Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09584


This item is only available as the following downloads:


Full Text
\
AHO IIIVIll 10MEE0 m
Pr tresntze vencidos 6|000
,*.

SABBADO 2 PE AGOSTO SE 1181.
Per anoo tantadt 19J00O
Porte frau# pm sibtcriptor

E1CAHRKGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aleundrino d Li-
ma ; Natal, o Se. Antonio Marqa.es da Silva ,
Arasaty, o Sr. A., da Lemoa Braga; Cear o Sr.
J. Jos da OHveira ; Maranho, o Sr. Joaquim
Marqao Rodrigues; Para, Maooel Pinhairo &
C; Amazooee, o Sr. Jaroaymo da Costa.
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Alaga., o Sr. Ctaadno Fsleao Diaa; Baha,
o Sr. Jos Martina Aira; Rio de Janeiro, o Sr.
Joaa Partir Martina.
I PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todoa 01 diaa aa 9# horas do dia
Iguaraas, Goianna, Parabjba naa segundas
a sextas-feiras.
S. Anteo, Bexerros, Bonito, Carat.-, AUinho
a Oaranhuna naa tergat-feira.
Pao d'Alho, Nazaretb. Limoairo, Brejo, Pes-
qaeira, logazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Viata.
Ouricarye Ex naa qua.lee-eirae.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoao, Una.Barreiroa
Agua Pret, Pimeteiraa a Natal qeictas feira.
Toaos m correioa partem tt 10 boraa da manoia,'
IPHEI1KRIDES DO MU DK JLHO.
4 Quarto trscenla as 8 atoras a 20 moatoa da
manbea;
12 La chela aos 2 mina toa da machas.
18 Quarto mlngeante asi horas e 32 minuloi da
tarda.
5G La nova at 6 horas a2minutos da su.
PRKAMAI DE HOJE.
Primalro aa 9 boraa e 18 minatos da manha.
Segando as 9 hora, e 42 mnalos da larda.
^ ,, FAHTIDA DOS V*rORKS COSTKIROS.
,**,V .' Alajroaa 5 a SO; para o norte
[at a Granja i 14 a 29 de cada mas.
_ ^. rARTIOA DOS MNIBUS.
JJJ o Recite: do Apipucot a 6 li2, 7, 7 l[, 8
(M53- m,; de 0linda a 8 da m. e 6 da t.; da
lf"?? a 6 1|2 da m.; do Caxang a Varxia
**?; Bimfiox sS da m.
Do'Reef.' -
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAKS DA CAPITAL.
Tribanal do commercio : aetjundaa a quinta.
RelagSo: torga, a aabbadoa a 10 boraa.
Fazenda : qaintaa a 30 boraa.
Juixo do commercio : segunda aa mel dia.
; oe atmea s 8 da m. n.. .. --------"""""'
-* para o Apipucot s 8 l|t. 4, 4 1,4 |Dlt0 d# orPno: sexta a lOhoraa.
41i2, *.81|4, 5 l|2e6da t.} para Olinda a 7|PnmeiraTart do iral: tarcas altaste meio
V* Jl d" l,; p,r" Jaboato d ; Para d-
i*d. t "a l 4 1|2 dl l# 9*nemAca\SegmDda Tara da tivel: qaarlaaa sabidos 1
horada tarde.
mu OFFICUL
GOVERM Dl PROVINCIA.
Expediente do da 30 de iulhe de
tafs
Officio ao Exm. presidente da provincia de S.
Faul. Accuao recebido com o oflicio de V.
Exc. datado de 15 do correte doua exemplares
da gaograpbia des.a provincia adoptada li;o
(Jas escolas e offereeida respectiva assembia
provincial pelo brigadeiro Jos Joaquim Macha-
do de OUveira.
Dito o presidente do supremo tribual da
jusiiga.Tanho presente o offltio de 23 de maio
Mimo em que V. Exc. solicita que lbe commu-
mque as interrupgea de exercicio dos juites de
djreito ion jurisdieco tiesta provincia propor-
cao que ellas ae dedicarem a Uro de haver uoj
meio seguro de eootar as suas aoiigaidades, ca-
be me dizer em resposta que icsm aipediAf aa
convenientes ordens para que d'ura em dianle
seja salisfeits aquella requlsigao.
Dito ao Exdj. vicepresidente do Imperial Ins
tlluie Agricolc-Rmeito V. Exc. par. que e ,H f de P'
d ane ri rtiirihi, nnm ______ti. *.__ us iotUi2encia co
digne de distribuir com qoem eoovie'r om por
cao de sement de algodo hetbacio qufi me
oram transmittidas cora o aviso do ministerio
da agricultura, datado de 11 do mez Gofio.
Duo ao commaodante das armasPara que
eu possa aatisfazer a exigencia do aviso da re-
partido di guerra de 9 do eorraot, relativa-
menta Iransferencii do sollado da companhia
de artfices Felizardo Pedro de Alcntara para o
nono batalhao de infaniari, conforme V. Exe.
propoz em seu oflicio sob n. 1013 de msio ulti-
mo, convm que o director do arsenal de guerra
a o commandante da citada companhia informe
sobre semelhaQle transferencia, como precelli
o art. 1(8 do reguiamenlo annexo ao decrato
d. 2677 de 27 de outubro de 1860.
Dito ao mHsmo.Sua magestadt o Imperador,
a quem foi submettida a materia do olficio do
comraan taote do dcimo batalhao de infantaria
a que allude o de V. Exc. de 22 de abril ultimo
aob o 601, relativamente ao paisano H^liodoro
sua Informaco de hootera sob n. 419, mande
pagar ao meamo proessor, ou so seu procurador
Simplicio Jos de Mello, os ventimentoa a que
lem direito relativoa aoa mezea de maio e iunho
deste anno.
Dito ao inspector do arsenal de marinba.
tia vez que, aegundo declara V. S. em seu offi-
cio de 26 do correte, sob n. 253, esfao preao-
ehid.s as coadivoes legaes para a admisso na
companhia de aprendizes arliflees desie arsenal
do menor Jos Francisco de Mello, concedo a
autoriiacao por V. S. solicitada para effeclear o
anstamento do mesmo menor.
Dito so rapilao do porto.Fa^o com este apre-
aenlar a V. S. o recruta da ttiarinha Ignacio de
Moura Lampo, alim de Ihe dar o conveniente
destino depois de iospaacioaado.
Dito ao director do arsenal de guerra Em
resposti ao|uIicio de V.S. n. 19* de 22 do cor-
rente remetto-lhe por copia o do inspector da
thesoarana de azeoda com data de hontem e os
pareceres s que se refere, devendo V. S proce-
der de sccordo com o que nelle se acha decla-
rado ate que o Exm. Sr. ministro da guerra a
quem nesta data do ludo del eonhecimento ra-
solva o que mais acertado fr.
Dito ao chefe de policia.Remallo V. S. pa-
ipia do trecho do officio o.
DAS DA SEMANA.
28 Seganda. S Innoceocio p. S. Nararlo mi
29 lejea. S Olavo re ; S. Lucilla; S. Lol b.
30 (Juana. S. RuBno ro.; S. D -n.till. ,. "
Jl yuinl. S. Ignacio de l.oyoMa fundador.
1 cP,Iia".S-Pdro ao Ti,ncu!-0s 7Machaeoi lrs.
2 S.irbido. Noisa Seohora dos Anjos.
3 Domingo. Ioveoio do corpo deS, slevao.
ASSIGr dt Retifa am a livrera da praca da Indepen-
da provincia de Pernambaco. Cmpra-ae. Pa-
lacio do governo de Pernambuco, SI dejalho de
de 18H2 Maooel F. Corris.Conforme. Luiz
Salaaar Moscoso da Veiga Pessoa.
Assignado.Solidonio Jos Antonio Ptrtira do
Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelko, capitao
ajudaute de ordeos.
* 57! arl,lha' de Guadalupe que conti-
rV V,r" "br9 ,odos o f"Po.
...... leraDOU opersgo, approxima-
nV.^ mioh" tropas retiraram para
""' ta. "lio. na melhor ordem, e sera
que oa mexrcanos ousasiem avancar conlra
ellas. "*" looej .,---..-- v...u.,,,a ,<- ...ailjuci v u
Darsate a mai* fn.. a v, a "Dhs. ordon^i a maior j.arte das tropas de
eompaDMat da ciclitll "mbs'e.8T dus rf"' d horas da manhaa. a marchei a
a p. que ders-ara na ; sua freole pela estrada de Aculcingo.
O coronel L'lriller, pouco epois, eacrsveu-
me urna carta, na qual conrmava aquellas no-
ticias.
Julgando que fcaragota Irazia comsijro nume-
rosas forgas, e que oo Gis seguiote renovara os
;us alaques contrs a cavallaria de Mrquez e o
42. que em 21 dirigio-me o jaiz de direilo inte-
rino da comarca da Garanhuns com referencia
aos preaoa exialentes ni casa de deteacao. e que
tem de responder ao jury no termo do Uuiqae
em selembro prximo viudouro.
Dilo ao mesmo.Pelo seu officio n. 1165 de
29 do correute fiquei ioleirado de haver V. S
coocedido naquella data a Joaquim Galdioo Al-
ves da Silva a exonerarlo que pedio do c*rgo
de guarda da casa de detencao, e nomeado pa-
ra o subslilair a Aniceto Firmino Ferreira de
Moura.
Dito ao director geral da nstraegao publica.
Transmiti V. S. dois inclusos exemplares da
geographis da provincia de S. Paulo adoptada a
liccao daa escolas e offerecidas assembla da-
quolls provincia pelo brigadeiro Jo Joaquim
Machado de Oliveira, afim de que Deaodo um
oessa directora, remella o oulro biblotheca
provincial.
Dito ao juiz de direilo da Boa-Vista.Pelos
Alve de Araujo. que, tendo sido eliminado do ... HA. h-s
exercilo como indigno de a elle pertencer fdra m! i meZ P'""10 e de 3 desta
' mez quei inteirado do que Vmc. me commuui-
alistado naquelle batslho ao lempo em que si
igoorava, semelhanle dlsposiQSo ; houe por
bew, por sua imperial resoluto de 16 do cor-
rete, tomad Batea consulta do eonselbo
prerto militar, declarar re ser cosopellida a indemnisar a fazenda publi-
ca da quanlia, que recebera como premio de vo-
luntado, e ter novamente baixa do servieo em
Tirtude do disuoslo na imperial resolujao de
eonsuUa do mesmo conselho de 30 de outubro
de 1859, o que ludo consta de aviso da reparti-
do da guerra de 17 deste mez que por copia
tNnsmillo V. Exc. para sua scioncia e exe-
Mfiao.
Dito so mesmo Constando de eacuaa passa-
dapelo stimo batalhao de iofanlarla ao soldado
Joo Jos de Olirelra If, conforma me foi de-
clarado em aviso da repsrligao da guerra de 9 do
corrate, que o mesmo aoldado Ucra em dili-
gencia na provincia de S. Pedro do Sal por oe-
asio de embarcar o dilo batalhao para a curte
airva-aa V. Exc. de, noa termos do citado aviso
eoviar-roe as necessarias lnformaces a raspeit
ds natureza da diligencia de que aa trata, do lu-
gar para onde aeguio aquella praga e onde sb
achava o referido batalhao.
Dito ao mesmo. Para os flns coovenientei
psssc s ruaos de V. Exc. o officio junto do Sil
inspector da Ihesouraria de aieuda, com data de
tontera, o qual V. Exc. opporluoamente devol-
ver.
Dito o mesmo. Sirva-ae V. Exc. de, leodo
em vista a exigencia da contadura de fazenda,
informar-me com o que Ihe oscorrer, sbreos
inclusos papis, que me sero devolvidoa, rela-
tivos ao pagamento do pret das pregas dos guar-
das nacionaea vindaa de Garanhuns para esta
cidale, escollando deseitorea e recrulas.
Dita ao mesmo. Respondo ao officio de V.
Exc. de 12 de junho ultimo, sob n. 1,176, di-
zeodo-lhe que em vista da informagao da conta-
doria de fazenda, com a qual concorda o res-
pectivo luspeclor, dada com referencia ao reque-
rimenlo do altores Jos Ignacio Ribeiro Roma,
cou com referencia a epidemia do cholera-mor-
bu, febre amaralla e intermitientes. Em res-
po.l tenho a dizer-lhe que j em data de 21
-1 deste mez providenciei convenientemente remet-
; tendo-lhe novos remedios, biela e iostrueces
e autonsando Vmc. a despender ai a uaotia d
um cont equinhentos mil ris com soccorros
-os desvallido. do. termo, dess. comarca no
caso dei aeren invadidos por aquello flagello e
agora lbe envi acarteira homeopathica solicita-
da no primeiro dos seus officio cima citados
com as respectivas iostrueges para (ratamento
daquellas eurermidades, se eslis providencias
nao forem sufficientes me oficie logo para re-
aolver como for conveniente. Nesta data vo
novas initrueges medicaa alm das que acom-
panham a carteira homeopathica a que me re-
ino.
Dito ao jaiz da dreito da Garanhuns.P>lo
seu officio n. 41 de 20 deste mez flquei inteira-
do de que a epidemia do choiera-morbus conti-
nua a grassar o districto de Palmeirado termo
de Garanhuns e de ter Vme. para all distribuido
soccorros.
Dilo ao Dr. Etlevo Cavalcaotl de Albuquer-
que.Pelo seu officio da boje Oquei inteirado
de ter sido Vmc. chamado para tratar de urna
mulherqne fdra atacada do cholera-morbas na
ra Imperial, e qusnto a aeganda parte do tila-
do officio j providenciei a semelhante res-
peito.
Circular a cmara municipal.Remello a c-
mara municipal do Bom-Conselbo ama porgao
de sement de algodo herbacio aflm de que fa-
ga distribuir pelos lavradores de seu municipio.
Igual a cmara de Garanhuns, Buique, Flores
Brejo, Bonito, Limoeiro, Nazareth e Cimbres. '
Dito ao agente da Campanhia Brasileir.
Transmuto por copia Vmcs. para sea conheci-
meolo e direego o aviso do ministerio da agri-
cultura, commercio e obras publicas, datado de
16 do correte sob n. 484 relativamente a regula-
rissr-se a contessSo das paasagsns de estado da-
das pelo governo nos vapores das Companhias
Mxico.
Belatorio dirigido ao ministro da
guerra pelo general Lorencez,
commandante do corpo expedi-
cionario no Mxico.
Orizabs, 22 de maio de 1862.
Sr, marechal.A lmpossibilidade de commu-
nicar cora Vera-Cruz, daade o Qm de abril
obslou a que detse a V. Exc. cnnla das minhas'
operagoes militares depois do combate de Cim-
bres ; entretanto hoje em Orizabs, espero res-
tebelecer as rainhas relages com Vera-C'az e
lanho a honra de lhi enviar o relatorio dos'a-
contecimentos, desde o principio do mez tor-
rente.
Shtndo da Cansda de Istapan era 1 de maio
depois do combate dado em Combresa28d
abril, marchei para Puebla sera encontrar resis-
tencia, obtendo a noticie, em cada localidad
de que o general Zaragoza aa retirara diante d
mim, levando-me um dia de distancia ; a pas-
sagem daquelle goeral era assigoalsda pelo
incendio das habitages e depsitos de ce-
reaes e palha, que abundara na planice da Ana
huac
A minha ebegada, no dia 4, a Amazoe, villa
situada a 15 kilmetro de Puebla, informam-
me da que o governo de Jurez decidir defeu-
der-se com vigor era Puebla ; que a cidade li-
aba 12,000 homens de guarnigo ; e que em to-
das a ras h.avia barricadas estando estas guar-
necidas de artilharia.
At entao neobam oulro esclarecimento ob-
live ; tamanho era o terror exercido na popu-
Iscoes, que se supunha serem hostis a Jurez.
No diaseguinte, oda maio, cheguei a Puebla
s 9 horas ds maoha, e raandei fazr alto tes-
la da columna na distancia de 3 kilmetros da
w vwuic aa (,m.
pisnitie.achsram-ae.envolvidas por urna nuvem
aatajamatoa a cavalloaastaoladoa por infantera ;
a oras referidas companhias Bzeram nvitiha
vists ama defezs tal, qae ea nao sabia quem ad-
mirar mais. se os que marchavam dsbaixo da lo-
go de Guadalupe, se os cegadores que, sem se
acomonamero dos inimigos que os
commisssriM. revell. compeameote s origem
ind/.^na d. segunda declaragao, ongem
< O abano assignado sent drver dizer aae as
propoatcdaa taVo io-xacias. quands-aqaelles com-
missarfos detlaram q8 00vos uCrtgts se tetra
corametiido a reesefta do aeos compatrloias. des-
de o praliminare de SoleTlsd.
a As autoridades subalternas nao em irazido
ao eonhecimento d^ governo nenhum fado lm-
porlantod'sta natonrz. e ta um desse, tactos aa
'^ *!' i^ignificante impori.ncia.
autoridades superiores. -
dade a a occaaiao de pedir sstisfago por iual-
qaer offensa. fo.se de que espacie fos.e,S o
Alravasaol durante a aoile o campo ds marque?
a ao romper do da eacontrei o batalhio do 99"
o soube que aa tropas de Zartgozo te havlam iQ-
'ramente dispersado oa larde Oo combvle.
0 2 batalhao do 99' saindo de Ingenio- as duas
horas da tarde, flzera junc^o com o general Mr-
a^2Va"m.IJ'-"l"ro M """'K08 I"6 os 1uex cinco h"ras. A csv.Uarl o'este general
^!?m conservara sempre a melhor ordem e que chegra por um camioho atravez daamoii- I aeu"aitMrl"rf7n u 4I! "5weie ,0*sp. o
raat.ram ou disperssram a cavall.ri. que os ac- laobas. .chou-se cortada pelo exercilo de Zara-\ttr,Z22*i l"S" a 8Cr,}d5,>' 1 "ao acoDte-
Offlci.es morios 15. feridos 20. O comma'ndanle Lefebre divio immedhta- efcoS 2S "' Ti,wda fODili5ao para
Jr^t de pret, mora, 162. ferid.s e estravia- \ mente o batalhao da forga da 500 hornea, em d.s ft Sol da e ^Cumorio'Yvifa0 T Pre',!D-
A^Verss. noticia, que chegar.m ao meu co- : tfiSK SgU Z&r.\:gV:% ^ aSSsSS^ y^X^SiSSfi
a noate de 5 para 6 aera disparar qn.i. que ,.,. corlada a roveUoudqu.e I ggre 'o ft^ &Zl0nt-?m
larra do gener.l
Bao s nao tem osupplicante direilo ao aboob'1 MB.riJSZZfL^.I!!?rW V ?omP*I't"
da gratificago da ajudtnte do corpo de guarn-: f"b,V40,e,onsd" Pelo thesouro.-Igasl ao gereo-
&o durante o lempo que e.lere nesl.!.pit.|J'%" ^'DrP'n,b-ctDt
flato a referida gratificago aer exclusivamente .'"h"":~ devida pelo exercicio daquelle cargo, como que "i??!" T JarP"8" P"a Tamanda-
.reheu i" r.era '*" de r ^simado par. passageiro de
etlado ao lente reformado ajadante interino
fortaleza daqaelle neme, Joaquim Jos de
Jeve o peticionario restituir o que recebeu in-
devidamenle relativa ao icez de dezembro ulti-
mo, em que tambera nao love exercicio : o que
V. Exc. se sirva de o fazer constar ao mesmo al-
teres, determinanlo-lhe que traa de electuar
a repoiigao que allude aquello inspector.-
toramuoicou-ae ao inspector da Ihesouraria de
fazenda.
Dito ao mesmo. Para que possa ter lutard
pagamento que pede o capitao Candido Leal cVZ aa"an.?. .'"I"" .S'
Ferreira no requerimenlo que v*io annexo ao ,M eon,U ,er 4w,Wo'
officio de V. Exc. de 22 do correte sob n. 1421,
relativamente graticagao que Ihe compete
correr por conta
Souza, devendo as comedorias
do ministerio da guerra.
Dita.Os Srs. ageotes da Companhia Brasi-
leira de paquetes vapor mandem dar ama pac-
sagera de pro para o Cear no vapor Cruzeiro
do 8*1, am lagar deatinado a passageiros de
estado, a Maooel Joaquim Gomes de Souza e
por nsv.r apresentado o volnnlario Joao Antenio
de Souza, faz se preciso que sej devidamenle
reformada a inclusa copia do termo de apresen-
tago do predito voluntario, a qu.I ressente-aa
da falta di .asignatura do juiz de paz, do referi-
do capitao e da peasoa que sasignou a rogo do
voluntario, conforma indica a Ihesouraria de fa-
zenda em sua Informagao de honlem, aobn.703
Dito ao inspector da ihesouraria da fazaoda.__
Transmiti por copia V. S. pra eu conheci-
menlo e execugo na parle que Ihe toca, o avisd
de 19 do corrente, em que o Exm. Sr. ministro
da guerra declara que com quanloessa tht-soura
ria procedesse com a maior regularidade no
ajuste de cor.lis do major Joo Alexandre do Re-
g Barros Falco, (odavia atteodendo s cirenms-
tancias que se deram na rnarsha do oltavo bata-
lhao de infantaria ao interior da provincia em
1S59, aajt o mesmo major alliviado da reposico
da quamia de 1969 que eat obrigado, segundo
o.jwstameoto de suas cootas.
Dito ao mesmo.Recoramendo V.S. que
dos termos de sua informagao de hootem sol
d. 699. mande pagar Manuel Figueira de Fa-
ria & Filho a quaotla de 20g490 is. em que im4
portara os edilae que a capitana do porto fe;
public.r no Dxari de Pernambuco desde 10 du
agosto do anuo prximo pasando at 25de abril
ultimo, como se v ds conta em duplcala co
barta cTn oflicio do cipitao do porlon. 94 de 21
do correte mez.
Dito ao meamo.Altendendo o que solicitou o
ancarregado da gerencia da Companhia Peroam-
bucana de navegagao co.teira em officio de hoie,
recommeodo V. S que Ih mande entregar
prestagao raensal de 7-000$ com que o Koverod
imperial auxilia a .neama companhi,, vislo ler
alia cumpndo as condiges do seu contrato du-
rante esto mez. i
a.DJ v j.n,P"clor d hesouraria provincial.-
Manda V. S. pdr em hasta publica aa obras dos
canos de esgoto que se fazem precisos u.s pra-
vas dos chafarizes no bairro de Recite e Pero ll
no de Sanio Antonio, serviodo de base a essa
artematagao os orgameolos e clausulas juntas
por copia, que nessajdata appruvei a para esse
Um me foram remetlldas pelo director das obras
publicas com officio da 23 de junho ultimo aob
o. 133 a que ae refera a sua informagao o 418
datada de honlem.
Dito ao mesmo.-Reslituo V. S. o requeri-
menlo do padre Francisco Seabra de Andrade 144 tor aa eiape e em
ma, profeasor publico de lostrucgo primaria da durante o aameatr.
Expediente do secretarlo do
-_ governo.
uuicio ao comm.nd.nie daa armas S Exc.
o Sr. presidente ds provincia manda declarara
v. fc.xe. que por despacho desta data concadeu
tnnia das de prazo ao recruta Manoel So.res da
faiive para provar iseogo legal que diz ler para
nao servir no exercilo.
Despaebos do da 30 de julho.
Requerimenlos.
Delphlm da Silva Tavares.-Informe o Sr.
inspector da Ihesouraria de fazenda.
Frederieo Miguel de Souz..Satisfaga o sup-
plicanta a exigencia do procurador fiscal cons-
tante do parecer escriplo no vsrso dest requeri-
menlo. *
Alferes Jos Ignacio Ribeiro Roma.Em vista
da informagao nao tem lugar.
Padre Jos Antonio dos Santos Lessa.Infor-
me o Sr. inspector da Ihesouraria provincial.
Jos, Africano livre.Informe o Sr. inspector
do arsenal de marinha.
Maria de Sanl'Anna do Espirito-Sinto.Con-
cedo o prazo de trala diaa.
Thomaz Antonio Ramoa Zany.Paisa porta-
ra coocedendo a licenga pedida com vencimen-
tos na forma da le.
Virgulino Jos de Almeida.Informe o Sr.
inspector da Ihesouraria de fazenda.
Vtente Aires Machado.Ioforme o Sr. capi-
tao do porto.
Coiiimando das armas.
Qaartel-general do commando das
arma* Je Pernambuco na cida-
de do He cite em *ol'de agosto
de 186S.
ORDEM DO DIA N. 117.
O general commandante das armas faz publi-
co, para o Um conveniente e devido effeito, o
aviso do ministerio da guerra de 22 da julho al
timo, -
datdo de honlem
4a directora geral.
Rio de Jawito.Mimiste-
d 1862.
Illm. e Exm. teohor. Commuoico a V. Exe.
em solugao ao seu offlcio n. 658 de 3 do corre-
te, que tica fizado am Ireaeotoa a viole ris o va-
lor daetape aera seteteotos ris o das forragens,
actual. Daos guarda a V.
poro, io de B.R.. .fi T- tSu S Jto-mST* S'fsicL Dl"s?u"d%' b" ? ^ etro. do f,t.:' !
i aw risia uo ah, rouaro r. q. Jordto. = Sr. presidente dei-os sabir por pequeas fraesdes, am de tri-
as
ers necessario tomar Guadalupe e S. Loreto ca-
ja posse assagurs a da cidade.
Depois de mandar fazer o caf, formei as 11
horas e meia aminha columna de ataqae cora
posta de dous batalhdes de zuavos, da batera
mont.da do capillo Bernard e qu.lro pegas de ba-
tera montada de marinha do capitaj Mallat O
regiment de iofaolaria de marinha^foram a re-
serva. Os fuzileiros de marinha et balera de
montanha deviam proteger a vaneajarda da co-
lumna de ataqae, j ameagada p4|i numerosa
cavallaria que apparecera na direilt
Deixei os cegadores a p para cter o inimi-
go qae tambem se apresentavaj Da esquerda
com algunajlirsdores^a^ncarrdftuel e.corooel
L Herller da pro^ger, com e 99* da Hnha e
uatro. corrtpaohia da infantaria de asaltaba,
bagagens que hsvia mandado collocar em
massa.
Ordenei a cavallaria qaa se conservasse entre
eslas e a minha columna de ataque, para fazer
face s eventualidades que sobrevlessem.
Os zuavo marchando por balalho em colum-
nas successivas e a distancias iotairas por di-
visoet, tendo eolre esses dous batalhes as dez
pegas da artilharia montada, Qzeram um gran-
de movlmento voltando direita para slcan-
?ar a posigao de Guadalupe por declives accea-
aivels.
O forle de Guadalupe rompen o fogo. As duas
bateras avangaram atea base da altura, o mais
prximo posslvel, afim de poderem abrir o fugo
conlra aquella posigao ; fleando a 2,200 metros.
O fogo das bateras principiou, e os zuavos a-
vaogaram em ord-ara de bitalha. O fogo en era
geral certeiro, e o ioimigo bem sustentado e di-
rigido.
Passados tres quartos de horas de lucia orde-
nei s bateras que rodaisem mais a direita aflm
de baterem melhor a faca qae os zusvos deviam
estallar. A bateri. Mallat fieou a certa distan-
cia da batera de Bernard, para tornar o fogo dos
mexicanos maisespalhado, e mandoi avangsr os
zuavos contra a base da allura, de modo que
ealivessem scoberto do fogo do forte.
A dlsposigo do terreno nao me permittia fa-
zer brecha prallcavel ; e, nao tendo material
neccessario para destruir a fortaleza de Guada-
lupa, resolv tentar um ataque a |a forga. Os
zuavos, prestes a aasaltar, liona chegado a meio
da encosta ; mande! buscar quatro companhias
de caradores a p ordenando Ihes que subissem
os declives a esqoeida dos zaivos, com o intui-
to de dividir as torgas do inimigo. Mandei ao
mesmo lempo ao regimenlo de infantaria de
marinha sos fuzileiros de marinha e bsterlade
montanha, que apoiassem o Io batalhao de zua-
vos, que occupva a direita ; e eu tamei ara ba-
talhao do99# de lioha para substituir, como re-
serva, na retaguarda das nossas columnas de a-
laque, a infantaria e oa fuzileiros de marinha.
Emquanto se execolavam estes movimen-
los, um pelotade sapadores marchtva com ca-
da columna de ataque, levando prancbas com da-
gros pegidose saceos com plvora, destinadoa
a fazer asilar a porta do redueto. A artilharia
montada procurava debalde um camiubo para
subir a altura e aproximar-se do forle.
Dei o aignal : os zuavos e os cegadores a p,
arremegaram-se com a intrepidez trsdiccional
neates dous corpos ; Qzeram o que s as tropas
francezaaaabam fazer : aublram debaixo de um
fogo lerrivel de artilharia efuzilaria, de morlei-
ros e obazes, at aos fossos do forte ; alguna
ehegarem a aubir a muralba, onda foram morios,
a excepgao do corneta Robletdos cagadorea a p!
que all se conservou por maia tempo tocando
corga; Mas o convento fortificado de Guada-
lape, que me havlam detcrlpto o como pesl-
gao de pouca importancia, estar guarnecido
com 10 ptgas de arllharia de 24, aera con-
tar obuzes de montanhas collocados as plau
taformas e torres ; no meio de saceos com
Ierra, dspostos nos terregos haviam estabele-
aivu tru* 1B,,a* d* mosquetera soarepotlas ;
2,000 homens pelo menos, commandados pelo
general Negrette, estavam mettidos no forle. com
artilharia bem servida.
O balalho de zuavos, a infantaria e os fu-
zileiros de marinha, effecluando o movimen-
to de avangar, encontraran) ua direila o fogo daa
balaras do Lorelo, e entre este forle e Guadalu-
pe emeo batalhes da iofaolaria em tres 11-
nhas ; alem ditto foram carregados pela caval-
laria mexicana, e assim detidos a 100 metros do
forte. -'
Dtpunha-me a faxer avangar duas comea-
nhiat de zuavos, que conservara junto de mira
na reaarva a meio da encoala, quando urna tem-
pestada tropical, obscursceodo a athmoaphera
o cahir sobre nos, e estragar os terrenos po
Pa*sou-se
um tiro.
Tal era. Sr. marechal, a minha siluagao dian-
te de Puebla, a cidade mais hostil de Jurez,
na opiniiode certas pessoas que me deviam cr-
dito, e as quaes roa aasegaravaoa formalmente,
segundo informages que se deram ao eocom-
modo de recolher, que eu seria acolhido na dita
cidade coro enthusiasmo, a que os meas solda-
dos nella entraara cobartos da flores.
Nao poda pensar em atacar barricadas de Pue-
bl, emqaanlo os fortes de Guadalupe e de S.
Loreto etive.em em poder do inimigo ; urna
marcha directa sobre o Mxico, deixando alraz da
mim urna traga fortificada, ara iropossivel : de-
cidi-mepoisarelirsr-me para Orizaba. Para nao
despresarjeom ttdo a probabilidade de faier june-
gao com o exercilo do genaral Mrquez, cuja che -
gada me era aununciada a todo o instante, resol-
v aproveitar-me do descango que me dav o Ha-
rnero de das aje.vveres qae levava comigo.
Pastal oa diaa-C, 7 e 8 em frente de Puebla,
limitando-mayio dia 6 a rectificar a posigao do
meu campo, eem que fizesie retirar as laDpas mal
visinhaa da cidaoe ; esperava attrahir o inimigo
e bate-lo'nt campo, se livetse a audacia de me
Mas leva a prudencia de nao disparar
de. Reconheci que nao poda hesitar, e'qa i alac,rv tfflat leve aprudencia de
U0> *^E'ro ** ,P'08*ria.Den'de dianem denoite".
n \ no dia 8, as duas horas, nao recebeodo
do exercilo
duvld
proxin
meu i
boio i.
gao ai
tropas,
comboi
inieoig
cavlllf
Dem
Marques carregaram entao o
inimigo com tal impelo, que as sei hora da
tarde haviam desapparecido as tropas de Zara-
goza, Os resultados da accao Foram estes :
Um bsndeira tomada pelo 99* de linh:800
soldados de iofaolaria e 400 de cavallaria pri-;
siooairos ; 100 a 150 mortos aproximadamente
2C0 feridos.
Aa perdaa do balalho foram 2 homens mor-
ios e 26 feridos.
Oestado sanitario di exercilo bom, e o es-
pirito do sollado excellente ; os meus donles
e feridos esto em dous hospitaes em numero
de 600.
Substitu provisoriamente as vacaturas que hou-
ve pelo fogo do ioimigo. Vo juntas as propos-
tas de accesso as diversas graduagdts, de sdmia-
sao e promogao na legio de honra, as quaes re-
coramendo a V. Exc.
Sou com o mais profundo retpaito. etc.O
general de diviso, cooimandeute em cjefe do
corpo expedicionario do Mtxico, conde Lorencez.
{Jornal do Commercio, de Lisboa.)
lilucional ha de opidr. como" depositario da so.
Deraniae guarda da independencia-da repblica
a forga e proceder a guarra emqaanlo nao-
euccumbir, porque tem a cenecleocia da justica
oa sua causa ; e o governo conta que ser ener-
gicarneni auxiliad, nata conflicto por ease valor
e amor da patria que carecteriaoi o povo mex-
- O abaixo sasigoado aprsenla aos commissa-
a aegaranga da
que por copia Ihe foi remedido em officio Z JZ,.ir ',fa e ? 'erreoos por Fiqut porlanto em Ingenio at
i de honlem: amuiuuo era omcio tal forma, que nao se podis conservar firmeza tsrde.a vendo ch.garca.aliairos(
nos declives qua se linham subido.
Estando seguro deque era Impossivel susten-
ri j m -=""">''"- e.auuo seguro ae que era impossivel susten-
A.\ri nt9cw da 3^rra em 22 de julho tar por mais tempo eaia lula heroica, flz retirar
o batalhes empenhadoa nella, aproveitando os
accidentes do terreno, e demorei-os na baae da
collioa para retomarem os boroaes.
Restava-me evacuar os meas feridos, que do-
rante o combata, flzera transportar para um
bardado situada a 2,200 metros do forte. Man
do general Mrquez aeno noticiaa
atconlraditorias, a respeito da sua
e intento de fazer junego com o
mandei desfilar o meu grande com-
en para Amozoc. Fiquei em posi-
s da tarde com a maior parle das
rei-me com ellas na retaguarda do
iservando boa ordem e sem que o
e apresenlar fora da cidade um t
ola ota.
. em Amoroc nos das 9 e 10 impa-
cie.itevaia chegada do general Mrquez:
NodnrlO veio juntsr-se-nos o general Lopaz
com u~m dazia decavalleiros. Elle nos disseque
Zuloas7m norae do seo partido, litera a 5 de
manhaa C dia da nosaa chegad. a Puebla 1 com
o governo de Jurez, am tratado em virtude do
qual se, compromettia a neotrallssr o exercilo do '
general Mrquez durante a nossa estada em fren-
te da cidade.
E.ta nova, asclareeia a aituago at aos olhos
dos que havlam conservado mais illuses, deter-
minoa a minha partida no dia seguinte 11. Fiz
alto saccessivamente em Tepeaea, Acacingo, Que-
cholat. Santo Agostinho del Palmar, a Caoa'da de
Islapan, sem ser incommodado, encontrando ni-
camente algumaa partidas numerosas de c.valla
ria, que se aooservavam sempre fora de alcance.
A minha chegada a Palmar, que me tinham as-
segurado estar oceapada e fortificad com bar-
ricadas. Uve occatio de a priaiooar urna p.rtlda
de viole e dous cavalleiros e ordenei que a ca-
allarla da vanguarda explorasse a villa pela di-
reita a aquerda.
No dia segaiote part para Canad de Istapan
onde devia encontrar, ssgundo aa ioforraages que
me hiviam dado, muitaa difflculdadea afim de
epaser aa Combres, cuja estrada seria cortada
om qsarenla barricadas, oa outros obstculos.
Tomei etlas disposlges preven do estas even-
tualidades, e fizoecuparos contraforles da direi-
ta e as'iuerda.
As ioformages que recebera realiaaram-se em
parle. Os mexicano tinh*m, com effeito, aecumu-
lado obalaculoa materiaes, que coosisliam em bar
ricadaa formadas de enormes troncos de arvores,
rolados do alio das mootanbas para a estrada,
em trincheiras formadas com pedagos de roche-
do e larra. Hivia na estrada quareola daqueliea
impedimentos ; msi, oo porque os mexicanos nao
se strevessarn a paraeguir-noa, ou porque bou-
veaae dmiao entra os chefas, nao achei um s
deffeusor naa Combraa ; a, nao obstante o traba-
Iho qae demandou a dealraigo de taes eotrin-
cheiramentos, a minha coturnos a as bagagens
ebegaram a Aculango antea da noile.
No dia 17 eatava em Tecamalncan. Um offlcial
mexicano do exercilo do general Mrquez se apre-
aeotoa aoa poitos avaugado, o me annuociou
que a cavallaria do general, forte de 2-500 caval-
los, vicha fazer junego comigo naqualle lugar
palas veredas das montaobas, e qae o general
com a aua vanguarda, eslava parlo. O dito ofi-
cial pedime urna goia para ir a Orizaba, afim
de conferenciar com o general Almonte.
Eovitiaos posto, arengados um offlcial de es-
tado-manir com o offlcial mexicano; elles volta-
ram aocabo de urna hora cora o general Mrquez.
O general disie-me qae vinha de Matamoros,
cidade situada a 95 kilmetros de Paebla, na es-
quarda da estrada do M-xico.
Depois de me ter visitsdo. sahio oara Oriiaba,
com algons cavalleiros, adverlindo'-me de que a'
saa cavallaria Acara na retaguarda, a que porlan-
to devia junlar-se-me oo diaseguinte.
A 12 puz-me om marcha para Orizaba. Che-
gando a aldeia de Ingenio, deixei desfilar a mi-
nha columna e o comboio, e demorel-me na villa
para ali aquarlelar o 99" de liona com duas pe-
gas da batera de montanha.
Duas razea me levaram a collocar aqu esta
forga : quena evitar a accumulago de tropas em
Oriiaba ; e, poroutro lado.aeodo a aldeia de In-
genio situada prximo de um rio a 6 kilmetros
da Oriiaba, em ponto mui cerrado por montanhas
oceupando-a, fechara o valle de Orizaba.
Por volta datdez hora, da manha o general
Mrquez veio dizer-me que (ora .visado de que
o exercilo de Zsragoza avaogara pelos Combres
para saoppor a junego da saa cavallaria comigo
que, nao auppondo exacta semelhante noticia, ia
verillce-lo propramante, collocando-se a frente
da sua tropa.
Dei ordem ao coronel L'ilariller para fazer aas-
tentar o geoeral Mrquez com um balalho, no
caao de que alie participasse que o general Zara-
a ama hora da
._ que nenhum d'elles me aoounciasse a praseoga
do ioimigo, conttnaei a marcha para Orizaba.
Aa dez horaa da noile o general Taboada veio
procurar-me para ma dizer que a cavallaria do
geoeral Mrquez eo V balalho do 99' de linha
commandado por Lafebre, tinham sustentsdo, as
cinco boras da tarde, am aerio combate contra
a. tropa, de Zaragoza : qua e haviam aprisiona-
do 1200 homens a que o 99* tomara ama. ban-
dsra,
ITALIA.
A commisso da sociedade emancipadora de
Genova, fez publicar o seguiule documento, diri-
gido pelo conselho centr.l s asiociacet demo-
crticas italianas :
. Estimo conveucidos,de que, na noasa triste
condigo de equvocos, dd inercia, a de dapeu-
dencia do eitrangeiro, a iniciativ popular que
tanto tem contribuido para accelerar a anidad.
nacional, ple e deve dar um impulso poderoso
para a hberteco das provincia (.lavas.
O plebicislo que o nosso cdigo poltico
deve tero seu sumprimenlo.
a Todos os patriotas italianos o teem aceitado.
Eolre elles nao ba ambico individual, uem sei-
laa, nem programmss dilfereotes.
Ha de um lado homens resignados a deixar
fazer as cousas; do oulro homens sempre promp-
tos a conclu-las.
N somos dastes ltimos, nos que sentimos
por todos as demoras que se do pira a emanci-
pago de noasos irmns opprimido, e para a coos-
ttuigo de urna llalla de ai mesmo. Somos
daquelles que leem na nago urna f iuvea-
civel.
c Prepsrtm-se os Italianos; o esfado vergo-
nhoso em que nos acharaos nao deve durar. To-
dos nos, temos o direita de correr a libertar o*
oossos irmos escravos.
a A Italia j tem p.tenteado a sua vootade ; se-
cunda-la e cumpri 1 o nosso mais sagrado Ja-
sejo.
Conliouem na sus obra de emancipado as
associagoes polticas, essas coosequencias da le
do progreaso e da poca, garantas e instrumen-
tos da liberdade. Gurdeos elles o seu direilo in -
laclo, e lembrera ao paiz que p*ra ir Roma e i
Veneza, necessario buscar o exemplo em Mir-
sala e em Volturno.
Belgirate, 15 de juoho de 186*.
O presidente do conselho central
J. Garibaldi.
(Segueta ss nssignsluras do vica-presi lente,
couselheiros e secretarios.)
Em seguida publicamos a nota que o governo
mexicano dirigi aos commistarios fr.ncezes
n'aquella repblica; um doeurneuto curioso pe-
los termos em que est concebido:
Palacio nacional. 11 de abril de 1862.
O abaixo assignado, ministro dos negocios
estraogeiros do governo da republic. mexicana,
tem a honra de responder corarauoieago que
Ihe foi dirigida peloa commistarios de S. M. o
imperador dos Fraoeezes, para Ihe annanciar que
s tropas francetes iam retirar para Pasovancho,
afim de retomar a sua liberdade de aeco logo
que as forgas hespaoholta tiraren evacuado os
seus acantonamentos, bascando ests medida os
reolu;o em que esto di proteger o traidor da
Joo N. Almonte.
A viol.go dos preliminares de Soledad, con-
summada pelo commissarioa franeeze sob um
pretexto completamente pueril injusliflcavel, se
ae examinar segundo o ponto de vitta da le in-
ternacional.
Nunca, nom o governo constitucional nem a
nago mexicana, receberam urna notiftsago offl-
cial da misso que os commissarios attribuem na
ola mencionada, ao traidor Alraoole; as de-
clarages dos commissarios formam o primeiro
aviso que se recebeu a este respeito.
c O publico sabia ha muito lempo, que o trai-
dor Almoota engaando o imperador dos France-
tes com ss sua faltas informsges, Irabalhava
assiduameota para provocar urna invaso armada
estraogeira naste paiz, a qaal servira de ponto de
apoio ao partido resccionario.
< Estes boatos transformsram-se em fados,
perfeilamente estabelecidos desde a chegada do
traidor Vera-Cruz. Porque as autoridades na-
cionaes obtlveram entao aa provas convincentes
de qae se tratava de urna conspir.go contra a
ordem do coasas legal, geralraente reconlmcida
na repblica, e que animava com toda a especie
de intrigas e promessas, bandos da malfeitores
que infeslam alguna pontos da. montanhas.
a Osando da seu dreito soberano, e appallan-
do para as leis enlo em vigor, o governo mexi-
cano declarou o Sr. Joo N. Almaote, traidor i
patria, e proclamon que elle eslava (ora da lei,
aem que entraaie no seu pensamento, qne este
acto de adminislrsg. interna, que lha diz re-
paito exclusivamente, podesse ser invocado como
um motivo de rompimeotepor parte desses mes-
mos commissarioa que, asaigoando em 19 de fe-
rios do imperador dos Fraoeezes,
sua alta considerago.
a .\famtl Doblado.
O Divino linha publicado o seguinte protesto de
Oanbaldi. a que respondeu a Gazeta O/cial
oep.iis deste protesto, Garibaldi fez ama segunda
pabiicacfta, explicando o aeu pensamento, que
nao (Ora bastante claro, nesta sua carta
a O cora^o opprimido de Garibaldi'prodax r>
teguinte, dito Uiritto; V
PltOrESTO
a Ainda nao teuho eonhecimento do numero
exacto dos mortos e dot feridos no m.siacre de
Brescu. bei qae ha creangas mort.s, a creaocas a
miilheresfs-ndas...
Soldado italiano, nao quero acreditar que
soldados italianos poisaoi ter morto e erido
creangas e mulheres que nao dispem de armas,
us matadores ditera ser mascaras vestidos desol-
dados, h aquellas que commaodaram o massa-
cre... oh I eu os apreseutaris como algozes... a
propon, aos Brescianos que levautaasem um mo-
namanto Papoft-olficial russo-que d.spedagon
o seu sab.-e quando se lhu deu ordem par car-
regar o povo deaarmado em Varsovia.
Trescorre, 19 de maio de 1862
J. Garibaldi. >
Depois desta caria Garibaldi pablicou oulra.
que extrabimos do PungoU, para re.gir contra o
affeilo. produzdo por .quelle aeu protealo a ret-
peito dos metmos acontetimentos de Brescia :
Algumas pattoss inleroretaram mal o meu
protesto publicado no Diritlo. Soldado italiano
como sou, nao poda ter iutengo de langar in-
janas ao exercilo itilaoo. que a gloria e a es-
perang. da nago. Qui dier que os soldados de-
vera combater os ioimigo da patria e do rei, a
nao masacrar e ferir os cid.daos dermdos. Se
o commandante de Urescia tirese podido obrar
segando a sua coosciencia, nao toruraos que la-
mentar as victimas do povo. O lugar do. gene-
raes 6 as fronteirss e no aampo de batalba. e
nao fra delle.
Em conjqoncia do atonlecimenlos de Bres-
cia a Careta Oficial de Turin publie o seguinte :
Ao coiihecimeato do ministirio chegarsm io-
formages offijiaes, e dellas resulla que oa noita
de 15, em Brescia, houe um ajuntamenlo da
urnas 300 pessoas que tantarn) ariombar a iraca
porla da entrada das prises.
O pi jueti da guarda, compoito de oito ho-
mens e command.do por um sargento, callou
baioneta. e quando os aggre3soret tenlaram desar-
ma-lot Uzeram fogo.
Depois esses sollados com o auxilio de qua-
tro carabinero, nicamente armados com os seus
tabres, zeram retirar a multido, e dissiparam o
ajuntamenlo oa ra.
O piquete dos sollado fez uto das armas
n uro caso previsto, qa.ndo era exigido imperio-
samente pelo sea daver e pela sua defeza pe*,
sosl.
Sao solalos deste axercito glorioso a quem
a llalta deve s sua exiteucia. e no qual se lunda
a melhor garanta das nosta instituigJ3 ; o psiz
ha de repellir, aem duvida, as calumnia injsrio-
sasqaese contm u'algumss linhaa do Diritlo
desia m.ohi.
Finalmeote instituio-se um processo, e todas
as circumslaocles relativas a este fado, sero
dentro em pouco publicada.
----,-----.,'jud que o genarai .ara- moa commissarioa que, asaignanuo em ia ae le-
goza eslava effectivamente na frente da sua caval- vereiro oa preliminares de Soledad, ae compro-
metteram sotemnemeote para com o mundo ci-
a soberana do governo me
vilisado a reapeitar _
xicano, a a no-iolervkr em acto algum da aua ad-
mioislrago intoroa.
A adhesao que os representantes da Franga
deram o preliminares, reconhaceodo a legalida-
de do governo constitucional, e a aceitaco geral
qua literata na repblica, esto tm cootradigo
evideote com t declarago que agora fazoss, na
aua nota de 9, aiiribuindo a maoulenge da ad-
minl.lrago ao Iriumpno de urna minora oppres-
.iva. Esta conlradlgo notoria fsx suielar davi-
das>obre o liaceri'ia'Je d primeira autesao dot
rntssiv
Projeclo da meosagem adoptado pela corarais-
sao prasaiana da cmara dos representantes:
Senhor.No comego dasnotsas delberages
a nosta inviolavel Udelidade para com a cor, a
o matante desejo do povo, dos impe o dever de
manifestar V. M., cora urna franqueza to leal
temo profundo respsito, a nossa conviego a res-
pailo da siluagao do paz.
Em primeiro lugar, sentimos necettidade de
dizar qua no meio do raovimeoto destas ltimos
mezes, o respeito e a fi lelidade para a monar-
qua, continuaran) a ser bise inabalsvel de todos
os eforgosdo povo, 8(]ua na intimidada e calor
dease seotiroanto, nenhum. ciaste da populagao,
nenhuma provincia, nenhum dos grandes parti-
dos politicos lira alraz a qualquer dos outros.
a Depois que o projecto de orgaroeolo militar a
urna carta incerteza sobres futura direego da
poltica prussiana oceuparem por multo lampo oa
espirilo, a dissolugo da cmara dos depuladoaa
amudangade ministerio liveram lugar em cir-
cumstancias qua f.zism com que o paiz ignoris
a verdadeira cauaa da crise. Vieram depois o
rescriptos eleitoraes do oovo mitlisierio e outrat
autoridades, qua uo s reslringirtm a livre par-
licipago dos fuoeciooarios no movimenio aleito-
ral, e exarciam em muitoa ponto urna presso II-
lagitimista sobre o direilo eleitoral dos demaia.
cldados, mss envolviam tambem oa lata dos par-
tidos o nome sagrado de S. M., e estabeleciam,
ama posigao ioeonstitucionsl entre a realeza e o
parlamento.
< A supposigo felta mnitss veres dequeam
grande partido de represenlsgo popular poderia
tornar se culpado de ataques boslis conlra oa di-
reitoa da corda, a com ella urna f. .o dos aleito
ras prusiiaooa, deseonheee o carcter profunda-
mente mooarquico da nagao, na qual a realexa
langa as mais profuoda. raites, e repugna ao ten-
tiraento de Judie, e da verdade do povo qae ni
merece ser suspeilo de velleidades da aotrehics.
a Supplicamos haoildemente a vossa ratgasla-
de que nao julgue existir eontradicco entra
amor eolhusissta qae lodo paiz Ihe tem aamtr
consagrado, a o resultado das eleiges, qua in-
contetlavelmanle contrario a corlas idea, a a cer-
tas medidas particularea do governo real.
a Augusto rei e seehor l nao exista perlgos*.
agitagao nos esplritoa ; o povo prusstano ni
mudou. Une i saa antiga dediogo pala ootoa
ama dedictgo firma e rasoavel ao seu direilo
onstiiucional. Aspire i publiGtio dai leis que
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
sem
! MUTILADO
aBaastaaasBl


