nnico fado apon-
lado pelo nobre deputado. que neuhum outro
commandante mencionou, e nem condando que
oeohum delle se bouvesse envelvido em eleiede
parece-me quo a sua nrnnn.irSn nbi r.A-i :.'
der-se a
sentenciado., parece-me que se pode fatei
de economa ne.sa ramo de a.rvic. C*oo
5Z ,"",So Ptriotl.o>o do nobr. mi-
nutro estou ceno que por sua parte far o que
em suas forcas couberpara collocar .quella ilba
n--Pnf,rTllqUeHdeTe"r V1*- Recaio.porm.
SXLSL me10'Dao con,i6' reeli"r
Anles de coocluir, permilta-me o nobre depu-
seo dq,aceur.o me CC'P6 COm Utn* p"le Jo
S Pereira. que nao omit,,.,he re,pecli,t
vidade, qne acaba de ser comprov.d J '"
mor, era circumdtncia, doloro... paratu f
mi ha. Porquaoto, eataudo a e.crev "'''.:
anterior, pelas dez hora, charnou p|. 0hor.
a qual acuitado promptaujeote, apena Aj- in'
davia receber-lhe o ultimo saapiro I
O fallecido commendador Pereira Vianna
um dos cantal sias dests cidade, e gozara da
bo nomeada por sea carcter. Occupava actual
mente a directora da eompeohia de B.beribe
para que fdra ltimamente eleito. fazia patia'
da direccao do Novo Banco de Pernambuco
Deixou boa fortuoa, e tem apenas um bo.
Por ter bonlem sahido notavelmeute estro-
piada, repetimos a aeguinte noticia em seus ler-
que se .cha annexo ao rel.torio fclKS SfcJfc*"*^ 2?CHi Jo^ui'D Carneiro
de C.xias : o que S. Exc. apreeeotou foi nenas': C.roelro da Rocha, par. com-
um projecto, urna idea boa cu m P > porem comttl"ao le examinar P-
ft sr v.iui. t ... provsr ca plano* e orcamento da colloearn Hn.
Rx? /;.; el".Ta?"" :~Nao urna idea ; S. trilhoa urbanoa. que deven, ligar e*u ri.ua! !
SZiE?T2* v6r em *"*o "se po.oacio do. Aplpncos. "" C"Jade
regulamento o na,, breve po.sjvel. A. mat, ajudada. pelo invern lera cansa
OSr. Paranho:-Estoorelaloriocomopro- donot.vel ruina' na estrada que do V,""";
O Sr. Villela Tavarea: Elle diz .-'-=- Vff?mJ&*** ****"** O". P. Din
que
O
potado
e p
con
regul
que o projecio menciona exiatem na oosi
militar, que rege a materia, mas de maneira
mais di.po.ta, que d lugar aoarbiliio: oque
v"ea' 0Uca0|.eel re8Ul" n>0d POf qUe 'e d9"
O mesmo castigo do pao e agua, que o nobre
deputado acha que a deve ser infligido como
preceito ou meio leligioso, para enfraquecer o
corpo e domar o eepirilo, charoando-o con-
templaco do myslerios divinos, existe consig-
nado na le militar. O oobre marque*, portanto
las.
io aeJfaz a mu-
l cfmprar um
do). Portaolo o nobre marquez, longe de" mere-
cer a ceoaura do nobre deputado, davia merecr
o eu louvor ; esta tea acto mostra ainda o
ia nteIr,e,,<>' "dado que Ihe merece o
soldado brasileiro. que to justa e dignamente o
honra e eatima. B "
O Sr. Paranhos :Apoiado.
O Sr. Mello Reg :-NSo entro na juslifkaco
de nenhuma das verbas do orgamento, porque o
nobre deputado nao as combateu ; apn.s pe-
o urna explicsQo, que j foi
Cantos roubada urna venda na ooitu Je 4 do cor-
rente. Oa la rapios mudaram todo odinheiro cello
eiistente.
Acha-se interinamente no tsercicio de es-
crivao dnjniso eapeeial do cooimercio desta ci-
dade o Sr. Joo Vicente de Torrea Bandeira, era
quanlo dura o erapedimeolo do respectivo' >.vr.
venloario, o Sr Maooel de Carvalho Paes de An-
drade, de qaem aquelle eicrevecte juran.en-
tado.
Por mais um* vez o Sr. Torre Bandeira exer-
ce enlre nos esse lugar, para o qual lem a pre-
cisa capacidade, como ha comprovado exuberan-
temente pela sua honradez, ntelligencia e zelc
A nomeago que delle fez o Exm. juiz do com-
roercio para servir esse cargo muito o honra, e o
publico a aprecia com a devida consideraco.
Por S. Exc. o Sr. presidenta da provincia
foi declarado ao engeoheiro \V. Marlineau que o
governo concorda na renovarlo do seu contrato
com as acluaes condicoes.
Sendo o Sr. Martioeau um engenheiro distlnc-
to. honrado e j conhecido, eremos que fo
. .eilo reparticao das obras publ
da qual chefe, e proviocia, onde seus ser'
ioi um
servico real feilo reparticao das obras publica
de qual ihefe, e proviocia. onda eu* can
dada pelo cobre Itao oecessarlos.
igos
m Acatad. *er .ido am artigo ., apresen- \m7S?SZltt "" "'^ P
a^S.LCOr?|ID.I"a0!.",?n,,,do Uma id4a con- .lente Joaqun Jos de Souza. Mari. Fran-
s.goad. 00 rel.lono do Sr. mioislro da guerra e cisca do Santo. Antonio Jos Goocsl.e. doAxe-
vedo. Francisco Xavier de Oiiveira. Francisco de
Uliveirs Barree, capitn Firmioo da Cunha Reno
lente Joaquim Antonio Morse, tres alfere* 2
cadete 3 sargentos 4 cabo*, i furriel, 4 ansp'e-
ceda. 19 soldados. 1 tambor. Dr. chefe de poll-
".ane-*.or<,.en.anc.*id.e cavallaria. Antonio Tejal-
os
que
apoiada tambera pelo nobre actual Sr. rEioitro
Fareceu commissj que nao devia fazer mais
que dar a* bales sobre que deve ser fundado o
collegio de que trata essa additiva; ao nobre mi-
nistro cabe dar-lbeo necessario desenvolvimen-
10, que a materia regnlamentar. Nao sei t a
despeza qua autoriaamos ser sufflciente ; pare-
ce-me. poroj, que no primairo anoo, pelo me
nos nao se rod gastar m.is. Se no aono e-
guintee reconh*cer que nao basta a quantia da-
da, estou qua o corpo legislativo nao lera duvi-
da de habilitar o governo com os meios oeces-
sarlos para tao til instituirlo, aceita e aprecia-
da al pelo nobre depulado...
OSr. M.ninho Campoa : Tendo era vista a
receila, aquillo com que podemos conlar.
0 Sr. Mello Reg :-E' verJade que oa decre-
tado daa despezas preciso ter n.uilo em visla
os recursos do jhesouro. cumpre nao esquecer
seta consideraco importante; mas estou per-
suadido que a autoriaaco nao tal que traga
dimri?r !l.?"a aos.C'fre'. equevenna
difflcoltar aiod. mais as eircumstaocias em que
O nosao the*ourose acha.
O Sr. Marlinho Campos :Nao ha qu
quena para o noso orgamenlo da aclua
Mina j c-
lidide.
oque linha a di-
Caxias
ra
pre
da adminjstraQlo Jpara julgar com mata funda-
mento, nao s quanlo ao excesso de (ae* lugares
; mas o governo
lias, que ooumero de empregados da primei-
directoria excessUo. A esta respeito Sr i
sitente, eu preciarei de mais algum lempo
annos nao po*sam mais servir
oo est autoiisado para isso.
OSr. Vilella Tarares :-No me refer aos tra-
balhadores.
O Sr. Ministro da Gu.rra :-Se o nobre deputa-
do se referi aos empregados propri.mente de
laioada, repito, estes esto na regra de todos os
outros empregados publico ; tem direito s sua
aposentadonas.
haM?1V r'"utmen"'. laoibem partilho s
laeaaao v. marquez de Caxiaa al
Nao pdenos elaborar uma lei de
que a sua proposito nao pode etten-
generalidade doa commandantes. para
dizer que, por terem ido elle* indrumeotos da
polica nao tem a colonia prosperado. Outra*
iem sido s esusas que tem coocorrido
a colonia de Pimenteiras nao tenha
grao deprosperidade
ceno ponto.
fazer qedquer 3K | ~ttSXZ2?*'Z 2EKS
nal
(ao na secretaria.
[1 I ** ', pul',
SS et::l.nA0q.U.!. !!?." -00 -9rme H'oponilo I ticos, nem censo de populaco, como Yem notou
porquaolo. nao possuindo us d.do* ealatis-
vo se a praiica e o corheciraeoto das oecessida-
de do servio demooatrareuj qae iadispeusavel
prove-lng.
At hoje nao reconhero a neceasida le do pre-
enchimenlo uessas vagas.mullo menos a de auiz-
meoio de empregados: ao contrario Ulre me
incline a crer que era possivel diminuir o nu-
mero actual e que mesmo eja prscio algurna
alleraco oa organisagao da secretaria ; mas fl-
tame anda lempo de observaco para emittir
com seguranca um juizo a este respeito
Quanlo ao conselno aucremo miliiar. tambem
*. produzmdo em abundancia nessa .staco ro-
'. o milho, fejo. algodo, etc., etc, tem asta
o em abandono, loodo sido rnente obiecto
me parece. Sr. presidente, que nao sena conve-
niente fazer alteracoalguraa na organisaco del-
ta tribunal sera que se tralasse do cdigo crimi-
nal ailitar, visio como de nada serviri. essa al-
teracao fleando o conselho supremo militar resi-
do pela* roesmas leis que actualmente tero
A lerar a organisaco do conaelho supremo
! ar,H H'se.,',1,tUDil que a,i* hc SS
rantla de disciplina a da mor.lidade do exerefto
sem Ihe dar leis pelas quaes elle possa ranecio-
nar cora mais proveito, oo (raria vantagern al-
guma, antea prejudicaria ao servico
Parece-me, poi, que seria conveniente epe-
rarm's pela promulgai;o de uraa legislaco mili-
tar mai conforme as uos*a* circamsUncia* e
nossa civihsagao, para eolo do aecordo com el-
.SseuU essa le de recrut.mento ? Olrei mais:
a minh* opioiao que todo o individuo, logo
que completar 17 ou 18 annoe. Po.su. u nfo
rvcrutamenlo que eu tenho esta idea ; segundo a
legislaco actual. qual 0 homen ga
ff l 0eM.Odn ? 5 dd9d qU6 '" ren-
da o eidadao til, porque o. que nao tem
soirriptr,.eeuchamreicidaoiin-ieis.80
lf.rh ?. *? l0daS "/ Pro''DC<. en, toda as
localidade* houvesse forca de linha ou forca lo-
d./rV i0,U! nece*'-de., o ..ico
da gasrda nacional nao seria pesado
nao succede entre nos:
; mas assira
muitos pontos in
..- ..iiue eoue nos: em rcuito. pontos in-
dispeosavel que a guarda nacional aeja chsrasda
para cerios servico, servico muitsa vezea-pesa-
objecto
e immoral com
cor.ttaote de commercio illicilo
os sentenciados, etc.
O Sr. Silveira Lobo : Apoiado ; so menos
goza esta fama.
O Sr. Vilella Tavares : O commando desia
una tem (d0 lugar desejsdo, procurado e olli-
itado com ardor por differentes militares para
ifasrem de seus interesses particulares, psra fa-
?erem o seu negocio.. ..
-.0 Se' SMeira Lobo :_ para Io*uplelarem-e.
^^ Sr. V-lella Tavarea : ..... o para lasti-
mtr J",e'. "* tantos'ancos que tem-se feilo esse
eommercio '"l'to e iramoraf, ainda oo tenha
spparecido uma "^sWaeocis, ama medida pner-
tic, que obste a' con', jnl.
.0 S'. Nunes Gonr;les : d ,* '" te^e*-
nii em abono do actual com mande..*4* 9uella
ilb*.
O Sr. Vilella Tarares : Eu nao me retiro *
esle ou aquelle commandante ; nao ver.bo aqui
declinar oomes, oem fallo de lodos ; o que digo
* por sciencia certa, que, salva* houroa ex-
cepeea, os toimandantes que lew ido para
do, como bater quilombos, cooluzir presos, ser-
iuJm*ni "S'1*0*.0,' ^S^ao.ie puis que c-
luaimenle o eidadao til sobre qnem pesara
tarin. h6,"'508' eDUtiaDi V* os vadles eprole-
orn ?.- m "*"lOS e c000" nos habios do
rlmuT eram cora todas aa sua. consequenci..
re2ft..Va.S[a Ta?"e' :-E,le' ,la0 -i*110
.0 Sr. Ministro da Guerra : Mas
nao sao recrutado?
t.. fazerera-.eno tribunal .'que m7re'aroT. Vi- u\XtiL*?*m-&- eSCp,m a e
teragoe* que forem -'------!- -*
utilidade publica.
Reconheco quo o conselho supremo nao est a gur'S.-'naciond^vl ieroafun" \almitt qae
organisado deum raodo accoraraodado .. .... do & Z... MUSS!*** WMfleada desle mo-
insliteicoe.
emquaoto
de chama-lo. a ama vida re-
Porlanto a razao que teoho para
razoaveis e de reeoohecida guiar ?
Po
a gui
do. 6 p .tnbmr popu,,co 0
accoraraodado aa nossas
bssla observar-ae que a sua crea-
gao data de uma poca
onus
que peaam sobre aquella
apresentada pelo nobre marquez de (
gairds nacional disponivel, activa .
uico. sendo seu president^Vctna'nsr'o S!!*-1 "",to '
que em rainha opinio uma anomala. '
O Sr. Vilella Tavarea :Note qoe eu nao fal-
le! obre a reforma desse tribunal, lameotei que
ji nao tivesem sido presentados os cdigos pe-
nal edo processo militar.
O Sr. Mioislro da Guerra : Esses cdigos es-
to submetiidos ao eatudo da respectiva anelo
do conselho de estado, e mesmo da cmara doa
seohores deputados ; dependem de um parecer
que tem de ser dado a respeito dellese da altima
deliberacodo corpo legislativo.
Esa refereocia a organisaco dos corpo* do exer-
mllicia cvica,
a didioeco
para que
chegado ao
a qae ullimamente chegou
a de Leopoldina, nao obstante a uberdade dos
terrenos daquella, notada pelo nobre deputado
A. circurastaociaes locaes, certas vaotagens de
posicao, etc. tem tido sua influencia no desen-
volvimeoto da colonia de Leopoldina. Esta adia-
se eincircuost.ncta* rusia favoraveis. esl mais
prxima da capital d.g Alagoas. ou ten, commu-
nicacSes mais facis cora esta do qae Pimeoiei
l'o\?n?r, Rec,fe: hoje ura *< M. Pon
to central, a que concorrem diversa, estradas
o mercado das circumviainhancas. .
O Sr. Caoba Figueirftjo :-A razio verdadelra
u.qn.n aifneTP,mert.6lr,S a0 f0i a"ilirt tanto
quanlo a de Leopoldina.
(Ui mais aparles).
O Sr. Mello Reg :-J ve, pois, Sr. pre.Iden-
S&nS m e$-'d? em !ve !e colonia
O Sr. Mello Reg : E' ido
zer, Sr. presidente.
O Sr. Coria de Oliveira :Koilo bem.
Niuguem maia pedindo a patarra, e inda se
n L\l0> refeid, or?'en.o. reconheceu-se
nao haver ca*. ; pelo que o Sr. presidente de-
eh..See.r,,d* .. duc-"ao- ""da fer .
chamada, e por ella se veriflea lerem-se sosen-
Wlirvrd* Ye,.8' A"6el J A mar. I, S^vSo
Lob.lo, Nebes, J. M.durei.a, Paul. Sanio*. pJ!
IIi.Fouaeca, Junquaira. Fialho. Cesar, Uurl; Ro.
v!i,CaS P'" Bl. baro de Man, Diego
Veiho, Paes de Meodonca. Ribeiro da Luz. Silva
Nunes, Sergio de Macado, Gome ,ie Souza
SvX lThDf"U,,-P,'JMa?H' C" Med-reir.;
Silveira Lobo. Caro^iro da Cunha, Figueira d
M-llo. Augusto Chave. Epaminnndas,8 l'reia
Franco. Lima Du.rle Maooel Fern.ndes. Cjnllo.
2Ju V P?lV, BD4el ^ Mella] r.gSo e
Mello Garri, Fonaeu Vi.nn, Espiidio. Bar-
bos, d, Cunha. Pereira da Silva. J. de Ale..",
SE L"a,c.J8"'ibe. Heniiques, Car
'alho Res, Pudro Muni* e Fausto.
S!,i h,a,.rdP,m f dia' ""lou-se so s
oI|4 hora* da larde.
ra Pinto. Antonia Flo;encia de Carvalho. caci
Antonio Francisco Avillar e 3 lilha. Msnoel Jos
borne* de Pioho, Manoel Candido Cona, Lau-
rneo Pemliano de Carvalho Lama, Jos Joa-
r,!h. ,!;^n?,n'1w',! Luil Pereira Goncalve d.
Cunha. baldo Urabel.no Ramos. Manoel Luiz da
KV.'h'0 P'^tf da S,,,a' Luu Pedro da
rVl 1 HHerCS i"0 Jnf0l0i0 d Silva u,ra.rea
Goncalo da Silva Guimaraes. Maria Therez daa
des No'g^r.' JqUni ^ S"a L8- Jo Gue-
hidPoSprroPedned,o1!6 DCDa' Ca^r"^ -
Maooel Joaqolm de^ Carvalho. Msnoel V.la.eo
do. Sanio. Jesuioo M.chsoMalheirn* Braga
deTSlV.1"10 d' "" d* de'enIa0 d0 d" *
Existan*.
(Vindo
ciados.)
Entr.ram. .
de Garauhuos
Sahiram. .
Exidero. .
360
16
preso.
>
II, sendo 8 senlen-
5 a
371
A saber
P^NAMStO
Naciooaes
Mulherec .
Estrangeiros.
Escravo. .
Escrava*. .
Total. .
263
7
28
65
8
l7
Alimentado, costa dos cofres provio-
14
melos feilos oa
e julho do cor-
Lala dosbaplisadoa e cssat
freguezia da Boa-Vista no mez
renle.
r de am-
lestemuobo
d!^irDnf"l.na,. devij0 *ot "comm.n
Vuit. ,nb.r,e (lpPu,a1o. ex presidente da.
Magdas e de l'eroambuco. e fundado
tos a* colonia, presta-me o seu
valioso.
rfonSr* V.i"-el' TaVre8 :~E Porque oo tez pela
de Pimeoteiras o mesmo que fez pela outra ?
O Sr. Cunha Figueir'o : Porque a de Pi
menteiraa nao teve o mesmo auxilio ; e assim
mesmo fiz o que pude. **
OSr. Mello Reg :Sr. presidente, aproveei
a occasiao para associar-me ioteiramente ao no-
bre deputado, meu collega de provincia e dis-
tnclo, naa reflexes que
de Fernaodo. Eu tambem desejav. wU 0 nobre
mioislro prestas*e sua seria atieoco aos nego-
cios daquella ilha ; quizera mesmo ouvi |0 .
ra sobre ura ponto. Enlende S. Exc. qte a* re-
torma. qae tem entre mos, segundo acaba de
inlormar-oos, que oa melhoramentos que nro-
lecta, podem ser levado* a effeito com a quan-
que se acba coniignada no orjameoto que se
O Sr. Ministro da Guerra :Nao.
O Sr. Mello llego : Ento parece-me que o
SSyfJXT deTia de,de j pedlr aDgmeo,
Um Sr. Deputado :Para o anno.
OSr. Mello Reg : Senhorefno ha me-
lhoramentoa elfectuar-se nsquella ilba, que nao
exija augmento de despeza sobre aquella que
at boje se tem feilo ; pretender satisfazer s
necesidades dsquelle- presidio, e nao pedir es
meios precitos para iaao, realmenle nada fa-
zer, deixar as coutas no estado em que se
achara. Portanto me parece que S. Exc. deve
pedir augmento da verba coosignsd para des-
pez* dsquelle presidio. Como memoro da com-
missao, nao terei duvida de
REVISTA DIARIA.
A occorreocia* qae ltimamente se lera dado
rtf.|C0,m,irCa de Tac",,u. haado-s. em seria
desiotelhgeocia o juiz de direito da comarca e o
delegsdo de policio que tambem coromandaote
da forc. de linha slli estacionad, levaran, 8. Ex
o Sr. presidente da provincia a fazer seguir para
aquella localidade o Dr. chefe de polica io Ur. Carlos de Cerqueira Pinto, que hootsm em-
i P"ra Maffi0 "o "Por Persinunga, sendo
aeompanhado al a bordo pelo mesmo Exm. Sr
e um grande numero de amigo.
Importante o .ervico que v, prettar o Dr
Cerqueira Piolo, fazendo a bem do er.lcop:
blico, apezar de exercer interinamente o Cargo
umaiv,a gen, taoiocommoda e arriscada na actual
anadea epidmica, com que ainda luta a provin-
Em conaequencla da vi.gero do Sr. Dr. che-
fe de polica Tacarat. acha-se no exerclcio
desse cargo o Sr. Dr. Jos Antonio
Silva,
ral, L.Jbr,,nc"'. n*,c,da a 21 dfl abril do cor-
rente Sha legitima de Maooe! Joaouim Con.:
de Almeida e Clara Antonia Correa de Almeid.
Malina, branca com 15 me.es de n.scida B-
Ihs legitima de Vicente Ferreira Pinto e Sel ho-
nnha Adelaide de Oliveira Pinto. *-
nii^.nQIa* ?.tT\t0? 4 meze8 e me'o 4* nicda
lrussorjoaquim de wa.
Meneze* e M--ria da Nalividade
nezes.
do
Gomes de Me-
fllha
- Correa da
mu digno delegado do primeiro districlo,
jo zeio e tino policial sao coohecldo* ded
que comecou funecionar como delegado De-
sdamos e**e senhor feliz xito neSe novos
encargo de qae se acha revestido, obtendo sem-
pre oora resultado ssuas deligencias e acloPo-
Procedeu-so bontem no palacio da presi-
dencia a abertura das duas propostas para a
SSe0 da poote d Brumzioh0' or5adfl em
Foi aceita a proposta do Sr. Theodoro Rora-
peke, que faz a obra com a* condicoes estabele-
cidas pelo governo, por 195005000 O ootro
qualquer outro meio de.igo.do.%\ 0" *Z
do exercito. Esta rainha ooiniao .... r*'?
nao pode .er fe.to .0 oo 52S'J." fl't
g-srd. nacional em bom aeotido a
O Sr, Villela Tavarea :-J v. o'qii8 v Ftr
ra concordando com aa minh*. **?.' v' Exc-
10 com aa raiohaa ida'a.
O Sr. Ministro da Guerra ->is
que eioqu.nio as prolo- rosa coro restiieces. Sobre a. colooUs!mif '
so oobre deput,do nea
por que o nobre marquez de r.ii
que esleve mais lempo 00 minUierio. Bio roVe
avanc.r muito : essa. colonias podenca" ao
ca. nio tiverem forga policial batanle para lo- eu pouco posso dizer
dos osjer ricos locae, proprins de (al forca, nao m-sma razo
poetado** dispensar os corpos chamados de
aroico das provincias, porque elle, oo
fazem MWncoe W corpos de llnhs, co- j mtnuterin do imperio ; com as kttomZTZ
mo oosdju Fo!'c"' ?'n rau"" de suas func- cfistarias de estado passaram ell.s oaaV '-e*
50- te'! U erra, que pouca. informare, t* S'*
proponenle, o Sr. Jo. Augusto de Araajo suiei-
lara-ae aa mermas con lices. mas exiga 19 80(3
Ifouve, poi, uma diminuico a favor da fazencta
provincial de 4;07000. que pode augmentar se
p governo imperial conceder a i.eoco dos direi-
0. de irapori.co par. o. objectos* de ferro que
^rid.%Tated.aI,,6,alerrapa"aC00ltUC^da
-Homero por obra das 8horas da maoha lo-
as Wl".de.t. freguezia fogo. snnun-
ciaodo ura principio de incendio, que lavrav. n.
- lojn de .elleiro dos Srs. C.rneiro & Irmo, na rus
SS^^S^JJ^S^i i js!Z .for8m "providencia'M"-8 -
os melhor.mento. que pretende DeCe"8r,a para I'" re,ul logr-se o vencimento da. ch.mma.
Sr. Martinho Campo, d um 'ap.rte Tal 1!STS^SZ f" P"h" em grande p0r5ao-
O Sr Moiin u o "Rstrae. que exista no eslabelecimeoto.
.ugmentaT de?peRz,'fTaueP.e urh"0 "E? ?0t 0r" i00ra-se ca"aa origio.ri.
que naa se rV, ?. Mbfl? ssbendo acoolecimeoto, suppoodo-se que la
a se far, qae ficarerooa em boos dse- ligue a alguma fa
apreseotar um
desse
que talr.z se ella
ca, que pelo corredor ou por-
ta da escada vle.se a cahir para dentro
enirire/i .,UU1K*"PeI." drt coloniVf'ico- Acharam-.e presentes .0 thealro dolncen
rei.nrga -ii trab,slho ?f braco, qoe alli eso varias auloridade., noroeadameote o mi,
ocioso*. A ilha, pela ferliltdade de aeu slo, p- prudente da proviocia. os sT. n,. XZ'Jl
de produz.r, .eno tanto quanto fr neeeeaario polica, delegado, subd.leg.d''deaUf,.i.
ESAS ua popB,,50' pel ffie'os um" eflluc;'.net6;' .,fm de SS^Sfl?ISSi
e uue pana. .. que ae prestara, srnjttndo entre esta, o pro-
Mana branca, com 8 meze* de oascida 1
legitima de Gelioo Coelho de Serpa BrsnJo eJoa.
quina Kils de Albuquerque Braodo. U,a0eJua-
Mana parda com 6 mezes de nascida. filha
natura'de Antonia, escrav. na
Amelia, branca, nascida no ultimo de iulhn rin
aono passado, fllha legitima de Firmino Jos Ala
undran Marcelina Candida Vilella. ",seAl9-
Eugenia, parda, com 6 meze* de nascida llh
natural de Francisca, escrava. DB9Ciaa. "b*
J'iaquiro. branco. nascido no 1 de marco do
crreme, fllho legitimo do Dr. Joaquim flt
doro Soares Arelar e Eulalia Modesta da Silva
Manoel branco. nascido a 14 de marco do cor-
ren to, filho legitimo de Jos Antonio de Souia
Mello e Carolina Ferreirs de Mello.
ATboso br.nco, nasci lo a 14 de marco do cor-
rele, fllho legitimo de Jos Antonio de SouL
Mello e Carolina Ferreira de Mello.
Raymuiida, parda, com 11 mezes de nascida
fllht leg,,,ms de Luiz e Claudina, a.aro '
Pedro, branco, n.scido a 7 de maio do crrente
f.lho leg, ,mo do Dr. Pedro de Albuqaer.le lu'-
iran e Rita de Carvalho de Morae Au.ran
Marcolina branca, com 5 annos de naacida, fl-
?aa Mr,.1ferPedro Sare de Almeidl u<"e-
lina Mana do Carmo.
Anoa branca, nascida a 9 de marco do correo-
'. ie're? S.' ***** GmeS de S e "Si
Senhorlnha. branca, com 19 mezes de r;acida
Sf;r?:s,2i32.",x",-F-'""^:
Mana, braoca. nascida a l de raaio de 1860
Ihrnt8111*?" deC,,UllD0 Msf1oes Vianna e Gu,-*
Ihermina Escolaslica Amorim.
Mana, branca, com 6 mezes de nacida fllha
ffSlr AU8USl Torre"e Era,lla Gaa
Elervln, parda, com 4 mezes de nascida. fllha
legitima de Antonio Frederico Supra e Antonia
Francisca AlvesSupra.
Antonio, braoco, nascido a 9 de novembro de
1853, toroou os Santos leos. Olho legitimo de
Firmioo Jos AleiSOdre e Marcolioa Candila Vi-
I*?II0S
Roberto, pardo, cora 6 raezes de nascido, fllho
natural de Renovate, escrava.
Gamillo, pardo, com 3 mezes de nascido. filho
natural de Ignez Maria.
Maria. branca, nascida a 22 de jnnho da 1857,
alba legitima de Eduardo Firmino da Silva e Ma-
Ihildes Plorenca da Silva.
Salvio, brani'o, nucido a 4 de juoho do anno
passado, filho legitimo de Eduardo Firmioo da
Silva e Mathildes Florenca la Silva.
Joaquim, branco, com 2 mezes de nascido, filho
Ipgitimo de Pedro Barbosa Cordeiro e Thereza
Mara de Jess.
Harculano. pardo, com 3 mezes de nascido -
Iho natural da Julia, escrava. '
Oiympia parda, cora 3 mezes de nascida. fllha
natural de Firmina Maria do C*rmo
a.^U^^,0 b,ra"co nVcid0 6 de "oslo d 1860,
libo odarai de Cath.rir. kimJZ *. ____'
ciaco.
de Catbarina Amelia da Anoun-
LEGVEL
1
MUTILADO
j

i\


;

<--*<


JE
"
flUltd D% FtaAMdK'CO. UlUftTA /IBa $ DI AGOSTO DE 1881.
Augusto, bronco, nascido 21 de juoho do cor- estabelecer urfeP,il0 de potrn na ra Im-
rente, (libo legitimo de Eduardo Candido de Oli- perla!, dizque* loBar. onda pretenda o auppli-
Teira e Amelia Aagust Pinto de Oliveira. !cante coliocar1 caM psri deposito, na ilba
Manoel. braoco. nascido a 14 de noTembro do denominada J.*Dna. Beiern, em (reote da mes-
anno paasado, fllbo legitimo de Antonio Fran- mi ra, e n estancia desta ntaia de setenta bra-
cisco Pereira e Hermioa Freir QuinUiro Pe-
reira.
Mara, pud, coa: 1 armo de oaicida, fllha na-
tural de Alexandrina Mirla das Dores.
Saturnino, crioulo, com 3 metes de nucido, fl-
lho natural de Quitea, escrara.
Pelippa, parda, com 3 annos de oaacida, fllha
natural de Mara Militan dos Prazeres.
Casamento!.
Angelo Castodlo, Com Senhoriuha Tbomaiii do
Espirito Sanio, pantos.
Jos Gongalvea Ferreira Costa, com Mara da
Conceigo Veigas, hrancos.
Joo L-iie Rodovslho, com Mirla Emilia Goq-^
paires Ferreira.
Aotoio Fiadulpbo Pereira Dutra, com Ana*
Eii-ia de Alouquerqua Maranho, braoeoa.
Procoyio Joaquina Dias, com Antonia Fraoesea
Guimares, braucoa.
Luir Ternet, com Francisca Xsvier Googalves,
brancos.
Antonio Jos Lopes Jnior, com Olympia Gei-
Ihermin < Sxtle, brancos.
Joao P nho, com Joaooa Leal Garret, brancos.
Matadouro publico :
Malaraw-se para o consumo desta eidada DO
dia 5 do correte81 rexes.
Obi uario do da 5 db amsio, no cemitk-
rio publico :
Anua, Pernambueo, 8 disa, escrara, Recito ; e-
rlamptia.
Haria Francisca da Silva, Ceari, 30 dias, oltei-
ri, Santo Antonio ; bexigo.
Hara, i'erusuibuco, II horas, Boa-vista ; es-
pasmo.
Florencio, Pernambueo, 6 annos, escraro, Boa-
rista ; ioterite.
Perpetua. Pernambueo, 2 mexes, S. Jos ; e-
clfoipsia.
Lucrecia, frica, 42 annos; solteira, escrara,
Boa-rista ; hydropezia.
Ricardo Jos Ferreira. frica, 45 annos, casado,
Poco da Panella ; pthizico.
Manoel, Pernambucu, 5 mezes. Recite ; ioterite.
ao nao al o pr**a da 4 mezes, e a 11 /' ,t 1 de 6 mozos, e toma dinheiro em con tas eorraVl*r( ala "^ lorias os objectos segaiolesj
simples o com juros pelo premio e prazo que se
1
i ^ i Feminino.
jliJi-,i-.U!Ma,cu,ino-
I I I I I
I 9 I I I I
/minino.
3'
I Masculino. cq
1-1 = 1-1 I S 3
I
Feminino.
I I I
, Masculino.
KS I
I I I
1 I I I
_ { Feminino.
w I
I*
>
Oro
o
ce
os
^ <
lili
lili
Masculino. w
r.
O
X 5
i
K.
I I
I I
I
Feminino.
O
>
B
O
09
Ni lolali iaae dos doenies ensteml3t. Beodo 4
homeos e 14 tuuiheres aliena.los.
. -Forara visitadas as enfermaras estes quatro
dia9 : oo Ia, a 7 horas e 10 minutos ; no 2" a
7 1|4 ; oo 3" a 7 3|4. no 4o s 7 1|2 horas da
maobaa pelo Dr. Villas-Boas, no impedimento
do Dr. Doroellas e s 7 horas da maoha pelo ci-
rurgio Pinto.
O D'. Pereira do Carino visitou as enferma-
ras s 5 1(2, 5 34 e 6 horas da tarde.
CilARA MUKIC1P1L DO RECIPE.
SESSA'O EXTRAORDINARIA AOS 23 DE
JUNHO DE 1862.
. Presidencia do Sr. Reg e Albuquerque.
Presentes os Srs. Ileorqoes da Silva, Cesario
de M'Ho. Barata, Reg, e Mello, abrio-se a ses-
B00, e lita o approv* a a acta da antecedente.
Em seguida o sr. Barita, pediodo a palavra,
requeren, o foi approvado que se marcease um
prnio de quinze oas contado desta dala, ao ar-
rematante do imposto de afarigoes para hypulne-
car seas beus, e os de seus fiadores a cmara mu-
Dicipal para garanta do contrato.
Nesta o.-caiao o secretario declrou que tendo
a remara, qoanlo se fex a arrematado, assim re-
solvido e nao ten-lo o arrematante ainda satis-
eito esta rondigo, deixou de incluir no officio
feilo a presidencia, vedindo a approrac;o d ar-
rematngo das demais rendas, a de que se trata.
Leu -se o seguinte :
EXPEDIENTE.
T Um o flelo do Eirr. presidente da provincia,
remettend por copla o aviso do 7 do torrente,
e:n que oExm. Sr. ministro do imperio coromu-
nicou que o gn'erno imperial approvou, por ser
conforme 0 aviso numero 97 de 20 de abril de
1849 5? 7. e numero 151 de 4 le abril de 1860. a
deciso que deu S. Eic. ; declarando que o ciJa-
dio Jos Firmo Xavier, segundo juiz de par do
Segundo dislricio de>ta fregueiia de Santo Anto-
nio, nao polia ontiuaar no oxrcicio desse car-
go, nato nao se achar qualifleado rolante na diia
fremuezia.Inleiraia.
Outro do niesmo, conmunicando que tendo em
vista s ifif rraago da cmara de 2 do crrente,
aob numero 6J. acaba de conceder a Antonio Cli-
niaco Moreira Temporal a autorisaQao, que pede.
para e9cor a9 iguas do quintal de sua casa n. 2
da travessa do Penlo, para o cano de esgoto
frito pela repartido das obras publicas.Que se
comauoicasse ao fiscal de S. Jos para iospeclo-
nar a obro que pretende fazer o referido Tem-
poral.
Una pel;c.ao de Don.ingos da Silva Campos com
despacho da presidencia para a cmara informar,
na qual replica sobre o arrendameoto do terreno
contiguo ao edificio onde fuocciona o tribunal da
Tela^o.
Posto em discusso. resolveu-se informar ao
Exm presi lente la prorioeia que a cmara se
oppe a pret-ogao do aupplicanlr, por quanld o
terreno de que se trata nao Dacessario para|lo-
gridou publico
Outra taniOeru com despacho da presidenta,
mandando a cmara informar, na qual Bli
Ale de Miranda Varejo, declara que V
desde a primeira al a ultima instancia, o
senlenca a seu favor na qtieatin que move
tra a mesma cmara, ped a S. Exc. Ihe ra
pagar o terreno sobre qu vena a questao.
que se acha aulorisado por urna res..luc.o
semblea para determinar o pagamento.
Posto em discussao e depoi lerem fallado so-
bre materu os Srs Barsta, Reg e Mllo, fi
por n resolrido que se remettesse a petigao ao
edvogaio para dar o seu parecer a respeito.
Um officio do r. juiz municipal da sexuada
wM, Fraiiisc du A'auj'i Barros, communican 1o
ter r'esssumilo o exercio de. seu cargo no da
21 do correile, as tres horas da tarde, depois de
encerrada a astomblea provincial loleirada.
Outro do'subdelega lo suoplente da freguexia
dos Afgados, pe-lindo resposta da consulla que
fezem offi.io da 12 do correte.Ioleirsda por
i se ter respondido.
Outro do juiz de paz do segundo aono do pri-
meara distrido da re;uezia do Recite, commeoi-
ando achsr-seemexerciciocomo substituto dos
-xlemeis juues que deraia paite de doenlus.In-
-'teirada. ,
Outro do juiz de paz do quarto anno do pn-
meiro diatrkto da mesma freguezia. ommunican
do nao podar entrar em exercicio.loleirada.
Outro do eugenheiro cordendor, informando o
-requerimento, no qual Narciso Jos d.i Costa Pe-
rejra, e Francisco Jos Pereira Burgos, pedem
para que lh-s aej concedido cobrir na altura de
um aniar os edificios nmeros 128 e 130 da ra
de Hortas, qu" foram obrUad s a demolir em
parte pota* acharem arruio-dosdiz qo* a pre
tenco dos supplicantes nao Ihs p.rece regular,
n-m consegu.ntemente digna de ar alten lila,
visto aer tods opposl as posturas lodeferio-se.
Ojtro do buido, remetiendo a plantarte parte
do bairro do Recite, que comprebende a rus do
Brum, na qual est designada com Unta varme-
lhs a alteraefto do aliohamenlo reqaendo por
O. W.bel Candila da Silreira Seve.-Que se pe-
dase ao Exm. presidente da provincia a alleragao
d Outro do scal de S. Jos, ioformaodo a peti-|
cm de YaldaTluo Ritmco da Sil?*, 1 pw,pari l
cas, e da emcaijao mais prxima, sesseota.
Concedee-?.-
Oulrov n,tsl de s Loureni;o, pedindo o pa-
gam9iiloja q,ianlia de lSftOOO reis, importancia
que d|^Ddeu com o euterramenlo de um preto
eocon|J<, mono na estrada do Pao d'Alho, e de
doasrT1"0> e um B0' D' povoaco da dita fre-
guesa ^- ^ Loarenco.Mau lou -se passar man-
dado
rjilro do scal da Varzea, coramunicando que
oji'jitssde pax do primetro e segunde diatrictos
aquella freguexia acham-se em exercicio.lo-
/airada.
Oatro do flseal da Muribeca. commanicaodo
que os julzea de paz dnsdoes dlstrictos da mes-
ma fregaezia acham-ss funecinnaodo.Inteirada.
O Sr. Mello eocarragado dos negocios do mata-
douro, declarou que os materlaes existentes no
telhoiro arruinado do reesmo nntadouro foram
removidoa para a casa da administragao, despeo-
dendo-sa com essa remogo, e bem assim com
demoliv'io do telheiro a quanlis de 64$0O0 reis,
Importancia por que ocpreitou o respectivo ad-
ministrador com Joo Gualberto. Mandou-se
pagar.
O Sr. Cesario do Mello, relirou-so autos de e
acabar a aesso.
A requerimeoto do Sr. Barata maodou-se cha
mar o segundo auppleotedo primeiro districto da
freguexia do Recite, para se juramentar am de
preeneber a vaga deixada pelo tarceiro votado
Joao da Silva Faria, que se acha mudado da fre-
gaezia.
A commissode edificaQSes, a quem foi re-
mettids a patigo de Joaquim Jos Pereira Alhan-
drs, replicando sobre a licenca que pedio para
estabelecer ama padaria na ra do Br*m, cada
um deseaamembros apresentou o seu psrecer :
O Sr. Mello t de opioiso, aKeodendo a um pa-
recer j dado em 3 de novembro de 1858 pela
commisso de policia, relativo a igual pretendo,
que se deve conceder ao peticionario a licen;a pe-
dida, islo que o torno da padaria seja collocado
no quintal da casa que se lem de edificar, do con -
trario nao poder ser tal padaria all eslabelecida,
sendo que por isso nenhum inconveniente resul-
tar dessa concessao que n8o possivel ser em
oalro lugar, tanto mais que alli ha o deacampa-
do dos quintaea dasduas ras do Brum e do caes,
ccresceodo que-no mesmo logar o veoto cons-
tante o do sal, e o aobrsdo nada aoffrer, e
menos a casa terrea contigua a futura padaria,
lano mais ficando o peticionario sujeito as dis-
posis do artigo 4 das posturas de 13 de iunho
de 1855.
O Sr. Cesario de Mello, sentindo nao poder
concordar em ludo com o seu companheiro, diz
que allendendo as consideracoea feitaa a respelto
da pretenr;ao do supplicante pelo eogenheiro cor-
deador, e pelo especlivo fiscal, se devn permit-
tir ao supplicante coliocar o torno da padaria, nao
no lugsr onde elle quer, porem um poaco mais
para o poente, no logar destinado para a casa,
pois que s s.i r. deixar da ser prejudicial aoa
sobrados que seconslruirem na dita ra no la ji
do sul uu do norte, para os quaes lanzar fumaba
cooforma os ventos, en reanlo que sendo cons-
truido no lugar indicado pelo eDgenheiro e com
a altura conveniente, a fornica por elle lanzada
se estender pela mar, ou paasar por cima dos
sobrados, o que no.acooleceri se o torno licar
collocado ao noria deltas.
Posto em discussao estes dous pareceres, de-
pois de largas coosidersc,5es a respeito de cada
um, foram postosa votos, e approvado o do Sr.
Mello, ficando preiudicado o do Sr. Cesario de
Mello.
O Sr. Mello requereu e foi approvado, que,
tendo se dado os acontecrcentos sabidos, de des-
falques Da sociedade em commaodita, bem como
na caixa filial do Banco do Brasil sa nomaasse urna
commisso para verificar tambem o estado do coa
fre municipal, com quanto estivesse elle rereador
convencido que nada havia, por que a cmara
Dio tena traosacoes com aquellos estabelecimeo-
los, todava linha em vistas suente evitsr que
se (Qamjuizos temerarios.
A cmara encarregou desie exame a commis-
?.1o de policia ( Reg Albuquerque, e Henriqnea
da Silva
Despacharam-aeas peticoes de D. Abbade de
S. Bentode (jinda. Francisco Jos Dias da Cos'a,
Joaquim Jos Pereira Albandra, Jos de Freitas
Barbosa, Joo Pereira Moolinho, Jos Joaquim
da Costa Maia, J s Rodrigues Pax, irmandade
do Rosario do Recite, Narciso Jos da Costa Pe-
reira, Francisco Jos Pereira Borges, e Tasso &
Irmaos, e levaolou-se a sesso.
Eu Francisco Canuto da Boa-Viagem, official-
maior a aubscrevi no impedimento do secretario.
Barros Reg, presidente.Reg Mais.Heori-
ques da Silva Reg.Mello.Leal Seve.Rogo
Albuquerque.Barata de Almeida.
coorencionar.
Praca do Hecife 5 d
agosto de 1862.
Va quatro \\oras da tarde.
Cttactes da jimia de corretores.
Cambio.
Sobre Londres90 d|v. 28 11 d. por 18000.
A srmagao e perteoces da loja da rm Nora o.
30, e 1 carteira avallado ludo por 3000 ; 53 cha-
peo! de feltro a 1j, 53^000; 54 bangalaa a 500
n 27000; 3 ehapoa de sol de- panninho a 19, Dita da Moeda o. 21 por anno
Descont de letras.
12 0|8 ao anuo.
J. da Cruz Macelopresidente.
John Calissecretario.
Astaudeata.
endimento do da 1 a 4 64:515739
dem do di 5 ; 14.0233614
i8r _
Dita dita n. 29 por anno ma ,
assss.-issi tl^JKMff
78 549JJ353
Sovlmenlo de tlfssdea);ss.
56
14
Salames entrados comtaxeDdas..
a om ganaros..
Veame sabidos tom faxendaa..
c > ion gneros..
70
133
413
= 546
Desearregam no dia 6 de agosto.
Brigue ioglexMsrybacalho.
Escuna ha no veri a naAtlantic carvo.
Polaca austracaPirastUriohs de trigo.
Exportare
do dia 4 de agosto.
Escuna iogleza Zenith, par Liverpool, carre-
garam:
PatoD Nash A C, 105 sarcos com 765 arrobas e
26 libras de algod&o.
Brigue srgentino Volante, para o Rio da Prata,
carregaram :
Amorim Iruos, 73"' barricas com 5.894 arro-
bas e 18 libras de asaucar.
Bngue dinamarqoez Naney, para Liverpool,
carregaram :
Kalkmano Irmos, 72 aaccoa com 377 arroba
de algodo.
Patacho portuguez Lima, par Lisboa e ilba de
S. Miguel, carregaram :
Manoel Joaquim Ramos e Silva & Genro, 43
birncas com 338 arrobaa de assucar.
S. T. Biatos & Irruios, 147 rolos com 68 srro-
bas e 24 libraa de salsa.
Antonio Joo Parlado, U barricas com 80 ar-
robas e 7 libras de aaaacar.
Jos Miguel do Santos, 2 barriquiohas com 3
e meia arrobas ae gomma e 150 cocos.
lmporta^&o.
Caler nacional Emma, viudo da Penedo, con-
signado a Francisco Goocalves Torres, manifestou
oseguiote:
309 saceos farinha de mandioca, 205 ditos ar-
roz pilado, 179 ditos dito com cases, 1 barril
azeile de mamona, 1 caixo queljos dosertao ; a
ordem de diversos.
Beeebedorla de randas Internas
sjreraes de Pernatnbneo.
Reodimento do dia 1 a 4 3.668J676
dem de dia 5......; 756,745
4:4255421
Consalado proerfnelal.
Rendimento do da 1 a 4 6:5963289
dem do dia 5....... 932970
7:5295259
MoTimento do porto
Navio entrado no dia 5.
Penedo34 horas, cter nacional Emma, de 56
toneladas, capito Francisco Goocalves Torres,
equipagem6, carga arrox e outros gneros ; ao
capilao.
Navios sahidos no mesmo dia.
Macai e portos intermediosVapor nacional
Persinunga, commaodanle Moura.
Penedo ltale nacional Camaragibe, capito
Virginio Jasliniano dos Sauos, carga varios
gneros.
,rt ';>>
9 em cuuiur- # -"
aouro n. 125 ao/recebin
18 de iBosioWJ' Oarr
louraria para soosigoe
Caixa Filial do Banco do Brasil.
BALANCETE EM 31 DE JUL1I0 DE 1862.
Activo.
Accionistas do Banco do Brasil.
Entradas nao
realisadas de
10.000 atcOes
localisadasoa
provincia. 400.000500
Letras descontadas.
Com duas aS3g-
naturas resi-
dentes no lu-
gar do des-
enlo..... 2.702.630S808
Com urna s di-
ta dito .... 73:441j>370 2,776:072?H78
Letras caucionadas.
Por ouro, prata
e ttulos com-
mcrciaps. 9
Por outros t-
tulos..... 6:5005000
Lefro a receber.
Saldo desta con-
ta.......
Diversos.
Saldo de varias
rontas ....
Cara.
Pelos seguintes
valores:
Em noeda de
ouro de 22
quilates .
Em notas do the-
souro dos va-
lores de 10$ e
superiores .
i Em moeda de
troco.....
Emnotasdapro-
pria caixa .
6:5005000
r5:907J603
3,556.8565058
1,8881535000
200.000#000
7:2185252
4.956:560O00
T,051:931252
13,867:2675091
O Ulna. Sr. inspector 0 tnesou.raria de fa-
zenda de Pernambueo, manda (jzer publico para
conhecimento d quem inlerssar e em confor-
midade da erdero der fribunal do thaouro
de 8 do crrante mez. que no dia
futuro, haver coocurso nesta tbesouraria p
preenchimento dos lagares vagos de' terceiroses
ccipturarios, ntreos praticantes, e na falla de
tes podaro ser admittidas petsoas de fra na
condifes exigidas do arl 3' do decreto n. 2 519
de 14 de marco de 1860. O exame versar sobre
as seguintes materias : arithnetica e suas appli-
ca;0es ao commercin, com especialidtde a re-
ducao de moedas, peso e medidas, clenlo de
descont, juro simples e composto, theoria de
cambio suas applicacoes, algebra at equa-
coes do 2* grao, e theoria da escripturacao mer-
cantil por partidas simples e dobrada, e suas ap-
plicacoes ao commercio e ao thesoaro ; deven^
as pessoas de fra que forem admittidas ao jQjji
concerso, nao s prestaram exame das materas
exigidas, como des do 1 do arl. 6* do dito de-
creto.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de Per-
nambueo, 23 de julho de 1862.
Servindo da official maior,
Manoel Jos Pinto.
O Dr. Tristo de Alencsr raripe official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito espe-
cial do en nmerrio desta cidade do Recite e
sea termo eapilal da provincia de Pornambu
co por S. M. 1. a C. o Sr. D. Pedro II, que
Dos guarde etc.
Fago aaber pe) presente que no dia 25 de
agosto do correla son se bao de arrematar por
venda a quem mais der em praga publica de-te
juizo depois da audiencia respectiva duas oitavas
partes do sobrado de 3 andares da ra do Quei
mado 0.10, s quaes eslo peohnradas a riuva
e hardeiros de Joao da Silva Santos por execuQo
que cootra os mesmos encaminha Ignacio Bar-
rozo de Mello como tutor de D. Contsnc Per-
petua Baptlsta, e na falta de licitantes serio ar-
rmalados pelo prego da adjudicarlo cem oaba-
timento respectivo da lei, as meswas oitavas
partes foram avalladas em 4 0000
E para que chegue a noticia a lodos roandei
passar editaos que aera j afflxados nos lugares de
costumee publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recite capital
da provincia de Peroambuco aos 31 de julho de
1862, 41* ds independencia e do imperio do Bra-
sil.En Manoel de Carvalho Paes de Andrade es
crivo o subscreri.
Trstao de Alencar Araripe.
35000; 8duzias e meia dandi algodo cri
para home.m a 2J, 175OOO; 10 duzas de meiaa
de algodo p-'ra senbora a 3*. 30JO00; 54 len-
cos de efiri frau'cexa a 200 rs.. 108800; 23 pegaa
de Atas largas de ?* 2000 a peca, 46O0O;
16 pecsde dito a |Jb?V. 24JO00; 30 caixts com
charutos a IJJOO, ZaOQh 21 ,r"sc0 ''ga *
flor de laraoja a 200 rs.,' C200 pe"
pe tos decamis piolados a 2J, ^eyQP.?!_***
mtsas fraocexas para homem a iK400, *5*000
28 caoirelea de 2 e 4 folh.s para apara." ^at a
200 r., 5S600 ; 24 grarataa de seda a t? '
125000; 11 ditas ditas prelss a 500 rs., 5950*.
12 eicovas par falo por lOgOOO; 22 estors pa-
ra cabello a 600 rs., 13*200 : 4 1/2 duzas de es-
coras para daoles a 29 a duzia. 99000; 2 pentea
ds alirar a 200 rs.. 4U0 rs.; 56 frascos com b-
nha francesa a 400 rs.. 23*400; 10 boioes de
vidro com banha a 300 rs.. 39010; 40 canas de
pos de dente a 260 rs., 8&00; 60 sabonetes a
2"0 rs., 129000; 10 vidros de essencia de sn-
dalo a I9OOO, 109000; 80 dnzias da canudoa e
flaodraa par faser ralaa a 100 re., 8000 ; 2 cal-
as de perfumariaa pequeas a 25, 4$000; 12
pfos de pomada coametique a lOOrs., 1&200 ;
46 vidros com agaa da colonia e leos dlfferentes
a 500 rs., 239000 ; 64 pratos de porcellaoa de
beira doarads, 6 ditos traressos, 2 terrinas, 4
coochat a 1 assucsreiro, ludo por 309000; 56
copos de ridros sonidos, 2 compoleiraa, 2
frascos, 1 coberla, 1 lijella de ridro, 1 gs-
Iheleiro,2 bandejas,2 jarros de porcelana, 1 ma-
chn gazoz, 1 colher de metal, 4garlos de me-
tal, 2 bules de aqueolsr agaa com eapirito, 2 p-
rea, ludo por 4O9OOO; 1 toucador de madeira em
mo estado por 8gO0; 1 marqueza am asseo-
to por 69OOO; 1 comsDoda em mo estado por
65OOO ; 2 baoqaiohas em mo estado por 2S000 ;
1 mesa depinho por 25OO ; 1 espada de ofcial
por 2(000; 4 cadeiraa de pao a 19, 49OOO; 3
cadeiraa usadas com asaento de palhioha a 19500,
49500; 1 banco de madeira por 59000; 1 mappa
geographico por 2(000; 1 lantema por 15000.
Os quaes foram penrorados 4 Adolpho R?gar,
e rao praga por execu^o de Vicente Ferreira
de Souxa.
E nao harendo langador quo cubra o prego da
araliago, a arrematado se far pelo prgo da
araliago com o sbatimento da lei.
E para chegue ao conhecimento de todos, man-
dei passar edilaea que sero pablicados na forma
do eatylo.
Recite 28 d julho de 1862.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento,
escrivao, o subicreri.
Tristo de Alencar Araripe.
O Illa. Sr.inspector da thesoursria provin-
cial, em camprmeoto da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente ds provincia, manda faier publico qae no
dia 24 do correle, persnle a junta da fazenda da
mesma thesoarari, se ha de arrematar, a qaem
por menos fizer a obra de 38 bragas de cano de
esgolo na praga do chafariz do bairro do Recite,
avaliada em 4:5909000. A arrematago ser telta
na forma da lei provincial o. 343 de 15 de maio
de 1854 e sob as clausulas especiaos abaixo co-
piadas.
As pessoas que ae propozerem a esta arrema-
tago comparegam na aala das sessdes da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia
competentemente habilitadas.
E para constarse mandoa publicar o presente
pelo Diario.
Secretaria da thesoararia provincial de Pernam-
bueo 4 de agoito da 1862.
O secretario, A. G. da Aoounciago.
Clausulas especiaes para a arremataco..
1" O arrematlante dar comego aos Irabslhos
no prazo de 15 dias supramencionado.
2" O arrematante ser obrigado a attender as
cjbervag6es do eogenheiro enearregado da direc-
o e flicalisage doa trabalhos, cooceroeute
jo execugo da obra.
4* Fica o arrematante sujeito a observar em
loda a su a plenitud as prescripges coudas no
orgamento.
4* O pagamento ser feilo por prestagoes raen-
aes correspondente ao numero de bragaa con-
cluidas, ficando porns recolhido a thesourarta,
como deposito para garantir a obra al tioal con-
cluso a decima par- do valor do certificado men-
tal, o quas Ihe sero entregues um mez depoi
de concluida a obra, sendo que ella sa ache em
om estado, e caso assim nu acontega o arrema -
farjte ser obrigado a repara-la, para ter direito
recebimento.
rrematante fica igualmente sujeito as
s da lei n. 286, que dixem respeilo as
rremalages.
6a Ne ser em lempo algum alleodida qoal-
nuer reclsmago por parte do arrematante, len-
/denta aindemoisaco, qualquer que seja a alle-
gsgo, em que se baseer para esse fim.
Conforme, A. F. da Anunciagao.
3005
rwa
Os pretndenos devem comparecer atompa-
nbados de seas tiadores, ou manidos de cartas
destes.
Secretsria da sants casa da misericordia do Re-
cite 1.- Je agosto do 1862.
F. A. Caralcaoti Gousseiro.
Escriro.
A Ihesouraria provincial compra para o expe-
diente das dirersas reparticoes provinciaes no
correte exercicio de 1862 a 1863.
4m resm" de Pap' grere aperado, 1* aorte a
95 ditas ? dito piulado bom, a 69OOO.
27 1(2 ditss a^ di'o d peso superior, a 69.
12 ditas de dito l/thograpbado /aecretarii do
governo] a II9.
2 ditas de dito deHullai?da grande, a 309
31|2 ditas de dito de Holla.ida grande paulado,
a 329000.
2 ditas de dito de Hollando pequeo, a 249.
24 caixinhas de dito de peso fino beira doara-
da. a 29.
48 ditas com enrelops (doustsmsnhos) a 89
11 resmss de pspel almago. a 6f.
4 ditas de dito ordinario, a 49.
6 cedernos de dito de Hollando grande (para
mappas) a 2J.
S2 ditos de dito de Holianda grande, a 500 rs.
30 ditos de dito de Holianda grande pautado, a
500 rs.
12 folhas de dito de Holianda grande, a 160 rs.
1|2 resma de dito para desenlio, por 40;.
3 rolos de ditos transparentes de dote polega-
das de largara e 21.2 jardas de comprmanlo, a
89OOO.
3 rolos de panno transparente com 24 jardas
de enmprimento e 36 pollegadas de largura, a
509000.
1|2 resms de pspel para embrulho, per6#.
50 folhas de papel de borro carlo, a 160 rs.
56 cadernos de papel mata borro, a 320 rs.
102 pautas grandes, a 400 rs.
600 enrelops, a 400 rs.
5 psstas para secretaria, a 49'
60 pares de pastas de pspel, a 610 rs.
178 caixas com penoas de ago, a 2$.
700 peonas de gango (o cento) a 29.
82 Duziaa de laps, a 800.
14 dunas de lapis de cor, a 29.
386 caetas fluas, a 200 rs.
88 frascos de gomma grachs, a 160 rs.
24 pedsgos de borrscha, a 160 rs.
20 botijas com Unta ingieza,a 2$.
110 garrafas com tiots preta, a 640 rs.
105 frases com tinta encarnada, a 500 rs.
50 dilos com dita azul, a 500 rs.
12 libras de gomma arbica retinada, a 2-3.
1 coza de peonas de ago, para deseoho.por 3$
4 libras de borracha para desenlio, a 59*
\i duzas de lapis n. 1 para deseobo, a 89-
12 ditas de dito n.2 para desenho, a S.
2 libras de esponjas ordioariaz, a 69400.
6 Tira-linhas, a 19.
21 libras de areia preta, a 320 rs.
6 ditas de lacre fino, a 5$.
16 caixas com obreias, a 160 rs.
6 ditas com obreias d colla, a 160 rs.
1 faca para cortar papel, por 5.
1|2 libra de camphora, a 2$.
3 ditas da giz, a 160 rs.
5C0 psns de obris, a 39 rs.
12 libras de vellas siearioas, a 800 rs.
47 massos de cadargo de linho, a 19500.
5 regoas, a 29.
1 pedra de liar, por 19.
6 caixas de papelo. para archivo a 49-
81 caivetes finos, a 3500.
40 rtspadeiras, a 15500.
22 thesouras finas, a 39.
21 folhinhas de almanack, a 1$.
3 ditas encarnadas, a 131600.
1 carta graphica de S. II. Colln, por 20$.
1 livro grande enm 300 folhas, a 129.
2t ditos com 300 ditas, a 89.
4 lirros de 150 folhaa a 69JOO.
1 dito de 100 ditas grande por 59-
6 ditos de 150 ditas pequeos a 55:
1 dito de 90 ditas grande par 5g.
1 dito de 70 ditas dito por 45800.
3 ditos de 60 ditas dito a 4.
1 dito 4* 36 ditas dito por 25400.
4 dilos de 30 ditas dito a 29
8 dilos de 26 dilss dito a IftfiOO.
4 ditos de 20 ditas dito a 19400.
1 dito de 16 ditas dito a 1-5i"o-
6 ditos de 10 ditas dito a 1$.
1 dito de 8 ditas dito por 800.
7 ditos de 6 ditas dito por 800.
2 ditos de 4 dilaa dito por 700.
a quinta
aTiu.*1' Por 6OO9, porexecogo de joo Joaquim
Vicira coni.'.a Domingo* Barrairo sua tLulner:
0 licitantes comp.Tr,,n> na aala das audiencias
a 1 hora da larde.
cidTiUi YBBnda Va" d0 iui" municipal dasla
cidade t, praga no dia 6 do eorrent*. 1.
Tribunal do oomnicreio.
Pela secretaria do trihun.i a .
Pernambueo ,e S.iSVi^?^10^
regis.rado o conlr.lo de .ocie7.de cll.hV, fl"
10 de margo do correle .no fI r !?
Crux Muniz e Fraoebco da Silva M Jt.TCf u'
estabe.ecido. ne.t. cidade 1
C.. derendo a sua sociedade durar por espaco d
doas annos. contados da data do cootratc1 com
capital de 28:8119232 fornecidos pelo scio Mb
nix a quem competa n uso da firma social.
Secretaria do tribunal do commercio de Par-
nambaco 2 de agosto de 1862
Julio Guimsres,
Officisl msior.
------
Pela mesma secretaria se tax igu.lmente publi-
co que nesta data fica regl.tr.do o contrata, d.
Maoe" 1," 'V8 d jlh0 P"ximo (in i por
Saln ? IT-?"*" Sil" e Jos d0 Reg
Bar l 2 eC' H' "'i" Cda,,e 'b fl" Se
Borgea 4 Mallo, derendo a aaa aociedade durar
por lempo de 6 annos, contado de 17 de iaoho
do correte, com o capital de 28:3195227. forna-
fflllVf. Mfl" 9A81m'S' e "co Si"
lI.IJ19do4 em marcadorias e dividas aetirss
Secretari 2 de agosto de 1862.
Julio Gulmares.
Offlcial-malor.
Quinta-feira 7 do correte depois da aadian
derdo0.eg'uin,e : pr'S' Pr U >"n'
A casa terrea na rus do Bm Costo a. 21. no
tun-
era ea-
peoho-
contra
fiad4.5emD40,09e "''' '" ""'5 d ""P0' "
O escravo Francisco, de nago Mog.mbique re-
peroas, do sarvig., do campo, avahado em 400?
os quaes for.m penhor.do por execL/,o7. mes-
ma fazenda cootra Francisco Ltos Caldas
A renda annual do sobrado de um aod.r na raa
Nora, em Olala, d. 16, com 2 salas, qaartos lo-
\y Con,-a p/IPde "e de,rai **mi
Jfh "** ?Ia"'da '" 3(5- Phorada ao de-
s.mbarg.dor Thomaz Xavier Garcia de Almeida
1 terrea na ra da S. B
dem
dem da casa terrea na ra da Boa-Hora n 21
em mo estado, avallada em48J, penhor.da a \r-
mandade de S. B.nedicto.
dem da casa terrea na ra de S. Pedro Mar-
JruHV8l'ads em O. Pwborada a C.nd.da
Mana do Amparo.
r?l?f\S"' %*!' "s rua daB,c'' d0 Oastro
ra Antnn, f iaTal,Sd,/n> ,48>' *' axac.gao con-
tra Antonio Joaquim de Almeida Guedes Alcofo-
dem da casa terrea ns rua do Aljube n. 8. rom
comrxodosp.ra familia, avahada em 969, poexe-
.5a.c-? A,0Di" Gltea por MnJei T,r-
ii,!id,.elfmdi9;wa ,erre'na rua do Carmo n 2. -
luda em 1209. por execugao conlra Manoel Ilen-
riques por Amonio Rodrigues de Olireira
dem da casa terrea na rua de S. Pedro" Apos-
olo n. 3. com sufOcieotes commodos para fami-
lia, araliada m 96$, por execugo contra Anna
rito Sa"to! "" Pr ADDa M'r" d0 *"
dem da ca.a terrea na estrada do Poco o 5
Loramente por Juvencio Fr.ociaco Gom-s_
2 !aD' ^mar1 D'- 28. 29, 30 e 31. com
H.? i?/'"4 a^* Ia- e bem conatraidsa, ara-
. utr,a delUs tm 1l)9- por "xecoeo
contra Jos da Costa B.-rros por Anna jZ0,.
em da cas. terrea na rua de Guadelupe1 n. 4
2 quarto, cozinha e
Passivo.
Banco do Brasil conta de capital.
Valor forneCldo
pela caixa ma-
triz. .....
Emisso.
Valor em circu-
laco.....
Letras a pagar.
Por dinheiro to-
mado a pre-
mio......
Por saques. .
Cono* crranles.
Saldo desie coa-
la.......
Diversos.
Saldo de varias
omitas ....
Ganhos e psrdas
Lucro sujeito a
liquidago. .
62:005S862
I
2,000:0009000
3,384:9105000
61:0059862
1,953:225J416
6,406:0719263
610539550
13,867:267J091
O guarda lirros,
Ignacio Nunes Corra.
COMMKKCIO

NOVO BANCO
DE
Pernambueo.
EM 5 DE AGOSTO DE 1862.
O banco descanta aa presente semana a. 10 */
O Dr. Tristo do Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa, ejuiz de direito esfcial
do commercio, desta ctdade do Recite de Per-'
nambuco e seu termo, por S. M. I. e C. e Sr.
D. Pedro II, a quem Deas guarde.
Fago saher aos que o presente edital rirem e
delle noticia liverero, qua no dia 25 de agosto
do corrente anno, sa ha de arrematar por veo la
a quem mais der, em praga publica desle juizo,
na sala doa auditorio, depo'S da audiencia, urna
casa terrea em armazem, n. 18, sita na rua da
Praia ; por detraz da rua de S. Francisco, tendo
tres oortas, sendo a do meio tara*. p est dita ca-
sa servindo de earallarice, avahada po' 2:0000;
peohorada por execugo de Joo Daarle Caroeiro
Mooteiro, como cessionario d Manoel da Fonse-
ca de Araujo Um contra o teslamentero e her-
deiros do finado Domingo Antonio Gomes Gui-
msres. Euo ha vendo langador que robra o
prego da araliago, a arrematago ser feila pelo
relor da adjodicago com o abalimento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
msodei pastar edilaea que aoro publicados pela
impreosa e afflxados nos 'gires do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recite de Per-
nambueo. aos 29 dlss do mez de julho do_ eooo
do nascimento de Nosso Senhor Jess Christo de
1862. 41* da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu Manoel Maria Rodrigis do Nascimento, es-
criro o subscrivi.
Tristo de Alencar Arsripe.
O Dr. Tristo de Alner Ararip, official da im-
perial ordem da Rosa, e juiz especial do com-
mercio desta cidade do Recite, capital da pro-
vincia de Pernambueo, e aeu termo por sua
Magestade Imperial e Constitucional o Sr. D.
Pedro II, a qaem Dos guarde etc. etc.
Fago aaber aos que o preaente edital virem e
dalle noticia tirerem que no dia 18 de agosto do
corrente aono se ha de arreceatac por Tanda i
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commercio deaia cidade do Recite e. sea ter-
mo, capital da provincia de Pernambueo, por
S. M. 1. e C. o Sr. D. Pedro II, que Deus
guarde, etc.
Pago saber sos que o presente edital virem e
delle noticia-tiverem que no dia 11 de agosto d)
Corrento anno se ha de arrematar por veoda a
quem mais der em praga publica deste Juizo, na
sala dos auditorios, as'lvidas seguintes :urna
letra de Paulo Francisco Rezende de 769 u'n
dita de Francisco Aleixo de Siqueirs, de 409 i
urna dita de Joo Jos da Costa Arantes, de rs....
895090 ; urna dit de Pedro Alexandrioo Orliz
di Camargo de 1:2189080 ; urna dita de J s Meo
des Carneiro Leso de 7749 nma dita de J us Joa-
quim de Almeida Guedes de I:310g940 ; urna
dita de Jns de Mello Altaquerque Munte-Negro
de 1365635 ; urna diia de Ricardo Pereira do Nas-
cimento de 419440, j pres'-Mpia ; urna dita de
Fedro Jos Antuoes de Mirands. 149574, j
prescripta ; urna dita de Antonio Florentino de
Souzi, de 789940 ; urna dita de Manoel Tei-
xeira de Miranda* 699690; urna dita de Antonio
dos Santos Coelho Lope*. 689250 ; urna dita de
Jos Correia Ladislao de 819800, j prescripta ;
urna dita de Joo Miguel de Olireira de 969 ;
urna dita de Manoel (horio Cnreia de Araujo,
de 1005962. sem sello nacional ; qualro ditas de
Francisco Correia Suares de 419695 cada urna-,
I66578O ; duas dits de Beojamin Frnrico
da Silva-Araujode 379280 cada urna, 74S-560 ;
tres ditas de Francisco Paula Machado de r*.
419946 cada urna. 1255838 ; quatro letras de
Ignacio Bento de Loyola de 124$114, 496)456;
dous vales de Francisco Jos Rodrigues Bastos
na importancia de 929200 ambos ; um dito de
Alexandre Bezerra de AlbuqnTque Barros rs.
1009,j proscripto ; um dito de Joo Ferreira da
Fonsaca 649700 ; um dito de Francisco Antonio
Vieira da Silva de 209 soramsndo ludo em rs.
5:3309o, e avaliada por 1:0009, as quaes di-
vidas for Silva por execugo deKalkmaon, Irmos & C.
E nao barendo langador que cubra o prego da
avaliago, a arrematago sei feita pelo ralor da
adjudicsgocom o abalimento da le.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar edilaes que sero publicados pela
imprensa e afflxados oos lugares do costume.
Recite 22 de julho de. 1862, 41 da indepeden-
cia e do imperio do Brasil.Eu Manoel Maria
Bodrigaes do Nascimento, escriro o subscreri.
Tristo de Alencar Araripe.
com 2 salas.
quintal em
i>~Hs*!rs*
OO.
!iaiit;i Gasa di misericor-
dia do Recite.
A Illas, anta adminrslratira ds sants casa de
misericordia do. Recita manda facer pahlico que
no dia 7 do correte, palas 4 horas da tarde, na
sala de suas sestdes, rao de novo praga as ran-
das daa casas perteo cantes ao patrimonio dos or-
pheos abaixo declarados, pelo temoo que decor-
rer do dia da arrematago al 30 de nao da
1865. a aaoor :
Raa da Madre de Dos b. 4 por anno 601J*
Dita da Lapa n. 2 por sano 1809
Dita da C-cimbj o. 3 por anno
Dita do Burgos n. 19 por anno 1689
Dita dita d. 21 por *ooo 1255
Dita da Senxala Velha n. 132 ,-or anno 7009
Dita dita n. 134 por aono 7009
Dita da Guia n. 17 por anno 1629
A arrematago S9r feita no dia 11 do corran-
te perante a junta da fazenda da mesma Ihesou-
raria. ao meio dia, sendo as propostas (angadas,
em cartas fechada na repartigo do correio.
A licitaco para esta arrematago ser feits em
fracg59 centeimaes da importancia total dos ob-
jectos fornecidos sgundo os pregos porque Vio
praga, e aob as seguioles coodigoes :
I.* 0 contrato ser* feito por um trimestre a
contar do dia em qae for approvado pelo Exm.
presideote da provincia, e subsistir ate o flm do
exercicio, em quanto nao houver rteclarago em
contrario de qualquer dos contratantes que ser
f-ita com a antecedencia de um mez.
2.a As amostra dos objectos aDouociados, que
forem acceitos 00 teto da arrematago, ficaro
depositadas na secretaria da thsourar3, al que
termine o contrato, afim de serem com ellas con-
frontados os objectos foroeeiJos.
3.* O arrematante tic obrigado a fornecer, nao
s aquanlidade contratada dos objectoaneressarios
como a que de mais Ihe for exigida, Qcando sem
direito a reclamago e iodemnisacao quaodoo
foroecimento for inferior.
4.* Qualiuer que seja 1 quantidade e qualida-
de dos objectos pedidos, o arrematante os torne-
cera dentro de quarenta e oito hora, e se o nao
fizer n'esla praio, flcarS obrigado a iodemnisar a
differenga das despezas com a compra dos mes-
mos objectos, que far a Ihesouraria onde en-
contrar da mesma qualidade das amostras.
5.a Os objectos que forem regeitados porsrero
interiore ai amostra serao pelo arrematante
substituidos por outros dentro de 24 horas, flndas
a qnaes se proceder como na condigo prece-
dente.
6.* Os objectos nao comprehendidos no con-
trato, que se fir.erem nicessarios, sero tambem
fornecidos pelo arrematante e nos referidos pr-
zos pelos pregos correntes, sem o abate da licita-
gao.
7.* Nosatisfazendo o arrematante por tres re-
zes successiaa o fornecimentos que Ihe forem
exigidos.se considerar rescendido o contrato fl-
esndo elle obrigado. nao s6 a pagar a multa de
10 por cento, do total da despeza da foroeeircen
to feilo no restante do prazo do cootralo como a
iodemnisar o excesso desta depeis, ou eonlke
o f.rneclceoto por arrematago, ou por adminis-
trago.
8.a O arremaUnte quando reponsrel pelas
indemnices de que trstam as condiges 4* e 5*
Tio poder receber nenhuma quaotia que se Ihe
derer de foroecimeotos feitos, sem qae as teoh
peao.
9.a Para garant da multa e inderanico*s de
que trataro a condiges precedentes, prestar o
arrematante flaoga idnea.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
bueo, 4 de agosto de 1862.
O secretario.
Antonio Ferreira d'AnnnDcia ao.
__ O abaixo assigoado. langador da recebedo-
ria de reodas Interna* geraes. pelo presente ari-
aa aos donos, gerentes, ou orocuradores de caeas
commerciaes do bairro de Recite, que coatioa o
lancamento pelss ras dos Taooeiros, Trapiche,
praga do Commercio e rua do Vlgario, aOm de
que teoham uromploa os s#us recibos, papaia do
trato eu arreodammlos. psra em ita dellea ser
feito o processn do mesmo langemento.
Recebedorit de Pernambaeo, 26 de julho de
1862. ,
Jos J. de Sousa Limoeiro.
h,,.... i- *imiio 'lumia era
SmSflL oS 6U*' e,ec,jc0 ""0le-
Aona. "?i p0r Go5al Jos aS-.nta
ra.1! d"sS"" terT Bl ru' d8 Biea Jos Quatro
quintal em aberto. avahada por 72g. por execu-
go contra10 Dr. Manoel Joaquim de Miranda L bo
^or Ignacia Juimiaoa dos Passos.
Idam ns mesma rua o. 14. avahada em 43
por execugo contra o referido Dr. Lobo p,|a tte>
na lgnacia Justiniina dos Pass-.s.
JQlui* d0/DBum-F"' n. 22. em mo esta-
i mi ^A Precuclo contra o mes-
mo por Manoel Simes.
dem oa mesma rua n. 22, com 2 salas, 2 auar-
tos coz.oh, quintnl era >Beri0i muilo deieti.
rada, avahada por 60. por execugo cooln o
mesroo Dr. Lobo por Manuel Sin.ee*.
Recite 4 de agosio de 1862. O solicitador da
fazenda provincial.
Joo Pirroino Correa d'Araujo.
THEATftO
DE
COMPAMIIA LTftlGI
DB
G.M\Kl^\NGaLiV.
Sabbado 9 de agosto.
Primeira representarlo do melodrama trgico
em Irea actos, como foi escripto para o theatro
de Vurina pelo celebre mneiiro Donizelti, intitu-
lado
14 U DEIOHiN.
A acgo passa-ae em Pars no reinado de Lulz
XIII, aendo mioutro o carde! Rirheliau.
Principiar s 8 horas.
SSL.
^ftmt
arsiisuo.
Para Porto Alegra pelo Rio Orando do Sul
segu com malta brevdade o patacho f*va ti-
ma, capilao Luiz Antonio da Silva, receba um
reato da cara i f:-t ratoavel : a tratar ao es-
criptorio de Amorim Irmos rua da Cruz o. 3.
iS
Pelo juiz de pax do 2.a districto da fregu
zia de Saoto Autonio lem da ser arrematado a
armago e mais objectos da loja n 85, sita na
rua Direita, cuja arremalago ser feita na mesma
loja. no dia 6 do correte, pelss 4horsda tarde,
por execago de Jos da Costa Honrado contra
Jos Antonio Soarea Rota.
Rio de Janeiro,
pretende segair com touita brevidade o velado a
bem coohecido patacho nacional Capuao, ca-
pito Theotonio Jos da Silva Rosa, tem parta
de seucarregsmeoto prompto : para o resto quo
Ihe falta, tratase com os seus eonsignatarios An-
tonio Luli de Olireira Axeredo & C. no eu es-
criptorio, ras di Cruz n. 1.
I ^
xtk

*
MUTILADO I
11LEGfVEL


r
4
'\2
!
""**" -- **
r
DIARIO BB PIRRAM1DCO. QAttTA FilB* 6 DI AGOSTO I tffi,
A
\
Rio de J^keiro
Pre-
-' ...nde seguir com meta brevldade para o
10 de Janeiro o veleiro be coohecido brigec
nacional Almirante, tem parta de mu carrega-
tteDto prompto ; para o resto que Ibt talla, tra-
ta-ae com oa aeus consignatarios Aolonto Luis de
Oliveira Azevedo, oo seu escriptorio ra da Crux
namero 1.
gibeira palmatoria de ,iar0 com mtBti, ba.
ro o"""''* wi P M" *
-.,] -" de canecos azues, escrlvaninha de
. atvaoliado, um csfiriolet de 4 rodas e
ama elegante victoria americana de 4 rodaa com
langa e varees e com arreios para Icavallos, li-
vroa e olbetos diversos, joroaea, a iilujiraqo de
Londres em 7 volumes eocadernados, dicciona-
rios da academia (ranceza e outros, difiranles
obras hisloricaa de romances e de viegeos, sendo
ludo do mals esmerado goslo e escolhs, e final-
mente de um ptimo escravu pardo e de um ca-
varlo rodado:
Quinta-feira 7
do corrente, s 10 horas da mantisa, no andar
terreo da casa n, 87, na raa da Gloria.
Casa de commis-
ses.
O ebaizo sssignado, propietario, eslabel':ldo
e domiciliado nesta cidade, roa Direila Ta, i -
95, acha-se competentemente habilitarlo par
ceber gneros a consignadlo, peri'indo
-- Jos Joaqun, L^a Bargo iaca a,
*..ta ou,pequer- prazo sob Lisboa : na
ra da O"
,z n 30.
Uvr
,.sim aos
a Babia
com multa brevidade pretende seguir o lera co-
Dbecido e veleiro brigae escuna Joven Arlhur,
apilao Joaquim Antonio Goncalves dos Santos,
tem parte de seu carrgmeoto prompto ; para o
redo que lbe falta, trata-se com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
LILAO
DE
Caixas com queijo
prato.
Quarta-foira 6 do corrente.
O agr.Qte Peatana veoder em leilao por conta
e risco de quem pertencer caixas com queijoa
praios viodos no vapor par-sido e por isso os mais
".ovos que ba oeste mercado e serao vendidos
querte-leira 6 do corrento pelas 10 horis da ma-
nha, no armazem do Aones defronte da altan-
dega.
COMPMHIA BR&SILE1RA
mpotis i um.
At o dia 8 de agosto esperado dos portos
do norte o vapor nacional /"aran, commandan-
te o priroeiro-tenente Pontes Ribeiro, o qual
depois da demora do costme seguir para os
portos do sul.
Desde j recebem-se passageiro e engeja-se
a carga que o vapor poder coodu7r a qual deve-
la ser embarcada no dia de sua chegada, an-
cn) mendas e dinheiro a frete at o dia da sahi-
da as2 huras: agencia ra da Cruz d. 1 es-
criplorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
COMPANHU PERNAMBUCANA
DE
N*vegago costeira a vapor.
Paraliiba, Rio Grande do Norte, Macau,
Aracaty, Cear, e Acarfcu'.
O vapor Jaguaribe, commaodanle Lobato,
aahir para os portos do norte al o Acarac,
no dia 7 de agosto as 5 horas da larda.
Recebe carga at o dta 6 ao meio dia. Eneom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete t o da
da sahida as 2 horas ; escriptorio no Forte do
Mattoi n. 1.
1 .!'U>. l^C
ALISOS "'iHY^ffsfc.
Companhia Fidelidade de ae
guros martimos e trros
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo ii C. compe-
tentemente aulorlaadoa pela directora da rompa-
nhia de seguros Fidelidade, toman-, seguros de na-
vios, mercaderas e predios, no scu escriptorio,
ra di) Cruz n. 1.
Illms. aenhores de engenbo ..
oetros seohores que que'" -"ores, e mais
seus producios : estuca' -*-' honrarme com
pej que vista da r- 'godao, couros, etc.,
remessas poder< nla de Tenaa d" primeiras
fato para berr- tolher grande diligencia que
recer a pa1 *orvir, e por este meio poder me-
sas po14 'm*> 8Mim como as pequeas remes-
ar .e o portador dellas ser o proprio condec-
. do sea liquido, pois nao haver duvida ser
despachado em continente, dobraodo assim meu
trabalho, o queso vista das primelras remes-
sas se pode apreciar, e que espero oa attengo
dos meas amigos conhscidos e estranhos. Recite
2 de agosto de 1862.
_______________Joo Biplisla ds Rocha.
O abaixo assignado taz cente ao
respeitavel publico que sendo eleito di-
rector da sociedade beneficente dos co-
cheiros em Pernambuco em maio de
1861 a 62, declara que desta data em
diante nao tem nada mais com a dita
sociedade e directoria e nem pertence
mais a dita sociedade por motivos justos
e igualmente o Sr. Antonio Ferreira
Lima primeiro secretario interino. Rfi-
cife 4 de agosto del862.
Antonio Jos Ferreira Refinador.
Luis Heinemann,
Rio de Janeiro.
subidlo aleruao, vai ao
UM ESCRAVO.
Sexta-feira 8 do corrente.'
O agente Almeida far leilao por corita e risco
de quem perleocer de um escravo de mei ida-
de muito sadio, no armazem da ra da Cadeia
do Recite n. 48. as 11 horas do dia cima.
O abaixo sstignado faz sciinle a todos os seus
levadores, muito parlicalarrrente aos da maasa
(alias crueira) de Candido Nunes de Mello & C,
de que infelizmente liquidatario, que sua resi-
dencia na rus da Penha n. 21, segundo andar ;
nao deve rer sabida smente pelos credores da
id crueira; eeimtembem pelos seus devedores,
pis j demasiada condescendencia, e nao pode-
r continuar asaiffl, por qusnlo os seus credores,
provenientes da tal crueira. nao querem lhe dar
a menor espera, e que portento nao se impora
de incommodsr a esse oa a juelle, j pelos meios
jadiciaes e j por annnncios publicando os seusa
Domes por extenso, urna vez que aasuas amiga-
veis msneiras nada ho conseguido; e assim es-
pera j at 20 do correrle, ppriindo aos seus de-
vedores Dio o levem a semelhante pisso, contra-
rio as soas convices !... Recife 5 de agosto de
1862. Francisco da Rocha Passos Lio.
Terrenos de marinha.
O agrimensor dos terrenos de marinha convida
ao Sr. Francisco Jos Martins da Coala a compa-
recer na casa de sua residencia oa ra Direita n.
74, para se lhe marcar o dis em que tem de se
proceder a medicio do terreno de marinha. do
que requ#reu o respectivo titulo ; e ao Sr. Luiz
Antonio Vieirs, para mandar rerrber o termo de
medievo da parte do terreno n. 100, que cou no
seu dominio til p*la transferencia, que fez de
outra parta ao Sr. Francisco Botelho de Andrade,
cujo termo desde n arco seacha prompto, faltan-
do ser assignado para ser remetido thesoora-
ria da fazenda, alien de ser psssado o rerpeciivo
titulo de xtoramento.
Alu^a-se o primeiro e segundo anjares do
sobrado no becco das Bolas n. 10, com coromo-
dos sudiciente para familia : arralar na raa da
Imptratriz segundo andar do sobrado n. 53.
Aluga-seo armazem do sobrado n. 2, no
becco das Boias, para qualquer estabelscimeolo :
a tratar na ra da Imperatriz aobrado n. 53, se-
gundo andar.
0 I ivro do fovo.
Sanio & luz publica o LIVRO DO FOVO, publi-
cado sob a direceo do Sr. Dr. A. Usrqaes Ro-
drgate, contem a vida de N. S. Jess Christo,
segando a narrarlo dos qualro evangelistas,
maia os aeguintes artigos : o vlgario, o professor
primario,'obom homem Ricardo, amoral prati-
ca, Simio de Naotua, mximas e pensameotoi.
a bygiane, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicarlo do LIVRO DO POVO nao s Um
por fim umforrr isor a leitura naa escolas prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
difirante, e portento facilitar o trabalho do mos-
tr e do discpulo, como tambera vulgarizar, por
am pre;o barslietimo, a historia do aslvador do
mando, e oa melhores preceitos de moral.
Vende-so o Livro do Povo, no Recife, na
li'raria da praga da Independencia ns. 6 a 8, a
500 re. o exemplar em brochara, a a 800 rs. car-
tocado.
tmmmmmmmmmmm
Dentista de Pars.
15Ra Nova15. |
Frederico Gautier, cirurgiao dentista \
faz todas as oparaees desua arte a e co-
loca denlas artificiaos, tudo com -sdeln S
rioridade o perfei(o que as pessoas-,en 8
tendidas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentifieios, etc.
mmm mama mmwtm m
Consultlo medico cirwgieo
Consulta poi ambos os systemas,
"peUcmu?rotrd dos todos aquellea que forem apre7ent, l(Volu'0,> deTendo er eon'lder'd'!^nV""
orar ouetra tr minr ril .., I""->' em es>a marca, e quando a pessoa que os mandar com-
!?.^rjtfSf****** V SW Pelo dT LoboqMoMozo em Pa-
medio.0.Use0sd.UmCm*;(1* refeDe,rd Fr"C randeNporco da tintl-rs de acnito e belladona, re-
nKa^HMih^ onheclda. que os meemos Sra.
meaicos allopathas impregam-as constantemente.
ua medicamentos avulsos aur em tubos qur m tincturas custarSo a 1* o vidro.
,. ",^r fnetarl0tdesl91e8labelecimento annancia a seus cliente e amigo que tem commodoa
....!- ara rec,eber *[gu0* escrsT de um e outto sexo doentes ou que precisem de algama
SSf"0' afflaDando ?u 8erao tratados com todo o isvelo e promptidao, como aabem todoa
iquelles que i tem tldo escravos na casa do anounciante.
-.,. A ituago magnifica da casa, a commodidadedos b'anhos salgados ao outras tantas vanta-
gens para o prompto restabeleciment dos doentes.
i h. i,Ah P3S80a* qu?, 1uix,rem ,al,ar "" o annunclante devem procura-lo de manhaa at 11 boraa
.,'. a," 1$* dianU- 5o" deaU ho haro em casa pessoa com quem ae podere en-
ender ra da Glia n. 8 casa do fundao do Dr. Lo6o Motcoxo.
Aluga-se um quarto ;
Fli.r*nfina n. 14.
a tratar na rus da
Quinta-feira 7 do corrente.
O agente Almeida far leilao a reqaerimento
dos curadores Hscaes da massa fallida de Joaquim
Francisco de Mello Santos por mandado Sr. Dr. juiz especial do commereio de 1280 cai-
xas com sabao e diversas qualidades, perlen-
centes a meso a massa, as quaes se acham de-
positadas no trapiche baro do Livramanto no
Forte do Mallos, as 11 horas do dia.
LEILlO
Sexta-feira 8 do corrente.
O agente Almeida far leilao a requerimenlo
doa depositarios da maesa fallida de Victorino
Jos de Souza Travassos Jnior e por despacho
do lllm. Sr. Dr. juiz especial do commereio, de
um piano de Jacaranda, 12 cadeirat, 6 ditas de
tnogoo, 2 ditas de balando, urna marqueza de
amarllo, urna cama de lona, urna mesa elasli- j
ca, duas ditas Ce amarllo de 4 tsbosa, um pai-
nel representando a cachoeira de Paulo ATonco, [
2 quadros pequeos multo lindo?, urna sarpenti-
na, um par ds rosetas com pedra, um alfinete, f
um par de botes de punho, um relogio patente !
ingles e urna corrente para o mesmo, um cofre1
de ferro, 20 frasqueiras com marrasquino, um
avallo edr pedrez, urra parle da casa terrea da
ra da Imperatriz n. 50. As 11 horas da manhs
na ra 0a Cadeia do Recife armazem n. 4
LEILAO
DE
Importantes livros de di-
reitoeduas grandes
estantes para os mesmos.
Quinta-feira 7 do corrente,
dia desocupado para os Srs. acadmicos.
O agente Olimpio Ferreira da Silva, de plena
confianza de urna Etm.a Sr viuva de um juiz
de oiraUo, vender em leilao duas grandes es-
tantas e urna porcio de magnficos livros de di-
reito propiios para os Srs. acadmicos e advo-
cados. Em seu acriptorio na ra da Cadeia do
Recife n. 27, primeiro andar, s l horas da ma-
iSbae.
4 quem interessar
Eduardo Firmino da Silva, n rela em ppele
panno, premiado com a medtlha da expsito
oacirnal, e adrrellido o seu trabalho a Ggursr na
exposicao universal em Londres, tem a honra de
annunciarao respeitarel publico que se encarre-
ga de qualquer eocommenda de flores para se-
nhora, bem como se offerece a dar lic,es da mes-
ma arle a aquellas serhoras que do seu prestio
se quizerem utiljsar, meoiaote a paga qee se con-
vencionar : a tratar na casi de sua residencia,
ra Formosa o. 29, das 7 s 9 horas da manbsa,
e das 3 s 6 da tarde.
UMA LACRIMA
sobre o tmulo de Severfano
Pinto olrrecida a sua incon-
solavel irmaa a lllm Sr. D.
Matilde I. da Fonseca Pinto.
Brevilas vitas, morlis neetssitas.
(Horacio.)
Sao hem fugazes os das de nossa exis-
tencia I rpidamente se curva a vida a lei
da morte, parca inexoravel que nao res-
peita o mogo e o velho, a belleza e a tsl-
dade, a virtude e o crime, o opulento pa-
lacio do rico, nem a triste cboupana do po-
bre I! e asiim se esgotam as illusoes da
vida I palavra sem fundamento que tem
por termo morte 1! I Sete mezes de en-
fermidade tormentosa suffreu Severisno
Piolo com resignar;o exemplar, j conso-
lando sua virtuosa esposa, aconselhaodo
>eus idolatrados filhos, pedindo humilde-
mente a seus fmulos perdi e dependo
as mos do Omnipotente seus amargura-
dos dis, para lbe dar o destino conforme
fusae de sua santa vontade... que resigna-
gao evanglica 11 I Elle morreu verdade,
porm resta-nos a consolagao que acabou
aeus das como um verdaaeiro crente na
-iouirina do Crucificado.
Cuosolai-vos esposa desolada e cuidai
em conservar a vida para os fiihos que vos

LilLA
Importante
A 7 doeorreote.
O agente Oliveira far leilao a requerimenlo
doa respectivos curadorea fiscaes da maesa fallida
de Amorirn, Fragozo, Santos AC, e *or man-
dado do lllm. Sr. Dr. juiz especial doommer-
co, dos beoaabaixo designados do socio Jos
Antonio de Azevedo Sanios Jnior, e perteocen-
tea amasia da referida firma, coosittiodo em
urna linda secretaria, sof de motee, consolos e
riese cadeiris de Jacaranda estufadaa de damas-
co, grande espelho de vestir, estante envidraca-
de. cadeiras de rodar a de abrir, mocboa com e-
Jhinha. ptimos quadroa com molduras douradaa.
um tapete grande e cinco pequeos, esesrradei-
raa de porcelana, globos para gaz, charuteira de
Jacaranda, cadeiras americanu, guarda roupa
armario com lampo de pedra, iello francs d
znogoo com cojehao de molas, masa de p decc-
tna, cabides para roupa e calcado, relogio gran-
de de pared em quadro, dito de puta para al-
fleam.
Oremos por
elle.
as.
Do Sitio que foi do fallecido Fr. Ro-
mao, em Sant'Anna, fugio hontem a
noite 4 do corrente, urna negra crioula
de nome Bernarda, alia, gorda, de ida-
de de 30 annos, toma muito tabaco e
muito regrista, supoe se estar pelo
Monteiro, Poco, Casa Forte ou Arriial,
protesta-se contra a pessoa que a tiver
em sua casa e roga se as autoridades e
a quern a possa pegar o favor de a
mandar entregar no dito sitio ou na
ra do Crespo loja n 16 de Campos i
Lima, que sera' gratificado.
Attencao.
5
Deseja-se saber noticias do reverendo padre
Manoel Damas, filho de Luiz Ferreira, natural da
freguezia de N. S. da Boaviagem, de Masaa-
rellos, da cidade do Porto, que residi nesta
provicia abastantes annos, pede-se por obse-
quio a quem poder dar alguma ioformacao a tal
respeilo a bondade de o fazer na ra da Cadeia
do Recife n. 3, ou na praca da Independencia,
loja doSr. Figueira, pelo qoe muito se lhe -
car obrigado.
(abioele Porluguez dt
Leitura,
Perguntfs que uo fazeto mai
Pergunta-s* ao conselho deliberativo :
1.* A razo de sua tnoro-idaile oa eleigo sp
plementar para preeocbimenlo dos cargos da di-
rectora, que nao foram aceitos pelos socios que '
para ellea legeu ? '
2. Se nao se lembrs que no dia 15 do coren-
te devora ler lugar a commemoracao aonut^ do
anni'ersario da iustalaco do mesmo Gabioe'
3.* Quem ha de enrarregar-se desse leste
a velha ou a r.ova directora ? sendo a velba,
passos tem alia j dado nes-e sentido (com
nos que nenhum) ; pois que o conselho deve t
a peilo osados desta corporago? sendo a novr,
que lempo ter ella para o fazer, fallando ape-
nas lo breves diss, e teodo tanta cousa que de-
terminar com anUcedencia.
4. Causar lulo isto a aecumulaco do affa-
zere9 a noite, ou andar meltida no meio a Ezraa.
D. Inercia prima o-irmis de D. Falla de dedi-
caco ao ettabelecimeote?>tcan( Padua ni.
E' oeceasario quo nos euxerguemos uns aos
outros. Quam nao quer deveres, nao aceita car-
gos, e quando um campo est gasto e nada pro-
duz, vai-ae a ostro.
Os meninos do Irem.
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ra do Cabug n. IH. entrada pelo
pateo da matriz.
Esta galera ornada com os augustos retratos
pholographicoade SS. MH. e das sereoissimss
princesas imperises, assim como com os de min-
ias das principaes pessoas desta cidade, est a
disposicao do publico, que apode visitar todos
oa das das 8 horas da manha s 5 ds tarde, a
examinar os trabalhos eipostos.
Cootinua-ae a tirar retratos por todos os sys-
temas photographicos, e especialmente por am-
brotypo tero cartes de visita. Fszem-se tam-
bem mimosas miniaturas em talco para se collo-
carem em joiaa.
Os pregos dos retratos sao os mais razoaveis
que se encoolram nesta cidade.
J. Ferreira Villela, photograpbo.
81 --Rua da Cruz--l 61
O Dr. Rocha Bastos
d consultas todos os dias.
Cura radical o em pouco das moles-
tias syphiliticas o dos orgos genito uri-
narios.
Consultas de graga das 8 aa 9 horas da &
manha. 9
SSSSBMiaaiaat SKaHCaSSHOK
X
I
1

i
Gil Tkmftfi fiDITITIUr
Sortimente completo de aobrecasacoa de panno a ?, 28, 309 e 359, casacos muito bem
faltas a 25$, 28J, 308 85J, paletols acasacadoa de panno pretod* 16 at XS1, ditos de casercira
de cor a 159,18$ e 20$. paletots saccoa de panno e caaemira de 80 at 149, ditos saceos da alpaca -
m crin e l de 49 at 69, sobre de alpaca a merino de 79 at 109, caigas pretaa de caseroira da
s9 t 148, ditos de cor de 79 at 10$, roupaa para menino de todos os tamanhoa, grande aorti-
mento de roupaa de brina como sejam caigas, paletots e coiletes, sortimento de colletes prelos de
rnttm, casemra e velludo de 49 a 9$, ditos para casamento a 59 e 69, paletots brancoa do bra-
ceante a 49 a 5f, caigas brancaa muito finaa a 5$, e um gran.c sortimento de fazendaa fina s e mo-
mrnaa, completo sortimento de caaamiras ingieras para homem, menino e aenhora, aeroulas de
ioho ealgodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvin para homem e aenhora. Tce
ieoa ama grande fabrica de aUaiate onde recebemoa encommendaa de grandes obras que para
nso est sendo administrada por um hbil mestre de aamelhante arte e um pessoal de mais d-
Uncoenta obreirosescolhdos, portauto ejecutamos qualquer obra com promptidao e u ais barata
ds que em outra qualquer tasa.
Aluga-se urna excellente casa assobradada
com con, modos para qualquer familia por grande
que seja, sita em Santo Amaro ; assim como alu-
ga-se um escravo para trabalhar de serveofe ou
para qualquer nutro servigo : na ra do Hospicio
numero 74.
Aluga-se urna caaa oa povoagu de Bebtrj-
be no correr da igreja, com 3 quartoa e fundos
para o rio ; a tratar na mesma casa, oa na ra
Velha n. 66. ________
Escra\a fgida.
Ha dous mezes que ausentou-seda casa de seu
seohor a preta Lourenga, e suppe-se que est
cesta cidade servindo como criada ; essa pretc
deu a melade de seu valor por conla de sua al-
loma, e em qualquer parte diz que forra, ella
tem a prlie bem preta, boa figura, altura regular
e falla bem ; roga-se a quem a vir, que d viso
na ra Direita n. 82, ou que a remetta a aeu ae-
nhor Vicente Ferreira Barbosa, na villa do Li-
moeiro, em seu sitio Duas Pedrss, que ser gra-
tificado.
Pego encarecidamente a um artfice do ar-
senal de marinha que mandou orr.a carta na bo-
tica do Ss. Neres para um amigo meu, o obsequio
ceesA. C. P. R podendo o Sr. fcar certo qoe
sea carta j se est recon hacend aua letra, pois
desecamos concluir pera me aa autoridades este
seu pedido.Jos Jojquiro da Oliveira Campos.
Furierfm ua noite de 3 doeorreote, do en-
genho Sant'Anna, freguezia de Santo Amaro de
Jabottao, um cavello castanho andrinho, com os
quatro (s calgados, estirado de pouco ; quem o
pegar leve ao dito engenho que ser gratificado.
Um rapaz com Instantes habilitages para
oegucio de molhauus, cflerece-se dando fiador a
sua cenducta, para torrar conta de urna taberna
ou para na mesma se associar : quem precisar e
quizer, faga o favor dirigir-se a ra do Imperador
n 81, que encontrar com quem tratar.
Na ra 00 Sol o. 21 ha para alugar 2 es-
cravos a 59 semanal, proprios para servigo de
eocbada.
Francisco de Paula Vieira de Millo retira-
se para o Rio de Janeiro, levando em soa com-
panhia o menor Carlos.
Precisa-se de um caizeiro com pratica de
vender em baldo para urna padaria ; trata-se na
ra do Queimado n. 18 A. loja.
- Paulino Rodrigues de Qhveira arrematante
do impoato de 20 por ceoto sobre o consumo das
gurdenles do municipio de Santo Anto e Es-
cade, avisa aos cootribuiotes deste imposto que
jessaram os poderes da procurago passada a
Umbelloo Baodeira de Mello, por ter este falle-
cido, ficando sem vigor qualquer pagamento sem
nova procurago para tazara coilecta do corren-
te anno a Andar en 30 de junho de 1863 e li-
quidar atracados. Recife 30 de julho de 1862.
D. Rila de Cissis Pereirs Vanos e Jos
Perelra Vianoa Jnior ccrdialmente agra-
decer as pessoss que se dignaram assistir
as exequias de seu presedo esposo e psi e
desde j convidam para a missa do stimo
dia que se ha de celebrar na igreja matriz
do Corri Santo, sabbado 9 do corrente,
palas 7 borss da manha.
Aloga se o segundo andar da casa da ra
das Cruzas n. 36: a tratar na ra do Crespo
7. loja,
n.
Manoel Jos de Siqueira Pitanga preteo-
dendo retirar-ae desta provincia com sea fami-
lia, e nao podendo e nem devendo faze-lo sem
que pague o que deve, roga a seus devedores o
favor de lhe vlrem pagar para que se pooham
livrea de passar pelo desgosto de verem seus no-
mes publicados por este Diario, pois que o far
sem reserve de pessoa alguma. Recife 28 da
julho de 1862.
A- arrematago da asa de sobrado sita oa
ra da Cruz do lecife o. 10, pertencente aos
herdeiro s do finado Jo3o de Pinho Bocees psra o
da 5 do jrrenle, deve ter logar no dia 8 depola
da audiencia do Dr. juiz de orphos, como ficou
Hsnsarlda. ,
Joo Guilherme Romer.
Forrador, estufador e coi-tinador
recommenda-se com o seu presumo m todas es-
tas psofissoes tanto de esrrusgens como de mo-
bilias, tambero piola carros a encarregi-ae de
todos os concebios de ditos, faz arreios para ca-
varlos, noves e concertos, cortinados de cama e
de vareada, tamb^m arranja todoa os preparos
para os ditos tsnto dourados como enveroisedos :
a ponte Velha o, 8.
Carines de visita
ries de visita
]ries de visita
Carloes de visita
Garlea de visita.
Pregos reJuzidos
Pregos reduzidos
Pregos reduzidos
Pregos reduzidos.
A duzia por 129
A duna por 129
A duzia por 129
A duzia por 129
Duas duzias por 209
Duas duzias por 209.
Novo estylo de photographia
Novo estylo de photographia,
Ambrolypos em caixas 29
Ambrotypos em caixas 29
Ambrolypos em caixas 29.
O retratista americano
Alberto W. Osborn
Ra do Imperador.
Antonio da Silva Fialho Jnior
participa ao publico em geral que jul-
ga nada dever tanto nesta praca como
em outra qualquer parte, mais se algu-
ma pessoa se julgar seu credor apresen-
te suas contas no prazo de 50 dias am
de serem pagas. Recife 30 de julho de
1862.
Banco nio.
Estabelccido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
Sacam por todos os paquetes sobre o mesmo
Banco a prazo ou vista, e sobre as agencias em
Lisboa, Figueira, Coimbre, Aveiro, Vizeo, Villa-
Ii-al, Regoa, Viaona do Caslello, Guimsres,
Barcellos, Lamego, Covilha, Braga, Peoafiel,
Braanga, Amarante, a eilo dias, ou ao praso
que se convencionar: no seu escriptorio iua da
Cruz n. 1.______________________________
G0NSILT0B1O KSPICULHOIEIPATHICO
DO DOUTOK
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os das uteia desde as 10 horas
ti meio dia, acerca da seguales molestias 1
nolutiat da mulhtru, moUttiai da erian-
fai, molutia* da ptllt, molittiat dot olhos, tno-
Uttia$ $ypMU\ea$,todas as especies dt f$bru,
/cores intermiftentes c ruai eonuqutneiat,
rUMieA BSFBC1AX IOHBOPATIICA .
Verdadeiros medicamentoa homeopathicos pre-
jarados sem todaa aa cautela neceeaariaa, in-
alliveia em seua effeitos, tanto em tintura, cams
am glbulos, pelos presos mais commodoa pos-
svaia.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino se
anuamente vendidos err sua pharmacia ; todos
que o forem (6ra dellas falsas.
To desasear lei ras ao ac mpan hadas da um
Impresao com um emblema em relevo, tendo ao
'eopr aa seguintes patarras : Dr. Sabino O. L.
Puiho, medico brasileiro. Este emblema* posto
igualmente na Hala doa medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarom esse i mpreaac
assim marcado, ambora enham natampa eso-
ae da Dr. Sabino ao (alaos
Quem tiver objeclos de qualquer natureza
que sejam recolbidos no trapiche do Ramos, quei-
ra vir recebe-loa no decurso de 3 daa e pagar a
competente armazeoageos visto que esse trapiche
passou a novo inquiltao do 1* do torrate (egos-
1) por dianle.
RA
DO
55.
RA
DO
IMPERADOR
*>>.
VMMBk
de:
DR '
.1. VIGJNES
Os pianos desta amiga fabrica sao hoje assaz conhecidos, para que seja necessario insist
sobre a sua superioridade, vanta^ens e garantas que offrecem aos comp'adores, qualidades esla
inconlestaveis que elles tem definitivamenie conquistado sobre todos os que tem apparecido n'esta
praca ; possuindo ura teclado e machinismo que obedecern todas as vontades e caprichos dos
pianistas, sem nunca falhar por serem fabricados de proposito e ter-se feito ltimamente raelho-
ramentos importantissimos para o clima deste paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, a
por isto muito agradaveis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como ns do Sr. Blondel de Pars
socio correspondente del. Vignes, em cuja capital foram seropre premiados em todas as expo-
sic,es.
No mesmo eslabeleciment se acha sempre um esplendido e variado sortimento de musicas
dos melhores compositores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, setdo tudo
vendido por precos muito razoaveis.
MA nova numero 11
Antiga loja (le Gadaull.
Acaba de receber desua encommenda um grande e variado sortimento dos se-
1 guiles artigos, os quaca rende por menos 10 por cento do que em outra qualquer
parle ; a aaber :

Para musicas.
Variado sortimento de instrumentos
psra musicas militares e de orcheslrs,
instrumentos completos de chavea e
apiston muito perfeitos eafinados do fa-
bricante Gautrot Aia-
Para carros.
Guarnigoes completss para arreios de
carros de metal do principe e de lato pa-
ra um e dous cavallos, molss, vaquetas
francezas para cobertas, encerados, ga-
les, ricas laoteroas para carros ecoups,
colleiraa ale, etc.
Vidros.
Um grande e variado sortimento de can-
delabros, serpentinas, lanternas com pin-
gantes e sem elles, palmatorias, copos
psra vinho, clices, rodomas para itna-
gens redondas e orai a grandes e peque-
as a rontadedo comprador.
Para retratos,
Mscbinss muito superiores francezss
americanas grandes e pequeas, grande
soriimeoto decimicas psra trabalhar em
todos os proeessos. csizinhis e passepsr-
tou americanos e francezes, papel alba-
minado etc.
Para noivas.
As mais ricis e elegantes cspellas que
se pode desejar, asseverando sem errar,
serem as mais bonitas que aqu tem viu-
do, ricos manteletes pretos com vidiilhos
franja o mais moderno neile genero.
Para presentes
Muito lindas caizinhas para costura
com mutica e aem ella, muito propries pa-
ra dar-ae de prsenle a alguma aenhora
que se estima, ricos estojos de barba para
homem.
Espelhos.
Grandes e pequeos com molduras
prelss e douradas, proprios para ornar bo-
oitas salas, sendo os vidros muito grossos
e de primeira qualidade.
Avulsos.
Camisas de lioho para homem.
Carteiras e charuteira?.
Bandeijas grandes de 30 pslmos a 3*.
Goliinhas e manguitos psra senhoras.
Laa de todas as cores para bordar.
Talagarga.
Seda f:xa de todas as corea.
Lindos enfeites psra senhoras.
Oculos e lunetas de todas as quslidadec.
fumo fraocez, americano a tambem o
spreciarel fumo de borba com oa aeus
compelentea cachimbos e lanari etc.


ILEGVEL


4
I
'
DIARIO Dfc PMNllilUCG. QUART4 flftA 6 DE AGOSTO DE 1861.
i

SEGUSDA EDICC10
THESORO
DO
HOMEOPATHICO
Yade-mecum do homeopatha
pelo doutor
SABJHfl) f. i. ffflHUI.
Este livro qe se tem toreado to popular,
quanlo necessirio, acaba do **r publicado com
todoa os melhorameoiof, qa a experiencia t o
progressos da sciencia tem demonstrado. A no-
va adiegao em ludo suparior primeira, en-
terra :
1.* Maii amplai noticia* acarea do curativo
das moltstias, com iodicegoe mui proveitons
dos medicamea'toa novo recntenteme ezpe.
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e
Brasil.
2.* A eiposicoda doutrina homeopatha.
3.* O estudo da apropriago dos remedios se-
gundo as predomiaaoctas dos temperamentoa,
daa idades, dos sexos, e segundo as clrcumsUn-
ciaa aimosphsricas etc., etc.
4.' A prearvago ou prophilaxia das molestias
heredilanaa.
5.* A preservado das molestias epidmicas.
6.* Urna estampa Ilustrada demonstraba da
cootinuidade do tubo intestinal desde a bocea at
o anus etc., etc.
Vende-sa ni pharmacia. especial hoheopa-
tiiica, propriedade do aulhor, ra da Santo
Amaro (Mundo Noto) n. 6.
Preco de cada exemplar. i 209000
N. B. Oa aenhoreeassignante* queiram man-
dar receber seus exemplares.
Aviso.
LOTERA
! Lava-se e
tosa*/
pe-.V
7
%
Saques sobre Portugal. 3
O abaixo assigoado agenta do Banco 8
mercantil Portoenae neita cidade, saca M
effectivaroente por todoa os paquetes so* 9
bia o mesoio Banco para o Porto a Lia- 8
boa, por qualquer somma avista o a pra- *
zo, podendo logo os saques a prazo serem
descontados no mtsmo Banco, na razo jOt
de 4 por canto ao anno aos portadoras
qua assim lbeconvier : as ras do Cros-
Spo n.8o do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Joo da Silva tamos,
medico pela UniYersidade
de Coimbra,
da consultas em casa, das 8 s 10 horas da mi-
nina, e presta-se a qualquer chamado com a bem
conbflcida promptidao.
Casa de saude em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Este sstabelecimento j bem eoohocido, e eon-
eeituado nesta provincia pelos relevantaa serv-
aos qaa tem prestado, contina na melbores con-
dices debaixo da direcgo de seu proprietario
receber doentes de todas as classes, os quaes sa-
rao tratados com lodo o zelo o ioteresse pelos
presos seguinles :
Primeira classe.... 38000ou mais.
Seganda dita...... 29500.
Terceira dita...... 29000.
Em qualquer das classes os brancos flearao se-
parados dos negros. Os alienados de 2.* e 3.*
classe nao furiosos pagaro a diaria ordinaria,
sendo {ariosos pagaro mais a quarta psrte. Ot
atiesados da 1.* classe pagaro segando o ajusfa
O absisoaSsIgnado morador na cidade do Rio
Pormoso, a tendo avisado e proUstado por cate
jornal de't, 12 e 13 de juoho de 1860 a todos e
cootra tfdoa, que s* diiem il'tegalmenta ssuho-
resde ima legua e mela de trra, que por jus-
tos e filosos ttulos pertence ao abaixo assig-
oado, ve novo se aprsenla scientinctndo a to-
das /m geral, e a cada um de per si, que o abai-
xo 'ssi'jisdo o legitimo seohor e possuidor por
to e bota titulo da dita legua e meia de trra
freguezia d'Agua-Prets, a qual cometa do lu-
dsoomioadoCaxoeira seccana ribeira do
rio Uoa.seguindo pela ribeira do riachoPiran-
gi grande cima. Declara para coohecimeoto de
lodos que dita legua e meia do Ierra demarca
pele norte com o rio Unapelo poente com o
riachoPirangi grandepelo tul com trras do
Calende e pelo msceote com tems do engenho
Japaranduba e outra sismara aonexo: que os 11-
legitimos posseiros foram chamados a coociliscao
para entregarem a propriedade do abaixo assig-
oado e aaberem que s o mesmo abaixo assigoa-
do o legitimo seohor e possuidor da referida
legua e meia de trra, que j foi competente-
menta registrada, e a qaal hoave por sismarla de
1782, que lhe foi traspasssda e cedida por com-
pra aos legtimos sismeiros : pelo que os illegaes
posseiros logo que foram chamados a concilia-
rio abandonaram as obras, que em algumas par-
lea do dito terreno estavam fazendo.
E aprovaitando a occasio declara mais que
larabem senhor e legitimo possuidor da urna
legua de trra em quadro, que foi concedida por
S. M. Fidelisaima em dtta de sismara a Joo
Leandro Soares de Araujo e sua mulher D. Lou-
renga Isabel da Visltaco, j fallecidos, e por es-
ts vendida ao finado vigario de Una Vicente
Ferreira de Mello e Silva, e pelos herdelros des-
te, instituidos no respectivo testamento solemne,
foi vendida ao abaixo assignsdo, como ludo cons-
ta do testamento o escripluras existentes, em a
qual eslo indevidamente edificados o engenho
Souza e mais dous da mesma freguezia de Agua-
Preta, aendo que desta legua de trra em qua-
dro s foi vendida urna quarta parte no sitio do
rischoCatembre fazeudo piio no dito sitio e
passagem do rio Pirangi. E para que niuguem
se chame ao engao em tea po alguna anda pelo
presente se protesta cootra quaesquer outros,
que, por se spossarem de trras albeiss, esto
ogeitos as penas dos crimes, que se descrevem
no titulo 3o cap. 1 e 2 da psrte 3* do cod. penal;
sendo que por motivos de molestia o abaixo as-
signado tem deixado de fazer efTectivo seus di-
reitos, o qae far logo que cessem laes motivos.
Rio Formoso 15 de julho de 1862.
Aotonio Gomes de Macedo.
Quarta-feira 20 do correnle mez se
extrahira' impreterm-lmente a sexta
parte da primeira lotera i beneficio
dos religiosos franciscanos de Olinda, no
consistorio da igreja de N.S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meios
bilhetes acham-se a venda na respec-
tiva thesouraria ra do Crespn, lo,
e as casas commissionadas praca da
Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentel, ra
Direita n. 3 botica do Sr. Chagas, e
na ra da CadeiadoRecife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sor tes de 5:000# ate' as de 10$ se-
ro pagas urna hora depois da extrac-
cao, e as outra s, porc'm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
engomma-se
qualquer qualidade de roupa com pres-
teza e perfeiqgo, a presteza tal, que
em 5 das a contar do dia do recebi-
mento da mencionada roupa, tica
prompta e entregue ; os precos 8o os
seguintes :
Roupa de homem lavada e engom-
mada.
Como calcas, camisas, colletes
peca............
Seroulas........ ,
Lencas ou outra qualquer peca
pequea..........
Roupa de sen lio ra,
Mediante ajuste que todava nao sera'
exorbitante, os pretendentes pois po
dem dirigir-se a ra Formoza n. 17.
160
60
rs,
rs.
40 rs.
Alagase um mulato cozinheiro e urna es-
crava quitandeira, que tambem cozioba a ensa-
boa : na ra do Imperador, no sobrado n. 55,
terceiro andar.
Novo retratista.
Rus do Crespo o. 18, primeiro andar, tiram-
so retratos pelo systema daguerreotypo por m-
dicos precos ; vu-se tirar retratos de pessoas
moras deutro e fora da cidade.
Archivo Pitoresco
JORNAL
De recreio e instruego.
Publica-se semanalmente este iuteresssnte jor-
nal em Lisboa, o qual Ilustrado de numerosas
rcavuras e collaborado pelos mais distinclos es-
griplores, como sejam, A. Herculano, F. di Cas-
flho. Latino Coelho, Rebello da Silva, A. Corvo,
Palmeirim e muitos outros. Cada anno forma um
volume de paginas. J se acham publicados 4
voluntes completos e parte do 5.* vol. Assigoa-
sa a 69 por anno, na Imana econmica ao p do
arco de Santo Aotooio.
Compras.
500
60
2i0
40
2J40O
10
20
80
60
Comprase urna mucamos de 18 a 20 an-
oos, que seja de bom natural e enlenda do ser-
vico domestico : na ra do Pilar n. 143, primei-
ro andar.
Compra-se urna eacrava que seja perfeita
engommadeira e costureira o de boa conducta :
na ra da Cadeia do Recife n. 35.
Compram-se crea do novo baoco de Per
nambuco : no escriptorio de Hanoel Ignacio de
Oliveira & Filho, Urg do Corpo Santo n. 19.
320
160
100
40
200
160
500
Compram aa dous escravos de boa conduc-
ta, sendo um perfeito Quicial de carpina e o ou-
tro de ferreiro: a tratar no grande armazem de
ferragens e miudezaa na rus do Queimado n. 49
* h *
Alugam-sti as tasas terreas n. 105 da ra
da Santa Rita e n. 27 da ra dos Rurgos, e o 1*
andar da casa o. 193, na ra Imperial : a tratar
na raa da Aurora n. 36.______________________
(lasa para alugar.
Aluga-ae urna excellentaeasa de um andar, no
MooUiro : a tratar na ra da Cruz n. 57.
Compra-se urna preta moca que saiba cozi-
nhar e eugommar com perfeigao, e sem vicios :
quem tiver nestas condicoes, dirjase a ra do
Queimado, loja D. 51, que agradando, nao se
deixar de fazer negocio.
Compra-se urna nova liteira que seja bem
construid! e forte : na praga da commercio Cor-
po Santo n. 19.
HE
sem segundo.
Na ra do Qaeimado n. 55 loja da miadezas
da Jos da Azevedo Mais e Silva, est* vendando
todas as miudezas baratissimas, a saber :
Fraacos grande* com superior opiata a
Carriteis de linba de corea com 200 jar-
das a
Ditos de retroz de cores, menos preto a
Caixa* com iscas para acceoder cherutoa
Ouzias de meias creas muito superior a
Novellos de liona maito grandes e su-
perior a 40, 60 e
Ditos decores, a melhor qae ha a
Phosphoros em ciixas de folhs, sa csi-
xs val o dinbeiro, a
Cartdea de linha com 200 jardas, a me-
lhor que ha
Ditos, ditos brancos e de cores com 50
jardas a
Duzia de facas e gatfoscabo preto, Dnas
Dita de ditas cabo branco a
Thesouras grandes de 6 polegadas a 40 e
Saceos para escrotos com sinta de bor-
racha a
Tioteiros de vldro com superior tinta a
Ditos de barro com superior tinta a
Masaos com grampos liso o de caracol a
Duzia de phosphoros da vello a
Pares de meias de cores para meninos a
Groza de penosa d'ago superior a
Areia preta para botar na escrita a libra
Colxetes em cartes, com duasordens e
qaalro pares grandes a
Baralhos de cartas francesas a
Ditos portugueies uno.
Thasouras pequeas, porm de superior
qualidade a 200
Colxetes fraocezea em caixa a 40
Duzia de meias alvas, para homem a l6C0
Dita de sabonetes lios a COU
Sabonetes grande e superior a 110
Tramoia do Porto muito superior a vara
120 e 160
Pares de botoes pars punhosa 240
Alm destas miudezas tem muita mais que se faz
preciso vender e nao eogeitar dinheiro, assim
como sejam : labyriotos para todo o preco, areia
preta a 100 rs., porm quem quizer comprar em
arroba veode-se por 2g, baratissimo mesmo
para quem nao precisa.
Ruado Imperador n. 15.
REMEDIO INCOMPARAVEL
, UNGENTO H0LL0WAT
Milharas de individuos da todas as nacfias
foim testemunhaias virtudes desttremed
incomparavaleprovaramcaso necassario, qu-
palo uso que delle fizeram tem saucrpoa
oaembrosinteiramentesaosdepoisdehavar era-
aregadointilmente outrostratamentos. Cada
passoa poder-sa-haconvancar dassascuras mi-
ravilhosas palaleilura dos peridicos, que ll'ts
ralatam todos os dias ha muitos annos; a
maior parto deltas sao to sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebras. Quantas
passoasrecobrara com este soberano reme-lio
0 uso da seus bracos a pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tas
iaviam soffrer a amputacao 1 Dallas ha i*u-
cas que'iavendodeixado esses, asylos depsaa-
R^^o I Um*nlos Psanosubmetere aessaop-
ffiool"^ (loloros ottmcuradas complelaaenta,
gy mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas dastaes pessoana enfusao de seu reacia.
nhecimento declarara** estesresultados benai-
tosdiante do lord corregedor e outros agis-
trados.afimda aasis autentirareaa sua a firmstiv
Ningueaa desesperara do estado de ssude sa
tivessebastanteconfianca para enciner este re-
100 medl con8lnemenieseguindo algnm tempo c
1 tratasaento que necesstasse a natureza do as,
80 cujo resultado seria provar incontestavelmentt,
Qua tudo cura.
2*0
160
ti ungento he til, mais finriicu-
larmente nos s>et;uintescasoi>'
te para barbiar e
cortar cabellos na ra do
Rangel n. 18,
trabalhade porta fechada, os presos sao os mes-
mos dos que trabalham de porta aberta, sangra,
tira denles, aluga bichas, ventosas, amolla ler-
ramentas, pode ser procurado a qualquer hors,
assim como tem aadorea de cortina maito su-
periores.
^Gabinete medico cirurgico.J
@ Ra das Flores n. 37. f
?t Seraodada coossltas medicas-cirargi-
t cas pelo Dr. Estevo Cavalcanti de Alba-
d querque da 6 ss 10 horas da manbaa, ac-
cudindo sos chamados com a maior bre-
q vidade possivel.
a l-o Partos.
S S.* Molestias de pelle. c
au 3.* dem do olhos.
H 4.' dem dos orgaos genltaes.
eL Praticartoda a qualquer operario em
seu gabinete oa em casa doa doentes con-
jSL forma lhes or mais conveniente.
O
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n
22, na ra estreita do Rosario : a entender-se na
mesma ra casa n. 23, segundo andar.
Toda atenco.
Custodio Jos Alves Galmares avisa ao res-
peitavel publico, principalmente a todos os seas
freguezes e amigos, que se madoa da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Creapo n. 7, para a bem coohecida a snliga loja
de miudezas que foi do fallecido Joao Ceg, boje
ser coohecida pelogallo vigilante,a pede ao
respeilavel publico e aos seus freguezes e amigos,
qua o queiram procurar no dito estabelecimento,
onda ach rao um grande sorlimento de miudezas,
quesffisnQa servir bem e vender por menos dez
ou viole por cento. do qua em outra qualquer
parte.
Precisa-se de urna ama de leile para criar
ama recemnasclda : a tratar na roa da Aurora o.
80, 2* andar.
Preciaa-se alugar urna escrava que saiba co-
zinhar, paga-se 309 mensaes agradando : na ra
da Aurora n. 80, 2* andar.
Tendo fallecido no dia 7 de julho do cor-
rente anno, em Quixeramobim, o Dr. Ber-
nardo Jos Affooso, convida um amigo do
mesmo fallecido, aos prenles e amigos,
para assistirem urna missa e memento,
que tem de ser celebrado no di> 7 do cor-
rete, s 7 horas da manha, na igreja do
Epirito-Sauto do Collegio, por cujo attode
caridade, grato ser a todos.
Reeifp. 3 He Rnto (le 1862. ______
MBaHBBEaBaamEa ,::3S23RBK
Aluga-se ama preta crionla para ama de
leite, parida a 15 dias : a tratar na ra da Praia
de Santa Rita n. 70, defroote da eslilacao do Sr.
Praoca.
GABIEITE PORTUGUEZ
DE
LEITURA
em Pernambuco.
De ordem dolllm. Sr. presidente do conselho
deliberativo, convocado o mesmo conselho psra
sesso extraordinaria, quarta-feira 6 do correte,
s 6 horas da tarde.
Secretarla do conselho deliberativo do Gabinete
PortuguezdeLeitura em Pernambuco, 4 de agor
to de 1862.
A. A. dos Santas Porto,
1.* secretario._________I
Precisa-se de urna ama de meia ijada para
oservico de urna casa de poaca familia na raa
da Camboa doCarmo n. 15.
Preciia-se de um

f)nci
Attencao.
Yende-se urna obra de panorima em 15volu-
mas, assim como algumni obras jurdicas de
grande importancia : quem pretender annuncie
por este Diario sua morada.
Qoeijoi bous a 1,000 rs,
Em porco faz-se abalimento; no armazem
da estrella, largo do Paraizo n. 14.
Alporcss
jCaimbras
, Callos.
I Ajueres.
Cortaduras
Dores de cabera,
das costas.
dos mer:bros.
Enfcrmidades da culi
em garal.
Hitas da anus.
Krupgoes escorbticas.
O proprietario deste estabelecimento que ty- Fstulas no abdomen.
Um cabriolet.
Vende se um bonito cabriolet de duas rodas,
pintado e enveroisado de novo, por precio coma
modo : para ver, na oflcina deGrogean, na ru-
da Florentina.
Vende-se um caixo grande para deposito'
de bolacha e urna batanea grande com seus pe-
sos ; na ra do Raneel n 69. deposito.
pographia e encadernacao, icientiea aos seus
freguezes que abre as 9 oras da manha e fecha
as 4 da tarde, at aonuncio : assim como que
contina a tar venda cartas de ABC, laboadat,
catbecismoa, economa da vida humana, carti-
llas, traslados, tanto avulsos como em colUc-
coes, Sirafio de Nsnlus, pautas, cartas de enter-
ro e para cilicios, compendio doloroso, manual
da aiissa e da consso,augmentado coma nove-
na da Concei;o, conforme usam oa reverendos
carmelitas, novena, ofiicio, salve, e versos ae N.
S. do Carmo, e tambem a exposiclo sobre o es-
copulario, o livro religioso, conlendo muilas e
diversas devoces, apudautas, procurares bas-
tantes e especises, carainho do co, regidlos de
multas e difTerentes imsgens, bilhetes iversos
para botica, e tambem em branco para nclleses-
creverse o que se quizer, rituaes de Paulo V,
manual da mista por Koquel, diccionatios (ran-
cezes e de Roquet, ditos de Pooseca, e ou'.rss
muilas cousas qut> na oecasiao se mostrar.
Frialdada ou falla d
calor as extremida-
des.
Friairas.
Gengivas escaldadas.
Inchac,es.
fiaramacao do figado.
InflamQaco da btugi
da matrii
Lepra.
Malas das pamas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras do reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queiraadelas.
Sarria.
Supuraces ptridas.
Tiha, edi quaiquc
parte qua seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulaQes;
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Precisa-se alugar duas negras que saibam
vender na ra fructas e horlalice ; na ra da
Cruz n. 56.
Raltar & Oliveira
Porio.
aacam sobre a praca do
OHerece-se urna pessoa para cobrar divi-
das, tanto no interior da provincia como para fo-
ra da mesma : as pessoisque precisar dirjase a
praca da Independencia n.6 e 8, em carta fecha-
da com as Iniciaes A. S. F. J.
caixeiro portuguez, pe-f
qu'no ; no p Gon;alo Jus Affonso, tendo de manaar
celebrar urna missa cantad] e memento,
pelo repouso d'alma de seu presado irmo
o Dr, Bernardo Jos Affonso, fallecido oa
provincia do Cerra, convida aos seus ami-
gos e aos do uado seu irmo para compa-
recerem no convento de S. Francisco, sexia-
feira 8 do correte, pelas 9 lioras da ma-
nha, e pelo que lhes ser eternamente
grito.
Ama de leite
Aluga-se urna prea moca e limpa e com bom
leii para criar : quem pretender, dirija-se a raa
do Imperador n 83, segundo andar.
Vende se o seguinte a saoer: um caixo
de 9 palmos de comprido e 2 de altura com 4
netas puchadores de metal e cada gaveta com
2 repsrlimentos envidraQados, obra bem feila e
4f>ogura, muito proprio para deposito de padsria a
esmo de urna taberna, onde pode ter amostra
todos os gneros que devem estar livres de ra-
tos, baratas e poeira, mais 12 taboas de 12 a 14
palmos da comprido e mais de palmo de largo,
mais 5 barris de 5* que foram de vioho sendo 2
arqueados de ferro : na ra do Livramento loja
n.8. __________________________________'
Venderse urna mobilia de amarello com
pouco uso : a tratar no pateo de S. Pedro o. 1.
Aluga-se a sala com duas alcovss do ter-
ceiro andar da ra do Crespo o. 18. proprio para
dous moi;os solteiros : a tratar na mesma leja
Precisa-se de urna
guas-Vrdes n. 10.
criada : na ra das A-
Asphallo.
Maooel Firmioo Ferreira com fabrica de as-
phallo na ra da Concorda n. 75, offerece so res-
peilavel publico este excellenle ladrilho para ca-
sas de morada, armazens, calcadas, etc., etc.;
seu pregn pouco excede do ladrilho de lijlo, mas
toroa-se muito mais econmico pela sua duracao.
preservativo de cupim, dos ratos, (ormigss, a
de humiiade. O fabricante garante sua solidez,
podendo rodar por cima carros com grandes pe-
sos, pipas, etc. Tambem se prepara para faze-lo
de cores, pois j fez encommeode para a Europa
dos arranjos para isao necessarios.___________
GRA
Laboratorio
Em praca publica do Dr. provedor dos resi-
duos e capellas, no lim da audientia de 6 do
correte mez, proceder-se ha a arrematsQo das
rendas de tres armazens no casa da alfaodega,
que pertencem ao patrimonio de Sant'Aona da
Madre de Dos. Kecife 2 de agosto de 1862.
Galdioo Temistocles Cabral de Vasconcellos.
Eicrivo.
!
Jote Nuoes Guimares,
retira-se para MareiA.
aubJito portuguez,
Agostinbo Augusto de Mello subdito portu-
guez retira-se para o Rio de Janeiro.
Alujia-se urna casa na Pass'K<-m aa Magda-
lena, junto a poBle graode, com 2 salas, 6 qaar-
tos, cozinba fora, soto, quintal murado, cacimba,
e ptimo banbo no fundo ; as pessoas que pre-
tenderen], dirijan)-se a ra Direita n. 3.
Na ra da Imperatriz nu-
mero 20.
Veode-se o seguinte.
Bramante com 10 palmos de largura a 19500,
riscadinhos escurosde cor fixa a 160 rs., ctssas
de cores a 280 e 320 rs., oleados para cob'ii
mesas a 2g, indianas maito hnas a lg, chitas a
160, 200, 240, 280 e 320 rs., cambraias de sal-
picos de cores e brancas a 400 rs., cobertores
brancos e escuros a IfciOO. 1600 e 2, panno
finos pretos o de cores a 2$, 2ci00 e 3$, cam-
braias para cortinados a29 a p-ca, ditas lisas a
2. 3#, 4g e 5, tapetes muito unos i 6j 7,
chapeos de seda e de castor muito finos e do ul-
timo gosto de Paris a SS e 9), ditos de fellro fi-
no copa alta a 59, osemiraspara forro de carros
a 1^600, corles de dita muito lina para calcas a
49, pegas de eotrem-ios a 19, e finalmente ma-
dapoldes, algodes, brins, brelanbas e cuiras
muitas fazendas que o dono do estabelecimtnto
Vende-se superior cal de Lisboa chegada ulti- egla resolvido a vender muito barato afim de
mmenle, e por precos muito mais commodosdo apurar dinheiro, dando-so as competentes amos-
tra com penhor.
Attenco.
Vende-se por mdico preco um excellenle ca-
iolet ; a ver e tratar, na ra do Aragao n. 37.
Cal de Lisboa.
que em outra qualquer parle ; no antigo e mui-
to acrediladodepnsitodaruadoBr uro n. 66.
Na taberna da ra da Aurora n. 48, vende-
se urna bomba para cacimba muilo em conts,
assim como urna laboa para fazer velas; na mes-
0:i compra-se peonas de emma.
MM
Preciss-se de urna ama forra
todo o servico de urna casa de
oa ra do Queimado n 39.____
que saiba fazer
pouca familia ;
Precisa-se deum caixeiro que tenha urli-
ca de taberna ; a tratar na ra do Rosario da
Boa-Vista n. 41.
Para alugar
Urna escrava de bons costumes, ptima de en-
gommados e arranjos internos e externos, e tam-
bem cozioha o diario de qualquer familia, e
muito fiel, o que se aGaoc, ptima acquis ci
para qualquer familia, pois se aluga por seu se-
ohor ir para fora do paiz por alguns mezes ; di-
rijam-se a ra das Cruzesn. 36. primeiro andar.
Aluga-se um moleque proprio para copeiro
por ser fiel, ou para qualquer servico ; na ra do
Livramento o. 22, terceiro andar.
Alienad.
Lava-se e eDgomma-se com perfei^ao roupa ps-
ra fora, e cose-se vestidos de senhora por prego
commodo ; na ra da Conceigo n. 47, esquina
da ra do Rosario.
DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos A Pi-
mentel.
Empreza importante, que vai prestando rela-
vantes servigos seus freguezes pela promptidao
parfeico com qua lava a roupa sem a estragar
PRECOS.
Roapa sortida (embora nao venham meias nem
lengos] 40 rs. por pega.
Pegas grandes isoladamente 100 ra.
Roapas de navios, vapores e hospilaes 70 rt.
Dita de familia que nao fregaeza 80 ra.
Dita de doente da familia que nao fregueza
a 120 rs.
Urna reda ou cortinado de cama oa varanda
a 500 rs.
O prego dos engommados mdico a contor-
ma as pegas, como costamam fazer as engomma-
deiras. O praao da entrega da roupa lavada
8 dias, a eogommada 15, aendo qae muitaa va.es
est prompta antea do presa. Deposito na ra
Nova._______________________________________
Os abaixo assignadus previuem a quem con-
vier que ninguem faga contrato nem trsnsacgo
alguma com D. Harta Alexaodrina Jacome Pires
obra a escrava malata de nome Colecta ou ou-
tros quaesquer bens pertencaotes ao casal do seu
fallecido sogro Aotonio Annes Jacome Pires, vis-
to como os beos do segundo consorcio esto sub-
jeitos ao pagamento das legitimas maternas dos
berdeiros do pjimeiro casal, que nao as tendo
recebido por se oso ter feilo o respectivo inven-
tario em lempo opporluoo, devem agora aerdel-
las inleirados pelos bens que exislirem, e no in-
ventario a que ae est procedeodo por falleci-
meotodo mesmo seu aog'o pelo juizo de orphos
lala cidsde. Escrivo Facundo.Recife 4 de
gosto de 1862, .
Hanoel Luis da Veiga.
Antonio Ignacio da Silva,
O abaixo sssignado, gereote e nnico liqu-
dala no da firma Rodrigues & Ribeiro, decidida-
mente autoriasdo pelo meretiasimo tribanal do
commercio, convida todos os senbores que se
acham devendo mesma firma a que venham
quanto antes realisar seus dbitos, pois contra os
que forem remiesos lera o annunciante de proce-
der judicialmente. Recife 1.a de agoato de 1862.
Hanoel Joaquim Rodrigues de Souza.
Aluga-se
urna negra boa cozinheira a propaia para todo c
servigo de urna casa ; a tratar na ra da Cruz
numero 57.__________________________________
Precisa-se
urna pessoa ; oa
segundo andar.
de ama ama para o servigo de
ra das Aguas-Verdes u. 35,
Koga-se aos devedores do tallecido
Joaquim Jos Ribeiro de Oliveira que
teve toja na ra Direita n. 55, que ha-
j >m de vir pagar seus dbitos na mes-
ma loja ou na ra do Queimado n. 41 e
48, evitando desta forma o receber se
judicialmente e publicar-se seus nomes
por este jornal.
Bruno Anuncio dos Rete, advogado provi-
sionado pela relsgao do dtstricto, residente na
comarca de Porto Calvo (Alagos), encsrregs-se
de qusesquer negocios tendentes a sua profisso,
e prometto-sa baver-ae com zalo na defeza dos
direiloados qaese digoarem ser seus commit-
tentes.
D. Francisca Senhorinha de Mendonga
Pinto e seus filhos, agradecen) cordealmen-
le a todas as pessoas que se dignaram assis-
lir sa ultimas exequias de seu prezado ma-
rido e pai Severiauo Pinto, e de novo ro-
am as mesmas pessoas o caridoso obsequio
de assi-tir a missa que por alma do mesmo
preteodem mandar celebrar no dia 9 de
agosto, pelas 7 horas da maoha, na igreja
da Santa C'U7. _____
Preitf m aliento ao vigi-
lante, que est queimando,
como seja;
Retroz.
Lindas caixinhss com 24 csrreleis de superior
retroz, e sortido de todas as cores, pelo baratis-
simo prego de SgiO a caixinba que sabe a 100
rs. o carretel, nao ha ver pessoa alguma que veo-
do sua qualidade deixe de comprar : s no gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Linha para bordar.
Tambem chegada a este mesmo eitabelaci-
mento a verdadeira linha frdxa para bordar ou
encher labyrinlho, que se vende pelo baratissimo
prego de 600 rs. o massinhu ; s no gallo vigi-
lante, ra do Crspo n. 7.
m cabade
Icliegar ao novo
Vende-se' sta ungento no esubelecimento
geral da Londres n. 244, Strand, e na loja
da todos os boticarios droguista e outra; p*s-
soas ancarregadas da sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hetpwha.
Vende-se a 800 rs,, cada bocetiDha contera
urna instruegao em portuguez para explicar o
modo de (azar uso desta ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
harmaceutico, na ra d Gru n. _2-, s>
pernambuco.
SYSTEMA MEDICO HODELLOWAY
PILULASHOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto intoira-
menta de hervas medicinaes, nao conlm mercu-
rio nem alguma outra substancia delecten. Bei
nigno maistenra infancia, e a coropleieOo teas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleigo mais robusta
^enleiramente innocente em suas operacesa ef-
ftitos; pois busca e reraove as doenqas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com esta
remedio, muilas que j estavam s poras da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e torgas, depois de baver tenta-
do intilmente todos os ouiros remedios.
As mais afflictas nao devem entregsr-tea des-
esperago; fagam um competente ensaio das
efiieazes effoitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
\ara qualquer das seguinles enfermidades;
armazem
DI
ccidentes
| | Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de)
Asihma.
Clicas.
Convulsoes.
epilpticos.
O abaixo assigoado pede por favor a quem
se conslitair seu credor, que oestes oito das lhe
tirem suas eontsa do que lha deve da sociedade
que teve com stu sobrinho U. Pedro de Mello.
Recife 3 de agosto de 1862.
______________Antonio Joaquim de Mello.
Attenco
As pessoas queso julgarem credora da finada
Marcelina Rita Maris de Oliveira, queiram apre-
sentar suas contas devidamente legalissdas, na
ra da Cruz do Recife n. 51, segundo andar, afim
de serem atlendidasem occasio competente, islo
no praso de 3 dias. ^^^^^^_^___
U abaixo assignado declara ao
publico que desde boje deixou de ser
caixeiro de sua casa commercial o Sr.
Jeronymo Pinto de Souza. Recife 2
de agosto de 1862.
Joo Pereira Moutinho.
Pateo do Livramento n. 11.
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio planta deate* arti-
flciaes por grampos e ligaduras II pressao do
ar, dantas iocorrupliveia sobre oaro, systema
orle-americano faz todas asopera6ei da sua
arte i com promptidao limpaza
Bandoes.
Tambem chegado grande sortimento de ban-
does para cabello, que se venda pelo baratissimo
prego de 500 rs. o par ; s no gallo vigilsnte,
ra do Crespo o. 7.
Rival sem
igual.
RA LARGA DO ROSARIO N. 36
Primeira loja junto da botica.
Flore* artificiaos muito bonitas a 19-
Tesouras para costura com toque finas a 400 rs.
Botoes de linho para casaveque a 20 r>.
Ditos de seda para ditos a 30, 40 a 50 rt.
Pilas de clchete para vestido, vara a 320 ra.
Massiohos de contas miudas a 120 e 200 rs.
Sinlos duurados a ljGOO,
Eofeites pretos com franjas a 4$800.
Meias branca* para aanhora a 2g400 a duzia.
Boloes para punbo a 120 e 160 ra.
Escovss para limpar uobas a 320 e 500 ra.
[Jilas para cabello a Ig.
D.tia para roupa a 500, 800a 19-
Lirihaa de croxel para bordar a 60 rs. a miada.
Clcheles francezes em carian a 40 rs.
Carreteis de linha a 40, 60 e 80 rs.
Novellos de linha do gaz a 30 rs.
Papel tarjado para luto a 1$280 a caixa.
Dito branco ede coras alo caixa.
La para bordar sortida a 6$400 a libra.
Franja preta de seda com vldrilho.
I.uvas de seda com toque a 200 rs.
Occulos aro d'ago muito bons a lf.
Ditos de metal a 500 rs.
Franjas branca* da linho a 80, 120 e 160 ra. a
vara.
Asninas francezst em caixinha a 220 ra.
Tioteiros com Unta tampa de metal a 180 rs.
Caivetes mullo Qoos psra pennas a 600 rs.
Carretal* de ratroz de corea a 280 ra.
Piocei* para fazer barba a 400 e 600 rs.
Peotea de alisar de borracha a 560 rs.
Csixaa dejogos de vispora a 800 rs.
Hitas de jogos da xadrez a 1|600.
Meia* par* homem cruas a 2&400 a duzia.
Canas de metal com peonas d'ago a 100 e 200 rs.
Ditas com urna groza de ditas a 400 rs.
Um sortimanto completo de rap Paulo Cor-
deiro a 19500, gaste grosso a I5GOO, dito meio
grosso a 1S600, dito fino a lfi'280, Lisboa a $700,
rolo francs a 2900, Mearen 19040.
Assim como nesta estabelecimento se encontr
am sortimento perfeito de mludezaf:
Bastos & Reg,
Na ra Nova junto a Conccico
dos Militares n. 47.
Dm grande e variada aorttmanta ds 1
rompas feitas, calcados e lazendas e todos j
estes ae vendem por prego* multo modi- i
Dcadoa como i de seu costuras, assim co- '
mo sejam *obreca*acoa da superiores pan- i
no* a casacos feitos palos ltimos figuri- !
nos a 155,18?, 309 e a359, pal-tota do* '
mtsinos panno* preto a 16g, 18f, 209*
a 249, dito* de caiemira de cor masclado
e da novo* padroe* a 149.169, 189, 209
a 249, dito* de casemira de cor mes-
ciado e de novo* padres a 14J, 16|, 189,
I 209 o 2(|, dito* aacco* da* mesmas ca-
Stemira* de coren 99, 109, 129 a a 14$,
dito* pretos pelo diminuto prego de 89,
tf 109 a 129, ditos de sarja de seda a so-
' brecasacados a 12f, ditos da merino de
I cordao a 129,ditos de meriuo chioez da
S* apurado gosto a 159, ditos de alpaca
preta a 7g, 89, 99 e 109, ditos saceos
g> pretos a 49, ditos de palha da seda fa-
II zeoda muito superior a 4i500, ditos de
S brim pardo e de fusto a 39500, 49 e a
R 49500, ditos de fusto branco a 49, gran- ;
X de quantidad* de caigas de casemira pre- i
}f la e de -oras a 79, 89,9| e a 10|, ditas
8 pardas a 39 a a 49. ditas de brim de co-
rea oas a 29500, 89. 39500 c a lg, ditas
Sde brim brancos tinas a 4|500, 59, 5g500
a 69, ditas de brim lona a 59 e a 69,
colletes da gorgurao preto de cores a
59 e a 69. ditos de casemira de cor a pre-
Ilos a 495OO e a 5$, ditos de fusto branco
8 e de bnm a 3s e a 35500, ditos da brim
lona a 49, ditos de merino pars luto a 49
rt a t 49500, calcas de merino para luto a
I 49500 e a 59, apa* de borracha a 9&000.
X Para meninos de tolos os tamanhos : sal-
fe ca de casemira preta de cor a 59. 69 e
S 75, ditas ditas de brim a 2f, 8f e a 3&500,
I paletot* saceos da casomira preta a 68 e J"J
a 79 ditos de cor a 69 a 79, di-
toa da alpaca a 39, aobrecasacos de pan- g
no preto a 129 e a 149, ditos de alpaca o
preta a 59, booats para menino de todas g
aa qualidadea, camisas para meninos de o
todoa o tamanhos, meio* ricos ve tido* g
da cambraia feitos para meninas de 5 a
8 annos com cinco babadot lisos a 8j e I
a 129, dito* da gorgurao da cor a de la 3
a 59 a a 69, ditos da brim a 39, ditos de &
cambraia ricamenteborbados para bapti- 1
aado* a mulla* oatra* fazendas roapaa |
feitas qua aeixam da ser mencionadas I
pela sua grande qaantidade ; assim como 5
revebs-s* toda e qualquer encommenda 1
de roupaa para ae mandar manufacturar 2
qua para este m temos um complato I
sortimento da fazends* de godo imi
graode oficina de alfaiata dirigida por um j|
hbil mcatra qae pela sua promptidao |
perfsigo nada deixa a deiejar.
Febreto da especie.
Gotta.
Heraorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Infla mmagoes.
Debilidade ou exienua-
gao.
Debilidade ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ven ira.
Enfermidade no ventre.
Dilas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Irregularidades da
ruensiruscao.
Lotnbrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstrucgo do venra.
Phlysica ou consump-
go pulmonar.
Retengo de ourina.
Bheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Vende-se urna
Ponas, propria para
mesma roa n, 69,
taberna na ra da* Cinco
principiante ; a tratar na
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no eslabelecircento
geral de Londres n. 224, Strand, na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as boceiinhas a 800 rs., cada
urna dallas contem urna instruego m portu-
guez para explicar o modo de se usar desta: pi-
lulas.
0 deposito geaal em casa do Sr. Soum
pharraaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Attenco o Vigilante
Que acaba de receber os liodos collares com
caracolslohos de marfm inteiramente coosa nova,
propriamente para peacogo, que se venda Dlo
baratissimo prego de I5UO a 3$010, nao haver
pessoa alguma qae deixe de comprar cousa tao
elegante; tanto psra senhoras como para criar ra:
s no Galo Vigilante, ra do Crespo n. 7.

"**
Manteiga ingleza flor a
800 e 720 rs.
Manteiga franceza a 640 rs., cha a 29560 r.,
caf lavado a 300 e 240 ra., espermacete a 680
rs., arroz a 100 rs., queijos a lg600. inho de
LWboa a 480 e 400 ra., azeite doce a 720 rs., vi-
nagre a 240 rs., arroz de casca a 160 rs. a cuia,
milhoa 200 rs., sabio maga a 180 rs toacioho
a 280 rs.. azeite de carrapato a 320 rs. a garrafa :
00 armazem da estrella do largo do Paraizo n. 14.
Vendem-se tachas de ferro cuajo do aator
mais acreditado : na rus do llura, armazem de
ssoucir de Jos da Silva Loyo & C.
Rosas artificiaes para cabello;
A. L. B. F. tendo recebido um variado sorti-
mento de bonita* rosas que se esto usando para
eabellos, a depannoa com folhs de velludo, ditas
de papel todas, aa mais rica* qae ae pode encon-
trar vende-aa na ra do Queimado n. 63, loja
dobeija flor,


MN


*
*"*Slrt
*
ITfAitO Dfi FHUIAMMj'GO CUARTA FEIRA 6 DR AG0510 DI 184
-.-. -^
VNDESE NOARMZEIH
PROGRESSO
Rival sem se-
\
gimdo.
DE
Francisco Fernandes Duarte
Mrg ia Feilia
.i.,a.OS melhores g.en,eros lue *em e*te mercado e por menos 10 por cerno do que era outra
fulquer parte, garantmdo-se a boa qualidade, por isso roga-se a lodos os Snrs. da inca, en"
vSS^S mad"em Suas "* te muito acreditado arm.zem de
' .alquer paf.e """ d'ff9ren5a ** ^ *Ualdade ^5^^atSJf1J2!de8-,0 a800rs* alik"' **mmmwm
memo!" Pra* tan, de uma 'ualid,de como de outr *" 2-
t,ata-*\ novan
/ uu,ttB em caixas com duas arrobas por 29560 e era libra a 50 rs.
VtaaUlga I'gieZft da safra or. de primeir. qualidade a 850 a libra, m
barril se faz aban ment.
^ T^a*** i ****a mais nova a 64rs"",ibr8'#m barril"600 rs-
Qutt<* prato
CYi l aiS supenor que ,em vindo a Mle mercado a 800 rs. a libra.
quEe* melhr qU8 W D merCad 298 e **200 ,ibra' fic-w bo
UXiai o que se pode desejar neste genero a 39000 a libra.
Cifca f>e"tO homeopathico a 2200 a libra em porcao se faz abatimento.
T*^W000 U0V0S de pavio lransad0 a 230 carta e em caixas com 40 cartas por
Latas cf?m auvv&$o* ,, j
* ..m ,unn confeitadas, propnas para mimo, contando mais con-
fetes e assucar candido por 1000 cada uma.
VaSaaS em caixinhas de 8 libras chegadas altimamente a 29000 cada uma a a retalho
a 430 rs. a libra.
aXtnaa de soda em latas coa differentes qualidades a 19440.
XOla.Xintk& ingleza amis nova que b no mercado a 45000 a barrica a a retalho
a 320 rs. a libra.
lilao pi|i% de superor qualida1o Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 a 640 rs.
a garrafa, e era caada a 39500, 49000 e 49500.
ViM&OS eilganafatoS Duqudo Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
lona velho, e deoutras maltas mircas acreditadas a 1200 a garrafa, em caixa a 129
tambera ha para 19000 a garrafa.
iB*paaiia aas marcas mais acreditadas a 159000 e 20*000 o gigo, a em garrafa a
1 $800
?MKsYQja da marca cobrinha ou de outras marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
TVUnMS francezas e portuguezas era latas de 1 libra por 640 rs.
f* ar>, V-&atS em taitas de l libra por 800 rs.
S5 ^"^S**8 em latas de 1 e meia libra por 1*500, ditas com 3 libras por
^tulftliaiaS de casca mole muito novas a 320 rs. a libra, era arroba por 80000.
t?tO%eS. ,20 rs. a libra e em arroba a 30000.
Atatvi*, macarte e talaavlm. 400 ., ia, a em ca*. COm i arro-
ba por 69000.
u tfzlil ;ing, pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em ca
xu,lias muito enfeiudus se faz obaliment.
,l\\9 I fta OY*SVl*?.* xadosos maisbara feilosque teravinloa este mercado a 280rs.
tasabem ha para 200 rs.
'.UHl-it* ttg\*.X,5S para fiambre a 800 rs. tambera hamburguez para fiambra a
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
C v*a? ^ ^aioa muil0 novas J j}60 rs. a libra eem barril se far abatimento.
-_a IWo melhor-petisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
kU S a ** muito novo a 280 rs. a libra e em barris de 1 a meia arroba
a 09 e 7# a arroba.
f*a *
*J *?*?! ifl em Utasj promptas para se comer a 1800 cada uma.
alaxiu>. de tiorc-i s a
|^. r refinada em latas com 10 libras por 41300.
mi muil0 fina e alva t iiQ rg_ a 1bra eem barr1 a 400 rg>
^j**iys eosi bollo fraitPOT
M -> i trdUCCX propnos para mimo a 500 rs. cada um.
V"..,< imperial do afamado Abreu ede outros rauitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a libra
_'- Imaa de Alperche em latas de 2 libras por 19000 cada uma,
maiaa de doce em calda as melhores que ha em Portugal como se-
jara pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs. a lata.
IFOCcfc Bf.ee98 e em calda, em latas, de 4 a 5 libras por 19500.
Umeeelate hespanhol a 1500 n. a libra, ditto francez a 19100 dilto portuguez a
800 rs., afianga-sea boa qualidade.
de priraeira qualidade tanto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
990Q0, dito mais baixo a 260 rs. e 7J800 a arroba.
BVaainaa de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porcao se fai
abatimento. r *
' muit0 novo a 320 rs a libra e em gar.rafues.com 5 libras, por 29000.
'*"^^ do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
Ulia do Maranhao alva e cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
W ei^l d3 carnauba refinada a 400 rs. a libra, e em>rroba o 12&000..
&Zeit aaee r8finadoa800 rs,garrfa e e em caixas a 99000
" *agfe de Liiboaa 240 rs. a garrafa e era caada a 19800.
V laiMI cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, e em caixa 149000.
ViaaobTaaeo de Lisbo, omais^superior que hlD0 merCadoPr0pj0 para mS8
640 rs- a garrafa e era caada a 4*500. p miss
I atUiaa suspiros do fabricante Brando em meias caixinhas, por 2J500.
* S uPm do fabricante Catanho & Filhos em meias caxinhas a 29000.
UOS^em caiX8s de ,00 regaHa Imperal> VJganleSi epananlelIaSt 29000 a caixa.
<2 *'A mui'a limpo, a 180 rs. a libra, e em arroba 59500,
A%.eito?.n muil0 novas> a moo r9. C8, uma ancorelaf e a 400 rs garrafj
A119% de Maranhao a 120 rs a libra, e 39400 a arroba.
' IVA ,
de postas em latas daj melhores qualidades de peixe que ha em Portugal a 19500 rs
Ge&ebra ee H-AUnaa <-
H i 'm garrafoes cora 25 garrafas por 9#i00.
Sl03iaFaa ngleza muito nova a innn i #
Alm dosgeneVoscima SlS?Sir/ 'T.' t* *! .
oto do li^o qu tendente i B^nlr respettavel pufchco um coptetecr.
t? S. 2 0ae'tn81?0,n- 55. loja d. Kiuderas de
iTSZlSS* -8ll7, concl4a por Jo-
Bigodinho, est rendeodo pelos preco q a
iodo, admiram, queiram ver o que bom e ba-
ratisiirro :
Paree de aapilos de traaca aoperiorea a
Fraicoa da agoa ambritda a melhof a
Dito de dita, fraacos Rrandei, a 500 e"
Carlas de alfioetes froceie>, a.......
Pacetei de papel aoiade, a......'.'.'.'.'.'.
Caixaa com papel de dlvereos gostes!'a*"
Parea de aapatos de lia para meoinoi
Vara de bco daillhai, a..........."
Corda pira tiolo muilo (reacas e nol
va, ..............................
Frascoa de banha Pbilocome nperior'
Ditoa de dita de arco, a............. '
Dilo de cbeiroe mallo fino, 50a'."." *
Caixa com apparelho de metal pand
verlir menino, a..................
Vara de franja para cor Uado e Voa-
Ibaa, a...........................
Carrileia de linha preta com 500,608 a
800jardae, a........................"
Barr com photphoro o melhor e bo.
"'<>.......................... ,.##
Mtaaoide liaba fina para bordar, a
Tranc de laa de todas as coras a Dec"
PC de fli. de e, todas a largura,
Grpcaa de boloeide louga prsleado ml-
tofioos.a...............
uS?? filV-d*.,inh0 "'pVrVoVea'a
S22 d,ein"c.a5* Pwola, muilo floo, a
Ditos da dito oleo, muito uperior. a.. .
Dito de oleo babosa septrior, a 320 e..
Boaecoa qae cberam, mallo liado, de
loo a.......... ,
Cixs de p para limpar detei, mut
anperior, a ...... V "
Dita de pbosphoros espeeiies e um'eo-
bra.leote, a........
Pioe de flandres, pintado mullo boni-
Varas de fita para fazr a'ints do me I
Ihorea goalo, a.......
uuiia de pboipboro de gax, do melbor
fabricante, a .
Diu. de caoeua de folba", muito boa'e.
tl.im,.! g" % Wm "<< baral
1J80
400
600
100
700
700
200
80
80
IfOW
500
800
400
200
160
160
240
40
320
240
40
40
200
100
500
500
160
160
200
500
210
120
irises
X*
t
NOS ARMAZENS
PROGBESSISTA
_ da um, roapafeita da toda* aa qaalida-
Sdes muito barata, a loja eat abarts at
a 9 horaa da ooita. JS
Aos Srs. consumidores de gaz
No armazaos do cas do Ramos na. 18 e 36 t
na ra do Trapiche No?o no Racife d. 8, se Ten-
de gax liquido americano primeira qualidade e
reeentemente cbegado a 149 lata de 5 cales,
sim como latas da 10 o da 5 garrafas a em
garrafa.
Hobilia.
I ihn.Vnn^8"Se Uma por5o de b"" d cal de
Sova allencao.
dediV0Sh!e?ba d<> meb,r B010 ""iniento
StSSlA S q"e ,eTenilenl P<" ".no.
2U por cento do que en oatra qualau^r partr.
Siutos para senhoras.
Riqaisiimos sintos dourado, pelo baralitsimo
Et,2; O'ela ao l.o 4, as. i To
Tigilanu, rna do Creapo n. 7.
finfeites.
Vendem-se oriquiimo eofeitea de cabeca
S?E.r."J' VdrIV 5*- di,0 S6> fnj". 35
dltoa Iraocadoa a 2500, ditos o> laco de fiUe
"e.poH 7" 2: ,6 D0 'iglnl. roa do
Fivelasparasioto.
Riquisaima. flela de ac com madrprola no
canlro 1,200 ditas de madreperol a 320, ditas
S?"*m: ,6 no galI vieilan,e'U d-
Vidrilo.
Lindo vidrlbos pretos e de eore, pelo bara-
iasioao preeo de 1*600 a libra : a n gallo tr-
lante, ra doCrapo n. 7.
Para entreter o tempo.
O lindo jogoa de domin a 1400. linda cal
xinbaa coa jogoa de vispora a 900 r.: a no ea|-
lo iilanlr. rw do Crmpp n. 7.
Caixis de tartaruga e cham
teiras de charo para rap
echaruto3.
O tabaqniata que aprecia a boa pitada de Lis-
boa ou mesoo Princeza, Meuron etr., ate.
justo que compre uma bonita caix de tartaruga
toda tuarchetada com a qual nao te enrgoDha-
ra de offerecer da boa pitada de u gasto a lo
dos os circumtantes que se cebaren em aua ro-
da, muiloa dos quaes louvaro o seu bom gosto.
Assim como a caixa necesearia ao tabaquista
charuteira nao suparflaa no fumaota e sendo'
ella bonita como sao as de charo nudistas me-
lhor ser porque com iaso deixa coohecer quin-
to sabe apreciar o bom. Para os mili commo-
ditag tambem ha bom aortimento a todo eneon-
trarao barateza uma rez que munidos de diohei-
ro s. dingirom a ra do Queimado loja da aauia
braoca n.16.
K
Relogios.
Van de-se em cala da Johnston Patar & C.,
. do Vigario n. 3, um bello sortimenio de
(elogios da ouro, patale inglez, de um dos mais
afamados fabrieantea da Liverpool; tambem
una variedade da bonitos trancellins para os
mesmos.
^#s MMiMni mmmmm
Loja das 6 por-l
tas em frente do Livra- !
ment
BalOes de 15, 20, 50 c 40 arcos.i
Grande aortimento de baldea de arco
o melberes nett fazenda e grande,
chita franceza largas eicara a 220 e
240 rs. o covado, ditas estreitas miudi-
ohaa a 160 r. o covado, cambra! lisa
para forro com 8 1|2 vara a 2S a pee. .
dita finas a 3. 4. 5 e 63 muito fina, i
"" de lpUDbo com 8 l|2 raras a S
I >WU a peca, cobertas alcoxoadas bran- M
*- ca< e de coreapara cama a 4|500 e 5|. X |% fl E U pjam saaaaa BBBk ^.
1TS5K d.e .'.-'f^?-. '***".' i O R T C J? P
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
O LA^GO DO CAR lio Q
iTlanteig'a lOfirleza
1UT ^ m,1S nova e ma,s super'r *> mercado a 800 rs. a libra.
mT fra"CeBa -*r*-*.. ... tanU.
llO railCeZ em cartees chegados no ultim vapor a 500.
.IV?8 e ca^innas de 4 libras muito novas e grandes a 4 a caixinha, e a
i/80 rs. por libra.
Milho alpiste e paii^o m r,, libra.
r1! J1UXini mai especial que se pode encontrar a 2880 a libra.
^h ySS011 elhor 1e M Pda d(8ejar d. 2400 a 2800 a libra.
aa preto 0 qu, 8e poda deS9jar neste genero a 2# a 1brj e a 1J600 o ordiniri(K
QUeiJOS flatUengOS chegados nouliimo vapor a 2 e 1700.
t^OeijO pratO 0 melho do mercado a 600 rs. a libree sendo inteiro a 500 rs.
Assas em caxmh.s de 8 libras w .4o0rs., llbra.
higos em caixinhas a.niibr...iwoo..00 ^ .ubr..
AmeildoaS da CaSCa lliole S20 r,. e ores a ISO rs. libra mu.io novas
Ameixas francez.s. libr, e emlatal ^ 5libm a ,000
Marmelada superior. m9,hordo mercado #m Iaus d- 2^ a 700 rg< ^
Doce da casca da goiaba oo rs. o ce,.
Amendoas coafeitadas di?-rMS coreg, 800
fin? pflfn'IfHf?8 en8arra(ados se8uin,e qalid.des, duque do Porto, Porto
m*?t?^^\^T-f,**,t* Car,C3Ve,l0S' Feitoria, e Madeira secc. a
VaiSPi duxia a a 1#100 a garrafa e muscatel a 720 ri. a garrafa.
8 r fiera*: r^s. *3*600 4" *" <> <*.
TmZTJEfi,u" "' *" b" """ -" **'
inn'^n r,0C0Tad0,Canjbra' Pre S (t r I i' 11 Pfl .
VX !.440. *Lfft ?'w*yi de cor,, a 3 ^c"t''J, da verdadaira hollanda em garrafoes de 16 garrafas a $000 cada um
Bascado I f nehp-i ...
aXw^ti. "" qM "m Vnd n0SS awui9 6m fraKOS **
t rasq llle ra com 12 frascos de genebra de Holanda J800
WarratOeS COra 5garrafasde superior vinagre a 19000
Vinagre puro de Lisboa ,9ift rc
>f jPra..: 24 rs> *&,mti e 10800 a caada.
Na ra da Camboado Carmo loja n.
12, vende se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
1
liquidado por todos
o preco, na bem co-
nhecidalojadoSer-
tanejo.
(Ra do Queimado n. 4S.|
Apparegam com di- a
uheiro que nao deixaro [
de comprar. 5
Chita escara* finas a 160, 180 e 200 w
. ra., corte d vestido praioa bordado a S
;S ellyilo de evito de 150$ e se vendem 9
I por 309,40, 50 e 70.aahidas da baila $
de velludo e aetim a 12 e 13, camisa
para sabora a 2s000 a 3j)500, t?.-.Hi ,hia S
de eambrai bordada a 500, 600. 700
800, 900 1. dita de 016 bordadaa a 120 1
ra., caaaTeque de faslo a 5, 6.7, 8, n
meia de seda brancaa prelaa para sa- 9
nKora 1900 o par, tiras de babados <
70Or., la de qaadro eofedada a
* 6t)0 r. a vara, fll braneo adaraascado
i para cortinados e reatidos a 400 e 500 "1
T r. a vara, corte da collete da caiemira 9t
bordado praios a 2 e 3000. dito de _
ve lulo de cor e preto a 3, 4, 5 a 6 II
KKS?ta .de brilB br4DC0 franceie
3500 4500. d.los d* caseooira de co-
rea prato a 14 e 16. ditos da alpaca
preti e de core 3, 38500, 4 a 4500
camiaaa de pello da linha a 2500, corta. t ___ .....o.....- i#ouu a c
ermace s___i.......-
a libra.
82"200, 3 e 355O. collete leitos da brin
Potassa da Kussia
e Americana.
No escriptorio de Maaoel Ignicio de Oliveira A
Ftlho, l.rgo do Corpo Santo n. 19, por preco
mai9 barato dn que in outr, qqa|q>OT parte.
Castello-Branco.-alfaiate
militar.
-..'t"'.6^11"06'0 ,e f" eonsl" w s- offl-
* ,od". "m". nto deata provincia
como da maiscapitaes do norte do imperio rtt
ultima ordem do ministerio da g.erra, veoden -
do-saduaa abotua.dura por 3. advarlind que
uma das abotuadura de padro antigo fazi.J
[S!"i.!"! oaio iotea> P,dld". como
tambem ha para render o melhor panno azul Ib-
SS.' u ^lb0r Tellud0 Dre, d0 Porto, fazenda.
SE? nC c" Dea- P"?,> 1ue ie ae re-
talho. O Srs. offlcioeqne eslo fora da pro o.
ca poden renovar ua con.ignacoes flx.ndo
quantia certa, e os outro. eanhoraa que nao ti!
rm procuracao nestacasa podem maoda-la. ad-
rertiade que o lempo para a dila procoracao de-
ve aer limitado, acompanhando ama carta de or-
-lens pedindo aa encommenla que (orem preci-
sa. dBvendo ser dirixidas a cortesnondencia a
Joaquim Rodrigues Tav.rea de Mello, ra do
Oieimado o. 39. Tambem ba gala,, de ouro .*-
STpaVoT fr"CeZ" P4" ,,WtU' "" ,rJa-
A loja d'aguia brauca, ra do
Queimarl > o. 16
jec"o"be" Pe' UUm0 Yapr 0* ,e8ulD, ob-
Bonitas liga de aeda para aenhora.
Grandes e bem tesidoa banda da clina
Aspa? da ac, e fita elstica para cs de balao
B Bonitos baeziohos com 9 frascoa da ebelroa.'
Lindas caixinha com 6 ditoa de ditos.
Trancellim groiso de cor para gaarnecer vetido
Luvas dfl ramun brinca e amarnllas.
Lindos boioes de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de recaber lindo
boioea deporcalleoadoareda com fina banha .
m.vioaa in.cripcoee.oa q.,es porsu..dehcade-
a. eperfeigeaatora.m-ae digno para pre.eT
la, e com e.pertalidad na actual J, dr,P .J
got.rdo bom dirigir-., com dinhefro' r."
do Queimado. Io d'aguia braoca n. 16, q.e acha
r em que bem o emp^g-r. a
- Soahaii Mllora & C, taodo recebido oT
1m pr vender o em ere.ciJo d.posit. darlo-
gius v|to o fabricanto ter-.e retirado do nego-
cio ; convida portante, s p.atoa q* rifan*
po.uir m Som ralogio da oaro oe prata do
labra fabricante Kornby, aproveilar-.e d '.
port.nid.de eem parda de lempo, para vlr eom-
a 2500e 3500, dito feilo de casemira
a 3|500. 4J a 4S500, ditos de velludo a
58, 6e 7, ditos da fuello de corea a
1J50, um vanado aortimento de meias
para horneen e sanhora, grinald.a cora
flores, chales de froeo, espartilhos, lo-
da a qualidade de roupas feita para ho- g
gmem que ludo ae vende por metade do m
aeu valor.
xmm mmm mmmmmm
Moendas p meias moendas.
Tai xas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicao
de D. VV. Bouman.
rs.
Ra da Seuzalla Nova n 42
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libia 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston^ & C ra da Senzalla Nova
u. 42.
Iunileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Naate rico a bem montado eatabelecimento an-
ontrarao o fregaezes o maia perfeito, bem aca-
bado e barato no aeu genero.
URNAS de tolas aqualidades.
SANTUARIOS qu rivalissra com o Jacaranda
BANHEIRUSdatodoo tamanho.
SEMICUPIAS dem dem.
BALDES idam idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixa de todaa a groatura.
PRATOS imitando tm perfeigo a boa porcel-
laoa.
CHALEIRAS de todas aa qualidade.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANOIBIROS a flandres para oaal-
iuer aortimento.
VIBROS em calzas ? a retalho de todos oa ta-
mandaodo-e maoboj, botar dentro da cidade
m toda a par*. '
Racebum-se encommendaa de qualquer natu-
raa, concert, que tudo eri desempanhado a
contento.
VeUs de carnauba .,i5ooa.0b.. 380. ib.
A "COTetaS comaienonas as melhores do mercado a 1,5400.
Ca Xag B x arroba hespanhola contando macaro talharim e aletria a 6000
*mf!n.i:'iFU qU',dad9Sde maSSaS C0 ^ -*!. pevide ate'., a 0*000
pSSI *palos 08ma,hore8do m,rcadoa 56 '
J i KZ11 Ni US 0 .jue se pode dezejar de bom a 640 rs. a libr.
LlilgUICaS finasem latas j promptas a 1600.
^e JXe em lataS c,v.llnhas pargo, a linguados. 1^600.
1 OUCltlhO do reino a 320 rs. a libra do novo, e 280 rs. do velho.
ttaUlla de pOrCO melhor do mercado em latas de ,0 librase 45000
raillOS lliaaoSenm^m, 20 -acnhog, 200
la pe greVC pautado |n muito superior 49000 a resma.
pf.1 d'^ea36O'P',mentaa360'canella900rs.,eComiahoSa 800 rs. a libra.
W.f ad0 #m PICOtsden,ais^a^aa 160 rs. potes 560 rs
m &. muito novo a 280 a libra e sevadinha 200 rs.
Sed" ho Dh; v60 rs-8 ,ibra e a ,ors-a "b"e- -*
Cfliinh r melh0rd m9rCadde m 9^00.arroba.
CIi -volate iKspanlio! wdiiWro. t9m rs< alibr>
iirviiiias portuguezas e francesas ,- ,
aleta. & U'""", ^.jao verde de 640 a 720 rs.
*a Vel em latas chegado no ultimo vapor a 19600
Boiarinha de sodaera ,aus, i>40o'
l^entilnas franceas AmAm ,
pMntA<. .. '*am *"* SOpa e gU,zado 200 rs- a bra.
^ resuntos fiambre os melhoresdo raercadoa 640 rs., Iibra>
massa de tomate das me)horiJg quslid8des em Ia[a3 de, ljbra 700
rs., e em polas de vidro a 700 rs. cada um
Bojachiiha Cracknel em ..tai cora 8. i< libras s 2^00.455oo e, 4oo
BalafOS fra 11 CeaeS de diversos tamanhos de 320 a 600 rs. os maiores e maraca
para meninos a 80 rs. cada um. ^"
AVelaa^ chegadas ltimamente a 310 rs. a libra.
Sardiohasde N a lites, 400 rs. aiau.
AEeit^ doce relllladO a 9 a caixa e 800 rs.garrafa,
Manguitos e gol las de
tllente bordados j ArrC-2 9m sacc08 de 5 arrobas do vermelho a 2950o.
lln* a onll*j da aim>ln. ..^1*..
cambraia ricn
Veadem-se manguitos e golla de superior, i ii-nrpa
eambreia rleattMfte bordados pelo rnstaninc.nte os ma,s finos qe na no mercado a 1 a garrafa e 109 a duzia tambe temo
Preco de *& o par da manguitos com ama golla, | parameos.
S^aSS! ST&'Sf "tin Alf <|os gneros annunci.dos encontrar o ra.peitavel publico ludo que for perUneen-
te a estes estabelecimootcs. Os propietario sci.n ficam que estes preoos so serviram para aquel,
^sbnrs. que mand.rem seu competente importe e.lodos os demais fwguoies de livro teram de suiei-
tar-se neos nrecns aoostumadot;. salvo .niic j, c_ j.___ '
--"uo i|U Poi| recommeada-seaos amigos da santa eco-
noma que aproveitem a boa occasio, diriain-
do-ae eom dinhelro a loja da boa na ra de '8&nrs qn mand.rem seu competente importe e.lodos os dem
Queimado n. M. tnr-nn polos presos acosiumados, salvo aquellos de um da mezj
innsM




Jsf



,'
DUai B FKRSAMIHJC QUAftTl FEifU t Qft AGSIO Dk 1162
#
P
Ricos basquines.
A loja da boi f reciben superiores basqsines
de muito fina cambraia imit<;ao da de lioho,
bordados e eofeitadoa cora aparado goito e 01
vende palo barato prego de 5 cada uro, tendo
ido iempre tea caito 1G> a 203, atressem-se
pois m compra-loa na mencionada loja da boa
f, na ra do Queimado n. 25.
NO
Torrador.
23--Largo do Tergo-W
Manteiga iagiea flor 1 800 a 960 r. a libra,
dita franceza a 640 ri., banha da porco a 400 ra.
a libra, matis muito finas para sopa a 400 rs. a
libra, queijos do reino a 29,ditos do aertao a 560
rs.a libra,ser veja das melhorea marcas a 500 rs. a
garrafa, sardiuhas de Nantes a 400 rs., touinho
a 320 rs., bolachinha ingleza a 320 rs. a libra,
aiaim como se venda outros muitos gneros ba-
raiissimos, ptssas a 400 ra. a libra, sao maito
novas, e se alguem duvidar veoha ver do Torri-
dor largo do Terco n. 23.
Lu4fes de Jouvin.
Vanda-sa luna da pellica de Jouviu brancaa,
par* sanbora, ltimamente cbegadas : na loja do
beija flor, rua do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-se luvas da seda enfeltadaa a 11600,
29000 a 920O, ditaa fio de Escossia brancaa a ra.
700. ditas de corea 800 ria, dtlaa da algedo a
280 ris ; na loja do beija flor, raa do Queimado
Damero 63.
Escovas.
Veode-sa estovas para dentas Anas de diversss
qaalidades a 120, 160. 320. 400 a 500 ris : na
loja do beijs-fliT, rua do Queimado n. 63.
Acha-so venda no eacnplorio da Aoioni
Luis de Olivelra Aze^edo & C, rua da Cruz n. I
a obra ascripta pelo viaconda de Uruguay,Eosaio
Sobre o Direito Administrativo; daixamos de le-
cer elogios a esta obra, basta o nomo de seu au-
tor para a tornar recoinmeodada, daos voluntes
em brochara 109, eocadernado 12g.
Vende-se uui casal fle paves e im rotula:
na rua do Imperador n. 27.
Coto 2:0U0$00O a nula e o mais em urna
casa terrea, faz-ae este negocio com a metade do
sobrado tito na raa da Concordia n. 34, edificado
a pouco mais de 5 armes, com bastantes com-
modos para grande familia; muito fresco, com
m grande terrano no fundo am que se pode edi-
ficar, cuja matide rende 349 menaaes. Tambem
faz-se outro qualquer negocio urna vez que saja
com a quantia cima viita, que para o pro-
prietrio livrar-aa de um fltgeilo : a tratar com
o agente Ouimares en. aeu cscriplorio na rua da
Cadeia do Recita o. 3, primeiro andar, das 10 ho-
ras s 2 da tarde.
As senhoras floristas.
Na rua Forinosa casa n. 29, ha para
vender papel para fazer flores, olhas de
roseira soltas e atadas era palmas, sorti-
das em tamanho e as melhores que nes-
te genero se tem visto, ditas em velludo
verde perleramente assombradas, bor-
rachas c pincas para frisar as flores, flo-
res cortadas em suas caixinhas, carre
teis de rame coberto para talos de flo-
res, clices para cravos e rosas, arraig-
nes ou apndices para as mesmas, e ou
tros objectos que sao mister ao traba-
Iho de tal arte, oque tudo se vende por
prego com modo.
Vende se por 80$ um piano deja-
caranda', maneiro e em bom estado,
proprio para quem quizer aprender :
na travessa do pateo do Hospital do Pa-
raizo, sobrado n. 16 defronte do n. 30.
Enfeites para senhora.
Os melhoras eofeites pretos a de cores que sp-
parece a 5*500, 69 e 6g500 : na loja da Victoria,
na rua do Queimado n. 75.
Jogo e domin.
Venda-se jogo .le domin fiooa a lg-200 : na
loja do beija-flor. rua do Queimado n. 63.
Botoes para pinino.
Vende-se botoes de punho Anos de diversas
qaalidades a 200 rcis o par. que tambem serrem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
rua do Queimado n. 63.
Occulos.
Vanda-sa oeculos fleos de armaejo da seo, s
2, 19, 6(0 e400 ris : loja do beija flor, rua do
Queimado n. 63.
Ricos sitos dourarlos.
Vende-se siolos doursdos s 29, ditos da fita
com Avalla dourada a I950O : loja do beija flor,
rus do Queimado n. 63.
Enfeites para cabeca.
Vende-se requissimoseofeitts para cabeca com
Tanja, e sem ella pelo baratissmo prego de 5$
e 5JO00, ditos da vidrilhos a 1S600 ; na loja do
belj flor, rua do Queimado n. 63.
Carteiras.
Venda-se ricas earteiras para guardar dinhpiro
da ouro a prata a 9000. 2J500, 19000, 1J280 a
1J50 : na loja do beija flor : rua do Queimado
numera 63.
fe icos casquines
A loja da boa f recebeu superiores bisquines
de muito fina cambraia a imilago da de linbo,
bordados a eofeitadoa com apurado gosto eos
vende pelo barato prego de 89 cada um, tendo
sido aempra seu casto de 16J a 209, apressem-se
pois em compra-los na mencionada loja da boa
f, na rua do Qaeimado n. 22.
Superiores atualhatos
adamascado.
Superiores atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largura a I60 rs. a vara : na rua do
Queimado n. 22, na loja da boa f
Damasco para colxas e para
ornamentos e igreja.
Vnde-se muito superior damasco da l de
urna |A cor, muito proprio para eolias e para
ornamentos, com 6 palmos de largara pelo ba-
rato pre?o de 2j>800 r*. o covado : na raa do
Queimado n. 22, oa luja da boa f.
Verdadeira pecbincfaa.
Vendem-se cortesdsaurerior gorgurao de se-
da puracolletes pelo bsralissiroo prego de 19,
29 e 39 o corte : na rua do Queimado n. 22, na'
bom conhecida loja da boa (.
Caixinhs e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Multo lindas eaixiahaa e cabazas para mnina,
da 100 ris al 29500: na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Yl-
Franjas pretas com
driiho e sem elle.
Ricos sortimentos de franjas pretsa e de corea
com vidrilhoe sera elle : ta loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
has de peso verda-
deiras .
Liabas fins de
grandei a 240 ris :
do Queimado n. 75.
peso rerdadeiras,
na loja da Victoria, na raa
Para os tab; quistas.
Lencos muili finos a imilago doa de lioho de
muito bonitos padroes e da corea fizas muito
proprios para as pessoasque tomam tabaco pelo
barato prego de 49800 e 59500 a dazia : na raa
doOueimodo n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Bramante de linlio.
Vende-se multo superior bramante da linho
com duai raras de largura proprio para lences
pelo barato prego de 29400 rs. a vara : na bem
conhecida loja da boa f, na rua do Queimado
n. 22 __________
Potassa da Russia
Vende-se emeasa de N. O Bieber C, successores. rua da Cruzn. 4.
Superior caldo Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa chegada lti-
mamente, por pregos muito mais commodos do
meadas 1ue em oatra qualquer parte : no enligo a acre-
ditado deposito d rua do Bruro n. 66.
Phosphoros de seguran^
Phosphoros de segursnga, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja d* Victoria,
r.a rua do Queimado n. 75.
Baleias
vestidos.
para
Balelas muito grandes boas a 160 ris urra
na loja da Victoria, na rua do Queimado d. 75.
Liana de. croxel para i^.j ""'"* btos.
Para baptisatlos.
A loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor asua encommenda dos seguiotes ob-
jectos para baplisados, sendo lindas touqaiohas
de selim mui bem enhiladas, e cada ama em
sua caixiobs, sspalinhos deselim branco, e de
cores ricamente bordados, e meis de seda, o
melhor e mais bonito posaivel. Agora, pois, os
, i is que nao quizerem esperar pela geoerosida-
de das senhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinheiro loja 'eguia branca,
do Queimado n. 16, onde bem podero
rua
comprar
byrintho
As melhores linfosa de croxel para labyrlotho,
novellos monsiros a 320 ris um : na loia da Vic-
toria, na rua do Queimado n. 75.
Sinios doursdos para se-
nhoras.
Lindos sintos doursdos prs senhoras a 29200,
ditos de ponta cabida a 49, ditos de fila a U600:
nt loja da Victoria, na rua do Queimado n. 75.
Ricos
'k.
pelhos ik
moldura dourada par a
salas
Chegoa para a loja da Victoria
porgao do ricos esuelhoe de va
ornamentos de salas, fllmgaod
melhores am vidros que tem vindo
Victoria, na rua do Queimado n. 75.
urna pequea
Pen las falcas
ou aljfar Je fina qutlidade.
A loja da aguia branca acaba de receber um
novo sortimento de superior aljfar branco ou
perolas (algas o qaal por sua perfeigao difficil-
oiente e diciingue das perolas verdadeiras e ser-
vem elles por sua extraordisaria grandaza para
asgargaotilhHs que presentemente esto em mo-
da e raesmo para outros aofeiles e romo semore
vendem-ce cemmodamente a 1?, 1|200 e 150G
o flu : isso na rua do Queimado loja da aguit
bronca n. 16.
Ln para bordar,
La muito boa da todas as cores para bordar a
79 a libra : na loja da Victoria, na rua do Quei-
mado n. 75.
Li. has (lo gaz.
Caixinhas com 50 novellos d linbaa muito fi-
nas do gaz a 9U0 ris a caixa, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancas epretas; ns loja da Victoria,
oa rua do Queimado n. 75.
Arara vende os palitos.
Vendem-se masaos de palitos finos cora 20
msssiobos, por 200 rs.; ns rua da Imperatriz,
oja da arara n. 56.
Para doces seceos.
Vendem-se maifo bonitas eaixiobaa redondas,
de madaira, de diveraos tamanho, forradaa da
papeia da cores, muito lionas, propriaa unica-
meute para docea seceos de qualquer qualidade,
pelo barato prego de 4, 5 e 69 a ouzia : na raa
do Queimado, oa bem conbecida>Joja d miude-
xas da boa fama o. 35. .N
Para liquidaco troca-se
por preco barato um sanc-
tuario eom.as respectivas
na ge ns e mais as seemles:
- j (> (VIH &t *' ^
riostamaobospara iae Sal Aiia, S Joaquim. S
iodo-s serem ovlx.^o. 1 m .
na loja da Jos, b Antonio, e do Menino
Jesus; na tua do Vigario n
9, primeiro andar.
arcaca.
JVende-se ns rua Direita n. 95 urna barcaga com
ledos sem pertenevs a navegar para qaslquer par-
te, emuilo barata, da 12 ccixas para mais : os
pretenderles podem dirigir-so a Joio Baplista da
Rifha q-ie Ihe u.formar melhor.
Vende se urna casa terrea na (regueiia dos
Afogadus, com alguns commodos, concertsda ha
pooco ; quem a quiser dirija se a rua Bala n.
34, a tratar com o abajxo assignado
Jos Flix dos Sanios.
Cera sebo.
Vende-se cera da carnauba o sebo em vel-s e
em pao, em canutes de urna arroba, e em barri-
cas, do Rio Grande, por menos prego do que em
qualqner nutra parte, albos a 50 rs. a mauoga, e
caf do Rio : na rua da Craz o. 33.
Boa compra.
Para S, Joo e S.'Pedro.
Vsddem-se caiiiuhss cora irlanda porgao de
imendoaa cojiiaitad.a. e alguna/ confeitoa pro-
lo
--- -^.i. Jo
Queimado, na bem conhccila lo
amanaoaa ooraitadai. e Iguns/ confeitoa pro
onospara o sstejo de S. Joo e(s. Padro, pe
bsrsto prego da 800 rs. cada um\a na rua
Queimado, na bem
di boa fama D, 35.
Vende se o excellenta enganho S. Joaquim,
silo na freguezia da Vanea, urna legoa por bom
caminho, moerite e correte o'sgua por dona
gudes, terrenos e mstaa sem iguaes, poda sa
fr*-jar at 2,000 pes. Troca-se tambara por pre-
dios o meamo aogeoho, porm s nesta praga ;
quem se quizer enriquecer ero pouco lempo, di
nja-ee a negoeia-Io na rua da Praia n. 53, ter-
reiro andar.
wmmm*
Vendem-se duas caixes de louro muito
i rua da Imperatriz n. 49.
Fazendas pretas
superiores.
Groedenapia pialo mailo superior pala dimi
nato preco da 29 o cavado, panno prelo mailo fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 9$ o covado, casemira pre
muito fina a 2f, 29500, 3, 39500 a 49 o covado,
msntaa pretas da blonda multo superiores a 129,
manteletes da superiores grosdenaplea pretos ri-
camente bordadoa a 359, sobracasacaa da panot
prato muits fino a 309, casacas tambem de paone
preto multo fino a 309, paletola da panno prete
uno a 18 e 209. ditos da caaemira da cor mas-
ciada a 189, superiores gravatinhaa estrellas i
19, ditas de aetim maco a de gorgaro muito si
penorea para daaa voltas a 29, ditas estreitinhai
com lindos alfioetes a 29, superior gorgurao pra-
loP,r* collle* 4 o corla, ricos enfeites pretoi
a 69, e assimoutraa muilas fszendaa que sendo i
dinheiro vista, vendem-se por pregos muito ba-
ratos : na rua do Queimado n. 22. na bem conhe-
cida loja da boa (4.
Vende-se queijo do sertao de maito bos
qualidade : oa rua do Queimado n. 13.
Vendem se caixes va-
stos, proprios para funileiro
e bshuleiro, a 1280 cadaum
neata typographia se dir.
Chapeos de sol
com bouquet para senhora.
Eatre os muitos e diversos objectos de gosto e
phaoissia que a loja da aguia bronca ha recebido
sobresaliera esses delicados e novitaimos cha
pos de sol com boujuete. Hoje que os indis-
peosaveis bales nao permittem que as senhoras
sndem de brago, faz sa de certo necesssrio que
cada urna teoha o seu cbspo de sol, e que este
corresponda ao valor, e bom gosto de um rico
vestido de seda. E' por isso que dita loja aca-
ba de receber como por amoi'.ra ama pequea
quantidada desses bellos cbapeoa de sol ornados
de fioas floras o que entre nos novissimo. Na
verdade elles se tornara agradsveis sos olhos de
todo, e a aenhora que os comprsr pode orgu-
lhar-se de seu bom gosto, so contemplar que
irazendo-o fechado figura-se-lhe um lindo bou-
quet, e aberto representa-se abrigada era urna
cerregada roseira, emfim at onde pode che-
gar a perfeigao mesmo o cume so bom gosto.
S pena que viessem tao poucos que talvez
nao cheguem para a vigsima parle das preten-
dentes. Cusa cada um 209 porem a senhora
que os ir nao exilar de os dar aioda mesmo
que seja preciso bulir n'aquellas moedas de pra-
ta que lem guardadas em sua bolsinha reservada.
Asslm pois mandara quanto antes compra-loa na
rua do Queimado loja da aguia branca n. 16.
Camisas bordadas e outros ob-
jectoj necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se um bello sor-
timento de bonitas camisinhas defina cambraia
com babadinbos e mui bonitos bordados da no-
vse delicados deseDhos, as quaas servem mui
bem para os modernos vestidos de frente aberta
a vendem-se pelo diminuto prego de 39 cada
ama ; rssim como bonitos manguitos a balso com
gollinhas de superior cambraia e fil e todos bor-
dados, com puohos virsdos a cada prpela ba
ratissimo prego de 2J, oqae admiravel avala
da superioridadeda obra, e bem isiim panhes e
gollinhas tambem bordados com bonitos bnles
a 29 a guarnigo, e gollinhas soltas igualment
bem bordadas a 19 cada urna e manguitos a 800
rs. o par. A vista pois de am tao completo sor-
lmenlo neohuma senhora deixir de comprsr
pssesoeceaiarios objectos tanto mais quanto a
corr.modidade dos pregos convida e para que to-
dos srjam bem servidos convem que maodem
logo comprar na loja da aguia branca rua do
Queimado o. 16.
A loja da *guk
branca rua do Queimailo n. 16
Acaba de receber os precisos objectos seeuin-
tes:
Atpss de bsleia grandes e pequanss.
Fita cora colxetes branca, psrda e preta.
Dita de las para debruar vestidos de cores.
Trancinha de caracol miudo conhecida por bom
tom.
Alfinetes pretos e brancos am caixinhas.
Agolhas imperiaes fundo dourado.
Ditas victoria em caixinhas e papis.
Retroz preto fino em csrreteis grande?.
Rap de Lisboa
em frascos
Vende-se o superior rsp prioceza Brasil ehe-
gado pelo ultimo vapor logias aOaeida ; na loja
de Marcelino & C., rua do Crespo n. 5.
Predio venda.
Vende-se um scbrsdo na rus do Amorim, com
tres andares e soto, chaos proprios, com dusr
lojas corjer bastante largo ; trata-se na rua do
Vigario n. 19, primeiro andar.
A verdaileira esseucia de ail
para engommado.
Acaba de chegar parri a loja d'aguia branca,
raa do Queimado n. 16.
AaHbttClA
DA
Booecas fraocezas
= IS2*",r* & trncela ricamente vestidas
AfMfl e 5|000. e 21000 bonecas de cera com os
olhoa aovadgoa a 2f000 e 3*000. oa rua do Quei
mado loja Be miadeaa da Boa fama. o. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Veode-aa Avalas de ago para sinto a 19500 ra. e
29000 na rua do Queimado loja de miudezss
da Boa fama. 35,
Baleias.
Venda-se baleias 120 ra. cada urna aspa de ac
E!m D sra, baodea a 19500 ra. a
y" P?r na fu do Queimado loja da miadezas
da Boa fama. o. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se cascarrilhae de seda para anfeitar
vestidos a 29OOO a pega na rua do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha para quem padec*
de eryspela a 159000 o par, meias de seda preta
psrs senhora a 1J0O0 o psr na rua do Queimado
loja de miudezas ds Boa fama, o. 35.
A2#5U0,sopavo.
Vendem-se cortes da esmbraia branca com 2 a
3 babados a 29500. ditoa de tsrlatana brancos a
da cores, com burras a babados a 39: na rua
da Imperatriz n. 60, leja e armazem do pavo da
Gama & Silva. r
Perfumaras muito finas e
baratas.
p,ia D*,e" ^S500 ". I francesa a 500
rs., 640, I9OOO. oleo da sociedada bygisniqae
verdadeiro a I9COO o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os denles s 19000, dita de Botot tambem
para os denles a t$000 o frasco, pomada france-
sa em paos a 500 rs. e I9u00, 320 ra. sabonetes
muito fino a 640 rs., 800 rs. e I9OOO cada um na
rua do Queimado loja de miudezas da Boa fams,
.as._________________
Sebo do Porto
em caixas de urna arroba; na
ruado Vigario n. 9. primeiro
indar.
Grampos a balo
com pendentes dourados.
A loja -'aguia branca contina na recepgo de
objectos do ultimo gosto, e por isso acaba de des-
pachar vindo pelo ultimo vapor esses delicados
e novissimos grsmpos de bonitas cores com pen-
dentes dourados o que de mais delicado se poda
encontrar. Essa loja como geralmente sabido,
temsempre em vistas a commodidade de leas
boss fregoslas e por isso tem resolvido vender
esses galantes eofeites a 29 e 39 o par, o que na
realidade maito mais valem. Convm pois que
a vista ds limilagaodo prego a senhora que com-
prar um ou mais parea, nao se demore em par-
ticipar as suas boaa vizinhas e intimas amigas de
collegio, psra que as emiltem no sau aparado
gosto, e maodem logo comprar outros parea na
loja de sua afieigao : que a d'aguia branca, rus
do Que' n. 16.
Na oQicioa de carapioa da Carlos Hesse oa
raa dos Pires n. 28, ha para vender um ptimo
carro de 4 rodas ha pouco tempo acabado, asslm
como um cabriole! de 2 rodas igualmente bem
feito< quem os pretender, pode dirigir-se a dita
offle que achara cora quem tratar
da-leis ]
l^rao
aWis.
lUNat
eis portas
ra ment.
em trente do
15,20,30 e 40
Fundico Low-Moor,
Hua da Senzalla Nova n.4%.
Nesta e8iabalesimento continua a havernm
completo sortimento de moendas e meias moen
las para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado de todos os (amanho
para dito.
O e potassa
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da rua da Cadeia
doRecife n. 12, mais barato
da que em outra qualquer
parte.
la do Crespo o 7, do
gallo vigilante
Nesla nova loja ba grande porgao de caixinhas
com amendoas proprias psra brioquedo de S
rJoaoqaese vende pelo barato prego de 800 rs'
adauma quem deixari de dar a urca menina
urna caixinha ; tambem tem grande porgao de
jaiae propriaa para doces secos que vende con-
forme seus tamaoho.* a 69. 59 e a 49 a duna
imeodoaa avulaig a 800 a 640 ra. a libra s n
sigilante raa do Crespo n. 7.
de sorlimento de ssiss a bal&o de arcos,
ores que aqu tem apparecido nn marca-
500, 59, 68 e 69500 cada am, d-se para
cora penhor ; a loja eal aberta al aa9
'a noile.
Superior brim branco de
linho
Vende-se superior brim branco de linbo tran-
cado pelo barttissimo prego de 19200, I9440 e
19600 a vara, dilo muito eocorpado de doas os
e de linho puro a 2fl a vara : na rua do Queima-
doo. 22. na bem conhecida loja da boa f.
A !2,4UUrs. a c-uzia.
Lengos brancos finos para algibeira pelo dimi-
nuto prego de 25*00 rs. a datia : na bem conhe-
cida loja da boa f, ns rua do Qu*imado n. 22
Cambraias de cores
Vendem-se cambraias francezss de cores fa-
zanda muito fina pelo baralissimo prego de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na raa do
Queimado n. 22.
Para luto.
Pamoa de seda elsticos para chapeos largos e
estreitos s 19500 : ns ras do Queimado n. 22,
oa loja da boa f.
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores lssziohas para vestidos de muito
bonitos padrees que se vendem pelo baratissino
prego de 440 rs. o covado : na rua do Quviais
do n. 22, no loja da boa f.
Queijo do sero
Queijo de manteiga a 500 rs. a libra, de coa -
Iba a 400 rs., manteiga ingiera flor a 800 rs ,
francesa a 610, baoha refinada a 440, em barril a
400 rs., gomma de araruta a 100 rs., em arroba
a 29800 : na rua das Cruzes r. 24, esquins da
travessa do Ouvidor.
ira a venda
Vende-se s coeheira ds rua do Imperador d.
25, com 2 carros, 1 cabriolet e 10 cavallos, tam-
bera s* fax negocio somente com sa bemfeiiors
a dinheiro ou a prazo : a tratar oa rus do Crespo
n. 14.________________________________________
Vende-se urna escrava.
Vende-se urna mulata de 16 annos, pouco mais
ou menos, bonita figura, sem deleito algum, e
tem muito bons principios de cozer, engommar
e coznhar : Irata-se na rua do Queimado n. 46,
loja.
Novidades da "chufa, da
Arara,
Fazenda com avaria da chuva para 01
Ireguezes da Arara,
Ra DA IMPERATRIZ N. 56.
.am &!" cas,a d# aWbadM 1*600,
29OOO, e 29500 o corte, pessss de cambraias d
g_**^"JL*e* *"" a 29500, lengos
branco. finos a 200 cada ao, dito, di cores .
Wrs, dito, para rap a 120, e 160 r.. rs. cada
um nansa da IaparaUiz, loja e armszem da
*rara, n. af. ______
Fazendas sem defeito, da Arara.
Vende-aa cor Isa de chils fina, com 12 l|2co-
do.a 29500 d0i da casia d< corpi g
ditos preta a 29500. ch.lea de merino eetamTados
a Z9JU0, golinhas psra senhoras s 500 rs.. man-
guitos e golas de linbo 28000 ; ne rua da Ira -
perslnz. loja da Arara, n. 56\
Babadin da Arara
Vende-se bsbsdin com listrss de seda, fazen-
da maito nova para vestido a 500 rs. o covado
dita com palmas oltsa de seda, de largura de 4
M? P"S2? (. covado, lamn ha pars ves-
tido a 320 rs. o covsdo, ditas muito finas a 500 e
040 rs. o covado : na rua da Imperatriz, loja da
Arara, n. 56.
Chitas da Arara e castas
Vende-m chita, a 160, 180 e 2C0 rs. o cova-
do, ditas francezss a 220, 240 a 280 rs. o covado
Q^"'oAft rca 280 cuvild0. < francezas
^0 e 300 r. o covado, ditas organdin a 320 rs
o cavado; na.ua da Irrperatri, loja da Arara,
n 56.
Arara vende usto
Vende-se usto de cores para veatio a 280 a
li "feAS** ,!D?0, de ,ea *scuros para ra-
a 32.u^pf,c** de mbraias lizas a 1S600 ,
de 2$000. 29500 e 3500. ma.sos de palitos finos
para denles a 200 rs.; na rua da Imperslriz. ioja
da Arara n. 56. r ,
Sebo do Cear.
Proprio para fabrica de valaa oa de si bao
venda-se em bsrricts a prego commodo ds rua
do Vigario n. t. primeiro andar.
Queijos do sertao.
Vendem-se frsese, queijos do serlo em por-
gio e por prego commodo : na rna do Queimado
n. 14, |rj de ferragens.
Canditiros do gaz
f*y P" loja da Victoria os melhores
csndielro. do gsz, que lem vindo ao meresdo,
por pregos commodos : na rua do Queimado
n. 51.
Rua da Seuzalla Nova n 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston i C.,
sellios e silhes ingleos, candieiros e casiig.es
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicles
para earros e moniaria, arreios para carros de
um a dous cavallos, a relogios de onro patente
ingles.
Bordados baratos.
Vendem e gollinhas de cambraia e da fii bor-
dadas a 500 rs., manguitos a 19 o par. marj.ito.
com golla bordada de cambraia a 1*600 e lirs
bordadas e eotreseioa ; na rua da Imperatriz n.
60, loja do pavao.
Aladapolao da Alara
i.V,*.de!e pe" le ma(ladopalo infestado a 33.
mSSS* ."dV ?*400' *-60fl- S004. 5>50Oe
69OOO coberlorea de algodo a I9OOO, ditos de pel-
cawa c?-JKJfpa .hlU' pali,os de P"DD0 c"t0 8
bgatiu e 8J000, caiga preta de casemirs a 49500 e
58500, seroalas de linho a 19600 e 29000 ca-
misas francezaa a I96OO a 29000; na ruada Im-
peratriz, loja da Arara, n. 56.
?upfrirvinho do follares
Esta etcellente pinga que tem sido apreciada
por lodos vende-se em barris de quinto: na ar-
mazem da rua do Visario u. 7.
Batata, novas a 60 n. a libra ; adargo do
Tergo n. 23.
Manguitos com gollinhas.
Ven^#-.e manguito, com gollinhas, fazeodi
mailo boa, pelo barato prego de 2JO0O, gollinhas
e punhoa ultimo goslo a 29000, gollinhas muito
noaa e bem bordadas a IgoMM) cada ama na rua
do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pegas de liras bordadsa de 2 500
3,000, 3,500 e 4.000 ntremelos a I96OO e 2900
cada peca na rua do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Machinas americanas.
Em essa de N. O. Bieber & C, aaccessore.
rua da Crus n. 4, vendem-se :
Machinas para regar borla, e capim.
Dita, parade.carogar roilho.
Ditas para cortar capim.
Selins com perlences a 109 e 2O9.
Obrae de metal principa prateadas.
Alcatro da Saecia.
Vernis de alcatro para navios.
Salsa parrilhade primeira qualidade do- Par.
Vioho Xerex de 1836 em caixa. de 1 duxia.
Cognac em caixaade 1 duiia.
Arado, e grades.
Brilhante.
Carrova peqaenss,
Isper.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, rua do
Queiniado n 16.
Pos de arroz com boneca em bonitos vssos dou-
rados.
Ditos dilo sera boneca em pacotes.
Agua balsmica para conservado dos denle* a
bom hlito da bocea.
Opiata ingleza para altejar o. denles.
Leile virgiual cuja utilidade reconhacida para
tirar sardas.
Vinagre aromtico para quem soffre de tontiess
e dor de cabegs.
Pastilhas decbeiro para se perfumar aposento.
Loja de miudezas rua do Quei-
mado numero. 33 A.
Costrenos.
Agulha. Victoria papel a 120 rs.
Liohaa de 200 jardas de todos os nmeros s 80 rs.
Cascsrrllba a pega 29.
Ditas muito boa vara a 400 r*.
Traoga de linho para todo prego.
Franja de seda, de linho, de algodo muito ba-
rato.
Retroz, linhs de novelo etc.
Meias.
Um completo sortimento sen-'o de cores para
meoinoa a 240 rs.
Ditaa brancas a 200 rs.
Ditas para senhora a 240, 300 e 400 rs.
Ditas para homem a 59 e 6j?
Ditas pretas para senhora a 400 e 360 n.
Gravatas
com boto a 19.
De cores multo boas pars homem s 19.
Para meoinoa estraitiohaa a 800 rs.
Pulceiras
de contas miadinha a 19.
De cabello a 49.
De phantasia de dito etc. a 500 rs.
Botoes.
Para cauca e psra caiga a groza 320 rs.
Psra camisa muito finos groza 19400.
Grandes psra roupo groza I96OO.
Pequenino. par. crianga I94OO.
Alamares.
Para capole a dazia por 800 ra.
Colxetes.
De fio batido especial duzia 720 rs.
De carleo 14 parea a duzia 500 rs.
Em caixa prelo8 a duzia 800 r*.
Brincos.
A bailo brinco., eocsrnadoa, azues e dourados o
par por 19.
Rozeiinhas com pedra. que parece diamante o
par 19.
Penas e caetas.
De toda. a. qualidades especialmente de caligra-
phia e de langa.
Canetaa para aprender escrever pelo syatema de
Sculy urna por 500 rs.
Papel.
Almago pautado 500 folhas6.
Dito dito 420 ditas 49500.
Dilo dito 420 ditas 4$.
Dito liso 39200.
Dito de peso szul e branco 4(500.
Dito szul liso 29500.
Dito pequeo tarjado 19500.
Dito pequeo de cores 18200 e 1&500.
Ditotsrjado de preto 19500.
Eovelopes canto 1$.
Obris, de cola. 100,120 e 300 rs.
Pentes de tartaruga.
A imperatr'z 89 e 109 o que se vendsu por 169
e 2O9OOO.
Direito para atar cabello a 4#.
A imttagao por 19.
De arripia para menino a 800 e I9.
Tartaruga para alizar '&$.
De bfalo para suiga e tabMlo 400 rs.
Penlea de borracha pequeos para trazer por ca-
sa muilo bons a 320 rs.
E inflnilade deartigos novamente chegados a
loja Esperanga rua do Queimado o. 33 A.
ao barateiro que est
queimando.
Vende-se manteiga ingleza de superior quali-
dade a 720 e 800 rs. a ln ra, dita fraoceza a 640
e 720 rs. a libra, rha hyeom muito superior qua-
lidade a 39880 e 39200 a libra, toucinho de Lis-
boa muito superior a 320 rs. a libra, arroz a 120
e l a libra, aletria 320 e 400 rs. nuito superior,
macarro a 320 e 3G0 a libra, vinagre ds Lisboa
muito superior a 320 e 360 rs. a gerrafa, arroz do
Maraoho a 120 e 140 a libra, azeile doce de Lis-
boa de primeira qualidade a 750 e 800 rs. a gar-
rafa, dito de carrspato a 360 a garrafa, charutos
varetas muif finos a 20 rs. fazendo-se difiVrenga
em caixa viohos muilo superiores ^ 560 ,.
a 640 e 800 rs. a garrafa, e outros muitos mais
gneros, que avista dos compradores se vende-
rlo por menos do que em outra qualquer parle :
na rua do Nogueira n. 49.
CALC
45 -ta bula-t
A epidemia declina sensivelmenle, e o seu
complato desapparecimento est proxiu,ol O
proprietario desle bem sorlido estabeleciment
convida os seus numerosos freguezes a substituir
o galgado velho, que todo est cholerico, por no
vo, e que posas resistir s mil schotis e maziur-
caa que vo ser dansadas em louvor do restabe-
lecimento da sauie publica. Os pregos con-
vidara :
HOMENS.
Botina, afamadaa Afili*. 12CO00
a Don-plus-alira Nante.......... tlzi'QO
Nanles 2 bateras.............. 1ft>00
lustre.................... lOjOOO
> inglezes de botoes............. IGkQO
> baiedores....................... 300
couro da porco....... 99000
> bezerro e lustre............... 9s:i00
inglezes ps selvagens......... 7^500
taxiados brasileiros............ 5*500
Sapales oon-plus-ultra................ Tedio
a 3 bateras e meia.............. 6?n00
esmaga cobra.................. SficOO
> Nanles 2 baleras vaqueta..... >w.(i
> s 2 bateras bezerro...... 59500
> trabalbadores.......... :" Ct-00
> brssileros de 3J500 a.......... 2000
Sspatos2 solas e salto.................. 5f00
a tranga portuRuezes.......... 2000
franceze....... 1J260
SENHORAS.
Botina, dengozas......... 59BOO
salto de bater....... 59000
a pechinchs de 49500 a. 4*000
americana. 3J500 a 25500
Sapatos da sallo (Joly) j 38000
a sem elle (idero)...... ls'j-20
> tapate:........ 800
b econorricos. :...... fiflO
> lustre 32 33....... 800
MENINOS E MENINAS.
Ha de tudo em relsgao e nao se deixa sabir
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
cordavao, bezerro francez, couro de lustre, roar-
roquim, sola, courinhos etc., que ludo sa truca
por dinheiro A vonlade do comprador.
Fazendas baratas
NA
Y
oja do pavo,
Cambraia organdys a 280 rs.
Vende-se cambraia organdys de cores com mo-
derniasimoa padrea a 280 o covido, e cassss
francesas muilo finas a 240, 280 e 300 r. o co-
vado : s na loja do pavo, raa da Imperatriz
numero 60.
Chitas largas a 200 rs.
Veudem-se chilas largas a 200 rs. o cosado por
ter um pequeo toque de mofo ; ns rua da Im-
peratriz n. 60. loja Alpakina280.
Vende-se esta nova fazenda de lioho a imitsgo
desedss da quadritihos miadiohos propria para
vestido da senhora, roapas para meninos, sendo
fazenda que nao desbota, a 280 o covado : na rua
da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Ksftr^op Ui^v-v-
Bramante a 10$.
Vendem-se pegas da bramanla de linho de
urna s largura com 27 varas a 109 a pega, tam-
bem se vende 1|2 pega cora 13 1 \C varas por 59;
na raa da Imperatriz n. 60, loja do pawio.
Carnauba
Vende-.e a mala superior cera de carnaeba qae
ba no mercado ; na rua da Imperatriz n. 60, loja
do pavo.
Cambraias i isas a 3$.
Vendem-se pegas de cambraia lisa muito fina
com 8 1|2 varas a 39 a pega : na rua da Impera-
triz n. 60, loja do pavo.
PaletoU a 6$.
Vendem-se psletots de panno preto fino e cor
de caf a 69 : na rua da Imperatriz n 60, loja do
pavo.
Est fgido eae 11 ao crreme mas deju-
lho. o escravo pardo, Ricardo, boleeiro e carro-
cairo, bem conheddo nesta praga e seus arre-
baldes; representa ler 25 annos de idade, bai-
xo e magro, tero cabellos carapinbos raspado de
pouco tempo ns cadeia, onda esteve r^r causa
de estar fgido, tem pouca barba e falta de denles
na frente, rosto comprido e olhos redondos ; lem
aido eiicootrado ni Capunga, e 01:nda and* va-
diando e jogando cora, mais de 90f> que leveu :
quem o apprehender e ievsr a casa deseuserhor
na Passagem da Magdalena que ser generosa-
mente recompeoaado.
Antonio Valenlim da Silva Barroca.
Chitas escuras a 240.
Vendem-se chits. francezaa saturas a 240 o co*
vado: na rua da Imperatrit n. 60. l^ja do pavo.
Chales baratos.
Vendem-se chales de msrio de core, sendo
mailo grandes 9 3# ; oa rea da Imperatriz n, 60,
loja do pavo,
fugio da casa do Dr. Francisco D.>ruiugues
da Silva a sua escrava de nome Iria, ptrda, de
estatura regular, e secc do rorpo, ieno 21 au-
nos, pouco mala ou menos; roga-se a pefsoa
que a encontrar, a faca cooduzir a aeu stnbor,
qae satisfar o seu irabalbo, e protesta contra
qualquer qae a occultar
2001 de gratificado
a qaem pegar o pardo Francisco, de 17 annoe
da idsde, de bonita figura, com todos os dente.,
cabellos carspinhos e ruivos, este parto foi do
Sr. Dr. Borgesda Fotiseca, o qual viajou com
mesmo seonor todo o serlo e suburbios desta
provincia,necessaiiamente qusndo era seu es-
cravo, e talvez aioda se inculque a servigo do
mesmo: que o pegar queirs entrega lo a tea
legitimo dono na rua do Hospicio o. 6.
Ignacio Luiz de Iluto Taborda.
Escravo lgitio.
Contina a estar fgido do poder do abaixo as-
signado o seu escravo Joo, de nago, maior de
40 annos, que a pouco velo do Bio de Janeiro o
que aodava no gaoho, com oasigoaes sgointe'a :
aatalora regular, olho. avermelhados, secco do
corpo, com um joelho ochado e um pooco ram-
bio. Fot comprado ao Sr. Jos Paulo do Reo
Brrelo, 00 Cabo, que o comprou a urna senhora
do engenho da Serriohs, presume-se que anda
vagueando, e Julga se que todss as noiiea >em
ao Recite, ladino e Um a voz um pouco roa-
quinbs, dizem que lem filhos no Cabo. Rfcom-
menda se este escravo aos senhoras eapu-s de
campo e s autoridades policiaca, e quem o trun -
xer aoseuseohor na rua da Cruz do Bectfe, ser
recompensado.
Domingos Rodrigues de Andrade,
.;
-
awl *' -,-'1 -."' i


-8
DIARIO MfPMlNAM&UCO, j* QUAlTA FWBA 6 DE AGOSTO DE 116!,
Litteratura

15 K------ -
WpoitollcJ'e da cisa pU dot orphioa ;
coguiam-ee a insignias propflaa dos religiosos da
n-
=sz
Hl|Hf.W UU CCICIUWIH03 ua i/auwui- lumnosaoBe
aco* dos marlyrcs do Japo, por S. faacd0aJ"salp'r
. Po IX, no correte anno. patriareb"i.'
sacio
S
ordem mendicante e doa conegoa regularla. Vi
. ua! a"t alraz a cruz do clero aecular. e loao os al-
eSCnpCaO das Ceremonias da CaOOni- lumooa do eeminario pontificio romano ; u colla-
srochos ; os eooegos e clero da egre-
precedido doa maceiroa da Baailica
. e da doa menores, marchsvam moa-
No di. em que o giro constante dos snnos fez g*fr$**+ COm 0S "^bro. do Iri-
cair a cefabraco da sagrada fasta de Penlecoslea
m 8 de junho de 1862, formando urna pagina que Seguiam-ae os membroa da congregarlo doa
ser a mis meraoravel dos faatos da egreja no sagrados ritos ; e os que nella sao conselheiros e
secuto XIX ; o nosso beatissimo padre o papa Pi prelados officiaes. que precediam o estandarte do
IX, rodeado dos eardeas da sacra egreja romana, beato caoonisado. Antes tambem da preciosa
dos patriarchas, primazes, dos arcabispos, e doa efigie de confessor Miguel dos Santos, iam osfra-
bispus, que do oriente e do occidente acudiram a des da Santissima Triodade para a redempgo dos
sua voz, no meio da corle pontificia, e com a captivo, com tochas acezas, sendo os cordes do
uasislencia de urna multido innemeravel viuda estandarte lavados por quatro padres da meama
de todos os povo* e nages, que tem conhecido ordem, e sustentado o estandarte por irmaos da
9beneficios da redempgo ; prximo do tmulo archi-coofraria de Gonfaloniero,
do piiucipe dos apostlos, magestosamente seota-
do ua cadeira da suprema autoridado, de que se Os irmaos do oratorio de Santa Mara da Pie-
acha revestido pelo favor do cu, e para alegra dade, e de S. Francisco Xavier, levavam o se-
da trra ; decrelou, que na egreja universal ti- Rundo estandarte, que representava o B, Paulo
vessoai o titulo de sanios o beato Pelro Baptiata Miki e stu companbeiroa mirtyres.
com vinte e dous compauheiros seus da ordem
menor de S. Francisco ; Paulo M ke e seas dous Qastro padres da compaohia de Jess, a que
socios di rompanliia de Jess ;e Miguel dos Sao- pertenciam aquellos illustres campedes da rel-
los confessor, sacerdote profano na ordem dos gio caiholica, levavam os cordes, e outros roem-
reformadus descalcos da Santissima Triodade, pa- t,ros lls "jesma compaobia os precediam levando
ra a redempgo dos captivos. tochas.
a Apenas apontava o dta, illumioando o sereno M ,____ ... ...
horisonte, e apenas o caatello de Sao Angelo ar- ,erceir0 estandarte estavam pintados os
voraodo em suas torres o estandarte da santa "DlV lres marlyfes. fllhos de Francisco de Assls.
eg'fja o tinba saudsdo com a sua arllheris Iobo estandarte era levado pela contraria da
das seto colinas descia o povo impaciente aira- *"" chaga, e precediam-no cioco frades fran-
vez do mil e mil magnificas carroagens, que es- c,,C9nos-
",rTA -Vn "' e dirigi? emPurD,,-i Ensebio de Muzguii, descendente por coo-
Z'n j. I,, l ^n^ '/aiheJ "DmeDS0 "idaa de S. M.rlinbo da Assencao, levava
etpsco da pr.ca e da Bandea do Vaticano. i outra tocha, e o sacerdote seu irmo Rosalio, pe-
er esta estavam cora o melhor gosto, e extra- gava era um dos cordes do estandarte, emquao-
ard na ra magnificencia, dignos da augusta cere- lo que os outros os levavam dous illustres padres
me na que ali se devia realisar, os tropheus do dos observantes menores,
santo padre, juntamente com os dos hroes que i
do successorde Pedro iam receber a pleniludedo! Alraz, vinha com a devida ordem a capella
triumpho concedido "tquelles, que na egreja mi-' Pn'ificia ; os procuradores do eollegio, e pre-
litante alcaogam a perfeigo seguindo o Divino 8saor apostlico; os capelles communs, alguos
llMemptor. | doa quaes levavam a thiara e a mitra preciosas
No frontesplcio do templo, admiravam-se s!do PDliflco; os clrigos secretos; os capelles
di .es nos gloriosos atheletas que despresarara ^ nuQOrarios e secretos ; o procurador geral do s-
a sua propria vida, offereocendo-a em holocausto co cotnmissario da cmara apostlica ; os ad-
n Senhor; victimas aceilas de saDgue e de ca-
rldade.
O grande estandarte, collocaJo sobre a varanda
que se acha sorre a entrada do atrio, represen-
taba es vinte e ete hroes, que levados sobre as
nuvens o abandonando esta trale trra, voavam
eo cu pura se [arlaren! na abundancia da casa de
Deus, o saciarem-se na trrenle celestial.
Com a representado de tal gloria, coropga
ama Ppopeia heroica, figurando hbilmente na
tels, o diante dos liis, uuia serie de fartos assig-
Dalsdos de virtude sobrehumana, pira que a ad-
vogados do sacro consistorio ; os camareiros ho-
norarios e secretos, supranumerarios eccleaiasti-
cos ; os comrxissarios secrelos participantes; os
capelles cantores pontificios; e quantos tem o
eollegio da prelatura romana ; os referendarios
da firma ; adiaote dos quaes iam o sacerdote as
sistenle dicono e subdiacono da capella pontifi-
cia ; os abte*aderes; os votantes da firma de
jusliga ; os clrigos da cmara apostlica ; os au-
ditores da Rola ; e com elles e com o habito de
irmo pregador, o padre Mirtim da S. Pelaciu
apostlico ; os membros deste eollegio com ba-
ttiraco que produzerc faca, ao ve-Ios. exaltar o!!! "'JK!'M*> e "'" clero da corle pon
Senhor, que quer que os seus eleitos se i a na to !," VeS om os seus tragas proprios, ae-
nblimadoa. J gundo os seus respectivos grus e dignidades aci-
Va -se no quadro, que nema tribulago, nem
a aoguslii, era a fome, nem a miseria, nem o
perigo, nm a perseguico. poderam separar es-
ses vazos do eleico da < caridade de Jess Chris-
to. e que a sua grandeza se revela, nao pela ma-
tlestaco di sabedoria humana, mas sim pela
manifestagao do espirito deverdade
ma designadas. Dvpois vinbam os capelles se-
cretos com a thiara e mitra ordinarias do santo
padre, e o manto do S. Hospicio.
la, em seguida, cruz papal laureada. O
prelado decano da firma, agitava diante della o
thuribulo, que ia espalhando perfumes; ao p.
vinha o ultimo auditor da Rota vestido com dal
< \iam-se tambero sobre a portado meio, peo nalica, a quem roieavam os votantes da firma,
denles da cruz, os 23 fllhos do padre de Assis que faziam de acolitas, levando outros tantos can -
debalde se buscavaem sua phisionomia urna un-i delabros com velas acesas; e logo depois maes-
c_a expressio de dor e ffliQo ; ao contrario, es-
li dizendo que Jess, que expirou eu^ egual pa-
tbulo, Unha convertido o supplicio do infamia
dj instrumento de honra.
A direita, na outra porta, os tres ilhos de
liOyola se mostravam na truz, para homiliacao
do mundo, e recebiam a slorificacio da f. Es-
tavam prostrados diante delles o veneravel bispo
do Japo, o rei de Arima o o Sr. de Omura com
a jui corte, supplicaodo-lhes que ee lembrem
delles no reino da gloria, onde iam enlrarem
rev.
A esquerda, na lercoira entrada, admirava-se
lm:.gom doChristo Redemptor, que com prodi-
gio de eingular bandada, pucha seu cora^o den-
tro do peito do siu srvo fiel, Miguel dos Santos.
As ioscripQoes, ao lado da porta explicavam em
lacnicos cooceltos latinos, a causa de tamanha
olemnidade, advertindo quaes deviara ser as
disposigoes com que os fiis a ella deviam asaislir.
Mas as pinturas dlspoaias dentro do sagrado
templo em magnifica ordem, representando as
pessoas, os milagrea, e a gloria daquelles hroes
as epigraphes latinas que os expliesvam e o so-
ber no e rico apparalo da Baslica ; e a fulguran-
fe illuminaco que saia dos grandes candelabros
fixos oo chao, das alampadas suspensas e dos im -
mensos lustres de chryslal semelricamente collo-
esdos ao redor das columnas ; nao sao cousas
q,ue possam ser bem descriptas seno em mais
largo esparo do qus o deste artigo.
Entretanto, antes que desiem as 7 horas, co-
me;avam a entrar na Baslica, resplandecente
tros ostiarios guardador da cruz.
c Neste lugar da prociss.io, comerava a ver-se
o clero com as sagradas vestimentas de seda de
cor. O prelado auditor da Kola, que devia fazer
de subdiacooo apostlico, om dalmtica e tnica
e o dicono e subdiacono gregos com o traga
proprio da sua naco. Appareciam, ento, os pa-
dres da penitenciaria com murca de damasco ; os
abbades Nulliut e os abbades geraea, com plu-
vial tambem de damasco e com mitra de linho na
cabera. As mesmas mitras levavam tambem os
veueraveis membros da gnrarchia catholica, es-
palhados por toda a face da Ierra ; os bispos e os
arcebispos, primazes, e patriarchas, coberlos com
urna capa pluvial tecida de la. Os cardeaes
que os seguiam levavam o traje proprio de sua
cathegoria, os diconos com dalmtica, com mur-
ca os sacerdotes, com capa pluvial os crdese*
bispos.
a Mais prximos ao santo padre, vinham os
conservadores e senadores romanos; o principe
assislente ao solio ; e vice-camarlango da santa
egreja, e cinco dos seus servidoras, os dous au-
ditores da Rota destinados a sustentar a capa,
os doas cardeaes diconos assistenles, o cardeal
dicono ministrante, e os dous primeiros mesires
da ceremonias. Rodeavam em largo circulo a
auguti pestoa do papa as pessoas deilioadas
custodia ponlDcia, os officiaes mores e os ton-
decorados da guarda nobre, os officiaes mores da
guarda palatina de honra, os camareiros, secre-
tarios de
com seus formoaos adornos, quaolos acompaoha-1 '" a Capa *mi''- S m"ce,roi' oeslrT
vam pasionalmente o nsso beatissimo padre! L Ph'a? 6 f"i5 mal0r or1dem- mo5" de
se diriga ao sagrado temlo a cumnrir a f'''''1 r u" '? iT "i hom-
oros a sedia Gestatoria, na qaal ia sentado o
que ee diriga ao sagrado templo a cumprir a
gran lo ceremonia.
< A procissao comecou primeiro pela capella
deSixlo IV ;desceu a escada regia, seguindo a
galera que esl a esquerda da Baslica por (ora
da porli farrea ; sabiu a grande praga, atraves-
sinilo-a directamente, para tornar a entrar na
galera da direita, penetrando logo na Baslica.
Todos os que tomavam parte na procisioiam
a dous e dous levando cada um urna tocha aceza,
e reclando o psaltr.o, que liam em um livro iqi-
j-rosso por ordem especial do padre santo.
A Otimeira das oraces era a Ave Mara Sl.-l -
la, que, segundo um amigo costume, se recita
soropre comasapplica, invocando a iolercesso
da Virgem, eque sua saolidade apenas se vestiu
de pontifical tioha ntoado na capella.
< Assim ia, pois, em devoto recolhimento a
sagrada procissao. A' direita, os alumnos do
summo pontfice. Sua santidade levava a milra
e o manto pontificio ; na mo esquerda, com um
rico panno bordado de ouro, sustenlava a locha
acsa, e de quando em quaodo levantava a direi-
ta para beozer o povo, que desde a gradara do
templo enebia a immensa praQa, e se apinhava
e ergua para gozar melhor da vista do desejado
do seu coraco. Ficou porm salisfeito ao dis-
tinguir ao longe o mesire iofallivel da sua f,
levantado ao alto, coberlo pelo palio, e rodeado
de luzes. Prostrando-se ento todos commovl-
dos e reverentes, inclinando se disnte do repre-
seulaote vivo de Deus, diiigiam so Alliisimo as
preces que devem tornar fructfera e beoQo re-
cebid*.
Atraz do santo padre varios capelles-cantores
canlavam o bymno Ave Maris Slella, e (echa-
FOLHETIIl
O DEHOMO 00 D1NIIEIR0
POR
IIENRY CONSCIENCE
(Continuaco do n. 179 ]
VII
Laura soubera de Rosala que Monch tioha feito
a seu pae ama visita muito extensa, a qne tro-
caran] ambos entre si algamas exoresioes enrgi-
cas : mas ignorava o objeclo daquella cooversa-
Qao, assim-como as circumatanctas que a pode-
rhru ier feito degenerar n'uma especie de alter-
cado.
Seu pae, que sshira para ir ter com o ex-es-
crevenle, acbava-se ainda ausente; e como mui-
tas vezes aconteca demorarse alm da hora do
jamar, quando tioha negocios commerciaes a
tratar] na cidade, eisa ausencia nao a icqaie-
tava.
Laura estavapols alegre esititfeiti. Com quso-
lo o Sr. Kemenaer houvesse mostrado a principio
milo despreio por Bertholdo, todava acabara
por dirigir palavras de asperanca e consola;lo ;
a ella possuia a firme convicio de que elle na
ua affectoosa bondade consentira em ludo que
podesse trnala feliz.
A' tarde foi egreja com a tus criada: senta-
se dominada pelo desejo de agradecer a Deus por
ter favoravelmenledisposlo o coracao de seu pae;
quera orar pelo pobre Bertholdo to injustamen-
te privado do seu patrimonio pela perversidade
de um homem ; quera pedir a Deus torgas e con
selho a lira de preservar seu desventurado amigo
de um mortal desespero.
Extensa e fervorosa oracao restitua lhe o so-
cego alma atribulada. Ao sabir da egreja es-
peranzoso sorriso se divisava em seus labios, e
ella contemplava o futuro com ingenua con-
fianza.
D volta casa Laura delxon ficar o seu chi-
peosinho, e o seo chaile na sala de espera, e di-
Tigiu-te para o salo, onde sorprendeu seu pae
com a cabera oceulta entre as mana sentado jun-
to janella, e abysmado em profunda preoecu-
paro. Pegou n'uma cadeira, seotou se ao lado
del I-, p passaodo-lhe o braQO ao redor de pesco-
50, das carinhosamente :
Meu pae, nao esteja triste : lempo vira em
que se hade alegrar pela sua bondade para co-
migo. E' verdade que o mundo achara de que
fallar; mas que importa, urna vez que sejaroos
feliz*, urna vex que lhe devoraos a nossa ven-
tura?
Kemenaer sem responder cootinuou a olhar
para o ..arque : procurava armar-sede resoluQo,
pensando de si para si que a final de contas um
milhao oo era couia que se despreissse, que el-
vam o prestito o prelado auditor geral da cama- palavras da larga orajo, que nio 16 o concurso
ra, o thesourero geral da mesma, o mordomo offlcisl, mas tambem todo o povo que enebia o
com oa membroa do eollegio doa protonolarios templo repeta com rox itntida.
apoatolicoa ; e oa geraea das diversaaordens mo-
naaticaa. Terminada a ladainha, cheganm-se a o throno
oa meamos peraoosgens, e o advogado repeta a
Ao entrar o canto padre na egrejs, os leus ca- formula, aecrecceotaodo a palavra inslaoter a
pelIJec-cantore. ento.r.m a anUphon. Regina outra ioatancius. E o prelado eeret.ro. em no-
Coeli, como por disposiio especial de ana saoli-
dade a tioham recitado ao entrar no templo todos
... ------ |/uiv, t/cuctmuu ua UOZI UO BCIO queselhe
se achara no altar do Sacramento.
Ao descer ca santidade da Sedia Gestatoria
ajeelhou para adorar ao Senhor exposto no altar,
entre urna infinita multido de laxes. E lodos oa
outroa adoraran, e oraram egualmentc.
Os estandartes foram collocados dentro da mes -
ma capella do Sacramento.
Terminada a oragio, o Santo Padre, precedido
de todas ac personageDC que no decorso dests
deicripQao deixamos nomeados, foi levado ao
presbiterio na Sedia Gestatoria, em que tinha
ido ao templo.
Descido ao tambrete, depois de urna curta ora-
(io, subiu ao throno, seotsndo-se na cadeira.
Naqaelle momento teve lugar a costa mala obe-
diencia que prestaram os emioentissimos purpu-
rados, beijando saa santidade a mo coberta
com o manto doarado ; oa patriarchaa e prima-
zes, os arcebispos e bispos beijando a craz da es-
tola posta sobre o joelho ; e os abbades Nullius,
os abbades geraea e os penitenciarios da Baslica
beijando o p.
c Cada urna das personagens, depois de ter
cumprido aquello acto de homenagem, voltou
a occapar o lugar que j tioha as ordens dos
bancos diipostos no presbyterio, por solemne
concesso do summo pontfice ; formaodo-se as-
sim um concurso to numeroso como as edades
modernai se nao tinha visto, o s raras vexes
nos seculos passados.
< Ao redor do Supremo Jerarcha lomaram lu-
gar quantos deviam asaislir lhe na sagrada cere-
monia. Acbavamse a seu lado os emioentissi-
mos Ugoloni e Marini, cardeaes, diconos assis-
tenles : direita, collocados por ordem o princi-
pe Orsini, assislente ao solio; o marques Anto-
nio Matei, senador de Roma, o magistrad) roma-
no, e os delegados consiitoriaes ; asqaerda
monsonhor Ferrari, prefeito das ceremonias, o
decano da Rota.e dous camareiros secrelos. Es-
tavam egualmente ao redor do throno, sm lugar
designado os arcebispos que sua santidade tinha
escolbido para assistentes, que eram o primaz de
Costintinopla do rito armenio, o arcebispo de
Gnesna e Poauanla, o de Alby, o de Dublin, o de
Halifax, o de Cincioati, o da Saliabourg, o de Ca-
racas, o de Tyro, do rito grsge, o de Sorranto, o
de Munich, o de Gortt, o de Tarragona, o de Bey-
routh, do rito maronita, o de Damai .lo gra-
go, e o de Zara.
O patriarcha de Veoeza e o da India
dental estavam tambem ali para servir
padre com o livro e com a vela.
Disposlas assim as cousas, tendo todo;
as tochas accesas, o eminentsimo card
relli, procurador da caoonisaco, e um a
consistorial se apresentaram diante do
pontfice. O advogado chegou-ae aop'
no, e dirigiu ao aanto padre estas palavras:
cardinalis Clarellibicpraesaos, instanter til per
Sanctitatem Vestram catalogo sanctorumBomini
nostri Jesu Christi adsoribi, el tamqaam Telos
ab mnibus Christi fidelibus pronunciar*vene-
randos beatos Petrum Baptistam, Paulum fosum-
que socios martyres et Michaelem de Sanctis coo-
feasorem.
Monsenhor Paciflci, secretario de Brevl ad Prin-
cipes, que linhs ido tomar o seu lugar abaixo do
throno respondeu em latlm em nome de sua san-
tidade, que posto que o santo padre conhecia a
virtude daquelles beatos e os seus prodigios, e os
milagrea com que o Senhor tioha manifestado a
gloria de que gozavam, todava em to imporlsn -
le negocio quera convidar os assistentes a im-
plorar o auxilio divino, invocando a intercesso
da bamaventurada Virgem Maria.dos cantos apos-
tlos Pedro e Paulo e de toda a corte celestial.
OuvJa que foi esta resposta os postulantes tor-
naram para os ceus lugares, e enlo os capelles-
cantores entoaram a ladaioha de todos os santos,
que se seguiu at ao ultimo kirie eleison. As
naves da immensa Builica retumbavam com as
le e sua fiiha estavam provavelmente illudidos
elle sobre as coosequencias de urna unio to te-
mida, ella sobre os senlimeoios'reaes.
Mas baldados eram os seus esf tcos : s realida-
de, maia forte que todos os seus raciocinios, o
mergulhava no desespero, e o seu espirito lhe nao
fornecia expediente algum. Nao sabia de que
modo aonunciasse a sua Ulha a terrivel senteoga
a que devia aubmetler-se.
Laura tornou com o mais melodioso accento de
sua voz :
Nao meu charo papae ? Vmc. que a
propria bondade psra a sua Lauranao hi de
querer separa-la do amigo de sua infancia, s
porque fui victima de um vil traidor....
Kemenaer estremecen todo.
Para que to tristes ideas? proseguiuLaura
com a voz meiga. Tudo ir muito bem, logo qae
o dinheiro nao servir de obstculo felicidade de
todos nos. Veja, meu pae, como ha de ser ale-
gre a nossa vida, se Vmc. seguir a inspiradlo do
seu excellente coraco. Quaodo Bertholdo me
desposar, vira aqui reaidir em nossa companhia.
Elle tem alma to bem formada I O sea reco-
nhecimenlo para com Vmc. ser sem limites ; ha
de o amar, venerar e obedecer como am Olho
submisso ; ha de 1er em seus olhos os seus meno-
res desejos. Eu e elle seremos dous empenha-
dos em cercar-lhe os diss de existencia de pra-
zeres, amor e solicitado ; e terna mente amado por
seus dous fllhos Vmc. gosar em paz da mais pu-
ra felicidade at avanzada velhicepois longos
diaa lhe hade Deoa conceder, assim lli'o pe-
diremos ardentemeota I Nao cuidemos do di-
nheiro: unida a Bertholdo nao terei necesiidada
de pedir so mundo dislraccoes, nem prazeres
viveremos retirados, e no seo da economa. O
que Vmc. tem ajuntado com o seu trabalho suf-
Qcieete para L6r-noa ao abrigo de cuidado mate
riaea, e no amor, e na paz do coraco encontra-
remos urna fonle inexgolavel do venturas. Na
poeaia e na msica descobriremos sempre novo
prazeres; admiraremos a bella oatureza ; culti-
varemos as flores. Entregues inteiramente a um
reciproco amor e sem nuvens, ao nosso reeoabe-
cimento para com Deus, aoa puros gozos da arle
a nossa vida se escoar sob um cu sempre se-
reno no meio das mais suaves alegras. Enlo,
meu amado pae, urna sorte assim nao e preferi-
vel urna vida agitada no meio da mullid&o, aoa
gosos eatereia do louco, e aos prazeres engaado-
res que o dinheiro e o mando podem offerecer ?
Ola-te, mioha boa Laura, murmnrou Ke-
menar; aa tuss palavras me fazem soffrer cruel-
mente !
Msu Deusl Como est commovldo I ex-
clamou a moca admirada. Disse alguma cousa
que o podesse affigir ?
Kemenaer, como se na critica situac.o em que
se achava tivease esgotado toda acoragem de que
precisara para tomar urna resoluQo, ergueu a
cabega, e disse com singular precipitado, e ao
mesmo tempo com a ro extraordinariamente,
triste ;
me de sua aantidade, tornou a axpor que o sanio
sdre, penetrado da grandeza do acto que se lhe
se a luz do Espirito-Santo, da qual, como de fon-
te de toda a luz e aantidade devia dimanar acup-
plicada determinarlo.
Separados os postulantes do throno, o pont-
fice desceu ao tambrete, e poz-ae a orar depois
que o primeiro dos cardeaes diconos, disse Ora-
duraodo a oraco al que o cardeal proferiu
a palavra Lvate. Enlo, ao levaolar-se o pon-
tfice, todo o coocurso que tamhem havia orado
em silencio, levanlou-se tambem, a sua santidade
entoou o Veni Creator Spiritus que ceguiram
os cspelles-cantorec, com os quaes cantoa o po
vo alternadamente oa versculos.
Dita pelo pontfice a ora;5o, e voltando a aa-
sentarse pela terceira vez, foram ao throno o
cardeal postulante e o advogado, o qual repetiu
a formuli da peli;io, accreacentando s palavras
da primeira o vocibulo iactantiscime .
E o prelado annuncioa qae sus santidade con-
vencido de que era urna cousa grata a Deus a pe-
dida canonisaco, eslava disposto a d la, pro-
nunciando a seotenga definitiva.
mo-pontifice, pondo a mitra e sentado na cadei-
ra, dontor, e cabega da egreja universal, pronun-
ciou a grande seotenga fallando assim :
a Ad honorem canela? et individaco trinititis,
ad exallatooem fidei catholica;, et chriatiaua! re-
ligionis augmenlum, auctoritate domini nostri
Jesu Christi, bealorum apostolorum Pelri et Pau-
li, ac oostra : matura deliberatiooe prohabita, et
divina ope fmpiua implrala, ac de venerabilium
fntrum nostrorum sania; romana} eecleslm car-
dinaliam, patriarcharum, arebiepiscoporum, et,
episcoporum ia urbe exiatenlium coosilio, beatos
Petrum Baptistam, marlinum de Ascensin,
Franciscum Blanco, sacerdotes, Paulum M ki
Joanoem Soao, Philippum a Jesu clericos, Dida-
cum Jacobum K.tsai catechistam, Franciscum de
Sancto Michaele, Gundiaalvum Garzia, Paulum
Suzuqui, Gabrielem a Duisco, Joannem Quizuya,
Thomam Danchi, Franciscum Thomam Casaqui,
Joachim Saquijos, Bonaventuraro, Leonem Cara-
zumi, Mathiam, Aatooum, Luduvicum liarchi,
Paulum Yuaoiqui Harchi, Michaelem Cosoqui,
Pelrum Sequezeln, Cosmam Raquisa, Franciscum
Fahelanle, laicos, omnes martyres, et Michaelem
de sanctis esnfessorem, snelos esse decernimus
et definimus, ac ssoctorum catalogo adseribimus :
slatentes ab eccleia universali eorum memo-
riam quolibetanno, nemp Petri Biptistca et so-
ciorum die quinta februaris.qua pro Christo paa-
siunt, inter aanctos martyres, et Michaelia die
quinta Juslis nter snelos confessores non pon-
tfices, pa devotione recoli deber. In nomine
Palris, et Filii et Spiritus Sancti. Amen.
Apenas o summo-ponliQce lerminou as gra-
vea palavras, se chegaram novameote ao throno
aa personagens que haviam feito o pedido, e o
advogado agradecen a sua saolidade em nome do
purpurado porque nao tinha regiatado os seus vo-
tos, supplicando-lhe ao mesmo tempo que ae dig-
nasse mandar o costumado em relago a se ex-
pedirem aa cartaa apostlicas. E o santo padre
respoodendo Dicernismus os abengooa.
Ento o cardeal procarador aproximando-ce ao
throno, e beijando a mo a sua aantidade, tornou
psra o seu lugar; mas o advogado sa pozem p,
e dirigfndo a palavra ao pronolario apostlico lhe
supplicou lavrasse a relago da effectaada cere-
monia.
O primeiro dos preladoa do eollegio respon-
deu : con/lcemus; e em seguida, voltando-se
para os camareiros aecrelos os chamou para tes-
temuohas vobit eslibus.
a Concluido o grande acto, sua santidade ae
Uvantou, tirou a mitra, e entrou o Te Deum.
Doa libios de 40,030 pessoas sairam ento as
palavras do bymno ambroiiano, bem dizendo e
louvaudo o Senhor que de tal modo se tinha
dignado glorificar os seus santos ; as mais vivas
emoges tocavam as fibras intimas docorago de
lodos.
Os sagrados sino. da-tadltAi difunda atea* efdo 0 cosame*. pracKlerio. qae foi aprsenla lo
Liura, minha filha, dara toda a mioha for-
tuna, o at meamo a vida para ver camprido o
voto do leu corago ; porm aou pae, e um pae
bem desgranado, cuja alma despedaga-sa cruel-
mente na luta entre o amor e o dever. Nao pos-
eo consentir no que pedes Falta-te a experien-
cia. Os prazeres com que sonha o teu corarao
innocente, easa felicidade que descrevec com to
bonitas corea, tudo isso psstageiro, tudo tem
um Om, e tudo hade infalllvelmente esbarrar no
mais sombro futuro.... Amor 1 Amor I E'um
seotimenlo que vas poaco a pouco dimiouindo
at desspparecer de todo. Desgragado daquelle
que fuoda no amor a felicidade da sua vida 1
Acredita-me, minha filha, o uoico fundamento
solido da felicidade e do repouao o dinheiro
a riqueza. Quando tudo mais faltar, quando a
adveraidade a a moleatia noa roubarem amigos,
pareles, a ainda mais o oso doc sentidosa pro-
pria vista, ae tivermos dinheiro com abundancia
seremos ainda aenhorea de tudo, a baata tazer o
ouro brilbar.ao redor de nos para que nao baja
quem nao quera prevenir os nossos desejos, e
occapar ae de nossa felicidade 1
Laura muda e estupefacta, olhava parasen pae
com espanto. Tudo nelle pareca transformar-
se ; asfeigdee contrahiam-ae lhe convulsivamen-
te ; a voz era ronca ; as palavras tioham om cu
nhode exageragao que cootrastava aiogularmen-
te com a moderago habitual da saa linguagem.
A vida que me queres forgar a dar-te urna
vida toda de perigos, proseguiu Kemenaer. Nes-
sa senda onde pensts achar a felicidade a acha-
ras humilbages, miaeiiaa e vergooha. O meu
dever esclarecer a inexperiencia de minha filb,
velar por ella, e rao exo U as vicissiludes de
am futuro 13o smesgador I Bertholdo nao sabe
o que cuala o dinheiro, dissipar o teu patrimo-
nio, e laucar-te-ha na mtaeris. Ento j me oo
leras a teu lado, estars s no mundo, e viras
talvez, at o meu tmulo aecusar-me de haver
causado a tua desgraga com a minha culpada im-
previdencia.
Meu pae, meu amado pae, o que esl dizen-
do 1 exclaraou Laura. Ah 1 Ah tenha piedad
de sua filha 1
Piedade I bradou Kemenaer fora de si. Nao,
nada de piedade 1 Tenho aido muito condescen-
der : devo. aim, devo abalar no teu corsgao es-
se amor fatal por Bertholdo.... devo-o, ainda
que torga 1
A moga aasustada levou as mSoa aos olhos, e
poz-se a chorar.
Kemenaer, paludo de emogo, a contemplava
em silencio. A dr de sua filha dilacerava-lhe o
cortglo. Cedendo a seu pesar maia implaca-
vel necesiidade, e dominado por febril agttago
quequasi louco o tornara, movia-ae convulsiva-
mente na aua cadeira, e esto roa as moa com
Laura perda a teu desgranado pae: con-
tra a aua vontade qae ella te sffiige, devea com-
prehender, minha filha, qae nao posto subtrshir-
me ao cumprimento de deverea que a Providen-
cia me impoz, Allende, vou falur-to 00 boa-
emoces noaqueno tlnhtm podido entrar nella,
a crtilbaria de Sml'Aogelo aonuotiiva cidada
eterna o grande acontecimeoto, a oa sinos da
todas ac egrejaa coovidavam toda a gente o reci-
tar a oragio apropriada para honrar a augustsi-
ma Triodade, gaohando as indulgencia. O jubilo
asol, o jubilo do Senhor, incendiara todoc oc
coragea.
Terminado o Te-Dtum, o primeiro dos car-
deaes recilou em alta voz o aOrste pro nobis
c snete Pedre Baptisto, Paule, vestrique socii et
c Miehael, alleluia, reapondendo o povo. Ento
aua saolidade em tom solemne disse a orago
propria dosoovos cactos qae a seguate :
Domine Jesu Christe, qui adtul imitationem
por crueia |supplicima primillas fidei apud ja,
pen'aa gentes in sanctorum marlyrum Petri
Baptialeo, Paull et aociorum aanguine dedicas-
< ti; quique in corde sancti Michaelia coofesso-
ris tui charitatis ignem exardescere feciati:
< concede quee sumas, ut quorum hode solem-
a na colimu, eorum excilemur exemplic. Qui
E com o Amen respondido por todo o povo
se consummou o grande acto.
< Sua santidade depois passou para o throno
de Terga, onde se revestiu de pontifical psra a
miasa aolemne na qual, alera das peraoaagens
nomeadas como asshfaules, se achavam por
cardeal biapo, o eminentissimo Mathes decano do
sacro eollegio, por cardeal dicono aaiistente, o
eminentissimo Anlonelli, e por subdiacono apos-
tlico monsenhor Nardi auditor da Rota. A
oracao dos novos santos vem unida na miasa de
pela eminentsimo decano do acero eollegio.
archl-practe da Baciliec. a douc conegos da
mesma, cae aantidade foi levado na stdia gesta-
toria i capella da Piedade e 14 delxoa oc para-
mentoc cagradoc, retirando-ce aos cen ap-
cenlos.
< O concurso de gente de todas aa oagoes e de
todas ac calhegoriac que acudiu auguata Baaili-
ca, para gosar das emoges da extraordinaria ao-
lemoidade, foi immenso, e excedeu os clculos
maia exagerados. Assistiram em galera separa-
da SS. UM. o rei e a raioha das Duas Siciliac,
S. M. a rainhc viura de aples e SS. AA; HR.
seua fllhos, e S. A. real a coodecsa de Trapa-
nl. Tambem aaaiatiu S. A. real D. Isabel Mara
infanta de Portugal, e o corpo diplomtico, e
quantos peraonagena vieran a Roma por to
fausta circumctancia.
A' ama hora da tarde terminou a funego. A
multido satisfeita e alegre passou saotamenta o
grande da, e noute a egreja dos franciscanos,
a dos jesuitas e s dos trinitarios se Ilumina-
ran. Por todas as partes ae viam tambem ul-
mnarias com profuso; mas diante da ponte
de Sani'Angelo se apresentava um admiravel
spectaculo, porque a illumioago simtricamen-
te disposta se reflectia de urna maoeira admiravel
naa aguas do Tibre.
(Sarao.)
Esperanca.
sua santidade como urna conel.aao. cegundo a A teD3 CQ f
so emnid.de do di. ; e depol. de cantar o Ev.n- Ce,es(e melod
geino em idioma latino e grego, recilou o cano- n...a ,_____, ,,
_ j ..... 1 ua*po o tea mani, quero ver thesodros
nisador urna douta e eommovente hom a, ter-1 nto\ .. ,
. .,. Que combra dormem dos bellos louro,
minada a qual o cardeal dicono assistente disse m>._ j
... N um mundo de poesa.
solemnemente o conpieor, ccrescentaodo depois
dos nomos dos acostlos Pedro e Paulo as pala-
vraa Petro Baplista, Paulo eorum sociis et
lichaelis, que tambem repetiu na orago. No
em tanto sa chegou ao throno o sub liacooo apos-
tlico com a craz laureada e depois de feita a
promulgago da indulgencia plenaria psra os
presentes sagrada funego, patcial para os que
visitarem o sepulcro dos santos no dia aeguinte
ao da testa, o summo pontfice deu solemnemen-
te a benglo apostlica intercalando na orago da
precatoria quo a procede aa palavras Sanctorum
Petri Baptista, Pauli eorum sociorum et Mi-
ehcelii.
Ao chegar ao offerlorio, teve lugar a apre-
senlacao a aua santidade das coslumadas, obla-
ta das vellas, pao, vioho agua, pombas, rolas e
oulras pequeas aves.
As oblatas estavsm preparadas em tres me-
sas, esquerda do aliar. Cada ama correspon-
da a umi das tres petlges faltas para a canoui-
sago, comprehendendo 5 cirios adornadoa com
pintura allasivas e com as armas do pontfice e
das ordens a que pertenciam os santos ; dous
pesavam 60 libras e 12 os outros. O dous ps
um era dourado e o outro prateado, e linham
aa armas do pontifica estavam poatos n'uma
bandeja de prata.
O vinho e a agua estavam em dous pequeos
barra tambem um dourado e o outro pratea-
do. Trea gaiolss eocorravam aeparadamente as
pombas, as rolas e os passariobos, que os emi-
oentissimos cardeaes das congregages dos Ritos
tem o direito de spresentar ao pontifica. Lava-
ra m-no pois para o throno com outros cavalhei-
ros e alguna frades das ordens a que pertenciam
os sanios, oulras pessoas que tioham ttulos e
razes especiaes para fazo-lo.
c Ao chegar o momento opportuoo os emioen-
tissimos prelado Patrixzi da ordem dos bispos
Gousset da dos sacerdotes Ugolini, da dos dico-
nos unidos ao emioeotiasimo Clanelli, procura-
dor da canonisaco, foram mesa seguidos de
outros cavalheiros e dos que deviam levar oa
objectoa daa oblatas. Tomando cada qual o seu
os apresentaram todoa ao throno, dirigidoa por
um mesire de ceremonia apostlico, e doua ma-
ceiroa pontificios.
i Acabada a apreseotago, o santo padre la-
vando aa mos, assistindo-lhe oseoado de Roma,
e apresentando-lhe a toalba, o cardeal bispo
assislente, conlinuou a celebrago da misss.
Terminado o sacro-santo sacrificio, e offere-
dade; a tambem complacenta para mim, tem
compaixo da mioha dr, que sem limites I
No dia em que te vi sorrr no eolio de tua m3e.
imaginei para ti a maia esplendida existencia. O
amor de um pae nunca ae Ilude sobre as coodic-
coes em que basea a felicidade de aeua fllhos.
Trabalhei, auei, poupei para dar-te um bello do-
te, para deixar-te um patrimonio consideravel.
E's bella, renes em ti os done que a natureza e
a educago podem prodigaliaara urna moga : tu-
do te d o direito de distinguir-te, de cer umver-
salmente respeitada, invejada e admirada entre
todaa aa mogas. Nao leu destino partilhars for-
tuna de um poeta arruinado: nodeves decahir,
nao deves renunciar o throno que o mundo te of
ferece. Cumpre que habitea em am palacio, que
toda a cidade te veja passar n'uma equipagem.
cujo espleodor offusque at aa mais esplendidas
equipagens. Cumpre que reines a domines, e
duas vezes raioha rainha pela opulencia, rai-
oha pela belleza te vejaa por toda a parte ro-
deada, aeguida, e admirada I tal a aorta queau
sonhet para ti. Entretanto amente em parte pos
aaia oa meioa de t'a ataegurar : a minha eape-
ranga rapouaava o'um bnlhaote caaamento ; e
essa esparanga ae raalisa. Um homem poderoaa-
meote rico, a que poaaue maia de um mllho,
pediu me a tua mo... e eu, como pae... meu
Deus I aim, como um pae que deve aceitar o
mala doloroso aacrificio pela felicidade de aua
filha...
Laara tinba enxugado aa cuse lagrimas, e
com os olhos filos em seu pae, o interrogava.
E eu, cootinuou Kemenaer balbuciando a
casto estas palavra, eu conced ao millionario a
mo de mioha filha I
Esta revelago imprevista restituiu i joven al-
guma torca de espirito : levantou a cabega e dis-
se com um sorrir convglaivo :
Deale modo serei ntulher de am homem a
quem nao coohego I A mlnhi mo o o meu co-
rago aero comprados por urna aomma de di-
nheiro I Oh I meu pae 1 Vmc. delira I Nao pos-
sivel que qoeira realmente sacrificar no vil altar
do interesse a filha a quem tanto ama I
I juntaodo aa mos proseguiu :
Meu boro, meu excellente pae, nao ver-
dade, que Vmc. me nao (orear a taoto ? Que me
nao coodemnar a urna vida sem amor, a ama
vida de aoffrimentos a desespero?
Assim preciso 1 murmuro Kemenaer com
voz sombra.
N;it>, meu pae, eu lhe pego ; deixe-me an-
tea recolhera um convento. Procurarei esquecer
Bertholdo, nao pensar mais nelle : maa, ser es-
posa de um desconhecido, de um homem que
teve o alrevimento de suppor que com o seu di-
nheiro comprara o meu amor... Oh I antes re-
nunciar vida de urna vez, antes morrer da anor-
te a maia horrivel 1
Kemenaer foi obrigado a reunir todas ac cuas
forgss para nao derramar lagrimas vista dador
esfflicgo de aua filha. Com tudo, por inexpri-
. miTeic que (osiem oc corimcntos por que pana-
Melga debruga nos purpereos labios
Teu mgico sorrir,
Iris sereno de formosas cores
Deixa seotar-meem teu docel de floras,
Que resume o povir I
Quero, depois, ajoelhado, exttico.
Erguer as maos aos cus I
O tempo bello, e o sol j luz a pino ;
Deixa em mioh'harpa modular um bymno
Em louvor do meu Deua 1
A' luz da esperaoga o peoaamento altea-ae,
Palpita o corago ;
No ambiente poro se acrisola a crenga,
O sangue novo, e n'alega imroensa
E' doce o amargo p3o !
Ver do paseado as temerosas nevoas
Varridaa peio sul;
Ver no futuro a tarde to formosa ;
O cu to lindo ; as nuvens cor de rosa
Franjada de ouro e azul.
Ouvir de perlo harmooiosos cnticos,
Sonhar sonhos de amor ;
Ver os regatos desusar serenos ;
Colmando os montes e os vergeis amenos
A larangeira em flor;
E' o bem supremo que me enxuga as lagrimas
as horas de affiicgo ;
E' a gola o'agua 00 areal deaerto,
B deala vida no vagar incerto
O seguro bordo.
Quem deu s virgena o poder magntico,
Encantos ao luar,
Tmida luz estrella, ao sol fulgores,
O canto s aves, o perfume s flores,
A profundeza ao mar?
gneo cometa no passar fatdico
Os astros coovulsou....
Estrago acerva sobre estrago... um dedo
Sbito escreve no camioho :E' cedo
Para : e o globo parou 1
S Deus grande I Na sublime essencia
As minhas crengas puz ;
Caminho avante, aem pezar nem dorea ;
Da estrada o marco tem festes de flores;
A esperanga a luz I
V. dos Santos Pereira.
(Da Saudade, do Bio de Janeiro]
va, por desesperada que foaae a luta que com
sigo meamo susteolava, nao va meios de esca-
par inexorsvel fatalidade que sobre ai pe-
aava.
Bevestlu-ae de aoprema resolugo, e respon-
deu com a voz alterada :
O homem que le quero dar por marido, nao
um desconhecido, Laura ; vem aqui muitas
vezes, e sempre te ha testemnnhado grande bene-
volencia.
Laura palou como se sentisse a mordidura de
urna serpete.
Monck ? I exclamou ella paluda como um
cadver.
Monrk I repetiu o pae trmulo de ancie-
dade.
Laura com a fronte ergaida. oa olho ccinlil-
lames, disse nao podando cooter a aua iodig-
nago:
Monck I Poic quer, mea pae, que seja es-
posa de Monck ? Oh 1 lato um aooho horrivel 1
Eu esposa do mame ladro que roubou Berthol-
do, deaae hypocrila, dominado pelo demonio do
dinheiro, que oo tem alma, nem cooseiencia I
Deaae mtaarsvel reptil que adula, que acaricia,
para melhor langar o aeu veneno I Sempre aeo-
li por esse moostro um borror iostinctivo : foi o
primeiro sentimeolo qae elle me inspirou. Ebei
de ir agora na preseoga de Deus formare voto
aolemne de ama-lo? Nao ; oo poaso ser culpa-
da de semelhante perjurio. Ainda mesmo que
ea forgaase a minha bocea a pronunciar o sim
fatal, o meu corago continuara a odia-lo e dea-
presa-lo al a sua ultima palpitago I
Kemenaer aegurou em ambaa as mos de saa
filha, e nella filando am olhar suppliconte,
diss :
Laura, eu le pego pela memoria de tua me,
por amor de mim, por tudo que te eharo, nao
lules contra um destino, ao qual nada ba que pos-
sa sublrahir-noc. Poupa a tea desaventurado pae
a maia terrivel das torturas. Ah 1 se soubessea,
mioha filha, se aoubeaaea como aa taaa palavraa
me fazem aoffrer I... Entretanto ambos lutariamos
em vo I... Sera esposa de Monck: aaaim pre-
cito. Essa unio inevitavel, ainda mesmo quan-
do fosse a maiordas desgragsa, anda meamo que
fosse um crino o I
Laura eabia de joelhos aos ps de sea pae, e
erguendo para elle aa mos, exclamou :
Tenha piedade, tenha compaixo de mim,
meu pae I Nao me coodemne a urna vida to
horrorosa 1 Farei lato o que Vmc. quizer: es-
quecer-me-hri de Bertholdo, odia-lo-hei se tanto
poder: mas nao me entregue a Monck. S essa
idea basta para o corago gelar-se-me no peilo I
Pois eu bei de paasar a minha vida aolado desse
monstro, desse demonio I Hei de ter diaote dos
olhos noute e dia aa suaa feices abomioaveis.. a
fingir que lhe tenho amor I...
Minha filha, mioha pobre filha, disie Ke-
menaer com a voz surda, tudo intil I Assim
preciso 1
Vmc. nao tem compaixo de mim 1 excla-
mou Laura quasi louca de dr. Oh I porque nao
me ama nunca me amou !
Kemenaer nao pode cooter-se a esta aecusago
que lhe dilacerava o corago : soltou no grito
doloroso, cobriu o rosto com asmaos, e ea lagri-
mas saltaram-lhe doa olhos.
Laura commovida ao ultimo ponto levantou-se,
e langou-se ao peacogo de aeu pae ; prodigali-
sou-lha com ardor quaai convulsivo os mais tor-
nos beijos, e disse com a voz entrecortada de so-
lugos :
O' meu pae. tranqaillise-se, eonsole-ce, e
perdoe-me : eu nao sei o que digo I Nao falle-
moa maia em taes cousas ; a sua ternura, oa aeus
receios aobre o mea futuro allucinaram-lhe o
espirito : maa com algum repooso a calma entra-
r na aua alma. Vmc. aioda me ama, e sempre
me amou ternemente... Veja, eu j nao choro
mais... Oh t ae coubeese como se cuaa lagrimas
me despedazara o corago I
E como se eaae affectuoao abrago lhe houvesse
esgotado as forgss, deixou-se eahir no eolio do
pae misturando com aa delle aa suas lagrimas.
Muito tempo o pae ea filha aisim flearam mer-
gulhados em muda e profunda dejcolago.
O Sr. Kemenaer comprebendia todo o horror
do aacrificio que a fatalidade o coodemoava a
cooaumar. Em vo buacava comprimir aa la-
grimas.
Alinal pode responder com um tom que reve-
lava urna dr inexprimivel, e nm desespero sem
limites :
Laura, mioha amada Laura, pego-te que
me perdoea o martyrio que 'e fago soffrer meu
pezar. Creio tambem que Dio pode ser feliz des-
posando Monck ; porque eu tambem detesto essa
monstro vil.
Laura olhou para seu pae com aorprez>, o
um raio de alegra brilhou airar de suaa la-
grimas.
Ai de mim I raplicou Kemenaer comavo?
profundamente trale. Nao deixes a eipsranga
entrar no teu corago : poia oo ha mais espe-
raoga para nos 1 O odioso Monck deve ser lea
esposo.
Nunca 1 Nunca 1 exclamou a moca.
Para qae me forgaa mala horrivel revela-
go que um pae pode fazar aua filha ? relor-
quiu Kemenaer com a voi lacerada. Poia bem ;
j que nao ha outro meio de eacapar a eata aup-
plicio. esvaaiarei at as fezeso calix da amarga-
ra 1 Ouve, Laura, vas saber que falal mysterio
pesa sobre mim : vas julgar por ti mesma, livrsr-
me, aalvar-me... ou condemoar-me a ama tier-
na infamia.
A moga occuitra de novo a cabega naa mies e
chorava em silencio.
Ouve, Laura, onve ; a deixa-me ao menc
a esperanga de que aeharei alguma indulgencia
no coragio de mioha filha I
[Continuar-ce-c.)
PERNAMBUCO,TYP. DE M.F. DEP.& FILHO.
>

1
ADO
/


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E9N3LM20X_1LZV7Z INGEST_TIME 2013-04-30T21:21:04Z PACKAGE AA00011611_09587
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES