Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09577


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Full Text
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A1I0 XIIVI1L IDMEtO 170.
Pr tres Meze-sadiao lados 5|000
P#r tres mtit vencidos 6J00O
*aa n
Mi
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SEXTA FEI1A 25 DE JOLHI K MU
Hi tiM idanud. 19|Mt
Parta fraica tara ose ripttr
DIARIO DE PEMAMBUCO.
BUG ARREGADOS DA SUBSCRIPQAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio AUxandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva
Aracaty, o Sr. A. de Lemoi Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Olivelra; Maraohao, o Sr. Joaquim
Marqa9i Rodrigue*; Para, Msooel Pnheiro A
.; Amazonia,* Sr. Jerooymo da Costa.
fcNCARREGADOS DA SUBSCR1PCAO DO SDL
Alagoas.oSr. Clasdino Falco Dias; Bahia,
Sr. Jos Martins Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joe Pereira Martina.
PARTIDAS DOS COR REOS.
IPHBMER1DES DO MEZ DE JULHO.
Olinda todos os dias as 9;-4 hora* do dia.
Iguaraas, Goianna, e Parahyba as aegmndaa
sextas-feiraa.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Cariar, Altinho
Garanhuns as tergas-feirai.
Pao d'Alho, Naiareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
qmeira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ourieiry e Ex nasquartas-feirae.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Un, Barreiro PREAlf Al DE UOJE.
Agua Preta, Pimentoiras e Natal quintas feiras. Primeiro aa 3 boraa e 18 minutos da manha.
(Todos os corraios parlern o 1U hora da machas,Segundo as 2 horas e 54 minutos da tarde.
4 Quarto crescente ss 8 oras o 20 minutos da
manhaa:
12 La cheia aoi 2 minutos ala manh.
18 Qaarto minguanto as 2 horas e 32 minutos da
tarde.
26 La ora as 6 horas e 24 minatos da man.
'ART1DA DOS VAPORES C0STE1R0S.
Para aul al Alagoas 5 e 20; para o norte
t a Granja 14 e 29 de cada mes.
rAUTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife: do pipueot a 6 li2, 7, 7 lp, 8
e.8 1|2 da m.; de Olinda s 8 da m. a 6 da t.; de
Jaboatao a 6 1|2 da m.; do Caxang e Yarzta
s 7 da m.; de Btmfica s 8 da m.
Do Recite : para o pipueot a 3 1)2, 4, 4 1)4,
4 1|2, 5. & 1|4, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda s 7
da m. o 8 1{2 da t.; para Jaboatao a 4 da t.; para
o Caxang e Varita a 4 1|2 da t.; para Btmfiea
as 4dat.
|AUD1ENC1AS DOS TRlBUNAtS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: aegundas o quintas.
Relago: torgas e sabhsdosslO horaa.
Fazenda : quintas s 10 horaa.
Juizo do commercio : segunda ao meie dia.
Dito de orphaos : tergss e sextas s 10 horaa.
Primeira Tara do eirel: torgas oxiasae molo
dia.
Segundaran de ctcI : quartaie aabbados l
hora da tarde.
DIAS DA SBaAkU.
21 Segunda. S. Prxedes t.; S. ClaWtosa.
22 Tergs. 3. Mara Magdalena; S. Msalas
23 Quarta. S. Apo;ineri b. su. 9. Likorl
S4 Juiola S Chrislin v.rr.; S. Fr?neiea 3
25 Sezts. S. Thiago ap.; S. Christcea su.
SO Sibbsdo. S. Sjmphrnnio e O'jmy.ami
27 Domingo. S. Anos ilii da Mi de ^mc
ASSIGNA-!
no Recite, en a llvrarta da prega da) I
dencia ns.6 o8,dos propriafarlos
Iroa de Farla & rilho.
PASTE OFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 92 de junlio de
1862
Officio o Eim. presidenta da Bahia.Pelo offi-
cio que V. Exc. se servio dirigir-me em 8 do cor-
rente, fiquei ioteirado de terem aido expedidas
aa convenientes ordeos, aflm de ser remeltida
{tara a thesouraria de fazenda desta provincia a
gula da suspeoso da coosigoago de 129 men-
ses que all deixra o capitao do 2 batalhao de
infantina, Luiz Paul de FigueirfJa Contreiras Ns-
boco de Araujo, conforme solicitel em mea officio
de 13 de junho ultimo.Communicou-se ao bri-
gadero commaodaote das armas.
Dito so Exm. presideato das Alagoss. Res-
pondo ao oTicio de V. Exc. de 18 do correte di-
zeodo que pelo vapor Oyapock, que ltimamente
segaio para essa provincia, foram remettidos pelo
arsenal de goerra, com destioo ao deposito de
artigos bellicos dessa capital, os sapatos a que
allude V. Exc. em o citado oficio.
Dito ao commandante das armas. Logo que
tenha recrutas a enviar para a corte, sirva-se V.
Exc, psra observancia do aviso circular do mi-
nisterio da agricultura, commercio e obras publi-
cas de 10 do corrente, de fazer constar aos agen-
tes da compaohia brasileira de paquetes a vapor,
aflm de que seja resrvalo lugar sufficieote para
os seus transportes noprimeiro, ou em alguos
dos primeiros vapores, que se esperar do norte.
Fex-se igual offlcio ao capitao do porto e commu-
nicou-se aos referidos agentas.
Dito ao mesmo. Paiso s mos de V. Exc,
para terem o conveniente deslino, copia da rela-
c.o de alteraces, occorridas com os militares
da gusroigo desta provincia, que se acham fra
delta.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de Infor-
mar-me sobre o iocluso officio do commandante
superior interioo da guarda nacional deste muni-
cipio, com referencia ao tambor Francisco Jos
de S, que achando-se contratado para o servico
do 2* batalhao de iofaotaria da mesma guarda na
cional, foi alistar-se no 2# batalhao de linha.
Dito ao mesmo.Em caraprimento do aviso da
repartirlo da guerra de 7 do corrente, sirva -se V.
Exc de mandar e9cusar do servido militar o sol-
dado do extincto 7o batalhao de csgadores, Ca-
nuto Jos Pereira de Lucen*, que sa acha actual-
mente addiJo ao2# batalhao de iofantaria.
Dito ao mesmo. De cooformidade com o que
3olicitou o juiz municipal da 2" rara desta cidade,
airva-se V. Exc. de mindar apresentar a este
urna praca montada para as diligencias necessa-
rias a reunio do tribunal do jury desta capital,
que ae acha convocada para o dia 4 do mez vin-
douro.Communicou-se ao mesmo juiz.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de expedir
as seas ordens, para que amanhaa As 7 horas do
dia, esteja postada em frente da igreja de Nossa
Senbora do Terco urna guarda, alim de fazer as
honras fuoebres, devidas ao fallecido tenante-ci-
ru rgio do 4 batalhao de fnfaotaria da guarda
nacional deste municipio, Dr. Pedro Antonio
Cesar. Cerio V. Exc. de que nesta data autoriso
o director do arsenal de guerra a (ornecer o car-
dzame de mosquetaria, preciso para as descargas
do costume.Offlciou-se nesse sentido ao mesmo
director.
Dito ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
Tenho presente o offlcio de 19 do corrente, no
qusl V. S. pondera que, tendo ido praga as ca-
sas que exiatem fechadas, pertencenies ao patri-
monio dos orphaos, pelos presos do ultimo ar-
rendamento nao eppareceram licitantes seno
para duas, anda assim offerocendo qusntiss in-
feriores as que serviam de base a arrematarlo,
pelo que foi organisada a nova relaco, annexa ao
dito offlcio, dos precos porque cada urna das re-
feridas casis deve ir novamente a praca, relaco
que V. S. sujeita a approncao desta presidencia.
Em resposta declaro a V. S. que spprovo os pre-
sos constantes da mesma relago, para servirem
de base a nova arrematacao.
Dito ao presidente da relago.Pelo offlcio de
V. S. de 19 do crrante, fiquei inteirado de ter o
Dr. Joajuim Firmino Pereira Jorge nsquella data
prestado juramento, e entrado no exercicio do
cargo de desembargador desse tribunsl. Com-
municou-se ao inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmiti a V. S., para os flns convenientes, a
inclua guia de suspenso da prestago mensal de
2O9OOO, quedeseu sold consignara na capital da
Bahia o capitao do 2* batalhao de iofantaria, Rsy-
mundo Jos de Souza, e que me foi remettida
pelo Exm. presidente daquella provincia com of-
ficio de 12 do corrente.Communicou-se ao com -
mandante das armaa.
Ditoao mesmo.Devolvo a V. S., coberto com
offlcio do brigadeiro commandante das armas de
16 de junho ultimo, sob n. 1101, o requerlmento
documentado emqueo teoente Antonio dos San-
tos Caria pede o pagamento das despezas com o
transporte de sua bagagem oas marchas que fez
da villa de Tacaral para a de Oaricury, desta
para aquella, e de Tacaral para Piraobas, aQm
do que, conforme indica a cootadoria dessa the-
souraria, no parecer a que se refere a sua infor-
mago de hontem n. 669, mande pagar ao mssmo
teoente a quantia de 3-ij'tOO, em que importam
taes despezas. Communicoa-se ao brigideiro
commandante das armas.
Dito ao mesmo. Autoriso a V. S., de accordo
com a sua ioformago de hontem, sob o. 668, a
mandar pagar ao pharmaceutico Jo9 da Rocha
Paranhos, com o abate de 20 por cento, a impor-
tancia dos medicsmeutos por elle foroecidos para
tratamento do cholera-morbus nesta capital,
como se v do requerimento doc mentado que de-
volvo, e a que se refere a citada ioformacao.
Dito 10 Dr. chefe de polica. Constando de of-
flcio do provedor da Santa Casa de Misericordia
do Recite de 19 do corrente. que se remetteu pela
polica para o hospital dos Lazaros urna enferma,
qua nao soffre de elephantiases, recommendo a
V. S. a expedigo de suas ordsos, alim de que
nao se mande para aquella hospital doentealgum,
sem que seja previamente examinado pelo res-
pectivo medico.Communicou-se ao provedor da
Santa Casa de Misericordia do Recife.
Dito ao commandante superior do Recife.Em
vista do que pooderoa V. S. em officio n. 64 de
21 do correte, pode nos termos do 26 do art.
Ia do decreto n. 1354 de 6 de abril da 1854 expe-
dir snas ordens, para que se proceda a revivi
annusl da qualificagao dos guardas nacionies do
3 batalhao deste muoicipio.
Dito ao mesmo.Queira V. S. expedir suas or-
deos, para que o Io batalhao de iofantaria da
guarda nacional dste muoicipio faca as honras
da festa de S. Vicente Perrer, que lem de cele-
brar-Be no convento do Carmo no dia 27 do cr-
tente.
Dito ao commandante do presidio de Feman-
do.'Por offlcio do director do arsenal de guer-
ra, datado de hontem, sob n. 193, fiquei iotei-
rado de achar-se sanada a falta dos tres pares de
sapatos, de que trata o mea officio de 7 do cor-
rete, para completar o numero de 271, cons-
tante da guia, que acompanhoa a ultima re-
zoeasa desse objecto.
Dito ao Sr. Jos Teixaira Bastos, vice cnsul
da Italia.Pela communicago que me dirigi
em data de hontem o Sr. Jos Teixeira Bastos
vice cnsul da Italia nesta provincia, fiquei in-
teirado de que o mesmo Sr. vice cnsul, por
achar-se impedido, passra o exercicio das res-
pectivas funecoas ao Sr. George Samuel Lenoot
Hunt, cnsul de S. M. britanmea.
Renov ao mesmo Sr, vice cnsul a seguran;*
de mlnha perfeita estima e disuada considera-
gao. Fueram-se as necessarias communica-
COS.
Dito ao director das obras militares.Mande
\. S. receber no hospital militar, e dar-Ibes o
conveniente destino, as taboas que serviram no
avaraodado de madeira, que se navia feilo oa-
quelle estabelecimento, para vedar a commuoi-
cacao das enfermaras com a dos cholencos, o
qual acaba de ser desmanchado, seguuJo decla-
ra o brigadeiro commandante das armas em offi-
cio de 20 do corrente sob n. 1399.Communi-
cou-se ao brigadeiro commandante das armas.
Dito ao chefe de eatado-maior do commando
superior da guarda nacional de Olinda e Igua-
rass coronel Francisco Joaquim Pereira Lobo.
Haja V. S. de responder as arguigoes, que no
officio de 15 de marco ultioso, juulo por copia,
tha ao taitas pelo commandante superior da
guarda nacional dos muoicipios de Olinda e
Iguarassu'.
Ditoao iospector dasale do pirto.Para se
poder deliberar acerca do que represenlou Vmc.
em seu officio de 28 de juoh ultimo, relativa-
mente a nao poder deixar de ter um guarda no
lazareto do Pina, proponha Vmc, nos termos do
art. 2.* do decreto n. 2,801 de 19 de junho do
anno passado, os empreados, que devem ser
conservados naquelle estabelecimento.
Dito ao delegado de Santo Anto.Ministre
Vmc. conducQao desse termo al o de Buique
para dous caixoles, com remedios e urna paca
de baia, que vo ser entregues ao juiz munici-
pal daquelle termo, e remetta-me a conta da
despeza, para ser opportunamente paga, tendo
em vista a maior economa.
Dito cmara municipal do Recife.Approvo
a arrematarlo dos alugueis das lojasda Praga da
Independencia, a que se retare a cmara muni-
cife, em seu officio de 7 do correte, sob o. 69,
pela quantia de 3:630$.
Dito a cmara municipal da cidade do Rio
Formoso.Nao tendo a cmara municipal da ci-
dade do Rio-Formoso mioistrado at o presente
a informarlo, que lhe foi exigida por despacho
Qo dos moradores de Ta maular, relativa
criago de gado nos terrenos da servido militar
da fortaleza do mesmo nome, cumpre que o
faga com a possivel brevidade.
Dito mesma.Nao tendo a cmara munici-
pal do Rio Formoso remettido at o presente a
representarlo de II. A. Milet, que deixoa de
acompanhar a sua ioformago, datada de 26 de
fevereiro deste anno, e que lhe foi exigida por
officio desta presidencia da 10 de margo ultimo,
compre que o faga com a possivel brevidade.
Portara.o Sr. gerente da Companhia Per-
nambucana mande dar transporte para o Rio-
l Grande do Norte, por conta do ministerio da
guerra, no va;or que segus boje para os portos
do norte, ao soldado Luiz de Franca Marinho,
que se alistou voluntariamente nesta provincia
com destioo do servir na companhia de cigado-
res daquella.
Expediente do secretario do
Koverno,
Offlcio ao iospector da thesouraria provincial.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
ransmittir & V. 5., para o Um wa.oo'unta, n
incluso pedido dos objectos necessariosao expe-
diente desta secretaria durante o correte exer-
cicio.
Dito ao juiz municipal do Bonito.De ordem
deS. Exc. o Sr. presidente da proviocia aecuso a
recepgao do officio de 9 do correte, em que V.
S. commuoiceu ter no da anterior entrado no
exercicio do cargo de juiz de direito interino da
comarca do Bonito, por ter o respectivo proprie-
tario entrado no gozo da licenga de 30 dias que
obteve. Communlcou-se ao iospector da the-
souraria de fszeoda.
Dito ao juiz de direito da Boa-Vista.De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da proviocia,
aecuso recebido o offlcio de 23 do mez passado,
em que V. S. participou que o Dr. Angelo Cse-
tauo de Souza Cousssiro, depois de haver pres-
tado o juramento do estylo, eotrou do exercicio
do cargo de promotor puolico dessa comarca no
da 20 daquelle mez. Communicoa-se ao ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Dito ao Dr. Agostioho Ermilno de Leao Ju-
oior, juiz municipal de Olinda. De ordem de
S.Exc. o Sr. presidente da provincia, aecuso re-
cebido offlcio de 19 do correte, em que V. S.
participou ter entrado naquella data no gozo da
licenga de 2 mezes que obteve.Communicou-se
ao iospector da thesouraria de fazenda.
Despachos do da S2 de julho.
Rtqutrimentot.
Teoente-coronel Herculano Cavalcanti de S
e Albaquerque. Informe o Sr. commandante
superior da guarda nacional de Nazareth, decla-
rando se sao passados os seis mezes de que tra
ta o art. 45 do decreto o. 1,130 de 12 de margo
de 1853, afim de cumprir-se o disposto no aviso
o. 543 de 30 de novembro de 1860.
Jos Vicente Lias, e Msnoel Antooio d'Oli-
veira.Ioforme o Sr. inspector da thesouraria
provincial.
Manoel Muniz FilcSo.Volte ao Sr. juiz mu-
nicipal da 1.a vara.
Olympio Theodoro da Silva.Dirija-se the-
souraria provincial.
Bacherel Pedro Secundino Mendes Lins.In-
forme o Sr. iospector da tbasouraris de fazenda.
Sociedade dos Artistaa Mchameos e Liberaos.
Informe o Sr. Dr. procurador fiscal da thesou-
raria de fazenda.
INTERIOR
RIO DE JANEIRO.
ASSEUBLEA GERAL LEGISLATIVA.
Discurso do Sr. cooselheiro Salles Tor-
res Ilomcm, na sesso de 25 de julho.
O Sr. Torres-IIomem (profundo silencio ; mo-
vimento de attengo) :Sr. presidente, ped a
palivra para fazer alguos reparos sobre aa obser-
vagoes polticas com que o nobre deputado pelo
municipio da corle exhordiou o seu discurso pu-
blicado no Jornal de hontem.
Elle julgou preciso justificar anda urna vez os
seus amigos di pecha de anarchislas, que alias
nenhum de nos Ibes assacra, e, omittindo ar-
gumentos j devidameote avallados, produzio s
prova nova, qoe elle aguardam com paciencia e
mansoetude os actos do actual gabinete ; entre-
tanto que nos os membros da maioria nao quice-
mos observar esta mesma receita de medicioa
expectante em relagao ao gabinete, que to de-
pressa deixou-nor.
Quaodo mesmo os membros da maioria po-
dessem antever o exemplo edificante deloogani-
midade e amor ordem que noa offereceu como
modelo o honrado deputado a quem me retiro,
anda assim devo crer que persistiramos na mes-
ma linha de conducta, porque nos seria difcil
achar a menor pardade entre o actual gabioete
* quelle que pereceu apenas abri os ollns que
tioha fechados a luz do dia. (Apoiados.)
Sr. presidente, fizemos aos cavalheiros, qae o
compuuhem a merecida hoora de acreditar, que
seus nomes contioham urna certa e determinada
signidtagao poltica, e que assim como nos seria
impossivel reformar nossos sentimentos ao mol-
de ministerial tamben elles nao sacrificaran os
seas simples conveniencia de angarar um
epoio ficticio. Recasmos-lbes nossos votos tan-
to em attengo o nosso como aa seu proprio de-
coro, e] em attengo, sobretudo, a outra cousa
mais elevada e duradoura que nos em attengo
so crdito do systema representativo (poadoa),
que se conciliaria mil com a existencia de um
parlamento, instrumento passivo e variavel, ao
ser sigo de todas as causas. (Apoiados.)
Diverso,! porm, o caso relativamente po-
sigao que oceupamos em frente do presente mi-
nisterio. Acbsmo-nos em urna expectativa nao
perturbada pela desconfianza, nao desairada pela
violencia s nossas convicgdes, e isto por motivos
qae desoecassario de novo ponderar a esta ca-
sa. (Apoiados.)
Mas o triumpho do discurso do Ilustre depu-
tado pelo municipio da corte foi quando descra-
nos a structura interior da liga, oa groa de sea
coheio ea le que preside s suas affinidadea.
Ioformou-oos que a liga nao um partido,
mas urna reaoio de elementos differeotes que
se distinguen} pela propriedade de nunca poda-
rem moditicar-se uns pelos oulros para dar lugar
combinago e harmona.
c Somoa diversos, sjunlou elle ; porm jamis
nos faremos reciprocamente a mnima concesso,
nem um aeilil de concesso, em materia de prin-
cipios.
Como se v senhores, as parcialidades da liga
sao ioexoraveis urnas para com as outras ; teem
por brazo nao concordarem jamis entre st ; nao
ha meio algum de se arraocaram nem sequerum
seilil de concesso I.... Sao elementos que fluc-
tuam em urna mesma esphera, porm diaconjunc-
tos, discordantes eirreconciliaveis, como na pin-
tura do cahos do poeta latino :
Frgida pugnabant calidit, humentia ticcit,
Mollia cum duris, sine pondere habenlia pondut.
(Apoiados e nao apoiados.)
A' vista diato, cumpre resignarmo-nos, e aban-
donar para aempre a eaperang de que a nobre
liga, que se compras em sua variedade e deshar-
munia, possa jamis adquirir as condiges indis-
pensaveis aos partidos governameotaes, e felici-
tar este paiz com plaooa e ideas que por sea vi-
cio original se nao destruam mutaalmente.
(Apoiados.)
O Sr. Silveira Lobo :J se vft a razSo pela
qual V. Exc. eotrou em completa coheso com os
seus adversarios.
O Sr. Torres-IIomem Tratarei dsso daqui a
pouco.
E' verdade que a par da obstinsgo na disiden-
cia, o illustre deputado tambem filloa-nos da
concentrago de eiforgos da liga para a realiza-
gao de um peosameoto commum. Qaal seja po-
rm esse peosamento commum, elle abstve-se
cuidadosamente de no-lo revelar ; seu segre-
do : e nem eu terei a indiscrigo de procurar
deacorlioa-lo. Basta para contentar-nos a confi-
dencia luminosa que nos fez de que esse ponsa-
mento commum e incgnito tem por lira o pro-
gresso do paiz.
Nao me demorarei tambem no projecto que o
illustre membro tem em mente de fazer com que
o Brasil seja dos brasileiros.
No estado actual do desenvolvimento da razio
publica eu recearia ser mal recebido se me ap-
plicassea demonstrar.methodicamenle a nao exis-
tencia doinimigo que S. Exc, quer destruir.
O cavalhetro que ataca caatello* fntastic.qs nao
e o nico que excita os sorrisos da maligoidade ;
o que lhe aahe ae encontr para o combater nes-
ta empreza tambem participa da mesma sort.
(Apoiados.)
Portaoto passarei a outra parte do discurso do
honrado membro, em qae proclamo, sem rir-
se, que a liga urna iovengo admiravel, e mul-
to superior poltica da conciligo, sobre a qual
laogam todos os estigmas, pelo motivo de sua
inefficacia, e da immoralidade dos sentimentos
que a iospiraram e a dirigiram.
Vou j acompanhar o illustre membro no pa-
rallelo entre as piomessas, os sentimentos, e os
resultados destss duas combiosgdes polticas.
Senhores a conciliago inaugurada pelo partido
conservador ostentav-se face do paiz com um
programma serio, bem definido e applicado ao
duplo um de promover os interesse maleriaes e
moraes da nossa civilisago retardada.
A parte moral compunha-se das reformas em
que os partidos concordavamr. Quaes eram es-
sas reformas ? Qaaes errm as reformas que o
espirito liberal apregoarf no qainquennio do seu
dominio offlcial ?
Aa eleigoes por circuios, Jas incompatibilidades
parlamentares, a reforma di lei de 3 da dezem-
bro, as garantas necessarias independencia do
poder judiciario.
O Sr. Silveira Lobo :E 4 um impugnador das
ligas quem diz tudo isto ?
O Sr. Torres-IIomem :A reforma eleitoral e
parlamentar foi immediatamente levada a effeito.
J pouco antes tinbam sido decretadas as princi-
pies providencias que flrmivam a sorte do juiz
contra ss relages da poltica e as vartigens do
arbitrio, como o exigia a boa admioistrago da
justtga.
A reforma da lei de 3 de dezembro igualmente
oceupou anto e depois attengo do govtroo ; e
se os projectos offerecidos considerago do par-
lamento nao tiverm o desojado andamento, cum-
pre attribui-lo s meamas difficuldadea que en-
controu o corpo legislativo em to grave assump-
to deade 1844 al 1848.
Emquanto outra parte deste programma lar-
go e fecundo, delle deriva-te o maior impulso
dado ao espirito e actividade do paiz na direc-
go dos malboramentoa matariaes ; delle datam
as vias frreas, a exteoso do crdito, a funda-
gao de numerosos ncleos colooiaes, o desenvol-
vimento da navegago por vapor em nossos grao-
des rios solitarios, e floilmente o apparecimento
dessas numerosas emprezas, que a ezcitago in-
dustrial produrira e o Estado animar alm da
medida das forgis reaes do paiz.
O Sr. ndartioho Campos:Nao apoiado.
O Sr. Torres-IIomem :E' verdade, senhores,
que desde 1850 muito se bavia (eito para inspi-
rar ao paiz o sentimento deseguranga presente e
de confiange no futuro, sem o que nenhum pro-
gresso material posaivel. (Apoiados.)
A forga moral do poder estava rehabilitada ; ti-
oha mesmo ebegado ao apogeu do prestigio e da
influencia, donde depois declinou gradualmente.
Alm disso, a excelleote reorganisago admi-
nistrativa de nossas fieangas, o repouzo esponta-
neo do paiz, o predominio daa ideas de ordem le-
gal, de tradigo e de autoridade, eram circums-
tancias que explicavam o ardor com que o paiz
responda ao apptllo da poltica dos interessss
materiaes. (Muitoa apoiados.)
Se no interior esta situago lhe era propicia,
tambem no exterior estavamoa livroa das ioquie-
Exc. continua a ser um elemento heterogneo
en'rec0,!*u DT9 alhados vermelbos.
O bi. Torres-Homem : L irei, hei de tratar
deasa questo eotn toda a franqueza.
(Ha diveraos apartes.)
Como, segundo o esclarecimeoto fidedigno que
oos miniesrouo illustre deputado pelo municipio
neutro, a liga nao um partido, mas um um
ajuntamento representativo de todaa as varieda-
des de partidos possiveis, o seu programma nao
passiria de um repertorio, ou antes de um dic-
cionario universal dos termos da que se eom-
poem os afogrammss, se ella persistisse no in-
tento de le) um qua lhe fosse proprio. (Apoiados
e nao apoiados.)
Esta difficuldada porm nao escapou ao seu ati-
lamentu: a necessidade engenhosa na escolha
dos meios, e como os membros da liga sao nota-
E'desneeesssrio que remonte rao periodo do no ponto de vista da constituir ____
?tt?1'6 dM,.S Poderoso' Propio, que joIg. fe 0 monopoMo d.,. M" "?
ior tanto teuapo sgitaram a nossa saciedad?, o Ua Sr. Depolalj V txt ..
moeipio da orden e o principio da liberdade. diodo. "
con
por
principio da ordem e o principi-
os tactos do periodo a que me M0.ro perieocem
historia ; e cada um de n6, sem renegar o seu
diodo.
O Sr. Torres Hornera : Nao coaan*: ias-
o fictos de umi historia recente apoinot. iav-
pasaado sem es*jwvar- a responsabilidad* mo-1 Jo a aleoca dos lioraeni'au" nViTia
"l.q-?llb.a^ompele D0 ontecimeotos ea queltfs em ledos oppostM
foi actor, regula o senproeedimeoto de hoje pelas
. nos aos dias de soono
nova. .traoofOrm.goe..-neces.il.d Vtendencs ai. fVectuaT'^m 7*T~rti'JZ
d. sociedade actual, e nao pelas lembraog.s es- I oidade. (ApoiaVos "bas *+
tereis e dolorosas desse passado. (jn,0 /,,, p,^,.^,
M lomare por ponto de partida a poca mais colber arbitrariamente
feliz, em que a calma dos espiritos abri cami- 'de acompanhar o raeu
nho a essa poltica de eonciliaga-o que ba pouco i elle, rae* enciminha.iem. 'toTLaL
defeodi e para a qua teaho a verdade e a cooso- quelles que par. gr.od.s sjsaSsa tX
lago de baver contribuido. tivessem soluco
A facilidade com que esse poltica rol geralmen-1
nij devia
o all
iguaes as atabas, que aervu-
vei pela virtude de nunca concordarem entre si, le abragada nos primeiros annosde sua existen-1 mesmo fios.
gaasem m mesmis doutrioas, e tente
laogou-se mo do expediente de pedir empres-
tado aos adversarios um relalho de programma
para servir oa aolemnidada da exposigo do mi-
nisterio de 24 de maio. (Risadas, spoiados e re-
da mages.)
Economa, modifleago parcial da lei de 3 de
dezembro, allivio do servigo ds guarda naciooal,
eis a sommi total dos artigos de f que esse ga-
binete trasladou o compendiou do discurso da co-
rda para reformar e salvar o Brasil 1 Eis, senho-
res, o modo por que o illustre chefe di liga com-
prio a promana que nos fizara de em lempo op-
portuno exhibir o mysterioso programma que du-
rante toda a discasso do voto de gragas flcou
sepultado naa trovas, no silencio, como os livros
das Sibylas I (Apoiados o nao apoiados.)
Mas razoavelmeole nao se pode exigir da liga o
impossivel. Negago de todos os principios ge-
raes e communs, de todo o plano convenciooado
de poltica, porque nao ha plano onde imperam a
coofuso e a discordia, a liga nao pode prometter
de seu proprio fundo seno o imprevisto, o aven-
turoso, o que sabir das vicissitudes aleatorias dos
acootecimentos. (Muito bem I)
Em urna poca era que por tantas causas di-
versas, cuja remego lenta e difficil, um des-
conteotamento vago e mal denido apodera-se
da sociedade inteira, aempre fcil lisoogea-la,
chamando aaas esperangas para os lances do fu-
turo. Mas o futuro nao encerrara seno a aggra-
vago do mal se perlencesse quelles que se ufa-
nam de nao reunir as condiges que a razo e a
experiencia dos lempos exigiram sempre dos que
se encarregam da direegao dos destinos pbli-
cos.
Eipressao do cahos e da noite, como a descre-
veu m de seus membros, a liga nao gerarla de
sua3%?niranhas seno goveroos sua imagem,
entes tranhos com muitas cabegas, que princi-
panao por punir a ella mesma de sua fecundi-
dade fiuesta....
O Sriilveira Lobo:Porque mostraran tanto
medo ajo gabioete de 2i de maio?
Torres-Homem :.... e que, se contra
a natureza pudessem durar, arrastariam o
pautado a perigosas experiencias, collo-
qaalquer qae fosse o seu patriotismo e
bem, uo declive escorregadio que con-
patigo das antigs lutss e novas pertur-
( Apoiadoa e nao apoiados; e cru-
os apartes.)
odes, senhores, a poli tica aue se levanta
> Ja buuciliagao I
era a reorganisago, com meios conheci-
m a cooperago de todos; a outra a de-
moligt!, sem dia de amanhaa, sem maleriaes
reunidos para a recoostruego, aem operarios que
conectivamente possam ser uteis, porqae fallim
tantas lioguas quantis foram aa dos arebitectos
da torre de Babel depois da coofuso do seu or-
gulho. [Apoiados.;
O Sr. Silveira Lobo : Houve urna confuso
geral, da qual a escapou V. Exc. I
O Sr. Torres-Homem : A liga a sciso e o
combate; a conciliago era a uoio e a paz sem
vencedores nem vencidos; era a bonsnga depois
da tempestado, era a volta da concordia ao seio
da familia brasileira dilacerada pelas disseoges
civis (apoiados); era urna dessas cousas sublimes
que se parecam com as do evangelho urna dessas
cousas qua Dos abengoa I (Apoiados. Muito
bem I)
Eotretsoto, para desdourar a conciliago o no-
bre deputado do municipio neutro nao trepidou
na iosinuago de que eram dirigidos nicamente
pela conveniencia pessoal os que para ella con-
correram.
Senhores, ea sppello para todos os homeos d*
bem que adheriram a essa poltica, de congo, e
acetaram posigoes officises sob sua influencia
appello para os membros do part3o liberal que
nesta tribuna durante quatro aonos incessaote-
mente invocaram o seu nome, a abragaram e de
feoderam (apoiados); appello para aquellos qoe
ra deste recinto, pela imprensa, por todos os
meios de maoifestago, reuniram-se em torno
desss bandeira, que rebabilitou o partido liberal
dos seus revezos....
ca atteslava que nao bavia dissidencias profun-
das ; que as descooHangas, as preveoges, as pai-
xoes aceodidas pela luta mesmo tioham tido par-
te maior na diviso dos partidos do que o auta-
gonismo real das opinie. E defacto, to depres-
sa o governo conservador....
O Sr. Martim Francisco :Agora est justifi-
cando a liga.
O Sr. Torres Hornera :Ouga-me o resto.
O Sr. Silveira Lobo (sorrindo-se):Ha de sr-
Ora, nos anoos de 18.J7 e 1356 m papis sens-
ram-se invertido* as oossasceos puliiis*.
(Hi varios apartes )
O Sr. F. Oclaviano : Eu esto spoiaado V.
Exc e pego qua o deixea fallar. i nasa
conservadores do Brasil.
O Sr. Tirares Bastos :-Ei estou sitisfe.U
O Sr. Torres Hornea :Quem oceupava la-
gar do liberalismo era o partid* costaer;
qum arvorava o estandart* consiiiucianal
raojar de modo que S. txe. que como um ro- defeza doi direitos do parlamento era o partida
cnedo immovel ; uns afaslando-se e outros ap- conservador ; quem pugnava *la o*ra*cis)
proximando-se delle. das leis, pelas reformas futei*. pelas ecoaomiae.
br. rorrea Hornera :E de fado, o governo pela cessago da dictadura ministerial a aaaks-
conservador tao depressa vio-sa livre da necessi- | riis de flnaogss e de crdito, era epsrliJo coo-
dade manter os ioteresses fundamsntaes da or- I serrador.... (Apoiados.)
dem e da autoridade. subslituio a represso pela O Sr. Silveira Lobo :V verdade ; Tiaras
concordia voltou a observancia mais franca e or- unidade bancaria, e os a nao qaerirmos
mal da constiiuigo; fez mais anda, realsou,! O Sr. Torres Hornea :e.... ceceo **t* era
como ba pouco mostrei as principaes reformaa' tambem a mmha misso, acbamo-oos poi as-
queo espirito liberal preconisars ; abri as por-1 congregados pelo mais natural e pelo oais lr.ti-
tas do parlamento e as posigoes officiaes aos seus mo dos motivos. (Apoiados)
me nibros mais distioctos. Por outro lado, o par- \ As mesmas considers-.-,-, aa* ea g*ral coho-
ttdo liberal, deade eoto sem bandeira, sem fei-' oestavam a liga de libe." es e amigos cooerv-
goes caractersticas abslere-ae de formular novas dorea, com muito maior razo proced ptr*
exigencias e pareceu aceitar urna situago que o 'justjlicar meu procedimento, resalvar mmbs
eqaiparava com os conservadores na nova base coherencia, pois que rcuoiado-me aos conier's-
Oe sua existencia. | dores, eu nao divorciavs-ae di cium do srj-
Foi no meio destss circunstancias que instal-' gretso constiiucioosl do pn. >ioe.um tinh*
lou-se a legisltara de 1857, para a qual tive a I sabido servir essa causa com mis effi:icis d
honra de entrar, apoiado pelos votos de ambos os
partidos. No meio da serenidade das quas pol-
ticas, o paiz exigia de nos que de preferencia nos
oceupassemos de sua organisago administrativa
seus malhoramentos positivos, quando de repen-
te surgi no horizonte a qaeslo bancaria, carre-
gada de ouvens e de tempestado. Haviam nessa
qaesto famosa dous elementos dstinctos, um
poltico e outro administrativo.
Tratava-se de saber se o executivo poda au-
lorisir t iocorporago de bancos de circuladlo
de ioaiir as atiribulgdes cooslituciooaes do par-
lamento ; ese convinhi mudar o systema esla-
belecidoda unidade pelo da pluralizado da taea
estabelecimentos.
Felas minhas opioioesaotgai eescriptai.e fiel
ao que se deve entender por principios liberaes,
(omei a defesa das prerogativas do corpo legis-
lativo, e oppuz-me em nome do inlereise geral
ao ioterease particular o mal entendido das com-
panhias qae aspiravam a nascer.
este era o nico procedimeoio conforme as ideas
de progresso nesta materia, poia que tioha por
si nao a a autoridade da legislago moderna das
nages cultas, como as doutrioas e o exemplo
dos mais distioctos estadistas que o mundo con-
sidera os luzeiros do peosamento liberal noa Es-
tados-Unuidos, em Franga, na Inglaterra e em
toda a parle. (Apoiados.)
as outras questdes menos estrepitosas, porm
igualmente importantes achel-me coherente com
os meas precedentes. Combat o abuso dos cr-
ditos extraordinarios abertos fra dos casos pre-
vistos na lei; offereci correctivos desordem dos
crditos supplemeotares, que vinham e veem
cada anno transtornar os orgamentos e mitificar
o voto dos representantes ds nago ; ataquei o
atteotado da emisso prohibida de papel-moedi
com o falso nome de resgate antecipado ; emfim
o arbitrio sob as suas diversas formas o desres-
peito das leis, as despezas excessivas, o vexame
dae tarifas sobre o artigos da alimeotago do po-
vo, nao encontraram da minha parte seno a mats
decidida opposigao. (Apoiados; verdade.1
Sem duvida, senhores, ha tanto mrito em
defender a causa do poder, quando tero em seu
favor o direito e a razo, quanto ha em apoiar
as liberdades publicas. Aquellos que susteotam
um ou outro destes dous graodes ioteresses con-
nexos, nao tem outro titulo de preferencia ao
favor publico seno o que deriva-se da jostiga
dos motivos, que os dirigen). (Apoiados.
Mis na accepgo ordinaria nao se admilte li-
beralismo se nao no campo onde se pugna por
ideas real ou apparentemente tavoraveis parte
popular das iostituigoes. Pois bem I Eu achei-
Um Sr. Depotado :E que aeudeosaram nessa j me collocado nesse esmpo do liberalismo, justo
poca. (Apoiados.) / e verdadeiro, liberalismo tal como o tomara a
Sr. Torres-Homem :.... appello finalicen- marcha do ministerio, e a fidelidade aos pinci-
te para oa horneas de eatadoque no goveroo pro- pos que constituem a essencia dos partidos que
suraram reslissr com lesldade essa peosamento merecem esse noma.
grande, generoso: elles que respondam insi- O Sr. Silveira Lobo:De harmona com os no-
nuago to injusta como odiosa com que o nobre vos amigos; isto que msravllhoso !
deputado os denegri a todos 1 (Muito bem
Mis,ajuntou o mesmo Sr. deputado, a conci-
liago foi dealustrada com o pedido de um per-
do. Saohores, eu interprete! estas palavrss em
um sentido favoravel ao carador do nobre depu-
tado que as proferio ; teria sido injusto para com
elle, se entendesse que havia nellas urna allaso
pessoal, toroando-ae elle assim o orgo volunta -
rio de urna dessas calumnias inverossimeis qae
pelo demasiado peso de sua iodigoidade cahem,
e reeshem sempre no abysmo do despreio sem
nunca subirem at o alvo a que ao atiradas.
Duss vezes depois de proclamada a conciliago
vi-me obrigado a aceitar aa funeges publicss, a
primeira em 1854, instado tongamente pelo ho-
rnera eminente coja parda foi urna calamidade
oaciooal, e cajo lagar na nossa scena poltica
cooserva-se anda vago (apoiados) ; a segunda
vez em 12 de dezembro de 1858. quando, sem at-
tender a minha insufficiencia (nao apoiados), en-
carreguei-me da pasta dos negocios da fazenda
psra aervir mea paiz e corresponder a confiaoga
com que se dignara honrar-me o gracioso sobe-
rano, de quem antea nao recebera sendo signses
de benevolencia.
Sr. presidente, sem duvida eu misera e indig-
na creatnra, na occasio de comparecer perante
o tribunal do Ente Supremo, nao ouvirei enu-
merago das filias de minha vida sem a inter-
romper, invocando a sua miaericordia pedindo o
lagdes profundas que nos causa va m aa duas prin-tseu perdo. Mas entre esias faltas nao ae ha de
cipaes questdes da poca.
Extiogutndo para sempre o trafico nefario e
antichristo, o primeiro obstculo civilisago e
grandeza do Brasil futuro (ramios apoiados,) li-
nha mos tirado todo preteztoaoa actos de aggres-
sao e prepoteocis da marinha britannica.
Por outra parte o iriomeho de nossas armas
em Monte Caseros acabava de desassombrar as
fronteiras do sul do impetr. dos perigos da que
as ameagavam as vistas invasores do monstruoso
potentado da Confederago Argentina. ( Apoia-
dos.)
Els-aqai, senhores, quaes foram as anteceden-
cias immediatas e as conseqoeocias directas da
poltica da conciliago camprida como foi annun-
ciada I -
Vejamos agora qual o svitema de providencias,
qual o corpo de doatrinas com que a nobre liga
ae propde a eclipsar a conciliago e abrir noros
horsootes poltica do paiz I
O Sr. Silveira Lobo: Est con herido que V.
contsr a de ter rebaixado a nobre natureza do
homem, pedindo as grandezas da Ierra outra cou-
sa que nao aeja justiga. (Apoiados ; muito bem.)
Apreseotei-me sempre diaote o meu paiz tal
qual fai, tal qual sou, com o peso de minhas im-
porfeigoss, porm com a coragem de minhas opi-
mes e com o aentlmento da viva compaixo para
quelles que, julgando do prximo por,ai, nao
admitiera dignidad* neste mundo, necSfbegas
mais altas que o nivel do seu rancor.
alai Sr. Deputado:Vai a quem toca.
O Sr. Saldanha Marinho :Se isto b dirigido a
mim, repillo, nao me cabe.
O Sr. Torres Homem :J diese que fszia jus-
tiga ao nobre deputado. Sr. presidente, consin-
ta-me agora V. Exc. que, aproveitando-me des-
ta opportuoidade, eu defina a minha posigo nes-
ta casa, trate de provar a coherencia dos meus
principios de com os de outr'ora e d uma satis-
fago a antigos amigos que as evolu.gdes da pol-
tica levaram para looge de mim.
O Sr. Torres Homem :Tive, porm, o pro-
fundo pezar de encontrar nesse campo por ad-
versarios os membros do antigo partido liberal,
os quaes esposando todas as doutrinas e identi-
licando-se comtodos os actos officiaes da po-
ca de que se trata, separaram-ae ae mim para
tomar urna posigo que nao era a sua.
Digo que sspararam-se de mim eooeu dal-
les, porqae um partido nao a simples collec-
eo de individuos ; urna pessoa moral com-
posta de ideas. Onde esto ss ideas shi est o
partido.
O Sr. Silveira Lobo :Vbi Petrus ibi Me-
elesi.
(Ha mais apartes.)
O Sr. Torres Homem :O soldado que conser-
va-se firme junto bandeira emquanto os outros
se debandam, noincorre na respoosabilidade de
os bsver abandonado. (Apoiados.)
O Sr. Silveira Lobo :Agora j sei onle hei
de ir buscar a pedra de toque do liberalismo :
a restriego am materia bancaria liberal.
(Cruzsra-se muitos apartes.)
O Sr. Torres homem :Lamentei, Sr. presi-
dente, esta aeparago ; flz ento justiga, como
hoje fago s intenges das pessoas a quem Ilu-
do ; porm permanec no posto em qae me cum-
pas permanecer, no posto que meen iovarla-
velmente tragado pelas minhas antigs opinides
e pelos proprios preceitos da f liberal.
O Sr. Silveira Lobo :Ainda bem : 4 no reino
do cu I (Risadas.)
O Sr. Torres Homem :Os membros do enli-
go partido liberal adoptaram ento como chefea
e alliados mullos dos conspicuos cavalheiros que
outr'ora haviim representado um papel saliente
naa fileiras militantes do partido conservador.
Im Sr. deputado :V. Exc. nao ?
O Sr. Torres Homom :Eu j lhe respondo.
(Risadas.)
Elles o podiam fazer sem quebra de sua digni-
dade (apoiados); nada havia que estrechar nos-
sas aluengas parciaes dos homaos dos dous par-
tidos, que eram o effeito natural da nova situa-
go creado pola poltica da conciliago. Un
eos seus dogmas era o olvido dss offensas reci-
procas, dogma de fcil observancia, porque a ge-
oerosidade a qualidade dislinctiva do carseter
da nossa nago. (Muitos apoiados.)
Alem disso a linha divisoria entre as opimoes
com m>i*
que elles, desde que arrrfeceram-ae as paisa
e consolilou-se a paz publica ; a lumOkcs i lis-
loria dir que fizerara miis a prol das'reformas
e principios liberaes que os seus ge**i*os pro-
Roeirot. (Apoiados.) Compare se o pnlo 4*
1814 a 1818, com o de 1850 a l&'A; e oa tacto*
cnutirmaro o que acabo de asseverar. [Cr**a-
se apartes.)
Seohores, nem isto era pira adairar aeu
quelles que tara a iognoaidade de acreditar qoe)
neste paiz existe um partido do prograss
tro esseocialmeote retrogrado e oimigo de a<
sas conquistas consiituciooaes. E' uca engs
com que se procura embar a popularao
cumpre dissipar.
Todos somas Qlbos do mo'imeoto liberal ci-
vilisa tor ; que ba 40 aonoa transformo* nossa
sociedade ; respiramos todos o ar do nosso lem-
po ; fomos alimentados con ss aesrtss doulri-
oas em que se funda a dignidad* do cida ja e
grandeza moral do povo ; leaos o asesa* ista-
resse em "nioliUr hr. oi..in pas, a mesma ambigao de traosmitti-ls intacta s
acrasceotada a nossos filhos como ua or leas da
nstureza Ihes trssmillimos nossa vida e satas)
fortuna. (Muitos apoiados.)
Dass geragoes de homeot de asalo a* 14a
succedido desde a o lep*ndencu. E*tr* as 4*
primeira era natural qu>s se eocoolrassra espi-
ritos saudosos do pasaado a a 'saos por ara w
teresset, hbitos preconceilo*. ao awv* rgi-
men. Mas entre os da segunda garago, aja* spo-
nas sahiam da infaneii, qaaudu daponi*u a au-
rora da era nova, formados o* escola So so verso
do paiz pelo psiz, e caja gloria, iolere**** as-
pirages, esto dentiflcadoa coa os destinos da*
institutgas modernas, eu nao coohego bornea
algam que natra o peosamento de fazer parar ss
retroceder o paiz no caminbo doa progresso* rs-
fieclidos. (Muitos apoiados.)
O Sr. Silveira Lobo : Boa moltura sera s
quadro imaginario.
O Sr. Torres-Homaa : Ms insiste-sa as
declamago de que ha liberaos oulros que o sia
sao. Da que liberdade se trata ? Para oa Brasi-
leiros nao ba outras lber dadas alea daquella*
eoumeradas, deBoldas o consagradas so pacto
fundamental da nago. Nada de aeie oea 4*
menos possivel, ao menos sea a reforaa
aa coostluigo previdente que Iras ea ai
ma o principio de sus perfectibilidad*. Litoral
constitucional : seodo, pois, dous terao* yao-
nymos, bu pergunto se ba oo paiz sa part to
que pretenda enxertar utopias oa coostiisigo; s
se ba outro que queira restriogi-la ou modifi-
ca la na aua appllcagor Saohores, a cosatiiui-
go, iovocsda e respeitsda por todos oa partidos,
como um pilladlo tutellar, eat lora da coosti-
tuigo.
O Sr. Ottoni: E de ozecago.
O Sr. Torres Homem : .. a esp*riescis
ensioou aos partidos que fra das Inocbesras
constitucioases nao ha posigoes tortea para ma-
guera.
Acceito o aparte do nobre deputado, e vos ji
responder Ibe.
Sem duvids o desenvolvimento pratico ds pa-
la vra constitucional deixi anda muito a desejar :
sem duvids nossos eos tu mes poli neo, nasa* in-
teligencia das verdsdeiras condigsa da ordea s
da liberdade nao esto em prf*ito accordo coa
a homenagem e culto que rendamos a coostitai-
go no altar das theorias. Nao 4 ae* 0a tfissi-
mular enumeraveia abasos, alguos dos quaea pas-
so a enumerar ; a, no qua vou alzar, pago i c-
mara que nao estranhe a rala franqueza ds mi-
nhas palavras ; oo arguirai a esta os aquella
partido, porm aira as ms tendencias, o ai* es-
pirito do nosso lempo, a, o* a ainba cansara en-
volver o proprio paiz, nem por sso aa a retira-
re), porqae o paiz tem direito da exigir de saus
representantes a verdada sempre, lisonja
nanea. (Apoiadoa repetidos.)
Seohores, a coostluigo a liberdade da cons-
cieocis, a livre eouociago do ooaso paasaaea-
to, o direito qua tem cada cidad* ds influir
nos negocios pblicos por aeio das srass, a
regala do julgamenlo no tribunal dos seus pares.
Olhai agora para o mundo real dos frelo*. aa
procura da realissgo dealsa magniQcas proaes-
sas 1
O que 4 a liberdade de cooscieoci* ? E' a iacf-
fereoga em materia religin, tendo por pria
motivo o espectculo dos dearegraaeotos ti
nos de um clero esquecido (salvas as bosr
excepgdes ) da santidsde de seus daveres,
por sau exemplo ioocula a duvida a a dessxssjta
no corsgo do povo, afegeola a familia dos tasa-
plos, e solapa a baseiamortal da sociedad*.-----
O Sr. Pinto de Campos : Cett Iros fort ;
nos ajustaremos contss em ocessiio oppari
mas ieeo nao lira o mrito do discurso ;
opioio sua mas o que diz do clero ( applscavel
s outras clssscs.
O Sr. Torres Homem : O qse 4 a liberda-
de do peosamento f E' a regaUa da invectiva,
do aleive e da diflamago, qae, com pasero ex-
cepgdes, se arrogara oa intitulados juizes daa se-
men 3 polticos, juizea anonymos irr*s*assa-
veis, qae fanccloaam com o rosto c***rta *s
mascara, como os membros dos sombros tribe-
naes de Vneta na idade media, incoa
juizes que (azem assignar suas
mo polluida da miseris.....
(Trocem-se muitos spsrtos entra o or
apara .ate
gas pe*
a linha divisori-
extremss tioha desapparecido ; o os conservado- i Sr. Uctaviano, T. Ottoni, Silveira Lobo, Q
res podiam ser considerados to boas lberses^j de Souza. Viriato.'
MUTILADO


ILEGVEL
u,~*mtm Kl


DIARIO DB f IRNAMBCO.
O que o dtreito eleitoral ? E' chamada a exer-
t-lo a classe maii numerosa da popalago, de
mistura com oulraa, que s, como forga numeil-
-tsa, nioteriam a maoor importancia do procesio
4)aa urnas....
Un Sr. Deputado : lito da conatiluigo do
imperio.
O Sr. Turres Hornera : ...... a influencia
de*aas mullido* Doumera.veia decisiva, so-
berana, a Torga real, a vrdadeira potencia mo-
Ifia Um Sr. Deputfio : Soberanas sao aa cana-
ara* apuradora*.
O Sr. Terres-Homarn : Bu prescindo, pois,
dan" oulra ciaaaes, que por sua exiguidadonu-
a*erica nada podem, oada valem sem o auxilio da
utre.
Eu o repito, em que comiste a liberdada elei-
toral para eata parle, a maia vaala da populago,
quem nada ae Bao liberaliaaram oa beneficios
ana civilhago, e cuja aorie material a oosta coua-
lituico ecooon.4ca, bateada oa escavalura, e
MMBSPOlita e indiflerenle animago <1o traba-
Ibe nacional, toraou mai dependente e precaria
4to que cosluma it lo as oulraa partea do mun-
do'? O que na pralica, aioda urna vei ee aeu
oheiro pela facgea. de aer iotimidada pelos su-
balternos, oa arraalada pelo potentados daa lo-
ealidadea para essaa scenae que turnara cada lei-
50 um tremendo cataclisrna, perturbando, eo-
fianRULDt.c lo, e desmoralizando o pair..-.
(Ha muitoa ipirtea.J
Senhores, o que vera a aer o juico doa jurados,
O juito doa parea, de que os ioglezes se gloriara,
como do biluarte aagralo da sua contiluigao ?
avara algaem dolado de bastante memoria pro-
digiosa para reter o numero de casos em que es-
as justica do paiz, por sua iudifferenga para as
fiocoes do bem e do nial, por aua facilidad* em
eurvar-se a suggestes do eropenho, pelo des-
prero da sua misso, manda sera culpa oa maio-
es faciooras, desarmando a svguranga iodivi-
dual, e acorogoaudo o crime pela frequancia e
escndalo da impunidade....
{Ha muiloa e repetidoa apartes.)
O Sr. Prasidente reclama attenge.
O Sr Torrea Homem : Julga o Sr. deputado
le moral oa abajaos, quando sao coramettiJos pe-
lo elemento popular? Jti'g que ecaa origera do
al aagrads e que, quaodo te trata della, t a
lisonja ple ser permitiida ?
Sr. presidente, pego a V. Ere, que me minte-
cha a patarra.
O nobree depulados Inlerrompem-me com apar-
tes que nenhuma applicago tSm ao que tenho
Jilo. Para mostrar que nossos coa'.umes consti-
tucloni-es eatao longe da perfeigo, limitui-me a
citar algaos fattos que lm por ai o testemuoho
Je todo o mundo, e qu* nenhuma mentira huma-
na poderia encobrir. Nao indiquei remedio al-
gum, o meu nico Dm era exemplicar, e oada
Dais. Eu prosigo.
Ei, senhores, o que sao abusos oa ortica das
nstituigoes livres. abusos que nao alTectam ao-
asMOtfl os interecse de alguna individuos, que
ao dearetpeitam direitos isolado, maa abuso
m massa que atacara a vm lempo todo os grn-
alas intaresses da ordera social (apoiados). abusos
ara nome de autor, e cuja respor.sabilidade nao
pode ser imputada ten jo ao genio do mal, que
rtela a nosta civilisag. (Apoiados.)
Elles tura iocomparavtlmtole maior gravidide
alcance do que um ou oulro desregramenlo das
autoridades subalteru. um ou oulro uesvio dos
ministro?, que entretanto sao o unicoa abuso
jnotdiano, o elemento bauai de nossas discus-
oes arden les. /Cruzara se os apartes.)
Todas essaa imperfeicoes, gran lea ou pequeas,
la oossa vida social, que datan de longo lempo,
que lodos os partido deplorara sem que nenhura
*s podt-ssem remediar, nao eslo no caso de for-
necer.de materia adequsda a classiticago de li-
fceraee e nao liberaei. Compreheniem agora o
Um por que titei eses abusos?
Senhors, fundar um gorerno forte no meio de
urna sociedade lirre, eis o desidertum dos povos
moderno [apoiadoy ; ais o problema que a nos-
ia conttiluicn aabiamente resolreu. Maa em
*ezdittooqe tercos visto nettes ltimos ao
nos? A impoteocis, a friqueze, a inefficacia
nos governos, a par da anarchia moral, surda,
maa activa, e tao ditaolvenle como a anar-
chia maitrial no exercicicio dos direitos. [A-
gMiadoa).
Neste tr'ule ettsdo de cousas a taissao do libe-
lalismu neo cousiste em addicieauo mal da Im-
paciencia aos soiTriraeuio de urna poca critica,
nao consiste em lieongear os sentimeotos irre-
flectidus da mullido, prometiendo llie o im-
po'c'rel, aera euj desconsiderare debilitar ain-
ram na morlisacao do empreslimo de 1824 em o Em idaoticaa circumalanciaa asta a part in-
anno de 1860. cripta nicamente nos auxiliares das provincia,
Para occorrer a despea de juro, amortia- a qual era em 31 dedazembroda 1861 Igual da
Que|. commissoe, corretagena e outras que cuita mems a a no anoo anterior, lato da.........
SEXTA HURA 35 DI JDtllO DE MU
oaervigo dos referidos empreslimos, e bm assim
para pagamento das deapezas que se fazem na
Europa e outroa paites estrangeiroa por conts doa
diverso ministerios, remetlev. o thesouro do !
de malo de 1861 at 30 da abril passado, corno o
deraooetra a tabella n. 23, je 9M.C0O. ow.....
9,306:851^972, aoa diversos cambios por que fo-
ram faites aa remessas, que reliaroin-aa pelo
thesouro e tt>eeoararias d bzaada da Gahia e de
Pemanbuca ; a saber :
Pelo thesouro
Pela Bahie
220:ti7$323, segundo consta do quadro n. 28.
A lercelra parte, nao ioscripts, e menor da....
400&000, que, segundo a li de 15 da novambto
! de 1897, detia ser paga ara dinheiro, tamban oa-
nhum augmento lew, aonda aind um 31 da da-
sembr de 1861 de 106:713;>t9. (tabella a. 29.}
Sabis as duvidas quu tem embacacado a solu-
i gio de muitos praceeeoe j liquidadan daa ulli
espacies deata divida, a a liquidecao
a a liquidacao de ostras.
i Eaaaa duvidas oa foran exposta* bu relatorio
.Sf 490,000 oa 4.25:tffi2$f46 : 1860. e consistem na irregalarldade de algans ti-
. 218,000 ou 2,1 i().007442 lulos, qua nao obstante tmvirao de bese a
Por Pernambuco 275.000 ou 2.560.9825}084;liquidecio e intcripgio pelaa (hesourariaa de fa-
As sobreditaa remesaas sao sufficiealea para oc-
correr ao pagamento de toda a despeza provavel
que tesaos de fazer em paixes esiraogeiros al ao
Um de agoato futuro, deixaodo anda um saldo
presumivel de J* 177,000.
A despeza annual com o servigo dos empresli-
mos cootrahidos na praga de Londrea tem gra-
dualmente diminuido, porque, sendo a amortisa-
gao doemprestimo cootrahldo em 1843 calculada
na razao de 5 por cento sobre o capital primitivo
nominal, aera addicionarem-ae o* juro das apo-
liaea residas, os juros respectivos diminuem pro-
porcionalmente lodos os anuos, lornando-se sen-
sivel esta diminuigo na proposta para o exerci-
cio de 186361, por se ter calculado apeaas ara
aem6tre de juroa em razo de expirar o dito em-
preslimo a 31 de dazembro de 1863, como de-
monstra a tabella n. 24.
A lm da despeza pedida para este ramo de ser-
vigo, deva-ae aioda ter em consideragao a diffe-
reoga de cambio* para que ae pede quo'.a em ver-
ba especial, da conformidade com o termo medio
daa ultimaa remesaas.
Cumpre ter aempre em vista que a somraa da
393,314. ou de 3.496 1243414, ao cambio par
de 27 ( dita tabella n. 24). pedidoa para o paga-
mento de juros, amortisages, commisses e cor-
senda, na falta de htbilitegdea e poderes de si-
gnos ceasiouarioa e csdsnles, e, finalmente, no
deaapparecimaoto da maior parla doa documen-
loa origina es de taes divida, aera oa quaea na>
pode o thesouro verificar a sua legitimidade e o
seu quantitavo.
Atteodenda so prejuizo que teem soffrido os
legtimos crsdores, por laltaa que em parta pro-
vitram da adminUtrago publica, faltas que nem
esta uem elles podem hoja reuediar completa-
mente, e por oulro lado contideraodo oa ioterea-
aes do estado, que nao deve aerobrigado a pagar
o que se Ihe reclama, ou ludo qoanto se Ihe re-
clama, sem titulo safficiente em face da oossa le-
gislarlo de fszend, a assembta gerat lomou a
seguinle reaolugo, que aa centm do ari. II |
15 da lei n. 1,114 de 27 de aeUmbro de 1860:
0 goveruofica desde jautoriaado para man-
dar salisfazer em apolicea da divida interna, na
forma do art. 38 da lei de 15 de novembro de
1827, os conheetmeotosda meama divida, sempre
que por circumstaociaa extraordinarias nao sejs
possivel o ame e flscslisagaodos reapectivos ti-
talos no theionro nacional.
Para proceder-se com o escrpulo que espe-
cialmente em taea assumptos costuras guardar o
goveroo, foi ouvida a aeccao
da dTida nacional, sendo do miis-impe-
da do legislador aciutelar os dioheiros
pblicos e tomar todaass medidas indispansaveis
para evitar a fraude, e abuaoa qua soem prati-
car-eaan prejalzo do metmo theaetiro, como aa-
biemente sao previstos no aviso de 26 da Janeiro
da 1852 : nao heaita o relator em declarar qae
aua opinio que aa deve aoatsiderar rovogado o
capitulo 71 do regiment dea suatos u s resolu-
gao de 23 da fevereirodu M7t que o conrmou,
deveodo prevalecer o ana determioou o citado
oviao de 26 de Janeiro da t85aX qua tacommen-
dou a execugo ds capitule 212 do regiment de
fszendade 17daos>tubra da 157C Enemdeoa-
tra forma ae poderla dar execugio ao preceito de
Maaa diruito a4aisiaUative. isto que s ae
tbesoaro compete ordenar o pagamento das divi-
dss do astado,como determina a con reconhecem aa tnatrueges de 6 de agosto de 1847
citadaa no meamo aviao.
t Se o relator nao desconhece oa prejuitoa que
por ventura possam ter soffrido oa aradores leg-
timos do estado, e de boa f, com a demora da ii-
quidagao e real pagamento desusa dividas: tam-
bera nao pode, nem Ihe licito disslmulsr os
abusos.qae da nao adopgao.ou relaxacao dos prin-
cipies adoptados netta consulta, alia todoa alies
fundados, no entender do relator, am aa tais vi-
gentes, ae podem seguir, e jise teem dsdo, como
se v* dos parecerea dos differentes empregadoi
do theaoaro ouvidoo a reapeito das diversas pre-
tenges dos peticionarios credores do estado. >
Com este parecer cen farra ora m-se os outros
dona membroa da eecgo, oa Sr. marques de
branles a visconde de Itaborahy, accreacen-
tando:
Quanto ao Io queslto qua ss ordsos do ihe-
!oi de 17 d6 ou,,,bro de 1837. 8 de sbril de
lea l- de D0*erabr de 1841, 10 de junho de
ima, 2o de egoslo de 1856 e outras. parecem te-
rem estabelecido. como jariaprudeocia daquelle
tribunal, a doulrina sastentads no dito
nao sendo bastante Dar invalida-la
relegeos, relativa lmente a deapezas deita j seibo de estado, acerca d execugo qe se devia
natureza que custam os emprealimoa levantados i dar aquella disposicio legislativa, e neats intuito
por conla do estado. Nao ao corapreheodem ah formulei o seguinte qaetito:
a da metma especie perteneentee
19 de maio de 1858 e 16 de margo
que cima fallei. oa importancia de .
ou 1,639:2778267, ao cambio de 25 5(8, termo me-
dio correapondente s ultimas remess. porque,
na forma dos contratos, correm sta (exceptuada
a parle perteneeota exlincta rompanhia doMu-
curyj por coota das emprezas, em beneficio das
quaes oram cootrahidos, sendo o nico dever do
goveruo garantir a execugo dellea, e pagar por
coota dis mesmaa emprezaa as despezas reapec-
tivaa, adiantndo os fundos precisos para aerem
depos indemuisados.
E certo, porni, que esla indemniagao nao
tem sido realiaada al hoje, por parte da compa-
Dbia oio e Iadustria, em razao de auas difflces
circumstaocias, por parte da companhia de Per-
nambuco, porque a aduiinistragao provincial nao
lem coocorrido com sua qnota de 2 0i0, a pelo
que toca da estrada de ferro de D. Pedro II,
porque anas contss com o thesouro n3o foraro
anda liquidada, e ella tambem credora de em-
preatiraos que fez ao goveroo.
As notas laogadas na tabellas o. 22 e 24 of-
ferecem todos o esclarecimeotos precisos sobre
ete importante assumpto.
Conforme as ultimas noticias recibidas, os fun-
dos braeileiros erara aaaim colados na praga do
Lonlres: apolices deOiO ao par ex-div.j ditas
de 4 l|20t0a 93 1i2 e 92 5t8. Comparadaa estas
cotagoes com as do anoo panado, nota-sa que, ao
paio que ha lirmeza nos fundos
subida sensivel se manif^tta noa
21?,' q D* Pc* do r*l'orio cotavam-ae a 85
7[8 e 86 li4.
Releva por ultimo recordar-vos que no ultimo
da de dezembro de 1863 venee-ee o erRprestimo
de 1813, e em abril de 1864 o de 1824. 0 pri-
meiro estar enlo reluiido a & 362,000. o'ca-
i --cif^ulaDte d0 s,,gr'do ser de cerca de &
Z, Job ,600.
O goveroo tem rauito prsenle o fiel cumpri-
meoto destaa obrigagoea.
data, como se v do meu anterior relatorio.
Algumaa permutas de aegoes da companhia da
estrada de ferro de Pernambuco. j aceitia antea
de ser suspensa a operagoautoriada pelo art. 5o
da le de 2 de agosto de 1860. deram causa
ernissao de mais 55 plices oa somma de
53:80O000; e alm
em
ia uiais'a auloriTa
berdade ganha o que lia perde. Apoiados.)
A autoridade grande, respeitada e collocada
*o seu devilo lugar, a salva-guarda, o com-
plemento indispensavel, a priraeira condigo da
existencia da liberdade. (Apoiados.) Sem isto
todos oa direitos seriara >lluorios e nullo,
porque nao se governa debaixopara cima.
OSr. Silveira Lobo :E qaem contesta isto ?
O Sr. Torrea Homem :Separar em eapheraa
apostas e inimigas os ioteresses do poder e os
da liberdade, o mesmo que mutilar e dispersar
s parias de um todo cuja unio indiipensavel
i sua vitalidade. (Apoiados.)
O verdadeiro liberalismo consiste em promo-
ver e fojlificar por lodosos meios regulares a u-
cieo intima, indiatoluvel, enlre estci dous res-
peilavea principios, coirigindo os vicios e ex-
celsos de um pela influencia benfica do outro e
em proveito de ambos.
Ei o liberalismo como eu o entendo, como o
enteode o partido conservador (apoiados), e a
farte sensata de todoa oa partidos que realmen-
te deiejam a prosperidade e o prngresso do paiz.
(Apoiados ; muito bem I mullo bem I)
(Ooradur curaprimenlado por muiosdosae-
cLtres depulados.)
(Continuar- te-ha.)
os dou de j < I." Se o thesouro tem direito de liquidar a
de 1860. de divida j inscripta ns thesoursrias de fataod,
I 17a,027.; vista dos arts. 5. 6. 7, 13 e 14, e obretudo dos
arts. 15 e 33 da lei de 15 de novembro de 1827.
nao obatanle o art. 24 da lei n. 628 de 17 de le-
tembro de 1851. a
2.* Se aa divida menores do 400(000, que
algunas thesourariae, e principalmente a de
Malto-Grosso, eutenderam nao poder iniarever,
mas de que pnssaram conhecimenloa em resulla-
do da liquidagao que procedern), podem soffrer
no thesouro nova liquidagao.
3." Se, liquidada, reconhecida e inicripta urna
divida, na forma da lei de 15 de novembro de
1827, e feils a eroisso de apolices, ser aioda li-
cito ao thesouro instituir qualiuer exame sobre
a tua legalldade, ou s Ihe Ilc6r o direito re-
greasivo cootra os empregadoa que a liquida-
ran], recooheceraro.inscreveram e emittiram apo-
lices em aeu pagamento, no caso de mal haverem
procedido. >
4.* Se ser necessari pedir ao poder legis-
lativo a elleragao do 15 do art. 11 da lei n.
1,114 que o thesouro nacional reeonheca e pa-
gne, nos termos nelle precriptos, ae divida paa-
sivas anteriores a 1827, cujo pagamento se re-
clama.
O relator da seccao, o Sr. visconde de Jequi-
tiohonha, respondeu aoa referidos quesitos nos
aeguintes terinoa:
Emquaoto ao primeiroqueiito pondera ore-
de 5 0|0. urna i lator da secgo qu?, examinados com cuidado os
fundos de 4 i art. 5, 6.7. 13. 14, 15 e 38 da lei de 15 de no-
vembro de 1827, deiles ae nao poie deduzir dia-
posigo to expresaa que autorise a reconhteer
as casaa de fazenda das provincias a faculdade
exclusiva de linuidarera b regaliaarem auas divi-
das eapsciaes anteriores a 1827, iuiepeodente-
mente da liquidagao e legalisago feila uo the-
aouro nacional: antes parece que a mentexdo le-
gislador foi deixar sempre ao tbeiouro a legaljga
gao final de taes divida. O legislador ennem
vista a .iiilicul Jade que teria o thesouro dnliqui-
dar por si s a divida relalivi s diversas grovin-
cias do imperio, e parece ter querido q
auxiliado pelas respectivas caaaa de faien
Igualmente em vista facilitar aos credore
(ubicuo de seus documentos, e a austent.'
seu direito. Por iso creou livros auxilia'
parecer,
- o exemplo
de fazenda do con-, itado pelo cooselheiro director geral da conta-
bilidade, porquaoto. alm de serem nicamente
dous ou tres os proceasos a qua elle ae refere, o
thesouro, daodo-os por liquidado, nae declarou
que o fazia por aa conformar com as razdes alle-
gadas pelos doas membros do tribunal, que sus
lentaram a competencia das ihesourariaa de fa-
zenda para lego lisurera sfinal ss cootas de que se
traa; e que, quanto ao segundo quesilo, nao
Ihea parece, como julgam nao parecer o Ilus-
trado relator da aecgo, que a doutrioa do con-
aelheiro procurador fiscal seje applicavel ao pa-
gamento das dividas j reconhecidase liquidadas
pelo thesouro. x>
(Continuarse-ha.)
e prepara-se pera sa-
nafaze las como mais coovier aos inleresses do dar por si s a divida reiativt's diversas
estado, usando da autoriagao que Ihe confer8tea
pelo art. 11. il, da lei n. 1,114 de 27 de ae-
terubro de 1860.
O boa nomo que com tanta razo merece o
Brasil aos seus credores naciouaes e esiraogeiros,
e a particular atteogao que o goveroo lem pres-
tado s tao serios deveres, asseguramnoa que se
conseguir aqaelle duplo fim do modo mais sa-
tutatorio.
Divida interna fundada.
A importancia desta divida ra 31 de margo do
gislati
grande livro, e mandou que oeite e naquell'is fos-
sem inscriptos os titulo da divida publica
Efuendendo-se deum modo contrare
tica exposto, poder-se-hia cier qua a lei
alierou a terminantissima diaposigio do i
da cooslltuigo que deu ao tribunal do ll
!"*I"Trf,i*,I "'can. arrpea
contbilidade da receita e deepeza da fazer,
clonal iim reciproca correspondencia com
aourarias e autoridades das provincias
peiio.
Etas ultimaa palavras do artigo constitucio-
nal citado ioteraraente abooam a justeza da in-
teiligeocia dada lettra e espirito dos arligos da
lei de 1827. Entretanto no thesouro nao se lera

o que
1827
. 170
iouro
o o
Da-
tile-
ra-
PERKMBiieO
- diato, haveodo-se eolregoe
l,0/5do l^OOO^OOOao banco do Brasil, pelo prego | aempre decidido e procedido deste modo.
de a3, ato sitiada do contrato de 6 d "oovembro I lago'es all tomVdspaVecVm"rrmVr o "principio de
tni.^-.um^0 de .' e para P'Bamento de que ai casas de fazenda das provlnclaa tem o di-
1.UW.WU9UOU depipel-moeda por ella resgatado, reito de liquidar e reconhecer as dividas de que
montou o algariamo da emisso. desda 31 de mar-
go al ao lira de dezembro. a 1,128:0005000. se-
gundo ae 1.1 da tabella n. 25.
que
se trata, iodependentemeote de liquidagao final
do thesouro nacional, reatando a este apenas o
regretso contra os empregados das provincias que
ti,, ii! "crecim" de M0 queja exis- liquidaram a divida, reconheceram-a e lo.creve-
a daata natureza, em cir-'raras, e eraittiram apolices da divida em aou pa-
gamento. A este respeito o conselheiro director
calagao eo da 31 da dezembro do anuo passado.
ficou elevada a 68,579:400*000, os quaes se dis-
tribuem pela msneira constante do quadro n. 26,
a saber:
Por possuidores nacionsea 39,212:200fl000
Por esiraogeiros......9,281:8005000
ror estabfclecirnenlos naciouaes. 19,417:2005000
lor diversos as provincias 665:2009000
Vc-se deste quadro que augmentou cooaid^ra-
velmeote o numero de apolices possuidas porea-
abelecimentos nacime. Sen o o valor, em 31
Jlelaloi'io do ministerio da fazenda
apresenlado a assembla geral le-,
I iva na O"'iui(l:i pita l-i alaup>i_ l"?J,Hae* es,raogeiros, ambara em pequea quan-
; i i ^ ldd/; por(ue' '"Poriando en 8.880:800 no
de margo de 1861, de 16,324:2002000, subi no
lira doaono a 19,417:20000.
Obierva-se tanibem que de novo se emprega-
m era funlo pblicos da divida interna alguns
ma prime ira legislatura pelo minis-
tro e secretario de estado dos nego-
cios da fazenda Jos Hara da Silva
Prannos.
(Continuado.)
DIVIDA PASSIVA.
A divida passiva do imperio, externa e inter-
o, e actualmente a que paaso a demooatrar-vos:
Divida, externa.
A divida desta procedencia, compreheodida a
importancia dos empreslimos levantadoa por con-
t da* companhia das estradas de ferro da D.
Pedro II e do Recife, da companhia Unio e In-
dustria, e para a do Mucury. era em 31 de de-
lVnr,0Jf m0 de #7,655,000 onde........
1)8,014:4449444, como se v da tabella d. 11 an-
Bexa ao ultimo relatorio.
Duiante o anno civil de 1801 fieram-se aa ae-
guintes amortiaagoea dos mesmos emprettimoa
tabella n. 21:)
Por coota do empzesiimo de 1824af

D 8
0
D j>
de 1839
de 1843
de 1852 d
de 1858- >
89,400
7,200
36,600
17.000
7,800
Total ....
E alm disso:
Por cunta do emprestimo levanta-
do para a estrada da ferro de D. Pe-
dro II..........g
dem em favor das compaohias
Unio e Industrie, do Mucury e da
strada de ferro de Pernambuco 6
158,000
38,600
26,600
Sendo a imporlaocia total de......
1,984:000*, pelo cambio par de 27,
223,200
* ^BJ-.M. em 31 da dezembro
oe 1861 fieon a divida do Brasil na
5r?S2.d8 Londres reduzid a a*
7,4J?,102, pela seguinte forma f ta-
bella n. 22):
Empreslimos conlrahidos por coo-
Udoelado........9 4,695.900
Dito de maio de 1858 para a eom-
ro II "*,rad" de ferro de D> Pe'
Dito'de 16 de margo de 1*860 pa
as companhias UoiSo% Industria da
estrada de ferro de Pern.mbuco, a
do Maeury.......'#
A raduccao total, comparada a sobredi'ta am:
ma de S 7,432.100 com a do anno de 1860 i rt
*? 222,900, o. de 1.981:333S333. SSu\
anlreeati qaantla o a importancia total amor-
uada no ano panado, da ngaooi qu ss de-
1,402,702
1,333,500
fim de margo as apolices possuidas por eubditos
de diversas naioe*. esse algarismo elevou-se no
m do anno a 9.284:8008000, que mostrara am
exceso de 404:000^.
Teudo diminuido os bilhetes da alfandega da
corte, depois da publicago do decreto de 24 de
selembro de 1859 n. 2.473. que exigi o mesmo
juro Miado pelo banco do Brasil para os seas des-
coutos, e se"do pouco coovenisnte aos iuteres-
ees do thesouro dar em dinheiro caixada amor-
lisagao a pequea consignago mensal que a le
determina, porque essas aomraas lriam car dor-
meotes nos seus cofres, entretanto que o thesou
ro paga juros das letraa que emule por anlecipa-
gao de renda, enteodeuo mesmo thesouro mais
acertado fazer o supprimento necesario para o
pagamento dos juro das apolices as vesperas do
aeu vencimento.
Cabe aqui ponderar-vosoutra vez a convenien-
cia da medida a que alludi no meu relatorio an-
terior, de dar em deposito ao banco do Braail aa
coniKoagoes destinadas para aquella lira, porque
asalm ae conciha a precaugo da lei com a con -
veniencia de nao ter porgac cousideravel de nu-
merario fra da circulago e improductivo. Se
hoje ascircurosUncias do ihesouro nao permit
tem reservas lo antecipadac, quando cessarem
esaas clreumstanciis. e de esperar que cessem
hrevemente. a medida ser applicavel com vao-
tagem publica e particular.
lo eu tanto todoa oc bilhetes receidos da al-
fandeg tem sido remettidos dita caixa por coo-
ta das consignagdes mensaes, e o thesouro em
tempo opportuoo nao deixar do foroecer os fun-
dos precisos paro effectuar-se o pagsmeoto do se-
mestre qae se ha de vencer no futuro mez de
junho. guardando a mesma pontualidadecom que
tem sampre procedido.
Conforme vos foi dito no relatorio do anooDas-
aado. montara a 117:961^629 o lucro liquido da
operagao determinada pelo arl. 48 da lei o 514
de 28 de outobro de 1848.
Posteriormente empregaram-ae mais 24:200a
na compra de apolicea para esse fim, o qae eleva
to total Jetas a 398:200.
Deduzida, pois, a aomma do que se deve aos
propnetanoa dos jaros nao reclamado, soba a
importancia do lucro a 142:161^629.
Divida interna fluctuaste.
Divida anterior ao anoo de 1827.Do quadro
n. 18 do meu relatorio anterior v-ae que a parte
des.a divida inscripta, nao s noa auxiliara do
grande livro da divida publica, mas tambem no
mesmo grande livro, e anda nao convertida em
SJnC^?7lrVia,ida em 31 de denbro de
looU, a lJ7:ooos445.
Nao se (ando feilo pagamento algum durante o
anno de 1861, por coota da divida passiva
definitivamente ioscripts, am 31 dedezem
presentara a mesma somms de 137:553y445
o demonstra o quadro o, 27.
geral da contabilidad, no parecer que deu em 9
de fevereiro do anno paisado sobre a divida pu-
blica de Matto Grnsso, cujo pagamento reclama
Antouio Laiz Patricio da Silva Manso, exprime-se
asei !
Entretanto se se julgnr qua pode aer appli-
cado a esta divida o principio estabelecido acerca
das de idntica natureza da provincia de S. Pe-
dro, reclamadas por Antonio Mendes do Uliveira
e outros de que, liquidada, recoohecila e ins-
cripta ma divida, e feita a em'sso da plice,
nao maia licito ao thesouro instituir qualquer
exame sobre a sua legalidade, ficando-lhe salvo
o direito de regresao cootra os empregadoa que a
liquidaran), reconheceram, inscreveram e emitti-
ram apolices em seu pagamento, neohuma reso-
lugo ba que lomar, se.no recoohece-la o the-
souro e pagar o saldo della.
Assim o principio mencionado aqui pelo con-
aelheiro director geral da contabilidade reduzia a
aegao final do Iheaouro nicamente a examinara
legalidade do conhecimento de inscrtpgo, e nao
a dos tituos origioaes da divida cootra a opioio
da coramisso da camera dos deputado, adopta-
da pelo corpo legialativo no art. 24 da lei de 17
de setembro de 1851, como bem expozo coose-
lheiro procurador fiscal do thesouro em seu pa-
recer aqui junto.
Portanto ao l" queaito o relator da secgo
responde affirmelivameole.
Km rigor de direilo, respondido affirmativa-
mente o Io queaito, a mesma respoata cabe dar
a o 2o. E oa verdada o relator assim o eotende e
opina, salvo recurso para o podar legislativo, cu-
jos principios de equidsde foram j altamente ma-
nifestados na benfica diiposigo do g 15 do art.
11 da lei de 27 de setembro de 1860.
c Em quanto ao 3o queaito diz o conelheiro
procurador fiscal: a conversao da divida exi-
gtvel em renda de apolicea foi urna novaco im-
posta pela lei. A uovagao extingue a obrigsgao
primitliva. Em summa ha pagamento. Ora, o
pagamento suppe urna obrigago real, sem o
qne nullo e de nenhura effeito : oeste caso o
devedor, que pagou, tem direito ioquegtionavel
de repetir, assim como o credor, que rocebe a
obngagao de restituir : portanto pagando o ets-
do por erro, ou ama obrigago, que nao existia
oa pesoj a quem oo se devia, ha lugar a con-
auto mdebeti, a repelicao do que ae pagou inde-
vidamente. o '
Toada o relator respondido affirmativameote
ao i e 2* quesito, adopta ioteirameote a opioio
co douto conselheiro procurador fiscal
O relator j leve oeste psreeer occisiio de
referir-se ao | 15 do art. 11 da lei de 27 de se-
tembro de 1860, o o encarou como um acto be-
nfico do poder legitlativo.
a Teodo agora de responder ao4Q quesito, eo-
tende que elle aufflciente para habilitar o poder
execativo a proceder tx mquo et bono em todas
as quesloes relativse a dividaa de que ae trata.
O relator entende qae a disposico daquelle pa-
ragrapho o mximo que o poder legislativo po-
da autonsar em casos taes. Aaaim que iulga o
relator que nao neceaaario pedir alUraco disposto no referido paragrapho.
REVISTA QMRIA.
No da 9 de setembro vindouro, perantea the-
souraria da fazenda, tem de procder-se con-
curso para praenchlmeulo doa lugares vagos de
pratlcantes da mesma repartigo.
Os concurrentes devem antes provar qae lera
18 annos completos de idade ; que se acham li-
vres de culpa e pena ; e que lem bom comporta-
ment.
A arguigo versar aobre leitura, analyse gram-
raatical, orlhographia e arithmetica at a theoria
das proporgea inclusivamente.
Amanha do Club Commercial a sua par-
tida deste mez.
Em cumprimento da ordem do thesouro de
do crrante mez, ter logar na theaooraria de
fazenda o concurso para os lugares vagoa de ter-
ceros escriplurarios.
Esse concurso deve ser somente entre os pra-
tlcantes daquella repartigo ; mas na falta deiles
sao admissiveis qaaesquer outroa individuoa ex-
trauhoa mesma, que todava se achem as
condiges do decreto de 14 de margo de 1860,
art. 3*, e que alm do exame comraum, fagam
aquello daa materias comprehendidae no art. 6
1 do referido decreto.
A arguigo do candidato tem de er era arith-
metica e uaa applicagea ao commercio, com
espocialilade reduegao de moeda, peaos e me-
dida, calculo e descootos, juroa aimples e com-
postos, theoria de cambio e suas applicag5es,
algebra at equagoes doseguodo grao, e theoria
de escripturago mercantil por partidas simple
a dobrada com suaa applkages ao commercio e
ao thesouro.
Pelo vapor que ha pouco seguio em direc-
gao ao aul, dirigi o Sr. F. M. Duprat, conees-
aionario da "'.ria,,_.-, ,,r. nHirteiar naU oHmto
e em aeus suburbios predios de conta alheia ou
aa propna sociedade, que tem de organisar, urna
represeotagao ao corpo legialativo no sentido de
votar o mesmo um empreatimo de 500:000 por
dez anooa aera juros, mediante urna hypolheca
constituida noa terrenos e immoveia pertencen-
tes a sociedade.
Solicita o mesmo concessionsrio, que seja a
delSUT11' r,T,S,da po.r mP0 de P'"5oes
ae uu.woj. sendo a pnmeira efectuada nests
provincia trila diaa depoia da promulgagio da
le, e aa outraa quatro snccesaivimente em igual
prazo; e garante o respectivo embolso ao the-
Sn"iHilCiAMWl por amorti"Ces annuas de ris
ou.uuuaooo, devendo realissr-se a primeira del-
laa no da em que expirar o prazo de dez annos
da coocessao do emprestimo, e as dermis suc-
cesaivamente.
A empreza concebid pelo Sr. Duprat nao
por certo de resultado problemtico ; e se deve
deixar lucros para a sociedade, nao deixar me-
noa u.teretee pira a provincia, e coosequeote-
mente para aa rendas pblicas. Ao passo que
ella lem de promover os melhoramentoa mate-
riaata pela execugo dos seu8 fin, proteger
tambem contra a falta de trabilho a classe ne-
cessitada e numerosa de artistas e operarios, que
de presente luta com a mingua resultante da pa-
rtlysagao daa obras, achaodo-se asaim sem oceu-
pagao e na imposaibilidado cooaequante de sut-
tentar-e a si e auas familias.
Alm disto, com o desenvolvimento que o con-
cessiooano intenta dar as construegoes, qae pre-
tende estender at aos pontos designados para
as estagoes priocipaes da via frrea, de suppdr
com fundamento que a concesso solicitada ter
mais ama compensago nos direitos e no aug-
mento da receila da mearaa via-ferrea. Disto,
pois, provira como conaequeocia necessaria, se-
. T *P*"icao da policu. (Extracto da par-
le do da 24 de jalho).
Peram recolhidoa caa de detencao no dia 23
do crrante :
Aj ordem do Illas. Sr. Dr. chafe de polica, os
pardos Erroino Joa Fraocuco, de 22 annos de
idade. sem flIclo. e Albino Joa de Saat'Anna,
de 18 anuos, peacador, preso pelo tente recru-
tador da S. Jos, para recrutaa ; aaim cono Dio
oizio Joaqun da Coala, de 22 onoa, marcinei-
ro preso a Bao-Vista, por auspeiU de crime
de Turto; asas veriUcando-ae oo o ler commet-
tido, foi posta am liberdade, e Jos Antonio
tambem de 22 annoe, sen offlcio, preeo pelo'
lente recrulador da Boa-Viata, para racruta.
A ordem do Dr. de!egdo do primeiro distric-
lo, Justino Loureogo dos Aojos, pardo, de 25
annos, dado agricultura, por crime de furto de
cavallo, e Antonio, crioulo, de 38 annos. cano-
eiro, escravo do Dr. Joo Coimbra, por andar f-
gido.
A* ordem do subdelegado de S. Joa, os criou-
lo Candido, de 24 anoo, escravo de Ignacio
Jote da Luz e Dorolha Mara da Conceigo, de
20 aonoa, lavadeira, ambos por briga.
\jordem do do Aflogado, Faustino, pardo
de 26 anoo, pedrelro, eacravo do Dr. Ignacio
Nery da Fonseca, por embriaguez a tornar-se
auspeito.
A' ordem do do Pogo da Panella, Joaquim,
crioulo, de 38 annos, escravo de Francisco Xa-
vier de Miranda, por andar fgido.
O chafe da segunda secgo,
w /. G. de Mesquita.
Mov ment da casa de detengo do dia 23
de jalho.
Mura a/
appellado.
A saber
Exisliam. Entraram. Sabiram. . 357 presoa 10 4
Existen?. . 363
Nacionaea Mulherea; Estraogeiros. Escravo. Escrave. . 251 6 30 67 9
DO
Total. ... 363
Alimentados a cusa dos cofres provin-
............. 145
Paissgeiro do hiate brasileiro Exhalacao,
sahido para o Aracaty: Balthazar de Moura e
Silva, Manoel Zeferino Gongalves Torres. Luiz
Antonio, Luiz Antonio Googalves Jnior, Porfiro
Jeremas da Silva e Francisco da Paula Salles.
Paasageiroa do brigue portuguez Amalia l,
sabido para o Porto: Antonio do Patrocinio
Pereira, Tnom Francisco da Costa e aua ae-
nbora.
Matadouro publico :
Mataram-se para o consumo desla cidade
dia 24 de junbo 51 reze.
Obiiuario do da 24 de jlluo, no cemite-
rio publico :
Landalino, Pernambuco, 1 mez, S. Jos; ente-
rile.
Fulgencio. Rio Formoso, 35 annos, solteiro, es-
cravo, Boa-Vista ; hydropesie.
Marcelioa Rita Mara de Oliveira, Pernambuco,
45 ancos, viuva, Recife; tubrculos pulmo-
nares.
Joo Antonio Villa Secca, Pernambuco, 56 an-
oo, caeado, Afogados ; hydrothorax.
Sophia Mf-ria do Carmo, Pernambuco, 10 annos,
Boa-Vista ; phtytica.
Urna crianga encontrada no rio Capibaribe.
Luiza Mara de SaDi'Anna, Pernambuco, 27 an-
nos, casada, Recife ; phtysica.
rio"-*' tol "Pl>,*,*4a **
'CMAstnros.
Appellanlea apptlladoa Flix Seavaga A ^
panhla ; appellante appellaaua, Seva, fana
Companhia. '
Sorteada ea Sta. dapuUeoe Malv.ira.
Relator o Sr. oesembargador Villares
Foi reformada a aeoleoga appeiiad*. "
Appellante, os hardeiros da Jos
Costa Carvalbo e o curador geral -
Jos Nanea de Oliveira.
Deaprezaraea-ae oa embarco.
DESIGNADO DE DIA.
Appellante, exequeuu Antonio Joa^uias Sai-
gado ; appollado, lerceiro embargante Perctea
da Silva Leilio ; decaalo Fraociaco U Bean
Lima. "
Detignado o primeiro dia ulil.
PASSAGS5S.
Appellante. Sebaatio Joi da Silva ; appai.
do, Izidoro Baatos da Oliveira.
Do Sr. desembsrgador Silva Goinares ae Sr.
deaeinbargador Villares.
Appeliantea, Joo de Siqueira Ferraa e eutr;
appellados. Soulhall Mellora Compaohia
Do Sr. deaembargador Villares ao Sr. ueaeaa-
bargador Silva Guimare.
DiSrRIBl'igES.
Appellaote, Ju Pereira' da Cunhs appelle-
dos. o deaembargador Antonio Bapiisia .itiraua
a Joa Antonio Lope.
Ao Sr. desembargador Silva 'uimraes.
Appellante*, Almeida A Caj ; appektado Joe-
quira Antonio da Silva.
Ao Sr. desembargador Villares.
v AGCRAVOS.
Aggravante, Jos Gabriel Pereira de Lyre J-
nior ; aggravados, os berdeiros de Domiogoa Al-
fonso Ferreira.
O Exm. Sr. presidente deoegou provioaroto.
Nada mais houve.
coBnunRcn
^raca do Recife 24 ile
julbo de 1862.
\s t\aatt horas da ta\rdc
Colacoes da junta de correUre.
Cambio.
Sobre Londres 90 d|. 26 d. por 1*000.
Descont de lettrea, 13 % ao anno.
J. da Cruz M acedo realdente
Jobo Gallasecretario.
'.irnudrgaa.
Kandimanto do da 1 a 23. .
dem de dia 24. ... .
3l2ta5anffJJi
17.524^823
329)77a7l8
fovitneato da ailtaiadraxa.
Valameaantradoa comfazandaa.. 23
a aom generoa.. 1285
asas 13U8
438
nao a extinccao. ao menos a reduegao do juro de
/ por ceoto, garantindo reapettiva companhia,
sendo, portanto, mais um motivo de favoravel
deferimento ao que solicitado a assembla
geral.
A pablicagao em nnsss oitava pagina da
diasertasao do nosso amigo o Sr. Dr. Antonio de
Vaacoocellos Meoezes de Drummond. foi toda ex
pontanea nossa, e mesmo sem previo conheci-
mento desse Sr.; pelo que damos em seguida
urna declarago sos, a qual confirmamos com as
presentes linhss.
O Dr. Antonio de Vaacoocellos Menezes da
Drummond declara que nem venialmente coo-
correu para publicago no Diario de Pernam-
buco de hontem da sua Dissertago oferecida
para o concurso prximo na Faculdade de Direi-
lo deata cidade; sendo que se assim succedeu
foi exclusivamente devido a benevolencia de al-
gum amigo seu a quem alia maito agradece
embora talvez isto fosse um pouco extempor-
neo, e viesse dar nmgem a juizos temerarios a
respeito.
Recife 24 de julho de 1862.
Ao amanhecer do dia 9 do correte foi
roubada a cspella do engenhoAlagoa d'Anta
da eidade de Nezareth, e tambem um sertenejo
que naquelle engenbo se aboletra, sendo aato-
rea desse roobo Antonio Bello e seu irmo Jos
de tal; acrescendo mais ostro roubo que ahi se
dra na cara de negocio de Joaquim Francisco
de Mello ao amanhecer do dia 3 do crreme,
do qual tambem foram altes os autores. O sub-
delega Jo da referida cidade procede s necessa-
rias indagagoss, afim de perseguir os crimino-
sos ; mas at esta data ao consta hav-los cap-
turado, em virtude da incerteza da direegao que
tomaram.
No dia 15 do orrente, foi gravemente fe-
rido com um tiro qaeima-roupa, desfechado
por um seu proprio escravo, o proprietario do
engenho denominadoSanto Antonioda fregu-
zia da Luz Antonio Vicente Ferreira Chaves. O
respectivo subdelegado deu logo as necessarias
providencias, e pode effeituar a priso do dito
escravo e de mais outro, que, segundo consta,
_ Considerando o relator i 1" que a constitu- cmplice no dito crlme.y
LaVC n<" organisago ao modo como a recei- i O delegado de polica de Pao d'Alho seguio
'eai"?e"'?e s'fd0 d,T0 er. administrada no par. o lugar do delicio, afim de tomar maia am-
impeno ,2 que o theaoaro nacional foi alterado : po conhecimento do fado, em que podem etar
CnS *m ."a 8 promulgad. |ai d9187i qie decretoa a liqul-
Neobum cuo maii apparet CHRONICAJUDICIARIA.
Tribunal do commercio.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 24 DE JULliO
DE 1862.
PRBS1DENCU DO EXM. 11. DESEMBARGADOR
V. A. DE SOL'ZA.
A's 10 horas ds manha. reuuidos os Sr.
depulados Reg, Lemos, e Malveira, o Sr. pre-
sidente declarou aberta a aeaao.
Foi lida e approvada a acta da sesso antece-
dente.
EXPEDIESIE.
Foi presente, de parle da secretaria de estado
doa negocios da jusliga, um exemplar do boletim
do expediente do goveroo.Archive-se.
Um ofiicio do deputado Jos Antonio Bailo, de
23 do correte, communlcando nao poder corapa-
recer aa aeasoes do tribuni.Inteirado.
Foram presentes aa cotagoes officiaes dos pre-
gos correles da prega, da ultima emaoa.Ao
archivo.
DESPACHOS
Um requerimeoto de F. de Miranda Leal Seve,
corretor, padiodo o registro do conhecimento do
pagamento do imposto da seu ofiicio. Regis-
ire-ae.
Outro de Manoel Joaquim da Silva Loo e Joo
Nuoes Truueiio, aquella dono e este adminis-
trador do trapiche alfandegado denominado Jara-
gu, sito no lugar do mesmo nome, provincia de
Alagoaa, pedindo o competante titulo.Vista ao
sr. desembargador fiscal.
Oulro da Manoel Joaquim Rodrigues da Souza,
pedindo que o tribunal declare a Loiz Antonio de
Souza Ribeiro, deitltuido das fuocsdes da liqui- :
dalario da exlincta firma de Rodrigues ro, e que possa o suplicante assuroi-las em sua
plenitude.0 mesmo despacho.
Outro de Francisco Antonio de Btito, pedindo i
o registro de cootas de liquidagao da extincta
firma da Brito Queiroz & Companhia. Regis-
Ire-se.
Oulro do corretor II. Gullherme Slepple, apo-
sentando o termo da nova fiaoca qae prestou pa-
ra a continuago do exercicio do seu ofiicio.
Registre-se e remelta-ae thesouraria de fazen-
da, por copia o termo do fianga.Poda continuar
a exercer o ofiicio de corretor geral.
Outro de Antonio de Moura Rolira, commer-
tiaute Brasileiro, de 36 annos de idade, estabele-
cido oesta cidade, pedindo ser admetlido a ma-
tricula.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Outro de Joaquim da Cunha Freir, satiafazen-
do o despacho de 27 de margo do correte anno,
para ser registrado o seu contrato de sociedade
com Jos Barroso.Determinem a forma da no-
meaglo dos arbitros.
Outro de Firmiano Jos Rodrigues Ferreira J-
nior e Francolino Deodato Roiriguea Ferreira,
pedlodo o registro do eu contrato de ociedade.
Vist ao Sr. dessmbargador fiscal.
Outro de Manoel Caetaoo Borges e Silva e Jo-
a do Reg Mello, replicando do despacho de 17
do corrente. Nao tem lugar viata do n. 3 do
artigo 302 do cdigo do commercio que exige a
declarago donme do aocio que ha de gerir a
sociedade, e usar da sua firma para certeza cons-
tante do publico.
Outro de Firmiano Jos Rodrigues Ferreira J-
nior, pedindo a transferencia doa seus livros
diario e copiador, que aprsente, ainda era brin-
co, para a firma d Ferreira & Irmo. Como
requer.
Outro de Claudloo do Reg Lima Jnior, pe-
dindo o registro da nomeago de caixeiro de Maia
Si Laodelmo.Registre-se.
Oatro de Joa de Mallo Costa Oliveira e Frao-
cisco do Reg Pontea, pedindo o registro do dis-
trato de sua aoctedade aob a razo de Oliveira 2
Pontea.Como reqaeram.
Outro de Jos de Mello Costa e Thomaz Jos
de Oliveira, pedindo o registro de sua sociedade
sob a firma de Mello Coala & C. Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
Outro de Francisco Vieira, pedindo que a jun-
ta dos corratores Ihe altestem sobre os precos
dos gneros constantes de urna relago que ajun-
ta.Como requer.
Outro de Augusto Ferreira Pinto, por seu pro-
curador, pedindo o registro da eacMptura do con-
trato para casamento o dote.Como reqaer.
Outro de Jos Aires da Silva Guimares, pe-
diodo o registro de sua sociedade aob a firma de
Alves Hamburger i Companhia.Registre-e.
Oulro de Joaquim da Canha Freir, de 35 an-
uos de idade, natural do Cear, onda morador,
fazendo da mercaocia sua habitual profisso era
gneros do paiz, fazendase commisses, pedindo
matricular-se.Como requer.
Oulro de Jos Paulo da Fonseca e Pedro Mau-
rer, pedindo o regiatro do contrato de ua socie-
dade sob a firma de Pedro Maurer& Companhia
Determioom a forma da nomeago dos arbilros
para a solagio das duvidas sociaes.
SESSAO JUDICIARIA EM 24 DE JULHO
DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DBSEMBARGADOR
SOUZA.
Secretario, Julio Guimares.
A* meia hora, o Exm. Sr. presidente abri a
sessao, estando presentaa os senhores desembar-
gadores Villares, Silva Guimares. e os Sri. de-
JputadoiRego, Leos, eialrnta.
Valamaa aahldoa eem fazenda..
c com generoa..
Datcarragam no dia 25gfe julho.
Brigue porloguezUlndame rea doria
Escuna ingieraZinithdem.
Exportavao
do oa 23 de julho.
Brigue ioglez Stephen Si Sarah, para Liver-
pool, carregaram :
Milla Laiham & C, 114 sancas com 606 arrotas
de algodo.
Heory Gibon, 388 saccas com 2.010 arroba
de dito.
Palcho inglez Mar>j Dlock, para Liverpool
carregaram :
Saunders Brothers & C, 1,000 saceos com 5,000
arrobas de isaucsr.
Brigue portuguez Soberano para Lisboa carre-
gou :
Thomaz de Aquioo Fonseca Jnior, 18 saccoa
com 90 arrobaa de assucar, e 32 couros com 770
br.
Manoel Ignacio de Otiveir?, 704 couroa com
660 arrobas.
Patacho portuguez Lima, para a ha de S.
Miguel, carregou :
Clementino de Paria Tavire. 1 barriquinha
com 1 alqueire de (arinha de mandioca.
Brigue portuguez Joven A meta, para Dengue!-
la, por Loaoda, carregou :
Antooio de Almeida Gomea, 28 pipaa e 24
majaseen 7.231 medidas de cachega.
Brigue americano lndus, para New York car-
regaram :
Heory Foster&C, 500 coaroa com 16,881 li-
braa.
Heeebasdorla de randas Internas
aj;era> de Pernambueo.
Rsndimento do da 1 a 23. 43-843158S
dem da da 24. .Jf, lSSm
44:992|886
Consolado provincial.
Randlntentododia 1 a 23. 70:0055258
dem do dia 24.......1:3O4|703
r 1:3095961
Movimento do ^orto
Navios tahidos no dia 24.
Aracaty pelo Aas Hiato brasileiro Exhalacao,
capito Trajano Aolunes da Costa, carga faz'en-
das e outroa gneros.
PortoBrigue portuguez Amalia 1, capito Jos
de Souza Amelios, carga assucar e agur-
dente.
New-York Patacho americano lndus, capito
Aoderson, carga asaucare agurdente. Passa-
geiros a familia do capilo.
Nao houveram entradas.
Br* s I
Uies.
O 11! m. Sr. inspector da thcaouraria da la-
tanda de Pernambuco, manda fazer publico da
conformidade coma ordem do Iheaouro n. 125 de
8 do correle, qua 00 dia 9 de setembro prximo
fiado ae far coocurso nesta thesouraria para
preenchimento dos lugares da praticantes da
mesma. Oa que pretenderem ser admiilidoa ao
coocurso devero apresentar nesta aecrelaria os
seus requerimentos instruidos da documentos
que provera ; 1* lerem 18 annos completos do
idade, 2 estarem livres de culpa e pena e 3 le-
rem bom comporUraeoto. Os examas versaro
sobre leitura, analyse grammatical, orlographia a
arithemethica al a theoria das proporgoes inclu-
sivamente.
Secretaria da thesouraria de fazends da Per-
nambuco, 23 de julbo de 1862.
Servindo da official-maior.
nn Manoel |Jos Pinto.
ordem da Rosa, juiz municipal da segunda va-
ra, e provedor dos residuos e capellas nesta
cidade do Recife e aeu termo, por Sua Mages-
tade Imperial e Conatitdcional, que Deus guar-
de, etc.
Fago saber aos que o presente adital vreos
que achando-se creado outro ofiicio de escrivo
de capellas, residuos e auaentea, em virlude d
lei provincial n. 526 de 3 de junho do correte
anno, se acha aberto o coocurao para o provi-
mento effeclivo daquelle ofiicio, ^ara o qual os
preteodentes se devem mostrar habilitados na
forma do decreto n. 817 de 30 de agosto de 1851
00 prazo de60dias, que se contara da data d
prosete edital, que ser afiliado e pablicado os-
la imprenaa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, sob o
1862 UI0' em 18 deJuil^dj
Eu GiIdinoTemistoclesCabral de Vasconcellosr
_ Francisco de Araujo Barros.
rea inspecgao da alfandega se faz publico qaa
no da 26 do correnta, depoia de meio dia, oa
porta da mesma alfandega, ae ha da arrematar
em hasta publica de conformidade com o 1* do
art. 301 do regulamento, orna caixa S. W. 4 C.
o. 1, com dsticos gommados douradoa, pesando
13 libras, valor da libra 3750, total 48JT750 ;
sendo a arremaUgo livre de direitos ao arre-
matante. 4' aecgo da alfandega, 23 de julbo
de 1862. O escriptunrio, Joo Carneiro L4na
Soriaoo.
O lllm. Sr. inspector da theaooraria da fa-
zenda de Pernambuco, manda faser|publico para
coobecimeoto da quem interessar am conloe-
MUTILADO
ILEGVEL


DIAJrO J>| gtMlWUQO. m BSOLlk FEUA 25 DI JULflO M ISol.
\
andado da orden 4o Irtbaoal do thssouro n. 125
de 8 do crranla mez, que no dia 18 de agotto
futuro, haver concuo nesta tbesouraria para
preeochimeulo doa lugires vagos de terceiroses-
cipturarios, ntreos praticiotes, na falta dea-
tes podars ser admiltidas pessoas de fra oai
condignas rgidas no art. 3* do decrtto n. 2,519
de 14 de margo da 1860. O sume teraar sobre
a segaintes materias : arito mlica e suas appli-
eacOes ao commercio, com especialidade a re-
ducto de moedss, peto e medidas, clenlo da
descont, juros simples e composto, theoria de
cambios a sujs applicages, algebra al equa-
^das do Ia grao, e theoria da escripturaco mer-
caotil por partidas simples a dobrada, e susa ap-
plicagdes ao commercio a ao thesoaro ; devendo
as pessoas de fra que forera admittidas ao dito
conearso, nao s pre9tarm exame das materias
exigidas, como das do 1* do art.6* do dito de-
creto.
Secretaria da thesoursria de fazenda de Per-
nambuco, 23 de julho de 1862.
samado de oficial maior,
Maooel Jos PiDto.
O Illm. Sr. inspector da tbesouraria pro-
vincial em cumprimeoto da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia manda fazer publico que
no dia 7 de agosto prximo viodouro se ha de
arrematar, perante a junta da mesma tbesouraria
a quem por menos fuer, a obra do aperaigoa-
meuto do urna parle da eslfia da Victoria no
ttSa rsnoaioado Ladeiri da Sicupira-torta,
av.liada em 2:860$.
A arrematagao aera feita ni forma da lei pro-
vincial n. 313 de 15 de maio de 185 i e sob aa
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
tado comparegam na sala das sesioes da referi-
da junta no dia supramencioaado, pelo meio
di* a competentemente habilitadas.
E para constar as msndou affixaro presente e
ablicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
aambuco, 17 de julho de 1862.
Oaecrelario,
Antonio l'erreira d'Anounciaglo.
Clausulas especiaos para a arrematagao.
1/Os reparos da Ladeira da Sicupira-torta
eero execulados conforme o perfil e ornamento
vpprovados pela directora em cooselho e apra-
aentados a approvago do Exm. Sr. presidenta da
provincia, importando em 2:860*.
J.' arrematante dever comegar a obra no
praso de 15 das e conclui-la no de 3 mezea con-
tados segundo as disposicoes. da lei reglamen-
tar desla repartigao.
3.aO pagameoto ser Caito em duas presta-
res iguaes, corresponden Jo a primeira a metade
da obra e a segunda a sua concluao e entrega.
4.aPara o man que se nao especifica as pre-
seules clausulas seguir-se-ha a lei n. 286 qie
rege esta directora.
5.aNaobuma reclamarlo, tendo por Qm pedir
iodemnisacao, ser attendida, seja qual for o seu
fuodamento.
Conforme.O secretario, Antonio Ferrelrs da
Annunciago.
Dad&raedes.
Obras publicas
ponte de ferro sobre o ria-
cho Irumzilio.
O director das obras publicas competentemen-
te autorisado pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, faz publico que os desenhos e ornamento
para ama ponte da ferro que ao ha de construir
sobre o riacho Brumziobo, oa estrada da Pao de
Albo, de conformidada com o | 5o art. 13 da lal
do orcamento vigente n. 5i4, ae acham patentes
na repartigao das obras publicas, onde serio mi-
nistradas todas as informages nocesssrias sos
que prelenderem contratar a construeco deisa
obra.
As propostas sarao entregues no palacio da
presidenaia at o dia 4 do agosto prximo vio-
douro, em carta fechada, e abarlas no dia 5 a urna
hora da tarda em presenga dos concurrentes, do
director das obraa publicas, do inspector e pro-
curador fiscal da tbesouraria provincial.
O empreiteiro ser obrigado pagar o sello do
respectivo contrato antes deaestsr esta assignado,
inclaindo-se no mesmo, alm dascondicoes apo-
sentadas e ora approvadas a de aer daduzida da
importancia total da obra a quantia correspon-
dente aos diraitos que devem pagar os objectos
importados para a ponte, se porventura o governo
imperial permittir a issncao do pagamento de
taea direitoa como se vai pedir.
O governo nao se obriga a aceitar a propoata
mais bsixa em prego, se tambam nao apresenlar
todas as garantas necessarias a boa execucao da
obra, alm da algnmas outras condigea que lhe
sajara favoraveis.
Directora das obrss publicas, 16 de julho de
1862.O director, Hartineau

Ilha de S. Miguel
por Lisboa
Sahe at o dia 30 do corrate o patacho por-
tugus Urna, de primeira marcha, aioda rece-
ba carga para os portos cima, bem cerno pas-
sageiros para o.qoe tena excellentea .,modos.
Para
lio Grande lo M.
O patacho Guaraoy aague com brevidade e
receba alguma carga frete: trala-se com o
consignatario! Marques, Barros & G largo do
corpo Santo n. 6, 2* andar.
Rio grande do Sal.
Deveri sabir com toda a brevidade o patacho
nacional sArapeky, de primeira marcha, recebe
carga a treta multo commodo : a tratar com M-
ooel Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo
Santo n. 19, ou cem o capillo na praga.
Al
M3! irf-.
THETRO
DE
anta Isabel
COMPASHIA LYRICi
DR
Sabbado 20 dejulho.
Para alisfaztr os senhores que nao poderam
comprar bilheles de camarotea de primeira e se-
gunda ordem, e eadeiras dos prlmeiros bancos,
durante as 20 recitas da assigoaturas, repelir-se-
ha a mnito applaudida tragedia lyrica de Dooi-
zetti, ialitulada
POLIUT
Para tommo iidade das familias pouco nume-
rosas, oa blheles de camarotes se vendero se-
parados descentradas, abatendo-se l;000 porcada
entrada que se tomar de menos das seis do eos-
turne.
Principiar s 8 horas.
Os bilhetas acham-se venda no dia do espec-
tculo.
PRECOS.
Camarotes de primeira ordem, aem en-
trad" .........6000
DUoi de segunda ordem, dem. 9&O0O
Ditos da terceira ordem, idem. 49OU0
Entradas, cada urna.......l&OOC
Cadeiras e plateas como de cosame.
to$ Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferrageni n. 44 do Sr. Pimetel, ra
Direita n. 3 botica do Sr. Chgat, e
na ra da Cadeia do Recite loja n. 45 do
Sr. Porto.
_ A sortea de 5:000$ at a de 10# $e-
raopaga urna hora depois da extrac-
c5o, e as outras, porm, no dia imme-
diato logo que te tenham distribuido a
listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Casa de campo.
Aluga-ae a tasa n0Ta e at:o junto ao palacio
do Sr. bispo, na Soledade, receniemenle acabada
com commodidsdes para granle fsmilia, tanto no
andar terreo como em cima, a casa muito ele-
gante e toda illua inada a gaz, com gradeamento
da farro e jardim na fronte, alm das commodi
dades da aaaa tem mais gabinete e terrago, casa
de banbo, de criados, cochaira e estribiria, o si-
tio todo murado, com muita quantidade de ar-
voredo de fructo e balxa de capim, o aio bem
plantado e muito proprio para estran-eiro por
ser porto da praga: a tratar na liberna grande da
Soledad.
Eu abaiio asaigaada fago scieole ao publico
que da boje em diaote Oca sem vigor algum a
procuragao que meu marido Jos Marques de Al-
meida, e eu, haviamos passado a oosse filho Jos
Marques da Almeida Jnior, em que o autorisa-
vamos para cuidar de todos os nossos negocios,
cujos a ora em diante ficam a meu cargo, em
consecuencia da moloslia de meu marido disso o
impossibilitar. Eogenho Jaboatozinho23 de ju-
lho de 1862.
_____________Isabel Miria d'Apresentago.
?:sos s&antiaios.
lio de Janeiro,
Sabe impreterivelmente al o fim do correte
moz o mnito veleiro brigue nacional Sljueira,
lem parte de seu carregamenlo prompto : para o
reato que Ihe falta, trata-se com o consignatario
David Ferreira Billar, na roa do Bram n. 66.
Teodo a repartigao das obras militares de
mandar fazer um acrescimo no xadrez do quar-
tel do nono batalho de infantaria, convida aa
pessoas que se propozerem a taze-lo a apresen-
lar suas propostas nosdi>s23, 24 e 25 do cor
rente mez na dila reputigao das 9 horas da ma-
nhaa a 1 da tarde. Directora das obras 'milita-
res da Pernambnco 22 de julho de 1862.
O escripturario,
Joao Monteiro de Andrada Malvinas.
Ispeco do arsenal de
mariuna.
Faz-so publico que a commisslo de peritos
este arsenal examinando, na forma determinado
no regulamenlo acompanhandoo decreto n 1324
de 5 de fevereiro de 1854. o casco, machinas,
apparelho, maitreaglo, veame, smarras e anco-
ras do vapor Iguarass da compaohia per-
nambucaaa de navegag3o costeira, achou todos
estes objectos em regular estado.
Iospecco do arseo-l de marioha de Pernam-
buco, 22 de julho de 1862.
O iospector,
II. A. B. de Almeida.
B^nco do|Brasil.
A caix.i filial desconta ledras com praso al
4 me?, a a 11 por cenlo, aa de seu proprio accei-
ie a 10 porcento, toma dinheiro a juro em conta
corrate ou por leltras a 9 por cento ao anno ; e
saca sobre o banco do Brasil so par, e avista,
qualquer quaolia que se pretenda.
Caixa filial. 21 de julho de 1862.
O secretario,
Francisco Joo de Barros.
Directora geral da iastrucco
publica.
Fago saber aos iateressados que o Illm. Sr.
Dr. director geral de conformidada com as ins-
WucgOesde 11 Je juoho de 1859, tem d.signa Jo
o da 28 do correte pelas 10 horas da rnaoha,
para lar lu*r o concurso s cadeiras de ioslruc-
o elementar do 1" grao j aonunciadas.
Sao pois convidados os Srs. que para esse fim
se acham ioscriptos a comparecer neata repart-
gao no mencionado dia e hora.
Secretaria da instruego publica de Pernal lu-
co, 21 de julho de 1862.
O secretario,
Salvador Uenrique de Albuquerque.
CAPITANA DO PORTO DE PERRA!-
BUCO.
Ministerio das obras publi-
cas, commercio e industria.
Direcco geral do com-
mercio e industria
Jieparlirao do conimeocio e industria
Ia SECCO.
Para conbecimeato do commercio se publica o
saguiota :
AVISO AOS NAVEGANTES
Deveado ser mudado o pharol de Setubal na
foz do rio Sado, do local onde existe para a Tor-
ta de Oulo, situada em um plano inferior ao di-
to local, deixar de ser accendido o mesmo pha-
rol desde o 1 de julho at ao dia 15 de agosto
prximo futuro, poca em que comegar a func-
ionar o novo pharol da Torre de Otl&o na foz do
rio Sado.
Bepartigo do commercio e industria, em 10 de
junho de 1862.
Jos de Torres.
Est conforme. Ernesto Ignacio Cardim, 1*
teaente ajudaDte.
batalhode artilharia a p..
O conselho econmico do batalbo, de novo
ontrata o fornecimento de pao de 6 e 4 oogas
para almogo e ceii das pragas arranchadas, du-
rante o presente semestre, visto nao se ter con-
formado com as condigdes impostas pelo dito
conselho o forntcedor com quem se contratara ;
e porisso recebe propostas para o predlto forne-
cimeulo al 27 do correte s 10 horas da ma-
nflas, na secretaria do batalbo.
Quartel da Soladade, em 22 de julho de 1862.,
0 2 leneote Antonio Luiz Teixeira Campos,' .ptende seguir com muita brevidade para o
Agente Janeiro o veleiro e bem conhecido brigue
O Wncaior da recebedoria de rendas inler- 'n,tion81 Almirante, tem parte de seu carrega-
s geraes. abaixo assignado, pelo presente avi- ,meDl EJ"J5 : Par'. "^ q'! SSafftat
a aos donos, procuradores, gerentes das ca- te".1"' oa aeus consignatarios Antonio Luu da
a.s commerciaes do b.lrro do Reclfe. que tenham 0lifr, |"*edo. no esenptono ra da Crui
.prwmptos os recibos, papis de trato onde arrea- Dlltper0 *
Jmenlos psra serem a presentados no acto do.
langamento, que lera principio pelas ras da Cs-
deia, Cruz e Licgueta.
O lsngador,
Jote Jerooymo de Souza Limoeiro.
Urna mobilia de Jacaranda, 2
cadeiras de balanco, 1 ca-
ma, 1 guarda roupa, 1 se-
cretaria, 1 commoda, 1 ber-
qo, 1 candelabro, 1 relogio
de algibeira patente inglez
e dous escravos.
Sexta-feira 25 do crvente.
O agente Pinto Tara leilo dos bens cima
mencionados, existentes na ra da Moeda n. 7,
requerimsbto do inventarente dos baos deixados
por fallecimsnto de Pedro Borges Cerqaeira e
por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz deorphos, s
10 horas do dia cima mencionado no referido
lagar. ______________
LILAO
29 do correte.
O agente Oliveira, far jleilo a requermento
de Hend H. de Jong. capito do naufragado pa-
tacho hollandez Sarah Hendrika, por autorissgao
do Illm. Sr. iospector da alfandega desta cidade,
com assislencia e fiscal pregado da mesma repartigao e em presenga do
Illm. Sr. cnsul dos Paizes Biixos, e por conta
e risco de quem portencer, de lodos os salvados
relativamente carga e apparelho do referido
patacho, recolhidos no armazem alfaodegado do
baro do Livramento sito no caes O'Apollo e
consistindo no seguate : 29 caixa com a porgao
de assocar avariado que contiverem, 37 barricas
e 133 aaccoi na diti conformiis le, 81 molhos
de piassava. urna lancha, 3 ferros e 3 correles,
3 cascos vazios, 4 agulhas da marear, urna si-
nets, ama porgao de magame, urna dita de velas,
differeotes vergas e mslareos, um excellente
chronometro, um oculo de ver ao looge, e mats
objectos miudos :
Terca-feira 29 do
correte, as 10 horas da manhaa (prineipindo
com o assucar) no referido armazem alfudegado
cea d'Apollo.
Arrenda-se urna propriedade em Apipucos,
ten do casas que se alaga m pela fests e que s
por si deixam a renda de loda a propriedade. Ier-
ras occopadas com capim, que rendem de 500 a
600 feixea diarios de vero interno, e tendo
quem a arrendar a grande vantagem de encon-
trar tudo quaoto necess.vio para o servigo
da mesma, cand, ferramentas, cavallos etc.,
o que tudo pode enlrar no arrendrnoslo, con-
forme o uegocio : para iuforraagoea na ra Nova
n. 8.
COMPOTA PERK&SBIJGjVIU
DS
Navega^ costeira a vapor
Macei pelas escalas
O vapor Persinuoga, commaodante Moara,
sahir para os portos do sul tocando as escalas
no dia 5 de agosto, s 4 horas da tarde.
Recebe carga at o da 3 ao meio dia. Eo-
commendas. passageiros e dinheiro a frete at
o dia da sahida s 2 boras : .escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
COMPANHLA. PER\AMBUCANA
DE
Navegaco costeira a vapor.
Parahib i, Rio-Grande do Norte, Macau,
Aracity, Cear, e Acaracu'.
O vapor cJagusribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do norte at o Acarac,
no dia 7 de agosto as 5 hora da tarde.
Recebe carga at o dta 6 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at o di*
da sahida as 2 horas ; escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
io de Janeiro
Caixa filial.
LEILAO
DE
Duas casas terreas
Terca-fera 29 do corrente.
O agente Pinto far leilo s 11 horas do dia
cima mencionado de duas casaa terreas sitia no
beeco do Pocinho freguezia de Sanio Antonio,
sendo urna n. 19e ontra n. 25, em seu escripto-
rio ra da Cadeia o. 9.
Os pretendentes podero examinar as referidas
casas desde j, procurando enienderem-se com o
mesmo agente acerca do qualquer inforraagao a
respeito das mesmss casas.
Louvor ao mrito.
IiiUanimai'ftu do ligado, peito e fal-
ta de res>piracao.
Tendo eu urna mioba criada que padeca de
um i iuflammago do figado, a qual lhe atacavs
todo o peito, e asslm lhe tomava a respirago, e
sabando queum neto meu que Uvera a mesma
molestia, lendo-se-lhe applicado as chapas medi-
cinaes do Sr. Ricardo Kirk, escriptorio rus do
Parto n. 119. ficou parfeitameute bom, em vir-
tud* desle curativo feliz dirigi-me so mesmo
senhor e resolva applicago das mesmas cha-
pas, e com effeito se podem chamar virtuosas ;
pois que no pequuo espago de 26 dias tive sa-
Usfjgo de ver miuha criada prrfeitamente boa
e restabelecida de urna molestia que padeca ha
mais de 6 sunos.
Em louvor de que l!i-> fago a presenta deca-
rago para ser coahecido publicaaento. Rus dss
Marrecas n. 32, Rio de Janeiro.
Jos Jacictbo Pereira.
Recoohecida verdadeira a assiguatura suprs
pelo labellio Pedro Jos de C'stro.
Liquidacao j
de fazeudas, na ra do Cres
po loja n. 14.
Chegueai $ pechinchas antes que le
ac bem. ,
Corles de vestidos de barege com babadosa 49,
ditos de seda com babados de quadros 8j, ditos
de grosdenaplas da cores com tres babados cota
P?2ueuo toque a 20, ditos pretoi com babados a
i2J>, merino de superior qualidade, proprios para
montarla de aeohora a2j o corado, meiiu sellm
preto azul Terde a 600 rs. o covade, grosdena-
ples de coras a 300 rs. o corado com loque de
mofo, ditos lavrado a 500 rs. o covado, bombazi-
na azul.rxa e verde escura entestada a800rs. o
covado, leogos de garca de seda com franja a 500
r*., polainas de brini de linlio muito Sino para
militar a 500 rs. o par, casaveques de cambraia
de salpicos e de Ql preto a 1$500. toalhaade li-
nho adamascada para mesa a 59000, guardanapos
de lioho grandes de superior qualidada que se
vende por lzj>. a 8, manas para cavallo a Iff ca-
da ama, riqusamos tapetes avelludados para
piano que se vende por 25$ a 12, vestuario da
fusto braoco ede edr para crianga a 1500 e t$,
palitols de brim pardo a 2*500, ditos braocos a
3$. ditos de alpaca de cor e merino setim a 4/r
chales de croch a 4, ditos de seda preta supe-
rior qualidade a 12, dilos de cassa braocos a 300
rs., manguitos com camisioha e golla a Sg, fus-
ilo branco fino a 400 rs. o covado, chapeos para
snhora al, ditos para meninos a 500 rs., en-
feltespara senhora a 500, um completo sortimen-
lo de transa de diversas edres, gredas frajas,
bicco de seda brauco e preto, botoes que a* veu
de por todo prego para acbar, e oulra muitas fa-
zeodi* que ae vende p|o barato.
esappareceu no dia 21 do correte o mula-
to Vicenta, afilhado do Sr. .Tasso, em cujs casa
estere no dis 2, peJindo para compra-lo ; tem
os sigoaes ssguintes : crvermelha, baixo, corpo
reforgado, ps e mos graudes, cabellos ruivos,
pouca barba, que tras rapada deixaodo apenas bi-
gode, falla compassada. E' oaiaral da Parahiba
do Norte, tendo all ;eus amigos seohores paren-
tes do Dr. Pinto Pessea, qe aqu me venden. Re-
presenta ter de idade dito mulato de l a 22 an-
uos. Paga-se bem a quem o levar a rus da Auro-
ra n. 44. casa de ioaquim Salvador Pessoa de Si-
queirs Cavalcaoti.

Cartees de visita
Ciries de visita
Cuides da visita
Cartaes d%! vjsjj
Carlcs de visita.
Prego reJazJas
Pragos reduridos
Prago retfsnidoe
Prego raduzid&s,
A duzia ?or 12
A duzia por 12j
A dazia por 11;
A duzia por 12
Duas dmii porto?
Duas duzia por -JUf.
Novo estylo da photographis
Noo eslylo de photograpia,
Ambrolypos em cairas-2}f
Ambrotypos em caixas2jf
Ambrolypos ea cairas 2;.
O retratista amerieano
Alberto W. Osborn
Roa do Imperador*
*5 HBMMaHN WW.M3aew

medias,
Cora Perpetua Colooia C-sar, Aure-
liaos da Cunha Cessr, Juvenclo Aure-
llano da Cunha Cesar, Francisca Mirga-
rida da Cuaha Cear. o Dr. Francisco
le Paul Sles, Jos Roberto da Cunh
ialeseirmos agradecem a todos os
|enhores que e dignsram de assistir ao
sement, que, pelo eterno desesogo
A'almado Dr. Pedro Antonio Cesar.ce-
|labrou-se no dia 23, na igreja de Nossa
"Senhora do Trro.
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ra do Cabug n 18, entrada pelo
pateo da matriz.
Essa galera ornada com o* augustos retratos
photograpbicoa de SS. MM. e d^s sereoissimas
princazas imperiaes, assim como com os do mui-
tas das principaes pessoas desta cidade, est a
disposico do publico, que apode visitar todos
os dias das 8 horas dn manhaa s 5 da tarde,
examinar os trabalhos expostos.
Cootiniia-se a tirar retratos por todos os sys-
temas photographieos, e especialmente por am-
brolypos em cartes de visita. Fazem-se tam-
bera mimosas miniaturas coi talco para se eolio-
carem em joias.
Os pregos dos retratos sao os mais razoaveis
que se encontrara nsta cidsde.
1. Ferreira Villela. pholorapho.
arvalho < No-
g a eir
sacara sobre Lisboa, Porto e
Ilha de S. Miguel; na ra do
Vicario n. 9. primeiro andar
LEILAO
DE
Um escravo.
Terca (eir 29 do corrente.
O agente Pinto far leilo sem reserva de prego
s 11 horas do dia cima mencionado, da um es-
cravo de lOaonos'de idade, em seu escriptorio
ra da Cadeia n. 9.
hWMM>
DE
lm hiate e 31 canoas.
Sexta-feira 25 do corrente.
O ageote Piolo far leilo requerimeoto do
iaventariante dos bens deixsdos por fallecimon-
to de Pedro Borges Cerqueira e por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, do hiale cBebe-
ribe, de 30 tonelladas e da canoa denominada
aGuariba, e de 30 canoa de carreira novas e
de amarello, s 11 horas do dia cima mencio-
nado ns ra da Moeda n. 7. ^
Os pretindentes nodero examinar *a hiate
Bebenbe e a canoa Guariba no caes "do Ra-
mos em frante do arsenal de guerra, e as ca-
noas de carreira na ra do Brum n. 15, defroote
da doca do baro do Livramento.
Ato< diversos.
6 HAN DE
Laboratorio a vapor
DE
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da caixa til O Q6 JcillClFO
lial do banco do Briil nesta provincia, se faz i <
publico para conhecimento dos Sr. acciooistss. At O da 31 O0 COrrente SeiH
que o thesoureiro da mesma caixa asta autorisa- ,.
o a pagar o 17 dividendo relativo ao semestre Talla.
STaSfasM1 ? d* ,Dho Prximo paseado, a razo Sabe a barca nacional alris, ainda pode reca-
ne 8W r. por acgo, de conformidada com as ber algum resto da carga, escravos o passageiros,
rdens reeebldasd caixs central. o qual tem exceltentes commodos : ealenda-se
Cala nlial do banco do Brasil em Pernambuco, com o capilo Gaspar Ltite de Farla. oa com aeus ,
19 jalho de 18M.-0 gu.rd. litros, Ignacio Ni consign.tsrios Aroiga, IJo C." reaolrspi- ? na$ caf* COmmiMionada prac* da
che Novo n. 6,
Joao Guilherme Roiner.
forrador, estufador e cor-
tinador
recommeada-se com sen presumo em todas ossas
proQsses, tacto de carruagens como de mobilus,
tambem pinta carros e encarrega-se de tolos os
concert de diles, faz arreios para cavallos e
coicert), faz cortiaaos de cama e de varandas,
tambem arnnja todos os preparos para as ditas,
tanto domada*, como iovernisadas : na Ponte
Velba n. 8.
De 900$ a 1:000*000.
D-se por urna escrara que nao seja velha e
que lenha as habilidades de bem eogommar, co-
zinhar e ensaboar, que nao seja respondona e
iii:i-1, depois de dous dias de estada agradando
nao se duvidar dar a quantia cima : na rus do
Vijtario n. 8.
Jos Bernardino Alves, tem contratado veu-
der a sua taberoa sita na esquina da rus de San-
ta Rita: se alguera sejulgar com direito a em-
baragar este negocio, haja de dirigir-se a mesma
labern, no praso de tres dias.
Fugio no da 22 do crreme do Io andar da
casa d. 21 da ra do Rosario estrei'a, um peri-
quito de esbaga amarella, e levou urna argoli de
rame em um t: quem o achou queira leva-lo
a mesma casa que ser recompensado.
Precisa-se alwg>r urna ama forra ou capti-
va que saiba coziobar e eogommar, para casa de
poucs familia : na ra do Oueimado loja de fa-
zeodas n. 69, ou ns ra da Praia segundo andar
0.37.
Corra.
Roupa lavada e engommada
de Ramos Pimentel.
Podem mandar buscar a roupa lavada os donos
dos n. : 125, 51. 500.199.5, 26.107, 198.151,
58. 67. 36. 14i, 37,156.17, 1S2. 78. 40. 45. *,
161. 175. 8. 51.181, (77,77,) 14, 99, 98, 20, 138,
72. 94. 152. 21. 182.
LOTERA
SABBADO 2 de agosto prximo ser
extrahida irupreterivelmente a quinta
parte da primeira lotera a beneficio
do religiosos frac cisca nos de 01 inda, no
consistorio da igreja de N.S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meios
bilhees acham se a venda na respec-
tiva tbesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas commissionadac praca da
l Independencia n. 2^1oja do Sr. Stm-
Billar & Oliveira saccam se bre a Baha.
*Maria das Dores Riymuuda Dogue, subdita
heipsohola, retirase para Portugal, levando em
iua compauhia suas duas fllhas menores ; a mes-
ma faz sciente a quem se jlgir seu credor apre
gentar auas enntas no oaan de tres diaa.
Para liquidacao troca-se
por preco barato um sane-
tuario com as respectivas
imagens e mais as seguintes:
de Saut'Anna, S. Joaquim, S
Jos, S. Antonio, e do Menino
Jess; na ru* do Vigario n
9, primeiro andar.
Sel^o do Porto
em caixas de urna arroba; na
ruado Vigario n. 9, primeiro
andar.
Atteiico
i
g
m
Serio dada todo os dias pelo Dr. Co>- S
me da S Pereira no sea escriptorio. ru 1
da Cruz n. 53, desde s 6 at as 10 hora *
da rnaoha, menos aos domingos ; sobre... 9
1.a Molestias de olbo.
2 Molestias de corago e de peito. 8
3. Molestias do orgos da geragao e> 1
do anus. 25
O exame dos doenles ser feito na or 9E
dem de suas enlradas, comegaudo-so po- a
rere por aquellas que soffretem do 3
olhos. aTs>
_ Instrumentos chimicos, acsticos e op- 1
ticos soro empr-gndos em suas cnsul- 5
tagoes e proc^iler com lodo rigor e pru- i
dencis para obter certeza, ou ao rueo S
probabilidade sobre a sede, nilureza e 1
causa da molestia, a dahi deduzir o pa- 2
no de Iralamenio que deve destrui-la, ou K
curar. g
Varios rcetsrr"nlc)s aero taoibem 1
empregados, gratuitamente porm 2
I 2J pela certeza que tpm da -sua verdadeira-
J qualidade, promptilao em seu eTeitos, 2
3 e necessidade do seu emprego urgaote 55
59 que se usar delles.
Pralicar ahi mesmo, ou em casa dos jjg
doentfs toda, e qualquer operg5o que f^
julgar conteniente para o resiabeleci- 9
mentu dos mesmos, para cujo Gm se acha %i
prvido de urna completa collecrao de >
instrumentos inlispensavel ao medico
operador. o
Deitar olhos artiiiciaes ; para o qua'a
se acha prevenido de pegas e inslrumen 2
los necessarios. B
Por meio de experiencias pticas indi- *5
cara ars doentes qusl o grao do vi 1ro que w
os oculos devem ter para que sua vista 11- |5
que bem acommodada, e jamis se fa- g
tigu? qusDdo eslirer applicado ao tra- n
balho. *
Caixas de tartaruga e cbaru-
teiras de cfcaro para rap
e charuto?.
que aptacia a dos pitada oe lis-
Princeza, Meuron etr., etc.. 6
justo que compre una bonita caixa de tartaruga
toda marcheuda com a qual Dio se envprgoLha-
r de cfferecer da !o< plala de seu gasto a to-
T-.;~^ dos os ciicamaianles que aeacbsrem em aua ro-
jal O. Cun O Capital aCIda, muilos do qua-slovaraj o seu bom gosto-.
Assim como a cana necassaria ao tabaquista,
charuteira nao superflaa no fumote e senda
ella bonita couio sao as de charo nudistas me-
Ihor ser porque com isso deiu coiihecer qoan-
lo sabe apreciar o bom. Para os mais comiuo-
distas tambem ha bom soriimenlo h ledos encoo-
traro barateas urna vez que munidos de.diohei-
ro s diripirem a ra do Oueimado 1- ja da agu*
branca d. 16.
(Milita httenco.
Furtaram hontem da loja de Figtiei-
redo & Irmao na ra Nova n, 18, ir
trancelins cliatos coin seus passadores
sendo dous mais largos e hcq mais es-
trello deouro de 18 quilates, gratifica se
bem a quem os descubrir guardando-se
segredo pois s s: quer conhecer o a-
drao.
i
Flix Vonancio de Cantalicio pede a seas fre-
guezesque lhe sao devedores em qusulo antes
vfnhain pagirseus dbitos no espsgo de 15 dias,
do contrario lngara mo dos meios jadiciaes
aflm de lhe pagaren).
Companhia Fidelniade d se- ^b*
guros martimos e terres
tres, estabeleuida no Rio de
16:000:000$
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira Azeyedo ir C. compe-
tentemente autorisado pela directora da compa-
nhia de seguros Fidelidad*, tomam seguros de na-
io, marcadorias e predio, no sau escriptorio,
ra da Cruz n. 1.
Dentista de Faris.
15Rus Nova15.
Frederico Gautiar, cirurgio dentista S
faz todas as operaijas desua arte a 1 eo- S
leca den tas artificiaos, ludo com -sdeln *S
rioridade a perfeijao que as passoas-,en S
tendidas lha reconhecem.
Tara agua e pos dentificios, ate.
H Jssttno Maooel Rsdios, subdito portuguez,
vai aos sertoes das provincias do norte do im-
perio.
Pede-se ao Sr. fiscal da freguezia ae Saulo
Antonio que bote suas vistas pelo becco do Car-
csreiro, quina da raa do llmgel, que se langa
continuadamente agoas sujis pela cabega de
quem passa pelo dito becco.
Os herdeiros do liuado Uernardo Pereira da
Silva e sua roulber Aona Francisca de Souza,
tambem fallecida, tam justo e contratado vende-
rem o seu escravo d nouie Aatonio, de nago,
quem liver algum embarago a oppr a dila venda,
apreente-s na rus das Cruzes n. 4t, taberna,
no praso de tres dias a contarda data Ueste. Re-
cite. 23 de julho da 1862.
O aballo aasigoado roga encarecidamente
ao Sr procurador de Jorge Ferreira Feroandes
Siqneirs, de Csruaru', que, visto a sua procura-
gao, nao lbe conferir poderes para reeeber a 1.a
citacao; haja de dar andamento como autor
competente acgo sobre as formas que sea coos-
ttuiota pos em duvida as duas leltras cons-
ueles doa aiinuncios insertos ueste Diario no
mez de maio prximo passado, afim de que se
possa chegar quinto snlea ao coobecimenla da
verdade.
Reclfe, 21 de julho do 1862, Joaquim L.
Monteiro da Franca.
Um cnoulose offerece para cotiohelro ; ua
ra do Paro n. 92. casa terrea.
Apresso-me em declarar que a casa terrea
u. 6 da ra do Cotovello, tem parta oella como
herdsiro Martioho Avelino de Albuquerque. l-j-
cife 24 de julho de 1862.
________Mmoel Joaquim da Silva Brasilairo.
Precisa-se alugar urna preta di meu Idade,
preferindo-se escrava : no pateo de S, Pedro
o. 16.__________________
Precisa-se da urna ama para todo servigo de
urna casa te pouca familia : a tratar na pateo
da Matriz da Slito Antonio n.28. s-ruoio andar.
Precisa-se alugar urna
casa
que seja bem arejadi com cinco a tais quartos,
quintal com cacimba e um quulo para escravos,
em algumas das ras ds KOa-Vista, e preferi-.se
um pequeo sitio com algons arvoredos, sendo
muito perto da cidade : a tratar na ra da Cruz
armazem c. 46*. 00 na ra do Queimado loja n. 16.
Antonio Jos Kcdguas dSoua, vai a Eu-
ropa^_______________________________________
Offerece-se urna mlher livre para todo
servigo da urna casa da pouca familia, prefere-ae
que aeja para Oliod, a tratar na ra da Impa-
rntriz n. 1.
Aluga-se ama aala a casa da ra da Cruz u. 11, propria para escrip-
torio : a fallar no 2* andar._____________________
O senhor que mora oa ra da Imperatriz,
que deve a quaolia de 30 e que diz que s d
quando quizer, este mesmo senhor trate da pagar,
do coutrario ver aeu nome poreitenao.
Aluga-se um 2* andar e soto em boa ra
desta cidade, com tres qusrtos, duas sal, co-
zinha espagosa e doos quartos mais no soto :
qoem quizer dirija sa a ra do Queimado es jui-
na da Congregaco D. 41. psra tratar.
Aluga-se ubi andar com cocamodM bas-
tales para homens solleiros, que estejam em
lojis oa emprego no da, e s veobam pernotar ;
ou enlao a familia mnito capsz que ola iooom-
mode a viiinhanga : As pessoas que prelenderem
dirijsm-ao a roa do Rosario larga ?. 88 para
sjustar.
- isM-K.-3tviciK 9 3Raa estreiJa do Rosario~3
9 Francisco Pinto Ozono continua a coi- 4
9 locar dentes artiiiciaes tanto por meio e
0> molas como pala presso do ar, nao re- O
9 tbm paga alguma sezn que s obras nl-j fjt
9 flquem a voutadu de seusdOHOS, tem p-^a 9
9 outras preporagoe as mais acreditadas 4B>
^ para conservaco da bocea. f*}
Programma
da festa do Glorioso S. Vicente Ferrer
padroeiro do 1 bntallio de ftlZteWOt
da gusrda nacional do municipio do
Rtcife.
Ao amanhecer do dia 26 do corrente estar ri-
camente embaodeirado todo o largo do convento
de Nossa Senhora do Carreo ; so meio da a mu-
sica do referido batalhao executer escolhiflas uq-
vesturas. em que ser acompanhada par 20 du-
zia de fugete que subirn ao ar.
Na madrugada do da seguirte urna salva de 21
tiros anounciar o festejo do Glorioso Santo.
As 10 horas da manhaa, depois da chegada da
respectivo bilalho, que a/archar era grande
uniforme para fi/.er as honra do estylo, a banda
de msica execulac escolludas pegas, depois do>
que entrar a festa, sendu o orador o dilincto>
pregador ds capella iaperial o Rm. padre mes-
tre Lino do Monte Carmellc.
A* tarde, em frenle da respectiva Igreja, varia
bandas de msicas de diversos corpos aa guarda.
oacional, eiecutarao as melhores pegas de seu
repertorios.
As 7 horas ds tioite entrar o Te-Deura Lau
damoa, aendo o aerwo recitado pelo mesmo ora-
dor da testa.
as ncites da espera e dia esu4 o relerido
largo ricamente illuminado.
No dia. leRuinle ao da festa. as 7 horas da ma-
nhaa se celebraro missas e ser cantado o m-
menla pelo repouso eterno das pragas do batalhS
que tiverem fallecido.
Aluga-se

o primeiro andar da casa da roa da Cadeia n. 4.
muito propria para escriptorio ; a '.rala: no ar-
maiem da dita caa.
MUTILADO
ILEGVEL
,<: '. i


MAMO IB 4IRHAMIOCO; SEXTA WIA S DI JDLHO 01 H62.
Aluga-ie um to com excelleote caa de
viveada, com estribara, cocheira e cata de ba-
11 ho ao lado e muilo boa* commodos di Passt-
gem da Migdslena : quem o pretender dirija-.ge
ao sitio do ebaixo sssignado do oaeimo lagar
onde se acham ai chavea e peasoa que '.'aio Ihe
mostr. Manoel Joaquim Ramos S",va.
0 Livro do Poyo.
Roga-seaos devedores Joaquim Jos Ribeiro de Oliveira que
teve loja na ra Direita n. 55 f qUe |,a_
]nm de vir pagar seu*, dbitos na mes-
ma loja ou na ra do Queimado n. 41 e
48, evitando desta forma o r. eceber-ie
judicialmente e publicar-se seus nomes
por este jonftl.
t'recua se alagar uma escrava que seja el
rocolhida e que tenha babilidade de eogommar,
*>ara urna casa di> diminutissima familia; na ra
do Queimado n. 9.
Attenco.
Queti preciiar de um administrador de enge-
iiho, com todas as habilitagdes para esse empre-
go: dirija-se aocartorio do tabelliao S, na ra
estrella do Roaario. que achar com quem tratar.
Precisa-aealugar urna ama ou escrava que
aaiba engommar bem e tnsaboar alguma roupa
de enanca: na raa Augusta n. 8*. casa terrea.
Aluga se p 1 andar o sobrado d. 73 oa ra
do Imperador : a tratar Da travesa da ra do
Queimado o. 3, taberna.
^aixeiro.
Precisa-se de um moco bem comportado, que
acompanhado de um escravo, venda fazeodas pela
ra: trata-sena raa eslreita do Rosario n 27.
Io andar, das 9 as 10 horas do da, e das 4 as 6
da tarde.
Alu
ga-se
m tom sitio junto a Santo Amaro, com boa ca-
a de vivnda, cocheira para carro, casa para
pretos e feilor, grande baixa de capim. viveiro,
arvores de fructa e pasto pira vaccaa : quem pre-
cisar dirija-se a ra da Cidaia n. 18, 2o andar
ou ra do Imperador n. 38. botica francesa.
l'recisa-ae alugar urna
para o servido de urna casa :
Novo, ra da E^neranga n. G4.
Sihio i luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direcgo do Sr. Dr. A. Hsrqaes Ro-
drigues, conlm a vida de N. S. Jess Christo,
segundo a narrago dos quatro evangelistas,
mais es aeguintes arligos: o vigario, o professo
primario, o bom horaem Ricardo, a moral prati-
ca, Simo de Naotua, mximas e pensamentos,
a bygiine, os deveres dos meniooa, e o Brasil.
A publicado do LIVRO DO POVO nao s Um
por fim uniformissr a leitura as escolas prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
difirante, e portaoto facilitar o trabalbo do mea-
(re do discpulo, como tambem vulgarisar, por
m prego baratissimo, a historia do ailvador do
mando, e oa melhores preceitos de moral.
Vendt-se o Livro do Povo, no Recife, na
livraria da praca da Independencia ns. 6 e 8, a
500 rs. o exemplar em brochara. a 800 rs. car-
tonado.
Pateo
n.
11-
do Livramento
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio planta denles arli-
nciaes por grampos e ligaduras a pressio do
ar, dantea iocorruptiveis sobre otro, systema
norte-americano e faz todas as operarles de sua
rtae com promptidao e limpeza
RllA NOVA NUMERO H
Antiga loja de Gadault.
i :!:? 5 S=- wa: rstf ,tws
KUA DO QUEIMDO N.46
Para msicas.
Variado sorlimento de instrumentos
para msicas militares e de orcheslra,
instrumentos completos de chaves e
apiston maito perfeitos e afinados do fa-
bricante Gautrot Aia*
Para carros.
Guarnices complttas para arreios de
tjgg carros de metai do principe e de lati pa-
ra um e dous cavallos, mois'2 vaquetas
francezas para cobertas, encerados, "a-"
loes, ricas laoternas para carros ecoaps,
colleiraa etc., etc. v
Vidros.
Um grande e variado sorlimeoto de can-
delabros, serpentinas, lanternas com pin-
gantes e sem elles, palmatorias, copos
para vinho, clices, rodomas para ima-
gens redondas e ovis grandes
as a rontadedo comprador.
e peque-
escrava como ama
a tratar no Caminho
DO
THESOURO HOMEPATH1CO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo SIBH I
Este livro que se tem tornado to popular,
quanto necessario, acaba de aar publicado com
todos os melhjrameotos, que a experiencia o*
progressos da sciencia tem demoostrado. A no-
va adiegao em tudo superior primeira. en-
cerra: r '
1.* Mais ampias noticias acerca do curativo
das molestias, com indiesgoes mai proveitosas
dos medicamentos novos recentemente experi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2.* A exposigaoda doutrina homeopatha.
3.* O estudo da apropriago dos remedios se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
das dades, dos sexos, e segundo as circerusUn-
cias atmospheric's etc., etc.
4/ A preservago ou prophilaxia das molestias
hereditarias.
>' A preservado das molestias epidmicas.
O. Urna estampa Ilustrada demoDstrativa da
coDtinuidade do tubo intestinal desde a bocea at
o snus etc., etc.
Vende-se ni pharmacia especial homeopa-
thica, propriedade do author, ra de Santo
Amaro (Mundo Noto] n. 6.
Prego de cada exemplar. 20000
N. B. Oa senhoresassignantes queiram man-
dar receber seus exeraplares.
ENSINO
Pralico-Theorico
Joo da Silva tamos.
medico pela Unlversidade
de Coimbra,
da consultas em casa, das 8 s 10 horas da m>-
nhaa, e presta-se a qualquer chamado com a bom
aoohecida promotidao.
Toda attenco!!
O abaixo assignados liquidatarios da massa da
exmela firma de Jos Gongalves Malveira, ro-
gam aos devedores da mesma e muito particu-
larmente a aquelles a quem se tem entregue
contase cartas asquses nao responders^ ou o
fizeram de modo iticpnveoieote, que quanto an-
tes venham saldar seus dbitos, porque cima
de susceptibilidades est sempre a lei.
__________ i-l M. S. Aguiar & C.
Precisa-te de um criado eacravo na ra do
Imperador. 2o andar^ por cima da loja de alfaia-
te do Sr. Flix Venancio de Csotalice : quem o
ver para aluger dirjase ao lugar indicado ou
Indique aquelle m qun deve 9er procurado.
Gasade saude em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Este estabelecimeoto j bemjcoohecido, econ-
eeiluado oesla provincia pelos relevantes servi-
ros que tem prestado, contina nss melhores con-
dicoes debaixo da direcgo de seu proprietario
receber doenies de todas as classes, os quaes se-
o tratados com todo e zelo a icteresse pelos
presos seguiotes :
Primeira classe 30000 ou mais.
Seganda dita...... 2*500.
Terceira dita...... i000.
Em qualquer das classes os trancos ficarao se-
parados dos negros. Os alienados da 2.a e 3.'
classe nao furiosos pagaro a diaria ordinaria,
sendo faosos pagaro mais a quarta parte. Oa
alinalos da 1.a classe pagaro segundo o ajusta.
DA
LINGUA FLANCEZA,
SEGUNDO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H. G.Ollmhrff
PARA
Aprender urna ngua em seis mezes
POR
Cicero Pefegrino,
Bacharel em direito.
2 voluntes em S.
Sabio do prelo o i.* volume desta obra, intei-
rami-nte nova, e nica escripia em portagaez por
aquelle systema, approvada pelo conselho direc-
tor da inslrucco publica para servir de compen-
dio as aalas publicas de instruccio secundaria
da provincia, a accommodada ao uso de qasntos
pretendern) fallar e traduzir com propriedade
a liogua franceza.
Acha-se venda no escrlptorio do autor, raa
do Oaeimado o. '26, onde ainda sa recebem as-
signaturas (7$000), at a publica;o do 2 volu-
me ; depois do que vender-se-ho a 10$000 os
ejemplares.
Arenda-ie urna boa casa na estrada de Joao
de Barros, perto a capella, a qual tem quatro
quartos, duas salas e grande quintal com bas-
tantes larangeiras: quem a pretender dirija-se a
casa contigua, a tratar com o proprietario, ou a
ra do Queimado loja n. 33.
Na travessa da ra das Cruzes n
2, paimeiro andar, tinge-se para todas
sa cores com presteza e commodo preco.
TOCiai
attenco.
Custodio Jos Alves Gaimares avisa ao res-
peltavel publico, principalmente a todos os seas
freguezes e amigos, que se madoa da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo o. 7, para a bem conhecida a amiga loja
de miudszas que foi do fallecido Joo Ceg, boje
ser conhecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeitavel publico aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar do dito estabelecimeoto,
onde acbaro um grande sorlimento de miudezas,
queaffisn;a servir bem e vender por menos dez
ou vinte por cento. do ius em outra qualquer
parte.
GRA1
Laboratorio
DE
a vapor
DE
Aluga-se o Io andar do sobrado n. 22 da ra
estreita do Rosatio: a eotender-se do 2* andar
da casa o. 23 da mesma raa.
Alugam-se duas casas novas,oa Capungarua
da Amizade ns. 36 e 37, com bom quintal mura-
do, boa agoa de bb>r, sgaos arvoredos : a tra-
tar na ra d* Sanli Cruz taberna n. 1.
Gasa para alugar.
Aluga-se urna casa na Capuoga Nova, ra dos
Pernambucaoas, bara tratada e com os commodos
segaiotes : duas salas, quatro quartos, cozioha,
galiubeiro, quintal muito grande, todo murado]
com cacimba e tanque, diversas arvores de fruc-
to, o aluguel barato : na ra do Imperador
. 46._________________________________
Aluga-se um sitio no principio da Estrada
Nova com boa cts, cocheira, estribara, quartos
para escravos, duas baixas de capim, e excelleo-
te pasto para vaccas : na ra da Cruz n. 56.
Lorenzo iantiuo, Piauzola Giossepyanto-
noo Vayrola Geovanni Isidoro, retiram-se para
Portugal.
rr- 4o Moreira da Fonseca, vai para lora
provincia.
da
Precisa-ie de uma ama Itvre ou scrava
para o servido inferno e externo, de ama pessoa :
na ra de Hortag n. 9. i a.tdar.
"~ S-xta tetra 25 do torrente flnoa a auuiencia
do Sr. Dr. juiz municipal da priiTJaira vare, aera
arrematado por venda doas rtMogios patente
auuso sabonete, de ouro, avallad*' por 30 e 35,
por execu-aode Joo Antonio Pi beiro coolra
Alberto Aicoff.
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos A Pi-
mentel.
Empreza importante, que vai prestando rela-
vantes servicos seus freguezes pela promptidao
e perft)o com que lava a roupa sem a estragar
PRECOS.
Roupa sortida (embora nao venham meias nem
lencos] 40 rs. por pega.
Pegas grandes isoladamente 100 rs.
Roapas de navios, vaporee e hospitaes 70 rs.
Dita de familia que nao fregaeza 80 rs.
Dita de doenle da familia que nao i fregusza
a 120 re.
Urna reda ou cortinado de cama oa varanda
a 500 r.
O preco dos engommados mdico e confor-
me as pegas, como costamam fazeras eogomma-
deiras. praso da entrega da roupa lavada
8 dias, a engommada 15, sendo que muilas vazes
est prompta antes do praio. Deposito na ra
Nova.
CONSULTORIO ESPECIAL HO1E0PATHICO
DO DOUTOS
SABINO O.L. PINKO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Conamltas todos oa dias atis deade as 10 horai
at meio dia, acerca da aeguiates molestias i
nolttiat da mulhtru, moltttiat dat crem-
eos, molestias da ptllt, moltttiat dot olkot, no-
Uttiat typhiliticat,todat at ttpteitt dt ftbru
ftbrtt inttrmitttnttt t tuat conttqutnciat,
PHARMACIA BSPRC1AZ, HOMBOPATHICA .
Yerdadeiros medicamentos homeopathicoa pre
(arados aom todas as caatela necessarias, in-
slliveis em seus effeitoa, tanto em tintura,come
m glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
svais.
K. B. Os medicamentos do Dr. Sabio* sao
rticamente vendidos en? saa pharmacia ; todos
qaao forem fra dellaa falsaa.
Todas as earteiras o acompanhadas da un
tmpresso com am emblema em relevo, teodo ao
raopr aa segaintea palavraa : Dr. Sabioo O. L.
Pioho, medico brasileiro. Esta emblema* posto
igualmente na lista do medicamentos que sa pe-
da. As earteiras qaa nao lavaramessaimpresas
assim marcado, embora enham natampa o no-
na do Dr. Sabino ao falsos
Acba-se justa e contratada por compra a
taberna sita na raa Direita dos Afogados n. 42,
pertencente a Joo Loureirodos Santos, e se al-
guem se julga credor do referido vendedor e que
possa oppdr-se a eats vends, queira declarar por
ssle jornal no praso de qnatro dias a contar desta.
Rfclfe. 21 de julho de 1862.
AUencao.
** Manoel de Souza Traa.80i, .ubu'ilo por-
tugu'x retirs-se para o Par.
Offerece-se urna pessoa muito habilitada para
fazer cobrancw para fra ou dentro deata praca
a qual di fiador a sua conducta, pois todo aauell
impra aa t.ber" >-<0 Sr An,0D,fl LoPei BraB8. qe hi achara cea
iio, Cita oa roa do Qa>'" '"'"_______________________
- Precisa se de um fei.or para um aiiio'p.vlo quVo~pnfVnd~s qurVm 'iS^fTWTX.
-' mQ,J. "' ri" da Cr" Bt 4-____________. braocaa: dirija sa a ru. da Cruz n. 36, em cas
Acha-se contratada a co
do Sr. Jos Joaquim Aoastacio, cita oa raa do
W.Dg5"r 5U9m ?6 '!,gar COm direit0 me- ~AC,B"-ie Por 5 seminal um eacravo acoa-
o, dirija^ i r d0 LlTMmeqto p. J, loja de Um.dl r.balhar de eoxada, e lio" n ru.
p#,?"a0' OSolD.J,-

da cor
m
falta. STSm a?fi2 d' 1,0,b"""04 P?nno 28. ** 35. caaacos maito bem
" *% 2-% ^l* >5f, palatoU acasacadoade panno pretoda 16 at 15, ditos da caaemira
4, ditos aaccos da alpaca
manto de roupaa do bnns como seiam caigas, palo tota o colletas, sorlimento da eolletes pretos d*
aa.% ."ii?5 T.ellUdK de {' dt0, para c"mel<> 5 6, paletot. br.nco.Pda bra-
seaota a 4a 5/, calcas brancaamaito Qnas a bf.a am grande sorlimento do fazeodasoaII
mroas, completo sorlimento de caaamiraa ioglezas para homem, menino
uoho o algodao, chapeoa da eoldeaeda, luvas do seda da "
mo-
a aanhora, seroalaa de
mSSLFS US." Sfi PT.;;
fwl'l "Sd- 8dminil"da Pr "m habil m'tr d9 melhsDta arta a um pesaoal da"u
fSSttFjSgS!STt,,Bl0 ""lamM ob <" Promptidao a v^U^l
mnim
Para retratos,
Michioaa muito supariores francezas
eraencanas grandes e pequeas, grande
sorlimento dechimlcas para trabalhar am
todos os processos, caixinhas e passepar-
lou americanos e francezes, papel albu-
minado etc.
Para noivas.
As mais ricas e elogsntes cspellas que
se pode desejar, asseverando sem errar,
serem as mais bonitas que aqai tem vin- i<
do, ricos manteletes pretos com vidrilhoa a
franja o mais moderno neste genero.
Para presentes.
Muito liadas caixinhas para costura
com msica a sem ella, muito proprias pa-
ra dar-se de presinte a alguma senhora
que se estima, ricos estojos de barba para
omem.
Grandea e pequeos com moldaras"-
pretase doaradas, proprios para ornar bo-
nitas salas, seodo os vidros muito grossos
e de primeira qualidade.
Avulsos.
Camisas de lioho para homem.
Carteiras e charuteiras.
Bandeijae grandes de 30 palmos a 3^.
Gollinbas e manguitos para seoborss.
La de todas as cores para bordar.
Talsgarca.
Seda fiAxa de todas as cores.
Lindos enfeites para seoboras.
Oculos a lunetas de todas as qualidadea.
Fumo fraocez, americano o tambem o
spreciavel fumo de borba com os seus
competentes cachimbos e tanari etc.
5^
W&.&P, &&&&&*>.&** .^@M@&&&P

%0m
FUNDICAO DA AURORA.
ta,r8(.^n.deebem S' fabr,ca de chini.mo, mal, anUgTnTi
EEtVJSSLV"** eperfeiQo encommenda. de toda aquaUda
alz, teodo sempre prompto o seguiote : h"u
segu
moeodas d
executar
no pai
&US^ffJSS^SSSde lod08 0 syslem"e tmaDh0'-
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas psra fornalhas.
BroDzes e aguilhes.
Rodas, rodetes e rodas d'agua.
Guindastes Bxos e portalis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatexas para barcos, etc., etc., tudo
por prego que bem convida.
imperto, contiDua-se a
qualidade de machinss usadas
Joaquim F.
46-Bua d<
Defronte do becco dai
dos Santos
Neste estabelecimento ha sempn
todss as qualidadaa a tambem sa ma
es para o qaa tam am doa melhorea
Casacas os panno prelo a 05,
35J a
Sobrecssacoa da dito dito a 350 a
Paletota de panno preto a do co-
res a 35, 80, 259, 109,180 a
Ditos decasemira da coras a 223,
15|, 12*. 70 a
Ditos de alpaca preta golla da
velludo fraucezas a
Ditos do marin satim pretos a
da corsa a ff a
Ditos de alpaca do corea a 50 a
Di toa de alpaca preta a 90,70,50 a
Ditos da brim da corea a 5f,
40500, 40 o
Ditoa de bramante delinho brin-
co a 60, 5$ a
Ditos do marin da cord&o preto
a 150 o
Calcaa da casemira preta a da co-
rea a 120, 100, 9$, 70 a
Ditaa da princaza a merino da
cordao preto a 50, 60500
Ditaa da brim braoco a da coras a
50, 40500 a
Calcas da ganga de corea a
Collete da reliado preto a de co-
ras lisosa bordsdoa a 120,90 a
Ditoa da casemira preta a de co-
rea lisos a bordados a 68.
50500,50
fps
i-40
'Aigregacao letreiro verde.
am sorlimento completo da roapa falta da
Ja executar por medida rontada doa fregae-
jrofessoreo.
3' no
30,. XW
SO )0
2S500
0000
80000
3J500
5SO00
50000
50000
30000
20100
10280
20200
3000
18600
70000
50000
70000
0800
0500
70JOOO
| Ditos do setlm preto
Ditoa da aeda a aetim braoco a 6 a
Ditoa da gorguro da seda pratea
a da corea a 79, 60, 40 a
Ditosdebrima fuslo braoco a
8S500, 20500 a
Ssroulaa da brim da lioho a 20 a
Ditaa da algodao a 10600 a
Camisas da peito dafuato braoco
i corea a 20400 a
Ditaa de paito de lioho a 50, 40 a
Ditaa da madapolo brancas a da
corea a 30, 20500, 20 a
Chapeoa pretos do massa fraocaza
forma da ultima moda a 109.
8S500 a '
Ditos da feltro a 60, 50, 40 a
Ditoa da aol da aeda ioglezea a
fraocezea a 145,120, 11J o
Loiarinhoa da liobo maito fines
novos feitios da ultima moda a
Ditos de algodao
Relogioa da ouro patenta a hori-
zontal a 1008, 900. 805 a
Ditoa da prata galvanisados pa-
_. tonto a horizontaea a 400 a 808000
Obras da oaro, aderecoa a meioa
aderecos, pulceiraa, rozatas a
neis a
Toalfiae da linho duzia 108, 60 a 9000
Ditas grandes para mesa urna 30 a 40OOo<5|
Consultorio medicocirurgico
&-.WD&B& GIOWLY CASA ttO Y\3ND&0~3
Consulta por ambos os systemas.
Em eoDsequencia da mudanga para a sua nova resldeocla, o proprietario desta eatabaled-
meoto acaba de fazer ma reforma completa em todos os seus medicamentos. esiaDoiaei
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com na n.
oenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaugo de nscrevero sea nome em todos os rtulos, devendo ser conaideVadoa como f.ulcl-
dos todos aquelles que forem apresentados sem esta marca, e quando a pessoa que o mandar rom
f^SSlS^^S.rmfmku Hm,eonU assinada pelDr Lobo Meo..o^oan.daormcoPT:
mdicos allopathas empregam-as constantemente. q mesmos Srs.
Os medicamentoa avulsos qur em tubos qur em tincturaa cuslario a 10 o vidro
O proprietario desle estabelecimeoto aoDuncia a seujelientes e amigos que tem commodos
inficientes para receber alguna escravos de um e outro safo doentes ou qao precisem de Zm
oparagao, affiangando que sero tratados com todo o^lisfelo e promptidao. como sabem todos
aquelles que i tem tido escravos oa casa do annunciante.
A aituagao magnifica da casa, a commfffdadedos banhos salgados sao oatraa tanUa rtnt
gans para o prompto restabelecimento drdoentes. nUt T,nta"
t de laraPdi10?'-2.U*2,,l,*re? ^'L" com nnu?c,anU d*'eni proeura-lo da maoha at 11 horas
InL, ,,. .. r, dlont9' ora d<,st" hora "hara0 em Pessoa eom quem ae podero
ender ra da Glia n. 3 tasa do fuodo do Dr. Lobo Moteozo. V
mwmmm
DE
Leandro & Miranda.
Ra do Crespo numero 8 A.
M A 200 RS. O COVADO.
Veode-selas de bom gosto a 20Ors. o covado
Saias decambraia bordadas a 2840O.
Cortes de vestidos de cambraia branco bordados de 10 a 359.
Organdys miudinhos matisado a 500 rs. a vara.
E outras muitas fazeodas por baratissimos pregos.
JUNT CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
E
De
Para serem
ELECTROMAGNTICAS EPISPASTICAS
<.
applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem ineommodo
mASSZSXSSZSEESS^ r radi,caUin-
tamanho e
mente para as djffereotes especies de tumores, como lobinhos escrof ulas etc.'seja quafr o mu
en-
Especial hOineopathico
Pateo da Matriz de S. Autonio n. 2.
havendo
os em Pa-
universo como
Resta consultorio poda ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora
abi sempre grande sorlimento dos verdadeiros medicamentcs homeopathicos, preparad
ns (as tinturas) por Gaullan e Weber, os mais acreditados pharmaceuticos do uni
preparadores de remedios de homeopathia.
. p.propnetario deste consultorio nio pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
nfalhveis, porque nada ha infallivel em fados humanos; nem to pouco superiores aos que por
ihi sa preconisam, porque 6 corto que o que nos fszemos, outro o pode egualmente fazer to bom
senao melhor. Mas afianca que nella nao ha traficancia, e que o servico da'preparacao como por
elle raesmo proprieUrio, que nao tendo grandes commercio de earteiras, acha-se sufficiernte para
satisfazer is necassidades daquella preparacao.
Reste consultorio acham-se venda elementos da homeopathia, acommodados intolligencia
de qualquer pessoa ; assim como presta*, gratuitamente o seu proprietario, com seus estoicos e
medicamentos, todas as pessoas necessitadas, sem distinejo alguma, que o procuren)
cjut o leu maior pruor ser til humanidad* wffrtdora# #
profundeza por meto da suppuragao sero radicalmente extirpados.'
O uso dallas aconselhado e receitadas por habis e distinctos facultativos, sna
contestavel, e as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a confianca
que ja tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pratica
U As/ncommendas^ provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
rltjl n !"! eXP1,Ca5M' ^^ chapas sao para homem, senhora ou crianga, deca!
raudo a em que pane do rorpo ex.ste, se na cabega, pescogo, brago coxa, perna, p, ou tronco
efScaia in-
do publico
o molde do sen
que as chapas sejo da
do corpo, declarando a cicumferencia e sendo inchacoes, feridas ou ulceras,
tmanho em um pedago de papel e a declarago onde existem, am de que
toima] da parte affectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
orios ^KalVZr113'35^ C0rape,6D,eS 1*^1 -ees-
seas pessoae que o dignarem honrar com a sua confianga, em seu esariptorio, que
da larde.
acnarau abertoe todos os dias, sem excepgo, das 9 horas da manha s
RA D
119
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Sf JA ra?
bliSlnlfl
TO ||9
Para as encommendas informagoes diriiam-se a pharmacia
ra do Queimado n. 15.
Jos Alexandre Ribeiro i
BdlinllOS.
pots
Com diversos modelos, bandeijas enfeitadas
de armages differentes com bollnbos de todas as
qualidades os melhores ao nosso mercado, assim
como as libras em separado, e tambem podios e
qualquer pastellaria, tudo feito a primor e o
mais barato do paiz : quem pretender dirija-se a
ra da Penha n. 25, para aiustar-se.
Saques sobre Portugal.
| O abaixo assignado agenta do Banco 8
l Mercantil Portuense nesta cidade, ssca 9
erlectivamenta por todoa os paquetes so- l
bra o mesmo Banco psra o Porto a Lis- S
{boa, por qaalquer aomma avista a a pra- **
xo, podeodo logo os saques a prazo serem I
descontados no maamo Banco, na razo fl
de 4 por canto ao anno aos portadores 8
I que assim lheeonvier : naa ruaa do Crea-
po n. 8 oa do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Castre. S
mmmmmm -immammmm
Alugam-se os dous armazens do caes de
Apollo, pertencentes a Srs. viuva Lasserre pro-
prios psra armazem de assucsr, com todos seus
pertences: quem os preteoder dirija-se ao es-
eriptorio de Manoel Gongaives da Silva, ra da
Cadeia do Recife n. 39, que achara com quem
/ratar
..7 ^ly?a-e uma grande casa com sitio na es-
trada do Arraial, esquina do Parnamerim : a tra-
rado"* fya Amorlm com Guimares & Alcofo-
|0e999e -03aj
jtrabinete medico cirurgico.*
Ra das Flores n. 37.
Sarao dada consaltas medlcas-cirurei- S
ca peloDr. Estevo Cavalcanti de Alan.
querqueda Ilas 10 horas da manha l
cudindo aos chamados eom a maior ora- 2
0 vidade possival.
aj I Partos.
9 2.* Molestias de palle.
3. dem do olhos.
i'* }-em.d0? orRa8 tenitaea.
aj Praticartoda a qaalquer operacao am !
seu gabinete oa em casa doa dientes coi S
sj formalhesr maisconvanienta S
ajajaj *
-- Alagam-se as casas terreas n.
de Santa Rila e n. 27 da ra dos
andar da casa n 193, na
na raa d Aurora n. 36.
105 da ra
Burgos, a f*
ra Imperial : a tratar
PI~A.'"**m;,e sas ns. 18 e 20 da ra da
Florentina tendo a de n. 20 muito bons commo-
dos e muito grande quintal, eme existe um grao-
KV.rtV ,e--0 qu0Ul ""Porcoe. par. um
bom estabelecimento, com embarque nos fundos:
quem pretender poder entender-se com o pro-,
pmUrio oa ta do Hospicio n. 50.
IILEGVEL
-/


/
/
DIARIO Dfc ilkAAlUUOa. SEXTA fliRA 25 DE JDLHO WL 1861.
Attenco.
Precia-se alagar umi escrava de bom com-
portameDlo e diligente, que saina cozinhir e com-
prar para ma caaa de pouca familia : a tratar na
ra do Queimado loja a. 49.
Aliento atlencao.
O abaixo asiigoado, liquidalaiio da extincta
firma de Vidal & Bastos, roga aoa devedores da
mesma a maodarem qaaoto antes pagar seua
debltoa para aisim daixar de > ver na obrigaqjo
de eotngar aa mesmaa a ura procurador pan se-
rem cobradaa judicialmente. Recite 27 de janho
de 1862._______Jlo Cirio Bistoi Oliveira.
Xarope antiasmaco do Para.
Eite excellente xarope j bem conhecido na
provincia do Para por aeua bona efleitos e j
usado neata provincia por muitoa mdicos pra-
ticoa torua-se recommendavel a lodas as pes-
sois qie padecem deate mal que tanto ifflige a
bnmanidade.
Eate xarope preparado com o aucco de urna
planta do Pari em cuja preparago nao entra
opio, mercurio nem oulras subitauciaa nocivas.
O deposito geral na botica da r-ua da Gadeia
n. 66 em (rente do arco ds ConceiQo, o prego
de cada vidro 3$
Baltar & Oveira aacam aobre a praca do
Porto.
O abaixo assigoado, procurador do Sr. l're-
ciliano Peres Campello, avisa aoa proprielarios
daa casas que pagavsm foro ao Exm. bario de
Capibaribe, que todos esses solos perteocem boje
a seu consiituinte, e esse o autorisou com pode-
res para os vender todos ou separados, por isso
convida aoa possuidores das ditas casas, que lnes
convierem comprar o aolo, a tratrar com o mes-
mo abaixo assigoado, assim como Ibes pede quei-
ram mandar pagar os foros vencidos s na ra No-
va dos Pires n. 30.
Manoel Gomes Viegas.
sberdeiros do fallecido Jos Tbeodoro,
veodem a propriedade de sobrado da ra de S.
Bento da cidade de Olinda, pertencente a seu
casal: quem a pretender dirija-se a mesma ci-
dade ra de Matbias Ferreira ou a esta typogra-
pbia onde se daro informaces.
Precisa-se de urna ama de leite para criar
urna recemnasclda : a tratar na roa da Aurora n.
80, 2* andar.
Precisa-se alugar ama escrava que saiba co-
xinbar, paga-te 300 mensaes agradando : na roa
da Aurora n. 80, V andar.
Aluga-se
o andar terreo de um sobrado em Santo Amaro,
ra da Cidade Nova n. 24, com 3 quartos, 3 salas,
cozinha fra e quintal murado : a tratar no mes-
mo sobrado.
Roga-se ao Sr. Cesario Aureliano Ventura,
queira apparecer na ra Imperial n. 78, a nego-
cio, pois si tem procurado e nao ba remedio en-
cootrar-se em caaa.
Precisa-se alugar urna ama forra ou captiva
que coiinhe bem, engomme e faga as compras
para casa : na ra da Imperatriz n. 47, i' andar.
ndice
Alphabetico da legislaQao brasilea
desde seu principio at 1857.
Coordenado pelo desembarga-
dor Joo Joaquim da Silva.
Acaba de ebegar da Baha esta exeellente obra ;
o grande apreso e considerado que tem lido na
corte do imperio, Babia e oulras provincias
dispensa quaesquer elogios. Vende-se na livra-
ria econmica *o p<4 do roo oe siuiu Aoionm
Ao publico.
Urna pessoa que se acba ha muitos annos ha-
bilitada nos negocios judiciaes se offerece a to-
mar conta de qualquer appellago vindo de fora
ou meneo desta praga e de qualquer quesio que
se baja de prepor de novo e lbe dar o devido
andamento com todo o zelo e aetmdade tudo por
prego commodo : quem se quizer utilisar de seu
offarecimeoto diiija-se a rea do Queimsdo o. 9,
escriptorio do Illm. Sr. Dr. Castello Branco n.
16. das 10 horas do dia s 3 da tarde.
Ao commercio.
Uma pessoa que vai a Parahiba, en-
carrejase de al jumas cobrancas para
aquella cidade, quem percisar pode
entender-se com o Sr. Joaquim Rodri-
gues Tavares de Mello na ra do Quei-
mado loja n. 59 que informar quem
a pessoa
Alaga-te um sillo na Capunga Velha na
porto do Laaserre, com ma grande casa de moo
radia, com 8 quartos, 3 salas, coainba, caa par-
feitor, senzala para pretoa, com 2 cacimbas com
bomba e tanque para banbo e para lavar roupa,
um grande vivelro e a margena do rio Capiba-
ribt, com 200 pea de larangeiras, saputizeiros,
jaqueiras, abacale, eoqueiros, goiabeiras e oatros
muitos arvoredos que se torna enfadooho o de-
clara-loa: a tratsr com a viuva do fallecido Joo
Evangelista oo mesmo sitio, no mesmo
tem pira vender uma grande gamella para ba-
nbo, uma cadeirinha em meio aso e ama rotula
de louro para anella.
Nu paleo do Terco n. 9, vsude-se ura con-
cliz muito manso, anda sollo, para mimo; tam-
bera se vende urna porco de pesos.
Aluga-se uma boa casa sobrado, com bons
commodos para familia, cochelra, estribara, ca-
sa para criados, cacimba, jardim aos lados da
casa, ierraco grande, e perto do baobo, sita no
Pogoda Panella : a iratar na na da Imperatriz
o. 19, com Frederlco Chaves.
Desappareceu oo Ola 16 de junbo deste au-
no, do eogenho Araribe de Cima da freguezia do
Cabo, Luiz, mulato, com idade de 24 a 55 annos,
pouca barba, cabello anellado, olhos pretos, ros-
to descarnado, ps largos e unos, altura regalar,
trabalha de carapina e carreiro e empnga-so no
todo servigo de campo : quem o pegar faga o fa-
vor de leva-lo ao dito sensor Antonio de Lima
Jlaciel. morador no dito eogenho, que ser re-
compensado.
Dom Kremers, Marte Tberese, Dom Josepb,
DomJean Bapliste, Dom Louis, Dom Jeanne,
Dom Vctor, Dom Juard, subditos belgas vo
para o Rio de Janeiro.
QQGOCiACO l>}JO tJVAJJ UtCA
p ck uamUuc a na
Domingo (27) s li boias do dia se reunir a
asscciar.o em assembla geral extraordinaria
alim de se concluir a apuracao dos votos para aa
commiasdes do poderes e exame e tratar de ou-
tros negocios de grave interesae social.
A sesio tura lugar na ra Dirtita n. 127.
Secretaria da Associago Typogrsphica Per-
nambucena 17 de julbo de 1862.
O 1" secretario interino,
Jos Luiz de Fraoqa Turres.
salvador Coelbo Drumond Cavalcanlt de
Albuquerque faz ver so publico em geral sao
6r. Paulino Rodrigues de Oliveira proprietario
da caaa terrea da ra de S. Miguel freguezia dos
Afogados, em que morador ManoelToriano dos
Rea Campello, que deixar de ser ador do mes-
mo Res Campello do da 25 do corrente mezde
julbo em dianle, e para que nao se chame a en-
gao o mesmo Sr. Paulino, por isso o adverte
pela t rescate folha, assim como j lhe fez ver
por duas vezes bocalmente, sendo a ultima no
dia 19 do mesmo mez de julho, embora res a
caria minha de banca al a entrega das chaves.
Recite 21 de julho de 1862.
Ataga-se am segundo andar na ra larga
do,Rusano, com bons commodos e solio : a tra-
tar oa loja n. 33 na mesma rus.
Aluga-se o eegundo anaar da casa da tra-
vesa do Queimado o. 1.
Aluga-ae a caaa terrea n. 1 da ma do Hos-
picio : a tratar na ra do Encantamento n. 13.
Atso
laOiupr&s.
Compra-seuma eicrava que seja periila
engommadeirae costureira de boa conducta :
na ra da Cadeia do Rocifa n. 35.
Compram-ae aegoes do novo banco de Per
nambuco : no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho. largo do Corpo Sioto n. 19.
Compra-se um sitio perto desta cidade, mas
que seja bem arvorejado ; ou tamben: terreno
com capacidade para fazer um bom : a tratar
na roa Velha n. 93.
Compra se um relogio de
puro chrooometro ou patenle ioglez de muito
boa qualidadee por prego muito commodo : na
ra uireita n. 56, loja de calcado.
Vende-se milho americano em saccas de
1(0 libras, por 3: oa ra do Amorim armazem
de Guimares & Alcoforado.
FAZENDAS BARATAS
Ra da Gadeia h. 40
loja de fazendas
DE
Martinho Borges.
O proprietario desle grande eelsbelecimeoto
est resolvido a vender barato um lindo e varia-
do sortimento defazendas taes como :
Vestidos de seda de 30$ ........ 50;00O
Casaveques de cambraia de ac.... 158000
Manteletes de dila de 5g .......... 103000
Manguitos bordados .............. SgOO
Cassss, o covado de 320 .......... 600
Chitas francezas o covado de 240 9300
Sobrecasacos de peono fino de 22$ .. 259000
Palitos de dito de 163 ..... ....... 208000
Ditos saceos de 129 .............. 15J0OO
pregos estes que em psrle alguma se eocontraro
attendendo-se superior qualidade dasfszeodas.
Comprara-se doas escravos de boa cenanc-
le, sendo am perfeito official de carpina e o ou
tro de ferreiro: a tratar no grande armazem de
ferrageos e miuduaa na ra do Queimado n 49.
Y*n
Vende-se um prelo de 40 sanos de idade,
sem vicio nem achaques, e um moleque de 14
anoos, por commodo prego : na ra das Cruzea
n. 18.
Rival sem se-
gundo.
Ra do Qaeimado n. 55, loja de miudezas de
Jos de Azevedo Maia e Silva, conhecido por Jo-
s Bigodinho, est vendendo pelos pregos que a
lodos admiram, queiram ver o que bom e ba-
ratsimo :
Pares de espatos de tranca superiores a. 1J80
Frascos de agoa ambriada a melhor a... 400
Dilos de dita, frascos grandes, a 500 e.. 600
Cartas de alfineles francezes, a.......... 100
Pacotes de papel amizade, a............ 700
Caixas com papel de diversos gostos, a.. 700
Pares de sapaios de Isa para meninos, a 200
Varas de bico dssllhai, a.............. 80
Cordas psn violo muito frescas e no-
vas, ................................. gfj
Frascos de banha Philocome superior,'a 11*000
Ditos da dita de urjo, a................. 500
Ditos de cheiros muito unos, 500 a..... 800
Caixas com apparelhosde metal para di-
vertir meninos, a..................... ,(qo
Varas de franja para cortinados e toa-
lbas, a................................ 200
CirrileisdUi preta com 500, 600
800jardas, a.......................... jgQ
Barria com phosphoros o melhor e bo-
nitos, a.............................. 160
Msssosde linha fina para bordar, a .... 240
Tranca de la de todas as cores a pega. 40
Pecas de lita de cs, todas ai larguras, a 320
brozas de botes de louga praleado mui-
to finos,a ............................. J^Q
Pegas de Otas de linho lisas superiores, a 40
unas de cordo imperial, fino e grosso. a 40
{rseos de macaca perola, muito fioo, a 200
Ditos de dito oleo, muito superior, a.. loo
Ditos de oleo babosa superior, a 320 e.. 500
Bonecos que choram, muito lindos, de
160 a.................. 5Q0
Caixas de p para limpar denles, muito
superior, a......... 160
Ditas de phosphoros especiaes e um so-
hrao.U..., .... .... 100
rioes de landres, pintados multo boni-
tos, a........... 200
Varas de ta para fazer sinlos dos me-
Inores gosto, a........ 500
Duzia de phosphoros de gaz, do melhor
fabricante, a......... 240
Ditas de caetas de folha, muito boas, a 120
Ltnhas de gaz de todaa aa qualidadea e bara-
tsimas.
Chapeos de sol
com bouquet para senhora.
Entre os muitos e diversos objeclos de gosto e
phmtasia que a loja da aguia branca ha recebido
sobresahem esses delicados e novissimos cha-
peos de sol com bouqaels. Hoje que os indis-
pensaveis bales nao permitiera que as senhoras
andem de brago, faz-se de certo necessario que
cada uma tenha o seu chapeo de sol, e que este
corresponda ao valor, e bom gosto de um rico
vestido de seda. E' por isso que dita loja aca-
ba de receber romo por amostra uma pequea
quanlidade desses bellos chapeos de sol ornados
de finas llores o que entre nos novissimo. Na
verdade elles se lornam igradaveis ios olhos de
todoz, e a senhora que os comprar pode orgu-
lhar-se de seu bom gosto, ao contemplar que
trazendo-o fechado figura-se-lhe um lindo bou-
quet, e aberto representa-se abrigada era uma
carregada roseira, eruim al onde pode che-
gar a perfeigo mesmo o cuoae 40 bom gosto.
S pena que viessem to poucos que talvez
nao chegnem para a vigsima parte das preten-
dentes. Gusta cada um 209 porem a senhora
que os vir nao exitar de os dar aioda mesmo
que seja preciso bulir n'aquellas moedas de pra-
ta que tem guardadas em suabolsinha reservada.
Assim pois matidem quanto antes compra-Ios na
ra do Queimado loja da aguia branca n. 16.
Camisas bordadas e outros ob-
jectos necessarios para
senhoras.
Na loja da aguia branca acha-se um bello sor-
timento de bonitas camisinhas defina cambraia
com babadinhos e mui bonitos bordados de no-
vse delicados desenhns, as quaes servem mui
bera para os modernos vestidos de frente aberla
vendem-sa pelo diminuto preco de 39 cada
ma ; assim como booitos manguitos a balao com
gollinhas de superior cambraia e fil e todos bor-
dados, com puohos virados e cada prpelo ba
ratisiimo prego de 25, oque admiravel avista
da superioridade da obra, e bem assim puohos e
gollinhas tambem bordados com bonitos botes
a 29 a guarnicio, e gollinhas solas igualmente
bem bordadas a 10 cada uma e manguitos a 800
rs. o par. A vista pois de um to completo sor-
timento nenhuma senhora deixu de comprar
esses necessarios objeclos tanto mais quanto a
commodidade dos preces convida e para que to-
dos sijam bem servidos coovem que mandem
logo comprar na loja da aguia brinca ra do
Queimado n. 16.
Constando que slguem anda recebendo dividas
das lojis de loaca e calcado areatados pelo jaizo
do commercio para pagamento dos credores do
Sr. Francisco Gomes Castellao, da ra do Bota-
rlo ; previne-se sos devedores que nio paguem,
oh pena de pagarem segunda vez, visto que lu-
do ie acba panborado judicialmente.
Aloja da aguia|
branca ra do Queimado n. 16
Acaba de receber os precisos objectos segua-
les :
Aspas de baleia grandes e pequeas.
Fita com colxetes branca, parda e preta.
Dila de la para debruar vestidos de cores.
Trsncinha de caracol miado conbecida por bom
tom.
Alfineles pretos e brancos em csixinbas.
Agoihas imperiaes fund, dourado.
Ditas victoria em caixinbaa e papis.
Retroz preto fioo em csrreleis grandes:
Para luto.
Pumos de seda elsticos para chapeos largos o
eatreitoa a 19500 : na raa do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Algodao de 2 larguras.
Vende-se superior algodao monslro com 2 lar-
guras, proprio psra lcncoes e toalbas de mesa a
700 rs. a vara : na ra do Queimado n. 22, na
bem conbecida loja da boa f.
Agua de colonia ambria-
da esem o ser.
Esss estimada agua de colonia embreada, de
que tantos a tanto tempo seotem a falta, acaba
de chegar em bonitos frsscoa verdea, os quaes s
eslaojendmdo a 19500 cada am ; assim como
ebegou Igualmente am granbo sortimento ds
verdadeira agua de colonia de Piver em frascos
e garraiinhai de diiTereutei tamanhos, tudo ia-
* "*./* Queimado, loja da aguia bran-
ca n. lo.
A 2,400 rs. a duzia.
Lencos brancos finos para algibeira pelo dimi-
nuto preco de 29400 rs. a deaia : na bem conbe-
cida loja da boe f, na ra do Queimado n. 22.
Cambraias de cores
Vendem-se cambraias francezas de cores fa-
zenda muito fina pelo baratissimo preco de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.
Superior brim braaco de
linho
Vende-se superior brim branco de linho tran-
cado pelo baratissimo preco de 19200, 15450 e
19600 a vara, dito muito encorpado de doua fios
e de linho puro a 2g a vara : na ra do Quema-
do n. 22, na bem conbecida loja da boa f.
Ricos basquines
A loja da boa f recebeu superiores buquines
de muito fina cambraia a imitaco da de linho,
bordadoa e enfeitados com apurado gosto e os
vende pelo barato preco de 8> cada uro, tendo
sido sempre sea casto de 16$ e 209, apressem-se
pois em compra-Ios na mencionada loja da boa
f, na ra do Qaeimado n. 22.
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores lazinhas para vestidos de muito
bonitos padres que se vender pelo baratissimo
prego de 440 rs. o covado na ra do Queima-
do n. 22, no loja da boa fe.
Manguitos e gollas de
cambraia ricamente bordados
Vendem-se manguitos e gollas de superior
cambraia ricamente bordados pelo insignificante
preco de 29 o par de manguitos com uma golla,
sendo que sempre costaran 69 cada par, anim
pois recommenda-se aos amigos da santa eco-
noma que aproveitem a boa occasic, dirigi-
do-se com dinheiro a loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.
0c-.m3Q3 inglesad baraia-
simas.
Veadem-se camisas ioglezas com aberturas e
puchos de linho e com pregas largas pelo bara-
to preco de 303 8 duzia, assim como outras ermi-
tas superiores a 409: na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
pechina*
E peciiiiicna.
Na ra do Crespo, loja de
4 partas n. 8,
vendem-se corles de chitas largas escuras, de co-
rts fixas, de 10 covados, a 29 o corte, ciasas de
cores fixas, tazenda qae sempre se venden pos
640 e 800 rs. a vara, a 240 o covado, e oatrar
multas fazendas por pregos baixos que a vista.
Rap de Lisboa em frascos
Vende-se o superior rap princeza Brasil, che-
gado pelo ultimo vapor francoz Navarro, na lo-
ja de Marcelino & C. ra rio Crespo n. 5.
Novidades da chava, da
Arara,
Fazenda com avaria da chuva para os
freguezes da Arara,
RA DA IMPERATRIZ N. 56.
Vende-se cortes de casia de babados a 1&600,
2^000, e 29300 o corte, pesias de cambraias de
salpiquiulos com 8 1|2 varas a 29500, lencos
brancos finos a 200 cada um, dilos de cores a
80rs, ditos para rap a 120, e 160ra. rs. cada
um ; na ra da Imperstiiz, loja e armazem da
Arara, o. 56.
Fazendas sem defeito, da Arara.
Vende-se cortes de chita fin vados a 295OO. dit03 de cassa de cores a 29500,
dilos preta a 29500, chales de merino estampados
a 29300, golinhas para senhoras a 500 rs., man-
guitos e golas de liobo a 2JO0O ; ne ra da Im -
peralriz, loja da Arara, n. 56.
Babadin da Arara.
Vende-se babadin cora listras de seda, fizenda
muito nova para vestido a 500 rs. o covado, dita
com palmas solas de leda, de largura de 4 l|2
palmos a 640 rs. o covado, laozinba para vestido
a 320 rs. o covado, ditaa muilo finas a 500 e 640
rs. o covado ; na ra da Imperatriz, loja da A-
rara, n. 56.
Chitas da Arara e cassas.
Vende-se chitas a 160.180 e 200 rs. o covado,
ditas francezas a 220, 240 e 280 rs. o covado.
cassas a turca a 280 rs. o covado, cassas france-
zas a 280 e 300 rs. o cavado, ditas orgaodin a
320 rs. o cuvado ; na ra da Imperatriz, loja e
armazem da Arara, o. 56.
Arara vende usto.
Vende-se fuslo de cores psra vestido a 280 e
320 rs. o covado, lencos de teda escaros para
rap a 19600. pessas de cambraias lisas a 1K600,
29OOO, 28300 e 39000, massos de palitos finos psra
dentes a 200 rs.; na ra da Imperatriz, loja da
Arara, n. 56.
Perolas falcas
ou aljfar de fina qualidade.
A loja da aguia branca acaba de receber um
novo sortimento de superior aljfar branco ou
perolaa falcas e qual por sua perfeicao difficil-
mente ae distingue das peroles verdadeiras e ser-
vem elles por sus extraordinaria grandaza para
gargaoiiihas que presentemente esto em mo-
aa e meamo para outroa enfeitea e como sempre
vendem-se commodamente a 19, l#,SO0 e 1J500
Madapolao da Arara.
Vende-ie peisas de madapolao infestado a 39,
ditas de 24 iardas a 4J400. 49600, afOOO, 550O
e 69OOO, cobertores de algodao a I9OOO, ditos de
pello a 19500, roupa feita, palitos de panno pre-
to a 69500 e 89000, calca preta de cazimira a
4g500 e 59500, seroulas de linho a I96OO e 29000,
camisas francezas a I56OO et&OOO; na ruada
Imperatriz, luja da Arara, n. 56.
Linluis.
Superior lioha de novello grande a 80 ris : 16
no gallo vigilapte, ma do Crespo n. 7.
Cambraias
Vendem-se esmbraias de cores do bonitos
alegantes desenhos a 280 e 320 rs. o covado : na
rua da Imperatriz, loja n. 20.
Apparelhosde porcellana dou-
rada para cha de bonecas.
A loja da agua branca desejando que todos
facam a vontade a suas bellas meninas est ven-
dendo commodamente esses bonitos apparelhos
de porcellana dourada, e pintada a 19500 e 2J,
lendo cada am 6 cassres de chicaras, e os mals
perteoces, a vista do que todos iro (munidos de
dinheiro) para compra-loa na rua do Queimsdo
o. 16.
CALCADO
45 Rua Direita-45
A epidemia declina sensivelmente, e o sea
Attenco.
Para as senhoras de bom
gosto.
E' chegado a loja do gallo vigilante rua da
Creipo o. 7, os lindos grimpos a balo de muito
lindos goslos e lindsscores, inteiramente cousa
sseSSh tsr^^^t^c 71 sasast tss stSLurp
proprietario desle bem sortido estabelecimenlo'co de Sfi-
convida os seus numerosos freguezes a substituir
o calcado velho, qae todo est cholenco, por no-
vo, e qae possa resistir s mil sebotis e mazzur-
cas que vo ser dansadas em louvor do reatabe-
lecimento da saude publica. Os precos con-
vidam:
HOMENS.
Botinas afamadla Milii.
Bonitos paliteiros de porcel-
lana dourada.
Agora ninguem deixar mais de ter em aua
mesa am bonito palteiro de porcellana dourada
pois que elles ae eato vendendo a !} 19500
nalojsda aguia branca n. 16.
Banha japoneza e outras mili-
tas novas perfumadas.
A loja da aguia branca acaba de despachar, de
sua encommenda um grande e bello sortimento
de finas perfumaras dos mais afamados fabri-
cantes, sendo as bem cenbecidaa e preciadas
banhas, japoneza, transparente, philocome im-
perial em bonitos copinhos com tampa de metal,
dita nos copos grandes, dita em compoteiras li-
sas e lapidadas, leos de babosa, philocome e
Lubin, pomsdas ou cosmesliques, finos extractos
dos preciosos eescolbidos cheiros Jsckey-Club,
mil flores, miel da Inglaterra Marocha], Principe
Alberto, Giorge IV, etc. etc. Recommenda-se s
todas as senhoras de bom gosto o uso de qualquer
desses estimados extractos porque aquella que
em ama sociedade, theatro, ou baile estiver com
seu lino lenco orvalhado de to sublimea aromas
ter por certo o prszer de ver as suas visinhas
dsdireita e esquerda lhe rendendo homenagem,
pergunlarem donna F. onde comprou esse to
agradael ebeiro ? E ella orgulhoss de seu bom
gosto, mas com ar prazenteiro lhe responder:
ns ruado Queimado loja da agoa branca nume-
ro 16.
Papel amisade branco e de
ctres.
Vende-sa pacotes com 100 folhss de pspel ami-
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pacote :
na rua do Queimado loja da aguia branca nu-
mero 16.
* mmmm mmam mmmm
IfAcabadef
Ichegar ao novo|
g armazem g
5 DI
Bastos & Begoi
Na rua Xova junto a Conceico
dos militares n. 47. 8
a Um grande e variado sortimento de S
boapas i el tas, calcados e azendaa todos 1
astas se vendem por precos muito modi- I
Dcados como do sea costama, assim co- 3
mo sejam sobrecasacos da superiores pan-
1 nos o casacos feitos pelos ltimos figuri-
luos a 269,289, 309 e a 359, paletots dos
'mesmos pannos preto a 6f, 18J, 209 e
a 249, ditos de casemira de cor mesclsdo
v u. ..u.v. |,aiuca a 14 Fe a 249, ditos de casemira de cor mes-
[clado e de novos padres a 14}, 16g, 189,
p09 e 24f, ditos saceos das mismas ca-
iemlraa de coreas 99, 109, 129 e a 14f, |
'ditos pretos pelo diminuto preco de 85, m
109 e 129, ditos de sarja de seda a so- S
brecasaesdos a 12g, ditos de merino de 9
cordo a 159, ditos de merino chinez do 8
apurado gosto a 159, ditos do alpaca
preta a 78, 89, 99 e 109, ditos saceos fe
pretos a 49, ditos de ealha de seda fa- 9
zenda muito superior a 49500, ditos de m
brim pardo e de fusto a 39500, 49 e a S
4950O, ditos de fasto branco a 49, gran- *
de quanlidade de calcas do casemira pre- S
ta e de coras a 79, 89,9$ e a IOS, ditas ft
pardas a 39 o a 49. ditas de brim de co- S
res finas a 2500, 89, 39500 e a 4$, ditas 1
de brim brancos finas a 4$500, 59, 5J500
e a 69, ditas de brim lona a 59 e a 69,
colletes de gorguro preto e de cores a
59 e a 69. ditos de casemira de cor e pre-
tos a 49500 e a 5$. ditos de fusto branco
e de brim a 39 e a 39500, ditos da brim
lona a 49, ditos de merino para luto a i;
o 1 49500, calcas de merino psra luto a
49500 e a 59, capas de borracha a 99000.
Para meninos de todos os tamanhos : tal-
es de casemira preta ede cor a 59,69 e
7$, ditas dltss de brim a 2g, 3g e a 39500,
paetots saceos de casen.ira preta a 69 e
a 79 ditos de cor a 69 e a 79, di-
tos de alpaca a 39, sobrecasacos de pan-
no preto a 129 e a 149, ditos de alpaca
preta a 59, bonats para menino de todas
as qualidades, camisas para meninos do
todos os tamanhos, meios ricos ve lidos
do cambraia feitos para meninas de 5 a
8 snnos com cinco babados lisos a 8J e
a 129, ditos de gorguro de cor o de la
a 59 e a 69, ditos de brim a 39, ditos de
cambraia ricamente borbados para bapli-
sados a muitasoutras fazendas e roupas
feitas que deixam de ser mencionadas
pela sua grande qaanlidade ; assim como
recebe-so toda o qualquer encommenda
de roupas para se mandar manufacturar
e que para este fim temos um complato
sortimento de fazendas de gosto a uma
grande ofScina de alfaiate dirigida por um
hbil meatre que pela sua promptido o
potfelcjao nada deixa a deaejar.
Acba-se venda no escriptorio de Antoni
Luiz de Oliveira Azevedo & C, rua da Cruz n. 1
a obra escripia pelo viiconde de Uruguay,Eosaio
Sobre o Direito Administrativo ; deixamos de le-
cer elogios a eita obra, basta o nome de seu au-
tor para a tornar recommeodada, duoa volumes
em brochura 109, encadernado 12$.
A yerdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
rua do Queimado n. 16.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 16.
Pos de arroz com boneca em bonitos vasos dou-
rados.
Dilos dito sem boneca em pseotes.
Agua balaamica pira conservf c,ao dos dentes e
bom balito da bocea.
Opiata iogleza paraalvejar os denles.
Leite virginal cuja utilidade reconhecida para
tirar sardas.
Vinagre aromtico para quem soffre de tonticas
e dor de cabeca.
Pastilhas de cheiro para se perfumar aposentos.
Anda pechincha
Na rua do Crespo loja de
A portas n. 8.
Pecas de madapolao largo muito fino
com pequeo toque de a caria sendo fa-
zenda limpa de 6$500 vende-se por 5$
a prca, ditas de dito mais baixo tam-
bem por *$500.
non-plus-ullra Nantes.........
Nenies 2 bateras..............
lustre....................
inglezes de botes..............
baledores.......................
a couro da porco.......
aaaim como muitos objectos tendentes
a miudezaa que se vende tudo por menos do que
em outra qualquer parle, qaem quizer ver pode
expenrteniar que s no gallo vigilante roa do
Crispo o. 7.
Tiras ou entremeic-s.
Tambem ha para vender liras bordadas de
12J0O0 lindos goitos assim como bico de rinda ds la-
I29OOO ; byrinto proprio para fronhai ou loalhaa de lin-
II9OOO doi padres por preco muito baratinho que pe-
IO9OOO laa amostras se poder apreciar tanto em proco 1
como em gosios: s no gallo vigilante rua do
Creapo o. 7.
109000.
99500
95000
bezerro e lustre............... 99OOO
inglezes ps selvagens.........
taxiados braiileiros............
Sopa les non-plus-ultra................
3 baleras e meta..............
esmaga cobrs..................
Nantes 2 bateras vaqueta.....
> 2 bateras bezerro......
> trabalbadores..........
> brasileiros de 3J500 a..........
Sapatos2 solas e sslto..................
s tranca portaguezes..........
> francezes......
SENHORAS.
Botinas dengozss.........
> salto de bater.......
> pechincha de 49500 a. .
americanaa 3$500 a .
Sapatos de sallo (Joly) ,
> sem elle (idem)......
tapete:........
i econmicos........
> lustre 32 e 33.......
MENINOS E MENINAS.
Ha de tudo em reUc.o o nao se deixa
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de
78500
5J500
7cO00
65500
59500
65000
59500
59000
21000
55OOO
23OOO
55500
53000
JOQu
25500
33000
15920
800
500
800
sabir
Gastello-Braoco,alfaiate
militar.
Por este aonuncio se faz constar aos Srs. ofE-
ciaes de todas as armas, tanto desta provinci
como das maiscapitaes do norte do imperio, que
ha a venda botea do novo padro, segundos
ultima ordem do ministerio da guerra, venden-
19280 do-se duas Domaduras por 39, adverlinio que
unw das aboluaduras de padro antigo, faz-sa
remessas para onde forem pedidas, assim como
tamnem ha psra vender o melhor pinno a;ul io-
glei. e o melhor velludo preto do Porto, fazendas
detcouhecidas neata praca, o que te vende a re-
talho. O Srs. cfflciaes qne estao fora da provin-
cia podem renovar suas consignaces lixindo
quantia certa, e os outroi senhores que nao tive-
rem prc-curacao nestacasa podem manda-la, ad-
vertiodo que o tempo para a dila procurado de-
ve ser liaitado, acompanhando uma carla'de cr-
dens pedindo as encomrnendas que forem preti-
sas, devendo ser dirigidas a corres,ondeoria *
Joaquim Rodrigues Tavires de Mello, rua do
porco, Queimado d. 39. Tambem ha galo de ouro su-
cordavo, bezerro francez, couro de lustre, mar- petior e ferros francezes para alfaiate, aza forja-
roquim, sola, courinbos etc., que tudo se troca \ da o par IO9.
por dinheiro vontade do comprador.
SEDAS
Cinco tustes.
S na loja dopavo
vendem-se sedas de qusdros, ditas de listras so
comprido, e ditas de listras atravessadas, ditas
de qaadrinhos, sendo dos melhores padres e de-
licadissimos gostos, com largura de chita inglizi
500 rs. o covado, pechincha, e do-so as 1
amostras com penhor : na rua da Imperatriz n.'
60. loja e armazem do gavio de Gama & Silva. |
Superiores atoalhados
adamascado. |
Superiores atoalhado adamascado com 8 pal-
moi de largara a 1$600 rs. a vara : na rua do |
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Vende-se muito superior damasco de l de
uma s cor, muito proprio psra colxas e para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato preco de 2$800 rs. o covado : na rua do
Queimado n. 22, na loj da boa f.
1 ua do Queimado o. 40*

Verdadeira pechincha.
Vendem-se corles de superior gorguro de se-
U BWcteVtf.^JtfWTOmaWtf. &,%
bera conhecida loja da boa f.
LOJA DE 4 PORTAS W
de f
Ferrao Maia.
Vende-se as seguintes fazen- rf
das pelos baratissimos precos S?
abaixo mencionados :
Capas de grosdenaple prelo
bordado a 25#.
Manteletes de dito dito 0,
25 e 30/j.
Chales de touquim bordados J*
os melhores que tem appareci- '
do no mercado a 8, 10, 15, 20,
25, 50, 40 e 50$.
Cambraias e "hit^s francezrs J
cores seguras e lindos padres a 5
a 240 e 260 rs.
Laa aberta maisada a 520 e v*
400 rs. &
Muitas outras fazendas exis- 9
tem expostas aos compradores W
que segundo teus precos nao &
deixarao de agradar. (B
Para os tabaquistas.
Lencos muito finos a imitaco dos de linho de
muilo bonitos padres e de cores fixas muito i
proprios para as pesioai que lomara tabaco, pelo ',
barato preco de 49800 e 59500 a duzia : na raa
doOueimodo n. 22, na bem conbecida loja da
boa f.
Bramante de linho.
Vende-se muito superior bramante de linho
com duas varas de largura proprio para lenges,
pelo barato preco de 29400 rs. a vara : na bem
conhecida loja da boa f, na rua do Queimado
u. 22.
Rehincha mm igual.
Para vestidos de senhora e criancas vendem-i.
las de quidrinhos e tambem de iitres de seds
pelo diminuto prego de 400 rs. o covado, melade
do prego porque le vendera em oulra qualqusr
parle : na rua do Crespo n. 21.
Potassa da Russia
e Americana.
No escriptorio de Manoel Ignacio de Oreira l
Filho, largo do Corpo Santo n. 19, por prego
mais barato do que em outra qualquer parle.
Vendem-se caixes va-
stos, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1^280 cadaum :
nesta typographia se dir.
Attenco
para a rua do Queimado n. 43,
esquina que volta para a
Congregaco.
Nista casa veode-se :
! Chita largs, a 200, 220 e 240 rs. o covado.
B Cambraia de cor muito Daa, a 300 rs. o co-
vado.
Ditas da salpicos muito fina, 9 varas por 4#.
Saias bales arrendadas, a 5$.
Ditas ditas de musselina a 3jj500, 4J> e 4$500
Heias casimiras para caigas e paetots, a 600
rs. o covado.
Vndese.
Vende-se uma casa terrea com um pequeo
sitio, na rua de S. Francisco em Oliada, pnen-
teme aos herdeiros do finado Bernardo Pereira
da Silva : quem quier fazer negocio diiiji-se a
travessa da rua da Palma n. 30, confronte a ta-
berna.
Cocheira venda.
Vende-se a cocheira da raa do Imperador n.
25, com doua carros, um cabriolet e onze caval-
loa bons para carro, e muito afreguezada: a tra-
tar na rua do Crespo n. 14.
B Vende-se ou troca-se por uma carroga, um
carro dos que trabalha na escadinha, por prego
commodo : na rua das Cruzea n. 22.
Grande sortimento de
camas de ferro pira|uma e das pessoas, ditas
pequeas para criangas e bergos, tanto de ferro
batido como fundido, dos mais liados modelos e
ludo se vende por um prego muito em conta :
na rua da Imoeralru n. 75.
Eogenho.
Vendem-se duai partes pertencenles a dous
herdeiros da propriedade Mechado, em que est
levantado o eogenho Pontible, junto a estago
de Gameleira, e muito boas terraa a tratar no
eogenho Brago do Meio, com Camillo Francico
de Lyra Cavalcanti ou nesta cidade com Antonio
Gomes da Cunhi o Silva : na rua da Cideia do
Recle, n.50.________
Chombo! chumbo!
Vende-se chumbo da manicio aorlido e de
diversoa nmeros, a relalho ou em porgei por
prego mais barato qua em outra parte : rua lar-
ga do Rosario n. 34. botica.
Vende-ie aro sof a duas cadeiras de ba-
lango estufadas, e uma mesa tudo novo e a Luiz
XV : na Ponte Velha n. 8.
wmmL
sem segundo
Na rua do Queimado n. 55 loja de miudezai
de Jos de Azevedo Maia o Silva, est veuei.do
todas as miudezas barstissimas, a saber :
Frascos grandes com superior opiata a 50G
Carrileis de linha de cares com 200 jar-
das a gy
Ditos de rc-troz de cores, menos preto a 210
Caixas com iscas para accender charutos 10
Duzias de meias cruas muilo superior a 2S4O0
Novellos de linha muilo grandes e su-
perior a 40, 60 e ftjg
Ditoa de cores, a melhor que ha a SQ
Phosphoros em caixas de olba, sa cai-
xa val o dinheiro, a g,j
Cartes de linha com 200 jardas, i me-
lhor que ha ,>_>,
Ditos, ditos brancos e de cores com 50
jirdas a 20
Duzia de facas e garfoscabo preto, finas ?3j50O
Dila de ditas cibo branco a 3$GG
Thesouras grandes de6 polegadss a 40 o 80
Saceos para escrotos com sinla de bor-
racha a 320
Tioteuos de vidro com superior tinta a 160
Dilos de barro com superior tinla a 100-
Masios com grampos lisos e de caracol a 40
Duzia de phosphoros de valia a 200
Pares de meias de cores para meninos a lt'O
Groza de peonas d'ago superior a 500
Areia preta para botar na escrita a libra 100
Colxetes em cartes, com duas ordens e
quatro pares grandes a 83
Baralhos de cartas francezas s 240
Ditos portugueses linos. itij
Thtsouras pequeos, potm de superior
qualidade a 200
Colxetes francezes em caixs a 40
Duzia de meias alvas, para homem a 1JJ600
Dita de saboneles finos a 00
Sabonetes grande e superior a 12G
Tramoia do Porto muito superior a vara
Pares de boloes para puohos a 240
Alm destas miudezas tem muila mais que se fax
preciso vender e nao engeitar dinheiro, assim
como sejam : labyrintos para todo o proco, areia
preta a 100 rs., porm quem quizer comprar em
arroba vende-se por 2g, baratissimo mesmo
para quem nao precisa.
Vecdeni-se
os seguintes livros : Horatio traduzido ao r da
leltra, prosodia de Bento Pereira, aermes esco-
liados de diversos autores ecclesiaslicos, e va-
rias obras religiosas, livros inglezes de prepara-
torios e outros muitos de direito para juizes de
paz, subedelegados, advogados e procuradores de
causas : na loja de encadernago de livros junta
a igreja do Espirito Sanio.
Aos Srs. consumidores de gaz
Nos armazens do caes do Ramos ns. 18 e 36 a
na raa do Trapiche Novo no Kecire n. 8, se ven-
de gax liquido americano primeira qualidadea
reeentemente chegado a 14$ a lata de 5 galoea,
assim como latas do 10 o do 5 garrafas a em
garrafas.
Vendem-se dous negros mogos e muito ro-
bustos, proprios para armazem da assucar, um
dito perfeito official de marsioelro, 4 moloques
bonitos sendo um de 17 annos, outro de 14, ou-
tro de 12 e outro de 10 annos, uma negra boa
coslnheira: na rua do Imperador o. 45, terceior
andar.


MUTILADO
1 ILEGfVEL


v
6
MARIO DE nSHUMBUCO SEXTA FUfiA 9* DB JULHO DI 1S1
ED
VNDESE NO ARMAZEM
PROGRESSO
DE
Francisco Feraandes Duarte
rgo da Penlim
Os melhores gneros que vem a este marcado e por menos 1Q por cerno do que em outra
ymlquer parte, garantmdo-se a boa qualidade, por isso roga-se a todos os Snn. da praca da en-
ohos e lavradores o favor de mandarem suas encommendas a este muito acreditado armazn da
alnados, afim de verem a differenp de prec.o e qualidade que faz, se fossem comprados ara outra
Ini^MlSatUl conelladas para sorte de S. Joo a 800 rs. aliara, tambera tem-se para
6*0 rs. a libra sendo ero porcao, tanto de urna qualidade como da outra se fax aba-
asen to.
&ta ia nova em caxas Mlll duas arrobas por 2^560 e em librjl a 50 rs#
3*a&t barril se faz abalimento.
U^atyftt **** a mais nova a 640 rs. a libra,am barril a 600 rs.
V*-lj* MftiaO muito frescos chegados neste ultimo vapor a 2*000 ditos ehe-
gados no ultimo navio a 1*800.
~- mais superior que lera vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
im j meltl0r que h n0 mercado a 2'8u0 e 2*200 a libra, afianca-se a boa
bT **" o que e pode desejar neste genero a 3*000 a libra.
~ a ^*e homeopathico a 2#200 a libra em porc.o se faz abatimenlo.
^9*000 ttWV8 de pavio transaJo 230 rs. a carta e em caixas cora 40 cartas por
m MSraa*3A$f| confeitadas, proprias para mimo, contando mais con-
fetese assucar candido por 1*000 cada urna.
i^as emcaixinhas da 8 libras chegadas altiraamente a 2*000 cada urna a a ralalho
a 430 rs. a libra.
w>.&XUu>*. de soda em jalas com dfferenies qualidades a 19440.
lUXllBt inglezaamss nova que h no mercado a 48000 a barrica a a retalho
a 320 rs. a libra.
* 1H.U0 <5 H $1$% de superior qualidade Porto, Figueira a Lisboa 500, 560 a 640 rs.
a garrafa, e era caada a 3-3500, 49000 e 49500.
VinkeS llgarcaf4&9 Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
loria volho, e ueoutras maitas mircas acreditadas a 1*200 a garrafa, em caixa a 129
tambera ha para 10000 a garrafa.
B.?&P&%laA das marcas mais acreditadas 3 15*000e 20*000 o gigo, a em garrafa a
l800
^'1* da marca cobrinh) ou de outras marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
RrvH)ia fr
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Recebe palo ultimo vapor oa seguales ob-
jectoa:
Benita* ligia de aeda para senhora.
Grandea e bem tecidoa bandea da dina.
Aspas da ac, fita el istica para caa da balao.
Bonecas grandes mu bonitaa a bom venidas
Bonitos bauxinboa com 9 frascos da Ghettos. *
Liadas elisiones com 6 ditos de ditos.
Trencelln groaso de cor para guarnecer vestidos.
Lavas de camua bracaa a amarellaa.
Lindos boies de banha para
presentes.
A loja d'sguis branca scabs de recabar lindo*
boies de porcellsna doarada com Ana banhi a
mivioiaa iaseripcdss.es quses porsuasdelicsde-
zaa e perfetcoes tornem-se dignoa para presen-
te, e com especialidad* as actual quiera quem
gestar do bom dirigir-a com dioheiro raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, q,e acha-
ra em qae bem o empregar.
Nova ltenlo.
O vigilaota acaba da racebsr novo aortimento
da diversos objectos qae se vendem por manos
20 por ceoto do que em outrc qualquer parta.
Sitos para senhoras.
Riquissinaos sintos dourado, pelo baratissimo
preso de 2*. a com Arela ao lado a 4, assim co-
mo da Qt de aada ou velludo 2S : a ao sallo
vigilante, ra do Crespo b. 7. g
iifeites.
Vendem-se os riquissimos eofeites da eabeca
com franja a vidrilhoa 5*. ditos sem raoja a 3,
ditoa trancadoa a 2*500. ditos de taco da fita e
bcode aeda a 2*: s no gallo vigilante, ra do
Greapo o. 7.
Fivelasparasinto.
Riquissimas Arelaj de agocom madraperola no
sentro>a 1*200 ditas de madraperola a 310. ditas
doeradiahas a 340 : s no gallo vigilante, fu do
Crespo n. 7._______
Vidrilhu.
Lindos vidrilhos pretos e de cores, pele bara-
tissimo preco de 1*600 a libra : a no gallo Tl-
lante, ra do Craspo n. 7.
Para entreter o tempo.
Os lindos jogos de domios a 1*400. lindas cai -
nabas com jogos de vispora a 900 rs.: s no sal-
lo vigilante, ra do Crespo n. 7.
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande aortimento de saias a balSo de arcos
M melhores qae aqu tem apparecido no marca-
do a 4*500, 5*. 6$ e 6*500 cada um. d se para
amostra com penhor ; a loja est aborta at as9
horas da ooite.
era latas de 1 e rneia libra por 1*500, ditas cora 3 libras por
rancezas e portuguesas em latas de i libra por 640 rs.
..;, >. tomata em taitas de 1 libra por 800 rs.
&M*ix*a f;&RC8%&s
Hsoo.
MB. 9U4&Q&4 j9 casca mo|e muito novas a 3-20 rs. a libra, era arroba por 8#00O.
Nft, 120 rs. a libra e era arroba a 3000.
MtTla, iaaer?ikf> t t*Ul*tfl a 400 rs. a libra, e em caixa cora 1 arr
ba por 69000.
Vu ilclll u, pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cai
xinhas muito enfeiladas se faz obatimento.
IlllOS lU lttlltQa xados os maiebtm feitosquo tera vinio a este mercado a 280rs.
tambera ha para 200 rs.
8 '.-.bZHntt)8 llgl!fil*3 para fiambre a 800 rs- tambera hamburguez para fiambra a
G40 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
^0U**$aS B&QS muit0 novas a 560 w< a 1bra eem barfil m faf aba,im9nl0
ac 0 m8|nor pelsco que pode haver por estar nromp(0 a toda hora a 800 w< a libra
i- imllk d relltO muito novo a 28a M. a libra e em barris de 1 e rneia arroba
a 5* e 75 a arroba.
^a^U s i em latasj proraptas para se comer a 1*800 cada urna.
. v" refinada em latas cora 10 libras por 4*300.
b^ em barril muit0 fina e alva a uo rs- a 1bra eem barf a 400 rs>
*GjLt i*e eom bolU traUCei, propnos para mimo a 500 rs. cada um.
'. aviAuq imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
a libra.
TS armei^da de Alperhe era latas de 2 libras por 15000 cada urna,
sLmttftS C k^FriieUS de doce era calda as melhores quehaem Portugal como se-
jam pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs. a lata.
I OCtt^ 3 *CC*I8 e era calda, era latas, de 4 a 5 libras por 1500.
LlieeoUi* hespanhol a 15500 rs. a libra, ditto francez a 19100 ditto portuguez a
800 rs., afianca-sea boa qualidade.
de primeira qualidade tanto do Rip como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
95000, dito maU baixo a 260 rs. e 7*800 a arroba.
iSreVftainha de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porcao se fai
abalimento. r
3r*$U muito novo a 320 rs a libra e em garrafe3 com 5 libras, por 25000.
* do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
Ii%4 (fe Maranho alva e cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
^ I8t& da carnauba refinada a 400 rs. a libra, e emjarroba o 12*000..
&s\et\* 4ee refinados 800 rs,garrafa e e era caixas a 99000
\ ftftagre de Lisboa a 240 rs. a garrafa e era caada a 18J)0.
Vt&mO cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, e em caixa 149000.
\ inne braceo de Lisb0 0 mais erior hl D0 mercad .
640 rs- a garrafa aera caada a 4*500. F F P miSS
g-^. suspiros do fabricante Brando era raeias caixinhas, por 2*500.
suspiros do fabricante Catanho & Filhos em meias caxinhas a 290M.
em caixas de 100 regala Imperial, Yugantes, e Paneotellas, a 29000 a caixa.
* V^ a mula imp0> a i gQ rs a libra, e em arroba 59500,
A naa muito novaSj a i960Q rg ca}a uma ancoreta> e a 400 ^ ^ garrafa;
AfTOS de Maranho a 120 rs a libra, 39400 a arroba.
f*ixe
Gkeaefera de HoUai&da fl
w a garrafoes com 25 garrafas por 9*000.
Alim dos gneros cima meoeioBados encomr. ... i ti- p ,
lo do fado que tendent* moK. "*""* vMm m "^5Crti"
REMEDIOINCOMPiRAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milhares de individuos de todas as nacda
?ode testemunhsras virtudes desteromedit
incomparavale prova rem caso n ecassario, que,
polo uso que dalle fizeram tem seu carpo
membrosi nteiramentesosdepoisdehaver en
aregado intilmente outrostratamentos. CM(
pe3soa poder-se-haconvencer dessascuras il.
ravilhosas pelaleitura dos peridicos, quelslai
relatam todos os dias ha muitos annos ; i
maior'parte dolas sao Mo sor prandentes
almiram os mdicos mais celebres. Quan
pessoas recobrara com este soberano remeJ
o uso de seus bracos a pernas. deoois aU
parmaneciao tongo tempS no*no"u,o
deviam soffror a amputa?o 1 Dallas ha ia i
casqua'aavendodeixadoesses, asylos dep -
timemos, parase nao submoteresa aessaoA-
rajao dolorosa foracuradas completasen,
mediante o uso dosseprecioso reaedio. aJ-
gumas das taas pessoa na enfusao de seu reeo-
nhecimento declarara estes resultados benefi-
eosdiante do lord corregedor e outros aagis-
trados.afim le asis autenticare sua a firmativ
Ningue desesperara do estado desaude si
tivessebastante confiaba para encinar este re-
medio constantementeseguindo algum tempo e
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
sujo resultado seria provarincontestavalmante!
Qua tudo cura.
O ungento henill, mais par tica
rmente nos segulntes casos.
Inflama;ao da baxigt
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras da reptis.
Picadura de mosquitos.
Paitadas.
Queimadelas,
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, s qualquar
parla qua saja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulacoes.
Veias torcidas ou no-
das as pamas.
Relogios.
Vsnde-ss em casa da Johnstou Pater & C,
do Yigario n. 3, am bello aortimento de
egios do onro, patn la inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambera
ama variedado da bonitos trencelln para os
mesmos.
* 5*5 a mmmmtmmmm
Loja las 6 por-
tas em freute do Livra-
mento
Baldes de 15, 20. 50 e 40 arcos.
Grande sortimento de baldes de arcos
os melhores oesta faienda e grandes,
hitas franeszas largas eacuraa a 32U e
240 rs. o eovado, ditas eslreitas wiudi-
nbas a 160 rs. o covsdo, cambraii lisa
ara forro com 8 1(2 varas a 2* a peca,
ditas finas a 8*. 4*. 5* e 5 muito finas.
S?nde "'P^uiBho com 8 Jvaras a
I 4*500 a peca, cobertaa aleoxoadas bran-
E cas e de cores para cama a 4*500 e 5|,
i cami de corea (rancezaa tintas aeguraa tt
Sa 380 rs. o eovado, pega de bretanba de 5
rolo a 2$, algod&o trancado alvo multo
largo para toalhas a 1* a vara, eofeites a
Garibaldi todos pretos a 5* cada um. len-
S?os braoeoa com barra 4e cores a 120 ca-
da m, roupafeita de todas ae qaalida-
Sd" muito baratas, a loja est sberta at
ai 9 horas da noita.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porcao e a reUlhe AnU-
nto Luis de Oliveira Azarado 4 C, no seu ee-
eriptorlo ra di Cruz n. 1.
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA
Nobilia.
Na ra da Camboado Carmo loja n.
12, rndese toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, pbanthasia etc. por pre^o mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
I Grande f
I liquidado por todo|
I o pre^o, na bem co-1
I nhecida loja do Ser-1
f tanejo. g
|Kua do Ouemado n. 45.
lipomas
Gaimbras
Callos.
Anceres.
Cortaduras
Dores decbela.
das costas.
-dos menbros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas da anus.
Erup$5es escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdado ou falta da
calor as extremida-
des.
Frioiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
nflammacao do figado.
Vando-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, > a na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas ancarregadas da sua venda em toda i
America do sul, Havana a Hespanha.
Vende-so a 800 rs,, cada boeetinha cont
urna instruego em portuguez para explicar c
modo de tazar uso daste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
armaceutico, na ra de Crux n. .12, en
psrnambuco.
8
Apparegam com di-
uheiro que nao deixaro g
de comprar.
Chitas escuras nuas a 160, 180 e 200
rs.. cortes de vestido pretos bordados a
vallado de cesto de 150* e se vendem
por 30, 40*. 50* e 70. sabidas de baile
Q de vetlado e setim a 12 e 13, canutas ,
i pera seobora a 23000 a 3$500, golliahas ia
Z da cambraia bordadas a 500. 600, 700 j
JR 800, 900 e 1. ditas de fil bordadaa a 120 *
A rs.,casaveques de fusto a 5, 6*,7J, 8}, S
I meias de seda brincas e pretaa para se- jj
anhora a 1200 o par, tiras de babados a 5
eoo OO..t, 1-. .--io 4UUIU V/ufvatHUus M
300 e 360 re. o eovado, cambraia preta a o
400 e 440 rs. a vara, orgaudys de cores a '
600 ra. a vara, tilo braoco adamascado
8 para cortinados e vestidos a 400 e 500
rs. a ?ara, cortes d collete da casemira
8 bordados pretos a 2 e 3*000. ditos de ,
velludo de cor e pretos s 3*. 4, 5* e 6, 8
0 paletots dn brim braoco fraocezes a *
* 3*500 e 4*500, ditos de casemira de co- 8
S" res e pretos a 14* e 16*. ditos de alpaca 3
preta e de cores s 3, 3J500, 4 e 4*500. 8
8 camisas de peito de Bono a 29500, cortea 55
de collete de orguro a 1*500, 1*700. II
82200, 3$ e 81500, rolletes Jeitos de brim 2
branco a 2*500, ditos feitos de gorguro f
a 2500 e 3#500. ditos feitos de casemira
a 3?500, 4g e 4J50O, ditos de velludo a 1
t 59, 6e 7, ditos de fusilo de cores a ag
i lj500, um variado sortimento de meias 8
para homsm e sonhora, grimldas com
885 flores, chales de froco, espartilhos, e to- S
da a qealidade de roepas feitas para ho- I
mem que tudose vende por metade do
E seu valor. O
DUARTE & C.
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
mais nova emais superior do marcado a 800 rs. a libra,
melhor qua se pode desejar a 650 rs. a libra a em barril a
9 LA8GO DOCARUO .
os os proprietnos destes acreditados armaiens partcipamos aos nossos numerosos
mXnr ^ 5fS v,Pr n'> "U recebemos do nossa propria encommenda os
Z.Znr, teDdent9,B,0lhados'ePr i^P^mos vender por menos 10 por contodo
S ntd.qLrZm J "m a lrabalh d* m4ndarem Perimentar, o favor de o f.zerSraTcortos
mI.E !' Pi7 ,SS,n5 PuParemos r5 P bem servil-es ainda mais a peuoas
ZclrZ 5 ^ ^ ^,a,reCer "0S con,Prador 6 na ra das Cruzes n. 36 Vlargo
Sa m*.i. .l q?o 8m ^r S PrUdores' Ps nuito se ovildam com outras casas quasi
dos mesmos mulos (Progresista o Progressvo) pois sao as duas nicas filiaes.
Manteiga i ngleza 4fflai
Manteiga francesa ,
600 rs.
1IO IrsnC Z em canoas chegados no ultim vapor a 500.
eras ceceas em caixinhas de 4 libras muito novas e grandes a 4 a eaixioa, a
1*280 rs. por libra.
Milho alpiste e painco m tt.. Ubra.
sni. je nUXllll o mas eSpacai qUe M pja encontrar a 2*880 a libra.
C-na IiySSOIl 0 .elhor que se poda desejar ds 29400 a 23800 a libra.
^fla pretO 0 que se pode desejar neste genero a 2* a libra e a 1*600 o ordinario.
QUeijOS flamengOS chegados no ultime vapor a 29 e 1*700.
^OeiJO pratO 0 melho do mercado a 600 rs. a libra e sendo inleiro a 500 rs.
Passas em caxinhas de 8 libras ,2a4o0rs.. 1bra.
t IgOS ettl CalXinhaS de 8 libra, a 1600 e 200 rs. a libra.
AlliendoaS d Casca mole 320 rs. noze, m rs. libra muito novas
Ameixas fraiicezQS.ifaibr.eanIilttl0lll51ibrMIl woo.
Marmelada superior.melhordo marcadom Iaus d8 2Ub.,T00rS ,lib>
o caixo.
como pecego, damasco, gioja, ameixas o
Atiene
Qfc
o
ChegOH para aloja da victoria, candieiroa a
gas de novos goales e modelos, tanto para sala,
como paraescada e quartoi e para outras muitas
eousas: na loja da victoria na rus do Queimado
0^75.
y.'-:
Ricos pianos
de varios autores, vendem-se
emeasa de Kalkmann Irroaos &
C.,rua da Cruz n. 10.
Gaimsraes & Lar, doaos da loja de miudezas
da raa do Queimado n. 35, boa tama, participan)
ao publico que o seu estabelecimento se scha
Doce da casca da goiaha a 8oo%s.
Latas com frutas em calda
lparxe a 600 rs.
AtiiendoaS COfetadaS comdiverees coresa 800 rs
OS generOSOS engarrafados das seguintes qualidades, duque do Porto, Porto
55' fa? i V?,h0 SeCC* g9nuiao" 1Neclor' Carcavellos, Feitoria, e Madeira secca a
12 e 139 a duata e a 1*100 a garrafa e muscatel a 720 rs. a garrafa.
Ilitos, ipa iog para m3sa de 3J5goo ^ ^ ^ cjnadi ^ da 5qo ^ eoo
do Porto, Lisboa e Figueira.
'*0rVOmlU" """"T ?"?* *, 0 ,S' drra, a Ot> a luzia, cLanpauhe das
!S3? "'. gmat "' "* 8,'S' COg"haC m9,hr ^ S9 ^ *C
enebra da verdadaira hollanda em garrafoes de 16 garrafas a 6&0O0 cada um.
a 2,a0O0aa.n um maS SUb'me qU' ** Wm m0 em frascos **"
t^raSqiieira com 12 frascos de genebra de Holanda 800
ixarra,toeS Com 5 garrafas de superior vinagre a 1&0O0
lMlfl de Lsb0il tli0 "'6""" ''" -*.
lj rasquino0 m.issuparorqu9 se poJe desejar a moQ (^^
Kspermacete 0 maig superor do mrcido em caixinhas de 6 ibras a ^^ g ^ ^
VelAS de carnauba alli5waarrobl i380 aHbra
AnCOretS eomazeilonas as melhores do mercado a 15400.
CaiXflS com 1 arroba hespanhola conlendo macaro talhsrim e aletria a 63>000
Chouricas e Paos osmalhoresdo marcadoa 560 ^^
j rez UntOS 0 que se pode dezejar de bom a 640 rs. a libra.
L^ingUICaS finasem latas j promptas a 1*600.
Peixe em latasca7aI/nhas parg0#,,inguadosa imo
1 OUClilllO do reino a 320 rs. a libra do novo.e 280 rs. do velho.
Banha de poreo a raalhor do raercado em U(as dal0librasa4000>
lasas para sopa talharim
Falitos xados
e macarro a 280 rs, e aletria a 320 ti.
em macos oom 20 macinhos a 200 rs.
I apel greve pautado e En muito superior a 45000 a resma.
IrVa dOCea 360 pimenta a 360, canalla 900 rs., ecomiohos a 800 rs a libra
PalltOS d(> gaZ Wm a groza 20 rs. a caixinha.
Iin'efinad #m PaCOtsdemsd-'n^r,a 160 rs. potes 560 rs.
'^ao u muito novo a 280 a libra e sevadinha 200 rs
completamente prvido das melhores raercadorias P^r II ha a u
tendentes ao mesmo estabelecimento, e .moitos do Maranho a 160 rs. a libra e gorama a 100 rs liK *o..
outros objectos e gosto, sendo quasi todos rece- i 'af> dn Uin lbra e 2'800 Kro^>-
bdoa de suas proprias encommandas ; e estando "^ U" U,U e do Cear
siles inteirameote resolvidos a nao venderem
Batatas novas
l 2*360 rs. a caixa com 2 arrobas, em libra
ra., marmellada imperial em latas de 1 1(2 e 2
libras a 400 ris: veode-se no armaren Pro-
50
reo. largo da Penha n. 8.
Potassa da Kussia
^ Vende-se emeasa deN. O Bieber &
C, successores. ra da Cruz n. 4.
Vende-se urna bonita mulatinba de dade7
annos ; na ra da Cadeia do Recife n. 47.
Vndese um muiatioho com 15 aonoa. oue
coxinha e eogomma : a tratar na loja da ruado
Queimado o. 46.
. Veode-aeam sof.uma cadetra de balsnco
duas de bra?os. 6 cadeiras e 2consolos. tudo em
muito bom estado e de aniarello: na traressa do
o. redro n. 8.
No gallo vigilante ~
de postas em latas daj melhores qualidades de peixe que ha em Portugal a 1150Q rs ^S FUa ^ ^rOSpO, loja n. 7
Recebeu de sua propria encommenda um rico
aortimento de rendas, bicoa e lebjriothoe de mui-
gl. n,*,.,. 1M00 M.1:Mt.;6' ;;;. g^,^a^5a^^........**~~>~-
"~ Vende-se urna boa casa com um pequeo
sitio e alguna arvoredos, chio proprio ; a tratar
o raa Direita dos Afogados n. 40.
Qado, arlan$am vender mais barato do que outro
qualquer ; e juntamente pedem aos seus devedo-
res que lhes mandem ou rochara psgar os seus
dbitos, aop pena deaerem iuetigiiio.
Souball Mellors & C, tendo recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito de ralo -
ios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portaoto, s pessoas que quierem
possuir um bom reloglo de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Komby, a sproveitar-se da op-
portunldade aern perda de tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo preco no seu escrlptorio
raa do Trapiche n.X8.
Moendas e meias moendas.
Taixas de ierro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fun di cao
de D. W. Bouman.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120rs.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
Johnston' 4 C ra da Senzalla >'Va
a. 42t
n.
_J o melhordo mercado de 8*500 a 9*500 a arroba.
ChoCOlute heSpanhoI verdadeiro, 1,000 rs. a libra.
hrvilhas purtuguezas e francezas9 faij0 vardad649a72o
oavel era latas chegado no ultimo vapor a 1*600
Bolaxinha de soda ern ,.,. i,40#
Lentilnas francesas
Presuntos fiambre
Massa de tomate
raarsas
o melhor legume para sopa e guizado a 200 rs. a libra,
os melhores do mercado a 640 rs. a libra.
das melhores qualidades em latas de 1 libra a 700 rs., em 50O
rs., o em potes de vidro a 700 rs. cada um.
Bolachinha Cracknel em un. com 8 e ie libras21500 e 4*500 oa 400
Ba laOS fVa 11 CezeS de diversos taroanhos de 320 a 600 rs. os raaiores a r
para meninos a 80 rs. cada um.
AVelaaS criega(Us uitmaB,anw 3*0 n- 'bra.
Sardinhasde Nantes, 400 rs. ala*.
Azetft dOCe refinado a9acaixae800 rs. agarrafa,
ArrOZ em saceos de 5 arrobas do vermelho a 2*500.
LlCOrCf os mais finos que ha no mercado a lf agarrafa e 109 a duzia, tarar*
para menos.
Alem dos gneros annuneiados encontrar o respeitavel publico tudo qua for
le a estes estabelecimontos. Os proprleUriossciantificam que estes procos s serviram para
les Snrs. que mandarem sea competente importe e lodos os dentis freguezes je livro lenm de
lar-ja polos presos acosmmados, salvo quolles da fim di moZ|
)
ILEGVEL


>
D14R10 Dfi PERHAMBCCO SEXTA fMEA ti DE JLHO DI 1M1
>*
Enfeites para senhora. '
O albores enfeites pretos e de cores que ap-
perece a 59500, 6* e 6g500 : na loja da Victoria,
Ba ra do Queimado B. 75.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Maito lindas ceiiinhas e abatas para meninas,
da 100 ria al 2*500: na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.________________
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricoi sortimeotos de franjas pretas e de cores
com ridrilhoe sera elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimsdo n. 75.
inhasde peso verda-
deras..
Llhsi flota de peso verdsdeiras. sacadas
grandea a 240 ria : na loja da Victoria, na ni
do Queimado n. 75.
Phosphoros de seguran?
Phosphoros de seguranga, por que livrn de in-
cendio, a 160 ria a caita : na loja da Victoria,
na rea do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Balelas muito grandea a boas a 160 ria una j
na loja da Victoria, ai ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
As melhores lionas de croxel para labyrintho,
oovellos moostros a 320ria um : na loja da Vic-
toria, na rea do Queimado d. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados pan senhoras a 2j>200,
ditos de ponta cabida a 49, ditoa de Uta a 1*600:
ai loja da Victoria, na rus do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chego para a loja da Victoria urna peqccna
porgo de ricos espelhos de varios lamantos para
ornamentos de salas, affiaogaodo-se serem os
melhores em vidros que tem vindo: na loja di
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
La mnito boa da todas as corea para bordar, a
7J> a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Linhas do gaz.
Caixinfeas com 50 novellos da linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ria a caixa, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a700 ris, brancas epretas: na loja da Victoria
na raa do Qaeimado n. 75.
Arara vende os palitos.
Vendem-se msssos de palitos finos com 20
massinbos, por 200 rs.; na ra da Imperatriz,
oja da arara n. 56.
Para doces seceos,
Vendcm-se maito bonitas caixiobss redondas,
de madeira, de diversos lmannos, futradas da
papis de coree, muito linas, proprias nica-
mente para doces seceos de qualquer qualidade,
pelo barato prego de 4, 5 e 69 a duxia na raa
do Queimado, na bem conhcid taja d. uiud.
xas da boa fama n. 35.
Para S Joo e S. Pedro.
Veddem-se caixinbas com grande porgo de
amendoas coofeitadss, e alguna conleitos pro-
prios para o (atejo de S. Joo e S. Pedro, pelo
barato prego da 800 rs. cada ama : na na do
Queimado, na bem conhacida loja de miudexaa
da boa (ama n. 35.
Luvasde Jouvin.
Vende-se luvas de pellica de Jouvin brancas,
para seohora, ltimamente ebegadas : na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-se luvas de seda eofeitadss a 1J600,
25OOO e 2J-200, ditas fio de Escossia brancaa a ra.
700. ditas de cores 800 ris, ditas de algodo a
280 ris ; na loja do beija flor, ra do Queimado
numero 63.
Escovas.
Vende-se escovas para deotes finas de diversas
qualidades a 120, 160. 320. 400 e 500 ris : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Jogo de domin.
Vende-se jogo de domin finos a 1J200 : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Botes para punho.
Vende-se botes de punho Unos de diversas
qualldaiies a 200 rcis o par. que tambem servem
para manguitos de seohora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-s* occulos finos de armaco de seo. a
2*. 1. 640 e400ils : loja do beija flor, nudo
Queimado n. 63.
Ricos sintos dourados.
Vende-se siatos dourados a 23, ditos de fiti
com fivtila dourada a 19500 : loja do beija flor
ra do Qaeimado n. 63.
Enfeites para caneca.
Vende-se requissimos enfeites para esbega com
Tanja, e sem ella pelo baralissimo preco de 51
o 5g000, ditos de vidrilhos a I96OO ; na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Carteiras.
Vende-se ricas carteiras para guardar dinbeiro
da ouro a prata a 2000, 2J500, 19000, 1J280 e
1*500 : na loja do beija flor : ra do Queimado
numere 63.
Rosas artificiaes para cabello
A-L. B. F. tendo recebido um variado sorti
ment de bonitaa rosas que se esto usando par
cabellos. depanooa comfolha de velludo, ditaa
de papel todaa, as mais ricas qae se pode encon-
trar enie-se na ra do Queimado n. 63, loja
doja flor.
ra
Candieiros do gaz.
Chegou para a loja da Victoria oa melhores
candieiroa do gaz, que tem vindo ao mercado,
por pregos commodoa : na ra do Queimado
n. 51.
unileiro e vidraceiro.
Grande e nova oEcina.
Tres partos.
31RuaDireita31.
Keste rico bem montado estabelecimento an-
cn ira rao os (regueras o mais perfeito, bem ac-
b,d,a barajo no sea gentro.
URNAS i* todas as qualidades.
b.55-AIIOS I" valisam com o jacarandf.
BANHEIROSde todos os tamanhoa.
SEHICUms dem dem.
BALDES idem idam.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em ceias de todas ss groeevrss.
PRATOS imitando em perfeigo a boa porcel-
lana.
CHALEUUS de todas as qualidades.
PAN ELLAS idem dem.
COCOS, CANDIEIROS e flandrea para qual-
quer aortimento.
VIDROS em cairas e a retalho de todos os ts-
mandaodo-ae manhos, botar dentro da cidada,
am toda a parte.
Recebem-se encommendaa de qualqeor nata-
raa, contarlos, que tado seri desempenhado a
contento.
Esperanca
Loja de miudezas.rua do Quei-
mado n, 33 A, de Guimares
A Rocha.
Especialidade chegada pelo vapor.
Botes de cornalina braoeos, encarnados, re-
dondos, chatos, oval, meia borla e borla, t tem
destea botes nesta loja,o aonde se preparara pa-
ra punbos, colletes, etc., por 39 urna duzia, ou
19 o par para punho.
Flautaa da bano com 5 chaves, anoeis ee-
treitiohos, ultimo gosto, ecom caixa, que se van-
de pelo diminuto prego de 20g, tinta iogieza (a
verdadeira) polea de \i a 320, de 1(2 garrafa a
640, previne-se que s legitima a que so pote
tem urna cavidade em forma de bico, que se prea-
lhor a vassr o liquido como a extrsco da
. Como a nui^iu ua ----------
: ra do Queimado. loja Esperanga n. 33 A. do intilmente todos os oulros remedios.
sem
Rival
igual
BA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Enfeites
pretos e de cores muito bons a 59.
Sintos.
Sintoa doorados a I96OO e 3
Ditos fitas da velludo e fivella de seo a 19500.
Tesouras inas
com pequeo toque deferrugem a 400 rs.
Ditas limpas muilo bonitos a 800 rs.
Ditas ordinarias a 30, 60, 120 e 240 rs.
Escovas.
Para limpar unhas a 320 e 600 rs.
Ditaa para cabello a 800 e 1|.
Ditas para roupas a 400. 800,19 e 19200.
Meias.
Para senhoras a 2J400 a dnzis.
Ditss psrc homem a 29400,2(600 e 35500.
Flores.
Ramos da flores artificiaes a l$e 15200.
Colheres
de metal propriaa para o diario a 19200 a duzia.
Ditas de metal principe a 48500 a datis:
Ditas ditas ditas para cha a 29400 a duzia.
Botes
para punbo muito bous a 120 e 160 ra.
SYSTfclA MEDICO HUDKLLOWA1
PILDLAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
meute de herves medicinaes, nao contm mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Bei
nigoo mais tenra infancia, e a rompleigo mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleigao mais robustas
jenlei ramea te innocente em suas operarese t-
feitos; pois busca e remove as doenoas de qual-
quer especie e grao por mais antigs a tenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, omitas que j estavam is portas da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e forjas, depois de ha ver tenia-
Esperanza.
At que afinal chegou a esta loja os ssmpre
estimados brincos bales, que pela perfeigo com
que foi execatado o pedido Oca sanada a falta que
baria deste adorno que, sobre ser bom e bonito
barato, a 19 o par e em urna caiiinha : na loja
Esperanca, ra do Queimado n. 33 A.
Esperanza.
As mais afflictas nao devem entregar-tea des-
esperacao; facam um competente ensaio das
efficazes effeilos desta assorobrosa medicina, o
prestes reeuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
Contina a receber especialmente suas fazeo-
das, tornando-ea assim maia baratea : nesta
quadra que temos todo quatrto preciso a ama
familia (em miudezss) a um alfaiate, aapateiro,
caixeiro, etc., o pequeo espado que nos concede
o Diario de Pernambuco nao nos permitte classi-
ncar e numerar a iofinidsde de artigos de que Debilidad*
nos echamos sortidos, tinto m quioqailhsria ce-
rno em artigos de uso diario e indlapensavel :
por isso as pessass da praga ou de fura que quei-
rsm comprar qualquer dos objoctos de qae faz*- Desinteria.
mos nosso commercio, sera directamente oa in- Dor de earsanta
directamente bem servidos. o6.,6am.
Esperanca.
E nesta loja que h e continuar a aero depo-
sito das afamadaa agulhas Victoria tanta a
aceitacao que tem tioo estas agulhaa que noa dis-
pensamos de qualquer elogio, a 120 rs. o papel
Oxol.
Toda aliene&o ao gallo vi-
gilante, que est quei-
mando.
Luvas de pelica.
Ai verdadeiras luvaa do Juvin, ebegadinhaa
no vapor francez: s no vigilante, ra do Cres-
po n.7.
Para os festejos de S. Antonio
e S. Joo.
Trinas e galdcs.
A superior trina e volantes do Porto para ir-
osa, oratorioa os igrejas, que ss vende por me-
nos do que em outra qualqoer parte : s no vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Cascarrilha
Lindas pegas de cascarrilha de todaa as cores,
pelo bsratissimo prego de 1^500 a pega : s no
vigilante, ra do Creapo n. 7.
Chapelinas para senhoras.
Lindaa chapelinss ricamente enfeitadss, pelos
baratissimos pregos de 89 e IO9OOO.
Ditos com pequeo toque de mofo a 6{000: s
00 vigilante ra do Crespo n. 7.
Touquinhas ou chapozmhos
para enancas.
Lindos chapozinhos para menina e menino a
4$ e 68000, ditos de feltro pelo baratissimo pre-
go de 3J000, bonetes da panno Qno e lago de fi-
ta a 3g000, ditos de veludo fino a 40 e 39500,
ditos de palhioha a 38000, touquinbas de seda
muito lindss a 19500. ditos de ril a i;O00 : s
no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Manguitos.
Lindos manguitos com gollinba o maia fino
que se pode encontrar, vende-se pelo baratissi
mo prego d 79OOO, ditos sem gollinha a 1#500:
s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Goliiuhas de iinho.
Lindas golllohas estsmpadas.............. 500
Ditas de Iinho muita finas................. 800
Ditaa pretaa com vidrilho................. 2JJO00
S no vigilante, ra do Creapo n. 7.
Meias. '
Grande aortimento de meias tanto para homem
como para senhora, sendo de homem a I58OO e
231'00. e naos a 28800, ditas de fio de Escocia a
59OOO a duzia, ditaa para menina a 29400, ditas
para menino a 29000 : s no vigilante, raa do
Crespo n. 7.
Batatas novas
Terco n. 23.
Unir-tas .
60 rs. a libra
uo largo do
(Miados.
Vandera-se oliados pintados de lindas viatas e
paisagens, larguras de 6, 7, 8 e 9 palmos, pro-
prios para mesa de jaotara 19 o corado : na ra
da Imperatriz, loja o. 20.
Ra a Senzalla Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston 4 C,
adlias a silbos inglos, candieiros e casticaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carro e montaria, arreios para carros da
na a dous cavalloi,relogios da onro patente
ingl.
Machinas americanas.
EmcasadeN. O. Bieber & C, siccessores,
ra da Cruz n. 4, vendem-se:
Machinas para regar borlas e capim.
Ditaa para deacarogar milho.
Ditaa para cortar capim.
Selins com pertences a 109 e 209.
Obras de metal principe nrateadas.
Alcalro da Seecia.
Verniz de alcatrao para navios.
Salsa parrilhade primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caias ds 1 duzia.
Cognac em caizasde 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrosas pequeas.____________________
ecidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Asthraa.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou extenua-
oao
ou falta de
forgas para qualquer
oo usa
de barriga;
nos rins.
Dureza no ven ira.
Enfermidade no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enchaqueta.
Berysipela.
Febre biliosa.
Febreto da especie.
Getta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmacoes.
Irregularidades de
menstruagao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis,
Abstrucco do ventre.
Phtysica ou consump-
go pulmonar.
Reteacao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Yenereo (mal)
Febre intermitente.
Vendem-se estas plalas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, o na loja
de todos os boticarios droguista o outras pessoas
enearregadas de sua venda em toda a America
do Sul. Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna deltas contem urna instruccao em portu-
guez para explicar o modo de se usar destas p-
lalas.
0 deposito gtaal em casa do Sr. Soum
pharmaceuico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Loja do Pavorua da Impera-
triz numero 60.
DE
G\M\ & SILVA.
Vende-se nette estabelecimento todas as fazen-
das por jpregos mala baratos qae possivel s
com o So de aparar dinbeiro, assim como urna
grande porgo das ditas fasendas inteiramente no-
vas, 'indas pelos ltimos navios : os dooos des-
te estabelecimento rogana a todos os seos fregue-
ses, que se deem ao trabalho de procurar neste
Diario os annencioa da loja do Pavao, porque
estao cortos que nao perderao aau tempo.
Cambraias organdys a 280 rs.
Vende-se cambraiaia organdys com dlicadis-
stmos desenhos a 280 ra. : na loja o armazem do
"""> de Gama & Silva, na ra da Imperatriz
n. 60.
S o Pavo.
Vende-se Onissimas casass francezas de varia-
dos padrts a 140, 260, e 280 rs. o covsdo : na
ra da Imperatriz a. 60, loja do Pavio de Gama
& Silva.
Aindao Pavo a 200 rs.
Vende-se chita fraoceza escura com diminuto
toque de mofo a 200 ra. o covado, e ditas iogle-
zaa a 140 ra.: na ra da Imperatriz n. 60, loja de
Gama & Silva.
Vende o Pavo a 280 rs.
Gorguro de liuho que feito em vestidos para
senhora ou rospa para meninos parece sediobas
a 280 rs. o covado, por ter grande porgo : na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem o Pavao de
Gama & Silva.
Tarlatana do Pavo.
Vende-se tarlatana de lia com palmiohas sol-
tas a 320 ra. o covado : na ra da Imperatriz n
60, loja do Pavio de Gama t Silva.
Vestidos de ia.
Vende-se vestidos de laaziohaa tendo as saiaa
i promptas, com muita roda, proprtas para ba-
lo a 4(00, s na loja e armazem do Pavao raa
da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Eufeites do Pavo.
Vende-se ricos enfeites i turca e Garibaldi
com ricas franjas e bolotaa a gOOO, ditos dos
meamos msissimples a 2g000 rs., e ditoa de fitas
cada um em aeucarto : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavao.
Brilhantina suissa.
Vende-se brilhantina suissa de quadrinhos, fa-
zenda muilo encorpada para vestidos e mais lar-
ga que chita ingiera a 200 rs. o covado : oa rea
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do Pavao
de Gama & Silva.
Colchas do Pavo.
Vende-se ricas colchas de fustao de "de
arios tamanhoa o diffsrentes desenhos : 1.1 ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavao
de Gama & Silva
Chales pretos do Pavo.
Vende-se os mais modernos chales pretos de
ponta redonda com bolola, guarnecidoa de bico
de seda largo em lugar de franja a 69OOO
ra dilmperatrit n. 60, loja do Pavo.
na
Bales do Pavo.
Vende-ae ricos baldes areodados com duaa salas
e bico em volta, pelo baratissimo prego de 69,
ditos de madapolo francez muito granaea com 6
arcos a 5{, ditos com 5 arcos a 3(500: na loja
do P-fS'o, ra da Imperatriz n. 60.
Bi jaante do Pavao a lOflOOO a pe^a.
_ Acata de chegar a loja do Pavo, urna nova por-
go ddjacreditado bramante de linbo, com lsrgu-
rim liso, tendo 27 varaa cada pega, esta
propria para lenges, toalhas, cerou-
Isaa. etc., e vende-se pelo bsratissimo
ra de
fazen
las.
pree
ds Ii
le 10$ a pega,
peratriz n. 60,
s na loja do Pavo ; ra
do Gama & Silva,
1 hales do Pavao.
ie-se chslee de merino muito grandes i
bs deeasaas de cores a 800 rs. : na ra d
\trii n. 60, loja do Pavo.
FAZE.MMS BAMTISSIMAS
NA
Ra da Imperatriz n. 20,
loja de Duarte Borgcs da Silva.
O dito Silva comminica ao
respeitavel publico e com
especialidade aos seus nume-
rosos freguezes antigos e mo-
dernos, que coostantemente
cha rao na dita loja um com-
pleto e variado sortimento de
fazendas proprias deste mer-
cado e vendidas pelos precos
mais commodos, de que em
outra qualquer parte, affian-
cando a boa qualidade e dura-
co das supra ditas fazendas
/estiraos do Pavao.
echiocha, cortes de cambraia brancoa com
" a 29500, ditos de tarlatana brancoa o de
a 39, ditos com bebados eduassaias muito
superiores a 49, pe^as de cambraia branca com
carociohos brancoa e de corea, tendo 8 1/2 varaa
cada pega, por 49. cortes de cassaa de tdres com
7 1/2 varas, padres novos a 29500 ; Udo isto se
encontr na loja do Pavo, que vende dinheiro
a vista : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma <& Silva.
Libras sterlinas.
Vendem-se no escriptorio de Hanocl Ignacio
de Oliveira & Filho : no largo do Corpo Santo
o. 19.
Machinas para jse taaer
caf mesmo na mesa.
A loja d'sguia brsnca receben aa modernas s
aceiadas macbinas de porcellsna para ae fazer
caf mesmo na mesa,isso por um meio fcil e
limpo, resultando afinal que o caf feito em tses
macbinas tem um ebeiro e sabor superior ao feito
por outra qualquer forma : vende-ae na loja d'a
guia brar/ca. ra do Qaeimado n. 16.
Para baptisados.
A loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor a sua encommenda dos seguintes ob-
jectos para baptisados, sendo lindas touquinhas
de setim mui bem eofeilada, e cada ama em
sua caixinhs, sspatinhoa deaetim branco, e de
cores ricamente bordados, e meias de seda, o
melhor e msis bonito posaivel. Agora, pois, os
pais que nao quizerem espe'rar pela generosida-
de das senhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinheiro loja d'sguia branca, ra
do Queimado n. 16, onde bem podero comprar
esses galantes objectos.
Vende-se chitas francezas reas s 200 rs. o
covado, dita ingleza e douradas a 160 rs.: aa
loja de Ferreira k Irmao, ra de Livramenlo ou-
mero 14.
Vende-se um excedente bol novo multo
grande mango e gordo, tambem urna carroga
qess nova : quem precisar dirija-se ao escrip-
torio da ruada Cadeia do Reeife o. 62, entrada
I pelo Deeco do Cipin.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple preto multo superior pelo dimi-
nuto prego de 29 o corado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e M o covado, casemira prets
muito una a 28, 29500, 3, 39500 a 49 o covado,
mantas pretas de blondo maito superiores a 129
manteletes de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordados a 359, sobrocasacaa de panno
preto muito fino a 309, casacas tambem de panne
preto muito fino a 309, paletots de panno preto
fino a 18 e 209, ditos de casemira de cor mes-
ciada a 189, superiores gravalinhas estrellas i
19, ditas de selim macio ede gorguro muito as-
-errores para duas voltas a 29, dilaa estreitinhas
com lindos alfioetea a 29, superior gorguro pre-
to para colletes a 49 o corte, ricos enfeites preloi
a 69, e aaim outras moitas fszendas que sendo i
dinbeiro vista, vendem-se por pregos maito ba-
ratos : na raa o Queimado o. 22, di bem conae-
cida loja da boa ie.
Alburnos de borracha.
Vende-se os mais superiores alburnos ou so-
bre-tudos de borracha, proprios para o invern a
129: na raa da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Cortes de phantasia,
Vende-se ricos c6rtes|de phantasia ds duas saiss
com delicados lavores a 69 cada um : na ra da
Imperatriz n. 60. loja do Pavo.
Gollinbas do Pavao.
Vende-se golio^as de cimbria bordados e di-
tas de fil bordadas a 500 rea : na loja do Pavo
ra da Imperatriz n. 60.
Manguitos com gollmhas.
Vende-se manguitoa com gollinbas bordadas a
lcGOO e manguitoa muito finos a 19 o par : na
ruada Imperatrizn. 60, loja do Pavo.
Tiras e entre indos.
Vende-se tiras bordadas tapadaa o transparen-
tes, assim como entre-meioa muito delicados :
oa ra da Imperatris n. 60, loja e armazem do
Pavao.
Lencos e luvas.
Vende-se lengos de cambraia de Iinho com la-
byrinlho a 29500, ditos de imitagode labyrinlho
a 19. luvas de aadaa de todas aa cores a 500 ris,
enfeites pretos de vidrilho para cabega a IJ, lu-
vas de relroz preto abertas a 500 ris o par ; na
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo de Gama
& Silva._________________'___________
Cambraias do Pavo.
Pegas de cambnia fina com 101/2 varas a 69 a
pega, ditss com 8 1/2 varas a 49, ditas de 8 pegas
a 39, dita para forro, com 8 1/2 varas a I96OO ;
na rus da Imperatriz n. 60, loja do Pavo, de
Gama & Silva.
Grosdenaples do Pavao.
Vende-se grosdenaples preto muito incorpado
a 19600 o covado : na rus da Imperatriz n. 60,
loja de Gama & Silva.__________
Paletots do Pavo.
Vende-se palitota de panno preto fino a 69,
ditos de faney de cores a 69. caigas de casemira
preta a 49500: s na roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Panninhos do Pavo.
Vende-se pegas de panninbo flnisaimo com 10
varas a 6g : na rus da Imperatris n. 60, loja de
Gama & Silva.
Musielina preta.
Vende-se musselios preta muito ina, com de-
licados padrdes, e cassas pretaa muito finas por
pragos baratissimos: na ra ds Imperatriz o 10
loja e armaaem do Pavao._________ '
AGENCIA
na
Fundieao Low-Moor,
ua da Senzalla Nova n.4*.
Neste estabelesimento continua a haverum
completo sortimento de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor o taixas
de ferro balido e coado da todos osiamanho
para dito,
Roa do Crespo n. 7, no
gallo vigilante.
Nesta nova loja ha grande porgo de caixinbas
com amendoas proprias pira brinqaedo de S.
rJoo qae se vende pelo barato prego de 800 rs.
cada urna quem deiiar de dar a urna menina
urna caixiuha ; tambem tem grande porgo de
caizas proprias para doces secos que vende con-
forme seus tamanhoa a 69, 59 e a 49 a duzia,
amendoas avulssa a 800 e 640 ra. a libra : s no
vigilante rea do Grespo n. 7.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas, fszeoda
muito boa, pelo barato prego de 2(000, gollinhas
e punboa ultimo gosto a 2000, gollinbas muito
oaa e bem bordadas a 1J000 cada nma na rus
do Queimado loja de miudezas da Boa fama
o. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pegss de liras bordadas de 2,500.
3,000, 3,500 e 4.000 entremeios a I96OO e 29OOO
cada pega na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Bonecas francezas.
Vende-se bonecas francezis ricamente vestidas
49000 e 59OOO, e SfOOO bonecaa de cera com os
olhos movedgos a 2J0OO e 39000, na ruado Quei-
mado loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
Fivelas de a co para sintos.
Vende-se fivelas de sgo para sinto a 19500 rs. s
29000 na ra do Queimado loja de miudezas
da Roa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 ri. cada urna aspa de ago
para balo a 160 ra. a vara, bandes a 19500 rs. e
29OO o par, na ra do Queimado loja de miudezaa
da Boa fama, n. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se cascarrilhas de seda para eofuitar
veatidoa a 29000 a pega na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
NO
Torrador.
8Largo do Tvrco-n
Mantelga ingina flor s 800 e 960 r. a ira,
diU francesa 610 r., b.nba de porc* a 400 ra.
a itBrs. massas m.ito fioat para sopa 400 r.
libra queijoa do reino a a.diloado aerio a .Va
rs.a hbra.seivj. das n.elhorea marcas a 500 ra. a
Psaeft ,*rKdVh? ie N,BlM "> luto
a 320 rs., bolacbmha inglesa a 320 r. a bkrs
aisim como se vende oulros muilos ler-eres ba-
lissimos, passss a 400 rs. a libr.,i0 m,;:>
novas, e se alguem davidar veoba ver o lors--
dor largo do Terco n. 23.
Gram posbala.*
com penden!*s dourados.
A loja a'aguia brsoca cenline na recerca* *
objecioa do uliimo gosto. e por isso acaba di d,-
pachar vindo pelo attimo vapor esees cele*
s noTissimos grampos de bonitas corea ct-as atra-
denles dourados o que de maia delicado s, p< encontrar. Esss loja como gera'.sntnte sbulo.
temsempre em vistas a cocrmodidada -**
boas freguezias e por isso tem resolvido eessss*
esses galantes enfeites a 59 e 39 o par. o que ea
realidade muito sais valen. Q> nvz p.m ;u<
a vista ds limilago do prego a sebbora q.i com-
prar um ou mais pares, oo se demore eru ,n-
ticipar as suas boaa vizinhas e intimaa amiaas
col ligio, para que as emiilem bom* .*:..
gosto, e msndem logo comprar ostros p;res aa
loja de sua affeigio : que a d'aguia branca, rsj
do Queimado o. 16.
Vende-se urna ot-grinha de 12 nao. kui|
linda e com principios de coitura, n.uit ptt.cru
para se educar, a qal tem muilo boro gnia. ame
dits com 8 snnos tambem muilo linda : na rsa
do Imparador n. 45. lercHro andar.
Vende se no arrLazem n. 12 da rus t*
Apollo, 3 braecs de balanga do aator Furria,
sendo um de 7 palmos de comprido, ao j -Je
meio s um de 5, e meiedoze pesos de du roba*, qualro de urna arroba e dous temos de 1
a 16 libras.
E
serados fuiri
i
Meias de borracha.
Vende-se meiaade borracha para qaam padece
de erysipela a 15A00O o par, meias de seda preta
para senhora a 1(000 o par na ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
A 2f500, s o pavo.
Vendem-se cortea de cambraia brsnca com 2 a
3 babados a 29500, ditoa de tarlatana brancos e
de cores, com barras e bebados a 39: na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavo de
Gama & Silva.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata ingleza a 19500 rs, dita franceza a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedad bygisnique
verdadeiro a 1$C00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os denles a 19000, dita de Botot tambem
para os denles a 1g00 o frasco, pomada france-
za em poa a 500 rs. e I90OO, 320 rs. sabonetea
muito fino a 640 rs., 800 rs. e 19000 cada um ns
rea do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
n. 35.
A 200 rs ,so pavo.
Vende-ae cbita franceza escura de cor fixa s
" tsstose o covado : na ra da Imperatriz n.
60. loja e armazem do pavo.
lapi
Palmatorias devidro
dado.
Vende-ss pslmatoriss de vidro a I96OO rs., ditaa
com mangas proprias para rapazea a 49500 rs.,
cada urna, escarradeiraa de vidro a 49500 rs.
e 5J00O o psr, na ra do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, n. 35.
Eali fagido desde 11 do correle asez -Jpfw-
lho, o escravo pardo, Ricardo, boleeiro e carr >-
cairo, bem conbecido nesta praga e seus assB>
baldes; representa ter z5 aooos de ida-Je, at-
10 e magro, tem cabellos carapiobos raspado *
pouco lempo oa cadeia, onde esleve por cause
de estar fgido, tem pouca barba e falte de dente*
na frente, roato comprido e olhos redoodos ; lea*
sido encontrado ns Capuuga, e Olinde anda Ja-
diando e jogrndo com maia de ass) qae l**cat
quem o apprehender e levar a casa deaesseiho*
na Passagem da Magdalena que ser generosa-
mente recompensado.
Antonio Valentina da Silva Barroca
No dta 17 de )ulho do correte, f i,., |*a
Afogadoa am mulato de oome Jote, de 15 aneoa.
cojo mulato j irabalhou na estrada de ferro, a
passava por iorro, eera cenhecirfo por Jos Joa-
qun?, levou vestido caiga de lia M*JBM*MaaM
ji velha, camisa de algodo de listras, chapeo de
baeta usado, com oa seguintes .'ignaes aassaa,
grosso, cor clara, cabellos crespos e petsaa, era
um poseo larga, nariz regular, olhos pre! ;.. ser-
nas um tanto finas e o rraior signal elle sr
bastante miope, qae pira v*r aa coasas ; rt c; .
levar aos olbos : quem o c.-pturar levo-o se*
Afogados a Jof Buarqae Lisboa, que o se le-
gitimo senhnr, que ser bem ssssaajpensado.
Acna-ae fgido desae o da 7 do cuntLl* o
escravo crioulo de nome Antonio, com id*.]*, de
20 ancos pouco mais ou menos ; coas os sume*
seguintes : altara regulir, rosto redondo, peuca
barba, beiges e ps grosso, tarregou am *******
do senhor : quena o pegar pode enleoder-se tm
Ollnda com LaizJoi Pinto da Coala, tu am
seu senhor Joo Alees Moreira, morador ni Gu-
rita, rio da Parahiba, que sei psgo de sea tra-
balho
. A 500 rs., s o pavo.
Vsodem-se as mais modernas e finissimss lia-
zinhas de quadrinhos e de flores solas e palmi-
nbas, desembarcadas do uliimo navio vindo do
Havre.nelo baratissimo prego de quinbentos ris
o covado, e dio-se as amostras com penhor: na
ra da Imperalriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silva.
Cabaias hespanhoias, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-se sstanova fazenda de padrdes delics-
dissimos com 4 1|2 palmos ds largura, propria
para vestidos de seohora a 400 rs. o covaoo: na
ra da Imperatriz n. 60, loja o armazem do pa-
vo de Gama & Silva.
Dous e sera vos fgidos.
Em Cus de dezembro do anno paseado u.i > *
escravo crinlo de norxe Bonifacio, olees hu.
lhados, estatura regular, grosso do ror>* *a4*>.
gas grandes, com falta de doos denles na beaO*
regrisla e imtala-*e curandeiro; lem swl
visto pela Estrada-Nova, Cimpo-Verde e Bo*-
Viala, como tambem j foi pegado de cetra vez
que fugio em Olinda. Tambem ae auseaitu a*
ds 6 do correle mez de j*lho, outro esrrjfo
crioulo de nome Luiz, estatura regalar, ira***
do corpo, olbos meio vesgos que o faz oihar <
pouco atravessado, com falta de dous derlas as
frente, tem os pea apalhetados torna tabico
j foi pegado de oulra vez que fugio para as bao-
das de Serinbiem : quem os pegar e os u.t. -i-
no caes do Ramos casa n. 4, aera bem rectas-
pensado.
Fugio do casa do abano aeslgmdo o sea t*.
cravo Eufrasio, preto, idade 35 annos. pt|ura
bsixe, e tem por sigoal am peqaeee lobinho ses-
ma da sobrancelhs, tem sido visto nesta tietaefs
pela ra Direita. aterro dos Affogsdos. pn- so
desie nome, e pela Sole-ade : qaem o appreben-
der leve-o a res da Imperatriz r. 42, qae ser*
bem recompensado.
Manoel Alves Coerrs.
;^SS
Cal e pot
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
Fagio no da 1* do correte mez a.> eDge-
I nho Privilegio da fregaezia de Agua Pr^ta, .
eicravo crioulo de nome Vicente, cem os *f*j.
| naas seguintes : bem preto, rosto comprido, ore-
I Ibas pequeas, pernea finas, s poqa.nrs ro-
|ga-se eos capiles de campo a aprehensa- i
, referido escravo que se gratificar gener nmen-
| te, podendo ser entregue co referido M***sJ
oa rus do lmpera No da 8 oe jaiho correte, postes o ra*
depois de sair da casa dedeWngo, son ale-
ve preso por motivo de faga, tora** a fusir 4a
casa de seuseobor o escravo de neme aaaisala
do Recife n. 12, mais barato iD0'qual le.m S Dno* de i0,de *omta
j i Io" meI>o. cor tu', estatura e corpo ren-*'"*.
O que em OUtra qualquer talla* pouco descaogada e aWa, a a*a
ama cicatriz proveniente de um nnhetroqee s***j
n'um dedo de urna das mos : leodo o cabett*
cortado muito repte, e urna argolla d- tersa
Vendem-se tachaa de ferro cuado do autor eom gncho no pescogo ; roga-te aoiondade*
mais acreditado : na raa do B-um, armazem de Policiaes a cap'ara do mesmo, e soa entrega, aa
sssuesr de Jos da Silva Loyo & G. !rna do Cabug, loja o: 3, a Manoel Aniceto
Goncalves.
parte.
Admircao
Na ra do Amorim n. 43
vendem-se sacesseom cinco arrobaa de arroz pi-
lado da Indis, pelo barsto prego de 39, a ellas
antes que seacabem.
Para noivas.
Carnauba.
Vende-se cera de carnauba de superior quali-
dade : na roa da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Cambraias lisas.
Vendem-se pegas de cambraias lisas maito i-
nas, com 8 e meia varas esda pega a 39: na ra*
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Chitas escuras.
Vende-se chita franceza escara fazenda muito
encorpada a 240 rs. o covado : ns roa da Impe-
ratriz n. 60, loja e armazem do Pavo^________
Las a 400 rs. o covado.
Vendem-se finissimss lazinhas com os dese-
nhos mais modernos que tem vindo s este mer-
cado, pele baratiaaimo prego de 400 rs. o covado,
por haver grande porgo : na ra da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao.
Sintos a i 600.
Vendem-se rcodernissimos siatos de fita com
Avallas esmaltadas, pelo baratissimo prego de
1J600: oa raa da Imperatris n. 60, loja do
Pavo.
Botina* de setim branco. ebegadas de novo, as-
sim como perfamsraa das mais finas que tem
vindo : na loja do vapor ra Nova n. 7.
Vende-se urna escrava.
Vende-se ama mulata de 16 annos, poseo mais
oa menos, bonits figura, sem defeito algam, e
tem multo bons principios de cozer, eogommar
e cosiabar : trata-se na ra do Queimado o. 46,
loja.
2001 de gratificad
a qaem pegar o psrdo Francisco, de 17 sasjsaj
de idsde, de booila figura, com todos rs aWsrtesL
cabellos carapiobos e ruivos, este pardo foi da
Sr. Dr. Borgeada Fonseca, o qual viajna ees;
mesmo senbor todo o serto subarairs -.
proviocis, necessaila mente quando era sea e*-
. cravo, e talvez aiods se ioculqae a servir a>
mesmo : quem o pegar qaeira entrega lo
legitimo dono na ra do Hospicio o. 6.
Ignacio Luiz de B'ito Tbrda.
Gomma!gomma!goBima!
a 2,200 a arroba.
Vende-se no armazem de Prente Vianna
C, ra di Cadeia n. 57.
Vendem-se
am* porco de bsrris de cal de Lisboa, propria
para obra de pedreiro a 49 o barril: no armazem
do Teixeira, cies d'IAfsodega.
Vende-se o deposito da ra do Raogel n.
69, COI poicos fundo ; a tratar no mesmo.
Gralifieacao SOI
O absixo sssignsdo declara pelo prseme ss
nuncio que em data de 18 do mez de albo cer-
renle, aeaentou-ae de seu poder o seu escravo
de nome Francisco, que de ordinario coahecs-
o por Francisco Pacheco, com os signaesaegula-
tes : altara regalar, corpo reforjado, roato re-
dondo, olhos scsalanbados, nariz chato, orelhaa
pequeas, sem barbe, bocee pequea, cabellos ca-
rapinhoa ; levando em ai camisa branca de at-
godozinho e caiga de panno azal de algo (lo, ii
alguma coaaa trapilha, cojo escravo nstu'al i*
Goisnna, e julga-se oa preseme-se qae elle ra.
fugiou-se dentro desta mesms etdade. o* em al-
guna dos arrabaldes da meme, aa eoto aegasrea
sea destioo pera Goisana, intitulando-se por for-
ro oa liberto, aegatndo talvez para all por trra
oa em alguma bsreaga ; nctsndo-se qae e*ee es-
cravo asss ladino: portento recomienda t
a todas autoridades policises, capitaes de csase*
e ao registro do porto, qae a terem eoaberiaieat*
do dito escravo de o capturar e lvalo a prsan
da Boa-Vista o. 22, oa eolio em sea sitio no O sa-
po-Verde, que recebarlo a gralificago sappra,
sen perda de tempo. .
Joaquim Ignacio libero laafar.

(MUTILADO


\
DIARIO H PEKHAMBCO SEXTA FEIBA 25 DI J'JLHO 01 fS6f.
Jurisprudencia
Dissertaco,
prestntada d Faculdade fl Direito para o con-
cuaso, que deve ter lugar no dia 28 do cor-
rente.pelo Sr. Dr. Antonio de Vasconcellos Mc-
vezes de Drummond.
(Conliouago.)
Nec refer si dicatur iu compromisso oeui-
db;u posse appellaro a sentanlia arbitri, sub roera
soheodi certara pecunicesummam alteri litigaoti,
tjula hac clausuli doq obstante, poterit appellsre
pan grvala. Nam causa jusls litigandi excusat
a roea compromissi Sicut eliam excsala
fccua ia contracta mposita justa liligandi causa
Outro praxisla de egual consideragoAllimar
T k JaPU Ti{t0 do Nullitate Seotentiarum 1.1
Rub. Quoast. 42 n. 18 proouocea-se a reipeito pe-
la seguale maoeira.
El licet perdictam constitu, sit prohibila
appellatio a laudis, mxime ai sit io compromisso
renunciatum omoi recursiu el boDi vti arbitrio..
Timen licel appellare si pretenderetur dolus aut do juio arbitral, pois que s em termos habis
STrujlio arbitri, aul euormissima lcosio, quibus se deve coojpre.iender, e admltlir essa renuncia
fSMdeai tribus casibus licel appellare, sed appel-1 entra as proprias parles, islo para o taso nico
lati illa lanlum operitur eHecluin devolulivum, e com a implcita clausula daquella juizo legili-
in sugPeDS'7Un. nam protitita cautioe por {mmente constituidohaverdefuncdonar den-
tro da rbita do maadalo restricto e inanpllavel
que Ihe foi conferido, e cumprir o compromisso.
O contrario importara, como mui bem diz Bon-
cenne theoria do processo civil da Franca tomo
segundo paginas 700, 703urna verdadeira pro-
go legal ji havii de parle de alguns destes arbi-
tros, como noi casos de ser um delles fallido ou
ter parentesco cora algama das partes, o que lu-
de al eolio era ignorado, por veotura poler-se-
ha sustentar conscienciosamente, que osjulga-
melos proferidos em virtude da onthorgs de taes
poderes, ou por essas pessoss sao regulares, re-
vestidos do carcter de validado e por consegua -
te definitivos, irrevogaveis eexequiveis? For cor-
to, inadmissivel seria este acert, nao s ante os
principios da sciencia, que nao admitiera transi-
gir-sesobre interesses de ordem publica, taes
como sobre aquellas nullidades aeima figuradas,
to absolutas ede pleno direito, mas tambara
ante o proprio bom seoso queprima facie man-
darla fulminar esses actosle completa impro-
cedencia, e repugnante irraciooabilidade. A lei
de Soln, que caracterisavade areslo irrevoga-
vela sentenga que proferiram os arbitros pelas
partes escolhidas, felizmente nao tem merecido
a sancgo universal enlre as nacoes mais cul-
tas.
X
Com effeilo, serla por talguiza muilo materia-
lizar a lalitude do compromisso com a clausula
da renunciade nao harsr recurso da sentenca
como decUrou o assanto de 23 de marco de
que sustentare o programma da presento
cao
1786 .
dissertago, e por conseguinle sao os mais eppli-
cave:s a materia sngeila, egual apoio sobre ella
se encontr nos jurisconsultos Fcancez9s desubi-
Oo tenome.
Do mal na sua didaiica
appellatum de resliluendo in casu rectractatoois
senteatia iu ejus favurem lata debot executioni
demandan.
VIII
Doixaodo porm de parle esses praxistas por-,
toguezes, vordadeiros commenladores, senao os j rogagao do mencionada compromisso, ou alias a
tnelnores interpetres da jurisprudencia dessa na- I,U1 perfoita violagao, porque muitas vozes se
' pronunciara urna deciso toda opposta e alheia
dos primitivos termos delle.
Sera duvida, a extencao dos poderes conferidos
ao juizo arbitral presupbe sua jurisdiego legal-
mente constituida, fixada, e nao para toda e
qualquer decisao por elle proferida, por mais ei-
- obra.Lois Civiles pag. "da que esteja do nullidades substanciaos e de
2i du o seguiote : Les arbitres ne peuvent cou-outros vicios intrnsecos e iosanaveis ; doulrina
nailreque de ce qui est soumis par le compro- ; esl que tambera insinaam Boitard liges 65. 66,
miss, et en gardant les conditions qui y sont re- i Cheveao leis do processo q'uestao 3361, Locr s-
gl.'s et s'ils jugent autremenl, leur senlence I Prit d* Code de proceduro tomo quarto paginas
est nulle. 386, 393, sobre a qual tem sido accordes os illas
De cilicio arbitri tractanlibus sciendum est,; trados tribanaes de Franca, lsto acerca do rao-
omoem traclum ex ipso compromissosumendum. ao do decidir, como aponta o citado Boncenne e
Nec eoim alluJ ilij licebit, qum quod ibi ut ef- 'se harmonisa com is disposigoes do arts. 1023 e
cere possit, caatum esl. Non ergcquod Ubd! 1028 do cdigo do processo civil do rnesmo psiz.
taluere arbiler poterit, nec in quere libet, nisi XI
do qua re compromissum estol qatenuj compro- Se prlucipio incontroverso na legislago pa-
jDssum est I. 32 15 ff. de recept. tris,que a culpa anda levissiroo do mandatario
Merlin Reperluire de jurisprudence tomo 2 Dao deve ioduzir damno ao mandante. Reso-
pag. 46 n. 4* admilte, que ainda quando as par-. lua0 segunda de 7 de juoho de 1825 (Coll Nab.).
tes se tenbam obrigado a estar pela senleog* dos 13 cd. de rjjaud. L. 23 de reg. jur. art. 162
arbitros < sem recurso, nao Qcam inhibidas de do cdigo commercial brasileiro. consequente
mtenlaranullidade por acrao corrpetente.nem de e lgico, que seno exercicio do juizo arbitral
allegar na execugao, doulrina alias j tamben ', houverem excessos de qualquer natureza, que se-
traduzda no direito patrio ord. liv.3 til. 75 princ. Jam einduzem culpa, ainda quelevissima da par-
til. 87 1. : te dos arbitros, nao poderao esses aclos por for-
Kollaoa de Villargues no diccionario de Dir. ma alguma prejudicar e lolber o recurso devido,
Civ. vt-rb. Arbilrage diz e apresenta, em apoio de Pr.ser este direito de defezi proprio para repa-
*ua opinio, varios arestos dos prioelpaes Irib- raa0 do damno causado as proprias partes que os
Bses de Franga em como a a renuncia da ap-: constituiram em boa f e na rasoavel crenga de
pellsgSo nao sempre admissivel, Io porque | Que elle nao se tornariam indigoos de sua con-
Bini excepgao a regra que aulorisa este recurso,, aOa exhorbllaodo dos poderes que lhes foram
alus so-nenie restricta aos casos previstos pelas ccferidos, e actuando at contri es seus mais
partes ; Io quaudo a senteoga foi proferiia fra ; Tilae iotereises.
dos lermos do compromisso ; 3o ulti petita ; 4o 0s arbitros, seu turno considerados mandata-
qusndo o julgamento destituido de toJos os rios- como Da realidade sao, nao podem exceder
carjcleresessenciaes de validado ; 5" porque urna ; dos "mites dos poderes que lhes foram conferidos
tal renuncia contraria a essencia do compro-' Pel respectivo mandato ; ese por ventura delle
rnlsso ; doutrinas estas aioda repetidas por Cha- ullfaPassam nenhuma responsabilidade jurdica
orol, e Bausquet om seus diccionarios de direito ', p"Je P"ar sobre as proprias partes (que os no-
Tcrb. arbilrage. ; meararo) por esses actos por elles pralicados, e
Eutretanlo, for;a confesssr que esses piinci- ( e.m 1ueevideDt'>mentedelicquiram,contra offl-
ptos foram deduzidos da legislagao romaaa, hoje .clum 8Dl commissum. como doulrina corren-
jur_s,,ruJencia universal, e sempre toda cheii da '~confer- coccei, jus. controv. livro 14 titulo
maior sabedoria possivel. ] 394, cdigo civil francez, a-tigos 1989, 1997, di
Poli le 42docod. liv. 2 de receptis arbitris /^lsnla arligos 1837 e 1813, artigo 49 do da
era determinado, que quando os arbitros exce- fussi? elc- cdigo commercial brasileiro artigo
aessem dos poieres, que Ihe houvesacm sido lf* e 62 ; logo, em taei circomstancias a deci-
conendos j), estatuindo sobre objeclo nao sub- "arbitral quefr excessiv do mandato nao po-
mettiJos ao seu juizo, a sua senteaga s poderia "era Jamis obrigar as partes e muito menos ar-
valer, e substituir na parte, em que tivesse sido "sta-Ias a mais dura coaegao moral possivel de
proferida dentro dos limites da sua compenten- so"rerem com impasiibilidade, sim defeza algu-
ia ; doode bem se v que o ihermometro para I raa',em o menor respiro, as consequenciss ruui-
rrevocabilidade das sentengas do juizo arbitral ,as veze3 irnmoraes desse mui revoltaote abuzo
i,i\!ivn.ipilrt,M.. f._;j___..!_ _i___ llp Sil rnr.fi tnn m /ih.iaII .i.__ 1 l .. _.u____
era i,so terem sido proferidas, ultra vires man-
dali, como ainda largamente discorreu a res-
peilo Bohemero tomo 5o exercitalio 87 ad. liv.
92 Paudect, til. 1.
IX
de sua confiaos*, na escolha daquelles seus pre-
postos.
a Mud nulla paclione eflioi polest, ne dolus,
prositetur livro 27 3 ff. de pacli.
nioguem por certo quererii submetter-se mais ao
seu duro jugo, e dellas fugiriam todos espavori-
dos, exclamando como Virgilio:
Heu fuge... fuge littus amarum.
Vm votA^Aa ai Se prevalecesse desi'arle o principio da irrevo-
J&mSS'SS^mIS^'^ leIm.eml!C?bilidade das sentencas arbitraes a despeito das
aVr pn.rl'r ?i'q.,. t r u*}1 d'r"<" "umUaocias figuradas, sem duvida causar-se-
nV-^nll <,n!^.rt.Se''ieD5H ******* por ordo-; hia a maior violencia possivel a essa le .cripta.
nar,3o nao guardada, segundo a aotiga legislagao
patria, ou baseada sob falsi causa, ou sem causa
transpirando della a mais clamorosa injustiga.e!
as mais iosanaveis nullidades, sobre o que nao j
estiva na possibilidado da previslo humaoa.quan-
do arespeito oicorreu a previa transago da re- nS i'D ? *"**}* cU"\ *.,ermiDDle Pde,er
nuocia desso melhor direito de delesa ; emfim se- Ti*' r""el. equitstivamen e; os extre-
- virtade torna-se vicio, quando
quig muitas vezes torga-
;or da mesma lei tiende, e
mui) sociaes, os mais preciosos
toridade que se pode prestar as eotnca, profe"- '^resses desconhece e fere as circumstanci.s
ridas pelo juizo arbitral decorre a priori da do ". aflm oe d" a um lod. *a* P"*
justa persuaso de que elle ha funecionad na le- !f oulro ao fM0 que s.s ma.mas circumstan-
TaVotSu^tenn le8ie$- k' d6Sd/ qUB PC" 'AeiPpor certo nao constiluiu
Irnn^f//5^C;?""!!aAP;"L5"!rdeqUlf" colloca-lo, como authomato, a ferir injusla e ir-
presunpgao juris infundada v. g. que os
arbitros eslatuiram decisao sobre ponl03 nao men-
cionados no compromisso, necesiariamente taes
actos pralicados por aquelle juizo devem ser con-
siderados como excntricos de suas attribuigoes,
alheios da constituida o da seu mandato,
conseguinle ioquinados de nullidade.
Supponhamos que por acootecimenlos ulterio-
res instaurago do juizo arbitral, pde-se afmal
coobecer, que urna das partes para elle concur-
rente, o no momento em que o compromisso foi
subscripto, j se achava em estado de incapaci-
dade civil ou moral propria, oa alias que depois
ella Ihe sobreviera, em urna palavra que inhibi-
remediavelmente aquelles mesmos que buscam a
saa poderosa Egide; mas sim, pera que como
horneo) com cajees e coragio podesse aquilatar
as circunstancial, e por ellas avallar devidamen-
. te i presumida e razoavel vontide do autor da
6 Por mesma lei, ra de melhor applicar a equidade
natural e legitima, que o puro espirito de todas
ellas.
< Just semper quod qccreudom est wiuabile ;
oeque aliter ius asset dizis o grande Cicero.
Per outro lado, achando-ae disposlo na ord.
liv. 3 tit. 63in prince titulo 66 1, que a
sentenca deve ser proferida de accordo o con-
gruencia com o petitorio prra se nao preteruem
'OOIETIM
0 DEMOMO 80 DINHEIRO
POR
os meioi de legitima aegioedeea, nem nl-
trapassarem os restrictos limites da dlseussio
provocada, emflm psra evitar-ae o possivel ex-
cesso de poder, aob pena de nao haver senteaga,
por haver diveraa sobre a especie varente, o por
coosegainle aulla fMandes Cistro Pratica Laii-
taoa parte segunda livro ?rimeiro capitulo segan-
do n. 43 a Polestas judicii ultra id quod judicium
deductum est neququam potest exceder L. 18
D. de cons. div. Repert. da Ord. vol. 3 pag. 224
e 246 verb. jojtj segue-se que pelo (seto de te-
rem aquelles arbitros contrariado ou excedido em
ua deciso, ao termos do respectivo compromis*
so, tornando-o por isso ioefficaz, e nao obriga-
torio, esst seutenga lambem por elles proferida
extra, ultra, ou a citra petita nulla de ple-
no direito, e por coosaguinte sssceptivel do res-
pectivo recurso para aua correegao ; porque se-
gundo oa principios jurdicos, o que nollo ja-
mis pode pruduzir effeito algum valido.
XII
Al aqui bei apreciado principalmente a letra,
e o espirito da aotiga legialaco civil sobre a ma-
teria em discusso. Resta srcente considerar o
que a reipeito oa moderna legislago patria se
acba disposlo.
A constituico do imperio no art. 160 consa-
grou claramente a doulrina de queas senten-
gas arbitraes sero executadas sem recurso, se
as partes assim o convenciooarem.
Dsqui se pode coocluir que o nosso pseto fuo-
damental principalmente quiz estabelecer um
correctivo, ama limitago lalitude daquella
disposigo ds Ord. liv, 33 tit. 16 io princ. de se
rem as sentengas arbitraes recorrveis em todas,
e qaaesquer hypotheses, anda rnesmo quando as
partes o contrario houveasem estipulado ; a por
conseguinle que hoje tal recurso s ioadmissi-
vel, sendo previamente cooveocionada a respec-
tiva renuncia. Est nodus queastionis.
Mis, ser possivel crer-se que o legislador
constituiote tao sabio, como se mostrou oa sus
obra prima, a constituido, que tao felizmente
nos rege, bouresse eslatuido essa doafrina de
modo a ser entendida sem as devidas restriegues,
e al coca taodeoeias opprassivas ? Por certo
qae oio, porque isso importara o reconhecimen-
to da consagrago do absurdo a todos os respei-
tosinadimissivel, do que nao se pone deixar de
ressalvi-lo.
Logo,a contrario sensas ae deve presu-
mir que aquella dispesigao da constituido do
imperio nada mais fez do que restringir a am-
plilule da antgi legislago civil, cota rela;o
admissibilidade do recurso das sentengas arbi-
traos, a despeito de qualquer estipulago em con-
trario ; mas nunca pre tendea tolber esse sa-
grado direito de defeza, em certos- casosmui
attendiveis e essenciaas.
Sem duvida, aquello qae se obriga a estar pela
seotenga arbitral, sempre debaixo da condigio
tacita de aer esta seotenga justa e conforme o
direito, porque, se a mete do que a tal se com-
pro nieiiau fusse renuBcier os seus direitos, eo-
lio escusado seria ter elle recorrido ao j-wzo ar-
bitral, pois bem poda deixar logo da pedir ou-
trem o que Ihe perteocia, ou conceder-lbe oque
osle Ihe bouresse pedido.
XIII
j recurso aos arbitrios as partes nada mais
fazem do que remetterem a decisiro da causa
probidade das pessoas em quem se touvam, aBm
de prevenir deloogaa, e dispendios, que carre-
ta o juizo contencioso ; mas nunca se pode pre-
sumir, que ainda mesmo havendo compromisso
de nao appellar da senteaga arbitral queiram
submetter-se a urna iojusiiga notoria e revol-
lante.
Demais, havendo dolo, einjustiga manifesa da
parte dos arbitros, a aeotenga por elles profun-
da torna-se nulla e irrita de sua natureza, por
falta de poderes e em virtude de urna subenten-
didaclausula resolutoriapela qual deveodo-
se considerar nullo qualquer acto contrario ao
prehenebimento des obngagSes das psrtes, en
iodepeodenteda vootade dellas, lambem -ssim
aquella outro considerado de neohum
(Merlin.)
Para prova ainda de que aquelle art.
constituigo de oulra forma nao pode, ne1
ser entendido, basta enteoder-se a qae
lamento do nosso Cod. commercial (de.
737 de 25 de novembro de 1850), para cu
fecgiotnui poderosamenteconcorreu um d
abalisados jurisconsultos brasileiros o S
conselbeiro Jos Tbomaz Nsbuco deArauj
sagrou no ari. 469 a mesma doulrina que
procurado auateotar como applicavel s raaferias
civeis. A clausula do compromisso s
curso nao torna irrecorrivel sentenga a.
no caso de nullidade proveniente de have
arbitro* xcodidu ao jwtsomooto oa poder
feridos.
Donde fcil de coocluir, que, ae ess
ceilo constitucional devesse ser entendido
do a considerar-se irrecorrivel a sen ten _
tral, palos simple toctos do ter havido eTta es-
lipulago no compromisso, aquelle grande esta-
dista, e os altos poderes do estado por certono
teriam consagrado e convertido em legislago
patria |essa disposigo, a q*a ento seria evi-
dentemente inconstitucional,, caso sempre ne-
gado.
Eae assim deve ser, e tem tido sempr &f>pli-
cado a reapeito das caasas commerciaes, porque
lambem nao podo aer extensiva' s causasciveis
tao salalar doulrina? Houve por ventura algu-
ma applicago eo poder competente paraaasim
inlerpretsr-se aquelle preceito conslitoeioa>al
lo reatriclamenta, ou com relagao somante s
causas cemmerciaes ?
Se em verdade essa dedarago n3o houve, e
anles pelo contrario essa o unisono sentir dos
que mais profundo estudo nao feito sobre aquel-
la doulrina, deve-ae adralltir, que dando-se a
meama razo dsve dar-ae a mesma iodisposigo,
Oot eadam ralio, ibi dem jus debeiesse,
ex. lg. 12 ff.de leg.
Sendo a jualiga urna, indivisivel, seaspre im-
mutavel, e suprema, assim tamben) deve aer
idntica e uniforme toda a legislago Bella fun-
dada para todos os casos oceurrentes- de qualquer
natureza que aejsm e aujeilos a sua aanego.
"uto.
4
lude
igsjt
re-
itral,
ni os
;oo-
pre-
mo-
arbi-
IIEiNRY CONSCIENGE
IV
(Continuago do n. 169.]
Berlboldo ali se achava de p no Miniar da
porta, e fra a expressao do seu rosto que tanto
assustra velha criada.
Com effeilo o mancebo eslava pallido, seus la-
bios iremiam, e nos olhos btilhavam o fogo da
Celera e da indignagao.
Sem dar a Margarida o lempo de pronunciar
mais urna palavra aproximou-se della, agarrou-a
pelo punho, e arraslando-a para fra da alcova,
disse:
Segue-ma j: vamos, obedece.
A criada estupefacta deixou-se conduzir pelo
corredor at ebegar um quarto qae deilava pa-
ra o jardim, e que j esclareciam os primeiros
laios do sol.
Berlboldo fecbou a porta com violencia, cru-
sou os bragos sobra o peito, e collocando-se em
{remede Margarida exclamou com a voz trmula
fie etnogo :
Ingrata creitura 1 Como qae insultas a
seu 'io e leu amo, depoia de morlo? Nao teos
sentimento, nao tens alma para atrever-te a pro-
nunciar tao abominaveis palavras ao lado do cs-
jtver de teubemfeitor?
Mas o que disse eu? balbociou a criada co-
biindo os olhos com as mos.
Ento procuravas adular o pobre velho, pro-
seguiu o mancebo, sopara que elle de ti se lem-
brasse no seu testamento ? Procuravas acarica-
lo, illudi-lo para que te deixasse algam dioheiro?
alildito dioheiro qua al chega s envenenar o
eorago de urna mulber 1
Sr. Berlboldo, replicou a criada, eu nao
ei o que o aeohor quer dizer I Talvez que me
tivesse escapado alguma palivra imprudente ; po-
lera, SeDhor Deus, tenbo chorado tanto estes das
cjue j uo sei como dominar a minha dor I
Vil serpete, queres ainda mentir I excla-
mou Berlboldo com a voz forte. Eu tudo ouvi ;
Jol Deus que guiou os meus pasaos pira o lugar
em que langavaa as tuas sacrilegas calumnias
lace de um cadver.
E agarrando-a de novo pelo brago, proseguiu :
Diz-ma j : o que qua aabea de mea tio ?
Nada I Nada 1 balbuciou a criada atarrori-
ada.
Por que ento elle est no inferno ? Porque
era intil orar pela sua alma ?
O qe isto, Sr. Berlboldo ? Qaer raatar-
EfTectivanente, embora o diraite civil consa-
gra os principios geraas, que determinara as o-
brlgac&ea de lodosos membrot da sociedade, em-
Suanto o direito commercial s expe as regras
xas dos direitos, e deveres as raspectiva
traosacgdea mercantil, para dacisaa das quei-
toes dellas resultantes : embora as leis civis te-
oham o carcter especial de nacooalidade exer-
cendo-ae, ou limiltando-se por isso a sua in-
fluencia na propria nagSo, ao passo que as leis
commerciaes teem o typo de uoiversidade, toda-
va de primeira intalgo, que immensas van-
tagens necessariamente resultariam se se harmo-
oissssemo raiis que fosse possivel as ditposi-
ces de ambas por tal guiza, que sem faltar ao
desenvolvimento preciso e discusso plena oas
questoes civeis, muito se aproximassem da ap-
plicago dos principios de celeridade, limpeza, e
garanta que regara as commerciaes ; do mesmo
modo que as prescripgdes do direito civil, mui-
taa vezesservem, e sao applicavei para o des-
eovolvimento ou complemento da lei mercantil,
(arts. 121191 e 428 do Cod. Comm.; arts. 2 e 743
do regulamenlo o. 737 de 25 de novembro de
1850, oque alias ha poucos aooos foi lembrado
no senado brasileiro para ser adoptado (com pe-
quenas modifleagdas) pelo famoso estadista o
Exm. Sr. D. Maooel de Assis Hascareohas, se
bem me record.
XIV
Ainda em favor da opinio, que sigo, milita a
deciso dada pelo Ilustrado instituto dos advo-
gados da corte do imperio em sus conferencia de
6 de agosto de 1857 islo que a diaposigo co-
uda no art. 469 do rgalamento n. 737 de 25 da
novembro de 1850 n5o neutralisa as vaotsgens
do juizo arbitral;o que sem duvida imporlou
dizer positivamente, que a nao ser no caso ni-
co, excepcional, e attendivel de nullidade por
exeesso de poderes da parte dos arbitros ero seus
julgamentos, as respectivas senlengas serao
sempre irrecorriveis, desde que houver expressa
convengo das partes nesse sentido.
O Exm. Sr. conselheiro Francisco de Paula
Baptista, que (com rigorosa justiga, e abstrahin-
do de toda lisonja bem alheia do meu carcter),
por seu talento e lluitrago nao vulgares um
dos mais bellos ornamentos da Faculdade de Di-
reito dejtj cidade, e bem assim um dos mais
distinctos advogados destefroe por isso mesmo
verdadeira autorilade nestas materia, como
geralmente recoohecido, insina na nota ao 52
doseu excelleote compendioTheoria, e pratica
do Processo Civil a opinio, que sigo.
A sentengas dos arbitros, depois de homo-
logadas pelo juiz da causa, se j eslava penden-
te, ou do lugar se ainda nao haviaacgo em jui-
zo (Ord. liv3 tit. 16 2, e decreto n. 737 de
25 de novembro de 1850) podem ser executados,
sem recurso, se assim conreocionarem as partes
art. 160 Cons. :iyo que todava nao destre o
direito, que a qualquer dellas possa competir
para pedir a nullidade da sentenga Ord. liv. 5
tit. 75, til. 87 1, M'erlin v. arbitramento.
Do expendido se evidencia que o Sr. coase-
Iheiro Baptista assim invocando a Ord. liv. 3" tit.
16 2* para apoio du sua doulrina reconbeceu,
que esta Ord. nao fra inteiramente derrogada
pelo art. 170 da constituigo do imperio; bem
como que das sentengas arbitraos sao cabiveis
os recursos de appellago e embargos na execu-
go dellas, por forga daquellss duas outras Ord.
liv. 3o tit. 75, e trt. 87 V, a despeito da ex-
pressa convengo das partes sobre a renuncia
delles, e quando por ventura caiba argui-las de
nullidades, como pode succeder havendo exeesso
de poderes da parte dos arbitros nesses seus
julgamenfos.
Em face de taes censiderages e attendendo-se
ao inconcusso principio de que pelas leis suore-
quentn se pdem entender as antecedentes, se
verifica qua s com o emprego da interpretagw
lgica se conseguir prestar a melhor e mais ra-
soavel applicago dessas diiposiges; consagran-
do-lhe as devidas restrigoes, ou ampliagoes na-
turalmente dadusidas do seo verdadeiro espirito,
ou alias fizando a justa apreciagao dos fina, ra-
zoea, motivos, e circumttancias espacifisas que
moveram o legislador estabelecd-las, emflm
precisando oseu sentido, sua intengo, e seu
alcance Seirs leges non hoc est verba earum
Untre sed' vim ae potestattm, como disse ba
muitos seculos Celso L. 17 ff. Legib.
XV
Sa mui comesinbo, que de pleno direito- sao
oollos todos os contratos, quaodo nelles ioter-
veio dlo, violencia, ou leso, Colho da Rocha
736, sendo que at nao admissivel mesmo a
clausula de renuncia das respectiva* aeces Ord.
liv. 4* tit 13 9", como admiltir-ae que sendo o
compromisso um perfeito contrato enlre as par-
isa poa vigorar .I.i.uIj uolU o-.ip-1-.d- *>
ser sem recurso adeciso arbitral, quando nella
interveio flagrante abuso de coofiasga, exeesso
de poderes dos mandalarioa, substanciaos inse-
naveis agilidades, se nao puro conluio para pre-
judicar, e fraudar o direito das rcesmas par-
te? Oh! isso seria urna maoifesta rniquidade,
um vergonhoso conculcamento dos mais legti-
mos principios jurdicos, e sacrosantos dictames'
de jualiga, o que r>a realidade nao se pode com-
prehender, nem mesmo admittir no roclo e escla-
recido espirito do legislador brasileiro naqaella
sua sublime obra, o nosso pacto fuodamental.
Logo, sendo este um contrasanso repulsivo e
inteiramente ioadmissivel, deva-se lar por ver-
dade inconiraslavel, que a disposigo do art. 160
da constituigo do imperio, tambara pola ser
entendida a respeito das materias civeis, como
foi devidamenle applicada para com ss materias
commerciaes pelo arl. 469 do regulamento n.737
de 25 de novembro da 1850; isto t, nao com a
lalitude da possibilidade de recursos em todos, o
quaesquer caaos, a despeito aa sua renuncia as
sostengas arbitraes, conforme consagrava a Ord.
liv. 3o til. 16, mas sim com a restrieo de ser
isso smsnle admissivel, quando se verificar
abuso, ou exeesso de poderes dos arbitros.
Sem a menor conlestago assim tornar-se-bo
mui conciliaveis essas doutrinas e nao sero
neutralisa los as vanlagens do juizo arbitral em
face de outros altos ioteresses sociaes, como a
inviolavel manulengo da boa f, recta razo, e
do brilhaDte trlumpho dos prlicigUa a justiga,
o qae j era estatuido no Diraito romano, on-
sidararsm o numerosos jurisconsultos po'rtu-
guezes, s franaezes cima citados, cujo valioso
auxilio procurel para abrorjuellar-me na austen-
tigo da minha these.
XVI
Recapitulando por tanto os principios cima
estabelecidos em susleolago da minha these,
deve-se dar como cario i, que p,rles nao
podiam conferir aos arbitros poderes, slm do
compromisso; 2, que os arbitros nao po-
diam jalgar. alera das forgss do mismo compro
misso, sob pena de serem atacados da nullidade
quaesquer actos nesse sentido, pois restricto, e
e inampliavel era o aeu mandato ; 3o, que por
esse exeesso de poderes, ou do mandato dos
arbitros nao podem soffrer o mnimo damno as
proprisa partea, nem ser responiareis, oa obri-
gados nao reagir contra os actos delles, dei-
xando de interpjr os devidos recursos da deciso
que proferiam inteiramente excntrica do mesmo
mandato, que Ibes havia sido conferido, e con-
seguintemente, que s sob taes auspicios, o em
to excepcionaes casos se deve considerar admis-
sivel a possibilidade de cootrarir a renuncia do
predito reenrso estipulada no respsetivo compro-
misso, como tem sido bem entendido pelas mais
respeitaveis autoridades do nosso paiz, sobre a
materia.
O legislador coostituinte seria digno de gra-
vsima censura, se ao passo qae to ftlizmente
se lembrou da importante Instituigo do juizo
arbitral para accelerar a deciso das controver-
sias entre os cidados, e poupsr-lhes despezss
iouteis, hoavesse contrariado essa sus primorosa
idea, coarclando-lhes logo os meios da natural
dafeza contra os mui possiveis abusos, e impre-
vistas emergencias.
XVII
Cuando ae observa, que a justiga arbitral con-
fia cooseiencia dos compromissarios etcolhidos
pelas proprias partes plena liberdade de acgo e
o ampio desenvolvimento da equidade natural, o
que a propria lei positiva nao eocerri em aua
eSphera ; quando ae allende qua aquella precio-
sa instituigo perteoce ao dominio da pbilosopbia
especulativa, ao passo que a justiga ordinaria,
instrumento do poder social, em alguns estados,
e algumas vezes ple (como diz um sabio lelo
da Franga) ser dirigida por mos indignas, e
eoto s servir para constituir procesaos ruino-
sos e causas ignobeis, opprimir os traeos e des-
validos, e at' mesmo homilhar-se ante os fortes,
e poderosos, senao lambem ira por o mais Ierre-
nho despotismo sobre os individuos que ella
recorrem ; quando emflm se nao pode mais por
em duvida, ante osrimmenaos progressos ds ci-
vtlisagao, que o juio arbitral importa a verda-
deira legislago da natureza, o mais importante
preito prestado liberdade dos cidados, am urna
palavra o maior beneficio, e o meio mais racio-
nal para terminar entr'elles as questoes. que de
continuo se agitara, de ordinario por infundados
motivos, e meros caprichos de momento, tem
effectiva perda de graves interesses, s resta de-
plorar que talvez adrede, por casusticas inter-
prelagoes de abdicago de todo direito de defeza
natural, sem restriego alguma, se tenh procu-
rado em nosso paiz desprestigiar lo bella coo-
cepgo do espirito humano, figurando-a, como
um ddalo inextricavel, circundando-a de urna
multphcidade de insuperaveis difleuldades de
applicago, de immensos pongos sobre a deciso
dos direitos, que se controvertem.
E tanto estes preconceitos actuara, qua durante
treze annos de meu continuo exercicio da advo-
cacia nesta capital, oe tenho lembranga ou no-
ticia alguma de um a processo civil dessa
ordem, promovido neste foro, bem assim desde
1851, que aqui tem erecugo o cod. do comm., e
seu regulamenlo n.737 apenas cerca de 50 causas
idnticas tem sido instauradas como lambem
procurei informarme de pessoa competente.
XV11I
Este calculo deacriplO de lo benfica iaslitui-
g5o, principalmente em malarias civeis, o seb a
capa de ser da indeclioaTel necessidade de sua
existencia oinccionar voluntariamente a irreflec-
tida e imprescriplivel alienago da propria liber-
dade, proclamar o duro principio da se nao po-
der em caso algum, por mais imprevisto e atten-
divel que seja, reagir contra os actos daquelles
mesmos, que incumbidos da zelare decidir im-
parcialmente sus direitos, abusarem dess no-
bre misso e excederem da coofianga merecida,
em urna pala*, prestar inteira submisso pre-
tenges albeias manifestamante injustas, neces-
sariamente tem feito resurgir o fervor litigioso e
de difflcil convengo para ernmraoharprocessos,
constituir urna justiga dispendiosa a <^t\<& chut
uo oiri.roe. aobtilisar tra*, fazer urna rede
de burlas, formar um labyriotho impenelravelde
formas afira ci melhor enredaremsa as pobres
partes, como dizia Heitor Pinto.
Praza aos cus que em meo paiz se prosersva
de urna vez to dsmnosa preferencia da justiga
legal ou forgada sobre a justiga-natural e privada,
a qual mais pcompla o mais garantidora dos
direitosiodividuaes, emfim que por amor da mui
resyeitavel magistratura, o digna por certo de
subidos elogio*, mas de uta carcter publico e
permanente, nao se aniquila para todos os casos,
nem se torne para sempre ioefficaz a instituigo
do juizo arbitral consagrada no nosso evangslno
poltico, to auimsdora da concordia e modera-
gao, entre os cidados ; era urna palavra que re-
presenta a sabame imagem do vtr oonuc no
bello sentir de Horacio, epist. 16 liv. 1.
Qui consulta patrum, qui leges servat..
Quo multo magoaque secantur judies litaa.
XIX.
Baldo d conhecimentos jurdicos, nao tenho,
nem posic 1er a raidade de haver feito urna im-
portante dissertaco sobro materia para mlm de
taroaoha rduidade, mas sam duvida de summa
facilidade, prompta e cabal solugo par os meus
ilustrados a integro julgadores, bem como para
os demais benvolos loitores.
Resta me ao men
nio, qua abracei
nao propria, nem solada; e antea tendo em
seu apoio as melbores autoridades, com justiga
deve Mr considerada como .
ttnio a snica aeejtaval sobra a f aosOo
Sem tio poderoso auxilio, o
sigo, seria canamente a mais humilde,
sima mesma.
Nem o contrario jamis seria ubiroi
ante a plena conviccio da daBcisocia
qual irn.media vel mente deploro ir fanli
Valtte ftlicm
Dr. Antonio de Vasconcellos Menus efc
mond.
Variedades
Breve lotica sobre ts baifs e
do rio de S. Francisco enlre a
e o porto da cidade.
Dous sao os bancos de aris que axis
entrar da barra do rio da S. Francisco ;
oorte e outro ao sul, por entre os quae
canal, que bastsnte fundo.
p banco do norte vom 4o Pootal liaba
qussi recta, pelo lado do canal, segoiaelo o ra-
mo NE, e forma um cabego, rcais salir.t so
56." NO SE da ponts do aorro do Joco Das,
aos 12.* NO SE da pona do Somidovro. roclo
deste banco eat destobarlo, naa osares 4o agos-
to e setembro descobra-e quasi lodo ; om frao-
te ao Sumidocro al o Poeta! basasate lese-
lilado ; na distancia delle de poueas brseoe tra-
ma-s em 5 e 6 bragas.
c O banco do sol menor ; vem do Joo Moo
e acompaoba a praia x paqueos distancia al fi-
nalitir no Sumidouro, junto do qual proseo
em 11 bragaa.
Enlre eatos dous bancos (I), logo so eotror
da barra, ha urna peqoeoa coroa. rsauflcses fio
banco do Soio Das, qae denominaos, O Baoqari-
nho, demorando do Sumidouro por 38" NI 90,
e da pont de Joe Diaa por 19* NE SO.
c O menor uaOo que eocontr sobra eMa Se
16 a 18 ps ioglezes ; nlra olla porosa, o a fose
Oiaa ba mais fundo, encontrando n sesapre SV s
5 bragaa eolreelle o banco do norte -, (nodo soto.
que vae rapidaments crescendo pr?por;e qoo
o canal se aproxima do Fontal. rselo so
qual encontra-se 14 a 10brocas, 10 o Yi al en
simo ao ancoradouro da cidade.
c Logo ao eotrar a embocadura do re existo
a grande corda doa Pampas. L' ah ood? ssaao
se eslreila o canal. A pools mais sslieole Ststo
corcV], que do lado do canal batante aleaa'.tl-
da, demora do Sumidouro por 15* ME SO, rfin
Fortaleza, qua ao ornas barranca do poucs al-
tura, logo cima do Fontal, por 3i* NO SE- f ar-
te desta coroa est qeasi aeaaprs deacotorte. s
naa mares de agosto e setembro desete* teO
(2).
c lia logo sps desta outra coroa, que tfssossi-
nam a Grande, qoe nao mais do quo s coot-
nuago da doa Pampa, separadas apenas p-r oes
pequeo csoalete, o do Baiac, qoo d confesa-
oicago paqueoae lanchas, cons o rio do Trigo.
Esta cora eslende-se oto linba recta oo rosan so
SO l.'I S at tinilisar em (reata aoeMirsaSas.
c O lado da trra firme todo aauto (easo sSe
mui prximo a praia, desde o Postal al s *ri
meiro rio que se oncoolrs depoia da pona da F-
gueirs, que deoomioam Rio Poqoeno.D*ei se-
guindu-se em d;reccao ao povtal do Alvarssajo,
em frente pequea riba sel* nomo, ba ai
xio de lodo que acompanh-s a esta ess losV
sua extenso.
Patsemos s lages mais notoeois.
< As duas da que mais so arreceiavaa os f
por ahi navegam, sv as do Bade do Norte (3).
Etloi alias quasi i meio-rio et su. o balsa-
mar 5 a 6- pea de agai sobra os essegos asis
baixos. Por entre elle que passe o ceoel
geral.
' Para deotro da lago do Badejo, e j fra do
canal, ficam as lages doa Paulae e de Ptraeaaiao-
mirim (4). Tem ellas 4 a 5 ps do agua sa sai-
xa-mar.
<: Depois destss seguem-se as do Farota, fio
poota da Cruz e da pona Oas Pedras, Isge* pro-
fundada ao entrar no eocoradoor du cdofio
que nao poderxr damnificar eabarcagao aigsejo,
qua demanda asa* ancoradouro, por^eonto lees
ella na baixs-caar 40 a 24 ps do agua.
Outro tanto, porere, ao acootace com a laajpn
Grande do Sul, Bausa grande. Balita panes* o
do Abreu (5), que se aitgt-s com osar ches,
estcalo todas nos lagarea da mais Iranaile, o tras
della no ancoradouro da cidada, oso detcefeeas-
qo a oo Abre eoao ua mares de agosto e se-
tembro.
c Pasao a dar as marcagdts das Isges-qas sao
eslo balisiadas.
Lage dos Paulas.
Pon*. do Azedo por 30* NE SO.
da Figueira do Sul por 37* NO SE.
Faranaau-tnmm.
do Azedo por 35" NE SO.
a da Figueira do Sul por 21' NO SE.
Barata.
cr do Azedo por 80* NO S.
a do Borge por l* NO SE.
Di Pona da Crvs.
do Azedo por 56 NE SO.
c do Borges por 7 30" NO SE.
(Cominaor-je ha )
me ? perguntou Margarida gemendo. Urna, mu-
lber velha sem defeza 1 Solte-me ou enluo eu
grito....
Esta ameaga, ainda que fingida, assuatou o
mancebo, ef-lo aeotir a necessidade do compri-
mir a aua indignagao. Voltou pois & aua primei-
ra atlitude, e conlinuou com um tom de ironia :
Nao, nao quero matar-te ; mas sim expel-
lir-le, prohibir-te que pochas mais oa ps nesta
casa que manchaste com a tua infamo ingratido.
Expedir mim 1 disse Margarida chorando.
A mim, que durante doze annos tratei de meu
velho amo, que na sua molestia testas vezes ve-
lei junto ao seu leito!
Sahirs d'aqui, j l'o disse, e immediata-
mente.
Mas, senhor, nao se cVespede assim urna
crisda sem saber-se primeirose ella tem um tac-
to onde abrigar-se.
Procura por ahi qualquer domicilio; eu pa-
garei as las drspezas.
Margarida animava-so a proporgo que a voz
do mancebo exprima menos colara, o ella via
affastar se o perigo de ser maltratada.
Assim pois foi cor* a voz resoluta que replicou:
Quando se despede urna criada, coocede-se-
Ihe pelo menos quinze das para procurar um ou-
tro arranjo.
Nao duvido, disse Bsrtholdo ; pagsr-te-hei
um mez ioteiro de salario ; porm rae-te. Nao
podes demorar-le mais debaixo do tectoonde re-
pousa o corpo de meu tio. A tua presenga aqui
urna injuria ata memoria.
Porm eu herdo lambem como o Sr. ; e
em quanto o testamento nao se abrir ningaem
tem o direito de mandar aqui.
Esta observago fez Bertholdo sorrir-se amar-
gamente. A sua indignagao contida actendeu-ae
de novo.
Herdas como eul exclamou elle. Sim, sim
E j recooheceste dignamente esse beneficio l E'
0 mesmo: vae ao leu quarto, rene o qae te per-
lence, parte j, seno mando chamar a polica pa-
ra pr-te fra daqui. Ah I Querias comer a fartsr,
e regosijar-te em quanto se enterrasse o leu bem-
ftitor I Miserarel ereitura! Ectlo, partea ou
nao '
A criada levou o avenlal aos olhos, e apressou-
ae em obedecer as ordens do mancebo. Enca-
minhando-ae para a porta do seu quarto murmu-
rava algumas palavras ameagadorss; mas sbito
mudou de rumo, e deiceu a escada sem dizer
mais urna palavra.
Bertholdo cedeodo s emocoes soffridas Daquel-
la terrivel manha, deixou-se cshir n'uma ca-
deira, e ficou como que abysmado em auas re-
flexoes.
Chegando ao pavimento terreo a criada deixou
cabiro avental, e atravessou o vestbulo com pre-
caugo at a porta do eacriptorio ; olhou pelo bu-
raco da fechadura, e qaasl logo um sorriso se de-
senhon nos sena labios.
1 iJ l. est, murmuro-i elis. Veremos le [
Margarida sedeixir expellircomo se fosse ama
mendiga.
E levando novameate o avental aos olhos co-
megou asolucar com forga, bateado, porta do
eacriptorio.
Entre, gritou urna voz.
Ah I mes charo Monck. soccorra-mel e
elamon a criada cahndo n'uma cadeira. Nao me
po lia succeder cuma peior: para morrer-se de
dor e da vergonha 1
A' qae vem toda esta choradeira ? per-
guntou Moock com o tora arrebatado.
Como I Choradeira 1 replicou a criado com
o olhar ioflammado, e cootendo sbitamente aa
lagrimaa. Poia desta maneira que me falla I
suppe por ventura que ha de ser assim qusndo
nos casarmos ? Ettou vendo qae nao torda lam-
bem a tsnger-me como umeo: mas tome sen-
tido 1 o cao poderia morde-lo.
Possuido de arde oto colera Monck tez um rao.-
vimento arrebatado, e mordeu os labios ^entro-
tanto diriga-se para a criada, o lomando-lbe a
mo com brandura, disse-lh6 :
Margarida, mlnba boa amiga, aa suaapala-
vras me foram dirigidas de urna maneira tao im-
prevista I Nao deve pois eslranhar que me esca-
pease ama expressao um pouco irreflectida. Ora
diga-me : qual a causa do seu pezar? Procu-
rare! consola-la conforme poder.
Pois ha de crer que aquella cabega douda,
aquelle forma barulbo me deitoa para fra ?
Quem ?
Bertholdo.
E' Irrisoria na yerdade I Mas nao posso
crer.
Pois exacto : mandou que eu aahisse im-
mediatamente, quando nao, chamara a polica
para obrigar-me a sabir.
E porque motivo ?
Porque motivo? Porque l em cima con-
versando com as mulheres enesrregadaa de fazer
sentinella ao corpo eu disse certas cousas do Sr.
Robyo ; por exemploque o velho avarento nao
queria fazer testamento, que a esta hora arde oas
profundezas do inferno, e que orar por aua alma
nao aerveria l de grande cousa. O Sr. Bertholdo
escutava tudo.
Olhe que roc nao podeconter esta lingual
exclamou Monck batendo com o p. Impruden-
te I Quando ae horda deve-ae fallar do bemfei-
tor com todo o respeito.
Ora censure-me tambem I Esto* vendo que
tem dito delle muito boas cousas I
Est bem ; c entre nos, e quando estamos
sos a cousa oulra : mas em presenga de estra-
oboa I Ouga, Margarida, occultei-lhe urna cousa
por causa dessa sua liogui: porm rou sempre
dizer-lh'a sgora. Olhe que um stgredo que
ningaem deve saber.
Um segredo que ninguem deve saber I re-
peta Margarids sujos olhos fsistaram de curiosi-
I dade.
-? Porm previno-* de quo nunei deixe ei&-
(1) Achava que conviria baliaar-ae eetee dos
bascos, com quanto oo osTeregam elle aaaa
perigo ; ser porem difflcil conseguir a a eos
servago de taes balisas, porquaolo tea ab
mar grande forga as occasioo dos taoiporaeed
E de aguas do monte.
(2j Tem baila.
(3) Eslo oaliaados coa duaa boia de fono.
(4; Coaviria abalisa-la nao que sejt leas is-
>ios tenores. | dispensavel. mas para eviUr se que a kob7
enosa ceasolagao de que a opi- barcago que alargue o tordo pa?. fora dcfei
i, e tenho procurad sustentar T sobre c41aa.
(6) Eslo balitadas co
competentes globos.
m vares de eae-ial a
par de sus boca urna s palavra que faga suspei-
tar a existencia desse segredo : a menor impru-
dencia far-oos-hia perder a heraog; ficuiamos
aem um sold.
Sim, sim ; diga o que : falle, qua- eu me
callare'.
Margarida, querida Margarida, o (estamento
pode aer aanullado, disse Monck suspirando. Elle
oo est feito de accordo com a lei.
Ceas 1 Ser verdade!. exclamou o criada em-
pallidecendo.
fc'.' como Ihe digo: a lei manda quo o testa-
mento para ser valido menciona o lugar e o dia
em que foi feito. Robyo esquecea a data.
E como aabe disto? perguntoa Margarida
laucando sobre o esorevente um olhar aecusador.
Nao me diste que nao tinha visto.o testamento?
E nao vi : isto que Ihe confio agora me foi
commuoicado em segredo por urna pessoa, cujo
nome nao posso dizer ; mas que por sua posigo
no tribunal.... ouve ? foi s quem nolou esss
omisso, e por amizade mim estou que nada pu -
blique. .
Ora que ha vemos da ter sempre alguma cou-
sa que nos contrari. Querem ver qe d'aqui ba
pouco Picaremos sem nadal...
Se soaber calar-se.nohaver perigo ; mas
se for ainda tagarellar com os viziohos respailo
do testamento, ento aera com toda a certeza a
cauta da miseria de nos ambos. Oago o Sr. Ber-
tholdo descer. Nadt receie ; deixe estar que nao
hade sabir ; en arranjarei as cousas com elle.
Entre no sea quarto pela porta oceults, e conser-
ve-ae l tranquillamenle al que o negocio esteja
concluido. Sobreludo guarde segredo : dslle de-
pende a nossa fortuna.
Monck acompanhou com a vista a criada at
que asta sahiu fechando a porta sobre si.
.Estupida tagarella 1 Acredita tudo que se Ihe
diz ; e agora que julga ter entrado na confidencia
de um segredo, oo pensar n'outra cousa. Quan-
do ver que o seu nome foi esquecido no testa-
mento talvez que para se vingar v dizer que elle
nao valido por faltar-lhe a data. Zombaro del-
la : o testamento tem a data de 20 de abril. Ah I
ah I Ninguem pode negar que sou muito fino.
Dizendo estas palavras Monck dirigiu-se par a
carteira oas pontas dos ps,, pegou na peona, e
inclinou a cabega sobre urna flha de papel, para
parecer absorvido na escripia. A sua phislonomia
toroou-se de repente indifferente e reservads.
Bertholdo entrou no escrlplorio, tomou urna
cadeira, e disse seotando-se :
Monck, tenho que tallar Ihe.
0 escrevente levantou-se, e vlrou-se para o la-
do do mancebo. t
Sente-se, acreseentou Bertholdo, a nossa
conversago deve serlongs.
Nao repare ; estou acoitumado a conservar-
me de p, murmurou o escrevente fjxaodo em
Bertholdo um olhar penetrante como que psra
descobrir da ante mo o que ihe poderia elle
dizer.
Saiba, Sr. Monck, que eu techo raides para
mostrar-me irritado pelo que ae tom aqui pasea-
do ha alguns das: porm nao quero acreditar
cegamente as palavrai de uaa pessima mu-
Iher....
O Sr. Bertholdo tem razo,.muita razio, dis-
se Monck interrompendo-o. Margarida urna
tola que nao sabe conler aquolla lingua : diz mal
de todo o maulo, do aeohor, de mlm, e de ai
mesma : mas urna pobre velha, teohacompai-
xo de sua 3Jado.
Ella vaesahir dsqui Lmmediatarxenle ; des-
peda-a.
Veiu-me] contar j. o seu pszar. O Sr. Ber-
tholdo sem duvida nao reflectiu bem...
. Est irrevogavelmente deci lido; oo a las-
time, porque eir msreceu a sua surte. O meu
saogue ferve de indignagao quando pens nisso.
Tristes idss me impediram de dormir: ao rom-
per do da levantsi-me no intuito de ir cmara
mortaaria orar ainda alguns minatoi. No mo-
mento em que me aproximava, palavras estra-
nhaa forera oa raeua ouvldos. Estupefacto paro e
escuto. Margarida insultara meu lio de ama
maneira a mais sangrenta : regosijava-se com a
sua morte, e jogava injurias e calumnias em face
do corpo Inanimado doseu bemfeitor. Desped-a
j, deve partir quanto antes... Mas vim aqui para
fallar-lhe de negocios mais graves.
Margarida nao partir assim to depresss,
resmuogou o escrevente mais alto do que queria.
Nao partir I E quem o ha de impedir ? per-
guntou o mancebo admirado do acceoto com que
Monck proferir aquellas palavras.
O eserevente constrangeu-se logo, e replicn
com um sorriso, em cuja humildade um olbar
mais experionte teria descoberto a astucia e a
ironia :
E' verdade, o senhor manda aqu. Todavia
nao leve a mal a minha coofianga na aua honda-
da. Esperara que afioal sedobrsria, perdoando a
urna pobre criada, e ainda o espero... Porm nao
disse que me queria (aliar de cousas mais impor
tanles ? Estou as suas ordens.
Bertholdo illudiu-se com a Cogida humilda-
de do escrevente, e proseguiu n'um lom mais
brando :
Moock, nao quero indagar pelas cousss da
inconcebivel colera de meu lio contra mim, nem
o modo porque leve elle conbtcimento do poema
0 usurario antes da apparigo da minha obra.
Ainda quando fossam fundadas as revelagoes de
Margarida...
Nao o sao ; Margarida urna libgua de v-
bora 1
.... pouco me importara. Quero tudo esque-
cer com urna condiego.
E qual ella ?
Ajude vavel.
Tenha a boadade de explicar-so.
Diem cousas estranhas i respeito de meu
lio, e sobre a origen de suas riquezas, Asiegu-
ram que elle reduztrs ultima miseria muita sit-
vas a ospbos. Diga-me francamente : o qoo ss
de verdico nessas aecusagea f
O escrevente sstremaceu ; esto moviroeaio oio
escapou Bertholdo.
Torno a pedir-lhe qua ose (alie fraoccoea-
te. Qae genero da negocio se-(a a sansa i
Qua genero de negocio ? Um oegoc 'ki'
ao que presumo. *
i Bm negocio licito nao dara en-----illsfia a
ruina de lant gente. Mostr-me que sossss
fundamento aa accus-igoe qua aa (aiecs diWu<
mana
mente.
lasos o
Nao se afflija por isto, Sr. Bertholdo di
escrevente com Qoglda tranqailhdade. Wm
assim no conamercio : aqaelta qM perd debe
ro nao gosta nada daquella qu* o gana. eqoos-
meio de viagangs. langa sai:
do oo acba oulro
da calumnia.
Neste caso on aer mais (raneo. CiUea nasa
certa viuva Lorrain, qua ii outi'ora com aseda-
mente, o que hoja mora D'acoes .,, f-r"jL
sem ter pao para dar aos filhinhos : ditess aoV
patrimonio da riuva e don fllhos pastsu ?.r, aa
maos de men tio. E' verdade ?
a eate respailo o quer que soja,
que h f Como Ibi
levantos
os
ejett isto so
hombros set
rou Moock.
Idas o
deu?
O escrevente
ponder.
O senhor deve saber, prosegua Berlhoto*
urna yesques* oceupav. do, negocio, 4snS
lio, e ora antea quero delles tratara"
-Nao o comprehendo, Sr. Berlboloo. r<
dea Monck com o tom do impaciencia o
lo. Aioda qaa fossam fundada as saas
tea, a devena calar-rse eo respeito I
do meu bemfeitor. Vareco-me
pete penetrar legrados
devem hoje
malo.
Poi-
que nio Ibo
qae, a tareas si:
Bear sepultados com ella no
Vejo realmente quo me oo comprahossos.
Vou melhor explicar-lbe os rneus prajoctoo*
Nestet tres ltimos diss tem-se-tne dte
cousa, e muito tenho descoberto. Asada
mea coragio recose prestar ama ( i o tetra osa
boatos que correm, com tudo de mim so aaeda
rou a triste conviego de que nem sesssts aso*
lio segua o verdadeiro camiobo : erais oso tita
se deixou illadir sobre a legiiintidado fio aorta
meios para ganhar dinheiro O peoMasostodo
que Deus Ihe ha de pedir disso severa cesUeter-
menla-me noute e dia, e nio aso fioha oto as-
menlo de repoaso.
(Cs/as>s*r-o-*a.)
PEMAMBCO^IYP DE M, F. DE*.& FiLHO,
MUTILADO

*'**
tt:


Full Text
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