forera neceuatisi pira a conclusio da nosss cejes* i
tituigio e. para o desenvolvimento supremo da.
lor$a nacional, para segeraoca do estado o da
acola coutra a inpiedad?* da greja, para que
o consiga cppUaar conslitucionalmeole a reeis-
lensl* que ura doa tamos da legislago Um al
qui opposlo a este desejo.
Longo de levar o aitaqoe a urna prerogativa
3a co: >"> julgamot nao fuer mais do que susten-
ta-la e torl*lecer-la, manifestando a vossa mi-
cgestade com profundo respeito, a convicgo em
jue estamos de queneohum que reaiste, debaixo
alaria em estado de desenvolver os Interesse in-
aparaveis da corda e do paiz, e tanto maisqasu-
0 o poder da Pruasia na Alienasen j e na Europa
saetn principaimente na energia moral, e cn-
seguiotemente ao eoinutiasmo e na dedicado do
Mf.
deramente cooaervadora monarebica nao se
poda seguir seoo por este caminho, dirigimos ao
corceo paterno de vocea mageslade, a respeito-
sa supplica de assegur'r a paz interna pela ge-
nerosa latisfago dos desejos hiciooaes do vos so
povo fiel, e de preparar um novo esplendor, e
um maior futuro a augusta cata de vossa raigea-
ade assim como i patria, oa usidade completa
lo goveroo e do povo.
Com profundo reapeito, etc.
"*
TERMMfiBCO
bURlO DI PERNAMBCO
3
- SABBADO 2 MI AGOSTO OE lie.
\

i
*
1". '.'
HISI'AAHA.
Em seguida publicamos a circular do general
Almont* aos mexicanos :
Cordova, 17 a'abril.
Compatriotas.Tenho ha muitos dias o de-
- sejo de vos informar qual o objaclo da mioha
chegada i repblica, mas a circumi char pendente um armlaiieo, e a de estar eusob
* protecgo da bandeira fraocea naa me permlt-
tiam fallar, e para o fazer devia esperar que se
presentase urna occasio.
Agora que os cornmissarios da Franga, en-
carregaodo se da situarlo, representara os ver-
ladeiro* desejos dos governos alliadoi, julgo que
domen dever romper o silencio que cootra
minha vonlada tenho guardado, e que tem dado
occasio aos ioimigosda ordem|ie trahir o parti-
do, publicando proclamares apocryphas.
< Voltando ao meo paiz, digo os que s me
tinto animado do desojo de contribuir para a pa-
ciflesgo da repblica e de cooperar para esia-
belecimeolo de gobern nacional, verdadeira-
mente de ordem e morslidade que para sempre
ponha termo i anarchia, e d sufficientes garan-
tas pela vida eliberdae dos indgenas, asaim
como dos estrangeiros.
Nao tendo tomado a mensr parte na lucia
sanguinolenta, que, durante tanto* annos, tem
despedazado o dosso paiz, e escandallado lodo o
mando de urna maneira notavel para atrahir se-
riamente a altengo da* gruidos potencias occi-
dfolaes da Eroi>a, os meue extorceos tero sem-
pre por Gm conciliar os nossos irroos e fazer de-
apparecer entre tiles o olio e o descooteuta-
manlo.
i Felizmente para cumprir urna taO nobre ta-
sef*. nao teho vinganca a deaejar, nem recom-
pensa a pedir. Sutflcienteraenle recompensado
pela oagao dosaervicos que tem sido do meu do-
ver preatar-lhe antea e depoi* da sus indepen-
dencia, a minha ornm aspirado agora, poder
ufferecer-lhe o ultimo amis importante desses
6ervigo, antes da deicer campo, procuranio-
lbe a paz, de que ha tanto tempo est privada.
Tendo per.outro lado raio pora coohecer,
como effecii va mente conheco, o* desejos dos go-
veruosalliados, e priocipalmeote os de S. M. o
Imperador dos francezes, desejes que nao sao
mais do que ver estabelecer no nosso disgregado
p*i/,e isso por nos mesmus.um goveroo duradeuro,
bateado oa paz e na rooralidade ; repellir pi-
Ihagem e o vandalismo que est reinando em to-
da a paite da repblica ; coliocar o mundo rom-
mercial em circumstancias d* colher as immen-
sas vantagens que Iha offeretem as riquezas na-
4araet e a posigao geographica do nosso frtil paiz,
conbecendo, digo eu. eeses desejo* incumbis-me,
repito, o dever de toe apresar a explicar-ros ea-
sas sslulsrea inlenges, que comprehende tam-
bera a idea philaniropica de attegurar para tera-
pra a independencia, a nscioualidade, e a iute-
gridsde do territorio mexicano.
Para e eatabelecimento de ama nova ordem
de eousa*, deveis pois ter cooflaoca na coopera-
rio eflicaz da Franca, cajo illustre soberano faz
sempre aenlir a influencia benfica,em toda apar-
te onde se torna necessario o tnumpho de urna
causa juata e civilisadors.
a Mexicanos.Se os meus antecedentes hon-
roso*, so os servidos prestado* por mim ao paiz,
tanto na lucia gloriosa para a ooasa independen-
cia, como oa direcgo do* negocios polticos as
diversaa pocas em que tenho feito parle do ga-
binete ou quando tenho repreaeolado a naeo
nos paizes estrangeiros ; se, torno a repetir, to-
das esssa cousas me dao direito vossa coofian-
ga, ligae OS vossos exforgoa aos meus, e conside-
ran] como cerlo certo alcanzaremos promplameo-
o eatabelecimento de um governo como convem
ao nosso carcter,a nossas necessdade, e a nossa
crenga religiosa.
a E' esta a esperanza que vos d o vosco com-
patriota e melhor amigo.
J. JV. Almonte.
O ministro respectivo diriga aos prefeitos fran-
cdzes a aeguinte circular, cerca das garantas
que linham os cidados imperiaea que enlravam
*o servico strsogeiro :
Pars, V de maio de 186*2.
Seohor prafeiio. Fui consultado sobre a
questo de saber se os individuos, que, tendo lo-
mado servido no exercilo pontificio sern autori-
sacao do imperador, e que acabara de regressar
a Franca sem obalaculo, devem aer inscriptos na
lista eleitor-al da communa, onda residan ante-
riormente, ou residem depuig do seu regresso
O artigo 12 do decreto de 21 de fevereiro
de 1852, declsrando eleilores, sem condic;o de
seoso, todos os francezes que tenhim viole e um
annos de idade completos, segue-se d'aqui que
o individuo que deixa de ser frsocez nao pode
ser eleitor. Ora, noa termo* do artigo 21 do c-
digo Nspoleio o francez que sem autoritaco do
imperador entra no servico estrsngeiro, ou tomar
parte em urna corporaejao militar estrangaira, per-
de a sua qualidade de francez. Em presen;*
de textos lo formaes, deve cessar toda a ambi-
guidade, e desde o momento em que consta qu*
tomaram oservicos das armas ponticias, fora
de dunda qae perderam a qualidade de francez,
por consequencia o direito de eleitor.
Os alistamentos no exercilo pontificio tive-
ram urna grande ootoriedade para que fossem
tifficilmeriU postos em duia na localidade em
qae se produziram. Se pois o raaire os t6m por
certos, nao deve hesitar em risearda lista eleito-
ral, ou em nloinscrever n'ellaa as pessjas d'essa
cathegoria, salvo as que pelas vas legaes trats-
rem de obter essa ioscripgo.
Nao nos esquecer porm, senhor prefeilo,
e deves sobre isso chamar a attencao dos maires,
que a perda, assim como a acquiaico da quali-
dade de francez, nao polendo resultar seno tac-
to de achar urna pessoa habilitada a exercer to-
los os actos da vida civel, o artigo 21 do cdigo
napolino nao applicavel aos menores que, sem
autorissQao do goveroo, eolraram oo aersico mi-
litar eatrangeiro, com a coodigo porm de ces-
sar ease servico na poca da sua maior idade,
que hija satisfeito em Franca a lei do recruta-
lento. N'ealecaso, nao se tendo perdido a qua-
lidade de francez, haveria lugar para ioscrever
na lista os individuos que reclamassem
icio do seu direito eleitoral.
Periigny.
es; \ dos-i vinos
o exer-
. HfcVISll UlfcKIft.
Corre ho]e a lotera no lugat a hora do cos-
tume.
Os eeiloa desastrosos da guerra norte-ame-
ricana j se manifestara de modo horrlvel em s-
gaos pontos da Europa.
O algodo dos Estados-Unidos que alimanta-
vam a industria fabril o'alli, redazido enin im-
pnrtacio pelos entreves da guerra, ha prodsuido
acesso de trabalho em mailaa fabricas, que o
tioham como materia prima d* aeua productos.
Nesta situado oa respectivos operarios que vl-
viam do seu trabalho, arh*ram-se de noite par*
o dia sem o pao para si e para mas familias, a o
que mais sem terem a que recorrer nessa pe-
nuria de ordem superior, como d-se para com
oa de Gand e de Braine-le-Comte.
Mas nesta crise, em que fallece para aquellas
miseros o pao nosso quolidiano, oa seolimeotos
de hamsoidade n&o ficaram abafados ; tiveram
pelo contrario urna expanso qae fax o elogio do
corarn do homem.
Na Blgica todas as classes se tem colisa Jo pa
ra soccorrer a esiaa victimas ionocentes da fata-
lidad?, que tinham antt ai o phanlasma da to-
me, a que s a caridade publica tora o podar de
exconjurar, roabandode sua obsesso a milhares
de iofelize*. O Sr. Carlos Potrin, pota'mai es-
timado naquelle ramo, em conjunctura lo dolo-
rosa, poz contribuirn o seu genio, e depositou
oa bandeja ao soccorro so soffrlmeolo o obulo da
iotelligencia, emprehendendo com o adjutorio
dos Sr*. Veuve Pareot & Fila e Fierlsnts & C,
proprietarlos de lypographia e photographia, a
publicaco da urna bella rollen;To de poesias em
tres volumes pelo prego inaignieaote de dez
francos, quatro mil res aproximadamente em
nossa moda, cujo producto ser para distribuir
pelos referidos iufelizes.
O obulo da iotelligencia, pois, por sua ecuodi
dale sem limites valerium donativo ineslimavel
e ha de exceder a qualquer que a riqueza haja
de depr na bandeja do soccorro.
O* (res volumes em 8a grande conim em cada
um a materia de deas em 8 ordioario, sendo
um dellee denominado Em Familia indito aio-
ds e adornado de estampas em grande parte ori-
ginae*.
Esta edigo acba-se sob os auspicios de ama
commisso compoita dos Srs. Defre Vanham-
beeck, representantes de Bruxellas, dos Srs. D.
Bancal, G. Tiberghieo e E. Van Bemmel, profea-
aores da universidade, do Iliterato N. Conside-
rant, e do chefe ds secretaria do ministerio do
interior M. J. Dubien.
Ha um premio desigoado pela sorte, a cuja
concurrencia tem direito todo o subscriptor de
cinco exemplsres, podendo os que nao forem fa-
vorecidos pela sorte havg-lo mediante mais qua-
tro francos. Esse premio consta de illuslrsgdes
ou estampas, e ser concedido a duzentos subs-
criptores, ou so menos ao quiot>delles.
Agora que temos exposlo o fim dessa publica-
gao, e que havemos inleirado aos nossos leilores
do que ella saja em si, fazemos urr appello aos
corsgoes generosos desla provincia, no sentido de
coadjuvarem a iotengo meritoria do poeta de
dar pao a qutm o nao tem, por ficto axtranho
a propria voolade. E' um concurso-que alm da
compeosagflo moral, tem a da obra que vale
muito mais do seu cusi mdico.
Abrindo, pois, em nossa livraria a assignatura
desse trabalho, cajos dous primeiros volumes j
devem estar publicados, sendo-o o lerceiro e ul-
timo no mez vindouro, esperamos a acquiescen-
cia dos nossos comprovincianos, em quem os
sen lmenlos generosos jamis doixsro de vibrar
a libra sensivel da generosidade innata ao Brasi-
leiro.
O Sr. F. Lopes Guimares, corretor gersl
desla praga prestea nova funga psra continuar
em sea cilicio.
Estamos informados de qoe a importante
emprezs de lavagem de roupa vapor v*i em
prospero andatneoto pela conliang que os pro-
prietarios tem conquistado e hSo sabido manter
no publico por meio da reguiaridsda do servigo,
promplido da entrega, perfigo do trabalho e
ausencia de damnificagso das pegas.
Pessoas afreguezadas cora esse laboratorio nos
affirmam a existencia ssss qualidadea, asseve
raodo-noa que a lavagem, alm de prompta,
em ludo igual feta a mo pelas lavadeiras.
Desejamos aos proprietatios a conlinuagao de
taes resultados, porque dclles sahir a compen-
sagso dos seus esforgos e dos capitaes emprega-
dos, serviodo ao mesmo lempo de incentivo ao
espirito de empreza, que lo pouco desenvolvido
vai entre nos. Do bom exilo dtsses ensalos pro-
vir.'i a snimaco, e desti o desenvolvimento real
desse espirito, que o grande creador da riqueza
nacin*!.
Achs-se nomeado agente de leiles desla
praga o Sr. Olimpio Ferreira da Silva.
No julgaroento a que procedeu a commisso
de exame do concurso para o preenchiraenlo das
cadeiras vagas de instraego elementar, foram
preferidos os aeohores :
Virgilio Vieirs da Costa Pinlo.
Benjamn Conataut da Caoha Sales.
Delxsram, porm, de ser considerados aptos
suOicientemente para o exercicio du magisterio
osseohores :
Ricardo de Souza Ramos.
Joo Jos Rjlirn e Aleocar.
Este julgamento tem de ser aioda submetlido
apreciago do conselho director, do qual pende
ulterior deciso, que pode ser ainda em sentido
modificativo do referido julgamento.
Na quinla-feira procedeu-se ao exame para
preenchimento do lagar de amanuense da Santa
Casa da Misericordia ; e por ler-se alongado a
satiafego das prosas, deixou de ter lugar u res-
pectivo julgamenlo.
Ter este lagar no prxima vinioura sessao da
junta.
Informam-aos que, achando se ioteirsmen-
te restabelecido da febre smarella, volta o Sr.
Tartiai d ooasa cena lyric*. como primeiro tenor
absoluto, cantando no prximo espectculo.
O bom acolhimealo que tem sempre obtido o
Sr. Tariini, e a sua nomeada gaoba nos theatroa
de Milo, Roma, Parma, Berlim e Copenbagae,
quando cantara par dos celebres caotores os ir-
maos Marchisios, sao g*rsntes da boa excugo
das parles que lhe va coofladas, quer oo Poliu-
to, quer na Alaria de Rohan, qver em oatraa ope-
ras que fazem parle do repertorio da coropanhia
Marinangeli.
Da comarca deGarsnhuns escrevem-nos em
data de 24 do passido o seguiote :
O cholera morbus, coolioaoodo a fzer es-
tragos em Pslmeirs, est actualmente reiosndo
com a maior iDlensidade oo termo do Bom Con-
selho; e ooba despedir-se por urna vez de nos,
atacando em toda a paite.
a Em aquella villa esl gravemente enfermo o
respectivo delegado da polica, o lenle do exer-
cilo Joaquim Cardoso dos Santos, que com tanto
espirito de humanidade se ha prestado a soccor-
rer os desvalidos enfermos daquellas psrageos :
sua aenhors ficava, dizem, qae aioda mais Den-
gosamente affectada do mal reinante. A Providen-
cia Diviua aa aroercie de nos 1...
< Na villa de S. Beoto, nao ae falla em cholera
morbus, gragss ao zelo religiosa, summa acttvi-
dade e boa vontade do respectivo parocho, o
Rvm. Antonio Alves de Carvalbo.
A obra da matriz progrede com o melhor an-
damento, estando j em estado de receber o ma-
deiramento ; e fabrica-se tambem urna elegante
torre, aerviodo por cooseguinta mailissimo o ad-
jutorio que para taes obras votou a ooasa provin-
cial este aooo, mediante?os esforgos dos deputa-
dos por esta circulo Drs. Catsoho, Wilrovio e
outros amigos.
Tem alli de celebrar-se oo antelo oo dia 27
Dr. Portella: ambicionamos a S. S. prospera ser-
venta. >
RErARTigAO da polica.(Ixtracto das psr-
a doa diaa 31 de jalho e i da agosto.)
-7
tea _
Foram recolhidoa csss de deWngo oo dia 30
do correte :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chtfe de polica,
Antonio Luiz de Souza, braoeo, da) 14 naos, eos-
pregado ero agricultura, para recrat*.
A' ordem do Dr. dalegsdo do 1* diitticlo. Msr-
eelioo Marques da Sil, brasao, de 26 awooa,
tamanquero, por dlsiottioa, a Javaaihs, africaaa,
de 28 aooo*, eacrava de Maaoel deMedelros Sou-
za, 6 reqaisiglo desle.
A' ordem do subdelegado do ampia, Constan
tioo, crloulo, da 23 aooos, escravo da Castao
Cyriaro da Casta NVrVlia, por andar fgido.
A' ordem do de Santo Antonio. Mapa Fran-
cisca doa Ssntoe,.parda, da 28 annos, engomraa-
deira por desordem.
-31
A' ordem do Illm. Sr. Dr. ebefa da poTreia, Ma-
noel Mauricio dos Sanloa, pardo, de 16 svoos de
idade, dado agricultura, viudo do Rio Formoao
para recrot*.
A' ordem do Dr. juiz de direito especial do com-
mercio, Joaquim da Silva Mourao, brsnro, nego-
ciante, por nao ter pago a quantia de 809890 de
cuatis, como autor veocido.
A' ordem do r. delegado do Io districto, Fla-
vio Galvo da Silva Ribeiro, pardo, da 16 aooos,
alfaiale, disposigo do subdelegado doa Afoga-
dos, para averigusqdes sobre crime de espanca-
menlo.
A' ordem do de S. Jos, Sebsslio, pardo, de
26 annos, escravo de Jovino Baodeira da Mello, i
reqaisigo desle.
O chefe da segenda secgo,
/. G. de Uetquita.
Casa de detencao.Distribairam-se no mez
de julho liado 4.272 races presos pobres.
Con*umiram-se com estas oa snguintei genero* ;
Pea de 3 o ocas........ 4,572.
Carne verde.............
Dita secca..............
Bacslho...............
Farloha de mandioca....
Feijio...................
Caf em p..............
Assucsr.................
Toucioho................
Vinagre .................
Azeite doce.............
Consumiram-se na enfermara
Pes de trigo (3 ongas).. 1,267.
Carne verde.............
Farioha.................
Cha....................
Assucsr.................
Arroz...................
Galinhas................
Movimento da enfermara da easa de des
tengodo 1 31 de julho de4862.
Existiam i .
Eolraram......
Sahiram (carados) .
i inrnao* n.hh.. ...i,. d crranle urna solemne festividade, por ocea-
Washington. 8 de maio da 1862.
^e ISS^tiJtSZtX^SLiSt >&
ctaea teem aervido com disiincgo noa exercitos
. w-^ vwUv.. VHH. ,..lt,u 0 ,^ussa Quuuia uo bJU-
ceigo : dizem- nos, qae ser urna fesla como aio-
da nobouve oesla comarca, feita priocipalmeote
europeus, teem chegado aqu, com o Qmde effe-
recer oa seus servigos ao goveroo.
Muitos dos que eram portadoras de recom-
meodagoes dos mioislros dos Estadoa-Uoidos no
etrangelro, teem recebldo commisses.
c Fioaliso esta asssversndo-lhe qae a terrvel
epidemia tem afTeclado avultado numero de
pessoas habitantes no districto desta villa, dizi-
mando de preferencia as criangas, esse verdadeiro
cholera Herodes ; seodo cerlo qoe i tres mezes
squi aodamoa desle seohor para Pilatos.
c Comtudo, como boje baooTntengaode -'.-l.SS&^t? H o quatrienaio dos oovos
tnent.ro oumero.quer do, officiaes.q.er dos sol- ""1"*!" *#*.****** edsorphaos doa
dado*, que je.toem campea, dlVn.e-^ lem Dest9 de en,rar em
**r ao conhecmeoto
que
m
o
se
gadoo
William I. Stmard.
sapplenia, o Sr. Peixolo, a quem felicitamos por
mais asta prosa de eoottaoga e sprego que mere-
a4e B. Ele. o Sr. Tcs-preildscte da proTlnds,
82 arrobas CS lib.
11 arrobase 16 libras
18 arrobas e 18 lib.
76 alq. e 12 decim.
17alq. e2-2 dec.
8arr. e 19 libras.
17 ditas e 27 ditas.
6 arr. e 28 libras
49 garr. e 13 ongis.
lSgtrr. e 78oitavas.
22 arr. e 5 libras.
5 alq. e 8 decimos.
8 libras e 9 oitava*.
2 arr. 24 lio. 10 ong.
3 air.14 lib. 4 ong
39 3/4.
26
31
32
Existem.......25
Molestias em trata ment :
Angina lancellar...... 1
Ferimento*............ 1
Hemopliie........... 1
Retengan do ourinas.. 2
Syphihs.............. a
Gastralgia............ 3
Sarnas................ i
Tumor................ 1
Ganglionile........... 1
Ulceras................ *
Febres intermitientes. 6
Broochiles........... 1
25
Moviment da caaa de deteogu do dia 31
de julho.
dem do de 503
Pratae cobre ,
qna
rea-
H
=r
y.
o
c
a,
II
|
o
a.
9 ?
si
P
-
??-
9S2 2
!Sr
en
A saber
Exisliam. Entriram. Sahiram. 357 4 6 preio*. >
Existerc. . 355
------
Naciooaes Mulheres; Estrangeiros. Escravo*. Escravaa. . 248 4 28 67 8
>
delicia a exeeugio qoe tlver portarla ,wll. la^- ^ _.,....
regoa a meama cmara em 30 de maio, 1uo Iniffift
Quese ssli*fl;e-!P. *Hmo- -
Outro do Oc. Cario de Cerquelra pDlo tota.
monteando ter assumido oo da 9 do corrate o
fio <) befa de polica desta provincia m
substtluigo do Dr. Uanoel Jos da Silva Neiv*
aesegura qae oo desempeaho de dito cargo a c-
mara sempre o eacootrata disposto s prestar toda
a coadjuvago que depender da repartir-ao a seu
cargo.Que se atcasasso a reoapgau.
Outro do subdelegado sapptrate em exercicio
da freguezta dos A logados, dizendo que epproxi-
maodo-so odiada S. Jalo, a outroa, nosquses
ecostama a soltar fegef}oomhradobusca-p
-pelaa ras e estradaa dsquella freguezia, pedia i
a ermara que lhe esclfrensie se ara prohibido
nesses lugares o so de tal divertimento, e se
aquelles qne oelle se empenhassem estsvsm sa-
geitos a multa estabeleeida oas posturas. Posto
em discusso', a cmara enteodea declarar ao
subdelegado que nao baria inconveniente em ss
permitlir o uso de soltar fogo pelas estradas, mas
que dos povoados se nao derla conceder.
Outro do director da compaahia de Beberlbe,
eommuoicaodo que a companhia est aulorisada
a mandsr construir tres chafarizes publicoa em
diversos lugares, lito oa rampa prxima ao
novo edificio do Cymnasio, na cidade nova de S.
Amaro e os Passagem da Magdalena, e tendo de
dar principio a eollocsgo dos caooes que teem
de levar a agua para oa dous primeiros, bouves-
se s esmara de expedir so*s orden* para que os
fiscaes nao embarseem a eollocsgo doa ditoa
caono*.Que se oBciasse oeste seotido ao fiscal
da Boa-Viita e se respondesse so director
fiesvam dadas as convenientes ordeoa a
peilo.
Outro do eogeoheiro cordeidor, participando
ter se dirigido ao lugar do Peres para medir o
terreno que o respectivo proprietario declarou
poder ceder para pastoradoaro do gado ; diz que
esse terreoo estende-se desda o cercado da Pi-
tombeirs al urna ceres e valle que flesm proxi-
moa a caaa do eogenho, a dono Tigipipsra o 2=-
fundo e tem pouco mais ou menos 50,400 braga* ; =
qaadradas, e contm altos e bsixos com basliot* '
paslo para o gado, e que juntas as 197,600, for-
man) a ex ten gao de 248.000 brujs onde certa-
mente pode pastar um numero considerare! de
reze*.
Posto em discusso, deliberou-se que fosse re-
metlido a commisso (Mello ellenriqaesda Silva)
para tratar sobre o ajuste com o proprietario, e
communicar o resultado acamar*.
Outro do procurador remettendo o balancete da
receita e despeza municipal oo mez de maio ul-
timo.A' commisso de polica.
Outro do fiscal do Pogo, eommuoicaodo qoe
d3o havia jaiz da paz do primeiro districto da-
quella freguezia em exercicio, porque o primeiro
volado j tinba aervido o seu aono, o segundo
achava-ae impedido, o terceiro fra da proviocia,
a o quarlo nao tioha prestado juramento, qaaoto
ao aegundo districto, o primeiro juiz de pszj
servir o seu aooo. o 2 eslava pela nova diviso
morando no primeiro districlo, o lerceiro e quar-
lo nao esto juramentados.Qaaoto a primeira
parte, resolveu-se chamar o quarto volado para
ae juramentar, e quanlo a segunde, que se espe-
rasse que a presidencia resolvesse.
Foi lido e approvado um parecer da commisso
de editicacoes, no sentido de se permitlir que
Joaquim Jos de Souzt cootiouasse a ediflesco
que estt fazendo no lagar da Cspuoga, urna vez
qne desse mais largara e altura as portas e ja-
nellaa da caaa que esl caoitroindo.Nesle sen-
tido despachou-se a peligo.
Estando em praga aa rendas dos predios e s-
gaos impostos municipaes, e bem sssim os ta-
inos de agouguea publico*, o Sr. Mello fez a ae-
guinte proposla que nao foi approvada :
Propooho que aa ribelraa da Boa-Vina e S.Jo-
s sejam arrematadas englobadameole, porque
desle modo ter a renda da cmara melhor arre-
cadago, a mesmo evitar, qae alguem arremate
uv&.iou outrae com facilidade a aubloque, e de-
pois V-^ueira, para desle modo obter maior
lucro.
Recite, 1G de juDho de 1862.Mello.
Todas ts rendas e impostos que esllveram em
40:3008000
23:2509000
145:3508000
2.17*5317
Ris, 595:308317
Demonstrac&o ala emisso.
4267 nota* do Talor da 200S00O 853 40O|0O0
4639 l(X)0O9 463:900*000
3060 i 50g000 153:W)0000
Ris 1,470:300&0G0
O guarda livros,
Francisco Joaquim Pereira Fisto.
fi 2 2 B mB r<8 8
2.Bgo.5-B-2ogS
- a.0.=.? S.ag |ftj
ce
SI'
o s n o
> ico .
- <> a:
s:
2.^2:
O? a
cr.
te
S. o m
c-.
se
CO -J
- io .*

u>
. uao cu
49 -1 ^1
OIW 00
O- CJ'
__I
. -_,,s = fi
W*f O
oisic
o o e *. -j>
o
S


o
o
o
o
X -.C KS
C5 -~ C*5 A. (O
o ce S cj M
o -* o
-!
w
CO 09 3
tn ~ -
o
(O t I
V i
W I
CS ZC ". I
co -. I
00 I
a]
<
V..S
i
o ^
I
-a I
SI


