Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09566


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Full Text
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(1

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.
AIIO XXXVIII. IBIIIO159.
Nr fre
lidian t4s
iaciii

|H
DIARIO
PEMAMBIII!

A SUBSCRIPCAO DO NORTE
SxAAntonio Alexandrino da Li-
nio Marques da Silva;
A. d\ Leaos Braga; Ceari o 8r.
OlireiraJt Maranhio, Sr. Joaqaim
drigust; -Bar, ManoelPinheiro 4
* ABOS DA SUBSCBXPCAO DO SDL
o Sr. Claudino Faleo Diaa; Babia.
Martina Alvee; Rio daJ.nairo, Sr-
Ira Martina.
PARTIDAS DOS CORRBiOS.
Olioda todo o diaa aa 9) horaa dadla.
Igaaraaa, Goianna, Parahyba na escanda
aextai-feini.
S. Ailo, Bezerroi, Bonito, Cantar. Altinho
a GaraDhana naa tercie-feira*.
Pao d'Alho, Nazarelh. Liaosiro. Brejo, Pee-
Ca'H EMBRIBES DO MEZ DE JULBO.
i
4 Quarto a reseate aa 8 horaa e 30 rain atoe da
manhii:
II La chale aoa 9 minutos da macha.
18 Q a arto minguente mt horaa e 82 minutes da
tonta.
PREAMAR DEHOJE
4 horaa a 64 ainato* _.
4 horaa e 30 mina toa da torda.
-i fa)Nii| 11U1M, T IIIJ PCW.
urieary a Ex naa quartas-toiraa.
Cabo, Sariohiam, Rio Foranas. Una.Barreiroaf
Agua Preta, Plmenteiraa a Natal quinta* elraa.'Primal r o aa 4 horaa a U aaiDuto da aaohii.
(Todoa oa corroloa partera aa 10 horaa da aanhaaj Segundo
1 partida aoa ?roE8 coVrsinos.
Par* o aol ata aio. i & e SO; para o norte
ata a Crioja 14 a 19 da tada aes.
rARTiDA dos onriBca.
tara o Recite: do pipveot > 6 1[2, 7, 7 1|I, 8
* *da "' de 0lind fuliMno s 6 112 da m.; do Coianjd a furria
ie 7 di m.; da Btmfica s 8 da n.
Da BaaiU : para o Apipueot ie 3 1|5, 4, 4 1|4,
4 lft. I, 6 lj4, 5 1|2 a 6 da t.; para Otinda a 7
da a. 8 1 [2 da t.; para Jaboato a 4 da t.; para
o Cavstvtfde Varna a 4 1|2 da t.; para Btm/iea
|aa 4^
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAKS
MTE 0FF1CUL
^OYERNO DA PROVINCIA.
Bflaaio do governo de Pernambuco, 8 do ju-
Oficio i cmara municipal da Boa-Yiata.
Para ae dar execuco ao que diapoe o art. 19 do
decreto n. 2.621 de 22 de agoalo de 1860. flxan-
d. B,iBo,er0 de eleitore qae deTe dar a regu-
*'* ffan,a ria dePetrolina novamenle crea-
da pela lei provincial q. 530 da 7 de junho ulti-
mo, junto por copia, cumpre a cmara muni-
cipal Ba Boa-Vista informe com urgencia qual
o DuaJtco de votante^(por quirleiroei) compre-
hendido no terrilorio/deamembredo da freguezii
desse Borne, para fazer parta da de Pelrolioa,
conterat a circamacrlpcio qae iba dea a lei ci-
tada ; e qusl o qoe ficou pertenceodo parochia
da Boa-Viila, tudo aegundo a qualincigo ante-
rior ao 1e*membramenlo qae a deste anno,
ou na apa falta, a do ann* antecedente.
lente do das 9 de iulhe
; de im
Offlcio ao brigadeiro commaodante daa armaa.
