Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09585


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Full Text
AIIO IHVlll. 1DMEIO118
Por tres mezes ndianados 5|OO
Por tresmeze vencidos 6)000
* **" *flV '
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SEGUIDA NEMA 4 DI AGOSTO DI INI
i

Ptr hm idiaiitadt IftfOOO
Porte fraic tari t sibscriiUr

PERIVAMBlfiO
0
EXCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Amonio ALxandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marque* da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Olvelra; Maranho, o Sr. Joaquira
Marques Rodrigue!; Par, Msnoel Piuheiro 4
C; Amazonas, o Sr. Jerouymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Alagas.oSr. C'audino Faleao Dia*; Baha,
Sr. Jos Martina Aires'; Rio de Janeiro, o Sr.
Jos Pereira Martina,
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Ollnd* todos os dias as 9;,' horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba naa aogandas
e sextas-feiras.
S. Anteo, Bezerros, Bonito, Caraar, Altinho
e Garanhuna as tercaa-feiras.
Pod'Alho, Nazarelh. Limoelro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ourieurye Ex nasqua-ts-eiraa.
Cabo, Serinhem, Rio Formse, Una,B*rrelroa
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios parte tu aa 10 horas da manhaa
IPHMERIDES DO MEZ DB JULHO.
4 Quarlo crcsata es 8 horas e 20 minuto* da
manhaa:
12 La cheia os 2 mina tos da manhaa.
18 Quarto minguante as 2 horas e 32 minutos da
tarde.
26 La ora as 6 horas e 24 minutos da man.
PREAMAR DE HOJE.
Primelro as 10 horas e 54 minutos da manhaa
i Segundo as 10 horas e 18 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VArORES COSTR1ROS.
Para sal at Ai-son i 5 20; para o norte
at a Granja 14 19 de cada mez.
PARTIDA DOS OXRIBUS.
Para o Reeife do pipucos s 6 li2, 7, 7 1|2, 8
e.8 1|2 da en.; de OUnda s 8 di m. 6 da t.; de
Jaboatao s 6 1|2 da m.; do Caxang a Varita
s 7 da m.; de HtmAca s 8 da m.
Do Reeile : para o Apipueot s 3 IrS, 4, 4 ll4,l
4 1|2, 5, 5 li4, 5 1|2 e 6 da t.; para OUnda a 7
da ti. e h tv2 da t.; para Jaboatao s 4 da t.; para
o Caxang a Parcca 4 112 da t.; para BtmAca
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas a quintas.
Relagao: largas sabbados a 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundes ao meio dia.
Dito de orphios: t.rg** a aeztaa e 10 horas.
PrimeiraTara do ciral: tergas o extaaao meio
dia.
Segunda rara do eirel: qasrtass sabbados l
hora da tarde.
DAS DA PE*a.a.
4 Sfgonda S. D?mii.gos de Casita i f-nJaer
5 Terga. N. 8. das K***t. S. 6 Quarta Transligur^jo de Osis**,
7 Ouinta. S. Caelano fsndadnr dr Kealiooo
I 8 Srxla. S. Cyriaco diac. ; Lnriliano >.
I 9 Sabbado. S. Komao ; Wr'iann n .
110 Domingo. S. I.oarcR;o m. ; S. Asteria i.m.
ASSIGNA-SE
no Recite, era a lvreria da prsg da Ind.aaa.
denci n.6 o 8, dos proprietarios afane! Fzaujua.
roa de Farla & Filho. *
PAUTE OFFICIIL
#i
GOVERNO DA PROVIKCI.
Expediente do da 31 de juina de
186*
Officio ao brigadeiro commandante das armas.
Communico a V. Exc. para seu conhecimenlo
direcgo, que por aviso do mioislerio da guerra
de 22 do crrante, junto por copia, foi (Izado eL
320 rs. o valor da etipe e em 700 rs. a (orrege
pira os carpos do exercilo no presente semeitr
Commuicou-se ao inspector da theaouraria
fazeoda.
Dito ao chefe de polica.Declaro a V. S. pala
aeu conhecimeoto e em respoita ao ofcio de seu
antecessor, datado de 30 de malo ultimo, sob
882, que nao podem ser admilttdos no collegjo
dos orpbo* por nao exlstirem vagas, os (rea tilho*
de Mara Magdalena de Mello, deque trata ocffi-
cio cima citado.
Dito ao me*mo.Iuteirado pelo officio do de-
legado supplenta do termo de Papacaga junto lo
de V. S. o. 1161 de 29 deste mez, de achar-e
sravemente doeote do cholera-morbus o teueDte
Joaquim Cardoso dos Santos, tenho a dizer lhe
em resposla, que em data de 12 do correte paa
alli enviei soccorroa, e se msls forem necessarios
deve o mesmo delegado solicita-los do jtiiz de d|-
reilo da comarca, a quera em data de 23 e 24
deste mesmo nei habilitei para aecudir aos des-
validos daquelli ocalidade como convinhe.
Dito ao mesmo.A' vista do que provou o rc(-
cruta Manoel Theotonio Lima com a justifleagao
junta ao requerimento sobre que V. S. informo
em offlcio n. 1131 de 26 do correte, expeca V. S.
suas orden* para que seja posto em liberdade.
Dito ao iuspector da thesouraria de fazenda.
Para os convenientes assentamentos, remello a
V. S. a filiacao dos tres cornetas engajados para
aervirem no 5* batalhao de infantaria da guarda
nacional deste municipio, em substituigo dos
de nome* Luiz Francisco Gomes de S. Janusrio
Francisco Carneiro e Elisiario dos Santo* Leal,
que me foi tratumlttido pelo respectivo comman-
dante superior em officio n. 66 de 28 deste mez.
Communcou-se ao commandante superior do
Recite.
Dito, ao provedor da Santa Casa de Misericor-
dia Atlendendo ao que requereu Mara de Jess
Pntente!, e tendo em vista a sua ioformecao de
J do correle, mande V. S. entregar a suppll-
cauva o sea filho de nome Maooel dos Santos Pi-
menTel, educando do collegio dos orphaos.
Dito ao inspector do arsenal de marioha. -I
Constando de aviso do mioislerio da marinha de
22 do correte, que fra na mesma data nomeado
Jos Mara da Cooceigo Jnior para o lugar de
director das officioas de machinas desse arsenal
assim o communico a V. S- para seu cooheci
lenal ;
imon-
lor da
Dilo a cmara municipal do Bonito.Para que
o governo possa resolver a conveniencia de con-
correr com um quiolitativo para coadjuvago d*
obra do edificio em coostruccao pare paco da c-
mara municipal do Bonito anm de que o respec-
tivo pavimento terreo sirva de cadeia, recom-
nieodo a mesma cmara que me remetta urna
planta desse edificio o declare a quaotia em que
foi elle oreada, e aquella com que pode contri-
buir para sua concluaao.
Portarla.O presidente da provincia atienden-
do ao que representou o juiz municipal e de or-
phaos do termo do Brejo em data de 10 do mez
pastado, resolvecorrigir a portaria de 12 da abril
ultimo, declarando que o 6o supplente daquelle
juizo nomeado para o actual quadriennio Joao
do K-go Maciel e nao Joo do Coulo Aives Ma-
inel, como por equivoco se escreveu naquella
portarla.Remelleu-se por copia ao juiz de di-
reito ao juiz auoicipal e a cmara do Brejo.
Dita.O presidente da provincia tendo em v-
ta o que requereu o secretario da reparlicao das
obras publicas Thomaz Antonio Ramos Zany e
bem assim a informacao do respectivo director
datada de 29 do correte *ob n. 170, resolve con-
ceder ao masmo secretario 60,dias de licenca com
vencimentos na forma da lei para ir ao interior
da proviocia.
Dita.O presidente da provincia tendo em vis-
ta o que requereu o praticante da thesouraria
provincial Juvencio Temporal, e usando da auto
risacao que lho confere o art. nico da lei n. 541
de 26 de junbo ultimo, retolve conceder ao mes-
mo praticante um anno de licenca para tratar de
sua saude onde lhe convier e com os seus res-
pectivos venicmenlos.
Despachos do dia 31 de julho.
fequerimentos.
Francisco Ferreira do* Saotos.Passe portarla
concedenlo a prorogacao pedida.
Faustinana Raymunda Torquatados Prazeres.
Indeferida por nao existir vaga.
Jos Gome* Coimbra. Informe o Sr. Dr. juiz
de direito da 2a vara desta capital.
D. Maria de Jess Pimentel.Dirija-se ao Sr.
Dr. provedor da Santa Casa de Misericordia.
Manoel Domingues de Sant'Anna. Em villa
da ioformaco nao pode *er atleodido.
D. Maria Joaquina de Albuquerque.Indeferi-
do por oo exsiir vaga.
I*TEBUR
to edirecg&o. Communicou-se ao inspect
thesouraria de faztnda.
Dito ao mesmo.Em cusnprimeoto do aviso da
reparlicao da mirioha de 22 do correte, o au-
toriso a mandar colloear cinco bicos de gaz para
o illuminaco da casa da inspeccao desse arse-
nal, conforme V. S. aolicilou em aeu ollicio de 2
da noverabro do auno prximo pasaado, sob n. 3,
que fice assim respondido. Communicou-se a
inspector da thesouraria de fazeoda.
Dito ao meimo.Communico a V. S. para seu
coohecimento e direceo que, segundo coniti de
aviso ds reparlicao da marioha de 24 do corren-
te, S. M. o Imperador por decreto de 21 deste mez
bou re por bem conceder ao pralico-mr desta
proviocia Joo Francisco Pardelhas a irraduacao
do posto de 2 teneole da'armada. Comrouni-
cou-ie ao capilSo do porto, commandante da es-
tacao naval e theaouraria de fazenda.
Dito ao meimo,D V. S. as necessarias pro-
videncias am de que a africana livre de nome
2oona Thereza, que se achara ao ervico do ho*-
pital dos lazaros, e fra removida para eise ar-
senal, aeja substituida por outra, mandando mais
para o mesmo hospital um dos africanos existen-
tes oesse estabelecimenlo.
Dito ao commandante da estario nava!.Cons-
tando de a vis do mioislerio da jusiiga de 22 dea-
te mez, que no primeiro navio de guerra que
chegar ao pono deila cidade tem de vir o senten-
ciado Joao Caocio sfim de cumprir no presidio de
Femando a pena de gales perpetuas em que foi
conmutada a de morte a que fra condemnado,
disso previno a V. S. anm de que opportuna-
mente o manda apresentar com seguraoca ao
Dr. chefe de polica para ter o conveniente des-
tino.
Dito ao director do arsenal de guerra. Con-
Irate V. S. o traoporte para o presidio de Fer-
nando no hiate Sergipano, dos quatro volume*
mandados entregar neise arsenal pelo brigadeiro
commandante da* armas, cooforme dedarou-me
este.em officio de hontem datado, sob n. 1461.
Comnrfenicou-ie ao commandante das armas.
Dito ao mesmo.No caso de nao ter ain la se-
guido para o Piauhy o eartuiame que com cio-
coenta carabinas a Miui foi enviado em margo
ultimo pelo arsenal de guerra da corte na barca
''ranaca com destino aquella provincia, trate V.
S. de promover easa remessa com prest ex*, se-
gundo determina o aviso da reparlicao da guerra
de 14 do correle.
Dito ao superintendente interino da estrada de
ierro. Accuse o recobimeote do officio do Sr.
superintendente interino da estrada de ferro do
Reeife a S. Francisco de 28 deste mez, acorapa-
obado de copla do que dirigi ao eugenheiro lis-
cal sobre a abertura e recebimeDto de urna por-
co da liona frrea que deve concluir-se at o
fim do prximo mez de agoito. Nesse officio de-
clsra o Sr. superintendente interino que na by-
polho?e de nao julgar esta presidencia conve-
niente resolver a materia independente de ouvir
o governo imperial, acompanbia se acha dispot-
ta a proseguir em seu intento com a simples as-
aeverago de que a presidencia recoramendar ao
mesmo governo a dop;o do seu plano. Em res-
posta cabe-me declarar ao Sr. superintendente
interino que concordando com a opinio do eu-
genheiro fiscal oa primeira oppurtunidade darei
de ludo coota ao gove lo imperial solicitando as
auaa ordens no aen %ie ser adoptado o referido
plano.
Dito ao engenheiro Jos Carneiro da Rocha.
Tendo designado V. S. e aos engeoheiros Joa-
quim Pires Cirneiro Monteiro e Gervasio Rodri-
gues Can.pella para comporem acommiaso que
nos termos do art. 2* da lei n. 518 de 21 de juaho
prximo passado, tem de examinar e approvar os
planos e ornamentos das obras para a collocagao
de carris de ferro denominados trilbos urbano*,
a partir desta cidade al Apipucos, asiim lhe o
communico para seu conhecimeoto esperando do
seu patriotismo que se prestir de bom grado a
casa incumbencia. O* papis serao prsenles a
commisso logo que ella os solicite.
Dito ao juiz de direito do Cabo.Pelo seu of-
ficio de 94 deste mez Qquei intairado do que
Vmc. commaoicou-me com referencia ao estado
sanitario desia comarca e em reapnita tenho a
diier-lhe que eom imtrnccoes para sua applica-
cao incluso lhe remeto tim tubo de peona com
seis ditos capilares de puz vsccinieo para aerem
ahi convenientemente distribuidos como Vmc.
aolicilou.
Dito so juiz de direito de Garaohin*.Respon-
do ao seu ofieio n. 42 de 21 do correte em lr-
.j qua rePte>tou o respectivo delegado,
profldeaciet para que seja restabelecido o desla-
cimentto da villa de Garanhuns. Quinto ulti-
ma parte do aeu citado officio relativamente a
remessa dos reos que devem responder ao jury
no termo do Buique em aetembro vindouro, dei
disso conhecimento ao chefe de polica interino
para o Sm convenientes.
Ro di: .ivx-hki
Rclalorio do ministerio da fazenda
apresenlado a assembla geral Ic-
gislaliva na segunda sesso da dci-
ma primeira legislatura pelo minis-
tro e secretario de estado dos nego-
cios da fazenda Jos Maria da Silva
Prannos.
(Continuar.ao.)
LE N. IO<30 -UU ZS-UE AUU.it U
EXECL'fAO Da
DE 1860.
Permuta de sccoes das estradas de ferro por
apoliees.No relatorio do anno passado dei coo-
ta circumslanciada de ludo quanto tioha occorri-
do a respeito desta importanto operaco, levada
a effeilo em virtude'da autorisicao concedida no
art. 5 da lei de 22 de agosto de 1860 ; mostran-
do ao mesmo tempo o numero de acedes das ei-
tradss de ferro de D. Pedro II, d* Babia e de
Peroacnbuco, que foram permutadas, o das apo-
liees da divida publica interna de juro de 6 por
cento dadas em troco das referidas acedas, e a
somma recebida em dinheiro pira completar o
valor nominal das raesmas sccoes.
Expuz tambera extensamente as razoes em que
se fuodou a resolucao tomada pelo governo de
aobr'estar na referida operaco ; e hoje devo ae-
crescenlar que essa resolucao foi manlida, nao
se tendo aceitado desde eolo nenhuma das pro-
ponas que se offereceram para trocado acedes da
estrada de Peroambuco.
As permutas que tiveram lugar posteriormen-
te, de 20 acedes da estrada de ferro da Bahia a de
296 da de Pernambuco, eram traosacedes j re-
solvidas em Londres pelo ministro de S. M., em
cumprimeoto das ordens e inslruccdes que lhe
expedir o thesouro antes da mencionada reso-
lucao.
A tabella que junto a este relatorio, sob n. 52,
aprsenla urna demooslracSo de todas ss circuios-
tancias relativas operaco da permuta de acedes
das estradas de ferro por apoliees de divida pu-
blica interna ; de modo que pode formar-so por
ahi urna idea completada marcha da mesmaope-
raclo.
V-se da referida tabella, alm de varias os-
tras particularidades, que o Estado hoje pos-
suidor de 50,052 acedes: 35,483 di estrada de
ferro de D. Pedro II, parte das 60.000 emiilidas
por esta companhia ; 1,020 das 90,000 da da Ba-
hia ; e 13,519 das 60,000 em que sa dividi o ca-
pital primitivo da de Pernambuco.
0 capital realisado das sccoes permutadas im-
porta em 6,470:156^194, e a differenca para o
seu valar nominal em 3,280:312J>223, que o the-
souro receben em diohero. A somma daquel-
las duas parcellts monta a 9,750 768#417, cujo
pagamento exigi a emisso de 9,744 apoliees de
llOOOfOOO, 4 de 600*000 e 8 de 4008000, perta-
zendo todas a lomm* de 9,749:6000,000.
Pagou o Estado, pelos juros dessas apoliees at
dezembro de 1861, a somma de 797:976j000, re-
cebando ao mesmo tempo 635:060^634, juros das
acedes de que posiuidor. A dilferen^i desias
duas quantiss. tu 162:915g366, pode dizer-se
compensada pelo uso dos capilae* que entraram
para o thesouro, oa importancia de 3,280:3129223,
por effeito da operaco.
Nenhuma troca se realiiou'de acc.5es das estra-
das de ferro ds Bahia e de Peroambueo por apo-
liees da divida externa do juro de 4 1/2 / ope-
raco alias tambem autorisada pela referida lei,
e pelas rleos expedidas legago imperial em
Londres; e assim era de esperar desda que fe-
lizmente as ditas acedes nao desceram de valor a
ponto tal, que bouvesse vantagem na permuta
de uos por outros ttulos, compensando a diffe-
renca do* capitaea realisados o do preco das ac-
edes, que seriara recebida sem descont, a dif-
ferenca eolre o juro de 4 1/2 e o de 7 /# garan-
tido s mesmas emprezas.
As apoliees da divida publica interna fundada,
que no comeco da operaco da permuta tinham
o prego de 106, e baixaram at ao de 93 e 92,
oo tiveram miior depreciado depoia que foi sus-
pensa aquella operaco ; pilo contrario subiram
algum tanto de valor, sendo hoje coladas oa pre-
ga do Rio de Janeiro pelo preco de 94, e tendo
bavido vendas embora de pequea importancia,
pelo de 95.
Depoia que o Estado tornou-se poisuidor das
1,020 acedes da estrada de ferro da Bahia, o das
13,519 da de Peroambuco, cada urna dettss com-
panhias fez tres chamadas de fundos, s quaes o
thesouro sstisftz pontualmiDte; a primeira na
importancia de S 5,000, ou da 44:444$443, pelo
cambio de 27, e a aegunda no valor total de S
64,306, ou de 571:6085868. palo mesmo cambio.
Ambas eilas quaatiss montana somma de. .
616:0533331.
Aisim que, os 3,280:312^223, que o thesouro
receben em dinheiro pela nparaco da permuta,
achav*m-se reduzidos em 31 de margo passsdo a
2,6t)i:253i892, Qcaodo diminuida dos referidos
616:0539331 a parte da divida fluctuanle desta
procedencia.
A j citada tabella n. 52 conten os mais minu-
ciosos escUiecimaatos sobre esta materia.
Diversas questoes.Pira compriroento do dia-'
poato no 3' do art. 1 da lei n. 1,083 de 22 de
agosto de 1860, exped aviso ao presidente de
Peroambuco, declarando-lhe que o banco da
mesma provincia eslava obrigado restringir 3
Yo no mximum fundo para sua emisso pela
tabella anoea ao decreto d. 2 685 de 10 de no
vembro de 1860, visto nao ler se habilitado para
trocar suas notas por ouro, como manda a mes-
ma lei.
Aos do Maranbo e do Rio Grande do Sul se
diste anda na mesm dala que, nao tendo os
bancos de suas respectivas provincias aprsenla-
do ao governo, no praso da le, a competente
proposts para Qxacao da somma de seus bilheles
ou notas que deveria ser retirada da tirculaco,
a conclusao que se devia tirar era ou que os mes-
mos bancos estavam habilitados para o pagamen-
to de suas notas em ouro, ou que deixavam de
cumprir o precelto legal; que, oa aegunda hy-
potheie, podoslo a falta er occaionada por at-
tendivei* razoes, aquelles funecionario*, urna vez
que se convencessem da existencia e pliuiibilt-
dade de lies razoes, Qcavam autorisados a mar-
car aos referidos bancos a reduego de 3 / na
emisso que Ibes fra Qxada.
Por circular do 1* de junho do mesmo anno,
expedida de cooformidade com a imperial reso-
lucao de consulta de 15 de maio anterior, toma-
da sobre parecer da sec;ao de fazenda do conse-
lho de Estado, se declarou aos Qicses dos bancos
que o governo imperial oo intervem no maneio
e direccao das associacoes bancaria* teno deci-
dindo, na forma da 1* parte do 7, art. 1* da
lei de 22 de agosto de 1860, se aevem ou oo
ser executadas as deliberacdes das directoras,
que forem suspensas pelos mesmos flscaes.
Por aviso de 8 de jolho, expedido em virlude
da imperial resolucao de consulta de 3 do dito
mez, lomada sobre perecer di seceso de fazenda
do consolho de Estado, declarou-se presidencia
do Cear :
Io Qoe a prohibicao de emittir, ou conservar
na eircelico, bilhetes, notas, vales, livrangas e
Ocas, ou qualqusr titulo, papel ou escripto, de
que trata o decreto n. 2,694 de 17 de novembro
de 1860, art. Io Io, comprehende todo e qual-
quer individuo e toda c qualquer associaco, co-
mo expreiso no art. Io 10 da lei de 22 de
agosto, excepcao de bancos e banqueiros ou
negociantes que estejam nos casos especificados
no art. Io nico do citado decreto.
2* Que o dilo decreto se refere a lodo e qual-
quer papel ou titulo ao portador, ainda mesmo
com praso, exceptuados smenle os de que falla
0 citado nico, sendo certo que o 10 do art.
1* da lei o. 1,083 alterou o art. 426 oo cod. do
comm., na parte concernente aos ttulos ao por-
tador.
3o Q*e o decreto n. 2,604 extensivo aos Utu-
tos ao portador emittidos antes da sua publicaco,
como esl declarado no art. 2.
4o Que a sancc3o penal do art. Io j 10 da men
ciouada lei nao pode recahir, nodo o praso de
tres mezes do decreto, sobre os emissores, quan-
do provarem haver empregado todas as diligen-
cias paia a retirada de seus ttulos ao portador.
oui'iiiuui ames -Ja pDIcao ua.-jueila le. oem
sobra os portadores desses ttulos, que os con-
servaren! em seu poder por circumstancias inde-
pendentes de sua vontade; condicdeseitas, cuja
apreciagao di competencia das autoridades a
quem incumbe impdr as penas ao* infractores da
le n. 1,083, conforme o art. Ia 10 desta, e os
arts. 3' e 4o do sobredilo decreto o. 2,649.
A imperial resolugo de consulta de 13 de ju-
lho tomada sobra parecer da secgo de fazenda
do conselho de Estado estabeleceu :
Que, posto nao estejam os Qscaes dos bancos
comprehendidos entre os funecionarios e eropre-
gados pblicos enumerados nos arts. 2* e 3 do
codico commercial, e nem a lei de 22 de agosto
de 1860 e nem os regulameotos expedidos para
sua execuco prohibam aos ditos tlicaes serem
accionistas, ou lerem transacedes com os bancos
em que servem, todavi* parece muito acertado
ordenar-lhes o governo que evltem contrhir
quaesquer empenhos on obrigagdes pecuniarios
com os estabileciojentos em que servirem, visto
como o proiedimento contrario enfraquecer-lhes-
ha a torga moral de que necessitam para bem
cumprirem os deveres do seu cargo.
Outra rusu'.urao ds mesma data, tomada sobre
parecer da seceo de fazeoda do conselho de Es-
tado, acerca de'urna consulta da soctedade ban-
caria < Commercio eslabelecida ns Bahia, de-
clarou :
Que o art. 10 do decreto n. 2,685 de 10 de no-
vembro de 1860, embora mande cootar o quln-
quennio para sobsttuigo dos directores dos bn-
eos da data da lei de 22 de agosto, nao leve por
fim alterar as pocas dss eleigdes marcadas nos
estatuios daquella sociedade.
Que a anliguidade, a que se referem a lei nu-
mero 1,083, o citado decreto e o de 10 de setem-
bro de 1860, arl. 56, a do cirgo de director, a
contar da data do respectivo exercicio, e nao a de
accionista do banco.
Que o devedor sociedade poder ser eleito e
exercer o cargo de director, oo outro qualquer
da sociedade, deide que nao houver disposigao
de lei, de regulamento cu dos estatuto*, que o
declare incapaz de ser eleito, ou de exercer as
funcgdes de director, ou quilqner outro cirgo,
emquanto fdr responsavel para com a sociedade
em que tem de servir os referidos cargo*.
Que entende acertado recommendar-se so fis-
cal daquella sociedade se absteoha de lngerir-ae
as deliberagdes quer da directora quer da as-
sembla geral dos accionistas, quando nao tenham
inlims ligago com as prescripgdes da lei de 22
de agosto ; porque de receiar'que. a demasiada
e deioeceisarii intervengo do* Qicaes na geren-
cia dos banco* possa fazer acreditar que hi entre
ease* estabelecimenlo* e a administrago publica
urna eipecie de solidariedade que o governo nao
pode nero,deve aceitar.
Por decreto numero 2,814 de 10 de agosto foi
fizado em 6:OOOgO0O o mximo do honorario do*
flcae* do banco da circulago deata corte e em
4:(J00&000 o do* Otcae* do* banco das provincias,
com excepgo do de Pernambuco, que pelas cir-
cumstancias especiaes do mesmo banco reconhe-
ceu-se nao dever exceder de 3:000$000.
Constando ao governo que a casa commercial
de Vergueiro & C, esttbelocida na cidade de S.
Paulo, emittira vales vista e ao portador, o*
quae* estavam sendo recebidos com o descont
de 20 e mais por cento com prejuizo dos respec-
tivos possuidores; e sendo semelhaote emisso
exprenimente prohibida pelo artigo primeiro pa-
ragrapho 10 da lei numero 1,083 de 22 de agosto
de 1860, e artigo primeiro do decreto numero
2,694 de 17 de novembro do meimo anno ; re-
commendei so presidente daquella proviocia, em
aviso de 14 de outubro de 1761, que expedisse as
convenientes ordens ao chefe de polica para a
cohibir, no easo de que a ella sieda se estivesse
procedeodo, e fazer recolher dentro de um pnzo
mprorogavel, o por seu valor integral, os bilhetes
que exislissem em circulago; impondo em todo
o caso aos delioquentes a multa combinada nos
arligos cima citados.
Em officio de 23 do supradito mez de outubro
responden aquella presidente que ficavam dadas
as necesssrias ordens ao ebefe de polica para o
indicado fim.
Por aviso da 21 de dezembro foram supprimi-
dos os lugares de Qscaes do banco c Commer-
cio e das caixis a Reserva Mercantil >, Com-
mercial >, < Economa > e de a Ecooomia na
Baha, seodo a inspeccao e Qscalisago, que os di-
tos fiscaes exerciam, suppridas por coramisioe*
da thesoursria de fazenda, ou oulrsa especises,
em pocas certas ou extraordinaria, D0, termos
1 da legislado vigente,
Por aviso da mesma data aupprimio-se tam-
bera o lugar de fiscal do banco do Rio Grande do
Sul, cujas sltnbuicdes de inspeccao e flscalisa-
gao foram incumbidos igualmente a commisses
da thesouraria de fazenda, na forma cima de-
clarada, por tero dito banco recolhido toda a su.
emisso.
.... Bancot.
Sob O tituloMeio Circulanteacabo de dir-
vos urna soccinta idea do estado dasemissQe* do*
rsmrswiM bancos que is podem realisar.
Noticiei-ves igualmente a negociago entabo-
lada entre o tres bancos emissores dest* corte
para concentrar-se somente no banco do Brasil a
facoldado de emittir notas promissorias vista e
ao portador, e as bases em que asseola essa ne-
gociago.
Podeodo interessar-vos o conhecimento do que
de mais importante occorreu, depois da apresn-
tago do ultimo relatorio, tanto no que respeita
ao referidos tre* bancos, como a todos os outros
estabelecimentos bancarios que se achara aob a
flicalisago deste ministerio ; e devendo mesmo
informar-vos do cumprimento que o governo tem
dado dlposicdes da legilaco em vigor, que
oincumbem de vigiar a marcha administrativa
d este* etabelecimentos, passarei a oceupar-me
de cada um delles em separado.
Bioco do Brasil.A emisso d'esse banco, que
garantida pelo seu fundo disponivel, esteve
sempre quem da autorisada. Para conhecer at
onde ella pode chegar, deduz-aede capital reali-
sado :
1* os das caixss flliaes;
2 a importancia de 10,000 contos do papel moe-
da rematado ;
3 o valor dos predios dos bancos;
4 o da mobilia e mal objecto* de *eu servi-
co; e o resto a base sobre a qual o banco pode
emittir at ao triplo.
Alm des* emisso pode o banco fazor urna
outra addiconalcorreipondente ao valor da moe-
da correle, ou ouro em barrado viole e dous
quilate*, avallado pelo preco legal, que tiver em
caixa.
A tabella n. 53 mostra que para preencher o
capital anda tem este banco de fszer chamada* no
valor de 7,440:000j;000, pois que t tem realisado
22,560:0O0O0O.
A elevada somms de 1,025:3558205 que cons-
titue o seu fundo de reserva asss sufficien-
te para preservar o banco de qualqner abalo pro-
veniente de mo xito em suas operagdes ordina-
rias.
Os dous dividendos ltimos foram de 10, 1 por
c ento lfobre o capital realisado.
Da nfesma tabella v-se que as operagdes de
deiconioa foram sempre superiore* omma emit-
lida, cobo i determinado nos estalutos.
Por dlcreto de 7 de abril de 1860 o governo im-
perial, ampliando a concewo que em 14 de maio
de 1858 navia feito, presto a su* garanta para
que o banco do Brasil pude**e contratar com al-
gum das da Europa a abertura de um crdito at
S 787,500. que o habilitasse para as soas opera-
gdes de cambio.
M&,lftM0 o nosso ministro em Londres se
uevia sBttsrrjtrff su'u-si^nie aquena cumcaj a
goverogimperial, a pedido do binco e sobre pa-
recer d secgo de fazenda do conselho de Estado
confirraia-se a referida dellberago, em virtude
da qual p mesmo banco poda celebrar um novo
cootratBJna praga de Londres, do qnal den pleno
conhecimeoto ao governo.
O decreto numero 2,785 de 10 de novembro de
1860 determina que para computar-se o fundo
disponivel do banco do Brasil dever-se-ho de-
duxir do capital realisado asquantias distribuida
s caixss Alises para Ihes servir de capital, ou
poz empresiimo em conta correte simples ou
com juros.
Eotrou em duvida se esta disposigao era ou nao
spplicavel ao movjmento de fundo entre as diver-
sas caixis da meimo estabelecimenlo, isto s
sommas que a caixa matriz preatasse ou recebes-
se das suas flliaes, sem desfalque dos respectivos
capilaes em reierva, nicos que os estatutos de-
noraioam fundo ditponivel.
Sendo ouvida a secgo de fazenda do conselho
de Estado, o governo resolveu que a citada dis-
posigao preiupuoha o caio de que os empresii-
mo* reslisados entre o banco do Brasil e suas
caixss flliaes sahissem do seu fuodo disponivel,
desfalcaodo-se o de umi crixa e crescendo de
igual somma o capital de outra que podara emit-
tir mais o dobro desse augmento. Sempre que
o movimanto de fundos se faz com as quanlUs
tomadas a premio ou em cootas correles, a de-
dacgo oo tem lugar, porque nao s se d o tac-
to de sahir de ama caiza parte do seu fundo dis-
ponivel para retorgar o de outra. Atsim enten-
dida a disposigao do decreto de 10 de novembro
de 1860, nao pode ella estnrvar o movimento de
fundos que se effectu eolre a corle e as provin-
cias pelo intermedio do banco do Brasil e de sua*
ciixii filiae*.
Por officio numero 60 de 3 da maio de 1861, o
presidente do banco do Brasil communicou ao
governo que todos os directures do banco haviam
deliberado desigoar os seus lugares e convocar
una sesse extraordinaria da assembla geral dos
accionistas para era suas mos deposilarem o
mandato que Ihes fdra confiado.
Em resposta deelarou-se-lhe por aviso da 11
do mesmo mez e anno que, posto fosse um caso
nao prevlo no* estatuto* daquelle estabeleci-
menlo a renuncia simultanea de todos os directo-
res, e mais sensivel se tomassa a oceurrencia por
dar-e n proziroidade da reuoio annual ordioa-
ri, todavi nao caba ao governo, a lim asiem-
bha geral dos *ccioni*tas, resolver sobre os acto
de seus mandatarios, cujo servigo nao obriga-
lorio e providenciar, segando a resolugo tomada
na forma dos estatuto.
Tambem se declarou, na forma da imperial re-
solugo de consulta do 1 do referido mez, to-
mada sobre parecer da secgo de fazenda do con-
selho de estado, que a prohiblgo da lei de 22 de
agoito d6 1860, arl. 2* 12, relativamente pra-
tica de seadmittirem votos por procurago, para
eleigo dos directores e membros da administra-
gao dos bancos, nao se entende com os represen-
tantes necessarios on mandatarios legaes.
Por aviso de 17 de julho fez-s constar ao mes-
mo banco que o governo nada tinha qae oppor
medida pela respectiva directora, de fszer cessar
a substituigo das notas de 30>, urna vez que a
emisso da caixa matriz, representada por valo-
res inferiores a 50j>, estivesse nos limites marca-
dos pela lei de 22 de agosto.
A 18 se declarou anda a este eitabelecimenlo,
em virtude da impertal resolugo de consulta de
17, lomada sobre parecer, da secgo de fszenda
do conseibo de estado:
1.* Que a ius actual directora devia ser subs-
tituida pela quinta parte na prxima reunio or-
dinaria d assembla geral dos accionistas, aflm
de ser strictamente observado o art. 41 dos esta-
tuios e arl. 2o | 11 da lei de 22 de agosto ;
2.* Que s anliguidade dos actuaas directores
s pode ser contada do dia da ultima eleigo para
os que nao faziam parte da directora que resig-
nou os seus lugares; sendo que aos reeleitos se
devia ter em coota a anliguidade que tinham na
directora demlssiooaria ; que a directora eleita
em maio, seodo continuadora da que neata poca
deixou de existir, pBlo fac da demisio dada
por lodos os seus membros, devia sujeilar-se a
ludo quanto na lei e uos asstalos lhe dissesse
respeilo, e consegaintemeole nao se poda, sem
substituir s disposigoes legses um expediente
arbitrario e nao iseoio de inconveniente, preterir
a renovago na poca ordinaria o deixar de con-
tar aos directores reeleitos o seu tempo de ser-
vigo como membros da directora substituida
qae nao si ios directores reeleitos caba cent-lo
desde que haviam entrado no exercicio deste car-
go, como tambem era certo que, em virtude do
art. 2 { 13 da lei de 22 de agoito, os tres direc-
tores mais antigos da directora demrasionaris,
que tinham do ser anto substituidos, anda que
nao fizessem parte da actual, estavam iohibido j
de urna nova eleigo dentro do primeiro anno, i
que decorresse do dia de saa subslituigio, porque '
de outra sorle poderla ser frustrada s dispo*igo I
legal que prohibe a reeleigo immediata.
Na mesma data se declarou anda :
Que a nica altersgo feila pe* lei de 22 de
egoslo a respeito dos supplentes dos directores
dos bancos foi prohibir a sua reeleigo dentro do
primeiro anno contado do dia da substituto,
seodo esta a doutrina litteral dos j 11 e 13 do
art. 22 ds dita lei e do decreto n. 2";685, art. 10.
Consultando outrosim o mesmo banco se os Ires
directores demissionarios, que tinham de ler subs-
tituido na prxima reunio, em virtude do art.
11 dos estatutos, e que oo faziam parte ento da
directora, eram os nicos imhibidos da reeleigo,
ou se o iolerdicto era extensivo aos oulros direc-
tores demissionarios, que tambem e pelo mesmo
motivo tinham deixado de psrtencor adminis-
trago do banco em 21 de maio de 1861 ; respon-
deu-se-lhe, em data do 25, que aquella prohibi-
go nao poda ser ampliada alm dos termos ex-
pressos no aviso de 1T do mesmo mez de julbo,
sendo infundada a opinio que dera origem
consulta, e segundo a qual os accionista?, que nao
eram ento directores, e que, a nao dar-se o fac-
i de renuncia geral occorrida no mez anterior,
teriim podido continuar na administrago do ban-
co, Qcariam todava no caso dos inelegiveis;
Que a prohibigao militava cootra os primeiro,
porque os estatutos e a lai de 22 de agosto os
designavam para serem substituidos, e a reelei-
go immediata lhrs era vedada; consequenle-
mente que os outros demissionarios nao reeleitos
em maio ultimo se achavam fora di prohibigao
legal, por j o eslarem antes da sua renuncia, e
por oo serem na occaiio membros da directo-
ra que lioha de ser reoovada.
Em officio de 13 de junho consultara o presi-
dente do mesmo banco ao governo imperial sobre
a duvida em que se achava a directora relativa-
mente verdadeira intelligoncia do arl. 1*, 2',
o. 2, do arl. 1* da lei de 22 de agoito, compara-
da com a disposigao que lho parallela oo art.
4o do decreto n. 2,685 de 10 de novembro.
CoDsislia a duvida em julgarem alguna mem-
bros da directora que os 25 0|0, a que se tlnha
de restringir s emisso do bilhetes menores de
50.; e 255, deviam ser regulados pela somma to-
tal da emisso circulante no dia 22 de fevereiro
ultimo, quando expirou o prazo de seis mezes
marcado no sobredilo srligo da lei n. 1,683, sem
que o banco podisse abrir o troco de sua notas
era ouro, ao passo que, na opinio do presidente,
esse quantum referia-se emisso total permit-
ida pela lei e explicada pela tabella n. 2, annexa
ao referido decreto n. 2,685.
Para aisim pensar fundava-se o mesmo presi-
dente em que, se a lei quizesse referir-se emis-
so existente em circulago, na dats em que On-
dease o prazo de 6 mezes, dado para o troco em
l .V ?-V*. f >- !<-llr = J.'.,,,uHiaU
presssmente este caso, e nio se limitando a asar
das palavras emlssao total que parecem in-
dicar urna emisso j conhecida que nao pode ser
outra seno a de que fallam a mesma lei e regu-
lamento, os quaes. Cundo ama regra invsriavel
para a effectividade d* reduego, evitaram que
ejla podesse ir alm dos 25 0,0. quando a emis-
so se achasse quem do dito mximum, como
j acontecer na caixa matriz.
Sendo ouvida a secgo de fazenda do conselho
de estado acerca da duvida de que trata o citado
officio, foi esta de parecer que nenhuma diver-
gencia de doutrina existe entre a lei e o regula-
mento, a que a verdadeira iotalligencia e alcance
de ambas as disposigoes nao podem ser duvido-
sos, desde que se altender as consideragdes que
psssava a fazer.
Concordou a secgo em que mais positivos de-
verism ter sido os termos da le de 22 de agosto,
se ella qaizesse referir-se somma dos bilhetes
ero circulgo no prazo de 6 mezes, mas enten-
da tambem que outra devera ser a sua ledac-
go, se a mesma le tivesse em vista a emisso
maxim, a que se referir o presidente do banco.
No pensar da secgo as palavras emisso to-
tal nao designam orna etuissao j conhecida,
aim como certo que a disposigao da primeira
parte do art. 1 da lei de 22 de agosto nao se ap -
plica ao banco do Brasil, que, quanto aos limites
da sua emisso, se acha ainda sujeito nicamente
s regras de seus estatuto.
Consequeotemente, entenderam os conielhe-
ros de estado que ss palavras emisso total
oo se referem nem somma dos bilheles que
exisliam em circulago no dia 22 de fevereiro ul-
timo, nem to pouco da tabella n. 2 annexa ao
decreto n. 2.6S5, ma tim totalidade da emisao
que o banco tiver em quaesquer circumstancias
as mos do publico ; sendo que o peossmento
daquelle paragrapho que a parte da emisso
effectiva do banco do Brasil, representada por bi-
lhetes menores de 50$ ns corta, ede25 oas pro-
vincias, nunca dever exceder a 25 q;0 do alga-
rismo resultante da somma desses mesmos bilhe-
tes com lodo os oulros de diverso valor.
Observou, finalmente, a secgo, que nem de
outro modo poderia verificar-se a disposigao ci-
ma mencionada ; porquanto, sendo sabidas as ra-
zoes pelas quaes os bilhetes do banco oo devem
sahir da esphera das grande operagdes do com-
mercio para servirem de instrumento as peque-
as permuta, que o consumo diario exige, foram
certamente essas mesma razoes que levaram o
legislador a por limite circulago dos bilheles
de pequeo valor.
Que, marcar-se como limite urna somma certa
e determinada, fra desconbecer que o mal, que
se pretendeu evitar com tal disposigao, depende,
oo da quaotia absoluta dos pequeos bilhetes,
mas de sua rclsgo com a dos de raaior valor ;
lotelligencia esta cootra a qual nao se pode op-
por a impossibilidade, em que algma vez se
ache a directora do banco, de manter a relago
de 1/4 entra duas quantidades, das quaes urna ao
menos pode vsrisr indepenlentemente da vonta-
de da mesma directora : 1*. porque o limite dos
bilhetes de 505 a 259 e um mximum do qual
dever o banco approxiraar-se maiio ; 2a, por-
que, anda qasodo essse mximo possa ser ullra-
passido momentneamente por circumstancias
albelas dos actos da admiaUtrago, poder esta
sempre empregar meios de reduzi-lo com facili-
dide aos limites legaes.
Que, podecdo dar se semelfiante emergencia
a respeilo da regra que lhe prescrevem os estatu-
ios, de oo elevsr a emisso cima do duplo do
fundo disponivel, nem por isso trsosgresso mo-
mentnea desse preceito poder constituir urna
viotago dos mesmos estatutos, se for devida a
esusas que a directora nao possa remover.
Conformaodo-se sua magostada o Imperador
com este parecer por sos imperial reaolugode
10 de agosto, assim foi coramunlcado ao referido
presidente do banco em 26 do dito mez.
Emdata de lOdeselembro declaro te ao ban-
co que o expediente, lembrado pelo seu presi-
dente, de adisr o preanchimenlo das vagas de
sapplentes dos directores par a occasio em que
se lornsse indispensavel a eleigo deslas, o que
o governo, pelos motivos axpostos no officio do
dito presidente, entenda daver aer adoptado;
porquanto oo contrartava nenhuma disposigao
legal, e era determinado, por urna circunstancia
eventual, que com o lampo bavia de provaval-
menle desapparecar.
Por occasio da licenga concedida ao presiden-
te do banco, para tratar de sua saude fra do im-
1 perio, coa termo* do art. M dos estatutos do
mesmo banco, poz s respeetiv. directora emd-i-
vida o direito que podes*, ter o se. praasj.ui*
a percepgao do veotiineuto durante ea >oti l-
menlo, e deliberou que o abono do hon-.-rano i
tinha lugar no caso de efeelivo esarcicio. Sea-
do esta negocio Irazido ao conhecimeoto d* go-
verno, e lubmetliJo ao exam da secgo da fa-
zenda do conselho de Estado, foi decidido do -
guinle modo ;
Que pertenca a directora avallar *e o presi-
dente, demodo de comparecer pr roa. da
quioze da, deve ou nao contiauar a perceber o
eu honorario ; masque a mesma directora nao
?5 V*,rei, de ele'ecr que .... honoraria
e dividido somente .ocaso de elTecliv ezerci-
co ; porquanlo fora lata revogar a expresa* di*-
poigo da ultima parte do arl. j do* esta-
tutos.
Outrosim, qoe recoobecldo o direilo da direc-
tora para avallar as circamslaocias em que a>
presidente deve continuar a perceber o aeu ho-
norario, quanlo o Impedimento exceda a jsssaasj
dias, pode a deciso em alguna casos *r offe .ji-
va dos mteresses do presidente, ma que er.ij.
lica a este salvo o recurso para o tribuoee* ju-
diciarios, onde dever er reolida queiiao.
Foalmente por aviso de 18 de outubro, exce-
dido em virtude da imperial resolugo de enn-
sulti de 16, tomada sobre parecer da s.eg)
fazend* do conselho de estado. t declaro, ao
presidente do banco do ftratil qae s dipoic>es
do g 11 e 13 do anigo 2. da lei o. I.UM b*m
sao applicavei* aos directores a suppl.utes das
caixas lilises do merao banco.
Caixas flliaes de Minas e S. Paulo. R-uno
aqu estas duas caixa, porque ella* pod-rc er-
vir-se do fuodo dispooivel da caizs matriz pars
garantir parte de sua emisso ; o que nao li-
cito s cutres.
Para dar urna idea do modo romo se fz sa*
emisso, direi que, nao tendo a da S. Pealo em
caixa.no mere conslaule da retpectiva tabel-
la, mu.da torrente, ou ouro em brrs, na im-
portancia do aeu capital, pedia emiilir o du-
plo da somma que represenlassem os ditos valo-
res recolhido* a -u cofres. A lab-i.a o. 54
mostra qual a importancia nestas circamsian-
cias.
Entretanto a emisso qae, seguodo esta rera.
nao devera psar, no mez de abril de 1860 por
exemplo, de 977:6258000, ebegou a 3,J05ciHiO .
parecendo primeira vista qoe ho.ve eicesso.
Devo, porm, notar que, podeodo eti can*
emittir oo l pelo sea fundo disponivel, mas
aioda pelo do banco do Brasil, s^rvi.i-ee. pera
gar.nlr sua emisso, de 2,227.4J5JOO0 perteo-
centes so fundo disponivel deste ultimo banco.
V-se da tabella das operagdes do banco do
Brasil, qus as columnas da emiuo s figura
como ezcesso da suloriiago oes, mez e q lia de 1,376:6165000 ; mas, sa llendr-s* a <\ o banco tinha em nota daa caixas filiaes a sosa-
ina de 1,034:1109000, que reunida aquella q.an-
ua faz a Importancia de 2,4IO.726t00O. tonhe-
cer-se-ha que o referido banco poda fomecer
aquella fuodo, deduziodo da aua proprie emis-
so a somma representada pelas dita* sota*.
Os Jc.-t.uu!U* U icl.u. luais a.mpre Oe luau-
ti* inferiores a smisso, mis juntando s elle* os
valores dados em cootas correles, muilo em
o nsquolla provincia, oo resta duvida de q.e
as lranscgdes deste genero forsm superiores a
somma emitid*.
A caixa filial de Minas linh* emittido em fe-
vereiro passado cerc* de 1,500 conio (iab.ll* n.
55), e algumss vezes antes deste mez q.eolias
excedentes a este Igaritmo. Posto que sua
emisso autorisada oo deve*e auingir juelia
quaotia, assim mesmo nao bouv. esceeso de .-
mitio, visto como a caiza leve por vezes em
seus cofres importantes sommas em nota* da
caix matriz, as quaes deixavam de fazer as
funcgdes que sssumism as da caixa filial. Coo-
seguintemente, a emisso do excesso que pps-
rece sobre s autorisada, foi feita por conta do
fuodo disponivel do banco do Brstil.
Suas transscgdes sao oa mxima parte reali-
sadas por cootas correle* ; e sendo estas ss
operacoea mais usuaes naquella proviocia, <4 S4
que suaimporlaoci e as das letrsa descontadas
excedem muito a emisso.
Caixa filial do Pr.Esta caixa aprsenla di
tabella n. 56, nos primeiros meze hi dei|tna-
dos, um* somma de operagdes de deseont* c.
contas correles inferior a emisso ; o qae oara-
ce contrario ao* estatuios : preciso, porm,
attender a que, xislindo no banco do Brasil al-
gumas notas por ella emitlidas, como ae d.pre-
hende da tabella do dito barco, eal* ficto redaz
a emisso, e a aomma diquella* opertges fica
dentro do* limite* legaes.
Caixas UliaeR da Baha. Peroambuco, Maranbo
e Rio Grande do Sal.Nenhuma ob*ervag citara estas caixas. Su* emisso o operagdes
de deacootos foram regulare, e Ocam claramen-
te conhecidos, coo*ulteodo-*e ss tabellas ausae-
ros 37 a 60.
Banco commercial e agrcola.Terasinoei
rsgate das notas menores de OfOOO, preen-
cheodo se o vacuo que deixaram na emisso
com outra de valores superiores. Foram reco-
Ihida 1.060 notas de OJOOO, 519 de 2113000 e
276 de 30S000, todas na importancia de -29:2609.
Nao (ppareceram i subatiluigo 664 notas a
IO9OOO, 402 de 20S0O0 e 57 de 30*000. 01 Impor-
tancia de 19,3909000, a qual nao eotrou ainda
para o thesouro nacional.
O descont progressivo, na razo de 10 pac
cento em cada mez, que aoffreram as notsada-
poi* de fiado o prazo dado para a substituigo
sem descont, produzio a quautia d# 7:225*J0OO,
que lambem nao est aioda recolhido ao iha-
souro.
Recorreodo-se tabella n. 61 deata banco, vi-
e que a enisso circulante foi compre de reta
7.237:9G09O0O, igual autorisada palo decreto a.
2,695 de 10 de novembro de 18C0.
Pelas mesmas razoes porque soffreram oso*.
Iros bancos urna reduegao da 3 0|fj na faculdsda
de emiitir, se marcou a este o limita da ria
7,020:750}000, limita que, como sabis, vai sera-
do annualmenl reduztdo, emquanio nao se veri-
ficar a condigo do troco em ouro.
A garanta da emiato dete eatebelecimanto.
que diffareote da do outros banco creados aor
decretos do poder sxecutivo, coosla da 4,2X7
apoliees da divida publica, 00 valor nominal da
4,284:0009000. obre que pode emittir igual qosa-
tia, e de nota do thesouro e ouro ns mporlsa-
cia de 1,080.0509000, que lhe d direito emis-
so do duplo.
Com esta garanta nao podi* o referido asaco
langsr na circulago mais do 6,417:IOOfOO da bi-
lheles ; a como posss psrscer da mesma tabella
que elle enmura "cima desta qusnia, eoovaa
dizer que da tomona de 7,237:9009000, coost.nta
del la como circuanla, preciso deduzit as aolaa
recolbldas caixa qoe, segundo o relatorio m
respectivo fiscal, importara em 7908009. Foila a
deduego desapparace o excesso.
O fondo para o troco daa notas nao tata limita
noa estatutos, e por isso o banco alieroa cooUq-
temenla a quantia destinad pira asa. fim.
Em margo de 1861 leve 192:StOt6'j4 ; saa (o-
vereiro ultimo apenaa conserervoa 44.tij9iO.
A emisso foi sempre inferior i tomsaa doa va-
lores descontados.
Nao tem este bsneo oatra opersgaea alaa a
de descont e recebimenlo da diaaairo pre-
mio.
O saa (ando de reserva da 81.2609928.
O dividendo do* dous camastras Itissaafai
11 0|0 obre o capital.
No fim da agosto da 1861 havia ama aaaaaa ata
liquidigo de 87:2179971, cajo raaalUdo Bit) M
mencione, do relatorio da direceio.