o ----
3
e
5
a.
y
I-e

i m 1 CO 5
en
CO 1 co rt>
O) 1 O
SU %
OJ 1 Oa r*
en 1 en
I
en
-
c en
I
s
93 I A.
es
-MO
o co jm en
^^ CO -4
co ce to x
5
** l
M I
H
X
pa
s so
SQ
s H
rS
- o
a.
f O
3 P3
a
3 "-
o
Communicados
Total.
355
Al;mentados a cusa dos cofres provin
Ciaea............ 148
Movimento da enfermara no dia 1* ,:.to.
Teve baia : t^y
Antonio Joaquim Alves Pereira ; gastr.a\e.
Tiveram alta :
Manoel Antonio Sobral.
Joo, escravo de Manoel Gongalves sTeifeirs,
lATADOLRO PUBLICO :
Mslaram-se para o consumo desta cidade no
dia 1 do correte69 rezea.
Obituario do da Io de agosto, no cehitb
rio publico :
Joo Garcez Rosa*. Baha, 30 annos, solteiro, Boa
Vista ; tubrculos pulmonares.
Aotonio, frica, 38 aonos, solteiro, escravo, San-
to Antonio ; hepstite.
Constancia Maris d'Asaumpgo, Pernambuco, 50
annos, solteirs, Sanio Antonio ; luphytma do
pulmo.
Manoel, Pernambuco, 15 annos, solteiro, escra-
vo, Saoto Antonio ; anemia.
Jos Aive* da Silva, Portugal, 14 annos, solteiro,
Boa-Vista ; febre amarella.
A Revista Militar.
Lendo por acaso um jornal que *e pnblica nes
. la cidade sob o titulo Revista Militar exclu-
P;a Cotain arrematados, a excepgo daa lojas da sivamente creado para defender e pugnar pelo
praga da Independencia na. 4, 18, 20, 22. 24, 26, malhoramento da clssse militar, sem durida al-
28, 30 e 40, porque nao appareceram licitantes guma urna das igualmente nobre-, quecompem
em consaquencia doa elevados pregos porque es- sociedsde, e que deve ser considenda alavan-
to e apeo** os *Claes inquilinos se aprsenla ca poderosa, que muito concorre psra garanta do
ram requera/ido' urna modifleago nos alugaeis, throno e das liberdadea publica*, deparamos em
ce a se o rt tm 3 * se B i 5 i 2 1 Pl i : I1 5 3 : o 1 > s o < K p: z o
w 1 1 _, Masculino. Si O 1 X o en
S - 1 1 - *.', Fsminno. 1 "O >
- 1 -1 -1 M Masculino. 1 M r-c" 35-as Opo
* o 1 1 ! (-minino. 1
- * 1 1 . Masculino. &9 ii 1 Ns* is >
* * 1 1 * Feminino.
a-a. A 1 1 a* Masculino. hS 1 r 5. o g
s * 1 1 * , { Feminino. co 1 > os
1 1 $ Masculino. . _9 M K (-i
21 1 1 (-, Feminino. co 1 C
e acamara attendendo-os, pedio ao Ezm. presi-
dente da proviocia autorisagBo para de aovo por
em praga, serviodo de baae o prego oflere-
cido.
Ten-ioappsrecido muitos concurrente* ao im-
poato de sferiges, e chegado estes um prego
bastante elevado, o Sr. Reg e Albaquerqoe ap-
preseotou o seguiote requerimeoto
provsdo:
Nao teodo a cmara previlegio algum, requei-
ro que fiquem hypothecados os beos apresenla-
dos nes llancas por escripturas.
Recife, 16 de junho de 1862.Reg e Albu-
querque:
Foi remetlido pira a commisso de ediflea-
seu 5* numero um artigo sob a epigraphe Con-
sidersges geraes relativas ao mrito da admios-
trago do actual commaodaote das armas da pro-
vincia de Pernambuco. o Eim. Sr. brigadeiro So-
lidonio Jos Antonio Pereira do Lago.
Sendo a epigraphe do arligo digna de grande
desenvolvimento, porque tinba por fim elucidar
que "foi ap- I os actos de lo conspicuo cidado, o que na ver-
' dade era til a todos, appllcamoa nossa attengo
sobro elle, e com sorpreza vimos reunidos de um
modo bem desconcertado e improprio de quem
sa quer fazer presar fados que nao tendo em si
nada de censurar o sao todava revestidos a
maia negra cor, e para logo conhecemos que o fi-
lo do escriptor nao era deacer com calma e re-
goea (Mello e Cosario de Mello) um requerimeoto flezo analyse delles, e ao contrario tirar in-
de Joaquim Jos Pereira Alhandra, solicitando [ vecliva* e insultos aquelles, que at hojo se
despscho de um outro requerimeoto, pediodo li- tem sempre condolido no camiobo da honra, oc-
cenga para eatabelecer ama padaria na ra do copando i lugar disliocto pelos seus nobresme-
i | recimentos, e deixsr revelar de um modo elo-
Depois de feita a arrematago doa talhos de quente o despelto que nutria n'alma para com S.
agougues. os respectivos arrematantes requere- Etc., e eolo era preciso IransGgurar os fados,
ram que fossem feito por tres annos o contracto, j dar-lhes urna edr falsa, fazer aecusages feriis e
1 dais* tudo correr revelia o em ama
marcha morosa, deserto a sos sccossgio oso
s legitima como fuaiad* ; maa urna vezase oo
liver p enemente provado ocoolrario.a presump-
gao milita om favor de S. Exc.
A lei quaodo dispoe o numero de empregsdos
da qoe aa deve eompor qualqaer repartigo. tem
somonte determioado para o* casos ordinarios,
mss nem por isso Oes eosretada a liberdade de
sea thefe, da solicitar do poder competeole au-
toringiaaara admittircollaboradore*, como'pre-
seoteroente se d na thesouraria de fatenaa' que
foram admittidss alguna com a gratificagau men-
tal de 50) r*. cada aro, rceddia esta lomada
para dar andamento ao servigo em alrazo, o que
a quartel general o pode igatlmente farer, vitlo
oo terem os empregsdos vencimsoto algurn por
terem liradas da classe dos cadetes e sargentos.
Igocra por ventura o commnnicante que o
pessoal do commtndo das armas em 1829 se com-
punbs de um secretario, doas ajadmles de or-
den*, quatro amanuensts, exceptuando ot cade-
tes e sargeotos que o commando ds armas po-
da chamar oas affluencias de trabalho T
Ignora aioda qae osle pessoal foi reduzido em
1831 a am ajudaole de ordens, um secretario e
um amanuense tem gratiflctgo. Cremus qua
nao.
O expediente que entio havia as poca
referidas, de maoaira tlgatna se pode comparsr
com o de hoje que lem augmentado consiJera-
velmente etalvez na rezo decupla.
Deve errr que o enmmunicante no seu calculo
de 24 pessoa, incluio ofrkises. amanuenses, ca-
bos de woppat, ordenangis, cama lat qae S Exc.
Iroaxe da corle, a at mesmo addicciouou os cs-
vallot dos ordeosngas, porque s assim o numero
seria o seo desejsdo.
O cora mu nica ot?, que altamente pugna ptlos
ioleresses do respeito e obedieucia, tanto que
julgs falta conglderavel o acharem-ae por asaim
dizer confundidos os sargentos com os ofdaes
nos dias de reuoio dos diversos conselho, dtve
*abr que isio nada importa para boa moratiaa-
gao da disciplina, nem to pouco traz quebra de
dignidade. porquanto o reapeito e a obedieucia
que o inferior deve guardar para com seu supe-
rior tmente to quebrados quando este se coo-
duz de um modo poaco digno e honesto par com
aquello, e o communicante oo deve erguer bra-
do a'gum de censura a tal respeito, porquaolo
elle o primeiro qua se avantaja a audaz, desaca-
tando seu superior de um modo aviltaote e ca-
lumnioso.
Sr. este um fado material nao dependente
da ceito da vontade de S. Exc, porm da falla
de um estabelecimeoto propno para lal mister
falta esta que se torna extensiva a oulras repar-
ligoes.
Ainda que as proporgdes da accotnmodago se-
jam limitadas, todava guaidou-seo possivel pa-
ra que qasndo tunecionassem os diversos cor.se-
lhat, os trsbalhos da secretaria oo fossem ioter-
rompidos, e os empregadoa e membrot dot di-
vertos cooselhot felizmente nao ergueram brado
algum de reclsmego a tal retpeito. porque re-
conbecem que o psvjmento terreo em toda a
cata o mais adequado para a accretaria, como-
juolsmento para as reunioes de suas aeases.
3." A ausencia de S. Exc. da capital motiva-
da por seria* circumstaocia*. porquaolo, achan-
do-se doente foi-lhe aconsalbado pelos medico
mudaoga de ares, e por ealea determinado de
preferencia o lugar Olinda, ao que S. Exc. asaen-
tio aliento o aeu estado, sem duvida ggravado-
pelo forte e assiduo trabalho que sobre os hom-
bros lhe pe**, e aioda assim enfermo S. Exc
prompto e assuiduo no cumprimeoto de seus de-
versa; mas o cocnmunicanle nao encontrando
ah cousa alguma para langsr a sua pestilente
bilis, acrescenia governando por ioformeroes
de lerteiro.
E' auppor em S. Exr. muita ignorancia a ponto
de se deixsr levar por iuformages de lerceiro,
quando gsralmeole sabido que elle quem
formula as minutas nao s doa despechos como
dos officos, para serem postos a limpo, aflm de
serem assigosdsa e seguirem os seus diversos
deslios ; a cootra esta revoltete calumnia fal-
lara bem alio os aelos nobres e a intelligencia
superior de que doplado S. Exc. revelada em
outraa paragens, oude lem exercido empregos de
diversas oaturezss, em crises anormaet, e tal
tero ido, permitta-nos o communicante a phra-
se a sabedona emanada de seus actos, que todos
o hao admirado erespeilado, e niuguem aioda a
nao ser o communicante, cuja intelligencia f-
cil de conhecer-se pelos seus escripto, o deno-
minou iostrumsoto de terceiro, e o communi-
csnie lalvez, automalo de algum espirito apaixo-
nodo crendo os outros por si, nao dovidou d
assacar urna tal phrase contra um homem de ca-
rcter e tempera reconhecidamente foite* e enr-
gicas.
4." A providencia dada por S. Exc. relativa s
msicas, merecen nao s dos jornaes desta pro-
vincia, como de alguos de outra, os melhores
elogio, porque todos recoohecism o estado em
que ella* at ento jaziara, ecom essa ordem do
da de S. tic, o capricho e o estimulo pl.ntarara-
se entre os diversos corpoe, e cada um. porta
procurou Mmagar o outro naa harmona* do bom
gosto, e o estado provocou-*e. mas como o ea-
tudo sem a traduego viaivel nada vale S Exc
eotendeu conveniente determinar que ellas tocase
tm duas veies por semana, o que era nao s
urna prova publica, como igualmente urna pro-
vocagao nobre a anima-las ; e grande era o coa-
curso de povo que se reuoia nos lugares deslina-
Na luialuade dos doeules enalem 140, sendo 4
homens e 14 mulheres alienados.
Foram visitadas as enfermaras estes (res
dias : no 1\ 2" e 3o s 7 horas da manba
pelo Dr. Villas-Boas, no impedimento do Dr.
Doroellas e s 7, 7, 7 e 10 minutos pelo cirar-
gio Pinto, e s 5 lj2, 5 1i2, 5 3i4, ds tarde
pelo Dr. Pereira do Carmo.
(AMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSOEXTRAORDINARIA AOS 16 DE JUNHO
DE 1862.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Pretentes os Srs. Reg a Albuqmrque, Cessrio
de Mello, Henriques da Silva, Mala, Seve, Reg
e Mello, abrio-se a sessao.
Foi lida e approvada acta da antecedente.
Leu-te o seguiote
EXPEDIENTE.
Um officio do Exm. presidente ds provn convidando a cmara a assiatir no dia 15 do cor-
reate no palacio da presidencia o seto da distri-
buigo dos premios com qoe o jury geral da ex-
puaigo da Corte distingui a alguos dos produc-
tores ou expositores'.residentes niita nroTinci.
Inteirada. r
Outro do mesmo, remetiendo por copia o que
dirigi ao segundo juiz de paz do primeiro dis-
tricto da freguezia de S. Frei Pedro Googslres,
qoe lhe representou cootra a deciso dada pela
presideocia sm 30 de maio ultimo. Intei-
rada.
Outro do mesmo, transmutado por copia o que
am 11 desta mez dirigi ao mesmo juiz de paz,
recommeada a cmara que commuDique a presi-
rasse essa coodigo.
Despacharan] se as peliges de Antero Carnei-
ro de Lacerda, fazenda nacional. Barbara Fran-
cisca do Reg, Domingos Ferreira Cavalcanti,
Joaquim Joa de Souza, Jos Rodrigues Gtmpel-
lo, Joo Antonio da Silva Teixeir, cooego Jos
Dionisio Gomes do Reg, Manoel Ribeiro Batios,
Quioteiro & Agr, Rota Germana Mara dosSan-
lot, Tiburcio Valeriaoo Baptista, e levaDlou-se a
seaso.
Eu, Francisco Canuto da Boa-VUgem official-
maior a escrevi no impedimento do secretario.
Rfgo e Albuquerque, pr-presidenle.Cetario
de Mello.Henriques da Silva.Mello.Barata
de Alroeida. Reg.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO.
Balando do Novo Bantso de Per-
nambuco
em 31 de julho de 186 3,
ACTIVO-
Apolices da divida publica ......
Estrada de ferro de Pedro II......
Estrada de ferro da Bahia........
Depsitos.........
Joias depositadas. .
Lettas caucionadas......
Lettas descontadas......
Letras protestadas.....
Letras a receber..................
Remessas ;.....
Jos Antonio de Fgueiredo J-
nior jHio de Janeiro) .
Aluguei de casa......
Fornecimento.......
Premios de ttulos de garanta. .
Juros..........
Despena geraes .................
Caixa......................
573:800^000
104:00Oj>000
108:9938610
80:000000
5:7355280
4:5308000
3.060:937g2l2
153:6135366
1:1083350
48:000000
2:970J>784
5255000
7:7668485
8-8398526
2:732s902
7:3248548
595:3085317
Ris.. 4,766:1858380
assivo.
Capital.......... 2,000:OOOSOOO
Emisso......... l,47O:3OOS000
Depsitos da direceo .... 80:0005000
Contas correntes c'om juros 814:586*o80
Fundo de reserva...... 57:6728981
Ttulos em cauco..... 5:735280
Banco da Bahia S/C 21:9358207
Banco da Bahia N/C 24:4358743
Letras a pagar....... 3:0868832
Knowles & Foster [de Londres) 158270
Saques......... I:00lig000
Dividendos........ 480J>000
Premios de saques e remessa. 7188269
Juros da garanta de emisso 24:285J)814
Descontos......................... 261:933*404
Ris. 4,766:185j380
Estado da caixa.
Em ouro amoedado.....
Em olas do Ihesouro msiores
de 109000 .......
Em ditas meoores......
Em notas da caixa filial do Ban-
co do Brasil ......
Em notas do No-
vo Banco da
Pernambuco :
seodo do va-
lor de 2008000 81:8009000
1:0849000
379:3509000
10:6109000
56:7409000
sas ideas, para assim poderem angarear prose-
lytos.que os ajudem a percorrer a senda que seus
redactores tem em mente, e ainda mal equi-
librados deixam cabir a mascara que ot cobre, fa-
zendo v*r a vtrdade em loda tua nudez, sendo
at armas que pugoam a mentira, a calumnia,
o insulto, e toda a sorle de immoralidades, que
atscam a honra e o pundonor alheio, porque des-
se modo contam seguros urna victoria, nao tra-
duzindo isso mais que urna arlimanha para ha-
ver dtnheiro, o que na vtrdade bam de con-
tristar.
Deigaraot a ama analyse sobre ot tpicos das
aecusagss feitat S. Exc, e vejamos o funda-
mento sobre que ellas se assenlam.
Primeiro o grande pessoai que coola o
quartel-general composto de 24 pessoas: segun-
do a sals destioada para a reuhlo dos conselhos
no pavimento terreo ; terceiro a ausencia de S.
Exc, quasi sempre distante da capital, governan-
do por ioformago de terceiro ; quarlo as mus-
cas escoltadas por soldados que conduzem as es-
tantes t costas e oas mos os Itmploas, indo
commaodados peloa ajudantea quaodo vo tocar
o recolber, deapezas que correm pelas phlysica*
caixsa doa bstalhea ; quiolo a chamada dos aju-
dantea aoquartel-general por meio de toque* de
coraste ; eexto o avultado numero de ordens
do da, qoe se acham sob o dominio e apre-
ciago publicas ; selimo o tocto de uros fscada
dada por um soldado sentenciado que se achava
no servigo de S. Exc.
Discrimioadaa as bases de aecasaco da lin-
gusgem grosseira que as iovolve
de-las urna por um.
1. Quem tiver frequentado o qurtel-gener*l
e observado o grande expediente que o'alli conti-
nuamente parle, e atlender para o limitado pes-
soal que elle tem a sua disposigc, ver logo quo
infundada ama tal arguigo, cujo numero sem
duvida nao sobe ao extraordinario de 24, compos-
to daa pragta que narra o 1*1 communicante; mui-
to ao contrario entendemos que a conveniencia
do servigo, exigiodo creteimeoto oos empregadoa,
cumpre aebom chefe de prompto salisfazer etsa
exigeocia aQm de qoe elle nao so loterrompa, o
qoe sem duvida causa nao pequea alierago oa
ordem regular que devem ter os negocios ; mu
S. Exc. o homem pratico e affeito a commitsts
dessa natareza, retpeitador acrrimo dat leit qae
as regulara, ha de tal modo dado um pleno cum-
primeoto a aaus deveres, que todos nelles reco-
nhecem nao s maito zelo, como peculiar pericia,
e ainda qae os empregadoa da repartigo i seu
cargo sejam lodos iotelligeotes, elle por si mes-
mo investiga tudo, eno ha laclo algum doquar-
lel-general que lhe aeja descoohecido.
Laogar, pois, urna preposigo lal, como a do
grande pessoal que S. Exc tem, como j o disse-
mos, inferior ao que se oarron, scom o intento
de o depreciar, demoostrar allnenle o desejo
de querer fazer deposiedea sem ter urna prova
legitima que as tusteote. |
Dado mesmo de barato que S. Excs. tives-
se 24 pessoas empregadaa na secretaria de
sau commaodo, e achaodo-ae todas ellas
que accumuladas de trabtlhos uteis
aarios, a
vamoa respoo-
mai*
necei-
IhOes por certo nao se enthpbiscavam.
O militar qussi sempre se ufsna, quando
marcha a frente de um corpo, nao s trejado com
gelhardia e gosto, como com boa msica ; e na
corle e oa Bahia, honra seja feita aot diversos
commandantes dos batalhoet nellat estaciona-
do, muito se atteode para esle dout princi-
pio!.
Quando S Exc. astumlo es redeat do commao-
do das armas desta provincia iralou logo de fazer
camprir exactamente as ordens do dia emanadas
do qnsrtel-general do exercito sobre frdamen-
os, e conseguio pelos seus iucsnsaveit etforgos
trszer a guarnigo devidameute uniformisada
! o S.' Exc* Primer0 a d" o exemplo.
5. E' esse umdos fados que vem por as claras
a faisidade do primeiro tpico da aecusago, isto
, do grande pessoal. que tem o quartel-genersl.
Se o communicante coofessa que quando o
quartel general qaeria chamar o ajudaote da
qualquer corpo a sua presengo o fasta por meio
de toque de cornetas expedidos d'ahi, repetin-
do-sa pelos quarteis visiohos. at chegar ao
ponto detejado, porque nao tnha om disponi-
bilidade soldados, que de prompto cumprissem
essa ordem, porque a t-Ios de certo nao lsnga-
na mao desse meio. e o communicante a oo
querer traduiir de diverso modo a forga de um
tal argumento,deve detde j declarar que srguio
urna perfeita calumnia a S. Exc. denominando
de extraordinario o petsoal do quartel-ne-
neral.
O communicante detvairado pela cga paixo-
que lhe olTuscava a mente, lengn urna arma
que looge de ferir S. Exc, demonslrou as cla-
ras a sede insaciavel de seu mu carcter na
delurpago doa idos alheios, e por si mesmo ee
deseo brio.
O msotiroso nao pode deixar de ser indignisai-
ma creatura ; aua propria lngua serve de trom-
bela de *ua propria infamia, a ausa palavraa o
degradara da qualidade do homem.
6.* E" etle inquestionavelmeote o busilis de
toda a aecusago, largada ao quarlel-geperal.
As diversas ordens emanadas de SSExc. je:
empregando os meios para que a disciplina che-
gasse ao ponto nobre em que deve ser maotida
j cortando os abusos de alguem t/je te
dado lugar a qoe S. Exc. seja lo atrozmente
calumniado, porque aquella que se Iranevja do
caminho do justo, e v maoifestada a pla-
oa luz ai mas faltas, e rasgada a mascara da-
ma hypocrieia, tem inquestionavelmeote para o
sau adversario o mais absoluto odio, e S. Exc.
qoe oem um s instante pselua com os insubor-
dinados relaxados e ommioos. nao deve esperar
deitea teoo ai maia fortes maldiget; mas como
o homem de merecimenio que subi tempre aos
postos superiores peloa teus bont servigos, lem
sempre as provas do que as mos do publico
sensato e honesto, por isso descance S. Exc. que
taes phrases em nada e depreciaro. '
O mrito superior foi sempre victima da per-
seguido e at do detproso ; mas a necessidada
foi entir a falta dos homens grandes.
I- fmJIDUDCant9 nete poni conheceodo
i da situago, e interaando-se no
-* u.ysa.. v^*, ,,,, 0. ..fiG'ZSEZ
ellas nao se acham incumbidas de negocio* par-
ticulares de S. Exc, muito ao cootraiio nos do
servigo publico, que sempre requera mais promp-
ta execugo ; a aa o communicante anteada qae
o exaclo administrador ds urna rapartigio, a-
em que
abora o seu intellectu, julgoa apropriado para
mala dar largo panno a aeu malvolo genio,
pnaotasiar urna leoda, porqie assim talvex foas
mais crido; todsvii nella mssma se vA a deeza
da 9, Exc. porquaoto o communicante mala a
\
i
Y >
i.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRDtT <
/
MUTILAQQ


>
DL41.0 Dft RNAM1OC0. *. SABBoDO 1 DI AGOSTO DE lftftt.
aixo dizfue S. Exc. no duvidou entregar o
belinqueote seu infeli destino.
Ora te S.Exc. dexouiomo di o communlcan-
te, o criminoso deslisaj seus dial coddo candida
vela em mar lraoqulllc[porque ae ostentava seu
protector, como que ao duviduu enlrega-lo a
seu infeliz desuno ?
Nao v o communica .e um perfeilo contraaen-
ao, porquaulo sendo >mo faz crr o criminoso
e te bomsiiado no quar-
isia anda eitensivo o seu
aquello roebando-o das
protegido por S. Bxc
le general, este nao
prettigio para cotoJ
naos da Justina? j
De certo que sim,
est, 8 BCCScao "
se o conlrario provado
procedente, a se o com-
menlcanle reapeitasi a verdade dos fictos dira
que quando tal ucc o den-so, S.Exc. se acha-
1 caixa vidros para reloglos ; a C. Walter.
O Illas. >>V inspector da tbesouraria de fa-
bk'co, manda faser publico para
quam iBteressar e em confor-
midade da ordem do tribuna,' do tbesouro n. 125
de 8 do correla mez, que no o'/J1 ls de 8sto
futuro, haTer concurso nesta theso'rar'1 Para
preeocbiqaoto dos lugares vagos de lerce'oa es-
criturarlos, entraos praticanles, a na falta den-
les podaro ser admittidas pessoaa de ra as
Um caaa terrea o. 1, da ra da Gloria fre-
?""' dB-V't.. com* 20 palmo,5Tenis\
oUdefaodo, em chaos proprios com
J5f5S' wmbi PrP. "Hade
quintal
por
v* fra em urna vis
triado do quanto se
cumpria ti mais pr<
ser preso o soldadi
lugar, em que se tii
Diga-nos o com:
guem de qo5, deixa
casa, Iheinvada a
de corometter um j
e que ao vollar sej
alguam tornar-se-
meote albeio de sus
listo ou protector dcfl
Oremos que nao e
ao ciiminoso de qu//-.'
Derrocados os cu*6
tados por slmaa t
verdadeirodsciplin
nao prestar um fra
ce do mrito, quel
comprovado de u
mesqjinhas eolJ
principios, quere
pelo ataque aos
esphera ; e juntr
classe milirar di
que muilo hao c
m que ella hoj,
Ninguem mai^jt
de tribuna di |j(
athleta que pugrat
prerogalivas den
urna liuguegem ,]
de assumpto. qiot
K Reviita Milit
, e ao voltar, sendo ioor-
'ia passado, deu como Ibe
'las medidas em ordem a
que ae havia evadido do
homiaiado.
ficante : estar livre al-
eotregoe aos famuloa sua
a uro individuo que acaba
i crime e nella se homisie,
ormado de tudo ; a esse
or um tal tacto ioteira-
tade, pactuante no de-
BlIltM sspstos, 16 ditas faz'endas de algodo, Izenda de Peraam
ae las, de dita e algodao, a de linho, 3 pacoles conhecimeolo da
amostras ; a Schafheitim & C.
2 cama perfumaras, 1 dita miudezas, 4 ditas
espelhos, 34 ditas papel, 2 ditas fazenda de al-
godao e de lia, 1 pacota amostras : a Henrique
& Azevedo.
1 caixa Atas de seda, 2 dilss lonas, 100 ditas
?elas ; aN. O. Bieber&C.
4 ciiiss pianos, 2 ditas filas de seda, 5 ditas .
espelhos, 50 ditas velas, 50 frasqueiras e 50 gar-l as aegelotes materias : arilhnelica e suas appli-
rafoes genebra, 1 pacota amostras; a Manoel caeftea ao commercio, com eepeclalidsde a re-
Joaqulm R. a Silva & Genro. [ducao de moedas, peso e medidas, calclo da
Icaixas vidros, 1 dita drogas ; a B. F. de descont, juros simples ecompostos, tbeoria de peiro's'sce'la com ri^rLtSISi!"? Si """"''
'roblse suas aonlicecoea aleabra at enua- U Zl" f?,,.??^lSPiDaK e pelo poeu-
-r .. .---, -- .,? *| a estrada de Belm, com um sobrado de
(es do 3* grao, e Ibeoria da escripturacao mer-
cantil por partidas simples e dobrada, e suas ap-
plicacoes ao commercio a ao tbesoaro ; devendo
as pessoas da fra que forem admittidas ao dito
coocarao, nao so prestaram exame das materias
exigidas, como das do 1 do or. 6* do dito de-
creto.
Secrelaria da Ihesouriria de fazenda de Per-
nambuco, 23 de julbo de 1862.
Servindo da ofcial maior,
_^_______Manoel Jos Pinto.
que se deu relativo
a o commuoicaote:
)s de aecusacao levan
obeis contra S. Exc,
, dc>0 nosso intento se -
n> cgeote ao melhor real-
:.iExc se v* de dia ero dia
do soberano, a confundir
que, nada sendo em seus
davia faxer-se conhecidas
os que giram em superior
e amante de coraqao da
o ver profligar aquellos
rido para o p do progresso
cha collocada.
ue bs deseja ver na gran-
o publica um esforzado
dedicado inleresse pelas
levada corporago, mas em
e elevada relativa ao grao-
ropde discutir.
looge de hoorar a classe
por cujos iateressento proclama era defender,
a conculca e a me ipreza. porqie faz crer ge-
o i ido s sabe manejir a lia
ieiro, e nao a delicada e no-
ralmenle que
guigem torpe do
bre do cavalleiro.
Estamos dispost
sao no campo do
be prezar nos outj
aa a Revista Mili
a acceitar a luva da discus-
Soura.
II? rfld? u 26 -caix" Pendas de algodao, de
la, da l.nboe mixtas. 1 cala panno de oleado!
/ditas conservas, 4 ditas objectos de papel, 1
dita ditos de vidros, 1 dita ditos de madeira, 1
barril carne, 3 pacotes e 2 caixiohas amostras
a Lindeu Wild & C.
1 caixa |livros era tranco ; a Rabe Schmettia
& C.
4 dilas fazeodas de algodao, 1 dita calcado : a
Alves&C.
40 calas velas, 1 dita salames, S dilas couros
de lustro. 3 ditas canell. 55 presuntos, 50 gi-
gos cerveja, 1 fardo barbante ; a F. G. de A-
raojo.
1 caixa fitas de teda, 4 ditas couro de lustro,
11 ditas fazenda de algodo, de la de linbo e
mixtas, 2 ditas panno oleado, 1 dita miudezas,
4 ditas crioolinas de ac e de algodo e arma-
coes de dita, 14 barricas farioha de trigo ; 1 pe-
cte amostras; a Geb, Kalkmann C.
8 caixas cimphora, 22 ditas conservas, 50 di-
las velas, 2 ditas mindezas, 4 ditas vinho, 1 dita
ararata, 5 fardos papel, 2 ditos chapeos, 6 di-
tos drogas, oleo de ricino, dito de amendoa, e
dito dealazema ; a Christiani,
38 caixas fazeodas da algodo, de lia.de linho,
de seda, e mixtas, 8 pacoles e 1 caixinha amos-
tras, 1 caixa piano, 1 dita agulhas, 9 ditas
couros, 2 ditas diversos objectos de lalo e fer-
ragens. 1 dita impressos ; a Wil & Just.
2 caixas couro da lustro ; a Izidoro Hallidsy
& C
11 dites palitos de fogo, 1 dita amostras, 300
saceos fsrelo ; a ordem.
1 caixa agulhas, 2 ditas cartas da jogsr ; a
Vaz 4 Leal.
* barricas fsrinha da trigo, 25 saceos fsrelo,
2 ditos aves, 1 sacco lentilhas, 1 barrica repo-
Ihos, 1 caixa sal ; a Mternos Lenz.
4 caixas couros de lustro, 3 ditas fazenda de
algodao, 3 ditas
Urna parle na casa terrea o. 45. na rea do A-
Pollo, freguena de S. Fr. Pedro Goncalves. em
cnaos proprios com 18 palmos de frente e 105 de
condice. exigida, no art. 3- do decr.lo o. 2.549'.9wUS? mt>"0' ""^ ""'"'' '*
.. *2?W.tl!P9-.!"! !*!!!*.*! lo feoomfao Cortume. am o Sslgadi-
JJho, fregoezis da Boa-Visu, com 'gamas fruc-
leira, 0 qusl divide pelo aul con.' ,llio 0a Ta-
caruoi, pelj norte com a passigem oV Olinda,

Um indar curo 56 palmos de largura e 88 de run-
do com capellaem um gabinete desala o cbaos
proprios avallado por 5:0009.
)#
aeo<
Santa Gasa da Misericor-
dia do Recites
pre prompto a da
nos a ser lie! ao
miudezas, 1 dita missangas, 4
ditas papel, 4 barricas ferragens, 190 ditas 190
iem que se prezs, e que aa- 'raiueiras genebra, 36 taboaa de pinho, 20 to-
o que era si de prezar ; a | Delafla .d carvo de pedra, 1 pacote amostras ;
sccedeodo a esta conside-
rado, quizer eotr la luta, nos encontrar sem-
e urna resposta,
fco compromisso
obriganda-
'/. H.
lorrjestflii'leiicias
Srs. redacto-es ~ Nimeio do indifferenlisrao
com "que ae $>9 ralctr psentemente os negocios
do alto sarta. O o pod*os Dcar mudo, e por is-
ao vimos prtff.str,r o eo da imprensa pelos re-
eioue se d tactos de or-
'pr
nm,e da comarca de Ta-
orry,y/ic>(;des de que lata
sultados il.'sse de
dem Importante.
Ha quasi dou9
caral se receberrl .
reohida o terrivel de '?r lu8"r Dl em
pouca lempo, se i, gO.ver" nao tomar enrgicas
providencias, que sap3em ales resultantes do
encarniQamento cijmfqut9 olhsm os dous lados
conteudores. I
bs di mal* Importantes au-
i prspcaoes com premedi-
'L J desejos, e como que
eijtar-l corfer o lempo, ape-
aos consignatarios.
3 caixaa meias de algodao; a Seve Fflho
& C.
50 ditas queijos, 4 ditas fazenda de algodao, 3
pacoles amostras; a Daniel Gaimares & C.
1 fardo boquetes, 1 C3ixa meias de algodao, 1
dita 1 barrica drogas, 60 frasqueiras genebra, 2
caixas papel, 40 ditas velas, 3 ditas garrafas va-
zias, 1 dita miudezas, 1 dita fazenda de lia. e 50
aaccos farelo ; a Jos Antonio M. Das & C.
Becebedorla de randas Internas
Seraje de Feroaoibueo.
Rsndimento do dia 1.....1.'055*990
Conanlado
Rsudlmento dodia 1 .
provincial.
.... 3:342$682
Da parte de alg
toridades nascem
tsQao para alcaoc.
a conseguiro a
as de vez em qu
tro oCcio, que em
Paree que ha f:
aquelles sertoe
sem meiito e s
publita e caracl
lidos.
Alto e soro, di
aveis por esse ;
esses negocios,
dem e tranquilli
tencionados.
'odo-ae um ou ou-
>-,*produz2-iro.
oposito de ver enlutar
manter em p homens
cia, alm da da torca
de que se achara reves-
ad devem ser respon-
eresse que se loma por
que sendo vigas da or-
a'preism-as para s da-
uTuiuras de mal iu-
0 serlanejo.
Public s pedido
DECRETO N
Regula a execu
bro de 1860,
autonsadas, t
conceder lolt
o A'tigo 1."
^ t. Ser
de beu9, nierct
salureza, qu se
de sorte ; toda
ver promessa d
deute de sorte.
S8ria por vei
ral da segunda
polica prohibi
que sj vendan
As palavras
houver prome
pendente de a
pectivo chefe,
a ce9sa;o do
DE 31 DE DEZEMBRO
862.
i n. 1.099 de 18 desetem-
libe as loteras e rifas n3o
goreroo fuculdade para
,...
lotera, ou rifa, a venda
i objectos de qualquer
ter ou edictuar por meio
,uer opersco em que hou-
i.io ou de beneficio depen-
, ormado na dsposi;o lite-
co paragrapbo cima, que a
nda de bilhetes garantidos.
, das loteras da .proviotia ?
e qualquer operagoem que
. emio ou de beneficio de- i
-\laarioi no animo dores-I
jul,sse conveniente decretar'
letegarantidas ?
Movimento do porto
Navio entrado no dia 1.
Terra-Nova42 das, brigue ioglez Mary, de
237 toneladas, capitio George Debri, equioagem
11, carga 3780 barriese com bscilbo ; a James
Cabltree & C.
Navio sahido no mesmo dia.
Rio da PralaBrigue nacional a/a/ra,capitioJoa-
quim Ramos de Oliveira, carg assucar e agur-
dente.
Urna morada de casa terrea de pedra e cal com
12 l|l pa mos de largura, 103 de fundo, com
tres qusr os, duas salas, quintal murado, a mar-
' dapovoaco de Beberibe, avallado
gem do rio
em 1:100$.
fr-uVaSi i" ?edI" e "'' com 33 Pa,mos de
frente e 103 do fundo, com duas salas, tres quar-
li7a.Cporn2',OOoJ, **** m"g8m "a* a?a"
frente e 103 de fundo, duas salas, doua quartos
S*'' margem do ri0- ?aliada ero
O dominio directo do solo os roa do Cotovello
da freguezia da Boa-Vista, em que tem casa ter-
895500 Dci" P9t,i" da SilT,> ""liado em
i,r d aSSmn' 9 Js Te,xeira Basl. aguado em....
A Illms. junta administrativa da santa casa de t/.V:; m,
misericordia do Recite manda faser publico qae .""Iro, ,, ?' me'ma "", em l" em a
oo dia 7 do correte, palas 4 horas da tarde, na Manon Lucio do Carmo, avallado em
sala de suas sessoes. vio de novo praca as reo- Tr; Mt^ .
das das casis perteotaotes ao patrimonio dos or- ta, /! ,m!?m.a rna. em que tem casa
phaosabaixo declarados, pelo tempo que decor- I oo*-'/> trlola Marla da Cooceiso, avallado
re-do dia da arrematado at 30 de iuoho de c^,:^;,.
1865, a saber: Ogtro d" ns raesma ra, em que tem casa
Raa da Madre de Dos n. 4 por anno 601 520,?' X~ me'ma seohora, avahado em.......
Dita da Lapa n. 2 por anno 180 8ar' .
Dita da Cacimba n. 5 por aono 1440 uu,ro a'' Da mesroa ra, ero que tem casa
Dita do Bargos o. 19 por anno 168 Tit S 2Jr*oci,co X"ier das Chs" aTalia-
Dits dita o. 21 por anno 125 doftem 8*500-
Dita da Sema la Velha n. 13! por aono 700 ?nd'- > m> ra que tero cssa ter-
Dita dita n. 134 por anno 700 '" a a Jos de Ca"alho Moraes, avallado
Dita da Guia o. 27 poranoo 162 emn67,9W?.\
Dita dita n. 29 por anoo 168 '10 se mesma ra, em que lem casa ter-
Dita do Pilar o. 2 por anno 968 ir" Dj" aI,0S hpMeiro de Maooel dos Santos Nu-
Dta do Sebo o. 3 por anno 160 1 DeA d.e ]!el,, Md em 89500.
Dita do Rosario da Boa-Vista o. 60,por anno 144 ',"". Vl.a* r"a. em que lem casa
Dita da Cruz n. 14 por aano 500 : oieSL An,0D1 Ferreira Lima, avaliado em
Dita da Hoeda n. 21 por anno 300 I aJV- ..,
uutro mo na mesroa ra em que tem casa ter-
rea n. l Mara Amalia de Freilas Culinarias

EfRATA.
Na eleQio 'glor-sa SanU Anna, publicada
terca-feira, 2t panado, en lugar deproco-
rador geral/icisio de Pfla e Silva Lins
lia-seiFr'o de Paula Silva Jnior, como
eugaoo foi pubiieado.
^f&iMIO
Praca *io tt^cfe 1 de
agosto de 1862.
\s (uatro horas da Urde.
Cotaces da junta de corretores.
e 5 0(0 por touel-
Frete.
Assucar para o Canal 40/
lada.
J. da Cruz Maeedopresidente.
John Gatissocretario.
Ksndimeoto do
aJfaadeffta,
da 1 .
11:740*209
ovimuio da alfandenra.
Valamas entrados iomfazendaa.. 55
< > os ganaros.. 143
Valamas sahidoa
V
om tazeodaa..
>om eneros..
== 198
70
241
311
Destarras;ta no dia 2 deagoato.
Escuos hanoveriaoaAtlanticmercadoriaa.
Polaca austracaPirastfarioha de trigo.
Exportaste
Jo dia 31 de julbo.
Brigue dioamarquez Nancy, para Liverpool,
arregaram :
K'.lk-naoo Irmios, 310 saceos com 1,787 ar-
robas de algodao.
Brigue ioglez Mary Block, para Liverpool,
carregaram :
Patn Nash di C 62 saceos com 341 arrobas e
10 libras de algodao.
Barca trancen //aore.para o Havre, carregam :
Tissot fiores, 1.307 couros salgados com TT.'.yj
libias, a 200 quiniaea de pi-brasil.
Vapor fraocez Navarre, para Europa, carreas
Vicente Ferreira da Costa, 15 eai'.'e-s com {
arroba e 13 lisraa 4a doce da goiafe.
I su portavaso.
'fcscurii hino'erum Atlantic, vloda da Hm-
bstej. coosignads a Prenle Visnaa & C,, m-
?ilestou o seguidle:
'jak 8 ) 9ti1> ^sendas de la e algodo, 1
ipacoe e l *,nnha amostras ; a Damsyer & Car-
fazenda de algodio; a A. C. de A-
twlro
1 caixa
breo.
4 ditas pianos e mochos ; a J. P. Vogely,
30barricaa alraiade, 10 caixas drogas, 3 dilsf
fidroi', a Joao da Silva Faria.
O Dr. Tristio do Alencar Araripe, ofDc!al da im-
perial ordem da Rosa, ejuiz dedireito especial
do commercio, desta cidade do Recite da Per-
DMOSoetco e tesTlfffm, por S. M. I. "&"5 -Sfv
D. Pedro II, a quera Deus guarda.
Fago saher aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que no dia 25 de agosto
do corrente anuo, se ha de arrematar por venda
a quero mais der, em praca publica deste juizo,
na sala dos auditorios, depois da audiencia, urna
casa terrea em armazem, o. 18, sita na ra da
Praia ; por detraz da ra de S. Francisco, tendo
tres portat, seodo a do meio larga, e est dita ca-
sa servindo de cavallarice, avahada por 2:0000;
penhorada por execuco de Joo Duarle Cirneiro
Monteiro, como cessionario de Manoel da Fonse-
ca de Araujo Ltraa contra o testaroeoteiro e her
deiros do Tinado Domingos Antonio Gomes Gui-
maraes. E nao haveodo laceador que cubra o
prego da avaliacao, a arrematigao ser feita pelo
valor da adjudicado com o abatimeoto da le.
E para que chegue ao coohecimento de todos
maolei pastar edilaes que serio publicados pela
imprensa e eflixados nos lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco. aos 29 dias do mez de julho do aono
do nascimento de Nosso Senhor Jess Christo de
1862,41* da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu Manoel Mara Rolriguas do Naseimento, es-
crivo o 8ubscriv.
Tristio de Alencar Arsripe.
O espito Manoel da Rocha Lins, juiz munici-
pal, segundo serpiente em exercieio, do termo
da Escada comarca de Santo Antio e provincia
ds Pernamboco, em virtoda da lei etc.
Fago saber aos que o presente edital de vinte
da da prego e tres prsgas virem, que por este
juizo, flndos quesejam os ditos pregiose prazos;
tem de ser arrematado a quem mais mais der e
maitr lsngo offerecer no dia de agosto prxi-
mo iituro ao roeiodia, e na casa daa audieoclas
desti juizo, os bns que foraro peoborados a
Joaquim Salvador Passoa de Slqueira Cavalcanti,
em execugo que Ihe move o presidente e direc-
tores da caixa filial do Banco do Brasil, e a com-
panhia de seguros maritimos, denominadaUti-
lidad Publicacujos bens, sio os constantes da
respectiva avaliaco, existente em poder e car-
torio do escrivo, que este subcreve ; a'qusl
de]theor segninte:
A casa aonde foi o escriptorio da compaohia,
ao p da estagio, avsliada em dezeseis contos
de ris; a casa contigua a cima, avahada em
seis eoontos de ris ; a contigua a precedente,
avallada em sais contos de ris; a cootigua a pre-
cedente em aeia cootos de ris ; a coaligua
a precedente, em seis ontos de ris : a contigua
a preceden'.. <-.n cinco de ris ; as tres sfguin-
tes a esta ultima, avaliadas por quioze contos de
reis, todas tres ; a casa se seguute a cima, em
seis contos de res ; a casa do hotel, avaliada
ra vmte contos de ris ; a casa immedula a do
hotel, avahada em doze contos de reis ; o sitio
da oiiria avalisdo em asis cootos de ris ; o sitio
de Cachoeira, por qoatro cootca de ris ; todaa
estss obras de pedra e cal, meooe a da olera e
da Cachoeira.
E asiim serio os ditos bens arrematados a
quem mais der, a maior lango offerecer no dia e
bora cima margados.
E para que chegue a noticia da todos, mandei
ao porteiro dojuio, affix* a presente, eo lugar
do costume, e que pssse a respectiva cenido.
Dado 9 passado nesta villa da Escada termo da
comarca de Santo Anto e provincia de Pernam-
buco, aos vate e doua dias do mez de julho do
anoo do nascimento de Nosso Senhor Jesas
Chnslo de mil oitocentos e sesseota e dous, qua-
dragesimo pricaeiroda Independencia e do impe-
rio do Brasil.
Eu Mathiaa de Albuqoerque Mello Jnior, es-
crivo u subscrevi.
O Illm. Sr. inspector da thasouraria da fa-
zaodi de Pernambuco, manda fazer publico de
conformilade com a ordem ao thesouro n. 125 da
8 do corrente, que no dia 9 de setembro prximo
Qndo se far concurso nesta thesouraria para
preeochimento dos ligares de prsticaute da
mesma. Os quo preteoderem ser admittidos so
coocurso de'erao apreseotar oesla secretaria qs
seut ri-querimentos instruidos da documentos
que provem : I* tertm 18 ennos completos de
idade, 2 estarn livres de culpa e pena e o" te-
re boro comportamento. Os exames rersario
sobre leitura, analyse grammalical, ortographia t
aritheanethiea at atheffria ds* proforeoet incln>
sivamanie.
Secretaria 4a thesouraria de fazenda da Pft{-:
oambuco, 33 de julbo e> 1862.
Servindo de offlclal-maior.
Manoel IJos Pinto,
00
por anno 300
Os pretendentes devem comparecer aeompa-
nhados da seas Hadares, ou munidos de cartas
deites.
Secretaria da santa rasa da misericordia do Re-
cle 1.' de agosto de 1862.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Escrivo.
Santa casa da misericordia do
\ Recife
A Illma. unta admioisiraliva da santa casa de
misericordia do Recife manda tazar publico psra
coohecimento dos interessados. que entraram de
mez no hospital Pedro II o Sr. Dr: Joaqiim de
Souza Reis ; no collegio das orphas e casa daa
expostaaoSr. Josquim da Silva Castro ; conti-
nuando no hospital dos lasaros e collegio dos
orpbaos o reverendo Sr. Dr. Aotonio da Cuoha
Figueiredo.
Sacrataria da santa casa de misericordia do
Recife 1.' de agosto de 1862.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Escrivo.
Directora das obras militares
A directora das obras militares tendo do man-
dar caiar e pintar o hospital militsr, assim como
de concertar urna jaoella e duas portas -a forta-
tro dito na mesma roa, em que tem casa
ludoV amSJaquiDa de SaD,'AGD8'ava"
Outro cTito na mesma roa, pm que tem caaa
I.Xem w7UnCa J'CClha.d< "a-
Outro dito ua mesma rua, ."\ que tem casa
emr89fa Ad,oqo Bittancourt, avaliado
Ostro dito na mesma rua, em que lem casa
terrea o. 87 Alexandre dos Santos Barros, ava-
llado em 868300. '
Outro dito oa mesma rua, em que t^m casa
ffttSSkj0dquiBS a'Aaa*><*' -
Outro dito ns mesma rus, em que tem casa
lexa do Buraco, convida as peuoasqie" q'.iz"- itSfilO. D' FerDande Lima. "ldo
rem empreitar estes servigos, a aprasdbtarem as
suas propostas na dita directora nos fias 5, 6 e
7 do corrente mez. r
Directora das obras militaros de PV,nambuco
I.* de agosto da 1862.O eacripturario, T
Joio Monteiro de Aodrade jalvioss.
Tribunal do commercio f
P4- secretaria do tribunal do con; \rcio de
Pernambuco e -I p'bCO i5a ?.; ..; pr;s-
loe juramento oentrou no exercieio de*qfflcio de
agentado leiloeadests praga, o Sr. Olimpio Fer-
reira da Silva, para que foi nomeado.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 1 da agosto de 1862.
Julio Guimares.
Offlclal- maior.
Obras publicas
pontede ferro sobre o ria-
cho Brunizinlio.
O director das obras publicas competentemen-
te autorisado pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, fax publico que os desenos e orgamento
para nroa ponte de ferro que se ha de construir
sobre o riacho Bramzioho, na estrada de Pao de
Albo, de conformidade com o 5o art. 13 da lei
do orgamento vigente n. 5*4, se acharo patentes
na repartigio das obras publicas, onde serio mi-
nistradas todss as informagoes necesssrias aos
que pretenderen) contratar a conslrucco dessa
obra.
As propostss serio entregues no palacio da
presidensia at o dia 4 da agosto prximo vio-
douro, em carta fechada, e abarlas no dia 5 a urna
hora da tarda em presenga dos concurrentes, do
director das obras publicas, do inspector e pro-
curador fiscal da tbesouraria provincial.
O eropreiieiro ser obrigado pagar o sello da
respectivo contrato anles deestsr este assigoado,
inciaiodo-se no mesmo, alm dascoudiges apre-
senladas e ora spprovadas a de ser dadozida da
importancia total da obra a quantia correspon-
dente aos di-eitos que devem pagar os objectos
importados para a ponte, se porventura o governo
imperial permitlir a isengo do pagsmento de
taea direitos como se va i pedir.
O governo nio se obriga a aceitar a proposla
mais baixa em prego, se tambero nio apresentar
todas as garantas necessarias a boa execugo da
obra, alm da algamaa outras condigoes que Ihe
sejam avoraveis.
Directora das obrss publicas, 16 de julho de
1862.o director, Marlineau
Caixa filial.
De ordem deS. Exc. o Sr. prasidente da caixa
filial do banco do Brasil nesta provincia, se faz
publico para conhecimenlo dos Srs. accionistas,
que o theaoureiro da mesma caixa est autorisa-
do a pagar o 17* dividendo relativo ao ssmeatre
fiodo, em 30 de jtnho prximo passado, a razio
de 8480 rs. por aegio. de cooformidsde com as
ordena recebidas da caixa central.
Caixa filial do banco do Brasil em Pernambuco,
19 jallo de 1862.O guarda litros, Ignacio Na-
nea Correa.
O abaixo assigoado, langador da racebedo-
ria de reodas Internas geraes, pelo presente avi-
sa aoa dono*, gerentes, ou orocuradores de casas
commerciaes do bairro do Recife, que contina o
langamento pelas ras dos Tiooeiros, Trapiche,
praga do Commercio e rua do Vigario, afim de'
que tenham promptos os saus recibos, papis da
trato eu arrendamantos, psra em vista dolas ser
feito o processii do mesmo langamento.
Recebedoria da Pernambuco, 26 de julbo da
1861.
Joe< J. Ce Souta Lirooeiro.
O Ulm. Sr. inspector da tnesourana proain-
cial manda fazer publico que do dia 2 do corren-
te por dianla, psgam-se os ordenados dos em-
bregados provinctaes, vencidos no mez da julho'
prximo Ondo.
Secretarla da tbesourarit provincial d1-, per.
namboco 1 de julho de 1862.O secr8_r0
Aotonio Ferreira d'a.r ouncagi0-
Fica transferido para o di, 5 do correte
depois da audiencia do Dr. ji; 7 muniejp,! t |i
vara a ulliroa praga dos "^uimp, bens:
Uro sobrado de dous ,,, lia rua da Senza-
la Velha n. 128 c m 16 pa|mos de frente e 128
?*iu. eni chios foreics, avallado por....
Um dito meiago-i D. J8, oa rua do Trapiche,
de irea andarea. Bln criaos oraprioa. com 30 pal-
mlrL ren,e e3loefuo9, avaliada por....
4:Wji?. i
avaliado em 74g400.
Oulro dito na mesma
_ _.------._, que (em Casa
terrea n. 69 Jos Aotonio Bitlancoi
rua. em
em 828400. ~ ~......"" "alado
O-tro dito ns mesma roa, em que tem casa
7MM0' Q'eSm0 seDhor',cim8. vahado em
Outro dito na mesma rua, em que tem casa
769000.' An,0DlF erreira m. a7lo em
Outro
IHk
COMPANHA BRASILEIRA
DE
MIDPTBS l MWMt
At odia 5 de agosto esperado dos portos
do norte o vapor nacional forana, commandan-
te o pnmeiro-tenente Antonio Marcelino Pontea
Hibeiro,, oqual depois da demora do costume
so'uir para os portos do sui.
Desdo j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual deve-
rS aer embarcada no da de sua chegada en-
commendas e dinheiro a frete at o dia da sabi-
da as* ^'ras: "enci roa j g~; : l et.
criptorio de Antonio L:.'! Otireira Azevedo
& C
1 horas da manhia na porta do Aunes, defronte ds
I slfaodega.
LEIUO
\
DK
COMPANHA. PERXAMBUCANA
DE
Navegaipo costeira a vapor.
Parahiba, Rio-Grande do Norte, Macau,
Aracaty, Cear, e Acaracu*.
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sahu para os portos do norte al o Acarac,
no da 7 de agosto as 5 horas da tarde.
Recebe carga al o.dia 6 ao meio dia.Eneom-
mendas, passageiros e diubeiro a frete at o dia
da saluda as 2 horas ; escriptorio no Forla do
Mattoa n. I.
Janeiro.
O brigaa Deolioda segu sem falta no dalo
da agosto, pode reteber alguma carga miada ;
trata-se com os consignatarios Marques, Barros A
C largo do Corpo Snlo n 6.
o de Janeiro
Pretende seguir com muita brevldade para o
Rio de Janeiro o veleiro e bero coohecido brigaa
nanonal Almirantea, tem parta de aeu carrega-
raento prompto ; para o reato que Ihe falta, tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz da
Oliveira Azevedo, no seu escriptorio rua da Cruz
Damero 1.
llia de $. Ni-
Um sobrad
Terca-feira5 do corrente as 10 Lora
em ponto.
0 agente Tinto f.r leio do sobrado de una
andar n. 8 silo no becco do Padre fregu.*.
clonado am seu escriptorio rua sTj Cadeia n. 9
LEIlAO
DE ,
Um piano mecnico em perfeito estado,
1 mobilia de amarello, 1 guarda rou-
pa, 1 tocader cora grande espelho, 1
secretaria de Jacaranda', 1 cama de
ferro cora colxoes e cortinados, 1
cadeira de balano>, 1 dita poltrona,
1 mesa de charao, 2 pares de lanter-
nas de crystal, 2 pares de jarros, I
apparelho e 2 salvas de metal fino, 1
estante para livros, 3 ven eianas com
caixa, 1 violao novo, alguns objectos
de ouro, 2 toalhas de labyrintlio no-
vas, alguma louca de porcelana, fa-
cas, garios e colheres e muitos outros
objectos.
Terca-feira 5 do sorreiite.
O agente Pinto far leilao por conta de um ra-
paz soltelro que retira-se para Europa a sem re-
serva de prego, dos objectos cima mencionados,
axistentes no prlmeiro andar do sobrado o. 138
da rua da Senzala Velha, as 11 horas do dia
terca-feira 5 do corrente.
LILAO
cra-
Gongaives
., roa, ero que lera casa
Santos-Hunes de Oliveira,
Outro dito ns mesroa rua, em que tero casa
terrea n. 92 a irmaodide do Sanliasimo Sa
ment da freaezia d* S. Fre Pedro
do Recife, avahado ero,78$800.
Outro dito ua mesma rua, em que tero casa
terrea n. 95 Thomaz deAquino Fonseea. avalia-
do em 228.
Outro dito na mesma
irea n. V Jos Oo
avaliado em 209$.
Ootro dito .oa- mesroa rua, em que tem casa
erre, D. 4 Jacintho AfTonso B.slos, avaliado em
1 1 v*
Outro dito na mesroa rua, em que lem casa
terrea o. 6 Jos Candido de Carvalho Medeiros
avallado em lll|80O.
Ojtro dito na rua de S.Goocalo. em que tem
casa terrea n. 14 Jos Clemente Peroira dos
dantos, avaliado em 1115800,
Outro dito na mesma rus, em qae tem casa
aM n. ii5i2? Goaiei Tavares Jnior, avalla-
do em 108S3UO.
Ostro- dito na rua do Cotovello, era que lem
casa terrea n. 15 Uarianna Doroiha Joaquina
avaliada oro 88S&00. "asvsssse,
Por execuco fle D. Maranna Dorotha Joa-
quina, contra Jos Rodrigues do Passo.
E' a ultima praca.
PIMIf AC\0 UTTBAHU
A mullier, a familia e a
ao.
POR J. GUENEES DA SILVA E MELLO.
(Preco da assignatnra 2$000.)
Acha-se no prlo prestes n sahir a luz esta pu-
blua(Io, importante pelo assumpto que eoeerra.
A sua entrada no recinto do lar domtstico ds
grande necassidade na actualidade, que a pha-
lange do erro tem levantado os seas acampa-
mentos psra guerrear a religlio do Chnslo.
Acha-se aberta a sua assigoatura na livraria eco-
mica, rua do Crespo n. 2 ; na Universal, rua do
Imperador n. 20 ; na de Antonio Domiogues Fer-
reir na mesma raa o. 69 ; oa mesroa rua n. 29
a na caaa do aator, roa estreita do Rosario n.
19, seguodo andar.
O autor deposita extrema confianza no espirito
dei religiosidade queanima os nossos pas de fa-
milia.
gu IporZsboa,
sahe al o dia 30 do correBte o patacho
guez Lima, de prlmeira msreha, ainda
carga para os portos cima, bem como passagei-
ros, para o que lem exce||ents commodoi.
porlu-
recebe
a Bulla
coro muila brevidade pretende seguir o bem co-
ohecido e veleiro brigue escuna Joven Arlhur,
capilo Joaquim Antonio Goncalves dos Santos,
lem parte de aeu carragamento prompto "ara o
resto que ihe taiis, traia-se com oa ssus'coosig-
natarios Antooio Luiz de Oliveira Azavedo & C.
no seu escriptorio rua da Cruz n. 1.
em
COIPAXUIA PERIUIBUCAIU
DE
vegacio costeira a vapor
Macei pe'.is escalas
O vapor Persinunga, commandante Moura,
aahir para os portos do sul toeaodo as escalas
no dia 5 de agosto, s 4 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 3 ao meio dia. Eo-
commendas. passageiros e dinheiro a frete at
o dia da aahida as 2 horas: escriptorio oo Forte
do Mallos o. I.
IkS^ h
Urna casa terrea
eSmeia-guas no fundo.
T-ica feira 5 do corrente as 10
lioras em ponto.
O agente Pinto f.r leilao de urna casa terrea
Sita em chaos proprios na rua do padre Floriano
n. 35, com 21 palmos de frente e 60 de fundo.
com portao para a rus da Assumpcao e tero 4
a-aguas no fundo, e rende ludo 126J meo-
CASSINO POPILAL
BAILE
EXTRAORDINARIO
EM
Becefieio da orchestra.
:_-jes:
Sabbado, 2 do corrate.
O director da Cassino Popular, quetendo ser
grato aoa Srs. profesores da orchestra cedeu e
mesmo majestoso aalo em beneficio dos meamos
seohores, a dsrem ao publico um Orlbante baile;
os mesmos esperam que o respeilavel publico
Ihe ser generoso como costume, com lodos
aquellaa que a elle recorrem implorando pro-
teccao.
Estar uma banda de msica a tocar desde a 8
horas at entrar o baile e para maior brilbantis-
tj" os intervailos serio preenchidos. com lindas
pec/s de harmona, sendo as contradaoaas novas
e de apurado goslo, e o quaalo-estiar ao alcance
dos beneficiados.
Ser mantida a ordem como de costume ; a
paga dos carios ser felU & entrada, sendo as
damas gratis.
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muita brevidade o veleiro e
bem conhecito patacho nacional aCapuan, ca-
pitio Thaotonio Jos da Silva Rosa, lem parte
de seu carregamento prompto : para o resto que
Ihe falta, tnta-sa com os seus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo A C.
criptorio, rua da Cruz n. 1.
no seu es-
im
LEILAO
DE
Um escravo
Avifios mriti5to.
Para Porto Alegre pelo Rio Graoda do Sul
aegue com moiu brevidade o p-ttacha Novo Li-
ma, capitio Ij Antonio oa Silva, recebe um
resto de carca a (rete razoavd B tratar no es-
criptorio do .sioris Irmios roa da Cruz o. 3.
Terca-feira 5 de agosto.
O agente Pinto far leilao a reqeerimento do
depositario da massa fallida de Fariaa & C. e
por mandado do Dr. juiz especial do comraeraio,
do escravo Agoaiioho, pertencente a mesma
massa, s 10 horas do dia- cima mencionado em
seu eaciiptorio rua da Cadeia p. 9.
LEILAO/
50 barricas com cimento
escuro,
Segunde-feira 4 do corrente.
O agente Pesian a vender por conta e risco de
quem perleBcer 50 barricas con cimento escuro
desembarcado ltimamente. ser vendido a
vonlade : aegvnda-feira 4 do crrante pelas 12
borasda menhaa na arcada da alfaodega.
80
saas, as 10 horas do dia scima
seu escritorio rua da Csdoia n
mencionado em
Fareilo de arroz.
Segunda-feia do corrente.
O agente Almeida fsr* leilao por conta e risco
de qlem perteucer de 80 aaccos cooi farellu de
arroz, no trapiche baro do Livrameoto no For-
te do Mallos, s 11 horas do da cima.
ftYIrtO ) :x--i-:'-.'< Por vezes temos declarado que os eropre-
gados deste Diario r.5o eio eocarregados de
tomar ero iliminar assignaturaa, e nem fazer
tranfereociaade moradas, devendo todas estas al-
terares serem fetss na livraria n. 6 e Sda praca
da independencia, onde existem livro-para esta
I*m;aroentos ; e da novo previnimos-aoa Srs. as-
ignantes, que tiverem fazr qualcyier das re-
feridas alUra^oeSv de se dirgirem a ,-eferida li-
vraria, nao sendo valido qusljuer eulro lugar
ou meio. Igualmente advertimos aos asa so
acham por pagar, que mandem rea'.isar seus ps-.
gameutos, pois- e lempo proprio ha muuc-.
peaoon.
Hoje
Irahida
LOTERA
caixas cora ve-
las de sebo. Wtrii
Sabbado 2 do ^rr*^ ,"* 'tJ^^P^- H,^?*-
2 do corrente mez ser, ex--
impreterivelmoate a quinta,
parte da primeira loteria ben'eGcio-
dos religiososlracciscanox de Olioda, no
consistorio da igreja deN.S. do Kosaria
deSaato Antonio. Oo bilhetes e meiotv
billietes acbain-se a venda nr. respec-
tiva thesouraria rua do Crespo n. 15
e as casas commi&sionadas praca da
independencia n. 22 loja do Sr. Sa-
tos Vieira, tua da Imperahiz |kk de
ferragens n. U do Sr. Pimentel, rua
Direita t. 5 botica do Sr. Chagas, e
na rua da Cadeia do Recife loja u. 45 da
Sr. Porto.
As sortes d 5:0000 al as de 10$ se-
rao pagas uiaa hora depois da extrac-
cao, e as outrps, poif.'n, no dia mme-
diato logo que se r^Aham di*tribuidaa
listas.
O theaoureiro,
Antoni
Rodrigues de So
uta.
Neo* typographia precisase ial-
ar a p_i"*>? que representa o fallecido
e *oi egento
do Norte,
n- 7 oa
ileg-se
argos e
.casa ierres
lotes a Tootade ------------! *' roo 4a Aorora o. 86.
MELHOR XMPLR ENCONTRADO ilLEGVEL MUTILADO
'------- -_- t isaa

\
DE
200 barricas farinha de (
Trieste SSS e SS.
Segunda feira i do corrente.
O agente Pestaa vender por corita ejrisco do
quem perteo.er 200 barricas com farioha de Tries-
te de marca SSS e SS.deaembarcada ltimamente
a qual ser vendida em lotea a vontadedos com-
pradores: seganda-fnra 4 do corrente pelas 10
horas da msr.hia, no arrraiem do baro do Li-
vrameoto do Forte do Mallos.
predio
chao proprio na rua do
QueimadoD. 3.0.
No dia terca feira 5 do corrente.
F.m virlude do reapectivo despacho do Illm.
him. Sr. I)r. juis especial dj commercio, a re-
querimenlo do inventarame a axpressaa orden
de herdeiroe se far leilao de todo o sobrado de
3 andares, na rua do Queimedo n. 30, a lt ho-
ras do di na rua da Cadeia n. 45, sendo que da
parte correspondente ao expolio da fallecida I).
Antonia Maria de Castro logo que seja erTectuado
o leilao o comprador aera obrigado a apresentar
a sua importancia pars ser lecolbido ao deposito
publico : po.-laoto os pretendentes se aDtecipem
a exanjina-lo, alim de eproveilar a opportunida-
de da comprar um elegante predio, sito em uma
das prmcipaes ras do commercio, por iuterven-
Mn do asente Ka>hm
V


DIARIO IB PKUUMBDCO; ** SABBDO 2 DI AGOSTO M U6I,
Asphallo.
MaDoel Firn,ino Ferreirs cora fabrica i* ...
phalto na ruada Coucordi. o. 75. 0I-'ece s0\es-
peitavel publico este excellenl* til''',. -
as de morada, .rmm- : '^. .c .U "
seu preco poacoe- C8,?'d8,j e.-'l
torna-s* njai" -cede do lad.ilho de lijlo, roa
..m mais econmico pal sua duracao,
preservativo de cutim, dos ralos, formigas, t
de humilade. O fabricante garante lut solidez,
podendo rodar wor cima carro* com graodei pe-
sos, pipas, etc. Tambera le prepara para faze-lo
de corea, pola j fez tncommenda'para Europa
do arranjos para isio necesstri".
i Casa para alugar.
Na ra Imperial n. 116, ara andar muito freico
para a presente estacan que vai aotrar: a tratar
uo largo do Tarso n. 141.
lteiico
Lavagem e engommftdo
de roupa, do Ramos mentel.
Empreta importante, que vai prestando rela-
jantes servicos seus treguezes pela promutido
o pertic.ao com que lava a roupa seo. a estragar
PREQOS.
Roupa sortida (embora nao venbam meiai neta
lencos) 40 re por peca.
)'e-s gran es igoladamente 100 rs.
Roupae de navios, vapores n hospilaes 70 rs.
Dita de familia que nao fregteza 80 rs.
Dita de doenle de lamilla que nao (regusza
a 120 n.
Urna reda ou cortinado de cama ou varanda
a 50G ri.
O preco dos engommsdos mdico e confor-
me as pecas, como costumam fazeras engomma-
deiras. O preso da entrega da roupa lavada
8 das, e engommada 15, sendo q muitas veze
st prompta autes do praio. Deposito na ra
Nova.
CONSULTLO ESPECIAL BOMiMATaiCti
DO DOUTOR
SABNQ O.L. PINlO.
Ra de Santo Amaro (Muidc
Novo) n. 6,
GonsuKca todos oa dias uei* deed* as 10 harai
ate meio dia, acerca da seguinWa moleftlas
tnoiaittas da muihcras, moltttiat dat ertan-
5as, molestia da ptlU, moitttiai dot omes, me-
ssttas typhililicas,todat a* tsptcitt i* ft'ret,
ftbrttinttrmilltntet tua eomcjueneias,
PHXRHACU KSFBlAL HoUEU PaIKICa .
Verdadeiro medicamento homeopathieoa pre
jando* som toda a cetela neceaaaria, n-
alliveisera saus erYeitos, tanto em tintura,cjm*
ci glbulos, pelos presos maia commodos pos-
abais.
K. B. Oa medicamento* do Dr. Sabino cao
Snicamente rendidos err tua pnarmaeia ; todoi
que o forem tr* dellaaa falsas.
Todasaacartekss 5o aeorapanhadas da o.
impresao com um emblema em relevo, tendo ao
reopr aa seguintee palavra : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema* poste
igualmente na lista dosmediesmentos que sa p*-
te. As carteirasque nao levaremesseimprevse
assim marcado, embora enbsm nttimpa o no-
ase do Dr. Sabino o faUo
ENSlNO
Pralico-IIieorico
DA
LINGUA FUNCEZA,
SEGNno
O NOVO MLTHODO
DO
Dr. //. G. Ollendorff
PARA
Aprender urna lingua cm seis raezes
Flix Venancio de Canlalicio pede a seas fre-
guezesque lhe sao devedores em quaolo antea
venham pagar seus dbitos no espaco de 15 das,
do contrario Isncara mo dos meios jediciaes
lira de lhe pagsrem. ______
I Gompaiihia Pideiidade de se-
guros maritimos e terres-
trts,abei^f^ n0 Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$.
Agentes cm Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira Azavedo & C. compe-
tentemente automadoa pela directora da compa-
obia de seguros Fideiidade, tomam seguros de na-
e predio, no seu escriptorio,
Joao da Silva tamos,
medico pela Universidade
de Coimbra,
da consultas em casa, dsa 8 s 10 ^.tl da v
nba, e presta-sea qualquer t^Mtfta Sai
conheclda promptidao. "^
Gabi*~- ~#*
vio, mcrcadorias
ra da Cruz n. 1.
Dentista de Pars.
15Ru?* Nova15.
Frederico Gaulier, cirurgiao dentista
faz todas as oparaeoes desua arte a e co-
loca denlas artificiaos, tudo com -sdeln
lioridade a perfeicao que as pessoas-,er.
tendidas lhe reconheoem.
Tem agua e pos dentificios,
-/ele medico cirurgico.J
1 Ra das Flores n. 37. 9
9 Sern liad consaltas medisii-cirargl-
9 ca peloDr. EttevoCavalcanli do Alba- >
O (f *;r.iuo da S aiu oras da m an haa, ac- tf
O cudindo sos chamados com a maior bra- 9
a vidadr possivol. 6
0 I- Partos. t
ga X.* Molestias de pallo. 9
8.* dem do olhos. m
9 4.* dem dos ergios ganitaes. 9
^ Prsticartoda o qualquer operacao am 9
^ seu gabinete ou em casa dos deanes con- 9
eja, forme Ihes fdr tnaii conveniente. 9
999999999999999 98908
Offerece-eum bomm portuguez, casado
e tem pouca familia, para er caixetro de algum
engenho perto da prega, ou mesmo para adminis-
rrador do alguma faznda, o qual sabe bm Ur e
escrever, e tem muila pratica de qualquer nego-
cio ; quem pretender annuncie para sor procu-
tado.
Aluga se o prim 22, oa ra eitreita do Rosario '. a entender-se na
mesma ra casa o. 23, segundo andar.
SEGUNDA E^vD
THESOURO HOME0PATH1CO
Vademcum do homeopatha
pelo aoator
SJUBEHi Kste Iirro quo se tem tornado to popular,
quanlo nacesssrio, acaba de ser publicado com
lodoa os melhoramentos, que a experiencia a oa
progressos da sciencia tem demonstrado. A no-
va adicto em tado superior primeira, en-,
1.* Mals ampias noticias acerca do curativo
daa molestias, com indicsc.oes mai proveilosas
dos medicamentos novos recenlemente ezperi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2.* A exposi$oda doutrina homeopatha.
3.* O esludo da apropriagao dos remedios se-
gundo ss predominancias dos temperamentos,
das idades, dos sexos, e segundo as circumstan-
cias atmosphericas etc., etc.
4.* A oreservaco ou prophilaxia das molestias
hereditaria*.
5.* A preservado das molestias epidmicas.
6.* Uns estampa Ilustrada demontlraliva da
continuidade do tubo intestinal desde a bocea at
o anus etc., etc.
Vende-se ni pharmacia. espbcial homeopa-
tiuca, propriedade do author, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Preco de cada exeas piar. .
N. B. O aenhore atsignante*
dar receber seus exemplares.
ficcisa-se alugar urna escrava
para o servico de urna pequea familia,
preferindo-se que compre e engom-
le : na ra da (,ruz n. 45, armazem.
Alaga-ae o expeliente lerceiro audar o ca-
sa da ra do Vigario n. 23 : a tratar na mesma
ra, casa n. 7, ou no largo do Corpo Sanio n. 6,
li'RUpito andar.
. ; 20*000
queiram man-
Aluga-se por comruudo preqo o excellenta
sobrado o. 7, de tres andar, na ra da Cruz,
mnito conveniente para os seohorea negociantes :
a tratar na ra do Imperador n. 85, prluaeiro an-
dar, ou na ra da (ladre de Deoa, armazem n-
meros 22 e 24.
POR
f
\
Bacharel em direito.
2 volumes em 8."
Sabio do prelo o !. volunte desta obra, lotei-
ramente nov, eunica escripia em portagaez por
aquelle systema, approvada pelo conselho direc-
tor da inslruccao publica para servir de compen-
dio as aulas publicas de inslruccao secundaria
da provincia, e accommodada ao uso de quanto
prete-nderam fallar e traduzir com propriedade
a lingua francea.
Acha-se vend no escriptorio do autor, rsa
do Ouetmado n. 26, onde ainda s recebem ai-
signstura (7(000), at a publicarlo do 2 volu-
me ; depois do que vender-so-ho a lOjjOO o
exemplares.
RETRATISTA DA CASA MPEIUAL
Ra do Cafoug n. 18, entrada pelo
pateo da matriz.
Esa galera ornada com o augustos retratos
phutograt.hicnada SS. MLI. e d- ereoissiroa
princezas imperiaes, assim como rom os de mui-
tas das principis pessoas desta cidade, isla a
disposir;ao do publico, que apode visitar todos
es dia das 8 horas da manha 5 da larde, o
examinar 01 trabalhos exposto.
Continua-se a tirar retratos por todos os sys-
teioas pl.olographicos, e especialmente por am-
Drotypo ten carloes de visita. Fazera-se taro-
bem mimosas miniaturas em talco para se collo-
carem em joias.
Os presos dos retratos sao os mais razoaveis
que se encontram ntsta cidade.
J. Ferreira Villela, photographo.
11 Rua da Cruz\ 6
O Dr. Rocha Bastos
d consultas todos os dias.
Cur radical o em pouco das moles-
lias syphiliticas o dos orgos genito uri- 3
narios.
8 Consultas de graga das 8 es 9 horas da a
manbaa.
' 1
Troca-se poroutia menor, ou vende-se urna
excelleute (asa terrea sita em urna das melhore
raas do bairro de Santo Actonio, cuja casa tem
um grande quintal com porlao para boa ra, po-
dendo por cous^guiule servir pera levan'.or-se
outra casa ; na ra do C>bug n. 18, sbralo,
do-se ioformaQes.
BeruarJino l'en.ira Malta participa ao
amantps do bom gosto que tem estabelecido em
Jabosiao um grande hotel com todas aa qualida-
des de coma e camas para quem quizer des-
cansar, e juntamente cocheira para guardar ca-
vallos.
| Saques sobre .Portugal.
O abaixo sssigoado agente do Banco
Mercantil Frmente nesla cidade, saca
effectivament por lodoa os paquetes so-
b;o o mesmo Banco para o Porto o Lia-
boa, por qualquer somma avista o a pra-
zo, podendo logo os saques a prszo serem
descontados no masmo Banco, na razao
de 4 por etnto so anno aoa portadores
que assim lheconvi6r : as rusa do Cres-
po n. 8 oa do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
as^sr? ese ooeesf
'iaiiio Jnior
geral que jul-
Pateo do Livramento n. 11.
primeiro audar.
O dentista Numa Pompio planta dente arti-
Bciaes por grampos e ligaduras a a pressao do
ar, d.nies iaeorruutiv-i -.bre euro, systema
norte-americano e faz todas asoperap.es de sua
rta e com promptidao o limpeza
Mvr do Povo.
Sthio a luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a directo do Sr. Dr A. Msrquea Ro-
drigues, o contm a vida de N. S. Jess Christo,
segundo a narradlo dos quatro evangelistas, o
mais os seguintea artigos : o vigario, o professor
primario, o bom homem Iticardo, a moral prati-
ca. Simio da Nanlua, maximaa e pensamentos,
bygtene, os devereados meninos, e o Brasil.
A publicado do LIVRO DO POVO nao stam
por m uniformiiar a leitura na escolas pilma-
ria, onde cada menino aprende por um livro
differeDte, e portanto facilitar o trabalho do mof-
are o do discpulo, como tambera vulgarizar, por
m prego bartisaimo, a bittoria do silvador do
mando, e oa melhorea preceitus do moral.
Vendo-se o Livro do Povo, no Recife, na
Kvraria da pnri da Independencia ns. 6 8, a
500 r. o axemplar em brochara, o a 800 ra. car-
tonado.
Anenda-e urna propriedade era Apipuco>
tendo eaia que se alugam pela feata e que t
por si deixam a renda de toda a propriedade, ter-
rea occopadaa cura capim, que rendem de 500 a
gOO fetaes diarios de verao ioverno, e tendo
quem a arrendar a grande vantagem de encon-
trar tudo quaoto necessario para o servico
da mesma, canda, ferrameotas, cavallos etc.,
o que ludo p-jde entrar no arreodameato, con-
forme o negocio : para ioformscea na ra Nova
n. 8.
\ JSoga- se aos devedores do fallecido
Joaquii Jos Kibciro de Oliveira que
te*?e lojatiarua Direita n. 55, que ha-
jam de virvpagar seus dbitos na mes-
ma toja ou na rija do Queimado n. 41 e
W, ewlevudo desa forma o receber-se
judiciaimente e pubUcar-se seus nornes
por este jornal.
Antonio da Silva
participa ao publico em
ga nada dever tanto resta praca como
cm outra qualquer parte, mais se algu-
ma pessea se julgar seu credor apresen-
te suas coritas no prazo de 30 dias afim
de serem pagas. Recife 50 de julho de
1862.
Sorlimonlo completo da aobrocasacos de pinno a 359, 283, 309 a 35]
faltas a 25$, 28$, 30g e 35{, paletcts acasacados d panno preto do 16 at 1
d cor a 150,183 o 20$, palttots saceos da pauoo e casemira da 1-3 at 149, <
m crin o la do 49 at 69, sobro do alpaca a merino d 79 at H>9, calcas pi
s9 el 14$, ditos o cora~9 al 10$, roupaa para menino de todos os tam
monto do roupas do brins como seiam calcas, paletots o collc-tes, sortmento
mtim, casemira o velludo de 49 a 9$, ditos para casamento a 59 a 69. palet
setnta a 49 a 5|, caigas brancas mailo finas a 6j, a um grande aortimento de fajendaa fina a e rao-
mrna, completo sortmento de casemiraa ioglezas para homem, menino a aenhora, seroalas do
4oho a algodao, chapeos da sold soda, luvaa. da seda da Jouviu para homem o senbora. Te-
laos ama grande fabrica da alfaiala onde recebemos ncommeodas do grande! obras, qaa para
nso est sendo administrada por um hbil tueslre de ^melbanle arta a um pessoal do mais do
linccenta obrairoa etcolhidos, portanto executamos qualquer obra com promptidao amala barato
da qua am oatra qsial<;uQi aaaa.
casacos multo bsm
ditos da casemira
i saceos dosipaea
do casemira do
Moa. grande aorti-
e olletas pretoa do
. brancoa da bra-
w
W
meaico cira v
ft-milklftik GI^OBIA. CASA. BO \3W6AO -*
Consulta por ambos os syster^s,
O Sr. Frederico Augusto de Le-L*S
3Ra cstreila do Rosario~3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar dentes artificiaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
ceba paga alguma sera que as obras nao
flquem a vontade de seus donos, tem pos
outi preparace as mais acreditadas
para fonservacao da bocea;
Si
Em consequencia da mudanza para a sus nova residencis, o pro>rptar;0
monto acaba de fazer urna reforma completa em todos os seus medicamen08,
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao s C0'D
nenhum outro, visto o grande crdito de que semtre gozaram e gozam ; (,r
1 preceu^o de iuscrever o seu nome em todos os rtulos, devendo ser c nside
dos todos aquelles que forem apresentsdos sera esta marca, e quando a < i;s
prar queira ter m
pal marcado com o seu nome.
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assignada
,nuu a v-^so,
pelo DtJ-obf
mos tem urna carta de importancia pa
ra lhe ser entregue em mao propria, na
ra de Santa Rita n. 15.
Constando a abaixo aaaignada qu teu ma-
rido pretendo vender urna aua casa sita na tra-
vessa da Muleta n. 6, faz scienle ao publico que
ella se oppbe vend da mencionada casa.
Romana Vir.eocia Vieira.
Arrematacao.
j63tt& &>$$ k@S3@i
'
Ao publico.
Cartas de viila
Gerioe de visita
Candes de visita
Carloes de visita
Carloes de visita.
Prego reJuzidoa
Pracos reduzidos
Prcos redu/.ijos
Precos reduzidos.
A dnzia por I2g
A duzia por 129
A duzia por I29
A duzia por I29
Duas duzias por 209
Duas duzias por 209.
Novo estylo de photographla
Novo estylo de photographia.
A rnbrolypos am caixss 29
Ambro'ypos em caixas 29
Ambrotypos em caixas 2;.
O retratista americano
Alberto W. Osborn
Ra do Imperador.
ionsullas medicas,
2
%\
Serio dadas todos os dia pelo Dr. Cos-
me da S Perelra no sea escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde 6 at a 10 horas
da manha, menos aos domingos ; sobra...
1.* Molestias de olhos.
2 Molestias do cor seo ede peito.
3. Molestias des orgaos da gera;o o
do anua.
O exame dos doentes ser felto na or-
dena de suas entradas, come;ando-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chlsnicos, acsticos e p-
ticos sero empregados em auaa coosul-
tacoes e proceder com todo rigor o pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, natureza e
cauta da molestia, a dahi deduzir o pla-
no de tratamentoque deve destrui-la, oa
curar.
Virios mediesmentos sero tambem
empregados, gratuitamente; porm
pela certeza que tem do sua verdadelra
qualidade, promptidao em aaua effeitos,
e necassidade do seu emprego nrgtBto
que se usar delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doenWs toda, e qaalquer operacao que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujofimae acha
prvido de urna completa collecr;o de
instrumento* indispensavel ao medico
operador.
fieitar olhos arliflciaea ; para o quo
se acha prevenido de pecas e instrumen-
tos necessarioa.
Por mel deexperienciaa pticas indi-
car aoa doentea qual o grao do vidro que
os oculos devem ter para qao sua vista fi-
que bem acommodada, e jamis sa fa-
tigue quando ostlver spplicado ao tra-
balho.
i
8
8
8
8
V
T** atte^o!! Carvalho & No-
r
-
9
y
i
Q* abaixo ssslgmdos liquidatsrisVa msssa da
extirKl firma de Jos Goncle MaK'eir*, ro-
gara aos devedores da mesma e muiloVparlicu-
larmente a aquiua qU(rD ae (em Xitregus
cootas o cartas aa quaaa -1 resoondraar\
Cieram de modo incooTantenl, ^ _... ,_.
taa renham o.ldar seua dbitos, pofl,"01," "
de iBKeptibilldadea est aempre a le. *** lt g 7--" .---------------L
i. m. s. AguUr & c tf otario '-meiro andar.
gueira
Bjausam sobre Lisboa, Porto e
lllhajdj3 Q ,Miguel; Da ra do
_ No da 5 de agosto na pTac^dontlTTrT
municipal da primeira vara, depois da
audiencia tem de ser arrematada urna
parte do sobrado novo de um andar
com grande soto na ra de Santa Rita
n. 1, em chaos proprios, com 52 pal-
mos de frente e 90 de fundos, com ja-
nellaspara a ribeira e com frente tam-
bem para a ra nova de S..nla Rita,
avahado todo o predio em 12:000$
sendo a parte que se tem de arreun tai-
na tjuantia de 4:047^066 rs., por exe
cucao de Rernardino Francisco de Aze-
vedo Campos contra Casemiro Gomes
da Silva e sua mulher.
Umafcessoa que se acha ha maitos annos ha-
bilitada n\ps negocios judiciaes se oTereco ato-
mar cont de qualquer appellaco viudo de fora
ou mesm desta pra$a ede qualquer questo que
se. heja de propor de novo e lhe dar o devido
andamento com tode o zelo e actividade tudo por
preco e-Mu modo : quem se quizer utilisar de seu
off#recii eotodttija-sea raa do Queioiado n. 9,
escriptu do lllm. Sr. Dr. Castello Branco o.
61, das hora do dia 6a 3 da tarde.
Outro sim : acaba de receber da Franca grande porclo de tinetur
medio estes de summa importancia e cajas propriedades sao to conhec
mdicos allopalhaa empregam-aa constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur am tincturas ca6tara
O proprietario deste estabelecimeiito annuncia a seus clientes e an
luCncieutes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou
operacao, afiiancando que sero tratados com todo o disvolo o promp
aquellos quo i tem lido escravos na casa do annunciante.
A situa;ao magnificada casa, a commodidadadoa banhos salgado
gons para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizarem fallar com o annunciante dovem procura-
t da tardo das 5 em diante, o fora deatas horas senario om casa pessoa c
ender ra da Glia n. 3 casa do funda o do Dr. Lobo Moteoso.
.* eatabelecl-
fundam cora os de
prietario tem tomado
rados como falsillca-
1ue os mandar com-
1 Mosaozo o em pa-
nl
l
I o
qua
o a belladona, re-
os meamos Srs.
vidro.
tem
commodoa
como sabem todoa
su
'e
tras tantas vanta-
ha at 11 horat
ae podero su-
MM
Aiod se precisa de urna
po Cotovello n. 12.
ama de leite : na ra
O aa>aixo assignado taz pu'jlico que deixou
de-ser caneiro do Sr. Antonio Jos da Rocha,
desde o dia 28 do correte, e approveita esta oc
casio para cordialmeote agradecer ao mesmo
enhor o bom tratsmeoto que delle recebeu du-
rante o tempo que o servio. Rcife 30 de jalho
de 1862.Antonio Alves de Amorim e Souza
Alugs-se o segundo andar da casa da traves-
sa do Queimado n. 1 ; a tratar na taberna por
baixo do mesmo.
Precisa-se de tres a quatro contos de ris a
premio sobre bypolheca da urna propriedade de
mais valor: quem quizer dar procure na ra Au-
gusta n. 65, que se dir quem pretende.
Attenco.
No dia 5 de agosto, depois da audiencia do
lllm. Sr. Dr. juiz dos orphacs, as 11 horas da ma-
nbaa, vai praca por venda o sobrado de tres an-
dares e soto na ra da Cruz n. 10, perteocente
ao finado Joao de Pinho Barges avallado em
16 OOOS. cujo tscripto se acha em mao do portei-
ro do mesmo juizo.

IA NOVA NUMERO 11
Antiga loja de Gadault.
Acaba de receber dess encommenda um grande e variado sortmento dos se-
guinles artigo, os quaat vende por menos 10 por ceoto do que cm outra qualquer
3Sfhparte ; a saber .
Para msicas.
'r^-S/ Variado sortmento de instrumentos
i-?->2 para msicas militares o de orchestrs,
*.'-- instrumentos completos de chaves e
2?f>? apitton muito perfeitos e afinados do fa-
? m
SI
Para carros.
Gusrnicoes complatas para arreios de
carros de metal do principo e de lati pa-
ra um e dous cavallos, molas, vaquetas
franceza para cobertag, encerados, ga-
sKS loes, rias lauternas para csrroa ecoaps,
colleiraa etc., etc.
Vidros.
Um grande e variado sorlimeoto de can-
delabros, serpentina, la n lernas com pin-
gntes e sem elle, palmatorias, copos
para vinbo, clice, rodomaa para ima-
gen redondas e ovas grandes e peque-
as a vontade do comprador.
Para retratos,
Michinaa muito superiores francezss
esmericsnss grandes e pequeas, grande
sortmento dechimicas para trabalhar am
todos os processos, caixinhaa e passepar-
tou americanos e francezes, papel alba-
minado etc.
J
Para noivas.
As mais ricas e elegantes cspellss que
se pode desejar, asseverando sem errar,
serem as mais bonitas qua aqu tem vio-
do, ricos manteletes pretos com vidrilhos
franja o maia moderno neste genro.
Para presentes.
Muito lindas csixiohas para costura
com mutica a sem ella, muito propriss pa-
ra dar-se de presante a slguma sonhora
que se eslims, ricos estojos de barba para
homem.
Espelhos.
Grandes e pequeos com moldaras
pretas e doaradas, proprios para ornar bo-
nitas al8, sendo os vidroa muito grossos
e de primeira qualidade.
Avulsos.
Camlsss de lioho para homem.
Carteiras e charuteirss.
Han-ieija grandes de 30 palmos a 39.
Golliohas e manguito para senboras.
Lia de todas aa cores para bordar.
Talaya rea.
Seda fiexa de todas as cores.
Lindos enfeites para senboras.
Oculos e lunetas de todas ss qualidade*.
Fumo francs, americano o tambem o
s precia el- fumo de borba com os seus
competentes cachimbo e tanari etc.
FUNDICAO DA AURORA.
Nesla prandee bem montada fabrica de machioismo, a mais enliga no imperio, continua-se n
oxecutar com a maior presteza o pereico encommendaa do toda a qualidade de machina* asadas
no paiz, tendo sempre prompto o segoiote :
Grande sortmento de moeodae d canoa de todos o* systema* tamanbos.
Machinas de vapor de diveris* qualidade*;
40Ra do Queimado4ii
Defroute do becco da Congregacao letreiro
Neste estabelecimento ha serapra um sortmento completo diroij
todas as qualidade* a tambem sa manda executar por medida vorida
es para o qaa tam am dos melhores profesores.
Casacas ae panno preto a 0,
85g a
Sobrecasacosde dito dito a 35$ o
Paletots de panno preto o de co-
res a :oj), 80, 25$, 109,18 o
Ditos de casemira da coras a 22$,
151,123.7 o
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo frautezas a
Ditos de marin satim pratoa *
de cores a ff o
Dito* do alpaca do cores a 59 o
Ditoa de alpaca preta a99,79,59 o
Dito* de brira do coro* a 5f,
49500, 49 o
Ditoa da bramante delinho brin-
co a 69, 5| e
Ditoa de marin do cordio pr*to
a 159 a
Caigas de casemira preta ede co-
rea a 1*3, 109, 9|, 79 o
Ditaa do princeza o marin do
cordo preto a 59, 69500 o
Ditaa da brirn branco ede cor* a
59, 4500 o
alcas do ganga da cor.*.
Collete da vallado preto a de co-
rea liaoso bordados a 129,99 a
Ditos do caaemira preta o da co-
res liaoa o bordadoa a 69.
59500,59
sita da
fregua-
59000
5SO00
| Ditos da setim preto
309000; Ditos da seda e setim braco a
30*0001 Ditos da gorguroda isc* pr
I o da cores a 72, 69, 4| o
lOcdOO Dito de brirc a fuito blanco
3g5oO. 29500 o
9J0OO Saroulas da brim dalinhoa 29
Ditaa da algodo 'I;WXI a
lCjf'.iO Cauiaaa da peiio ..i uatao branco
ede corea a S;U0 o
cSOOO Ditas de paito delinho a 59, 49 o
lj-OO Dita* de madapoln brancaa o do
S500 coras a 39. 29500, 29
Chapeua pretoa d* maasa francaza
!$500 forma da ultima fcjMk a 102,
88500 e
49000 Ditos da feltro a 69. 59, 48 o
Ditoa da aol da seds ioglezea o
89000 francezes a 14$, 129, llf
Colarinhos do liubo muito finos
69OOO novos faitioa da ultima moda a
Diioa da algodo
4(500 Relogioa da ouro patente a hori-
zontal a 100$, 909. 80g a 70J000
23500 Ditos de pial galvanizados pa-
9000 tente a horizontaea a 409 a SOjOOo
Obraa de ouro, adare^oa o mio
89OOO *iar:>rr.m. puUeiraa, roit a
aneia a 9
Toalha do linho duria 10$, 69 o 9S000
3J5G Ditas grande* para masa urna 39e 400(J
5J00O
39000
25*00
' --'80
1C- "
292OO
139000
1S60
7*000
29000
79000
9800
9500
FABRICA
fcifc
DE
Taixas fandidas e batida*.
C'ivo e bocea* para forualha*.
Bronze* e aguilhde*.
Roda, rodetaa o roda* d'agua.
Guindaste fixos e portstis. j,w
Machina* de cylindrus para padari.
Serras de ac para aerraria.
Fatexas pea barcas, etc., etc., lude pee pr$o que bem comida,
I.VIGNES
SS Ra do Imperador 55.
Os pianos desta amiga fabrica sao hoja assar. canheriJos, para que seja necessario osistir
sobre a sua superioridade, vantagens e garantas que olTcrecem aos comp-adores, qualidades estas
incontestaveis que elles tem definitivamente conquistado sebre todos os que tem apparecido n'esia
praca ; possuindo um teclado e machinismo que obedecer todas as vonlades e caprichos dos
pianistas, sem nunca Mhar por serem fabricados de proposito e ter-se feit > ltimamente melho-
ramentos impoitaniissimos para o clima deste paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e
dor isto muito agradareis aos ouvidos dos apreciadores.
Fszem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel de Pars
socio correspondente de I. Yignei, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expo-
Sroes.
No mesmo estabelecimento se echa sempre um esplendido e variado sortmento de msicas
dos melhores compositores da Europa, assim como harmonios e pianos harmnicos, ser do ludo
vendido por presos muito razoaveis.
MELHOR EXElvTOrTECONTRADO i
LEGVEL


/
\
r
DIARIO 0* PBHNlMUCO. SABBAD a DE AGOSTO DE 1801.
%S0OC\&CkO (TSPO0VAp hica
PvnAmfttcana
Amanhe harersessaordinaria do conselho
as 10 horas da manha, ei aasembla geral ao
meio dia para sssfazer oreceito do 2 do arl.
18 A sessaoter lagar nrua DireiU o. 127.
Secretaria da Associac. Tyoogrsphica Per-
nambucana Io Ide agosto i 1862.
0 1" sectario Interino, li-
jse Luiz e Franca Torres.
Avio.
O abaiso assignado mdor na cidade do Rio
Forrooso, j tendo avisae protaalado por aste
jornal de 11, 12 e 13 de ho de 1860 a todos e
eoolra todos, que s* din illegalraente senho-
res de urna legua o meia trra, que por jus-
to; e valiosos ttulos pe ce ao abaixo assig-
nado, de ooro se aprese scieotiicando a to-
Oss em geral, e a cada Je per ai, que o abai-
xo assignado o legilirrjnhor e poasuidorpor
justo e bora titulo da di'gua e meia do ierra
na freguezia d'Agua-Pr
gr denominadoOxoeeccana ribeira do
rio Uoa.seguiodo pela rt do riachoPiran-
gi grande cima. DecWara conhecimento de
todos que dita legua e i de trra demarca
pele nurte tom o rio l-pelo poente com o
riachoPiraogi grandes sul com trras do
Calende e pelo niscente tem do engenho
aparanduba e outra sita anueio : que 01 il-
legitimos posseirus foraamados a coociliago
para entregare-n a propde do abaixo assig-
nado e saberem que sismo baiio assigna-
do o legitimo senhorssuidor da referida
legn e meia do Ierra, j (oi competente-
mente registra Ja, e a qouve por sismara de
1782, qe lhe oi Irasps e cedida por com-
pra aos legtimos sisa,: pelo que os illegaes
poseeiros logo que foihamadS a coftcilia-
Qao abandonarais as ojue em algumas par-
tea do dito terreno esl (rendo.
E aprovaitanrfo a oo declara mais que
tambem aenhor e lo possaidor da urna
legua de trra em quflue foi coocedida por
S. M. Fidelissima emle sismara a Joo
Leandro Soares de Ar sua mulher D. Lou-
renga Isabel da Visltai fallecidos, e por es-
ts rendida ao fioadoio de Una Vicente
Fetreira de Mello e Si pelos herdeiros des-
te, instituidos no resr testamento solemne,
oi rendida ao abaiioado, tomo tudo cons-
ta do testamento esas existentes, em a
qualesto indevidamdillcados o ecgenho
Souza e mais dous da freguazia do Agua-
Preta, sendo que desia de trra em qua-
ro s oi rendida unta parte no sitia do
riachoCitembre-ftpio do dito silfo e
suauugaij dn rio Piral para que niuguem
se chame ao engat.c P aigsm aioda belo
prosele se protestas quaesquer outro,
que, por se apossar*-'8"88 alheiis, eslo
sogeitos as penas da qufl se descreyera
no titulo 3o cap. 1 e re 3' do cod. penal:
sendo que por ruY>tirioleslia o abaixo > as-
signado tem deii^do r effeclivo seus di-
reitos, o que fr3 logreasen! taes motivos.
Rio Kormosol5(e ji 1862.
.Hures de Macedo.
$
i\ow 'alista.
Rus do Crespo roeiro sndar, liram-
so retratos pelo sy tguerreotypo por m-
dicos precos ; vo, retratos de pessoas
moras deotro e Ut ade.________________
AUgani-se Serroaa n. 1U5 da ra
de Santa Rita e n.* a dos Burgos, e o 1*
andar da casi o. l'.v Imperial : a tratar
na raa da Aurora. \
Gasa | aiugar.
Alaga ae urna a casa de um andar, no
Mor.tt.iro : a tral < da Cruz n. 57.
Tod^ten^o,
Custodio Jos
peltavel publico
fregueze e ami|
aguia de ouro d
Creapo n. 7, pa
de miudezas qu
ser conhecida
respeitavel pub
que o queiram
onde acturo u
que affisnea ser
ou vinte por c
parte
Precisa-s
urna recemnas
60, 2* ndar.
luiaraea ansa ao (al-
imente a todos os mu
se ruado da loja da
.abug para a ra do
conhecida enliga loja
Decido Joo Ceg, hoja
o vigilante,e pede so
seus freguezes e amigos,
io dito estabelecimento,
sorlimenlo de miudezas,
vender por menos dez
nue em outra qualquer
ama de leile para criar
itar na roa da Aurora n.
T Pte,sa"s m escrava que saiba co-
xiohar, pagas msaes agradando : na ra
da Aurora n. i anr.
> signado tliesoureiro
lele ir a Europa por
I.-,aonde pouco se de-
iao respeitavel publi-
j g(encia de seus nego-
lotens como particulares,
>onsa idade, a seu irmao
Jo e O'lrijtics de Souza.
julhi de 1862.
io Josi Rodrigues de Souza.
O al
das loteras
interesse p:
morara', p
co que dei
cos tanto
e sob sua
e procura
Recite 26
An
e aiugir uas negras que saibam
fruc'as e horlalice ; na ra da
Preci
vender na .
Cruz n. 5f.J
Rallar i Oiiveira aacam sobre a prac u
Porto.
Empresta-se 1:3009cono hypoiheca em pre-
dio nesie cidade : ra ireita n. 82. primelro si-
dar, al as 9 da rnsnhi. edepoia da 3 da tarde.
OHerece-se umi pe-->o para coorar divi-
das, tanto no ioiciior da provincia como para o-
ra da mesma : as pessots que precisar dirija -se a
prarja da Independencia n. 6 e 8, em carta fecha-
da com as iniciaes A. S. F. 1.
Aluga-se a sala com uas alcovaa do ler-
ceiro andirda ra do Crespo n. 18. proprio para
dous moco aoltetroa g a tratar Da menina loja
U abuzo assignado declara ao publico e ao
commercio queapartou amigavelmenle a socie-
dade que era Batios & Costa, ticaodo o Bastos
respooaavel por todo activo e passlvn de hoje
em diente. Recite 30 de julho de 1862.Ma-
soel Costa Rabello Jnior.Bernardo Souza L.
Bastos.
U abaixo assignado roga ao Sr.
Jos de Oliveira Campos o favor- de lhe
entregar os documentos qne em 30 de
abril de 1861 lhe coniou para cobrar,
dos quaes tem realisado a cobranca de
parte delles, e como ate' o presente nao
tenha dado solucao alguma, adverte-se-
lhe que a polica lhe fara' dar, se este
aviso nao tor suficiente. Recife 50 de
julho de 1862.
Joo Pereira Moutinho.
Casa de saude em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Esta aatabeleciment j bem eoohacido, econ-
eaituado neata provincia pelos relevadas servi-
dos qaa tem prestado, contina n>s melhorea coo-
di^des debaio da directo de sea propriatario i
racebtr doentes de todas as clatses, os quaes sa-
rao tratados com todo a salo a interesse paloa
presos segaintes :
Pnineira classe.... 380000 mal.
Seganda dita...... 2500.
Terceira dita...... 25OO.
Em qualquer das classes oa branecs flearo se-
parados doa negros. Os alienados da 1.a 6 3.a
classe nao furiosos pagarao a diaria ordiaua,
sendo furiosos pagaro mais a quarta parte.. Os
aaaadoi da 1.* clsua pagarlo Hgiodo o ajilt'
O abaixo assignado tem justo e contratado
a compra da liberna da ra de S. Miguel doa A-
(ogadoa d. 7*. com o Sr. Paalioo Rodrigues de
Oliveira ; se alguem se julgar com ireito a mes-
ma, annuocie por esta joroat ao praso de tres
VaSi .conUr de be- Retie 30 de i"1 de
ooi.Aotouio Alberto de Soozs Agujar.
Kaf*laliiDe-
te para barbiar e
cortar cabellos na ra do
Raogeln. 18,
Irabalhada porta fechada, os presos sao es mes-
mos dos que trabalham de poita aberta, sangra,
tira denles, sluga bichas, ventosas, amolla fer-
ramentas, pode ser procurado a qualquer hora,
assim como tem aadores de cnica muilo su-
periores.
GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Sabbado 2 do crreme mez agosto se
ha de arrematar por sar a ultima praga d renla
triennala casa e sitio n. 4 da raa do Pires da
freguezia da Boa-Vista.
Ouam uver gneros reeolhidos oeste trapi-
che do Ramos, de qualquer natureza que lies
sejam, queiram vir recebe-los nestes 3 das e
Irazerao competente armazem hoje.
Francisco Msmede de Almeida, tendo
de maodar ceUbrar no dia 2 do correte,
as 7 horas da maohs, na ordem terceira de
S. Francisco, urna missa pelo eterno repou-
so de sua o.tii presada mana lgoez Mara
de Almeida Braga, esposa do Sr. Manoel
Ignacio de Oliveira Brega, fallecida em
Portugal, convida tanto aos seus ami-
gos como aos do teu cunhado, para assis-
tirem a dita missa, ficaodo desde j assss
agradecido aos que lhe Dzerem o favor de
comparecer.
asMMaMaWaMa*M
Precisa-se de ura menino para caixeiro que
lenha 10 a 12annos deidade, que seja portuguez
dos ltimamente chegado : na ra da Imperalriz
n. 78.
Eusina-se a iraduzr, tallar e escrever gram-
maticalmente o ingloz e fraocezem bem pouco
tempo : informa-sena botica do Sr. Luiz P. das
Neves, no Recie, ra da Cruz, ou na loja de ce-
ra do Sr. Fortunato.
l'recisa-see 1:5UU1 ou 1:300 a premio,
daado-se por hypoiheca algum predio ; quem
quizerdar annunci por este Diario aoode se de-
ve procurar oara r> tratar do negocio.
Arrenda-se o engenho Pixao, situado na fre-
guezia de N. S. da Luz, distante desia cidade seis
legoas, com um bom vapor; o qual tem torcas
superiores, e s tem lirado duas safras, boa ia-
lilaQo montada da novo com alambique de cobre
e cubos, estufa nova, bons partidos para planta-
gao de canas, sendo qussi todos de varzea, os
quaes chegam al a bocea da foroalha. obras d
pedra e cal, casa para morada ratificada do novo,
muito bom cercado iodo de velado, podendoeste
engenho safrejar 2,000 pies para mais, conforme
a fjrca que Uver o rendeiro, tendo o dito enge-
nho todaa ss condires que preciso para ser
bom : os pretendenles dirijam-se aos Afogados,
passando a ponle o primelro sobrado, o qual foi
do fallecido Vianna, que acharao com quem tra-
tar.
JMIk
Aluga-se urna crioula escrava que sabe perfei-
tamente cozichsr, eogommar e lavar, fazer doces
etc. etc., com a condi^o de nSo sabir por forma
alguma raa : quem a pretender, dirija-se a roa
do Imperador n. 15.
Precisa-aa dequatro a Ciucv cooius de rs.
s jaros sonre hypoiheca em um predio de maior
valor, pagando-se os juros mensalmenle e pelo
lempo de quatro annos ; a quem coavler, snnun-
cia para ser profundo.
Uuecn precisar oe urna ama para oservico
de urna casa de pouca familia, dirija' se a ruado
NoRueira o. 9, que achara cm quem tratar.
Prncisa-se da quantia da 2:000 sobre hy-
potheca era tres escravos ; na raa do Imperador
numero 81.
Goocalo de Lagos Feroandes Bastos, pro-
fundamente maguado pelo prematuro pas-
samento de seu rofito amado pai, o desem-
bargador Andr Bastos de Oliveira, e seu
ar o visconde do li, fallecidos na villa
do Saboeiro, pretende mandar celebrar urna
missi peto repouso eterno de lao charas
pessoas, no dia 2 do crreme, as 7 horas da
menhaa, na matriz da Boa-Vista : roga aos
seus collegas e amigos e aos do seu falleci-
do pai o obsequio de assistirem esse acto
po i rri'loso.
maansamiaaaammmmm
Alugs-se urna escrava boa cozinheira ela-
vadeira : quem precisar, dirija-aa a ra do Ron-
gal o. 60, segundo andar, que achara com quem
tratar.
Us brs. Paulino Aulooio de Azevedo e An-
tonio SiUelra Msciel Jnior tem cartas no escrip-
torio de Marques, Barros & C, largo do Corpo
Sar.to n. 6.
Jok Ynaie, subdito haapaDbol, reiira-se
pan o Rio ric Janeiro.
Preciaa-se e urna ama que lenha bastante
e btm leite, sem tiiho, paga-se bem ; na ra
Nova d. 52, a na ra da Praia n. 13.
Antonio Jos Gomes do Crrelo tem para
alugtr a casa terrea em que morou o coronel Hi-
gioo los Coelho, oa cidade nova de Sauto A-
maro.
All!
ga-se
urna negra boa cozinheira a propaia para todo o
aervico de urna casa ; a tratar na ra da Cruz
numero 57.
l'ri-cisa-sc Oa quaulia de 2.0000 a premio
de 1 0)0 com seguranca em um predio d*semba-
ragado nesla cidarl, u]o preotu al 6:OOSC0O :
quera quizer annuncie para ser procurado.
Otintureiro da tiavessa da ruadas
Cruzes n. 2, mudou-se para a ra do
Rangel n. 38, aonde continua a tingir
com asseio, promptidaa e commodo
p-eco.
Cas^spara aiugar.
Urna grande casa terrea comsotSo, quista!, ca-
cimba, depoailo de agua de chura, na ra da
Concordia n. 75.
Urna loja com duas salas, 4 quarlos, cozioha
fon, quintal e cacimba, na ra da Palma n. 49
trataros ra da Concordia d. 73 com Manoel
Pirmino Ferreira.
Archivo Piloresco
JORNAL
De recreio e instruc^o.
Publica-se semanal mente esta iuteressaote jor-
nal em Lisboa, o qael (Ilustrado de numerosas
gravuraa e collaborado pelos maia dislinctos cs-
criptores, como sejam, A. Herculaoo, F. da Cas-
ilicio, Latino Coelho, Rebello da SiUa, A. Corvo,
Palmairime muitus outros. Cada aooo forma um
voluine da paRinas. J ae acharo publicadoa 4
volumes completos e parte do 5.* vol. Assigoa-
sa a 69 por aooo, na livraria econmica ao p do
arco de Santo Antonio.
Na ra do Sol o. 21 ha para aiugar um es-
cravo por 5# semaaal, proprio para irebalbo de
enxala. I
- O Sr. Cbriliovo Santiago do Nascimanto
qaetra apparacer na botica da ras do Cabug n.
11, a negocio de sea inireiie.
Roupa lavada e engommada
de Ramos A Piiieutel.
Podem mandar bascar a roupa lavada os donos
dos ns.: 209, 119, 128, 112. 211. 210, 132. 187,
63, 97.123, IOS, 71. 3, 60, 13, 10. 8. 55, 88,
51, 77. 127. 49. 48. 205. 20. 31. 86. 182.
Alugs-se urna casa graude com solao e bs-
tanlas commodos para grande familia e com si-
llo, lado da sombra, e no melhor lugar dos Afo-
gados : no pateo ds Paz n. 88. a fallar com o
capllo Antonio Gongalves de Monos no n.esn.o
pateo.
Aluga-se a sala da frente do primsiro an-
dar da ra Nova n. 26 ; a tratar na mesma ra
numero 39
Aluga-se um moltque ae idsde de 16 an-
nos que serve para todo o servico : a tratar as
Cmco Ponas n. 63.
O abaixo assiguado, gereole e uuico liqui-
dalario da firma Rodrigues & Ribeiro, decidida-
mente autorisado pelo lllm. tribaoal do com-
mercio, coovida todos os senhores que se acbam
deveodo mesma firma a que veoham quanto
antes realisar seus dbitos, pois contra os que fo-
rem remissos ter o annunciante de proceder ju-
dicialmente. Recife 1. de agosto de 1862.
________Manoel Joaqun Rodrigues de Souza.
Ullerece-se urna ama para casa de familia,
capaz de tomar conta de ama casa de familia,
coznha qualquer am bsnquste, engomma muito
bem, sabe maoietar qualquer menina que queira
e dismamsr : a tratar na na das-Flores n. 33.
frecisa-se de uoj rapaz portuguez para to-
mar coata de urna padarla na villa de Campia
Grande, faz-se bom interesse : a tratar na ra
do Livramento n. 4.
Precisa-se de ama ama para o servico de
umapessoa;na ra das Aguas-Verdes u. 35,
sesundo andar.
Archivo pitoresco
Pede-ae aos lllms. senhores asslgnsntes de
li ""ber quatro cdamelas (de marco a
junhoj do a." volume, chegadaa ltimamente no
japor loglez ; na linaria econmica ao p do ar-
co de Santo Antonio.
5
Precisa-io d8
da Cruz n. 38.
am copeiro escravo ; na ra
Quem precisar de aflagao de piano, e mes-
mo leccionar a principlantes por ommodo pre-
?o : dirija-se a rea de Hartas n. 27.
ompraSa
Comprara-se diarioa para embrulbo : na
ra larga do Rotarlo n. 17 e 19.
Compra-se urna mucambs de 18 a 20 an-
nos, que seja de bom natural e eotenda do ser-
vio domestico : na roa do Pilar n. 14.1. primei-
ro andar.
Cumpra-sea coUecgao complata dos peri-
dicos Imprenta, Liberal ternambucano e Cons-
tituctonat' e do Diario do Recife de abril a se-
tembro do aono prximo Godo : quem Uver an-
nuncie.
Compra-se urna escrava que saja perfaila
engommaaeira e coatureira a de boa conducta :
"a ra da Cadeia do Recife o 35.
Compram-se acedes do novo banco de Per
nambuco : no escriptorio de Manoel Igoacio de
Oliveira & Filho. largo do Corpo Santo n. 19.
Comprara sa dous escravos de boa conduc-
ta, sendo um perfeito oficial de carpina e o ou-
tro de ferreiro: a tratar no grande armazem de
ferragens e miudezas na rus do Queimsdo n. 49
O Futuro.
Peridico litterario, histrico, scicntico, ar-
tstico, biographico, etc., etc., do qual i redac-
tor e principal editor responsavel
FAUSTINO XAVIER DE NOVAES.
Colaboradores s primeiras capacidades scien-
liflcas a Iliterarias do Brasil e Portugal.
Sahir da 15 em 15 das, no formato da Revis-
ta Contemporsnia de Lisboa, tendo cada folheto
32 paginas de impresso.
Afianga-se a publicajao por um anno e nao se
receoem asignaturas por menor praso.
Poblica-se na corte aoode custa 15, e as
provincias 17JS.
Recebem-se asslgosturas ns ra da Cruz n. 1
escriptorio de Antonio Luiz da Oliveira Azeved
ci C., e na ra do Crespo, lojs dos Sn. Guima-
raas & Villar.
Jos Joaquim Lima Balro lem a honra de
participar ao corpo do commercio e particular-
mente aos seus amigos, que continua em seu
nome nos mesmos ramos de negocio de que ou-
tr'ora se ocupava a extincta firma de Pinto de
Souza & Bairao. da qael fazia parte o annun-
cienle. Recife 2 de agosto de 1862.
Aos irmos da ordem ter-
ceira do Carmo.
Previne se aos irmaos da orderi ter-
ceira do Carmo desta cidade, que nao
acreditem em certas figuras, quej com
calumnias e subterfugios andam solici-
tando assignaturas para requererem ao
Exm. inter-nuncio a separac.ao'-da or-
dem do convento, querendo r este
meio reduzi la a simples irmjandade.
Confiamos pois, que os verdacfciros ir-
maos terceiros de Nossa Ser T ra do
Carmo nao caiam na ratoeira.
Banco Unio:
Estabelccido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
ved & C.
Sacara por todos os paquetes sobre o mesmo
Banco a prazo ou vista, e sobre as agencias em
Lisboa, Figueira, Coimbra, Aveiro, Vlzeo, Villa-
Real, Regoa, Vianna do Castello, Uuimares,
Barcelloa, Lamego, Covilha, Braga, Penafiel,
Braganr;a, Amarante, a eilo dias, ou jo praso
que se convencionar: no sea escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Utinao aviso.
Anda esta vez se pede aos foreiros do morgs-
do do fallecido Jos Themoteo Pereira Bastos,
que venhsra pagar os foros atrasados ao respec-
tivo procurador, pois oestes tres dias se come-
esm os recebimeotos judiciaes. Recife 1. de
agosto de 1862. ____________________
O Dr. Jos Sergio Ferreira avisa a quem
inlcressar possa, que nao obstante estar por cau-
sa de seus iocommodos de saude residindo em
Olinda no pateo de S. Pedro Novo, junto ao Sr.
conego Joo Baplista, com tudo pode ser procu-
rado nesta cidade lodos os dias, menos nos do-
mingos e dias santificados, das 10 da manha as
3 da tarde, em a sua casa da praca da Boa-VUta
numero 21.
Aquelles de seus clientes que as horas em
que est em Oiinda precisar de soccorros mdi-
cos, podem, paraos casos repentinos, chamar aos
Sr?. Drs. Pitanga, Gonc-'lves de Moraes e S Pe-
reira, que em obsequio ao anmsnciante se pres-
taro a qualquer chamado, e para qualquer dos
bairros.
Afora dos casos imprevistos os chamados ser-
Ihe-bao feitos por escripto, e entregues na sua
casa da praca da Boa-Vista, ou na botica do Sr.
A. F. das Naves na mesma pr^ca da Boa-Vista.
Os moradores de Olinda e sua circunvisinhanga
que precisaren] dos serviros mdicos do snnun-
cianle devem procura-lo al aa 9 da manha,
de tarde das 4 em diante, certos de que seio
promptamenta aitendidos.
O abaixo assignado leudo alugaoo ao Sr.
Castao de Assia Campos, no dia 27 do mez pr-
ximo passado, am cavsllo preto pelo preco de
lj, com a condico de ser o cavallo entregue
ao annunciante no dia 28, acresce que at a data
desta nao leoha apparecido o mesmo Sr. Csela-
no, pelo que o abito assignado protesta desde
j contra essa demora, bem como receber o pre-
go dos dias de excesso, at a entrega do mesmo
cavallo ou o sea valor no caso de quslquer dam-
oo ou extravio. Recife 1 de agosto da 1862.
Manoel Tavaraa de Aquino.
Pugio no da 30 do mez prximo passado, a
escrava de nome Luzia de narao, ilade de 40
aoDos pouco mais ou menos, com os sigoaes se-
umtes : altura regular, um tanto desfeita do
corpo e foi escrava do Sr. Jos Duarle das Ne-
ves, e consta qoe a mesma escrava anda pela
Estrada Nova, e tem apparecido pela ra doCal-
dere.ro, por isso roga-se as autoridades poli-
ciaes e capites de campo que hsjam de aprehen-
de-la e levar a rus da Cruz o. 44, ou ni Capun-
ga a seu senhor Manoel Antonio S. T. Lesa.
l'rccisa-se de na hornera de idade para
oriado da urna casa, o qual ae sugeite a todo o
servico: na rus da Cruz o. 44.
Fugiram do sitio dos Burms do Arrsial dous
boisum dos qaaea se Idirigio para a estrada de
Beberibe e ouiro por um doa sitios visinhos :
quem os acharmande-os eutiegar que ser de-
vidamenU remunerado.
(Juem precisar de um portuguez para com-
prar a coaiohar e mais servicos, sendo pelo m-
dico prego de 12 meosies : a tratar na ra lar-
g* do Rosario n. 48.
Jos Joaquim Lima Bairo acientiGca ao
respeitavel corpo do commercio e com especla-
lidade aquellas pessoas com as quaes est rela-
cionada a firma de Pinto de Souza & Bairo, que
tendo hontem expirado o prazo de seu contrato
social, entra desde hoje a mesma firma em liqui-
dacao sob a gerencia do annunciante por mulb
acord de ambos o siuciados. Recife 2 de agos-
to de 1862.
Loja de miudezas ra do Quei-
mado numero 33 A.
Costureiros.
Agulhas Victoria papel a 120 rs.
Liohas de 200 jardas de todos oa nmeros a 80 rs.
Cascsrrllha a pc;a 2$.
Ditas muito boa vara a 400 rs.
Tranca de linho para todo prego.
Franja de seda, de linho, de algodo muito ba-
rato.
Retroz, linha de novelo ele.
Meias.
Um complefo sorlimenlo sendo de cores para
meninos a 240 rs.
Ditas brancas a 200 rs.
Ditas para stnhora a 240, 300 e 400 rs.
Ditas para homem a 59 e 1$.
Ditas pretaspera senhora a 400 e 360 rs.
Gravatas
com bolo a 1J>.
De corea muito boas para homem a 1$,
Para meninos estreitinhas a &00 rr.
Pulceiras
de conlas miudinha a 15.
De cabello a 4$.
De (ihsntasiade dlo ele. a 500 ti.
Botes.
Para casaca e para calca a groza 320 rs.
Psra camisa muito finos groza 1$i00.
Grindes para roupo groza 1 $600.
Pequeninos para ensoga 1$400.
Alamares.
Para capote a dazia por 80 rs.
Colxetes.
De o batido especial duzia 720 rs.
De carto 14 parea a duzia 500 rs.
Em caixa pretos a duzia 800 rs.
Brincos.
A balo brincos, encarnados, azues e dourados o
par por 1JJ.
Rozetiohas com pedras que parece diamante o
par ifi.
Penas e caetas.
De todas as qualidados especialmente de caligra-
-h.l i- ...- .O ll-y...
UfJL
sem segundo.
. NTarxad.Q8eima'10 n. 55 loja da miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendsndo
todas as miudezas beritissimas, a saber :
rrascos grandes com superior opiata a 500
Carnieis de liuha de cores com 200 jar-
das a 60
Ditos de retroz de cores, menos preto a 210
l-aixae com iscas para accender charutos 40
"usas de meias craas muito superior a 2S10U
Novellos de lloha muito grandes e su-
perior a 40. 60 e ,20
Ditoa de cores, a molhor que ha a 20
t nosphoros em oixas de olha, s a ca-
xa val o dinheiro, a go
Carioca de linha com SOO jardas, i me-
lhor que ha gy
Ditos, ditos brincos e de cores com 50
jardas a oo
Duzia de facas e garios cabo preto, finas B&5Q0
Jila de ditas cabo branco a 3^200
Thesouras grandes de 6 polegadas s 40 e 80
Saceos para escrotos com siuta de bor-
racha a 320
Tioteiros de vidro com superior tinta a IfiO
unos de barro com superior tinta a 10!)
Masaos cora grampos lisos e de carato! a 4(1
Duzia de phosphoros da vella a 20I
Pares de meias de cores para meninos a 160
Croza de pennns d'ago superior a 500
Area preta para botar na escrita a libra 103
Uilxetts em cartoes.com duasordens e
qaalro parea grandes a 80
Baralhos de cartas fraocezas a 2U)
Ditos portuguezes finos. 160
Thssouraa pequeas, pordm de sope..jr
qualidade a 200
Colxetes (rsncezes em caixa a 40
jJuzia de meias alvas, para homem a 1^600
Dita de sabonetes linos a 6(W
Sabooeles grande e soperior a lao
Tramoia do Porto muito superior a vura
120 e m
rares de botoes psra punhoss 240
Alm destas miudezas tem muita mais que se fai
preciso vender e nao engaitar dinheiro, assim
como sejam : labyrintos para todo o preco, areia
preta a 100 rs., porm quem quizer comprar em
arroba vend-se por -2g, beratissimo mesmo
para quem nao rreciss.
REWEDIOINCOWIPRiva
UNGENTO HOLLOWAT
Mhares da individuos da todas t r. x.
yoem testemunharas virtudes desttr. <"
mcomparav.leprovaramcasonecMsari!";,'!"
pelo uso que .ella (herara cm ESJS
tt.ombrosinteiramentesaosdepoisdahav.rem
regadoinutilraenta outrostratamenios. SL
pessoa poder-se-haconvencar dassascuras ^.!
ravuhosaspalaiettura dos peridicos, qnalL-,,
relatara todos os dias ha muitos anroS; ,
maior parta delias sao to sor prenderla' ,
adtmram os mdicos m,is celebres. flSJ
prnoasraeobrir com esta .berjo ImZ
LT.* "US,bra';8 Pern*s' *f* dar
parrasnecdo longo terapo nos hoapi'S.oW
evt.ra soffrer aamputacol Dalla, h
casqueh.vendode.xadoesses, a.ylo. d> m*L
mediante 0 uso desseprecioso r3Cedio. /. -
Sumas daataaspassoanaenfusioda seur.cn-
SSiec,u,rm f*u.do.^
irado ...finida *. autenticare, su. 6rrai!lf
tugue.dtwpmriidoeatadod,,,^, '
tivessabastanlaconfianss p.ra e,n,,t vlm "
2JUMDM JM MW8M i uaturezs Jo Li
cujo resultado sana provarincoa^uVeu )
Que tudo cura. >""t%.
'>i'!IieUft0 h"t ata Prtiz0.
larmeate nos KfernS!lt<./Mfi,JD
Ra do Imperador n. 15.
O propiietario deste eslabol cimento que lv-
pographia e encadernac,ao, scicntilica aos seus
freguezes que abre as 9 horas da manha e focha
as 4 da tarde, at annuncio : esim como que
contina a ter venda carias de ABC, laboadas,
cathecismoa, economa da vida humsoa, carti-
Ihas, traslados, tamo avulsos como em colltc-
fioee, Sim3o de Nantus, pauta?, canas de euier-
ro e para officios, compendio doloresj, manual
da missa e da coofiaao,augmentado com a nove-
na da Conceir;o, conforme usam os reverendos
carmelitas, novena, oicio, salve, e versos de N.
S. do Carmo, e lambem a exposic.So sobre o es-
capulario, o livro religioso, contendo niuius e
diversas devogoes, apudautas, procuraQoes bas-
tantes e especues, carr.inho do co, regitts de
multas e dffereutcs in.ageus, bilhetes iversos
para botica, e tambera em branco para nelleses-
crever se o que se quizer, rituses de Paulo V,
manual da missa por Koquet, diccionarios fr-n-
cezes e de Roquet, dos do Fooscca, e ostras
muitas cousas que oa occasiao se mostrar.
Alporcas
CaiuiL;as
Callos.
Aneares.
Coitadaiai
Doras de cabeca*
das cosas.
dos me.bros.
Enferroidades di culii
em garal.
Ditas da anua.
Erup^es oscorbuticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gingivas escaldadas.
Inchacoe?.
nflammar^ao do figsdo.
Inflarctsayo da be-.y?
ds matriz
Lepra.
Msles das pernas.
dos peitos.
r!e olhos.
Morddiuss de- re lis.
Picadura de mosquito!
Palmos.
Quoinsndelas,
Sarna.
Supurarles ptrida.'.
Tinha, ea qaalqnal
parte que sejs.
Tremor de n6|vos,
Ulcera na bocea.
do ligado.
das artieoisoos
\eias torcidas ou uo*
das as pomas.
Vende-se este ungento no estsbeUrcirrpr.io
garal da Londres n. 244, Strand, e na Icia
da todos os boticarios droguista e cutras pas-
tos ancarregadas da sua \erda ero teda a
America do sul, Havana a Hespanh?.
Vende-se a 800 rs cada becetinb cortea
ura inslraccao em portuguez pira axplieai o
modo de fazer uso desta ungento.
O deposito geni i em cas. do Sr. Sur
harmsceutico, na ra de Crux n. 22, a
pernambuco.
Canetaa para aprender escrever peio systema Oe
Sculy urna por 500 rs.
Papel.
Alraaco pautado 500 folbas6g.
Dito dito 420 dilae 4^500.
Dito dito 420 ditas 4.
Dito liso 3$Z00.
Dito de peso azul e branco 4(500.
Dito azul liso 2JJ00.
Dito pequeo larjado 13500.
Dito pequeo de cores 1200 e 1&50O.
Dito tarjado de preto 1JJ50O.
Eavelopea esnio i.
Obreias -de colas 100,120 e 300 rs.
Pentes de tartaruga.
A imperatriz b; e 10$ o que se vendau por 16-
e 205000.
Direiio para atar cabello a 4g.
A imitaQao por l-~.
De arripia para meninos a 800 e 10.
Tartaruga para alizar 'A$.
De bfalo para suica e caballo 400 rs.
Pentes de borracha pequeos para trazr por ca-
sa muito bonsa 320 rs.
E inftnidade de artigos novamente chegados
loja Espranos ra do Queimado n. 33 A.
Fazeiiiias baratas
NA
Lojadopavo,
Cambraia organdys a 280 rs.
Vendo-se esmbraia organdys de cores com rao-
dernissimos padres a 280 o covado, e csssas
francezss muito linas a 240, 280 e 300 rs. o co-
vado : s na loja do pavao, ra da Imperatriz
numero 60.
Chitas largas a 200 rs.
Veudem-se chitas largas a 200 rs. o cosado por
ter um pequeo toque de mofo ; na ra da Im-
peratriz O. 60, loja do pavo.
Alpakiaa280.
Vende-se esta nova fazeoda de linho a imitacao
de sedas da quadrinhoa miadiohos propria para
vestido da senhora, roupas para menioos, sendo
fazenda que nao desbota, a 280 o covado : na rus
da Imperatri n. 60, loja do pavao.
Bramante a 10$.
Vendemse pecas de bramante de linha de
urna s largura com 27 varas a 10$ a peca, tam-
bem se veode 1(2 peja com 13 li2 varas por5J ;
na ra da Imperatriz o. 60, loja do pavao.
Carnauba
Vende-se a mala superior cera de carnauba qae
ha no mercado ; na ra dalmperaliiz n. 60, loja
do pavao.
Cambraias lisas a l
Vendem-se pecsa de cambraia lisa muito fina
com 8 l|2 varas a 3j> a pega: na ra da Impera-
triz n. 00, loja do pavo.
PaletoU a 6$.
Vendem-se palelots de panno preto 600 a cor
de caf a 6|: na ra da Imperatriz n. 60, loja do
pavao.
Chitas escuras a 240.
Vendem-se chitas fraocezas escuras a 240 o co-
vado: oa roa da Imoeratrit n. 60. lj* do pavao.
Chales baratos.
Vendem-se chales de marin de corea sendo
muilo grandes i3;: na raa da Imperatriz n. 60,
loja do pavao.
Bordados baratos.
Vendem se gollinbas de cambraia e de fil bor-
dadas a 500 rs., manguitos a 19 o par, manguitos
cora golla bordada de cambraia a 18600, e- tiraa
bordadas e aotreaeioa ; na raa da Imperatriz n.
60, lojs do pavao.
70,000.
Vende-se por 70} os segaintes objectos todo
em bom estado am fardao para guarda nacional
(cacadores), banda nos, borretina, adragonas [al-
teres], liel para espada, por este prego para quem
drecisa aproreilar-se: na ra Nora n. 8.
45 -Ra Uireita4S
A epidemia declina sensivelmente, e o sec
completo desappsrecimenlo est proiimo! 0
proprietario deste bem soriido estabelecimeolo
convida os seus numerosos frenuezes a substituir
o jaleado velho, que todo est cholenco, por no-
vo, e qne possa resistir s mil schotis e mazzur-
cjs que vo ser dansadss em louvor do restaba-
Jecjttigntq da saude publica. Os pregos con-
videm :
HOMENS.
Botinas afamadas Milis. : 12JJOO0
non-plus-ultra Nantes......... lSfcOO
> Nantes 2 bateras.............. llSMio
lustre.................... 108000
inglezes de botes.............. IOjuOo
> batedores....................... yjOO
> eooio de porco....... 9$00ti
> bezerro e lusire............... 9oi)0
ingieres ps selvagens......... 75500
taxiados brasileiros............ 5500
Sapatoes non-plus-ultr................ 7c00
3 bateras e meia.............. 6)500
esmaga cobra.................. 5&00
Nantes 2 baterias vaqueta..... 6&0O0
2 baterias bezerro...... 5^500
a trabalhadores.......... 53OOO
brasileiros de 3JJ500 a.......... 2{000
Sapalos2 solas e salto.................. 5500(1
tranca porluguezes.......... 2$00
fraocezes...... Iji2o0
SENHORAS.
Botinas dengozse......... 55500
> salto de bater...... 5;000
> pechincha de 4jf500 a. 4$000
americanas 3J500 a iinO
Sapatosde ssFto (Joly) J 30<>
sem elle (idem) 1jj920
tapate; ,..... 800
econmicos. :...... 500
a lustre 32 e 33....... 800
MENINOS E MENINAS.
Ha de ludo em relsgao e nao se deixa sahir
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
eordavo, bezerro frsncez, couro de lustre, mar-
roquim, sola, courinhos etc., que tudo se troca
por dinheiro vootade do comprador.
pechincha.
Va ra do Crespo, loja de
4 partas n. 8,
vendem-se corles de chitas largas escura?, de co-
rsa fizas, de 10 covados, a ia o corle, ctssas de
cores fizas, fazenda que sempre se vendeu pos
610 e 800 rs. a vara, a 210 o covado, e outrir
muitas fazendas por prerns bairoa qae s vista.
Na ra da Imperalriz nu-
mero 20.
Vende se o seguate.
Bramante com 10 pilmos de largura a 12500,
riscadinhos escaros de cor fiza a 160 rs., cassas
de corea a 280 e 320 rs., oleados para cobrir
mesas a SS, indianas rr.uito bnas a 18, chitas a
160. 200, 210, 280 e 30 rs., cambraias de ssl-
picos de eorcg e brancas a 400 rs., cobertores
brsncoa e escuros a 1;100, 19600 e 2$, pannos
finos pretos e de cores a 2$. 29400 e 3$, cam-
braias para cortinados a 2J} a pera, ditas lisas a
29. 39, 4g e 53, tapetes muilo finos a 69 e 79,
chapeos de seda e de rsslor muilo finos edo ul-
timo goslo de Paris a S9 e 99, ditos de feltro li-
no copa alta a 59, casemiras para forro de carros
a I96OO, corles de dita muito lina para caigas a
49, pecas de eotremaios a le, e Ooalmente ma-
dapoles, elgoddes, bros, bretanbss e outras
muitas fazendas que o dono do estabelecirasnlo
est resoliiJo a vender muito barato afim de
apurar dinheiro, dando-se as competentes amos-
tras com penhor
Vende-se urna taberna na ra das Cinco
Pootas, propria para principiante ; a tratar na
mesma roa n. 69.
Boa compra.
Vende se o excelleota eogenho S. Joaquim,
sito na freguezia da Varzes, urna legoa por bom
camioho, moenle a correte d'agua por dous
SYSTEMA MEDICO HOMUOWAI
PILULAS1I0LLW0YA.
Este inesiiraavel especifico, cranoslo is Jira-
mente de hervas medicinaes, nao contera mere li-
rio era alguma outra substancia delecie-ria. Ji
nigno maislenra infancia, e a compieico mas-
delicada, igualmente proropto a S'juro par;
desaneigai o mal na corapleiro rnais robos aa
^enteiramente innocente em suas olerceas e e-
feitos; pois busca e rernove as doengas de nnal-
gner especie e grao por mais amigas e lanazea
que sejam.
Enlre milhares de pessoas curados cora te
remedio, muilas que j eslavam s portal morle, preservando em seu uso eoaaes>niran
recobrar a saude efor^s, depois de hOTei tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao de\em entregr-ea des-
esperaro; fagara ura compelente ensaio das
efJicazes efoilos desla assombrosa medicina, c
prestes recuperarlo o benofuio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
Aara qualquer das sejjuintesenermidades :
cadentes epilpticos.
Alporcas.
Arnpolas.
Areias (raa! de)
Asthraa.
Clicas.
Convulsces.
Debilidade ou extenua-
(o
Debidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desinleria.
or dega,anta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ven ira.
Enferraidade no venlre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Febrelo da esjjene.
Gotia.
Heraorrhoidas,
Hydropesia,
Ictericia.
Indigesloes.
Inflammsc^es.
Irregularidades da
mensiruagao.
Lonibrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na eutii,
AbatToefao do vei.ire.
l'lilysica ou ronsur,
cao pulmonar,
Retenijao de ourina.
Hlieuraatismo.
Syrnpioruas iccundarioa.
Tumores.
Encbaqueca. Tico dcloioso,
Herysipeli. Ulceras.
Febre biliosa. Venreo ( mal)
Febre intermitente.
Vendtin-se estas pulas no eslabelerimerto
geral de Londres n. 224, Strand, a na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
ancarregadas de sua venda em toda a Are*-ira
do Sul, Havana e Hespanha.
Veudem-se as bocenlias a 800 is., ea
uraa deltas conten urna iistrucc,ao m portu-
guez para explicar o modo de se usar restas pi-
lulas.
0 deposito gsaal era casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ruada Cruz n. 11 era Per-
nambuco.
Remedio infaltivcl contra rs agn
plicas antigs e recentes, nico deposito
na botica franceza, ra da Ciuz n. __',
rreco 3._______________________________
Altenfo o Vigilante
Que acaba de recetor oa lind s rollarfS e m
caracolsiohos de ra'rlim loteiramenie aawa n-v,
proprismente psra pescoen, que se vende pelo
baratissimo prego de 1.000 a 3jrOCO, rao h>ver
pessoa alguma qae dene de comprar ro.aa 1. 1
elegante; tanto para senhoras como par criar-a
s no lisio Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Vende-se as casas tensn. I!) na
ra do Rosario da Boa-Vista, n 19 na
111a de Santa Rifa, ns. I i c 16 na lita
nova de Santa'Rita, en. 18 no becco do
Aal as '.yTico Pon tas, sendo esto n>cia-
agua, podera' quem as quizer comprar
dirigirse a ra da Cruz do Recite sc-
acudes, terrenos e matas sem igusea, pode sa-
frejar al 2.000 pes. Troca-se tambem-por pre-Lg^oO andar da casa n. A, da$ C ho-
dioa o mesmo engenho, porm s nestapt*^r-\nt da manhSa~r3,'e das 3 horas da
qaem se quizer enriquecer em pour- *_vo, o- ,___, if7^.*a .__| j
nja-ao a negocia-lo na ra *' a> 53, ter-)**** **** te, sendo a enltada ti*
^ -teas pelo becco das Cnoulas.
ceiro andar.
MLHOR EXEMPLR ENCONTRADO i MUTILADO ILEGVEL


k J
<
VXLO DE PERHAMWJCO 8ABBAD0 a PB agosto DB 18*1
%
VENDE-SE NO ARM4ZEM
PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
rgo da Penlia 8
Os melhores gneros que vem a este mercado e por menos 10 por cento do que em outra
qualquer parle, garamindo-se a boa qualidade, por isso roga-se a todos os Snrs. da pra$a, da en-
{enhos e lavradores o favor de mandarem suas encomraendas a este muito acreditado armazem de
,- Alnados, ofim de verem a differenca de preco e qualidade que faz, se fossem comprados em outra
alquer parte.
confeitadas para sorle de S. Joo a 800 rs. a libra, tambem tem-se para
6Ors. a libra sendo em porc,5o, tanto de urna qualidade como de outra se faz abati-
miento.
B* talas uo\as
m
ehe-
a boa
em caixas com duas arrobas por 29560 e em libra a 50 rs.
J*aH\*ga l.^fglQZ& da safra nova de primeira qualidade a 850 a libra,
barril se faz abalimento.
BSAIttolgSi It1teia 4%4l)ei dO ?<5l& muito frescos chegados nesle ultimo vapor a *2$000 ditos
gados no ultimo navio a 19800.
^|UlJ-3 yraiO 0 mais 8Uperior qUe iem viado a este mercado a 800 rs. a libra.
tilia aySSOH 0 me|hor que h no marcac|0 a 29800 e 29200 a libra, i
qualidade.
Vj Valia pTC*0 homeopatbico a 2*200 a libra em porc,ao se faz abatiraento.
E r**.(\UfcS HOYOS de navio transado a 230 rs. a carta e em caixas eom 40 cartas por
99000.
&j&taS CeUl vVBfcfT.&.OS&.S confeitadas, proprias para mimo, contendo mais con-
feitese assucar candido por 1*000 cada urna.
"aBSaS em caixinhas de 8 libras chegadas altimamenle a 29000 cada urna e a relalho
a 480 rs. a libra.
IlOiaXIIlua da soda em latas com differentes qualidades a 19440.
&OlVX.I>lu.& ingleza a mais nova que h no mercado a 49000 a barrica e a relalho
a 320 rs. a libra.
VillYlO 3t& pl^ft de superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 a 640 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
9Vn\&OSag%Yt&faA09 Duqusdo Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
toria velho, e deoutras muitas marcas acreditadas a 1*200 a garrafa, em caixa a 12*
tambem ha para 19000 a garrafa.
das marcas mais acreditadas a 159000 e 20*000 o gigo, a em garrafa a
l800
SsSfY'&ja da marca cobrinh ou de outras marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
^J^SfJJJMM bancazas e portguezas em lataa de 1 libra por 640 rs.
ML&$& 4^ tCE&at em latas de 1 libra por 800 rs.
&."^' 20800:
3JH&R.3LQR9 de casca mole muito novas a 320 rs. a libra, em arroba por 80000.
NS^^a 120 rs. a libra e em arroba a 30O0.
MeVffa, maC4Tae MlMlim a 400 rs. a libra, a em caixa com 1 arro-
ba por 69000.
"StYQUia&ftq pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cai
xinhas muito enfeitidas se faz obalimento.
BrftlltOS a* a'fjjtltfcS lixados os maisbam feilosque tem vindo a esla mercado a 280rs.
tambem ha para 200 rs.
anTfQaHUnVfcOS lllg\!li*S para fiambre a 800 rs. tambem haraburguez para fiambra a
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
t.jUftUYl$a% >\&103 mul0 novag a 560 rs> a [bra eem barril se far abatimeuto.
oftlSiS, o melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
L OUfailft iO ?fcl muito novo a '280 rs. a libra e em barris de 1 a meia arroba
a 5$ e 79 a arroba.
-iUflUltlC/ArS em latas j promptas para se comer a 1*800 cada urna.
Ban\i& do po?co refilllda em Utog com 10 iibras por 4|30o.
Hita OBI Barril mut0 fina e n a 440 rs. a libra eem barril a 400 rs.
tf \5eS COm Vi 11 vi itanCCZ pr0pros para mimo a 500 rs. cada um.
aVlAYattMJtfMk imperial do afamado Abre ede outros muilos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a libra.
V.^&ff HlClikda de Alperche em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
miH*%aS C iBBi V metas de doce em calda as melhores que ha em Portugal como se-
jam pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs, a lata.
D0Ce& StseCtH* e era calda, em latas, de 4 a 5 libras por 19500. .
C\iOCO\$tQ hespanhol a 19500 rs. a libra, dilto francez a 19100 ditlo porluguez a
800 rs., alianza-sea boa qualidade.
daiC de primeira qualidade tanto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
95000, dito mais baixo a 260 rs. e 7*800 a arroba.
SCVadinaa de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porijao se fax
abatimento.
Sag muito novo a 320 rs. a libra e em garrafoes.com 5 libras, por 29000.
l?&Yil\ia do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
Hita do Maranhao alva e cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
VclaO da carnauba refinada a 400 rs. a libra, eemVroba o 12*000..
A.ZOtQ doCO rfinadoa 800 rs.garrafa e e em caixas a 99000
ViliagVO de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 1*800.
%T7iVlO cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, a am caixa 149000.
VillllO bTaUCO de Lisboa o mais superior qua ha no mercadopropiio para miss
640 rs. garrafa e em caada a 4*500.
^HaYUtOS gUSpros d fabricante Brando em meias caixinhas, por 2*500.
MllOS suspiros do fabricante Catanho & Filhos em meias caxinhas a 29000.
iBltOS em caixas de 100 regala Imperial, Viagantes, e Panentellas, a 29000 a caixa.
AlpiSta muita limpo, a I80rs. a libra, e em arroba 59500,
AZOltOa&S muito novas, a 19600 rs. caa urna ancoreta, e a 400 rs. a garrafa;
AtOl je Maranhao a 120 rs a libra, 39400 a arroba.
Br *1XC de postas em latas dai mejores qualidades de peixe que ha em Portugal a 19500 rs.
(Hitara de BLoUai&da ^ garrafoes com 25 garrafas por 9*000.
ida ingW. njujto nova a 1900$ t> frasco e traneeza a 640 rs. o pota.
generosa""
ment de tudo que
Rival sem se-
gundo.
Ra do Queimado n. 55, loja de miudezas de
Jos de Azavedo Haia e Silva, conheeido por Jo-
t Bigodinho, eali vendeodo peloa presos que a
todoa admiran, queiram ver o que bota e ba-
ratsimo :
Parea deaapatosda tranca auperlorea a.
Frascos ds agoa ambritda a melhor ...
Ditos de dita, frascos grandea, a 500 e..
Cartas de alfineles fraoceies, ..........
Pacotei de papel amizade, a............
Caixaa com papel dediveraoa gostos, a..
Parea de aapatoa de la para meninos, a
Varaa de bico dsa llhaa, a..............
Cordal para violo muito frascas e no-
va, .................................
Frascos de banha Pbiloeoma superior, a
Ditoa d* dita de urjo, a.................
Ditoa de chairo muito fino, 500 a.....
Caixaa com apparelhoade metal para di-
vertir meninos, a.....................
Varaa de franja para cortinados a tol-
losa, a ................................
Cerriteis da liona preta com 500, 600
800jardaa, a..........................
Barra com phoaphoros o melhor e bo-
nitos, a..............................
Mjso de lioba fina para bordar, a ....
Tranca de la de todaa aa coraa a per;.
P*C*e de fila de cs, lodaa aa larguras, a
Grozas de boles de louga pritaado mul-
to finos, a .............................
Peeaa de fitas de linho lisas superiores,a
Dilaa de cordao imperial, fino e grosao, a
Frascos de macaca perola, muito fino, a
Ditos da dito oleo, muito auperior, a.. .
Ditoa de oleo babosa superior, a 320 e..
Bonecoa qua choram, muito lindos, da
160 a................
Caixas de p para limpar denles, muito
auperior, a...... .
Ditas de phosphoros especiaes e um so-
braaileate, a.........
Pides de (landres, piolados muito boni-
tos, a...........
Varas de fita para fazer sintos dos me
Inoras gosto, a........
Duzia de phoaphoros de gaz, do melhor
fabricante, a.........
Dits de canelas de folha, muito boas, a
Linbaa de gaz de todas as qualidades a bara-
tsimas.
18*80
400
600
100
700
700
200
80
80
ljfOOb
500
800
400
200
160
160
240
40
920
240
40
40
200
100
500
500
160
160
200
500
210
120
ReTogios.
Ven de-se am casa da lohnston Pater & C,
.-u do Viga rio n. 3, um bello sortimento de
(elegios de ouro, palate inglez, de um doa mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambem
uata variedad* da bonitos trancallns para os
mesmos.
|Loja das 6 por-1
tas em frente do Livra- S
ment
Bales de 15, 20, 30 e 40 arcos.
Grande sortimento de baldes de arcos
os melhores nesta fazenda e grandes,
chitas fraocszas largas eacuraa a 220 e
I 240 rs. o covado, ditas estrellas miudi-
I nhas a 160 rs. o covado, cambraia lisa
S para forro com 8 1 ['2 varaa a 2} a pega,
m ditas finas a 3#, 49, 5o e 6 muito tinas,
di in de sal piqun ho com 8 112 varas a
8 3#5O0 a pega, coberlas alcoxoadas bran-
i ca e de cores para cama a 4$500 e 5|,
caaaas de cores fraocezas tintas seguras
a 320 rs. o covado, pega de bretanba de
rolo a 2$, algod&o trancado alvo maito
largo para toalhaa a 19 a vara, enfeite a
Garibaldi todoa pretoa a 59 cada um, len-
cos braocos com barra cores s 120 ca-
da am, rotepafeita de todaa aa qvalida-
Sdes muito baratas, a loja est abarla al
aa 9 horaa da noit.
wummsmmBm wmtmmm Mal
A.os Srs. consumidores de gaz
Nos armazens do cas do Ramos ns. 18 a 36 a
na raa do Trapiche Novo no Recite n. 8, aa ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
retenumente chegado a 149 a lata de 5 galdes,
sssim como latas da 10 da 5 garrafaa a am
garrafas.
MEH8S Sal
NOS ARMAZENS
PROGRESSITA
Veade-se urna porgo de barr de cal de
Lisboa propria para obra de pedreiro a 49 o bar -
rll ; no armazem do Teiielra, caes da alfandega.
Nova alieneo.
O vigilante acabado recebar novo sortimento
da diversos objectos que se vendem por menos
20 por cento do que am outra qualquer parte.
Nobilia.
Sint-is para senhoras.
Riquisaimos sinlos dourado, pelo baratiasimo
prego de 29, e com fivela ao lado a 49, asstm co-
mo da fita de sada ou velludo a 2g : s no gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Enfeites.
Vendem-se osriquissimos eofeites da cabega
com franja e vidrilho a 59, ditos sem franja a 39,
ditos trangadoa a 29500, ditos de lago de fita e
bico de seda a 29: s no gallo vigilante, ra do
Graspo n. 7.
Fivelasparasiuto.
Riquissimas tirelas de ago com madreperola no
centro a 19200. ditas de madreperola a 3z0, ditas
douradinhas a 340 : s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Vidrilho.
Lindos vidrilhos pretos e de cores, pelo bara-
tiasimo preco de I56OO a libra : s 00 gallo vigi-
lante, rus do Crespo n. 7.
Para entreter o tempo.
Os lindos jogos de dminos a 19400, lindas cai -
liohas com jogoa de vispora a 900 rs.: s no gal-
lo vigilante, ra do Ctvseo o. T.
Caixas de tartaruga e charu-
teiras de charo para rap
e charutos.
O tabaqoista que aprecia a boa pitada de Lis-
boa ou mesmo Princeza, Meuron etc., le,
justo que compre urna bonita caixa de tartaruga
toda marchelada com a qual nao se envergonha-
r de offerecer da bo pilada de seu gasto a to-
dos os circumstantes que se achsrem em aua ro-
da, muilos dos quaes louvaro o seu bom gosto.
Assim como a caixa Beceasaria ao tabaquista,
charuteira nao superfina no fumanta e sendo
ella bonita como sao as de charo nuchetas me-
lhor ser porque cora isscdeixa conhecer qusn-
lo sabe apreciar o bom. Para os mais com mo-
distas ta tubera ha bom sortimento f todos eneoo-
traro barateza urna vez que munidos de diahei-
ro se dirigirem a ra do Queimado loja da eguia
branca n. 16.
Potassa da ttussia
e Americana.
No escriptorio de Hanoel Ignacio de Oliveira &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por prego
mais barato do que em outra qualqeer parte.
Caslello-Branco,alaiale
militar.
Por eate aonuocio se faz constar aos Srs. offi-
ciaes de todas as armas, tsnto desla provincia
como das maiscapilaes do norte do imperio, que
lia a venda botoaa do novo padro, segundo a
ultima ordem do ministerio da guerra, venden -
do-aa duaa abotuaduras por 39, advertindo que
urna das abotuaduras de padro antigo, faz-se
remessaa para onde forem pedidas, assim como
tambem ha para vender o melhor panno azul in-
glez, o o melhor velludo prelo do Porto, fazendaa
desconhecidas ueata prega, o que se vende a re-
lalho. O Srs. offlciaes qne esto fora da provin-
cia podem renovar suss consignages fizando
quanlia certa, os oulros senhores que nao live-
rem procurago nesta casa podem manda-la, ad-
vertindo que o tempo para a dila procurago de-
ve eer limitado, acompanhando urna caria da or-
dena pedindo as ancommendaa que forem preci-
sas, devendo ser dirigidas a correspondencia a
Joaquina Rodrigues Tarares de Mello, raa do
Queimado o. 39. Tambem ha galio da ouro su-
perior e ferros francezes para alfaiale, aza forja-
da o par 109.
Na ra da Camboado Carmo loja n.
12, vndese toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
g;i, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
mmmmmm-m^mmm mm
Grande
|liquidaco por tocio |
I o pre$o, na bem co-
I nhecida loja do Ser-
tanejo.
sRua do Queimado n. 4S. j
Apparecam com di-
| uheiro que nao deixaro t
8 de comprar. S
Chitas escuras finas a 160, 180 a S00 |
S rs., cortes da vestido prelos bordados a 2
S" velludo de custo de 1509 a se vendem j
por 3' 409, 509 e 709. sabidas de baile j
da velludo setim a 129 e 139, camisas 9
para secbora a -2:000 e 35300, gols.has 1
de ec braia bordadas a 500, 600, 700, 5
800, 19. ditas de Q16 bordadas a 120 M
* rs., c veques de fuslo a 59, 69,7, 89,
fl mcii seda brancas a jtMJU/ur ss--,
X nborata I92UO o par, tiras de babados 1
I 500 e\00ra., laade quadro enfeatadas
300 a 360 rs. o covado, cambraia preta a i
400 a 440 rs. a vara, orgaodys de cores a 8
600 rs. a vara, fil branco adamascado -:
para cortinados a vestidos a 400 o 500 4
rt. a vara, corles do collets do casemira 92
bordados prelos a 29 e 39000, ditos de V
velludo de cor e pretos a 39, 49. 59 e 69, 2
paletots de brim branco francezes a *
i 395OO e 49500. ditos de casemira de co- S
8" res a pretos a 149 e!69. ditos da alpaca 9
preta e de corea s 39,3J500, 49 a 49500, 1
s camisas da peito da linho a 29500, cortea S
I de rollete de gorguro a 19500, 19700, g
8 29200, 3J e 3$500, colletea leitosdebrim S
branco a 29500, ditos feitos de gorguro M
a 29500 e 395OO, ditos (ditoa de casemira %
a 35500, 4$ a 43500, ditos de velludo a %
8 59, 69 e 79, ditos de fuato de cores a ej
18500, um variado sortimento de meias 8
para homem a senhora, grioaldas com B
flores, chales de froco, espartilhos, a lo- 8
8 da a qualidade de roupas feilas para ho- tt
mem que tudo se vende por matada do
I seu valor.
SW* vnw^9&wmi HtyMlWinrlrM
Mocadas e meias moendas.
Ta'\as de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra i 10 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
DUARTE &l
36 Ra das Cruzes de S. atonio 36
O LASGO DOCARIN O.
Nos os proprietarios destes acreditados rmaseos parlieip aos nossos numero*
freguezes que por wdos os vapores e navios de vela recebemos da noropria encommenda oc
melhores ganeros*4tendente a molhados, e por isso podemos vender -senos 10 por cento do
qua outro qualquer, como a experiencia o most -ar por isso pedimos os os Srs. da praca e do
mallo, que anda se noderamao trabalho da mandarem experimentanvor de o fazerera eertos
de nada perderem, pols para isso nao pouparernos forjas para bem ser a anda mais a penoas
menos entendidas, eertos da esclarecer aos compradores que s na ru Cruzes n. 36 abra
do Carmo n. 9, que devem indere$ar os portadores, pois muito se on com outras casas quasi
dos mesmos ttulos (Progressista e Progressivo) pois sao as duas uniciaez.
.vli lltClga, ingleZM a mas nova emais superior do mea 800 rs. a libra.
MalUeiga francesa melhor que se pode desojar ars. a libra a am barril a
600 rs.
OOllO irailCt "L em carios chegados no ultim vapor a l
i era Seccas em caixinhas de 4 libras muito novas e |S a 4# a caixinha, a a
1*280 rs. por libra.
Milho alpista e painyo
Cha huxim
o caixao
como pecego, .sco-inja, ameixas
lura.
I
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston^
a. 42.
C ra da Senzalla Nova
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultimo vapor oa seguinles ob-
jectos :
Bailes ligas de seds para arnhora.
Grandes e bem taeidos bandes de dina.
Xspas de ac, Ota elstica para cea de balo.
B mecas grandes mui bonitas a bom vestidss.
Bonitos bsuziohos com 9 frascoade cheiroa.
Lindas caixinhas com 6 ditos de ditos.
Trencelln) grosao de cor para guarnecer vestidos.
Luvas de camuraa brancas o amarnllas.
Lindos boioes de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de recebar lindos
boioes de porcallanadourada com fina banha a
mavioaas inseripcoee, oa quaes por suas delicade-
taa e perleicoestoraem-ee dignos para presen-
tas, e com especialidede ne actual quadra, quem
gostsrdobom dirigir-se com dioheiro ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, qua acha-
ra era que bem o emurar.
Alera dos eneros cima to~Sonados enconlrar o ^oeiuvel publico um* comnlato serti-
iendente a mouo.-.' r
I
Sonhail Miilor Si C, iodo recebido or-
dem pare vender o seu crescido deposito de rslo-
gioa visto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, portento, is passoaa que quizerem
poaaelr em bom relogio de oaro oa prala do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-aa da op^
portenidade sem parda de tempo, para vir com-
pra-loa por commodo preso no sea eicrlptorio
raa do Trapica)* n,J8,
a 160 rs. a libra,
o mais especial que se pode encentrar a 2}8ibra.
V^Il a nySSOIl o selhor que se poda desejar da 25400 a 2Iibra.
IvU pretO o que se pode desejar neste genero a 2# a bra600 o at\i::..
QliejOS amengOS chegados no ultimo vapor a 2 0.
vUeiJO pratO 0 melho do mercado a 600 rs. a libra e nteiro a 500 rs.
Passas era caxinhas de 8 libras t*fs., \bI,
Figos em caixinhas de s libras a aeoo esooiibn. (
Amendoas d& casca mole, 320 rs. noze*es. *Hr.m* m
AmeixaS franCeZ^SaU a libra eem latas com 5U Mu
Marmeladd Superior m9lhor do mercado em UtuUlj. 700 rs. a I ib.
Doce da casca da goiaba soo rs.
Latas com frutas em calda
alperxe a 600 rs.
Amendoas confeitadas COm diversas cores a soo k
VinhoS generOSOS engarrafados das seguinles qualidadl||o Porto, Porta
fino, Pedro V, velho secco, genuino. Sector, Carcavellos, rSfadeira secca a
129 e 13J> a duzia a a 1*100 a garrafa e muscalel a 720 rs. 7
UltOS empipa proprios para mesa de 39600 a a caada ede 50' rs. a garrafa,
do Porto, Lisboa e Figueira.
<3tr\' Ja9 das melhores marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 clianpanhe das
. marcas mais affctadasde 1* a 20* o gigo, eognhac o m< te pode desejar
a 900 rs. agarrafa.
IxeneDra da verdadera hollanda era garrafes de 16 garrafas a 9
l^eneora italiana a mais sublime que tem vindo ae nosso mercakaeos grandes
a 2|000 cada um.
rrasqiieira com 12 frascos de genebra de Holanda 9800
varriIOCS cora 5garrafas de superior vinagre a 19000
Vinagre puro de Lisboa ,240 ri. ,gmaa,, 1|t ltda
narraSI|UinO 0 msuperior que se pode desejar a 19000 a
aSper Illa Cete o mais superior do marcado em caixinhas de 6'lil 00 e 700 rs.
a libra.
VelS de Camauba all#500aarroba e 380 a libra.
AHCOret&S comazeitonas as melhores do mercado a 1 5-00.
V^aiXafi com 1 arroba hespanhola contendo raacaro talharirne aletra
jaiXinnaS com diversas qualidades de massas como saja estrelobna\ % fi*A e 640 rs. a libra. F V ^
Chourigas e Paios os melhoresdo marcado
I 1'eZU ntOS 0 que se pode dezejar de bom a 640 rs.
LlIlgUCaS finasem latas j promptas a 1|600.
"eiXe em latas cavallinhas pargo, e linguadosa 1^600.
M. OUClllllO do reino a 320 rs. a libra do novo, e 280 rs. do >elho.
tSailha de pOrCO a melhordo mercado em latas de 10 abras a 49000.
MatfSaS para SOpa talharirne macarro a 280rs,ealelria a 3i0 rs.
sr alltOS llXaQOS em majos com 20 atacinbos a 200 n.
1 a pe greve pautado a Uso muito superior a 49000 a resma.
CaT Va UOCCa 360, pimenu a 360, canalla 900 rs., ecomiahos a 800 rs. a libra.
PfalltOS do gaZ a 29300 a groza a 20 rs. a caixinha.
3a 1 retinado tm p,cotes de mais da urna libra a 160 rs.
9agU mu(0 B0V0 a 280 a libra e sevadinha 200 rs.
cVarinna de Maranhao a 160 rs. a libra e gomma a 100 rs. a
^6. CaiXinliaS ,s mais elegantes, propias para mimos ou mesmo para guardar ieias da 409 n.
a 19500 e temo com 6 caixinhas 5ooo.
ChOCOlate hespanhol verdadeiro a WOO ra. .libra.
Krvilhas portguezas e francezas. feyao d. mi. m
a lata.
daVel em latas chegado no ultimo vapor
Bolaxinha de sodaemiaus
aLeiltlllia.S TranCeZaS 0 melhor legurae para sopa e guizado a SOO rs. a libra.
^reSUIltOS hambre os melhores do mercado a 640 rs. a libra.
irlaSSa Ufe tomate jas melhores qualidades em latas de 1 libra a 700 rs., em 50#
rs., e em potes de vidro a 700 rs. cada um.
Bul achn lia Crack lid em latas com 8 el6 libras a 21500 c 49500 e a 409
BalaiOS frailCezeS de diversos umanhos de 320 a 690 rs. os maiores
para meninos a 80 rs. cada um.
A Veletas ebegadas ltimamente a 320 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes 1400 aiau.
AzetC dOCe refinado a 9 a wiu SOO rs. agarrafa,
ArrOZ (m saccoa de 5 arrobas do ver melho a 29500.
a 560 is. a anrst.
a libra.
e potos 560 rs.
libra e 29890 a arrobe.
terrado do R5500 a 09500 a arroba.
a 19600.
a 19400
FuDleiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Naate rico e bem montado estabelecimento en-
contraro oa fregaezea o maia perfeito, bem aca-
bado a barato no aeu genero.
URNAS de todaa aa qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANBEIROSie todos os tamanhoa.
SKMICIV1AS idem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem Idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixaa de lodaa as groaauraa.
PRATOS imitando em perfeito a boa porcel-
ana.
CHALE1RAS de todaa aa qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e (landres para qeal-
qaer aortimento.
VIOROS em caixaa e a retalho de todoa oa ta-
maodando-ae maohoa, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-ae encommendaa de qualquer nate-
reza, concertoa, qua tado aera desampenhade a
contento.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Vendem-ae manguilla e Rollas de superior
cambraia ricamente bordados pelo insignicinte
preco de 29 o par da manguitos com urna golla,
sendo quo stmpre costaram 69 cada par, aasim
pola raaemmeoda-se aos amigos da santa eco-
BfSSEETiX *iT*mt\S*";rm"d,rem8eurfT*imr,orv**irdem,istinimm**"^^
dueimdo n. 22, ar-w polos procos awatumados, salvo aquellos da fita d| mez,-
rs.

I
e maracas
LlCOreS os mais finos que ha no mercado a 19 agarrafa e 109 adusta, (amata lesna
para menos.
Alim dos %eneros annuneiados encontrar o ro^eiuvel publico ludo que for i
te a osles estabelecimantos. Os proprieiarios aeUnlineen que estes preeos t
MELHOR EXMf^RTCfJNTRADO MUTILADO 11LEGVL


1 V
DIARIO M I ERHAMiUCO SAMaDO DB AGOSIO DI 1102
Enfeites para senhora.
O m.lhoni eofeitei pretoi de cre qu p-
oarece 5*500. 69 6S500 : na loja da Victoria,
M raa do Quelmade d. 75.
faixinhas e eabazes para
as meninas trazerem
no bra co.
Multo lindas caitiahis abasas para meninas,
de 100 ris t 20500: oa loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75. _________
Franjas prelas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sortimeatos de franjaa pretas de cores
ora vidrilho a sea elle : na loja da Victoria, na
ra do Queimsdo n. 75. ____________
Zinhasde peso verda-
deras..
Llnhas finia de paso verdideiras. meadaa
grandes a 140 ris : na loja da Victoria, na raa
do Quimado 75.
Phosphoros de seguranc
Phosphoros de seguranza, por que lirra de in-
cendio, a 160 ris a caiza : na loja da Victoria,
na raa do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Slelas muito grandes e boas a 160 ris urna
na loja da Victoria, ni ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
As melhores liohss de croxel para libyrinlho,
noveltos monstros s 320ris um : na loja da Vic-
toria, na raa do Queimado n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos doarados pin senhoras a 29200,
ditos de ponta cahida a 49, ditos de fita a 1&600:
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas.
Chegou para a loja da Victoria urna peqaeoa
porcio de ricos espelhos de varios tamaobos para
ornamentos de salas, afliaoando-se serem o
melbores m vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
Lia mnito boa d todas as cores para bordar, i
70 a libra : na loja da Victoria, oa raa do Quei-
mado n. 75.
Lichas do gaz,
.Caiiohas com 50 novellos da liohas muito fi-
nas dio gaz a 900 ris a caixa, ditas com 30 no-
Te a 700 ria, ditas com 10 novellos grandes
is, brancas epretas: na loja da Victoria,
ama do Queimado n. 75.
Arara vende os palitos.
Vendem-ae masaos de pililos finos com 20
massinhos, por 200 rs.; na ra da Imperatriz,
oja da arara n. 56.
Para doces seceos,
Vendem-se maito bonitas caixiohas redonda?,
de mar'aira, de diversos lmannos, forradas d
papis da cores, muito lincas, propriaa nica-
mente para doces aeccos de qualquer qualidade,
pelo barato prego de 4, 5 e 63 a duzia : na ra
do Queimado, na bem conbecida loja de miude-
zss da boa fama n. 35.
Para S, JooeS. Pedro.
Veddem-se caixiohas com grande poroso de
mendosa soofsitsdss, alguna confeitoi pro-
prios psra o ftatejo de S. Joao e S. Pedro, pilo
barato preco ds 800 rs. cada urna : na ra do
Queimado, na beca conbecida loja da miudezas
ds boa fama n. 35.
Luvasde Jouvin.
Vende-ae luvas de pellica de Jouvin brancas,
para senhora, ltimamente chegadas : na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63._______
Luvas de seda.
Vende-se luvis de seds enfeitadas a 1S600,
29OOO e 272OO, ditas rio de Escossia braocas a ra.
700. ditas de cores 800 rii, ditas de algodao a
*"* ris ; na loja do beija flor, raa do Queimado
re 63.
> 1 1111
Escovas.
Vende-se escovas psra denles finas de diversas
qaalidades a 120, 160. 320. 400 e 500 ris : na
loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
Jogo de domin.
Vende-se jogo de domin finos s lg-200 : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Botes para puuho.
Vea)de-se botes de punho finos de diversas
qualidades a 200 rcis o par. que tambero servem
para manguitos de senhora : oa loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-se occulos finos de armacio de 150, 1
29, 1}}, 610 e 400 ris : loja do beija flor, ra do
Queimado n. 63.
Ricos sintos dourados.
Vende-se sintos dourados s 25, ditos de fila
com fivelia dourada a 19500 : loja do beija fior,
raa do Queimado n. 63.
Enfeites para caneca.
Vende-se requissimos enfeites para cabeca com
franja, e sem ella pelo baratissimo prego de 5|
5301)0, ditos de vidrilbos a I96OO ; na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Carteiras.
Vende-se ricas csrteiras psra guardar dinbeiro
deouro e prata a 29000, 2J500, 19000, 1J280 e
lSS : na loja do beija flor : ra do Queimado
na mere 63.
Micos ftasquines
A loja da boa f racebeu mperiore bsquines
de muito fina cambraia a imitaro da da linbo,
bordados a enfeitados com apurado gosto o os
vende pelo barato preco de 8$ cada um, tendo
aido sempre sea casto de 16$ e 200, apressem-sa
pois em compra-los na mencionada loja ds boa
f, na ra do Qaeimado n. 21.
Candieiros do gaz.
Chegou para a loja da Victoria os melhores
andieiroa do gaz, que tem vindo ao mercado,
por precos commodos : na ra do Qaeimado
n. 51.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se em casa da S. P. Jonhston di C,
aellins e silbos inglazo?, candieiros e castices
bromeados, lonas ingieras, fio da vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
na a dous cavallos, relogios re onro patente
brIos.
Polassa da Russia.
Vende-se em cata deN. O. Bieber &
C, succetsores, ra da Cruz n. K.
igual
Sebo do Porto Rival piyi
em caixas de una arroba ; na
ruado Viga rio n. 9, primeiro
tildar.
|Acabadef
jjchegar ao novoI
i armazem g
DI
Bastos k Reg\
Na roa Nova jauto a Coaceico
dos Militares n. 47.
Um randa e variado loramente d
roupaa ieitu, calgidoi e fazendaa t todoa
astea ae vendem por precoa multo modi-
Ocadoa como de aem coatame, assim co-
mo sejam aobreeaaacoa de superiores pan-
nos a cisacos (eitos peloa ltimos figuri-
noa a 269,289, 30J e a 35, paletota dea
meamos pannos preto a 16f, 181, 20} o
a 249, ditos de casemira de cor meaclado
e de novoa padroea a 149,169, 189, 209
a a 249, ditos de casemira de cor mes-
ciado e de novoi padrdea a 14f, 16g, 189i
209 e 24f, ditos siccos daa mesmss ca-
simiras de cores s 99, 109, 129 e a 14g,
ditos pretos pelo diminuto preco de 69,
109 e 129, ditos de sarja de seda a so-
breesssesdos a 12|, ditos da merino de
eordo a 129, ditos de merino chines do
apurado gosto a 159, ditos de alpaca
prets a 7$. 89, 99 e 109, ditos saceos
pretos s 49, ditos de palha de seda fa-
zenda muito aupeiior a 49500, ditoa de
brim perdo e de fuato a 39500, 49 e a
49500, ditos de fasto tranco a 49, gran-
de quantidade de ealcaa de casemira pre-
ta e de corea a 79, 89,9| e a lOf, ditaa
pardas a 39 e a 49, ditas de brim de co-
res finas a 29500, 89, 395OO e a 4f, ditaa
de brim braceos finas a 4f,500,59, 5J500
e a 69i ditas de brim lona a 59 e a 69,
colletea de gorgurao preto e da corea a
59 e a 69. ditos de casemira de cor e pre-
tos a 49500 e a 5$, ditos de fustn brinco
e de brim a 39 e a 39500, ditos da brim
lona a 49, ditoa de merino para lulo a 49
a a 49500, calcas de merino para luto a.
49500 e a 59, apa de borracha a 99000.
Para meninos de todos os Ismanhoa : al-
a de casemira preta e de cor a 59,69 e
$. ditaa ditas de brim a 2f, 3$ 39500,
paletota aaccosde casemira pieta a 69 e
a 79 ditos da cor a 69 e a 79, di-
toa de alpaca a 39, sobrecasacos de pan-
no preto a 12$ e a 149, ditoa de alpaca
preta a 59, bonata para manido de todas
sa qualidades, camWaa psra meninoa da
todoa os tamanhos, meios ricos ve lidos
de cambraia feitos para meninas de 5 a
8 annos enm cinco babados lisos a 8| e
a 129, ditos de gorgurao de cor e de lia
a 59 a 69. ditoa de brim a 89, ditos de
cmbrala ricamente borbados para bapli-
lados a muitasoalras {azendaa e roupaa
feilaa que deixam de ser mencionadla
pela sus grande quantidade ; assim como
reebe-se toda e qualquer encommenda
de roupia para se mandar manufacturar
e que para este fien temos um completo
sortimento defazeodis de gosto e urna
grande oficina de alfaiate dirigida por um
hbil mestre que pela aua promptido
perfsico nada deiza a deaejar.
s
Superiores atoa.ha ios
adamascado.
Superiores aloalhsdo sdamasesdo com 8 pal-
mos de largara a 1$600 rs. a vira : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Yinde-si muito superior damasco de la de
urna sd cor, muito proprio para colxas e para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato prego de 298OO rs. o covado : na raa do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pechincha.
Vendem-se cortes de superior gorgurao de se-
da pira colletes pelo baratissimo preco de 1;,
29 e 39 o corte : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
RA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Enfeites
pretos e de corea muito bon a 59.
Sintos.
Sintoa dourados a 19600 e 39
Ditoa fitas de velludo a Bvelia de ac a 19500.
Tesouras finas
com pequeo toque deferrugem a 400 rs.
Ditas limpia ai uno bonitas a 800 rs.
Ditas ordioariaa a 30. 60, 120 e 240 ra.
Escovas.
Psra limpar uohas a 320 e 500 rs.
Ditis psra cabello a 800 e If.
Ditaa para roupaa a 400, 800,19 e 19200.
Meias.
Para senhoras a 25400 a duzis.
Ditas para homem a 29400,29600 e 3>50O.
Flores.
Ramos de flores articiaes a 1 $ e 19200.
Col heres
de metal propriaa para o diario a 19200 a duzia.
Ditas de metal principe a 4gOO a duzis;
Ditas ditas dita* para cha a 29400 a dazia.
Botes
para punho multo bens a 120 e 160 rs.
Libras sterlinas.
Vendem-se no escriptorio de Hanosl Ignacio
de OUveira & Filho : no largo do Corpo Santo
n.19._____________________"_________
Para baptisados.
A loja d'igua branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor a sus encommenda dos seguiotes ob-
jectos para baptissdos, sendo lindaa louquiohas
de selim mui bem enfitadas, e esda ama em
sua caixinha, sspaliubos de selim brinco, e de
cores ricamente bordados, e meias de seda, o
melhor e mais bonito possivel. Agora, poia, os
pais que nao quizerem esperar pela generosida-
de daa sinhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinbeiro loja d'iguia branca, rui
do Queimado n. 16, onde bem podero comprar
efses galantes objectos.________
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple preto muito superior pele dimi-
nuto preco de 29 o covado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 98 o covado, casemira preti
muito fina a 2$, 29500, 3, 39500 a 49 o covado,
mantas prelas de bloode muito superiores a 129,
manteletea de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordados a 359, sobreessacaa de panno
preto muito fino s 309, casacas tambem de panm
preto muito fino a 309, paletota de panno prete
(loo a 18 e 209, ditoa de casemira de cor mes-
dada a I89, superiores gravstiohss estrellas 1
19, ditas de selim maco e de gorgaro muito su-
periores para dass voltss a 29, ditas estreititiba
com lindos slQnetea a 29, superior gorgurao pre-
to para colletes a 49 o corte, ricos enfeites pretoi
a 69, e assim outraa muitsa fszendaa qae sendo 1
dinbeiro vista, vendem-se por precos maito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f._____________
Perolas falcas
ou aljfar de fina qulidade.
A loja da sguia branca acaba de receber um
novo sortimento de superior sljofar branco ou
perolai falcas o qual por sua perfeicao difflcil-
mente se distingue dss perolas verdadeirsse ser-
vem elles por sua extraordinaria grandaza para
asgargantilhas que presentemente esto em mo-
da e meimo para outroe snfeiles e romo sempre
vendem-se commodam&nle a 19, 1J200 e 1$500
o fio : isso na ra do Queimado loja da aguis
branca n. 16.
Para liquidaco troca-se
por preco barato um sane-
tuario com as respectivas
imagens e mais as seguintes:
de Sant'Anna, S. Joaquim, S
Jos, S. Antonio, e do Menino
Jess; na ra do Vigario n
9, primeiro andar.
Para os tabaquistas.
Lencos muitj finos 1 imitaco dos de linbo de
muito bonitos padroes e de cores fizas muito
proprios para as peisoaique tomam tabaco, pelo
barato prego de 49800 e 5$500 a duzia: na ra
doOueimodo o. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Bramante de linlio.
Vende-se muito superior bramante de linbo
cora duai varas de largura proprio para lences,
pelo barato prego de 29400 rs. a vara: na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado
o. 22
Batatas .
Batatas novaa a 60 rs. a libra ; uo largo do
Terco a. 23.
V*nde-se pize para fabrico deerobaretces
a 100 rs. a libra : na ra da Concordia n. 75, ar-
mazem de Msnoel Firmino Ferreira.
Milho a 3,000 sac-
eos de 22 cuias.
Ra da Madre de Dos n. 12.
Machinas americanas.
Em casa da N. O. Bieber & C., suceesiore,
ra da Cruz n. 4, vendsm-se :
Machinas para regar hortsa capim.
Ditaa para descarocar milho.
Ditaa para cortar capim.
Selina com pertences-a 109 e 209.
Obras de metal principe prsteadas.
Alcatrao da Saecia.
Verniz da alcatrao para navios.
Salsa parrilhade primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caizaa de 1 duzia.
Cognac em caias da 1 dazia.
Aradoa e grades.
Brilhantes.
Carrocas pequeas.
Vendem-se caixes va-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1280 cadaum :
gesta typographia se dir.
Vende-se uma michiBa de coaer toda a
qualidade de costura, tem maito poseo nao, e
vende-ae por precisao. por issod-seem conta :
na rus das Aguas Verdes e. 14, sobrado._______
Chapeos de sol
com bouquet para senhora.
Entre os muitos e diversos objectos de gosto e
ph 1 nta si a que a loja da agaia branca ha recibido
sobresaliera esses delicadoa e osimos cha-
peos de sol com bouqnels. Hoje que os india-
penssveis baldes nao permiltem que ss senhoras
sndem de braco, faz-se de certo necesssrio qae
esds uma tenha o seu chspo de sol, a que este
corresponda ao valor, e bom gosto da um rico
vestido de seds. E' por isso que dita loja aca-
ba de receber tomo por amostra urna paqoena
quantidade desses bellos Chspeos da sol ornados
de tinas florea o qae entre na i novissimo. Na
verdsde elles se tornara igradsveia os olhoa de
todoz, e a senhora qee os comprsr pode orgu-
lhsr-ie de seu bom goito, 10 contemplir que
trazendo-o fechido figura-ae-lhe um lindo bou-
quet, e aberlo representa-ae abrigada em uma
carregada roseira, emfim at onde pode che-
gar a perfeicao meimo o cume so bom gosto.
S pena que viesiem tao poucos que talvez
nao cheguem para a vigsima parle das preten-
derte!. Cutta cada um 209 porem a senhora
que os vir nao eiit.ua de os dar ainda meimo
que seja preciso bulir u'aquellas moedas de pra-
ta que tem guardadas em sua bolsinha reservada.
Assim pois maodim quaolo antes compra-loa na
raa do Queimado loja da aguia branca n. 16.
Fnndico Low-jfloor,
Roa da Senzalla Nova n.4S.
Wasis) subaleeimento continua a haverum
completo sortimento de moondas a meias moen-
daa para engenho, machinas da rapor a taixas
de farro batido eoado da todos os tamanho
para dito,
Kna do Crespo n, 7, no
galio vigilante.
Nula nova loja ha grande porco da caizlnhas
com smendoss proprias psra brinquedo de S.
rJoSo qae sa vende pelo barato preco de 800 rs.
cada uma qnem deixar de dar a uma menina
uma caixinha ; tambem tem grande porco da
caitas proprias para doces secoa que vende con-
forme aeua tamanhos a 69, 59 a a 49 a duzia,
mendoaa avulaaa a 800 a 640 ra. a libra : s no
vigilante raa do Crespo n. 7i
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas, fazendt
muito boa, pelo barato preco de 2000, gollinhas
e punhos ultimo gosto a 29000, gollinhaa muito
finas e bem bordadas a 1$000 cada uma na raa
do Queimado loja de miudezaa da Boa fama,
n. 35.
Rosas artifciaes para cabello:
A. L. B. F. tendo recebido um variado sorti-
mento de booilaa rons que ae eslao asando para
eabelloe, depannoa comfolba de velludo, ditas
de papel toda a, aa mais riess qae se pode encon-
trar vende-se ns ra do Queimado n. 63, loja
do beija flor.
V*nde-se uma grande cssa com commodoa
para griode familia apara negocio, com grande
quintal, etc., no logar do Peres, confronte ao
eogenbo, em fronte a estrada publica, por preco
ermmodo ; 1 tratar na villa da Escada com Joi
Marlins ds Cruz, ou no Recite, pateo do Paraizo
n. 10, e abi se daro todas as mormacoss ven-
tajosas.
Vendem-se dous baocue e ama porco de
ferramenta que foi de carapina, d-se por lodo
preco: no largo da Ribeira o. 1, esquina de San-
ta Rita.
Vanae-se urna armaco pra escriptorio : a
tratar na raa Direita n. 68, cilicios de marci-
neiiia.
Vende se urna bonita eacrava crioula, bas-
tante sha e bom corpo, de 20 annos de tdada,
cozoheirs, angommadeirs, e cose, tsmbem se
troca por outra, o motivo deste negocio porque
a meima escrivano qaer servir senhora ; na
ra Bella n. 25, isa terrea.
Superior cal de Lisboa.
Vende-se saperior cal de Lisboa chegada lti-
mamente, por precos muito maia commodoa do
que em outra qualquer psrte : no antigo a acre-
ditado deposito da rus do Brum n. ti6.
Camisas bordadas e outros ob-
jectoi necessarios para
senhoras.
Ns loja da aguia branca acha-se m bello sor-
timento de bonitas camisinhas de fina cambraia
com babadinbos e mui bonitos bordados de no-
vse delicadoa desenhos, s quses servem mui
bem para os moderno vsstidoa de frente absrta
a vendsm-aepelo diminuto preco de 39 cada
ama ; sssim como bonitos msnguiloa a balao com
gollinhas de superior cambraia e fil e todos bor-
dados, com punhos virsdos e esda prpela ba-
ritisiimo prego de 2J. o qae admiravel avista
da superioridadeda obra, e bem issim punhos e
gollinhas tsmbem bordados com bonitos botes
a 29 a gsarnico, e gollinhas soltaa igualmente
bem bordadas a 19 cada uma e manguitos a 800
rs. o par. A vista pois de am to completo sor-
timento nenhuma senhora deizir de comprar
esses necessarios objectos tanto mais quanto a
coromodidade dos precos convida e para que to-
dos sejam bem servidos convem que mandem
logo comprar na loja da aguia brinca ra do
Queimido o. 16.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pecas ce uras bordadas de 2,500.
3,000, 3,500 e 4,000 ntremelos a I96OO e -9000
cada peca na ra do Queimado loja de miudezas
di Boa fama, n. 35.
Bonecas fraucezas.
Vende-se boneess francezas ricamente vestidas
49000 e 59000, e 2|00C boneess de cera com os
olhos rr o vdeos a 2{0OO e 39000, na ra do Quei-
mado loja de miudezas da Boa fsms, n. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-se flvelss de seo para sinto a 15500 rs. e
29OOO na ra do Queimado loja da miudezas
da Roa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-ae baleias i 120 rs. cada uma aspa de acc
pan balso a 160 ra. a vara, bandes a 19500 rs. e
29OO o par, na ra doJ^ueimado loja de miadezas
da Boa fama, n. 35.
Liquidaco
de fazendas, na ra do Cres-
po loja u. 14.
Cheguem s pechinchat antes que te
acabem.
iiuaVIiV .de/e,Md0 bsrrge com binados a 43.
ditos de seda con. b.b.dos do q.sdrcs aba diiJJ
de grosdenspl.s de ,0r*. co i,"haZSa oaa
KPy.re**** Preto. combibadoa.
U9. merm de superior qualidade, proprios para
montara de tabora a 2 hsbl e3a7aS
preto azul e verde a 600 rs. o 7SmSTJSZ
oles de ceras a 300 rs. o cov.do coa "tatsW*
mofo*, dito, l.vrado 500 rs. o cov.do. boTb.,,!
na azul roza e verde eicura infestada a aco-. .
eovado, lencoi de gire de seds com fr^r., |j
..polainas de brim de ln.no mullo libo ara
mililsr a 500 rs. o psr, casaveq. d casafc-.,.
de salpicse de l preto a 1$50Q. loa, bis o- -
nno adaroiscsds para meia a 59UOO. guardantes
ae noho grandes de sup.rior qualidade qa. se
vende por 9, s 89. mantas para casillo a 11 ca-
ca ama, nquissimos tapetes ivelludad" pira
piano que ae vende por 2f |o, srsm.rio Ce
fuslao branco e de r para cri.oc. a l#Mm
palito do brim pardo a SsOO.tosV.nrcS
OS. ditos de alpaca de cor e mene sel aa Ai
chales de croch a 49, ditos de seJa preta kJ-
nor qualidade a 129. ditos de csssa brincos 3oO
rs., manguitos com camisinha e Rolla a 2$ fua-
lo branco fino a 400 n. o covido, cbn. SMSJ
seDhora s 19, ditos para meninos a 500 rs.. n-
foitiapin senhors a 500, um completo somta-
lo de transa de diversas cores, gredas raaiasT.
bieco de seda branco e preto, boioes qu- tto-
de por todo prec.o para acbsr, e outrai aunas fa-
enda que le vande pslo barato.
Queijos do serlo.
_ Vendem-se frescaes queijos do serian e>r> fr-
eso e por preco commolo : oa raa do Qerissalo
n. 14, leja de ferragens.
dascarilbas de seda.
Vende-se cascsrrilhss de seds para snfeitar
vestidos a 2;000 a pera na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
^uperier vinho do Collares
Ella ezcellente pinga que tero sido arrec tu
por todos vende-se em barr de quinto: n* er-
mszem da rea do Vigario n. 7.
Aloja da fcguia
branca ra do Queimado n. 16
Acaba de receber os precisos objectos seguin-
tes :
Aipss de balis grandes e pequins.
Fita com colzetes branca, parda e prata.
Dita de la para debruar vestidos de cores.
Traocioba de caracol miudo conhecida por bom
lom.
Alfineles prelos ebrancos em caizlnhas.
Agolhss imperises fundo doarado.
Ditaa victoria em ciizinhaa o papis.
Reiroz, prelo fioo am csrreteia grandes:
JUtenco
ao barate.ro que est
queimando.
Vende-se maoteiga ingleza de superior quali-
dade aT20 e 800 rs. a libra, dita fnnceza a 640
e 720 ro. a libra, cha hysom muilo superior qua-
lidade a, 29880 e 39200 a libra, toucioho de Lis-
boa multo auperior a 320 rs. a libra, arrol a 120
e 140 libra, alelria 320 e 400 rs. muito superior,
macarrfio a 320 e 360 a libra, vimgre de Lisboa
muito superior a 320 e 360 rs. a gema, arroz do
Maranhao a 120 e 140 a libra, azeitedoce de Lis-
boa de primeira qaalidade a 750 e 800 rs. a gar-
rafa, dito de arrpalo a 360 a garrafa, charutos
varetas mnito finos a 20 rs. fazeodo-se differenca
em caizs vinhos muito superiores 560 ,
a 640 e 800 rs. a garrafa, e onlros muitos mais
gneros, que visls dos compradores se vende-
to por menos do que em outra qualquer psrte :
ds ra do Nogueira n. 49.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha psraquem padece
de erysipela a 159000 o par, meias de seda prets
psra senhora a lfOOO o par na ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama. n. 35.
A2#500,so pavo.
Vendem-ae cortes de cambraia brinca com 2 .
3 babados a 29500, ditoa de tsrlatsna brancoa a
de corea, com barrea a babidoa a 39: na rui
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavo de
Gama & Silva.
Perfumaras muito tinas e
baratas.
Opiata ingleza a 19500 rs, dita trancara a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedade hygimiqee
verdadeiro 115C00 o frasco, oleo babosa dePiver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balaamica
para os denles a 19000, dita de Botot tambem
para os denles a 1(000 o frasco, pomida france-
sa em paos s 500 rs. e I50OO, 320 rs. ssbonetea
multo fioo a 640 rs., 800 rs. e I9OOO cada um na
ra do Qaeimado loja de miudezaa da Boa fama,
n. 35.
Cal e potassa.
Vendem-se estes do'iis ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Gadeia
do Recife u. 1% mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Para noivas.
j
Uma cocheira importante a venda.
Na rus do Imperador o. 12 existe uma co-
cheira que pela sua posico e commodidade a
melhor desta cidade, com a qual se faz todo o
negocio ou com cavallos e carros todos oovos ou
lem elles, e a mesma se echa livre de impostos
atrasados; Uabem se inclue no meimo negocio
com permisso de seu dono a melhor vacca lou-
rioa que tem vindo a ests trra ; a tratar na dita
casa a qualquer hora.
Atteneao.
Vende-se uma orge de ferreiro com todos os
pertencentes a mesma arte ; quem precisar, diri-
ja-so a rus da Praia n 58, que achira com quem
tratar.
Veude-i* a afamada taberna para fazer ne
gocio, sita nos Qualro Cantos da cidade de Chin-
da, por seu dono nao poder continuar por falta
de saude : a pessos que quizer fazer este nego-
cio, dirijt-se a misma taberna, que achara com
quem tratar.
y
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande sortimento de saisa a bailo de arcos,
os melhores que aqui tem apparecido no merca-
do a 4950O, 59, 6$ e 69500 cada am, d-se para
amostra com penhor ; a loja est aberta at aa9
horas da noile:
Superior brim branco de
linho
Vende-se superior brim branco de linbo tran-
cado pelo bantissimo prego de I52OO, 19440 e
19600 a vara, dito muito eocorpado de doas fios
e de linho puro a 2$ a vara : na ra do Qaeima-
do n. 22. na bem conhecida loja da boa f.
A 2,400 rs. a t uzia.
Lencos brincos finos psra algibeira pelo dimi-
nuto preco de 29*00 rs. s dazia : na bem conhe-
cida loj* da boa f, na ra do Quvimado n. 22
Caiubraias de cores
Vendem-se camtraias francezas de cores fs-
zenda muito fina pelo baratissimo prego de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na raa do
Queimado n. 22.
Para luto.
Fumoa de seda elsticos para chapeos largoa e
estrsitos a 19500 : na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Algodo de 2 larguras.
Vende-ae superior slgodao monstro com 2 lar-
guras, proprio para leocoes e toslbss de mesa a
700 rs. a vara : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Vendem-ae 16 travs de boas quatijades,
com 12 pollegadas de grossura e 40 de compri-
mo : a tratar na travesea do arsenal de guerra
numero 7.
Vende-se queijo do serlo de maito boa
qualidade : na ra do Qaeimado n. 13.
Acha-ae venda no escriplorio de Aoloni
Luis de Oliveira Azavedo & C, ra da Cruz n. 1
a obra escripia pelo visconde de Urugeay.Eoaaio
Sobre o Direito Administrativo ; deizamos de te-
cer elogios a eita obra, basta o nomo de aeu au-
tor para a tornar recommeodsds, dos volumes
em brochara 109, encadernado 12$.
Botinas de selim branco, thegadss de bovo, as-
sim como perfumsriss das maia finas qae tem
vindo : na loja do vapor ra Nov. n. 7.
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
rea do Queimado n. 16.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Pos de arroz com boneca em bonitos vasos dou-
rados.
Ditos dito sem boneca em pacotes.
Agua balaamica para conservscao dos dentes e
bom balito da bocea.
Opila ingleza paraalvejar oa dente*.
Leite virginal caja ulilidade reeonhecida para
tirir sardas.
Vinagre aromtico para qaem soffre de lonticts
e dor de cabeca.
Paililhas de cheiro para se perfumar sposentos.
Ainda pechincha
Na ra do Crespo loja de
A portas n. 8.
Pecas de madapolao largo muito fino
com pequeo toque de arara sendo fa-
zenda limpa de C$500 vende-se por 5$
a peca, ditas de dito mais baixo tam-
bem por A$5()0._________
Queijo do serto.
Queijo de manleiga a 500 rs. a libra, a de coa -
Iba a 400 rs., maoteiga ingleza flor a 800 ra ,
franceza a 640, banha refinada a 440, em barril a
400 rs., gomma de ararata a 100 rs., em arroba
a 29800 : na ra das Cruzes n. 24, esquina ds
travesa do Ouvidor.
Rap de Lisboa
em frascos.
Vende-ae o auperior rap princesa Brasil che-
gado pelo bIiimo vapor ingliz Oneida ; na loja
de Marcelino & c., ra do Crespo o. 5.
Predio venda.
Vende-se um sobrsdo na ra do Amorim, com
tres andares e soto, cboa proprio., com du*
loja. por aer bstanla l.rgo ; trata-ae na ra do
Vigirio n. 19, primeiro andar.
ira a venda
Vende-se s cocheira da ra do Imperador o.
25, com 2 carros, 1 csbriolet e 10 cavallos, tsm-
bem se fsz negocio comete com aa bemfeitorias
a dinheiro ou a praze : a tratar na roa do Crespo
n.14.
Vende-se nina escrava.
Vende-se urna mulata de 16 annos, poaco mais
ou menos, bonita figura, aem deleito algum, e
tem muito bona principio, de cozer, eogommar
e cozinhar : trata-se na ra do Queimado o. 46,
loja.
Novidades da chuva, da
Arara,
Fzenda com avaria da chuva para os
freguezes da Arara,
RA DA IMPERATIUZ N. 56.
Vende-se corles de csssa de babados a lj600,
2$000, e 23500 o corle, pessss de cmbralas de
salpiquiohoscom 8 1|2 varas a 29500, lencos
braocoa linos a 200 cadaum, ditoa de cores a
80rs., ditos para rap a 120, e 160rs. rs. cada
am ; na raa da Imperstiiz, loja e armazem da
Arara, n. 56.
Fazendas sem defeito, da Arara.
Vende-se cortes de chita finas com 12 l|2co-
vadoaa 2;500, ditos de cassa de cores a 2$500,
ditos preta a 28500, chales de merino estsmpsdos
a 2$500, golinbas para senhorss a 500 rs., man-
guitos e golas de linbo a 2&000 ; ne ra da Im-
peratriz, loja da Arara, n. 56.
NO
Torrador.
iLargo do Terfo~t3
Manleiga ingleza flor s 800 e 960 rs. s lur.
dits franceza 640 rs.. banha de porco a 4uu rs.
a libra, maesas maito linas para sopa a 40o r.. a
libra, queijos do reino a 2$,ditosdo sero a >.;:
rs.a libra,aervija dss melbores mircis a 5UO rs.
garrafa, sardinbas de Nanlesa 400 rs., loucwbo
a 320 ra., bolacninha Ingleza e 320 rs. a libra.
sisim como se vende outros muitos gneros ka-
ratiisimos, psssss s 400 rs. a libn, sao ihuilo
novas, e se algvem devidar venha ver no Toris
dor largo do Terco n. 23.
Grampos a balao
com pendentes dourados.
A leja d'sguis brsncs contina na recepeo de
objeeloa do ultimo gosto, e por isso seiba de des-
pachar vindo pelo ultimo vapor ttae delicados
e novissimos grampos de bonitaa cores com pen-
dentes dourados o que de mais delicado es p-de
encontrar. Essi loja como c geralmente sabido,
tem sempre em vistas a commodidade % >as
boss freguezlas e por ieoo tem resolvido vod:
esses galantes enfeites a 29 e 39 o par. o que ta
realidade maito mais valem. Ccevmpus que
s vista ds limitacodo precoa senhora que com-
prsr am ou miis pares, nao se demore em par-
ticipar as suss boas viiinhas e intimas amiga, ro
collegio, para que as enjillen) no sia spur-dr
goslo, e mandem logo comprsr outros peaM ti
loja de sus affelco : que a d'aguia branca, raa
do Qaeimado n. 16.
Babadin da Arara.
Vende-ae babadin com Iistras de seda, fizenda
muito nova para vestido a 500 rs. o covado, dita
com palmas soltaa de seda, de largura de 4 1|2
palmos a 640 rs. o covado, laozinba para vellido
a 320 rs. o covado, ditas muito finas a 500 e 640
ra. o covado ; na ra ds Imperatriz, loja da A-
rara, n. 56.
Chitas da Arara ecassas.
Vende-se chitas a 160.180 e 200 rs. o covado,
ditas francezaa a 220, 240 e 280 rs. o covado,
cssssa atarea a 280 rs. o covsdo, cassssfrance-
zas a 280 e 300 rs. o esvado, ditas orgaodin a
320 rs. o covado ; na ra da Imperatriz, loja e
armazem da Arara, o. 56.
Arara vende fus tao.
Vende-se fustao de corea para vestido a 280 e
320 rs. o covsdo, lencos de seda ascuros para
rap a I96OO. pessas de csmbraiaa lisas a 1,600,
29OOO, 2S500 e 39000, massos de psiitos finos psra
deniea a 200 rs.; na ra da Imperatriz, loja da
Arara, o. 56.
Madapolao da Arara.
Vende-se pessas de madapolao infestado s 39,
ditaa de 24 jardas a 48400, 49600, 51000, 59500
e 69OOO. cobertorea de algodao a 19000, ditos de
pello s 19500, roupa feila, palitos de peono pre-
to s 69500 e 89OOO, calca preta de casimira a
4g500 e 59500, teroulas de linbo s I96OO e 2^000,
c.mins francezas a I&600 e J9OOO ; na ra da
Imperatriz, loja da Arara, n. 56.
Laazinhas muito finas
para \estidos.
Supiriores laazinhas para vestidos de muito
bonitos padroes que se vendem pelo baralisaimo
prego de 440 ra. o covado : na ra do Cuaima-
do n. 22, no loja da boa f.
Vendem-se lachea de ferro cuado do aalor
maia acreditado : na rna do B um, armasen de
assvcir do Jos da Silva Loyo & C.
Gratiiicacao 5 OS
O abiizo ssslgnsdo declara pelo presente im-
anado que em dala da 18 do mes de jaiba af-
rente, aaseolou-se de seu poder o >eu ticravj
de nome Francisco, que de ordinario conheci-
do por Francisco Pacheco, com os signas 1 guil-
les : altura regalar, corpo retorcido, roiio re-
dondo, olhos acaatanhsdos, nsriz chato, pequeas, sem barba, bocea pequea, cabe.Us sa>
rspinbos ; levando em ai camisa branca de sl-
godozinho e calca de panno azui de ilpoiio, ;
slguma coass trapilha, cuio esersvo natural da
Goiinna, e julga-se ou prisame-se que efla r<-
fugiou-se dentro deita mesma cidsde. ou em al-
gum dos arrabaldes da mesas, ou et.t<< i.a>iria
seu deitioo para Goianoa, intitulando ie por for-
ro ou liberto, seguindo tslvez para all por ierra
ou em algama barcaea ; notaodo-se qae eos* rs-
cravo assas ladino: portado recomn. nds se
s todas autoridades policises, espuiea de cimpa
e ao registro do porto, qee a lerem conhecima:o
do dilo escravo de o capturar e leva-lo a r race
da Boa-Vista n. 22, ou eotao em *ee sin., m Cam-
po-Verde, que receberlo a gratificic>> sepor,
sem peras de lempo.
___________Joaquim Ignscio Ribeiro Jnior.
Escrava fgida.
Do engenho Sant'Anna. do da 25 de jado
corrente, fugio ama esrrsva muala, de nome
Simplicia, idade 25 a 30 annos pouco mais ea
menos com os signses seguintes : alta, ebeia e
corpo, rosto redondo, com uma cicatriz en am
dos lados do queizo inferior, mos grsodrs, i>s
regulares, cabello carepioho, cosame sudar ral-
Cada e dada a beber pelas libernas, mi coss-
prada ao Sr. Beroardi- rogs-se portinto s todas s autoridades policiaca,
capitaes de campo e miis pessoss que drila u-
verem conhecimento a hijim de aprehenaVr
levar ao pateo do Terco a. 44, ao Sr niiae
Manoel Eleulerio do*Reg Barros, que se lecwea-
peosir devjdamente.
Csl fgido desde ti do correle mas a.-ja-
I lbo, e escravo pardo, Ricardo, boleeir e earro-
|cairo, bem conbecido nesta prac e >eus 're-
baldes ; representa ter 25 annos de ida-i. bal-
so e magro, tem cabellos carapinboa apado Je
pouco tempo na cedis, onde eslave por causa
de ealar fgido, tem pouca barba efalta de denles
na frente, rosto comprido e olboe redondas tesa
sido encontrado na Cepunga, e Olinda anta ra-
diando e jogaodo com meie de fJks) qae toeem.:
quem o sppreheoder e levsr e casa deseas Sor
na Passsgem da Magdalena que aeri generosa-
mente recompensado.
Antonio Valentina da Silva Birrnra.
Fugio 4e casa Oo abuzo ssugoad o sea ee-
envo Eufrasio, prelo, idade 35 anns. estar
baiza, e Um por signal um peques* labiobu ci-
ma da aobrancelha, tem lido uto oesi cidade
pali ra Direita, aterro doa Affogidoi, p<-v..-ie
deite nome, e pela Solesede: quam o aperimssa
der leve-o a ra da Imperatriz o. 42, qae aera
bem recompensado. sfasnel Al ve Gu-rr..
Fugio di casa do nr. Francisco U nguee
da Silva a sua escrava de nomo Iris, p-rd*. de
estalara regular, e seces do corpo, leo o 24 as-
nos, pouco mais ou menos; roga-ae pr>*n
que a encontrar, a fac conduzir a seu aenhor,
qae sslisfsr o seu tribslho, e prtesis costra
qualquer que a oceultar
2001 de gratificado
a qaem pegar o pardo Francisco, de 17 avsee
de idade, de bonita figura, com todos r>. destes,
cibelloa earapinbos e ruivoa, este psr** t..i 4e>
Sr. Or. Borgea da Fooseca, o qual viaj.>* com
mesmo sennor todo o seno e iuburbi erais
provincia, necessaMsmente quando era es-
cravo, e talvez ainda se inculque e servtc* ds
meimo : quena o pegsr qaeira entrega I* a era
legitimo dono na rea do lloipicto m. *
Ignacio Luiz do Biito Tib.rdi.
". -'-.--r-
(MUTILADO



DIARIO M'ftmtMBUCO ? SABB*DO D AGOSTO DR |gfts.
litteratura
0 vampiro do Vale da Graca.
CAPITULO VII.
Conclaso.)
Madama Kanali hestou mullo em fa?er esla
p ;unta que. j u k a va essencial, porm muito
ida tambara. Lutava entre seu respeito por
sua fliha h a neeessidade da convente-la entre-
tanto ali* mais incisiva prciso que ella enlre-
gara seu amor a una vampiro.
M*rihs, replicou ella cora esforgo, qeaDdo
01 laius deste maldito te to:avam___
Baila 1 interrorr.peu o doutor Kanali basta!
Di jo-te, pela terceira vez que nao quero que le-
ves -it o dilirio a ioi'giuago de oossa lilln,
quaodo se trata sirnplesmenta d declarat-lhe
que este arrior que ella contra a nossa vontade,
tem a este mancebo, um amor sera reiullsdo ;
em iii), se,m futan para ella, porque eu nao
consantirei r.unc em rata-la cou> eate hornera a
quem j a recuse 1 Portanlo nao lhe acuita ter-
rores inulei*.
Terrores iiiutei? I exclamou madama Kanali
terrores inuteis I por til a sobre isto, ella nao saberia porque razo se
recusara, e a quem amara, a quera fae agora
aborrecer meldzar lauto quanio o amava.
Nio poderei Q'inc aborrece-lo, disse Mar-
Iba.
Que 1 Da o o detestas? perguntou madama
K-na'.i ailrr.iral e a ponto de desfallecer por es-
ta singular meneira de sua tilha approrar o quo
ella acabata de afumar ao doutor.
Ah bem pelo contrario I
Euto, proseguiu madama Kanali no mes-
tii. to:n da ingenua i'-nrii, ento nao nos
prometas esqueee-lo ?
Nao prometi isto, respondeu Mirtha spe-
sar do nielo que parec experimentar.
Porin um siinilhanie amor sata a tus
cor'.".
Poil ser a minhi morte, respondeu Mar-
tin tremendo.
Urna mora leols.
a'-fei feliz mais lempo.
Elle tj roubar I
Enlo erei feliz sempro.
l.niAo, juro que o malarei !
Serei fall mais cedo, porque morrereicom
elle, date a i .'. xi i joven, apesar do terror
que 'na.
Oh I exclimou madama Kanali, eis como
sao i..' a ea nfelizes que cahsm aob a iolaen-
cia ili'sti's malulo que comegaai por asciua-la,
o rouba lat depois a ternura de seut paes,
vista Depois desta ultima fraie conlra os vampiros,
madama Kaoili, aibylla e me, exaltada e de-
sesperada, culiiiuos hombros e a cablea, cora o
seu challe, e deixou a fatalidad fazer a sai
vontade, sem esquecer o juramento que acabava
oe proferir, o jaramonlo (aotico de matar Cessr,
e de mata-lo de uu;a vez-
J empregastea todos os meios possiveis,
disse o doutor a sua mulher par trauquMlisa
ts, o nada producir); eis agora o meu. O dou-
tor voltou-se pan mim:
Senhor Morel, disse-me elle, faga favor re-
putar as despesj que temos feito nesta casi, a
qual di-itaretnos d'aqui ha alguna das para ir-
mos a America. Veremos se os vampiros aira-
vessam n orer.no.
Vinte das se tinham passado depois do sin-
gular encontr d> doutor Kanali com Siint-Ai-
mabla e Michelin na cremera Myrrha ; eslava
pois chegado o momelo em que os dous covei-
ros lhe pro.iietleram entregar Joilo Paulo Desor-
meaux, o popular orador da sal: Marlel. O dou-
tor esperaba cooi impaciencia a hora desta en-
trega para proceder a einbalsamago.
Lile lioha tanto mais pre.ssa e apoderar-se,
de gosr do successo desla operacao, successo
corlo iiifallivel e imnenso, quanto lioha resol-
lido em seu espirito alTastar-se immedi.'tamvnto
Je Tranca depois do seu tnumpho, e assim como
me lii>ia dito ir para a America com fu filia
alartha, que quoria a lodo o prego arrancar a este
lalal amor por Cesar Casaoova, amor tomado por
um concurso do acuntociaientos natu'aes ou ao-
ii' ''-.' .rs-.-, a peiluibago e delirio da familia.
lia em multa* familias destes ducllos de morle
entre ot desejos dos ilhos e as exigeociae dos
i.n's. destas lulas marcadas por um ultimo dia,
por urna ultima calaslrjphe em que os lagos da
aleigo do reaptilo, e do sangue, despedacatu-
se ao choque de urna paixao injuslamenle con-
cebida ou injustamente rcpellida. Pota bem !
este ulticio dia, esta ultima cata9>rophe toara
pira a familia Kanali.
Cinco diat depois da apparigao e detapparicao
qoati mgica de Cesar, M. k-iuli, vinrjo pela
alia dos Contalcsceufes, dirigia-se para mim,
pareca ora alegre, ora distrabido.
Eu ac.^bava de Irazcr o Jornal dos Debates ao
director, e ia levar a Preste ao aenhor eamoller.
Sobre a phisionoLoia do doutor.Kioali brilhavam
e fulgoravam por inlervallus alegras sbitas.
Citameute, seulimenlos de rgual forga, porm
de oiversa natureza, oceupavim teu cargu;
alguoias vezi-sum submergia o outro, outras ve-
Zfcs encontravaru se, e ento, como nos eclipses
a luz u a sorxbra appareciam sobre seu rosto e
Ihedavamum aspecto singular.
Aalla dos Cenvalescentes era muilo longa, e
j live lempo Je reparar em sua pbisionomia.
Dirigi-ma para elle, pois lioha de fallar-lhe
de seus proprlos interesses, e proTtvelmente de
urna 0e 9uas preoecupagoet.
Doutor, disse lhe eu em distancia, nada
sabe de novo.
Ah '. o sanhor. Entao, na la seiba a res-
teito deate mancebo '.'
Nads.
FOLHETIH1
O DE10XI0 110 D1NUEIB0
*- Todava, depoit da noute em que o per#e-;
guimoi, quero dlter aepia d cinco das, ellrjl
ica vinlo qualro vezes.
Sim, elle j tem rindo quatro vezes, e ape-
zar da mtaha vigilancia empregada para todas as
astucias que elle podesse empregar, lera tido
sempre iotpossi'el saber como elle entra aqui,
oem como se relira.
Quatro vezes, repetiu o doutor. irrilado,
quatro vezes I Notornou a ver roinha filha,
verdade ; porqae cao a deixamos descer a noute
ao jardn), nem Qcar : era seu quarlo; sua
mi ahi installou-te, porm nao obstante elle
vele, e quatro vezes, tenlio a prova disto. Na
prirxeira ver, elle poz sobro sus tanella nm bou-
quet no qual, encontr! um bilhete com ettas >
palavras :
Espera, querida Sarlha, d'ajui ha qualro
dia*estaremos reunidos I
No da seguiote oulro bilhete, desta vez ata-
do ao pescogo da coruja, que nao! po leudo en-
trar no quarto de Marina, visto ella nao se a-1
char mais oeste quarto, crcun.stancia ignorada :
telas pessoas de fura, voilou ao quarto de ma-
dama Kanali, esta vi na
te quaconlinha estas palavra
CAPITULO X?.
Anda que o doutor nada comprehendesse do
meu sbito desfallecimiento, saspeitou que se Ira-
lava de algum facto, de alguma couai que dina
respei'o a conversagao que tirramos a respeito
detua lilha. Assentoa-se obre o banco e co-
megou a ler o jornal que eu acabara de dar-lhe,
emquanto eu entregava-me a minhaa reflaxet.
Ah 1 grande Deut 1 o que ii I exclamou Mr.
Kanali. Nao, nunca petsoa slguma aoffreu to
cruel decepgSo.
O que ento 1
Oh abomlnagao I
Porm o que ? pergunlei segunda vezao
doulor. Parece inquleta-lo por alguma nova ter-
rirel : o que lhe noticia este jornal T
Eslou desesperado I desesperado I
Se eu soubesse porque motivo....
Va a sabe-lo, vae sabs lo j....
O doutor eslava suffocado : parou um instante
para respirar ; e depois ditse :
O seohor lembra-se, me disse elle, deste
hornera da sala Marlel, do orador |politico que
e'Tu o%eguno""bihe-i,rouieraa) u,n, D0,Jle Pm a1ul nJO""uQdo ha
i nm.mez, pouco mais ou menos,... por una noute
a Espera sempre, querida Marlha, mais tres
dias.y>
O miseravel persiste, continuou o doutor. Que
plano ser o de.lle ?......Eu prosigo :
No diaseguinte, que foi honlem, deitaram ler*
ceiru bilhete por baixo da porta quaodo julga-
vam madama Kmali adormecilt :
o Espera sempre, Marlha t temos dous dias
a esperar.
Euto o que diz, senhor Mo:el, sobre esta
impertinente segur-inga, desta certeza com que
todos os diat reno'a sua afTirmago ?......
Finalmente, esia man'ija achsi este quarto e
ultimo bilhete pregado sobre a cadeira em que
minha Ulna se asenla ni capella; ei-lo, leuho-
o aqu, acabo d) acha-lo sobre a cadeira.
E o doutor leu este quaito bilhete cujo conte
do era o seguinte :
o Espera mais que nunca, querida Marlha,
eta noute seremos reunidos : o chloroformio que
te mandei servir para adormecer tua me, e
entao deixars o quarlo sem receio de desperta -
la. Esla noute e'pera me no lugar do eos tu me.
Tu me disseste que para seguir me nao recua-
ries atante de meto algum para sahir desta casa;
est chegado o momento de realisares a tua pro-
messa ; porm o meio e terrivel, nao tenho oc-
aullado, nem te oceulto- leras animo ?
De torle que se eu nao achasse este bilhete,
continuou o doutor. esla noute qu>ndo roinha
mulher esti7ese adormecida pelo chloroformio,
n,iiihi filha sabina, vina aqui ao jardioa juntar-
se a Cesar, e parliriam juntos. Porm isto
para fazor crer, replicou o duuior batendo vio-
lentamente com o p no chao o com o puoho
tobre urna arvore, para crer, como minha mu-
lher nos vampiros e nos duentes, ao ver-se este
infatigavel perseguidor de minha lilln, perse-
guidor do nosso repouao, eosiuuar-se nesta casa,
sem que nunca se cheque a conhecer por que
meio obrennlural, por que caminho inaudito,
por que brechi fautastica do muro, por que por-
ta, por que astucia ; puis o sanhor ha cinco dias
que oda tera polido descobrir ?
Nads, e todava afll-mo-lhe sobre minha
patarra de honra, que tenho foito todos os lu-
gares por nade serie postirel entrar siguen) :
jardins, pateos, ad'gas......
Entretanto, seihar Morel, elle nao um
espirito, urna diann, <>u um relmpago I
Ora, disse tu ao 'doutor, porquo razao, re-
prioiindo algumas repugnancias que coocebo e
admilto, porm, que nao admilto eternas para
com um hornera de julio como o senhor, nao con-
sent em dar sua fiiha a e>te mancebo cuja hon-
ra e inteUigeucia j me tem gabado, e quo her-
dar um da, se me nao encino, de um lio muilo
rico, um mancebo, que alum da lulo medico
como o seubor ?
Mr. Kauali nao me deixou acabar.
l'erguiila me porque nao o quero para gen-
ro ? Nao o quero juntamente porque ele medi-
co, ou antes porque temi otillo e a sciencia de
medico, nao tem as qu-lidadea necessariai a este
titulo, nao tem a primeira qualiJade : o animo.
O medico ara soldado, em multas occasioes o
soldado est destinado a elevar-se at o heros-
mo. O perigo faz parte da nossa nebro proGsso.
No campo da balilh-i o medico corre por entre
as balas, guiado pelo cl>r&o dos bombas, e vae
tratar dos feridos, levantar os morios. Em nos-
sas cida os elles peootram a lo ios os lostantes
na atbmosphera das febres mais mortferas ; elle
as respira, e ino.-ula-se pelo contacto.
Do brsgo envenenado do doonte que elle trata,
salta muitas vezes urna goita mortal que lhe tira
a vida. E em nossos hospitaes, oinguem o sabe
melhor que o seohor, cao existe constantemente
o perigo sob todas as formas, e em lodot os lu-
gares ? Quem recua, quem besils diente destat
condignos impostas no3>a proflsso, nao digno
de exerce-la, nem de possuir-lhe o titulo. Pois
bem, este mancebo tobre que me falla, e que se
admira que eu nao queira para genro, proseguiu
o doutor ; mu toldado, tem medo dot tiros da
molestia. Nao o quera ero oossas leirss, nao o
quero para minha filba. Qje v tremer em outra
parle ; nao me Me mais em toma-lo para gen-
ro 1 Pretlro ver minha Giha sahir daqui em urna
destas carruajeras sioislras, que me causara sem-
pre qua at vejo um tremor iuvenctvcl, nao obs-
tante ser medico ; do que d-la a C-sar por mu-
lher. Porm o que tem o senhor ? pergunlou o
doulor admirado por me ver recuar alguns pas-
tos, e empallidecer as ultimas palavrat que elle
pronunciara. Experimentara por ventura algum
iocommodo ?
Nada, ;nada, ditse lhe eu, soffro lmenle
do moral ; emquaiito me tranquillizo, o que nao
austera muilo, lea este jornal.... lenho depois
que fallar-lhe.... nocessito reflectir durante al-
gum instantes.
de tempestado ?
Jo Paulo Desormeaux, reio...
Sim, Joo Paulo Desormeaux. Eu havia
concebido o projecto de izer-lhe urna segunda
1 mmorlalidade embalsaman Jo-o por um procesto
que o tornara aot olhos de seut partidarios fsoa-
lieos to bello como ouuca o (Ora. Pasto aobrt
at particularidades relativas aot divertot ensaios
deste genero que teoho j untado com felicidade,
e que roe promettiam um feliz successo.
Particularidades que j sai, disse eu.
Esta noute, replicn o doutor, esta noute
meamo eu devia optrar a milagrosa transforma-
do ; ludo eslava pnv.a.to para isto. Local, iso-
lamento, agentes chimicot.
Entao o jornal faz-lhe pretentir algama dif-
flculdade irz prevista ?
Se nao fosse mais que urna dffculdade I
exclamou o doutor, amasssndo o jornal entre
asmaos. E' urna irapottlbilidade, urna imposi-
bilidad* radical I Que acelerado I
Porm quem o acelerado ?
Elle 1
Etle quam ? A iodigoagio obscurece-lhe as
ideas, e suas palavras....
Elle 1... digo-lha eu.
Joo Paulo Desormeaux ?
Ouga esta pastagem do jornal.
Prettei toda a allengao potsivel. O doutor Uu
com vox trmula e agitada o parsgrapho se-
guinte :
a Com grande admirsgo do partido republica-
no acaba-se dedeacobrir que um dos mais po-
' putares oradores do clud da sala Marlel, o ce-
i lebre Joo Paulo Desormeaux lioha relages
: diarias com a polica, qual pertencera sem -
pre.
Condemnado na edade de vinle anuos como
falsario, esteva cinco anoos em Holn, onde
i sua educago, tua localidade, e rsrat aptidoet
j para lodat at coutas o dislioguiram dos outros
presos.
a Ao expirar sua sentenga, a polica consido-
rou-o como urna pessoa da qual se poderle ti-
rsr muito partido Primeiramenle deram-lhe
< um oulro uome, troca na qual nada liuba a
i perder, e sob seu novo nomo ella pdde sem
a causar desconQangas ao partido republicano,
C to injustamente desconfiado, dar lodos os
i diat polica de Parit ulett infurmages, to-
c bre ot membros e ioteogoes deste partido. As-
ir sim dizem que ella prestou, neslet ltimos
ot lempos de crise, grandes servidos a admlnistra-
elles
a esta
inspirar
tido que
c gao da ra Jerusslem.
A sala Marlel foi o campo era quo elle exer-
ii ceu cora mais successo esi proveito daquelles
a iquem elle pertencia, o reconbecimento tob a
.< forma de dous mil francos por mz. Era ahi
i qu* elle se mostrava mais intimamente ligado
com o partido republicano, quo nanea suspei-
tara que lobo haviam iotroduzido em seu redil,
i se todava permittido usar-se desla exj>resso
a com os tenhoret do partido repblica
'.-. Julgue-te, pois, da indignago
t experimentsm ha doos dias quo ci
noticia.
* Comprehendemos o horror que davj
um traidor, qualquar que teja o p
< elle venda. O silencio do desprezo o nico
a castigo que te deve infringir, tobreludo quando
i a mortaja roubou-o aot golpet deseusini-
ir migos. i)
E agora, replicou o doutor Kanali, quefque v
embalsamar um traidor 1 Obi dar aoima^o, ex-
presso e colorido a um espio I E' um projecto
destruido, um negocio desmanchado I C'h9. *e"
nhor, Morel, disse o doutor, nao se dele dafxar
paasar mais de quarenta e oito horas entrp mor-
te de um homem e tua reaurreigo. Ves dias
depois j muito tarde ; o grande homem toma-
se ura bandido, reconhecido um espio, um trai-
dor, um ladro, ora falsario, ou um acelerado.
Porm o qae vou eu fazar agora?
__ Nao ha mala nada a fazer, ditte o doutor
encolerisado. J por duas vezes tem sido frustra-
das as minhas tentativas. A fataiidade ett aqu,
nao recoroegarci minha lula ; este paiz me con-
trario. Vamos, poit, a oulro paiz. Deixo a Prsn-
ga I Parto immediatamenle. Meu partido tita
torasdo. E' meio dia ; partir! as tret horas no
caminho de ferro para Dieppe. Pasto a Londres
onde eslarei amenha pela aianh com minha
familia. Depois d'amanht embarco-me em Sou-
thamptoo para New York. Levado pela excita-
go, o Dr. Kanali levanlau-se ; la immadiatamen-
le executar o seu projecto.
Doutor, ditse-lhe eu, pego-lhe que espere
al amanhs.
At araanha, e para que?....
At araanha somonte.
Porm porque motivo, quando o meu des-
tino forga-roe a atlattar-me?....
Tenho o presen ti mtn(6, replique! eu, que
em fado decisivo te apreseotar d*aqut at ama
nhia, que o (ai mudar da retolago.
Em minha rantagamT
Se assim nao foste, eu nao lhe proporia....
t Nao, imposslrel que o quer quesej venua
d'aqui atamanha melhorar urna situsco agra-
vada anda pelo grande pezar de familia que o
senhor j coohece. A unir consolago potsivel
que eu poderia ler na confuso de ideas em que
me acho, minha nica consolago, minha filha,
afflige-cne, a sua me, como ludo o mais. E'
um naufragio de familia. Nao, acredite-me, nao
me pega urna intil delonga, deixe-me partir.
O seohor nao experimentar, espero o con-
trario disto, se coosente no que lbe pego.
Que projecto o seu ?.... O seohor tem na
voz e no olhar, preoceupages, ssntimentos, que
nao deixou presentir no principio da notsa con-
versagao.
Uoia palavra que lhe escapou, respond to
doulor, foi para mim ura raio da luz no mel d
obscuridade. Espere at amsnha, acredite me.
Poit bem, esperarei at amanhs.
Nao a itto aioda. Eu nao posso fazer
lodo t.
Palle, o que espera aioda de mim?
Volta a capella, d'onde tirou o bilhete que
Cesar escrevou a tna filha e colloque-o no niea-
mo lugar. E' prorarel que ella o* encontr e o
lea, e qao responda durante odia. Sua respos-
ta j sabida, ella aceitar ; e achar-ae-ba eata
noute no logar marcado para a entrevista. Nos
ahi estaremos tambem. O senhor, madama Ka-
nali e eu. O desfecho desta obscura intriga ap-
parecer logo. llavera um desfecho para todot;
para o senhor, para madama Kanali, para made-
moisella Martha, para aquella cujaa pretenges
sobra o corago e a vontada de tua Giba torna-
ram-se urna perseguigo que madama Kanali
partilha e que augmenta todos os diss, a lodosos
instantes com ot terrores pessoaet da sua creoga.
Esteja portento prompto esla noute. A hora eos-
turnada em qae falla Cesar, e a meia noate. Eu
irei butca-lo um quarto de hora antes. Durante
o dia o seohor prarinir madama Kanali, e reu-
nidos depois todos tres, desceremos em silencio
ao jardim.
Depois deste3 ltimos eeclarecimentot, o dou-
tor retirou se para executar o que baviamos con -
venciooado.
Eu reflecti muilo depois que elle retirou-se.
Altrabi sobre mim urna grande responsabilida-
de, prometiendo esclarecer esta familia atormen-
tada por tantas paixes diversas. Porm isto io-
teressava-me muito, e eu estava sinceramente
convencido que oeste negocio assim como em to -
des ot mais, ara precito mais reflexo e bom aen-
so, do que esforgos para affastar a desgrage. Nao
preciso um continente aos ps daqaelles que
se aflogam ; basta muito menos que isto; e
omilat vezet em um fragmento de naufragio que
elles se salvam. Esle fragmento era para mim
C-sar Cisanova, em meu pensamento elle eslava
destinado a trazer o retro de oliveira. Porm
onde estava Cesar? Viria elleataim como o pro-
metiera? A astucia qua elle empregava para en-
trar no hospital, e queeujulgava ler deacoberto,
e que era a pedra angular em que se concenira-
vam todas as minhas etperangas, nao falharia
preciumente no da ora queimportava mait para
o bom xito dot meot clculos, que ella conse-
uisse o grande resultado a qua te propunha ?
Admitamos que esta astucia nao foste contraria-
da, que Cesar enlrasse no hospital, assim como o
promeltia, estara ludo nisto? Que outro meio
lioha eu depois da faze-lo aceitar como gonro
por um pae e urna me, irritados ambos contra
elle ? Os acoDtecimentos que vo seguir-se, diro
se o meu meio era bom.
As circunstancias apreseutaram as melhores
con iigoes possiveis, o como eu niesino at leria
previsto e arraojado se fosse a ordeat invitivel
deste mundo.
Deixamos Martha fazer sua me respirar o clo-
roformio, a qual estando previnida, leve o cui-
dado de nao respirar ero quanto leve o frasco
diante do nariz, e deixamot depois a joeo des-
cer ao jardim com toda a coofianga. Pateemos
tambem ao jardim. e nos enllocamos tem serva-
los, nem suspeitrdos, no logar em que deveria
passar-se a ultima entrevista dos dous amantes.
Fiz conhecer a Mr. Kanali e a sua mulher
o motivo que eu linba em reuni-lot. N?o me
eonriuh representar myateriosameote com elles.
Sus tilha, Ihet disse eu, est ali ; d'aqui a
alguna instantes Cesar estar com ella, e se desta
vez nao me enganei sobre o meio, segundo pen
o, que elle tem para entrar aqui, ser fcil,
qualquer que seja sua habilidade e ligeireza de
figir, apoderarrao-nos delle. O meio este t-
Cesar, para entrar aqui, deve infatltvelmecte tu-
rnar o lugar do carrocelro que conduz aqui lodi s
as noules a tapeceira. S hava isto a auppor, e
eo o supponho.
Sim, sob a blusa deste ctrroceiro cuja funego
elle compra, ignoro porque prego, por algumas
horas, traz o uniforme de ofiGcial quo lhe temot
visto.
Assim quo entra aqu tira esta blusa, e deita-a
sobre o brego, fingindo capa, e depois de sua
como o inUnilo, elle se razia conductor de fan-
tasmas, para aproximarse delle.-
Lular coa tal medo, quasi o animo,
murmuren o doutor.
Madama Kmali nao dizit nada: ella eaperava
dos acontecimentjs a decirrago deste enigma :
para ella, Casanovs era ssmpre um vam-
piro.
Pouco depois das ultimas vibragoes de meia
noute ouvimos abrir a grade do hospital.a depois
ouvimot o rodsr da tapeceira.
No Um de alguna minutos, appareceu ama
sombra na alla em que se achava Marlha.
Qualquer que seja a sua impaciencia, disse
eu muito baixo ao doulor, coolenha-te.
Era Cesar quem se aproximara.
Depois de ter egradteido a Marlha o ter rindo
a urna entreviafa que nao ae assemelbava a
neohuroa das oulras, elle lhe date :
Miohs querida Martha, s temos (Jes minu-
tos pira estarmos juntos, eacuta-me com solem-
-.n.2W d* -o. Peri tris eerriap er-
S 'i?,rrM"a netjtatis qee Mrteaa sJeaj
.. .V. .?,h^V di?,m 'rau alee eeetel-
..,* ,7J WUf M hotpllet. ala c.piut m
regulou deOniUv.Da.nu cuntas cae Me.
Corsheci durante o ate. mn^t .. w,_
le da Graga todat at partirolvnjaj,., dVitetsera-
no seguido a noute por eaiattrrueeB,-at*Jtfo-
logicas.
Sei, por exempi), que a carro-,* qif. (41 9em9
earregsmelos entre outros do hotpiul "a trra-
balda de S. Diniz [.arta de Bicetre at dea hars
vae logo ao Vale da Graga fazer o ttm priaeetro
csrregimento.
Foi por esta que eu esperei pelt priaaeiri *n
ha oilo diaa. Eu va Chegar cua tracau^aj m
barreira d* S. Jeetjees. Entrn no Vate -la Cra-
ga e persa na etcada do pateo interior. Fai aje-
te momento que ea etparai ver, como de rota-
me, o carroceiro e ot dous homeos aporree;odeo
de andar atrax di carro-', como escolte, etra-
POR
IIE.XRY CONSCIENCE
vi
176}
l Continuago do n
A criada do Sr, Kemenaer eslava oceupada em
espaoar os movea do salo. Com a moes-
querda segurara era urna cadeira, e com s direi-
ta agitava o espsnador.
Esse traballio, porm, oo era o que mais oc-
cupsva a sua ettengo, porque de instante em
instante tornara-se immovel e preata'a ouvidos
com muito cuidado ao sussurro de voxes que de
vez em quando cnegava al onde ella estava a-
tra's da dupla porta de urna taltla viaiobs.
O que alli se dizla era de muilo interesse para
a criada, ao que pareca; porque a sua phsiono-
mia mudava segundo o que ouvia, exprimindo
ora o receio e a tristeza, ora a esporaoga e a a-
le8ri j
Algumas vezes esquecia-se complelamenie do
que eslava fazeno, e enlo como se de fado
lomssse parle no que se passava alem daquella
porta inurmurava phrasea entrecortadas.
Pobre D. Laura 1 Como deve soffrer O
Sr. Kemenaer tem tazo : o amor sem diobeiro
o meamo quo urna candela sem azete. E a
nossa amaainba como resoluta 1 Mas qual 1
nada consegue. Agora l est chorando ; ha de
niorrer por certo___Porm a vox do Sr. Keme-
naer loroou se mais branda.... Cedera ao pe-
dido? Acho impossivell O que que ella diz?
Quer retirarse a m convento !..... Parece que
nesmaiou..... Nao, l est outra vez fallando....
AQnal elle promelle reflectir aioda no negocio....
ds-lhe etperangas. Ora, ento ja est meio in-
clinado... Quem tal dira ? Cslaram-se... o que
ser isso ? Creio que se retrataran!.....
E a criada continuou ainda a escutar sem nada
ouvir : aproximou-se da porta, emeojafecha-
rJura ia applicando o ou'ido, quaodo a chave
gyrou, e o Sr. Kemenaer,,' commovido pela con-
versagao animada que Uvera com sua tllba, en-
trou r.o salo.
O que lazes aqui? pergantou elle cora.olbar
aimeagador.
Estou espanaedo a sala, respondeu a cria-
da assustads. Nao sei de onde vem tanta poeira
para aqu 1 E preciso que a gente esteja tolos
os diat correado a casa com o espansdor.
Retire-se, v para junto de minha filha que
Sem dizer urna palavra a criada sahiu do
salo.
O Sr. Kemeneer sentou-se n'uma cadeira jun-
to janella, e eucostou a c&bega no puoho como
pera reflectir no que aeabava de pessar-se com
sua filha.
Estava triste, e sobretudo pareca fortemeote
contrariado ; porque de vez emquando morda
os labios, e trahia a sua impaciencia por movl-
mectoa consultivos.
Afinal ergueu-se da cadeira, e se poz a pas-
seiar de um lado para outro, dizendo :
E' iucomprehensivel que Beriboldo fosse
desbordado I Monck, hbil e astuto bregeiro,
possuidor dessa immensa fortuna 1 Qra, eis
aqu o qu elle queria : fez-se poeta, alimen-
ta-se de illusdes, vive nat novena, e afinal dei-
xa-se su pola tar pela astucia da um escreveote I
Foi bem feilo para oo ser imbcil I Se titease
cuidado noi seus interesses, nao lhe succederia
semelhaote couss. Nao gosta do dloheiro, odi-
nheiro viogou-se, procurou aquello que delle
gosta : assim to todas as cousas. E querer ser
meu genro I Ellepobre fazedor de versos, vi-
sionario desprovidode bom senso.que nem mes-
mo tem a precisa razo para lomar um lugar em
algum escriplorio, e dedicar-se aos negocios
commerciaes 1 Seria realmente eetranho I Era
motivo para que toda a Renta tizuda zombatie
de mim. Porm esto Monclcquem diria ?
adulador e vil, miseravel escrevente, tornar-ae
assim de repente millionario 1 E' muito mais
f oorio do que o era o velho Robyo : e Deus aa-
e que thesooros nao amontoar com o lempo 1
Agora ha de querer iropor, ha de ter eslimado,
adulado e considerado : dtlgos, negoelantei,
Qnanceiros, etc.todos ho do ni sua pessoa ve-
nerir o dinheiroque possue, sem quererem sa-
ber de onde lhe veiu esse dinbeiro, e como delle
se apropriou 1 .. Monik millionariu 1 Que lan-
ce da fortuna !
O Sr. Ktmenaer te tinhs aproximado da mess,
junto a qual ae seotou, proferindo estas palavrat.
Em silencio prosegua o curto de tuaa reflaxoes,
quandofoi poucoa pouco prevaleeendo urna com-
moQo que nao podia dominar. Sacuda a cabs-
ga emar de dunda, e de vez em quando um sus-
piro seescapavade seus labios.
Pobre Laura, ditse allm pensativo e com
voz ir.ternecide, como soffre 1 Iogenua menina,
que por amor seria capaz de unir-se para sem-
pre torle de nm pobre poeta 1 Talvez venha a
cahir doetite. e morrer de tristeza... tem um ca-
rador to tstranho 1 E' de urna sensibilidade
to active, de un natureza loimpressionavel I
Se com efleito o seu amor pars Bertholdo hou-
ver j criado taea reizes no coraco, queinao
posse ser dal arrancado sem despedags-lo ? E
se lulando conlra esse amor eu for abnr-lhe
n'alma urna chsga incuravel? Quemjabe se eu
nao a verei, como ella mesma o disse, dellnhar-
te e perecer a meas olhos? A sua constiluigo
nao das meis robustas.. A minha filha uni-
uidede, porque o que vou dizer-te so-
lemne.
Falla, respondeu Marina ura tanto sarprexs: r8m no nspiisl edeiisrem o campo liare
por este modo de fallar de C"sar, que em suas le *,auns mioulos.
courersagoes sempre ff)ra mais amoroso que' O que eu esp.rva fslhou compltame*!*: eu
grave. .trel homent era lugar de entraren), coso de ces-
J te proveni qae s poderlas sahir daqui,'lura* no eibelecimento para ajudarem team e-
acceiinndo-o meio pelo qual ou entro. meradasem seo (rabslho, earam da parte de a>
E j nao te ditse, que consenta em tudo rs o*.a saollnella airaz da natetjga ae Ser-
para seguir-te?
Sim, j ru'o dissoste muitos vezet.
E* porquo eu te amo, meu amigo, replicou
Martha, coja voz, menos firme que na preceden-
tes entrevistas, tinha tma certa emogn, prove-
nienie da iofluencia muito recente exercida tobre
ella, por tua me.
Bem I roplitou elle depoit do protetto de
dedicago de Martha, e todava eu atada duvido
que me queirea acoropanhar.
Do que duvidas? pergunlou ella.
De que itnhas animo para cumprir a tea
promessa.
E tviavia tenho-te dito que tere! animo
para seguir-te a toda a parte para onde me
queiras levar.
A toda a parte ?
A toda a parte, repetiu Martha.
At no (amulo ?
Esta expresso lirada do rocabularlo uaado,
porm sempre noro dos amantes, que nao preo- i carroca saii
capara a Marlha em outra qualquer occesio,'
oetts, causou um medo inroluntsrio, nervoso, e
sbito ; por causa do que ouvira de aua ms ;
ella tlq em Cesar, o que o medo lhe fazia ver,
aaa airara pareceu-lhe nie, imitando a imrr.o-
bilidade do marmore, e aa mos que ella tinha
entro as suss pareceram-lhe fres como lhe
dissere sua me.
Oh! nao preciasmente ao turnlo que ea
quero levr-te, replicou Cesar sorrindo-se ; po-
rm tem muita semelhanga.
A esta resposta de Cesar, que vlnha como qvfe
alTirmsr tua natureza e intenges aos olhos de
madama Kauali, esta fez ura moviraeoto para
precipilar-su sobre elle ; eu a retive, e suffe-
quei-lhe um grito que eslava prestes a aahir-lbe
dot labios.
Cesar proseguiu :
Se sot>eaes, Martha, ae suspoitaiees so-
monte porque meio veoho aqui......
Dize-m'o. lempo, replicou Martha com
voz breve o s*tToca-1a.
Sim, lempo, querida Martba, cootinuou
Cesar, de dizer-te porque meio ronlio aqui, e
por cootequencia pela qual daveremos ir-nos.
Casanova disse enlo as siogulsres cousas que
te vo lr.
CAPITULO XVI.
Deooisds ter sido expellido daqui como falso
doeote, disse Casanova r.to saina porque meto
riria aqui de noro. Desesperado, e desanimado,
girara constantemente ao redor desla cast.
Urna noute, a meia noute, eslava eu diante da
grade, vi eotrar a fatal carroga, qua conhe-
ces......a aioisira tapeceira, e logo veiu-me a
idea,como nao me veiu ella mait cedo,de
procurar entrar, tubiodo de vagar pela parto de
traz da carroga.
Julguei a idea feliz.
Patsel logo a execogo; eis-me caminhando
p ante ( alraz de dous homent que tegulam a
carroga e oceulto pelat suas sombras. Nao fui
mullo looge. Fui lego visto e repellido por nao
sei quem que l eslava ; a grade fechou-se-me
na cara, e eu ful .Mirado para a ra.
Foi ento, e quando tudo pareca acabado para
mim, que conceb o projecto que vou dizer-te, e
cuja ousadia tornar -te- hs a principio incrdula,
aem durida, porm que por flm sera obrigada a
acreditar.
E esta projecto, ditse en, Morel qcm falla
ha de ter aquelle em que pens, o qua elle
acaba de dizar me confian na minha opido.
Sira, minhas previtoet ero justas, elle tomou
pira entrar aqui o trajo e o lugar do carro-
ceiro.
E logo, roplieou Catar para que nao ae
oceupassem mais comigo, liz-me pastar por mor-
lo ; nada mala fcil nesta occasio ; eu meamo
fui a municipalidade ende nao sou absolutamente
conhecido, e ioscrevi-me na lisia dos morios. De
entrevista torna a vestir a blusa, e sobe a-carro- I pois para melhor z-tTastar as indagages ainda que
' ninguera tivesse ictereite de faz-las sobre mtm,
rasi um uniforme de oflicial da guarda mobil
que me empreslou- uro amigo meu ao lado do
qual batti-me contra os rebeldes o aono passado
na prega do P'anliieon, e na barreira dalla-
la.
Grsgas a este uciforme, sempre respeitado,
pude pertorrer os aeradores do Vale da Graga,
(oi-mo fcil eotrar em todos o pateos, como te
fosse ara otlicisl do posto visintio, encarregado
de manler a ordem naquelle quarteiro.
lima rez feilo isto,infelizmente nao era este
o ponto mais difficil,pense! realisar o projecto
em questo, a idea que me assaltra como urna
iotpiragio, dianta di grade do hospital.
ce. Procure enlo o cfsis!, elle ter detappa-
recido.
Eis o hbil jago que elle representa todas as
rezes que aqui rem, e com este auxilio que
elle nos tera escapado. Nao nos escapar esta
noute; potm tejamos prudentes.
Quando eu aesbei de fallar obserrou-mn com
a admiragao que eu mesmo tirera, quando roe
veiu a idea este meio inventado por Cesar para
entrar oceultaraente no hospital. Adrairou-sa
com tanta mia razo quanto alleconheca me-
lhor que ninguera o medo que este mancebo
xperimentava.
Que amor! que paixo nao tinha elle por sua
filha, pois que apezar deste medo sem limites
tara pela qual se introduzism ot cadtveree aja
os dous guardas fechare depoit com O autillo m
urna forie travesa de ferro; e o outre ctrroceua
collocou-sa s frente de tees cavados.
Esta mdanos admiroa-rne tanto. qun!r>
coolrariava. Nao puta deixtr do pergunlar ata
carroceiro a rara o dalo. Respoodeu-me. ajase aaa
noute precedente ot cavallos entregue* a >, ta-
hiram do pateo e ganharam o campo j>la barra!-
ra da S. Jacques, e furam parar a tua catt. ai
aldeia d'Iwy, onde oo caueeram aa tur prez
muito agradarel entrando cot o ae-j crregsme*-
to carscierisco no meio da frtti ds altere. Tal
foi a explicago que recebi do carroceiro e ie
em nada modllicou a mtoha siiusgo.
Eslat oalavraa da Cutir nao quidravam aje**
com a minha upposigo. Qual era poit e *
projecto?.. C.'mo havia elle ealrtdo oo bc-vat-
tal?...
Feito o seu carregsrnento. tonticu-au Ceear. i
u do Vale da f,rga para ir cosaste-
la-lo em outros lugares. Ei la de noro a cami-
nho.
Eu aegul-a maquinalmente, eataj fia porqae
parecia-me nao poder mais reaaar o pro-
jecto ralo ot tre homent na deitaram asi tea
posto de rigilancia.
Ellos conlinuiram teu cimlnho e psraraa aa
frente de urna luja de bebidas da ra /' itC-itt-
les, eud< entraran, tdos tre. Enarano-m--. o
carroceiro oilo entrn de p dunte da pnrta ir', a
conserrara-se de reuiinella, e ana allenr.o 3m
disidida entre o seu derer e o tan prtter.
Esta maldita vigilancia, tornara o meu pr~jec-
to to imposiirel de ei*eutar-se. Eu fique! de-
sesperado. Como deaviar esta importune ritjiaa-
cia?
Vi pastar urna oven que trazii ama guilef?
sobre o brego. Charoei-e. e!U vea ; date-lita
quo foise collocar-se em fran'.e da leja de bebi-
das, e que cantasse as mait beat cang'iee ajete
soubesse.
i Canta-as com transporte, d!*e-~W ea, da
maneira que fagat parar os piss',a^eiro.
Sei tmente urea, retpoodea-ace ell, fo-
rera tei-8 coro perfeigao :
< Dou-te trila toldos, rae ea.-.'.a-la.
A joven aceita e corre a praencher at coa Jidjoea
do nosso rtpido oegncio.
Canta a loca, intplra-ae peto din!, :r"> qvs ea
lhe hara dado, n reunam-te ot grupoj. O eaaW-
ceiro parece distrabido.
A dittrsco leva-o ao enihuaiatmo, at al-
lnela diminue ; abata ae par a joec
a quem d alguma couta, aern darsda o cb j e
admiragao.
Aproveitn-ree deste momento que o abocarte, e
entro na carroca, coja entrada rooaerra-ae a^ar'.a
para at neceasdadet do trrigo.
Entraste na carroga. exclamou Maribe, 9 te
ancerratte com ot mortotf
Julgue-te pois le, oortndo Cesar, a idea eerf-
pre presente de vtmpiro, atraveasoo o terebre de
madima Kanali, e ae a palavra vampiro corre*
sobre saaa labios agitados.
Casar continuou :
Apeoat achei-me dentro d>ste etqoi'e ato
redigo e mal aespenso, apoderna-ee d oaia aa
tremor nerroto, como tu ea tires** rahido ea
um poco d'tgut gelsda. Revctto-me, qaere
lutar: cmbale violento deaeeparado aUBUOe
terror que mu opprima cada vez aait. q-t* ae faz
bater os dentet, e o meu amor por Ir. Martha
meu amor, que me fez envergon!..: do ata me-
do, que me curva e me ralem em aa iagar.
Ignoro aioda nesta momento se foi o eaor quem
venceu o medo, ou se o medo quero veseea o
amor; porm quaodo eu ia talv; tihir orne
louco, da tiniatra carroga, nugo ab.-lr-te a porto
do fundo. Si'i lira lempo de atlrar-ae para-traz
e de imitar a immobtlidade rgida dos corpoaqoo
abi ae echavam.
Figura a minha situarn, querida tfarlha : ea
eatara em ama completa obscurida*. a a tw-
dendo mover-me dlfficilmente no meio desaae
maltas inertes e mal arrimadaa. -.rendo ota-
do o prego ver, e retnirtr, lembrei-30 da abrir
urna feoda na carroga coa o auxilio de aaa itee
que felizmente trazia comiso.
O trabalio oo terit difficil te pn jeseu mor ir-
me. Entretanto, 00 lira de alguna r.rinaiot
I segu abrir a leoda e di.tiingui enlo oa pas
ros que faginm coa rapu^naocia apn pa
nheciara o carcter par.icular denosta ,*i|
gem.
est na sua cmara, e pode ler preciso doiseus cf a minha querida Laura I Oh I meu Daus I
eervicos, repllcoa Kemenaer com aspereza e im-1 Em que coliso me veiu por esse acontec-
paciencia. Se epanho-a outra vez a eapreitar; ajante ?
o qaeazem os seus amos, deto-a daqui para! o Sr. Kementer conservou-se
lora. Nao ais cm segunda, pateaba ?
mudo por al-
l
gum lempo olhaudo ao ocso ; ora deuava sca-lvanlagem pbysicas
par gestos de impaciencia, ora murmurara paia-
vrat incomprehansveis. Afinal a sua excitago
perecea modificar-ie, e tila turriodo-se re-
plicou :
Devo ser prudente com ella, dar-lhe sem-
pre alguma esperanza, e ir pouco a pouco com-
batendo esse amor com a davids. H' orna ques-
to de tempo : um homem que nao potsue um
sold de seu ha de mai depresta perder os metos
de seduego. Se Liora por ai nao renunciar
sua fatal paixo, B-eriboldo me forneeer osmeioa
de cura-le. Lembrar-lhe he! de tempo em tempo
a sua pobreta, far-lhe-hei sentir que se tolero a
tua preseoga em minha caaa por condescen-
dencia para coro o capricho de urna joveo, e so-
mente at quaesae capricho paaae. tato ooffen-
der, e no seu orgulbo elle ha de por si mesmo
retirar-se. Ora bem, as couses vo melbor do
que eu pensava.
A aineta da port da entrada soou naquelle
momento com extraordinario arronzo.
Ser Beriboldo I exclamou Kemenaer. Mas
qnsl I Um hornero deaherdado nao toca com
tanto animo... Quem ser? Poda terquea a
gilago.....
A criada appareceu no limiar At porte e disse :
O Sr. Monck deseja fallar-lhe.
Monck I- Monck 1 repetia Kemenaer ao pas-
to que um aorrito de benevolencia expaadita-lhe
a phitionomia. Pelo amor da Deus, Rosala, oo
o faga esperar ... V depreaaa, pega-lh que me
esculpe ; condoza-o tala das viaitat, e tenha
o vinho mo pera quando eu lh'o pedir. Corra,
nao se esquega de cousa alguma.
Kemenaer, dirigiu-ae logo para a sala indicada
poz no lugar conveniente a mais bonita cadeira,
foi ao espelho eodireitar a sua grvala, e revs-
lindo o aemblante de um ar alegre voltou-aa pa-
ra a porta efiro de recebar o aottgo escravenla do
Sr. Robyo.
Apenas abra se a porta, adlantoe-se com os
bragot abertos ao encontr do velho, quem dis-
se com os maores signaos de verdadeira sympa-
lh a :
Oh meu charo Moock, que prixer me d
com a aua visila I Felicito o cordealmeole. Era
um excedente homem aquello Sr. Robyo I At
niato leve tacto: nSo podia collocar o sea di-
nheiro em melhores mios do que as do teu ve-
lho companheiro de trabalhot. A' que feliz acaso
devo a honra da sua feliz visita ?
Moock pareca completamente transformado
pela heranga que usurpara. Ot seus vestidos de
luto do mais fino panno daram-lhe assim umi
certa destineco, que era ainda augmentada pe-
las frescas luvas em seus dedos magros o adun-
cos.
O seu semblante, que faltavam, como j dis-
semos, pestsnaa e sobraocelhas, conservsva ain-
da alguma cousa de repeliente : os seus labios
aecusavam sempre a astucia e a baixeza ; mas a
consciencia do que era pela aua fortuna imprima-
lbe phiaionomia um ar imponente, urea ex-
presiao de cootenlameoto e segoraoga de si, que
dava-lhe urna certa appsreneia superior soque
poderia ser um homem tao pmago acrecido (jas
Ao cordeal acolhimento, e rergunta de Ke-
menaer elle respondeu com aflabilidade :
Quic ser o primeiro annuntiar-lhe que o
Sr. Robyn inalituiu-me seu legatario universal.
Oh E' muita honra a hondada de sua par-
te, murmurou o pae de Laura.
Porm vejo que j o sabia. Bertholdo leve
por acaso o arrojo de apresenlar-ae em soa casa ?
Veiu-me aqui, estando eu ausente, e dea
a noticia micha rj'.hs.
Estou certo quo o senhor havia de ter-llie
prohibido a sua porta ......
Reflectia justamente niato quando o senhor
enlrou. Mae queira assaolar-se, mea charo
Monck. O qee deseja tomar? Um copo de Ma-
deira ?
Nada, nada ; agradego lhe.
Prefere o Malaga, o Paxarele?
Nada, ao se encommode, meu charo- Ke-
menaer.
Entretanto devemoa tomar alguma cousem
honra deasa feliz successo.
Como quizar.
Kemenaer locou a carapainha. e deu oadem
criada de trazer as diversas qualidades de vinho
j annuocladas. Moock accommodou-se n'uma
cadeira, e poz-se a bater com o p no tapete, co-
mo um homem perfeitamente aatisfeito-de si, e
sua vootade : todava estudava os *eslos de
Kemenaer, e nos seus labios se deslisava am tor-
riso em que se va de envolta a astucia e a iro-
na.
A criadi trouxe a -garrafas pedidas, e alguns
copos de differenles formas.
Agora diga, meu oitimavel amigo, quer
sempre o Madeira ? perguotou Kemenaer.
Sim, tomarei o Madeira.
Poia vos beber sua taude e sua felici-
dade. Oxal que a fortuna lhe aojria aem tesaar,
corda sempre a sua habilidade, e augmente ainda
mais as suas riquezas I
Obrigado : o aenhor um exselleate ho-
mem. Desojo sobretudo ficar aendo sempre aeu
amigo, o que as circumstaBcias permitan) fa-
ze-lo participar das minhas mais ventajosas em-
prezas. Sinlo um verdadoiro detejo de ligar-me
mais eitreitamente com o aenhor ; e agora que
tambem sou rico queria ter occasio da mostrar
que eilou muito ao seu servigo.
Estas palavras orgulhosas. e pronunciadas cora
nm ar de prolecgo arrancaram Kemenaer um
movimeoto de deapeilo : porm dominou imme-
diatamente o seu mu humor, e respondeu com
muita polltdp/.-.
Bem sol, Sr. Monck, que o senhor i gene-
roso ; e ser-ihe-het extremamente reconhecido,
aa se apresentar occtsio de aproveilar-me do
seu offerecimento.
Montk conservou-se calado por alguns mo-
mentos, tocou no seu copo com a pona dos bei-
gos, olhou filo para Kemenaer:
O Senhor qaer diter-me alguma eousa ?
perguntou-me este ultimo.
E' verdade, respondeu Monck; porm j
nao me lembra o que ....Ah aim : disse-me
ba pouco que eslava reflectiodo sobre o qee q>-
l vena Isier a respailo de Bertholdo ..,
(Cnfl;iujr-;-Aa.)
Oh 1 Quanto isso. acho-rae n'uma posigo
difficil. replicou Kemenaer com esfargo.
Peis admiro-me I Crtio qua nio ha de ter a
imprudencia de hesitar um s momento sobre o
partido tomar. Perthol to j nao possue am
sold sequr ; e eat-redozido morar n'um
quarto miaeravel com o nutico que aqui encan-
trei algumaa vezes.
Chegou este estado ? pergunlou Keme-
naer estupefacto.
Chegou, alm ; e nao supponha que se po-
de delle esperar mais-alguma cc-usa. (.luir, dar-lhe
cinco mil francos por coramiseregao : reeusou,
acompanhaodo a sua recusa de palavres to en-
feitados-, quanto vtfosdu sentido. E' um orgu-
Ihoso, um loueo que deapreaa o dinheiro 1
O que acaba, de dizer-me cootiisa-me
meu saro Sr. Monck.
Porque?
Nao aei o que faga : Laura acha-ae n'um
estado tal capaz de enternecer um corago da
pedra.
Ento o que quer ella ?
Custa-me ai dize-lo-: casar-se eom Btr-
tboldo, apezar de tudo.
Ah ah ah exclamou Monck riodo-se s
gargalhadai. O-senhor est brincando i.... E'im-
ponivel 1 A Sm. I). Laura, tua filha-, atposa de
uro pocti 1 Eoto nao sabe qua elle a possue a-
roupa que tem 00 co-rpo ?
Sabe, sabe tudo.
Porm o que diz para justificar ama id Ja
lo extravagante ?
Que a-roa a Bertholdo.
__ Amores I dlsae M'inck irnicamente. Isso
bom pira, as oovellaa: onde sa v prineexas
casarero-ae com pobrea rapatos sabidos do hos-
picio das engallados, e banqueiros offurecerero
auas fortunas e Dihas de ciguatas viuvas mise-
raveia. Mas na vida real njo ae do semelhantes
despropsitos. E e Sr. Kooienaer, que conhece
to bem o mundo, pode varillar um s instante a
tal respeito?
Acho-lhe razo ; a por isso mesmo que
esse negocio me aO'nge sauito. Tratemos de ontra
eousa.
Nada ; devo pe contrario como amigo des-
via lo de consentir em semelhante loucura. O
aenhor deve fechar a tua porta a Bertholdo.
Nao ha duvida ; hei de faze-lo mait para
diante: por emquanto iapostivel. Mtoha filhi, I
mi!.ha querida Laura cahiria doente e talvez l
morresse de pezar. Devo procurar ir suavitando
a sua dor al ver sa contigo pouco a pouco ex-
tirpar-lhe do corago esse amor louco por Ber-
tholdo.
Nesta caso alie continuar a vir ainda sua
casa ? pergantou Monck com urna colera mal
contida. Pois ento o teohor ve-ana aqui pela ul-
tima vez. Sinto muito ter occatiio de romper
com um amigo lo apreclavel; mas devo dizer-
Ihe que fui gravemente insultado por Bertholdo,
por esse atrevido que at capax de querer
alardear de meu inimigo ; e eu nao pocho, os pos
n'uma caaa em que elle recebido.
Ser nicamente por poucas semanas, e fa-
rc-i as cotilas de rcaesra que o ser.hor nunca o
encontr. Ora tenha a bondade de sedar; quac-
do nada por compaixo de minha pobre Laara.
Por compaixo da Sra. D. Laara ao be
tacrificioa que eu uo Uga I aaa taabea par
amizade a ella, e pelo respailo que ae devida.
devo abrir-lhe os olhos. O que a teshffr'qaar
fazer urna imprudencia muilo grande. Sappo-
ohemos que I) Laura-nao dure e*r eepoau deasa
poeta condemnado miseria, e o aenhor e ata-.
prio a recoohecer a impoaaibilidade deas* casa-
mento, porque aaanhia nao hatera quem igno-
re que Bertholdo foi detherdado, que nada paaae
que at acha redazido a parlilhar do aposento da
um tocador de rabeca I Ora te parce-aerea qaa
elle continua frequentar a aaa caaa o que dira t
As pestois tenalas zombaru do eaabor ; a bee
e rirtuoaa D. Laura ter o os-jecle de to 1 sa aa
conreraagdes ; a aua repulagu licar comarauaet-
tida ; e ae apparecer aioda aa boa tociedaaJa,
eritaro a aaa pessoa, por isso qu* ter alia fal-
tado ia lea da conveniencia, contrahiodo relacoaev
que nioguem pede approvar.
Itto que c-ienhor dit a pura verdade. ~m-
poodeu Kemenaer inspirando, sai muita ta :
porm aa lagnaas de miaba pobre filha ano lar-
;iam indeciio. Algumaa vetes ebege m -tasa a
pentarse uo seria melhc; casa-Ios logo, e aca-
bar com todas eassa lamerlas. A roinha. .Virlaaa.
comquanto cao seja col casal, todava afuetale
para assegurar-lhts urna vida iseola do aaidadcs,
sot retado se quizerom sar econmico.
Monck baluu coa a r,.- no aisoatl.a de iesataV
ciente.
Oilendido ao mesmo lempo so aaa orgalha. a
nos seas teotimeolos- paternaea, keaeoaer i.mmM-
cou logo com voz tlUva 3 acrimoteaa :
Sr. Monck, Bel nao aoaa eeehor da dispar
de minha filha e da mine 1 tortuca cobo to sea
aprouver tom dtsso dar coatas a algaeaf
Como o seu espirito to jadicioso poda illa-
dir-se a esta ponto, mea caro alamenaer eirta-
mou Monck. Um poeta ecoaomscn AdaaiiiaatJa
mesmo que elle nao diiperdice o teu isbuira
aioda aatis nao licar meos sem elle. De
dr sem couta, deixar-se engaar por tala o 1
do, e cahvr na miseria soa o espetar, ata a sarta
que o aguarda : mas poapar, gaakar dinbaere,
augmentar os aeut bens, tchou-a aaito loaaa a
timplorio psra isso. E qual seria a r ni. naiia
da aua ioconcebirel resolago, dada o caso qaa a
sonhor a execulaste 'r Bem sabe que lodoa
mortaet: ora Ugure-ae ua humera qaa
dinheiro quu o senhor daisarta i sata filha lee
urna vida desregreda, aem medida,
que nao couhtceaie o valor do dinheiro apar I
o alirasise ahi a qualquer qae o lisoofa
illudltte, um homem fiatlmunte qae
de continuo fotse esvasiiado o rofro
daitar am sold sequer : ors diga-neque 1
poderia isso durar? Responda. Saa fibs, aaa
querida Liara, nao aahirla na miseria T
cabera curvada ao peso ds humiliago, _
soles de tempo ecabraohadi de remoraos a 1
res, nio aecuiaria o seahor de ter 1
condescendencia a atusa da lala
grace ? (Continuar-se-km.)
PER!SAMBIjCO,-TXP. DE M. F. DE F.t FILJJK).


MUTILADO
"v*aiaeuaj
"*W


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQCQZF26C_BA9M4M INGEST_TIME 2013-05-01T00:04:31Z PACKAGE AA00011611_09584
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES