Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09578


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Full Text

1110 XXXVIII. IDIERO171.

*


Plr tres mezas adiaitad, *t#H
Ptr tres meze vencidos 6$000
SiBBADO 26 SI J0LH0 DI KM.

Per un adiaitad ItfOOO
Parte fraace tan a niserlfter
HMW

MARIO DE PEMAIHBICO.
INCAHaSGADOS DA SUBSCR1PQAO DO NORTE
arahybs, o Sr. Antonio Alexandrioo de Li-
me ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Araeaty, o Sr. A. da Lomos Braga; Geari o Sr.
J. Jos da Ollveira; Maranho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigae; Para, HaooelPinhairo 4
C; Amaxonn, Sr. Jronymo da Coala.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Aiagoas.oSr. Claadino Faleo Diaa; Baha,
Sr. Jote Martina Alvt; Rio da Jaoairo, o Sr.
Joe Partir Mtrtint.
PARTIDAS DOS COB REOS.
aVHKMERIDKS DO MEZ DE JULHO.
Olioda todoa oa Jiaa t 9X boraa do dia.
Igaarasa, Goianna, a Parabyba nat segandas
a sextas-feiras.
S. Anto, Bezerroi, Bonita, Caruar, Altinho
a Garaohiios as targaa-feras.
Pao d'Alho, Nazarelb. Limoairo, Brejo, Pet-
qaeira, lngazeira. Florea, Villa-Bella, Boa-Viata,
Ouricary e Ei naiqua'tai-feirat.
Cabo, Serinhem, Rio JForraoto, Un, Barreirot PREAMAI DE HOJE.
Agua Preta, Pimenteiras a Natal qaiutat feiraa. Primairo aa 4 beras e 6 mnalos da manhi.
(Todoa oa correioa pariem a 10 boraa da manbaa,Segando as 3 horas e 54 minatot da tarde.
i Quarto artcente aa 8 boraa o 20 mnalos da
manha;
12 La cbeia aoi 2 mina toa da manha.
18 Quarto mingaante as2 horas e32 minuto* da
tarde.
26 Lu nova as6 horas a 21 minutos di man.
PARTIDA 00S VaPOHKS COSTKIROS.
Para a tul ate Alagte 5 e 20; para o norte
ale a Granja 14 e 29 de tada mea.
PARTIDA DOS OMIBU8.
Para o Recife: do pipueoi t 61|2, 7, 7 li*, 8
e.8 112 da m.; de Olinda s 8 da m. e 0 da l. de
Jaboatao s 6 112 da m.; de Caxangi a Varzta
t 7 da m.: de Iltmfica s 8 da m. f
Do Recite : para o pipueot s 3 1|2. 4, 4 Il4,
14 1|2, 5. 5 1|4, 5 1|2 e 6 da t. ; para Olinda s 7.
Ida o. e 8 1 [2 da t.; pera Jaboatao s 4 da t.; paral
o Caaang e Varzta t 4 1|2 da t.; para Btmea
las 4 di t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA tS DA CAPITAL.
Tribana) do ommereio : aegandas qaiolas.
Relago: largas aabbadoas 10 horas.
Ftzsnda: quintas a 10 horts.
Juizo do commerclo : segundas ao meio di.
Dito da erpboa: urgs sextas s 10 boraa.
PrimeiriTara do 1vi: tiren extase meio
dia.
Seganda vara do aira!: qaartate nbbados l
hora da tarda.
das da semana.
21 Segunda. S. Prxedes v.; S. Claudio i
22 Terga. S. Mara Magdaltna S. Mantw
23 Quarla. S. Apolinariob. ro. ; S. Liberta.
24 Quinta S Chriatina v.m.; S. Framieco Soleo.
25 Sexta. S. Thiago ap.; S. Chrialoto m.
26 Sibbado. S.. Symphrooio e Oiympioaaa.
27 Domingo. S. Aona Alai dt Mai'de Deas.
ASSIGNA-SE
ao Recite, em t livnrii da praca da I.
d9ncia oa.68, dos proprielarioa Miaoal
roa de Faria & Filho.
fMTE 0FF1C11L
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 23 de juana de
186.
Oflicio ao brigadeiro commanlaote das armas.
Transmuto por copia a V. Exc, para aeu co-
Qhecitnento e lira conveniente, o avito de 7 do
corrate, em que o Exm. Sr. ministro da guerra
declara, nao s que o commandante do legundo
batalho de intratara protele a segando as or-
dene em vigor effeetumdo somante ai baixat do
msico Joaquim Jos Barbosa e do soldado Ray-
mundo dos Pasaos, e nao das outraa qualro pra-
vas, como fui determinado na ordem do dia na-
mero 313, visto lerem-se engajado tres das ditas
pravas, e echar se a outra cumpriodo aeoteoga,
como que te observe qualle commandante que
ai reteridas pracas, que nao poderam ser escusas,
em coosequeocia de seus novos engajamentos e
aentenga, nao teriam sido incluidas no numero
daquellis a quem tocara ter baixa por baverem
completado o seu tempo de servico, se a reapeito
deltas se houvesse executado o disposto noarligo
10 das instrucgoes que acompanharam o aviso
daqaelle ministerio de 27 de junho de 1857.
Dito ao mesmo. Passo s mos de V. Exc,
para os lins convenientes, o oflicio que V. Exc.
me devolver, do presidente do conselho admi-
nistrativo, datado de bontem, sob n. 62, acerca
do objeclo de que trata o de V. Exc de 16 do
corrente, sob numero 1,387.
Dito ao inspector da tbesouraria de fazenda
Com as inclusas copias da iulormagao do com-
mandante superior da comarca de Garanhuos, de
4 de junho ultimo, sobn. 26, e da ministrada pe-
lo delegado daqaelle termo, a que se refere, res-
pondo ao cilicio qua V. S. me dirigi em 20 de
maio prximo lindo, n. 444, relativamente aos
vencimeotos correspondentes ao mez de feverei-
ro deste anno, dos gusrdas nacionaes all deatj-
cad'it.e cujos prett devolvo.
Dito ao mesmo.Pode V. S., conforma indica
em saa inforaiago de bontem, sobn. 673, man-
dar pagar aojuiz de direito da comarca da villa
Vigosa no Cear, bacharel Fernando Maranhense
da Canha, os aus vencimentos, a cootar de 3
at o ultimo de junho prximo [iodo, lempo em
que esleve em exercicio na relelo deste dislric-
to, como se v.j dos documentos que devolvo.
Dito ao mesmo. Recommendo a V. S. que
mande pagar ao desembtrgador Alvaro Barbalho
Uchda Cavalcanli, sob mioha retponsabilidade,
nos termos do artigo5o 6do decreto n. 2.884
do 1* de fevereiro deste anno, a quantia de 6U0>
proveniente da ajuda de custo que lbe compete,
como depulado assembla geral legislativa,
eleito em 6 deste mez pelo terceiro districto elei-
toral desla proviocia.
Dilo ao inspector da tbesouraria provincial.
Em vista da coala jun'a, estando ella em termos,
mande V. S. pagar a Joaquim Francisco Bauto,
conforme solicitou o chite de polica em oflicio
de hontem, sob n. 1,121, a qaantia de 389000,
em que importa a ferrtmentt que forneceu para
a ofQcina de funileiro da casa de detengo.
Ommuoicou-te ao Dr. chefe de polieia.
Dito ao chefe de polica.Ao cargueiro Manoel
da Silva do Nascimeoto mande V. S. pagar a
quantia que tiver direito, porhaver conduzido
de Caruar, segundo coosla de oflicio do respec-
tivo delegado de 19 do corrente, para Garanhuos
cinco caixea conteni moiicamentot para o tra-
tamento dos desvalidos na ultima dsquellas co-
marcas, onde reina o cholera-morbaa.>
Dito ao mesmo.Ioteirado, pelo oflicio de V.
S., n. 1,116 de 21 do torren!, de ter o delegado
de Papacaga capturado o criminoso Pedro de
Abreu e Silva,e de que Jos de Almeida Callado,
depois de haver assassinado com um tiro a seu
irmo Jaciotho de Almeida Callado, no legar do
Barro do termo de S. Bento, se pox era fuga,
espero que V. S. me coxmunique o resultado
das diligencias, empregadas para captura deste
ultimo criminoso.
Dito ao mesmo. Ioteirado do conteni dos
offlcios dos subdelegados dos districtos do Rio
Formoso e Duas Barras em Serinhem, tenho a
dizer-lhe em respoata que a este ultimo remetti,
desde 10 do corrente, urna caixinba com pez
vaccinieo para ser propagado pelos habitantes do
districto de saa jurisdiccHo.
Dito ao capilo do porto. Mando V. S. pr
em liberdade o recruta Jos Luiz da Silva, que
ficou nesla capital, al mioha segunde ordem,
visto ter provado ser casado, e virer em compa-
nbis da sua mulher.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Em
do vereador immediato em votos ao referido bt-
charel Sebattio Aolonio Accioli Lins, visto es-
tar Vmc. para ino impedido.
Dito ao pretidente da camtra municipal de
Cimbres.Ioteirado. pelo seu oflicio de 18 do
mez pastado, de se haver afQxado editaos con-
vidando os supplenles do joiz municipal a de or-
phaos desse termo, nomeados para o vindouro
quadriennio, a preslarem juramento, tenho a de-
clarar-lhe em retposla, que me commanique
quaes os que o bouveram prestado, pela for-
ma determinada na circular de 28 de abril ul-
timo.
Portara.Os Srs. agentes da Companhia Bra-
silea de paquetes vapor mandem dar passa-
gem de proa para o Mirinho, por conta do mi-
nisterio da guerra ao ex-soldado do exercito Jo-
s Alexaodre da Cunha.
Expediente do secretario do
overno,
Oflicio ao Exm. brigadeiro commandante das
armas.S. Exc. o Sr. presidente da provincia,

a provincia da Parahiba, aflm de examinar de
perto esse negocio, e destrair aa impressdes que
elle havia prodazido. Em vitta disso o digno
chefe de polica de Pernambaco, o Sr. Dr. Car-
valbaet, deixou de satsfaier a requisito de pri-
sti que lbe htvia feilo o ehefe de polieia da Pa-
rahiba, pelo que lhe rendo elogiot.
Chegando poim aquella cidado a Parahiba,
para onde partid espontneamente como havia
annunciado pelos jorntes, o etiefe de polica ds-
quells provincia realisoa sua priso, firmado s-
mente em coojecturas romanticaa e sem ne-
ahuma competencia para o (azer, como o pro-
varei.
Continuando de enlo em diante S. S. em ou-
traa diligencias, todas, ou quisi todas eivadas da
mesma incompetencia, e constilulndo oatras la-
las violencias, como hei de completamente de-
monstrar, maodoa logo urna forga de lioha de 30
pracas sob o commando de um capito cercar o
engenbo Espirito Santo oaquella provincia, onde
se achava a Sra. D. Joanna de Albaquerqae Ma-
ranho, mulher do commendsdor Antonio de Al-
manda declarar V. Exc." que por despacho des- D1"erquo a qual por doente tinha ido pastar tl-
-E nao lbe sabe o sobr-
is data mandou concertar os utensilios perteo-
cenes ao segundo balalho de infamara, e cons-
tantes do pedido aonexo ao oflicio de Y. Exc.
de hontem datado, sob u. 1,416.
Despachos do dia S3 de jnlho.
Iltqutrimcntoi.
Anna Joaquina da Assumpgio Pinheiro.A'
vista da informagao nao pode ser atleodida.
Bachirel Francisco Anto'Mo Cesario de Azevo-
do.Em vista da iuformaco nao tem lugar.
Frederlco Miguel de Soasa.Informe o Sr.
inspector da thesoureria de fazenda.
Dr. Francisco Pinto Pessos.ConGrmo a de-
cito da thesouraria de fazenda.
Ignacio Monleiro Borget.A'vista ds informa-
gao iodeflrido.
Josepht Miria da Conceijao.Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Juvencio Temporal.Como requer.
Capilo Josa Pedro Nolasco Pereira da Canha.
A'vista da informagao do Dr. chefe de polici,
iodeflrido.
Manoel Jos Matbado.Volte ao Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Mara dos Passos da Porciuncnla Amorim.
Informe o Sr. commandante superior interino da
guarda nacional dette municipio.
Manoel, Africano livre.Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marinha.
Manoel Jos de Sanl'Anna Araujo Informe
o Sr. Dr. juiz dos feitos da fazends nacional.
Sergio Rufmiano do Reg Barros.Ioforme o
Sr. director do arsenal de guerra.
mmm
RIO DE JANEIRO
ASSEMBLA GERAL LEGISLATIVA.
Discurso do Sr. Amaro Bezerra Caval-
cante, nasesso de 5> de jnlho.
gam lempo na companhia de ama aua irma no
referido engenbo.
Achaodo all essa forga a referida senhora doen-
te em estado de nao poder seguir para a capital,
cooiervou-se por espago de 15 das cercado
aquella eogenho, al que e'.la pudesse ftzer via-
gem. _
Eolio fot conduzida para a capital da provio-
cia acompanhada daetcolta, e apenas alli chegou
foi encerrada em orna casa particular incommu-
nicavel.
Nao procarsrei fazer reflexoes pars demonstrar
que ha nisto sem duvida o que se chama careere
privado. Passarei, pois, ligeiramente sobre este
ponto.
Teodo estas noticias chegado so Rio Grande
do Norte, o commendador Antonio de Albaquer-
que Maranbo Civalcanti, qne tinha toda a cer-
teza, assim como toda a populago do municipio
em que reside, de que sua ti ha tinha realmente
fallecido e fdra sepultada na capella do engenbo
Cunha, requereu a exhumagao dos ossos. Esta
se fez em presenga do subdelegado de polica da
localidade e de muitas testemunbts que foram
chamadas, ttnto por parte de interetsado, como
por parle da autoridad.
Aberla a sepultura, acbaram-se oella os ossos,
os cabellos, o pente, os aapatos, emtim, todos os
restosmorlaes ds fallecida, ludo islo foi condu-
zido com as devidas cautelo para a Parahiba,
am de ser presente ao Sr. chefe de polica.
Apenas alli ebegara o commendador Antonio
de Albaquerqae, que iota espontneamente levtr
provas de que havia um verdadeiro embuste na-
qaelle ficto de que sua Qlha lioha realmente fal-
lecido, e o tal envenenamenlo era lo chimerico
e falso como todas as mais circamslancias mar-
vilhotas que a embusteira referia ; o chefe de
polica, bem que o nao prendesse logo, o releve
coostrangidamenle naquella proviocia.oode anda
se acba, ordenando-lbe que nao sabisse da cila-
de, sob pena de priso.
Diversos cidados respeitaveis e importantes da
provincia do Rio Grande do Norte, do mesmo mu
oicpio, e visiohoa do commendador Autooiu
va
O Sr. Beetra Cavalcanli :Sr. presidente, pe- Albaquerque, entra ot quaet mencionare! o Dr.
Flix Aolonio Ferreira de Albuquerque e o t-
ente coronel Manoel Silustiano de Uedeiros,
petsoas de conducta e reputago superiores a to-
da a auspeita, caracteres muilo probos e muito
honrados (o Dr. Flix j leve mesmo assento nesti
casa), foram Parahiba espootaneamenle ver essa
mulher, e vista delta dar testemunho de que
vista do aviso da rtpartigo da marinha de 25 de f*?'** tom (
go liceoga cmara para oceupar por alguna mo-
mentos a sua atlengao,invocando ao mesmo tem-
po a attengao do goveroo acerca de um fado que
se preitaria muilo ao ridiculo st nao tivessej
causado toffrimentoi graves a diversas pessoaa,
e vexagoes elrozes a ama senhora respeitavel se-
xagenaria e enferma; e se, alera disso, o nao
acompanhassem tambem clamorosas infraegoes
de lea, e al violages da constituigo do es-
tado.
Reflro-me celebre spparico de urna mulher
que se diz resuscitada, e que tundo lugar na pro-
vincia da Parahiba despertou alli a maior curio-
sidade que se estendeu logo por toda o im-
perio.
Antes, porm, de entrar na tpreciago detse
fado, como tenho de censurar o procedimeolo do
chefe de polica daquella provincia,(devo em hon-
ra da juslica, dizer primeirameote qoe aquelle
magistrado tem sido sempre merecidamente re-
conbecido como probo, iotelligente e integro
(apoiadosj, do que eu mesmo dou testemanho
pessoal e directo, pelo sea comportaroento hon-
roso [apoiadosj na provincia do Ro Grande do
Norte, onde foi chefe de polica, bem como em
outras provincias, do que muitos membros des-
la ctsa sem duvida lerdo conhecimentos. (A-
poiados.)
No entsnto alli a prevengo exressiva de que se
deixou possuiracerca do facto deque vou oceu-
conluzlo a praticar violencias
O S*. Silveira Lobo
eome !
O Sf. Bezerra Cavalcanli :E' verdader nao
lbe sa|e o sobrenome, e ignora circumstaaias
ia>Por*Dles d familia, sabenlo de oulrat que
qealajer pessos qae residisse perto do eogentio
do coatmendador Antonio da Albuquerque poda-
ra saber e traBsmittir-Ibe. Cooata mesmo que
quem promove todo este negocio, e fez apreten-
tr-t esas mulher aquella autoridade, por um
plano -de avidez, ou de vioganga, oram una in-
divides que asto na Parahiba a j residiram na
proriucia do Rio Grande do Norte ; homcos de
ama reputago e conducta a mais deshonrosa, e
qae, em urna palavra, se oceupam do trafico
criminoto e indigno de furto de cavallos.
Emi horneas foram no Pi Grande processa-
do e perseguidos pelas autoridades ; e resi lindo
no engenho do commendador Antonio de Albu-
querque foram d'alli expalsoa por elle.
Sao Ues individuos qae se diz haverem com-.
binado esse plano, fazendo cm qoe aquella mu-'
lher te apreseotasie comosuppcsta Qlhadocom-
meodador Antonio de Albuquerque, o que tem
dado lugar s diligencias vexatorias a que me te-
nho referido. Mas, como ia dizendo, leudo visto
esta mulher, dei ao Sr. chefe de polica o mesmo
teslemunho que acabei de dar cmara.
Fiz nresmo, para o convencer mait, perguotas
acerca do meu casamento, a que a Qlha do com-
mendador Antonio de Albuquerque asiistio como
testemuoha ; ao qae a embusteira nao soubt res-
ponder porque ludo ignorava.
Entretanto, Sr. pretidente, tuio itto nao foi
bastante para demover o Sr. chefe de polica da
obstinago em qae o langaram as primeiras im-
presioes que lhe proluzio esse negocio.
Neisa occasio o Sr. Anacilo Jos de Mallos
j havia soffrido 30 dias de priso illegal e in-
justa, como cabalmente moatrarei. Eu disse-lhe
enlo qoe pedisse habeas corpus relago do
districto, e elle assim o fez, eocamiohsnio logo
o seu requerimento ; consta-me que a relago o
mandara vir a Peroambuco para averiguagoes am
de conceder-lhe o habtas corpus.
No entretanto quiz aguardar o resultado desie
recurso, deixando de tratar dette negocio ba mais
tempo, a ver se a autoridade a quem me retiro,
e de quem eu, como diste,formei sempre o cod-
ceitoo mais|honroso, tributando lhe mesmo mul-
ta estima e amisad-, arripiavt carreira no cami-
oho das violencias encetadas. Pira itto esperei
pela chegada do ultimo paqaete do norte ; ai ru-
cele noticias porem referem novas violencias
de um^aracter anda mais grave.
O c .hus de polica, despresando todos os
tesle / nhos. rejeitando todos os documentos, e
o a forga descobrir provas que lornissem
le lhe fornecessem materia nova para a
igao desse romance judiciario, de que se
slituir autor, lembrou-se ltimamente de
proceder a un exame no corpo da Sra. D.
de Albuquerque Maranho, mulher do
ndtdor Antonio de Albaqaeriue, para ver
tiam nelle signaes congeneres com outros
istem no corpo daquella mulher, que se diz
ba 1
cenhora eslava gravemente enferma ns oc-
m que se apresentou em sua essa o Sr.
polieia, acompanhado de dous mdicos
e DedJ ), o do Ui'CU >a tootOBOtaoHe, pr
era ao referido exame 1
cave! (apoiadosj, que para ser decretada legti-
mamente requer jurisdicoo, a qual se circums-
creve dentro dos limites do que a lei denomina
fra da culpa IPApoiidos.)
A cmara sabe perfeitsmente quaes sao os es-
tos excepcionaes em que pode ter lugar a priso
sem culpa formada : e art. 175 do cdigo do prn-
cetto crimioal trata da priso por crime lna-
Qangavel j suss expresses sao as seguiotes :
ordem por esenpto expedida por autoridade le-
gitima.
Ora, a primeira condigo de legitimidede to-
blico, e mnues de pessoas daritm latan
delle se por ventura podettem ser oavid*a.
Se o chefe de polieia da proviocia t Para
houvesse, j de ha aaito, como devera, ra
do para a provincia do Rio Grande do Norte- os
stfpposlos criminosos, a supposta retu irilade
todo este longo e volantes cal ha mago do avetl-
guaget a que tem prosediJ, esse romane* lo-
ria logo chegtda ao teu detentase, porque !:ie
na ai milharea de tettemanbs qe se tprerala
riam em juizo para dizer qae a pretendida Mka
o commendador Antonia de Albaqaerqaa a*a>
- -----*--------------- *r------------------ -. ......i _,;,-,( nuiuuiv UO Alan
aos nos sabemos que e a competencia, e o codi- paasa, como j ditte maia4e urna
go do processo leve o cuidado de dize-lo no art.
176 : (L.)
O que autoridade competente ea nao preciso
deoir, porque ninguem ignora que, do caso
verteote, a competencia nao existe sem jurisdic-
gao conferida pela lei, eque os limites dessa ju-
risdiego circumscreve se no fdro da culpa. Pelo
art. 160 do mesmo cdigo, foro da colpa o da
residencia do reo, oa aquelle em que foi commet-
tido o delicto. Ora, o delicio, se existi, oa se
houvesse existido, teria tilo logar no termo de
Goiannioha, da provincia do Rio Grande do Nor-
te, e os indiciados ou suspeitos desse supposbo
crime residem naquells provincia, excepgo
somonte doSr. Aoaeleto Jos de Mallos, que l-
timamente resida na provincia de Pernam-
buco.
Portanlo, s as aatoridadea jadiciirias do ter-
mo de Goianninba, no Rio Grande do Norte,
ou quando muito s$ autoridades judiciarias da
capital de Pernambuco, poderiam lomar coohe-
cimento criminal desse ficto; nao obstante, o
chefe de polica da provincia da Karahiba, sal-
taado portadas as lei*, usarpaodo e retendo em
ti iodevidtmeota o exercicio de attribuigas qae
lhe nao competem, lem continuado i praticar
todas essas violencias e injusligis, e creio que
continuar nosei al qaando.
O Sr. Adelo Jos de Mallos, o primeiro que
foi preso, por duas vtzes requereu a S. S. que o
enviasse, bem como a pretendida resuscitada, e
os autos da averiguagoes a que s hivia pro-
cedido para o Rio Grande do Norte, renun-
ciando ao foro de sua residencia, e acceilsndo
aquelle em que se diz commettido o delicto ; mas
o Sr. chefe de polica iodefeno por duas vezes a
sua petigo aob frivolos fundamento?. Fui ento
que, j tendo dc-corrido 30 dias de priso illegal
e injuslitsima, enviou elle o seu requerimento de
habeas-corpus,a que supponho que o tribu-
nal da relago a esti hora lera dado provimento,
allivando-o dessa priso odiosa.
Entretanto, como a relago de Pernsmbaco nao
podar talvez cooter o chefe de polica na car-
reira de excussoj era que se tom laogado para
chegar ao complemento de seu romaocejudi-
ciario...
vi. de ai
trido, porm,oppoz-se a semelhaole len-
janho ultimo, junto por copia, com referencia
ao oflicio de V. S. de 10 daquelle mez, n. 36,
aolicitando a baixa de oito menores da compa-
nhia de aprendizes marinheiros e tres da de ar-
tfices, os quaes foram considerados incapazes do
servigo, vista do parecer da juata de saJe,
que oslospeccionou, cumpreque V. S., nos ter-
mos da ultims parte do citado aviso, declare se,
na acquisigo destes meoores, attendeu-se ao
estado de perfeita sade deliet, como recom-
meodado nos reguttmentoi respectivos.
Dito ao Dr. juiz municipal do Cabo.Respon-
do ao officio que Vmc. me dirigi em data de 15
deste mez, dizeodo-lhe qae deve Vmc. entregar
os respectivos ttulos de nomeago aos supplen-
les do juiz municipal e de orphos do municipio
de Ipojuca, sendo ftita, nos termos do aviso do
ministerio da justiga de 18 de Janeiro do corra-
te anno, junto por copia, a nomeago dos ser-
ventuarios inlerinos dos offlclos de justiga qua
devem ser os xados no decreto de 30 da Janeiro
de 183* e artigo 108 da lei de 3 de dezembro de
1841, em quanto outra cousa nao for determina-
da pelo poder competente.
Dito ao juiz municipal do Buique. Chimo a
attengo de Vmc pira a freguezia de Aguas Bel-
las desse termo, onde me consta de participago
do juiz de direito dessa comarca de 10 do cor-
rente, que grassa a epidemia do cholera-morbus,
e lhe recommendo que faga extensivos aos des-
validos daquella localidade os soccorros que em
data de 19 do correte lhe foram enviados, e pro-
videncie para que elles sejam tratados com a
promptido que convier. Commaoicou-seao
mesmo juiz de direito.
Dito ao Dr. Luiz Antonio Piros.Pelo seu offi-
cio de 21 desle mez, fiquei ioteirado de haver
Vmc. nsqaella data panado o exercicio do cargo
de juiz municipal e de orphos do termo da Es-
cada ao respectivo supplente, por ter concluido
o sea qaidrienoio.Communicou-se ao inspec-
tor da tbesouraria de fazenda.
Dito a cmara manicipal de Serinhem.Io-
teirado pelo seu officio de 15 do correle, de ha-
verem prestado juramento peranle Vmc. o pri-
meiro, segundo, quarto, quinto e sexto sapplen-
lea do juiz municipal e de orphos desse termo,
nomeados para o prximo vindouro quadriennio,
e de que por impedimento de Vmc. o terceiro
seppleule, bacharel Manoel Nicolao Rigueira
Pinto de Souza, o prestou perante.o vereador,
bacharel Sebaslio Aolonio Accioli Lins, tenho a
declarar-lhe, em sol a gao a davida proposts,
que, estando este ultimo bacharel no exercicio
do ctrgo de juiz municipal, como segundo sup-
pltate do actual quadriennio, nao podia assamir
o de vereador, qve incompativel com o de tup-
pltote do juiz municipal, nomeado na forma do
art. 19 driei de 3 de dezembro de 1841, confor-
me se acha declarado pelo aviao n. 246 de 21 de
agosto de 1658.
Deve, poie-ppotiderar-te tem efleito o jura-
mento deferido ao terceiro tuppleote do vindou-
ro qaadfieonto, bacharel Maooel Nicolao Re-
gaeira Pialo de Son, que o prestar as maos
injusliBcaveis, de que, eu faltsria ao mais rigo-
to dever, se nao dsse conhecimeato a cma-
ra e ao goveroo, para que tome providencias
promptas e efficazesam dt que cessem taes vio-
lencias.
Alm de que se trata de odunsat graves a li-
berdade individual, |e al de violages do pudor
e da honra, objeclos sagrados a que o homem de
brio nao pode ser iadiffereote (apoiadoi), as vic-
limai perleocem {a provincia porque sou repre-
sentante ; e a despeilo pois de qaalquer cons-
trangimento vou cumpriro meu dever.
Acerct da liberdade individnal a cmara me
permiltir que ea cile algumas paUvras de am
escriptor aalorisado, que nos parecem tambem
applicaveis:
Helio, na sea obra importantissima sobre o re-
gimen constitucional em Fringa, diz qae de to-
dos os direilos proclamados pela carta a liber-
dade individual o nico que se estsbelece por sua
propria evidencia independenlemente da discus-
sao pbilosophica.
A igualdade perante a lei, a liberdade de pen-
samento e de cooscieocia, o direito de proprie-
dade mesmo sao sajeitos a duvidas edepenlem
de explicages; mas s liberdade individual ge-
rslmente aceita sem contestago, pois que a li-
berdade em sua forma maii sensivel, e se resu-
me na faculdade de moverse ; para o vulgo ser
livre nao estar preso. Depois accrescenla etse
escriptor:
< Nesta acquiescencia geral o que resta a fazer
acerca de ama liberdade lo evidente? Nada em
direito natural ludo em direito publico; nada
pelo principio, tudo pela garantia.
Eu creio qae estas reflexoes teem applicago a
nos, e o tacto da que passo a tratar prova que
estamos pouco mais oa meaos no mesmo es-
lado.
Em abril do corrente anno deram noticia as
folhas diarias da provincia de Pernambuco do tal
tpparecimento dessa mulher, que se diz resusci-
tada cootando historias maravilhosas acerca de
ama suppotta tentativa de envenenamenlo, se-
guido depoit do seu rapto de urna sepultura, etc.
e pretende ser Qlha do commendador Anloniode
Albuquerque Maranbo Cavalcanli, da proviocia
do Rio Grande do Norte.
Etta noticia como eu disse, divulgou-se logo
por todo o imperio, e excilou umt curiosidade
geral.
O chefe de polieia da Parahiba tomando conlie-
cimeoto do facto, e dizendo tambem essa mulher
ter sido casada com Aoaeleto Jos de Mattos, que
eslava retidindo na provincia de Pernambuco,
requisitou logo a priso desse cidado.
Logo porm qae appareceram em Pernambuco
semelbantes publicages, o Sr. Aoaeleto Jos de
Mattos, cidado pacifico e respeilador das leis,
do qae dou a cmara o mais sincero testema-
nho....
O Sr. Sil'eira Lobo:Apoiado.
A Sr. Bezerra Cavalcaoti: .... publicoa in-
continenti um commaoieado refutando taes alel-
es, e declarando que i sem demora partir para
nao era a tallecida, a quem bariam conhecido
perfeitamente.
O chefe de polica mal soube da sua chegada
ordenou Ibes que nao se relinssem da cidade sob
pena de priso ; pelo que estiversm elles alli re-
tidos por espago de alguns dias.
Essa mulher diz que nao sabe 1er nem escrever.
O Dr. Flix trouxe am livro de notas de um dos
cartorios daquelle jaizo, para o que obteve per-
misso da aatoridade competente, em que ba urna
escriptura publica da venda de um engenho, at-
sigoada pela fallecida e por sea marido.
Essa prova porem nao tere nenbuma importan-
cia para o Sr. chefe de polieia. O teslemunho de
pesio si reipeitaveii nao tem tido valor tlgum
pars esse magistrado. Todos os doeumeatos e
affirmages do maior criterio, e as mais fidedig-
nas, tem deixado de merecer-lhe a menor atten-
go. Em seu espirito lem saiente predominado
a velleidade romntica. S. S. tem querido acre-
ditar exclusivamente no maraviihoso, em cir-
camslancias que to ioteiramente repugnante! a
maii ingenua credulidade. ( Apoiadot).
Esta tendencia romntica fatal, e a prevengo
excetsiva que ae apoderou de sea espirito, nao
tem permittido ao Sr. chefe de polica examinar
o valor das provas positivas, qae demonitrtm qu
tudo quanto essa mulher tem dito nao pasta de
am completo embuste. A tudo S. S. tem sido in-
differenU para prosiguir na serie de violencia!
que encetoa e queaioda nao terminaran).
Ainda, se tudo ficasse em romance, poder-se-
hia esperar indifferenlemente o desenlace ; mas
nao, esse negocio tem sido convertido, o que
meito peior, em am verdadeiro drama de sofl-
menlos dolorosos j para um grande numero de
pessoas.
O Sr. Cruz Machado : O nobre depatado julga
conveniente discutirquesloes queeslo penden-
tes do poder jadiciano ?
O Sr. Silveira Lobo :Nao esto pendentes tal,
trata-se de averiguagoes indebitas.
O Sr. Bezerra Cavalcanli :Eu reipooderei ao
nobre deputado quando entrar naa quettoes de
direito, e etpero que o nobre deputado achara que
eu tenho razo em levantar esta questo.
O Sr. Silveira Lobo :Apoiado.
O Sr. Cruz Machado :Fix apenas urna sim-
ples perguula de conveniencia.
O Sr. lveira Lobo :Esta cmara o grande
ptlladiodas liberdados publicas, e se nao servir
para estas questes, nao sel para que sirva.
O Sr. Bezerra Cavalcanli :Antes de proseguir,
ea devo dizer a V. Exc. e essa que tenha tido
noticia desse facto, na proviocia do Rio Graoda
do Norte, determioei-me quindo passasse pela
Parahiba, ver essa mulher e verificar se ella era
a finada, a quem couheci muito por espsgo de 6
aonos, am intimidado de familia.
Com effeilo ao chegar aquella provincia fui pe-
dir licenga ao Sr. chefe de polica para ve-la. S.
S. teve a bondade de acompanbar-me cadeia
aonde ella esta recolbida.
Dou cmara e ao ptiz o meu testemunho de
honra,empenho a mioha consciencis perante Dos,
afirmando que aquella mulher urna embusteira
que absolutamente nao nem se parece em
cousa alguma com a finada e antes a aua per-
feita antithese, qaerem suss (eigoes, quer em sua
coofiguraco physici....
O.Sr. Silveira Lobo :E na estatura.
O Sr. Bezerra Cavalcaoti :... quer em saa
catatara e quer mesmo em sua educago. A oulra
era ama senhora bastante alta, esta muito baixa....
O Sr. Silveira Lobo:Apoiado.
OSr. Bezerra Cavalcanli:A outra era umt
senhora esbelta e secca do corpo, esta corpu-
lenta e gorda ; a outra era clara e loura, esta
trigueira e tem ot cabellos preloc ; a outra en
urna senhora educada, com a educago qua rece-
bera as nossas familias ricas e importaotes do in-
terior, que nao sempre urna educago limada
como a da corte ou a das principaes cidades, mas
ama edacago muito regalar, que as habilita
pelo meaos a escreverem e fallarem bem a aua
lingua ; aquella mulher to igooraote que, di
zeodo-se tilha de Antonio de Albuquerque, nao
cttja
chale
( noii
proced
Seu'
ialiva, e o\jk lhe resultaran) ameagas gravissimas
da pane daWnefe de polieia, que se eslenderam
tambem a senhora enferma, e ltimamente man-
dou tutoar a ambos como desobedientes por nao
torera consentido em tal exame !
Remellido o auto ao juiz municipal para ios-
la urar o processo, o digno juiz municipal da Para-
byba comegou a proceder ao ioquirito deteste-
muchas e as diligencia* necessanaa para a jastt
apreciago do suppusto crime ; mas nao mandou
recolher a priso, porque o nao devii fazer, ao
commendador Amonio AlDuquerque, que fez vir
a sua presengs psra interroga lo.
Dshi resultou que o chefe de polica, indigna-
do por nao achar no juiz municipal um instru-
mento dcil a aatiifago do seu capricho contra
aquelle cidado, que tinha em seu entender com-
metlido o crime de desobedieocia, por nao querer
que fosse desreipeitado o pudor de sus senhora,
mandou prender a eate cidado na propria au
diencii do juiz muoicipil l
E assim, de ordem sua foi preso por um offi-
cial de justiga, naquella audiencia, o commeoda
dor Antonio de Albuquerque Mtranho Cavalcan -
ti, porque havia commettido aquelle horroroso
crime. qua eu chamare antes honroso crime de
desobediencia 1
O Sr. Silveira Lobo : Isto mandou-o pren-
der o proprio deiobedecido ; nole-se bem.
O Sr. Bezerra Cavalcanti: Antes deste facto
j o chefe de polica tinha tambem feito proces
sar pelo crime de perjurio a urna mulher, de
nomo Adriana de tal, que, tinha sido chamada a
polica para ser interrogada acerca de certos sig-
naes commiins que ae dizia ella haver declarado
existtrem entre esta pretendida resuscitada e seut
auppottoi pais, e isto sob informages que haviam
dada o taes dous odividuos que sao os autores
de todo esse negocio.
Porm, como aquella mulher nao conflrmou oa
polica os ditos daquelles borneas, foi qaalificada
como perjura e mandada processar por esse
crime.
Vozea ; Oh I Oh 1
O Sr. Bezerra Cavalcinti : Reconhecido o
facto, o diguo jaiz municipal da Parabyba, nao
descobrindo perjurio nelle, julgou improcedente
o summario instaurado.
J desta vez, pois.
aquelle digno juiz nao se
nstrumento de caprichos, o
iniditpoiigo do chef4 de
htvit prettado a ser
que lhe scarretou a
polica.
O Sr. Diogo Velho : Muilo digno juiz mu-
oicipal ; o nobre depulado faz-lhe juttigi.
O Sr. Btzerra Cavalcanti: Expooho ligeira-
mente os fados, nao querenlo demorar-me em
referir mailascircumstancias sobre as quaes ha
por ahi lmpressos avulsos, que tero chegado ao
coohecimento de alguns dos membros desta casa,
e de que os jornaes daquella provincia se tem
Decapado,
Tratando, porm, de demonstrar o excessivo
arbitrio, e as grandes Ilegalidades que lem sido
comoiettidas pele ebefe de polica da Para-
hiba, a primeira questo que se offerece a da
eompeteocia desse magistrado para proceder a
todas essas diligeocias e prisdes.
IocoDtestavelmeote aquelle chefe de polica
nao poda ter neste negocio compencia seno
para averiguar admioislrativa e ligeiramente a
ideotidade dessa mulher, que se diz resuscitada,
e procurar colher algus dados que toroatsem
pliusivel a sua pretendida filiago, ou que ma-
oitesiaraente demonstrassem a tua aleivosia e
embaste.
Depois dessss primeiras diligencias, te ella
autoritaisem a auspeita de que aquella mulher
era a que pretenda ser, immediatamente o che
fe de polica devia remelter esse negocio ao co-
ohecimento das autoridades do Rio Grande de
Norte, onde os factosjsuppotlosse haviam dado, e
que eram as compeleatea para averigua-los.
O Sr. Silveira Lobo :Apoiado ; era este o-
uoico meio que lhe cumpria.
O Sr. Bezerra Cavalcanti:Mesmo para inda-
gages propriameote policiaes oa administrativas
de maior alcance, aendo necessaria a interven-
gao da aatoridade superior, a autoridade compe-
tente em meu entender seria o chefe de polica
do Rio Grande do Norle (apoiados) ; quinto mais
para o exercicio das aitnbulges verdaeirameo-
0 Sr. Villela lavaros :E o pretidente da pro-
vincia que tem feito ?
O Sr. Bezerra Cavalcanti:O presidente da pro
vincia recela talvez ingerir-sejem altribuigei do
poder judiciario ..
O Sr. Villela Tavares : Mas* podia suspender o
chefe de polica, que assim tem procedido, e est
violando a liberdade.
O Sr. Bezerra Civalcanti :Eoteodo que opo-
ri.i '"' : m ana escrpulos n3o lem a auto-
ridade administrativa quando te trata de locar
nonoli me tangero desse poder ? Que clamo-
res se nao levantara, logo, s vezes bem iujus-
los?...
Um Sr. D'pulado :E muitas vezes justos.
O Sr. Bezerrs Cavalcanti:O nobre depulado
supponho que me far jusliga acreditando que
ninguem deteja maii do que cu independencia
do poder judiciario ; mat, por amor mesmo des-
la iodep"ndeocia bura entend la, e pelo grande
respeito que essa ciaste deve merecer oa tocie-
dade, que olla deve manter-se escrupulosa-
mente no exercicio stricto de suas attribuigas
legaes, e teus abusos devem ser ser censurados
e conlidoa.
O Sr. Villela Tavares :O chefe de polica nao
propriameote poder judiciario, um emprega-
do de cooflanga, e todas as vezet que praticar a-
busos desta ordem o presidente pjesuspen-
de-lo.
OSr. Bezerra Cavalcanti :J disse que pen-
s do mesmo modo,, e creio que o nobre depu-
tado me ter ouvilo dizer que a nica compe-
tencia que reconbego nochetede polica para to-
mar conhecimeato desse negocio era de ordem ad-
ministrativa, e por conseguinte o presidente da
proviocia poderia ter exercido a respeito orna in-
tervengo legitima de que essa autoridade come-
gou a tranapor a rbita desde suas attribuiges ;
tanto mais quanto, entendendo-me com S. Exc,
de qutm sou amigo, asseverei-lhe.com o meu tes-
temuoho formal, como o acabo de dar cmara,
que tudo aquillo era um osean aloso a revoltan-
te embuste, accrescentando que esas negocio j
se ia tornando irriiorio e gravemente odioto ;
mas emtim o presidente nao tem querido Inter-
vir e ter seus motivos, que ea nao poderel com-
prebender e explicar.
Sr. presidente, tendo eu demonstrado qae'o
chefe de polica da Parahiba nao era competente
para ter procedido priso dos indicados oa sus-
peitos no suppoiio crime que se imagiasva ter
tido tugar em outra provincia, firei agora oatras
considerages, acerca, tanto do perjurio porque
quera elle que Adriana de tal fosse coodemna-
da, como acerca da desobediencia por que tam-
bem quiz fazer punir o commendador Antonio
de Albuquerque e sua senhora, por se terem
oegsdo ao exame illegal que elle havia orde-
nado.
O 6r. Silveira Lobo :Negaram-se com o mais
perfeito direito alias.
O Sr. Bezerra Civelcaoti :Eu devo anteada
passar a estes pontos dizer a V. Exc. e cass qae
as pessoas que eslo soffrendo e teem soffrido
por occasio deste facto estupendo nao sao de
carcter e conducta suspeitos, que podessem pela
saa m rtputago, pelo seu nio procedimento
anterior, sutorisar as desconQangai do Sr. che-
fe de polica acerct detse envenenamenlo fabu-
loso.
Nesta cata lem assento alguna dignos mem-
bros, que j foram presidentes da proviocia do
Rio Grande do Norte, e nomeadamente o digno
Sr. Junqueira, cojo teitemunho invoco, pois que
S. Exc. conhece pessoalmeote o commendador
Aolonio de Albuquerque Maranho Cavalcaoti, e
nao ter a menor duvida de declarar que o ca-
rcter desse cidado, sua con lucia e precedentes
nao autorisam ties desconfisngss.:..
O Sr. Junqueira :Apoiado ; um cidado
heneslo e pacifico.
O Sr. Diogo Velho : Muiloa deputadoa do nor-
le o conhecem do mesmo modo.
O Sr. Bezerra Cavalcanti : Sei que muitos
nobres depttlados o conhecem tambem, e daro
em seu favor o mesmo testemanho ; o que digo a
seu respeito e de sua aeohora applica-te tambem
ao Sr. Aoaeleto Jos de Mattos, filho da provin-
cia do Gear, e provavelmeot conhecido de al-
guns dignos membrot da deputago daquella pro-
vincia, ou antes devero saber que seu proce-
dimento nao autorisa suspeitas desst ordem. (A-
potados )
O facto da morte de sua senhora foi o mais pu-
blico que possivel, deu-se no aono de 1858 no
mez de fevereiro, na povoago que fci oatr'ora
Villa-Flor, em occasio em que na nova villa pr-
xima, por onde passoa o cortejo fnebre, missio-
nava o Rvd. frei Seraphim da Caanla, perante
urna reunio de povo superior talvez a 4,000 pes-
soas ; toJas essas pessoas presenciaran) este en-
terro ; e a causa da morte, geralmeote aabida,
embusteira. purqae conhecaram nada. a ar-
bem que nao 6 ella ; outrat antea Miamanba
haviam tambem que podetsem dizer poi-.'imea-
le quem essa mulher, a quem a pe>*>j qj
tem vindo Parahibi nao conhecem petaoalaoa-
te, mas por alguna tragos que no deixt a vista
de pesioas indulereles, tragos fusilircs-, rnisqu
nem sempre escapam, mxime nos paqueaos po-
voadot. lodss ellas (em aaspeita de qae asta aa-
Iher lilha da povoago da Tamalandu^a. ier-
tence a ama familia de baixa cundico dalii.
Portaoto, no foro complente, no luar em qao
que esta mulher conh viene dizer lilha de Fuo, e o roatanc*
etlaria acabado tem esse graoda cortejo de vio-
lencias e injusticias...
O Sr. Silveira Lobo : Smente obtervtndo-so
a lei e nada miis.
O Sr. Bezerra Cavalcanti : Pastando agora a
ligeiras considerag&es cerc do inlerettante per-
jurio, por qae preleodea o chfe de polica qoe>
fosse punida Adrisna de tal, eu lembrare aca-
mara qae o crime de perjurio aa hypolheae cri-
minal de que se trata s lem legar em doat ca-
sos, quando para a abtolvigo do reo ow para
sua coodemnago.
Ora, para qae se tratasse de depoimente fajf>
trouxasse a absolvigo do reo, ou a sua coodem-
nigo, era necess.rio qae se etiivetse intiaaraa-
do um procesto crimioal no foro di culpa ; xa
o procesto de averigaagdei feito administrativa-
mente era districto ettranho, nao pi> le constituir
procetso crimioal, para qae i od-ss ler lagar o
pronunciamento para a absolvigo oa condem-
go de am reo.
Portanlo, falla a ese tuppotto perjurio a tai
primeira condigo. a su* base. Dapoia, pl exis-
tir o perjurio teoo qusndo lenha han lo depoi-
menlo jurado e falso ; e pergaolo : no procese
de averiguagoes policiaes pode ler lagsr o depoi-
mento jurado t
O Sr. Martim Francisco :Nao.
O Sr. Bezerra Cavalcanli:Portanlo, falla maio
etta condigo essencial do perjurio. Alm disto.
me parece que condigo lambem necettana para
eiracteritar ene crime que luja cootraditao jara-
da na tettemuuha que depe, que ella lenha dita
debaixo de jurrnoslo de umi vez urna coasa a
de outra vez oitra caatadiveria ; mas confrontar
odepoimeoto de urna lettemaoha com o dito da
nutra, e por aua divergencia querer atabalees
perjurio, isto me parece iojattiga e violencia, par
que a testemunha nao obrigada seno a dizer a
que sabe; ella ple saber o contrario do qae oa-
tras cabera ; e, anda mesmo que venha jurar dif-
erentemente daquilloqae j ditsa a sigeos fra
do jafzo, Uso uo pode conslitair o crima da q*
Creio qae s este respeito nao haver davida
alguma. No entanto o facto foi este: Adriana da
tsl chamada polica para jurar sobre o qae ti-
nht dito aos lies dous sajeitos de que tenho fal-
lado, e que ell'-s referiram ao chefe de polica ;
declara que nao havia dito tal. Onde o perjurwT
O digno juiz municipal julgou improcedente etta
protesto, e d'ahi nsseeram at iras do ch-f* da po-
lica eontrt elle.
Pan nao continuar i roubsr o precioso lempa
di ctmara, limitsr-me-hei a fazer ligeiras conai-
deragti acerca da tuopotta desobediencia, i cea*
cluirei. Eu creio que desoecessario ler artigas)
da constituigo para provar qua oinguam obri-
gado a fazer teoo aquillo que a le delermiaa
que ninguem pie ter violentado ot sua liberda-
de individual e oa tua possoi. qae ovi >lavei,
a pretexto de descobrirem-sa estes ou aqueltaa
sigoaes qae por ventura existamou nio no corpa
de um individuo, especialmente de ama senho-
ra : portento, negando-se o commendador Amo-
nio de Albuquerque e sua senhora a etta exame
pira a detcobarta de taet tignaet, sem davida osa
se pode dizer que tiressem desobedecidos ama
ordem legal; se desobedeceram fui a ama ordem
illegal___
O Sr. Silveira Lobo: Desobeieearim a asa
insulto.
O Sr. Bezerra Cavalcaoti:O crime de desobe-
diencia existe quindo se desobedece a ordena le-
gaes da autoridade competente, e, porlaato. ao>
havia semelhaole desobediencia crimioosa, por-
que a ordem era illegal e a auloridade iocompe-
tente. (Apoiadot.)
Alm ditto, o chefe da policit, nao teodo pren-
dido o commendador Antonio de Albuqueriue aa
occasio em que se dea oficio, em flagrante de-
licio, nao o podia mandtr prender depoit, coma
e fez : nova violago de lei. (Apoiados.)
No entanto, como ea disse, nao teodo o jato
municipal effectuado a priso em desaggravu da
sapposla offeost, elle o mandou prender, a praa-
der em audiencia do juu manicipal; oque, aa>
nao aioda urna oovs violage de lei espraasa,
sem duvida o dat cojveoienciat pablicat e de)
reipeito qae ae deve guardar aos tribunsea. A
aatoridade do juiz manicipal da Parabyba (o,
portanlo, desacatada.
Nao preciso expender noval contiderag^eaapara
fazer retallar as gravissimas irregularidades qaa
lem pralicado o chefe de polieia da t'arahyba a
concluir! applicanloas palivrat, qua, teguado a>
escriptor qaa citei, costamavam responder os Ir-
Itndezes quando perguottdos acerca de sua posi-
co gaogrtpbica em religo Inglaterra : a Na)
ettamos a oeste da lai. Nt proviocia da Para-
byba se est actualmentea oette da lei
Tenho cumprido o meu dever tazando cbagar
ao coohecimento da ctmara e do goveroo estea)
fados, to graves e injustos, e pediodo ao aobra
mioistro da jusliga providencias tendentes a im-
pedir que elles coolinuem, porque, aa laea pro-
videncias se nao derem, elles prometiam ir sia
muito longo, com maoiftsta a fltgrsnie viola
de nosstt leis.
Vem mesa, lido, apoitdo, e fies aditdo pela
hora, o seguiote requerimeolo :
a Requeiro que te pegam por intermedia a>
goveroo ioformaget acerca de um longo proce-
so de averiguagea policiaes a que aa leca proce-
dido ni provincia di Paribyba do Noria, por ae
casio do supposto envenenamenlo e imaginaria
resurreigo da fallecida D. alaria Umbaima da Al-
buquerqae Maranho, filba do commendador Aa
Ionio de Albuquerqao Maranho Cavalcaoti.
a Sala das sessoos, 5 de julbo de 1862. Be-
ierra Cavalcaoti.
sabe exprimir o nome de seu suppoto pi, pro-1 te criminaos, como, por exemplo, o iocootes-
nuuctaAotonho de Albrcqueque l 1 tavelinente a prito prereatiTe por crime inafian"
Relalorio do ministerio da fazeaiLi
apresenlad a assembla eral le-
gislativa na segunda sesso da dci-
ma primeira legislatura pele miais-
tro e secretario de estad dos eb-
rios da fazenda Jos Mara da Silva
Prannos.
(Continaic.a.)
S. M. o Imperador houae por bem aaa
o referido parecer da tercio. Cooseqamtei
goveroo nomear ama
te tenciona o
coaasteeo
otiv i o u faja un ujt/itu, ge uit**.* ea- -------------------
foram incommodos supervenientes ao parto que I que, chamando a novo exame todoa aa|
leve essa senhora. Seu enterro foi m acto p-1 pendentes de. divida deaaa origen, proooaha a
MUTILADO

ILEGVEL


DIARIO DE PERNAMBOCO. *- SiBUDO t* DE 3CLBO OE liei.
otoluglo ojee ec aqjto et boma dev.m ter, eonei-
iieudo-se o direitu alleodivei das partei coa o
do thesouro, e pagaodo-ie e que Mr liquidado
-sefioiiivamente, di forma da le de 15 de noverc-
bto de 1827.
Por este modo, uoico pottivel, e j seguido
entre no a retpeilo de dividas e reclam.get
migas, que ae .chavara envolvido, ein igeae.
Juu Jas e irregularidades, de esperar que lio
inveterado negocio deixs ds tomar lempo s ei-
tagea do tbesouro, e termioe brevemente, sa-
lisfeito o direito das partes com o menor stcri-
luio possivel do* cofres p Micos.
A' .excepgio dos credores da divida perlen-
ceuie provincia de Matto Crosso, e de am
u outro das demais protiiicias, maitos nao re-
clamara o que Ibes compete e islo apezer
le haverem decorrido basl dIcs aonos.
Frova o que acabo de dizer o fado de nao ap-
jiarecer sanio mui raramente slgum pagamento
le divida inscripta, nao t no tbesouro, como
as proprisa lhesoorarias.de fazenda, onde exis- t
-----*>-"" inceuuranos.ue laieuuo, oouc cm- ie que, ue laclo, as arree
iem apolicee para serem emitiidas em solocJo dasem taes circunstancias
vOSa divida nvAva.A limhim nutra far.Ln fian m
ei inconvenientes que lhes dio origem, 01 habi-
litis o goteroo-para eaxer.
Est diapotlo no artigo3* do reglameDto de
15 dejonho de 1859 que nao tem logir a arre
cadsgo, se esli presentes na trra herdeirot
collsleraes dentro do 2* grao por direito ciqo-
nico, notoriamente conbecidot; e oo artigo 4*
q>e, ae) oie torees notertemeote conheeldoa,
eessari a arreesdoco de.de ose justifiquen) a
sua qutlidade hereditario.
Coa esta deterraitucao quix-ie conciliar ein-
definido do regulamer.to de 9 de maio do 1842;
da absoluta restricclo J regalemeulo de ti de
juohode 1345.
Mas parece que MU arbitrio foi long, qae se
cthio exactamente em um axtremo que ae pre-
tendi evitar ; porque, a brangeodo o parentes-
co em 2a grao por direito cannico al os primos-
irmoa, praticameote se observa que, fura des-
tes pareles, rariisimo o ceso em que outros
se apresentem com direjlo sheringas: desor-
e que, de fado, as errecadagoe. caro aboli-
Jeasa divida ; prova-o lamber oulro faci nao
menos notavel, e vem a ser, que existen] no
thesouro, ha mais de SO annos, diversos cootie-
cimtnlos de iuscriptet feitss a requerimeolo de
parles quo ouuca oa procuraram, a tira de pode-
r'ffl haver as quaniias que Ibes sao devidas, ua
lerna do arligo.14 da lei de 15 de novembro de
1887.
Por esta occasiao devo ponderar-vo.que tal-
les connesse limitar a dispotigo do artigo 24
da lei da 17 de aetembro de 1851 n. 628, por-
quaut.j os fados provam que a divlds auterior a
1827 ha de eleroisarse, e cooseguioieruenle
augmentar os embarazos queja se encootram em
sua liquidago e pagamento.
JUilbetea do tbeiouro. Anda as pocas de
maior prosperidade o theiouro tem precisado
sardo sea crdito para acudir a deapeas que
se nao podem demorar, ou a pagamento j ven-
-ecido*.
Por torga deata imperiosa neceesidade, eem
irtude da autoriaagio concedida nos arligos 10
4a lei n. 1,040 da 14 de seiembro de 1859 e 10
la de o. 1,114 de 27 de miembro de 1860, emii-
iiram-se desde o Ia de abril doaono passado at
31 de margo prximo lindo diversos billieies,
dos quaes licaram em circulado na ultima data
s que rapreaenlam a aomma de 4,336:5005000,
mencionada uo quadro 30, Nesta omina est
incluid* a de 32:0005000, importancia de bilhe-
*es dados compauhia brseileira de paquetea a
vapor, sem vencimento de juros, nos termos do
aeu contrato com o governo.
Papel moeda circulaote.Em 31 de margo do
son passado, aeguudo vos coromuniquei no rx>eu
ultimo relatado, o papel moeda que exista em
ireulago suba somma ae 37.411:8319000
(tabella n. 21 do dito rotatorio), a qual, em
igual data do correte auno, licou redolida a
35 219.1519.
Dea ae, pois, urna dirniouigo, que procede:
V. de 2.000:000*000 reslalos pelo banco do
Brasil, aei.d > 1.000 00$OU0 resto da qoanlii que
eslava obr.gado a retirar da circulagao em vir-
1.000:0009000 regatados por conla do mesrao
governo, que o indemuiaou por meio de apolicea
a divida publica ; 2*. de 129 058gOOO de notaa
aubsiiluidaa naa provincias da Bahia, Maranho e
Para, e que por equivoco forasu remeitida cal-
xa da Arcotlisago cuino resultado da aubslitui-
Cio feia pela* cala* speciaes, reconheceodo-
se no acto da liquidago daa mesmas caixas que
o foraco p*la renda ordinaria, de modo quees-
oruaram-se p traro maoifeatamente as coutas torrentes sob
s. 31 s 35 ; e 3 de 33:6153000 dos descontos
que soffreram as notas sustituidas na foraa da
iei.
O saldo a favor da fazenda, proveniente das
notas que nao forsm apresentsdas ao troco e daa
fue n ll'rtram descont, segundo o que j se co-
htoe, eleva-ae a 664:616}000, como demons-
tra o quadro n. 36.
Do mesmo quadro t se que sobem somma
de 169,968:689flO0O as notaa vindas de Londres
por encommendas feitas desde 24 da deiembro
ta 1835 at 31 de margo do crreme anoo, e que
o seu emprego lera sido o seguidle :
Em circulagao......35.249:151 #000
Exisienies em calxa .... 18.473:958*000
INo recolhidas at 31 de mar-
co, e portanto sem valor. 491:7399000
loutilissdas e anda nao quet-
mdas ...;.... 7.88l:336gC00
loutilisadas e queimadas. 107.869:451-5000,
169.968:89J000
IContinuar-ie-ka.)
DIARIO OE PERNAMBUCO
ni o
re
llrnnhfl-n nelo fume do
ijutnii uuiaic-iillluas umaillt! O
Ha, na importancia de 151.491:7319000,
lido o seguiole destino :
Existeules em circulagao .
Nao recolhidas at 31 de margo
de 1862, e portento sem
alor .......
lautilisadss e anda nao quei-
madas........
Inutilisadas e queimadas .
'.mo'uuadro.
lerldo perio-
teem
35.249.1519000
491:7939000
7.884:336000
107.869:4519000
151.494:7319000
Emprestimo do cofre de orpboa. No exer-
2*5,J" 18591860 o saldo desta couta foi de
oJ5:349o9t6, o qual excede o algariamo meocio-
oado no meu relalorio anterior, de 772:9835912,
porque as tabellas qae posienormente reuiette-
ram as thesoorarias de fazenda alterarais este
resollado.
No seguiote exercicio de 18601861, pelo que
3* se couhece, ha nm aldode 321:8529508 : eu-
traram por emprestimo 1.423.9878023, e pdgou-
*ea somma de 1.102:1349515. Ue sorte que o
abito total do thesouro, proveniente destes de-
psitos, cou elevado a 9.095:8658034, no Cm
laquelle exercicio, como o mostra o quadro
Colhe-se do mesmo quadro que esta operagao
de crdito des le o seu comego, em 1839, at
o referido exercicio de 18601861, tem for-
ceado ao estado 17.093:1363514. dos quaes no
nesmo periodo pagram-ae 7.997:2719480.
Depsitos pblicos as ditas que menciona
tabella n. 38 os saldos dos diversos cofres de
depsitos desla aatureza, existentes no raunici-
P'L t("i0 e Provincias, importava em
1^74.2469703. isto 237:6709483 mala do que
a somma apreaentada pelas tabellaa anteriores
si quaea iufelizmeule, como as do presento re-
latorio, pelo atrazo de alg-.oas thesourarias, nao
Oa sobredita importancia parmaneciam oos
loi-^S 'e8e"a i.771:469383. e nos lliaes
A somma de reserva compunha-se das seguic-
lea especies: em pegas de oaro, prata e dia-
!!7 SU2.79144; eem diuheiro 1.189:9369466.
a.-.i>euWde defuntos e ausentes.Os dinbeiros
deca origem, en 31 de dezembro do anoo pas-
ando, moolaram somma de 3.052:6699299, se-
gando demonstra o quadro n. 39, orgauisado
fista da escripturaco do thesouro e dos balao-
cetes remettidos pelaa thesourarias de fazenda.
uessa somma, que inferior em 582:3819923
* do saldo exlatente em31 de dezembro del80
perlencem ao municipio da corle 1.582-448S197"
* proviacia do Rio de Janeiro 396:8269510.
4s demaia provincias 1.073:8949592.
Esie resultado, comparado com os destes alti-
SSau!!!!'. mS'r' qU8' """"Oos diohei-
ZSZzLiy}*9'' 8 de auseai eem diminuido,
SZUL0' pa*IB,eB" L rMdelo aonual.'
Tas.!, ,L ', porm' orfflar ainda & >ro
^ este respeitc, sem a obsewegao de mais largo
penodo, e dadoa mais complete*. 8
*xSmtaDl0 .ce,, ziuem que podem contribuir para esse decrea-
cimento, como sao o novo rgimen eslabelecido
pelo regulamento de 15 de junbo de 1859 que
ommetieu a herdewos prsenles muitaa hran-
caa que eram ames errecadadas iodicialmeote
* as novas disposigea dos tratados moderna-
mente celebrados com a Franga e oatraa uacoos
aul3 "-"'Petenj hoje aos respectivos con-
o t?r oe' q"e' pe,a le8ig'a5o anterior,
aao tiohain com a meama amplitude em mate-
ria de successoes abert.s no im perio,
theaouro Pre8uid0. terceira contadoria do
ineaoufo em camprimento do artigo 32 da le de
. c. 9?b?de,651- a QWS8o da. heran-
a favoVrt pr,ot,uc, Pode considerar-ae prescripto
*oTnSno S2.*?' ,e,,flcou" m 00 decuri0
redos TU^V?"*my*t> ue-
meamaa rireu.i. *126 ('ae ,e bsvam as
2 orSenC903:7e9t?S358IeBlbrO <* 1860"
ale 15 de junha de 1859. u"eio a. ,as
Apontar-voa-hei quaea ellas sejam, a flm de
1 tomis is providencias que maia acer?ad.
^WfUfctfe, uo lomo de nS o*2S
Na apreciagao da ooasa situsgo presente che-
K*-se naturalmente triste realidade de que
Pernamboco existe sob a presaao de urna cris*
em sea commercio, em suas industrias e em
sus artss ; e te bem que esta pressflo tenha
a asura ido maiorea proporgea depoia da banca-
rota da Commandtta, cerlo todava que, indo-
te procurar mais louge a origem desse estado,
aera ella encontrada primitivamente na baixa do
assucar, cuja produegao constitue a maior fonte
de nossa riquezt ; a por conseguidle do sea de-
precamelo resulta aquello das artes e daa en-
tras industrias irmat.
De longo lempo- que foflria a agricultura em
seu desenvolvlmeoto ; a falta de capitaea era
para isto um obstculo invencival tanto maior
qaanto, depoia de das melhores, seguiram-se e
cootinusm oatros de urna depreciago comple-
ta. Ora, o estabelecimento de casas bancarias
natta conjunclura, oirereceodo alguma facillda-
de para ae oblar numerario, proporclonoa sem
duvida meioa para fazer urna como pausa esta
desapreciago imminente.
Com eleito, pessoas que serviam de interme-
diarios ao agricultor, como veodedorea de sem
produclot, e ao commercio, como una de seus
agentes, procuraram supprir as necetsi Jades da-
quelle por meio de dinheirot, que tomavam as
casas baucarias, sem ae advertirem no entretan-
to que o pouco prazo concedido por estas nao
poda conseguir o llm que tioham em vista, isto
, o auxilio ao agricultor, ao qual tmente poden
convir avaugos 4 longos prazos e com atnorlisa-
gao anona. E assim, o effeito foi virtualmenle
contrario ao que era esperado ; e s crise por etla
forma sendo um pouco espagada, quaodo mani-
festou-se, foi em toda a sua extenso ; porque
esse erro deu lugar inquesliooavelmeule essa
situagio que subsiste ha doas sonsa, e que em
mais se aggravou oeste, nao s pela permanen-
cia da causa origiuaria, como pela bancarolt j
mencionada.
Mes se cerlo que esta assustou aos nimos
maia desassombrados. plantando nelles descon-
liangas que se nao deve ter a exleosao que Ibe
dao, coinludo lirmara-se em um facto, cujas
coosequeocias tem sido experimentadas pormui-
tos ; nao o menos que semelhantes eveotos se
nao curam por meio de vaxages e exigencias
fra de termo racional ; visto que estas do
serapre um resultado negativo, um resultado de
empeiorar as circumstancias e de ampliar os
dmeos.
As demais iodnstriss lambem tem tido grande
parle oos solTrimentos, que a quadra ha engen-
drado ; e nao pequeo o numero de jornalei-
ros que vagara pelas ras sem echar onde em-
pregarem-se, afim de lirarem d'ahia aua sub
sisteucia ; porque fallara capltaesaos qne d'antes
os oceupavam ; e isti pela ausencia de contlan-
ga, que parece oao ter de reuascer mais entre
nos, ao paseo que este renasciraeoio de neces-
sidde urgente ecommum.
E' facto correte que es pagamentos netta
prega mioguam de regularidad, apenas termina
a satra doa geoeroa de produegio indgena ; e
que nos meses de junbo a setembro tornim-se
do grande difliculdade por serem lambem aquel-
lea em que poucos desses gneros resiam para
se vender. D'ebi ha resultado o coiume de
haver para eaae lempo mais tolerancia as fal-
tas, visto ligarera-se ellas deliclencia real de
valoree ; de modo que *-te por esta analyae
da coocatenago dos tactos, que a crlse tom a
-- _.._.. r. ,..,,. ilU i,3,finos assignalado,
e nao exclusivamente as baoctrotas, de cuja
existencia porlaolo se nao devora aproveiiar
aquelles que tem raaiores somraas a haver de ou-
iros, por quauto isto nao pode deixar de pro-
duzr faneatas coosequeocias.
Mas isto ainda nao ludo; urna outra medida
anda se fiz precisa, como remate do edificio da
selvagao para a quadra
Cousidere-se, que o erro de obter maiores
sommas do que se podia pagar dentro do cario
prazo dos usos dos nossos eatabelecimentos bau-
carios, nao pode ser de iboaieoto remediado
por ama medida de comprebeoao absoluta ; e
certemei.te cora justiga e criieno que alguos
desses eslabelecimeulos tem prorogado aquelle
prazo mediante premio e amortlsago de orna
parte do capital primitivo. Ore, esle systema
sendo seguido por todos, como do convenien-
cia reciproca, ser inquesliooavelmente um dos
meioa de equilibrio, que rmiito bem pode pro-
duzr ; e adoplaudo-o igualmente oa patticulares
em suas transaeges, aavantageni toroar-se-bao
geraes, vindoa f,zer o resto a nova safra, que se
epproxima o se nos antolba prospera pela recu-
lendededo invarno.
0
f\nkmmo
T fifcVISTA DURI4.
Teodo o Sr. corretor geral II. G Stepple apro-
sentado nova ianga. foi mandado continuar no
exercicio desse uflicio, por despacho de 24 do cor-
rente.
Termioou no dia 21 do correte o quatrien-
nto do juiz municipal do termo da Escada, o qoil
patsou o exercicio da vara ao respectivo subsli-
lUlOe
Na quiula-feira deu a companhia lyrica seu
ultimo espectculo das vinte recitas de assigoa-
lura, com a opera Gemma de \rgy.
Correa toda ella peritamente bem. brilhando
mais ama vez a Sra. Slella e os Srs. uidi, Bar-
tolucci e Orlaodini. que como que porfa eame-
raram-se na execugSo dessa ooite.
Apezar das mil difficuldadea que o tem cerca-
do, e cootiouam a persegui-lo, o Sr. Marioao
gen pretende dar-nos aioda slgumas noites de
verdadeiro deleite, para os amadores da bella m-
sica dos melhores maestros.
Consta-nos que terga-feira prxima ser canta-
as, pela vezprimeirano presente auno scenlco, a
beliissima operai Traaiata, azendo a parte
de Leouora distincta prima-dona a Sra. Stella.
Hootem s 6 horas e meia da tarde fundeou
em> DOMO porto o vapor Persinunga; nenbuma
noticia tivemos de Alagoas, donde elle vem.
~ ItJSPARTiQAo da polica. (Exlrado da par-
le do da 25 de julbo).
Foram recolbidos casa de detengo no dia 24
do correnbe :
A' ordem do subdelegado do Recite, Antonio
franciacoCardoso, branco, de 27 aonos de idede,
emoarcadigo, e Jos Fernaodes Souto. pardo, de
42 anoos, marcioeiro, por crime de roubo, oa
quaes passiram disposigao do Dr. deregado do
Io distncto.
A' ordem do da Santo Antonio, Manoel Con-
galves de^uelroz Albuquerque, branco, de 10
annos, sem ofllcio, por eep/neamento, e Manoel
do Nascimento Rangel, crioulo, de 30 annos, ca-
nhtdor, por crime de furlo decavallos.
A ordem do da Boa-Vista, Rosa Mtria da Con-
cigao,_ parda, de 20 aonos, laradeira, para ave-
rigaagoes em crime de roubo.
A' ordem do de S. Jos, Andr, crioulo, d6 42
annos, escravo da Francisco de Souza, por ter
quebrado um lampeao do gaz oa ra Imperial.
A. ordem do doa Afogados, Antonio Francisco,
pardo, de 20 annos, carroceiro, porae tornar sus-
peito.
aV ordem do da Varzea, Affonio Valenga de
fo diioi?" ^ W aDI10,' "Pler' Pf f"-
O chefa da segunda cgo,
M r. G. de Metquita.
Movimenlo da casa da detenco do dia 24
dejalbo.
Existiam. 363 presos.
Entraram. 8 >
Sabiram. 9
Exilian,
362
A saber
Nacionaes 253
Mulherai; 6
Eslrengeiroa? 29
Escravoa. 66
Escravaa. 8
Total. ~JB
Alimentados casta des cofres provin-
elaea............. 47
Movimenio da enfermara de dia 25.
Tiveram Mixa :
Manoel Antonio Sobral; otile.
Jaatino Loureo^o dos Aejot; syphlis.
Ti varara alta :
Loureugo Gomes dos Ssntos.
Jos Sevaro do Nascimaolo.
Passageiro do htate nacional Invtn$ivtl,
vindo do Aracaty:VicnteFerreira Facundo de
Castro.
Pasaageiros do vapor Perstnunr/a, vindo de
Mocei e portos intermedios :Jos Velloio Soa-
res e 1 escravo, Dr. Fentho E. de Lemos Gou-
vela, Joaquim Leite de Coala Belm, Joaquim
Teixeira Peixolo Filho. Elias Vieira de Mello,
Antonio Jote Marllns, Mara Maooella do Nas-
cimeoto e 1 criado, cinco nufragos da galera
iogleza Arah.
Na totalidade dos doentes eiistem 142, sendo 4
boraeos e 14 mulherea alienados.
Foram visitadas as eofermariaa estes qutlro
dias : no s 7 horas ; no 2 s 71|4 ; no 3o s
7 1|2, no 4.' s 7 Ii4 horas da manbia pelo
Dr. Villas-Boas, no impedimento do Dr. Dor-
nellas e a 7. 7 e 20. 6 3|4. 6 3(1. pelo cirurgio
Pinto, e s 5 l|t, 5 3t4 ds tarde pelo Dr. Pereirs
do Carreo.
Obituario do da 25 de julho, ko cbitk-
rio publico :
Manoel Ferreira Sanliauo, Cear, 2 annos, sol-
teiro. mililar, Boa-Vitta ; tubrculos pulmo-
nares.
Candida, Pemambuco, 2 aonos, S. Jos ; es-
pasmo.
Candido Jos Cerdoso. Minas, 29 annos, solleiro,
mililar, Boa-Vista ; febre amarelle.
Domingos Pereda doa Santos, frica, 100 aunos,
viuvo, S. Jos; ascite.
Anna Maris dos Prazerss, Peroambuco, 86 annos,
solteira, Boa-Vista ; velhice.
Antonia Senhorinha Petsoa, Goianna, 31 aonos,
Boa-Vista ; entente.
Domingos. frica, 50 tnnoi, solteiio, Sanio Ao-
touio ; phlytica.
Mari* Carlota de Figeeiredo, Pernambuct
nos, casada, Santo Antonio ; tubercuU
monarea.
Trajano, frica, 45 annos, solleiro, escrav
Vista ; anemia.
Eleuterio, Pernarabuco, 5 metes, Boa-
pneumooie.
t < jn-
K ul-
volBoa-
a- lisia ;
1 orrespondencias
Senhores redactores.Na ordem jaaMeiarial eo-
rao na ordem phyaica ha aburtos ealapeoaos 1
Acabo de 1er no Diario de Pemambuco de 2 do
correte o. 167, em guita de recoce, uma u
da de mu KOStO. aSSisnarla or Dninioejea r .rio-
11 no de Albaquerque
diodo ao tribuosl da
documentos ao nrocesso
tes amigos Viceote
Gomes Parete I
Pouco me importara que os assigoalarios, ou
outros por elle, livessem feito chegir ao coube-
cimenio da relago esss appellago e nova espe-
cie, e toda original ; mst, vendo qae ahi se re-
fere com a maior impudencia um facto, como
pralicado em minha caaa entre meus parenieseo
promotor publico o Sr. Domingos Jos Piulo Bra-
gnJunior, nao posso deixar de protestar solem-
nemente contra esta infame calumnia, queso tem
por fia crear ama odiosa prevengao no espirito da
relagao, nem lo pouco posso deixar de manifes-
tar uma justa iodignago contra esse miseravel
embuste, seraelhaut* outros.de que se tem va-
lido alguna adversarios polticos, que especulara
cora easa perseguigao, embora fossem elles mes-
raos os que abiiram oabysmo em que se preci-
pitaran) meus parentes sem o quererem.
Aqu, onde nao bem conhecido o carasler do
Sr. Braga Jnior, fra fcil talvez acredilar-se
netsa triste e vergoohosa larca, de celetre inven-
gao. E'preciso, porm, ser justo : o Sr. Brags
Jnior tem exercido por diversas vezeso lagar de
promotor publico de Sobral, e eempre te houve
com muita hooestidade no cumprimento de teus
deveres, sem que alguera seja capaz de apodar
umt fado quepossa imprimir era de leve uma
nodoa em sua reputagao : nesle juizo. em que o
tem lodos aquelles que conhecem a vida publica
do Sr. Braga desde muilos annoa est a prova da
inverosimilhangt de um fado que nao asseota
em seus habilosa que s Ihe poderia ser impu-
tado para d'ahi lirar-se bom partido contra oa
meus prente, cuja perseguigo tem sido uma
mina bem explorada para aniquilar-se o prestigio
de toda a mmhe familia; mas se havia neces-
tidade de conhecer se quaes eram as disposigoes
era qaeseachava o Sr. Bragt Jnior relaliva-
memeao seu procadimento, como promotor pu-
blico, oao era cerlamente preciso pira este firn
um encontr entre ella e meus pareles, quando
estes tinharn amigos que se ioteressevam por sua
sorie, e podiam.sem necessHada daquelle meio
entender-se com o Sr. Braga Jnior.
Nada disto porm se deu : nicamente confia-
dos najusiiga de sua causs, e desejando que hou-
veste BU termo infernal perseguigo que sof-
frera ha mais de seis annoi, nao duvjdarara apre-
santsr-seante os Iribaoaes para serem julgados.
Feriis em invengoes, vieram ainda os assigoa-
lariosduendo :que o Sr. Braga Jnior oo
so recutou pessoas importantes, como at defan-
deu os reos 1 o Sr. Brega Jnior recusou, ver-
dade. ao aeu cunhado Joaquim Jos Rodrigues,
maa lato so deu seu pedido pelo pretexto de ser
longo o processo, mas nao porque quizesse des-
te modo favorecer meus prenles ; fez entre-
tanto cinco recusages jurado, que elle ulna-
va faveraveia cause ; mas o'shi nao deveis in-
ferir cousa alguma, porque o Sr. Domingo! Pa-
tnolino sendo acensado pelo crime que praticou
contra o capito Dogo Gomes Prente era pro-
moloro Sr. Braga Juoior, que ento'no recusou
m s juradonao querendo alias proteger ao
&r. Palriolino.
Qaanto i proposigao emiltida de ter o Sr. Bra-
ga defendido os reo, isto lo irrisorio e ridi-
culo-, queso enuncia-lo- batante para en-
cherdevergonh. seu autor: per.nte a relaco
que desconhece ludoquanto occorreu 00 aegondo
julgameuto-fal dizer-se ludo, por que ludo
Kaoharquando te especula com a mentira. 0
sr. uraga Jnior com os recursos de sua fnelU-
gencia deseovolveu a accuaago com toda a forga
com que costuma fazer em outros qusesquer pro-
cesoos ; os debates abriram se no meio de um
mnrtC"' Dumfero,80 de Pe,0". e todos firiffl o
modo porque foi eita a aecusago.
do resunu !?' faC,O,e pode feruma justa id.
dMuar....- e"" Pe^monamentai ein que te
dagueneotypaa mentira, eo embaste daoVeltas
S^ffESSDS. pHerseBUic0 RWS3S
iea nao recuam diaote de quaesquer meios
A."^^' ASlUi dequ'e o Sr.
e.m ijO'.,?;t8u"ndo o processo ex-offlcio. 11-
p. re. o doI i.nd0-drel1? de .rem como
rn.lh!..! P0,1," D0 POderao ser inquiridas as
melhore. te.temuohas de vista. Nisto nao ten-
n lUM MoMtiT* da mors <|uo soffreu no dit d
-
eleigio Alm disto, ae escolhesssis dedo tes-
t.manbs. para jurarem nesae processo, nao era
possivel que achasseis melhores para o plano da
peiseguigao, do qae elgomss dss que depo-
serare. r
Onde poden*, encootr.r uma melhor lastemu-
nh. do que o soldado Sebaslio, qae, nao duvl-
dtodo elirajer a ssotidade do juremeolo, aa ar-
rejou dizer que 0. distancia de noventa pasaos,
no meio de urna immiBM raaoio da peasos/,'
pode conbecer os meas parantes para minuciosa-
mente particularisar os laetos qae desee ? Ella
que nem ao menos os coahacie, como prove pa-
rante o jury oo die do jultemaoto eem o depoi-
meoto contette de duas teeWmanhas desinters-
sadaae insutpeitas ?
Alguam, i tardada, diese ao Dr. juh de direito,
que essas lestemuohas eram de tal condico que
nao roereciem f; mas se o valor de uma tesie-
manba est ua razio de sea potigo na sociedade,
aeve ae r.conhecer que mais f merece o Sr. Joao
ranas Soasa, que teoenle da enliga guarda na-
cional, e tem sido eleitor de parochia, do que
asa. soldado ebeio da precisos, e cajo corago fa-
c:lmenle se curva veoalidade.
E qae esse soldado recebea a influencia mag-
ntica do dioheiro, fadl de deduzir-se de toda
etaa histeria inverosmil que raferio, e a flagraole
cootradigao do aeu depoimento comparado com o
do soldado Moreno.
Com efleito, esle disse que vira Vicente Go-
mes Parete erlr Praocisco Nones, o que foi
confirmado por Vicente no seu interrogatorio, di-
zerado qae o Lutra por ver seo irosSo Diogo j no
chao, e seffrer aioda pancadas de Nenes, Sebas-
Uao, porm, diz que esle ferimeoto lora praticado
pelo co-ro Ignacio Gomes, referiodo entretanto
oiversas circumstanciaaqae pela sua semalbaoga
com as decleragoee de Moreno, revela que tinha
decorado o que se Ihe eoainou autes de depr.
yuando a aecusago, na difficuldade da mostrar a
crimloalidade de IgnacioGomee, procurou bata-
la nesae depoimeoto.aentio eatremecer esse funda-
mento quaodo em refutago iba moatrai. que coos-
lando do corpo de delicia a asistencia da am s
lerlmento. nao era possivel que esse depoimento
prevalecesse para provar a crimioalidade de Ig-
nacio, ao mesmo lempo que a accesagao serva-
se do depoimento de Moreno para provar a cri-
minelidede d Viceote em relago este mesmo
fecto de Frsnciaco Nunes. O que verdade, ,
queseodo iire.pondivel e.ta observagao, toroou-
se para lodo, ioconte.tavel a faUidade do depoi-
mento do soldado Seba.tio.
D'aqui se pode avallar o alto ioteressede orna
parcialidade poltica para todo o cueto compro-
meter a sorle de meus iofelizes prente., e a
prora deste lntereste esi em que, sendo apoota-
do um individuo da Jaibra como autor da alguns
ferimenlos, tanto que por iaso deixou de eppare-
cer na cidade por muilo lempo, abafou-sa esss
voz para se tornar mais pesada e odiosa a rea-
poosabilidade de meas prenles, imputando-Ibes
todos os fados.
Qae e comprela por outro lado oa depoimeo-
tos da primeirae nooa lestemuohas com o auto
de perguolas feilas Joo Fraoci.co de Paula, e
se reconhecer que ha notareis cootradigoea em
lodos elles com relago aos fados occorridos no
ais 3 de novembro ; mas, como a nooa a tote
d onde parti o conbecimento que o. outros dout
tiveram desses fado, preciso ver o que ella
refere de mate positivo respeito dos aecusedos.
Ora o que .ssa tesiemudha depe de mais no-
tavel o facto de ter vitto Vicente Gomes ferir
i Joao Dent, o que elle lambem nao negoo em
seu interrogatorio.
Quento ao. demai. fictoa occorrido. no dia 3
de novembro, a Deua perteoce coohecer quae.
foram o. seu. autores ; nao um ouvi dizer
sabido do meio dat exagerages e da calumnia,
como em seu olficio se expimio o desembargador
Miguel Ayres. que pode esiabelecer a crimioali-
dade de meus p-reotes depois do principio phi-
losopbico e chnsto saocciooado pelo ert. 36 do
cdigo penal.
Aiuda conservo vivamente na lembranga as pa-
lavras com que iociei a defezi que fiz soa meus
detdilosos amigos. Eu die.e ento : nao temo o
resaltado da ctuaa seoo pelo lado da prevengao
por que a historia dos tribuoaes est cheis de
fictos par atteslarem os desvos de uma razo
prevenida ; cerlo porm de que a deciao deata
causa ett confiada juize. rectos e circumspec-
tot, eu vos moslrarei qae os meus amigos, os meus
infelites prente.uosao os Jansioo, os Bastide,
os Colerd, que por urna paixo editante arrsnctm
a vida preciosa da Fuald. Ali, at raigu. a escu-
rido da ooite, o disfarcaserviram de meios para
realis. rem um delicio demasiadamente atroz e a-
bominav); 'ii hnUo mi exploto oDOuieot.o.
a que oao preaidio a premaditago. nem algum
desses meios infames de que su prevalece a per-
veraidade: til, o seulimeolo fro de malvadeza,
aesociado piixao baixa do roubo que arma o bral
go dos sicarios contra a aua victima ; aqu uma
forga imperiosa que d existencia aos fados ; a
natureza, fallando no corago de um dos aecusa-
dos, que suspende osgolpes daqeelle que sacia-
va seu furor contra um irmo quem salva a vi-
da e a sua propria, que depoia se achoa em im-
minente perlgo.
Depois de haver manifestado por esse modo o
systema da defeza, foi-me fcil demonstrar que
(M fados criminosos perpetrados pelo mea paren-
te Vicente Gomes as pessoas d. Francisco Nu-
nes e Joao Bento, etlavam precisamente as con-
digoes da lei para serem jaalificados, e que por
conteguioto elle deia ser abtolvdo. como foi.
Seus juizes poderam ddvidamente avalier o deses-
pero de aua posigao, quaodo se fo qae por um
lado seu irmao Diogo Gomes era atrozmente es-
pancado por am cabra eudacioso, sem que sua
"Iciiina, j em Ierra, podease oppor a menor re-
sistencia, epor oulro ledo, logo em seguida, ser
ella mesmo sggredido por Joo Bento, que seus
esforgos reuns os de muitos oulro, que o tiuham
acompanhado para a eleigo. Quera haver, que
teiiha o corago de glo para tornar se impassi-
vel em frente do espectculo, que Vicente Gomes
testemuohou respeito de seu irmo ? Quem ha-
yer. que. aggreddo por forga maior, se resigoe
a auceumbir sob os golpes de seu aggrestor? E
se j essa aggresso era bsstante para collocar a
Vicente (Jomes era bem tristes apuros, que raeior
razao nao ttnha elle para con3iderar-se em um
estado critico, quaodo vio qae a sua frente acha-
vs-se Joao Bento. que a historia passada recorda
ler elle em menos de dous minutos assassioado
stogue fro, e pela mais requintada perversidade
cinco pessoas de umas familia, inclusive uma
cnancinha innocente? 11 1 Este homem podia ser
pacifico depois de to barbara CarneDcina ? ter-
so-bia extinguido de aeu corago esse germen de
,Uf BIM| forc'dde? Poderia ter deixtdo com
vida Viente Gomes, se este em sua legitima
defeza nao se tiveste prevalecido do recurso, que
em tal cato a lei saneciona?
Vos. que vos queixaes como Qlhos, nao sois os
competentes para resolverdes estas questes ;
tmente a razao calma, a icflectida qae pode dar
a nica e verdadeira solugo ; a iniparcalidade,
que asjulgue, estou saiisfeito.
Houve quem afflrmasse no processo da forma-
gao da culpa, que o partido conservador de Sobral
liona nlerese cm perturbar a ordem publica
ruto como lemta perder a eltxcao; ors, s por
is o se pode fezer uma idea aproximada do espi-
rito, que diriga a parcialidade opposta.
Quem dra. que s nisto se mosirasse desfigu-
rada a verdade em toda a historia doa tristes
acoutecimeotoB do dia 3 de novembro de 185611
To diLDcil serie, seoo impossivel, o triumpho
dessa parcialidade, quaato sabido que na
eleiclo posterior houve um reforgo liberal de 800
qualificados, que nao os hivia em 56, e todava o
partido conservador apresentou uma cifra em seu
favor de mais de trezeotos votos. Isto para a
queslao dos meus prenles, nao deixa de signifi-
car alguma cousa, para mostrar o espirito ceg
dos que o persegoem, pois que nem ao menos so
quiz reconbecer como uma verdade, o qae se
abra aoa olhos de lodo o mundo ; se algum in-
teresse. pois, havia na perlurbsgo da ordem pu-
blica era cerlamente daqoelles que na Serra ds
Meruoca diziam ao povo nao qualificado: Vamos
para a eleico, porque tirados o commandanle
superior e Canillo, estao vencidas as dx/jiculda-
dei\ daqueile que disse ao Sr. Paes Brrelo,
que o seu diploma fra legalmente obtido, com a
propria mesa saquarema 111
Nao coolinuarei mais em outras coosiderages,
de que lenho a cabega chela ; laogando uma es-
ponja sobre este passado de triste reeordagSo,
concluirei, pediodo ao venerando tribunal da re-
lagio, que, justa como tem sido em todos os seus
actos, faga cessar uma perseguigo mal fuodada,
com que se tem especulado mais de seis annos.
Recite, 24 de julho de 1862.
Juslino.Dominguei da Silva.
Ao publico
S;, redoctores.Tindo e aoffrido embargos
em alguna do. meo. baos, i reqoerimento do"Sr.
Chrlstovao Santiago do Nascimeotf, embargosTie-
sas fetos por uma viogaog. ridicula o vergonho-
... e qae .llamete dapa contra este seohor,
oio posso, agora, qaa elle desisti de taee em-
bargos, deixsr de participa-lo ao meas emigoa,
asseverando-Uies que tal desistencia nao fot feita
pedido aeu, qaa aii. coofio ni junios da mi-
nha trra, nao t em embargos, mais aiods, em
processoo por crimei de rapto commetiido. por
horneo, catados.
Cumpre-me agradecer eos Illms. Sr. Thom
Cirios Pireti o Manoel da Silva Jacome Peitoa,
meus juis o sdvogado aa delicadaa maneirae por-
que me traisrem, e cora especialidade ao ultimo
osas dedieacio pela causa que ihe confie!.
Luis Pereira .Raposo.
COMMioRCgO
Praca do Rccife 25 de
julho de 1862.
\s quatro hoyas da Urde.
Colaces da jimia de corretores.
Cambio.
Nao houveram cotaget.
J. da Cruz Hacedopresidente
John Gatssecretario.
Banco do Brasil.
A caia filial deseonta ledras com preso at
4 mezes a 11 por cento, as de sea proprio accei-
te a 10 por ceoto, toma dinheiro a juro em conla
correte ou por ledras a 9 por cento ao anno ; a
saca sobra o banco do Brasil ao par, e avisla,
qualquer quantia que te pretenda.
Caixa filial. 21 de julho de 1862.
O aecratario,
Francisco Joo de Barros.
Ifanalesjrsi,
andlmento de da 1 a 24. .
id.m de dit 25 .
329:877*718
20.258J573
350:1365291
Movlmento da alfrtadrar.
Velama.antr.de. com.zonda... 176
> tom ganaros.. 1394
Veame, sahidoa com fazeodaa.. 97
a com gneros.. 270
1570
367
Descarregam no dia 26 de jalho.
Etcuna inglezaZenilhmercadorias
Exporta<*ao
do dia| 24 de julho.
Patteho inglez Mary lock, para Liverpool,
carregaram :
Sauoders Brothers &.C., 399 saccas com 2,135
arrobas o 8 libras ds algodo.
Patacho portuguez Lima, para a ilha de S.
Miguel, carregaram :
Cervslho Nogueira & C, 88 barris e tres pi-
pas com 3,996 medidas da mel.
ecebedorla de randas Internas
ajeraes daa Pernamboco
Randimento do dia 1 a 24. 44:99-2S886
Idam da dia 25......: 1:540*015
46:53l|901
Consalado provincial.
Randimento do di. 1 a 24. 71:3095961
Idam do dia 25......1:452|3*7
72:76253-28
Movimento do porto
./VatHO entrados no dia 25.
Baha4 da, brigue esenna nacional Joven
Arthur, de 147 tonelada., capiao Joaquim
Aolonio Gongalvas Sintos, equipagem 13, car-
ga fumo a outros gneros; a Antonio Luiz de
Oliveira Atev.do.
Aracaty11 das, hiato nacional Inveneieel, de
35 toneladas, capito Jote Joaquim Alves da
Silva, equipagem 6, carga couros, cera de
carnauba e ouiroa generes; aa mesrao ca-
nilo.
Macei e portos intermedios em 40 horas__Va-
por nacional Persinunga, commandanle Manoel
Rodrigue, do. Santoa Mour*.
Navios sahidos no mesmo dia.
S. ThomaiPatacho americano Roanock, capi-
to L. N. B. Long, em lastro.
CanalBrigue inglez Zo, capito Reddeo, carga
assucar.
. e bri concorao seoU th.seor.rio pera
*r'f"h t0 *" '" rntittmtju do
"",??' 1V pre"' tr asoaoMMw oa
a, !'* 2ri0 U aocroiario oa
teat reqaerimentos intimido, da doesaaesOoo
rSt2 ** "" .',?rM u B|M i"Tr la.
reta boas eoospertamento. Oa (laneo vocaarW
feMlH-% y ir^oraas^SsoT
iv.S,C" ,l4 ,bMrU "' WOfooV1
n.*Kr*U,Af* l".oavaria de f.te.de de Psr-
naanbuea. S3 de jalho de 186-2. m Tm
Seriodo de (ffictal-ataiav
ni- lanoollJoaPir.io
Pela intpaegao da alftndega je fez pabrtrat
no da 26 do emente, depoia de at.ie
porto do mesma alf.odega. ae ha a errea.'.w
em hasta publica de cooformidade cosa e 41 i
arl.301 do regalameoto. asa celta S. W. \ C
o. 1, com dsticos Romatados dourado.. peaad
13 libree, valor da libra 3>750. totol eM750 ;
endo .rrem.uco |lf M # 4iltlnt J",^
*'cio d. alfaodega. 23 .. j.li#
de 1862. O escriplar.no, Joao Carn.ir Liso
Soriano.
O lllm. Sr. iospector da aajaoajjBaaSj gt f.
zenda de Peraambaco. msnda f.ter p.bhto pare
eonhecimeoto d qu*m mierrstsr e tm cesfor-
rxid.de d. ordem do Iribaa.l do iheaouro a tit\
de 8 do crrante mez. que no dia 18 de i ansio
fuluro. haver coocurso oesta tbc.oaranap.ro
preenchimento do. logare, vegoedo lerceirot.a-
crlplur.rio., eotreo. pr.tic.niea, a oa (lia dao-
les podeto ser admittidas pe.so*. de fra nao
condige. exigid*, oo .rt 3* do decreto o. 2M9
de 14 de margo de 1860. O eiame veraar aceta
as seguiote. materias : srilbaelir. e sae. pPh-
cage. ao commercio, com e.pecielldade a ra-
dugo de med*, peso e mrdHa, crcalo de
descont, juros simpes e compoetes, theoria de
cembio. a suas apphcegde. algebra al eqoa-
goe. do 2* grao, e iheona da *criL.lur.ca otjtw
cantil por partida, eimple. e dobraia, e suas ep-
plicac. ao commercio e ao ihesoero ; deveado
es pessoas de fra qae forem adantiidaa aa dito
concurso, nao s6 orestarem fame dot otalerica
exigidas, como da* do do .n.* dodiio de-
creto.
Secretaria da lhesourris de Isieod. de Per-
oambuco, 23 de julho de 1862.
Servindo de oficial maior.
Me noel Jos Piolo.
O lllm. Sr. iospector d. iheeoarara pro-
vincial em cumprimento da ordem do Esa. *lr.
presidente da provincia manda fazer publico ajee
no di* 7 de agocto prximo vindouro ao b. da
arrematar, peranle a juola da meama tbesoar.na
a quem por menoa fier, a obra do apcrfeigoa-
meulo de ama parle da estrada da Victoria ae>
luger denominado L.deirt da Sicuptra-iorte
avalada em 2:8609. *
A arrematarlo aeri feita na forme da lei pro-
vincial o. 343 de 15 de maio de 185 e tob aa
clausults especiae* abeixo copiade.
As pessoas que se propozereoa a esta arreaa-
tago comperegam n. .ala des Maac. da referi-
da junta oo dia .upremeacionado. pelo meio
di. o competentemeiite habilitada*.
E p.ra constar se mandoa affixaro pre.eslo o
ablicar pelo Diario.
Secretaria da ihe.oarari* provincial de Per-
aambuco, 17 de julho de 1862.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annaociegio.
Clausulas especises pars a arreroalago.
"O. rep.rot da Ladelr da Sicopir.-loria
sero executados conforme o periil e orgenaentc
pprovados pela directora em coo.elbo a apre-
senlados a approvago do Exei. Sr. presideule da
provincia, importando em 2:8600.
2.*O arremetente deveri comegar a obra nc
preso de 15 diae e conclui-la oo de 3 mete* coa-
tado, secundo as ditpoiget da lei regulamea-
tar desia reperiigo.
3.*O pagamento ser ello em duas presla-
Cdee iguaes, correepoudendo a primeira a melado
da obra e a segunda eue conclueo e entrega.
4. Para o maia qu. te nao especifica oea pre-
sentes clausulas segair-.e-ha a lei n. 286 qae
rege este directora.
5'Nfnhume reclemaco. tndo por lim pedir
Indemniaagao, ser atiendide, seja qa.l for o seo
fundamento.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annuaciago.
Sditaes.
14
Por ordem do lllm. Sr. inspector da albo-
dega declaro que aa 18 caixa. da marca iPfi
cam ferragen, vindas d. Hamburgo no brigue
Anuetie, em 27 de outubro de 1860, perlencem
a maesa fallida da viuva Amorim & Filos e nao
a casa commercial de D. P. Wild, como por en-
gao se publicou em edilal detta repartigo de
' i de juoho ultimo.
Alfandega de Pemambuco. 25 de julho de 1862.
O 2" estriplurario,
Haximiano Francisco Peixoto Duarte
Facoldade de Direito.
Da ordem do Exm. Sr. director interino, fago
publico, que a primeira prova do prximo do
coucurso que deveria ter tido lugar no dia 22 do
correle, t-lo-ha, no dia 30 do correuto s 10
horas da manha, por deliberago da congrega-
Qo, tomada em sesso de 19 do correte, re-
querimeuto de um dos esndidatos.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recite 25
de julho de 18620 aecretario, Jos Honorio Be-
zerra de Meoezes.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, oQicial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito e->pecitl
do commercio desla cidade do Recite e sea ter-
mo, capital da provincia de Pemambuco, por
S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, que Deus
guarde, etc.
Fago saber aos que o presente edilal virera e
.delle noticia tiverem que no dia 11 de agosto dj
crranle anoo se hade arrematar por venda a
quem mais der em praga publica deste juizo, na
sala dos auditorios, as dividas seguales :urna
letra de Paulo Francisco Rezende de 760 ; urna
dita de Francisco Aleixo de Siqueira, de 10> ;
urna dita de Joo Jos da Costa Araales, de rs....
89j09O ; urna dita de Pedro Alexandrino Ortiz
de Camargo de 1:2183080 ; uma dita de JosMen-
des Carneiro Leo de 774; ama dita de Jos Joa-
quim de Almeids Goedea de 1:3101940; uma
dita de Jos de Mello Albuquerque Monte-Negro
de 136&635 ; uma diia de Ricardo Pereira do Nas-
cimento de 419440. j prescrlpla ; uma dita de
Pedro Jos Antuoes de Miranda, 14*574, j
prescriba ; um* dita de Antonio Florentino de
Souz, de 78$940 ; uma dita de Manoel Tei-
xeira de Miranda'69$690; uma dita do Antonio
dos Santos Coelho Lope*. 689250 ; uma dita de
Jos Corris Ladislao de 819800, j proscripta ;
uma dita de Joo Miguel de Oliveira de 969 ;
uma dita de Mtnoel Ozorio Correia de Araujo,
de 10<>9962. sem sello nacional ; quatro ditas de
Francisco Correia Soares de 419695 cada uma,
1669780 ; duas ditas de Benjamn Francisco
da Silva Araujo de 379280 cada uma, 74g560 ;
tres ditas de Francisco da Paula Machado de rt.
419946 cada uma. 1259838 i quatro letras de
Ignacio Bento de Loyola de 124J1U, 4962456 ;
dous ralea de Francisco Jos Rodrigues Bastos
na importancia de 92920O ambos ; um dito de
AlexandreBezerr.de Albuqnerque Barros rs.
1009, j prescripto; am dito de Joo Ferreira da
Fonseca 49700 ; um dito de Francisco Antonio
ytolMdeJMlfo de 20J ; sommando ludo em r.
5:3361936, e avallada por 1:0009, as quaes di-
vidaa foram penhoradas a Antonio Pereira da
Silva por execugo de Kalkmaon, Irmos & C.
E nao havendo laugador que cubra o prego da
avaliago, a arrematago aei feita pelo valor da
adjudicsgocom o abatimento da lei.
E para que chegue ao conhecimenlo de todos
mandei passar edilaes que sero publicados pela
imprensa e afOxadosoos lugares do costume.
Recite 22 da julbo de 1862, 41" da iodepedeo-
ca e do imperio do Brasil.Es Manoel Mana
Bodrignes do Nascimento, escrivo o subscreri.
Tristo de Alencar Araripe.
n (Continsor-se-fca.]
O lllm. Sr.jnspector ds ihesourarie de fa-
zenda de Pemambuco, manda fazer publico de
cooformidade com a ordem do thetooro a. 125 do
8 do corrale, que 00 dit 9 de setembro prximo
f'l,
cs'a.ipa*o^.
Conselho de compras navaes.
Todo-se de promover pela msoeira e coodi-
goes do esiylo, a compra dos objeelot ebeixo de-
clarados, periencentes ao material da armad.
convida o conselho aos pretndanles a appresen-
taram suas propostas em carta* feched.s no die
5 de agosto prximo at s 11 horas da manha.
imlSSb** "r'Da',, e aren'1 de "*
100 medidas de azeited* peixe.
1 bomb* de sysi.na Japy com 43 palmos por-
tugueze.de tose,o um. poleg.da de ferro.
30 trrobas de barnnhas de varanda.
6 barris de breu.
40 cadinhos de lcpis sorlido.
25 caniveteepara aparar penna.
100 cadernae do 4 11 polegadas.
1 escaler do 6 remos.
1 dito de 4 dito.
10 arrobas de estopa do algodo.
100 laotern.'i de patente.
120 moitors de 3 11 polegalat.
aatofual" de ^W de cabre de m' polegada,
400 libra* de tinta branca de zinco.
600 libra, de tiola preta.
4 ctixas da vidros para vidraga.
Sala do conselho de compras navaes 25 de 11-
Iho de 1862. O Secretario, *
Alexandre Rodrigues dos Ansof
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pemambuco te fax publico que neala data tica
registrado o papel de dissolugo da aocedade de
Oliveira & Ponte, por ter a mesma sociedale fi-
nalisadoo praso marcado para sus durago em
9 do correte mez, ficaodo cargo do tocto Jos
de Mello Costa Oliveira a liquidago do aeu acti-
vo e passvo
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
narabuco, 25 de julho de 1862.
Julio Guimares,
Ofllrial-maior.
O lsngador da recebedoria de rendas inter-
nas geraes, abaixo aasigoado, pelo presente avi-
sa aoa dono*, procuradores, ou gerentes das es-
sas commerciaes do bairro do Recfi>, que tenhsm
promptos os recibos, papis de trato oude arren-
dndolos pira serem apresenlados no acto do
laugamento, que lera principio pelas ras da Ca-
deia, Cruz e Lingueta.
O lsngador,
Jos Jeronymo de Souza Limoeiro
Caixa filial.
De ordem de S. Etc. o Sr. praaideote da calxa
niloldo banco do Br.ail reata provincia, ae (ar
publico para conheciraeoto dos Sr. accionistas
que o Ihesoureiro da mesma caxt att autorisa-
do a pagar o 17 diviiendo relativo ao semestre
2 c-io,T de '"Dt, Proxilno passado. a razo
ae f>9lcHJ rt. por aegao. de cooformidade com as
ordeos recebidaa da caixa central.
Caixa filial do baoco do Brasil em Peroambuco.
19 julho de 1862.-0 guarda livros. Ignacio Na-
nea Corita.
Obras publicas
ponte de ferro sobre o ria-
cho Irumzinlio.
O director dss otras publicas competentemen-
te autoruado pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, faz pablicoque os desenos e ergameoto
para uma ponte de ferro qae se ba de constrair
Vil nach0 Bfnnnho, na 8,trada d, P de
Albo, de cooformidade com o 5 art. 13 da le
do orgamento vigente n. 514, se acham patente
na repartigo das obras publicas, onde serio mi-
Qistradaa todas as in for mages nacessarias too
que pretenderem contratar a conslrucgo detsa
As propostas sero entregues no palacio ds
presidencia ali o dia 4 da agosto prximo vin-
douro, em carta fechada, e abarlas no dia 5 a uma
hora da tarda em pretenga dos concurrentes, do
director das obras publicas, do iospector e pro-
cesador fiacal da Ihesoureria provincial.
O ompreitoiro Mri obrigado. pagar o sello de


MUTILADO
T^"
ILEGfVEL


DIAIO Dfc BIUM1W) r SABBADO 2f DI JLLHO M 1862
respectivo contrato antes de estar eila assignado,
iocl.indo-se nomesmo, alm dascoodigoes apre-
aotadaa e ora spprovadas a de aer deduzida da
importancia total da obra a quantia correepon-
dent sos deitos que devem pagar oa objectos
importados para a ponte, se porveolara o governo
imperial permittir a iasngo do pagamento de
taea direiloa como se vai pedir.
O governo nao se obriga a aceitar a propoata
mais baila em prego, ae tambem nao apreaentar
todas aa garaotiaa neceaaariaa a boa execugo da
obra, alm de algamaa outras condigss que lhe
ajara favoraveis.
Directora daa obras publicas, te de julho de
1862.O director, Martineau
THEATRO
DE
asila Isabel.
C0IPAK1UA LYRIC4
Sabbado 20 dejulho.
Para satisfazsr oa aeoborea que nao poderam
comprar bilbetesde eamarotee de primeira e se-
gunda ordero, e cadeiras dos prlmeiros bancos,
duraoieai 20 recitas da asaignaluras, repetir-se-
ba a muito applaudida tragedia lyrica de Doni-
aetti, intitulada
POLIUT
Para commodidade das familias pouco nume-
rosas, os bilhetes de camarotes se vendero se-
parados das entradas, abalendo-se 10000 porcada
entrada que se tomar de menos daa seis do COS-
iime.
Principiara s 8 horas.
Os bilhetes acham-se venda no dia do espec-
tculo.
PRECOS.
Camarotes de primeira ordem, sem en-
tradas ;..........65000
Ditos de segunda ordem, idem. 9j(XM)
Ditoa da terceira ordem, dem. 4jjO0
Entradaa, cada urna.......1&00C
Cadeiras n plateas como de rostume.
liba'de S. Miguel
por Lisboa
Sabe at o dia 30 do correte o patacho por-
tuguei Lima, de prioaeira marcha, inda rece-
ba carga para oa portos cima, bem como pea-
sageiros para o qoe tem excelleetea commodos.
Para
Rio Grande do Sul.
O patacho Gearany segu com breviiiade e
recebe alguma carga frete: trata-se com os
consigoalarioa Marques, Barros & G largo do
corpo Santo n. 6. V andar.
Rio grande de Sul.
Dever eahir com toda a brevldade o patacho
nacional aArapeky, de primeira marcha, recebe
carga a (reto multo commodo : a tratar com Mi-
noel Ignacio de Oliveira A Pilho, largo do Corpo
Santo n. 19. ou com o capito na praga.
LILAO
DE
Sebolas em Ca-
xas, mol ho se sol tas.
SEGUNdA-FEIRA 28 DO CBRENTE.
O agento Postaos (ara Isilo por conta o riaco
de quem pertencer caiaa com sebolas, ditae em
molhos o ditaa soltaa, aa mais novas quo ha oea-
te mercado por serem desembarcadas ultima-
mente o sarao vendidta a vonlade : segunda-ei-
ra 28 do torrente pelas 10 horas da manha, no
armazem do Annea defronle da aKandega.

CASSINO POPULAR
BAILE
Extraordinario de phantasia.
COH
Mascaras e sem ellas.
NO
CeiPARHU PERIUIBIICAIU
iMavegaeocosteiraavapoi
Macei pelas escalas
O vapor cPersinuogs, commandante lloara,
aahiri para os portos do sul locando as escalas
no dia 5 de agosto, s 4 horas da tarde.
Recebe carga at o da 3 ao meto dia. En-
commendas. passageiros o dinheiro a (rete at
o dia da aahida as 2 boras: .escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
MAGESTOSO SALO
DO
PALACETE DA RITA DA PRAIA.
EM BENEFICIO DE
MANOEL BAPTISTA DE S01IZA.
isater-.Trjn^
O professor de din: Manoel Bsplista de Souza
dar no aalo do Csssino no dia 26 do correla
ura extraordinario baile em seu favor. Espera
grande concurrencia nao s por ser a primeira
?ex que implora a protecgo do respeitavel pu-
blico, como pelo auxilio do alguos amigos gene-
rosos que o pretendem coadjuvar, em cujo auxi-
lio muito confia.
O mesmo professor querendo tornar o diverii-
mento mais variado a aprazivel execular nosin-
tervallos das quadrilhas diferentes dangaa liga-
radas, a caxuxa a carcter, e una polka por pes-
sosa que gratuitamente ae prestam a obsequia-lo
O mestre da msica nesle dia compromette-se
aexeculsr aa mais mimosas pegas de seu reper-
torio.
No gabinete ptico sern apreciadas as lindas
visias de Londres, Paris, Roma, passagem da li-
nha, urna (esta campestre, unta scena da opera
das flores, o coogresso de Paris e a Franga em
seu carro detriumpho dando leis ao mundo.
Ser manilla a boa ordem e observada as dis-
posiges do regulamento approvado pelo Illm.
Sr. Dr. chele de polica.
Entradas para damas, gratis ; para cavalheiros
2*000.
"*os : tari tinaos,
COMPANHU 8RASILEIRA
DE
Espera-so dos portos do sul at o dia 29 do
correte o vapor Cruzeiro do Sul, commandante
o capito de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costume seguir para
os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros, o engaja-se
a carga que o vapor poder cooduxir, a qual de-
vora aer embarcada no dia de sua chegada .dinhei-
ro (rete e encommndas at o dia da sabida s
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
&C
COMPANHA BRASILEIRA
DE
MPK1E1S l TJUNMI.
At o dia 5 de agosto esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te o primeiro-teoente Antonio Marcelino Pontea
Kibairo,, o qual dermis da demora do costume
seguir A pira os porlos do aul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga qu9 o vapor poder cooduzir a qual deve-
r aer embarcada no dia de sua chegada, en-
commendas e dinheiro a (rel at o dia da salu-
da as 2 horas: agencia ra da Cruz n. 1 es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
Si C.
LEILAO
A 26 do corrente.
A' reqeerimento de Hend H. de Jong, capito
do patacho hollandez Sarah Htndrika.e de con-
formidade com a autonsago do Illm. Sr. ins-
pector da aKandega deata cidade, o em preaeoga
do sea ejudsnte e do Illm. Sr. cnsul dos Paites
Balxos, o sgenle Oliveira (ara leilao por conta
o risco de quom pertencer o no estado em que
se acha, do casco do referido patacho com todos
os seus perteoces, o quaoto msia do mesmo possa
ser encontrado e salvado no lugar denominado
Ponte das Pedrao ao norte deste por lo, onde
naufragoa e se acha encalhado por forra maior
do mar, em prosegsimenlo da ana recente via-
gem, tendo carregado de assucsr na Bahis, e
seguido com destino Liverpool para receber
ordsns,
Sabbado 26
do corrente, ao meio dia em ponto, no lagar da
Associago Commarcial desta praga, onde serio
atusadas as eoodicdee do estylo.
LEILAO
DE
Um escravo.
Terca-feira 29 do corrente.
O agente Pinto (ara leilao a requerlmento do
depositario da massa (aluda de Parias & C, e
por mandado do r. juiz especial do commercio.
do escravo Agostinho, pertencente a mesma
maesa, s 11 horas do dia cima mencionado em
seu escnptorio ruada Cadela n. 9.
Avisos tarsos,
LOTERA
SABBADO 2 de agosto prximo ser
extra h ida impreterivelmente a quinta
parte da primeira loteria beneficio
dos religiosos racciscanos de Olinda, no
consistorio da igreja de N.S. do Uosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meios
bilhetes acham-se a venda na respec
tiva thesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas commissionadas praca da
Independencia n. 22 loja do Sr.' San-
tos Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentel, ra
Direita n. 3 botica do Sr. Chagas, e
na ra da CadeiadoRecife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As tortes de 5:000# at as de 10$ se-
rao pagas urna hora depois da extrae-
cao, eas outras, porm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Soma.
Liquidado j
de fazendas, na ra do Cres-
po loja d. 14.
Cheguem s pechincha* antes que se
ac bem.
Cortea de vestidos de barege com babados s 4$,
ditos de seda com babados de quadros a 8, ditos
de grosdenaples do cores com tres babados com
pequeo toque a 209, ditos pretos com babados a f
(2$, merino de superior qualidade, proprios para
montarla de senhora a 29 o covado, merino aelim
preto axul o verde a 600 rs. o covado, grosdena-
ples de coras a 300 re. o covado com toque de
moto, ditos lavrado a 500 rs. o covado, bombazi-
na azul-toxa e verde escura entestada a 800 rs. o
corado, lengos de garga de seda com ranja a 500
rs., polainas de bnm de lit.ho muito fino para
militar a 500 rs. o par, casaveqoea de carobroia
de salpicos e de fil preto a 1&50O. toalbas de ll-
eno adamascada para mesa a 59000. guardanapos
de lioho grandes de superior qualidade que se
vende por 129. 89, mantas para cavallo a 1g ca-
da orna, riquiasimos tapetes avelludados para
piano que se vende por 25$ a 129, veatuario de
usio braoco ede sdr psra crianga a 19500 e 29,
pabllo de brim pardo a 29500, ditos brancoa a
35. ditos de alpaca de cor e merino setim a 4/,
chales de troch a 49, dilos de sede preta supe-
rior qualidade a 129, dilos de cassa trancos a 300
rs., manguitos com camisioha o golla a (us-
lao branco fino a 400 rs. o covado, chaiTs para
ssnhora a 19, diloa para meoioos a 500 rs., en-
talles para senhora a 500, um completo sorlimen-
(0 de tranaa de diveraaa corea, gredas franjas,
bicco de seda branco e preto,boioes que sa ven-
de por todo prego para acbar, e outras muilas (a-
zendss que ae vende p-lo Uarato.
Gasa de campo.
Aluga-se a casa nova e sitio junto ao palacio,
do Sr. bupo, ns Soledade, recenten,enU acabada
com commodidades psra (iran bmilia, tontodo>
amiar terreo como em cima, a casa muito fle-
ganU e toda illuo inada a gas, com gradean.eul
de (rro e jardim na frile, alm daa commodi-
dades da casa tem mais gabinete e lerrago, casa
de banho, da criados, cocheirs o estribarla, o> ai-
llo todo murado, coro o uia quanlidade de ar
voredo de Iruclo e balxa de capim. o sitio bem
plantado e muito proprio para estreneiro por
ser1 porto da pragd: lfetar al>ljIn, grsnde da>
Uesappareceu no uia 21 do correle o mula-
to Vicenta, afilhado do Sr. ,Taaio, em cuja casa
estere 00 dia 22, pedindo para compra-lo ; tem
oa stgoses seguintes : edr vermelbs, baixo, corpo
re(orgado, ps e roaos grandes, cabellus ruivos,
pouca barba, que tras rapada deixaodo apenas bi-
gode. (alia compassada. E' natoral da Parahiba
do Norte, tendo all seus anligoa aeohores piren-
tes do Dr. Pinto Pessoa, que aqui me vendeo. Re-
presenta ter de idade dito mulato de 21 a 22 sa-
nos. Paga-se bem a quem o levar a ra da Auro-
ra n. 44, casa de Joaqun) Salvador Pesaoa de Si-
quetra Cavalcanti.
aneiro.
Sahe impreterivelmente al o Qoi do correte
mez o muito veleiro brigue nacional Siqueira,
tem parle de aeu carregamenlo prompto : psra o
resto que lhe (alta, trata-se com o consignatario
David Ferreira Bailar, na roa do Brum o. 66.
Id i06*.
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ba do Cabug n 18, entrada pelo
pateo da matriz.
Essa galeria ornada com os augostos retratos
photographicoa de SS. MU. e ds aereoiaaimaa
princezas importaos, assim como com os de mui-
las das priocipaes pessoas deata cidade, est a
diipusicao i)*) publico, que a pode visitar todos
os diaa das 8 horas da manha s 5 da tarde, o
examinar os Irabalhosexpostos.
Conlinua-se a tirar retratos por todos os sys-
temas photngraphieos, e especialmente por am-
brotypo e em cartes de visita. Fazem-ae tam-
bem mimosas miniaturas em tilco para sa collo-
carem em joias.
O^pregos dos retratos sao os mais rszoavels
i] v e eucontram nsta idsde.
J. Ferreira Villela, pholnzranho.
Soledad.
Atteiicao
COMPANHA PER\AMBCANA
DI
Navega^ao costeira a vapor.
Parahiba, Kio-Grande do Norte, .Macan,
Aracity, Cear, e Acaracu'.
O vapor cJaguaribe, commandsnte Lobato,
aahir para os portos do norte al o Acarac.,
? o dia 7 de agosto as 5 horaa da tarde.
Recebe carga at odia 6 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e diubeiro a frete at o di
da sabida as 2 horas ; escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
29 do corrente,
O agente Oliveira, (ara leilao a requerimenlo
de Heod II. de Jon?, caDlto do naufragado pa-
tacho hollandez Sarah llendrika, por autorissgao
do Illm. Sr. iospector da aKandega desta cidade,
com assistencia e fiscal'sagao de um senhor em-
pregado da mesma reparligao e em presenga do
Illm. Sr. cooaul dos Paizes Bsixos, e por conta
e risco de quem portencer, de todos os salvados
relativamente carga e apparelho do referido
patacho, recolbitos 00 armarcm aKandegado do
bario do Livrameoto sito no cea d'Apollo e
consistindo no seguiole : 29 caixas com a porcao
de assucar averiado que cootiverem, 37 barricas
e 133 siccos ns dita conformidade, 81 molhos
de piassava. urna lancha, 3 ferros e 3 correles,
3 cascos vazi.08, 4 agulhas de marear, "urna si-
nets, orna porgo de magame, urna dita de velas,
diferentes vergas e mastareos, um excellente
chrooomelro, um oculo de ver ao longe, e mala
objoctos miudos :
Terga-feira 29 do
correte, as 10 horas da mantisa (principiando
com o assucar) no referido armazem aKandegado
caes d'Apollo.
Josepba Jaeintha Noria da Cooceigo.cons-
taodo-lhe que Antonio Joaquim Fernandes de
Azevedo, pretende vender um terreno no beccodo
Pombal, no qual a anounciante tm urna caaa
coberta de telha e tapada de palha, avisa a qual-
quer pessoa que queira comprar o dito terreno,
nao contrate negocio algum cora o referido Fer-
nandes de Azevedo, sobre a casa, por pertencer
a annunciante, que protesta havero aeu valor de
quem comprar o terreuo. Kcifo, 25 de julho de
1862;_______________________________________
Eu nimio sssignada fago scienle ao publico
que de hoje em diante Gca sem vigor algum a
procurago que meu marido Jos Marques de Al-
meida, e eu, haviamos passado a nosse filho Jos
Marques de Almeida Jnior, em que o autorisa-
vamos para cuidar de todos os nossos negocios,
cujos d'ora em diente ficam a meu cargo, em
consequencia da molestia de meu marido disso o
impossibililar. Eogeuho Jaboalaozinho 23 de ju-
lho de 1862.
Isabel Msria d'Apresentagao.
|elix Venancio de Cantalicio pede a seua (re-
es que lhe sao devedores em quanto antea
lam pagsr seus dbitos no espago de 15 dias,
Contrario lngara mo dos meios judiciaes
\m de lhe pagarem.
ompauhia Fidelidade do se-
guros maritimos e terrea-
res, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C. compe-
tentemente aulorisados pela directora da compa-
ohia de seguros Fidelidade, toraam seguros de na-
vios, marcadoriis e predios, no aeu escriptorio,
ra da C:ut n. 1.
Dentista de Paris.
15Ra Nov a 15.
Frederico Gantior, c.irurgio denlista
faz todas as operaeoes desua arle a o co-
loca dentas artificiaes, ludo com -sdeln
| rioriJarle o parfeico que as pessoas-,en
f tendidas lhe reconbecem.
Carios de visita
Cirio.- do visita
Candes de visita
Carles de visita
Carios de visita.
Pregoa reduiidos
Pregos reduzidos
Pregos reduiidos
Pregos reduzidos.
A dozia por 129
A. duzia por l&>
A dozia por 129
A duzia por 129
Duss duiias por 503
Duas duzias por 209*
Novo estylo de photographia
Novo estylo de photographia,
Ambrolypos am caixas 29
Ambrotypos em caixas 29
Ambrolypos em caixas r;.
O retratista americano
Alberto W. Osboru
Ra do Imperador.
I Consultas medicas,
Serio dadas lodos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no se* escriptorio, ra
8 da Cruz n. 53, desde 6 at as 10 horas
da maohaa, menos aos domingo ; sobra...
1.a Molestias de olhos.
2 Molestias de corago e de peito.
5 3. Molealias dos orgos da geragao o
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas, comegando-se po-
| rm por aqaeiles que soffrerem dos
X olbos.
Instrumentos chin-icos, acsticos e op-
S ticos sero empregadoa em auas coosul-
| taqes e proceder com todo rigor e pru- S
dela para obter certeza, ou ao menoa S
g probabilidade sobre a sede, natureza e 1
S Cauta da molestia, e dahi deduzir o pa- m
no de tratamenloque deve destru-la, ou k
8 curar. Q
\ -riot medicamentos serao tambem i
empreados, gratuitamente; porm S
g pela certeza que lem de sua vardadeira i
8 qualidade, promptidio em s*us effeilos, c
e necessidade do seu emprego urgente Q
que se usar delles. B
Preticar ahi mesmo, ou em casa dos TB
doentas loda, e qualquer opergo que |
julgar convenienta para o realabeleci- 8
melo doa mesmos, para cujo fim se acha *6
prvido de urna con.pleta collc-cco de 1
inatrumeolos indispensavel ao medico
operador.
Putera olhos artillciaes ; para o que
se acba prevenido de pegas e inslruuen ,
tos necessarios.
Por meio de experiencias pticas indi- S
cara aos doentes qusl o grao do vidro que i
os oculos devem ter para que aua vista li-
que bem acommodada, e jamis se (a- 1
tigu* qusndo estiver applicado ao ira- ng
balho.
Pa.lio,. K.Jdrigue de Oliveira, faz scienl*
ao commercio detl. praga que Xfai Uaado faa.
da de sua taberna ana oa rus da S. Miguel do
Afogados, livre e desembaragada de qolauer
OOU9. '
Preclsa-ae d* -i jtas amaa>oures pra pajs-
ris, qua entendam perfeitamenle do trafico : no
ra do Roiario larga n. 16.
Os curadores tiacaea da massa fallida ue>
Faria & C., provinem e avisam a lodos os deve-
dores da mesma rma, que nao pi>naem quanla
alguma so au aos b>ixo asaigoados. visto cosa
estando fallida a referida firma, nenhom de seu
aocios pode mais recier divida alguma ^o es-
tabelecimenlo. Heclfe. 45 d* julho de 1868.
_______________Sunat Brothers & C.
Arremata^o.
Pelo juizo municipal da i* vara, depois da au-
diencia do dia 26 do eorrpnte, te ha de arrenxlar
a armagao da loja de (tiendas aila nt ra da
Prala n. 31, penhorada pw execugao da mes ro-
gedora da ordem 3 deS. Francisco desta cidade;
garante-se as chavetda mesma a quem arrema-
tar dita armsgo.
Elogio sincero.
Dores de peito.
Padecendo mtnha senhora.de urnas dflrescon-
linuadaa no peito, que Instante fflirgai lhe cau-
sa va, por lbe tirar quati a respiraco. Itndo eito>
quanto lhe fosse possivel para obter melhora^
ludo (oi baldado, e com a tpiilicaeo da cha-
pas medieinaes do Sr. Ricardo Kuk." escriptorio
ra do Parlo n 119, flci.u iriuiraoirnte bo. oo-
curto eapaco de 3T da?, pelo qua merecen) todos
meus sinceros elogios, nao s pela rapiez do cu-
rativo, como por nao causaren) encomtr.odo al-
gum, nem precisarero de resguardo : ra de S.
Jos n. 12, Rio de Janeiro.
Luiz Jos Maie.
Aviso.
8
8
8
%
LEILAO
DE
Duas casas terreas
Tenja-f'eira 29 do corrente.
O agente Pinto far leilao t 11 boraa do dia
cima mencinalo de duas casa terreas sitis no
becco do Pocinhn (reguezia de Santo Antonio,
sendo urna n. 19o outra n. 25, em seu escripto-
rio ra da Cadeia n. 9.
Os pretendentes podero examinar as referidas
casas desde j, procurando entenderem-se com o
mesmo agente acerca de qualquer in(ormag3o a
respeito das mesmas casas.
Arrenda-se urna propriedade em Apipucos,
tendo casas que se alugam pela (eata e que s
por si deixam a rend de toda a propriedade, ier-
ras occopadaa com capim, que iendem de 500 a
600 (eixes diarios de vero invern, e lendo
quem a arrendar a grande vantagem de encon-
trar ludo quaoto necessario psra o servigo
da mesma, canda, (erramentas, cavallos etc.,
o que ludo pode entrar no arrendameeto, con-
forme o negocio : para informagdes na ra Nova
n. 8.
io de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidsde psra o
3io de Janeiro o veleiro o bem conbecido brigue
nacional Almirantes, tem psrte de seu carrega-
menlo prompto ; para o reato qoo lho falla, lr*-
ta-se com oa aeuscosignatsrios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, no seu escriptorio mi da Crui
numero 1.
LEILAO
DE
Um escravo.
Terga-feira 29 do corrente.
O agente Pinto (ara leilao sem reserva de prego
s 11 horas do dia cima mencionado, da um es-
cravo de lOaooos'de idade, em seo escriptorio
ra da Cadeia n. 9.
Louvor ao mrito.
Inflammacaodo Usado, peito e fal-
ta de respiraiao.
Tendo eu urna mtnha criada que padecia de
urna ioflammago do Ggado, a qual-lbe alacavs
lodo o peito, e assim lhe tomava a respirago, e
sabendo queum neto meu que tivera a mesma
molestia, leodo-se-lhe applicado as chapea medi-
einaes do Sr. Ricardo Kirk, escriptorio ra do
Parto o. 119, Qcou perfeitamente bom, em fle-
tado deste curativo (elit dirigi-me ao mesmo
senhor e resolv a applicago das mesmas cha-
pas, e com erTeito se podem chamar virtuoaas ;
pois que no pequeo espago de 26 dias tive sa-
liafsgao de ver mioha criada pereilamente boa
e restabelecida de urna molestia que padecia ha
maio de 6 aunos.
Em louvor de que lhe fago a presenta deca-
rsgo para ser cooheeido pblicamente. Ra das
Marrecas n. 32, Rio de Janeiro.
Jos Jaciotbo Pereira.
Recoobecida verdadeira a. assignalura suprs
pelo tabellio Pedro Jos de Catiro.
Caixas de tartaruga e ctaaru-
teiras de charo para rap
echarutos.
O tabaquista que aprecia a boa pitada de Lis-
boa ou meamo l'rinceza, Meuron etc., etc.,
justo que comore urna bonita caixs de tartaruga
toja m*rcbetada com a qual oao ae envergonha-
4 de offerecer da bo niinH* d g(u gaslo a to-
dos os circumstanles que ae acbsrem em aua ro-
da, muilos dos q-.a-s louvaro o seu bom gosto.
Assim corso a caixa eecessaria ao tabaquista,
charuteira no superfloa do fu man le e sendo
ella bonita como sao as de charo Dchelas me-
Ihor ser porque com itso deixa conhecer quao-
to sabe apreciar o bom. Para os msis comino-
distas tambem ha bom sortimento e todos eneon-
traro bautiza urna vez que munidos de dinhei-
ro ss dirigirem a ra do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
Tem agua e pos denlifieios, ote.
Justino Manoel Ramos, subdito portuguez,
vai aos serioes das provincias do norte do im-
perio.
Os berdeiros do finado Bernardo Pereira da
Silva e sua mulber Aona Francisca de Souza,
tambem fallecida, tem justo e contratado vende-
rera o seu escravo de nome Autooio, de nagao,
quem ti ver algum embaragn a oppr a dita ventla,
apresente-sa na rus das Cruzes n. 42, taberna,
no praso de tres dias a contar da data deste. Re-
cife. 23 de julho do 1862.
Apre.su-ni- em declarar que a caaa terrea
o. 6 da ra do Cutovello, i-m parla nella como
berdairo Martioho Avalo do Albuquerque. Re-
cite 24 de julho de 1862.
________Manoel Joaquim da Sila Brasileiro.
Preciaa-se slugar urna preta de meia idade,
preferindo-ae escrava : no paleo de S. Pedro
n. 16.
Muita aUenco.
a
Furtaram hontem da loja de Fignei
redo & Irmao na ra Nova n, 18, ires
trancelins chatos com seus passadores
sendo dous mais largos e um mais es
treito deouro de 18 quilates, gratificase
bem a quem os descubrir guardando-se
tegredo pois s se quer conhecer o Ia-
drao.
LEILAO
DE
Rio de Janeiro
At o dia 31 do correte sem
falta
Sahe a barca nacional olris, ainda pode rece-
1OV
Terca-feira 24 do corrente.
O agente Almeida (ara leilao por conta o risco
de quem pertencer de suarda roupas, gaarda
vestidos de amarello, solas, cadeiras, marquesas.
ber algum reato de carga,escravos o passageiros, eonsolos, 1 candelabro e aerpenlinas multo ricos
o qual tem excellentes commodos: eotenda-sel 2 burras (cofres), carteiraa para escriptorio, se-
cn o csplto Gaspar Ltite de Farta, oa com seus cretarias, camas, relogio de cima d mesa, dito
consignatarios Aranaga, Mijo & C, ra do Trapi- I de algibeira o diversas obras de ouro : na roa da
cho Noto a. 6. I Cadela do Rfcilo n. 53, &s 11 hora do dit cima.
Carvalho < No-
goeira
sacam sobre Lisboa, Porto e
llha de S. Miguel; oa ra do
Vigariop. 9. primeiro andar
O abaixo asstgnado declara pelo presente
annuncie que em data de 15 psra 16 do corrente
mes, de juuho prximo paasado. deaappsrecoe do
| sen si lio Calafate, contiguo aos Curraea dessa vil-
la da Escada, um rapazsioho de nome Josquim
de Sanl'Anna, poralcunha Canhoto, idade de SO
aonoa, pouco mais ou menos, cor branca aver-
melhada, baixo e secco, sem Ogura, cabellos lou-
ros escorridos, tem urna cicatriz no dedo grande
de orna das mos, corcovado no andar, este in-
dividuo [evadio-se|roubando um cavallo dos sig-
naes seguintes : alssio caboclo, de ambas as sal-
las, dous ps calgados, e salvo o erro, urna das
mos, ou cabellos branco ao p do casco, urna
bexiga no eipinhago, o nao ha lembranga do (er-
ro, corre o boato qoe tem apparocido pelo eoge-
nho Javanda: roga-seaa autoridades policiaos ov
quem quer que o encontrar a sua pprehenso,
com dito cavallo, que ser recompensado do eu
trabslho, na di'.a villa.
Francisco Jos da Silva Santos,
jVrecisa-se alugar urna
casa
que teja bem arejada com cinco a seis quartos,
quintal com cacimba e um quirto para escravos,
amalgamas das ras da BOa-Vista, e prtferi-se
um pequeo sitio com alguna arvoredos, sendo
muilo perto da cidade : a tratar na ra da Cruz
armazem n. 46. ou na ra do Queimado loja n. 16.
Amonio Jos tUdrigues de Souza, vai a Eu-
ropa. _____________________________________
Aluga-so urna aala do primeiro andar da
casa da ra da Cruz u. 11, propria para escrip-
torio : a (aliar no S* andar.
Atuga-se um 2* andar e aoio em boa ra
desta cidade, com tres quartos, duas salas, co-
zlnha espagota e dous quartos oais no soto :
quem quizer dirija se a ra do Queimado esqui-
na da Congregago u. 41, para tratar.__________
Aluga-se ubi 3* andar com commodos bas-
tantes para bomens solteiros, que eslejam em
lojts oa emprego no dia, e s veohara pernoitar ;
ou enlo a familia muito capaz que nao iocom-
mode a visinhanga : Aa pessoas que prelenderem
dir ajuatar.
O baixn sssigoadomorador na cidsle do Rio
Formoso, j tendo avisad e protestado por et
jornal do 11, 12 el3 de junho de lc60 a todos a
contra todos, que s* dwem il'.egalmeote agrio-
res de uoia legua e meia de tetro, qae por jus-
to e valiosos ttulos perl-nce ao aballo assig-
oado, de novo se aprsenla scientificanJn a to-
dss era geral, e a cada um de per ai, que o abai-
xo assignado o legilimo senhor e possuidor for
justo e bom titulo da dita legua e meia de terr
na freguena d'Agua-Prets, a qual comee* do lu-
gar denominadoCxoira seccana ribeira do
rio Uoa.sejuindo pela ribeirt do riachoPiran-
gi grande cima. Declara para conhecimento de>
lodos que dita legua e n.eia de trra droerea
pele norte com o rio Unapelo poente com o>
nachoPirangi grandepelo sul coni terr? do
Calende e pelo scente com Cerras do en^eohr>
Japaranduba e nutra sismara annexo : que ottt-
legitimos posseiros foram chamados a eonciliajo,
para entregarem a propri-dsde do abaixo sig-
nado e saberem que 16 o mesmo abaixo assiana-
do o legitimo senhor e pessuidor da referida
legua e meia de ierra, que j fui competenle-
menle rsgiatrada, ea qwal boovo por sismarla de
1782, quelhefji traspasssds e cedida por com-
pra aos legilioios sismeiros : pelo que os illnse9
pos.eiros logo que foram chamados a concilia-
gao abandonaram as obras, que em algumss par-
tes do dito terreno eslavam faiendo.
E aproyailando a octssio declara mais qua
tambem e senhor e legitimo possuidor de urna
S. M. Pidelissima em dala de sisrraria a J,jj
Leandro Sotres de Araojo e sua roulher O. Lou-
reoga Isabel da Visilagau, j fdilecidos, e por es-
ts temida ao finado vigario de Una Vicentes
Ferreira de Mello e Silva, e pelos herdeiros des-
te, instituidos no respectivo testamento solemn*
foi vendida ao abaixo assignado, como tudo cons-
ta do testamento picripiura existentes, em a
qual estao indevidamenle edificado o engenho-
Souza e mais dous da mesma freguzia ds Agun-
Prela, seudo que deata legus de trra ern qus-
dro s fol vendida urna qusrla parle no sillo do-
riachoCatembrefa;ei,dn piao no dito sitio a
passagem do rio Tiraoi. E para que ninguem
se chame ao engao em lempo alg.tm ainda pelo-
presente se protesta contra qoaesquer ontro,
)ne, por te possarem de ierras alheias, eslo
soeilos as penas dos criroes, que se descrevem
no titulo 3o cap. 1 e -2 da parte 3*do cod. penal;
seudo que por motivos de molestia o abano as-
signado tem deixado Ce fazer t-ITeclivo seus di-
reitos, o qie (ara logo que cesseru taes motivos.
Rio Formoso 15 d< julho de 1862.
Antonio Corn-a e Macedo. '
mmmmsmm emmmmmu
IRmdaCruzl&i
O Dr. Rocha Bastos
d consultas lodosos dias. S
Cura radical e em pouco das moles- P
tUs syphiliticas e dos orgos genito un- 3g
narios. W
Consultas de graga das 8 as 9 horas da IX
manha, *
PIJHIf ACIO LITTEBAR1\
4 uiullier, a amilia e
Gasa paia alugar.
Na ra Imperial n. 116, um andar muito (resco
para a presente eslsgao que vai sntrar: a tratar
uo largo do largo o. 141.
Precisa-se alugar urna escrfcva
para o servico de urna pequea familia,
preferindo-se que compre e engm-
ale: na ra da Cruz n. 45, armazem.
3Ra estreita do Rosario3 s
9 Francisco Pinto Ozorio continua a col- I
locar dentes artificiaos tanto por meio de
V molas como pela presso do ar, nao re- (|
a) fiquem a vontade de seus donos, tem pos 6
9 outras preparagde as mais acreditadas
9 para conservaco da bocea. 9
09d# Programma
da festa do Glorioso S. Vicente Ferrer
padroeiro do 1 batalbao de uzileiros
da guarda nacional do municipio do
Recife.
Ao amanhecer do dia 26 do corrente estar ri-
camente embandeirado lodo o largo do convento
de Nossa Senhora doCarmo ; ao meio dia a mu-,
aica do referido batslho execular escolhidas ou-
vesturaa. em que ser acompanhada por 20 du-
zias de logeles que subiro so ar.
Na madrugada do dia seguiole urna salva de 21
tiros anounciar o festejo do Glorioso Sanio.
As 10 horas da manha, depois da chegada do
reapeclivo batalho, que marchar em grande
uniforme para (szer as honras do estylo,a banda
de msica execular escolhidas pegas, depois do
que entrar a (esta, aendo o orador o dialiocto
pregador da capaila imperial o Rvm^padre mes-
tre Lino do Monte Car mello.
A* tarde, em (renle da reapectiva Igreja, varias
bandas de msicas de diversos corpos da guarda
nacional, execularo as melhores pegas de setu
repertorios.
As 7 horas da ooite entrar o Te-Deum Lau-
damos, sendo o sermao,recitad o pelo mesme ora-
dor da (esta.
as noites da vespera o dia estsr o referido
largo ricamente Iluminado.
No dia seguinle ao da (eata, as 7 horas da ma-
nha se celebraro miasas e ser cantado o me-
mento pelo repouso eterno das pragas do balalhao
que liverem fallecido._____________
POR J. GUENEESDA SILVA E MELLO.
(Prece da assignalura 2g09O.)
Acha-se no prlo pn-stea a inhir a luz esta pu
bliaga"o, importante pelo assumpto que encerr.
A' sua entrada no recinto do lar domestico dt>
grande nectasidade na actualidade, que a pba-
lauge do erro lem levantado ns aeus acampa-
mentos psra guerrear a religto do Chrtsio.
Acha-se aberla a sua assignalura na livraria eco-
nica, ra do Crespo n. 2 ; ns Universal, roa du-
Imperador n. SO ; na de Antonio Domingues Fer-
reira na mesma ra n. 69 ; n mema ra o. 29;
e na casa do autor, ra estrella do Rosario o.
19, segundo andar.
O autor depoaila extrema cooflanga no espirito-
de religiosidade que anima os nossos pas dota-
milia.
Precisa-se de una ama livre ou escrava
para o servigo intimo e externo, para urna pose-
sos : na ra de Uortaa n. 9. primeiro andar.
Em audiencia do Sr. iit do paz do 3o dis-
tricto da freguena da Boa-Vista, ir a praga para
ser
cadeiraa
avaada
Aluga-se
Noy retratista.
Rus do Crespo o. 18, primeiro n1ar. tirans-
se retratos pelo systema dagtierreotyp por m-
dicos pregos ; vo-sa tirar retratos de pessoa
esorlas dentro n (ora da cidado.
Injecc&o Brow
Remedio .nfallivel contra as agrior-
pbeas antigs e recentes, nico deposito
na botica tr.anceza, ra da Cruz n. 22,
rreco 3$. ^^
Casa para alugar.
srremaXom hU p.blic. ".uT. o primeiro aud.r d. c.sTd. ni. d. C.deia 4. Na ru. Imperial ^Vt^tSE
eir, de Jacaranda com assenlo de palhlohi.l rjjuilo propri. para escriptorio { talar no at-.'psra a presente etlacao tSM Taif W
liada em 844, tw$a-fira 29 do crtente, .muem Oa Uta casa, 'no largo do Terso o. l, laoeru.
MUTILADO I
._________________
1 "wjiuisa-ai
-_______i.
IILEGVEL
*m



DIARIO B SBRKAMlCO. r SABBlDO 36 DI JLU Al 1161,
Roga-se aos devedores do fallecido
Joaquina Jos Kibeiro de (Mirara que
teve lojanarua Direita n. 55, que ha-
j m de vir pagar seus dbitos na mes*
ma loja ou na ra do Queimado n. 41 e
48, evitando desta forma o receber>se
judicialmente e publicar-se seus nomes
por este jornal.
frecisa se alagar urna eicrava que teja Bel
e recolhida e que uuha habiiidadede engommar,
para urna casa de dioiinutissima familii ; na ra'
do Queimado n. 9.
l'recisa-se alugar urna ama ou escrava qu.
vsiba engommar bem e ensaboar alguma roupa
>e enanca : na ra Augusta p. 84. caaa terreV.
Aluga-se ol aoflar doaubrado D.3d*/rua
do Imperador : a tratar na (raresia da rus do
Queimado o. 8, taberna.
ka.xeiro.
Prectsi-se de um moco bem comportado, que
acotrpanhado de um escravo, veida fazendas pe la
ra : trota-se oa ra estrella rio Rosario n 27,
1 andar, das 9 as 10 horas do da, e das 1 as 6
da tarde. f
DO
THESORO HOMEOPATHICO
O
Vade-mecuui do huaieopatha
pelo dontor
wssm i. MI.
Ete livro que se tem tornado to popular,
quanlo necessario, acaba de a*r publicado com
todos os melhoramentos, que a experiencia t o
progressos da amencia tem demonstrado. A no-
va adicto em tu do superior i primeira. en-
terra :
1.* Mait ampias noticias acerca do curativo
daa molestias, com indicscoea mu proveitos
dos medicamentos novos recntenteme experi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil,
*.* A exposcoda doutrins homeopatha.
3.* O esludo da apropriacao dos remedios se-
gundo as predominancias "dos temperamentos,
das idsdes, dos sexos, e segundo as efreumstan-
ciis atraospherios etc., etc.
K.* A preservago ou prophilaxia das molestias
hereditarias.
5.* K preservadlo das molestias epiden teas.
6.* Urna estampa illustrada demonslraiiva da
continuidade do tubo intestinal desda a bocea al
anus etc., etc.
Vende-s* na Pharmacia especial homeopa-
thica, propriedade do author, ra do Santo
Amaro (Mundo Noto} o. 6.
Preco de cada exemplar. 208000
N. B. Os aenhureaassignantea queiram man-
dar receber seus exemplarea.
km da Silva Kamos,
medico pela Universidade
de Coimbra,
4a consultas em casa, das 8 s 10 horas da mi-
ohae, e presta-te a qualquer chamado com a bem
aorihecida proaiotidao.
0 iivro do Povo.
Sahto & lux publica o L1VRO DO POVO, publi-
cado tob a direcqo 46 Sr. Dr. A. Marques Ro-
drigues, e contm a vida de N. S. Jess Chtisto,
stguodo a narracjr dos quatro evangelistas, a
mait os teguintei artigos: o vigario, o professor
primario, o boin homem Ricardo, a moral prati-
ca, Simo de'NBOlua, maxiniea e pensamentos,
a bygiene^os deveres dos meninos, e o Brasil.
A pubcacae do LIVRO DO POVO nao so ttm
por flor uoiformisar a leitura nat escolas piima-
rias./onde cada menino aprende por um livro
rente, e portento facilitar o trabalbo do mes-
i do discpulo, como tambera vulgaritar, por
am preco baratissimo, a historia do salvador do
mundo, e oa melhoret preceitos da moral.
Vendase o Livro do Povo, no Recite, na
livraria a praca da Independencia na. 6 8, a
500 rs o exemplar em btochura. a 800 rt. car-
tonado.
II.
Pateo do Livrameiito
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio planta denles
fletaee por grampos e ligaduras a
ar, danles incorruptiveis sobre o
11.
trti-
prasso do
...ro, systema
norte-americano e f*z todas asoperagoet de tua
rta e com promptido limpeza
ENSLNO
Pratico-Theorico
DA
LINGUA FLANCEZA,
SEGUNDO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H. G.Ollendorff
RIJA NOVA NUMERO 11
Antiga loja de Gadault.
amtniAe!rtt\,l!r*eb'rd,,uleneo,l,,Beildi m grande e variado aortmento dot se-
!"i" "U0!'.os "" T,nde Pormenot 10 por cento do que em outra qualquer
taber
Para
msicas.
RA JM) QUEIMADO M!46
BAH3EmTIMEKTllilh;
NDA.SEROUPKSF#
Sortimento completo da aobrecaaacot de panno a 45, 28, 809 e 35. caaacoa amito bem
Mitas a 25$, 28$, 30$ e 851, pa 1 tota acatacadoa de panno preto de 16 at HL di tos de catemira
de cor a 15, 181 o 20$, paletota saceos de panno e ctaemira de 8 at 14. ditoa taccoa de aloact
V&\ i. i? *! 6*' S"?A ''?"* E,rin6 d# 7* ,t 10a- ca,c" Pr,t" emir. d
e at 14$, ditoa da cor de 7 at 10$, roupaa para menino de todo, oa tamanhoe, grande sortl-
manto de roupaa de brint como tejam talca., paletota e colletes, aortimento de toilette pretos d.
mtlm, asemir- e velludo de 4 a $|, ditoa paracaaamenlo a 5 e 6. paletota br.ncoa de bra-
stanta a 4 a 5#, calcas brancaa maito flnaa a 5$, e em grande aortimento de fazeodaa fina a e mo-
mrnas, completo sortimento de casomirat ioglexaa para homem, menino a tenhora teroulas da
to ealgodao, chapeoa de tolde teda, luvaa de teda de Jouvin para homem e tenhora
PARA
Toda attenco
Os abaixo assigoados liquidatarios da maesa da
exllncti firme de Jos Goncalfes Malveira, ro-
gam aos devedores da mesma e muito particu-
larmente a aquellea a quem ae tem entregue
cootas e carias as quaes nao retponderam ou o
tizeram de nudo ioconvaniente, que quanlo an-
tee veoham saldar seus debito, porque cima
de susceptibilidades est sempre a lei.
_________________ J. M. S. Aguiar & C.
Gasade saude em Mallo
Amaro.
Hr mira Ramos,
Este estabelecimento j bem^coofaecido, econ-
eeituado nesta provincia pelos relevadas aervi-
qos que tem prestado, contina nis melhores con-
digoes debaixo da direceo de seu proprietario
raceber doenles e todas as classes, os quaes se-
rio tratados com todo e zelo e icteresse pelot
presos seguiotes :
Primeira classe.... 3*000ou maii.
Segunda dita...... 2JS500.
Terceira dita...... SjfOOO.
Em qualquer das classes os braocos flearao se-
parados dos negros. Os alienados de 2.* e 3.a
classe nao furiosos pagaro a diaria ordinaria
tendo furiosos pagaro mais a quarta parte. Ot
alienados da 1.* ciaste pagaro segundo o ajusta.
Casa para alugar.
Aluga-te umi casa na Capunga Nov, ra dos
Fernambucanas, bem tralada e com os commodot
seguintea : duas salas, quatro quarlo, coiinlia
galinheiro, quintal muito grande, lodo murado,
com cacimba e tanque, diversas arvores de fruc-
to, oaluguel barato: na ra do Imperador
D. 46.
Aprender urna lingua em seis mezes
POR
Cicero Veregtino,
Bacharel em dtreito.
2 volumes em 8."
Sahio do prvlo o 1.* volume desta obra, intei-
ramente nova, e nnica escripia em portaguex por
aquelle systema, approvada pelo contelho direc-
tor da instrueco publica para servir 1-, compen-
dio as aulas publicas de inetruccao -secundaria
da provincia, e accommodada ao uso de quanlot
prelenderam fallar e traduzir com propriedade
a lingua franceza.
Acha-se venda no escriptorio do autor, ra
do Oueimado n. 26, oode anda ae recebem aa-
signaturas {7$0(J0), at a publicacao do 2 volu-
me ; depois do que vender-se-hao a 10*000 o
exemplarea.
Arenda-ie urna boa casa na estrada de JoSo
de Bsrro, pecio a empella, a qual tem quatro
quartos, duas salas e grande quintal com bas-
tantes larangeiras: quem a pretender dirija-se a
casa conligus, a tratar com o proprietario, ou a
ra do Queimado loja o. 33.
Aluga-se um sitio no principio da Estrada
Wova com boa cas, cocheira, estribara, quartos
para escravos, duas baixas de capim, e excellen-
te pasto para vacces : na ra da Cruz n. 56.
O aDaixo assigoajo roga eacarecijameoie
ao Sr procurador de Jorge Ferreira Fernandes
SiquelM, de Caruaru', que, vi.to a sua procura-
5ao, nao lbe conferir poderes para receber a 1."
citacao; baja de dar aniamento como autor
competente aeco sobre as fiemas que seu coos-
Uuile pe em duvida as duas lettras cons-
tantes dot auouocJos Insertos ueste Diario no
mez de maio prximo pastado, aflm de que se
possa chegar quinto antes ao conhecimento da
verdade.
Recite, 21 de julho do 1862. Joaquim L.
Alonteiro da Franca.
De M0$ a 1:000^000.
D-se por urna eserava que nao seja velha e
que teoha as habilidadet de bem engommar, co-
zinhar e ensaboar. que nao seja respondona e
infiel, depois de dous diaa de estada agradando
nao se duvidsr dar a qusnlia cima
Vigario n. 8.
Otintureiro da ttavessa da ruadas
Cruzes n. 2, mudou-se para a ra do
Rangel n. 38, aonde continua a tingir
com asscio, promptido e commodo
preco.
Toda attenco.
Custodio Jos Aivea Gvlmares avisa ao ro- I i
naitatTAi fiiiklAA, po*ipltrtgui,) a loiioo o* kflS
freguezet e amigos, que te mudou da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Cretpo n. 7, para a bem conhecida a antiga loja
de miudezaa que foi do fallecido Joio Ceg, boje
ter coobecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeitavcl publico e aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dilo estabelecimento,
onde acharo um grande tortimeoto de miudezat,
quaaffianga servir bem e vender por menos daz
ou vinte por cento. do aue em outra qualquer
parte. *
oaquim F. dos Santos
40-Rua k Oueimado40
Defroiit do becco dajfcongregaco letreiro verde.
GRA
Laboratorio
agradando
na ra do
Jos Bernardioo Alves, tem coutralado ven-
der a sua taberna sila na esquina da ra de San-
ta Rita: se alguem se julgar com dreito a em-
barasar este negocio, baja de dirigir-se a mesma
jabernt, no rjraso de tres dias.
Fugio no da 22 do corrate do Io andar da
casa n. 21 da ra do Rosario estreila, um peri-
quito de obtga amarilla, e levou urna argoli de
rame em um p: quem o achou queira leva-lo
a mesma casa que ser recompensado.
Precisa-se alugar ama ama forra ou capti-
va ru taiba cozinbar e engommar, para cata de
? m,in : na r" d0 Uueimado loja de fa-
zeodu n. 69, ou na ra da Praia aegundo andar
M. 31.
~ Hallar & Oli>eira saccam si bre a Uahia.
Mana das Dores Rsymunda Dogue, subdita
nespanhoia. retira-ae para Portugal, levando em
na compaiitiia auat duas filhas menores ; a mees-
tma faz sciente a quem se julgar aeu credor apr-
awntai suas conlas no piaso de tres diaa.
DE
Lavageui e engommado
de roupa, de Ramos k Pi-
mentel.
Empreza importante, que vai prestando rel-
vacies servigos saos freguezet pela promptido
e perfei{o com que lava a roupa tem a ettragar
PREiJOS.
Roupa sortida (embora nao venham meias nem
lencos] 40 rs. por pega.
Pegas grandes itoladamente "100 n.
Roupaa de naviot, vapores e hotpitaet 70 rt.
Dita de familia que nao fregueza 80 rt.
Dita de doente de familia que nao e fregueza
a 120 rt.
Urna rede ou cortinado de cama ou varanda
a 500 rt.
O preco dot engommadot mdico e confor-
me at pecat, como cottumam faxerat eogomma-
deras. O praso da entrega da roupa lavada
8 diaa, e engommada 15, sendo que muitas vtzet
etti prompta antea do prase. Depotito na ra
Nova.
CONSULTORIO ESPECIAL H01E0PATUG0
DO D0UT0B.
_ SABINO O.LPINHO.
Ru&de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Contultat todos ot diat teit detde at 10 horas
at mete dia, acerca da aeguintet molestias :
noltstus da mulhtrtt, molutiat das erian-
ea*,moUstia$ da ptllt, moltttiat do$ olhoi, mo-
luttai lyphxliieat, todas ai ttptcitt di ftbrt
(tbrtt mUrmxttntts tuai eonttqumeiat,
rBARBAC ESPECIAL OBBOPATUICA .
Verdadeirot medicamentot homeopathicoa pre-
jaradot tom todas ai cetela necostariat, in-
alliveis em seua effeitos, tanto em tintura, com
em glbulos, pelot precot mala commodot pot-
iveit.
H. B. Ot medicamentot do Dr. Sabino tt
nicamente vendidos em tua pharmaca ; todot
que o forem fra dellaa falsaa.
Todaiascarteirat ao acompanhada* de im
tmpretto com um emblema em relevo, tendo ao
reopr at seguintat palavraa : Dr. Sabino O.' L.
Pinho, medico braaileiro. Este emblema! potto
igualmente na liata dot medietmentoe que te pe-
de, At earteirat que nao levaremeiteimpresas
aatim marcado, embora enham natampa cao-
me do Dr. Sabino to falsos
Joao Guilherme Romer,
forrador, estufador e cor-
tinador
DrofiM8eenV."ni" M0m ,eu P"Umo em todat ettas iem conprVr o Mlo'Vtn
tamhem nim.i ""agena como de mobiliat, mo ab,ixo 'goado, atslm com
,nrtJ7: f',"\ e enega-ae de todos ot pagar os foros venc
concerlos de dito,, f. ,rreio,
coocerts, faz cor teadot de cam.^d/vlraod
tambem arranja todos oa preparoa para
taoto douradat, como iovernitadas
Velba o. 8.
e
ndat,
at ditas,
na Ponte
O abaixo astigoado, procurador do Sr. Pre-
ctiino Peree Campello, avisa aot propriettriot
das casas que pagavem foro ao Exm. bario de
Capibaribe, que todot etiet solos pertencem boje
a seu coostituiote, e esse o autorisou com pode-
res para os vender todot ou separados, por isto
"I'f-L0*.?S,oi,,ore.d"dila, tratrar com o mes-
o lhes pedequei-
.- vencidoe : oa ra No-
va dot Piret n. 80.
Manoel Gomet Vieget.
Preeita-te de urna ama de leite para criar
urna recemnatclda : a tratar na roa da Aurora a,
80, 2* andar.
Neate estabelecimento ha aemp
todat at qualidadea e ttmbem ae m
zea para o que tem um dot melhor
Canacas ae panno preto a 0$,
85f o
Sobrecatacotde dito dito a 359 e
Paletota de panno preto e de co-
rea a 359, 809, 259,109,189 e !
Ditoa de catemira de corea a 229.
15f.129.79 e
Ditoa de alpaca preta (tolla de
velludo francesas a
Ditos de merino tetim pretot e
de corta a 9| c
Ditos de alpaca do corea a 59 e
Ditoa de alpaca preta a99,79,59 a
Ditos do brim de coree a 5f,
49500, 49 e
Ditoa de bramante delinho brin-
co a 69, 5$ a
Ditot de merino de cordae preto.
a 159 e
Calcat de catemira preta e de co-
rea a 1J9, 109, 9g, 79
Ditas de princeza a merino de
cordao preto a 59, 69500 o
Ditas de brim branco o de corea a
59. 49500
Calcat de ganga de corat a
Cllete de velludo preto e de co-
rea litse bordados a 129,9}a
Ditoa de ctaemira preta a da co-
res lisos a bordados a 69,
59500,59
um sortimento completo de roupa feita de
Ida executar per medida i vontade doa fregue-
Iprofetsores.
lOJflO
9 0O0
1 .ooo
8S000
500
8J5O0
39500
49000
89OOO
69OOO
49500
IS500
000
89000
Ditot de tetim preto
Ditot de tedt e tetim branco a 6 e
Ditoa de gorgurao de teda pretot
a de cores a 79, 69, 49 e
Ditoa de brim e fuato branco a
8S500, 29500 a
SaroiiN ila brim d lioho 9* (
Ditas de algodao a I96OO o
5*000
59OOO
59OOO
39000
29*00
19280
3J500
Camin de peito defuatao branca
e de corea a 9400 a 29100
Dllat de peito delinho a 59, 49 e 3000
Dltaa de madapolao brancaa e de
cores a 89. 29500, 29 a 100
Chapeoa pretoa de maasa francaza
forma da ultima moda a 109.
sssoo 79000
Ditos de feltro a 69, 59. 49 e 29OOO
Ditoa de aol de seda inglezes e
raneexes a 14J, tj, 11| e 79000
Colarinboa de linho muito finas
novosfeitios da ultima moda a 9800
Ditos do algodao $50o
Relogioa de ouro patente e hori-
_,, tal a lOOg, 909. 80J a 7000O
Ditoa de prata galvanisados pa-
tanto e horizontaea a 409 e 30100o
Obraa de ouro, aderecoa e meios
aderecos, pulceiras, roxotaa e
aneia a
Toalhaa de linho duxia IOS, 69 e 9J000
MU* gruB para meta ama 39 o 4900q I
Consultorio medicociriirgico
-U\j A. l>.\ GLORIA CASA DO iT\3Nl AO-
Consulta por ambos os systemas,
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao ae co'nfundam com na .
nenhum outro, v.sto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ,0 proprieSo tom tomada
a precaucio de nacrever o seu nome em todos os rtulos, devendo ser mSSSum meTuEuEl
irUniJ aVeUeI1que f0,rem PrenUdos sem esta marca, e quando a ^Sa^,tS^!^.
pe mecidoecroSaoraenoem8e"mpanh" "^ "** ^ Dr S^ttKSSfS
-..t.-0!1.^ *}m : "o de receber de Franca grande porcaode tintan de acnito e belladona r.
22822tt!de,.summ< importancia e cujas propriadadei sao tao conhecidaa q.o metmo'srV
mdicos allopathaa empregam-aa constantemente. q meamoa Srs.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em linduras cuslaro a 19 o vidro
O proprietario deste estabelecimento anuencia a seus clientes e amigos que tem commodo
ufflcientes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que pTecisenT de aftum.
LP:Laf3.a.O,na,^iD?nd?(reseriolraladoscomt0d00 di"10 Promptido. como..bem SJS
aquellea que i tem tido eteravoa na caaa do annunciante. um ouoi
A tituacao magnifica da casa, a commodidada dos banhos salgados sao outras tantas una
gena para o prompto restabelecmento dos doenles. b UntM "nU"
. a -? P!880" V quixerem fallar com o annunciante devem procura-lo de manhaa a t 11 hr>.
urna
la
Precisa-se de urna ama para todo ni^l
e... de pone, familia : a tratar no t .inT.^"'""" ,^g" uma ^a queaaiba co-
Mnzd,S.nioAloniofl.28l.eguadg.nV.r! d &K,Ba",,aS -"^ V^-do ; a nu ^mentoi, tod
-- Amwia u. w, z uar. qut o |qU rj,,.
Especial hOnieopatMco
Pateo da Matriz de S. Autonio n. 2.
O proprietario deste consultorio nao pretende, todava, que seiam os seus medicamentos
Lo rtr Mrl0 r que ns ,Mmos' mr S ^l t s m
EZH^JS1 fi*D5a J^!~aal0 ha *iimi, e que o rvico dalpreparaco como por
ju m,m!!rC0,1SU,U,r,0 ,^*m"86 Venda ment da homeopaihia, acommodados inuliigancia
da qualquer pesaoa; assim como prwu-se gratuitemente o seu proprieurio, com seus forjse
Vtriado tortimeoto de iottrumentot
pira musical militaret e de orchestrt
instrumentos completos de criares
apiaton muito perfeitos e afinados do fa-
bricante Gautrot Aia-
Para carros.
Guaroicoes computas para arreios de
carros de metal do principe e de lati pa-
ra um e dous eavsllos, molas, vaquetas
francezat para cobertas, encerado!, ga-
loes, ricas lanternas para carroa eeoaps,
colleiras etc., etc.
Vid ros.
Um graDde e variado sortimento de can-
delabros, serpentinas, lanternas com pin-
geotes e sem lie, palmatorias, copos
- para tinao, clice, rodomas para ima-
^t gaos redondas e ova, s grandes- e peque-
' as a vontade do comprador.
Para retratos,
Sg^ Michinaa muito supariores francezas
%%) esmericanaa grandes e pequeoas. grande
v^fK sortimento dechimicas para trabalhar .m
^^ todoa os processos, caixinhis e
^^ tou americanos e francezes,
^|^ minado etc.
passepar-
papel albu-
Para noivas.
As mais ricis e elegantea capellas que
se pode desejar, asseverando sem errar,
serem as mais bonitas que aqti tem vio-
do, ricos manteletes pretos com vidrilhos
franja o maia modtrno nette genero.
Para presentes.
Huito lindaa caixiohat para costura
com mutict e tem ella, muito propriaa pa-
ra dar-te de prettnte a alguma tenhora
que te estima, ricos ettojos de batba para
homem.
Espelhos.
Grandea e pequenoa com moldaras ^S/
pretas e doaradas, proprios para ornar bo- )?|l
mas salas, seodo os vdrot muito grossos asfSS
e de primeira qualidsde.
Avulsos.
Camisas de linho para homem.
Carteirss e charuteiras.
Ban-ieijat grandes de 30 palmes t 89.
GoMinbat e manguitoa para senhoras.
Laa de todas as cores para bordar.
Talagarca.
Seda fidxa de todas as cores.
Lindos eofeites psra senhoras.
Oculos e lunetas de todas as qualidadea.
Fumo francez, americano e tambem o
apreciavel fumo de borba com os seus
?5


Ski
%M'$$,pQ
MEl@Qi
~' vfJW Z- \* *>'
FUNOICAO
competentes cachimbos e tanari"etc"" ^a
A AURORA.
Netta grande e bem monada fabrica de machioiimo
lanas fundidas e balidat.
Crivot e boceas para fornalhai.
Bronzea e aguilhes.
Rodas, rodelas e rodas d'agua.
Guindastes Czos e portalis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatexas para barcos, etc.. etc.. ludo por preco que bem convld.
Vhfk"
ELECTRO-MAGNETICA.S EPISPASTICAS
De Kteardo fiirk
Para serem applicadas s partes afifectadas
sem resguardo nem incommodo
... .C0 slas Chapas-klbctro-magneticas-epispast.cas obtem-se urna cura radical e la.
xmrVneLelt0d,S SfiC7S Ja;nnamma^ ( "o ou falta de respiracao ), sejam nte ias o
ternas como do figado, bofes, tomago, baco, rta/ ulero, peit, palpitado de coracio r!
giit, olhos,erys.pela, rheumattsmo, paralysiaeodasas afiecoes Liosas, etc etc
uL?nhraSd;ffT,eSeSpeCeSdeJtUm0reS' "olobiBho. eTrofulas ^ASkTt
tamanhoe profunde por meio da suppuraco sero radicalmente extirpados. *
., .. ,U5 aconselhado e receiudaa por habis distlnctos facultativos sna ffiraia n
^:w^a-sr=LTs^^
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
119 Ra do Par i o | PERTO DO LARGO DA CARIOCA
m ^m sAmm
mmmn___
roa do Quelmtd^r^ nfrma(i5eS drJam'Se pharmaC" de Jos A,> ^
Boliilios.
Com diversos modelos, bandeijas enfeladas
de armacoea differentes com bolinhos de todas as
qualidadea os melhores do nosso mercado, assim
como as libras em separado, e tambem podios e
qualquer pastellarie, ludo eilo a primor e o
mais baralo do paz : quem pretender dira-se a r** j "jr" "T1 '" "V"'
ra da Penh. o. 25, p.ra ajustar-se. J Coordenado pelo desembarga-
Alphabettco da legislacao brasileir
desde seu principio at 1857.
:.? 1 ." Pf'nMiudaf# sem distineco alguma, qu. o procuran,, pois
qua o wu rtajor prazer i r mil humanid.de wflradort, >* ^
baques sobre Portugal. S
SO abaixo assigoado agente do Banco 8
Mercantil Portaeuse nesta cidade, aaca tt
Setreclivamonle por todos os paquetes so- S
b:e o mestao Banco para o Porto e Lia- fi
S boa, por qualquer somma vista e a pra-
O xo, podendo logo os saques a prazo serem I
descontados no mesmo Banco, na razo fb
O de por cento ao anno aoa portadores m
m que assim lheconvier : ntt ruaa do Crtt- S
g po n. 8ou do Imperador n. 51. *5
Joao.uim da Silva Catiro. &
* mmmmm -mmmmmm
Aluga-se urna grande casa com litio na es-
trada do Arraial, esquina do Paroamerim : a tra-
tar na ra do Amorim com Guimaraes & Alcofa*
rado.
dor Joo Joaquim da Silva,
Acaba de chegar da Baha esla exeellenle obra
o grande apreco e coosideraco que tem tido n
corte do imperio. Bahia e outras provincias
dispensa quaesquer elogios. Vende-se na livra-
na econmica ao p do arco de Santo Antonio
Jxabinete medico cirurgico.*
Ra das Flores n. 37. "J
1 Serio dadt contsllat medicat-cirursi-
1 ca peloDr. EttevoCavalcanti de Alba- a*
1 1""1"e d "lOhoraadamanha.ac- S
cudindo aos chamados com a maior bre- m
vidade possivel.
! Partos.
S.* Uolestiaa de pella.
8.* dem do olhot.
*. dem dos orgosgenitaes.
Praticartoda equalquer operacao em Z
teu gabinete oa em casa doa doenles con-
lorma lhes fr mais conveniente.
Alugam-se as catas terreas n. 105 da ra
de Santa Rita e n. 27 da ra dos Burgos, e o 1
andar da caaa n. 193, na ra Imperial : a tratar
na ra da Aurora n. 36.
Allenca allenca.
mesma a mandarem qaanlo antes pagar seus
debltot para atsim deixtr de se ver na obrigac=o
de aotregar aa mesmaa a um procurador par. a-
e.ni^r"<,"UTdn,s:"^e,nte-. Recifa 27 -/"o
pa 1862, /oao Cirios Bulos OUraira,
Ao publico.
Urna pessoa que te acha ha muitot anuos ha-
bilitada nos negocios judiciaes se offerece ato-
mar coola de qualquer appellacao indo de fora
ou mesmo desla praca e de qualquer queilao ana
se haja de propor de novo e lhe dar o devido
andamento com todo o zelo e actividade ludo por
preco commodo : qaem te quizer militar de seu
offerecimentodirija-sea ra do Queimado n <>
escriptorio do Illm. Sr. Dr. Casteilo Branco n
16. dts 10 horas do dia s 3 da tarde
Ao commercio.
Urna pessoa que vai a Parahiba, en-
carrega-se de algumas cobrancas para
aquella cidade, quem percatar pode
entenderse com o Sr. Joaquim Rodri-
gues Tavares de Mello na ra do Quei-
mado loja n. 39 que informar quem
a pessoa.
Dom Kremers, Mane Therese, Dom Joseph.
OomJean Baptiate, Dom Louis, Dom Jeanne
Dom Vctor, Dom Eduard, subditos belgas va
para o Rio de Janeiro.
Slosoctacao Cnpograp htc
pcvtiAtnhucUA
Domingo (27) t 11 hoiaa do dia se reunir a
attociacao em assembla geral extraordinaria
sfim de te concluir a apurago dos votos para tt
commusoes de poderes e exame e tratar de ou-
trot negocios de grave interesse social.
A sesso ter lugar na rui Direita n 127
Secretaria da Associacao Typognphica' Per-
nambucana 17 de julho de 1862.
t x V tollo Interino,
Joa Luis d Franca lorrat.
ILEGVEL


.
DUWO Dfe IklUltkUJCO ~ SlBBADO 2 DE JDLHO 01 1861.
I'

i
i
Attencao.
Preciia-se alugar urna escrava de bom com-
portamenlo e diligente, que seiba cozinhar e com-
prar para urna caaa de pouca familia : a tratar na
ra do Queimado loja u. 49. _______________
Saltar & Oliveira
Porto.
aacam aobre a praga do
Aluga-se o segunda andar da caaa
teaa do Queimado d. 1.____________
da tra-
a<>
Constando que alguem anda recebendo dividas
das lojis de louga e colgado areatados pelo juizo
do commerclo para pagamento dos credores do
Sr. Francisco Gomes Castellao, da ra do Rosa-
rio ; previoe-se aos de ved ores que nao peguera,
aob pena de pagarem segunda vez, visto que lu-
do se acha penborado judicialmente.
AUga-ie um sitio na Capunga Velba na
porto do Laaaerre, com urna grande casa de moo
radia, com 8 qaartos, 3 salas, cosinhs, casa par-
feitor, senzala para pretoa, com 2, cacimbas com
bomba tanqae para banbo e para lavar roupa,
um grande viveiro e a margem do rio Opiba-
tibe, com 200 ps de larangeiras, aaputizeiros,
jaqueirae, abcate, eoqueiros, goiabeiras eoatros
muitos arvoredos que se torna enfadonho o de-
clara-loa: a tratar com a viuva do fallecido Joao
Evangelista no mesmo sitio, no mesmo
tem pira vendar urna grande gamella para ba-
nho, urna cadeirinba em meio aso e urna rotula
de louro para janella.
Chapeos de sol
com bouquet para seDhora.
Entre os muitos e diversos objeclos de gosto e
phintasia que a loja da aguia branca ha recebido
sobresahem esses delicados e novisaimoa cha-
peo de sol com bouqueti. Hoje que os indis-
penaaveis baldas nio permitlem que aa senhoras
andem de brago, faz-se de certo neceasario que
cada ama tenha o seu chapeo da sol, que eate
corresponda ao valor, e bom goato de um rico
veatido de aeda. E' por iaso que dita loja aca-
ba de receber tomo por amostra ana pequea
Suantdade detses bellos chapeos de aol ornadoa
e finas llores o qee entre na noviasimo. Na
verdade elles ae toroam igradareia aos olhos de
todoz, e a aenhora que oa comprar pode orgu-
lbar-ae de seu bom goito, ao contemplar que
(razendo-o fechado figura-ae-lhe um lindo bou-
quet, e abarlo repreaenta-ae abrigada era urna
carregada roseira, emfim at onde pode che-
gar a perfeigo meimo o cume ao bom gosto.
S pena que vienem to poucoa que talvez
nao chegoem para a vigsima parte daa preten-
dentes. Gusta cada um 20$ porem a aeohora
que os vir nao ezitar de os dar anda meamo
que aeja preciso bulir n'equellaa moedaa de pra-
ta que lera guardadas m sua bolsinha reservada.
Assim pois mandara quanto antes cumpra-loi na
ra do Queimado loja da aguia branca n. 16.
Vende-ae milho americano em saccas de
110 libras, por 33: oa ra do Amorlm armazem
< de Guimarei & Alcoforado.
FAZENDAS BARATAS
Ra da Gadeia h. 40
loja de fazendas
DE
Martinho Borges.
O proprietario desle grande eatabelecimento
eat reaolvido a vender barato um lindo e varia-
do sorlimento de fazendaa taea como :
Vealldos de seda de 30 ........ 50*000
Caaavequea de cambraia de 5a.... 15000
Manteletes de dita de 5g .......... 10*000
Haoguitoa bordadoa .............. 2g00
Casias, o covado de 320 .......... $600
Chitas francezas o covado de 240 5300
Sobrecaaacosde panno fino de 2z* 25*000
Palitade dito delCJj ............. 20*000
Ditos saceos de 12* i.............. 15*000
pregos estes que em parte alguma se enconlraro
atteodeodo-ae auperior qualidade das fazendas.
Agua de colonia ambria-
daesem o ser.
Esta estimada agua de colonia ambreada, de
que tantoa a tanto tempo aeotem a falta, acaba
de chegar em bonitoa frascos verdes, os quaes sa
estao vendendo a 1*500 cada m ; aaaim como
ebegou igualmente um granhe aorlimento da
verdadeira agua de colonia de Piver em fraacoa
e garrallohas de diffarentes lmannos, ludo la-
to na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
Fugio de Olinda no mez prozimo passsdo
um escraro de nome Domingos, de naeao, com
os signaes seguinles: boa altura, secco do corpo,
olhoa vesgos, falla truito submissa, principal-
menta qmuJo est bebado, o que dejeostume ;
levou camisa de algodo littrado de azul aberta
na frente, chapeo de palha velho : quem o pe-
gar leve-o ra de Santa Tbereza em Olinda,
secundo sobrado, que ser graliGcado com gene-
rosidad?.
Caixeiro.
l'recisa-se de um caixeiro o venda grande da
Solcdade, assim como se comprara caixilhos que
fossem de loja; na mesma vende-se urna bom-
ha de ferro de braco, que lira bastante agaa de
cacimba.___________________________________________
SOC1EOADE
Monte Pi Popular Per-
nambuoano.
De ordam do Illm. Sr. director, sao convidados
todoa os Srs. socios a comparecerem assembla
geral extraordioaria que ter lugar domingo 27
pelas 10 horas da manhoa, na casa de noisas
atados.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
no 24 dejulho de 1862.
Bemjamin dofCarmo Lopes,
1.* secretario.
Camisas bordadas eoutros ob-
jecto* necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se um bailo aor-
limento de bonitaa camiaiobaa de lina cambraia
com babadinhoa e mui bonitoa bordados de no-
ves e delicados deaeohoa, as quaes servem mui
bem para os moderno* vastidoa de frente aberta
a vendem-sapelo diminuto prego de 3* cada
urna ; assim como bonitos manguitos a balo com
golliohaa de auperior cambraia e fil e todoa bor-
dadoa. com puohos virados e cada par pe* ba-
ralissimo prego de 2J, o que admiravel avista
da superioridade da obra, e bem astim panhos e
gollinhas tambera bordados com bonitos botdes
a 2* a guaroicao, e golliohaa ollas igualmente
bem bordadaaa 1* cada urna e manguitos a 800
rs. o par. A villa pois de um to completo sor-
limento nenhuma senhora deixtr de comprar
esses necessarios objeclos tanto maia quanto a
commodidade dos pregos convida e para que to-
doa sfjam bem servidos coovem que mandem
logo comprar na loja > da aguia branca ra do
Queimado n. 16.
Para luto.
Fumoa de seda elsticos para chapeos largos e
ealreltos a 1*500 : na rea do Queimado n. 22,
oa loja da boa f.
Apparelhos de porcellana dou-
rada para cha de nonecas.
Aloja da agua branca desejando que todoa
fagam a vontade a suas bellas meninas est ven-
dendo commodaraente esses bonitos apparelhoa
da porcallsna dourada, e pintada a 1*500 e 2$,
lendo cada um 6 cassrea de chicaras, e os mala
perteoces, a vista do que todoa iro (munidos de
dinbeiro) para compra-Ios na nudo Queimado
o. 16.
Bonitos paliteiros deporcei-
lana dourada.
Agora nioguem dallar maia de ter em aua
mesa um bonito palileiro de porcellana dourada
pois que elles ae estao vendendo a l*e 1*500
na loja da aguia branca n. 16.
Justica.
Pede-ae ao Sr. juiz de Orphos que faga o Sr.
Alexandre Augusto de Frisa Villar, tutor da or-
phaa que sa acha recolhida no convento da Glo-
ria, recolher na caixa dos orpbos, um cont e
tanto que tem em acu poder, pertencente a dita
orphai, isto antea de se retirar para corte como
foi chimado.
A loja da aguia
branca ra do Queimado n. 16
Acaba de receber os precisos objeclos seguin-
tea:
Aspas de bileia grandes e pequanas.
Fita com colxeles branca, parda e prala.
Dita de laa para debruar vestidos de cores.
Traocinha de caracol miado conhecida por bom
tom.
AlQnetea pretoa e brancos em caixinhas.
Agolhaa imperiaes fundo dourado.
Ditaa victoria em caixinhas e papis.
Retroz preto fino em csrreteis grandes:
Algodo de 2 larguras.
Vende-se superior algodo moostro com 2 lar-
gura, proprio para lengoes e toalhas de meaa a
700 rs. a vara : na ra do Queimado n. 22, na
bem conbecida loja da boa f.
A 2,400 rs. a duzia.
Lencos brancos finos para algibeira pelo dimi-
nuto prego de2*400 rs. a dazia : na bem conhe-
cida loja da boa f, na ra do Qutimado o. 22.
Cambraias de cores
Vendem-se cambraiaa francezaa de corea fa-
zenda multo fina pelo baraliaaimo prego de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.
Superior brim bronco de
linho
Vende-se superior brim braoco de linho tran-
cado pelo baratissimo prego de 1*200, 1*440 e
1*600 a vara, dito muito encorpado de doa fioa
e de linho puro a 2$ a vara : na ra do Queima-
do o. 22, na bem conbecida loja da boa f.
CALCADO
45-(toa Direta-48
A epidemia declina sensivelmente, e o sea
completo desapparecimento eat prximo! O
proprietario deste bem aorlido eatabelecimento
convida oa seua oumerosoa freguezes a substituir
o goleado velho, que todo est cholenco, por no-
vo, e que poasa resistir s mil sebotis e mszzur-
cas que vo aer daosadaa em louvor do restabe-
lecimento da aaude publica. Os pregos con-
vidan) :
HOMENS.
afamadas Hilts. '. i *
non-plus-ultra Nantes.........
Nsntes 2 bateras..............
lustre....................
inglezes de botdes.............
ba ledo res.......................
> couro da porco.......
bezerro e lustre...............
inglezes ps selvagens.........
taxiados braiileiros............
Attencao.
Para as senhoras de
bom
Bhha japoneza e outrasumi-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca acaba de despachar, de
aua encommeoda um grande e bello aorlimento
de finas perfumaras doa maia afamados fabri-
cantes, sendo es bem conbecidaa e apreciadaa
banhas, japoneza, transparente, philocome im-
perial em bonitos eopinhos com lampa de metal,
dita noa copos grandes, dita em compoteiraa li-
las e lapidadas, leos de babosa, philocome e
Lubin, pomadaa ou eosmesliques, linos extractos
dos precioaos e eacolhidoa ebeiroa Jackey-Glub,
mil floree, miel de Inglaterra Marechal, Principe
Alberto, Gaorge IV, etc. etc. Recommeoda-se a
todas as senhoras de bom gosto o uso de qualquer
desses estimadoa extractos porque aquella que
em urna sociedade, thealro, ou baile estiver com
leu fino lenco orvalbado de to sublime aromas
ter por certo o prszer de ver as suaa visiohas
dadireita e esquerda Ihe rendendo bomenagem,
pergeniaren donna F. onde comprou esse to
egrederel cheiro ? E ella orgulhoss de aeu boro
goato, mas com ar prazenteiro lbe reaponder :
na ruado Queimado loja da agaa branca nume-
ro 16.
Reos basquines
A loja da boa f recebeu aaperiorea bit quines
de muito fina cambraia a imiUgo da de linho,
bordadoa e enfeitadoa com apurado gosto e os
vende pelo barato prego de 8* cada um, tendo
sido aempre aeu caato de 16$ e 20*, apressem-ae
pois em compra-loa na mencionada loja da boa
f, na ra do Qaeimado n. 22.
Botinas
B
>

>
>
s
Sa paloea non-plus-ultra................
3 bateras e meia..............
i esmaga cobra..................
a Nantea 2 baleras vaqueta.....
> 2 bateras bezerro......
> > trsbelhadores..........
brasileiros de 3J500 a..........
Sapalos2 solas e salto..................
> tranca portuguezea..........
o fraocezes......
SENHORAS.
Botinas dengozae.........
a aalto de bater.......
> pechincha de 4*500 a. .
> americanas 3J5U0 a .
Sapatoade aalto (Joly)

>
>
12C.0O0
12*000
11*000
10*000
10J00O
9*500
9*000
9*000
7*500
58500
7*000
6*500
5*500
6*000
5*500
5*000
2*000
5*000
2*000
1*280
5*500
5*000
4S000
2*500
3*000
1*920
800
500
800
gosto.
! E' chegado a loja do gallo vigilante ra do
i Crespo n. 7. os lindos grampua a balo de muito
I lindos goatos e lindas core, inleiraraenle cousa
I nunca vista, que s avista merecer a pena as
senhoras maodar comprar pelo biratisainso pre-
go de 2fl; aasim como muitos objeclos tendentes
a miudezas que se vende ludo por manos do que
em outra qualquer parle, quem quitar ver podo
experimentar que s no gllo sigilante ra do
Crespo o. 7.
Tiras ou ntremelos.
Tambera ha para vender liras bordadaa de
lindos goslos assim como bico de randa da la-
byrioto proprio para frooha* ou toalhas de lin-
dos padres por prego muito baralinho que pe-
las amostras se poder apreciar tanto em pregoa
como em gostos: s no gallo vigilante ra do
Crespo n. 7.
Castelto-Branco,alfaiate
militar.
sem elle [dem) .
tapete: .
econmicos. ; .
lustre 32 e 33. .
MENINOS E
Ha de ludo em relago
dinbeiro.
Um completo sorlimento de couro de porco,
cordavo, bezerro frsncez, couro de lustre, mar-
roquim, aola, courinhos etc., que ludo se troca
por dioheiro vontade do comprador.
MENINAS.
e nao ae daixa
sahir
Por este annuncio se faz constar aos Srs. offl-
cises de todas as armas, tanto detla provincia
como das maiscapitaes do norte do imperio, que
ha a venda boies do novo padro, aeguodo a
ultima ordem do mioisterio da guerra, venden-
do-se duaa aboluaduraa por 3*, adverlin !o que
urna dss aboluaduraa de padro anligo, fez so
remessaa para onde forera pedidas, assim coma
tambera ha para vender o melhor panno aul iu-
glez, o melbor velludo preto do Porto, fazendaa
derconhecidas netta prega, o que se vende a re-
tslho. Os Srs. eflicites qne estao fura da provin-
cia podem renovar suas consigneges fixicdo
qutntia certa, e os oulros senbores que nao live-
rem procurago nesta casa podem manda-la, ad-
verando que o tempo para a dita procureco de-
ve ser limitado, acompanhando urna carta de or-
dena pedndo aa encommendas que forem preci-
sas, devendo ser dirigidas a correspondencia a
Joaquim Rodrigues Tavarea de Mello, ra do
Queimado n. 39. Tambera ha galo de ouro su-
perior e ferros francezra para alfaiate, aza forja-
da o par 10*.
Papel amisade branco e de
cores.
Vende-se pacotes com 100 folhas de papel ami-
sade branco e de corea a 800 e 640 cada pacote :
na ra do Queimado loja da aguia branca nu-
mero 16.
ummmm-mmi'Xi a* sea
I
I m do Queimado n. 10
LOJA
DE 4 PORTAS
de
Aviso.
Perolas falcas
ou aljfar de Una quelidade.
A loja da aguia branca acaba de receber um
novo sorlimento de superior aljfar branco ou
perolaa falgaa o qual por aua perfeigo difficil-
mente ae distingue das perolas verdadeiras e ser-
vera elles por aua extraordinaria grandaza para
asgsrgantilhaa que presentemente esto em mo-
da e meimo para outroa enfeilea e como aempre
vendem-se commodaraente a i*, lgSOO e 1$500
o fio : isso na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
Lazinhas muito nas
para vestidos.
Superiores lazinhas para vestidos de muito
bonitos padrdesque se vendem pelo baratissimo
prego de 440 rs. o covado : na ra do Queima-
do n. 22, no loja da boa f.
No dia quarta-feira 23 do correte mtz fugio o
mulato de nome Francisco, com idsde de 21 a 22
annos, pouco mais ou menos, cora os signaea se-
guintce: grosso do corpo, altura regular, nariz
afilado e com pouca barba, e os olhoa vermelboi
e empapugadoa, levando vestido camisa de ris-
cadinbo de quadros azul e caiga de algodozinho
azul com dous remendos noa joelhos, chapeo de
znassa baizo j usado: pede-ae as autoridades
policiaes que o appreheodam e levam-oo ao Ier-
ro da Boa-Vista sobrado o. 4, 29 andar, que aera
gratificado.
Menino fgido.
Ansentou-se no dia 24 do corrente, da compa-
nhia do abaixo assignado, um menino forro, ida-
de 12 annos, pardo, e chama-ae Francisco ; le-
vou vestido urna camisa de algodo branco, lis-
tado de azul, caiga da mesma fazenda, porai
toda azul e chapeo de palha bastante velho ; ro-
ga-se aa autoridades policiaes a apprehango do
mesmo, e que o levem a ra da Palma n. 27 :
como tambem protesta o mesmo abaixo assigna-
do have-lo do poder de alguem que o tenha ho-
misiado, visto que tem de dar coula delle a ps-
eos de quem o recebeu.
Padre L. A. Loyola.
do
ob-
Attendite !
Sio 1 aio 1 oh I l, senhor, aa.... au.... um:...
do Encantamento, acommode-ae, cuide nos al-
godoziohos de seu pairo, que sendo ponte, nao
a velha e nem o novo pasaadigo do Recite ; en-
fardelle, carregue os burros, mas nao quebra a
calcada com tanto paaseio, e veja que aquella
por quem parece deseofreiado, nao se lembra de
burregoa do aeu jaez ; tome tonto e deixe em paz
a vizinhang da ra de Dos Madre.
O Lince.
A loja d'aguia branca, ra
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultimo vapor oa seguintes
jectos :
Bonitas ligaa de aeda para aenhora.
Grandea e bem tecidoa bandea de clina.
Aspaa de ago, e fltaelaatica para ces de balo.
Booecaa grandea mui bonita* c bom veatidas.
Bonitos baazlutioa com 9 frascos Lindas caxinhaa com 6 ditos de ditos.
Trancellim grosso de cor para guarnecer vestidos.
Luvas de camuraa brancas e amsrellae.
Lindos boies de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber lindoa
boies de porcellana dourada com fina banha o
maviosaa inscripgoes, os quses por suas delicade-
zas e perfeigoes tornam-ae dignoa para presen-
tas, e com espe.-ielidade na actual quadra, quem
goatardobom dirigir-as com dioheiro raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que acha-
raiemquebemoerDpreger.______________________
Para liquidaco troca-se
por preco barato um sanc-
tuario com as respectivas
imagens e mais as seguintes:
de Saut'Anna, S. Joaquim, S
Jos, S. Antonio, e do Menino
Jess; na ru* do Vigario n
9, primeiro andar.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Vendem-ae manguito e Rollas de auperior
cambraia ricamente bordadoa pelo inaignificante
prego de 2# o par de manguitos com ama golla,
aando que stmpre custaram 6$ cada par, assim
pois recommenda-seaoa amigos da sonta eco-
noma que aproveitem a boa occasio, dirigi -
do-se com dioheiro a loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.
S
f Acaba def
Ichegar ao novo|
g armazem |
DB I
Bastos & Rego%
y'
Cinco tustes.
S na loja dopavo
vendem-ae aedsa de quadros, ditas de listras ao
comprido, e ditaa de listras atravessadaa, ditas
de quadrinhoe, sendo dos melhores padres e de-
licadissimos gostos, com largura de chita ingltzi
a 500 rs. o covado, pechincha, e do-ae as
amostras cora penhor : na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do pavo de Gama & Silva.
Ferro Maia.
fazen-
precos
Camisas inglezas baratis-
simas.
Vendem-se camisas inglezas com aberturas e
punbos de linho e com pregas largas pelo bara-
to prego de 303 a duzia, aasim como outraa mui-
taa superiores a 408: na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f._________________________________
E pechincha.
Na ra do Crespo, loja de
4 portas n. 8,
vendem-ae cortea de chitas largas escuras, de co-
ras fizas, de 10 covados, j 5jo corle, cassas de
cores fixas, fazenda que sempre se vendea pos
640 e 800 rs. a vara, a 240 o covado, e outrar
muitaa fazendas por pregos baizos que s vista.
>oa Nova jauto a Conccico
dos militares n. 47.
rande e variada aortlmanta de
altas, calcados e fazendas e todoa
ae vendem por pregos multo modi-
s como de seu cosame, aaaim to-
ja m aobrecaaacoa de superiores pan-
ca sacos feitoa peloa ltimos figuri-
a 568,588, 30? e a 355. paletots do
moa pannos preto a 16$, 18$, 209 e
8, ditos de caaemira de cor mesclado
ovoi padres a 148.168, 188, -8
4$, ditos de r.asamira de cor tr.es-
e de novos padres a 14$, 16$, 18$,
|2($, ditoa aaccoa daa meamaa ca-
aa de corea a 99, 109, 129 e a 14$,
pretoa pelo diminuto prego de 89,
12$, ditoa de aarja de aeda a so-
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoslbado adamascado com 8 pal-
mos de largura al$600 rs: a vara : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Vende-ae muito superior damasco de l de
urna 1 cor, muito proprio para eolias e para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato prego de 28800 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
m

m
Verdadeira pechincha.
Vendem-se cortes de superior gorguro de se-
da pira colletea pelo baratissimo prego de le,
29 e 39 o corte : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa (.
Madame Eliaa Scbtmberg e sea iho Josepb
Scbimberg, ba pouco chegadoa da provincia do
Cear, reurain-.-e para a Europa no prximo va-
por franeez.
Aluga-se o 3o e 4* andar da ra 00 Cabug
n. 16, e o sitio da Ponte de Uchoa dafronte do
cea : a traltr na botica junto ao quarlel de Po-
lica.
Atuga-ae
Imperador: a
n. 13.
o 3* andar da casa o. 8 da ra do
tratar na praga do Corpo Santo
Novidades da chuya, da
Arara,
Fazenda com avaria da chuva para 0$
Ireguezes da Arara,
RA DA IMPERATRIZ N. 56.
Vende-se corles de casia de babados a 1S600,
28000, e 2&500 o corte, pessas de cambraias de
salpiquinhoscom 8 1|2 varaa a 28500, leogoa
brincos fiooa a 200 cada um, ditoa de corea a
80 rs ditos para rap a 150, e 160 ra. rs. cada
na raa da ImperaUiz, loja e armazem
Aluga-ae am preto bom cozinheiro : a tra-
tar na prnca do commercio u. 13.
AVISO.
A viuva & Filho do coronel Joo Jos de Goa-
reia, pedem aoa credorea do aeu fallecido marido
e pai, para comparecerem na casa de ana resi-
dencia, ra do Queimado n. 29, afim de tratar
dos negocios da referida casa, amaoha 26 do cor-
rente, pelas 3 horaa da tarde. Recite, 25 de ju-
lho de 1662-
OEftpJTftS.
Comprase urna eacrava que aeja perfeita
engommadeira e coatureira o de boa conducta :
na ra da Cadeia do Recite n. 35.
__ Compram-seacgea do novo banco de Per
nambuco : no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, larg do Corpo Santo n. 19.
Compra-ae um sitio pertodeslactdade, mas
que aeja bem arvorejado ; ou tsmbem terreno
com capacidade para fazer um bom : a tratar
na raa Velha n. 93.____________________________
Compra se um relogio de
ouro chronomelro ou patente ioglez de muito
boa qualidade e por prego muito commodo : na
ra Uireita n. 56, loja de calgado.
um
da
Arara, o. 56.
Compram aa doua escravoa de boa conduc-
ta, sendo um perfeito official de carpina e o oa-
tro de ferreiro: a tratar 00 grande armazem de
ferragens e miudezaa na ra do Queimado n. 49.
Compra-se um papagaio que seja bastante
tallador: na thesouraria daa loteras, ra doCres-
po n. 15._________________^__^^^^^_^__
ao barateiro que est
queimando.
Vende-se manteiga ingleza de superior quali-
dade a 7-20 e 800 rs. a libra, dita fraoceza a 640
e 720 rs. a libra, cha hysom muito superior qua-
lidade a 28880 e 3#S00 a libra, toucinho de Lis-
boa muito auperior a 320 rs. a libra, arroz a 150
e 140 a libra, alelria 320 e 400 rs. muito auperior,
macarro a 320 e 360 a libra, vioigre de Lisboa
muito auperior a 320 e 360 rs. a gerrafa, arroz do
Maraoho a 120 e 140 a libra, azeite doce de Lis-
boa de primeira qualidade a 750 e 800 rs. a gar-
rafa, dito de carrspato a 360 1 garrafa, charutos
varetas muito Qoos a SOrs. fazeodo-se differenga
em caixa vinhoa muito superiores 560.1,
a 640 e 800 rs. a garrafa, e outros muitos mais
gneros, que avista dos compradores se vende-
ro por menos do que em outra qualquer parte:
na ra do Nogueira n. 49
VENDA
A. I. de Helio tem dividido o seu sitio da Pas-
sagom da Magdalena entre aa duas pontea, o qual
tem na frente, entre estas, duzentos palmos, e oa
outra frente de aul norte quinhentos palmos,
olhando esta para o nascente. Esta superficie,
edilicando-se em ambas as frentes, contera deze-
seis lotes de trinta palmoa de frente e duzeoloa
de fundo, e sobrara alguna palmoa ; e dando-se
a cada lote menoa frente e fundo, como cabi-
vel, crescem os lotes, e por conseguinte os pre-
dios que se queiram edificar. Urna trente de
quinhentos palmoa olhando para o nascente, fres-
ca tarde, com dous portos, o do Rio, e o da
Casoba bastante perto. sao vantagens queae nao
enconlram em outra alguma parte. Est mura-
do quasi todo, com porlo de ferro e gradara,
casa pequea, mas commoda, que precisa concer-
t. Faz-ae lodo o negocio com o total aitio, ou
Fazendas sem defeito, da Arara.
Vende-se cortas de chita finia com 12 1|2 co-
vados a 28500, dil03 de cassa de corea a 8500,
ditoa preta a 29500, chelea de merino estampados
a 38500. golinhaa para senhoras a 500 rs., man-
guitos e golas de linbo a 2JO0O ; ne ra da Im-
peratriz, loja da Arara, n. 56.
Rabadin da Arara.
Vende-se babadin com listras de seda, ftienda
muito nova para veatido a 500 rs. o covado, dita
com palmas solas de seda, de largura de 4 1|2
palmos a 640 rs. o covado, lanzinha para veatido
a 320 rs. o covado, ditaa muito finas a 500 e 640
rs. o covado ; na ra da Imperatriz, loja da A-
rara, n. 56.
Chitas da Arara ecassas.
Vende-se chitas a 160.180 e 200 rs. o covado,
ditas francezaa a 220, 240 e 280 ra. o covado,
cassaa turca a 280 rs. o covado, cassaafrance-
zas a 280 1 300 rs. o cavado, ditas organdin a
320 rs. o covado ; na ra da Imperatriz, loja e
armazem da Arara, n. 56.
Arara vende fustao.
Vende-se fusto de cores para vestido a 280 e
320 rs. o covado, leogoa do seda eacaroa para
rap a 19600. pessas de cambraias litas a ISGOO,
29OOO, 23500 e 39OOO, massos de palitos finos para
dentea a 200 rs.; na ra da Imperatriz, loja da
Arar, n. 56. __________^^^
Madapolo da Arara.
Veode-se pessas de madapolo infeatado a 39,
ditas de 24 jardas a g 100, 49600, gOOO, 59500
e 69OOO, cobertorea'de algodo a I9OOO, ditoa de
pello a 19500, roupa feita, palitos de panno pre-
to a 69500 e 85000, caiga preta de cazimtra a
-i500 e 59500, seroulas de linho a I96OO e 2$000,
ct mins francezaa a I56OO e SJOOO ; na ruada
Imperatriz, loja da Arara, n. 56.
brecsacados a 12J, ditoa de merino de
cordo a 129, ditoa de merino chinez de
apurado goato a 159, ditos de alpaca
preta a 7$, 89, 99 e 109, ditos saceos
pretos a 49, ditos de palha de seda fa-
zenda muito superior a 49500, ditoa de
brim pardo e de fusto a 39500, 4| e a Z
43500, ditos de fusto branco a 4, gran- m
de quentidadedecalgaa de caaemira pre- m
ta ede corea a 79, 89,9J e a IOS, dllss 8
pardaa a 39 e a 49, ditaa de brim de co-
rea finas a 2{500, 89. 39500 a a 4g, ditas J|
de brim brancos unas a 4g500, 59, 5J500
e a 69. ditaa de brim lona a 59 e a 69, S
colletes de gorguro preto e de cores a ft
59 e a 69. ditoa de casemira de cor e pre- 8
tos a 49500 e a 5g, ditoa de fusto branco 8
e de brim a 39 e a 395OO, ditos de brim *
lona a 49, ditoa de merino para luto a 49 S
e a 49500, calcas de merino para luto a 2
49500 e a 59, cepos de borracha a 99000. |t
Para meninos de todos os tmennos : cal- i
ca de casemira preta e de cor a 59,69 e 1
78. ditas ditaa de brim a 2f, If e a 39500, S
paletota saceos de casemira pieta a 69 e 1
a 79 ditos de cor a 65 e a 79, di- g>
I toa de alpaca a 39, aobrecasacos de pan- |J
I no preto a 129 e a 149, ditos de alpaca
I prata a 59, beneta para menino de todas 1
8 as qualidade, camisas para meninos de
todos os lamaohos, meios rices ve lidos
5 de cambraia feitoa para meninas de 5 a
8 annos com cinco babadoa lisos a 8| e
a 129, ditos de gorguro de cor o de la
a 59 e a 69, ditos de brim a 39, ditos de
K cambraia ricamenteborbados para bapti-
J doa e muitaa ostras fazendas e roupas
I feitas que deixam de ser mencionadas
5 pela aua grande quantidade ; assim como
I recebe-ss toda e qualquer encommeoda
S de roupas para ae mandar manufacturar
i e que para eate fim temos um complato
tr sorlimento de fazendaa de goato o urna %
K grande officina de alfaiate dirigida por um jR
* hbil meatre que pela sua promptido e o
perfeigo nada deiza a deiejar. 2
Acha-se venda no eacriptorio de Aotoni
Luizde Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz u. 1
a obra eacripta pelo vitconde de Uruguay,En sai o
Sobre o Direito Administrativo ; deixamoa de te-
cer elogios a esta obra, basta o nome de seu au-
tor para a tomar recommeodada, dos volumea
em brochara 109, encadernado i$.
Para os tabaquistas.
Lencos rouit finos aimitago doa de linho de
muito bonitos padres e de cores fixas muito
proprios para aa pessoaaque tomsm tabaco, pelo
barato prego de 49800 e 59500 a duzia : na raa
doOueimodo o. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Bramante de linho.
Vende-se muito superior bramante de linho
com duaa varaa de largura proprio para lengss,
pelo barato prego de 29400 rs. a vara: na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado
u. 22______________________________________________
- Vendem-se caixes va-
stos, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1$280 cadaum :
nesta typographia se dir.
Attencao
para a ra do Queimado n. 43,
esquina que volta para a
Congregaco.
Nesta casa vende-se :
Chita larga, a 200, 220 e 240 rs. o covado.
Cambraia de cor muito fina, a 300 rs. o co-
vado.
Ditas de salpicos muito fina, 9 varas por 4.
Saias baldea arrendadas, a 55.
Ditaa ditas de musselioa a 3#500, 49 e 49500.
Heiaa casimiras para caigas e paletots, a 600
rs. o covado.
Vende se.
Vende-se urna caaa terrea com um pequeo
aitio, na ra de S. Franciaco em Olinda, perten-
cente aos herdeiroa do finado Bernardo Pereira
da Silva : quem quizer fazer negocio dirija-ae a
trav*essa da ra da Palma u. 30, confronte a ta-
berna.
Vende-se as seguintes
S das pelos baratissimos
W abaixo mencionados :
Capas de grosdenaple preto
5 bordado a 25$.
i Manteletes de dito dito 20,
| 25 e 30$.
Chales de touquim bordados
' os melhores que tem appareci-
[ do no mercado a 8, 10, 15, 20,
S 25, 50, 40 e 500.
Cambraias e "hit francezas
W cores seguras e lindos padres a
* a2i0e260 rs.
Laa aberta matisada a 520 c
P 400 rs.
Muitas outras fazendas exis-
P tem expostas aos compradores
HP que segundo zeus procos nao
deixarao de agradar. IP
f
Pechincha sem igual
Para vestidos de senhora e criangaa vendern-te
ISaa ae quadrinhoa e tambera de listras de sada
pelo diminuto prego de 400 rs. o covado, metade
do prego porque ae vendera em outra qualquer
parte : na ra do Crespo n. 21.
Potassa da Russia
e Americana.
No escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por prego
mais barato do que em outra qualqaer parte.
a?
m
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Sebo do Porto
em caixas de urna arroba;
?*&das.
f Superior \ioho do Collares
Esta eicelleote pinga que tem sido apreciada
por todos veode-ae em barria de quinto: na ar-
mazem da ra do Vigario n. 7.
Veode-ie muito coa lelria, caiza que tem
quasi ama arroba a 4g000".tfiis; oa raa da Im-
peratriz loja n. 6.
na
com alguna lotesr e recebe-se at algum predio TUa do Vigario n. 9, prlH6rO
por con la.-, Sea Igum capital dos perdidos na cora- .
mandila se tivesse em pregado na compra e edi- 811(181*.
ficaco dealea terrenos ( tantas vezea anouocia-
dos) oa compradores estariam hoje gozando de
ama renda e cantando glorias com oa seua capi-
taea aeguros.
Veode-ae urna escrava mulata, booita figu-
ra, muito aadia, com habilidades, de 25 annos,
com urna cria : na ra da Senzalla Nova n. 28.
Vende-ae urna porgo de barris de cal de
Lisboa propriapara obra de pedreiro a 45 o bar-
ril ; oo armazem do Tejieirt gees da lfaodega,
" m
Manteiga ingleza e
franceza.
Uanteiga ingleza de primeira qualidade 800 rs.
a libra, franceza 640 rs., banha refinada 440 rs.,
em barril 400 rs., gomma de araruta 100 rs. por
libra em arroba 29800 : na ra das Gruze d. 24,
eiquioa da tmesis do Ouvidor.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n 16.
Pos de arroz com boneca em boniloi vaaos dou-
rados.
Ditoa dito sem boneca em pacote?.
Agua balsamice para conaervagao doa denles e
bom balito da bocea.
Opiata ingleza paraalvejar os denles.
Leile virginal cuja utilidade reconhacida para
tirar sardas.
Vinagre aromtico para quem soffre de tonticis
e dor de cabega.
Pastilbas de cheiro para aa perfumar aposentos.
Anda pechincha
Na ra do Crespo loja de
4 portas n. 8.
Pecas de madapolo largo muito fino
com pequeo toque de alaria sendo fa-
zenda limpa de 60500 vende-se por 5#
a prca, ditas de dito mais baixo tam-
bem por 4^500.
Cocheira venda.
Vende-ae a cocheira da roa do Imperador n.
25, com doua carros, um cabriole! e onze caval-
loa boos para carro, e muito afreguezada: a tra -
ter na raa do Crespo n. 14._______________________
Vende-ae ou troca-se por urna carroga, um
carro dos que trabalha na escadinha, por prego
commodo : na ra das Cruzes n. 22.
Grande sorlimento de
camas de ferro pira ama e deas pessoas, ditas
pequeas para criangea e bergos, tanto de ferro
batido como fundido, dos mais lindos modelos e
ludo se vende por um prego muito em corita :
na ra da Imperatriz n. 75.
sem segundo
Na ra do Queimado o. 55 loja da miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendando
todaa as miudezaa baratissimas, a saber :
Frascos grandes com superior opiata a
Carrileis de liaba de corea com 200 jar-
dea a
Ditos de retroz de cores, menos preto a
C-.ixas com iscas para accender charutos
Duzias de molas cruas muito superior a
Novellos de llnha muito grandes e su-
perior a 40, 60 e
Ditos de cores, a melhor que ha a
Phosphoros em caixss de folha, sa cai-
za val o dinbeiro, a
Carlea de linha com 200 jardas, s me-
lhor que ba
Ditos, ditos brancos e de cores com 50
jardas a
Duzia de facas e garfoscabo preto, finas
Dita de ditis cbo braoco a
Thesouras grendes de 6 polegadss a 40 e
Saccoa para escrotos com sinta de bor-
racha a
Tioteiros de vidro com superior tinta a
Ditos de barro com auperior tinta a
Massos com graropos lisose de caracol a
Duzia de phosphoros de vella a
Pares de meias de cores para meninos a
Groza de peonas d'aco superior a
Areia preta para botsrna escrita a libra
Colxetes em cartoes.com duasordens e
quatro parea grandes a
Baralboa de cartas francezas a
Ditos portugueres fino.
Thesouras pequeas, porm de auperior
qualidade a
Colxeles francezea em caiza a
Duzia de meias alvas, para homem a
Dita de aabonetes tinos a
Sabonetes grande e superior a
Tramoia do Porto muito superior a vara
120 e
Pares de botdes para punhosa
Alem destas miudezas tem muita mais que se faz
preciso vender e nao engeitar dinheiro, assim
como sejam : labyrintos para todo o preco, areia
preta a 100 ra., porm quem quizer comprar em
arroba venda-se por 2$, baratissimo mesmo
para quem nao precisa.________
500
60
2\0
40
100
lio
10
80
60
20
33500
JJpGO
80
320
160
100
40
200
160
5C0
100
SO
240
160
200
40
1S60
too
110
160
240
Eogeoho.
Vendem-se duaa partes perlencentes a doua
herdeiros da propriedade Machado, em que eat
levantado o engenho Pontable, junto a eatagao
de Gameleira, e muito boaa terrea a tratar no
engenho Brego do Meio, com Camillo Franciico
de Lyra Gavalcanli ou nesta cidade com Antonio
Gomea da Caoba e Silva : na ra da Cadeia do
Recife, n. 50.
Vecdeni-se
Chumbo! chumbo!
Vende-se chumbo de muniglo aorlido e de
diversos nmeros, a retalbo ou em porgdes por
prego maia barato que em outra parte : ra lar-
ga do Rosario d. 34, botica.
Veode-ae am sof a duas cadeiras de ba-
lango estufadas, e urna meta ludo novo e a Luiz
XV ; na Ponte Velha n, 8.
os seguintes livroa : Iloralio traduzido ao p da
lellra, prosodia de Bento Pereira, aermes esco-
llados de diversos autores ecclesiaslicos, e va-
rias obras religiosa, livroa iDglezes de prepara-
torios e outros muitos de direito para juizes de
paz, aubedelegadoa, advogados e procuradores de
cauasa : na loja de encadernago de livroa junio
a igreja do Espirito Santo.
Aos Srs. consumidores de gaz
Nos armazens do ejes do Ramos ni. 18 a 36 e
na rea do Trapiche Novo no Recife o. 8, ae ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
recentamente chegado a 149 a lata de 5 galdea,
ata m como lates de 10 e de 5 garrafal e em
garrafal.
Vendem-aedous negro8 mogos e muito ro-
bustos, proprioa para armazem de aasocar, um
dito perfeito official de mar<\,eiro, 4 moleques
bonitoa sendo um de 17 annos, outro da 14, ou-
tro de 12 e outro de 10 annoa, urna negra boa
coainheira: oa ra do Imperador n. w, terceior
andar.
..
I


6
tXAWO 01 FEIHAMIUCO SABBADO 1* DB JULHO DI 1IU
JSIX2
A.I\]\A
VNDESE NO ARMAZEM
PROGRESSO
DE
Francisco Fernandes Duarte
rgo ia Penha si
Os melhores gneros que vem a este mercado e por menos 10 por canto do que era outra
qualquer parle, garantindo-se a boa qualidade, por isso roga-se a todos os Son. da praca, de en-
abocalavradoreso favor de mandaren) suas encommendas a este muito acreditado armazem de
; Alnados, anra de verem a differenca de prego e qualidade que faz, se fossem comprados em outra
'alquer parte.
confeitadas para sorte de S. Joo a 800 rs. a libra, tambem tem-se para
6i0 rs. a libra sendo em porfi, tanto de urna qualidade como de outra se fax abati-
mento.
Batata?} IlOVaS em caixas com duas arrobas por 29560 e em libra a 50 rs.
HafttQga V g\ez* da safra ora de primeira qualidade a 850 a libra, am
barril se faz abatimento.
$SUlU3rlK* f linM a mais nova a 640 rs. a libra, em barril a 600 rs.
gados no ultimo navio a 19800.
2* mais superior que lem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
d ny-_ S*>n 0 me|hor que h no mercado a 29800 e 29200 a libra, afianca-se a boa
qualidade.
sG nnxim 0 que {e pode desejar nesle genero a 3^000 a iumh.
jna pT^tO homeopathico a 2#200 a libra em porc,ao se faz abatimento.
1 ruqn^S ntWOS < pav0 ,rarisado a 230 rs. a carta e em caixas com 40 cartas por
99000. p
UtAS eHl ?illV^&0?\8 confeitadas, proprias para mimo, contando mais con-
feitese assucar candido por 1J000 cada urna.
rassssas em caixinhas de 8 libras chegadas allimamenta a 29000 cada urna e a retalho
a 430 rs. a libra.
de soda em latas com differentes qualidades a 19440.
l?i ii\ ngleza a mais nova que h no mercado a 49000 a barrica e a retalho
' a 320 rs. a libra.
* inno S2| ppft de superior qualidade Porto, Figueira a Lisboa 500, 560 a 640 rs.
a garrafa, e era caada a 39500, 49000 e 49500.
TlnnOS tmg&VraMUia Daqaa do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
toria velho, e deoulras muitas marcas acreditadas a 18200 a garrafa, em caixa a 129
tambara ha para 19000 a garrafa.
V.S&vU; ,p&^n jas marcas mais acreditadas a 159000 e 20*000 o gigo, e em garrafa a
10800
MwTwftja da marca cobrinhi ou de oulras marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
"'ln&8 francezas e portuguesas em latas de 1 libra por 640 rs.
%!,./'. g^ tmaXC em tattas de 1 libra por 800 rs.
&*fteK% Ca*ane%a8 6m latas de l e meia libra por lf 500, ditas com 3 libras por
2,5800.
i.3l*fcUCl?9fc*8 ja cagca m0]e mujl0 n0vas a 320 rs. a libra, era arroba por 8#000.
Pa&C?. 120 rs. a libra e em arroba a 3,5000.
letYia, m*C*.T?a* ba por 65000.
u^lf *:lAl :i, pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cai
xinlns muito enfeiladas se faz obatiraento.
s SlltOS IQ *1 iVatC ixado3 os maiibera feilosque tera vindo a este mercado a 280rs.
tambem ha para 200 rs.
!r?feZUnta ttglZS para fiambre a 800 rs. tambem hamburguez para fiambre a
6i0 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
Clt a Hbra eem barr m far abalim8nU).
*^e o melhor petisco que pode ha ver por estar promplo a toda hora a 800 rs. a libra.
X anclan > *lo reino mui(0 novo a 280 rs. a IU>n e em barris de 1 e meia arroba
a 5J e 75 a arroba.
i4lvaTlf em iatas j proraptas para se comer a 1*800 cada urna.
Sanna ttfc pOirv,o refiQada em latas com 10 libras por 41300.
WUa em barril mut0finaealvaa440 rs alibra eembarrila 400rs^
M***^*!11 b*U* ******* P"Pri P^ mimo a BOO rs. cada um.
**** imperial do afamado Abreu ede outros rauitos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
a libra.
marmelada de Alperche em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
*4H.4taS C ?. r mc*5S de doce em calda as melhorej quehaem Portugal como sa-
jara pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs. a lata.
IJOCeS SeeeaS e em calda, em latas, de 4 a 5 libras por 19500.
I^BQCOlnt9 hespanhol a 19500 rs. a libra, ditlo /rancez a 19100 ditto portuguez a
800 rs., afianca-se a boa qualidaJe.
liUQ de primeira qualidade tanto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
95000, dito mais baixo a 260 rs. e 7*800 a arroba.
Orevailinna de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porc^o sa fas
abatimento.
*as|U muito novo a 320 rs. a libra e em garrafes com 5 libras, por 29000.
** inna do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
Wtia do Maranho alva e cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
J **** da carnauba refinada a 400 rs. a libra, e emjarroba o 12*000..
A.1Vr}lA5 ^Voee refinadoa 800 rs.garrafa e e era caixas a 9900O
* *aaPO de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 19800.-
% IftlIO cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, e am caixa 149000.
\ inno btanCO de Lisboa o mais" superior que hi do mercadopropjio oara mis*
640 rs. a garrafa e em caada a 4&500. *
-^ *uw>8 suspiros do fabricante Brando am meias caixinhas, por 2*500.
suspiros do fabricante Catanho & Filhos em meias caxinhas a 29000.
A\n|S emCaXaS de 10 rega,ia ImPerial' bagantes, a Panentellas, a 29000 a caixa.
r a muita jimpo> a 180 rs a Iibra( e em arrob> W500
Ame U*8 muUo nVM'" m "'ca<*uma ancorela'e a m "a8arrafa;
~ de Maranho a 120 rs a libra, e 39400 a arroba.
Rival sem se-
gundo.
Raa do Qaeimado n. 55. loja da miudazaa de
Jos de Azavedo Uaia e Silv, conhtctdo por Jo-
s Bigodioho, est vendeodo peloa prtcoi
todos admirara, qaeiram ver o que
ralisiimo:
Pares da aapatos da tranca superiores a. 1J280
Frascos da agoa ambriida a melhor a... 400
Ditoa ds dita, (raacoa grandes, a 500 e.. 600
Cartas da alQoetes fraocezes, ..........
Pacotas de papel amiade, a............
Gaitas com papal de diversos gostos, a..
Pares de sapatos de lia para manios, a
Vsras de tico das linas, a..............
Cordas para tiolao muito frescas e Do-
vas, i.................................
Frascos de caoba Philocome superior',*a*
Ditos da dita de ur;o, a.................
Ditos de cheiros omito fios, 500 a.....
Caixas comapparelhosde metal para di-
vertir meninos, a.....................
Varas de franja para cortinados a toa-
lhas.a................................
Carriteis da linha preta com 500, 600 a
800jardas, a..........................
Barris com phospboros o melhor e bo-
nitos, a..............................
Hissosde linba fioa para bordar, a ....
Tranga de la de todas ss coras a pegs.
Pacas de fits de cs, todas as larguras, a
Crozas da botes de Iouqs prstaado mul-
lo finos, a.............................
Pec.asde tila* de liuho lisas superiores,a
Ditas de cordo imparia!, fiuo e grosso, a
Praacos de macaca perola, muito fino, a
Ditos da dito oleo, muito superior, a.. .
Ditos de oleo babosa superior, a 320 e..
Bonecos qaa choratn, muito lindos, da
160 a..................
Canas de p para limpar dentes, muito
superior, a...... .
Ditas de phospboros especiaes a um so-
brerenle, a.........
Pides da ftaodres, pintados muito boni-
'. ...........
Yaras de fita para fazer sintos dos me-
lhores go8to, a........
Duzia de phospboros de gaz, do melhor
fabricante, a.........
Ditas de caetas de folha, muito boas, a
Liohas de gaz da todas aa qualidades a bsra-
tissimas.
_.
Relogios.
Vende-se am asa da Johnston Paiar & C,
t do Vigario n. 3, -um bailo sonimento de
telogios da onro, patenta inglez, de um dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambem
ama variedada da bonitos trancallins para os
mesmos.
bs?k jLoja das 6 por J
'AS i t*s em frente do Livra- S
100
700
700
200
80
80
14000
500
600
400
200
160
160
240
40
320
240
40
40
200
100
500
500
160
160
200
500
240
120
Linhas.
Superior lioha de noello grande a 80 ris : 16
no gallo rigtUaf, ra do Crespo n. 7.
Cambraias
Vendem-se cambraias de cores de bonitos a
alegantes desenhos a 280 e 320 rs. o covado: ns
ra da Imperatriz, loja n. 20.
Vande-ae um mulattoho com 15 aonoa, que
coznha e eogomma : a tratar na loja da ra do
Queimadon. 46.
Nova altenco.
O vigilante acabado recebar novo sortimento
da diversos objectos que se rendem por menos
20 por cento Jo que am outra qualquer parte.
Siutos para senhor
R quissimos sintos douradoa, pelo ba^i
prego de 2J, a com fivela ao lodo a 4, (tTtm co-
mo da rita de seda ou velludo a 2g : auo gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Enfeites.
Vendem-se os riquissimos enfeites d*
com Iraoja a vidrilho a 5, ditos sem frW a "
ditos trancados a 2*500, ditos de lago fita
bcode seda a 2*: a no gallo vigilante, *rua do
Crespo n. 7. 1
Fivelasparasioto.
Riquiasimas flvela de ago com madre rola no
centro a 1*200. ditas da madreperol
douradiohas a 340 : a no gallo
Crespo n.7.
o madre rola no
lerolaatJ, ditas
vigilan* ra do
Vidrilho.
Lindos vidrilhos pretos e de cores, pelo bara-
tiasimo preeo de 1*600 a libra : s no gallo vigi-
lante, ra do Crespo n. 7.
Para entreter o tempo.
Oa liodos jogos de dminos a 1*400, lindas cai -
linhas com jogoi de vispora a 900 rs.: s no gal-
lo vigilante, rea do Crespo n. 7.
incomparavaleprovaramcaso necessario,qua
pelo uso que delle fizeram lem seucorpoi
embrosi nteiramentesosdepoisdehatar em-
pregadointilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconvancer dessascurasma-
ravilhosas pelaleitura dos peridicos, quelh'ai
relatam todos os das ha muitos annos; a a
maior parte dolas sao tao sor prendantes que
admirara os mdicos mais celebres. Quantai
pessoasrecobrara com asta soberano remedio
o uso de seus bracos a pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospiues.o tat
deviam soffrer a amputado I Dallas ha imu
casqueiavendodeixadoesses, asylos depada-
timentos, parase nao submaterea aassaope-
rajao dolorosa foramcuradas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das tae.s pessoa na enf usao de seu raco-
nhacimento declararais estesrasultados benfi-
cos dianta do lord corragedor e outros magis-
trados,afim ia asis autenticare sua afirmativ
Ninguem dasaspararia do astado desanda si
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguinde algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
eujo resultado seria provarfocontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento taeatil, mala partleu
armente nos aiegotntescaflos.
tas em frente do Livra
ment
Baloes de 15, 20. 30 e 40 arcos.
Grande sortimento de baldes de arcos
os melhores nests fszenda e grandes,
chitas francezas largas escaras a 220 e
240 rs.o covado, ditas estreltas raiudi-
nhas a 160 rs. o eovsde, cambrais lisa
pars forro com 8 1)2 varea a 2* a peca,
ditas finas a 3, 4, 5* e M muito finas,
5*J slpiquinho com 8 1|2 varias
3*500 a paga, oobertaa alsoioadaa aran-
cas e de cores para cima a 4*500 a 5f,
eaasas de eores francezaa tintas seguras I
a 320 rs. o covado, pega da bretanba da 9
rolo a 2$, algodlo trsngado alvo maito
largo para toalhas a 1* a vara, enfeites a
iba Id i todos pretos a 5* cada um. len-
braneos com barra i* cores a 120 ca-
sm, roapa feita de todaa castida-
des muito baratas, a loja est abeita at i
, as 9 horas da noite. R
mmmummm mmmmmmm
Superior cal de Lisboa.
Tam para vendar am porco e a retalho Anta
nlo Laiz de Olivaira Azevedo & C., no aeu ee-
criptorfo rus da Crut n. 1.
m ruiu a :
! largo f
Garibal
gos bra
da am,
I
Mobilia.
Na ra da Camboado Carino loja n.
12, vndese toda a qualidade de mobi.
lia tanto ao gosto moderno como nti
ga, phantbasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encom meiiJa com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
wmmmmsm -mmmmmmm
1
| liquidado por todo
| o pre^o, na bem co-1
Iiihecida loja do Ser-1
tanejo. g
Ra do Queimado B.45.J
g Apparegam com di-
oheiro que nao deixaro t
de comprar.
Chitas escuras floss a 160, 180 a 200 1
H rs., cortes da vestido pretoa bordados a &
1" vallado de casto de 150* a se rendem
por 30*, 40*, 50* a 70*. sahidss da baila &
da velludo e aetim a 12* e 13*, camiaas 2
para soubora a 2^000 e 39500, golliehas M
t de cambrais bordadas a 500, 600, 700, S
800, 900 a 1*, ditas de fil bordadas a 120
8rs., cssaveques de fustao a 5*, 6*,7J, 8*,
meias de seda brancas a prelas para se-
nhora a 1*200 o par, tiras de babados a
500 e 700rs., lasde quadro eofestadas a
300 a 360 re. o covado. cambrais prela
400 a 440 rs. a vara, organlvs de cores a 3
U 6U0 rs. a vara, fil braoco adamascado
9 para cortinados a vestidos a 400 e 500
8 rs. a vara, corles da collete da casemira
8" bordados pretos a 2* e 3*000, ditos de -
velludo de cor e pretos a 3*, 4*. 5* a 6*. 9
a palelots de brim branco francezes a '
ff 3*500 a 4*500. ditoa da casemira de co- 8
S res a pretos a 14* e 16*. ditos de slpaca 5
m pret e da cores s 3*. 3J500, 4* a 4*300, 3
S camisas da peito de lioho a 2*500, cortes
de folleto de Rorgurc a 1*500, 1*700,
2*200, 35 e 3{500, colletes ieitosdebrira S
branco a 2*500, ditoa feilos da gorguro ff
8 a 2*500 e 3*500, ditos feilos de casemira
a 3&500, i$ e 43500, ditos de velludo a S
I 5*. 6*e 7*, ditos de fustao de cores a ais
S 1$500, um variado sortimento de meias K
para homem e S9nhora, griualdas coro
flores, chales de froco, espartilhos, a to-
REMEDIO MCMPArUVfcL
UNGENTO HOLLOWAT
Milharas de individuos de todas as nacS S daaui 1 "V:i.....""' *"~ a '""-------------"" ouw a "ut
podesi testemunharas virtudes desteremedis 2 m8m que tudo se vende por matada do A'COretfIS comazeitonas as melhores do raercadoa 15400.
seu valor.
ittenc
11
Chegoupara aloja da victoria, candioros a
gaz de novosgoatos e modelos, tauto para sais,
como psraescada e quarlos e psra outraa muitas
cooaas: na loja da victoria na ra do Queimado
tossposaqtssiaipo
Ricos pianos
mmm Y"\\" me,f,0^e, (lu,Udades da P"M 1ue ha em Portugal a 1500 rs.
mut>*,\* ^ ^ *m 8"raf5es eom 25 ga" por 9000.
A 2 rcTUU nV* m tr e "- "O r. o pota
Alporcas
Cairabras
Callos.
Anearas.
Cortaduras
Doras de cabera
das costas.
dos meaabros.
Enfermidades da culis
em ge ral.
Dius da anus.
Erupe/ies escorbticas.
Fstulas no abdomen.
' Frialdad ou falta da
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gsngivas escaldadas.
Inchacoes.
nflammaeo do ligado,
Yenda-se este ungento no estabelecimento
geral da Londres n. 244, Strand, a na loja
da todos os boticarios droguista a outras pes-
soas anearregadss da sua venda em toda a
Amrica do sul, Havana a Heepanha.
Vende-se a 800 rs cada boeatinha conten
ama instruegao am portuguez para explicar o
modo de fazer uso daste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soua,
harmaceutico, na ra da Cruz n. 22, sa
pernambuco.
Inflammac,ao da bexig
da matrii .
Lepra.
Malas das pernas.
dos peitos.
da olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos,
Pulmoes.
Queimadelas,
Sarna.
Supura^rjes ptridas.
Tinha, qualque?
Prta que saja.
Tremor de ervos.
ulceras na bocea.
do figado.
des articulares.
Veias torcidas ou no-
das as pamas.
JSftEntS HS
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA
DUARTE & C.
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
9 LARGO DO GARUJO 9.
os os proprietanos destes acreditados armasens participamos aos nossos numerosos
fragales que por todos os vapores a navios de vela recebemos de nossa propria encommenda os
melhores geoeros.tendente a molhados, e por isso podemos vender por menos 10 por eento do
que outro qualquer, como a experiencia o mosrar por isso pedimos a todos os Srs. da praca a do
T'a qU6 Sa a deram ao ,rabalho da mdarem experimentar, o favor de o faxerem, cartos
mJmJSl!r fi PS* S, n5 PuP",nos {0'?a Para bem servil-es e ainda mais a pessoas
rSL l 'I* "*! d' e^,arecer a0S coP^ores que s na ru. das Cruzes n. 36 a largo
L^1.",-. i 1"d em- indeTr 0S PlUdw. P !o ovildam com oulras casas quast
dos mesmos ttulos (Progressista e Progressivo) pois sao as duas nicas filiaet.
ailteiga 1 ngleza a mais nova emais superior do mercado a 800 rs. a libra.
6MI?a '^ra ,1Ce2a melhor 1ua M P^6 dflsear I'bra a em barril a
OOIIO ll\j IlC Z em rioai chegados no ultim vapor a 500.
ras SeCCaS ern caixinhas de 4 libras muito novas e grandes a 4 a caixinha, ea
1#280 rs. por libra.
Milho alpista e pai.190 tl60 a ubr..
Wia II UXliU 0 mas especial qUe se pode encontrar a 2*880 a libra.
v^lia liySSOIl 0 melhor que se pode desojar ds 2&400 a 2>800 a libra.
KjMA pretO o qU9 se pode desejar neste genero a 2# a libra e a 1600 o ordinario.
QUeijOS flamengOS chegados noulnme vapor a 2 e 1700.
||QeiJO pratO 0 melho do mercado a 600 rs. a libra e sendo inteiro a 500 rs.
Paseas era caxinhas de 8 libras t2,4oors. a libra.
Figos em caixinhas d. s libras. ieoo aoo rs. a tito,
Ame lid Oag da CaSCa mole 320 rs. a nozes a lUO rs. libra muito nov
Ameixas francezas, 1.,^^utas com5nbras a ooo.
Marmelada superior amelhordo m9rcadoem lala8 d,2lib. a7oors. .iib.
Doce da casca da goiaba a 8oo rs. o caixo.
Latas com frutas em calda comoPec.go, damasco,gnja, **,
alperxe a 600 rs.
AineudoaS Confeitadas COm diversas cores a 800 rs.
VinilOS gen^rOSOS engarrafados dasseguintes qualidades, duque do Porto, Porto
Hto, Pedro V velho secco, genuino, tortor, Carcavellos, Feitoria, e Madeira secca a
12 e 139 a duna a a 1100 a garrafa e muscatel a 720 rs. a garrafa.
DItC'8 ara pipa proprios para mesa de3600 a 4| a caada ede 500 a 600 rs. a garrafa,
do Porto, Lisboa e Figueira.
3erVejaS das melhores marcas a 500 rs. a garrafa e 5&00 a duzia, chaneaobe das
marcas ...a.s acroditadas de 14 a 20 o1 gigo. cognhac o melhor que se pode deseiar
a 9QOrs. agarrafa. '
t*enebra da verdadaira hollanda em garrafes de 16 garrafas a 9000 cada um.
I^enebra italiana mais sublime que lem vindo ao nosso mercado em frascos grandes
a 2f000 cada um.
? rasqiieira Com 12 frascos de genebra de Holanda 800
ixarraiOeS com 5 garrafas de superior vinagre a 13P0OO
Vinagre puro de Lisboa a240 girrafa,. mm, canad>
2*PraEIIU,n0 mi'Superior que se pode desejar a i&OOO a garrafa.
ffpermaCete 0 mais superior do marcado em caixinhas de 6 libras a 4200e 700 rs.
llDlel
Velas de carnauba nim****** essoabr..
V>aiXaS com 1 arroba hespanhola contando macaro talharim e aletria a 6*000
Caixinhas
com diversas qualidades de massas como saja eslrelinha pevide etc., a 6000
e 640 rs. a libra.
GHimsries & Luz, donos da loja da mludezas
da raa do Qaeimado n. 35, boa fama, partitipim
ao pablico qae o seo estabelecimento se acha
completamente prvido das melhores mtreadorias
tendentes ao mesmo estabelecimento, a muitos
oatros objectos ie gosto, sendo quasi todos reca-
bidos de suas proprias eocommendas ; t estando
alies inteiramente resolvidos a nao vanderem
Hado, aflan;am vender mais barato do que outro
qualquer ; e juntamente pedem aos seus davedo-
res qua lhsa mandem ou vaoham pagar os seus
dbitos, soti pena doserem iueticedot.
OllOUrigaS e PaiOS osme,horesdo mercados 560 rs. a libra.
t reZU ntOS 0 que se pode dezejar de bom a 640 rs. a libra.
LrillgUICaS finasem latas j promptas a 1*600.
PeiXe em latas cavallnhas pargo, a linguadosa 10600.
1 OUCinllO do reino a 320 rs. a libra do novo, o 280 rs. do velho.
de ,ariM autor-e, venden | g^" t^l:^"1"^"' *-*
em casa de Kalkmann Irmaos & to J*,oas pwin. bujiq talharim e macarro a 280 rs, e aletria a 320 rs
Palitos lixados emmiv>soom 20 acinhos, 200
la pe greve pautado aliso muito superior a 4000 a resma.
EeT Va dOCea 360, pimenu a 360, canelia 900 rs., ecomiohos a 800 rs. a libra.
PalltOS do gaZ a 2*300 a groza a 20 rs. a caixinha.
Sal retinado #m pacotes de mais de uma libra a 160 rs. potes 560 rs.
9agU mu,0 HOT0 a 280 a libra a sevadinha 200 rs.
S? Hft OM.araDh0 a 16 8 ,br' 6 ^m a 10 rs a e 28800 arroba.
^aie^ OO .O 9 do Cear o melhor do mercado de 8*500 a 90500 a arroba.
UftiXlD haS., m,is enantes, propias para mimos ou mesmo para guardar ioias de 400 rs
a 1*500 e temo com 6 caixinhas a 5#00. "'
Chocolate hespanhol ,erdld.iro, lfM0 ,Ub
hrvilhas portuguezas e francezas. m wd,M,m n
*3avei em latas chegado no ultimo vapor a 10600
Bolazinhade soda era utas. ium
LentlUiaS frailCeZaS 0 melhorlegumepara sopa eguizado a 200 rs. a libra.
V reSUntOS hambre 08 melhores do mercado a 640 rs. a libra.
iviaSSa Ce tOinate das melhores qualidades em latas de 1 libra a 700 rs., em 50O
rs,, e em potes de vidro a 700 rs. cada um.
Bolacllnha Cracktiel em latas com 8 e 16 libras a2500e 4*500 ea 400
Ba laiOS francezes de diversos taraanhos de 320 a 600 rs. os maiores e maracas
para meninos a 80 rs. eada um.
AvelSLaS chegadas ltimamente a 320 rs. a libra.
Sardinhas de Nantes. 400 rs. a uta.
Azete doce refinado a 9 a caixa e 800 rs. agarrafa,
ArrOZ am saceos de 5 arrobas do varmelho a 29500.
LlCOref os mais finos que ha no mercado a 1* agarrafa e 109 admia, tambem temo
para menos.
Alem dos gneros annunciados encontrar o respei tavel publico tuda qua for peruncen-
lea estes eslabelecimeolos. Osproprietariosseitniificamque estes preeos sd serviram para aquel-
los Snrs. qua mandarem seu competente importe e todos os dentis fiagotf^g dQ livro teram da sujei-
tarHM palos preces acosiumados, salvo aquellos de fim da mez.
Soahall Mallors & C, tanoo recebidu or-
dam para vender o sea crescido deposito derslo-
gloa v|sto o fabritante ter-sa retirado do nego-
cio *, convida, portanto, aspessoas qae quizeram
possuir um bom reloglo da euro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveilar-sa da op-
portunidada sem perda de tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo preso no sea eserlptorio
raa do Trapiche n.28.
Moendas e meias moendat.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Roelas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ra do Rrum n. 38, fund cao
de D. W. Rouman.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a ISOrs.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnstorf & G ra da Senzalla Nova
u. 42.



Masaaaaaam
1
MUTILADO


:
, i r m
DIARIO DI PERNAMatJCO ** SAIBlDO 16 01 JULIO DI lMt
\
Enfeites para senhora.
O melhor*. enfeite. pretoa e de cores qus ae-
parece 1.51600. 68 e 6*500 : na loja da Victoria,
oa ra do Queimado b. 75.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Muito lindas caixinhas e cabaxta para meninai,
da 100 ria al 29500: na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75._____________________________
Franjas pretas com yi-
drilho e sem elle.
Ricoa iortimeotoa de franjas pretaa da cores
com vidrilho o san ella : na loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
iohasde peso verda-
deras..
Linhaa flnaa de peio Tardadairaa, meadas
Srandes a 140 ria : na loja da Victoria, Da raa
0 Queimado n. 75.
Phosphoros de seguran?
Phosphoros de seguranza, por que livra de in-
cendio, a 160 ria a caixa : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Baleias muito grandes a boaa a 160 ria urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado o. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
Ai melhores linhaa de croxel para labyriniho,
covllos mooitros a 390 ria um : na loja da Vic-
toria, na raa do Queimado n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindoa aintoi douradoa para aenhoraa a 20-200,
ditoa de ponta cahida a 49. ditoa de Ota a 18600:
na loja da Victoria, na ra do Qoeimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegoa para a loja da Victoria urna peqaaoa
porgo de ricoa eapelhos de varios tamaobos para
ornamentos de sala, affiangando-se aerem oa
melhores ero vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar.
Lia muito boa da toda ai cre para bordar, a
~S a libra : na loja da Victoria, na raa do Quei-
mado n. 75.
Liohas do gaz,
Caixinhas com 50 noveilos da linhaa maito fi-
zas do gax a 900 ria a caixa, ditae com 30 do-
vejlos a 700 ria, ditas com 10 noveilos grsndes
a 700 ria, brancaa epretaa: na loja da Victoria,
na raa do Qoeimado n. 75.
Arara vende os palitos.
Vendem-ie masioa de palitos finos com 20
msssinbos, por 200 ri.; na ra da Imperatrix,
oja da arara n. 56.
Para doces seceos,
Vendam-ae maito bonitas eaixinbis redondas,
de madeira, da diversos tamaobos, forradas da
papis da coras, muito lincas, proprias nica-
mente para doces seceos de qualquer qualidade,
pelo barato prego de 4, 5 e 6} a duzia : na raa
do Queimado, na bem conhecida loja da anude-
tas da boa fama n. 35.
Para S, Joo e S. Pedro.
Veddem-sa caixinhaa com grande porcao de
amendoas coofeitadas, e alguna confeitos pro-
prios para o festejo de S. Joo e S. Pedro, pelo
barato preco de 800 rs. cada ama : na raa do
Queimado, na bem conhecida loja de miudexas
da boa farm n. 35.
Luvasde Juvin.
Vende-se lavas de pellica de Jouvin brancas,
para senhora, ltimamente chegadas : na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-se lu?s de seda eofeitadas a 1S600,
UOOO e 23200, ditas flo de Escossia brancaa a rs.
700. ditas de cores 800 ris, ditas de algodo a
280 ria ; na loja do beija flor, raa do Queimado
numero 63.
Escovas.
Vende-se escoras para denles finas de diversas
qualidades a 120, 160. 320. 400 e 500 ris : na
loj do beija-or, ra do Queimado o. 63.
Jogo de domin.
Vende-se jogo de domin finos a 1S200 : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Botoes para puuho.
Vende-se boteade punho finos de diversaa
qualidades a 200 rcis o par. que tambem eervem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-s. occulos finos de armacao de ac. a
Sf, 13. 640 e400 tia : loja do beija flor, raa do
Queimado o. 63.
Kicos sintos dourados.
Vende-se sintos dourados a 2$, ditos de fila
com fivella dourada a 18500 : loja do beija flor,
raa do Qaeimado n. 63.
Enfeites para cabeca.
Vende-se requisaimoa enfeites jiara cabega com
iraoja. e sem ella pelo baratiseimo preco de 5f
e 5^000, ditos da vidrilhoa a 1J600 ; na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Carteiras.
Vende-se ricas carteiras para gaardar dinheiro
deouro a prata a 28000, 2g500, 18000, 1J280 e
lSoOO '- na loja do beija flor : ra do Queimado
numero 63.
Rosas artificiaes para cabello:
A' L"^B' F' teDdo reC6Ddo um variado sorti-
mento de bonitas rosas que se eslo usando para
esbeltos. de pannos comfolha de velludo, ditas
de PPel todas, as msis ricas que se pode encon-
trar veo e-ia na ra do Queimado n. 63, loja
doja flor.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres partas.
31 RuaDireita31.
Malta rico a bam montado eslabelecimento sn-
eontraraooefregaezeaomaii pereilo, bem ac-
bado a barato no sea genero.
URNAS de todaa aa qualidades.
|A2T,-^RI0S nTiltaM com o Jacaranda.
BANHB1ROS da todoa oa tamanhoi.
SEU1CUP1AS dem idem.
BALDES idam idam.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idam.
FOLHA em eaixaa do todaa aa grossuras.
PRATOS imitando tm perfeicao a boa porcal-
laoa.
GHALE1RAS de todas ai qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS a flandrss para qaal-
qaer sortimeoto.
VIDROS em caixas a ratalho da todoa oa ta-
mandando-ae manhoa, botar dentro da cidade,
am toda a parta.
Recebem-se encommandaa de qaalqaar nata-
rata, concertos, qua indo ser desempenhado a
contanto.
Esperanca
Loja de miudezas,ra do Quei-
mado n. 33 A, de Guimares
4 Rocha.
Especialidade chegada pelo vapor.
Botoei de cornalina braacos, encarnadoi. re-
dondo!, chatos, oval, meia borla e borla, a tem
destes botoes neata loja.eaonde se preparara pa-
ra punho, cohetee, etc., por 3; urna duzia, ou
lj o par para puohoi.
Flautas da abaoo com 5 chaves, anoets es-
Ireitiohos, altime gosto, ecom caixa, que se van-
de pelo diminuto preco de 20$, tinta iogleza (a
verdadeira) potes de 1|4 a 320, de 1(2 garrafa a
640, previne-se que t legitima a que no pote
tem urna cavidade em forma de bico, que se pres-
ta melhor a vasar o liquido como a extraco da
rolha ; ra de Quejando, loja Esperance n. 33 A.
Esperanza.
Candieiros dogaz.
Chegoa para a loja da Victoria os melhores
candieiroa do gax, que tem viodo ao mercado,
por pragos commodos : na ra do Qaeimado
n. 51.
Oliados.
Vaodem-ae oliadoa pintadoi de lindas viatai o
paiaagena, larguras da 6,7, 8 a 9 palmos, pro-
prioa para maaa de jantara 28 o,cavado : na ra
da Imperatriz, loja o. 20.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Vande-ae am easa da S. P. Jonhsion & C,
sellins e silhes injlazos, candieiros e castigaos
bronzeados, lonas ioglezas, fio da vela, chicotes
paTa carros e montara, arraios para carrol da
am a dous cavados, a relogios de onro patenta
ingte.
At que aflnal chegoa a eata loja os ismpre
estimado! briocoi barloes, qae pela perfeicao com
que ro execatado o pedido Oca aaoada a falta qae
havia deste adorno que, sobra ser bom e bonito
barato, iljo par e em ama caixinha : na loja
Eaperanca, ra do Queimado o. 33 A.
Esperanza.
Contina a receber especialmente suas fazen-
das, tornando-es sssim mais baratas : nesta
qaadra que temos lodo quaolo preciso a nma
familia (em miudexas) a um alfaiate, sapateiro,
caixeiro, etc., o pequeo espago qae nos coacede
o Diario de Peroambuco nao nos permute classi-
flear e enumerar a inBnidade de artigos de que
nos echamos sortidos, tsnto em quinqailharia co-
mo em artigos de uso diario e iodispenssvel :
por isso as pesseas da praca oa de foro que quei-
ram comprar qnalquer dos oajoctos de que faze-
mosnosso commercio, serSo directamente oa in-
directamente bem servidos.
Rival sem
igual,
RA LARGA DO ROSARIO K. 36.
Enfeitea
pretos e de cores muito bous a 59.
Sintos.
Siotos donradoa a I56OO e 3$
Ditos fitas da velludo a fivella de ago a 15500.
Tesouras linas
com pequeo toque deferrugem a 400 rs.
Ditas liropas muito bonitas a 800 rs.
Ditas ordinarias a 30, 60, 120 e 240 rs.
Escovas.
Para limpar andas a 320 e 00 rs.
Ditaa para cabello a 800 e lg,
Ditaa para roupai a 400, 800, i J e 1|200.
Meias.
Para aeohorai a 2(400 a duzia.
Ditai pira bomem a ?ci00, 2J600 e 3S50O-.
Flores.
Ramos da flores artificiaes a lge 18200.
Golheres
de metal proprias para o diario a 18200 a daxia.
Ditas de metal principe a4$500a duxit;
Ditas ditas ditas para cha a 28400 a duzia.
Botoes
para punho inulto bens a 120 e 160 ri.
Loja dd Pavora da Impera-
triz numero 60.
G\M\ & SILVA.
Vende-se nena astabalacimeoto todaa aa laxan-
daa por pregos maii baratos qae ponivel a
com o fim de aparar dinheiro, auim como urna
grande porcao das ditas (sendas intairamente no-
vas, tndas pelos ltimos navioa : oa donos dea-
te eitabeiecimanto rogam a todoa oa leui fregue-
ses, qua se deem ae trabalho do procurar nesta
Otario oa annancioa da loja do Pavo, porqae
eaUo certoa que nao perderlo mu lempo.
SYSIMA MEDICO UUfcLLOU&Y
PILULASHOLLWOYA.
Esta inestimavel especifico, composto inteira-
menie do hervas medicinaos, nao conira mercu-
rio Bem alguma outra substancia delcteos. Bei
nigno mais tenra infancia, a a compleico mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleico mais robustas
jenteiramente mnocente em suas operacoase ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especia e grao por mais antigs e tanazes
quo sajam.
Entre milbares da pessoas curadas com asta
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois de ha ver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-se a des-
esperado; facam um competente ensaio das
efficazes effoitos desta assombrosa medicina, o
prestes reeuperarao o beneficio da saude.
Nao sa perca lempo em tomar esta remedio
Aara qnalquer das seguintes enfermidades :
Esperanza.
nesta loja que h e continuar a ser o depo-
sito daa afamadaa agulhas Victoria tanta a
aceitagao que tem tino eim agulhas que nos dis-
pensamos da qaalquer elogio, a 120 rs. o pape)
(flxo).
Toda atleocso ao gallo vi-
gilante, que est quei-
mando.
Luvas de pelica.
As verdsdeiraa luvas de Juvin, chegadiahaa
no vapor francez: s ao vigilante, ra do Cres-
po o.7.
Para os festejos de S. Antonio
e S. Joo.
Trinas e galfirs.
A saperior trina e volantes do Porto para ar-
ma, oratorios oa igrejas, qae se vende por ma-
nos do que em outra qualqaer paite : s no vi-
gilante, ra do Creapo n. 7.
Cascarrilha.
Lindas pegas de cascarrilha de todas as cores,
pelo baratis8imo prego da 1&500 a pega : so no
vigilante, ra do Creapo n. 7.
Ghapelinas para senhoras.
Lindas chapelinss ricamente enfeitadas, pelos
baratissimos pregos de 89 e 105000.
Ditos com pequeno toque de mofo a 6$000: s
00 vigilante ra do Crespo n. 7.
ceidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Aslbma.
Clicas.
Convulsoes.
Dabilidade ou axtenua-
cao
Debilidade ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
da barriga.
nos rins.
Dureza no ventra.
Enormidad a no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla m macos.
Irregularidades da
mensiruacao.
Lomhrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis,
Abstrucgo do ventra.
Phtysica ou consump-
go pulmonar.
ReteBco de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Cambraias organdys a 280 rs.
Vende-aa cambraiaia organdys com dilicadia-
simos desenbos a 280 rs. : na loja armaxem do
P,?A0* ** SilT, na Impwatria
n. 60.
S o Pavao.
Veode-ie fininimaa cama franeexaa de varia-
dos padrote a 140, 260, a 80 ra. o covado : na
ra da Imperatrix o.60, loja do Pavao do Gama
& Silva.
Anda o Pavao a 200 rs.
Vende-se chita francesa escura com diminato
toque de moto a 200 rs. o covado, a ditas iogle-
" 'i0"- : B raa da Imperatrix n. 60, loja de
Gama & Silva.
Vende o Pavao a 280 rs.
Gorgurao de lioho qae feito am veatidos para
,enonra ou roapa pira meninos parece ledinhai
i 280 rs. o covado, por ter grande porcao : na ra
da Imperatrix n. 60, loja e armaxem do Pavo de
Gama & Silva.
Tarlatana do Pavo.
Vsnde-se tarlatana de la com palmiohas sol-
tas a 320 ra. o covado : na ra da Imperatrix o,
60, loja do Favio de Gama & Silva.
Vestidos de la.
Vende-aa vestidos de laaziuhas lendo aa saias
j promptas, com muita roda, proprias para ba-
leo a 4a00, a na loja e armaxem do Pavo ra
da Imperatrix n. 60, de Gama & Silva.
Enfeites do Pavo.
Vende-se ricoa enfeites turca e Garibaldi
com ricaa franjas e bolotaa a 58000, ditos doa
meamos sasis simples a SgOOO rs., e ditos de fitas
cada um em sen earto : na ra da Imperatrix n.
60, loja do Pavao.
Brilhantina suissa.
Vende-se brilhantina aaiasa de quadrinbos, te-
lenda maito encorpada para vestidos e mais lar-
ga qae (bita ingleza a 200 rs. o covado : na raa
da Impera triz o. 60, loja a armaxem do Pavo
da Gama & Silva.
Colchftsdo Pavo.
Vande-ae ricas colchaa da fusto de linho de
varios tsmanhos a diferentes desenbos : na raa
da Imparalriz a. 60, loja o armaxem do Pavo
de Gama & Silva
Chales pretos do Pavo.
Vende-se os mais modernos chales pretos de
ponts redonda com bolota, gaarnecidoa de bico
de seda largo em lugar de franja a 65OOO : na
raa dilmperatrit n. 60. loja do Pavo.
Touquinhas ou chapozinhos
para enancas.
Lindos chspozinhos para menina e menino a
4$ e 65OOO, ditos de feltro pelo baratissimo pre-
go de 3J000, bonetes da panno fino e lago de fi-
ta a 3(000, ditcs de veludo fino a 4| e 30500,
ditos de palhinha a 3gOOO, touquinhas de seda
muito lindas a 1$500. ditos de fil a I5OO : s
no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Manguitos.
Lindos maoguitos com golliohi o maii fino
que se pode encontrar, vende-ie pelo baratissi-
mo prego d 7&000, ditos sem gol linha a 15500:
s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Gollinhas de linho.
Lindas golllnhas estampadas.............. 500
Ditas de linho maita finas................. 800
Ditaa pretas com vidrilho................. 2JKKI0
S no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Meias.
Grande sortimento de meias tanto para hornero
como para senhora, sendo de hornera a 1X800 e
2*000. e fiooa a 3*800, ditas de fio de Escocia a
59OOO a duzia, ditas para menina a 240O, ditaa
para menino a 2#000: s no vigilsnte, roa do
Crespo n. 7.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabalacimento
geral de Londres n. 224, Strand, a na loja
da todos os boticarios droguista e outras pessoas
enearreeadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhaa a 800 rs., cada
urna dallas conten urna instruego am portu-
guez para explicar o modo da se usar deslas pi-
lulas.
0 deposito geaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
oambuco.
FAZENDAS BARATISS1MAS
KA
Ra da Imperatriz n. 20,
loja de Duarle Borges da Silva.
O dito Silva comminica ao
respeitavel publico e com
especialidade aos seus nume-
rosos freguezes antigos e mo-
dernos, que constantemente
acharo na dita loja um com-
pleto e variado sortimento de
fazendas proprias deste mer-
cado e vendidas pelos pregos
mais commodos, de que em
outra qualquer parte, affian-
cando a boa qualidade e dura-
co das supra ditas fazendas.
Bales do Pavao.
Vende-se ricos baldes arendados com duas saias
a bico am rolla, pelo baratissimo prego da 69,
ditos de madapolao francez muito grandes com 6
arcoa a 5g( ditoa com 5 arcoa a 8(500: na loja
do Pav^ ra da Imperatriz n. 60. __________
Bia /ante do Pavao a 10#0U0 a pega.
_ Ac de chegar a loja do Pavo, urna nova por-
cao d creditadobramante de linbo, com largu-
ra de m liso, tendo 27 varsa cada pega, esta
fazenA propria para lengea, toalhas, cerou-
las, cajaisai, ele e venda-s pelo biratissiino
prego HlOJ a peca, s na loja do Tavo ; ra
da Imi^etriz n. 60, dt Gama & Silva.
1 hales do Pavo.
VeoSe-se chales de merino muito grandes a
38, ditm decassas decores a800 n. : na ra da
60. le
do r.....
stidos do Pavo.
E' peThiocha, cortes de cambraia brancos-com
baadora 2)500, dito! da tarlatana brancoa e de
cores a v), ditos com babadoi eduanaiai muito
superiores a 45, pe^ss de cambraia branca com
carociohoa brancoa e de cores, tendo 8 1/2 varas
cada pega, por 45, corles de cassaa da cores com
7 1/2 varas, padrees novos a 2)500 ; lado isto se
encontr na loja do Pavao, qua vende dinheiro
a vista : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silva.
Batatas .
no largo do
Batatas novas a 60 rs. a libra
Tergon. 23.___________________________
Machinas americanas.
EmcasadaN. O. Biaber & C, sicceaaoroa,
ra da Gra n. 4, vendem-se :
Macbinai para regar hortaa o capim.
Ditaa para deicarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selins com perteocei a 10) a 20$.
Obras de metal priocipa prsteadas.
Alcatro da Suecia.
Veroiz da alcatro para navioa.
Salsa parrilhade primeira qualidade do Par,
Vinho Xerez da 1836 em eaixaa da 1 duzia.
Cognac em eaixaa da 1 duzia.
Aradoa e grades.
B ruantes.
Carrosas pequeas.
Libras steriinas.
Vendem-se no escriptorio de Hanosl Igoacio
da Oliveira & Filho : no largo do Corpo Santo
n. 19.
Machinas para se tater
caf mesmo na mesa.
A loja d'aguia branca recebeu as modernas e
sceiadas macninas de porcellana para ae fazer
caf mesmo na mesa, ieao por um meio fcil e
limpo, resultando aflnal que o caf feito em taes
machinas tem um chetro e sabor superior ao feito
por outra qualquer forma : vende-se na loja 'a-
guia branca, ra do Queimado n. 16.
Para baptisados.
A loja d'agua braoca acaba de receber pelo ul-
timo vapor a sua encommenda dos seguintes ob-
jectos para baptisados, sendo lindas touqaiohss
de selim mui bem enfaitadas, e cada ama em
sua caixinha, sspatinhos de selim branco, e de
cores ricamente bordados, e meias de seda, o
melhor e mais bonito posaivel. Agora, pois, os
pais qua nao quizerem esperar pela generosida-
de das senhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinheiro i loja d'aguia branca, ra
do Queimado p. 16, onde bem podero comprar
esaes galantes objectos.
Vende-aa chitas francezas reas a 200 ra. o
covado. dita inglesa e douradaa a 160 ra. : na
toja de Ferreira & Irmio, ra de Livra ment nu-
mero 14.
Vende-se um excellenle boi novo matto
granas mango e gordo, tambem urna carroga
qaaslnovs : quem precisar dirija-ae ao escrip-
pelo be eco do Capia.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdanaple preto maito superior palo dimi-
nuto greco de 2 o covado, panno preto muito li-
no a 3, 4, 5, 6. 7 e 98 o covado, casemira preti
muito fina a 2$, *500, 3, 3500 a 4 o covado,
mantai pretaa de blonda muito aaperioreaa 12)
mantelete! deiuperiores groidenaplea pretos ri-
camente bordados a 358, sobrecasacae de panno
preto muito fino a 30$, casacas tambem de paona
preto multo finos 30J, paletots de panno preto
Ana a 18 e 200. ditos de casemira do cor mes-
dada a 188, superioree gravanhaa estrelles a
1$, ditas de setirn maceo a de gorgurao muito su-
periores para deas voltas a 2$, ditaa eatreitinbas
com lindos slfinetea a 2$. auperior gorgaro pre-
a>l coIUtea a a 68, e assim outras moitaa fazendas qae sendo a
dinheiro i viste, vendem-se por pregos maito be-
ratos : na raa do Qiiaimadon. 22, q bem eonha-
(ida loja da boa t.
Alburnos de borracha.
Vende-se os mais superiores slburnos oa so-
bra-tudos de borracha, proprios para o invern a
128 : na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
Cortes de phantasia,
Veodt-ie ricoa crtes|de phantasia da dos saias
com delicados lavores a 68 cada um : na ra da
Imperatriz 0.60, loja do Pavo.
Gollinhas do Pavao.
Vende-se golinhaa de cimbria bordadoa e di-
tas de fil bordadas a 500 ris: na loja do Pavo
ra da Imperatriz n. 60.
Manguitos com gollinhas.
Vende-so maoguitos com gollinhas bordsdss a
l$G0O e manguitos muito finos a 18 o par : na
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Tiras e entre me ios.
Vende-se tiras bordadas tapadas o transparen-
tes, assim como entre-meios muito delicados :
oa raa da Imperatris n. 60, loja a irmazem do
Pavo.
Lencos e luvas.
Vende-se lengos de cambraia de linho com la-
byriotbo a 28500, ditos de imitagode labyriniho
118, luvas deudas de todas as cores a 500 ris,
eneitei pretos de vidrilho para cabega a i$, lu-
vai de relroz preto abertaa a 500 ris o par ; na
ruada Imperatriz n. 60, loja do Pavo de Gama
& Silva._________________'____________
Cambraias do Pavo.
Pegas de cambraia fina com 101/2 varas a 68 a
pega, ditas com 8 i/2 varas a 48, ditas de 8 pegaa
a 38. dita para forro, com 8 1/2 varas a 18600 ;
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo, da
Gama & Silva.______________
Grosdenaples do Pavo.
Vende-ae grosdenaple preto muito incorpado
a 18600 o covado : na ra da Imperatriz o. 60,
loja de Gama Silva.
Venda
Paletots do Pavo.
i-te palitota de panno pre
panno preto fino a 68,
ditoa de faney de corea a 68. calcas de casemira
prata a 48500: sna raa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Panninhos do Pavao.
Vende-se pegas de psnninho finissimo com 10
varas a ti : na ra da Imperatriz n. 60, loja de
Gama & Silva.
Carnauba.
Vende-se cera de carnauba de superior qnsli-
dade : oa raa da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Cambraias lisas.
Vendem-se pegas de cambraias lisss maito fi-
nas, com 8 a meia varas cada pega a 38: na ra
da Imperatriz n. 60. loja e armarem do Pavo.
Chitas escuras.
Vende-se chita fraoceza escara fazenda muito
encorpada a 240 rs. o covado : na raa da Impe-
ratriz n. 60, loja e artnazem do P.vo.
Las a 400 rs. o covado.
Vendam-ae fioiiiimai laziohai com o dese-
nos maii moderooi que tem viodo a eite mer-
cado, pelo baraliaiimo prego de 400 rs. o covado,
por baver grande porcao : na ra da Imperatriz
n. 60, loja do Pavo.
Sintos a JsOO.
Veodem-se modernissimos ainloa de fila com
flvellaa esmaltadas, pelo baralieaimo prego de
18600: na js da Imperad n. 60, loja do
Pavo.
Musselm preta.
liJd^6'? -muMe,in" P"1 "'o ioa, ecos t
grjag^d< ia*"* o.
AGENCIA
DA
Fundido Low-Moor,
Ba da Senzalla Nova n.48.
esas estabelesimento continua a haverum
completo sortimento de moendis a meias moen-
daii para eagenho, machinas da vapor a taixas
para dito,
Sua do Crespo n 7, no
gallo vigilante.
Nesta nova loja ha grande porgo da caixinbas
com amendoas proprias para brioquedo de S.
Noao qae aa vende palo barato prego de 800 rs.
cada urna qoem deiiara da dar a ama menina
urna caixinha ; tambem tem grande porgo de
izas propriss para doces secos que vende con-
forme seus lmannos a 68. 58 e a 48 a dazia
amendoas avulsss a 800 a 640 ra. a libra : s n
vigilante raa do Creapo n. 7
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas, fazendt
mullo boa, pelo barato prego de 2SO0O, gollinhas
e punhos ultimo goslo a 8000, gollinhas muilo
finase bem bordadaa i 1 $000 cada nma na raa
lo Queimado loja da miadezaa da Boa fama
o. 3o. '
Tiras e ntremelos Bordados.
,V^0(le",e peC" "e ,lr" bordada! da 2,500
3,000, 3,500 e 4.000 ntremelos a 18600 e 28000
cada pega na raa do Queimado leja de miudezas
da Boa fama, o. 35.
Boecas francezas.
Vende-se boneess francezas ricamente vastidaa
48000 e 58000. e 1|000 boneess de cera com os
olhoa movedgos a JOOO e 38000, na ra do Quei-
mado loja de miadezaa da Boa fama, o. 35.
Fivelas de ao para sintos.
Vende-ee Avalas da ago para sinto a 18500 rs. a
4&WO na ra do Queimado loja da miadezaa
da Boa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ago
para baloa 160 ra. a vara, bandees a 18500 rs. e
2800 o par, na ra do Queimado loja de miadezaa
da Boa fama, n. 35.
Gascarilbas de seda.
Vende-aa caacarrilbaa da seda para anfeitar
vestidos s 28000 a pega na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vande-ae meias de borracha para quem padece
da eryaipela a 158000 o par, meias de seda preta
para aeohora a IgOOO o par na ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
A 2^500, s o pavo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2 a
3 babados a 28500, ditos de tarlatana brancoa s
da corea, com barra e babados a 38: na ra
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do pavo de
Gama & Silva.
Perfumaras muito linas e
baratas.
Opiata iogleza a 18500 rs, dita franceza a 500
rs., 640, 18000. oleo da sociedada hygianiqaa
verdadeiro a 1JKJ00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para o dentei a IJOOO, dita de Botot tambem
para os dentei a tf,000 o frasco, pomada france-
za em poa a 500 ra. e 18000, 320 rs. labonetea
maito fino a 640 rs., 800 rs. e 18000 esda um os
raa do Qaeimado loja de miadezaa da Boa fama,
n. 35.
A 2UU rs., so o pavo.
Vende-se chita franceza escura de cor fiza a
dous tusldss o covado : na ra da Imperatriz n.
60. loja e armazem do pavo.
Palmatorias de vidro lapi
dado.
Venda-sa palmatorias da vidro a 18600 rs., ditas
om mangas proprias para rapazes a 48500 rs.,
cada urna, eacsrradeiraa de vidro a 48500 rs.
e 5S000 o par, na ra do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, n. 35.
NO
Torrador.
i8Largo do TercoH
mM* '"'" flor i 800 a 60 ra. a libra.
n.a libra.aervfj. daa melhore mrcala 50* tt. a
8a0r"f, inbaa de N.nie.ViOO ,, isT.laaa
a 320 rs bolachinb. ingles. ,7&Q /rs
sisim como se venda ooiros mu.to. eo.roa Va-
ratissimos. p.ss.i s 400 rs. libre, .aomwio
no... e le alguem d.v,.i.r T,Dh. /" "
dor largo do Terco n. 23. aewa>
Gramposabalo
com pendentes dourados.
AhipJui! a *?.' br"" C0D,' recerese fe
nacha .indi'1"?0 8.-,' Pr *>"> la-
pachar vmdo pelo ullimo vapor eate. . ;.D?:.,,,m0Vn'P08 de bonita. Xa cVal*SZ
daateeatoajrajaa o que de m.i. delicado ," pod
?. '0,a C0IB0 ""te ab,aS!
lemsempreem vistas a commort.d.de de 2
bosa fregaeziaa e por isso tem reeclvido T-Bd.r
esses galantes enfeites a *8 e 3* o par. o m na
reahdade maito mais valem. bata pea qae
s visls da limitagodo prego a senhora au< com-
prar um ou mais parea, nao se demore e.T par-
ticipar as suss boas vizinhas t intimas ami^a. collegio, para que as amiilem do sao *prido
gosto, e manden) logo comprar outros psrrs na
loja de sua afTeigao : que a d'aguia brar.,, rn
do (Jnnmado n. 16.
*~iiV,'2(,.e',e D0 rm"n d. 12 da ra de
Apollo, 3 bracos de balanga do aalor Ruma
endo uro de 7 palmos de comprido, am de 6
meio oumde5, e maiadoze pesos de dus r-
robas, quatro de urna arroba e dous ternes da l
a 16 librea.
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande sortimento de salas a bailo da arces
oa melhores qae aqai tem apparecido no merca-
do a 48500. 58. 6g e 68500 cada am, a p4>,
amostra com peohor ; a loja est aberta :f a*S
horas da noiie.
Batatas novas
a 28560 rs; s caiza com 2 arrobas, em lib-a a 50
rs., marmellada imperial em lelas de 1 1|2 S
libras a 400 ris: vende-se do armazem Pro-
Breato. lergoda Penha n. 8.
Potassa da Russia
Vende-se em casa de N. O Bieber 4
C, successores, ra da Cruzn. 4.
EseraYO fuu.
t
Est fgido desde II do correte mti ae|pj
Iho, o escravo pardo, Bicardo, boleeiro e carro-
cairo, bem conbecido nesta praga a ten* erre-
baldes ; representa ter 95 annos de idade. c asi-
le e magro, tem cabellos csrspinhos aaaweaj ae
poaco lempo oa cadeis, onde eitevp dm t*ns*
de eatar fgido, tem poaca barba e falta d.- dar lea
na frente, roito comprido e olhoi redondos trg
sido encontrado na Cepunga, a Olinda aavaa va-
disndo e jogaodo com mais de 28 que lv,u
quem o spprehender e levar a casa dest-bsathnr
na Passagem da Magdalena qae ser generosa-
mente recompeossdo.
Antonio Valentn) da Silva Barro-e.
Acna-se fgido desde o da 7 do CMfaavea e
facravo crioulo de neme Antonio, com idiii de
20 annos poaco mal. ou menos ; com os >a;nace
seguinles : altura regular, rosto redondo. s*aeaa
barba, beigoi e ps grossos, carragoa um cf II-
do senbor : quem o pegar pode entender se em
Olinda com LnizJoi Pinto da Cosa, cu cu o
seu senhor Joo Alwi Moreirs, morador i.< Sa>>
rila, rio da Parahiba, que lei pago de sea l'i-
balho
A 500 rs., s o pavo.
Vendem-se ss mais modernas a finissimss la-
zinhas de quadrinbos e de flores solas e pslmi-
nbas, desembarcadas do ultimo navio viodo do
Havre,pelo baratissimo prego da quinhentos ris
o covado, e do-se as amostras com peuhor: ns
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem da Ga-
ma & Silva.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vsnde-se aitanova fazenda de padroes delica-
dsimos com 4 1|2 palmos de largura, propris
psra veatidos de senhora a 400 n. o covado : na
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pa-
vo de Gama & Silva.
Desspparecee do da 16 de jui.lio feos aec
no, do engenbo Araribe de Cima da frrar.iia d-
Cabo, Lniz, mulato, com idade da 24 a 25 une
poaca barba, cabello anillado, olhoa palaa, ra
to descarnado, ps largos e finos, sllura rm.hr.
trabalha de carapioa e carreiro emir***-** r,#
todo aervigo de campo : quem o pegar .... o fa-
vor de leva-loao dito senhor Antonio d'. Lana
Badal, morador no dito engenho, qae sari re-
compensado.
Pugio de caaa do abuzo ataigoniu >>
cravo Eufrasio, preto, idade 35 aun Fateesaj
baixa, e tsm por signal um pequeno lobinh.i ci-
ma da sobranedha, tem sido visto nesta i sUeJa
pela roa Direita, aterro dos Affogsdos, povo*c.ao
deste nome, e pela Soletada : quim o arsxraWav
der leve-oa rus da Imperatriz n. 42, que ser
bem recompensado.
__________ Manoel Alve Guorra.
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Gadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que era outra qualquer
parte.
Vendem-se tachas de ferro cuado do autor
mais acreditado : na ra do B-um, armazem de
aasucsr de Jos da Silva Loyo & G.
Kugio no da i* do correle mea .>.. rs*DS>
nho Privilegio da fregaezia de Agua Pr.;<. a
escravo crioulo de nome Vicente, com aa ig-
paei arguioiei : bem pret, rostocompriin. ore-
Iba pequeas, pernas linea, ps pequn< s : ro-
ga-se sos capites de campo a aprehr$a^ de
referido escravo qua ae gratificar gener .-a va-
te, podeodo aer entregue no referido eng. cr.o cu
ne ra do Imperador n. 83
Admirac-ao
Na ra do Amorim n. 43
vendem-se saccaicom cinco arrobaa de arroz pi-
lado da India, pelo barato prego de 38, a ellas
antea que leacabem.
Para nvivas.
Bolinea de aetim branco, chegadas de novo, as-
sim como perfamariaa dai mala finas qae tem
Tindo : na loja do vapor ra Nova n. 7.
Yeude-se una escrava.
Vende-se urna mulata de 16 annos, poaco msis
oa meos, bonita figura, sem defeito algum, e
tem muito bona principios de coser, eogommar
e cozinhar : trsta-se na ra do Queimado n. 46,
loja.
Nu Oa 8 de juiho correte, pomas n-, rea
depois de sair da casa de deteugo, aon'e < ve preso por motivo de fugs, tornos a ftsarls da
casa de sen senhor o escravo de nome ll-rua-
no, oqual tem 26 annos de idade pon< m*ie
ou menos, cor fula, estaturs e corpo >!>,
a falla um pouco descansada e afinan, i ; sj
ums cicatriz proveniente de um anhnroq. tvv
n'um dedo de urna das mos : lendo a taaWHe
corlado muito rente, e nina argolla o- f-ru
rom gancho no pescrgn ; rogs-se s snio'i tadea
polciaes a cep'nra do me*mo, e su aasna. aa
ra do Cabug, loja n: 3, a Manoel Antoaio
Gnncalves.
2001 de gratificar,;
a qaem pegar o pardo Francisco, de 17 ana a
de idade, de bonita figura, com todos ns aven *,
cabellos csrspinhos e ruivos, este pardo i
Sr. Dr. Borges ds Fonsecs, o qual viejo* te i a
mesmo senhor lodo o serio a subarb > teate
provincia, oecesea-la mente qoendo ere r > ,-
cravo, a talvez anda ae incuq.e a .prvi^o jp
me.mo : que-n o peg.r qo.ir. entrega lo a sea
legitimo dono na ras do Hoapirio o. 6.
Ignacio l.uiz de B'ilo Tebnrda.
Gomraa! gorama! goaima!
a 2,200 a arroba.
Vende-se no armszem de Prente Viaona &
C, ra da Csdeia n 57.
Vendem-se
uma porcao de barra da cal de Lisboa, propria
para obra* da pedreiro a 48 o barril: no armazem
do T.izeira, cea d'lAf-ndpga. _________^^^^
Yenda-ae ama bonita mulalinba de idade 7
annos, na raa da Cadeia do Recife n. 47.
Graliieacao 50$
O abaixo assigoado declara pelo prpe nuncio quo em data da 18 do mes de jalho cr-
reme, a.aentou-se de seu podar o su rmwmm
de nome Francisco, que de ordinario rinh-ci.
do por Francisco Pscbeco, com O! signan, n-tnim-
tes: altura regalar, corpo reforgado, roaio re-
dondo, olhoa acaatanbados, nariz chati, t.r-laao
pequeas, sem barba, bocea pequea, catv i ,
rapioboa ; levando em si camisa eranra et-
godozioho e caiga de panno azul de algo n. ti
alguma cousa trapilhs, cajo escravo eei al aa
Goiaona, e julga-ae oa prtaame-ae qae e*ea r-
fogiou-ae dentro desta roasma cidade. o m |.
gum dos arr.baldes da mesas, oa acta **.ir-*
aea dettioo para Gaianne, intitolendo por for-
ro oa liberto, .egaindo t.lvex para all por torre
ou em alguma barcaga ; nc lando-le me soaa .-
cravo a.si tadioo : portanlo recomo ae
s tod.s autoridades policises, capit.es aV oan
e ao registro do porto, qoe a terem conherm rafe
lo dilo escravo de o capturar e leva-la r "a
da Boa-Vista o. 22, ou ento em aea sitio Ca-
po-Verde, qae recebarlo a graficag* a>pprs,
iam parda de tempo.
Joaquim Ignicio Ribeira JaaJot.
..
i
' ILEGVEL


DIARIO M PERUMBCO SABBADO 16 DS ."JLHO DI I8f.
tteratura
Jurisprudencia militar.
Mtrxlo do trabalho do Sr. Dr. Jos Antonio de
Magalhtt Castro, auditor de guerra da corte,
como autor de dous projeclos de cdigos mili-
tares.
XVII
A par da resignegao moral, que felizmente an-
da lein guarida do corago do oipeciae defen-
sores do imperio do Senhor Pedro II, marcha
iniqnidade de breco dado cora o ulir.je, fazen-
do bem conbecido de tolos, o lupplicio de grau-
iZuiZVynUU-petot ri9or"< infortunio
mau nfima das miserias.
Todo o envilicirneulo qee se toa falto balsar
:a m Tperial re,aI1' *a adhe5 5US5
JL \tTJ -qUe T"*ore e permanece aSmferSiem
urna legislscao mais cheia de confuso que a Ba-
uei. e extraordinariamente iroperfeila; porquan-
toiaz consistir a energa di punigo no derrami-
menlo de saogue para cria.es, que se extirparan!
por meio de caitigos menos barbaros e men*
horrorosos.
O recrularaento so viveiro contiouo, donde
se lira esta infeliz classe, ruja exasperarlo muito
se deve recelar; porque, armaodo-se, capaz de
por o imperio dous dedos de sus ruina.
aM..r.I0,;m .' a"^M a Casias, ex-mini.lro da
m,!mV a 6U r?cenle "lorio o proprio a
de n nH,U9iaanaChr0nC0 e a'r"o.o o'systema
de peoelidade o processo criminal militar, dig-
naodo-se reconhecer a nec.ssid.de de urna legis-
egao completa, que as h.rraooise com as insti-
iuigos do paz, as luzes do seculo e as conve-
niencias da disciplina militar.
Por essa occsio, fallando s carairas, iofor-
rcou que o projecto do cdigo de processo ci-
nilo.il militar, apresentado pelo auliiorde guerra
bachareijo.o Antonio de Magalhes Cislro. co-
mo complemento do oulro projecto de cdigo pe-
nal, tambera pelo refer lo auditor, fra remett.do
a mesma commisso encarregede de dar parecer
sobre o pnmeiro, afim de egualmented-lo ecer-
C\ V,Lque a COIDa>issao anda nao concluiu
bcuii irebalhos; pelo que a o goveroo tomou a i
deliberacao de mandar ouvir a secgo de guerra
a Denude do conselho de estado sobre os dous'
pareceres relativos ao cdigo penal, tencionando
lazer o mesoio quanlo ao do processo criminal
militar, v
Nada entretanto ha decidido a secco de
gu-rrao marraba tambera anda nao apresenlou
seu parecer sobre o coJigo penal ; raro pela
qual nem ura era oulro foram anda tibnieili-
aos a llusirada coosideragSo do corpo legisle-
Mais cedo ou mais tarde ellos o sero. Desde
que o arbitrio tem sido o ervo da orga da ac-
hual legislecao militar, sustentando-a na insolen-
cia de uma rotina injusticavel. para remir pre-
co de horrorosas ingratidoes a abnegado de uma
imra*nidade de horoicos cidados; deslequeas
cousas se achara por tal guiza eoraizedas no es-
pirito dos dominadores da pocha ; desde que
assim c, os dous projectos de cdigos militares
presentados pelo Sr. auditor de guerra da corte
naopodem ser examinados e estuJados cora bre-
vioade e precipitago.
Sua importancia reclama demora na aprecia-
Qao, e esta depende de acurado examee estudos
especiaos para que o exercilo nao saia do canos
e entre n um labyrintho.
O Ilustre Sr. Dr. Jos Antonio de Magalhes
Lastro fez alguma cousa ; a commisso pode fazer
outro tanto e dolar o exercilo brasileiro c&m uma
legislado, capaz de honrar quahaer paii Ilus-
trado da turopa. ^
No corpo do projecto de cdigo penal militar,
eu, que absorvo totalmente a realidade da jeoo-
rancia desempenhando sera xito aquilt que se
cna ligado mageslade de minhas 'brigagoee
esco.esiicas, pude conhecer algumas lacunas, dig-
nasi de correcgao; com maioria de vanlageos o
Ura uma commisso eomposta de indiligencias
aiiumiadas pela philosophia militar e dirigidas
por entre todas as vicessitudei e transforma-
res pela mao invisivel do progresso espiritual,
base de tolo o progresso humano I
Impedido por forja irresistivel retirei minha
adheso a alguns artigos do respectivo projecto
assim carao hoje o fago a respeito do:
Art. 110. O paisano, que der asylo, ou trans-
porle n desertores.
A vista disto eoteodd, que um paisano accu-
aado de baver prestado asylo ou transporte a um
desertor nao deve soffrer penado art. 110;
Unto mais quando este artigo obscuro, por nao
exigir que o paisano tenha lido conaecimeolo de
qee esylsve um desertor.
Em lace de uma tal dlsposigso na estou livre
de soffrer a pena de prso cora trabalho de sais a
oito aonos, qusodo por minha casa dentro en-
trar um hornera sem visos de militar, rogando-rae
que o occulte s visita de ioimigos que o bus-
cara, sem declarar-me que perseguido naqua-
lilada de desertor.
A moral retommenda, que o allende ; mas a
le que se proteoJe dar ao exercilo manda o con-
trario : logo Inmoral; e em virtude della ou ea
soffrerei a pena de prieo com trabalho, ou Bao,
cando ella ueste caso ioapplicavel e qualjuer
outro, embora nao toaba sea favor o motivo
justificativo, que rae salvou ; porque qualquer
um saber Ungir e cooreocer, que nao asylou um
desertor, e sira um pobre homem, que era perse-
guido por malvados ass.ssisos ou roubadores.
Dada porra a hypothese de que sem prove-
to esta minha observager, ser conveniente que
BlOi lique sem reparo a desproporgo do gru
medio cora relago ao mximo da pena deste art.
tlO; porque, sendo aquella de ura a dous annos
de prisa com trabalho, este nao daver ser de
seis a oito e sim de tres a qualro aanos*.
Segue-se tratar do
Art in. O paisano que seduzr, ou tentar te-
| duzir prajas, qualquer das que fizerem parte das
torcas do imperio, para se levantarem contra o
governo, ou contra es seus superiores.
PenasJe priso perpetua cora trabalho, no
gru mximo; de dez a doze aonos no gru me-
dio ; e de seis a olio annos no gru mnimo.
Picar sua apr.ciagao para o artigo seguinte.
Recife, 24 de julho de 1862.
ilanoel Januario Dezerra Montenegro.
(Continuar-se ha.)
O vampiro do Vale da Graca.
Procurase maitas vezes o fantstico onde elle
nao existe, e esquecem-se de procura-lo onde
elle naturalmente est, assim como a berva Das
planicies, e a areia a beira do mar. Os bospi-
tafsconhecerara-oo muito lempo aDtes do som-
bro Prussiaono Ioffjoam, e o Americano Edgar
Poe. que mereciam, por tantos ttulos, um lugar
I de honra oestes esnbelecimeutos destinados ao
i tratimeoto das aberrarles mentaes. Cora effei-
'o, qual ser o outro lugar do mundo, qu9 reu-
oa no mesmo espago tantas variedades ae rea-
j ntacos. lunticos, fmlasticos, nevralgicoa, aeres
extravagantes, loucas e loucos. de todas as espe-
lcies;loucos por orgulho, loucos e loucas por
! amor, loucos porambiglo? E, por um privilegio
especial, os hospitaes, verdadeira patria do fan-
tstico, tem o principio e o tim de todas ss lou-
curas deste mundo. E' para ahi que os msndam
quando se tem alguma esperaoca anda de cra-
los, pira ahi que os levara quando sua cura
nao e completa, entretaulo qae as casas espe-
ciaos de loucos, como BicGtre e Charenton, s
rocebem os doentes de espirito qoarrdo se lem
pardido, por asaim diior, seu numero da ordem
na vida, eque s contara oceupar-se delles como
cousas e nao como iotelli^encies.
Sse tratar aqui de extravagancias e singula-
ridades humanas; porem singularidades raras,
preciosas, e como diOicilmente saberiara offere-
cer as narragoas feitas ao p do fogo durante as
mais fras noutes de invern. Esta vaidade tai-
ve me seja permittida. Nao creio minhas his-
torias, dou-as assim como recebias. Nao so
aulor, nao sou mais que simples historiogra-
I pbo.
Estavamos no principio do annodel849. Rei-
I oavam o cholera e a anarchia poltica Paris
< nao offerecia uma u.orads muito alegre, nao
i obstante as celebreins com que certos legiilado-
res a regalavam todos os das.
I Nasta poca pois, que ae caracleriaar mais
I claramente por si mesma na cootinuico desta
narracao, vimos chegar, em um calido dia de
maio, sabe-se se o mex de maio de 1849 fui ar-
dente era Paris, uma familia estrangeira, com-
posta do pae, da me, e de uma filha. Era a fa-
milia Kanaii. A me vinha tratar-se de uma af-
fecgo nervoza, a Olha de uma ictericia
o melhor
nao tioba piedade de nngutm ; poram mais ad-
mirado lliuei aiada, ae e posstvel, quando sube
que a familia K.oali sotes de ir para oossa ca-
sa, estivera no hospital do Vale da Gra;a, onde
a epidemia reioaole Hiera (entes victimas como
em sua primeira apparic.flo em 1832. Era verde-
deirameote para confundir I Quem ere pois eeta
familia que nao podia deixsr de coabitar com o
perigo t
E' neceisario explicar-se.
Vou faxe-lo:
Mr. Fabricius Kanaii, o chefe da familia deste
neme, cora as recommendaces ofllciaes do go-
verno austraco, obtivsra do nosso o favor de rir
estudar em Paris o carcter da epidemia.
Sua temeridade tlnha como raxio este flm me-
dical e pbilaotropico. Seria melhor dixer que
ella liona este pretexto. Logo direi porqae ver-
dadero motivo elle se expunhs, e a sua familia,
a estar prximo de um mal quasi ioeritavel, hos-
pedando-so com ella em nosso hospital.
Era um homem singular este Dr. Kanaii, e
merece, assim o julgo, que se tome o trabalbo
de dete-io um instante em caminho, aiada que
smeote para nota-lo smente por alto. Elle li-
ona ento ciucoenta annos pouco mais ou menos,
porem podiam-se engaar muito sobre sua eda-
de( to fresco, e rosado era elle, e que por ve-
zes (loba muita ligeiraza em seus movimeotos.
Digo muilas vezes, porqae Mr. Fabricius Kanaii,
a qoem chamaremos algumas vezes o Dr. Kanaii,
mudava de carcter e de oxpressao com uma in-
coocebivel rapidez* Ora elle se mostrara ale
gre, divartiJo, ora reflectido e grave, lento no
olhar e as palavras.
Passava com a violencia da tempestado da
aeatenca ao calembourg, terminara muitas veas
uma cltagSo latina ou grega por uma vira-volta
da ponta dos ps.
O professor afastava-se de repente do sen
papel e tornava-se am palhaco ; deixava a cadei-
ra onde discuta para saltar sobre a mesa como
um charlato de praga publics.
Nao era fcil dizer de que paiz vinha Mr.
Kanaii; nao (ioha accento algum ; nem a pro-
nuncia ingleza, nem a allemaa, anda menos a
italiana, a que mais nataralmente deveria
ter.
Veslia-se com coidado, porra, para ura ho-
mem serio e encarregado de uma missio multo
seria, gostava bastante das cd.es vivas, e alegres;
parecase com um comediante de provin-
cia.
Vio muitas vezes usar de coletos de listas
amarellas e brancas, de caigas cor de perol, e
gravatas de coree inteiramente vivas.
Eu charaava-o muilas venes por caasa desta
frivilidade de trejar, o doutor Lindor.
Eile nao se zaugava com iito; muito pelo
contrario, animava este gracejo cantando : Eu
sois Lindor, tneu nascimentocotntnum. Quan-
do aesbava de cantar, tirava aethodicamente de
sua algibeira, uma caixa de rap, (oda de ouro
sobre a qwal via-ae o retrato de um vec-eravel
sabio de barba branca, Galien ou Hippocrate, e
tomava uma pilada com ar solemne.
Outras vezes parando no meio de urna corrver-
sago scientiflea, acontecia-lhe, dopois de tsr
tomado rap, feehar bruscamente a caira com o
cotovello maneira grotesca do* cmicos-,
murmurar: Tenho bom rap na- minha
a felicidade fez mala alegremente sua
o pae
; pa.sava o meinor n,s,up
e da tres a nove mezes, no gru mi-
gtu medio
nimo.
Adrallto, que se castigue o paisano, que no in
tullo de i'lulir as lea e subtrahir militares no
servigo nacional, dor asylo ou transporte aos que
desertarem ; mas, que esse individuo, que nao
se ana pelo titulo do assentamenlo de praca li-
gado i observancia dos artigos de guerra, que
servem de lei fundamental nos procesaos de cri
mes coiumettidos por militares, seja contempla-
nham pira seguir um tralamento que lioha de
durar bastante. Tolos tres foram estallados.
Singular momento aquelle que escolheram pa-
ra virem ao nosso hospital. A epidemia tomava
um deseovolrimeuto extraordinario, e eslava loo-
ge aiuds de chegar ao termo oal, porque ia pe-
lo contrario crescer e tomar proporges lerriveis.
Por que razio em semelhaole occasiio estes es-
Irangeiros vinbara para uma casa como a nossa,
para uma casa que eslava obrigala a pdr mais
cono rt. lio, para ser punido com as peoasahi'de cento e cincoenta lejos disposico dosdoen-
estabelecidas. oque nao me parece muito justo tes? porque vioham elles quando sua posico
e por conseguate admissivel de modo algum.
Em q.tu terceiro anoo acadmico por occatio
do estudar o cdigo criminal commum vi o legis-
lador bra. deresn asylo ou prest.rem sua casa para reuoiao I dade.se seus negocios os obrigaran a%eVeao-
quaodo sua posicao
permitlia-lhes que se refugiassem era outra par-
te com menores despezas e sem se exporem aos
perigos de seroelhaute moradia ? Quaolss casas
mais seguras nao lhe lferecia nossa grande ci-
de assassiuosou roubadores, leudo conhecimeolo
de que commetlem ou pretndeos commetter laes
Crimea.
O cdigo criminal francez, oceupando-se lam-
bem desta hypothese diz no
Arl. 61. Aquellos que, conliecendo a conducta
criminosa dos malfeilores, que exercem roubos e
violencias contra a seguranza do estado, a paz
publica, as pesaoas, ou as propriedades, foroecen-
do-lhe libitiialmeole refugio, lugar de asylo ou
de reunio sero punidos como cumplices.
Era varias outras legislarles eu poderia ir pro-
curar com bom xito fuodameolos, tendentes a
sustentar, que a prestarlo de asylo ou transporte
feita a criminosos mais perversos que os deser-
tores deve ser considerada como complieldade e
como tal ser punida.
O crime de desercao nao derrama na socieda-
de tanto alarma como o de roubo oa de morte ;
entretanto a prestarlo de asylo aos autores de
rarem nella absolutamente durante algum lem-
po I Alem disto a doeoga da me e a da filha
nao me pareciam bastante graves e difficeis de
tratar para exigirem serem tratadas smenie em
nosso hospital. O ar salubre do campo sobre to-
do teria apressado sua cura; nunca o campo, se-
ja dito de passagem, estivera mais bello, e pro-
prio para attrahir aquelles que nao tinliam a li-
berdade de se sfastarem muito do foco da epi-
demia.
A escolha da nossa casa para a familia Kana-
ii, era pois um verdadeiro enigma para mim,
ora enigma tanto mais obscuro, quanto que nos-
sos novos pensionistas gosavam visivelmente d
uma abastanza verdadeira, que os autorisava a
viver onde Ibes agradasse. Admirava-me com
razo desta deliberago da parta de uma familia
onde eu via que a me era muito susceptivel,
por sua extraordinaria organisaco nervosa, a ter
todos os males possiveis ; e uma joven de to
qualquer destes dous repula-se em muilas partes rara belleza que havia por assim dizer crime em
uma cumplicidade.
3'OLBTIM
O DEMONIO 110 D1M1E1R0
POR
HENRY GONSGIENGE
deixa-la exposta aos golpes de um flagello que
e
caixr.
No principio estes modos to extraordinaria-
mente deseguaes sorpreenderam-me a ponto de
mefazerem du-vidaT do bom seoso do nosso hos-
pede ; depois tendo me a ellsa habituad, sor-
preendiam-me muito menos.
Alm disto, estas excentricidades foram-me
explicadas pelo passado, ou antes pelos pascados
deste personagem.
Como a tem que o trazia e com a qual Sra
amassado como nos todos, elle aecusava, por sou
humor prmalieo e seu carcter, diversas pocas
de tranaiccao, lioha os traeos de seu terreno
primitivo, e os de seu terreno terciario.
Sua vida fra divertida, e reBectide, es' e palhativa.
Deste modo trnduzia-ao por ai meamo
hemem voluvel e vario : excedente por nat
generoso e syrapalhico ; inconstante, sem
da, porm deixando escapar atravez de s
constancia as pe;ai de ouro de sua
dade.
Madama Bela Kanaii, muito mais-moca q
marido, nao tioha alguma conformidade
racter com elle; era uma pessoa calma,
dastas mulheres que s&o resignadas antes da
graga, de uma traoquillidade admiravel, e
faz-la conhecer inteirameole, urna destis
ras cabidas de um quadro de Hemiiog o
van ty saota, os grandes poetas do extases.
Vou dizer agora o que se passou duran
nba primeira entrevista com os Kanaii
das depois de sua installago no hospit
criado veiu pedir-me que subase sala q
occepavam, na extremidade occideutal do grande
pateo interior e em um ngulo do edifioio donde
se descobriam os castanbeiros- e os catalpas de
muitos jardins inteiramente destruidos depois
das ultimas destruirles dos terrenos quetiver*.m
lugar pela abertura das novas pragas.
As tres janellas do salo, onde elles paseavam
ama parte do dia, e lodos os seroes estavara
ibertaa.
Reinava nesta cmara mais que meia obscuri-
dade.
Tinham apagado as velas, sem dovida- para
permitlir a la, que eslava magnifica, e esclare-
cer s, com sua luz recolbida, este salo, onde
noseouviam quasi nada os ruidos da easa.
Era outro tempocoosidera-lo-hia como o lugar
mais agradavel de habltar-se ;. porm na poca
em que se vivia alterava-lhe todo o valor.
A enfermarla ficava justamente em frente, eos
doentes a povoavam j em grande parte.
Esta vasta galera de sinistra fachada, com as
cortioaa todas brancas, estas janellas qae, ao
abrir-se deixavam sempre ver no fundo da pers-
pectiva, um Uito, uma cabega de doente, ou am
eufermeiro, nao apreseotavam as pessoas que
habitavam em frente um horisoote invejavel
sobre ludo em 1S49, quando por detrs deslas
cortinas desenvolviam-se e reaovavam-se a todo
o instante espetaculos dolorosos.
Ilaviamos prevenido lealmenle a familia Ka-
ra u
ob'
anSl
i*, m
IslJ
qu#e
mi-
uco
Seu
elles
nsli do ineoareoiente da rtainhangi. O abeto da
familia receben o aviso de am modo bera singu-
lar ; direl mais, bouve qaasi aatisfacao do tom
com que elle ma respondeu.
Fiquei de tal modo aorpraendido, que veiu-me
o pensimento,sim ebeguei a pensar isto,que
talvez elle tivessa expressameote arranjado o
salo que ficava em frente da eofermaria.
Madamoisella Martba Kanaii nao deu opi-
nio alguma quando a ioformaram da viainhanca
que tolla.
Smente sus me pareceu Ocar muilo eom-
movlda; um tremor percorreu-lhe os membros:
ucou extraordinariamente paluda ; porm passa-
do esse grande susto; mostrou a immobilidade
do ago, como se a fatalidade tivesse passado por
ah.
Quindo entrel no salo, Mr. Kaoali vestido de
camisola de fusio branco, eslava deitado a ori-
ental sobre um diram, aaboreava um cha-
rato. '
Munca
digestio.
A lumaga que se desprenda em longos espi-
raos de prata de seas preguigosos labios, depois
de ter por um instante brincado dos ralos da
la, diagonalmente lirados do cu sobra o pir-
que, corra a perder-se no espago encampellau-
oo-sei por pequeas ragas por cima da esbees de
sus Biha, qae estara asentada muito peno d<
janella.
Msdemofsella Martba abandonara sobre oj jas-
mo o livro' que lera ate o momento em qae a iu:
do da o permittira. Uma amarga melancola in-
mobilisava-lhe o roslo esclarecido pela claridade
do astro das tristezas amorosa. ; e estas duasme-
ancolias pareciam com eff.ito confiar uma a ou-
trai segredos de amor e de pezar.
Madamoisella Martba Kanaii reonis em suas
teispee, que tinham um grande encanto de origi-
nalidade. a altivez italiana, a firmeza alleraa e
a graga raoceza.
Ella ultima mistura, para me servir de uma
expresso tirada do vocabulario dos pintores po-
na as duas oatras e as poetisava cora uma har-
mona adoravel, Seus olbos presos, de um vi-
vo meridional, aecusava a origemdeseu avd ma-
terno um italiano da Dalmacia, e o de sua me,
que era Hngara Fatftricius Hanali lngara sobre
tudo o vernis da grega franceza.
Era cortamente o soffrimento do amor que em-
pallidecera este bello roito, ea ictericia que vie-
ra augmentar o mate de sua alvurs, nao era mais
que o soffrimento do amor reprimido,
Marlha Kanaii devia amar, e amar mailo ;
nos qae esludamos de perto todas asdoeogas, das
quaea somos por assim dizer os porteiros, conhe-
cemos tambem esla terna e perigosa doenga, so-
monte nao a curamos nunca. Ora, Marlha ama-
va, lude nella o dista, seas cabellos negligente-
mente dispostos, sua cabera inclinada pelo vapor
luminoso em que ella ae inerguHisva, o pescogo
pendido para este profundo iofinito que atlrabe
toda a pajxo porqte toda a paixo- uma verti-
gem que arrasta para o abi.mo, e suas caaos
braodamenio abandonabas sobre os joelhos. Ella
parecia-se muito com sua me porra do mesmo
modo que a aurora prete-a1* com o crepsculo,
nao ha analoga msior, aem maior dileredga,
madama Kanaii devia sur expresso a ama rao-
cidade sem appcrencia com a de aaa filha.- Ha-
bituara sua vida a outras aspiragoes que nao o
amor ; sua languidez vinha das profundezard'al-
ma e nao das ps:9sgirs inquietagoes do co-
rago.
Esta fronte sombreada de cabellos braceos an-
tes da edade, provinhsde uma longa medit.giro.
Somenle o rosto cooservava-se^joven ; a cabera
havia vivido mais que 2 rosto, porqae o peoss-
raento tinba tres vezas mais a e '.ale do corpe
Este pessamenlo nao era* d'aquellas que se fati-
gara e ae curAam a esjaaiinhar a vida real; ti-
oha penetrado em outror mundos ; Uvera bas-
tantes dufd&a esustos, particularidades^estas que
s vira a mbercom o lempo.
conhecer 1 Isto depende, nlo verdade, se-
nhor T
Sem duvida, senhors, isto depende...,
Mademolsella Marlha sorrira conststemeote
com ar de desdem a todas estas perguotas diri-
gidas com diversos temores, por seus paes.
Madama Kanaii coatiouea .
E os muros exteriores que rodeiam a asa,
sao bastante altos ?...
Sim, senhors, muilo sitos, eu Ih'-o af-
flrmo.
Est bem visto, disse madama Kaoali.
Muito bem visto, repetiu madama Kadali
examinando se o seu charuto eslava apagado.
Entretanto, estas grandes arvores que vejo
daqui, continuou madama Kanaii, poderam dai-
lar os ramos sobre os muros, e por este meio io-
troduzirem-se....
Senhora, estas errores qae parecem-lhe es-
tar lo perto de nos porque noule, estao na
realidade em uma grande distancia, e eu o afflr-
mo de novo que nao ba ladrio, por mais alredo
que soja, que ouse...
Oh 1 nao dos ladroes que receiamos, ln-
terrompeu-me madama Kanaii com a mesma
lentido, emquanto am olhar de espanto sahia de
seus olhos, por cima dos quaei a coruja ha al-
guns instantes, abra e fechava o seus olhos com
sinistra gravidade.
Quanto aos ladres, repela por sua vez Mr.
Kali, em nada nos inquietara. Madama Kanaii
tem razo.
E Mr. Kaoali, sem mudar nada de aaa posigo
horisontal deu uma rizada, e sollou urea ba (ora-
da de fumo qae eachen a sala, e por entra a qual
sse vism doaaVsjgoaes de fogo qae indicar a m o
lugar dos olhos do pasero .nocturno.
capitulo ii.
Eatlo o qae temem elles, se nao sao os la-
dres ? pergootei eu a mim mesmo.
Depois do algum lempo da reflexo dorante o
T" O ""ot partee-n
fiesta lempo os bosos ..tuios rea
am tanto aorprebendido ^Tt^t^
Nlo. repllaoa |Mr. K.n,|, mht
lem boa mascara.
Como I boa mascara I
Sim, ama figura admirare! p,r. ^.^
tro. Olhos trilbaules, muito vive*' "
t"l< am tem-nos como noxe/oasVea ara
tanto olTenlido. O exams partcia-ne btstt
malicioso.
Tem um nsriz da verruma.
Senhor I exclsmei ea. .
Nao ae zangue, Os nsrizes do vsrrassas ata
preciosos, excelleotes, inspiran a alegra, a a
expanso ; rlmo-no actas qee as preseas qaa
possaem destes nsrizes tenbsm fallado. Tierca-
lim, o grande actor, liaba o aaris de verraasa ;
Premie e Brunsl Ismbem o tiohaai, Retara*
que j mono tambera o lioha ; o maio Ma
nariz de verruma com qae rosto sigan fon do-
tado. E nao s o senhor lem o n.rude .erra-
ras, porm como elles, tem-no maito pertat*
suberbo 1 Tem o quelx > ridicalsaaeoie paa-
tudo.
Senhor, permita que Ibe diga qae eeta dis-
cripeo. .
O senhor teria representado oa 9aiat1Uas
os Arnal|com maita saperioridade.
Ah I por ventara o eeahor tencioaera to-
zer-me represen: a comelia ? di*** em. abri-
gado a tomar o negocio como am gracejo.
Oh senhor Moral, a comedia I coobaw
senhor alguma couss de melhor no asuntfo m
que representa-la ? Que arla I Ojo proaaaao.
Nao conbego proOsso m.-lhor que a docoaeeate-
ante. O publico I o barulnc da orebeair*, a coi
mogo que sentimos
qual julguoi tsr-me e.ci.recido. cotrtiaueiYm Vo I %yZ2m'-mmum. '" ,u;?0 w
baixa colloc.ndo-me o mais pos.ivai entre ldr. e g~?** e sl"nn-- o ha a.cc
Eis porque fallo com tanta certeza antecipada-
mente. Nao pretendo adviohar cousa algama,
estes caracteres qae trago coohecio-os antes de
tomar a pena para escreve-loj era um cent da
pagina.
Limilo-me soment a levar o leitor que ma se-
g'Je a admirago quaea proprio sent nosjprimei-
rca momentos de minha entrevista com os mem-
bros da familia Kanaii. Por cima da cadeira am
que eslava madama Kanaii achava-se empoleira-
do u-m passaro que trouxera coraaigoe que pare-
ca estimar bstanlo. Este passaro era uma co-
ruja, da olhos amarellos e melanclicos, de Lile
branco que terminava por uma poota negra. S>n -
j.l.- O...IL. cr do p.-iolhautn pauaiu, 5>
tempos a terapos esta coruja abra bico, e en-
to ceas olhos de fege, rodeiados d m circeto
negro briam-se, a seu olhar immavei e lugubru
dardejava na obscuridade.
Senhor Morel disse-ms madama Kanaii com
accento- ligeiramente italiano, porom algumas
vezes um pouco rais gattural, senbor Morel,
mande o chamar para perguular-lhc- a que ho
ras se fecha o hospital.
Elle nunca se fecha, senhora.
Minha resposla cauei grande cootrtriedade a
madama K.nali.
Como I nunca diss por sua vos madama
Kanaii levantando-se.
Entendamo-nos, disse ea logo, quero dizer
com uto rjae suas portas ealo sempra aberlas
para todos aquellos que se aprsenteos qualquer
que sej a hora^das aoute,
Porm agrade fecha-se as dez horasve as nou-
tes de invern as nove oras.
Bem 1 disse madama Ksnali um pouco miis
tranquilla, eobservando o cu, onde a la appa-
recia oda vez mais brilheote.
Meil bem I disse madama Kanaii em tom
menos solanos, e em bom burguez, nao ae de-
vem esquecer as chaves.
E comegoa de novo a fumar.
E deade o momento em qae 50 fecham as
grades, ninguera entra r continuou a perguntar
madama Kanaii.
Nao, senhors, nioguem entra mais sem
tocar.
Nem sem ss dar a conhecer ?
Sim, senhora.
Madama Kanaii proseguiu :
E nao entra quera quer, mesmo dando-se a
IV
(Contiouaco do n. 170.]
Monik cruzando os bragos sobre o peito, e en-
terrando a cabega nos bombos, eocarava a Ber-
tholdo com olhar fixo e immovel, ao passo que
um sorrso de incredulidade errava-lhe nos del-
gados labios.
Se meu lio, proseguiu Bertholdo, alimentou
to grande sede de dioheiro, nao ha duvida de
que o fez nicamente por affeigo a mim : quera
eixar me depois de sua morte ama fortuna con-
aideravel, e foi nesie intuito que sem o saber 10-
carregou a sua consciencia, e comprometteu a
salvagodesua alma. Acredite, Monck, o reco-
nheeiraento prescreve-me deveres que ssberel
respailar. Procurare! as pessoas que liveram oc-
casio de soffrer por seus negocios com meu lio ;
Teraediare o mal, e assim descarregarei a alma
do meu bemfeitor do fardo que a si mesma im-
pAz no seu amor para comigo. Se me quizer aju-
dar noje mesmo levarei coosolagoes e soccorros
a aquelles que se julgam com o direilo de aecu-
sar meu to peraote Deas. Nao se inquiete a res-
peito do seu legado : indemnisarei a todos com a
parte da heranga que rae coaber.
Ah ah que idea insensata 1 exclamou
Monck. Zombaro do senbor...
Mas quera? Os desgragados que procuro sal-
var para que orem por meu lio?
Mouik ergueu repentinamente a cabega com
altivez, e eocaraudo face a face sea joven pitreo,
disse-lhe em tom de zombaria :
O senhor falla de recoohecimento, e quer
dissiparo dioheiro que sea lio aroontuou a cusa
de tantas fadigas, volando ao opprobrio a sua me-
moria com essa Imprudente curiosidadel Acco-
sa-o em sua consciencia por ter elle recorrido a
um ganboillegUimo, e digamos francamente
por ter-ae entequecido com a asura 1 E chama a
isto reconhecirneuto 1 Gomo 6 insensato, Sr. Ber-
tholdo 1
Bertholdo lavantou-se, e olhou para o escre-
Tente com ar espantado e inlerrogador.
Oh I exclamou esle. Admira-se de que
Monck, o simples e humilde escrevenle, se aire-
va a fallar asaim do Sr. R.obyn ? Eu Umbem te-
nho devores a praencher em relego ao meu ti-
nado bemfeitor; e haja o que hoaver, defendeiei
a saa memoria contra toda e qualquer averigua-
gao deshonrosa.
Vpjo, Sr. Monck, que finge em vo nao com-
prebender-me, di*se Berlholdo com um olhar
que pareceu um pouco perturbar o seu interlocu-
tor. Nao a curiosidade quem me impela ; que-
ro secretamente trabalbar em reconciliar com
Deus s elme de meu lio, para qae possa ella ser
perdoada no tribunal divino, e isto espalhaado
beneficios em seu oome: Deve ter-ss aqui pas-
sado cossas bem lerriveis para que o recelo da
publicdade o faga tremer a este ponto, Sr. Monck.
Nao me quer dizer im mediatamente o que eu de-
s-j j saber? Pois bem : os papis encerrados na-
quelle burra me vo por ao ficto de tudo...
Eslts palavraa fizeram o velho pular como se
tivesse recebido am impulso elctrico: deu um
pes.o para diante com um gesto arrebatado que
pareca annunciar uma sbita resolugo. De re-
pente porm paroa, conteve-se, e murmurou em
voz baixa, mas perceptivel:
Hoje nao ; tmauba, amanhaa...
Pois seja amanhaa, disse o mancebo que se
illudiu com o sentido daquellas palavres. Pre-
ferira santificar o dia do enterro de meu tio com
alguns actos de jusligs, e caridade ; porm con-
sioto nesse adiamento uma vez que prometta ju-
dar-me amanhaa no meu intuito.
Ajuda-lo eu I exclamou Monck. Nunca. O
senhor nada hade saber, nads... O senhor que
langou a calumnia lace do meu bemfeitor em
quanto vivo, nao hade chamar a infamia aobre o
seu tmulo. Eu aqui estou para imped lo I
O mancebo tomou-se paludo de clera.
Insolente I bradou elle com voz de trovo. O
que ousa dizer I Eu poderia responder-lhe que
os seus conselhos arr.staram mea tio usura, e
que o senhor abusando de sua ioclinago exage-
rada para a economa nelle despertou a paixo
pelo dioheiro : roas intil; desprexoassuasac-
cuseges infames: e uma vez qaa recusa dizer-
roe o que desejo saber, procurarei eu mesmo des-
cobrir sem o seu auxilio. Retire-se, e deixe-
me s.
Uma gargalhada cheia de irona e amargura foi
a nica respoata que dea Monck.
Enlouqueceu? perguntou Bertholdo cada
da Margarida ir-se embora, aponta-me a porta 1
O testamento s quem pode dizer qual de nos
dever sabir daqui s Margarida, eu ou o se-
nhor ; ou se todos tres juntamente. Quem sabe !
Que presumpglo, redarga Bertholdo com
desprezo. Retire-se, deixe-me ficar em paz : nao
preciso de sua pessoa. Preencherel os meas da-
veres para com meu tio coma bera me parecer.
Dizendo estas palavras o mancebo voltotv-se
para a burra, e levou a mo chave que se ocha-
va na fechsdura.
Vendo isto Moach precipitou-se para eo.ex-
clamando :
Arrede se I Arrede-se I
Cada vez melhor 1 Ento atreve .ae. a dar-
me ordeos?
O mancebo suspeodeu uma das aldrabas de
ferro e abriu a burra ; no mesma instante, po-
rm, senta as duas raaos deMonch pesarem-lhe
nos hombros, e esleve ponto de cahir sob o vio-
lento es(orc.o que fazia o velho para efasti-lo
d'ali. Eodireitando-se logo agarrou o sea eggres-
sor pelo peito e de um impulso atirou tom elle
de encontr carteira.
Monck soltou rugidos da or e de raiva; as
faces tremerm convulsamente, a nos seus olhos
brllhou sombro fogo : entretanto na physiono-
mia sa lhe notara uma alegra feroz.
Ha de me pagar isto ; sim, ha de pagar-
m'o com usura 1 exclamou elle abrindo a cartei-
ra, e fingindo procurar ali alguma cousa.
Berlholdo se havia encostado burra com os
bragos crasados sobre o peito : nessa altitude es-
perara, e a sua physionomia exprima altivo
desdem.
Ah ah exclamou Monck adiant.ndo-se
para o mancebo com um papel na mo. Eu que
ria evitar o escndalo, em quanto o corpo esti-
vesse em casa ; mas. j que me torca a vingar-
me, quero v-lo estorcer-se de raiva e de deses-
pero. Leii este papel ; a copia lilteral do tes-
tamento que o Sr. Robya fez em miaba presen-;?
com a sua propria mo.
Bertholdo tomou o papel e poz-se a 1er.
Monck eocarava-o com olhar triumphante, e
medida que via o mancebo empalidecer, e tre-
mer uma expresso de immeosa alegra, de in-
madama Kaoali.
Nao vejo eotto, digo eu a ambo. aenSo os
amantes que tenham por habito saltar maros o tim
de ebegarem junto daquellas qae imam.
Seahor Morel I roterrompeu-me de novo
madama Kanaii collocaodo' com forga sua mo
trmula sobre meu hombro e sem abanar a voz,
preeaago que eu julgava cbnveaiente, dever lo-
mar, cora receio de ser ouvi'do por sua filha ; oo i
nao sao s os ladres e amantes que se devsm
temer oestes tempos de prova torrrvel qae alra-
vestamor pela vontade de Deus. Depois, como se
o gesto coraplelasse-lhe o pensamanto, olhou para
a sombra fleira de janellas da grande enfermara
onde M extinguan tantas existencias- no meio
desta noute, todava to lmpida bella no ex-
terior.
* Oh 1 sim l oi sSo s os amantes-que sede-
vem raceiar, dase Mr. Kanaii, porm estemos a*er
la e se nunca...
Pabrioius I replicn com solemnidsde madv
ma KanaH. Fabricius I nao ha s elles a temer,
bem o sabes.
Depois de ter proffuociad estas palerre?; ma-
dama Kanaii correu a abragar a sua tiln ; aper-
tou-a leroadente condra seu coragao, cujarpal-
pilages eu cavia.
Durante esto effesao, a coruja, ciosa talvez des-
las proras de affeigo que nao eram para ella,
fezouvir seu grifo to pouco agradavel de ae cu-
vir s-a~hir noute do meio de algum monamecto
em ruinas. A dapla poupr maihada de aua
cabega arripiou-se com am ruido singular das
peonas.
Emquanto abragavae aesricia/a aua ilba, ma-
dama Kanaii nao cesaava de olbar para aa pare-
des da enfermarla.
Qke referencia, perguntava eu a'mira mesmo,
duranto esta scena de ternura e suato, ba entre o
receio desta me por s ja filha, receio ao qual
?o sei mais que motivo dar, pois que nao teme
es ladres neo os amantes, eesla gallera da mo-
ribundos collocada em nosaa frente f
Mademolsella Martha oltrava ora pari'sus me
cora um intereses misturar' de inquietaco, e
ora para seu paereom ura seottmeoto once 99 no-
tara uma vontade resoluta.
Decididamente oa comegs7 asentir ora a es-
pacie de indispoaigo que so spproximava do
medo. entre estas tres paososay deveria dizer qua-
lro, porque a coruja poderia entrar no numero,
tanto lagar oceupava na familia Kaoali. Tornao-
do-se intil minha preseoga desda o momento em
que eu tranquillisra, como pedo, sobre a segu-
ranza do hospital, julguei a proposito retirer-me.
Sahl da sala.
Mr. Ksnali seguiu-me. Fez-ae parar a alguns
fassos da porta, a ahi di.-c mo, do modo qua nao
asse ouvido nem por sus muiher nem por sua
tiln :
Aposto, que o senbor no-est acostamado
a ter hospedes como nos, nesta aaa f
Confesso, respond eu, qua primeira viata
oo se parecera nada com as pessoas...
Nao nes parecemos com eingaem, inter-
rorapeu-ma Mr. Kanaii com um ar serio, porm
Gorrigiodo aubitamente-este mo vi man te greve por
uma pancacr familiar sobre meu hambro. Nao
nos parecemos com nioguem, replico* elle, bem
que oo procuremos de-modo algum a original.-
dade. Porm, ba na vida origecs; posigoes e
acontecimentos que dan s pessoas aspectos in-
criveis. O senhor j eotrou alguma vez em ama
sala de espectculo, quando j se tem comegado
a pega ?... Sim, nao verdade? Pois bem, tem
visto seu lado pessoas que riem ou que chorara
ouviodo esta pega, emquanto o senhor nada dis-
to comprebende, e va -se sentado- a diaor : Estas
pessoas eslo loucas por tomaren interease, ri-
rom, e coramoerem-j. por estas ceuaas que nao
lera aenso algum I Poia bem I a vida de cada
familia um drama ou uma comedia que se re-
presenta ;,o senhor nio com prebende nada desta
drama ou desta comedia, porque, mau charo Sr.
Korel, eotrou depois-de se lera muito lempo le-
vantado o panno. Tuda am nos Iba parece mons-
truoso, extravagante. Qae nao posas eu tira-lo
doste erro I Se lhe explicasse o que- o senhor c
sabe... Por ora, nao preste m'uita attengio, aa
que acaba de ouvir um tanta extravagante \i,
dsnlro. Conversemos seriamente-um nstenlo.
De muito boa vontade, seahor doutor.
Rogo-lhe, que deixemos o doutor.
Como for do seu agrado.
Vi Potase, vi
de.ejiris aalaa
vex mais admirado. Pois tem a audacia de rir- dizivel aatisfego ae i> esteodendo p*or suas fei-
se assim em minha presenga ? Insolente? Esque- ges. O seu ioimigo estava abatido ; podia agora
ce-se de que foi am fmulo de meu tio, e de que com coragem o sem receio por-lhe o p sobre o
o sinda meu em quanto se achar nesta casa ? peito.
Riu-me, responden Monck com expresso
de odio e de triumpho, riu-me de sua inconcebi-
O papel cahiu das mos de Bertholdo, que es-
tupefacto e com ar de duvida olhava para o es-
vel simplicdade. Existe um testamento que revente.
segredo al amanhaa. O senhor apressa-se mui- | Sim, sim, meu charo senhor, como acaba
lo em arrogar a si o titulo de ser.hor de todo : de 1er, disae Monck irnicamente. Tudo, tudo
seria melhor que esperasse para quando forem para mim, nada para o senhor I Ora aqui est u j sa, senhor.
coohecidas as ultimas voni? les do usurarlo! Man- qaa toroar-10 a gente simplona, e fazer versos [ Nada msis quero saber
contra o usurario. Caro custa o gracejo 1 Mas o
que quer ? J nao ba mais remedio.
Bertholdo, cedendo sua commogo, acabru.-
i.hado sob os crueis sarcasmos de Monck, o sem
ter animo de proouaciar ama pslavra, deixou-se
cahir sobre a cadeira, e flcou profundamente aba-
tido com os olhos fixos no chao.
E agora se eu, pobre escrevenle desprea-
do, continuou Monck, mostroase-lhe a porta, ou-
seria resistir minha ordem? Porm descance,
eu sou prudente, nao gosto de escndalos. De-
ntis o testeaento s ser lido amanhaa.
Berlholdo, pareceodo dominar sbitamente a
sua commogo,levaolou-se e replicou com ener-
ga.
E tmpossivsl 1 Sou illudilo, mea tio nao
pode ter feito semelhaole testamento.
Entao jalga-me to enanca como o se-
nhor ? Nao v qua j sou velho, e muito fino pa-
ravender a pello do urso antes de hs*-la s
mos? De que me servira o triumpho de ura
dia para ser amanhaa confundido e humilhado
como est sendo o senhor neste momento?
E' uma indignid&da I exclamou Bertholdo.
Este homem trahiu-me, roubou-me ; meu tio
deixou-se illudir por elle. Iovocarei o meu di-
reilo, accusa-lo-hei, e hei de f.zer com que seja
annullado esse acto que por odiosas machineges
foi arraneado vontade de um velho enfermo.
Invocar o aeu direito I Annullar o acto I
repetiu Monck com um tom singular de piedade.
Jalga que Monck nao sabe como se faz um testa-
mento para ser vlido o ioatacavel? O sea tio
f-lo de sea mola proprio, e sem constrangi-
mento. Nao alimente ridiculas chimoras.Sr. Ber-
tholdo.
O mancebo comprehendeu que era forgosc re-
nancier a toda e qualquer esperange. Com offei-
to era o escrevente muito astuto para nao ter to-
mado todas as cauteles precises. Gertamaote nao
poda deixar de haver assegurado a pacifica suc-
cesseo de hsreoge que usurpara.
Pois bem I disse Bertholdo com sbita re-
solugo. Vou partir; parece-me que o ar que
aqu te respira est impregnado de crimes, frau-
des e perversidades. Deus, talvez por sua infinita
bondade, me queira preservar de qualquer nodos :
pelo menos a minha alma nao lloara manchada
pelo contacto desse dinheiro impuro. Aleui, Sr.
Monck, nao posso vingar-me do senhor, verda-
de, mas tambem nao poda impedir de despre-
za-lo, de odle-lo como & uma creatura mise-
ravel.
Berlholdo dirlgiu-se para a porla e ia aabir ;
Monck col'.Qcou-se, porm, diente dalle, e repli-
cou corr a T0I m,iS tranquilla :
que egaale o do comediante.
Bapltta ; segal-os, estadei-ot
ser Beitier, oa Baptista qae. .
Csllou-aa. Ira alie dizer-cae, do fti
periodo enthusi.ita qae tacaneen .rere*saura
na comedia Contiauoa com um tom aaaaas nas-
soal :
Os Iheatros da Paris oeste leaspr, sao ef-
faruado. ? lia ma: dj violo ano, qaa itotiet a
Franga, nao sei poijo estado actaal. .
Frequento pouco- os theatro. mo-.3 oc-
cupagoes affastam-me delles. Porm ao entre-
tanto, posso assegorar-Ibe, seos raceiar engaar-
me, qua elles nao se acham am astado da oari-
quecerem, collocados coico estiro entre a crias
poltica de qae aiada nao sahioio* a a crtaa
epidmica era- que acabamos de entrar.
U palacio-real, por exemplo, aaia Ibeetrc
to apreciado ea meu lempo? .
Ouvi dizer q*cr representara no asarto.
As variedades "
Fechadas.
O vaudevilto ?
Seo ultimo director desepparecca.
E o gymoasio ?
Nao mais feliz que o outros.
Eu os vi to fiorescentes I
O senbor f requema va-oa muilo a oatra
lempo, visto qae toma to aiosaro interesen asa
aaa fortuna ?
Mr. Kanaii
creto :
responderme do am modc'l
(Comtinumr-tt-kmJ
Variedades
Norte, depois do
para tomar c sacoradrjr
Breves noticias sobre oj basco e lages
do rio de S. Francisco eitrt a barra
e o porto da cidade.
(ConelosioJ.
Da Ponta das Pedros.
r da Cruz por 43* 30'NESO.
c do Borges por 42 NO SE.
Depois do qua fies apontado, torna-arsaii
facil^a navegago al a cidade.
Tomando-.e a barra meio a monod.- 3 -
midouro. eneosta-sa para o PooUl, atina avi-
lar a corda dos Pampas ; o canal segaa ao^a aa>
NE SO, iodo-ae pasea: entra as duaa baias Ai -
dejo e da lage Granda do
descarrega-se ao SSE
da cidade.
Teada-se mootsdo o Jaao Dias em rtislansia
regular, toma-se o Pontal com proa da SO 4 0.
Dava-a .HQ,ior aernpre Sa crrentelas das acaso
qae na barra tem grande inraoei.. A aacbao-
te encosta para o Suoidour, a v9ola paca a
banco de norte. ^^
E' o qaanlo se ma offerae dixer soma com-
plemento da que j h7ia dito.
Desterro, 2 de maio de 190iT. ?. de Kt-
teneourt Gotrim, coranandaot j do vjoar Mara-
cana. >
Dando noticia desta '.rsbslb)
Santa Catharfaa:
a Os cxelhorameotos de palpitante
de reclacaadca de ha longo lempo plos nava-
gantes, que demandara! o porto desta ciottaL
bem como aquelles qaa procarav.cn aaaaas barra
em fra, estao em grande parla re.iis.ados
pharol da barra du sal o o ba.isame^io dos ca-
nees, tanto desse lado coma do do corta
ninguera se peder qoaixar da sinut ca
nadoa por falta desta providencias.
As praticageos da barra a Lagaa a do Ara-
ranga, fe-an maito aelbaradss, a pe.- coose-
guinte os naufragio dimiaairam so os.lera M-
mente.
A navegago do Rio w S. Preses co '-rala
prorinci resentia-se da oao peqaeao erujata-
gos com qua laUvamos nuticos por IsafaS d ba-
lisameoto do canal ; eoaes iuconvc-aiei.tes esia
em granda parte removidas.
diz o Ar
JOS
has*
ote
a Ao oa. tenante da araeada braaikeira Iha-
mez Pedro de Biitaocoort Cotri, Oaraasaa/aa) ha-
bitante do municipio, de S. Francia* o a em ae-
ra 1 toda a provioci. oa relevaotss aorvicsa oras-
lados ros ex.mes a qua proceda Ba;' m
por determioago do goveroo.
{ Jornal i Bate* ;.
E* uma misso de que me encarregou seu
tio, quando j o testamento estava feito. Constn-
la, senhor, em ouvir as sua ultimas palavras.
Pois diga.de preisa o que : taria-me j
sehir d'aqui
Nao flqae assim^na porla ; entre por alguos
momentos..
Bertholda dea. alguna, passos para o interior
do e.crip'.orio.
O testamento estava feito, replicou Monck,
quando representel .seu lio que 3ertholdo (Ica-
ria redolido nr'seria, e que teria de soffrer tai-
vez fome e privagoes.: qaiz qi:a elle poicase o
seu ame no testamento ; mas recusou-se isto,
e a minha insistencia pareceu mesmo afuigi-lo.
Finalmente poda obler que ma encerregasse, ou
antes que me pediese, porqae nada j Lhe per-
teocla, para d&r ao senhor cinco mil francos em
dinheiro que lhe servirs, at que possa achar
um lugar de escrevente em algum e&criptorio.
Mentira! exclamou,Bertholdo. E' maisume
impostura da aua parte.
E' como lhe digo ; assigne ara recibo, e eu
dar-lhe-hei immediatamente essa quantle : de-
pois Qcar tudo acabado eotre nos.
Nao quero essa dinheiro infame, retorquiu
0 mancebo indignado. Recabar uma esmola de
sua mo 1 Oh I Se tal acontecesse, desprozarte a
mim mesmo. Na verdale^ o aeohor bem
louco I
Pois bem, senhor, deixe-me ficar ludo : es-
timo msis islo. Mes pense bem no que faz; po-
de ser que tenha ainla muitas occasioes de cho-
rar este dinheiro. Era todo o caso quero ser ge-
neroso : porei essa quentia saa disposico em
qualquer lempo, que della precise, cora a condi-
co de que ha de vir mesmo o senhor pedir-
m'a.... e o senhor ha de tlr, ha de vir, nao te-
nha duvida I
Hei de vir 1 exclamou Bertholdo com amar-
ga irona. Oh I Desprezo o dinheiro, o senhor, e
todos aquelles que por amor do dioheiro vendem
a sua alma, a sua consciencia e dignidade de ho-
mem. Adeus: se algum dia ea vier estender-
Ihe a mo desprze-me tambem, poique neste
caso eu terei ebegado ao ultimo ponto de a vil -
tago.
Bertholdo dirigiu-se para a porta do escriptorio
com o passo rpido, em quanto Monck bradava-
lhe com um riso cruel:
0 senbor desprz.* o dioheiro I Ha de am
dia saber o que elle valo. Detesta-me 1 Oh I De-
sojo qae cedo nao se arrependa desta palavra.
O velho escrevenle conservou se anda por al-
gum tempo do p defronte da carteira ; selvagem
alegra brilhara em sua physionomia ; o peito
-^ Esquecia-me de communicar-lhe uma con- iarfava-lhe de contenlamento ; o baixioho rnur-
1 murara elle palavras de triumpho.
Ponto a pouco as suis ideas parecerim tomar
um outro rumo reectlu ; assombraraen-se-lae
as feigoes, e collocaodo a cabeca eotr as mVaa
disse :
Berlholdo invocsr a sau dirait bascar
onoullar o testamento.... Mas o motivo ^ Nio o
pode echar, porque nao suspoita a verdade En-
tretanto ae Margarida delcaasa eaeapar aleara*
palevra imprudente? Qae feliz idea foi a miaba
em dizer-lr.e qne o testamento eslava dft 11 .ao
por faltar-Ibe a data I lato lhe baate, par, ^
tem assim um meio para obrigar-caa a f,e- ia4
o que ella qaizer: nao pensar pj.u ai ..ir.
couss ; e isto o mesmo qcw D10s ,0abaaS.
E se Berlholdo atacar acaoUaaiatkea aaai *U
do testamento ? Poda ser qua Vrocarrod3 aa SJ^Sl 'o a formula, descubra tods. car-
dado. Qual I tWrlholdo uio tan diabauQ .ara
ratea ar ama acjo deseas. Mas .e Uem^aiT
auxiliar? Podo muito hr. aer. por^aa Laaaa
E dizendo estas palavraa comprima tetaa
como par. fazer brotar do cerebro .".
nova mschinagao. a.w
Da repente escepoa-lha am grito da alei*
S. comm'>so. oxclamoo. com v,
- Oh que idea 1 Laura aar mioba malhar I
Mes quest logo aa feigeas tornar. ""Si-
maola carranc.d.a. e como .. 0 deMniaeo ea lb
tivesse epoderado do espirito, pros.gu;u -
T 5**-t" >mpossivel i o me. pidilo ssm-
cera ridiculo a Kemeneer ; >ombari d. .Sn
presumpeao. tret.r-me-ha oe louco v.rndo..T
Que recelos pueril I penso |0go depoia. Com
esse acto de audacia abafa-.ei todas as sas>aiUs
sobre a legimidada do r^ea ltalo de heraeue
ser elle tido como em', prova evid.ota da miaba
confianja na validada do testame.u. Sim t*.
eudei se arrogante, envolve-te daa.picjad.m..
te no teu orgulho : sssim qae s cga e qaa sa
domine os homns. Laura miaba malher
Uma fortuna re quatroceotos mil franco! E por*
que nao? Quem ha qae re.isls ao brilho a am
milhao r Demais nao tenbo am mea poder a mai
de fazer o Sr. Kemeoaer rojar-me aoa p
am escravo, se preciso for? Bem, muilo
Desta msneira a ruina do mea inimigo s^ri ajsa-
pleta. Sub.titui-lo al meamo no oea amar I
ze lo acabar no .cemo de ama raiva jas.
tente I ^^"
E como se o ioebriesse ji a [ehcdaJt cata aaa
sonheve, deixou-se cahir s gargalhsdas usa-
ma cadeira qua Bertholdo acabara da deisar.
(Cor\tinutr-s:-h.J
PERNAMBTJCOt-TYP. DE M. P. DEf.4 fILBO,
MUTILADO
ILEGVEL


Full Text
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