Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09573


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Full Text
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*p*i

1 \
A110 IIIVII1. I0ME80 166.
Ptr tres Mezes dianiad os 5$00O
Por tre neze vencidos 6J000

*#**-3T
SEGUIDA FEilA I DE JDLBO DE INI

.
V
Ptf uii a
Parte
X
DIARIO DE PEMAMDl
ESCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO 1)0 NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio AUxaodrino de Li-
an ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aricaty, o Sr. A. de Lomos Braga; Cear o Sr.
J. Jos de OliTeira; Maranho, o Sr. Joaquim
Marquos Rodrigues; Para, Manoel Pinheiro 4
C.J Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PQAO DO SOL
Alagdas, o Sr. Caidino Paleto Das ; Bahia,
o Sr. Jos Martina Aires ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joae Pereira Martina.
PARTIDAS DOS CORKEIOS.
CfUEMERlDES 00 MEZ DE JULHO.
Olinda todoa oa .lias as 9}{ horas de dia. I 4 Quarto crasctnte aa 8 oras o 20 min atoa da
Iguarass, Goianna, Parahyba as segundasi manha-
e aextaa-eiraa. ,_ ,
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caraar, Altinho l2 L" eheia 0, 2 mintM d "anhaa.
e Garanhna as targas-feiras. 118 Quartominguante as 2 horas e32 minutos da
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-I tarde.
n?,erircV,vD-8y"'"' FlorMl Vil'".-Be11. Boa-Vista, S6 L noT1 6 hora, 24 minutos da man.'
uuncary e Exu nasquartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, na.Barreiroa' PREAMAR DE 110JE.
Agua Preta, Pimentolras a Natal qaintas feiraa.Primeiro as 11 boraa e 42 mnalos da manha.
(Todos oa correioa partem aa 10 horas da manha Segando as 12 Moras e 6 mina los da tarde.
ARTIDA DOS VAPORES C0STB1R09.
Para e tul si Alagoaa 5 e 20; para o norte
ti a Granja 14 e 39 de aada mez.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recite: do Apipucos a 6 li2, 7, 7 1(2, 8
e.8 1|2 da ni.; de Olinda a 8 da m. e 6 da t.j de
Jaboato s 8 1|2 da m.; do Caxang e Varzta
s 7 da m.; de Btmfica s 8 da m.
Do Recite : psre o Apxfucot s 8 1|S, 4, 4 14,
4 li2, 5, 5 Ii4, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda a 7
da 00. 8 lj2 da t.; pira Jaboato s 4 da t.; para
o Caxang e Varxia 1 4 1 [2 da t.; para Bemfica
as 4 da t.
(AUDIENCIAS DOS f MJrUK A fcS DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundaa e quintas.
Relago: tergaa e aabbadoa a 10 horas.
Fazesda : quintas s 10 horaa.
Juizo de commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphios : torgas sextas a 10 horas.
Primeira rara do cirel: torgas e extaaae meio
dia.
Seganda rava do clval: qaarlase sabbados l
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
21 Segunda. S. Prxedes .; S. Claudio uj.
52 Tergs. S. Maria Magdalena; S. Maceleo m.
23 Quarta. s. Apolinario b. m. ; S. Li'Soria.
24 Quiota S Christina v.ro.; S. Francisco Solafflu
23 Sexla. S. Thiago ap.; S. Christoo mTV
26 Sabbado. Ss. Sympbronio e Olympionslj.
27 Domingo. S. Anna Mai da Mai de Deus. *
ASSIGNA-SE
no Recite, em s livraria da praga da Indepan-
deneia ns.6 8, dos proprietarlos Manoel Figael-
1 roa de Faria 4 Filho.
f A&TE 0FF1CIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
N. 31.Delegada de polica do termo de Goi-
anna, lide julho da 1SG2.Illm. Sr.Tendo
esta delegada recebido parlicipagao da subde-
legada do primeiro districto de Tejucupapo, que
na praia de Tabalinga da mesma subdelegada
naufragou um patacho de nome Sarahendrika
da nago hollaDdeza o seu capilo Jong, o qual
patacho teodo tomado carregamenlo de assucar
na ddade di Bahia, e em aua viagem tomando
tanta agua que se Tiram perdidos, procuraran)
a torra para silvarem-se, o vieram encalhar na
dita praia, pelas dez ou onze horas da noile do
tiia 11 do correte, e recebendo esta delegada
parlicipagao do dia 13, do mesmo dia flzojarcliar
para all o destacamento, e logo iodo em segui-
da a presenciar o occorrido edar as providencias
que julgissse precisas.
Hoja pela manha dirigi-me ao mesmo pata-
cho acompanhido
Ihe que pode remetter para a corte, no vapor
que se espera do norte, para o que Dcam dadas
as convenientes orden9, os recrutas de marioha,
mencionados na relago anoexa ao aeu citado
officio, com excepco do de nome Jos Luiz da
Silva, que car disposigo desta presidencia
at seganda ordem.
Dito ao mesmo. Com esle ofikio ser pre-
sentado V. S. o recruta de marioha, Antonio
Pacheco, alia) de que Ihe dt o conveniente des-
tino, depois de inspeccionado.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
V. S. lornecer ao almoxarife do hospital militar
viole e cinco atades de pioho com azelbas de
cabo de linho, constanles do podido incluso.
Dito ao director das obras militares.Haja V.
S. de, examinando oa concertos de que precisa o
quartel da compaohia fixa de cavilarla, indica-
dos pelo respectivo commandante no officio jun-
to por copia, apreseotar-me o orgamcnto das des-
pejas a fazer-se com essa obra.
Dito ao juiz de direito do Pao d'Alho.Pelo
seu officio de 15 do correte, flquei iDteirado de
pelo respectivo aubdelegado haver fallecido o individuo, que* ltimamente foi
e o destacamento, e mais pessoas do lugar, en- 1 accommettido do cholera nessa villa, e qae aa
contre o navio cheio d'agua, e a carga de que demais pessoas levemente atacadaa ae tem rea-
elle se compoe sendo de asiucar bruto em sac- tabelecido.
que
eos, caixas e barricas, quasi molhada em estado
de Dada aproveilar-se. E' deste occorrido
lenho a honra de eonimunicar V. S.
Dos guarde a V. S.Ulna. Sr. r. Carlos de
Cerqueira Pinto, diguo chefe de polica da pro-
vincia.O capitao delegado, Francisco AoIodo
de S BrreloConforme.O oQcisI serviodo
de secretario, Jos Xavier Faustino Ramos.
Conforme.O bacharel Luiz Salazar Moscoso da
Veiga Pessoa.
Dito aos agentes da Compaohia Brasileira de
piquetes vapor.Pdem Vmcs. fizer seguir
para o sul o vapor Oyapock, amanha hora in-
dicada era seu officio de hoje.
Dito ao agente fiscal do Rio-Grande do Norte.
Examine Vmc. con a possivel brevidade por que
prego se pode obter no mercado os objectos men-
cionados Das duas relages inclusas, que me se-
rao devolvidas, afim de poder satisfazer a requi-
eico do Exm. Sr. presidente do Rio-Grande do
Norte, contida em officio de 15 do correte.
i) lo ao presidente do conselho administrativo.
Compra que o conselho administrativo, tendo
em vista o incluso officio, que me aera devolvido,
do brigadeiro commandante das armas de hon-
tem datado, sob n. 1,387, me informe acerca das
faltas que se deram as compras dos medica-
mentos e mais objectos destinado* enfermara
do presidio de Fernando, e do mo acondiciona-
ment dellea.
Dito ao presidente da cmara municipal da vil-
la do Bonito.Pelo officio que me dirig'o a c-
mara municipal da v.lla do Bonito no 1 do
corrente, quei ioterado de j se achar exlinct
a epidemia do cholera-morbus que grassou nes-
sa villa.
Portarla.O presidente da provincia attenden-
do ao que expoz o Dr. chafe de polica interino
em officio d. 1,093 de 16 do corrente, resolve
mandar qae se corrija o engao, qae ae dea na
portara de 10 do corrente, declarando que o 5o
supplente do subdelegado, nomeado para a fre-
guezia da Varzea, Antonio de flollanda Caval-
canti e nao Aodr de Hollanda Cavalcanti, co-
mo por equivoco da proposta ae inscreveu na-
quella portara, e determina que ueste sentido se
expega o respectivo titulo.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-te com a proposta do Dr. chefe de policia in-
terino de 16 do corrente sob n. 1,092, resoive
nomear a Gongalo Telxeira de Garvalho para o
cargo de subdelegado da freguezia de Grvala,
termo do Bonito.
Dita.O presdante da provincia, attendendo
ao que requereu Clarindo Bezerra Cavalcanti,
capitao da segunda compaohia da secgo de re-
serva n. 8 da guarda nacional do municipio do
mezes de llceoga
para delta gozar nesta capital.
Dita.O presidenta da provincia, tendo em
vista o officio do general commandantedaa armas
n. 1288 do Io. deste mez, resolve exonerar a
Americo Nunes Corris do cargo de boticario
do presidio de Fernando e nomaar para o subs-
tituir n'aquelle emprego a Arsenio Gustavo
Borges.
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao que requerou Henriqae Jos Viaira da Silva,
resolve cooceder-lhe licenga para embarcar para
o presidio de Fernando no biate nacional Sergi-
pao os gneros constantes da relagio junta, as-
signada pelo secretario do governo, com oa pre-
gos correntes, attesladoa pelo presidente da jun-
ta de correctorea deata cidade, nao podeodo, po-
rm, effectaar o desembarque dos ditos gneros,
sem que por parte do commandante do mesmo
presidio se proceds a exame, para verificar ae ha
agurdente oa outra qualquer bebida espirituosa.
Expediente do dia 1G de unha de
186S
Officio ao Exm. presidente da provincia das
Alagoas.No caso de ainla achar-ss uesta capi-
tal o Dr. Fex Moreno Brando, que a'aqui se-
guio com d9Slino villa de Tacarat ; rogo V.
Ere. 33 sirva de ordenar Ihe, que regresse esta
capital, visto que o r. ADraho Bruno da C-
mara, quera vai elle substituir, acaba de re-
sigoar a licenga ta dous mezes que obleve do
governo imperul para tratar de seus ioteresses,
o que consta de) officio do brigadeiro coraman-
maadante das rmas datado de honlem, sob
n. 1379. /
Ditoao Exm.presidenta do Para Opporluna-
mente enviareii ao Exm. mioistro brasileiro em
Lisboa, o officto que para ter esse deslDo V.
Exc. me remetteu com o seu datado de 8 do
corrente.
Dito ao Exm. Sr. Jos Fernandea Moreira,
presidente da provincia do Piauhy Iateirado,
pelo sea officio de 13 de junho ultimo, de haver
V. Exc. nesta data prestado juramento e tomado
posse da administragao dessa provincia, cumpre-
me dizer V. Exc. que sempre me encontrar
disposlo a exacutar suas ordens, qur sejam re-
lativas) ao servigo publico, qur ao particular de
Dito ao commandante das armas.Constando
da officio do Exm. presidente da Parahiba de 7
do corrente, sob n. 4066, haver seguido para eata
ddade o individuo de nome Jes Joaquim Cor-
rea, que dra capturado naquella capital do dia
primeiro do corrente, como aaspeito de ser de-
sertor de alguns dos corpos do exercito, ou da
armada, da guarnigao desta provincia, assim o | Brejo, resolve conceder Ihe 6
communico V. Exc, para seu coohecimenlo, e
aQm de que mande proceder a re9peito as no-
cessarias averlgoages.Igual ao commandante
da tatago naval.
Dito ao mesmo. Declarando-me o Exm. Sr.
praaidento da Parahyba ter seguido para esta ei-
dade no vapor Oyapock Carlos Barboza dos San-
tos, capturado do termo de Ara daquella pro-
vincia, eque se diz ser desertor de um dos cor-
pos da guarnigao desta, assim o communico
V. Exc, para que se sirva de msndar proceder
as necessarias averiguages.
Inclusas encootrar V. Exc. ai guias do mes-
mo desertor e dos soldados do segundo batalbo
de infanlaria Manoel Gaudencio e Francisco An-
tonio dos Smtos, que vieram no mesmo vapor.
Dito ao mesmo. Para satisfazer a exigencia
do inspector da thesouraria de fazenda, contida
em officio de 15 do correte, sob o. 619, faz ae
preciso que V. Exc. informe, se assentaram pra-
ga nos corpos do exercito os .recrutas Estevao
Pereira da Silva, Jos Bezarra da Silva e Manoel
Ferreira dos Santos que vieram do termo da Es-
cada.
Dito ao presidente da relagio. Em addita-
mente ao meu offlejo de 12 do corrente, sirva-se
V. S. de interpor o sea parecer sobre a materia
do incluso officio que com aquella data, dirigi-
me o primeiro supplente do juiz municipal e de
orphos, nomeado pars o termo de Ipojwca, ul-
timan/ente creado, e j cora foro civil.
Dito ao provedor da Santa Casa de Misericor-
dia.Em viata de aua ioformagode 14 do cr-
rante, concedo a licenga qoe pede Flix Francis-
co da Paz Jnior para casar com a orpha de no-
mo com Ciara Maria das Virgens.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
AnnuiDdo ao qae solicitou o delegado do termo
de Ipojuca em officio de 14 do corrente, sob
o. 4, recommendo V. S. que mande pagar ao
boticario Jos Maria da Cruz Moreira, a quantia
de 23j>840 re., em que, segundo a conta junta,
importaram cem vidros e doze boies por elle
foroecidos para a distribuido dos medicamentos
precisos ao tratamento dos desvalidoa atacadoa
do cholera-morbus naquelle termo.Communi-
cou-se ao predito delegado.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que requereu-
me o alteres quartel-meetre do corpo de guarni-
gao desta provincia, Beroardiao Candido de Arau-
jo, recommendo V. S. a expedigo deauas or-
dena, para que, a cootar do primeiro do corren-
te mez ao ultimo de agosto do anno prximo
vindouro, se abone a prestagao mensal de 15J,
que de seu toldo pretende o mesmo alteres con-
signar nesta esptala ser entregue ao sou procu-
rador, Joaquim Rodrigues lavares de Mello.
Ditoao mesmo.Autoriso "V. S., nos termos
de sua informagio de 15 do corrente, sob n. 631,
a mandar pagar ao capitao Candido Leal Fer-
reira a quantia de 60g a que tem direito por
haver apreseotado, na qualidade de reclutador
da Ireguezia de Santo Antonio desta cidade, tres
voluolarios para o aervigo do exercito, como
se v dos papis que devolvo, coberios com o
officio do brigadeiro commandante daa armas
n. 1351 de 10 deste mez.
Dito ao mesmo.Constando de officio do bri-
gadeiro commandante das armas, datado de hon-
tem e sob d. 1381, ter deixado no da 14 do
corrente, o lugar de servente do hospital militar
o paisano Luiz Francisco Borges; assim o com-
munico V. S., para aeu conhecimento.
Diio ao inspector da thesouraria provincial.
Transmuto V.S. a inclusa conta em duplcala
afim de que, esttndo ella em termos, mande pa-
gar a Antonio Augusto Maciel, conforme solici-
tou o ebefe de policia em officio de honlem
tob n. 1,091, a quantia de 1005, proveniente d
alugue), vencido no aemestre de Janeiro a junho
desle anno, da casa que serve de cadeia no ter-
mo de Barreiros.
Dito ao mesmo. Recommendo V. S. qua,
alando em termos a inclusa conta, que me foi
remettids pelo chefe de policia, com officio de
honlem, aob n. 1090, mande pagar a Guimares
4t Olireira a quantia de 19$740 rs., em que im-
portara os objectos por elles foroecidos para o
expediente da secretaria da cisa de deleogo, no
mez de julho ultimo.
Dito ao capitao do porto.Respondo ao officio
Despachos do dia 11 de julho.
Rtqutrimtntot.
Antonio Jos PintoSatisfaga o supplicanle
a exigencia do Dr. procurador liscal escripta no
verso deste requerimeoto.
Arsenio Gustavo Borges.Passe portara no-
meando o supplicante.
Antonio Ribeiro de Araujo.Passe portara
concedendo irinta dias |de licenga com venci-
mentos, na forma da lei.
Alfezes Antonio'Aureliano Lopes Coutinho.
Passe cerlido.
Antonio Joaquim de Oliveira.Requeira a
quera competir. (
Flix Francisco da Paz Jnior.Dirija-se ao
Sr. Dr. provedor da Sinta Casa de Miseri-
cordia.
Francisco Daniel Lopes da Silva.Como re-
qier.
Frederico Cezar Barlamaqui.Como requer.
Francisco de Paula Tiburcio Ferreira;Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Henrique Augusto Milet. Di rija-se ao eoge-
nheiro director rtas obras publicas para o attender
nos termos de sua ioformaco n. 159 de 16 do
cerrenle.
Joaquim Jos de Carvalho Siqueira VarejSo.
Requeira directamente ao governo imperial.
Libania Maria da Conceigo.Nao tem lugar
por nao existir vaga.
Manoel Joaquim Xavier Ribeiro.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Manoel Pinto de Qaeiroz.IndeQrido avista da
iolnrmago.
Manoel Soares da Silva.Como requer.
ERRATA.
No expediente do governo do dia 16, onde
vem publicado um officio ao Exm. presidente ds
Parahibadiga-seofficio ao Exm. presidente
da Bahia.
edes nada teoham de exagerados, satisfactoria,
comparada com a do anno passado. Fundada-
mente se pode esperar que, como todos desoja-
mos, mediante a mais rigorosa economa qne as
cmaras e o governo se teem imposto nestes l-
timos annos, conseguiremos em curto prazo des-
embarsgar-nos dos grandes encargos que contra-
amos a bem do progresso moral e material do
paiz.
Aa rendas publicas, que do anne financeiro de
1857 1858 em diante interromperam a marcha
ascendente que traziam desde 1844 1845, pare-
cem entradas em novo periodo de crescimento a
comegar de 1860 1861, como o manifestara as
tabellas ns. 1 a 8, das (uses se tiram os segua-
les algarismos:
Receita de 1857 1858, nao
comprehendidos os depsitos 49,747:007JJl87
dem de 1858 1859, idem,
dem, idem.................. 46,919.995i"5
dem de 1859 1860, idem,
idem, idem.................. 43,807:346*450
dem de 1860 1861, idem,
idem, idem.................. 49,753:219^277
dem de 1861 1862, idem,
idem, idem.................. 51,492:0018150
As cansas deste novo aspecto que apresenlam
as rendas publicas nao podem ser objsclo de du-
vida, desde que se allende cesssgao, pelo me-
nos em parte, das que actuaram desfavoravel-
mente sobre o oosso commercio e produego no
decurso de 1857 a 1860, ao desenvolvimento na-
tural da riqueza publica em paiz novo e frtil como
o Braail, e aos recursos creados nestes ltimos
annos pela tarifa das alfandegas e reform de va-
rios impostos que cooslitaem a nossa renda in-
terna.
Durante aquello periodo de tres annos, em que
o crescimento progresivo ds despeza publica
contraslava com a diminuigo da receita, aoTro-
mos, como sabis, a repercuaso da crise com-
marcial que rebentou nos Estados-Uoidos ds Ame-
rica em 1857, e estendeu se por toda a Europa ;
a reaego devida nao s a esta causa geral, mas a
oulras especiaes e internas, qual o exceaaivo elas-
terio dado s especulages mercantis e o rigor
das estacos em algumas provinciss do imperio.
Por este lempo tambem se fizeram varias reduc-
goes nos direitos de importago, j em virtude do
tratado, que deixou de existir, celebrado com a
repblica oriental do Uruguay, j como medida
geral em 1857 e 1858.
Os quadros aposentados pela directora geral
das rendas confirmam os que foram organisados
na diredoria geral da contabilidade, salva a dille -
renga proveniente de suas datas; e de todos ellos
se depreheode que, oa consideremos o complexo
das arrecadagoes, oa desgamos contemplagio
de cada urna de suas especialidades, houve ver-
dadeiro incremento naa fontes da receita publica,
como consequencia necessaria do nosso desenvol-
vimento social, al hoje s interrompido por phe-
nomenos accidentaos e transitorios.
Tomando-se o largo periodo de qnioze annos,
de 1846 a 1861, a que se refere a tabella n. 2. ve-
so que a receita do segundo quinquennio, com-
parada com a do primeiro, apreientaum augmen-
to de 10,792:370040, ou de 38,7 01O, e a do ter-
ceiro, em relago do segundo, 9 de..........
12,764:570$631, ou de 33,003 01O.
Se da apreciarlo das rendas em geral passar-
mos de cade urna deltas, observaremos a res-
peito das duas mais importantes o seguinte :' que
os direitos de importago produziram mais 45,3
OlO, comparado o segundo dos ditos periodos com
o primeiro, e mais 23,7 OlO, feita a comparago
do terceiro com o segundo; que a renda de ex-
portago aprsenla no segundo periodo o augmen-
to de 9,9 01O, e no terceiro o de 501 OlO.
A ceasago completa do trafico, que verificou-
se de 1850 a 1851, urna causa contraria o per-
manente, que desde logo ameagou a diminuigo
do trabalbo agrcola e industrial; nao me dissi-
mulo a influencia que este acontecimento deve
ter exercido e exercer no correr do lempo sobre
a nossa produego, mas creio qae os seus effeitos
nao se fizeram anda aentir em tal grao, que a
elle se deva principalmente o decrescimento das
rends pablicas nos annos passados ; e os alga-
rismos man Testa m que a falla desee recurso, posto
que maito sensivel, nao pdde por si s obstar ao
progresso da riqueza publica.
As vias frreas, que ora tantos sacrificios nos
custam, e todos os ouiros meios do transporte e
communicago, que os poderes do estado teem
tanto a peito promover e aperfeigoar, a par de
methodos mais perfeitos em nossos trabalhos
agronmicos, e dos bracos que por meio da colo-
nisago recrutamos em nosso proprio paiz, e va-
mos altrahindo do centro das populages supera-
bundantes da Europa, asseguram-oos que nao
ilusorio o quadro de prosperidade que ora se nos
figura. A illaso seria de temer, e tornar-se-ha
urna triste realidade, se por acaso, o que nao
possivel, enfraquecesse a aegao do governo e do
poder legislativo contra as difficuldades do mo-
mento, e so por outro lado nossos coocidados
continuassem, comoootr'ora, a esperar tudo da
acgo da autoridsde publica, nao usando ds sua
propra iniciativa e recursos.
Orgamento da receita.A receita arrecadade
no exercicio de 1860 1861, nao comprehendidos
os depsitos, deduz-se aproximadamente dos le-
guiotes dados :
IKTERIGR
Relalorio do ministerio da fazenda
apresentado a assembla geral le-
gislativa na segunda sesso da deci-
ma primeira legislatura pelo minis-
tro e secretario de estado dos nego-
cios da fazenda Jos Maria da Silva
Prannos.
Augustos e dignissimossenhores representantes
da naco.Preenchido o dever que a le de 31
de outubro de 1835 prescreve ao governo, passo
a cumprir o nao menos imperioso eslabelecido
pela lei de 15 de dezembro de 1830, justificando
a proposta da receita e despeza do imperio para
o anno financeiro de 1863 1864, e expondo-Tos
em geral o estado doa negocios que correm sob a
direegao do ministerio a meu cargo.
APRECIACAO DA RECEITA E DESPEZA DE
1863 1864.
Movimento das rendas publicas.A idea que
colherais da presente expoaico, acerca do nosso
de V. S, de 11 do corrale, sob n. 84, duendo- estado aaaceiro, bem q 01 dados e aprecia-
S!S;oMSli7d,18W-,8MMrdi.........
Ela recelta excede oreada pela lei JLIM
6o?i SLfS?^8 de 1860' 149,659:6518000) em
1, o.>: 00031 dO.
exercicio de 1863 -1864, quanto se pode
actualmente prever, nao ser menos productivo
do que o actual ; porque, ae certo que a ulti-
ma colhela de caf foi abundante, a exporlago
deste genero e todas as aossas transacgdes com
oa Eitados-Unidos da America foram mala con-
trariadas do que provavelmente o sero d'aqui em
diante, alienta a marcha natural dos acontec-
mentos qae passam naquelle paiz.
Nao me demove desta ooojectura o receio da
molestia dos cafezeiros, j porque noticias fide-
dignas d ; provincias do Rio de Janeiro e de Mi-
nas G*m... fezem esperar que tal eventualidade
se nao verifique, e pelo contrario se teoha em
1863 avultida prodjiegao, j porque a elevago
do prego do caf, mais 40 0|O do qae o do anno
anterior, compensara a diHerenca de qusnti-
dade. v 4
Assim, pois, nao contando com o recurso dos
depsitos, nem com o progresso gradual que as
rendas publicas de novo apresenlam a partir de
1860, julgo que procederemos com seguranga, or-
gando a receita do futuro exercicio de 1863
1864 em 51,500:000fl000, quasi igual estimativa
mais aproximada do exercicio correte, que de
51,492:001 J>150, e na qual alias se nao compre-
hendeu o producto liquido dos depsitos.
A lei o. 316 de 21 de outubro de 1843, art. 34,
determina que a receita para o futuro exercicio
seja orgada pelo termo medio da renda dos tres
exercicios anteriores quelle em que apresen-
tada a proposta do orgamento.
Este termo medio (ttabella n. 9) dara para o
exercicio de que se trata apenas a receita de .
46.867:9149248, reeditado que esl evidentemen-
te muito quem do qae provavel. No periodo
doa tres ltimos exercicios conhecidos as cir-
cumttancias do paiz variaram sensivelmente, e
sobretu'io occorreram importantes alterages em
nossas leis fiscaes, sendo que hoje arrecadam-se
impostos que o* nao existan), oa eram regula-
dos por tarifas diversas, nos dous primeiros ter-
mos daquelle triennio legal.
Cumpre-me aqu ponderar-vos que entraram
como elementos no calculo da receita os impos-
tos addicionaes de dous por cento sobre a expor-
lago, e de dous e cinco por cenio sobre a im-
portago. A lei n. 1.114 4e27 de setembro de
1860, arl. II, autorisou a cobranga das referidas
taxas addicionaes at ao tira do corrente exerci-
cio, e ejjia aetonsago acha-se implcitamente
proro'- a para o exercicio de 186*21863 pela
resoluc n. 1.149 de 21 c>~ setembro do anoo
passado
Organ-.to da despeza ge
lentes noTlhesouro uo sar
ra conheeer-se com exar'
do exerescio de 18601
mensaesj de dez mezes
je Itjd-Grosso, e
Cran^H 1 Sul.
A^VPOi* conbecid.
de 49^B:-30jf.)51. ou, incluidos os pagamento-
de diS!. de 52.409:9155171). (tabella o. 10).
SuprJJBdo que as ditas thesourarias despeo-
dessem]*Mfs mezes cujos balangos se oo conhe-
cenj. o T n que no exercicio anterior de 1859
1860 [t. >lla n. 11), tem-se aproximadamente
para a desbeza total no ultimo exercicio a somma
de 53.138:595J>139, incluidas as retiradas de de-
psitos, as quaes importaram em 3 235:684J}928
Eite clcalo nao paisa de urna approximago,
mas pde-sa com maito fundamento asseverar
que a liquiJago definitiva nao dar para a des-
peza effecliva, propriamaite dita, de 18601861,
mais de 50.50:000}000.
D'onde se v um segundo tacto importante,
que vos ser grato recoohecer, e vem a ser, que
a renda publica resume o seu movimenlo ascen-
dente, ao passo que a despeza desee a proporges
menores, nao obstante a sua tendencia natural
para elevar-se continuamente.
De 1856 a 1860 data o grande augmento que
se deu as verbas que representara o passivo do
nosso orgamento ; augmento devido ao forte im-
pulso que receberam os melhorameotos mate-
riaes, e creagao de novos servigo, que inces-
santamente vai exigindo um paiz novo e que pro-
gride como o Brasil.
Parlindo daquella data, apreseolo-vos, em re-
sumido quadro, a demoostragao do facto que aca-
bo de assignalar (tabella n: 12) :
Desptza.
Exercicio de 1856-1857, nao
incluida a dos depsitos .
Dito de 18571858, idem .
Dito de 1858-1859, idem .
Dito de 18591860, idem
Dito de 18601861, idem
.ja
-j Rio-
.-o exercicio
21,560:3168847
Renda do pri-
meiro semes-
tre de 1860
1861
Dita do segundo
semestre e do
adicional (ta-
bella n. 6J... 28,157:837666
Os depoitos
produzrono
mesmo perio-
do a somma
, jrut de..... 3,607:8305190
A despeza com
os pagamen-
tos desta ori-
gem..........
Do que resulta
O saldo liqui-
do de........
49,718:1545513
3,235:6848928
372:1459262
A receita de
1860 1861
nio foi tanto
menor de.... 50,090:299*775
A renda arrecadada no primeiro semestre do
correle exercicio, faltando anda a de dous me-
zes da provincia das Alagoas, e nao incluidoa oa
depsitos, na importancia de 1,779:341*920 (ta-
bella n. 7), sobe a 24,018:457*025.
Duplicando-seeste algarismo, e contando que
a renda do semestre addicional e os depsitos l-
quidos sejam iguaes s parcellas correspondentes
do exercicio anterior, teremos no exercicio cor-
rente a seguinte receita :
Debro do semestre conhecido.... 48,036:914*050
Semestre addicional............. 2,646:252*848
Liquido dos depsitos............ 372:145*268
r. 51,055:312*160
uiega-se quasi ao mesmo resultado, e com
maior aproximago, estimando a receita do exer-
cicio corrente pelo processo da tabella n. 8, islo
, calculando-ae pelo termo medio da arrecada-
gao j conhecida o que dar a dos mezes restan-
tes, e lomando pars o semestre addicional a mes-
ma addigo do exercicio de 1860 1861. Segun-
do este calculo, sem contar con 01 denonios, a
40.373:963$436
51 755:656*906
52.718:580*668
52 606:145*8i9
50.500.000*000
A despeza do corrente exercicio, conhecida at
hoje no thesouro, excluida a dos depsitos
(1.536:250*568), nao excede de 25.308:348*944 ;
calculando proporcionalmente para o exercicio
inleiro, pelo melhodo seguido no calculo da re-
ceita e nico razoavel.a despeza total deste exer-
cicio, sem a dos depsitos, altiogiria apenas
somma de 47:132:101*145, e, com aquella par-
celia, de 49.819:121*296 (tabella n. 13).
Esle resultado, anda que fundado nos balangos
de um semestre, pelo menos em relago s prio-
cipaes provincias, serve s para dar-vos ama
idea aproximada da despeza que nestes ltimos
mezes se tem feilo ; idea que, seja-me licito di-
z-lo, altala os esforgos que o governo vsi em-
pregando para reduzir os gastos do estado, sem
todava fazer retrogradar o paiz, nem descuidar-
se dos grandes ioteresses naciooaes, que se pren-
dem nossa segaranga o bem entendido pro-
gresso.
A despeza, como se v e demonstra as tabel-
las dos diversos ministerios, est orgada para o
exercicio de 1863-1864 pela seguinte forma :
4.735:530*086
3 163:2148935
8T7:0O8$332
7.232:007*575
11.054:364*28*
15:754:874J365
8.211:974g061
Ministerio do imperio ,
da justiga .
de estrangeiros .
0 da marioha .
da guerra .
da fazenda (tabella
. "-14) t
a da agricultura .
E sendo a receita orgada em
51.029.053*638
51.500:00(1*000
Resulta um excedente
receita na importancia de
de
470:9468362
O producto liquido dos depsitos, que pode
estimar-se em 800 a 1.000 contes, elevara
quelle excedente somma de........
1.270:9468352 ou de 1.170:946*362, se a pruden-
cia nao aconselhasse a maior cautela no calculo
da receita, nao tanto pelo receio de que esta falte
s pravisoes do seu orgamento, como porque no
da despeza nao se contemplaran algumas caja
suppressao depende de vos, e outras que, posto
que tenham pesado sobre os cofres pblicos, co-
mo adianto exporei, nao constituem divida do es-
tado.
O estado de thesouro dir-se-hia normal, e
mesmo prospero, se outras obrigagoes nao pesas-
sem sobre elle alm das despezaa ordinarias.
Temos, porm, nao fallando em compromissos
de menor importancia, que em outro lugar men-
ciono, de pagar em Londres, no Io de Janeiro de
1864, o remanescente do emprestimo de 1843, e
de concorrer por nova operago de crdito ao de
1824, que lamben se vence n'aquella poca.
Accresce-anda a existencia de urna divida con-
tratada para aupprir o dficit de receita que se
deu Des.es ltimos annos, e que em parle ou to-
lalajeato aoi aer-S egisjds. so decurso dos dous
prximos exercicios. Ellas circunstancias, por
maior que fosse o incremento das rendss publi-
cas, deverlam impor-uos murta cautela e parci-
monia no emprego de nossos recurso, e na con-
cesso de quaesquer favorea que possan trazer
onus ao thesouro.
A amorlisagao final do emprestimo externo de
1843' importar na somma de i 362,000.
A divida exigivel que cima alludi, procede
de emprestimos pedido* ao capital disponivel da
compaohia da estrada de ferro de D. Pedro H, e
do liquido das permutas de aegoes das estradas
de ferro por apolices. Esla divida esl hoje re-
ducida a 5 033:700*547, como se v da tabella
o. 15, deduzindo-se o debito da mesma compa-
ohia ao-governo, e as entradas j realisadas por
conta das aegoes permutadas das estradas de fer-
ro de Pernambuco e da Baln.
Computada a recelta de 1863-1864 com sufi-
ciente margem de precaugo, e nao seodo de re-
cejar menos fivoravel resultado durante o exer-
cicio correte,, j to avangado, e o de 1862
1863, a respeito do qual, ae hi appreheoses, ha
tambem annunciosfavoraveis, espero que pode-
remos fazer face quelles empeohos urgente
com o produelo das reodas publicas, e sem avul-
tada emisso de bilhetes do thesouro.
Hma flscalisago mais activa e severa pode aug-
mentar os nossos recursos ordinarios, e a econo-
ma as despezas publicas os far avulltr anda
mais. As letras do thesouro que hoje existem oa
circulaco nao representan dficit, sao apenas
anticipaglo pe renda, e, pois, a emissao de cinco
a seis, mil contos nos mesmos ttulos, se este
meio toroar-se indispensavel, para solver as refe-
ridas obrigaedes prximas a vencer-se, nao trar
embaragos futuros, tendo qua aioda neste hypo-
Ihese poder o exercicio de 18641865 usar do
mesmo expediente. O estado actual de nossa cri-
culago monetaria comportara sem iocoovenienle
algum a emisso de oito a dez mil contos da bi-
lhetes do thesouro, que alias pela maior parle
conservam-se sempre inactivos, seDdo procurados
para mais segura collocagao de capitaes dispo-
niveis.
Desapprovado este recorso, Do sendo pratica-
vel urna reduego sbita de cinco a seis mil con-
tos nos servigos pblicos, teriamos de crear nessa
escala novos impostos, ou estender e elevar al-
guns dos actuaes
Nao parece ao governo prudente qae se lance
mo de taes medidas, quando sua necessidade nao
se mostrs indeclinavel, e dado esperar que por
rauitos meios meos custosos populago conse-
guir o thesouro satisfazer a todos os seus em-
penhos.
Ea hyholhese, que Do jn'ig^TlriaisproTOveV,
deque fossem iMBfMfJtTies as rendas ordioarias
"o uso do crdito do thesouro, o gover-
. autorissgo que Ibe foi conferida
a tarifa das alfandegas, pela lei d. 369
. etemr.ro de 1845, arl. 29 e lei n. 514 de
je outubro de 1848, art. 46, porogada pelas
leis de orgamento posteriores, o recurso mais
prompto e eflicaz, ao mesmo lempo que mais
suave para oscontribuinles.de elevaras sommas
das contribuiges publicas. Nao usara, porm,
desta faculdade, que vossa prevideote sabedoiia
coaflou administragao publica, sem que a ob-
servsgo'dos fados do prximo exercicio o ron-
vencesse d que era islo indispensavel.
Orgamenro do ministerio da fazenda.O orga-
mento do mioisterio da fazenda, concernenteao
exercicio de 18631864, aprsenla urna grande
diferenga para mais, eomparado com a tolalida-
de dos crditos votados para o exercicio de 1861
1862, ou com os pedidos e j approvados pela
cmara doa senhores deputados para o de 1862
1863. Vou cumprir o dever de dar-vos a expli-
cugo deste fado.
O augmento de 187.-586JJ921, que apparece na
somma pedida para o servigo da divida externa,
procede da despeza prevista pela diferenga en-
tre o cambio par de 27, por que teem sido sem-
pre votados os fundos para eale ramo de servigo,
e o medio de 25 5/8 das remessaa feitas para
Londres de julho do anno passado at hoje.
Fiz incluir esla quantia no orgamento, tinto
para quo se avalie a verdadeira despezs que na de
custar ao ealado o mesmo servigo, se por ven-
tura o cambio conservar-se abaixo do par, no
exercicio a que respeita o dito orgamento, como
afim de evilar, caanlo for possivel, a abertura
de crditos supplemenlares.
O excesso de 713:9965000 que aprsenla o cr-
dito pedido parajuroa da divida interna fualada,
comparado com o votado para igual servigo no
exercicio de 18611862. resulta : 1; de 584:9768,
juro de 6 0/0 de 9.749.600^000 de apolices dadas
pela permuta de aegoes das estradas de ferro ;
2 de 129:000$ correspondentes ao mesmo juro
de2,150 apolices, das quses melado j foi entre-
gue ao banco do Brasil, e a outra meado e ser
at junho prximo futuro, oa forma do contrato
celebrado com esse estabelecimento, para o res-
gate, por conta do estado, de 2,000 cootos de
papel moeda, nos termos da lei de 5 de julho e
decreto de 31 de agosto de 1853; e 3, final-
mente, de 20*000 correspondentes ao juro de urna
apohee de 400*000, dada em pagamento de divi-
da aotiga.
Releva, porm, notar que a sobredita quantia
de 584:976*000 nao representa um verdadeiro
7UngmeDl de despeza publica, porque o juro de
7 0/0 que o estado percebe palas aegoes das es-
Iradas de ferro, de que possuidor, compensa
em graode parte esse eccrescimo de despeza. O
referido juroimporta actualmente em501:698*811.
Na verba ccaixa de amorlisagao ha um aug-
mento de 10:3208000, apesar de ter-se suppri-
mido a quantia de 2:760*000, em que importam
os vencimentos de dous lugares que, por desne-
ceisarios, nao teem sido prvidos, e podem ser
abolidos, umde trocador, e outro de cobrador do
bilhetes da alfandega.
Foi ahi consignada a quantia de 12:000g000
para a despeza com assigoaturas de notas, por-
que a este servigo ninguera qaer presiar-se gra-
tuitamente, e oo convm exigi-lo sob tal con-
digo. Nao porm, despeza nova ; por essa
forma (em sido feita a assigoatara daa notss do
thesouro desde o exercicio de 18591860.
O crdito pedido para a verba pensionistas e
aposentados comparado com o votado para o
exercicio correte de 18611862, mostra a dif-
ferenga, para mais, de 18:888*000, e com o pe-
dido de 1862-1863, a de 69:055*000.
A primeira diferenga procede de que as novas
peoies de inaclividade, de diversas especies,
concedidas no decurso do exercicio de 1862
1863, excederam nessa quantia i que se elimi-
inrara por fallecimento dos pensionistas e outras
raies.
Pelo que respeita ao excesso de 69.055S0O0,
do actual projecto de lei de orgamento, sobre o
pedido para 18621863, resulta de daas causas:
Ia, novas penses, aposentaporias, jubilages e
reformas, cuja importancia excede em23 289J566
s que deixaram de ser pagas pelos mesmos mo-
tivos cima referidos;2,a despeza de 45:765*434
que corresponde s penses de inaclividade que
as thesourarias esto pagando actualmente em
virtude de liquidago provisoria, que a legielago
vigente asautorisa a fazer, do lempo de serviga
dos empregados civis aposentados ou jubilados,
e dos militares reformados, antea mesmo da ex-
pedigo do titulo definitivo pelo thesouro.
Parecou-me conveniente' por termo pratica
de s contemplar 00 crdito pedido para a so-
bredita verba os pensionistas que ji teem as-
aenlamento no thesouro, assenlamenlo que nao
lhas aberto aeoo vista do masm titulo de-
finitivo. Com esla ionovago foi meu intenta,
nao s pedir os fundos correspondentes des-
peza effecliva que presentemente casta o refe-
I rido. servigo, mas]lambom evilar a abertura de
Uredito supplem.wBia.-r para esta rubrica, como
todos os aonos acontece, ou pelo menos dimi-
nuir a imporiaocia delle, se forem concedidas
novas penses d. ioactividaie que exeedsm i
diminuigo resultante aa causas acias ex-
postar.
A sotam pedida para a verba a eslagoea da
arrecada-go t> a raeama calculada para o exer-
cicio de 1862-1863. O kihho que ella apr-
senla, coaparado com o crdito votado pira o
exercicio corrente de 1961186?, j vos foi ex-
plicado no relalorio aolerior; provena das refor-
mas por quo pasaaram as alfaodogas e outras re-
partigoes fiscaes, e da maior quoia de porcenta-
geDs pelo previsto augmeoto de receita.
Para as despezas era que po-lem importaras
aiudas de cueto a empregados de fazeoia, que
sao rertovilos de urnas para outras provlociae,
ou de individuos pela primeira vez BDmeados, a
das graUicacoes conceiidas pelo ministerio da
fazenda, talvez fosse sulEciente o crdito de qua-
renla coulos de res; laclui, porm, ni verba re s
pectiva miis vinto cont de ris, tendo em vista
a despeza que paga por abi com o servigo da
lomada de coalas fra das horas do expediente
ordinario do theiouro e thesourariis de fazeoda,
servigo aulorisado por lei e de carcter perma-
nente, porque sem elle a tomada do contas nao
sahiria to cedo do atrazo em que cahio.
A existencia de avultadoi saldos quasi dispen-
sou Qteirameate, de dezembro de 1856 ao fim do
auno financeiro de 18591863, a emisso de bi-
lhetes do thesouro; este recurso, porm, sem-
pre autorisado pela lei do orgamento, toroa-se
indispensavel, ou mais necessuio, quando os
exercicios se encerrara sem deixarera sobras, co-
mo tem acontecido deide o de 18591860, em
que j manifestou-se algum delcii. Eatao a
emisso da bilhetes do thesouro urna necessi-
dade, ou sjji someaiecom aoieeipago de renda,
ou seja tambem pira supprir a deficiencia da re-
coila.
Desde o eiTcicio de 18601861 a somma do*
bilhetes s transitoriamente baixou de 4,01)0 coa-
tos. A que hoje existe em circulago de......
4,308:500*, o seus juros, ua razo de 8 por cento,
importam em 344:680*.
Todava o crdito volado e pedido para esta
depeza, e as mais que correm pela respectiva ru-
brica, nos exercicios de 18611852 e de 1862
foi someote de 100:0005000, quaudo alias
se pode presumir que as ditia despezas alcaoga-
ro a 400:000*000 do exercicio de 18631864, e
nao ser muilo inferior nos dous exercicios ante-
riores.
Pelas razes, pois, cima exposlas, contemplei
mesma.rubrica com a referida qusntivde......
400:000*000 plHaMbSjtt SMS mais 100:0009 a
outra juros dos emprestimos dos cofres dos
orphaos, para a qual tem sido sempre votado o
creduo de 200:000*000. entretanto que a sua des-
peza effecliva regula aonualmente pouco mais ou
menos por 300:000000.
0 quedeixo exposto explica a diflerenga para
mais que aprsenla a despeza proposta pelo mi-
oisterio a meu cargo para exeicicio de 1863
1864; e prove : |* que parte do augmento 6
nominal ; 2\ que outra parte delle procede de
contemplarem-se no projacto de lei despezas
qne1 effectvamente se esto fazendo, com o fim
de dar mais preciso coohecimeoto ao poder le-
gislativo e ao paiz da todos os servigos previstos
e conhecidos que correm pelo mesmo ministe-
rio, e de se evitar, al onde for possivel, a aber-
tura de crditos supplemenlares ; sendo muito
pequeo comparativamente o augmento resul-
tante de despezas verdadeiramente novas; 3*. fi-
nalmente, que a despeza do mesmo ministerio,
pode sinda diminuir consideravelmente, se por
ventura a renda publica exceder a somma em
que est orgada, ou o cambio sobre Londres che-
gara ao par.
Na tabella a. 14, cima citada, bem como as
diversas tabellas explicativas do orcamenlo do
referido ministerio, encontram-se a*s demons-
tragoes dos augmentos que que acabo do notar,
e das outras alterages que. se dio ni despeza
do mesmo orgamento para 18631864, compa-
rada com a decretada para o exercicio de 1861
1802 pela lei de 27 de setembro de 1860 n. 1,114,
e com a que fora pedida e j approvada pela ca-
ma" dos senhores deputados para o exercicio da
18621863,
Todos os servigos a cargo do mioisterio da fa-
zenda, j conhecidos, e que podiam ser previstos,
estao comprehendidos no orgamento para o exer-
cicio de 1863-1864, avallados pela despeza ef-
fecliva que tem cusiado em exercicios anteriores,
com excepgo dos segainles :
1 Pagamento de dividas dos exercicios fin-
dos, que pode estimar-se eu 200:0003000, e qae
em grande parle satisfeit com o que deixa de
pagar-se no exercicio corrente.
2*. O resgate do papel moeda, fixido em......
2,000:0008000 aonuaes, que o thesouro esl obri-
gado a entregar ao banco do Brasil, nos lermos
da le_ de 5de julho e decreto de 31 de agosto
de 1853. Esla despeza, porm, nao tena lugar,
se, como parece ao governo conveniente, e o
banco moatra-se disposto a aceitar, autorisasseis
a suspenso do dito resgate no exercicio prxi-
mo, e naquelle a que refere a prseme proposta
de orgamento.
3". Os juros das apolices que se emittirem no
exercicio de 18621863 e no seguinte, para pa-
gamento de 624:0005000 das presas da guerra da
independencia do Rio da Prata, e da quaolia de
775:090*708 das reclamges hespaoholes, se au-
lonsardes que estes pagamentos sejam feitos me-
diante emisso daquellos ttulos.
4. A importancia das chamadas que por ven-
tara possam tazar as companbias da estrada de
ferro, que por conta das aeges de que o gover-
no possuidor, despeza ioteiramenle eventual.
5a. E, finalmente, os seguintes ilens, de qua
mais abaixo tralarei, a saber : a importancia da
garanta, addicional de 2 por cento que o the-
souro tem adiaotado at hoje s companhias das
estradas de ferro da Bahia e de Pernambuco, por
conta das respectivas provincias ; e doi 7 por
cento despendidos do mesmo modo com o servi-
go do emprestimo de 6,000:000*000 contrabido
para a companhiauuio e iadustria,se ala-
da, no exercicio de que ae trata, esla empreza o
as ditas provincias nao silistizerem aos compro-
missos que cuntrahiram para com o governo, a
com os quaes se tem bsseado os clculos do the-
souro a respeito de taes despezas.
Eis aqu a razo por que oo foram contem-
plados, do projecto de lei de orgamento para
18631864, os adiantamenlos que o thesouro
laz s compsnhiasunio e industriae das es-
tradas de ferro de Pernambuco e da Bahia.
Pelos contratos celebrados com as companhias
emprezarias das estradas de ferro da Bahia a
Pernambuco, obrigou-se o governo a adiaatar
em Londres as sommas precisas para o paga-
mento da garanta addicinal de 2 por cenio, com
que as mesmas provincias augmentaram a-tle S
por cento concedida por lei geral, devenaoaer a
thesouro pontualmente iodemoisado das referi-
das quolas addicionaes.
Pelo contrato celebrado entre o thesouro e a
director residente da compaohia-uoio e indus-
tria, approvado pela decreto de 16 de novembro
de 1859, para execugo da lei de 20 de setembro
do mesmo aono a. 1,045, que autorisou o go-
verno a cooirahir um emprestimo de 6,000:000*
em favor da mesma compaohia, coa estipulado
que o governo fsria todas as despezas com o ser-
vigo desle emprestimo, obdgaado-se a compa-
nhia a entrar para o thesour com a importan-
cia deltas nos devides prntis, para indemoisa
gao do estado, eucontrjnJo-s nesle pagamento
o valor da garanta je juro de 2 por cenlo a qua
o governo geral6 obligado.
Se as provincias da Babia e Pernambuco e a
^oapaahuv.aiao a industriativessem cua-
:'



/
J
MUTILADO
>?" a.


V

S *
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DIARIO DE FIENAMBCO. *- SEGUNDA Wi&k SI DB JLHO DE lftfit.
prido tridamente 01 compromis;o.' tajlemnea
5[ue contrahiram, ai iltipassa que 4hssoro tem
sito anouslmenie, raduiic-e-mau a urji >m-
pies ediaotamenlo de fundos.
Nu lem, pureas, atslm acontecido, porque t
Hoje oao foi aiodt o me* ni o theaouro ioemnl-
eaao dasdespezasfeitas por cela das reffidas
mprezas, cora excepto uaicameele dea 2 por
eoto giranttdoa pelo goveroo geral i cumpaoMe
ubiao e laduitru. o* quaaee, na forma dea
stipulafdec. do contrata cima citado, foian
retidos a applicadog ao aeu destino |g,i.
A tabellas que juolo a este relaVin. aob ds.
i I*181 dea,n<" : 1, < saneen* m-
*al, alm dai decretada* m; leis de ornamento,
que o theaouro tem ido toreado a despender
Offi o pagamento da ^aranlta addiciooal da 2
porceuto a cooipaobiaa da* ealradaa de ferro
da itehia e Perti.rubuco, a cora o lerdeo do em-
pres.imo de 0,000.000*000 contratados em Loo-
flree ta/a a cempauhi*uoiu a industria ;
"?I"* o total de* JC 0.860 ou a 510:9779777. pelo cambio par
-87 ; 3o, qu de.peza asaim feila al 31 da
cazerokro ultimo impela a soturna de........
7l6:966|052.
felo decreto de 11 de feverelro de 1858, o.
~,10l, do qnai foram estipuladas aa coadices
para a rethaacao do emprealimo de 3b 1,425,000
em favor da eilrada de ferro de D. Pedro 11, ti-
co* a cargo do tbetouro faier face, por coa-
la da eompatihie, as desperes cum oservico do
mpreatimo, parecer por ella dapuis indamnisa-
tlo : este servico cuata animalmente cerca de t
,99 334 ou 882:968*800, pelo cambio par de 27 ;
* o theaouro tem despendido al dezemDro
patsado a somma de 3,282.2259197, que deve
ser eucootrada oo pagamento do emrreatimca
feitos pela meama compaubia ao Ibeaouro.
Tratare parlicularaieote deste ultimo objeclo,
quarillo cecinarme da divida tluctuakte.
Juolo a tabella o. 19 pela qual ae conhecem
c* saldos do exercicio de 18611862, exi.lentea
oa caixa central do thesoaro, as parciaes das
theiouranaa de faieoda e em Londres, uas da-
tsa mencionadas ua metma tabelle. O saldo em
Londres at ao lim de agelo proiuno faluro su-
tura, pelo que ora se cunhece, a 6 177,000.
[Continuar se Aa).
des.
P
HLVISTA QlrMa.A.
Por tarara-se dado alguoi engaos no que dis-
temos sabbado ullimo acerca das oomeacoe* pa-
-fa Caixa Filial desta pre-viocia,corre-nos o de
w de rectifica-los por melu do seguinte restabe-
Jecimeoto do exacto.
O Sr. Luix de Moraes Gomes Ferreira, que
applente a ao director, nao foi exonrra !o ; e o
Sr. J >e Teixeira Bto, nao fzia parte da dir-
P>. sendo o seu numc loma !o pelo do Sr. Jote
Amonio Batios n'aqeeila noticia.
Relab enlo que os novarnerile oomeadoa aceiiem o
lugares, a direccu ca composla em seu oessoal
esta forma :
Presidente
Ysctnde de Suaauana.
" Vice-presidente
* Bario de Muribeca.
Secreltrio
Francisco Joao de Barroa.
Directores.
Joa Jernimo Monleiro.
Francisco Joao de Barros.
* Joa Joao de Amorim.
* Pedro Van Schosten.
* Henrique Gibson.
Os aslerislicos que precedem os nomes, iodi-
cam osrecenlemente Doeados.
O Sr. admislrador do correio dando provi-
dencia sobre a reclanuco eontiia nesta tteviila
_ co Otario de 3 do correle, mandou ouvir a
Vjgenffl-tf rc:xeo_do_Rjo jlaimSl.-iotnT-qie'
oella se ailegava ; e o agente respeclivo com do-
cumentos das autoridades e des pessoaa mats no-
Aaseia o'alli deffende-se do extravio qoe lbe
Uribuido pelo Sr. major Leandro Santiago.
Com taea attestados prova o raesmo agente rer
regular o servido tea cargo ; e acrescenia que
ce alguma sutnlr*;o se lem dado em Diarios
to referido Sr. major, ser ella devida a nao ha-
ver um meio uniforme de entrega d'elles ; por
queuio ero eilafetaa para lato, < morando o mes
no senhor fora da cilade, sao ella entregues ora
* portadores, ora a correspondentes delie para a
remessa, de modo que nao lhe pode ser lanzado a
oDta o extravio originado d'ahi.
Agradceme* a attenco do Sr. administrador
m curar de providenciar prompiamenta sobre a
precipitada reclainiQo ; e d'ella ca claro a
quem possa caber a censura n'ella implcita.
Por acto administrativo de 16 do correle
-'i exautorado do posto de alferes da Ia compa-
afaia do 2* batalhao de iofantaria da guarda na-
cional deste municipio o Sr. Jos Cipriano Au-
tuces. Kii resolucao sendo lomada sobre pro-
posla do coromando auperior respectivo, aaseala
sa disposi<;o do g 2 do art. 65 da lei de 19 de
seterxbro de 1850, o. 602, em que se acha com-
prehenaido o exautorado.
A quarlasesro juJiciaria dojury deste ter-
mo est convocada para o dia 4 do mei que en-
tra ; e no sabhado houve lugar o competente sor-
leio dos respectivos junas de fado, que devem
comp-la.
Esta sestao tem de (uoccionar sob a presiden-
cia do juix de direito da segn la vara, o Sr. Dr.
Manuel Jos da Silva Neiva.
Por portara de 17 do correte foi corregido
o engano.de nome dado na pessoa nomeada pa-
ra 5* supplente do subdelegado da Vanea, visto
*er Antonio e cao Andr de Hollaoda Cavalcanli
O numeido.
Foi comeado subdelegado da freguezia de
Craval o Sr. capito Gaoijalo Teixeira de Car-
aaLho.
Tusos all bem considerada, dispondo de legi-
tima iufluencia poraua pusirao social e de fortu-
na, e alm disto ornado de um carcter siaudo e
otegro, a escolba nao podia recahir em um ci-
sjado mais recommeadavel, e que melhor satis-
faga a sxpectativa do goveroo, que o cooslituio
aeu delegado naquella ponto.
Em consequencia de ter sido exonerado de
kocMi do presidio de Fernanda de Noronha o
Sr. Americo Nuues Corris, foi para o mesmo
Ngir noaeado o Sr. Arsenio Gustavo Borges.
Do Ouricury temos as seguiotes noticias :
Morreu no dia 27 o secretario da cmara mu-
nicipal deesa cidade, o Sr. Manoel Ferreira Ac-
cioli, deixando muitas saudades aos borneas bons
do Ouricury: era urna alma bella, mas cortado
oi crdulo de mais... e a aao achar o Dr Buar-
que, ha muilo teria sucumbido por falta de
trato.
0 cholera aproxima -se na cidade do Crato,
com cujd termo confia o desta villa, vsl ceifaodo
pobre bumaoi'Jade, ese infelizmente elle aqu
ier, de triaos dadas com a febre que aqu gr*?a,
ieremos horrorea sobre horrores Falta medico,
remedios e diuhetro, nem ao meo*oa ha aoode se
tQam eoterrameotos dos corpos, por falta de ce-
xciterio, nao bavendo na pequea igreja maia lu-
gar de inlernmento ; porque a febre tem manda
lo para a sepultura baataotes victimrS. Somos
aun rebanho sem pastor, e e guiado pela poli-
ca, que tambero quaado nao mata, de peni.
c Por fallar em dinheiro, lembra-me dizer, se
j o nao Qz, que o collector oeu um paxo, depois
ta) ter ofScialmente asseverado ter-se concluido
9 dinheiro, foi revolver as canastras e l depa-
rou com uus quatro centos bagos. Maravilhb
asa canastras, eu as iavejo.
O cspitao Rosado tem estado bastante infer-
no de sezes e fabre, e posto tenha desappareci-
o a molestia flcou reduzido a um eatado tal de
batimento que ainda corra perigo de vida.
Os viverea o triplicando de precios e com
eicssse oo mercado s nao falta urna gros-
a neblina que diariamente nos rgela da (rio.
c A, botica das febresest a concluir -se.e a do
cholera nao chegar para meia dazia de familias
ta villa.
Em ofScio de 12 de junho prximo psas-
elo agora recebido participou o delegado de poli-
ca do termo de Garantaos que o criminoso de
nnrte Andr Jos das Neves, qae cooslava achar-
as azilado oo engenhoPedra Tapada foi pre-
ao naquelle termo no dia 10 do dito nsez, e se
acha reclbido a respectiva cadeia.
No termo de Papacara, segundo participa
O respectivo delegado, foi preso e remettido para
\ acaJeia de Garaoouns o crimiaoso Pedro de A-
'tre.u e Silva, pronunciado desde 1859 por crime
ale -7 Ns rr*'" e Salgueiro do termo de Ca-
brob, fui preso *m flagrante oo dia 31 da maio
ultimo, polo respectivo ubdelegado, o iodividao
C nome Adelo de Souzi Vieira, por ter dado
nmas facadla em Manoel Firmi.io doBomQm. O
criminoso est j proceitado e ni rer remattido
! cadeia de OBrieury.
No dia 25 dejsaip W'.mo, a tarro o
feaa*tasj*Mrt)aWajeo& assatastado cons um ti-
ro de hacamaris por seo proprio lrmao Jos da
Almeida Ciliado, o infeliz Francisco Jacinto de
Aimeida Gallado no lugar Barro, distante cinco
leguaa da vula, evadindo-ie o criminoso logo qae
perpulou o ctime, nao obataole loe o delegado
de plida eampregda todas as diligencias para o
o capturar.
Can a negada do vssaar Paran (ivern os
orticos da barra a saludW d sjsaasaao da aags-
neot de naa eatiaenatea- vaocidos, diaaado a
eompaahia at-asilaira de Baaruetas vaaar, que
nio s rao patfava aseu aatto, cme qaadiaven-
sav a'aqui por diante oa servi;osJn praticagem,
que paaaaria a ser feila por pessoaaVt*.
Os arligoa 58 e 59 do raguiamento da pratlca-
gem determinan) qu* s oa praticos da barra, ha-
bilitados por um titulo que Ibeadi a capitana e
que vitalicio, podern trszer ao porto e levar pa-
ra fia delle todas as embarca^oea que vieren
quer para o commercio, quer para condaco de
passageiros.
D'aqui oioguem concluir, menos que quelra
torcer todos oa principios de inurpretaejio, que
praticos da costa, islo ho neos qae s prestaram
exame da uavegago e daa rostas de Peroambuco
ao Para, possam cooduzir, sem cmplala infrac-
cao desaes artigos os vaporea deasa companhia.
0 conaelho de estsdo decidlo que a companhia
devia pagar, e a eata diz qae nao o faz I Que co-
me se poder dar esse molo de proceder?
Sabbado o vepor Paran, apeoae amanbeceu
comecoa a preprrar-ae e logo depois de ooze ho-
ras fui collocar se oa bocea da barra, e nao aclis-
feito ainda com eisa poiiQo, levantoa ancora e
foi para o iMiiaro para l receber passageiros, ba-
gagens e malas, com grande prejoizo da eompa-
nbia e perigo dos passageiros, s para evitar o
pagamento de 35$000 pratiesgem, pelo servido
de su sabida! E', na verdade, bem ridiculo
laso I?
0 Sr. capito do porto, cujas meneiras desun-
as lhe lem sempre agenciado r.ffei(:oadof, e que
nao pacla com asinfraecas de leis de cuja exe-
cuco elle o guarda, nao asbedor desaea abu-
sos, e recorremos ua autoridade, para que ces-
se esse meoosprezo que se quer dar briosa cor-
poragaodos pralicos da barra.
A companhia ;up;de-se aulorisada a desprezar
lea, regulamenloa e quanta orden h; e porisao
necessila encontrar urna bice seus desmando,
como, eatanios certoa, encontrara no mui digno
Sr. capito do porto, por dermis conhecido por
sua ioleireza e recti Jao.
A caixa elevou seus discontes a 11 por cen-
to ao armo, pelas letras de quatro mezes, come-
canlo de hoje, sacca sobre o Rio de Janeiro ao
par.
Repartido oa polica.(Extracto das par-
tes do da 19 Je jalho).
Foram recolhidos casa de detengo no dia 18
do correte :
A' orden do Mrn. Sr. Dr. chefe de polica,
Manoel Jos do Nascimento, crioulo. de 36 an-
uos de id.tde, dalo agricultura, por crinre de
furto de Civallos.
A' ordem do subieleido do Rertfe, Agos-
tinbo Manoel do Nascimeota, lambem crioulo,
de 58 anuos, gaahador, por insultos qae dirigi
um inspector de quartero, e o africano Ma-
noel, de 50 annos, escrevo de Guilherme Augus-
to Ricardo, i requisifo deale.
A' ordan do subdelegado do Santo Antonio,
Jos MenJes da Silva, pardo, de 19 annos, cria-
do, por briga, e o africano Jlo, de 60 snnos. es-
cravo de Antonio Mnn, pur ser encontrado de-
pois do loque da recolher.
A' ordem do subdelegado da Boa-Vista, a-
miao Lopes Pereira Gulmaraes, branco de 21 an
nos.^ peJreiro. por espancamento.
A' orJem do da Varzea, Thomaz Antonio, par-
do, de 35 anuo*, sspileiro, por furto de ca-
vallo.
O chefe da segunda saccio,
/. G. de Uesquita.
Passageiros do hiale brasileiro Camaragib,
viudo jdeJPjeajsdoj Hara Joaquina de Jess.
Joaquina Mara doT^aHLjo, Alexaodrino Corema
e Jesulno M. Borges. *- >
Pssgeiro da barca franceza '
la. sabido para o Havre :Joao Ban
vslho.
Passsgeiros do vapor oaciooal Perno,.,
sabido para llaeeio :-Antonio Nobre de Almei-
da, Joaquim Bento, Francisco lainazo, Vicente
Policio. Francisco Ayrea Sescesnanda de Moraea,
Joao Baptisla dos Santos Lobo, Antonio Joa
Martlns, D. Fraucelina da Silva Leal, D. Eduvi-
ges Maria da Coaceigo, P. Casemiro da Silva Ma-
chado, Francisco Leal Gomes, t 2* cadete do 7*
batalhao, e 1 escravo do Dr. Antonio Joaquim
Duarque de Nazareth.
Passageiros do vapor Paran, sahiio para
os portos do norte :Jean W. Graf, J. Real, Jos
A. Fernaodes, Joo Rodrigues Chaves, L. Seve-
rino, Jos J. Dtaa de S. Francisco M. de S. Dias.
Jos Jaouario A. Joaquim da S. Coelho, Vicente
A. Magalhes, Jos Soares da Costa, L. Bernardo
dos Santos Rocha. Luii Martnho, capito Ray-
mundo Gon;alves de Abreu e I pra;a, M. Noral,
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina, Alexaudr*
Jos da Silva Marques, Jos Francisco M. de Al-
meida.
Passageiros do vapor Oyvpock, sahido para
os porto do sul : Alferes Raymundo Augusto
D Martins, sua seohora e 3 Blhs, Carmelo La-
briola, Mariauo Negre de Rafacto, Ling Negre
de Rafacto, Joao Antonio de Faria e sua senhora,
Joaquim Jos de Sanl'Anna e sua aenhora, Joa-
quim Ignacio de Carvalno Mendonca, Jos Igna-
cio dos Saotos Coelho, africanos li-res Poliioro
Duarte Guimarea e Joaquim da Maia, Jos Pinto,
Ellas Vieira de Mello, Manoel Raposo dos San-
io, Francisco da Silva Santos, E-nilio Barlholo
meo da Costa, Gathirina, prela livre, Autonio
Muniz Sodr do Argau e 1 escravo, Manoel Coe-
lho Cintra, Francisco Jos Augueto Ferreira, D.
Emilia Carlota S Viaons, Manoel Barbosa Alves
Ferreira, Johnnes Baulbemene, Jos T. de M.,
Silvino G. de Barros e 1 escravo, Sebsatigo Pi-
nbeiro Lobato, Manoel Jos Pereira. 6 recrutaa
para o exercito, Duarte Jos de Miranda, Agosli-
oho Jos da Costa, Jos Joaquim da Silva Bastos
e 1 escravo, Joo Jos de Carvalho Moraes, Eu-
genio Maria da Coala Paiva, Augusto Joa Pache-
co, Augusto Muniz Machado, Hanoal Bastos A.
Lima e 1 escravo, Dr. Lourenco B. C. da Cunta,
Jos Firmioo Machado e 19 escravos a entregar.
Matadouro publico :
Mataram-se para o consumo desta cidade no
dia 19 de junho 98 rezes.
Obituario do oa 19 de julho, no cemite-
rio publico :
Roque, Airica, 35 annos solteiro, escravo, S.
Jos ; variolar.
Pompeo, Peroambuco, 2 annos, escravo, Recite ;
varilas.
Augusto, Peroambuco, 2 mezes, escravo, Boa-
Vista ; dentiQo.
Antonio MarcelinoMuoix, Peroambuco, 76 an-
nos, solteiro, S. Jos ; hernis.
Clara Francisca do Reg S, Peroambuco 45 an-
oos cafada, 5. Antonio ; coogaito pulmonar.
chronicTjdicaria.
Tribunal da Relaco.
SESSAO EM 19 DE JLHO*DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO ERHKL1N0
DB LEO.
A*s 10horas da manhla, presentes os senhores
desembargadores, Caetaoo Santiago, Gitirans,
Lourenco Santiago,-Peretti, Accioli e cbfla Ca-
valcanli, faltando os Srs. desembargadores Sil -
veira, e Guerra, procarador da coros, abrise
a sesso.
Passados os feitos, e entregues os distribuidos
deram-se os seguiotes
JULGAHENTOS.
i4ograoo de petico
Aggravante, Mathias de Azevedo Villarouco;
aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Caetano San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Acciolt,
e Ucha Cavalcaoti.
Negou-se provimento.
Aggravante, Jos Faustino de Lemos ; aggra-
vado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Lourenco
Sanliago.e Peretti.
Negou-se provimento.
Aggravante, Manoel Pereira Caldas: agrava-
do, o juiza.
Relator o Sr. desembargador Accioli.
Sorteados, os Srs. desembargadores Ucha Ca-
valcanli, e Silveire.
Den-se provimento.
Aggravante, Jos Maria de Alencar ; aggrava-
do, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Ucha Caval-
caoti.
Sorteados, os Srs. desembargadores Silveira,
Gitirin,
Neg
ese ptpvinjnto. "
.. Jjfafias-corpas.
Concederam orden de habeat-corpua pedida
por Jos Pereira Lieate, Jos Gabriel de Soura
e Valeriano Franaiseo daa Chaga, Par o dia 22
do corrate, ouvidas aa compateates auiori-
dedes.
Foi fceauacianvao sattgo 139 da aadigo, u bat-
era re Joaquira Jos-Ce Olivewa Aedrad, juka
municipal da NaastniB, par denunata de Jais Cae
valesast] de AlbuajaarojsaMello.
tnaasHaga dc du
Aaaignou-se dfa psaa jalgaonnto das i
guales
Appella5ts crimti.
AppellatHe, o jaita ; appethrdw, Jtw- Dernar-
dmo Ribeiro.
Appellaiite, Luir Moreira dos Santos ; appella-
do, Manuel Therooteo de Moraes.
?ppeilante, o promotor ; appellado, Joao Jos
de Santa Anas.
Appellaote, o juizo; appellado, Manoel do
Nascimento Bicodoce.
DISTRIBUICAO.
Ao Sr. desembargador Caetaoo Santiago :
Appellagao crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Benedicto,
escravo.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Appellarao crime.
Appellaote, o juizo ; appellado, Alexaodrino
Alves de Olireira.
Recurso crime.
RecorrenU-, o juizo ; recorrido, Melchiades da
Costa Barros.
Ao Sr. desembargador Peretti:
Recursos crimu.
Recrreme, o jaizo ; recorrido, Jos Gomes
Brasil.
Appellaeao civel
Appellante, padre Jos Antooio Pinto ; appel-
lado, o barao de Jarago.
Ao Sr. desembargador Accioli :
Recursos crimet.
Recrreme, o jauo ; recorrido, Manoel Jos
da Molla.
Appellaeao civel.
Appellante, Joa Manoel de Barros Accioli:
appellado. Cypriaoa e seus Albos
Ao Sr. desembargador Ucha Cavalcanli :
Recursos crimet.
Rerorrenie, o juizo ; recorrido, bacharel Mi-
guel Felicio B Jilos da Silva.
AppellagUo civel.
Appellante, D. Jovina Simulicia das Neves e
outros ; appellado, Victorino Pereira M.i.
Toraou possa e prestou juramento o Sr. de-
sembargador Joaquim Firraino Pereda Jorge.
A uma e meia horas da tsrle encerruo-se a
sesso.
JURY DO REC1I-E.
3 SESSO.
Dia IC de jallKi.
PRESIDENCIA DO SR. DR. BERNARDO MACHADO DA
COSTA DORIA JUIZ DE DIREITO DA PRIMEIRA VARA
CRIMINAL.
Promotor publico,'o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dina de Gusmo Lobo.
Bscrivao privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula EHeves Clemente.
Alvoga lo. o Sr. Emilio de Morsas Dias, estudao-
te do 5 anuo da faculdadede direito.
A s 10 horas da roanha, aberta a sesso pelo
toque de campaioha, e depois da verifleaco daa
clula, o Sr. Dr. juiz de direito mandou proce-
der chamada dos jurados, e acharam-se presen-
tes 40 Srs.
Foram multados emSOJeada um dos Srs. mul-
tados nos dias anteriores.
0 Sr. juiz de direito daclarou aberta a aesso.
Entra em julgamento o reo Ponciano Jos de
So'iza, c-usado por crime de ferimeoios graves
9 jury desentones foi comppsto dos Sr#. se-
guiotes :
Cimillo e Leus Peixoto.
Agoslinho Joa de Oliveir*.
horas, respondenth sss qaesitos pela naneiraae-
gnlBta :
*o 1* qaeailo :Nao, por 9 rulos.
Daixou da responder aos outros por Acareen
prejudieado. .
Ltdas m respostas pelo presidente do jury da
aeoienca, o Sr. juix de direito puUtee sea seo-
tenes, pela qaal ebeolveo reo aaondemna a ma-
icipalidade as cestas..
Achaodo-se fiados os 15 diaa maraaatos por lei
pra faoccionar o jry, a oaovpaasaasn a proro-
|o proposta pelo Sr. jan da dirLo, este de-
sa- alara encerrada a 3* se
Dr. Frflnrl--
rlins Peona.
ue Mello.
Macado,
oa Barros.
.
ntos Xavier,
no.
Alves.
o juramento dos
Santo. van-
) pro-
Joaij^
Jos Can..
Porfirio da c.
E prestaram
gelhos.
Interrogado o reo, procede-se a leiura
cesso.
O Sr. promotor publico pedio a co-A imnaco
do reo no grao mciio do art. 205 do ft'igo cri-
minal. ~
O Sr. advogado deduzindo a deleza, pedio a ab-
solvilo do reo.
Findos os debates, e preeochldas todas aa for-
malidades da lei, o Sr. juiz de direito propz os
quesitns seguintes :
!*O reo Ponciano Jor de Sooia, no lim do
mez de abril do cor'eote aooo, na freguezia do
Poco da Paridla, fez na pessoa de Antonio Rodri-
gues Coelho o ferimento comante do corpo de
delicio ?
2.Este ferimento prndu/io inhsbilitaco de
servco por mais da um mez 7
3.*O rocoramelleu este delicio casualmente
praticanlo um acto licito, feito com attenco or-
dinaria ?
4.Exis'om circurastancias atteouantes a fa-
vor do reo ?
Lidos oa quesitoa e entregues ao jury da sen-
tenca, foi esle conduzido sala secreta das con-
ferencias 1 1/2 hora da Urde, d'onde vollou s
* hora, responderlo aos quesitos pela maneira
egaiote :
Ao Io quesilo :Sim. por 8 votos.
Ao i" e 3:Nao, por uasoimidade.
Ai 4 :Sim, por QDsoimidade.
Lidas as respostas pelo preaidente do jury de
senlenca, o Sr. juiz de direito publicou sua sea-
looc/, pela qual absolveo rea ecoodemoa s mu-
nicipalidale as cusas.
Levantou a sesso, adiando-a para o dia seguin-
te s 10 hons da manha.
Dia 17. -
PRESIDENCIA DO SR. DR. BERNARDO MACHADO DA
CSTA DORIA, JUIZ DE DIREITO DA PRIMEIRA VARA
CRIMINAL.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dina de Gusmo Lobo.
Etcrivo. o Sr. Joaquim Francisco de Paula S-
feos* Clemente.
Advogado. o Sr. Dr. Henrique do Reg Barros
A's 10 horas da msohaa, depois do toque
campaioha e verifleagao das cdulas, o Sr. jiz-
direito mandou proceder a chamada dos jurados,
e acharam-se presentes 43 Srs.
Foram multados era 20gcada um dos Srs. mul-
tados nos dias auleriores.
O Sr. juiz de direito declarou aberta a sesso.
Eolra em julgamento o reo Richard Saoders,
cubillo ingle?, aecusado por haver destruido o
aovo calamento feito na ra do Cabug desta ci-
dade.
Nao sal.eodo o reo fallar a liogua do p>iz, o Sr.
P de direito nomeou o Sr. Joa Praociseo de
Salles Bavier, para servir de interpetre, e o mea-
rao Sr. prsslou o juramento dos Saotos Evan-
geiuOS
O jury de sentenja foi composto dos Srs. e-
gsiotes :
Hercula no Duarte de Miranda Henriques.
Camillo de Les.Peixoto.
Dr. Maooel Frandsco Teixeir.
Joao Monleiro de Andrade Malvina.
Flix Praucisco de Souza Magalhaes.
Manoel Fonseca de Medeiros.
Joaquim Pedro dos Santos Bezecra.
Joaquim Jos de Soaza Serrano.
Caetano Piolo de Veras.
Capito Antooio Jos de Souza Cousseiro
Dr. Francisco Jos Martins Peos.
Dr. Joo Pedro Maduro da Fonsecs.
E prestaram o juramento dos Santos Evsn-
gelhos
Interrogado o reo, procede-se a lei tura dopro-
cesso.
O Sr. promolor publico pedio s coodemnacao
do reo no grao medio do art. 178 do cdigo cri-
minal.
O Sr. advogado deduzindo a defaza pedio a ab-
soldcao do reo.
Findos os debales, e preenchidas todas as for-
malidades da lei, o Sr. juiz de direito propdz o
jury de senlenca os quesitos seguinlas :
1/O reo Richard Ssnders, no dia |a de abril
do correte anno, pelas t horas ds manha, des-
iruio o uovo calamento que se fazia na ra do
Cabug ?
2.A parte do ealcameoto destruida oa dam-
nificada era bem publico 1
3.Exlatem clrcumatancias sttenainles fa-
vor do reo ?
Lides os quesitos e entregues ao jury de sen-
tenca, foi este conduzido sala secreta das con-
feepcias 1 or da Urde,' d'onde roltou i 3 1/2,
de
i de
Comm anteados
Haveodo dado tonta ao publico do occorrido
eolre a companhia braaileira de paquetes va-
por e associago dos praticos das barras e portos
oeita proviucie, acerca da raaisteocia qae tem a
meama companhia feito ao pagamento da qaaotia
qe dsve a referida aatociacao em virtuda dos
emees qe lhe havemos prestado, cumpre que
sissdii gata publiquemos o qae occorrea com a
entrada e sabida doa vapores Oyapock e Paran.
u gente da companhia prometiera dar uma
solacao definitiva terca do nosso pagamento
qaando chegaase o primeiro vapor do sul, porem
havendo chegado primairamente do norte o Oya-
pock e logo depois do sul o Paran,, soluco que
tivemus foi que a companhia nada nos pagara,
pelo que resolvemos usar de nosso direito nao
prestando mais os oossos servicos i mesms com-
panhia a por conseguinte nao deitar fora da bar-
ra os doee vapores cima mencionados.
No entretanto o pralico-mr em favor so cora-
mandante do Oyapock deitou fra aquella vapor ;
por01 j aasiui nao aconteceu com o Paran
que a hora em que tragamos estas liobas acha-se
tandeado no Poco qara sabir sem que tenha
oordo jralico da barra ; porem lio smente em
pratico da costa que se propoz deitar fora da bar-
ra aquella vapor sem se lembrar qua deata sorte
infringi o art. 58 do regula-meoto da praticagem
eiocorreu as penas dos arta. 154 e 137 do cod.
pen.
Tracamos apenas estas Hnhas par que o pu-
blico fique ioteirado de como procede a compa-
nhia braaileira de paquete* vapor.
Recife 18 de julho de 1862.
Os praticos da burra.
Acaba de ser empossado na freguezia da villa
da Imperatriz, nesta provioela o Sr. padre Geta-
lio Vespasiano Augueto da Costa, que depois de
haver lutado com cruel jade de seus desafectos,
dea um testemuoho uo equivoco de seu carac-
ter e dos bons seulimentos que o qaaliGcam : a
recepgao do Sr padre elulio oa Imperatrix foi
toda de festejoro povo agglomerado pelas ras,
e muitos arcos armadoa por diversos lugares
demooslrava o prazer que havia Da ebegada do Sr.
paire Getulio, que tem sabido merecer as sym-
pathiaa de aeaa parocbiaoos. Os vivas dados ao
Exm. Sr. bispo de Peroambuco, pela jusliga que
fez a ate distiocto sacerdote eram repetidos cou -
linuadsmente ; no dia 12 do crranle, seguio-se a
sua posse, e neale acto de tanto regosijo, prouuo-
iou o Sr. padre Getulio um discurso lodo cheio
de ncelo evangelice.
Rendemos gracas ao Exm. Sr. bispo de Per-
nambuco, pelo acto de iaatlea que praticoa.
Macei 15 de julho da 1862.
' orrespondencias
Senhores redootores. Corra-me o rieoroso de-
ver de prestar do culto da impreosa um teste-
muoho de profuoda adhesSo, de estima e grati-
dao ao Illm. Sr. tenenle Antonio Villela de Castro
Tavares, director da colonia militar de Piraen-
tairas pelo efficaz auxilio que me prodigalisou du-
rante a eaplahosa commisao da que pelo gover-
oo da provincia fui incumbido, qual a de prestar
oa auxilios da minha arte equelles que fjasem
infelizmente atacadoa do cholera na meama co-
lonia e lugares adjacentes, commisso qae levei
ao cabo, encontrando sempre da parte daquelle
distiocto faocciooarjo publico o maior zelo e so-
licitude, qua muilo concurres para melborar a
asustadora situaco.
Com estas poucas linhas nao meu intento
queimar o torpe incens da bajulaco ao Sr. te-
nenle Villa Tavares, muilo ao contrario o cum
primante de um dever que a tal ma determina,
digoando-se de aceila-lo como a tradcelo genui-
na do meu sentir.
Son, senhores redactores, seu constante leitor
Dr. Joabim da Silva Gnsmio.
Colonia de Pimeoteiras 10 de julho de 1862.
Senhores redactores.Lendo o sea conceitua-
do jornal do dia 16 do correte, deparei com um
annuncio ao publico, mandado inserir por Elias
Pereira Goocalves da Cuoha, meu devedor, que
cdolteraodo a verdade do* factos occorrido, pro-
cura por essa forma chamar o odioso contra
mim.
A verdade a seguinte : Sendo dito Elias
meu devedor por duaa letras, produz lhe as com-
petentes acedes pelo juizo commercial, visto elle
por nenhum modo me querer amigavelmente pa-
gar. Sendo distribuidas aa acedes, uma ao M-
crivo Paca de Andrade, a outra ao escrivo Ma-
noel Marii, succedeu que lendo obiido senlenga
coademaatoria em primeiro lugar, pela accao
proposta por esse ultimo cartorio, dei andamen-
to a execucao, podando obter fazer penhora em
um escravo de dito lieu devedor, que se consli-
luio depositario pur haver assignado o depo-
sito.
Uexorei um pouco a execa(o a pedido do
raeamo, promelteodo-me pagare dest'arie resga-
lar seu dito escravo. Nesse interina obtenbo ou-
tra senlenca pelo cartorio do escrivo Paes de
Andrade, e vendo que o executado Elias nao me
paga'a e procurava apenas protellar o meu di-
reito, filo intimar de dita segunda sen tenga e o
maodei dtar para que apresenlasse o referido
escravo sos avaliadores aob as penas da lei.
Nao tenio elle apresentado dito deposito, re-
queri competente mandado de captura, o qual
x sustar porque o referido executado procuran-
do empenbos para contigo, Uva de pagar parte
do valor da segsoda execu;o (cartorio do escri-
vo Paea de Andrade) de que meu procurador
Joaquim Ionoceacio bornes passrs-lhe a com-
petente quilaen por cunta e prometteodo-me o
mesmo pagar nao s o resto dessa uliima execa-
co, como a importancia da prtmeira, alegaodo
ter de vender para isso um escravo, fiz porcoa-
seguinte demorar aioda dita execugao por espago
de oito mezes pouco mais ou menos.
Decorrido todo esse lempo, sem que o execu-
tado meu devedor procurasse pagarme, econ-
lando-me haver elle vendido o escravo deposita-
do, prosegu oos tarmos linees da mesma execu-
c.o, e nao lendo elle apresentado o escravo, por
cujo deposito fra obrigado, leve de por manda-
dado do meritissimo Dr. juiz de direito do com-
mercio ser capturado por fallar com a obriga;o
da fiel depositario veodeodo o deposito que lhe
fra confiado.
Do exposto, [ois, verifica-se que o ejecutado
nao tem procedido como hornero de honra, e ca-
lumnia ao abaixo aasigoado, quando diz ter dado
seu consenso pa a venda do escravo deposita-
do, porquanto s se poderla inferir um tal coa-
senso, se acaso elle houvesse apresentado um
documento legal por onde provaise esse coasea-
so j mss nio o teado feilo, claramente tem de-
monstrado ser am calumniador e offeosor da re-
putaco da sea benvolo e coodesceodeole cr-
mor ; e melhor seria que lia se acceso tiressse
Um poc e nlimento. fc.cvesse de pagar o
que ainda resta ao mesmo abaixo assignado.
Eis, pois. o facto occorrido, de coja inser;o.
senhores redactores, lhe fiesr asas grato o seu
constante leitir.
Recife, 19 de julho de 1862.
Jilo da Silva Faria.
Re.ife^dej.lnedelSW.-T.r^a. V- f Sn. ^.^ ^ Tlndi 0. BirMlo.
Infornacao.-Tendo o supplieante mandado.' o seguint.*,<1'-a A" Hijo & C. oanifeitoa
registrsr urna escriptura, e nao Undo vindo na
rorma da lei au exig do meamo que ma apra-
sentassa na forma da lai, e como elle me fez re-
fleao.fazeeee pergenia come ara a lei en lhe
explique, eomodevi. >.r> ,(, ee m,nd0B
^".,.,*'alTda?^Ur!r2""0oPi" "><> "da
i.i l vt-TA r2fa de21 de 0,abn de 1843 da
laase taea eupiaa mandou qw mandawe lr I* e
oe",* circumatancia mandei tirar duas copias le-
cais. P4M 1?."^?' ? *"* "b. P
aipsie, izcMxa* leguoias am conserva. 1.400-
rasteas da alhos ; os consignatario, *
Escuna ingleza Uneith. ,indo d'e Liverpool.
i!.1. *' Joho,,OQ p- & C., m.nifa.to o se-
12 (ateos
birncaa ferregaos;
copias
o esi revente seu Irabalho do coatume e di-
zendo au que s recebia o contado do registro
que 4500 a nada mais exig do tal Loareiro.l
E a que leoho a informar a V. S., e mandar
o que fr de jastica.-O tabellto, Antonio da
vilva Gusmo Jnior.
Os moradores do Io disiricto da ra Imperial
rogam ao digno Sr. subdelegado de S. Jos, que
Iaoce seas beoignas vistas por aquella lugar, e
laca conter em seus justos limites o respectivo
iospector; afim deque alies vivam desaasom-
brados e gozem alguna momentos de Irsnauilti-
dade. '
Q S. S. aja-o entrar no bom camioho, se-
gundo os exemplos de sea mai loevavel conduc-
ta ; lomo fazem os honrados Srs. Amaro e Ama-
ral, inspectores na mesma raa, os quaea cum-
priodo regularmente seus deveres a oioguem
molestara, e com todos vivem oa melhor har-
mona.
Que, Mafia), faga-o reprehender, que roocas,
patscosdas e Insultos, nao eocontram apoio em
S. S., em quem elles tem confianza e pelo que
nada mais adisuiam, esperando nao ser neces-
sano.
Pr* s.p.i.i-
2 fardos tecidoa de 19a,
a Mallo Lobo & C.
2 fardos e 1 caixa lio de algode
r> : a Scott Wilsoo & C.
50 50 bsrris cervejs ; s Manoel Joaqun Ra-
mos e Silva & Genro.
40 barricas diversas farrsgeos : a Prente Viao-
na de C.
la'1," dro" 5 B. Francisco de Soasa.
445 logareiros. 1 barrica grelhas, 10 ditss r-
ragent, 2 ditas a 4 caixas drogas, 2 barricas can-
aieiros, 1 caixa caixlohas para pilulas, 80 bsrri-
ear eoxadas. 3 duas cutelarias. 1 caixas cha, 190-
fexes farro, 6 fardos feoo; s S P. Johnston &C.
BarlVen C'Qde#lrOS' 3 du drogae ; a Caorafc
2 fardos tecidos de algodo, 3 caixas cobertaa
de rame para comidas, 3 fsrdos, fio psrs sapa-
J.lr,h CKUnl ?""" e"'ens. 6 volumea
de chumbo, 50 barr* dito de muaieo
lydy Si C.
19 fardos e 6 cu xas lecido de
mayer Caroeiro & C.
42fardos lecido de algodo ; a Roslroo Rooker
I barricas caodeeiros, 1 dita perfumaras. 4
caiiaa tecidos de algodo, 1 dita toalbas de dito ;
a Henrique & Azevedo.
4 barricas cerveja, 5 ditas potes de sal, 1 dita-
frascos com mostarda, 52 caixas licores: a H.J,
Ooncalves Footes.
155 saceos arroz. 100 caixas folhas de landres.
6* rulos cabos ; a C J. Aalley & C.
* fardoa e 5 caixea tecidos de algodo
dem.
4 caixas chales de-algodo, 3
ditas e 4 fardos teridos de dito
teisa ; a Soulhall Mellon & C. '
31 caixas e 9 lardos fazendas
A lamson Howie & C.
10 l11 e 3 C4X4' cidos de algodo ; a For-
a J. Hal-
algodo; a Dam-
a or-
ditas de dito, 4
50 barris man-
de algodo ; a
Ao publico
A retratarlo do engao, do erro, da mentira e
da calumnia nao deahonra o homem, que possue
uma conscieecia seosivel aos remoraos.
Conseqaente com este prloctplo, venho hoje de-
ciarar-me culpado de erroa taes, e relralar-me
daa injurias e calumnia, que subscrevi. ] coo-
trs o Sr. teoente-coronel Joo Barbosa da Silva,
em ama pelico assignada por Jos Salgado de
Albeqierqee, j contra o seu digno aobrinho o Sr.
Ur. Henrique Paraira de Lucen, em urna co'res-
poodencia, publicada no Diario de Pemambuco
o. o%, de 4 de novembro de 1861, na qual, por
uma consequencia nataralissima, nao poupei
aquella seu honrado lio.-
Hoje, porm, que meacho proauaciado, e in-
leiraraenie abandonado daquelles. que com seu*
malignos conselbos ealeivosas deraoostracoes de
amizade, me leviram a ter to inqaalificavel pro-
cedimento cootra os sobreditos Srs., que alm
de nunca ma offeoderem, gozara da mais distinc-
ta e merecida nomeada, pelas suas excellenles
qualidades, sinto indisivel prazer n'alraa em fa-
zer a presente declarado, e de pedir perdo das
ditas minhas imprudencia* to generosos cava-
Iheiros.
Limoeiro 2 de julho de 1862.
_ Joo Manoel de Faria Leite.
(Eslava reconhecido.)
Circular do Dr. David de Canavarro,
pedindo assignaturas para o periodi-
r1-:. A T i -i""' iui uiaaueiru /-arana, proceueme
C0((LOrreiO da larde-----Ulipies- dos portos do tal, coasignado a agencia, maoi-
A nn Ria Ho lanoira ,fe,,ou quinte : .
ao Dr. Sabino Olegario Ludgero
i w ca.lx" D,uselioas. 6 fardos tecidos de lioho.
7 barricas ferragens, 1 dita dedaes. 2 caixaa gar-
los, 1 ditaa facas, 6 bsrricas trem de cozioha, 1
barril cerveja, 1 caixa cha. 5 ditas barras de co-
bre. 60 rolos de cabo*; a Patn Na.h & C.
1 Tardo lencos de algodo, 24 caixas tecidos de
dito fardoa tecidos delinho. 50 barra mantel-
ga, i ditoa oleo de linhaca ; a J. Pater & C.
biscoitos, 1 dita presuntos ; a J. F.
5 csixas
Lima.
13 caixas e 8 fardos lecidos ds algodo;
Gibaoo.
H.
2 caixas biscoilos s J. J. Leite.
1 dita lecido de-algodo; a A.C. de Abreu.
3b barricas eoxada, 4 ditas e 1 caixa [echadu-
ras ; a Rrendss a Braodis.
1 barrica frascos de moitarda; a M. J. da
Silva.
1 caixa lecidos de algodo ; a Gob Kalkoiaon.
1 dita amostras de ferragens, 1 sacco ditas; a
diversos.
50 barris raaoleiga ; a Tasso Irn-ios.
4 caixas pho*phoroa; a Ferreira & Martin*.
25 ditas folhas de flandrer, 1 barril tberebenti-
oa ; s M. Jos Fonseca.
Paqaete a vapor braailero Paran, procedente
so no Rio de Janeiro.
1 calxo
Piano.
1 dito ; a Prente Vaona & C.
t
dito
dito;
dito:
Illm. Sr.Nlnguem desconhece as vantagens
da imprenaa coosliloida nos governo* livres.
A liberdade de commuoicar os seus pensamen-
los por palavras, eacripios e publici-los pela im-
prenaa, sem dependencia de cecean, comanlo
que hajam de responder pelos abusos que com-
metieren no exercicio desle direita, um. das b rnc. C?jJL 5* Ko*wl" en S?u"'
m.i. preciosssreg.lia. entre a.qua consagra o art. Ssn.o.' ***** tamm* HMM-
179 da conatiluigo. Garantidas como eslo as
a H. OrTeosand.
a Juvenal de Mello C.
a Jaciotho Gomes de Meoezes.
3 ditos ; a Jos Leopoldo Oourgard.
1 dito e t caixote ; a Jos Nogueira
oulras liberdades e o nosso paiz, a da impreiss
conlinuar aguzar da verdadeira muilo enamora
se tenha della abusado ante um governo bem
constituido, como o que or nos regemooar-
chico constitucional.
Temos f em Dos e na maioria dos homens
sensatos, que a liberdade da impreosa ser o ta-
lismn que continu a garantir o novo system
constitucional oonapurcaffo pelo partido liberal e
o Sr. Ottoni, aesegurando de uma vez ao chele
da na;o,aquella liberdade e prerogativas que lhe
Sao devidas.
A impreosa lem bastante forca para sustentar
os foros de ra povo livre, aquelles que havemos
fruido de 1826, quando se abri o corpo legisla-
tivo al hoje.
Infelizmente de balde tentam suspender as
nossas garantas, que vamos gosando plenamen-
te e temo f que continuaremos a gozar no im-
perio do Sr. D. Pedro II nosso adorado monar-
cba.
Pcrm, triste de nos e de nos sos /ilhos, se nao
olbarmos para osacootetimeotos desgracados de
que lem sido testemooha esta provincia e as ou-
tras sua* irmag do sul, nao deixaodo a menor
duvida de que o Brasil, est nulriodo tigres hu-
manos que s desejam dilacerar-nos: preeiso
repellirmos para sempre as ideas revolucionarias
doSr. Ottoni ede seus salellitea, que pretendan
arraalar o Brasil a sua completa runa 1
Nao ha manejo qoe os inimigo* do Brasil e do
Sr. D. Pedro II, nao tenliam poato em cgo para
os seus desastroso* fios, a intriga, a faldiade e a
mentira descarada, sao aa armas predilectas dos
seus manejos.
Pedimos vista para a celebre circular do Sr.
Ottoni, inserida no Diario do Rio de 8 de Janeiro
do corrate anno 1
Porali ver V. S. a mf daqaelle republica-
no, que acobertado com o manto do liberalismo
procura por em perturbarlo os espiritos, maqui-
nando a deatroico dos fuodamenlos da uossa ur-
gauisaco social, para abalaodo a uossa forma de
goveroo, eofraquecer o graode^ediQeio poltico,
que assombrs sua ignorancia eanbico.
Vamos a imprense.
Focamos ler, commentar e correr as boas don-
trinas.
Nesse escriplo chimo a attenQo de V. S. para
o Correio da Tarde oa corte.
Documento precioso, de quanto pode a abne-
gacao patritica a a independencia do carcter, o
Correio. da Tarde dirigido pelos nossos amigos
conservadores eds monsrehia constitucional lem
sido constan tmeme, como Jornal do Commercio
e outros, o sustentculo da liberdade da impreosa
na capital do imperio.
O'Correio da Tarde, i merecedor de proteceo
doa amigo* da ordem e da cora, e V. S. o accei-
tu lo como um da seus assiguaoles, nao s pres-
tar um aervico a causa publica, como receber
0 asseotimeoto da razao social. Logo que V.S. se
digne acceder o mea humilde pedido a prl de
uma justa e nobre empreza, ter a bondade diri-
gir-ae directamente ao Rio de Janeiro, ra Nova
do Ouvidor o. 81.
Nao sem motivo que reclamo de V. S. este
obsequio, que ser por mim eterna mente reco-
nhecido.
Sou com a mais alta considerado de V. S,.
fiel correligiooario|e obediente criado. .11 de
Dr. A. D.\V.de Canavarro
Provincia do AmazonasManan* 12 de abr
1862.
1 caixao e 6 latas; a Palmeira & Beltro.
1 dua ; a Domiogos da Silv3 Campos.
1 voluroe; a Manoel Simo?* Braga.
1 caixole ; a thesouraria do Rio Grande do Nor-
te, por intermedio ds desta provincia.
1 dito ; a Francisco Joo de Barro*.
1 dilo ; a Joaquim lgoacio Ribeiro Guimares-
1 dito ; a Ferreira & Araujo.
2 ditos; a Antonio Luiz de Oliveira Axeveda
fil C
2 carueiro* ; a Scott Wilaon & C.
1 volume ; a D. Beatriz Maria da Coaceico.
1 dito ; a C. J. Astley 4 C.
1 dito ; a Marquea Barros & C.
1 volume ; a Msrcolioo de Moura Albuqaerque-
2 ditos ; ao director da faculdade de direito.
1 dito ; a Maooel Alves Guerra.
1 dito; a Aolonio V. Meoezes Drummond.
1 dilo ; a Francisco Xavier de Alcntara.
1 dilo e 1 caixinba ; a Manoel Joaquim de Car-
a Salvador Pires deCarvalho Albu-
Pilho.
ralba.
3 pacoles
querque.
1 eocspado ; a Maooel C. de Oliveira
1 embrulho ; a Johnston Pater & C.
ecehe.s.iria de rendas Internis
areraes de Peroambuco.
Randimento do da 1 a 18. 35:493lJ137
Idam de da 19......; 1;261}085
36:75 Consnlexdo
Randimento do dtf 1 a
ld*m de dia 19
provincial.
18.
61-761J853
1:03*4036
63:84 3*889
Publicares pedido
Diz Jlo da Silva Lourelro, que havendo en-
tregado ao tabellio de regiatros de bypotheca,
uma escriptura para ser registrada, acontece qua
dilo tabellio nao quer entregar sem que o sup-
plieante lhe d a qumtis de 89000, importancia
esta que nio lhe competa, mais sim a da 49500,
como determina o regalameoto decustas ooart!
94, a como osupplicado quer por esta maneira
extorqair o que de direito nao lhe compete, vem
requerer a V. S. se sirva mandar chamar dito
tabellio a aoa presenca afim de entregar ao sup-
pltcante a referida escriptura, sendo para islo cia
tado com a pena da lei, e obrigado a pagar a cl-
taco ao officlal.
Pede a V. S. Sr. Dr. juiz municipal da l* vara
aisim lhe defirs designando dis'e hora para o lim
requeridoE. R. M.Joo da Silva Lourelro.
eipacho,Informe o tabellio.
GOMMKmCfitt
Alfaudrajra,
Randimento do da 1 a 18. .
Idam de dia 19......
288:031*690
15:401*155
S43:432S45
Mo Intento da a i tan dea. a.
Velames entrados eomfaxeodas.. 245
> rom ganaros.
Velames sabidos com fazendas..
> com gneros..
179
== 424
40
123
163
Destarregam no dia 21 de jalho.
Brigue ingle?Ploriilfazendas.
Barca francezaHavrefazendas.
Escaoa diaamarquezaNaocymercadorias.
Patacho americanoChowaofarinha.
Iuiportaco.
Brigue americano Chorvan, viudo de New-
York, consignado a Phippa Brothers l C, maoi-
festou o seguinte :
2,010 barricas o 200 meias farinha de trigo ;
ios consignatarios.
8 saceos sementea da algodo ; ao Exm. pre-
| sitenle da provincia.
PRAA DO RECIFE
19 DE JULHO a*K 1868
A's 3 horas da Tarde. \
Revista Semanal.
Cambios -- Sobre L mires saccou-se de26
a 26 li4 d. por 1*000 r*.. sobre
Paria a 365 oor f sobre Lisboa
de 106 a 108 por ceulo de pre-
mio, regulando por 50,000
ossaques da emana.
Algodo-----------O de Peroambuco vendeu-se a
13*500 rs. por arroba ; o da
Macei posto a bordo de 13*1 a
13S500rs., a oda Parahiba d
13S500 a 13*700 rs.
Assucar-----------O braoco veadeu-se de 2$800 a
3*600 rs. por arroba, rne-
nos s 2*600 rs. malcarado
purgado de 2*200 a 2*350 rs.,
e o bruto a 1*750 rs.
Agurdente Vendeu-se de 50* a 52^000 rs-
a pipa,
Couros-----------Os seceos salgados vendern-
se a 170 rs. libra.
Arroz-------------Vendeu-se de 3*000 a 3*200 rs.
por arroba.
Azeite doce- 0 de Lisboa vendeu-se a 3*000
rs. por galo-
Bacalho- Tivemos um carregameoto que
aegaio para a Baha. Reta-
Ibou-se de 8g000 a lOgOOO re.
s barrica, ficando em ser 8,000
barricas.
Batatas > Venderam-se a 1*200 re. por
arroba.
Carne secca- A do Rio Grande vendeu-ee de
1*510 a 2*200 por arroba, fi-
cando em aer 84,600 arrobas.
Caf ----- Vecdau-se de 7*500 a 8*000 rs.
i or airona.
Cha----------- Vendeu-se a 28500 rs. a libra.
Carvo de pedra Vendeu-se a 12JO0O rs. s to-
nelada.
Cerveja-----------dem de 4$000 a 4J6O0 rs. a du-
zia de garrafas.
Farinha de trigo. Tivemos etta semana tres car-
regsmentos, sendo doos da
New-York, e um de Trieste r
aquelles desesrregaram, e este
seglo para os portos do sal.
Retslhou-se de 15? a 25* s. a de
Ph ladelphia. de 24* a 25g rs.
a de New-York e Genova, e da
26J a 28 rs. a de Trieste, fl-
caodo em ser : 6,000 barricas
da primeira, 3.100 da segunda,
200 da tarceira, e 1,600 da
quarta.
Lou$a----------- A iogleza ordinaria vendeu-se
de 280 a 300 rs por cento de
premio sobre a factura.
Uanteiga A franceta vendeu-se a 560 rs ,
e a iogleza a 680 rs; a libra,
fiUDdocjB ser 2,500 barris.
{




MTILADt7!
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DUO Di fWAMIOC; MSBROA FU1** ,LLH0 0E lUt:
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A
a=.
Oleo de liuhace- Vendeu-sa I38OO rs. orge-
lo.
Queijos-----------VeoJe-10 de lg400 a 600 n.
os flamengos.
Toucinho O de LUboa vendeu-se a 80500
ra. por artoba.
Vioagre O de Portugal vend a-ae de
105 a 120 ra. apipa..
"Vinho ----- Oa de. Lisboa veod a-se de
210$ a 240*000 ra. a |.. pa, e de
outros psixes da 180 1 200&000
reia. /
Velas--------------As de composicao <
se a 660 rs. a libra |
Descont O rebate de lettras
10 a 18 por cento a
Para Liverpool a 25
e 3[4 por libra de
regando oeste por
cei, oa Psrabiba.
Fretes -
enderam-
egulou de
aooo.
alo lastro,
Olo, car-
em Ma-
TJnida
. ce
. es
de
\
ALFANEGA DE PERAMr
Pauta dos preco dos gmerot sujei
de exportacao. Semana de 21
de julho de 1862.
Merca dorias.
Abanos
Agurdente de cana. -
dem restilada ou do remo
dem caxaca.....
dem genebn. *..."
dem alcool ou espirito
agnardente
Algodo em caroso. .
dem em rama ou em la .
Arroz com casca. .
dem descascado ou puado .
Assucar mascavado ....
dem branco......
dem refinado ...
Azeite de amendoim ou mon-
dobim ..
dem de cdco_ ^ ___. y+ \
Iden^'mamona.....
R.tatM alimenticia.
Bolacha ordinaria propna para
ambarque.......
dem Ana...... *
CnU bom ,,*" *
dem escolha ou restolho .
dem terrado......
Caibros........
Cal..........
dem branca.....
Carne secca charque.
-Carvo vegetal
Cera de carnauba em bruto
dem idem em velas ; .
Charutos......
Cocos seceos.
Couros de boi salgados .
dem seceos espichados. ,
dem verdes
dem de cabra cortidos.
dem de onca.
Doces seceos
dem em geleia ou massa
dem em calda >
Espanadores grandes .
navio.......
stoupa nacional ....
-irinha de mandioca .
dem de araruta.
reijao de qualquer qualidade
Frechaes
Fumo em olha bom |
[dem ordinario ou restolho.
'dem em rolo bom..
20.
a direitos
6 do mes
1. Valores*
1 I92OO
da $400
9400
8300
84oo
a aba
ea da
ba
a
n
roba

u
xa

ceuto
libia
V

um

Ubr
.

um

50
28550
13J000
8800
38300
28100
39100
59000
29000
29200
19500
19200
4S000
88000
88600
79400
320
360
160
320
28500
18600
260
360
2500
48000
190
230
118
320
U8000
tjBQQ.
''1
60.
4gO00
28000
cent
arrol
alqu eire
arro ba
M
um
1
i
. arroba
> i
- ,J centb
i
. um
. caada
. arroba.
. quintal
. urna

molhos
ecacuanha 'fA>*\
Lenha em achas .
Toros.......* *
Leuhas e esteios.....
Mcl ou melaco.....
Milho........
Pao brasil ......
Pedros de amolar
dem de filtrar.....
dem rebolo......
Piassava........
Pontas ou chifres de vaccas e
novilhos. .....
Pranches de amarello de
dous custados
dem louro.......
Sabo .......
Salsa parrilha......
Sebo em iama
Sola ou vaqueta
Taboas de amarello
dem diversas...... oba
Tapioca.
Iraves
Uoh.s de
cento
urna
>
libra
arroba
>
urna
duzias

20*000
18600
18600
38800
ipoo
5gOOO
188000
78500
128000
5S000
29000
GJOO
28000
119000
500
200
2S0C0
550O0
840
48000
1S200
120
39000
boi
cento
caada
16S0O0
88010
leo
25S000
53000
28800
10493"0
70O0O
39800
89OOO
200
280
"AlfSegade Pernambuco 19 dejulho de 1862
Approvo. (Assignado.) Barros
O primeiro cooferente, afanoei
" O segundo cooferente. Jas l^W"* ^fi00
Conforme. O 4. escrplurerio. '
deGusnio. ,
Peregrino da
joaquim
Caixa filial
A caixa filial desconta na presente semana s 11
por cento so anoo, sendo as letras oa um prazo
t qaatro metes ; e sacca sobre o banco do Bra-
sil o par. O secretario, Francisco' Joo de
da anta no dia Mpramanctonado, pelo meto
dia competentemente habilitadas.
E para constar se mindou affltar o presente e
abhcar pelo Bimrio. i
Secretaria da tbssoursria provincial da Per-
aambuco, 17 de julho de 1862.
O secretario,
Antonio. Ferreira d'Aonuociaco.
Clausulas especiaos para a arrematacp.
1.aOs reparos da Ladeira da Sieapira-torta,
sero ezeculados conforme o perfil e ornamento
approvadoa. pala directora em coaselho e pre-
sentados a approvacao do Exm. Sr. presidenta da
provincia, importando em 2:8609.
2.aO arrematante dever comecar a obra no
praso de 15 das a conclui-la no de 3 metes con-
tados segundo as disposicoes da le regula men-
tar desla repartido.
3."O pagamento seri feito em duas presta-
coes igaaes, correspondendo a primeira a metade
da obra e a segunda a sua concluso e entrega.
4.aPara o mala que ae nao especifica oas pre-
sentes clausulas seglr-se-ha a le o. 286 qaa
rege esta directora.
5.aNaohuma retlamaco, tando por fim pedir
indemnisacao, ser altendida, seja qual (or o seu
fundamento.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annuncia;o.
O Dr. Francisco de Araujo Barros, cavalleiro da
ordem da Roaa, juiz municipal da segunda va-
ra do termo do Racife por S M. o imperador,
que Deas guarde etc.
Paco saber que pelo Dr. Manoel Joi da Silva
Neiva juis de dirallo da segunda vara criminal
do comroercio, me foi cooimuoicado ter designa-
do o dia 4 de agosto vindouro pelas 10 horas da
maoha para aorir a quarta sasso do jury, que
trabalhari em dias consecativoa, baveodo proce-
dido ao aorteio dos 48 jurados que tem da servir
oa mesma sesso, em cooformidade de art. 326
do regulamento n. 12 de 3 da Janeiro de 1841,
foram sorteados a designados os cidadoa ae-
guintes : r ------
reguezia de S. Frei Pedro foncalves.
Antonio de Abuquerque Mello.
Antonio Mara de Castro Delgado.
Cimillo de Lelis Peixoto.
Fraociico Jos da Cunha.
Francisco de Albaquerque Mello.
Jos de S I.eito Jnior.
Luiz Borges de.Cerqasira.
Saoto Antonio.
Auaoito Egidio de Miranda.
Geraldo Heoriqaes de Mira.
Heorique Jos Alves Ferreira.
Dr. Joaquim Pires Machado Portella.
Dr. Jos Leandro de Godoy Vasconcellos.
Jos GonQahes Malvsua.
Jacome Geraldo Mara Lumacbi de Mello.
Joaquim de Almeida Pinto.
Joaquim Salvador de Siqueira Csvalcanti.
General Jos Ignacio de Abrea e Lima.
Joo Manoel de Castro.
Jos Jerooyrao de Souza Limoeiro.
Jos Joaqun 4s*\tsntu.
i"c.."aiaooel Jos Pereira de Mello.
S. Jos.
Jos Pedro da Silva.
Joaquim Lucio Monteiro da Franca.
Manoel Joaquim Ferreira Esteres.
Boa Vist.
Dr. Alcebiadei Jos de Azavedo Pedra.
Domingos da SiUa Guimares.
Joaquim Heiriques da Silva.
Jos Heoriques da Silva.
Ur. Jos Sergio Ferreira.
Or. Jos Lourenco Meira Vasconcellos.
Manoel Coelho Cintra.
Dr. Pedro Aulrao da Matta e Albaquerque.
Ti ajano Evaristo Frreo Castello Branco.
Afogados.
Joao Jos de Albuquerque.
Jos Antonio Bastos.
Poco.
Jos Ignacio Pereira da Rocha.
Jos Francisco de Reg Barros.
Joaquim Francisco deTAlbuquerqoe Santiago.
Joaquim da Asaumpco Qaeirox.
Jos Correa Leal.
Jos Florencio de Oliveira e Silva.
Muribeca.
Jos Thomaz Pires Mathsdo Portella.
Jos Gomes Velloso.
Joao Ferreira da Costa.
Luiz Francisco Mandes da Silva.
Jaboatao.
Antonio Francisco Paes de Mello Bsrreto.
Antooio Pereira da Cmara Lima.
Ignacio francisco Pereira da Silva.
A todos os quaes e a cadamm do per si, oem
como a todoa os oteressados em geral, ae convi-
da para compsrecerem no primeiro enlarda ca-
sa que fot cadeia, sala das sessea do jury tanto
uo referido dia e hora, como noa mais das se-
guiules emquanto durar a sesso, sob as penas da
lei se fallaren*. .
E para que chegue a noticia todos mandei pas-
saro preseote que ser lido e affixado nos lu-
gares mais pblicos e publicado pela imprensa, e
lambem remetler iguaes aos subdelegados dos
termos para publica-lose maodarem fazer as no-
tificacc oecessariaa aos jurados, aos culpados e
s testemunhss que se acharem nos seus dislric-
los. _
Recife 19 de julho de 1862. Eu Joaquim Fran-
cisco de Paula Esleves Clemente, escrivo do jury
o subscre?i.
Francisco de Araujo Barros.
Rarrafes paqaanos e grandes a 640 rs., 859200;
66 pralos para doce, avaliade cada am a 100 rs.,
6900 ; 10 landres de 9 libras a 100 rs., 1; 4
ditos da 1 libra a 80 fs., 320 rs.; 4 copos de noc-
es da sino,avallado cada um a 210 rs., 960 rs. ; 3
Qlandrea coas 62 llbrajs de aramia a 80 re. a li-
bra, 49960; 3 arrobas de gomms, avaliada cada
arroba a 29, 69 ; 2000 .garrafas a botijas vazias a
10 rs., 909; 5 pipas vfzias, avaliada cada ama a
49, 20|: maa dita por\29; 40 bariis vatios a 640
rs., 259600; 30 masaos! da palitos para denles,
avallado cada masso a fOO rs.. 89 ; 25 ditos or-
dinarios a 80 rs., 29 ; 95 mauocoa de alhoa. ava-
llado cada am a oilenta liis, seta mil e 600 rs.;
50 colhersres de pao a S rs.. 15000 ; 25 libras
de tolbaa da louro a 200 r-. 58000 ; 50 abanos a
10 ra., 500 rs.; 1 barrica c\um lres arn.bas de al -
fasema avaliada cada arroba a 29, 69OOO ; urna
lats da bolaxinhas de sodl por 19, 19000 ; cem
tordas a 90 rs.. 2fOOO ; depenova edeos a 20 rs.,
380 rs. ; 6 boies azues delbocca larga a 500 ra..
39000 ; 1 barrica com 300 sWnas a 80 rs. esda
urna 249000 ; 25 torneiras \de pu avallada cada
umi a 80 rs., 29OOO ; 5 lataU de cha brasileiro
com aata libras e meia a 500 ra., 39750; 19 libraa
a chumbo de mnoico avallado cada libra a 160
rs. 88420 ; 9 libras da canel la a 400 ra.. 38600;
50 duiias da pamada avahada cada dutia a 160
ra., 89OOO ; 2 vldros de boct larga a 19500, 39 i
24 chapeos da palha decaroa\"ba a 100 rs., 29400;
8 dazias da embira avaliadaicada duzia a 200 ra.,
19600 ; 1 deposito da azeito Ve carrapato por 2*.
29OOO ; 6 garrafas da assafrdaV avaliada cada gar-
rafa a 240 rs., 480 rs.; 4 massY>s de pns quaris a
I95OO, 69OOO ; 1 sesla de palh por 640 ra., 640
2 garrafas de tinta por 500 ra.,
de tabaeo simona avallade'cad
49OOO ; 10 libras ala arvsdoce a
a 200 ra 29OOO ; 12 .litas da en
rs., 2968O; 1 arroba e meia de
da urna libra a 200 rs., 99600 ; m
00 rs.; 20 libras
libra a 200 rs.,
aliada cada libra
'o da India a 940
t avaliada ca-
a resma de pa-
pel almajo por 19, I9000 ; 4 libraV de palioha da
coter chapeo avaliada cada uma^ib-a a 100 ra.,
400; 1 bomba de cobra de barec
bras a 320 rs., 29560 ; urna arm
duas vdracas, medidas a mais p
candleiro de gaz avaliamoa em 250|
prefazeodo ludo a qaanlia de ~
teocintes a Joo Daarle Magenario,
com oito li-
tjo balco e
ren ees e um
;000. 2509000;
0, e sao per
a vo a praca
por execuco qaa contra o mesmi' encamioha
Josi Antonio de Atevado, e na falta de licitantes
sarao arrematados pelo preco da idjutdicacao com
o abatimento respectivo da lei.
E para qaa chegae a noticia a quaV01 eonvier
mandei passaredilaes que sero affiadi0* D0* lu"
garea do cosame e publicados pela im\PreD,a
Dado a passado nesia cidada do Resifl* ~JT
oambuco aos 3 dias do mez de julho \de 1862.
Quadragesimo da Independencia a do im\Peno ao
Brasil.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andr ,8 -
crivo o escreviTrislao de Aleucar Ara pe.
^v*3*a- Arsenal de !" *oaMj|WBl8 B,n0
de 1862. \
\ O amaonensa,
. \ Joo Ricardo da Silva.
Obras publicas.
Ponte de% Joao ou Ca-
rim.
O director das obrasblic*s competentemen-
te aaioriaado pelo Ex m Sr. prasideule da pro-
vincia, faz pablico qaa d des'enhos e orcamentos
para un ponte de ferro fue se ha de construir
sobre o rio Cspibariba, naN*treda de Pao o Alho,
parto dos engenhos de S^080 e Camorlm, de
cooformidade com o 8 5.a *rt. 13 da lei do orca-
meolo vigenun. 544, se aham patentea ns re-
parilco das obras publicas, onde aerao mfnistra-
daa todaa as informales n*e,a<,ris aos que pre-
tenderen! contratar a constru80 dessa obra.
As propostas para a consl."*?8 o*"8 Ponle
devaro aer rematlidaa em car1 fechsda ao mea-
mo Exm. Sr. presidente ; declarando se no so-
bre-escripto: proposta para a I*"** de S. Joao
Esss proposlaa sero recebidas |omeett at o da
21 do crranle mez e abertas no da 12. no pala-
cio do gerno, am preseoca d? proponenies,
que allidavero comparecer at a\ D0r8 (S* t,r*
de do mesmo dia.
O governo nao se obrigs a- aceitar a proposta
mais baixa ea preco, se tambem nao presentar
todas aa garantice oecessarias 4 boa e.ecco da
obra, alem de algumas outraa condic*" Tue 'he
sejam fsvoraveis.
Directora das obras publuns 4 de i^lho da
862.O director, W. Martineau.
Obras publicas
ponte de ferro sobre o ri-
* cho
Ilha de S. Miguel
por Lisboa
Sabe al o dia 30 do correte o patacho por-
taguez Lrma, de primeira marcha, anda rece- 1
ba carga para oa cortos cima, bem como pas-1
ssgeiros para o que lem excellenUa commodos. i
rara
lio Grande do Sul.
O patacho cGuaraoy segu cono brevidade e I
recebe alguna carga frete: Ira,a-se cornos'
coosigoatarioa Marques, Barros & C |largo do
corpo Santo n. 6, V andsr.______________________ |
Para o Porto.
0 brigu portaguez Amalia I. sahe at O dia
24 do corrente mez, para paasageiros aos quaes
offerece exclleotea commodos : traa se com o
capito a bordo oa cem os consignatarios na rus
da Madre de Dos n. 3.
', cpmplor de di-
de .safa de dito,
a a fiijiceza, me-
relU% cama e
' Paira banho s
LE1LA0
Di
Cadetras de jcara
te mesa de rae
guarda roupa, c
sa para jantar de
ierro, baca de ai
outros amitos object s
Segunda-feira 2je julbo-
Sem reserva de>co.
O agenta GuimarM Iegalo%ulof1aado por
urna peasoa que se retira psr< da provincia
far leilo dos movis da uast,| residencia
na ra da Penha sobrado o. 44 aa effeclus-
r o leilo sll horas cima. ^___
LEILAl
Sem reserva dQ-ejo.
Terca-eira 22 de juihQ 10 hora
do dia.
0 agenle Guimaree por desp do lllm. Sr-
Dr. juiz de orphosdeata cidadepor
rao de heranga que fa/eui oa Ive-os
^O^
\
Queijosflamengos
40 saceos com arroz.
Terga-feira 22 do corrente.
O agente Pvstant vender por conta e risco
Barros.
Movimento do torro
Navio entrado no dia 18.
Penedo3 dias, hiate brasileiro Catnarojt&e de
38 toneladas, capilo Virginio Justiniano do
Santos, carga milho, farinha e ostros gneros;
a Lui2 B. de Siqueira.
Navio sahido no mesmo dxa.
Havre pela Parahibabarca franceza Jforia Ni-
collas, capilo Eichepso, carga algodo e
couros.
Navios entrados no dxa 1.
Gnova e Ceite 49 das do primeiro oorto, e 41
do sagnodo, escuna italiaoa Annssione, de 107
toneladas, capillo Bernardo Gugnino, equipa-
R8SB9, carga vinho, pasis e outros gneros ;
a ordem. (Tem a bordo 7 paasageiros.)
rrjMte_62 dias, barca austraca Idomeneo, de
401 toneladas.' capilo Deodato Trojanovich,
'equigagem 12, crga 3,225 barricas com tari-
nh de irigo ; a Johnston Pater & C. (Seguio
para os porlos do sal.)
^racatyte dias, hiale braaileuo Aracaly. de 38
toneladas, capito Joao Heorique de Almeida,
quipagem 6, carga lenha e lastro ; a Tasio &
Irroo.
Navios saludos no mesmo a\a.
Parahibapaj'cbo inglez Hollyhock, capiteo Re-
cbard K-amey ; em lastro,
tacei e portos intermediosvapor nacional
Persinunga, comaiandante Manoel R. dos San-
toa Moura. ,____
Portoa do nortevapor nacional Porano.com-
mandanie o capllao leoente los Leopoldo de
Noronha Torrezo.
Navios entrados no ata M.
Penedo-3 da., hiate nacional Dous lamaos de
64 toneladas, capilo Joaquim Jos da Silvel-
ra eq*ipgem 7, carga farinha, arroz, e pedras
da amoUr ; a C. C. da C. Moreire.
Cao da Boa Esperanc36 das, fragata prus-
sianna Thetis, commandanleo cspWo de tragis
Jackaniano.
Navios saludos no mesmo ata.
i.ibo*lugre portugus Julio, capilo Aotonio
Mereilles, carga assucar, mel e agurdente.
Parahibabrlgue inglez Cantos, capitao K
Uy, m lastro de assucar.
esj-jijH---!5aaa??aa==
Fin-
0 Dr. Tristo de Menear Araripe, official da im-
perial ordem Us Rosa, e juiz especial do com-
mercio desta cidade do Recife de Pernambuco,
e seu termo, por S. M. o Imperador, que Deus
guarde, etc.
Faco saber pelo preseute, que a requenmanto
dos corcmerciantes gevePilhoa & C, se echa abar-
la a aua faltencia pela seuteoga segainle :
Vendo se da petico a lolhas duas e termo de
declaracao folbaa quairo, que os commerciao-
iss Seve Filhos & C, acham-se insolventes, bel
por declarada a sua falleocia, cajo termo dato do
da 2 do corrente mez..
Ordeno que em todos os beos, livros a papis
dos ditos commercianles se ponham sellos, offi-
ciando-ae para isso ao juiz de paz do respectivo
dislncto.
Nomeio curadores flseaes da massa fallida os
credores Augusto Frederico de Oliveira e Kalk-
mann Irmos & C que prestaro juramento ; e
para se nomear depositario sejam os credores con-
vocados para o da 16 do mez correte pela urna
hora da laida na sala das audiencias.
Recife, 5 de juoho de 1862.Trislio de Alen-
cor Araripe.
ISaJa mais se continha em dita aenlenca, que
aqui Oca verbo ad verbum transcripta a copiada ;
e nao sendo possi'el haver reuoio no dia mar-
cado, novameote designado o dia 23 do andan-
te mez a meia hora da larde oa sala das audien-
cias para ter lugar a reuuio dos credores, aum
de tratar-se da nonieacao de depositario oa depo
aitarioa da referida masas fallida ; aao por tanto
convocados todos os credores dos mencionados
fallidos para comparecerem no dia hora e lugar
declsradoa para o fim j indicado. *
E para que chegue a todos a noticia, mandei
passar ediiaee, que sero afinados nos lugares do
coslume e publicados pela impreosa.
Dado e pasalo neata cidade do Recite de Per-
nambuco, aua 19 dias do mez de julho de 1862,
quadragesimo primeiro da iodapendencia do im-
perio do Brasil,
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
crivo o subscrevi.
Tristao de Alencsr Araripe.
O Dr. Trislao de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Roaa, e juiz de direilo espe-
cial docommerclo deela cidade do Recite seu
termo capital da provincia de Peroambuco. por
S. M. I. e C. o Seohor D. Pedro II, que Deua
- Faco aiber pelo presente qae no dia 21 de ja-
lho do correte anno se ho de arrematar por
venda a quem maia der em praga publica desie
iuizo.depoisda audiencia respectiva as merca-
dorias e os objectos seguiotes :-91 *";
cerveja, avallada cada urna a 320 rs., 29c 120 i >
ditas com licor francs a da trra, avahada cada
urna a 3O0rs 16500; 27 duiias de pratos de
SeU. azul a 1*. 27$; 18 duiiae de tigellae bren-
"adacada ms a 320#r... *** m.niegu.i-
r.Ve..uc.reiro..320 r... 29660; 13 duzia.
de pires br.neos. avallada ea*-duzia ai 240 ..
4 duzias de chicaras a 240 re-, 960 rs.,
avaliada cada urna
Conselho aatinistrativo.
O cooselbo administrativo. pa foraeclt pnUl
do araeoal de guerra, ero cumprimeolo ao arl.
22 do regulamento de 14 d dezembro de 1852,
faz pablico qne foram aceitas as proposlas dos
seohores abaixo declarados.
Para o presidio de Fernando de Noronha.
Jos Piolo:
350 couros de cabra a 50J o cento.
Joa Joaquim dos Beis :
60 vaquetas marca R a 8J.
Para a msica do 2* batalbo de infantaria.
Jos Baptista Braga :
56 b>tea pequeos prateadoscom o n. 2, ama-
rello a 200 rs.
Para o presidio de Fernsodo de Noronha.
Luiz Borges de Cecqueira:
1 bandeira de niele de 6 pannos com as armas
imperiaes por 54$.
2 pegas de cabo de cairo de 3 1(2 polleg "V a
35S800 o quintal.
1 peija de esbo de lioho da 1 li2 pollcg.
12600 a arrob>.
Jos Aotonio de Carvalho:
2 caixaa de folhas de flandres dobradas de n
ca XXD a 259.
2 ditas de ditas dobredas de marca IX a 228
1 caixa com vidros de 12 pollegadas de c
primelo e 9 ditas de largara por 12$500.
48 vidros para lampeos grandes a 400 r
Caora A Barbosa :
1 barrica da roxo trra com 15 arroba.
279000.
1 arroba de tinta branca em massa por 6j
12 pinceis sort'dos por 69000.
Joo Ignacio Ribeiro Roma :
4 libraa de giz tino do reino a 240 rs.
3 garrafes com Vleo de linhaca contendo
galea a 2a5G0 rs.
1 barrica rom ochre amarello contendo 20 ar-
robas a 19500.
16 libras de pos prelo a 240 rs.
8 libras Ce secante a 240 rs.
1 arroba de verde em massa a 240 rs.
8 libraa de zarco a 240 rs.
16 libras d alvaiade a 200 rs.
8 libras de ail de Ia sorte a 3$800.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira & Irmo:
1 arroba de verniz para ferro por 69
1 barrica com breu por 359-
1 barrica com areia de caldiar por g.
Joo Jos da Silva :
3 duzias de canelas de espiono de quandu a
160 rs.
3 caivetes a 800 rs.
12 -rrsfas de tinta preta a 400 rs.
3 caixaa de peonas de ac a IglOl .
5,000 pregos ripaes a lg300 o milheiro.
2 duzias de verrumas caibraes a 4J400.
2 ditas de ditas caixses a 960 rs.
1/2 arroba de rame de ierro grosso a 240 rs.
a liora.
1/2 arroba de dito fino a 240 rs. a libra.
1 quintal de arco para ancoretas por 109*
500 crasos a 3Q0 rs. o cento.
16 libras de barbante a 700 rs. a libra.
32 libras de colla da Bahia a 19200 a libra.
60 pares de dobradic.as grandes de n. 2 de cruz
a 450 rs. o par.
12 ps de ferro s ljIO.
J. Deodato Bowman:
1 duzia de taboas de assoalho de amarello de 15
a 18 pollegadas de largura, e 25 a 30 palmos de
comprimento por 839-
1 duzia a meia de ditas de assoalho de louro
por 549.
O cooselbo aviaa aos Srs. vendedoras que de-
vem recolher os objectos compradoa no dia 23 do
corrente, s 10 horas da manha, na secretaria
do mesmo conselho.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para (ornecimeuto do arsenal de guerra, 19 de
julho de 1862.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
O director daa obras pubHcas competentemen-
te autorlsado pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, faz publico que oa desenhoa e ornamento
para urna ponte de ferro qe ae ha de constrair
'sobre o riacho Bramzioho, oa entrada do Pao de
Alho, de conformidad* com o 5o art. 13 da lei
do ornamento vigente o. 544, ae acham patentes
na reparticu das obras publicas, onde sero mi-
nistradas todas aa ioformaedes neceasariaa aos
que pretenderem contratar a conslruccao dessa
obra.
As propostaa aero entregues no palacio da
praaidanti ai o dia 4 da agosto prximo vin-
douro, em cria fechada, e abvrlaa no dia 5 a uma
hora da tarda em presenta dos concurrentes, do
director das obras publicas, do iospeelor e pro-
-radnr flacl da thesouraria provincial.
0 ernpreiteiro ser obrigado &?.-?. *i eolio do
'respectivo contrato antes de estar esle assignaoo, |
i incUindo-ae no mesmo, a!m das condices apre-
| sentadas e ora approvadaa a de ser dduzida da
'importancia total da obra a quantia correspon-
| dent aos direitos que devem pagar oa objeclos
importados para a ponte, se porveolura o goverr >
imperiil permittir a isenco do pagamento Je
taes direitos como se vai pedir.
O govarno nao se obriga a aceitar a proposta
mais baixa em preco, se tambem nao apre;entar
todas as garantias necessarias a boa execuco da
obra, alni de algamas nutras condi5s que Ihe
sejam favoravels.
Directora das obras publias, 16 de julho de
1862.O director, Marliueau
de quem perlencer cerca de 50 caixaa com 12,
48 e 24 quijos flsmeogos desembarcados
lti-
mamente e 40sacaos com arroz da India ordina-
rio, a ledo eer vendido em lotes a vontade :
icrci-eira 22 do corrente pelas 10 horas da ma-
nho no armazem do Annes defronte da alfan-
deg**
LEILO
BO
Pa 'bote Duas Luizas,
rtaeira 23 do corrente.
inlo far leilo s requerimento de
Andre -o rea Porto C020 depositario e por
mandado do Dr. jU de orphaos do palftabo4
Duas Luizas, pertenceote ao espolio do fioado
Manoel Jos Soares, as 11 h. mencionado, porta da associaco commercia'..
absten-
do falta*
cido Dr. Manoel Moreira Guerrera leilo no
dia e hora cima em o su escribo na rae da
Cedeia do Recife a 3, primeiro *, de todos
os bens movis e aemovenlea quetenciam >
dito fallecido, como seja,uma mo, decereaei-
ra, guarda vestido de apurado go gaarti* ta-
ca, cama franeza, toilet de jacar, mesa pa-
ra advogado, lavatorio, cadeirae ilaas, crys-
taes, jarros da vilro e porcelana e,tres muiiaa
pecaa de gosto, bem asairo muitasrae de oro>
como braceletes, alfmetes, argolas-.. etc.
TAMBEM
vender duas escravas sendo uma irinha de T
para 8 anuos com alguma habilidad >ee o-
1 gra de 20 annos, crioula, que tszdo servlc
domestico e uma grande quantida da obras
necessarias aos Srs. advogsdoa e licitadorea
que muito rscommeodada ae faiem cerem a aquelle digno magistrado. Vos os ob-
jectos esta rao expoatoe e exame de qm oapr*-
tenderen} ns vp-ra e dia do leilo i rae de
Cadeia do Recifo n. 3, primeiro andar.
* "Mi-
'
Offerece-se uma parda para cosineira de>
casa de pouca familia : no becco chamadtdo In-
ferno, pordelraz da ra do N'gueira, a 41ar
Antonia Mara do Espirito Santo.
Pela secretaria da cmara municipaJdesta ci-
dade. se fir publico q>ie em consoquencia de nao
ter sido arrematado o imposto da aflericOss no
dia nuociado, vai novameote em pra;a o dito
imposto no dia 21 do corrente.
Secretaria da cmara Municipal do Recife, 15
te julho de' 1862.O official-maior, eefviodo de
secretario, Francisco Canuto da Baviagem.
THEATRO
.DE
LEIL40
Attencao.
COlPiHHIA LYJUCl
DE
19.a Recita da assignatura.
AMANHA
Terca-feira 22 dejolho de 1862.
Para salisfazer a muitos pados repele-s a
lindissima e muilo applaadida TRAGEDIA I.V-
RICA,
POLIUT
0 agente Oliveira far leilo das esplendidas
mobilias e mais objectos do uso de uma familia
estraogeira e pede a altenco do respeilavel p-
blico.e dos seus amigos para coocorrerera e apro- | Qosta o
veitarera a bella occasiSo de sa refazerem de ar-
ligos magnficos, necessarios e at de galantera,
como de primor era obra e qualidade ; s saber .
mobilias completas e de mo d'obra a mais per-
feita, de caranda, tendo as mesas e coosolos
lindos lampos de pedra marmore, um riqoissi-
mo piano d vozescom eaixa rica de Jacaranda e
feito de enbommeoda *em altenco ao alio cusi,
armarios de espelho, guarda roupas e guarda-
vestidos de amarello e mogoo, mesas de abas
para sof, redonlas para sala, ditas para advo;a-
dos, dilas elsticas e oulras, apparadores perf^i-
tam'ente entalhados, espelhos ricos, elegantes
vasos para llores, rlogios oara cima da mesa e
de parede, quadrose espelhos com molduras don-
radas, cadeiras differeotes de vime para terrago,
ditas de n.ogno e de bala neo, guarda livros en-
vidraQado, loileles com espelho e pera, ditos
cora gavetas e ped a, leilo de Jacaranda matisso
com cpula, terquezas, lavatorios, estantes pora
maece e para loilhas ate., toucadores, camas
pera meniuos, enmmoda. almarios de cnsinha,
cabides. apparelhos para jantar, para cat cha,
machina para caf, erysleea, garrafas e copos la-
pida Jos, c.n1iairoi p>ri to1oa o my>t#res, gr
IheUiroe lieos, frascos de cheiro, porta licores ;
alem de mullos outros arligos que sena enfado-
nhj numerar, mas nao menos indispsnsaveis,
sero paieoteados obras de ptata ele. :
Segunda-feiral
do corrente, s 10 horas da manha ou lego que
naja numero de coucorrentes, no armazem grao-
He da ra d'Apolio n. 20. ^^__^__
0|Sr. Bernardo Damin CavaUente.Pee-
soa, morador no Remedio, queira ter a botada
de vir fallar com o reveodo padre guardi do>
convenio de Sao franciscana, ou com osecrvjario
da ordem lerceira Fraocisca, pois talvez nao
ignore o negocio.
Os sbaixo asaiguaoos fazeni publico u a
commercio especialmente, que, em dala de 9 do
corrente mez, dissoberaro amiuaveloieote a so-
ciedade que tinhsm na tabern*, sita na ra Di-
^re.ti '1esta cidade n. 4, a qual girav sob a rasa
sociai ^'veire & Pontes, licando o aocio Jos
de Mello CoaiJ 01J'*.'A eucarregado ds_\idui*BC3i>
do activo e pasaivo da mesma j{roia7 cesvan<*(>
d#sde eolo qualquer responsabilidad do fi"',a
Francisco do Reg Pontes, que sesea exonerad
por quitac,o. \
Recite, 19 de julho de 1862.Jo> de Mello \
Costa Oliveira.Francisco do Reg Ponte.
Os aoaixo assigiiad< especialmente ao corpo commarcial que, em data
de 10 do corrente mez, contrataran! fazeV aici-
dade na traberna n. 4 sil< oa ra Direila desta
cidade. a qual girar sob a razosocial de Mello
Costa & C. e ca encarregada da liquidaco co
paasivo da referida taberna, que perteuceuw rrea
exlincta de Oliveira Pootes.
Recife, 19 de julho de 1862.Jos de Mello
veira.Tnmnai Jos de Oliveira.

Cancro roedor
do peito.
Eles cancros sao causados multas vezes da
pancadas, ou depois de ter acabado de criar c-riao-
Cs doeuli-.s qu"J parara algum resto de leii* ;
leile 4a azeila, f^raienla farro um oatut^D S^
fcil a evitar. Logo quo a DiiaDce s quer incommodo ou >iue lenha as ctrnes ou !e,
aeve se tomar doze dias seguidos 3 pislas da
noite e 3 de manha de cada numero, segundo
a guia do liwinho.
N. B. Se apparecer alguma comicho cora pi-
cada, devar sguir da mesma irtaiteira ; tenlo
fvbre dever ser a Cose de 6 pilulas. Estaado
ni ulceraco deve aer o mesmo trtau>enlo rom
um dia da falhi ; e cataplasmas de guaichuma
Irea pur dia al arar. ____ __________
DEPOSITO
em Parnambuco, na phirmacia do Sr. Jos
xandre Ribeiro, ra ''o Qo^io'1" n- 15
Ale-
Os bilhetss
'aculo.
Principiar s 8 horas,
acham-se veoda no dia do spse-
Me echo morando no Recife no s^uiido
andar do sobrado n. 52 da ra da Cedeia : quem
precisar de roeus Serviros como .solicitador dos
auditorios desta capital alli mu devem procurar
pela manha das 6 horas n 9 ; e a tarde das 3
as 6.
Jo^o da SiWeira Borges Ta*ora.
>*}& awiTil ?***
O brigue brasileiro Deofinda aioda recebe car-
ga e escravos a frete para o mesmo porto: a
tratar com os consignatarios Marques, Barros &
C largo do Corpo Stnlo n. 6. ___________
3J120;
ha de 18 garrafas de vidro brancas
__ O lllm. Sr. ioapector da tbeaourana pro-
siocial em euraprimenlo da ordem do Exm. Sr.
residente da provincia mapde fazer publico que
ea die 7 de egosto prximo "n<1ur0 "a^',;" 7*200; 24 duzias de copos pequeos a
arrematar, peranle a una da mesma MMMMterta s ">'%\ 16 ffa9C0S d, conserva, sva-
a quem por menoe Rzer. a obra do Pfeico.- grande! a t^L^' ^ 9 ,ibr de cha pre-
valo o am. parle da ealrada da Vctor no Hado da um ^6'*'800 r, 555OO; 18
lagsr denominado Udeirs da Sieupu.-torts. ^J^J^jSB de .
avahada em 2:8009- M_- ._ aion ^' neras da Iones de barro a 20 rs., tjjiuu ,
A arremauco wr feit na ors-d.iai pro- 4^ J&*g 3 01t0. de cor^ sem
vlncial n. 343 de 15 de majo de 1854 e sob iinu *j g Mta,eir4, rs 400 rs.;
eUusalas especiaos abaixo oopiaaM. 4 -V.fca, com eevade, pasando Itbrseda -
Coronel vogal secretario interino.
Consulado de Franca.
Nao tendo sido posslvel realisar-so a reu
dos credores do fallecido subdito francs Ant
Eugenio Barrilier, por causa da chegada do vapor
inglez no dia para tal designado, o cnsul francez
novameote convida aoe mesmos credores para
comparecerem no dia 21 do corrente ao roeio dia
em ponto no consulado, e roga-lhes que nao dei-
xem de comparecarem, por que toda a demora
pe 'e aer prejudicial e causar serlos embarazos
aos negocios do mesmo fallecido.
Caixa filial.
De ordem de S. Exc. o Sr. preaidente da caixa
filial do banco do Brasil nesta provincia, se faz
publico para conhecimeolo dos Srs. accionistas,
que o thesoureiro da mesma caixa eet autoriza-
do e pagar o 17* dividendo relativo ao semestre
fiado, em 30 de junho prximo passado, a razo
de 89480 r. por aeco. da cooformidade com as
ordeos recebidae da caixa centrel.
Caixa filial do baoco do Brasil em Pernambuco,
19 julho de 1862.O guerda livros, Ignacio Ne-
nes Correa.
Arsenal de guerra.
Por ordem do lllm Sr- coronel director do ar-
senal de guerra, ae faz publico, que nos termos
do aviso do ministerio da guerra de 7 de margo
de 1860. ee tem de mandar manufacturar os aiti-
gos de fardamento a equiparoento seguinte :
80 fsrdetas de brim.
80 calcas da dito.
80 carnizas de algodozinho.
80 paree de polainas.
60 moxillas de brim da Russia.
274 bornses de brim.
Quera quiter arrematar o fabrico do ditos arli-
gos, no praso de 15 dia, comparece na asa da
directora do mesmo arsenal pelas 11 horas da
maohaa do enj que desiste o menor preco a qual Hedor.
Uma mobilia de Jacaranda, 2
cadeiras de balanco. 1 ca-
ma, 1 guarda roupa, 1 se-
cretaria, 1 coinmoda, 1 ber-
50,1 candelabro, 1 relogio
de algibeira patente inglez
e dous escravos.
Sexta-feira 25 do corrente.
O agente Pinto far leilo do beos cima
mencionado, existentes na ra da Moeda n. 7, a
requerimento do inventariante dos bens oeixados
por bUecimento de Pedro Borges Cerqu->ira e
por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz da orpbaos. s
10 horas do dia cima mencionado
lugar.._______________
Perdeu se uo da ludo cur-uie uma l-..rs>
novator de um cool e noveot nil res, fa
vencida saccada por Seb'Stio 'la Caoba jfcciuU
Lins a aceita por SebasAlo da Cuoha Arciolt
Lios Jnior cum o o/^gue-ae a Victorio do Sis-
cimento Acciuli L>vm, rog-ee q nioguom faca
Iransare&o alguma com a dita leitra, pois Acara
de nenbum eJTeilo.
COMPANHl\ PERNAIdBCANA
M
Navegaco costeira a vapor.
ahiba, Rio-Grande doNurte, Macau,
. ac^ty, Cear, Acaracu' e Granja.
O* vapor iouoross. commandante Vianna,
sahir para oe portos do norte at a Granja no
I dia 2i do corrente s 5 horas da tarde
Recebe cargs at o dia 21 ao meio <
Icommeodas, paasageiros
dia da sahida as2 horas
do Mallos n. 1.
no referido
__ (JB/cl'-SH urna aennura iiiiia de Purt Coli-
dicta para cosiohar em urna casa de pouca fa-
milia ou hornee eolleiro : qoaoi preciar procu-
re no Forte do Mallos Isrgo da Assembla n. 16,
primeiro andar, ou anriunrj.
__Quarta-l>ira finia a audiencia do juizo do
paz da fregu*zia da Boa-Vista, se ha de rr-
matar os aervicos da preta Joaona, avallados em
12) m'eosaes. por ex-cuco de Djn.iogos B.r-
nardipo da Cunba penhorsds a viuva Gra^a.
Manoel de Mesquita Cirdozo vai ao noria
no vapor iguaras.
Alugase o primeiro andar do so-
brado n. 6 da ra da Cadeia, trata-se
cotn Augusto C- de Abreu no armazem
da mesma casa. _______
IUSfflLM
DE
to hiate e 31
11
en-
a dinheiro a frete at o
: escritorio no Forte
de Janeiro
Sexta-feira 25 do corrente.
O agente Pioto far leilo requerimento do i
invenUriante dos beoa deixdos por fllecimen-j
lo de Pedro Borges Cerqueira e por mandado do .
lllm. Sr. Dr. juiz de orpbaos, do hiate Babe- |
ribe de 30 tonelladas e d canoa denominada
aGurib, h de30canoaa de carreira novase
de amarello, s 11 hora do dia cima mencio-
nado ns ra da Moeda n. 7.
O p-etndentes poderlo examinar o hiate
Beberibe e a canoa Guariba no caes do Ra-
mos em frente do arsenal de guerra, e aa ca-
noas de carreira na ra do Brum n. 15. defroote
da" dnca do baro do Livrmento.
Pretende eaguir com muita brevidade para o
Rio de Janeiro o veleiro a bem conbecido brigue
nacional almirantea, tem prte de seu carrega-
mento prompto ; para o resto qaa lhe telta. tre-
ta-ae com oeeeosconsigoslarios Antonio Luiz del
Oliveira' Azavedo, no seu escriptorio ra da Crus
numero 1. _______^_^____
Rio
grande do Sul
Loja de marmore
Deveri ,ah;r com tode a brevidade o patacho
naoiona. Arapeky, de primeira marcha, recebe
caia. i (rete multo commodo : a tratar comMa-
dhI Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo
'ai n. 19, o coa otphio na prs,
Quinta-feira 24 do corrente.
O agenta Pinto fsi leilo a requeriom
depositario da massa fallida de Parias & C,
por meoddo do lllra. Sr. Dr. jeiz aepecial do
commerao, de lodosos bens; objecto e merca-
dorias que conslituem a mesma mssa, coosis-
tiodo na ermacio e fazeodas da loja da roa No-
va n... assim como da mobilia, joias a um es-
cravo por aome Agostinho, s 10 horas do (
cima mencionado na referida loja.
Os pretndanles devero entender-sa co
referido agente en awIptaiiQ ra da C-
Toda aitencao
Os abaito assignados liqui latarioa la massa da
exmela firma de Jor Goncalves Mslveira, ro-
gara aos devedores da mesma e muito particu-
larmente a aquelle a quem se lem entreii.ua
cootas e cartas asqua^s nao resooodaram ou o
fkeram de molo inconveniente, que quaolo an-
tea venham saldar seus debito, porque actma
de auscepl'bilidades est sempre a lei.
___________ J. M. S. Aguiar & C________
Arremataco.
Pelo Juizo municioal da aeguola vara depoa
I de audiencia do da 23 do correte, as ha de sr-
! rematar aarmacio da loja defazenias sita na ra
da Praia n 34. peohorada por execuco da mesa
regedora da ordem lerceira de S. Prencisco des-
ta cidade. Garanie.-se as chaves da meama loja
raaa a gera arrematar dita ermec***.
__ Preciaa-s da um amaasaoor de p.Oaru qua-
aaiba lomar conta das massas : a tratar oa roa
eslreita di Rosario n. 2 A. _________
__ Aluga-t a caaa n. 1 da ru 53 Hospicio : a
tratar na ra d Encantamento n. 13
_ Fugio no da 19 do correnu, do sitio refron-
te ds igrejj d.i Estancia, um molatiohode nome
Clemente, de ide de 15 a 6 aona. bsixo, aa.
boctado, levou caiga de etfooo axul e eamiaa.
da alRodozioho; foi e/"'( *> Mariano Jo
de Mello, morador era^ Banlo, Uoj. pertaa-
eeote a Joao Antonj/*'" *>. morador
oeneohoIlneie^,afr*Re*'* 8' .*"
- ou a ra do Lres-
;
opegarleve.o/-ai,M.oac'tna.
requerimanto do pon. 7, q^/ ratincars.
oasa para alugar.
. .'ga.ia umacass na Capunga Nove, ru dos
p/ambucanas, bem tratada ecom os commodos
liuintae : duas salas, quairo quartoa, cozinha.
V alinhairo, quintal muito grande, todo morado,
com eecimba a tanque, diversas errores de Iraa-
to, o alocua! berilo : ni CUS do Imperador- ,
b. 46. v.- V
*


V
^^^^P^w>


DIARIO B KEHAMBOG^
i Aviso.
Na olsn
pra-ie 40 eox
palmo em qu
do, prego raz
Precia-j
todoi 01 servil
-
mo vapor.
ra do Mondago, cow-
almoe 0 13 travs de
Imoa madeira de fen-
r
**irea d.
ama que compre e faga
com pouca familia.- na
Alteo.
O abaixo as
Exma. Sra. D.
previne a que
morgado do fa
os, as saguinle
os Pastos, ra
Santos Nune d
6. da Joao Va
o, o. 27 de D.
Jardim oa mestM
PaixSo, de n
procurador bastante da
osepba Pereira dos Santos,
essar que sao foreiras ao
Jos Themoteo Pereira Bas
s: o. 10 d Jos Rodrigues
eapo, d. 17, de Galdioo dos
reir, no becco Tapado, n.
Villela, ra largt do Roaa-
Meodes Guimaraes, ra do
a de Francisca de Paala da
43 a de Jos Virissimo dos
36
AdJos, na raa ns. o
mesma ra de i Francisco de Aievedo, a de
n. 47 dos herd de Falix Soares de Carvalbo,
na mesma rua'convida a ditos proprielarios a
mandare pafs toros atrasados.
Outro sim, a d. 2 do becco da Caoiboa do
t-armo, de Aoo Gomes d Araajo, nao pode
r vendida s licenga e pagamento do laude
io, visto eafediticada em solo da casa da ra
nova n. 21, Jal foreiro ao morgado.
E dado o f/o de oito diss psra o recebimeo-
to de todos (pros pertencentei ao dito morga-
flo, contsdos hoje, flndoa os quaes serio judi-
cialmente crfdos. Recite, 20 de julbo de 1862.
Amaro aqaim Fonieca de Alboquerqoe.
0 livro do Povo.
Sahio lu publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direcgo do Sr. Dr. A. Msrqeei Ro-
drigues, e contm a vida de N. S. Jess Christo,
segando a narrlo dos qualro evangelistas, a
mata os aeguiotei artigos : o vigario, b professor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prali-
ca, Simo de Nantua, maximaa e pensamentos,
a bygiene, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicado do LIVRO DO POVO nao s tare
por tim untformisar a leitura as escolas prima-
rias, onde cada manino aprende por am livro
diferente, e portento facilitar o trabalbo do mts-
tre e do discpulo, como tambem vulgarisar, por
am prego baratissimo, a historia do salvador do
mando, e os melbores preceitos de moral.
Vende-ae o Livro do Povo, no Recite, na
livraria da praga da Independencia ns. 6 e 8, a
500 rs. o exempiar em brochura. e a 800 rs. car-
tonado.
11.
~~ SalvaoJCoelho Drumraood Cnvalcanti de
Albuquerqufaz ver ao publico em geral, e ao
". PaolinoiodrigQs de Oliteira, propietario
a casa ter* da roa de S. Miguel, freguezia dos
Arogados, i que morador Manoel Turiano dos
Res C'mrio, que deixar de ser Qador do mes-
mo Reis'tjpello do dia 25 do correte mez de
julho em ante, e para que na se chame a en-
gao o mano Sr. Paulino, por isso o adverle
Pela preste folhe, assim como j Ihe fez ver
porduasezes bocalmeDte. sendo a ultima no
a 19 dafflesmo mez de julho, embora res a
'Na mina de Qanga, alea entrega das chaves.
Recite, t de julho de 1868.
-- pecisa-se de 6:0009 ajaros dando-se para
oypotBca um predio de multo mais valor: quem
ver / qaizer dar annuncle ou dirija-se ao Sr.
Maoojl Eleutherio do Reg Barro, no largo do
Tercio. 44, que se acha autorisado para tal ne-
ocu.
Na ra do Crespo loja n i i
^st queimando ikw todo
preco para acabar, as se-
jjuites fazeodas, a saber:
Cirles dsela pretos com habidos com algum
deleito a 159, ditos pretos ricos bordados a seda
e velludo com babados a 409 e 509, ditos de se-
J" de corei com babados com pequeo toque a
20 e 25$, ditos de barege com babados a 5,
ditos de seda de quadroa a 89, vestuarios de fui-
tao e gorgurao de edr para meninos a ?J, 39 e
5g, camisinhas de eambraia bordadas com gol-
linha a 1> para senhora, manguitos com camisi-
nhas 8-2J500, chaly claro e de listras a 360 rs. o
covado, lazinha escocezasde la eseda a 3C0 rs.
o covado, fil liso com 8 palmos de largura a
800 rs. avara, ditos bordados a 800 rs., cam-
braias adamascadas para cortinados a 320 e 400
rs. a vara, ditaa adamascadas decores a 300 rs.,
tarla'.ana de diversas cores a 400 ra. a vara, brim
da linho branco a 640 rs. a vara, brimzinho de
linhodequadros a 160 o covado, velludo de cor
proprio para vestuario de crianzas a 19500 o co-
vado, cortes de collele de fusilo a 160 e 400 rs.,
ditos.de gorgurao de seda e setim lavrado a 19500,
ditos de velludo superior qualidade a 39, colle-
C3 de gurguio d. cor o de seda prela a 39, pa-
letos de caseo.ira de cores a 59, ditos de alpaca
de coi" e merino setim a 49 e 59, chales de toa-
quim a gf. manteletes de tovquim a 129, cola-
rinhosde linho a 160 rs., chapeosziohos de seda
para senhora a 2g, enfeites de floras a 500 rs.,
carteira com charuteiras a lgOO, saiss de cor-
dao para senhora a I96OO, meias de seda pretas
para senhora a }#500, cortas de casinetas da cor
a 1J500, ditos do-er.se r-iira pretas a 4^500, casa-
veqaes de cambraia -de fil prelo a 2$, goll-
nha* de croch a 1$, tapetes para sala a 45, ton-
cados e golliuhas pretas para luto a 500 rs., chi-
tas pretas francezas a 200 rs. o covado superior
qualidade. Uvas de seda de cores a 160 e 400 rs.,
lito de retroz a 4C0 e 500 rs. com vidrilho. col-
chas de croch brancas a 8$, rtquissimoi cortina-
dos para cama a 8$, chales de croch de la a 4$,
panno de croch para encost de cadeira a 500 e
1; e outras muilas fatendas que se vende avista
SEGUNDAJHOPft
THESOURO HOMEOPATHIGO
Vade-mecum do homeopatha
pelo tioutor
subs i
Este livro que se tem tornado tao popular,
quento necessario, acaba de ser publicado com
todos os melhorameotos, qae a experiencia a os
progresios da sciencia tem demonatrado. A no-
va adiegao em ludo superior primeira, en-
cerra :
1.* Mais ampias noticias acerca do curativo
das molestias, com indiceces mui proveitosas
dos medicamentos aovos recenlemente ezperi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
%' A exposicaoda doutrina homeopatha.
3.* O estudo da apropriaco dos remedio* se-
gundo as predominancias "dos temperamentos,
das idades, dos sexos, e segundo as circunstan-
cias atmospheriets etc., etc.
4.* A preservado ou prophilaxia das molestias
hereditaria.
5.* A preservago das molestias epidmicas.
6.* Urna estampa Ilustrada demonstrativa da
cootinuidade do tubo intestinal desde a bocea at
o anua etc., etc.
Veade-aa ni phabmacia especial homeopa-
thica, propriedade do aulhor, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Prego de cada exempiar. 20*000
N. B. O seohoreassignanles queiram man-
dar receber seus exemplares.
Pateo do Livraineiito n.
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio planta dentes arti-
Dciaes por grampos e ligadura* a a prasso do
ar. jantes ocorruptivei* ,oDre ouro, systema
norta-americano e faz todas as operacoe* de sua
rta e com promplidao a limpeza
ENSINO
Pratico-Theorico
DA
LINGUA FLANCEZA,
SEGUNDO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H. G. Oliendo?ff
PARA
Aprender urna lingua em seis /ezes
POR
Ciceo Pefegtin
Bacharel em direito.
2 voluntes em 8."
Sahio do pelo o 1. roame desta ., intei-
rarefete nova, e nica escripia aquello systema, approvada pelo conselho direc-
tor da instruego publica para servir de compen-
dio as aulas publicas de inirucc,ao secundaria
ds provincia, e accommodada ao uso de qaantos
pretenderem fallar e traduzir com propriedade
a lingua franceza.
Acha-se venda no escriptorio do autor, ra
do Oueimado n. 26, onde ainda recebem as-
signataras (7J000), al a publicacao do 2 volu-
me; depois do que vender-se-ho a 10j>000 o
exemplares.
Manoel Jacintbo doSouza Travasaos, subdi-
to portunuez. retira-se para o Para.
Atlencao alteDcao.
O abaixo assigoado, liquidatario da extincta
firma de Vidal & Bastos, roga aos evedores dt
mesma a maodarem qaanto antes pagar teus
denito para assim deixir de te ver na obrigaejo
se-
uobo
uno para assim deixir de te ver na obrigai
de *ntrgar as mesma a um procurador para
rem cobradas judicialmente. Recife 27-de juc
de 1862. '
Joio Carlos Bastos Oveira.
I Cionsultas medicas,
Serio dada* todos os diaa pelo Dr. Cos-
nia de S Pereira no aea escripiorio. ra
J da Cruz n. 53, de.de 6 at a* 10 horas
fa oa manha, meooa aos domingo ; sobra...
1. Molestias de olhos.
* Molestias de cora;o ede peito.
M 3.o Molestias do orgo da geraco e
do anu.
O exame do* doente* era feito na or-
dem de suas entradas, come$ndo-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
oihoi.
S
I
i
i
WJk DO QEIMAJXt M.A6
pBANDl^OSTIJ^EIlTS.fflL;
Instrumentos chimicos, acsticos e op- %
ticos serao empregados em suas cnsul- 1
tagoes e proceder com todo rigor e pru- I
dencia para obler certeza, ou ao menos *
l probabilidade sobre a sede, natureza e
8caua da moleslia, e dabi deduzir o pla-
no de tratamentoquo deve destrui-la. ou
curar. '
Varios medicamentos aero lambem
empregados, gratuitamente; potm
pela certeza que tem da sua verdadeira
qualidade, promplidao em seus etfeitos,
e necessidade do seu emprego argente
{que se usar delles.
Pralicar ahi mesmo, ou em casa dos
doeotj ^da, e qualquer opertcao que
julgar conveniente para o reatbale
ment dos mesmos, para cuiom se acha
prvido do uma completa 'collecco da
S !r?fl?nt0" 'ndispeosavel ao medico
^ Forlo.
A fessoa que furtou no dia 17 do
correr doquarto aonde se guardam
os cliajeos dos juizes de acto, queira
ent'"e8\r um chapeo do Chyli comfor-
^ \*Jr e ^ta Preta 'arSa ao ,eu ver"
^adeilidono narua de Hortas n. 30,
c?ntSrio se publicara' o seu nome
por urteLj pois ja se sabe quem o
furtou.
Ped*-se muita at-
tenco.
Os prop
do fallecid
rogados a
zados, par
Amaro Jos
carador b
Exma. Sra.
Oulro sin?,
aita na trav
da Coita Uo
ro. Na mes
Joaquina M
nao se quer
dor na ra
n. 53, fregu
arios das caa* foreira* ao morgado
o Tbemoteo Pereira Baitos, sao
em pagaros respectivos foros atra-
que te devero dirigir ao bacharel
im Fonseca de Alboquerque, pro-
ante da inventarente e meieira a
Anna Josepba Pereira do* Sanie*.
e nao far.am negocio com a caaa
i dos Expostos n. 28, do Sr. Jos
ado, o qul nega-se a pagar o fo-
a ra a casa n. 22, da Sra. Mara
lado Cavalcaoti, que igualmente
isiderar foreira. Mora o procora-
Praia, no teneiro andar da casa
de Santo Antonio.
mrna. completo sortimentode ..mira.'i^.TJZtt^.To \^*?V.
dono algodao chapeos de aol de sed*, luva de leda da Jouvin par. homem ..nh?. V2
Z?2!*LA"f? alfaiatt 0Dde receb ancommenda. da grand., ib".C. na
nso eit lando adtmnietrada por am hbil mattra de amalhante arle a um n...I? a q P I
operador.
Deilar olhos artificiae* ; para o que
*e acha prevenido de pecas e iuslrumen
tos necessarios.
Por roeio de experiencia* pticas indi-
car aos doentes qual o grao do vidro que
os oculos devem ter para que sua vista fi-
que bem acommodada, e jamis se fa-
tigue quando estiver applicado ao 1ra-
balbo.
Arenda se uma boa casa na estrada de Joo
de Barros, perto a capella, a qual tem qualro
quartos, duas salas e grande quintal com bas-
tantes larangeiras: quem a pretender dirijarse a
casa eontigus, a tratar com o proprietario, ou a
ra do Queimado tuja n. 33.
Na travessa da ra das Cruzes n
2, paimeiro andar, tingese para todas
sa cores com presteza e commodo preco.
Toda aUenco,
Custodio Jos Alves Guimaraes avia ao re-
peitavel publico, principalmente a todos os seas
freguezes e amigos, que se mudou da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem conhecida a sntiga loja
de miudezas que foi do fallecido JoSo Ceg, hoje
ser conhecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeitavel publico e aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dilo estabelecimento,
onde acharo um grande sorlimentc de miudezas,
queaffianga servir bem e vender por menos dez
ou vinte por cenlo. do q.ua em outra qualquer
parte.
OUPA FUTA
>J*E2
I
i
8
I
mm mnzmmmmm mS
A.os srs. cosu raido res de gaz
No* armazens do ca* do Ramos ns. 18 a 36 a
na ra do Trapiche Nove no Recife o. 8, se ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
recentamente chegado a 14 a lata de 5 gales
assim 3SS !' garrafas.
Da ra do Sol n. 21, ugio um escravo de
, nome Marlinho, de idade 30 anuos, sem barba
estatura recular e denles podre* na frente ; oc-
|Cupa-8eem ajuntrossos e consta andar pelos
arrabaldes da cidauT* oceupa^ao, tem siuo
| visto na estrada da Magdalena, dos Remedios
i etc. : quem o pegar leve-o a dita casa, que ser
recompensado.
de singar i
vico iulerii
familia, e r
de um mo!
brado n. 2t
' Prec:
uma recem
60, 2'andai
Precia
ziuhar, paga
da Aurora n
Precisa
theca em beo.
morada para si
frecisa-se
a escrava fiel e diligente para o ser-
e externo de uma caa de pequea
saiba bameogommar; anim como
e : a tratar em Forado Portas, so-
ra dos Guararapes.
c de uma ama de leile para criar
'da : a tratar na roa da Aurora o.
lugar uma escrava que saina co-
09 mensaes sgradaudo : na ra
1* andar.
e l:00c a premio sobre bypo-
raiz : quem tiver annuncie sua
-.atar.
uma SSJlSk "Crava para !oa" ie"'0 Ce
a ra da C.djSa ^ **!"& t"1""
o Recife n. 64, das 10 da ma-
I olia s 1 da) tara
oZToS Sldade-paca m*>de cam-
Joaquim F. dos Sanios
40-Rua do
Defroiite do becco da Cor
GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos & Pi-
mentel.
Empreza importante, que vai prestando rele-
vante sarvicos seus freguezes pela promplidao
e perf.iQo com que lava a roupa em a estragar
PREgOS.
Roupa sortida (embora nao venham meia nem
lencos] 40 rs. por peca.
Pecas grandes isoladamente 100 r*.
Roupas de navio, vapores e hospitaes 70 r*.
Dita de familia qua nao fregueza 80 rs.
Dita de doente de familia que nao a frcgu.za
a 120 r*.
Uma rede ou cortinado de cama ou varanda
a 500 ra.
O prego dos engommados mdico e confor-
me a* pega*, como costnmam fazeras engomma-
deiras. O praso da entrega da roupa lavada
8 dia*, e engommada 15, sendo qa* muitas vazes
eit prompla ante* do praio. Deposito na ra
Nova.
Joo da Silva lanos,
medico pela Universidade
de Coimbra,
da consulta* em casa, da* 8 10 hora, da m-
nhaa, e presla-se a qualquer chamado com a bem
aonbecida promptido.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHIGO
DO DOCTOR
m SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Gonaalta* todos o. dia. itei. de.d* aa 10 norai
it meio dia, acerca da aeguiatea mole.tlai
molutiat da mulhtru, moltttiat dat crian-
tat, moltttiat da ptllt, moltttiat dot olhot, mo-
Uttxat typKxliticat.todat at ttptcitt dt ftbrtt
ftbrtt inttrmitltnttt t tuat eonttqutneiat,
PHARBAClf ESPECIAL MOMKOPATH1CA .
Verdadeiro. medicamento, homeopathico. pra-
jarado. aom todaa aa cautela neceaariaa, in-
alliveisera seu. effeito., tanto em tintura,com*
m globalo*. pelos prego* mai. commodo* po*-
ivei*.
M. B. O. medicamento, do Dr. Sabino <&o
anieamante vendido em .a pharmacia ; todoi
qa* o forem ra dellaa falsa.
Todaa a. carteira. o acompanhada. da um
Impresso com um emblema em relevo, tendo ae
reopr a. seguint*. patarra.: Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Este emblema poeto
Sualmente na li.ta do.medicamento, que s* pa-
i, Aa carteira. qua nao 1 evaram e..aimpre*
auim marcado, embora enham natampa o no-
mo do Dr. Sabino tio falaoa
-- Teodo-.e effectuado a venda em leilo da
taberna do Sr. Rente Alves, sita oa rna do Yara-
onroem Olioda, roga-*e aos credores do refe-
rido Santo, que anda nao apreseataram suas
contas, qieiram apreaeata-la. no praso de oito
lia, acontarla d- do presente annuoeio, afim
le poder-se effettuar Q respectivo raleio, no ar-
mazem de Nuoe, & ,^io ao p6 da Ma(Jre dg Aioa elS pof alHgar iesuDdo aQdar d0
Deo. o. S, Dairro ao tieci. na cer|eza jeque de- obrado da travesa do Veras da Boa-Vista n. 15
pon de feito o mencionado ,tei0 a neohuma re- com grandes commodo* e muito boa vista : quem
clamacio ae attender. ret ,mDBCOf lg d# ;. 0 pretender dirija-se ao Ierro da Boa-Vista du-
lho de looz-_______________ mero 34.
Pelo presente declara o sa-
que a ca.a da ra da Praia n
era taberna de Jo* Antonio Soare.
W
i- \i!

Ne.te estabelecimento ha sempra dd
todas a. qualidade. a tambem se manda
ze. para o qua tom am doa malhore. prc
Casaca. u panno preto a Og,
85| a 30JHW0
Sobrecasacosde dito dito a 355 a 30$OUO
Paletots de panno preto a de co-
re a 35, 80J, 25$, 10, 18 a JOJjOOO
Dito, de caaemira de corea a 22,
151,129.7| 9*000
Dito de alpaca preta atolla de
velludo franceza a 10000
Dito de marin setim pretos a
dt cons a 9f e 8000 au
Ditos de alpaca da cores a bS 8500 %
Ditoi de alpaca preta a9, 7, 5 e 8(500
Ditos da brim da corea a 51,
4500, 4 e 3500
Dito da bramante dalinho bran-
co a 69. 5$ a 4000
Dilo. de merino da cordio preto
159 8000
Caiga* de caiemira preta a da co-
re a lt, 109, 8$. 79 a 6000
Ditas da princaza e merino da
cordao preto a 5, 6500 a 49500
Ditas da brim branco ade cora, a
59. 4500 JJ500
Calcas da ganga da corase jOOO
Cohete da vellido preto a de co-
res lisos a bordados a 12,9a 8000
Dito de caaemira preta o da co-
re lisos o bordadoa a 6,
5500, 5
Queimado40
gacb letreiro verde.
timento completo do roupa faita da
r por medida vontada do fregue-
8S500
5*000
5000
5000
39000
29200
19280
29300
3000
18600
79000
29000
7000 B|
9800
9500
70SOOO
Cosinheiro.
Precisa-se deum bom cosinheiro oucosioheira
livre\ou escrava, para casa de grande familia:
na rus da Santa Cruz o. 64.
<#$# -
Gabiete medico cirurgico.
Ra das Flores n. 57.
% Sarao dad 1 consulta i medlca.-cirurgi- 2
9 ca pelo Dr. Estevao Cavalcanti de Albu- c
quarque da 6 a 10 hora da manha, ac- ja.
9 cudindo aoi chamado com a maior bre- am
H vidade possivel.
0 1' Partos.
a 2.* Molestia, de palla.
8.* dem do olhos. T
9 4.* Idemdo8orgos genitaas.
a Praticartoda e qualquer operago am m
j aeu gabinete 01 em casa do. doentea con- 2
sjl forme Ihe. fdr mai conveniente. Z

a.
o da aetim preto
da seda a aetim branco a 6 a
da gorgurao do sada preto
da core, a 79, 69, 49*
Je brim e fu.tao branco a
S50, 29500 a
ulaa da brim da linho a 2 a
1 da algodao a I96OO a
isas da peito defustao branca
ede corea a 29400 o
ttaa de paito de linho a 59, 49 a
ia. da madapolao branca, o de
core, a 39, 2500, 29 a
Chapaos pretoa de maa.a franceza
forma da ultima moda a 109.
8S500 *'
Ditos da feltro a 69, 59, 49 a
Dito, da aol de seda ingleza. a
franceze. a 14S, 129, US e
Lolarinho. da linho muito fina.
novo, faitio. daultima moda a
Dito, da algodao
Relogioa do ouro patente a hori-
zontal a 1008, 909. 808 a
Dito, do prata galvanisados pa-
tente a horizontaes a 409 a 80100o
Obra, de ouro, aderego. a maioa
adarego., puleeira., roalas a
inei. a
Toalha. de linho duzia 108. 69 o 98000
)ita grande, para maaa uma 39 a 4900o
m
&000C*c*o Znp 00 vap Uhn
IJcvnainmcana
Amanha haver sesso ordinaria da assem-
bla geral, para se proceder a eleigao do con-
selho director, que tem de dirigiros trabalhos
sociaes do anno de 1862 a 1863; na raa Direita
Secretaria da Associagao Typognphica Per-
nambuckna 17 de julho de 1862.
O Io secretario interino,
Jos Luiz de Franca Torres.
ettmeitrerareK-eiesf83HJK
Dentista de Pars.
g 15RuaNova15. |
FreJerico Giutier, cirurgiio dmiistj S
faz todas as operages desua arte a e co- S
locvdeatas artificiaos^ ludo com -sdeln f
I riorjuade perfei(o que as p*ssoas-,en j
S (andidas lhe reconhecem.
Tim agua e pos dentificios, ate.
Aluga-se uma grande casa com aitiona es-
do Arraial, esquina do Parnamerim : a tra-
a ra do Amorim com Guimaraes & Alcofo-
rado.
a!
pi_
Jus
a Europa.
e. Na mesma casa precisase
ivo.
t dro"
Quem
busta, para
pouca fji
toda e qa
por mais l
feigo a d
oa ra do
Gomes, subdito porluguez, vai
r alagar uma escrava moga, ro-
rvigo interno de uma casa de
til
u'er re *DSaDost cozioha e eogomma
oupa de senhora e de homem,
icada que sejs, com muita per-
a, e dase para sar eiaminada :
io n. 40.
e jenci'
ospir
Prec
na ra do
mo po
A
Praieres
1 do cp
r cinoaV
Uaga-v
e uma criada livre ou eicr.
ra. 14, lojs, ou no pateo do Car
sa de banhos.
a Tirata ma C8!", nos Goelnosi r"a do
)ubJree r Da.Capuuga no sitio defrontt
1 tontiguo ao Sr. Albuquarque.
Sm;
9 Na rud Dir-
9 tem para a!u
nha e efgom
-lia o. 30, segndo andar, 7
ar urna mulata, que cosi- '
II,
aa)jti*> ;*Jg**jgS###>'
Precisare de um caixeiro que tenha prali-
ca de taberna e que d conhecimento a sua con-
duela, e tenha de l a 16 auoos de idade
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ra do Cabug n. 18, enfraila pelo
pateo da matriz.
Essa galera ornada eom o augustos retratos
photographicoade SS. MM. e das sereoisiimai
princezasimperiaes, assim como com os de mui-
tas das principaes pessoas desta cidade, est a
disposigao do publico, que apode visitar todos
os das das 8 horas da manha s 5 da tarde, e
eXrnim,l,,.ti*.br h" "po,s,os- and 'reo de umlo'brado em Santo i
iOm.>lv,^'Seaurarrelrat0Sf!0r ,odos oss>'8- da Cidade Nova o.24. com 3 quarto 3a\IV
hrlvn grapi0,ie esPe"1(r'enle Por m- coiinha fura e quintal murado :.' '
brotypoeemcattoes de visita. Fazem-se tam-i mo sobrado. a iraiar no mes-
Dei mimosas miniaturas em talco para te collo-
rua do Camaro taberna n. 13. se dir quem pre-
Aluga-se
carem em joias.
Os pregos dos retratos sao os mais razoaveis
que se eucontram nosta cidade.
J. Ferreira Villela. pholographo.
Baltar & Oliveira
Porto.
Precisa-se alugar
sacam sobre a praga do
- O abaixo assigoado, procurador do Sr. i're-
ciliano Peres Campello, avisa aos proprielarios
das casas que pagavam foro ao Eim. baro de
irecisa-se aiugar uma ama ou escrava aua
seiba engommar bem e ensaboar alguma roupa
de cnan;a: na ra Augusla n. 84. casa terrea.
Permuia-ae uma boa escrava por outra to-
mando-seem dioheiro amadas partes o aue
coovencionarem : quem quizer fazer este'negocio
dirija-se a ra do Livramento n. 33, que aehar
com quero tratar ou na ra do Vigario n. 8.
- Aluga-se um sitio nos Alog.doa junto a fa-
Capibanbe, que lodos esses solos pertencem hoje ae saba0' com grande casa de vivenda, 5
a seu consliluinte, a esse o autorisou com pode- ", *i .c?sloha ot' e estribara : os preten-
res para os vender todos ou s*parados, por isso ae,".es n|-M a Mooel Jos da Silva Grillol
convida aos possuidores dssditai casas, que Ibes D0 '"o junto a S. Miguel nos AfogaJos.
convierem comprar o solo, a tralrar com o mes-
mo abaixo assigoado, assim como bes pede quei-
ram mandar pagar o foros vencidos: na ra No-
va dos Pire* n. 30.
Manoel Gomes Viegas.
Arrenda-se a casa n., na travessa da ra da
Passagero, entre as duas puntes defronte da casa
de saudedo Sr. Dr. Ignacio Firmo, lem commo-
doa para grande familia e grande quintal com al-
guma* arvore* de fructo e banho no fuodo: a
tratar com BeroarJino Francisco de Azevedo
Campo*, na ruado Rosario estrella o. 47.
Alerta!
BolinliQS.
ato assigoado Vonda-ae am moleque e uma negrinba de
' era taberna ae jos aiou.o =" 0aa que tu: na ra Direita n. 6.
boje se acha tranformada f ^ mazem ^ ----------------------------,-------------------_
ecca Pfencante Gengalo Alve. T.v.rl __ e CMlr ud
WXLW&A^! AofJ?; tabern. it, na es. Dir.iU do. aA.,
compra a
uucua uua Aiogado. n. 42.
orlaiario. nao tendo \^l0^J0Wlit^Sk pertencente a Joio Lo.reirodo. Santos, e se.I-'
So.re.Jtoi.s direito algam 00 dito *ia 8e j,]ga credor do referido vendedor e que
imRCe'cUe 8 j o do1862. W".oppflr-.e a .ata Fend. qu.ir. declarar por
referido aimazem.
Goncalo AlTM TTref.
i jjornal no praso de qaairo diai a contar delta.
21 da julho de 1861,
Ciris de visita
Cirldei de visita
Cartes da visita
Cartdea de visita
Carlea de visita.
Pregoi reduzido
Pragos reduzido.
Prego, rednzido.
Prego, reduzidos.
A duzia por 129
A duzia por 129
A duzia por 129
A duzia por 129
Duas duzias por 209
Duas duziaa por 209.
Novo estylo do photographia
Novo estylo de photographia.
Ambrolypoa am caiiss 29
Ambroiypos em caixa. 29
Ambrotypo. em caixaa 29.
O retratista americano
Alberto W. Osborn
Ra do Imperador.
Com diversos modelo, bandeija. eofeitadas
de armage. differeales com bollnhos de todas as
qualidade. os melhore. do nosso mercado, a.aim
como as libras em separado, e tambem podios e
qualquer pastellaria, ludo feito a primor e o
mais barato do paiz : quem pretender dirija-.e a
ra da Penha n. 25, para ajustar-.e.
A pessoa que desejar substituir a uma praga do
9* batalaao de infamara, para completar dous
annos e alguna das, mediante uma gratificado :
dirija-se a ra da Aurora -n. 10. 2 andar, "que
achara com quem tratar ; preferindo se a al-
guem que j livesse servido no exercito.
GABIEHTE PORTUGUEZ
LEITBA
em Per 11 ambuco.
De ordem dolllm. Sr. presidente do conselho
deliberativo, convocado o mesmo conselho para
se^sao ordinaria, segunda-feira 21 do crreme
as 6 hora3 da larde. '
Secretaria do Gabinete Porluguez de Leitura ere
l'ernambuco, 17 de julho de 1862.
A. A. dos Sanios Porto,
^______ 1.* secretario.
Attejico
Flix Venancio de Canlalicio pede 1 seas fre-
guezes que lhe sao devedores em quento antes
venham pagar seus dbitos no espago de 15 dias,
do contrario lngara mo dos meios jadiciaes
afim de lhe pagarem.
Cooipanbia Fidelidftde de se-
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C. compe-
tentemente autorisadoa pela directora da compa-
nhia de seguroi Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, marcadorias e predios, no leu escripiorio,
ra da Cruz n. 1.
Manoel Ferreira da Silva Tarrozo, tendo-se
retirado para Lisboa no paquete ioglez Magda-
leua,nao se podendo despedir das pessoas da
sua amizadeadaqueilss que izeram o obsequio
do o ir visitar durante a aua moleslia
deiculpae ollereee o seu presumo
pital.
pede toda
naquella ca-
Dcao.
Precisa-se alugar uma escrava de bom com-
portamento e diligente, que saia cozinhar e com-
prar para uma casa de pouca familia : a tratar na
ra do Queimado loja n. 49.
Precisa-se saber se o Sr. Etienne Chantre
que se retirou desta eidade, deixou alguem que*
o reprsenle, a negocio de seu interesse, pede-
se pois digoe-se communicar na traveisa da Ma-
dre de Deus n. 17.

{./
ompras.
Compra-ae urna eacrava que seja perfeila
engommadeira e co.tureira a de boa conducta :
na ra da Cadeia rio Recife n. 35.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assigoado agento do Banco
Mercantil Portaeme neita cidade, ac
efTectivamenta por lodoa oa paquetea so-
bra o mesmo Banco para o Porto o Lia-
boa, por qualquer aomma avista a a pra-
zo, podendo logo o. laques a prazo .erem
descontados no ma.mo Banco, na razo
de 4 por canto ao ann'o aoa portador*
qua aisim lheconvier : nai ruaa do Crea-
po n. 8 ou do Imperador n. Si.
Joaquim da Silva Ca.tro.
S
i
I
s
-------- --------- ------ra da Cruz, muilo boa para os aeohore. neg-
Virginio Horacio de Freita. arrematante do
imposto provincial da29cobre cabega de gado de
sola vaceum e cavallar, inclusive a. bealaa de
engeobo, avisa aos contribuintes que quanto an-
tes mandem salisfazer o que devem de aeu. aoi-
cnaea .oito. no exercicio corrente, aenao serio
emprpgados os meio judiciae para esse flm.
Alaga-so a excellente caaa de 3.andares na
ra da Cruz, muilo boa para os aeohorea nego-
1 andar,
Nicholas Surges e Pedro Surges subditos
prussianos reliram-se para o Rio de Janeiro.
Aluga-se uma eacrava para servlgo de casa
de familia : na ra do Livraminto n. 22, lerceiro
andar.,
Osherdeiros do fallecido Jos Theodoro,
vendem a propriedade de sobrado da ra de S.
Bento da cidade de Olinda, pertencente a seu
casal: qaem a pretender dirija-se a mesma ci-
dade ra de Malbiaa Ferreira ou a esta typogra-
phia onde sa daro informace.
Na ra do Sebo n. 52 e- na ra Nova de
Santa Rila n. 1, precisa-ie de uma ama para ca-
sa de familia.
Aluga-ae nma casa na Pasaagem da Magda-
lena junto a ponte grande, com 6 quartos, 2 sa-
las, cosinba fora, copiar, quintal lodo murado e
banho no fundo : as pessoas que pretenderem di-
rijaro-se a ra Direita n. 3.______________
D-se dinbeiro a juros sobre penhores de
ouro e prata : 00 pateo de S. Pedro n. 11, se di-
riquemd.
Previne-se ao respeitavel publico que nin-
saem faga negocio com o cabra Jos, idade da
12 annos, pertencente a Antonio Salustiano de
Carvalho, por se achar esta hypothecado a Ha-
oel Jos da Silva Grillo.
Alugam-ae as caas terreas n. 105 da ra
de Santa Rita e d. 27 aa ra doa Burgos, e o 1*
andar da caaa n. 193, na ra Imperial : a tratar
na raa da Aurora o, 36,
Coropram-seacgoes do novo banco de Per
nambuco : no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho. larga do Corpo Santo n. 19.
Compra-ae uma carroca com arreios em
bom uso, para cavallo: no Rosarioho, junto ao
Sr. dasembargador Villares.
Compra-se uma escrava que saiba cozi-
nhar e engommir bem, fazer i compras a ajs-
dar no mais servigo interno de uma casa de fa-
milia : na ra Augusta n. 84, casa terrea.
Compra-se um sitio perto deata cidade, maa
cyie seja bem arvorejado e barato ; ou tambem
terreno com capacidade para fazer um bom : a
tratar na ra Velha n. 93.
Yendas,
0 que pecliifla!
Queijoade qualba auperior qualidade a 300 rs.
a libra, ditos de Serid de manteiga a 400 ra. e
em r-orcao faz-.e. batimento : no antigo estabe-
lecimento da ra eitreta do Roiario esquina da
Larangeiraa n. 18.
Admirado.
Na ra do Amorim n. 43
vendem-se saccas com cinco arroba de arroz pi-
lado da India, pelo barito preco de 89, a ellas
anta, que ae acieem.

BBBBVBSBaaaaB
-,.
"



7
*rM
ViiftlO
(IHlBBi^Bl
Di fftUlfc 21 DE JULHO DB 1861.
ido)
na ru di I
Doilmeute
49.
la do Co-
i ella an-
_ vende-se a parte de urn sobrad
Matriz da Boa Mista, a qual *****
?y iraur na ra da Imperaltiz^
^Vende-se a caaa lerrea u. da
tovello : quera ee *&" au
nuncio nestesoitodias.
Atten Para as senhoras
gosto.
E" chegado a li do B,tto 'i8hi!
rremo n 7, os lindos grampos W
SLdos Koitoi o liadas corea, mte.rau
nac virte, q" "Ula 5S
aeahoras mandar comprar pelo bars
co de U assim como muitos objec,
fmitdeYasque se vende ludo poj
era oulra qualquer parte, quem
experimentar que a no gallo
Crespo n. 7._____________.
Tiras ou entren^ 0rda*das de
Tambera ha para vender lirai toda da la-
lindoa goitos assim como bico de has de Itn-
byrinlo proptlo para ronha ou Ufano que pe-
dos padroes por prego muito bara) en. presos
laa amostras se poder apreciar tanate ra do
como em gostos : s no gallo vigf
Crespo n. 7.____________________. ,
Caslello-Branco,--l,l,a,ale
militar, i
bom
te ra do
> de muito
nle cousa
pena as
liimo pre-
lendentes
nos do que
r ver pode
ote rus do
onunco se far. co
ios Srs. oEB-
jnst^ta provincia
no* im
SEdlj.. .,m. ao no* imperio, qua
do novo po, segundo a
ultima orde'ra do ministerio da^ra, venden -
o-6e duas aboluaduras por 3ldveriiodo que
ma das aboluaduras de padfanligo, faz-se
remessas pira onde forem ps assim como
tambera ha para vender o mel >annoazul io-
glez, c o meibor velludo preto orto, fazcndas
desconhecidas nesta prega, o ( e vende a re-
talho. O* Srs. offlciaes qne es ara da provin-
cia podem renovar suas co lacoes Ciando
quantia certa, e os outroa senl que nao live-
rem proiurago nesta casa pod manda-la, ad-
verando que o tempo para a < irocuracao de-
ve ser limitado, acompanhand a carla'de or-
dens pedindo as encommenda forem preci-
sa, devendo ser dirigidas a' .ond<">cia a
Joaquim Rodrigues Tavares
Queimado n. 39. Tambem ba
perior e ferros francezas para
da o par 10.
Para luto.
Pumos de seda elsticos jara chapeos largos e
estrsitos a 10500 : na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa .
Algodo de 2 larguras.
Vende-se superior algodo monstro cora 2 lar-
guras, profio para lccgoes e toalbas de mesa a
700 r. vara : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa (.
A 2,400 rs. a duzia.
Lencos brancos finos para algibeira pelo dimi-
nuto prego de2400 rs. a duzia : na bem conhe-
cida loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Cambraias de cores
Vendem-ae cambraias francezas de cores fa-
zenda muito fina pelo baratiasimo preco de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.
Superior brim branco de
linho
Vende-se superior brim branco de linho tran-
cado pelo bartlissimo preco de 15200, 1440 e
ljGOOa vara, dito muito encorpado de doas ios
e de linho puro a 2$ a vara : na ra do Queima-
do o. 22, na bem conhecida loja da boa f.
Agua de
da e
Ricos Casquines
A loja da boa f recebeu superiores bisquines
de muito fina cambraia a imitago da de linbo,
bordados enfeitados com apurado gosto e os
vende pelo barato preco de 8 cada um, tendo
sido sempre sen casto de 16$ e 20, epressem-se
pois em compra-loa na mencionada loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores lazinhas para vestidos de muito
bonitos padroesque se vendem pelo baratsimo
prego de 440 rs. o covado : na ra do Queima-
do n. 22. no loja da boa f.
Para noiv
Botinas de setim branco, el
sim como perfumaras das i
viodo : oa loja do vapor ra
de novo,as-
nas qne tem
.7.
Vende-se urna >rava.
Vende-se urna mulata de 16
ou senos, bonita figura, sem
tem muito boas principios de
e cozinhar : trita-se na ra dr
loja.
pouco mais
lo algum, e
, eogommar
mado n. 46,
BfPW
1
jiadoQueimad 10
LO Ja -
0E4 PORTAS
>**
Ferrao /Asn^.-.g
Ve:ide-se as -eguintes fazerf 5
prec |
Manguitos e gollas de
cambraia^icamente bordados
Vendem-se/ manguitos e gollas de superior
cambraia ric?fmente bordados pelo insignificinte
rego de 2. o par de manguitos com urna gila,
stmpre cuslaram 6 cada par, aiaim
umenda-ie aos amigos da santa eco-
e aproveitem a boa occasio, dirigin-
. bom diohairo a loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.
^ra-
ser.
Essa estimada a colonia embreada, de
que tantos a tanto ^po sentem a falta, acaba
de chegar em bonitos frascos verdes, os quaesse
eslo vendendo a 1I530 cada um ; aaaim como
chegou igualmente] um granbe aortimento da
verdadeira agua de/colonia de Piver em frascos
e garrafinhas de dlfferentes tsmanhos, tudo is-
so oa ra do Qujeimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.________
Apparelhos Je porcellana dou-
rada para afc de bonecas.
A loja da agua b lanca desejando que todos
facam a vootade a si s bellas meninas est ven-
dendo commodamen estes bonitos apparelhos
de porcellana dourad e pintada a 1500 e 2fl
tendo cada um 6 casa fea de chicaras, e os mala
perteoces, a vista do qWe todos iro (munidos de
dinheiro) para compradlos na ra do Queimado
n. 16.
CALCADO
QpcM Direita4S
y Loja do Pavorua da Impera-
triz numero 60.
. -'emia declina sensivelmeate, e o sea
com utr aei*PParecimeato est proiimo 1 O
prooriela de>te bem ,ortldo stabelecimenlo
convida oi8eus nuDBero, fregueses a substituir
"Mho, que todo est cholenco, por no-
o calcado
saa reaiatir s mil sebotis e mazzur-
Bouitos palitepros de porcei-
lana ddurada.
Agora ninguem deixar mais de ler em sua
mesa um bonito paliteiro* de porcellana dourada
pois que elles se estao vendendo alce 1J500
na loja da aguia branca 16.
vo e aup ni v,o o uioLi.t-
cis aue vAn r aaDa(l8 em louTr do reslabe-
lecimento *. 8"d* P"blia* 0* pre50i con-
Tidam: HOMENS.
Botina. .u-.aafWat..:..:..:
non:Pt2 baleras..............
a
>
>

>


A
taxiados "bra7"
Sapatoes non-plus-ulLi*.'..............
12S0O0
12p000
118000
lOjOOO
lOjOOO
9^500
95000
ftSOOO
7J500
.leiros............ 5J5O0
75000
Nantes
ingl'ezeft bol5es......
batedores. V 'po*r'c*o.' '.'.'.y.:
. Hlre.... ...........
bezerro Ulai71Ben,
ingleses p. CT".......
Banfca japonez
tas novas p
A loja da aguia branca
sua encommenda um gra
de finas porfumariis dos
cantes, sendo as bem co
banhai, japoneza, transpa
perial em bonitos copiohos
dita uos copos granes, di
sas e lapidadas, leos de
Lubin, pomadas ou cosme
dos preciosos e escolhidos
mil flores, miel da Inglatet
Alberto, George IV, etc. etc
todas as senhoras de bom ge
desses estimados extracto
em urna sociedade, thealro,
seu fino lenco orvalhado de
ter por cerlo o yait
da direita e esquerda 1 he
perguntarem donoa F.
agradavel cheiro ? E ella
gosto, mas com ar prazenle
na ruado Queimado leja da
rol6.
e outrasmui-
ffumarias.
;aba de despachar, de
'e e bello sortimeoto
ais afamados fabri-
ibecidas e apreciadas
te, philocomeim-
m lampa de metal,
em compoteiras li-
abas*, philocome e
ques, finos extractos
eiroa Jatkey-Ciub,
Marechal, Principe
Recommeoda-se a
o Oso de qualquer
>rque aquella que
baile estiver com
0hlt-
mas
inhas
gero,
e to
bom
era :
me-




t
>
3 bateras e m,
DE
(i\M\ & SILVA..
Vende-se oeste eslabelecimenio todas as fazen-
daa por presos mais baratos que potsivel s
com o um de apurar dinheiro, assim como urna
grande porco das ditas faseodas inteiramente no-
vas, viadas pelos ltimos navios : os dooos des-
te estabelecimento rogam a todos os seus fregue-
ses, que se daem ao trabalho de procurar ueste
Diario es annuocios da loja do Pavo, porque
estao certos qne nao perderao seu tempo.
Cambraias organdys a 280 rs.
Veode-se cambraiaia organdys com dilicadis-
simos desenos a 280 rs. : na loja e armazem do
Pavo, de Gama 4 Silva, na ra da Imperatriz
n. 60.
Panninhos do Pavao.
Veode-se pecas de panninho fintsimo com 10
6S : na ra da Imperatriz n. 60, loja do
varas a
Gama & Si
a.
Chitas ein cortes.
Vende-se cortes de chita francesa muito Sea
com 10 covades a 2JM00, affiaoc.-r. !o-ie t.r la
cOrfixa: oa ra Oa Imperatriz n. 60. loja e ar-
mizem do Pavn.
I
S o Pavao.
Vende-se finissimascassaa francezas de varia-
dos padreas a 240, 260, a 280 rs. o covado : na
ra da Imperatriz n.60, loja do Pavo de Gama
& Silva.
esm a ga cobra .V.'' imiti.....
Nantes 2 batera! aSE*1.....
a..........
!\............
das pelos b^ratissimos
abaixo mencionados :
Capas de grosdenaple prei
bordado a 25$. J
]VIp.iteletes de dito dito 20L

Chales de touquim
os melhorc; que te*^.
T,
bordador
que tes- appareci- S
do no mercado a 8, 10, 15, 20, '
g 25 30, 40e50s. J
^.tnbraias e ^hitis francezas c
9 cores seguras e lindos padroes a *
g a 2i0 e 2G0 rs.
La aberta rsatisada a 520
2 *00 rs'
Multas outras azendas exis
tem expostas aos comprador!
* que segunde seus precos ni
deixarao de agradar,
fi
Aida pechncjia
Na ra do Crespo loja
A portas n. 8.
Pecas de madapolao largo mui ( fifjp
com pequero toque de arana se iQ fa.
zenda limpa de 0^500 vende-se )c q-
a peca, ditas de dito mais baix* tam-
bem por 4 Borzeguins inglezes Tos
o par.
Dinheiro avif. d-
Na loja de. fazendas de Marti d
3orges, ra da Cadeia do Recif r gg
Camisas inglezas baratis-
simas.
Vendem-se camisas ioglezas cem aberturas e
punhos de linho e com pregas largas pelo bara-
to preco de 30$ a duzia, assim como outras mui-
taa superiores a 40c : na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
liflMil
NO
Torrador.
23--Largo do Tenfa23]
Mantelga iogleza fior a 800 e 960 rs. a libra, I
i dita franceza a 640 rs., banba de porco a 400 rs.
a litro, massas muito finas para sopa a 400 rs. a
I libra, queijos do reino a 2jJ,ditosdo sertao a 560
| r.a iibra.serveja das melbores marcas a 500 rs. a
! garrafa, sardinhas de Nautea a 400 rs., toucinho
I a 320 rs., bolachinha ingleza a 320 rs. a libra,
! aisitn como se venda outros muitos gneros ba-
ratitsimos, passas a 400 rs. a libra, sao muito
novas, e se alguem duvidar venha ver no Torra-
dor largo do Terco n. 23.
Cambraias
Vendem-se cambraias de cores
alegantes desenhos a 280 e 320 rs.
ra da Imperatriz, loja n. 20.
de bonitos e
o covado: na
E peehincha.
Na ra do Crespo, loja de |
Papel amisade b^nco e/fe
cores.
Vende-se pacotes com 100 folbas de papel m.
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pacte -
na ra do Queimado loja da aguia branca ai
mero 16.
nmmvum-mmm mm&fa
Acabadechel
gar ao novo
. armazem
DI
^Bastos & Rrs
Na rn Nova junto a C^^.^ 1
dos Militares d. 7 *
Otn grande e variado s( ...-J
roupaa feitaa. calcadoa e axir"m,n *,d* I
estes se vendem por precos^J* "^
batera, beierro......
2 batenaorei
trsbalbadToo
brasileiros de 3S
Sapatos2 solas e salto....
tranca portaguezes
francezes.
SENHOR5-
Botinas dengozas.....v
> salto de bater. .
peehincha de 4500
americanas 3^500 a
Sapatos de sallo (Joly) ,
sem elle (dem) .
tapete; ....
econmicos. : ,
lustre 32. 33. .
-. -jffirftNos
'Ha de ludo em relago
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
cordavo, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roquim, aola, courinhoa etc., que tudo se troca
por dinheiro vootade do comprador.
V *
II..
6J50O
5f500!
65000
55500
5^000
2j000
55000
25000
1#280
5500
55000
4|000
25500
35000
15920
800
500
00
Aindao Pavo a 200 rs.
Vende-se chita franceza escura com diminuto
toque de mofo a 200 rs. o covado, e ditas iogle-
zas a 140 rs. : na ra da Imperatriz n. 60, loja de
Gama & Silva.
Vende o Pavo a 280 rs.
Gorguro de linho que feito em vestidos para
senhora ou roupa para meninos parece sediobas
a 280 rs. o covado, por ter grande porcao : na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem d*o Pavao de
Gama & Silva.
Tarlatana do Pavo.
Vcnde-se tarlatana de la com palmiohas sol-
las a 320 rs. o covado : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo de Gama & Silva.
MENINAS.
nao se deia
aahir
O Pavo vende a 4#5U0 rs.
Cotes de barages com los de seda tendo 22 co -
vados, com barra, podando-se fazer babados, pe-
|0v baralissimo preco de 49500, s oa loja do Pa-
vo i
"ua da Imperatriz n. 60 de Gama Silva.
SEDAS
Cinco tustes.
S na loja do pavo
vendem-se sedas de quadros, ditas de Ultras ao
eomprido, e ditas de listras atravessadas, ditas
de quadriohos, sendo dos melhores padroes e de-
licadissimos gostos, com largura de chita ingleza
a 500 rs. o covado, peehincha, e do-se as
amoatras com penhor : na ra da Imperatriz n.
60, loja e a~mazem do pavo de Gama & Silva.
vestidos de la.
Vende-se vestido'.'16 laaziuhas tendo as saiaa
j promptaa, com muita i^'da, propnas para ba-
lo a 4100, s na loia e armaXera do Pavao ra
da Imperatriz n. 60, de Gama fsS'lva._______
Basquinas do Pavo a 4^|000
Vende-se ricas basquinaa de fusto mSbem
bordadas, fazenda que sempre se vende-u por", lj
e I69OOO por 45000, para acabar : bb '
vo de Gama & Silva, na ra da
n. 60.____________________________________
Eufeites do Pavo.
Vende-se ricos enfeites turca e Garibaldi
com ricas fraojas e botlas a 5(000, ditos dos
mesmos maia simples a 2J0OO rs., e ditos de fitas
cada um em seu carlo : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo.
\G1LCHC1A
DA
Fundicao uw-Moor.
Ba da Senzalla Nova n.4S
Nesta esta boles i raen lo continua a haverum
completo sortimento de moendas a meias nioeu-
de ferro batido e coado de todos os tamanho
para dito, ,
.-t-
f
7,110
Sua do Crespo n
gallo vigilante
Ni-sta nova loja ba grande porcao de caizinhas
com amendoaa proprias para brinquedo Oe S.
rJooqaeae vende pelo barato prego de 800 rs.
cada urna quem deixar de dar a urna menina
urna caizinha ; tambem tem grande porco Je
caixas proprias para dores secos que vende con-
forme seus lamanhos a 65. 5$ e a 49 a duz:a,
amendoas avulsss a 800 e 640 is. a libra: s so
vigilante ra do Crespo n. 7.
Manguitos comtgo.uhas.
>'

CjEgO
Vende-se manguitos oe^golliohas, fazonda
muio boa, pelo barato prreo Oe 2g000, gollu.i.as
e f,ur,hos ultimo gosto a 25000, gollinhas muito
uas e bom t/ordadas a 1(000 cada ama na ra
do Queimado loja de miudezas da Boa ..v.'.
n. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pecas de tiras bordadas de 2,500,
3,000, 3,500 e 4,000 entremeios a 1I&600 e 3*000
cada peca na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, o. 35.
Bonecas raiicezas.
Vende-se bonecaa fraocezis ricamente rustidas
4^00 e 5J00O. e 25000 bonecas de cera coro os
olhos ir ovejos a 25OO e 35000, na ra do Que-
mado loja de rfiudezas da Boa fama, n. 35.
lou'dJfSI Fiveias de ac para sintos.
Imperatrizl'v Vende-ae ltelas de acopara siritoa 1;5UU rs.
25VW>
da
na ra do Queimado
n. 35.
oa J
19 '
4 portas n. 8,
vendem-se cortea de chitas largas escuras, de co-
ras fias, de 10 covados, a 2$ o corte, cissas de
cores xas, fazenda qne sempre se vendeu pos
60 e 800 rs. a vara, a 240 o covado, e outrar |
muitas fazendas por precos baixos que a vista.
I
i
Peehincha m isual.
Fara vestidos desenho/e criancas vendem-ae
Iaas de qu.dnnhos e tf,Dm de litras de S9ds
pelo diminuto preco d 400 rs. o covado, metade
do preco porque se j/jaeria em outra quaiqier
Me : na ra do Cr^pQ^gU___________
Vende-se nultio americano em saccas de
110 libras, por 35 : na tua do Amorim armazem
de|Guimares & Alcoforado.
No gallo vigilante
Na ra do Crespo, loja n. 7.
Recebeu de sua propria encommenda um rico
sortimento de rendas, bicos e labyriothos de mui-
to lindos padroes, que se vende por presos bara-
jarnos.
Acabam de che-
gar a loja de Bastos & Re(r;o na ra
Nova n 47, una grande sortimento de
c!.apeos do Gliyli de todas as quahdades
copa alta com abas regulares e copa
baixa com abas largas, e por ser gran-
de a quanttdade vendemos pelo dimi-
nuto preco de l-i#, 18$ e 20$, esta
boa occasio que com pouco dinheiro
se pode ter um bom chapeo do Chyli.
Aos senhores de
engenhos.
Rap de Lisboa m frascos
Vende-se o superior rap princesa Brasil, the-
gado pelo ultimo vapor francoz aNavarre. na lo-
ja d6 Marcelino & C, ra do Crespo n. 5.
Novidades da chava, da
Arara,
Fazeda com avaria da chuva para os
t reguezes da Arara,
RA. DA IMPERATRIZ fi. 56.
Vende-se cotlea de casta de babedos a 1J600,
?;?000, e 2J500 o-^orte, pessas de cambraias de
salpiquiohoscom 8 1l? varas a 2^500, lencos
bro"cos finos a 200 iisda um, ditos decorosa
80 rs ditos para rap a 120, e 160 rs. rs. cada
um 4 na rea da Imperaiii 'J* e armazem da
Arara, n. 56. \________
Fazendas sem defeito, da Arara.
"vVnde-se cortaV de chita finas curo 12 l|3 co-
vados a 2-500, diloa de cassa de cores a 2$j00,
ditos preta a 2^500, chales de merino esMPpaaos
a 2j>500. goliohas para senhoras a 500 rs.,'pnn-
guos e golas de liobo a 2JO0O ; ne ra da'im-
peratriz, loja da Arara, n. 56. v
I
Babadin da Arara. \|
Vende-se babadin com listras de sC fazenda
muito nova para vestido a 500 rs. o dil;
com palmas solas de seda, de la__Jt, ae 4 i2
palmos a 640 rs. o covado, lanciobs ptra vestido
a 320 rs. o covado, ditas muito finas a 500 e 640
rs. o covado -, oa ra da Imperatriz, loja da A>
rara, n. 56.
Chitas da Arara ecassas.
Vende-se chitas a 160.180 e 200 rs. o covado.
ditas francezas a 220, 240 e 280 rs. o covado.
cassas a turca a 280 rs. o covado, cassas france-
zas a 280 e 300 rs. o cavado, ditas organdin a
320 rs. o cuvado ; na ra da Imperatriz, loja e
armazem da Arara, n. 56.
Arara vende fustao.
"Jfande-se fusto de cores para vestido a 280 e
320 rs. o covado, lencos de teda escuros para
rape a I96OO. pessas de cambraias litas a lfifiOO
29000,28500 e 33000. masaos de palitos finosS
denles a 200 rs.; oa ra da Imperatriz, loja da
Arara, n. 56. '
Madapolao da Arara.
Vende-se peisas de madapolao infestado a 3#
d*La*^ 24 jardas a -g400. 4&600, 5$000, 550
e 6O00, cobertores de algodo a l#0OO, ditoa de
pello a 1JJ500, roupa feita, palitos de panno pre-
to a 6500 e 8000, calca preta de casimira a
43500 e 5&500, aeroulas de linho a 1*600 e 2000
camisas francezas a 1#600 e 5*000 ; na ruada
Imperatriz, loja da Arara, n. 56.
Aviso aos fabricantes de
charutos.
1 Veode-se fumo da Ierra de auperior qualldade,
capas, segundas e milo : na ra da Senzalla-No-
na o. 1.
Veode-se por pouco mais de metade do custo,
ama moenda para aoimaes, toda de ferro, com-
pleta, tendo servido someote para moer 500
pes; schando-se 'para vender por ter o proprie-!
tario comprado urna machina a vapor: Os pre-
tendenles podem dirigir-se para examinar, no'
trapicha do caes do Ramos, armazem do Sr. Le- -tj
moa e para aju.tar na rus do Sol 0. vena do 3# ? *acc0 ,a ^nbeiro i O armazem n.
Sr. Victorino. 14, deronte da alfandega.
Milho
fiecdos como de aeu coalun*11''l0..
roo sejam sobrecasacos de supS *8Sirc c0"
nos a casacas feitos pelos uitirgfre Pa?"
00a a t6,t8#, 30 e a 353, p0!1,8^'1"
mtsmos pannos preto a 16J,^,%?
a 24, ditos da casemira de s Pf s,*
e de novos padroes a 14. 1^^" f,
e a 24, ditos de casemira d ***' J0*
ciado e de novos padroes al LC.0J. m.%s~
20 e 21J, dilos saceos das ? K9, 18,
semras de cores s 9, 10, t3f i s'l4|,
ditos pretcs pelo diminuto prego de 8,
10 e 2, ditos de sarja de seda a so-
brecasacados a 12J, ditos da merino de
cordo a 12,ditos de merino :hioez de
apurado gosto a 15, ditos de alpaca
preta a 7g, 8, lf e 10, ditrrr saceos
pretos a 4, dilos de palha da seda fa-
zenda muito superior a 48600, ditos do
brim pardo e de fusto a 39500, 4* e a
4500, ditos de fusto branco a 4, gran-
de quantidade de calcas de casemira pre-
ta e de cores a 7, 8,9$ e a 10g, ditas
pardas a 3 e a 4. ditas de brim de co-
res Coas a 2S500, 3, 3506 a 4$, ditas
de brim brancos finas a 4$500, 5, 5J500
e a 6, ditas de brim lona a 5 e a 6$,
colletes de gorguro preto e de cores a
5 e a 6, ditos de casemira de cor e pre-
tos a4500 e a 5$. ditos de fusto branco
e de brim a 3 ea3500, ditos de brim
lona a 4, ditoa de merino para luto a 4
e a 4500, calcas de merino para luto a
4500 e a 5, apas de berracha a 9j)G0O.
Para rseninos de todos os lamanhos : al-
cas de casemira preta e de cor a 5, 6 e
7g. ditas ditaa de brim a 2S, 3$ e a 38500,
paletols saceos de casemira preta a 6 e
a 7 dilos de cor a Cj e a 7, di-
tos de alpaca a 3, sobrecasacos de pan-
no preto a 12 e a 149, ditos de alpaca
preta a 5, bonete para menino de todas
as qualidades, camisas para meninos de
todoa os tamanhos, metos rices ve tilos
de cambraia Jeitos para meninas de 5
8 anuos cem cinco babades lisos a 8$
a 12, ditos de gorguro de cor e de la
a 5 e afJtS, dilos de brim a 3, ditos de
cambraia ricamente borbados para bapti-
sados e muitas oulras fazeodas e roupas
feitas que deixam de ser mencionadas
.pela sua grande quanlidade; assim crJt>io
reaebe-se teda e qualquer eocommenda
ce roupas para se mandar manufacturar
e que para ecte fim temos um completo
sortimento de fazeodas de gosto e urna
grande officina de alfaiate dirigida por um 1
hbil mestre que pela sua promptido e g
perfsico nada deisa a desejar. X
Acha-e^ venda no escnptorio de Antoni
Luiz de Oliveira Azev-edo A C, ra da Cruz n. 1
a obra escripia pelo v'.*?CP.de de Urufiuay.Eosai o
Sobre o Direito Adminislra'tW-r-rki^OS H '
cer elogios a esta obra, basta o nome c sek
tor para a tornar recommeodada, daos -volumes
em brochura 10, encaderaado 12g.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple preto muito superior pelo dimi-
nuto preco de 2 o covado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9$ o covado, casemira preta
muito fina a 2$, 2500, 3, 3500 o 4 o covado,
mantas pretas de blondo muito superiores a 12,
manteletes de superiores grosdenaplea pretos ri-
camente bordados a 35, sobrecasacas de panno
preto muito fino a 30, casacas tambem de panna
prete muito fino 1 30, paletols de panno preto
fino a 18 e 20, ditos de casemira de cor mes-
dada a 18, superiores gravatinhas ealreitas
I?, ditas de setim macao e de gorguro muito su-
periores para duas voltas a 2, ditas estreilinbat
com lindos a Heles a 2, superior gorguro pra-
10 para colletes a 4 o corte, ricos enfeites pretoi
a 6, e assim outras muitas fazendas que ido i
dinheiro vista, vendem-se por precos muito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 22, -ls bem conhe-
cida loja da boa f*.
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultimo vapor os seguintes ob-
jectos :
Bonitas ligas de seda para senhora.
Grandes e bem tecidos bandea de clina.
Aspas de ac, e fila elstica para ces de balo.
Bonecas grandes mui bonitas e bom vestidas.
Bonitos tauzinhoa com 9 frascos de cheiros.
Lindas caiiinhas com 6 ditos de ditos.
Trancellim grosso de cor para guarnecer vestidos.
Luvas de camuraa brincas e amarillas.
Lindos boioes de banha para
presentes.
A lojr. d'aguia branca acaba de receber lindos
boioes de porcellaaa dourada com fioa banha e
maviostts inscripcea, oa quaes por suas delicade-
'^'cotslornam-se dignos para presen-
'-'alidade na aclual quadra. quem
.inheiro ___,
1.I6, que acha-
Brilhantina suissa.
Vende-se brilhantina suissa de quadrinhos, fa-
zenda muito encorpada para vestidos e mais lar-
ga que chita ingleza a 200 rs. o covado : na ra
da Imperatriz n. 60, loja o armazeri. do Pavo
de Gfma & Silva.
Colchas do Pavo.
Veode-se ricas colchas de fusto de linho de
varios tamanhos e differentes desenhos : na rus
da Imperatriz n. 60, loja a armazero do Pavo
de Gama & Silva
Chales pretos de Pavo.
Vende-se os mais modernos chales prelos de
ponta redonda com bolota, guamecidoa de bico
de seda largo em lugar de franja a_6;000 : na
ra dmperatriz n. 60, loja do Pavao.
Roavfama.
loja de miudezi
Baleias.
Vende-se ha leas 120 r. cada urna aspa de ac
para balo a IGiiYji. a vara.banoes a l500rs. e
2800 o par, na ra do* Queimado loja de diudc:s3
rta Boa fama. n. 35. V_
Cascarilhas Vende-se cascarrilhea de seda para afeitas
vestidos a 28000 a peca na ra do Queircidc
loja de miudezas, n. 35.
Meias d burracha.
Vende-se meias de borracha para quem padt>ca
de erysipela a 15000 o par, meias de seda preta
para senhora a lfOOO o per na ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama, o. 35. _____

A 2#50,s o i/a"\..
Vendem-se cortes de cambraia branca cora L'e
3 babados a 2500. dilos de tarlatana branc.i e
de cores, com barras e babados a 3: na iua
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavo- v~
Gama & Silva.
Bales do Pavao.
Vende-se ricos baloesarendados com duas salas
e bico en." volts, pelo baratsimo preco de 68,
dilos de madapolao francez muio Rran:es com 6
arcos a 5J, ditos com 5 arcos a 350: na loja
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60. _________
Bramante do Pavao a 10$000 a pec.a.
Acaba de chegar a loja do Pavao, urna nova por-
rau do acreditado bran ante de linho, com largu-
ra de brim liso, le. 'o 27 varas cada pega, esta
fazenda propria para lences, loelhas, cerou-
las, camisas, etc., e vende-se pelo biratissimo
preco de IOS a peca, s na loja do Pavao ; ra
da imperatriz n. 60, de Gama & Silva.________
Chales Garibaldmos.
Vende-se na loja do Pavao, chales ds merino
muito grandes de listrinhas a Garibaldi, pelo ba-
ratissimo preco de 4500, pechicchs : ua ra
da Imperatriz n. 60. de Gama & Silva._________
Chuls do Pavao.
Vende-se chales de merino muito grandes a
33, ditos de cas-as decores a800 rs. : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Perfumaras qiuiUi linas e
btiratas.
Opiata ingleza a 18500 rs, dita franceza a SCO
rs., 640, 18000. oleo da sociedade hygientqee
verdadeiro 11(,00 o frasco, oleo babosa de P>ver
verdadeiro a 800 rs. cf-asco, agua balsartiiea */,.
para os denles 18000, difa de Botot lambcm,'
para os denles a IflO o frasco, pomada raoce-V
za em pos a 500 rs. e 1000, 320 rs. sabonetes
muito fino a 640 rs., 800 rs. e 18000 cada uru na
ra do Queimado loja de miudezas da Boa faina,
n. 35.________.__________
A 200 r&,sopavo.
'"ende-se chita franceza escura de cor fixa a
doua tustoas o.ovado : na ra da Irrperalrii n.
60, loja e armazem do pavo. ^^___^___
I
I
i
i
I
S
egaram as desejadas rosas
. artificiaos.
f Agora dave eessar o desgoslo que muitas se-
ihoras seotiam por nao terem comprado daspn-
neiras rosas que a loja d'aguia branca recebeu,
sso porque dita loja acaba de rer er um novo e
n/ brilhante sortimento dellas, vindo estas de
Dais a mais dalicamente orvalhadw. A senhora
e com a pequea quantia de 2 comprar ufr.\
- os ro.aa, oiir um effailQ anda
(relativamente w caso);'do qua
. produz oprompto allivio em qual-
jstia. Cumpre, pois, qua se nao de-
.-. m ae mandar comprar na ra do Quei-
,dor loja d'aguia branca n. 16, pois do coalra-
ficarosem ellas para S. Joo, o que nao
vm. Na meima loja vendem-se outras rosas
s baratas.
jSuperiores atoalhados
Vestidos do P^vao,
^echincha, cortes de cambraia brancos com
biabados a 28500, ditos de tarlatana brancos e de
Ec'ires a 3, ditos com babados eduaasaias muito
sViperiores a 4, pe(,as de cambraia braoca com
caTvicinhns brancos e de cores, tendo 8 1/2 varaa
cada Vipca, por 4, cortes de cassas de 7 1/2 vaYus, padroes novos a c'j ; tudo isto se
encontr na-ioja d0 Pavo, que venie dinheiro
a vista : na ra oa -Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silva.
i
nicf,
adamascado.
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimadon. 16.______
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Pos de arroz com boneca em bonitos vasos dou-
rados.
Ditos dito sem boneca em pacotes.
Agua balsmica para conaervago do cutes e
bom balito da bocea.
Opiata iogleza para alvejar os denles.
Leile virginal cuja ulilidade reconhecida para
tirar sardas.
Vinagre aromtico para quem soffre de tontiets
e dor de cabeca.
Pastilhas de cheiro para ao perfumar aposentos.
Vende-se leite liquido de vaec, a pataca a
garrafa, todos os das das 6 e meia s 8 horas da
manha : no paleo do Carmo deronte do arma-
zem proRressivo n. 9.
Vende se um sitio com casa de pedra e cal
na traveasa dos Remedios n. 11, com 96 palmos
de largura e 325 de comprimeoto : a tratar na
ra Imperial u. 39, padaria.
\
Vende-se a taberna sita do pateo do Car-
I mo n. 2, propria para um principiante por ter
poucds fundos: a tratar oa loja de tarlarugueiro
i defronte da rea estrella do Rosario n, 2,
periores aloslhado adamascado com 8 pel-
de largura a 1 6(10 rs. a vara : na ra do
imado d. 22, na loja da boa f.
masco para colxas para
ornamentos de igreja.
ode-se muito superior damasco de l de
cor, muito proprio para eolias e para
entos, com 6 palmos de largara pelo ba-
reco de 2800 rs. o covado : na ra do
ado n. 22, na loja da boa f.
Len
muilo
proprii
barato
doOue
boa f.
erdadeira peehincha.
dem-se cortes de superior gorguro do se-
a colletes pelo baratisiimo preco de ],
i o corte : na ra do Queimado n. 22, na
nhecida loja da boa f. _____________
.'ara os tabaquistas,
eos reuit) finos similaco dos de linho de
honitos padroes e de cores fizas muito
is para as peasoaaque lomam tabaco, pelo
preco de 48800 e 5500 a duzia : na ra
modo o. 22, na bem conhecida loja da
Alburnos de borracha.
Vende-se os ,,, superiores alburnos ou so-
Dreiudos 'je L che, proprios para o invern a
12: na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Cortes de phantasia,
Vende-se ricos crles|d>* phantasia de duas saias
com delicados lavores a 6 cada um : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Calcinhas do Pavo.
Vende-se calcinhae de cambraia bordadas para
menina a 1 o par : na loja do Pavo ra da Im-
peratriz n. 60.
Gollinhas do Pavao.
Veode-se golinbas de esmbria bordados e di-
tas de fil bordadas a 500 ris: na loja do Pavo
ra da Imperatriz n. 60.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas bordadas a
1860O e manguitos muito finos a 1 o par : na
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Tiras e entre rucios.
Vende-se tiras bordadas lapadas e transparen-
tes, assim como enlre-meios muito delicados :
na ra da lmperalris n. 60, loja e armazem do
Pavao.
Vend
com dua"
pelo baj
conhecil
n. 22
S10S,
tramante de linho.
i-se muito superior bramante de linho
is varas de largura proprio para lences,
ato prego de 28400 rs. a vara: na bem
la loja da boa f, na ra do Queimado
xrendem-se caixes va-
roprios par* funileiro
e bah leiro, a 1^280 cadaum:
n'esU ypographia se dir.
Lencos e luvas.
Vende-se lengos de cambraia de linho com la-
byrinlho a 2500, ditos de imitagode labvrinlbo
a 1, luvas de sedas de todas as cores a 500 ris,
ecleites pretos de vidrilho para cabega a lg, lu-
vas de retroz prelo aberlas a 500 ris o par ; na
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo de Gama
& Silva._____________________________________
Cambraias do Pavao.
Pec.as de cambraia fina com 101/2 varas a 6 a
pega, ditas com 8 1/2 varas a 4, ditas de 8 pegas
a 3, dita para forro, com 8 1/2 varas a 1600 ;
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo, de
Gama Vestidinhos a 4$500.
Vende se vestidinhos de seda enfeitados para
meninas de 2 a 3 annoaa 48500 jr ra na Im-
peratriz d. 60, loja de Gama & Silva.
Grosdenaples do Pavao.
Vende-se grosdenaples preto muito in.corpado
a 1600 o covado : na rui da lmperalris'n. 60,
loja de Gama & Silva.
Paletots do Pavao.
Veode-se palitots de panno prelo fico a 6,
ditos de^ney de cores a 6. caigas de casemi
preta a 15500: s na ra da-Imperatriz n, 6<
Gama & Silra,
uV^
iapi
Palmatorias de vidro
dafio.
Vende-se palmatorias de vidro a l600rs., aitas
com mangas proprias para ropazes a 4j00 rs.,
cada urna, escarradeiraa de vidro a 450O rs.
e 5000 o par, na ra do Queimado jej" de
miudeza da Boa fama, n. 35. .
A 500 rs., s o pavao,
Vendem-ae as mais modernas t floisiraas la-
zinhas de quadrinhos e Jo flores soltas e palmi-
nhaSjdesembarcadas do ultimo navio vindo de
Havre,pelo baratissimo preco de quinbentos is
o covado. e do-se as araos'lras com penhor: &a
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem Ce Ga-
ma & Silva.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-se asta nova fazenda de padroes deca-
dissixos com 4 \\2 palmos de largura, propria
para vestidos de senhora a 400 rs. o covado : na
ra da Imperatriz n. 60, loja a armazem do pa-
vo de Gama & Silva.
Coke e alcatro.
Coke da melhor qualidade, muito proprio pa-
ra vapor, e tambem para lodos os usos domos-
ticos, fornos pequeos e grandes etc., para estes
servicos, o coke mala economizo do que qual-
quer outro combuslirel, por ser menos de me-
tade do prego e de mais durago.
Alcatrao, este sendo applicado navios, bar-
cacas, alvarengas, canoas ele, presta muito
bom effeilo, conservando a madeira de todas as
qualidades de bichos, tazando durar um tem?o
indefinido. Tambem conserva madeira de edi-
cigoes, preservrndo-a dos bichos e contra o
tempo : as propredades chimicas deste alra'.rjo
de carvo maia forte du que qualquer nutre,
extrahido de madeiras ou outras materias.
Quem precisar achara venda, no armatcm
do gaz. Ra do Imperador.
Prego do coke 12-8 por tonelada.
Prego do alcatrao 500 rs. por caada.
V

Cal-e potas
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conbecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
-i
Calcados par** Ii-
vrar clr callos.
Bolinas ioglezas de puraque para ho-
rnera a......../;.................. 68000
Sapatoas de dito* dilos para homem a 4>000
Sapatos de trs/v8 do Porto, com sola
h cortiga/;....................... 11900
' loja r* calcado da ra do Cabug n. 16.
er ve-e-se um moleque e urna negrinhs de
g a 9 no, de muito bonitas figuras : na ra
niMisa. 6.
Linhas.
Superior lioha de novello grande a 80 ris
no gallo vigilante, ra do Crespo d, 7,
t
r1.
**


V
DAWO DE PEtIUMIUCO
im
V
VNDESE IVO ARIH4ZEIM
PROGRESO
Ricas fitas para chapeas,
cinteiros, etc, etc.
A. loja d'aguta branca acaba da recebar m ex-
traordinario sortimenlo da rieaa fltaa, Xifo boai
m qualidade quio bonitas aos dessuhosV tendo
otra ellai o mita largo que ppssive'; aaaim
aomo algumis peQii braneaa cora c otro liso
proprio para inscrip^oei, o muitaa outraa de dif-
erentes coras como de cal, rxa, aacar a> etc.,
etc., o como da ten loavavel coetume.: i0j
d'aguia branca, 3a raa do Queimado n./lfj, ven-
da por preco commodo estas boas abo/bitas fitas.
DE
Francisco Feraandes Duarte
reo im Penha
Os raelhores gneros que vem a este mercado e por menos 10 por canto do que ana outra
tualqiier parte, garanndo-se a boa qualidade, por isso roga-se a todos os San.4* praca, de en-
. feos e lavradores o favo- de mandaren suas encommendas a este rauito acreditado armazem da
olliados, at, m de vorem a differenca de preco e qualidade que faz, se fossem comprados em outra
'alquer parte. ^
Bk.mM%8 confeitads para sorle de S. Joo a 800 rs. a libra, tambera um-se para
6i0 rs. a hbra sendo em porfi, tanto de urna qualidade como da outra se axabati-
mento.
BataiftC nOVaS em caixas com duas arrobas por 29560 e em libra a 50 rs.
l**ftU&ft' l^gUl* da safra ora de primeira qualidade a 850 I
barril se faz abaiimento. ..raf em
M %llt9,& &**** mais n(m 640 rs. a libra, ,rr
^^ill do TOtimab r l ,. barril a 600rs.
^ p *" muito frescoschegados neste "',:
gados no ultimo navio a 19800. -mo vapor a 29000 ditos ehe-
\|ttij ralo 0
OU hy&sn
qualidade.
* J ^*^131 o que se pode desej^
* Aa AV^tiO homeopathico aS*
*X FaQUAS nOVOS x 2200 a libra em porcao se faz abaiimento.
99000. de pavio transado a 230 rs. a carta e em caixas com 40 cartas por
La*r
.AS C^lll ^TJ&^^.fiO^.S confeitads, proprias para mimo, contando mais con-
feites a assucar candido por 19000 cada urna.
. aJ^aS em caixinhas de 8 libras chegadas aliimaraente a 29000 cada urna e a retalho
a 480 rs. a libra.
Nova aUen?a<
O vigilan ta acaba da recabar do/to sor timen to
da diveraos objectos que se vende/m por menos
20 por cento do que am outr qual/quer parte.
Siutos para seeihoras.
R quissimos sintos douradoi/, pelo bsratissimo
prego da 29, a com firela ao Vado a 4}, asstm co-
mo da Uta da sada ou Tallad/o 1$ : s no gallo
vigilante, rna da Crespo o. 71.
Eufeites.
Vandem-sa os riquissimo/s enhilas da cabeca
com franja a vidrilho a 5j>, ditos sem franja a 3,
ditos trancados a 23500, ditos da lago da fita e
bicode seda a 2o : s aflfgaUo vigilante, roa do
Graspo n. 7.
Fivelas para sioto.
Riquissimas 0 velas d'e ago com madraperola no
centro a 18200. ditas do madraperola a 3J0, ditas
doaradiohas a 340 : a no gallo vigilante, rus do
Graspo n. 7.
V/idril&o.
Lindos vidrllhoa pratos e de cores, pelo bara-
tissimo preco de l!600 a libra : s no gallo vigi-
lante, rus do Crea/po n. 7.
Parae
Oa Modos "
treter otempo.
'i domius a 1&400, linda;
mais superior que tara vindV
,, o a este mercado a 800 rs. a libra,
o melhor que ha no mere-
ddo a 29800 e 29200 a libra, afianca-se a boa
CAt siwaJn -^jr neste genero a 39000 a libra.
.
da soda em latas com diferentes qualidades a 19440.
svataxlnna ngleza amis nova que h no morolo a 49000 a barrica e a retalbo
a 320 rs. a libra.
*' IUDlO *. W $1$* jt superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 a 640 rs.
a garrafa, e em esnada a 39500, 49000 e 49500.
VIUDOS angatiratadOS Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
toria velho, e lambam ha para 19000 a garrafa.
.'. pi i li 1^800
^'*?V'jf/, ,ja marca cobrinha ou de outras marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
'"Illas francezas e portuguezas em latas de 1 libra por 640 rs.
-' VUfcttt em tattas de l libra por 800 rs.
h S X*S tTaaea^aS era latas de 1 e maia libra por 1500, ditas com 3 libras por
20800.
SsmQaa\aa(s\v) de casca mole muilo novas a 320 rs. a libra,, era arroba por 800O.
NoXea a 120 rs. a libra e era arroba a 3&000.
\ leMrt*!, TOLsa.e-*T~:aA 5 talUa^im a 400 rs. a libra, a em caixa com 1 arro-
ba por 69000.
s&Ssttlll ),k, pevide e arroz de massa.branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cai
xinhas muilo enfeitadas se faz obatiraento.
itv '}-' **ft aen%CS lixados 03 maisbara faitosque tara vinlo a este mercado a 280rs.
^esbem lia para 200 rs. ';
611111^'"*" .W.,tlk^S para fiambre a 800 rs. tambera haraburguez para fiambre a
f I fl lihra ^ re,n0 ma'S n0V0 1ue ',a a ^ r3' a ''Dra*
ijYa.'*aT scai-
JOfc- <-- 6 no gal-
.obas com jogos de vtapors a 900 rs.. .
lo vigilsnto, ras do Crpsoo o. 7.
Vsnde-ss ton Pater & C,
. a do Yigario n. lio sortiment de
leiogios da ouro, pateu > de um dos mais
afamados fabricantes do rpool; tambem
urna variadsda da bonitos ir ncailliDs para os
mesmos. I
floiM wMimijmmmmm
jLoja das y por-|
tas em frente d> Livra- S
meato
Baloes de 15, 20, 50 e *0 arcos.
Grande sortimenlo da *ldes de arcos
oa malhores nests fa Dd* e grandes,
chitas (rancazas largas acaras a 220 a
240 rs. o covado, ditas estrellas miadi-
nhas a 160 rs. o aovad0 carebraia lisa
para forro com 8 1(2 vi-"* 2$ a pega,
ditas finas a 3j, 4, 5$ 6$ muilo finas,
ditss de salpiquinbo rom R 1|2 varas a
I 3*500 a peca, coberlai alcoxosdas bran- I
* ca e de cores para c*ma a 48500 e 5J,
cassss de cores fraofeza< (iotas seguras S
I a 340 ra. o covado, je?a de brelanba da "
rolo a -23, algodBo iiaocad alvo maito
m largo para toalhas if a a. anfaitaa a
m Garibaldi todoa pretc a 5 cada um. len-
eos braceos com ba ** core 120 ca-
J da am. roapafeita todas ss qalid\-
8 des muilo baratas, Ja e,l abarta at m
as 9 horas da ooita Jt
M&ilfSS Jt&&
NOS ARMAZENS
PROGRESISTA
i
A banha iiia,
sm copos grandes, ebegoa para s loaj d.agais
branca, raa do Qeeimado n 16.
das seis portas em trente do
Livrameuto. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande sortimenlo de saiss a balSo de arcos,
os malhores qae aqai tem apparecido no mares-
do a 40500, 58, 6g a 68500 cada am, d se para
mostrs com penhor; a loja est aberta at as?
horas d noite.
i
i
l SU 0 melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra. em garal.
ftR.auasi- Dltas da anus.
V ;U "llflltl 1 4o *im muilo novo a 280 rs. a libra e em barris de l a meta ar~a
RE!.r.OIOINCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milharas da individuos da todas as nacd*
podem testemunharas virtudes desteremedU
incoraparavslaprovaramcaso nacessario,qus,
palo uso que delle fizeram tem seucorpos
embrosi n teiramentesos depoisdahavar em-
bregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconvencer dassascuras ma-
ravilhosas palal eitura dos peridicos, qulh'ai
ralatam todos os das ha muitos annos ; a a
maior parte dallas sao to sor prendantes qui
sdmiram os mdicos mais celebras. Quantai
pessoasracobraram com asta soberano remedie
o uso da seus bracos a pernas, depois dedut
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tai
laviam soffrar a amputagao I Dallas ha iasu
casque'iavendodeixadoesses, asylos depaaa-
timsntos, parase nao submateresa aassaopa-
racao dolorosa f o rasa caradas completassenM,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taas pessoa na enfuso de seu raco
ahecimentodeclararam estesresultados banoS-
eosdianta do lord corragedor e outros saagis
irados,afim la mais autenticaren sus a Grmaliv
Magues desesperara do estado desaude si
tivessebsstate confianca para encinar esta re-
medio constantemanteseguindo algam tempo c
trataasantq. que necesstassa a natureza do mal
eujo rmeoW .pW*,i* provar incontastavalmanta.
-Qa-^.?888cura.
O angaento he a ti l, mala partlcn
larmente nos seg-alntes casos.
Alporcas
Caimbras
Callos,
enceres.
Cortaduras
Doias de cabe;a.
das costas.
j Enfermidades d
3fiR DUARTE l
t> Ra das Cruzes de Antoio 36
O LAGO DO CA MO 9.
[fre2uszflsml?,?I0pretarOSdesles ae"di*dos armaiens p cipamos aos nossos numerosos
Superior ^e Lisboa. SCZ^USSllTr^ :jsdeve,a rettb^ 9noSM propria encon"n-oda
que ouSoquaC ral *& Pr isso *" v ^ meQ0S l0 Pr cent do
mauo IH2 -mi exPerienc,a most ara por isso ped a ^os os Srs. da praca e Ao
menos eES C! pa? ,M0,nao PouP^mos orcas paw be. erv,,-flS ,,nda Po
7SSTfSZt rSSSl aS l*S 5 s n du Cruzas n. 36 Tlargo
do* I^SJL^SSXZ FTb^pos rauh0
Ufa tnlJ (yo^fM* Progress.vo) pois sao as duas
i^anteig-a francesa,
600 rs.
Tam para vendar sr porcao e a retalho Ante-
nio Laix do Olivaira /(evado & C, no sea os-
triptorlo ras da Cruz.1-
Na ra da Ca *oado Carmo loja n.
uto a qualidade de mobi-
.5*' -n anti
ha ta derno co>
ga, i por preco mais
comt em outra qualquer
part' a qualidade de obra
de ( cou. ;om a maior brevida-
de < ) maior a iro da arte.
emmmm-mimmm es
a mais nova e mais superior d(
melhor que se pode desej
vildam com outras casas qaasi
as filiaes.
rcado a 900 rs. a libra.
650 rs. a libra a am barril a
*>u *
Inflammacao da bsxig.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordedura
(
HquMaijo por todo
\ o pre^o, na bem co-1
' nhecidalojadoSer-i
tanejo. |
ua do Oueimado n. 41S. J
Apparecam com di-
ahe: que oo deixafo g
comprar
Chitas esasir** fl<>a* a 160, 180 a 500
rs., cortes davfstiJo pratos bordados a
) vallado de s)*(o de 150J e se vender
por 30$, 40J, '503 a 708. sahidas da baila
da velludo a *etim i 12i 13$, camisas A
para senhor 2^000 e 3-500, glliahas
de ambrai* bordadas a 500, 600, 700. 5
9' -. ov s)1*- dil" de l6 bordadas a 120 1
^ cauTS !"" f"l5 6*-7- al
i ", v da brancas a pretas para se- 1
i metas de no o psr, tiras de babados a S
RM.70QYL l"de I""1'0 e"faaOaa a W
SOrt a MM V e"d0' cabraia Pre'a !
-> un *"" or8andys d8 corta a |
600 fl. a* Vara, fil brsnco adamsso
para cortinados a vestidos s 400 e -500
rs. a vara, cortes da colleta da cssemira ffi
bordados pratos a 20 e 39000, ditos de 35
velludo de edr e prelos a 39, 49, 59 a 69,
paletots de briru branco frsncezes a
39500 a 49500. ditos da casemira de co-
res a pratos a 149 e 169. ditos de slpaca
pret a de corea a 39,38500, 49 a 49500,
camisas da peilo da I id lio a 29500, corlas
do collsta de orguro o 19500, 19700,
29200, 3g a 3S5O0, colletes leitos da brim S
brsnco a 29500, ditos feilos da gorguro 1
a -28500 e 39500, ditos (ellos de casemira S
a 35500, 48 a 48500, ditos de velludo a g
59, 690 79, ditos da (uslo da cores a 4
18500, uro Variado sortimeoto de meias $
para horaam e snohora, grioaldas cora f
flores, chalas da (roco, espartilhos, a (o- I
da a qualidade de roupas feitas para ho- 9
meni que tudose vende por rnetade do *
seu valor. jtt
&mm mm& vmmmmmn
0 a librs.
00 a libra.
e a 19600 o ordinario.
Jl700.
*endo inleiro a 500 rs. '
00 eOO rs. a libra.
s. a libra.
160 rs. a libra muilo novas
bras a 4*000.
as da duas libras a 400 rs. a
ao.
damasco, ginja, amaixas
800 rs.
^lGarrfes
a 59 e 73 a arroba.
'-- I|Al|t.i o. 9in Uiasj proruptas para se comer a 1|800 cada urna. ,
Hll A pOrCO refiQ8da em latas com 10 libras por 44300. '
offt b* rri: raul0 fina e aiva a 440 rs. a libra eem barril a 400v"'
kV]&8 =- bullo t?aU^'l propcios para mimo s 500 rs. c
uY


(
V
MT'lPlftla-i''-. imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 600 rs,
a libra.
%%atrmV%da de Alperche era Latas de 2 libras por 15000 cada urna,
V* -.%VS C ^ .. I? rUCtttH de doce em calda as malhores quehaem Portugal como sa-
jara pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs. a lata.
!> $Ce* 8#CC *9 e em calda, era latas, de 4 a 5 libras por 1500.
'C'bLttCoV&V:. hespanhol a 13500 rs. a libra, dillo francez a 1100 ditto portuguez a
800 rs,, afianca-sea boa qualidade.
l'.V n (je primeira qualidada tanto do Rio como do Cear, a 30 rs. a libra, em arroba a
99000, dito mais baixo a 260 rs. e 7*800 a arroba.
Sevadittha de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e am por$o se fas
abaiimento.
Sa g muito novo a 320 rs. a libra e am garrafes com 5 libras, por 2&000.
?* liabas, jo reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
Hita do Maranho alva e cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
\f v^laa da carnauba refinada a 400 rs. a libra, e emjarroba o 12000.,
nsJ&wlVs *'* refinadoa 800 rs.garrafa e e era caixas a 99000
\'Vjag?e Ja Lisboa a 240 rs. a garrafa e era caada a 1*800.
Vii-sbi cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, e ara caixa 149000.
\7 Sib* b^aiiCO de Lisboa o mais superior que h oo mercadopropjio para miss
640 rs- a garrafa e e caada a 4*500.
CK&,lltaS.,USpr0S d0 fabricante Brando era meias caixinhas, por 2*500.
UltO* suspiros n fabricante Gatanho & Fihos em meias caxinhas a 29000.
D%08 em caixas de -oo regala Imperial, Viagantes, a Paneoiellas, .a 29000 a cawa.
ssAf*ata rauita limpo,^ 180 rs. a libra, e em arroba 59500,
A--^AtO^*^ rauito novas,a tfoo rs. cala urna ancoreta, e a 400 rs. a garrafa.
A??OT. de Maranho a 120 rs -Ubra, e 39400 a arroba.
INiXft de postas em latas dai melh,M qualidades de peixa que ha era Portugal a 19500 rs.
Ge,is.b?a d oWanda .an,^,^^ en, 25 gaTra(as por 9*ooo.
HS.Oal.aTda ingleza muito nova a l900s 0 nsco a |ranceM a 640,'rs. o pota.
Alm dos gneros cima mencionados encu,r(|r 0 reSDeiWvei pUBilCo um completo serti-
aento de todo que tendente a moshadoa.
Erupcoas escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdads ou falta da
calor as extremida-
des.
Friairas.
Qangivas escaldadas.
Inchac/!?-
Sarna.
SupuraQoes ptridas.
Tinha, es qnalquai.
parta qua saja.
(Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculaces.
v-"eias torc*
Atiene

cl-U
nflammaQao 4,'j Qgado.J das as
Yenda-sa este ungento no estaba.
garal da Londres n. 244, Strand, a .u
da todos os boticarios droguista a outras pea
soas ancarregadas da sua venda em toda
America do sul, Havanae Hespanha.
Yenda-sa a 800 rs., cada bocetinha cont
ama instruecao em portuguez para explicar
modo de fazar uso dasta ungento.
O deposito garal am casa do Sr. Soum*
harauceutico, as rus de Gru n. .22,
psrnambuco. 1
Batatas novas
s 2*560 rs. a caixa com 2 arrobas, em libra a .
rs marmellada imperial em latas" de 1 1^2 e
libras a 400 ris: vende-se no armazem Pr
zrosso, largo da P^nha n. 8. ___________
Chegoa para a loja da victoria, candieiroa a
gas de novosgostos e modelos, tanto para sala,
como psraescada e quartos e para outras umitas
cousas : na loja ds victoria na rus do Quaimado
8 Ricos pianos 2
jg de varios autores, vendem-se jft
|g em casa de Ralkmaan Irmaos & g^
G. ra da Cruz n. 10. a
eiLtao
ir*
mludexas
Aljfar fino imitaado perol* *.
Venda-sea 300 rs. o fio 4a aljfar fino, ic ai-
ndo parola : na ra do Queimado. loja d'ag "*
branca n. 16. __
Potassa da fiussia
Vende-eemca$adeN.O Biclx &
C. successores. ra da Cruzn. 4. __
Veo senos ; na roa da Cadeia lo Recite o. 47. ___
Vomla-se um melalinhu com 15 aooos, 'lUt
coiinhs e ngomms : a tratar na loja da ra ao
0*>imadon. 46. ________ ^^
Lagedo de Lisboa.
Vende-sa urna por?ao da lagsdo de sep arior
qualidade, ch>ga4o da Lisboa plo brigue J1|-
da. aioda por desembarcar : a tratar oo ai C"P-
torio de F. S- Rabello & Filho, ra da C '<
e. 55. ___
Guimsraes & Luz, donos da loja da
da raa do Queimado o. 35, boa fama. parlUipim
ao publico qu o seu estsbeleci>'-'''B8nlo se acha
completameij>> >rovidp^*-r",^he",orM marcadorias
s 2 masmo estabelecimanto, a muitos
.j objetos 4a gosto, sendo quasi todos reca-
bdoa da suas proprias encommendas ; a estsndo
alies inleiramente resolvidos a nao vendoram
Qado, ariaocam veo qaalquer ; e juntamente pedam aos seus davedo-
res qua Ibas mandara ou vanbam pagar os aeus
dabilos, son pena daseram justiesdos.
V/lia I MI Y lili o mLesPec'l que se poda encontrar a 2
Cha hySSOn 0 melhor V se pode desejar ds 29400 a
v/fl pretO qUa se pde9S9ar "aste ger"- *
Queijos kmengos f*~
QaejO pratO omelhodom
Paseas era caxinhas ae o j._____
Figos em caixinhas da 8libraswooo
Araendoasd casca raolet3.2o rs. en
Ameixas francezas a i, a ,br, e etn UlM co
Marraelada superior amaihordo m9rcado
libra.
Doce da casca da guiaba soo rs. o
Latas cora frutas era calda como.
alperxe a 600 rs.
Amendoas confeitads com diversas cor i
VinhpS generOSOS engarr,fad08dasseguinl "alidadas, duque do Pvrso, Porto
fino, Pedro V, velho secco. genuino. Rector, Ca los ^ailo"* Madeira secoa a
12? e 139 a duiia a a 1I00 a garrafa e muscat 20 r a g"afa.
l/lt 8 ampipa proprios para mesa de 39600 a I a caada ede -s00 a 600 rs. agarrafa,
do Porto, Lisboa e Figueira.
3erVeJAS das ra9|hores marca3 a go0 rs# a lrafa e 590OO a duia, chanpaD.he das
marcas mais acreditadas de 149 a 20} o ]o, cognhac o melhor que se pode desejar
a 900 rs. agarrafa. |
vaTenebra da verdadera bollanda em garrafdes : 16 garrafas a 690O0 cada unh.
txeneUra uliana a maisubl a 2000 cada um.
PraSqUeira com 12 frascos degenebrad lolanda 800
com 5 garrafas de superior vin e a 19000
Vinagre puro de Lisboa ,24 s ,gtrrafa,, 1W00 a canada.
?I ai Ta qUlllO 0 mais superior que se poj desejar a 19000 a garrafa.
JQSpermcete 0 mais superior do marcadoln caixinhas da 6 libras a 49200 e 700 rs.
a libra. I
Velas de carnauba n5oo*mi .ssoaiibra.
A.''COretflS comzeitonas as melhpres do raer do a 1^400.
V>aiXaS com 1 arroba hespanhola comeado maca o tallurira e aletria a 69000.
,' 1 s
'HlXinn^S com diversas qualidades de raassas loaosja estrelinha pevide etc., a (>000
e 640 rs. a libra.
CyllOUriCaS e Pal OS os melhoresdo man do a 560 rs. a libra.
reZimtOS o quesepode dezejarde bom a64 rs. a libra.
8.ingUIC/3S finasem latas j promplas a l-#600
r eiXe eJ.U latas cavallinhas pargo a lingua Sa 1^600.
J. OlClilUO do reino a 280 rs. a F.ora do novo, i 240 rs. do velho.
anha de )Or*o a me'-.hor do mercado em atas de 10 libras a 49000.
MaSSa .de tomate flIr. latasde 1 librra a 70' rs.
-iaSSaS para S05pa talhanme macarro a PalltOS Xad^^S em macos cora 20 saacinhc u,.' rs.
Papel greV'C pautado liso muito snperir jr a 4J0),. resma.
KrVa dO0-ea360, pimenta_a360,canella 900 rs., ecomiXosa 800 rs. a libra.
PalltO^ d0 gaZ a 29300 a groza e 20 rs. a caixinha^
5ia J retinado am^ pacoies de mais da urna libra a/JJO rs. a )tes 560 rs.
5to 'g*l muito novo a 280\ a libra e sevadinha 200 rs.
W arnha Jo Maranho
lat o Ri
Caixinnas
>0
2
o-
' "
Libras esterlinas.
>
Vende $e libras esterlinas no esc |TI
torio n. 1* da ra da Cadeia do Re 'cl
No stlio da capaila do Chora Meeino, Tan"
de-se aziitede arrpalo a 400 ra. a garre {9a
Soehall Mellors & C, Undo recebldo or-
dem para vender o sea crescido deposito do rslo-
gios visto o (abusante ter-se retirado do nago-
o ; convida, portanto, ispessoas que qaiseram
possuir um bom ralogio de oaro ou prata do ce-
lebra fabricante Kornby, a aprovaitar-sa da op-
portanidsda sem perda da tempo, para vir com-
pra-loa por commodo prec.o no sea aacriptorio
raa do Trapicha n.58.
Moendas < meias moendas.
Taixas de ierro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ra do Brum n. 58, fundicao
-de D. W. Bou man.
Ra da Seuzalla Nova n. 42.
Neste estabeleciment vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120rs.
- Arados Americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
JohnstonJ & Q)t ra da Senzalla Nova
Ni *2.
a 160 rs. a libra e gomma a 80 rs. a libra e iOO a arroba.
a do Cear o melhor do mercado de 89500 a 9950 r.ba.

'as
mais elegantes, propias para mimos ou raesmo para guardar joias de 400 rs
a 1500 e temo com 6 caixmhas a 5000. "
Chocolate ht spanhol verdadeiroa ;iooo aIibM
hrvilhas portuguezas e francezas. ^^^^ rs
1 raques os malhores do mercado a 10 a caixa e a 580 rs. a caria.
OaVei em latas chegado no ultimo vapor a 19600.
Bolaxinh* de soda em i,t.s. i4oo
BoIaXinha ingleza mal n0ya do mercado a 4500 a barriese 300 rs. a libra
Lentilhas francezas 0 meIhorlegume^ sopa,guzad0 a 200rs> a Ubra
Presantes hambre 0s melhores do mercado a 640 rs. a libra.
MaSSa de tomate das melhores qualidades em latas de l libra a 700 rs,, em 500
rs., e em potes de vidro a 700 rs. cada um.
Bolachinha Cracknel em i.t.s com 8 e ie libras a 2*500 a 4*500 M 400
BalaOS frailCeZeS de diversos taroanhos de 320 a 600 rs. os maiores raaraas
para meninos a 80 rs. cada um.
AVeaaS chegadas ltimamente a 320 rs. a libra.
Sardinhas de Nantes, 400 rs. a uta.
Azete dOCe refinado a9 a caixa e SOO rs. agarrafa,
ArrOZ 8B Mecos de 5 arrobas do varmelho a 99500.
IilCOreS os mais finos que ha no marcado a 1# a garrafa a 109 a duzia, tarabea temo
para menos.
AUra dos gneros annuncisdos encontrar e respeitavel publico ludo que for perteneen-
le a estes estabeleci meatos. Os proprietlrios scianlificam que etes pregos s servirm para aquel-
les Snrs. que mandsrem seu competente importe e lodos os demais freguezes da livro leram da suiei-
tor-se palos presos acostomados, salvo aquellos da fim de raez,
-
afes-------1
f)


DURI*> M MWIAJIIOCO 8GONDA ttlBA tf DI JOLHO DE 186*
.
Enfeits para scuhowu
'2E5 ^*?"** *" *-
pane* 5|M6 6 6*500 : .. loj. d. Vitloria,
n ra do Queimado n. 75.
F
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Mmit lindas csiiiohs esbatea pira manioat,
de 100 re t 25500: na loja da Victoria, na raa
do Queimado d. 75.________________
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricoa lorlimeotoi de franjas prata* a da cores
job vidrilhoe sem elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimsdo n. 75.
iohasde peso verda-
deiras..
Linhaa Boas de paco Tardadeiraa. meadaa
Srandes a 140 ria : oa loja da Victoria, na raa
o Queimado n. 75.
Phosphoros Phospnoros de seguranza, por que livra de in-
cendio, a 160 ria a caixi: oa loja da Victoria,
na raa 60 Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Hlelas muito grandes a boas a ICO ris ama t
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
- Aa melhores lionas de croxel para labvrintho,
-ovellos monstros a 320ris um : oa loja da Vic-
toria, na raa 4o Queimado n. 75. v-. __
fnnileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
TresTtrtas.
31~RuaDireiU31.
Neata rico a bem montado estabelecimento en-
sontrarao os fregaezea o maia perfeito, bem aca-
bado barato no sea genero.
URNAS de todas as qaalidades.
2A5TOARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANIIEIRUS da todos os tamanhos.
SEMICUPUS dem dem.
BALDES idam dem.
BACAS idem dem.
BAHUS dem idem.
FOLHA em caixss de todas as groaauraa.
PRATOS imitando am perfeicao a boa porcel-
lana.
CHALB1RAS da todas as qaalidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIBIROS e landres psra qeal-
qaer aorlimento.
VIDBOS em caixas a a retalho de todos os ta-
mandando-ae maohos, botar dentro da cidado,
m toda a parte.
Recebem-se encommandas da qaalqaer nata-
raza, coocartoa, que tado ser desemponhsdo a
contanto.
ae?
r*rrs
TU
Sin tos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintoa doarados pan senhoras a 52O0,
ditos do ponta cahida a 49, ditos da fita a 1)600:
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada pars
salas
Chegoa.fara a loja da Victoria urna pequea
porcao de ricoa eapelhoa de -arios tamaitas para
ornamentos de salsa, affiencaodo-se serem oa
melhores em vidros que tem rindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado o. 75.
La para bordar.
La a muito boa da todas es edrer para bordar, a
79 a libra : oa loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Liohs do gaz*
Caixinbas con/50 novellos de liohas muito fi-
nas do g*x a 908 ris a eaixa, ditas com 80 no-
* ** ra, ditas com 10 novellos grandea
a 700 ria, bradcaa e preta; na loja da Victoria
na ra do Queimado o. 75.
Arara vende os palitos.
Vendem-se manos de patitos finos com 20
maasiobos, por 200 rs.; na ra da Imperatriz,
oja da arara n. 56.
Para doces seceos,
Vendem-se muito bonitas caixinhas redondas,
de madeira, de diversos taroaohos, forrada* de
papis de coree, muito linaa, proprias nica-
mente para doces seceos de quelquer qualidade,
pelo barato prego de 4, 5 e 6 -a duzia : na raa
do Queimado, os bem conbecida loja de miude-
aaa da boa fama n. 35.
Para S, Joo e S. Pedro.
Veddem-ee caixinhas com grande porgao de
mendoas coofeitadas, e alguos confeitos pro-
prios para o fvatejo de S. Joo e S. Pedro, pelo
barato prego d 800 ra. cada ama i na ra do
Queimado, na bem conbecida loja de miudesaa
da boa fama n. 35.
Luvasde Jouvin.
Vende-se luvas de pellica de Jouvin brancas,
para senhora, ltimamente ebegadas : na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Veode-se luvas de sedt enfeitedas a 18600
2*000 e 25200, ditas fio de Escoiaia branca a ra.
700. ditaa de cores 800 ria. ditas de algodao a
280 ris ; aa loja do beija flor, ra do Queimado
numero 63.
Escovas.
Vende-se escovas para deotes finas ae diversas
qaalidades a 120, 160. 320. 400 e 500 ris : na
loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
Esperanca
Loja de miudezas^rua do Quei-
mado n. 33 A, de Guimares
& Rocha.
Especialidade chegada pelo vapor.
Botoes de cornalina raseos, encarnados, re-
dondos, chatos, oval, meia borla e borla, s tem
destes botoes nesla loja.eaonde se preparara pa-
ra puobos, colletes, etc., por 35 urna duzis, oa
I* o par para puchos.
.Flautas de bano com 5 chavea, aunis ea-
(reitnhos,- "'timo gosto, ecom caixa, que se ren-
de pelo diminu" proco de 20g, tinta iogleza (a
verdadeire) polea fc 1j* 8?0.,-4a4plg8L,_
640, previoa-se qe s legitima a que npote
tem urna cavidade em forma de bico, qnese pres-
ta melbor a vaaar o liquido como a extrscao da
rolha ; ra do Queimado, loja Eaperauca n. 33 A.
Esperanza,
At que afinal ebegoa a eata loja os sempre
estimados brincos bales, que pela perfeicao com
que foi execatado o pedido Sea sanada a falta que
havia deste adorno que, sobre ser bom e bonito
barato, a 1$ o par e em ama csixinha : na loja
Esperanga. ra do Queimado o. 33 A.
Espe
ran^a.
Contina a receber especialmente suaa fazen-
das, lomando-es assim maia barata : cesta
quadra que temos tudo quaolo preciso a nos
familia (em miudeas) a um attaiate, sapateira,
catxeiro, etc., o pequeo espaco qae nos coDcede
o Diario de Peroambuco nao nos permitte claasi-
flear e enumerar -a i o finid a de de artigos de que
nos adiamos sortidos, tinto em quioqaiiharia co-
mo em artigos de uso diario e iodispensavel :
por teao as pessees da praca ou de fora que quei-
ram comprar qnalquer doa objoctos de que faze-
mosaosso commercio, serao directamente oa in-
directamente bem servidos.
Cascarrilha

Lindss pecas de cascarrilha do todas aa cores,
peto baralissimo preco da 11500 a peen: s no
sigilante, ra do Crespo o. 7.
Cha pelmas para seohoras.
Liadas chapelfnsa ricamente enfeiladas, palos
baratiaaimoa precos de 8 e 10*000.
Ditos com pequeoo toque de mofo a 65OOO: s
no vigilante rea do Creepo n. 7.
Touquinhas ou chapozinhos
para crianzas.
Lindos chapozinhos para menina e menino a
4 e 69000, ditos de feltro pelo baralissimo pre-
go de 3SO00, bonetes da parfco Qoo e lco de fi-
ta a 3SO00, ditos de veludo fino a 49 e 35500,
ditos de palhinha a 3J0O0, lonquiohas de aeda
muito lindaa a 19500. ditos de fil a I9OOO: s
no vigilante, rea do Crespo n. 7.
Manguitos.
Lindos manguitos com gollinba o maia fino
que se pode*encontrar, vende-se pelo bsrattssi
mo prego de 79000, ditos sem gollinba a 1500:
s no vigilante, raa do Crespo n. 7.
Golliohas de linho.
Lindas golliohas estampadas.............. 500
Ditas de liobo maita finas................. 800
Ditas pretas com vidrilho................. 29000
S no vigilante, raa do Crespo n. 7.
Espe
ran E' nesta loja que ai e continuar a ser o depo-
sito dea afamadas agu has Victoria tanta a
acelacao que tem tioo eataa agulbasque nos dis-
pensamos de qaalqaer elogio, a 120 ra. o papel
(flio).
Jogo ue domin.
Vende-ee jogo de domio finos a 18200 : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Botoes para puaho.
Vende-se botoes de punho finos de diversas
qualidades a 200 rcis o par. que tambem servem
para maoguitos de seobora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-se occulos fios de armacao de ac. a
29, 19. 640 e 400 ris : loja do beija flor, raa do
Queimaifo n. 63.
licos siutos dourados.
Veode-se finios dourados a 29, ditos de fita
com fiveila dourada a 19500 : loja do beija flor,
raa do Qeeimado o. 63.
Enfeits para c a beca.
Veode-se requissimoseofeites para cabeca com
franja, e sem ella pelo baralissimo prego de 5$
e 5$000, ditos da vidrilbos a I96OO ; na loja do
beija flor, ra do Queimado o. 63."
Carteiras.
Vende-se riess csrteiras para gaardar dinheiro
de ouro e prata a t&OOO. 28500, I9OOO, 1(280 e
19500 '. na loja do beija flor : ra do Queimado
numero 63.
Rosas artificiaes para cabello:
A- B. F. teodo recebido um variado sorti-
mento de bonitas rosas que se eslo usando para
esbellos, a de pannos com folha de velludo, ditas
da PaDel todas, as mais ricas qae se pode encon-
trar veode-se ns ra do Queimado n. 63, loja
dobeija flor._______________________
Gandieiros do gaz.
Chegoe para a loja da Victoria os melhores
candieiros do gaz, que tem vindo ao mercado,
por precos commodoa : na ra do Queimado
n. 51
Toda atiendo ae galle vi-
gilante, que est quei-
mando.
Luvas de pelica.
Aa verdadeiras Uvas de Juvio, thegadlnhaa
no vapor franoez; s ao vigilante, rus do Cres-
po n.7.
Para os festejos de S Antonio
e S. Joo.
Trinas e gatees.
A eaperior trina e volantes do Porto para or-
nas, oratorloa oa igrejas, qae se veode por mo-
nos do que em outra qaalqaer parte: s no vi-
gilante, ra do Crespo n. 7. I
Meias.
Grande sortimento de meias tanto para hornera
como para senhora, sendo de hornero s 1X600 e
tpTOO. e finos (800, ditaa de fio de Escocia a
59000 a dazie, ditas para menina a 29400, ditaa
para menino a 29000 : s no vigilante, raa do
Creapo o. 7.
Batatas .
Batatas novas a 80 rs. a libra ; no largo do
Terco n. 23.___________________
Riyal sem
s igual
RA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Enfeits
pretos e de cores muito boos a 59.
Sintos.
Siotos doarados a I96OO e 39
Ditos filas do velado a fiveila de ac a 19500.
Tesouras finas
com pequeo toque deferrugem a 400 rs.
Hitas lira cas muito bonitas a 800 rs.
Ditas ordinarias a 30. 60,120 e HO ri.
Escovas.
Para limpar uohas a 320 e 500 rs.
Ditas para cabello a 800 e 1(.
Ditas para roapas a 400, 800,19 e 1*200.
Meias.
Para san horas a S|400 a duiia.
Ditas psrs homem a *9400,2#600 e 39500.
Flores.
Ramos de flores arlificiaea a If e 19200.
Col bei es
de metal proprias psra o diario a 19200 a duzis.
Ditas de metal prncipe a 4(500 a duzi.
Ditas ditas ditas psra cha a 29400 a datia.
Botoes
para punbo muito bons s 120 e 160 rs.
SISTEMA MEDICO HODELLOWAY
PILLAS HOLLWOTA.
Esta DMlimaval especifico, eompost intoira-
mente da bervas medicinaea, nao contera marca-
rio sem alguma outr subsuncis delecieris. Bei
nigno i mais tenra infancia, a a complaicio mas-
delicada, igualmente prompto a seguro par;
desaneigaj o mal na compitilo mais robusta*
JeBteiramente mnocent* em suas opera(5ese ef-
feitos; pois busca e remove as doencas da qual-
qusr especia e grao por mais amigas e tenazas
qae sejam.
Entre milbares de pessoas curadas com esta
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e toreas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
mais aSlictas nao devem entregar-sea das-
ra$o; facam um competente ensato das
es effeitos desta assombrosa medicina, o
tes reeaperario o beneficio da sande.
'ao se perca tempo em tomar este remedio
qualquer das seguintes enfermidadea:
sem segundo
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
InflammacSes.
Irregularidades de
menstruasio.
Lombrigas de toda es
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstracto do ventre.
Phtysica ou consump-
cao pumoarT "v- ~
RetenQao de ourina.
Rheumasmo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
entes epilpticos,
reas.
polas.
lias ( mal de).
"ima.
icas. .
sulsoes.
Debiaidade ouextenua-
Sao\
Debilidade ou falta de
forca-.para qualquer
cousal
Desinteri 1.
Dor de g irganla.
de bai riga.
nos rifts.
Dureza no ventre.
Enfarmidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enrhaqueci.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Sirand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
enearregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dellas eontem urna instruccio em portu-
gus para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
0 deposito geaal i em casa do Sr. Soura
pharmaceutioo, na ra da Cruz n. 22 em Per-
os mbuco.
Na raa do Queimado n. 55 loja de miadexaa
de Jos de Asevedo Mala e Silva, asta vandendo
todas aa miedosas baratiaaimaa, a saber :
Ppela de agalbas a balo multo supe-
riores a
Gaias com muito finss obreiee a
Gartoea com colchetea, tem algum de-
hito a
Frascos de macaas perola muito fino a
Caixinhas com papel pequeo de diver-
sos gas loa a
Pacotas dito dito dito a misada a
Novellos de linha de Grux a melbor
qae ha a
Gaixaa com agelhas curtas de superior
qualidade
ntremelos, a peca com 3 varas 112 a
Sabonelea mailo linos a
Papis de agulbas francesas com toqae a
Pares de botoes para panbos de muilos
modelos a
Parea de meias creas para meninos a
Ditos de ditas cruaa psra pequeo a
Ditoa da ditaa para meninas a
Frascos com agua de Lavando embreada a
Ditoa com cbelroa muito finos a 240 e
Ditos com banbs muita fina s 240a
Ditos com superior bsobs de rao a
40
ma da obrancelha, tem
pela raa jreita, aterro do.
deste oome*, pela Sole.'ade
der leve-oa ra da Imperatru
bem recompensis.
Manor
goat.
40 aa.
eata.
SVSt
esea : e
randas a
Fugio do poder do 'W
cravo Manoel de nacao, a.
ganhador, com os sigoaes Bv,
regulsr, cheio do corpo, olhoj
melhados, rosio rsdondo o pernas ffess, ccsluma
embrigar-se, aasim como lambem fuftjr, foi do
finado Francisco da C-iaia Guimares, e compri-
mo m dos seus herdeiros, 6 de presumir qu
OOlaodepor Santo Amaro ou seaa imn>adiar,oes ;
I anda com camisa de baela asal e brrele <*ema-
7201 rioheiro, pouco tallador e procura illuoir, '20'sendo que anda ga:.liando: por iaso pede se a
' quem o agarrar o traga a ra da Crui o. 33, 00
Recife, que era gratificado.
Domingo Rodrigues de Aodrade.
500
1S000
120
10
240
160
160
200
800
500
320
600
Rap francez.
Em libras a meias libras, fumo caporal e papel
para cigarros ; na ra Novs n. 9.
Machinas para se la.er
caf mesmo na mesa.
A loja d'aguia branca reeebee aa modernas
??-. cbARyuV-po"rcTTa15 plrT*sT 4*r
rtf
Escravo fgido.
No dia 11 do correte mez fugio de novo ao
Dr. Carolino P. de Lima Saotos, o seu escravo
Adalberto, cabra claro, baixo, magro, de pernas
um poaco arqeeadas, olbos grandes, rosto ion.-
prido, de 26 a 28 anne s de ldade, alfaiste, tem
por costume trazer tigode curto e o resto da
barba raspada, e andar cem a cabegs um pouco
inclinada, sendo qae fugio com a cabeca raspa-
da por ter eatado na cadaia : quem o aprehen-
der e levar a casa de tee senhor na rus do Im-
perador n. 17, ser bem recompensado.
Escrava fgida.
Fugio no dia 16 do correte aa 8 e meia horas
da notte, a escrava Caetaoa, de nacao Costa, de
40 anaos pouco mais ou menos, estatura alta o
ateca do corpo, roalo comprtdo, olhos regulares
e avermelhado*, levou vestido de chita escura,
panno da Coila, e Um m panoo amarrado ua
cabeca, para encobrir os cabellos brancos que im
na (reate ; asaim como te proceder com o rigor
da lei a quem a tiver acoilado, por iaso pede-f
mesmo na mesa, itao por um meio fcil e%ia"qUfc Machinas americanas.
EmeaeadeN. O. Bieber & C., seecetsores,
rea da Crea n. 4, vendem-e :
Machinas para regsr horlas e capim-
Di(as para descarocar milho.
Ditae para cortar capim.
Selim com pertences a tO# 20$.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatro da Saecia.
Vernit de alcatro para navios.
-Salsa parrilha de primeira qeelidade do Par.
V.nho Xeres de 1836 em caixas de 1 dinie.
Cogoae em ceias de 1 duzta.
Arcdos e grades.
Brhanles.
Cariocas pequeas.
A 200 rs. o co
! vrdo.
I Lindas cascas fraocexas de cores
00 rs. o covado, ditas miudinhae mailo
fines a 240 ra. o covado: oa loja do ao-
. brado de 4 andares na res do Creepo n.
13, de Antonio Corris de Vascoocellos
I4C.
FAZBNDAS B4R4TISSINAS
NA
Ra da Imperatriz n. 20,
loja de Doarte Borgcs da Silva.
O dito Silva com mi nica ao
respeitavel publico e com
especialidade aos seus uume-
1 T 3s freguezes antigos e mo-
dt nos, que constantemente
a rao na dita loj* um com*
o e variado sortimento de
ndas proprias deste mer-
o e vendidas pelos precos
s commodos, de que em
ra qualquer parte, afilan-
do a boa qualidade e dura-
das supra ditas fazendas
fibras sterlinas.
Vendem-ae no eaeriptorio de Manoel Ignacio
do Oliveira & Filho : oo largo do Corpo Saolo
n. 19.
Veudem-se duss maito boas vacess com
crias, por multo barato prego: quem as preten-
der dirija-se a travea das Crozee n. 14, que
schara" com quem trstsr.
Vende-se em casal de Pava na<
pretender dirija-se no largo da Penha o. 10.
em oa
limpo, resultando afinal que o caf feito em taes
machinas tem um cheiro e sabor superior ao feito
por oaira qualquer forma : vende-ee na loja a'a-
guta branca, ra do Queimado n. 16.
Para baptisados.
A loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vsporasua encommenda doa seguintes ob-
jectos para bapliaadoa, sendo liodaa touquiohaa
de setim mei bem enfeitsds*, e cada ama em
aea caixinba, sapslinhos de setim branca, e de
cores ricamente bordados, e meias de seda, o
melhor e maia bonito possivel. Agora, pois, os
psis que nao quizerem esperar pela generosida-
de das senhoras comadres, dirigirem-se logo
unidos de dinheiro loja d'aguia branca, rus
do Queimado n. 16, oodebem poderao comprar
esses galantea objectos.
Ultimo gosto.
Pentinhos dourados, e com
pedras para bandos.
J nao entra em devida que a loja d'aguia
branea est a par daa ultimas modas que appa-
recem em Pars, e por isso ella acaba de receber
oa bonitos e modernos peotinhos doarados e com
pedras, os qeaes servem para as senhoras maia
abrilhanlarem seus bem revirados bandos que
ornados com um par de ditos pentinhos, ficam
de cetto aioda mais garbosas. Na verdade, a gre-
ca, booiteza epetfeiQio que disao resolta se ne
pode oegar (salvo ae o fizerem com o nico Qm
de oo gastar os 3 e 4S que custa cada par) as-
sim previne-se as seohoras que apreciam o bom
gosto, qee desta vez vieram poecos, e por isso
ser bom que msndem logo para tiles para que
depois se nao vejam na collisao de esperar que
de novo os receba dita loja d'aguia brinca, ra
do Queimado n. 16.__________________________
Kscra^os fgidos.
na ra do Sebo n. 39. effe^erjratlHca^;;- -''
Fugio no da I* oo correle mez Oo eoge-
nho Privilegio da fregaezia de Agua Preta, o
esersvo crioulo de oome Vicente, com os sig
naas seguintes : bem preto, roslo comprido, ore
Ibas pequeas, pernas Quas ps pequeos : ro-
ga-se aos capites de campo a aprehenso do
referido escravo qu se gratificar generosamen-
te, podendo aer ntregaa oo referido engeubo ou
na rea do lmuerador d. 83
No Oa 8 ae juiho correte, poucaa horas
depois de sair da caaa de icieuc.o, aonie este**
ve preso por motivo de fuga, loroou a fugir da
casa de seu senhor o escravo de oome lk-rcula-
no, o qual tem 26 aonos de idade pouco maia
ou menos, edr fula, estatura o corpo requieres,
a falla um pouco deccanQada e afinada, e tem
urna cicatriz proveniente do um uoheiroque leva
n'um dedo de urna das mos : teodo o cabello
cortado muito rente, e urna argolla de ferro
com gancho no pesclo ; roga-se a autoridades
policiaes s cap'ura do mesmo, e aua entrega, na
ra do Gabug, loja o: 3, a Hanoei Antonio
Goocalves.
Dous e sera vos fgidos.
Em fins de dezembro do son psssado fugio o
escravo crionlo de nome Bonifacio, olbos sboga-
Ihados, estatura regular, grosso do corpo, nace-
Ras grandes, com falta de doos deoles na frente,
regrista e intitala-se curandeiro; tem sido
visto pela Eatrsda-Nova, Cimpo-Yerde e Boa-
Vista, como tambem j foi pegado de outra vez
que fugio em Olinda. Tambem se ausenteu no
dia 6 do correte mez de juiho, outro escravo
crioulo de nome Luiz, estatura regular, grosao
do corpo, olhos meio veagoa que o faz olhar um
pouco atravessado, com falla de dous denles na
frente, tem os ps spalhetados e toma tabaco :
j foi pegado de outra vez qae fugio para aa ban-
das de Serinblem : quem oa pegar e os entregar
oo caes do Ramos cass n. 4, ser bem recom-
pensado.
Fugio de caaa do abaixo aaalgnado o seo es-
cravo Eufrasio, preto, idsde 35 annos. estura
baixa, e tem por signal um pequeo lobinho aci-
2001 de gratificacau
a qaem pegar o pardo Francisco, de 17 acnes
de idade, de bonita fi.ur.i, com lodoa ns denles,
cabellos csiapinbos e ruives, este pardo foi !:.
Sr. Dr. Borgea da Fooseca, o qual viajoa com *.
mesmo sennor todo o serto e suburbio desta
provincia, necesaaiiamente quando era aea ea-
cravo, e talvez anda se inculque a serviQo do
mesmo: que r, o pegar queira entrega lu a sea
legitimo dono na rus do Hospirio n. 6.
Ignacio Luiz de Unto Taborda.
Graliilcacao 50$
O abaixo asalgnado declara pelo prseme an-
nuncio que em data de 18 do mez de juiho cor~
rente, assentou-se de seu poder o seu escrave
de nome Francisco, que de ordinario conheci-
do por Francisco Pacheco, com os.signaes aeguin-
tes : altura regular, corpo reforjado, roalo re-
dondo, olbos acaatanhados, nariz chata, orelhss
pequeas, sem barba, bocea pequea, cabellos es-
rapios ; levando em si camisa branca de sl-
godiozinho e calca de panno azul de algo Jan, j
alguma couss trspilha, cojo escravo natural
Goianna, e julga-se ou presume-se que elle w-
fugiou-se dentro desta mesma cidade, ou em al-
gum dos arrabaldes da mesma, ou ento segoi'ia
seu destino para Goianna, inlituUndo-se por for-
ro oa liberto, aeguiodo talvex para all por trra
ou em alguma birca;a ; notando-se que esse es-
cravo asss ladino: por tanto recomrr.enda-te
s todas autondsdea policiaes, capites de campo
e ao registro do porto, que a terem conberimento
do dito escravo de o capturar e leva-lo a rra$a
da Boa-Viata n. 22, ou entao em aeu sitio no Ciui-
po-Verde, que receberao a gratilicaco asppra,
sem perda de tempo.
Joaquim Ignacio Ribeiro Jnior.
Dos
premios da V. parte da 2.' lotera concedida por lei provincial para a edifleaco da casa
do Gymnazio pernambuco, (3/ concesso) extrahida em 19 de juiho de 1862,
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PRE MS.i NS. PREMS. NS. PREMS.
Oliados.
Vendem-se oliados pintados de lindss vistss a
psisagena, largaras de 6,7, 8 e 9 pslmos, pro.
prios psra mesa de jaotsra loo covado : na ra
da Imperatriz, loja n. 20. _________________
Ra da Senzalla Nova n. 42
Vendos* em casa de S. P. Jonhston di C,
sellias o silhoes inglezos, candieiros e casticaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
am a dous es vellos, e relogios de onro paitte
ioglet.
6 5 148
7 53
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83 44
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15 82
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17 10 91
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23 302
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62
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83 -
85
) escrMo, Seveano Jos de Moura,
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34
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1534 55 1717 10 1879 5|2022 51 2165 5 2307 5i
35 5:000 18 5 82 23 66 12
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43 23 92 28 78 __ 22 -
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48 50 56 67 69 70 83 99 1802 5 6 7 15 24 10 5 60 61 62 65 70 72 81 61 64 67 69 72 74 81 5 10 26 27 29 33 35 38 44
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31 34 35 43 90 93 94 95 10 5 33 39 41 42 85 86 87 88 47 48 51 52
96 97 "- 49 2003 45 89 55
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12 79 17 57 98 63 _
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7 ^_ 58 mm
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9 ^ 64 5
17 _ 65 M.
18 _ 71 M
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28 10 73
33 5 74 mm
34 79 _
35 _ 80
36 Beta 85 40
39 105 86 5
40 5 87 mm
46 88 mm
50 _ 99 mm
51 2702 _
52 15
53 17
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61 34
63 105 86
73 5 40 _r
75 54
77 6
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83 64
88 65 -
89 70
94 98 I 72 75 | -
2605 80 mm
6 _ 84 mm
10 _ 90 _
13 ^ 91 _
14 _ 94 *.
18 _) 96 kw
19 __ 98

PimTyp. di Jf, F. & Farta & F0k.--1862
MUTILADO



DIARIO M PWMUMBUCO a* SEftWDA FEIfi*\ 21 DI J'JLHO DI 1861.
3
"
matura
0 Futuro.
1 raormeoto Iliterario de todas as
^d tr-.balham fssiduamete para
ad oecniier de cada litigue, o
e.*? ao teem fieado estacionarios,
jncaavt tria do Cames, a despeito de
> ia oscillego polticas, deixou de cultivar es-
meradamente'b lerrrno Iliterario } e eite espleo-
di.io imperio contar por certo, em vindouras
eras, o tempe- do Sr Pedro II como o de
maior-esforco para a organisago de sua indepen-
dencia moral. A lingua de Vielra finalmente
coegad* importancia que esle engeoho ihe au-
gurara, durante aa suas excurses pelai grandio-
sas florestas do novo muodo.
E baver ainda quem a denomine dialecto la-
tino, terminologa de frades legistas, simples
meio de communicago dos navegadores do ex-
tremo occidente ?Oh, nao I...E' hoje um dos
fflj.s tortuosos instrumentos do peusamento hu-
mano, magnifico idioma, elegante, harmonioto,
variadisiimo, adaptado a todos os asiutnptos co-
mo a todos os estylor, altiloquo, distinti pela
graja e conciso do originario trooco, engrande-
cido pelas peregrioacoes de povos que lalvez al-
tinjam agora a quinze roilhoea.
Ilespeitemos todos os idiomas irmos, at mea-
tro os de origem cltica e saxonia ; as compara-
Qes em taes materias s3o, quando nao impossi-
veis, sempre arriscadas e odiosas ; mas exulte-
mos com o quinhao brilhante que a esle, como a
tantos outros respailo, a providencia nos des-
partiu.
Na bacia do Atlntico, predestinada a realisar
em ponto mximo o espectculo de urna civilisa-
cao loresceole, como j a teve o Mediterrneo,
representamos importante papel; flegies^vas-
'.-"', em qualquer das margeos, fallam a nossa
licgua, alimentam-se de nossss tradig5es, ar-
, mam-se do carcter forte da nossa raca; por el-
\las devemos ser aquilatados como raca civilisa-
Cora.
Abrir um osladio para os escriplores das nos-
sa* duas inmaturas, em que se desenvolva o es-
timulo de nobre e amigavel emulago, tal foi,
Oosso proposito. Amplayvtfdade de diseussao,
de*rtsVj.. de frmas^dA^tirte, Ihes ser facultada.
CO;ia da fados nolaveis existe por historiar as
velhas leudas cavslleirosas de Portugal, as tra-
dicoes da invaso europea no Brasil, as lulas da
civilisarao christa com as ragas sanguinaria e
supersticiosas da frica. Uoira estas narrativas,
o s descripgoes de to variadas zonas, de seus
monumentos civis e religiosos, de suas grandes
omprezas industriaes, as biographias de seus ho-
mens ilustres, tanto contemporneos como j
sujeilos aojuizo da posteridade, dar noticia cir-
cunstanciada de todas as obras, tanto litlerarias,
con.o scienlificas ou artsticas, que em qualquer
poeto destas regiea apparecem, animar as artes
do desenho, entregando a artistas de nossa ori-
gem O derempeoho dos trabalhos de gravura,
tirefa to valiosa e vasta, que para a sua execu-
go so um receio nos domina :o da miogua de
forcas.
Mas animaram-r.09 os nobres corseos a quem
pedimos cooselho. A quantas portas balemos,
tantas se nos tem aberto, Aquelles generosos
cavalleiros que em nossss trras de ambas as
parles do ocano prognosticam para a raca dos
Tolb.es navegadores de quinhentos outro periodo
de gloria civilisadora, acolheram com applauso a
idea, que antes o corago do que a cabega nos se-
gredara.
Honramo-nos de contar enlre os nomes il'us-
tres que apoiam esta nossa arriscada empreza,
vultos de elevada reputago, os grandes repre-
sentantes de nossas nacionalidades; individueli-
sar, arriscara a injostigas relativas; nem sabe-
riamos graduar, ende impulso egual move a tan-
tos, onde com to uniforme benevolencia se nos
lislinguiu.
Felizmente ambos os paizes contam hoje repu-
tarles feilas em todos os ramos da arvore do sa-
ber, capicidades s quaes as maiores do eatran-
geiro se nao a?antaj*m em mrito.
Nesta variada exposigo de nossas habilitages
civilisadoras adquiriremos jus ao respeito de es-
tranhos, que por certo leram e estudaram o or-
gao da to numerosas popularles. Luminoso
sera portsnto este aspecto para todos os eoge-
nhoi elevados, qae almejarem por adquirir urna
reputago nao circumsciipta s nossas fronteiras,
e que para isso nao hesitaro em empregar par-
te do seu ternpo em estudos sobre os usos da pa-
tria, seus grandes inleresses e o exame das ri-
quezas de ambos os solos.
Com a possaote alavanca do desenvolvimeoto
ictelledual se regenerara naedes velhas, e se
cria a grandeza das novas : nao merecer to
elevado proposito a generosa coadjuvaco destas
almas popularas do nosso tempo, aquecidas ao
contado de todas as grandes revoluces moraes
que havemos presenceado?
Nao ser por falla de esforgos que os meios nos
alharo.
Appellarmos para todas as localidades em que
a nossa liogua se fallar, e em todas procurare-
mos seraear o gosto da leitara, discursaodo-lhes
sobre as cousas de casa, e os inleresses de cada
urna.
Cabe aqui dizermos quanto contamos com o
apcio da mais bella parte da sociedade. O sexo
que se preza de justificar com os dotes do espiri-
to a sua qualisacao, ama as letras, lauto no
Brasil como em Portugal. Para atas almas sen-
siveis nao ser smentao Fatejeroum viotafc
tretenimento ; nelle encontrarlo instructi
amena escola, que ascoadjuvar na educago dos
filboj. Formar a me da familia, com todas as
hsbitacoes elevadas, serla um magnifico empe-
nho.
A educaco materna, quando desde a infancia
imprime o gosto dos estudos, da primasia da pa-
tria, dos deveres de cidado, o mais firme sus-
tentculo do Estado. Se o nosso peridico, co-
brindocom flores da fantasa ni alimentos fortes,
poder vigorar as jovens almas destinadas a presi-
direm um dia ao eoslno domestico da futura ge-
rago, nao pequeo servico haver prestado a
ambos os paizes.
Estas ideas estamos certos que serlo acolhidas
com applauso pelo bello sexo brasileiro. E' a
mulher que em toda a parte se antecipa a saudar
as grandezas da arte, os progressos industriaos,
as vocacoes litlerarias, e nao nos engaamos as
severando que sob aquellas feiees anglicas, sob
as vestes elegantes de to flexiveis e delirados
corpos ha coracoes sublimes que pulsam com en-
ihusiasmo pelas glorias da patria.
O Brasil nao deve invejar a fertilidade de ta-
lentos a Portugal. Nem esle o ancio calum-
niado por decrepito, de quem lingiam descrer,
ha pouco, espiritos hostilmente dispostos, nem o
joven imperio o paiz inerte, ou morto para as
lidas do progresso, qsal o tem querido pintar
eslranhas pennas, que nao sabem ver, atravez
das formas passageiras da sua sociedade. os gor-
mes da influencia moral que tem de exercer no
sdiantamento da America.
Para que estes talentos sejam aproveitados,
basta que o paiz proclame a revoluco da origi-
nalidade, desterrando a imitaco de eslranhas
litteraturas, o a admiraco dos ouropeis france-
zes, menos epreciaveis, lalvez, que as scenas
grandiosas, os dramas singnlos destas matas.
Dar-se-ha caso queo Futuro, com o im-
pulso da emulago, nao precipite esle movimen-
to, nem echoe nos mais nobros espiritos deste
paiz, a quem tolham os precouceitos da emanci-
pago poltica? Descabido fra o recea-lo. En-
celamos, portanto, nossa tarefa com a maior f
/'el xito, porqu o emperhruAlo til quan-
to a intenco pura.
e o
da
Com o intuito de darmos manjar a todos os pi
ladares,o Futuroprocurar imprimir a maior
varedade aos seus arligos, fazendo antremeara
biographia com o romance, o estudo histrico
com a noticia scientiflca, a poesa com a critica
musical, a snslyse Iliteraria com a descrpgo to-
pographica, a narrago de viagem com a invest-
gaco philosophica ; abriremos, emfim, nossas
columnas a todos os gneros do estudos, ou te-
nharn por fin recreio, deseovolrmento moral e
social, ou o scientifico e econmico, acolhendo
sem dislincQo nesta exposicao litteraria todas
as produeces com que nos hoorarem os homens
de letras das duas nacoes, to amigas e to ir-
mas.
{Da Ordem, do Rio Grande do Sul.)
Agricultura
O AGRICULTOR
GERGIPANO
ASSLCAR.
DA CANNA DE
fez as delicias dos mtiortf h#l
a de.
Cyro cultivava as arvores de seu jardim, ha-
vendo-as elle mesmo plantado.
Serrano quando foi collocado 4 frente do exer-
ci'o romano, semeava seu campo.
Qniolio Cincinnato semesva egualmsnte ss tr-
ras, que possuia alm do Tybre, quando recebeu
a nomeaco de dictador.
Os primeiros e os mais Ilustres dos cidados
Romanos faziam parte com preferencia das tribus
rusticasRustica Tribus.
E' muito rcspeilavel ni China o estado da agri-
cultura ; o proprio imperador toma o arado todos
os annos urna vez, e abre alguns sulcos na tr-
ra, para inspirar o amor do trabalho seus vas-
salios.
Os reis da Persia iam todos os annos regalar-se
nos banquetes dos lavradores, pela grande estima
que conssgravam agricultura.
Muito convm dispertar de promplo esse esti-
mulo salvador no animo dos Brasileiros, pelas
formulas hoje conhecidas, para que deiiemos a
inveterada rotina de fado contraria ao progresso,
que tanto se adianta em outros paizes mata coi"
tos, procurando, como ali, alliviar o lavradar di-
ligente de impostos gravosos, que tanto pesam
sobre olavrsdor da caona, sobre tudo, emfqua-
dras to mesquinhas, quer pelo lado da deficien-
cia geral, quer ainda pelo estado do comlplela
atrazo em que se scham o planto da canne
fabrico do assucar.
Porquanto, sendo eerto pelos principio
sciencia, que o slido fundamento da propriej'dade
agrcola, consiste no capital de qae pode dis >or o
lavrador, para obler urna prosperidade, mi lho-
ra-la e augmenta-la ; consiste elle tamben oas
sobras do producto da trra, satisfeilos os gastos
de seu cultivo ; e ainda no prego porque se veo-
dem essas sobras no mercado : segue-se que fa-
lhando, algum destes agentes, ou sendo atacado
em seu desenvolvimiento, nao pode ella prospe-
rar de forma alguma. \
E' o capital de que pode dispor o lavrador para
melhorar, e ampliar a cultura, urna d|SS bases da
propriedade agrcola, como diziamos; porque,
sendo a agricultura o fundamento da riqueza pu-
blica, e do bem estar dos povos, se os |iue a exer-
oe/m-nao'lTrT o meios* ecessaosf para \efirar,
do solo productos em maior quantidade, resulta-
r que a riqueza publica, e o bem estar coramum
perrr.anegam estacionarios.
E' o prego dos productos sobrantes no merca-
do lambemuma das bases da propriedade agrco-
la ; porque, se elle nao basta a recompensar de
seus trabalhos ao productor, assim como de seus
avangos, perder este o estimulo para continuar
a produzir.
A agricultura fundamento da riqueza publica,
assim chamada ; porque, compem-se principal-
mente dos productos da trra ; porque se ella sa
compozera nicamente dos productos do com-
mercio, da industria, empregar-se-hiam estes
em adquerir o da agricultura, que sao absoluta-
mente indispensavels, para a subsistencia, habi-
tagao, vestuario, e mais urgencias do homem ;
porque a maior parto das contribuiges recebidas
pelos governos, recae-nos productos da trra.
A agriciltura pois, essa deusa de lodosos lem-
pos, deve ser protegida, por todas as formas ao
alcance de ama nago culis, e bem intencio-
nada.
Os meios mais efcazes de facilitaros progres-
sos da agricultura sao:
Io remover todos os obstculos que se oppoam
7^, "" T
r ; a Mona transparente, a muitas oulfs
specles, quessrla fastidioso eoumera-las.
Exlstem entre nos as especies denominadas
Cayanna, a enliga canoa crila, ou mirim ; a ba-
tirla rdxo oh preta ; a imperial de listras verdes
amarellas, que a mesma csyanna com peque-
na differenca; a malabsr etc. A primeira, segun-
do o que se l, foi levada para o Rio de Janeiro
em direilura, logo depois das cooquistas de Men-
do de S Brrelo contra os Fraocezesem 1567 a
1570. A malabar, e batavia foram mandadas vir


Obra segundo os melliores o mais
modernos eserintores sobre o ,
planto da canna, e fabrico do as- fe^progressos.e^alhvla-la das cargas que
sucar, reduzida : um methodo
claro e conciso ao alcance de to-
dos os lavradores, que souberem
e quizerem 1er, escripta em lin-
gua verncula.
FOLHET1M
La terre ouvre son sein au Irn-
chant da la charrue, et prepare
ses richesses pour rcompeoser le j
labonieur.
Fenilon
Anno de 1862. >
Parle histrica.
Tocaremos de psssagem sobre o que se tem di-
to de agricultura em geral, e particularmente so-
bre a canoa e seu assucar.
A agricultura atravessando os mesquiohes lem-
pos dos Gallos, depois da invaso romaoa, da*
divses annuas do terreno, para o cultivo, tem-
po em que a cultura grega ou romana ganhon in-
cremento, e em que os primeiros arados foram
conhecidos, a agricultura, digamos, foi elevada
desde ento posic,es sociaes, foi mesmo endeo-
ssda, como real, e pro'eitoso estimulo entre os
povos, que primeiro a reconbeceram de vanta-
gem e proveitosi, considerando-a o centro da
principal riqueza denominadaarle de cultivar a
trra de modo a produrir maior quantidade de
vegetaes, e de melhor especie, dos que brotam
espontneamente, segundo sua origem ager et
culturacampo e cultivo.
Os Egypcios attribuiram a sua invenco Osy-
res ; os Gregos Ceres e Tripolemo seu fllho ;
os Italianos Saturno, ou Juno seu re, que el-
les collocaram no numero de seus deuses, em re
conhecimento deste beoetlcio.
Foi a agricultura quasi o nico emprego dos
antigos palriarchas, os mais respeitaveis de todos
os homens, pela simplicidade de seus eostumes,
nobreza d'alms, e eievaco de santimenlos; e
ramente a opprimem
2o promover os conhecf mentos uteis ;
3* proteger os productos domsticos, afim de
sustentar a concurrencia estrangeira ;
49 estimular a exportagodas sobras;
50 facilitar o roteamento dos terrenos ocul-
tos ;
6o proporcionar meios de communicsco se-
guros, facis e commodos;
7o Analmente, favorecer as reunidos, e socie-
dades que se formem, quer para as espec "es
ruraes, que nao podem ser emprehendidas^
particulares etc., quer para estimular, pe
de premios, experiencias, ou outro qualqu
do. os progressos da agricultura.
E quando nao sejam j attendidas to Cor,
zes, soffrerao em maior escala os cofres]
eos, e os inleresses particulares, pela ruic
vista, que nos ameaga, quando venha de
car-se infelizmente a catastrophe immin'.ute I
Entosero medicina paratur.
Fallemos agora da canna, sua origem, e ali
dades, e do assucar, principaes objectos este
opsculo. .
Differente sao as especies de eanoa de a% car,
conhecidas desde ha muito, segundo pret ,em
abalisados escriptores. Sen nome scientific > co-
nhecido por arundo saccharferra, ousa V irn
officinarum, do genero da triandria dgy J ;
especie a mais gigantesca das gramneas. L.
Referiremos par curiosidade algumas de suas
especies, e ainda para chamarmos a attengao so-
bre tres destas, que muito convm sejam culti-
vadas entre nos, como passamos a demonstrar-
Sao conhecidas na Jamaict as especie ue can-
na amarella, e a de listras purpureas; a mauri-
cia ; a singapor (Tibbu liut. na liogaa Malaya Ja
grande canna purpurea de Java; a vermelba de
Assant: a pequea e dura da China etc.
as colonias dos Eslreitos em Penang, e Sin-
gapor, e Malacca da provioca de Wellesley, exis-
te a famosa canna chamada Salaogor, ou Tibb
de Jamaica pelo merquez de Barbacena. Estas
especies de canna porm, ou por deleixo dos
plantadores em nao escolherem terreno, como se
quer inculcar, ou por terem degenerado de sua
origem, sao quasi descoohecidas boje enlre nos,
exislindo smenle a cayanna, que vista das van-
tagens das canna* Salangor e Transparente, deve
ser, por estas substituida quanto antes.
A canna Salangor pois, chamada pelos Malayos
de Wellesley Tibbu bittong birabu ( canoa de
casca poeota) e pelos Malayos de Siogapor.
Tibbu eappor (caniia calcares) por deixar cahirao
p bastante materia rezinosa branca ; a primei-
ra canna das colonias dos Eslreitos, e lalvez, da
todo o mundo, diz L. Vray.
Cannas desta especie plantadas em terrenos
mal preparado, e a antiga, refere o mesmo autor,
contou-se ter 10 15 ps de comprimento com 7
e meia pollegadas de circumslereocia ; de peso
cada um 17 15 libras, devendo encontrar-se de
maior grandeza, plantadas em terreno mais bem
preparado.
Esta canna diatiogue-se pela notavel quanti-
dade da picos adheridos s folhas pegadas a
bastea, causando irritago da pello, pela infla-
mago dos membros do homem pastos om con-
tacto com elles. Suas folhaa sao largas e bas-
tantes inclinadas ao chao, com dentes, como de
aerra bem profundos pelos extremos hin-
caos. Plantadas em regos de arado, do entre
muitas tarefas 200 arrobas 222 arrobas de
assucar granulado, por tarefa, podenlo-se con-
tar, termo medio, com 112 arrobas e meia, ou
3,600 libras d assucar secco proprio para o
mercado.
A su/perfor-uona Salangor cresce, firme, forte,
e dirlita mrs queO_otra qualquer; seu saldo ou
gf/pa abundante. doTeTT'cil de clarificar,
coznba bem, e produz assucat-alvo, de bella
gran.
E' fcil presentemente obter-se estcanna dos
nmeros os engenhos de l'enang da pro'.'00'* de
Welesley. (A)
A canna transparente ou canna lislradi, crescu
de 6 10 ps, com 4 pollegadas de circumsfe-
rencia ; seus gomos de 4 8 pollegadas de com-
primento ; ella de am brilhanle amarello,
transparente, com listras cor de sangue, bem
claras, de folhas mais em p do que a proce-
dente.
Planta-se esta canna de ordinario em terrenos
arenosos, traeos, e onde nenhuma outra especie
vegeta ; produz bastante sacco, que se oouverte
co-j faciliiade em bom assucar branco, L.
Wray. .
Esta canna deve ser plantada promiscuamente
com a Salangor, para preencher algumas falhas
de planta no cannavial, nascendo ella em todo o
terreno por mais fraco que seja.
A canna china finalmente, cultivada pela pri-
meira vez em 1796 no jardim botnico de Calc-
la, por natureza bastante dura e p'olifica;
resiste, por sua dures*, e solidez ao estrago das
formigas, da rapoza, e do guaxinim, ioimigos
lerriveis da canna ; e tambem desagradar lalvez
untes pocas a cultura da canna de asstesr i
elo di* da r'.'SD?8. e cora quanto nssteaM ell
bem all, ato pu' tod.vh prosperar, pof *Bss
do fro, que a destral completamente antes de
amadureeer.
Quanto a origem da canoa porm, perde-se ella
nos annaes dos seculos.
Por alguna vestigios da historia antiga id-
duz-se a crer ser ella indgena das indias orien-
taos.
Mr. 'Iiumboto presume, a viata de antigos
desenhos em porcelanas da China qoe da esnns
se fabricava assucar no imperio chinea, urna
anligaidade baatante remota, e lalvez immemo-
rial.
Abalisadas opinoes queretn que a canna de
assucar leve sua origem na America, ootras de
egual peso pretendem o contrario, o que mais
seguido.
Pouco importa em summa sabemos da verda-
de quando esta se difficulta sobre modo; o que
certo era verdade, ser a canna enlre nos, as
provincias de Sergipe, Bahia. e em algnmas ou-
tras do norte, a plaotago que mais vaotagem, e
proveito deixa ao lavrador experiente, que della
se oceupa ; apesar de tantas cootrariedades, e
obstculos que se encontram no seu planto, e
fabrico do assucar: razo de sobra para pro-
curamos obviar esses obstculos, abragando-nos
j e j com as sdeocias respectivas.
Indo j sdianle nossa historia, diremos todavia
mats alguma cousa acerca do assucar, e termi-
naremos ah.
O assucar, segundo alguos, so diriva do termo
indo orientalScharkara (aisucar doce). Os
Persas odeoominaram por muito tempoSchaks
e Suchur, a mesma significarlo.
Segundo os Ghimicos, significa elle toda a
substancia orgnica, que dissolvida na agua, e
posta em contado com um fermento qualquer,
produz alcool de um lado, e de outro acido car-
bnico.
Seja o que fr, o assucar de entre os difieren-
tes productos, que o homem se propz a extrahir
dos vegetaes, elle um desses, cujo nao o mais
estendido por todo o mondo. Seu aabor doce,
franco,
somanta por esU rneio sslvjrsm -se da maior dos
flagellos da fooM la ehagsraC nedlos e salvos ao
porto do cfUIrajVTV smos asaim prados do mal
ae soffriam do escorbuto. L GaieU? de Sanie n.
4, citado por L. Wray.
Diuemos com algum receio taires, porqu (o o
assucar era ontro tempo mal, e infl llmente con-
siderado, como pr-judicial a econofila narraos,
causando dores de dentes, desenteria, nauseas,
alimentando bixas no estomago, e dirertts ouro
prejuizos, filhos ou da Ignorancia, ou da maledi-
ceccia astuta e calculada. De ha muito felizmen-
te deasppareceram taes ideas,gragas aos cosjheci-
mentos proessiouaes, sendo hoje a canna ato as-
sucar estimados por lodos os viventes e se re-
cejos. -
E* porcerl um dia de completa e geral oH
do* escravos e mais peasoas da propriedade
engenho, aquella em que tem principio os trs
Ibos da moagem : quando vio chegaodo aa
meiras carradas de cannas, e se depositara
piesdeiros, qoasi que sao devoradas pelos del
de todos: os proprios onimaes do aervigo tal
bem se alegrara; o trabalho toma eeu incremen-
to, as fadigas assaltam aos quf seno e eflicaj-
ruenle se entregara aos pesados e diversos aflt-
zeres ; e epezar de tudo fioalment?, conservar-
se nedios, alegres e satisfeilos durante toda a
moagem, escravos livres e quadrupedes, somenta
com o riso quotidiano do assucar desa o seu (si-
tado primitivo, desde a canna.
TITULO I.
Do planto da canna.
Capitnlo I.
Escolha do solo, lavrare revolver a tsrra, grd
dagem, sulcos para o planto da canna, limpasy
e paites componentes dos instrumentos arato?
ros norte-americanos.
Occupando-nos de descrever, e acoaselhar o
meios do tirar do solo o melhor e maior producto
possivel, conservando-o no mximo da sua ferti-
lidade, permittirao os pios leitores. q3 aos sir-
vamos multas vezes do coslume e terims usado*
na lavoura da canna, empreados na provincia
a iotelli-
0 Priraeu^jggo dar o agricultor, quan->de-
vefazer urna plantago de canna, do escolher o
laboleiro ou futuro cannavial, por sua j-Jali le,
localidade e o melhor lempo.
Quanto a primeir* vantagera, geralinente co*
nhecido pelos plantadores de canna, que um ter-'
reno, cuja vegetago abundante e de um fresco'
verdor, a tambem conveniente para o planto da
canna de assucar, importando pouxo para sua
maior ou msnor fertilidade a edr que elle tiver
e agradavel, com a prosperidade de
servir de condimento differenles alimentos, s detSargipe, para elucidago necessara
nossas bebidas, e ainda aos nossos medicamentos, gencia desta bS(v; -*"~ -^____
o enllocara justo titulo no numero das substan- {
cias de primeira necessidade. i
Foi o assucar conhecido primitivrJmeo(e Q0
salado liquido, sera ser crystal'^9adc, nenJem-;
branquecido. ourgado ; seud-^ 8 caDDa a prirDeira |
piama de onde 101 exlrahido, machucada em <
grosseiras prensas para tirar-se-lhe o sueco, e
frvido depois em simples laxas, para formal
roel, e to smento.
Os llespanhoes D. Miguel Balestro, e Gonzalo
de Velosa, se diz, terem si lo os primeiros que porquanto temos feilo plantagoes em terrenos dl-
v*rsos, j em os chamados de salo vermelho,
amarello, prelo e j bos terrenos ma3-ereuscoa,
chamados areias gordas ; em todos elles temos
retirado boa canoa com mais ou menos- rendi-
meoto.
serviram-se de moenlas para espremer a eanna
D. Miguel, e o segundo Gonzalo de Veloia,
tambem foi o primeiro que serviu-se das formas
para purgar o aisucar, nesse tempo, com
cinza*.
Teve elle eotre os Indios, ou iodo-chioezes
tambem o nome de sal indiano. Estes fabricaran)
depois o assncar em grandes caldeiras, aecumu-
lando a garapa aellas a proporgo que se ia
evaporando, e sempre ajuotanao mais garapa at
ticar ruga, e espessa.
Os rabes acharam o methodo de fazer assu-
car empregando a cal e ioventaram depois as for-
mas cones.
Os Venezianos foram os primeiros refinadores
de assucsr na Europa, e empregando o syslema
aos incisivos deoles da raga humana, outro ini- I chinez, vandiam-o no estado da assucar caodi, e
0
POR
HENRY CONSCIENCE
163
migo nao menos terrivel das caouas slheias
Produz esta canna tres e mais cortes, resiste,
como nenhuma outra sos rigores da secca, e ao
fri: suas socas sao maia abuodantes em rben-
los, do que na primeira vegetago, ou planta.
J se v qae esta canna, apesar de ser mais
dura mais pequea, e mais fina do que as duas
ootras cima descriptas, deve tambam oceupar a
mesma fileira, como excellenle guarda avanga-
da,devendo ser plantada ao redor dos cannaviaes,
e suas estradas, onde de ordiuario sollrem as
cannas mais estragos.
Refere a historia que a canna de assocar pas-
sou para a Arabia no seculo 13a ; e nos tins do
outro seculo 14, foi ella introdusida na Syri,
era Cbypre, Turqua Europa, e na Sicilia. D.
Henrique, o infante de Portugal, denominado o
navegador, tendo descoberlo em 1418 1420 as
ilhas de Porto Santo, a Madeira, fez para all.
conduzir, da Sicilia, a (anua Je assucar, a qoal
produziu admiravelmenle. l-'oi ella dapois n-
Iroduzida egualmeote, pelos Portugueses, na
ilha de S. Thom, informa que ou anno de 1520,
j havia na ilha para mais de sessenla proprie-
dades de fazer assucar; possuindo a maior parte
dos proprielarios 200 300 negros oceupados na
cultura da canna.
Em 1506, lempo am que Christovo Colombo
achava de descobrir S. Oomiogos, o Hespanhol
Pedro de Elienga, para all levo a canna de
assucsr, e bouve delta Umanha produegao, que
que em 1518 i acontava 28 propriedades de
assucar. tanto cresceu com rapidez o numero
de propriedades que o producto do direito de
importero do assucar colonial, aerviu para
construir os palacios de Madrid, e de Toledo,
fundados por Carlos V.
Foi tentada par differenles vezes, e em diffe-
(A) Penang situada entrada do Estreito de
Malacca defroote da grande ilha de Samatra,
no Golfo de Beogala.
[Contin uago do n
III
Urna hora havia j decorrido depois que Ber-
Iholdoaltonito e horroriaadoaahira da casa de
seu lio ; e vega va ainda pelas ras da cidade.
Os gestos que Ihe escapavam de vei em quan-
do, a triste expresaao do seu roslo, os movimen-
tos convulsivos que lhe contrahiam os labios
tudo cava bem a entender a sua inqaietago e
desespero. Das pessoas qoe iam passandoal-
gnmas estacavam para acompaoha-lo com vista;
outras sur na cu- se ; e outraa finalmente esbarra-
vam de encontr a elle, que abyamado em aaas
refluidoscaminhava sempre sem dar atengio &
cousa alguma.
De repente parou em urna ra poaco distante
da porta principal da cidade : e procurando do-
minar a commogo, de que eslava possuido, lo-
mea esquerda, entrn n'uma loja de fazendas,
e perguntou a urna mulher que ali se acbava ao
balcose encontrara em casa o senbor Con-
rado?
Oh 1 bom dia, Sr. Robyn, respondeu a mu-
lher que adiantou-se com mullas demonslrages
de respeito e urbanidade. O Sr. Conrado nao es-
t em casa ; mas a chave ficou na porta. Sabiu
para ir ver una papis do msica. Se qaixer po-
de ter o trabalho de subir e espera-lo am pouco
pois nao tardar multo.
Sem dnvida Bertholdo fdra mais de urna vez <
casa de Coorado, porque subiu a escada, foi ter
direito ao aposento do msico, onde deixou-se
cahir n'ama cadeira. Picoa por alguos momentos
immovel, com os olhos no cbo, como nm ho-
mem acabranhado de fadiga que se abandona ao
repouso
A parede entre a jaoella e chamin achava-
se inteiramente coberla de retratos de|erlistes de
todos os seculos, em numero to consideravel e
to differenles na forma e grandeza que se reco-
nhecia facilmeote ter Coorado empregado os seus
cuidados de longos annos em formar aquella col
leego.
No meio de muitos msicos, pintores e sabios
figuravam os poetas em maior numero. Conrado
tinha reunido alguos destes ltimos no centro da
parede, e os havia rodeado de urna fita preta.
Nesse quadro de luto acbavaro-se os retratos
de Homero, Milln, Tasso, Gimoes, Cervantes,
Vondel, Chatlerton, Gilberto, e outros mais.
Semelhante disposico tinha o quer que fosse
deeslranbo: e era para admirar que Conrado
houvesse collocado no lugar de honra poetas de
um mrito secundario, taes como Chatterton e
Gilberto, com excluso de outros de muito maior
fama : que sem durda um secreto pensamento
motivara aquella associago de tlenlos desi-
gnaos.
Bertholdo conservou-ae muito tempo immovel
e assentado no aposento de Conrado. Pouco a
pouco as ideas que o atormenta vam, apoderaram-
se de novo do seu espirito. Leantou-se, dea
alguns passos ao acaso, e achou se em frente da
parede, onde estavara collocados os retratos dos
grandes artistas. O seu olhar, depois de ter va-
gado sem direcgo ; flxou-se particularmente
aaquelles que cootinba o circulo prelo.
At ento o mancebo, havia prestsdo pouca al-
ieogo maoeira porque estavara dispostos
aquelles retratos ; julgra sempre que nao pas-
sava aquillo de ama mera phanlasia de Coorado,
e qae este s tinha em mente adornar o seu apo-
sento : mas nasituago de espirito em que entao
se achava, pareceu-lhe sbito reeoohecer o pen-
samento fnebre u,ue tragara aquello circulo.
Abysmado em profundo ademar, e com os
olbos'fixos nos retratos, murmarou :
Homero, o mais insigne de todos os poetas
mendigava o pao da existencia e era ceg I
Torquato Tasso, a gloria da Italia morren
louco !
Cames, o autor sublime dos Lusiadasfoi for-
gado a trabalhar cora suas proprias maos para
depois pelo methodo rabe o vendiam em pao re-
finado.
Logo depois veiu a ser geral a profisso de re-
tiir assucar na Europa, na Fraoga especialmen-
te, onde lornou-se ennobrecida, assim como a dos
fabricante de vidros.
Em 1789 havia em S. Domingos, na parte fran-
ceza, 723 propriedades sssucareiras, que produ-
ziam 240 milhes de libras de assucar bruto. O
assucar da canoa era ento o nico senliur dj
mercado, quando srrebentou a revolugo fraoce-
za, se loes fixaram os mares, e suas colonias fo-
ram destruidas \ a alta do assucar appareceu no
cootioeote, abriu-sa cooseguinlemeote o campo
s invenges fizeram-se por toda a parte eosaios.
para extrahir o assucar da belerraba branca, ap-
pareceram os Achard, os Margraff, as fabricas im-
periaea do Napoluo I, reanimadas pelo seu arl.
12 da lei; aa quaes produziram logo em 1812
1813 2,000,000 de kil. de assucar bruto.
Depoiadessa poca, lulando de novo o assucar
de betenabs na Europa com o regresso, nao foi
seno de 1837 em diante, que melh.oramentos ap-
pareceram na Allemanha, na Frangn etc., e vpi-
ram restabelecor e reanimar o assucar de beler-
raba, sempre protegido nos direilos contra o as-
sucar coloni.il
O assucar por si s alimeotou durante muito
tempo o commercio do mundo; sua origem per-
de-se igualmente no immenso vaso das probabi-
lidades, como a canna que lhe d o ser.
E' o assucar conhecido hoje como o alimento
efiicaz do homem tomado exclusivamente, que s
com o adminiculo d'gua conserva-lhe urna sau-
de robuata e forte, aurando-o ainda nesse uso
exclusivo da algumas molestias, e sobre tu lo do
escorbuto ; o que foi verificado bordo de um
navio carregado de assucar, o qual demorando se
no alto mar, por inconvenientes da viagem, hi-
taran) todos os mantimentos, e foi de rigor dever
servir-se a tripolago, com algum receio talvez
do assucar de que se continua o carregamento, e
O aposento habitado por Conrado, e que ficara'nao morrer fome I
por cima da loja, era de humilde apparencia, se | Cervantes, o espirituoso autor do D. QtiUote
bem qae eslivesse preparado com muito aceio, e morreu pobre abandonado I
os objectos fossem dispostos com lodo o cuidado. Vondel, o poderoso genio da Neerlandiapobre
Ali nao haviam outros movis alm de am piano, 'velho com edade de oitenta annos trabalhava
magnifica pega alugada a am dos fabricantes da j ainda curvado a urna carteira n'um esenptorio de
cidade, tres ou quatro cadeiras de gosto, ama me-)m0nte-pio !
sa grande cobtrla de muaicas, ama caixa de ra-j cbatlerton, o nobre, o generoso poeta desvai-
beca e am grande candieiro desuado para alu-; r-<0 pela louenra do desespero arrancou a si
miar os trabalhos da noate ; emfim tres on qua-' mesmo urna existencia que s lhe presagiava do-
tro prateleiras em que se achavam symetrica-1 res e miserias I
mente acondicionados un cincoenta livros, que | Gilberto, a innocente spital I do o dioacabou
formavam a bibliolheca de Conrado : pela maior miseravelmenle n'um hovidima
parle eram obras de poetas sntigos e modernos.;e ( Assim fallando Bertholdo recuou alterronsado
as suas folhas um poaco estragadas mostravam o e exclamou com oaccenlo do mais profundo des-
aso frequenle que se Ihes dava. alent:
Porm, se bem que primeira vista se conhe- Que hotrivel destino 1 Os mais bellos no-
ca que o dono daquelle aposento nao vivia aajmei| aquelles que formara a gloriosa corpa da
opulencia, com tudo certas particularidades in- humanidade, associados assim a recordagoes de
dicavam que nao soffria alie privagoes, e qae es- pokrezs, de soffrimentos, e ingratido 1 Meu lio,
tara mesmo no caso de satlsfazer am oa oatro ca- 0 paa de Laura, e todos aquelles que me amam e
prcho. A larga chamio eslava adornada de conhecemtalvez lenham razio em querer des-
pequenas figuras de gesso, conchas, plaas mari- viJt 0s meus passos dessa carreira semeada de
timas, passarosChetos, e ama mnltido mais de escolhos. Oh I simdirci um ultimo a,deus
pequeos objectot, que cuslam caro, e que s tem arte; nada deenganadoras esperangas I Esquece-
valor para aquelles que os reunem. Entre todas rei essa aspirago que mefazta apeteceraltosdes-
ess.s cousas havia ama que com mais partcula- tinos. Farel por gostar das cousas matoriaes, por
ridaueehamava a aUaoel a das poucaj visitas, qjaa considerar o dinheiro como nica origem da fe-
Conrado retebia. licidade, finalmente por buscar o repouso d sima
no bem estar e gozos vulgares. Ento, talvez
adormega nessa paz do corago de que me fal-
lam, e paase urna existencia tranquilla e unifor-
me, sem gloria, mas tambem sem soffrimentos.
at que o tmulo faga desapparecer ao mesmo
tempo o meu corpo e a minria memoria I Oh 1
Como penoso renegar-se a natureza I Mas as-
sim preciso.... o recoohecimento um dever
que nao se pode escareeer. Esse sacrificio me
parece ser a abdicago da minha digoidade mo-
ral ; faz-me aaograr o coragoaterra-me como
se a minha vida ficasse d'ora avante privada de
toda a esperaoga, a minha alma de toda a ale-
gra I.... Talvez aeja illusSo...
Oh 1 Bertholdo I loterrompea Conrado que
entrava naquelle momento : perdoa-me se te fiz
tanto esperar, nao sabia que estivas aqui. Co-
mo sao bellas is tuas poesas I Li-as quasi to-
das. Que vehemencia I Que enthusiasmol O
mal contagioso... Como ali se expande a tua
alma cheia de mocidade e da vida 1 Agradego-
le, Bertholdo, agradego-te a felieldade, as paras
emoges que em mim desperlas-te. Porm ve-
jo-te triste, com aa feigoes alteradas I... Soffres
alguma coasa ?
O mancebo pegou na mo do artista, a fizando
nelle um olhar cheio de melancola, dase :
Coorado, sou muito infeliz I O meu corago
tem neeessidade de desabafar : deixa qae ti me
queixe da minha sorte ; talvez que sirva isto de
allivlo dr que sioto...
O qae te acooteceu, Bertholdo ? perguntou
Coorado com sincerointeresse, mas sem assustar-
se. Buscarei consolar-te, e craio que nao ser
difficit. Talvez nao passe de urna deesas nuyens
negras que toldara o tumultuoso cu da imagina-
gao, nao ?
Coorado, tornou o mancebo afilelo, resolv
impreterivelmente renunciar para sempre i arte,
e poesis...
Ora, Deus saja louvado se s disso que
se trata 1 E' um* mania de todas os poetas o que-
rer arrebentara lyra menor contrariedade : mas
o instrumento est no corago delles, so abrigo
dos impetos da vontade. J vejo qua a tua emo-
go mais do que urna melancola de poeta. Nao
esmoregas, Bertholdo ; a dr a varinha mgica
que faz alma ntrar noe conhecimento de si mes-
ma, e que por isso dobra-lha as torgas. E e
poeta mais que todos sent essa necessidade, que
elle o proprio a inventar dores e pozares para
fazer brotar na sua alma a origem de ardentes e
profundos pensamentos.
Oh 1 Eoganas-te, meu amigo. A minha re-
solugo immutavel : reBuncio para sempre ao
futuro com que sonhava. Confesso que muito o
sioto: mas procurarei consolar-me dando outra
direcgo minha iotelligencia.
O tom aingularmente resignado com qae o
mancebo pronunciara estas ultimas palavras sor-
prenden a Conrado, que apossoa-se de sbita in-
quietadlo.
Oh 1 Bertholdo I exclamou elle. Deus te
preserve de executsr esse teu desigoio (atal 1 O
que fez em ti nascer to inesperada resolugo ?
Urna acea terrivel, cuja cauaa me nao foi
dado penetrar, respondeu Bertholdo. Depoia que
me separel do Sr. Kemenaer voltel casa apres-
ssdo para offerecer meu lioam exemplar das
mio'has poesias.
Contava j receber amargas censuras ; mas
tinha tambem a conviccao de que meu to ceden-
do sua bondade habitual para comigo, acabara
por disculpar esse meu arrojo : seguro com esta
confianga entrei em casa, e fiz oflerta do meu li-
tro. Oh I Contado 1 Nunca me heide esquecer
Quando o lavrador poder dispor exclusi7amen-
te do torreos grossos de asilo vermelho,. ama-
rello e prtto ; o que se chama vulgarmente mas-
sap, coatendo em si menos parte de arela,-qae
os precedentes, tirar sem duvida maior proveito
era suas plantagoes, por conterem as cannas maior
quantidade de materia sacharin, qua nesses ter-
renos vegetarem.
Nao se diga, no entretanto, que as areias gor-
das, sao de pouco proveito, um engao mani-
fest. Correndo os tempos chuvosos regularmen-
te, produzora elles bellas canno, e de ptimo as-
sucar. Acoolecendo qoe os ierren id de massap,
falhaudo as cnuvas nada produzem. Convm que
haja maior abuudaocia de cnuvas, para os ter-
renos grossos de massapc, do que para os areius-
cos. Quando as chavas pouco abundantes nao
utilisam aquelles, benefician) perfeitamonte es-
tes. Tambem as copiosas chuva prejudteam as
cannas de cerlos massaps, ao paaso que prejui-
zo algum fazem as caonas das arelas gordas.
D'onde concluimos que a cor da trra pouco in-
flue na escolha do taboleiro, ou futuro cannavial;
o que nos dispensa, por emquanto,. de entrar-moa
em cumpridas descripgoes, exemplo de outroo,
sobre aa partes componentes dos diversos terre-
nos, calcreos, ferruginosos, areiuscos etc. etc.
por nos parecer de pouca utilidade, por agora,
quando felizmente existimos em um paiz entre
tropical de perenne vegetago, onde quasi qua
brota a canoa da assucar em qualquer -qaalidade
de terreno vegetal medida do desejo.
Os lavradores expedentes lsogando os olhos- da
passagem sobre qualquer terreno, conhecem logo,
pela qualidade e verdor das arvores, e arbustos
oelte conlidos. a qual o maia alopiado, para a
plantago dacannspor exemplo, vendo a torra
coberta dos vegetaes mutamba, gilirana, ingazei-
ra, bugynas baixas hmidas, canda nos declives,
etc. nao se engauam definitivamente..
Prescindamos pois dessa nomenclatura scienti-
flca, servindo-oos d'ella sement em outros sasos
de intrnseca necessidade.
Quanto a localidade dos terrenos appropriadoa
para o planto, conrem procurar com preferencia
as que mais visiohos estejam da propriedade ; oa
de varzea collocados cima do nivel dos riachos,
e regatos prximos, que possam ser esgotados
com facilidade, por meio de regos mestres ; 00
chamados abaulados ; os pendentes pouco incli-
nados,onde possam a commodo pisar os gados do
trabalho respectivo, cujo arredores sejam abun-
dantes d'aguas.
(Continuar-te-ha.)
,
desse momento de minha existencia 1 O meu po-
bre lio, enfermo, ficou fra de si ; seus labios
tremiam de colera, e olhava para mim com tal ex-
preaso de odio e de desprezo, como se eu fosse
aecusado do orime o mais infamante. Sorprezo e
embaragado pergantei-lhe a causa da terrivel
emogo que o agitavs ; e elle abrindo e aponan-
do para o titulo do poema intitulado o usurario,
rebentou em to amargas repreheoses, que cada
um* de suas palavras me enebeu de terror e des-
espero. Chamou-me iograto, dase quearrepen-
dia-se da bondade que havia lido para coraigo,
arguiu-mo de haver-lbe alirado ao rosto o nome
de usurario, emfim no seu entender sou
urna serpenta que aqueceu no seu seio, e que re-
compenso os seus beneficios caspindo-lhe o vene-
no s faces I Por msis qae me tivesse acabra-
nhado essas crueis recriminagoes, todavia procu-
rei tranquiliisa-lo: mas elle paludo como umde-
funto, e quasi a desmaiar bradou-me que sahisse
dali; ordemou, supplicou que me retirasse at
meio dia : a minha presenga pareca marlyrisa-
lo. Sahi como um louco, vagu-ei por algum tem-
po petas ras da cidade, o vim aqui para contar-
te, meu amigo, o que me pesa no corago. Hoje
queimarei ludo o qae sabiu da mioha peona, ama-
nia aniquilarei todos os exemplares da minha
obra, afim de que nao fique nem um s para lem-
branga 1
Conrado sacuda tristemente a cabega e disse:
Aniquilar a tna obra, Bertholdo 1 Obi Affir-
mo-te que o nao fars.
Nao duvtdes, replicoa o manceba suspiran-
do; o meu partido est tomado, nada me des-
viar delle. Sinto por um vivo pesar ; atemorisa-
me a idea de que d'ora a vaste ser preciso ve-
dar minha alma o vi ver ella no vasto alominio
da imaginago ; parece que me enlranho n'uma
escurido eterna... mss eludo urna illuso 1 Sa-
berei vence-la.
Bertholdo, ests quereodo enganar-ma ; la
nao pensas assim I
Has de ver.
Nao posso crer. Pois que 1 Qaeres to de-
pressa sublrahir-te ao tea destino, a logo ao pri-
meiro paaso na vida da arte esmoreces ante urna
contrariedade passageira I Se te julgasia capaz de
aemelhante fraqueza, dlr-te-hi : Tena razo,
Bertholdo, evita urna lula para a qual Deus nao
te deu torgas suficientes. Mas assim nao : des-
cooheces a ti mesmo : o genio proeminente que
sa revela as taas poesias, nao abdica com tanta
baixeza a cora dos poetas, smeote por nao fe-
rir-se nos seus espiono*.
Nao, nao por isso, respondeu tristemente
Bertholdo ; nao a coragem que me falta : mas
sabes, Conrado, que depois da morte prematura
de meu pae, meu lio amou-me como seeu foise
seu Qlho; deu-me urna excelleote educago ; pou-
pou, amontoou sem eessar para um dia deixar-me
ama rica beranca. Nao posso desconhecer as suas
bondades : a ingratido o mais feio de todos os
vicios : tremo s ao titulo de iograto. E j que
elle se desgosla por ver-me entregue poesa,
far-lhe-hei a vontade, e buscarei resigoar-me
minha sorte. Nao tantea vaos esforgos, Conrado,
para desviar-ma desta resolugo : nada consegui-
ras, a nao ser ainda mais perturbar-me o espiri-
to, e toroar-me ainda mais infeliz.
Neste caso fallas com madura reflexao ?
Sim, reflecti seriameote. Este adeus doloro-
so que digo ao mais bello sonho da minha vida,
enche-me o corago de indisivel agona : mas o
senlimento do dever triumpbou. Est dito : voa
tomar-me estranho i arte, eao esludo.
crs que possas extinguir em tea paito a
sagrada scentelha da poesa? Perguntou Conrado
com um sorriso cheio de amargura.
Ai de mim I respondeu Bertholdo suspiran-
do. Creio,. sim e para sempre I
O que fars ento dos teus pensamentos ?
Como amortecer a inquieta agitado da tua
alma ?
Proourarei qualquer oceupago ; applicar-
rae-hai ao commercio ; e em paz gozarei das de-
licias da vida..
Como ta Iludes I Sers desgragado, horri-
velmen'.e desgragado 1 Sabes, Bertholdo, qual
para o homem o verdadeirosegredo de felicidade,
de poder e de grandeza ? O dinheiro diria o
Sr. Kemenaer ; e ta mesmo na trate disposigo
de espirito, em que te achas, pareces dar-lhe ra-
llo. Nao; esse segredo est em reeoohecer o
homem a sua vocago, e segu-la. Infeliz daquel-
le que busca apagar em sua alma o estimulo que
Deus celia lhe imprima I infeliz daquelle que
pela forga das circunstancias se v obrigado a
desviar-se da vereda que lhe eal tragada 1 E' por
isso que homens ha uo mando que, errantes e
comodesvairados.se arrastam cusi, condemna-
dos a urna existeocia de soffrimentos, de dores e
inveja : que descem ao tmulo sem se utilisarem
jamis do genio e (acuidades que em si haviam 1
E, Bertholdo, vou confessar-te urna cousa que te
hade sorprender : eu sou um desses homens, um
desses entes transviados.
T I exclamou o mancebo estupefacto. Nao
possivel 1
Conrado replicoa com a voz tranquilla a prin-
cipio, mas que se foi pouco a pouco ani-
mando.
Olha para meu rosto, Bertholdo : est ma-
gro e paludo; os olhos sem brilbo, as costas cur-
vadas, e o paito dbil. V-se que padego, e ha
muitos anuos qoe vou definhando. Qaal o mal
qua assim arruina a minha aaude ? Queres saber ?
E' urna alma Iludida em auaa esperangas que se
vinga e que na falta de outro alimento devora o
seu proprio Involucro 1 Senta-ta, a escuta : voa
dizer-te qual tem sido a minha vida.
Mea pae foi um pobre mestre de escola: o
maior pezar da sua vida era a conviego, que es-
lava, de nada poder neste mundo deixar a mim,
aeu anico filho. Com tudoquerendo dotar-me
de ama riqueza qualquer, empregou na minha
educagao lodos os cuidados de qoe capaz um
excellenle pae: nao s mandou-me inatruir no
conhecimento das liuguas, como tambem man-
dou-me eusioar masiea qae particularmente con-
siderara um meio possivel de existencia. Meu
pae tinha um corago de artista, e admiravacom
fervor ss grandes obras do espirito humano. Fal-
lava-me com religioso enlhusiasmo dos poetas
illustres, cujos nomes l do fundo de sculos pas-
sados brilhavam aos nossos olhoscomo estrellas
da humanidade ; lia-me as obras desses poetas,
apootava-me as bellezas,dolas, e sem o presen-
tir accendia-ma n'alma o desejo ardente de ser
grande tambem pela iotelligencia, de tambem
conquistar a gloria.
Quando toqoei a edade da adolescencia, a
minha vocago ae despertou : fazia versos a todo
o proposito. Um espirito lyranno pareca ter-se
apoderado 4e lodo o meu ser: um fogo myste-
rioso me consuma. Mea pae o observou com
tristeza e receio : todava traaquliisava-o a cir-
camstincia de estar eu prximo a obler um lu-
gar n'em escriptorio de commercio, onde ver-
me -hia toreado a reounciar a poesa. Eoganoa-
e: fiz, versos at as proprias cartas do patro ;
e sempre abysmado as minhas refi.exoes com-
probendidia. mal as suas ordeos. oa as esquecia,
Em urna palavra era a tal ponto distrahido qae
me tinham naconta de um estupido.
i Aps urna experiencia de quatro raezes-ai
despedido do escriptorio como um loaco pre-
sumpgoso, absolutamente incapaz de entregar-
me a qualquer oceupago seria. Meu pobre-paet
atterrava-o a perspectiva do futuro que me aguar-
dava. Quando lhe declarei, orgulhos de mim
mesmo, quera aer poeta a despeito de todos os
soffrimentos, procurou disauadir-me, mostrndo-
me quanto incerta e precaria nesta muodo a
sorte do poeta : conton-rne a triste existencia, o
o deploravel fim de Homero, Camoes, Torqoato
Tasso, Cervantes, e todos esses que daquelle
quadro fnebre nos contemplara tranquilamente.
Resist s suassupplicas durante alguns mezas;
ello porm, inspirado pelo seu affedooso receio.
cheio de solicitada pelo destino do sea nico fi-
lho, pedu, chorou, laagoa-se-me aos ps, aU qua
alinal conceb horror pela poesa, como urna coa-
sa que devia fazer a desgraga de meu pae, e tam-
bem a minha. Prometli-lne, firme e lealmeote
resoluto, abalar em mim dahi om dian-te toda a
idea de om glorioso futuro.
Nao tardei muito ser admittido nVatro es>
eriptoro, onde preencbi os meus deveres com
muita exactido, mas sem prazer, e sem o me-
nor zelo. A chamma, que julguei sxtinda, mi-
nava me o corago; e por mais eiforgo que eav
erapregasse para conto-la, o meu espirito deixa--
va-se anda arrebatar as >zas da imaginago. O
combate era to renhido, to pasado, que cahi
n'uma especie de prostaego, e mysterioso oiTr-.
ment : tornei-mo pensativo, e taciturno, bal--
cando sempre a solido ; a miBha alma decha-
va de triatesa!.... Dianie de mou pae distima.-
lava o que em mim se passava : i Iludido com &
calma apparente, em que me va, e que lhe pa-
recia de bom agouro para o futuro, procun.ou.Sjc-
mar-me na carreira por mim encelada,pintndo-
me com as mats lindas cores a vida qua me as-
ta va reservada. Disse-me que quando. eu toase
mais avangado em edade poderla empcebeodar
por minhacoota umeommercio que do aorique-
cesse ; e que outros que haviam tambem comegado
po rmuito pono assombravara a cidade caza o sos
iuxo e riquezas. Se eu tivesse crido na sua ter-
nura, talvea eslivesse livre de cuidados, e losse
por lodos eslimado e considerado. t\iliou-me
egaalmente o valor e o poder do dinheiro, como,
a origem segura do repouso, da influencia, e de.
felicidade. alas todas essas cousideragea eran
sem forga no meu espirito, a a minha natastxa
a pesar se revollava.
Entretanto eu ia todos os dia3 ao escritorio,
e senitva-me maqoinelmente no meu lugar ;
and.ava como quo abysmado co torpor do sosa-
no ; trabalhava com regolaridade e execetava
pontualmenla a tarefa de que me incumbase : o
espirito porm andava longe, e perdia-se no meio
de vagos peniamentos tristes o indacisos. Poa-
co a pouco a existencia loroou-se-me pesada ;
desviado da minha leodencia, em nada mais en-
contrara prazer ocoosolago. At mesmo m-
sica eu era indifferente: a minha r a beca, qae
as horas vagas qua me deixava o trabalho de
escriptorio era muitas veies o meu nico refugie
contra o desespero, penda esquecida na parede.
Essa continua trhleza arroir.ou-measaudfi ; oa
tosse secca e frequanto paiecu predlier-me um
m prximo : ommagrecia, definfiava a olhos
valos. Dez annos fui escrevente, dez annos de
desespero e de mudos soTrimenios l
[Continuar-$t-ha.)
PERNAMBUCO.-TYP, DtfM."?". DEF.|4 FLHO,





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