'
TILDO
^_
ILEGIVEL




_
DIARIO DR PERNAMBUCO. SIGUNDA r#BA 4 DI AGOSTO DR Ui.
------------------------- w---------*rr-. ---------------------------
As aceces deste boceo teem tai eotselo abi-olicia para urna reuniSo de vadios, quo diaria-
*o do par. '. 1 BMnte tem lugar na ra dos Peleadores, em uto
Ao respectivo fical ol declarado, em cumpa-j sollo, e onde se cooTersa o miii Indecoroaamen-
ment da imperial resolocSo de consulta tomada te possivel, sem respeito s familias viziohas.
^
a 8 de setembro ultimo, sobre parecer daseegao
de faieada do conselho do estado, para que o Q-
zessa constar directora: que, urna vez lindo o
mximo da emisso desse estahelecimeoto, se-
gundo a regra prescripta no art. Io da lei de 22
le agosto, cujas disposicoes tato indubitavelroen-
le comprehensivas das respectivas caixas filiaes,
podia, elle, como fez, concentrar na caixa matriz
(oda a sua emisao legal, ou causerva-la distri-
buida como eslava, e preiuppoza tabella anoexa
ao decreto o. 2,685.
Conaequentaniente, os estatutos das caixas fi-
liaes de Campos e Vassouras, Uranio a estas
faruldade de emillir, nao fizersm niais do que es-
labelecer como preceilo legal urna providencia
que a directora do baoco eslava autorisada por
m praca, e nao alterara nem as disposicoes
da citada lei, nem as do decreto n. 2,585, ou o
computo da tabella o. 1, hoja modificada pela
reducto approva Ja por aviso de 31 de maio pre-
trito.
Ao presidenta do mesmo banco foi tambem
declarado em dala de 21 do referido mez de se-
tembro :
1.* Que, assim como o presidente e o vice pre-
sidente do bfueo eram sujilos eleico triennal,
(segundo fdra decidido por aviso de 15 de setem-
liro de 1858 n. 271), quando a directora se re-
novara integralmente de tres em tres annos, de
conformidade com o art. 70 dos estatutos, po-
dem elles boje exercer as suas funecoes durante
cinco anno, que o periodo da renovarlo inte-
gral da mesma directoria, em vir'ude da lei de
22 de agosto e decreto de 10 de covembro de
1860.
(Jiie esta disposico, porra, deveria ser enten-
dida aem preterido da regra geral, que a rnes-
ma lei ealabelece no art. 2o 11 para a renova-
Co annual dos directores ou membros da geren-
cia oo administraQo dos bancos, em cojo nume-
ro se coruprehendem os presidentes vice-presi-
denles desse estabeleclmento ; o coosequente-
mente que, quando, pela anliguidade ou sorte,
tocar a qualquer dos ditos funcionarios a subs-
tituido, conforme aquella regra commum a todos
os membros da directoria, deve elle deixar de fs-
zer parte deca, e ser substituido na forma deter-
minada pelos estatutos.
2.* Qje, conbecendo-se dos estatutos do ban-
co terem os teus fundadores querido que a res-
pectiva administrarlo estiveste aempre confiada
ao presidente, e s por interinidade ao vice-pre-
sidente, devia-se proceder nova eleiglo do pre-
sidente, dado o caso de fallecimento deste, logo
que lenha lugar a primeira reuniao da assembla
geral dos accionistas.
3.a Que o periodo da duracao das funeces do
novo presidente est subordinado s regras de
fubsIituiQao dos membros da admioistrac,o, con-
formo a reaposta dada to Io quisilo.
4. finalmente, que, dada a reouncis da um
dos directores do banco, o aupplente chamado
para tubsliiui-lo, deixa vago o aeu lugar, visto
que, segundo o art. 74 dos estatutos, os supplen-
tes devem preencher os lugares dos directores e
dos que resignarem o lugar.
Caixas filiaes de Campos e Vassouras. Estas
caixas redunram-se a estabelecimentos de des-
contos e depsitos. Suas operares constara do
quadro n. 62.
Banco rural e hypolhecaro. As notas de 20g
e :]} que este estabelrcimenlo havia emillido
acban ;e substituidas por oulras de valores su-
periores.
Restara apenas (ora do banco, sem Valor algum,
59 notas de 308000, e 177 de 20S00, ua impor-
tancia de 5:3108090, que j foi recoihiJo ao the-
Houro.
Os descontos que provieram da substituirlo
impottam em 3:2978, que do mesmo modo entra-
ran) para o thesouro.
Nao contando mais com aquellas notas, exis-
tia em circulagao em 31 de marco lindo, o se-
guinte :
1.012 notas do valor de 500g...... 506:0008000
2008...... 498:80050(10
1008...... 499:7008000
503....... 474:1008000
1.978:6008000
2,494
4,997 D
9,482 >
A emisso deste banco, autorisada pelo decre-
to d. 2.685 de 1860, de 1,992:300^000. A im-
possibihdade que leve de trocar em ouro suas co-
tas, na forma da lei de 22 de agosto, o obrigou a
roduaie 2 0[() n* itnpoitinc Morio*<1, todurejn
que devera effectuar al 22 de agosto de 1862,
seodo o novo limite de 1,932:5318000.
A garanta da emisso, stgunao se toda tabel-
la n. 63, consta de 1,006 apatices da divida pu-
blica no valor de 1,000:6008000, e de urna quo-
ta de carleira na importancia de 992 0858000,
formando o total da 1,992:6858000, quantia su-
perior emisso realisada.
O fundo para troco das notas, que devo ser
igual. 4a parte da emisso.figura neate|banco com
a quantia de 496:500(000, e por lauto, tambem
superior somma exigida.
A emisso foi sempre inferior somma das
letras descouladaa em qualquer um periodo do
baoco.
Suas operacoes teem sempre sido as de descon-
t de letras, emprestirnos sobre bypothecas a re-
cebimeoto de dinbeiro premio.
O fundo de reserva conservase ba muito lem-
po em 1,(00 conlos, por isse que o banco tocou
ueste pouto, o limito marcado pelos estatutos.
No aono prximo passado o dividendo deste
baoco foi de 10,01 00.
Conforme o relctorio da direcQo
de 15 de julho do anno passado, ha-
viam 15 letras protestadas, prove-
nientes de descontos, no valor de.. 166:4008000
m ttulos de liquidado.....408:0138126
Acha-sa em tal estado da mina a calcada
da ra da Aurora, desde a ponte at o templo dos
Ingieres, que etn breve se nao podar mala pai-
tar por ella ; e apezar dio o Sr. fiscal dorme o
somno do Indtfferentismo. Ser esse senhor fal-
lo de vista ? Tmlvtt I
A ponte velha do Recite amea;a eahir 'am
outro momento, segando informales de pei-
soas competentes, eentretanto se continia a per-
n.ittir a passagem por ella. Nao seria convenien-
te evitar desgranas, mandando-a, desde j, demo-
lir ou fechar ao transito publico, urna vez que se
acha promplo e entregue ao servico o paisadico ?
Na sexta-feira comeQaram os interrogatorios
do? empregados da sociedade em commandita
Amorim, Fragoso, Santos & C.; tendo sido j
interrogado! ocaiza, guarda-livros e encirregado
das negociares cambiaos.
O vapor de reboque Camaragibe, trouxe
sabbado para nono porto o casco do patacho hol-
landez Sara Hendricka, que seachava eocalhado
em Ponta de Pedras, e havia sido vendido em
leilo. Pelos exames que se procedeu, verifi-
cou-se ser diminuto o fabrico a fazer, podendo o
arrematante realisar urna verdadeira pechincha.
Repartijao da polica.(Extracto da par-
te do dia 2 de agosto.)
Foram recolhidos casa de detengo no dia 1
do correte :
A* ordena do Illm. Sr. Dr. chefe de polica,
Jos, pardo, de 20 annas de idade, escravo de
Burgos, preso pelo offlcial que eslava de estado
no quartel do hospicio por detordem.
A* ordem do Dr. delegado do 1/dislricto, An-
drAvelino da Silva, crioulo, da 39 annos, pe-
dreiro, por otTeoses moralidade publica e in-
solencias.
A' ordem do subdelegado do Recife, Jacinlha
Maris da Gonceico, parda, de 17 annos, engom-
madeira, e Antonia Hara da ConceQo, preta,
de 18 annos, tambem eogommadeira, ambas per
insultos e briga.
A' ordfim do da Boa-Vista Josepha da Silva
Vigoa Ferreirs, preta, lavadeira, de 19 annos,
por ferimeolos.
A' ordem do de Santo Antonio, Francisco
Ftrreira da Silva, braoco, de 21 annos, solteiro,
por briga ; e Rufina M-ria da Eicarncao, par-
da, coslureira, tambem por briga.
A' ordem do de S. Jos, Manoel Mua Ro-
drigues Granja, braoco, carpios, de 28 atos,
por insultos.
O chafa da segunda secc.o,
J. G. de Mesquita.
Passsgeiros do brigue inglez Stephen 4 Sa-
rah, sahido ptra Liverpool : Opitao R.de Gong
a sua senhora, e o piloto W. Kawer, aaufraga-
dos do patacho hollandez Kandricka.
Matadocro publico :
Mataram-se para o consumo desta cidade no
dia 2 do corrente99 rezes.
Obituario do da i de agosto, no cemite-
rio publico :
Mara, Pernambuco, 2 annos, Santo Antonio,
varilas.
Severiana Marta da ConceQio, Pernambuco, 41
annos. viuv, Boa-Vista, varilas.
Joao. frica, 70 annos, solteiro, Boa Vists ; he
patltechronica.
Maria Jauuaria de Mesquita, Rio de Janeiro, 28
annos, casada, Boa-Vista : phthisica.
Antonio, frica, S. Jos, Recife; mora na-
tural.
Mara Thereza de Jess, Caxtas, 34 annos, viu-
vs, Boa-Vista : phthisics.
Manoel Corres Jos, de Lima, Pernambuco, 38
annos, cssado, Boa-Vista, ascite.
Isabel, Psrnambuco, 4 mezes, Boa-Villa, ente-
rite.
Rila Eufemia de Jess, Pernambuco, 65 annos,
casada, Santo Antonio, cancro no tero.
Joo, frica, 40 annos, solteiro, Santo Antonio,
infbmmscao.
Domingos, frica, 35 annos, solteiro, escravo,
Boa-Vista, cholera.
Ross Mari de Jess, Pernambuco, 85 annos.
solleire, Santo Antonio ; erysipell.
A'aeios sahidos no dia 2
Aracalylliate brasileiro Aracaly capitao Jos
Joaquim Alves da Silva, carga fazendas e ou-
tros gneros.
LiverpoolBrigue inglez Stephen & Sarah, ca-
pillo Johnstoo, carga assucar.
Nao houveram eotradas.
574:4138126
Deve-se, porm, notar a respeito destaa ulti-
mas que, importando ellas em 577:992b42, urna
cobraoga se fez de 169:9798716, que as redazio
aquello algarumo.
(Continuar-te-ha.)
18UC
REVISTA DIARIA.
Amanhaa deve effecluar-se a arrematac&o da
construci;o da ponte de ferro sobre o riachi'
Brumzlnho, na estrada de l'o d'Alho, tendo lu-
gar esse acto urna hora da tarde, "o palacio
da presidencia.
A entrega das propostas terminz hoje.
Acbam-se de mez os Srs. mordomos da
Ssnta Casa de Misericordia seguintes :
Dr. Joaquim de Souza Res, oo hospital Pe-
dro II.
Dr. Antonio da Cunha Figutirlo, nos Liza-
ros a collegio dos orphaos.
Por aviso do ministerio da guerra de 22 da
julho prximo ptsaado foi fizado em 320 rs. o
valor da etapa e em 720 o das forragens, no
correr do semestre actual, para esta provincia.
Havendo obtido exonerarlo do lugar de
guarda da casa de detenjo o Sr. Joaquim Gal-
Cirio Alves da Silva, foi nomeado para substitui-
io o Sr. Aniceto Firmino Ferreira de Souza.
O Sr. F. A. de Figueirdo remelle-nos o
fguinte :
Lendo oo Diario de Pernambuco n. 158 da
jjtho do corrente asopinioes apreseotadas sobre
b perguntaA que lempo t eicreves esle livro
se deve ser escripto com a prepsito aou
com o verboha, faco ver o meu pensar, con-
formaodo-mecom a opiniao do K***.
A' que lempo t escreves este livro ?
U jo lempo ha que t escreves esle livro ?
\ idea expressa pela pbrsse ds prepsito
a mostea expressa pe do verboha.
Qoo lempona primeira phrase complemen-
to circutr,6tancial regido da preposijao.
Que t''ri.,-o na segunda phrase pacieote do
erbo ha, que tem por agenteque t es-
creves este livro.
A idea lano da primeira phrase como da se-
gunda, exprime que se quer saber o lempo de-
corrido desde quando se principios a escrevero
vro, at o em que anda se est escrevendo.
Idea esta que jamis deve ser expressa por
xhtace do interrogativoquecom o verboha
~an'e9> sim depois com a conjuncQaoque,
>e ligandcra oraQo spguintet escreves este
troserve de agente do verbo-ha, ficando
#o do paciente o interrogativo que lempo.
E:s belleza da iiogu. puaer fXprmf umi
mesma idea, Dao s por urna oracao e um com-
flameolo, como tambem por duas
DeagaB'oi autos para julgaiztento dos embargos.
Appellante, Caetano Lopes Munlz; appella-
do, Jos Francisco de Miranda.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, padre Emydio do Reg Toscano de
Brito ; [.pellada, a irmaodade do Llvramento.
Desprezaram-aa os embargos.
Appellante, Manoel Pereirt de Barros; appal-
lado, Jos Cabral do Prado.
Receberam-se os embargos.
DILIGENCIAS C1VE1S.
Com vista ao 8r. desembargador promotor da
justica a seguinte
kppellaco civel.
Appellanles, Manoel Gonsalves Agrae outros;
appellada, a fazenda.
DITAS CRIME3.
Ao Sr. desembargador promotor da justica
Appellaco crime.
Appellante, o julzo ; appellado, Jos Luiz da
Silva.
DES1GMAQO DE DIA:
Assignou-e dia para julgameoto das se-
guales
Appellaots crimet.
appellado, Manoel de


CHBONIUA JU1UAH1A.
TribnBal da Rclaco.
SESSAO EM S DE AGOSTO* DE 186.
PRESIDENCIA DO EXH. SR. COSSELhEIRO ERMEL1NO
DE LEAO.
A's 10 horas damsnha, presentes os senhores
desembargadores Caatano Santiago, Silveira.Gi-
tirana, Lourenco Santiago, Peretti e Accioli, e
Guerra, procurador da coros, faltando o Sr. des-
embargador Pereira Jorge, abrio-ae a sesso.
Passados os feitos, e entregues os distribuidos
deram-se os seguintes
JULGASIENTOS.
/{cursos crtmcj.
Recrreme, o julzo ; recorrido, Francisco Jos
de Almeida Lima.
Relator o Sr. desembargador Cietano San-
tiago.
Sorteados os Srs; desembargadores Accioli,
Motta e Gitirana.
Improcedente.
Recorreote, o juizo ; recorrido, Jos Antonio
Bertholdo.
Relator o Sr. desembargador Silvelra.
Sorteados os Srs. desembargadores Peretti,
Santiago, e Gitirana.
Improcedente.
Recrreme, o julzo ; recorrido, Marcolioo Po-
reira de Lima.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Accioli,
Santiago e rerelti.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Jos Cavalcan-
ti Ferraz de Azevedo.
Relator o Sr. desembargador Lourenc.0 San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Gitirana,
Silveira, e Peretti.
Deu-se provimento.
Racorrenle, o juizo ; recorrido, Vicente Alves
Linhares.
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteados os Srs. desembargadores Loureno
Santiago, Silveira e Accioli.
Improcedente.
Aggravo de petio.
Aggravante, Justino Peroirt de Farias ; aggra-
vado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Perelii.
Sorteados os Srs. desembargadores Gitirana,
e Motta.
Negou-se provimento.
Habeas-corpus.
Propoz-se a petigao de Luiz Antonio da Silvei-
ra Tavora, pedindo ordem de habeas-corpus, que
Ihe foi concedida ptra o dia 5 do corrente, as
dia, ouvida a competente autori-
do
appellado, Basilio Aoto-
appellado, Agostinho di
10 horas
dade.
Foi proposta igual peticao de Loureojo Gomes
dos Santos, e Igual deciso.
Appellacoes crimes.
Appellante, Jos Gabriel da Costa; appellado,
o juizo.
Improcedente.
Appellante, O juizo
nio de Oliveira.
A' novo jury.
Appellante, o juizo
Silva Pereira.
A' novo jury.
Appellante, o promotor; appellado, Joo Jos
de Santa Anua.
A' novo jury.
Appellaote, o juizo; appellado, Manoel do
Nascimento Bicodoce.
Addiado.
Apptllacoes civeis.
Appellante, a fazenda; appellado, Jos Joaquim
de Moraos Sarment.
Confirmada a sentenca.
Appellante, a fazenda ; appellado, Ignacio Luiz
de Brito Tabords.
Confirmada a senlenga.
Appellsnie, o juizo ; appellados, os religiosos
do Carreo.
Confirmada a sentenca.
Appellante a fazenda : appellada, Francisca
Thomszia da Cooceigao Cunha.
Confirmada a senten;a.
Appellante, a fizeuda ; appellado, Ignacio Luiz
appellado, Ismael, ei-
Appellante, o juizo
Freitas Nogueira.
Appellante, o juizo ;
cravo.
Appellaote, o julzo ; appellado, Francisco Ao-
tooio da Costa.
Appellacet civeis.
Appellante, a fazenda ; appellado. Antonio
Ferreira Pinto.
Appellanle.'a fazenda ; appellado, Francisco
Esleves Paes Barreto.
Appellante, Miguel Antonio da Costa appel-
lado, Joo Corrsia de Mello.
Appellante, Joiquim Francisco Franco ; ap-
pellada, Joaquina de Faria Taixeira.
Appellante, Luiz Ignacio da Rocha Juca ; ap-
pellada, D. Anna Joaquina da Albuquerque.
Appellante, Fernando Francisco de. Aguiar
Monlarroyos ; sppellads, a fazenda.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Francia-
eo Pereira da Silva.
Appellanles, os herdeiros de Joo Athaoazio
Dias ; appellados, os herdeiros de Bernardo An-
tonio de Miranda.
Appellante, Eduardo H. Bramah ; appellado,
Csttaoo Goncalves Pereira da Cunha.
A' urna e meia horas da (arde encerrou-sa a
sesso.
Communicados
- -.------oracoes.
Queiram desculpar o meu arrojo os enlenJe-
ores professores iagu< de Brito Tabrda.
* VJSl ~ Francx,co Antonio de: Confirmada a sentenca.
FtjMirMo. Appellantes, Joo do Reg Barros e oulroi
.- Pedem-oos qua chamemos a altenjo da* appellada, a zeoda.
A Revista Militar)) c os documentos
relativos ao Sr. teneote Frias Villar.
No 6 numero na Jlevtsfa AiZifar diz a sua
ndaccao que, por j eitsr elle no prelo quando
leu o nosso artigo transcripto no Diario de Per-
nambuco n. 173. nao nos dava cabal a victoriosa
resposta, apressando-se comtudo em declarar
que nao aeaitava defezaa de tal guiza, desejsndo
a destruido dos tactos abusivos consmalos,
praticados pelo Sr. general Solidonio no actual
commando das armas dasts provincia.
L iremos ter, pode flear certa disso a redac-
?ao da Resista Militar : descanca que nao nos
atemorisamos com semelhantea atblelas, porque
sao de mui pouca forca.
Nao lendo, porm hoje lempo para nos oceu-
par com a defeza do Sr. general Solidonio e de-
vendo esrerar pela victoriosa resposta da redac-
rao da Revista Militar, deixamos para depois
esta tarefa, limitando-nos por emquanto a pa-
tenlear ao publico o valor dos documentos apo-
sentados naPublieac.ao a pedidodo seu 6 nu-
mero, respeito da iojuitica praticada com o
Sr. lenle Frias Villar pelos < mandoes e ego-
islas, que presumindo se feridos em sua ela-
vada susceplibilidade, lan;sm mo da reserva
e ds inexactidoes para emeommodarem o eo-
ceg de um paide familia, etc.
Siga o nosso amigo o seu destino, a/ao p
do throno desmascarar a impostura .
Foram esla as consoladoras palavra que sa-
hiram dos labioa da radaeco para se aninhar
no dorido coragio do Sr. Frias Villar..
Bem desojaramos nao locar em aemelhaote
materia: mas como querendo previnir^ publico
am favor do sea escripto, entendeu o aulor del-
le que deveria cable com tamanha furia sobra o
Sr. general Solidonio, por isso nos pefmittiro
que antes de chegar o Sr. tenente Frias Villar oo
throno de Sua Magestade, aeja dasmascarada se-
melhantn impnatnra. ji....i. ~ r_hdL.. ..
salo. T
Eis o fseto:
Apreseotaram-se no quartel-general rfo com-
mando da3 armas, segundo somos informados,
dous individuos, que havlam sido enviados pelo
Sr. tenente Frias Villar, como voluntados, para
o servico do exercito, e expondo elles que ti-
nham sido recrutados e que nio queriain de ma-
neira alguma servir no exercito, e sendo disso
sabedor o Sr. gneral Solidonio, foram os taes
individuos chamados sua presenc.se l confir-
mando o que acabamos de expor, declararam
mais que, se Ihes havia dito que sendo elles obli-
gados em todo caso a servir, melbor seria que
fossem como voluntarios.
O Sr. general Solidonio nao podendo em vista
do que se psssava aceitar como voluntarios os
dous recrutados, os fez voltir dando sciencia ao
Sr. tenente Frias Villar do que havia occor-
ritfo.
Ora, responda o publico'sensato, qual deveria
er o procedimenlo do Sr. general Solidonio em
tal?caso?
Fez o mais que dodia fazer em favor ao Sr.
Frias Villar: mas S. S entendendo (e muito bem)
que havia descido da sua dignidade em vista de
semelhante procedimenlo, que jamis julgoa
que traospirasse, por siou por slguem, qaiz ti-
rar urna desforra, arguiodo o Sr. general Soli-
donio pelos fados calumniosos que so acham no
dominio do publico.
Tendo ao depois S. Exc. ioslmecoes do Sr.
presiJente da provincia, aim de Indagar 'onde
provinha o grande numero de voluntarios, que
eram diariamente apresentados pelos recrulado-
re8 para o servico do exercito, entendeu dever
faze-lo sabedor do fado, que tivera ltimamen-
te lugar; mss vendo o Exm. Sr. presidente que
nao devia deixar passar desapercebido um tal
escndalo, demittio o Sr. tenante Frias Villar do
lugar de recrutador do Recife, fazeodo sciante ao
Exm. Sr. miuistro da guerra de ludo quaoto ha-
via occorrido, resultando o chamamento corle
do Sr. teoente Frias.
Vendo, porm, agora o Sr. leoeote Frias Vil-
lar, que o tal negocio teria de chegar ao toohe-
cimento do publico, por si ou por saus amigos,
fez transcreverem sua defeza osdocumeDtosqae
se leem no 6 numero da Revista Militar.
Vamos, pols, provar com os proprios documen-
tos apresentados, quo o Sr. tenente Frias Villar
praticou o tacto que alludimos, e ainda com o Dm
de haver dos cofres pblicos a gratificaco de-
terminada por lei.
Nao se zangue cora isso S. S.; lhe pedimos
fervorosamente: leu com calma e veja se nao ti-
cara arrependido, por ter procurado por suas
mos, sarnas ptra secossar.
O Io documeoto apreaeutado na Revista Mili-
tar urna juslificoco, na qual se v6 que o Sr.
tenente Frias Villar acompanhado dos dous vo-
luntarios em qussto, se dirigir casa do Sr.
Jos Pedro das Neves.juiz de paz do Recife, e
sin presentes e mais o eicrivio e duas testemu-
nhas, fra por aquilea declarado que queriam
servir voluntariamente como soldados nago.
Se o individuo que quer servir como volunta-
rio oo exordio, pode iodependeote do recruta-
dor seapresentar ao quartel general; e se este
pode tambem, no caso de que elle o procure, di-
rigl-lo preseoga do commandante das armas
com um offlcio de remesss, que necessidade ti-
nha. pois, o Sr. tenente Frias Villar, de proceder
a tima justiflcasao peranle o juiz de paz do Re-
cife f
Se o termo ou justificado alludida, um ti-
tulo, de que se mue o recrutador para com el-
le poder haver dos cofres pblicos a gratificaco
que lhe compete pela epresentago do volunta-
rio, claro est que, procedendo o Sr. tenente
Fras ao dito termo, leve em vista prevalecer-se
delle, com o fim de receber o qne lhe deveria
caber: do cootrario, o Sr. teoente Frias nao fa-
ria lavrar aemelbante termo, porquanto elle nao
servira para S. S. provar em qualquer lempo
que o individuo fosse voluolariameote offerecer-
se paraf o serv5o do exercito. porque oeste caso
deveria ter S. S. mandado apresentar no quartel
general iodepeodeote de termo ou justificarlo-
logo, com o priroeiro documento, fica provad
qne S. S., quando assim procedeu, foj com lo-
teoQo de receber a gratificaco determioada
por lei.
O 2e documento do mesmo theor, qne o 1
e nao ser o desejo de apresentar 'ao publica*
grande numero delles, entendemos, que nem se
o deveria ter trazido publicidade.
' bom coofessar comnosco, que isso prova
por demais para quem jlga ttar chelo de
rszao.
Chegamos ao terceiro e ultimo documento, que
urna certido da thesouraria de fazenda, na
qual declara ella nao ter o Sr. tenente Frias
Villar requerido e nem recebido gratificaco ai-
gama, pelos individuos recrutados oa volunta-
rios, que por elle foram apresentados para ser-
vir no exercito.
Ora, a nao julgar o Sr. Frias Villar que vive-
mos em am paiz de oraogotangos, enteodemos
que quer cassuar com o publico I
Poia alguem acreditar, que aeja fio nescio o
Sr. teoente Frias, que tratando de defender-se
da grave imputarlo que lbe aearretra o fado
verteote, fosse requerer theiourarla a gralifl-
csqo correspoodenle sos poacos individuos, que
havia presentado, quando era esta a nica ta-
boa de salvaco, de que podia laocar mo para
acoberlar a hediondez do fado?
De duas urna : ou o Sr. tenente Frias, quando
aceitn o lugar de recrutador da freguezla do
Recife, foi levado pelos lacros, que dabi lhe po-
dessem provlr, ou nao; se foi levado pelos lu-
cros, est comoosco ; e oao os quereodo receber
agora, ha de confesssr, que tioha aomenla por
fini prevalecer se desle documento para com el-
lo deiTeDder-se: e se nao foi por elles levado e
nada quera receber dos cofrea pblicos em com-
pensa?8o do sea trabslho, devia eotao ler decla-
rado officialmeote, logo que foi nomeado; oa nao
procedendo desle modo por qualquer motivo,
jamis deveria, quando se apresenlassem S. S.
voluntarios, fazer lavrar-se termo desta apre-
sentaco ; porquanto eate mesmo termo era o
documento, de que para o futuro se havia de
utilisar, aum de poder haver dos cofres pblicos
a gratificaco desojada.
Em vista do expoato, concluiremos : que, em
quaoto oo apreseotar o Sr. teoente Frias Villar
ao publico outros docameotos, que proven a fal-
sidade do que deixamos dito, nao se poder dei-
xar de acreditar, que os individuos apresentados
por S. S. ao quartel-general, como voluntarios,
foram recrutadoa ; e que tendo S. S. procedido,
antes de os remoller autoridade compatente,
urna justificado, com ella pretenda haver ind-
mitamente dos cofres publico, o que lhe compe-
tase pela apresentaco de taes individuos, por-
que a uiliQca;o (rsduz palpitantemente esta
verdade.
Os fados allegados contra oSr. general Solido-
nio na Revista Militar sao de tSo pouco mereci-
mento, que quasi oo vale apenas oiseuti-los em
satisfecho a esses senhores : mas, como cima
delles est muita gente,| os bavemos de respon-
der, meatrando ao publico, sempre que for ne-
cessario, qual a mascara dos mesquinhos acca-
adores de S. Exc.
Acooselhamos aos senhores redactores da e-
vista Militar que, antes de descerem a anslyse
dos fados do quartel-general, adulteraodo-oe
seu bel-prazer, tratem n conlinenti de salvar o
Sr. Friaa Villar, que oa realidade at agora eit
indefezo.
Recife, 2 de agosto de 1862.
. B.
Versando urna duvila e desaccordo entra um
parochiano da freguezia de Santo Anlo, morador
em seu engenho, e o respectivo vigario acerca do
direilo, que, em vitla da tabella que regula os
direitos parochiaes, sustenta o vigario ter de eo-
brar seis mil e quatrocentos por cada urna liceoga
que passa para a celebraco de bapliamo e czsa-
meoto em oratorio privado ; ao passo que a sen
parochiano entende competir comente ao vigario
quatro mil res por taes licen;as, visto ser a de
Santo Aoto urna das freguezias de campo, e ser
o oratorio privado no engenho fora da cidade da
Victoria, foi requerido ao Exm. Sr. bispo dioce-
sano que como aulor da dita tabella solvesse a
duvida a bem da justica e pas espiritual entre
aquelle pastor e suas ovelhas.
Eis o despacho de S. Exc. Revma. exarado oa
peticao que por longo se omltte :
As parochias do campo cujas matrizas eslo
situadas as cidades, devem ser considendas
como as de cidade, quanto aos actos que nesta se
eelebram. Pelo que perteoce, pois, as liceocas
de baptsmo e de casamento em oratorio privado,
seodo este nacidide compete ao parocho o que
est marcado nos 15 e 16 da tabella (6J40O) dos
direitos parochiaes; aeodo, porm, o oratorio no
campo, compele-lhe o que assigoa a mesma ta-
bella no % 20 1 IcOO;.
Palacio da Soledade, 18 de janho de 1862.
Joo, bispo de Pernambaco.
Deste despacho se v que sendo o oratorio do
?'"*; mm ****""t m -*- j- v.....,
oo tlnha o Rvd. vigario daquella freguezia razo
de exigir por urna licenga de baplisado 6400, a
menos de dizer to autoiitalivo, em sua carta de
27 de maio do correte anno, que esta questo
eslava mais que definida e julgada, que este era
o direilo e pratica quo observava, e que dando-se
a Cesar o que era de Cesar, e a Deus o quo ara
de Deus, se lhe restiluisse com justica oa 25400
que ftltavam, etc., etc., como de feito se lhe res-
tltuio, apezar de se lhe nao daver.
Eepera-ss, portaoto, que em vista do despacho
supra, o Rvd. vigario de Santo Aoto com me-
lbor justiga e a mesma docilidade, hoje reslitua
tambem aos seus parochiacos de fora da cidade
os 254-00 que com sua pratica abusiva tem cobra-
do de mais em cada urna da todas quantss liceo-
gas distas tem passado para fora da cidade deade
a dala da tabella de 27 de julho de 1853, revendo
e gaiando-se pelos seus asseotos e realituindo aa-
sira a Osar o que de Cesar.
Nem o Rvd. Sr. vigario de Santo Anto levar
a mal que em vista d03 precedentea, podendo-ae
em defeza, recorrer aos tribunaea, sa observasse
apenas os conselhos do Evaogelho que diz (S.
Matbeus cap. 18), portaoto se teu irmo peccar
cootrs ti, corrige-o entre ti e elle s. Sa te nao
ouvir, leras ganhado a teu irmo. Mas, se te
nao ouvir toma ainda comtigo urna ou duas pea-
soas para que por bocea de doas ou tres teste-
SDuohas ludo fique confirmado. se os nao ou-
vir dize-o igrja (1). E se nao ouvir a igreja
tem-no por um geolio ou um publicano: isto ,
segundo S. Thomaz, tem-no como incorrigivel,
como iocuravel, como um homem separado da
greja, e finalmente como um peccador publi-
cano. Justus.
t orrespondencias
Ao publico.
Tendo sido preso por ordem do Dr. chefe de
polica, em con9equencia da denuncia verbal que
lhe deu, peranle o Ezm. presidente da provincia,
contra mira, o vil calumniador Joo Fernandes
Vieira de Mello, que eirmoa achar-me en pro-
nunciado na comarca de Nazareth, como man-
dante do assassioato perpetrado por Antonio Alei-
xo, na pessoa do infeliz Joo Juvencio; e tendo
sido posto em liberdade, depois que o Dr. chefe
de polica veriflcou que nada ha contra mim, e
que, pelo cootrario, esse calumniador que, como
tal, est con iemnado soffrer a peca de quatro
mezes de priso e mulla correspoodenle meta-
de do lempo, nao posso,antes de retirar-mepara
a comarca de Nazarelh, onda moro, deixar de vir
do alto da imoreosa agradecer cordialmeote ao
referido Dr. chefe de polica a deligencia e pressa
que se dea em proceder s averiguagA necessa-
rias, a boa fque ento maolfestou, e, sobrelulo,
o modo urbano com que me tratou.
Igualmente manifest muita gratido ao alteres
Albergarla, ao teoente Cunegundes e ao capitao
Teixeira pelos obsequios que me prodigalisararo
durante os Ires dias que estive delido no quartel
de policia. A' todos pego desculpa de oo pro-
cura los pessoalmente, por me nao ser possivel,
atiento a necessidade instante que leabo de ret -
rar-me para o lugar da mioha residencia.
Por deferencia, porm, aquellos que ainda ig-
noram os acontecimentos que succederam na co-
marca de Nazareth morle da loto Juvencio, me
comprometto a vir mais tarde juatiflear-me da
aecusago calumniosa e intentada de m f que
me tem feito Joo Fernandes, quando a seoteoga
que o coodemoou passar em julgado, e elle oao
tiver mais recurso elgum. Eotretaoto, repou-
sando em socego na consciencia do mea direilo e
no favor da opinio publica de toda a comarca de
Naiareth, aguardo com paciencia a deciso do
juiz competente ; e quero deixar-lho plena liber-
dade para por si mesmo, e vista dos sotos julgar
a questo.
Recife 4 de agosto de 1862.
__ Jote Ignacio Pereira Torres.
mo naez prximo passado nos Diarioi de Per~
nambuct e do Recife, e de convidar os senhores
proprietanos de terrenos edificar, que pediram-
me aos admitlir a subscrever para a formagSo do
capital social com o valor dos ditos terreos, que
se sirvam remetter-me com a maior brevidade
suas declaragoea por eacripto.da siluago, exten-
gao, eonfrontagao e valor dos respectivos lerreooi
ou casa a reedificar, oo eacriptorio do Illm: Sr.
Dr. Luodoro ra do Imperador o. 81.
O mesmo convite renov as pessoas que an-
da oao snbscreveram para tida emprez. que
admitte subscriptores de 100JOOO rs., at qualquer
quaolia para cima, seja em valor de moeda cor-
rele, seja materiaes diversos, madeiras. trans-
portes, jornaes, etc. etc.
Aproveito esta occasio para acieotificar Vmcs
que desconfiando do pessimo effeito a do diacredi-
to, momentneo, das emprezas em Pernambuco,
occaslonedo no mercado de Loodrea logo que che-
gar a Europa a inesperada e desanimadora noticia
da quebra da commandita, e desfalque oa caixa
do baoco filial, que acarretarsm unios malea
o esta praga.alm de numerosas quebraa e sus-
peosoes de pagameoto, oo quiz esperar pela res-
posta dos convites que dirig em Ioglalerra, afim
de l echar socios forneeedores de 400 a 500 coo-
tos de ris, em moeda corrente, a quem conviesse
mandar aqui seu representante de'idamenle au-
torisado, para jootamente comigo tratar da geslo
e dmioislrago da sociedade.
Vendo todos os dias, augmentar a penuria, de
cada vez faltar mais o trabalho as classes Uborio-
saa dos artistas obreiros e serventes, resoli-me
em 17 de julho. dirigir, a representarlo nacio-
nal, urna petigao em termos cooveoientes, que
foi levado em 18 por um amigo, que a tei en-
tregue exactamente a S. Exc. o presiden!* da c-
mara dos deputados ; o meu pedido de um em-
prestimo de 500 cootos de res por 10 annos, sem
juros, a recebr esle anoo mesmo, em Pernam-
buco, em 5 prestages de cem contos de ris ca-
da urna, 30 das de data, urna da outra, dando
em giraolia hypotheca sobra os terrenos e mais
immoveis pertencentes a eociedade.
O pagamento do dito emprestimo, ser effec-
tuado, pala sociedade em Pernambuco em 10 an-
nuidades, de 50 contos de ris cada urna ; sendo
a primeira effectaada no dia da expirsgo dos dez
aonos, eas oulras oove, sucesaivamente todos os
annos al sfinal embolgo.
Se o Exc. Sr. presideote da proviocia, a vista
do officio que tive a honra de dirigir a sua excel-
encia em 2i de julho prximo passado, tem so
dignado reclamar, com a devida brevidade, a
alta proteego dos poderes do estado, em favor de
nossa sociedade, espero que a mioha petigao ob-
ter favoravel deferimeoto.
Se os augustos e digoissimos representantes da
nagao e particularmente S. Exc. o Sr. presidente
da cmara, e oa mais Exms. Srs. membros da da-
putagan Peroambucana, derem o devido aprego
as raides que motivaram meu requerimento, e
consideraren! que o emprestimo do 500 contos
da ris, sendo apenas um por ceolo da receila
geral annual de 50 a 52 mil contos de ris, nao
poder fazer grande falta na despeza geral, ao
pas90 que ser sufflcienle para dar immedialo co-
rnego a nossa grandiosa empreza, pela qual al-
meja m e esperara, anciosas as classes mais neces-
aitadas de trabalho e de pao, que g9mem igual-
mente sob o peso dos elevados allugueis des canas
que oceupam actaalmeote, nao obstante a falta
da salubridade das mesmas, seas pessimoscom-
modos.
Espero, senhores, que seoo houver tem; o de
ser decretada urna lei especial, que o dito em-
prestimo poder ser aonexado a lei do orgamento
geral, autorisando o governo a fazer este em-
prestimo esta anno mesmo. Loso que a socie-
dade poder principiar, ella tomar grande desem-
volimooto e os coffres pblicos tero occasio
de realisar grande augmento de receitas, qe co-
bririe largamente o valor da isengo dos juro*,
sobre o emprestimo de 500 contos de ris, requo-
rida.
A vista do expeodido, espero, senhores, qae
cada um dos socios, que ainda nao mandaram
suas declaragoes, de siluago, extengao, eonfron-
tagao e valor dos terrenos, ou predios a reedificar
apredaro a urgente necessidade de remetter-
me estes documentos ceeessarioa, para poder a
pootar.em ordem numrica, sobre a planta da ci-
dade e arrabaldea, que mau le copiar seus res-
pectivos terrenos e predios.
Este trabalho toroa-se Ddispeosavel, para a-
presentar de urna maneira official, a existencia e
ailuagao dos terrenos e predios, quer seja aos re-
presentantes do governo,quer seja aos fornecedo-
commicvo
com a maior brevidade comgar as operagoe's da I
nossa grandiosa e beneQca emprez, que ua qua- I
dra actual, poder aproveitar a baixa de pregos
existente sobre os materiaes em geral, maaeiras
etc. etc., assim como sobre a mo de obra, e vi-
ra proporcionar trabalho regular e continuo, con-
venientemente retribuido a cUsse dos artistas
obreiros e serventes, que se acham sem oceupa-
gao, por serem ha maie lempo suspensas as obras
publicas, e ioteirameote paradas as obras e offl-
cinas particulares, notavelmeuta depois da crise
que exista, e tem augmentado com as quebras
havldas nesta prega de 17 de junho para c.
Aproveito esta occasio, senhores, para decla-
rar-Ibes, com a miuha sincerdadeacostumada.que
se Vmcs* nao se apressarem era conformar-se a
meu convite ecodjuvar os meus continuos esfor-
gospara realijar o mais breve possivel o nosso mu-
tuo iolento, declaro tambem que se oo poder-
los alcaogar, para dar principio a nossa empreza
400 a 500 conlos de ris, am moeda corrente, com
a qual poieremosdar vil aos 500 a 1000 conlos
de ris, do valores de terrenos, que me nao olTe-
rscido seusraspeclivos proprietanos, ver-me-hei
obrigado a adiar para melhor eccasio a realisa-
go desta grande empreza.
Pela rainba parle, senhores, tenho feito ludo o
que me era humanamente possivel fazer, pera
melhorar a triste situaco actual daquelle que
nao tem oceupago. e costumm procurar por seu
trabalho quoiidiano, meioe honestos de subsisten-
cia para si e suas familias.
Corito, senhores, sobre vossos concurso e cosd-
juvago e assigoo-me como sempre de Vmcs. mu
atiento venerador criado e amigo.
,. F. M. Duprat.
Rpcife. 1 de agosto de 1868.
PRAA DO RECIFE
DE AGOSTO dk 186*
A'S 3 HORAS DA Tab.DE.
Revista Semaial
Cambio*----------?.-'? ** L .Ir., *>
Joo> re. por f to|r. i ,,w -.
106 a 108 por e,^a l7l.
mi, subiodo e un iioq t
transaecoa ffT-dutrj,,' ..irg _
vapor .Vatarrc. teodo-st Mea
mui pouca depois de su* i,
Algodao----------o desta proviocia vendea-s* .
155000 m, por arroba; 4a
Maret (oslo a borda da I."9 a
IjHOO rs.. e a uliirr.a v.aj,ja
do da Parahiba a lTOO re.
Posto a bordo.
Assucar-----------|""" endeu-te fe 3J800 a
nos 596OO r... aiusiia*
purgado de -^lOO e Mi ,
e O br<.|.> de IcTOt) a l;so rf
por arroba.
Agurdente Vendeu-se de &$ 5j>m.o rs a
Pipa ^^
Couros.....O* -cros sacados venlerarat-
se a 170 rs. i iibr.
Arroz.....O filado ..'a Ia4u venden-., tfe
25CO0 a .19000 rs. por errob.
Azeite doce-------O de Lisboi rearatou ate 9;0O
n 11 x f. 3 r-fr J
Dacalho--------Lm atcalo ot-t-v^ H9O0O re..
e a r-lilho de 690OO a lljOOri ,'
barrica, uceado em ser 8,USJt
barricas
Carne secca- A d.> Rio Graa le ven Jea-s* I-
290:10 a 49S00 por rr.^..
lo Rio i Prata de l;H.m
2c<>"0 rs. ficaodo esa r
58.0UO arroba da prime:'*,
3.0C0 da sganla.
Caf-----------------Veudeu-se <1* 79200 a "9300
rs. p ;r arroba.
Cha------------------nd#u-se a 2f.V>0 rs. ibr
Carvao de pedra- Vendeu-sc a l^KO rs ai.
Delsda.
Cerveja----------dem de *9l>00 a 4J6O0 rs. a du-
zia de garrafas.
Louga- ---------A inicleza orJinaria veoJea-s*.
de SO a 3110 por c-nt 4*
premio sobre a fidura.
tanleiga A (rancez* veodr j-se a jM ,
515 e 510 r. a libra, a a -
gleza de otio a CiO r.. Liando
em ser 2,200 barris.
Oleo de liohaga- Vendeu-se a IcSoo rs. par ja-
lao.
Queijos----------Os flamenuos vodraa.-e* Ja
18>0O a 1 600 ti.
Toucinho---------- O de Lisboa vendeu-s^ de8OOC
a Sj'O rs. por arroba.
Vinagre----------O de Portugal repuiou-se da
H09 a I29 ra. a pipa
Viuho ----- Oa de Lisuoa veoderamse da
22O9 a 239 rs. apipa, asile
outros paizea da I8O9 a lOtiyuJO
reis.
Velas As de compnsigo venderara-
se de 6tOa -'.l rs. a libra.
Descont O rebate de lettras r>>galou U
11 a 18 por culo ao aoou.
fretes----------- Dj aasuctr pira o Canal a 10,
e para Liverpool a 326, c=r-
regaodo na Parahybs, e dej al-
godao a 15(16. carregaodo aa
mesma proviucia.
Praca do Kecife^ j
agosto de 1862. ;
Va (|ual?o horas da t*r e,
Celaces da janla de ctrrelares.
Cambio.
Sobre Londres90 d|v. 26 1[1 d. por 1-orn.
Fretes.
Algodo da Parahiba pare LiverpoolHall >
5 0|0 por libra.
Assucar da Parahiba para Liverpool32 C a 5
Assucar da Parahiba J'JOO por arroba eas'r>
a bordo.
J. da Cruz Macelopresidoot.
John (jatissecretario.
P Isa atearas,
aandcaento do dia 1 13'7iOa-2t>9
dem da dia 2 ..... 75*5&
3I49S|BK
Movlmeato la altatacla>afa
Velameacntradoa comfazendas.. 76
c a com ganaros.. 97
Velames sabidos com razeodss.. 170
a > com enero.. 269
== 173
439
Dascarraftam no dia i da agosto.
Brigue inulezXarybacalho.
Escune hanoverianaAtlanticmere lorii.
Polaca austracaPirastftrioha de trigo.
Baeea*lrr-t ge'Aca de Pcruambiice.
Randimento do dia 1.....1.-0559990
Idam de dia 9....... 63743
1:6939173
roa liado provincial.
Randimento do da 1.....3:35tf4C3
Idam do dia 2.......1.0)2*9(3
4:40Sfl41
Fublicacoes pedido
Sociedade de Edificares.
Srs. Subscriptores.
Tenho a honra de comQrmar Vmcs.minha carta
circular da 2 de julho publicada em 10 do mes-
(1) Tudo isto se cumprio a risca aem proveito,
e por isto ae reeorrea a igrejaem seu cabega pe-
dindo solugo e providencias.
UMA LAGRIMA
sobre o tmulo do finado tenen-
te-coronel lanoel Lucas de
1 Araujo Pinhelro, oflcrecida a
sua desventurada espora pe-
la irma do tallecido .11 aria
Joaquina da Costa e sua fa-
milia.
Oh 1 tu qu'a pouco no gozar da vida
Tinhas ainda voz, tiohas figura...
Aoode ests ? aonde I ah 1 nao respondes I
Escondeu-te p'ra sempre a sepultura 1
Tu qu'inla hontem entre mil prazeres
Tinbas forQa e vigor, tDhes vontade...
Em que l'encrras pois? em qaeconaistesl. .
N'uma lera branca penaa 1 n'uma saudade I
Tu qu'inda hontem da querida esposa
Mil caricias gozavas to leaea...
Agora oque desfructas ? o que s 00 mundo !
Um sooho 1 nma illaso I e nada mais I
Tu qu'inda pouco eras pai benigno,
Irmao queiilo, venturoso em tudo ..
0*e fim levaste ? o que s na trra!
a um mooto de p j fro e mudo 1
Poli morresle ?... verdade I mas tu'alma,
Elevaodo-ae ae altas regloss,
Poi viver l 00 co junto ao Eterno
Como revive em oossos coracoei!
DECRETO N. 2.874 DE 31 DE DEZEMBRO
DE 1861.
Regula a execu;o da lei o. 1.099 de 18 de setem-
bro de 1860, que prohibe aa loteriaa e rifas oo
aulorisadas, e d ao governo fceuldade para
conceder loteras.
a Artigo 1.............
c 1. Ser reputada lotera, ou rifa, a veoda
de bens, mercadorias, ou objectos de qualqae
oatreza,qu se irometler ou effectuar por meio
de sorte; toda e qualquer operacoem que hou-
ver promessa de premio oo de beneficia depen-
dente de sorte.
Seria por ventura, firmado na disposico lite-
ral da segunda parle do paregrapho cima, que a
policia prohibi a venda de bilhetes garantidos,
que se vendiam aqui, das loteriaa da proviocia ?
As palavras < toda e qualquer operario em que
houver promessa de premio ou de beneficio de-
pendente de sorte >actuariam no animo do res-
pectivo chefe, qne julgaaae conveniente decretar
- a ceasajo dos bilhetes garantidos T
MoYinierito do .ono
Navios sakidos no dia 3.
Rio de Janeirobarca nacional Iris, capital, as-
par Leite de Ftrias, carga difireme* a-n-ros.
Rio Grande do Sulpatacho nacional Armpthy,
capitao Manoel Jos M had Filbo, carga ssl
sucar e agurdente, c 2 esrravos a enlrensr.
Havre pela Parahibabarca fraoceza /larra, ca-
pitao Marlioot, carga couros e algodo.
Observarlo.
Nao houveram entradas.
Fundeou oo lamaro urna barca americana, maa
nao tevo commuoicsQo com a trra.
.UlAat.
O illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda de Pernambuco, manda fazer publico ala
conformidade com a orlero ao thesoero n 155 ele
8 do correte, que 00 dia 9 de setembro pruxiato
(indo se fu coocurso nesta thesouraria para
preeochimento dos lugares da pralicaale* ala
mesma. Os que pretenderen) ser adn.uiidoa ao
coocurso deverao apresentar nesta secretaria aa
seus requerimeotos iostruidos de documenta*
que provem : 1* lercm 18 anoos eompletns ae
idade, 2* eetarem liares de culpa a pena e 3* to-
rera bom compoit>meolo. Os uanaes versar*
sobre leitura, aoalyse grammatical, or". grapbia *
aritbemethica at a theoria das propenda iacla-
sivamsDle.
Secretaria da thesouraria de fazeoda de Per-
nambuco, 23 de julho de 1862.
Serviodo da offlclal-maior.
Manoel Jos Plato.
O Dr. Trialao de Alencar Araiipe, iCi-ial da isa-
perial ordem da Ross, e juiz especial da coa-
mercio deela cidaoe do Recita, capital da pro-
vincia de Pernambuco, e ara termo por aa
magestade imperial e cooslilacional o Sr. D.
Pedro II, a quem Dos guarde ele etc.
Faco saber aos qne o presarte e :ital ire a
d'elle noticia tiverem que 00 dia 1 de agosto alo
corrente aono se ha de arreo alar por vala f
quem mais cer em pr*c,a publica deste juno, asaa
esea de taipa sita na cstra Vieira, numero 21 tendo 30 palmos de frente e
300 de fundo : divide do lado do eul cora a casa
dos herdeiros de Francisco Vieira Michada, *
lado do norte com a casa de Jos Cernale* a *
fundo com o sitio de Luiz Jos da Cuela Aarial
lendo diversos arvoredos de fruclos sendo a csaa
de madeira e cobeita de telha e aa peredas da
barro, com 2 portas e i janellas de freaie. divie
didas em deas, tendo cada ama casa duas salas
de frente, a duas atraz e urna camarmba, cea cada
ama, coainha, em Ierras (oreiraa, avallad*
por 5509000 a qual fora penhorada a Joe
ADO
f"
W
ILEGVEL
mmmmmmim i i .m


DllO JDft alAMBUCO SEGUNDA (I&4 4 D AGOSTO D iS.
tico dot Santos Forte, e vai a praga por execugo
de Bernardino Joi Leilo.
E|oao hareodo laogadorqae cubra o prego de
avahagao, a arremstago aera Feita pelo valor da
at; idcagao com o abatimeoto da lei.
E (>ara que chegue ao couhecimento de todos
mandel paitar editaea que sero publicados pela
imprenta, e afflxadot nos lugares do cottume.
Recite 7 de julho de 1862 quadragetimo pri-
Dieiro da independencia do imperiodo Brasil.
Eu Manoel Mana llodriguesdo Nascimento, es-
crivo o subscreti.
Tristao de Alencar Araripe.
O Dr. Trisllo de Menear Araripe, oficial da im-
perial ordeno da Rosa, o juiz especial do com-
mercio desla cidade do Recita de Perntmbuco
o seu termo por S. M. o Imperador, que Deus
guarde, etc.
Fago saber aos que o presente elilal virem e
delle noticia tiverem, que 09 da 4 de agosto do
correte anuo se ha de arr*matar por venda a
queni nuil der era praga publica, destejuizo na
eala dos auditorios 09 bens seguinles :
10 covados de selim avallados a 1$ o covado.
10$ ; 53covados de gurguro avallado a 1(600 o
covado, sgsol ; 49 co'tdos de selim de cor a
30" rs., 149700]; 40 cortes de sedloha em reUlho
a 400 rs ,16$ ; 15covados de la e seda, avadado
cada covado por 500 rs., 78-500 ; 66 colados de
la avallado cada covado a 400 rs., 30#400 ; 126
cora,los de la e seda avahado a 240 rt. o covado,
30J240; 2! pares de luvat a 200 r*. cada par,
para seohora, 4S400 ; 46 pares de luvaspara ho-
rnera a 200 rs., 99200 ; 29 Utos torUdoi a 100 rs ,
2$900 ; 3 (iu/ias Ja pares de luvas de fio de Ei-
cossia para homem, avallado ludo por 15$ : 6 pa-
res de ditas avahado a 400 rs., 2&400 ; 12 lencoi
de seda, cim franja 800 rs.. 9J600; 9 cavados
de teda lavrada a 600 rt., 58400 ; 14 pares de
meias de seda preta para tenhora avahado a 15.
14; ; 1U ovados de grotdeoaples a l, 10; ; 3
pares de meias pretal para homem a vahado a 400
rs. cada par, ly200 ; 14 corles de coludo, avaha-
do a 2$, 28S rs. ; 60 eovaios de chalio avahado
a 400 rs. cada civado, 2J) ; 7 corles de cohetes
de gorgurao
Pela iotpecgao da slfsndtga te fax jubileo
que no dia 5 do cotrente, depols de mslo dia,
na porta da mesma altandega se hao de arrema-
tar os objectos constantes dos volumes shalio
declarados compreheodidos no 2* do art. 299
do regulamento, sendo a arremaWgo livre de
direitos ao arremaiaote:
Marca ML&C n. 11091 caixa com 485 tioteiros
de vidro de eflr, n. 1, pasando liquido 108 li-
bras valor da libra 300 rs. total 32j)400.
dem IIG1 embrulho com 26 chapeos de sol de
seda avana iot. valor de um 2g total 52.
Padro A. Lobo Moscozo 2 caixas com medica-
mentos variados, valor 2$.
Marea S&T n.761 caixa com 173 chspos de
pello de lebre ordinarios, valor de um 1&333
rs. total 230]609 rs.
dem C n. 41 caixa com 272 bonaess vestidas
sendo 7 duzias com cabeca de porcelana, valor
ds duiia 6666 rs. total 460662 rs; 15 dunas
de8 pollegadas valar da duzia 2$ total 30 ; e
8 bonecas com cara de cera de i- pollegadas
valor 7j}106 rs.
Sem marca1 caixa com terramentas usadas ps-
ra raarclooiro valor 20, 2 arrobas de cobre
velho valor 32$.
Marca LM n. 21 caixa com 60 espsrlilhns d
fazendas de algodo, valor .de um 3}333 rs.
total 199(980 rs.
Letrelro n. 2281 embrulho conten Jo 10 papeit
com agulhas para costara valor 1$.
Sem marca1 caixa com 41 frascos com mostar-
da em p de 4 oogas valor 20$.
Marca diamante G1 bihu contando 1 pequfno
embrulho com r?upa usada valor 20-
J. Pater & C.1 embrulho com una camisa pa-
ra homem peito de liuho, valor 20.
Marca M Q diamanto 111 Vi alado com 12 ps
de ferro pesando 57 libras, valor da libra 200
rs. total 11*400 rs.
dem triangulo A1 caixa com 4 duzias de es-
covas para machinas valor 2lg.
Sem marca1 peca de estopa valor 10$.
Marca T&B1 barril com 6 arrobas de pregos de
ferro de urna pollegada, valor 253-
Idem MM3 barris vazios.
avahadas a l; 1$, 90 ; 23 covados da sarja preta a 800 rs., 220400! dem PMS1 lata com carne em mao estado.
rs. ; 47 l-ngos de seda pequeos a 700 rs. cada'dem M1 barril vazio.
e3S^M* Ierro *ttoi m-
dio 11 HIBZiiiliO
um, 3J09O ; 10 chapeos de sol para senhora, a
'8 cada um, 100 ; 3 pares do meias ordinarias
para teohora, a 100 rs.. 5jl00 ; II coxitis avaha-
do a 20 cada um, j? ; 9 chales do merino avaha-
dos a 40, 360 ; 1 corle de canibrala de seda ava-
ha o por 3? ; 3 ditos avahados a 20 cada um 60 ;
16 covalos de merino a 2$ o covado, 320 ; 1 cha-
le de algodo por 20 ; 4 duzias de chales brancos
50, 'OS, 19 covados de princesa avahados a 320
rs. o covado, 6J8 ; ti doas de leogos avaha-
dos a 10, 110 ; lengos a 160 rs., 800 rs.; 13 veos
de linho avaiia tos a 10 cada um, 130 ; 9 lengot
brancos a 200 rs., 10800 ; 20 chales de la e seda
o 10600, 32$; 14 c6rtes de casemira avahado a
-'V O, 35 : 19 lencos de fil avahados a 200 rs.
cala um, 30800 ; 64 covados de la para vestido
a 200 rs, I238O ; 3 mantas de seda, 9 ralis la a
20. 00 ; 3 chales d
chales de aii :.'u a
dos de damasco a
cortes de brim da algoio, a 1 30 ; 2 paletots a
C-0, 60 ; 2 varis de esgaio por 20 ; 36 cova los
de riscado de algodo avallados a 100 rs., 3G00;
50 covados de pumo de colxo a 200 100 ; 21 co-
valos de u-to branco a600rs., 14g400; 19 co-
vados da casemira de cor a 2$, 380 ; 28 varas de
CaSSS de i-fjr -i'iiiO rs., 506OJ ; 27 varas de cassa
a 210, 608O ; 57 ovados de algodo de lista a
100 rs., 59700 ; 17 co'alos e meio de casineta a
200 rs.. 3}S00 ; 25 coa tos de panno verde a 1200
300; 10 covados de panno de edr a 10, 10$ ; 34
covalos de. panno em realhos a 20500. 83-0 ; 91
covados de panno ordinario a 500 r., 410500 ; 10
leojos de seda ordinaria a 500 rs. 50 ; 13 covados
de pat-la a 300 rs., 3}0G0 : 3 gravatas avahadas a
500 rs. caja urna, 10500 ; 5 lengua de chita a 100
r.y;500;13 cov.dos de alodao azul a 100 r
I93OO.
jjgOs quaes sj perteocentes a Francisco Pereira
da (jai--', o ao praga por execugo que lhe mo-
ven5 itiia'.ro Lo^es l C.
E nao havendo langa lor que cubra o prego da
avalugio, ser feita pelo valor da adjujicagao
com o abatimeoto da lei.
E pira que chegue ao conhecirnenlo de todos,
m.andei paesar editaos qne sero publicados pea
impreosa ealxiljs nos lugares do cosime.
Da lo o passado oesta ci lade do Recita de P9r-
oambuco, aos 18 das do mez do julho do aono
do tiaseinienio do Njsso Sonhor Josas Christo, de
Eu Maooel Mara Roiguas do Nascim.'nto,
esctivo o subscrevi.
Ir Isla o de Alinear Araripe,
O lllm. Sr. iiispeclor da thesouraria de fa-
;.:.:.,o Peraambuco, manda fizer publico para
coobacimeoto d quam inieressar e em conor-
midade da ordem do Iribuoal do tbesouro n. 125
de 3 do crrante mez, que no dia 18 de agosto
futuro, haver concurso oesla thesouraria para
preeochimento dos lugares vagos de terci'iroses-
cepturarios, ntreos praticantes, e na falta des-
tes podero ser admiltidaa pessoas de fra as
condigoes exigidas no art 3" do decreto n. 2.5J9
de 14 de marco de 1860. O exame versar sobre
as seguiotes materias : arilhnoelica e sosa appli-
cagOes 10 toraroercio, rom especialidide a re-
dugo de moedas, peso e med las, calculo d-a
descoito, juros simp'.es ecompostos, theoria de
ciubi cO's do 2 grao, e theoria da escriplursgo mer-
cantil por partidas simales e tlobrada, e soas af-
pliragos ao commer.io e ao thesoaro ; devendo
as pessoas ds fra que forem admittidas ao dito
concurso, nao se preM.irem exame das materias
exigidas, como das do S 1 do art. 6" do dito de-
creto.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 23 de julho de 1862.
servindo de offlcial maior,
Manoe1 Jo- Pinto.
Sem marca 2 gaiolas em mo estado.
Marca M1 cfxa com carne ato mo estado.
dem GGi2 caixoles com rap nacional avtiii jo,
27 vuliimes com diversas amostras.
Marca JMCP3 caixas com flores de penna pe-
san lo liquido 40 ongas, valpr da onga 10600 rs.
total 66S400 rs.
4.a seogo da alfandega 2 de agosto de 1862.
O 1o escripturario,
Joo Carueiro Lins Soriano.
iMJfSH' 069.
Hmlt iasa k Misericor-
Alllrai. junta administrativa da tanta casada
misericordia do Recite manda faier publico que
no dia 7 do torrente, prlas 4 horas da larde, oa
sala de suas s*ses, vo de novo praga as reo-
das das cas s perten:*ntes ao patrimonio dot or-
phosabaixo declarados, pelo temno que decor-
rer do dia da errematacao at 30 de junho de
1865. a sabe: :
Ra da Madre de Dos n. 4 por anno
Dita da Lapa n. 2 por nno
Dita da Cacimba o. 5 por anno
Dita do Birgoi n. 19 por anno
Dita dita n. 21 por uino
Dita da Seuzala Velha n. 132 por anno
Dita dita n. 134 por anno
Dita ds Guia n. 27 por anno
Dita dita n. 29 por anno
Dita du Pilar n. 2 por anoo
Dita do Sebo n 3 por anno
Diti do Rosario da toa-Vista
Dita 4a Cruz n. 14 por aano
O director das obras publicas competentemen-
te autorisado pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, faz publico que os desenhos e orgamento
para urna ponte de ferro que se ha de construir
sobre o tiacho Brumzinho, na estrada de Pao de
Alho, de conformidade com o 5o art. 13 da le
do orgamento vigente n. 544, se acha n patentes
na reparlico das ubras publicas, onde sero mi-
nistradas todas aa informages necetsarias tos
que pretejuiereu) contratar a cooslrucgo dessa
obra.
As proriostas tero entregues no palacio da
pretideneiia at o dia 4 d agosto prximo vio-
dourn, eoi carta fechada, e ab-ri..s no dia 5 a urna
hora da tarda em presenga dos concurrentes, do
director das obras publicas, do inspector e pro-
curador li.cal da Uiesouraria provincial.
O empreileiro ser obrigado pagar o sello da
respectivo contrato antes de estar estr- assignado,
iticiuindo-se no mestuo, alm das condigoes apo-
sentadas e ora approvadas a de ser daduzida da
importancia total da obra a qusnlia correspon-
dente eos direitos que devem pagar os objectos
importados para a pout.s porventura o governo
impnri-.l permittir a isancao do pagamento de
taes direitos coruose vai pedir.
O gov-rno nao se obriga a aceitar a propotta
todos as garantas necets'aria's a DOS'ereTtfg'a
obra, alm de algunas outras condigoes que lhe
sejam favoraveis.
Directora das obras publicas, 16 de julho de
1862.O director, Marlineau
Caixa filial.
De ordem deS. Exc. o Sr. presidente da caixa
filial do banco do Brsil insta proviacia, se faz
publico para conhecimen'.o dos Srs. accionistas,
qu do s pasar o 17* divilecdo relativo ao stmeslre
rindo, em 30 de juoho prximo patsado, a razo
de 80180 r. por aeco. de conformidade com as
ordens recebidas da caixa central.
Caixa filial do banco do Brasil em Peruambuco,
19 julho de 1862.O guarda livros, Ignacio Na-
nea Cona.
O baizo assignado, langador da recebedo-
ria de rendas internas geraes, pelo presente avi-
sa aos donos, gerentes, oa procuradores de asas
commerciaes do bairro de Recite, que contina o
lencamente pelas ras dos Taooeiros, Trapiche,
praga do Commercio e ra do Vigario, aflm de
que tenham promptns os seus recibos, papis de
trato eu arreod^ment-?, para rm vista delles ter
feita o processo do mesmo lancameoto.
Recebedorit de Pernambucu", 26 de julho de
1862.
Jos J. de Souza Limoeiro.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria proain-
cial manda fazer publico quo do dia 2 do crran-
te por (liante, pagam-te os ordenados dos em-
pregados provinciaes, vencidos no mez de julho
prximo Indo.
Secretaria da tbesnurari provincial de Per-
aambuco 1 de julho de 1862.O secretario,
Antonio Ferreira d'Anuunciago.
Pica transferido para o da 5 do correte,
depois da audiencia to Or. ju'.z municipal da Ia
vara a ultima praga dos seguintes bent:
Um sobrado de dous andares na ra da Senza-
la Velha n. 128 rom 16 palmos de frente e 128
1e fundo, em chaos f-jreiros, avahado por....
4:COO0.
Um dito roeisgua n. 28, na ra do Trapiche,
de tres andares, em chaos proprios, com 30 pal-
0 de freote e 31 de fundo, avahada por....
4:0000.
Vaii'VitaMe fl. 61, da ra da Gloria, fre-
guezia da Boa-Vista, com 20 palmos de frente e
50 de faado, em chaos proprtos com quintal
murado, cacimba propria, tviliadi por......
2:0000.
Ums parle na cata terrea n. 45, na rea do A-
pollo, freguezia de S. Fr. Pedro GoogaUes. em
chaos proprios com 18 palmos de frente e 105 de
fundo, com quintal murado, cacimba meeira ava-
hada por 1450467.
Um sitio denominado Cortume, em o Silgadi-
nho, frtgoezia da Boa-Vista, com algumas fruc-
teiras, o qu.al divide pelo sul com o silio da Ta-
caruna, pelo norle com a passgem de Olinds,
pelo nascenle com o rioCapibaribe, e polo poen-
te com a estrada de Belm, com um sobrado de
um andar com 56 palmos de largura c 88 de fun-
do com capella em um gabinete da sala e chot
proprios avallado por 5:0000.
Urna murada de casa terrea de podra e cal com
12 1|2 palmos de largara, e 103 de fundo, com
tres quartos, deas salas, quiat.it murado, a mar-
gena do rio da povoago de Beberibe, avahado
em 1:100.
Urna dita de pedra e cal, com 33 palmos de
frente e 103 de fundo, com duas salas, tres quar-
tos, cosinha fra, quintil a margem do rio, ava-
hada por 2:0000
Outra dita de pedra ocal, com 17 palmos de
tr.-Rte e 103 de fundo, duat salas, dous quarlos,
cosinha, quintal a margem do rio, avahada em
1:000.
O dominio directo do solo na ruado Cotovello
da freguezia da Boa-Visja, em que tem casa ter-
rea n. 7 Francisco Pereira da Silva, avahado em
890500.
Outro dito na mesma rus, em que tem casa
terrea u. 9 Jos Teixeira Bastos, avahado em....
920700.
Outro dito na mesma ra, em que tem casa
larrea n. 11 Jos Lucio do Carmo, avahado em
860300.
Outro dito na mesma ra, em que tem casa
terrea n. 13 Carlota Mariada Conceico, avallado
em 890500.
Oulro dito na mesma ra, em que tem casa
terrea n. 17 a mesma sonhora, avahado em.......
890500.
Outro dito na mesma ra, em que tem casa
terrea n. 19 Francisco Xavier das Chsgas avaha-
do em 890500.
Outro dito na mesma ra em que tem casa ter-
rea d. 49 Joo Jos de Carvalho Moraes, avahado
em 870900.
Oulro dito na mesma ra, em que tem casa ter-
rea n. 51 os herdeiroa de Manoel dos S:nt09 Nu-
nes do Oliveira, avahado em 89J500.
Oulro dito na mesma rus, em que tem cata
terrea n. 53 Antonio Ferreira Lima, avahado em
94S300.
Outro ditooa mesma ra em que tem casa ter-
rea n. 67 Mara Amalla de Freitas Guimares
avahado em 74g400.
Outro dito na mesma ra, em que tem casa
terrea n. 69 Jos Antonio Uiltancoert, avahado
em 8J400.
Outro dilo na mesma roa, em que tem casa
terrea n. 71 o mesmo senhor cima, avahado em
760640.
Outro dito na mesma ra, em que tem casa
teres n. 73 Antonio F erreira Lima, avahado em
760000.
Outro dilo na mesma roa, em que tem casa
terrea n. 75 Anna Joaquina de Sant'Anna. ava-
hado em 1520160.
Oulro dito na mesma ras, em que tem cata
terrea n. 81 Constancia Jaciotha da Motta ava-
hado em 960640.
Outro dilo na mesma ra, em que tem casa
terrea n. 83 Jos Antonio Bntanceurl. avahado
em 890180.
Ostro dito na mesma rus, em que tem cas-
terrea n. 87 Alexandre dos Santos Barros, ava-
hado em 860300.
Outro dito na mesma ra, em que tem casa
terrea n. 89 Maa Joaquina u'ADDunciago. ava-
hado em 750720.
Outro dito na metma ra, em que tem casa
lerraa n. 91 Antonio Fernandes Lima, avahado
em 830420.
Outro dito ni mesma ra, em que tem casa
terrea n. 92 a irmandade do Sanlia9iaio Sacra-
mento da freguezia de S. Fre Pedro Gongalves
do Recife, avahado em;78$S00.
Outro dito na mesma ru3, em que tem casa
terrea o. 95 Thomaz deAquino Fonseca, avaha-
do em 2280.
Outro dito na mesma rus, em que tem casa
terrea n. 88 Jos dos Santos Nanea de Oliveira,
Outro dito na mesma ru, em que tem casa
terrea o. 4 Jacintho Alfonso Baslos, avahado em
1150.
Outro dito na mesma ra, em que tem casa
terrea n. 6 Jos Candido de Carvalho Medeiros
avahado em 111J800.
Outro ditona raa de S.Gongalo, em que tem
casa terrea n. 14 Jos Clemente Pereira dos
Santos, avahado em 1110800,
Outro dilo na mesma ra, em que tem casa
terrea n 16 Jos Gome! Tavares Jnior, avaha-
do em 1088300.
Ostro dito na ra do Cotovello, em que tem
casa lerrea n. 15 Marianos Dorotha Joaquina,
avahada em 88J80.
Por execugo de D. Marianos Dorotha Joa-
quina, contra Jos Rodrigues do Passo.
E' a ultima praga.
^eD4,.,1' P"aagWrose diuheiro a frete at o dia
la a^blda as 2 horas ; escriptorio no Portado
Mallos n: 1.
um 1
Janeiro.
O brlgue Deolioda segu sem falta no dia 5
da agosto, pode receber alguna carga miada ;
trata-se com os consignatariot Marques, Barrosa
C largo do Corpo Santo n 6.
Dita da Moeda n. 21 por anno
6010
180
i Curreio fferal.
700 70031 lleacao das cartas seguras existentes
\Hl na adtninistraco do correio para os
im senhores, abaixo declarados,
1600' Ascencio Pereira da Silva,
n. 60,por anno 1440 Bonifacio Jos de Sant'Anna.
5000 Dr. Cleoieulino Pareira Valente D.
Os pretndeme devem comparecer acompa-
chados de seu* fiadores, ou munidos de cartas
de>tes.
Secretaria da santa casi da misericordia do Re-
cife I.' de agosto de 1862.
F. A. Cavalcaoti Cuusseiro.
Escrivo.
Sania casa da misericordia do
Recife
A Illma. jnnta administrativa da santa casa de
DjiserU-or a d Recife manda fizar publico para
conhecirnenlo dos intetessados, que entraram de
mez no hospital Padro II o Sr. Dr. Joaquim de
Souza Reis ; no colieglo das orphas e casa das
expolias o Sr. Joaquim da Silva Castro; conti-
nuando do hospital dos lasaros e collegio dos
orphos o reverendo Sr. Dr. Antonio da Cunha
Figuciredo.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Sesife 1.' de agotiode 1862.
P. A. Cavalcaoti Coutteiro.
Escrivo.
^Directora das obras militares
A directora das obras militares leudo de man-
dar caiar e pintar o hospital militar, aasim como
da coneertsr urna jaoella e duss portas ns forta-
leza do Buraco, convida as pessoas que qaize-
j. rw aoipreitar estes tervigos, a apratentarem at
*uas propostas na dita directora nos das 5, 6 e
7 do crrante mez.
Directora das obras militares de Pernambuco
J." de agosto da 1862.0 eteripturario
3000* Dormeville de Oliveira Mello.
de Janeiro
Pretende seguir com mvita brevldade para o
Rio de Janeiro oveleiro e bent condecido brigwe
nationalAlmirantes, tem parta de seu carrega-
mento prumpto ; para o resto que Iba falta, tra-
ta-se com os seas consignatarios Antonio Luiz da
Oliveira Azevedo, no seu escriptorio rna da Crui
numero 1.
fSM,
a Baha
com multa brevidade pretende seguir o bem co-
nhecido e veleiro brigae escuna Joven Arthur,
capilo Joaquim Antonio Gongalves dos Santos,
tem parte de seu carregamento prompto ; para o
resto que lhe falta, trata-se com ot stus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azavedo & C,
no seu escriptorio rus da Cruz n. 1.
C0MP4FIHU PENMMBUCAIU
11
y
a vapor
Macei pe'as escalas
O vapor Persinuugas, tomraandante Moura,
sahir para ot portos do sal tocando as escalas
no dia 5 de agosto, s 4 horas da tarde.
Recebe carga at o dia S ao meio dia. En-
commendas. psssageiros e dinheiro a frete at
o dia da aahida as 2 boras: escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
PirM
pratende seguir com omita brevidade o veleiro e
bem cnnh-'Cilo patacho nacional Capuao, ca-
pilo Theotonio Jote da Silva Rosa, tem parle
de imi carregamento prompto : para o resto qae
lhe falta, trata-se com os seus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C. no seu es-
criptono, rus ds Cruz n. 1.
PIBLlf AC\G LITTERARIA
4 mulher. a familia % a
POR J. GUENEESDASLVAFiMELLO.
(Preco da assignalura 23009.)
Acba-se no prlo prestes a sahir a luz esta pu-
blkago, importante pelo assumpto que encerra.
A' sua entrada no recinlo do lar domtslico de
grande neesssidade na actualidade, que a pha-
lange do erro tem levantado os seos acampa-
mentos psra guerrear a religio do Chrlsto.
Acha-se aberta a sua assigoatura na hvraria eco-
mica, ra do Crespo n. 2 ; na Universal, ra do
Imperador n. 20 ; na de Antonio Domingues Fer.
raira na mesma ra n. 69 ; aa mesma ra n. 29 ;
e na casa do autor, ra estreila do Rosarlo o.
19, segundo andar.
O autor deposita extrema conQanga no espirito
de religiosidade que anima os nessos pais de fa-
milia.
ftvtM IfilmOi.
O;
2"?CI saccoscom miiho em
lotes de 10 saceos,
Terca feira5 do corrate.
Oagecie Pestaa por cont* e ris:o de quem
periencer far leilo de 200 saceos com milho o
mais novo que ha no mercado: terga-feira 5 do
correnta celas 10 horas da manha, na porta do.
Armes defronte da alfandega.
Um cvallo ruco
a>
com todos os andares.
Terca-Vini 5 do corrate.
O agente Pestaa vender em leilo um ca-
vallo cora lodos os andares e muito bonita figu-
ra: terga-feira 5 do correte pelas 12 horas no
largo da alfaodesa.
andar a. 8 sito no baeeo do Padre freguezia ep
Santo Antonio, s 10 horas do da cima men-
cionado em sea escriptorio rus ds Cadeia n. 9.
LEILO
DE
Um piano mecnico em perfeito e3lado,
i mobilia de amarello, 1 guarda rou-
pa, 1 tocader com grande espelho, 1
secretaria de Jacaranda', 1 cama de
Ierro com colxes e cortinados, 1
cadeira debalantp, i dita poltrona,
1 mesa de charao, 2 pares de lanter-
nas de crystal, 2 pares de jarros, i
apparelho e 2 salvas de metal fino, 1
estante para livros, 3 ven eianas com
caixa, violao novo, alguns objectos
de ouro, 2 toalbas de labyrintho no-
vas, alguma louca de porcelana, fa-
cas, garios e colheres e muitos outros
objectos.
Terca-feira 5 do sorrente.
O agente Pinto far leilo por conta de um ra-
paz soltelro que retira-separa Europa o sem re-
serva de prego, dot objectot cima mencionados,
existentes no prlmeiro andar do sobrado n. 138
da ra da Senzala Yelha, as 11 boras do dis
terca -feira 5 do correte.
LEILO
DE
200 barricas farinha de
Trieste SSS e SS.
Segunda feira 4 do corrente.
O agente Pestaa vender por cuota ejriseo de
quem p6rtener 200barricas comfariohade Tries-
te de marca SSS e SS,desembarcada ltimamente
a qual ser vendida em lotes a vootadodos com-
pradores: seganda-feira 4 do corrente pelas 10
horas da manhaa, no armazem do btro do Li-
vramentono Forle do Mallos.
Para Porto Alegra pelo Rio Grande do Sul
segu com taita brevidade o patacho Novo Li-
ma, capillo Luiz Antonio da Silva, recebe um
resto de carica a frete razoavel : a tratar no es-
criptorio de Amorim Irmos ra da Cruz o. 3.
O. Emilia Cavalcaoti de Onveiri.
Dr. Pilipoe Csrnetro de Olinda Campello.
Gongalo Jobo dos Santos Fortes.
Tenente Joi Joao ds Carvalho.
Joi Joaqaim de Castro Moura.
D. Laurianna.
I). Mariinoa Augusta Pastos.
Manoel Tarendo Corris.
Teneale Manoel Joaquim Machado.
Manoel Ildefonso de Souza Lima.
Pela admioislrago do crrelo desta cidade
se faz publico que a mala que tem de condazir o
biata nacional Doas irmos para o Aracaty, se-
r fechada boje as 2 horas da tarde.
Pelo juiz de paz do 2. dislricto da fregue-
zia de Santo Autonio tem oa ser arrematado a
armago e mais objectos da toja n 8-V, sita na
ra Dtreita, caja arremalacao ser feita na mesma
loja, no dia 6 do cortete, pelas 4 horas da tarde,
por execugo de Jos da Costa Domado contra
Jos Antonio Soares Rosa.
__ No da 6 de agosto correte, e t.epois da
audiencia do Illm. Sr. Dr. jais municipal da 2.a
vsracivel, tem de ir praga por venda a quinta
parle da casa terrea o. 70, aita oa raa do Pilar,
avallada por 600$, por execugo de Joo Joaquim
Vi-ira centra Domingoa Barrstr e sua mulher:
os li liantes comparegam oa sala das audiencias
a 1 bora da larde.
Pela segunda vara do iuizo municipal desta
cidade vai praga no dia 6 do corrente, na sala
dat audUmciat, depolt de urna hora, duas parles
do silio Estiva, no lugar da lbura, por execugo
de Antonio Tiburcio da Costa Monteiro contra
DE
Urna mobilia de Jacaranda
com t'iupo de pedra, 1 ditr?
de amarello nova com ta i-
po de pedra, 1 candelabro e
2 serpentinas de crystal fi-
no, 2 pares de jarrse 1 ta-
pete.
Terca-feira 5 do corrente as i 1 horas-
em ponto.
O agenta Pinto far leilo sem reserva de pre-
go dot objectot cima mencionados existentes
no primeiro andar do sobra Senzala Velha, onde sa effectuar o leilo.
Um
predio em
chao proprio na ra do
Queiniadon. 30.
No dia terca feira 5 do corrente.
Em virtude do respectivo despacho du Illm. e
Exm. Sr. Dr. juiz aspecial do commercio, a re-
quermento do inventariaote e sxprestas ordens
de herdeirot se far IMIao de todo o sobrado de
3 andares, na ra do Queimado n. 30, s 11 ho-
ras do dia na ra da Cadeia n. 45, tendo que da
parte correspondente ao expolio da fallecida D.
Antonia Mara de Cattro logo que seja effectuado
o leilo o comprador ser obrigado a presentar
a sui importancia par ser lecolhido so deposito
publico : pottanto os pretendenles se sotecipem
a examina-lo, alim de aproreilar a opportunida-
de de comprar um elegante predio, sito em urna
das principaes ras do commercio, por interven-
g30 do agente Euzebio.
Precias-aa de ira ama
. a
segundo and
5 na ras dss AgtV#X,S.
Ot Srs. Paulino Antonio de Azet.av *-
tomo Silteira Msciel Jnior lem caitas n > ,Km,
ede Marques, Barros & C, largo a* Cetaj
(o
Santo n. 6.
Jos Yliate, subdito
P_*r o Rio de Janeiro.
hsspanbul, retira-te
Preciaa-te de urna ama que leohi eaataaM
Nova"3,, Sft ",D filb0' W" be'
Novan. 52. a na ra da Praia n. 13.
aa raa
Antonio Jos Gomes e Curre
-----.. JUJ, bornea Cu Lorelo aara
I co'jrffl:/r..K,r" *" oeeroME
gtco Jos Coslbo, na cidade co*a de Siala A-
8
maro
Aluga-sc
urna negra boa cozlnheira a propala cara tela)
semgo do ama casa ; a tratar na ra da Crai
numero 57.
O Sr. Chnttuvo Saotitgo o anaw.
queira apparecer na botica da ra do Cebugi .
interease.
11, a negocio de seu
rrecita-aa de quatro a ateca coelua da ta.
JurostoDrebypoihecaemum predio de staVer
Lai^5and.0",e",juro8 taallll
lempo de quatro tnnot; a quem cootier
ce para ser procurado. '
Prciaa-se da qantia
poiheca era tres etcrivua ;
numero 81.
e pelo
tonu-
da a;UUt/3 aobra fcj-
na raa do ln p-rter
. Aluga-se urna estrava b..a cozbeira Mt-
vadeira : quem precisar, dinja-ae a raa do Rie-
1 n- 60, segundo andar, que achara com autm
tratar. ^
Archivo Piloresco
JORNAL
De recreio e ii^truc;ao.
Publica-se semanalmente rata intere-.-aut jor-
nal em Lisboa, o qual illuatrado de numerosa
rtavuras e collaborado pelo mais distinct. s ea-
griptores, como sejsm, A. Hertelano, F. d L-s-
tilbo, Lalino Coelho, Rebello da Sila. A. Corve
Palmeirim e muitos outros. Cda anno forma naa*
volume de paginas. J se ach.im publicidoa 4
volumes completos e parte do 5. vol. Asii^-ea-
sa a 6> por auno, na hvraria econmica ao pe 4*
srco de Santo Aotooio.
Na ra do Sol ,,.
cravo por 5$ semanal,
eoxaia.
21 ha para clufiT uoi ta-
preprio para irabalbo e
Precua-se de utu menino para Miaeti i ose
tenh 10 a 12 annos de idade, quo teja coriuxuez
dos ltimamente chegado : na ra da Impe:at-iz
o. 7S.
Eusina-sa a ira luur, tallar e e*cre*erajraaa>>
raaticalmentoo ioglez e fnncezem b>*ai p lempo : informa-sena blica do Sr. Luiz P. das
Novet, no Recife, ra da Cruz, ou na lua de ce-
ra do Sr. Fortunato.
Precita-sede LtOj) ou 1,3tH>c a prmio.
daudo-se por hypoibaca alguna predio queas
quizerdar annuncic por este Diariu acode te de-
ve procurar para te tratar do negocio.
Urna casa
e 8meia-aguas no fundo.
Terca-feira 5 do corrente as 10
horas em ponto.
u geme runo i.ra leuo ue uiua caaa .errea
sita em chot proprios na ra do padre Floriano
n. 35, com 21 palmos de freote a 60 de fundo,
com portao para a ra da Asaumpgo e lem 8
meia-aguas no fundo, e rende ludo 126J eren
saes, as 10 horas do dia cima mencionado em
seu escriptorio ra da Cadeia n. 9.
Farello de arroz.
Segunda-feira do corrente.
O agente Almeida far leilo por conta o rico
de qdem pertencer de 60 sacos ceno farello de
arroz, no trapiche baro do Livramenlo co t'or
te do Mallos, s 11 horas do dia cima.
.--..
-hfc
B Precisa-te da quautia de 2.001')} a premio
de 1 0,0 com seguranga em um predio desombs-
ragado uesta cidade, cojo predio val 6:0U0^lU0 :
quem quizer annuncie para ser procurado.
A
a
Eduirdo Mura-t, autillo puifgeti, reti-
rase pars a Europa, e julga nsd daver netlai
praga, com ludo se el,ruem se Mfn ten credor,
queira apresentar sua canta at o da lt do cjr-
rente.
Tendo fallecido nc dia 7 de iu'.ho do cr-
lente anno, em Qjixeramobini, e '. Ber-
nardo Jos Affonso, convida um sdjij> do
mesmo fallec o, aos prenles e ao.i,;. ,
para assistirem uma niissa e men estl
quo lem de ser celebrado no di^ 7 aa c- r
rente, s 7 hi-r.'S da manilas, oa igrjid--
F.r.iBB.'s.ili, fn r,nllrrii> rtnr rt; i acta e
Candado, grato sera a l0e.
Recife. 3 '* 'g ,.i,i (i( 1862.
Passageiro da barca teroeeu .'j.-r tab
para a Farahiba e llavre :Joa-j Barre.., d^
ralbo
o O.
Vende-so uma inobnia ue aaeaiatl
pouco uso : a tratar no patea de S. VVra n. aj.
No da l do correuip f.ji preso pe aal.la-
legadode Olinda, Amonto Rayrtondo '. ru Calila
o criminoso Flix Capuava, cooira qu*ir. haeteaj
precatoriat, por ter rr.orto irulher na ssaaaaaa
da Boa-Vista. Conline o S-. sebd ',?? 1 i -aa
a aclividade que lem aaa*a>*alviJa n,: riernea*
da seu cargo, que sem dt)i la teij as tpilta
dos homem bous e sentalot, e a caedjavt i u*
iuturidades superiores.
LEIU0
DE
Una escravo
COMPANHA SRASIU.KA
DE
PMPVBS l IJUMWt
At odia 5 de agosto esperado dos portos
do norte o vapor nacional Parama, coramandan-
te o primeiro-teneote Antonio Marcelino Cuntes
Rlbeiro,, o qual depois da demora do costume
seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor peder conduzir a qual devo-
ra aer embarcada no dia de aua chegada, erj-
coromendas e dinheiro a frete al o dia da sahi-
da as 2 horas: agencia ra da Cruz n. 1 es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
01 C.
^oo Montero de Andrade Halvinu. 1 Pedrc, de Alcntara Monte Lima.
COMPANHtA PERNAMBUCANA
DK
Natvega^o costeira a vapor.
Parahiba, Rio-Grande do Norte, Macau,
Aracaty, Cear, e Acrscu*.
O vapor Jaguarlbe, commandanta Lobato,
tahlr para os portos do norte at o Acarac,
no da 7 de agosto aa 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 6 ao meio dia. Eneom -'
Tertja-feira 5 de agosto.
U agente Pinto far leilo a reqaerimento do
depositario da matsa fallida de Parias & C, e
por mandado do Dr. juiz etpecisl do commercio,
do escravo Agosiioho, pertencente a metma
masa, s 10 boras do da acimt mencionado em
teu esciiptnrio ra da Cadeia o. 9.
LEILO
BE
50 barricas com cimento
escuro,
Segunda feira 4 do corrente.
O agente Pesiaea vender por conta e risco de
quem pertencer 30 barricas com cimento escuro
desembarcado ltimamente, e tora vendido a
vontade : segunds-Ieira 4 do corrente pelas 12
horas da manha na arcada da alfandega.
Aluga-se urna crioula escrava que sabe pprfei-
tamente cozinhar, engommare lavar, fazer doces
etc. eU., com a condigo do dSo sabir por forma
alguma rus: quem a pretender, dirija-se a raa
do Imperador n. 15.
Por vezes temos declarado que os em pre-
lados deste Diario nao cutio encarregadua de
tomar nem ilitiiiuar assignalura?, e oem fazer
tranferencias de oioradas, deveodo todas estas al-
lernges seren fetas na hvraria u. 6 e 8 da yraga
da Independencia, onde existen) livros para estes
laogarneules ; e de novo previnimos aos Sr*. as-
signantee, que tiverem da tazar qualquer das re-
feridas alUragoes, de se dirigirem a referida li-
vraria, n-o sendo valido qualquer oulro lugar
ou meio. Igualmente advertimos aos que se
acharo por pagar, que manJem realisar seus pa-
gamentos, pois o tempo proprio j ha muio
pasaos,.
Nesta typographia precisa-se tal-
lar a pessoa que representa o fallecido
Jos Joaquim de Lima que foi agente
da Parahiba e Rio Grande do Norte.
Aluga-se a cata terrea o. 27 ca ra do
Burgos e o primeiro andar da casa n. 191 da rus
Imnerial : a tratar na ra da Aurora n. 36.
Aluga-se a ssls da freote do primeiro an-
dar da raa Novan. 26 ; a tratar na mesma ra
numero 39
Aluga-se um moleque de idtde de 16 an-
not que serve para todo o servigo : s tratar as
Cinco Pontas n. 63.
O abano assiguado, gerenie e nico liqui-
dalario da rirma Rodrigues a Rlbeiro, decidida-
mente autorisado pelo Illm. tribaoal do com-
mercio, convida lodosos senhores que se achem
devendo mesma tirona a que venham quaoto
antes reslisar seus dbitos, pois conlrs os que fo-
rem remissos ter o aenunciante de proceder jn-
dicialmenia. Recife 1.a de agosto de 1862.
Manoel Joaquim Rodrigues de Souza.
Pataageirot da baria naiion-l Ir >, takteui
para o Rio de Janeiro :-J> vino Cr.i.:.. Ooa
Prazeres, Julio de Aullar c iescraos a uUtf*T.
Toda ailenco
Os abaixo assignados liqudatenos :a r. 'i
extinclt lirrr.a de Jote Congalrea filalveira. re-
gara tos deve.iores da aataaaaH e asenta partia-
itrmenle a aquellet a quem te tem roirega
contase cartas asquacs nao reanood^raat a a
Qzram de modo inconveniente, que qj*to -
le veobam saldar seua debito*, porqua aciaxa
de tusceplibilidadei est sempre a tal.
_________________J- M. S. Agui.r & C
Ven le-se as cattM teticsii. i!) ra
ra do Rosario da Boa-Viit.<, n 19 na
tuade Santa Rita, ns 14 t- 16 na tua
nova de Santa Rita, e n. 18 r.o beccu do
Arial as Cinco Ponas, araado tta rrL'ia-
agna, peder' quero ;.s q:;izvi C >n.pur
dirigirse ra da Cruz do afacfc ae-
gundo andar da casi n. -", d. s ti rna.
ras da aianlia as >, e das o hora da.
tarde em diante, sendo a entrada da
casa pelo buceo das Crioulas.
Chumbo ? ciiuttilio!
Veode-se chi>u.bo de manigSo sor'.id a a>
diversos numerut, a retalhu i u em po'goa aa*
prego mais bara'.o que em oc'.ra parte : rna lar-
ga do Rosario n. 31, botica.
artigo feitos ocensio
LEILO
SI
Um sobrado.
Terca-fera5 do corrente as 10 horas
em ponto.
O gaenle Pinto- far leilo do sobrado da um
Otlerece-se uma ama para casa de lamina,
capaz de tomar coala de ama cata de familia,
cozinba qualquer um banquste, engomma muito
bem, taba manietar qualquer menina que queira
se dismamtr : a tratar na ra dss Flores n. 33.
Prectsa-se de um rapas porluguez para lo-
mar conta de uma padtria na villa de Campia
Grande, faz-se bom interesse : a tratar ni raa
do Livramenlo n. 4.
Precisa se de uma ama para o eervico de
casadepouca familia : e ehlender-se ns ra es-
trelta do Rosarlo o. 82. secundo indar.
Alagase um mulato cozinheiro e uma et-
crava quilandeira, que lam&em cozinba e ensa-
boa : na rna do Imperador, no sobrado n. 55,
(ercairo andar.
IIBItASDillICi^lf.
ni. jl m MiiiM,
Precedidas de um dise mal biogra
phico e acoinpanhiidas de notas pela
Sr. Dr. D Juey Monteiro
SECUNDA EOlCCAO f
Correcta e atrcreseentadA roa tas'
OBRAS INDITAS
E ani appendicc contcnd" di^irsts o
Aa tnr!r
do autor.
Tres bellos volumes prigoroiarntasat
impresos sobre papel vclioo
e encariui nados em Pii*, lGdflO.
E* um dos mais ; <(-ulo&.'s tu, i.ts da ..leraia-
ra branleira o de M. A. Jhlvaraa de Aievaata.
Dolado de uma arrente iaaaajtaaijaSa, err.prR**
as mais ousadit in aaaas, e aonaiataS < aa
cabe ial de conhfcimeaies n afta t\im ata raa
em to verdes annoa se poderia -sp'raa* laa-
dia-os no n:olde d& ra nnl-inu i i-v,*iaalida-
de. Bem caberia a Al th*to de menino tertiveLdartta sor r.hateaaartaa
a vittor Hugo : era um giR;i'.-. cuj.'t pi",***ea>
pases approximtvam o u*u : er > njraa
balbaciaote, um Dante ti B.;>iatur ; v#aJa-a
em Pernambuco oai prioeip>es litiaa a a*
Rio de Janeiro Bolcamente oa da adictas 1, 1
Garnier.rua do Ouridor n. 69.
V



&*1

DIARIO
Ultimo aviso.
Anda ei ver se pede ao foreiros do do fallecido Jos ThemoUo Pereira Bastos,
que reiihim pagar os (oros atrasados ao respec-
tivo procurador, pois uestes tres dias se comt-
qm os recabimeotos udiciaes. Recite I.* de
agosto de 1862.
* manqCO. SJSUHDa FaRk 4 D1 iG0S10 M l|62g
O r.
Jos Sergio Perreira avisa a qutm
inleressar possa, que i.ao obstante estar por cau-
sa de seus incommodos de saude residindo em
Olinda no pateo de S. Pedro Novo, junto ao Sr.
cooego Joo Uaptista, com ludo pode ser procu-
rado cesta cidade todos os dias, tceoos dos do-
mingos e dias santificados, das 10 da mantisa at
Sda lare. om a sua casa da traca da Boa-Villa
numero 21.
Aqueles de spus clientes que as horas em
Nque est em Onda precisar de soccorros mdi-
cos, pojem, para os casos repentinos, chamar aos
Srs. Dts. Piiauga, Connives de Moraes e S Pe-
reira, que em obsequio ao ennunciante se pres-
tarlo a qeaiquer chamado, para qualquer dos
baitros.
Afora dos casos imprevistos os chamados ser-
Ihe-hao feilos por escripto, e entregues na sua
casa da praca oa Boa-Viata, ou na botica do Sr.
A. F. des IS.ves na mesma pre$a da Boa-Vista.
Os moradores de Olinda e sua circuuvisinhanca
qua precisarem dos ser'icos mdicos do aonun-
efante devem procura lo at as 9 da manhaa, a
de tarde das 4 em diante, certos de
promptaa,ent aitendidos.
que serao
Precisase de uhi hornera de dade para
criado de ubi casa, o qual se sugeite a todo o
wlCO : na ra da Cruz 11. 44.
Jote Joaquiui Lima Boiro scientilica ao
respeitavel corpo do commercio e com etpecia-
lidade aquellas peasoas com as quaes est rela-
cionada a firma de Pinto de Souza & Bairo, que
tendo hooteni expirado o prtjo de seu contrato
social, entra desde hoje a mesma firma em liqui-
darlo sob a gerencia do annuncianle por mutuo
acord de ambos os associados. Recite 2 de egos-
Gasjj>am*atagar.
Na ra Imperial 0.116, um andar rauilo fresco
para a prseme estaco que vai otrat: a tratar
uo largo do Tr$o a. 141.
Attenco
*
Flix Venancio de Gantalicio pede a seas fre-
guezes que lhe sao devedores em quanlo antea
venham pagar seus dbitos no esparo de 15 dias,
do contrario lngara mo dos meios jadiciaes
afim de lhe psgarem.
Companhia Fidelidade de se-
guros maritimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Olireira Azevedo & C. compe-
tentemente autorisadoa pela directora da compa-
nhis de seguroa Fidelidade, tomam seguros da na-
vios, mercadoriaa e predios, no seu escriptorio,
ra da Crnzn. 1.
Dentista de Pars, i
Joao da Silva Ramos,
medico pela Univsrsidade
de Coiibra,
da consultas em casa, das 8 s 10 horas da mi-
nhas, 11 presta-se a qualquer chamado com a bem
conhectda promplidao.
babinete medico cirurgico.J
Ruadas Flores n. 37. %
Serao dada consultas medlcas-cirargi- 2
9 cas pelo Dr. Ettevo CaTalcanti de Alba- ?
querquoda 6 sa 10 horas da manhaa, ac- O
9 cudindo aos chamados com a maior tora- #
9 Tidade possivel. a.
O 1 Partos.
v S. Molestias de palla. aa
8.* dem do olhoa. m
*' "era doa orgaos genitaes. 9
Frailear toda a qualquer operacao am O
9 seu gabinete oa em casa dos doantea con-
9 lorma Ihes fr mais conveniente. 9
9*38a9e sesee eeeec
Aluga se o primairo andar do sobrado n
22, na ra estreila do Rosario a entender-se na
mesma ra casa n. 23, segundo andar
Asplialo.
alanoel Firmino Farreira com fabrica de as-
phalto na ra da Coucordi n. 75. oflVrece ao res-
peitavel publico esto escellenle ladrilho para ca-
sas de morad', armazena, calcadas, etc., ate ;
seu preco pouco excede do ladrilho de lijlo, mas
torna-se muito niais econmico pela sua duracao,
preservativo de cupial, dos ratos, furmigas,
de humilade. O fabricante garante sua solidez,
podendo rodar por cima carros cooi grandes pe-
sos, pipas, etc. Tambera se prepara para faze lo
de cores, pois ja f-z encommenda para a Europa
fies arranjos para iso necessrins.
15Ra Nova15.
Frederico Gautiar, cirurgiao dentista
faz lorias as operaees desua arte a e co-
loca deots artificiaos, ludo com -sdeln
rioridade a perfeieao qua as passoas-,en
tendidas lhe reconhecem.
Tam agua e pos denuncios, etc.
Precisa-se alugar urna escrava
para o servico de urna pequea familia,
prefenndo-se que compre e engor-
me : na ra da Cruz n. 45, armazem.
Aluga-se o excellente terceiro andar da ca-
sa da ra do Vigario n. 23 : a tratar na mesma
roa, casa n. 7, ou no largo do Corpo Santo n. 6,
segundo andar.
Laboratorio
BE
a vapor
Lavagem e engommado
de roupa, de Hamos & Pi-
mentel.
Emprea importante, que vai prestando rele-
vantes servidos seus frpguezes pela promptiriao
a perfeic.ao com que lava a roupa sera a estragar
PREgos.
Roupa sorlida (embora nao venhsra meiaj neai
lencos) 40 rs. por pega.
Pegas grandes isoladamente 100 rs.
Roupa8 de navios, vapores e hospitaes 70 rs.
Dita de familia que nao fregaeza 80 rs.
Dita de doente d familia que nao 4 freguaza
1 *-'.' r b .
Urna rede ou cortinado de cama ou Yaranda
a oOO rs.
O preco dos engommados mdico e confor-
me as pegas, como costumam fazeras engomma-
deiras. O praso da entrega da roupa lavada
8 dias, e engommada 15, sendo qua muitas vezas
estS prompta antes do praio. Deposito na na
Nova.
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ba do Cabug n. 18, entrada pelo
pateo da matriz.
Essa galera ornada com 01 augustos retratos
photographicosde SS. MM. e das aerenissimas
princozas imperaes, assim como com os de mui-
tas das principaes pessoas desta cidade, est a
disposicao do publico, que apodo viiitar todos
es diaa das 8 horas da manhaa s 5 da tarde, a
examinar os trabalhos expostos.
Continua-sea tirar retratos por todos os sys-
tema3 photographicos, e especialmente por am-
brotypo e em cartes de visita. Fazem-se tam
bem mimosas miniaturas em tslco para se collo-
carom em joiss.
Os precos dos retratos sao os mais razoaveis
que se encontrara oesta cidade.
J. Forreira Villela, photographo.
Antonio da Silva Fialho Jnior
participa ao publico em gera! que jul-
ga nada dever tanto nesta praca como
em outra qualquer parte, mais se algu-
ma pessea se julgar seu credor apresen-
te suas contas no prazo de 50dias aGm
de serem pagas. Recife 30 de julho de
1 oo2.
.;7" Con,s,anao a "baiio ssiguada que seu ma-
.P.5r.eaan1er Ten^r,uma u sa sil, na tra-
I 1, nM-'ef/ 9J f" ,cieDle 0 Vbco que
ella se oppce vends da mencionada casa.
Romana Vic<>nci< Vioira.
SEGUNDA EDICCVO
DO
}
THESOURO HOMEOPATHICO
Vade-mecum do homeopatha
pelo doutor
$mm %. 1. mm.
n...n.t q-e e lem lo">do tao popular
BSIESSS* "?b" de '" P"llcadoPoirI
vMs!lSjhS!l7,ata q" a P-8DCia a oa
v K-' da Clencia em demonstrado. A no-
JrJSo em lado superior primeira, an-
dal'B!S!i p,M ?*idM. "erca d0 eir,T0
dM medtfi "' C.m 1Ddl"C" mui proreitosas
1S! B,lM D0T0, reeentementa ezperi-
mentadosn. Europa, nos Estados-Unidos e no
2.* A exposicaoda doulrina homeopatha.
unn .!' 2 da.ProP"?o dos remedios se-
diairl,),3 Ped0mi03DC" 08 'emperamentos,
ciaa '0!M1M- e eUI"lo a ircumsun-
ciaa atmosphencas etc., etc.
hereditaria?.""5*0 B ProPhu"ia das molestias
5.* A presertrsQlo das molestias epidmicas.
o. Urna estampa Ilustrada demonstraba da
continuidade do tubo intestinal desde a bocea at
o anus etc., etc.
Vende-sa ns pharhacu especial iiomeopa-
rmcA, propnedade do author, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Preco de cada exemplar. ; 20000
N. B. Os seohoresassigoantes queram man-
dar teceber seus exemplares.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado agente do Banco
Mercantil Porlueuae nesta cidade, aaca
eectivamenie por todos os paquetes so-
bro o mesmo Banco para o Porto o Lia-
boa, por qaalquer somma avista a a pra-
zo, podendo logo os saques a prazo serem
descontados no mesmo Banco, na razo
de 4 por canto ao anno aoa portadores
que assim lheconvier : as ras do Gras-
po n. 8oa do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Castro.
usa
Consultorio medicodrur^eo
--TOABA. GLORIA CASA BO TORB AO<-3
Consulta por ambos os syslemas,
aninS. 5iTmI* t BI"dnS Para a aua nota residencia,
manto acaba de fazer ama reforma completa am todos os seus m
252. que.tem de q"e "medios do seu estabelecim
o proprietario
medicamentos.
desta asuaaltcl-
ento nao ao confndaos cosa oa i*
o proprietario tem tora4
considerados como falirir,-
peasoa que os mandar cosa-
pal marcado 'imVimmm-----*""""* mmmmmm sai"da P*lo Dr. Lobo Moaaozo m_
op.racao, ffianCndo que s'ero S"Jo, f todo di'yalo" ."SdIo 'T* -,"
sqaellas qua i tem tido escraros na casa do annunciante P^mplidao, tomo saben todos
-9
Arrematacao.
No dia o de
CONSULTORIO ESPKMAL HOMtPATBKM
DO DOUTOK
_ SABINO 0. L. PINHO.
Kuan* Snt.n biorn (1^ a,i0
Novo) D. 6.
Consultas todos os dia's atis desde at 10 nonti
at meio dia, acerca da seguiutas molestias :
tnoltstiat da mulhtrtt, moltttiat dar crian-
eos, moltttiat da ptllt, moltttiat dot olhot, mo-
Itstiat typhilitxcat,todat at tsptcitt dt ftbru,
ftbrts inttrmiltentet t tuat consequtneiat,
PHARMACIA ESPECIAL KOBKOPATBICA .
Verdadeiros medicamentos homeopatni*os pra
;aradot som todas at cautela neceaearat, in-
alliveisern seus elTeitos, tanto em tintura,toma
em glbulos, pelot prejot oais commodoa pos-
aveia.
H. B. Os mediesmentos do Dr. Sabino tac
nicamente Tendidos etr saa phirmaeia ; todos
qaao forem lora dellaaa falsas.
Todas attarteiras o acompanhadas da a o.
Impresso com am emblema em relero, tendo ao
raopr at seguintts palarras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Esta emblema* posto
igualmente ua lista dos medicamentos que sa pe-
de, As carteirat qaa nao le vare m esa* i mpress
attim marcado, ambora enham natampa o no-
Bao da flr. Sab'io aio falaoa
Pateo do Livramento n. 11.
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio planta dentes artl-
?ciaea por grampos e ligaduras a a prtsso do
ar, dantes incorruptiveis sobre oaro, systema
norte-americano e faz todas asoperac,dea de sua
rta e com promplidao e limpeza
0 I ivro d Poyo.
Sahio luz publica o LIVRO DO POYO, publi-
cado tob a direcc.ao do Sr. Dr. A. Marques Ro-
dnguea, a contera a vida de N. S. Jess Christo,
segundo a narragao dos quatro evangelistas, o
maia os aeguintea artigos : o vigario, o profossor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prati-
ea, Simao de Nantua, mximas e pensamentos,
a bygiene, os deverea dot meninos, e o Brasil.
A publicago do LIVRO DO POVO nao s tsm
por fim uniformisar a leitura as escolas prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
differente, e portanto facilitar o trebalho do mes-
ir e do discpulo, como tambera vulgarisar, por
am prego baratlssimo, a historia do silrador do
mando, e os melbores preceitos da moral.
\ Venda-sa o Livro d0 Povo, no Retife, na
V Inl"'* da pra?* d* Independencia ns. 6 e 8. a
500 rs. o exemplar eai brochura. o a 800 rs. car-
bonado.
***- .
Rogase aos devedores do fallecido
Joaquim Jos Uibeiro de Oliveira que
teve lojanarua Difeita n. 55, que ha-
jam de vir pagar seus dbitos na mes-
ma loja ou na ra do Queimado n. 41 e
48t evitando desta forma o receber se
judicialmente e publicar-se seus nomes
por este jornal.
-- A pessoa que ba 8 mezes passadoa deixou
na ra do Rangel loja de relojoeiro, um relogio
le cima de mesa por garante de 12$ (deimpres-
timoj baja de o vir buscar no prazo de 3 dias, do
contrario ser vendido para fioal embolso. Kacife
2 de agosto de 186.
Bruno Amsncio dot Reit, advogado provi-
aionado pela relscao do dittricto, residente na
comarca de forto Calvo (Alagoaa), encarraga-te
e promatta-se faar,er-se com zelo na defeza dos
direitoidot qae la Jigaarcm ser seus commit-
tentt.
16ua da Cruz16
O Dr. Rocha Bastos
d consultas todos os dias.
Cura radical o em pouco das moles-
lias syphiliticas a dos orgaos genito ur-
\ narios.
Consultas d* grara das 8 as 9 horas da
| manhaa.
oiojMaMtewai, HKmmmmm
BE \;
agosto na praca.do uizo
municipal da primeira vara, depoi* a
audiencia tem de ser arrematada urna
parte do sobrado novo de um andar
com grande solo na ra de Santa Rita
n. 1, em chaos proprios, com 52 pal-
mos de frente e 90 de fundos, cotr -
nellas para a ribeira e com frente tam-
bera para a ra nova de Santa
avahado todo o predio
em
Rita,
12:000#
parte que se tem de arremrtar a molas como pela pressao do
sendo a
na quantia de 4:0470066 rs., ]
cuco de Rernardino Francisco de Aze-
vedo Campos contra Casemiro Gomes
da Silva e sua mulher.
40Ba do Queimado40
Defroiite do becco da Cougregacao letreiro verde.
Nesta estabelecimento ha lempre nm sorlimento completo do roen
todas as qualidadss a tambera sa manda executar por medida i vontada
xes para o qaa tam ara doa malhores proftssores.
Casacas ua panno prato a 0$, Ditos da aetim preto
85*t 30^000 Diloa de seda e tetlra braneo a
30000
faita do
doa fregoo-
a 3Roa estreita do Rosario-3
Francisco Pinto Ozorio continua a eol-
locar dentes articiaes tanto por meio de
(
ar, nao re-

Cartts de visita
Cr|oes de visita
Carlees de visita
Cartes de visita
Cartes de visita.
Precos reJuzidos
Presos reduzidos
Presos reduzidot
Presos reduzidos.
A duzia por 12#
A. duzia por 123
A duzia por 12$
A duzia por 120
lijas duzias porSOfi
Duas duzias por 20$.
Novo eslylo da photographia
Novo eslylo de photographia.
Arnbrolypos emcaixss 2$
Ambrotypos em caixas 2$
Arnbrolypos em caixas 2$.
O retratista americano
Alberto W. Osborii
Ra do Imperador.
Consultas medicas, j
8 Serao dadas todot os diaa pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra j
Sda Cruz n. 53, deade s 6 at os 10 horas
da manhaa, menoa aos domingot; sobrt... ]
8 1.* Molestias de olhos.
2 o Molestias da coraco e de peito. |
8 3. Molestias dos orgaos da gerago e ]
do anua.
0 exame dos doeotes ser feilo na or- J
dem de suas entradas, comec.ando-se po- I
'X rom por aqaelles que toffrerem dos i
8s olhot.
Instrumentos chimicos, acsticos e op- a
S ticos serao empregados em suas cnsul- i
taces e proceder com todo rigor e pru- i
deocia para obter certeza, ou ao menos 2
5 probabilidade sobre a sede, natureza e 1
S cauca da molestia, a dahi deduzir o pa- 2
no de ira lamento que deve deslrui-Is, oa I
curar.
Varios medicamentos serio tambem a
f empregados, gratuitamente; porm i
9 pela certeza que tem do sua vardadelrs 1
qualidade, promptido em seus effeitos,
a necessidade do seu emprego argenta ]
Sque se usar delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
Sdoenles toda, e qualquer opera^So que
julgar conveniente para o restabeleci-
* ment dos meemos, para cujo fim se acba
prvido de urna completa collecco de
8 instrumentos indispensavel ao medico
operador.
Dcilar olhos articiaes ; psra o qua
9 se acha prevenido de pecas e iuslrumen-
m tos neceatario8.
Por meio de experienciai pticas indi-
car sos doeotes qual o grao do vidro que 1
os oculos devem ter para qaa sua vista Q- 3
que bem acommodada, o jamis sa fa- J
tigua qusndo astiver applicado ao tra-
balho.
mmm MQWHmnKimtmm msk
Carvalho <& No-
gueira
sacam sobre Lisboa, Porto e
Banco nio. <
Estabelecido na cidade do Pm%
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
Sacam por todos os paquetes sobro o metmo
Banco "
g eba paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
outras preparare as mais acreditadas <
9 para conservaco da bocea: ta
Aluga-se o segundo andar da casa da traves-
eado Queimado n. 1; a ir(iar na tgberna
baixo do mesmo.
por
Precisa-se de tres a quatro cornos de ris a
premio sobre bypolheca de urna propriedade de
mais valor: quera qoizer dar procure na ra Au-
gusta n. 65, que se dir quem pretende.
Janeo a prazo ou vista, e sobre asagencios em
isboa, Figueira, Coimbr, Aveiro, Vizeo, Villa-
Braganga, Amarante, a cito dias, ou ao pfaso
que se convenciooar: no seu escriptorio ruf da
Cruz n. 1. j
O Futuro.

Peridico Iliterario, histrico, scientifleo, ar-
tstico, biographico, etc., etc., do qual redac-
tor e princiual editor reaponaavel
FAUSTINO XAVIER DE NOVAES.
Colaboradores s primeiras capacidades scien-
tiBcas e Iliterarias do Brasil e Portugal.
Sahir da 15 em 15 dias, no formato da Revis-
ta Contemporaoia de L'aboa, tendo cada folheto
32 paginas de impresio.
Afianga-sa a publicego por um anno e nao se
recebem astignaturat por menor praso.
Publica-so na corte aoode custa 15$, e as
provincias 17JS.
Recebem-8e assignaturas na ra da Cruz n. 1,
escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira Axeved
& C, e na ra do Crsspo, loja dos Srs. Guima-
res & Villar.
Jof Joaqaim Lima Bairao tem a boura de
participar ao corpo do commercio e particular-
mente aos seus amigos, que continua era seu
oome nos mesmos ramos de negocio de que ou-
tr'ora se ocupava a extincla firma de Pinto de
Souza & Bairao, da qual fazia parte o annun-
ciante. Recife 2 de agosto de 1862.
Aluga-se urna casa grande com sotao ebat-
tanUs commodos para grande familia e com si-
lio, lado da sombra, e no melhnr lugar dos Afo-
gados : no pateo da Paz n. 88. a fallar com o
capito Antonio Gonsslves de Moraes no mesmo
patto.
Attenco.
n.No liax5 de aKsl0' depoia da audiencia do
Illm. Sr.Dr. juiz dos orphaos, as 11 horas da ma-
flafes e soao na ra da Cruz n. 1U,' p'ertencente
ao finado Joo de Pinho Bjrges avahado em
lG.OOOg, cujo escripto se acha em mao do portei-
ro do mesmo juizc.
V'if.
'?}

Archivo pitoresco
Pede-sa aos Illms. senhores assignsntes de
mandar recaber quatro cadarnetaa (de margo a
junho) do 5." volume, chegadas ltimamente no
vapor inglez ; na livraria econmica ao p do ar-
co de Santo Antonio.
Precisase de
da Cruz n. 38.
um coiJbiro escravo ; na ra
Quem precisar de a0.nac.ao de piano, e mes'
mo leccionar a principiantes por commodo pre-
go : dirija-se a roa de Hortat n. 27.
te para barbiar e
cortar cabellos na ra do
Rangeln. 18,
trabalhade porta fechada, os presos sao os mes-
mos dos que trabalham de porta aberta, sangra,
lira denles, aluga bichat, ventosas, amolla fer-
ramenlas, pode ser procurado a qualquer hora,
assim como tem aQadores de canica maito su-
periores.
Quera tiver gneros recolhidoa neste trapi-
che do Ramos, de qualquer natureza que alies
aojan), queiram vir recebe-los nesles 3 dias e
trazer ao competente armazem hoje.
Sobrecasaeosda dito dito a 359 a
Paletota da panno preto a de co-
res a 35, 80, 25, 10, 18 a
Ditos de easemira de corea a 228.
15|,129.7o
Ditoa de alpaca preta golla da
velludo fraucezaa a
Ditos da marin saiim prslos a
da corts a 9J a
Ditos de alpaca da cores a 59 o
Ditca de alpaca preta a99,79,59 a
Ditos da brim da coros a 5S.
49500, 49 e
Ditos da bramante dalinho bran-
eo a 69. 5J a
Ditos de merino do cordio prato
a 159 a
Calcas de easemira preta a da co-
ros a 149 109.95,79 o
Ditas do princeza e merino da
cordo prato a 59, 6500 a
Ditaa de brim braneo oda coras a
59. 49500 a
Calcas da ganga da coras a
Collete de vellido preto o de co-
rea liaos a bordados a 129,99 a
Ditos da easemira prati o d* co-
rea lisos o bordados a 69.
59500,59
5*000
55000
'.i
20*000
990OC
109000
83000
8&50
8S500
39500
49000
89000
69OOO
49500
2J500
9000
89000
38500
59000
3*000
2.0
1 *--:*'
29200
l|!0O
_ 60
Ditos do gorguro da teda pratoa
o da corea a 79, 69, 49 o
Ditos de brim fustao braneo a
3(500, 29500 a
Seroulaa da brim de linho a 29 o
Dita da algodao a I96OO o
Camltaa do poito dofatto braneo
o do corea a 29400 o
Ditat de paito do linho a 59, 49 o 39000
Dttaa de madapoln branca a do
corea a 89, 29500, 29 a
Chapaos pretos de msssa francesa
forma da ultima moda a 109.
8J500 a
Ditos da feltro a 69. 59, 49 a
Ditos do sol do sedt inglezos a
franceses a 14g, II, llf a
Colarinhoa da linho maito Anea
novo failot da ultima moda a
ni.ot da algodo
Relogioa da onro patenta o horl-
xontal a 10OJ, 909. boj TOfOOO
ntos da prata galvaniaadoa pa-
tente a horizontaea a 409 SOgOOo
Obraa de oaro, aderemos o moioo
aderecoa, polcelras, rosotaa a
anaia a y
Toalhaa de linho duii 10f, 69 a 9$flOO
Dilts grandes para mesa ama 390 4j*u:
RA
7*000
2yooo
7*000
9CO
>500

DO
IMBADli:
O*.
DE
M!A6
o
NDftSEROUPKS
Sortimaoto completo do aobrocatacos do panno a 259, 289, 30ja 359, cancos maito kom
feitat a 25$, 28J, 30J e 85J, paletutt acatacados do panno preto de 16 at 459, ditos do caaemira
do cor a 159,18f a 20|, palaiola aaccoa da panno o easemira de 89 at 149, ditoo aaecoa do alpaca
m crin a l da 49 at69. sobro do alpaca o merino do 79 at 109, caiga* prttat do easemira da
9 at 14f, ditos do cor do 79 al 10J, roapas para menino do todos os taannos, grande sorti-
maoto do roupasdo orina como sejam alcas, paletots o colletos, sorlimento do colletas pretos da
mtira, easemira a velludo de 49 a 9f, ditoa para casamento a 59 o 69, paletota brancoa da bra-
ceante a 49 a 5/, caiga brancas maito finas a 5J, a am grande sortimonto do fazendaaflnaa o rao-
mrnas, completo sorlimento de caaamiras inglezas para borneao, menino o aenhora, aeroalas da
dono o algodo, chapeos do sol de soda, luvaa da seda da Joavia para homem o aenhora. Tac
Jtoo urna grando fabrica da alfaiata onda rocebemoa ancommendaa do grandes obras, qaa pars
oso ceta aendq administrada por am hbil mastro de somelhanto arto a um pessoal da mais d-
niaii baratt
.!. VIGNES
Os pianos desta amiga fabrica sao hoje assaz conhecidos, psra que seja necesario insistir
sobre a sua superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos comp-adores, qualidides oMh
incontestaveis que elles tem definitivamente conquistado stbre lodos os que lem aj.pareciJo m'esu
praja ; possuindo um teclado e machinismo que obedecem lodas as vontades e capricho* Jos
pianistas, sera nunca falhar por serem fabricados de proposito e ter-se feili ltimamente meho-
ramentos importantissimos para o clima desie paiz ; quanlo as vozes sao melodiosas e flautadas,
: por isto muito agradaveis aosouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Bloolel de rar
socio correspondente de I. Vignes, em cuja capital foram seropre premiados em todas as expo-
sicoes.
No mesmo eslabelecimento se acha sempre um esplendido e variado sorlimento de musitas
dos roalbores compositores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, se; do ludo
vendido por presos muito razoaveis.
%
$
RIA NOVA NUMERO 11
Antiga loja de Gadault.
Acaba de receber da sua encommenda um grande e variado sorlimento doa se
guinles artigos, os quaes vende por menos 10 por cenlo do que om oulra qualquer
parle -
Ilhade S. Miguel; oa ra do
Vigariod. 9, primeiro andar.\,S^^1^%X^^^^'^^MV'^^90m ptoopUd" '
a aaber
Para msicas.
Variado tortimento de instrumentos
para msicas militares o de orchestra,
instrumentos completos de chaves e
apislon muito perfeitos e afinados do fa-
bricante Gaulrot Aia*
Para carros.
Guarnieres completas para arreio de
carros de metal do principe e de lalo pa-
ra um e dous cavallot, molas, vaquelaa
francezat para cobertas, encerados, ga-
les, ricas lanternas para carros ecoups,
colleiras ate, etc.
Vidros.
Um grande e variado sorlimento de can*
delabros, serpentinas, lanternas com pin -
gentes e sem elle, palmatorias, copo'
para vinbo, clice, rodomas para ima-
gen! redondaa e ovan grandei e peque-
as a vontade do comprador.
Para retratos,
W'1^ Machinas muito superiores francezas
J^y-j earnericanao grandes e pequeas, grande
tortimento de chimicas para trabalhar em
lodot os processos. caixiohas o passepar-
tou americanos e francezes, ptpel alba-
minado etc.
a
M
t -;

l ?.-
Para uoivas.
At mait ricat e elagantet cspellat qoa "
te pode desejar, aaseveraado sem errar, r
serem as mais bonitas que aqai tem vio. '**';
do, ricos manteletes pretos com vidrilkos *3ssa
franja o mais moderno oeste genero. C'~~ ?
Para presentes
Muito lindas caixiohas para cottora **-Vj
com msica a sem ella, muuo propriae pa- ->
ra darse de presante a alguma teobora -
que te eslima, ricut aatojos de barba para >,**
homem. fS^
Espelhos. $Xi
Grandea e peqeenot com moldara QM '
pretas e doaradaa, proprios para ornar be- SfSf
nitas salas, sendo os vidros muito grostot "f^SH
e de primeira qualidade. ';
Avulsos. ^
Camisas de lioho psrs homem. ^
Carteiras e charuleira.*.
Dandeijat grandet de 30 palmas t 39. Z *.*
Gollinbaa o manguilot para teobora.
Laa de lodaa aa cores para bordar.
Talagarca.
Seda fixa de todas at cores.
Lindos eofeilet para teoboraa.
Oculot o lonelaa do todat aa quilidadoa.
Pumo francs, americano o lambeta o 1
spreciavel fumo de borba com os seus ^
competentes cachimbos o taan or.

ILEGfVEL
-**
TILADQ
.W.


011*10 Dfc PIRNaMUGO. SBCtNDl PURA 4 DE iGOSTO M 1881.

.
Aviso
O abaixo assignado morador na cidade do Rio
Formoso, j (ando visado e protestado por ute
jornal de 11, 12 e 13 de juabo de 1660 a todos e
eootra todos, que s* diiem illegalment S6oho-
resde urna legua e meia de trra, que por jai-
loa ralosos Ututos pertence ao abaiio assig-
oado, de doto se aprsenla scientiicanJn a lo-
dss em geral, e a cada om de per i, que o abai-
xo assignado o legitimo seLhor e possuidorpor
justo e bora titulo da dita legua e meia de trra
na freguezia d'Agua-Prets, a qual comega do lu-
gar denominadoCsxoeira seccana ribeira do
rio Uoa.aeguiodo pela libeirt do riachoPiran-
gi grande cima. Declara para conheciroeoto de
todos que dita legua o meia de Ierra demarca
pele norte coro o rio Uoapelo poente tora o
riachoPiraDgi grandepelo ful com trras do
Calende pelo mscente com trras do engenho
Japaraoduba e outra sismara annexo i que o il-
legitimos posscirus foram chamados a coociliajo
para entregarem a propriedade do abaixo assig-
nado e saberem que s o mesmo abaixo assigoa-
do o logiiin,o .enhor e possuidor da referida
legua e rui. de tsrra, que j foi corepelente-
menta registrada, e a qaal houve por sismara de
1782, que lhe foi trasnassada e cedida por com-
pra aos legtimos sismeiros : pelo que os illegaes
posseiros logo que foram chamados a concilia-
o abandonaran! as obras, que em algumas par-
tes do dilo terreno estafara faiendo.
E aprov.itando a oc.isio declara mais que
tambem seohor e legitimo possaidor da urua
legua de trra em quadro, que foi concedida por
S. M. Fidelissima em dala de sismaria a Joao
Leandro Soares de Araujo e sua raulher D. Lou-
renga Isabel da Visitarlo, j fallecidos, e por es-
ts rendida ao llaado vigsrio de Una Vicente
Ferreira de Mello e Silva, e pelos herdeiros des-
te, instituidos no respectivo testamento solemne,
foi vendida ao abaixo assignado, eomo ludo con
ta do testamento escripluras lisenles, em a
qual esto indevidainente edificados o engenho
Souza e mais dous da mesma freguaxia de Agua-
Preta, sendo que desta legua de trra em qua-
dro s foi vendida urna quarla parte no silio do
riachoCatembrefazeudo piio no dito sitio e
passagera do rio Pirangi. E para que oinguem
se chame ao engao era terrpo algam anda pelo
prsenle se protesta contra quaesquer outros,
que, por se apossarem de trras albeias, esto
sugeiios as penas dos crimes, que se descrevem
no titulo 3o cap. 1 e 2 da parte 3a do cod. penal;
seudo que por motivos de molestia o abaixo as-
signado teni deixado de fazer effectivo seus di-
reitos, o qae far logo que cessam taes motivos.
Rio Formoso 15 d* julho de 1862.
Aotonio Comea de Macedo>
Rus do Crespo n. 18, priraeiro andar, tiran-
te retratos pelo systema daguerreolypo por m-
dicos pregos ; vao-se tirar retratos de pessoas
moras dentro e tora da cidade.
Aiurfiin-ss as casa, terreas n. 11)5 da ra
de Santa Rita e d. 27 da ra dos Burgos, e o 1*
andar da cas n. 193, na ra Imperial : a tratar
na raa da Aurora n. 36.
Casa para alupr.
Aluga-ie urna excelleotecasa de utn andar, no
Monteiro : a tratar na~ja da Cruz n 57.
i
^Toda atten$o.
Custodio Jos Alve Gafmarei avisa ao re-
peitavel pablico, principalmente a todos os seas
reguez,, e amigos, qae se madoa da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem coohecida a antiga loja
de rniudezas que foi do fallecido Jcao Ceg, hoje
era condecida pelogallo vigilante,a pee ao
respeitavel publico a aos seus freguezes e amigos,
quo o queiram procurar no dito estabeleciroento,
onde achiro urn grande sorlimenlo de rniudezas,
queaffisoga servir bem e vender por menos dez
ou vate por cento, do au em outra qualquer
narte
Precisa-so da urna ama de lene para criar
ama recemnascida : a tratar na ra da Aurora n.
80, 2* andar.
Precisa-sa alugar urna escrava qu? cS^jJTco-
xinhar, paga-se 30 mensaes agradando : na ra
da Aurora n. 80, 2* andar.
abaixo assignado tliesoureiro
das loteras, tendo de ira Europa por
interesse particular,aonde pouco se de-
morara', participa ao respeitavel publi-
co que deixa na gerencia de seus nego-
cios tanto de loteras como particulares,
e sob sua responsabilidade, a seu irmao
e procurador Jo;e Rodrigues de Souza.
Recie 26 de julho de 1862.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Precisa-se alugar duas negras
vender na ra fructas e horlalice
Cruz n. 56.
que
na
saibam
ra da
Bailar ti Oliveira
Porto.
sacam sobre a praga do
Empresta-se 1:300 com hyuotheca em pre-
dio neata cidade : ra Direita d. 82, primeiro an-
dar. at as 9 da rnanhaa. c depoi das 3 da tardo.
OlTrtrece-se urna pessoa para cobrar disi-
des, tanto no interior da proviocia como para fu-
ra da mesma : as pessois que precisar dirija se a
praga da Independencia n. 6 e 8, em carta fecha-
da com as iniciaes A. S. F. J.
~ Aluga-se a sala cora duas alcovas do ter-
ceiro andirda ra do Crespo n. 18. proprio para
dous mocos soltaros : a tratar na mesma loja
Precisa-se de dous lrbalhadore para esta
typographia para trabalhar de 8 horas da maoha
s 4 da larde.
Preeisa-se >i8 urna
guas-VfMPS n. 10
criada ; na ra das A-
A pessoa que anuunciou no Diaria de 2 do
coi rente querer comprar a collego dos peridicos
Imprensa. Liberal Pernambucano e Constitucio-
nal, e do Diario do Recife,> de abril a setombro
do anoo passado, querendo ai colleccots desde o
primeiro numero al o ultimo, e todas encader-
nadas, menos do Diario do Recife, pode-se di-
rigir ra de Santo Amaro n. 26, das 6 a 9 ho-
ras da manhaa. e das 3 i 5 da larde.
Constando a abaixo assignada que seu mari-
do pretende vender urna sua casa sita na traves-
a da Muleta n. 6, faz sciente ao pablico que ella
le oppe venda da mencionada casa.
Romana Vicencia Vieira.
I
Porto & Ozorio, da cidade do Rio-Formcso,
tendo posto sus casa em liquidago, rogara
pessoas que se julgarem seus credore a dirigir-I
te oestes oito dias ra da Apollo no primeiro!
andar do sobrado n. 35.
>^^o
Arrenda-se o eDgenho Pixo, situado na fre-
guezia de N. S. da Luz, distante desta cidade seis
legoas, cora am bom vapor, o qual lem forgas
luperiores, e s lem tirado duas safras, boa dii-
tilacSo montada da novo com alambique da cobre
e cubos, estufa nova, bons partidos para planta-
gao de canas, sendo quaai todos de vanea, o
quaea chagam al a bocea da fornalha, obras da
pedra e cal, casa para morada ratificada de novo
muito bom cercado todo de volado, pdenlo est
engenho safrejir 2.000 pies para maig, conforme
a torga qae ti ver o rendeiro, tendo o dito enge-
nho todas as condices que preciso para ser
bom: os pretenden tes dirija m-sa aos Afogadoa,
passando a ponte o primeiro sobrado, o qaal foi
do fallecido Vianna, que acharo com quem tra-
tar.
ACM
Venden-a tachas de ferro caado do aator
mais acreditado : na rus do Bao, armaiena de
sttucir de Jos da Silva Loyo & C.
Preclsi-ie de urna ama forra
todo o serviro de urna casa de
na ra do Queimado n 39.
que saiba fazer
pouea familia ;
Rosas artiiciaes para cabello:
A.L. B. F. teodo recebido um variado sortl-
mento de bonitas roses que te esto usando para
rracisa-se deum caixeiro que tenha prali-e,beIlo, a depannoi comfolha de velludo, ditas
de taberna ; a tratar na ra do Rosario da de papel todas, as mais ricas qae ae pode encon-
Boa-Vista n. 41.
trar vende-ia
do beija flor.
qae
na ra do Qaeimado n. 63, loja
Para alugar
Urna escrava de bon. cosiumes. ptima de en- para SuSJSSh
gommalos e arraojos internos e externos, e tam- auDt,i ... nn ,"%
bem concha o diario de qu.l.juer familia, e
muito fiel, o que se afianc*. ptima acquis gao
para qualquer familis, pois se aluga por seu se-
Dhorir para fora do paiz por alguns mezes ; di-
rijam-se a ra das Crazesn. 36, primeiro andar.
Casa de sande em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Este astabelecimento j bem eonhecido, e con-
eeituado nesla provincia pelos relevantes servi-
;u3 '|ur. lem prestado, contina mi melhores con-
digoes debaixo da direcgo do seu proprietario
recebar doentes de (odas as classes, os quaes sa-
rao tratados com lodo e zelo icteresse peloi
presos seguales :
Primeira classe.... 3*000 ou mais.
Seganda dita...... 29500.
Terceira dita...... 25000.
Em qualquer das classe os braocos flearao se-
parados dos negroi. Os alienados de 2.* e 3.a
classe nao (ariosos pagaro a diaria ordinaria,
sendo furiosos pagaro mais a quarta parte. O
sunalos da 1.a classe pagaro segando o ajusfa
AWga-ae ama presa cnoula para ama de
leite, paridt a 15 dias : a tratar ua ra da Praia
de Santa Rila n. 70, defroote da ealilago do Sr.
Franca.
L ->i>4>rHi*.
Compra-se urna mucamb de 18 a 20 an-
uos, que seja de bom natural e entenda do ser-
vigo domestico : na ra do Pilar n. 143, primei-
ro and.*r.
Compra-se urna escrava
engomm.deira e coslureira e
na ra da Cadeia do Recife n
que seja perfeila
de boa conducta :
35.
Compram-so aegoea do novo banco de Per
nambuco : no escriplorio de Maooel Ignacio de
Olivoira Comprara sa dous escravos de boa conduc-
ta, sendo um perfeito okial de carpina e o ou-
tro de ferrairo: a tratar no grande armazem de
ferragens e rniudezas na ra do Queimado n. 49
\ anJe- se urna grande caa com commodos
ara negocio, com grande
do Peres, confronte ao
engenho, em frente a estrada publica, por prego
commodo ; i tratar na villa da Eseada com Jos
Mirtina da Cruz, ou no Recife, pateo do Paraizo
o. 10, e ahi se darao todas aa informagoas ven-
tajosas.
Vanae-se urna armago para escriplorio : a
tratar na ra Diraita n. 68, oflicioa de marci-
neiria.
Vende -se urna bonita escrava cnoula, bas-
tante alia e bom corpo, de 20 annoi de idada,
cozinheira, engommadeira, e coie, tambem se
troca por ostra, o motivo desta negocio porque
a mesma escrava nao quer servir a senhora ; na
ra Relia n. 25. casa terrea.
Superior cal de Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa ebegada lti-
mamente, por pregos muito mais commodos do
que em outra qualquer parte : no antigo a acre-
dilado deposilo da ra do Arara n.66.
Urna cocheira impoitante a venda.
Na ra do Imperador n. 12 existe urna co-
cheira que pela sua posigo e commodidade a
melhor desta cidade, com a qual se faz todo o
negocio ou com cavallos e carros todos novoi ou
sera elles, e a mesma se acha livre de iropostos
atrasados; tambem se inclueno mesmo negocio
com permisso de seu dono a melhor vacca tou-
rina quetem vindo a esta trra ; a tratar na dita
casa a qualquer hora.
MaWS,
iOttOHIMl ess m se BMawami
I
I chegar ao novo
I armazem
DI
astos & Reg%
Ka rna Nova junto a Conceico
dos Militares n. 47.
Dni grande e variad* torilmente de
; roupas feitas, calgadoie fazendue todoi
1 estol sevendem por pregoi muito modi-
Qcadoi como i de tea coitume, issim co-
i nv ir vBot-tiVftmni-pi A/S WSfWlia
1 noi a 26$, 28, 30 e a35. paletots dos
mtimospannoi preto a 16$, 18|, 20* a
; a 24, diloi da casemira de cor mesclado
e d novoi padroei a 14. 16, 18, 20
| a a 21, ditoa de casemira de cor mes- ]
ciado e de novoi padroei a 14J, 16f, 18, J
i SO e 2i$, ditoi saceos dai mesmas ca- g
! semiras de cores a 9, 10, 12 e a 1 '.$', v
ditos prstos pelo diminuto prego do 8, 8
10 i 12, ditos de sarja de teda a so- *
brecasacados a M$, ditos de merino de *v
cordao a 12,ditos de merino chine* de |
apurado gusto a 15, ditos de alpaca **
preta a 7$. 8, 9 e 10, ditos saceos 8
pretos a 4, ditos de palha da seda fa- *r
zeoda muito superior a 4&500, ditoa de m
brim pardo e de fusto a 3500, 4 e a S
450O, ditos de fusio branco a 4, gran- l|
de quantidadadecaigas de casemira pre-
I la e de cores a 7, 8, 95 e a 105, ditas R
pardas a 3 e a 4, ditas de brim de co- t*
re linas a 2&500. y, 3&500 e a 4$, ditas 1
de brim brancos finas a 4J500, 5, 51500 &
e a 6. ditas de brim lona a 5 e a 6,
colletes de gorguro preto e de cores a J3
5 e a 6. ditos de casemira de cor a pre-
tos a 43500 e a 55, ditos de fusto branco 32
e de brim a 3 e a 3500, ditos de brim 3
lona a 4, ditos de merino para luto a 4 &
c a 4500, calcas de merino para luto a **
4500 e a 5, capas de borracha a 9000. S
Para meninos de lodo; o tamanhoi: cal- $?
g>i de casemira preta e de cor a 5, 6 e f$
75, ditas ditas de brim a 25,35 e a 3500, f
paletots saceos de casemira preta i6}ei
a 7 ditoi da cor a 6 e 1 7, di-
tos de alpaca a 3, sobrecasacos de pan-
no preto 1 12 e a 14, ditos de alpaca
preta a 5, bonats para menino de toda 8
aa qualidades, camiaa para meninoa da Q
todoi 01 tamanhoi, meioi rices ve tirios 8
de cambraia feitos para meninas de 5 a
8 annos cora cinco babados lisos a 8J e
a 12, ditoa de gorguro da cor e de la
a 5 e a 6, ditos da biim a 3, ditos de
cambraia ricamenteborbados para bapli-
ladoi e muilasoulras fazendas e roupas
feitai qua deixam da ser mencionadaa
8" pela sua grande qaantidade ; assim como
re:eba-sa toda e qualquer eacommenda
de roapai para se maular manufacturar
j e que para este fim temos um complato
2 sortimento dafazeodsa de goito e urna
I) grande officina de alfaiate dirigida por um
S hbil meitrc que pela ma promplido a
perfaigo nada deixa a dciejar.
Candieiros do gaz.
Chegou para a loja da Victoria 01 melhore
candieiros do gaz, que tem vindo ao mercado,
por pregos commodos : na ra do Queimado
d. 51
das seis portas em Irente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande sorlimenlo de laiai a balo de arcos,
oa melhores que aqui tem apparecido no merca-
do a 4500, 5, 68 e 6500 cada um, d-ie para
amostra com penbor ; a loja eit aberta at as
hors da noite;
Superior brim branco de
liriho
Vende-se superior brim branco de Mnho tran-
gado pelo baratissimo prego de 1200, 1440 e
l600a vara, dito muilo encorpado de doui fioi
a de linho puro a 25 a vara : na ra do Queima-
don.22. na bem conhecida loja da boa f.
A 2,400 rs. a auzia.
Lengos brancos Cnos para algibeira pelo dimi-
nuto prego de2400 rs. a daza : na bem conhe-
cida loja da boa f, ns ra do Quaimado n. 22
Cambraias de cores
?endem-ie cambraias francezai de cdre fa-
zenda muito Qua pelo baratissimo prego de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na ra do
Queimado o. 22.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n 16.
dou-
Ps de arroz com boneca em bonltoi vaso
rados.
Ditoi dilosem boneca em pacotes.
Agua balsmica para coniervago doi denles e
bom hlito da bocea.
Opiata ingleza para al vejar 01 denles.
Lene T""ginal cuja utilidade reconhecida
tirar sardas.
Vinagre aromtico para quem soffre
e dor de cabega.
Pastilhai de cheiro para sa perfumar aposentos.
para
IHfM*
500
ao barateiro que est
queimando.
Vende-se manleiga ingleza de superior qaali-
dade a 720 e 800 r. a Hora, dila franceza a 610
e 720 rs. a libra, cha hysom muito superior qua-
lidade a 3*880 e 3200 a libra, toucioho de Lis-
boa muito superior a 320 rs. a libra, arroz a 120
e 140 a libra, aletria 320 e 400 rs. muito superior,
macarro a 320 e 360 a libra, vinagre de L'sboa
muito superior a 320 e 360 rs. a garrafa, arroz do
Maranho a 120 e 140 a libra, azeite doce de Lis-
boa de primeira qualidade % 750 e 800 rs. a gar-
rafa, dito de carrapato a 360 a garrafa, charutos
varetas muito finos a 20 rs. fazendo-se diflerenga
em caixa vinhos muito superiores a 560 ,
a 640 e 800 rs. a garrafa, e outros muitos mais
gneros, que vista dos compradores se vende-
ro por menos do que em outra qualquer parte :
na ra do Nogueira n. 49.
Espera:
sem segundo
Na ra do Qaeimado n. 55 loja da miadezai
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendendo
todas as rniudezas beratissimas, a saber
Frascoi grandes com superior opiata a
Carrileis de linha do cores com 200 jar-
das a
DHoi de retroz de cores, manos preto a
5 Cmxbi com iscas para accender charutos
Ouzias de meiaa craas muilo superior a
Novellos de llnha muilo grandes e su-
perior a 40, 60 e
Ditoi de core, a melhor que ha a
Phosphoros em eaixas de folbl, s a cai-
xa val o dinheiro, a
Cartea de linha com 200 jardas, i me-
lhor que ha
Ditos, ditos brancos e de cores com 50
j'rdas a
Ouzia de facas e garfoscabo preto, finas
Dita de ditas cabo branco a
Tbesouras grandes de 6 polegadas a 40 e
Saceos para escrotos com sinta de bor-
racha a
Tinteiros de vidro com superior tinta a
i>itos de barro com superior tinta a
Msssos com grampos lisas e de caracol a
Djzia de phosphoros de valla a
Pares de meias de cores para meninos a
Croza de peonas d'ago superior a
Areia preta para botar na escrita a libra
Colxetes em cartes, com duasordens e
quatro pares gran es a
Baralhoi de carias francezas a
Ditos portugueiesfinof.
Thsaouras pequeas, porni de superior
qualidade a
j Colxetes francezea em caixa a
Duzia e meias alvos, para Lomera a
Dita de sabonetes linos a
Sabonetes grtDde e superior a
Tramoia do Porto muilo superior a vara
120 e
Pares de boloes pira punhos a
pode
REMEDIO INCOMPARIva
UNGENTO HOLLOWAT
Millares de individuos de todas,, l testemunharas virtudes deaureav
incomparveleprovremc$oneeaarit ...
palo uso quo dalle fizenm lem ,ec r4J'r7-
membronnieiramentesiosdepoisdeb^ *
pregado.nulrnente outroitnumentoi. C
w passo. Poder-sa-h.convencerd.ss.scuri.mt!
oJ r'U,m t0d0J81os i h. muilo
25' amor parte dolias
sao iao sor
anees; a t
150
20
80
60
20
Sjo-.i
3j'00
8o
320
160
100
40
200
----- .au ,ao ,or praxhUntM anu
dmiram os med.cos m,i, eeU^<^!
pessoas recobrar,. cOBi^xToUttIiC ^l
o uso de seus bracos pern.s, tm*Z
permanecido longo lempo no, hotnfue, .
ieviam sofTrer a amputado I Dell.s h.'kLT
csque'i,vendodcixadoe?ses. y|0l d,
timamos, parase nao suLmater* a \Z
ragao .olorosa fora.curadas complru,?
mediante o uso desseprerioso rWk
gumas das taes pessoa n, enfusio da Mo mZ
ohectmento declarar,* Mtmm+*ml
cosdianie do lord
Irados,ifimde
corregedor e outros
. iaaisuter.ii.aret,na a Crtt
tingue, d.sespar.ri, -ioestado de".,.
' messebastante confiangz r. enci0,f ."
medio constaniem.nuseg.MndcalKum kM ,
triunento que neresst,ss* naturez, do Vr-al
cujo resultado serj proTarnconHfUv.Ifil'
Qua ludo cura.
larmente nos M, 500
100
80
20
160
200
15600
60u
no
40' Alporcas
160
240
Cimbra s
Callos.
Aneares.
Cortaduras
bn
LOja (le miUdezaS Tila dO Quei- Alm deslas rniudezas teaj rauila mais que se faz W>rea de caneca .
preciso vender e nao engaitar dinheiro, assim das costas,
como sejarn : labyriotos para todo o prego, areia dos meKbros.
preta a 100 rs., porm quem quizer comprar em Enfermidarles Ha
arroba vend.-se por 2$, baratissimo mesmo1
para quem nao precisa.
A.
Para lulo.
Pumos de seda elsticos para chapeos largos e
estreitos a 1J500 : na raa do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Algodo de 2 larguras.
Vende-se superior algodo monstro com 2 lar-
guras, proirio para leognea e toalbaa de meaa a
700 re. a vara : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Laazinhas muilo finas
r---------------------f-J-_
Suptriores laazinhas para vestidos de muilo
bonitos padresque se vendem pelo baratisaimo
prego de 440 ra. o covado : na ra do Queima-
do n. 22. do loja da boa (4.
Queijo do serto
Queijo de maoteiga a 500 rs. a libra, a de coa -
lha a 400 rs., manteiga ingleza flor a 800 rs.,
franceza a 6f0, banha refinada a 440, em barril a
400 rs., gomma de araruta a 100 rs., em arroba
a 2J80O : na ra das Cruzes n. 24, esquina da
travessa do Ouvidor.
Cocheira a venda
Vndese a cocheira da ra do Imperador o.
25. com 2 carros, 1 csbriolet e 10 cavallos, tam-
bem ee faz negocio somente com as bemfeilorias
a dinheiro ou a prazo : a Iraler na ra do
o. 14.
Crespo
Vende-se una escrava.
Vende-se urna mulata de 16 annos, pouco mais
ou menos, bonita figura, sem deleito algum, e
lem muilo bons principioi de cozer, engomniar
e cozinhar : trita-se na ra do Queimado n. 46
loja. '
mado numero 33
Costure i ros.
Agulbas Victoria papel a 120 n.
Linhai de200 jardas de todos os nmeros s 80 r.
Cascarrllha a peca 2(.
Ditas muilo boa 'vara a 400 rs.
Tranga de linho para todo prego.
Franja de seda, de linho, de algodo muito ba-
rato.
Retroz, linha de novelo ele.
Meias.
Um complefo sorlimenlo sendo de cores para
meninos a 240 rs.
Dilas brancas a 200 rs.
Ditas para stnhora a 240, 300 e 400 rs.
Ditas para homem a 55 e 6g
Ditas pretas para senhora a 400 e 360 r.
Gravatas
com boto a 1JJ.
Da corea muilo boas para homem a lf.
Para meninos estreilinhas a 800 rs.
Pulceiras
de conlas miudinha a ljf.
Da cabello a 45.
De phanlasiade dilo etc. a 500 ra. -
Botoes.
Para casaca e para caiga a groza 320 rs.
Para camiaa muito finos groza 15100.
Grsndes para roupo groza 18600.
Pequenioos para crianga 18400.
Alamares.
Para capote a dazia por 800 rs.
*. Colxetes.
De fiovbatido especial duzia 720 rs.
De carfeo 14 pare a duzia 500 rs.
Em caiia pretos a duzia 8(J0 rs.
Brincos.
A bale brincos, encarnados, azues e dourados o
par por 18.
Rozetinhas com podras que parece diamante o
par 1.
Penas e caetas.
Detoda^ ai qualidadei especialmente de caligr-
Scufy urna por 500 rs.
I Papel.
AlraaAo pautado 500 folhaeftf.
Dito po 420 ditas 4500.
Dito Mito 420 ditas 4g.
Dito liso 35200.
Dito de peso azul e branco 4J550O.
Dito azul liso 25300.
Dito pequeo tarjado 18500.
Dilo pequeo de cores 1J2O0 e 1J50O.
Dilo tarjado de preto 18500.
Eovelopes cenlo 1$t.
Obreias de colas 100,120 e 300 rs.
Pentes de tartaruga.
A imperatrii 88 e 108 o que se vendeu por 165
e 20j000.
Direito para atar cabello a 4$-
A imitago por 15.
De arripia para meninos a 800 e 18.
Tartaruga para alizar 3g.
De blalo para suiga e cabello 400 rs.
Pentes de borracha pequeos para trazsr por ca-
sa muito bons a 320 rs.
E nfinidade de ariigos novamente chegados
loja Espernca ru do Queimado n. 33 A.
cuti
Ruado Imperador
11. 15.
O proprietario desie estabel-'Cimont') que ty-
pographia e encadernago, scienlifica aos leus
freguezes que abre as 9 horas da manba e fecha
as 4 da tarde, al aonuncio : assim como que
contina a tar venda cartas de ABC, taboadas,
cathecisraos, economa da vida humana, carli-
Ihas, traslados, tanto avulsos como em collec-
goes, Simao de Nantus, pautas, cartas de enter-
ro e para oficios, compendio dolores), manual
da missa e da cosso,augmentado com a nove-
na da Conceigio, conforme usara os reverend.-s
carmelitas, novena, oflicio, salve, e versos de N.
S. de Carao, e tambem a exposigo
copulario, o livro religioso, cootendo muilas e
diversas devogocs, apudautas, procuragoes bas-
tantes e especia, caminho do co, registos de
muilas e dilTereotes lmageni, bilheles diversos
para botica, e tambem em branco para nclieses-
crever se o que sa quizer, rituaes de Paulo V,
manual da missa por ltoquet, diccionarios Irao-
cezps e de Roquet, ditos de Fonseca, o outras
muilas cousas que na occasio se nioslrar.
InflaiBaacio da
da matriz
Lepra.
Aleles Jas parras.
dos paitos.
de odios.
Mordedura.* de rep'is.
Picadura de mosquito*,
Pulmes.
QueiruadeUs.
Sarna.
Supurares putr-Jai.
Tinha, es ficb <
parte que saja.
Tremor da Nn
Ulceras na bocea.
do figado.
d,s artirulages.
\ eias torcidas ou c&-
das n,s parns,
este ungento no est,r*i.t-imePt
geral de Londres n. 244, aStiend, a na loja
sobre o es- de tedes os boticarios droguista e ciara, pes-
soas enerregadas da sua vende em toda e
Amarice do sul, Havsna a Haspenhe.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinh, ccna
urna instruegao em ^-oriujuez para ei.hcar
modo de (azar uso daste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Son,
j em geral.
! Dius de anus.
Erupges escorbticas.
Fstulas no abdomen.
frialdad, ou (alta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacpes.
nilamtnacao do figado.
Vende-se
-45
iviwi pciw pjii.uia uc
A epidemia declina sensivelmente, e o sea
comileto deaappsrecimento est prximo I O
proprietario deste bem surtido estabelecimento
convida os seus numeroso, freguezes a substituir
o galgado velho, que lodo est cholenco, por no-
vo, e que possa rcislir s mil schotis e ruaziur-
ca, que vo ser dansada em louvor do restebe-
vi'dam"-''0 d'1 ***' "ublica. O.? nrpcoi enn-
HOMENS.
Bolina, afamadas Milis. :
Ra da SenzallaNova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhsion di C.,
sellins e silbos inglezos, candieiros e casticaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallos, e relogtos de onro patente
ingles.
Batata, novae
Terco a. 23.
rttatas .
a 60 rt. libra
no largo do
Em praga publica do Dr. provedor do, resi-
duo, e capellai, no fim da audiencia de 6 do
correte maz, procader--hi a arrematago das
rendas da tre armazem no casa da alfaodega,
que perlencem ao patrimonio de Sant'Aona da
Madre de Deoi. Kecife 2 de agosto de 1862.
Galdino Pimenlel Cbral de Vaiconcelloi.
Eicriro.
Machinas americanas.
Em ca de N. O. Bieber de C., euccesiore,
ra da Cruz n. 4, vendam-se :
Machina para regar hortas e capim.
Ditas para deicaregar milho.
Ditas pira corlar capim.
Selina com pertenec a 108 e 20.
Obra, de metal principe pratead.
Alcatrao da Suecia.
Verniz de alcatrao para navios.
Salsa parrilhade primeira qualidade do Par.
Vinho Xerez de 1836 emcaiaa de 1 duzia.
cognac em canas de 1 dazia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrosas pequeas,
"
Novidades da chava, da
Arara,
Fazenda com avaria da chuva para os
freguezes da Arara,
BA DA IMPEKATBIZ N. 56.
Vede"e corle, de cassa de babados a 18600
25000, e 23500 o corte, pessas de cambraias de
salptquinhoscom 8 1|2 varas a 25500, lengo,
brancos fino, a 200 cada um, diioa de core, a
rs., ditos para rap a 120, e 160 r. rs. cada
Imperaliiz, loja e armazem da
non-plus-alira Nantei.........
Nantes 2 baleras..............
* lustre....................
inglezes de botoes.............
baiedores.......................
> couro da porco.......'
> bezerro a lustre...............
inglezes ps selvtgens.........
taziados brasileiros............
Sapa toes non-plus-ultra................
3 bateras e meia............'.. GjO
esmaga cobra.................. 55500
Nantes 2 bateras vaqueta..... (iJM'OO
2 bateras bezerro...... 5J500
trabalhadores.......... 5^000
ftfOOO
1S;000
115000
ios000
105000
99500
98000
9y00
7*500
5J500
7.;0t'0
harmaceutico,
pernambuco.
na ra de Cruz n. 22. 1
SYSTEMA MEDICO JfODELLOlVJT
riLLASHOLLWOTA.
Este inestimavel especifico, composlo inieira-
mente de bervas medicinaes, nao conieio merca-
ro era alguma outra substancia delertori. Bei
nigno maistenra infancia, e a eonplciro mas-
delicada, igualmente prorcpio e seguro per;
desarteigar o mal na compleigao mais robusta*
aenleiramente innocente em suas oparagoasa ef-
V-itos; pois busca e reraeve as doenc.es de quaU
uer especie e cro por mais amigas e tenazas
que sejara.
Entre milhares de pessoas cundas com **r*
remedio, muilas que j ealavam s portas d
raorte, preservando em seu uso con.vpuire
recobrar a saude e torgas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remei.s
As mais afflicias nao devem entregar-sea daf-
esperego; fagam um coir.pelenl* encaio das
eflficazes elToitos desia assombrosa mc-,i-?ina o
prestes recuperarao o beneficio da sande.
Nao se perca terrpo em tomar este remedia
Aara qualquer das seguintesenfermidedts:
um ; Da raa
Arara, d. 56.
da
Fazendas sem deleito, da Arara.
Vende-se cortas de chita finas com 12 1|2 co-
vado, a 25500, ditos de cassa de cores a 25300
ditos prela a 2J500, chales de merino estampados
a 25J09. golioha, para senhoras a 500 rs., man-
guitos e golas de liobo a 2SO0O ; ne ra da Im -
peratriz, loja da Arara, n. 56.
Baba din da Arara
Vende-se babadio com littrai de leda, fazen-
da maito nova para vestido a 500 rs. o covado
dita com palmas solas de ,ed, de largura de i
3 palmo, a 640 re. o covado, l.nzinh. para ves*
ttdo a d20 rs. o covado, ditas muito finas a 500 e
640 rs. o covado : oa ra da Imperatriz, loja da
Arara, n. 00.
Chitas da Arara e cassas
Vende chita, a 160, 180 e 2P0 rs. o cova-
do, dita, franceza, a 220, 240 e 280 rs. o covado
Sun"'?/,!"'6" 28 C0?ad0- """ fwncezas '
bu e juu r,. o covado, ditas organdin a 320
o covado; na sua fla Itpperatri, loia
n 06.
a
ra.
da Arara,
Arara vende usto
Vende-,e fusto de cores para vestido a 280 a
r^SJ50Tad0' Pl* de eda escuro P-ra ra-
p a 1600. pega, de cambraiai lizas a ttOfl
de 2S0OO. 25500 e 3500. raa.so. de palito, flnoi
par. dente, a 200 rs.; na ra da Imperatriz, loja
da Arara n. 56. J
Fazendas baratas
NA
Lojadopavao.
Cambraia organdys a 280 rs.
Vende-se cambraia organdys decoreicom dio-
deroissimoi padroes a 280 o covado, e cusas
rrancezss muito finas a 240, 280 e 300 r. o co-
vado : s na loja do pavo, ra da Imperatriz
numero 60.
Chitas largas a 200 rs.
Veudem-se chitas largas a 200 rs. o cosado por
ter um pequeo toque de mofo ; n, ra da Im-
peratriz n. 60. loja do pavo.
Alpakina280.
Vende-ie esta nov fazenda de linho a imitago
de seda, da quadrinho. miadinhos propria para
vestido de senhora, roupaa para meninos, leodo
fazenda que nao desbota, a 280 o covado : na ra
da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Bramante a 10$.
Vendem-se pegas de bramante de linha de
uma ,6 largura com 27 varas a 105 a pega, tam-
bem le vende 1,2 pega com 13 1\2 varas por 55 ;
na raa da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Carnauba
Vende-ae a maia superior cera de carnauba que
h, no mercado ; na ra da Imperatriz n. 60, loja
do pavo.
Cambraias lisas a
Vendem-,e pega, de cambraia lisa muito fina
com 8 1|2 vara, a 35 a pega : na ra da Impera-
triz n. 60, loja do pava o.
Paletots a 6$.
Vendem-.e paleto!, de panuo preto fino e cor
de caf a 65 : n, ra da Imperatiiz n. 60, loja do
pavo.
-Madapolao da Arara
..V,D.de^fe pe?as de mldplo infestado a 3J?
&& ardaSa f*40-0' 4'600- 5000. 55500 e"
fft P2c^berlore* d! lgodao lKHM>. ditos de Bel-
M*r?i bE?P' .fe,U' paHl0S de paDD0 or8,
S500 e 8J00O, caiga preta de cernir, a 4*500 e
O3500, seroulas de linho a 56OO e 2000 ca-
misas francezaa a I56OO a 25OOO; na raa da Im-
peratriz. loja da Arara, n. 56.
Superior vinho do Collares
Beta1 excellente pinga que tem sido apreciada
por todo, vende-ie em barra de quinto; n ar-
aaxeai da raa do Vigario n. 7.
Chitas escuras a 240.
Vendem-,e chita, francezas curas a 240 o co-
vado : ot roa da Imoeratriz n. 60. loja do pavo.
Chales baratos.
Vendem-se chale, de marin de core, lendo
muito grandei a 35 : na ra da Imperatriz n. 60,
loja do pavo.
brasileiros de 3500
Sapaloa2 .olas e salto..................
tranga portuguezes........""*
francezes.....
SENHORAS.
Botinas dengozas.........
salto de bater. ....'.!
pechincha de 45500 a. .' .*
americanas 3J500 a .
. I .
MENINAS.
a nao e deiza
290O0
531 im 1
25000
15280
5550U
55000
ftfOOO
2;500
38000
1 #9-2(1
800
500
800
Sapalos Ja sallo (Joly)
> sem ellt (idem)
tapete. .
i> econmicos. ;
lustre 32 e 33.
MENINOS E
lia de tudo era relago
dinheiro.
Urn completo sortimento de couro de porco,
cordavao, bezerro francez, couro de luslre, mar-
roquim, .ola, couriuhos etc., que tudo sa troca
por dinheiro 4 vonlade do comprador.
sehii
Ma ra da Imperatriz nu-
mero 20.
Vende se o seguinte.
Bramante com 10 pilmoa de largura a 15500,
nscadinhos escaros de edr fiza a ICO r?., c.ssas
de cores a 280 e 320 r,.. oleados par. cobrir
?cn8*onA2MS;JD,d,',naS m,il hD8S 1S. Chilas a
160. 200. 240, 280 e 320 rs., cambraia, de sal-
picos de corts e brancas a 400 rs., cobertores
brancos e eecuros a 15:00, 1600 e 25, pannos
fios pretos a de cores a 25. 25SO e 35, cam-
braias para cortinados a 25 a pega, ditas lisas a
25. 05, A$ e 55, tapetes muito fino, a 65 e 75,
chapeos de seda e de castor muilo fios e do ul-
timo gosio de Paris a 85 e 95, ditos de fellro fi-
no copa alta a 59, casemiras para forro de carros
a 15600, corlas de dita muilo lina para caigas a
45, pegas de ntremeos a 15, e finalmente ma-
dapoles, algodoes, brins, bretanhas e outras
muilas fazenda, que o dono do estabeleciintnto
est reeolvido a vender muito barato atiui de
apurar dinheiro, dando-so a, competentes amos-
tra, com penhor
d,
loila
ccidentes epilpticos.
Alporcas.
Arapolas.
Areias ( mal de).
Asthrna.
Clicas.
Convulses.
Oabilidade ou extenua-
gao.
Debilidade ou falta de
forgas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor degarganla.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas plulas no estabelecimL
geral de Londres n. '24, Sirand, o na loja
de todos os boticarios droguista e outrss pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Iiavana e Hespanba.
Vendem-se as boceinbas a 800 rs., cada
uma dellas contem uma instruccao em portu-
I guez para explicar o modo de se osar deslas pi-
1 lulas.
O deposito g.aal em casa do Sr. Soma
I pharraaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per.
nambuco.
Febreto da aaMCit*
Goiia.
Hemorrheirlas,
Hy>tru pesia.
Ictericia.
Indi Resides.
Inflan>mfof.
Irregularidades
menstruigCo
Lornlrigas de
pecio.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstrurgao do ventre.
filpica ou rLr.sumf-
go pulmonar.
Pietongio de ourine.
Hheumaiismo.
SymptoDias secundarios.
Tumores.
Tiro doloroso,
Lleras.
Venreo (mal]

Veude-se uma
Ponas, propria para
mesma roa n. 69.
taberna na ra da. Cinco
principiante ; a tratar na
Bordados baratos.
Vendem ae gollinhas de cambr.i. e da fil bor-
dada, ,500 ra., manguitos a 15 o par, maogaito,
com golla bordada de cambraia a 1(600, e tiraa
bordadas e ntremelos ; na raa da Imperatriz n.
60, loja do pavo.
70,000.
Vende-se por 709 01 seguiotei objectoi tado
em bom estado um fardo para guarda nacional
(cegadores), banda fina, borrutioe, edragooaa (aM
fere], fiel para espada, por este prego para quem
drecita aproreitar-se: na ra Nora a. 8.
Boa compra.
Vende-ie o excellente engenho S. Joaquim,
Uto na freguezi. da Varzea, uma legoa por bom
caminho, moente e correnle d'agua por dous
agudes, terrenoi e matai tem iguaea, pode sa
frejar al 2,000 pe. Troca-se tambem por pre-
dioa o me,mo engenho, porm s nesla praga ;
quem se quizer enriquecer em pouco lempo, "di-
rija-ie a negocia-lo na ra da Praia n. 53 ter-
ceiro andar.
Veodem-ae 16 trave, de boas qualiiades
com IX pollegada, de grosm, e 40 de compri-
do : a tratar na travesa do ariinal de
numero 7.
guerra
Vende-ae queijo do serto de muilo boa
qualidade : na ra do Queimado n. 13.
Queijos do serto.
Vendem-ie frescaei queijos do serlo em por-
go e por prego commodo : na raa do Qaeimado
o, 14, loja de ferragens.
lojeccSo Brow
Remedio infallivel contra ai agnor-
pbeas antigs e recentes, nico deposito
na botica ranceza, ra da Cruz n. -22,
rreco 3#.
Attencao o Vigilante
Que acaba de receber o, liles collwrs con
caracol.Inhos de marfim inler,mente c- usa nova,
propri.mente par, pe.cogo, que se veade pal
baratissimo prego de I5OOO 3c'H O, oa j bavarl
pe.soa alguma que deize de comprar eoase ti*
elegaote; lano par, senhora, como pira changa-
se no Galo Vigilante, ru. do Crespo n. 7.
Manteiga ingleza flor a
800 e 720 rs.
Manteiga franceza a 640 r,., cha a 25560 rt.,
caf lavado a 300 e 240 re., e.permacete a 680
rs., arroz a 100 rs., queijo, a IffkK), ioha al*
Li.boa a 480 e 400 rs., azeite doce a 720 r... i-
n.gre a 240 ra., arroz de casca a 160 ra. a caia,
milho a 200 rs., sabio maga a 180 ra toactaho
a 280 rs., azeite de carrapato a 320 re. e garrafa :
no armazem da estrella do lergo do Panizo a. 14.



(na*


ttlAftl DE PEBHAMBTJCO SEGL'lNDl FEIRl 4 DB ACOST DI 18IB
N
X
E3
VNDESE NO ARMAZEM
PROG
DE
Francisco remandes Duarte
enli
Os raelhore3 gneros que vem a este mercado e por menos 10 por cento do que em outra
qualquer parle, garantiodo-se a boa qualidade, por isso roga-se a todos os Sors. da pra$a, da en-
, enhos e lavradores o favor de mandarem suas encommendas a este muito acreditado armazem da
. olhados, am de verem a difieren^ de preco e qualidade que faz, se ossem comprados em outri
wlquer parte.
confeitadas para sorte de S. Joo a 800 rs. a libra, tambera tem-se para
64.0 rs. a libra sendo em porcjio, tanto de urna qualidade como de outra se faz abati-
mento.
mjtalas IlOVaS em caixas com duas arrobas por 29560 e em libra a 50 rs.
ilamtaiga I *g\ez<* da safra nova de prmeira qualidade a 850 a libra, e
barril se faz abatimento.
&&S*t}ga f ?*i%Q2,& a mas nova a 640 rs. a libra, am barril a 600 rs.
||fMI Hl ?e3T&$ muito frescos chegados neste ultimo vapor a 28000 ditos che-
gados no ultimo navio a 135800.
""** o raais superior que tera vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
aysSSOH 0 me|nor qUQ lia no mercado a 25800 e 28200 a libra, afianca-se a boa
qualiJade.
S& ttUXlSSl 0 que se pode desejar neste genero a 380OO a libra.
^ilVA fHWO homeopathico a 29200 a libra em porc.5o se faz abatimento.
TJJA\Tk *S HOYOS d0 pavi0 transado a 230 rs. a carta e em caixas com 40 cartas por
99000. v
L&taS C*m am^m^OES confeitadas, propnas para mimo, contendo mais con-
feitese assucar candido por 19000 cada urna.
BUS em caixinhas de 8 libras chegadas altimamente a 28000 cada urna a a retalho
a 430 rs. a libra.
de soda em latas com differentes qualidades a 19440.
iStl&'XlU.aa inglezaamis nova que h no mercado a 49000 a barrica a a retalho
a 320 rs. a libra.
das marcas mais acreditadas a 159000 e 209000 o gigo, a em garrafa s
O ':** P*?^ de superior qualidade Porto, Figueira a Lisboa 500, 560 a 640 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
Ymt>8 *vag4??%f idos Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
loria velho, e deoulras militas marcas acreditadas a 19200 a garrafa, em caixi a 129
tambem ha para 19000 a garrafa.
Skal&pft
1#800
WWfcja da marca cobrinhs ou de oulras marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
'JaT'Vllia.f.is francezas e portuguezas em latas de 1 libra por *u rs.
& tOUiate em taitas de 1 libra por 800 rs.
\BaX* CtanetfUUi era latas de l e meia libra por 1&500, ditas com 3 libras por
2^800:
ABkf.l&^QaiS de ca3ca mole muito novas a 320 rs. a libra, em arroba por 8J00O.
. a 120 rs. a libra e era arroba a 3000.
^.letYla, iaa'. *ra$ talh^lBI a 400 rs. a libra, a em caixt com 1 arro-
ba por 69000.
i^i ittlli&taftq pevide e arroz de massa tranca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cai
xinhas muito enfeilidas se faz obalimento.
i ,*At^f u$ &^&A^& lixados os raaisbam feitosque temvinio a este mercado a 280rs.
taabera ha para 200 r3.
* XTtIl.V2l ^Qg\*'X''"S para Qarabre a 800 rs. tambem hamburguez para fiambra a
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
daim*ja^ |>aVS mut0 novas a 560 rs. a libra e em barril se far abatimento.
SaL .!IQ o raellior
T$Il3UUr &0 *bM muito novo a 283 rs. a libra e em barris de 1 e meia arroba
a 59 e 79 a arroba.
^losl?!(*&*, em latas j proraptas para se comer a 19800 cada urna.
Itamia lo poreo refinada em iatas com 10 libras por 4l300i
mi t fcaa bfetrii muil0 fina e alva a 440 rSt a libra eera barril a 400 rs#
Maxmelad
a libra.
narOro&fcAa de Alperehe em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
X l\aS C ??.:.-. a. Hftt^S de doce em calda as melhores que ha em Portugal como sa-
jara pera, pesego, damasco,- ameixas, ginja e screijas a 800 rs, a lata.
BOCaH 8".CC.iS e em calda, era latas, de 4 a 5 libras por 19500.
OaCOl-^i.O hespanhol a 19500 rs. a libra, ditto francez a 19100 ditto portugjiez a
800 rs., afianga-sea boa qualidade.
jR*ie de priraeira qualidade tanto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
99000, dito mais baixo a 260 rs. e 79800 a arroba.
S$vadia?ia
Rival sem se-
gundo.
Ra do Queimado n. 55, loja da miudezas de
Jos de Azevedo Mala e Silva, coohecido por Jo-
s Bigodinho, est Tendeado pelos preeos que
todos admiram, queiram ver o que bom e ba-
ratisaimo:
Paros de aapstos da tranca superiores a.
Frascos da agoa ambritda a melhor a..',
Ditos de dita, frascos grandes, a 500 e..
Cartas de alfinetes frsocezes, a..........
Pacotas de papel amizade, a............
Caitas com papel de diversos goslos, a..'
Pares de sapalos de laa para meninos,
Varas de bico dasllhas, a..............
Gordas psra violo muito frescas e no-
vas, i.................................
Frascos de hacha Fhilocome superior, a
Ditos do dita de urjo, a.................
Ditos de cbeiros muito finos, 500 a ....'.
Caixas com apparelhosde metal para di-
vertir meotnos, a.....................
Varas da fraoja para cortinados a toa-
lhas, a ................................
Csrriteis de liohs preta com 500, 600 a
800jardas, a..........................
Barris com phosphoros o melhor e bol
Ditos, a..............................
Missosde liaba floa para bordar, a ....
Tranca de lia de todas as coras a pees".
PCs de lita de cs, todas as larguras, a
Crozas de botes de Iou$a prsteado mui-
to linos, a ............................. j^q
Pecas de fitas de linho lisas superiores.a
Ditas de cordao i-npenal, fioo e grosso.a
Frascos de macaca parola, muito fino," a
Ditos d* dito oleo, muilo superior, a.. .
Ditos de oleo babosa superior, a 320 e..
Bonecoa que choram, muito lindos, da
160 a..................
Vaixas de p para limpar denles, muito
superior, a......
Ditas de phosphoros especiaes e un so-
bresaleote, a....... .
Pies de flandres, pintados muito boni-"
_ 'o. ...........
varas de fita para fazer sintos dos me-
Ihores goslo, a......
Duzia de phosphoros de gaz, do meiho'r
fabricante, a........
Dilss de caetas de folha, muito boas, a
Llnhas de gaz de todas as qualidades a bara-
tsimas.
400
200
160
160
240
40
320
40
40
200
100
500
500
160
160
200
500
210
120
Vende-seuma porgo de barris de cal de
Lisboa propna para obra de pedreiro a 49 o bar-
rll ; no armazem do Tsixeira, caes da alfandega.
Nova attenco.
O vigilante acaba de recebar novo sortimento
de diversos objectos que se vendem por msnos
2 por cento do quo m outra qualquer parle.
SiQt>s para senh>ras.
Riquissimos sintos dourados, pelo baratissimo
pre^o de 29, a com fivels ao lado a 49, assim co-
mo da fita de seda ou velludo a 2fl : s no Rallo
viKilante, ra do Crespo n. 7.
Enfeites.
Vendem-se os riquissimos onfeites da cabeca
eom franja a vidriiho a 5, ditos sem franja a 39.
ditos trancados a 29500, ditos da laco de fila e
bcode seda a 29: s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Fivdasparasinto.
Riquis9imas velas de 850 com madraperol,' no
tntro a 1;)200. ditas de madreperola a 320, (titas
douradinhas a 340 : s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Vidriliso.
Lindos vidrilhos pretos e de cores, pelo >ira-
tissimo preeo de I96OO a libra : s no gllo[vi(i-
lante, ra do Crespo n. 7.
>iVRJ
Para entreter o tempo.n
Os liados jngos de dminos a I94OO, linda) cai
nabas com jogos de vispora a 900 ra.: s n< gal-
lo viganlni ra do Crespo n. 7. >___
Gaixis de tartaruga e charVi-
teiras de charo para rajp
echoruto3. T
O tabaquista que aprecia a boa pitada de Lis-
boa ou mesmo Princeza, Meuron etc., etc.,
justo que compre urna bonita caixa de tartaruga
toda marchetada cora a qual nao se envergonha-
r de offerecer da boa pilada de seu gasto a to-
dos os circwmstantes que se achsrem em aua ro-
da, muilos"dos quaes louvarao o seu bom goslo.
Assim como a caixa necesearia ao tabaquista,
charuteira nao superflaa no fumante e sendo
ella bonita coinn sao as de chsro naditas me-
I Ihor ssr porque com isso deixa conhecer quan-
lo Sabe apreciar o bom. Para os mais commo-
distas tambem ha bom sortimenlo e todos encon-
Iraro baralaza urna vez que munidos de dinhei-
ro s- dirigirem a ra do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
petisco que pode haver por estar proraplo a toda hora a 800 rs. a libra
proprios para raimo a 500 rs. cada um.
imperial do afamado Abreu ede outros muilos fabricantes de Lisboa a 800 rs
S^g
de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porgao se faz
abatimento.
vi muito novo a 320 rs, a libra e em garraf5es.com S libras, por 29000.
1> aTIHIIU do reino das marcas SSS ou galega, a 140ts, a libra.
Ult% o Maranhao alva e cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500-
-; .-' da carnauba refinada a 400 rs. a libra, e em]arroba o 129000..
iVeYlt'S fc refinadoa 800 rs.garrafa e e em caixas a 99000
v l/S\agrQ de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 19800.
W*.aO cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, e em caixa 149000.
lHIi6 D6.^-0 de Lisboa o mais superior que ha no mercadopropjio para miss
640 rs. a garrafa e em caada a 49500.
V&& ulim suspiros do fabricante Brando em raeias caixinhas, por 29500.
3J140b suspires do fabricante Catanho & Filhos em meias caxinhas a 29000.
UllOS em caixas de 100 regala Imperial, Viagantes, e Panentellas, a 29000 a caixa.
AlpIS^a muia limpo, a 180 rs. a libra, e em arroba 59500,
A.Xe\t,0a.-8 mul0 novas> a 15600 rs. caa urna ancoreta, e a 400 rs. a garrafa:
Af ft de Maranhao a 120 rs a libra, e 39400 a arroba.
T&VX.G de postas em latas das memores qualidades de peixa que ha em Portugal a 19500 r.
C*i*bya de 11 Uamda
Pot&ssa da Hussia
e American a.
Na escrlptorio de Haaoel Ignacio d Oliveira &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por preco
mais turalo do que em outra qualquer parte.
astello-Branco,alfaiate
militar.
Por este annuncio se faz constar sos Srs. offl-
eiaaa de tolas as armas, tanto dnala provincia
como das mais capilaes do norte do imperio qu*
ha a venda botes do novo padro, aegudos
ultima orlem do minidterio da guerra, venden-
lo-sa duas abotuaduras por 39. advertindo que
urna das abotua luras de padrao antigo, faz-se
remessas psra onde forem pedidas, assim como
tambem ha pera vender o melhor panno azul in-
gle/, a o melhor velludo preto do Porto, fazendas
ilesconhecirtas nesta praca, o que se vende a re-
talho. Os Srg. offlciaesqne eslao fora da provin-
cia poisru renovar suas coosignages filando
qusnlia certa, e os oulros sanhores q>ie nao live-
rem procurado nesta casa podem manda-la ad-
vertindo que o lempo para a dila procuraes de-
ve ser limitado, acompanhando ums carta da or-
dens periodo as encommendas que forem preci-
sas, devendo ser dirigidas a corresuoudencia a
Joaquina Rodrigues Tavares de Mello, ra do
Queimado o. 39. Tambem ha galao de ouro su-
perior e ferros francezts para alfaiate, aza foria-
A ioja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultimo vapor os seguinles ob-
jectos :
Bonitas ligas de seda para senhora.
Grandes e bem tecidos bandees de dina
Aspas de 850, e fita elstica para ces de balo.
Bjnecas grandes mu bonitas e bom vestidas
Bonitos bauzinhos com 9 frascos da chelroa '
Lindas caixiohas com 6 ditos de ditos.
.Trancamos grosso de cor para guarnecer vestidos
Luvas de cag-.urta brancas e amarpllas. "
Lindos boies de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba da receber lindos
boioes deporcellanadourada com fina banha
nmioias oscnpcoes, os quses porsuasdelicade-
zas a perfeicoss toratm-se dgaos para oresen-
tds, e com esperialidade na actual quadre nuera
goatardo bom dirigir-a* com dinheiro raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, qe .cha-
ra em que bem o empegar. q 'Cba
am garrafes com 25 garrafas por 99000.
JlOStarda ingleza muito nova a 19000 o frascos Iranceza a 640 rs. o pola.
Altn dos gneros cima mencionados encontrar o respeitavel puklico um completo sertj- *.? VJ!! tempo' pa" Tir om-
mento de iado que iendente molhadosj I rS do Trpieisj nM? P |Q D "* "**#**
Souhall M-llors & C, i.ooo receJstdo or-
dam para veuder o sea crescido deposito d.nlo-
gloa visto o fbrisante ter-se retirado do neao-
efo ; convida portanto, s pessoaa que qaiieram
possuir um bom rslogio da ouro ou prata do 4
labra fabricanta Kornby. a provetar-sa da oy-
Relogios.
Ven de-se am casa da Johnston Pater A C,
. < do Vigario n. 3, um bailo sortimento de
(elogios de ouro, patate inglez, da um dos mais
sfamaos fabricantes de Liverpool; tambem
tmt variedade de bonitos trancellins para os
masmos.
iLoja das (i por-!
tas em frente do Lhra-
ment.
BalOes de 15, 20, 50 e 40 arcos.
Grande sorlimeoto da baldes de arcos
os melbores nesla fazenda e grandes,
chitas franeszas largas escuras a 22U a
240 rs. o covado, ditas sstreitas miudi-
nhss a 160 rs. o covado, cambraia lisa
tiara forro com 8 1|2 varas a 29 a pega,
ditaa Boas a 39, 49, 59 e 6J muito finas,
ditis de aalpiquioho con 8 1|S varas a
I 395OO a peca, coberlaa alcoxosdas bran-
cas a de cores para cama a 49500 e 5f,
i casass de cores francezas tintas seguras
Z a 320 ra. o covado, pega de brelanba da
rolo a 2$, algodao trancado alvo maito
S largo para toalhas a I| a vara, anfeltea a
9| Garibaldi todos pretos a 59 cada um, len-
| eos brancos com barra a cores a 120 ca-
I da am, roapa feita da todas as qaalida-
dea muito baratas, a loja esl abarla at
as 9 horas da noita.
A.os Srs. consumidores de gaz
Nos armazans do cas do Ramos os. 18 a 36 a
as rus do Trapiche Novo no Heda n. 8, se ven-
de gaz liquido americano primeira qualidada a
recentemeote ebegado a 149 a lata de 5 gulosa,
assim como latas da 10 a da 5 garrafas a em
garrafas.
Nobilia.
Na ra da Camboado Car rao loja n.
12, vndese toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti -
ga, phantbasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommendacom a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
I liquidacao por todo|
I o pre(o, na bem co-1
g nhecida loja do Ser-1
tanejo. |
|BuadQoeiioadon.4S|
Appare^am com di-
g nheiro que nao deixaro i
de comprar.
Chitas escurss finas a 160, 180 a 200*
gf rs., eortes da vestido pratos bordados a f
* velludo de cuato de 1509 e se vendera
I por 309,409, 509 a 709. sabidas de baile 8
X de velludo e setim a 129 13JJ, camisas 5
m Pra senhora a StfOOQ e 3^500, gollinhas 1
de cambraia bordadas a 500, 600, 700 S
^ 800, 900 e 19, ditas de fil bordadas s 120 9
^2 rs., cas>veques de fuslao a 59, 69.7J, 89, S
^j meias de sod? brancas pretas para so-
500 a 700 rs., laasdo qundro enfestadas a B
S3O0 a 3G0 rs. o covado, cambraia preta a O
400 a 440 rs. a vara, organdys de cores a 3
ft 600 rs. a vara, fil braoco adamascado
para cortinados e vestidos a 400 e 500 S
m rs. a vara, cortes da colleta da casemira St
* bordados pratos a 29 e 3>000, ditos de I velludo do cor e pretos a 3), 49, 59 e 69. &
y* paletots de brim braoco fraocezes a 9
|S 39500 49500, ditos da casemira de co- &
S res pratos a 149 e 16. ditos de alpaca S
$ pret* e de cores a 35, 3J500, 4{ 4^500,
* camisas da peito de linho a *500, corte S
de collata de gorguro a 19500, la700.
* 292110, 3J e 38500. colletes eitos da brim S
ft branco a 29500, ditos feito3 da gorgurao m
a 2$500 e 39500, ditos f-.-itus de casemira ^
a 3g500, 4g a 4J500, ditos de velludo a
i 59, 69 e 79, ditos de fu9to de cores a
S lgfiUO, u-M variado sorlimeoto de meias >
Spara homem e senhora, grinaldas com Sg
flores, chales de froco, espartilhos, a.to- 3
Z ds a qualidade do roupas feilas para bo- !
^ mem que ludo su vende por matado do 2
>| seu valor.
Moendas P meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libia 110 rs. idem
de Low Moor libra a 180n.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
Johnston' & C ra da Senzalla Nova
a. 42.
f DBileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Nesta rico a bam montado estabelecimento an-
contraro osfreguezeso mais perfoito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS quo rivalisam como Jacaranda.
BANII El nos da todos os tamanhoa.
SEMICUP1AS idem dem.
BALDES idam idam.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas as groesuras.
PRATOS imitando am perfeigo a boa porcal-
laua.
CHALEIRAS da todas as qualidades.
PANBLLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS a flandres psra quai-
juer sortimento.
VIOROS em caitas a retalho de todos os ta-
ruandando-se manhos, botar dentro da edada,
am toda a parta.
Recebom-se encommendas de qualquer nata-
reza, cocearlos, que tudo ser desempenhado a
conteotn.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Vendem-se manguitos a Rollas de superior
cambraia ricamente bordados pelo insignicante
prego d^ i# o par da manguitos com urna golla,
ssnn.o que sunpre cusUram 69 cada par, assim
POla recommenda-seaos amigos da santa eco-
noma qua aproveitem a boa occasio, dirigia-
do-aa com dinheiro a loja da be* na rea da
Queimado n. SS,
MEMOS mi
ti
NOS ARMAZENS
PROGRESSISU
DUARTE & C.
36 Ra das Cruzes de S. Antoaio 36
O I A if-O DOC ARMO O.
os os proprietanos desles acreditados armasens participamos aos nossos nuaurosos
fregueses que por todos os vapores e navios de vela recebemos de nossa propria ancommanda oe
memores generos.tendente a molhados, e por isso podemos vender por menos 10 por canto d*
que outro qualquer, como a experiencia o most ara por isso pedimos a tedos os Srs. da praca e do
matto, que anda se nao deram ao trabalho da mandarem experimentar, o favor de o fazerero, eertos
de nada perderem, pois para isso nao pouparemos forjas para bem servil-es a anda ais a pe^ao*.
menos Blandidas, eertos de esclarecer aos compradores que s na ra das Cruzes n. 36 Vurge
do .armo n. y que devem inderecar os portadores, pois muiose ovildam com oulras casas quasi
dos mesmos mulos (Progressista e Progressivo) pois sao as duas nicas filiaes.
Ilallteiga lilgleza amais nova emais superior do mercado a 800 rs. a libra.
nt^&a A1 neela meIhor que se pode desejar a 650 rs. libra a am barril a
600 rs.
0 O 10 rrnCt X em cartees chegados no ultim vapor a 500.
r3I as SeCCaS em caixinhas de 4 libras muito novas e grandes a 4| a caixibha, a a
19280 rs. por libra.
Milho alpista e paingo aieo rs. a libra.
L-lia IlUXIiJ o mais especial que se pode encontrar a 2880 a libra.
da hySSOn o nelhor que se poda desejar dt 28400 a 23800 a libra.
L/lla pretO 0 que se pode desejar neste genero a 29 a libra e a 1*600 o ordinario.
QUeijOS fliraeilgOS chegados no ultime vapor a 28 e 1700.
yueiJO pratO 0 melho do mercado a 600 rs. a libra a sendo inteiro a (M rs.
Passas em caxinhas de 8 libras ,2* e40orS. m
Figos em caixinhas de s um. ieoo. 200 rs.. m*.
Amendoas da casca mole, 320 rs. noze,. m rs.. ibr. mes. nov
Ameixas francs') s, 1# a 1bra e em lalas com 5 ,bras, 1000>
Maroielada Superior meih0r do mercado em latas de 2 lib. a 700 rs. a lio.
Doce da casca da goiaba 8oo rs.. caixio.
LataS COm frutas em Calda comopec,go, damasco, ** amei.as'.
alperxe a 600 rs.
Amendoas corifeitadas com dlver.s coressoo rs.
VlDOOS ge?'rOSOS engarrafados das seguinles qualidades, duque do Porto, Porta
uno, Pedro V, velho secco. genuino. INeclor, Carcavellos, Feitoria, e Madeira aerea a
125 e 138 a duzia e a 19100 a garrafa e muscalel a 720 rs. a garrafa.
D o empipa proprios para mesa de 39600 a 4| a caada ede 500 a 600 rs. a garrafa,
do Porto, Lisboa e Figueira.
&erVejaSdaa malhores marcas a 500 rs. a garrafa e 58000 a duzia, elianpa: be das
marcas mais acreditadas de 149 a 20 o sgo, cesah** ^ouiho. ..... ..,.. iv.~~
a900rs. a garrafaT *
vaeileOra da verdadera hollanda em garrafes de 16 garrafas a 8000 cada um.
l^eneOra italiana a mais sublime qua tora, vindo ao nosso mercado em francos 'rodee
e 21000 cada um.
rraSqueiPfl com 12 frascos de genebra de Holanda 800
vrarraiOeS cora 5 garrafas de superior vinagre a 18000
Vinagre puro de Lisboa .240r. .,.,., 800,M,d,.
irraaqUinO o mti superior que se pode desejar a 18000 a garrafa.
ermaCete 0 mais superior do marcado em caixinhas de 6'librasa 49SOAe7M ,.
a libra. c tvu u.
Vel&s de carnauba al,850oaarrob. 38o ub.
A'COret.'iS comazeitonas as melhores do mercado a 1^400.
L; a I XaS com l arroba hespanhola contendo macarao talharime aletria a 680)0.
--ai Xilinas com diversas qualidades de massas cooo saja eslrelinha pevida etc. a fisiwwi
e 640 rs. a libra. "* *vvv
Cbourigas e Paios os maIhoresdo mercado a 560 ts Jibra
KreZUQtOS o que se pode dezejar de bom a 640 rs. a libro.
LngUlCaS finas em lalas j promptas a 19600.
Peixe em latas cavaiiiohas parg0> a linguadosa ^600
1 OUCliillO do reino a 320 rs. a libra do novo, e 280 rs. do velho.
Banha de poreo a raeihordo mercsdoflm lalas de f| 1brasamQQ^
Maesas para sopa talhafimcBacarrSo, 280rs,elelriaa 320 n
I alltOS liXadOS emmscoscom 20 eiacinhos a 200 rs.
l^apel greVC pautado e Um muito superior a 48000 a resma.
BrVSl dOCe, 360, pimenta a 360, canella 900 rs., ecoraiohos a 800 rs. a l.bra
PiltOS dO gaZ a 28300 a groza e 20 rs. a cixinha.
I retmadO #m pacoies de mais de urna libra a 160 rs. potes 560 r<
:-*r- u muito novo a 280 a libra e sevadinha 200 rs.
niS T dM-aranh a 16 a Ubra 6 80rama a 10 rs* a 28 rr,b..
~ .. ed0 Ce,r melher do mercado de 88500 a 99500 a arroba.
CaiXlll haS S mais elegenMS. propias para mimos ou mesmo para guardar joias de 400 rs
a 19500 e temo com 6 caixiuhas a 59000.
ChOCOlate hespanhol verdadeiroa 190O0 rs. libra
Krvilhas poi-tuguezas e francezas, eao verJ.d. 640,7 rj
/a VCl em latas chegado no ultimo vapor a 18600.
Bolaxinha de sodaem utas, 19400
Lentilhas francezas 0 raelhorleguraeparasopaegu2adoa 200rs>,,rj
^reSailtOS fiambre os melhores do mercado. 640 rs. a libra.
UlaSSa de tOlUate das melhores qualidades em latas de 1 libra a 700 ri., em ojO
rs,, e em potes de vidro a 700 rs. cada um.
Bolachilllia Cracknel em latas com 8 e 16 libras. 25500 e 48500 e a 400
BalaOS franceses de diversos taroanhos de 320 a 600 rs. os raaiores e nu.-ae
para meninos a 80 rs. cada um.
a Ve laa S chegadas ltimamente a 320 rs. a libra.
Sardiiihasde Nantesa400rs. aiata.
Eet doce re#QadO a99acaixe800rs.grraf.,
AI r Z em sacos de 5 arrobas do vermelho a 28500.
Ll*Ore8 os raas finos que ha no mercado a 19 agarrafe e 108 adtuia, laiobeei
para menos.
Alim dos gneros annunciadosencontrar o respeitavel publico tudo qo for pert
te a estes estabelecimenlos. Os proprietarios seiantificam que estes prscos s servirn para a
les Snrs. qua mandarem seu competente importe e lodos os demais freguezs de livro tcrim da i
lar-se pelos preeos acostumados, gilvo aquellos de fim de mez,
ro
P-fl
mmmmmmmmii n i i i >


i
BflRIO DB PKRHAMBCO 8EGU8DA FEIR4 4 DB AGOSTO DE 1861
V
Ricos basquines.
A loja di boi f recebe superiores basqeines
de multo fina cmbrala a Imitscio da de liabo,
bordados,e enfeitados com apando gotto e os
vende pelo barato prer^o de 8} cada uro, tendo
sido aempre seu caito 16* 209, apreisem-se
pois m compra-loa na mencionada loja da boa
f, na ra do Queimado n. 51.
lifiiSM
NO
Torrador.
83Largo do Terfo--%$
Manteca ingleza flor s 800 a 960 ra. a libra,
dita franceza a 640 ra., baoba de porco a 400 ra.
a litro, ruassas mailo finas para aopa a 400 ra. a
libra, queijos do reino a 29,ditoado aerlo a 560
ra.a libra,lerveja dai melborea marcas a 500 ra. a
garrafa, sardinhas de Nantea a 400 rs., touckiho
a 320 ra, bolacbinha ingleza a 320 ra: a libra,
aiaim como se venda outros amitos gneros bi-
taliisimos, paseas a 400 rs. a libra, sao maito
novas, e te alguem davidar venha ver no Torri-
dor largo do Terqo n. 23._______^^^^^
Acha-se venda no eacriptorio da Aoloni
Luizde liveira Aza'edo & C, ra da Cruz n. 1
a obra escripia pelo viaconde de Urugeay .Ensaio
Sobre o Direito Admioiilrativo; daixamoa de te-
cer elugios a esta obra, basta o nome de seu au-
tor para a tornar recommendada, duoa volumea
em brochara 109, eocadernado 1SJ.
Vende-se um casal de pavea e ama roala:
na ra do Imperador n. 27.
Com 2:UU000O a visla e o wats em urna
casa torres, faz-se este negocio com a melado do
sobrado tito na ra da Concordia n. 34, edificado
a pouco mais de 5 aonos, com bastantes com-
modos para grande familia, muito fresco, com
um grande terreno no fundo sm que se pode edi-
ficar, caja metido rende 349 mensaes. Tambero
faz-se oatro qualiuer negocio urna vez que aaja
com a quanlia cima vista, que para o pro-
prietirio livrar-sa de am fl o ageote Guimares em aeu ascriplorio na ra da
Cadeia do Recite n. 3, primeiro andar, das 10 ho-
ras s 2 da tarde.
Luyas de Jouvin.
Vanda-sa luvas da pellica de Joavin brancas,
para senbora, ltimamente ebegadas : na loja do
baija flor, ra do Queimado n. 63. ________
Luvas de seda.
Vende-se luvas de seda enfeitadas a 15600,
29000 e 292OO, ditas fio de Eseossta brancas a rs.
700. dttaa de cores 800 ria, ditas de algodao a
280 ris ; na loja do beija flor, raa do Queimado
namero 63.
Escovas.
Vende-se eseovaa para denles finas de diversas
Validades a 120,160. 320. 400 e 500 ria : na
loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
1
Jogo (le domin.
Vende-se jogo de domin Onos a 1S200
a do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
na
Botes para punho.
Vende-se botes de punho finos de diversas
qualidades a 200 rcis o par. que tambera aervem
para manguiloa de aeohora : na loja do beija flor
risa do Queimado n. 63.
Oeculos.
Tendo-sa oeculos finos de armaqao da 150, a
29,19, 640 e 500 ris : loja do beija flor, raa do
Queimado n. 63.
Ricos siutos dourados.
Vende-se sinlos dourados a 29. ditos de fita
com Avalla dourada a 19500 : loja do beija fior,
roa do Qaeimado n. 63.
Rival sem
igual
RA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Enfeites
prelos e de eores muito boos a 59.
Siutos.
Sintos dourados a 19600 e 39
Ditos fitas da reliado e flvella de a;o a 19500.
Tesouras finas
com pequeo toque deferrugem a 400 rs.
Ditas limpas muito booitas a 800 ra.
Ditas ordinarias a 30, 60, 120 e 240 ra.
Escovas.
Psra limpar un has a 320 e 500 rs.
Ditas para cabello a 800 e ftf.
Ditas para roapas a 400, 800, 19 e 1|200.
Meias.
Para sanboras a 2J40O a dazis.
Ditas para bomem a 5?00, 2*600 e 3*5O0;
Flores.
Ramos de flores artificiaos a If e 19200.
Colberes
de metal proprias para o diario a 1J200 a dazia.
Ditas de metal principe a .(500 a duzi*.
Ditas ditas ditas para ehi a 29400 a dazia.
Botes
para punho maito bent a 120 e 160 rs.
Enfeites para cabeca.
Vende-se requissimoi enfeites para caberla com
(raoja, e sem ella pelo baratissimo prego de 52
j e 5gQ00, ditoa de vidrilboa a I96OO ; na loja do
beiji flor, ra do Queimado n. 63.
Assenhoras floristas.
Na ra Formosa casa n. 29, ha para
vender papel para fazer llores, oihas de
roseira soltas e atadas era palmas, sorti-
das em tamaito e as melliores que res-
te genero se tem visto, ditas em velludo
verde perfeitamente assombradas, bor-
rachas e pincas para frisar as flores, flo-
res cortadas em suas caixinhas, carre-
teis de rame coberto para talos de flo-
res, clices para cravos e rosas, arraig-
nes ou apndices para as mesmas, e ou-
tros objectos que so mister ao traba-
lho de tal arte, oque tudo se vende poi
prec,o commodo.
Vndese por 80$ um piano de ja-
caranda', maneiro e em bom estado,
proprio para quem quizer aprender :
na travessa do pateo do Hospital do Pa-
raizo, sobrado n. 16 defronte do n. 30.
Enfeites para senhora.
Os melhnras enfeites pretoa a da cores qua ap-
parece a 59500, 69 e 6500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no bra^o.
w-'i0V1 .luJas raiiinhas e c,a bazas oara menina.
do Queimado n. 75.
Carteiras.
Vende-se ricaa carteiras para guardar dinheiro
de ouro e prata a 29000. 2J500, 19000, 15280 e
1J50O : na loja do beija flor : ra do Queimado
numera 63.
I Etieos Casquines
A loja da boa f rocebeu superiores basquines
de multo fina cambraia a imitigao da de linbo,
bordados a enfeitados com apurado gosto e os
vende pelo barato prego de 89 cada um, tendo
sido aempre aea casto de 16$ e 209, apressem-se
pois ero compra-loa na mencionada loja da boa
f, na ra do Qaeimado n. 22.
Supe
Super
moi de
Queima
;tiores atoalhados
adamascado.
orea atoalhado adamascado com 8 pal-
argara a 18600 rs. a vara : na ra do
n. 22, na loja da boa f
do
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Vende-se muito superior damasco de la de
urna s cor, muito proprio para colzas e para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato prega de 28800 rs. o covado : na raa do
Queimado! o. 22, na loj da boa f.
Verfladeira pecbincha.
Vendem-se cortes de superior gorgaro de se-
da psra ce leles pelo baratissimo prego de 19,
2$ e 39 o corte : na raa do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Varaoslab quistas.
Lengoa tnuit) finos aimltago dos de linho de
maito bonitos padroes e de cores fias muito
proprios dar as pesaoasque tomam tabaco, pelo
barato prego de 49800 e 59500 a dazia : na ras
doOueimtdo n. 22, na bem conbecida loja da
boa f.
Libras sterlmas.
Vendem-se no eacriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho : no largo do Corpo Santo
n 19. ____________________"_________v
Para bapttsados.
k loja d'agua branca arabs de receber pelo ul-
timo vaporasua encommeoda dos seguintes ob-
jectos para bapttsados, sendo lindaa toaqaiohas
de selim mui bem enfeitadae, e cada ama em
eua caixinha, sspatiohoa de setim branco, e de
cores ricamente bordado, e mein de seda, o
melbor a mais bonito poasivel. Agora, pois, os
pais qua nao qaizereno esperar pela generosida-
de da? senhoraa comadrea, dirigirem-se logo
munidos de dinheiro loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16, onde bem podero comprar
essea galantea objectos.
Fazeadas pretas
superiores.
Grosdenaple preto muito superior pelo dimi-
nuto prego de 29 o covado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e M o covado, caaemira preti
muito fina a 2$, 29500, 3, 39500 a 49 o covado,
mantas pretaa de blonde muito aaperioresa 129,
manteletes de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordados a 359, sobrecaaacaa da panne
preto muito fino a 309, casacas tambem de paon*
preto multo fino a 309, paletots de panno pretc
uno a 18 e 209, ditos de casemira de cor mes-
ciada a 189, auperiorea gravatiohaa eatreitaa 1
19. ditas de setim maco ede gorgaro muito su-
periores para daas voltas a 29, ditaa ealrailinhai
com liodoa alfinetea a 29, superior gorgaro pre-
to para colleles a 49 o corte, ricos anfeites pretoi
a 69, e assimoutraa muitas fizendas que sendo
dinheiro viste, vendem-se por pregos maito ba
ratoa : na ra do Queimado n. 22. na bem conbe-
cida loja da boa f.
m Vendem-se calices va-
sios, proprios para funileiro
e bthuleiro, a 1280 cadaum :
nesta typographia se dir.
-".^de-se ama machina de coser toda a
qealidade de coatura, tem maito pouco uso, e
vende-se por preciso, por laso d-se em conta :
na raa das Aguas Verdes e>. 14. sebrado.
Chapeos de sol
com bouquet para senhora.
Entre os muitos e diversos objectos de gosto e
pbmtasla que a loja da agaia branca ha recebido
sobresahem esses delicados e novissimos cha-
peca deaol com bouqaets. Hoje que os indis-
pensaveis baloes nao permittem que as senhoras
andem de brago, faz-se de certo necesssrio que
cada urna tenha o seu chapeo de sol, e que este
corresponda ao valor, e bom gosto de um rico
veslido de seda. E' por isso que dita loja aca-
bs de receber como por amostra urna pequea
quantidade desses bellos chapeos de sol ornados
definas flores o a,ae entre nos novissimo. Na
verdade ellos se toroam agradaveia sos olhos de
todoz, e a senhora que os comprar pose orgu-
lhar-se de aeu bom gosto, ao contemplar que
treiendo-o fechado Qgura-ie-lhe um lindo bou-
quet, e aberto representa-se abrigada era urna
cerregada roseira, emflm at ondo pode che-
gar a perfeigo meimo o cume so bom gosto.
S pena que viessem to poucos que talvez
nao chegoem para a vigsima parte das preien-
dentet.. Cuita cada um 209 porem a senhora
que os vir do exitar de os dar ainda mesmo
que seja preciso bulir n'aquellas moadas de pra-
ta que tem guardados em sua bolsinha reservada.
Assim pois mandem quanto antes compra-loa na
raa do Queimado loja da agula branca o. 16.
AGENCW
DA
Fuadicao Uw-Moor,
Boa ala Seasalla Nota n.4
Nasal asta beles i ment continua a haverum
completo sortimento da moandas a meias moen-
das para engenho, machinas da vapor a taixas
de farro batido coado da todos os tamaito
para dito,
la do Crespo n 7, no
gallo vigilante.
Neila nova loja ha grande porgao de caixinhas
com amendoas proprias para brinquedo de S.
rJoioqaese vende pelo barato prego de 800 rs.
cada ama quem deixari da dar a urna menina
urna caixinha ; tambem tem grande porgao da
caixas proprias para doces secos que vende con-
forme seus tamanhos a 69, 59 a a 49 a dazia,
amendoas avulaaa a 800 a 640 rs. a libra : s no
vigilante raa'do Creapo n. 7i
Franjas pretas com vi-
driiho e sem elle.
Ricos sorlimeotos de fraDJaa pretas e de corea
com vidrilhoe sem elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
iuhascU peso verdu-
deiras,.
Linhas finas de peso verdadeiras, meadas
grandes a 240 ris : na loj da Victoria, na raa
do Qaaimado a. 75.
Phosphoros : -Phosphoros de seguranga, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caixa: na loja da Victoria,
na ra do Queimsiio n. 75.
Bramante de linho.
com-ffiai rara*'de I^jfa-pr,b-p*rTy'TJ''ra''renV5s"
pelo barato prego de 29400 re. a vara: na bem
conhecida lojada boa f, na ra do Queimado
o. 22
Perolas falcas
ou aljfar de fina qulidade.
A loja da agaia branca acaba de receber um
novo sortimeoto de superior aljfar branco ou
perolas fslgaa o qaal por sua perfeigo difcil-
I mente ae distingue das perolas verdadeiras e ler-
vam elles por sua extraordinaria grandaza para
aagarganlilhaa que presentemente esto em mo-
da e meamo para outroa enfeiles e como sempre
vendem-se commodamente a 19, lg.200 e 18500
o fio : isso a ra do Queimado loja da agaia
branca o. 16.
Potassa da Mussia.
Vendls-se em casa de N. O Bieber
C, sticqestores, ra da Cruz n. 4.
Para liquida$ao troca-se
tuario com as respectivas
imagens e mais as seguintes:
de Sant'Anna, S. Joaquim, S
Jos, S. Antonio, e do Menino
Jess; na ra do Vigario n
9, primeiro andar.
Camisas bordadas e outros ob-
jectoi necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se um bello sor-
timento de booitas camisiohaa de fina cambraia
com babadinbos e mui bonitos bordados de no-
ves e delicados deseuhos, as quaes servem mui
bem para os modernos vestidos de frente aberta
e vendem-se pelo diminuto prego de 39 cada
ama ; assim como bonitos manguitos a balo com
golliahas de superior esmbraia e fil e todos bor-
dados, com puohos virados e cada prpelo ba-
ralisiimo prego de2g, oqae admiravel avista
da auperioridadeda obra, e bem assim panhos e
gollinbas tambem bordados com bonitos botes
a 29 a guarnigao, e gollinhas aoltas igualmente
bem bordadas a 19 cada urna e manguitos a 800
rs. o par. A vista pois de am (o completo sor-
tiroenlo nenhuma senhora deixn de comprar
esses necessarios objectos tanto mais quanto a
commodidade dos pregos convida e psra que to-
dos stjam bem servidos convem que mandem
logo comprar na loja da aguia brinca ra do
Queimado n. 16.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas, fazenda
mailo boa, pelo barato prego de JOCO, gollinhas
e puohos ultimo gosto a 29000, gollinhas muito
finaa e bem bordadas a 1(000 cada urna na ra
do Queimado loja da miudezas da Boa fama,
o. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-ae pegaa de tiras bordadas de 2.500.
3,000, 3.500 e 4.000 ntremelos a I96OO e 29000
cada pega na ra do Queimado loja da miudezaa
da Boa fama, n. 35.
Sebo do Porto
em caixas de urna arroba; na
ra do Vigario n. 9. primeiro
andar.
Grampos a balao
com penden?-s dourados.
A leja d'aguia branca ccntioa oa recatea* da
objectos do ulliaio goato. e por uso acaba de des-
pachar vindo pelo ultimo vapor eaaea delicados
a novissimos grampos da bonitas core* coas Mi-
denles dour.dos o que de mais delicado se roda
encontrar. Esss loja como e geralmente tbida
tem sempre em vistas a eommodid4e e> aaa
boas fregaezias e por isso tem reeelvMo aecata
esses galantes enfeites a 29 e 3} o par. a qu ca
realidade maito mais vale. Chiven pus ae
a vista da limil*go do prego a acibera s,u> com-
prar am ou mais parea, nao se demore m par-
ticipar as suas boas vizinhas e intimas ao.:*t
collegio, para que aa enillem so a*a at.rtd*
gosto, e mandem logo comprar oatro* part* na
loja de sua affeigao que a d'agaia braaca, raa
do Qaaimado n. 16.
EscraTosfu^Kt;.
Bouecas fraucezas.
Vende-se bonecaa francezss ricamente vestidas
Gralilieafo SOI.
O abiixo ssslgnsdo declara pelo preeerte *-
nuncio que em dala de 18 do mas de jalho cm-
rente, aasentou-se de aeu poder o seu esrrsvo
de nome Francisco, que de ordinario o n Wi -
do por Fraociaco Pacheco, com os aigaaes fau'n-
tes: altura regalar, corpo valoreado, rem re-
dondo, olhos acaslaohadoe, nariz chata, i r.lka*
pequeas, aem barba, bocaa pequea, cal- ei.
rapinhoa ; levaodo em al camisa branca at-
49000 e 5(000, e SfOOO bonecaa de cera com os godaozioho e caiga da panno azul da 1
olhos movedgos a2((000 e 39000, na ra do Quei- alguma cousa trapilha, cojo escravo natu-alii
msdo loja de miadezas da Boa fama. n. 35. Goianna, e julga-ae oa cr*same-se que aaas a*.
1 fugiou-se dentro deeta mesma cidade. na aan al-
gum dos arrabaldea da mesma, oa eitao 'ciir;a
Fivelas de ac para siutos.
Vende-se fivelas de ago par* sinto a 19500 rs. e
29OOO na ra do Queimado loja de miadezas
da Roa fama. o. 35.
A oja da agaia
branca ra do Queimado n. 16
Acaba de receber oa precisos objectos seguin-
tes:
Aspss de baleia grandes e pequeas.
Fita com colxetes branca, pirda e preta.
Dita de la para debruar vealidos de cores.
Traocinha de caracol miudo conhecida por bom
tom.
AlQnetes pretos e brancos em caixinhas.
Agolhas imperiaes fundo dourado.
Ditas victoria em caixinhas a papis.
Reta^iz preto fino em csrreteis grandes:
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ago
para balio a 160 rs. a vara, baodes a 19500 ra. e
2$00 o par, na ra do Qaeimado loja de miadezaa
da Boa fama. n. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se caacarrilhas de seda para enfeitar
vestidos s 29000 a pega na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35. *
Meias de borracha.
Vende-se meiaade borracha para quem padece
de crysipela a 159000 o par, meias de seda preti
para senhora a 1$000 o par na ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama. o. 35.
1
ap de Lisboa
em frascos.
Vende-se o superior rap princeza Brasil ebe-
Kario pelo ultimo vapor inglez Oneida ; na loja
de Marcelino & C roa do Crespo n. 5.
Ppftdifl a venda.
Vefide-se um sobrido na ra do Amorim, com
treaf ndare* e soto, chaos proprio*, com dua*
loja,por ser bailante largo ; trata-ae na ra do
> ig"*o n. 19, primeiro andar.
A verdadeira essencia de anii
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimado n. 16.
A 2#5U0, s o pavao.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2
3 babados a 29500, ditos de tarlatana brancoa e
de cores, com barras e babadoi a 39: na ra
da lmperalriz n. 60, loja e armazem do pavo de
Gama & Silva.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata iogleza a 19500 rs, dita franceza a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedade bygianiqae
verdadeiro a 1JC0O o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balaamica
para os dentes a 19000, dita de Botot tambem
para os denles a IJOOO o frasco, pomada france-
za em paos a 500 rs. e I90OO, 320 rs. sabonelea
muito tino a 640 rs., 800 rs. e I9OOO cada um na
ra do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
n. 35.
sea destino para Goianna, intilelaido-se per far-
ro oa liberto, *egindo talvez psra *lli por trra
ou em alguma barcaga ; notndose qae eje et-
cravo asss ladino: portento recomee*d*-s
s todas antondsdes policiaca, capliaes de nasa*
e ao registro do porto, qu* a terem ceiberip eto
do dito escravo de o capturar e leva-lo rraca
pa Boa-Vista n. 22, oa enlao em aea sitio no Ca-
po-Verde, que recebarlo a gralificario iprr
sem perda de tempo.
___________Joaquim lanado Ribolro Junmr.
Pugio noaia 30 do mez prximo punjo, a
scrava de nome Luzia de nago, ida te t V)
annos pouco mais ou menos, com os signaes se-
gainles : altura regular, um tanto desfeili ij
corpo e foi escrava do Sr. Jos Daarte das .la-
ves, e consta qoe a me Estrada Nova, e lera apparecido pela na do Cal-
dereiro, por isso toga-sa aa aaloridadea pii-
ciaes e capiles de campo qae btjam de iprrrua-
de-la e levar a rae da Oaz n. 44, aa na Cspua-
ga a seu senhor Manoel Antonio S. T. Le*.*.
tsta fugido desde 11 u crreme *b*z ra-
lbo, o escravo pardo, Ricardo, boleeiro a caira-
ciro, bem conhectdo neaU prega a seas arre-
baldes ; represeuta ler 25 aoooa de ida j*. bat-
i e magro, tem cabellos carapinbos raapsato *
pouco lempo na cadeia, onde esleve por raaaa
de estar fgido, tem pouca barba a falla de denles
na frente, roato comprldo a olhoa redoodos : tea
ido encontrado os Capunga, a Olinda ao.i -
diando e jngaodo com mais de 209 qae laaaal :
qaem o apprehender e levir a casa desea.- aaaM
oa Passagem da Magdalena qae aera geteiuaa-
menle recompensado.
Antonio Valentim da Silva R.rrnr*.
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
doRecife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.

Baleias para vestidos.
Btelas muito grandes e boas a 160 ris urna :
na loja da Victoria, r: ra do Queimado n. 75.
Linha de eroxe para a-
byrintho.
As melhores linhas decroxel para labyrlutho,
novsllos monstros 320ris um : na loja da Vic-
torla; na ra do Qaeimado n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados par senhoras a 29200,
ditos de ponts cahida a 49, ditos de fita a U600:
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Pugio da casa do r. Francisco D..n. ngues
da Silva a sua eacrava de nome Itia, pri, de
estatura regalar, e secc* do corpo, tenji 2i si-
nos, poueo mais ou menos; roga-se a pesan*
que a encontrar, a faca condozir a aea sns.or,
qae sslisfari o seu irsbalho, a protesta castra
qaalqaer qae a oceultsr
200 de gratificado
a qaem pegar o pardo Franciaeo, de 17 aneo
de idade, de bonita figura, com todos oa diales,
cabellos carapinbos a ruivo*, eale pardo foi d.->
Sr. Dr. Borges da Foosec, o qaal viajoa com
mesmo seonor lodo o serlio a sibarbu* de*;*
provincia,necessatiamenle quindo era sea n-
cravo, e talvez ainda se incalqae a servies
mesmo : quem o pegar qaaira entrega lo a sea
legitimo dono na ra* do Hospicio o. 6.
Ignacio Laiz de Brilo Tbarda
Dos Premios da 5. parte da 1. lotera concedida por lei provincial n. 370 de 15 de maio de
1855, a beneficio dos religiosos franciscanos de Olinda, para reparos do seu en-
vento, extrahida em 2 de agosto de 1862,
NS. PRBMS.
Ricos espetaos de
moldara dourada par*,
sals
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
porQo de ricos espelhos de varios lamanbos para
ornamentos de salas, afiiau^ando-se serem 01
melhores em vidros qua tem viudo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La pura bordar,
Laa muito boa de todas as cores para bordar, i
79 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75. _______
Linhas do gaz,
Caixiohai com 50 novellos de linhas muilo fi-
nas do gaz a 900 ria a caixa, ditas com 30 no-
vellos a 700 ria, ditas com 10 novellos grandei
a 700 ris, brancas epretaa: na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Arara vende os palitos.
Vendem-se ruas-os de pililos finos com 20
nsassinbos, por 200 rs.; na ra da lmperalriz,
oja da arara n. 56.
Para doces seeaos,
Vendem-se maito bonitas caixinhas redoodss
4a madeira, de diversos tamanhos, forradas de'
papeie da cores, muilo lindas, proprias nica-
mente para doces seceos de qualquer qualidade
palo barato preco de 4, 5 e 69 a duzia : na ra
do Queimado, na bem conhecida loja da miude-
aas da boa fama n. 35.
Para-S, JooeS. Pedro.
Veddem-se caixinhas com grande porgao de
amendoaa onfaitadas, e alguos confeitos pro-
Srios para o fatejo deS. Joo e S. Pedro, plo
arato precn d* 800 ra. cada ama : na raa do
Queimado, na bem conhecida loja da miudezas
da boi (ata* n. 35.
2
G
7
8
11
13
15
16
18
20
21
28
33
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38
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46
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94
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98
100
2
9
13
18
22
24
26
28
35
38
40
46
51
59
409
09
109
59
NS. PREHS. NS. PREMS.
153
56
57
62
70
74
75
77
78
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83
84
85
8G
87
88
89
90
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99
200
7
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17
20
25
28
37
46
47
48
50
52
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66
68
78
81
86
88
90
93
94
95
304
10
12
13
18
59
2009
58
59
209
59
ios
59
109
323
28
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32
33
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401
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13
17
18
21
22
29
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48
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56
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78
79
80
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87
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97
99
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209
109
59
109
5S
NS. PREMS.'
-
503
4
10
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18
19
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22
3
25
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605
9
12
21
23
28
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34
39
42
5K
109
59
NS. PREMS. NS. PREMS.
644
50
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58
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710
15
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20
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31
34
35
42
53
57
58
63
66
75
77
78
82
83
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85
96
809
11
13
15
23
25
30
31
34
37
47
51
56
59
209
59
O escrivSo, Severiano Jos de Moura.
857
61
63
61
65
70
72
75
76
86
89
95
900
3
di
32
33
36
38
39
45
46
48
50
52
57
53
59
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63
65
68
73
80
84
85
88
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92
94
96
98
1008
9
10
15
17
29
30
31
59
NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS.
109
5S
ios
59
109
59
1034
38
42
48
50
53
55
57
58
59
62
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61
65
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73
74
77
86
89
93
95
98
59
409
59
10$
5f
59
409
5S
99
1104
5
13
16
19
22
29
30
31
32
33
39
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1183
87
89
91
92
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96
97
99
1203
4
5
12
15
18
19
21
22
27
28
29
30
35
40
44
48
55
57
62
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70
77
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84
92
95
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1301
6
8
9
11
12
13
14
18
19
59
209
59
1321
22
31
37
42
47
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59
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59
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59
99 4009 36 37
>00 3 59 39
41
4 11 *^ 46
14 48 49
Ib 20 24 800 59 51 52 59
2o 62
33 64
36 65
40 67
41 71
42 _ 80
45 %3
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49 96
51 1701
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57 59 8
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65 28
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71 72 53 54
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1963 59 2145 5J 2301 58 2455 59
67 69 77 79 46 5 20 57 10
^" 47 7 59 58 5
m*m 48 8 68 405
49 __ 11 70 59
84 100 52 __ 14 73
88 59 54 ^^ 16 80 _
90 92 93 mm 56 --- 19 _ 81 ^
mmm 57 28 mmm 83
mmm 76 30 87 __
008 19 25 78 __ 36 m 93 _
^ 84 40 --- 2500 _
86 __ 44 mmm
31 93 47 _ 4
32 94 - 48 5 mm
33 _ 96 __ 49 - 7 mm
41 48 ""* 2204 50 54 8 11 __
50 6 56 14
52 S 60 _ 20
54 9 --- 65 _ 22
55 205 10 66 ^_ 23
56 59 18 70 ^^ 25
66 19 75 ^M 32
70 74 76 20 22 23 25 79 81 89 90 33 34 36 38
77 27 94 42
78 _ 34 95 97 48
81 35 "" 49
83 _ 36 55
85 mm 37 2400 65
87 _ 38 6 70
88 40 --- 7 ^^ 91
95 _ 43 15 ^ 92
99 44 24 _ 93
2101 51 26 _ 95
5 i 54 28 m^ 2602 _
6 --- 55 30 M. 5 _
7 63 32 mm 15 _
11 67 34 ^.. 16 ^
13 68 36 mm 17 _
20 70 37 _ 22 mm
21 --- 73 40 _ 26 _
25 82 41 _ 27 ^M
28 91 46 _ 28 ^^
29 93 48 M 30 ^^
37 95 51 _ 33 __
38 99 52 39 l
2*45
46
47
50
51
57
64
66
68
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72
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57

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74
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89
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10:

Ptrn.-Typ. de U% F. d Faria & #tfkf.-l8M
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ILEGVEL
asaaBaa

A____*_X
=--*- -


8
MARIO Dfi FBlBAMBpCO ^ SEGUNDA PEIAA 4 HR AGOSTO D* 1861.
Litteratura
0 vampiro do Vale da Braca.
CAPITULO VIL
(Coocloio.)
| Martba cambaleos. Ella legurou-se *o hom-
. bro d Cear para cao cahlr.
I Neita barreira, conliouou Cesar, elia para
urna ultima vez, e o tres horneas que A eicol-
tam vao beber a taberna de Montmartre. Apro-
veitamo-oos desta occasiao, fugimos e Acarnos
livre*. Urna vez livres, tu escrevers a teu pae,...
porem nao temos oem m minuto a perder. E'
preciso partir.. Agora ou nunca, queres? Ah I
i.m eamlnho o carroceiro e seus doui compa- hesitas I...Bem nao hesites, Marlha I faie me-
nneiroa entraran) em urna loja de bebidas e ahi lhor, recusa I...E' um horriv
Dsberam muilo, porque quando nos dlrigiamoe horrivel !
Baslilha, atim de ntrennos no arrabalde de San-
to Antonio, iaro para a direita e para a esquerda,
de um laopara oulro, como agitados pelas va-
A carroga que entregue a si, nao segus mais
o bom camioho. experimenlava tambein lodo es-
te horrivel movimento e todo o seu carrogameo-
to vioha sobre mim.
Entretanto, conseguimos chegar a Baatilha.
Ani, o dous homens aproximaram-se ao carro-
ceiro e disseram-lhe sem rc-ceio de serem ou-
vidos, porque neste lugar os passsgeiros eram
Dienos numerosos.
Fromentim, se quizesses fariamos um bom
el meio, mil vezes
o braco de
Vamos, disse Martba tomando
Cesar, ?nior,
Pols vem 1
Ello partirn. Nao forsm mnito longe. No
Qm da altea, o doulor, que desta vez fra mais
presidente, fez parar os fugitivos. Porem ahi
em quaoto madama Kaoali abracara Marlha, pe-
la qual nao receiava nnis as temaras morliferaa
de um vampiro, odoutor diiia a Cesar, apertao-
do-o nos brsgos, que lhe davasna fllha, porque
ello se mostrara, pelo aeu raro e bello animo,
digno de ser sea genro e medico como elle.
Alguna dias depoia, deizaram Psris, para irero
a America, onde o Dr. Kanall propunhi se, com
negocio, e isto nos deixaria livre lodo o resto da I alegra misturada de um poucri de odio contra a
nou, Frang, a embalsamar o presidente dos Ealados-
Que negocio este?
Nao grites I Fallemos mais baixo....
Pis bem d'nea dopressa o quo !: :
Eis o que ; em lugar de irmos ao hospital
de Santo Antonio, depois ao da S. Luiz .. cao va-
mos mais a paito alguma I
Ecomo?... interrompeu-os Fromentim?...
Atravessemns o canal Saint Martin que es-
ta diante de nos, aproximmonos da reban-
eara e atiramos com o nosso carregamecto u'a-
gus I
Amanha diremos que estavaroos adormecidos,
e que a carrera virou .. Agrada te isto Fromen-
tim ? perguoiou Chollar ; era este o nome do ho-
rnero que acabara de fallar.
Imagina, querida Marlha minha nova situseso.
J os cavallos tomavam o camioho do canal ue S.
Martin.
Todo o carregamento ia ser precipitado do ca-
nal, e eu com elle.
E o carroceiro consentir, perguctou Mar-
tba ?
Parece-te talvez que nada era mais fcil,
proseguiu Lrsar, do que gritar, e sabir...
Frimeirameota, eu nao pndia sahir, porque a
porta eslava fechada. Gritar ?...erara onze horas
e meia, ninguem viria em meu auxilio; e de-
poia achava-me entro tres homena vigorosos*
que estavara bebados. e um morto de maia ou
de menos nao lhea custava nada. Tinha por tan
lo razo de reflectir profundamente sobre a ori-
gioaliJade ds minha aituago. A carroga cocti-
nuava a dirigir-se pira o canal Foiaomeote na
-altura da ru.'|do Chemim l'erl, que Fromentim
pareceu he.-it.r em praticar este abomiuavel pro-
jecto. Keceundo ir de encontr opioio de seus
camaradas, que eram doaa vigorosos rapazes,
dio-lhes que o aeu projecto lhe agradsva, e qu
o acceitava, porem que era anda muito cedo pa-
ra executa-lo sem perigo. Seria meilior, conii-
nuou elle, ir primeramente ao hospital de S.
Antonio, fazer ahi o carreganiento docoslume, e
Cepois tomar o canal para irem ao hospital de S.
Luiz, un de seus ultimo destinos, e onde, nao
trian). Resittiram alguaa cousa a sua proposi-
go, porem por Qm dirigiram-se ao hospital de
S. Antonio.
O porteiro que veiu abrir a grade, artmirou-se
e queixou-se da demora da carroga. Para con-
cluuem maia depressa o seu trabalho, tiraram a
travessa de ferro, de snrte que a porta flcou
Iberia, e nada me impedia que aahiise.
Depeadia poia de mira fugir, e por um termo
f torturas sem nome, do urna noute horrivel
e evitar sobre tudo a infallivel sorte de morrer
ifogado no canal de Saint-Marlin ; en poda fa-
zer isto, sem duvida ; porem ceder a esta idea
era renunciar para sempre tornar a ver-te, que-
rida Martha. Ta mo esperavas, e talvez com
muitas difficuldades ; tu te expuDhas a muilos
perigo, e eu recuava rilante de um perigo, qual
qaer que elle fosse. Oh I nao, mil vetes cao 1
E depois, eu o tenho experimentado, Mailh, ha
urna fatalidade no amor. Ello triumpha de tudo,
da vontade pessoal e da de outrem, da razio, do
inleresse, da honra, e muitas vezes at do ruedo
eim do medo. Eu sou a prova o exemplo disto.
Dizer-te os sustos mortaes, as palpitsges, e
os desfallecimenlos porque passe durante esta
expedigo nocturna, cousa impoiaivel. Para
sustentar-m, pora cao expirar immedialameu-
te, s6 lio ha um meio, era pensar constantemen-
te em ti, Martha, prooaDtiar o teu uoiue o oi-
zer : linda urna ddr, e eslarei ao lado de Mar-
tha I Eia s obra do amor. Somenle elle, repito,
e talvez com elle o amor maternal, sao capszes
de produzir este raro e enrgico milagre da von-
tade sobre o medo.
Minha vontade venceu os meas terrores. Fi-
quei.
As rr.esmss exprobsgdea que acolheram os tres
homens, meus companbeiros, nesta noute lo
memoravel para mim, repetiram-se qaaodoelles
acabaran) de receber seu carregamento e ism re-
tirar-se. Um dos administradores do hospital
imeagou-os com a deraissao do lugar se se de-
rnorassem tanto em seu servir.o para outra vez.
Elles psrliram.
Attribui a estas severas palavrs do adminis-
trador o abandono do seu projecto. Esta salutar
reprehenso coolribuiu tanto nelles para esta re-
solugo, a que devo a vida, que evilaram tomar
O camiuho pelo qaal vieram, aQm de e nao ex-
porem a mudar da parecer em prosenga da gran-
de tentarlo da agua.
Um uiiimo acoutecimecto marcos o mea tra-
jelo al chegar aqui, dase Cesar a Martha : alra-
Tessavamos o cbdbI Saint-Marlin sem que o me-
nor accidente recordasse aos tres hornees a in-
tengo manifestad] por elles no principio da noe-
te, de se desembaragarem de aeu fardo langando-
0 as negras profundidades deatas sgaas. Porem,
na velba ra dos Recollets, entre o arrabalde
Saiut-Martin e o arrabalde Sainl-Denia, eslive
quas a perder em am instante o fructo do meu
trabalho, de minha constancia e firmeza, e tenho
talvez o direito de dizer, do meu herosmo, ape-
lar dos meus sustos mortaes.
O qua aconteceu ? perguntou Marlha, que
ae julgiva livre de am terrivel aoobo.
Tenho o costume, conlinuou Cesar, quando
me acho s escuras e quero saber as horas, de
fazer soar a psndula do meu relogio. Nesta nou
te, nao reflecti cas conaeqaencas deste acto Lio
iodiffereote em oulra qualquer circomataocia.
Abri o relogio, e a terceira pancada, o carrocei-
ro faz parar os cavallos, e ouvi-o dizer aos ou-
tros:
Nao ouvistes ?
O que? Nao ouvi.
Ahi dentro ha um relogio de repetigo, cer-
tamecte um reioglo de ouro...Deixaram-no Mear
por descuido...Nao vamos mais longe...examine-
mos primeiro O negocio vale a pena.t.
Pelo contrario, continuamos nosao cami-
uho, nao ha ahi relogio algum.
T estaes ainda perturbado, disst o outro.
Ora dize-me quaotas pancadas ouvistes?
Julguei ouvir tres.
Eatao, ou sonhas, ou dormes, por que
maia de meta noute... Deveriaa ouvir doze panca-
das.
Juro-ros qae rerdade, disse Fromentim.
Sem duvida, aonhastes com relogio*.
O dialogo uualisou-se aqui. Porem eu havis
corrido um grande perigo 1... Se Fromentim nao
.ouvira doze pancadas, porque coohecendo a
minha imprudencia, puz immediilameDle o re-
logio na bocea aQm de abafar-lhe o som.
Cesar paioi um instante, e depois conlinuou
assim :
J sabes, querida Martha, como flz a mi-
nha primeira viagem entre cadveres; as outras
qua tro noutes qae se seguiram, foram gaalmen-
te notadas por acontecimeotos diveraos, porem
nenhuma foi semelhante a primeira.
Como I disse Martha, cinco coates I...
Elia cobria os olhos para cao ver mais. mes-
mo em imsgirjago, os qtiadros desta relago.
Involuntariamente seus paludos labioa mur-
muraran) por muitas vezes: cinco noutss...cinco
noutes 1
Sim, ba cinco noutes, disse Cesar, que uso
dos mesmos meios, da meama astucia para en-
trar iqui, para ver-te, e dizer-te, o que ha de
mais temo no mundo : Eu te amo ; e o que ha
dimelhor: amar te hei sempre; floalmente pa-
ra dtzer-te que nao noa deixaremos mais, que
nunca maia noa separaremos 1 Silencio I disse
Cesar, silencio I ougamos I
E' am querlo depois de meia noute que es-
t daodo, disse Martha.
Eoto occasiao de partirnos, disse Cesar
levaotando-se. Martha levaolou-selambem.
Teas animo, lhe disse Cesar, o immeoso
cimo de seres livre, seres miaba, entrarea nes-
ta mesma...cesta mesma carroga... qae aqu me
trouxe...e de filares ahi encerrada comigo at
i barreira 'l
Unidos.
f.EO\CONZV>\
[Traducro de_Emilia Luna.]
Revista das sciencias.
Excurso a La-.lonchres.O que se v ali. Re-
forma radical no meios de transporte.Aca-
baram-se as locomotivas.Carruagrns sem ro-
das.O eamiuho de ferro escorregadio do Sr.
M. L. D. Girard. Vaotagens das carru>gens
escorregadias.Influeucia da agua sobre o ro-
gar da acgo de escorregsr. Appllcsges in-
duslriae. Visita de SS. MM. o Imperador e
Impsratriz La-Jonchres; dos ministros do
imperio e obras publicas.Novo meio de pro-
pulsao noa trtlhos.Turbina reclilinh'.Inau-
gurago do caminho bydraulico da Jonchres
pelo Imperador e a Imporatriz. Experiencias
de traego, pelos Srs. coronel Fav, Delonnay e
Lissafoui.Disiribuigao geral da forga mecni-
ca. Transmisses de movimento. Potencia
motora domiciliar.Conaequeocias do caminho
de ferro escorregadio.
Nos arredoras de Paris existe com graga escon-
dido sob a verdura, um palz encantador ondeo
cu azul, e o ar perfuma ; copadas arvores on-
dulara ao arredor, e o oceultam discretamente
aos olhos dos passeadores.
Suas rara quintaa ae levanlam cor entre ums
duplico corda de folhagem e de lilaz, como do
centro de agafalas de flores, e suas frentes bran-
cas brilham ao sol como um diamante encastoa-
do n urna esmeralda.
Nada to freaco e gentil como este pequeo
paiz casqullho. e radiante no seu cinto verdejan-
te, onde nunca peoetrim os cuidados da cidade,
onde tudo dorme em paz sob urna atmosphera
suave o beneca.
Em vao seria procurado no mappa de Franga.
Nada produz; nem vinho como o de Suresnes
nem cerejas como Montmoroniy.
Os habitantes do palz do lbe o modesto nome
de La-Jonchres.
Ser fcil deseobri-lo, porque est situado per-
lo de Malmaisoo ; quasi contiguo Bougivsl, e as
carruagens de tUcil a Marly leranlam muitas ve-
zes redomoinhos de poeira que cabera nos seus
jardins. Existe um caminho fundo, coberto de
arta lina, que se eleva mansamente al La-
Jonchres por entre as roieiras bravas e cargas de
piivileiros. Seguindo por alguna instantes esie
caminho, logo descobre se um pequeo bosque
copado onde o musgo une aua fina renda s per-
vinca e aoa lyriosconvalles; est fechado por
grades e cercado por um largo fosso aberto as
reas. Abre-ae a primeira cancella e sbese pa-
ra tornar a descer, urna pequea vereda sinuosa
que recorla fantsticamente aa maltas. De repen-
te oave-se um ruido aurdo ; depois urna espessa
furoaga ao longe asfoma a verdura das arvores,
adiantando-se sempre, o ruido qae ao principio
parecia sahir do centro da trra, torna-se mais
distincto e compassado, o fumo traz comsigo o
cheiro caracterstico do vapor, logo atha-se em
frente de um largo e profundo fosso.
Singular espectculo I no meio deste bosqae
deserto, desta psisagem agreste, urna locomo bil
trabalha com toda a presso, crrante sob a ac-
go de seu foco ardenle. Apparelhos, machina
singulares levamnuj-sc uo weiu un ifuies, su
movem todos os sentidos, e langsm ao ar ailvoa
agudos, mlhos de esguiebos sahem do chao e vao
perder-senas folhageus. Wagoea sem rodas es-
corregam oa triocheira, impedidos por urna forga
mysterioss. Ellas vo e voltam como se constran-
gidoa fossem de obedecer a um poder oceulto, e
sua rpida passagem d vertigeos. Debaixo desla
exlranha impresso, ludo parece reveslir-ae com
urna apparencia fantstica, que afioal aasombra e
arrebata a imaginario.
Em tudo islo nada ha fra do natural.
A scieocia nicamente tragou seu aulco des-
umbranle.
Estamos realmeole no ceotroda propriedadedo
sabio, na tapada de um engenhero de muito m-
rito, Sr. L. D. Girard, cujo nome ha de perma-
necer eternamente ligado aos progressos da hy-
draulica moderna.
E' nesta riiouba solido, longe do ruido e do
movimento, que desde muitas auno, o engenho
* inventor procura com persaveranga, digna de
louvores, a solugo do um problema destinado a
erfectuar urna verdadeira solugo no modo actual
dos transportes.
Os camiobos de ferro, longe esto de terem
conseguido o desidertum, alm dos gaaloa
ensrmes da construego, o material e conserva-
gao tornam-se urna fonte de gastos que leva
subida do prego o custo dos transportes. Saha
muito que dizer sob o ponto de vista technico ha
muito que fazer aob o poeto de viata econmico.
E' tomado o problema sob esta novo ponto de
vista, que o Sr. L. L>. Girard lem procurado re-
duzir consideravelmento o material ecooservago
doa camiobos de ferro.
Exiatem hoje locomotivas de grande custo. cu-
jo enorme poso fatiga muito o camioho. Ellas
desapparecero.
Ha wngoei cuja constrjicgo complicada com
molaa, rodaa, etc. Tero em breve de dessppare-
cer. Simples carruagens feiUs de tabiquea devem
aubstitui-las aa rodas, aa molas, e lodos estes or-
go* que custam to caro. Ha freio, apparelbo
accestorio, tambera aerao aupprimidos. Os trens
se poe em movimento vagarosamente e parara do
meamo modo, eales sabiro como o relmpago,
e eagotaro sua velocidade adqaerida em alguna
segundos.
O caminhos sao de difBcil construego : aug-
menta-se aeu trsgado para evitar as fortes incli-
oages, e aa curvaa dos paqueos raios (ar-se-ha
agora curvas em pequeos raios, e fortes inclina-
Ces, alrevem-se apenas a exceder a velocidade
de 18 leguas por hora, carainhar-se-ho 25 oa
30, e gasta-se multo material, gastar-se-ha pos-
eo. Aa viagens caucara ; a via spera, o mota
ment iocommodo, daqui em diante os trens ea-
corregaro suavemente aem choque nem estre-
mecimento. As vaotagens sao numerosas; dei-
xmos de enumera-las todas. Por si fallsro bem
alto, quaedo esliver descriplo o novo systema.
Basta dizer agora, que a invengo tm merecido
attengo do mundo aabio, e que a admioiatrsgio
se preoecupacom seus resultados.
O Imperador, que atiende a todos os progres-
sos, poz disposigo do inventor as sommas cs-
cesiarias para as experiencias : depois sendo j
adiantada a obra, dlgnou-ae ir julgar por si mea-
mo, e por diferentes vezes, dos successos obtidos.
A nova invengo aprsenla-ae pois com am bri-
Ihante futuro, e delta comm dar algumas idis.
At aqui, salvas poucas excepges, quando lera
aido preciao transportar um pesado fardo de um
para oulro ponto, tem-ae recorrido ao movimento
circular. A ricgo neate caso atlenaada, e a re-
sistencia a vencer muito menor de que se tivesse
sido effecluada pelo simles escorregar. Para os
vehculos, em particular, substilue-se sempre por
meio de rodas a ricgo de escorregar pela frie-
ga o do movimento circular I As carruagens ro-
dara e nao escorregam. O eogenheiro Girard mo-
verle as cousas. Suas carruagena nao rodarn
maia, escorregam. A' primeira vists parece em-
brenbar-se em pessimaa coodiedes de transporte.
Porm convm accresceotar que, com o auxilio
de um eogenhoso artificio, consegue toroar a
fricrao escorregidiga menor do que urna fncgo
de movimento circular correspondente, e at con-
segua reduzi-lo multo alm de qualquer eapec-
tativa : veja-ae um reoel eacorregando aobre urna
superficie lisa sem adherencia apreciavel, a me-
nor forga bastar para pd-lo em movimento, e o
vehculo exigir apeoaaa forga de ama insignifi-
cante traego, eate ponto importante contm em
si a solugo toda do problema dos transpones, d
lima reforma radical nos meios encarregada do
! Agora, quer ae -Ju!gar>da sinapttcidad, do artificio
I imaginado pelo Si. Girard, para vencer a difflcul-
dade? um fardo posto sobre urna auperflcie li-
jas. Emvo lenta-se impelli-lo, a friecao torna
I iouteis todos os eeforgos. Msa, de repente urna
| porgo de agua com cerla presso eaguicha na
* sua base, levanta o corpo peaado com urna qaan-
i tidade infinitivamente peqaect e vem interpr-se
entre a superficie liaa e a face que escorrega A
adherencia est destruida; o fardo escorrega so-
, bre esta almofada de liquido como am batel so-
: bre a superficie de um rio. Ha pouco nao ae po-
da p-lo em movimento, e agora o menor efor-
go o faz correr longe;
Este principio excessivamente engenhososus-
ceptivel de prestar grandes servtgos industria.
Appl'.cado aos transportes, torna-se de ama im-
portancia inconteslavel.
Convinha juigar por experiencias directas e
comparativas das vaotagens deste systema urna
va frrea horisontal foi construida Da pequea
lapada de La-Jonchres. E' composta de dou
railaparallelos anlogos aos rsaila ordinarios
porm muito mais largos, em ferro fundido e sus-
tentados de distancia por saccoa de pedra. A car-
ruagera experimentada deacanga sobre oa rails
por meio de quatropstins da Om. S6de largo
sobre Om. 80 de comprido. Estes ptica eslo 0-
xos carruagem por um eixo de ferro que na
curvasgyra em roda deste eixo e podem orien-
tar-se convenientemente. As differenles presses
que se exercitam sobre os palios pasaam aempre
por eate eixo.
Orna bomba, collocada sobre o wago enlre-
(m constantemente um fio 'agua sob os pali-
os e destre a adherencia. Urna commisso
composta do coronel Fau, ajudaote de ordensdo
]?". aWf D.eliUD8y. engenhero das
raioas, membro do Instituto; dosSrs.de Lissa-
joux professor no lyceu de S. Luiz. fez-ama se-
rie de experiencias obre esta via para examinar
a diminuido da friegao : am apparelho mui sim-
ples irnaginido pelo Sr. Lisjoux,permittiu me-
dir facilmeote o coeficiente da traego.
Ouaodo a agua circulava sob os patino, a-
cnou-se por um termo medio que o coe eficiente
da friegao era de 4 kilo'amas. 03. por tonela-
oa. guando o eacorrenar j ellecia na condi-
OKin0f'llnBns' coefflcint da friegao se eleva
a 520 kiloi-. por tonelada ; 4 e 1|2 kilog. de urna
parte. 510 kilogr. por outra. Parece que estes
aigarismos tem muita eloqaencia. Decididamen-
te, o Sr. Girard fez bem supprimir as rodas.
No mez de abril prximo (indo esies primei-
ros ensaioa obtiveram ama bnlbante sanego. A
pequea lapada de laJonchres osrecebeuaugustos
visitantes. O imperador ea imperatrizdigoaram-
sei visitar o caminho de ferro eaeorregadio. SS.
MM. eram acompaohados pelos ministros do im-
perio e daa obras publica, oa Srs. de Persyguy
e Rochar, de Fraoqueville, director dos cami-
oho de ferro, e da commiiso
exime do oovo systema.
O imperador observou com o maior ioteresse
a influencia da agua aobre a traego do wago, e
para nao deixar duvida algama aobre oa poucoa
exforgoa necesaarios para por om trem em mar-
cha, fez mover um wago de ama para outra ex-
treraidade da via frrea, impellindo-o simples-
mente com a ponta de aua bengala.
Outra applicago do principio do Sr. Girard
chamoaegualmente a attengo de SS. MM. urna
forte roda de ferro fundida posta sobre seu eixo
pode apeoas gyrar com a nica acgo da roo,
maa se um Qo delgado d'agaa cahe aobre o eixo,
a ricgo BBiqaila-se e a rola gyra. V se s
importancia desta applicago industria metal-
rgica. Os jogos daa Qeiras que sao to poza-
dos e cuja ricgo absorve tanto trabalho intil,
aentiram os effaitos desta feliz iovengo.
At aqui tem-se mostrado o porque e como o
Sr. Girard supprimia as rodaa. intil iosistir
mais aobre este poeto capital, do qual o mundo
comprehende o immenso alcance. Tem se dito
que o sabio eogeoheiro, depois de ter com vac-
lagera evitado o emprego das rodas, supprimia
lamber o daa machinas locomotivas para arras-
trar oa combois, deve-se axaminar oa mei^s de
propulso que emprega. A eate respeilo. ser
alil vollar atrs sob o ponto de vista histdjico da
questao, o indicar laconicameote a oriajbm do
novo systema.
Foi no dia 9 de agosto de 1852 que a Sr. L.
D. Girard apresentoa academia daa sciencias,
pela primeira vez aeu modo de propulaio ap-
plicaval aos caminhos de ferro, o irabatho foi
ezaminadoj com cuidado, porque nao era faite o
primeiro eosaio do hibil engenbeiro ; caoVama
de suas inveoges tinha causado aensaga bas-
tar recordar seas estudos theoricos, sob o li-
m,t?..d,e8!.io d5S eiae liquidas que tornar *)-se o
de grande potencia ; depois aua oolavel Urbioa
hydro pneumtica, suas tranqueiraa moveispauas
rodas bolices, seus trabalbos sobre o gosto das
comportas que causaran) urna verdadeira^sen-
sago. *
No projecto submetlido pelo Sr. Girard aca-
demia, urna simples veia d'agua injectada aobre
a parte concava de pa curvaa fixaa sob os wa-
gdes toroava-ae a potencia motora, a forga de
propulso de lodo um trem. Este ayatema aof-
freu aunas objeege, i aociedade dos eoge-
oheiros civia em particular nao poda admiltlr
na applicago dos caminhos de ferro. A veloci-
dade de um trem, diziam elles, nuoca hade per-
mittir que urna veia u'agua projectada entre na
ps curvas ; na velocidade ordicaria ; haver
palo menos 150 200 orificios ou intervallos das
ps ; a agua nao pode ali precipitar. Estes se-
nhores cao se lembravam do principio funda-
mentaes das velocidades relativas. Pelo contra-
rio a agua devia perfaitamente operar e a expe-
riencia conrmou a theoria. O Sr. Girard tete
occasiao de fazer em Genova urna distribulgo de
torgas sob quedas da 50 a 60 nutro. A veloci-
dade das ps oeste caso de 15 a 20 legaaa por
hora. J nao sao mais 150 a 200 ps que pas-
aam dianta do injector, ao 1,500 1,600. A
resposta decisiva : tambem par o inventor, a
qaesto eslava julgada de antemo.
Foi em 1856 que o Sr. Girard imagicon su-
primir as rodas, os eixos e aa molaa de auspeo-
so injectsndo entre os rails e as carruagens, ar
comprimido para diminuir ricgo, os primei-
ros ensaios nao tenlo aido mui satisfactorios,
em 1860 substituiu o ar pela agua ; o auccesso
que obteve o animou experimentar inmedia-
tamente seu modo de propulso. Mas o inventor
tinha esgotado seus recursos.
Como para os oulros muilos, a sollicitade
imperial veiu em aeu soccorro. Outr'ora em
Franga, havia urna barreira invenctvel entre o
aoberaoo, o artista ou o sabio ; havia aa demo-
ras, a inercia da administrago ; agora entre o
soberano e aquelle que trabalha para o bem
publico, ha, aolea de tudo, o imperador.
O Sr. Girard pd le mandar construir na par-
que de la Jonchiret urna via de 50 millimelros
por metros, ali que se tem teito os ensaios de
propulso. Eiia via indinada est estabelecida
n'uma profunda trinebeira, a alguma distancia
da via horizontal que j tem aido citada. Tem
pouco mais ou menos 60 metros de cumpri-
mento. Na sua extremidade inferior, ama lo-
comobil leva a anua n'am tanque e d ao lquido
urna presso de 7 a 8 atmoapheras, esta agaa
dirigida para injectores, especie de grossos tu-
bos curvos de ferro fundido, com urna abertura
lateral, e collocados no meio da vida de distan-
cia em distancia. Duas machinas especiaes
[iruct) unidas entre ai e guarnecidas de palios
escorregadores, eslacionam em baixo da rampa
cima dos injectores.
Emfim, urna turbina rectilinba, composta de
urna serie de ps curvas e como que embutidas
timas as outras, a imilago daa cootaa de am
rosario, corre por cima dos trucs, de modo que
corresponder possim com a abertura dos injec-
tores.
Para por em marcha este comboy improvisado
faz se chegar a agaa debaixo doa paihins eacorre-
gadigos e abre-se o orificio da aahida dos injec-
tores, a veia lquida vem bater as ps curvas, e
d ao trem quaai instantneamente urna veloci-
dade conaideravel. Paseados apenas 3 segundos
os trnci sao impelirlos com bastante forga para
sobre por a rampa de 50 millimatros com urna
velocidade de 20 a 24 kilmetros por hora. O
comprmanlo da via infelizmente mai limitada,
por isso s pode obrar na partida a forga de pro-
pulso. O trem ebega inmediatamente' ao ponto
cnlminante e desee logo levado por aeu proprio
peao.
Na sua re-cante visita a la jonchres o impera-
dor e a imperstriz qnizeram experimentar o ca-
mioho de ferro eacorragadigo. Suas magestades
e varias senhoraa nao temeram colloearem-as so-
bre o Irme de diente e foram laogados no espago
com urna rapidez realmente aasuitadora para urna
to pequea distancia. Quando o trem desceu
cora tola a velocidade adquirida, parecia nao po-
der ser mais sujeiado ; terse dito que ia sahir
dos rails e precipilar-se no fosso. Os ministros
e os ajudanteade campo nao poderam comprimir
um movimento de susto i parae I parael exclima-
vam elles, porm oSr. Girard que diriga o com-
boy, permaoecia immoTel junto do tonque desti-
nado alimentar %e]a os patino. Quando ea-
teve o trem a quatro metros do ponto da parida,
fechon a tornelra, os patinoa nao eacorregaram
mais e o trem parou como por encanto.
A viagem foi recomegada varias vezes com o
masmo sucetsso. O imperador quiz depois da
experiencia aer o proprio engenbeiro e explicar
imperalriz com todos os pormenores o jogo dos
differenles orgos, para por em evidencia a forga
propulsiva d'agua, ama caixa mui pelada foi col-
locada diante do injector, ebria-ie o orificio da
aahida do liquido e logo a caixa foi langada coro
Impetuoaidade a mais de 20 metros de distancia.
O eipecimen de caminho de ferro eicorregadigo
que acaba de ser esbogado rpidamente basta
para fazer comprehenderem todos seus detalhet
este novo modo de transporte.
Em resumo, toda e qualquer via ter ama do-
plice lioba de largos ralis de ferro fundido ; no
centro, de 50 metros em 50 metros, injectores,
em todo o comprimeoto da linha e lalleralmeate,
um lubo de ferro fundido cociendo agua, com
presso conveniente para alimentar os iojecto-
res. De 10 em 10 kilmetros pouco mais ou me-
nos, machinas fixas hydraalicaa ou vapor, se-
gundo as coovecieociaade, localidade para levan-
tar as aguaa e dar-Ibes sata presso. Eis a via.
Quaoto aoa wagoes, sao reduzidos sua mais sim-
pies expresso: quatro tabiques apticos, om
Wago Tender oa diaoteira levara o apparelho
propulaor com ama agulha convenientemente dis-
potta para abrir o orificio doa iojectorea durante
a passagem e fecha-lo ao depois ; haver anda
um taoque de alimeolago para maoler ao longo
do trem ama carnada liquida entra os raila e oa
patiooa e ser este todo o material.
Ha urna coosequeocia do novo aystema de gran-
de alcance e que sem duvida ninguem ter dei-
xado de notar, limt forga motora permaoeote
existe realmente em todo o comprimeoto do ca-
mioho de ferro escorrega-Hco ; torna-ae para to-
do o paiz atravessado pela lioba urna fonto de
riqueza e trabalho. Transmisses de forga po-
dem ser reunidas sobre o tubo motor do Railway
o ir deatrlbuir a potencia em toda a rede da visi-
nhanga.
Observar-ae-ha qae todas aa pequeas indus-
tria arruinadas hoje pelo monopolio excluaivo
das grandes fabricas podero de hoje em diante
auslentar a concurrencia comprando forca le-
vada ao domicilio, segaodo as neceasidades da
fabrica. Ha nisso a solugo de um grande pro-
blema aocial : A liberdade e egualdade no tra-
balho.
O Sr. Girard tom collocado oa extenso da via
de experiencias ao camioho de ferro eacorrega-
digo, um typo de dispensador de forca levada ao
domicilio que sorprenheodeu o imperador. E'
umapeqaeoa turbina horisontal de 30 cantimetros
de dimetro pouco mais ou menos e da forga de
dous cavallos. E' posta em movimento pela agua
do caminho de ferro e serve para por em activi-
dade um jogo de folies, quando fueccioua livre a
coroa movelda turbina tem ama velocidade de 35
leguas por hora. O are agua se precipitam noa
ea orificios, e o pequeo motor laoga ao ar ru-
gindo diferentes notes de gamma, deixsremoa de
mencionar oalraa muitas maravilhas que pula-
la m na tapada de la jonchres.
Tem-se fallado muito aobre a acgo dos frios
intensos sobre o caminho hydraulico, a agua in-
lerposta eotre os rails e os pticos cao pode con-
gelar-se duraote a marcha por cauaa de sua agi-
lagio, quinto ao gelo que se formar aobre o
rails ser antea favoravel quo prejudicial Se po-
deaaa haver ama difficuldade, seria no momento
da parada do trem e a partida. Em todos os na-
sos urna injecgo de vapor faria desapparecer o
ioconvenlente. Serla conveoiente apreaentar al
guns pormenores sobre a construego eogeohosa
dos pticos, explicara funego de alguna orgoa
supplemeotares ; aoa horneo especiaes perlence
nicamente o inleresse que podem merecer estas
consideraros.
Era resumo, pealamos que o camioho escorro-
gadigo do Sr. Girard, no punto que tem che-
gado, susceptivo! de ama appficago seria,
como transporte aobre as estradas, como trans-
porte ca minas, deve represeotar am importante
papel n'um prximo futuro, asaim lem sido jal-
gado e trata-se com alteogao de estabelecer urna
va bydraalica de Rueil a Bougival. Ainda al-
gn mezes e teremos sem duvida em Franga um
primeiro camicho de ferro eacorregadigo.
Hemuque oe 1'AiiviLkE.
(Constilulionel )
Qae fazer eolio I, B' preciso ptgar, sob pdOI de
ver a ca cercada pelos eredore.' Vijoi, ma-
rido, procura am meio de aahir desta difficulda-
de ; Tortura a imaglnago para encootra-lo, e
sobreludo, nio tequeixes... Dir-te-ho cora ama
crueldade, involuntaria sem duviJ, porm que
nao offendo monos por tato. Porque nao ganhas
mais dinheiro ? Porque s artisla era lugar de
commerciaote ? Fulano trabalha meaos do
lu, e ganha
francos I
V.Mauricio... Mauricio.
M.Mauricio, Mauricio, nao inventa,
que nao desposaste um rico
CJ-
por anno, quinto a vinte
tona Masa *-
Por-
qunoao oesposasie um rico negociante que te u
laria toileltea.esplendido*. saldes magnficamente a"'.'
mobiliados. e al urna carruagem ; porm que1 K
passaria metade do anno em viagena para tratar "
de negocios, ou que se conservara fechado era
seu escriplorio desde maoha at de noute, e ira
depois para a sociedade commercial onde se de-
morara at meia noute, ou urna hora.
V.Conhego negociantes qae se conservam
em caaa, elevara suas mulheres ao baile e aos
espectculos... que nao Ibes recusam prazer
algum.
M. Lastimo sinceramente que nao seiai
casada com um destes seohoras.
V.Maaricio, o que dizes nao delicado I
M.E julgas que o que me diies muilo
agradavel I Como I fago tudo o qae posso para
que cao ta falte cousa alguma ; paaso todas aa
horas de detcaogo com ligo, e nao eslaes salis-
feita I
-- V.Nao te disse isto, Mauricio. Deves com-
prebeeder porque me queixo, ta leo vito mul-
la cousa, tens-le divertido muito, e agora que
?",ni P,ralU "o solo SajI-AsMrteiM. -
nunctar qae mm *m i
vinham dirr.aTrCBti'^^SS^1
Co e a. 9**JSS7f5fS
v.geni que l.obam de eed.r laajaiUMi MiaaWa
paiz a feliz e audaza cooqaiaTi^Z^ A.
dades e aa imprtame povotgdeVlhVk*
| reno ouli ora cobertos de m.-....lt,
I"9 As artes priocipisvam a domar
1 gios o paiz que nao conbecera aa
plea nalureza. "~"~
Oa zimborios dos templo annonciavans n ian
ge aos navpgjcle, que imitando en -nlltl|_"
europea, os colonos P'ga'vatj
...a um tribalo inapirado c-tla eivaB-
saro e o firme peosameoto de levantar aaaa Sa-
I tura oago, digna rival de su metropola.
Um hornera qae naicera para refrrsr a {
eipantoia revolago de qoe a historia modarw
consignar pon era seus annaes, om boaea ca-
jo come te l em todas as pagioss do manato. Ira.
gado em caracteres de a-ogu^, e circundado de
urna corda de gloria immarceaivel, levado pala
seu continuo acceaaode regenerarlo e cobiga, fax
abaodooar o throno qae em 1139 Alfonso ll-Brt-
quea havia firmado pela victoria de Ouriiue, a
| qae ama Iooga a glorioaa descendencia da res
i oceupr,para que oatro de ir.calculavaia eaBe-
rangas se levantae sobre oslo art;ricaoo.
A colonia perdeu a ultima feiro de sea primi-
tivo estado, elevoa-se aaa bem merecida alia-
ra, Iratoade egual a egaal a melropol, desde
ento jurou naoca despojsr-ae do radiante dia-
dema que lhe cingla a fr-jnle. Nem o rfgrts-> j
Europa do principe qae lavrira o decreto de aaa
grandeza poltica, oem s insania
- M.-Oode e.tivemos nos hontem ? Onde ea-1 -uai.'WS "V00,'1? p*'0 "0 dt *#>-
taremos depois de amanha i dent1?'.? "tm"Cea f^ita, levanto
Sccaas da ida intima.
luiuiiciu.francisco, amigo
Valectica, mulherde Mauricio.
ue aiauriuiu.
(A scena passa-se em urna aala de jantar.)
a enfado-
Pelo invern, sim, verdade, porem
Valectica.Oh Mauricio, qaanto
olio com aa taaa exclamagaa i
Mauricio.Obi Valentina, qaanto a amavel
cora as laaa observagea I
Valentina.Pola nol todas as vezes que entras;
sempre com o meamo estribilho:Oh I qaanto
apreciavel assenlar-ae em ama commoda pol-
trona, perto de am excelleole fogo 1
Mauricio.Eoto I Nao achaa lambem prazer
nisto ? Pois eu acho-o to agradavel que cao
posso deixar de diie-lo com aatisfago.
Valentina.Sim, acabars por achar-te to
bem aqui, que nao querers mais sahir.
Mauricio.Confesso-te franesmenta, que dizes
a verdade. Nada mais agradavel que a vida in-
tima. Se desejo estirar a perna sobre urna cadei-
ra, faga-se sem recular urna observago importu-
na. Se deseje rolar-me aobre o tapete, executo
o meu desejo, e ninguem vira dizer-me que isto
inconveniente.
Valentina: Perdo, eu j tacho censurado por
diversas vezea a tua semeeremunia americana:
Mauricio.Ah 1 porm nao deaejarias que ea
me conatraogesse por teu reapeito?
Valentina.Ora 1 conitraneer-ae por aaa mi-
lher I
Mauricio.Sim, isto seria ridiculo I
Valentina.E porque, seohor ?
Mauricio* Porque nisto nao ba Bada de ofen-
sivo para ella. Com quem ae teria familiaridade
a nao ser com sua mulher? Tu tens muilo bom
senso para deixarea comprebeoder isto, e se fa-
zes-me estas obiervacoes para morlificar-ma.
Valentina. Ora, Mauricio, ae aiocero. Por
veotura rolar-le-hiaa sobre o tipete quaedo me
requeitavas r
Mauricio.Ora, eis-ta aioda cora estas velhas
idai 1 Nao coseguirei nunca fazer-te ccBbecer
a differenga inevitarel, necesiaria, que ha e deve
haver entre am marido e um pretenden:* 1
Valentina.Nao rejo necessidade deata diCfe-
reoga.
MauricioNao 1 E' preciso dizer-te novamen-
te o que ta sabes muito bem, que o amor, como
tu entendes, nao poda subsistir em preseoga daa
realidades da vida conjugal? Desojaras viver
aempre ca cuveos, admiravel 1 Oh I minha
querida, noa nao tazamos uto romance.
Volantna.Ah que eat a desgraga.
M.Ah I julgas islo? Eoto, vivamos do ar
e do tempo, nao cuidamos nem em comer, nem
em beber.
Demos passeios aentimentaes a noute, ao cam-
po oa sobre o boulevards. .
V.Ha tanto lempo, Mauricio, que ea te pego
para darmos um passeio deste genero. Lem-
bras-te daquelle que demos pouco lempo depeis
do nosao casamento.... ta mesmo diziaa que elle
era encantador.
M.Certameote, a aioda o repito, ara muito
bello. Nao me recuso a reeomega-lo, porm es-
peremos por urna bella noute.
V.Nos a esperaremos por muito tempo.
M.Ora, Valentina, nao aejaa. Injusta.e com-
prehende melhor a vida. E'a ama mulher encan-
tadora, lena maito espirito e bom corago, porm
nao s razoavel.
V.E tu s muito. E' este un deleito de que
ea me queixava j antas do nono casamento, e
do qual infelizmente nunca te corrigirs.
M. Asssim o espero, em teu proveito so-
bre ludo. Porm, pobre mulher, o que seria de
ti ae eu nao tivesse esse deleito ? Se ea nao cui-
dada destaa pequenaa cousas que te parecem
pueris, a que no entretanto ao muito serias ?
V.De qae cousas queras fallar ?
M.Da economia, da deapeza diaria, do fim
de todos os aooos, que se deveria repraaentar
com urna figura honrada, potm imperiosa, apre-
aentando-te variaa origen*. Porm, apezar de
tudo quanlo te hei dito a eate reapeito, persistes
em nao seguir o cooselho que te tenho dado, iato
, que pagues logo o qae comprares, e nao fa-
ca conlaa. Nada peiordoque esta facilidadeque
o crdito noa offerece: eucommeodamos chapeos
bolina, vestido e asiim que o objecto etla promp-
to, trazem-no-lo. Como nao se noa pedo o di-
nheiro, nao cuidamos em ds-lo. Porm acaba-
se o anno, chega o mez de Janeiro, temos gasto
oossas rendas, sem nos laquietarmos com eate
momento fatal, em que ser-nos-ha preciso pro-
curar recursos para pagarmos as aossas dividas,
. ~~ E' preciso decidir-eos a fazermos urna vi-
sita. Ha dous mezea que prometlemoa ir paasar
a noute em casa de madama X.
M. Pelo invern nao fomos tantas vezes
ao theatro ?
V.
agora ?
M. Oh I ha muita differenga, agors. Por
este tempo, a cossa hlhiohs cao aodava nem
brincava como hoje. Ora, Valentina, tu que ama I ^"J3.1
lano tua Olha, dize-me, se ba nada que se com-
para ao prazer de estarusoa todos tres juntos em
noasa modesta ala ?... Se ha cuasa mais diver-
tida do quo ouvir fa'lar esta querido aoginho,
como tu a chamas, e partilhar seus brincos?
Olha, quando nos a deixamos, arrependo-me sem-
pre de affastar-me della. A felicidsde que ex-
perimento vendo a brincar to completa, tso
real, qua quando estou fra, fago aempre urna
comparago entre o prazer que deixei eo que vou
procurar alero....
Para que dar-ae ao Irabalho de procurar ou-
lro t E depois, confessar-te-hei urna frauqueza :
tenho medo.
V. E de que ?
M. Tenho medo que acontega algama
cousa a nossa lilha quando estamos fra.
A aia quer-lhs muito, sem duvida, ella lem
muilo cuidado nella ; porem urna pessoa ex-
lranha, a pode ter por ella um cuidado relativo.
Nuoca me perdoaria ter deizado a nossa querida
lilha, ae deveasemos perde-la,
V. Mauricio, eu l'o aupplico, cao digas
destas cousas I
II. Eis-te aioda com as las superati-
goes I
V. Nao gosto que falles tiestas consaa. A
idea de urna semelhanie desgraga, faz-me tre-
mer.
.SCtTNA II.
Personagens.
Mauricio.Franacico amigo de Mauricio.
Valeotina, mulher de Mauricio.
Francisco. Eocommodo-vos, talvez?
Mauricio. Nao, Francisco, vena muito a
propotito para terminar urna pequea diacusso
conjugal.
Francisco. Em que madama nao tinha
razo, sem duvida ?
- M. Nao digo isto.... Ambos nos linhamoa
alguma razo.
V. Ah I eonfessas agora I
M. Porqae nao ? Serei to desarrasoado
a ponto de descochecer meus erros.... quando os
(Continuar-se-ha.)
Variedades
0 mez de jullio:
i
Na historia moderna e contempornea poneos
sao os mezes qae possam disputar a primazia ao
mez de julho, pelos importantes acootecimeolos
polticos que se effectaram, e que abalaran) as
bases da poltica do mundo.
am throno
mai brilhnle qu o primeiro, e ctDRia-ss toas
a corda imperial !O Brasil tomn lugar eu:.-*
as nage livre. e de sen solo va sabir m da S
de iulho de 1823. oa ltiraoa bstalhoea atranget-
roa que haviam, contra seus filbc e rmo,>,-.-
tado suas arma.
III
O hera que durante onze aanos oceurra a
throno da Franga, acabsva de expirar sebro o ro-
ebedo de Santa Helena- A familia qae aor viato
o anno alimentaba com o pao do exilio, a?-
ohura doa prejuizos amsldiroadoa c calcado aoa
ps pela opinio publica, havia es jaiJ e Be-
os renegado. A mor'.e do graod- hera?a Ihe
parecia a cooaolidigo elarna de sua r;a sobra o
throno que seu ascendentes Ilustraran a pul-
luiram alternativamente.
Etquecido que ama revolara flzeracabi.' ji
regia cabega, lobre a prags que de aaa paiaaaa
via todo os das ; despresaodo a energa da saa
povo leviano, mas terrivel na saa colera, oa arfa).
cipes reinantes elaboravam or>s seas cnnriluoi-
los secretos a volla do reinado de Luiz IV ; ji
tfluenciaaclericaea e o predominio doa i ialo-
oatr'ora adquerido pelo valor a os aervign* ij
paiz, e adornado ostia poca oa qa contra a
proprio paiz linham combando, engrosaando a*
tileiras dos ioimigos da Kraoga.
A liberdade da mprensa ajeita 5 censarse pe -
liciaes : as cocacienciaa alemoraadas Bajial lais,
lodos os das sanecionadas pela in.laecci* de
fanticos corleze ; a garantas des eidad->
ameagada pelos manejos piliciao.i,|!.arMlmeol
dirigidos por anti-ptri'Hicos minialro, eram es
abusos que deviam despertar a eoergia d-> rovo -
arma-lo para sua propria deftzi e a salvi-io da
palri.
Raiaram por entre as navena de guerra c>:! ej
dia 27. 28 e 2'J joMi) de 1810, para ver a 'aoa
de um re e de principes, dgaos de melhor tu-
te, se a escola da desgraga I lies tivesse dado > a-
veiinsa e izudaa ligea.
Eis as pocas notaveis que assigcalaro aera
sompr o mez de julho, e que davem apresentar-
se como exemplos grandiosos do quaoto poden
e camprem os povus coosoo de seas direitos a
zelosos da honra e immunidadede aua asn.
[Commercial do Kio Grande do Sul.l
Flores sem vida.
(conuua pd rnTamao )
memoria lo minha me,
No ultimo quartel do scalo paaaado (4 de julho "njunctas ae frateroisam e p
1776) treze colooias inglezas Impacientes do' P' de ca,lal Tir8u. cujo
go que a metropole lhes impuoha, declararam- l?*r,peJ0 mysterioso do aaotuari
de
jugo
ae em Boston iudependaotes e livresob o Uta-
\o de Estados Unidos da America. Nem os re-
vezas que d'aotea linbam letlrido, nem as victo-
rias que por vezea corora seus esforgos, poderam
abalar a forte vontade daquelle homens que lo
bem comprehendiam sua forga, e enlreviam o
gran lioso futuro de seu paiz regido por ama am-
pia liberdade, sustentada por um rico commercio
a ama agricultura sabia e hbilmente compre-
hendida.
Depoia de inslitos esforgos e immeosos sacri-
ficios, o aovo paiz, o estandarte corte americano
flucluoa sobra todos os mares, respeilado peloa
seus rivaea, e acatado pelos povos ambicioaoa de
urna liberdade pautada aobre oa principios da lei,
da razo e da philoaophia.
E' verdade que oa alicercea de lacla veotura
baviam si o laogados e cimeotados com o saogue
dos bravos que Washington guiava peleja em
honra e pela grandeza da patria travada ; fir-
mados sobre os preceitos e elevados peosimen-
toados Fraoldio, dos Adama, dos Jelferson e dos
Monroe ; e desenvolvidos, maia larde, sobre a lar-
ga escala daquelle viveiro de homens Ilustrados
queestimavam a prosperidade de seu paiz, nao
pelo accrescimo de territorio, porm sim pela
prudencia que desenvolvan) na coofecgo daa
leis que apertavam de mais a maia os vnculos
que preodiarn todos os estados, para tornar real
e incoBtealavel aua bella e expreasiva divisa : E
pluribus unum.
Sedo tmulosurgissem aquellas nobres som-
bras e vissem hoje a trra de aeu berro, a obra
prima de aus elsborago poltica, o baluarte ioex-
pugoavel da liberdade, ensopada no sangae de
aeua tiihos, seus campos taladoa por seus irmoa
e descendentes, o lulo cobodo aa cidade, ha
pouco to floreacentes e adornadas das galas da
ventura e prosperidade, eslss sombrea espavori-
das duvidariam ae realmeole tanto pode no espi-
rito humano a ambigo do predominio, ou a ce-
gueira de urna sabmisio pela juatiga e o pro-
prio inleresse patrios desconhecida.
Ser esta desgraga nma ligo para os povos en-
soberbecidos do seu poder e do sua fortuoa ? Se-
r por ventora um exemplo do poaco que valem
os estados, quando ama conviego religiosa, dei-
xa de aer a ancora sagrada que oa segura aoa
temporaea da poltica qae aeaaltam humaoida-
de? Em breve o saliremos, e talvez que depois
deoutraa muitaa deplorareis desgragaa, aeja per-
miltido descortinar oa designios da Providencia.
II
Na parte occidental da Europa, am pequeo
paiz existe, cujoa annaes encerram tanta grande-
za, feitoa heroicos, descobertas espaotoaas, quan-
tos seus limites e sua populagao ao resumido.
Conquistado palmo a palmo aobre os barbaros
que das bellas regioes do Sul da Europa, fiaeram
aeua alcagares, parece aquelle paiz ter commuoi-
cado seus 111 hos o amor da gloria, e o eapirilo
aveotaroso que amprehende aa expediges lon-
glnquas, que infiltra naa veas ama aede insacia-
vel de renomee faz considerar a vida como um
material confiada ao hornera para levantar e ci-
mentar padrOea qae o recommeodem a geragoea
futaraa.
De um porto daquelle paiz aahiu frota qae
coramaodada por Vasco da Gama, dobrou o cabo
das Tormenta, e arrancou Veoexa o commer-
cio do Oriente, em qu*nlo como vaaaallos do rei
de Portugal ujeitra mais tarde oa soberano da
maia bella e rica porgo do globo, ae cao exialira
o immeoso e portentoso continente que do Ama-
zonas ao Prata se eiteade, e que oulra frota do
meamo porto navegando descobrira, como rema-
te de urna gloria aempre invejada, mas cueca
egualada.
Tres ssculoi haviam decora jo. deide que a pri
~^ta|*BBja Ij-es.oin.'ajnftianil-'J ba i_
trogoa do palco humano corrodos no monta j de-
va sao empoiaarn o ptrido pam ? Se a poaaia
to bem diviniaada outr'ora deacorou com os bar-
do glosados por inlidns bandidos. Se a hvpccri-
aia gerada no acepticiamo emroa leceu a lyra qua
as leuda do campanario embatavam tnatemeatj
na origem do olTrer? Se orcaooa ad-jim pes-
tfero bafo no ftido manto do imparismo ? Se no
horror dos malea a fervencia religiosa expiroa am
mitsodaf? Ainda assim, que importa f ea sor-
reg inculta minhas flores sem viia, cao ceseeia
o crepitar de insanias harpas, oem lapetisaaa o
solar vicioso que rernosos entes era orgias fer-
veotam lauta offraadas. Ellas reciprocamente
e per fo ai a ni ana sjiti-
cuitn nogalar a
o divino Collecgo
de bustos que derogara o peao d> cadeis aaanda-
n, esvoaganlo livre oe briocoa da IrialaBa Fftm
sao Qlhiohas sem privilegio oa desventara i*aa-
brarn a eUrnidade no walaar da ga!aa e asa li-
miar da magnificencia material genera aa b 1
convulsiva da volupia. /illas com a onoieciea-
cia piedoaa protegem os pastos do exterminio,
qae no abaixar doa tmulos viaiveis part llura
extremoaaa o luto que a dr enrolara pallidas j.>n-
zellaa, que como ea marlyres dos gozos terreno,
almejaodo ao Senhor um canto aosioba, aaaa
vida descahem na terr.
Na carva da anglica fo: deate corrego, syl-
phoroia lymphea de cryatal deste paraso terral
serpeiam boninas, qae escorrando aa veas paria
dasaadadereanimara o goivo amortecido plo
calor da dhalia roza. O cjprele vigiado qaerrto
da cravina branca a aombra do clmo apai.H-
ra verdil faz corar de pejo o musgo iaoiaJo juo
aveata a quena da chorse Venus.
Em allaa de rosalias vivas o caprieberdos ritas
e d'alegria ae desfalleces) oo sasurrar dos lyrio.
O sempre viva amarello murmura beijos Boloi-
cando fronte peregrina naperpetuacirinhosi
qae entre aa murtas recolhe nos cilioe o choro
gelado d'aurora.
O lagubre espinheiro, nato llho do inforioaio.
embora na mudez da aolido aempre iraaovol
contempla aa inacripges qua o anjo Iba redrela
amjaz Com amdr de me no ngalhalaa
bragos pendidos para a terre acoatam tremlos
de caribho no aombrio creo, a louia qae guarda
os manea do desvalido. E to sau loso qaaaa o
v oo merencorio dormir, os transidos raramhoa
converterem-seem pleitos deorages, dasei-
tos em resseotidas lagrimas doer-se do scismar
da campa.
All, quem me dera 1 quando forajido ni can-
sar daa lides de ama s vez nesta arvore debsix j
della abrigar-me do chaver daa lenas f Sem Uno
mioh'alma ondular com o genio doeemiterio?
moribunda enferma aem querermansaocarpir
o corpo que aem esqaece la se desfaz sealido ?
Va-la em hora moras do passado. dir, Ijaca,
perdida oa anego da lyra renegar am presente..*
lo doce ? Alli delida chorar no asee tjmelo a
aeruxno audario enternecida emendar aaee>
cadver.... nao qaizera morrer Itl
Mas engao 1 Ni puericia ae'.loa o meo fadario
aeoda satnica no lidar da sica. Sangras fatali-
dade em cbamma desvandou a laz qae encanta*
totalmente o docel da pyra a o amdr tilal qas-
apenas me aorria em aoobo era j orpbao aa mi~
obaa da vida.
Adulto aondei a lei banana o labor aem {rata-
lo apperreado na dor vooceu-me *-?fiiida
conqoiatando benrao dasflores sem ttdav
O malfadado cayporiano qae oo carao liiierari*
aempre apouqueotou-me, crala easa vegetar la
proio. O frgil lenbo em lata com a lempaatadm
dos horneo jamis coBcilioa a balanga o a thea-
tro d'amargura (urina aaate a^ogo tem drgaala
aa saodalias de meae verdea annos.
Fugndo do ilamnoao parricidio qaa alela asm
lavas os tachos da demencia,nao mnni, if
culo aagradoa no aigillo de am lho qae o valao
da morlslba lesou,cortn malicia,oao ava-
dando am menoiprezo ama aligadesta atar
vido voto.
Adepto depois oaiodo arquejando irrasSoaJ
noa hymnos da sflUcgioasaogostiss trovaaaaa
um penar ardente.Z-lei deplorando a aaa la
hamanidade amemoria de mia&a mat
e oa aincera afteigao do amor filial, no pr
orplnnladeu micha vida um escoar i
arroyos inlernaea.
1862,
Graciano Lisio Rodrigues Ftmm.
PERNAMBLL.-IY1'. D M. f. Hf.A fUMO.

1LEGVEL
Ff"

a. aa.airn te
1

MUTILADO


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