Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09582


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Full Text
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}
; '
A1I0 XXXVIII. HOMERO 175
Por tres mezes adiantados 5J000
Por tre meza vencidos 6J000
MITA FEiU 31 DE JLHO DI IJ|J.
For aoB* adiantad i|00O
Poru frtic* ra iii5ritr
DIARIO DE PERMMBICO.

ECARREGADOS DA SUBSCR1PCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino da Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Lomos Braga; Gear o Sr.
J. Jos de Olireira ; Maranhao, o Sr. Joaquim
Marqaes Rodrigues; Par, Manoel Pinhairo &
.; Amazooas, o Sr. Jerooymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Alagoas.oSr. Clandino Faleo Dias; Bahia.
? Sr. Jos Marti ni Airas; Rio da Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martina.
PARTIDAS DOS COBRE10S. 1
Olinda todos oa dias as 9 V horas do dia
Iguarass, Goianna, a Parahyba as seit'indas
sextas-feirae.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caraar, AKioho
Garanhana as tercaa-feirai.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pee-
qaeira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouncarya Ex naa qua. tae-eirae.
Cabo.Serinhem, Rio Formoeo, Una .Barreiroa
Agua Preta, Pimentelraa a Natal quinas feiras.
(Toaos os crrelos pariem aa 10 horai da macha a
IPHEMERIDES DO MEZ DB JULHO.
4 Quarto roscante aa 8 oras e 20 minatos da
maoha:
12 La cheia aoa 2 mina toa da znanha.
18 Quarto mingaante as 2 horas e 32 minutas da
tarde.
26 Laa ora aa 6 horaa a24 minutos da man.
PREAMA1 DB 110JE.
Primalro as 7 boras e 42 minutos da manhi.
Segando as 8 horaa e 6 minatoa da tarda.
PARTID DOS TArORRS C0STBIR0S.
Para o sol at Alasoaa i 5 a 20; para o norte
at a Granja 14 a 29 de aada mez.
PARTIDA DOS OMMIU5.
Para o Recite: do Apipucos s 6 li2, 7, 7 1|2, 8
e.8 1|2 da m.; de Olinda a 8 da m. a 6 da t.; de
Jaboatao a 6 l|2da m.; do Caxang o Varxta
s 7 da m.; da BtmAca s 8 da m.
Do Recite : para o Apipucos a 3 1|2. 4, 4 1|4,
4 1|2, 5, 5 M, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda S% 7
da m. e 8 1|2 da t.; para Jaboatao s 4 ds I.; para
o Caxang o Yarxta s 4 li2 da t.; para Bem Ac
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAES DA CAPITAL.
Tribanal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tarjas a aabbadoa a 10 horaa.
Fazenda: quintas a 10 horas.
Juizo do commercio : aegundaa ao meio dia.
Dito da orphaos : tarjas a aextaa a 10horaa.
PrimairaTara do cirel: torgaa a extase meio
dia.
Segunda rara da clral: qaarlasa aabbadoa l
hora da tarda.
DIAS DA SIMARA.
28 Segunda. S. Ionoceocio p. j S. Nazerio
Teica. S. Olaro re ; S. Lacill; S. Lobo b.
CJuarta. S. Rufino m.; S. D ottillu r.
Ouint. S. Ignacio de Loyo'le fundador.
Sexta. S.Pedro sd viocula.Os 7 Macbaeos Ira.
Satbado. Nosss Senhors dos Aojos.
Dumiogo. Invenco do corpo de S, Estreo.
ASSIGNA-SS
no Recite, em a lirraria da praca da Indepen-
dencia ns.6 e 8, doa propriotarioa Menoal 1 cuel-
ro deFatia 4 Filho.
FUTE OFFICUL
Ministerio de agricultura commer-
cio e obras publicas.
ESTATUTOS DA COllVVXIIlv CON-
FIANZA. JI.VBA.-MIL.MSE
TITULO I.
Da companhia.
Att. 1. A companhia danominar-se ba Coo-
fianca Maranhenie. Tem ella por fitn a constroc-
qSo de um edificio rectangular e de risco elegante,
no lugar que actualmente oceupam as barracas da
Fraia-Grande, destinado a aer alugido para a
renda de gneros. Su capital aera de 80:00)$,
divididos em 4.C00 acedes de 20;O cada un,
cojas entradas sero realisadas em cinco paga-
mentos iguaes de 49 por aeco, seodo o primeiro
logo que forem approrados estes estatutos, e es
outrosa quatro, oito,- dote e dezeseis mezes, pro-
ceden Jo ariso pelos peridicos 15 dias sntes.
Art. 2. A companhia durar at o dia 5 de se-
tembro de 1895, poca em que o terreno e o edi-
ficio que construir sero entregues cmara mu-
nicipal da capital da prorioeia, nos termos do
contrato com ella celebrado em 18 de setembro
ds 1860.
Art. 3. A companhia aera administrada por
um presideote, um rioe-presidente, dous secre-
tarlos, urna direccao qe durante o tempo da cons-
traego do edificio aera comppsta de cinco mem-
broa e depoia ds tres, urna commisaSo fiscal de
tres merabros. As eleicoes para estes cargos se-
rlo feitaa annualmente em sess3o de assembla
geral, por escraliolo aecreto e pluralidade re-
lativa de rotoa. E' incompalirel o exercicio si-
multaneo deates cargos.
S nico. Os em [regidos noramenle eleitos se-
o empossados por participacao da mesi da as-
sembla geral que presidir as eletcoss.
TITULO II.
Dos accionistas.
Art. 4. Sao accionitas da companhia os naci-
naes ou estrangeiros que possuirom urna ou mais
aeces, quer como possuidores primitiroa, quer
-como cessonarios ; a bem assim os que se obti-
rerem por herauca ou por ceaso legal.
Ninguem responde por mais do valor de suas
aeces.
Art. 5. Todo o accionista tem direito de rotar e
de ser volado para os cargos designados no art.
3 de reunirem-seannualmente em sesso ordina-
ria da assembla geral para as eleicoes e exame
de cunts, e depedirem ao prest Jeute da anecia-
$ao a convocacio extraordinaria da asiembls ge-
ral, quando a julgsrem neesssaria ; aendo o pe-
dido assigoado pur accionitas que representen
pelo menos um terco do capital electivo; E ao
obrigados a entrar pontaalmenle com o ralor de
ansa aeces, na forma do art. 1, e a reunirem-se
annualiAGote para as sesies ordinarias quindo
orem convocados pilo presidenta da companhia.
TITL1LP lll .
Daassem6f4aj>era(.
Art. 6. A assembla geral comp5e-se da plu-
ralidade numrica dos accionistas, e cada um des-
tes nao poder ter mais de um roto, qualquer que
seja o numero de suas accoes.
Art. 7. Em qualquer reuoio da assembla ge-
ral s se poder tratar do objecto para que rOr
conrocada ; todavia nao vedado a qualquer ac-
cionista, depois de esgotado o objecto principal,
propdr considerarlo da assembla qualquer
mocao que julgue de ioteresss para a companhia,
a qual poder licar adiada para outra reuoio,
csao aeja sobre objecto que naquella se nao possa
decidir.
Art. 8. Quando depois de aviso competente se
nao rauna a maioria doa accionistas, na forma do
art. 6, tara o presideote nova cooroeajo, mur-
calo o lugar, dia e hora, e aiods assim nao ae
reeoindo, deliberar-se ha com os presentes.
Art. 9. As sesses da assembla geral sero
presididas pela mesa, composta do presidente da
companhia, dos dous secretarios, dos quaes o
mais rotsdo servir de primeiro, encarregado da
correspondencia, a o outro de segundo, acojo
cargo ficaro aa aetaa da assembla. Ni falta
do presidenta servir em seu lagar o rice-presi-
dente, e na deste o Ia aecrelario, paisando a oc-
cupar o lugar desle o 3'. As couvocacoes para
asreuoioes da aasembla geral, quer ordinarias,
quer extrordioariis, s podaro ser feitas pelo
presideote por meio daimpreosa peridica, com-
petindo lhe tambem a manutena) da ordem e
direceo das discusiOes, e assigoatura de toda a
correspondencia, notas e rubricas dos livros da
ompaohia.
Art. 10. A nenhum acclonists ser permittido
fallar mais de daaa vezas sobre qualquer materia,
excepto sendo autor da proposta ou materia em
discussao, e neste caso fallar mais urna vez.
Art. 11. As reuniea para as sesses ordinarias
da assembla geral s tero lugar no dia 31 de
janairo dcada anno.
Art. 12. S assembla geral compele delibe-
rar aobre o augmento de fundoa para a concluso
da obra, sob proposta da direceo, assignada pe-
la maioria deseus membros, em qualquer reu-
nio que para este edeito seja pelo presidente
convocada, e bam assim decidir qualquer objecto
que occorra fra das attribuices da direccao de-
signada nestei estatutos.
Art. 13. Todaa as detisoes, qualquer que seja
a materia da que se tratar em assembla geral,
sero tomadas por maioria numrica dos accio-
nistas presentes.
TITULO IV.
suba tudo o que bourer occorrido at o dis 81 de
dezembro do anno anterior ; arrecadar os fundos
da companhia ; eslabelecer a forma das transfe-
rencias das aecea ; alugar as lujas do edificio e
cebrar os alugueis ; prover a boa conservarlo
delle, e fazer as despezas necessarias, finalmen-
te, despender o qua friodispenaarel para o me-
lbor andamento dos negocioada aeaacis;o.
Art. 17. A direceo celebrar as sesses que
julgar uecesaario, daa quaes larrar acta o secre-
tario,a qual ser assignada por lodosos directores
presentes.
Art. 18. Os dous directores ds primeira diree-
co incumbidos da construc;jo do edificio dere-
rao fsie-lo com todo o zelo e economa, dando
conta direccao as auaa reunies de tudo o que
dr occorrendo ; pertencendo-lbes exclosivsmen-
te a compra dos materiaes e Bscslisaco dos jor-
naes e trabalho dos operarios, cujaa folhas e con
tas assignaro am ordem para qua o theaoureiro
as pague, recorren do sempre direceo nos casos
imprevistos e de maior eoibaraco.
Art. 19. O thesouretro recolber em qualquer
esiabetecimeuto de crdito os fundos que excede-
rem sos necessarios para as despezas dos joroses
dos operarioa a compras de materiaes para um
mez.
Art. 20. Os directores impedidos sero substi-
tuidos pelos immediatos em rotos durante o tem-
po do impedimento. .
TITULO V.
Da commiio fiscal.
Art. 21. A' commissio ftacal incumbe:
Da dir$cco.
no dia 31 de
primeira, que
Art. 14. A direceo ser eleita
Janeiro de cada anno, excepto a
funcionar atea concluao do edificio. A primei-
ra ser composta de cinco membros, e as subse-
cuentes de tres.
A primeira masa, e a commiaso-flsea!, tam-
bem fuocci onaro por todo o tempo que servir a
primeira direccao.
Art. 15. A primeira direccao eleger d'entre os
aeus membros um presidente, um secretario, um
thasoureiro e dous rogaes, estes encarregadoa
exclusivamente da administrado da conatrucr^o
do edificio designado no art. 1 destas estatutos.
Aa aubsequenlas compr-se-ho apenas de um
presidente, de um secretario e de um theaoa-
xeiro.
Art. 16. A' direceo incumbe : promover as
entridasdas aeges na forma do art. 1 ; nomear
os ampregados necessarios a marcar-Ibes os or-
denidoa, dependendo da approraQo posterior da
aasembla geral era aua primeira reuoio ; des-
pedidos quando nao merecerem a sua coofianca ;
impetrar dos poderes competentes a approrac
dos estatutos ; contratar com a cmara municipal
o aforameoto da terreno onde sa tem de construir
o edificio sob as maia fsrorarcis condices para
a companhia ; solicitar da assembla legislativa
da prorioeia a isencSo do pagamento da decima
urbana em que fr lotado o edificio pelo tempo
em que durar a companhia ; administrar com ze-
lo os intereases da companhia, e representa-la am
todos os seas setos, com autoriaaco demandar
t aer demandada : obrar aexercer com plenos e
positiros poderes livre e geral admioistrsco ;
organisar os balancos semestraes, qaa aprsenla-
r assembla geral, acompanhados da am re-
latorio aobre o estado da companhia, as rea-
JDiM aouuaeide3l de Janeiro, d modo que se
g 1/ Velar na boa cons trueca o do ediflc'io de
conformidade com o plano adoptado e interesses
da compaohia.
2." O exame dos lirros e balancos, a convite
da directo, sendo apresentado o relatorio que
diaso fizer aos accionitas as sesses ordinariaa
de 31 de Janeiro de cada anno.
Disposiges giraes.
Art. 22. Todoi os cargos da companhia serao
exercidoi gratuitamente.
Art. 23. Os sccionistis s tero direito a divi-
dentos depois da obra concluida em diente, e passa
doa cinco aonos depois da intalla^o da compa
nhn comegar-se-ha a smorlisaco do capital em-
pregado oa razo de 4 % ao anno. Pagae todaa as
deapeas e amortisar.o, ser considerado divi-
deodo o que restar.
Art. 21. A transferencia das aeces por qual-
quer forma a se effectuar sobra a quantia que
ropresentir a acjo na occasiao de ser transferida.
Art. 25. Todas as questes qua se suscitarem
serao terminadas por arbitros, sendo possivel.
Art. 27. D.pois da conatraeco do edificio, os
fundos disponiveis sero diatribuidos pelos accio-
nistas na proporgo de suaa aeces.
Palicio do Rio de Janeiro, em 26 de junho de
1862.Joo Lins Vieira Cantando de Siniml.
Circular.Ia directora.Rio de Janeiro.Mi-
nisterio dos negocioi da agricultura commercio e
obras publicas, em 16 dejulho de 1862Illm. e
Exm. Sr.Convindo regularisar a concesso das
passagens de Estado que o goveroo tem estipula-
do com as diffareotea companbiaa de naregaqo
por rapor, a*q paga brances pelo the-
sooro, por til modo que s sejara dadaa aquellas
a quena ao devidas, e aobretudo para que aejam
cumprldos os contratos, em additamento ao avi-
so deste ministerio de 7 de jaoeiro ultimo cum-
pre-me declarar V. Exc. que tiea eoocessS
s podem ser feitss na precisa conformidade da
coodiQo oitava do contrato approvado pelo de-
creto o. 2313 de 17 de dezembro de 1859, deven-
do a respectiva portarla eonter a declaraco de
que trata a eoodico decima-selima do contrato
approjado pelo decreto o. 1,515 de 3 de jaoeiro
de 1855, as patarras: a devendo o ariso que or-
deoar semelhantea passagens al o fim, a qual
deelarsjao darer igualmeote ser mencionada em
a participigo enriada a esta secretaria.
Deas guarde V. Exc. Joo Lios Vieirs.
Cinsango de Sinimb.Sr. presidente da pro-
rincia de...
DBCBETO N. .951 DB 10 DK LLHO DE 1862.
Faz extensiras a exigencia da companhia de u-
guros Fidelidade, da cidade de Lisboa, estabe-
lecida na capital da prorincia do Maranhao as
disposiges do decreto n. 2,940 de 26 de junho
do correte anno.
Hei por bem fazer extensiva agencia que a
companhia de seguros Fidelidade da cidade da
Lisboa eatabeleceu na capital da prorioeia do Ma-
ranhao a autorisiQo que lhe foi concedida, para
que as outras agencias cralas nis espitase do
Imperio e das provinciss da Bahia e Pernambuco
contmuem a funeciooar sob as instrueces baila-
das como deereto o. 2,9*0 de 26 de janho do cor-
rente anno.
Joo Lias Vieira CansaDso de Sinimb, do
meu eonselho e ministro e secretario de ea'tsdo
dos negocios da agricultura commercio e obras
publicas assim o ten ha entendido e faja exeva-
Misa
1aR|la/i?Hd1R!.odeJ/neiro' en10de julhode
1862 41 da independencia a do Imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Joo Lins Viei-
ra Cansansao de Sinimb.
CircularDi rectora central. 1" seccao Rio
do Janeiro.Ministerio dos negocios di agricul-
'"" "mD?1e1rc, e ** P-blicas. em 4 d j.lho
de 1862.Illm. e Exm. Sr. A lei n 1 032 de
22 de agoito de 1860 e reglamentos respectivos
estabeleceram as condices com que se deve per-
mittir a incorporado decompaohias e sociedades
anonymas, a approrar aeus estatutos.
Entretanto a falta do preenchimento de tses
condices por parte dos pretendentes incorpora-
dores de companhias naa provincias 'requeme
a tem creado para o ministerio a meu cargo a oe-
cessidade da expedico de repetidos actos offlciaes
com o simples fim, ou de fazer alterar es projec-
los de estatutos na conformidade da lei ou de exi-
gir a apreseotaco dos documentos
qua possam ser avalladas todas
taociaa com que a compaohia
dar.
Exc. citadoa no referido o flelo, a deciso que V.
Exc. deu cmara municipal dessa cidade, de-
clarando qae o cidado Joa Firmo Xavier, segan-
do juiz de paz do segundo dislricto da parochia
de Santo Antonio, nao poda continuar no exer-
cicio desae cargo, risto que nao se achara qaa-
liflcado rotante da mesma parochia quando para
elle fra eleito, Dopodeodode modoalgum pre-
valecer a rato allegada pelo dito cidaao de ter
sido qualficado n'outra parochia, embora conti-
gua aquella.
Deus gusrde i V. ExcMarquex de Olinda
Sr. presidente da prorioeia de Pernambuco.
4a seccao.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, em 18 de jaoeiro de 1862
Determinando o artigo primeiro do decreto nume-
ro 1,073 de 8 de agosto de 180 quo, em quanto
nao forem defioilivamente approvados os estatu-
tos daa faculdadea de direito e de medicina, pode
o goveroo, ouridas aa congregares respectivas,
mandar matricular os alumnos que por motivos
justificados perante as mesmas congregarles nao
tiyerem comparecido no prazo fizado para as ma-
triculas, com tanto qoe nao tenha decorrido o
lampo neceasario para conslitnir faltas que fi-
en m perder o anno, cumpre que, quando algam
alumno desaa faculdade requerer ao goveroo im-
perial dispensa do lapao de tempo para se poder
matricular (o que sempre sa dever fazer por in-
termedio dessa directora] a-ja o seu requerimen-
to submetlido s congregarn dos lentes para que
ata tome conhecimento nao s dos motivos pelos
qases neo se effectuou a matricula no devido tem-
po, mas tambem do numero de fallas que hauver
dado o supplicante, e depois remeltido a este mi-
nisterio com informaco do que bourer rarificado
a referida coogrtgaco.
Deas guarde V. Ex<\Mrquez de Olinda.
Sr. director da faculdade da direito de S. Paulo.
Na maama data e conformidade directora da
faculdade de direito do Recife, e a das (acuida-
des de madicioa da corle o da Bahia.
precisos para
as circums-
ae pretenda fun-
E, oo derendo conlinaar semelbante ordem
de eousas, porque, aim de prejudicar nao s o
servico publico, mis tambem os interesses parti-
culares, poda desanimar o eapirito daassociaco :
S. M. o Imperador hoove por bem ordeosr-me
que recommende muito especialmente V. Exe.
que d'ora em dante nao dirija a aate ministerio'
requerimento algum para oa los supra-indicados
aem que tenha rerificado que nelles foram atten-
didaa todas as disposices da citada le, qUe ,e
acham instraldos de todos os documentos neces-
sarios.
Outrosim qua, acontecendo muitas rezes qne
aa companhias que ae pretndeos fundar teem
compromissos comasadminiatrsces proriociaes
bazeados em leis ou contratos anteriores, V. Exc!
dever aonexar aos referidos requerimaatos co-
piaa autheoticaa de todos os actos que tiverem
barido, a que Ihes sejam concern en (ei, bem co-
mo qusesquer outros esclsrecimentos quo julgar
conrenientea para o completo conhecimento do
objecto de qae se tratar.
Deus guarda V. ExcJoo Lios Vieirs Can-
saoaao de Sinimb.Sr. presidente da prorincia
de i,.
3 seccaoRo de Janeiro.Mioislario dos ne-
gocios do Imperio, em 7 de junho de 1862.Illm.
8 I?l ,~~ Em re'P"ta ao offlelo da V. Exc.
o. 64 de 28 de maio prximo fiado, declaro-lae
que o governo imperial approva, por aer confor-
me aos ariaos n. 97 de 20 de abril de 1849, para-
grapfao 7 n. 151 de 4 da abril de 1860, por V,
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 28 de juaha de
186S
Offlcio ao Exm. presidente da provincia de Ser-
gipeAccuao a recepeo do officlo de V. Exc.
datado da 8 do corrate aaompanhado de doui
relatorios com que V. Etc. no dia 1 de ruare <
ultimo abri al* sesso ordinaria da 14 legisla-
tura da asiemb'i legislativa dessa provincia.
Dito aoExm. presidente da provincia ds Para-
hyba.Verificando-ae como melhor ver V. Exc.
do officio do brigedeiro commandante das armas
de 26 do do correte sob o. 1454, nao ser deser-
tor de nenhum dos corpos do exercito aqui exis-
tentes, o individuo de oome Carlos Barbosa dos
Santos, a que allude os oificios de V. Exc. de 7
e 16 deste mez sob os. 4065, e 4225 acabo de ex-
pedir as conrenientes ordene a fim de que regres-
se elle para essa prorioeia no vapor qoe se espe-
ra do sul a dispoiico de V. Exc. que, se serrir
de dar-lbe o conveniente destino.
Dito ao commandante das armaa.Sirra-se V.
Exc. de expedir as anas ordens para queamenha
pelas oito horas do dia est'eja-postada em fraoie
da igrejs da Noaaa Seohora do T*r;o ama guarda
a fim de tazar aa hoorae fnebres devidas ao fal-
lecido alferea da guarda nacional Manoel Ferrei-
ra Accioli, certo V. Exc. de que nesta data offi-
cio ao director do arsenal de guerra para foroe-
cer o cartuxame de mosquetaria preciso para as
descargas do eallyo.
Dito ao mesmo.Em vists do que expe o de-
legado de polica do termo de Garanhuns no oft-
cio junto por copia sirva-se V. Exc de;providen-
ciar a fim de que rolle para all o destacamento
mandado retirar pelo major Joo Francisco do
Livramcolo, pelos motiros que declara o masmo
delegado, iodicando-me V. Exc. um official au-
balterno para conduzr aquella villa a qaantia
com que a tbesouraria de fazenda tem de habili-
tar a respectiva collectoria para occorrer ao pa-
gamento da forcea estacionada n'aquella comarca,
conforme aolicitou V. Exc. am otficio da 25 do
correle sob n. 1478.Ofliciou-se ao chefe de
polica.
Dito aa mesmo.De conformidade tom o qae
solicitou o Dr. chefe de polica interino em officio
n. 1044 de 5 deste mez, sobre o qual informa V.
Etc. em data de 19 e odicio n. 1396, queira ex-
pedir suas ordens a fim de ser elerado a rinte o
numero daa pracas destacadas na cidada da Vic-
toria, apreseotando-se urna dellas disriamente
ao respectivo delegado para o expediente da po-
lica.
Dito ao commandante saperior de Olinda e Igua-
rassQueira V. Exc. informar sobre a materia
inclusa por copia que em 25 do correte dirigi-
me o chefe do estado maior desse commsndo sa-
perior. Econstando dalle que deixou de reunir-ae
o eonselho de rerista da guarda nacional do mu-
nicipio da Olinda, no dia marcado recommendo-
Ihe qae o faga convocar com brevidade, deven-
do em falta de V. S. servir no mesmo eonselho o
chefe do estado maior sem embargo da represea-
tico cootra elle feita, em quanto sobre alia nao
houver deciso, e no impedimento do mesmo
chefe do estado maior os saus substitutos desig-
nados oa lai.
Dito ao iospector da thesouraria defazeoda
Beeriodo de cooformidade com a informado de
V. S. de 25 do correte, sob o. 6810, o requeri-
mento de S" cadete So sargento do 9* balalhao
de iofaotaria Joo Quiotioo de Meoezes Galhir
do, o aatoriso a maodar recolber aos cofres des-
sa thesouraria a quaotia que o supplicante rece-
beu por conta do seu eogajamento, quando de
menor idade, e pretende restituir a fim de poder
gozar das rantagens que resultara em aeu favor
com a renuncia do premio de voluntario nos ter-
mos do aviso circular do ministerio da guerra de
15 de mircl> de 1856.
Dito ao mesmo.Nao hareodo inconveniente
mande V. S. adiantar ao almoxarite do hospital
militir.em rista do pedido ioduso, a'quiotia de
1:2009000 para occorrer as despezas daquelle es-
tabelecimeoto, na primeiri quinzena do mez de
agosto prximo riodouro.
Dito ao mesmo.Pela rerba soccoros pblicos
mande V. S. pagar a Paulino & Irmo a quantia
da 24$0O0 proveniente de alaguel de um carallo
que foroeceram por tres dias ao Dr. Americo Fa-
bin de Freitas Brrelo Nobre pira ir a freguezia
da Varzea medicar os desralidos atacados do cho-
lera morbus, como se re do ioduso requerimen-
to documeotado.
Dito ao iospector di thesouraria provincial
Pode V. S., conforme indica em soa informaco
de 25 do correte sob d. 412 maodar pagar em
rists dos competentes documeotos oo s a quao-
tia de 1:6785200 que segando a oota junta por
copia aa est a dever a Joho Donnelly, Fraoclico
Loureoco, Beoto Josquim Gomes, Jos da Ai-
maida Barreno, Domingos Marie, Jenuioo da
Coata de Albuquerque Mello, Claudio Aires Dias.
e Joo Vieira da i Aran jo proveniente de mate-
riaes foroeeidos no exercicio prximo lindo para
a obra do calamento desta cidade, mas tambem
a Pereira Juilo & C. eNoguelra de Souza & C,
somente a de 1959790 por conta dos 202$98O ris
qua ae Ibas est a derer de objectos qua renda-
ra m para o expediente da repartico daa obras
publicas no mesmo exercicio com solicitou o res-
pectivo director em officio de 12 desle mez
n. 155.
Ditoao mesmo.Eitaodo em termos, os inclu-
sos documentados mande V. S. pagar ao phar-
macealica Leocadio Jos de Figueirado ou ao aeu
procurador, conforme solicitou o ehefa le polica
em officio de 26 do correte, aob n. 1,153 a
mentos foroeeidos aos preses pobres da cadeia de
Goianna desde 12 de abril al o-ultimo de junho
deste anno.
Dito ao mesmo.Aatoriso a V. S.nos termos
de sus informaco de 25 do correte sob n. 414. a
mandar nao s pagar ao lente Leopoldo Bor-
ga Ualrao Ucha para este fim indicado pelo
chefe de polkii em ofiicio n. 591 de 15 de abril
ultimo somente a quantia de 8t$z43, despendida
nos mezes de Janeiro a fevereiro deale anno com
o sustento dos preaos pobres da cadeia de
Tacarsl cerno ae v daa inclusa cootaa maa
tambem adiantar ao delegado daquelle termo, por
intermedio do theaoureiro da aecretaria de poli-
ca Josquim Gilseno de Meaqulta a somma que
julgar necesaaria para occorrer-sea taes despezas
nos mezes subsequentes, visto all nao existir
collectoria.Communicou-se ao chefe de po-
lica.
Dito ao director dasjobras publicas.Maode ,
Vmc. fazer oscoocertos de que precisa a coberta
do quirtel do corpo de polica, e que constara do |
orgameoto que acompanhou ao seu officio de 23
do correte sob o. 164, podendo para esse fim
despender at a quantia de 185^000 constante do
mesmo or;smento.
Dito ao juiz de direito do Limoeiro.Pelo aeu
officio de 13 do corrente fijuei inteirado de haver
Vmc. falto entrega ao juiz municipal desse ter-
mo dos medlcamentoa e bielas que existan) em
seu poder como determiuei em dsta de 12 do mez
pasando, a da que opportuoamente faca recolher
a quantia em dloheiro que se aeha em saas mos
de resto dos soccorros enviados para oa desvali-
dos affectadaa da epidemia deasa comarca.Com-
municou-se ao chefe de polica e a tbesouraria de
fazenda.
Dito ao juiz municipal do termo do Cabo.
Com a informarlo ministrada pelo commandante
da eitaco naval em 25 do corrente e sob n. 50
juota por copia reapondo ao seu officio de 25 des-
le mez cora referencia ao preaoJoo Nspomuce-
no Carneiro da Cunha que ae acha pronunciado
por crirue de furlo e declarou ser desertor.
Dito ao preaidente da directora da companhia
de Biberibe.Queira Vmc. tendo em rista o offi-
cio Incluso que me ser devolvido do brigadeiro
commsndante daa armas datado de 26 do corren-
te, aob o. 1,453, declirar-me por quanto ae en-
carrega easa companhia da factura dos coocertos
deque precisa o chafariz existente no querlel do
Hospicio e de que tr/ii o citado offieio.
Despachos do dia 8 de julho.
Requerimentoi.
Abaiz
poroaca
da thea
Fred
forme o
moeiro.'
assignados moradores e propietarios na
los Afogidoi.Informe o Sr. iospector
aria provincial.
tAco Augusto Velloso da Silveira.In-
o'Sr. Dr.
juiz municipal do termo do L\ -
JoaqiTiQL Antonio
m Antonio de Figueiredo Informe o
Sr. impecVVir da Ihesooraiia de fazanda.
Joi de .Barros Corris Selle.Informe o Sr.
i ni pecio r i tbesouraria provincial.
H Ferreir de Squeira Vareio
S. director geral da instruccao pu-
Padre
Informe,
blica.
animando das armas.
Quartel-greneral do ominando das
armas Je Pernambuco na cida-
de do Recite em 9 de jullio de
1863.
ORDEM DO DIA N. 115.
O general commandante das armas faz publico
para o (Ira conveniente, que hoja se epresenta-
ram riodos da provincia da Bahia oa Sra. capilo
Joaquim Martina Footss, e alferes Francisco Eva-
risto da Barros Pasaos, fim de se reunirem ao
seo bstalho 7a de infantaria.
Assigoado.Solidonio Jos Antonio Ptrtirado
Lago.
Conforme. Jos Francisco Cqelho, capito
ajadaote de ordens encarregado do detalhe.
1RNAM8UC0
REVISTA DIARIA.
Consta-nos que o Roveroo imperial pretende
mandar construir na Europa um navio semelban-
te ao limoso Marrimac, cuja gloriosa vida fol lo
trsositoria.
Nem s applaudlmos a patriota idea do gorer-
oo, como lembramoa que, em rez de um, enria-
rnos dous ou tres desses navios fortalezas, por que
s assim poderemos destruir essa outra famosa
do Humail, que os paraguayos tem edificado em
um pooto lo superlatiramente estratgico, e
qua nos pode algum dia aer muitiasimo nociva.
Quem sabe, talrez, se ests hora, essa peque-
a repblica hispano-americana, que poisaa ar-
tilharia da melhor nao fez j alguma eocomraeo-
da do nario que pode com a maior facilidade,
raduzir expresso mais simples s maior aaqaa-
dra de narioa da pao 1 Coorm, portanto, estar
prevenidos para o que possa de fataro acontecer.
^ Ioformam-nos que os saquea da soeiedade
em eommandila Amorim, Fragoso, Santos Si C,
da oossa pracs, foram acceitoa pelas diversas ca-
sas sobre que se dirigiam. Disse acto raaulta evi-
dentemente que mui bem andaram traneaeces
semelhantea neasa soeiedade, devido isio boa
direegio dada pelo Sr. Jamea Oliver; a esse mes-
mo o peosamento de urna grande parte das
nossss caaas comroaniaes, como so daprebende
do saguinte certificado :
Os abaixo aaaigoadoa expnntanaamente tes-
teflcam.qae os negocios cambiaes da casa bio-
cariaiimorim. Fragoso, Santos 4 C, dirigidos
pelo Sr. Jamas Oliver,pelo que sabemos daa ooisas
propriss traosaeces por aeu iotermedio, foram
todaa muito regulares, e em boa ordem e feitas
sempre em boa f, provado pelo fado de lerem
aidoiacceitoa todos os saques feitos pela dita firma
aobre as differentes pracn. e que julgamos o Sr.
Olirer exonerado de toda conireocia ou culpa nos
factos acontecidos.
c Recife, 29 de julho de 1862.Saundara Bro-
then & C. ; Rostroo Rooker & C. ; Adamsoo
lluvia & C. ; C. J. Astley |& C.; Tasso Irmoa;
James Ryder & C.; N. O. Bieber & C., suecesso-
res; Krabb, Thom 4 C. ; Patn Nash & C. ;
Joaquim da Silva Castro; Msooellgiacio deOli-
reira & Filho; Southal, Mellon & C. ; Ferro &
Maia ; Tieset frres ; Augusto Cesar de Abreu ;
Manoel Teixeira Daatos ; Manoel Googalvea da
Silva ; Auguito Fredeiico de Olireira ; e Kalk-
mano Irmos.
Algumas das firmas cima sao asiigoadas
por procuraQo na ausencia dos chefes dea
respectivas casas, pelos socios gerentes.
Ilootem nao cootinuou o acto do concurso
oa Faculdade de Direito, aendo adiado para ama-
oha.
. O final deste mez ha sido earregado e cha-
ras, que temcahido com mais frequencla dos l-
timos dias da semana paasada para e.
As arrumacea tem-ae extendido para o esotro
sendo de presumir que para esses lados tsnha
igualmeote chorido mais ou meos.
A estaco naval, da qual ooaso porto o
centro, acaba da ser maodada retornar com o bri-
gue-eseuoa Tonelera, a o rapor Aa, fleaodo
amboe a partir da corte.
No ultimo rapor rieram unir-se nossa es-
qnintia de 27|800 em que importara os medica- lacio naval mais tres membros da briosa classe
de marioha, qoe sao : o dist teoenle Dr. Thrrsto Arthur de Campos Pro, que
dere aerrir no briRue-eacun Fidelidade -r e os
guarda-marinhas Arthur Silveira da Molla e An-
tonio Manoel Perdigo Fernandas, para o brigue-
barea Itamaracd.
De ura nosso illustrado patricio, ora residente
em Paria, recebemos a seguiote carta aob o fe-
cho de 7 do que boje linda :
Aqui-Daoa ha de notavel.
Oa negocios do Mxico pTorocaram na es-
mera doa deputados urna rtiacoa-ao em qua Bil-
laud. respoodeodo a Julio Favre, memoro da op-
posicao, brilhou, explicando em m discurao,
digno de ser lido, tudo demaoeira a satisfazer, e
qualquer qae seja a opinio que se tenha a res
peilo da expedico francesa, oo rests duvida
de qua preciso dar um goveroo ealavel aquella
desgranado paiz, nao me parecendo pouco garan-
tidor o que disse Billaud, isto que o governo
francs oo impunha formas administrativas ao
Mxico : o que queria era um governo, expres-
so nacional, que respeilaise o direito dus es-
trsDgdros, e eumprisse oa tratados.
a O papa obstina-se em nSo querar aceitar cao-
aelbo algara : ltimamente regeilou a proposta
do goveroo fraocez que lhe girantia o territorio
que anda oceupe, e o pagamento de urna renda
annual com indemnise^o pelas provincias anne-
xadaa ao reino da Italia ; de sorte que o resul-
tado ser tilvez perder tudo, porquanto parece
que a ae mantera em Roma emquanto all esti-
rar o exercito fraocez, que pode ser removido a
cada momento e por qualquer emergencia.
c A Russia reconhaceu o reino da Italia, e
ati esta rir a Prussia : isto dar anda mais
iotq* a causa de Vctor Emmanuel.
c Ni Polonia contina o descontentamento.
Deram em Variovia ura tiro de pisla no gene-
ral Luders, que ficou ferido oo rosto ; e poncoi
dias deioii oulro ni gio duque Constaolino, lu-
gar-teneote ltimamente nomeado, que ficou fe-
rido ligairamente na espsdui eaqoerda pela bala
do revolver. lito e as conspirarles taires tacan
o imperador Alexaodre mudar de direceo.
O rei de Portugal pedio tm casamento a
princeza Fia, Qlha de Vctor Emmanuel.
Eapera-se urna grande balalha nos Estados-
Unidos norte-americanos, que deve deeidir da
sorte da guerra.
Da exposigo, em parle que diz respeilo
oossos producios, reraette-o pira o jornal desta
capital denomioado La science pour Jous ; o qual
assim se exprime : Esta seccao disttngue-se das
demais pelos seus mieerses preciosos : ouro,
platina e titanio; diamantes, c-ystaea de rocha e
pedras Uoaa ; mioeraes de ferro, chumbo, cobal-
to e estanto ; carvo, aotbracetos, achistos, po-
dra de cal, gessos, ele., etc.
c Os productos vegftaes, principalmente as
madeiras, sao notabiliisimos.
< Osassucares, osamidos, as resnaseos leos
eihibem se all em amostras numerosas quanto
variadas.
O algodo, bem como o lioho esto represen-
tados em differentes artefactos.
< Para nada omiltir, finalmente, citaremos
ainda oa producloa alimenticios, o cha, o choco-
late, o caf, os licores e os viohos ; a!em de si-
guas instrumiutos aratorlos, modelos de armas e
de navios, vidro de excellente quslidade, ptimo
calcado, ralas e cera virgem de pureza extraor-
dinaria.
< Termino estas noticias, dando-lhe a da morle
do nosso comprovinciano Jos Joaquim de Miran-
da, ern coosequeocia de urna eiysipella de cabe-
ra. Foi aepoltado oo dia 28 do mez passado :
era um bom homem.
A lotera que corre depoia d'aminha, no
consistorio da igrejs de Nossa Sanhora do Rosa-
rio de Santo Antonio, a 5* parte a primeira
em beneficio dos religioso* franciscanos do Olinda.
Foi exenerado de ajulaote do inspector do
arsenal de marinha, passando a servir na esta;o
naval, o 1* lente Briz Jos dos Res.
O eonselho supremo militar de justiga con-
flrmou a aeotenca de absolrijo do Io lente
Jos Arelioo da Silva Jaeques, em seguils ao do
commissario Bom-Soccesso, de que j uos occa-
pamos.
Damos ao Sr teneote Jaeques os dosios em-
boras por essa justica que lhe acaba de ser feits
pelo cooselho supremo militar, ds qual nunca
duvidamos um s momento, rists das proraa
exuberantea de sua inculpabilidade.
Os saminariitas de Olinda, depois de algu-
mas missaa regadas, celebraram no dia 29 s 10
horas di manha, um oilicioj solemne em memo-
ria do seu ex-professor de latim o Rvdm. Sr. Fr.
Joo da Assuuipco Moura, fallecido 17 de maio
prximo paSaado em Tacsral.
O finado gosara de ama grande estima naquel-
le estabelecimeoto, nao s por suaa virtudes
evaogelicas, como por influir muito para a erea-
co all da contraria da Seohora das Dores, da
qual foi procurador geral. O alumno do 4* anno
Rvco. Sr. Jos Estevas Vianna foi o escolhido por
seus tollegis para ofiiciar.
Repatvticao da polica.(Extracto das par-
tes dos-dias 29 e 30 de julho.)
Foram recolbidos casa de detencio no dia 28
do correte :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica,
Joaquim Jos de Saol'Aooe, crioulo, de 18 aoooi
da ilade, carreiro, remeltido pelo delegado da
Olinda para recruta, teodo depois declarado ser
escrsro de Joa Aires de Olireira.
A' ordem do subdelegado do Recife, Antonio
Jos Vieira Jnior, ou Francisco Aotooio de Al -
meids, de 27 sooos, martimo, por aer desertor.
A' ordem do da Boa-Vists, Jos, pardo, de 49
annos, escrsro de Joaquim Ignacio de Barroa
Lima, e Francisco, africano, de 40 aonos, escravo
de Florencio Francisco Marques, ambos requi-
lico dos ditos seus senbores.
A' ordem do de S. Jos, os sfricanos Amaro,
de 30 aonoa, e Pedro, de 29, o primeiro escrsro
de Joo Franciaco de Barros, a o segundo da Ma-
noel Jos Daotas, ambos por briga.
A' ordem do do Poco da Paoella, Segismuodo
Lopes da Silva, pardo, da 19 aonos, pedrelro,
dtiposico do Illm. Sr. Dr. chefe da polica, para
recruta.
29
A'ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de_policia,
Paulino Aotooio de Paula BoareotursTcrioulo,
de 21 aooos, pedrelro, preio pelo teneote recru-
tador da Boa-Vista, para recruta,
A' ordem do Dr. delegado do primeiro diatrc-
to, Joaquim Xiriar Caraleanli, braoco, de 24 an-
nos, empregado publico, por crime da ferimento
lere, eos pardos Jaciotho Roqueda Cunh, de27
aooos, pescador, como aeoteociado, Felippe Ri-
belro da Silva, de 32 annos, raarceneiro, por lo-
aoleocias commettidas em juizo, e Aotooio, de
25 aooos, escraro de Goes & Biatos, rquisic.o
destes.
A' ordem do de Santo Antonio, Ado Pereirs
de Olireira, pardo, de 38 annos, musito, e Eduar-
da, crioala, da 25 aooos, escrara da riuva Dias
Feroandea, ambos por briga.
A' ordem do de S. Jos, Sererlno, pardo, de
21 aooos, escraro de Manoel Gomes, por andar
fgido.
O chefe da segunda seccao,
/. G. de Uesquita.
Morimento da casa do deleo-ao do dia|29
de julho.
Eiistiam. 363 presos..
Entriram. 8 >
Sahiram. 8 e
Naclooaes 252
Mulheres. . 1
Estraogetros. 27
Escravoi. . 69
Escraras. . 9
Total. .
3:
11)
Alimentados a casta dos cofres prorio-
ciaes..........
Morimento da enfermara do dia 30.
Tiveram baixa :
Lino Joi de Moura ; iodigeeto.
Jos Severo do Nascinaeoto ; tumor.
Pssssgeiros do rapor nacional Crn^tiro iy
am, sahido para os portos do oorto :Jos Ale-
xaodre ds Cuoha, Dr. Firmioo Jos de Mtios e 1
criado, Dr. Gervasio Compeli Pires Ferreira el
escravo, J9 da Silva Oliveire, Jos Kraociaco da
Oliveira, Angelo Antunes de Fariaa Turres. Hen-
ry B.unn. Fr.nciico Gomes Marques da Fuoaaca.
desertor Carlos Manoel Barbosa. Fraociseo Cielo
Toscino deBrito, Felizardo Toscaoo de Briio,
Ignacio do Reg 1' jicano da Brito, Miguel da Al-
meida Gomes, Firmino Antonio Mooleiro.
Matadoi.ro piblico :
Mataram-ae para o consumo desta cidada no
da 3t> do corrente82 rezes.
OKI CABIO DO DA 30 OS JL'UIO, !0 CF.U1TS-
RIO PIBLICO :
Raymuodo Jos Gaspar. Maranhao, 30 anaos,
solleiro, Boa-Vista; varalas.
Mara, Pernambuco, 3 hora. Recife; espasmo.
Belarmioo, Pernambuco, 4"> aonos, solleiro, es-
craro, Santo Antonio ; varilas.
Jos Soares Csvalcaoti. Pernambuco, 45 annos,
casido, Boa-Vista ; ulceras na garganta.
ivommunicados
Criadoa na maia auatera educarn de nonos
paes nunca foi de nosso cosame ofteoder a hon-
ra depessoa alguma ; avista disto bem looge es-
taramos de querer faier a menor imputaco ao
Sr. Dr. Henrique Pereira de Lacena, nena tao
pouco ao Sr. teu lo o teneote coronel Joo Bea
boza da Silva; entretanto tendo sido publicada
oo Diario de Pernambuco o. 2->4de4 da novem-
bro do anno passado urna correspondencia, em
que oes cobra das naiores injurias, e calumnias,
crin es estes pelos quaea temos pronunciados pe-
lo juizo municipal da Ia rara dessa capital, co-
mo aasigoantea de enrollo coas ostros ; corra o
dever de oossa parte de declararnos, qoe rao ti-
remos iotenco de oa offender, e muito moos
com oa altealados que passamoa a favor da Jos
Salgado de Albuquerque, a dados a publicidade
00 Constitucional n. 124 de 23 a'sgoal* do mas-
mo anno, o isto tanto maia tasemos de noaaa es-
pontanea routade, qaaoto nunca hourera antro
nos a menor offenaa. e j hoje nos echamos sol-
tos, e lirres pelo perdi que nos foi concedido,
pela geoerosidade do mesmo Dr. Lceos, s quem
somos sinceramente gratos. Fazeodo semelhsn-
te declaradlo era abono de nosso dever, a da noav
isa honra, dimos ama prova ao publico, do qua
j oo sabemos f ."-ir a repulacio de pesaoa alguma.
1 e qua a podem deaejar aquellee, qae nao tem
meoor pudor em baratear a bonra albaia polo
que esparamos, que lasas seja restitu la, dosa-
gravada a offeoaa, qae Ihea (hemos ; a que
mesmo publico nos fsr a devida justica.
Queimaias 21 dejulho de 1862.
Jozias Martin* da Costa Mello.
Candido Sevsriano do Costa Aguiar.
Exislem.
363
A saber;


,
Correspondencias
Ao pnbl.co, e io corpo commercial de
Pernambuco, edeLisba.
A' insttltaosa eorreapondancia, qoe sob o tila.
lo de csrta me dirigi e fez publiaar no Jmal
do Commercio de l.i'b p. 262." d 9 d julho
a no Diario dt Pernambuco n. 173 de M do mes-
mo txec o Sr. Luiz Thim Goniags Jnior, vi-
rulenta dialribe indigna do horxem que se prza.
e sem que esse seohnr titeas* da mim rebebido
minira offenca ; eu oo daris rasposta alguna,
ae nao Uvera o derer de fizer coohecer aa publi-
co, e ao corpo eommereia! deala, o da cidade da
Lisboa a injustica com que fui acrommetiido, o
lo largamente injuriado pelo autor da carta, fir-
mado sob um documento falso, e obrepticiamen-
te adquerido do pooho do Sr. Franciaco Soveria-
no Rabello Jnior, negociante to altamente col-
locado da praca da Luta, mea antigo corres-
pondente, que me hara escrlpto esa data do 12
d'abril e 27 de maio juatameota o contrario do
que reapondeu em 8 dejulho carta que Iho di-
rigir o dito correaponienla do Jornal do Com-
mercio de Liabda n. 262~> por que oo pono acre-
ditar, qua um negociante de posicao elevada, tur-
necesse um documento falso, faltando oelle L
verdade do que da aeu proprio puoho, pouco an-
tea me hara escripto ; nem teobo reao para erar,
que de proposito o Sr. Francisco Sereriano Ra-
bello Jnior me quizaaaa fenr, a aconapsanar a
autor da correapoDdencia, na acrimoiiioaa, o in-
aultaote dialribe qua me foi {dirigid*, qoa a
aua levian, e ioveridiea reaposla dea causa, o
me fez curtir o acerbo tfesgosto que soffri: a sei-
bos perdo, esse mea soilrin ent >, por qua es in-
jeras quando nao cabidas, amente erem a queaa
injustamente as atira. Oa documeotos qaa eeee-
guem provam sobejamenta a aem razio com ojaa
me doestaram, o oa offere;o ao publico, o ao il-
lustrado corpo commerclal deste, e da cidade da
Listos para rala dalles, fazerem a justa spre-
ciaco dos indiriduos qoe internaran neste
tacto.
Cumpre-me agradecer aoi Srs. Brochado &
Ca, da Lisboa, a justs ipreciicio quo do mina
Gzeram, pelo Jornal do Commercio n'aquella ci-
dada o. 2626 de 10 de jelbo, qae abaixo lmbeos.
rai ioaerido.
Recife 30 de julbo de 1862
Feliciano Jos Gomes.
DOCUMENTO N. 1.
c Por Omida. Lisboa 9 do abril de 1862.
Sr. Feliciano Joa Gomes.Pernambuco.Ami-
go e Sr.Fies acolbido o aea aiqea de 13 da
margo prximo paasido de Rs. MOjOOO a 60 d/r
favor da Joo de Brito, bem como o do Re.
81)563 seu saque de 11 do mesmo mez, s igual
praso, ordem de Luiz Thom Gootaga, a as boa
aobre nos, seodo que deste ultimo neos ana an-
eo de Vmc. tiremoa, e ficam em debito do aoa
conta.Da Vmc. amigo auno affectaooo Ero-
ehado & C
N. 2.
c Sr. Feliciano Jos Gomes.Pernimbuco.
Liiboa 12 de abril 1862.Amigo o Sr.Toaba
presenta auaa cartaa da 14 o 15 do mes piteado a
foram acolhidos os seas saques de :
Ri. 819560 ordem de Thomas oozaga.
1:2130590 Eliaa dos Santos.
12OS000 > Alexaodre Jos Airas.
este altimo sem aea aviso mais loro o mesmo
acolhimeoto, de qae ficam debitadoa ea c.
Sea muito attencioao reaerador a criado.Fran-
ciaco Sereriano Rabello Jnior.
N. 3.
< Sr. Fellciaoo Jos Gomes.Pernambuco.
Liibda 27 de maio 1862.A do cima copio ala
minha ultima em 15 do corrate qoa coaaVaasv
e depois em 17 recabi a aaa estimada da 30 da
abril, a cujo comeado tenho a responder, qe
aaque de Rs. 819560 que Vmc. avisoa lar f
sobre mim nanea sa ae aprsente*, o sa *> <
se neasa eteasioqaa oa aaqaee qoa asa I
falto foram pe mim ac Ib idosaem excluir
ILEGfVEL


v
WAR bfi rBKNAMBUCO Qifcr A Pfitfti SI DE JDLHO DE ui
auelle era na iopt)sic,ao qae mais dia menos amor ordem
ca ella o foaae, t* n* podia prever aquello oa ttulos com
luivoco, eassitr*'"" de (atar noto aviso; o
nariaso como r dea e" e*gmo Oco prevenido derac.o publica, e alinelo do gorerno.
Juicas prot^ctoraa.
E,m* ?. D* Heoriquet, Perpetua Ca*tkesti da Silra Fialho.
da Silva. Oiulher A. -- I______*7_-____i __- te u..
-- --- _. -.._..__... reryeiua Vives*!
da SUva, mulnec ds irme procurador geral
Francisco Simn da Siir.
e msnirchi representa'.', sio
-------- qua os 8rs. Carnelfl Oliveira e
e Negreiros se recommendam estima e coosi-
ponsso como r aea w,no DC0 P"! derac.ao publica, e alinelo do gorerno. A aua
cara o uso ac'"r ne? PK". c" *e P,08" Va" llioisMto,B immenat e nao disputada na co-
da osreseoj' Wspto pode Ocar des- marca de Pastos-Bons, nao tem oulro funda-
encado ieu all8nci0SO Teo,e"Jor e cri**- ment.
Fraaci'J SeTer"no "or. t Afceusac> faltas aos Srs. Carneiro Olifsira
DOCUMENTO N. 4. o Negreiros, no eommuoieado do Cearenn ao Exm." Sr. D. Join Cindid de 1
.tm. Sr. Antonio Baplists Nogueira.m hon- PO|e*Pt*l>eoie tnfaddtdas e celumnieisa, o ra, mulher do iranio escrifeo Jlo da Caobo
. a verdade qae lodo cavalhelro preti rogo a Del" que reepeila ae assassfoato do vigario Ale- Soares QuimarSes.
V. S. naja da declarar ao p desta o que iula- x,ndr* "oorao, alo at sarnosamente ineonve-
nenre te paasou na loja de marcineiro do Sr Joa- *>ienlet, pois dio lugar a urna dlseuseao toda pre-
quiro Pacheco da Silra, na rut daa CruieO estn- lull! memria aquello meo amigo.
ser cenhecer ao dito Sr. Paheco aa o saqee, < >"*peita e oue relatam circurostadeiada-
Brochedo & C, de Lisboa havia recebido afleos J* eolecimeoto, eitoa informado qtw os Sra.
r u." f," iV^- .. neios de silla. 68 saccoa farinha da man-
D. Marcc-liua Duarte da MeD'.tea Vil- dicca, 18 masaos deeouriohos, 7 caixdes aueiios
Iner do ir man V,.m. ;_ o-..,. *. \ dllo CirM| X |acco fo|h|| de jtbBrind, ", ^
B. Ferretrs.
1 calxae queijoe, 1 barril linguf(as ; a Antonio
rieno Rabello Jantor, e que por iiao me diaaeise
se torta hivido equvocos oa engao da parte
que em todo caso Ibe pedia dsie ordem para
Lisboa para qae oro to foas* recebido, a se oeasa
occasiao eitara tambem o Sr Jote Joaquim Mo-
ceira, eicrevetrte do dilu Sr. Pacheco, que con-
teataudo a verdade dos meua avisos, a elle con-
Tiei pira te dirigir ao meu eacriptorio ver os
eriglnaes, o que o mes-no oo aonuira, e final-
mente ae oeata occsiiao eu dlrigi palavraa de
fleaabooo contra a honra de quem qer qua foaae,
e erpecialmeute coulra o portador desse saque o
Sr. tontaga Jnior, de Lisboa.
Permitta-me V. s. usar da sua reiposta para
eselarecimanto ds rerdade.
Sou de V. S. respeitador e criado
Feliciano Jos Gomes.
Recife. 29 de julho de 1862
Illm. Sr. Feliciano Jos Gomes.Em resposta
o que V. S. de roion exige na carta cima, soa a
di/.iT por defronte do
alabelecimeolodoSr Joaqutm Pacheco daSila,
ra das Cruies, V. S. me cbamou para eu dar
a n.tnha epiniao aobre o engao que V. S. sup-
punha haer em um aaque tomado a V. S. para
Lisboa, pelo mesmo Sr. Pacheco, e sobre o qual
V. S. questioosra com o Sr. Joi Joaquim Mo-
reir, que na mesaia otcaaio ae achaca tambem
no ealibelecimeuto cima referido, nao mi jal-
gando a moito asfcierite para emitlir opioio
nesta queato, coa todo diise, que, vista do que
V. S. me expoi que o qae hara era eugaoo da
parte de Sr Francisco Severiano Rabello Jnior,
de Luboa, no atiio feilo a V. S o que eu depois
maie me cerlillquei pelas cartas que V. S. me
mostreo em seu escritorio, sendo que por ella*
e oepu-heude harer duas letras guies aceitas
tm Lteboa, urna pelo referido Sr. Rabello Jnior
o outra pelos Srs. Brochado & C-, sendo porm,
6t'mpre a mlnha opiaiaodeque hia um ogao
co aviso feito para aqui, o que igualmente V. S.
recooheceu meis tarde pela respoita a carlaa que
escreveu ntiie aentido para Lisboa, eorao media-
se. Nao ful testemunha de haver V. S. dirigido
pa'arraa ao Sr. Jos Joaquim Moreira que dea-
sbooasse a honra delle e de aea irroao o Sr. Luii
Thom Goozaga Jnior, residente em Lisboa.
^ Como a verdade o que exponho, pode por iaso
> S. fazer o uso que julgar conveniente desta
minha retpoata.
Sou de V. S. maito atiento venerador e criado
infomo Baptta Nogueira.
Recife, 29 de julho de i86.
(Estava reconhecido e sellado.)
N. 5.
a Liibda 1 de julho de 1862Illm. Sr. Fran-
ciaco Severiano Ribellu Jnior.Lisbds.Rogo
% V. S. o especial favor de responder ao p dea-
t, ae eu Ihe aprssentei urna Ultra para o accei-
te. da quantia de 81$j63. aque do Sr. Feliciano
JOs Gorties, de Pernambueo, a mau favor ; aa-
sim coao qual o motivo que levou a V. S. a avi-
sar o Sr. Feliciano que Gcava eate saque acceito.
Do V. S. venerador e criado.Luir. Trime
borrega Jnior.
a Illm, Sr.Em reapoati ao coole Jo da carta ,
acim, tenho a dizar que a leltra a que ella ae
refere, nao me fui apreaentada para o acceite o
aviso que eu 8 foi de que ule aaque conjunta-
mente com outroa que tiva na mearon occaaio
teriam devido accolhimento por seu silencioso
venerador e criado.Franciaco Severiano Rabel-
lo Jnior.
Do Jornal do Commtrcio de Lisboa n. 2625 de
10 de julnc
Srs. redactores.No seu jornal publicado hon-
lem, sob o o. 2625, depsramos com urna corres-
pondencia aasigosda ps-lo Sr. Luii Thom Con
zaga Jnior, na qual iucideotalmeute nos figura-
mos, se bem que por manaira tal, que nem leve-
mente nos devemos coniiderar pessoalmente fe-
ridoa em oossa susceptibilidaJe ; e por certo que
se nao observramos a meos convgniente cen-
sura que se faz ao Sr. Feliciano Jos Gomes, mai-
to respeitavel negociante em a prega de Pernam-
bueo, ter-noa-hiamoa conservado no roais pro-
fundo silencio a semelhanta respeito. No entre-
lauto, por amor justiga e rerdade, e nio me-
nos por deferencia, alii respeiloaa o Sr. Gome9,
ser-uoa-ba permitudo que declaremos ter sido a
leltra, a que naquella correspondencia ae allude,
sacoada contra nos e immedialamente aceita, lo-
go que nos I6ra apreaentada, nao obstante a falta
Je aviso que nao recebemos, e que por mero equi-
voco sem davida fra dirigido casa do Sr. Fran-
cisco Sereriiuo Rabello Junior.r
Este fado lo innocente quinto poisivel, f6ra
ennreituado como om duplo sque, qnando alias
au houvera outro, alm daquelle que aceila-
Bos.
Esperamos para esclarecimento, o favor da in-
eergao destas poucas linhaa em o prximo numero
do leu-jornal; e noa stseguramos que o Sr. Fe-
liciano Jos Comes nao deixar passar em silen-
cio, sem urna cabal explicado, essa tio inconve-
niente quanto precipitada correspondencia.
Lisboa, 9 de julho de 1862.
Somoa de V. etc.
Brochado & C
[begue o reconbecimento )
Carneiro e Negreiros tiverara tanta parte oa mor-
a do padre Uouro quanta Uve en ou o Sr. V, F,
de Araujo Lima, autor do eommuoieado do Cea-
- ** ~ *-iowv, novia irtrui'iu a*iu<
oe ter sido nao 16 aceito peloa ditos Srs. Brocha- r ;"." ;o-.-'v. ...c..u ..u yai.c mur-
. ...- .. -uu___ de ArauO I.tma. iiulnr An Mmitiimnuln rfn r- .
rente
Aquella crime foi um* coaaa inesperada, im-
previita e que espintoa a todos qusolos iinham
conhecimento da Ilimitada coufisoco qae o cri-
minoso depositan no asssssinado, eda amisade
quosi fraternal que lhe votara. Os Srs. coronal
Carneiroe tenente-coronel Negreiros, portento,
qae se nao achavam no lugar do crime, que nao
lioho aiuda concebido a mala leve saspeita do
procedimento do vigarlo.com relami ao facto que
lhe motivou a raorte, nao vieram a ter cooheci-
mento della sean quindo todos lonbaram, ae-
, oo na ooite de 13 de fevereiro, quando a policio
deici bio.o cidarer do rigirio, semi-od, tras-
passado por un tiro, junto a casa do teoente-co-
ironel Joan Manoel de Magalhas, de cajo inte-
j rior se rerifieou ter sido amalado, depoii de Ibe
vestirem o charubre e cIcreo-, as botinas.
I N'eile triatissimo saccesso, que conslernou a
foda apopulacao do lugar, nao hi tambera cousa
alguma que eemurar aa autoridades. Desde a
primeira at a ultima, desde o digno'* eircompec-
lo juiz de direito ds comarca, o Sr. Dr. Adriano
Manoel Soares at a ibais Inferior, tolas sem ei-
, cepijo compriram religiosamente o sea dever.
Feram-se as i recitas iodagajes, veio-se no co
nhecimenlo de lado quanto [era poiaivel saber
dajuelle recndito delicio, instauroa-se logo o
processo competente, foi pronunciado a nica
peasoa indigitada pela voz publica como crimi-
noso, e contra o qual nio hav'a alias em todo o
processo mais do que vehementes indicios ds
criminalidade: a pronuncia foi sustentada davi-
dameole, o crimiooso foi perseguido, e a Qml
recolhido priao, Coi submettido a julgamento
do (ribanal do jury, que o absolveu.
Nao deixei que o tribunal do jury da vjlla de
Pastos Bous, sbsolvendo por unanimidade de ro-
tos, o teneole coronel Joo Manoel de Magalhaes,
nao liveeee at certo ponto acorocoado o crime
em materias de honra. O qua certo, porm,
que elle, em seu t-eraict. seguiu o exemplo
das nossaa cidsdea rrais populosas e ci-ilisadas,
onde o ponto da honra ofTendido motivo jas-
tificativo de criminalidade. E admitindo mesmo
que este julgimeoto leja digno de censurs, esto
d ella iseuias todava autoridades do logar, e no-
maadamente o talentoso e hooeatistimo promo-
tor putiico Dr. Francisco Das Carneiro, que nio
fuociooou no processo.
Sou natural da ptwlacfa do Maranho, onde
es-.ive sem inlerrupco al japeiro de 1855. e on-
de fui por duis vejes depois desta data. Conhe-
ci o miolive relafoes de amizade com as pessoas
mais notareis da comirca de Pastos-Bona sem
disliucclod credos, ou de parcialidades. Nes-
laa circumslancias, e lendo vivido naquella pro-
vincia empenhado, como escriptor publico, oas
lucias po'iticaa, nao me poderiam ser extriohos
os acontecimentos de que fez mencao o commu-
nicsdo do Cearnst, nem as intrigas qae havia
em Pastos Bjos e uas quaes repreaentaram um
papel imprtente a sluns Moaroes que
alli se forara homisiar em 1848. Algmos dos lac-
ios, que vem narradoa no tal eommuoieado, nan
ca se dersm ; os outros acham-se torpemente
adulterados, com o reprovtdo designio de dene-
grir a repul.cao dos Sra. coronel Carneiro e le-
onle-coronel Negreiros, e al de revolver ss cin-
zas de meu failaciJo amigo coronel Franciaco
Das Carneiro que tao condesceolenle foi para
com os homitiados de 1848.
O autor do eommuoieado do Caarense, ou nun-
ca eatire em Psatos-Bons, e s de utiva falla
uos acootecimentoad'alli. ou erilo quiz riogar o
assaaiinato de seu prente, asssssinando tambem
por sua vez e sem piedade nem discerniroento a
hoora e a reputado daquelles, que entendau de-
ver respooEabilisar pela morte do vicario Mou-
ro.
Dignem-se, senbores redactores, publicar estas
linhas como um protesto cootra o que corre im-
presso no Cearente, al que os Srs. Carneiro Oli-
reira e Negreiros possm ter conhecimento do
que se diz em seu desabono, e renham i impren-
sa fazer a sua defeza
Sou de VV. SS. collega c constante leilorDr.
/. Campos.
Recife, 25 de julho de 1862.
Exm. Sr. D. Otavia Brasileir. de Quintal, mu-
lher do Irmao procurador Joao Aires de Qull-
Exm.'Sr.a D. Marisi Jos de Jluf Brilo, murlreT
do irmao Francisco Antonio de Brilo.
Eim.* Sr." D. Francelina Leopoldina Alves Gui-
mares, malher do irmao Jos Aires Guims-
rie.
Exm.* Sr.* D. Riyonoda Urialina dos Santos
Almelda, malher do lrmio Francisco Biptista
de Almeida.
Escriria por elelco.
Ixm." Sr.* D. Joaquina Mara de Almeida, ma-
lher do irmao Francisco Antonio de Almeida.
Escriraas protectoras.
Exm.* Sr.* D. Aona Gertrudea da Silva, malber
do irmao Leopoldioo Ferrelra da Silva.
Exm.* Sr.* D. Candida Hermina Alves Chavea,
malher do irmao Ianoceneio Garca Chaves.
Exm.* Sr.4 D. Candida Carolina de Camino Gua-
rni, malher do irmao Antonio da Silva Gusmio.
Exm.* Sr D. Maris Carolios da Lemas e Silra,
malher do irmio CaelaooSllverio da SiUa.
Consistorio em 29 de setambro de 1861.O
vigaiio, Veoanco Henriqtes de Kexende.
Taca do Recife 30 de
julho de 1862.
iVs (nalro horas da tsrde.
Colares da jurU de corretares.
Cambio.
Nio bouveram cotagei.
J. da Craz Macedo presidente.
John Catissecretario.
a-tlnndr-g,
Kandio.ento do da 1 a 29. .
ldm da dii 30 ...
392.683*719
39.0958775
431:779*494
Kovlmpnio da ai I fas as !>*>.
Valarse entrados comfatendaa..
a som genero*..
Velames sahido*

com tarantn..
som gneros..
41
91
~7T
328
132
= 899
S. Mi-
Icas com
'ande de
10.327
Publicacoes pedido
Ele i rao dos juizes e mais pessoas que
nao de coocorrer para a eslividade
da gloriosa SanrAnna, erecta iiesla |
igreja matriz de Sauto Antonio do
Recife, no futuro anuo de 1863.
Srs. redactores.Grases locommodos de sau-
de e a rida pensionada que levo nio me dio lem-
po e me te era impedido de oceupar-me com a
leitura muitaa vezes failidioia e quaai aempre
ircprocaa dos commanicados e correspondenciaa
dos joroaos.
O acaso, entretanto, rae deparou occasiao de
vr e de lar com ioteresse, no Cearense do 1" do
correte, um extenso commenieado em que, a
projiosilo do assassinalo do meu amigo Alexan-
dre da Silva Mourio, vigario da freguezia de S.
Beolode Pastos-Butu, na provincia do ftlaranhao
se pretende fazer cmplices nesse imprevista e
desgranado successo os Srs. corooel Antonio
Csraeiro da Silva Oliveira e teneote-coronel
Joaquim Froocisco de Negreiros, e se faz crer
que as autoridades de Pastos-Bonspor medo, por
frouxidio, oa por patronato deixam que ellea fi-
quem impanes, assim desse como de outros cri-
me, cuja enaumera;io se faz no tal commuai-
cado.
Na provincia do Maranho, onde afta bem co-
nhecidoe quer oa Sra. Carneiro Oliveira, e
Negreiroe, quer os Srs. juiz de direito e promotor
publico da comarca, e juiz municipal de Pastos-
ilons, e onde se sabe hoje com toda a individua-
cao e particularidsde o quando, o como, e o por
que fot assassinado o meu amigo vigario Mourio,
o eommuoieado do Cearenttha de serlido,como
eu o li, com profundo asco, com a maior indig-
aco.
Fra do Maranho, preciso que ao aaibs, qae
aquello immondo eacripto, para o qual com ex-
tremo desrespeito se iovoca a attencao de S. M.
o imperador, um apontodao de falaidades e ca-
lummaa revoltaotes, contra aa quaes protestara
solemnemente as virtudes cvicas e domesticas
daquelles doua conspicuos cldadios, eos ttulos,
tiouras e considerado de que gozam ese veem
cercados em toda a parte em que sao coohecidoa
e parlicularmsnte no lagar de sua residen-
cia.
O ominoso dominio do bacamarle .e da faca de
ponta ha muilo que acabou em noaso paiz.
No Maranho, pelo menos, o prestigio do cri-
me j de ha muitos anooa, nio vioga cooqaistar
influencie, nem adhesea. Os antigoi potents-
doa desta ordem, na j eatao expiando na outra
vida as asas grandes iniquidades, outros teem
pago nos circeres o preco deseus mos feitos e
oa deleteria influencia que exerceram, outros fi-
nalmente, carvmdoa cabeca ao imperio da jas-
uet e daa lela, flearam reduzidoa nullidade, de
sfguidTaah'r aoTm'9'' nanc ,ersnl 0D-
*22 uSSi 2ga"m inrel*mne com Iria-
!. d,e, miiii0' membroa da familia
-Mourao-na quila eordara e a mansuelode
do vigario Alexaodre lad qaaiidadea poucocom-
m a na.
O amor ao Irabalho, a slnceridada e dedicacio
para com oa amigos, o amparo .e proteecio dada
oa Ueraveis e dWTdUdo, o patriotiamo e o
Joiz por eleico.
Ilm. Sr. Libanio Candido Ribeiro.
Juiz por delicio.
O Illm. e Rvm. Sr. eonego vigario Ven ancio Hen-
riques de Rezendc.
Juica por eleico.
A Exmr. Sra. D Joviu Candida de Mello Cucha
Cuimaries.
Juiza por devocio.
A Exma. Sra. D. Joanoa Marinha de Arantes
Franco.
Escrivio por eleigio
O Illm. Sr. Francisco Antonio de Brito.
Escrivo por derogo.
O Illm. e Rvm. Sr padre mostr coadjutor Joao
Jos da Coata Ribeiro.
Escrivaa por{ eleico.
A Exma. Sra. D. Anna Gertardes da Silva.
Escrivaa por devocio.
A Exma. Sra. D. Octavia Candida Quintal.
Thesoureiro.
O Illm. Sr. Francisco da Silva Reg.
Procurador geral.
O Illm. Sr. Francisco de Paula e Silva Lina.
Procuradores.
Oa Illms. Sra :
Francisco Amonio d'Almeids.
Emilio Ameiirano do Reg Cazumb.
Leopoldioo Ferreira da Silva
Bazilio Baplista Furtado.
Mordomos.
Os lilaos, e Rvms. Srs.
Juveocio Verissimo dos Aojos.
Joo Servulo Teixeira.
Francisco Joaquim Pereira.
Joaquim Mancio Maciel.
Jos Franciaco d'Atruda.
Albino de Carvilho Lessa.
Manoel Adriano d'Albuqaerque e Mello.
Eroeito Ferreira da Cimba.
Candido Ferreira da Cuoha.
Christovao de liollanda Cavalcanta.
Mordomit.
As Exms. Sras.:
D. Angela Calorina da Silva Reg.
D. Aona Lenidas do Reg Lima,
D. Franciaca Xavier Rodrigues de Miranda.
D. Leopoldina Senhorinha do Reg Cazumbi.
D. Leopoldina Carolina dos Santos e Silva.
D. Anna Moreira de Meodonca.
D. Candida Helena do Reg Furlado.
D. Mara Jos de Jess Brito.
D. Franciaca Malurioa dos Santos.
D. Francelina Amalia da Costa Ribeiro:
Protectores.
Oa Illma. e Rrms. Srs. pidres mestres :
Leonardo Joo Grego.
Fregador da capella imperial Lino do Monta Car-
mello.
Fr. Jorge de Ssnt'Aona Lodo.
Joaquim Pereira Freir.
Matriz de Santo Antonio do Recife, 27 de julho
de 1862.
Fadre Joo Jos da Costa Ribeiro,
Pro-psrocbo.
Descerrajan) no dia 81 de jalho.
Escuna hanorerianaAtlanticfazendaa.
Polaca austracaPirastfirinha de trigo.
Exporlacae
do dia 49 de julho.
Barca ioglezs Stephen & Sarak, pira Liver-
pool, carregaraoi :
Mills Lalham & C, 308 saccas com 1,580arrobas
de algodio.
Vapor fraocez Naoarrt, para Bordeaax, car-
regaram :
Tisset Freres, 114 aaccaa com 550 arrobas de
algodio.
Eacuna inglesa, Zmilh para Liverpool, carre-
garam :
Patn Nash & C., 400 saceos com 1,000 srro-
baa de asiucar.
Brigue dioamarquez Nancy, para Liverpool,
carregaram :
Rostroo Rookar & C. 700 saccas com 3,500
arrobas de algodio.
Brisue portugus Lima, para a liba
guel, carregaram :
Carralho Nwgueira & C, 320 b
768 arrobaa e T libras oe aaaacar
Brigue nacional Uafra, para o Rio1
Sal, carregaram:
Amorini & irmios 1,390 barricas eo
arrobas da eisucar.
Im porta cao. r
Vapor ingle Oneida, procedente de^Soulhamp-
too, msnifettou o seguate :
20 caixas qaeljos ; a Mills Lathim i& C.
20 ditas ditos ; a Ferreira & Marti .
10 ditas ditoa ; a F. Cedes de Ara >.
25 ditas ditos, 1 dita livros e 50 ba mantei-
ga ; a Tasso Ira aos >
2 caixas tecido de lioho, 1 dita ditmla algod&o.
1 dita chapeos, 1 pacote amostras, lFfita reodas
de algodio e 1 dita alpaca ; a Ferreira 4 Araujo.
1 caixa calcado e tecido de lia; a E. A. Burle
a C.
4 ditas terl ios de algodio e 1 pacote amostras ;
J. Crabtree & C.
2 caixas queijos, 2 ditas tecidos de algodio : a
Soulhall Mellors & (J.
12 onas tecidos de algodio e 1 dita livroa ; a
ordem.
3 caixts camin, 2 dilas chapeos do sol, 2 pa
colea amoslraa ; a Joio Keller & C.
1 caixa aedaa ; a L. & D.
1 caixa cobertas para chapeos de sol ; a Ma-
noel & c.
1 caixa sedas, 3 ditas tecidos de algodio, 2 pa-
cotes amostras ; a Liodem Wild & C
3 caixas que>jos ; a 11 J. oocalves da Feote.
1 dita e 1 pacote amostras, 50 barris manteiga
e 1 caixa lirros ; a Saunders Brothers 4 C.
1 caixa instrumentos cirarglcos ; a Mooteiro &
Lopes.
20 meiaa caixaa cha, 2 picotes e 1 caixa amos-
tras : a Henry Gibson.
1 caixa roepa ; a Vaz 4 Leal.
1 dita rendas ; a Alves & C.
1 dita joias ; a R. Lasserre.
1 tioasangaesugas; a Manoel Joaquim Ramos
e Silra & Genro.
20 caixaa queijos; a Brander a Brandes.
1 caixa objectos para botica : a S. P. Johns-
ton 4 C.
50 barris manleiga; a Ferreira 4 Loureiro.
1 caixa ferragem, 1 dita amoslraa ; a J. Anto-
nio M. Dias 4 C.
4 ditis ervilhas, 4 ditas peixe em conserva e
4 ditas magias ; a Marquea Barros 4 C.
4 caixas cn, 1 dita cilgados : a LuizA.de Si-
qaeira.
1 dita objectos de aso : a G. L. Aaol.
1 pipa, 16 barriciae 6 aaccoa feijao, 210 cori-
ntios e 2 saceos da gomma; a Palmoira 4 Beltrio
10 garajoa e 4 saceos carne. 4 borricaa sebo
3 caixoes queijos, 60 cauros eertidee, 9 seceos
gomma, 80 couros salgados, 80 chapoa de pa-
Iha ; a Antonio H. L.
53 couros aalgados, 2,100 ditos; cortidos, 3ac-
ces cera ; a Beroeratno Jos Montairo.
650 couros cortidos, 23 ditos salgados, 2 cii-
xoea queijoe; a Cuaba Irmaos 4 C
f calino carne ; a Bento Jos da Costa.
1 garajo carne, 210 ceuroi cortidos; a Cosme
Jos dos Santoa Callado,
1 caixes e 1 garajo carne, 2 bsrrieas queijoe:
a Jos da Silra G.
46 couros aalgadoa; a Silva Baatoa 4 C.
3 barriese csroo ; a J. Francisco Prea.
1 eaixao carne, 1 dito o 1 embralbo qaeijei :
a Jos dos Santos Nevia.
1 garajo carne; a Francisco Alvea M.
Vapor nacional Cruzeiro do Sul, procedente
doa porloa do sul, manifestla o seguate :
Do Rio de Janeiro.
i eaixote chapoa e peonas ; a Ferreira 4
Araujo.
1 dito rap, 1 dilo figrros, 100 rollos fumo :
a ordem.
Da 8shia.
12 fardos fumo ; a Ferreira & Martin.
1 ciixio dito em lats ; a J. Baplista da Fon-
seca Jnior.
Encomeodasdo Rio e Babia.
5aaecoaigooro o conloado, 1 caixo dem, 5
pacoiea idem, 2 volumea idem, 1 bahidem ; a
diversos. *
1 vleme ao Exm. presidente da provincia.
1 dito ; a Ignacio G.mea Porto.
1 dilo ; a Baodeira de Mello.
1 dito; a Juaino Barrea de Mello.
1 dito ; a D. Anna M L. F. Castro.
a Antonio Loiz de Oliveira Aze-
7 caixo ,
vedo.
1 volume
1 dito ; a
1 dilo ; a
1 dito : a
; C. F. G. Alcoforado.
M. de C. Paea de Andrade.
Prenle Vianna 4 C.
Lucio Flosculo da Silva.
Brigue nacional D. Alfonso, vindo do Rio
Giaode do Sul, pela Baha e Montevideo, con-
signado a Balthar 4 Oliveira, manifest* o ae-
guiote:
10,335 arrobas de carne secca de charque, 303
ditas de graxa em bvxigaa e 66 couroa de refa-
go ; boi meamos.
Bascebedorla de randas Internas
geraes de P>roarnaeo
Rsndimenlo do dia 1
dem de dia 30. ,
a 29.
52:9393*99
1:424*453
54:3635952
Consulado provine!!.
Randlmento d~o dia 1
Idea do dia 30.
a 29.
78:77 ifjllO
1:139*298
79:911J408
BOLETIM.
LIVERPOOL, 8 1>B rLHO DE 1862.
Importarlo.
Livres de direilos para o vendedor.
js, *?'* Precot.
Algodao de Pernambnco por lb.:
Bom. ... 17 1|4 d
Mediano.. 16 d
Ordinario. 15112 d
dem da Baha, bom. ... 16 d
Mediano 15 1|2 d
Ordinario 15 1,4 d
dem do Maranho, fibra loriga
Alcntara .
Ilapieur .
Casias .
dem de machina bom ,
Mediano .
Ordinario. .
Assucar porll2do Rio, b. .
I.ouro .
Mascavado .
dem de Pernambnco branco.
I.ouro : .
Mascavado .
dem da Bahia e Macei b. .
Louro. ,
Mascavado .
Melajo.........
Agurdente cachaca, por gal .
Balsamo de cu pa iba por claro
Turvo. .
Borracha por fina. .
Mediana. .
Ordinaria .
Cabecs de Negro
Sernaroby. ,
dem do Csar, pe lies." .
Sernamby. |i| 1,2
Cacao, por 112 libras:
Para bom.....60,
Bahia, .....50(0
Cafe, por 112 Rio 1.ario, 62|0 a63|6
Segunda a. 58(0 a 60i0
Escolhido 70|0 a 80|0
dem da Bahia primeira sorte. 60|0 a 61)0
Segunda b 56|0 a 58(0
Escolhido 7010 a 75|0
IdeUnfrj Cear.......: 63i0 a 68)0
Castanha por 112 6
17 d a 14 4,t
16 lt4 d 16 1i2
16 d
16 1,2 d
15 3|4d a 16 A
I5l|2da 15 3,4
23|0 a 28t0
2([6 a 2110
17|6 a 20|0
23t0 a 28|0
20|6 a 2110
17|6 a 20|6
23 rO a 2710
20,6 a 21)6
17|0 a 20i0
8,6 a i3~-
1|7a 4,8
1,6
1l5
1|10 l|10 8|4
l|5a 1,8
l|3a 1,4
0|11 a liO
OilO a 0,10
Hespanhts.....,
DifTeridos .
Passivos. ,
Hollandezas.....
.
Mexicanos......
Porluguezos 1856 1857..
> 1859..
1853..
Rssos.......
* ......
Banco de Franja (acedos).
Fondos francezei. 4 1|2
9 3
3531)4 a 53 3)4
1[4
3431j4a433[4
3 19al9 1|4
2I|263 1i2a64 1|2
4 100 a 1011,2
3 28 1(4 a 28 li2
8 -44 44 1|S
344a44 1i2
596 a 98
4 1|2 88 a 90
I. 3140
96,70
68 50
Curo em barra.
Melaes preciosos.
.P. enea 77r9


a
D


B
9
77,5
77|7
76t3 a 76,6
74|0 a 74i3
o 61
s 59 3,8
60 a 66
a
b 59 1(9
:s'vara
> 59 1 f2
o Portuguez em rnoeda.
Braiil.....
Onc,as hespanholas. .
americanas.
Prata em barra ....
Patacas brasileiras .
Pesos columna ros lies pan.
Pesos das repblicas hesp.
mexicanos.....
Moeda de'5 fr.....
Crusades dovoi ....
_. Cambios.
k"b0.....90d.d.52 3t8a521i2
Porto. .... 523,4a527i8
Re de Janeiro, o. 60 d. v. 24 1|2
Amslerdaro. 3 m. d. 11.18 3i4
Uamburgo ... -11,8 3t4
p'..... 25,50 a 25.55
> ; 3 d. v. 25,25 a 25.30
NAVIOS A* CARGA~PARA O BRASIL.
CearCamilla9 de jalho.
MaranhoCranston30.
ParCupid20.
PernambueoCear10.
demGeorgiana15.
demJohn Martin25l
demJames Hull-20.
Ilem-Margaret Campbell-30.
demImogenc18.
Algodao.A aobida no preco deate genero des-
de 8 do passado, monta em 3 d a 3 1|2 d por Ib.
oasdifTentes qualidades do Brasil, e continua a
encontrar prompta veoda.de dia em dia, a preces
elevados. A qualidade do algodao oa Europa,
em 1 do correnta, comparada com a mesma dala
do aooo anterior a aegaiote:
Em ser em
Em l julho, 1862.
Hambu'go, aaccoa------
R'!* ?-.lM al
Ditos ditea de Anga4a
Ditos dita* do Cas* Vetd.'
Ditos ditos das Ilbae .
Ditos ditoa mauros.....
Cominhoa........
Deules do marfim, les.. .
Ditos ditos iiieao.......
Ditos ditos escravelho .
Erra doce.........
Farioha de pao .
Gosama copal amarellla
carnada.....; .
Dita branca......
Dilo ordinaria........
Dita do Brasil........
J.'oho da India..............
r\. "............
Oleo de eopahiba......
Fimenta da India......
Salitre da India..............
Salsa parrilha saperior.....
Dita dita regalar.......
Dita dita or linaria......
Trigo estrangeiro .


>
' &
. slq
e en-
I

e*
b
*
i
15
741
14
ftt
Ule
ftt*
290UO
45S80
120
19JJWI0 II
ihooo
123000
9SJ litctHk)
Bremen .
Amsterdam.
Rotterdam .
Antuerpia .
Havre ,
Bordos .
Marselha. .
Genova ,
Trieste. .
Glasgow .
Londres .
Liverpool. .
600
500
32.000
500
100
2,000
34,600
190,000
Em aer em
1 julho, 1861.
14450
18050
26,000
8.850
7.900
315.350
8>0
8,000
4,000
8.250
25.000
39.500
1.116,000
Saceos 260.300 Sac. 1.592.000
- Oa aegainles sao os procos daa differeolea qua-
lidades de algodao ibiixo notadas, comparados
com os do meamo periodo de 1861, a aaber:
Precos de Em 4de julho,1862 4julhol861
Mediano Orlesns 17 d por Ib. 8 1|4 d
Pernambueo etc. 16 > 8 3,4 d
Baha ets ... 151,4 d 8 Ii2 d
Maranho. 16 d 8 7,8 d
dem, maquina 15 1,2 d 8 1,4 d
Sural ... 13 1,2 d 5 1,2 d
O total daa entradas aste anuo,al 4do crran-
te, montam em 518,673 saccas, incluiodo 78.746
do Brasil. As vandaa mootam em 1,622,570, in-
clulndo 141.460 do Braail, e ficavam em aer
182,800 saceos, incluiodo 32.900 do Brasil,
aaber :
De Pernambueo ets. 12,200 saceos contra 7,650,
no mesmo perodo de 1861.
Da Bahia etc. 17,850 saceos cootra 4,250, idem
idem.
DoMaraoho 2,850 saceos contra 7,550, idem
idem.
Arroz em csea.Tem sido mais procurado, e
as vendas desde a nossa ultima ao avultadaa,
montando em 122,300 aaccoa do armazem. oa
precoa de 10| a 15,6pelo de Bengala ; ti.'J a (,i,
pelo de Bassein, e 8(4 1|2 a 9,3 pelo de Laroog.
Em viegem as rendas montam em 7,400 tonela-
das aos presos de 10,3 a 10(4 1)2 pelo Kaogoon ;
9,3 por ama carga de Houlmein velho, e 9,9 a
10,4 1,2 pelo Biseio.
Aseuear.As rendas desda 8 do pasudo mon-
lam em 7,100 saccoa, e 50 caixas do caes, aos
prejos de 18| pelo mascaro da Bahia, 18|4 1|4 a
Uruc.
Urzela de Angola e Hen os-
la superiur........(
Dita de dita ordinaria .
Dita de Cabo Verde ....
Vaquetas do Maranho. .. .
Dna do Par*......
Dita de Pernambueo .
Agurdenle de vinbo.
Azeite doce......
de pargoeira .
Amen,loa doce em milo
Banda de puro. .
Btalas.........
Cera branca em grumo .
Dita dila em velas ,
Ceblas.........
nielo..........
Cevada ..........
Lame de vaeea.....
" de porco b
Chouricoi.......
...........
j*"10..........
Pnlos.......
f!- .....
Trigo rijo do Reino. .
'< molle........
loucmho........
Vinho de Lisboa linio .
Dito dito branco.....
Vinagre da Lisboa tinto .
Dilo dilo branco .
t'xpcrlafSo.
Londres 90 did .
Pars 100 d|d .
Genova 3 mid. .
Hamburgo 3 mid.
Amsterdam 3 raid.
Madrid 8 div. .
Porlo8div.....
P.

Cambio*.
... 53 7;8
... 530
526
. 48
. 42.50
, ... 950
... par.
Metaei.
859000
90WMO 95
4>3O
45gOUO
Peas de 8j>000 .
Oucai hespanholas .
Dilas mexicanas. .
Aguias de oaro dos Esta-
dos-Unidos ....
Soberanos (a prata). .
Ouro cerceado (a oaro) .
Pa lacas hespanholas .
Dilas brasileiras .
Dilas mexicauaa .
Vinle francos ....
Cinco francos ....
Prata porlugueza (maree).
Fundos e acefies.
3 por ce uto de assenumeolo 45 a 45 I/*
83020
1:,*H>
149IU0
189400
490
ly.WO
:io
;.to
9311
3VW
75
79900
4MO
t}
I8SSSQ
4-dO
290*0
88S
a Coapons
i Divida diflerida ', '.
Banco de Purlugal. .
Dilo commercial do Porto
Dilo Mercantil do dito. .
45 a 45 1;*
43 a43 1;4
549tMM> a
259iM> a
2539000 a
5-VivjsMO
">*SW
-iMjtMO
Revista commercial
de 12juoho a U da juln dt IMai.
epoia da ooaia uliisaa re.i.la aaeredo -
ramenle foi pouco amasado, e ae IranMCcees
ellectuadaa foram de peuca importiotia.
O mercado de fundos foi regalar eos anas eoo-
rasoes, mas nao se non malta sciiridade.
Assucir.Depois da nossa clear revista
coPUoe.rem os compradores iffnfuln j, ,
cado, e s com a redoegao dos precoa se podarasa
effecuar alguma Iranaacsoea. ar.ltaodu estro
ellas a reoda de 700 cacea dr. Maraoha do c.r-
regamento da aCidade de Beleas. de melado
lll
19| pelo da Parahiba e Cear, e-20| pelo do Ma- di "r8 do aRelampago, da Pernambueo
Nestoa -liaros quinze das amia h.u'.era
Cebo por 112 do Rio Grande :
Eleico das irmas da iroiandade das
Almas erecta na matriz de Santo An-
tonio, qne tem de festejar o glorio-
so S. Miguel, no a a no de 1862.
Jaiza por eleico.
Exm. Sr.a D. Angela Carolina da Silva Rego.me-
lber do irmio jiix Francisco da Silra Reg,
1 embrulho amostras; a C. J. Aslley & C.
1 dito dito ; a J. Ryder Si C.
1 caixa ditas ; ignora-se.
1 barril, 2 picotes amostras: a Patn Nish
1 caixa facas ; a Joo Pioln de Lemos.
1 pacote amostras ; a Daniel Guimaraes& C.
1 embrulho gazetaa; a James Forde.
1 caixa lirros ; a Jos Antonio dos Santos
Lessa.
1 dita objectoi para igreja: a Ignacio Francis-
co dos Santos.
3 ditas amostras ; a Wild & Just.
2 pacoles imostra8 ; a Adamaon ll'owie & C.
1 caixa roupa ; a J. B.
1 dila amoatras ; a Norat Irmios.
1 pacote amostres ; a Antonio V. da S. Bar-
roca.
1 dits dila ; a Dammayer 4 C
1 embralhoa lirros ; a a. M. C. Soarer.
1 caixa livros ; a G. P. Lulare.
7 saceos cera ; a Thomaz de Aquiuo Fonseca.
1 caixa amostras; a R. Lighihen & C
1 pacote amostras ; a Arckwight.
1 caixa amostras ; a Dr. Sabino Olegario L.
Pioho.
1 dita dita ; a J. B. Cbristianni.
1 pacote amostras ; a Rostron Rocker & C.
1 ditojornaea; a C. L. Cambroone
1 pacote tapetes, 1 fardo camomilla ; a B. F.
de Soasa. '
1 caixa lirros; a J. N. de Souxa.
75 dilas ceblas a Antonio Laiz de Oliveira
Azeredo.
Vapor nacional Jaguaribe, procedente dos por-
tos do norte, maoifestou o segatnle
l1nmi0-?6 *O9'200 co,"oa miudos : a Ma-
noel G. da Silra.
145 ditos de dita, 22 couros aalgadoa ; a Silva
Bastos & o.
14 aaccoa farinha de mandioca, 4 ditos milho ;
a ordem.
2 saceos caf 17 ditos farioha de mandioca, 4
ditos arroz, 30 barricas sebo ; a ordem
84 couros salgados, 139 meios de solfa : a Ma-
noel G. da Silva. '
307 meios de sola. 31 coaros salgados, 6 cai-
xoes queijos, 46 saccoa farinha de mandioca, 2
dilos gomma ; a Joao Jos de Carralho Moraes.
."; ES*2 dil"c,rne; Domioo i-
Bom e doro..
Mediano. .
Escaro. .
Cera de carnauba, por 112%. .
Chifres, por 123 de vacca .
Da boi. .
Cinzas de otsos por tonelada:
Branca. .
Preta .
Clina por % de cavallo .
de vacca .
Couros por do Rio,
Seceos de 30 a 35 <8.
o de 20 a 24 t
de toaros, 35 a 40 o
dem do Rio Grande, por 5 :
Salgados.de 65 a 70%.
e de 45 a 50
d de vacca 40 a 48 a
Cavallo, seceos 10 a 13
h. nm ...
dem salgados, 23 i
30 .....
dem idem, 16.i 20%.
dem de Pernambueo, Bahia,
Maranho e Para por %
Seceos salg., 26 a 30 %
d espichados 16 a 20 %
Curtidos 7 a 9 % .
. Molhados salgados, 40
aOOIbs...............
dem do Cear, Parahyba e
Macei por%.. .
Seceos salg. 30 a 32%.
Molhados s, 45 a 50 %
Cumar, por Ib., bom .
Ordioario.....
Farinha de mandioca,por 112 9
Gomma ou Lucho de paixe por %
Uurujuba, Ia qualid. 2|0
2> dila. .
3* dita. .
Pescada. Ia qaalidade
2a dita. .
3adita. .
Piriaba, 1" dita .
2 dita .
3a dita. .
Bagre, Ia qaalidade .
2a dila .
Ipeeacaanha, por Ib.....
Jacaranda por tonelada do Rio.
dem da Bahia......
Piasiava por 2240 Ib. do Para.
da Bahia.....
Pixurim, por 112 Ib. bom .
Salsa parrilha por libra boa. .
Inferior .....
Tapioca por 112%Rio superior.
Ordinaria ....
Uruc por % do Para bom .
Fundos e Cambios
Fondos inglezes.
Banco de Inglaterra (aceces) Por 0i0-2d4 Uo
Consolidados .
Redazidos. .
Fundos noros.
45,6
45|0
43,6
80,0
11|0 a 14,0
25[0 a 30(0
50{
4 0i0 a 36K 10,
12 d
10 d
8da 8 1i2d
7 Ii2 d a 7 3|4
7 d7 li2d
7 5|8d
5 3i*d
5d
6i0
9|6
6iO
6da6 Iptd
6 d
67|3da7 d
6 1,4 d a 6 li2d
li4
1t2
.. a 3|3
2,8 a 2,10
lilOa 2t0
3i2
2i5 a 2|9
li8 a lvtO
2.3 a 2i8
IjlO
1.4 a li7
9dall d
7i6
18 a SS 25
S 15 a 20
23 a 24
St I2il0 a 14
lll
Nenbuma
38(0 a 42,0
25[0 a 35|0
raohao. Em rlagem renderam se 310 caixaa e
3500 saceos da Bahia a 19j e 3,800 aaccoa de Ma-
cei a 19|6 do caes. O mercado est* completa-
mente abatido.
Areite-doce.Tem afTrouxado um pouco noa
preco. As vendaa andsm cerca de 330 tonela-
das, aos piecos de 5f54 a S 55 10| pelo de Gli-
poli ; JTo4 pelo de aples, e 51 lOi a *52
10| pelo de Mogador.
Em ser em 30 de junho :
De 1862........615 toneladas, preco f54 e 5*56,
De 1861......1210 S f58eS59!
Borracha Temoa de colar precos maia baixoi i
e a qaantidade rendida regular, a saber :Daaij
toneladas da Gna reina a 2|, e 4 1|2 tooeladas I
idem a 1 [11 por Ib. ; 300 caixas da lina de 1,9 i
a 1|9 1i2 por Ib. ; 160 caixas idem, de ltlO lit
J 1|10 3|* por Ib. ; 80 saceos medisne, de 1|4 a
1|10 por Ib, e 100 caixas exportadas para Ame-
rica.
Caf. Continua a lar prompta renda, masem
razau da pouca que ha em seras transecces nao
sflo importaolee. Venderam-se 1350 aaccoa do
Rio, aos precos de 5lr pelo ordinario, e 62[ a rVTi
pelo ordioario bom e tino, e 75[ pelo mediano
lavado ; 250 saceos do CearA de 59[ a 8|, e
1000 saceos da Bahia a precoa reserrados.
CouroaO mercado muilo frouxo, e aa ren-
das insignificante. As diversas cargas de cou-
ros salgados do Rio Grande, em riagem, ainda
naoi encontraran) compradores.
Fio de algodao.As cotacoes que nao cima
notadas, nao se devem coosiderar como lizas,
em razoda irregularidade do mercado, hareodo
fiadores que pelas mesmas qualidades, pedem
muite maia que outros.
Gomma de peixe.Nao tem hado rendas.
I'5 o brasil.Sem procura,
Pograona.Continua iovendarel.
Salsa parrilha..Nominal.
Uruc.Nao ha.
Belgas. .
Brasileiros .
a
Dinamarquezei
3 91 7i8 a 90
. % 91 3(4 a 91 7i8
...
Eilraogeiros.
. 4 li"2_97 a 99
. 5100 a 101
. 4 1|2 90 a 91
, 3 83 a 84
%


o
B
D
B
>
B

P
A
m
t

>
B

O
O
d
p
II
b
e
d

B
>
a
9
9
9
1750
lj?300
18100
I 700
1300
1*700
11300
18300
28000
18800
220
220
220
130
28300
igeoo
18600
28900
18050
18800
18500
18500
28100
28800
40S000 42000
Revista commercial. Lisboa, 1S
de julho de 186S.
Pregos correnles dos gneros de imporlacao do
Brasil.
Algodao de Pernambueo. ,
Dito do Maranho e Para.
Dito de Angola i .
Dito da India.................
Assucar de Pernambueo b.
Dito mascavado .....
Dito do Rio de Janeiro m.
Dito da Babia b.....
Dito dito mascavado ...
Dito do Maranho. b. .
Dito dito mascarado. .
Dito do Par* broto ...
Dito] de Cabo Verde.....
Dito da India..................
Agurdente de canna do Brasil
Alpisla............
Arroz da India. Gda ; .
Arroz do Maranho e Parsup,
Dito dito boro .......
Dito dito ordinario.....
Dito dilo miado.......
Caf do Rio primeira sorte .
Dilo dito segunda dita. .
Dilo dilo terceira dita ....
Dito da Baha........
Dito de Cabo Verde.....
Hilo de S. T. e Principe. .
Dito de Angola........
Cacao do Para ... ....
Dilo da Bahia.........
Dito de San Thom.....
Cairo da India.................
Cera amarella de Angola .
Dila dita de Benguela ....
Cravo do Maranho......
Craro de Girofe ;......
Chifres ... .
Couros seceos do Rio ....
Coaros rerdes do Para. .
Dilos espichados daa Minas .
Di loa ditos da Bahia.....
Ditos ditos de Angola ....
Dilos salgadas do Maranho .
Ditos diloi de Pernambnco ,
600
38600
68200
58500
5I00
4g000
4S300
38800
38600
38100
48800
48-sOO
49000
38-00
38100
3$000
700
38800
68400
5800
58200
48200
48500
49000
38800
38300
58300
5S0O0
48300
48000
8J8O0
38100
79OOO 108000
295 800
300 305
280 360
100 0
M. 208000 rjOfOOO
B
>
B

B
140
80
160
120
80
90
90
180
85
170
140
120
130
130
Coole. da Baha, foi reouida ao btee de Me
branco. 18500 o mascarado. e da Lua.* 4.
mesma procedeocio. a 18850 o. braoco elM o
maacarado. T- w
Este genero flea pois em aitaaco precaria.
y-iu^WV i"*'* '"" causee
72 barra do Rio de Janeiro ; 82 ais... 2 f.,,-
126 barris e 3S5 uceas da Bsbi. ; S
9,0o saccas do Pernambueo ; 471 berrieee m
P-r; 50 de Cabo Verle ; 175 barrios? 45^!
cas da M.d-ira ; 1.395 s.ccii de Leodrea ; 3M
de Ltrerpool ; e 400 de Demorara.
A existencia deste genero boje de cero do
tsSF '".".J? Q*ot B,rr,e" .
"a? aa ^ M1 5^' ."*
Algodao.Este genero depoia da aab t* 4 sa-
quete Migd-lena adq.eno aoi pvucii siii
rsntajoia, e oa compradorea tirar.o de aaalr
asexigeociai dos possudore. Csasse na ss.
tuahdade a ser procurado, mae oo hs Bei>ka)SJ
renda. No periodo deata||reiista 0*0 Uressoo
importadlo algum.
AguarJenle do Brasil.Na meama eilaoco
que mencionamos oa ultima reriaia. ^^
Aiuda meamo com a redaccio que teas lido
difQcil veoder-se.
Os supprimentos chegados foram Ide 90 si os
da Bahia ; 102 cascos. 80 pipas e 50 barr de
Peroambaco ; 61 barris de Cabo Verde ; e 170
pipis de Glasgow.
Azeite.Oa embarques esto panlisados esa
cons-quencia dos precos se lerem conservad
firmes, quando em lodos os mercados do BVesil
soffreram redueco.
Cif.=Coolmi na mesms farocavel eitsee:a>r
maa o morimenlo lem diminuido, nio *6 sefes
elerados precos a que chegou, ma pela escacez
Os supprimentos ebegades no p-noio
revista foram de 140 saccas do Mi 4o Jai
e 756 de Cabo Verde.
Cera.Tam harido mais aninucio
genero, e alguna embarques se i-m reeissos o
cmo importado foi apenas de 75 gamella a
Moaaamedea, o deposito est* redesido a sjssj
tergos da sua exisleocia.
Cacao.Nao nao nos eoganimos j.nnde Ka-
sernos que as 500 sacos .anoaociadaa ma sesos
ultima reriiij iinham sido reodilu a ereoo
mais baixos. EUctirmenle esta geoero tsiii
va-se quaai em apalhia porjue aa Iraootceosso
de muilo pouca importancia.
No periodo deata rerisia nao tiremos ibmsjs-
lacao algiiii.a. r^
Couroa.No mesmo estado em os docrs-
vemos na nossa ultima rerista. Aa eoiradaefaoss
de 1,653 da Babia ; 210 de Pernambueo 733
meios de sola e 819 do Par* : 3,925 Je M.sm-
medes; e 975 da liba.
Gomma copal.Aa boaa qaalidade, Je
falta, tem prompta renda e lo procuradas.
Nao tiremos suppiimeulo a>gum.
Gomma do Brasil.Sem alterara.,. r>i Babia
eolraram 30 barricas.
Melaco.Veoda ioaigoiticaotes, mas os preces
actualmente collados saaleotam-se tirase.
A entrada desle genero foi de 32 oecoo o tt>
barriada Bahia ; 200 cascos 01 barrio do Per-
nambueo, e 147 cascos de Demerara.
Salsa.Venderam-se os ICO rola qsse viavaas
do Amazonas do Par* ao prec,o de 17*500, aleaa
deita nio conlim reodas.
V'inno Poucas transaeces ae lem HlecieaaO
maa os possuidores teniam Sraaeo, ssjsjsj
os grandes calores que oestes ultimo ei*s teso
feito affeclam a navidado da stars colhaii.
Embarcacdes despacbda.
Pernambueo.Bella Figaeireasa (kriga a*r-
taguez) com 24 ptpae, 4 eaeias dila, a harria s
20 ancorelas de iinho, 26 pipa, 4 rela Ollas a
35 barris de rinsgre, 153 barris o 0 oisatae sJs
axoile, 25 barricas de aloisia, -225 de cal, 235 Cai-
xas e 200 mol hos de ceblas, 150 sacse oa as-
men, 41 volames de drogas, 176 da cera. 2 bar-
ril de cesada, 150 barris deloutiobo tebesb
12 saceos de feijao, 215caixiohas de Batatos o 18
rolumes diverses.
. *"* Li,"# ("flgue Dort.gaez)
barris, 20 ancorles, 11 meiaa sisas o <
de vinho, 125 barris o 8 arelas
101 barra 5 caixas do cornos, 0
MUTILADO


f
MAd Dt MlIfiMfUOO. ftHKTA F1AA 8l D* JlLHO DE 1861;
clnho, 1 pipa, 6 caixai, 148 barril e 4 bilhas de
azeite, 3? volumes de drogat, 288 ancoretas de
azaitonas, 110 caitas de massas, 108 de pateas,
103 de cers, lOcaixotes de azuleijos. 200 calas
de batatas. 5 de eh, 160 de Ogos, 77 1|5 molos
de sal, 35 calas de doces, e conservas, 6 da
queijos, 100 e695 molhos de ceblas. 20 barri-
cas de nozes, 15 de bsealho, 17 meiaa ditas de
comiohos, 101 lages, 271 voluntes de loa?a, e 26
diTersof.
Barra dt Lisboa.
Eotradas.
Junho 17 Esperanza do Porto, Carmo, Peraam-
buco.
Julho 6 Amazona, Leite, Para.
Despique 2o, Duarlo, Pernambuco.
8 Lima Io, Santa Aoua, Peroambuco.
Sahidas.
Junho 16 Olila, Leyla. Peroambuco.
Julho 1 Ligeiro. Alberto, Para,
o 4 B buco.
Embarcacoes carga.
Peroambuco.Brigue Constante, Relmpago e
Florn 1, a Patacho JatCO.
Maraoho.B igue Bom Succaiso e Aogelics.
Para Patacho Uoio.
Moyimento do tono
i'
Navio lahii'i nq no dia 30.
Rio Grande do Sel 18 dtss, patacho brasiUiro
Auna, de 181 toueladas, capitao Agostinho Ne-
ry da Silva, eo.uipagem.lCL carga 8,425 arrobas
de caroa secca ; a Tasso & Irn.o.
Navio tahido no mesmo dia.
Porlos do Norte Vapor Daciooal Cruzeiro do
Sul. commaodaote o capitao de mar e guerra
G. Mancebo.
ttteM
O Dr. Tristao de A'encar Araripe, offieial da im-
perial ordem ds Rosa e juii de direito especial
do co unieren desta tldadedo Recite ese* ter-
mo, capital da provincia de Pernambaco, por
S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, que Deus
guarde, etc.
Paco saber aos que o presente edital virera e
delle DOticia tiverem que no dia 11 de agosto do
Crrante anoo se ha de arrematar por venda a
quem miis derem praga publica deste jaizo, na
ala dos auditorios, as tlividas seguintes :urna
letra da Paula Francisco Rezende de 76$ ; ums
dita de Francisco Aleiio de Siqueirs, da 409 ;
ama dita de Jo5o Jo da Coala Arantes, de re....
89J90 ; urna dita d* Pedro Aleandrioo Ortiz
da Camargo de I:tl8f080; umadita de Jos Man-
des Carneiro Leso de 774$ ; urna dita de Jos Joa-
qun) de Almeids Guedes de l:3IOj}940 ; urna
dita da Jos da ll-llo Alrojuerque Monte-Negro
de 136^635 ; urna dia de Ricardo Pereira do Nas-
cimento da 419440, j prescripta ; urna dita de
Pedro Jos Antunes da Miranda, 149574. j
prescpta ; urna dita de Antonio Florentino de
Souza, da 7839(0 ; u-ia d'ta da Manoel Tei-
zeira de Miranda' 69-5690; urna dita de Antonio
dos Sanios C>elho Lopes, 63j>450 ; ama dita de
Jos Corris Ladislao de 819800, j proscripta ;
urna dita de Joao Miguel de Oliveira de 969 '
urna dita de Manoel Oiorio CoTeia de Araujo,
da lil 'c'.'i'-. sem selle nacional ; quatro ditas de
Francisco Corroa Soares de 419695 cada urna,
166o~t>0 ; duas dii's de Benjamn Frtnciaco
da Silva Araujo de 379280 cada urna, 74g'60 ;
tres ditas da Francisco de Paula Machado de ri.
419946 cada nona. 1239838 ; quatro letras de
Igiacio Beoto de Luy..la de 1443114, 496)456 ;
dous vales de Francisco Jos Rodrigues Bastos
Da importancia de 929200 ambos ; un dito de
Aleondre Bezerra de Albuqnerque Barros rs.
1009, j prescripto ; um dito da Joao Ferreira da
Fonuca 649700 ; um dito de Francisco Antonio
Vieira da Silva de 209 '. somatando ludo ern rs.
5:336(935, e avaliada por 1:0009, ai qoaes di-
vidas (orara penhoradas a Antouio Pereira da
Silva por eiecugao de Kalkmaon, Irn,Sos & C.
E Dso havendo laucador que cubra o prego da
avaliagao. a arrematac.ao sei (eita pelo valor da
adjudicsco com o abatimenlo da le.
E para que chegua jo conhecimento de todos
maodei passar e lilaes que sero publicados pela
imprensa e afinados oos lugares do costme.
llecife 22 da julho 1862, 41 da indepedan-
cia e do imperio do Brasil.Eu Manoel Mara
Bodrignes do Nascimento, escrivo o subscrevi.
Trijti.i <1u Alon..r Araripo.
D^e.lara?;
No dia 1 de agosto viodouro, depois dajau-
dleocia do Dr. juiz municipal da primeira vara,
team de ser arrematados :
Um sobrado de dous andares na ra da Senza-
la-Velba n. 128, com 16 pal mol do frente e 128
de fundo, em chaos foreirjs, avalildo por...
4.0009.
Um dito meiagu: n. 28, oa ra do Trapiche,
de tres solaras, em chaos proprios. com 30 pal-
mos de fronte e 31 de fundo, avahado por......
9:0009-
Urna csss terrea n. 61, Da ra da Gloria, fre-
guesa da Boi-Vula, com 20 palmos de frente e
50 Je fondo, em chaos proprios, com quintal mu-
rado, cacimba propria, avaliada por 2:000$.
Urna parte na caga terrsa b. 45, na ra do
Apollo, freguezia da S. Fre Padro Goorjalve,
ern chaos proprios, cjro 18 palmos de frente e
1"5 de fundo, com quintal mirado, cacimba
meeira, avaliada por 145iG7 n.
Um sitio denominado Crtame, em o Salgadi-
nho, fregoezia da Boa-Vista, om algumas fruc-
teiras, o qual di'ide pelo sul com o sitio da Ta-
caruDa. pelo norte com a passagem da O 10 li,
pelo oascante com o rio Capibanbe, e pelo poeo-
te com a estrada de Beln, com um sobrado de
um andar com 56 palmos da largura e 88 de fun-
do, com capella em um gabinete da sala e chaos
proprios, avahado por 5:000g
L'n.a Diorada de casa terrea de pedra e cal,
com 17 1(2 palmos de largara, e 103 de fundo,
com tres quarlos, duas salas, quintal murado,
margen) do rio ca Povoacao de B^beribe. ava-
hado em 1:100.
Urna dita de pedra e cal, com 33 palmos de
frente a 101 de fundo.com duas salas, tres quar-
toi, coziohi fra, quintal margem do rio. ava-
hada por 2:0009.
Outra dua de pedra e cal, com 17 palmos da
frente a 103 de fundo, daas salas, dous quartos,
cozmha, quintal margem do rio, avaliada em
1:0009-
O dominio directo doiolo Da ra do Cotovello
da freguezia da Boa-Vista, em que lem casa
terrea n. 7 Francisco Pereira da Sila, avahado
em 89^500 rs.
Oulro diio di mesma ra, em que tem
cass tarraa n. 9 Jos Teiiiira Bastos, avalisdo
era 929700 rs.
Outro diio na roesm rus, em que tem casa
terrea o. 11 Jos Lucio do Carmo, avahado em
86J300 rs.
Outro dito oa mesma rua, ern que lem casa
terrea d. 13 Carila Mara da ConceicSo, avaha-
do em 89S500 rs.
Oulro aito na mesma ra, em que tem casa
terrea o. 17 a mesaia senhors, avahado em.....
899500 rs.
Outro dito na mesma ra, em que tem casa
terrea n. 19. Francisco Xivier das Chagas. ava-
hado em 89J500 rs.
Outro cito na mesma ra em que tem eass
terrea o. 49 Joao Jos de Carvalho Maraes, ava-
llado em 879900 rs.
Outro dito na mesma roa. ero qoa tem caa
terrea n. 51 oa herdeiros de Manoel dos Sautos
Naoes de Ohvelra, a rallado em 899500 rs.
Oulro dito oa mesma roa, em que tem casa
terrea n. 53 Antonio Ferreira Lioia, avalii-'
do em 919300 rs.
Outro dito oa mesma ra. ero qua tem
terrea n. 67 Mara Amallseta Fren
avahado em 749400 rs.
Outro dito na mesma ra, ern que tem casa
terrea n. t>9 Jos Antonio Bitieocouri. avaliadn
ero 88*400 rs. V"H*fl0
Outro dito oa mesma ra, em que tem casa
terrea n. 71 o mesmo aeobor cima, avallado
em 769640 r?.
Outro dit>na roesms ra, ero qua tem cas.
terrea 11. 73 Antonio Ferreira Lima, avahado em
76*000.
Oulro dito na mesma ra, em qua tem casa
terrea n. 75 Anua Joaiuioa de Saiil'Anns, iva
iiado em 1529160 rs.
Oulro dito na meama roa, em que tem casa
hado em 96)660 rs.
Outro dito na mesma ra, eiu que tem casa
terrea n. 83 Jos Antonio B.llaucourt, avhalo
em 899I8J rs.
Oatro dito mesma ra, em que tem
casa
is Gjimares,
terrea o. 87 Aleanlre doi Sanloi Barroi, ava-
hado em 869300 rs.
Oulro dito na mesma ra, em que lem caa
terrea n. 89 Mara Joaquina da Anoeocieello. ara-
liado em 75*720 n. '
Outro dito na mesma rus, em que tem caa
terrea n. 91 Antonio Fernandei Lima, avahado
em 83J420 rs. '
Oulro dito oa mesma ra, em que tem caa
terrea n. 93 a irmaodade do Santissime Sacra-
mento da freguezia de S. Fre Pedro Goncalves
do Racife, avahado eu 789800 rs.
Oulro dito na mesma ra, em que tom casi
terrea u. 95 Tbomai de Aquino Foosecs, avaha-
do em 2289. 1
Outro dito na mesma ra, em que lem casa
terrea n. 88 Jas) dos Santoi Nuces da Oliveira,
avahado em 2099.
Oitro dito oa>meama ra, em que tem casa
terrea n. 4 Jacintho AfTonso Bastos, avahado em
115. J
Outro dito na mesma ra, em que tem caa
terrea n. 6 Jos Candido de Carvalho Medeiros,
avahado em lll|800 rs.
Outro dito na ra de S. Gonzalo, em que tem
caa terrea n. 14 Jos Clemente Pereira dos
Santos, avaliada em ltt$800rs.
Outro dito oa meima ra, em que tem cata
terrea n. 16 Jos Gomes Tavare Jnior, avahado
em 1089300 ra.
Outro dito na ra do Cotovello, em que tem
casa terrea n. 15 Maana* Oorolbea Joaquina,
avahado em 8S98OO.
Por eiecu;o de O. Marianoa Dorothea Joaqui-
na contra Jos Rudrigo doa Passoi.
' a ultima pra;a.
Conselho de compras navaes.
Teodo-ie de promover pela maneira e coodi-
roes do eilylo, a compra doa objectoi abaixo de-
clarados, perteuceotes ao material da armada,
convida o conselho aos pretendentei a appreien-
tarem soas propostas em cartas (echada no dia
5 de agoito prximo at i 11 horas da maohaa.
Para os navios da armada e arsenal de marinha.
100 medidas de azeite de peixe.
1 bornea de systtms Japy com 48 palmos por-
tuguezei de tubo, e urna polegada de ferro.
30 arroba de barriohai de veranda.
6 barril de breu.
40 cadinhos de lapis sorlido.
25 caivetes para aparar peonas.
100 cadernaes da 4 11 polegadas.
1 escaler de 6 remoi.
1 dito de 4 ditos.
10 arroba de eitopa do algodao.
100 laDteroas de pataote.
120 moitoei de 3 11 polegadai.
1 arroba de pregoi de cobre de meia polegada.
400 librai de tinta branca de zinco.
600 libras de tinta preta.
4 eslas de vidros para vidraca.
Sala do conselho de compras oavaes 25 de ju-
lho de 1862. O Secretario,
Aleaodre Rodrigues dos Aojos.
Ia sec;o. Secretaria da polica de Parnambuco
28 de julhe de 1862.
O Illaz. Sr. Dr. chele da polica interino desta
provincia manda faxer publico para conhecimen-
to de quem possa ioteressar, que, segundo Ihs
fui cemmunicado em officio de 23 de junho ulti-
mo po Sr. Dr. chafe de polica da provincia de
Minas-Geraes, acha-sa reeolhide cadeia da res-
pectiva capital como fgido o scravo preto da
nome Clau lino, cujoa sigoaes e msis circums-
taociai consta da nota que se segu.
O ofUcial serviodo de secratsrio
Jos Xavier Faustino Ramos.
SCQao. Secretaria da policia da provincia de Mi-
nas Geraes 28 de juoho de 1862.
NOTA.
Clandioo, crioulo, idade 34 annos, barbado,
rosto redondo, olhos pretos e grandes, nariz cha-
to, bocea pequona. bons denles, altura regular,
cheio do corpo, tero uro golpe na cabega e diz
ser esr.ravo de Jos Antonio, resideote em Pa-
jea de Flores, proviocia de Peroambuco, que o
ntregou a Pedro de tal afim de o conduzir ao
Rio de Janeiro devendo voltar ao Recif, a que
fugindo foi preao oesta proviocia, do termo do
Piraoga.
O mesmo escravo declaroa que sen aaahor
pardo, j idoso, alto e Um arrendado am pe-
queo sitio da cultura do qual tira sua subsis-
tencia.
Aotooio Marciano da Silva Poutes,
Secretario da policia.
Obras publicas
ponte de ferro sobre o ria-
cho irumzinlio
O director das obras publicas competentemen-
te autorisado pelo Exro. Sr. presidente da pro-
vincia, faz publico que es doienhei a ornamento
para ama ponte de ferro qe te ha de construir
sobre o riacho Brarozioho, na estrada da Pao de
Alho, de cooformidada coro o 5o art. 13 da le
do orgamento vigente o. 544, se acharo patentes
na repartidlo das obras publicas, onde sero mi-
nistradas todas as informa;5es eeceisarias aos
qne prelenderem contratar a construcQao desss
obra.
As propostas sero eotregaea no palacio da
presidencia al o dia 4 da agosto' prximo vio-
douro, em cuta fechada, e abarlas do dia 5 1 urna
hora da larde em preseoga doi concurrentes, do
director das obras publicas, do inspector e pro-
curador ciI da tbesouraria provincial.
O empreiteiro ser obrigado pagar o sello da
respectivo cootrato aotes de estar esta assigoado,
iocluiodo-se do mesmo, alm dsseondicoes apre-
seutadas e ora approvadas a de aer daduzida da
importancia total da obra a quaotia correspon-
dente aos di'eitos que devem pagar 01 objectoi
importados para a ponte, se por?entura o governo
imperial permittir a iseogo do pagamento de
laes direitos como so vai pedir.
O govarin nao le obriga a aceitar a propoita
roais baixa em prego, se tambero nao apresentar
todas as garantas necessarias a boa execugo da
obra, alm da aljamas oulraa condi;os que Ihe
j Mil favoravets.
Directora das obrss publicas, 16 de julho de
1862.O director, Martineau
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria de fe-
z-nda de Parnambuco, manda fazer publico de
conforroidade com a orlemdo thesouro n. 125 de
8 do correte, que no dia 9 de setembro prximo
Qndo se far concurso nesta thesouraria para
preenchimanto dos lugares da pratieantes da
mesma. Os que preteoderem ser admittidos 10
concurso derero apreseDtar nesta secretaria os
seus requerimentos instruidos de documentos
que provem : 1*' tersm 18 annoi completo! de
idade, 2o estaram livres de culpa e pena e 3o te-
rem bom comportaroento. Os exaniea versario
sobre leitura, analyse grammatcal, ortographia e
arilhemethica at a tbeoria das proporcoes inclu-
sivamenle.
Secretaria da thesouraria de (axsnda de Par-
nambuco, 23 de julho de 1862.
Serviodo de official-maior.
Manoel |Jos Pinto.
O lllm. Sr. iospector di thesouraria de fa-
zenda de.Parnambuco, manda fazer publico para
Conhecimento dt quera ioteressar e em confr.r-
roidade da ordera do tribunal do tbeaouro o. 125
de 8 do crrante mez, que no dia 18 de agosto
futuro, liaver concurso oesta thesouraria para
creeochiroeDlo dos lugares vagos da tarceiroses-
cripturarioa, ntreos pratieantes, e na falta des-
tes podero ser admiltidas pessoas de fra oai
condicoeg exigidas do art 3* do decreto d. 2 549
de 14 de mar^o da 1860. O ex.me versar sobre
as icguioles malarias : arithroetica e suas appli-
cagoes ao commercio, com especialidade a re-
dojo de moedas, peso e medidas, calclo da
descont, jurot simples eeoroposto, Iheoria de
cambios suas applicacoes. algebra al equa-
ges do 2* grfto, e tbeoria da escripturaco mer-
caotil por partidas simples e dobrada, e suaa ap-
plicacoss ao commercio e ao tbesoaro devendo
ss'pessnas da fra que forem admitlidas ao dito
concurso, nao s prestarem eiame das materiaa
exigidas, como das do I* do art. 6# do dito de -
arelo.
Secretaria
aambuco
A arrematacao ser feita ni forma da lei pro-
vincial a. 343 de 15 da malo da 1854 e sob as
claasulas eipeciaes abaixo copiadas.
As pessoss qua se propozerem a sita arrema-
tarlo comparecas na aala das iess$es da referi-
da junta no dia supramenciooado, pelo msio
dia a competentemente habilitadas.
E para constar aa mando, alfilero preseole a
ablicar pelo Diario.
Secretaria da thesotfrsris provincial de Per-
aambuco, 17 de julho de 1862.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AonnnciacSo.
Clmalas especiaos para a arrematadlo.
1.aO reparoi da Ladelra da Siiupira-torta
sero executadoa conforme o perfil e orcamento
spprovados pela directora em conselho o apra-
lenladoi a approvaco do Exm. Sr. presideotada
proviocia, importando em 2:8609.
2.*O arrematante dever eomegar a obra do
praso de 15 das e ceoclui-ta ao de 3 oiezea con-
tados segundo as disposices da lei regula men-
tar desta ropartico.
3.aO pagamento ser feito em duas presla-
coes iguaes, eorreipondendo a primeira a matada
da obra e a aeguoda a ma coocluio e entrega.
4.*Para o maii que ie nio especifica nai pre-
sentes clausulas segair-se-ha a lei d. 286 qaa
rege esta directoris.
5.aNanhuma reslamaco, lando por fim pedir
indemnissQo, ser atteodids, aeja qal for o seu
fundamento.
Conforme.O secretario, Aotooio Ferreira da
Annuncia;o.
O lanzador da racebedoria de rendas inter-
nas geraes, abaixo asaigoado, pelo presente avi-
sa aos donos, procaradores, ou gerentes das ca-
sas commerciaes do bairro do Recita, que lenharo
promptos os recibos, papis de trato onde arreo-
dameotoa para lerem apreientados no acto do
laoQamemo, que lera principio pelai raai da Ca-
deia, Craz a Lingaeta.
O langador,
Jos Jeronymo de Souza Limoeiro.
Caixa filial.
De ordem de S. Exc. o Sr. praaidente da cala
filial do banco do Brasil neata provincia, ae faz
publico para conhecimento doa Sra. accionistas,
3ue o thesoureiro da meima caixs oat auloriaa-
0 a nagar o 17* dividendo relativa ao sameitre
fi'^-Jsn> 80 de janho prximo passado, a razo
\ "cJ80 rs. por acr;ao, do cooformidada com as
V.s recebidas da caixa central.
Caixa filial do banco do Braail em Peroambuco,
19 jalho do 1862.O guarda livros, Ignacio Na-
nea Corre
Rio grande do Sol.
Dever sahlr toa toda a brevfdade o patacho
nacional sArapeky, de primeira marcha, recebe
carga a frete malto con.modo : a tratar com M-
ooel Ignacio de Oliveira di Filho, largo do Corpo
Santa n. 19, oa com o capitao na praga.
a
Piatf
Baha
Urna casa terrea.
Sexta-era i- de agosto.
O agente Pinto l.r leilao de urna caa terral
aita em chaos proprios na raa do padre Floriaoo
n. 35, com 21 palmos de frente o 60 de fundo a
lem 8 mia-agusi no fondo, ai 10 horas do da
cima mencionado em seu escritorio ra da Ca-
deia n.9.
com multa brevidade pretende seguir o bem co-
ohecido e veleiro brigaeeacuoa Joven Arthor,
capitao Joaqun) Aotooio GoDgalvea dos Santos,
lem parta de ae carregaraento prompto ; para o
resto que Ihe salta, trata-se cora os aaua consig-
natarios Antonia Luiz de Oliveira Azovodo 4 C,
do sea escriptsrio roa da Cruz d. 1.
4racaty
da thesouraria de fazenda de Per-
23 de julho de 1862.
serrindo d* oficial maior,
Manoel Jos Pinto.
,, Sr. iospector da thesouraria pre-
? idl si om eamprimento da ordera do Blas. Sr
presiaenie da provincia manda fazer publico que
I i "%atXa Pr'm<> viodouro s ha da
l, peranle da meama tfcesonraria
a quem por menos fc,, obr8 d0 *,,>,-
fi?.e a!-"' 5f*. da M,r Victoria no
i!jrdni?Sta. Ladei 0 Sicupir.-to.ta,
Dl', "* Irmi< guo pars o Aracaty
na da 31 impreterivelmente, tem quaai toda a
carga prompta : a tratar com Taiso Irmoi, oa
com o meslra Jos Joaquina da Silveira no tra-
piche do algodao.
LEILAO
Aspliallo.
DE
casa ara liada em 2:8609.
Av\m& ^aritlmo.
Rio Grande do M
O patacho Gaarany segu com brevidade e
receba alguma carga frete: trala-ae com 01
consignatarioa Marques. Barros & C largo do
corpo Santo n. 6, 2* ou lar.
lfflMiLM
DAS
Messagenes imperiales.
No dia 31 do correr,-* espera-se dos porlos do
sal o vapor francez Savarre, commandante Au-
bry de la Noe. o qual depois da demora do cos-
ame seguir para Bordeaux com escalas por S.
Vicente e Lisbos.
Em S. Vicenta ba am vapor em correspon-
dencia com Gore.
A companhia encarrega-se de aeguraras mer-
cadorias embarcadas a bordo dos vapores assim
como tambero receba dloheiro e otj-ct is de va
lor com destino a Loodres em transito por Bor
deaax e Boulogne.
Para ascoodicdei frate e paiiageni trata-ie ni
agencia raa do Trapiche n. 9.
Rio de Janeiro
At o dia 31 do correte sem
falta
Sahe a barca nacional alrisa, anda pode reca-
ber algum resto de carga,eacravos e passageiros,
o qual tem excellentes commodos: enteods-se
com e capitao Gaspar Leile de Paria, ou com saus
onsigoatsrios Aranaga, Hijo & C, rus do Trapi-
che Novo n. 6.
Tres predios,1
Sexta-feira 1* de agosto,
Palo agenle Eutebio se far leilao de trea pre-
dios sendo am sobrado de 2 andarea, chao pro-
prio, na raa da Guia n. 40, com 33 palmos de
freote e 130 ditos de fondo, rende por anno
1:4205 ; ama casa terrea na ra da Ponte Velha
n. 18, chao proprio, contendo 3 janellai e ama
porta pe frente com 40 palmos e 90 ditos de fun-
do, 4 quarlos, cosioha tora, quinta), as paredes
sSo de 3 lijlos, bem feita e com alicerces para
sobrado, rende -i51? ; ama casa terrea na ra do
Arago n. 18, chao foreire. cora 28 palmos de
freote. 80 ditos da fundo, 3 quartos, cosioha lo-
ra, quintal, rende por anno 360, os prelenden-
teaquairam examinar com antecedencia os refe-
ridos piedioa, que feram ha poaco reediOcadoa,
e se ecbam em perfeilo estado,cajo leilo tar lu-
gar na ra da Cadeia da Racife n. 45, s 11 ho-
ras do dia cima.
Manoel Firoiioo Ferreira cosa fabrica da -
phelto na ra da Concordia n. 75, offree so raa-
peitavel publico este escolenle ladnlho para ca-
sas da morada, armaren*, calcadas, ala. t. ;
seu prego poucoexcede do ladrilho de ljala, asa
lorna-ie niuilo maii econmico pela sua da recio,
preservativo de aptas, doa ralos, forneas, a>
de bumi :ade. o fabricante garante sua solide,
podeodo rodar por cima carrol com grendee f-
so, pipis, etc. Tambera se prepara para fsze-h
de corea, pots j Ui encoo.meBda para a EjroM
dos arranjos para iiso Bceairioa.
Alaga-se por codjiloOo prego o ncarltaaval
sobrado d. 7. da traa andares, na ra da Crac
, mullo conseoiente para os aeohores Degocianiea "
j a tratar oa ra do Imperador u. 85, prtra-iro an-
dar, oa oa rus da Madre de eoa,
meros 22 e 24.
trmatem ca-
Troca-s* por outra raeoor, ou vende sa una
excalleotecaaa tarrea sita em ums das rr.!),>.rea
reas do bairro da Santo Aotooio. cuja cass I-
um grande quintal com portan para boa raa, po-
dendo por conseguioie saru para laaaalii jjaj
oulra casa na raa do CsDug n. 18, Sobrado,
dao-ae informarles.
Beroardino Pereira Malta paniega ao
amantes do bom gasto que lem *staDl-cid, em
Jaboalao om grande hotel enm todaa aa qa.lida-
des de comida e camas para quem quizar Cee-
caofar, a juntameole cocheira para guardar ca-
vallos.
O abaixo assigoado faz puMico que eVisat)
de ser caixeiro do Sr. Aolvoio Jos da R ,cha,
desde o dia 28 do correte, a approeita cala o-
casio para cordialmania agradecer ao mesmo
soobor o bom tralaroeoio que delta recebeu da-
raote o lampo qae o aarvie. Racife 30 1 jelho
de 1862.Aotooio Alvss da Amorim e Souzi
LEILftO
200
DE
saceos
milho.
com
Quinta-feir l do crvente.
O agente Pestaa vender por coota e risco de
quera perleocer 200 saccoi com excelleote railho,
oa quaes sarao veudidos em um oa mais lotes:
quinta feira 31 do correnta, pelas 10 horas da
raanha.n porta do Anns defroot daalfandeKa
Alaga-se o segn lo andar da cata da trav.
M do Qaeimado o. 1 ; a miar na taberna por
baixo do mesmo.
Precisa-se da trea a quairo coolus de ia.s a
premio sobre byootheca de urna prupriedade da
mais valor : quem quizar dar procara oa ra An-
gosta d. 65, qu ae dir qum r rei-n '-.
O noiii do caixeiro do Sr. Buaowuri, qiaa
fez um snnuncio no Diarto de honlem, c lll-foa-
so L. M. Franca, o que ae retica para avilar 4u-
vidai.
Attenco.
C01FARHU PEmiBtGA^
Navegado cosleira a vapor
Macei pe/ias escalas
O vapor cPersDUDgaa, conirnandante Moura,
lahir para os portos do sal tocando Das escalas
no dia 5 de agosto, s 4 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 3 ao meio dia. Eo-
commoodas. passageiros e dinhairo a frete at
o dia da aahida as S horas: escriplorio no Forte
do Mallos n. 1.
AVKf&OS
fetHR.
.MA
RiA de Janeiro,
I
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
IPAIPIISS fi fim.
At o dia 5 de agosto esperado dos porlos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
le o primelro-tenenla Antonio Marcelioo Pontes
Bibeiro,, o qual depois da demora do costume
seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se pssssgeiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual deve-
r ser embarcada no dia de ana cbagada, en-
coramendas e dioheiro a frete at o dia da sahi-
da as 2 horas: agencia roa da Cruz d. 1 es-
criplorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
pruleod,
bem co
pito The
de seu ca
Iha falta,
tonio Lu
criplorio
eur com muila brevidade o veleiro e
cilo patacho Daciooal Capuana, ca-
ionio Jos da Silva Rosa, tem parle
amento prompto : para o resto qae
ata-se com os seui coniigoalarios An-
e Oliveira Azevedo ir C. no seu es-
a da Croz n. 1.
*s!6*3$,
LEILAO
BE
Um escravo.
Terga-feira 5 de agosto.
O agenta Piulo far leilo a reqaerimenlo do
depositario da massa fallida da Fariaa C, o
por mandado do Dr. juiz especial do commercio,
do escravo Agosiioho, pertencenta a mesma
massa, s 10 horas do dia cima mencionado em
seu esciiptoro ra da Cadeia o. 9.
Sahe impreterivelmente at o fim do corrento
mez o mnito veleiro brigoe Daciooal Siqueira.
lem parte de aeu earregamento prorapto : para o
resto que Ihe falta, trata-se com o consignatario
David Ferreira Baltar. na roa do Bram n. 66.
COxMPANIHa PERXAMBUCANA
DB
Navegaco costera a vapor.
Paralaba, Rio Grande do Norte, Macau,
Aracaty, Cear, e Acaracu*.
O vapor tJagusribe, commsndsnte Lobato,
ishir para os porloi do norte at o Acarac
no da 7 de agosto as 5 horai da tsrda.
Recabe carga at o da 6 ao meio dia. Edcooj-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at o dia
da sabida as 2 horas; escriptoro no Forte do
Mattos d. 1.
mu
Janeiro.
O Irrigae Deolinda segu sem falta no dia|5
da agoalo, pode raaber alguma carga raiuda-
trata-ie com o coniignalsrios Marques, Barros &
C, largo do Corpo Saoio n 6.
DE
Utna raobilia de Jacaranda
com pe Ira, 1 piano forte, 1
guarda roupa, 1 tocador, 1
estite para livros, 1 relo-
gio, 1 cama franceza de
uioguo, 1 mesa elstica, 2
apparadores, 2 cadeiras de
balanco, lsof de amarel
lo, 12 cadeiras de faia, 1
apparelho parajsntar, 1 di-
to p^ra almofo, 2 campo-
teiras,4 garrafas decrystal,
garf;s, facas e muitos ou-
tros objectos
Sexta-feira 1 de agosto.
O agente Pinto far lei 3o por coota de ama
familia qua retira-ae desta provincia, e sem re-
sara da prego doa objectoa nclros mencioosdos,
existentes no primeiro sndar do sobrado n. 18 da
raa do Bangel ; nena mesma occasio vender-
ee-ha um
Cabriolet de 2 rodas.
Por vezea temos declarado que os eu.pre-
gados deste Diario nao estao eocarregados de
tomar nem iliaiinar assignaturas, e era fazer
tranferencias de moradas, devendo todaa estas al-
lerecoes serem feitss na livraria n. 6 e 8 da praga
da Independencia, onda existem livros pira estes
langamentos ; e de novo previnimos aos Srs. as-
sigDSDtea, qaa tiverem da fazr qualqaer das re-
feridas allerecoes, de sa dirigirem a referida li-
vraria, nao aendo valido qaslquer outro lugar
ou meio. Igualmente advertimos aos que se
achim por pagar, qua raandem realisar seus pa-
gamentos, pois lempo proprio j ha muito
paasou.
Precisa -se de uai destribuidor pa-
ra este Diario : na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia.
LOTERA
DEPOIS D'AMANIIA*
SABBADO 2 de agosto prximo ser
extrahida impreterivelmente a quinta
parte da primeira lotera beneficio
dos religiosos racciscanos de Olinda, no
consistorio da igreja de N.S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meios
bilhetes acham-se a venda na respec-
tiva tbesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas commissionadas praca da
Independencia n. 22 loja do Sr.* San-
tos Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferragens n. h\ do Sr. Pimentel, ra
Direita n. o botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia doRecife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ ate as de 10$ se-
ro pagas urna hora depois da extrac-
cao, e as outrss, pore'm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LEILAO
DE
i
Um carro americano de 4 ro-
das com ca vallo, arreios e
lan tem as.
Sexta-feira 1* de agosto.
0 agente Tinto far leilo por coila de qaem
pertencer e sem reserva da preco do carro cima
nencinad, 1 hora ern pona do dia cima
mencionado am frei.u ao sobrado n. 18 da ra
o Rsngel, onde haver leilo da movis.
io de Janeiro
Pretende aeguir com moita brevldsde para o
Ro de Janeiro o veleiro a bem conhecido briee
na mento prompto ; para o resto qae Iba falta, tra-
ta -ia cora o seus consignatarios Antonio Lai do
Oliveira Azevedo, no seu senatorio ru da Gra
camero 1.
Sexta feira 1* de agosto,
O agente Pinto levar povameote a leilao as
10 horas do dia agitas mencionado, a re^ueri-
raeuto do testa man le ro dos bens deixsdos por
fallecimento de Poncieno l.ourauco da Silva, e
pnr deipaiho do juiz municipal da segunda va-
ra, tres lelMS a veDcerem-se. na importancia da
9:5889, serviodo de base o maior pre;o obiido
ao itM do. di 9 da julho do tarrale aun.
ANE
a vapor
DE
Roupa lavada e engommada
de Ramos Pimentel.
Podara msodarbascsr a roupa lavada os donos
doi ds. : 182. 59. 183. 1, 89. 127, 181, 180, 121,
49, 8. 205. 134. 100. 48. 60. 208. 8S, 10. 31, 3,
51, 201, 0. 86, 61. 23. 77. 204. K). 31
Archivo Pitoresco
JORNAL
De recreio e iastrucyo
Publiea-se semanalmnte esta inleressaote jor-
nal era Lisboa, o qual illujtrado de numerosa
gravuras e collaburado peloa maii distinctos os-
criptores, como sejam, A. llertulano, F. d C's-
lilho, Laiioo Coelhj, Rebello da Silva. A. Corvo.
Palmeirim e muitos oatros. Cada anoo forma am
velme de paginas. J sa acharo publicados 4
volumes completos e parte do 5/ toI. Assigna-
sa a 63 por anno, na livraria econmica to p do
arco de Santo Antooio.
No dia 5 de agosto, depois da audiencia do
lllm. Sr. Dr. juiz dos orphacs. as II boraa da aaa-
nbfla, vai 1 rara por venda o s brad.i de tres an-
darea e aolo na ra di Cruz o 10, p-riem -r t j
ao finado Joao da Pinho Bargas avahad eos
16 000$, cujo escriplo se acba am mi dj portei-
ro do mesmo juio.
Joaquim L.uhiDu Liuua a aasaa U.ns v -
decem corJialraenta a todas as p*sos ano
se dignarara assiitir as ultimas aaavsjsAaa M
os mu presada mulhr e ni D. Anos
Gerlradeg Cordt-iro Cintra ; e pe'.em a to-
dos os seus amigos o cari Jaso obsequio c
assistir missa qua por alma ds n.-*-i a
pretemlem rnaaiar c-lhrar no dia 1 .:-
goaioSs" huras da manbaa, oa matriz
Boa-Vula.
Cas s para
Urna grande casa (arroa com lotio, quitt I, ca-
cimba, deposito de agua de chava, oir.i 4a
Concordia n. 75.
Urna loja cora duas salas, 4 qaarlos, aaaaaal
fors, quintal e cacinibs, na ras da Pilma n 49
a tratar na ra da Coocordia o. 73 com II
Firmiuo Ferreira.
&
Anda se precisa de
do Cotovello n. 12.
urna ama Ja
leite. ; o
Z3 -ua
Otfarcce-SB juu oiulhar |ar;a
leite, que o lem b>m e abunlaola
Pogo n. 44.
p' r j j 1. 1 1
aa rus <
15S* o,
a'Z-ira
l);lf rece-se Ucii ii oi-in ,ru;,i
a lera puuc* famili, para s-r caix-iro -1
eogenho parlo da ataca, ou mesmo pars a imim
trador de alguma fizan la. o qual sai- h. m lar
ecrever, e tem rr.uila pratica da qaal Cio ; quem pretender aniiar.cia pira aer proca-
rado.
O abano assigoado leai ju*io e Cj'itr*ila
a compra da taberna da rus da S. Miguel .; ., a-
fogados n. 74. com o S-. Paulino R Ifajraaa aa
Oliveira ; se algueii s- julgar rom aataisa a n -s-
ma, annuncia por eia jornal o i ras.< a** tras
diai, a contar de hoja. Recife 3>l da jalho da
1862.Amonio Alberto de Souzs Afilar.
A Sr." D. Joaoua Paula de Tiiaaat I' a.
queira ir a eg-ncia do correio da Olinda atsaa>
urna carta vin-ta da Parahiba do iVari.
A pessos qu* leraa na agencia da torre*
de Oliada uns sulos da Antonio Francisco da
Oliveira Bnzelles. quoira ler a bondad de ir pa-
ga roimporteparaserrem ntido o asas tfasenaaaa
O tisattireiro da t.uvcssa a ra ij
Cruzes n. 2, mudou-se para a ru 'io
Rangel n. 38, aonde continua a tin;jir
com asseio, promptida.) e coniino io
p*e.
Caixas de tai taruga e charu-
teiras de charo para r*|
e charutos.
O tabaquista que aprecia a boa (tala da Lif-
boa ou mesmo Prnceze, Muron etr., ai A
jjsto que compre urna bonita tetas d la't-ruza
tada marchelada cem a aaal nao se anatfuassa 1
r de offereeer da boa altada de a*aj laoaa 4 va-
dos os circumstanlas qu- se arharrn rro aaa ro-
da, muitos dos qoaes laaaarte o tea b m ?*:.
Assim como a caisa aer^-ssatia $0 Issnaanta
cbaruleira uo sup'illaa aa fun.anW a s-r.lo
ella bonita como sao as de charo nudistas me
Ihor ser porque com iso diia ciiih-rrr amaav
tu sabe apraci.ir o bora. Para oa mais cm.ti.ii-
distas tamben, ba bom soriimenlu- Sed s enua-
Irsro bsrateza urna e/ qu muid a i* di- her-
r sa dirigirem a ra -tu QmMmttt I j da /gu a
branca n. 16.
6
VISO.
Porto & Ouiio da ciiade do Rio-Porasoto,
tendo posto soa casa em liquilac'to, ragam -
pessoas que se iulgarem suas creloras a dirigir-
se Desles oito das na ra de Apollo no primeiro
andar do sobrado n. 35
Archivo pitoresco
Pede-ss aos Illms. seohores aesignanles d*
mandar recaber quatro cadaroelas ('le marco a
junho) do 5\* rolme, chegadas ultimsraenle do
vapor inglez ; oa livraria ecuoomics a > p do ar-
co de Santo Antonio.
Milita
ttenco
Furtaram lionteui da loja de Fiantes-
redo 4 Irmao na rua Rata n. 18, m
trancelins chatos com seus BaaaMaljrta
sendo dous m:ns larpos e r*m iij-.is *s-
treito deouro de 18 qutate, rjr.-itiliri aa)
b.'m a (jiiui os descubrir guardanJu se
legredo poia l s quer conhecer o
dro.
Ja-
Utejico
Escrava fgida.
Do engenho Sint'Anna, no dia 25 da jalho
crtente, fugio ama eicrava mulata, de nome
Simplicia, idada 25 a 30 annos pouco maia oa
menoa rom os sigoaes seguidles ; alta, cheia do
corpo, rosto redondo, com urna cicatriz am um
dos la los do queiio inferior, raos granjas, p*
regalares, cabello carepioho, cosluma andar cal-
fadee dada a beber pelos taberaas, foi com-
prada ao Sr. Beroardino Domingoe Moreira :
roga-se por lano a tolas as autoridades po iciaes,
tapidas de campo a nais pasaoas qua della ti-
verem conhecimento s hajarr, de aprehender e
Iffvar ao paleo do Terco n. 44, ao Sr aa piteo
Manoel Eleuierio do Rugo Barros, que se recom- 1
pensar deiilmer't*.
O sr. r'rancuso da Rocha Panos Los qe ;
chegou do norte ao vapor Jasuaribe, tenhs a '
boodade appare-.nr no segando andar da rus do [
Torrean 38 ou. declarar aonda est residid*L
para ae lhei inilac a uegocio que Ihe dii reapeito J bo larga do Trc.o a. 141.
Flix Venancio de Cnlati.io pe* aaaM r.
guezesque Ihe sao dava.iores asa tfaaaaai tma
veohsni paguseus dbitos du esp-co da 15 aassa,
do ccnlrariu latigari nao d*a Baataa j;iti-ea
a!im de lh* pagarena.
Corapaublfli l-ilel inde t\*- se-
guros martimos e terres-
tres, estabtiecida Wm Hiodr)
Jautiro e-mi \> capili %
16:000:0003
Agentes em Pernainhuco
Antonio Loia da Oliveira aVvjaaalsj i C. aaaaajaa-
taLl-rr.eiile autorisados ada iiirevioria ds cana;**-
obla de a 'zuros Kidelida-1-. turnara *eures o ---
os, esreadoria % atadlas, no a-a scrKlor-.u.
rua ds Cruzo. 1.
(lisa jia aiugr.
Na rua Imperial n. 116, am aatfar asaita fr
ara a presenis eatacao qaa ai tatrar: "
-
r
MUTILADO


*,
DIARIO >B PiRIUMlCO. te
m i x. I I ~~ P*8,*M leneroimtnte i quem apprehen-
I flli ftllPnPlO I der elevar Porto Calvo, em Alagoas, a entre-
di UUa aVtVilXV*^ gsr ao Dr. Maooel Filippe da Fooseca, os eacra-
Oi abaixo aiiigoados liqui Islarios da musa da vos Fideles, Quirloo e Maria, que do dia 16 do
exmela firma de Jo GoncaKes Malveira.ro- correle mez de julho fufiiram do eogt>h> Lsga
sem sos deredores da mesma e muito perlicu- Redonda. Fleles de estelara regular, aecco e
larmeote a aquelles a quem ae tem entregue de olhos rermelbos, e iraao da Quirtno, que
contas e cartas a quaes nao respondern] os o alto, aecco e desdentado, liara Misa,saces,
fiteram de modo iocoorenieole, que quanto an- tem os peitos grandes, os ps apalbetadoa e mar.
tea venham sal Jar seus dbitos, porque cima ca de (erro de [escobo, (oi comprada naslv ates-
de susceptibilidades est sempre a le. I ma cidade do l'.ecile, para onde se sur;;,0e terr.a
=
fliaU ti DI JTJLHO B 1162,
J. M. S. Aguisr & C.
Gasa de saude em Santo
too.
Dr. Silva Ramos.
Este estabelecimento j bem'eonhectdo, econ-
Ceituado nesta provincia pelos relevantee servi-
dos que tem prestado, contina n>s melborea eon-
OicOes debaixo da direcc,o de seu proprietario 5
receber doentes de todas as classea, oa quaes se-
ro tratados rom lodo e zelo icteresse pelos
presos seguintes :
Primeiraclasse.... 3?,0C0 ou maii.
Segunda dita...... &&500.
Terceira dita...... 1*000.
Em qualquer das classea oa brancas flearao se-
parados dos negroa. Os alienados de 2.a e 3.a
classe nao furiosos pagaro a diaria ordcarta,
sendo furiosos pagarlo m.-is a quarta paite. Os
alienados da Ia classe paRaro segando o ajust*.
vindo todos tres. RecommenJ.i-e e per,e-se
lamber polica a captara "lenes eteravjs que
perlencem ao referido dootor.
Laboratorio a vapor
DE
Aluga-se uro silio no principio da Estrada
Nova curo boa casa, cocheira, estribara, quarios
para escravos duas baixas de capim, e excellen-
te paito para accs : na rea da Ciui n. 56.
Precisa-se alugar urna escrava
para o servico de urna pequea familia,
prefeiindo-se que compre e engoin-
me : na ra da Cruz n. 45, armazem.
AUencaO.
He ebegado taberna da ra da Cacimba n.l,
omifrente para a ra do Vigsrio, o precioso cha
malte, que ae vende por prego commodo.
Atufase o extellent* lerceiro ndar d ca-
ta da ra da Vtgario n. 23: a tratar na ruesma
ma, esss o. 7, ou no largo do Corpo Santo n.6,
secundo andar.
Pede-se ao Sr, Mauoel
Ignacio de Siqueira Cavalcau-
ti seiihor do e&genho ftlussai-
ba, de vir a esta praca a nego-
cio que nao ignora, na ra
das Cruzes n. 36.
Ao br. Manoel Joaquina da Silva Bra-
sileiro, declara-se que Maitinho Avelino
de Albuquerque nao tem parte na casa
terrea n. 6, sita na ra do Cotovello bo-
je Mondego, entretanto pede se ao mes-
mo senhor que appareca a' ra do Im-
perador n. 5 i, primeiro andar, das 9
ai 3 horas da tarde, afim de se lhe mos-
trar ttulos acerca da referida casa,
dignando-se tambem de apresentar os
ttulos pelos quaes diz que o menciona-
do Martinbo tem parte em .dita casa.
Canoa furtada*
Dessppareceu do sitio do Toque, defronte do
porto da Capunga, no dia 2 de julho do correle
anno urna canoa de ctrreira aberta.que pega para
mais de 16 pessoas, fui (onprada ha pouco ao Sr.
Adriano Xavier Pereira de Brito, e bom conha-
ida por lodos os canoeiros por ter silo sempre
da proprielale da viu-a do Sr. Dr. Brito defroute
do mesmo porto, eit calafetada de novo e m-
vernisada de preto por fora, ha toda descooGanca
de ter sido furtada por um preto do Sr. Feliciano
Gomes, que no dia 29 de junho foi lomada do po-
der del le indo pelo rio abaixo, e nesla occasio
elle declarou que promettia lhe dar sumlco no
dia quarta feira 2 do crrenle, estando a mat
bastantesecca nao ple chegir ao moiro para ser
trancada, approveitou a occasio e a conduzio tai-
Tez para a esconder pelos maogues ; roga-se,
portento, a qualquer pessoa qae a achar ou a te-
lina era seu poder em algutn porto-ou otaria,
querendo reslitui-ls, ou der noticia ceria sonde
steja, ser generosamente gratificado pelo abai-
xo assignado, seu legitimo dono. Sitio do Toque
na Torre 28 de julho de 1862.
F ancisco Cavstcanli de Albuquerque.
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos fe Pi-
'menteh
Empreza importante, que rai prestando rele-
vantes servidos seas freguezes pela promptido
e perfeic.o com que lava a roupa sein a estragar
PRECOS.
Roupa sortida (em-bora nao venham meias nem
lencos] 40 rs. por pega.
Pecas grandes isoladsmenle 100 rs.
Roapaa de navios, vapores e hospaes 70 rs.
Dita de familia que nao fregaeza 80 rs.
Dita de doente de familia que nao e treguas*
120 rs.
Urna rede ou cortinado de cama ou varanda
aSOOrs.
O preco dos engommados mdico e confor- \
me as pecas, como costa mam fazer as engomma-
deiras. O preso da eotrega da roupa lavada
8 das, e engommada 15, sendo qae muitaa vezes
est prompta antea do praso. Deposito na ra
Nova.
C0NSILT0KI0 ESPECIAL BOSEdPATIliC
DO DOUTOK
SABINO O.L. PINH0.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6,
Consultas todos os das atis desde as 10 horai
t meio dia, acerca da seguintes molestias :
molestias da mulhtrtt, moltstiat dat crian-
ten, moltttiat da pilli, moltstiat dot olhot, mo-
Ustiat syphitieat, todas as tsptcitt dt ftbrtt,
ftbrts inltrmitttnttt s suat eonttqutneiat,
FHARSrXCU BSr-BCUL HOSROPATHICA .
Yerdadeiros medicamentos homeopathicos prs
jarsdos som todas ti caatela necossaria, in-
alliveis em seus effeitos, tanto em tintura,coms
m globalos. pelos pre;os mais ommodos pos-
areis.
N. B. Os medicamento do Dr. Sabino sao
anieamanterendidos ere sea pharmcia ; lodos
qae o forem fra dellaaa falsas.
Todas as carteirai o acompanhadas de sed
tmpresso com um emblema em relevo, tendo ao
rfeopr as seguintes patarras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblemas posto
Igualmente n liata dos medicamentos que so po-
lo. As carteiraa que nao loraromessolmpresse
'.ssim marcado, ombora enham natampa o no-
na do Dr. Sabino ato falsos
PIBLIfACW LinHAHLi
4 Bi'dllier, a familia e a
civilisa^o.
POR J. GUENEES DA SILVA E MELLO.
(Preco da assiguatura 2J0OO.)
Acba-se no prlo prestes a sabir a luz esta pu-
blicarlo, importante pelo assurapto que encerr.
A' sua entrada no recinto do lar domtstico de
grande uecessidade na actualtdade, que a pha-
lange do erro tem levantado os seus acampa-
mentos pira guerrear a religlao do Christo.
Acha-se aberta a sua assignatura na livraria eco-
mies, rus do Crespo n. 2 ; na Universal, ra do
Imperador n. 20 ; na de Antonio Domiogues Fer-
rsira na mesma ra n. 69 ; na mesma ra n. 29;
e na casa do autor, ma estroita do Rosario n.
19, segundo andar.
O autor deposita extrema confianza no espirito
de religiosidade que anima os nossos pas de fa-
milia; 4p
S
ENSLNO
Pratico-T heorico
OlTerece se urna ama para cosinbar em
ma casa de homem solleiro : quem precisar
procure no Forle do Millos largo da As-en.b!a
n. 16, primeiro andar.
i-se a quaulta de 7U$ a jaro com hypo-
theca em casas; quem qaizer dinja-se a ra do
Jardim n. 43
Atuga se o pnm.iio andar do sobrado n
22, na ra estreila do Rosario '. a eotender-se na
mesma rus casa n. 23, segundo andar.
Nao tendo numero sufciente para mesa
geral da irmandade de Sanl'Aons, paraelegera
nova mesa para o anno de 1862 a 1863, de novo
a mesa regedora convida a seus irmaos para no
dia 3 de agosto, as 9 horas do dia, para, reuni-
dos em mesa geral, sa proceder a nova eleicao.
Jos Rodopiano dos Santos.
Secreta rio.
DA
LINGUA FLANCEZA.
SEGL'SPO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H. G.Ollendorff
PARA
Aprender urna lingua em seis mezes
POR
Cicero Peregrino,
Bacharel em direito.
2 volumes em 8.
Sabio do prelo o l. volume dests obra, inlei-
ramenle nova, e nica escripta em portaguez por
sqaelle systems, approvada pelo conselho direc-
tor da iustruegao publica para servir do compen-
dio as aulas publicas de instruego secundaria
da provincia, o accommodada ao uso de qnantos
pretendersm fallar e traduzir com propriedade
a lingua franceza.
Acha-se venda no escriptorio do sutor, ra
do Oaetmado n. 26, onde ainda se recebem as-
signsturss (7g000), at a publicado do 2 volu-
me ; depois do que vender-se-ho a 10;>000 os
exemplares.
Precisa-se de ama ama ; na ra de Aguas-
verdes n. 50, segundo:andar.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15.
Frederico Gautier, cirurgio dentista
faz todas as operares desu arte a e co-
loca dentes arlificiaes, ludo com -sdeln
a rioridade oporfeijo que as pessoas-,en
j tendidas lhe reconhecem.
J> Tem agua e pos danlificios, etc.
S
%
Joo da Silva tamos,
medico pela Universidade
de Coimbra,
d. "consultas em casa, das 8 s 10 horas da mi-
nhaa, e presta-se a qualquer chamado com s bem
sonhecida promptido.
t| '\w0s*lkx%
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ra do Cabug n. 18, entrada pelo
pateo da matriz.
Esss galera ornada com os augustos retratos
pbotographicos de SS. MH. e dis sereoissimas
princesas impariaes, assim como com os de mili-
tas das principaes pessoas desla cidade, est a
disposigo do publico, que apode visitar todos
os das das 8 horas da manha s 5 da Urde, t
examinar os trabalhos exposto.
Continua-se a tirar retratos por todos os sys-
tema3 pbotographicos, e especialmente por am-
brotypo e em carios de visita. Fszem-se tam-
bem mimosas miniaturas em ttlco para so collo-
carem em joias.
Os pregos dos retratos sao os mais rszoaveis
que se encontram nrsta cidsde.
J. Ferreira Villela, pholographo.
HJfilftTst"i'DI1 rjfi MMsWsssWsssMssssssl
*T* SlBUJUSBJ BBSBSSSBI SJ SBBSBJ PSJBSW WWm VW Wm9 WWI^ SBTSSSBJ JJ
816Ra da Cruz--\ 61
8 O Dr. Rocha Bastos
Sd consultas todos os das. ft
Cura radical o em pouco das Mes- 3
tita syphililicss o dos orgos gen.
Barios.
Consultas de Braca das 8 as 9 h
J| manha.
ft^S*3S8S5ieft3-fi8558
sfssW W* fw* VW W99m Fufl sTIsWWalW
JGabinete medico cirurgico.J
Ra das Flores n. 37. *
9 Serio dad consultas medlcas-clrurgi-
9 cas pelo Dr. Estevo Cavalcanti de Alba-
querque da 6 as 10 horas da manha, ac- s)
O cudiodo aos chamados com a maior bro- O
0 ridade possirol. ft>
sj I Partos.
% X.* Molestias de pello. f,
8.* dem do olhos. %
% 4.* dem dos orgos genitses. s>
fj Praticartoda o qualquer operacao em sj
sjx sen gabinete ou em casa dos doontes con- sb
0 formo lhes fr mais conveniente. as

SEGUNDA EDICCVO
no
THESOURO HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo doutor
SilDIt L 9wm.
Este ltvro qae se tem tornado lo popular,
quanto necesssrio, acaba de ser publicado coro
iodos os melhoramentoa. que a experieocia o os
progressos da sciencia tem demonstrado. A no-
va senecio em ludo supatior prmeira, en-
Cerril l
l.* Mais ampias noticias acerca do curativo
daa molestias, com indicagoes mu proreitosss
dos medicamentos nnros recenlemento ezperi-
mentsdos na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
?' n exP,?aoda doutrina homeopatha.
3. O estudo da apropriaco dos remedios se-
gundo ss predominancias dos temperamentos,
das idades, dos sexos, e segundo as circunstan-
cias tmosphericas etc., etc.
4. A preservajao ou prophilaxia das molestias
hereditarias.
5.* A preservadlo das molestias epidmicas.
6. Urna estampa Ilustrada demonstraliva da
continuidade do tubo intestinal desdo a bocea at
o snus ele, etc.
Vende-so ns PHAnxuciA especial homeopa-
thica, propriedade do author, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Pre;o de cada exemplar. 20&000
N. B. O senhoresassigoantes queiram man-
dar receber seus exemplares.
%eaCflMN3M0 MM0M3 MSONfiMi
i Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado agente do Banco
| Mercantil Poriaense nesta cidade, ssca
effectivameote por todos os paquetes so-
bro o mesmo Banco para o Porto o Lls-
boa, por qualquer somma avista o a pra-
zo, podendo logo os saques a prazo serem
E descontados no mesmo Banco, na razo
de 4 por canto ao anno aos portadores
que assim lbeconvier : usa ras do Cres-
po n.8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
11.
Na entrada de OllO.de, em Samo Amaro jun
lo a casa de saude do Sr. Dr. Rtmos, aluga-se
um terreno j plattido de capim em parte, cm-
boa, estribara para 3 carelios, cocheira e quarto
para boleeiro, murado em parte e fechado com
porlo, ludo novo ; para tratar, na ra do Impe-
rador, botica n. 38, ou no caes do Ramos ns. 8,
10 e 12.
Pateo do Livrameuto n.
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio planta dentes srti-
Aciaes por grampos e ligiduraa o a presso do
ar, dtntes iocorrupliveis sobre ouro, sysiema
norte-americano e faz todaa as operares de sua
rta e com promptido e limpeza
Precisa-sede urna ama para
ra do Obug o. 18, sobrado.
coznbar : oa
Fretisa-se de
da Cruz n. 38.
un. copeiro escravo ; na tua
A esmeralda.
Loja de modas, ra da Impcratriz
numero 5.
Lsvam-se chapeos da Italia e pe-se ultima
moda. Na mesma precisa-se de cottureiras.
Procopia Rosa de Jess, Portugueza retira-
se para o Rio de Janeiro.
Aluga-se
um grande sotSo : a trattr na ra do Hospicio
d. 14___________________________________________
Deviue-se o engouho Peres em sitios, para
o que offerece ptimas proporcoes, estes sillos
sero a voolade dos preleodentes lano na ex-
lenso como no dominio, foro renda, at mesmo
veri Ja. Arrendase a casa de vivenda de engo-
nho com todos os com modos, estribara, cochei-
ra, casa de escravos e criados; o silio com porta-
gem e terraa de plaotafes: a fallar com o l-
ente coronel Rgo Albuquerque. no Afogado.
0 Mvro do Fovo.
Sabio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direceo do Sr. Dr. A. Msrques Ro-
drigues, o conlm a vida de N. S. Jesns Cbristo,
segundo a narraco dos quatro evangelistas,
mais os seguintes arligos: o vigario, o professor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prati-
ca, Simo de Nantua, mximas e pensamentos,
a bygiene, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicaco do LIVRO DO FOVO nao s tem
por fim uniformisar a leitura as escolas prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
differente, e portanlo facilitar o trabalho do mea-
tre o do discpulo, como tambem vulgarissr, por
um pre;o barstisiimo, a historia do atlvador do
mundo, e oa melhores preceitos do moral.
Vendo-so o Livro do Povo, no Recife, na
livraria da praca da Independencia ns. 6 e 8, a
500 rs. o oxemplar em brochura, o a 800 rs. car-
tonado.
8
8
8
km* ssesieesese -t**it*xi*a
ndice
Alphabetico da legislacao brasilea
desde seu principio at 1857.
Coordenado pelo desembarga-
dor Joo Joaquina da Silva.
Acaba de ebegar da Bahis esta exeellente obra ;
o grande apreco e considerago que tem lido na
corte do imperio. Baha e outras provincias
dispensa quaesqaer elogios. Vende-su na livra-
ria oconomica ao p do arco de Ssnto Antonio.
Aiugase urna escrava para servico interno
de urna casa da postea familia; quem a preten-
der, dirija-se a rus do Hospicio o. 6L___________
Arrenda-se urna propriedade em Apipucos'
tendo casas que se alugsm pela festa e que s
por si deixam a renda de toda a propriedade, tr-
ras occopadas com capim, que reodem de 500 a
600 feixes diarios de vero invern, e tendo
quem a arrendar a grande vantagem de encon-
trar tudo qusnto necesserio para o servico
da mesma, canda, ferramentas, csvallos etc.,
o que ludo pode entrar no arrendameato, con-
forme o negocio : para informsces na ra Nora
n. 8.
Cartls de visita
Cr|es de visita
Canees do .visita
Cartees de visita
1 Cartes de visita.
Preco reduiidos
Preces reduzidos
Presos reduzidos
Presos reduzidos.
A doria por 120
A duzia por 12$
A duzia por 1)0
A duzia por 120
Duas duiias por 200
Duas duzias por 20$.
Novo eslylo de photographla
Novo eslylo de photographia.
Ambrolypos em caixss 20
Ambrotypos em caixas 20
Ambrolypos em caixas 20.
O retratista americano
Alberto W. Osborn
Ra do Imperador.
Man mummm mmmmm%
Consultas medicas, J
Serio dadas todos os das pelo Dr. Cos- c
J5 me de S Pereira no seu escriptorio, ra Jf
I da Cruz n. 53, desde 6 st as 10 horas |
I ds manha, menos sos domingos; sobre... as
1.* Molestias de olhos. g
2 Molestias do corsco e de peito. >
8 3. Molestias dos orgos da gera;o e tt
do snus.
8 0 exame dos doentes ser feito na or- 8
dem de suas entradas, comeesndo-se po- *
B rm por aquellos que sotlrerem dos lE
g olbos.
Instrumentos chimicos, acsticos e op- I
ticos sero empreados em suas cnsul- 55
taces e proceder com todo rigor e pru- 1
dtncia para obler certeza, ou ao menos ^
probabilidade aobre a sede, nsturezi e H
causa da molestia, e dahi deduxir o pa- Z
no de trstamentoque deve deslrui-la, oa i
curar. ^
Varios medicamentos sero tambem )
p empregados, gratuitamente; porm e
j pela certeza que tem do sua verdadelrs
Squalidade, promptido em stus effeitos,
e necessidade do seu emprego urgente
8 que se usar delles.
Pralicar ah mesmo, ou em casa dos
8 doentes toda, e qualquer operario que O
julgar coovenienle para o reslabeleci- 4
BlllillllOS.
Com diversos modelos, bsndeijas enfeitsdas
de armaedes differentes com bollnhos de todas as
qualidades os melhores do nosso mercado, assim
como as libras em separado, e tambem podios e
qualquer pastellaria, tudo feito s primor e o
mais barato do psiz : quem pretender dirija-so a
O abaixo assigoado, leoao noticia de que
Ignacio Barroso de Mello, como tutor de D.
Constancia Perpetua Bapliats, tizera pinhora em
duas oitavaa partes do sobrado de tres andares n.
10 da ra do Queimado, declara a quem convier ra da Penha o. 25. para ajustar-se.
que 6 por titulo legitimo senhor e possuidor de
todo aquello sobrsdo, como pelos meios compe-
tentes provar.
Recife 29 de julho de 1862.
Antonio de Azevedo Villrouro.
Koga-se aos devedores do fallecido
Joaquim Jos llibeiro de Oliveira que
teve loja na ra Direita n. 55, que ha-
j m de vir pagar seus dbitos na mes-
Um rapaz comidade de 15 a 16 anuos, o i j Onpimarln n 11 *
qoal sabe bsm lar, escrevere contar, desejs sp- 10J.a ou,na ,ruf a yeimaao n. 41 e
plicar-ao a arte do pharmcia, dando fiador a -i, evitando dcsta lorma O leceber-se
aua conducs, qualquer senhor pharmaceutico judicialmente e publicar-se eus nomes
que quirer se uttlisar dos seus servias anouncie i' '
por cita olh para Mr procurado. j por te jornal.
ibeleci
-------- -_., r.m ..jV UUJ se acb
prvido de urna completa collecco de
ment dos^mesmos, para cujo fim se acha fi
medico S
8
8
KKUADOaUEIMiiDO N!A6
lira
follas f "qr* sm!im f0,1""""0 Pn"o 2W. 80s 3. sssmo. ..tu
l tS *3 -5f 35$' P*1*101 csaacadoa do panno preto do 16 at ttj, dilos 4o coaoi
ao cor a lo0,181 o 20J, paletots saceos do panno o cssemira do 80 al 14. diioa sarros sVo ol
V* S,! 4* ,, 6- obre d8 'P'-" merlD0 d 7 ". I5 prous do csoVasir. i
80 t 145, ditos ds cor de 7 at 10J, roupas para menino de todos os i.machos arsodo sort-
mento ds roupaa da brins como sejam calcas, paletots o colletas, sortimento do < Jlletos sraasi sW
mtim, cssemira o relludo de 40 a 9f, ditos para casamento a 50 e 6, pal iota brs seos do a*a-
seante a40e5|, calcas brancas mallo finas a 5|, o um grande sortimento do (axendasflnss o aas-
mrnaa, completo sortimento de casemiraa inglesas para homem, menino o oeobora srosla* o
Consultorio medico cirurgico
p~-K1]\BAl GLOUIV CJ1SA DO 13HD\0 -3
Consulta por ambos os syslemas.
Em consequencta da mudanza para a sua nova residencia, o proprietario deslo eotebolod-
ment acaba de fazer ama reforma completa em lodosos seus medicamentos.
O desejo que tem do quo os remedios do seu estabelecimento nao se confundan coa os do
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram o gozam ; o proprietario toas ssjsasass
s precaujo de inscrever o sea nome em todos os rtulos, deveodo ser considerados corno btnlea-
dos todos aquelles que forem a presenta do sem esta marca, o quando a peasoa que os mandar coas-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Momos* osa so-
pel marcado com o seu nome.
Outro sim : acaba de receber do Franca grande por?o do tinctora do acnito o belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propiedades sao to conhecidaa quo os mesaos Srs
mdicos allopathas empregam-as constantemonto.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em tincturas costars a 1 o vidro.
O proprietario deste estabelecimento annoncia a aous clientes o amigos que tesa eosBsMsJeo)
lufficieotes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que prec.m do alaroas,
oporacao, affiancando que sero tratados com todo o disrolo o promptido, como sa fresa tooV
aquellas que i_ tem tido escravos na casa do annunciante.
A situarao magnifica da casa, a commodidade dos banhos salgados sao outras 'estas vanta-
gans para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizorem fallar com o annuncianta devem procura-lo do manha ale 11 berso
l de tarde das 5 em sisante, a fora destas horas aeharo em casa pessoa com quem ae podoro m-
ender raa da Gla n. 3 casa do fundo do Dr. Lobo Mostoso. p "^
3Rua estreita do Rosario3
V Francisco Pinto Ozono continua a coi- f
0 locar dentes artiflciaes tanto por meio de C
sai molas como pela presso do ar, nao re- 0
# cebo paga alguma sem que as obras nao Q
9 fiquem a rontade de seus donos, tem pos CJ
9 outras preparando as mais acreditadas %
9 para conservaco da bocea.- @
a > c a b
Approvado e autorisado porquasi todos
os governos, experimentado em di-
versos hospilaes de Pariz, e pormoi-
tos mdicos os mais recommenda-
veis desta capital.
VERB.lD.EIRO MROI'E
Depurativo, refrigerativo do sangue e
dos humores,
ID(D IDUS s9M0B7llM P&WttH'J)*
prolessor e membro da academia
de medicina de Florenca.
O systema que publico o nico "para curar
qutsi todas e qusesquer molestias, assim como
pela prompla e radical cara que resulla.
E' til para purificara massa do sangne e dar-
lhe urna livre circut*;o, corrigir os humores,
eipellir a corrupto, os cidos, as bilis, as mate-
rias corrompidas, glutinosas, rsnhosss, origem
de todas as molestias.
As pessoaa que Qzerem uso deste xsrope pode-
ro instantneamente apreciar sua utiltdade,
conservando-se sempre em um estado do saude
O mais floretente e o mais perfeito.
NICA AGENCIA
119 Ra d-j Parto 119
Rio de Janeiro.
E EM PERNAMBUCO
Na pharmecia do Sr. Jos Alexandre
llibeiro ra do Queimado n. 15.
Especial hOnteoimMilco
Pateo da Matriz de S. Autonio n. 2.
Roste consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora hastade,
ah sempre grande sortimento dos verdaderos medicamenlcs homeopathicos, preparados en Pa-
rts (as tinturas) por Catellan e Water, og mais acreditados pharmaceutieos do universo como
preparadores de remedios de homeopalhia.
O proprietario deste consultorio no pretenda, todava, qua sejaa os seus mediraasensos
infallivets, porque nada ha infallivel ero fados humanos; nem to pouco superiores tos qoe por
ihi sa preconisara, porque ceno que o que nos fazemos, outro o pJe egualnente fazer o boas
seno melbor. Mas afianca qua nella nao ha traficancia, e que o servico da.'preparseao como per
alie mesmo proprietario, quo nao tendo grandes commercio de carteiras, acha-se sorficsorDie para
tatisfazer s necassidades daquella prepara;o.
Reste consultorio acharo-se venda elementos da homeopalhia, aeommodados irnolligria
de qualquer pessoa ; assim como presta-se gratuitamente o seu proprietario, com sena estoicos
medicamentos, todas as pessoas necessitadas, sem disiincgo alguma, qua o procuren, pora
quo o seu maior prazer ser til i humanidade soffredora.
iostrumentoa indispensavel ao
operador.
Deitar olhos artiflciaes ; para o que
_ se acha prevenido de pejas e instrumen-
ta tos necessarios.
Por meio de experiencias pticas Indi- _
B cara ac doentes qnal o grao do vidro que f|
I os oculos devem ter para quo sua vista fi- Jo
I que bem acommodada, e jmsis so fs- i
ligue qusndo estver applicado ao tra- |
MSKSM SH9HIH9ISS9ieeN 9SI
Carvalho gueir
sacam sobre Lisboa, Porto e
Iiha de S. Miguel; ua ra do
Vigario d. 9, primeiro andar.
Menino fgido.
Ansentou-se no dia 24 do corrente, da compa-
nhia do abaixo assignado, um menino forro, ida-
de 12 annos, psrdo, e chama-sa Francisco ; le-
voh vestido ama camisa de algodo branco, lis-
tado de azul, caiga da mesma fazenda, porm
toda azule chapeo de palha bastante velho ; ro-
ga-se as aatoridades policiaes a apprehn;o do
mesmo, o que o levem a ruada Palman. 27:
como tambem protesta o mesmo abaixo assigna-
do have-lo do poder de alguem que o tenba ho-
misiado, visto que tem de dar conta delle a pes-
soa de quem o recebeu.
Padre L. A. Loyols.
Ao publico.
Urna pessoa qae se acha ha muitos annos ha-
bilitada nos negocios judiciaes se offerece a to-
mar conta de qualquer appellacse vindo de fora
ou mesmo desta praca e de qualquer questo qoe
se haja de propor de novo e lhe dar o devido
andamento com todo o xelo e actlvidade lado por
preco commodo : quem se quizer utilisar de seo
offerecimeoto dirija-so a raa do Queimado o. 9,
escriptorio do lllm. Sr. Dr. Cssteilo Branco n.
61, das 10 horas do dia s 3 da tarde.
ROUPA FSH5 A
12
aquim F. dos Santos
40Ra do Queimado40
Defroute do becco da Cougregaco letreiro verde.
Resto estabelecimento ha sempre nm sortimento completo de rosos taita te
todas as qualidades o tambem ao manda execotar por medida 4 vonlado loa trege-
le para o qoe tem am doa melborea profaaaorea.
Cataeaa oe panno pro lo a Of,
85| e 309000
Sobrecssacosde dito dito a 359 o 30$000
Paletots ds panno preto a de co-
rea a 359, 809, 259.109,189 o SOjOOO
Ditos de casemira do corea a 29,
15f, 129.79 o 99000
Ditoa de alpaca preta golla da
velludo francezaa a 10JOOO
Ditoa de merino setim protos o
do corsa a 91 a 82000
Ditos da alpaca da corea a 59 o 88500
Ditos de alpaca preta a 99,79,59* 8f500
Ditoa de brim do corsa a 5f,
49500, 49 a 39500
Ditos do bramante dalinho bran-
co a 69, U e 4*000
Ditoa de marin da cordio preto
a 159 8000
Caigas de casemira preta oda co-
res a 119. 109. 5- 79 65(100
Dltaa de princesa o merino da
cordo preto a 59, 69500 o 4*500
Dltaa da brim branco o do coros a
59. 49500 o I5-5OO
Calesa do ganga do coras a *000
Collete do vellido preto o do co-
rea lisos a bordadoa a 129,99 o 8*000
Ditos da casemira preta a do co-
res liaoa o bordadoa a 6a,
5*500,59 8J500
Ditos da setim preto 5|
Ditos ds seda e setim branco a f o tq
Ditoa do gorguro de seda prevea
e do corea a 79, 69, 49 o &j
Ditos de brim o fuato branco a
3g500,1*500 o
Seroulae do brim da lioho a 2f o 2j
Ditaa do algodio a 1*600 o i j
Camisas do peito defusto branco
o do corea a t*400 o 23
Ditas de paito da lmho a 59, 49 o
Ditas do madapolo brancas o o
coras a 89.1*500,1* a ]j
Chapaos pretoa do massa franoosa
forma da ultima moda a 101
^ 8|500 o "*' 7j
Ditos do feltro a 6*. 59, t* a H
Ditoa do aol do aoda inglesas
franceses a 141,119. llf o 7*Ot
lolanohoa ds linoo mullo fleas
novosfoitioa da ultima moda a
Ditoa do algodo
Reosnos do ouro patelo O hori-
sootal a lOuf. 909. 80| s 70f009
Ditos do prsta galvanisados pa-
tente a horitontaea a 409 o WfDOB
Obras do oaro, ederoc.ee o meios
sdsrecos, pulcairss, rosetas o
aneia a s
Toalhaa de linho dixia lOf, 6* a
Ditas granjeo para rnooo urna 3* o
MUTILADO


DIARIO 0* IkflAMUGO, 4 QU1NT4 RIBA 81 DE JULHO DB 1881.
5

i

r4

>

i

Aviso.
O baixo assignado morador na cidade do Rio
Formoso, j teodo avisado e prottitado por tale
jornal de 11,12 13 de jucho de 1860 a todoa e
ootra todoa, que ta diiem illegalraente seoho-
rea de urna legua e meia de Ierra, qe por jee-
toa e ralioaos tiluloa perleoce ao abaixo assig-
nado, de dovo te aprsente scieotiGcaoJo a lo-
dst em geral, e a cada um de per li, que o abai-
xo asaignado o legitimo seorior e poaauidor por
justo e bom titulo da dita legua e meia de trra
oa freguezia d'Agua-Prets, a qual comega do lu-
gar denominadoCaxoeira aeccaoa ribeira do
rio Loa.seguiodo pela ribeira do riachoPiran-
gi grande cima. Declara para coohecimeoto de
todos que dita legua e meia de Ierra demarca
pele norte com o rio Uoapalo poenta com o
riachoPirangi grandepelo iul com trras do
Catende a pelo mcente com terna do engenho
Japaranduba e outraaiamaria annexo: que ua l-
legitimos posseiroa foram chamados a concillac,ao
para entregarem a propriedade do abaiio assig-
nado e aaberem que a o meamo abaixo asaigna-
do o legitimo aeuhor e possuidor da referida
legua e meia de trra, que j (oi competente-
mente registrada, e a qaal houve por aiamaria de
1782, qe Ihe foi traspassida s cedida por com-
pra aoa legtimos sismeiroa : pelo que oa illegaes
posieiros logo que foram chamados a coocilia-
gao abandonaram as obras, que em algumas par-
tea do dito terreno eatavam fazendo.
eproyeilaodo a occasio declara maia que
tambera aenbor e legitimo posaaidor da urna
legua de trra em quadro, que foi concedida por
S. M. FiJelissima em data de sismara a Joio
Leandro Soarea de Araujo e sua muiher D. Lou-
reoi;a Isabel da Visilagao, j fallecidos, e por es-
tes Tendida ao Qaado vigario de Uaa Vicente
Ferreira de Mello e Silva, e pelos berdeiros des-
te, instituidos no respectivo testamento solemne,
oi vendida ao abaixo aasignado, como ludo cons-
ta do testamento a eacripluraa existentes, em a
qual esto indetidamente edificados o eogenho
Soma e mais dous da mesma freguexia de Agua\|
Preta, aendo que desta legua de Ierra em qua-
dro s foi vendida urna quarta parte no aitio do
riachoCitembrefaxeudo piio no dito aitio e
paaasgom do rio Pirangi. E para que ninguem
se chame ao engao em lempo algim ainda pelo
presente se protesta contra quaesquer outroa,
que, por ae apossarcm de terraa alheias, esto
lageitos 88 penas doa crines, que ae descrevem
no Ululo 3 cap. 1 e 2 da parte 3* do cod. penal;
sendo que por motivos de molestia o abaixo as-
signado tem deixado de fazer eflectivo seua di-
reitoa, o que far logo que cesssm la es motivos.
Rio Formoso 15 de julho de 1832.
Antonio Gomea de Macedo.
O Tereco-se ima ama de
Raogel n. 67.
le te- na ra do
ti otapras.
Para luto.
Fumoi de seda elsticos para chapeos largoa e
eatreitoa a lj500
oa loja da boa f.
na raa do Queimado n. 22,
Algodo de 2 larguras.
Comprase um preto oa preta que teja
perfeito coaioheiro : na ra Pire, o. 17. Veod-se superior algodo moosro com 2 lar-
Compram-se diarios para embrulho : ia Ruras, proprio para leocnea e toalbas de mesa a
roa larga do Roiarlo os. 17 e 19._______700 rs. a Tara : oa ra do Quaimado n. 22, oa
2q an_ bem conhecida loja da boa t.
do ser-
A 2,400 rs. a duzia.
Compra-se urna mucambt de 18 a
nos, que seja de bom natural e enteoda
i?o domestico: oa rus do Pilar o. 143, prime-
-----------------___________________________________y Langos brancoa Bnoe para algibeira pelo diml-
Cumpra-ae a collecgao completa dos perio- natovrego de2#400 rs. a dalia : oa bem conhe-
dicos Imprensa, Liberal ternambucmno e Com- cida loja da boa f, na ra do Quaimado o. 22
titucional e do Diario do Recife de abril a ee-
tembro do aano prximo fiado : qaem tiver an
tiuocie.
Compra-se urna eicrava que seja perfaita
engommadeira e coatureira de boa conducta :
na ra da Cadeia do Recife o. 35.
Compram-se acgea do novo banco de Per
nambuco : no eacriplorio de Manoel Ignacio de
Oliveira Filho, Urg do Corpo Santo n. 19.
Compram ae dona escravoa de boa conduc-
ta, sendo um perfeilo official de carpina e o ou-
tro de ferreiro: a tratar no grande srmazem de
ferrageos e tniadezas na rui do Queimado n. 49.
Compra-se um papagaio que seja bastante
tallador: oa theaouraria daa loteras, ra do Cres-
po n. 15.
Compra-se urna caaa terrea que leona dous
quartoa. com quintal e cacimba, sendo na Boa-
Vista, em boa ra : quema tiverannuncie.
endaft.
Novo relratisla;
Ra do Crespo n. 18, primeiro andar, tiram-
se retratoa pelo systema daguerreolypo por m-
dicos pregos ; vo-ae tirar retratos de pessois
monas deolro e fora da cidade.
Alugau-se as casaa lerreas o. 105 da ra
de Santa Rita e o. 27 da ra dos Burgos, e o 1*
andar da caai n. 193, na ra Imperial : a tratar
oa ra da Aurora n. 36.
Aluga-se o 3o e 4* andar da ra do Cauugo
o. 16, e o sitio da Ponte de Uchoa dafronte d-
cea: a tratar ua botica junio ao quartel de Po
licia.
Casa para alugar.
Alegase urna excellentecaaa de um andar, no
MonUiro : a tratar ni ra da Cruz n. 57.
A quem convier.
O abaixo aasigoado avisa ao respeitavel publi-
co que ninguam faca negocio algum com a parte
do sobrado sito oa ra do R cendo a Sra. D. Haria Francisca da Conceigio,
visto que se acha hypotbecado e vencido desde o
dia 27 do correte mez e anno.
G. II. Chapmao.
45 -Ba llireita45
A epidemia declina seosivelmente, e o sea
complato deaappaiecimento est prximo! O
proprietario desle bem sortido estabelecimento
convida oa seus numerosos freguezes a substituir
o calcado velho, que todo est cholerico, ponoo-
vo, e que possa resistir s mil schotis e mazzur-
caa que vo ser dansadaa em louvor do realabe-
lecimento da saude publica. Os presos con-
vidan: :
IIOMENS.
Botinas afamadaa Milis. ; : 12$000
noo-plua-ellra Naotes......... 12$000
Naoles 2 bateras.............. 11{000
lustre.................... 103000
>
>
>

>
Cambraias de cores
Vendem-ie cambraiaa fraocezaa de corea fa-
zenda multo fina pelo baraliasimo prego de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f oa rea do
Queimado o. 22.
Superior brim branco de
linho
Vende-seauperior brim braoco de linho tran-
cado pelo baratissimo prego de 1&200, 1&440 e
l$600a Tara, dito muilo encornado de dota fios
e de linho puro a 2J a Tara : na ra do Queima-
do o. 22, oa bem coohecida loja da boa f.
Heos Casquines
A loja da boa f recebeu auperiores biaquioes
de muito lina cambraia a imilsgo da de linbo,
bordadoa e eofeitados com apurado gosto e os
vende pelo barato prego de 8$ cada um, tendo
sido sempre seu casto de 16$ e 209, apressem-se
poia em compra-loa oa mencionada loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Laazinbas muto finas
para vestidos.
Superiores laziohas para vestidos de muito
bonitos padresque se vendem pelo baratissimo
prego de 440 ra. o covado r na ra do Queima-
do d. 22, 00 loja da boa f.
Manguitos e gollas de
cambraia ricamentabordados
Vendem-ie manguitos e Rolin de auperior
cambraia ricamente bordadoa pelo insignificante
prego de 2J o par* de manguitoa com urna golla,
sando que st-mpre custaram f>5 cada par, assim
pofs recommeoda-se aos amigoa da santa eco-
noma que aproveitem a boa occasio, dirigi
do-se com dioheiro a loja da boa f oa ra do
Queimado n. 22.
Salvador Rodrigues da Silva vai ao Rio de
Janeiro. ___________
us curadores iiscaei da falleocia da Joaquim
Luiz dos Saolos Vltverde rogam a todos oa ae-
nnores credores de apresenlarem seus crditos
oestes oito dus, Da ra do Imperador d. 75, pri-
meiro aodar, alim de so proceder a classiflcagao
conforme determina o artigo 859 do cdigo do
ccmmercio.
Toda atenco.
Custodio Jos A'.ves Gaimares avisa ao res-
peitavel publico, principalmente a todos os seas
freguezes e amigos, que se mudo* da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, pare a bem conhecida e anliga loja
de miudezas que foi do fallecido J0S0 Ceg, hoje
ser conhecida pelogallo vigilaote, pede ao
respeitavel publico e aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito estabelecimento,
oode acbaro um grande sorlimento de miudezaa,
que aff.anga servir bem e vender por menos dez
ou vinte por cont, do aue em outra qualquer
parle.
Precisa-se de urna ama de le ta para criar
ama recemoascida : a tratar na ra da Aurora n.
80, 2* andar. ________________
t'recisa-se alugar urna escrava que saiba co-
xinhar, paga-se 309 mensaes agradaodo : oa rus
da Aurora o. SO, 2" andar.
Aluga-se urna grande casa com sitio oa es-
trada do Arraial, esquina do Paroaroerim : a tra-
tar oa ra do Amorim com Guimares & Aleofo-
rado.
O abaixo assignado tliesoureiro
das loteras, tundo de ir a Europa por
iateresse particular,aonde pouco se de-
morara', participa ao respeitavel publi-
co que der?.a na gerencia de seus nego-
cios tanto c'e loteras como particulares,
c sob suaxesponsabilidade, a seu irraao
e procurador Jos Rodrigues de Souza.
Recife 26 de julho de 1862.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
ioglezes de boioes.............. IOjOOO
ba ledo res....................... 9$5O0
d couro de porco....... 90O0
bezerro e lustre............... 93OOU
inglezea ps aelvagens......... 7500
taxiados braaileiroa............ 5J500
Sapatea non-plus-ultra................ 7OG0
3 baleras e meia.............. 6$500
> esmaga cobrs.................. 59500
> Nantes 2 bateras vaqueta..... 6$0O
> i> 2 bateras bezerro...... 5500
trabajadores.......... 5;(iU0
t brasileiros de 3J500 a.......... 2*000
Sapatos2 solas e salto.................. 530O0
> tranca portuguezes.......... 2$000
v > francezes...... 1^280
SENHORAS.
Botinas deogozas......... 5&500
> salto de bater......; 5^000
> pechincha de 4$500 a. 4g000
americanas 3g5U0 a 2;500
Sapatoa de salto (Jolv) | 3000
> aem elle (dem)...... 1$920
tapete:........ 800
d econorcicoa. :...... 590
> lustre 32 e 33....... 800
MENINOS E MENINAS.
Ha de ludo em relacao e uo ae dsixa sahii
dinbeiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
cordavo, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roquim. sola, courinhos etc., que ludo se troca
por dinheiro & tooIhi. An comprador.
Acaba de"1
N ruado Moodego, otaria n. 13, tem urna
escrava coiioheiri para alugar-ae, com a coodi-
to d nao ashir ra.
__ Sa ra do Mondego.caaa o. 15,se dir quem
-J:i 1 0005000 a juros sob bypolheca em alguma
casa terrea._______^_________________________
. i'recisa-se alugar duaa negrea que saibam
-vender na ra fructaa e horlalice ; na ra da
rz n. 56. ^^^__^^^__^^__^________
_ Rallar & Oliveira
Porto._________
aseara aobre a pra;a do
__ Empresta -se 1:3009 com hypolheca em pre-
dio neala cidade : ra Direila o. 82, primeiro an-
dar, al a* 9 da msnha. e depoia das 3 da tarde.
Olferece-se urna pesaos para coDrar divi-
das, lano no interior da provincia como para fo-
ra da mesma : as pessoasque precisar dirija se a
precia da Independencia o. 6 e 8, que se Ihe dir
quem ^^^_^^_^__________
Aluga-se a aala com duaa alcovaa Oo lar-
estro aodar da ra do Crespo o. 18, proprio para
solteiros : a tratar na raeama loja

dous mocni
O abaixo aaatguado declara ao publico e ao
commercio queapartou amigarelmente a socie-
dtdeque era Baitos & Costa, fleaodo o Batios
respooaavel por lodo activo e piieivo de hoje
em dianXe. Recife 30 de julho de 1862.Ma-
ooel Cosa Rabello Jnior.Bernardo Souza L.
JJastoe.____________________________
___ O abaixo assignado roga ao Si*.
Jos de Olireira Campos o favor de ilie
entregar os documentos qne em 30 de
abril de 1S61 Ihe coniou para cobrar,
dos quaes tem realisado a cobranca de
parte delles, e como at o pretente nao
tenha dado solucao alguma, adverte-se-
lhe que a polica Ihe l'ara' dar, se este
aviso nao ior sufficiente. Recife 30 de
julho de 1862.
Joao Pe reir Moutinho.
I ciiegar ao novo
arm&zem %
DK i
* Bastos & Reg*
Na roa Neva junto a Conceico
dos Militares n 47.
S Dm grande e variado aortlmenlo da |
8" rompas feitas, calcados efaxeodaat todos *
estes se vendem por precos muito modi- I
fleados como da sea. coatuma, assim co- S
M mo sejam sobrecaaaos de superiores pan- 8
l~ ooa a casacoa feitoa pelos ltimos figuri- &
fg nos a 269,28, 30J e a 35, paletots doa jK
X* mt-amos pannos preto a 16J, 18f. 20J a i
a 249, ditos de casemira de cor mesclado M
e da novos psdrdes a 149.169, 189, 209 2
e a 249, ditcs de catemir-a de cor mes- R
8 ciado e de novos pairos s 14$, 16$, I89, g
209 e 2 tS, ditos saceos das mesmaa ca- 8
l semiras de cores a 99, 109, 129 e a 14f, ffi
I ditos pretos pelo diminuto preco de 89, J
2 109 e 12$, ditos de sarja de aeda a so- 9
brecasacados a 12$, ditos da merino de 9
S cordo a 12?, ditos de merino chinez da I
8** apurado goato a 159, ditos de alpaca
preta a 7$, 69, 99 e 109, ditos saceos W;
0 pretos a 49, ditoa de palha da seda fa- X
H xenda muito superior a 48500, ditoa de 1
brim pardo e de fustao a 39500, 49 e a X
m 4950O, ditos de fustao branco a 49, gran- K
5 de quaniidada de calcas da caaemira pre- S
H ta e de corea a 79. 8?, 93 e a 10$, ditaa
8 pardos a 39 a a 49, ditaa de brim de co- j
res tiras a 2J500, 39, 3(500 a a 4$, ditaa 8
l de brim braceos Qnas a 4$500,59, 5$500 fi
I e a 69, ditaa de brim lona a 59 e a 69,
8 rolletes de gorguro preto a de cores a jK
59 e a 69. diioa de casemira de cor a pre- II
8 tos a 49500 e a 5$. ditoa de fustao braoco tf
e de brim a 39 e a 39500, ditoa da brim *
lona a 49, ditoa de merm para luto a 49
a a 49500, calcas de merino para luto a
49500 e a 59, capas de borracha a 99000.
Para meninos de tolos os tamanhoa : sal-
cas de caaemira preta a de cor a 5#, 69 e
7$. ditas ditaa de brim a 2$, 3$e a 3(500,
i palelota saceos de casemira pieta a 69 e
Sa 79 ditos de cor a 69 a a 79, di-
tos da alpaca a 39, aobrecaaacos de pao- m
fno preto a 129 e a 149. ditoa de alpaca
preta a 59, booata para menino da todas ff
as qualidades, esmiiss para meninos da O
todos os tamaoboa, meios ricos ve tidos 3
8 da cambraia feitoa para meninas de S 1 8
8 aonos com cinco abados lisos a 8$ e 3
a 129, diloada gorguro da cor a de 15a 2
a 59 e a 69. ditoa de brim a 39, ditos de *
cambraia ricamenteborbadoa para bapti-
aados a muitasoatraa fazeodas a roapas
feilas que deixam da ser mencionadas
pela sua grande qaantiJade ; aasim como
I reebe-se toda e qualquer encommenda
> de roapas para se mandar manufacturar
a que para este lie temos um complato
sortimento da fazeodaa de gosto a urna
grande oficina de alfaiata dirigida por um
hbil meatre qae pela sua prompdo a S
perfeico nada deixa a desejsr. S
E pechincha.
Va ra do Crespo^ loja de
4 partas n. 8,
vendem-sa corteade chitas largas escara?, de co-
ras fixae, de 10 covados,^ 29 o corte, cissas de
cores fixas, fazenda qae sempre se vendea pos
610 e 800 rs. a vara, a 210 o corado, e oatrar
muitii (azeodas por pre$o< biixoi que i i yiilJ.
Camisas inglezas baratis-
simas.
Vendem-se camisas inglezas cem aberturas a
punbos de linho a com pregas largas pelo bara-
to preco de 30$ a duiia, assim como outraa mu-
tas superiores a 409: oa ra do Queimado o. 22,
na loja da boa f.
Novidades da chaya, da
Arara,
Fazenda com avaria da chuva para os
freguezes da Arara,
RA. DA IMPERATRIZ N. 56.
Veode-ae cortes de cassa de babados a 19600,
2-;000, e 29500 o corte, pesaas de cambraias de
salpiquinhoscom 8 \\t varas a 2c50O, lencos
brancos linos a 200 cada um, ditos de corea a
80 rs., ditos para rap a 120, e 160 ra. rs. cada
um ; oa raa da Imperatiiz, loja e armazem da
Arar, n. 56. ______
Fazendas sem deleito, da Arara.
Vende-se cortea de chita finaa com 12 l|2co-
Tados a 25500, ditoa de casaa de cores a 29500,
ditos preta a 29500, chalea de merino estampados
a 29500, golinhas para senhoras a 500 rs., man-
guitos e golas de linbo a 2JO0O ; ne ra da lra-
peratriz, loja da Arara, n. 56.
Veade-se babadio com listras de seda.ftzeoda
muito nova para veatldo a 500 ra. o covado, dita
com palmas soltaa de aeda, de largura de 4 1|2
palmos a 640 rs. o covado, MBZioba para vestido
a 320 rs. o covado, ditas muito Qnas a 500 e 640
rs. o covado ; oa ra da Imperatriz, loja da A-
rara, o. 56.
Isperanea
Loja de miudezas ra do Quei-
mado numero 33 A,
Costureiros.
Agulhaa Victoria papel a 120 rs.
Liohas de200 jardea de todos oa nmeros a 80 rs.
Cascarrllha a peca 29.
Ditaa muito boa Tara a 400 n.
TraDC,a de linho para todo prego.
Franja de seda, de linho, de algodo muito ba-
rato.
Ketrox, loha de novelo etc.
Meias.
Um compiti sorlimento sendo de cores para
meninos a 240 ra.
Ditas brancas a 200 rs. '
Ditas para saohora a 210, 300 e 400 rf.
Ditas para homem a 59 e 6$.
Ditaa tretas para senhora a 400 e 860 rf.
Grvalas
com bollo a 1g
De corea muito boaa para homem a 19.
Para meninos estreitiohasa 800 rs.
Pulceiras
de coolas miadiohaal9.
De cabello a 49.
De phantasia de dito ete. a 500 rs.
Botoes.
Para caasca e para calc^ a groza 320 rs.
Para camisa muito fios groza 19100.
Grandes para roupao groza 196U0.
Pequeoioos para criaoga 19400.
Alamares.
Para capote a duzia por 800 rs.
Colxetes.
De fio batido especial duzia 720 rs.
De cartao 14 parea a duzia 500 ra.
Em caixa pretos a duzia 800 rs.
Brincos.
A balo brancos, encarnados, azues e dourados o
par por 19.
liozetinhas com pedras que parece diamaote o
par 19.
Penas e caetas.
De todas aa qualidades especialmente de caligra-
phia e de laoca.
Canetaa para aprender escrever pelo sretema de
Sculy urna por 500 rs.
Papel.
Almaco pantado 500 fulhas6$.
Dito dito 420 ditas 49500.
Dito dito 420 ditas 4$.
Dito liso 39200.
Dito de peso azul e branco 4$500.
Dito azul liio2$500.
Dito pequeo tarjado 19500.
Dito peaueno de cores 1J200 e 1J500.
Dito tarjado de preto 1&500.
Ecvelope etnto 1$.
Obreias de colas 100, 120 e 300 r.
Pentes de tai taruga.
A imperatriz 89 e 10; o que se vendea por 10;
e 209OOO.
Direiid para atar cabello a 4J.
A imiticao por I9.
De atripia para meninos a 800 e 19*
Tartaruga para alizar 3$.
De bfalo para suiqa e cabello 400 rs.
Pentes de borracha pequeos para Irtztr por ca-
aa muito bous a 320 rs.
E infinidade de arligos oovamente chegados
loja Esperanca ra do Queimado o. 33 A.
Injec<#o B row
Remedio infallivel contra as agnor-
pheas antigs e recentes, nico deposito
na botica franceza, ra da Cruz n. 22,
rreco 8f.
Attenijao o Vigilante
Que acaba de receber os liodos collares com
caracolslnhos de marfim ioteirameotc cousa oovs,
propriameote para pesclo, que so vende celo
baratissimo prego de lOOOa3;0G0, nao haver
pessoa alguma qae deixe de comprar cousa tao
elegaote; tanto para senhoras como par* enanca:
A oo (jalo Vigilante, ra do Crespo n. 7.
s
500
60
20
40
2$ 00
12(1
tu
REMEDIO INCOMPmVFL
UNGENTO liOLLOWAT
Milhares de individuos da todas as n; :
podan lestemunhar as virtudes desi iucomparaveleprovaiamcasc nacassario,e,
pelo uso que dalla) tzersm tem isurc,,
embrosiateirameoteaaosdepoisdebaaaw _.
pregadotoutilinente outrostralamento. faia
pessoa poder-sa-hacoaveocer litstanxrn zo
rsvilhosas pela eitura -los peridicos, que aVa_
ralatam todos os das ba mu tos bjsjsjbjsj ; a a
maior parte dallas sao tao sor tiwisj ,
admiram os madicos mais celebres, (jiaut
passoasrecobraraa com este soberano Maaa*all
o uso de seus bracos e peroas, depois ac.-f
permanecido longo lempo ovs bMfiHal.i sjsj
ieviam sofrer a amputa^ao I Dalias ka isau-
Msque'uvandodeixadoesses. asyles depaua-
'.imantos, parase aao sukmet r= a ei-
ra^o dolorosa fo ra as .:u ratas cornil : j
mediante o uso desseprecioso raiaedio. _
gumas das taas pessoa na enfusio de s* race-'
nhecimento declararas B;;-?-e5u!t.!. s b<
ote do lord corre^e.lor 0 otitr,
* B)%S_|_>rBJ sjSJalII \
Miague desesperara doasiado d- sa.
.-Jli e
tivessebastauteconfiar-rp para encinar #=# -
medio constanteraeoleseguindo alunm kn 1
tratamenlo que nece'stzsse a oaiure^a do a...!.
eujo resultado seria provrincorj!-;s3vg.'r- (
Que ludo cura.
O ungento be all, main un
lamiente nos KtKuiairocftM*.
80
00
20l
893OO
33200
80!
Ilnfiaa
s-> da
mairis
sem secundo.
Na ruado Queimado^! 55 loja da miudeza. TZSJZ*"* <
de Jos de AzeTodo Maia e Silva, est vendando 1'
todas as miudezas barstissimaa, a saber :
Frascos grandes com superior opiata a
Carrileis de lioba de cores com 200 jar-
das a
Ditoa de relroz de cores, menos preto a
Ciiis com isess para acceoder charutos
Duzias de meias creas muilo superior a
Novellos de lioba muito grandes e su-
perior a 40, 60 e
Ditoa de corea, a melhor qae ha a
l'hosplioros em caixas de folha, a a cai-
xa Tal o dioheiro, a
Carles de linha com 200 jardas, a me-
lhor que ha
Ditos, ditos brancos e de cores com 50
jardas a
Duzia de facaa e garios cabo preto, finas
Dita de ditas cabo branco a
Tbesouras graodes de 6 polegadas a 40 e
Saceos para escrotos com siola de bor-
racha a
Tioteiros de Tidro com superior tinta a
Ditos de barro com superior tinta a
lateos com grampos lisos e de caracol a
Duzia de pbosphoros de Talla a
Pares de meiaa de cores para meninos a
Groza de peonas d'aco superior a
Areia preta para botar na escrita a libra
Colxetes era cartoes, com duas ordena e
quatro pares gran les a
Baralhoa de cartas fraoceas a
Ditos portuguezes finos.
Tbssouras pequeas, potm de superior
qualidade a
Colxetes francezee em caixa a
Duzia de meias alvas, para homem a
Dita de sabonetes liaos a
SaboDetes graode e superior a
Tramoia do Porto muito superior a vara
120 e
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de cabera.-
das costas,
dos mawbros.
320 Enfermidades da
em geral.
cus
100:
40
Ditas d
a anus.
2o Erupc,oes escorbticas.
|*j'Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frietras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
nammacao do figado.
ba:. a
I-da
I Lepra.
Males das ramas.
dos paite*.
de o I.':' 5.
Mordeduras e_ r
Picadura de aaM.
Pnlrroe.
Queimadelas,
Sarua.
Supurares pajil
100
80
210
160
5.
I
200
40
13600
00
120
160
210
Tir.ha, ea
parle qua se].
Tremor it ervos.
Ulceras na boro
do fijado.
das aitioiLv
> bt das
loteadas -
as pernas.
Vende-se asta un?nen;o ro e*;>l-W t-nsa
geral de Londres o. 244, cSliand, na ^j
de todos os boticarios droguista e entras
N M
soas ancarregadas de sua venda ere
Amrica do sul, Havanae Restar,!:.
Yende-se a S00 rs., cada bocetoiia 1
Chitas da Arara e cassas.
Veode-se chitas a 160.180 e 200 rs. o covado.
ditas fraocezaa a 220, 240 e 280 ra. o covado,
cissas a turca a 280 re. o covado, cassas fraoce-
zas a 280 e 300 rs. o cavado, ditas orgaodio a
S20 ra. o covado ; oa ra da Imperatriz, loja e
armazem da Arara, o. 56.
Arara vende fustao.
Veode-se fustao de corea para vestido a
280 e
320 rs. o covado, lencos de seda escaros para
rap a 1$600, pessas de cambraiaa lises a IgGOO,
2$0G0, 2t300 e 3;U00, masaos de palitos fios para
denles a 200 rs.; oa ra da Imperatriz, loja da
Arara, n. 56.
Na ra da Imperatriz nu-
mero 20.
Vende se o seguiute.
ramaote com 10 pilmos de largura a 1&500,
14cainhos escaros de cor fixa a 160 rs., cassas
dPcorea a 280 o 320 rs., oleados para cobrir
mesas a 2g, indiaoas muito hoas a lg, chitas a
169, 200, 210,280 e 320 rs., cambraias de sal-
pico s de cores e braocas a 400 rs., cob*rtorea
eos e escuros a 1;200, 19500 e 2, paooos
pretos e de cores a 2, 2$100 e 3c, cam-
s para cortinados a 2c a pega, ditas lisaa a
'C. 4 e 5c, tapetes muito finos a 6c e 7$,
, peos de seda e de castor muito fios e do al-
ujo gosto de l'ans a t?9 e y#, diloa de leiuu n-
> copa alta a 58, casemiras para forro de carros
I96OG, corles de dita muito fina para cobras a
pecaa de eotremtios a le, e finalmente ma-
. 'Ices, algodoes, brioa, bretanhas e outras
quites fazendaa que o dono de estabelecimento
eat reaolvido a vender muito barato afim de
apurar dinheiro, daoJo-se aa competentes amos-
tras com penhor.
Pares de botoes pira punhos a
Alm destaa miudezas lem muila mais que se faz
preciso vender e nao engeilar dioheiro, assim
como sejam : labyrintos para todo o preco, areia uma instruc^ao em portucuaz ran exiitca: *
preta a 100 ra., porm quem quizer comprar em modo de fazer uso deste HbJMMS).
arroba venda-ae por 23, baratissimo mesmo Q d f do Sf_ Sj
para quem nao precisa. I. _
-farmacutico, na ra de Cruz n. 2*, *st
oernambuco.
Madapolao da Arara.
Veade-se peisas de madapolao infestado a 3$,
ditas de 24 jardas a A$i:M, 4$6O0, JOOO, 5^500
e 65O, cobertores de algodo a 1^000, ditos de
pello a 1^500, roupa feita, palitos de panno pre-
to a 6*500 e 83000, caiga preta de casimira a
<:O e 59500, seroulas de linbo a 19600 e 29000,
camlaaa francezaa a I96OO e?c0OO.; na raa da
Imperatriz, leja da Arara, n. 56.
Vende-se milbo americano em saccaa de
110 libras, por 39: na ra do Amorim armazem
de Guimares & Alcoorado.
Funileiro e vidraeeiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Ru&Direita31.
Neeta rico a bem montado estabelecimento an-
cootrarooafreguezeae maia perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHE1ROS da todos ea tamaoboa.
6EMICUP1AS dem dem.
BALDES idem idem.
acias idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixaa de todaa as grossuraa.
"RATOS imitando em perfeigo a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CAND1EIR0S e (landres para qual-
quer sortimento.
VIDROS em caixas a a retalho da todos os ta-
maDdaado-ae maohoa, botar dentro da cidade,
am toda a parte.
Recebem-se eocommeodas de qualquer natu-
reza, concerlos, qua tudo ser desampenhade a
contento.
FAZENDAS BARATAS
Ra da Cadeia n, 40
loja de fazendas
DE
Mar linho Borges.
O proprietario deste grande eslabelecimeoto
est resolvido a vender barato um lindo e varia-
do sorlimento de fazeodas taes como :
Vestidos de seda de 309 a"........ 503000
Casaveques de cambraia de 5c .... 15$000
Manteletes de dita de 5$ .......... IO9OOO
Manguitos bordadoa .............. 2J000
Cassas, o covado de 320 .......... $600
Chitas fraocezas o covado de 240 9300
Sobrecasacoade panno fino de 229 25;O00
Palitos de dito de I69 ..... ....... 20*000
Ditoa saceos de 129 i.............. 15$000
precos Pites quaem parle alguma se eocootraro
ctteodeodo-se 6 auperior qualidade das azcda,
Fazeodas baratas
NA
Lojadopavo,
Cambraia organdj' a 280 rs.
Vende-se cambraia organdys de corea com mo-
CerDissimoa padides a 280 o covado, e cassas
fraocezas muito linas a 240, 80 e 300 ra. o co-
vado : s db loja do pavao, ra da Imperatriz
numero 60.
Chitas largas a 200 rs.
Veodem-se chitas largas a 200 rs. o cosado por
ter um pequeo toque de mofo ; na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do pavac.
Alpakina 280.
Vende-se esta nova fazeoda de linho a imi'.ac.ao
de aedaa da quadriotioa miudiohoa propria para
vestido de seoliora, roupaa csra meninos, aeodo
fazenda que nao desbota, a 80 o covadu : oa ra
da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Bramante a 10$.
Yeodem-se pegas de bramante de linha de
urna a largura com 27 varas a 109 a peca, lam-
pera se vende 1|2 peca cora 13 Ii2 varas por be ;
na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Carnauba
Veode-ae a mais superior aera de caroaaba que
ha oo mercado ; na ra da Imperatriz o. 60, loja
do pavio.
Cambraias lisas a
Vendem-se pegas de cambraia lisa muito fin*
com 8 1|2 varas a 3} a pega : na ra da Impera-
triz o. 60, loja do iviu.
Paletots a 6$.
Vendem-ae paletots de panno preto fino e cor
de caf a (ij : na ra da Imperatriz o. 60, loja do
pavao.
Chitas escuras a 240.
Vendem-se chitas francezas escuras a 240 o co-
vado : na roa da Imoeratrit n. 60. loja do pavao.
Chales baratos.
Vendem ae chalea de marin de corea aendo
muito grandes a 39 : na ra da Imperatriz n. 60,
loja do pavo.
Veode-se um sobradiobo novo na cidade
de Olinda aito oa ra das Maoguelras ao p da
biea de S. Pedro, excelleote para p'ssar a lala,
tem casa de morada, cocheira, estribara, cacim-
ba, baoheiro, planta de capim, todo murado : a
tratar na mesma casa com o doao oo no Ricife
na ra do Livramanto n. 4.
Veode-se um oom escravo pardo, official de
alfaiale : quem pretender, duiji.-se a ra do Lo-
toTello n. 8.
350,000 rs;
Acha-se exposlo venda um formidavel caval-
lo possanie, de cor rodado, com raras proporco s
para carro ou cabriole!, pelo prego cima indica-
do : quem o preferir, dirija -so para ver 5 cochei-
ra do Sr. Thomsz, sita na travessa da ra do Sol
n. 20, e a tratar com aeu dono na ra do Passeio
o. 3, das 7 horas da manhaa por diante.
Bordados baratos.
Vendem ae gollinhas de cambraia e de fil bor-
dadas a 500 rs., manguitos a 19 o par, manguitoa
com golla bordada de cambraia a 1$600, e liraa
bordadas e entremeios ; na ra da Imperatriz n.
60, loja do pavao.
70,000.
Veode-se por 709 os seguiotes objectos tudo
em bom estado um (ardo para guarda oaciooal
(cagadores), banda fina, borrutioa, adragooaa [al-
feresj, fiel para espada, por este prego para quem
precisa aproveilar-se: na ra Nova n. 8.
Chumbo! chumbo!
Veode-se chumbo de manicio sortido e de
diversos nmeros, a retalho ou em porgos por
prego maia barato que em outra parle : ra lar-
ga do Rosario n. 31, botica.
Sebo do Porto
em caixas de una arroba ; oa
ruadoVigario u. 9, primeiro
tndtr.
Ruado Imperador n. 15.
O proprietario deste estabeheimento que c ly-
pographia e encadernaqao, scientifica tos eeus
freguezes que abre as 9 horas da manb* a fecha
as 4 da tarde, ate annuncio : assim como que
contina a ter venda carlaa de Af>C, taboadas,
catheciamos, economa da vida humsoa, carti-
llas, traslados, tsoto avulsos como em collec-
ges, Simflo de Nautus, pautas, cartas de enter-
ro e para ofTicios, compendio doloroso, manual
da .salsea e da coofissao,augmentado com a Dove-
na da Conceigao, conforme usam oa reverendos
carmelitas, novena, cilicio, salve, e versos de N.
S. do-'Jarmo, e tambem a exposigo sobre o es-
coputario, o livro religioso, contendo mullas e
divercas devogci, apudautas, procursgoea bas-
taoteae especisea, caminho do co, registos de
mullas e difTereotes imagena, bilhejes diversos
para botica, e tambera em branco para nehea es-
crever-ae o que se quer, rituaes de Paulo V,
manual da missa por Koquet, diccionarios fran-
cezee e de lioquet, ditos de Fooseca, e outras
muilss-cousas que na occasio se mostrar.
Vende-se as casas terreas n. 19 na
ra do Rosario da Boa-Vista, n- 19 na
tuade Santa Rita, ns. 14 e 16 na ua
nova de Santa Rita, en, 18 no becco do
Arial as Cinco Pontas, sendo esta rreia-
agua, podera' quem as quizer comprar
dirigir-se a ra da Cruz do Recife se-
gundo andar da casa n. 45, das G ho-
ras da manliaa as 9, e das 5 horas da
tarde em diante, sendo a entrada da
casa pelo becco das Crioulas.
Liquidacio
de fazendas, na ra do Cres-
po loja rj. 14.
Cbeguem s pechinchat antes que se
acabem.
Corles de vestidos de barege rom babados a 49,
ditoa de aeda com babados de quadros a 89, ditos
de grosdenaplea de cores com tres babados coro
pequeo loque a 20#, ditos pretos com babados a
129, merino de superior qualidade, proprioa para
montara de aeohora a 2| o covado, meiio setim
preto azul e verde a 600 rs. o covado,-grosdena-
ples d ceras a 300 rs. o covado com loque de
mofo, ditos Uvradu a 500 rs. o covado, bombazi
db azuljrxa e verde escura eofestada a 800 rs. o
covado, lengoa de garga de seda com franja a 500
rs., polainas de brim de linho muilo lino para
militar a 500 rs. o par, cassveques de cambraia
de salpicse de fil preto a 1;500, toalhasde li-
nho adamascada para mesa a jUOU, guardanapos
de linho grandes de superior qualidade que se
vende por 12$, a 89, mantas para cavallo a lg ca-
da uma, riquiaaimos tapetes avelludados para
piano que ae vende por '25$ a 12>, vestuario de
fustao branco e de cor para crianga a l50 .? 2c,
pautla do brim pardo a 2$500, ditos brancos a
35, ditos de alpaca de cor e merino selim a -f/,
chales de croch a 4$, ditos de seda preta supe-
SYSTEMA MEDICO MODULO Vial
PILULASIIOLLWOTA.
Este ioeslimavel especifico, corapoMo int- -?-
mente de hervas medicinaos, nao conteos n^.f li-
rio era alguma outra substancia dei-.ctxiia. Bei
nigno mais lenra infancia, e a coa)idii_
delicada, igualmente promito a segur,
desaneigar o mal na corapleigao mais r> %
enteiramenle innocente em nal oieraeoeae *:
kitos; pois busca e remove ss deesas le
quer especie e grao por mais amigas a w-...s. .*
que sejam.
Entre milhares de pessoas,curadas nm
remedio, muitas que j estavm -s p< I 1
morte, preservando em sen no eos*
recobrar a saude e foro,"*, depois de ssvesjr Isataa-
do intilmente todos os outros reovdics
As mais afilelas nao detem entre-^ar-sc a Jes
esperado; fagam um comi-tieote aM
efficazes effeitos desta assomlrosa mrtin-
prestes recuperarao o Lenefirio da saude
Nao se perca lempo em tomar est* rt
Aara qualquer das eeapriBtes eesferi
epilpticos.

Febreto da espe.:e.
Gotta.
ilemorrheidas,
Hyiiropesia.
Ictericia.
Indisjestes.
Infla mma^oVs.
IrreEularids le; da
BMMaTMtJBK.
LaMBWfsa de
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na rawi',
ALsiiurc,o do ver.ra.
l'lit);ICa OU lon.-1.1Ulr-
g.io-puint'.nar.
Retengo de ouriM
R'ieumaiisroo.
Sympiomas secan !ar:;s.
Tumores.
Tico duloroso,
L'lceras.
Venreo ( m\)
cudenles
Alporcas.
& raplas.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Uebilidade ou extenua-
go. (
Debilida^e ou falta de
forgas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta,
de barriga.
nos rins.
Dureza no venus.
Enferraidade no ventre.
Ditas no Ggado.
Ditas venreas,
tncbaquca.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no astabalccr^epa
geral de Londres n. 224, Strand, a r
de todos os boticarios droguista e outras p^?' as
encarregadas de sua venda era toda a Al
do Sul, Havana e Hespanha.
Veudem-se as bocetinlias a 8f;0 rs., c. !a
uma deltas contera uros insirur^o err MHa>
guez para explicar o modo de se usar sjuaaa 11-
lulas.
O deposito gaaal em casa do Sr. So.ib
pharraaceut'ico, na ra da Cruz o. 2-2 eaa lr-
nasiboco.
rrw a 2,500
e a 3.000 o sacco
Vende-se na 1 ua da Moed.i n. 7
Milhoa3,000 se-
eos de 22 cuias.
Ra da Madre lie Heos n. i->.
Vendem-se saceos tum e,d, ira.m,- ,a^.
gado hoje no vapor Jsguar.b > a f; r ;jn.aa
se retalha a 320 rs. a cuta : 00 lorie alo Maiew
ra do C inlonii taberna n. 4.
Vende-se pie p.r ia:ic> a>er[,.r.- ,
a 1U0 r. a libra : oa ru da "Titasala ar. ?9l t-
asele* de Manoel Firri.in ieneir.
AUt'lK'UO.
\code-se uma (orge de ferreira coas asJaai a
rior qualidade a 12j), ditos de cassa brancos a 300 perltnceotea a -i esma arle 5 qu#rr. prec s-r. *i-i-
rs., manguitos com camisinha e golla a 2$, fus- {a"86* ,u* <1b ,,r', D ""j que ach.ri cusa ajaena
to brauco fino a 400 ra. o coTado, chapus para 'f''"'-_______________________
senhora a 1, ditoa para menioos a 500 ra., eo- I Veode-ae a afamada 5m m anaa -
fetlsspsra senhora a 500, um completo aorliroen- ( gocio, sia dos Quairo Cautos 4* ciJJ Oli?-
to de transa de diversaa corea, gredas franjas, i da, por seu dona nao poder ccoauar t-or Mea
buco de seda braoco e preto, botea que sa ven- de saude : a pessoa que quier aaer aula n--
de por todo prego para acbar, e outras nuiles fa- ci, diriit.se a atteeae uberoa, que ataaia m
jeojai que se vetde pelo barato. i quem lialir.
MUTILADO


6
WMO DK IEI1UMW60 m. QUNTA FEei Si DI JULHO M 19H
M33
NDE-SENOARMAZEM
PROGRESSO
DE
Francisco Feraandes Duarte
rgo da Penlia
Os raelhores gneros gue vero a este mercado e por menos 10 por cento do que em outra
qualquer parte, garantindo-se i boa quadade, por isso roga-se a todos os Snrs. da praca de en-
; enhos a lavadoras o favor de mandarem suas encommendas a este muito acreditado armazera da
; .olhados. afitn de verem a Merenga de prec.o e qualidade que faz, se fossem compradoa em outr,
UUUfl confeitadas para sorte de S. Joao a 800 rs. a libra, tambera um-se para
t>*0 rs. a hbra sendo em porc,ao, tanto de ama qualidade como da outra se fax ab.li-
mento.
M&ta a novas era caixas ,, duas arrobas por 2560 e em libra a50 w>
Harntega I%fc\eZ5i da safra ora de primeira-qualidade a 850 a Hbra, em
barril se faz abalimento.
&l-*iit9iga frana*** a mais nova a 640 re> a libra) m barril a 600 n
m%m$9& gados no ultimo navio a 19800.
Que\\* iiTato ,
*\ \x maiS supenor (ue ,em nnio a eslemercado a 800 rs. a libra.
' al" i melhr qUe h D mercado a 29800 e 2?>2()0 Ubra fianca-se a o
&vl' ttXVn* o que se pode desejar neste genero a 39000 a libra.
J P***0 homeopathico a 2*200 a libra em porc.ao se faz abalimento.
^ aov*>S d0 pav0 transado a 230 rs. a carta eem caixas com 40 cartas por
99000. r
LatAS e1& aUl^'adoaS confeitadas, proprias para mimo, contando mais con-
fetese assucar candido por 1*000 cada urna.
PaSttaS em caixinhas de 8 libras chegadas altimamente a 29000 cada urna a a relalho
a 430 rs. a libra.
4>laXmn& da soda em latas com differentes qualidades a 19440.
DOlaXlBna nglezaamais nova que h no mercado a 49000 a barrica r a relalho
a 320 rs. a libra.
% LUIIO 5^ pipa de supenor qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 640 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
VilYktfS eagamfaAoS Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
loria vellio, e deoutras m.itas marcas acreditadas a 19200 a garrafa, em caixa a 129
/ tambara ba pari-19000 a garrafa.
^:!l*.^P&^u*.aas marcas mais acreditadas a 159000 b 20*000 o gigo, a em garrafa a
1800
5t)rV*S}& da marca cobrinhi ou de oulras marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
francezas e portuguezas em lata de 1 libra por 640 rs.
!&*$* & t^mat era taitas de 1 libra por 800 rs.
MWlxai CrameaiaS era latas de l e Wu libra por 1*500, ditas com 3 libras poi
25800. 1
de casca mole muito novas a 320 rs. a libra, era arroba por 85000.
E*')X,3a 120 rs. a libra e em arroba a 3#000.
Aietrla, maei?a 9 talham a 400 rs. a libia, a em caixa com l arro-
ba por 6#000.
Ki&*f4b&lintl&4 pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cai
xilinas muito enfeii idas se faz obatiraento.
c. aiaSoi) a^ntj8 lx3doso5maisbernfeUosquelerav'm:loae3tomercadoa280rs.
tambem ba para 200 rs.
7aZUHttt& ng\XS psr fiambre a 800 rs. tambem hamburguez para fiambra a
6iO rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
GllftUriCaS palOB muil0 novas a 560 rs. a libra eem barril se far abalimento.
caame o melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra
T aueiUa do Vtim* muito novo a 281 rs. a libra e em barris de 1 e meia arroba
a 5J e 79 a arroba.
%-iUttIlf lCaB em latas j proraptas para se comer a 1*800 cada urna.
HanU** Ae poreo refioada em latas corn 10 Iibras por 4J300%
una ena barril muit0 fina e alva a iiQ rs< a ,ibra eem barr, a 400 rj
&ftfeS COm bollo trajOteZ proprios para raimo a 500 rs. cada um.
11'l.armaiaaa imperial do afamado Abreu ede oulros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs
a libra.
TH.t taelkdu de Alperohe em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
liattaS C*sf*,ly TOCIAS de doce era calda as memore que ha era Portugal como se-
jam pera, pesego, damasco, araeixas, ginja e sereijas a 800 rs. a lata.
OCe SeeS a era calda, em latas, de 4 a 5 libras por 19500.
UllOeOlatt hespanhol a 19500 rs. a libra, ditto francei a 19100 ditto portugus a
800 rs., afianja-sea boa qualidae.
C de primeira qualidada lano do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
99000, dito mais baixo a 260 rs. e 7*800 a arroba.
aevaOiaaa de Franqa a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porcio se fas
abalimento.
*1 muilo novo a 320 rs a libra e em garrafes com 5 libras, por 29000.
* riuna do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
***** do Maranho alva e cheirosa a 160 rs. a libra e era arroba 49500.
W CiaS da carnauba refinada a 400 rs. a libra, e era'arroba o 12*000..
A.Zeit$ aQCC refinadoa 800 rs.garrafa e e era caixas a 99000
YM&agr*. de Lisboa a 20 rs. a garrafa e em caada a 1*800.
W 1&I10 cherez verdadeiro a 19500 garrafa, e era caixa 149000.
W miiO braceo de Lisboa o mais superior que ha no mercadopropaio para mis-
640 rs. a garrafa e em caada a 45500.
**U\08 USpros do fabricante Brando em meias caixinhas, por 2*500.
suspires do fabricante Catanho & Filhos era meias caxinhas a 29000.
em caixas de tOO regala Imperial. Yugantes, e Panentellas, a 29000 a caixa.
A piala rau,a |mp0i 180 rs. a hbra, eem arroba 59500.
A ciim.. muil0 novas> a jjgQQ rs ca a uma aricorela> e a 400 rs a garrafa<
Arfo de Maranho a O rs a libra, e 39400 a arroba.
e postas em latas dai memores qualidades de peixe que ha era Portugal a 19500 r*
Genebra de Hollamoa .m r
-l_ ra garrafes cora 25 garrafas por 9*000.
9HOStaTa ngleza muito nova a 19000 o frasco e fr.nceza a 640 ra. o pote.
Alta dos gneros cima raenconados encontrar o reapeitavel publico um completo sert-
ment de tudo que tendente molhados. ""F-ew sern-

Rival sem se-
gundo.
Rus do Qaeimado o. 55, loja dt miuleat de
Jos de Aitredo Hala e Silva, conhecido per Jo-
s Bigodinho, est vendeodo pelos prc^oa q
lodos admirara, qweiram ver o qae boa e ba-
ratsimo :
Parea des* pilo d* tranga superiores a.
Frascos da agoa ambriida a melhor a...
Ditos de dita, frascos grandes, a 500 e..
Cartas de alfloeles rinceies, a..........
Pacotas de papel amisade, a............
Caixas com papel de diversos gostos, a..
Pares de sapalos de la para meninos, a
Varaa de bico daallhas, a..............
Gordas para violo muito (rascas e no-
. .................................
Frascos de banha Philocome superior, a
Ditos de dita de ur;o, a.................
Ditos de cheires muito fios, 500 a.....
Caixas ora a^parelhos de metal para di-
vertir mentos, a.....................
Vsras da franja para cortinados e ta-
la as, a ................................
Csrrileis da lioha preta com 500, 600
800jardas, a..........................
Barris com pbosphoros o mslbor e bo-
nitos, a..............................
Massosde lir/ba fina para bordar, a .'."..'
Trmgs de la de todas as cores a peca.
Pecas de fila de cs, todas aa larguras, a
Crozas de boloea de louca pratsado mul-
lo lios, a ..........................
Pefas de fitas de liaba lisas superioYesV
Ditas de cordao imperial, fioo e grosso, a
Frascos de macaca perola, muito fino,'a
Ditos de dito oleo, muito superior, a.. .
Ditos de oleo babosa superior, a 320 e..
Bonecos que chorara, muilo lindos, de
160 a.......... .
Caixas de p6 para limpar dentes, muito
superior, a......i .
Ditas de phosphoros espetiaes o um so-
bresaleole, a.........
Pies de (landres, pintados muito boni-
_ t0. ..........
Varas de fita para faxer sintos dos me-
ntores gusto, a.......
Duiia de phosphoros de gas, do melhor
fabricante, a.........
Ditas de caoetss de folha, muito boas, a*
Ltnhas de gaz de todas aa qualidades bara-
tssimas.
IJtSO
40
600
100
700
700
200
80
80
1*000
500
800
400
200
160
160
240
40
320
240
40
40
200
100
500
500
160
160
900
500
240
120
Vendem-aedous negroe mocse muito ro-
bustos, proprios para arnaazem de assucar, um
dito perfeito oficial de maraioeiro, 4- molqus
oooitos seodo um de 17 aonos, oulro de 14 ou-
tro dei 12 e oulro de 10 annoe. uma negra'boe
cosinheira : na ra do Imperador n. 45, terceior
andar.
Cambraias
Venlem-se carobraias decores de bonitos e
alegantes desenhos a 280 e 320 rs. o corado : n.
ra da Imperalrir, loja n. 20.
-- Vende-s chlysopoupes e canudos de bor-
racha para sobrecetlente: na pharmacia do Pio-
to rus do Rosarlo o. 10.
Km atlenca.
O vigilante acaba de receber noo sortimento
de diversos objectos que se vendem por mno*
U por cento do que em outra qualquer parte
Sintos para senhoras.
Rquissimossiatos dourados, pelo baratissi
prego de 2*. e com Arela ao lado 4, asslm c
mo de tila de seda ou velludo a 2fi : s no sal
vigilante, roa do Crespo n. 7.
Enfeites.
Vendem-se osriquissimos eofeites de cabeus
eom fraoja e vidrilho a 5*. diloa sem franja a 3fl
dilos trancado* a 2*500, dito* de lago de fita
bico de seda a 2*: s no gallo vigilsnie, ra do
Crespo n. 7.
Fivtlasparasiuto.
Riquissimas Arelas de ac com madreperola i
"""> *#?00. OiU. d. =..J.oK..l,.Mo0, dil..
douradioha a 340 : s no gallo vigilante, rus do
Crespe n. 7.
R elogios.
Vende-sa em casa de Johnston Paler 4 C,
. .j do Yigarie n. 3, um bello aortimento de
lelogios de ouro, patale ingles, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
uma variedade de bonitos tranceilins para es
mesmos.
Mmmm nm mmnmmm
aLoja das 6 por-
m tas em frente do Livra-
meuto
BalSes de 15, 20, 30 e 40 arcos.
Grande sortimento de baldea de arcos
os melbores nests fazenda e grandes,
chitas francazas largas eteuraa a 22U e
240 rs. o covado, ditas estrellas miudi-
nbas a 160 ra. o covado, cambrai* lisa
para forro com 8 1|2 varas a 2* a pega,
ditaa finas a 3, 4*. 5* e 6j se mo finas,
2*2*" alPeif ho eem 8 1|2 varas a
3?>5O0 a peca, cobertas alcoxosdas bran-
cas e de cores para cama a 4*500 e 5$,
cossas de cores franeesas tintas seguras
a 320 rs. o covado, pega de bretanba de
rolo a 2$, algalio trancado alvo pasito
largo para toslhas a 1* a vara, enfeites a
Garibaldi todos pretos a 5* cada um. len-
ca braocos eem barra i cores a 120 ca-
jpj de um, roe** feila de todas as ntlida-
de* muilo baratas, a loja est abett* at a
as 9 horas da ooite.
Aos Srs. consumidores de gaz
Nos armazens do caes do Ramos ns. 18 36
na ra de Trapiche Novo no Kacife d. 8, aoven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
receotemente ebegado a 14* a lata de 5 saldes,
assim eomo latas de 10 de- 5 garrafa tas
gsrrafas.
msm m%
*
NOS ARMAZENS
PROGRESISTA
Mobilsa.
Na ra da Gamboa do Ca rao loja n.
12, vndese toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phantliasia etc. por preqo mais
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
i W-ZT: s
I
gliquidaco por todos
I o pre^o, na bem co-1
g nhecida loja do Ser-1
(anejo.
|Rua do Oueimado n. 45
SAppaream com di-
uheiro que nao deixaro |
de comprar.
Chitas escaras finas a 160, 180 e 200
rs., cortes de vestido pretos bardados a
{velludo de custo de 150* e se veodern
por 30*, 40*. 50*e 7flj. ahidas de baile
de velludo setim a 12ft e 13*, camisas
para senbora a 2o000 e 33500, gollishas
m de cambrais bordadas a 300,- 600, 700,
m 800, 900 1*. ditaa de 016 bordadas a 120
r> rs., caaareques defustao a 5*. 6*,7|, 8*.
f meias de seda branca* e pretas para ae-
Snhora a 1J200 o par, tiras de babados a
500 a 700 rs., lasde quadro entestadas a
a *Jf\A 'li'u__. _______ ------- _-._
i
Vidrilho.
Lindos vidrilhos pretos e de corea, pelo
tissimo prefo de 1*600 a libra : s no gallo vigi-
lante, ra do Crespo n. 7.
i*
brl-8
i
Para entreter o tempo.
Os lindos jogos de doruios a 1*400, lindas cai -
xiobas com jogos de vispora a 900 rs.: s do gal-
lo vigilante, ra do Crespo o. 7.
Para
Attenco.
senhoras de
as
bom
gosto.
E* chegado a loja do gallo vigilante ra do
Crespo n. 7, os lindos grampos a balo de muito
lindos gostos e lindas cores, inleiramsnle cousa
nunca vista, que s avista merecer a pena aa
senhoras mandar comprar pelo baralissimo pre-
Co de 2J; assim como muitos objectos tendentes
a miudeasque se vende tudo por menos do que
em outra qualquer parte, quem quizer ver pode
experimentar qae s no gallo vigilante roa do
Crespo d. 7.
Tiras ou entremeios.
Tambem ha para vender tira* bordadas de
lindos gostos assim como bico de randa de la-
byrinto proprio para fronba* ou toalhas de lin-
dos padres por preco muito baratinho que pe-
las amostras se poder apreciar tanto em precos
como em gostos ia no gallo vigilante ra do
Crespo n. 7. v
Castello-Branco,-alfaiate
militar.
Pee tete aonuncio se faz constar aos Srs. offl-
eiaes de todas as armas, tanto deata provincia
como das mais capitaes do norte do imperio, qu*
na venda botea do novo padrao, segundo a
ultima ordem do ministerio da guerra, venden-
do-se duas abotuadura por 3*. adverliodo que
uma das abotusduras de padrao antigo, raz-se
remessas para onde forem pedidas, assim como
tambem ha para vender o melhor panno azul in-
glez, e o melhor velludo preto do Porto, fazenda.
dejconhecidaa nesla praca, o que se vende a re-
lalho. Os Srs. offlciaesqne esto tarada provin-
cia podera renovar suas consignacoes litando
qutntia cerla.e os outros senhores qweno live-
rem procuracao nestacasa podem manda-la ad-
verliodo que o tempo para a dita procoraca" de-
ve aer limitado. acompaDliaodo uma carta de or-
dens pedindo as encommendas que forero preci-
sas, devendo ser dirigidas a corr^a.ondeocia a
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, ra dn
Oueimado o. 39. Tambem ha galo de ouro su-
perior e ferros francezas para alfaiate, aza forja-
da o par 10*. '
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultimo vapor o seguioles oh.
jacios: *"
Bonitas ligas de seda para senhora.
Grandes e bem tecidos bandes de clioa.
Aapaa de ac, fita elstica para cosa de balio
Bonecas grandes mui bonitas e bom vestidss
Bonitos bauzinhoa'com 9 frascofd cheiroa.'
Lindas caixiohas com 6 ditos de ditos.
Trancellim grosso de cor para guarnecer vestidos
Luvasde cmur*a branca* e amarellaa.
para
Lindos boies de banha
presentes'.
A loja d'aguia branca acaba de receber lindos
boies deporcellanadourada com fina banha *
mivioaa inscripcdes.oa quses por suas delicade-
zas e perfeicoae tornara-se dignos para presen-
tes, e com especialidade na actual quadra, Wtn
gostardo bom dirigir-se com dioheiro 4 ra
do Queimado, loja d'aguia branca n, 18, que acha.
ra em que bem o empregar.
400 a440 rs. a vare, orgaudys de corea a
6t.u rs. s vara, fil branco adamascado
para cortinados e vestidos a 400 e 500
rs. a vara, cortos ds collete de casemira
bordados pretos a 2* e 3*000. ditos de
velludo de cdi e pretos s 3*. 4*. 5* e 6*,
paletots de brim brauco franceses a
3J500 a 4*500, ditos de casemira de co-
res e pretos s 14* e 16*. ditos de alpaca
preta e ds cores s 3, 38500, 4 e 4*500
camisas de peito de lioho a 2*500, cortea
de collete de orgurao a 1*500, 1*700.
2*200. 3S 3S500, colletes eitos da brim
branco a 2&500, ditos feito* de gorguro
a 8*600e 3jJ00, dilos feito de casemira
a 3S500, 4J e 4S500, ditos de velludo a
53, 68 e 79, dito* de fuslo de cores a
13500, um variado sorii.-uenl de meias
para homem e senhora, grinaldas com
flore, chales de froco, esparlilhos, e to-
da a qualidade de roupas feitas para he-
mem que ludo se vende por metade do
seu valor.
t
^fin DUARTE C.
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
9 L1160 DO CARJHO 9.
rezuezes LtE2?T%t ^ acredilados rm" participamos aos nosso* numeroso.
SSf T!*S!Z*?+*.** S de nos,, proprr.encommenda e.
Sie oSJo SZ 8<,0S' 6 ^ lSS podemos '"der Pr HE 10 P' *>
matto SS??a eXper,enc;' m0S,ar Pr isso H-o. todos os Srs. E prac.. e do
iBgg 2H5E a -,rab8,h d9 mBdinm ^mentar, o favor de o fazerem, certos
meos 3 ESrTI lSS. "a PUPaMmos for5" S" **" rvil-es anda ais ipHMi
V)SX^lSt!7^mmm^^1'^^ na ru. da, Cruzes n. 36 VUrg,
aL7iaH2L, Id 6IB. ,nder5?ar os PWtadoree, poi, muito se ovildam com outr.s osas qua^i
do |mesmos ttulos (Progrees.su. Progressive) pois sao ,s duas unicaa filiaes. e*$as --a ea "geZa a maja nova e mah superor do n,9rcado a 800 rs ,ibra>
tSP ,ninCe,a melhor qu.s.pdde desejar. 650 rs. a Ubre., m .e,r] .
OOllO iranCtZ em cartees ehegados no ultim vapor a 50O.
eras ceceas em caixinhas de 4 libras muito novas e grande 4 a eaixinhar a
1*280 rs. por libra.
ctaK l.PSta e Pa,15 160 rs. libra.
*nu7t k mas e3Pecial ue M Pode encontrar a 2*880 librar.
Cna hySSOn 0 elhor que se pode desejar da 2400 a 2800 a libra.
ivia pretO que se pode desejar neste genero a 2 a libra e a 160O ordinario.
OUejJQSflailieilgOS ehegados no ultime vapor. 25 1*700.
^eajo prato 0 me|bo do mereado a 600 rs# a 1bug amio ntoiro 1500 n
Passas em caxinhas de 8 libras .* a4o0rs.. v,br..
Iigos em caixinhas desMm wm aoo rs. .ub.
Araendoas d* casca mole 320 rs.,. m rs.. libra m+ novM
Ameixas francez^saUalrbraeemlalascom51ibrM mm
IWarmeladd superior MumLt mercadom.talai d,2lib#,mn tlih
Doce da casca da goiaba 8oo rs. o cuso.
Latas com frutas em calda como pee**, damasco, **, a-.
alperxe a 600 rs.
AmeildoaS Confeitadas comdiverMS eores. 800 rs.
V 111IOS generOSOS engarrafados das Seguinles qualidades, duque do Porto, Pono
S fs? I ve,nowcco- 8nuino- ^lor, Carcavellos, Feitoria, e Madeir seca a
129. 133 aduna a a 1*100 a garrafa-emuscatel a 7i0 rs. a garrafa.
itoi ,mpipa proprios para mesa de 39600 a 4* a caada e de 500 a 600 rs. a garrafa,
do J?orto, Lisboa e Figueira.
erVejaSdas melhores marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia, eliansanb de.
7SS7mEC?~4' 14*" 2* gS' CgnhaC *melhorqu se Pode desejar
vreiieUra A verdadaira hollanda em garrafes de 16 garrafas a 9000 cada um.
Ixeneora iuUau a mais sublime que um vindo ao nosso mercado em frascos candas
. 2*000 cada um.
r rasqiieira cora 12 frascos de genebra de Holanda *800
virarrIoeS com 5 garrafas de superior vinagre a 190O0
Vinagra puro de Lsho, a40 r, grrafa e a mm a ^
Mi raSqUlIIO 0 mai. superior que se pode desejar a 19000 a garrafa.
ISpernmcete 0 mas superior do mareado em caixinhas de 6 librase 49200 eTOO rs.
Velas de carnauba .ii5oorob. .asoai.br.,
A,,COrei3S comazeitonas as melhores do mercado a 1S100.
C/aiXaS Com 1 arroba nespanhola contando macaro talharimealetria a 69000.
'jaiXinLW com diversas qualidades de massas como saja esirelioha pevide etc., a 6*000
Ch ouri?as e Pa i os M mdhore, do m,rc>do, m ^ |ibr>
i reZULltOS o que se pode dezejar de bom a 640 rs. libra.
LaingUICaS finasem latas j promptas a 1*600.
rp Xe. eH1 *atilS c",,inn* Pgo, linguadosa 10600. .
1 OUClllllO do reino a 320 rs. a libra do novo, e 280 rs. do velho.
Banlia de pOrCO a melhor do mercado em latas de 10 libras a 49000
Massas para sopa tlbarim.Bacarrl0(280rs,ellelriaa 320 rs<
"alltOS llXalOS emmaosoom 20 macinhos a 200 rs.
Papel greve pautado e liso muito superior a 49000 a resma;
El* Va dOCe, 360, pinent. a 360, canella 900 rs., ecomiahos a 800 rs. a libra.
I fi lltOS do gaZ 29300 a groza 9 20 rs. a caixaha.
aa 1 retinado ,m ficoua ia maisda ami libra a 160 rS t
--**" muilo bovo a 280 a libra e sevadinha 200 rs.
rin wfiZ**a ,6 Ta Hbrae80mro, ,0rs'a ,ibra e 280' *.
_JIC UV -IO e do Cear o melhor do mercado de 89500 a 99500 a arroba.
CaiXl n tiaS as mais elagantes, propias para mimos ou mesmo para guardar joias de 400 rs
a 1*500 e temo com 6 caixiuhas a 5tOO. J U *
Chocolate hespanhol verd.deiro. iWoo ,iibr,.
hrvilhas portuguezas e francezasa mm+mmfm
8 13 Id N *>
**5aVel em latas chegado no ultimo vapor a 19600.
Bolaxinha de sodaera i.M.. i*4oo
Lentilhas ^ancezas oaelhorleguraeparasopaeguiiadoa 200rsa
^reSUntOS hambre 0S melhores do mercado a 640 rs. a libra.
Massa de tomate as me\homqua|idadesemIala5d9, ,bra, 700 ^ m 50o
rs., e em potes de vidro a 700 rs. cada um
Bolachinha Cracknel m\m>m**umm*nm.mmm
Bala IOS franceses de diversos taroanhos de 320 a 600 rs. os maiores e maracas
para meninos a 80 rs. cada um.
AVeaaS chegadas ltimamente a 320 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes,4oors. alai.
mm AeitS dOCe refinado a 9 a caixa SOO rs. garrafa.
Nte estabelecimento ;f;de-ie:ta- AlTOZ ,n saM08da 5 ,rroba do vermelho .29500.
cnasdelerro coado libra 110r. dem sIaamm
de Low Mooi libra a 120rs. L,louI c os mais finos que ha no morcado 1* a garrafa 109 aduzia, tambes temo
------------------ .----- para menos.
----- A ra/lnt omarironni aO murliinol i J._ U %, a
Aism dos gneros annunciados encontrar o re^peiiavel publico tudo que for pertenceo-
lea esteseslabelecimentos. Osproprletariosscisntificam que estes preces s servirn, para aquel.
JohnjtOA 4 G ra da Senzalla Nova les Snrs. qae mandarem seu competente importe e todos os demais freguezes de livro teram de sujei-
Attenc
6
Ghego.para aloja da victoria, candieiros s
gas de novos gostaa e modelos, tanto para sala,
tomo paraescada e quartos e para outra* invitas
coosas: na laja da victoria na raa do Queimado
o.75.
m
m-
Ricos pianos
de varios autores, vendem-se
em cusa de Kalkmaan Irmos &
C, ra da Cruz n. 10.
Guimsraes & Lu, donos da loja de miudezaa
da ra do Queimado n. 85, boa fama, participare
ao publico que o sea estabelecimento se acha
eumpletameute prvido das melhores msreadoriaa
laudantes ao m**mo estabelecimanto, e muitos
outros objectos bidos de suas propriss encommendas ; e estando
alies inleiramente resolvidoa a nao venderem
fiado, adan^am vender mais barato do que oulro
qualquer; e juntamente pedem aes seus devedo-
res que Ibes mandeu ou venham pagar oa aeaa
dbitos, sod pens ds serem instigados.
Soehall Mallors & C, tendo recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito dsrslo-
glos vjsto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portaoto, s pessoas que qeizerom
possuir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-ss da op-
portsnidade sem perda de tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo preco no s*u escriptorie
ras do Trapiche n.t8.
metas moendas.
ferro batido e
Moendas e
Tai xas de
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Rrum n. 38, fundicao
de D. W. Uouman.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
*2a



------------------ i------------------------------------------------------c'^* str-M pelos presos acostumados, salvo aquellas de fim de mez(
1ILEGVEL


DIARIO DI SKRRAMUCO ~ QUISTA fftl&A Si Di JOtHO t 188
\
i
Enfeites para senhora.
O melboree enfaltea pretos e de cores que ap-
parece 1151500, 6 e 6S500 : naJoia da Victoria,
na ra do Quelroade b. 75.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Multo lindas caixinhaa a cabaiaa para meninaa,
da 100 ria al jSOO: oa loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
I
Franjas pretas com vi-
drho e sem elle.
Ricos sorlimentos de franjas pretas e da cores
cora vidrilhoe seas ella : oa loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
SEDAS
iuhasde peso verda-
deiras..
Liohas fioaa de peso verdadeiras, meadas
grandes a UQ ris : oa loja da Victoria, na raa
do Qu.imado a. 75.
Phosphoros de seguran^
Phoaphoroe de seguranza, por qua lirra de in-
aeudio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
na raa do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Ralelaa muiio grandes a boas a 160 ris ama :
na loja da Victoria, di ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
As melhores liohas de croxel para lsbyrintho,
bovellos mooslros a 320 ris um : oa lo)a da Vic-
toria, na raa do Queimado n. 75.
Sin tos do urados para se-
nhoras.
Liodoa aintos dourados pin senhoras a 2*200,
ditos de ponta cabida a 45, ditos de lita a 1(600:
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelfaos de
moldura dourada para
salas-
Chegou para a loja da Victoria urna peqaena
porgo de ricos espelhos darariostamanhospara
ornaraeotos de salas, effiaocando-ee serem oa
melhores em vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
La rr.uito boa da todas as cure para bordar, a
70 a libra : na loja da Victoria, oa raa do Quei-
mado n. 75.
Linhas do gaz,
Caixinhaa com 50 novellne do liabas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixe, ditas com 30 no-
Tellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandea
a 700 ris, brsocas epretas: na loja da Victoria,
na raa do Queimado n. 75.
Arara vende os palitos.
Veodem-se masaos de palitos finos com 20
massiohos, por 200 rs.; na ra da Imperatriz,
oja da arara n. 56.
Para doces seceos,
Vendera-ae maito bonitas caixiohas redonda!,
de madeira, de diferios tamaohos, Torradas da
papis da cores, muito liadas, proprias nica-
mente para doces aeccos de qualquer qualidade,
pelo barato prego de 4, 5 e 6? a duzit : na raa
do Queimado. oa bem oocb.i4a loja d. miade-
xas da boa fama o. 35.
Para S, Joo e S. Pedro.
Veddem-se caixinhaa com grande porc,o de
amendoas coafsitadas, o alguna confeltos pro-
prios paTa o festejo de S. Joo e S. Padro, pelo
barato prego de 800 rs. cada ama : na ra do
Queimado, na bem couhecida loja de miudezaa
da boa fama o. 35.
Cinco tustes.
So u% loja do pavo
vendem-se sedas de qua ros, ditas da listras ao
comprido, e ditaa de liairas atravesssdas, ditaa
da quadrinhoe, sendo dos melhores padroes ede-
licadissimos gostos, com largura de chita ioglexa
a 500 rs. o corado, pee-hincha, e do-se as
amostras com penhor : na ra da Imperatrit n.
60. loja e armatem do patio de Gama & Silva.
Superiores atualhados
adamascado.
Superiores atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largara a 1$600 rs. a Tara : na ra do
Queimado n. 2i, na loja da boa f
Damasco par* col xas e para
orna meatos de igreja.
Veode-aa muito superior damasco de l de
urna sd cor, muito proprio para colxaa e para
ornamentos, com 6 palmos Ce largura pelo ba-
rato preco da 23800 rs. o corado : na raa do
Queimado n. 22, na k-j. da boa f.
Verdadeira pecbincha.
Vendem-se cortes de superior gorguro de se-
da pira colletes pelo baratisaimo preco de 1$,
29 e 3$ o corte : na ra do Queimado o. 22, oa
bem conhecida loja da boa f.
tara os tab? quistas.
Lencos rouit j unos a imitac,o doa de linho de
muito bonitoa padroea e de corea fixaa muito
proprioa para as pessoaeque tomare tabaco,pelo
barato preco de 4800 e 55500 a duzia : na ras
doOueimodo n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Bramante de linho.
Vende-te rr.uito superior bramante de linho
com duas varas de largura proprio para lencee,
pelo barato preco de 29400 rs. a vara: na bem
conhecida loja d'a boa f, aa ra do Queimado
ti. 22
Vendemse caixes va-
sios, proprios par* fuuileiro
e bahuleiro, a 1#280 cada um :
tiesta typographia se dir.
Attencflo
para a ruado Queimado n. 43,
esquiua que volta para a
Cougregaco.
uta casa veode-se :
Chita larga, a 200, 220 e 240 rs. o corado.
Cambraia do cor muito fina, a 300 rs. o co-
rado.
Ditas de salpicos muito fina, 9 varas por 4$.
Saiaa baldes arrendadas, a 5$.
Ditaa ditas de muaselina a 35500, 48 e 48500.
Ueias casimiras para calcas e palelots, a 600
rs. O corado.
Veode-se muito boa letria, caixa
quasi urna arroba a 4J0O0 ris : na ra
peratriz loja n. 6.
que
da
tem
Im-
Luvasde Jouvin.
Vndese luvas de pellica de Joavin brancas,
para senhora, ltimamente chegadas : na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-se lurag de seda eofeitadas a 1$600,
25009 e 29200, ditas o de Escotsia branca a ra.
700. ditaa de cores 800 ria, ditas de elgodao a
260 ris ; na loja do beija flor, ra do Queimado
nareero 63.
Eseovas.
Veode-se escovaa para denlos finas dediveraaa
qualidades a 120, 160. 320. 400 e 500 ris : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Jogo de domiu.
Vende-se jogo de domin finos a 1 g-200
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
na
Toda atleoc&o ao gallo vi-
gilante, que est quei-
maudo.
Luvas de pelica.
Aa rerdadeiras luvas de Juvin, chegadinhaa
ne vapor francez: s bo vigilante, ra do Cres-
po n.7.
Para os festejos de S. Antonio
e S. Joo.
Trinas e galOes.
A superior trias e volantes do Porto para ur-
nas, oratorios o igrejas, qae se vende por me-
aos do que em outra qualqaer parte: s no vi-
gilante, ra do Creapu n. 7.
Rival sem
igual,
RA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Enfeites
pretos e de eorea muito boas a 50.
Sintos.
Sintoa dourados a 18600 e 38
Ditos filas da veadu e nvella de a;e a 1&500.
Tesouras finas
com pequeo toque deferrugero a 400 rs.
Ditas limpia muito booitasa 800rs.
Ditas ordinarias a 30. 60, 120 e 240 rs.
Eseovas.
Para limpar unhaa a 320 e 500 rs.
Ditaa para cabello a 800 e 1J.
Ditaa para roupae a 400, 800,19 e 1&200.
Meias.
Para saohoras a 2J400 a dnzis.
Ditas psrs hornera a 28400,2(600 e 3$500
Flores.
Ramoa de florea artificiaos a l$e 18200.
Colheies
de metal proprias para o diario a 1*200 a duzia.
Ditaa de metal principe a4$500a duzia.
Ditaa ditas ditas para cha a 28400 a duzia.
Bol oes
para punho muito bcGS a 120 e 160 rs.
I ua do Queimado n. IOS
LOJA DE 4 PORTAS f|
de &
Ferro Maia.
9 Vende-se as seguintes fazen- 9
! das pelos baratissimos presos .
' abaixo mencionados :
Capas de grosdenaple preto \
W bordado a 25$.
Manteletes de dito dito 20,
g 25 e30$.
Chales de touquim bordados j
. os melhores que tem appareci- J
2 do no mercado a 8, 10, 15, 20,
25, 50, 40 e 50$.
Cambraias e "hitts rancezas J
9 cores seguras e lindos padroes a J
* a 210e260 rs.
Laa aberta matisada a 320 e
400 rs.
Muitas outras fazendas exis- J
J tem expostas aos compradores! J
que segundo seus precos nao J
3 deixaro de agradar. W
P3 tjt
Libras sterlinas.
Vendem-se no escriptorio de lisnosl Ignacio
da Oliveira & Filho : oo largo do Corpo Santo
n. 19.
Gomma f gomma! gomma!
a 2,200 a arroba.
Vende-se no armasem de
C-. ra di Cadeia o. 57.
Prente Viaona &
""Veode-se urna machina de coser teda a
qualidade de costura, tem muito pouco uso, e
veode-se por precisao. por isso d-seem coola :
oa tua dea Aguas Verdea o. 14, aobrado.
Chapeos de sol
com bouquet para senhora.
Entre os muitose diversos objectos de gostoe
phtntasia que a loja da agaia branca ha recebido
sobresahem esses delicadoa e novissimos cha-
peos de sol com bouqoets. Hoje que os indis-
pensaveis baldes d8o permittem que ss seoboras
aodem de btiqo, fez-sa de cerlo uecesssrio que
cada ama tenha o seu chspo de sol, e que este
corresponds ao valor, e bom gosto da um rico
vestido de seda. E' por iaso que dita loja aca-
ba de receber como por amoatra urna pequea
quantidada desses bellos chapeos de aol ornados
de tinas floras o que entre nos nevissimo. Na
verdade elles se toroam igradaveia aes olhos de
todoz, e s senhora qe oa comprar pode orgu-
Ihar-ae de aeu bom gosto, ao contemplar que
traiendo-o fechado Ggura-ae-lhe um liado bou-
quet, e aberto reprmnta-se abrlgads em urna
cerregada roseira, emGm at onde pode che-
gar a perfeicao mesmo o eume ao bom gosto.
S pena quo viessem to poneos que talvea
nao cheguem para a vigsima parte das preten-
derte. Cuata cada um 20 porem a senhora
que os ir nao exitar de oa dar ainda mesmo
que aeja preciso bulir (/aquellas uioedas de pra-
ta que tero guardadla m sua bolaioha reservada.
Atsim pois mnndam qusnto antes compra-loa na
ra do Queimado loja da aguia branca n. 16.
DA
Fundido Low-Moor,
Raa da Seazalla Nova n.lt.
Wesa subelesimento continua a haverom
completo sortiraento de moondas meias moeo-
das fO eagenho, machinas da vapor a taixas
de farro balido toado de todos os tamanho
para dito,
Ra do Crc; n a 7, no
galio vigiaule.
Nesta nova loja ha grande porcao da caixinhaa
com amendoaa propriaa para brioquedo de S.
rJoao qe se vende pelo birsto preco de 800 rs.
cada urna qaem deixari da dar a urna menina
urna caixinba ; tambem tem grande por^o re
caixas proprias para doces secos que aucta con-
forme aeua tamanbos a 6#, 59 a a 49 a duria,
araeodoaa avulass a 800 a 640 rs. a libra : s no
vigilante raa do Creapo n. 7i
Superior tinlio do Collares
Esta excelleole pinga que tem aido apreciada
por todos veode-se em bsrris de quinto: na ar-
maxem da ra do Vigirio d. 7.
Vense-se um eacravo de bonita Ogura, mui-
to sadio, troi.0 e muito robusto, perfeito tanoei-
ro, fazqualquer obra tendente a sua profisso, a
mocita qualquer distilacao por ter diiso muita
pratica ; a tratar no raes do Ramea o. 2.
Manguitos com golliohos.
Veode-se manguitos com gollinhas, fsrer.l)
muito b6a, pelo barato pre?o de 2$000, goll.rhas
e puohos ultimo gosto a 2sO00, gollinhas n ,'.u
finas e bem bordadas a 1$000 cada urna nr ra
do Queimado loja da miudetaa da Boa \
n. 35.
Machinas para se laier
caf mesmo na mesa.
A loja o'aguia branca recebeu as modernaa e
aceiailaa machinas de porcellana para se fazer
caf mesmo na mesa.ieao por um meio fcil e
limpo, resullaodo aflnal que o caf feito em tees
machioaa tem um chetro e sabor tuperier ao feito
por outra qualquer forrea : vende-ae na loja d'a-
guia branca, ra do Queimado o. 16.
Camisas bordadas eoutrosob-
jecto necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia braoca aha-ae um bello aor-
timento de bonitas camiainhas de Coa cambraia
com babadinboa e mui bonitoa bordados da no-
vse delicadoa desenos, as quaes servem mui
bem para os modernos vestidos de frente aberta
a vendem-se pele diminuto preco de 39 cada
ama ; essim como boDitos manguitos a balao com
gollinhas de superior cambraia e fil e todos bor-
dados, com puohos virados e cada par pela ba-
ralissime preeo de 2J. o que admiravel avista
da auperioridadeda obra, a bem asim punhea e
gollinhas tambem bordados com bonitos botes
a 29 a gearoi;ao, a gollinhaa aoltaa igualmente
bem bordadas a 15 uct urna e maoguitos a 800
rs. o par. A vista pois de am to completo sor-
timento nenhuma senhora deixari de comprar
esses necessarios objectos tanto mais quanlo a
commodidade dos precos comida e para que to-
llos sejam bem servidos convem qua mandem
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Queimado n. 16.
Tiras e ntremelos bordados.
Veode-ae pecM re liras bordadas da 8.500.
3,000, 3,500 e 4,000 eotremeioe a I96OO e 9)000
cada pe;a na ra do Queimado loja de miudezts
da Baa fama, n. 35.
Bouecas fraucezas.
Vende-se bonecas francezis ricamente vesil'-.s
49OOO e 5J0OO, e SJOOO bonecas de cera com oa
olhoa movedeos a SftOOO e 35000, oa ra do Quei-
mado loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
A loja da 2guia
branca ra do Queimado n. 16
Acaba de receber os precisos objectos seguin-
tes:
Aspas de balis grandes e pequeas.
Fita om colxetes branca, parda e preta.
Dita de la para debruar vestidos de cores.
Traocioha de caracol miado conhecida por bom
tom.
AIGnetes pretos e brancos em caixinhas.
A imperiaes fundo dourado.
victoria em caixinhaa a papis,
i z preto fino em csrreteis grandes:
Cascarriiha
Lindas pecas de cascarrilha de todas as cores,
pelo baratissimo prego de 1;500 a pera : a eo
vigilante, ra do Creapo n. 7.
Chapeliuss para senhoras.
Lindas chapelinss ricamente et-feitadas, pelos
baratissimoa precos de 89 a 109000.
Ditoa com pequeo toque de moro a 69OOO: s
00 vigilante ra do Creapo n. 7.
Botes para punho.
Vende-se botes de punho finos de diversas
qualidades a 200 rcis o par. que tambem servem
psrs manguitos de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 03.
Oeculos.
Vende-se oeculos finos de armario de
29, 1, 640 e 400 ria : loja do beija f.or,
Queimado n. 63.
eco, a
ra do
Kicos sintos dourados.
Vende-se aintos dourados a 29, ditos de fila
com fivella dourada a lj&OO : loja do beija fior,
ra do Qeeimado n. 63.
Enfeites para cabera.
Vende-se requiasimoe enfeites para cabega com
franja, e sem ella pelo baratisaimo preco de 51
e 530OO, ditos da vidrilbos a l600 ; na loja do
beiji flor, ra do Queimado n. 63.
Carteiras.
Vende-se ricas carteiras para gaardar dinheiro
da ouro a prata a 29000, 2g500, 190O0, 1JJ280 e
l500 ; na loja do beija flor : ra do Queimado
numere 63.
Rosas artificiaes para cabello:
A. L. B. F. teodo recebido um variado sorti-
nvcato de booitaa rosas que ee eslo ueando para
eabellos, a de pannos comfolha de velludo, ditaa
de p*Pe' todas, as mais ricas que se pode neos-
irir vende-se ns ra do Queimado n. 63, loja
.doja flor.
Gandieiros do gaz.
Chegou para a loja da Victoria os melhores
candieiroa do gaz, que tem vindo ao mercado,
por presos commodos : na ra do Queimado
n. 51
Oliados.
Touquinhas ou chapozinhos
para criancas.
Lindos chspociohos para menina e menino a
49 e 69OOO, ditos de feltro pelo baratissimo pre-
go de HgOOO, bonete da panno Doo e Uco de fi-
ta a 3$000, ditos de veludo fino a 49 a 39500,
ditoa de palhinha a 3^(100, touquinhas de seda
muito lindas a 19500. ditos de ril a 19000: s
no vigilante, ra no Crespo n. 7.
Para baptisados.
A loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vaporaaua encommenda dos seguintes ob-
jectos para baptiaados, sendo lindas touquiohaa
de setim mwi bem enhiladas, e cada urna em
sua caixinha, sapalinhos de setim bronco, e de
cores rienmeute bordadoa, emeia de seda, o
melhor e mais bonito poativel. Agora, pois, oa
paia que nao quizerem eaperar pela generosda-
de dea senhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinheiro i loja O'aguia branca, rus
do Queimado n. 16, onde bem podero comprar
esses galantes objectos.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdecaple preto muito superior pelo dimi-
nuto preco de 29 o covado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9$ o covado, casemira prett
muito fica a 2$, 13500, 3, 39500 a 49 o covado,
mantas pretas de blonda muito superiores a 1j,
manteletes de superiores grosdetiaplea pretos ri-
camente bordados a S59, sobrecasacas de panoc
preto muito fino a 309, casaeaa tambem de paona
preto muito fino a 309. palelots de panno OTete
flno a 18 e 20#, ditos de casemira de cor mee-
ciada a I89, superiorea gravatinhas eatreilaa
(9, ditas de solim maco a de gorguro muito su-
periores para duas voltas a 29, ditaa ealreilirrba
com lindos aliioetea a %9> superior gorguro pre-
to para colletes a 49 o corte, ricos enfeites preloi
s'69, e assim outras muitas fizeodas que aendo 1
didheiro vista, vendem-se por presos muito be
ratos : na ra do Queimado n.SS, oa bem conhe-
cida loja da boa f.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-se Arelas de ac pare ainto a 1(500 rs. e
29OOO na ra do Queimado loja da miudezaa
da Boa fama, n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de age
para bailo a 160 rs. a vara, baodea a 19500 rs. e
2$00 o par, na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama. n. 35.
MfllMA
NO
Torrador.
n-Largo do TayotS
Manleiga ingleza flor a 800 a 960 rs. a libra,
dita fraoceza a 640 rs., banha de porco a 400 rs.
a libra, maesas meito linas paraaopa a 400 rs. a
libra, queijos do reino a S9,ditosdo aertao a 560
ra.a libra,ter veja das melborea marcas a 500 rs. a
garrafa, tardinbas de Nantesa 400 rs., toucinho
a 320 rs., bolachinba ingleza a 320 rs: a libra,
aiaim como se vende outros muitos gneros ba-
ratissimos, passas a 400 rs. a libra, sao maito
Dovae. e se alRuem davidar venha ver no Torra-
ior largo do Terco n. 23.
Grampos a balao
com pendentes dourados.
A loja o'aguia branca contina na rere) cao de
objedos do ultimo go9lo, e por isso acaba de des-
pachar vindo pelo ultimo vapor eases delicados
e novissimos grampos de bonitas torea com pen-
dentes douradoa o que de mais delicado ao pode
encontrar. E-si loja como geralmente aabido,
tem sempre em vistas a commodidade de suas
boas freguezias e por isso tem resolvido vender
esses galantes ebfeiles a 29 e 39 o par. o que na
realidade maito oieis talero. Cvnvm pois que
a vista da limits^o do prego a aeohora que com-
prar um ou roiis parea, nao se demore em par-
ticipar as suas boas vuinhas e intimas amigas de
collegio, para que as o mi itero, no seu apurado
gosto, e mandem logo comprar outros pares oa
loja de sua affeico : que a O'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Cascariihas de seda.
Vende-ae caacarrilhaa de aeda para eufeitar
vestidos a 29000 a peca na ra do Queimado
loja de miudezaa, n. 35.
ms
das seis portas
Livramento.
em Irente do
15, 20,30 e 40
Meias de borracha.
Vande-se meias de borracha paraquem padece
de erystpela a 15$000 o par, meias de seda preta
para aenhora a 1(000 o par oa ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, p. 35.
A2#500,sopavo.
Vendem-se cortea da cambraia branca com 2 e
3 babados a 29500, ditoa de larlatsna brancos a
da corea, com barraa e babadoa a 39: na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavo de
Gama & Silva.
Perfumaras muito linas e
baratas.
Opiata ingleza a lc500 rs, dita franceza a 500
rs., 640, 19O0O, oleo da sociedsda hygieniqae
verdadeiro a 19C00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balssmiea
para oa dentea a 18000, dita de Botot tambem
para os dentea a 1J000 o frasco, pomada france-
za em paoa a 500 rs. e 19U0O, 320 ra. aabonetes
muito fino a 640 rs., 800 rs. e 1^000 cada um na
ra do Queimado loja de miadezaa da Boa fama,
n. 35.
arcos.
Grande sortiraento de saiaa a bailo de arcos,
os melhores que aqui-4em apparecido no merca-
do a 49500, 59. 6$ e ti;5U0 cada uro, d se para
amostra com penhor'; a loja est aberta al :a
horas da noite.
Polassa da Mussia
Vende-se em casa de N. O Bieber &
C, successores. ra da Cruz 11. 4.
Potassa da Kussia
e Americana.
No escriptorio de llanoel Ignacio de Oliveira &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por prec.0
mais barato do que ero outra qualqeer parle.
Manguitos.
Lindos manguitos com gollinha o mais fino
que se pode encontrar, vende-se pelo baratisai
mo prego d 7jGO, ditos sem gollinha a 1(500:
s no vigilante, ra do Creapo n. 7.
barateiro que est
queimando.
*ieode-se monteiga ingleza de superior quali-
"^ a 720 e 800 ra. a libra, dita franceza a 640
re. a libre, che hyeotn muito superior qua-
a cSSO e 3)200 a libra, louciobo de Lis-
uto superior a 320 rs. a libra, arroz a 120
etiiO\ libra, aletria 320 e 400 rs. maito superior,
macarrio a 320 e 360 a libra, vinagre de Lisboa
muito superior a 320 e 360 rs. a garrafa, arroz do
Maranho a 120 e 140 a libra, azeite doce de Lia-
boa de primeira qualidade e 750 e 800 rs. a gar-
rafa, dito de carrspato a 360 a garrafa, charutos
varetas muito finos a 20 rs. fazendo-se differen;a
em caixa vinhos muito superiores a 560 ,
a 640 e 800 rs. a garrafa, e outros muitos mais
genero, que vista dos compradores ae vende-
rlo por menos do que em outra qualquer parte :
na ra do Nogueira n. 49.
Gotiiuhas.de linho.
Lindas gollinhaa estampadaa.............. 500
Ditas de linho maita fioaa................. 800
Ditaa pretaa com vidrilho................. 29OUO
S no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Meias.
Grande sorlimento de meias tanto para hornero
como para senhora, sendo de horr em a I98OO e
2jji 00. e fios a 2j800, ditaa de fio de Escocia a
59000 a duzia, ditaa para menina a 29400, ditas
para menino a 29000 : s no vigilante, ra do
Crespo o. 7.
Batatas novaa
Terco o. 23.
Batatas .
a 0 rs. a libra
no largo do
Veadem-se oliadoa piotadoa de lindas viataa e
paieafieBS, larguras da 6, 7, 8 e9 palmos, pro-
prios para maaa de acitara 29o corado : na ra
da Imperatriz, loja o. 20.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Vaude-se em casa de S. P. Jonhston & C,
sellins e silhes inglezos, caodieiros e casticaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para cirros e montara, arreios para earros de
uru a dous cavallos, relogios da onro patente
ingles.
Machinas americanas.
Eco csaa de N. O. Bieber & C., *uccessores,
rea da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar hortaa o caplro.
Ditaa para deecaro;ar milho.
Ditaa para cortar capim.
Selina com pertencea a 109 e 209.
Obras de metal principa prateadaa.
Alcatro da Suecia.
Veroiz de alcatro para navios.
Salsa parrilhade primeira qaalidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixas de 1 dazia.
Cognac em caixaadel duzia.
Aradoa e grades.
Brilhantea.
Carrosas pequeas. ______________________
Frulas falcas
T
ou aljof&r de una qu*iidade.
A loja da aguia branca acabe de receber um
novo sorlimento de superior sijofar branco ou
peroles falcas o (JmI por sua perfeicao difcil-
meiile se distingue das perolae verdadeiras e ser-
vem elles por sua extraordinaria grandeza para
asgargaotilhaa que presentemente esto em mo-
da e mesmo para outros enfeitee e romo seropre
vendem-se comroodemente a 9, lfiSO e 1|500
o fie: isso na ra do Queimado loja da aguis
branca n. 16.
Grande sormento de
camas de ferro para urna a duaa pessoas, ditas
pequeas para criancaa e bercoe, tanto de ferro
batido como fundido, dos mais lindos modelos e
tudo se veode por um preco muilo em conta :
na ra da Imperatriz n. 75.
Egetiho.
Vendem-se duas partea pertenoentes a dous
herdeiros da propriedsda Machado, em qae est
levantado o engenho Ponlable, junto a estacao
de Gameleirs, e maito boaa terrea a tratar no
eog-nho Braco do Meio, com Camillo Frenciico
de I.yra Cavalcanti ou nesta cidade com Antonio
Gomes da Cunha e Silva : na ra da Cadeia do
Recife, n. 50.
Superior caldo Lisboa.
Vende-se saperior cal de Lisboa chegada lti-
mamente, por precos muito maia commodoa do
que em outra qualquer parta : oo antigo o acre-
ditado deposito da ra do Brum n.66.
Para liquidaeo troca-se
por prego barato um sanc-
tuario com as respectivas
imagens e mais as seguintes:
de Saut'Auna, S. Joaquim, S
Jos, S. Antonio, e do Menino
Jess; na ru* do Vigario n
9, primeiro andar.
Urna cocheira impoitante a venda.
Na ra do Imperador o. 12 existe urna co-
cheira que pela aua posico e commodidade e a
melhor desta cidade, com a qual se faz todo o
negocio ou com cavalloa e cerroa lodos oovos ou
tem elles, e a mesma se acha livre de impostos
atrasados; tambem se inclue no mesmo negocio
com permtsao de seo done a malbor vacca lou-
rina que tem vindo a eata trra ; a tratar na dits
casa a qualquer hora.
Vende-ae urna toja de allaiatecom armaco
e seus perteocee ; a tratar oa ra Direita u. 43.
Veade-se um ptimo sobrado de um an-
dar aotao, em cbioe proprioe, com duaa fren-
tes, com tres portas em cada frente, veranda de
ferro toda envidraceda at naa trapeirea ; oa pre-
tenderles aoteodara ae com Verfssimo Antonio
de Mallos, na ra Auiuela n. 65.
Vendem-se lachas de ferro cuado do autor
mais acreditado : na rae do B-utn, rtcazem de
isacir do Jos da Silva Loyo & C.
VENDA
A. J. de Helio tem dividido o seu sitio da Pas-
sagero da Magdalena entre as duas pontea, o qual
lem na frente, entre estas, duzeolos palmos, e na
outra frtnte de aul 6 norte quiohentos palmos,
olhando esta para o nascante. Esta superficie,
ediGcando-se em ambas ss frentes, contem deze-
seis lotes de triots palmos de frente e duzootos
de fundo, e sobram alguna palmos ; e dndose
a cada lote menoa frente e fundo, como cabi-
vel, creecem oa lotes, e por conseguinie os pre-
dios que se queiram edificar. {Jma frente de
quiohentos palmos olhaodo para o nascente, fres-
ca tarde, com dous portos, o do Rio, e o da
Camba bastante perts, sao vaolsgens que se nao
encontram em outra algama parte. Est mura-
do quasi todo, com porteo de ferro e gradara,
casa pequea, mas commods, qao precisa concer-
t Paz-se todo o negocio com o total sitio, ou
com alguos lotes, e reoebe-se at algum predio
por cont. Se algum capital dos perdidos oa com-
maodita-se tivesse empregado oa compra e edi-
fica <, a o destes terrenos (tantas vezes eoouncia-
dos) os compradores eetariam hoje gozando de
urna renda e cantando glorias com os seus capi-
aeta seguros.
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Para noivas.
Botinas de setim braoco, chegadsa de novo, as-
sim como perfumaras das mais fioas que tem
vindo : na loja do vapor ra Nova n. 7.
ravos fogicOh
Acha-ae venda un eeeriptorio da Aotoni
Luis de Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1
a obra escripia pelo viacooda de Uruguay,Eoaaio
Sobre o Dtreilo Administrativo ; daisamos de te-
cer elogioa a esta obra, basta o oome de aeu au-
tor para a tornar recommendada, duoa volumea
ero brochara 100. encadernedo 12$.
A verdadeira esseucia de ail
para engommado.
Acaba de ehegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimado n. 16.
Acaba de ehegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Pos de arroz com bonaca em bonitoa vasos dou-
rados.
Ditos dito sem boseca em paco-tes.
Agua balsmica pera conservado doa dentea e
bom hlito da bocea.
Opieta ingleza para al vejar os denles.
Leite virginal cuja utilidade reeonhacida para
tirar aardas.
Vinagre aromtico para qaem soffre de toolices
e dor de cabeca.
Paatilhae de cheiro para ae perfumar aposentos.
Aida .pechincha
Na ra do Crespo loja de
A portas n. 8.
Pecas de madapolao largo muito fino
com pequeo toq^e de a paria sendo fa-
zenda limpa de 6jjl500 vende-se por 5#
a prca, ditas de dito
bem por i#5A0.
mais baixo tam-
Agua de colonia ambria-
da esem o ser.
Essaeatimeda sgua de coloniaambreada.de
que tantoa a tanto lempo seo lem a falta, acaba
de ehegar em bonitoa frescos verdes, os quaes se
eslao vendando a 1$500 cada um ; aaaim como
chegou igualmente um graobe aortimento da
verdadeira agua de colonia de Piver em fraacoa
e garraflnhaa de differentee Unannos, ludo is-
so na raa do Queimado, loja da aguia brao-
ca n. 16._________________________________________
Apparelhosde porcellana dou-
rada para cha de bonecas.
A loja da agua branca desejaodo que todos
fe;am a vontade a suas bellas meninas est ven-
dendo commodamente esses bonitoa apparelbos
de porcellana dourada, e pintada a 1J500 e 2,
tendo cada um 6 caaarea de chicaraa, e os maia
perteoces, a vista do que todos iro (munidos de
dinheiro) para compra-Ios na rea do Queimado
o. 16.
Fugio da caa do aVaixo assigoalo, a cinco
semanas, pouco maia oa menos, um nscravo de
oome Joaquim, nac,o Angola, cor preto, pucha
bstanla por orna perna, baixo e grosso, com 45
annos de idade, levou calca e camisa de algodo-
zlnho, chapeo de copa alta j velho, julga-se que
ande por Santo Amaro de Jaboatao, e por isso
pede-se a todaa as pessoas que o pegar o levem
casa de seu seobor na ra da Praia n. 31, Re-
cife, qae ser geoerosamente recompansado.
Manoel Joaquim da Costa Finueiia.
Fufjio do pujjer do abaixo awigoado o es-
cravo Jcao, de nseo, niaior de 40 annoa, que ha
poueo veio do Rio de Janeiro, e que andava no
ganho, com os sigoaes seguintes : estatura regu-
jar. olhos avermellndos, aecco do corpo, com em
j !'o ochado e uro pouco cmbalo. Foi com-
prado ao Sr. Jos Panlo do Reg Brrelo, no
Cabo, que o comprou a ama senhora do eDgenho
da Serrinha ; presume-se andar vagueando, e
julga-ae que todas aa noites vem ao Recife ;
ladino e tem a voz uro pouco rouquenba ; tizem
que tem tilho; no Cabo. Recommenda-se este
escravo acs senhores capites de campo e as au-
toridades policiaes, e quero o tiouxer ao seu se-
nhor na ra da Cruz do Recife n. 33 ser rtcem-
pensado.
___________________Domingos R. de Andrade.
E9t fgido deade 11 do correte mez deju-
lho, o escravo pardo, Ricardo, boleeiro e carro-
Ceiro, bem conhecido nesta prega e seus srre-
Ls! Jes; representa ter 25 annos de idade, bai-
xo e magro, tem cabellos carapiohos raspado de
pouco lempo na cadeia, onde esteve pe causa
de estar fgido, tem pouca barba e falta de dentea
oa frente, rosto comprido e olhos redondos ; lem
aido eaconlrado ni Capunga, e Olinda anda va-
ciando e jngando com mais de 200 que levou :
quem o apprehender e levar a casa deaeusenhor
na Passagem da Magdalena qae ser geoerosa-
mente recompensado.
Antonio Valentim da Silva Itarroca.
l'ugio de casa do abaixo asaignadu u aeu es-
cravo Eufrasio, preto, idade 35 annos, estura
baia, e tem por aigoal um pequeo lobinho aci-
i roa da aobrancelha, tem sido visto nesta cidade
pele rna Direita, aterro dos A (Togados, povoac.ao
tieste oome, e pela Soleaade : quem o apprehen-
der leve-oa ra da Imperatriz n. 42, quesera
I bem recompeoaado.
Manoel Alves Guerra.
Bonitos paliteiros de porcel-
lana dourada.
Agora ninguem deixar mais de ter em sus
mesa am bonito paliteiro de porcellana dourada
poia que elles ae esto vendendo alce 19500
na loja da agaia branca n. 16.
Fugio de Olinda no mez prximo passado
um escravo de nome Domingos, de nac,ao, com
os signaes seguintes: boa altura,secco do corpo,
olhos vesgos, falla muilo submisss, principal-
mente qundo est bebedo, o que de costeme ;
levou camisa de algodo liatrado de azul aberta
oa frente, chapeo de pslha velho : quem o pe-
gar leve-o ra de Santa Thereza em Oiioda,
'segundo sobrado, que ser gratiDcado com gene-
rosularte.
2001 de gratifica^
Banha japoneza e outras mui-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca acaba de despachar, de
aua encommenda um grande e bello sorlimento a quem pegar o pardo Francisco, de 17
de linas perfumante doa mais afamados fabri- de idade, de bonita figura, com todos os dentes,
cantes, sendo aa bem conhecidaa e preciadaa cabellos carapiohos e tunos, este parao fui do'
banbss, japoneza, transparente, philocome im- Sr. Dr. Rorgesde Fonseca, o qual viajou come
perial em bonitoa eopinhoa com tampa de metal, < mesmo senhor todo o serto e suburbios desta
dita nos copos grandes, dita em cOmpoteiras li- ] provincia, necesaaiiamente querido era s< u ri-
sas e lapidadas, leos da babosa, pbilocome e cravo, e talvez anda se inculque a servido de
Lubin, porrudas ou cosmesliquea, finos extractos | mesmo : quem o pegar queira entrega lo a sen
doa preciosos e escolhidos ebeiros Jackey-Club,
mil flores, miel da Inglaterra Harechal, Principe
Alberto, GeorgelV, etc. etc. Recommeode-se a
todaa aa senhoras de bom gosto o uso de qualquer
desses estimadoa exlractoa porque aquella que
am urna sociedade, theetro, ou beileeaver com
eeu fino lenco orvalhado de to sublimes aromas
ter porcerto o prazer de ver aa suas visinhas
da direita e esquerda Ihe rendeodo bomeoagem,
pergantarem donoa F. onde comprou ease to
agradavel cheiro T E ella orgalhoaa de seu bom
gosto, mas com ar prazenteiro Ihe responder:
na rea do Queimado loja da agua branca nume-
ro 16.
Papel amisade branco e de
cores.
Vende-ae pacotes com 100 folbas de papel ami-
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pacole :
na ra do Queimado ioja da aguia branca nu-
mero 16.
- Vende-se urna escrava.
- Vende-se urna muleta de 16 annos, poaco mais
Vendem-se dous escravoa pecas um com oa menos, bonita figura, aem deleito algum, e
17 annos e nutro com 25 : na (rsvessa da Madre tem muito bons principios de cozer, eogommar
de Dos o. 13, a tratar con lote Joaquim Diasje eoxinbtr ; treta-se na roa do Qeeimado n. 46,
Fernandet. J Mr*
legitimo dono na raa do llospirio n. 6.
Ignacio Luiz de Brito Taborda.
Gralillcaco SOS
O abaixo ssaignado declara pelo presente an-
nuncio que em data de 18 do mez de julho cor-
rente, aeaentou-ae de seu poder o seu escravo
de nome Francisco, que de ordinario conheci-
do por Francisco Pacheco, com os sigoaes seguin-
tes: altura regalar, corpo reforcado, rosto re-
dondo, olhos eessiaobados, nariz chato, orelhas
pequeas, sem barba, bocea pequea, cabellos ca-
rapiohos ; lavando em si camisa branca de al-
godioiinho e calca de panno azul de algodo j
alguma cousa trepilha, cuio escravo natural'de
Guarna, e julga-ao ou praserae-se que elle re-
fugiou-se dentro desle mesma cidade, ou ero al-
gum dos arrabaldes da mesma, ou eoto sguiria
seu destino pare Goianoa, intiluUndo-ee por for-
ro ou liberto, seguindo talvez para all por trra
ou em alRuroa barcada ; notando-ae qae eaae es-
cravo asss ladino: portanto recommenda-se
s todaa autoridades policiaes, capites de campo
e ao registro do porto, qua a terem conherimeelo
do dito escravo de o capturar e leva-Io a praca
da Roa-Vista o. 22, ou eoto em aeu sitio no Cam-
po-Verde, que receberto a graticajo sappra,
sem perda de lempo.
Joaquim Ignacio Ribeiro Juoior.

'
--:.'-
O1"'
ADO
ILEGVEL


6
DIARIO- IB PEttRAMBCO. m QUINTA FB1AA Si DB JLO D lSfif.
Litteratura
0 vampiro do Vale da Grae.
CAPITULO VIL
(Cooiiouago.)
Feliz quem em seus versottabe com voz breve,
raswr do grate ao lento, e do agradavel ao se-
vero.
S;.: n i \ i roable o Micbolin, seguidos do seu
amigo coinpaDheirp, saliiran da sal. De oais,
secgo estar Infanta-Ja ; todos os freguezes
da cremeiia Myrrha deeappareciam por todas as
ra de Mootmtrtre, uos para irem represen
lar, oulros caotar, todos Dar irem exercer i luz
dogaz, ou na sombra alguma mesquiiha indus-
tria cooj que pagar o jamar do dia seguinte.
Onheci bem, pela maneira com o que o dou-
tor IvUJi portou-se comigo, que ella oo con-
tara n-ais comigo para execulsr o sea projecto.
Nao me ralln mais nem do ciubista oem da sala
Martel, nem na substituirlo clandestina de um
orpo por outro. neir, da embalsamacao. Mulou
toda a sai altengo para sus filha Marina, cuja
poseso moral exiga todo o cuidado.
desanimo e a rairs de ler sido frustrada em
aua temeridade amorosa haviam abalado forte-
n)6nle sua organisago. O que havia elli"espe-
rado desta artao lo ornada ? Porm por rentara
quem ama sabe pensar? Uaviam destruido sua
lelicidade e islo era bffslante, arrancando-
Ule o veu a sua dedicarlo por todos os doentes,
quando *ila s se preocupara de uro $6. e que
nao estar doente. Esta hypocrisia de nada Ihes
servir, e quanlas decepjes ao lb causara
esta ji-i .'i .-,"i-j !
Desde eme momento, Marlha cahiu ni melan-
cola que se sDoderuu em outro tempo de sua
me qujodo M. de Rosenlhsl morreu em urna
planicie da Hungra, em una cacada, e era iato
o que augmentara o pesar de madama Kanali,
assustada pela simlhanga que havia entre os
amores de sua lilha e os seus. E que cooQrma-
Co rr.ais terrivel desta aimilhanga, do que este
sigoal vermelho que C^sar linha no canto da boc-
ea assim como lJem Sttombold o Vampiro ?
Aleen disto, pira madama Kanali, Bem Stroro-
bold e C-sar vio oram mais que urna e a mes-
ma apparigao permanente em sua familia, desti-
nada a marchar passo a passo ao lado de sua fa-
milia, at o flm dos scula. Que terrivel pro-
deslmago I Entrelant-j, dizia comsigo madama
Kaoali, j que mioha me e eu sbtraimo-nos a
peispgotgo deste mu genio que se reproduz
sera cessar em ooaaa casa, porque razaoMir-|
>ha, gracia a muha vigilancia constante, nao i
escapara timbern ?
Maoama Kaoali esqwecia que exista um ins-
tante entre lodos os instantes por onde o amor
Je urna joven se escapa, qualquer ques-ja a r-
gilaocia que se exerga para com ella, este os-
lante nao est marcado em lugar algum, nao ia
chama nem ainuto oem segundo, porm elle
cliQga. e vibra no cerebro des amantes como o
timbre mais sonoro. Marlha espreitsva este ns-
tame, e quando nao se quer obstinadamente se
nao urna nica com, vem-se por oi a ob-
le-la : grande poder lem os inventores e os a-
mantes I
Sem dnvida lembrai-vos dn passaro extrava-
gante, predilecto de madama Kanali ; este pas-
saro de mu agouro que vistea urna noule sobre
o encost da Cideira de madama Kanali, esta si-
nutra coruja de olhos vermelhos, e queixosos.
Marina pareceu apoderar-se de um grande amor
pela coruja, e a coruja, de sua parte, passaro
e elcomo a tristeza, segua Marlha por toda a
parte em que ella o desejava. Ora collocara-se
sobre seu brago como um falco. ora sobre os
nombro como um periquito, e a noule, qaando
a oven vioha aaeotar-se perto da janella, ou
sobre algum dos bancos do jatdim, dava eoto
liberdade a coruja que te aprovetava della pira
voar com o peso natural a esla especie de pas-
earos.
Urna vez, todava, oolei que ella elsvou-se
bastante '.lio sobre urna das tilias, e tomou urna
poslgo 'le atienta medilaeo obre um dos ra-
mos riis prximos do muro.
Conhecese a phisionomia acentuada destes
pausaros : nao sraente parecem pensar, porm
relecr, e meditar com profundeza. Sao phi-
losophns e metaphisicos da raga omithologica. E'
impussivel deixar de notar a sua preocupado.
Ep lem o olhos similhantes ao farol. Os
da coruja de Matiha fxaram-me oesla noute com
urna ungular fixidide de expreiso. Obrlgavam
meaolha-la. Ella inclinava a cabega para um
dos lado?, como quando se escuta com muta
atlencao, e seus olbos tambem pareciam es-
cotar.
Oqua escutaria a coruja? O que procurara
ella na immovel tranquillidade do ar? Colloquei-
rne de modo, ifim de ver sem ser visto, a algu-
na distancia do banco em que estava assentada
a Bina do doutor, com os olbos voltados para a
coruja, que pareca cobri-Ia com as azas, em
quanto Marlha pareca fascinar o passaro com
saas olhares.
Accrescentae a Indo islo a fixidade dos meas
den los entre Marlha e a coruja, e toreis um
quadroda edr mais magntica.
No momento em que isto se passava, um gri-
to g-itiural de coruja dado oa distancia de uns
viute ou trinta metros do lugar, era que eu es-
tava, e a este grito responden logo a coruja do
Marlha. Certamente, pense! eu, assisto a al-
gum amor de corujai. Por que raxo as corujas
nao bao de amar ? CoBflrmei-me neala opiniao,
qaaodo depois do grilo que eu ouvira, t a co-
ruja de Marlha voar pesadamente de ramo em
ramo, e subir ao ultimo para saltar o maro do
jardim. Desappareceu.
D.'i'ois de algum lempo vi-a voltar da sua ex-
padco. Nao parou no seu primeiro lagar, des-
ceu ci rhegarao baoco sobre o qual Marina es-
lava assentada, a qual recebeu-a em seus jjoe-
lhos. dragas a claridade da lus, desiiogui as
"ios da joven, ellas eslaram oceupadas; eu as
i dirigiremse com roovimeotot inquietos ao
pescogo da coruja. Tirou o'ahi um papel, al-
gum bilhete, o qual desdobrou o leu, alguma
meossgem amorosa ceriamentc, e por qua Mar-
lha era quinto lia o bilhete abaisava a cabera do
passaro, ceriameote dirigido a este manejo, pela
paciencia dos dous amantes. Porm ie era um
bilhete amoroso, quem o escreveria se uo Ce-
sar? Kra pois Cesar que esteva do outro lado do
muro? Ueste modo era em um hospital que o
amor junlava dous coreges exilados um do ou-
Iro, e era urna coruja, o xofrengo horrivel dos
I amigo, que trazia ao petcoco a correspoodeucia
dos dcui amante.
Senhor do segredo da correspandencla aria
dos dous jovens, pensei ae deveria confia-lo
aos paes de Marlha. Mioha resposts interior foi
que a moral nao exiga de mim esla severa in-
j lerveng); pela razao muito simples que no da
I immediato aquelle em que eu fallasse.eslo* certo,
e quem o durida ? que elles inventariam um
j outro meio de se corresponderem. E entao em
i proveiio de quem teria eu representado o papel
seoipre equivoco de delator ? Alm disto nao ti-
re lempo de pensar ae faria bem em fallar ou
am calar-me; porque um acootecimento dos mais
imprevistos veio ludo affectar vivamente. Vou
dizr qual foi este acootecimento.
Pouco lempo depois da scena do jirdlm, ama
manha em que eu fui buscar licores oa casa
que ficava por baixo das j-nellas da sala do dou-
' tor Kanali, ouvi um murmurio |da paiavras en-
trecortadas por intervallos de gmido. Preslei
atleogo : as palavras era M. Kanali quem as
pronunciara, e os gemidos ra midemoisella
, Marlha quem os exalava.
Havia tambem frases confusas de exhortages,
confusas para mim, que en reconheci entretanto
seram ditas por madama Kanali. Todas estas
palabras e estes suspiros avara a entenler que
sobrevira recentemente algami desgraga.
Depois de ter levado os licores pera a pequea
j botica onde se faziam as distribuiges segundo
i as exigencias do snico, corri a informarme
dos Kaoali da causa dos suspiros e lamentagdes
que eu ouvira por baixo das janellas. Eu o tiz
cora a mioha ditcripgo cusiumada, tomei um
pretexto plausivel para ir a sala delles em urna
hora em que ou nao costumara apreseotar-me.
O pretexto era palo menos intil.
Apenas enlroi na sala, II. Kanali, com as fei-
gois muito animada, e csminhando aprestada-
mente, diise-me : Nao se aimre, senhor Mo-
rol do estalo do agitarlo em que nos v.
Ete jornal, e mostrea-no a Repblica, jor-
nal que estara em grande voga neale lempo,
este jornal aonunciou-nos esta manba a morte
de urna pejssoa......de um mancebo que coohe-
censoa nos primeiros das da noisa chegala a
Pars......um joven medico que estava de ser-
vigo no Vale da Graga......%s o eslimavamoa
muito......Porm o que quer, oestes das mal-
dito em que estamos, 'odo......Hojeara, araanba outro......Algu-
mas vezes uan e outro......
Cortamente, prosegua o doulor com a mesma
hesitago na* ideas e na expresaao, nao sabeodo
se era por effligir-se ru p-ra fallar do accidente
com indiiT-renga, certameute, era um mancebo
que tinha muitos esludos e qurlidades. .
verdadeira aptido para a medicina. E' lattima-
vel, muilo triste. palavra de honra I... Oh I
meu Deu I lulo islo o destino... Finalmente
preciso que nos resignemos...
E como chamava-ie este mancebo ?... que
me respondeu olhando par seu relogio atlm de
verse estava certo com o sino da egreja de S.
Lourengo que oeste momelo acabava de dar ho-
ra.
C*sar Casanova.
Ouvindo pronunciar este nome por seu pae
msdemoisella Marlha, senta em urna de suas
ii-cn, que estiva eulre as de madama Kanali
um involuntario e violento movimenlo nervoso,
Ella retirou-a, sua me procurou toma-la de
novo ; nlhei para este lado.mademoisella Marlha
hara occullado o rosto sob um lenco braoco lan-
gado sobre aua cabega, que ella conservara re-
clinada sobre ura dos cochina do sof. Este leogo
braoco nada oceultara : oem o globo de seu*
olhos inundados da lagrimas, nem a poota de seu
nariz que pareca o de urna defunta sob a morta-
Iha, nem os latios que se elevavam por sua pal-
pilago hmida e soffreada. Se seu rosto esti-
vesse descoberto nao exorimir* to bem a desor-
den) de sua alma lo dilficilmeote coolida.
Madama Kanali parlilbendo sem reslricgo
a immensa tlQicgo do sua Qlhs, esquecia-se de
que por este flm to prompto desembaragava-aa
de Cesar, esquecia-se que se livrava do perpetuo
receio que elle Ihe causara como vampiro. E'
verdade que os vampiros morrera muilas vezes,
poia que voltam mulla veie ao mundo. Porm
esquego-me de referir o que conlinha o jornal que
o doutor dra-me para que l-se as linhas relati-
vas a morte de Cesar, li-as, eis o texto deste pa-
ragrapho necrolgico.
c O joven corpo medico.j lio cruelmente des-
simado, acaba de experimentar anda ama parda
sensivel na passoa do am interno muito talentoso
chamava-se Cesar Casanova: Morreu, poda-se
duer marlyr da aciencia, porque reconheceu-se
que o joven Casino, querendo provar o carc-
ter nao epidmico da molestia reinante, ousou
introduzir se em um hospital de Pars e deltar-se
em um leito anda qaente de urna victima da epi-
demia. Usara de astucia pira penetrar e ser ad-
ii iitido no hospital, soubera imitar a um gru ad -
mirarel d verdade todos osiymptomas especiass
do mal.
a Os mdicos e todos osempregsdos forano en-
gaados durante algumas horas que durou esta
heroica comedia, forera no flm de algum tempo
que ella abi estove, aceitando com urna Qrmeza
stoica o enrgico trataroento usado nestas cir-
cunstancias, um doutor mais perspicaz que os
oulros coDheceu que Cesar nao estado allectado
do mal cujas torturas represeotava : fa-lo retirar
immediatamente. O ioieressanle interno itfiga-
va ter estado bastante tempo exposto aoperigo
para nao davdar mais de saa theorta medica,
isto para sustentar d'ora em diaote obstinada-
mente que a epidemia nao era contagiosa. Fatal
erro, bem fatal 1 Chegando a casa o joven dou-
tor foi atacado de ama maneira horrivel por este
mesmo mal do qual se proclamara vencedor. Ex-
piro* a noute. Cesar Casanova atte nevo Em-
pdocle que se preclpltou no abysmo do mal in-
diano para conhece-lo, e que, como Empdocle,
foi por elle devorado, ainda nao linha trinta an-
nos.
Entreguei o jornal ao doutor K.nall e retirei-
me logo para nao perturbar urna dor a que nao
poda dar coosolago alguma. Nao deixarei de
rrpelir urna phrase bem caracteriica que ouvi o
doutor pronunciar no momento em que eu iuo re-
tirara.
Ora, mioha fllha, dizia elle a Marlha que
eslava com ama nova crise nervosa, nao te aflli-
jas asiim : eu o embalsamarei I
Vede que bella conioUgao para ama joven que
acabava de perder o que ella mais amara no
mundo. Que magoifleo egosmo !
Que egosmo de sabio 1
Esta scena de familia commovera-me bastante,
a mim que nada era de mademoisella Marlha ;
nao pude deixar de fazer algumas reflexoe pal
occasio mesmo da morte desle mancebo. O
jornal fallara perfeilamente a verdade dizendo
que Cesar Casanova ouaara effrontrar um perigo
formidavel entrando em um hospital, e qm ha-
via compromettido sua vida em proveito de saa
experiencia. .. Oh I nao de saa experiencia, po-
rm de sea amor ; sim, dissera a verdade, aceres
ceotando que nao offerecia symptoms algum do
mil que ffrontara quando voltoa para sus casa ;
porm o que pareca menos evidente oa descrip-
gao do jornal, i o que vioha depois da incote
tavel assergo destes dous faetos : dizia que o te-
merario mancebo expirara na noute seguinte. Islo
parecia-me irapossivel, porqae oito ou dez das
depois desta ooute elle viera corresponder-se com
mademoisella Marlha no Qm do jardim por in-
termedio da-coruja. A manos entretanto que nao
fosseelle quem manda a filha do doutor bilhetes
amorosos.
Estas reflexes smente eu eslava no caso de
laze-Ias, porque os paes de Martba ignaravam
completamente as eotro-vUias nocturnas da jo
ven com Casanova ; sa todava, repito ainda ara
elle quem ah se acbava.
Porm sena era elle de que provioha esta
tristeza e abundantes lagrimas de Marlha por
causa de sua morte ? Ella nao havia de t
paixoes ao mesmo tempo. Era absurdo sup
Estas preoecupagde inquietaram-me di
dou dia ; no flm dos quaes deixaram-me.
tanto em que cuidar.
Osdoentes impanham aos empregados a
rea imposslvel. Nao eramos sufFiclentes
servigo das salas que cada vaz ae encimen
Passei das e noeles cojos quadros se volta
a mioha lembranga, lornar-me-hiam louc1
idiota. Trila anuos de exercicio nao me ti
ainda endurecido a ponto da considerar a
gue fro no que presenciava.
Ecom tudolsto nunca honve urna tempera' ra
mais radiosa qua a de 49 ; neutes semslhant
de Sicilia e de aples.
Era durante algumas horas destss bellas
orientaos qua eu dava raramente algam i>a/lo
pelo jar lim. Foi durante um destes passelos
nocturnos, queso meeram permittidos da meia
noule as duas horas, que eu Uve a oocatio to
desejada de conversar a fundo com madama
Kanali sobresea creoca na existencia dos vam-
piro.
Se se admiraram de ver madama Kanali-
despertada a laes horas, porque j tero es-
quecido do calor excessivo do vero de 1819,
rero durante o qual o estar em casa toroava-se
um flagello ; ter-se-ho esquecido da impossibi-
as
FOLUETftSl
0 DEMOMO 00 D1NEIR0
roa
I1ENRY CONSCIENCE
(CoQlinuagao do n. 171.)
O cemiterio achava-se situado a um qusrlo de
legua distante da cidade o seus suburbios. Era
vasto campo oceulto para bem dizer em eslreito
valle por todos os lados rodeado de um muro
pnuco elevado, e que pareca protegido e domi-
nado por gigaotesca cruz de pedra collocada no
centro sobre urna eminencia.
No meio deste campo de repoaso algn mo-
numentos separados uns dos oatros por grandes
distancias iodicavam o lugar destinado aos mor-
tos privilegiados: mais um pouco para o lado do
sul, nao looge do muro, eocootravam-se em
mullido tmulos apparatosos, cruzesde marmo-
ro com letlras de ouro, o que ludo formava co-
ito que um massigo de pedras esculpidas.
Sobre esses monumentos nao se havia poupa-
do nem elogios, nem lisonjas: fcil era eo-
nhecer-ee all que a vaidade julgava tambem
triumphar da propria morte. Entretanto o que
bem claramente ciziam aquellas Ultras de ouro
eraque as pessoas que all jaziam, sa que nao
lioham j silo devorada pelos vermes, haviam
possuido muito dinheiro na sua vida I
Para diante no maior espago do cemiterio en-
terraram-se em fileiras as pessoas do poro, e da
burguezia, que vivem do seu trabalbo. Ahi era
dilTicil recoohecer-se o lagar em que repousava
am pae, um lllho, ou um amigo, a nao aer pelos
pequeos montes de trra de fresco revolvida, que
durante alguna das se elevavam cima das co-
vas, mas que logo desappareciam calcados aos
ps dos covelros e visitadores.
E' J- ate modo que at no proprio campo da
morte se vae encontrar a desegsaldade presump-
5 isa que a cega opiniao dos bomeos ostenta. Os
ricos parecem sobreviver a si no seu orgulho, os
pobres parecem esquecdose devorados para sem-
pre n'uma cora sem flm 1
E entretanto ricos e pobres dormem o mesmo
somno, tolos jizem solado uns dos oulros no
selo da mesma trra ; e apezsr dos esforgos de
e'guoa para distinguiros seus lugareso cemite-
rio nunca pasia de um vasto tmulo onde juntos
repouiam oa filho de ura mesmo paa I
Era a manha de um bello di. O sol espargia
na campia os seus raios viricantea; fazia re -
luzir as lettras de ouro dos aicos monumentos,
ao passo que tinha tambem luz e calor para oa
tmulos humildes, e dir-se-hia que Ihe aprazia
ver desabrochar mais flores em Urno destes l-
timos, do que ao redor da fra lapida dos mauo-
lus.
O cemiteiio estava deserte, e silencioso. As
herblelas doudejavam altgremente no fnebre
recinto ; as abelhas sorriam o mal as flores dos
tmulos; sa bervazinhas balougavim-se cima
das ossadas carcomidas, os passaros canlavam
seus amores trepados nos ricos mausolus... e
nada mais, nada perturbara a placida quielago
da morada dos mortos.
Pouco depois entrn urna mulher acomptoha-
da de dous meninos. Bem que os seus vestidos
usados conserrassem na forma a appareocia de
anigi abaslanga, comtudo via-se fcilmente que
ella era pobre. O seu semblante emmurchecido
pelos pesares, mais do que pelos annos, ora pal-
udo e magro, porra as fegoes deixavam anda
ver muta delicadeza. Os aeus dous Dlhohosum
menino e urna meninaerara lindos e rosados:
porque a tempestado que abatra aua me nao li-
nha talvez chegado aos seus coragoes innocentes.
Os meninosseguram-na com andar tmido por
entre os tmulos. Ella parou juotoao muro olhan-
do ao redor de st com iuquielagio, como para
descobrir um lugar que Ihe custava reconhecer.
Mame, onde esi pspae enterrado ? pergan-
tou a menina.
A mulher abaoou a cabega com mudo desespe-
ro ; duas lagrimas brilharara em seas olhos. e
poz-se a interrogar cora a vista certas pedras tu-
mulares ao comprido do muro, as quaes s po-
deriam dar-lhe iudicios do que procurara.
Diga, mame, onde est papae enterrado?
repetiu a menina.
Cala-te, minha Qlha : nao vs que procuro ?
Aquimudaram alguma cousa.
Mas porque nao maodou pdr no tmulo de
papae urna pedra com seu nome, como vejo tan-
tas all? pergunlou o menino.
Aquelles que all esto enterrados foram ri-
cos, disse a mulher suspirando e continuando na
sua iodagago. Ah 1 parece-me que recoohego
agora o lugar.
Mamae, mame, que banita flor 1 exclamoa
o meoioo. E' urna booioa, e as suas folbas sao
todas guarnecidas de vermelho.
E o menino inclinado para a trra estendia
a mo para arrancar a flor da sua hsste.
Porm a me releve o ioamediatameote.
Nao. nao, Joozioho, disse ella. Deixa vi-
ver esla pobre florzinha que cresta aobre o t-
mulo de leu pae.
Eoio onde est papae enterrado? insista
a menina pela terceira vez.
Aqu, nossos ps, Aona, respondeu a me
apontando oara o chao.
Aqu I Eu nao vejo aeno hervas I
Agora, meus lhos, replicou a mulher a
quem causaram dolorosa impresso as palavras
de Anos, ajoelhem e orem pela alma de aeu pae.
Junlem as mozinhas, e pegam a Deus que Ihe d
no cu a recompensa promettida a aquelles que
soffrem, e sao infelizes na Ierra. -
Os meninos ajoelharam-se na relva ao lado de
sua me. As palavrasPadre Nosso que etlacsno
ctucabiram muilas retes dos seus labios; por
longo lampo a humilde supplica soou docementa
no lugar em que o pae gozara do ultimo repou-
so ; por longo lempo correram as lagrimas pela
face abaixo da mulher, que afinal, dominando a
aua dor levantou-se e dispoz-se a sahir com seus
dous Glhos.
Oh 1 mame I deixe apanhar esta flor, disse
a menina com a voz sapplicaole.
Nao, Aona, respondeu me. Deixa que el-
la desabroche at que por si mesma se (ano sobre
a cora de teu pae.
Mame, eu Ihe pego, replicou a menina in-
sisliodo V me. nao sabe qie prazer me dara...
Porm, minha fllha, se tucolberes esta flor,
ella nao vivir mais que urna hora, o murchar
em tuaa roaos.
Olhe, mame, eu a porei entre as folhas do
meu livro de orages; ella ahi eccar ; conser-
va -la-hei com cuidado, quando lr i egreja, a
booina me lembrar sempre que eu devo orar
por meu pobre papae.
Excelente msoioa 1 disse mae, com os
lidade dvlrertulr sob o peso ardente destss nou-
tss aspbixisntes.
Nesta noute de que ron fallar, madama Ka-
oali recostada em urna poltrona, envolvida em
um penteador de listraa verdea e amarellas, pen-
sara entre o pequeo lago, o bosqae da Perna
depu. Conlarei am dia a historia do bomem de
Perna de pu, qae dea seu nome este bosque,
A ocessiao era favoravel, aproximei-me de
madama Kanali. e disse-lhe com a familarilade
que aalorisava sua bondade natural.
Apoataria, aeohora, em como oeste momen-
to estas pensando ais vampiros?
Nos quaes, sem dunda, o senhor nao icra-
dta? .
Desejaria ver alguna, s para poder crer
nelles.
Ah nao tenha tal desejo I Porm os Fran-
cezes nao acreditara em cousa algoma. Singular
contradicho o senhor admiti sem repugnancia
phenomeoos muito mais admirareis, muito mais
extraordinarios que o dos vampiros, e este tor-
na-o Incrdulo. Em seu paiza incredulidade est
no saogue. Um mysterio de mais assusta os
Francezes, como se tudo nao fosse mysterio ao
redor delles, desde seu nascimento at sua morte.
Este sol que volta todos os diss, estas estrel-
las que apparecem todas aa noates ....
Ah I perdo, aeohora, isto a scioncia, a
astronoma ; o sol o as estrellas voltam pelo ef-
feto do movimenlo da trra;
Pois que acha lulo tao limpias, Sr. Morel,
diga-me, quem deu trra este movimenlo que
certaraeote nao ae imprima em al mesma. Se
tero f, ha de responder-me : foi Deus ; ae nao a
tem, nao ter o que responder-me ; porm, nem
por isso a trra deixar de mouer-se ; desalio o
que negu isto. Pois bem, succade a mesma
cousa com a existencia dos vampiros ; se tem f,
f, responder-me ha que alies exislem, porque
Deus .
Interrompl madama Kanali oeste ponto da sua
phrase, nao querendo discutir com urna mulner
prompta a confundir saa f noa vampiros, com
a f da religio. Por lano, disse-lhe eu em um
lom que nao se afaatava da linha de urna simplas
duvda, a senhora er flrmemenle que ha ho-
rneas morios ha muitos annos, que sahem dos
tamulos e vem para junto dos vivos beber gotla
gotla aeu saogue, e dos quaes os vivos s li-
rram ferindo-lhes o coragio depois de Ihe terem
corlado a cabega?
Sim, senhor, acredito firmemente.
Estes bomens,estes vampiros ettavam real-
mente morios?
Sim, Deus lhes permita tomarem sua pri-
meira forma para atormentaren), cea urna io-
tengo cujos motivos elles eccallam, cartas pes-
soas cendemnadas sua perseguigao.
Admitte eoto, senbera, que, a>nda que
morto, voltam taes quaes eram durano a sua
vida?
Oh I certamente admitlo-o.; poisque, guan-
do os matara, seu saogue corre vermelho, como
durante sua vida quando sao flidos.
E ha muitos exemplos de semelhantesre-
surreiges ?
Muitos ; sobretudo na Ilungria, Moravia,
Polonia e na Grecia, onde sao chamados duen-
des. Por ventura, acreditar o senhor que poros
iutelligenles, como os dos paizei que eu cito,
professariim ama semelbanle crenga. sa nao
houvesse alguma verdade ne.-ti crecca?
Desla vez na-o flz objecgSo alguma ao argu-
mento de madama K-tnsli, que proseguiu asiim :
Se o senhor tivesse lido um livro intitula-
do : Magicat Postkumas, por Carlos Fernando de
Scbertz, impresso em Olmutz em 17G6, saberia
que, leudo morrido urna mulher, ouviu-se, qua-
tro das depois da saa morte, um barulho extra-
ordinario na exlremidade do arrabalde em que
ella habitara. Eram onze hora, e a trra estara
caberla de nevo. Os- moradores daste lugar, ao
ouvirem eite barulho desacostumado, chegaram
porta e vtram aprorimar-se delles um espectro
braoco qua, ora agarrava-se um horaera, ora
1 um animal, e lbe aportara garganta at au-
foca-los. E este pastor da Bohemia que sahia to-
das as ooule do sau tmulo para chamar as pes-
soas s janellas. a lhes predizia o dia o a hora
de sua morte. Logo que Ihe traspaasaram o co-
rago com eatacia, deu grandes gritos, porm vi-
va sempre. Foi necessario queima-lo. E-Aoold-
Paol? ouga ainda a narrsgo desta historia
que, dapoia de ter morrido esmsgado por um
carro de feno, voilou depois, e fez morrer be-
beodo-lhes o saogue queiro pessoas, que se
acharar com elle quando foi esmsgado. Exhu-
moa se Aroold, e viu-ae que seu corpo estira
intacto, suas nohas, barba e cabellos haviam
crescido ; os olhos eata-vara abortos ;-. signaos
evidentes de que elle era uro vampiro, e um
vampiro da mais tsrrivel especie, porque, pouco
tempo depois quatro pessoas emmagrecidas por
elle, o aniqnilladaa por urna eoosampgso qns as
matou, toroaram ae vampiros. Estes novos vam-
piros cbupsram o sangue de dezenove jreos
que, depois de terem morrido de ama languidez,
sahiram no flm de alguna mezes do tmulo, e fi-
zeram tambero horriveis estragos na cidade de
Madreiga que foi necessario quaimar para aca-
bar de urna vez com estas legies de vampiros.
Todos estes fados, contlouou madama Kanali.
foram examinados cuidadosamente e attealados
publicamente pelos cirurgiGes mores de Madrei-
ga, e pelos principies habitantes do paix. Este
processo verbal foi enriado depois ao cooaelho
de guerra imperial em Vienna, que nooaeou urna
commisso para examinar novamente os fado.
A commiss-i, depois da um exame minucioso,
deu-os por verdadeiros, e conflrmoo-os com a
afflrmago e a aasigoatura de seus membros, que
eram. Battuer, primeiro lenle do regiment
de Alexandre de Wirtemberg ; Clrkatenger, ei-
rargio-mr do regiment de Frustemberg ;
Guoicbitz, capito em Stallatz.
Sao sem duvida autoridades, disse eu ma-
dama Kaoali ; entretanto, eu preferira outras
todas eitas, por mais respeitaveis que teja o.
E que oulra auloridade desejaria o senhor;
cito-lhe cidades, aldeas e testemunhas respeita-
veis, empregados pblicos, Domes perleocenles
familias hngaras, das mais nobres, ujos des-
cendentes exislem aiodaf ....
Desejaria a autoridadde da senhora.
Mioha reaposta nao era mais que nms simples
cortezia. Ella obrigava madama Kaoali a di-
zer-ma o que eu sabia j palo Dr. Sainson, do
Vale da Graga. Convioha-me muito esla repet-
cao : pnmeirameote por ter a cooflrmigo abso-
luta de (actos que me pareceram incrireis ; de-
pois, para forgar madama Kanali a dizer-me
se realmente puoha Cesar Casanova na ordero
dos vampiros, e, nesle caso, se nao lemia vi lo
voltar, pois que nao (ora traspassado com roa
estica depois de sua morte, como se costuma
usar com os duende, vampiros, etc., am de
imped-los de rollar entre os vivos.
S oblive saber metade do qae eu desejava por
causa de um acootecimento que veiu Iangar-se
entre a nossa conversago, e que eu referirel Im-
mediatamente.
Madama Kanali comegou por cooflar-me lado
o que eu ouvira do doutor Sainson ; primera-
mente fallou-me do vampiro que perseguir sua
me, a fllha do grande Saloma Kanali, aquelle
que se chamara Bem Strombold, e que a serva-
se da mo esquerda ; depois do vampiro Roseo-
thil, soccessor do precedente, se nao era o mes-
mo, o que linha um signa; vermelho no canto da
bocea, porm quando ella leve de responder-me
se recejara ver Cesar voltar a este mundo para
perseguir a existencia de sus S1ha Marlha, ees-
sou de repente de fallar. Procurei a causa deste
silencio rindo to fra de proposito : msdama
Kanali olhava filamente para a aua frente; es-
forzara pur agarrar um objecto na neblina bran-
ca e polvorosa, e com um gesto 9rdsnou-me que
nao lbe parturbasa a allengo.
Porm, Ihe disse eu em vor baixa, nao
um s objieclo que se dirige para as, sao duas
pessoas.
Eu o creio tambero, dase madama Kaoalir
e secreteante;- observe, senhor Moral, nao lbe
parece ?....
CAPITULO XII.
Sim, dase-eu, parece me urna jovan e um
mancebo.....um official vejo brilharem dra-
gonas....
Anda que o hospital fosse fraquentado noute
por muito mais pessoas que sos lempos ordina-
rio, fiquei todava sorprebendido do passaio des-
te par em urna hora em jardim,. principalmente,
pessoas eatranhas.
Madama Kanali replicou:
So mioha filia nao elliresss deitada ha duas
horas e se conhecesaemo algum oflkial, eu dira
na vetdade.-..
Com efleito, ser.hora, ha multa semelbaoce-
na estatura e mademoisella Martba-com esta jo-
ven que d o braco ao official.
Siles veem para este lado, veremos depor-
to se a semelhanga -to grande quanto nos pa-
rece em distancia, anda que na obscuridade en.
que ramos licar por causa da la quese esconde ;
ser difflcil disiinguir-se
[Sao era tmente a la que ameacava tirar- noa
todo o meio de constatar claramente esta seme-
3$
olhos hmidos. Colhe a flor, e guarda-a : sim
colloca-a no lea livro de orsgoes como urna re-
liquia, como ama lerna recoMago I
Com a mo esquerda apoiada no hombro da
menina, e com a direita apontando para o muro
alguma dialaoca, a mulhar contouou :
Aona, tus mais velha do que teu vrmo :
escuta-ms pois. Vis all no muro aquellasdua
pedras lumalares ? Recoahece-las-hias bem?
Quinto quizeres achar o lugar em que est teu
pae enterrado, vira-te para a cruz que ali est,
d dez passoa para a frente, e achar-ie-has as-
aim no lugar em que estamos. Repara bem em
tudo, minha filha, nao eaquegaa nada; porque
lempo vlr em que me nao terao mais para aqu
conduzi-los...
E a mulher sfsstoa se da cova de seu marido,
seguindo pelo caminho em que abundavam os
funreos monumento.
Oh I que bonitos (amalas 1 exclamou a
menina. Ainda o cemiterio, mi me i
E' o lugar dos ricos, mioha filha.
Quando eu crescer, murmurou o menino,
hei de tnzer urna pedra bem pesada para o t-
mulo de papae : porque eu ainda toa muito
fraco...
Papae foi rico, nao foi, mamae 1 perguntou
a. menina.
Nao foi rico, Aona; mas tinha com que
viver commodameote, e com que conservar no
muodo urna posigo honrosa.
Eoto, elle leve dinheiro ? B onda est
esse dinheiro ?
Ah I minha fllbinha I Nao pdea ainda com-
preheodercomo isso succedeu. Tu pae foi llu-
dido, soffreu alguns revezos no seu negocio ; e
finalmente cahiu as mos de om vido usurario.:
depois de urna vida bem desgranada, morrea po-
bre a abandonado de todos.
Um coreiro com urna p ca mo entrn no ce-
miterio, e aproximou-aa do lugar em que estara
a pobre ma com os seus filhiohos.
Boa mulner, disse-lhe elle, preciso sahir:
nao veaquillo que vem l embaixo na calcada ?
Olhe paraquaotas carruagens... O cemiterio da-
qui a pouco (cari cheio de geote.
A mulher olhaado Oto para o magnfico corte-
jo, que se adiantava, pergunlou :
Ha de i.r algum persooagem comidaravel
que traxem para enterrar; algum funecionario de
primeira ordem ou hornero celebre, nao ?
Eu sei l o que elle foi I.. resmungou o
coveiro : s sai que foi millionario. Ha de coohe-
cer multo bem, toda a cidad o conhecii : o
velho ricaco Robyo....
Robyo 1 axclamoa a infeliz mulher apode-
rada de sbito tremor. Robyo I Veoham, ve-
nhsm, meus Olhos ; asamos daqui...
E arraitou os seus filhiohos pelo trilho que i
lar entrada principal. Caminhaodo com os
olhos voltados para o cu, ella exclamava :
Meu Deua I Vos assTm o quizestea I Per-
milliites que viesse augmentar a minha dr esla
ultima e pungente irona I Elle, o causador da
mora de meu marido, enterrado com esta pom-
pa, na mesma hora em que os Ulhoa da aua vic-
tima mal podem encontrar o tmulo de seu
pie I
E fizando ama pequea paua prosegua de-
pois mostrando menina o cortejo fnebre :
Aona, ts ali em baixo aquella carruagem
coroada do pennachos que fluctuam ao vento,
admitanle de ouro. e guarnecida de ricas tape-
taras de seda ? Oh se soubesses, minha filha,
ae soubesses quem aquelle que cooduzem ali
dentro, como sobre um throno, para o jazigo que
o guardo, estremecera, Anoa } e o seu come
nunca sahiria da tua bocea, assiro mesmo inno-
cente como s, seno sorregado de mald...
A mulher, como que espantada do- que ia di-
zer, suspendeu-se.
A menina olhava para ella copa um ar interro-
gador.
Mas nao, conctaia afiail ; heira do tmu-
lo comeca o reino da- justiga : esquegamos todo
o pensameoto da v-inganga. Deus ser juiz en-
tre elles 1 Ah pobre alma peccadora, possa o
Senhor na aua severidade nao condemnar-te a
una expiago eterna I
Dizendo estas palavras, ella afearon-se rpida-
mente do cemiterio, e desvioo-se do caminho
principal para nao se enconlrsr com o cortejo que
se aproximara.
As carruagens pararam dianla do porto do ce-
miterio. Oa cerregadores condziram o caixo ;
e todas as pessoas do acompanh-amenlo apearam-
se, e formaran! o prestilo segundo as suas posi-
gdes, e gru de parentesco aora o dafunlo o por-
to foi lentamente escancarada.
Berlholdo segua de perto o caxao. Estava
po I ido e extremamente ccMnmovido : camiohava
coma cabega baixa com a procuraase oceultar
a sua dr aquellos que o acompaohavam. Todos
o litaran), e todos sorriada-ie, sorrateiramate se
oceupavam do feliz mortal que ia herdar um mi-
lbo, e que suppnnham elles fingir lo bem a
dr e o desespero.
Logo aps o mancebo seguiam algumas pessoas
opulentas, de phisionomia solemne e reservada,
quasi todas ealraohas so velho Robyo, a quem
mil haviam coobecido ; mas que mquella occa-
cisio iam da luto fechado testemuohar o sea
respailo ao dinheiro I
- Em seguida marchan Moock, o escreveote,
com os olhos occullos n'um tengo branco : mos-
trara -se lo acibrunhido da tristeza que as per-
nas lbe tremiam. Urna daa pessoas do acompa-
nhamento, tocada por aquella profunda affeigo
de um caixeiro por seu patria, dera o brago ao
velho para ampara-lu no sea trajelo ali a
Cva.
Um pouco mais distante, o j quasi naa ulti-
ma a fileiras do prestito fnebre, segua Conrado,
o msico. Acompanhava o corpo por sympa-
inia para com Berlholdo. e tambem por gralido
ao homem que, de qualquer maneira, havia labo-
riosamente amontoado um bom patrimonio para
seu joven amigo, o poeta.
O caixo foi depositado na cva ; o coveiro
apoderava-se j da sua p ; alguns punhadosde
Ierra ia determinar entre a luz do aol o aa ireras
da morte, essa separago que parece eterna ;
quando um dos assistentes adiantou-ae com um
papel oa mi para pronunciar um discurso f-
nebre.
Viva expresaao de curlosidade. oa de zombara
mal cootida, desenbou-se na phisionomia da
mor parla dos assistentes. O que se poderia di-
zer beira daquelle tmulo em louvor de um
usurario "!
O orador chimou Rjbyn'sea amigo (j urna
boa recommendago ter se no mundo por amigo
um homem to rico.) Depois fallou do Uno tac-
to que tinha o defuoto pora os negocios, e qua-
liicou-o de hbil o eminente fiaanceiro ; mos-
Irou como elle linha pastado toda a vida a Iraba-
lhar apezar da sua riqueza ; exalioa-lhe a aim-
plicidade de gosios, espirito de economa.
A vos do orador, aobretudo reveatiu-ae de urna
expreiso mais pathetica ainda quando represen-
tou o defuoto como um bomem cirilitivo, como
o refago dos desgragados, viavaa e orphaos, que
nunca ancontraram. a tua porta fachada quaado
alictos o (Josolarjos lbe iam pedir logcorros.
Ibaoca os deas passeiadores floctirnof. m'tm
?!T pf" lo" ea I '"amos -
' d0'' "g"lrt.m po 0,lr "nnobo. o desdo
entao nio nos foi poasivel 4-los seno cor en-
tra os troncos daa errores e os ramos dos arbus-
tes que "pararan, e, aila da ~ El,,fJoi
no Um de junbo, a folhageB muito espessa
neitd poca do anno; havia instantes em qua
uasi n3o os vamos. Quando alies chegaram a
tura do lugar em que nos acharamos nao oa
vimoa mais absolutamente ; porm em compen-
sagao ouvimos a voz de Mailhaporqoe era ella
qua dizia ao official, muito atiento, sem dnvida
em recolher aus menores palavras : O que me
propoz, em nosss ultima entrevista, ara mallo
erigoso, e dizia que recelara que eu nao acei-
taste ; porm quando se ama como nos nos ama-
mos, nao jlgo dever hesitar sobre o que me pro-
poz, sem dar-lhe a entender qae o amor que Ihe
tenbo mais fraco que o seu.
Foi esla a nica phraae que ouvimos, porqae
oa dous amantes cootlnuaram a andar, a por con-
sequencia a affastsrem-se do lugar em qae esta-
ramos. Porm esla nica phrase era moito cla-
ra, para deixar -no duvida alguma sobre a mtu-
tiza do seotimeuto que msdemoisella Martba ex-
perimentara pelo joven official que a acompaoha-
va, e que pelo uniforme reconheci ser um capi-
llo da guards Mobil, corpo de voluntarios forma-
do em liiS, para manlsr a ordem qae estar em
perigo.
Pelo que se passava oeste momento, conflr-
mei-me na oploio que repelllr/t a principio com
todas as miohas torcas, de qae mademoisells
Martba linha j substituido em seu corsgo o In-
feliz Casanova. Como dnvida-lo d'ora em diante ?
Marlha abi eslava, pasieiindo pelo brago de um
novo amante, e a urna hora da ncite em que
ordinariamente resiste-se poaco ao que se pede.
Eu esperava slgum momelo de justa colera ma-
ternal da parle de madama Kanali; esperara sua
apparigo sbito e amesgadora diante de sua fi-
lha, por urna ceos da maia furioaa violencia, se
bam que eu preparssae razos para Irenquilin-
la ; ella poupou-me estes gastos de clemencia; a
moderago.
Sou a mais feliz ;s mes, disse-me metia-'
ms Kanali em voz baixa dominando a cus:-' o
excesso de sua alegra. Olhei para ella admi-
rado.
Sim, s mais feliz das mires, micha fliba est
salva !
Cada rez mostrava-me mais aiairax,
Ella ama I proseguiu madama- Kenatf, ella
ama I eaqueceu este fatal Cesar, que d'ora1 avan-
te perde todo o ascendente que vicha- sobre
ella.
Smeote um novo amor poderia e: amor qua a consuma noule e dia por aquelle
cujo phaBtasma oo voltaria mais a deatratr-lba
a mocfdade, aiotelligencia, alterar-Ib1 o doscan-
coei felicidade, e coosumir-lhe a vida lana-
mente. Ella me resttaida quando eu a julgava
perdida para sempre. O vampiro Cesar esli'se-
pullado ua mais profunda da suas coras, onda
rolou pela primeira ves qaaodo mioha ma des-
enibaragoo-se delle desposando meu pae, e queji-
do eu tambem livrei-me delle casando com o
doutor; ei-la tambem iirre. O aortilegie estJ
acabado.
Nao era sraente a alegra Ilimitada de ter
recobrado tua filha que brilbava nos olbos de tra-
dama Kanali, era tambem o enthuiiasmo fanti-
co da mulher deconviego qme klompbou do b-
sedio do mu espirito. Ella estar* radiante, na-
dara na mystica luz da redempg-o. Eu juei
como deslumhrado-, e sent a meu pezar, o tttrac-
(iro que a arrastava.
Nunca comprsheadi to bem como neste mo-
mento, quinto fcil -convencer os oulros quan-
do se cid firmemente, A humanidade nao mais
que urna cadeia elctrica langad pelo poder di-
vino deuma extremidad do universo a o otra.
Nao asunrai lnteiramente dizsr que madama
Kanali forgou-me a partilhar saa esattada opiaao
noa vampiro, redutlu-me entretanto, eu o coa-
fesso, a nao ter o qua dizer sobre a- singular ton-
ducta de saa fllha. Emquanlo madama Kacaii
fallava-mo de sua felicidade os dous passeiado-
res eclipsaram-se na sombra do caminhos ;
la recolhera-ae no horisonte ; o jatdim obscu-
recido, nao olTerecia mais vista forma alguma
vitival, e es ouvi a carroga qae lerava a olheita
fuoebre do da, rodando sobre o caminho do hos-
pital.
Fui repocsar alguna instantes.
{Continuarse ha.)
E coocluindo disse com a voz alterada confor-
me o eatylo :
Robyo, homem generoso, cidado a til, ami-
go fiel, a trra te soja leve I
Eroquaoto o orador enchugava a testa inundada
de auor, a mor parte dos asiiitentes dirigiam-ia
x aportar lbe a mso para felicita-lo pelo bello
discurso que acabar-a de pronunciar.
Tivesse elle dito ou. oo s verdade aquelles
que o elogiavam disso poaco ae davam : algans
riera -se mesmo abertamente loavaodo isso que
elles chamavam habilidade do orador.
O caixo achavvsa j na cva ;. todos naviero
preenchido os seus deveres aos olhos do mundo
e Robyn ficou logo esquecido I
Os assisleoloe encaminhirsm-se conversando
para as carruagena afim de voltarem cidade
Brelholdo aproximou-se de seu amigo o masico,
e Ihe ditse ao ouvido com urna roz commo-
vida :
Conrado, fica comigo,. tenho a commuoi-
car-te urna cousa bem importante.
Sahfndo com o amigo do cemiterio Berlholdo
paasou junto de urna carruagem sobre o estribo
da qual MoBrk linha j posto uro p para su-
bir. O escreventa porm percebeodo o aobrinho
de sea palro, desviou-sa, conserrou aberta a
portiobola da carruagem, e tnclloando-se pro-
fundamente persnte alie, disse-lhe com o tom de
irona :
O Sr. Robyn quer subir? Osea hamilde
criado ir accommodar-sa em outro Lugar.
Serpente venenosa I exclamou Berlholdo
laucando sobre o escrevenle um olbar scinlillan-
ie da despreso.
E tomando o brago de Conrado desriou-se com
este por urna vereda.
Alguns instantes depois aehavam-se todos
aecommodados oas carruagem. Os cocheiroa
flzeram estalar oa seus azorragues, os cavalloe
partiram........ e esse mesmo cortejo que havia
ainda pouco se encaminhava para o cemiterio
to leuta, to hypociritamente, e com todaa as
demonstrsges da profunda tristeza, j ento
voava pelas galgadaa coro tanta rapidez e ruido,
como ae folie alegre companhia correndo para
urna festa I
Eoto, perguntoa Coorado quando aehou-se
s com Berlholdo, o qae teas a dizer-me? Nao
certamente essa ceremonia a nica causa da
la commogo.
O mancebo deixou pender a cabega ao seio de
aeu amigo, e dase com voz dolorosa :
Ohl soa muilo infeliz 1 Lastima a mioha
sorte. 'O futuro me fix tremer I
Diz-me, Berlholdo, qee imprevista deigraga
te aconleceu ?
Berlholdo ergua a cabega e disse com am tom
de desespero :
Conrado, meu amigo, sou pobre, mais pobre
do que tu I
O que dizes? Nao te coniprernndo I
Mea lio desherdou-me.
Deaherdou-te I Em proveito de quem ?
De Monck, qae e o sea nico herdeiro.
Cus I Os meus preseatimeotos nao me
illudiam : receiei sempre que nos ltimos mo-
mentos o bypocrita abusasse da confianga de teu
to; maa a eite pooto............ nunca o esp-
pnz I Acbo at mesmo impossivel I
Entretanto 6 a pura verdade. Monck Ilu-
da a mea pobre to, e perdeu me do seu espiri-
to. Margarida aem o saber tudo me revaleu. Foi
com o meu poema do usurario oa mo que elle
arrancn fraqueza do velho o testamento que
me despoje.
Mas cumpre annunllar esse testamento,.
Berlholdo ;. elle nao pode ter valido.
A le nao dava a meu lio o direito de dspt
de seus bena conforme quizvsee ?
Nao importa ; eoorm altacar-se o tosta-
mento perante a juaiiga : pd muilo bem ser
qae nelle se encontr algum vlcio.de formUa.
Va esperanga, Conrado I Quando meu tio
fez o sea testamento, Moock estava ao lado.delle ;
e Monck astuto, sabe maito bem quaes sao as
condignos necessariaa para que am testamento
seje inaltacavel. Assim pois o acto qu# consa-
ma a minha-ruina irrevogaael I
Conrado- estremece*, parecendo que triste
coovicgo se apoderara pouco a pouco do sea
eapirito. $alou-se como qua entregue- penosaa
reflexes.
Ohl: fui um louco, andai como um ce-
g I Sabia que Monck era um traidor ; um se-
creto preaentimento me adverta de-que descoo-
fiasse dalle. Se nao tivessa sido o desculdoso
o leriano, com urna s palavra poda mea lio
prevenido contra as seas machioages: ma
qaem poderia cir n'uma astucia e perversidada
to requintadas ?
Infelizmente, disse o msico suspirando,
sempre porque o artista nao cr-i oem no poder
da isi-acis, nem na triumpho da perversldade,
que torna-se victima de ama de oulra t
Houve eotre oa dous amigos am momento da
silencio ; ambos elles, mudos, immoveis, com oa
olbos pregados ao chao pareciam acabruohados
de dor.
Sbito porm Conrado levantou a cabega cerno
querendo desembaragar-ae do peso de am pen-
simento importuno. Pegou ni mo de sea
amigo, e elle disse com am tom quasi resig-
nado :
Pobre Berlholdo! E* sem duvida uro
grande deigraga perder tanto dinheiro : mas cr
que nao bajam no corago do homem outras
origens de alegra e felicidade ?
O dinheiro I exclamoa Betlholdo com ss
feges contrahtdas por am sorrir febricitan-
te. Despreso, abomino o dinheiro..........s^i
agora as manchas que podem bares n'uma
moeda de oure.........
E curvando a cabe-a accrescentou com a v-ez
sombra :
Porm sei tambem qual o poder inierial
do dinheiro I Tremo como se fosse menino.......
terrivel anciedade tortara-me o corago....... A
causa ser o dinheiro? Nao, porque elle para
mim nsda ..... mas Laura....., Laura 1.....
E' verdade I Laura I repela o msico qwisl
em voz baixa.
Obi pobre poeta desherdado que sou,
ousarat ainda levantar os olhos para ella ? O
Sr. Kemeoaer deixar de fechar a ana porla ao
escrlptor sem fortuna ?
Conrado nao ousava responder; nelle ludo in-
dicara a mais dolorosa incerteza.
E deste modo, prosegua Berlholdo desa-
lentado, nao serei tmenle despojado do dinheiro
que poaco estimara ; maa tambem me arreba-
tado com o mesmo golpe o soobo da minha alma,
a felicidade da mioha rlda, o ralo qae illaralna-
va o meu futuro 1 Enganamo-noa, Conrado,
vivemos illudidos: o dinheiro realmente a ori-
gem de toda a felicidade I Ohl ae eu podeasa
mudar este mea corago como os outros vene-
rara, adorara o dinheiro : o nico poder ver*
dadeiro qae ha no mundo !
(Continuar-s AJ.
PERNAMBUQOt-TYP4DE M.P. DE.F.4 FILMO,
J


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