Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09574


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AIIO XXXVIII. IDIEftO167.
Por tres nezesaiaaUdts 5|000
Por tres mtu jtwmt 6|000
.***:
VAr
TERCA HU 22 DE JLHO DE UC2.
i m m
Portal* diaiUdo iVfOOO
Porte fraict pan o sibserittor

DIARIO DE PEMAMDICO.
JCA.RREGADOS DA SUBSCItIPgAO DO NORTE
Pawahyba, o Sr. Amonio Alexandrino de Li-
an ; Natal, o Sr. Antonio Marque da Silva;
Aracaty, o Sr. A. da Lemss Braga; Cear o Sr.
J. los da Oliveira; Maranho, o Sr. Joaqaim
Marque Rodrigue; Para, ManoelPinhairo &
C; Amazona, o Sr. Jaronymo da Costa.
ENCARREGADOS DI SUBSCR1PCAO DO SDL
Alagas, o Sr. Claudino Falcao Dia; Baha.
o Sr. Jos Martina Alvos; Rio da Janairo, o Sr-
Joie Paraira Martina.
PARTIDAS DOS COB REOS.
Olinda todoa oa dias aa 9,'-i horas do dia.
Iguarass, Goianna, a Parahyba as segundas
a aextaa-feiraa.
S. Anto, Bezerroa, Bonito, Caraar, Altinho
o Garanhuna nas tergas-eira.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
qaeira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouriearya Ex naaqaartaa-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoao, Una.Barreiroaf PREAHAR DE HOJE.
Agua Prela, Pimentelras a Natal qaintaa feiraa.Primeiro ios 54 minatos da manha.
(Todos os correios partam >t 10 hora da manha, Segando aoi 30 niatos da tarda.
EPHEMKK1DKS DO MEZ DE JULHO.
4 Quarto craacaota aa 8 horas e 20 mlDaloa da
manha:
12 Laa cheia aos 2 minatos da manha.
18 Quarto minguante a 2 horaa e 32 minatos da
tarde.
26 Laa nova n 6 hora a 2i minutos da man.
PARTIDA DOS APOHRS COSTE1R03.
Para sal at Alago 5 a 10; para o norte
at a Granja 14 a 29 da tada mas.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do pipueot i 6 li2, 7, 7 1[2, 8
e.8 1|2 da m.; de Olinda fa 8 da m. a 6 da t.; da
Jaboalo s 6 l|2da m.; do Caxang a Yanta
s 7 da m.; da Btmfica s 8 da m.
Do Racifa : para o pipueot s 3 1(2. 4, 4 i 4.
4 1(2, 5,5 1|4, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda a 7
da re. a 8 1|2 da t.; para Jaboato a 4 da t.; para
o Caxang a Varita s 4 1|2 da t.; para Btmfica
as 4dat.
AUDIENCIAS DOS TRIBU.NAtS DA CAPITAL.
Tribanal do eommercio : segundas a quintas.
Relapso: tergas a sabbadoss 10 horaa.
Pazanda : quintas s 10 horas.
Juizo do eommercio : aegandas ao meio da.
Dito de orphaos: tercas e astas s 10 horaa.
Primeira vara do civel: tergaa a extasaa mete
dia.
Segauda rara da elvel: qaartaae sabbados il
hora da Urde.
OAS DA SEMANA.
21 Segunda. S. Praxedea t.; S. Claudio m.
22 Teres. S. Mara Magdalena ; S. Maneleo m.
23 Quera. S. Apolinariob. m. ; S. Liborio.
24 Quinta S.Cbristina T.m.;S. Francisco Solano.
25 Sexta. S. Thisgo ap.; S. Chritoo m.
.26 S'bbsdo. Ss. Symphronio e Olympiomm.
27 Domingo. S. Anna Mi da Mi de Deas.
ASSIGNA-SE
o Recita, em a livraria da prag da Indepen-
dencia ns.6e8.dos propietarios Maaoe Flgaei-
Iroa de Faria & Filho.
MRTE OFFICIJL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 18 de junhe de
IMS
Offleio ao Exm. presidente da provincia do
Cear.accuso recebido o offleio, datado de 10
da correte, em que V. Exc., coromunicando-
me o desenvolvimenlo que al tomando nesaa
provincia o cholera-morbus, o qual tero dado
lagar ama deapeza mu craacida, cuja cifra
ainda avallar conaideravelmente com os paga-
mentos ji autorizados, eolicita-me a remessa da
qaanlia de 40:000000 igaal a que por aqui se
envin em virtude da ordem do thesouro n. 14
de 21 de abril ultimo. Em resposta lenho a di-
zar V. Exc. que a ordem do thesouro, que
OH.s Srs. agentes da Companhia Braailei- I o partido conservador triamphou sempre naquel-
ra de paquetes a vapor mandem dar urna paisa- la fregaezia.
gem de estado no vapor Oyapock ata o Rio de
Janeiro a Joaquim Ignacio de Carvalho Mondon-
ga, empregado publico.
Dita.Os Sri. agentes da Companhia Brasilei-
ra de paquetea a vapor mndeos cooduzir para o
Maranho, com destino provincia do Piauhy,
por tonta do ministerio da guerra, 337 ps de
ferro para barras de madeira, que aero manda-
dos apresantar pelo director do arsenal de guer-
ra. Fez -se o necessarie expediente a esse res-
peito.
Despachos do da 18 de jultio.
Requtrirn.tnlot.
Padre Antonio Malaquiaa Ramos de Vasconeel-
los.Pasee portara nomeando o supplicanle.
Bacbarel Agostinho Ermelino de Leo Jnior.
allade ao seu citado offleio, s tem o alcance que I Paase portara coocedendo a liceoga pedida com
a thesouraria de fazenda d oa informado junta I veocimentoa oa forma da lei.
por copia, e, por essa causa nao podeodo annuir
ao pedido de v./Exc, vou levar o negocio ao
cenhecimeolo oo'governo imperial, quem pego
a neceasaria autorisacao para efTectnar a remes-
sa desaa quantia. Previno entretanto a V. Exc.
deque.se agravar-se a situacao dessa provin-
cia, tomarei aob minha reapoosabilidade o an-
nuir a sua requisirao, agora nao attendida pelas
raides cima expostas, e por dizer-me V. Exc.
que ainda existe algum saldo nos cofres da the-
souraria da mesma provincia.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Declero i V. S. para aeu conhecimento e de-
vida execugo, que com avisos do ministerio da
fazenda, datados de 3 do correte, me foram re-
manidos ns decretos, pelos quaes sao nomeados
cheles de secc/o dessa thesouraria o primeiro
escriplurario Pedro de Alcntara Pioheiro; pri-
meiro escriturario o aagando Jos Francisco de
Saltea Baviera, e finalmente segundo escripturarlo
o tarcelro Herculano Duarte de Miranda Heori-
qaas.
Ditoao meso.Commuoico V. S. para sea
conhecimento, e afim de qaa o faga constar a
qaem competir, que exislem na secretaria do go
verno os ttulos, comeando praticaotes dessa
thesouraria a Antonio,Aprigio da Cunha Maciel,
Francisco Lauro da Silva Costa. Jaaquim Lucil-
lo de Siqueirs Varemo e Narcizo Duperron, os
qaaes, para terem a/devida execugo, me foram
remettidoa com avi^o do ministerio da fazenda
de 8 do correte, i
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Aonaiodo ao qu% sollcitou o chefe de polica
interino em offleio de hootem aob o. 1,098, re-
commeodo & V. S. que mande pagar a Jos An-
tonio da Molla, oa a pessoa por elle autorisada,
a qusotia de OJOOO, proveniente do aluguel,
vencido desde 12 de margo ultimo at 12 do
correte, da cna que serve de quarlel ao des-
tacamento da villa de Serinhem.
Dito ao mesmo.Pelo seu offleio de 16 do
eorrente fiquei iolerado de haver V. S. no dia
4 dette mez pasaado ao provedor da Santa Casa
deMisericordia a admioistrago do patrimonio
dos orphaos, que se chava a cargo dessa the-
souraria, e uem assim fetto entrega do >i.io da
15:6275645, que pelo balango do semestre Ando
no ultimo do mez de junho, foi verificado pela
junta da meama thesouraria existir na caixa da
renda dsquelle patrimonio.
Dito ao director do arsenal de guerra.Haja
V. S. de informar, se oaa quanlias menciona-
das em seu offleio o. 182 de 8 deste mez achara-
se comprehendidas de descont, feitos nos ven-
cimentos de mancebos, que tenham desertado
ou fallecido, sem que houvessem inemniaado
completamente a fazenda.
Dito ao commandsnte superior do Recife.
Nao podendo ser attendida a requlsigo que fez
o commaodaote do batalho n. 4 de infantaria
da guarda nacional deste municipio, em favor
dos recrutas Manoel da Costa Nogueira, Preg-
macio Pereira doa Passos e Francisco Daniel Lo-
pes, avista do que informo* o Dr. chefe de poli-
ca interino em data de 17 do correte ; assim o
declaro V. S. em resposta ao aeu offleio n. 62
de 12 deste mez.
Dito ao commandaole superior da guarda na-
cional do Rio-Formoso.Annuindo ao que so-
licitoa V. S. em olUco de 20 do mez paseado,
ataba da expedir as orden neceaaarias para
que as 20 armaa com correamos, pertencentes
ao batalho o. 45 de iofsnlaria da guarda na-
cional do municipio de llarreiro, e que se a-
chavam em coocerto no arsenal de guerra, sa-
jara postas na fortaleza de Tamaodar, onde V.
S. as mandar receber. E lbe recommendo que
expega immediatamente as suas ordens para .que
seja convenientemente armado o destacamento
daquelle municipio.
Dito ao commandsnte do corpo de polica.
Pode V. S. mandar eugajar no corpo sb seu
commando o paizaoo Domitio Barboza dos Reis,
e dar baixa ao corneta Deodato da Costa Hornos,
a que se refere os seus o lucios ns. 319 e 320 des-
ta data.
Dito aos agentes da Cornp nhia Brasileira de
paquetes vapor.Pdem Vmcs. fazer seguir
para oa porlos do norte o vapor Paran, duran-
te o prazo marcado.
Dito ao gereote da Companhia Pernsmbucana.
Ple Vmc. fazer seguir aos seus destinos os
vapores Persinunga e Iguarassu' nos das e ho-
ras indicados no sea officio de 17 do eorrente.
Portara.Nos termos do aviso circular, expe-
dido em 16 da fevereiro de 1861, pelo ministe-
rio da justica, e por coota deste, mandem os Srs.
agentes da Companhia Brasileira de paquetes
vapor dar transporte no vapor Paran, detta
para a provincia da Paralaba, ao capito do cor-
po da guaroigo Itaymundo Gongalves de Abreu
a a urna praga que dalii vieram escollaodo uta
preeo, conforme solicitou o Dr. chele de polica
interino ena offleio o. 1,103 desta data.
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao que requeren Marianna Augusta Coelho, re-
aolve cooceder-lhe licenca para ir ao presidio
de Fereaodo no hiate Sergxpano, levando cura-
sigo es gneros constantes da relago junta, as-
sigoada pelo secretario do governo com os pre-
gos correntes, attestados pelo presidente da jun-
ta de correctores desta cidade, nao podeodo,
porm, effecluar o desembarque dos ditos ge-
neres, sem que, por parle do commandante do
mesmo presidio, se proceda a exame, para ve-
rificar se ha agu-.rdente ou qualquer bebida es-
pirituosa.
Dita.O presidente da provincia resolve no-
mear o padre Aotooio Malaquias Ramos de Vas-
cencellos para o lugar da capello da colonia mi-
litar de Pimenteiras.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasilei-
ra de paquetes a vapor mandem dar transporte
para a Baha no vapor Uyapock, por corita do
ministerio da guerra, a Angela Mara da Coo-
cetgao, molher do soldado do 8 batalho de in-
fantaria, Ismael dos Sanios Nonato, que tambera
segu Pra aquella provincia no mencionado
vapor."Commuaicou-se ao commandante das
armas.
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao qaa> equereu o bacharel Agostinho Ermelino
de LeiO Jnior, juiz municipal e de orphaos do
termo da Olinda, resolve tonceder-lhe 2 mezes
de licenca com ordenado para tratar de sua aau-
de fra d elle termo.
Dita. -Mb presidente da provincia, teBdo em
vista o O requeren o terceiro escriplurario da
thesoorerta de fazenda desta provincia, Francis-
co Jos de Moraes e Silva, e bem assim a infor-
mado do respectivo inspector, datada de hon-
tem e sob n. 644, raaoife cooceder-lhe um mez
de liaenga com vene saltos, na forma da lei,
para tratar de sus saude. |t, .
Abaxo asaignados moradorea na ra de Joo
Fernandos Vteira.Informe o Sr. inspector da
thesouraria provincial.
Bellarmioo Pinto de Paiva.Nao tem legar
vista da ioformago.
Domingos Joaquim da Silva.A' vista da io-
formago do Dr. juiz municipal da 2a vara, j o
sopphcaote foi atteodido.
Francisco Vieira.Informe o Sr. Dr. chefe de
polica.
Henrique Augusto Millet.Informe o Sr. ins-
pector a thesouraria provincial.
Jos Caetano de Albuquerque.Conformndo-
me com o parecer do desembsrgador procurador
da cora, fazenda e soberaoia nacional recorra o
supplicanle aoa meioa ordinarios.
Parectr a que se refere o deipacho supra.
lllm. e Exm. Sr.Em resposta ao offleio de V.
Exc. de 27 de junho prximo passado, no qual
manda interpor o meu parecer acerca da materia
do requerimenlo de Jos Caetano de Aibuquerque
aobre que veraa a informaco a elle junta, da
cmara municipal desta cidade, sob n. 50. tenbo
a honra de cumprir o exigido por V. Exc. do
modo seguiote: oa o peticionario tem o direito
ae servidao constituida j nas trras do engenho
Palmeira por onda paisa ease caminho ou atra-
vessscouro, e o qual diz quer beneficiar a sua
cuita, ou procura a intervengo do governo para
estabelecsr urna nova servidao.
No primeiro caso pode usar dos meios que as
leis Ihe [acuitara para reparar e beneficiar o ter-
reno serviente, o que uo Ihe pode ser negado,
urna vez que nao seja issso prohibido com razoes
aiieodivei e legaes. E qeaodo impedida oa re-
cusada a sarvido da qual nao possa usar, e nem
consiota a senhor do eoganho Palmeira aeohor
do predio serviente, tem os recursos permitlidos
por lei para manter a aua posse ou desforzando-
se incontinente, ou langando mo da competente
acgo para rehavar a servidao recusada, sem
que seja neceasario postergar-se as leis munici-
paes, e o que da competencia do poder judi-
ciario, a quem nao permiltido daixar de diri-
gir-se pelas leis geraes qne regulara a materia
augeita.
Commando das armas.
Quartel-general do commando das
armas de Pernambueo na cida-
de do Recite em 19 de julho de
1862.
ORDEU DO DIA N. 112.
O general commandante das armaa, faz publico
para o fim conveniente, que a presidencia nds
termos do aviso do ministerio da guerra de 16 de
oovembro de 1859 com referencia ao de 22 de
julho de 1857 publicado na ordem do dia do exer-
cito n. 162, nomear por portaria de 18 do cor-
rente o Sr: padre Antonio Malaquias Ramos de
Vasconcelos, para o emprego de capello da co-
lonia militar de Pimenteiras o que constoa de
offleio da meima presidencia da referida dala.
Faz outro sm publico que oesla data se apre-
sentou vodo do sul com destino ao corpo de
guaroigo deala provincia a que perlence o Sr.
tenenle Jos do Reg Barros.
Assiguado.Sdonto Jos Antonio Pertira do
Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelho, capitao
ajadante de ordens encarregado do detalhe.
fregn
Eis aqu, ssnhores, a machina bem montada,
de qaa fallou o nobre depatado, a qual tendo de
funecionar no dia 27 de oalubro, e trabalbandu
regularmente devia trazer em resaltado o triam-
pbo do partido conservador, como sempre que a
luta dos partidos se concentrar na esphera que
lhes tragada pela lei a pelo direito...(Apolados
e nao apoiados.)
(Ha diversos aportes.]
Pego aos nobras deputadoa que me nao inter-
rompam ; a primeira vez que fallo na tribuna
desta cmara.
O partido liberal diante da perspectiva de urna
derrota eminente rominava o plano tenebroso de
vencer a eleicao a todo o trame ; ou nao consen-
tir qoe houveaae eleigo...
(Ha diversos apartes que interrompem o ora-
dor.)
Dizia eu, Sr. presidenta, que o partido liberal
rumioava esse plano tenebroso de veneer a elei-
go a todo o transe, ou de impedir que a eleigo
se tizesse. Este plano foi revelado pelos amigos
do honrado dopulado, iniciados nelle, que pu-
blicamente' declaravam em toda a parte que ha-
viam de vencer eleigo, ou correra o sangae a
ella nao seria feita.
(Ha muilos apartes.)
Lases boatos tomaram corpo na provincia e
chegaram aoa ouvidosdo presidente, aaaim como
aoa nossos logo que rsgressamos provincia de
volta desta curie. Nao podamos ser indifferentes
sor te de noaao amigos da fregaezia de Caba-
ceiras, e em nomo da liberdale do voto e da re-
gularidade dreleigo solicitamos do governo pro-
videncias que podessem manter a tranqaillidade
publica naquella freguezia durante o processo
eleitoral.
O Sr. ifajgao e Mello .Estimo a cooBtso.
O Sr. SHveira Lobo :E' um manejo muilo sa-
bido. :
O Sr. Carneiro da Cunha :O governo, Sr. pra-
adente, declarava que havia de empregar os
meios necessarios para que a ordem se maolives-
se naquelle lugar.
O partido liberal dianle da atlitude que toma-
va o governo, mandou propr ao presideote da
provincia ama parlilha da eleigo...
O Sr. Arago e Mello : Nao verdade.
O Sr. Carneiro da Cunha :...de que foi en-
carregado o honrado deputado...
O Sr. Arago e Mello :Pego a palavra para
responder e provar que nao verdade.
O Sr. Carneiro da Cunha :E' isto o que cor-
rea na cidade com bons fundmoste.
O Sr. Arago e Meflo :E* o OS a olhas do
honrado deputado disseram.
O Sr. Carneiro da Cunha:Mas, Sr.'presiden-
te, continuando na minha narrago, direi que o
presideote ae conservou am perfeita nautralidade,
reapondendo ao nobre deputado que nao interfi-
ri na eleigo, e |qae para elle era indifterente
que o triumpho fosse do lado do nobre deputsdo
oa de seus adversarios...
O Sr. Arago e Mello :Nao verdade, sso
foi iate o que se passoa entre mira e o presiden-
ta /J nrnvinpi
cia qaa neeessitavamos de providencias a bem da
li herdade do voto.
OSr. Ottoni :Requisitoa forca, aalva a re-
daegao. (Risadas).
O Sr. Diogo Velho :Nao requitilmet Torga,
expozemos os tactos, e esperavamos que o go-
verno cumpnsse o sea dever. (Apoiados)
0 Sr. Carneiro da Cunha :O presidente da
provnola tomou aa aagulntea medidas : mandou
que am destacamento que linha de seguir em deli-
ren cia para o interior da provincia, como pode-
rei mostrar da parte offlcial, estacionssse na fre-
gaezia de Cahcaeiras durante o processo eleito-
ral ; mas leve tanta cautella que nao quiz por
este destacamento a disposigo do delegado do
polica, oa do jais de paz, qae podiam parecer
auspeitos da interesse na aleigo ; ordenou que o
juiz de direito interino da comarca de S. Joo,
que compreheode o termo de Cabaceiras, viesse
aasislir ao pleito eleitoral.
A forga ahi ftiegou, recolheu-se a quarteis, ne-
nbum acto praticou.
Vou 1er, senhores, um tpico do relatorio com
que o Sr. presidenta abri a assemblea provio-
ciel, no correte aono, relativo aos negocios de
C abaceiras, para moatrarqae nao foi um ardil de
partido, nem daa a atondadas daquella localidade
que deteraaioou taea providencias; foi aim a
co nviegao a que tambera chegaram as primeiras
autoridades sobre o estado melindroso daquella
freguezia.
a Negocios eleitoraes.Tendo sido annulladas,
pelo poder competente as eleigoes primarias pro-
cedidas no aono de 1860 em as parochies de Ca-
baceiras e Pedra Lavrada, que me foi communi-
cado por aviso do ministerio do imperio de 15 de
maio a de 4 de (julho do anno passado, ordenes
em datas da 7 da julho e 20 de julho que se pro-
cedesse em ditas parochias a novas eleigoes,
marcando aterceira dominga do mez de agosto
para a aegunda, e a ultima domioga de oulubro
para a primeira das ditas parochias.
O processo eleitoral leve curso regular.
c Corra de plano que urna das parcialidades
que em Cabaceiras procurava o triumpho, ae pre-
parava para o vencimento a todo transe. Neste
sentido boatos maisou menos fundados a fortale
idos pelos receios dos partidoa (aos quaes um
administrador prudente e imparcial nao de-
via ser indiffereote), forgaram-me a man-
dar aquella localidade um deatacamento do
corpo de guaroigo, de trinta pregas, ao man-
do do capito Alexandre Florentino de Aibuquer-
que Mello, caja presenga foi sufflciente para ga-
ranlia cU ordem e tranquillldade, que nao soffre-
ram oimenor abalo.
a VMe 01*4*1 cumprio fielmente as orden qaa
Ihe tra. 'miSi, gar
INTERIOR
RIO DE JANEIRO
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
Discurso do Sr. depatado Dr. Anizio
Salathiel Carneiro da Cuuha, na ses-
so de3dcjanho.
O Sr. Carneiro da Cunha :Sr. preaidente, a
eleigo da freguezia de Cabaceiras, impugnada
pelo honrado deputado que abriu este debate, foi
objecto do mais serio e escrupuloso exams da il-
lustre commisso de poderes. Se a regularidade
e moralidade desta eleicao fussem os nicos pon-
tos contestados pelo honrado depatado, eu me
absteria de tomar parte nesta discusso para dei-
xar que o Ilustrado relator da commisso dsso
oa fundamentos desse parecer, to simples como
a verdade que elle encerra.
Mas o nobre deputado desviaodo-se deases pon-
tos, que deveriam servir de trminos da discus-
so, ateve-se urna questo de pessoas, langan-
do vagas e declamatorias aecusagss contra as
autoridades de Cabaceiras, contra o preaidente
ds provincia, e o que mais com manifesla in-
gratldo contra o partido conservador, a quem o
nobre deputado deve o assento que tem nesta ca-
(Apoiadoa."
Somante este proced ment do honrado depu-
tado me faria quebrar o silencio em que teoho
permanecido nesta casa, para vir do alto desta
tribuna protestar solemnemente contra essas ac-
cusagOes injustas, apatronadas e caprichosas, fei-
tas sobre as cousas e pessoas da minha provin-
cia.
Senhores, o honrado deputado deu-nos alguns
tragos imperfetos e inflis da historia da eleigo
de Cabaceiras ; eu pego-lhe permisso para com-
pletar esse quadro histrico chamando sua me-
moria [actos e circumalancias muito importantes,
que s por esquecimenlo poderiam ter sido omit-
tidas em seu discurso.
Sr. presidente, V. Exc. e a cmara se records-
rao de que na sesso do anno passado a illustre
commisso de poderes, apreciando a eleigo do
2* districlo de minha provincia, coocluio pela
nullidade das eleicSas primaras e secundarias da
freguezia de Cabeceiras, o que foi vencido na ca
sa. Mandou-se por conseguinte proceder a oova
eleigo, o que teve lugar oo dia 27 de oulubro
do anno passado.
Pela adopgo das domis conclasdes desse pa-
recer de 17 de junho do mesmo anno, os parti-
dos quasi que ae equilibraran) oo 2 oistricto de
minha provincia, tendo o partido conservador
urna pequea maioria de eleitores sobre o parti-
do liberal. A eleigo de Cabareiras vlria refor-
jar essa maioria dos conservadores, ou fue-la
inclinar para o lado liberal. J vi portanto a
cmara a importancia que suscitava aoa partidos
da micha provincia a eleigo daquella freguezia,
que viria a aer a chave do districlo.
Sr. presidente, o partido conservador na fre-
guezia de Cabaceiras conlava e conta ainda com
a maioria da mesa, com a maioria da qualiQca-
gao, ecom a maioria real dos cidados activos.
Em todos os lempos, ainda mesmo naquelles em
%<19 n disputara a aleigo & forca ae baioaetae,
Vozes :Oh I oh !
O Sr. Arago e Mello :Quando pedi a pala-
vra nao foi para oceultar eousa alguma, hei de
ditar tudo muito claramente.
(Ua alguns apartas.)
O Sr. Carneiro da Cunha :Eu nao accuso o
nobre deputado ; estou expoodo certas clrcums-
tanciaa que o nobre deputado omitlio, e que pro-
vara alguma cousa...
O Sr. Arago e Mello:S me entend com o
presidente depois que se apresentou a torga.
O Sr. Carneiro da Cunha :Permuta o nobre
deputado que eu contine. O presidente aceres-
cenloa que estimara que essa partilha de eleito-
res esupplentes se dsse entre os dous partidos,
afim de tranquillisa-lo acerca do resaltado da
eleigo.
O presidente, senhores, communicoa-nos ana
proposta, mas declarou-nos que para elle era in-
teiramente iodifTerente que os partidos chegas-
sem a este accordo, oa disputassam a eleigo,
venceodo o que tivesse maioria. Esta propoita
denuncia a fraqueza em que se achava o lado a
qae perteoce o nobre deputado...
O Sr. SUreira Lobo:A presenga da forga
que revela a fraqaeza do partido do nobre depu-
tado, porque quem tem maioria nao carece de
forga.
O Sr. Carneiro da Cunha :...revela a conscien-
cia da minora em que eslava o lado do nobre de-
putado. Nos nao podiamoa aceitar easa parlilha
por urna consideragao de honra e pandonor para
o partido conservador; era necessario mostrar a
esta cmara e ao paiz, que fra o lado do nobre
depatado que em 1861 recorrer a superfectago
das duplcalas, a nao o partido conservador, que
conlava com os elementos seguros de seu trium-
pho.
Nao sendo aceita essa partilha, os boatos de
que fallei tomaram maior vulto. E, Sr. presi-
dente, urna circumstancia muito grave veio con-
vencer as primeiras autoridades da provincia e o
partido conservador das diaposigoes sanguinolen-
tas em que le schava naquella occasio domina-
do o lado do nobre deputado. Urna influencia do
partido liberal, cujo nome omiti, que se prepa-
rava para dspntar a eleigo, maochou suas mos
oo sangue innocente de am sea amigo, Jos Ve-
risaimo, desfechando-lbe am tiro de pistola, pelo
que se acba pronunciado em crime de tentativa
de morte. Foi eata a pistola de que fallou o no-
bre deputado que foi dirigida contra os peitos do
partido liberal, porque este facto desmoralisou-o,
e coovenceu a todas as autoridades, e s pessoas
sensatas, do quaoto|seria capaz esse lado se che-
gasse a disputar a eleigo sem as garantas
necessarias a manutenao da ordem.
As autoridades de Cabaceiras em vista destes
fados, e destas preditposlges, que eram o prem-
bulo ensanguentado do drama que seensaiava e
se pretenda representar no dia 27 de outubro
naquella freguezia, e que, gragas as providencias
acertadas que se tomaram, abortou, dirigiram-
se ao chefe de polica, expondo-lhea situago do
termo e solicitando as medidas convenientes. O
O chefe de polica,que erao Sr. Dr. Neiva, a auto -
ridade multo moderada e elogiada por ambos
os lados, e conhecida por muitos dos nossos
collegas....
O Sr. Cortea de Oliveka eoutros senhores de-
putado.Apoiado.
OSr. Carneiro da Cunha:....foi quem re-
quisitou ao presidente da provincia for;a para
mandara Cabaceiras afim de manter a ordem pu-
blica.
O Sr. Arago e Mello :Posso dizer ao oobre-
deputado que o Sr. Dr. Neiva nao foi elogiado
por nos.
O Sr. Carneiro da Cunha :Agora que o Sr.
Dr. Neiva est fora da provincia que o nobre
deputado nega os elogios que recebera do seu
lado.l
O Sr. Arago e Mello :Est muito engaado ;
porque elle est fra da provincia que eu nao
o aecuto.
O Sr. Carneiro da Cunha :Eu li no Desperta-
dor, folba do partido do nobre depotado, elogios
a muiios do Sr. Dr. Neixa. O nobre deputado.nao
pode contestar isto.
O Sr. Arago e Mello : Eu Ihe moslrarei.
O Sr. Carneiro da Cunha :Como eu ia duen-
do, o chefe de polica requisitou forga ao preai-
dente da provincia....
O Sr. Arago e Mello :Foi o che'fe de polica
que requisitou essa forga, oa o senhore, como
anda ha pouco declararam 1
OSr. Carneiro da Gunha: Eu nao requisl-
tei furia alguma ; dise ao presideote da provin-
....aotiodo com a aua presenga .
da torcjt i sa* easposicao a inteira liberdade do
cidaderqualiflaso.
u A providencias tomadas por mim nao flea-
ram aotnente na id do official e pregas meneio-
; tlz igualmente seguir da villa de S. Joo
e Cabaceiras, ao juiz municipal e interioo
lo,bacharel Genuino Correa Lima, a quem
'?dei te mantivease com imparcialade
>tiu gar*oiir a liberdade de voto, para
r. *i-r -- -- *..*> que
s medidas preventivas e acooselhadas
dencia merecern: censura do orgo da
o, oa imprensa ; mas o exemplarcon-
.. leo desses ageotes da autoridade espan-
con o recejo que nulriam aquelles que me fize-
ram a iojusliga de euppor-me capaz de empre-
gar meios para coarctar a liberdade do cidado
votante, o
Eis aqui, senhores, o estado da freguezia de
Cabaceiras e as providencias que o governo to-
mou.
O Sr. S ilveira Lobo :Cautelas todas muito
precisas pa ra quem nao tem maioria e a quear-
ranjar. E' o que ae collige dahi.
Os Srs. Di ogoVelhoe Cona deOliveira :No
juizo do nobre deputado.
O Sr. Arago e,Mello d am aparte.
O Sr. Carneiro da Cucha :O nobre deputa-
do nao apresentou acto algum que tivesse sido
pralicado por essa forga. Os amigos do nobre
deputado reliraram-se da eleigo pela cooscien-
cia da sua fraqueza, e pela impotencia em que
se achavam de perturbarem e tumultarem o pro-
cesso eleitoral.
Correa por.tanto a eleigo calma e tranquilla-
mente, vencendo o partido conservador ; e contra
essa eleigo, Sr. presideote, o que allega o hon-
rado deputado ? Allega illegitimidade do juiz de
paz, coaego moral a belleza ou perfeigo da acta.
Sao estes os tres pontos em que o nobre depa-
tado fundou toda a sua argumeotago para inqui-
nar essa eleigo de vicios que nao existem.
c Illegitimidade do juiz de paz. Pego a V.
Exc., Sr. preaidente, que me mande a acta da
eleigo que se discute, e rogo ao nobre deputado
me toroega o documento que leu nesta casa.
O Sr. Silveira Lobo :Ahi que o nobre de-
putado tem de achar < dente de coelho.
(O Sr. Arago e Mello entrega ao orador um
papel).
O Sr. Carneiro da Cunha :Sr. presidente,
antes de tratar desle documento devo expr a
opioio s qaa o nobre deputado ae quiz soccorrer,
do Sr. Cruz Machado, axarada em um parecer da
commiso no anno de 1857.
a A commisso tendo examinado as actas das
duplcalas de Natuba e apreciado diversos docu-
mentos que ihe foram apreseotados, e obtido,
alem dalo, ioformages do presidente da provin-
cia, actualmente com assento na cmara, se coo-
venceu que nenhuma das duas eleigoes est no
caso de aer approvada.
A que foi presidida por Jos Severino da Sil-
veira Calafaoge, embora fosse feita na matriz e
com as solemnidades da lei, tem odefeito capital
delersido presidida por juiz de paiz do quatrien-
nio anterior, cuja jurisdieco eslava extincta. ,.
Sr. presidente, deixo ao bom seoso desta c-
mara '.vahar a paridade que tem o parecer que
acabo de lercom a questo que nos occapa.
No parecer falla-se de um juiz de paz que nao
linha jurisdieco, por que era do quatriennio j
exmelo
O Sr. Nebias e outros senhores deputados :
Nao ha paridade.
OSr. Arago e Mello :E agora falla-se deum
juiz de paz que nao pode ter jurisdiego.
O Sr. Silveira Lobo :Apoiado ; sempre falta
de juiz de paz. ( Nao apoiadoa ].
OSr. Carneiro da Cunha :Eu quero provar
ao nobre deputado qae a autoridade que invocou
oo favorece a sua opioio ; a questo, pois,
outra.
fjas, Sr. presidente, o documento com que o
nobre deputado quiz provar a illegilimidade deste
juiz de paz nao resiste ao mais leve exame.
O documento eite :
lllm. Sr. Dr. juiz de direito da comarca.Diz
Igoaeio de Souza Varejo.... ( pausa ; o orador
exsmioa papis que tioba dianle de si ). A acta
falla em Varjo.
Vozes:Oh 1 oh I
O Sr. Arago e Mello :Ah I pode ser que nao
leja o mesmo individuo I Nao acha ?
O Sr. Carneiro da Cunha :Sem duvida, Va-
rejo e Varjo sao ora es muilo distinclos. O
Sr. Igoaeio de Souza Varjo um homem muito
importante da freguezia de Cabaceiras, lente
coronel da guarda nacional, tem aervido de pre-
sidente lica, de juiz de paz, etc.
Oj Srs. Diogo Velho e Henriques :Apoiado.
O Sr.Villela Tarares:Esta bem apaohada 1
O Sr. Carneiro da. Cunha : Cortamente, por
que Varejo nao Varjo
em lugar de apresenlar-se aqui folha corrida no
termo em que reside o Sr. Varjo, que o de Ca-
baceiras, viole e tantas leguas distante do de
Arfi.e onde sempre residi, foi-se s cidade de
Ara, e apresenta-se um documento forjado por
am advogsdo e escrivo interino da parcialidade
do nobre deputado t
O Sr. Correa deOliveira :Outro norae e outro
foro I
O Sr. Arago e Mello : S me faltara ouvir
esta.
O Sr. Carneiro da Cunha :E' com semelhante
documento que se quer inclinar urna eteigao I...
Nao se foi ao foro do domicilio e do supposlo
dilicio ; foi-se a (oro differente, a apresenta-se
um documento com semelhantes vicios i
O Sr. Arago e Mallo :Por que V. Esc: nao
dase que esse individuo j tioba aido da comarca.
V. Exc. argumeotou com este facto.
O Sr. Carneiro da Cunha :Eu nao pensei que
o nobre deputado viesse basear-se em um docu-
mento deasa ordem, em um papel sujo....
OSr. Villela lavares:Eoto o homem est
ou nao est prenunciado ?
OSr. Carneiro da Cunha ;Assovero ao nobre
deputado qae do documento nao se deduz que
esteja.
O Sr. Silveira Lobo :Tem provas disso t
O Sr Vllela Tarares:Veja bem.
O Sr. Carneiro da Cunha :A primeira duvida
qae resalta deste documento a Identidade da
peasoa ; em segundo lugar ter sido feilo, nao
no foro do individuo, mas em Toro dilTerenle. A
lettra da pelicao muito conhecida ; de am ad-
vogado auspeilo ; e igualmente seipeito me
o escrivo interino.
O Sr. Arago e Mello:E o despacho de quem ?
O Sr. Carneiro da Cunha :O juiz de direito
despachou essa petigocomo outra qualquer que
Ihe fosse apresentada ; e qae tem isto ?
O Sr. Diogo Velho :Note-se que a proouncia
de 1847, e della nunca seouvio fallar.
OSr. Correa de Oliveira :-Oh 1 E" anil-dilu-
viana : quinze annos sao passados 1
O Sr. Carneiro da Cunha :Esta observago
de grande alcance; e, Sr. presidente, para me
convencer da falsidade deste papel sujo, teoho o
testemunho insuspeito do honrado deputado,
nosso collega e meu amigo o Sr. Diogo Velho,
que exerceu na comarca de Arta com muita
honra e distinego o emprego de promotor pu-
blico. ( Apoiados ).
Entrando no exercicio de seu emprego, foi o
seu primeiro cuidado coohecer quaes os crimi-
nosos para proseguirnos termos dajustiga, e en-
tre elles nao encontroa o nome do Sr. Varjo,
pesaos alias muito conhecida na proviocia da Pa-
rahiba.
OSr. Diogo Velho :E' exacto ; nunca encon-
trei o nome do Sr. Varjo nas listas dos culpa-
dos foroecidas pelos escrives da comarca.
O Sr. Carneiro da Cunha tNa admioistrago
do Sr. Paes Brrelo, quelevantou urna tremenda
crazads contrajo crime ( apoiados ), em que se re-
volvern* todos os carinos, em que se esmeri-
lhava a conducta de todoa os cidados....
O Sr. Arago e Mello :Sempre bom dizer
$MJPft&&bll?&W*dt\m&&*$*
eu o ago jniz....
O Sr. Diogo Valho :A acgo legitima da au-
toridade encontrou sempre apoio decidido na
Ara ; desafio o oobre deputado para discutir as
questes da admioistrago do Sr. Paes Brrelo
relativas aquella comarca.
O Sr. Carneiro da Cunba :O Sr. Paes Brrelo,
dizia eu, que levanto essa cruzada contra o
crime, mandou organisar um rol dos culpados de
todos os termos com seus signaes, a derramou
esse rol por toda a proviocia. Ora, nessa lista de
criminosos nao figurou o nome do Sr. Varjo.
E, Sr. presidente, a posse inconleslada de di-
reitos polticos, de cargos policiaes, exercidos por
esse cidado por eipago de 15 ancos, nao urna
prova bastante robusta contra esse papel sujo?
O Sr. Silveira Lobo:Nao; urna presump-
go que cede realidade ; ha tanto laclo escan-
daloso por ahi I
O Sr. Carneiro da Cunha :O qae diz o nobre
deputado seria procedente em vista de ama cer-
tido regular, sem os vicios notados, extrahida do
cartorio competente.
Mas, Sr. presidente, para proseguir na minha
argumeotago, vou fazar a maior concesso que
posso ao honrado depuwd'- que eacetou este de-
bate e aosnobres deputaLOsqne me interrompem
com seus apartes, quero admitlir a idenildade da
pessoa, a verdade dessa papel sojo, eousa negada
por mim, isto que Varjo o nao Varejo est
pronunciado.
O Sr. Arago e Mello :Empenha a sua f a
sua palavra de honra?
O Sr. Carneiro da Cunha :Em que?
O Sr. Arago e Mello :Em que nao o mes-
mo individuo....
O Sr. Carneiro da Conha :Da certido se v
que oo e em meu apoio fallara os tactos que
tenho mencionado, e o importante testemanbo
que iovoquei.
O Sr. Silveira Lobo Recorre a isso quando
tem consciencia da veracidade do documento.
(Nao apoiados.)
(Apartes; rumor.)
O Sr. Carneiro da Conha :Isto diz o nobre
deputado.
En estou argumentando com o qoe diz a acta,
com o documento exhibido ex-adverso....
O Sr. Silveira Lobo :E na sua consciencia o
que est?
OSr. Carneiro da Cunha:A verdade dos tac-
tos....
(Apartes se trocam entre alguns Srs. depu-
tados.)
Mas, senhores, para que este barulho ?
Vozes Continu, continu, que val muito
bem.
Um Sr. Depotado :Delxe passar a onda para
ento continuar.
O Sr. Carneiro da Conha :-Sr. presidente, eu
invoco a prolecgo de V. Exc. contra esles repe-
lidos apartes dos nobre deputados; deste modo
nao posso continuar; sento-me emquautoos no-
brea deputados me ioterromperem.
OSr. Presidente :O noore deputado pode
continuar; pego aos Srs. deputados nao ioter-
rompam o orador.
O Sr. Caroeiro da Cunha:Dizia eu, Sr. pre-
sidente, que ia fazer a maior concesso so hon-
rado deputado que encetou o debate, e aos no-
bres deputados que me interrompem, de admit-
lir, o que cootesto, a identidade de pessoa, e a
veracidade desse documento, isto que o Sr.
Varjo est pronunciado em crime de respoosabi-
lidade....
O Sr, Silveira Lobo :E tanlo basts para que a
-Est ruoito enga-
eleigo seja nulla.
O Sr. Carneiro da Cunha
nado.
O Sr. Silveira Lobo :Veremos.
O Sr. Carneiro da Cunha :Sr. presidente, o
juiz de paz pronuncisdo em crime de reapoosa-
bilidade oo est inhibido de presidir a eleigo.
E' disposigo expressa do artigo 2 da lei elei-
toral.
O Sr. Silveira Lobo:A qaesiao outra.
Vozes:Oogam I ougam 1
O Sr. Vilella lavares :A queslo agora di-
versa ; tratase da pronuncia posterior: nao con-
funda as cousas.
OSr. Correia de Oliveira: -Elle Ihe agrade-
ce esta liga ; V. Exc. espere, e ver a queslo
discutida. |
O Sr. Carneiro da Conha :Sim ; dispenso
muito bem a ligo do nobre deputado, guarde-a
para os seus discpulos....
Mas, Sr. preaidente, O Sr. Vilella lavares:Ento para que est
l lendo o artigo '(
O Sr. Carneiro da Cunha :-*Porqaa o nobre de-
purado nao pode coarctar-me a libertada que te-
oho nesia tribuna.
O Sr. Vilella Tavares:Eu tambera posso des
os apartes que entender.
O Sr. Carneiro da Cunha:Bem ; mas ouga-
ra c___
O Sr. N'ebias :Cjotioue ; nao se importa com
as iolerrupges.
O Sr. Carneiro da Cunha :Dizia eu, Sr. pre-
sidente, que o juiz de paz prouunciado em crime
de responsabilidade nao est inhibido de presi-
dir a eleigo; direito expresso na lei....
O Sr. Arago e Mello:Ninguem contesta
isto.
O Sr. Caroeiro da Cunha :Assim nao posso-
continuar na minha argumentago.... Mas, vou
ler o arligo :
f Art. 2.* O presidente da junta ser o juiz de
paz mais votado do districlo da matriz, estfja ou
nu em exercicio, eateja embora suspenso por
acto do governo, ou por proouncia em crime de
responsabilidade. Na sua ausencia falta ou im-
possibilidade phyaica oa moral, far as suas vezesj
o immediato em votos.
O Sr. Vilella Tavares :Nao o caso.
O Sr. Carneiro da Cunha .Bem ; vou adan-
ie, nao hi de Qcar aqui. Porlanto, pela dispo-
aigo deate arligo o juiz de paz que est pronun-
ciado em crime de responsabilidade nao est
inhibido de presidir a eleigo, ou por outra, a
eleigo presidida pelo juiz de paz pronunciado em,
crime de reapoosabilidade nao est inquinada ds
vicio.
Mas a questo que suscita o oobre depatado s
outra muilo difirante ; se o individuo que est
prouunciado em crime de responsabilidade podo
ser eleito juiz de paz.
Um Sr. Deputado :Sim.
O Sr. Carneiro da Cunha :Eis aqui como che-
go ao ponto da controveraia. Sobre esta queslo
nobre deputado daicorreu,largamente ; cilou 'avi-
sos, etc.
Nao hesito em du lo, todos estamos de ac-
cordo em que o iodivdno proouociado em crime
de responsabilidade do pode ser eleito juiz da
paz, coosequentemenie a eleigo para esse cargo
que recahe sobre um individuo que est pronun-
ciado em crime de responsabilidade nulla.
Mas pergunlo a esta augasta cmara : quem
o poder competente parajiroferir esta nullidade t
Somoa n3 ? Nao, senhores, o poder adminis-
trativo, como se aiha definido no art. 118 da mes-
ma lei eleitoral.
Vozes :Nao.
Muilos Srs. Deputados :Sim ; tem razo.
O Sr. Carooiro da Cunba :Eu lerei a lai.
Ari. 118. Ogoverna a competente pera co-
ohecer das irregularidades commellidis nas elei-
goes das cmaras municipses e juizes de paz, s
mandar reformar as que contiverem ulilidade.
lisia attribuigo poder ser provisoriamente exer-
cida palos presidentes da proviocia, quaodo da
demora possa resultar o inconveniente de nao
eotrarem em exeretcio os novos eleitos no da da-
n 2-fcSe* Juncia i o puer aumtotslrativo O
anteo competente para verificar aa nullidade qaa
se derem nas eleigoes muoicipses.
Ora, se correu a eleigo municipal de Cabacei-
ras a 7 da deselembro de 1860 com regularida-
de ; se coatra essa eleigo nanhum protesto nem
reclamago alguma se levaotou oa provincia ; sa
o governo a recoobeceu vlida ; se em virtude
desse recoohecimeoto esse juiz de paz entrou no
exercicio de suas atinbuigoes ; podem-se annul-
lar os actos que elle praticou, qur da competen-
cia da jurisdiego civil, qur actos polticos? Es
eotendo qoe nao.
O Sr. Sayo Lobato e outros Srs. Deputados :
Apoiado.
O Sr. Silveira Lobo : Aquelles que sao da
competencia da cmara, nem materia de ques-
to ( Apoiados e nao apoiados ).
O Sr. Carneiro da Cunha : Seria urna inva-
so de poder; a cmara oo tem competencia
nenhuma para annullar a eleigo de juizes de pac
e de vereadores... .
Um Sr. Deputado : E' bem achada 1
O Sr. Caroeiro da Cunha : So o poder com-
petente reconheceu a validade da eleigo ; se es-
se juiz de paz tem exercido actos Cavia e polticos
com aciancia e pacieocia de todos; oo se pode
annullar a eleicao sobre o fundamento de ter si-
do indevidamente eleito. (Apoiados.)
O Sr. Arago e Mello : E' evilente o con-
trario.
( Ha diversos spartes.)
O Sr. Caroeiro da Cunha : Sr. presidente,
a doutrioa do honrado deputado que me honra
com sea aparte preohe de perigosas coosequen-
cias ; eu o vou demonstrar. Se vigorasse essa
opioio do nobre deputado, o individuo que fosse
fulmioado por urna deciso desta casa, dado o ca-
so que nao quizess obdecer a urna lei, ira se-
cretaria desta cmara rrancar um documento
com que provasae que o honrado deputado oceu-
pou incomptentemente um assento nesta cma-
ra, e desobedecerla lei emanada de um corpo
que linha em seu seio um membro indevida-
mente reconhecido deputado. Mas pde-se ad-
mittir esta opinio? Nao, porque o honrado de-
putado oceupou legtimamente o seu assento, de-
pois que a cmara o reconheceu, nao attendendo
reclamago jasta e fundada do seu competidor
O Sr. Barbosa da Cunha : E' verdade : o Sr.
Aranha foi d'aqui expellido por allegsges e do-
cumentos falsos.
O Sr. Arago e Mello : Nao acceito como es-
mola o que me quer dar.
O Sr. Carneiro da Cunha : Nao esmola ;
a paridade que poaao apreseotar, e de que o no-
bre depatado tem exemplo em si.
O Sr. Silveira Lobo : Esl legitimada a elei-
go do Sr. Henriques, que s pelo modo por que
o foi o poda ser.
O Sr. Henriques : Eu pego ao nobre deputa-
do o favor de delxar-me. Tive nesta cmara 19
votos de differeoga em meu favor, e nao obitan-
te o nobre deputado contesta a legillmidade de
minha eleigo; entretanto quesuatenla a de cor
religionarios seus que aqui entraram por dous vo-
tos de differeoga to aomente E' essa a sua im
parcialidade para comigo I
Um Sr. Deputado: Diga isto aoseu correli-
gionario, para nao discutir a eleigo que nao >
contestada.
O Sr. Carneiro da Cunha ( dirigtodo-se ao Sr.
Silveira Lobo : A eleigo do meu illustre col-
lega pela Parahyba to legitima como a de V
Exc.
Um Sr. Deputado :Abandonemos esta dis-
cusso.
( Ha ainda outros apartes.)
O Sr. Carneiro da Cunha: Nao discuto a elei-
go do Sr. Dr. Arago e Mello....
O Sr. Silveira Lobo : E' o que est diseu-
tiodo.
O Sr. Carneiro da Cunha : Perde-me, en.
vou explicar ; eu quiz mostrar que nao se podo
com um documento desta natureza fulminar um
acto reconhecido e nao revogado pelo poder com-
petente. Se a cmara julgou legitima a eleigo
do oobre deputado, se oo attendeu s reclama-
ges que o estorvaram de ter um assento nesta
casa, por ires aooos ; os actos que o nobre depu-
tado praticou aqui foram muilo legtimos ; da
mesma forma os actos praticados por ease juiz de
paz, cuja eleigo foi reconheci ) vlida peto po-
der competente, e at hoje nao revogada, ao
tambera muito legtimos.
Posso accresceotar anda airo simile. A le
exige que, para ser juiz municipal, sajare ba-
charel formado em direito i mea am individuo
apodera-se de urna carta de onlro, apreaenla-se
com ella, sollicita a nomeagio, e, obteodo-e, oc-



MUTILADO
ILEGVEL
m


f
DUHID DB PERNAMBDCO. VttX^k BlAA 2* DB JULHO DB llfit.
v
para o qual Ihe [alta a coodigo I
econhecem como juiz, elle ser- I
s
upa um tugar
legal: todos o recoo
ce actos 4o juriaJicgo, maa depois ee reconhr.B
jue elle nao era bacharel e que por conseqeen-
ia nao poda exercer o legar ; pergsoto eu :
na quemo bao se declarar a incapacidade oe
nao se cauar essa nomeago, os actas pr&ticadei
por esse jsiz seo nullos ? Nao, pela regra de di-
xeio asilo contaecida error communis jut
ftrt ; ajuillo que todos reconheeem como
egttirno produz os eui effeiloe...
Om Sr. Deputado : Nae tem applicago ;
eSn um aphorstao juridiecde applleego espe-
cial.
O Sr. Caroeiro da Cunta : Tem toda a ap-
jilicaji o sphorismo do direilo romano, que
O Sr. Diogo Velho :Paa jale r a tutbuleu-
cia oade ella ameaca ordeana* y ;
0 Sr. Carneiro da Caoba :O cobre deputado
cilou um fado da admioittraco do honrado Sr.
Baodeire de Mello* Nao me lembro que hou-
vease eleigo, irem facto algem que meraceaae
estigma durante a adroiniurago illntrtda e im-
parrial desse diitincio cavilheiro. .
0 Sr. Arago e Melle Houve o r.o a elei-
c3o municipal de Campia-Grande eo tempe do
Sr. Bandeira de Mella ?
O Sr. Carneiro di Cunha :-*0 ftfSprio Sr. Ban-
delra de Melle olo ae record dirto. Meoelooa o
nobre depilado tambem uA (seto occorrido na
admioiitragao do Sr. Costa Preto em Cmpina-
Grsode. Confeaso qae i verdadeiro, mil ba eme
5=
acftbn de crter f o contrario via trazer uraa per-! di~e.rsnga eaaeocial.
tsrbago na ordem publica. Ora, pergenio u, se i A tropa que (oi para Garapia-Grande, cercou
verdad* o que diz este documento ; seessein- e igreja, fes sallar pela jaoella a mesa, que era
fividuo -com effeito se acha pionuncidn, os se- coniervadora, e o viga-rio que aioda hoje corre
*5S qira rile praticOa de jutUdicgao tril, fue- espavorido da seafregeezia, foi em favor de la-
conendo noa proceeeos como juit de veociliage, do do nobre deputadol
-estSo nullos? Nr.o senhores.....
4jm Sr. Deputado :Podosme* annullarr e
*em-se annulledo na parle eteitoral.
O Ur. Carneiro da Cuoha : Nfro > os prc prios
correligionarios do nobre deputado recondenara
a competencia desse jaiz de paz"; o anuo valsa-
do aioda elle funecionou, qualifrcando cidadoi
votantes, o os merubros 4o partido liberal nunca
Teclamirarn contra if lo.
O "Sr, Silveira Lob i ; Presuma-to que nao
tiavia nllidade ; proveu-ae nuilidare, desap-
ye recen a preiumpge,
O "r. Caroeiro de "Cutrhs : --Mac eu neg a
competencia da UMN para conbecrr desta nul-
lidade ; pertence ao poder administrativo, ao go-
verno, depoia de iestituide um processo em que
esae individuo seje ouvido, em-que se obienham
terdadeiras provea e nao por forga de um docu-
meoto dessa ordem, e de um papel sujo. ...
Sr. presidente, nao desejo'Offcjnd-ir ao nobre
deputado ; e, pora, *ent esta luteoro, digt que
nos negocio do seu circulo a sua credulidade
tem sido multa* vezes iltaqneada. Se agsim oso
fAra, o nobre deputao na legislatura passada
ci ilaria informado** inexactas acerca da elei-
^io de S. oao, contestando 9 eleilorea que
ram legitimo, para ser ezciuido da cmara o
aneu amigo Sr.'Porfirio Aranha.
O Sr. Aragao e Mello:lofurmacoes teea-
acts ?
O Sr. Caroeiro da Cirnha : Sem duviia; por-
que provou-e que u qua'.itica^ao com^ortava o
numero de 38 eleitores que linha sido marcado
pelo goveroo d provincia ; reas o nobre depu-
(Ha diverts aparte).
Eu austeato que o facto verdadeiro ; mas in-
do quaoto occorreu nesia occasiao, sa Cam-
pia Grande foi deputada.
(Ha dtvarsot-aparle)
O qe verdade que o vigario da fregtiezia
nunca maia l voltou.... (Risadas.)
Sr. presidente, o nobre deputado anda qoiz
demonstrar a coaegao da eleiro que nos oceupa
pela presenc^ do juiz de direito Interino, o digno
Sr. Df. Genuino Correa Lima, mogo de reconhe-
ci'i.i raoderago e prudencia...
O Sr. Diogo Velho :E iecapaz de consentir
m abusos e violenciaa.
G"Sr. Correa de Oliveira : Apoiado.
O Sr. Caroeiro da Cuaba;- Na eleigo de
861, a queaesialio o Sr. Ur. Correa Lima, ua
occasiao da chamada dos eleitores e supplentes
motivo-se urna queito,que ia tomando propor-
gcea-giganteicas, e que se acalmo* porque o Sr.
Corra Lima, ,com a prudencia deque delado,
ento recoohecida e elogiada pelos seua adversa-
rios, conseguio acalmar as pahedes, e desviar os
part los de urna luta pericn, embora se desse
a inconveniencia de urna duplcala.
Mas qual o facto que allega o nobre deputa-
do para provar que o Sr. Correa Lima um ho-
mem de partido, quaudo alias a sua moderago
recoohecida por todos 9
OSr. Correa de Oliveira : Apoiado, mogo
muitodistioclo ; eu o coohego particularmente,
foi meu condiscpulo,
0 Sr. Carneiro da Cunta: Allega a demora
-lado, guindose pelas inforaagoes traesmtf.i- do processo de reaponsafeilidade do Sr. Limeira,
4 do mhi circulo, foi levado a considerar au-
aheotica a acta inencla que servio decisao da
cmara.
O Sr. Aragao e Melle : Nao recebl inferesa-
eOes defiingnero.
O Sr. Silveira Lobo ;Eaquece-se de dizer que
o Sr. Jofio Leite Ferreira, legitimo deputade, foi
Xi luido desta camera.
O Sr. Caroeiro da Caoba:Legitimo seria se
ate reconhecese valida a duplcala vicioaa dos li-
lieraes de Cabiceiras,
O Sr. Correa deOlivelra:O parecer foi to Sr.
Zacaras.
O Sr. Silveira Lobo :Fosse de quem fosse.
O Sr. C. Ottoni :E' mo discutir os diplo-
DSS.
O Sr. Carneiro daCunha :Nao estnu discutin-
do ditilomaa ; apreaento rnente smiles pra
ortiticrr a minha argumentagao.
Sr. presidente, reconhecida aasim por todos a
ompeiencia dese juiz de paz, a quetto de
*oaa fide, principio laotas vezes invocado neita
casa para decisces em materias da mesma nata-
reza.
O Sr. Silveira Lobo|(rindo-se) :Ento recor-
te a argumentos de 6ona fide 1
O Sr. Carneiro da Cuoha :Deixo portanto, Sr.
presidente, esta quesio. J motrei qne esse
documento oo pode provar a pronuncia. Mos-
trei tambera que esta cmara nao eompeiente
para oohecar da eleigo municipal. Passarei
agora a ouro ponfo.
O cobre deputado, Sr. presidente, quiz mais
provar a nullidade da eleigo de Cabaceiras com a
oaegao moral nereida pela presenga da forga
militar, do]uizde direilo Interino e do delegado
da capital.
Ouanto presenga da forga. o nobre deputado
o demone'.rou que ella tivesse operado em sen-
tido contrario liberdade de voto.; e al disse
Carloa Eduardo Huhlert. *
Melquades Manoel doa SantoLima.
Adalberto Belarmino da Silva.
Jeiuioo Francisco Regia.
Custodio Floro da Silva.
Francisco de Paulare Silva Lins-
Jos Syaapnronio da Silva Baato*.
Loureogo de Barra* Marinbo.
Jos de Meoeiea Cjrsnelro Bandeira Mello.
Jos Lajrl de Franca Torre.
tbeseureiro.
Pergealloo Netto da Atetado Coatiaho.
-" Fot nomeado capellla dt colonia militar de
Pimeoteiras o Rrfj. Sr. Aoionie Maleatias Ramos
de Veaconcetlos.
Do-noa a noticia de que eito estragando as
pedras, que servem de gradil a o caes Vinte e dow
de Nvembro, por meio de agugimentu de ins-
trumentos de caoteiros. Ora, astei em inuiilisar
pedrae ao bem aemelbantes enloaossapateiroa,
que cortam a obra pelos pontos; e como a espe-
culado na pode aer seno de utilidadn partica-
larisaima, com detrimento da conveniencia pu-
blica, bom ser que ae verifique o qne Oca dito,
para dar-se-lbe a necessaria providencia.
No dia 19 do correte, em aesso do tribu-
nal da relagSo, prealou juramento e tomou poase
o Sr. deiembargador nomeado Joaquim Firmino
Pereira Jorge.
Hoje deve ler lugar a abertura das propoi-
taa para a construego da ponte de farro sobre o
Capibaribe, no lugar de S. Joo ou Camoriai, oa
estrada de Po-d'alho.
A Caixa Pista! paga e dcimo-stimo divi-
dendo, relativo eo semeitre findo em junho pr-
ximo.paaaado.
Eale dividendo na razo de 8$489 por cada
aego.
O couselho de reviso da.guarda nacional
deste municipio acba-sefenecionaode oo paco da
cmara municipal.
Em sesso de hontem procedeu acamara
municipal ao prrenchimanlo do lugar de secreta-
rio, vago per morte do Sr. Manoe'l Ferreira Ac-
cioli, promovandb i ease lugar o actual official
Franciico Canute da Boa -viagem, i official o ama-
nuense Hypolito Cataiano de Alququerque Mara-
obo, e comeando amanuense Jorge Vctor Fer-
reira Lepes Jnior.
A eacolha que acabam de fazer oa Srs. vereado-
res, ni acto de verdadeira equidade. e jutliga
aoa servidos prealados por eaaea ampregaot, e
um estimulo pata aquellea que se dedicam se-
melhaotes ramos do aervigo publico.
De tiossa parte damos os verdateiros embora
essa corporagao pela acertada deliberago que
Alimentados a cuita do 'coftea pro- *
vinalaes...................*.............
Movimeoto di enfermarla do dia 50.
Teva alta :
Benedicta, eicrava de Jeaqam Jote de Siqaeira
Varejo.
- Dia 10 -
Existiam
Entraram ,
Sahlram.
Elistem.
preb.
- a

3J1
A saber
Nacionaes . . 153
Mulherea . . 5
Eitrangeiroi . 31
Eacravos. . . 64
Escravas. . 7
Total.
361
Alimeotadoa a cusa dos cofres provin-
ciae.............. .
144
lnou"yaVl\J,*,lnfte"nYo"WfcflV
Admira, portanto, que o nobre deputado, que
jaoccupou lagares de chefe de polica e de pre-
sidente de provincia, que j leve nceessidade de
anaiid-tr destacamentos, lim de garantir ordem
a liberdade de voto,luateate queso a presenga
de forga importa urna coaego moral.
O Sr. Arago e Mello di um apirte.
O Sr. Carneiro da Cuobs :Sinto que nao ea-
1eja presente o nosso college, o Sr. Santa Cruz,
para trazer memoria do nobre deputado alguos
actos que praticatse em Goyaz nele aenlido, nao
digo cara violeotar a liberdade do voto...
OSr. Aragie e Mello :Nao live occasiao de
nandar destacamentos.
O Sr. Carneiro da Cunha :Se nao pralicou ac-
tos desta ua'.ureza, pratricaria se fosaa preciso.
O Sr Arago e Mello :Aceito.
OSr. Carneiro da Cuoha :Logo, a presenga
da forg nao poda inquiuar de nullidade a elei-
;bo. O nubre depulado, sustentando esta opinio,
-vai omito alm da de escrplorea libaraea, que.
-condemnando a intervengo do governo em ele-
rjees. sustentam todava que o goveruo como po-
der de polica lera a resnela obrigiggo de prote-
ger materialmente a optrago eleiloral de modo
iue a maicria doa votantes se manifest pura e
livremente.
Se nao acceitarmos este principio, nao haver
leisao pessivel, porque neia duzia de facciosos
neo coosenliro que baja eleigo e os hmeos pa-
cilicus recaaro sempre dianle da turbalencia.
(Apoiados.) Portanlo,|a preseuga da torca, sem
lutervengo abusiva, nada prova cootra a eleigo.
Note porm V. Exc. Sr. presidente, que se a
forga fosse raquisitada pelos amigos do nobre de-
pulado, servira para garantir a liberdade da vo-
to. Voc citar um exemplo.
Na eleigo municipal da capital em que os
partidos se aprsentelam com forga, nso obstan-
te ha*er all o corpo xo, o corpo de polica, guar-
da nacional destacada, e estarem presentes as au-
toridades superiores, e prximos os recursos sua
disposigo, s porque no segundo dia da chama-
da dos votantes houve urna discusso mais ca-
lorosa, a n.esa, toda composta de liberees, re-
fluisitoa tropa ao presidenta da provincia, que
nandou um destacamento de 30 pragae. Esta
forga postou-se porta da igreja, tomou todas
as eotradas lateraes ao mesmos lempo que doua
soldado de baionetas celada se collocaram jun-
ios meta.
Fui pessoalmonte a palacio reclamar contra o
loxocom que se apresentava aquella forga na
matriz, assegurando que da parte dos meus ami-
fos oo se dara acto algum que pudesse pertur-
ir a ordem publica.
O Sr. Silva. Nunes :E' estelo.
O Sr. Carneiro da Cuoha :O digno Sr. -Silva
Mues que me i.oura como o seu aparte, eolo
presidente da minha provineia, declarou-me que
ao podia deixar de satlsfazer as reclamagee e-
gaes da mesa, que pedia forga para garantir a re-
^ularidade dosseui trabalbos eleitoraes.
Esfe acto do honrado Sr. Sisra Nunes foi elo-
giado pela frXha liberal, como mantenedor da or-
dem e da liberdade do voto, que nao se achara
de sorta algame ameagada.
Se porm oa papis se trocassem e a forga fos-
ee requiltada pelos meus amigos e correligiona-
rios, ento seria aquello ex presidente descripto
como um desposta e instrumento azado do parti-
do conservador, como na presente quesio -
porado o digno Sr. Araujo Lima (Muito apola-
alos.)
Nos nos conformamos com esse acto ; dispu-
tamos a eleigo como pudemoa ; nada dissemos
contra o governo ocm contra a forga, que na
verdade oenhuma violencia commeltea.
O nobre deputado, Sr. presidente, explicando
2 caa Por que o seu lado abandonou a elei-.
* ca.sa '"dos criminlos que se deram oo
paaaado: oo tei a quem se referi o nobre de-
putado. Bom teria nao discutir o pactado ; mas
ntre lempre que depois que eotrei oa vida poli-
iur0-me record<> de-factoi de semelhanfe oa-
i.. *us0" 1ele* que.occorriam as po-
nn^mqr!'?*rc,h",in da caPa deatacameotos
Tinter^r d^r0UDd0 bytDD09 de Verdade para
.*>dcm conquista eleiloral, m-
e ueste ponto o uobre deputado fuoda-ae apenas
em um trecho de carta particular, escripia sem
duvid por um desaffeotu daquelle digno juiz.
Mas desia demora o nobre depulado nao pode
concluir o espirito da partido do Sr. Correa la-
ma ; quando muito poder-se-hia suppor negTi-
rgeucia. Porm negligencia mesmo nao se deu
nesse processo, porque o Sr. Limeira um po-
tentado da aldeia, ceido de criminosos, que
em ba raga o curso regular da justiga.- E se eu
quiiese aloogar-me, poderia prova-lo com o
que diz a imprensa da provincia.
O Sr. Arago e Mello : Talveza gazeta es-
cripta pelo nobre deputado.
O Sr. Carneiro da Cunha : 0 Sr. Limeira mo-
ra dialante da sede da comarca ; itto explica a
demora do processo e oo o eapirilo de partido do
Sj. Dr. Corita Lima ; o semelhsnte auppoaigo j
nao pode ter lugar estando Limeira procesado,e
condemnado.
Nao ha pols nenbam Cacto que posaa provar que
a presenga do Sr. Correa Lima inquino de vicio
a eleigo de CaOaceiraa.
O Sr. Diogo Vlho:: Ao contraro : elle era
urna garanta para a eleigo,
O Sr. Carneiro da Cunha : Ao contrario, co-
mo muito bem diz o meu nobre axigo, elle era
urna garanta para a eleigo.
Oulro facto allegado pelo nobre deputado para
provar a nullidade da eleigo foi a ida do delega-
do de polica da capital, acompaobado de um
ordenaoga, e por mandado do presidente da pro-
viocit.
E' inexacto que o Sr. PorGrio Araoha foise
em cotnmistao do governo asitslir aquella
eleigo.
O Sr. Arago e Mello : Nem eu disse iaao ;
porm a sua presenga nao indicava outra cousa.
O Sr. Caroeiro da Cunha : O Sr. Porllrio
Araoha um eidado muito dialincte pela aua
moderago e peta sua inlelligencia....
O Sr. Caroeiro da Cuoha : .... e tem inle-
resses polticos naquella freguezia, duude oa eeus
amigos Ihe pediram que apparecesse, visto que
oo eslava em exercicio do lugar de delegado ha
muito tempo.
O Sr. Diogo Velho : Deade qne deixara de
funcionara assembla provincial em principio de
Miembro.
O Sr. Silveira Lobo .- Mas Gcou com a orde-
nanca.
O Sr. Catneiro da Cuoha; liso urna his-
torieta que noa coolou o nobre deputado, duen-
do que indo beber agua em uraa caaa, apparece-
ra Ihe um soldado que o nobre deputado julgou
ser o ordeoaoga do delegado.
U Sr. Arago e Mello : O soldado foi quem
disse que era ordeoanga do delegado.
O Sr. Silveira Lobo : Mas uo eslava s or-
dena delle: provavelmente o delegado que es-
lava as ordeas do soldado.
(Trocam-se mais apartes).
O Sr. Carneiro da Cunha : Quando mesmo
o Sr. Aranha levasse comsigo um toldado, isso
oada quera dizer, porque uo estando elle em
exercicio, oo podia ter influencia como delegado
fura do seu dstricto.
O Sr. Silveira Lobo : Mssera o complemen-
to do manejo para arredar aquelles povo da
eleigo.
O Sr. Caroeiro da Cuoha : E le a preseoga
do Sr. Aranha naquella freguezia era acto digno
de censura, multo mais ceusuravel era a pienoC*
do nobre depulido, que como juiz de direilo
deixou de Ir tomar posse da comarca qae Ihe
foi designada, para ir Cabacelras disputar a
eleico.
O Sr. Arago a Mello : Mas eu nao era de-
legado da capital, nem professor do lyco,
O Sr. Caroeiro da Cunha : Mas j disse que
elle nao eslava em exercicio de delegado e tioha
obtido liceoga como professor do lyceo ; poriaoto
nao podia ter nenhuma influencia official.
O Sr. Silveira Lobo :Tioha influencia maior :
a influencia das baionetas.
O Sr. Carneiro da Cunha
dadas.
/Ha alguna apailet).
O ultimo ficto allegado
foi a belleza ea perfeico da acta. Isto se nao
um dito espirituoso, nao sei o que leja.
J a perfeigo das actas allegada como um
vicio de eleigo Eslava reaorvada eala descoberta
ao tlenlo do nobre depulado I
O Sr. Arago e Mello d um apsrle.
O Sr. Caroeiro da Cuoha.: E dahi concluio o
oobre deputado o motivo porque os liberaes oo
tiveram um viinho.....
Mas como podiam ter os liberaes votos, se elles
abandooaram a eleigo ? Se elles usaram desta
trica para provarem hoje que a eleigo foi liiha
da coaego e da violencia ?
O Sr. Preaidente: Lembro ao nobre deputa-
do que a hora para esta diicusso est termioada.
O Sr. Caroeiro da Cuoha : Davta resposta a
mais algumas proposigdea do oobre depulado,
vou porm terminar ; a hora est muito adianta-
da, e eu acho-me multo fatigado.
Seohores, oo pecio favor para esta eleigo, pego
uoicameole justica. Neste momento devemo-nos
esquecer que somos polticos, para s nos lem-
brarmos que somos magistrados soberanos, ads-
trictos s regrss do direito e da juitiga ; e que o
espirito de partido nao deve vir perturbar as
Dossvsi decises. tApoiadoi).
Si eita cmara, com maoifeala iojuitiga, ao-
oular esta eleigo, o que nao espero, ser mais
urna terceira prova que se submelter e parti-
do coosarvador de Cabaceiras, e da qual estou
certo safcir anda essa vez triumphante. (Apoia-
do : muito bem muito bem I)
(O orador cumprimentado por inultos Sra.
deputado).
A dlscusso tica adiada pela hora.
*.'liiTV bs!a.<.e lerviam para
Olgir a lHrdade do povo, 9 par eioinBardfl.r
o. cidadSd. q^ oppooharo' a lX-!ffgSE
de e-eui direito. No dominio doa coo.ervado-
lea, com qaem leobo militado, taes occorreocias
ncauedarim.
Sr. C, Ottoni .-Agora vao em cantatoltr
i>Jsaoa, letara b bioaelM.M
Isso lo banali-
pelo nobre
deputado

retlisou, encorajando os seus empregado ; e aoa
agraciados pelo bom resultado que colberam de
suas lides.
Por incommodo de um dos concurrentes ao
concurso, para preeoebimento de urna vaga de
substituto de nossa (acalda Je de direito, foi trans-
ferida, para segunda-faira prxima, a argumeola-
go dos candidato.
Fundeou ante-hootem (19) tarde no lama-
rao de nosso porto ochalupu 77tei< da marinha
pruasiana. Este navio, forte de 38boccae de fogo
e trlpolado com 350 pragaa sob o comroarldo do
capito de fragata Jackuan, veio da China com
escala pelo Cabo da Doa Eaperaogs, donde troaxe
36 das de viagem, e dentro de pouco tempo deve
largar deste porto com destino 6 Baha.
A's nove horaa da meoha de hontem salvou
trra cora 21 tiros, e em seguida ao Sr. ebefe da
estago com 11, cujaa aalvaa foram respectiva-
mente correspondida pela fortaleza do Brum e
brigue-barca tamarae, que igou por sua vez no
tope de proa a bandeira daquella oago.
Consta-noi que este vaso de guerra actual da
marinha prussiana foi outr'ora a fragata T/tfftda
miriuha ingleza, que por troca de duas cioho-
neiraa prussianaa, que se construiam na Ingla-
terra, rnudou de nacionalidade.
Foi visitada pelo Sr. cnsul interino da Prua-
sia. queao retirar-se recebeu tambera urna salva
de 7 tiros
Na revista commercial publicada hontem, em
lugar de existirem 6000 barricas de fari ^,.a de
Philadelphia, deva ler-aefilK).
Movimeoto da enfermara do dia 21:
Tiveram alta :
Aotooio GoDCaivea de Freilaa.
Maooel Flix da Silva.
HATADOURO PUBLICO !
Mataram-ie para o consumo delta cidade DO
dia 20 de juoho 93 rezei.
No dia 2190 ditas.
Paisageira do brigue braiileiro Alfredo, sa-
bido para o Rio de Janeiro :Balbloa, eierava de
Joaquim F. do Espirito Santo.
Paisageiroi da eicuoa italiana Anneiteone,
viada de Genova e Cette :Guiaeppe Vela, Pie-
tro Vtale, Geulio Felijjola, Saverio Cilaro, Spe-
nellea Francesco, Aogelo Li Corte, Paiquale
Bouna. -
Obituario do da 10 uk julho, no cemitb-
rio publico :
Aona Joaquina da Conceigo, Pernambaco, 40
annos, solteira. Recite ; hydropeaia.
Bernardo Jos da Cuaha Portugal, 36 annos, ca-
sado, S. Jos ; phlyaica.
Vicente Joaquim Adorno, Peroambuco, 80 annos,
viuvo, Boa-Viita ; dyarrhea.
Mara, Pernambuco, 1 anno, Santo Antonio ; con-
vulie.
Manoel do Carmo Campoa Rioa, Pernambuco, 13
anno, lolteiro, Boa-Vista ; febre amarella.
Dia 21.
Jaouaria Mara dos Santo, Pernambuco, 13 an-
dos, solteira, S. Joi ; cholera.
Mara, Pernambuco, 2 mezes, Boa-Viita ; con-
vulsoei.
Florn la, frica, 94 aooos, aolteira, Boa-Vista ;
queimadura.
m, como comante, mandaram cha-
tor fi cae* do Dr. Juitioo Domioguei
HfUTlvS, fonde eitiveram ; e Mveram a promena
de que delle nada tinhsm i temer lt E le a ac-
cusacio perante o jury foi m quarto escndalo,
qae admirou a todoifl... Porque o promotor nao
aecusava, em Otos e viridico termos, defeadeu
o reos, olo contante aioda de com a defeta ler
um coQielho de jelgamento, qae para abiolver
oa roa preiceodia da defeza; eslavam com os
nimos foraaadoa III..,.
Tal a falta de intereise do orgo da juslica
publica oa punigo deiles criminosos, que tando
se dado o sorteio por um maior de 7 anno, e Iba
lendo apresentado documentos dilto, para proce-
der como de justiga, delles oo quiz tomar co-
ohecimeoto, e lo o que ora ajumamos, porque
eeria um acto contrario aoi teus amigos! e Ihe
oo convioha I
Acreacentai ludo isio e a ontroi tactos iguaea
que ae deram, s toreos os reos se recolbido a pr-
sao quando pelo sorteio doa jaradoa ae coohece-
ram perfeitameote que pessoaa eram eataa, e
quantoa denlre elle podiam contar com toda a
aeguraoga, quaotoa excluido do conaelho por
motivo legaes, quantoa reculados, quaei os que
ficariam para compor o eooselho 1 Pde-ae dizer:
os reos cscolhtram aem a menor oppoiicao os seu
juixes; oo foram julgadoi por aquellea que Ihe
couberam em sorte, e em quem se podia presu-
mir imparcialidade I
Aiaim, seohor, nao foi lomete umi iojuitiga
notoria que houve na abiolvigo destaa crimino-
sos, como tambem muitai oulrai couiss, como
sejam ai nullidadee apontadaa, que a promoto-
ria publica por aer dellai participante ou culpa-
da nao pode levar ao alto coohecimento de voisa
magestade imperial, e qae os lupplicaolea o fa-
zem como parles ioteresiadaa na punigo deaies
asiassinoi de leu infeliz pai, pediodo que teja ei-
tt junta aoi respectivos autoi, para serem atten-
didos como de juitiga.E. R. M.
Sobral, 16 de abril de 186!.
Domiogoi Palriotino de Albuquerque.
Francisco Beolo de Albuquerque.
L'rsuli Jeauiaa do Paraizo.
Est sellado e reconbecido.
Sa U* 5 1 Pl : 1 i : a B : 0 > > ) i P3 Z O o
w.| I t,> 1 1 os u ^ U.u.Ha. 5. 1 ? o t 8
1 1 se 1 a 1 - 1 -1 M Feminiuo. co 1 > og
1 1 SU 1 - 1 1 M i Masculino.
* 1 e f * * Feminino.
i i -i i O , Masculino. -1 .3 too
i i a 1 1 * ! * m Feminino. -4 > O g
n> A ai, Masculino. M> 1 s i & a.
1 1 SI -1 1 1 * ' ^ Femioino.
1 SI 1 1 Masculino. o m 4
1 1 21 1 y, j Feminino. c
Na totalidade dos doentea exiitem 141, lendo 4
horaens e 14 mulheres alienados.
Foram visitadas as eofermaiiaa estes quatro
dia : no 1 7 I)!, no 2o 7 1|2, no 3 s
Si 7 1|4, no 4.* s 7 1(4 hora da maoha
pelo Dr. Villai-Boai. no impedimento do Dr.
Dornellaa ; e a 7 1(2, 8, 7 1|4, 7 1|4 pelo ci-
urgio Pinto.
Deida o 1, deaie mez aa eafermarias foram
visitadas s 5 l|2, 5 3[4 da tarde pelo Dr. Pereira
do Carmo (por favor.
Repaktkao da polica. (Extracto das par-
tea dos das 20 e 21 de julbo).
Foram recolhidos casa de detengao oo dia 19
do correte :
A' ordem do 111 m. Sr. Dr. chefe de polica, De-
metrio Marlios Vianua, crioulo, de 37 annos, es-
tafeta, requiigo do administrador do correio.
A' ordem do subdelegado do Santo Antonio,
Manoel Elias, pardo, de 30 anuos, caixeiro, e Ma-
noel de Souza Ferraz, crioulo, de 23 annos, ga-
nhador, ambos por disturbios.
Dia 20.
A' ordem do subdelegado do Recifc, o porta-
guezSerafim Borges de Oliveira, lemi-Dranco, del
20 aoooi, catraeiro, por embriaguez, e o africano I
Benedicto, de 40 annos, escravo de omiogoi Jos
da Cunha Lagea, requisigao deste.
A' ordem do de Santo Antonio, o africanos Joo
de 40 annos, escravo de Antonio Jos Googaivea i
Ferreira, por aodar fgido, e Peotaleo, de 38'
annos, escravo de Manoel Custodio da Silva Gui-
mares, por embriaguez.
A' ordem do de S. Jos, Felicidade Prea da
Luz, parda, de 28 annos, lavadein, e Lulza Mara
da Cooceigo, de 40 annos, fateira, amba por
briga.
O chefe da segunda seceo,
_ J. G. de Metquita.
Movimeoto da casa de deteojo do dia 18
Publicacoes pedido
Urna lagrima
A' memoria do nicu sempre chorado
amigo Dr. Pedro Antonio Cesar.
Ottereoida a seu inconsolavel irmio
I ti vendo Cesar.
Forgado de fatal neceaiidade,
O espirito deu a quem Ihe tioha dado.
(Came )
J nao existe o amigo dedicado 1 o esposo vir-
tuoso, o eidado prestimoio I A' pouco entro
nos cheio de vida e de esperangaa, hoje encerra-
do no lumulo em plaga extraoba 1 Como sao
mudaveis aa aceas neste mundo 1 Como curto
o espago di vida I E asiim se compre o destino
fstal, aasim corre veloz a ampulhela do lempo,
termmetro horrivel que ae esgola mztando.
Findou-se o tempo de vida para o Dr. Pedro
Antonio Cesar, e durante aua existencia, viveu
qual planta nascida em trra sggreste sem poder
desabrochar a flor e o fructo. Sim sua alma
est com Deui, e tua terna eapoia, filhiohos e
amigos apenara contra o peito a saudade voraz
que os contrislam.
O dever de medico verdaderamente Gel i seu
juramento levou-o a cidade do Cear a prestar
seua servigoa aoa infelizes habitantes daquella ci-
dade. que s* debalern brago a brego com o hor-
rorlJ.fftt^l'lt-lft cholera-morbus. Falalidade I
i meos Olas oeps ae aua ui'( primeiro embate da morte, e logo depois o golpe
final que poz termo a aua preciosa exiatencie.
Sua hora extrema fji per elle recoohecida, e com
resignarlo evanglica legoa a sua esposa e filhoi
O derradeiro suspiro de iua vida.
Oremos por elle. Amen.
I. E. G. S.
O abalxo aisigoado faltarla ao seu devine nao
agradecesie ao Sr. Jos Das da Silva o especial
favor que'lbe fez publicando no Diario de Per-
nambuco o. 55 de 8 do crrante o respeitaveia
accordos que obteve oo meritissimo tribuoal do
commercio, sentindo que em seguida nao mao-
dasse publicar tambem o artigo 21 titulo nico
do eadigo. e os artigos 232, 680 2* do regla-
mento n. 737. ou qualquer outro artigo, que au-
lorise a condemoago de alguera pelo simples
laudo de um sperilo, presciodindo-se do laudo
de dous peritos, concordes. O abaixo assiguado
convencer todos do bom direito que Ihe aa-
slite, duendo quena primaira instancia julgaram
i lea favor os Exms. Srs. Custodio Maooel da
Silva Guimare* e Anselmo Francisco Peretti,
quando juizes de direilo, e na segunda instancia
i diveraas vezes que o autos foram julgameo
to os Exma. Sr. desembargadores AgostioboEr-
melino de Lelo, Firmino Pereira Mooteiro, Fir-
mino Antonio de Souza, Bernardo Rabillo da
Silva Pereira, Francisco Joaquim Gomes Ribeiro,
Jos Telles de Meoezes, Manoel Rodrigues Villa-
rea, Severo Amorim do Valle. Martiuiano da Ro-
cha Bastos, Luna Freir, Costa Motta, e ou-
tros.
O aotoa que o Sr. Jos DUa leve a seu favor
nos accordos que fez publicar foram dos Sri.
depulado Lemos e Bastos, amigos do perito, cujo
laudo liogular foi o preferido, e o Sr. desembar-
gador Villares, o mesmo que de outraa vezei vo-
tou aempre o favor do abaixo assignado.
Recife, 21 de julho de 1862. Ja
Joaquim da SilvtVMouro.
de julho.
Existiam.
Entraran).
Sabiram.
Existem. .
368 presos.
7 >
12
363
A saber
Naciooaes . 256
Mulheres. . 4
Estrangeiros. 32
Escravos. . 63
Escravas. . 8
mnmmzQ
VISTA DIARIA.
Domiogo ultimo leve lugar o proceiso da elei-
go doa ruembros que devem compor o cooieiho
director da Aliociagao Typographica I'ernambu-
ana ; do qual reaultou o seguinle :
Presidente honorario.
Dr. Maooel de Figueirua Paria.
Membroa doconselbo.
Hbklia Netto de Azeredo Goutiabo,
-Total. ... 363
Alimentados a custa dos cofres provio-
ciaei............
Movimeoto da enfermara do dia 19.
Tiveram baixa :
Clementino Jos de Sanl'Anna ; hemoptysei.
Jos Francisco Borges ; aarnas.
Jos Severo Nascimeoto ; urticaria.
- Dia 19
Existiam...... 363 presos.
148
Entraran)......
Sabiram.......
3
8
t

A asber
Existem....... 358 >
Nacionaei..... 255
Mulheres...... 3
Estrangeiros.. 32
Escravos...... 61
Escravaa...... 7
Total
858
Ao tribunal ta relaco.
Os filiaos do capito Joao liento de
Albuquerque, assassinado no So -
bral por Vicente Gomes Prente
e Igrnacio Gomes Prente.
Senhor.
A' roaaa magestade imperial sobe, por appel-
lago do juiz de direito, o processo dos reos Igna
ci Gomei Prente e Vicente Gomes Prente, por
alcunha os capadorea; acabsm de ser absolvidos
com notoria injuatiga e*manifesta nullidade, das
quatro mortea, e urna teotaliva de moite e inn-
meros ferimentos que praticaram sem pravocago
publica e brbaramente nesla cidade do Sobral
no dia 3 de novembro de 1856, as peasoas do
pai doa supplicantes, o capito Joo Bento de Al
b'aquerque, Francisco Nunes, Joo Gongalves e
Evaristo, etc.
Neste julgamenlo, como no primeiro, como na
formago da culpa, oo tem sido dado aos sup-
plicantes aecusar; porque sabido, o chefe de
polica de ento, Abilio Jos lavares da Silva,
leudo recebido a competente queixa dos supli-
can tei metleu-a comsigo e lirou o processo ex-
officio, excluindo desl'arleos supplicantes, e en-
tregarlo a aecusago somante justiga pu-
blica.
Assim, logo na formago da culpa oo foram
inqueridas as melhores testemunhas de vista .
no primeiro julgamenlo dau-ie o segundo escn-
dalo de ser o jury presidido por um juiz amigo ;
e neste segundo julgamenlo, em que um juiz rec-
to, imparcial, estranho ao lugar, sem affeigdes
nem odios presidia, o terceiro maior escaodalo,
de seru es reos aecusadot por um promotor
amigo, Domingo Jos Pinto Braga Juoior.
Ora, de um lado a defeza a fazer as suaa recu-
sagea a favor dos agsassinos ; do outro lado a
aecusagao a obrar oo mesmo sentido, a recusar
pessoa da imporlaocia de Joaquim Jos Rodri-
gues a resusar Domingos da Frota e Felippe da
Frota, irmoi, para deixar o outio irmo Maooel
da Frota, quaododevia saber, que eoiraodo um
desle no conseibo, o primeiro, os outros eslavam
por iei rocuaadoa I e por fim, nao recusando a
nenhum daquellei que com toda a certeza davam
oa leus votos pela absoleicoo dos roa I....
Mae como nao aucceder aaiim : se este promo-
tor era com o Dr. Francisco Domiogues da Silva,
primo legitimo doa reos, oa candidatos do parti-
do doa assassinoa* oa eleigo de 1856, obteodo es-
te lobre aquelle anias ama maloria de doua a
trea votoa para dei/atado TI Se oa reos, antea da
COSfMBlCIO
Praca do Recife 21 de
"julho de 1862.
\s quatro horas da tarde.
Cotaces da junta de corretores.
Cambio.
Acgeea da companhia do Beberibe 559 por ca-
da urna.
Ditai do novo banco 21-2; por cada urna.
i. da Cruz Macedo presidente.
John Gallaaecrelario.
Alfnrjdrar.il,
Rendlmento do dia 1 a 19. .
dem de da SO t
a43:432*8i5
32.3708921
275:8030706
Movlmento da altandegra.
Velamos entradoa cotefazendas.. 258
a om gneros.. [291
Veanlas

lahidoi

com (azeodai..
com generoi..
72
386
549
458
Deicarregam no dia 22 de julho.
Brigue portoguezOlindacal.
Patacho inglezMary Blockforrageni
Patacho americanoGhowanarinha.
Brigue inglezFloriatmercadoriai.
Barca francezaHavrefazendai.
Escuna dinamarquezaNaocyiaem.
lmportao.
Hiale nacional Camaragibe, vindo de Pene-
do, consignado a Luis B. de Cerqueire, manifes-
t o leguinte :
224 laccoi com farinba de mandioca, 1 dito
milho, 240 eeleirai de perpery e 500 abanos ; a
ordem.
Hiate nacional Aracaty, vindo de Arscaty,
consignado a Tatio Irmo, maoifealou o se-
guinle :
119 caixai velas de carnauba, 18 barucas sebo,
18 molboa com 180 couriohoa, 450 gerimuns,
.uuu acnas oe lenas ; a oraem.
Hiate nacional Dout Irmos, vindo do Rio de
S. Francisco, consignado a C. C. da Costa Mo-
reira, manifestou o aeguiote :
40 lceos farinha de mandioca, 600 ditos e 40
alqueires a granel de arroz, 50 eiteiras e 200 pe-
dral de amollar; a ordem.
Exporta o
do oia 19 de julho.
Brigue portugus Amaito 1, para o Porto car-
regaram :
Cunha Irmos, 4 caixei com 102 caixinhai
petando 225 libras de doce degoiaba.
Patacho portuguez Lima, para a ilha de S.
Miguel, carregaram :
Jos Mendes de Freitas, 12 pao de amarello
com 24 taboai.
Brigue portuguez Soberano para Liiboa carre-
gou :
Thomaz de Aquioo Fneca Jnior, 83 saceos
com 415 arrobaa de essucar.
Brigue portuguez Slephtm & Sarah, para Li-
verpool, carregou :
Heory Gibson 1,260 saceos com 6,300 arrobas
deaasucar.
BecelsedoriVa fe rendas internas
genees de Pernambuco.
Rendlmento do dia 1 a 19. 36:75lfi222
fdam de dia 20......: 4.-877*194
41:6315416
Consalado provincial.
Randimento do da 1 a 19. 63:813$889
dem do dia 20......3:1004120
67:0443009
Moyimento do porto
Navio tahido no no dia 21.
Rio de JaneiroBrigue brasileiro A'redo. ca-
pito Ignacio Googalve Lima, carga asiucar e
outroi gneros.
Nao houveram entradas.
& De ordem do Exm. Sr. conselheiro director
interino, le faz publico que o estudaotes que se
nao poderam matricular no praso marcado peloa
eitalutoa, e obtiveram aviso para matricula, ha-
jam de reproduzlr perante a coogregago desla
faculdade os motivos por que te nao matricula-
ram naquelle praao, visto como o documentos
que osconlinham, foram remeltidos secretaria
de estado doa negocios do imperio, e de l nao
voltaram para serem presentes i congregago,
am de se dar cumprimento aos avisos expe-
dido.
Secretaria da faculdade, 21 de julho de 1862.
O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Faculdade de direito.
De ordem do Exm. Sr. director ioterioo, se faz
mMieo a lilla das fallas doa alumooi desta Fa-
culdade. relativas ao mez de junho prximo rin-
do, com aa notas dos respectivos lentes, aposen-
tadas em 5 do correte.
Primeiro anoo.
N. 1.Antonio de Almeida Oliveira, 1 justifi-
cada na segunda cadeira.
N 4.Antonio Ayres Lacerda de Chermont, 1
jusi. naprimeira cadeira e 1 dita na segunda.
N. 5.Antonio Rodrigues de Souza Mirtina, 2
jusl. na leguoda cadeira.
N. 6.Aotooio Saboia de S Leito, 1 just. na
segunda cadeira.
N. 7.Caetano Maria de Faria Neve, 1 just.
ua primeira cadaira e 1 dita na segunda.
N. 8.Franciico de Souza Martoi, 1 just. na
primeira cadeira e 1 dita na segunda.
N. 9.Manoel Francisco Correia de Araujo, 2
jeit. na primeira cadeira e 4 ditas na segunda.
N. 10.Samuel Felippe de Souza choa, 1 juit.
na primeira cadeira e 1 dita na segunda.
N. 12.Ernesto Adolpho de Vaacoucelloi Cha-
val, 2 jusL.na primeira cadeira e 2 ditas oa se-
gunda.
N. 13.Franciaco Coroelio da Fonaeca Lima, 1
just. na primeira cadaira.
N. 14.Maooel Vieira Birreto de Alencar, 3
inclusive 1 aabb. jusl. na segunda cadeira.
N. 15Ploteaoo Jos de Miraoda, S joat. na
primeira cadeira e 1 dita na aeguoda.
N. 16.Franciaco Radriguaa Soares, 3 jual. na
primeira cadeira e 5 inclusive i aibb. jual. na
agenda.
N. 17.Anteni* Ribeiro Pacheco d'Ava, 1
jast. na segunda cadeira.
N. 18.Joaquim Poutes de Miranda, 1 aabb.
just. na primeira cadeira.
N. 19.Manoel deAodrade Martina Vallaaquea.
1 nbb. juit. na primeira cadeira e 9 incloeive 1
sabb. nao juit. oa aeguoda cadeira.
N. 20.Cicero Anatolio Vieira do Brasil, 1 juit.
na segunda cadeira.
N. 21.Joo Lopes Pessoa da Costa, 1 jad. na
primeira cadeira.
N. 2.Francisco da Cotia Ramoi, 1 juit. D
seguoda cadeira.
N. 23.Cicero de Souza Marques, 7 iocluaive
1 labb. nao juit. na segunda cadeira.
N. 4. Jos Franciaco Correia Leo, 1 juit. na
segunda cadeira.
N. .Jos Manoel de Barroa Wanderley Fi-
Iho, 1 just. na primeira cadeira e 1 dita oa ae-
guoda.
N. 26.Maooel Praxedei Beoevidei Pimenta,
10 iocluaive 2iabb. juat. na primeira cadeira e 12
inclusive 4iabb. juit. na segunda.
N. 27.Manoel Joaquim Ferreira Esleves J-
nior, 1 juat. na primeira cadeira.
N. 28.AlfredoMoolezuma de Oliveira, 1 juit.
na primeira cadeira e 6 incluiive 1 sabb. juit. oe
segunda.
N. 29.Sasoitrii Silvio de Monei Sarment,
2 just. Ba primeira cadeira e 3 oo juit. na ae
guada.
N. 30.Aotooio Carneiro Anluoes (iuimarea,
3 just. na primeira cadeira e 2 ditia ni seguoda.
N. 31.Afranio deCalasana, 2 just. na primei-
ra cadeira e 3 dltaa na aegunda.
N 32.Francisco Ferreira de Novaes Jnior, 1
inclusive 2 aabb. juat. oa piimeira cadeira e 18-
inclusive 2 sabb. nio just. na aegunda.
N. 33.Manoel Jos de Meoezee Prado, 1 juit.
na segunda cadeira.
N. 34.Joaquim Jooai Bezern Montenegro.
2 juit. na aeguoda cadeira.
j N. 35.Joo Lope de Aguiar Silva Huntiba,
3 nao just. oa aegunda cadeira.
I N. 36.Joaquim Guedei Correia Gondim, 2
'juat. na aegunda cadeira.
N. 37.Manoel Feroandes de Araujo Jorge, 2
'jusl. na primeira cadeira e 1 dita na aegunda.
N. 38.Manoel Xavier Paea Brrelo Jnior,
1 jusl. oa primoira cadeira o 1 dita oa segunde.
N. 39.Antonio Venancio Cavalcanti de Albu-
querque, 1 just. oa aegunda cadeira.
N. 40.Joo Cavalcanti Lamenha Lina, 2, incl.
1 sabb. juat. ua primeira cadeira, e 2 sbt>. just.
na aegunda.
N. 41. Euclides Deoclaciano de Albuquerqee,
1 sabb. juit. oa primeira cadeira.
N. 42.Miguel Peixoto de Vasconcello, 8, incl.
1 sabb. juit. oa primeira cadeira,e 13 iocl. 2 sabb.
oo jual. na aegunda.
N. 43. Pedro Ferreira Coelho, 2, incl. 1 sabb.
just. naprimeira cadeira, e 2 dilaa ua aegunda.
N. 44. Ignccio Joa de Oliveira Asevedo, 5>
juat. na primeira cadeira, e 9, incl. 1 aabb. nio
juat. na segunda.
N. 45.Ignacio Vieir de Mello Filho, 1 juat. na
primeira cadeira e 6 incl. 1 sabb. nao just. oa
segunda.
N. 46.Jos Peregrino de Araujo, 1 jusl. na se-
gunda cadaira.
N. 47.Jos Mendes Caroeiro da Cunha, per-
deu o aooo.
N. 49.Francisco Jos Alve de Albuquerque
Filho, i falt, just. na primeira cadeira.
N. 50. Jos Ignacio de Albuquerque Xavier, 1
just. na primeira cadeira.
N. 51.Francisco da Cuoba Machado Pedroaa
Jnior, 1 just. oa primeira cadeira, e 2 ditas na
seguoda. *
N. 52.Joo da Hollan la Cuoha, 1 juit. ni pri-
meira cadeira.
N. 53.Amonio Martin da Cuoha Soulo Maior,
1 juit. oa primeira cadeira.
N. 55.Jos Domoguei da Silva, 2 juil. na
primeira cadeira.
N. 56.Francisco Domingues Ribeiro Viaona,
1 just. oa primeira cadeira, e dita na segunda
dita.
N. 57.Licinio Afredo da Silva, 2 juit. na pri-
meira cadeira, e 4 ditai na aegumla.
N. 58 Gongallo Vieira de Mello Prado, 6, iocl.
2 aabb. just. na (.rimeiio cadeira, e 6, Incl. 1 sabb-
just. na aeguoda.
N. 59.Jos Gomes* da Frot, 1 juat. na pri-
meira cadeira.
N. 60.Sigismundo Antonio Gongalves, 1 just.
na segunda cadaira.
N.61.Raymundo Honorio da Silva, 3 jait. na
primeira cadeira, e 3 nao just. na aegunda.
N. 62.Torquato Mendes Vianna, 2, incl. 1
abb. jusl. na primeira cadeira, e 1 falta just. na
seguoda.
N. 63 Alarco Jos Furtado, 6. incl. 1 aabb..
just. na primeira cadeira, e 16, incl. 2 aabb. nao
jusl. Da segunda.
N. 64.Ignacio Ferreira de Almeida Guima-
re, 12, incl. 1 tabb. na primeira cadeira, e;21r
incl. 3 abb, oo just. oa aeguoda.
N. 65.Alfredo da Cuoha Martios, 2 juit. na
primeira cadeira e 3 uo just. oa segunda.
N. 66.Leonardo Francisco de Almeida, 1 juit.
na primeira cadeira, e 1 dilana segunda.
N. 67.Joaquim Maria Cvrneiro Vilella, 1 juil-
da primeira cadeira e 2 ditaa na segunda.
N. 69.Aureliano da Silva Rabello, 1 just. na
primeara eadeira, e 1 sabb. just. na segunda.
N. 70.Jucundo Borges da Fooieci, 1 just. na
segunda cadeira.
N. 71.Joo Vaz de Carvalho Sodr. 3, iocl; 1
aabb. jusl. na primeira cadeira, e 3 nao just. na
seguoda.
N. 72.Manoel Pedro Cerdoso Vieira, 2 just.
ua primeira e 3 nao just. na segunda.
N..73.Jos da Molla Nunei, 1 just. na primei-
ra cadeira.
Segundo anno.
N. 1.Bolvar Teixeira Mendes, 1 juit. na pri-
meira cadeira, e 2 dilaa na tegunda.
N. 2.Carloi Fraociaco Soare de Brilo Jnior,
2 just. na primeira cadeira e 3 ditas na se-
gunda:
N. 4.Lino Leoocio o'Assumpgo, 1 just. na
primeira cadeira e 1 dita na segunda.
N. 6. Miguel Gomas de Figueiredo, 5 jusl. na
primeira, a 1 dita na segunda.
N. 7.Pedro Ullisses Porto, 1 just. na primei-
ra cadeira,el dita na segunda.
N. 8. Antonio da Silva Aotunea, 2 juat. ne
primeira cadeira e editas na segunda.
N. 9.Candido Joieph de Mello e Silva, 1 juit.
na segunda cadeira.
N. 10.Joo Alvares Pereira de Lyra, 1 juat.
na primeira cadeira e 1 dita na aegunda.
N. 11.Joo Zeferino Pire de Lyra.l just. na
primeira cadeira e 1 dita na segunda.
N. 12.Joaquim Jos Ferreira da Rocha J-
nior, 1 just. na segunda cadeira.
N. 14.Raymundo Clementino Valente, 1 jusl.
na segunda cadeira.
N. 15.Antonio Luiz Ferreira de Menezea Via-
concellos de Drummond, I just. na primeira ca-
deira e 2 na segunda, sendo 1 just. e outra nao.
N. 16.Heonque Mamede Lies de Almeida, 1
just. na primeira cadeira e 1 dita na segunda.
N. 17.Ildefonso Magno de Andrade Mello, 2
just. na primeira cadeira.
N. 18. Julio Cesar Gomes de Castro, 1 jusl.
oa primeira cadeira e 2 dilas na geguoda.
N. 20.Luiz da Silva Gusmo, 2 just. na pri-
meira cadeira, 2 ditas ni segunda e 1 sabb. nao
just. na segunda.
N. 21.Venceslao Garca Chave, 2 juat. na
primeira cadeira e 1 dita ua segunds.
N. 22 Joo Patriota Pees Brrelo, 3 just. na
primeira cadeira e 1 na aeguoda jast.
N. 23. Matliias Nunes Bandeira de Mello, 1
juat, na primeira cadeira a 1 dita na aegunda.
N. 24.Menelo dos Santos da Fonseca Lins,
2 just. na primeira cadeira.
N. 25.Theodoro Carloi de Faria Soulo, 1 jusl.
na primeira cadeira e 2 ditas na segunda,
N. 26 Tito Livio Vieira Dortar, 1 jusl. na pri-
meira cadeira.
N. 27.Erneito de Paiva Leite, 3 just. na pri-
meira cadeira.
N. 28__Demetrio Jos Teiieira, 3 just. na pri-
meira cadeira e 2 ditas na seguoda.
N. 29.Altinu Rodrigues Pimenta, 4 juat. incl.
1 aabb. na primeira cadeira e 1 falta juat. na ae-
gunda. .
N. 30.Jos Joaquim de Oliveira Fonaeca, 1
jusl. na segunda cadeira.
N. 31.Raymundo Olympio Googaivea de Frei-
laa, 5 just. na primeira cadeira e 7 na aegunda,
sendo 6 just. e 1 nao.
N. 32.Antonio Jos Lope Filho, 7'juit. na
primeira cadeira e 7 aa segunda, aendo 3 juit. e
4 nao. -
N. 33. Antonio de Mello Rogara, 1 jual. o*
primeira cadeira.
N, 85.-Joaiiira Antonio da Silveira Jnior, 5
\

MUTILADO


Y
jMt, iMt. 1 sabb. na primeln eadeira a 5 falla* l rtmeira aeodo 1 alo juat. e 5Jna atOMio sendo
1" Rund. oojmi. ^"*
N. 37.-Ito Magno Borgca da Foossca, S Jut. Na 34-D. Antonio de Souza da Silveira. 1 jai.
e primotrs cadeire e 1 dita oa Mgunda. na primeira eadaira. '
"f" "'' "T-?-'
X
3
* ** "T Wm da Silva Baatoa, 2 juat. na pri-
*,4STd,a 8 dil" 0i egu<-
N. 3.Manoal LeiU Celar Loureiro, t j'uet. oa
* F67 ,^e,r* dlU 8 0,a-
" *.--Fraociaco Goocal'es da Jeete, 3 juat.
a primeira eadaira el itaa na segunda.
*Antonio Mirttoiano Lapemberg, 2 juat
na primaira eadeira 1 dftaa na aeguoda.
N. 42. Jo Otbon do Amaral Hanriques, 1
just. na primeira eadeira e 2 ditaa na segunda.
N. 43.Antonio Diaa de Pina Jnior, 2 just. na
primeira eadaira.
N. 44. Thoaaaz Louranco da Silva Pinto, 2
jast. o > primeira eadeira e 1 dita na segunda.
N. 45.Lzaro Pires da Fomeca, > just. na pri-
meira eadeira e 2 ditaa na segunda.
N. 46.Lenidas Ferreira Barbota, 3 jast. na
primeira eadeira e 2 ditas na segunda.
N. 47.Ernesto Odilon Maciel Honteiro, i just.
na primeira eadeira e 1 dita na segunda.
N. 48.Heroiei Plioio de Borba Cavalcanti. 2
just. na primeira eadeira e 3 na segands, sendo 2
jast. e 1 nao.
N. 49.Joaquina Pereira da Silva Quimares,
3 just. na primeira eadaira e 3 na segunda, sendo
2 just. e 1 oo.
N. 51.Beueiiicto Marques da Silva Acaua, 4
incl. i sabb. just. na primeira eadeira e 3 (alias
just. oa segunda.
N. 52.Jos Augualo Gaivao Pires, 1 juat. na
primeira eadeira.
N. 53. Jos Vicente da Costa Bastos, 5 just.
na primeira caleira o na seguoda, aendo 4 just.
e 1 nao.
N. 55. Raymundo Valentiniano de Moraes
Reg, 3 juat ni primeira eadeira e 1 dita na se-
gn]!.
N. 56.Antonio I.oeceoco de Carvalho Serra,
3 jast. na primeira caleira e 2 ditaa na seguoda.
N. 57.Jos Antoaio Nunes, 1 just. na primei-
ra cad-ira e 2 litas na seguoda.
N. 58.Jos de Ilollsnda Csvalcaoli de Albu-
querque, 2 just. na primeira eadeira e 3 ni ae-
gun Ja, sendo 2 just. 1 nao.
N. 59.Bruno Jaoson Pereira, 5 incl. 1 aabb.
juat. na primeira eadeira e 4 oa segunda,aenlo 2
juat. e 2 nao.
N. 6ii. Jo3o Fraokliu de Alencar Lima, 1 juat,
na primeira eadeira e 1 dita na seguoda.
N. 61. Antonio Jaasao de Maltas Pereira, 3
juat. na primeira eadeira e 2 ditaa na segunda.
N. 63. Bento Borges da Fonaeca, 2 just. na
primaira eadeira e 2 ditaa na segunda.
N. 64.Jos dos Saoloa Pacheco Lima, 2 jast.
na primeira eadeira e 3 na segunda, sendo 2 juat.
a 1 nao
N. 66.Jo3o MaDoel Mandes da Cunha Azeve-
do, 1 just. na primeira caleira e 1 dita na se-
gunda.
N. 67.Joo da Ctioha Pereira Bellro, 2 just.
na primeira eadeira enditas na seguhda.
N. 68.Migual Augutto doNascimento Feito-
za, 2 just. na primeira eadeira e 3 ditas na se
guada.
N. 69.i js Pedro Carneiro da Canha, perdeu
,"*<) aono.
N. 70.Ruflro Tavares da Almeida, 3 just. na
primeira eadeira e 3 ditas na aegunda.
N. 71 Jos Joaquim Ramos Ferreira, 1 just.
na primeira eadeira e 2 ditas na segunda.
N. 72. Marcolino Ferreira Lima, 1 just. na
primeira eadeira e 2 ditas na aegunda.
N. 73.Jo3o Pedretra daCarqseira, 9 incl. 2
aabb. just. na primeira eadeira, 10 Dio juat. na
segunda".
N. 74.Godofufao Augusto de Souza, 2 just.
na primeira eadeira e2 ditaa na segunda.
N. 75. Misad dos Aojos Barros, 4 just. Da
primeira cadeina e 6 na segunda, aeodo 5 just. e
1 nao.
N. 76. Viiorino Antonio do Sacramento, 1
just. na prinpeira eadeira e 3 ni segunda, nao
just.
N. 77. Jeffersoo Mirabeau das Mercs Uordo,
1 juat. na primeira eadeira.
N. 78. Pompilio Numa Pesaos, 15 incl. 4
sabb. just. oa primeira eadeira e 21 oo just, na
aegunda.
N. 79.Jos Gomes Ferreira, 2 just. na pri-
meira eadeira e 2 ditas na segunda.
N. 80.Maximiaoo Jos de Inojosa, 2 just. na
primeira eadeira e 3 ditaa oa aegunda.
N. 81.Julio Cesar Aotuoea, 2 just. na primei-
ra|odeira t 1 dita na aegunda.
N. 82 Joaquim Cooatancio de Moura Costar
2 mi. oa primeira eadeira e 1 dita na segunda,
N. 83.Joao Capiatraoo de Almeida, 1 just.
na primeira cad-ira.
N. 81. Joaquim Velloso da Silveira.Perdeu
0 aoon.
N. 85.Jos Francisco de Araujo Lima, 1 just
na seguoda eadeira.
N. 86.Antonio Borgs da Fonieca Jnior, 2
just. na primeira eadeira e 2 ditas oa segunda.
N. 87.Francisco Theotooio da Carvalho, 1
Juat. na primeira eadeira.
N. 88.Esperidio Zamiro de Souza Lopes, 1
just. na primeira eadeira.
N. 8!) Bento Jos Alvea Viaona, 4 inclusive
i sabbaima oa primeira eadeira e 4 fallas just.
na segunda.
N. 92. Luis Caetano Muir Brrelo Filho, 2
just ni primeira eadeira e 2 ditas na segunda.
N. 95 Jos Alfredo de Oliveira, 1 just. na
primeira eadeira.
N. 96.Ernesto Botelho de Aodrade, 1 juat.
na primeira eadeira e 1 dita na segunda.
N. 97.Manoel Barata de Oliveira Mello, i
sabbatioa justificada na primeira eadeira e 2 Tallas
just. oa segunda.
Terceiro anno.
N. 1.Beoto Ceciliaoo dos Santos Ramos, 2
faltas justificadas na primaira eadeira e 3 na se-
guoda, aeodo 2 just. e 1 nao.
N. 2. -Joao Damasceno Pinto de Mendonga, 1
justificada na primeira eadeira e l dita oa se-
gaada.
N. 3.Joaquim Fraociaco de Arroda, 4 just.
na primeira eadeira a 3 na segunda, sendo 2 just.
e i nao.
N. 5. Theodoro Thadeo da Assumpco, 2 just.
na primeira eadeira e 2 ditas oa segunda.
N. 6.Agoslinho Julio do Couto Belmont, 3
just. inclusive 1 sabbatina na primeira eadeira e
\ dito na s"gunda. inclusive 1 sabbatina.
N. 8.Antonio Florentino Miodello, 1 just. na
primeira eadeira.
N. 9.Ezequiel Franco de S, 1 just. na pri-
meira eadeira, e 2 ditaa na seguDda.
N. 10.Jesuino Jos de Freitas, 2 na primeira
ca Jeira sendo 1 just. e 1 nao, e 3 na seguoda sen-
do 2 just. e 1 nao.
N. 11.Joo Jos do Moote Jnior, 1 just. ns
segunda eadeira.
N. lz.=JoSo Vieira de Araujo, 2 just. na pri-
meira eadaira e 2 ditas na aegunda.
N. 13.Jos HenriqueCordeiro de Csslro J-
nior, 1 just. na primeira eadeira e 1 dita na se-
gunda.
N. 14.Maooel Jos Mooleiro, 2. inclusive 1
sabbatina just. oa primeira eadeira e 5 ditas in-
clusive 1 sabbatina na aegunda.
N. 15.Miguel Floriano Gama da Costa Doria,
1 just. na primeira eadeira e 1 sabbatina just. na
segunda.
N. 16.Antonio Pires Ferreira Filho, 1 jast.
na primeira eadeira e 2 ditas na segunda.
N. t8 Joaquim Francisco de Negreiros Fi-
lho, 2 just. na primeira eadeira e 1 dita na ae-
gunda.
N. 20.Egydio Fraociaco das Chagas, 1 just.
oa segunda eadeira.
N. 21.Americo Jos dos Santos, 2 just. na
primeira eadeira e 2 ditaa na segunda.
N. 22. Antonio Gongalves de Almeida, 3 in-
clusive 1 sabbatina just. na primeira e 2 faltas
jast. na segunda.
N. 23.Augusto Magoo de Mello Natos, 3 just.
inclusive 1 sabbatioa na primeira eadeira e 4 io-
clusi/e sabbatina na segunda.
N. 24.-Barnab Elias da Rosa Calheirof, 1
just. oa primeira eadeira e2 na seganda sendo 1
just. e 1 nao.
N. 25. Elias Jos Pedrosa Filho, 3 na primeira
eadeira sendo 2 just. e 1 nao, e 2 just. na ae-
gunda.
N. 26.Antonio Epamioondaa de Barros Cor-
rea, 1 just. na primeira eadeira e 1 dita na se-
gunda.
. 27.Maooel Boln de Souza e Alenear, 2
inclusive 1 sabbilina just. na primeira eadeira e
3 oa aegunda sendo t just. e 1 nao.
H. 28.Tobas dfl Soaia Lima, 7 nao just. na
primeira eadeira e7 na segunda aendo 2 just. e
^5 nao.
N. 29.Antonio Pedro de Souia, 6 inclusive 1
jobbaums na primeira eadeira sendo 2 nao just.
e 5 na aegunda eadeira sendo 2 nao jusf.
K.34.Aflloaio Pinto Nogueira Aeeioli, J in-
fsuive 1 aabbaftna nao just. na primeira eadeira.
N. 3.Aristides de Paula Das Martins, 1 jast.
na priaeira eadeira e 1 dita os segands.
f. W.LtH PWrslta Hachl rttltelro, 3 di
N. 36.lose Avelino Gurgel do Amaral, 3 oa
primeira aendo 2 nao just. e 2 jast. na aegunda
eadaira.
N. 37. Americo Pinto Brrelo, 2 just. na pri-
meira eadeira e i ditaa na segunda.
N. 38.Joao AI ves Mergulhao.l just. na pri-
meira eadeira e 3 inclusiva 1 sabbatina jast. na
aegunda.
N. 39.Miguel de Figueiroa Faria, 2 jast. na
primeira eadeira;
N. 40.Joaquim Corrta]de Araujo Jnior, 3
na primaira eadeira aendo 1 nSojust. e 2 juat. na
seguoda eadeira.
N. 41.Porfirio Amancio Googalvea, 6 inelu-
aive 1 aabbalina nao just. na primeira eadeira e
5 na aegunda aendo 2 just. e 3 nao.
N. 42.Jos Francisco de Paula Correa de
Araujo, 4 just. na primeira eadeira e 3 ditaa na
segunda.
N. 44.Joo Pereira da Silva Leite, i jast. na
primeira eadaira e 2 ditas inclusive 1 sabbatina
na segunda.
N. 45.Merciades Pereira da Silva, 1 just. na
primeira eadeira a 1 dita na segunda.
N. 46.Alvaro Antonio da Cuita. 1 jast. oa
primeira eadeira e 1 dita na aegunda.
N. 47.Firmino Licinio da Silva Soares, 1
jast. oa primeira eadeira e 1 dita na segunda.
N 48.Epiphanio Verres Domioguea da Silva,
2 juat. oa primeira eadeira e 1 dita na aegunda.
N. 50.Franciaco da Asis Correa Lima, 1 sab-
batioa nao just. oa primeira eadeira e 4 na ae-
gunda cadeirs aendo 2 nao just.
N. 51.Jos Candido da Silva Franca, 2 t jua-
na primeira eadeira e 2 ditaa na aegunda.
N. 53.Pompilio Csvalcantl de Mello, 2 just.
na primeira eadeira e 5 na segunda, aeodo 3 oao
just.
N. 54.Maooel de Siqselra-Cavslcanti. 6 just.
na primeira eadeira e 3 ditas na segunda.
N. 56.Pedro Jaosen Ferreira, 2 just. na pri-
meira eadeira e 6 ditas incl. 1 sabatina na ae-
gunda.
N. 57.Jos Pereti Seve, 13 incl. 2 sabb. just.
na primeira eadeira e 12 ditas incl. 1 sabb. na ae-
gunda.
N. 58.Joo Tbom da Silva Jaoior, 2 jast. na
primeira eadeira e 2 ditas na aagunda.
N. 59.Manoal Lopes da Cuobs Maciel, 1 just.
na segunda eadeira.
N. 60.Virgilio Peixoto de Araojo Palmsirs, 1
just. na segunda eadeira.
N. 61.Joo de Souza Reg, 2 just. na primei-
ra eadeira e 2 ditas na segunda.
N. 62.Joo Bsptisla da Costa Carvalho, 2
just. o primeira eadeira e 3 oa segunda, sendo 1
oo just.
N. 63.Joaquim Mauricio da Rocha Waoder-
lay, 1 just. oa primaira eadeira o 2 ditaa oa se-
guoda.
N. 64.Jos Francisco de Barros Reg Jnior,
8 incl. 1 sabb. juat. na primaira eadeira e 16 incl.
2 aabb. na seguoda, nao jast.
N. 65.Bento Minervino da Silva, 1 just. na
primeira eadeira el dita na segunda.
N. 66.Joaquim Germana Ramos, 1 just. na
primeira eadeira e 1 dita na segunda.
N. 67.Coriolaoo Augusto de Loyolla, 3 na
primeira eadeira sendo 1 nao jast. e 2 jast., na
segunda.
N. 68.Gonzalo de Aguiar Talles de Menezea,
3 na primeira eadeira, aendo i nao just. e 5 na
segunda, aendo 3 nao jast.
N. 69 Manoal Rodrigues de Arruda Cmara. 1
just. na primeira eadeira e 1 dita oa seguoda.
N. 71.Bemviodo Pinto Lobo, 2 just. na pri-
meira eadeira e 2 ditas na segunda.
N. 72.Maooel Caetano de Oliveira Paisos, 1
just. na segunda eadeira.
N. 73.Francisco Ferreira Pacheco de Mello, 2
juat. na primeira e 3 na aegunda, aando 1 oo
just.
N. 74.Aotooio Joaquim de Souza Paraizo, 1
sabb. juai. oa primaira eadeira.
N. 75.Francisco Prisco de Souza Paraizo, 1
just. na primeira eadeira.
N. 76.Francisco Rodriguea Seiae, 2 just. na
segunda eadeira.
N. 77.Luiz Ayres de Almeida Freitas, 2 just.
na primeira eadeira e3na aegunda, aendo 1 nao
just.
N. 78.Jos Ricardo Gomea de Carvalho J-
nior, 2 just. na primeira eadeira e 2 ditas na se-
gunda.
N. 79.Mathias da Veiga Oroellai 4 just. na
primeira eadeira e 4 ditas, na saguoda.
N. 80.Joo Ferreira da Silveira e Silva, 2 juat.
ni primeira eadeira, e 2 ditaa oa aegunda.
N. 81.Goncallo de-Lagos Fernandas Baatoa,
2 just. na seguoda eadeira.
N. 82.Aotooio Joaquim de Passos, 2 just. na
primeira eadeira e 3 na segunda, sendo 1 nao
just.
N. 83.Alvaro Fragoso de Albaquerque, 1 just.
na segunda eadeira e 1 aabb. nao just.
Quarto anno.
Oa, 1.Jos Rodrigues Pereira Jnior, 2 faltas
na primeira eadeira.
N. 2.Manoel Leocadio de Lima, 4 just. na
primeir eadeira.
N. 3Olymplo Enzebio de Arroxellas Gaivao,
19 incl. 3 sabb. just. oa primeira eadeira.
N. 5.Dario Gomes da Silveira, 2 just. oa pri-
meira eadeira.
N. 6.Hermino Fraocisco Geroocio do Espiri-
to Santo, 2 just. na primeira eadeira inclu. 1
sabb.
N. 7.Alfredo Sergio Ferreira, 2 just. incl. 1
sabb. na primaira eadeira.
N. 8.Manoel da Costa Honorato, 2 just. incl.
1 sabb na primeira eadeira.
N. 9.Antonio Jos Marques, 7 just. incl. 1
sabb. oa primeira eadeira.
N. 10.Antonio Raulino de Souza Uchda, 4
just. oa primeira eadeira.
N. 12.Jos Mara Carneiro de Albaquerque
Lacerda, 12 just. incl. 2 sabb. na primeira ca-
deija.
N. 13.Antonio Pereira Camello, 6 just. na
primeira eadeira.
N. 16.Joaquim Anto FernandesLeo Jnior
5 just. na primeira eadeira.
N. 17.Joaquim Pauleta Bastos de Oliveira, 1
just. na primeira eadeira.
N. 18. Trajano Veristo de Medeiros, 3 incl. 1
sabb. jast. na primeira eadeira.
N. 19 Manoel Joaquim dos Saatos Patury, 1
just. oa primeira eadeira.
N. 20.Heorique Ladislao da Silva Araujo, 5
just. na primeira eadeira.
N. 21.Maooel do Reg Barros Souza Leo, 3
just. na prin cira eadeira.
N. 22 Alfredo Sergio Teixeira de Macedo, 2
sabb. just. na primeira eadeira.
N. 24-Francisco Antonio Filgueiras Sobrioho,
4 just. na primeira eadeira.
N. 25.Manoel Barbosa de Araujo, 4 iocl. 1
sabb. just. oa primeira eadeira,
N. 26.Jos Mariano Ribeiro, 4 incl.l aabb.
just, na primeira eadeira.
R. 27.Jos Auslregesilo Rodrigues Lima, 2
just. incl. I sabb. oa primeira eadeira.
N. 28.Jos Joaqaim Domiogues Carneiro, 6
jsit. ns primeira eadeira.
N. 29.Eduardo Leger Lobo, 1 just. na pri-
meira eadeira.
N. 31.Antonio de Souza Bayma, 4 just. na
primeira eadeira.
N. 32 Flix Jos de Souza Jnior, 4 just. na
primeira eadeira.
N. 33.Joa Alves da Silva, 2 just. na primei-
ra eadeira.
N. 34.Joo Franklio da Silveira Tavora, 2
just. na primeira eadeira.
N. 35Fraocisco de Paula Cavalcanli da Al-
buquerque, 4 iocl. 1 tabb. jost. na primaira ea-
deira. ,
N. 38.Cato Guerreiro de Castro, 5 just. na
pr,neira eadeira.
,.4. 39.Francolino Bernardo Quinleiro, 3 incl.
1 aabb. jast. na primeira eadeira.
N. 4z.Jeronymo Cebral Rodrigues Chaves, 2
iocl. 1 sabb. ju9i. na primeira eadeira.
N. 44.-Ernesto Julio BanJeira de Mello, 1
just. na primeira eadeira.
N. 45.Bernardo Diaa de Castro Sobrioho, 1
jast. na primeira eadeira.
N. 47.Joo Silverio Marquea Bacalho, 6
incl. 1 sabb. juat na primeira eadeira.
N. 48.Magoo Bruoo Marquea Bacalho, 2
just. na primeira eadeira.
N. 50.Amancio Googalve dos Santoi, 5 just.
oa primeira eadeira.
N. 51.Paulo Autrao, 4 iocl. 2 sabh. di pri-
meira eadeira.
N. 52.Jos Aotooio Barboza, 3 just. na pri-
meira eadeira.
N. 53.Loarenco Bezerra Cavalcanli de Albu-
querque, 2 juat. na primeira eadeira,
N. 54.Jos Baptista Gitirana, 4 jutL sa pri-
meira eadeira.
If. 55.Joo Fernandas Ctavw Junior, 5 just.
na primeln eadeira.
R. .Custodio Jos Leits
os primeira caleira.
N. 57.los Fiel de Jess
primeira cadeirs,
N. 58.Miles de Torres Bandelra, 1 just. na
primaira eadeira.
N. 59.Maooel Macaado Lencos, 1 just. na
primeira eadeira.
N. 61.Eroesto Floto LobJo Cedro, 8 just. na
primeira eadeira.
N. 62.Raymsodo Theodorleo de Castro e
Silva, 3 jast. na primeira eadeira.
N. 63.Fslippe Deliro e Caatro, 1 just. oa pri-
meira eadeira.
N. 64.Miguel Calmoo Dupin e Almeida, 1
juat. na primeira eadeira.
N. 65.Vctor Isaac de Araujo, 4 just. na pri-
meira eadeira.
N. 66.Joo Joa de Moura Magalbes, 1 just.
na primeira eadeira.
N. 67.Vicente Candido Tourioho, 3 juit. na
primeira eadeira.
N. 69.Francisco Antonio Crrela de Si, 1
juit. na primeira eadeira.
Quinto anno.
N. 1.Aotooio FraociacoPioheiro, 1 justifica-
da oa aegunda eadeira e oa terceira eadeira 3
faltaa e ii4 iocl. 1 aabb. juat.
N. 2.Antonio Joaquim do Couto Cartaxo, 2
jast. na segunda eadeira o 1 dits na terceira.
N. 3.Heorique de Barroa Cavalcanti de La-
cerda, 2 1(4 iocl. 1 aaob. just. oa terceira ea-
deira.
N. 4.Maooel Joaquim Silveira, 8 just. na se-
guoda eadeira e 4 ditaa e 1|4 na terceira.
N. 5.Heraclio Vespaiiaoo Fiok Romano, 2
juit. oa aeguoda eadeira e 3 e 1 sabb. n3o just.
na terceira.
N. 6.Mendo de Si Brrelo Sampaio, 1 juat.
na aegunda eadeira N. 7.Jos Paulino da Cimara, 1 juat. oa se-
guoda eadeira e 1 sabb. just. na terceira.
N. 8.Firmino de Souza Marlio, 1 juit. na
terceira eadeira.
N. 9.Joa Ladislao Pereira da Silva, 4 just. na
seganda eadeira e 4 incl. 1 sabb. just. oa ter-
ceira.
alies, ffrtf. Itesio os respectiwi leotes daqurV'' ca(
secretario,
Lelte, 2 jMt. na
m?*-*
B. de M'-eraa, ^
jeij#.rac*5.

Lfclo^,
N. 10.Jos Roberto da Cuoba Salles, 5 iocl.
1 aabb. just. oa aeguoda eadeira e 4 faltas e 1(4
juat. na te retira.
N. 11.Diogo Dioiz Cordeiro, 3 juit. oa se-
guoda eadeira e 4 iocl. 2 sabb.-na terceira.
N. 12.Luiz Emigdio Rodriguea Vianna, 2
just. na segunda eadeira 1 1i4 oo just. oa ter-
coira.
N. 13.Jos Bernardo, GaUo Alcoforado J-
nior, 2 ioel. i sabb. juat. oa seguoda eadeira e 5
iocl. 1 aabb. juit. oa terceira.
N. 14,Ulyses de Birroi Meodonca,2 incl. 1
sabb. juat. oa aegunda eadeira e 3 1(4 incl. 1
aabb. just. na terceira.
N. 15.Pergentiao da Coala Lobo, 2 iocl. 1
sabb. juat. oa segunda eadeira e 4 ditas incl. 1
ubb na terceira.
N. 16.Lacae Antonio Monteiro do Caalro J-
nior, 6 just. na aeguoda eadeira e 8 ditas incl. 1
sabb. na terceira.
N. 17.Eduardo Augusto de Oliveira, 7 incl. 1
sabb. just. oa aeguoda eadeira e 7 ditas e 3j4
iocl. 3. sabb. oa terceira.
N. 18.Joa Fraocisco do Reg Cavalcanti, 4
incl. 1 sabb. juat. oa seguoda eadeira e 6 faltaa
juat. na terceira.
N. 19.Manoel Caldas Brrelo Jnior, 2 just.
na aegunda cadoira e 5 e 1|4 jast. na terceira.
N. 20.Eliaa Fraociaco de Almeida e Albu-
querque, 2 iocl. 1 sabb. just. oa seguoda eadeira
6 4 faltaa e 1 j-- just. o terceira. "
N. 21.Alvaro Camioba Tavares da Silva, 10
Iocl. 1 sabb.joat. Da seguoda eadeira e 10 ditas e
1)4 iocl. 2 aabb. oa terceira.
N. 22.Manuel (.ornes de Mallos, 2 juit. oa
segunda eadeira e 2 iocl. 1 aabb. just. oa ter-
ceira.
N. 23.Themistoclea Belioo Pioho, 2 juat. na
segunda eadeira e 7 ditai na lerceira.
N. 24.Jss Julio Rigueira Pinto de Souza, 3
,ai* a *eKunoa deira e 2 ditas oa terceira.
N. 25 Arlhur Teixeira de Macedo, 10 juit. na
segunda eadeira e 12 ditas incl. 3 sabb. na ter-
ceira.
N. 26.Arminio Coriolano Tavares dos San-
fos 1 sabb. juit. oa aeguoda eadeira e 4 faltas
just. na terceira.
N. 27.Joaquim Tavares de Mello Barreto, 4
just. na segunda eadeira e 7 ditas e Ii4 na ler-
ceira.
_ N. 28.Horacio Candido de Salles e Silva, 2
incl. 1 sabb. just. ni terceira eadeira.
N. 29.Banholomeo Leopoldioo Dantai, 4 juit
na aegunda eadeira e 6 ditas incl. 1 sabb. na ter-
caira.
N. 30 Joao de Albuqaerque Rodrigues, 2 just.
na segunda eadeira e 5 ditas incl. 2 sabb. oa ter-
ceira.
N. 31.Augusto Carloi de Amorim Garcia, 4
iocl. 1 sabb. just, oa segunda eadeira e 6 ditas
incl. 1 aabb. oa terceira.
N. 32.Jos Francisco da Viveiros, 1 jast. na
segunda eadeira e 1 dita na terceira.
N. 33.Aureliano de Azevedo Monteiro, 4 just.
na segunda eadeira e 5 ditas incl. 1 labb oa ter-
ceira.
N. 34.Laiz Barreto Correia de Menezes, 3
inel. lsabb. just. oa segunda eadeira e4 ditas e
1|4 oa terceira.
N. 35.Manoel Cassiano de Oliveira Ledo, 4
just. na segunda eadeira, e 6 ditas na terceira.
N. 36.Jos LuizCoelho e Campos, 1 juit. na
lerceira eadeira.
N. 37.Juvenal de Mello Carramaohoa, 2 just.
na lejtunda eadeira, e 4 incl. 1 sabb. na terceira
sendo ai 2 ultimas oo just.
N. 38.Luccaa Malheus Monteiro de Castro, 4
juit. na segunda eadeira e 9 ditas incl. 1 sabb.
oa terceira.
N. 39.Maooel Jas Monteiro da Silva, 4 incl.
1 sabb. just. ds segunda eadeira e 3 ditas na ter-
ceira,
N. 40.Vicente da Silva Portella, 4 incl: 1
sabb. jmt. oa aegunda eadeira e 3 ditaa incl. 1
labb. na terceira.
N. 41 Joaquim Jos Teixeira, 2 just. na se-
guoda eadeira e 4 ditas iocl. 1 sabb. na terceira.
N. 42.Gracillano Aristides do Prado Pimen-
tal, 1 juat. na segunda eadeira e 1 dita na ter-
ceira.
N. 43.Joo Augusto Faria de Abreu e Li-
ma, 1 jmt. na segunda eadeira e 6 dilaa na ler-
ceira.
N. 45Anlooio Pinlo de Ifeudooca, 2 just. oa
segunda eadeira e 9 iocl. 1 sabb. just. na ter-
ceira.
N. 46.Emilio de Moraes Dias, 2 just. iocl. 1
sabb. na seeunda eadeira e 5 ditas inri. 2 sabb.
oa lerceira.
N, 47.Manoel Rufino Jorge da Souza, 2 just.
na segunda eadeira e 2 ditaa na terceira.
N. 48.Jos Joaquim de S e Beoevides, 3 oa
terceira eadeira sendo 2just. el nao.
N. 49.Basiliano Marques Vieira, 2 just. na
segnoda eadeira e 8 incl. 1 sabb. nao just. na
lerceira.
N. 50.Ignacio Tavfres da Silva, 2 just. na
segunda eadeira e 4 ditas incl. 1 sabb. na ter-
ceira.
N 51.Joo Gomes Ribeiro Jnior, 4 just. na
segunda eadeira e 9 incl. 3 sabb. nao juit. oa
terceira.
N. 52.Frederico Peregrino Carneiro Montei-
ro, 3 incl. 1 aabb. jast. na seganda eadeira e 11
incl. 3 aabb. oo just. oa terceira.
N. 53.Theophilo Fernandas dos Santos, 1 just.
na segunda eadeira e na lerceira 1 falla just. o 1
sabb. nao just.
N. 54.Manoel Ildefonso de Souza Lima, 2
just. oa terceira eadeira.
N. 55.Salvador Pires de Carvalho e Albu-
querque Jnior, 3 just. na segunda eadeira e 5
incl. 1 sabb. na terceira, sendo 2 e 1 sabb. juit. e
2 faltas oo just.
N. 56.Gervasio Maocebo Jnior,4 iocl. 1 sabb.
just. oa spgunda eadeira e 5 ditas iocl. 1 sabb.
oa terceira.
N. 57.Manoel Arlhur de Hollaoda Cavalcan-
ti, 6 iocl. 1 aabb. just. oa segunda eadeira e 10
ditas incl. 3 sabb. na tercairs;
N. 58.Jos Joaquim de Soulo Lima, 12 iocl
1 sabb. just. oa seguoda eadeira e 13 ditaa incl. 2
abb. na terceira.
' R>. 59 Emigdio Joi Martins-de Azevedo S,
3 incl. 1 sabb. just. na aegunda eadeira e 3 ditai
oa terceira.
N. 60.Manoel Januario Bezerra Montenegro,
3 juat. na aegunda eadeira e 2 na terceira aendo
1 nio just.
N. 62.Augusto Cezar de Carvalho de Mene-
zes, 6 juit. na segunda eadeira e 1 sabb. juit. a-a
terceira.
N. 63.Antonio de Oliveira Cardoso Gsima-
rei, 1 just. na terceiri eadeira.
Secretaria da Facaldade 18 de julho de 1862.
O secretario,
Joi Honorio Bezerra de Menezes.
N. B.Nao ib tornou coohecimena das faltaa
dad ai na seguoda esueira do quarto anno, e pri-
meira do quial pora/i* deuiran e csssrpersce.
Correio.
i P?J*.?-<,,Bnii,r,CSo do correio desta cidade ae
. p! r0,'".' ho't '22) ,re* no1 l"d<
2,l! J?? "** malai qae deve eoo-
rn.nri PrS,U1r *** <"> leitiOO II
Urmedio" da P"abi". '!. Ce.r e portes in-
Pala lubdelegacie do primeiro dlatrieto de Ipo-
juca se faz publico, que leudo aido presos pelo
raapectivo lubdelegado no dia 13 do correte,
Antonio Valenca de Saola F. pardo, e Miguel
tismipiro da Cooceico.crioulo.para averigoacai
em erims de furto de cavallos ; conaeguiram ei-
tea evadirem-te da priso na noite de 13 psra
14 oo crrante, deixando dous cavalloi, lendo
um rusio e outro caitaoho; quam sejulgarcom
direito d,tos cavalloi. compareja perante esla
lubdelegacie, que provaodo. Ibes aera o enlre-
Eogenho Timbo-assu' 16 de julho de 1862
O aubdelegado, Antonio Peregrino Cavalcaoti de
Albaquerque.
O inspector da alfaodeg atteodendo i re-
preseuiao que por intermedio da aaioeiacao
eommercial Beneflcenle, lbe dirigiram os repre-
sentantes daa principaea caau de commercio ei-
tabelecida nesta praga. acerca da tara dwj.c-
cas ae aigodao, depoii de ouvir o segao M coo-
(erantes encarregadoa da veriiicaco do peso e
quahdade do referido genero, a o respectivos
prnsanos e recebedorea ; reaolve de conformi-
?.'? &t0 no ** d0 8r,i80 559 do re-
gslameoto n. 2.647, de 19 de setembro de 1860
que aasaccaa d algado em pluma que viarem
ao^mercado daverao trazer em um doa topos, em
lettraa da tinta, o peso do envoltorio, inclusive
odas cordaa e aips, procedendo-se da
proscripta nos aitigoi 258 e 261 do
gulsmeoto quaodo a tara fdr
designada ; e bem
!
maneira
mesmo re-
menor do que a
anioi que toda ai vezei que
a sacca nao designar a tara aeja pesada com n a-
batimento de .4 libras para o envoltorio, aendo
lirados, aote de ae effectuar a pesada, oa sipa
oucordas que oo furem oeeeasariaa para a aua
aagur&iiQa. Esta aera publicada naa folhaa
maior circulaco para eoohecimento doa interea
aados.
LEIliO
DE
Qjieijos flamengos
o 40 saceos com arroz.
Terga-feira 22 do corrente.
O agente Tastana vender por conta e risco
de quam pert.ncer cerca de 50 caixas com 12,'
18e24queijns flaaeogos desembarcados lti-
mamente e 40 isteos cum arroz da Jodia ordina-
rio, e lado ser rendido em lotes a vontade :
lerca-feira 22 do correte pelas 10 hora da ma-
nbo no armazem do Annea defronte da alfao-
defia.
GANDE
Laboratorio a va^r
DE
Hou>a lavada e engojaiiiada
de Ramos A Pimeiitel.
Pod*m miodar bascar a rnuj-.i lavada os dono
ft\Sft & 181. 132. 105. 113. 134, i9Sm
99. 21. 19J. 94.93. 20. 43. 138.
O
Sr. Bernardo Jjamio Cavalcaoie Pes-
soa, morador oo Remedio, ,,eira ter ahondada
de vir fallar com o revenao padre guardia tfo>
convento de Sao r.r,cisc.na, ou rum machriita
da ordem terceira Fraociacs
ignore o negocio.
pon talvex nao
LILAO
A 23 do corrente.
Augusto C. de Abres fara leilo por interven-
cao do gsote Oliveira, de graode sortimeoto da
fazeodaa iffglezas e franeexaa :
Quarta-feira 23
do correte, s 10 horas da manha, em seu ar-
mazem na rus da Cadeia do Recite.
. *',nde8a de Prnambuco, 18 de julho de
loOs.
Bento Jos Faroaodes Barres.
O lsogador da recebadoria de rendas inter-
nas geraes, abaixo assignado, pelo presente avi-
sa aoa doooa, procuradores, ou gerentes das ca-
ai commerciaes do barro do Recite, que tenham
promptos os recibos, papis de trato ou de arren-
damentos psra serem asresentados no acto do
lansameoto, que lera priDdpio pelas ruai da Ca-
deia, Cruz e LiDgueta.
O lanzador,
Jos Joaquim de Souza L'moeiro.
LEILO
n
Paihabole Duas Liiizas,
Quarta-feira 23 do corrente.
de j.^ o asante Pinto far leilo a requerimeoto de
Andr de Abreu Porto como depositario e por
mandado do Dr. jutz de orpbaoi do palhabote
Duai I.tiizas. parlencente ao espolio do finado
Manoel Joa Soares, as 11 huras do dia cima
mencionado, porta da associaco eommercial.
Caixa filial.
A eaixa deseonta oa presenta semina a H por
cento aoaooo, sendo aa lettraa de um prazo at
; a laca aobra o banco do Braiil ao par.
O secretario,
Francisco Joo de Barros.
4 mezei ; a
THEATRO
DE
Os abaixo assigadoi fazem publico e at>
commercio especialmente, qae, em data de 9 do
correle me/, dissolverara amisavelmenle a so
ciedade que liuhatn oa taberna, sita oa ra Di
reita delta cidade n. 4, a quel girav sob a raza
aoctal de Oliveira j Pontea, Gcando o aucio Jos-
de Mello Cosa Oliveira eocarregado da liquidacac
do activo e passiv da mesma||Orma. cessaad
dasde ento qualquor respooaabilidade du socio
fraocisco do Kego Poatea, que se ach exonerado
por quitaceo.
Recite, 19 de julho de 1862.-Joa de Mello
Loita QliTPira.Francisca do rWo P..rrta.
C01PAKHIA LYRIC4
i DE
9* Recita da assignatura.
*- *>" -
'crca-i\ra 22 dejalho de 1862.
ra satisfaier a muitos pedHoi repete-sn a
Mas e muito applaudida TRAGEDIA LY-
Priocipiar s 8 horas.
Os bilbetas acham-se venda no dia do espec-
tculo.
.* -7'
n*m saaritiaiOS.
O brigae brssileiro Deolinda aioda recebe car-
ga e escravos a frete para o mesmo porto: a
tratar com os consignatarios Marques, Birroi
C largo do Corpo Santo n. 6.
ifl
de Janeiro
Pretende siguir com muita brevidade para o
Rio de Janeiro oveleiro e bem cocheado brigae
natiooal Almirantea, tem part de seu carrega-
mento prompto ; para o resto que lbe falla. 1ra-
la-ae com os seus consignatarios Autonio Luiz d
Oliveira Azevedo, no seu escriplorio ra da Cruz
oamero 1.
Rio grande do Sul.
Dever sahir eom toda a brevidade o patacho
nacional Arapeky, de primeira marcha, recebe
carga a frete multo commodo : a tratar com Ma-
ooel Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo
santo n. 19. ou com o capilo aa orarla.

Rio de Janeiro
At o dia 31 do correte sem
falta
Sahe a barca-nacional elrise, ainda pode rece-
ber algum reato de carga,escravos e paaaageiroa,
o qual tem excelleotes commodos: entenda-se
com o capliao Gaspar Leite de Faria, ou com seua
consignatarios Araoaga, Hijo & C, ruado Trapi-
che Novo n. 6.
Iiha de S. Miguel
por Lisboa
Sahe at o dia 30 do correte o patacho por-
tuguez Lima, de primeira marcha^ aioda rece-
ba carga para os portoa cima, bem como paa-
gageiros para o que tem excellentei commodos.
Para
Sio Grande do Sul.
O patacho sGaarany sague com brevidade &
reesbs slguma carga frete: trats-se com ea
consignatarios Marques, Barros & C largo do
corpo Santo a, 9, V andir.
LEILftO
Sem reserva de
prego.
Terca-feira 22 de julho as 10 horas
do dia.
O agente Guimares por despacho do IIIm. Sr.
Dr. juiz de orphos de.-(a cidade e por abaten-
cao de heranga que fazem oa herdeiros do falle-
cido Dr. Maooel Mo.reira Guerra, fu leilo no
dia e hora cima em o ieu escriplorio na ra da
Cadeia do Recifen 3, primeiro andar, de lodoa
oa beos movis e semoventes que perteociam ao
dito fallecido, como seja.unia mobilia de ceregei-
ra, guarda vestido de apurado goalo, guarda lou-
Qa, cama francaza, toilet de Jacaranda, mesa pa-
ra advogado, lavatorio, cadairaa avulsas, crys-
taea, jarros de vidro e porcelana e outras multas
pegas de gosto, bem msim muitas obras de ouro
como braceletes, alfioetes, argolas etc., ele.
TAMBEM
vender duas escravas sendo urna negrinha de 7
para 8 aooos com alguma habilidade e urna ne-
gra de 20 aonos, cnoula, que faz todo servico
domestico e urna grande quantidade de obrai
necessarias aoa Srs. advogados e solicitadores
que muito raeommendadas ae fazem por perteo-
cerem a aquelle digno magistrado. Iodos os ob-
jectoi estara o expoalos a exarre de quem os pre-
tenderen! na vf Cadeia do Recita n 3, primeiro andar.
Oa abaixo asaignadossciaotilicam a publico*
especialmente ao corpo commarcial que, em data
de 10 do correlo mez. coslrataram fazer eocie-
dade oa traberoa n. 4, sita na raa Direita desta
cidade. a qaal irar sob a razo social de Mello
Coala & C. e Bes encarregada da liquidaf>9 do
paasivo da referida taberna. qe perteoces firmar
extincta de Oliveira j Ponte.
Recife, 19 de julho de 1862.'Jos de Relio*
Costa Oliveira.Thomaz Jo de Olivaira.
Me ocho morando uo Kecife no seguiido
andar do aobrado u. 52 da ra da Cadeia : qut>m-
precisar de meas ser*1ci como sulisitador dos
auditorioi desta capital al ti me de'eo procurar
pela manhia das 6 horai ai 9 ; e a Urde das as-
as 6.
_^________Joao da Sveira Borges Tavora.
~~ Virgloio Horacio de Freitas arrematante4o>
imposto provincial d*Salobre cabeca de s*do d
salta vaecum e cavallar. inclusive "s beatas de>
eogenho, avisa aoi coutribuiotes que quaetta an-
tes mandem satiafazer o qae devam de seos snl-
maea sollos do exercieio crrenle, seuio seri
embregados os mio judiciaea para ege fien.
Alugase o primeiro sndar do so-
brado n. 56 da ua da Cadeia, ttata-se
com Augusto C. de Abren no armazem
da mesma casa.
Toda attenco

Oa abaixo aasignados quidatarios da mas dar
extiucla tirn.a de Jos Gonr;ales Malveira, 'o-
gam aos devedores da mesma e muito particu-
larmente a aquellea a quem se lem entrega!
cootas e cartas as quaes nao respondaram o o
fueran) de modo inconveniente, que quinte an
tea veoham saldar seua debito, pnrquo acim
de ausceptibilidades est sernpre a lei.
_________________J. M. S. Aguur & C
Arremataco.
Pelo juizo municipal da aeguoda vara depoist
da audiencia do da 23 do crrente, aa ha de ar-
rematar a .armar;"m da loja defazaodas sita na ra
da Praia n 34. penhorada por execugo da mesa
regedora da uniera lerceira de S. Francisco dea-
la cidade. Garanie-se as chaves da mesma loja e>
casa a quem atremitar dita armc.o.
l'recna-s* d um amasaadur de p>daria qua>
saiba lomar conta das mas:s : a tratar na ra
estreita lo Rosario n. 2 A.
Urna mobilia de Jacaranda, 2
cadeiras de bataneo, 1 ca-
ma, 1 guarda roma, 1 se-
cretaria, 1 commoda, 1 ber-
co, 1 candelabro, 1 relogio
de algibeira patente inglez
,,><} dous escravos.
'Sexta-feir 25 do corrente.
O agente Pinto far leilo doa Lena cima
mencionado.', existentes oa rus da Moeda n. 7,
requerimeoto do inventnriaote dos bem deixados
por fallectmanto de Pedro Borges Cerqueira e
por mandado do Illm. S~. Dr. juiz da orphos, s
lO horas do dia cima mencionado no referido
lugar.
Aluga-se a casa n. t oa ra
tratar na ru d.i Encanlniueolo n.
Hospicio :
Casa para aiugar.
Aluga-ie urna casa na Capunga Nova, ra dos*
Peroambucanas, bom tratada e com os commodos
segaiole : duas salas, qualro quarto, cozinh,
galiubeiro, quintal muito grande, lodo murado,
com cacimb.i taniue, io, o aluuel barato : na ra do Imperador
n 46. __________
Offerece-se urna senhora parda de boa ron-
dada para cosinhar em urna casa de pouea fa-
milia ou homem solteiro : quem precisar proew-
re no forte do Mallos largo da Asiembla o. 15.
primeiro andar, nu annunrje.
DE
lai hiate e 31 canoas.
Sexta-feira 25 do corrente.
O agente Pinto far leilo requerimento do
inventariante dos baos deixados por fallecimcn-
to de Pedro Borgei Cerqueira e por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, do hiate Bebe-
ribe, de 30 looellada e da canoa denominada
aGuariba, e de 30 canoas de carreira novas e
de amarello, s 11 horas do dia cima mencio-
nado na ra da Moeda n. 7.
0< prelaudentes oolero examinar o hiate
Beberib e a canoa G'Jariba no caes do Ra-
mos em frente do arsenal de guerra, e as ca-
noas de carreira na ra do Brum n. 15, defronte
da doca do baro do Livramento.
Ouarla-felra linda a audiencia do juizo de>
paz da reguezia da Boa-Viln, se ha de arre-
matar os servicos da preta Jo-.or,a, avallados em
12g meosaea, por etecoco de Domingos Uer-
nardino da C-anha penhorada a viova GraQa.
Mancel de M.'? mi C.rdo'o voi ao non*
no vapor Iguaraaa.
Aluga-se um sitio oo prinripio na Estrada
Nova*cota boa cas, cochoira, e-tribaiii, quarto
para escravos, duas baixas de capim, e eiceliea-
te pasto para vicc.as : na ra da Crui o. 56.
Aluga-se o lerct-iro andar
ra do Imperador ; a tratar na
Santo u. 13.
da casa n. 8 da
Praca do Corpo
O abaixo essig'a'o ruga encarec lamente
ao Sr procurador de Jorge Ferreira Fernandas
Si ueira, do Caruaru', que, visto a Su a procura-
cao, nao lbe conferir poderes para receber a .~
citacio; haja de dar andamento como autor
competente acr;o sobre as formas que sea cons-
tlluinte (>o > em duvida Das duas lettras corr-
anles doa aununcios insertos neito Diario no
mez de maio prximo passado, aGm de que se>
po9sa chegar quinto autes ao couhecimento da
verdade.
Recife, 21 de julho do 1862. Joaquim L-
Monteiro da Franca.
Precisa-se 'ie uu-a preta eacravs, ou mes-
mo alguma iiiullier forra que seja cozinbeira ;
quem es ti ver neaias orcumstancias. dirija-se ao>
sobrado n. 46 da raa do Imperador (terceiro an-
dar) ou aonancie para er procurado.
Loja de marmore.
Quinta-feira 24 do corrente.
O agenta Pinto far leilo a requerimanto do
depositario da massa fallida de Farias & C, e
por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, de lodoa oa bena, objectoa e merca-
dorias que conilituem a mesma massa, consis-
tido na arniac.io e fazeodas da loja da roa No-
va d.41, assim cmoda mobilia, joias e um es-
crave por Borne Agostinho, s Ib horas do dia
cima mencionado oa referida loja.
Os pretendeotes devero euiendet referido agente em seu escriplorio ra da Cadeia
o.9.
AIji s- por 5j>semanal
lumado a trabalhar de enxad<,
do Sel i.ti.
um escravo scos-
em sitio : na ruar
Precisa su de un feitor pora
da praca : n.a ra da Cruz n. 4.
uui sitio peno
Ada contratada a compra oa taberna
do Sr. Jos Joaquim Anastacio, cila na ra do
Kangeln, t ; quem se julgar com direito mes-
mu, dirija -ae ra do Livrameuto o. 1, loj de>
calcado.
Flix l'e'eira da
Rio Ciando do Norte.
Silva v-i provioeia do
Precisa-sa de urna ama :
<2. primeiro andar.
na ua
do Ruda-
Cora Perpetua Colonia Cesar, Aure-
liaoa da Conha Cesar, Jurencio Aure-
liano di Cocha C^sar, Francisca Mar-
garina da Conha Cesar, o Dr. Franciaco.
de Paula Sale e leua ir moi convidara
aos amigos e collegas de seu prelado
esposo, filho, irmio e primo, o finado
Dr. Pedro Antonio Cesar, para que ae
dignem deaaaietirao memento, qae pe-
lo eterno repouso de sua alma, lera li-
gar amanha (23) s 7 horas do da, na
igreja de Nosaa Seohora do' Terco
Offerece-se urna parda para cosiuheira de
casa de posea familia : no becco chamado do In-
ferno, por detras da ra do Nogueira, a fallar a
Antonia Maa do Espirito Santo,
Joo Diaa Carneiro d* Albuquerque e fi -
Ihos agradecen cordialmenteaus seu ami-
gos, prenles e mais pessoas quo Ihes Q-
zeram a honra de assislir as exequiaa pelo
repouso eterno da aua mui presada consor-
te e me.
Eu abaixo aasignauo lago ver no raxpouavel
pablico em geral e ao Sr. Paulino Rodrigues de
Oliveira proprietario da casa terrea da raa- de S
Miguel fregueiia dos Afogadoa ero a quali ma-
rador o Sr. Maooel Turiano doa Reis Campe!!,
que do dia 25 de julho do correla mez defxsrai
de aer fiador do dito Reis Campal!, e-aibora reas
a minha carta de llanca at a entrega das.chave*
assim como tamban a dita carta a fianza q*rs>
exilie no poder do Sr. Paulino Rodrigues oe Oli-
veira, tica da oeuhum effeito sem vi^or algn
comoj fiz ver Suas vezes vocalmente so Sr.
Oliveira par que Do se chame engao ft$o
presente advertencia por esta folha publica. Re-
cife 22 de iilho de 1882. Salvador Coelho der
Drumood Cavalcanti Albaquerqoe.
Otle.-ece-ae um tuulber para ama de leila>
que o leni bom e em quantidade: na ra d*
Ponte Velha n. 10. casa terrea.
A'ug'i-se urna cas asiobradada n. W
fregueiia de S. Jote ra da Assumprao : a tratar
na ruad-j AQouRuinhoa n. ^Q.t; ,, *____________
A'tuga-ie um siiio com eicellenie casa de
ijen'j8, cotn estribaria, cochelra e caa de ba-
n" ao lado e muilo bons commodoi na Pass*-
g"i da Magdalena : quem o pretender dirija-a*
ao jUo 4o abaixo asaigoado no mesmo logar
Pode se achara as chavea e peisoa qu todo ih
. moslref flNt 1 rftiuim Raoi | 8ti.
MUTILADO


DIARIO 5! URHAM10CO. m> TERCA HA M JDLHO M iMS.
Aviso.
Joo Carneiro da Silva Machado, vai a Alagos
a negocio, e volts do prximo vapor.
Na olaria n. 13 da ra do Mondego, con-
pra-.e 40 enxams de 30 palmus a 13 travs de
palmo em quadro, de 30 palmos madeira de (in-
do, pr#Qo razoevel.
Precie.-.e da urna ama que compre e laca
todos oa servicos da caaa com pouca familia : Da
ra doa Pires o. 27.
Attencfto.
O abaixo assigoado, procurador bastante da
Eima. hra. D. Aona Josepha Tereira dos Saotoa,
previne a quem ioterestar que sao foreiraa ao
morgado do fallecido Jos Themoteo Pereira Bis
toa, as saguintea casas: o. 10 dn Joi Rodrigues
dos Pasaos, rea do Creapo, d. 17, de Galdioo dos
Santos Nunes de Oliveira, no becco Tapado, d.
26, da Joao Valentim Villela, ra largt do Rosa-
rio, n. 27 de D. Mara Mendee Guimaraes. ra do"
Jardim na mesraa ra a de Francisca de Paula da
Pauao, de n. 43. n. 43 a da Jos Virissimo dos
Anjoa, oa ra da Calcada, aa de ns. 45 e 86 na
mesraa ra de Joic Francisco de Azevedo, a de
d. 47 dos herdeiros de Flix Soares de Carvalho,
na mesma ra : a convida a ditos propietarios a
mandarem pagar os foros atrasados.
Outro sim, a casa n. 2 do becco da Caraboa do
Carmo, de Antonio Gomea de Arawjo, nao pode
aer vendida sem a ltceoca e pagamento do laude
mi, visto estar edificada em solo da casa da ra
Nova n. 21, o qual foreiro ao morgado
E" dado o prao de oito diaa para o recebimen-
to de todoa os foros perteoceotea ao dito morga-
do, contados de hoje, lindos os quaes serio judi-
cialmente cobrados. Recite, 20 de julho de 1862.
__Amaro Joaqun! Fonaect de Albuquerqne.
Salvador Coelho .-umruoiid Cavalcaoii de
Albuquerque. fax ver ao publico era geral, e ao
Sr. Paulino Rodrigoes de Oliveira, proprietirio
da casa terrea da roa de S. Migoel.freguezia do*
Argados, era que morador Maooel Turiauo dos
Reia Cimoello, que deixar de ser fiador do mes-
mo Reis Gampello do di 25 do correte mez de
julbo era diante, e para que na se chame a en-
gao o mesroo Sr. Paulino, por isso o adverte
pela preseule folba, asaim como j Ihe fez ver
por duas vezes bocelmente, sendo a ultima no
dia 19 do mesmo mez de julho, embora res a
csrla minha de flanea, atea entrega das chaves.
Recife. 21 de julho de 1862.
Preciea-se de 6:0000 a jures dando-se para
hypolhecs um predio de muito maia valor : quero
tuer e quizer dar annuncie ou dirija-se ao Sr.
Manoel Eleutherio do Reg Darros, oo largo do
Terco n. 44, que se acba aulorisado para tal ne-
gocio.
Liquidaco
Na ra do Crespo loja u. i A
est queimando por todo
prego para acabar, as se-
guiules fazeadas, a saber:
Cotes de seda prelos com habidos com algum
defeito a 15$, ditos pretos ricos bordados a seda
e velludo com babados a 40$ e 50$, ditos de se-
da de cores com babados com pequeo toque a
20$ e -25$, ditos de barege com babados a 5J,
ditos de seda de quadros a 8$, vestuarios de fus-
lo e gorguro de cor para meninos a 2$. 3$ e
5$, camisinhas de cambraia bordadas com gol-
linha a 1j> para senhora, manguitos com camisi-
nhas a 28500. chaly claro e de listras a 360 rs. o
covado, lazioha escocezasde la aseda a 3C0 rs.
o covado, fil uso com 8 palmos de largura a
800 rs. a vara, ditos bordados a 800 re. cam-
braiaa adamascadas para cortinados a 320 e 400
rs. a vara, ditas adamascadas decores a 300 rs.,
tarlataoa de diversas cores a 400 rs. a vare, brim
da linho braoco a 6i0rs, a vara, brimzinho de
linho de quadros a 160 o covado, velludo da cor
proprio para vestuario de enancas a 1$500 o co-
vado, cortes de collete de fusto a 160 e 400 ra.,
ditos de gorguro de seda e selim lavrado a 1&500,
ditos de velludo suparior qualidade a 3$, cohe-
tes de gorguro de cor e de'eeda preta a 3$, pa-
letots de casemira de cores a 5JJ, ditos de alpaca
de core merinosetim a 4$ e 5$, chales de tou-
quim a 83. manteletes de touquim a 12$, cola-
riohosde linho a 160 rs., cbapeoszlnhos de seda
para senhora a 2g, eneiles de flores a 500 rs.,
catleira com charuteiras a 1J500, saias de cor-
dao para senhora a ijj600. meias de seda pretas
para senhora a 1#500, corles de casinetas da cor
a lg500, ditos de casemira pretas a 4c50O, casa-
veques de cambraia e de fil preto a 2$, golli-
nha* de croch a 1$, tapetes para sala a 4$, ton-
cados e golliohas pretas para luto a 500 rs., chi-
tas pretas francezas a 200 rs. o covado superior
qualidade, lavas de seda de cores a 160 e 400 rs.,
ditos de retroz a 4C0 e 500 rs. com vidrilho. col-
chas de croch brancas a 8, rlquissimos cortina-
dos para cama a 8$, chales de croch de la a 4$,
panno de croch para encost de cadeira a 500 e
1$ e outras muitas farendes que se vende avista
do comprador e por todo proco a dinheiro avista.
0 Livro do Tovo^
Sabio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direceo do Sr. Dr. A. Marques Ro.
dngues, contm a vida de N. S. Jess Chiiito
segundo a narraco dos quatro evangelistas,
maia os seguintes ariigos: o vigario, o profesior
primario, o bom hornera Ricardo, a moral orti-
ca. Simio da Naotua, maximaa e pensamientos
a bygiane, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicaco do LIVRO DO POVO nao s tam
por fim untformisar a leitura as escolas prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
diuerenle, e portento facilitar o trabalho do mes-
tre do discpulo, romo tamben, vulgarisar, por
am proco baratissimo, a historia do ailvador do
mundo, e oa melbores preceitos da moral.
Venda-se o Livro do Povo, no Recife, na
livraria da praca da Independencia ns. 6 a 8, a
500 rs. o exemplar em brochura. a a 800 rs. car-
lonado.
Pateo do Livramento n. 11.
primeiro aDdar.
O dentista Numa Pompilio planta dentea arti-
nciaeapor grampos e ligadaraa a a prasso do
ar, dentea ocorruptiveis sobre oaro. systema
norte-americano e faz todas as operarles de sua
rta e com promptido e limpeza
ENSINO
Pratico-Theorico
DA
LINGUA FLANCEZA,
SEGUNDO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H. G.Ollendorff
PARA
SEGUDA EDICTO
THESORO
DO
HOMEOPATIICO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo rtoutor
umm 1.l ra.
Este livro que se tem tornado to popular,
quaoto necessario, acaba de ser publicado com
todos os melhoramentoe, que a experiencia a os
progressos da scencia tem demonstrado. A no-
va edieco em ludo superior primeira, en-
cerra:
1.* Mais ampias noticias acerca do curativo
das molestias, com iadicacoea mui proveitosas
dos medicamentos novos recenlemente experi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2.* A exposicoda doutrina homeopatha.
3.* O esludo ds apropriaco dos remedios se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
das idades, dos sexos, e segundo as circunstan-
cias atmospherios etc., ele.
4.* A preservacao ou prophilaxia das molestias
hereditarias.
5.* A preservacao das molestias epidmicas.
6.* Urna estampa illustrada demonslrativa da
o anua etc., etc.
Vende-ae m pharmacia especial homeopa-
thica. propriedade do aulhor, ra de Santo
Amaro (Hundo Novo) n. 6.
Pre;o de cada exemplar. 2OJJ00O
N. B. Os senhoresassigoantes queiram man-
ader eceber seus exemplares.
Joo da Silva lanos,
medico pela Universidade
de Coimbra,
da consultas em casa, das 8 s 10 horas da m-
nhaa, presta-ie a qualquer chamado com a bem
aonheclda promotidio.
- Tendo-se eflectuado a venda em leilo da
taberna do Sr. Da oto Alves, sita na ra do Vara-
lowo em Olioda, rogase aos credores do refe-
rido Beato, que anda nao apresentaram auas
contal, queiram aprsenla-las oo praso de oito
das, a cootar da dal,i do prosete annuncio, a lira
de poder-se effectuar o respectivo rateio, no ar-
mazem de Nunes & Irmo ao p da Madre de
Dos d. 5, bairrp do Recii'e, aa certeza de que de-
poia de feito o mencionado raleio a oeobuma re-
clamaeao ae aitender. Pernambuco, 18 de ju-
lho de 1862.
Aprender urna lingua em seis mezes
POR
Cicero Vetegrino,
Bacharel em direito.
2 voluntes em 8.
Sanio do pralo o volme desta obra, intei-
ramenle nova, e nica escripia em portaguez por
aquelle systema, approvada pelo conselho direc-
tor da instrueso publica para servir de compen-
dio as aulas publicas de instruccao secundaria
da provincia, a accommodada ao uso de quantos
pretenderen] fallar e traduzir com propriedade
a lingua franceza.
Acha-ee venda no escriplori do autor, raa
do Oueimado o. 26, onde anda aarecebem as-
signaturas (7J000), at a publicaco do 2 volu-
me ; depois do que vender-se-hio a lOjJOOO os
exemplares.
Maooel Jaciulbo deSouza Travassos, subdi-
to portuauez. retira-se para o Para.
renla ie ama boa casa na estrada de Joao
de Barros, perto a opella, a qual tem quatro
quartos, dass salas e grande quintal com bas-
tantes larangeiras: quem a pretender dirija-se a
casa contigua, a tratar eom o proprietario, ou a
ra do Queimado loja o. 33.
Na travessa da ra das Cruzes n
2, paimeiro andar, tinge-se para todas
sa cores com presteza e commodo preco.
Toda attenco.
Custodio Jos Alves Gaimaraes avisa ao res-
peltavel publico, principalmente a todos os seas
freguezes e amigos, que se madou da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem coohecida a enliga loja
de mfudezas que foi do fallecido Joo Ceg, hoje
ser coohecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeitavel publico a aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito estabelecimento,
onde acharo um grande sorlimenlo de miudezas,
queaffinca servir bem e vender por menos dez
ou viote por cento. do aue em outra qualquer
parte.
GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos fe Pi-
mentel.
Empreza importante, que vai prestando rele-
vantes servicos seus freguezes pela promptido
a perfaiQo com que lava a roupa sem a estragar
PREgos.
Roupa sorlida (embora nao venham meias nem
lencos) 40 ra. por pe?a.
Pecas grandes isoladameote 100 rs.
Roupas de navios, vapores e hospilaes 70 rs.
Dita de familia que nao fregaeza 80 rs.
Dita de doenle de familia que nao freguaza
120 rs.
Urna rede ou cortinado de cama ou varauda
a 500 rs.
O preco dos engommadoa mdico e confor-
me aa pecas, como costamam fazer as engomma-
deiras. O praso da entrega da roupa lavada
8 das, e eogommada 15, seodo qaa muitas vezes
est prompta antes do praio. Deposito na ra
Nova.
CONSULTORIO ESPECIAL BOlEiPATHIGO
DO DOL'TOR
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consallas todos os das atis deade aa 10 horai
at meio dia, acerca da seguintes moleatiaa
nolututs da mulhtrtt, moUttiat dat erian-
tat, moltttiai da ptllt, moUttiat doi olhot, mo-
Uttxat typhilxticat, todas as ttptcitt dt ftbrtt
ftbrtlxnttrmittintttsuat conttqutnexat '
PHARMACIA ESPECIAL H0MS0PATH1CA ."
Verdadeiros medicamentos homeopathicoa pra-
jaradus snm todas as cautela necessarias, in-
alliveis em seus effeitos, tanto em tintara, coma
am globaloa,peloipresos maia commodos pos-
svais.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
anicamante vendidos em saa pharmacia: todo*
qaa o forem tora, dellaait falsa*.
Todas as cartearas o acompanhadas do air
lmpreaso com um emblema em relevo, tondo ao
reopr aa seguate a palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Eate emblema posto
Igualmente na lista dos medicamentos que ae pa-
As carte'rH 1e na0 lavaram esse impresaa
aasim marcado, embora enham natampa o no-
"> do Dr. Sabino aio falsos
- Anda eal por alagar o segundo andsr do
sobrado da travessa do Veras ds Boa-Vista n. 15,
com grandes commodos e muito boa Tista : quem
o pretender dirija-ae ao aterro di Boa-Vista nu-
mero 34.
abaixo aasignado Vende-se ura moleque e urna nearinha de
42, qu-e outr'ora idade de 8 para 9 aoaoe. d muito bonitas flgo-
Soares .Hosss que raa: na ra Direita n. 6.
de carne ~""*"~"^___________
como Acba-se justa e contratada por
Pelo presente declara o
que a caaa da ra da Praia n.
era taberna de Jos Antonio .
boje se aeha transformada em armazem
aecca pertenesnte a Goncalo Alvea TavarO* _
provar com o papel da arrendamento aO pro* taberna sita na raa Direita dea Afogados n 42
priatario, ootendo o mencionado Jos An Ionio perteocente a Joao Loareirodoa Santos e se al-
Soares Rosas direito algum no dito estsbet ecl- goem se julga credor do referida vendedor e que
ment se nao como caixeiro que ora se acha no possa oppr-ae a esta venda, que.'ra declarar por
referido armazem. Recife 18 de jalho de 1862, este jornal no praso de quatro diaa contar deata
CoDcalpAlTMTmrM. Rwie, 21 de jalho de mi,
KA 3)0 aEIMADO WM
l4GEANDE20KTIMEiTolfifit;
^SEROUPKSF^
?i_L _% a-9 *& 85l. PletoU ssaeadoade panno preto de 16 at 15*. ditoa da casemira
da cor a 15 181 e sML palatola saceos de panno o casemira da 8 at 14j>r ditoa aaccos do slpac*
3\t* h *t 65* y}nli*m merD dt 7 "6 10' e,15" P"t" de casemira Se
* a 14g, ditoa da cor de 7 at IOS, roepae para menino de todoa oa tamanhoa, grande sorti-
mento de roupas da brina como aejam calca*, paletota e colletes, sortimeoto de olletas pretos de
mtim, casemira velludo de 4 a 9|. dito, para casamento a 5 a 6, paletota branco. da ra-
seant. a 4e5|, caigas brancaamaitofinas a6|.a am grande sortimento de fazendaafinas e mo-
ra mas, completo sorlimenlo de casemiraa ioglezas para hornera, menino e senhora, aero* las de
doho a algodao chapeo, de sold seds, luvas de seda de Joavin para hornera e aenhor. t5-
.eoa um. grande fabrica da alfaiate onde racebemoa aneommendaa de grandes obra, qaa par*
eso ett ssndo adminiatrada por m hbil rnestre de aamelhante arte e um pessoal da maia d.
^incenla obrairos e.eolhidos, portento azecalamosqaalqaer obra com promptido amis barata
RIA NOVA MERO 11
Antiga loja de Gadault.
i
i
Para msicas.
Variado sortimento de instrumentos
para musicaa militares e de orchestra,
instrumentos completos de chaves e
apiston muito perfeilos e afinados do fa-
bricante G.utrot Aia-
Para carros.
Guarnicoes completaa para arreios de
carros de metsl do principe e de latao pa-
ra um e dous cavallos, molas, vsquetas
frsncezas para cobertas, encerado, ga-
loes, riesa lanternaa para carro* e coeps,
colleiraa etc., etc.
Vid ros.
ARMAZEM
ROUPA FSPPA
w
Joaquim F. dos Santos
4G-I.ua do Queimado-40
Defronte do becco da fbngrega^o letreiro verde.
irl um aortimento completo de
Neste estabelecimento ha aempA um sortimento com
todas aa qualidadea a tambem ae maAa executar por medi
zea para o que tem am doa malhoreatfroftasoraa.
ipleto de roapa falta de
ida Tontada doa fregue-
sa
Casacas ae panno preto a OS.
35!
Sobrecaaacosde dito dito a 359
Paletota de panno preto a da co-
rea a 35, 80, 259, 10*, 189 a
Ditos de casemira de corea a 22$,
15f. 129.79 e
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo fraacezas a
Ditoa de merino setim pretos
de corsa a 91 a
Ditoa de alpaca de cores a 59 e
Ditos de alpaca preta a99,79,59 e
Ditos de brim de cores a 5f,
49500,49 e
Ditoa da bramante dalinho bran-
co a 09, 5$ *
Ditos de merino de cordao preto
a 159 a
Calcaa de casemira preta a de co-
res a 1S9. 109, 98, 79 e
Ditas de princeza e merino de
cordao preto a 59, 69500 e
Dita de brim branco ede corea a
59, 495OO e
Caleta da ganga de corea a
Collete de velludo preto e de co-
rea iiaosa bordadoa a 125,95 a
Ditoa de casemira preta e de co-
res lisos o bordadoa a 69,
59500,59
Ditoa da setim preto 59000
30jt000 Ditoa da seda e setim branco a 6 a 59OOO
30fy000 Ditoa da gorguro de seda pretoa
e de corea a 79, 69, 49 e 55OOO
Ditos de brim e fusto branco a
38500,29500 a 39OOO
Seroulaa de brim de linho a 29 e 29200
Dita de algodao a I96OO o I928O
Camisa de peito de fusto branca
ede corea a 29400 e 29200
Dita de paito de linho a 59, 49 a 3000
Ditaa de madapolao brancas o de
corea a 89. 29500, 29 o 18600
Chapeua pretoa de maesa franceza
forma da ultima moda a 109,
, 9*#00 e 79000
Ditos de feltro a 69, 59. 49 29OOO
):tos de sol do seda inglezes o
franceiea a 148,1S, 118 e 79000
Colarinhoa ds linho maito fines
novosfoitloa da ultima moda a 9800
Dos de algodao 5500
Relogioa de ouro patente e hori-
zontal a 1008, 909, 808 o 70B000
2J500 Ditoa da pr.ta galvaniaadoa pa-
*00 tente e horizontaea a 409 80800o
Obras de oaro, aderecoa e meios
85000 aderecoa, pulceiras, rosetas a
aneis a
Toalhaa de linho duzia 108, 6J>
88500 Ditas grandes para mesa urna 39 e
9
98000 ^
4*000(
Consultorio medico cirurmeo
8-MiM fiLOMACASA DO TOND&O-8
Consulta por ambos os systemas,
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se co'nfundam com o. d.
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam o proprieUrio fetornado
a precaucio de inscrevero sea nomo em todos os rtulos, devendo ser consideVados orna fal,?
doa todos aquelles que forem presentados sem esta marca, e quando a 9*m*^?^
prarqueira ter maior certeza acompanhar umaconta ass.gnada pelo Dr. Lobo MoaaoVam ?"
pal marcado com o seu nome. MUI 9m P-
Outro sim : acaba do recebar de Franca grande porcao de tinctur de acnito e belladona *
medios estes de summa importancia e cujas propriedades sao tio conhecidas que o, me.moS'srV
mdicos allopathas empregam-as constantemenle. H meamos 5rs.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em tiocturas castarlo a 19 o vidrn
O proprietario deste estabelecimento .anuncia a seus clientes e amigoa que tem commodo.
.nacientes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que precisar? aii.m
oparacao, affiancando que serao tratados com todo o disvelo e promptido. como sabem tnrlT.
iquelles que ) tem tldo escravos na casa do annunciante. *anem todos
A situacio magnificada casa, a commodidadedoa banhos salgadoa aao outraa tant. v.nt.
gens para o prompto resUbelecimento dos doentes. waa tantas vanta-
Aapessoas que quizeremfallar com o annunciantedevem procura-loda manhs. .in v
t de tarde daa 5 em diante, e fora desta. horas aeb.rao ara ZmmSSJStlS^jSli!^
ender ra da Gtia n. 3 casa do fundo do Dr. L060 Moteoso. q poderao en-
Especial
ID 11
hOiueopathieo
, GlAMf A.
Pateo da Matriz de S. Autonio n. 2.
bisempr. (randa swlimenlo dos rdadros medramonioj bomoonlhicoj not, Z%7
preparadores de remedios de homeopathia.
O proprietario deste consultorio nio pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
infalhveis, porque nada ha mfalhvel em factos humanos; nem to pouco superiores aos que por
ah sa preeonisam, porque corto que o que nos lazamos, outro o pode egualmente fazer to bom
seno melnor. Mas afianca qua nella nao ha traficancia, e que o servicp dajpreparaso como por
alie mesmo proprietario, que nao tendo grandes commercio de carteiras, acha-se sufficiernte para
lasfazer s neeessidades daquell preparago.
Reste consultorio acham-se venda elementos da homeopathia, aeommodados intalligencia
de qualquer pessoa ; assim como presta-se gratoifamente o seu propriaurio, eom seus esforcos e
medicamentos, todas as pessoas neeeasiudas, sem distineco alguma, qaa o procuram ms
gut 0 k muor prazar sar til humtaidada aoflradora, r ^
MUTILADO
Um grande e variado sortimeoto de can-
delabros, serpentinas, lanternaa com pin-
gentea e sem elle., palmatorias, copos
para vinho, clice, rodoma para ima-
gen redunda e ov.t. grandes e peque-
as a ventadedo comprador.
Para retratos,
Mchinas muito superiores francezas
eemencanas grandes e pequeas, grande
ortimeoto dechimicas p.ra trabalhar em
todo os procesaos, caiiinh.s e passepar-
tou americanos e francezes, papel alba-
minado etc.
S^&?
ea

Para noivas.
As mais ricas e elegantes cspella* que
se pode de.ejar, ...everaodo sem errar,
serem as mais bonitas que aqai teca vio-
do, ricos mantelete, pretos com vidrilho*
fraoj. o maia moderno neste genero.
Para presentes.
Muito lindes csixinhss para costura
com msica o aem ella, muito propriaa pa-
ra dar-se de presante a alguma senhora
que se estima, ricoa eatojos de barba para
homem.
Espelhos.
Grandes e pequeos com moldaras
pretas e doaradas, proprios para ornar bo-
nitas sala, sendo os vidros muito grossos
e de primeira qualidade.
Avulsos.
Camisas de liobo para homem.
Carteiras e charuteir.s.
Raodeija. grande, de 30 palmos s 39.
Gollinbas e manguitos para senboras.
La de todas as cores para bordar.
Talagarc.
Seda freza de todas as cores.
Liados eofeites para senhoras.
Oculos e lunetas de todas aa qualdades.
Fumo francez, americano e tambem o
spreciavel fumo de borba com os seus
competentes cachimbos e taoari etc. S
FUNDICAO

effX.^^ no imperio, .onl"."
no p.iz, tendo sempre prompto o S eDcommeDa qu.dade de machina, u.ad.
mStittt^JiSSde lod09 01 sysleffi"e ,amanh0'-
I anas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhdes.
Rodas, rodelas e rodas d'agua.
Guindastes fixos e porlalis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatexas para barcos, etc., etc.. ludo por preco que bem convida.
1KM MION.L
DE
Leandro & Miranda.
Ra do Crespo numero 8 A.
A 200 RS. O COVADO.
vende-se las de bom gosto a 2G0 r. o covado.
saias de cambraia bordadas a 2g-i00.
Cortes de vestidos de cambraia braoco bordados de 10 a 36S
Organdys miudinhos matisado a 500 rs. a vara.
E outras muitas azendas por baratsimos precos.
mmm
electro-magnticas epispasticas
De llieardo Kirk
Para serem applicadas s partes afifectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elbctro-magneticas-epispast.cas obtera-se urna cura radical e in-
(aliveleratodososcasosdeinnammaco(eawaco0tt/a/faderptraCao ), seiam internas ou
Urnas como do figado, bofes, estomago, baco, rins/ utero, pello, palpita o de corado gar-
gaita, olhos, erysipela, rheumat.smo, paralysia e todas as affeccoes nervosas, etc., etc Igual-
mente para as d.fferentes espec.es de tumores, como lobinhos escrof ulas etc., seia qual fr o seu
tamanhoe profunde por meio da suppuraSo sero radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e reeditadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, e as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a confianca do publico
que ja tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessanas explicacoes, se as chapas sao para homem, senhora ou enanca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braco coxa, perna, pe, ou tronco
do corpo, deolarando a cicumferencia e sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o molde do seu
tamaito em um pedago de papel e a declaraco onde exislem, am de que as chapas sejo da
rojmaj da parte aneciada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas serao acompanhadas das competentes explicacoes e tambem de lodos os acces-
orios para a collocacao dellas.
Cnsa: seas pessoae que o dignarem honrar com a sua confiaaca, em seu esariptorio, qua
acharau aberloe todos os das, sem excepsao, das 9 horas da manha s da larde.
1(9 Ra do Parto ||}
PERTO DO LARGO
CARIOCA
ra
Para as encommendas informa$5es dirijam-se a pharmacia de Jos Alexandre Ribeiro a
ra do Queimado n. 15.
Aluga-se urna grande casa com aillo na es-
trada do Arraial, esquina do Parnamerim : a tra-
tar na ra do Amorim com Guimaraes & Alcofo-
rado.
Boliulios.
Com diver.os modelos, b.ndeija. enfeit.das
de armacoes differenles com bollnbos de todas as
qualdades os melbores do noiso mercado, assim
como aa libraaem separado, e tambem podios e
qualquer pastellaria, ludo feito a primor e o
mais barato do paiz : quem pretender dirija-se a
ra da Penha n. 25, para ajustar-se.
KMKMMBM0 MNHtt NSMCMeS
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado agente do Banco 8
Mercantil Portuenae nesta cidade, aaca &
I efectivamente por todoa os paquetea ao- e
bze o mesmo Banco para o Porto o Lis- |
boa, por qualquer aomma avista a a pra- **
zo, podendo logo os saques a prazo serem '
descontados no mesmo Banco, na razo |
de 4 por cento so anno aoa portadores
que assim lbeconvier : naa ras do Crea- S
po n. 8 oa do Imperador o. 51. 8
Joaquim da Silva Castro. S
Wmmm&am wmmmmm,
Cosinheiro.
Precisa-se deum bom cosinheiro oucosiobeira
livre on esersva, para casa de grande familia :
aariaaSa.ia.Cruo.H, mmm.
i
Grabinete medico cirurgico.a
Ra das Flores n. 57. ?
9 Serao dad. consrlias medlcaa-cirargi-
9 cas peloDr. Eatevao Gavalcanti de Alba- _
qaerque da 6 as 10 horas da manhia ac- i
9 cudindo aoa chamados com a maior are- a
_ vidade possivel.
^ Partos.
!-*Mle8li"apn. Z
a. dem do olhos.
i-* \*m d08 orgaos genitaes.
a) Praticartoda o qualquer operario am Z
^ seu gabinete oa em casa dos doentes con- 2
k forme lhes fr maia conveniente.
Alugam-se as cssaa terreaa n. 105 da ra
de Santa Rita e n. 27 da ra dos Burgos e o 1*
andar da caaa n. 193, na ra Imperial : a tratar
na raa da Aurora n. 36.
-. Jos de Azevedo Maia Juoior, portuguez.
relira-.e para fra do Imperio.
Previne-se ao respeitavel publico que nin-
goem f.ca negocio com o cabra Jos, idade da
12 anno, pertencente a Antonio Salu.tiano de
Carvalho, per se achar casa bypothec.do Ma-
oel /ot da SIU* Grillo, 'pwBH"TO "*


i



DIARIO Dfe _>_kiUMim *- __ftg_ PURA 22 DE JDLHO DB 1861.

i
0 ANTIG0T0S0 GENETOX
OLEO PURO DE CASTANHAS DA INDIA
Ui remedio externo ex*e"-nlllwo contra olt rkewMlUM e nevralgla*
Approvado pelo Conselho medical de Sao-Petersburgo em 26 de marjo de 1859.
O oleo de caslanhas da India, empregado por unees leves, pelo meio de um pincel,
sobre as articulacoes irritadas, possua urna acc^ao superior a de todos os mais calmantes
da familia medical. Esta accSo sedativa, reconhecida por numerosas experiencias, he devida
a fluidez characteristica do oleo de castanhas.
O oleo de castanhas alria oito vezes sobre dez. Este oleo entranha-se com tamanha
rapidez que muitas vezes necessita-se de quatro ou cinco uncSes repetidas urna sobre a
outra para embeber completamente os poros da pelle. Entranhando-se n' ella este oleo a
aquece levemente e uniformemente. Sua accao he tal sobre a fluxao articular que as vezes
a calma se produz repentinamente, mas isso quasi sempre aps algumas horas.
Enlrc as numerosa provas da ralearla do oleo de eastantaas da India, els algnms altesUdos
inrciicacs e ouiros do valor tnerapeutlco d' este producto:
Pars, 1S de fevcrciro de 1860.
Eu abaiio assignado, doutor cin medicina, cavalhciro
da Legiao de honra, medico da sec?So de bendicen, hi da
segunda frcguczia morador, ra du Mail, 12, certifico, ler
feilo empregar muas vezes contra os accessos violentos
da pitia, o oleo de caslanhas da India preparado pelo
senhor Genevoix, boticario ra des Beaux-Arts, la, tcr
constantemente reconhecido os felizes resultados do era-
preRo d'este producto quo sempre produziu um allivio
rpido: em fe do que cima tia passei o presente attes-
tado. Auignado: 3 asn, d. a. P.
Fienncs (Taxle-Calais), em 21 de julho de 1880.
Um rheumatismo so gelho me Tazia padecer horrivel-
menic. Apenas eupodia por o pe no chao; eu ficava pri-
vado do somno. Se me madore vir um vidro do seu oleo
de castanhas da India; empreguei-o: resent immediata-
mente um grande socego e clualmcnte rae-acho pcrfeila-
mente curado. Queris mandar-me um meio vidro :
desejo sempre tcr debati das maos este precioso reme-
dio. Era pagamento, envio-lhe 5 francos em sellos. Tenho
a honra,etc. Amanado : Mahieix,cur adjunto.
Paris, 15 de julho de 1861.
Um caso de nossa clnica medical provara a eflicacia do oleo
de caslanhas da India.
O senhor Hamelin, empregado na estrada de ferro c morador
ra Marcadcl (Monlmarlre-l'aris), padecia desde 5 de Janeiro de
1861, de dores gnttows nos desdos dos ps e de rheumatismo got-
loso nos joclhos. Em 12 de fevereiro elle se fez transportar de carro
no meu gabinete aonde lhe ordennei mas inuliimente o emprego do
xarope de galac, das tisanas d'Aslruc anti-athridicas, sudorfico
csltbiado, as plpulas L (18 de fevereiro); a porfi colchilica, exci-
tante anlimonlada a mixtura lerebcnlhina (22 de fevereiro); os
banhos alcalinos; os de vapor(l" demarco); os blsamos Opodeldoch,
os do Commandeur (5 marco) o p6 alterante de Richter, o p de
Dover (12 marco), etc. No dia la de marco o accesso augmenta;
as dores aros joclhos IlcSo insupporlaveis ; ordennei o emprego do
oleo de castanhat da India, preparado por Genevoix, em uneftes
leves c feitas com um pincel sobre as articulares enfermas. No
mesmo dia a aocao sedativa ficamanifestar as uncOes se continuo
tres veses por dia; aps dois das, o senhor Hamelin achou-sc inleira.
mente livre de suas dores e em 18 demarco voliava no seu emprego.
Auignado: Docleur LfNF.L, em Paris.
O oleo de castanhas da India se conserva Ilimitadamente sem alteraco. Os vidros e meios
vidros rolhados de vidro e accompanhados urna folha de papel mata-borriio, ficao fechados dentro urna caixinha quadrada de cor roxa;
a etiquetta de cor de laranja traz a firma.
Motril
FAZENDAS BARATAS
Ra da Cadeia h 40
loja de fazendas
DE
Ma_ linho Borges.
Agua de colonia ambria-
daesem o ser.
Bata estimada agua da colonia'ambreada, da
que taotoa a tanto lempo sent a (alta, acaba
de ebegar em bonito frascos verdes, oa quaes aa
eilo vendando a I95OO cada um ; aaaim como
chagou igualmente um graobe aortimento da
verdadeira agua de colonia de Piver em fraicoa
gsrrafinhat de differentea tamanhoa, tudo to-
la na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
X. 1\ fe&Z^, r
.dcsBcam-Arls.U
Cada moto traz sobre um dos lados as iniciacs IG, e
sobre un oulro as marcas tacbygraphicas seguiules:
Em Pavis, em casa de Emile Genevoix, ra des Beaux-Arts, 14.
Depositarios : Rio de Janeiro, Eugne Chevelot; Baha, Jos Gatano Fcrreira Esprimheira;
Peruambuco, d'Almcida Pinto; Maranhao, Ferrelra e C'; Rio-Grande do Sul, Couto e Godoy.
Atteneao.
Precisa-se slugar urna escrava de bom com-
portameoto e diligeoto, que saiba cozinbar e com-
prar para tmi casadepouca familia : a tratar na
:-ua do Queimado loja n. 49.
Precisa-se saber se o Sr. Elienne Chantre,
que se ralirou des'.a cidade, deixoa alguem que
o represente, a negocio de seu interesae, pede-
se pois digne-se communicar na traveisa da Ha-
dredeDeos n. 17.
Aeacao allenfao.
O abilxo auignado, liquidatario da eitincta
firma de Vidal Bastoa, roga aoa devedores da
mesara a mandarem quaoto antas pagar aeus
debito para aisim deixar de la ver na obrigaro
fietotregar as rnesmas a um procurador pan se-
rem cobradas judicialmente. Recife 27 de junho
de 1862. Joao Carlos Bastos Oliveira.
Precisa-se

O proprietario detle grande eitabelecimeoto
est resolvido a vender barato um lindo e varia-
do sortmenio de fazendas taes como :
Vestidos de seda de 303 ........
. Casaveques de cambraia de 55 -----
Manteletes de dita de 5g .......... lOjOOO
Manguitos bordados .............. 2S000
Casias, o corado de 320 .......... 600
Chitas francezas o covado de 240 a. $300
Sobrecas tos de panno fino de 229 253000
Palitos de dito de 16 a............. 209000
Ditos saceos de 12$ .............. 159000
pregos eites que em parle alguma se eoconlraro
aiieodendo-se superior qualidade das (szeodas.
Para luto.
Pumos de seda elsticos para chapeos largos e
eetreltos a 19500 : na rea do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Apparelhos d e porcellaua dou-
rada para cha de bonecas.
A loja da agua branca desejando que todoa
509000 ,S,m TOnlade a suas bellas meninas est ven-
ISfOOO
dendo commodamente estes bonitos apparelhos
da porcallana dourada, e pintada a 1;50 e 2$,
rendo cada um 6 casares de chicaras, e os mala
pedentes, a vista do que todos iro (munidos de
dioheiro) para compra-Ios na ra do Queimado
n. 16.
Algodo de 2 larguras.
Vende-se superior algodo monstro com 2 lar-
guras, proprio para lengoes e toalhas de mesa a
700 rs. a vara : na ra do Quaimado n. 22, na
bem coobecida loja da boa (.
A 2,400 rs. a < uzia.
Lencos brancos unos para algibeira pelo dimi-
nuto prego de 2)400 rs. a daaia : na bem conhe-
cida loja da boa f, na ra do Quaimado o. 22.
Bonitos paliteiros de porcei-
lana dourada.
Agora ninguem daixar mais de tar em sua
mesa um bonito paliteiro de porcellana dourada
poia que ellea ae ealo vendendo a loe 19500
oa loj da agaia branca n. 16.
CALCADO
45-Ra Direiia-45
da alugar urna escrava Del e diligente paraoser-
vico interino e externo de urna casa de pequea
familia, e que saiba bemeogomroar; aisim como
de um moleque : a tratar cm Fora de Portas, so-
brado n. 26 da ra dos Guarsrapes.
Precisa-se de urna ama de leite para criar
urna recemnascida : a tratar na ra da Aurora o.
80, 2* andar.
Preciaa-se alugar urna escrava que saiba co-
zinhar, paga-ie 309 mensaes agradando : na rus
da Aurora n. 80, 2" andar.
Precisa-se de um caixeiro que ten lia p rau-
ca de taberna e que d coohecimeoto a sua con-
ducta, a tenha de 14 a 16 aunoa da idade : na
ra do Camaro taberna o. 13, se dir quem pre-
cisa.
Xarope artiasmatico do Par.
Este excellente xarope j bem conhecido na
provincia do Par por seus bons effeitos e j
usado nesta provincia por muitos mdicos pra-
1 ticos toroa-se recommendavel a todas as pes-
oas qae padecem deste mal que tanto afflige a
humanidad.'. I
Este xarope preparado coi o sueco de urna
planta do Par em cuja prepararlo nao entra
opio, mercurio nerb outras substancias nocivas.
O deposito ger.1 oa botica da ra da Cadeia
n. 66 em frente do arco ds Cooceigo. o prego
de cada vidro 30
Alug*a-se
o andar terreo de um sobrado em Santo Amaro,
ra da Cidade Nova n.24, com 3 quartos, 3 salas,
cozinha fra e quintal murado : a tratar no mes-
1 mo sobrsdo.
Offereca-se urna ama da
Cinco Ponas o. 116.
leite : na raa das
Frederico Antonio de Mello na raa da Praia
n. 27 deseja fallar com o Sr. Maooel de Rezen-
de Reg Barros que moia no sitio do Cajoeiro,
pegotio de seu ioleresse.________________________
Aos Srs. deen-
genho.
Offerece-se urna pessoa para ensinar em qual-
quer ensenho primeiras lettraa, grammatica por-
tngueza earithmelica : quem precisar deixe car-
ta fechada nesta typographia com as ioiciaes M.
C. indicando sua morada pra ser procurado.
AKTIG0T0S0 GEHEY01X
Oleo puro de eastanhas da India)
Boticario ra des Beaux-Arts, ti,emFaris
O uso d' este Antisotono, o nico que no seja
um remedio mysterioso sem perigo para a saude
e nao embaraza os effeitos Ue qualquer outro trata-
mento interno.
() oleo de castanhas da India emprega-se tao so-
mente cm leves uncOes exteriores sobre o parte ence-
lada durante o accesso e como preservativo da otta
e dos Rheumatismos.
Depositamos : Rio de Janeiro, Eugne Cheve-
lot Bahia Jos Gatano Fcrreira Esprimheira
Pernambuco, d'Almeida Pinto; Maranhao, Fcr-
reira c C; Rio-Grande do Sul, Couto e Godoy.
Precisa-se alugar urna ama ou escrava que
saiba eogommar bem e eosaboar alguma roupa
de crianca: na ra Augusta n. 84, casa terrea.
Permuia-ae urna boa escrava por outra to-
maodo-seem dioheiro ama das partes, o que
convencionarem : quem quizer fazer este negocio
dirija-se a ra do Livramento n. 33, qoe achara
com quem tratar ou na ra do Vigario n. 8.
Cambraias de cores
Vendem-se cambraias francezas de cores fa-
zenda omito fina pelo baratisaimo preco de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na ra do
Queimado o. 22.
Superior brim braaco de
linho
Vende-se superior brim branco de linho tran-
cado pelo baratissimo prego de 1200, 1JJI40 e
19600 a vara, dito muito encorpado de doaa fioa
a de linho puro a 2J a vara : na ra do Queima-
do o. 22, na bem conbecida loja da boa f.
Bctiiha japoneza e outras mui-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca acaba de despachar, de
ua encommenda um grande e bello sorlimento
de finas perfumaras dos mais afamados fabri-
cantes, sendo as bem conhecidaa e apreciadas
banhae, japoneza, transparente, philocome im-
perial em bonitos copinhos com lampa de metal,
dita noa copoa gran es, dita em compoteiras li-
sas e lapidadas, leos de babosa, philocome e
Lubin, pomadas ou cosmestiques, finos extractos
dos preciosos eescolhidos cheiros Jackey-Club,
mil flores, miel da Inglaterra Marechal, Principe
Alberto, GaorgelV, ele. etc. Recommenda-se a
todas as seohoras de bom gosto o uso de qualquer
desies estimados extractos porque aquella que
em ama sociedade, thealro, ou baile estiver com
seu fino lenco orvalhado de to sublimes aromas
ter por certo o prazer de ver as suas visinhas
dadireita e esquerda lhe rendendo bomenagem,
perguntarem donna F. onde comprou eise to
sgradavel cheiro T E ella orgulhosa de seu bom
gosto, mas com ar prazenteiro lhe responder:
na ruado Queimado loja da agua branca nume-
ro 16.
A epidemia declina sensivelmente, e o sea
completo desapparecimenlo est prximo I O
proprietario deste bem torlido estabelecimento
convida os seus numerosos freguezes a substituir
o (alcedo velho, que todo est cholenco, por no-
vo, que possa resistir s mil sebotis e mazzur-
c*s que vo ser dansadss em louvor do restsbe-
lecimenlo da saude publica. Os presos con-
vida m:
IIOMENS.
Botinaa afamadas Milis. : 12$000
non-plus-nllra Nanles......... 12$0O0
Nantes 2 bateras.............. 1I&G00
a lustre.................... 11)8000
inglezes de botoes............. IO5OOO
batedores....................... 9>500
I8OO0
98 7*500
5J5O0
73OOO
65500
5500
65000
5500
53000
i)
>
>

>



s couto da porco.......
bezerro a lustre...............
inglezes ps selvageos.........
taxiados brasileiros............
Attenco.
Para as senhoras de bom
gosto.
E' chegado a loja do gallo vigilante ra do
Crespo n. 7, os lindos grampos a Dalo da muito
lindos goaioa a lindas cores, inleiramente cousa
nunca vista, que s avista merecer a pena as
senhoras mandar comprar pelo baratissimo pre-
go de 2$; assim como muitos objeclos tendentes
a miudezas que se vende ludo por menos do que
em outra qualquer parle, quem quizer ver pode
experimentar qae s no gllo vigilante ra do
Crtspo n. 7.
Tiras ou ntremelos.
Tambem hs para vender liras bordadas de
lindos gostos assim como bico de randa da la-
byrinlo proprio para froohas ou toalhas de lin-
dos padres par prego muito baratinho que pe-
las amostras se poder apreciar tanto em pregas
como em gostos: no gallo vigilante ra do
Crespo n. 7.
Castello-Branco,alfaiate
Ricos basquines
A loja da boa f recebeu superiores bisquinea
de milito fina cambraia a imita cao da de linho,
bordados e eofetados com apurado gosto eos
vende pelo barato prego de 8J cada um, tendo
sido sempre seu casto de 16$ e 200, apressem-se
pois em compra-Ios na mencionada loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Sapaldea non-plus-ultra................
> 3 bateras e meia..............
> esmaga cobra..................
Nantes 2 bateras vaqueta.....
> > 2 bateras bezerro......
> trsbalhadores..........
> brasileiros de 3J500 a.......... 2f000
Sapatos2 solas e salto.................. 05OOO
a tranga portuguezes.......... 2$000
a francezes......1$280
SENHORAS.
Botinaa dengozaa......... 59500
> aalto de bater....... 53000
> pechincha de 4#5O0 a. 4$000
a americanas 3$500 a 2?500
Sapatos de salto (Joly) J 3$000
a sem elle [dem)...... 1$920
tspete:........ 800
> econmicos........ ">0
> lastre 32 e 33....... 800
MENINOS E MENINAS.
Ha de ludo em relago nao se deixa sahii
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
cordavo, bezerro francez, couro de lustre, mnr-
roquim, sola, courinhos etc., que tudo se troca
por dinheiro vontade do comprador.
Aluga-se um siiiu nos Atogaos junio a fa-
brica de sabo, com grande casa de vivanda, 5
quartos, cosioha fora e estribatia : os preten-
dentes dirijam-se a Manoel Jos da Silva Grillo|
00 sitio junto a S. Miguel 00a Afogados.
Laazinhas muito tinas
para vestidos.
Superiores laazinhas para vestidos de muito
bonitos padres que se vendem pelo baratissimo
prego de 440 rs. o covado : na ra do Queima-
do n. 22, no loja da boa f.
Por este nnuncio se faz constar aos Srs. offi-
ciaes de todas as armes, taotu deita proviucia
como das mais espilaes do norte do imperio, que
ha a venda boides do novo padro, segundo a
ultima ordem do ministerio da guerra, venden-
do-se duas aboluaduras por 3$, advertin 'o que
urna das aboluaduras de padro aotigo, faz so
remessas pira onde forem pedidas, assim como
tambem ha para vender o melbor panno azul io-
gle7, e o melhor velludo prelo do Porto, fazendas
descouhecidas nesta prsca, o que se vende a re-
talbo. Os Srs. cfflcicesqne eslo fora da provin-
cia podem icnovar suas consignscoes linndo
quantia certa, e os oulros senhores que nao live-
rem precurago nesta casa podem manda-la, ad-
vertindo que o lempo para a dita procurego de-
ve ser limitado, acompanhando urna carta de or-
deus pedindo s encommendas que forem preci-
sas, devendo ser dirigidas a correspondencia a
Joaquim Rodrigues lavares de Mello, ra do
Queimado o. 39. Tambem ha gslo de ouro su-
perior e ferros francezes para alfaiate, aza forja-
da o parlO.
Papei amisade branco e de
cores.
Vende se picotes com 100 folhas de papel ami-
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pacote :
na ra do Queimado loja da aguia branca nu-
mero 16.
wpmmmm -mam afteueiex
iAcabadeche
1
SEDAS
Para noivas.
Botinas de setim branco, chegadas de novo, as-
sim como perfumaras das mais tinas que lenv
vindo : na loja do vapor ra Nova n. 7.

Manoel Ferrelra da Silva Tarrozo, teodo-ae
retirado para Lisboa no paquete ioglez Magda-
lena, nao se podendo despedir das pessoas da
sua amizade e daquellss que iizeram o obsequio
de o ir visitsr dorante aaua molestia, pede toda
desculpa e olferece o seu prealimo nsquella ca-
pital.
Aluga-se o 2' andar da casa n. 32 da ra
estreila do Rosario : ni tbesouraria das loteras.
Club commerciaL
A reanio familiar do ccrrenle mez teta lugar
na noite do dia 26.
Roga-se ao Sr. Cesarlo Aureliano Ventura,
queira apparecer na ra Imperial n. 78, a nego-
cio, pois se tem procurado e nao ha remedio en-
contrar-se em casa.
Pede-se a pessoa que recebeu um caixo
com vasos de louga e vidros, que por engao re-
metleu para aqu o Sr. Miguel da Costa Dourado,
do Rio de Janeiro, de o fazer seguir no dia 5 do
conente para Ifcei pelo vapor Peninunga. a
entregar ao Sr. Claudino Falco Di-.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Vendem-se manguitos e Rollas de superior
cambraia ricamente bordados pelo insigniflcmle
prego de 2$ o par da manguitos com urna golla,
sendo que sempre costaran) 6$ cada par, assim
pois recommenda-se aos amigos da santa eco-
noma que aproveilem a boa occasio, dirigin-
do-se com dinheiro a loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.
Quem quizer maodar tomar bolinhos de va-
rias qualidades, de veodagem a tarde : dirija-sa
a ra Direita n. 91, se dir quem d.
Baltar & Oliveira
Porto.
a.tcsm aobre a praga do
Precisa-se alugar urna ama forra ou captiva
que cozinhe bem, engomme e faga as compras
para casa : na ra da lmceratriz n. 47, 1* andar.
O abaixc assignado, procurador do Sr. Pre-
cilisno Peres Gampello, avisa aos propietarios
daa casas que pagavam foro ao Exm. baro de
Gapibaribe, que todos esses soloa pertencem boje
a seu consiituicle, e es&e o autorisou com pode-
res para os vender todos ou separados, por isso
convida aos poscuidores das ditas casas, que lhes
convierem comprar o solo, a tratrar com o mes-
mo abaixo assigeado, assim como lhes pede quei-
ram maodar pagar os foros vencidos : na ra No-
va dos Pires n. 3C.
Manoel Gomes Viegas.
Arrenda-se a casa n., na travessa da ra da
?assagem. entre as duas puntes deronte da casa
Ce saudt do Sr. De. Ignacio Fiemo, tem commo-
os para grande familia e grande quintal com al-
amas arvores de fruclo : baoho no fundo: a
tratar com BfltuardinG Francisco de Azevedo
Campos, na ra do Rosario estreitu n. 47.
Alerta!
A peceoa que desejar substituir a urna praga de
9* batalno de infamara, para completar dous
annos e alguna das, mecanle ama gratificarlo :
dirija-se a ra da Aurora n. O, W andar, que
achara com quem tratar ; pre feriado se a al-
guem que j livesse servido no e xercito._________
Nicholaa Surges e Pedro Surges subditos
prussianos retirsm-se para o Rio de Janeiro.
Vende-se a casa terrea n. 6 do becco do
Agouguinbo, freguezia de S. Jos, com 2 quar-
tos, quintal murado e cacimba : quem a preten-
der dirija-se a ra do Posario estreta a casa do
Sr. Francisco Pinto Osorio, onde achara com
quem tratar, ou o mesmo Sr. Osorio dar os es-
clarecimentos.
Camisas inglezas barat-
simas.
Vendem-se camisas inglczas cem aberturas e
pannos de linho e com pregas largas pelo bara-
to prego de 30$ a duzia, assim como outraa mui-
taa superiores a 409: na ra do Queitoauo n. 22,
na loja da boa f.
E pechincha.
Na ra do Crespo, loja de
4 portas n. 8,
vendem-se cortea de chitas largas escuras, de co-
rs fixas, de 10 covados, a 2j o corte, cissas de
cores fixas, fazenda que sempre se venden pos
640 e 800 rs. a vara, a 240 o covado, e onlrar
muitss fazendas por pregoa bsiiGs que s vista.
ndice
Alphabetico da legisla cao braaileir
desde seu principio at 1857.
Coordenado pelo desembarga-
dor Joo Joaquim da Silva.
Acaba de ebegar da Bahia esta exeellenle obra ;
o grande aprego e considerago que tem tdo na
corte do imperio, Babia e outras provincias
dispensa quaesquer elogios. Vende-se na livra-
ria econmica ao p do arco de Santo Antonio.
Aluga-se urna escrava para sflrvigo de casa
a familia : na ra do LivramaHton. 22, terceiro
andar.________________________________
Osberdeiros do fallecido Jos Theodoro,
vendem a propriedade de sebrado da ra de S.
Beato da cidade da OliuJa, perte.ncente a seu
casal: quem a pretender dirija-se a mesma ci-
dade ra de Mathias Ferreira ou a esta typogra-
phia onde sa daro informaces.
__ Na ra do Sebo o. 52 e na ra Nova de
Santa Rita n. 1, precisa-se de urna ama para ca-
sa de familia.
Aluga-se nmacasana Passagem da Magda-
lena junto a ponte grinde, com 6 quartoa, 2 sa-
las, cosinba fora, copiar, quintal todo murado e
baaho no fundo : aa pessoas que pretendere di-
rija -se a ra Direita n. 3.______________________
. D-se dinheiro a juros sobre penhores de
ouro e prata : no pateo de S. Pedro n. 11, se di-
r quem d. ___________
No dia 11 do corrente fugiq urna esenva
por nome Catharina, com os signaes seguintes :
cor prela, grosia, cara larga, falta de dentes na
frente, blhos e gengivas um pouco braocat, foi
eacrava do Sr. Manoel Vicente Tsvares do a San-
tos, senhor do engenho Pendual e vendida pelo
irmao do meimo o Sr. Franciico Tavares de Li-
ma ; dita eacrava costuma a mudar o nome
para o de Hara, esteve fgida 8 dtaa antes e foi
apprehendida ni ra da Aurora e disse ella que
costumava a acoitar-se na ra da Aurora em ca-
sa de urna senhora D. Mara: pede-se a todas
aa aatoridades policiaes e capitea de campo o
favor de aprehender- e levar a raa de S. Gon-
zalo D. 80, qoe ae recompensar, assim como se
protesta contra quem a tirar acontado.
A abaixo asslgoada viuva do finado Jos
Manoel dos Santos, com casa de molhados na
ra dos Quatro Cintos na cidade de Olinda, de-
clara por esta folha que deixou de vender em
seu estabelecimento toda e qualquer bebida da
trra, e para que o camoes Manoel Vctor de Li-
ma, procurador dosimportos das agoas-ardenles
nao se chame a ignorancia e venha com seus
despotismos e insultos como o fez em um dos
das do mez de maio, por isso fago acieote para
coohecimento do publico. Cidade de Olinda 22
de julho de 1862.
Sebastiana Mara Isabel de Jesss.
Ao publico.
Urna pessoa qae se scha ha muitos anuos ha-
bilitada nes negocies judiciaes se oflcrece a to-
mar conta de qualquer appellago vindo de fora
ou mesmo desta praga e de qualquer questo que
se naja de propor de novo e lhe dar o devino
andamento com todo o zelo e actividade tudo por
prego commodo : quem se quizer utilisar de seu
olerecimeoio dirija-se a ra do Queimado o. 9,
escriptorio do Illm. Sr. IK Castello Branco n.
16, das 10 horas do dia s 3 da tarde.
Cok
a_
Compra-se urna escrava que seja perfelta
engommadeira e coatureira a de boa conducta :
na ra d Cadeia do Recife n. 35.____________
Compram-seacges do novo banco de Per
nambuco : no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Sinto n. 19.
Rap de Lisboa em irascos |
Vende-se o superior rap princeza Brasil, che-
gado pelo nltimo vapor francoz Navarre, ua lo-
ja de Marcelino & C. ra do Crespo n. 5.
Novidades da chava, da
Arara,
Fazenda com avaria da chuva para o*
freguezes da Arara,
RA DA IMPERATRIZ N. 5(.
Vende-se cortes de eassa de babados a 1$600,
2;(J!)0, e 2$500 o corte, pessas de cambraias de
salpiquinhoscom 8 1; varas a 2&500, lengoa
brancos finos a 200 cada um, ditos de cores a
80 rs ditos para rap a 120, e 160 rs. rs. cada
um ; lia ra da Imperatiiz, loja e armazem da
Arara, n. 56.
Fazendas sem de'eito., da Arara.
Vende-se cortss de chita finas com 12 f|_ co-
vados a 2J500, dit03 de cassa de cores a 23500,
ditos preta a 2^500, chales de merino estampados
a 2$5UOa goliohas para senhoras a 500 rs., man-
guitos e golas de liobo a SJOOO ; ne ra da Im-
peratriz, loja da Arara, n. 56.
gar ao novo |
armazem
DB
B ast os k Reg]
Ka raa Nova junto a Conceico
dos Militares n. 47.
_m grande e variada torilmente de 8
alpaa feitas, calgados e fazendas a todoa S
M ae veodem por pregoa multo modl- 1
idos cuma i de se* coatume, assim co- fi
_aeja_ sobrecasacos de superiores pan- 5
a resacos feitos palos ltimos figtri- 2
a "S6$,t8S, 30$a35$, paletots dos m
mos pannos prelo a 6f, 18f, S0$ e S
$, ditos d casemtra de cor meaclado
e novoa padres a 1*5. 169, 18$, 20$ S
1 "44$, ditos de casemira de cor mes- R
do e de novoa padres a 14$, 16$, 18$, i
~ e 24$, ditos aaecoa daa rnesmas ca- S
iras de coreas 0$, 10$, 12$ e a 14j, ffl
s pratos pelo diminuto prego de 8$, 9
e 12$, ditos de sarja de seda aso- S
casicados a 12$, ditos de merino de *J
cordo a 12$, ditos de merino chinez de M
purado gosto a 15$, ditos de alpaca _
preta a 7$, 8$, 9$ e 10$, ditos saceos |
pretos a 4$, ditos do palha da seda fa- S
zenda muito superior a 48500, ditos de |f
brim psrdo e de fusto a 3$500, 4$ e a 9
4950O, ditos de fusto branco a 4$, gran- 1
de quantidade de calcas de casemira pre- _.
ta e de corea a 7$, 8$, 9J e a 10$, ditas J
pardas a 3$e a 4$, ditas de brim de co- '
res finas a 2)500, 3$, 3$500 e a 4$, ditas
de brim brancos finas a 4(500, 5$, 5J500
e a 6$, ditaa de brim lona a 5$ e a 6$,
colleles de gorguro preto e de corea a
5$ e a 6$. ditos de casemira de cor e pre-
tos a 4$500 e a 5$, ditoa de fusto branco
8e de brim a 3$ e a 3$500, ditoa da brim
lona a 4$, ditoa de merino para luto a 4$
49500, calcas do merino para luto a
4$500 e a 5$, capas de borracha a 9$000.
Para meninos de todos os tamanhoa : cal-
Cinco tustes.
S na loja do pavo
vendem-se sedas de quadros, ditas de listras ao
comprido, e ditas de listras atravessadas, ditas
de quadrinhos, sendo dos melhores padres e de-
licsdissimos gostos, com largura de chita inglesa
a 500 rs. o covado, pechincha, e do-se as
amostras com penhor : na ra da Imperalriz n.
60, loja e armazem do pavao de Gama & Silva.
Vende-se lima escrava,
Vende-se urna mulata de 16 annos, pouco rcais
ou menos, bonita figura, sem defeilo algum, e
tem muito bons principios de enzer, engommar
e cozinhar : trits-se na ra r'o Queimado o. 46,
loja.
<
?H^ _

ua do Queimado n, IOS



01

m
Babadin da Arara.
Vende-se babadin com listras de seda, ftzenda
muito nova para vealido a 500 ra. o covado, dita
com palmas soltaa de seda, de largura de 4 11
palmos a 640 ra. o covado, laozinba para vestido
a 320 rs. o covado, ditas muito finas a 500 e 640
t. o coudo ; oa ra da Imperalriz, loja da A-
rara. n. 56.
Chitas da Arara e cassas.
Vende-se chitas a 160.180 e 200 rs. o covado,
ditas Creucezas a 220, 240 e 280 rs. o covado,
cusas a turca a 280 rs. o covado, cassas france-
zes a 280 e 300 rs. o cavado, ditas organdin a
320 rs. o covado ; oa ra da Imperalriz, loja e
armazem da Arara, n. 56.
Arara vende iusto.
Vende-se fusto de cores para vestido a 280 e
320 rs. o covado, lencos de seda escuros para
rap a 1$600, pessas de cambraias lisas a 1600
2$O00, 28500 e 3$000, massos de palitos finos para
denles a 200 rs.; oa ra da Imp'eratriz, loja da
Arara, n. 56.____________________________
Madapolo da Arara.
Veode-se pessas de madapolo infestado a 3$
ditas de 24 jardas a $O. 49600, 5|O0O, 59500
e 69OOO, cobertores de algodo a 1$000, ditoa de
pello a 195OO, roupa feita, palitos de panno pre-
to a 6$500 e 8$000, calca preta de casimira a
43500 e 59500, seroulas de linho s 1$600 e 29G00,
csmlsas francezas a 1$600 e2$000; na ruada
Imperalriz, loja da Arara, n. 56.
(a de casemira preta e de cor a 5$, 6$ e
87$. ditas ditaa de brim a 2$, 3$ e a 39500,
paletots saceos de casemira preta a 6$ e
a 7$ ditoa de cor a 6$ e a 7$, di-
tos de alpaca a 3$, sobrecasacos de pan-
no preto a 12$ e a 14$, ditos de alpaca
prata a 5$, benats para menino de todas
8 as qualidades, camisas para meninos de
todos os tamaohos, meios rices ve lidos
Sda cambraia ieitos pira meninas de 5 a
8 snnos com cinco babados lisos a 8$ e
S 12$, ditos de gorguro de cor e de la
2 a 5$ e a 6$, ditos de brim a 3$, ditoa de
C cmbrala ricamenteboroadoa para bapti-
*5 .ados e muitas outras fuendas e rounss
H feitas que deixam de ser mencionadas
S pela sua grande quantidsde ; assim como
I resebe-se toda e qualquer encommenda
'S de roupas para se mandar manufacturar
mf e que para eate tiro temos um complato
sorlimento de fazendas de gosto urna
grsode officina de alfaiate dirigida por um
hbil meatre que pela sua .promplido |
perfsicao nada deixa a dse 'ir.
Acha-se venda no escriptorio de Aoloni
Luizde Oliveira Azevedo C, ra da Cruz b. 1
a obra escripia pelo visconde de Uruguay,Eosai o
Sobre o Direito Administrativo ; dolamos de te-
cer elogios a eata obra, basta o nome de seu au-
tor para a tornar recommendada. dos volumea
em brochara 10$, encaderoado 12$.
A verdadeira esseocia de ail
para eagommado.
Acaba de chegar para
ra do Queimadoo. 16.
a loja d'aguia branca.
<"" sr ,x Aviso aos fabricantes de
Comprase urna escrava que" I
nhar e engommar bem, fazer s con.',
dar no mais servico interno de ama Ji de fa-
milia : na ra Augusta n. 84, casa terrea.
Compra-se um sitio perto desta cidade,
que seja bem arvorejado ; ou tambem Ierre00
com capacidade para fazer um bom : a tratar
na rna Velha n. 93.
Compra se um relogio de
ouro chronomelro oa patente ioglez de muito
boa qualidade e por prego multo commodo ; oa
ra Direita d, 50, loja de calende.
charutos.
Veode-se fumo da trra de superior qualidade
pas, segundas e milo : na ruada Senzalla-No-
cap
_ra n. 1.
Linhas.
Superior Voha de novello grande a 80 rts: 16
no gallo vigilan!? ra do Crespo n, 7,
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Pos de arroz com boneca em bonitos vasos dou-
rado!.
Ditos dito sem boneca em pacotes.
Agua balsmica para conservicao dos dentes e
bom balito da bocea.
Opiata iogleza para alvejar os dentes.
Leite virginal cuja ulilidade reconhecida para
virar sardas.
Vinagre aromtico para quem soffre de tonticas
e dor de caneca.
Paatilhas de cheiro para sa perfumar aposentos.
Anda pechincha
Na ra do Crespo loja de
A portas n. 8.
Pecas de madapolo largo muito uno
com pequeo toque de avaria sendo fa-
zenda Umpa de 6#500 vende-se por 5$
a peca, .tas de dito mais baixo tam-
bem por *#500.
LOJA DE 4 PORTAS
de
Ferrao Maia.
Vende-se as seguintes fazen-
das pelos baratissimos precos
abaixo mencionados :
Capas de grosdenaple preto
bordado a 25#.
Manteletes de dito dito 20,
25 e 30#.
Chales de touquim bordados
os melhores que tem appareci-
do no mercado a 8, 10, 15, 20,
25, 50, 40 e 500.
Cambraias e "hitis francezas
cores seguras e lindos padres a
a 240 e 260 rs.
La aberta matisada a 520 e
400 rs.
Muitas outras fazendas exis-
tem expostas aos compradores
que segundo seus precos nao
1 deixarSo de agradar-
lMi*-e_ces
,jBorzeguiuS inglezes a 10*
o par.
Dinheiro avista.
Na loja do^fazendas de Martioho de Oliveira
Borges, ra da Cadeia do Recife u. 36.
Pechincha sem igual.
Para vestidos de senhora e criancas veDdera-se
laas de quadrinhos e tambem de listras de sada
I pelo diminuto preco do 400 rs. o covado, metade
Ido preco porque se vendera em outra qualquer
parte : na ra do Crespo n. 21.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple preto muito superior pelo dimi-
nuto preco de 2J> o covado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 98 o covado. casemira preti
muito Ona a 2$, l50O, 3, 3&500 a 4 o covado,
mantas pretas de blonda muito superiores a 12$,
manteletes de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordados a 359, sobrecasacaa de panno
preto multo fino a 30$, casacas tambem de panna
preto multo fino a 30$, paletots de panno preto
Bno a 18 e 20$, ditos de casemira de cor mes-
ciada a 18$, superiores gravalinhas estroitas i
19, ditaa de setim macao a de gorguro muito su-
periores para duas vollaa a 2$, ditas estreitinbsi
com lindos aluetes a 9&, superior gorguro pre-
to para colleles a 4 o corte, ricos enfeites pretoi
a 69, e assim outras muitas (izendas que sendo i
dinheiro vista, vendem-se por presos muito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 22. na bem conhe-
cida loja da boa f.
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultirco vapor os seguintes ob-
jeclos :
Bonitas ligas de seda para senhora.
Grandes e bem lecidos bendes de dios.
Aspes de ac, eBtaeUslica para cues de bal5o.
Bonecas grandes mui bonitas e bum vestidas,
Bonitos bauzinhos com 9 frascos de cheiros.
Lindas caixinhas com 6 ditos de ditos.
Trancellim grosso de cor para guarnecer vestido
Luvas de camua brancas e amarillas.
Lindos boies de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber lindos
boioes de porcellana dourada com fina banha a
msviosas ioscripcee, os quses por suas delicade-
zas e perfelQdes tornam-se dignos para presen-
tes, e com especialidade ns actual qusdra, quem
gostsrdn bom dirigir-se com dinheiro rus
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que acha-
ra em que bem o empreg.-.r._______^^
Chegaram as desejadas rosas
artificiaes.
Agora deve cessar o desgosto que muitas se-
ohoras sentiam por nao terem comprado das pri-
meiras rosas que aloja d'aguia branca recebeu,
isso porque dita loja acaba de receber um novo e
mais brilhante sortimento dellas, vindo estas da
maisa mais dlka_6nte orvalhadss. A senhora
que com a pequea quantia de 39 comprar urna
dessas formosas rosas, cenlir um elle i lo anda
maia rpido (relativamente ao caso) do qus
aquelle que produz o prempto allivio em qual-
quer molestia. Cumpre, pois, qua se nao de-
mremeas mandar comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n.16, pois do contra-
rio ficarnosem ellas para S. Joo, o que nao .-
conven). Na mesma loja vendem-se oulrss rosas i j^jO |^JQ Q() AllOrifll D 4^1
mais uorsiss*
0' que pechincha!
Qaeijosde quslha superior qualidade a 300 rs.
a libra, ditos de sond de rcanteiga a 400 rs. e
em porrao faz-sc abatimeoto: no aotigo estaDe-
lecimenio da ra estreila do Rosario esquina das
Larangeras n. 18.
Ailmiscao.

Superiores atoalhatios
adamascado.
Superiores atoalbado adamascado com 8 pal-
mos de largara a 1$600 rs. a vara : na ra do
Queimado n.22, na loja da boa f.
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Vende-se muito superior damasco de l de
urna _6 cor, muito proprio para colxas e para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato preco de 29800 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pechincha.
Vendem-se cortes de superior gorguro de se-
da pira colleles pelo baratissimo prego de 19,
29 e 39 o corle : na ra do Queimado d. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Para os tabaquistas.
Lencos muiti finos a imitscao dos de linho de
muito bonitos padres e de cores fixas muito
proprios para as pessoas que tomam tabaco, pelo
barato prego de 48800 e 59500 a duzia : na raa
doOueimodo n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Bramante de linho.
Vende-se muito superior bramante de linho
com duas varaa de largura proprio para lences,
pelo barato prego de 29400 rs. a vara : na bem
conhecida loja da boa f, aa ra do Queimado
n. 22.
Vendem-se caixes va-
stos, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1_._80 cada um:
nesta typographia se dir.
| vendem-se saccas com cinco arrobas de arroz pi-
{lado da India, pelo barslo prego de 39, a ellas
antes que se acabem.
Grampos a balo
com pendentes dourados.
A loja d'aguia branca contina na recepgao de
objectos do ultimo gosto, e por isso acaba de des-
pachar vindo pelo ultimo vapor esses delicado!
e novissimos grampos de bonitas core com pen-
dentes dourados o que de mais delicado se poda
encontrar. Essa loja como geralmente sabido,
tem sempre em vistas a commodidade desusa
boaa freguezias e por isso tem resolvido vender
esses galantes enfeites a 29 e 39 o par, o que na
realidade muito mais valen). Convm pois que
a vala da limitagao do prego a senhora que com-
prar um ou mais pares, nao se demore em par-
ticipar as suas boas vizinhas e intimas amigas de
collegio, para que as emittem no sau ipurado
gosto, e mandem logo comprar outros pares na
loja de sna affeigo : que a d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
NO
Torrador.
83-Largo do Tergo~i5
Manteiga ingleza flor s 800 e 960 rs. a libra,
dita franceza a 640 rs., banha de porco a 400 rs.
a libra, massas maito finas para sopa a 400 rs. a
libra, queijos do reino a 2;,di loa do aarto.a 560
rs.a libra,serveja das melhores mir-.as a 500 rs. a
garrafa, sardinhas de Nantes a 400 rs., toucioho
a 320 rs., bolachinha ingleza a 320 rs. a libra,
aislm como se vende outros muitos gneros bs-
rstisslmos, psssas a 400 rs. a libra, sao muito
novas, e se alguem duvidar venha ver ato Torra-
dor largo do Tergo n. 23. ^____
Vende-se um hotel sito na ra Direita-a;
113 : quem o pretender dlrija-se a mesma casa
que sellar com quem tratar,

MUTILADO
-#


0f*KR> DB PBlUAMltJCO TEBQA flUA i M JULHO M Ifll
JE3
S. ANNA
VEIVDE-SE !\0 ARNAZEIH
PROGRESSO
DE
Ricas fitas para chapeos,
ciuteiros, etc, etc.
A loja a'ag^i branca acaba da recebar m a*>
traordinario sorttmeoto de ricas Utas, to boai
am qualidade quio booltaa nos deaanhoi tendo
antra ellas o mala largo qua posaivel'- aaiim
como algamaa pocas brancas cotn o (otro liso
proprio para inacrtpcoes, o multas oatras de di-
(erentea cores como de caf, roa, escara etc.,
etc., a como de sea loavavel coalooe : 'a loja
d agua branca, na ra do Qaeimado n. 16 ven-
de por prego commodo emg boas e bonitai filas.
aannaa
Nova ltenle.
0 vigilante acabado recebar novo aortimaoto
de divaraoi objectoa qae se veodem por manos
0 por cento do qae era oatra qualqaer parte.
Siatos para senhoras.
Riqaiasimos sinlos douradoi, pelo bsratiaaimo
prejo de 2, e com tirela ao lado a 4, asslm co-
mo da uta de seda ou vallado a M : a do gallo
figilanta, ra do Creapo n. 7.
Francisco Fernandes Duarte
rgo m Penlin
Os melhores gneros que vera a este mercado e por menos 10 por canto do que em outra
\rfiT 2 gara?nd0-se a b0! *"*** por isso oga-se a todos Snrs. d. praca den
o'halo .ST aVOrd maR,aTSUaSenCOmmenda3 a *e muito acreditado* armazemd.
"alquer pafte *"* de pMS qUa'dade qUe faz8e fossem comPrados m *
confeitadas para sorte de S. Joao a 800 rs. a libra, tambera tara-se par
b rs. a libra sendo em porcao, tanto de urna qualidade como de outra se faz abati-
mento.
Batatar nOVaS em caixas cora duas arrobas por 2560 e era libra a 50 rs.
Kftfttfiigt }*&#** 4a safra or. de primeira qualidade a 850 libra,
barril se faz abalimento.
I^V51^ ****** + nova a 640 rs. a libra, ara barril a 600 rs.
I O Ttrt1tl muito frescos chegados neste ultimo vapor a 20O0 ditos cha-
"ados no ultimo navio a 1#800.
em
' 'o raais superior que lera vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
villa l\YviSin
qualidade me'hr qU6 M 0 mercado a 2$800 e 2?f'200 libra Saoca-se a boa
# a ttIlxlia* o que se pode desojar neste-genaro a 39000 a libra.
P?O homeopathico a 2200 a libra em porcao se faz abatimento.
^^SS. aVOS de pavio transado a 230 rs. a carta e em caixas com 40 cartas por
y>ooo. r
li&laselili r-.madoas confeitadas, proprias para mimo, contendo mais con-
ctese assucar candido por 1*000 cada urna.
k aH*aS emeaixinhas de 8 libras chegadas altimamente a 2&000 cada urna e a retalbo
a 430 rs. a libra.
BO.aXnflft di soda em |alas com fferentes quaiijajeg 19440.
oQlA&lBnft inglezaamiis nova que h no mercado a 49000 a barrica e a retalho
a 320 rs. a libra.
* lUO eia% j>* de superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 600, 560 e 640 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 45500.
^ mhflS QTAgi*?n,*sf*&OS Duquado Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
loria velho, e deoutras mailas marcas acreditadas a 19200 a garrafa, era caixa a 129
tamban ha para 19000 a garrafa.
f-.tt?*'?Spti,P;,il 1)5800
<^#$?V*j& ja marca cobrinha ou de oulras marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
fas VJ.IRrjLg francezas e portuguezas em latas de 1 libra por 640 rs.
m* &Q tomate em tattas de 1 libra por 800 rs.
f%.^'fiXk8 t?^HC^i8 em latas de 1 e meia libra por 1500, ditas com 3 libras por
2?J800.
:*.lCll rsafceSa 120 rs. a libra e em arroba a 3^000.
&"eVd, mae>?&. talVl^tVl a 400 rs. a libra, a era caixa com 1 arro-
ba por 69000.
SiiSlTftWl'&ll, pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cai
xinhas rauito enfeitadas se faz obatimento.
S. ^IllOS u^ u^fll^sj usados os maisbara feitosque tem vindo a este mercado a 280rs.
tambera ha para 200 rs.
V K^lUHtOfi l\g\fcZ*S para fiambra a 800 rs. tambera hamburguez para ambre a
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
liUonTi^as e \>aios muit0 novas a 560 r3 a Ubra e em ^itl M far aBalmenl0.
^ai-ABl 0 melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
T. oiMifiiv* do ?*\fi muil0 novo a so rs> a llbra e embarris da t e m9a arroba
a 5J e 79 a arroba.
b&QUtlQAS em Utasj proraptas para se comer a 1800 cada uma.
Bauli* de poreo refiQada em laus com 10 libras por 4#300.
Dita em Yi&rriA rauil0 fina e alva a 440 rs# a libra eem barriI a 400 r3#
Cj&ftS COm boU C?ati3eX propros para raimo a 500 rs. cada ura.
- Hit.? !aiau?l imperial do afamado Abreu ede outrosmuilos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
a libra.
MUlft\S-da de Alperche em latas de 2 lib-as por 19000 cada uma,
L^UaS C35il'UCV-iS de doce era calda as melhores quehaem Portugal como sa-
jara pera, pesego, damasco, araeixas, ginja e sereijas a 800 rs. a lata.
IIOCe.S S?.CC'>S e em calda, em latas, de 4 a 5 libras por 19500.
^OCOlat^ hespanhol a 19500 rs. a libra, dilto francez a 19100 ditlo portuguez a
800 rs., afianc,a-sea boa qualidaJe.
CUf*> j
^"^ de primeira qualidade tantado Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, am arroba a
99000, dito raais baixo a 260 rs. e 79800 a arroba.
Wt^vaaiHRa de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porejio se fas
abatimenlo.
SggU muito novo a 320 rs. a libra e em garrafes com 5 libras, por 29000.
**"1IM1 do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
IVlia do Maranhao alva e cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
II elaO da carnauba refinada a 400 rs. a libra, eemjarroba o 129000..
&.Zeitl &$eS refinadoa 800 rs.garrafa e e em caixas a 99000
1 VSagre de Lisboa a 240 rs. a garrafa e era caada a 19800.
W ilAUO cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, e era caixa 149000.
VllUlO btaaCO de Lisboa o mais superior que ha no mercadoprop.no para miss
640 rs- > garrafa e em caada a 49500.
IlttruiOS SUSpiros de fabricante Brando era meias caixinhas, por 29500.
UllOS suspros do fabricante Catanho & Filhos em meias caxinhasa 29000.
11 llOS em caixas de 100 regala Imperial, Viagantes, e Paneotellas,. a 29000 a caixa.
AipiSta muita limpo, a 180 rs. a libra, e em arroba 59500,
^?^*19 muii0 nova9' a ^^O rs. caJa uma ancoreta,.e a 400 rs. a garrafa.'
A rr^pi de Maranhao a 120 rs a libra, e 39400 a arroba.
* ***" de postas em latas das melhores qualidades de peixa. que ha em Portugal a 19500 rs.
Geferim de Helia*** garrafoes com 25 gar,8fas por 9mo
Mostada ingleza muito nova a 19000 o frasco e franceza a 640t'rs. o pota.
Alm dos gneros cima mencionados encontrar o respeitavel publico um complet ger-
.mento de tudo que tendente a moraados. "
iifeites.
Veodem-se oa riquiasimos eofaitas da cabeca
com (raoja o vldrilho a 5j. ditos sam irania a 39,
ditos traocadoa a 29500, dito da laco da fita e
beo de soda a 29: a no gallo vigilante, rna do
Craapo n. 7.
Fivelasparasinto.
Riquissimas 8 velas de ac com madreperola no
centro a 19200. ditaa do madreperola a 9S0, ditas
doaradiobaa a 340 : a no gallo vigilante, raa do
Crespo n. 7.
Vidrilho.
Lindos vidrilhos pretos e de cores, pelo bara-
tiasimo preco de I96OO a libra : a 00 gallo vigi-
lante. ra do Craapo n. 7.
Para entreter o tempo.
Oa lindos jogos de dminos a 19400, lindas cal
nabas com jogoa de tiapora a 900 ra.: a 00 gal-
lo vigilante, raa do Craapo n. 7.
A banha fina,
am copos grandes, chegoa para a loai d.agaia
brinca, raa do Qaaimado n 1.
das seis portas em trente do
Livramento. 15r 20,30 e 40
arcos.
Gran ie aortimenlo de aaiaa a balo de arcos,
os melhores qae aqai tem appareeido no marea-
do a 49500, 59, 6$ e 69500 cada am, d se para
moatra com penhor ; a loja eat aberta at as 9
horas da ooite.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milbares da individuos da todas as nagai
poden testemunbaras virtudes dastaramedis
incomparavaleprovaramcaso necassario.aua,
palo uso que delta fizeram tem seucarpos
aMmbrosintairanieatesosdepoisdehater en-
tregado intilmente utroatratamentos. Cad
pessoa poder-sa-haconvancar dassascuras ma-
ravilhosaa palaleiiura dos peridicos, qualh'as
relatara todos os das ha muitos annos; a a
maior parta dolas sao lio sor prandadjli qu.
admiram os madrees mais celebras. Buantai
pessoasrecobraran eom asta soberanoCemedio
o uso da seus bracas a pernas, depota dedui
permanecido longo tempo nos hospita V o Mi
daviam soffrar a amputado I Dallas Ainu
casque'uvendodeixadoasses, asyloa d'iade-
timantoa, parase nao submaterap a a opa-
rajao dolorosa forancuradas compleu rata,
mediante o uso desse precioso remedio Al-
gumas das taes pessoa na anfuso da s y raco-
nhecimento declararan estasrosuhadotjftenaS-
eosdiante de lord corragedor e outr irados,afim la nais autenticaren sua a frmativ
Niuguen dasesp arara do astado desaude si
tivessa bastante confianza para encinar asta re-
medio constan teman teseguindo algom tempo c
tratananto que nacesstasse a natureze do mal,
sujo resultado seria provarinconteauvelmenta.
Qua tudo cura.
O ungento he all, mais par tico
rmente nos segralnteseattos.
Relogioe.
VendVae an casa de ieheatoa Pater C,
> do Vigario n. 3, um ballo.sortimento de
logice de oaro, plenla inglaz, de un dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; tamben
ana variad a da de bonitos trancellina para as
mesmos.
mmmm mmm^mmmm
Loja das 6 por-J
tas em frente do Livra-
mento.
Bales de 15, 20. 30 e 40 arcos.
Grande sortimento da baldes de arcos
os melhores nesta fazeoda e grandes,
chitas francazas largas escaraa a 221) e
240 rs. o covado, ditas estrellas niadi-
nhaa a 160 rs. o corado, canbraia liaa
para iorro com 8 12 varaa a 29 a peca,
ditaa floas a 39, 49.59 e 6$ muito finas,
2K* Ipiqainho com 8 1|2 varss a
39500 a peca, cobertaa alcoxoadas bran-
cas e de corea para cama a 49500 e 5J, '
caaaaa de corea (rancoias lintaa segaras I
a 320 ra. o covado, pega do bretaoha da 9
rolo a 25, algodlo trancado alvo mallo
largo para toalhaa a 19 a vara, ODfeitea a
Garibaldi lodos prelos a 59 cada um. len-
tos braocoa com barra 4o cores a 120 ca-
_ da am, roapa feita da todas as qealida-
Sdaa muito baratas, a loja est abarla at a
as 9 boras da noito. M
mmmemmm mmmmmmm
Superior cal de Lisboa.
Tem para vendar am porco e a retalho Anta-
Dio Laii da Oiifeira Azarado 4 ., no sea oe-
criptorio raa da Crac n. 1.
MHTSS us:
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA
.Iporcas
Caimbras
Callos.
A.ncarai.
Cortaduras
Dores de cabega.
das costas.
dos manbros.
Enfermidades da culis
em garal.
Ditas da anua.
Erupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
nflammaejio do gado
Inflannacao da bexig
da matriz
Lepra.
Malas das pernas,
dos paitos.
de olbos.
Mordeduras da repita.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supura56es ptridas.
Tinha, en qualquer
parta qua soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulares.
Veias torcidas ou no-
das as pamas
Venda-sa esta ungento no es tabal aciment
garal da Londres n. 244, Strand, a na loja
de todos os boticarios droguista a outras pas-
soas ancarregadas da sua venda em toda a
America do sul, Havana a Hespanha.
Yende-se a 800 rs cada bocetinha conten
uma instruc;ao em portuguez para explicar o
modo de fazar uso dasta ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soura,
harmaceutico, na ra da Gru n. 2.2, en
pernambuco.
Batatas novas
a 29560 rs. a caixa com 2 arrobas, em libra a 50
rs., ruar mella ia imperial em Utas de 1 Ii2 e 2
libras a 400 ris: vende-se do armazem Pro-
gresso, largo da Penha n. 8.
H? Mobilia.
Na ra da Gamboa do Garmo loya n.
2, vende-se toda a qualidade de taobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
gar phanthasia etc. por preep raais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda qualidade de obra
de encommenda com a maior b re vida-
de e o maior apuro da arte.
Grande
Iiquidaco por todo
I o fwe^o, na bem co-
{ nheeda loja do Ser-1
tanejo.
Ra do Queimado n. 45. J
Apparegam coui di-
nheiro que nao deixaro [
de comprar.
Chitas eacaraa fioaa a 160; 180 a 200 I
ra,, cortea da vestiJo pratoa bordado a C
Tallado de casto de 150 a sa vendem **
por 30, 40?, 50 e 70. sabidaj de baile 8
da reliado a selim i 12ji I3jj, camiaaa 5
para aenbora a 2*000 a 3J>500, gollishas
de cambraia bordadas a 586, 600, 706.
S800, 900 a VX ditas de 016 bordadaa a 120
rs., casaveqaea defasto 5, 6,7J,8,
meias de seda brancaa a pretas para se-
nhora a 1J200 o par, tiras-de babadoa
500 a 700 ra., laas de qaadro enfaatada a
300 a 360 ra. o corado, cambraia prela a
400 440 r. a rara, organdys de corea a
600 ra. a rara, Bl branco adamascado .
para cortinados a vestirlos a 400 a 000 <>
rs. a rara, cortea da coklete da caaeraira *
- bordados pratos a 8) e 3*000, ditoa de B
velludo de cor e pretos a 3$, 4;, 59 o 65, S
palelota de brim branco (raDcezea a 9
3*500 o 40, ditos da casemira de co- 8
res a prelo a 14* e 169, ditoa de alpaca "
preta e da corea a 3, 38500, 4 a 4poOO
R camisas da yeito da lioho a 2&500, cortee
da collata de orguro a l&oOO, lTOO,
829200, 35 a 3g50O, colletea eitos da brim
branco a 2&500, ditos eitos de gorguro
!a 2*500 e 3*500, ditos eitos de casemira d
a 3g5O0, 4g e 4S500, ditoa de velludo a K
5*. 69 e 7^, ditoa de fualo de corea a |
1S500, um variado soriimeoto de meias S
* para homam e senhora, grioaldae com J
{5 flores, chalas de roco, espartilhos, a lo- 8
da a qaalidade de roapas eitas para ho- |
mam que tudo se venda por melada do
seu xalor.
Attenco
o
Cbegoapara aloja da victoria, candieiros a
gaz de r.ovoa gostoa o modelos, tanto para sala
como para aseada e quartoa e para outraa muitas
ouaas: na loja da victoria na ra do Qaeimado
o. 75.
1

Ricos pianos
de varios autores, vendem-se
emeasa de Kalkmann Irmaos &
C., ra da Cruz n. 10.
Aljfar fino imitando perola.
Venda-sea 500rs. o fio da aljfar fino, iml-
ando perola : na ra do Qaeimado, loja d'aguii
branca n. 16.
Potassa da Bussia.
Vende-se em cata de N. O Bieber C., successores. ra da Cruz n. 4.
Vende-se uma booita mulatinha de tdade?
annos : na ra di Gadeia do Recie n. 47.
Veode-se um malatinhocom 15aonoa que
cozioha e eogomma : a tratar na loja da ra do
Qaeimado o. 46._____________
Lagedo de, Lisboa.
Jr^r'^V0/5",0- i 1,gfd0 de perior
qualidade, chagado de Lisboa palo brigue Oltn-
da. aioda por desembarcar: a tratar no eacrin-
torio de F. S. Rabello & Filho, ra da Ctdeia
o. 55.
Vende-se a parte de qm sobrado na rna da
Matriz da Boa Mista, a qual rende *DDaa|ente
480|: a tratar na ra da mperatrii n. 4t.
Vende-se a casa terrea o, iaTr^iTr
tovello : qaem se echar eom uireltq /LzL
nuncie oestes oito das. *u"
Galmaraes & Lu, donoa da loja de mludesas
da raa do Qaeimado n. 85, boa fama, participare
o publico que o seu estabelecimento se acha
completamente prvido das melhores mercadoriaa
tendentes ao mesmo estabelecimento, e muitos
oalros objeclos de gosto, sendo quaai todos rece-
idos de suas proprias encommendas ; o estando
alies Inteiramenta resolvidos a nao vanderem
dado, afiancam vender mais barato do que oatro
qaalquar ; e juntamente pedem aos seus devedo-
res que lhes mandem ou venham pagar os seas
dbitos, sob pena deaerem juaticadoa.
Soaball Mellora & C, tendo recebido or-
dem para vender o sea crescido deposito darslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanto, spessoaa que quizaran
posaair um bom ralogio da oaro oa prata do ce-
lebre fabricante Koraby, a aprovaitar-se da op-
portudidada sem perda do lempo, para vir com-
pra-Ios por commodo preso no sea ascriptorio
raa do Trapicho o. 18.
DUARTE & C.
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
9 LARGO DOC ARMO 9.
Nos os proprietariosi destes acreditados armaxens participamos aos nossos nunwrosos
rreguezes que por todos os vapores e navios de vela recebemos de nossa propria encommenda os
memores ganerosjiendenie a mol hados, e per isso podemos vender por menos 10 por eenlo do
que ouiro qualquer, eomo a experiencia o mosrar por isso pedimos a todos os Srs. da praca e do
!TS qU" V M ? deran,* "Wno da mandarem experimentar, o favor de o fazerem. canos
2^S!i22T' ?5 P"x" 1S801n5 PouPareB> O'5 pare bem servil-es a anda mais a pessoss
ESaalS S *P7 d# "A* ,os WPIW q 6 na ra das Cruiea n. 36 Vlargo
ao v^rmo n. y que devem inderecer os portadores, pois muito se ovildam com ouUa casas qnasi
dos mesmos ttulos (Progressista e Progressivo) pois sao as duas nicas filiaos.
. anieiga ingleza m,is nova eriis superior do mareado a 900 rs. a libra.
iflanteig-a franceza melhor que se pode desejar a 650 rs. a libra a era barril a
M rs.
rn^lc PUXina o mais especial que-se pode encontrar a 2880 a libra.
wjia llySSOn 0 eihor que.se pdVdesejar da 2^400 a 29800 a libra.
t->fia^ pretO 0 que se pode desejar nasle genero a 2| a libra e a 18660 o ordinario.
Oueijos fiamengos eheg,dos *Wmnt* a 2**1,700.
\|eijO pratO 0 roelho do mercado a 600 rs. a libra e sendo inleiroa500 rs.
Pasas em eaxinhas de 8 Jibras illM0.i400li., libri>
Figos em ealxinhas de s libra.. mm a200 a 1.
Amendoa da casca mole r320 rs.. ,. m rs., libra muito novas
Ameixas francezas. n,iibr. ri.u. MB>siibn. a 4,ooo.
i^Iarmelada superior a!m9,hord0 mercado4m Ialas d#du,8libr, 400n
libra.
Doce da casca da goiaba aoo rs. o cat.
Latas com frutas em calda comopaceg), damasso, ginj,r iB-ittt#
Iperxo a 600 rs.
Amendoas confeitadas mm diveraeg C0Tes, 8o rs.
VtRllOS generOSOS engarrafados dasseguinles qualidades, duqMwdo Por, Pono
19 2 i v?lho'8e~0' genuino. Nector, Carcavellos, Feitoria, e'Mdeira secca a
12 e 1 a duna a a 1100 a garrafa e musealel a 720 rs. a garrafa.
Do8 flm pa p os para raesa da moQ a 4> a cjnad> de
do Porio, Lisboa e Figueira. Baaia,
z^f .^Ihores-marcas a 600 rs. a garrafa e 58000 a duzia, cbanpanhe das
marcas ms acreditadas de 14 20 o gigo, cognhac o melhor que- se pode desejar
a 900 rs, agarrafa. r J
^renabra da verdadaira hollanda em garrafoes de 16garrafas a 5*000 cada um.
UrCnCOra ulna a mais sublime que tem vindo ao nosso mercado em frascos rindes
a 2SQ00cada um.
rFaSqiieira com H frascos de genebra de Holanda 800
varratoeS com 5 garrafas de superior vinagre a 13000
Vinagre puro de Lisboa ,,4n
tifa rra -n 8"w *800 a waad*-
ftdrraaqillIlO o m.i,superior que se poda desejar a 1500O g,mfa.
a^6 ** SUP9rr d m#rMd9 em CaXDhas de 61bMS a ^0 e 700 rs.
Velas de carnauba .ii5oo..r,ob. .m*m^
AnCOretaS coma2eitonas as melhores do mercado a 15400.
CaiXaS mm i arroba hespaahola contendo macaro talhirim a alstria a 6C00.
' a 'XTftdO rl a^Tibla?"83 ^^ ""^ CB0 S'ja ^^ Pevida *.> WOO
Chourigas e Faos osmelhore3do m9rcadoa 560 rs^a libra>
I reZUIltOS 0 que se pode dezejar de bom a 640 rs. a libra.
l^ingUlCaS finaa-em latas j promptas a 1600.
PdXe eRl latas cav.llinhas pargo, e linguados-a 1^600.
1 OUCUinO do reino a 280 rs. a libra do novo, o 240 rs. do velho.
Banha de porco melhor do mercado em latas de 10 libras *4O0O.
J-tlaSSa de tomate em latas de i librraa700rs.
Maesas pa ra sopa talbarim e macarr0 a 280 m e mmu & 3ao ^
* alltOS llXaUOS em macos com 20 aacinhos a 200 rs.
rape! greve paulado |eo muito superior a 45000 a resma.
tjrVa aOCea360,wmentaa360,canella900rs.,ecominhosa 880 re. a bra.


PalltOS do gaZ a 2300 a groza a 20 rs. a caixinha.
Mi rennaOO 8!n pacotes de mais de uma libra a 160rs. a potes 560 rs.
v*agU rjMdlO novo a 280 a libra a sevadinha 200 rs.
Farinha doMaranho a 160 rs. a libra egomma a 80 rs. a libra e 29400 afeaba.
1-ate dO KlO ed0 (^^ 0 melhordo mercado de 8^500 a 9*500 a arroba,
1 SS" r*'S e,#gaT' Pr0(aS P*ra mimos oa mesm¶ guardar ioias do 400 rs
a l50Oe ternocom 6caixiuhasa5000.
Chocolate hespanhol verdadeiro, 1WOO rs^libr,
hrvilhas portuguezas e francezas. feao verd, d9 6i0,720
rs.
Moendas c meias moendas.
Taixaa de ierro batido e
osado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicSo
de D. W. Bouman.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Arados americanos e machina**
para lavar roupa : em casa de S. P.
Johnston; & C ra 4a KQM*% Nova
a. 42.
1 Taques os melhores do mercado a 10 a caixa e a 230 rs. a carta.
CMIVel em latos chegado no ultimo vapor a 1&600.
Bolaxinha de sodaem htl-, ,40o
BolaXnha l'ng-leza amag novl do mereadoa4500 a barrica e 300 rs. a libra.
sLentllhaS trailCeZaS 0 melhor legurae para sopa e guizado a 200 rs. a libra.
PreSUntOS fiambre 0s meares do mercado a 640 rs. a Obra.
IrlaSSa de tomate das melhores qualidades em latas de 1 libra a 700 rs., em 50O
rs., e em potes de vidro a 700 rs. cada um.
Bolacll IIlia Cracknel em latas com 8 e 16 libras a 2500 e 4500 aa 400
tSalaiOS lrailCezeSde dirersostaraanhos de 320 a 600 rs. os raaiores e maracas,
para meninos a 80 ra. cada um.
AVelaaS chegadas ltimamente a 320 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes a 400 rs. ail(a.
Aiete dOCe refinado a9 a caixa e 800 rs. agarrafa,
ArrOZ em saccoa de 5 arrobas do vermelho a 29500.
LtCOreS os mais finos que ha no mercado a 1 agarrafa e 109 a duzia, tambe temo
para menos.
Alem dos gneros annunciados encontrar o respeitavel publico tudo que for pertoncen
te a estes estabeleeimentos. Os propietarios sciantificam que eUes precos s serviram para aquel
les Snrs. que mandarem sea competente importe e lodos os demais freguezes de Uvro teram de suei-
ter-se pelos procos acostumados, salvo acuelles do fin do mez


.
;


s
.
OlAJO M PEMAMOCO TC* ^UA M DI JLHO DI 186

Enfeites para senhora.
O melhores enfeites prelos e de eAre que sp-
pareee 5j60e, 6 e 6|S00 : aa loja 4a Victoria,
Di ra do Queimado b. 75.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Moito liadas caixinhai e cabazti para meninas,
da 100 rit at 29500: na loja da Victoria, na ras
do Queimado n. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sormentos de franjea pretas e de corta
com ridrilhoe sea elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimado o. 75.
alias de peso verda-
deras .

Lionas finas de peso verdadeiraa, meadas
5randas a 240 ria : na loja da Victoria, na raa
o Queimado o. 75.
Phosphoros de seguranc
Phosphoros de seguranza, por que llvra de in-
cendio, a 160 ris a caia : na loja da Victoria,
na rea do Queimado ?. 75.
Baleias para vestidos.
Ballas muito grandes o boas a 160 ris ama :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
As melhores lionas de eroxel para labyrintho,
novellos moostros a 320 ris um : na loja da Vic-
toria, Da ra do Oaeimado n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos siotos douradoa par* senhorss a 2200,
ditoi de ponta cahida a 49, ditos de Ota a U600 :
na loja da Victoria, na ra do Oaeimado n. 75.
Fonileiro e vWraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Reste rico a bam montado estabelecimento an-
contrarao os fregueses o msis perfeito, bem aca-
bado a barato no sea genero.
URNAS de todas as qaalidades.
bvST.ARI0S rialiaam com o Jacaranda.
BANHE1RUS da todos os tamanhos.
SEM1CDP1AS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixss de todss as grosaaras.
PRATOS imitando am parfeicao a boa portal-
lana.
CHALE1RAS de todaa as qaalidades.
PANBLLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS a fladres para qaal-
qaer sortimento.
VIDROS em caixss a a retalho de todos os ta-
msodando-se maohoe, botar dentro da cidada.
em toda a parta.
Rocebem-sa encommendae de qaalqaar nata-
rasa coocertos, que tado ser desempanbade a
contento.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegoa para a loja da Victoria urna peqaena
porgo de ricos espelhos de varios tamaohos para
ornamentos de salas, fihncnndo-se serem o*
melhores em vidros que tem vindo : ns loja da
Victoria, oa ra do Queimado d. 75.
La para bordar.
Lia muito boa de todas ss cores para bordar, a
7# a libra : oa loja da Victoria, na raa do Quei-
mado d. 75.
Liohas do gaz,
Caixiohas com 50 novellos de liohas maito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixa, ditaa com 30 no-
vellos a 700 ria, ditaa com 10 novellos grandes
a 700 ria, brancas epretas: os loja da Victoria,
na ra do Queirajsdo n, 75.
Arara vende os palitos.
Vendem-ie maatoa de ptlitoa finos com 20
massiobos, por 200 rs.; na ra da Imperatriz,
oja da arara o. 56.
Para doces seceos,
Vendem-se maito bonitas caixiohas redondas,
de madeira, de diversos tamaohos, forradas de
papis de core;, muito linfas, proprias nica-
mente para doces seceos de qualquer qualidade,
pelo barato prego de f, 5 e 6J a duzia : na raa
do Queimado, na bem conhecida loja do miude-
xas da boa (ama o. 35.
Para S, Joo e S. Pedro.
Veddem-ae caixinhaa com grande porgo de
amendoaa concitadas, e alguns confeitos pro-
prios para o festejo de S. Joo e S. Pedro, pelo
barato prego de 800 rs. cada urna : na ra do
Oaeimado, na bem conhecida loja de miudezaa
da boa (ama n. 35.
Luvasde Jouvin.
Vende-se luvas de pellica de Jouvin brancas,
psra seohora, ltimamente chegadas : na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Luvasde seda.
Veode-se luvas de seda enfeitadas a 1J600,
29000 e2c200, ditas fio de Escossia brancaa a rs.
700. ditas de cores 800 ris, ditas de slgodao a
280 ris ; na loja do beija flor, raa do Queimado
numero 63.
Escovas.
Vende-se eseovae psra deotea finas de diversas
qaalidades a 120, 160. 320, 400 e 500 ris : na
loja do beija-ftor, ra do Queimado o. 63.
Jogo de domin.
Vende-se jogo de domin finos a 1J200 : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Esperanca
Loja de miudezas,rua do Quei-
mado n. 33 A, de Guimares
4 Rocha.
Especialidade chegada pelo vapor.
Botoes de cornslins braceos, encarnados, re-
dondos, chatos, oval, meis borla e borla, a tem
destes botoes nests loja.eaonde se prepsram pa-
ra punhos, colletes, etc., por 39 urna duzia, ou
II o par para puchos.______
Plantas do bano com 5 chavea, anoets es-
treitinhos, ultimo gosto, ecom caixa, que ae van-
de pelo diminuto preco de 205. tinta iogleza (a
verdadeira) potes de 1|4 a 320, de lt2 garrafa a
640, previoe-se qne s legitima a que no pote
tem urna cavldade em forma de blco, qne se pres-
ta melhor a vaaar o liquido como a extraco da
rolha ; ra do Qeeimadn. loja Esperauga n. 33 A.
Esperanza.
At que afioal chegoa a eata loja os ssmpre
estimadoe brincos baldes, que pela perfeigo com
que foi execatado o pedido Cea sanada a falta que
bavia deste adorno que, sobre ser bom e bonito
barato, i ljo par e em ama caixinba : na loja
Esperance, ra do Qneiroado n. 33 A'.
Esperanza.
Contina a receber eapecialmeote suaa (alen-
das, toroando-aa assim mais baratas : nests
qaadra qae temos todo quanto preciso a nasa
familia (em miudezas) s um alfaiate, sspateiro,
caixeiro, etc., o pequeo espago qae nos concede
o Diario de Pernambuco nao nos permitte clasi-
ficar e numerar a infioidade de artigos de que
nos achamoa surtidos, tinto em quinqnilhsria co-
mo em artigoa de aso diario e indispeossvel :
por isso as pesseas da prega oa de fora que quei-
ram comprar qnalquer dos objoctos de qae tete-
mos nosso commercio, serao directamente oa in-
directamente be,m servidos.
sem
igual.
RA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Enfeitei
preto's e de corea maito boos a 5|.
Sintos.
Sintos dourados a 1*600 e 30
Ditos fitas da velludo o Ovella de seo a 1*500.
Tesouras finas
com pequeoo toque deferrugem a 400 rs.
Ditas limpas muito bonitas a 800 rs.
Ditas ordinarias a 30, 60, 120 e 240 rs.
Escovas.
Para limpar anhaa a 320 e 500 rs.
Ditaa para cabello a 800 e i. I
Ditas para roupas a 400, 800,1} e 1*200.
Metas.
Para seohoras a 2J400 a duzia.
Ditss para bomem a 3*400,2*600 e 3*500;
Flores.
Ramos de Dores artificiaes a Ige 1*200.
Colheres
de meUl proprias para o diario a 1*200 a dazia.
Ditas de metsl principe a 4g500 a duiii.
Ditss ditas ditas psra cha a 2*400 a dazia.
Botoes
para puobo maito bono a 120 a 160 rs.
SYSTK1A MEDICO ilODtLLOWAi
PILLAS HOLLWOYA.
Esta inastimavel especifico, eomposto inleirs-
mente da hervss medicinaos, nao contm mercu-
rio nem algums outra subsuneia delectara. Bei
nigno mais lenra infancia, e a cempleicao mas-
delicada, igualmente prorapto e seguro par;
desaneigar o mal na compltelo mais robustas
jenieiramete innocente em suas operagess ef-
(eitos; pois busca e remo ve as doencas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazet
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com asta
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a sauda e forjas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais Alicias nao devem entregar-sea des-
esperado; fagam um competente ensaio das
efficazes effeitos desia assombrosa medicina, o
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao sa perca tempo em tomar este remedid
Aara qualquer das seguintes enfermedades:
Esperanza.
E nests loja que h e continuar a ser o depo-
sito dea afamadaa agulbaa Victoria tanta a
aceilacao que tem tioo estaa agulhas que nos dis-
pensamos de qualquer elogio, a 120 rs. o papel
| OZflIii
Toda allencao ao gallo vi-
gilante, que est quei-
mando.
Luvas de pelica.
As verdsdeiras luvas de Juvio, cheRadinhas
no vapor fraocez: s no vigilante, ra do Cres-
po D.7.
Para os festejos^ S Antonio
e S. Joo.
Trinas e galo es.
A superior trios e volantes do Porto para ar-
naa, oratorios oa igrejas, qne sa veoda por ma-
nos do que em outra qualqoer parte : s no vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Botoes para pinino.
Vende-se botoes de punho finos de diversaa
qualldadea a 200 rcis o par. que tambero aervem
para manguitos de seohora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-ss occulos finos de armago de 850, a
2*, 1*. 640 e400 ris : loja do beija flor, ra do
Queimado o. 63.
Ricos sintos dourados.
Vende -Muriato* dourados a 2*. ditos de fila
com fif ella dorada a 1J500 : loja do beija fior,
raa do Qeeimado^n. 63.
EnfeitesNpara- caneca.
Vende-se requissimos enfeites psra cabega com
franja, e sem ella pelo baralissimo preco de 5S
o 58000, ditoa de vidrilhoa a 1J600 ; na loia do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Carteiras.
Vende-se ricas earteiraa para guardar
de ouro a prata a 2*009, 2^500, 1*000,
19500 : na loja do beija'lor"
namero 63.
dinhelro
18280 e
ra do Queimado
Rosas artificiaes para cabello;
A. 1. B. F. tendo recebido um variado sorti-
mento de bonitas rosas que se esto usando para
abellos, de pannos com rolha de velludo, ditaa
de papel todas, ss mais ricaa que se pode encon-
trar venid-ae Qa ra do Queimado n. 68, loja
doja flor.
Candieiros do gaz.
Cbegou para a loja da Victoria os melhores
andieiros do gaz, que tem vindo ao mercado,
por pregos commodos : na ra do Queimado
n. 51.
(Miados.
Vandem-sa oliados pintados de lindas vistea a
paissgens, largurss da 6, 7, 8 e 9 palmos, pro-
prios psrs moas de jantsra 1*0 covado : na rus
da Imperatriz, loja n. 20._____________^_
Ra da Senzalla Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C,
sellios silhoes inglezos, candieiros e castices
bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, chicotes
para earros e montaa, arreios para carros de
Casca rrit ha
Llndaa pecas de cascarrilba de todas as cores,
pelo bsratissimo preco de 15500 a peca: a no
vigilante, ra do Creapo n. 7.
Chapelinas para senhoras.
Lindaa chapelinas ricamente enfeitadas, pelos
baratissimos pregos de 8* e 10*000.
Ditos com pequeoo toque de mofo a 6*000: s
no vigilante ra do Creapo n. 7.
Touquinhas ou chapozinhos
para crianzas.
Lindos chapozinhos para menina e menino a
4* e 6*000, ditos d feltro pelo baralissimo pre-
go de 38000, bonetes de panno fioo e lago de fi-
ta a 38000, ditos de veludo fino a 4* a 3500,
ditos de palhlohs a 38000, touquinhas de seda
muito lindas a 1*500, ditos de fil a 1*000: s
no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Manguitos.
Lindos manguitos com golliohs o mais fino
que se pode encoolrsr, venda-se pelo baratissi
mo prego de 7*000, ditos sem gollinha a 1*500:
s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Gollinhas de linho.
Lindas golliohss estampadas.............. 500
Ditas de linho maita finas................. 800
Ditaa pretas com vidrilho................. 2*000
S no vigilante, ra do Crespo o. 7.
Meias.
Grande sorlimenlo de meias tanto para homem
como para senhora, sendo de homem a 1*800 e
25(00, e finos a 2*800, ditaa de fio de Escocia a
5*000 a duzia, ditaa pera menina a 2*400, ditaa
para menino a 2*000: s no vigilante, raa do
Crespo b. 7.
Batatas novas
Tergo n. 23.
Batatas .
80 rs. a libra
; n\s r
rgo do
Machinas americanas.
EmcasadaN. O. Bieber & C., aaccessores,
raa da Crux n. 4, vendom-se :
Machinas para regar borlas e capim.
Ditaa para deacarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selins com pertences a 10* e 20*.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatro da Suecia.
Veroiz de alcatro para navios.
Salsa parrilha de primeira qaalidade do Para,
Vinho Xerez de 1836 em caiaa da 1 dazia.
Cognac em caixas de 1 dazia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrocas pequeas.
eeidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Areias ( mal de).
Aslhraa.
Clicas.
CoQvulsoes.
Dabilidade ou extena-
gao.
Debilidade ou falta de
torcas para qnalquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venus.
Enfermtdade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
He ry si pela.
Febro biliosa.
Febre intermitente.
Vendsm-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, o na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Ven d era-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dolas contem urna instruego em portu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
0 deposito gtaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrboidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes.
Infla mmacoes.
Irregularidades da
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstruccao do ven (re.
Phtysica ou consump-
go pulmonar.
Reteaeo de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Lojrf do Pavo ru* da Impera-
triz numero 60.
DE
G\U\ & SILVA.
Vende-se neste estabelecimento todss as faien-
das por pregos mala baratos qae poaaivel s
com o fim de aparar dinheiro, assim como nina
grande porgao dea ditas faseodaa inleirameote no-
' Si ftlo> IUlBoa nloe : oe donos des-
te estabelecimento rogam a todoa os seus (regue-
zes, qne ae deem ao trabalho de procurar neste
Dtano oa anoaocioa da loja do Pavo, porqae
estao cortos que nao perdero san tempo.
Cambraias organdys a 280 rs.
Vende-se cambraisia organdys com dilicadia-
simos deseohos a 280 rs. : oa loja e armazem do
Patio, de Gama & Silva, na raa da Imperatriz
n. 60.
S o Pavo.
Vende-se flnissimas esssss francesas de varia-
dos padrea a 140. 260, o 880 re. o covado : na
rus ds Imperatriz o. 60, loja do Pavio da Gama
4 Silva.
Panninhos do Parto.
Veade-se pegas de psoninho flnlsaimo com 10
Chitas em cortes.
Vende-se cortes de chita francesa maito fina
com 10 covadoe a 1*400, afflangando-se ser de
cor fiza : oa raa da Imperatriz n. 60, loja a ar-
mazem do Pavao.
AGENCIA
DA
Anda o Pavo a 200 rs.
Vende-se chita fraoceza escura com diminato
toque de moto a 200 rs. o covado, o ditas ingle-
zas a 140 rs.: aa ra da Imperatriz n. 60, loja de
Gama & Silva.
Vende o Pavo a 280 rs.
Gorgaro de linho qae feito em vealidos para
"Sonr* U ro'1" par" n,enno, parece sediobaa
a 280 rs. o covado, por ter grande porg&o : na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo de
Gama dr Silva.
TarlaUna do Pavo.
Veade-se tarlatana de lia com palmiDhas sol-
las a 320 ra. o covado : na rus da Imperatriz n.
60, loja do Pavio de (Jama & Silva.
O Pavo vende a 4$500 rs.
Cortea de baregea com Cos de seda tendo 22 co-
rado, com barrs, podeodo-se fazer babados, pe-
lo baralissimo prego de 4J5O, s na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz o. 60 de Gama & Silva.
Vestidos de la.
Vende-se vestidos de liaziohaa tendo as salas
j promptas, com maita roda, proprlaa para ba-
lo a 4$00, s oa loja e armazem do Pavo raa
da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Basquinas do Pavo a 4#000
Vende-se ricas bssqainss de fasta o mai bem
bordadas, fszenda que sempre se vendea por 1S1
e 169000 por 4$000, para acabar : aa loja do Pa-
vo da Gama & Silva, na raa da Imperatriz
n. 60.
Enfeites do Pavo.
Vende-se ricos enfeites turca e Garibaldi
com ricas fraojas e bolotaa a 5(000, ditos dos
meamoa msis simples a SfOOO rs., e ditos de fitas
cada um em aeu carlo : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo.
Briihantina suissa.
Vende-se briihantina saissa de quadrinhos, fa-
zenda maito encorpada para vestidos e mais lar-
ga qae chita iogleza a 200 rs. o.covado : na raa
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do Pavo
de Gema & Silva.
FAZENDAS BARTISSMAS
NA
Colchas do Pavo.
Vende-se ricas colchas de fustao de linho de
vsrios tsmanhos e differentes desenhos : na raa
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo
de Gama A Silva_______________________________
hales pretos do Pavo.
e-se os mais moderos chales pretos de
edonda com bolota, guarnecidos de bico
' largo em lugar de franja a 60000 : na
mperatrii o. 60, loja do Pavo.________
Bal oes do Pavo.
Veue-se ricos baldes arendadoa com duasssiss
e bico\em volts, pelo baralissimo prego de 63,
msdapolo francez muilo grandes com 6
ditos com 5 arcos a 3J500: na loja
o, ra da Imperatriz o. 60.
Pundifo Low-Moor,
Bma da Senzalla Nova n.4t.
Neste estabelesimento continua a haverum
completo sortimento de moendas a meias moen-
das para angenho, machinas da vapor taixas
de ferro batido a coado da todos os tamanbo
para dito,
Ra do Crespo n. 7, no
gallo vigilante.
Nesta ora loja ha grande porgo de caixinhaa
com amendoaa proprias para brinquedo de S.
rJoo qae se vende pelo barato prego de 800 rs.
cada ama quem deizar de dar a urna menina
urna caizioha ; tambem tem grande porgo de
caizas propriaa para doces secos que vende con-
forme seus tamanboa a 63, 53 e a -3 a dazia,
amendoaa avulsss a 800 e 640 ra. a libra : s no
vigilante raa do Crespo n. 7.
Manguitos com goliuhas.
Veade-se manguitos com gollinha, fajendi
maito boa, pelo bsrelo prego de 2S000, gollinhas
e puchos ultimo gosto a tftOO, golliohaa muito
boas e bem bordadas a IgOOO cada urna na raa
do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
n. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pegas de liras bordadas de 2,500,
3,000, 3,500 e 4.000 ntremelos s 1J600 e 2JO0O
cada pega na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Bouecas fraiicezas.
Vende-se bonecas trancen* ricamente veatidas
49000 e 5)000, e 2J00O bonecas de cera com os
olhos move'dgos a 2J0OO e 3000, na ra do Quei-
mado loja de miadeae da Boa fama, o. 35.
. No gallo vigilante
Na ra do Crespo, loja n. 7.
Receben de sua propria encommeoda um rico
sortimento de rendes, bicos e labrrinlhos de mai-
to lindos padroes, que se vende por pregos bara-
tiamos.
Acaban de ebe-
gar a loja de Bastos 4 Rcgo na ra
Nova n. 47, um grande sortimento de
chapeos do Chyli de todas as quahdades
copa alta com- abas regulares e copa
baixa com abas largas, e por ser gran-
de a quantidade vendemos pelo dimi-
nuto preco de ih$, 18$ e 20$, esta
boa occasiao que com pouco dinheiro
se pode ter um bom chapeo do Chyli.
~"i Vende-se milho americano em aaccaa da
110 librea, por 3JI: na ra do Amorlm armazem
de Gutmaraea & Alcoforado.
Veode-ae na ra do Amorlm n. 54 um mu-
lato mogo e de bonita Agen, dea 9 da manhaa
aa 4 horas da larde.
SscraTos fngioot.
Aviso
Fiveias de a 50 para sintos.
Vende-se fiveias de ago para alnlo a 1(500 rs. e
29000 ns ra do Queimedo loja de miudezas
da Roa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ago
para baloa 160 ra. a vara, bandes a 1;5U0 rs. e
23OO o par, na ru do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Cascarilbas de seda.
Vende-se caacarrilhaa de sede para snfeitar
vestidos a 2$000 a pega na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
ante do Pavao a 10000 a peqa.
a de ebegar a loja do Pavo, urna oova por-
lacreditado bramante de linbo, com largu-
rim liso, leodo 27 vares cede pega, ests
propria para lenges, loalhas, cerou-
las, camisss, etc., e vende-so pelo bsratissimo
prego de IOS a pega, s ns loja do Pavio : ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Meias de borracha.
Vende-se meiaade borracha para quem padece
de erysipela a 153000 o par, meias de seda preta
para senhora a 1J000 o par oa ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama, o. 35.
A2#500,sopavo.
Vendem-se cortes de csmbrsia branca com 2 e
3 babados a 23500, ditoa de tarlstana brancos s
do cores, com barras e babsdos a 33: na rus
da Imperatriz n. 60, loja o armazem do pavo de
Gama & Silva.
Chales Garibaldi nos.
Vende-se ns loja do PsvBo, chales da merino
muito grandes de liitrinhss a Garibaldi, pelo ba-
ralissimo prego de 49500, pecbinebs : ns roa
Ra da Imperatriz n. 20, **
loja de Doarte Borges da Silva.
O dito Silva comminica ao
respeitavel publico e com
especialidade aos seus nume-
rosos freguezes antigos e mo-
dernos, que constantemente
a cha rao na dita loja um com-
pleto e variado sortimento de
fazendas proprias deste mer-
cado e vendidas pelos precos
mais commodos, de que em
outra qualquer parte, affian-
cando a boa qualidade e dura-
cao das supra ditas fazendas
Libras sterlinas.
Vendem-se no eacriptorio de Maoosl Igoacio
de Oliveira & Filho : no largo do Corpo Santo
n. 19.
Machinas para se tater
caf mesmo na mesa.
A loja d'aguia branca recebeu as modernas e
aceiadaa macbinas de porcellana para ae fazer
cafe mesmo na mesa, isso por um mel fcil e
limpo, resultando a final que o caf feito em tees
machinas tem um cheiro e sabor superior a o feito
por outfa qualquer forma : vende-se na loja d'a-
guia branca, ra do Queimado o. 1.
Para baptisados.
A loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vaporaaua encommeoda dos seguales ob-
jectos para baptisados, sendo lindas touquinhas
de setim mui bem enfeitadas, e ceda rea em
sa caixinba, sspatiohoa de aetim branco, e de
cores ricamente bordados, e meias de seda
melhor e mais bonito possivel. Agors, pois,' c
pas que nao quizerem esperar pela generosida-
de daa aenboras comadres, dlrigirem-se logo
munidos de dinheiro i loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16, oode bem podero comprar
esses galantee objectos.
Vende-se um casal de Paves : quem os
pretender dirije-ae no largo da Penha n. 10.
Calcados para li-
vrar de callos.
Botinas inglezas de duraque para ho-
mem a..............................
Sapalss de ditos, ditos para bomem a
um a dous otvtllos,r'elogio. de onro patente Sa?,,0,ie tr,Da do Potl. ">'
ingle. r i
69000
49OOO
de cortiga a......................... ,$200
Na loja de calcado da ra do Cahuga a, 16,
Ultimo gosto.
Pentinhos dourados, e com
pedras para bandos.
J nao eotra em devida que a loja d'aguia
branca est a pardea ultimas modas que appa-
recem em Paria, e por isso ella acaba de receber
os bonitos e modernos pentinhos dourados e core
pedras, os quaes aervem psra aa senhorss mais
sbrilhantarpm seus bem revirados bandos que
ornados com um par de ditos pentinhos, ficam
de certo anda mais garboass. Na verdade, a gra-
ta, boniteza eperfeigio que disso resulla se nao
pode_negar (salvo se o fizerem com o nico flm
de nao gastar os 3 e 49 que cusa cada par) as-
sim previne-se ss senhoras que aprecian) o bom
goato, qae deata vez vieram poucos, e por
ser bom que mandem logo para elles para
depois se nao vejam na colliso de esperar
de novo os receba dita loja d'aguia brices,
do Queimado n. 16.
liso
que
que
raa
Chales do Pavao.
Veode-se chales de merio muilo grandes a
3S, ditos de casaaa de cores a 800 ra. : na ra da
Imperalrii n. 60. loja do Pavo. _____________
Vestidos do Pavo.
E' pechiocha, corles de cambraia brancos com
bsbsdos a 29500, ditos de tarlatana brancos e de
cores s 39, ditos com babados eduasaaias muito
superiores a 49, pegas de cambraia branca com
carociohoa brancoa e de cores, tendo 8 1/2 varaa
cada pega, por 49. cortes de casses de cores com
7 1/2 varas, padroes novos a 29500 ; tado Uto se
encontr na loja do Pavo, que vende dinheiro
a vista : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silva.
Alburnos de borracha.
Vende-se os mais superiores alburnos ou so-
bre-tudos de borrachs, proprios para o invern a
129: na roa da Imperatriz o. 60, loja do Pavo.
Cortes de phantasia,
Vende-se ricos crtes|de phsotasiade duas sai as
com delicados lavorea a 69 cada um : na ra da
Imperatriz o. 60, loja do Pavo.
Calnlias do Pavao.
Veode-ae calciohas de esmbraia bordadas para
menina a 19 o par : na loja do Pavo ra da Im-
peratriz n. 60.
Gollinhas do Pavao.
Yende-se golinhas de cambria bordados e di-
tas de fil bordadas a 500 ris : na loja do Pavo
ra da Imperatriz o. 60.
Manguitos com gollinhas.
Veode-se manguitos com gollinhas bordsdas a
1$600 e manguitos muito finos a 19 o par : na
ruada Ioperatriz n. 60, loja do Pavo.
Tiras e entre meios.
Veode-se tiras bordadas tapadas a transparen-
tes, assim como ntremelos muito delicados :
oa raa da Imperatris n. 60, loja e armazem do
Pavo.
Lencos e luvas.
Vende-se lengos de esmbraia de linho com la-
byrintho a 29500, ditosdeimitagode labyrintho
a 19. luvas deaedaa de tudas ss cores a 500 ris,
enfeites prelosde vidrilho para cabega a lg, lu-
vas de relroz preto abarlas a 500 ris o par ; na
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo de Gama
& Silva.
Cambraias do Pavo.
Pegas de cambfsia fina com 10 1/2 varas a 69a
pega, ditas com 8 1/2 varas a 49, ditas de 8 pegas
a 39, dita para forro, com 8 1/2 varas a I96OO ;
oa ra da Imperatriz o. 60, loja do Pavo, de
Gama & Silva.
Vestidinhos a 4#500.
Vende se vestidinhos de seda enfeitados para
meninas de 2 a 3 anuos a 49500 : na ra da Im-
peratriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Grosdenaples do Pavao.
Vende-se groadensples preto muito incorpado
a 19600 o covado : na raa da Imperatriz n. 60,
loja de Gama 4 Silva.
Paletots do Pavao.
Vende-se pautte de panno preto fino a 69,
ditos de faney de cores a 69. caigas de cssemire
preta a 49500: na raa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Perfumaras muito tinas e
baratas.
Opiata iogleza a 19500 rs, dita franceza a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedade bygieniqae
verdadeiro a 19C00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, sgua baissmics
psra os denles a 19000, dita de Botot tambem
para os dentes a I50OO o frasco, pomada fraoce-
za em paos a 500 rs. e I90OO, 320 rs. sa tone tes
maito fioo a 640 rs., 800 rs. e I9OOO cada um na
ra do Queimado loja de miudezas da Boa fama.
n. 35.
A 200rs.,sopavo.
Vende-se chita franceza escura de cor fixa a
dous tustss o covado : na ra da Imperatriz n.
60. loja e armazem do pavo.
Palmatorias deyidro lapi
dado.
Vende-se palmatorias de vidro a I96OO rs., ditas
com mangas proprias para rapazea a 49500 rs.,
cada ama, escarradeiraa de vidro a 49500 rs.
e 59000 o par, na ra do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, n. 35.
A 500 rs., s o pavo,
Veodem-se ss mais modernas e fJnissimas la-
zinhas de quadrinhos e de flores soltas epalmi-
nhas, desembarcadas do ultimo nsvio vindo do
Havre,pelo baralissimo prego de quinhentos ris
o covado, e do-se as amoatras com penhor : aa
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silva.
bem gratificado
Existe ausente do engenho S. Miguel, do dis-
tricto do Porto de Pedras provincia das Alea-oes
desde o dia !. da abril do correle aaoo, o es-
cravo Remigio, cabra, altura regular, cabellos
crespos, com falla de denles na frente, idade de
21 a i6 aonos pouco mais ou menos, corpo
seeco. pernas finas, e qusndo anda melle as pon-
as dos ps para dentro, alguma cousa sem bar-
ba, tem na msga do rosto urna marca de sigarra
que levou em pequeo, a qual est quasi apaga-
da, mas reparanio-se bem, anda se conhece ;
este escravo trabalbava alguna cousa de carapi-
na, e emende de mestre de assucar ; levou um
cavallo que de suppor j o ter trocado, e bem
assim que queira pasear por forro ; julga-ae an-
dar para as bandea do norte, prximo ao enge-
nho Tentugal, aonde tem conhecimantoa : roga-
se todas as autoridades policiaea e capitcs de
campo, de oappreheoderem a leva-lo seu di-
recto senhor na villa do Pago de Camaregibe
Joaqaim de Souza Silva Cuohs, ou enlo nesta
prega Thomaz Fernandes da Cunha, na rsa
da Cadeia n. 44, ou em Macei ao Sr. Francisco
Ferreira de Andrade, que aero generosamente
recompensados ; este referido escravo foi com-
prado ao lllm. Sr. capilo JoSo Nepomuceno dos
SaDtos Calado, senhor do referido eogeoho aci-
ms ; 00 dia 18 de juoho do preseole auno (j
ausente) : e o referido Sr. Cunha protesta com
todo o rigor da lei conira a pessoa que o ttver
em seu poder oceulto. Recite, 7 de julho de
Dous escrayos fgidos.
Em fins de dezembro do son pessado fugio o
sscravo crioulo de nooie Bonifacio, olhos aboga-
Ihados, estatura regular, grosso do corpo, nade-
gas grandes, com falla de doos denles na frente,
regrists e intitula-se curandeiro; tem sido
visto pela Estrada-Nova, Campo-Verde e Boa-
Vista, como tambem j foi pegado de outra vez
que fugio em Olinda. Tambem se ausentou no
dia 6 do correte ruez de juiho, outro escravo
crioulo de Dome Luiz, estatura regular, grosso
do corpo, olhos meio veigos que o faz olhar um
pouco atravesado, com falta de dous dentes na
frente, tem os ps apelhetadoa e toma tabaco ;
j foi pegado de outra vez que fugio para aa ban-
dea de Serinhaem : quem os pegar e os entregar
no caes do llames casa o. 4, ser bem recom-
pensado.
Fugio de casa do abaixo asaignado o sen es-
cravo Eufrasio, preto, idade 35 annos, eslura
bsixa, e tm por sigoal um pequeo lobinho ci-
ma da sobrancelha, tem sido vislo neste cidade
pela ra Direita, aterro dos Affogados, povoagao
deste nome, e pela Sole^ade: quem o apprehen-
der leve-oa ra da Imperatriz d. 42, quesera
bem recompensado.
^^^^^^^ Mannel Alves Guerrs.
Fugio no dia 19 do correle, do sitio defron-
te da igreja da Estancia, um mulalinbo de nomo
Clemente, de idade dlo a 16 annos, baixo, acn-
boclado, levou caiga de algodo azal e camisa
de algodozinbo; foi escravo de Mariano Joj
de Mello, morador em S. Beoto, e hoje perten-
eeote a Joao Antonio Alves da Silva, morador
noengenbo libelas da freguezia de oa : quem
o pegar leve-o ao sitio cima, ou a ra do Cres-
po o. 7, que se grslificar.
Escrava fgida.
Fugio no dia 16 do correte as 8 e meia horas
da noite, a escrava Cselana, de nago Costa, de
40 ancos pouco mais ou menos, estatura alta e
secca do corpo, rosto comprido, olhos regulares
e avermelhadoa, levou vestido de chita escura,
panno da Costa, e tem um panno amarrado na
cabega, para encobrir os cabellos brancos que tem
na frente ; assim como se proceder com o riger
da lei a quem a tiver acoitado, por isso pede-se
a quem eocontra-la levar a casa do seu senhor
na ra do Sebo n. 39, que ser gratificado.
Fugio no da 1* do correte mez do enge-
Vende-se esta nova fazenda de padroes delies- | nho Privilegio da freguezia de Agua Prela o
dissimos com 4 1)2 palmos de largura, propria
para vestidos de senhora a 400 rs. o covado : na
ra da Imperatriz n. 60, loja o armazem do pa-
vo de Gama & Silva.
Cabaias hespanhoias, ua
loja do pavo, a 400 rs.
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente ebegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
sem segundo
Na ra do Qaeimado n. 55 loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendendo
todaa aa miudezas baraliaaimaa, a saber :
Papis de agalhas a balo muito supe-
riores a
Caixas com muilo finas obreias a
Carices com clcheles, tem algum de-
feito a
Frascos de macass perois muito fino a
Caixinhaa com papel pequeo de diver-
sos gostos a
Pacotea dito dito dito smizade a
Novellos de linha de Crux a melhor
que ha a
Caixsa com agulhas curtas de superior
quslidade
ntremelos, a peca com 3 varas 11"2 a
Sabonetes muito finos a
Papaia de agulhas francezas com toque a
Parea da botoes para puobos de muitos
A modelos a
Pares de meias creas para meainoa a
Ditos de ditaa cruaa para pequeo a
Ditos de ditaa para meninas a
Frascoa com sgua de Lavande ambreada
Ditoa com cheiros muilo finos a 240 e
Ditos com banba muita fina a 240 a
Ditoa com auperior Lanh de ursoa
80
40
10
200
720
720
40
200
isooo
120
10
240
160
160
200
800
escravo crioulo de nome Vicente, com os sig-
nis sfguintes : bem preto, rosto comprido, ore-
lhaa pequeas, pernas fines, ps pequeos : ro-
ga-se aos capites de campo a aprehenso do
referido escravo que se gratificar generosamen-
te, podendo ser entregue no referido engenho ou
ns rus do Imperador o. 83-
No da 8 de juibo correte, poucas huras
depois de sair da casa dedetengo, aonle este-
ve preso por motivo de fuga, torno* a fugir da
casa de seu senhor o escravo de nome Hercula-
po, o qual tem 26 annos de idade pouco maia
ou meos, cor fuls, estatura e corpo regulares,
a falla um pouco descaogada e afinada, e tem
urna cicatriz proveniente de um anheiroque teve
n'um dedo de uoia das mos : tendo o cabello
corlado muilo rente, e urna argolla de ferro
com gancho no pescogo ; roga-se s autoiidadea
policiaes a cep'ura do mesmo, e sua entrega, na
ra do Cabug, loja o: 3, a Manoel Antonio
Gnncalves.
200$ de gratificado
a qaera pegar o pardo Franciseo, de 17 annos
de idade, de bonita figura, com todos os denles,
cabellos carapinbos e ruivos, este pardo foi do
Sr. Dr. Burgos da Foosecs, o qual viajou com e
mesmo senbor todo o serto a suburbios des'.a
provincia, oecessariamente qusndo era sea es-
cravo, e talvez anda se inculque a eervigo do
mesmo: quem o pegar queira entrega lo a seu
legitimo dono na raa do Hospicio n. 6.
Ignscio Luiz de Brilo Tsborda.
GralificacaO 50$
O abaixo ass'gnado declara pelo presente an-
nuncio que em data de 18 do mez de julho cor-
rente, ausentou-se de seu poder o seu escravo
de nome Francisco, que de ordinario conheci-
do por Francisco Pacheco, com os signaesseguin*
tes: altura regular, corpo reforcado, roato re-
dondo, olhos acastanbsdos, nariz chato, orelhss
pequeas, sem barba, bocea pequea, cabellos ca-
rapinbos ; levando em si esmisa branca de al-
godozinho e caiga de panno azul da algodo, j
alguma coasa trapilha, cuio escravo natural de
Goienna, e julga-se ou presume-se que ello re-
fngiou-se dentro deeta meama eidade, ou em al-
50>8um dos arrabaldea da mesma, ou eoto seguira
310
600
Vende-se leile liquido oe vacca, a pataca e
garrafa, todoa os das das 6 e meis s 8 horas da
maoha : no pateo do Carmo defronte do arma-
zem progressivo b. 9.
Vende-se um sitio com casa de pedra e cal
na traveasa dos Remedios n. 11, com 96 palmos
de largara e 325 de comprmanlo ; a tratar na
ra Imperial n. 39, padaria.
seu destino para Gnianna, intitulindo-sajtor for-
ro ou liberto, seguindo talvez para all pr trra
ou em alguma bircaca ; notando-se qPiase es-
cravo aspas ladino: portanto recommende-se
a todas sutoridsdes policises, capites de campo
e ao registro do porto, que a terem conbecimento
do dito escravo de o capturar e leva-lo a praga
da Boa-Vista n. 22, ou eoto em seu sitio no Cam-
po-Verde, que receberlo a gratifleago aappra>
sem perda de tempo. ,
Joaquim Ignacio Blbeiro Jnior.
r.


>


.

MUTILADO I


8
DIARIO H tinUMBUCO r TIRRIA FEUA 11 M IO DI lttl.

Agricultura
O AGRICULTOR SERGIPANO DA CANNA
DE ASSCAR.
TITULO I
Do planlio da canna.
Capitulo I
(Contnuaeo.)
Ora, oem sempre se encontrara todas eiati
oommodidades de localidad, paia faxer-se gran-
de planlages, reslaado-no varzeas alagadas,
que a pesar ds fortes regoi raestres, a traosvcr-
saes, sempre se resaou o terreno pelas copiosas
ag.aidacnuva, nao podeodo o arado trabalhar
? f..?. nesses lu8"es paludosos, e de al-
losregos; cumpnodo oeste Taso ( da raneas
alagadas] sernr-se antes o lavrador do systema
nL .il88/' d0 qu8de fa"r abrir t'0 reos
i^i.it.t c,U9oo, olo torna o terrenoo re-
getauvo, egual, e permanente, como acoorenctf
f.Z. "!V emprego da drainage. descooheciaa
a exern-
des de todos oj lavra lores otelfigeotes"
?ra. '.?,".!'W Balg'ca' Ft"5. e mu< ou-
Pa?. pSpi? rPa- S d'Ame"c lo Norte etc.
nrorfnc?f2 """ Um" Pl30la?* canoas na
mere de ',.Serg,pe' 8ao seo>Pr preferive.s os
SoVemb?J- i ag0Sl01 setemb">. cumbre, e
m i.n* "i"? f0'"10" Planlaco nesses
" '^0 P8ls '"'" mar-sea Ierra,
Tm.r hlVer lempo "fficiente de crescerem
ln,TI em caan" 1ue deTet aer raoidas
era lempo, ooi meas d'agosto. sotembro, at Ja-
neiro o mais tardar. Resulta d'ahi adquirir-se
maior quanlidade '.ssacar, e de melhor quali-
oaae podeodo ser este levado ao mercado em tem
po secco, o adquirir melhor preco ; oque acon-
tece-sempre que assim se procede: restando lem-
po balante aoSr. deeogeoho. para cuidar em
rciormar suas cercas, limpar das heras ms. seus
pastos, plantar, e colher se-j legume de eijo,
ni.iho, arroz etc., e preparar-se desla arte, para re>lura terreno, por oode
cootiauar em seus succsssivos trabalhos da nioa-
gemaeguinle.
Pode-se aiuda estender a plantagao da canna,
por nocesaidade, e inconstancia da eatago, at
os mezes de Janeiro e fevereiro ; mas sempre
da niau proveilo, a lodosos respeitos. como ac-
i>js de ver.
Escolhido o terreno passa o lavrador a prepa-
ra-io corlando as hervaa, arrastando, ou quei-
niaodo-as, e arrancando os tocos maiore, haveo-
oo-os, aum de lorna-lo capaz, por meio dos ara-
aos. de prouzir aeus importantes effeito, fican
ao bem revolvido, gradado, e pulverisado, mis-
turando assim entre si suas diversas partes cons-
tituales, espalhaodo as materias escrementosas
das raizes encontradas no solo, afroxaodo-o, e
loraiado-o poroso.de forma que nelle possan
penetrar o ar, o a huraaoidade.
Cbe aiui recomroeudar-mo ao livrador da can-
ni, e demonatrar-lhe com aatoridade da agrno-
mos orticos e iatelllgentes. que convm sempre
qae tiver de resolver ou lavrar a trra primitiva-
de
regos
"iente, usar de grandes, e fortes arados, afim
produzrom estes lavras profundas, cojo
sojam penetrantes O lavrador que quiter um
Ibeaouroem seu campo.deverasga-loat o ama-
go Anlya parabala.
Estaa lavras profundas preservam : Io o ter-
reno de um excesso de humidade, assim corco a
draioage, cooservando-lhe todaTia urna frescura
fh? : 2 poem as P^fil" em condices que
ir.es permute resistir aoa agentea exteriores : 3\
coetribuem para o augmento dos productos : 4o.
Ih.mi 'D,roduCo de novas plantas nos afo
ihameo os : 5o. proporcionan) um meio enrgico
para a destruigao das ms herv.a.
Preserva a trra de um excesao de humaaida-
ne porque rsgaodo-ae o terreno profundamen-
te, o execedente das aguas plaviaes, occupando
o ceotro da ierra fdfa, fica livraa superficie desle
cxcedeuta desagua, o que contribue para o sa-
neamiento do terreno.
de comprimoflo, e palmo, ou naU de palmo do
dimetro, grassura.
Isto posto convm logo tratar de retalhat o Ur-
reno em regos parallelos em distancia de nove
palmos um do outro, por malo do irado medio,
ou pelo de ladeira, puchados por dona eavallos
para abrir o terreno e (azer-e a devida plantario
da canoa ; aegoindo aps esle laboro, o arado de
duas aiveca, tambera puchados por dous eaval-
los, para desembarazar os regos de alguna lorroes,
e banda de trra cabida, etc.
Devem os regoa pamlleloa aer regulares e
egucea o m;.i que for possivel, pela convenien-
cia dos trabalhos posteriores, e para isso deve o
rsbic,ador servir-ae de duas corda comprida e
fortes, e de tres varas da nova palmos de com-
prido, para medir asdistaaclaa. feito o primei-
ro reg pelss cordas, anidas urna outra, para
alcanzar maior distancia, ebega o arado a extre-
midade do reg, volta por dentro desle at oode
leve principio, e ahi sesenta as tras varas, fin-
cando urna, depdis a segunda, a terceira Anal-
mente em seguida, rnede a distantia dos nove
palmos, e colloca de novo a corda comprida ; e
aegae o arado a direita pegado olla, lanzando a
ierra a direita deita, caminhaodo os bois um de
cada lado da mesms corda. Chegados de oovo
ao oulro extremo, parara os bois, por um momen-
to, em quanlo se a vanea a corda para a esqnerda
demarcando novo reg, volla o arado pelo mes-
mo reg, langaado agora a trra para a esquerda ;
e aps elle o outro arado de dusa aiveeaa, para
abrir e limpsr os reg, como jS dissemos; ope-
rando o tribsihjJor da mesma sotte, para fazer
os demais regos at a flual.
Empregam-99 nos doo arados dous rabilado-
res, o quatro rapnes, para guiarem o bois, (em-
quanlo nao esto bem adestrados ), dousadiante,
e dous atraz : sendo eavallos bastaro dous ra-
pazes, um para cada aTado, que daro em um da
de tres, a quatro larefas aberlae, para o plaotio
da canna, e obtem-se assim melbores regos. mais
regulares, e direitos: assim recommenda L. Wray.
Podemos entretanto deixs de parte as cordas,
e usarmos to somente das varas de nove palmos
para marcar, nao s a largufa ;: ou distancia de
um reg a outro ; mas ainda pira balisar em di-
reitura o terreno, por oode vae abriodo o arado
competentes sulcos para o planto
Quaodo estiver desta sorte adiantado todo- o
trsbalho, devem estar as canoas de sement vjai-
nhas ao taboleiro, ou futuro cannavial qde ae vae
plantar '. e onto empregam-se os bragos de um i nso tempo
ou dous trabalhadoresem corta-las em'toras, um sem-se os
palmo de tamanho, semeam-se dentro'dos sl-
eos em distaocia de dous pea de urna a outra
tora.
E' uso frequente na Lazianna plantar-so a can-
na angada inteira nos regos urna em aeguia da
outra ; sendo este o meihodo ali seguido, por
causa do fri no invern, tempo em que esto
ellas plantadas de novo ; a experiencia porm tem
demostrado em outros lugaro, entre nos por ex m
po, que torna-se malr proveitoso, e da maior
rendimento o cannavial plantado em toras nos
regos, como tica dito, em razao de permanece-
rem mais folgados os rebeotos dea cannas. uns
dos outros, eogrossaodo nhi moito mais, do que
estando conglomeradas.

prevenir replantas, temos sempre empre-
oaoda laogar no reg dvaa toras de can-
Accumuladas assim us aguas dachuva as ca-
rnadas inferiores da trra revolvida, ficam pro-
tegidas contra o calor do sol, e podem desle eo-
to, servindo do reservatorio, forneceras plantas
urna frescura salutar, alimentando pouco a pouco
suas raizes, pela tendencia que tem esta de pro-
curar as humidades, de ae perfundarem.austen-
lando suas basteas, sem vergarem al o solo.
Podem as plantas, por egual forma, crescer
sem se nmbaracarem as raizes, tornaodo-se mais
vigorosas, consequencia de ama abundante fruc-
liicago, pela sua copiosa nutricio.
Pode ainda a torra ravolvida profundamente
fornecendo productos mais abundantes, fornecer
tambern colheitas variadas.
Ulilisa egualmaole as .lavras profundas, para
destruir as ms hervas; porquanto pela mesma
operecao arraocam-se essas hervas de raizes pe-
netrantes perfeitamente, como sejam as do capim
de burro, ou maia-me-embora, e outras, oque
nunca se oblem, revolvendo-se superficialmente
o terreno, oode se ellas acham.
Remita tambera outra ulilidade pelo laboro
profundo dos arados, e a conveniente mistura
das successivas carnadas de trra composla com
a ereuosa.
Deve todava haver algama prudencia da parle
ro lavrador intelligeale, usando desle til pro-
cesso; porquanto, pode (bem que raramente),
acontecer, que a carnada infarior da trra seja
completamente estril, contendo propriedades no-
civas vegetago ; devendo nesse caso recortar-
se o terreno com urna charra toupeira, sem aive-
ca, podeodo profundar a ierra sem a revolver
exteriormente.
Para melhor demonstrarnos estas vantagans e
molnbrameatos qua fica reduzido o terreno,
torga fallarmos dos differeoles instrumentos
oratorios americanos, e de suas faneges.
L:u prmeiro lugar applicam-se os grandes ara-
dos puchados por quatro, ou seis bois, para bem
revolver a Ierra em talhoes e o mais profundo
possivel.
Emprega-se depois grade de Geddea, pucha-
da por quatro bois, para quebrar os torros, pul-
verisar, nivelar e alisar o campo revolvido; o
que se chama gradar o terreno.
Convm advirlir, que qaando o terreno for-
temetile compacto, composto de barro de louga,
massap, etc., deixando grossoa e duros torres,
pelos sulcos, que a grade oo pode bem pulveri-
sar, convm muilo faze-los quebrar e pulverlssr
por meio do rolo de ferro, ou de madeira dura e
pesada, puchado por dous ou quatro bois, ap
da grade, ao mesmo lempo que esta fuocciona.
Este rolo de madeira pode ter 11 12 palmos
Para p
gdo o
na ou dous olhos parallelos um do ooiro" medi-
ando a^eoas pollegada e meia, ou tres dedos;
depois outras duas toras adianto no espago de
dous pez.
Torna-se fscil esta operagao o-o trabalhador,
que vae plantando ; porquanto a medida qua
langa mao de duas toras de canna, deposita-a*
no reg, afasladas e fronteiras uma da outra tres
dedo, pa dame com um p juolo as primeirss
loras, dentro do reg, colloca o outro p logo atraz
do prmeiro, e junto aos dedos do segando p,
pela frente, deposita outras duas toras deciuna,
e assim ate o fim da plaotacio. Acompaoha ao
plantador outro brago munido de uma echada,
e vae cobnudo convenienlemeute as toras com
ierra ; fazendo-se d'esta sorte satisfactoriemente
todo o ervigo do planto da canna.
Escrevemo para os lavradores qua de eorago
deiejam melhorar o plaotio da canna, e o fabrico
do assucar, seodo-lhes preciso entrarem no co-
nhecimenlo pralico dos menores datalbes desta
especie de trabalho, todo novo no paiz. coohe-
cendo ainda os termos techuicos da arte : meio
nico de abaodonar-mos por ama vez a ruinosa
e prejudicial rotina, trilhando os passos segaros,
para um futuro brilhaote, e venturoso ; lompo
em que bem diro os nossos decendentes compa-
rando o misero estado da acaohada lavoar do
hoje, com seus apurados melhoramento de
ento /
Feita a plaotacao e crescidas as canninha no
espago de dous a tres mezes, d-se logo a prr-
meira limpa com o aradinlio de um cavallo, a ma-
neira da Luiziaona, Estados-Uoidos do sul. Pre-
ferimos esle instrumento, para limpar desde lo-
go as cannas, ao cultivador ; porque assim apro-
veita o lavrador tempo. e trabslho mais aperfai-
dea, para arrancar melhormante a ma barvaa,
que aaanpre creMem entre o pea ou rebeoloa daa
cinaiahas, oparaclo est que deve preceder a
primeira limpa do aradiono, feita noa espagosdos
nova palmos de uma a oatra fileira plantada, co-
mo j notamos. -
Sao estas as prioeipaea operacoes qae deva por
em pralica o lavrador dilogente em um tabolei-
ro, ou cannavial escolhido, para producir com
vantagsm a primeira planlsgo da canoa at aau
corte, terminando ah a aafra pelo lado do cul-
tivo.
Chagando a poca da moagem, agosto ou se-
tembro, cortam-se aa caonac pelo meihodo co-
nhecido, acommodaodo-ae logo mais ou meos
palhigo, e olbos das cannas nos intervallos dos
regos.
Findo o corte das cannas cumpre fazer arromar
maia commodamonte o palhigo total dentro dos
regos, para isso previameot preparados, por meio
de bragos, e aps este trabalho passa o arsdiobo,
ou aotea o arado de revolver, ou o de ladeira-no
regos, cortando a larra dos flaocos, para o centro
onde se ach o palbico arrumado, ficando este co-
berlo de trra convenientemente para ser apo-
drecido, e servir por egual forma de bom estra-
me plas, augmentando desta arte o terreno
em riquaza vegetal cada aooo qua for culti-
vado.
Coberto o palhigo como ae diz, prosegue-e oas
demais operaros, da mesma aorta que no aooo
anterior; dando-se em principio ama ligeira lim-
pa de enchada, por eore as canninha : depoi de
um dous mezes, faz-se passsr o aradiobo ; e as-
sim successivamente al 9 tira dos nove mese, a
medida que for preciando mal limpa.
Retirado do terreno dou?, a qaando muilo trs
cortes de cannas. convm antea fazer nova planta-
gSo, da que replantar o cannaviaf em suas falbas,
porquanto prodoxiodo o terceiro corte canoas fi
as, pequeas e folhadas, sua replanta n*p paga
O trabalho de todos os lmannos, al iornrr-s moer :retova-so nova mente o mesmo terreno }
aotes do qae, deve o lavrador facer conducir por
meio de ama carroeja appropriada os estreos,
da estribara, da bagaceira, e todo os reziiiros dar
dasfornalbas k screm depositados, por todo o can-
navial, e depou espalhada por meio de bracos e
com o auxilio da grade, Cs>rnando-os possivel.
Revolvido neste estado v terreno com os gran-
des arado, como ae praticou no primeiro laboro,
fica egualmente revolvido toi oestrumeaomea-
aoivela-ae depois com agrade, e la-
novoa regoa para a plaotagao ; mas
com o cuidado, que Bquem estea enllocados en -
tre os eamalboes de eoto, isto nos lugares dos
aotigoa espago, onde a trra aeba-ae mai
gorda, e bem eslmmada palo meihodo j referi-
do, coiheodo-se assim diversas plantar, vonta-
de do lavrador, aegsodo sua- frtilidade.
E' coalu-me inveterado em alguns logares, on-
de ae cultiva a canoa fazer queimar o palhigo nos
los dos cartea : outros plantadores, porm, de
grande oota reprovam semeibante cieihod-o,
afiaogindo que- desla sorte flea a'trra empobre-
cida, deixando-lbe apenas poteasa (as cioza) e
alguns trogos seceos de cano, ao paiso que- eo-
terrando-se todo o palhigo, maito otilizi a ierra,
como j vimos, tornando-a frouxa, porosa, e gor-
da, onde sa not?e a canoa sempre gVossa, e cres-
cida nos dous annos lr e 2o.
O Sr. L. Wray acooselba que se dar coaduzlrj
todo o bagago verde, saf>ido immediatameole das
moeedas, para o rogn dacanoas cortadas ; por-
que com eita mistura augmenta cada ras maia a
parte nutriente da trra, e por ease razao-melho-
res e mais bellas cannas produiir o terrono; fi-
gurando que s pole oubitikiir ao bagado,aa qua-
lidsde de comb'ustivel, o carvao de pedra ote.
Com a ja uto oo possamos negar a grande par-
le nutr uva que recebe a trra com a mist'jrado
bagago fresco, nao podemos todava deixards con -
fessar a graod desvaciogeoa, entro nos de-iam
tal systema ::
1" Porquo o carvo de pedFr na provincia de
Sergipe, aeria de um prego fabuloso, querendo o
lavrador nutrir com elles jas forno-lbaa, pela
zes de todes conhecidos ;
2 l'orqua asooteceodo ser um poico as
gaule na pro-'.ica a cooducoio- ao bgco fi
para os regos; ao lempo qae sa rao otoe
cannas, toroa-a elle rigoroaamect preciso"
a combusto daa foroslhas depois de-aeceo
3" Porqae-, cciuaulando-se nos regos
bagago frescc com o palhigo, e olhca da me_
eanaa, toroa-ae eaaat dillicil e morosaa-opergo
de bes cobrir esse grosto volnma com larrsj nos
regos, sendo satufaclorio cobrir a6aten4eo ilhi-
;o, e olhos verde, oa ante eabecaa-d* c oas
cortadas, pelo meihodo j referido.
Temos observado que abrindo-se uro oovo m-
ao destinado para o planlio da canoa-,eoovr .l-
ser queimar a arvore, arbuatos, e ivrvaAu-
oulrada, afim do extinguir com o fogo mito
insectos iomigos acrrimos da- canea, que viVem
em diffarecte estado, por toda a Ierra, ficando
a-sla, alm disso desembaragada para oorrar o
arado.
E' tambera- necesaaria a combosta-e, quanlo o
goado. O cultivador ou arado encbada, reais! cannavial amigo, ou tem sido perseguido pelo
conveniente para limpar o terreno plantado do
legume : a ierra da canna, onde quasi sempre se
encontram hervas ms de natureza tenaz o de
raizes permanentes, como ejam o capim do
burro ou mala-rne-embora, o d'angola etc., nun-
ca se arrancara, oem ficam tambera revolvidas^,
seoo com o aradioho : as enchadaa do cultiva-
dor passam por ellas escorregando, sem tcear-
lhes as immensas e penetrantes raizes, abala-
das somente com o pequeuo arado, que afrouxa ai
trra, e chega-a ao mesmo tempo ao p dar. can-
ninha, o que se chama abicelaranlo. Ahi to-
mos o emprego de um iustrumenlo em lugar
de dous, por diversas vezes, produzindo Irabal'no
dobradamente proveiloso, e em muilo menea w i-
po : economa de tempo e de trabalho perianto.
D-se da mesma forma a 2a e 3* limpas-(sendo
necessario ) destacando ao mesmo tempo-aa fo-
Ibas seccas dos ps daa caonas no tempo de seis
oito e nove mezes cujo desfolho muilo coi.corre
para o completo desenvolvimeato da canna, e
til estado de sua madureza, crasando livremen-
te o ar, e o devido calor entre si, e por suas fi-
leiras, contribuindo a final para que ella apresen-
te maior quantidade de materia sacharlos e me-
lhor qualidade de assucar apurado.
bisouro molle, oa lagarto da aspecto proceras
saccharipkagoa.
A nao ser a neeessidade aeonselhtia, por estes
casos siugwlare, somos de parecer, que oo se
deve queimar o palhigo, e antes enterra-lo como
j notamos.
O arado.grande de lavrar,ou revolver no pla-
no, denominado aub soloo. 1, ou o. 2, o
primeiro peoetra a Ierra ata 12oollegadas ; o de
o. 2, penetra at4 IB pollegada, consta, alm de
pequeas outras pegas, o iaco, ou trinchante, da
relhi ou bicco, da sepa ou tronco, da aiveca, ou
orelha, da flexa, das rabie.* ou cabos,* de um re-
guiador.
A primeira peca, o faco, destinado pene-
trar no solo, a de cortar verticalmente ; servo
ainda de sustentar com regularidad adireccao de
arado.
A reina ou bicco, serr de corlar orientalmen-
te a banda de trra, e suspende-la al a aiveca,
qae a deve virar para o lado direita, ou esquerda
segundo a qualidade do arado.
A aiveca, ou orelha serve de transvirar a brida
da larra cortada, pela lacio e a tlba.
A sopa, ou tronco, a pacte do arado que sr-
or quanuaue oe assucar apurauo. i -< tvuw,.w .>. >w h"" au
Nao se pense, que com o empre.go, benfico s{ ve ae baae a todo o appare vanlajoso dos instrumentos aratorios. se leuh< A flosa, serve da, recebar o movimeoto.da ti-
banido por uma vez o uso do prirniliro istra-1 gem, imprimir a traasnlti-los s demc* psr-
menlo, o uso da eochada: nao, ainda nos reslam
moitos casos.em que ella iodispensavel, nose
podendo prescindir de forma alguna^ por ex.om-
plo. oa coberta das cannas plantadas de novo,
oa factura dos regos mestres, e adjaceotes ao es-
goto das aguas oas varzeas, em alguns culros
casos, e mu principalmente as primeiras, e li-
geiras limpas, a'entre as filas das canoas plnta-
les do arado.
A rabigas oa cabos, sao para o arado, assim
coma o lome para o navio ; servem de bom diri-
gir o instrumento.
O regulador I3m por Um fazer penetrar mais ou
monos o arado ao slo, a medida do dssejo, em
forma de tirar ama banda de trra maiaoo me-
aos grossa e profunda.
FOLHETI91
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNARIBUCO.
UMli kMtiUL
CXV1I
Slhhaiuo.O Sr. ex-mioistro da marinha pa-
rante a opini&o publica.
Contra todoa os usos e eslylos parlamentares
at hoje hoje seguidos inalleravelmeote oo oosso
paiz, o Sr. ebefe de esquadra Joaquim Jos Igna-
cio, ex-mnislro da marinha, soffreu no comego
da actual sesso, qundo j se tioba demiltido do
peder, uma secusago desapiedada, cruel, acio-
losa e injusta da parle do Sr. depulado lavares
Basto, que devia concluir pediodo a respoDsabi-
lidade desae ministro se ella fosse verdadeira.
Nos aisomos de sua psixo este seohor oo se
cooteotou somente em ferir um adversario que
nao poda mais responder-lhe no mesmo terreno;
excedeu-se ponto da offender toda a corporaglo
da marinha imperial, que rebaixoo de seus bros,
de seus foros sciealificos, considerando-a como o
refugio dos joven expedidos das escolas de di-
reito. e de medicina, das inlelligeoclas mediocre
a ordinarias ; o que uma proposigo desleal e
infundada.
Reoellimos esta injuria cuspida em oossa face,
era pleno parlamento, por um representante da
nigo, que mais devia presar esta corporago, ae
pensasse nos servigos que ella tem feito ae lira -
sil. Mas.... nos a desculpamos e perdoamos em
altengo sua pouca edade delle, irreflexo que
Ihe natural.
O Sr. Dr. Tavares Bastos que aspira ardente-
tnente aer ministro da marinha, ao mesmo tempo
que se raamfasts aempre hostil sua existencia,
aoseu desenvolvimento, v com ioquietagso sur-
gir desta classe competidores que embaragam
seus projectos, que adiam a raalisago de suas
elevsdas aspirages, e portaoto desde j qaer es-
xnagi-los, reduzi-los nada com odeaprezo e ri-
diculo calculadamente manejado contra elles.
E para que a oova gerago de officiaes nao pos-
O arado de ladair, da aioc
da mesma pe(aa do arado | %aodu
deaomiaacio, aarve para revaVefai'larreoos
pendentes, oa de ladeira ; alguns dalles olo tem
facao.
O arado medio de n. 1 cospoito das meimai
pecas que os procedentes; sorra para cobrir o pa-
inigo com trra, depois de cortadaa as cannas,
para abrir os calcos do plaotio da canoa, e mes-
n>o para revolver algumas veze, em terrenos
froaxo.
O pequeo arado, ou arado de limpar, consta
das mesmas pegas, meos1 o faco serve para bem
cortar e revolver a bervas, mas do p das canoas,
ltmpa-las, e chegar trra ao mesmo lempo.
O arado de duas aiveeaa oa orelhas, serve de
limpar os sulcos dos torres, e banda da Ierra
que de ordioario cahem oa primeira operagao,
alargaodo-os mais ; e compoem-se aioda de
eguaes pegas, meos o facao.
c"ll'dor, oa arado eochada, composto de
eochadiohas lateraes, e oo centro da facei, fie-
xas, a rabigas; serve com preferencia para lim-
par o terreno plantado de legme.
Agrade de Geddes, a melhor. todos os res-
pellos, que se tem descoberlo, e melhorado ;
composla diversamente, de deotea fortes de fer-
ro adaptados, e crivados oos lados de madeira dos
dous grandes ngulos, e pelo centro pasado por
quatro bol, pelo vrtice exterior do ngulo
maior ; serve de quebrar o torres mais traeos,
pulverlssr, e nivelar a terr revolvida pelos gran-
des arado.
O rolo, um dos instrumentos de agricultura de
grande utidade. egualmente compacto todo de
ferro fundido, forma de um tambor.
lambem pode ser feito de madeira, por oeces-
sidade, asodo esta rija, por exemplo de marta pre-
l, Hapicur, pu d'arco etc.; serve para os ter-
reos grossoa e compactos, em que a grada ao
Pm pu,Teria, lorroes reoiteote.
Machuca e pulverisa satisfatoriameote quaes-
quer qae sejam os torres, accommodaodo todas
ae saheocias da trra.
Tambera serve o rolo ao estado contrario do
solo, isto serve para comprimir e ajustar os
terrenos demasiadamente ligeiros efroaxos, aBm
de arraigarem-se com mais estabiltdsde oa Ier-
ra as raizes das leorss plantas e treseerem com
vigor.
Os Ioglezes corte-americanos, taro cero prefe-
rencia melhorado todos os instrumentos- arato-
rios.
Seus grandss arados de revolver coro airecas
de ferro batido, a suas relhas de ago, sao sen
coolradicta os melbores pelo lado de un [ig'eVre-
za ;' sao mais leves, que outros quaesqaer, abrem
convenientemente os sleos, traosviram plena-
mente a baoda do trra cortada ; adiaotam oa -
segeintemente msis-um tergo de trabalho, ema>m
tempo dado; e lornam-ia aobre tudo de mu f-
cil concert : qaalqu* de anas pegas gastas, oo
quebradas- podem ser feitar com promptrdo pe-
los oosso ferreiros.
Os grandes arados denominados sub-sol-vde n.
1* e 2", sao os mais adecuados de abrlrem pro-
fundamente os regos oa ierra, e de a revoiT&rem
convenientemente para a boa cultura.
Suas gradesde Geddes; seararadinhos delira-
par cannas, o? arados de ladeira, sao egualmente
melhorado, e seguido pela raaior parte dos agro-
nomos esperieotas.
Nao ser fra de proposito seinselharmos ao
lavrador da canoa; da os adquorir com preferen-
cia outros instrumentos conhecidos.
CAPITULO II1
Dos motores animados e inanimados applicado
ao fabrico do assucar ; das diferentes caldei-
ras etc.
as artes industriees, assim como oa agricul-
tura, sao- geralmeote conhecidos, como motores
animados, o homem, o- bomem, o boi, o cavallo,
e a bestamuar; e coso motores icantmadoso
vento, a agoa correte, e a vapor.
Pouco diremos do hora ore, como motor ; pela
neiiliumt' apiiiicago dessa- agente aetrvooo tra-
balho modadas, de que-por agora nos ialrete-
mos ; apena allaramo le sua geral occupa-
gao.
Seu trabalho, sem espeeialilade, de-nalure-
za intermitente, elle neceisita imperioioeaoole de
rapouzo, e de quera oo se pode exigir o mxi-
mo do trabalho, cmo do agente ic-auimatdoa,
sem risco do-villa, oo ao menos sem qae possa
continuar eom egttal nteosida-de.
O houierc, esse ser o mais -porfeito de todo os
ser, que vivem, como elle no mmenaoespaejo
da Ierra, irrtomparovel pelaa dubraa dos iionva-
pherior do cerebro, o que a* explica, pelo seu
maior deecfol*inento das facnldade morae!
O homem, ain, foi dotado-do razo, para to-
checer o que mais Ihe convm, e de voct1o ti-
-re para p&r em pralica os dictamos deeua ra-
zo; priva-le poio da escollia, do livre axorat-
aio do trabalho, alteatar ao meomo tempo coa-
ira o direitos de sua lotelligeocta e liberdade. >
Quero dizar, quetrabalho dHomem deve s-r
lir.
k Ao trabalho Irvre oppoem^aoem primeiro la-
gar a escravido, qa a aegacoo absoluta da- li-
berdade no trabalho; porque o eseravo -'oreja-
da a trabalhar no que Ihe determina o seohor,
pelo modo que cateado, e pelo lempo que Ihe
'spraz.
a Os effeUos-poi da escravido a os segua-
les:contrariar as vocages, inatilisar a inleUi-
Rancia do esoraro, e tirar-delle o maior trablho
poisivel.
Ora, quazo a vacago contrariada, quandoa
iotelligencia nao ialervem na execugo, e o tra-
balho fatigante, cao se dte esperar to ohreiro
grande poder productivo.
O trabalho portaoto impoato forca, oo pdc
ser to fecundo, como o irabV.ho livre.
r Sendo livre a trabalho, o obreiro pode eoo-
veoconar com o emprezane a paga do-servigo,
que ba de prestar; tem o dever de presta-lo:
porque j isto so obrigou, e lambem- da aeu in-
teresse. Mas para o escrave, a rerauneregao do
servigo est arbitrio do saebor, que a pode re-
duzr, como de feito a roduz ao minimo; e esta
iojusliga bastante para tirar ao eseravo a boa
vontade de trabalhar. i>
Assim dizem uoisonos as mais moderaos eco-
nomistas polticos.
E* uma verdado iocootestavel, partiado do*
principios certos, e da quolidiaoa praca que ii
felizmeote oos circuods, o que acabamos de di-
zer 1
E o que fazer, entro os. em um paiz novo,
onde se fu miater nauitos bragoa, para o trabalho
aimultaneo, vista do vastissimo terreno, que ta-
mos s.rotear e cultivar, fatlaui-nos, por demis
os precis >s bracos livres ? I
O que fareras pois em tal conjuctura, seoo
conseatirmos na escravido, tornando -se esta uma
ata oereasialada, beaj qo data ser temporaria aitt,
mas at.quatdoT.1
At quaodo terminar, alia, continuar o re-
gresso ou eoio, o estacionario de oessa iodus-
tria, da ooss agricultura; por isso que aioda
existe a escravido 11 E contina a existir ; raiao
por que somos levados a dizer com um dos ooisos
ecooomistis polticosonde ha falta da brigos, a
escravido ama oecessidade I
**
Variedades
ingrata prposigao I
A escravido, este' cancro roedor das naces,
que anda se conserva e3 lempo de uma civili-
ago pretenciosa ; mis cofllraditoria com sigo
masmo, como diz um tablo escriptor, em viola'
gao dos priacipios os mais sagrados da religio,
ds moral, o do direito natural, coosliluindo socie-
dades cheles de perigo, para os senhores, desof-
frimento para os eseravo, e daodo en reultado
um trabalho o mais caro de todos 11
Eass escravido. finalmente, que lira sua ori-
gen) do atrevimento, e pouco escrpulo deste ou
daquelle povo que, considerando-se bastaole for-
te para vencer ses vliinho, os tem reducidos
ceg obedientes, e sujmtado sos trabalhos da
agricultura, deve ser banida com a devida cir-
cumspecgo, d'enlre ni, elim de oochegarmos,
em algum tempo so desastrosos exemplos dos
nossos viziobosos Ioglezes norto-smenetno;
sqieceodo-se estes de cumprirem religiosa-
mente o que Ihes prophelisou o mui! celebre e
disliocto palriarcba de suas libertadas Was-
hington que coosiderava a conservagao da es-
cravido, como a nica roansh, que coovroha
apagar das iostituiges da oova repblica.
Siro, devemos marchar com a devija crcums-
pec-io, perseveranga, e maior prudencia, por se
coohecer o estado da opioio quasi geral infeliz-
mente, e oo arriscarse, por egual forma, a cha-
ra patria, a uma cooflagrago ruinosa, pondo-se
em pralica aoceleradamenle esse acto do taota
ulilidadea exclaso a escravido ; afaslan-
do-no, portento do dito extremoso daquelle
fraocez cotooiat, que dizia ;perecam oosaa* co-
looiar;; mas salvom-se os principios I
Queremos finalmente o mio tarreo das cousas,
porm qire se nao irma em pr>r-sa-o em prali-
ca, pelo oeos aconchados pela piudeocia re-
flectils. em placida e amadurda- d.scusso entre
os poderes competente?.
J tempo.
O segundo motor animad?, o boi, pelvsua coo-
formago dotado de uma forga lenta, e mais
permanente do que o cavado, poasue grandes
'jualidides por essi razao, coao animal de tiro'.;
trabalha de uma maneira e^ua'. o continua-, e po-
de mesmo prolongar seus esforgeeam qjs-nto du-
ra a resistencia ; chegendo pora a este' pooto
perd'e esse supremo esforgo, que resulta de um
desenvolvimento iottarttaneo, e rpido da forga
muscular, que supera o obstculo, como acootece
com o cavao, o qual apezar todava'de veoca-lo
com velocidade, para ae 3se obstculo resiste, e
recua rbnovar o esforgo.
A les'.ldn doboi combirrada poi cera a'forga,
o loros propri, para oa trabalhos forte; e peno-
sos que exige uma resistencia constante, e uni-
forma, coneoaquelles da rolea.'-ao em terreos du-
ros, O daa lavras profundas ; elle servo conve-
nientemente para os transportes sobre ladeiras
escarpadea; 4 menos proprio porm para oa la-
gares pantanosos > porque a su- -ieutido axgmen-
tar ainda raais as ditliculda Jes-; assim corjo nos
terrenos pedregoso.
Como motor applicado ao tiro da moendae de
espremer a canna. de nem urna vantagem, a
vista de sua lenido habitual, po-r quinto, nao
podeodo imprimir uros grande velocidade k mae-
sa, nao ple proluiir a forca viv que supere
obstculo de dez-oa doie caonas, .que coovra
maator a moeoda sufficiantemente jperlada, para
obter-ae maior qusntidade de caldo aaccharino oaa
mero tempo dado ;. -ocraes perraiitido a for-
ga de vapor.
Oca-vallo, a mais nobre das cooqJMtas liun..-
na, segundo a eapresso de um celebre natura-
lista, oo a partilriE com o homem a fadigas da]
guerra, e a gloria do combalea ; mao aioda el-'
le quera o ajuda a preparar a trra-, que o deve-j
nutrir ; elle quera transporta seu fardos ; quera
por sua forga e ligeireza dimioue a distancias, a
O poe em contacto com-oaoutros hemeas.-
0 cavallo proprio para os trabalhos agrcola,
deve ser reforgado, curto, de peito, e ancas lar- (
gas, redoudo, musculoso e nervoso ccpoico foge-
mais alegre.
Quadades e defcilos qoe d m k-
raem certas profisses. Pelo Dr.
Descnret.
PADRES.
Quadades:Segredo, castidade, ou bem con-
tinencia, instruego.
Defeitos:Ambicio, rivalidade, gula, distrac-
gao.
Vantagens: Sauie, longefldade, faltas dos
cuitlados da familia.
Joconveoieotos : Isolameoto, impertioaotic
sobre o domsticos, reaces polticas, molestias
da bexigs.
MDICOS.
Quadades :llumaoidade, desiotsreste, cora*
gem em affroolar a molestias contagiosas, dis-
criego e i^strucco.
Defeitos:--Materialismo pela religio, oveja,
ciume, gola, lexaria.
Vantageos: Saude, coosiderago, iodep-
dencia poltica.
Inconvenientes ;Servido profJssio, iogra-"
lidio dos doenics e do goveroo, guerra continua
dos collegas, muilo trabalho, perigo do molesliae
contagiosas e epidmicas.
MILITARES.
Quslitsdes: Corgerr>, lealdade, ae, or-
deno em todas as cousas.
Defeilos:Libertinagem, crpula, pregurja- etxl
tempo de paz particularmente, sutceptibi-
dade.
Vantageos:oria, adiaotamento rpido m
tempo de guerra, triumpbo fcil em guerras dar
amor.
Inconvenientes: Servido disfarcra-a", rheama
tismo, ferimeotos e aleijes, morVs satos do
lempo.
ADV0GAD09.
Qualidclts ;Segredo, espirito de ordfla, vida
regular.
Defeilos : Ambgo, coliga, inconsciwcsa,
oreiumpgio.
Vantagens : Publicidad, oo estrepito da
mrito, espirito de fraternidadff pera a classe, ao
menos n'appareacia.
Ioconvenites :^Loquscidade ffaia cooviegao,
osteutsgao d'erudifjo ioiempestiva,. molestiaa do
larynge o o peit9, molestias d/ vida euen-
taria.
LITERATOS.
Quadades 'lamar.idaade, generosJSb!3* affi-
bilidade.
Defeilos: Orgulho, inveja, rnaledicaacB, co-
biga, licencioaidade.
Vantagen :Prazeres do espirito, cotraclaqo
das miseria da vida, independencia.
Incoaveoeotes :Critica, molestia ehrenicos
e agudas do cerebro e das visceras abdominses,
tendencia ao suicidio, irritooiiid'flde de carc-
ter.
ARPISTAS.
Qalidateo:Humantdade, grjvrosidad, gio--
lidio.
Defeitbs:Inveja, profiigada?,. Hbertinigem
vaidade, amor proprio desmarcado, deaordem na
vida o cas,, embriaguez noa artietii* de baixa
classe.
Vantagens-: Celebridad^ adqwridav nu em
eperanea.
Inconveniente : Critica, irascibilidad, ps-
xes araoroasr molestias do cerebro; Un* quasi
aempra desgranado. ',
1ERCAD0RE3/
?ara
o tratoliio.
Quadades: -Aswduidada
pootoalldade, -sobriedade.
Defeilos : Meotirat por cosame, /hacaria
por priocipio, avareza (menos oa Brasil.)
Vantagens e inconveniente : Variareis- ae-
gundo a sorte ds cads um na lotera do oon>-
mercio.
AGRICULTORES.
Quadades : Amor k familia ? ao tribalho,
obriedade, (No Brrja*l supprima-oo a sobrieda-
de. e ajune-e a generosidade.)
Defeitos :Astucia; deseonOan; e rusticida-
de. (No '.Srasil ero lugar da ast'jeia esto O
orgulho, glutonaria,. a ambigo e a tyramoar
sobre os escravos.)
Jongido aos tiros ds rooendas c da m.ior pro-: Vanlf^n :Saudo, alegra, longevidades, (No
reito que o boi. pelo esforgo istaotsaeo, e rapide. Pr POd-e_ aiuntav. anquera, a
idasedameiorpro-: '""fT"
i.tantaaeo, e rapide Braail poda-
da seu msculo, como j vimos, faieodo mover Cla' a
cora mai presteza '^ndas, do que o boi: ooj
asaim mesmo ass. veiloso para esae traba
Iho das moendas, vista dos inconvenientes que '
o acompaDham, j pela incapacidada de prolon- |
gar ao iiifroito os eoiorg-os musculares, ja pelo la-
do de diOteil sustento, e de s>u variado prego, o
j finalmente pela dura pveciso de reforcar-se o ARTES IOS
ooraero sufRcienle Codos oa annos decarallos pa-
ra moer caonas em to o Vs moendas.
independen-
vid.
Inconvenientes:Molestias por intemperieo
por desastres, rheomalism, dr de cadeiras &
dr sciateca. (No Brasil bydropisia>, raorte pos-
envenenaraentos, miogoa de recursos as morea-
tias, e das commodidades que o leso propor-
ciona.)
A bat-rauar, ase seoxia preferir! ao cavallo
rpla'.ivamfnte. a traego, por Ihe carecer d'esse
esorees aaomeotaaeos, mas de graade energa, ;
ti'.la a elle saporior no traasport. As anda-
duras o animal muar sao maia eguaes e cons-
tantes; sua alimentago de menor, escolha io
que ad cavallo :. oteaos sugeito a molestias,, e
por isso de mais langa Curago, e supporta n..i-
meote zbbs o calor do que o cavatlo.
Moer caonas em- tic ms
as e na verdaJa.
moendes, dizia^os
da em uma bemaventureda. ignorancia, que Ihe
darortina do cu~, pois. que o da trra oo e
para sua fruigo. E' como se pode explicar este
facto.
Mas a joven officiadade Ilustrada que hoje
figura na scena, nao so dola illudir por fingidas
demonstrages de iateresse; stbo de onde Ihe
pode vir o perigo, e est dispoeaa a conjura-lo
com aquella attenrjao, e procediniento sensato que
for reclamado pelas circamstaocias. OS:, depu-
lado Tavares Baruos, por taDto, e quem com elle
se reunir, perder o seu tempo complstameote;
porque a marinha, tendo uma vez conquistado a
brilhanto reputago que hoje goza no Brasil, por
meio de continuados esforgos, de estudos iaces-
saotes, oo sacrificar esta posigao honrosa por
uma imprevidencia fatal.
Pertancenle esta mesma mocidade que em
todas as classes, em todos os ramos, em todas as
profjsses, se torna saliente no Brasil pela sua
iotelligencia. Dlo seu amor ao progressn, admi-
ra como o digno deputa do leve animo de offender
os operarios que na marinha, como S. Exc. oo
parlamento, coocorrem para a elevago do grande
monumento que se vae erguendo na trra de Sao -
la Crus civilisago.
Era preciso; porm, que S. Exc. estivesse calmo
e tranquillo para apreciar esta poderosacircums-
tancia em seu justo valor.
Em sua opinio, (felizmente em nnidade), o
nico servigo da admioistrago do ministro pro-
ssioaal eonsistiu na mudangado prtalo de hon-
ra B. B. para E. B, o que se effecluou, seja dito
desde j, sem nenhums despeza, embora affirme
S. Exc. o contrario em sua aecusago, na qual es-
ta adminUirago pintada com as cores mais car-
regadas, como perniciosa, immoral.... e tado o
mais que o interesse particular de desfigurar os
fados, o despeito e a paixo de mSos dadas, po-
dem germinar era urna cabega de viole e cinco
ancos que se deixa dominar por estes dous senti-
meoto poderosos.
Nao era possivel qu6 este pungente sarcasmo;
que esta accasago gratuita, inspirada, como to-
dos sabem, pelo disiabor de uma demissio, pas-
sasse desspercebido, e sem um protesto solemne
I oa cmara dos senhores depe'.ados, oode, embora
Em os tempos primitivos era ase corrente ser-
irm-se os senhores de eogeuhos, para tspre-
mera canoa, do mo&ndas construidas de madeira
rija; logo depois, entendern) qae a madeira sim-
plesmenle pouco resista for'.e presso necesaa-
ria para bem machucar a canoa, e fizerara cobrir
as saias dos loros moedores. ou das rooendas,
eom argolao de ferro : mais tarde aproximndo-
se de alguma couza melhor, do que as argolas,
a substituirn) por cyndros de ferre fundido, au
tambores mandados vir da Inglaterra, para al-
guns eogenho de assucar de cann, com deata-
dura de ferro egualmen'.j, aguilhoas etc.
[Continuarse-ha).
Quadades: Amor familia, espirito da
confraternidade e de classe.
Defeitos :Preguiga, embria guar, libertina-
gem, improvidencia, espirito rixoso.
Vantagens:Forga muscular, sentidos desen-
volvidos guando ejercitados, alu gria.
Inconvenientes: Mus exeopios, falta da
trabalho, velhica desgragada. prediaaosigo e
ceta molestias, conforme a qua.iJade do ira
balha.
EMPREGADOS.
Vialidades:Orden), aaeio, pootua.ldade.
Defeilos : Basoia, insolencia cora o publial
o 2om os subordinados.
Vantagens : Adiaotamento por empenhoa, o*
sem olles, reforma com sold inteirx
Inconvenienies :Destituigo, r6*rmo -preto-
Tijo, luxo e pobrea.
SOBRANOS.
Quadades:Clemencia, lealdaJo.
Defeitos :Orgulbo, ambigo, despotismo.
Vantagens : Celebridade histories, honras
publicas, cofre das riquezas e das gracas, a dia-
tribuir. *
IncoBvenientos: Sitio de iacaiou agaloadoa
que arredam a verdade do throoo. e,ue estragara
o corajo a lma do soberana. qui> o isolam do
eu povo. revoluges, desthronisag:jo e as vetes
o cadafelso. Sempre grande respoosabidade.
[Heoista Ccmmercial, de Santas.)
mente merece por seas longos e reaes servigos ao
paiz, posse cora Indo numerosos e dedicados
amigos, apreciadores de suas qoalidades.
O Sr. conselboiro Paraohos com o taleato de
que dispe, e cora os recursos desua eloquencia,
corrou logo defeza de seu lustrado ceilega do
gabinete de margo, e consegua destruir um por
ara todos os pontos da aecusago a que desceu,
sera deiiar escapar ara s6, mostrando cmara e
todo o paix a cootradiegao do seohor depulado,
que, pa poder ceoiurar certos aolos de seu ad-
versario, renegava seus. principios, nobrea, gene-
4ue oo Ihe dava treguas, oo podara ter feito
mais.
O peosamento dominante da admioistrago do
ofRcial de marinha revella-se nos seus pirmeiros
actos, e coo3erva-se conherente at o im. Nao
s estimular a classo com os premios do inte-
resse ; mas sim desperta-la, electrisa-la com oa
incentivos das honras pelas quaes ella esquecetu-
do, ese sacrifica oo eograodecimeoto da patri.
E' por iao que se o v logo cegularilando a
concessao dos grus superiores da ordena de S.
Benlo.de S. Benio de Aviz ; daodo depois o tra-
"1
roso, beraes, por majs de uma vez proclamados: lamento do aeohoria ao officioes superiore, e o
aa impreosa e oa tribuna ; doixaodo perceber, [
em fin, que, longe de merecer essas censuras to
ardeotemente articuladas, em uma linguagem
egual desses siligos da impreosa que todos os
homens de criterio reprovam, o ex-ministro era
digno de todos os elogios, de toda a eslima e con-
siderarlo publica ; pola justiga de seu proced*
ment em as decises que proferiu.
E' coosa ootavel: sempre que o Sr. Dr. Tava-
res Bastos tem procurado macular o nutre carc-
ter do Sr. chefe de esquadra Joaquim Jos Igna-
cio, quer como homem publico, quercomo par-
ticular, qaer, especialmente, como militar, colhe
em resultado o contrario do que liona em vista.
de excelleocia aoa ofic'nes generae, entre si,
em trato reciproco, primeiro passo para sua ge-
nrica iolroducgo ; e mais Urde nomeaodo aju-
danio de campo de S. M. o Imperador um dos.
raais vlenles almirantea, prova de iatincgo
summamente apreciada pela coaporscao da mari-
nha ; por que cada ofcial se jalgou honrado as-
sim, oa pessoa daquelle benemrito da patria.
Nao sao smeole os ofiicises de marinha, peo -
priameote ditos, que recekem estas prova3 de
sprego ; lambem oaofBciaes de fazeoda, e os of-
fieiaes marinheiros veem sua sorte melhorada sen-
sivetmeote com a deliberago acertada e raui jus-
ta de esteoder-se s classes que pertencem o
beneticio das promoges aoouaes para completo
ptenle para cstuda-Ia e propi I. Nao conlie-
cemos o resultado do trabalho. desta commisso,
ebera eslimariamcs ver mpzesso o competente
relatorio para disauti-lo.
Mandando aboaar as amorias da taoella de 31
de novembro do 1860, e as comedoras no impe-
rio, aos ofliciaaaem servigo na provincia de Ma-
to Grosso, o ci-ministro, nao so deu uma prova
manifesla do respeilo d lei, como de alguma sor-
te rnelhoroj os veoetmentos dstes servidores,
que ali devora achar alguma compensago s ru-
des priva.OS que se vo submeller.
Estes dvirenles actos mostrara o administra-
dor ati>' o; reesnh gamos, agora dos seguintes,
espeoldimente o official de marinna.
?:-,isliam preciosos trabalhos hydographico
xecutadoa palo t* lenle Vital de Oliveira com
rara.habilidade. em ucaa grande extenso de oosso
liltoral, desde Mossor al o Rio de S. Francisco.
O ex-minislro maoda-os litographar primorosa-
mente, e d aos navegantes uma excellente carta
da paite mais importante da nossa costa pelos pa-
ngos qae a bordara. Nao tudo: apenas sobe
ao ministerio realisa o plano que havia concebi-
do, quando chefe do quirlel general, e oblem
que o governo fraocez mande um dos seus mais
Obriga i maoifestagao de servigos que se enco- das |vegas dos qnadros respectivos, systema ha
briam com modeatia, e tornar-se geral a eslima poucos aeoos adraitlido na marinha, e que leve
e aprego que o digoo official de marioha gosava o poder da loroar impossivel a existeocia de pri-
eotre seus amigos e camaradss. metros lenles no mesmo posto 18 e 20 anuos,
Depois do discurso completo do Sr. deputado aomo ainda era 1856 se va; reduziodo este pra-
Paraohos a oossa tarefa ficou preonchida melhor zo, oo mximo, 10 annos.
do que as poderiamos deserapeohar. Mas como
j to cedo se pretende negaros servigos da ul-
tima admioistrago da marioha, sea iocootesta-
vel sabedoria e utidade, e os tenhamos o maior
empenho em conservar intactos seus ttulos de
Nada escapa perspicacis do homem do mn
pralico.
Em um ministerio que tinha oar prosraaun
combata e justiga. o ministro da marinna oo
devia apartar-se de toes preceitos, a mais rigo-
rosa economa, a raais severa justic pautam por
tanto, todos os seus actos.
E' por sao que o ex-minilro d acertadas ar-
deuspara que oa navios hlice oo navegaom
seoo vela, roalisando si oa desposa do com-
bustive1 ama economa oo inferior i mil conloa
UC I6l9
E' verJa.de que esta providencia tin.ia iia da-
da mat lampo ; porm tambern incoatestavel
que ficra em lettr'a mora, at que o aviso de 11
de maio de 1861 veiu por termo todos os aba-
sos possjvei.
Alm disso, commiises scieotiricas, de grande
importancia sao pensadas e resolvidas uessa ad-
ministra ;ao, como a sondagem dooce-.no Atllan-
tico. execulaJa pelo vapor Sebaribe, debaixo do
commando do.distinti capito do mar e guerra
Alim ; exploragoes de ros nase.gave-s, etiu
Mitos offlciaes de fado retirados do servico
foram compelimos reformar-se, nao conlinuan-
a ter a velleidade de elevar saat vistas to alio. I iafelitmente aquelle qaer o deputado em questao que ella seja ed,ca-| n&0 teDha alnaa USl ,8,ento, que inconteitave^
Estes meamos offioiaes de fazeoda soffriim um
grande veame no fim de cada anno fioanceiro,
por oo poderem encontrar o pagamento de suas
faltas com a caugo que mensalmente se lirava
dos seus sidos, e o ex ministro vrou-os deste
gloria; porqucoostanlemente acogamos, jul- veame, delermioando que se fizeise sempre esle
gamos cooveolente inventaria-los, reglslra-los encontr.
aqu, para oo serem de proposito esquecidos. A escripturago do detalhe abordo era, sem
Esta resenha, e a leitura dos dous discursos, oecessidade, exessiva, e roubava um lempo pre-
pr e contra, demoastraro perfeitamente que es- cioso aos immediatos. Contra ella se erguiam
se ministro to) guerreado, porque vioha esta- mil clamores. O ex-mioisiro cortn largameote
belecer ama oova ordem decomisas, oo periodo pela papelada, e reduziu-a seus justos limites.
da 14 mezes. depeodeodo dss cmaras, qae oem Egual simpficaco exige o aystema da escrip-
sempre o trataram com beoigodadek combaten- lurago de fazenda bordo, e o oobre ministro com o intento de
do cota urna opposigio riraleatt cipcichoii, appreisou-se em nomear moa comajiwio pm-i meato,
disliocto. officiaes. o capitao de fragata Uoncher. f 6 ur" BM auaar03 infidamente, e es-
levantar, de combinago com um official brasi- [i"** accesso s 1'lQ de direito deviam
leiro, uma carta da costa do Braail desle o Rio
de Janeiro, at o rio de S. Fraocisco, trsbalho
que completa o do Sr. Vital.
Estes relevaotes servigos prestados oavega-
co oo sao os nicos execulados.
O iocaosavel e dislincto vice-almiraole Mar-
ques Lisboa prope e executa o recoohecimento
de um porto de refugio oas Torres, que pode ser
levado a effeito com uma despeza relativamente
pequea s vantagens que promeite. Alm disso,
a barra do Rio Graade do Sul, voragem de tantas
vidas e fortuna, merece especial altengo, e na
sua admioistrago as raelhores providencias' sao
dadas em prol da navegago ; e o commercio e
a provincia o recompeosam por sua sollicitude
com um voto honroso a publico de gralilo.
O porto da Ptjussar, em Macelo, e do Cear,
o do Maraoho, o da Parahiba, o alguns outro
o cuidadosamente estudados por sua ordem,
tiatar-ae. da sen melbora-

-
torvar
t-lo.
Fra interminavel esta, resenha so quizsemos
nella descrever lodosos servigos prestado ma-
rinha pelo Incansavel ministro respectivo do ga-
binete de 2 de mareo, que alm de tudo apreseo-
tou esta cono prompto um projecto de reforma
para a osela de marinha, que por sem duvida
um trabalho qua merece t)do o aprego.
Na opniao isolada do Sr. Dr. Tavares Bastos,
a acloiiiiislragao do Sr. ch?fe de esquadra Joa-
quim los Ignacio pode ter a classificaclo que
elle Ihe d ; mas perante a opinio publica, para
cuja razo e justiga appellamos, esta admioistra-
go foi gloriosa, esclarecida, honrosa, e por lodos
estes titulos proveltosa marioha imperial e ao
paiz.
Babia, 10 de julho.
. i.
*
PERNAMBCO-TYP, DE M. F. DEF, 4 FILflQ.
-~m
i

MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EY6Y4RIU1_VDREB9 INGEST_TIME 2013-04-30T23:49:16Z PACKAGE AA00011611_09574
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES