Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09580


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Full Text
*
%
i
AIIO IIIV111. ID1EIO173.
Nr tres mezes idian lados ftf 000
Ptr tret meze vencidos 6f 000

TERCA FEI1A 29 DS JDLHO DE UI2.
*

Ptr auno adiotado i9|00O
Porte ira en ara iikieriitor
DIARIO DE PERIVAMDltlO.
KJICAR.REGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de 14-
ffli; Naial, o Sr. Antonio Marque* di Silva,
Aracaty, o Sr. A. da Lemo* Braga; Cear o Sr.
J. Jos da Oliveira; Maraoho, o Sr. Joaquim
Marqaei Rodrigue; Pari, Maooel Pinhairo &
C; Amazona, a Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO SOL
Alagoas, o Sr. Claudlno PiUo Dlaa; Bahia.
Sr. Jos Martina Alve; Rio da Janeiro, o Sr.
loa Paraira Martina.
PARTIDAS DOS CORRE10S.
OHnda todoa os dias aa 9)4 horas dodia.
Iguarass, Goianna, Parahyb as segundas
a aeitas-feiras.
S. Anto, Beierros, Bonito, Caruar, Altinho
a Oaraohuna as tergaa-feirat.
Pod'AIho, Nazareth. Limoeiro, Breio, Pes-
queira, Iogazein, Florea, Villa-Bella, Boa-Vista.
Ourcurye Ex. nae qua. taa-feiraa.
Cabo, Serinhem, Rio Formoao, Una, Barreiroa
Agua Preta, Pimenteirae a Natal quintaa eiras.
UToaos os corraios partem aa 10 hora* da manhaa
IPHEMERIDES DO MEZ DE JULHO.
4 Quarto cnictntt ai 8 non* e 20 minito di
manhs:
12 La cheia ao* 2 minutoa da manhaa.
18 Quarto mingiant* a* 2 hora* e 32 minutos d*
tarde.
26 La ora a* 6 horas a l minutos daan.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro a* 6 horas e 6 niato* da manhaa.
Segando as 6 horas e 30 minutos da Urde.
PARTID* DOS VTORES COSTBIROS.
Para a aul at Alagoa* o 10; para o norte
ala a Granja & 14 a 29 da cada u>*z.
PARTIDA DOS OMMBUS.
Para o Reeie: do Apipueos s 6 1)2, 7, 7 1|2, 8
*.8 1|2 *a m.; de OHnda a 8 da m. e 0 da t.; de
Jaboatao as 6 1|2 da m.; do Caxang e Yanta
a 7 da m.; de Btmfiea as 8 da m.
. P5 V*f! : p"a *&* a 8 ll*. *r M.1
4 1 [2, 5. 5 Ii4, 5 1|2 e 6 da t.; para OHnda i 7
da m. a 8 1|2 da t.; para Jaboatao s 4 da t.jpara
o Caxang a Porzao s 4 1|2 da t.; para Btmfiea
as 4 da t.
AUDIENCIAS DUS TR1BUNAKS DA CAPITAL.
Tribunal do tommercio : segundas a quintas.
Raltgo: t*rg e aabbados slO horae.
Pazanda : quintas s 10 horas.
Juizo do commarcio : segundas ao meio dia.
Dio de orphoa: tercas e sextas fs 10 horas.
Primaira rara do crel: tercas e axtasaa malo
dia.
Segunda Tara do tire): quartaae aabbados l
horada tarda.
DAS DA senara.
2S Segunda. S. Innocenrio p s. Kizsrio nr
2tf Tejca. S. Olav. re ; S. Lucill; s. Loto b.
30 Quart*. S. Retino m.; S. Daaiilla .
31 (.tainia. S. Ignacio de Loy.-lla fundador.
1 Seste. S.Pfrfro ad viocula.Os 7 Marhaeaa tr*.
2 Sat>bado. uta* Senhor* do* Anj..
3 Domingo. Ioveogo do corpo deS, Ettava.
ASSIGNA-SE
do Recite, em a liTraria da prg* it Iniauaai
dencta o*.% *3,do* prupnetarioa Nanoel Flame-
ro* departa A Filho.
PAUTE OFFICUL
GOVERNO DA PRVIDA.
Expediente do da s.l de junha de
1868.
OITlcio ao Erro, presidenta da provincia do Rio
Grande do Norte.Dandocemprimeoto ao offlcio
que V. Ezc. me dirigi em 15 do correte, re-
mello-lhe por copia, as duas iocluaas notas dos
prego, porque se podem obter nesta prsc* o ob-
jecto* constantes das relar.as que acompanharo
ao citado utlicio.
Dito ao brigadeiro commandante das armss.
Para oa fina conTenientes,
ca das grandea potencias, que anda nao reconhe-
ceu a Italia, e como todos os estados medianos
da Europa, cora nica excepgo dos Allemes, e
da Heapauha, tambero j ha muito lempo prece-
dern) com o reconhecimento, a eompanhia iso-
lada com a Austria, tanto menos pode agradar
em Berlim, como a posigo das cousas, alm dia-
ao nao ae qualiBca para qualquer intimidada com
a mesma. Onde porm o reconhecimento russo
da Italia ez a mais penosa impresso, iato em
Vieooa.
Aioda nesles ltimos dias as gazelts alli tinham
declarado imposaivel o reconhecimento, lembrao-
doquanloimpurlava Russia, sobretudo uaques-
lo orieutal, um entendimento cos a Austria, e
qee por esse motivo ella nao poderia penaar a um
acto, que repulsarla o gabinete austraco da ms-
. passo as maos de V.,
Exc, com informacOosda thesouraria de fazeDda UB,ra a asPer. Em geral, moito se tioha de
oovo pensado ultiaiameole na Austria em urna
reconciliaco com a Ruasia, e por isso provavel-
mente se observou vista dos novsimos acoo-
teciroenlos na Ser?ia urna posigo, que fizia des-
appsrecer a antiga contena doa interesses aus-
tracos e russos no Oriente. Tanto mais sensive
se torna agora o golpe do recoohecimento da Ha
em offlcio com dala do hontom, oa papis (relati-
vos a pretencSo do capillo Jos Joaquina de Bar-
ros, que V. Eic. opporlenameote devolver.
Dito ao meeroo.De conformidade com o que
olicitou o Dr. chele de polica interino em ofeio
o. 1,139 de 24 do corrent, sira-se V. Exc. de
xpedir suas ordena, pata que sejam substituidas
por outras, as 12 pragas que ae acham dastacadas
na cidade d* Nszareth.Communicou-se ao Dr.
chefe de polica.
Dito (ao dezembargador procurador da corda
fazenda e soberana nacional.Queira V. S. in-
terpor o seu parecer sobre a materia do requori-
ineoto e mais papis, em que a irmandade de
Kossa Senhcra da Conceigo deltamarac, recla-
ma uns terreno*, que allega aerem de sua pro-
priedade.
Dito ao Dr. chefe de polica.Intarado pelo
offlcio de V. S. n. 1,141 de 24 do corrente.de
quo ao amanhecer do dia 9 desle m*z fdra rou-
bada a Jcapella do eng>nh Alagds d'Aota
em Nazareth, e om sertsnejo que uella pernoit-
ra, sendo autores desle crime Antonio I -11 o e seu
irmo Jos de tal, os mesmos que haviam com-
metlido igual crime no da 3 dtquelle rnet na caaa
de negocio de Joaquim Francisco de Mello, es-
pero que me informe do resultado das diligencias
empregadss para a captura desses criminosos.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do Recite.Em soluco ao offlcio n. 63 de
21 do corrente, em que V. S. requisitou provi-
dencias para ser restituido ao 2* batalho de in-
fantina da guarda nscionsl sob seu commando
superior, o tambor Francisco Jos de S, que, an-
s* de ter nalisado o engajamenio que contra-
lito nesse batalho, se alistara no 2o batalho de
infantera do exercilo, tenho adizer-lhe qae, nao
podeodo o tambor de qae se irala, deaempenbar
o mesmo lempo as obrigacoes que cootrablo na
guarda nacional e no exercilo, deve prevalecer
O primeiro eegajamento, a vista do que dispdeo
viso da repartiQoda guerra do 1* de Miembro
4o anno passido, urna vez que a guarda nacio-
nal reslitua a quaotia de 100$, que o referido
tambor recebe*, como premio de seu engaja-
mento.Communicou-se ao brigadeiro comman-
dante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Autor:so a V. S de accordo com a sua in-
formsgao da bontem, acb n. 6SI, a mandar abo-
nar a Jorge Jos Alves da Fooceca a gratifica-
rlo de 600000, pelo sea trabalho e assistencia
ao anterramento dos cadveres das peasoaa fal-
lecidas do cholera-morbus na povoacao do Bom-
Jardim, durante o lempo em que essa epem a flagellou.
Dito ao mesmo.Resliluo V. S. o requerl-
mento documentado, em que Henrique pede o
pagamento da quanlia de 817$840, proveniente
de passagens dadas no hiate Sergipano, a offl-
ciaes, pmcas e sentenciados que seguiram delta
apital para o preiidio de Fernando, e d'elli para
aqu, afim de que proceda a eate reipeito, de
accordo com a *ea toformajo de honlem sobn.
80, maodando pagar ao supplicsnte soment* a
quantia de 2I9J840, ficando o reatante para
*er satlsfeito quando Louversupplemento de cr-
dito.
Dito ao director do arsenal de guerra.Man-
de V. S. fornecer ao 7* batalho de infantaria,
conforme solliclta o brigadeiro commandante
das armsaem offlcio de hontem datado, sob n.
1,432, os artigos de armamento conatante do in-
cluso pedido.
Dito ao director interino da fsculdade de di-
reitn.Sirva-so V. S. de informar acerca do que
expe no Incluso requerimento o africano livre
de Dome Ualaquias, que se acha ao aervigo deesa
faculdade.
Aojuizde direito de Goianna.Communico
Vmc. pira seu conhecimeoto, que o terceiro sup -
pente dejuiz municipal e de erphos nomeado
para esse termo,Dr. Bellarmioo Correia de Oliveira
Aodrade, prastou honlem juramento parante esta
presidencia por iotermedio do sea procurador,
Doa termos do artigo terceiro do decreto o. 2012
de 4 de outubro de 1857
A cmara municipal do Rectfe Para poder
resolver acerca do que ponderou a cmara muni-
cipal do Recite em seu offlcio de 21 do corrente
ob o. 72, relativamente a obra do muro do se-
mitono da fregnezia de S. Loarenco da Matta,
inister que a mesma cmara me enve copia do
Contrato, feito para a execucao da referida obra.
Ao segundo secretario da assembla legislativa
provincial. De ordem de S. Exc. o Sr. preai-
dente da provincia, rogo V. S. que ae digne
prestar os quadros que para execucao do dispos-
to no aviso do ministerio da fazenda de 18 dede-
lembro de 1861, foram pedidas a assembla le-
gislativa provincial era olkio d 23 de jaoeiro
deste anno, relativamente nao s as verbas de re-
ceita municipal com indicago do que prodazio
esla, por semestre, nos cinco ltimos annos. con-
tados do primeiro de julho de 1856 a uoho do
anno passado, mas tambem a deapeza no mesmo
periodo addiciooandoV. S. a esses quadros ou em
separado qualquer obaervago que oriente o
coohecimento do progresso ou decadencia da ren-
da municipal desta provioci*.
Despachos do da SSJde julho.
Requerimentot.
Padre Antonio de Mallo e Albuquerque.la-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Domingos Jos Vieira Brags. Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Fieldeo Brolhers.Informe o Sr. Dr. chefe de
polica.
Henrique Augusto Miiet.Passe nao haveodo
inconveniente.
Joaquim Jos de Carvalho Siqueira Varejo.__
Informa o Sr. director do arsenal de guerra.
Bichare! Luiz Goocalves da Silva.Informa o
Sr. iaspector da thesouraria de fazenda.
Sergio Rufioiano do Reg Barros.A' vista da
ioformagao indeferido.
lia pelo principe GortschokolT. Em todo o caso
IXTElHOR
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
llamburgro, de julho de 1862.
Um aviso de Turira de aole-houlem no* an-
ouncia a chegsda a'um despacho telegraphico of-
fieial do gabinete de S. Petersburgo, declarando
o recoohecimento do reioo da Italia. Como acres-
cenia o mesmo aviso, j se acha em|camioho o
enviado extraordinario da Russia, que tem de
entregar em peaaoa a acta do recoobecimeoto. J
desde cerca de qoioze diaa que aa communica-
oea de Paria, Bruxellas e Berlim iodicavam que
esse acto da Russia eslava para ter lugar. Nflo ae
tioha esperado porm urna to prompta realua-
{ao, e aobretudo parece que em Berlim nao ao
acham mu alegremente torpreodidoi
A Pi-UMia actualmente com a Austria, a uni-
sso urna prova que o mesmo conlini susten-
tar a poltica do odio conlra a Austria, eem lu-
gar de se asaegvrar o terreno para os seus planos
orientaes pelo entendimento com o gabinete de
Vienna, se esforga pelo contrario de favorlsar ee-
ses planoa pela allianga com os inimigos da Aus
tria. Com effeito, sabe se que o reconhecimento
da Italia pela Russia leve lugar *m conaequencia
de negociagoes mediadas pela Frange, em confor-
midade das quaea o gabinete de Turim se obrigou
a prestar a sua assistencia aos esforgos franco-
russos oa Turqua.
Na Italia, como se entende de si mesmo, esse
resultado da poltica do ministerio Ratlazti ac-
Ihidocom a maior aatufecao, e offeracer *ogo-
verno um novo apoio, aobreludo tambem cootra
a preao dos partidos exaltados, aus quaes val
muto devagsr demais o desenvolvimenlo daa
cousas, que cada semana perdem de novo a pa-
ciencia, por nao ae acharem ainla annexadas Ro-
ma e a Wnecia. Tambera lano mais bem vindo
o recoohecimento da Rusta neste momento,
porque a reaegao levanta de novo a sua cabegt
em eonse^ueocia do grande concilio doa biapoa
em Roma durante Pentecosts, o que eotr'oulroae
maoifeala pela reanimago dos baodos oo terri-
torio napolitano. E* verdade que to pouco agora
como antes queato de quaeaquer resultados
cima j Qzemos mengo dos acoolecimeulo*
na Servia. O primeiro motivo dos meemos j co-
nhecido dos oossos leilores. Em coosequencia de
urna riza entre Servanos e urna guarda turca em
iielgrada houve um levantamenlo da populaco
aerviana, pelo qual a tropa turca a os Turcos que
all moravam foram expulsos da cidade e obnga-
dos a refugiar para a fortaleza de Belgrada. Urna
outra coosequencia foi, que no dia aeguinte, 17
de juuho, a fortaleza bombardeou a cidade du-
rante cinco hora*. Entretanto tioha vollado para
Belgrada o principe, ausente n'um* viagem de
napeegao. e graga* s sus medida* enrgicas e
viva iuterengo dos represntenles consulares
das grandes potencia*, te poda realisar um ar-
misticio. Ao meamo lempo o principe protesto
energicameoie em Coastantinopla pelo telegra-
pho, e o efTeito foi que a Porta reprovoa o proce-
dimeoto do commaodsnie turco da fortaleza de
Belgrada, Azig Pasch, demiltindo-o, o mandan-
do immedialameote para Belgrada urna comeis-
sao, na pessoa de Achmed Effendi, para exami-
nar rigorosamente o occorrido e entenderse com
aa autoridades serviaoa*. O meimo j chegou em
Belgrada no dia 27 de juoho, e logo comegarsm
aa negociagoe* com o governo serviaoo, tomando
nellas parte os coosules estrangeiros. Notavel
poaigo da Austria nessa occasio, a qual nao de
accordo cora a sua antiga altiiude as questoes in-
ternas da Turqua, aperta a Porta para a maior
condescendencia possnel a favor das exigeociaa
da Servia, apoiadat pela Russia e pela Frange.
At agora as coofereocia* de Belgrada nao do
multa espereoga da um resultado satisfactorio,
porque a* exigencias da Servia aQoal de comas
nao sao nada menos do que a completa evacua-
go do paiz pelos Turcos, e undando-ee nisso, a
Frange e a Russia se esforgam para levar as ou-
tras grandes poleocias abertura d'ama conferen-
cia de plenipotenciarios europeos em Coostanti-
oopla, a qual nesse caso nao se oceuparia gmen-
te da queato aerviaoa, mae tambem da monte-
negrina e de toda a posigo interna da Turqua, e
provavelmente tambem da reviso do tratado de
Parts. Como bem se compreheoder, oa Ingla-
terra nada querem asber de ama samelhanle no-
va remechedura da quesiao oriental, e do mesmo
modo aaopinies da Austria diRerem aqui da* da
Franca e da Ruuia. Se aa couia* na Sertia nao
tomarem por acaao um carcter mais agudo, a
conferencia por isso nao se realisaria lo cedo
Depois de longa* demora* houve finalmente
urna deciso oa IJessa Eleitoral. No dia 18 de
juoho a Pruuia liuha de novo feito lembrar em
Caasel a neceisidade da rpida cooilituigo d'um
novo ministerio, e em 21 dejuobo o mesmo eo-
trou finalmenie em vida. Mas que ministerio I ?
Todo o mundo, e sobretudo o gabinete de Ber-
lim, tioha esperado com certeza um ministerio
Lossberg-Wiegand, com o qual j desde algumaa
semanas estavamfpendentes es negociagoes. Em
lugar disio, o dia 21 de juoho apresentou um mi-
nisterio formado doa Sr*. Deha-RolbfeUer, para
o* oegocioa estraogeiroa e interinamente da fa-
zenda ; de Stiernberg, interior; Pfeiffer, juatiga,
e Oiterhausen, guerra, sendo todoa os mus re-
nhido* advrsanos da contutuigo de 1831, que
deve ser restabelecida aeguodo resolugo da
dial* germnica, e ao mesmo tempo inimigos ju-
rados ds Pruiaia. E' iodiscrivel a irritago oo mi-
nisterio dos estraogeiroa em Berlim quando no
dia 21, depoi* do meio dia, o lelegrepbo trouxea
noticia da oomeago do dito ministerio, e imme-
diatamente se expedio s tropa* prussiauas reu-
nidas as fronteiras heisianas a ordem para en-
trar no principado. Poucas horas mais tarde che-
gnu em Berlim a nova noticia que o programma
do novo mioiileno do aleilorado conlinha o res-
labalecimento da coosliluigo de 1831, a aa or-
deos dadas s tropas foram retiradas com a mes-
ma rapidez por va do telegrapho. A coolra-or-
dem encootrou aa tropas em parte j em marcha,
e bem se compreheoder a penosa impresso
dessa rpida mudaoga de ordem e contra-ordem.
E' verdade que teria sido am singular acto de
violencia, urna vez que o novo minialerio tioha
admitiido oo seu programma a execugo da reso-
lugo da diele acerca do reslabeleeimento da
coostituigo de 1831, se a Prussia livesse querido
obrigar o principe eleitoral a demitlir o mesmo
ministerio, smenle por isso que elle oo agra-
dava em Berlim. Dessa maaeira nada restou do
qae aceitar o que oo se podia mala mudar, e
contentar-se que o resultado das demonstrages
militares de algumas semanas cootra o principe
eleitoral, nao fossa oulra cousa do que ver-se en-
gaado com subtilezs. Emquanto que a Prussia
tinha eocarregado publicamente ao Sr. de Loss-
berg da formago do novo minialerio, e negocia-
va com o mesmo para entreler a Prussia e a opl-
nio publica, elle j se acha em segredo de ac-
cordo com o Sr. de Uebn-RolbfeUer. A Austria
tinha estado de intelllgencla, e tinha promettido
ao principe eleitoral, debaixo de toda* a* even-
tualidades, a aua assistencia para a humiliago da
Praaaia.
Todo o muodo comprehende o insulto feito
Pruisia pela oomeago do ministerio Rothfelier,
e a mesma, gragas locapacidade da sua diplo-
macia, se acbava collocada oa posigo de soffrer
tranquilamente. Entretanto o oovo ministerio
Uessisoo se apressou de desarmar tambem a ul-
tima resistencia da Prussia por meio da corlezia
calculada, enviando para Berlim um embaixador
extraordinario, na peaaoa do general de Dardele-
ben, o qual levou urna carta autograpba do prin-
pe eleitoral el-rei para abrir de novo as rele-
gues diplomticas rompidas. Urna vez como es-
tavem os negocios o mais prudente foi faire
bonne mine mauvais jau, e o general Barde-
leben foi acolhido em Berlim com muia alTabl-
lidade, prometiendo se a reabertura das relages
diplomticas. De um fimda lula constitucional na
Hesse, como bem ae compreheoder, nao pele
ser qoestao debaixo dessss circumstancias. Os
novos ministros, verdade que annunciaram of-
flrialmenteo reslabeleeimento na coosliluigo de
1831, e at conaeniiram no reslabeleeimento da
lei eleitoral de 1849; mas ningaem se engae,
qae nao de pensar em um reslabeleeimento ver-
dadeiro por homens, que at agora t se distin-
guirn) pelo mais desmedido odio cootra o direi-
to de novo edquerido. A isso accreace, que depois
de haver a reaego desde 1850, transformado toda
a legislagao do paii oa maia directa opposigo
constituigo de 1831,apezar do reslabeleeimento
da masma, essa legislago contrad'.oria contina
em vigor. Por esss razo quasi nada se ganhou, e
nao de admirar que se dirjam numerosos en-
deregos so principe eleitoral de todas as partas
do paiz, dando ezpreaso deseonflangs conlra o
ministerio novameote eleito, e reclamando a sua
remogo. Entretanto o principe eleitoral achou
por bem subtrahir-se a aemelhantes manifesta-
gesdo paiz, e parti para os bachos de Teplitz.
Na Prussia s houve urna nica occorrencia no-
tavel as ultimas semanas. E' a deroiaso do pre-
sidente da polica de Berlim, o Sr. de Wioter e a
sua substituigo pelo conselheiro provincial do
cerco de Liegoitz, o Sr. de Bernuth. O Sr. de
Winter leve conflictos com o roioisterio, por nao
querer proceder conlra a imprensa no aentido e
oa madtda que o mesmo desejava, e declarou a
sua firme reaolugo de cooservar-se rigorosa
mente dentro dos limites da le na execugo do
poder policial. Os mioistros nao pensavam po
der governar com semelhante administrago da
polica, e substituirn] o Sr. de Bernuth, que j
oulr'ora se (Inba mostrado como um zeloso adin-
rente do estado policial em contrario ao eatad-
legal, e se acha em pleno accordo com as inten-
goes do ministerio. Has o que nao menos de
importancia, o presidente da polica de Berlim
tem o direito de relatar pessoal e directamente, a
el-rel, a est claro que o ministerio devia julgr
receioso de deixar exercer esse direito por um
homem que nao participava as suas ideas relroo
gradas. Anda nao se coosegaio ganhar um pre-
aidente do conselho. em lugar do priocipe de Ho-
heolohe. em conaequencia disso o Sr. von der
Heydt contina interinamente na presidencia. Nao
(altam conflictos com a cmara dos depulados. E*
verdade que o Sr. von der Heydt, fiel sua tcti-
ca al agora seguida, se moatra mu i condescen-
der por todos os lados; mas a representago
do paiz nao se deixa iludir per essa condescen-
dencia passageira, e insiste na prectao legislalo-
ria dos direitoa do paiz. O actual ministerio po-
rm nada quer ssber de lei* obrigatoriai, e vis-
ta da humiliago que levou na esse Eleitoral, e
da demissso do presidente da polica, de Win-
ter, o que destruio a fundo a aureola liberal que o
Sr. von rar artificialmente, a cmara dos depuladoe ee
aente na posigo de se tornar cada vez mate deci-
dida.
As esperangas da urna final ratifleago do tra-
tado de commercio pelo Zollverein, te tornam
(empre mais Iracas. as ultimas semanas leve
lugar em Munich urna conferencia dos plenipo-
tenciarios da Baviera, de Wurlemberg, de Hesse
Darmstadt e de Nassau, a qual conveto em nio
aceitar o tratado oa sua forma actual. Tendo a
Prussia j declarado ao governo badenseque nao
podia fazer propoatasacerce de mudaogas uo tra-
tado, a resolugo da conferencia foi simplesmen-
le a rejeigodo mesmo. Ao mesmo tempo passa
por cerlo que tambem o oovo minialerio Denh-
Rothfelser na Hesse Eleitoral se obrigou para com
a Austria de nao adherir ao tratado concluido
pela Prussia, e por isso s urna pequea con-
aolago que a dieta do reino da Saxouia deu a sua
approvagoao tratado. Da dieta badense se espe-
ra a mesma approsago. Mas se tambem todos os
outro* astados do Zollverein adherisiem, e um
nico memoro do mesmo recusisse a sua adhe-
so, o tratado seria rejeitado segundo os estatu-
tos do Zollverein.
No Raichsrath de Vienna coolinuam a* discus-
soas acerca de orgameolo. Por motivo do mesmo
se tratou ltimamente do novo da questo ds
Huogris. O parlamento e o governo se mostraram
nessa occasio mais concillantes, mas na questo
mesma appareceu mui claramente a antiga oppo-
sigo cintra a Hungra. O governo e a maioria
do Reichsrath de Vienna coolinuam a sustentar
a idea de um orgao constitucional commum para
todo o imperio, e nao existe o minino vestigio
que a Hungra ibandonaria a sua autonoma po-
ltica. Em todo o caso anda estamos bem longe
de qualquer entendimento.
A imperalrizda Austria se acha presentemen-
te nos bsnhoa de Ktssingen na Baviera, nao ten-
do a residencia no sul exercido o* efleilos dese-
jsdos sobre a sua saude.
Pars, V de julho de 18G9.
Eocerrou-ae a sessu parlamentar.
Querendo condescender com os desejos do go-
verno o corpo legislativo discutio a toda a preaaa
a grave questo relativa ao orgameolo para o anno
prximo vindouro ; e oaseus irabalhos foram sus-
pensos oo dia justamente marcado, islo 27 do
mez passado.
as ultimas deliberagSes motivadas pela dia -
cussio acerca de Goaogas aobresahio essa que
adoptou o Imposto sobra carruagens, de que ae
havia occapado ligeirameole a commiaso. As
repugnancias demonstrada nessa occasio pelo
corpo legislativo tastemaoharam o recaio, que ha-
via, de introduzir-se um precedente que, gene-
raliar-e, firmara na Pranga o systema de im-
postas sumptuarios.
Sajeitando-se ao imposto as carruagens como
objecto* de laxo, provavel que quando noas
necessidades se fagam sentir, tenham o mesmo
deslino oulros objectos indicios de riqueza, taes
como, brazdes d'armas, criados agaloados [o que
j acontece ua Inglaterra), quadros, joias, e at
mesmo piaoos, de que j se tem fallido.
E' oossa opinio que esses impostos sumptua-
rios nao sao muito boa cousa, mxime aquelles
que pesam excepcionalmente sobre certos objec-
tos: porquo sao atteotatorios da liberdade dos
iadividuos, sao obstculos emulago industrial,
e como taes os classificamos na calhegoria dos
mesmo* impostos qee servem para empobrecer o
paiz.
Mas qusodo a oecessidade falla imperiosamen-
te, quando mister de anno em anno crear-se
aovas fontes de elevago da receita afim de que
esla se pooha ao nivel da despeza, nao se deve
de cerlo multiplicar os impostos que recahem so-
bre a gente do povo. Existe um limite alm do
qual aoti-polilico avangar-se ; porm quando
isso succeda deve-se exigir sacrificios das classes
superiores, ou eoto submeller a urna reviso no
lodo o rgimen administrativo e fiscal, e pedir a
um outro systema as condigoes oecessarias do
verdadeiro equilibrio doorgamento.
Antes da aa aepararem, e por occasio da dis-
cusso dos crditos supplemeotares, os deputa-
dos ae oceuparam da questo mexicana, objecto
de tantos e intermina veis com mentarlos.
Mr. Jales Favre ioterpellou o governo a esse
respeito : Mr. Billault responden forneceodo-lhe
as explicage*. En em poucas linhn o que am-
bo* diiseram:
O chefe da oppoaigSo deu a entender que o ro-
to que confirmara os subsidios precisos dirai-
nuigao do corpo do exercilo francez era um vo-
to de saivagao, e nao um voto da conUangs :
oisse mais que eslava anda por saber a razio que
leaa a I-ranga a pro*egtr na lotervengo dos
negocios miemos do Mxico, despeito de con-
vencoee trocadaa coma Inglaterra ea Hespaohv
asstm como a conhecer dos motivos que determi-
naran) essa expedigo aute-politic* e |inj*sia;
anle-poiilica, porque a grandeza do esforgo e da
despeza nao est em relagao com o resultado es-
perado, e tambem porque pode trazer para a Fran-
ge complicages diplomticas perigosas ao equi-
librio de suas alliangas ; injusta, porque exigir
mais do que a reparago j uflerecida pelas quei-
xas deounctada* commelter um alternado con-
lra a soberana nacional de um povo.
Porque se recusou a reclIBcagao da convengo
da Soledade ? Porque oo se confirmou o que fez
o plenipotenciario francez? Porque a Franga l-
eo* s tendo-se retirado as forgas hespanholas e
nglezaa? Porque franqneou as lileiras do sea
corpo expedicionario faccioso, emigrados,
homens expellidos pela forga das armas e pela
vontade nacional, lies como o general Almoote e
o padre Miranda, homens aos quaes tinha succe-
dido o governo constitucional de Jurez?
Almoote ia ao Mxico susteolar a candidatura
do archiduque Maximiliano de Austria : ia como
corrector de urna candidatura monarchica aco-
bertar-se com as bayonetas estrangeiras. A aua
prosenca, sendo urna violago feita convengo
de Londres, motivava a retirada das tropas ingle-
sas e hespanholas Dava-se a presso sobre o
governo mexicano : e tendo Jurez pedido o re-
embarque de Almoote, a recusa que a esse pedi-
dodeu o almirante Juren de la Graviere occa-
sonou o rornpimeoto.
Hojes restara dous partidos tomsr: ou con-
vencionar com o Mxico, ou fazer a guerra, in-
do que esta nao pode ter um tim justo.
Mr. Billault responden a essasinterpellagoesde
Mr. Jules Favre dtzeodo que Iriota annos ha-
viam que o Mxico aecumutava contra a Franca
insultos e vexages, e desde esse tempo a enar-
chia, de qus era presa aquello paiz, puuha em pe-
rigo os interesses francezes; e que finalmente
urna acgo infame eochendo a medida de todas as
outras, nao deu mais lugar a traosigir-se com a
honra nem com o dever.
Foi, poi, necetsario que o pavilho da Frang
se erguesse e marchasse, mostrando todo o muo-
do que ninguem pode nelle tocar impunemente.
Urna serie de queixas iguaes fez a Inglaterra e
a Heapanha allarem-sa Franga Dessa allian-
ga pro-reio a convengo de 31 de outabro que deu
co.i) programma expedigo collecliva a come-
cug?> de urna reparago qae fosse devida, e o au-
xilio Mxico psra cooaliluir-se um governo re -
gularx
A Flanga com a ereago eventual de urna mo-
I alli nao t'nha em vista neohuma amblgo
A Inglaterra combinava com a vontade
xleano*. A Hespanhs quera oaccesso de
urboo.
nsecugo da reparago pela* queixas hs-
mportava naturalmente n'um constrangi-
por meio daa arma*, aioda mesmo no in-
lo paiz. Entretanto a* nacoss colligadaa
, U ahcgaaUu alimenism eaperaogas de
abar por meio de negocieges. Mas oad*
-ooeeguir por abi, a Jurez ganha tempo,
abusa. Sobrevm eolito a convengo da
jde, obra do general Prim, merc da qual
prosegue na sua empreza de oppresso.
am-se a conferencia de Origaba, divergen-
cia das tres potencias, e persistencia da Franga
em exigir ama reparago enrgica.
Quinto ao general AimonU, sua volta ao M-
xico deia eR>ctear-ae no momento am que tinha
de ser aberto o escrutinio vontade nacional para
decidir-se por i mesan. A Franga nao contava
anda com os tres mezes de negociagoes diploma-
tica. Na lituago em que Jurez collocra o
paiz Almoote, que ae julgava pouco em *egu-
ranga, recorreu protecgo franceza: ella nao
the foi recusada, e nem o poderia aer, sob pena
de deshonra para o estaodarte francez. E nada
mais ae fez.
O governo de Jusrez intoleravel; tem dado
disto sobejas provas. Porm o que mais preoe-
cupa a Franga a reparago de suas queixas, a
seguraoga futura dos *eut nacionae* naquelle paiz.
E agora qae correu o saogue do* seus soldados,
j oo pode retroceder : osso val a sua honra I
Agora cumprequeo governo mexicano deasppa-
rega, oa que tome urna forma aria que oftereca
garantas para o futuro.
Eata* explicares do ministro sem pasta foram
recebidss com entbusiasiicas acclamagoes, se bem
que sejam ella* pouco concladeoles. Seguio-se
lugo, e logo foi eucerradi a diicasio do orga-
ment.
No !. deste mez o Monitor publcou final-
menie o relalorio do general Lorencez.
O general explica a tardanga da remessa desse
documento pela difflculdade em que se tioha
acbado de commuoicar com Vera-Cruz. Insiste
as iosidiosas mentiras, que nicamente se deve
attrlbuir a derrota soffrida diante de Puebla
< a cidade mais hostil a Jurez, conforme meaf-
firmevam peasoas em quem eu nao tinha razes
para nao crer, a que me annunciavam formal-
mente, que eu devia ser alli recebido coro trans-
porte, e nosso* toldados l entrariam coberto de
florea.
O exersito francez cumprio, pois, valentemen-
ta o seu dever ; *e em Puebla nao ahio victo-
rioso foi por ter sido Iludido pelos trnsfuga* ; e
te o general Lorencez peccou foi nicamente em
ter acrediado na palavra daquelles que real-
mente nao tinham direito a ser acreditados de-
pois qee tomaram armas cootra o sea paiz. Po-
rm esse peccado inherente expedigo, que
fot concebida sob esclarecimentos errneos, e o
general reabilitou-se nobremenie, stndo elle o
primeiro a confesa*-lo com toda a lealdade no
firo de sua ordem do dia.
Nao foi, pois, parante as forgas de Jurez que
os Francezei recuaram ; nem to pouco se deve
tornar responsaveis daquella derrota a bravura e
a babilidada da sea chefe, oo ; a culpa foi dos
Uslemunhos falso* e enginadore* dos homeos
que elles admittiram s suas fileiras ; a j est
demonstrado qu* o general Almoote figura na
cabega do rol daquelle* que abuairam da confian-
ga do general em chefe, e jogaram com a vidt do*
soldados francezes.
As populagoes nao p*nsam em reunir se ; to-
dos os clculos de Almoote se acham illu lidos,
todas as suas prometas desmentidas por aquelte
seccesso.
Negocios da Italia. O* chos despertades por
occasio da canooisago em Roma dos martyres
Jiponezes veo pouco pouco cahiodo no silencio.
O uoico echo que eioda hoje se ouve sobre a
questo romana, se refere misso official ou of-
ficioss, de quejulgam eocarregedo Mr. de la Va-
lelte, e aa trea coaaas qae se suppe dever elle
dizer so goveroo pontificio : 1* O governo do
imperador est sempre disposto a garaotir-vos
Boma etc. ; 2.a Consents n'uma eslipulago fun-
dada nessa base entre vos e a Italia ? 3.a Ou
quereia ante* um coograsso de potencia* catho-
licas ?
As respostaa devem ser ioftllivelmeote as mes-
mas inmutareis : nada de fados consumados ;
nada de combinago possivel com o Piemoate ;
nada de Congresaos, se qae de suas delibera-
ces oo tem de aabira proctamago dos direitos
da Santa S ou do poder tempor*A 1
Tudo isto resulta em abono do iotermioavel
statu quo.
Aioda mais, a diplomacia franceza oo pa-
rece propensa idea de aer a cidade da Roma ca
pital dos Italianos, o qua aioda mais iuexiricavel
torna o fio da situaco, A Franga nao pode des-
embaragsr-*a da queato. deixaodo a Europa
dalla apodarar-se ; porque achsodo-se a igual
distancia do Vaticano e do Piemonte. abdicara ae
se limitaste ao programma d esparar pelosacon-
terimeoiot.
Todava ao esta ama razo para que a cau-
sa da unidade italiana se considere urna causa
perdida, e sem esperaogis Ella ha de proseguir
o sua marcha aperar de toOosos episodios qoe
encontrar: do meio do* acoetecimentos, qoe te
agitara, aigum ha de urgir qoe sirva para cortar
on-gordio.
O ministro italiano propoz *e novo ao parla-
mento a queato do voto de coaSaoc*. quando se
tratava de discutir a execugo provisoria do or-
gamento. O ministerio pedia, como j se noti-
cio*, a faculdade de por em exseugo provisoria-
mente por espago de seis
Ha pc-rm um tacto qHe nao deve pessar !*-
S,c i 6 Te,a ,er que Um ".latino
momentneo e eapreg*do ea lavor de urna c*-
citicagao.
A Uutsia tomos urna aliitui* mi.ar qu* pa-
reca mui tigoificaliva. ni mrgn* do I'!ilh e
as frooleiras da C.illicia ; ma* o **u cusseul aa*
Bolgrade procura nao envenenar a coucttde for-
ma alguma, eo coi:*ul da Fringa nij s* mostra
menos moderado do que elle.
A Austria eroprea loda a braodur*, de s*)rte
que a Gmsttta Officisi de Vitnn. pradiMlia* *
seus man ayiupathico elugioi eo* Svrfigo. Mr.
de Rechberg .lamigael acolhiaaeaio ao mtmSo
d* Serva ; a0 passo c/c em Cooslaoimo;,! Mr.
de Slubner se exforga por inspirar i Porta iatasi
de paz.
termediodo *eu relator que fosse esquecida a
queato poltica, e tratada a quetto administra-
tiva e lioanceira, nica para qua ella havia al-
teodido.
O ministra daa rinnga,e o chefe de gabinete
sustentaran) que a quetto de cooflanga se apre-
senlava por ai mesma, e por forga das circums-
tancias. Depois de urna viva discusso foirejeila-
da a questo prliminar.
Nao pode durar por muito tempo a harmona,
anda mesmo apparentemente. entre um minis-
gao das queafe* orientan.
Quera sate ?
O caso que essa id nio dtixa de ipreseolar
tal ou qual verosimilhinga.
Blgica.A saude do re Leopoldo *e cha u*B
pouco me,horada : as rerttrada* overa;.'.-* ujac
elle offreu o turoaram muito fracs. O moral
conserva se era b.>m estado, mas a conalilui^it
physica fui muito abalada, alguma* ve*s as
forgas dHbellam vuntaie, o qu* nao de eitra-
nhar n'uma ida le lo avaogada como a aua.
>ra isso transpirou, n buje se quer saber se
i'.rn'l?UV9 C^4 reduzi Jo l0(l0 in,lanu e,,a fe ^sl ainda capaz du *upprl*r fardo *-
5-e e deT.fi0.,Pf V" ^^ ,"l.""ni"0'l do g> r">'icos : algn, jo^s.s de".r. f.
que *e deverla fazer o uso o mais moderado e par a palavra abdicarlo.
circunspecto, e urna cmara qae alimenta urna
opposigo oceulta sem atrever-se a manilsta-la
abertamente.
Parece ao menos que deve ser o fim dessa lula
diflicil, ou a retirada do ministerio, ou a dissola-
gao do parlamento.
Cumo iodicio grave do novo incremento da op-
posigo devemos assignalar attitude do antigo
Hi muito qua o re do v os eu* roiniatro*.
nmiti-se a enviar Ihes ssaignado* o* psp-: q*M
elles lhe tranaa-.ittem para esse tim todoa oa da.
Isto todava nao embanga a marcha dos ><
cios ; o goveroo fuoccion* como s* o rei
estiveri doeole ; e inegivrl que a Blgica
de urna tranquilidade excepcu.oal.
A sesso parlamentar encamioha-te *o eu Sa*
,u m o t ?">* Mr. Peruati, que ata- ata que algum occideoie notavel lenhi perlurk-
r.i n.". J i I"' l0!a>D0 a defe,a .de Mr- R- a mouotooi. dos trabalho* legislativo* de*U
caaoli, que aioda conta numerosos amigas os li-
leiras da maioria.
Entretanto o projecto de lei sobre a execugo
provisoria do orgamento, passou tal qusl o pro-
pozera o gabinete, por 215 votos contra 81.
Prussia. Apt o acolhimento feito pelo rei
respota da cmara dos deputadoi, apt a tenta-
tiva de coociliago, que foi abortad*, a cmara
cerrou sua* fileiras cootra o ioimigo que a amea-
ga, e determinou fechar os ouvidot s intrigas
de partido, e combater com o p firme, sem cole-
ra e tem fraquza os projectos reaccionarios do
ministerio, sobretudo a oo concader-lh* o mais
pequeo augmento para o orgamento da guerra.
E' eata evidentemente a maneira mait honrosa
e mais segura deaahir-se a cmara desaa posigo
a que a constraogeram. Depois de terapplaudi-
do durante d*z tnnos a coragem civica dos Hes-
sianos, convera que se alba agora imita-los du-
rante seis mezes. Est nisso a aalvago da causa
liberal.
epols da partida da ra'toha para os banhos,
al ood* o re a acompanhou, perderam muito de
conacieocia o* boatos cere* d* crite ministerial :
era sobre tudo a pasta dos negocios estrangeiros
que exercitava a imaginago doa amigos de no-
vidade*.
Mr. da Bernstorff parece inclinado a abandonar
um posto, a que assumira com ar bem trium-
phante, e que s lhMem Irazldo desengaos.
Se a queato da Hessia-Eleitoral parece termi-
nada, depois que o general Bardelebern foi por-
tador de urna carta de desculpas dalas ao rei por
parte do Eleitor em virtude d* maneira insul-
tante com que fot o general Willitsen acolhido
era Cisiel, nao assim a qurslo de Schlesswig-
Ilulstein, cujo n gordio est bem longe de ser
cortado.
E' em vo qe se tem trazido para o campo s
solugo proposta em 1818 pelo proprio lord Pal-
meraion. A Ioglaterra a mpelle hoje.
O tratado de 1852 fixuu a sorte dos ducados, e
regulou a successSo ao throno da Dinamarca, e
emquanto a Prussia nao tiver o prestigio necea-
ariopara fazer annullar-se etse tratado, deve re-
nuuciar esperanga de obtor a satisfago que
deseja.
No dia^em que a Allemanha unlicada sob seu
impulso o reclamar cum autorldade o aucesto
tornsr-se-h* certo. Mas quando ser esse dia?
Em face da gravldade da siluago oa Prussia
os doas partidos germnicos, qae sao desigasdos
com os ttulos de grsnd* pequeo partido, en-.
tanderara de argente necetiidade a es fuao de-'
baiio de urna mesma bandeira. Os partidistas da
Austria dizem que mait vale urna Allemanha ret-
rtela do que ums Allemanha deaenvolvida.
De outro lado os membro* do Nacional-verein
isla de que se passa em Berln sentirm dimi-
nuir coosideravelmenta a sua inleira confianga
na iniaialiva do governo pruisiano.
Ao paito que a Ruuia recoobece decididamen-
te o reino da Italia, a Pruasia se mostra resolvda
a seguir este exeroplo, como se isso fosse cuns-
trangtda, e fazeodo acompanhar esse tea teto de
tantas reserva-qua attenuam aingularminte o
tea valor.
Polonia.Commetteu-se ali um attentado con-
tra a pestoa do general Ludersque goveroav* in-
terinamente ; e o grao-duque Cooitantioo no
mesmo dia em que tomou conta dat redeas do
governo foi tambem ferido levemente porta du
theatro pela bala de um revolver. Os procesaos
qae s esta hora se instaurara, diro se esses dous
crimes tem alguma connexo antro ai, se os teus
autores obedecersm a iotpirages poltica*, ou *
sao meramente pobres maniacos, digno* da pie-
dade publica.
O assatsino do general Lud*r* natural da
Ruasia.
Em qualquer caso nao de esperar da iotelli-
gencia do gro-duquo Constantino que lance mo
de Injustas e inateis represalias contra toda a Po
lonia.
Antes da aua chegada Varsovia foi o marquez
Wielopolski quem presidio abertura da* ae**e*
do conselho de esta lo. Por essa occasio o mar-
quez desenvolveu as intenges liberaos do gover-
no russo a respeito da Polooia, aobre tudo qaao-
lo ios direitos do* catholicnt.
Europa Oritnlal.A. crer-se o qu* dizem cr-
ica corretpoodencia* procedem-ae em Vienna ne-
gociagoes relativas a urna intervengo oo Monte-
negro.
A imarreigo ganha ali terreno, e eovolveqia-
*i o pequeo exercilo turco. Os Montenegrinos
proseguem lo bem no andamento do* seu* suc-
cessos que os commandante* daa tropa* turca*
nao ousam mais recorrer ao telegrapho. Um
despacho de Rago*sa acabava de dar a noticia de
que Dervisch-Pich em plena retirada se vio
ubrlgado* dirigir de Bilecia um appello aos vo-
luntarios turcos de Herzegovina.
Ao mesmo tempo s siluago da Serv* se ha
tornado to melindrosa que hoje o objeclo de
mui acii'as commuoicages diplomticas entre os
gabinetes das principaes potencia*.
A Ioglaterra se propozera a enviar Belgrado
um delegado extraordinario eocarregado de estu-
daraobreo propriu lugar a tiiuago daquella pro-
vincia. A Ruasia protestara contra etsa mudlda.
A Frange de seu lado prope a reunio, eraCoos-
taotinopla de urna conferencia que delibere ali
de commum accordo a reipeito da questo da
Servia.
O que em ludo isto parece certo que a Aus-
tria e Inglaterra marchara de combinago, e que
a* complicages ameagadoras do ente oo fa-
zem mais do qae cimentar a boa ialellig enca ti-
tee esses dous gabinete.
legisla
auno.
Tornando *o ral; o seu estado taz pensar-se tai
mais urna eventuatidade para o couliogeol* dea
prximos acootecimeolos europeas.
O duque de Brabante recolher pura a pacifica-
mente a succesao paterna ?
P. S.Acaba de aer publicado un artigo 10
jornal senil official O Constitucional. anonei**j-
do que o goveroo imperial oo negocio do Mxico
oo tem mais do que a ioteogo de tomsr *
desforra da derrota de Puebla, e proseguir o* r*)-
porago da* sua* queixas.
Concluido o que, deixar o Mxico cuidar sJm
seus destinos com toda a liberdade e indepen-
dencia.
Ei* urna cousa que acaba com eveotu*lid*#es
qu* *e poderi* receiir.
G.M.
11 pan ha.
Madrid, lu de )ulhu de 1862.
Ten con lo om M..I.1J u bwatv Oc modifica
gao ministerial, fallando-te na orgaonigij aja)
um novo gabioateauba baiArmera-Moa.
A Correspondencia de Hespanhs afliraii *-
trelanlo que o duqv d* TeUo cooliaa a ca-
sar da confianga da coro*. que semelbanlas ra-
mor** nao tem.fuudamauto.
N'um* reuoio -Jo conselho da ministro*, qua
foi bstanlo demorada tralou-se da demiaio pa-
c da pelo Sr. D. Al-xiudre Moo de ambaixida aa
Heapanht cm Taris.
Chegou a Southamptoo o general Prisa. Pa-
rece que etlea dout ftctoi tem alguma religa
com ot negocios do Mxico.
E' aabido depoit do diicurso da Mr. Billaat na
eorpo legislativo que o imp*r*dor Nspoleio li-
mitar exigir do gov*mo mexiraaa raaara-
goet devdn, abiodnaando o projecto de corver-
ter aquella reoublica em mooarchia.
AITumi a Independencia Belga que a Heapa-
nha se nao uoiis s puiencus que lea intentado
demonstrar junto do giveroo Iriocez a namai
dade d* cootervago do podar temporil do papa.
porque o goveroo hetpanhol comidera agora
podar temporal maia firme e menos aiaeagaaa
do que ounci.
Ums caris de Londres dirigida a \nitptnit%-
cia Belga noticia que o secretario do priucipa D.
Joo d* B -urboo foi mrto em aa* duello. Li-
zem er* um migo decidido partidario do prin-
cipe, e muito eicreveu a trabalbou par lhe ar-
ranjir am throno.
O infante D. Joo de Boarbou reouDCioe,*tgaV>
doum despicho de Londres de 7, das suas are-
lenge* coro* di Hespaoba, racoobecendo rai-
nba D. Isabel. Em cuntequenci* da recoohaci-
mento recobra a aa* qualidade de ofautj aa
*eut bem.
Asseguri-*e que raioha D. Isabel remettea
10 tinto padre urna letra de cambio cujo valor
foi deixido em brinco. Po IX foi convidado a
eocber a letra poudo-lhe a importancia uaaca
inferior a cem mil piattrrs.
Um* cirta de Ceuta de 30 de juoho diz qua
oa noite anterior tinha durado mai* de tres horas
o fugo com os Uiouros, que com incrivel desfa-
gitez roubam diariamente oo* campos daquella
pragi. Accrcacenti que entre outm couaa* la-
vara m nu mez passadu S4 ou 26 cavtlgaduraa.
tendo 10 perteocenies idminiiir*gio militar,
posteriormente varias vezas, qae apaobiram mes-
mo nos fonos. A' ultima bora commuoicaa*
que o general gaveroador fuera um* partida
para castigar a audacia de teut incorrigiveii vi-
liobot.
Diz-ieque o governo do* Estado*-Uoidaa
deu Hespaoh* a* miit completa* niiit-coea
pelo apresameoio de um do* n*io* mercanlea,
que ltimamente se tomaram suspeitu*. nada
que injustamente, de quarerem lazar o bloqueia
dos porios do sul. Accreiceoii-te que eitis *-
lisfacgoe* foram lo completos e hoorotaa para a
naco hetpanboli, que a maia exquiaila auscep-
libilidade nao podia exigi-laa maiuret.
Parece que o goveroo doi Ettadot UniJot ata
vista di* reclamage* do geverno heapaobol aba-
non a importmciado dito navio, e que reitero a
declarago de que aaliaiar o valor do outro aa-
sim que aeja recoohecido.
A Prtsst de Paris firma que a expedigo da
esquadra do commaodojdo Sr. Pinzn, urna iup-
posia viagem de circuavolugo poi* qua s tem
por objecto ir reculber em Callo* e Lima ama
maoifeatago aonexienita preparada ha tcuiio
tempo. Quasi todoa o* jornae* bespaohoes ten-
tara desfazer es misso de tal esqaadra aperlarae relage* aai-
gaveia qu* existen, com aquella repblica.
A poca affirma que val ser bre*emant no-
meado para a legago da Berlim o Sr. D. Maaoel
Ranees y Villa-Nova, que deaempeaha actual-
mente igual misio em Prancfort.
S. M. a rainhi Chrlatina vat brevecaantaa
Londret visitar|os|duques do Montpensler, a a du-
queza de Parra a.
Porto. 11 de julho.
Est dado o primeiro psaao para a satisfaga
de urna grande divida de gratido dos poitueoses
ao grande priocipe que Ibes legara como peren-
ne recordago da sua amiaade o aeu magoaniata
coraco 1
Effecluou-ie do dia 9 a collocago da pedrn
fuodameotaldo monumento que acamara muni-
cipal do Porto, cosdjuvada peloa aaus heroicoa
habitantes, vo levantar memoria do immortal
duque do Braganga ua Praga d* D. Pedra.
Fcl urna grande festa Naquells mumo dia.

I
MUTILADO


DIARIO DE JEKNAMBUCO. ** XEc-C* EEUU *9 DE JLRO DE 1161.
am183t, e poacit hotai abielda solemnidad
5eq?vTamo8 d,t "*, tinca o Sr. re D. Pe-
rno IV de Portugal, piimelro imperador do
Brasil, a frente da 7,500 bravo, proclamado daa
tanda do psijo municipala rainha D. alaria
II. na carta coostituciooalpor elle outorgada
m 1825.
O patbulo alii levantado, e o qual havia aer-
'idopsra extinguir ignominiosamente algumag
ida de prstame* e conspicuos cidadac do par-
tido liberal, tiuha aido derribado, ao raiar da au-
to a t 20 obrfgacea* inclusivamente; e a de cobre
a aquelle que titer lomado qualquer numero de
obrtgacoes at lt. *
rindo o prato que ae marcar para ser recebida
do cofre municipal 3*e ultima prestado, e an-
tes do dia aprazado para a solemne inauguraban
do monumento, sero oa recibos das obrigagoea
que tiverem sido integralmente pagas, trocados
por um diploma passado pela cmara municipal,
uo qual ae declare o numero de obrlgacoee com
que sub.crevm o cidado
Tora Oeste dia memora vel quaodo a aeuarJa do fVrM"l"iJV."" f.V.- ****"' *6 Pa!M re"
, liber.ador,deSemlarcado no S ESttSglSSSSSS: o d^m/im
exomplarda medalha comaiemoraliva, conleme
o numero de trbrigBgw tomadas.
Ha veri um tombo monumental em pergaminbo
convenieBemente aderegado com capacidad para
conter as memorias dos deseohos das differeotes
plantas e perQ do monumeuto ; a historia da
sua coostruego. meucioasndo o seu cusi com o
conveoieote detenvolvimento, oanomea das ar-
liitaa que ti-eram parte na sua conferc/io, etc., o
auto da solemne ioaugurugo da pedra fundamen-
tal, assim como o da aoleainidade do sea deseo-
cerramento ao publico ; urna lista de lodos oa
subscriptoresjeom a declararlo do numero de obrt-
gacoes perqu subscreveram, ebem assim de te-
reos recebido a reapectiva medalha commemora-
liva.
Os nomes dos subscriptores sero langado na-
quelle tombo pela ordem da maior numero de
obrigagoes que tiverem tomado e satis'eito.
A cmara aceita qualquer quantia inferior
Importancia de urna obrigago (5$00) passaudoo
compleme recibo, e a uta d-> qual o contri-
feuinie lem direito a ser inscripto no Inro de hon-
ra em ordem coolioua, segundo a .p do dito recibo, e depos das'iocripgiis j mencio-
nadas.
liste tombo mooumeotal ser encerrado com
da
teote as {.raas do Mindelto, entrara triumphau-
te no Porto.
O local foi acertadamente essoihiio.
Sobre o solo era que se levantara o ca-Jafalso
derribado do glorioso di 9 d julho de 1832 ln-
^aram-se em igual dia de 1862 os aliceres para
erguer a estatua do rei tmilosopho. general ex
perlmeotado esoldado tlenle, sem cujo auxi-
iio aquene pavoroso initrumeutu do deapolismo e
lyrannia coutinuaria erguido e ameag.dor como
que duendocrt ou torre* !
latio* e0,r* *832 6 1862 h" Um eXla0 detBC0
O 9 de julho daqueile primeiro anno dif-
iere muito do 9 de julho do segundo. A oiulti-
mo eniso se Ihe cliamava, ou na prac,a de D. Pe-
dro como hoje se denomina lem mu diversa sig-
nincagao. Naquella epocha havia um nico pe.-
sametio na mullida o alii reunidao de Miquis
lar liberdade ;_ai, presente, porm. ha s o
ue.ejo dea conservar, defender ampararprpe-
uaudo n urca eaialua a memoria do principe
magnnimo que a oulorsou. defendeu e consoli-
couo Sr. I). Pedro IV de saudosissiuia recor-
flacao.
Nao nos demoraremos na destrpelo desta
220al.Irr.d,t "," ,J^1 qUt 4b5' C"pi'" Um au, la,rad0 em vereaco extraordinaria
cmara municipal do Porto, precedendo convite
a todos os*ubacriptore*. esse auto se declarar
ter si lo o mencioaado tombo mandado archivsr,
nos archivos do municipio, como um perenne
br.zo do patriotismo dos cidaoos lli inscriptos
eirn* -..r."-- r- e para que seus nomes p.a.em posteridad,
os trorh u. um.TA V me,U de ""V" <" v.ndic.oore. dos brios dl nobre cidade
o iropoeo uma cora de louro ecarvalho, for- -
triada de fulhagen atiiticiaes. Ao meio dcada
uma de,las cuida liaro-M as dalas seguales :
10 de julho do I8fj>_- "
Villa Nova de Cay.
17 de julho de 1832Partida de Peoafiel.
22 de julho de 1832.Reconhectmeuto de Val-
/ongo ------ ------------ ---- *
23deulho da l&io n ii n o ,.T0"*"0 de Gorpu Christi urna manifcsltco
li.-Batalha de Ponte Fer- religio ua villa da Co-ilha. Igoorovam-se eo-
que
como ella se elfecluou. S aceres
oraremos que os tnastros e baodeiraa que a re-
lerida acli mencinua decoranlo a prc,a de D.
*edro, etlavam dispostos aos qualro lados da
mejtria praga.pelo lado iolorior do gradeameuto.
o certrohaviauma ellipseformada da tropheos
i em a ter desempenhado da si>eratissima divida
l eni que ella se achava para com o maguanimo
; principe, que dotou 'todos os portuguezes com o
d <;v. 6 P"* i ,oes,"r",v"l '""> de liares inalitui^e. e a cidade
< Porto em particular, com o legado de eu gran-
de e generoso corado.
Na carta anterior dusemoa
ter bavido no dia
letra.
25 de agosto de 1832.Roconhecimento do
exercito realista sire os pollos de Agaardenle
e dos Congregados.
-2i! ,SeMDM dt 832.-Atsque do oxarcilo
realista 'serra do Pilar.
9 de sf lembro de 1832.dem.
10 de setembro d- 1832.dem.
16 de setembro de 18 i -Partida do exercito
liberal pele Serio e Agurdente.
Mtseuiubro ce lS32.-rando ataque s
Iiohaa do porto.
14 de ouiubro de 1832Ataque do exercito
xealisia serra do Pilar.
21 de outubro de 1S32.dem.
14 de Dovembro de 1832.Partida de Qutbrao-
loes e turada.
J.1IdtD,"'cl"bro de 1832Parlida pela estra-
da de NalUngo.
29 d. novembro de 1832,-Partida pelo pa-
drao da Legua e Ilamalde.
ma j,neiro de 1833.-Ignormo8.
\ de jaoelro de 1813.Tomada do monte de
Castro pelos libera'
A de margo de 1&33.-Alaque do exercito rea-
lista por Lordello e Foz do Uouro.
* de marso 1833.Tomada do forte da? An-
tas pelos Iiberae.
?ide '.bril d lS33.-Tomada do forte de Co-
vello pelos liberae?.
10 do abril de 1833.I-oorsmo?.
51 de julho de 1833Ataque geral do exercito
realista, commandado por Uuormont, s linhas
oo Pirto.
25 de julho d 1S33Ataque dos reelialas por
Lordello e Campanha.
18 de agosto de 1833.Sahida do
aaldaiilu com o exercito liberal das
i orto, e retirada do exercito realista.
A cmara municipal *do Porto dirigi mt-nsa-
gens re.s;>eitosas a subs iiagesladt-s o Sr. I). Luir
J e a seu augusto pai, e irmao, bera como a sua
mageslade s imperatriz viuta, danio-lhes faite
or ii'ojeelo de monumento qoe a cidade do Por-
tla levsnu memoria e U. rearo IV ;
igualmente se "
marechsl
linhas do
memoria e U. rearo IV ; o
dirigi a sua mageslade o impera-
dor do Brasil, sirmaas do mosmo Augusto Sr.,
as pnncexss de Joioviile, e condessa de Aquila,
c .u pnncezos braaileiras Othas daqueile net s
do primeirojlmperador do Brasil.
A que a cmara dirigi ao Sr. D. Luiz I as
Sim concebida :
S^ohor.A cmara municipal di iuvicta ci-
dade do Poito. movida pelo louvavel deaejo de
pagf.r nma anligidivida memoria do immortal
duque de Braganr;a o Sr. 0. Pedro IV, augusto evd
de vossa mageslade, e a quem todos os poitsgue
es tevem a reslaurc<,ao datarla constitucional
e da preclarissima dymaastia de ossa mageslade,
resoheu, deaccordo cum umacommiso de be-
riemerit08 Cidado, que espontneamente se of-
tereceram a coadjuvala, promover pelos habi-
lantes desta heroica cidade uma subscripto pa-
tritica v Voluntaria para levantar na primeira
lossuas pracas um monumento, que perpetu as
glorias do hroe, que a fama inmensa apregoar
ternanenle pelo mundo inteiro.
a Seuhor.Se al hoje oo tem si lo satisfei-
W lao ,sgrada divida, oo l-porque esse
a deixado um s moroeuto de MaTt"*Aldet
do e de
tao os pormenores de.le aconlectmeoto, que se
passoa, segundo urna carta dirigida ao jornal
Comm*rc\o de Coimbra. da forma seguiole:
Depois de entrada a procisio do Corpo de
Ueus ai igreja de Santa Maria pelo meio dia, ou-
virsm-se vozes confusas eutre o numeroso jun-
tamientovamos aislo Jespedindo iottantauea-
menle ao ar maita girndolas de fogo e eoloao-
do somente vivas a santa religio, aosummo pon-
tifico e ao rei.
O povo em nnssa exigi que a proclsso per-
correise aegunda ver as tu. s da Covilha, no que
uao bou ve liesilaco, obedeceuio ludo immedia-
tamente a esaa voz.
Al irmandades, o clero em numero de oltenli
padrea, e lodo o sequilo da primeira procisaao,
menos o Sanlissimo Sacramento, e os sudores
'qu< Iransportavam os santos, camiuharam segun-
da vez em procisso, aeompaohando-a tambera a
cmara municipal.
A forca militar em numero de nuis de 300 ho-
Oiens permaneceu formada junto igreja como
muda expecladora, em quanto o aequito percor-
rta as ruis repetindo os vivas a santa religio,
ao lummo poniice e ao ro. Demorou o tran-
sito assim duas horas, recolheodo depois i igreja ;
a este lempo j o furor oicjpava mtitos espintos
e se convidavam reciprocamente a vingar-se da
tropa por uma offeoia praiicada no acto dos vi-
vosi fha de tirarem barretina.Conhecido
que foi pelo dxinisirador do coriselho o espirito
revoltoso do povo em sentido hosiil a (ropa, vtio
apressadameole ter com o offlcial da forca e pe*-'
suadilo a que retirassa par quarteia, cujo ex-
pediente foi aceito pelo ofBcial, e assim se paci-
Bcou o povo pela retirada da tropa do lugar onde
a ia procurar. Tambera diziara que a retirada d*
troya a quarteia fra ordenada pelo governo em
parte telegraphica.
Este numeroso ajuntameuto dispersou a uma
voz que Ihe areogou e a que elle obedeceu de
promplo; terminando por slas palairas: cum-
prites o vosso deer ; mostrastes que soia rhris-
tae, e rnaoifestastes Euio?a que tendee res-
poiio pala religio catnoiica e peto sumuio pon-
tfice. r
Proferidas estas palavras, nao seouvio mais
molim algura e cada um tomou ocaoiiohod
sua casa ; mas com tenco de nova reuuio oo^
da de S. Pedro para s-> proountiarem coolra a
nova arrematjcodoa tributo*.
E' de crer que o administrador do conselho lo-
me provUencia par. evitar o concurao lumul-
tuario do povo ; otas ser-lhe-ha mui diicil por
que uo poie impedir aquelle, que foi antecipado
Ho dia 86 do paitado foi discutida no tribunal
o commercio a causa imprtante entre o Sr.
Antonio da Silva Pereira Uagalhies|e a compa-
nhia de seguro garanta lobre o pedido que
aqeelle Sr. fz a esta da quantia de 30 cont de
rl pelo egurojda fabrica de flsio de algodao
e mai objacto ba pouco devorado pelo fogo.
A compaohia negocree ao pagamento, cerno dis-
semo em uma de oosaa carta, argumentando
com o termo do contrato de seguro antes de e
dsr o sloiitro. A Matonee, detidio o pleito em
favor da compaaht.
Cbegoe hoetean a esta cidade iodo da capital
a bordo do vapor Lisio, o Sr. O.Joo de Fro-
C Castro e Moer, uovo prelado rht diocesa do
Porto.
Fot sagrado hispo no dia 6 do correte na igre-
ja de INossa Seohora do Loreto em Lisboa. Um
piquete de O soldados de cafallarlt.que o espera-
va ao desembsrque, acompauhoo S. Exc. Rvm.,
na crruagem que o recebeu no cae at ao paco
episcopal. v
O Sr. D. Jola de Franca parti para a quiota
d baota Crut do bi?po onde se demorar al fa-
zer s sua entrada solemne no Porto.
A ordem tereeira da Trlndade fe este son a
sua magestoss procisia commeratira do augus
lo mysterio da Saotissima Trindade. Eata fest,
que foi instituida em Lige ha muitoa aeculos, e
progresivamente se foi drrmando por toda a
cbristandade em parte alguma do reino se fi
com maior pompa do que a fi no Poito a urdem
lercaira daTrinlade.
A procisso aahio pelas 6 horas da larde da or-
dem inmilari, e recolheu aera a boa ordem
em tuina aludo porque a c.huva a surpretu-ndeu
no meio do tranaito damnilicando os ricos ve-
(uanoa das imageot e adornos dos andori. Le-
vava oa cioco andores dos mais anoou n'esta
ordem :
O deS. Joao da Malta, precedido porum curo
ae capuvo. conduzidoapalo anjo da Redempgao.
O de S. Flix de Valoi, precedido por um co-
ro de frades trinitario.
O de Sania Isabel, por um edro de cortezo,
no coslume da pocha em qae vtveu esta Rainha
Saolt.
O da Seohora dos Remedio por um rro de
virgen irajadas de branco, indicando asiim o
emblema da pureza.
O da Saotissima TrinJade, precedido por um
coro de aojos, representando a gloria.
A romana do Senhor da Pedra, ao Sul de S.
Joao da Foz, qual concorre
cidade o innmero povo das aldeias
socego.
De, tarde, na forma dos mai son, foi muita
gente esperar os romeiros ao sitio da Raza [Villa
ova de Uaia) oode tambera nette dia ha arraial.
L muito par. s ver e aoalysar o grupo de
gente das aldetas, que recolhta os stus penates
cantando e danQando ao som das rebeca, violas,
e o lanhoso clarineto trazeodo nos chapeos rs-
mos de camatioha, que o distinctivo dos que
vao a esta revierte. Nealaa e n'outraa romanas
ae igual popularidade vencem oa rcmeiroa o ca-
minho, tanto na ida como na volta, dancaodo.
r-ara quem sabe o'esta costumeira do bou. povo
o norte nao isto novidade, ma quera a guo
ra de terto se admirar dizenlo-lho que os ro-
meiros veoc.m 3 e 4 leguas com estas folia.
Ucorrespoodeote em Coirabra de um joroai desta
Cidade. diz em data de 8 de julho cerea da f-ata
a procisso da raioha Santa Isabel, o seguiole :
lela rainha santa ba aqei urna devoco que
e nso ei plica. H
Na noite que a trouxeram de S.nta Clara pa-
sela Cruz vt eu nesla ultima igreja as mu-
a chorar -
cooteSdn.os objec'.o deitinadoi i ceremonia da
JuV?uria,, '^l logo que tottm todoa reunidos
S. f ",,?* d0 U'10 <,lreU. Exm. P-
amente da Bxm. cmara municipal, fe nma u-
cmta Batracio do Qm d'osta ceremonia e do peo-
aamento qae se lera em vista cora a cooitruccao
ao monumento, que era treoamiliir posteridade
os teito gloriosos do principe magnnimo, tesis-
laaL s,ud,,Tei resultados que, no intereise da
omvb pablica, dallas se teem originado.
En o qae b poeco dia eacrevia o acrediU-
aiisimo jornal do Bruiella. a Independice
Ja a,c,rc,,da "lu.l itaacao de Portugal:
i uoiultoa daa proviocias acabaram.
Aa dordeo for.m reprimid em toda
co?te.$r;.\0.mo ee,u eilr.ordinari dea
Parec Oilo prxima.
doi^novo.^reT'rr0 fi,, B<""6"
...._.p.,.rM' reeoio extraordinaria

uraa
coosequencla
Pra-
rforra a
- .-- .-r.------... .^ c au luagcaiaiju
ei-re o Sr. D. Lelz I, pelo Extn. goreroador civil
uo dislncto, pela Exm. cmara, autoridades ec-
cleaiasca, ivi, e militare -a este acto
sentes.
pro-
Emasguida foi coo.luzida a pelra fundamental
para ser depositada no alicoree do referido mo
aumento, e ento S. Exc. o Sr. vigario capitular
passoa a celebrar com edificante esplendor a ce-
remonia da benco e logo pelo Exm. presidenta
? '!'XB, cmara municipal foi apreseolado o aato
ja asaignado ao Exm. general Pasto, que roce-
bendo o dito auto ointroduzio em um freo de
idro, o qual foi meltido dentro em um
cotrede prala coojuoctameote com a moedaa de
ouro, prat, brooze e cobre cnenle na poea
actual, e bera assim a lamina commemorativa
a eita tolemoidade com a inscrlpcSo latina do
theor leguinte :
Imuirtali D. Potro quarlo, Brigantioo Duci
qui antequasrn Regnum D. Mariae Secundae .
gloriosae recordationi-cederet, Codicem, Lber-1 sessoej
mis leges consiiluentem. tertio Calendas Uaias 1 tsntes.
anno millesimo ostingeotesimo et vigsimo sexto '
sua spoote nebis dooavit qul fortes septem mil-!
Ha et quiogentos viroa ducen, istam ingresaos !
urbeos sptimo idus Quintiles anno millesimo oc-'
tiogenlesimo et trigeiimo eeundo, in snla Curiae !
Constitutlooem Regni, et Augustae Filiae Suae |
uynaaiiam publice proclamaMt; qul tndem in-
aranera labore-memoraodam obsiliooerael i
era-
pelo
comanlo que
Como de eerto j s.berels a irmia. da ea i !Carg0.s d.**U, Pera?ao nao "ed.m 7 .,q"
clerical: maa ncm nnr .. X......:. v*."'"! J,du.0 ?;'Terno fiZ rear e emittir at a q_
ta de 500 cont de rl em titulo de dtvid,
do depalados.
aa recnminaces do partido
; aa nem por isso o ministerio deixou
de ganhar a victoria na cmara
na questo do entino religioso.
.i".!>fl-*ai-,e bcP?* para auxiliar o
estabeiecimenlo. de beoeflceoc.i que er.m diri-
oot a n e"" ,eem U4' Pr0'a,D
L... i i5.80 Prluu"a quer permanecer fiel
th^r ,0"l'pe liberae. O rei digoou-se
subscrever cora 50:000 francos. A popularidade
oven monarcha aagmeuta disriaraenle, e
a igualar a de seu irrao e predecesior, o
do
ten
rei D. Pedro.
Vio fechar-se a cmara brevemente. 0
I k.!rio T" orar, durante o interv.llo das
varios projecto de lei e reformas impor-
ministro da azenla fez passar oa
mar electiva um projecto de le importante,
restringir as alirtbuices exagera- '
es da faieoda, e que ao mamo
campo que reguliriaa a CCO governamental,
tende a proteger m>is efDcazmeole
dos contribuiuts, o que o torna
no paiz.
0 governo cedeu a parle j existente do ca-
cujo intuito
daa dos exactores
os direitos
muito popular
muila gente
tez-se
da
com
iV..!iP." pprpei,*u- Jomioalum uniut pro- raioho de ferro i
trvtt. el nova Institua tirina in sede stabilivit ingleza c Vm "] Poderoa corapaohia
Pr..i.-^. ...:..: ,......, ... ". coma condicao de completar os traba-
1 raeslaenli priocipilegislatori beratori et Iho desta liha
meroso coetn.benemerttorum civ um. studio,ue n^Sn^^^^i^SS^
" aa5UmIl'SK-,--a uraa -" "" P-W
excellenlium incolaruro, adjatu, in
nem aalml grati pro tam preclaris faclis,
fundada interna oe extern de 3 0|0 aOm de Mr-
virem de garanta ao mesmo erapreslimo,
Para pagamento dos joro e amorlifscio do
emprestimo, o governo poder consigoar at a
aomma de25 cont de rl mead noo. deda-
zldo da receita da alfaodega do Porto.
I I -CoC-,.,V*k,8M oa PO'oela de ris........
l,ot)3:a22S8<0, repartida polos diverso distrlcle
A co.itnbuico petsoal, foi fixada para o me-'
mo son civil na quantia de 180 tontos de rt
repartida pelos diversos distnctes do reino. "
Publicou igualmente a carta de lei que au-
torisa o governo a *>rganisar o eilabelecirreolo de
qoe trata o decreto de 12 de Janeiro de 1817 d8-
tioado 4 educaco de 80 rilhoa daa pracee de pret
do exercuo o qual tomar a denominado de -
Asyl.do bino do sollado.
A edu:acoque oeste ajlo se dr, ser calcu-
lada por forma tal que, dos alumnos oelle educa-
dos, se poa.am formar boas officiaes ioferioree
para os corpos das tropas do reloo e do ollramsr.
oem como individuos apto para axercerem oe
mjsteres de que uos mesmo corpos e careeer,
laescomo me.tco. cornnheiros e espiogardeiros.
sera ministrada do araenal do ex*rcilo a educa-
cao artstica do* alumno que ae dedicaran a ea-
rr.li 2!J "ea. Oa alumnos deste asvlo
d..i? ob".,lo, a ,cr,if d0" >noa no exercito,
c,0*lMA..,M/-" ubalituir. A dotaco do ssylo
causa libertat,. patri.^o^ iritis" promer^ S7 ^^K^Z^^^ f ,3:W^ .-. 3 con o "p.^ .'7u.
anno millesimo ociingeoteaimo ef sexagsimo te' potenciat oatarera com dirertas iostallaeia. P"r' *U*
ni. ,... ..,. ,M ........as^a-:-^.
nal d jutica, e o tribunal eommercial de egun-
da lustancia. acerca da moratoria solltcitada pelo
negocauta viscoode de Jaoqueirs. A questo
cundo, initic autem regoi D. Ludovici prirjji, ad
perpetuam rei memoriam id monumenUtn ex-
truxit.
Ao immorlal D. Pedro IV, duque de Braganca,
que antes de ceder o throoo a 1). Maria II, de
gloriosa memoria, nos oulorgou em 30 de abril
de 1826 a carta constitucional ; que coramaudan-
do 7,500 bravos entrou n'esta cidade a 9 de julho
de 183, e oa casa da cmara proclamou publlci-
menie a conslilaigo do ratno e o goveroo de toa
augusta fllha ; que Qnalmeute tofrendo immeu-
os trabalhoso memoravel cercoe reuhidas ba-
talha, destruio o depotimo e estabeleceu em
base firme as novas instiluicoes ; e que foi alem
disso egregio imperantelegisldor=e libertador
e ouiorgador das iotiuige vigentesi se-
nado muoicipal d'esta invicta cidade do Porto,
auxiliado por uma numerosa coocorreocia de be-
nemritos cidados e dedicaco de excellentes
quesioes que mais preoecupam a opinio pul
nr^0,.0/,9meDl0 d0 rei- e a existencia cora-
2"'a da 'ara do. pare. Este corpo
poltico tornou-se de tal modo impopular pe.
!etrJ,PPH0S'?a0 *y8,emal aaaatal? ^ ,B/a"a al, e bom ,om da ne-
easaidada da aaa reforma.
Com relaco ao casamento do rei, de pw-
mir. como o ooeao jornal sompre nnoncio.,
que ler lugar com a joven princesa Mana Pa
iliri do re de Italia.
Da lodoa os projecto de que se lem fallado,
lugaiqUe eocoDlrou mai8 ympalhias em Por-
Al squi
Bilge.
EfTecliva mete
a correspondencia da Independe/ice
3 cortes foram encerradas

o augusto thefe
foi
queirs. A questo
remettida ao conselho de astado para consul-
tar sobre ella, e o resultado foi resolver
mente que a razo
. Eutao quatro soldados coudecora- ; que lenho as vosas alu.7.. W..ju.T v
madalha. das camp.nl... da liberd.- mem constiteclon. a. ^ as xeceis 8
I de. e companheiros das gloriosas fadigas do im- -
mortal libertador da patria, tomaudo a padiola
li11."'!-!." Si6 PIa,rf,eI.t"J.'tne a'1Ulll ngi- ,u0ia,1(l0 cofre de P1". fechouloe [gu.i leu .
rata mi a U- i,,4 a C00-'M sempre. por le" !=hae P"a ,w d"positad uo archivo dos p.cos
rem muiia te e multa devoro por esta Sei.hore, do conselho. "
Por este lado j oao ditlicil de explicar, i dos cora >s
bao mysterio do coraco.
Uontem o ante houtem noite nao se podia
"ertao. tU" 8em peri do encontro aa|i
No sabbado noite encheu-se o pateo do
couvento de Sania Clara de povo. que iawer o
fogo preso, e quem de l sshio antes de
raioar, encontr muita gente a daoc
ruaa, oodese lioham feito arcos com i
gao a gaz, etc.. e muitos centenares de
verem I
Nao ha memoria de um concurso do
stm procisso da rainha anta, que lu
pre mmeoso no passeio, porque o lemp
demora em Santa Cruz gasta o lodo na c
nao Ihe ch ega. E' cahir dinhelro e
soore o praioespocoso e que largo o espera.
inha. braoces. aderecoa du ouro e uffert
las uatureza sao entregues no cooveuto.
" .'*D,e" ***** a rsiona ama um au
Uda de fraira e futro de raiuha. Acabat
esaa distincao e vera smpre vestida
cido por tao preclaros feitos, pela causa da"liber- i por essa occasio
dade e pelos valiosos servicos patria erigi este aeguint falla
monumento para eterna recordaco. no anno de < Dignos pares do reino e senbores denutado* I
ultima-
- eslava da parle do aupremo-
tribunal de jusli?.. Ne.ta coni.ogeocia. espera-
se que v.nha afinal a querellar-se da relaro
eommercial, depois do que, ser suspensa do ex-
ereicio das .uas fanece, passaodo os negocios
commerciaa pira a relaco de Lisboa. Nao ha
talvez exemplo de uma questo assim nosaona.
jurdicos 1 Qae resolver o mioi.lro da jeslica ?
O negocio de meita gravidade.
Fallece de uma apoplexia o Sr. Carlos Morato
tvoma.
No Jornal do Commercio da Lisboa de 9 deste
mez encontrar um artigo do Sr. Kibeiro de S
conmemorativo do merecimentos que torosvsm
do estado a recommeudavel aquella eavalheiro, tao contien-
do como estimado em Portugal,
"aboradores
encerrar a presente sesso legislativa, sinto v#r-
dadeira sallsfaco em vir ao ceio da repre.enta-
dar-vos leslemuoho do aprego em
rni?"1 V co_l,*">"orea mais repeitaveis deste
a'. Roma nunca teve oulro
ou sobre a qual eslava um cofre de
raram junio do Exm. geoeral Pastos, o qu re-
cebendo daa mos do Exm. presidente da Exm.*
cmara o cofre do pral, o iniroduzio dentro do
de marmore, e os mesmo soldado o couduziram
p.ra junto do alicoree, oode foi depositado eco-
oarto com a pedra fundamental, pelo mestre da
obra. Em aeguida o Ktm. geoeral Paaaoa, re-
cebendo a trolha, que Ihe foi offerecida em umo
bandej de prata lancou a argamasas as juntas
svm- |da pedra, que depois btteu com um canmNllo.
loe se Girandolaa de foguetes aonunciaram a inaugura-
ranca cao do moouraeuto deJicado memoria do im-
beiro i mortal dador di carta constitucional da monar-
chia, salvando as fortalezas da Serra do Pilar e
S. Joo da Foz. O Etm. general Passos levsa-
touenlao os vivas a sua magstade el-rei o Sr.
o. Luiz l. familia real e carta conatliuciooal
mooarchi? e foi enlhusiisticamenta frr..
g.l-
'es-
j ve-
ii com
tilica
- alvo em po-
que nao foste o progressivo desenvolvi-
meoiodos melhoramento materlaea e econmi-
cos desta Ierra.
Aolecipou ideas no domiuio da no.sa vida eco-
nmica, que, se hoje sao axioma de governo, ba
vinte annos erara apenas aspiraedes e desejos qae
se qualicavam de utopia. A .o. peana hon-
rou o jornalismo.
0 fluado linha 65 anuos e deixou uma boa for-
I SO ate
Proviso es importantes foram adoptadas, qoe
mutto hao de cooperar no roelhorameulo de al-
guna dos ramos da publica ada,oistra<;ao. Se
a e*ireiteza do lempo nao permnlio q propostas apresenl.daa pelo meu goveroo, ehe-
gassem a ser destutidas em ambos as c.saa do
^rd^tr ^ft^ss* "**F?zz box:
8e.saolefl.uV 0DS'dd seguio.e quem lano d.ve Iiberd.de d.
Ao termioar o. vosso. trabalhos folgo de ver' tos de^cXilV tSST*. ,il0,."f0'
que a ordem publica, mom.nl.i.earaenlf. turba- este TTJ?'LJ*. *"2"*.V enianc.par.m
da, se ache restabelecida com
-Tambero se fnou sbitamente de em insalto
lim, v.leole i
liberdade deste paiz.
valeole militar
- disciplina do
exerciio e zelo da auloild.de. para o que con-
tnbuio a nlelligeote cordura
mente repreaenlae.
Prsz-me por esta occasio
meu recjnhecimento
pnz sob asordensde D. Pedro IV
... iIra coode era par 0 retn. mini*rode
tstado honorario, vogal do supremo conselho de
da n.cao que dlg- jijsca iUtar, .Itmemeate georal comm."
.- B dale da dl""o militar (AlemUjo).
..guicar-vos o Era tood.corado com a med.Th.J
Couta o Tnuno Popular, de Coimbra, que oa J(
Figeira da Paz onde ha extraordinario, e antigo aVJr- qUe T
euthusiasmo pelos diverlimeoto de S. Joao, ap-
e promovido por pasqun, afflxidos oos lugares I Parece este anno uma exhibico, que muito
mais pblicos da Covilha e em oulrat Ierras do S'adou, e que consista na imitaco da sahida
concelho. da irmasde caridaie de Lisboa.
Os regadores da parochia receberam iostruc- Alguos mascaras de irmas, e oatr. ,de frates
coes para desviarem os ssus respectivos conter- fori,m embarcar do caes para um navio, surto
roueo de irem a cabeca do concelhu oo dia do no Pr'd, Picando oete acto oulros mascaras em
Corpo de Deus, que liaba sido o dia aouuncialoi,erra a *erWr sentidas lagrimas, e soilao o aos
no pasquius; mas ainda que tom isso se tose- enlo plangentes gemidos, em prova de senti-
pois lodos ao pavilhao do lado d'ireito,
. e v.i ger a
geoeral Pasaos representante de su. ros-
unde foi
ser as.igo.da, pelo
toecupar a-camara.
portuenses tci.li.
guio muito desviando assim muito a coocarren-
tia das freguezias, todava O ejuntaueuio alvo-
rol.do foi de muitas mulheres
que nunca fra vista tanta
Ihfl. e fdra correspondida
jos i janella.
O povodealgumas freguezias. como Aldeia de
e lauto que se diz
gente junta na Covi-
pelo acenar dos leo-
meato pela sabida de pessoa tao queridas.
Era immeuio o concurso de povo que assislia a
esta bnocadeira. applauJiudo no curaco o f.c-
lo a qHe ella alludia.
No
re.lisacao
senli-
nem porque co coraco dos
arrefecido a recordaco dos
nr.meusos beneficio?, que ao grande rei philoso-
phO sodeviaos: porque muitas e imperiosas
ircumtlaocia teem embaracado a
de.'ta lo obre idea.
A canina municipal, interprete dos
ments dos ieaa administrados, ssbe qua poJe
c-.nlar com o patriotismo de lodos para levar a
eHelio lo momenlosa obra, e por isso vai res
peitosamenle levar ao conhecimenlo de Vossa
Ma^estade a resoluco que acaba de lomar, cer-
ta de que ser por Vossa Magostado aMthida com
iva satisfaco a noticia de que a cmara e os In-
citantes do Porto leem destinado o dia y do cor-
rente mez de julho, anuiversirio da entra ia do
nobre duque do ragioja nesla cidade freute
m monumento, que ao passo que tronsmiltir
as ge.-ces futuras o nome glorioao do ri sol-
dado, seta ao mesmo lempo um lestemuuho di
gratido do povo porlueose memoria do seu li-
sertsdor.
o Deut gnarde a preciosa vida de Vosts Ma-
geslade por dilatados anuos, como lodos os Por-
tuguezes ho mister.
% Porto e pac,o do concelho, 1 de jalho de
el862.0 presidente, visconde de Lagoaca.__
Joaquim JosdeFigueiredoJo. Carlos Lopes
Alexaodre Soare. Piolo de Aodr.deRaimundo
-foaquim MatlinsAntonio Wencestu da Costa
DouradoJoaquim Ribeiro de Farla Guimares
Arualdo Hibeiro Barbosa.
A iespeza do projecto do munumento do Sr.D.
Pedro V. oreada em 40 conloa de ris. Para a
reeltsaco do capital pa.gar-se-bo oito mil obri-
g.coes de 5JO0O cada uma, pagaveis a ordem do
iriesure]ro da excellentissima cmara. Esta*
obngsQoes conlero uma dectaracoMaim formu-
I.da :
Declaro aubscrever para o monumento que
a cidade do Porto val erigir ao magnnimo rei
le Portugal o Sr. D. Pedro IV, como fundador da
liberdade portugueza e seu primeiro e mais stre-
ouo propognador, com a quantia de 5J000 metal
cujo integral pagamento meobrigo a fazer or-
dom do thesoureiro da cmara municipal do Por-
to em tres prestacoes, a saber : a t* de 35 0/0
trinta dia dppois do solomne assentamento da*
pedra fundamental do projeclado monumento: a
2 de igual quantia, 4 mezes depois da data em
que devida a 1* prestago : a 3" de 30 ilfl ires
mezes ante do dia marcado para o desencarra-
mento olemne do mesmo monumento j eon-
luido. '
O subscriptores podero tomar o numero de
obigacoe que pretenderem, sendo ihes livre o
satisfazerem '
restantes.
fue as que
mez dejuoho naufr.gou n.s costas de La-
vos. as proximidadesda barr. da Figyeir., pouco
depois de tar ahide o Mate Impronto. Tmha
Udea de boato e Verdelhos ia prepara- (ido abaodonado pela liipul.co, que enlrou no
cidido para eventualidades maia seria?, eca'er do navio, e foi *alva por oulro hiaie que
* succederaro, pois que a nao ser um I Pro."dencia!mento appareceu n'aquellas
q
alturas.
aviso da Covilha, enlrariam armado ae eipin-1 ,.Na cos,a d0 Av.iro naufragaram tambera i
Wda. hiale Chrxitina, ao norte de 0ar a rasca Patwca
Nao e lealisou na Covilha a aonuociada mani-
festjco para o dia de S. Pedro. Talvez Ihe oba-
lassu a for(,s de 150 predas do regiment n. 12
tom que foi reforcado o destacamento de 3dO
bayoneta que j alii se achava, e 30oldados de
Cavailaris n. 8.
Nao consta que na Covilha se techara dado no
vas desorden, mas ha noticias de que na fregne-
zi-. de Teixoso e de Caria, na proximidades da-
quella villa, tem batido gran les tumultos.
Um> carta escripia de Coimbra diz que em Tei-
xoso se travara desordem na occasio da arre-
matacAo em um dos ltimos das do mez rindo.
Cooconeu immenso povo praca, onde se fazis
a arremataco. moslrando-ee pouco affeigoado
aos
propunlum arremsta-l.s, mas que em t cir-
cunstancias nao se atreveram por grande epaco
a cobrirem o lanjo do pregoeiro. Uouve, porm
um mais fffouto que cobrio o laoco e dispunhs-
se idisputar, mas uma carga de pedradas acompa-
nhada das vozea : morra I morra 1 nao Ihe
deu tempo.
Diz-se l.mbem que fora apedrejado o pregoei-
ro e o juiz eleito, que houve ferimentos em um
individuo, o que, indo elle para uma botica para
se curar, fora mesmo l accomrnettido pela po-
pulaca, quebrando ludo & pedrada.
Em Caria teem j havido nimios dislurbioi o-
anno, mas o ultimo de que ha noticia foi o
ao sabir a barra d'.quella cidade. em consequen-
cia datar batido n'um banco de areia, o a r.sca
Flor de Avaro na praia da Vieira. O primeiro
viuha de Lisboa para Aveiro com carga para a
empreza dos cammhosde ferro, e o segundo di-
rigate ao Porto com c.rga de sal. Sslwam-
se as respectiva tripulacoes.
- Abrirm termo de carga :em 11 de jaoho
a barca Ermehnda para o Rio de Janeiro;em
l-r r-j"; WHmtmf* dit0 porl ?-em 20 "
lera Cidade de Delein para o Maranho ;-em 28
o bngue Boa F6 par. o Rio de J.neiro :-em 1
de julho a barca Silencio para o dito porto em
a galera frica para o dito porto :em 8
barca Ferreira Borgei para o dito porto, e o bri-
uma
o povo
populares foridos,
que, attrahido pelos lacros das renda, se gue Drileiro Pernor6i*cano para a Baha.
i
mais serio em con.equencia l.stimavet, i
de nao *erem conbecidn todas. Chega mesmo
a fall.r-se. em mortes, das que nao ha noti-
cia official e positiva. E, comtudo fado averigua-
do qae em Atalaia do Campo passaram quatro ho-
meus mutilados no meio de uma escolta, que vi-
nhea de Caria para Casiello Branco.
As cartas da Covilha sao concorde em attribuir
estes aconiecimentos s apezadiaalma contribui-
goe municipae indirectas sem allivio daa direc-
tas. Podo ser que assim eja, porm nos con-
tinuamos a crer que a verdadeira causa de eme-
Ihantes disturbios tem msis de politice partida-
ria do que de principio econmicos.
Na provincia do Mtnho tem continuado a or-
dem e socego publico.
As pesquizas a qae a justica precedeu por cae-
sa do roubo dos penhores no Monte de Piedade
da Asiociacao industrial porluense daram em re-
sultado o ministerio publico querellar do continuo
da cana de crdito da dita agsociagao, Antonio
juntamente com a 1 prestaco a 2 i%!uf,ltf2i q".8 a L,,in* "?'"" "T"
r y-* mus ter sido preso pelas vehementas tuspeitas
nalidade.
Por teoteoca do tribunal do commercio de 4>de
ppropriadss.
om1",;^0 de8ls me(lalh8 lai>os exemplaree
-o, prata, cobr. ^- -_ _
o qu.e. ellas ,pre.en.acio de.de 20 de m.io ultimo, o neg- (wUata,, achando-se \iVlmni n,
iua ii,,L >w c.a buuieriua ao cidadao
dVrata .n*CreV dOpOt200ou maig SaQoes;
ae prala ao que Uwaatwcrevido H.hn?,k.'
lo dahi para bai-
Entraram oo ^uro ;em 15 de iunho i
b.rca Ferrara Borges do Rio de Janeiro, por
Lisboa, em yo d.as ;-em 16 a barca Ouremeo
Ro Grande em 68 da. ;-em do julbo a barca
lonteiro II do Rio de J.neiro. por Lisboa, em
oO das ;-em 4 a barca Adeiladt, do Rio de J.-
neiro, por Lisboa, em 50 di. ;em 7 o brig.e
tsperanca de Pernambueo, por Lttbaa, em 50
tal Ve
Sshiram :em 15 a g.lera Hara para o Rio
de Janeiro ;_eir. 18 barca brasileira Brilhanti
para a Maraohao ;-em 28 a barca brasileira Jte-
SWi? ,Rxo oJtati' 5-eui 29 a 8'era Ci-
dade de Belem para o Har.nbo ;-em 7 d. julho
o blata Serra i para o Rio Graode.
Acia da tolemnidade da eollocacao da pedra {un
damtnial do monumento ou a cmara muni-
cipal d uta amiga emuilo nobre, sempre leal
e invicta cidade do Porto, coadjuvada por uma
commmao de benemritos cidados, vai erigir
memoria do immortal duque de Braganca.
o Sr. D. Pedro IV, ouiorgador da carta cons-
titucional da monarchia.
Anuo do oaacimento de Nomo Senhor Je.
Carleta de 1862. .os 9 dia. do mez de julho p"
las 6 hor.s da t.rde e Praga de D. Pedro antes
denominada Praga Nova, a oode ae arh-.m
Exm. general Jos Gerardo Ferreira de PV
represeot.nle de tua mageslade el rei o Sr n
Luiz I, o bem assim o Exm. Sr. govern.dAr rivii
do di.tr.clo. Exm.' amar. aWtSH^jK
miiso centr! auxiliador do trabalhos do mn
numento consagrado memoria do immortal da-
que de Br.g.og. o Sr. D. Pedro WaTaTSaS
ulond.de. ecclMieeUcaa. vi, miiilliraesf J"
assigoada. um graode numero de grandes do
reino, corporagoe scieotiflc... commerciaes in-
dustriae, e de occorroade bonefleencie a mai
511 n.u' qiTUe p,ev,amente hav,a"J ido convida-
do pela Exm/ cmara municipal MUndo .
preea guarnecida pela forga militar formada em
parada, e decorada com m.siros e SSkV
doas pirilhoaa rutoMmeota adereg.do. Sendo o
hU? Vy"?0 *"**"* ber .eohor. e
,0 a autoridades e mal. Je,,","
centro
por
riosas
constitucional,
ge.fade el-rei o Sr. D. Luiz I. expressamente en-
viado pelo mesmo augu(o senhor para assistir a
esta tolemoidade, pela Exm. cmara muoicipal,
auiondades ecclesiasticas, civis o militares, gran-
des do reino, corporagoes tcieoiiflcas, associa-
goes commerciaes, industriaes e de soccorros de
benecencia e mais pesso.s pretente. E eu An-
tonio Augusto Alve de Souza, escrivo da Exm."
cmara municipal a escrevi e li.
Lisboa, 13 de julho.
,n?A1K0maI"rtlde?-Pedro- "mPeoalva d'AIra
conselho de Olireira do Hospital, os povos d
Sampayo travaram desordem cora os de Penalvs
son o pretexto destes Ihes terem quebrado um
lambor e um bombo.
>nriflRe.d0r quit PPlacar s desordem, mas nao
o podoodo conieguir pedio auxilio forga .rma-
oa que all se achava em destacamento. Diri-
gala o regador com 6 soldados ao lugar do tu-
multo a ah foi gravemente ftido, continuando
a deordem em graode angmento. e daodo os
narda ""'" SaC'a rel8,ao e Mari* Ber-
Nesta circumslancias, o commandaote militar
correu ao lugar da desordem com o resto da
LSLtILW t0d, era.m 20 Pra5a- Nao podendo
ecommod.r desordem, resolveu-se a dar
carga de bayoneta. Em resultado disso
retirou-se, fijando alguns popu'
assim como alguns soldados com pedradas que
receberam do povo. q
No mesmo di da romaria de S. Pedro i de
Se gJT*0 V0,tVam Pa" S'J" ca"8 oa ovo
de,Gallizes, conseibo de Oliveira do Uospit-I
tent.r.B, travar de.ordem entre .1, ao que pode"
^m:ttadrnrlh08Ub3UlUl0qaell,dlr^
nTlum0,.!?^ 22 d paS.Sad0 h0uve em Teixoso
ara tumulto por causa de um augmento que ae
fez no orgamenlo da cmara municipal. O povo
por cauta da arremalago de urna agua, formou"
um rorte grupo, e apeoai o pregoeiro levaotou o
primeiro brado. cahio-lhe ara cima um chuveiro
de pedra, obrigandoo a retirar-se e esconder-se
\mtoS2SE*tm uma ca8a prcxim9-alis
Nao podendo o regedor manter a ordem, man-
aou chamar o parocho, que dirigi ae poro pa-
lavras de conciliagao, mai nada pie conieculr
tendo em resposti que Ihes apresentassem as
papeletas para serem queimadas. Eoto o paro-
cho, vendo aquelle estado do egilagao, retirou-e
m.t!f o,LmeSm0 regedor 1ue foi Saldo por*
man de 300 peisoa, e correu risco, assim como
o arrematante qne tambera fugio. Chegaram a
reunlr-se cerca de 3.000 pessoa.
Em Castello Branco houve tambera uma
desordem Insignificante, promovida peloiautoret
doi prlmeiroa tumultos.
a ~am 0'1* de S- Pedro i 8 hora' *>m gfPo
de 100 homens que se tinha reunido n'um
arraial fra da villa de Moura eotou na povoa-
gao, com grandes vozerias, daodo gritos sub-
versivos. Percorreram as ruaa da villa por va-
ria veze, cercando a casa do administrador o
qual nao offeoderam. Servio de pretexto o ter
tdo prohibido laogar bomba de fogo e dar
estelos com taboas aqnecida as fogueir.e, o
que se nao permltte dentro da povoago. Du-
rante o transito, reunio-.e-lhe mal. do dobro de
homen, ma s 11 hora da noite esta va ludo
em socego.
Eisaqui a qua se redozem todas a manlfei-
lagoea de de.contentamenlo popular que algn,
papis adversos ao ministerio,sobro ludo os abso-
lutistas citan), com mentara e ex.ggeram.
O paiz, em abono di verdade, est tranquil-
lo. Uma oa outra assoada nesla ou naquella
loc.lidade to factoa tem importancia alguma,
nem alcance poltico. A energa do goerno em
apasiguar os tumultos do Hiobo digna de todo o
; as medida, de que tem Logado mo
institu ij ,
lando-rae em
prospehdade
de 1812
ssaLt r "*" ** rara'"'- '""""
avanlajados fructo.
orovf "ai'?!!, derao?'c6es dsles mais uma
de adhesao mnha pes.oa e s nos.
a que saberei corresponder, desve-
proroover quanto em mim caiba a
material, moral e iatelleclual do
ESSSZ JS 'les,iD0, i* a P"'w-
< Est
E
emSe5HQpra?a em d unh<> e 1808 ; alferea
em 28 de novembro da 1811 ; teoeote *m 5 de
de fevere.ro de 181i c.pilo 'em 29 d. feverelo
m.jorem 11 de.elembrod 1813 ; te-
encerrada a sesso.
nTul*m "T1*? DeM0" 1ufl e|-r8i declaras-
nh. e^oiM?0 d0 lhrono *il erice q -
C A's" ara eu lad0 Pr,,,h" fe
M JaffiS" Py Prlu8"",taoto mai* que
tlllmS *!'* <0m0 lhe commuo"luei na miuha
. ultima, que as escripturas eipoosal.ci.-s se ti
Lisboa, poucos
encerramento das
como acaba
liam jassigoado em Turin e era
oas antes da sesso real do
cortet.
|PrE E?#**.?! ,com t,d0'
eoc-.em n' V KfeUa'^0trelaD, "ffi^raa-.e e
oue n s, i? "Ih" ori.adae .la capital
que o Sr. D. Luiz I declarara, no dia 7 (este
oseminZ0,n,Hn de eSlad0" e,UQd0 P" e
osminuiros da coroa> D0Pf^a h
ae 2 ?."r" f'a-.?iha d0 rei V,clor EmmanuPel, e
neta de Carlos Aloerto que reta dar o ulliaio sus-
piro no baluarte da liberdade porlague.a
Com eireito, no dia 6do trrenle o re- da I ta-
'a' resuponJeu,'"'""'elmente ao pedido que o
if,h.Pr,0C-!".llara Pia' djIend0 1"e ^a uma
l,lni\mVi0 hoorosa Pr 'dos os motivos e de
paize gem p0lilica e domestica para os dous
Esta noticia chegou telegraphicamente a Lisboa
no mesmo da. r ?nif"?,0Si'Je0J 18 de enbro de 1820 ; co
rooel em22dejunho de 1821 ; brig.deiro em
6 da go.io de 1831 ; m.rech.l de campo em
de,.,!,e.mb/?..de 8^7 leaente-general em Ida
aulographa fuetes,
do Sr. D. Luiz I foi um sobrinho do Sr. Jos U-
feYd. f/Su' r6 aPresenlante da eima carta ao
IJ, t nosso eCarregado de negocios
era Turln, Borgea de Castro. S
JL*reCe qU8 ?l"rei Vctr Emmanuel andava
'!lf!ll che*ou o enviado de Portugal, e ojee
im mediatamente regressou a Turin, pedTndo tres
UM de espera para responder, dMOdo logo, que
pela sua parte aooui.. maa qae tatebem quera
rmiMSL 2'ha' Pela larde da 'P"2t.c*
o rei da Italia dava a resposta definitiva.
AUirma-io geral menta em Lisboa, que o reaio
nmnU .,8e '^" dflP01a da Pa i r
ta-to. a Ib da outuhrn.
julho de 185.
Era o teuenie-general mai antigo.
ue te a tepultura oa t.rde do dia 11 deite
mez pel.g se., horas, oo cemilerio da Ajada.
nafa mCaChmDe!ld0 d0 a,"'ue 1ue '> ^sta
l.Bh.?f mT'da' a s,"crel"'a a" g"r. onde
tiahtilo era servigo. pois se achava presidilo
acommiaiao que tem a eu carga distribuir aa
aied.lh. oe O Pedro e I). Maria .o. individuo
que Bzeram a camp.nh. da liberdade.
No Otario de Liiboa foi ha dia aoouncu-
do, pelo ministerio do negocio estr.ngiro
que, por commuoicagao feita ao overno de Ma-
r*0 polo cooaut de Portugal em Bangkok, datada
de 1 de abril ultimo, coosla que O governo Si.,
mez Ihe p.n.cipra h.ver concedido ao ubdilo
de toda, H oago-s com que tinh. celebrado Ira-
\ar.'n. Sff1- faculd9ae que .c.bav. deconce-
ferren,8 J",0S Pru-M"M. P"1er.ra comprar
terreno, ou plaotagoe. em Si.m, sera par. isso
ZeWSS** ^ d" "B0' de ta=
mjZmlMTV carr0ls do. paquetes pe-
nxmuares por haver expirado o prazo do contra-
to feito cora o governo ioglez, e em eooeeqaen-
cia dio ?ao-e estabelecer dout vapores que
..hiri de Londres para Vigo e Lisbo. era Oas
cerlos. e substituirao a carreira d.quelles pa-
a 16 de outubro.
? 2ri0aeK 6 ".Ponenciae de Turin che-
gados a Lisboa oo da 10 fallara da alegra geral
com que a Italia recebeu a noticia do foturo con-
sorcio da princesa Maria, filha do rei Vctor Em-
manuel com el re D. Luiz I.
No mesmo dia em que esta noticia circulouem
lurio chegou alii a commuoicagao offlcial do
reconhecimeoio do reino da Italia pela Ru.sia
Le-se u um jornal italiano que a futura raioha
de Portugal partir para Lisboa acompanhada par
b. A. K. a duqueza de Genova. E" provavel que
os ie.t-.jos do casamento se fagam em MilSo As
cidades da Italia disputara j a honra de ligar o
SLB0. la ausP'clos> onsorcio. Outrat no-
ticia, tambera receole, slludem a sali.fagio com
Brin.i.Trad.0-r dS FraDcer". seu prim.0
principe Napoleao recaberam a noticia do
m.ntodeS. M. o Sr. D. Luiz I.
Ve-se poi que por nacionaes
applaudida esta allianga.
casa-
e estranhos
J5* "i80P|?nc,Pal d0 Journal Debats.che.
gado ante-hootem, faz se notar que o Sr. D. Luiz
Sr.0 H.>6e ,Ma,"t. fica '""do. nao .rnente
a coa de S.boy, man tambera familia im-
portal.
Continua ainda a dar-ie como provavel a en-
trada do Sr. Thi.go Augusto Velloso e Horta pa-
ra o ministerio daa obras publicas. E.ta nana
genda interinamente peloSr. marquez de Lo-
le, presidenta do conselho de ministros.
A discusso da imprenta nestes ultimo Baten
diae. tara venado pela maior parte sobre a pr"
ectada reforma di cmara dos p.res. Algn Tif.
ligo vigoroso. tm apparecido na folh.s da oo
pos.gao p.ra ostenl.rem heradilariedade d
cmara all., ma. nem todo o vigor doa ioroalia
ta adver.os ao governo, nem toda ---
poeira dot
pergamiohotdopsrialo, battaro, cralo aa ara
f.zer parar a onda da opinlo publica, ho". ma.
H5=it^
Este barco .hiro de Londre. oosdias 5, 1S
e 2a de cad. mez para Vigo e Lisboa, locarao em
boultismplon para all lomarem pa.sageiro
sariirao daste ultimo porto oos di.s 7, 17 e 27 de
cada mez, logo depois da dragada do trem do ca-
luioho de ferro co-n as malas da correspondencia
de Londres 11 horas da maoba.
Os dous vapores empregados oesta carreira sao
o Mangtrton, commaodant David.on, de 535
r*-aaaS' 5 furs' le 130 ""os. a a Tartar
da 558 looetadas eda forg. de 120 cav.llos.
As pass.gens sao de So.thampton para Vie0
nra'rmeMaKCU',e 8 llbr"S' 8 B" "***** br f
egaunLdab70a.,bnr.,Pt,m,ra **" 10 ***> e "
No dia 5 do crrente j devie ter sabido de
tan ?L1 "" l de Sou"ampton. o Manger-
sen., Uul li* U' m0d' q"S eomraertio ofo
sentir a falla dos paquetes peninsulares.
Lomtudo, os praga do commercio, um grande*
n..T .- ""I"1" a"il?earam n. /emana
pas.ad. ura requenmeoto dirigido lord Stanley
de Ad.rley, m.pector doi correros n. Inglaterra
pedindo que em substiluigo do, p.,u5iee Pe-
o.nsulares que vao acabar, venh.ra f.zer e.c.m
por este pono de Lisboa o. paquete, da Atezan!
ana. ura as mitas entre Portugal, Indi e Chi-
na, que hoje saa conduzidat por va de Gibr.ltar
nos vapores fr.ncezes, ficam as vezes demoradas
a espera do vapor, podiam aer tran.poriadas em
mreiaatee0ffl grande ?ant*gem para com-
No dia 9 deste mez Qcou concluida a ma-
mona que aa .Malas da. fabrica da f.odlcao
estampan, do Bolhio no Porto tevan.arara am
da. l,.,d.. me8?aa tpara Pe'Petuar a recordago
2M "'JlaS q,u* lhM fw &f- D- Pedro V. de s,u-
dosa memoria.
Na face do pedestal do lado do noite, tem gra-
a! ,e?u'Qe ioscripgo feita pelo abbade de,
Santo Ildefonso :
t Aorei D. Pedro V, memorando
Uaindostris e arte protector tbido
Qu aa vaidadet do solio deteuraodo
Teve um lbronod'amor na patria erguido.
Que a fabrica em frente, visitando
Da ettamp e fundigao, aalvou do olvide
Arti.ta, a quem dau f.vor e tiento
Con..gram eite humilde monumento

i


fiUftttfB mflAMjrucor ieb?a feuu 29 dk jllho m im.

Do lado do oaecenle, tem : Visitn a fabrica
de estampara em 18 da agosto do 1861.
A estrella symbolica que remata a memoria,
dar ser collocada at ao dia 10.
Receben m-se em Lisboa cartas de Londres
em que se menciona mais um testemunho de
aprego dado ao deaenvolvimento e progressos de
Portugal.
Na Inglaterra acha-se de ha milito iostallada
urna commisso para dar o seu parecer sobre o
sysleeaa mtrico e decimal, e estudar o raelbor
moto de o lavar realisa;o no Reino-Unido.
Tem esta commisso celebrado diversos mee-
tiega oas provincias da Gria Bretanha, para apal-
par a opinio jublica, sob o assumplo e exami-
nar como hade levar ao cabo o que lhe f a com-
mettldo. ltimamente celebro um grande mee-
ting em Londres, e detidamente examiuou e
apreciou todos os Irabalhos das diversas oagdea
que teem introduzdo o uso do systema mtrico.
A commisso dos pesos e medidas de Portugal
fui a que maiorea louvores merece* e no meliog
censigoou-se que o paiz mais occidental da Eu-
ropa era o que mais rpidamente havia posto em
pratica o systema. Pronenciou-sa com louvor o
nome do Sr. Fradeaso da Silveira, nao s pela
parte activa qae lomara na introdcelo do sys-
tema om Portugal, como pelos perfeilos e cora
pie tos mappas specimeos que enviou para a ex-
psito de Londres. J a exposico agricola por-
tugueza prima em Londres como a maia com-
pleta no crtama universal. Agora temos novo e
ioauspeito testemunho de aprego dado pela pri-
meira oago da Europa. Novo argumento pois
para confundir os que nos deprimen).
Tam continuado a subscripto para as creso-
$aa desvalidas que eram sustentadas nos aayloa
das irmaa da caridade e que pela sahida deltas,
fi cara ni ao desamparo, sollrendo as coasequoo-
cia o'um dospeito caprichoso.
Al l do correte :
Metal..... 7:154570
luscripcoes 474509000
Ttulos de divida 1899900
sociaedes]fabris elegeratn e o governo subsidia
para irem eatudar oa expostgio dos melhoramen-
tos respectivos s suas profissdes e artes.
P. S Recebi as cartas do Porto em que me di-
xem que a noticia da coofirmagao do ajusta ma-
trimonial de S. M. el-rei com a princeza da lia-
lia, foi all recebida com fogueteae luminarias.
Os ltimos despachosjaqui recebidos sao os se-
guirles :
Turin 12.O governo italiano declarou que o
embaixador da Italia em Berln annuncira tele-
graphicamenle oreconbecimento do reino Italia-
no pela Prussia.
As cmaras decidiram mandar urna deputagao
a et-ret para o felicitar pelo caaamento da pnu-
ceza Hara Pa com el-rei de Portugal.
Madrid 11.O presidente Licola apreientou ao
sealo um projecto de emprestimo de 11 milhoes
ao Mxico.
Em Richmood houve nos dias 25 e 27 um en-
carnizado combale com perdas coosideraveis pa-
ra an.bas as partes, e sem rebultado decisivo.
Madrid 10.O cnsul de Morug foi agraciado
com o titulo de duque.
Jarieo de la Graviere sihir para Cherburgo, e
Forey partir para o Mxico no dia 20 do cor-
rete.
A demissao de Mr. Mon foi aceita.
L.
prometiera Secca o Macea, como ji lhe tenho di- ranhuns, o professor publico Miguel Arcbaojo de
to ; por ora, porm, o que j lemoa de real & a Meodonga e todos oa rnarabros da commisso
abundancia de gneros alimeoliclos, que prrece' central desta villa tem prestado boas servigos
fabulosa li por frs, onde, em algumaa pulen, se I nesta triste quadra.
diz, queae offerece, e nao ha qaem qneira, um '
alqueire de milho, que urna carga, por mil ris,
um de farinha por dous, e aaaim todos os outros
legumes e maotimeato
< Neata cidade mesmo, onde por atravessa-
mento ebegam todos os gneros, acham-se elles
com urna dilTereoga de 100 por 100, e rmi> doa
Do Ico recabamos cartas a o respeclivp Jor-
nal com data de 8 do correte.
A epidemia tioha all cessado, depois dos es-
tragos horrivais, de que j tem sciencia os nos-
aos leilores.
Eitava marcado o dia 17 do mez que entra,
para s eleigao de um deputado pelo terceiro cir-
valoreado anoo passado, eeapera-se que de hora Teulo, em substituigo da vaga deluda pelo se
em diante fiquem os mesmos valores anda mais nador Miguel Feroaodes.
reduzidos, visto que agora qae se deu cornejo ; O Jornal do Ic noticiando o, termina por es-
aoapaoho dos fructosda lavoura doscereaes. tas palavras : Nada ae diz relativamente aos
Parahiea. A seguiole carta de noaso corre-1 campeos, qua tem de pleitear o compo, e por
1
DIARIO i PERNlMtlUCO
Rs. 54:794470
No dia 6 do correle celebrou se oa ig'eja
parochial do Laraiar um solemne Te-Deum, man-
dado cantar pela cmara uiuoicioal doa Olivaes,
em acgo de gragas pelo restibolecioiento do Sr.
ofante O. Augusto.
Assisliram a esta ceremonia SS. MU el rei o
Sr. D. Luis e seo augusto pai o Sr. D Peroaodo
6 S. A. R. o Sr. infaote D. Augusto, os ministros
da guerra, da fazends e do reino, oa coinman-
dantes dos corpos da guarnirlo da capital, mul-
los titulares, e pessoas da corle, altos fuucciona-
rios, e numeroso concurso de povo.
Orou o reverendo padre Sargedas, irmo do
boni couhecido actor do nosao primeiro ihealro
de Declamago.
Progridem com muita actividade os traba-
lhos do carancho de ferro de Ccimbra ao Porto,
coolmdo-ae que por todo este mez chegue a lo-
comotiva ;i estago das Uevszas em Villa Nova
de Gaya. No atorro de Sameiros, que a grande ,
obra o/arte que ha a fazer onlre aqnella eitago Uara> leem, uccumbtdo urnas
e a de Valladares, trabalham 1,000 pessoa?. accommoiiido 800 e lanas.
A locomotiva percorre j o esp-.go de H kilo- "~.Lfise D0 Pedro 11 :
m*trjs lem de Eat.w-Mi. e eheg a pouca dis- i a Aoie-Oontem a tarde ehegou a esta capital
tancia da estago de Valladares. irlpoUcao do brigue hollandez Joanna Chris-
No lurnel d Serta Jo Pilar j se oslo olio- pna-^W. l\ de Jonge, que foi a pique oa
Pelo vapor Jaguaribe recebemos carias e jor-
naes do norte do imperio al o Cear, com datas :
deste 22. do RioGrande 83 e da Parahiba 27
do Crrente.
Cear.Fallecer na capital o Exm. Sr. va
coodedo lc, fazandeiro importante da provincia,
e homem que gosava de verdadeiras sympalbias.
As noticias do cholera sao as seguales :
Cirila 14 Comegavam a apparecer alguns ca-
sos, sem ler comtudo ainda feito victimas.
Grato.Anda cootinuavam a aer asiustadoras
as noticias dessa localidad, aem precisarem os
joroaes o numero dos affectados e morios.
Jabais.At 14 do correte elevava-se 106
o numero das pessoas atacadas, sendo 15 as fal-
lecidas.
Chor.Do principio 12 alleceram 50 pes-
soas, sendo grande o numero das affecladas.
Batunt.Rorriveisso os estragos que vai fa
zeudo o mal. E como diz urna carta, o numero de
victimas tarna-se cada vez mais consideravel ;
entre estas conlam se : a mulher do Sr. Antonio
Francisco da Silveira Juoior, o Dr. Joaqulm Bar-
bosa Cordeiro, a Sra. D. Aona, mi do comman-
daute superior, a mulher do Venancio Gomes,
tia do Marjal a mulher do Joaquim B^nto, ne-
gociante ; licindo muilas pessoas prestes a dar
conlas a Ueus, como sejam, major Joaquim An-
tonio da Rocha Lima, urna cunhada do Marcal.
Segundo um calculo, desda as Vasantes al cer-
tos pontos da serra como Labyrintho e Saotj
400 pessoas e
cando as batos para asiOQlim^uio das aduulis do
arco di -t.ili.-i.
U rerilnn->nto da lfiniega do Pirto ex-
traordioino, ialo em ccmiliravel augmento do
anno para anuo. O do aauo econmico dolo,
tcedeu o do auna auUrior em mata le 250 con-
tos da rola. Pira o augm-into d> receita, conti-
nua a contribuir a imporlac.ao da agurdenle ea-
traugeira qua ha de durar ora juiuio a molestia
das vmbis nao abandonar os uossos vinhe los,
mais acliva scalisaod estabaleci la. para evitar
o contrabiodo de acucar, beni como o maor
consmalo que ete geaero tem li-Jo.
Proseguem com a meior aclividade os tra-
balbos do monumento ao principe dos poetas pur-
tuguezes Luiz de Curras, cuja pedra fundamen-
tal foi laucada com solemne festejo no da 28 do
passado, como llio commuoiquei. Eslo j qus-
ai concluidas quatro das estatuas do pedestal, as
quaes, seguudo me dizem, nao desmenlem a per-
fei(o que imprima as suas obras o ciaiI de
Vctor Bastos O monumento representa a esta-
tua do poeta fuudida em bronze com 4 metros de
altura, colloca-Ja o'u'n pedestal octgono de pe
dra, o qu*l ter 3 metrps e 48 centmetros de al-
tura.
Esta pedestal lera em cada um dos ngulos urna
das seguiules estatuas :
Pedro Nunes, o grande cosmographo ;
Gomes Eanes de Azurra, historiador das ua-
?egaqoei portuguesas ;
Joo de Barros, autor ds Dcadas ;
Ferna Lopes de Caslanheda, historiador ;
Vasco Mousinho de Quebedo, Jeronymo Corle
Real e Francisco de S de Meuezes, ootores
picos das nossas coo<|ui*tas e descobnmenios.
Estas estaluas sero da pedra hoz, e tero ca-
da urna dous metros e 40 ceutimelros de altura.
O monumento deve ter dede a superficie do
terreuo, al a maor altura 11 metros e 41 cent-
metros.
O auno de 1S62, assiguala-se com o pagamen-
to detlas dividas naciunaes. Bom que eos
alveolos do labe i da iugratos.
No da 9 deste mez devt.a-se realisar com gran-
de apparato ua cidade do Porto a ceromouia da
collo.a.ri i da pedra fundaticolal do monumento
que os Porlueuses vo erigir memoria do du-
que de Braganga, o Sr. U. Pedro IV.
El-rei o Sr. 1). Luiz diguou-s oomear o seu
ajudanle de ordena, o general Pansos para o re-
presentar ua dita ceremonia, cujos pormenores
lhe sera, relatados ctreumstanciadameale pelo
eu correspondente naquella cidade.
Sua emiueucia o eardeal patriarcha de Lisboa
oi fazer ama viagem trra de sua
dade
Diz-se que pira se restabelecor do mo esta-
do de sua saude.
Parece que nao aasistir ao casamento de el-rei
oSr. D. Luiz I.
No domingo 6 do correle foi sagrado bispo
do Porto, na igreja do Lorelto de Lisboa pelo
nuncio de S. S., com asaislencia doa bispos resig-
natirios de Angola, o Sr. D. Joo da Franja
Castro e Moura, bispo elxito de Prktn.
Dous dias depois. S. Exc. Rvma. visitou va-
rios esisbelcimentos Iliterarios e entre elles a
Escola Normal primarii de Lisboa, sita no pala-
cio p quinta ae Mamila, a 3 kilmetros a L. da
capital. Poucos dias antes havia all ido, sem
ser esperado, o ministro do reino, que sahio mui-
to satisfeiio da boa orlera em que encontrn este
novo instituto, de qua o director o Sr. Luiz Fe-
lippe Leite.
Foi apresentado bispo de Vizeu oconegoda
S patriarchal de Lisboa, o Sr. Antonio Alves
Martina, aotigo jornilula e deputado s cortes.
Esta oomeag foi recebida com geral apiilau-
so. O agraciado aind* fita exercendo o impor-
tante lugar de nfermeiro-ror do hospital de S.
Jos de Lisboa, coadjuvado pelo couselheiro An-
altura o cabo de S. Roque no dia 11 do corre-
le, oa latitude S. 3o 30', e loogilude O. 34 ten-
do sahido de Caiix no dia 22 de maio, carregado
de sal, com destino ao porto do Kio de Janeiro.
Levados pela correnleza foram aportar ao l'a-
razinho onde eitiveram Ires dias.
O Sr. commenlador Joaquim Mendea da
Cruz Guimaraes, vice-coosul da Hollanda, j ex-
padio as suas ordena para que as laochas em que
se salvaram, roupas e mais objectos fossem con-
duzdos para esta cidade.
Rio-Grande.Nosso correspondente diz-nos o
seguate :
Ahi vem entrando o faguarib$, e eu confes-
sn lhe que excepeodo facto que se deu uo lu-
gar Barrado Quirylo termo do Cear-rairim
ao dia 18 do correle, onde foi assasslnado com
om tiro sobre o peito direito o individuo de no-
me Vicento Nones por Felisberto de tal, nadi
mais me occorre para referir lhe.
a E' esta a quinta morle de que haja noticia
oflicial na provincia : diz seque fdra casual, em
urna ca^a-ia, que linhara ido esses dous iGdivi-
duos, que alias eram multo amigos, e haviam sa-
hi lo na melhor harmona porsivel: a circumslan-
cia porm de ser o tiro dado de from. n Hmmd-
pareciraento do otlV.nsor, e outras presump<;6es
razoaveis vo creaudo a cren;a de qua nao (ol o
acaso, e sim o proposito quem produzira este fu-
nesto acontecimento.
Seja como for, como a autoridade simples-
meole formadra da culpa nao pode absolutamen-
te entrar ua apreciaca das razoes justificativas do
delicio (avisos de 16 de fevereiro de 1851,14 de
abril de 1858, a 19 de junho de 1860), ordem ter-
minante fot expedida pela secretaria da polica
ao delegado do Cear-mirim, para queiramedia-
tamente instaurasse o respectivo processo, e di-
ligeuciasse aprisao do autor do fado crimiooso.
< O cholera ainda est emperrado sem querer
deitar por urna vez a provincia. L para a co-
marca do Mossor a extremar com o Cear ainda
se do casos delle ; e aqu ha 3 leguas somente
distante de nos, em S. Gonzalo, vai a fra devo-
rando diariamente algumas victimas ; sem em-
bargo de haver S. Exc. man lado para l os Drs.
Egas e Casado Lima. Pens eolreiauto, que o
negocio j vai em declinsco, e que lalvez nao
exceda 50 o numero dos que tem suecurabido.
tVe-se desde j calcular mais ou menos apro-
ximadamente que ch"gou cifra de mil o tributo
que pagou a provincia, o que d 1 por 200 habi-
tantes. Em tudo caso esta estatistica est muito
quera oa de 1856.
Parti no /'aren para o Cear o Dr. Firmino
nsturali-1 Jos Doria contratado para servir naquella pro-
vincia, onde pelo respectivo presidente lhe fosse
indicado o posto que devia oceupar.
Pratico, como est, nesta especialidade de sua
profisso, activo, deligeote, eloso e cuidadoso, co-
mo o Dr. Doria, deve ae esperar sob as m>is
fundadas presumpQes, que fic,a no Cear um pa-
pal lo bnlhante, e soja to feliz, como o foi no
Serid, cujo povo e respectivas autoridades, Iba
Onm os mais pblicos e solemnes lestemunhos
de seu apreco e sincero recooheciment.
t No meto de tudo isiovo appareceodo urnas
concluida?, e outras principiadas algumas obras
pondente narra quanio de importante ha
Em satisfcelo ao dever que me corre de no -
ticiar-lha o que se passa nesta trra, passoa re-
ferir-lhe os tactos qu6 me parecem dgaos de pu-
blicidale.
< Terminou o processo iostiurado pelos assas-
sinatos que tiveram lugar oa villa do Teixeira,
sendo pronunciados os nicos criminosos, cujos
nomes j meocioneiem oolra occasio.
< E'para lastimar, porm, que tenham aido
improflcaoa todos os estorbos das autoridades
para a captura dos mesmoa.
< Em urna daa diligencias para semelhanta flm
deu-se a morle de urna pra;a por outra, aem la-
teocoda parte desti, pois a arma carregada dia-
parou-se ioseosivelmeote. E' mais urna victima
que dave pesar iquelles criminosos.
A 23 do correte leve lugar o b*ile de ani-
versario da sociedad Club Parahibaoo, o qual
esteva muito coocorrido ; sendo que o servido
foi feito coom toda a regularidad e houve pro-
foso.
< No convento do Carmo desta capital feslejou-
sa a padroeira do meamo, a estorbos do Rvd. Dr.
Jo3o do Reg Moura, encarregado de sos edrai-
niitrago. Este senbor se ha esforzado em me-
lhorar a igreja que estava em estado de merecer
serios cuidados ; pelo q*o merece bastante.
Eotretanto que i para lastimar ver-se o pro-
gresso das ruinas que se observara na igreja e
convento dos Benedictinos.
Ha quem diga que ha propoailo na negli-
gencia que parece haver em nao aerem remedta-
daa desde j easas ruinas.
< Approxima-se a festa de Nossa Padroeirs, a
Senhora das Neves, que a mais importante que
se faz eolre nos aa qual se consomem conloa e
contos de ris.
Nao obstante a falta de dinheiro, espera-ae
que os noiteiroa se esfor;aro para aobreaahirem
as novenas, que o que hade maisimportaote.
O Rvd. Dr. visitador, padre Patricio Manoel
de Soaza, principia hoje na igreja matriz a olli-
ciar, chrismando aos que se apresentarem a re-
cebera contirmscao dobaptismo.
r A assembla provincial nao obstante ter dei-
xado dejunccionar em mullos dias, j votou a lei
de GxaQo de forja policial, com algum augmeoto
de pessoal e vencimeotos, e a do ornamento pro-
vincial est em segunda discusso.
O pre(o do algodo lem subido, e oicom-
merciantea que tinham esse produelo em deposi-
to, slo contentes ; pois esperam tirar lucros
alm do qua esperavam.
< O Jaguaribe foi portador da noticia do falle-
eimento do dislincto cearense o viscoade do
Ico.
/ E' mais um golpe profundo qae acaba de
aoffrer a provincia do Cear, onde o cholera con-
tinua a victimar.
A ordem do Dr. delegado do primeiro dlstric-
to, Miguel di Rosa Lima, pardo, de 28 annos,
estivador, para averiguaces em crirae de roubo.
A' ordem do subdelegado do Recife, Joo Jo-
s de Santa Aooa, crioulo, de 37 annos de ilade,
mareloeiro, como cmplice em crime de tomada
de preso do poder da polica.
A' ordem do de S. Jos, o pardo Francisco da
Fonseca e Silva Belmoot, de 25 aoooa, alfaiate,
por insultos.
A' ordem do dos Affogados, Ignacio de Moura
Campos, crlouro, da 40 anos de ida de, serrador,
por embriaguez e insulina.
28
A ordem do subdelegado do Recife, os crioulos
de que alguem, a nao ser urna crlanca, acredita
em aemelhsnte historia T
Pois se publica em um jornal qualqaer artigo,
aea que e redaeco exawine se pode uo olio ser
elle publicado?
E se tai couss nao se d, como nos indea
otzer que nao tivestes sciench de tal escripto,
E2! n-aisde j estar elle impr.sso, Irazendo
assim o odioso sobre o tal amigo ou pr=isoa da
r..h'i 5!', que >>" dflla e usando
por tanto de m f, vos Iludi ?
he nos fosse permitiido. sempre qae desejas-
mos.dizer as cous,, ,e, ,. e,,1 '
se
aim, por tarto que se nao alardeara
publico, embora coberto e ma
tRNAMiltiO
publicas, como porexemplo o caes da alfaodega,
que j est acabalo, ea torre da matriz, que se
est ultimando ; da mesoja forma que ae val
aperfeicoar, para prestar a ulilldade que sa teve
em vista tirar a muralha que mandou levantar
oS*. JosBeolo entre a alfandega e o porto do
Rosario. O Sr. Leo Velloso tncanaavel em to-
do o costeio de sua administrarlo, vai partir, se
in > me lnformam mal, no dia 8 do prximo
agosto para a villa do Cear-mirim, nao tanto
para ver e apreciar esse porlentoao valle, como
para mandar renovar e concluir da maneara a
mais perfaita e preslavel que possa aer, o aterro
que o Sr. lunquoira inicio no iilhmo do Caruau-
touio Jote de Torres Pereira, chefe da repartirlo bal, aura de prender a margem do norte com a
de contabililaoe do ministerio do reino, e to res- margem do sul do rio, naquelle local, que sobre
peiiavel por seus coDhecimeotos econmicos co-
mo pela irrepreheosivel seriedsde do seu ca-
rcter.
Diz se, que o Sr. Palmeiro Pinto, membro do
onselho de estado, ir subiiiluir o novo bispo
de Vueu oa superior direcgodo nosso primeiro
hospital civil.
O visconde d'Alle, ministro de Portugal em
Roma, mandou ludias celabrarna capital do or-
be catuoiico exequias aolemnas pelo eterno re-
pou-i do Sr. I). Pedro V. Fez-se a ceremonia
ser o mais estrello do grande valle, accresce que
est nn-.sii.u em cima da villa, o o mais couve-
oiunle para a passagem reciproca do commarcio
de urna e outra banda. Para esas obra, coosta-
me, qne S. Exc. deslina a quantia de 6 contos de
ris : talvez oo chegue, niasquando assim seja,
o excessn nao poder or^arpor muito.
'.< A i a disso quer S. Exc. ver a obra comecada
da igreja matriz daquella villa, para cuja ererco
o povo do lugar est animado de grande fervor e
enihusiasmo. J vi essa obra que consta das pa-
redes da capelia-mr, a doa alieerces do corpo
fnebre com toda a pompa, orando o Sr. Alvino
Macchi, dos condes do meamo titulo e prelado' da igreja ; e estou persuadido, que se a levaren
domestico do papa. : ao cabo, mr meamo auperior oo'a matriz da
Por um* lei receotemente promulgada, foi villa do Acary, que me dizem ser presentemente
-isenta a sociedado Palacio de Christal porluense a maiorda provincia.
do pagamento de impostos pelo lampo de 10 so- a Do Cear-merim vai S. Exc. para a villa de
dos, e se lhe concede a importaco llvre de di- Touros, diatante urnas 14 leguas, e desta ha de
reitos as alfandegas, dos maleriaes necesiarios; vollar para esta capital pela cosa : calcula se
niara a contlrucgao do mesmo palacio.
Foi aalorisado o governo a melhorar, como
-for mais conveniente, a orgatitssc.o do eier-
ilo.
Na ilha da Madeira foi declarado exlincto o
imposto annual de 5 das de trabalho, que fdra
creado por cada regia do 1.* de outubro de
1801.
Foram modificadas algumas das diaposicoes
cootdas uas leis reguladoras das coolribuigoas
predial, ind9trial e pessoal, na parte relativa a
reclamaQes recursos dos contribuales]
FtH i>preedo para ser ratiticado pelo po-
der execulivo o tratado de amisade, commercio
ava tiraos ia, asaiguado em Washington eai 9 de
abril de 1857.
O guveroo foi autorisado a |gaatar trila
tinco cootos com aa despazaa da remeaaa u trans-
porte doa cosaos prodoctos expoan,-ao de Lon-
dres, e bem assim com oa gastos da commisso
lechoica e acieotica.
Parliram ha dus pira ajli ot iriiai que aa
em 8 10 dias o lempo, que S. Exc. hade gastar
oeste lour, cora o qual couclue o Sr. Leo Vello-
so a sua visita, e exame topographico da provin-
cia do Rio Grande do Noria.
< Seria bom, que o hiatoriographo, que prti-
cipiou a publicar no defuntto bous de Dezembro
a narncao e itinerario de S. Exc, qaaodo daqui
aahio pela primeira vez para aa comarcal do
Ass, Seri>l, Imperalriz e Moasor, conlinuasse
em seu liuitrado e bem failo trabalho, e o coo-
cluiaie, para nao s termos urna corographia cora-
plata da provincia, como mesmo para rectificar
o descuidos, por ou dizer palsvra mais expres-
tva, do Sr. Ciarado Jacob da Nyemer, que a fal-
lar a verdad* (uto aqu para nos) em alguns lu-
gares da sua carta geographica nao dormilou se-
ment, dormio mesmo somoo solio.
liei oa esfor;ar-me por ir lambam ao Caar-
merim, para vrr a chegad de S. Exc. aquellas
parageas, e observar os saus passos, ailm de dar
Vwe, uma copia do que 14 colher.
ora apeoas apparece como pretendente o Dr.
Benjamn Pinto Nogueirs.
O mesmo Jornal oceupando-se do estado sa-
nitario da Telha, ataim se exprime : all est de todo extioclo, constando-nos ser o
oumero do morios em toda a freguezta para
mais de 500. r
O Dr. Rufino de Alencar havia ido para Marin-
guape, e o Dr. Theberge achava-se no Crato,
para onde fon contratado pelacommissso, aflm
de tratar a pobreza d'alli.
Havia fallecido o Exm. visconde do Ico, pai do
seoador Miguel Fernandes Yieira.
Constando-nos que alguem ha propalado
que, o Sr. padre Joaquim Graciaoo de Araujo,
seudo roubadoj por um individuo, que admittira
em sua casa para envernisar amia cadeiras, de-
balde resorrera polica, pois que somente elle
foi quem deligenciou deseobrir e prender o cri-
miooso, e haver os objectos rochados, ao passo
que a polica neate fado dormir o somoo da in-
dolencia, e nenhuma providencia tomou ; jul-
gamos dever explicar a falaidade de taes boatos,
publicando as pecas oflkiies, que abaixrt vo
transcriptas e que nos foram franqueadas a com
as quaes peniamoa que Oca posto em relevo
semelhante aleive.
Melbor fdra que ease propalador dissesse que,
o Sr. padre Arauja havia encontrado da parta do
il 1 usiradu magistrado, que actualmente se acha
i testa da repartico da polica, o melhor aco-
thimeoto, e toda a solieltude e empenho no em
prego dos providencias, que desde logo tomou
para a priio do criminoso, e apprehenso do
roubo. Se assim procedessa o propalador, era
em duvida justiceiro.
nambuco 23 de julho de 1862.-N. 131.Illa.
Sr.Jos Femando*- da Coate, pardo, de idade
35 annoa pouco mais ou menos, alto, extrema-
mente secco do corpo, cabera grande, cabellos
quasi carapinhos o grlsalhos, olhos smarellajos,
nariz bastante afilado, rosto bem descarnado,
com bigode e pera, e uras ferida quasi cicatriza-
da na caoella da perna dtreita, tendo na manhia
do dia 22 do correle roubado ao padre bacharel
Joaquim Graciaoo de Araujo, morador na ra da
Ioiperetriz nesta cidade, urna caixinba com di-
versas joa3 de ouro, e um cont e trezenlos e
tantos mil rii em notas e moeda de praia, eva-
dio-se, a sou informado que se foi azilar na casa
de umaeu irmo de Dome Libaoio Jos Baxet,
morador no eogeoho Ribeiro de que V. S.
proprielario.
c Ioteirado V. S. deste tacto, reeommendo-
Ihe que empregae tola a sua iclivtdade para
que o sobredilo Jos Fernandes da Cosa seja
preso e remettido esta repartigo, e appreheo-
didos o dinheiro e objectos roubudos.
< Coolio do recoohecido zelo de V. S. o bom
resultado desta diligencia.
< Dos guarde V. S.O cliefe de policia in-
terino, Carlos de Cerqueira Pinto.
illra, Sr. leuenie-coronel Coriolaoo Velloso
da Silveira, delegado da policia do termo de Se-
riohem.
a Illm. Sr.Venho de receber o oflkio de V.
S. de i-i do correle, quaodo me achava na esta-
Qo diste eogeuno, e oo se d<" raodo o trem
lempv sufficicnle para respondP s V. S. salis-
faclo mele, limilto-me a dize-v-lhe, que pssu
as providencias, e se o pardo Jos Far-
a Costa aqu esliver, aera infallivelmen-
; no eatanto amanha ser V. S. iutei-
que houver.
valeso-me da presente occasio para a-
r V. S. meus protestos de eslima, con-
o o raspeito.
s guarde V.S Delegada do termo de
ni 24 du juiho de 1862.
. Sr. Dr. Carlos d* Cerqueira Pinto, dig-
de policia da provincia.
legado de polica, Coriolano Velloso
tro.
Sr.Em comprmanlo do que V. S.
eoou em sen oflicio de 23 do mez corre-
le, hori'eoj.recebido, cmpre-me dizer V. S.,
que pesjsoalmente dei buca na casa de Libanio
Jos Baxet, assim como em outras, que julguei
convenante, nada encontr!, nem ao menos o
mais leve indicio de que Jos Feroaades da Cos-
ta por aqu tocasse, vmdo porm a verificar que
Libaoio nao tem irmaos, e sim lios, que um de
sigaaes semelliantes aos que vem descriptos,
ihama-se Jos Fernandes Souto, e nao Jos
Fernandes da Cosa, o qual nao tem boa con-
ducta ; essim como que Libaoio nao mantm
com elle anmade; soube mais que L'banio
lera na ra Velha do bairro da Boa-Vista
duas lias manas de Souto, qae urna dellas d*<
nome Mara, casads com Francisco Anlooio de
Maoezes, qua tem tenda de marcio*iro na ra
Julio. da 25 aooos, escravo de Jos Aotooio de esfirrsp'ado manto da bvPocrUU
Oliveira Barros, a requiico do cooaul friccez
para correcto, e Jos Camillo Pessoa, por andar
fgido.
A' ordem do da Boa-Vista, Fraocalino, pardo,
de 21 annoa de idade. escravo de Joi Antonio
de Azevedo Santos Jnior, por fgido.
A' ordem do de S. Jos, Antonio Jos Fer-
reira, pardo, de 22 annos, cigarreiro, por em-
briaguez e insultos.
O chefe da seganda seccao,
/. G. de Ifesquila.
Movimento da casa de deien ;ao do dia 26
de julho.
paa-
tanlo ao
eoin o torpe e
A saber
Existan. Entraram. Sahiram. . 361 presos _i 366 7
Exislem. Naclonaes Mulher-1!. Estraogeiros. Escravos. Escravas. . ^59 25* 6 27 64 8
Total.
369
ct
146
Alimentados a custs dos cofres provio-
aea.....;.......
Movimento da enfermara do da 27.
Tiveram baixa:
Jos Fernandes de Souto, syphilos.
Joaquim, escravo do vigario Feliciano Pereira
de Lyra, bronchite.
Teve alta :
Antonio Jos Alpieri.
Dia 27
Exisliam...... 359 presos.
Entraram...... 3 o
Sahiram....... 6
Existem....... 357
A aaber:
Nacionaes..... 2>0
Mulheres...... 6
Estraogeiros .. 27
Escravos...... 66
Escravas...... 8
Total
357
REVISTA DIARIA-
Hontem come;ou o concurso dos preten-
dentes das cadeiras vagas da instruc;o elemen-
tar ; o qual deve continuar hoje.
Das commuoicacoes offleises do Sr. Dr,
Estevo Cavalcanle consta haver fallecido a mu-
lher, affectada do cholera, que recusara medicar-
se. Neohum caso maia appareeeo.
llantera 1 hora da larda S. Ex:, o Sr.
presidente da provincia foi visitar a fortaleza do
Brum, que deu a salva do eitylo.
No domingo visitou S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia as obras da estrada de ferro al
a exlremidade da quarts sec;ao.
S. Exc, accompaohsdo dos agentes da com-
paniia e uu eogeoheiro tiscal da estrada de Ierro,
parti da estaco daa Cinco Ponas s 7 e meia
horas da manhaa, polo Irem ordinario de paaaa-
geiros e ehegou eila;o de Gamellaira, termo
da lerceira secQo, as 10 t|2 ; d'ahi seguio S.
Exc. em um trem especial at o engeoho Guia-
ba oode est situada a esU;o de Agu Preta,
cuja abertura est aonnnciade, segundo nos iu-
formsm, para oa ltimos dias do mez pr-
ximo.
E' mais urna extenso de 11 militas que val ser
entregue ao transito publico, e que devanear a-
penas de alguns mezes a concluso de todos os
irabalhos da linha contratada al as margena do
rio Urna.
O impulso que oestes ltimos mezes tem re-
cebi lo aa obras da via-ferrea admiravel ; ain-
da ha poucos dias assislimos inauguraco do
trafego da terenira seccao, ej hoje se nos an-
nuncia a prxima abertura da urna grande parle
da quarta e ultima seccao dos trabalhos, que ser da Palma 10; se, purm, julgar V. S. conve-
lermiuada em sua lolalidade al o dia 2 de de- uienle que L'banio v a sua preseoc. m'o dir
D-ixando, porm. isso de parle, cpntinu-mo
na analyse do mencionado jornal.
No sau 3. numero faz a redacto una gravo
censura ao Sr. coronel Perreira, com mananlo
do 2.a batalho de irfiniaria, de quem \,t ,a.
teshivia dito al falsidades.
O Sr. coroael Ferreira em lempo alguia
soflreu preterigao. e antes p?U Contrario tem
.idosempre elevado aos pollos superi.res por
merecimenlo. entretanto que a fevislm Militar
ais, ler elle sorido a iojustica de a*r preterido.
Sao deatas injustigas, de que tanto por ahi aa
falla e Se grita.
Chcgamos agora ao alvo dos senhores di -
titsa Ifiilar : o Sr. general SoHdooio, que
leve a lufeltcida-ie de desagradar lalvez a algua
delles, praiicando das taes injustigas, de qua
acabamos de fallar.
Qual saobudo leo que enfurec lo por ter
perdido a sua preza parece querer ludo devorar,
ass:ra ae aliram sobre e Sr. geuere! So'idonio ot
senhores da ftvista Militar.
espago de que dispomos neste jornal nar>
nos parmilte ser assaz extenso por hoje, e por
este motivo ooa limitamos ao que levamos dito;
accresceotando todava que, se compartimos o
actos do Exm. Sr. geueral Sulidonio no actual
commando das armas delta provincia com OS
actos de seus intecessores, e se quizermos des-
apaixonadamenta d.zar a verdade, havemos da
concisas que S. Exc. oo precisa de que ve-
nhamos pela imprc-asa defender os seus actos,
porque o seu passado, as commissdei iniportao-
les de que fdra sempre encarregido, sem contar
com a iusuperavel proteccaa de que goiam ou-
tros, a madeira louvavel "por que as tem sempre
desempeuhado, o zelo que constantemente ha
mostrado polo servido do estado, o conceito ge-
ral de que goza no paiz e para com tolas aquel-
las pessoas que nao vivero sffeilas a fazer
nr a reputajo alheia, demonslram clararaecte
o qua vimos de expor.
Mas, de que valem todos esses ttulos que do
jus que seja elle respeitado e merecedor da es-
tima publica, quando um spide indignado por
nao ter elle talvez consentido que tonase al-
guem, sem por ;sso tancar sobre elle tolo seu
veneno 1
O Sr. general Solidcnio teai dado repelida
ordeos do dia com o flm de mlhorar o servigo e
mauler a disciplina, to aecessaria boa ordem
do exercilo e em algumas dellas lera a algoea
reprehendido por falta de cumplimento de deve-
res ; e iito exactamente o que nao agrada : 6
este aiu la o mouvo por que mo o Sr. geoeral
Solido lio ; e se esiando ella doenl->, como diz a
Revista Uililar, tem praticado da nianeira por
que acabamos de refeiir, o que nao seria ello
eativesse em seu perfeito estado de saude ?
Em m, mais duas palavras apeoas, e teremos
concluido.
Alimentados a custa dos cofres pro-
viociaes................................... 116
Movimento da enfermara do dia 28.
Tiveram alta :
Jos Duarte de O iveira.
Maooel Lopes Corra do Nascimenlo.
Passagelros do vapor nacional Jagnaribcc
vindo dos portos do norte :
Dr. Graciliano de Paula Baptista e 2 escravos,
Antonio da Silva Fialho Jnior, Trajino Jos
Cavalcanli, Aloxandre Ferrelra Caminha, Ray-
raundo da Rocha Passos Lina, Jos Joaquim
Fernandas Jnior. Francisco A. da C. Moneiro.
Jos Martiniano Fernandas de Figueiredo, Fr.
David da Nalivida le e 2 afllhada menores, Ao-
looio II miro Ledo, Jos Gomes de Amoriro,
major Antonio Jos Duarte, Manoel Joaquim da
Rocha, Flix Gomps Arartpe, Jos Pereira da
Costa, Antonio da Costa Alecrim. Francisco Jo-
s Gomes, Thomax Gomes da Silva, Joaquim
Gomes da Silva, Joo Argemiro de Souza, 2
jangadeiros, 7 escravos a entregar, Fraucisca
Romana, Joaquim Augusto Ferrcira Jacobina,
segundo teoeoie C. Mmervino Meira, Antonio I Srs. redadores.-Ne dia 5 do cojrente, sob
Feroaudo de Lima, Benlo Alves Rodrigues re- ] texto de
Manoel Jos Rodrigues Pinhsiro, Francisco
Se verdade qu o Sr. geoeral Solidonio esl
assaz enfermo e que tem commeltido arbitrarie-
dades, como quiz faer crer a Revista MHUir no
seu 3.* oumero, tambem c^rlo, que ^lle meo
porque nao sabe e nem jaiais' poder paetnar
com vergonbosss especulagas e nem -consentir
qua desapparega a osciplioa do exercilo, por
cuja conservaco deve elle, como um dos seut
chefes. iocessaoiemente velar.
Recife, 28 da juuho de 1862.
.
orrespondencias
i
zembro prximo. E' este sem duvida o mais
proficuo meio de rehabilitar esla erapreza, que
nest-is ltimos tempos lom soffrilo nao pequenai
coolrariedsdes, e de corresponder a solicilude
que nao cessa o governo de manifestar pelos saus
iotereasee.
O Sr. desembargador Alvaro Barbalho U-
chi Cavilcante, nao aeguio no vapor ingles
Oneida, para o Rio de Janeiro.
Amanba canta pela ultima vez no Sania
Isabel o Sr. Guidi, cujo contrato termina n'eise
dia; eseria para desejar que conlinu9se at
lerminarem os espectculos )yricos,pois que a sua
falta ootavelraente sensivel.
Tenor de urna bellissima voz, que ha agradado
em muito aos dilettanti, deixa a aua ausencia
urna verdadeira lacuna no pessoal da compa-
nhia.
As noticias que tomos de Pao d'Alho sao
datadas de 27, e do-nos a comarca em tran-
quillidade e desassombrada do cholera, do que
para mais de 15 dias se nao falla all.
O invern est em termos de concluso, e al-
guns engenhos j se preparam para a moagetn.
Sobre a tentativa de morte doa escravos sobre
osenhor, que deu-se om um engeaho da Glo-
ria de Goit, diz-se-nos que a pol cia j pren-
dera a 4 dos delioquentes, bem como que prosi-
gue oas saas averigoagoes.
Suppe se que naturalmente haver um jury
extraordinario para o julgaraeoto denos reos ; e
no dia H do que entra, deve coroegar a seo
que foi ltimamente convocada. Falla-so qu
existam muilos processos para entrar em julga-
meuto.
De Garanhuns temos noticia, que chegsm
a 16 do correte ; e a carca que recebemos reza
o aeguiote :
Segundo participago da commisso de soc-
corros do termo de Bom-Conselho, a mortalida-
de all por elTeitoa da epidemia reinante neita
comarca, era de 66 pessoas at o dia 9 do cor-
rete, tendo sido acommetildaa 226 : ochntera-
morbus faiia miis sensiveis estragos na rbeira
do Parahyba e as margens do Papacacinha ;
mas na villa e collegio de educandaa nada havia
a lamenttr.
c Depois do reappsrecimento do mal em Cor-
reate, poucos estragos tem feito ; aaaim mesmo
n'aquelle dintmto a mortalidade excede a 200.
a Nesta villa e seu distrielo a mortalidade re-
gula actualmente por 40 victimas enlre prvulos
e adultos, e com quinto diminuta, ainda nao
parou.
_ Na Palmeira, deotro da respectiva povoa-
go, do dia 12 al 15 tem regulado a um bito
por dia ; e exislem muitos affecla loa.
Neohuma noticia temos de Buiqae e Aguas-
Bellas. Era S. Benlo somonte nos quarteiroes
da malta d-se um ou outro caso ; a populacao
dos outros lugares d'aquelle termo acfai-se des
assombrada.
Reappareceu tambem o bom tempo, e tem
eito ltimamente esplendidos das de sol.
S. Exc. o presidente da provincia, aempre so-
licito pela sorle dos oossos comrcaos,eniou l-
timamente mais duas ambulancias de medica-
mentos, qua desla villa seguirara seus destinos
para as de Bom-Conselho e ttuique. aisira conao
mais urna poryo de medicamentos, que o juiz
de direito interino solicitara de S. Exc.
c O delegado de Papacaga o tenante do exer-
cilo Joaquim Carduzo dos Santos, coadjuvado
pela respectiva commisao, tem sido acli'o e
zelosos em promover o tratamento dos desvali-
do, n'aquelle termo, bem como a commjssaa da
pre-
-_, __ ,_ .,,. uun Holline iciuiu, ubiu cuiuo a ca
pTiocipiou a, safra do assucar, a breve se Paimein oeste termo de Garanhuns :
do algedae tanto urna cono outra > c 0 juiz de direito ialetiao, q delegado de 6a
tua preseogs,
que o farei immedialamente seuir. Nao obi-
laoie contino e u diligencias, e olficiei ao sub-
delegado deDuas-Barres. E' quanlo por ora
posso dizer V. S.
Renov V. S. meus protestos de subida
eslima e considerago.
Dos guarde V. S. Delegada do termo de
Sarinhaem. 5 de julho de 1862.
Iilra. Sr. Dr. Cirios de Cerqueira Pinto, dg-
oissirao chefe de policia da provincia.
c O delegado de policia, Coriolano Velloso
da Silveira.
1." seccao.Sacrelaria da policia de Per-
eambuco U de jalhode 186t.Illm. Sr.Rogo
a V. S. se sirva de me informar qae baresgas
despacharam e sahiram nos dias 22 e 23 do tor-
rete, para os portos do sul al a provincia das
Alagoas.
Dos guarde a V. S.Illm. Sr. commcodador
Bento Jos Fernandes Buros, inper.tor da alfsn-
degs. Carlos de Cerqueira Pinto chefe de poli-
cia interino, i)
N. 537.Alfandega de Pernambuco 25 de
julho do 1862.-IIIm. Sr.Honlem pelas 8 ho-
ras da noite fot-me entregue o offlcio de V.S.
com dala de 2t reqaisitando-me urna declarago
da baregas e canoas despachadas por esla re-
partigo nos dias 22 e 23
o Apresso-me em satisfazar a requisigo de V.
S. remetteudo-Ihe a demonstragao quo achara in-
clusa.
Dos guarda a V. S.Illm. Sr. Dr. Carlos de
Cerqueira Piolo chefe de policia ioterioo da pro-
vincia. inspector Benio Jos Fernandes Bar-
res, o
Barcacas despachadas por esta alfandega nos das
abaixo declarados.
1862 juiho 22Barcaga Nova Brasileira, mostr'
Joaquim I.oyes dos Santos,
julho 23Barcaga Eeliz Deslino, mestre Jos
Raplisti ds Silveira.
Dita. = Bracareose, mestre Antonio Francisco
Cardoso.
Alfaodega de Pernambuco 25 de julho de 1862.
O segundo eacriplurarlo Domingos das Neves
Teixeira Ba*tos.
t N. 44.1.* aeceo.Secretaria da policia de
Pernambuco 24 de julho da 1862.Illm. Sr.
Jos Fernandes da Costa ou de Souto, eujos si"-
oaes caractersticos constam da nota unta, lendo
oa manha do da 22 do correte roubado ao pa-
dre Joaquim Graciano de Araujo morador o'esla
dale oa m da imparalrfo, urna csixinha com
diversas jotas de ouro, a perio de dous cootos de
reis em notas e mo-da de prata, evadio-ae, e
coasta que n'aquelle mesmo dia seguir para essa
cidade ou para Porto de Pedras em ama barcada.
Consequeotemenie rogo a V. S. ae digne dar as
providencias que julgar convenientes para que
j.-ji preso o criminoso, o apprebendidos o di-
nheiro e objectos soubados.
Dos guarde a V. S.Illm. Sr. Dr. chefe de
polica da provincia daa Alagse.Carlos de Cer-
queira Pinto ectefu de polica interino. >
< Igaal oflicio foi eoderegado ao Dr. chele do
polica da provincia de Sergipa vislo haver sus-
peita de qua o criminoso se fosse asylar em Pro-
pri. onde j tem estado. >
__ REPA.imgA.0 oa polica. (Extrado das par
les doa das 27 e 18 de julho.)
Foram roculnidoa casa de deteago no dia 26
4u correte :
A' ordem do Dr. jaiz municipal da segunda va-
ra Joaquim Dativo Telles de Souza, pardo, de
31 annos de idade, dado negocio, por oo ter,
como depositario, apreseotalo a quiolia de
1:000 deotro do prftio de 24 boiaa, conforme
foi BOlifiCadO.
I?.
Gomes Marques, Gervasio Gimes de Lima, Ivo
Martina, Joo Barroso de Carvalho, Francisco
da Silva Machado. Angelo Aotunes de Farias,
Firmino Antonio Monteiro Jos Franco de Oli-
veira, Joo Manes.
Passageiros do vapor inlez Oneida, on-
Irado de Southamplon e porlos intermedios .-
Eduardo Augusto Ryder, Heury II Corbeil,
Olio Vinaisa, John Reyoard, sua senhora e 2
filhos, Miriaona Zocher, Iioralius J. Cauaan e
sua s-'nhora, Ernesto W. Landoo.
Sahiram para o sul :
Joo Gongalves de Aguiar e desembargador
Alvaro Barbalho Ucha Cavalcanli.
Matadouro publico :
Mii.iram-se para o consumo dosta cidade do
di.a 27 do corrale93 rezes.
No dis 28-91.
Obituario do da 27 de julho, no cuite
rio publico :
Joanna, Pernambuco, 2 annos, Recife, ascite.
Mara, Pernambuco, 2 mezes, Santo Antonio,
Intente.
Benedicto Ferreira de Alcntara, Pernambuco, 22
annos, solleiro, Baa-Vista, verallas coofluau-
tes.
Alexandrina Firmina de Luoa, Peroambuco, 29
annos, casada, Sanio Antonio; tubrculos pul-
monares.
Augusto, Pernambuco, 5 mezes, Ssnlo Antonio,
varilas.
Francisco, frica, 40 annos, solleiro, escravo,
Boa Vista, anemia.
Mara, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vista, vermas.
28
Antonia Joaquina Santiago, adimite escrophu-
losa.
Joo, Pernambuco, 5 mezes, Santo Antonio, be-
xigas.
Paulina Maria dos Prazeres, Pernambuco, 50
anuos, viuva, S. Jos, tubrculos pulmo-
nares.
Anna Joaquina Cordeiro Cintra, 50 annos, casa-
da, Boa-Viata, tubrculos pulmonares.
Juvenal, 4 annus, Boa-Vista, laran^ile.
Claudina, Pernambuco, 27 annos, solleira, es-
crava, Boa-Vists, aborto.
lima menina posta na rodaja mora.
Laurinda Mara da Coneeigo, Pernambuco, 36
annos, viuva, S. Jos, cholera.
omiuu meados
A Revista Militar e o Sr. geueral So-
donio.
Nao existindo em Pernambuco um joru-.l que
especialmente se dedicaste a sustentar e promo-
ver os direitos di nobre classa militar, que ne*la
provincia vivia entregue ao esquecimento e op
presso, sppareseu a Revista Militar promet-
iendo levanta lajdeste abatimento, j pugnando
pelos seus direitos, j fazendo patente ao publico
certos fados que existiam as trevas e j final-
mente pelejando rom as suas armas em favor
do fraco que esliveise esmagado pelo podero do
forte.
Vimos no sau primeiro numero o seu auto- de
f ; (orga confessar, oo o acreditamos e oeste
caso esperamos pelo resultado.
Em seguimealo notava ae um artigo em o
qual, deacievendu o estado actual dos corpos e
companhias '.soladas desla gearuigo, dira, que
nao tratara enlao a respailo Oo quailel-general
do commando das armas, por se adiar grave-
mente enfermo o Exm. Sr. general Solidouio,
tanto que se havia retirado para a cidado de
(Mura.
Mas, qual n&o foi a Dossaaorpreza, quando na
deacripgo a que mu referimos lemas o mais
rasgado elogio aos soui ches e o mais impuro
iosenso que jamis !aa partido de urna redaego ?
Nao ludo aind*...
No seu 2." iamera lft-se um reparo, em o,
qual diz a redaego, que quando uo seu 1: nu-
mero tratou de fazer algumas consideragdas l
respeito do alual rgimen do quarlel general do
commando ees armas, uo teve em vista otfvnder
10 Exm. Sr. goneral Sol ionio, a quem respeila- !
va pelos ttulos, que para isso pussuia etc. etc. i
No 3.* aumero porm, em outro artigo por ella
assigoado l-se, qne oo ra della, mas sim do
peaaoa eslraoha o que sabio no 2.* numero vm
reUgo ao commndanie daa armas, a qual lhe
merecen do toda coatian ;a o havia mandado pu-
tiiosr, sem que ella relaccao tfvase dio co-
nhecimeoto. seoo depois d prompto o jornal 1
Na reanda le, em que trra vivemos, nda lu-
do, emfim, ha de apparecer ueste ioial auno de
1862, mainme para Pesoambuco )
Pois, Moborea 9 Militar, po eii- voa tapasitar
aperiir/itar'ofs por ter redusido a escra-
viddo pessoa ivre, fui recolhido casa dn deten-
go, de ordem do subdelegado de polica da fre-
guezia de Santo Antonio.
Ooanioa souberam anona priso ou leram-n'a
as publlcjgespoIiciars,,oderiam tsr conceaido
coojecturas por veolura offeoeiraa de uiinhi re-
puiagao ; pobre e com extremo esforgo pmcuran-
do por mrio Je meu tr?.b-alho a subsisteo-.ia de
ininha familia, So tenh poupado sacrificios para
que minha con-iu.la al. agora, gr-ga-: ao .-iir>;emo
ser, sejj livre de nodoas e pechas erimioaas
repreheosiveis ; essim se poderla com a simple
noticia da priso que s..ffn, acreditar -jue o .no-
vo que lhe servio de pretexto Consliluisse u:n fac-
to praticado por mira e qua me hoavesse su jeito*
do acgoda jusllga ; bem looga .listo. prm.
lelizmonle elle est ; e pira que se;a CotiRecIdo
que por forma elguma, mioha vida, al agor* to
pura, n,io foi ennegrecida com proced rento al-
gum meu menos digno, trago s culumua de sea
Jornala historia drssa minha violenta priso.
Viva na companhia de minha familia urna 'me-
nor criuula, que nos (o entregue por sua pro-
;-na nii : tratada sem,-re por forma ccoipalivej
com sua condigno de livre e com mtuh-is cir-
cumslancias, ella, como sus niai.sediziem salis-
fetas comnosco, e disposta esta a que ella con-
linuasse em nossa casa. Entreunto, no dii 29
de junho do crranle auno desappartceu dita me-
nor de minha casi, o. como me cumpris, imme-
diatamente procorei o r. deljgido desie termo,
a quem commuoiquei o desappareclmento ; de-
clarando-raL-, porm, o Sr. Dr. delegadonSo po-
der, por se adiar muilo cheio de affazeres, na-
quelle da, ordenar as providencias conduceatM
ao descobrunento da menor, e receioso de quo
inda a demora riesae diiriculia-lo, me dirig so-
Sr. sublelegado de polica da f:er,ezia de beuto.
Aotooio, onde sou morador, que, ouvinjo-me
servio-se fazer vir sua presenca urna pista,
contra quera se dirigiam miohas auapeius.
Conhecidu a prila, o Sr. subdelegado n.audo
que me reiirasse, rocommeadaodo-me que vol-
lasse a communirar-lhe qualqu^r outra auipeita
que me occorresse a assegursDdo me de qne pro-
cedera &i diligencias necesaarias realagao da
meu emp-nho. Uel'rei-me eSCHivamenle para
minha casa, onde gu/.ava a Iraajqailiidaae de mi*
alia coriscencia, por haver cu nprilo meus,leve-
res, quaodo, tarde, fui convidado praseoea do>
subdelegado de policia da f tonio jsorprehen leu-me pntao o tratamento pou-
co aelicado com que fui recebido, e siu la :..i,
que ea, que fora o proprio a denunciar o d parecimeoto da menor, eqii>! pedir pro>idvn.iaa>
para sau enrontro, qua eu qae nao desc-ngaro
em erapenhos pira escobn-ia, titease, cunuoi
dase ento o Sr. subdelega lo. de ser re.-, lindo,
para antriguacoes e por suapeifo de reducir ae*-
crapido p soa Itera.
Fu algumas cuDsideracdes ao lubdelegado pa-
ra mostrar-lhe a viule;icfa du eemelhante jto,
queoram baldadaa porque ful ruin t!T--iio leco-
lbUo I Eia o motivo que autorUo-u minna pri-
so, e agora que appjieceu a menor por f..;ga da
suprema diligencia por niim para laso em regi-
da, e que, interrogada, declarou ter ugJo por
designio seu. i.ao et sido induzda a isso por al-
guem, ter aido sempre bem traUda por ma o
minha mulher ; deixo ao puluao pro.noSr.
subdelegado, o cencluir se fo: ou cao menea jus-
ta a priso que experiaieiiit i, se onusta Cou^nc-
ia por ella pedera ter SuSiidO Ce uu iquer
molo.
(Jueiram, Srs. redactores, dar poblicidade a eo-
tas lellrss, tsm o que obrigarao seu leitor.
Francisco Fi'nino- Monteiro.
Recife 23 de julho de 182.
I'ublicacoes pedido
ELtido
tos devotos que ha de promover a fes-
lividade ila gloriosa Seuhora Santa
Anua, Desta igreja niairii de Santo
Antonio to Iteeife no anno le 186$.
Juiz.
O Illm. Sr. Francisco Alexaadrino da Silva
Hego.
Escrivo.
O Illm. Sr. Nilo Rodrigues de Miranda.
Thesouretro.
Illm. Sr. J'ao.Tiburcio Valeriano Lobsto.
Procura Jor-(eral.
O illm. Sr. b'raucisco AnTouio Jorges de Pa-
ria.
Procuradoii.
Os lllma. Srs. Flix Figueiida de Paria.
Joaquim ioaocsftsio Gome Junior.

MUTILADO


DUUQ *B *UlUftfll)CO. TERCA F111A SO DI JLHO BB U62.
Mesarlo.
Os tilos. Sn. Antonio Gamaiio de Brilo.
JooB.plista de lino.
Gandiuo Eudacio de Brito,
Antonio dolido Ferreira da AonuuciaQio.
Mariano Fig^eii de Faria.
Joo Rodrigues <)e Miranda.
Migeel Jote da Costa Urlra*
Jos Martioa Penoa Sobriuho.
Matrii de Santo Antonio. Recife 57 de ianho
de 1862.
Padre Joao Jo. da Costa Rlbfclto, pr-procho.
Justica 1
O major Alexandro Augu.to de Friaa Villar,
espresando o incgnito, que o preiendeu morder
com o annunciopublicado no Diario de Pernam-
baca de 56 do crrante, e somonte ein etieogao
ao respeitavel ciblico. declara que a quautia de
1:2005000, que, por aeua eforcos, recebeu de um
individuo para dote da menor Henriquela Duda-
va de Lima Carvalho, q.ando estase houver de
casar, (como bem sabe o juu de orphos de eo-
to o Dr. >.aritos Alleluia, e do que j leve scien-
cta o c! j \\ juii de orphio) se acha empregada
com as devidas cautelase os respectivos venci-
meuVos de uui e um quaitj por cenlo ao mer,
bao sido petcebido menialmente por sua tutela-
da, que se acha recolhida ao convento da Gloria,
poileodo o autor de tal annuncio car corlo de
que era rela^o ao caso de que se trata ojuir de
Orphos, nao lera neccssiJede de recorrer a meio
algum para que os Oireitos desia rocaor sejam
devidaibi'dte resucitados, como acontece em rola-
rao a alguna or; liaos, que se veem reduzidos
miseria pela ti lo de ouro e pela infamia daquel,
les que, devendo ser os primeiro. a procurar os
interesis dos mesmosorpltos, os defraudan) por
metos vis e torpes, illudiudo ojuizo, etc. apazar
mesmo dos lagos de parentesco para com os or-
phos.
O abaixo assignado, a quem nicamente se de-
Te a obtengo dussa quantia para sua tutelada,
que nenhama heranga teuj, sabe como dve cutu-
prir os seas deveres, e se sua ida curie d pra-
xer ao tal autor do annuncio, pJe o mesmo Pi-
car certo de que esse praier nao durar, pois
brevemente o abaixo assignado est da volta-eo
seio de sua familia.
Nada mais dir sobre este asmmpto o abaixo
assignado, e so por veotura o tal autor do annun-
cio quirer aber melhor do fado, recorra ao Dr.
Santos Aileluia, e ao escribo Joo Facundo.
Recife 28 de albo de 1862.
A. A. de Frias Villar.
ttoeebedorla de randas Internas
Ser ana de Fcrnajuaueo
R.ndimento do di 1 a 26.
dem U dia 23. ,
46:0574701
4:120,270
51.-077J977
Consulado provincial
llindimn lo do da 1 a 26. .
lasa do dia 28.....
73:t41S076
8:884561
77:1258637
Movimentu do |ono
Naviot entrados no dia 27.
Southampton e uorlos intermedios 19 dial, va-
por tnglez Oneida. de 1372 toneladas, com-
maodante J. A. Bevi, equipagem 115. carga
diuereflte. mercadorias.
Uamburgo74 das, patacho hanoveriano Atlan-
tic, de lai toneladas, capito J. Kopcbe. equi-
pgem 9, carga fazenJas ; a Prente Vianna
ot C
doctos tullidos no mesmo dia.
AsiIliale nacional Jaguaribe. capito Bernar-
dino Jos Bandeira, carga fazeodas e outros
gneros.
Rio de Janeiro e Bihia Yapor inglez Oneida,
commaodante Beris.
Beuguella Hrigue porluguez Jovtn Amelia, ca-
pito Rodrigo Antonio Branco, carga .gur-
dente.
Rio Grande do Sul Hiate brasileiro Principe,
capito Joaquim Americo Abticio Bastos, car-
ga estucar.
Xavios entrados no di* 28
Granja e porios intermedios 9 dias e 14 horas,
vapor nacional Jaguaribe, commandante Ma-
noel Joaquim Lobato.
Baha3 das, brigue nacional D. dffotUO, de
250 toneladas, cpito Lour*-ngo Jutiioiano de
Souza Lobo, equipagem 10,335 arrobas de car-
ne secca ; a Ballhar Oliveira.
Buenoi-Ayrsi 12 diat, brigse americano Vo-
lante, de 280 tooelladas, capilo L. F. Bots-
ford, equipagem 11, em lastro ; a Amorim
Iranio.
Nao houveram sahidas.
Observa gao.
Apparece ao sul uro brigue escuna brasileiro.
Sr. Redactor. Rogo-lhe o favor de mandar
publicar a carta e os documentos que por copia
junto a esta no prximo numero do s-u jornal.
De Vtuc. etc.
Luiz Thom Gonzaga Jnior.
Lisboa, 8 de julho de 1862.
Lisboa, 8 de julho do IS62.
Pelo paquele Oneida.
Sr, Feliciano Jos Gomes, em Pernambuco.
Tea lo recebilo de mou irmao. o Sr. Jos Joa-
quim Horeira, urna carta, na qual me relatou
oa diisabores que V. S. Ihe deu, calumnindo-
me e injuriando-me vil e desaforadamente a
proposito de un saque de ris 8I563. vou pro-
var-lhe publicamente, npesar da distancia que
nos separa e que eu devora lamento, toda
discripgao, leviaolaJe e insolencia de seu a
r.vel proceder.
Alfirmou V. S. na loja do Sr. Joaquim Pache-
co da Silva, estabeleeida nessa ciJade, que ha-
vendo remetiido por engauo duas vias de urna
letlra de 81-$j63 ris, uia contra o Sr. Francis-
co Severiaoo Ra&ello Jnior, e a outra conln o
Srs. Brochado C., negociantes estsbelecidos em
Lisboa, eu me presentara em ambas as casas e
que arabas haviam acallado as leltras Quer di-
zer: Suppuz-me capaz de abusar do seu engao
0 de cobrar de ambas as casas commerciaes o
dinheiro que s de urna deveria receber I Calum-
ciou-rxe miseravelmente e meutio como um
villo efllrmando que o Sr. Francisco Severiano
Rabello Jnior Itie escrevera participando haver
aceitado e letlra. E' filio, e provo Ihe esta fal-
sidade com a coota que abaixo segu do mesmo
Sr. Rabello Jnior.
O Sr. Feliciano Jos Gomes, se nao sabe 1er,
aprenda. Se nao quer aprender, peca a alguem
que Ihe faga o favor de Ifir s carian que rece-
ber. S assim poder evitar o desgoslo de ser
considerado como um ignorante mo que aufere
o procedimeoto dos mais pelo seo. Da carta que
Ihe msodou o Sr. Rvbelln Jnior nunca poderla
deprehender que este senhor houvesse aceitado
a letlra. E quaudo assim pensasse, qasndo me
conaideresse seu igual na meoeira de proceder,
deveria colher primeiro informaedes, apurar a
verdade, e vomitar enlao as miz'erias com que
empacbou a loja do Sr. Joaquim Pacheco da
Silva.
Embora o Sr. Gomes, me julgasse capaz de me
aproveitar do seu engao, da desordern em que
provavelmente tem a sua cscn'pluraco, deveria
lembrar-se que por espaco de 21 anuos eativel
empregado no commercio da praga de Pernam-!
buco, e que em iodo esse lempo e mais tete an- '
nos depois, jamis o meu procedimeulo poderla
autorisar oa desculpar a sua injuriosa upposi- j
cao. E' porm fcil a todos os ignorantes mos
o esquecerem islo para offeudereca impunemeo- j
quem est muito superior s suas grosseiras
invectiva.
Depois do irrecusavel documento que abaixo
publico, como ha de V. S. desculpar o seu pro-
ceder perante a respeitavel praga de Pernambu-
co? Em que conia o poder ella ter agora? In-
forme-re ahi e conhecer larde, que mais Ihe
valCra ter sabido dominar a grossena vila com
que se houve e as injurias com que a acompa-
nhoa, para ferir de longa e a salvo o seu admi-
rador
Luiz Thont Gonzaga Jnior.
Scguem os documentos le.
Documento o. 1.
Lisboa, 1 d julho de 1862.
lilm. Sr. Francisco Severiaoo Rabello Jnior.
Lisboa.
Rogo V. S. o especial favor de responder ao
pdesta.aeeu Ihe apresentel urna letlra para o
aceite, da quoiia de oitenta e um mil quinhen-
tos e sesseota e tres ris (81563). saque do Sr.
Feliciano Jos Gomes, d l'eruambuco, & meu fa-
vor ; assim como qual o motivo que levou V.
S. a avisar o Sr. Feliciano que cava este saque
aceite.
De V. S. venerador e criado
luii Thomi Gonzaga Jnior.
Documento n. 2.
Illm. Sr.
Em resposla ao contelo da crta acims, tenho
a dizer que a leitra a que ella ae refere, nao me
oi apreseutada para o aceite ; o aviso que eu fi
foi de que este saque coojunctamente com ou-
Irosquetive na mesma occasio teriam devido
acolhimento por seu atiento venerador e criado
'rancisco Severiano /tabello Jnior.
Segue-se o reconhecimenlo do labeluao Joo
Baplista Scola, eo sello da causa publica.
(Oo Jornal do Commercio de Lisboa.)
Kaiutes.
Fraca do Kecife 28 de
julho de 1862.
As quairo \ioras da tarde.
Colacees da junta de corretores.
Cambio.
Sobre Londre 90 d|v. 26 d. por 1000.
Fretes.
Assuear da Paraliiba para Liverpool 35/ e 5
0)0 por tonelada,
Algodeo da Parabiba para Liverpool1 d. e 5
0(0 por libra.
Assuear de Macei para Liverpool35i e 5 OO
por tonelada. '
AUodSo d Macei pira Liverpool Id. e5
Ofl por libra.
J. da Cruz Uacedopresidente
John Gatissecretario.
O Dr. Tristao d'Alencar Araripe, olUciat da im-
perial ordem da Rosa, e juiz especial do com-
mercio desta cidade do Recite de Pernambuco,
por S. M. I. que Deua guarde.
Fago saber aos credores d? Joaquim Jos Sil-
Te i r n, dmmerciaote matriculado com casa de
cambile deseclos neata cidade, que pelo pre-
sente sao chamados para coroparecerem oa sala
dos auditorios, no dia l*do prximo futuro mez
de agosto s 12 horas da maohaa, aura de ob-
aervar se e dar se ioteiro cumpnmenlo ao dis-
posto no rt. 900 do cdigo do commercio. de
cooformidade com o que dispoe o art. 899 do
mesmo cdigo, visto ter o referido Sllveira re-
querido moratoria do merelissimo tribunal do
commercio.
E para que o presente chegue ao conhecimento
a n- de iodos os credores do referido impetrante, mao-
ise- : i prensa, e aluzados na forma do estylo
Cidade do Recife, 26 de julho de 1862. Eu
i Adolpho Libralo Pereira d'Oliveira, escrevente
juramentado, o escrevi. Eu Manoel Mari a Ro-
j drigues do Nascimento, escrivo, o escevi.
I Tristao de Aleocar Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlciat da im-
perial ordem da Ros e juiz de direito especial
do commercio deala cidade do Recife e seu ter-
mo, capial da provincia de Pernambuco. por
S. Al. I. e C. o Sr. D. Pedro If, que Deas
guarde, etc.
Fago saber pelo presente, que a requerimento
doa commercianles Horeira ii Codiceira se acha
aberta a sua fallencia pela santenga seguinte :
Vendo-se da petigo a fl. 2, termo a fls. 3, o
balaogu a fls. 4, que os commercianles Francisco
Moreira Dias e Custodio Domioguea Codiceira,
socios da firma Moreira & Codiceira, acham-se
em estado de insolvencia cessando os seus paga-
mentos, hei por aberta a fallencia doa ditos com-
mercianles, cuja existencia legal dato do dia 28
do mez prximo passado
Poobam-se sellos em todos o bens, livros e
papis dos fallidos; nomeio para curadores lis-
caes da fallencia os ere lores Mouteiro Lopes & C.;
sejam convocados os credores para se proceder
nomeago de depositario no dia 8 do correnie, pe-
las 2 horas da tarde, e publique-se a falleucia
por editaes, aim de seguirem-te os ciernis ter-
mos da le.
Recife 4 de julho de 1862.Tristao de Alencar
Araripe.
Nada mais se continha em dita sentenga aqui
copiada, e nao teodo os curadores fiscaes Hornea-
dos aceitado tal nomeago, bem como outros que
foram escolhidos, foram Qoalraenle nomeados os
commercianles Guimares & Rocha, que preita-
! ram juramento, 6 nao podeudo conseguintemeo-
I le ler logar a reumo no dis desigoado, nova*
mente marcado o dia 30 do correnie, peles 12
: horas da manha para ler lugar a reunlao dos
credores, na sala das audiencias, e ahi tratar-se
, da nomeago de depositario ou depositarios da
sobredita massa.
E para que lodos tenham noticia, mandei pas-
sar editaes, que sero aflixados nos lugares do
costume e publicados pela imprensa.
Dado e passado netla cidade do Recife, capi-
tal da provincia de Peroambuco, aos 25 dias do
mez de julho de 1862, 41" da independencia edo
imperio do Brasil.
Eu Hanoel de Carvalho Pees de Andrade, ei-
crivo o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, oflicial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito espe-
cial do commercio desta cidade do Recife e seu
termo capital da proviocia ne Pernambuco por
S. H. I. e C. o Sr. D. Pedro 11, que Deas
guarde, ele.
Fago saber pelo prsenle, que a requerimento
do commerciaole Jos Antonio Bastos se acha
aberta a sua fallencia pela sentenga seguiute:
Vit a peligo a fls. 2, na qujl o commercian-
|e Jos Anlonio Bastos declara o seu estado de
iosolvencia, hei por aberta a sua fallencia, cuja
dala legal se contar do da de hornera.
Nomeio curadores liscaes d mensa fallida os
credores baio de Huribeca e Joo Ignacio de
Medeiroi Reg, que prestarlo juramento ; e para
nomeago de depositario ejam convocado oa
credores para o dia 31 do correnie mez as 2 ho-
ras da tarde, na sala das audiencias.
Ponham-se sellos em todos os bens, livros e
papis do fallido; publique a fallencia por edi-
taes, e ligan se as demais diligencias legaes.
Recife 4 de julho de 1862.Tristao de Alencar
Araripe.
E mais se nac-coolinha e nem outra cousa al-
guma se declarava em dita aenteng, que aqui
est verbo aa verbum transcripta c copiada, em
cumprinvnto da qual o escrivo Hanoel de Car-
valho Paes de Andrade, que este subscreveu, fez
passar o presente ediial convocando todos o ere
dores do referido Tallido, am de qoe oo dia 31
do correnie mez, ai 2 horas da tarde, na sala das
audiencias, reunido lodos, posia-ie tratar da
nomeago de depositario ou depositarios da so-
bredita massa.
E para que chegue a todos a noticia, mandei
passar editaes, que sero aflixados uos lugares
do costume e publicados pola n,prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, aos 26 dias do mez
de julho de 1862, 41* da independencia e do im-
perio do Brasil.
Eu Manoel de Carvalho Pies de Andrade,
crivo o subscrevi.
Trlito de Alencar Araripe.
alifandega,
endimentododl i a 26. ,
dem da da 28. .... ,
367:636*970
6.451*417
374:0884387
Mov ment da alfaadeiri
Talimai tnlradoi comlazeodia..
< > lom ganaros..
Velaran lahdoi om aiandaa..
> COm teneros..
Detearregim do dia 29 da jalho.
Secan* ioglaxaZonlhfmo.
68
509
=== 577
74
427
ssass 501
es-
D^fro^dffs.
1 secgao. Secretaria da polica de Pernambuco
28 de julho de 1862.
O lllm. Sr. Dr. chefe de polica Interino desta
provincia manda fazer publico pan conhecimen-
to de quem poisa interessar, que, segundo Ihe
foi commuoicsdo em offlcio de 28 de junbo ulli-
rao pelo Sr. Dr. chefe de polica da proviocia de
Minai Gere.es. achs-s racolhide cadeia da res-
pectiva capital como fgido o. eacravo preto de
osas Cl.udino eujoi .igoaea e m.ii ircums-
Uocisi coosla da nota que se legue.
O oflicial lervindo de lecnlario
J?* **>er Faustino Ramo*.
Ssccao. Secretaria da policia da provincia de Mi
nai Geraei 28 de junho de 1862.
NOtA.
CUaJina, riowlo, idads 3i anuos, bubado
roito redondo, olhoa i reos e grindei, nariz cha-
to, bocea pequona, bons denle, altura regular,
cheio do corpo, tem um golpe ni cabega e diz
ser escravo de Jos Antonio, residente em Pa-
jea de Flores, provincia de Pernambuco, que o
entregou a Pedro de tal am da o conduzir ao
Rio de Janeiro devendo vollar ao Recife, e que
fugindo foi preso neita provincia, no termo do
Piranga.
O mesmo escravo declarou qae seu senhor
pardo, j idoso, alio e t*m arrendado m pe-
queo sitio de cultura do qual tira iua subsis-
tencia.
Antonio Marciano da Silva Poules,
__________________Secretado da policia.
THEATRO
DE
antaIsabel
Dever lahir com tod a brevidade o patacho' Sextaeira i- de agosto,
nacional Arapeky. deprimeira marcha, recebe *iea{e P'nlo r leilo de urna casa Ierre
carga frele maitc commodo : a tratar com Ma- si' em chaoi proprioa na ra do padre Floriano
ooe Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corno n- 350. com 21 palmos de frente a 60 de fundo e
santo o. 19, ou com o capito na prga. m 8 mea-aguas no fundo, as 11 horas do dia
cima mencionado em leu eicriptorlo ra da Cs-
COIPANH LYRICi
DR
G.MrVKlN\NG^iLl.
Qaarta-feira, 30 de julho de 1862.
Represeoiar-se-hi a lindissima opera de Ver-
di, intitulada
Principiar s 8 horas.
Os bilhetsi acham-se venda no dia do espec-
tculo, e os que foram comprados oo dia 26 tem
eolrada nesla noite.
PBECOS.
Camarotes de primeira ordem, aem en-
ldas :..........cjoOO
Ditos de segunda ordem, idem. 9jj000
Diios da lerceira ordem, idem. 4j0
Entradas, cada urna.......lyOOC
Cadeias e plaias como de costume.
Rio Grande do Sul.
O patacho Guarany segu com brevidade e
recebe alguma carga frete: trata-se cornos
consignatarios Marques. Barroi & C largo do
corpo Santo n. 6, 1* andjr.
COMPANHM BRASILEIRA
DE
mvitu k nvm.
Lspera-se dos portos do sul al o dia 29 do
correte o vapor Cruzeiro do Sul, commandante
o capito de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costume seguir
os portos do norte-
Desde j recebem-se passageiros, e en
a carga que o vapor poder conduzir, a q
ver ser embarcada no dia de sua chegada
ro a frete e encommonda al o dia da '
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n1
crlptorio de Antonio Laiz de Oliveira A
S Cu
/>.
Rio grande do
casa terrea.
F3
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muita brevidade o veleiro e
bem conhecido patacho nacional Capaan, ca-
pito Theotonio Jos da Silva Rosa, tem parte
eu carregameoto prompto : para o resto que
jne flta, trata-se com os teua eoniignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
criptorio, ra da Cruz n. 1.
deia n.9.
MELAD
DE
DIVIDIS.
Sexta
no seu ei-
a
Babia
cora rouila brevidade pretende leguir o bem co-
nhecido e veleiro brigue escuna Joveo Arthur,
capitn Joaquim Antonio Gongalves dos Santo,
tem parte de seu carr*gmento prompto ; para o
resto que Ihe falla, trata-se com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo i C..
no seu ascriptario ra da Cruz n. 1.
feira 1- de agosto.
O agente Pinto levar novamenle a leilo aa
11 norai do dia scima mencionado, a requeri-
mento do-lestamenleiro dos bens deixados por
.llecimento de Ponciano Loureo?o da Silva, e
por despacho do juiz municipal da segunda va-
ako' leUr"* encerem-se na importaocia de
J.D889. servindo de base o maior praco obtido
no Lilao do da 9 de julho do correnie auno.
Avisos (fiTerso.
Aracalv
O hiato Dous Irmoj segu para o Aracalv
no da dt irapreterivelmenle, tem quasi toda a
carga prompta : a tratar com Taiso Irmoi, ou
com o meslro Jos Joaquim da Silveira no tra-
picne do algodo.
Rio de Janeiro
At o dia 31 do correute sena
falta
Sahe a barca nacional Iriso, ainda pode rece-
oer algum reslo de carga, escravos e passageiros,
o qual tem excellenies commodos: enlend-se
com o capito Gaspar Leile de Faria, ou com seus
consignatarios Aranaga, Hijo & C, ra do Trapi-
che Novo n. 6.
e meios
na respec-
n.
^r
aC-HO.
i-ie
[al de-
inhei-
ida s
. es-
vedo
T
COFilPANHA BRASILEIRl
DE W
MDPT1S l IMwL
At odia 5 de agosto esperado dos portos
do norle o vapor nacional Paran, commandan-
te o primeiro-tenente Antonio Marcelino Pontea
Ribeiro,, o qual depois da demora do costume
seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual deve-
r ser embarcada no dia de sua chegada, en-
commendas e dinheiro a frete at o dia da sabi-
da as 2 horas: agencia ra da Cruz n. 1 es-
riptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
LEIUO
DE
Um escravo,
Terca-feira 5 de agosto.
O agente Pinto far leilo a reqerimento do
depositario da massa fallida de Fariai & C. e
por mandado do Dr. juiz especial do commercio,
do escravo Agostinho, pertencente a mesma'
masa, s 11 horas do dia cima mencionado em
seu eiciiptorio ra da Cadeia n. 9.
Precisase de um destribuidor pa-
ra este Diario : na livraria n. 6 e 8 da
praga da Independencia.
ttera
SABBAOO 2 de agosto prximo ser
extrahida impreterivelmente a quinta
parte da primeira lotera beneficio
dos religiososracciscanos de Olinda, no
consistorio da igreja de N.S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes
bilhetes aciam se a venda
tiva thesouraria ra do Crespo n. 15,
e as casas commissionadas praca da
Independencia n. 22 loja do Sr.' San-
tos Vieira, ra da Imperstriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentel, ra
Direita n. 3 botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia do Recife loja n. 45 do
Sr. Porto.
_ As sortes de 5:000$ at as de 10$ se-
ro pagas urna hora depois da extrac-
Qao, eas outrss, porm, no dia inme-
diato logo que se tenliam distribuido as
listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Aluga-se urna grande casa com sitio na ei-
trada do Arraial, esquioa do Parnamerira : a Ira-
lar na ra do Amorim com Guimares & Alcofo-
rado.
ifl
aoeiro.
Terca-feira 29 do corrente.
O agente Almeida far leilo por coota e risco
de quem perlencer da guarda roupas, guarda
vestidos de amarello, sofs, cadeiras, marquezas
consolos, 1 candelabro e serpentinis muito ricos'.
2 burras (cofres), cartelras para escriptorio, se-
cretarias, camas, relogio de cima de mesa, dito
re algibeira, um escravo e diversas obras de ou-
do: na ra da Cadeia do Rscife n. 53. s 11 horas
do da cima.
Sahe imprilerivelmenle al o fim do correnie
moz o muito veleiro brigue nacional Siqueira,
tem parte de seu carregamenlo prompto : para o
resto que Ihe falta, trata-se com o consignatario
David Ferreira Rallar, na roa do Brum n. 66.
COMPANHIA PERXAMBUCANA
DE
Navegado costeira a vapor.
Parabiba, Rio Grande do Norte, Macau,
Aracaty, Cear, e Acaracu'.
O vapor Jaguaribe, commaodante Lobato,
aabir para o portos do norle al o Acarac,
no da 7 de agosto as 5 hora da tirde.
Recebe carga at odia 6 ao meio dia.Encom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at o dii
a as 2 horas ; escriptorio no Forte do
da
Mallos n.
Rio de Janeiro
Pretende leguir cora muita brevidade pan c
Hieda Janeiro o veleiro a bem conhecido brigie
nacional Almirante, tem parte de leu carrega
psento prompto ; para o resto que Ihe falla, tra-
ta-ie com oiieuscomigoatarioi Antonio Luiz d
uuveira Azevedo, no seu escriptorio raa da Crui
numero 1.
LEILO
DE
Duas cas^s terreas
Terca-feira 29 do corrente.
O agente Pinto far leilo s 11 hora do dia
cima mencionado de duas casas terreas sitia no
becco do Pocinho freguezia de Santo Antonio
sendo urna n. 19e outra n. 25, em seu escripto-
rio ra da Cadei o. 9.
Os pretendentes poderao examinar as referida
casas desde j, procurando enlenderem-se com o
mesmo agente acerca de qualquer informacao a
respeito das mesmas casa.
Em audiencia do Sr. juiz de paz do 3o dig-
tricto da freguezia da Boa-Vista, ir a praca para
ser arrematada em hasta publica, urna duzia de
cadeiraa de Jacaranda com assenlo de palhinha,
avahada em 8ljt, terca-feira 29 do corrale.
abaixo assignado tliesoureiro
das loteras, tendo de ir a Europa por
interesse particular.aonde pouco se de-
morara', participa ao respeitavel publi-
co que deixa na gerencia de seus nego-
cios tanto de loteras como particulares,
e sob sua responsabilidade, a eu irmao
e procurador Jo< Rodrigues de Souza.
Recite 25 de julho de I82.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Precisa-sede uuj feuor; ama oa C^ncor-
dia n. So, sobrado qaa tem andaimea.
Na ra du Moudego, olana n. 13
esrrava cozinheira para alagar-se, com
rao de nao sahir ra.
d*7fnftuind0 M"Dde8u.ca" n. 15.se dirTq~u7m
000 a juros sob bypotheca em alguma
Casa de campo.
com commodidades para grande familia ,",**
andir terreo como em cima, a caa m..s i
gante e toda illuain.d. g.'z. "^ !,"''-
de (irro e jsrdim na frente, alm dei cA1 5
dadei di caa tem mail gabinete e Urraca
de biobo, de eriadoa, eocheira e eatribaru' C*"
to todo merado, com muita quantidade de
voredo de fruclo e balxa de capim, o iiij0 hlr~
planudo e muito proprio pira eilringeiro
serperto da praga: a tratar na taberna grande d.
Soledad*. "
Paulino Rodrigue* de Uliveira, faz scient.
ao commercio desta praja que tem tratado a ven-
da de sua taberna sila na ra de S. Miguel doa
Afogados, hvre e desembaragada de qoalquer
'
Precisa-se da dous eraas.adores pir peaa^
na, qua'eniendam perfeilamenle do irafleo na
ra do Rosario larga o. 16. '
- Os curadore fiscaes da Saaaa fallida d"^
Faria & C, prevmem e avisara a todos os deve.
dores da mesma firma, que nao pagoem quantia
. ."7 r'uT ,0' f^0 "lMof, vislo como
eitando fallida a referida firma, nenhem de seus
socios pode mais receker divid algoma n0 -!
^--- Kecife. 25 de julho da 18M
Saunders Drolhers f c.
tabelecimento.
Arrematago.
Pelo juizo municipal da S vara, depois da au-
diencia do dia 26 do correnie, se ha deP arrematar
a armaeflo da loja de faienda sita

ns ra da
Praia o 31, penhor.da Por e,ecut o da m .." re
gedora da ordem 3 deS. Francisco h.....-".
garr.te-se as chaves da mesma a
lar dita srma^o.
daata cidade;
quem arrima-
Elogio sincero,
Dores de peito.
Padecendo minha senhora.de urnas dreicon-
fVssttts'ST;qu b,fl8Dle fflciS2:
%n\? 2osXaeirePrS lDd0 ^
tudo fji baldado, e s com
para obter melhorai,
curto e.o de 37 das, pelo qua m.recem o'd
meus sinceros elotfioa n a i. .!ll.. .loa
03
ceros elogios, nao s pe.7. iado^cu-
rativo, como por nao cau.arem encommodo aU
g.ro, nem precisaren) de resguardo
Jos n. 12, Rio de Janeiro.
ra de S.
Luiz Jos Kaia.
Aviso.
Fn?n?.",.Ml5nBdo moraiior n. cidade do Rio
rmi ?', l!d0 avi,ad e Prot.st.do por me
contra tsl' ^ ,3 de jnDb de 60 lodol 1
reda u.i.qUe dl.,e,5 il!''e senho!
res de urna legua e mei. de Ierra, que por iui-
adn Vi'"08 Utul0S pPrlHDCe o SU S
nado, de novo se aprsenla scientiDc.ndo a o-
dss em ger.l, e a cada um de per .1. qSe o abai-
rio Uoa.seguindo pal
r. asesana ribeira do
pela ribeira do riachoPiran-
legtimos posseiro. foram chamados a"eSilcJo
nadoD!;eh8ar,'maproPried8'le iSSTSsZ
Iegitimo senhor e possuidor da referida
178' Vue hp k '.,. ,B,,Jhouve Pr ni de
n i lr?sPa!S"l e cedida por com-
pra o. legtimos sismeiros : pelo que os illeeaei
rSeV.T'. 'g qUe f0ram -cham.dus a cncflia!
E aproveilando i
tambem senhor e
lega de trra
fazendo.
occisiao declara maii
legitimo possuidor d<
que
urna
casa terrea.
Precisa-so alugar duas Defera
vender na ra fructas e hortalice i
Cruz n. 56.
que
na
salbatl)
ra da
Bailar & Oliveira
Porto.
aacam ubre a praca oo
COIPARHU PERNAMBGAIU
DK
JMavegaco cosleira a vapoi
Macei pelas escalas
O vapor cPersinuoga, commandante lloara,
salar para os portos do sal tocando nai escalai
no dia 5 de agosto, s 4 horai da Urde
Recebe carga at o di 3 io meio dia. En-
commendas. passageiros e dinheiro a frete at
o da da aahida as 2 hons: .eicrlptorio no Forte
do Mallos o. 1,
a 29 do corrente.
Affa livVta> far Ueilao i requerim.nto
u 2 i?1, e Jon'' c"n,ao rt0 "u'r.g.do pa-
tacho hollandez SarahHendrika, por autorisaco
do lllm. Sr. inspector da alfandega desta cidade,
com assistencia e fiscal^aco de um senhor em
pregado da mesma repa.tico e em presenca do
lllm. Sr. codsul dos Paizes Biixos, e por 'conta
e risco de quem portencer, de todos oa salvados
relativamente cargs e apparelho do referido
patacho, recolhidos no armar.m alfandelado do
barodo Livrameoto silo oo cei n'Apollo e
consistindo no seguinte : 29 caixas com a porco
de assuear averiado aue conliverem, 37 barrica
e ldd aaccos na dita cooformidade, 81 molhos
de piassava. urna lancha, 3 ferros e 3 corrente..
3 cascos vazios, 4 agulhas de marear, urna si
ala, ama porcao de mcame, urna dita de velas,
difireotes vergas e mastareos, um excellente
ebronometro. um oculo de ver ao looge. e mal.
objeclos miudos :
Terca-feira 29 do
corrente, as 10 horas da maohaa (principiando
com o assuear) no referido armazem alfandegado
cae. d Apollo.
Precisa-se alug8r urna escrava de bom com-
port.mento e diligente, que saiba cozinhar e om-
9,LWn"n tt.n, ""dPOuca familia : a tratar na
ra do Qui-im.do loja n. 49.
fZJiP* J10,hlatia oa Conceiqo. cons-
4..J?6 q"? ^Dl0D, Joi"uini Fernande. de
Azevedo, pretende vender um terreno no becco do
oiUriA00, quUal a 8DnBnc'"" tm urna ca.a
coberta de telha e tapada de palha, avisa qual-
quer pessoa que queira comprar o dito terreoo
nao contrate negocio algum cora o referido Fer-
nandes de Azevedo, sobre a ca.a, por perteocer
a annuncianie. que protesta haver seo valor de
quem compr.r o terreno. Kecife, 25 de julho de
e pelos herdeiros des-
o testamento soler
! do testamento -I"",'.gnad0'CO,DO,ud0<
le
foi vendida
52SftMS*GKSH
ne.
qual eslae
eacriptura. exisl.ntes.
ndevidamente edificados o
em a
ecgenho
LEIUO
DE

MiDteigs. vdIio, velas e
farellor
Quarta-feira 30 do corrente
NA ALFANDEGA.
O agente Pinto far leilo a requerimento do.
curadora, fiscaes da massa fallid, de Se ve, Fi-
lhos & C, com auton.*(o do lllm. Sr. inspec-
tor da alfandega e em presenca do mesmo, de
75 barris e 75 meios b.rris com maoteig*. 5o
caixas com velas, 50 duzias de viuho de fior-
deaux e 300 saceos cora f.rello, gneros perten-
centes a mesma mana s 11 hora, do dia cima
mencionado na alfandega.
- "~/V ,X0 as"Pai)a 'aso scieole ao publico
que de hoje em diante tica sem vigor algum a
procuracao que meu marido Jos Marques de Al-
vamos para cuidar de todos o nossos negocios
cujos a'ora em d.ante ficam a meu cargo, em
consequencia da molestia de meu marido di.so o
impossibM.lar. Eogeuho Jaboataozinho23 de ju-
lho de 1862. '
_____________Isabel Msria d'Apretenlaco.
O abaixo assignado declara p-lo presente
annuncio que em d.t, de 15 par. 16 do crrenle
.eu 'J Jr ". r ?r01ia"> Pdo. de.app.rece. do
f,V.' L CaU,ale- antiguo ao. Currao. dessa v].
tLSl *' "m "e"siha-e nomeJo.quim
de SantAnna, por.lcunha C.nhoto. id.de de 20
*nih,,i,'0KC? """* U *' c0r br40Ca Mer-
me! ha da. baixo e secco, sem figura, cabello, lou-
ros escorridos. tem urna cicatriz no deo grande
de urna das maos, corcovado no andar, esle io-
div.duo ev.do-.elroubando ura cavallo do. sig-
naessegu.ntes: als.u c.boclo, de ambas as sel-
las, dous res calcados, e salvo o erro, urna da*
maos, ou cabello, br.nco ao p do ca.co urna
bexig. no e.piohaco, e nao ha lembr.nca d fer-
ro, corre o boito que lem .pp.recim pelo enge-
Francisco Jn. da Silva S.nlos.
Sn.,.. --^inw eoicado.
se chame ao engao S I.p5VJffjSfSZ
esente .e protest, centra qu.'.JaerotrS.
sendo, qoe por motivos de molestia o .b.lio .I
rallos, o que far logo que ces.em t.es
Hio Formoso 15 de julho de 1862.
---------------------Antonio Gome, ce Macedo.
Novo relralisla.
xo as-
seus di-
motivo?.
rtoT A.I,*,.IB-" as c"" errees
de Sania R,t. 6 n. 27 da ra dos
andar da cas. n. 193, na
na raa da Aurora n. 36.
ScMm^mh.E" SthTerBes" D,no J>sepa
ainimoerg, ha pouco chegadoa da
Lear, reiiram-se para a Europa no
por frantez.
n. lu da ra
Burgos, e o 1
ra Imperial : a tr.tar
provincia do
prximo va-
Alegase o 3" e 4
n. 16, e o sitio da
caes : a tratar na botica junto
licia.
andar da ra oo CabuRO
Ponte de Uchoa dafronte d-
ao quartel de Poa
Attencao.
fazfr. Uma peAsoa muil habilitada para
a qil d fiador .ua conducta, pois lodo .aell
?as dinja-.e a ra d. Cruz n. 36 em bmu e.
Casa para afugar.
?***?* fle uaj massadot de uaari
rea estrella do Rosario n. 2 A. '
na
A commissao encarregda
promover um funeral que tem
de
de
haver na igreja de Nossa Senhora
do Terco, terca-feira 29 do cor-
rente pelas 8 horas da manhaa,
por alma do fallecido Manoel Fer-
reira Accioli, convida e espera que
todos os amigos do mesmo falleci-
do concorram para assittirem a es-
le acto de ca idade.
Em reaia-se I^OicornhvTothea
%1% ta:-D"<> e/82 pMCme,?oP.n-
dar. *t a 9 da rasnhaa. e depoi. da. 3 d. I.rde.
R7gernre",,i",,n"d9ie,u:M,,,B
do
A quem convier.
O abano a..ignado av.i ao respeiiavel bnUI.
D'n" toC negocio algum com Z
do lobrado silo na ra do Rng.l n SI n Jlon
----------._____________C H. Chapman.
Janeiro.1*'"10' Rodri8ues a Silva v.i ao Rio da
i i. a ""dore, lic.e* na fallencia de Joaquim
Luiz dos Sanios V.ll.verde rog.m a todo, os e-
nnores credores de spres.otarem .eus credoa
oestes oito di.., na ra do Imperador n. 75 i-
meiroindir.afim de ae proceder a clasaiflcaco
conforme determina o anigo 859 dn e^i. **!
commercio.
igo 859 do cdigo da
SSZXSZ3?LS'M h. no Forle do
Alinelo!!!
milis n nu.l e uai boa> P' <>e fl-
?i hemq r0r" Pr*e**< Foe do unto,
ecohb.' .ab m' "louco ..remitido que
I MUTILADO



H
>
i
)
MA1I0 Dh IkAAMMJGO. -. TEiC> MIRA 29 D JCLHO DK 1861.
Atten Alnga-io a casa terrea na ra Nova n. 34, com
grandes commodot para fimilii, poia de ra*
ra : tratar com o proptietario na ra do Li-
Tramento d. 30. botica.
Toda attenco
O abaixo anigoados liquidatariosda maiaa da
extlocla Arma de Jos Gongalves Malveira, ro-
gara aoi devedores da mesma e muito particu-
larmeole a aquelle a quem ae tem eolregua
cootai e cartas aa quaes nao respondaram ou o
flieram de modo inconvtniente, que quaoto an-
tea reabam saldar seua dbitos, porque cima
de susceptibilidades est sempre a le.
J. M. S. Aguiar & C.
De 900 a 1.000J000.
| Vende-ae milho americano em saceaa de
, 110 libras, por 38 : oa ra do Amorlm armazem
D-se por urna eserava que nao seja telha e deGuimra & Alcoforado.
que (eoha ai habilidades da bem eogummar, co-
nnhir e eosaboar, que nao seja respondona e
infiel, depois de dous dtas de estada agradando
nao aa duvidara dar a qusntia cima : na ma do
Vigarlo o. 8.
D-se a qumtis de 700$ a jaros com hypo-
theca em casas ; quem qaizer dirija-se a ra do
Jardim d. 43
Aluga se o pnmairo andar do sobrado o.
22, na ra estrella du Rosario : a entcnder-se na
mesma ra casa n, 23. eaundn andar.
Casade saude em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Eate estabelecimento j bem.coohecido, econ-
eeituado nesla provincia pelos relevantes servi-
dos qua tem prestado, contina nss melbores con-
digss debaixo da direcgao de sea proprietario
receber doentes de todas as classes, os quaes se-
rio tratados com todo e zelo inleresse pelos
presos seguioles :
Primeira classe.... 3jj000ou mais.
Seganda dita...... 2500.
Terceira dita...... 1$000.
Em qualquer das classes os brancos ficaro se-
parados dos negros. Os alienados de 2.a e 3.a
classe nao furiosos pagarlo a diaria ordinaria,
sendo furiosos pagarlo mais a quarta parte. Os
alienados da 1.a classe pagarlo segundo o ajusta.
Casa para alugar.
Aluga-se urna casa na Capuoga Nova, ra dos
Fernambucaoas, bem tratada e com os commodos
seguioles : duas salas, qualro (artos, cozinha,
galioheiro. quintal muito grande, todo murado,
com cacimba e tanjue, diversas arvores de fruc-
to, o aluguel barato : na ra do Imperador
p. 46._______________________________________
Aluga-se um sitio no principio da Estrada
Nova com boa cass, cocheira, estribara, quartos
para escravos, duas baixas de capim, e exceden-
te pasto para vaccas : na ra da Crui n. 56.
O abaixo BMIgaa lo rt.g eucarecUaiueijie
80 Sr procurador de Jorge Ferreira Fernandes
Siqueira, de Caruaru', que, visto a sus procura-
Co, nao lbe conferir poderes para receber a 1."
citago; baja de dar andamento como autor
competente aegao sobre as firmas que seu cons-
tituale pe em duvida as duas lettras cons-
tantes dos aununcios Insertos neste Diario no
mez de maio prximo passado, alim de que se
possa chegar quanlo antes ao conhecimento da
Terdade.
Recife, 21 de julho do 1862. Joaquim L.
Monteiro da Franca.
Alui-se um sitio joto ao do sobrado com
as mesmas qualidades de fructas, com boa casa
de moradia, sala de frente, 4 quattos, sala de
jaatar e cosiuba : a tratar na ra dos Pescadores
H.-7, nadara.
Aluga-se um grande sitio lo enlode de
Olinda, confronte do Jardim, com boa casa de
moradia sendo sobrado, com 3 salas de frente, 7
quartos, cosinha fora, 3 lujas repartidas cada
urna em separado, a melbor agua daquella c.la-
de, baixs para capim, rogado para plantado,
capueira com lenlia, muita arvore de fructa,
mangabeira, maogueira, cajueiros, jaqueiras e
muitas outras (rucias, olaria prompla de forma,
telheiros para tirar louga e lijlo, (orno para
pao, estribara e estallo
alaria Uarneiro oe souzo Locei.a Vilia-
secca, viuva de Jlo Antonio Villa-secca,
roga ai pesios di ma amizade e de seu
Uado marido que se dignem comparecer
eassistir na igreja do convento de Nossa
Senbors do Carmo missa de rquiem,
que tem de sercaotada no stimo uia, 30
do correte, s 9 horas da maohla pela al-
ma de seu referido marido, e eipera da
piedade deiodaa as pesioas que a honra -
rem com o seu comparecimeoio, pelo que
thes ser eternamente grata.
au icuuu numero auincieuie par* loesa
giral da irmandade de Sant'Aoni, para eleger a
nova mesa para o anno de 1862 a 1863, de novo
a mesa regedora convida a seus irmaoi pira no
da 3 de agosto, as 9 horas do da, para, reuni-
dos em mesa geral, s proceder a nova eleiclo.
Jos Rodopiano dos Sanies.
________________________Secretario.___________
Na estrada de Olinda, em Santo Amaro jun
lo a casa de saude do Sr. Dr. Hamos, aluga-se
um terreno j plaiitado de capim em parte, cam-
bda, estribara para 3 cavallos, cocheira e quarlo
para bol.-eiro, murado em parte e fechado com
portao, lulo novo ; para tratar, c ra do Impe-
rador, botica n. 38, ou no caes do Ramos ns. 8
10 e 12.
* Pracisa-se de urna ama para
ra do Cabugn. 18. sobrado.
cozobar : na
freclsa-se de
da Cruz n. 38.
uu. copeiro escravo ; na ra
A esmeralda.
Loja de modas, ra da Imperatriz
numero 5.
Livam-se chapeos da Italia e pde-se ultima
moda. Na mesma precisa-sa de costureiras.
Procopia Rosa ue Jess retira-ae para o Rio
de Janeiro.
Sr. lenle Manuel do Naicimenio Silva
Bastos.No anno em que Vmc. casou paisou a
u.o em um escravo meu qoe custou-me 500$ e
veodeu a Duarte Camargo por 300#, para arran-
jo do seu casamento, nsse nao fallo, sim no
que Ihe empresteia mais de dous*auoos e tenho
pedido e nem resposta me daos I Dos disse
palavrasde pai e mai na Ierre, sao escriptos no
co, j estaes emprazado para o tribunal divino,
o tempo le mostrar. Recife 28 de julho de*182
Joaquim Googalves Bastos.
Aiogam-se,ouas pelas para iodo servigo e
trabalho de campo : quem quizer aluga-las di-
rija-se a podara do Hanguioho que l se dir
quem as aluga ; tambem aluga-se urna preta que
sabe vender ni ra.
Joaquim A. ajares
Sal.
vai ao Rio Graude do
Jos llernardino Alves, lem couiralado ven-
der a sua taberna sita na esquina da roa de San-
ta Rita: se alguem sejulgar com di re lo a em-
barazar este negocio, baja de dirigir-se a mesma
lab.-rn., nri pr" itos.
Fugio no da 22 do correCile do Io andar da
casa n. 21 da ra eo Kosario estreita, um peri-
quito de obr'_"a amarilla, e levou urna arga de
rame em um p: quem o achou queira leva-lo
a mesrr.s cas quesera recompensado.
Precisa-se alagar ma ama forra ou capti
va que saiba coziubar e eogommar, para casa d
poucs familia : na raa do Queimado loja de fa
zendas n. 69, ou na ra da Praia segundo andar
D. 37.
Bailar & Oliveira sac-ain S( bre a Bihia.
Mana das Dores Riymunda Dogue, subdita
hespaohola, relira-se para Portugal, levando em
na compauhia suas duas tilhas menores ; a mees-
sma faz sciunte a quem se julgar seu credor apr
sentar suas coritas uo p-aso de tres diai.
Joo Guilherme Romer,
forrador, estufador e cor-
tinador
iecommenda-se com seu presumo em todas eisas
prossoei, tanlo de carruagens como de mobiliis,
tambera piola carros e encarrega-se de tolos os
concert* de ditos, faz arreios para cavallos e
co i<:eri", faz cortinados de cama e de varandas,
tambem arranja todos os preparos para as ditas,
tanto dourada, como inverniadas : na Ponte
Velhr. n. 8.__________________________________
Aiuga-ie o 3" anoar da casa n. 8 da ra do
Imperador: a Halar na praga do Corpo Santo
tj. 13.
Aluga-se uu preio bom conaheno : a tra-
tar na praga do comroercio n 13.
um grande solo
n. 14.
Aluga-se
a tratar na ra do Hospicio
O alteres Antonio Lobo Albtitim de Mi-
randa Henriques, nao lhe convndo continuar
com o sitio denominadoSebastiao Lopesna
cidade de (Jimia, que o possuia por arreodamen-
to celebrado desde 13 de outubro de 1857, dei-
xou-o no da 30 oe juoho uu presente anno.
Deviae-se o eogeuho Peres em sitios, para
o que offerece ptimas proporcoes, estes sitios
serlo a voolade dos preleodentes tanto na ex-
leoslo como no dominio, foro renda, at mesmo
venda. Arrcoda-se a casa de vivenda de eoge-
uho com lodos os commodos, estribara, cochei-
ra, casa de cscravos e criados; o sitio com porta-
geni e Ierras de plantagoes : a fallar com o lo-
rente coronel Reg Albuquerque, no Afogado.
FAZEADAS BARATAS
Ba da Gadeia a. 40
loja de fazendas
DE
Marlinho Borges.
O proprietario deste grande estabelecimento
est resolvido a vender barato um lindo e varia-
do sortimento de fazendas taes como :
Vestidos de seda de 303 ....... 50&00O
Casaveques de cambraia de 5f.... 158000
Manteletes de dita de 5g .......... 10^000
Manguitos bordados .............. 2g(IOO
Cassss. o covado de 320 .......... #600
Chitas francezas o covado de 240 $300
Sobrecasacos de panno Goo de 22$ 25O0O
Palitos de dito de 169 ............. SOjOOO
Ditos saceos de 129 .............. 15(000
precosestes queem parte alguma se encontrarlo
alleodeodo-se superior qualidade das fszendai.
Agua de colonia ambria-
da esem o ser.
Esiiestimida agua de colonia ambreads, dt
que tantos a tanto tempo sentem a falta, acaba
de chegar em bonitos trucos verdes, os quaes M
esto vendindo a 10300 cada m ; assim como
chegou igualmente um graobe sortimeoio da
rerdadeira agua de colonia de Piver em frascos
e garranhas de differeutei tamanhos, tudo ii-
so na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 1C.
Para luto.
Pumos de seda elsticos para chapeos largos e
eitreitos a l#5O0 : na ra do Queimado n. 22,
oa loja da boa f.
Algodo de 2 larguras.
Vende-se superior algodao moostro com 2 lar-
guras, proprio pira lencnes e toalbas de mesa a
700 rs. a vara : na ra do Queimado n. 22,
bem conhecida loja da boa f.
na
Apparelhosde porcellaadou-
rada para cha de bonecas.
A loja da agua branca desejando que todoi
fa;im a Tontada a suas bellas meninas est ven-
dendo commodamente esses bonitos apparelbos
de porcellana dourada, e pintada a 1>500 e 2g,
tendo cada um 6 casares de chicaras, e os mais
perlences, a vista do que todos irlo (munidos de
dioheiro) para compra-Ios na ma do Queimado
n. 16.
Bonitos paliteiros de porcel-
lana dourada.
Agora ninguem deixar mais de ter em sua
mesa em bonito palitetro de porcellana dourada
pois que elles se esto vendeodo sl;e 1JS50U
?a lojs da agaia braoca n. 16.
A 2,400 rs. a cuzia.
Lencos brancos Anos para algibeira pelo dimi-
nuto prego de 2^400 rs. a dalia : na bem conhe-
cida loj* da boa f, na ra do Quaimado n. 22.
Caiubraias de cores
Vendem -se cambraias francezas de cores fa-
zenda muito Ona pelo barilissimo prego de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na raa do
Queimado n. 22.
Superior brim branco de
liiiho
Vende-se superior brim bronco de linho tran-
cado pelo baritissimo prego de 1$200, 1(440 e
lct'OOa vara, dito muito encorpado de doas fios
de linho puro a 20 a vara : na ra do Queima-
lon. 22, na bem conhecida loja da boa f.
Ricos casquines
A loja da boa f recebeu superiores bisquines
de muito Ona tambraia a imita rao da de linho,
bordados enfeitados com apurado gosto eos
vende pelo barato prego de 8> cada um, tendo
sido sempre seu casto de 16$ e 20#, apressem-se
pois em compra-los na mencionada loja da boa '
f, na ra do Queimado n. 22.
Bituba japoneza e outras mui-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca acaba de despachar, de
sua encommeoda um grande e bello sortimento
de finas perfumariis dos mais afamados fabri-
cantes, sendo as bem coobecidas e apreciadas
banhas, japoneza, transparente, philocome im-
perial em bonitos copinhos com tampa de metal,
dita nos copos gran'es, dila em compoteiras li-
sas e lapidadas, leos de babosa, philocome e
Lubin, pomadas ou cosmestiques, finos extractos
dos preciosos eescolhidos cheiros Jatkey-Club,
mil flores, miel da Inglaterra Marechal, Printipe
Alberto, Giorge IV, etc. etc. Recommenda-se a
todas as senhoras de bom gosto o uso de qualquer
desses estimados extractos porque aquella que
em ama sociedade, theatro, ou baile estiver com
seu fino lenco orvalbado de tao sublimes aromas
ter por certo o prazer de ver as suas visinhas
dadireita e esquerda lhe reodendo homenagem,
perguntarem dorna F. onde comprou esse lio
agradavel chelro ? Eeila orgulhosa de seu bom
gosto, mas com ar prazenteiro lhe responder:
na ruado Queimado loja da agua branca nume-
ro 16. _______________
Papel ainisade branco e de
cr res.
Vende-se pacotes com 100 folhas de papel ami-
sade bmijco e de cores a 800 e 640cada pacote :
na ra do Queimado loja da aguia braoca nu-
mero 16.
Acaba de
CALCADO
45-Roa Dirtita-45
A epidemia declina sensivelmente, e o sea
completo desapptrecimenio est prximo! O
proprietario deste bem lorlido estabelecimento
convida os seus numerosos freguezes a substituir
o galgado velho, que todo est cholerico, por no-
vo, e que possa reiiitir i mil sebolis e mizzur-
cas que vio ser dansadat em louTor do restabe-
lecimento da saude publica. Os pregos con-
Para
Attenco.
senhoras de
as
bom
gosto.
E' cbegsdo a loja do gallo vigilante ra do
Crespo o. 7. os lidos enmpos a bailo de muito
luidos goitos e lindas cores, inteiramenle cousa
nunca vista, que s avista merecer a pena aa
senhoras mandar comprar pelo baratsimo ne-
g de 2g; nsim comomuilos objectos tendentes
miudeasque se veDde tudo por menos Coque
em outrs qualquer parle, quem quizer ver pode
experimentar que t no gcilo ViaJUole ra do
Oespo n. 7.
vidam
Bolinas afamada
IIOMENS.
Milis. .
: 12SOC0
non-plus-ultra Nantes......... lzyQOO
Nantes 2 bateras.............. lt$l>(>'
t> lustre.................... lOjtlOO
ioglezes de boies............. 10;u00
ba tedores....................... 9>50
a couro da porco....... 9J0OO
bererro e lustre............... OfODO
ingieres ps selvtgens......... 7?5O0
taxiados braaileiros............ 5g500 ;
Sapatoes non-plus-ullra................ 7;j(K'0 I
3 bateras e meia.............. 6f500 |
esmaga cobrs.................. 5?500 '
Nantes 2 bateras vaqueta..... 6J00O \
2 bateras bezerro...... 5J500 |
> trabalhadores.......... 5(>tr0 *
brasileiros de 3S500 a.......... 200 i
Sapatos2 solas e salto.................. J(OiKi
> tranga pertuguezes.......... 8)000
b frtncezes...... I{b0
SENHORAS.
Botinas dengozas.....
> salto de baler. .
> pechincha de 4$50O a
> americanas 3J500 a
Sapatosda salto (Jolj) .
sem elle (dem) .
tapete: ....
econmicos. : .
lustre- 32 e 33. .
MENINOS E
Ha de tudo em re.Uc.ao e nao
dioheiro.
Um complelo sortimento de couro de porco,
cordavlo, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roquim, sois, courinhos etc., q^ie tudo se tioc
por dioheiro vontade do comprador.
Tiras ou entremei> s.
Tambem ha para vender tira* bordados de
lindos gostos assim como bico de ruido di la-
byrioto proprio para fronha ou toalhas de lin-
dos padroes por prego tnu'to baratioho que pa-
las eroostiasse poder apreciar tanto em preeea
como em (os'.os : i no gallo vigilante ra do
Crespo n. 7.
MENINAS.
se deixa
5500
53000
W'OO
2t00
33000
1{920
800
500
800
sahit
Oasteilo-Brancft.-allafae
militar.
Tor esle innuncio se faz constar eos Srs. of-
MtUU de todas as armas, tanto dwia provincia
como das mais capilaes do norte do Imperio, qu
ha a venda botes do novo padrao, sejiuudo a
ultima orden do mii.isterio da guerra, venden-
lo-se duas abcluadurs p-ir 3?, advcnin'o que
urna das aboluaduras de padrao sntigo, Ui so
I remessai para onde orem pedidas, assim como
tambem ha para vender o melhor pinno aul in-
1 glez, o melhor velludo preto do Porto, foitndss
dcsconhecidss nesla praca, o que se veude a re-
! talhe. Os Srs. cfflci:esqno esto fora da provin-
cia podem renovar suas consignages x-ndo
. qusntia certa, e os outros genitores que nao uve-"
rem procutagao nesta casa podem manda-la, ad-
vertioda que o lempo para a dila prorurocSo de-
: ve ser lin itado. icompanhando urna carta're cr-
1 deus peondo is encommendas que lorem preci-
sas, devendo ser diii^idas a corres; otujencis a
Jofquim Rodrigues Tavrres de Mello, ra do
Queimado n. 39. Tar->bem ha gallo de miro su-
perior e -rros irsucezis otra alaiale, aza forja-
da o par 102.
e^
Laazinhas muito finas{ctiegar ao novo
Tiara VAfitinna K Cj
para vestidos.
Sup*riores llazinhas para vestidos de muito
bonitos padresque se vendem pelo baratissimo
prego de 440 rs. o covado : na ra do Queima-
do n. Ti, no loja da boa f.
s
armazem
DI
8
---- "ropi,,.,u ito un,, .11 .
verdes d. 50, segunoo anoar.
A n ...
Aluga-se urna eserava para servigo interno
de urna casa da poica familia; quem a preten-
der, dirija-ae a ra do Hoipicio o. 64.
bOJUfc{jras.
Compra-se um cylndro usado para pada-
rla: a tratar ns ra do L'vramento n. 4.
Loiopra se urna eserava que seja p-rieiia
engommadeira e costureira a de boa conducta :
na ra da Cadeia do R"cif n. 33.
Compram-se aeges do novo banco de Per
nambuco : no escripiorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & FOho, larg do Corpo Santo n. 19.
tiaix-.iro.
Precisa-se de um caixeiro o venda grande da
Soledade, assim como se compram caixilhos que
fossem de loja; na mesma vende-se urna bom-
ba de ferro de braco, que lira bastante agua de
cacimba.
Arenda-ie urna boa casa na estrada de Joo
de Barros, perto a eapella, a qual tem quatro
quartos, duas salas e grande quintal com bas-
tantes laratigeiras: quem a pretender dirija-se a
casa contigua, a tratar com o proprietario, ou a
ra do Queimado loja n. 33.
Precisa-se alugar urna eserava
para o servico de urna pequea familia,
preferindo-se que compre e engom-
le: na ra da Cruz n. 45, armazem.
Toda attenco,
Custodio Jos Alves Galmarles avisa ao rea-
peitavel pablico, principalmente a todoa oa itis
freguezes e amigos, que se mudoa da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem coobacida a tntiga luja
de muidazas que foi do fallecido Joo Ceg, hoje
aera co&hecida pelocallo vigilante,e pede ao
respeilael publico aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito estabelecimento,
onde achirlo um grande sortimento de miudazas,
qua afflaoea servir bem e vender por menos daz
ou Tinte por cento. do qua em oulra qualquer
parle
O abaixo assigoado, procurador do Sr. Pre-
ciliioo Peres Carapello, avisa aos propietarios
du casas que pigavam foro ao Exm. bario de
Capibaribe, qua lodos eises solos partencem hoje
a seu constltuinte, esse o aulorisou com pode-
res pan os vender todos ou separados, porisso
convida aos possuidores das ditas casas, que lhes "simo mirmore
convierem comprar o 10(0, a tratrar com o mes-
mo abaixo assigoado, assim como lhes pede quei-
rim manjar pagar 01 foros vencidos : na ra No-
ra dos Pires n 30.
^^^ Manos! Gomes Viecas.
Preclsa-ie da urna ima da leite para criar
urna recemoasclda : a tratir na roa da Aurora n.
80, 2* andar.
Preeisa-ae alugar urna eserava que saiba co-
lindar, paga-ie 309 mensaas agradando ; na raa
da Aurora o. 80,1* andar.
Compra-se um sitio perto deiia ciuade, mas
que seja bem arvorejado ; ou tambem terreno
com capacidade para fszer um bom : 1 tratar
na ra Velha n. 93.
Compram s doua escravns de boa conduc-
ta, sendo um perfeito oflicial de carpina e o cu-
tro de ferreiro: a tratar no grande armazem de
ferragens e miudezas na ra do Queimado n 49.
Compra-se um papagaio que seja bastante
tallador: na theiouraria dai loteras, rus do Cres-
po n. 15.
Cooipra-se urna caaa terrea que lenha aous
quartos. com quintal e cacimba, tendo na Bua-
Yisla, em boa rus : quema liver annuccie.
^nda.
Vende so um sobradinho novo na cidade
de Olinda lito na ra das Msngueiras ao p da
bica de S. Pedro, excellente para passar a fesla,
tem casa de morada, cocheira, estribara, cacim-
ba, banheiro, planta de capim, tudo murado : a
tratar na mesma casa com o dono ou uo Ricife
na ra do Livraminto n. 4.
Venden -se dous eacravos pegas um com
17 annos e outrocom 25 : na travessa da Madre
de Dos o. 13, a tratar com Jos Joaquim Oas
Feroiodes.
Vende-se um bom escravo pardo, oflieial de
alfaiate : quem pretender, dirjanse a ra do Co-
toveilo n. 8.
Vende-se um escravo de bonita figura, mui-
to sadio, mot,o e muito robusto, perfeito tanoei-
ro, faz qualquer obra tendente a sua proissao, e
moola qualquer disttlagao por ter diiso muita
prstica ; a tratar no caes do Ramra n. 2.
350,000 rs
Achs-ss exposto renda um formidavel cavi-
lo possant, de cor ralado, com raras proporco.s
psra carro ou cabriolet, pelo prego cima indica-
do : quem o preferir, dinja-ie para ver cochei-
ra do Sr. Thomaz, sita na travasia da ra do Sol
d. 20, e a tratar com seu dono na ra do Passeio
n. 3, da 7 horas da manhaa pomiante.
Attenco.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Vendem-se manguitos e olios de superior
cambraia ricamente bordados pelo insignificante
prego de 2j} o par de manguitos com urna golla,
sendo que sempre cuslaram ti; cada par, assim
pois recommeoda-ie aos amigos da santa eco-
noma que aproveilem a boa occasiao, dirigi-
do-se com dinheiro a loja da boa f na ra do
Queimido n. 22.
Camisas inglezas baratis-
simas.
Vendem-se camisas inglezas cem aberturas e I
punhos de linho e com pregas largas pelo bara-
lo prego de 30$ a duzia, assim como outras rr.ui-
us superiores a 40d : na ra do Queimaao n. 22,'
na loja da boa f.
E pechincha.
Na ra do Crespo, loja de
4 portas n. 8,
vendem-se corles de chitas largas escura?, de co-
ras fixas, de 10 novados, a i; o corte, cassas de
cores fixas, fazenda que sempre se venden pos
640 e 800 rs. a vara, a 240 o covado, e oulrar
omitas fazendas por pregos baixos que s vista.
Novidades da chava, da
Arara,
Fazenda com avaria da chura para os
freguezes da Arara,
RA DA IMPERATRIZ N. 56.
Vende-se corles de casia de babados a 1J600,
2&000, e 25500 o corte, pessas de cambraias de
salpiquinhoscom 8 1|2 varas a 2g500, lengos
brincos finos a 200 cada um, ditos de cores a
80 rs ditos para rap a ISO, e 160 rs. rs. cada
um ; na ra da lmperatiiz, luja e armazem da
Aran, o. 56.
Fazendas sem defeito, da Arara.
Vndese coitts de chita finas com 12 1|2co-
vadosa 2#500. ditos de cassa de cores a 29500,
ditos preta a 25500, chales de merino estampados
a 29500. golinhas para senhoras a 500 rs., man-
guitos e golas de linbo a 2>o,.o ; ne ra da Im-
perstriz, loja da Arara, n. 56.
Babadin da Arara.
Vende-se babadin com listras de seda, ftzenda
muito nova para vestido a 500 rs. o covado, dita
com palmas solas de seda, de largura de 4 l|2
pumos a 640 rs. o covado, laozinha pira vestido
a 320 rs. o covado, ditas muito finas a 500 e 640
rs. o covado ; na ra da Imperatriz, loja da A-
rara, n. 56.
Chitas da A rara e cassas.
Vende-se chitas a 160.180 e 200 rs. o covado,
ditas frrncezas a 220, 210 e 280 rs. o covado!
cassas a turca a 280 rs. o covado, cassas france-
zas a 280 e 300 rs. o cavado, ditas orgaodin a
320 rs. o covado ; na ra da Imperatriz, loja e
armazem da Aran, n. 56.
lliastos & Regoi
x raa Nova jonto a Conceico
dos Militares n. 47.
m grande e variado sortimento de '
pasfeitas, calgados e fazendas e todos
se vendem por pregos muito modi-
loi como de seu costume, assim co-
lejam sobrecasacos de superiores pan-
e casacos feitns palos ltimos figuri-
a S69.89, 30Jea35, piletots dos
irnos pannos preto a 16|, 183, 208 e
19, ditos de casemira deior mesclado
. novoi p.droes a 14. 16J, 18}, 20{>
L249, ditoa de caiemira de c6r mes-
rpo e de novos padroes a \, 16, 180,
8 20F e 2if, ditos saceos das mesmas ca-
serliires de cores a 9, 10*, 129 e a 14J,
ditos prstos pelo diminuto prego de 89,
fg IO9 e 129, ditos de sarja de seda a so-
*L brecasacados a 12$, ditos de merino de
5 cordo a 1^9,ditos de meriu chioez de
_\ apurado gotto a 159, ditos de alpaca
H preta a 78. 89, 99 e 109, ditos saceos
22 pretos a 49, ditos de palha da seda fa-
H zenda muito superior a 4J500, ditos de
brim pirdo e de fusilo a 39500, 49 e a
jg 49500, ditos de fustao branco a 49, gran-
_ de quantidade de caigas de casemira pre-
1% ta e de core a 79, 89,9J e a 108, ditas
pardas a 39 e a 49. ditas de brim de co-
rea finas a 2(500, 89, 39500 a a 4, ditas
8 de brim brancos finas a 4$5C0, 59, 5$500
e a 69, ditas de brim loni a 59 e a 69,
colltes de gorgurao preto e de cores a
59 e a 69. ditos de casemira de cor e pre-
K tos a 49500 e a 5$. ditos de tusto branco
8 e de brim a 39 e a 39500, ditos da brim
luna a 49, ditos de merino para luto a 49
a 1 45500, calcas de merino para luto a
m 49500 e a 59, tapas de borracha a 99000.
I Para meninos de tolos os tamanhos : al-
I gas de casemira preta a de cor a 59,69 e
8W 7?, ditas ditas de brim a Sf, 8f e a 355U0,
paletols saceos de casemira pida a 69 e
a a 79 ditoa de cor a 69 a a 79, di-
J3 los de alpaca a 39, sobrecasacos de pan-
8no preto a 129 e a 149. ditos de alpaca
preta a 59, bonita para menino de todas 53
8 as qualidades, camisaa para meninos da
todos os tamanhos, meios rices ve tios 3
Sda cambraia eitos para meninas de 5 a 9
8 tunos com cinco babados lisos 1 8| e 8
u 1 129, ditos de gorgurao da cor o de Aa t,
_* a 55 e a 6?, ditos da brim a 39, ditos de S
1| cimbris ricamenteborbados para bapli- C
** sados e muitas oalrts fazendas e roapas y
B feitaa que deixam de ser mencionadas Jj
S pela sua grande qaantidade; astim como S
I recebe-se toda e qualquer encommenda |
, deroupiapara se mandar manufacturar 9
I e que para este fim temos um complato B
K sortimento da fazendas de gosto a urna e
grande officina de alfaiate dirigida por um |
hbil mestre que pela sua promptdo a o
perfaigao nada deixa a deaejar. $
mmmmm-m&mimwimmaM
Achate venda no escriptorio de Anloni
Luizde Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1
a obra eteripta pelo visconda de Uruguay,Eosaio
Sobre o Direito Administrativo; deixams de te-
cer elogios a esta obra, basta o nome de seu au-
tor para a tornar recommeodada, dos volumes
em brochara 10;, encadeinado 12g.
s
Cinco tustes.
S na loja do pavo
vendem-se sedas de quadros, ditas de listras ao
comprido, e ditas de listras atravessedas, dilas
de qaadriobos, sendo dos melhores padres e de- !
licadissimos gostos, com largura de chita ioglezi
a 500 rs. o covado, pechincha, e do-so aa i
amostras com penhor : na rui da Imperatriz n.
60. loja e armazem do pavo de Gama & Silva.
Superiores atualhaaos
adarnsscado.
Superiores atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largura a lg600 rs. a vara : na ra do
Queimsdo n. 22, na loja da boa f
Damasco para colxas o para
ornamentos (*e igreja.
Vende-se muito superior damasco de l de
urna s cor, muito proprio para colxas e para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato prego de 2j800 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pechincha. ^
Vendem-se cortes de superior gorgurao de se-
da para colletes pelo baratissimo prego de 1$,
29 e 39 o corte : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
uad Queimado n. t)
LOJA DE 4 POr.TAS
de

Ferrao Mata.
fazen-
precos
Vende-se as scftiiintes
das pelos baratissimos
abaixo mencionados :
Capas de grosdenaple
m
bordado a 25$.

@

preto
dito dito a 20,
bordados

Manteletes de
25 e 80|.
Chales de touquim
OS melLores que tem appareci- SE
do no mercado a 8, 10, 15, 20, g
25, 50, 40 e 50^.
Cambraias e "hitis rancez.ps ^
cores seguras e lin Jos padroes a ^
a 8*0 e 260 rs.
L3a aberta matisada a 520 e ^
400 rs. @
Muitas outras fazendas exis- ^
tem expostas aos compradores w?
que segundo teus precos nSo @
deixaiao de agradar. &
.*"<. i
Arara vende fustao.
Vende-se fuito de coret para vestido a 280 e
320 rs. o covado, lengos de seda eicuros para
rap a I96OO. pesias de cambraias litas a 1S600,
25000,23500 e 33000, massosde palitos Anos para
denles a 200 rs.; na ra da Imperatriz, loja da
Arara, n. 56.
Madapoloda Arara.
Veode-ie peisas de midapolo infestado a 39,
ditas de 24 jardas a 4g40O. 496OO. 51000, 59500
e 69OOO. cobertores de algodao a I9OOO, ditoa de
pello a 19500, roupa feita, palitos de paono pre-
to a 6*500 e 89000, caiga preta de eazimira a
4g500 e 595OO, seroulas de linho a I96OO e 2*000,
camisas francezas a I96OO e S9OOO ; na ruada
Imperatriz, loja da Arara, n. 56.
Sebo do Porto
em caixas de urna arroba :
na
Jos Saporili tem para vender um rico quidro
com moldura dourada, piolado a oleo, represen-
tando a pousada de um cagidor n'uma cass de
campo, de urna dts melbores escolas de pintura
O mesmo tem para trocar ama imagem da fi- TUa do VgaHO U. 9, primOrO
branco, representando Nosso Tifiar
Senbor o Redemptor, subindo ao co ; outra *
imanem de mideira, pintada a oleo, representan-
do Noisa Seohori da Piedade, tendo Nosso Se
ntor mono no eolio, de um vulto asss grande,
que pode servir para se collocar sobre o altar da
l Manteiga ingleza e
franceza.
alguma igreja, ou faier-se della um magolfico
andorpara prociisao, tanlo o Rademplor como a
imagem de Noisa Senhora, sao tambem de um
dos melhores artiiiaa e escultores da Italia :
quem pretender possuir algutn destes ioteressan-
tes objectos, epparegaa anteoder-aa com o an- libra em arroba 298OO : na ra das CruYei
DWBCiUte, na mido Trapxcne n. 15, ctiplorio. tiquioa da travesa do Ouvidor.
Minteiga ingleza depriroeira qualidade 800 rs.
a libra, francesa 640 rs.. banha refinada 440 rs.,
em barril 400 rs., gomms de aramia 100 rs. por
n. 24,
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimadon. 16.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n 16.
Pos de arroz com boneca em bonitos vasos dou-
rados.
Ditos dito sem boneca em pacotes.
Agua balsmica psra conservagao dos denles e
bom balito da bocea.
Opiata ingleza para alvejar os denles.
Leite virginal cuja utilidade reconhecida para
tirar sardas.
Vinagre aromtico para quem soUre de tonliets
e dor de cabega.
Paililhai de chairo para se perfumar aposentos.
Aiada pechincha
Na ra do Crespo loja de
A portas n. 8.
Pecas de madapolao largo muito fino
com pequeo toque de as aria sendo fa-
zenda limpa de 6^500 vende-se por 5i'
a pec_a, ditas de dito mais baixo tam-
bem por 40500.
;&3
$Q$&
ounfaM
tara os tabaquistas
Lengos muit> finos aimilago dos de linho de
muito bonitos padroes e de cores fixas muiU'
proprios para as pesioaiquo tomam tabaco, pelo
barato prego de 4J800 e 500 a duzia : na ra
do Oueimodo n. 22, na bem conhecida
boa f.
sena seg
Na roa do Queimado n. 55 loja da miudezta
de Jos de Azevedo Maia e Silva, esta rendando
todas as r/iudezas baratissimas, a saber :
loja da i Frascos grandes com superior o.i.ila a 500
j Carriteis de liuha de cores com 200 jar-
Bramante de linho.
Vende-se muito superior bramante de linho
com duas varas de largura proprio para lences,
pelo barato pregode 2J400 rs. a vera: na bem
conhecida loja da boa f, ua ra do Queimado
o. 22
Vendem-se caixes va-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1^280 cadaum :
nesta typographia se dir.
Attenco
para a ra do Queimad o n. 43,
esquina que volta para a
Congregacao.
Nesta casa vende-se :
Chita larga, a 200. 220 e 240 rs. o covado.
Cambraia de cor mullo iiu, a 300 rs. o co-
vado.
Ditas da salpicos muito fina, 9 varas por 4$.
Saias bales arreniadas, a 5JS.
Ditas dilas de muiselina a 3 j (JO, 40 e 43500.
Meias casimirai para caigas e paletols, a 600
rs. o covado.
das a
Ditos de retro* de cores, menos preto a
: Oixas com iscas para iceeuder clurutos
Duiiaa de meias cruas muito superior a
: Novclios de linha muito grandes "e su-
perior a 40, 60 e
Ditos de cores, a melhor que ha a
. i'hosohoros em caixas de folha, s a cai-
xi val o dinheiro, a
Candes de linha com 200 jardas, i me-
j lhor que ba
Ditos, ditos brancos e de cores com 50
! jardas a
Duzia de facas e garfoscabo prtto, fins
I Dita do dilss cbo branco a
, Thesouras grandts de 6 polegndas a 40 e
; Saceos para escrotos com siota de bor-
racha a
, Tinteiros de vidro com superior tinta a
j Ditos de barro com superior tinta a
! Massos com grampos liso e de caracol a
Duzia de phosphoros de vella a
Pares de meias de cores para menines a
Croza de peonas d'ago superior a
Areia preta para botar na escrita a libra
Uolxetes em caitoes.com duasordens e
quatro pares grandes a
Barslhos de cartas franceas a
Ditos pertugueics finos.
Thesouras pequeas, porm de superior
qualidade a
Colxeles fraDcezes em caixs a
Duzia oe meias alvas, para homem a
Dita Oe sabouetes liuos a
Sabootles grande e superior a
Tramoia do Porto muito supeiior a vara
120 e
Pares de botes para punhosa
60
2!0
40
2J400
0
20
80
CO
20
33*500
392OO
cO
320
ICO
100
40
aot
160
500
100
80
240
160
200
40
1S600
fO
120
1E0
2^0
Vende-se muito boa Iclria, caita que lem
quasi urna arrota a 4g000 res: na ra da Im-
peratriz loja n. 6.
j Alm deslas miudezas tem muita mais que se fsz
| preciso vender e nao eogtilar dinheiro, assim
como sejam : labyrintos para lodo o prego, areia
preta a 100 re., porm quem quier comprar un
arroba veoda-se por 2>, baratissimo mesmo
para quem nao rrecisa.
G.r"de SrUtnto *e i frulas laicas
camas de ferro para ama e duas pessoas, dilas
pequeas para criangas e bergos, tanlo de ferro
batido como fundido, dus mais lindos modelos e
ludo se vende por um prego muito em conla :
na ra da Imperatriz n. 75.
Eogeuho.
Vendem-se duai parles pertencenles a dous
hercircs da propriedsde Machado, em que est
levantado o engenho Pontable, junio a estago
de Gameleira, e muito boas Ierras a tratar no
engenho Brago do Helo, com Camillo Franciico
ou aljfar de fina quelidade.
A loja da aguia branca acaba de teceler um
novo sortimento de superior aljfar branco ou
perolas falgas o qual por sua perfeigao difficil-
menle se distiogue das perolas verdadeiras e sr-
vemelas por sua extraordinaria grandeza para
asgargantilhas que presentemente eslo em mo-
da e mesmo para outros aofeiles e como serorre
vendem-se commodamente a 1, IjtOO e 18500
O Do: laso na ra do Queimado loja da
brinca o. 10.
aguia
de Lyra Cavalcanti ou nesla cidada com Aolouio A iod d'&ffUA brrtliP.A na fll
Gomei da Cunhi e Silva : na ra da Cideia do rx **"*va, IU UU
Recife, n. 50.
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultimo vapor oa seguinlet ob-
jedo
Superior caldo Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa chegada ulti-1 Benitas ligas de seda para senhora.
mmente, por pregos muito mais commodos do [ Grandes e bem lecidos bandes de clioa.

que em outra qualquer parte : no aotigo a acre-
ditado deposito di ra do Brum n. 06.
Urna cocheira importante a venda.
Na rut do Imperador n. lt sxlele urna co-
cheira que pela sua posigo e commodi'iade a
melhor delta cidade, com a qual se faz todo o
negocio ou com cavallos e carros todos novos ou
sem elle?, ea meima se acha livre de imposlos
atrasados ; tambem se inclue no meimo negocio
com permissao de seu dono a melbor vacca tou-
rina que lem vindo a esti terrt ; a tratar oa dita
caa a qualquer hora.
Vende-te urna loja de allaiatecom armacao
eseus oartencea ; a tralar oa ra Direita n. 43
Vende-se um ptimo sbralo de um an-
dar e soto, em chaosproprios.com duas freo-
tes, com tres portas em cada frente, varanda de
ferro u di eovidrigida al oaa trapairtt ; oa pre-
tenderles eoleodam se com Verfssimo Amonio
de Mallos, aa rus Augusta o. 65.
Aspas de ago, e fila elstica para ces de balo.
Bonecas grandes mu bonitas e bom vestidas
Bonitos bauziuhos com 9 frascos da cheiros.
Lindas caiiinhas com 6 ditos de ditos.
Trancallim grosso de cer para guarnecer vestido"
Luvas de ramuraa brancsi e amarella.
Lindos boioes de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber lindo
boioes de porcellana dourada com fioi banha
nuviosas nscnpgoe, ci qusee por suas delicade-
zas e peretgois tornam-se dignos para preien-
te, e com esperiaiidade ns actutl qoidra, quem
gostardo bom dirigir-tt com dinheiro ra
do Queimado, loja d'aguia branca o. 16, que acha-
ra era que bem o empregar.
Venia-se urna eserava mulata, bonita figu-
ra, muito ttdia, com habilidades, de 25 annos,
com urna cria : na raa da Senzalla Nova n. 28.
:
MUTILADO


6
01*110 DE PEBR1MBC0 TEBl FEIl'A DE JULHO DI 1811
-+
t
s,
>BB3
N0ARM4ZEM
DE
Francisco Fernandes Duarte
Os melhores gneros que vera a este mercado e por menos 10 por cento do que era oulra
qualquer parte, garamiudo-se a boa qualidade, por isso roga-se a todos os Snrs. da praca, da en-
; euhos e lavradores o favor de mandarera suas encommendas a este rauito acreditado armazem de
r:J)lhados, afim de verom a differenc,a de prego e qualidade que faz, se fossera comprados em outr
lalquer parte.
WMMMfl confeitadas para sorte de S. Joao a 800 rs. a libra, tambera tem-se para
6i0 rs. a libra sendo em porgo, tanto de urna qualidade como de outra se fax abati-
mento.
Mata a IlOVaS em caixas com duas arrobas por 29560 e em libra a 50 rs.
SJI&Meiga l'*g\feZ% da safra nova de primeira qualidade a 850 a libra, em
barril se faz abalimento.
sl.skifc ^M1}*S gados no ultimo navio a 19800.
* o mais superior que lera vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
*',' S*?i o melhor que h no mercado a 29800 e 29200 a libra, afianca-se a boa
qualidade.
mUM UUXl'r!* 0 que se pode desejar nesle genero a 35000 a libra.
Villa pfftitO homeopatbico a 2*200 a libra em porcao se faz abatiraento.
I.T&<1|t2S RQVSS je pavio transado a 230 rs. a carta e em caixas com 40 cartas por
95000. v
LfttaS e1H aiH^4oafI confeitadas, proprias para mimo, contando mais con-
feitese assucar candido por 1*000 cada urna.
*aS em caixinhas de 8 libras chegadas altimamente a 29000 cada urna e a retalho
a 430 rs. a libra.
ttQl&XiUiM& dfl S0(ja em iala, com dfftrenles quadades a 19440.
MllUBBA inglezaamais nova que h no mercado a 49000 a barrica e a retalho
a 320 rs. a libra.
VlUllO f}.' 1 pip^ de superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 640 rs.
a garrafa, e eiu caada a 39500, 49000 e 49500.
VnMISa eng*?&f$.dOa Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
toria velho, e deoulras mitas marcas acreditadas a 1*200 a garrafa, em caix a 129
tambera ha p3ra 19000 a garrafa.
'a^'J^^'-l *'.! aas marcas mais acreditadas a 159000 e 20*000 o gigo, e em garrafas
1*5800
6JH da marca cobrinha ou do oulras marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
laTVillMUl francezas e portuguezas em laias de 1 libra por 640 rs.
&&$* ta tomata
Ametala Ctai
20800.
Attl^livl^a^ da ca?ca mole muito novas a 320 rs. a libra, era arroba por 8,J000.
Soifel* a J20 rs. a libra o em rroba a 3#000.
Me .i'-, maC^Tta^ tl&afHI a 400 rs. a libra, a etu caix com 1 a
ba por 69000.
SLtHt4:411 '.k(', pevide e arroz de massa branca ou araarella, a 610 rs. a libra, e em cai
xinhas muito enfeiudas se faz obatimento.
Sr&al\*,)* <& Bra^S lixados o maisbam feilosqae tem valo a este mercado a 280rs.
tatabera ha para 200 rs.
JrtQliTOBtoS lagl'v-2."-5 S para fiambre a 800 rs. tarabem hamburguez para fiambre a
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
CtlW!t$a< |iaOS rauj!o novas a 560 rs. a libra eem barril sefar abatiraento.
BBlnnQ o melhor petisco que pode haver por estar prorapto a toda hora a 800 rs. a libra
1 GUttltla* 40 *-&*> muito novo a 280 rs. a libra e em'barra de 1 e meia arroba
a 5* e 79 a arroba.
%_aUi 11*14}'aS em ialas ja pronjpias para se comer a 1*800 cada urna.
BaVaU'i d f *(> refinada em latas cora 10 libras por 4*300.
Ml\v em 0'T?l3 mul0 fiaa e a|va a 44o rs> a |bra eem barr a <00 r3#
w.ioes cosa bailo ra&cex
M&ratttlad
a libra.
j 1
-
em latas de l libra por 830 rs.
lla\C$'&&S em latas de 1 e meia libra por 1*500, ditas com 3 libras por
rro-
Rival sem se-
gundo.
Ra do Qaeimado n. 55, loja dt miudezai de
Jos de Azevedo Maia e Silva, coohectdo por Jo-
s Bigodioho, eat vendeodo pelos precos que a
todot admirara, queiram ver o que bom e ba-
ratisiimo :
Parea do pitos do transa superiores a.
Frascos da agoa ambriada a melhor a...
Ditos de dita, frascos grandes, a 500 e..
Cartas de alQoetes francetes, a..........
Pacotes de papel amizade, a............
Caixas com papel de diversos gostos, a..
Pares de sapatos de la para manios,
Vsras de bco dssllhas, a..............
Cordas para violo multo frescas e no-
vas, a.................................
Frascos ds banha Philocome superior, a
Ditos da dita de ur;o, a.................
Ditos de cheiros muito fiaos, 500 a.....
Gaiiss comapparelhosde metal para di-
vertir mecios, a.....................
Varas de franja para cortinados e toi-
lass,a .............,..........,VA,
Carriteis de linhs preta com 500, 600
800jardaa, a..........................
Barra com phoaphoros o melhor e bo-
nitos, a..............................
Masaos de liaba Moa para bordar, a ..."
Tranga de las de todas as coras a pees.
Pacas de fita de cs, todas as larguras, a
Crozas de botes de louca pratesdu mui-
to fiaos, a.............................
Pejas de Olas de llnho lisas superior'eV.a
Ditas de cordao imperial, floo e grosso.a
Frascos da macaca perola, muito floo, a
Ditos da dito oleo, muito superior, a.. .
Ditos de oleo babosa superior, a 320 e..
Bonecos qut cboram, muito lindos, da
_ fW ..................
Canas de p para limpar dentes, muito
superior, a .......
Ditas de phosphoros especiaes e un so-
brecalent, a........
Pies de flaodres, pintados muito boni-
tos, a...........
Varas da fita para fazer aintos doa me-
Ihores gosto, a.......
Duzia de phosphoros de gaz, do melhor
fabricante, a.........
Ditas de caetas de foiha, muito boas, a
Llnhas de gsz de todas as quaiidades a bara-
tsimas.
1(280
400
600
100
700
700
200
80
80
1*000
500
800
400
200
160
160
240
40
320
240
40
40
2(0
100
500
500
160
160
200
500
210
120
Relogios.
Vsnda-ss era casa da Johnston Paler & C,
. -. do Vigario n. 3, um beUo sorlimento da
i elegios da oajro, patate inglez, da um dos mais
afamtios fabricantes da Liverpool; tamban)
urna variedide da bonitos trancallins para os
mesmos.
|Loja das 6 por-!
i tas em frente do Livra-
meoto
Baloes de 15, 20, 30 e 40 arcos.
Grande sorlimento da baldes de arcos
os malhores oasts fazeoda e grandes,
chitas francazaa largas escaras a 220 e
240 ra. o covado, ditas asuenas miudi-
nhaa a 160 rs. o covado, eambraia lisa
para forro eom 8 1|2 varas a 2* a pega,
ditaa fioas a 3*. 4*, 5* |f muito Qoaa, M
ditas de aalpiquinho com 8 1|2 varas a a
3*500 a pega, cobertas alcoxoidas bran- Jf
ca a da cores para cama a 4*500 e 5|,
cassas de cores fraacezas tintaa segaras 1
a 320 rs. o eovado, pega de bretanba da
role a 2J, algodfto trao^ado alvo maito
largo para toalhaa a 1* a vara, anfeitea a
Ganbaidi lodos pretos a 5* cada um. len-
coa brancos com barra 4a cores a 120 ca-
da um, roapa feta da todas as qualida-
Sdas maito baratas, a loja est abarta at au
aa 9 boraa da noila.
Aos Srs. consumidores de gaz
Nos armazena do caca do Ramoa na. 18 a 36 a
na ra do Trapicha Novo no Kacife o. 8, sa ven-
da gaz liquido americano primeira qualidade a
racentamenta ebegado a 14* a Uta de 5 galdas,
aaaim como latas da 10 a da 5 garrafas a aso
garrafas.
NOS ARMAZENS
PROGRE
\
Mobilia.
Vendem-sedous negroa mocosa muiio ro-
bustos, proprios para armazem da assucar, um
dito perfeito ofliial de roarsineiro, 4 moleques
booitos sendo um de 17 snnos, outro da 14, ou-
tro de 12 e outro de 10 anuos, ama negra' bo
coaloheira : na ra do Imperador n. 45, tarceior
andar.
Cambraias
Vendam-se cambrsias de cores de booitos a
alegantes desenhos a 280 e 320 rs. o covsdo: na
rus da Imperatrii, loja n. 20.
T V*nao",e UUJ porgao de barris O cal ae
Lisboa proprla para obra de pedreiro a 4* o bar-
ril : no armazem do Teixeira caes da alfaodega.
Nova altelo.
O vigilante acaba de recebar novo aortlmento
de diversos objectos que se veodem por menos
20 por cenlo do que am outra qualquer parlo
Siittos para senhoras.j
R quissimos sintos douradoa, pelo baratl
preco de 2*. a com flvela ao lado a 4*. assll
mo da Uta de aeda ou velludo a 2$ : s bc
vinUaptc, ra do Crespo d. 7.
Enfeites.
Vendem-sa osriquissimos eofeites da Bbeca
eom franja e vidrilho a 5*, ditos sem frnjela 3*
ditos traoQados a 2*500, ditos de laco dei&ta
Meo de seda a 2*: s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Fivelaspara snto.
Riquissimaa flvelas de agocom madraperSa no
etntro a 1*200. ditas de madreperolaa 320,Vditas
douradinhas a 340 : a no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Vidrilho.
Lindos vidrhoa pretos e de cores, pelo bara-
tissimo preco de 1*600 a libra : s no gallo vigi
'ante, ra de Crespo n. 7.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vende se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
I
8
liquidaco por todo
o prego, na bem co-1
nhecida loja do Ser-1
tanejo.
|Rua do Oueimado d. 45
Appare^am com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escaras tinaa a 160, 180 a ZOO
DUARTE & C.
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
9 LAttGO DOCARJIIO 9.
i>os os propnetanos destea acreditados armazens participamos aos nossos numerosos
ireguazes que por todos os vapores e navios de vela recebemos de nossa propria encommenda of
memores ganeros.tendente a aolhados, e por isso podemos vender por menos 10 por cento do
que outro qualquer, como a experiencia o mosfara por isso pedimos a tedos os Srs. da praca e do
matto que anda se nao deram ao trabalho da mandarera experimentar, o favor de o fazerem, certos
de nada perderem, pols para isso nao pouparemos forgas para bem servil-es a anda mais a pewoas
menos entendidas, Mrlos da esclarecer aos compradores que s na ra das Cruzes n. 36 a largo
do Carmo n. 9, que devem inderegar os portadores, pois muito se ovldam com outras casas quasi
dos mesmos ttulos (Progresista e Progressivo) pois sao as duas nicas filiaes.
lTlanteig'a ingleZa amas nova emais superior d0 mercado a 800 rs. a libra.
lVla ltega ra IlCeSa a melhor que se pode desejar a 650 rs. a libra e am barril a
OOilO franC X em canoas ehegados no ultim vapor a 500.
reraS SeccUS em caixinhas da 4 libras muito novas e grandes a-4* a caixinha, a a
1*280 rs. por libra.
Milho alpista e paireo ai6o rs. a libra.
Vlia IHIXIIEI o mais especial que se poda encontrar a 2*880 a libra.
t>na liySSOn o aelhor que se pode desejar da 29400 a 29800 a libra.
. Pre* o que se pode desejar neste genero a 2* a libra e a ljf600 o ordinario.
QlieijOS flamengOS ehegados no ultimo vapor a 29 e 1*700.
VleijO pr;ilO o melho do mercado a 600 rs. a libra a sendo inteiro a 500 rs.
Paseas em eaxinhas de 8 li!)rs a29 fl40orS. a libra.
Figos em ealxinhas de s lom a iooo e 200 rs. a libra.
Amendoas da casca mole, m rs. e nozes, M rs., 1bra muil0 n0VM
Ameixas rranceznsaijaibraeemialascom5IbrS a 000#
3larmelada SliperOL* amelhordo mercado em latas de21ib. a 700 rs. a Hb.
-
como pecego, damasco, ginja, ameixas a
Doce da casca da gojiaba a 800 n. 0 caixo.
Latas com frutas em calda
alperxe a 600 rs.
AltieridoaS Confeitadas com dveraas cores a 800 rs
unuas escaras Onaa a 160, 180 a WO*!*/- 1.
corles da vestido pr.tos bordados ill VlnllOS fftnei'OSOS .nrrf^ JCa(,n,Mn.u.i j i n n
ilydodecusto de 150* a sa veodem finn &,.n v ,. engarrafados das Seguintes qualiddes, duque do Porto, Porto
nao, FeJro V, velho secco, genuino. INecior, Carcavellos, Feitoria, e Madeira secca a
12fl e 139 a duzia a a 1*100 a garrafa e muscaiel a 720 rs. a garrafa.
Ult- 8 am pipa proprios para mesa de 39600 a 4* a caada e de 500 a 600 rs. a garrafa,
do Porto, Lisboa e Figueira.
*3Cr Voiaa J.o maihorp mr/. n^ 6.,ur a auu a duzld, chanpauhe das
marcas mais acreditadas de 14 a 20 o gigo, cognhac o melhor que se pode desejar
300 e 360 re. o aovado', eambraia prU i ^ "' ga"afa'
i da verdadera hollanda em garrafoes de 16 garrafas a 9000 cada um.
mais sublime qua tem vindo ao nosso mercado era frascos grsndes
rs.
va
por 309,40*, 50 a 70. msVMm de baila
da vallado a aetim a 12 13, camiaaa
pera senhora a 2:000 e 39500, golahas
de eambraia bordadas a 500, 600, 700
800, 900 a 1*, ditas de fll bordadas a 120
ra., casavaquea defasto a 5, 6*,7J, 8*. ,
ttoi.c Jo c 4 br.oo.a prola. pora am. VW
nhora a 1zOO o par, tiraa de babados a "
500 a 700 rs., lasde qvadro enfealadas a
600 rs. a vara, fll braneo adamascado I I *~+ -.
para cortinados a vestidos a 400 e 500 g i l/aTenebr italiana a
*rs. a vara, cortes da olleta da casemira > AnA
bordados pretos a 2* e 3*000, ditos de 8 I 2*000 cada um.
velludo de r e prelos a 3j>, 4, 5 a 6, *J PrlSdliP Til
nalotnti de brim brauco france/.-s ,Il laBlJUCird
proprios para mimo a 500 rs. cada um.
imperial Jo aamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs,
JH..
de Alperche em talas de 2 libras por 19000 cada urna,
*j:ai% ... V, ,: 5? 'j.' Je doce em calJa as raelhores que ha era Portugal como sa-
jara pera, petego, d masco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs, a lata.
B4>Ce< S-'.Ce S e em calda, em latas, de 4 a 5 libras por 19500.
UBee01a%$ hespanhol a 19500 rs. a libra, dillo francez a 19100 dilto portug,uez a
800 rs., afianca-se a boa qualidade.
Vaa.ie de primeira qualidade tanto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
99000, dito mais baixo a 2G0 rs. e 7*800 a arroba.
3eV&4US, ae Frar,sa a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porjo se fas
abalimento.
'*??** muilo novo a 320 rs. a ibra e em garrafoes com 5 libras, por 29000.
x aclmala do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs. a libra.
Pli& do Maranhao alva e cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
Para entreter o tempo.
Oa [iodos jogos de dminos a 1*400, lindas cai -
liabas com jogos de vispora a 900 rs.: s no gal-
lo vigilante, raa do Crespo n. 7.
KhfflQi.nCMPmvu.
UNGENTO HOLLOWAY
Sihares da individuos da todas as nacoai
podem testamunharas virtudes desteremedic
incomparavaleprovaremcaso nacessario,qua,
palo uso que del le Mzeram iem seu carpos
membrosi muirmentesosdepoisdeluvar em-
pegado intilmente outrostratamentos. Cada
passoa poder-sa-haconvencar dessascurasnu- j
ravilhosas palaleitura dos peridicos, quelh'ai'
ralatam todos os das ha muitos annos; a a
maior parta dolas sao tao sor prendantes qui
admirara os mdicos mais celebras. Quantai
passoasrecobrara com asta soberano remedio
o uso da seus bracos a pernas, depois dedm
permanecido longo tempo nos hospiues.o tai
deviara soffrar aamputar^io I Dallas ha iasu
casquevendodeixadoasses, asylos depada-
timantos, parase nao submaterasa aessaope-
rajao dolorosa foraaicuradas complelaaaente,
madianta o uso dasseprecioso remedio. Al-
Sumas dastaespessoanaenfuso de seu raco
nhacimanto declararan estes resultados banaS-
eosdianta do lord corragedor e outros augis
irados.afim ia ais autentica re sus a firmativ
Ningueaa desesperara do astado desaude si
tivessebastante confianza para encinar asta re-
medio coustantemantesaguindoalgum tempo c
trata asento qua necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provariucontasuvalmanta.
Qua ludo cura.
OuaRaeato he a til, snalcj pardea
lamente nos egulntes casos.
3J500 a 4*500. ditos da casemira de co- 8 \ Q |p fMe -
res < pratos a 14* e 16*. ditos da alpaca 9 i lucs com o garrafas de superior vinagre a
preta e da cores a 39, 3J50O, 4* 4*500, | Vina^rP lilim df- I ilShO;! ,
camisas da peilo da linho a S500, corita S T* "UlU l 1^I8,foa a 240 rs. a
Marrasquino
de colleta de orgurc a 1*500, 1*700,
3*200, 38 e 3g500. colletea (eitosdabrim
Jg braneo a 2500, ditos feitos da gorguro
8 a 2500e 3*500, ditos feilo d cesmirs
a $500, 4$ e IS.00, ditos de velludo a
59, 6 e 7, ditos de fu9to da corea a
1g500, um variado sortiment de meias
8 para hornera a senhora, grinaldas com
flores, chalas de froco, espartilbos, a to-
da a qaalidade de roupas feitas para ho-
mam que tudo se vende por metade do
seu valor.
!*
ds carnauba refinada a 400 rs. a libra, e em'arroba o 12*000..
miss
&.lftit R'aagf de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 1*800.
%.i?!\ cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, e era caixa 149000.
\ lml.0 Ijrai&tSQ je Lisboa o mais superior qua h no mercadopropjio para
640 rs- a garrafa e em caada a 4*500.
'IVOS suspiros do fabricante Brando em meias caixinhas, por 2*500.
suspiros do fabricante Catanho & Filhos era meias caxinhas a 29000.
s em caixas de 100 regala Imperial, Vagantes, e Panentellas, a 29000 a caixa.
Alp a muita limpo, a 180 rs. a libra, e em arroba 59500.
A. Qaas mu,l novas. a 19600 rs. ca a urna ancoris, e a 400 rs. a garrafa.
AMOS de Maranhao a 120 rs a libra, e 39400 a arroba.
y filXe de postas em latas das melbores quaiidades de peixe que ha em Portugal a 19500 rs
CteMlm de Hattrafe m g4rraf6es ,, 25 garraas ^ Qmo
arlOatarda ngleza muito nova a 19000 o irasco a (ranceza a 640 rs. o pota.
Alm dos gneros aciraa mencionados ewontrirf o respeitsvel publico um completo sert-
mento da tudo que etenaente a molhadas. "--------"
Upo re as
Catmbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Doras da cbeos.
das costas.
-dos maaabros.
Enfermidades da cutis
em garal.
Ditas da anus.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdada ou falta da
calor as extremida-
des.
Friairas.
Gangivas escaldadas.
Inchaces.
nflammacao do figado.
Inflaraaiaco da baxifi
da matriz
Lepra.
Malas das pamas.
dos paitos.
da olhos. -
Mordeduras da replis
Picadura de mosquitos
Pulraoes.
Queiraadelas,
Sarna.
SupuragrJes ptridas.
Tinha, aa qualquer
parte que saja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulacas.
Veas torcidas ou no-
das as pamas.
Vende-se asta ungento no astabalecimento
garal da Londres n. 244, Strand, a na loja
da todos os boticarios droguista a outras pes-
soas aacarregadaa da sua venda em loda a
.marica do sul, Ha vana a Haspanha.
Vende-se a 800 rs cada bocatioha conten
ama instruccao am porwguaz para explicar c
modo da facer uso deste ungento.
O deposito gara! em casa do Sr. Soum,
harmaeeutico, na ra da Gru a. L*2,
pernambuco,
Atiene

Chegoa para aloja da victoria, candieiros a
gax de novos goitos e modelos, tanto para sala,
como paraescada e quarlos 9 para outraa muitas
cousas: na loja da victoria na ra do Oueimado
n.75.
Ricos pianos
de varios autores, vendem-se
em casa de Kalkmann Irmaos &
C, ra da Cruz n. 10.
i m
Gaimsraes & Luz, donoa da loja da miudazas
da raa do Qaeimado o. 35, boa (ama, participare
ao pablico qe o sau estabelacimento ae* acha
completanmiiie prvido das melhoraa msreadoriss
tandantes ao mi arrio cslabRlecimanto, a muitos
oatros objectos 4a gosto, sendo quasi todos recs-
bidos da auas proprias encommendas ; a estando
siles inteiramenta resolvidos a nao vanderam
Dado, atiabara vander mais barato do quo outro
qaalquar ; e juntamente pedam aos seus davedo-
res qua Ihea mandem oa vaoham pagar os seas
dbitos, sod pena de aerar iusticados.
Soahall M*llora Si C, taodo recebido or-
dsm para vender o sau crescido deposito darslo-
gloa visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convide, portanlo, s pessoas que quizeram
'oaauir um bom relogio da ouro ou prata do ce
abra fabricante Kornby. a eproveilar-se da op-
portunidada sem parda da lempo, para vir com-
pra-Ios por commodo preco no sea ascriptorio
raa do Trapicha n.18.
Moeudas < meias tnoendas.
Tai xas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do IIruin n. 38, fuudicao
de D. W. Douman.
Roa da Seuzaila Nova n 42
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston" & C ra da Senzalla Nova
a. 42.
com 12 frascos de genebra de Holanda 80O
19000
garrafa e a 1*800 a caada,
o mais superior qua se pode desejar a 19000 a garrafa.
ISeSperma CCte 0 mais superio do marcado em caixinhas de 6 libras a 49200 e 700 rs.
VeLfi (le Carnauba all500aarrob. e380 a libra.
rtJl'COFCthS comazeitonas as melhores do mercado a 1?400.
y/UIXftS eom 1 arroba hespanhola contando macaro talharm e aletria a 69000.
va 1X10 ira S com diversas quaiidades de massas coao saja eslrelinha pevide ele a 6S000
e 640 rs. a libra. r vwvv
Chouricas Pos os melhore3do mercad0 a 560 rs a |ibra
reZUIltOS 0 que se pode dezejar de bom a 640 rs. a libra.
-ingUICfJS finasem latas j prompias a 1*600.
^eiXe esa latas cavallnhas pargo, e linguadosa 1^600.
1 OUeillllO do reino a 320 rs. a libra do novo, o 280 rs. do velho.
lianha de POTCO a melhor do mercado era latas de 10 libras a 49000.
.laasas para sopa tainarimemacarra0a 280rS|eiletriaa 320 ^
r i U pe g'rCYG paulado e liso muito superior a 49000 a resma.
KrVa doCCa360, piraentaa36O,caneIla900rs.,ecomQhosa 800 rs, a libra.
P> lltOS do gaZ a 29300 a groza e 20 ra. a caixinha.
a I retinado ,m Vicotes da masda uma Iibra a 160 rs> ( ^ 56Q ^
Q ag"U muito novo a 280 a libra e sevadinha 200 rs.
Parilba Mbmkt a m rs. a libra e gomm, a 100 rs. a libra e 29800 arroba.
n- G- K *d<) Mr meIhr d n,erCad dS S9m 9*500a "oba.
CaiXl n has as mk elegantes propias para miraos ou mesmo para guardar joias de 400 rs
a 1*500 e temo com 6 camuhas a 5*000.
Chrtcoltte luspanhol verdadeiro a lwoo r8 ilibr,
to*m^\^*gm**s efraneezi.sefeijoV9rdida640a7.20 rs
AaVel em latas chegado no ultimo vapor a 19600.
Bolaxinha de soda era i.u.1*400
Lentilnas rrancezas 0 me!horleguraepara sopa eguizad0 a 2oo rs. a bn.
TeSUlltOS fiambre 0s melhores do mercado a 640 rs. a libra.
ivlaSSa dfe tOinate das melhores quaiidades em latas de 1 libra a 700 rs., em 500
rs,, e em potes de vidro a 700 rs. cada um.
&Oi atril lilla Cradi lie! era latas cora 8 el6 libras a 2*500 e 49500 e a 400
DUlalOS frailCeZeSde diversos taroanhos de 320 a 600 rs. os maiores e maracas
para meninos a 80 ra. cada um.
AVelaaw chegadas ltimamente a 3i0 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes a 400 rs. a uta.
Azeit dOCe refinado a 9* a caixa e 8OO rs. garrafa,
mTTvm ea saceos de 5 arrobes do vermelho a 29500.
L Ir OIV 8 os mais finos que ha no mercado a 1* a garrafa e 109 a duzia, tarabea temo
para menos.
Alara dos gneros annunciados encontrar o respeitavel publico tudo qua for pernean-
te a eates estabeleci meo tos. Os propietariosscianficam que estes presos s servirsm para aquel-
las Snrs. que mandarera seu competente importe e lodos os dentis fioguezes da livro teram de sujei
lar-se pelos pTujN acostuaiados, salvo aquellos de flm de mez|



.
MUTILADO
ILEGVEL
apaa-
' ; '. 'i.
. i'.


f
DIARIO Dfi PERHAMltJQO TBig IRA 1 01 JOtfiO DR IMS
Enfeites para senhora.
O saibor*! enfeites preto* de cores que ap-
pareee a 5&500 69 e 6g500 : na loja da Victoria,
na na do Quemado a. 75.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no bra Muito lindas caiiinhas e cabazes para meninas,
da 100 ris al 2500: na luja da Victoria, na ra
do Quetmado n. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Rico sortimeatos de franjas pretas e de cores
com Tidrilhoe sem elle : na loja da Victoria, na
na do Queimado o. 75.
iahasde peso verda-
deras..
Lichas finia de peso verdadeiras, meadas
grandes a 240 ris : na loja da Victoria, na ra
do Qu.imado b. 75.
Phosphoros de seguran^
Pbosphorot de seguranza, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Slelas muito grandes e boas a 160 ris urna i
na loja da Victoria, ni ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
As melhores lionas de croxel para labyrintho,
novellos monstros a 320 ris um : na loia da Vic-
toria, na ra do Queimado o. 75.
Sinios dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados psrs senhoras a 2200,
ditos de ponta cabida a 49, ditos de fita a 18600:
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova oiEcina.
Tres portas.
31 RuaDireita31.
Naste rico bam montado eatabelecimento an-
contrarao oa tregaezes o mais perftito, bam aca-
bado e barato no aeu genero.
URNAS de todas asqualidades.
SANTUARIOS que rivalisam cora o Jacaranda.
BANHEIBUSda todos os tamanhoa.
SEHICUP1A8 dem dem.
BALDES idam dem.
BACAS dem tdem.
BAHUS dem dem.
POLI1A em caixaa de todas as groisurai.
PRATOS imitando era psrfeigo a boa porcal-
lana.
CHALE1RAS d e todas as quslidsdes.
PANELLAS idem dem.
COCOS, CANDIEIBOS a fiandrea para qual-
qaer sortimeoto.
VIDROS em caixaa a a retalho de todos oa ta-
mandando-ae maoboa, botar dentro da cidada,
m toda a parta.
Racebem-se encommendaa de qoalqaer nata-
rcza, concertos, que ludo ser desempanhado a
contento.
Esperanea
Loja de miudezas.rua do Quei-
mado n. 33 A, de Guimares
A Rocha.
Especialidade chegada pelo vapor.
Botoes de cornalina braceos, encamados, re-
dondos, chatos, oal, meia borla e borla, i tem
destes boies nesta loja.e aoode se preparam pa-
ra punhos, colletea, etc., por 35 urna duzia, ou
19 o i-ar para punhos.
Rival sem
igual
RA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Enfeites
pretoe e de cores muito bous a 5$.
Sintos.
Sintoa donrados a I96OO e 3*
Ditos fitaa da sellado e fivella de ago a 19500.
Tesouras finas
com pequeo toque de ferrugem a 400 rs.
Ditas limpia muito bonitas a 800 rs.
Ditaa ordioariaa a 30. 60, 120 e 240 rs.
Escovas.
Para limpar unhas a 320 e 00 rs.
Ditas para cabello a 800 e 1f.
Ditaa para roupaa a 400, 800,1* e 1)200.
Meias.
Para aanboraa a 2J400 a dazis.
Ditaa para bomem a 2>i00, 256OO e 35500.
Flores.
Ramoa de flores artificiaos a lge 1$200.
Colheres
de metal proprias para o diario a 11200 a duiis.
Ditas de metal principe a4$500a duzis.
Ditas ditas ditas para cha a 2?4UO a duzia.
Botoes
para cu- ho muito bcns a 120 e 160 rs.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas.
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
porgao de ricos espelhos da varios lmannos para
ornamentos de salas, affiangando-se serem 01
melhores am vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
Laa maito boa da todas as cores para bordar, a
79 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Liohas do gaz.
Caixinhas cora 50 novellos da liabas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixa, ditas com 30 no-
Tellos a 700 ria, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancas e pretas na loja da Victoria,
na ra do Queimado o. 75.
Arara vende os palitos.
Vendem-ie masaos de palitos finos com 20
msssinhos, por 200 rs.; na ra da Imperatriz,
oja da arara n. 56.___________________________
Para doces seceos,
Vendam-ae muito bonitas caixiobas redondas,
de madeira, de diversos lmannos, forradas da
papis da cores, muito lincas, proprias nica-
mente para docea seceos de qualquer qualidade,
pelo barato prego de 4, 5 e 65 a duzia : oa ra
do Queimado, oa bem conhecida loja da miude-
zas da boa fama n. 35.
Para S, Joo e S. Pedro.
Veddem-se caixiohas com grande porgao de
amendoaa confaitadas, e alguos confeitos pro-
prios para o ftaiejo de S. Joo e S. Pedro, pelo
barato prego da 800 rs. cada urna : na ra do
Queimado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama o. 35.
Flaulae de ebaoo com 5 chaves, anneia ea-
(reiliohos, ultimo goslo, ecom caixa, que se ven-
de pelo diminuto prego de 20$, tinta iogleza (a
verdadeira) potes de 1|4 a 320, de 1|2 garrafa a
640, previne-se que s legitima a que no pote
tem urna cavidade em forma de bico, que se pres-
ta melhor a vasar o liquido como a extracto da
rolha ; ra do Queimado. loja Esperanea n. 33 A.
Esperanga.
At que afinal chegou a esta loja os stmpra
estimados brincos baldes, que pela perfeico com
que foi exeemado o pedido fica sanada a falta que
bavia deste adorno que, aobre ser bom e bonito
barato, 1)J o par e em urna caixinba : na loj
Esperanea, ra do Quein.ado n. 33 A.
Esp(
erarla.
Contina a receber especialmente suaa fazen-
das, tornando-as assira maia baratas : nesta
quadra que temos ludo quanto preciso a nma
familia (em miudezas) a um alfaiate, sapaleiro,
caixeiro, etc., o pequeo espago que noa concede
o Diario de Peroarobueo nao noa permitte ca asi -
csr e enumerar a inGnidade de artigos de que
nos adiamos surtidos, tinto em quiuqnilharia co-
mo em artigos de uso diario e indlspensavel :
por isso as pessaas da praga ou de fura que quei-
ram comprar qualquer dos objoctos de que faze-
mos nosso commerciu, serao directamente ou in-
directamente bem servidos.
SYSibrU JlhUiCO HOUfcLLOWA
PILULAS HOLLWOTA.
Esta inestimavel especifico, coraposto intuir-
mente de hervss medicinaes, nao contm mercu-
rio era algum outra substancia delecteria. Bei
nigno maislenra infancia, e s compleicao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleic.au mais robustas
'enteiramente innocente em suas operbase ef-
fritos; pois busca e remove as doengas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazes
que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com esta
remedio, mu i tas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devera entregar-se a des-
esperarlo; fajara, um competente ensato das
efficazes effeiios desta assombrosa medicina, o
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao sa perca tempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
ceidentes epilpticos. Febreto da especie.
Venabas* por 25* a obra em 3 Tolumea da
legisla gao peculiar da alfandega mea de rea
daa, contando lodoa oa decretos, decises, ios-
irucgoea e regulameotos publicadoa deade 24 de
malo 22 de juoho de 1836 at o flm do anoo
de 1861, como lambem a tarifa que se acha em
vigor.
E' escusado dizer a utilidade desta obra para
um empragado quedeaeja conhacer aa obrigaguas
que tem a cumprir no exercicio do aeu emprego :
nas-raga da Iniaptodencia livraria n. 6 a 8.
Vende-se aaccas grandes de arroz de casca
a 33. e em cuia 160 : no armazem da estrella,
largo do Pirist n 14.
Chapeos de sol
com bouquet para senhora.
Entre os muituse diversoa objaclos de gostoe
phtntasia que a loja da aguia branca ha recebido
sobresahem esses delicadoa e novissimos cha-
peos de sol com bouquels. Hoje que os tndis-
pensaveis baldes n9o permittem que as senhoras
aodem de brago, faz-ss de eerto necessario que
cada urna tenba o seu chapeo da sol, que este
corresponda ao valor, e bom gosto de um rico
vestido de seda. E' por isso que dita loja aca-
ba de receber como por amostra urna pequea
Suaotidade desses bellos cbapeos de sol ornados
e finas flores o que entre nos oovissimo. Na
verdade ellos se loroam 1 grada veis aos olhos de
todoz, e a senhors qe os comprar pode orgu-
lhar-se de seu bom goito, ao contemplar que
traxendo-o fechado lgura-ae-lhe m lindo bou-
quet, e aberto representa-se abrigada era urna
carregada roseira, emfim at onde pode che-
gar a perfeigo meimo o cume ao bom gosto.
S pena que vienem lo poucoa que talvez
nao ebeguem para a vigsima parle daa preteo-
dentes. Cusa cada um 209 porem a senhora
que os vir nao exitar de oa dar ainda meamo
que seja preciso bulir n'aquellaa moedas de pra-
la que lem guardadas em sua bolsioba reservada.
Assim pois mandem quanto antea compra-Ios na
ra do Queimado loja da aguia branca n. 16.
0* Muselina preta.
Tende-se musselina preta muito fina, com de-
licados padrees, e cassaa pretaa mullo finas por
pracoa baratsimos : na ra da Imperatriz n o
loja e armazem do Pavo.
DA
Fundicao Low-Noor,
Ra da Senzalla Nova n.42
Neste estabelesimento continua a haverum
completo sofuiento de moendss e meias moen-
das para eagenho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado de todos os lamanbo
para dito,
Sua do Crespo n. 7, no
gallo vigilante.
Nasta nova loja ha grande porgao de caixinhas
com amendoaa proprias para brioquedo de S.
rJoao que se vendo pelo barato prego de 800 rs.
cada urna quem dexara da dar a urna menina
urna caixinba ; lambem tem grande porgao de
caixas proprias para doces secos que vende con-
forme seua lamanhos a 69, 5& e a 4| a duzia,
amendoaa avulsss a 800 e 640 rs, a libra : s co
vigilante ra do Crespo n. 7.
Esperanza-
E' nesta loja que h e continuar a ser o depo-
sito das afamadas aguibas Victoria tanta a
aceitagio que tem liuo estas aguibas que noa dis-
pensamos de qualquer elogio, 120 rs. o papel
(Oxo).
Luyas de Jouvin.
Vende-se luvas de pellica de Jouvin brancas,
para senhora, ltimamente ebegadas :na loja do
beija flur, ra do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-se luvas de seda eofeitadas a 18600,
2jfl00 e2200, ditas fio de Escoasia brancaa a rs.
700. ditaa de corea 800 ris, ditas de algodo a
280 ris ; na loja do beija flor, ra do Quetmado
numeru 63.
Escovas.
Vende-se escovas para dents finas de diversas
qualidades a 120, 160. 320. 400 e 500 ria : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n, 63.
Toda aUencao ao gallo vi-
gilante, que est quei-
mando.
Luvas de pelica.
As verdedeiras luvas ~de Juvin, chegadinbas
no vapor fraocez; a no vigilante, ra do Cres-
po 0.7.
Para os festejos de S. Antonio
e S. Joo.
Trinas e galSes.
A superior trina e volantes do Porto para ur-
nas, oratorios ou igrejas, aue se vende por me-
nos do que em outra qualquer parle: s no vi-
gilante, ra do Creapn n. 7.
Alporcas.
A iplas.
Areias ( mal de).
Asnina.
Clicas.
Convulses.
Oebilidade ou extenua-
do.
Debilitada ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venire.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encharjueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmacoes.
Irregularidades de
menstruacSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstrucjao do ventre.
Phtysica ou consump-
(ao pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumatismo.
Sympiomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Cascarrilha
Lindas pecas de cascarrilha de todas as-cores,
pelo baratisaimo prego de 13500 a pega : s no
vigilante, ra do Crespo o. 7.
Jogo ue domin.
Vende-se jogo de domin finos a 1J200 : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Botoes para punho.
Vende-se botoes de punho finos de diversas
qualidadea a 200 rea o par. que tambero servem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63-
Occulos.
Vende-se oerulos finos de armago de go, a
29,1, 610 e 400 ris : loja do beija flor, ra do
Queimalo 0. 63.
Ricos sintos dourados.
Vende-se sintos dourados a 2#, ditos de fita
com fivlls duurada a 1#500 : loja do beija flor,
rea do Qieimado n. 63.
Enfeites para cabeca.
Vende-se requissimoa enfeites para cabega com
franja, e sem ella pelo baratisaimo preso de 58
e 5S000, ditos de vidrilhos a 1J600 ; na loja do
beiji flor, ra do Queimado o. 63.
Garteiras.
Vende-se ricas carteiraa para guardar dinheiro
da ouro a prata a 2000, 2^500, IJJOOO, 1J280 e
10500 : na loja do beija flur : ra do Queimado
numero 63.
Rosas artificiaes para cabello:
A. Li1 B. F. teodo recebido um variado sorti-
mento de bonitas rosas que so eslao usando para
cabel'0*! e de pannos com folha de velludo, ditaa
de papel indas, sa mais ricas que se pode encon-
trar venje-se na ra do Queimado n. 63, loja
. doja flor.
Candieiros do gaz.
Chegou para a loja da Victoria oa melhores
candieiroa do gaz, que tem viado ao mercado,
por precos commodos : na ra do Queimado
n. 51
Oliados.
Vendem-se oliadoa piolados de lindas vistas e
palsagena, larguraa de 6, 7, 8 a 9 palmos, pro-
prios para mesa de jaotara 3$ o covado : na ra
da Imperatriz, loja n. 20.
Chapen-is para senhoras.
Lindas chapelims ricamente enfeitadas, pelos
baratissimoa precos de 89 a 10&000.
Ditos com pequeo tuque de mofo a CJOOO: s
00 vigilante ra do Crespo n. 7.
Touquinhas ou chapoznnos
para criancas.
Lindos chapozinhos para menina e menino a
4-3 e 68000, ditus de feltro pelo baratissimo pre-
go de 3(000, bonetes de panno Uno e Uco de fi-
ta a 35000, ditos de vellido fino a 43 e 3*500,
ditos le palhinh a 3$000, toaquinhas de seda
muito lindas a 1$500. oitus de lil a 1$000: s
no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelaciment
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Ilavona e Hespanha.
Vendem-se as boceiinlias a 800 rs., cada
urna deltas contem urna instruego em porlu-
guez para explicar o modo de se usar deslas pi-
lulas.
0 deposito gaaal em casa do Sr. Soum
pharmaceulico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
FAZE!SDAS BARATISS1HAS
^A.
Camisas bordadas eontrosob-
jecto necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-ae um bello aor-
limento de bonitas camisinhas de fina cambraia
com babadinbos e mu i bonitos bordados de no-
ves e delicados desechos, aa quaea servem mui
bem para os modernos vestidos de frente aberta
e vendem-sa pelo diminuto prego de 39 cada
ama ; assim como bonitos manguitos abalao com
gollinhaa de superior cambraia e fil e todos bor-
dados, com punhos virados e cada par pe ba-
ratisaimo prego de 2$, o que 6 admiravel avista
da superioridadeda obra, e bem aatim punhos e
gollinhas lambem bordados com bonitos botdes
a 29 a gaarnigao, e gollinhas solas igualmente
bem bordadas a 1$ cada urna e manguitos a 800
rs. o par. A vista poia de um lio completo aur-
timento nenhuma senhora deixir de comprar
essesnecessarios ubjectos tanto mais quanto a
commodidade dos pregoa couvida e para que to-
dos sejam bem servidos convem que mandem
logo comprar na loja da aguia branca ra do
Queimado n.16.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitoa com gollinhas, fszends
muilo boa, pelo barato prego de 2J0O, gollinhas
e punhos ultimo goslo a 2COO0, gollinhaa muito
Unas e bem bordadas a 1$000 cada ama na ra
do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
o. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pegas de tiras bordadas de 2,500.
3,000, 3,500 e 4.000 ntremelos a 18600 e JfOO
cada pega na ra do Queimado loja de miodezas
da Boa fama, n. 35.
Bonecas fraucezas.
Vende-se bonecaa francezas ricamente vealidas
43000 e 5}000, e zJOOO bonecaa de cera com os
olhoa novedgos a SflOOO e 33000, na ra do Quei-
mado loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
Fivelas de 50 pan* sintos.
Vende-se fivelas de ago para sinto a 1$500 rs. e
23000 na ra do Queimado loja de miudezas
da Roa fama. o. 35.
Torrador.
23Largo do Terco23
Manteiga ingtea flur a 800 e 960 rs. a libra,
i a trances* a 640 rs.. banha de porco a 400 ra!
"'". mateas milu finas para sopa a 400 ra. a
l.^Vih1Uei,S du r/iau *Mioado aertSo a 560
?r. !d,'hsdteNante,40O rs., toucinhe
!.:._" l-Jach,D.baiD!jlp" 320 re. a libra,
asalta como se vende rutrus milUo, gneros ba-
ratisaioof, passas a 400 ra. a l.br.faao muito
nova,, e se tlRuem duvidar venha ver no Torn-
dor largo do Tergo n. 23.
Gramposabalo
com pendentes dourados.
A loja o'aguia branca contina na recepgao de
objectoa do ultimo posto, e por isso acaba de des-
pachar liado pelo uitimo vapor esses delicadoi
e aovisaimoi grastpoa de bonitas cores com pen-
dentes dourados o que de m.is delicado se poda
encontrar. Ess loja como Reralmente aabido,
lemsempre em vistas a commodidade de suas
bosa freguezias e pur isso tem reaolvido vtnder
esses galantes erfeites a 23 e 3 o par. o que aa
reajidade muito .ais valem. C-mvm poia que
a vista da limitagao do prego a senhora que com-
prar um ou mais parea, cao se demore em par-
ticipar as suas boas vi/inhas e intimas amigas de
colUgio, para que as etr.ittem no seu apurado
gosto, e mandem logo comprar uulroe pares na
luja de sua aiTeicio : que a d'aguia branca, ra.
do Queimado n. 16.
,f
/i
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ago
para balo a 160 ra. a vara, baodea a I5JU rs. e
2$00 o par, na ra do Queimado loja de miudezas
da tioa fama, n. 35.
A loja da aguia
branca ra do Queimado n. 16
Acaba de receber os precisos objeclos segua-
les :
Aspss de balis grandea e pequenaa.
Fita com colxetes branca, parda e preta.
Dita de laa para debruar vestidos de cores.
Traocioha de caracol miudo conhecida por bom
tom.
Alnetes pretos ebrancos em caixinhas.
Aguijas imperiaes fundo dourado.
Dita ictoria em caiiinhas e papis.
Iietr preto fino em carreleis grandes:
Mauguitos.
Lindos manguitos com gollinha o mais fino
que se pode encontrar, vende-se pelo barattsai
mo prego d 79000, ditos sem gollinha a 1$500:
s no vigilante, ra do Creapo n. 7.
Gollinhas de linho.
Lindas gollinhas estampadas.............. 500
Ditas de linho muita finas................. 800
Ditas pretas com vidrilho................. 2$00
S no vigiWoie, rut do Creapo o. 7.
Meias.
Grande sortimeoto de meias tanto para bomem
como para senhora, sendo de homem a 15800 e
2$'00. e finos a 28O0, ditaa de fio de Escocia a
5$00Q a duzia, ditaa para menina a 20400, ditas
para meninu a 2j000 : s no vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Batatas .
Batatas novas a 60 rs. a libra ; no largo do
Terco n. 23.
Machinas americanas.
EmcasadeN. O. Bieber & C-, aaccessores,
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar hurtas capim.
Ditaa para descarogar ruilho.
Ditaa para cortar capim.
Selina com perleoces a 10$ e 20$.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatrao da Suecia.
Veruiz de alcatrao para navios.
Salsa parrilhade primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixas de 1 duzia.
Cognac era caixaa da 1 duzia.
Aradoa e grades.
Briznantes.
Carrogas pequeas.
Attencio
barateiro que est
queimando.
VenAe-se manteiga ingleza de superior qaali-
da,e4V720 e 800 re. a libra, dita frsnceza a 640
e 720\s. a libra, eba hysom muito superior qua-
lidadefc 2^880 e 3J200 a libra, loucinho de Lis-
boa mJ'tu superior a 320 rs. a libra, arroz a 120
e 140 a\libra, aletria 320 e 400 rs. muito superior,
macarrSo a 320 e 360 a libra, vin>gre de Ltsboa
muito superior a 320 e 360 rs. a garrafa, arroz do
Maranho a 120 e 140 a libra, azeite doce de Lis-
boa de primeira qualidade t 750 e 800 rs. a gar-
rafa, dito de carrspato a 360 a garrafa, charutus
varetas muito finos a 20 rs. fazendo-se diflerenga
em caixa vinhos muilo superiores i 560 ,
_ c*/\ a Mu e 800 rs. a garrafa, e outros muitos maia
Klia ta lmperatriZ ll. 20, *. . r_ rao por menos do que em out^qualquer parte:
loja de Duarle Borges da Silva.
O dito Silva comminica ao
respeitavel publico e com
especialidade aos seus nume-
rosos freguezes intigos e mo-
dernos, que constantemente
acharo na dita toja um com-
pleto e variado sortiniento de
fazeudas proprias deste mer
cado e vendidas pelos precos
mais commodos, de que em
outra qualquer parte, affian-
cando a boa qualidade e dura-
cao das supra ditas fazendas
Libras sterlinas.
Vendem-se no escriptorio de Manoal Ignacio
de Oliveira & Filho : no largo do Corpo Santo
n 19.
oa ra do Nogueira n. 49.
Cascarilhas de seda.
Vende-se cascarrilhaa da seda para enfeitar
das sois portas
Livramento.
arcos.
Gren-io sortimento de
os melhores que aqui tem apparecido no merca-
do a 48500, 5. 6j e 65500 cada uro, o se para
amostra com penhor ; a loja est aberta at as 9
horas da noilp.
era trente do
15, 20,30 e 40
faiss a balSo de arco,
S
i i?
ftussia.
Vend-seemcasa deN. O Bieber &
C, successores, ra da Cruz n. 4.
Cocheira venda.
Vende-se a cocbira da roa do Imperador n,
25, com dous carros, um cabriole! e ooze caval-
vestidos a 2000 a peca na ra do Queimado loa bous para carro, e muito afreguezada: a tra-
loja de miudezas, n. 35.
tar na ra do Crespo n. 14.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha para quem padece
de erysipela a 15$000 o par, meias de aeda preta
para senhora a 1$000 o par na ra do Queimadu
loja de miudezas da Boa fama, o. 35.
A2#500,soj>avo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2 a
3 babados a 2&500, ditos de tsrlatana braocoa a
de cores, com barras e babados a 3#: na ra
da Imperatriz n. 60, loja o armazem do pavao de
Gama Silva.
Perfumaras muito tinas e
baratas.
Opiata iogleza a 19500 rs, dita frsnceza a 500
rs., 640, 150C0. oleo da sociedada hygianique
verdadeiro a lj( 00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os deotes a 15000, dita de Botot tambem
para os denles a 1(000 o frasco, pomada france-
za em poa a 500 rs. e ljoOO, 320 rs. sabonetes
muito Uno a 640 rs., 800 rs. e lO00 cada um na
ra do Queimado loja' de miudezas da Boa fama.
n.35._______________________________________
A 200 rs.,so pavao.
Vende-se chita francezs escura de cor flxa a
dous luales o covado : na ra da Imperatriz n.
60. loja e armazem do pavo.
Vende se urna escrava ae 28 a 30 annus de
idade, boa vendedeira de ra, sem vicio, sabe
eosabotr e lava de varells, e faz o mais sarvigo
de casa : quem a pretender dirija-se a ra da
Penha n. 3, 1* andar.
Machinas para se nter
caf mesmo na mesa.
A loja d'aguia branca recebeu aa modernaa a
aceiadas machinas de porcellana para ae fazer
caf mesmo na mesa.iaao por um meio fcil e
limpo, resultando aflnal que o caf feito em taes
machinas tem um ebetro e sabor superior ao feito
por outra qualquer torosa : vende-se na loja 'a-
guia brama, ra do Queimado n. 16.
Para baptisados.
A loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor a sua encommenda dos seguiotei ot.-
jectos para baptisados, sendo lindas touquiohas
le setim mui bem enfeitadas, e cada ama em
sua caixinha, sspalinhos desetim braceo, e de
cores ricamente bordados, e meias de seda, o
melhor e mais bonito posaivel. Agora, pois, os
pais que nao quizerem esperar pela generostda-
de das senhoraa comadrea, dirigirem-ae logo
munidos de dinheiro loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16, onde bem podero comprar
esses galantes objeclos.
VENDA
A. J. de Mello tem dividido o sen sitio da Paa-
sagem da Magdalena entre aa duaa pontes, o qual
tem Da freote, entre estas, duremos palmos, e na
oulra frente de sul a norte quinheotos palmos,
olbaodo esta para o ateante. Esta superficie,
edificando-se em ambas as frentes, contem deze-
seis lotes do trinta palmos de freote e duzeolos
de fuodo, e subram alguna palmos ; e dando se
a cada lote menos frente e fundo, como cabi-
vel, crescem os lotes, e por consecuinte os pre-
dios que se queiram edificar. Urna frente de
quinheotos palmos olhando para o nascente, fres-
ca tarde, com dous portos, o du Rio, e o da
Caaibda bastante perto, sao vantagens que se nao
eucoolrsm em outra alguma parte. Est mura-
do quasi todo, com porto de ferro e gradara,
casa pequea, mas con,moda, que precisa concer-
t Faz-ae todo o negocio com o total aitio, ou
com alguos lotes, e recebe-ae at algum predio
por coota. Se algum capital dos perdidos na com-
maodita se livesse empregado na compra e edi-
ficago deslea terrenos ( tantas vezes aoouncia-
dos) os compradores estaran) hoje gozando de
orna renda e cantando glorias com os seus capi-
aeta seguros.
Palmatorias de vidro lapi
dado.
Vende-se palmatorias de vidro a 1^600 rs., ditas
com mangas proprias para rapazea a 4y500ra.,
cada urna, escarradeiraa de vidro a 4$500 rs.
5{000 o par, na ra do Queimado loja de
miudeza da B6a fama, n. 35. ____________
A 500 rs., s o pavo.
Vendem-se as mais modernas a finissimas la-
zinhas de quadrinhoa e de florea solas e palmi-
nhas, desembarcadas do ultimo navio vindo do
Havre.pelo baratisaimo prego de quinhentos ris
o covado, e dao-se as amostras coro penhor: na
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silva.
recUncha sem igual.
_ Para vestidos de senhora e criangas vendem-so
laa de quadrinhos e tambem de listras de seda
pelo diminuto prego de 400 rs. o covado, metade
do prego porque s vendera em outra qualquer
parte : na ra do Crespo n. 21.
Polassa da Russia
e Americana.
No escriptorio de Haneel Ignacio de Oliveira &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por preco
mais barato do que em outra qualquer parte.
fSscravos
fuio
o?
Est fgido desde II do correle rnez deju-
Iho, o escravo pardo, Ricardo, boleeiro e carro-
cairo, tem conhecido nesta praga e seus arre-
baldes ; representa ter 25 annoa de idade, bai-
xo e magro, lera cabellos carapinhos raspado de
pouco temi na cadeia, onde esleve por causa
de estar fgido, tem pouca barba efalta de denles
na fenle, rosto complico e olhoa redondos ; tem
sido encontrado ni Capunga, e Olinda anda va-
diando e jngando com mais de 20J> que levou :
quem o ipprehender e levar a casa deseusenhor
na Passa;zern da Magdalena que ser generosa-
mente recompensado.
Aotocio Valentim da Silva Barroca.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Vende-se em casa da S. P. Jonhston & C.,
sellins e silhes inglezos, candieiros e casli$aes
bromeados, lonas inglezas, fio de vela, chicles
para carros a montara, arreioi para carros de
na a dous cavallos, a relogios da onro patenta
ioglM.
Para liquidaco troca-se
por preco barato um sanc-
tuario com as respectivas
imagens e mais as seguintes:
de Saut'Ann, S. Joaquim, S
Jos, S. Antonio, e do Menino
Jess; na ru* do Vigario n
9, primeiro andar.
Fazeudas pretas
superiores.
Groadenaple preto maito auperior pelo dimi-
nuto preco de o covado, panno preto mailo fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e M o covado, caaemira prel
muito fina a 2$, *500, 3, 3500 a 4 o covado,
mantea pretaa de bloode muito auparioreaa 12$,
manteletes desuperiorea groadenaples pretoa ri-
camente bordados a 359, sobrecasacas de panno
(reto muito fino a 309, casacas tambem de pann
preto muito fino a 309, paletota de panno preta
Qno a 18 e 209, ditos de caaemira de cor mea-
clada a 189, superiores gravalinhaa estreitaa i
19, ditaa de aetim macio o de gorgurao muito su-
periores para duaa voltaa a 29, ditaa ealreitinhai
com liados alfioetes s 29, superior gorgurao pre-
to para colletea a 49 o corte, ricos enfeites pretos
a 69, e assim outras mailaa fszeodaa que sendo i
dinheiro vista, vendem-sa por pregoa muito b
ratos : na ra do Queimado n. 22, o* bam cohe-
tida loja da boa f.
Loja do Pavarua da Impera-
triz numero 60.
DE
GAM\ & SIIsVAl.
Grosdenaples do Pavao.
Vende-se grosdenaples preto muito incorpado
a 19600 o covado : na ra da Imperatriz n. GO,
loja de Gma Si Silva. _________"
Paletots do Pavao.
Vende-se pautla de panno preto fino a 69,
ditoa de fenry de cotes a 69, caigas de casemira
prata a 4350o : s na raa da Imperatrix n. 60, de
Gama & Silva.
Panninhos do Pavao.
Vende-se pegas de panninbo flnissimo com 10
varas a 68 : na ra da Imperatriz n. 60, loja de
Gama & Silva.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a -400 rs.
Vende-se esta nova fszenda de padroeadelica-
dissimos com 4 1|2 palmos de largura, propria
para vestidos de senhora a 400 rs. o covaao : na
ra da Imperatriz n. 60, loja o armazem do pa-
vo de Gama & Silva.
Cal e potassa,
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Puglo -lo casa Ou absixo asaigutdo u seu es-
cravo Ei.frasio, preto, idarte 35 annus, estura
baixi, e lim por signal uro pequeo lubioho ci-
ma oa sobrancelha, tem sido visto nesta cidada
pela rna D'reita, aterro dos Affogados, povoagao
deste nume, e pela Sule>:ade : quem o apprehen-
der leve-o a rus da Imperatriz n. 42, que serfi
bem recompensado.
Manoel Alves Guerra.
l'ugiu ue Ulioaa no mea pruximo posado
um escravo de nonie Domingos, de nagao, com
oa signa-es seguintes: boa altura, secco do eorpo,
olhos vesgos, falla muito submissa, principal-
menle quiedo est b>bado, o que de costume ;
levou camisa de algodo listrado de a2ul aberta
na (rente, chaii de palha velho : quem o pe-
gar leve-o ra de Sania Thereza em Olinda,
segundo sobrado, quo ser gratificado com gene-
rosidade.
Aviso.
Vendem-se tachaa de ferro citado do aator
maia acreditado : na ru* do B'um, armazem de
assucsr de Jos da Silva Loyo & C.
Admiracao.
Na ra do morim n. 43
vendem-se saccaacom cinco arrobaa de arroz pi-
lado da India, pelo barato preco de 39, a ellas
antes que seacabem.
Para noivas.
Carnauba.
Vende-se cera de carnauba de auperior quali-
dade : na raa da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Cambalas lisas.
Vendem-se pegas de carobraias lisaa muito fi-
nas, com 8 e meia varas cada pega a 39: na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Chitas escuras.
Vende-se chita franceza escara fazenda muilo
encorpada a 240 rs. o covado: na roa da Impe-
ratriz n. 60, loja e armazem do Pvo._______
Laas a 40U rs. o covado.
Vendem-se finissimas lazinhaa com os dese-
chos maia o>oderooa que tem vindo a este mer-
cado, pelo baratisaimo prego de 400 rs. o covado,
por haver grande porgao : na ra da Imperatriz
o. 60, loja do Pavo.
Sintos a I 600.
Vendem-se moderoissimos sintos de fita com
avallas esmaltadas, pelo baratissimo prego de
1S60; pa raa da lmperalriz p. 60, loja do
Pavao.
Botinas de selim braoco, ebegadas de novo, as-
sim como perfumaras daa mata finas que tem
vindo : na loja do vapor ra Nova n. 7.
No dia quarta-feira 23 do corrente mz fogio o
mulato de nome Francisco, com idade de 21 a 22
anuos, pouco mais ou minos, com os signaea se-
guiites: Rjroaao do corpo, altura regular, naris
afilado ecom pouca barba, eos ulhos vermelbos
e empapugados, levando vestido camisa de ris-
eediobo de. qaadroa azul e caiga de algodozinho
azul com dous remendos nos joelhos, chapeo da
maasa baixo j usado: pede-so as autoridades
policiaes que o appreheodan.' e levero-no ao ater-
ro da B'-a-Visla subrado o. 4, 2o andar, que ser
gratificado.
2001 de gratificado
a quem pegar o pardo Francisco, de 17 annoa
de idade, de bonita figura, com todos oa denles,
cab-llos carapinhos e ruivos, este pardo (oi do
Sr. Dr. Borges da Fonseca, o qual viajoa com a
mesmo aennor lodo o serto e suburbios desta
provincia, necessa:Uroente quando era seu es-
cravo, e talvez anda se inculque a servigo Jo
mesmo: que--' o pegar quia entrega lo a seu
legitimo dono na ra do liospirio o. 6.
Ignacio I.uiz de B'ito Tabnrda.
Vende-se urna escrava.
Vende-se urna mulata de 16 annos, poico mais
ou menos, bonita figura, aem deleito algum, e
tem muilo bons principios de cozer, eogommar
e coziohar : Irata-ae na ra do Queimado n. 46,
loja. ______ ______
(iiiDinia! gomla gomma!
a 2,200 a arroba.
Vende-ae no armazem de Prente Vanna &
C, ra di Cadeia n. 57.
Vende-so urna preta boa quitaodeira, lam-
bem se troca por outra que seja cosinheira e de
meia idade : na roa nova de Santa Rita n. 65.
Superior vinho do Collares
Esta ezcellenle pinga que tem sido apreciada
por todoa vende-ae em harria da quinto; aa ar-
mazem da na do Vigario n. 7.
firaliflcacao SOS. i
O abaixo assignado declara pelo presente an-
nuocio que em dala de 18 do mez de jolho cr-
reme, auseiitou-se de seu poder o seu escravo
de nome Francisco, que de ordinario conheci-
do por Francisco Pacheco, com os signaes seguin-
tes: aitura regular, corpo refurgado, rosto re-
dondo, olhos scastanhados, nariz chato, orMhss
pequeas, sem barba, bocea pequea, cabellos ca-
rapinhos ; levando em ai camisa branca de al-
godoiinho e caiga de panno azul da algodo, j
alguma cousa trapilha, cujo escravo natural da
GoLona, e julga se ou presume-se que elle re-
fugiou-se dentro deita mesma ctdade. ou em al-
gum dos arrabaldea da msn a, ou enro segairia
aeu destino para Guianoa, intilul.ndo se por for-
ro ou liberio.seguindu talvez para all por trra
ou em alguma barcaga; rutando so que ease es-
cravo asss ladino: porlanlo recomwends-a
a lodaa autondadea policiaes, espitaos de campo
e ao registro do porto, que a terem conbecimento
do dito escravo de o capturar e leva-lo a r-raga
da Boa-Vala n. 22, ou ento em aeu sitio no Cam-
po-Verde, que receberao a gratificago sappra,
sem perda de tempo.
Joaquim Ignacio Bibeiro Jnior.
-^


8

DIARIO M mtUMBOCO ta* TER^A flUU 29 01 ."JLHO DI 1861.
=
Litteratura
-

O vampiro do Vale da Graca.
i
(Continu*go.)
Seu calamento com a filha nica do Dr. Saio-
mao Kanali ia i -lU-ar-se, qoaudo precisamen-
te, em una cga obre ss margen do Danubio,
do catlellu do conde S'otck, (oi morto eo sahir
de urna mata por um mou ifm Ouviiia por um cabrito ruontez, cuja
abidatii espreilar*. Sua morte feriujo co'ragao
daquella que em poucos din ia ser sua esposa.
Paisou dodetesptro a resigoago e desta a urna
grande melancola que minara-Ihe a aaude. Ella
deunhara a olho* vinos, apetar dos cuidedos.que
recebla e de todos os relos curareis iorentoos
por seu pae, aabio medico, bem como chimisla,
para fazer desapparecer esta rpida cooaumpgo.
Oque haria de particular neste estado do Uo-
guie i, que elle tomava urna serenidade feliz a
txoporgo que emmagrecia mais Transfigura-
va-e ; aeus olhos tornaram-se mais rivo e bri-
lhantes ; suas faces abrazaram-e por momentos
.aob sua pallidez profunda, e ella Inclinara se
mudas veze* como para ouvir alguem que Ihe
fallara. Ao contrario de todos os doen perara a noite com urna impaciencia inquieta e
agitada.
Quando sen estado ebegou ao mais alio gru
de fraqueta, ella disse um da a aeu pae em urna
cooideocia mortiticaote e como retida ha mul-
to lempo, que ella desejava amito fazer-lhe urna
Conissao, e peJir-lhe uin favor. Auimada mu
afTiciuosaraeote a fallar, ella disse eulo ao Dr.
Saln, jo Kanaii.que depois da perda sempre pie-
aeute e dolorosa de llerraaan de Rsenla!, ella
via-o louai as noutes em sonbos e da maneira
(eguiole :
O fundo negro desou quarto abra se, e escla-
iecia-te por urna luz parda e vaporosa ; depois,
na exltemidade de un.a ra muito cumprida.des-
colria Hermana dirigindo-se vagarosamente para
ella. Caamihava tutu rumor at a beira do
leito, e ah afTastando is cortinas com
Silencio, inclina va-se para ella.
Anda que fosse bem feliz por toroa-lo a ver,
eolia uji terror mortal quanlo senta seus labios
aoore os della. Ora era nos bracos, ora nos pei-
cogo que ellas sa applicaraa. Consertsvam-se
tal hora a neole em um Urgir baju^JSBilo.. i o
Tioham-nos fisto, recoDheclo, e deMociado ;'r
desta vez i tlreram tempo de evadir-se. Fugl-
ram em ligeiros cavados e refugtaram-se na
Italia. Para o dovtor, habituado vida estu-
diosa e calma, urna aemvlhante mudanza era urna
rerolugo funesta em as vida.

Portante, no Qm de alguna annos de amar-
gura e desanimo incurarel, morreu em Zara,
seu pait natal. A sciencia perdeu um astro.
Fui sua fllha que elle deixou seos numerosos
manucripts, enlre outros aeu graade trotado da
ressurreigo, que conliiilii suiplementariamente
o da conservaran dos corpos pelo protesto acha-
do do celebre anatomista hollaudei Mr. Ruy.ch.
Um anno depols da ir.orte do doutor, fallecido
victima da aeu genio e dedicago palerml, sua
tilha para nao suecumbir sob o peso de tantas
pruva diversas, etilregou se a algumas distrac-
ges, a pedido de seus amigos. Cutre aquellas
aibor ttr Calvez al^'imiwWW^illW'
o-n que elle se achara. Ouviado dar onza
horas e meia, apo lerou-e de um tremor 19o ner-
voso, tao ubilo, que esteva quasl a deixarea-
hir sua carga antes de chegsr a barraca.
Daixe-me dar duai patarras sobra esta barraca
isolada na extremidade do jar Jim, encostada ao
muro da ra dos Charbormiers. Fdra dada a Ce
aar, ao tomarem-lhe a sala que elle occapsra pa-
ra augmentar o espago para os doentes que se
tornaram tao numerosos.
Digamos agora com que ntenga o doutor jul-
gra a proposito dispr delle quando exclamara :
a Eis meu negocio.
Este negocio era sua experiencia de embalss-
macao. Para realisa-la, nao se tratara somente
de procurar corpos, anda que isto apresentasse
tambem bastantes difliculiedes ; porem tamben)
e especialmente embarazar que se recommendas
que ella creou, hara urna, cines conseqoencias' em por urna evidencia qualquer na cidade, am
0 in-.'sxo
F.' um sonlio como outro qualquer ; procu-
rar-lhe um sentido seria loucura, urna loucun
que se deveria expedir do espirito, accresceotou
elj, porque a arrastaria a crer-se, como sua
mae, rictiaia s domiOJQo implacarel de um
vampiro ; e eles sonhos nao raliam nada.
Nao parlilhando inteiramante a opoio de seu
pao, que ella estara someote sob o imperio de
um sonrio, a futura me de Marlba p:osguiu sua
c.'iiliijjo, e continuando-a em roz baixa, ass.n
como havia coinega-io, ainda que nao tiresse hi
Dingaem para ouvi-la; fez couhecer Saiomao
kaoali o favor quo ella esperara de sua tema
a*eic.o. J que suas luzes, dina ella, o liuham
levado a communicar urna segunda existencia
ajuelles qua a tinham perdilo, devia ser-lhe
tnuito mais fcil d-la alguem que a nao li-
vesse perdido de todo, assim como Hermana.
Esto mancebo nao a tinha perdido de todo, tai-
vez, pois que viona todas as noules, e retirava se
ao cantar do gallo.
Ainda que amaste muito sua filha, o Dr. SjIo-
mao ficou penosamente alllicio sabeudo o genero
de serrigo que ella txigia delle. Foi somente por
milagre que elle escapou sos rigores da juslics,
por ler teotado operar a resurreigo do litjautc
assassioado. Expor-se noramenlo oaJa o
salraria mais, se fosse preso,
Entretanto a ternura paternll afastou-lhe os
recelos ; empenhou-se a recorrer aoa mais rio-
leotos e temerarios esforgos da seteocia para sa-
tisfazer o desejo de sua ilba.
Seus trabalhos comegaram immediatamente
sua filha esperou. Antes de tuio, eta-lba preciso
asaegurar se do estado de conaerragio am que
eslava seu anligo discpulo no momento qu Ihe
tinham elevado seus carneradas. Foi escolhida a
floule para esta prelimiuar inspeegao.
TenJo sahido muito tarde e s, o Dr. Siloroo
Kanali chegou.no fim de alguna quarlos de hora
de caminho, ao lugar desejado. Nenhum espio
o seguir. Arraocou, com o auxilio de um cano
fie ferro, urna das laminas de marmore que for-
maran! a base do monumento, e desceu mullos
degrus. Quando ebegou ao ultimo, accendeu
urna rea : a abobada eaclareeeu-se. Qual nao
o seu espanto I O tmulo estara rasio 1 inteira-
ixeotc rasio I
CAPITULO V.
Amelle que o habitara partir; ah s haria o
ramo bento que elle linha entre as suas maos
ciuzadas, assim o pensaram para sempre. E to-
dava foi neste lugar que depoxeram madama
Rosenthal. eu mesmo o vi deporem ; disse o
Dr. Sdlomo Kanali com urna sorprea tal que
de qua algxein, tornando a vdr as feigdes da pes
sda trazida em apparencia a rida e a belless, ex-
clamasse : 7' tile I ou tlla\ isto miravilho-
so um prodigio I Elle nos torri 1 Ella vas
fallar-nos 1 A fama, a celebridade, s fortuna,
eslaram iaf>llirelmente nisto, porque ainda urna
rez, al entao, as pretendidas embalsamagoas,
dizia Kanali e mailos outros com ella, nao eram
mais que urna ridicula mascarada am proreito do
acaj e do bano. Os marcioeiros st tinham O
direito de garantir a semelbangs.
Continuemos: um destes corpos excedentes no
genero desta eridencia indispensarel, urna vex
encontrado, havia anda que asstgurar-se de um
lugar onde ae flzesse a experiencia sem fue se
fosse visto por alguem ; era esta urna coadigao
da mais alta impoitaocia, era a primeira eondi-
gao. Ut mdicos e os administradores alo se
prestara de boa ronlade as trmeridales dos in-
novadores. Porem que lagar escolher para fszer
com linm resultado a operago em que pensara
ha tantos annos, e que finalmente ia tentar o dou-
tor Kanali? Nao era fcil ler na casa o terreno,
c^espago, isolamento, proprios para a operagao.
Kanali pensou na barraca de Cesar.
Poderia-mos dar agora o todo desta operagao
capital, porem nao indicar exactamente os direr-
I sos elementos chimicos que entraram na sabia
composigo emprvgada pelo doutor depois do seu
Ilustre sogro, Suppe-se que Ruysch, cujo se-
gredo. Kanali possuia, fazia entrar nesta compo-
sigo e as proporgOes estritamente calculadas a
rnyrre, o aloe, o cardamoao, o alecrim, o bel-
joim, a casca iuterior da. ooz moscada, a impera-
toria, a tacamaca, o etcordio. o ourego ; porem
Silomio Kanali, mergulhara estas produeges, a
a" da embilsama'caVpreeends- a"ior Parle orientaea, em um liquido que oo era
; o espirito de vi"ho nem o da borrs da cerada co-
mo o anatomista hollandez, para engaar a pos-
> leridade, indicou em sua memoria a Pedro o
I Grande. En outro liquido, aquella que Htiysch
I oo consentir em revelar. Fabncius Kanali, o
I genro do grande Kanali, conhecia e guardava-o
I debaixo de tres sigillos impeoetraveit, e dispu-
'. nha-sa a fszer uzo delle nesta mesma noute,
' ooule cheia de sustos febris e u'aocieladea sem
uome para Cesar Casanova. Se nao divulgamos
I aqui o segredo de Kanali, diramos p 'lo menos o
j resultado quo elle esperava cora urna certeza ga-
rantida por multas probabilidades ja obtidas.
foram muito imprevistas. Urca companhia de
actores fraocezes, expedida de cidade em cidade
pela sus ir,a estrada, riera & Zara dar algumas
rspresenlagoes. Ah, como em todas as parles
s alcaagaram miserias.
Commovidas com a sorte destes infelizes as
senhoras da cidade, abriram em seu favor urna
subscriugo, e a frente desls boa obra pozeram,
para dingi-la, a filha do defunto Dr. K-.oali.
Nesti occasio, ella (omou conhecimento com o
director da companbia.
Este director, tambem comedante, era am
mancebo iolelligeule. Chamaram-o Beleville, se
todava era este seu rerdadeiro nome. Talvez
que elle tivesse rxpreseolado era Bellerille, la-
gar prximo de Pars, e d'ahi viesse a origem de
seu nome lopographico.
BeUevilla e midemoiselle Kanali conheceram-
se pois. Veudo se mullas vezes seutiram-se dis-1
poslos a amar-se.
Um da, elle ousou propor-se para marido,
oao foi julgado muito atrevido. A filha do dou-
tor, que era lirre, acceitou, coosenliu em tor-
nar-se mulher do comediante com a condigo
expressa que elle touiaria o nome de Kioali,
homenagem aue ella julgou derer memoria
de seu paa o idustre Salomo Kanali. Fez-se o
casamento.
elles Irataram.
Ihe a manos problemtica, estudou a a fundo
Ficou conrencido quo nisto estara a sua fortuna,
ou antes o accrescimo infinito da sua fortuna ;
porque elle entrara em posse de rendas consi-
derareis desposando a lillia do clebre cbi-
mista.
----------!""-*------'----------------------!---------"----
muro do jardim do lado da ras Chrt>onniers
escalado ; eo* mais oussdos entram ahi. Goia*
dos pelas chammas, chegam a barraca de Cesar
qaa espectculo I sua raiva oo tem limites; elles
descobriratn ao meiodo fogo o corpo de urna jo-
meio calcinado ; o corpo de urna jovea que

veo,
elles recoaheciao ; o amor, a raga, alegra e l*e-
licidade do aaburDio Colomba Vale da Graca
devorada pelas chammas, e elles que nem ao me-
os a julgsram doeole I
Elles querem at.assiour Cesar e o doutor Ks-
oali ; queima-los sobre esta fogueira a qual Ihei
impossirel dar urna sigaifiesgo qualquer, a
nao ser a de um abomioaral crime.
S destes odios em omparigSo dos quaes o,
ovio* de redo dos bomos sao amor. Parm to-
das estas incestante* vigilancias contra o amor
de Cesar 6 de Martha, longo de diminui-lo, s
trvirsm de exaltt-lo at o delirio. Tomado pi-
ra ambos o nico alimeoto de seus peosamentos,
a chamma ioextinguirel de seu cerebro, sea ni-
co motivo de ver, tornara-os ioespazes de oulra
quilquer que nao amarem-se. Nao havia no
mundo senao elles e o seu amor : sublime egos-
mo, santa loacura, que s tftm a possibilidade
de compreheoder aquellos que atraressaram urna
Fellsmenle para estes dous personagens lio vez na vida este inferno de felicidades,
prximos a irem para a fogaeira.a* pettoas da casa
Mullos annos depoit do seu casamento com
ella, detoito annos pouco mais ou menos, a epi-
demia indiana apparenera pela tere.ira rez na
Europa, estara-se ento em 1819, ella cuidou
seriamente em desfructar o admirarel processo
da cooterrago dos corpos creados por aeu
sogro.
De tolas as embalsamiges, as mais comple-
Lvilou somente com grande cuidado pd-lo em tas, segundo a opinio de Kaoali, era a que se
pralica na Hungra, onde tema ler a sorte de chama, nos tratados especiaet, a embalsamado
Saiomao Kanali, ou na liado, onde era tambem 'da mumia das areias, quero dizer a cooservaco
que oblem as areias ao deserto, cooservaco de-
vida a sequido com que estas areiaa previlegia-
daa traspassam o corpo ; acrescente a etla se-
quido dada pelo sol, o brilho do colorido que
se acha, e lera conquistado de urna vez a ter-
nidade da durago e a eternidade da mocidade e
da belleza.
as regioes d'Africa sitaadas alm
; diz o padre Kincher, ha um desorto de are:
jos momes immensos apparecem em u
sonta sem limites similhantes as vagas do
Agitadas pelos ventos, estas areias p
to horriveis tempestades, que aubmerf'
seus enormes momes, os viajantes, os
de carga a* mercadorias.
Os corpos astim sepultados to desecado} de-
pois de muitos annos pelo ardor dot) raiuafdo sol
e pela virtude detta aris rdante. Datmcaot-ae
a punto de tornar-se to leves como se fospem pa-
lhas, T
Porm o que diz ainda o padre Kincbe que
os cornos assim calcinados tornam se uegrj; co-
mo Ethiopios, desvaotagam que deslroe tcaos s
beneficios da dessocago.
O lado novo e admiravel da sublime d|scober-
ts de Saiomao Kaoali, est pois nisto, que se ob-
lem por ella a incorroptitillidade produzlda pelo
sol e pela areia do deserto combinadas sem alte-
rar o tecido, e dando-lbe ao contrario sua alrura
e colorido primitivo.
Eis agora a admiravel face desta detcoberta.
Comprehende ae que, nao tendo os seculos futu-
ros e o sol da frica a aua drtposigo, seria pre-
ciso que o inventor subtliiuisse por meios chi-
micos.
pengoso.
Tola a liberdade ama a Fraoga. Elle veiu
pois Pars em 1811), poca da reapparigo do
flagelo asitico nesta capital, e foi, assim como
dissemos no piiocipio deila historia, habitar no
Valle da Grnga com sua mulher o saa filhs a jo-
ven Marlba Kinali.
Tambem dissemos de que maners franca e
dis tela ella foi recebido entre nos, gragas s
cartas de recommendago da Austria, obtidas
sera duvida neohuma pelo crdito de sua mu-
lher. Foi tratado como irmo, mereca este fa-
vor ; porque durante quasi viute annos que elle
obtuve na Dalmacia, Italia e Austria, applicra-
se a estuJar a medicina e asscieucias serias que
tee dliem respeilo, sem perder todava no poli-
Iheoto dettes trabalhot to destnelos, nem a jo-
vialldade, nem a philosophcia,negligencia de sua
primeira protisso de comedante, que amana in-
tegralmente no interior bm que nao ficasse li-
songeiado quando Ihe fallaran) della sem al-
guma precaugo, pelo respeilo e graridade de
sua poiigao nova.
Kanali, que contara muito como acabamos de
explicar com as bellas ranlageos que elle preria
derer tirar das embalsamages e dos remoga-
mentos posthumos, s entrara no Vale da Grag
com o fim oceulto, porm nico, de fuer expe
rieocias sobre os corpos alterados pelo flagollo
derastador.
Ioslallado em seu aposento, occapara-se cons-
tantemente do seu projeelo. Era-lhe preciso
um auxilio iotelligente, especial, discreto, zelo-
so, dedicado, que pertenceise ao alabelecimeu
lo e sobreludo qoe Ihe procuraste corpos, e os
potesse ao alcance de suas experiencias, Cesar
Casanova pareceu-lhe maravilbosamente proprio
para esle fim. AUiahiu-o pouco a pouco a sua
casa, aoioiou cuas atsiduidadas para com sua fi-
lha, a quando eslava ceilo de t lo seguro pelo
chegam em seu soccorro. Vem a guarda de ser-
vigo. Finalmente Ucam salvos. Disse a mulu-
do que o fogo tamou por um accidente a barra-
ca do interno Cesar Casanova emquanlo elle es-
tara oceupado em estudsr o carcter da epidemia
reinante sobre o corpo de Colomba, mortaja ha
algumas horas.
Esta retlrou-se murmurando ; porm tivera lu-
gar ama graade emogo. Foi recommendado e
obaervado o mais profundo silencio sobre o acou-
teclmento.
No da seguale o interno Casar foi despedido,
rt)gou-se ao doutor Kaaali que procurasse ou-
tro alojameolo.
Nao tenbo mais a cootar agora o que ootros
me disseram. M. Moral quera falla, porm
aquillo de que fui leslemuaha.
Preseociei a principio a sombra melancola
qua mademeisells Marlha aoffria, Iristesa univer-
sal de que direi a cauta, ainda queso a confia-
ceaso algum tempo depois da inttallaco da fa-
milia.
M. Kanali, que s admittira em sua tamiari-
dade a Cesar, que s o sutorisara a ler esperan-
gat de genro ; porque Italia neceatidade delle,
como de um auxilio intelligeme. de um camplice
dedicado, oo quiz mais ouvir fallar della depois
do deplorarel successo da barraca. Como s ai-
tribulu a Cesar tuuo o que Ihe acontecer de fu
nesto nesta memorare! noute, o incendio, ain-
raso das pessoas do suburbio, saa sahida do Val*
da Carga, emiiui a ruina completa de saa tenta-
tiva to parto de ser una victoria, aflastou-o de
sua casa, tomou-lhe odio, arerso, prohibiu a
sua mulher e a sua filha, nao s continuar a re-
cebe-I, porm al pronunciar seu nomo. So-
mante os ambiciosos sabeu crear estas antipa-
tbias, estes odios selragens para com aquelles
que Ihe derribsram seu cirro, oo importa como.
Martha resigaou-se alim de detxar pasttr a tem-
pestado ; purm jurou nao esquecer seu amor.
A ilaliaui rdante tomou em prestada a firmeza
da allema, o o espirito da franceza, para triam-
phar da mi fortuoa.
Quanlo a madama Kaoali, ella considerou se
nao devia agradecer a Deas, o ter afastado para
sempre de sua casa s esle mancebo ; ella suppu-
nhs que era pira sempre. Nao podendo vencer
nunca o terror que senta com a prasenga deCssar
cortamente abo recido a seus olhos por ama se-
melhanga deag'ragada com algum ente profunda-
mente antipiihico, riu-o- partir com prazer, com
prazar para ella, e petsrparasua filha, ainda qae
este pozar fosse anda relatiro; porque ella baria
dito multas rozes em suas orages.qae no da em
que Marlha desposasse Caaaoova, se fosse sua
sorte, desposa-lo ; ella|morreria no mesmo ios-
taote de dor.
Nao tardaremos a saber qual era o motiro de'"
ta iorenclvel repulso de madama Kanali por
Cesar Ctsanora, cuja intelligencia, no entretanto
ella oo negsva, nem a graude bonesiidade, sci
enca bem adquirida, sem fallar em outras ran-
tageas que alia tambem nao negara urna bella fi-
gura, cheia do npbreza, estatura distincta, e en-
cantadoras maneiras.
Resta agora a dizer a sitoago da Cesar depois
da fatal desgrags da barraca deste naufragio de
tantas esperanzas. A situago nao era boa. Foi
to francamente dtspedido pelo doator no dia se-
guinte ao era que ealireram juntos oro Vale da
Graca, (jue nao tere animo, por mais forte que
fosse seu amor, de apresenlar-se ora mente em
cata da familia Kaoali.
Foi ama destas despedidas, depois das q-uaai
oo hs mais esperanza, excepto lodaris para es
amantes exaltados, para os ie-res supremos da
grandes paixes ; e talvez tambem para os Cesa-
res Caaaoova.
Em todo o caso, eis explicada 'perfeitamenie o
motivo da prudencia pelo qual M. e madama Ka-
nali, movidos por differentea recelos, ioforms-
ram-se de mim com tanlo cuidado, oos primeiros
das de saa iastallaco, da hora era que se fecha-
rais noute as portas do hospital, da altura do
muros, etc., etc. ....
Aqu se spresenta n ala ral me ni* a grande coo-
tinaago de difflculdades, obstculos e perlgos
que Martha e Cesar encontraram quao4o procu-
raran! communicar suassenssgoes.
Cessr procurou escrever Martha; snas cartas
foram levsdss ao pse e me, cuja desconflanga
augmenlou. Experimenlou paasar por cima dos
muros do jardim, fot sorprendido pelos guardas ;
expoz-se ser preso porlsdro ; renunciou i es-
tes meios. Em meio algum elle foi bem succe-
dido ; e isto, looge da diminuir o amor dos dous
jovens, augmentava-o.
V se ave este soao cansos: deeepedes Ca-
lar : Martha trouxe o desanimo, urna especie
de idiotismo pensador, do qaal se tem mais de
um exemplo entre as oreos atormentadas, como
ella, em suas mais ternas inclinagoet. Mademoi-
sella Kanali encerrou-se no interior de sea amor
como em um claustro; e d'ahi s olhou oir o
mundo com indifferenga. Sua'pallidez aagmenta-
ra cada vez maia. Martha nao foi mais que urna
sombra sobre a trra.
Ante* de dizer por qaa meio, "do qual intel-
ramente impossirel fazer-se urna idea, Casaoora
introduziu-se afiosl no hospital, resta-me a dizer
a conducs pessoal do Dr. Ktnali, depois que es-
tar comnosco. O doutor nao tinha de modo oe-
nhum abandonado seu projeelo de embalsama-
gao, apezar do que succedra no Valle da Gragt.
S viera para o nosso hospital com o uoieo fim
de tomar urna desforra triumphante. O leitor
nao conservar alguma durda a esta respeilo,
quando otirer cooduzido mais tarde um certo
estabelecimeoto qoe eu mesmo iadiquei so Dr.
Kiaali, por estar j aborrecido de ouri-lo sempre
dirigir-me esta perguota : Sr. Morel, ssbe di-
zer me onde se reunem os coreiros Pergunla
que elle ma fez logo na nossa primeira eonrer-
sago.
Elle haria-os substituido. Fazia passar os cor-
pos em urna rpida correnta de chamas. Nao
era urna lala combusto, porm um simples fo-
I go, rpido, brilhanie, que abrindo os poros per-
eguslara ao mais Urrirel mado. A que allrtbuir! mor que Marlha Ihe hara inspirado, julgou o rotlt a 8ubjtancia creada pelo Dr. Kauali. en-
seraelhanle phenomeno? Pensativo, e com as
feiges alteradas, entrou em tua casa, e pela j
man hila apressou-se a contar ludo sua 11 ha.
Esta apoderou-se por um instante da metma ad-
ruirago ; poim eslimando antes crer que seu
pae so haria engaado do que admillir que o
sea Hermn nao repouzaste a algumas leguas de
distancia della ; indo ainda mais longe, suppon-
do qua sea pae, com receio de oo sa coaipro-
meller de noro com os magistrados, serrra-ae
do prslexlo que dra para nao emprehender seu
trabadlo, fiugiu acreditar sua historia, ou antes,
segundo ella o pensara, seu romance, e foi pes-
tualnjcnte pela manha ao lugar aonde repou-
zava d cernele o seu Herrafn.
Ahi eds procurou a pedra que seu pae Ihe
diiscra ler arrancado, certa deque nao a sena-
ria
Esta pedra fra arrancada d'entre at outras.
Ella desee corajosamente ot degros. Ei-la no
tmulo. Observa. seu charo Kermaon nao mu-
dara de lagar. Suas bella* mos sempre craza-
das sobre o peito, e entre ellas o ramo beato que
ella ahi mandara por. bariam tres mezes, quan-
do a levaran) para esle tmulo.
Dapois de urna fervorosa orago, levantoa-se,
dirigiu-se para a casa onde disse a seu pae, com
amargo descontenlameoto de um corago ferido
por urna mentira, que elle a hara engaado.
Mr. RosenlhaloSo se morera do seu lugar. Ella
acabara de r-lo.
Conreneido de ter camprido saa promesta para
com sua filha, ain la que Ihe Uresis cuatadu
muito aos seut escrpulos, o que Iha confessou
sera hesitago, M. Kioali jurou sobre o Evange-
Ibo que nao a tinha engaado, e para prora de
sua rerdade offereceu-lbe para que voltassera
juntos na seguinle noute. Alm disso, ella deso-
jara mostrar i sua filha que nao errara na sua
expedigo. Esta acceitou. Sahiram noule da
cidada, gaoharam o campo, echogaram em silen-
cio ao lugar desigaado.
Antes de descer, Mr. Kanali accendeu urna
locha, couta que oo fizera da primtira vez. po-
rm que fez oeste dia com receio que su* filhs
Dio escorregasse pelos degros, e ambos entra-
ram depois aa abobada. Nao se demoraran) ahi
muito tempo.
Poucos insiaotes depois, o paa o a filha appa-
receram, porm paludos, trmulo*, e assuslados,
como se fossem lambam habitantes detta mora-
da subterrnea d'onde fugiam. Porque aeria eit*
terror ? Porque?.... O tmulo estava rasio l
Seu duplo medo explica-se por si mesmo, te
eguiram os aconlecimento* que precederam a
este.
Um hornera apparecia todas si nonios filha
do Dr. Kanali; este nao o acha durante a nou-
te em seu tmulo, e esta acha-o ahi durante o
dia, na seguate nem um nem outro o eocon-
tram ; entao elles nao duvidam mais. Hermano
tambora um vampiro, um vampiro como Bem-
Slromboll ; 6 o mesmo vampiro que se encar-
riles os filha, assim como eocarnigava-se ua
me rinle annos antes, e que era lagar de ler as
mos geladia tiaha boje ot labio*.
Para cumulo de infelizes cootrariedade* o ca-
rao da tocha acceza pelo Dr. Kaaali attrahta a
atteoco e Irania iui presenta e a de sua filha
momeuto farorarel para faze-lo leu cmplice
aasociando-o, bem entend Jo a sua gloria e for-
tuoa.
Depois da viagem inspensavel que acabamos
do fazer com o leitor atrarez do passado de nos-
sas personageos, eis-oos rollados ao ponto de
onde uos linhamos afastado, quero dizer a entre-
vista marcada pelo Dr. K junto ao leito de Colomba Vale da Graga, ful-
minada em algumas horas pela epidemia. Elles
deriam,te ss lembram,encootrar-se as oote
horas junto a esle leito.
Ahi eocootraram-ae, com effelo, a hora iodi-
cada, que ara a mai* cooreaieole para o nego-
cio maditado ha multo pelo doutor. '
Iam e rioham as salas; os mdicos, os in-
ternos e os externos, as peasoas de serrigo cru-
zaram-se em todo os sentidos alim de servirem
a todos, e apenas bastavam para as formtdsveis
exigencia* dette momento, momento difikil em
que o* d -lentas de fra corriam em raassa e em
deaordem a lomar o lagar anda quenle daquel-
les que nao existism mais, a que itm levar estas
grandes carrogas em que j Ihe falle'.
A algumas palavras ditas em voz baixa pelo
che-Ios e colorir ss veas, e todo o tecido muscu-
zo, recurso da colorago humana. Esta operagao
resuma-se e concentrava-se nella, coaia admi-
rarel 1 como o tempo, o calor, o ol de aaito*
secutse evolagde*.
Chegados a barraca, onda o doutor prepirra
ludo para e experiencia, elle eCesar ahi entraram.
Kanali fecbou a porta, as janellas, e tirou as cor-
tinas.
CAPITULO VI
Codocou depols Coloraba sobro urna larga fo-
lha de metal burnioo perladamente horisoolsl.
Depois o doulor foi buscar a um canto um vaso
de cobre, cheio da composigo espacial, e espa-
Ihoii sobre a fronte, paito, bragos, pernas de
Colomba, que j ettava prela como um carro
pelo effeito bem conhecido da deiorganisago que
rem osiantaneamente depois da infernal moles-
lia de qua morrera. Depois de ter entregado a
Cesar este vaso de cobre, oceupou-se am untar o
corpo da joven com esle liquido, e quando aca-
bou, accendem a extremidade dos ps e o alto
da froote, alim de que encootraudo-se estas deas
chammas envolvessem todo o corpo.
Immedlatamente o incendio leve lugar ms con-
doutor ao ourido de Ceiar, este enrolou rpida- d 0 pre?isla.( e iogo Colomba com tua moci-
mente em seus leoge o corpo delicado e bello | uade,felges, seu sorriso trauco e ingenuo, ppa-
deCilomba e o pozsobre os hombros. Nmguem
oas sallas prestou altengao a isto; e se o nota-
rara; nao adrinharam nunca o fim com que se
executar.
Precedido do doator, Cesar que nao tinhs ain-
da idea alguma precisa do projecto ao qual Ka-
nali associava-o. desceu em silencio o* degrus
entra a aala em que auara codocado Columba,
a o jardim, e, com a metma discripgo, prose-
seguirara tua nocturna expedigo por entre as
planlagoet e sobre a areia muda daa allas.
A ums certa distancia, Cesar rendo com es-
panto a direcgo que lomara o doutor, parou, e
voltando-se para elle, dtsse-lhe :
Porem, doutor, dir-se-hia que vamos para
a mioha barraca.
Sem duvida, pan ah que ramos.
E para que?...
Sabe-lo-h* em pouco, continu a andar.
Porem..
Continu a andar, disse n doutor cow o tom
de um hornera qie nao lem lempo de entregar-
se as objecgdes.
Cesar Casaoora continuou a andar atraz do
doutor; porem experimentara urna anciedade
que nao o deixsra, sentindo tremer sobre seus
hombros o corpo gentil da joren Colomba, Co-
lomba seu prmeiro amor, amor substituido sem
durda, porem ioexlinguido, amor roseo sppare-
cido por um instante, no cu lio montono e
sombro de seus primeiros das de ettudaote nes-
le quarteiro de S. Jicques, quarteiro de mise-
ria, scieocia, resigaago e amor. O suor aljo-
frava-lhe a froote como se camiohasse ao sol; a
noule, verdade que estava rlente como *e
fosse meio dia; accresceate aislo a ioquietago,
o vago, e o detconhecido de urna semelhaole si-
tuago no meio do silencio ; iccretceote indi o
receu no deslumbramento desta claridada mgica.
Era um perfeilo bom exilo. Ella produzira as
consequencias soohadas com tanto ergulho pelo
doutor, por que no dia aeguiate ta ser teilemu-
nhada por todo o quarteiro, a vista de Colomba,
resuseilada em mocidade e belleza, e a villora do
doator Kaoali sobre o nada.
Citar coraprometteu tudo. Atsustado com o
etpeciaculo que linha diante de ai, commorido
tambem, sem duvida por tornar a ver esta joven,
quasi rira, elle qua acabara de traze-la a asta
barraca em um estado horrivel, perdeu a cibega,
perturbou-se, e em um morimeoto nervoso que
nao Ihe foi possivel reprimir, aproximou o liqui-
do que tinha em sua mo direita, trmula, um
liquido mais tmflammsvel que i plvora, da
lampada que (razia oa mo esquerda a todo na
barraca iocendiou-te. Nunca incendio mais vio-
lento brilbou em um espago mai* limitado. A
barraca untada de gaz al o teclo, crepilou, ra-
chou-sa, o tecto foi levado pelo* aras, em quanto
urna parle daa paredes abatia-sa com o raido de
urna detonago a de urna mina que aeabraaa e
pule. Este incendio foi seguido de um* logu*
de fogo larga e cootaua qua subiu paralelamen-
te a capula do Vale da Graga ; e allumiou-lbe as
menores parles archilecluraes a risla de todaa as
pessoas do arrabalde, fcilmente despertadas por
extraordinario ruido.
Disse que a paixlo de mademoisella Marth
nao deixaria de reforgar-*e de multa astucia, nao
sei se adcanlando em descraver este carcter,
psrlijularisei muito sos oova situaco moral.
Qual ser a joven que se nao toma atleta desde
o momento qu* apoderada pelo amor? Tor-
na-so astuta porque ba perigo, e ha perigo
quando ha ioimigo. Contra todo o amor eteva-ie
um ioimigo. Este ioimigo -ou a familia, ou a
soeledade, ou o universo tntelro. lmpenetravel
enigma 1 Faz-se do casamento urna necessidade,
a mal* obrigatoria de todaa da vida de ama mu-
lher. Quantas razos apparecem para impedi-lo I
lirada*, ora da desproporca daa edades, ora da
desegasMade das fortunas, ora da differenga das
familias. Admir*m-se de ver taas reinas por |
aaarem, o que me admira ver taolts joveos
que so easam, quando pens que oo ba dua*
boceas para dizerem aim dlaole do sacerdote, e
que ha aniares e milhares que nao lm outro
desejo que dizer sempre s Nao, nao eno.
Cbegado a este ponto no caminho que Ihe
tragado, a historia da familia Kaoali encootra
eai personagens nastoguiate* ditpoiige* :
Madama Kaoali acreditava mais qae nunca nos
vampiro*, o que Um podido ver pelas pergun-
tas que me diriga desde a sua ehagada ao hos-
pital. E esta reflexo foi feita por ella diaote de
seu marido, pela iotengo deste ultimo: nao se
de ce temer s os tadroes, mostra sufScieotemente
a preoctupago constante da sua crenga terrivel
nestas creagoes viadas d'alm do tmulo.
Esta mesma crenga explica-nos o espanto ge-
ral de que ella fra invadida pela presenga de
Cesar C brie que elle tiaba, como o vampiro Bem Strom-
bold, aquello com quem aua me eativera para
casar, um signsl vermalho no canto da bocea. So-
mente havia urna differenga, que Bem Slrombold
nanea dava a mao direita, e Ceaar nunca a recu-
sava. Nao importal Madama Kanalia>por cania
dedo lignal vermelho, vira com terror Ceaar
aproximar-so de sua filha e ser imado por ella ;
ella julgava que Marth* seria victima dea ler-
ceira apptrigo do mesmo vampiro, j experi-
mentada duas vezea em su* familia, e que a po-
bre Muida morrena desta obsesso pela mesma
razo de que saa av, e ella sua me, hiviam-
lhe escapado. Martha nao teria a mesma felici-
dad*. Era precito absolutamente um* victima
para este maldito ; Marlha oderecia todos os *ig-
naes da predilecgo funesta. O vampiro sem-
pre precedido da languidez, e a de Martha era
por todos conhecida, acompanha-a a consumpgo
a esta attallava Marlha aem piedade, elle roda-
se de urna aurola de pedidas cores, e a pallidez
cobria o rosto da joven. Portanto ella perteocer-
Ihe-hia 1 Accrescentae anda que madama Ka-
nali s prestara grande attengo s janellas da
nosia grande gsleria de doentes, porque os
Yoltemoi aos amores de Martha e de Cesar.
A melancola de Martha tornou se bem de-
pressa, por um effeito frequ-entemete obtervado
entre asjoveni que soffrem do amor contrariado,
em aras excaasiva piedade ; maderaoisella Ka-
nali nao ficoa s nesta eiagerago, qua a fazia
passar noules inleiras em orago e commuDgar
todo o stbbados : ella quiz *er religiosa, e pa-
ra aaotaftctr tea noviciado, que paria partilhaos
como a*irmas de S. Viceute de Paula, a missr,
de cuidar dos doentes. Saa me assusiada gritou,
au pserevoltoa-se cora esta idea. Que signifi-
eava urna semelhant detsrminago t Seria etle
o destina, a voca o de urna joren creada para o
muado, res, e celelebre por seu ar e por seu
pae ? Martha foi rnftesivel.
Ella deixar-ie-hi* morrer, le Do Hie permit-
iissem dedicar-*e inteirmente alvago do*
doeole*. Coa*elho* e s-uppcst foram inuteis.
Nad fez com que reouncissse esta resolugo,
retolago bem imprudente, dizia eu comigo, tes-
tamunba indirecta destas cootestage de fami-
'ia ; se eu estivesse no lugar de leu pae, nao
consentira em qua *lla> a tomaste ; porqa era
duvidoso que a rirtude de se fazer irm-a de ca-
ndado a livraae da morte, em quanto era quaii
cario que ella aeria victima de aua dedicago io-
do respirar junto ao leito dos doeates aoe-subtis
venenos da epidemia. J de dez irmas de cari-
dade que- rierem para tratar dos doentes, sete li-
nhira morrido, o no eatanto eram malheres ha-
bituada* t fadigas, vigilia, fortes contra toda*
a* repugnancias, e caja moral est ao abrigo do
medo, porque justamente ao perigo que ellas
desaliara, proenram e preferem ludo.
galh** dUco. os deates katlafl am npi.f afroi,
e elle tnarnirou:
Nao, eu nao qaero ficir aqui! Oh I korrirel
flear aqu; ettat peno*a parecen e*peclros,*a-
am-me medo;!d*qul h* pouco p*ret*rei esptjctro
como elles. Lerae-mel lerae-me I
Entretanto conseguirn) traoqUisa-io( ou ella
mesmo dominou-se, e quanlo estere um tanto
mais socegado, seus amigos pediram-me para tile
urna cmara a parte.
Precisamente,nao digo folumeuta,a pe*to*
que oceupara o gabinete collocado no m*io o
sala, peno da capada, o nico que estar vago,
nesta ooule, havia morrido, e riera para elle i
tarde ; porm morria-se lo dspressa neste tem-
po .. Demos esta sal* ao recem-cbegado, e seus
amigos o coofiaram a nosso* cuidados. Partirn
logo ; oo se desejara ficar muito tempo entre
ti oestes diss de pernicioso carcter: O trata-
meato ordinario ia coaiegar para seu protegido*
D*us tibe qusl seria esle traiamenlo Ilaam
taotos! Seria tratado com o fogo ou com o gel4?
O iaterno chamado para appcar-lbe os prima-
ros remedios declaro que el!s ao pistara *
noute, que todo o esforgo para satva-lo seria in-
til, o o que havia de melbor a fazer, a menos que
o nao quizeisem marterisi-lo por gasto, en coa*
descender com a ultima e suprema maatfestago,
qae era que urna irmaa de caridade viesse ca-
ldosamente par* sau lado recitar alguaas ora-
Se,.
Mademoisella Marlba aehava-e ahi por rcMS ;
ella ouviu a* patarras do medico e otleresiu-so
logo psra recitar a* oragoe*.
Aceloa-se logo, e mesmo porque nesta ocefew
ao oo hria irma alguma para diiptiUr-lha*
est* piadosa tarefa. Ellas eslara-m oceupadas com
errigos medicaes que as reclamavam lodas, por
que apezar de seu numero, zelo e dedeago es-
taram bem longe de serem corajosa e sublime niisso,
Mademoisella Martha entro no jatiner-a do
novo doeole. A entrada del* gabineii, collota-
da, atsim como o dissemos, no meio de grande
galera, estava encobarla por grandes cortina*1
brancas. Mademoisella Martha ahi ealrou e ficou
t com o doeote.
Hariam tres horss pouco mais ou menerqne
ella estara neste asylo de silencio e de piedosa
orago, eram duas hora* depois de meia oeste,
verei* que leoho ura motiro para precisar exta
momelo com exactldo,quando urna tempes3-
tads, ba muito lampo encoberla aob as nuveas*
gro**at e abafadiga, rebentou sobre Pars, e fe'
cabir na athmosphera, todos os horrores mete-
reologicos.
Tornou-se pois intil contrariar por mai* tem-
po a vonlade de Marthi, Uio deliberadameote de-
cidida a coosagrar-ie am um aeolimeoto religio-
so, a cuidar dos doentes. Foi abandonada s
mas toclioacoes. Desceu ai nossas saas, e co-
mc-goa seu servido piiatipiava em um momento
bem perigo so !
Desenvolvida pelos calores do mes da juoho, a
molestia tomou de repente um carcter dos mais
sinistrot. Yodamos aos triste* das du 1832.
J bem fraco pela situago poltica, o commer-
cio tornou-se intairameote nudo. Apenas s*
abriam as lojss, par* responder a* exigencias da
vida material, e fcbavam-se apenas anoatecia.
Ai noulee etam aiedoohai.
De longe em longe lanternas vermelnas iodi-
cavam as ambulancias onde s iam reclamar os
primeiros soccorros.
Desertas e silentiotas, as rtiss estavam aulea-
dts em todos os sentidos o sam inlerrupgo de
diversas Gleiras de padiolas; a para a meia nou-
le quando se suppunhtm ot habitantes adorme-
cidos, dormia-se pouco Desta poca, as carrua-
gens em cujo aso j fallamos proQtavam suas
medonhas sombras sobre as paredes ; carruageos
phanlasmas, coaduziodo phanUsmas.
Nunca esquecerei o offeito de i astroso desta
tempestada sobre nossos doeotes ; e eis porque
me serr de dala : um veneno, o acido prnssico
oo teria resultado! mait promptos, aea mais
terriveie sobre saa organisacao.
Cad* um extingis por sua voz, como amas
poucas de luzes que se apagassem com um ven-
to que por ella passasse horrsootalmeote. A agua
corra am catarata* sobre os vidros da janeUas,
reltmpigo* lvidos percerriam a sala de urna ex-
tremidade a eatra, e os trovoes eram successivos
Nanea vi nada similhaote em miaba vida.
Neste momento, vi chegsr no fim da sala-,, com
pasaos precipitados, o Dr. Kinsll e sua mulher
pfocuraado ao redor delle* com inquietado.
Procurivaco sua 11,ha.
Gbamei-os para meu lado.
Quenoulel diiie-me madama Kjaot, ng
noule I
Terrivel 1 im eohora, terrivel!
Onde est- minha filha l
All, respond eu designando o gedinete. en-
eoberto pelas cortints branca, all, orjndo junto
a um enfermo.
Isto ialoler*vel! di**oM. Kacali. con ten-
do a colera, bem que oeste momeoto alie podia
fallar o mais alio que quizesse ; a tempestada nao
havia diminuido, e o seu ruido domioira a toda*
os outros. Isto intolerarel I nao quero que Ua
fique mais oeste terrivel lugar. Arr>scar-se-Bia
a morrer em poucos minuto*. Arranquemos nos,
sa filha desta lugar envenenado.
Porm ella est em orago, disse ex com
voz moderada por causa de um instante s tre-
gua que acabava da produzir-se na tempestado...
Esteja ou nao em orages, oteado qae ella
deve sabir d'aqui, replicou o doutor dimiouLado
lambam a voz, como se procarasse conciliu iua
hbltos de medico com saa colera paternal..
Dirigiu-se depois para o gabioete, sua mulhat
acompsohou-o, e eu seguia-o*. O doutor. levan-
ta a cortina : que admirago I que aurpresa-l Mar-
tha nao orava ; suas duas mos, eslavam. entre
at do doente, qae me pareceu inflnitacaeate ce-
nos em perigo do que eu teria nunca imagiaatlo
depoi* do estado om que o vi sua c>egada.
Nao era nm moribundo e um anj&caridaso sju-
dando-o a passar desta vida para oulra toelhor *
porm doas amantas encantados al o xtasis pe-^
la alegra de se acharara juntos,. conSandiodo oa
impulsas de sai alma em urna mesma felicidad.
O ruido da tempettide impedindo-os de ver vas
nos approximara-mos, fez com
As rodas eram envolvida* em grossos pannos,
am de nao levar o medo al o interior das casa*,
preeauge* iaulei*. o medo ouve *esapre;elle
ouve quando nidaba, e netle lempo muita couta
havia.
Foi em urna deslailamentaveia noul**, impoi-
livei* de e*quecer-ae, e quando nossas tilas nao
tinham mais lugar para nioguem, que eu vi che-
gar am mancebo sustentado por dous de seus ami-
gos.
Seas olhos meio fechados, seu rosto inquieto,
o corpo curvado pelas contrages da dr, a reipi-
rago curta, e as palavras sem nexo, nao deixa-
vam davda alguma sobre o nome da molestia que
o accommettera.
este extraordinario ruido, e por esta immensa
claridade.e tanlo mais fcilmente, quanlo o povo
oests poca, 1849. estava promploa preoc- vampiros, e Isto tradigao reconhectda em sus
cupar-se cora tudo, a irrilar-se de ludo veobo in
teoge* bosiis no menor movimento. Atsuposicdes
chegaram a todo,osquatro ceios do vasto subur-
bio:Isto vera do Vale da Graga, murmurara-se
de ra em ra. o que se passa pois?O que se pas
sa, que se queimam os doentes, disse alguemque
linha j observado por cima do muro a crtera a-
brassda da barraca. Queimam-ae os doentes para
acabar mai* depressa com o embarago que elles
causam. Este rumor malvolo, mortal, mesqui-
nho se propaga, bem depressa,torua-se geral :
Queimam-se os doentes 1 queimam-se os doen-
tes. O grupo cholerico, junta-te ao grupo m*l-
mado, o iacuraral medo da Cesar pila epidemia, I axejo, torna-se en muUj.Do, em tempestada o
horrivel histoiia, s apparecem em grande nu-
mero as pocas de graodei epidemia* ; e infe-
lizmente estavamos em ama desta*pocis.
Eis, portanto, explicados os terrores e agonas
de madama kaoali por aua filha, quem ella
oo perda mais de vista. Marlha era seguida e
vigiada por ella sem tregoa nem piedade. E esta
vigilancia to tyrannica, naicida de am excesio
de amor maternal, nao exclua a de M. Kaoali,
caja clera contra Cesar estava longe de dlmi-
,auir. Era orn deites odios collosiaai de sabio,
CAPITULO Vil.
Todava, coma bem singular! e que eu fui tal-
vez o nico a notar, elle pareceu, entrando em
nosias salas, mais assuslado do quadro que sa
deseorolava a sua direita e a sua esquerda, do
que da sua propria situago.
Creio al que elle esqueceu o seu eslado, o qu*
nao succede de ordinario com doeole algum, pa-
ra entregar-se aimpressio de terror sobre huma-
no que ae spoderou delle. Seas labios loroaram-
se da repente roxos quasi pretos, seus olhos reti-
rar*m-te 10b a arcada sombria de saa paluda
fronte, teus cabellos irriQaram-ie, como e foisem

que ello*, aa
cooservsssem oa mesma. Assentada junU ao
leito. Marlha liaba a cabec leclinada sobre- o tra-
vesseiro onde repoosava adeCesar Casanova, pois
nao vos farei etperar maia tempo para dizer-voa
que era elle, qua ahi estava com M*>lha, e eis
como oraram juntwf Dereriam ter dito muitsa
pitarras de amor nesle triste espago de tres ao-
r*s qua durira esta entrevista aobra o matfflo
travetseiro.
Palvrs de amor! Que poder tem pois o amor
na primavera da vida para {azar este mancebo af-
frontar ama molestia que nioguem no mundo te-
ma tanto como elle I pan dar-lhe a forga raira-
culosa de passar urna noute em tal lugar, urna
noute que poderla ter sido a ultima, como' o ara
para tantos outros.
Nao 1 Nunca supporia tanta firmeza e animo
neste sentimenlo. Julgava somente a ambicio
capaz deila heroico deiprezo do perigo. Engana-
va-me.
Este perigo a qae eatavam expostos os dous
amantes, cuja occaaio elles mesmos tinham pre-
parado, porque Marth s qui/era tratar dos do-
entes psra aproiimar-se de Cesar, tornava-oa a
meus oaos mait ioleresaanle de que seria pos-
tivel explica-lo.
[Continuar-te-h.)
PERN.AMBUCO.-TYr, DE M. F. DE F. & PILHO.
MUTILADO

'-
/


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