Aoa offlcios de V. Exc. de 3, 4 e 7 do corren-
te, aob n. 1.301, 1,307 a 1,828. reapoodo decla-
rando qoe em em deta de 7 deate mez j del as
neceaaatias providenciad afirn de seram realiei-
ffi'sf* P8Ram*ntoi a qu ae refero oa citados
Di mo. Sirva-aa V, Exc. de inter-
inar que pede no incluso requerimen-
nina ..aria da Conceigo.
ao procarador da Santa Casa da Hiseri-
eord*.Palo offleio de V. S. datado de 7 do
corrt-nte Aquel ioteirado de havar a junta ad-
#" dena Santa Gnsa raaolvido de eon-
orpidade com o artigo^gl do reapectivo com-
protawso que o Dr. Igoaeo\Firmo Xavier, me-
V ,ho,pilal Pe<1' H, continu com o mes-
mo XHBlo a prestar os serficoa da sua arte no
ollegio dos orpbios a no boajpilal dos Lazaros.
Dito ao inspector da tbesoWraria de azenda.
Transelllto V. S. a iocWsa relaclo dos procos
?:0.!.la"n,eIlto., i06 f#rajn fornecidos ao pre-
aidio diA Fernando
militar,' a, qual mi
commaodante desarmase
em asiiafaeaq ao que r
iharmacia do hospital
lettida pelo brigadeiro
>m offiejp aob n. 1313,
.laitoa ^ S. em aea
>, aob n. 46fc> i
)Oo. de offleio do ca-
stado, aob o. 81. qae
offleio da 23 de malo o]''
D|? k maamo.Coi
pitio do\>orto da bontal
o secretario daqaella repartico Joaqoim Pedro
Barrito de Mello Reg entrara no dia 5 no gozo
da licenca de 3 mezes que iba (ora concedida
por esta presidencia, sendo substituido durante o
aeu impedimento por Vicente Licioio da Costa
Campada, assim o communico I Y. S. para aea
eonheetmento e direccao.
Dito ao mesmo.Em vista da conta junta am
diplicata, qua me foi remeltida pelo brigadeiro
commandanta daa armas com officio da 7 do cor-
rente, aob n. 1326, e estando ella nos termos le-
gaea, mande V. Sjpegar a Pereira, Julio & C. a
qusntia da S7|36U rs., importancia de objeetoa
qaa forneceram para o exftedianla da dalagtrta
do nrarglao-aar .ato exarcita aagaada tri-
mestre do corrento anno.
Dito ao maamo.Transmiti i V. S. para aea
conhecimeoto e direccao, copia do termo de con-
trato celebrado pelo director do arsenal de guerra
com o Diestro do hiato nacional Tino Man'oel
Jos Pareira Maaoho. para (asar condazir para
o presidio do Peinando, diversos objeetoa per-
teacentaa ao espado, aendo que nesta occasio
leva o meamo hutte gratuitamente oito barriese
de cimento roma qae formam o completo de
72 arrobas, segn .o a clauala que ae obrigoo
o contraante. \
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Corto do coole'lo de sua informado de hon-
tem, sob n. 889, reeommendo V. S. que I vista
do documento qae devolvo, msnde pagar a Gul-
seppa Marinangeli a imoortancia da aabvengao
correspondente ao primflo mez do aeu contra-
to no correte anno, como) emprezatio do tbeatro
de Santa Isabel.
Dito ao mesmo.Em vista do competente cer
tificado, mande V. S. pagar ao arrematante da
obra da coberta do gymnaate provincial Jos
Augusto de Araajo a quantia de 7:663$333 rs.
correspondente segunda prostacio que elle
tem diroilo por baver exeeatado a segunda parte
das obras do sea contrato conforme coosta de
officio do director da reparticto daa obras publi-
cas datado de bontem e aob n. 153.Communi-
cou-ee ao director das obras pablicas.
Dito ao chefe de polica. Oueira V. S. infor-
mar-Be aobre o deslino que tiveram oa reerulaa
Manoei Rodrigues da Souza e Jacintho Firmioo
de Lims, de qoe tratam o inclusos papis que
me aerio restituidos.
Dito ao capito do porto.Csm eate officio
aerao apraaentados i V. S. os recrutas de mari-
nha Pregamaaio Peraira doa Passos, Maooel da
Cotia Noguaira a Francisco Daniel Lopes, am
de dar-lha o conveniente destino depois de ins-
peccionados.
Dito ao aommandante do pceaidio de Fernan-
do.Em resposta ao officio do 16 do mee nodo,
solicitando aoccorroa com que possa combater o
cholera-morbas, que V. S. receia venha a des-
envolverse oessa ilba, cabe-me dizor-ibe qae
pede Y. S. demorar ahi o facultativo, qae val
aer rendido, ae al a sos partida para esla capi-
tal ae tiver realisado a iavaso do mal com ca-
rcter maia grave.. Quanto, porm.aoi medica-
mentos, raaolverei como convier & vista da nova
exigeocia que V. S. far aendo necessario ; vis-
to que por emquaolo sero sufficieotes os que
sao enviados pela pbirmacia militar.
Dito ao meamo. Picando ioteirado palo aeu
officio de 11 de junbo ultimo, aob n. 90, da de-
liberadlo que tomo* Y. S. de fazer aeguir para
aata capital no hiato Sergipano oaenlenciada
dista provincia Feliz Ferreira da Carvalho Si-
qaeira, em conaeqaencia de estar soffrendo de
alienagao mental, cabe-me declarar que em ca-
aos idnticos deve Y. S. solicitar previamente
autorlsacao detta presidencia para remoller alie-
nados.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Haja Y. S. de enviar-me urna reiecao nominal
dos africanos livres que tem assaotameolo nesse
arsenal com declaracjio do aervico4 que cada um-
se acha applicado.Igual ao director do arsenti
de guerra.
Dito ao director do arsenal de guerra.Pelo
sen officio de hontem datado, aob n. 181, fiquei
inteirado de ter aido recolbldo thesouraria de
azenda a quantia de 4:698$05j3 ra. resultante da
economa feita naa diaiiet dos africanos iirrea a
tervico deaae araeoal.
Dito ao director das obras militares.De con-
formidade com o queaoticiiou o brigadeiro com-
mandaotedss armaa em officio de 7 do correte,
sob n. 1329, reeommendo V. s. qae, eoten-
dendo-se com o commaodante do nooo batalhao
de infantaria, trate de remover para oulro lugar
fflais appropriado o biombo que existe encravado
dentro do xadrez do respectivo quartel.Com-
muoicoa-se ao commandante das armas.
Dito ao commandante auperior interino de
Goiaroa.Ao officio do 26 do mez pastado em
que V. S. commuoicoa qoe, por cansa da epide-
mia, 80 na freguexia de Goiaooa ae procedeu a
revialo da qaalicicio para a guarda nacional,
tsnho a dizer-lhe em resposta que expeca suaa
ordens para que se cumpra aquelle preceito da
lei as demaia fregaezias deaae municipio, como
determina o 26 de art. 1.* do decreto n. 1
de 6 de abril de 1854.
Dito ao administrador do consulado pro;
dal.Cumpre que Ymc, 44 quanto aates ex
na parte qaa Iba toea ao dispoato no oficio
dHIgido 4 thesouraria provincial em 28 de juobo
ultimo relativamente ao fornacimento doa objee-
toa neceesarios ao expediento das reparticea
provinciaes, devendo declarar a sesma thesou-
raria qual a quantia qna tica exclusivamente
para o expediente deaaa repartico, depois de
dedntida da respectiva verba qaalqnar ootra
deapaza que por ella tonba de ser feita com o
aeseio e limpeza da meama repartico Offl-
ciou-ae no meamo aenbdo aa binliotbecarto
provincial a W regador do ramaeio.
Dito ao jala de direito de Sent Antlo.Res-
pondo ao aen offleio n. 33 de 28 do mez peaeado,
dizeodo-lhe que aa delegado do termo de Santo
Anlao recommendou o Dr. chefe de polica, con-
forme declarou-me em dato de 7 do corrento, e
offleio aob n. 1.049. que fiseeee aem demora com-
parecer perante ease julio o aargento e guarda a
qae ae refere o citado offleio de Ymc.
Dito ao juix municipal da pricoeira vara.Com-
munico a Ymc. para aeu coaheciaento e direc-
cao, qae segundo declarou-me o commandante
do presidio de Fernando, ea officio de 11 de ia-
nbo ultimo, aob n. 90, viere para asta capital no
hiate Sergipano, o sentenciado de lustica daata
provincia Flix Ferreira de Carvalho Siqueira,
em conseqneneia de estar eoffrendo do aiienacao
mental, deixou da aer enviada a respectiva guia
por ter o meamo aeoteociado ehegado quelle
presidio sam ella.
Dito ao mesmo.Designando a Vate para, nos
termoa do artigo 43 do decreta o. 722 de 25 de
oatobro de 1850, fazer parte do conaelho de re-
vista da guarda nacional qae tem de funecionar
ueste municipio ao dia 20 do crrante, aaalm
Ih o communico para aeu conbecimento e fina
convenientes.Communicoa-se ao commandante
auperior do Recite.
Portara.O presidente da provincia, confor-
mando-se com a propoata do Dr. chafe de poli-
ca interino constante de aeut offlcios ns. 1,009 e
1,057, de 28 de juobo e 8 do correte, reeolve
conceder a Gualavo Camello da Siqueira a exo-
nerarlo que pedio do cargo de anbdelegado da
freguezia de Alagoa de Baixe. termo de Cim-
bres, e nomeia para aase cargo o alteres do cor-
po de polica Antonio Hnoiz Tavarea.
Despechos do dia 9 de jultao.
Requtrirr.tntoi.
Antonio Ribeiro de |Araujo. Informe o Sr.
lluapactoc da thesouraria de tazenda.
1 Bacharel Agoello Jos Gonzag.Informe o Sr.
\mapoclor da thesouraria de (aseada.
ealrVIP"*">"1 M'"* d" LBl Fell0,a' ~ Pode ,e*
Jos Gomes Com6ra.-_.iM0rjne.o Sr, Dr. jais
municipal de termo do Rio Formoao. ^ .
Jos da Rocha Paraoboa.Ioforme o Sr. i
pecter da theaouraria de tazenda.
JoloLuizde Almeida Ribeiro.Ioforme o
Dr. juiz municipal do termo de Iguaratt.
Jaciolbo los de Mello. Informe o Sr. ins-
pector da theaouraria da fazenda. .
Joae de Oiveira Guimaries.Informe o Sr. ea-
pitio do porto.
Lnis Cyrsaco da Silva.Paaaa portara eonea-
dendo a heanja requerida coa vencimeatos na
forma da lei, denan lo o anppUeaate ea aea lu-
gar peasoa Idnea, de aecordo com o director
gtfril da ioetrucco publica.
Coronel Trajino*~ssr Burlamaqua.Satisface
as exigencias do Dr. procurador fiscal, e do Sr.
inspector da tbesourarie de fszenda.
itias-
go do aajor Narciso Tarares Coimera-; e oa
etto mesmo contraa a caostrecrfio da quinta.
Pareceodo-me qae a estrada de Pasea--Vio te,
cajos trabelbos esto em andamento, perder!
multo de sua importancia, se nao ior prolongvd
pala proviucia do Rio de Janeiro, precurei en
tender-me com o respectivo presidente, o qual
toro a bondade de assegurar-ae que etse pro-
lngamelo flearit prompto at o flm do corrate
ano.
Aa cidadao dolido Ribeiro Rosa insuabt o
trabalbo de abrir urna picada entre o Abre Ca-
o, e o porto do Soasa no rio Doce, coa o anxi-
lo dos indios ao aUesaeoto do Mmbuassu.
Orcou o angenheiro Gerber a conelajKeto da
ealrada da Leopoldina ao porto do S. Fidelis em
630KJ009000.
E' ani aeotida a vanlagea que retalla de ligar
oa ceiros preductorea di provincia ao litioral;
mea conhecendo tambem que o cofre provincial
nao poda supportar to grande onaa pecuniario,
tratei de animar am importante fazendetro da-
quelle municipio a promover urna aubscripcao,
oa incorporar urna companbia, qae viesa em
auxilio de lio til empreza. Nioaei o qae ae po-
der cooaeguir.
Dei ordam para que fosiem arrematado! os
concertos da estrada entre a Leopoldioa a o porto
novo do Cunha, orcadoa em 9:6709000.
A cmara municipal aioda me nao informou ai
eiti effectaada a dita arremata(ao.
Julgaei aer tempo de mandar o engenheiro
Gerber levantar o plano e orcameolo da eitrada
entre Barbacena e S. Jlo d'el-rei, pamodo pe-
la cid ade de S. Jos o pelo arraial do Barroso ;
e recommendei as camaraa dequellea municipios
que traiasaem de recolher o producto dac tubi-
cripgoes anteriormente abortas para auzilio deata
obra.
Conced aatorisaclo i cmara municipal do Mar
de Hespanha pira fazer arrematar, em baila pu-
blica, os concertos da estrada que do arraial do
Espirito Santo se dirige ao porto do Colador, e
qae foram oreados em ris 7:9009000.
Ao engenheiro Modesto de Faria Bailo, encar-
reguei de dar minuciosas informacoes aobre o
progresso e regularidad* das obraa da estrada en-
tre a freguezia do Careo e Aguas Virtuosas, i
cargo do urna commisaao qua recebe meuealmen-
te a coosignsclo de 500*000.
Estao quasi concluidos os concertos da estra-
da entre esta capital e a cidade de Sabara,: l-
timamente lncambi o engenheiro Aroeira de exa-
mina-la.
Teado reeonhocido peisoalasnte quinto* sao
ineonaervaveii os terreno por onda paaaa a le-
trada, que liga aa cidadea de Sanar o Sv- ta-
sto, iaeamai Bseamo engenheiro de irfvar as
alieracdes madaocaa, que lho parecorao con-
vonieotee, aprasentaudo o reapectlvo'planos e
Tribunal do commereio ; segunda* a quintas.
Relaclo: tercas a eabbadosalO horaa.
Fazenda : quinfas a 10 hora.
dizo do commereio : aegnndaa ao malo da.
Dito da orphloa: tarcas sextaa la 10 horaa.
Primeira vara do *ivi:akttXM* a nataraa neio
dia.
Segunda vsra de civel: q'anfaaa tabbados II
hora da tarda.
CAPITAL
DAS DA SEMA
7 Segunda. 8. Pulcberia v. ; ,
8 Terga. S. Protopio m. ; S.
9 Osarla. S. Cyrilio b. m.;S. Veroajca Juliana.
10 Quinta. S. Jaouarioe eascompanheroe
11 Sexta. S. Sabino; Ss. idronio a Abunda
12 Sabbado S. Joo Gaalberto ab.; S. Nabar
113 Domingo. 8. Anacleto p. m;; S. Joel. !
ASSIGNA-SE
no Recite, em a Ifvraria da
dencia ns.6 e 8, dos propriei
roa de Faria & Filho.
os planos qae ae acham Msetre-
Commando das armas.
Quartel-general ao commando das
armas Je Pernambuio na cida-
de do Recite em 11 de jalao de
laMaBa
ORDEM DO DIA N. 108.
O general commandinte das armaa tez publico
para o flm convealeote, que opprovoe o eogeje-
menlo que bonlem contrahio para aervir por mais
seis annos noa termoe do decreto e regulamento
do 1* de maio de 1858. o msico de 3* claasa do
9 batalhao de infantaria Jos Jorge do Nasci-
meoto, conforme participou o respectivo Sr. com-
maodante em officio da mesma data aob n. 505.
Assigo ado.Solidonio Joti Antonio Ptrixra do
Lago.
Conforme. Joti Francisco Cotlho, capillo
ajudante de ordens encarregado do detalhe.
fccnanooTse
MINAS GIHAKS.
Exposico qae ao Illoi. e Exm. Sr. coro-
nel Joaqaim Gamillo Teixeira daHot-
ta terceiro vice-presidente, apresen-
ton no acto de passar-Ihe a adminis-
traco, o presidente conselheire Jos
Bento da Gnnha e Figueiredo.
[Contlutao.)
A segunda acha-se anda pendente. Entendem
aa autorldadea mineiras, que a divisa entre os
muoicipioa de S. Paulo do Muriah. e ltepeme-
rim. a aerra doa Piloet; e os do Espirito San-
to entendem, que pelo rio Itabapoana, quatro
leguaa quam daquelli aerra.
Fasendo am histrico de toda questlo, levei-a
ao coohecimento do mioiaterio do imperio com
aa copias de todoa os documenloa respectivos, an-
tigos a moderos, pediodo logo qae aa fixaaae
provisoriamente as lionas de divisa, at que o
poder competente reaolva 4 respailo; am da
eviter-ae desaidencias, sempre embarazosas ao
governo de ambas aa provincias.
Ussndo da aatorisscao .qae me foi conferida
pelo artigo aegundo da le numero 1098 de 7 de
outabro de 1860, e tendo a vista a informacio da
cmara municipal de Caldaa. flxel aa divisas do
districto de S. Sebaitilo de Jaguary, creado pelo
artigo primeiro da mesma lei.
Pequenaa queatoes de limites appareceram en-
tre os municipios de Queluz e Piraoga, e oa da
Cooceicao e Serr : julguel conveniente determi-
nar que fossem sabmettjdas a deliberadlo da aa-
sembla provincial.
Firmei em 17 de dezembro prximo paasado,
contrato com o eogeoheiro Gerber, pelo qual
comprometteu-se a mandar tilbographar na Eu-
ropa a carta corograpblca da provincia, que elle
organiaou ; e fazer imprimir aa no{dei geogra-
phica e estatifica, que devem acompaoha-la ;
tudo pela quantia de 3:5U0SOOO rs. Desloa tra-
balhos hade o governo receber trezeotos exem-
piares, cando a pertoncer o reato da edico
propriedade Iliteraria do contratante.
Em relacao aos melhoramentos materiaes da
provincia, cumpre informar k V. Exc. que achra-
te actualmente empregadoa trai engenheiro,
um cooduetor de trabalho, e nm deaenbador ar-
chivista, sendo' o primeiro psgo pelo cofre ge-
ral.
Ette pessoal mais que insufficenle para quem
Isncsndo as vistas por toda a superficie ds pro-
vincia, v um jpar immenso de necestidades a
saiiifazer.
Sa eu as quizesse deaerever I V. Exc, que
Ribo da provincia, gastara muito papel com am
trabalho de mera ostectajo.
No entretanto 4 corto que a reapeito d'ellaa te-
nbo feito o que teoho podido, e muito menos do
qde detejo.
Msodei progredir nos trabalhos da estrada do
1 para ulilisar a grande somoia que com ella
arla de pendido. '
tl concluida e paga a quarU MCfile I car-
AcnTSoTse auirb'estragada pelas ultimas cha-
vas a eilradja entre eata capitel, e a cidade de
aarianna, mandei repara-la a toda a ana ex-
lensao. incumbindo de dirigir as obraa do conda-
tor do trabalho F. G. Mayar, que ral procedeodo
coa aelividade.
Jolgaet de urgencia dac todo incremento a
eetraua di Boa-Vista ao Campello. a cargo do di-
rector presidente daeompanhia niio e Iodui-
tria; e havaodo se com ella j deapeadido a
quantia de vinte contos de ris, alm de dezcon-
tos de ris prestados pelos cofres geraes, acabo
de acrescentar a eonaignacao com mais dez coo-
tos de ris, mu convencido de que esse impor-
tante ramal ter da mui breve aproveitar bastan-
te aos municipios da Pomba e Uba, que alo mui
notareis pela cultura do caf.
Autorisei em diveriai datsi a cooitraccao daa
siguite* pontea:
Sobre o rio Caetb no arraial de S. Joo do
Morro Grande,
Sobre o rio Aog no municipio da Leopol-
dina.
Dos Furtados no districto de S. Joao Nepomu-
ceno.
Sobre o rio fisependy no centro da ciiade.
Sobre o rio Piraoga no centro da villa.
Oaa Gamelleiraa no districto do Carral de El-
rei.
Rstio orcadaa eatsa obras em 15:895(464 reis.
Esto contratadas oa em concertoe as seguio-
tea:
Sobre o rio-grande no arraial da Piedade;
Sobre o mesmo rio no porto do Sacco oa Ci-
quente.
Sobre o rio Jacar no districto de S. Francisco
de Paula.
Sobre
ctoio.
Sobre
cipio.
o rio Caetb no lugar denominado
o rio Doarado do municipio do Patro-
o ribeirao Jos Pedro no mesmo muni-
Sobre
Barra.
am ioditproeere) naa fsjjjB segara
Sobre o rio Carandaby na estrada geral para a
corte.J
Sobre o rio Piraoga no lugar denominadoPe
Grande.
Com estas obraa tem-se de deapendej 29:3648.
Estao concluidos (constraccao ou cootertoa] as
seguintes:
Sobre-o rio Guanhias perto do arraial da Se-
nbon do Porto.
Sobre o rio Mand, e'aterro junto & ella, em
Pouio Alegre.
Sobre e rio daa Velbaa em Sabara.
Sobre o ribeirao qo% banhi a cidsde do Grao
Mogol.
Parti para o sul da provincia o engenheiro
Modesto de Faria Bello, incumbido das seguintes
commiaadea.
Dirigir a execaco das obraa de que tanto ne-
ceasilam os pocoa daa aguas gazozss di Campa-
nha, conforme o plano organizado pelo eogeohei-
ro AroeiA, e daa tbermaes de,Caldas, segundo
os trabalhos conclaidoa pelo distiocto lente-co-
ronel Chrlstlano Pereira de Azeredo Ciutinho.
Dar o plano e inspeccionar a construccao da
estrada do Bom Jardim, I que por termo assig-
oado perinte a presidencia obrigou-se, por si e
seas constituimos, o Dr. G.bciel Ploesquellec
Fortes de Bustamante, ludependente de qualauer
retribuico pecuniaria.
Confeccionar oa ornamentos e planos das obras
precisas para icooclusao da cadeia da Campanha
da conatrucQo de urna ponte sobre o rio Sapuca-
hy no districto de S. Gonsalo da Campanha,
e do encmenlo da agua potivel para a villa de
Fazendo quinto me foi possivel para aprovei-
tar o melhor de 30:OCO000gastos com o encana-
ment da agua potavel de Queluz, o havendo o
commendador Joaquim Lourenco Baeta Naves
se compromettido a concorrer, por meiodesubs-
eripco promovida entre diversos habitantes do
lugar, a fazer boa a quantia de 13:0005000 para
se levar a efeito aquella obra ji abandonada
tratei logo de eocommendar casa Mau Mac'
Gregor & C os tubos neeessarios, e requiaei ao
commendador Baeta a entrada para os cofres da
quantia da 5:000J000 correspondente ao valo da
encommenda.
J oa meus antecessores reconheceram a mio-
gua que temos de esdeias em muitas comarcas
da provincia. A da capital, posto que argum tan-
to vasta eaegura, nao esteva sendo bem utilisada
como pode-lo-ha aer com alguna melboramenlos
que Ine mandei fazer aob o plano do engenheiro
Com a remeci da cmara municipal para a no-
va ciai. que ae est preparando, crelo que a ca-
dete oterecerl bonacommodos pa o condem-
nados poderem trabalbar. Estas vantageni eaU-
rio mu prximas, se V. Exs. mandar continuar
sea interrups&o ai obras canecidas segando es
ordanf
torie.J
Sendo da mai argente necessidade havar na
cidade a Bagigem um cadeia forte que receba
? .a*9*09 "it importentea daa comarcas circom-
vrstBhse", que fksm too distantea da capital, en-
cerreguei o digno- joto de direito da comarca dn
Pafaahyn de manda-la conatruir, segundo o pla-
no e ovfemeoto que lho rometti, habilitando-o-
logo et)*jt>Qs malos neeessarios para o eomeco da
obrs.
1' tambe _
na cidaoa de _
em baste publica- a camtruceio de urna parte da
eadeia eii projectada a oreada em 39:5005000.
Depende de ioformecao- da mesa de reodas pro-
Tfndaoce plano e ornamento qae, a mea pedido,
fee orgaarsar o presiden da companbia Uaio e
indatrto para a coneluaSo d eadeia do Pomba.
Autorisei a factura de pequeo* concertoe oas
cadeiaeide Leopoldina, Mar de Hespanha e Para-
hyhana> aja despera pouc exceder de 2:000.
Baeoaaendei i cmara da villa Cbriatina que
mandaste levantar o plano e oree ment da obra
da reapeetrva cadeia, empregando todo o aeu ze-
lo par aagmeotar o producto da subscripto
aberta para eoadjuvar oasa obra.
Por Brkha sutorisacio cootralou a masa de
reodea com o cidadao Aolooio de Soma Aires o
sustento dos presos pobres recolhidos oa eadeia
dests capital, mediante a diaria de 220 rs. que se-
r alterada se por ventara modiQcar-ee a tabella
qae mandei organisar pira a ostribaico doa
alimento*, a qual j comeeou a vigorar no Io marco opao. Par esta nova tabeHa tem os pe-
sos diirliaante ama pequea relo de carne ; o
que pela estlga so acentecta oaa vea na aemana.
Autottado pala lei o. 1063 de 4 de oulubro ul-
timo, aaBdei entregar s comalsses encarrega-
dai da obras daa matrizea abalxo mencionada
quantirde 6:2758, diatribuida da maneira se-
guate :
Minas Novas 3008.
SapKXk*.
Cabo Verde 3758.
Piranas 400.
Ddree do Aterrado 300.
Ubarabioha 5008-
S. Goncelo de Rio Prelo 70O#.
Caehoeire de Ratea 5008.
Lami 150.
S. Joaquim 300/j.
Grao Mogol 300f.
Antonio Das loOft.
Santa garbira 500,
Mordphoa 1:000.
T *v i* Carangolla 300.
-riaai tambem a eons-
Jl o
urna lotera, qun .. pin
igraja.
deata aapital, I que ae dea eomeco
ri| do anno prximo pastado, acha-ae
ato, teodo-ae deapendido a quantta de
', pouca deepeza restar aioda a fa-
Paranae mal coa venan te animar o boa
poaaaoaatoto da exposico provincial, sajas teta-
ra* vantB- os ae podom bem calcular peloa en-
sates j <-$ entre n. Mae em ame casa
propna JO onde poaaam ser expoelos oa produc-
tos oaluraes, assim como oa maisperfeitos da in-
dustria mioeira, a idea nao poderte aer bem pra-
ticada ; e por isao entend-me com a cmara mu-
nicipal da capital, estamoi de aecordo e na deli-
gencl* do fazer edificar no morro denominado
da Forcaetse bello ediOcio, mediante o auxilio
m-utao de todaa ai cmaras manicipaes da pro-
vincia.
Os priaeiros trabalhoa vio eendo executsdos,
segundo o plano e oremanto do eogenheiroGer-
ber, que Y. Exc encontrar! no archivo, e aob a
immediira tospecgodo Dr. Affooso Clao de As-
sis Figueiredo. Teobo muita t em que V. Exc.
secundar os mesa deaejoa e da cmara munici-
pal, dando a este objecto a mais decidida pro-
teccio.
O apparelho de terca eentrifoga para clarificar
aiaucar ahi contina sam uso, nio tendo produ-
cido resultado slgum os editaea que pela mese
das reodas mtndou-ae expedir convidando te-
zendeiros, qae dalle qaizeasam uttlisar-se gratui-
tamente, com o onus somonte de mandar coodu-
zi-lo para o lagar ea que tivesse de ser assen-
tado, o franquear a sai visita aquellos Ique dese-
jaaaem v-lo tnbilhar.
Para evitar deapeza intil mandei recolher I
Candelaria Imperial da Cachoeira do Campo o
eavalloallemio Mortimer, que um dos meus an-
tecessores mandn vir para crusamento daa ra-
cas existentes ds provincia, at que appare;a al-
guma pessoa que com elle queira ear, mediante
as mesmas condicoes, com que o teve em aeu
poder doua anooa o fazeodeiro Gibrlel Jos Jun-
queira.
A iostruccao publica vai marchando conforme
lbe.pfJmilte." D,,e' Ia* lne aio a lei poviocul
n. 1.064 de 4 da outubro da 1860, e regolamento
o. 49, expedido para aua execucao. No meu hu-
milde parecer ella poder! aer organisada de um
modo maia conveniente s necessidades da pro-
vincia.
No peisoal encarragado de flsoalisar o modo
por que cumprcm na seus deveres os professo-
res pblicos, ha continaaa mudencas, devida tai-
vez a nao serem taes cargoa remunerados, entre-
tanto que os inspectores municipaes eparo-
chiaes, actualmente em exercicio, desempenham
satisfactoriamente anasobrigacoes.
tara o magisterio, mormente da instraeco
primaria, ha falta de pessoal habilitado.
Foram postas om concurso, por edital de 25
de nerambro do anno passado, todas as cadeiras
vagas, que sobiam ao o. de 100, inclusive aa re-
gidla por substitutos, que anda nao linhim da-
do provas de sua idoneidale; e destaa at o pro-
sete s tem aido prvida* 17 inclusive 2 do sexo
fe minino.
Pelo mesmo edital foram tambem postas em
coocurso 8 cadeiras de iostrucc&o secundaria,
que se achavam vagas: a dallas a foram provi-
das tres, cujoo pretndante* deram em exime
publico perinte mim proras de habilitaces.
Tenho restringido a faculdade que o regula-
mento d, de serem os exames fellos perante as
agencias municipaes. obrigsndo pola maior par-
le os preleodentea a faze-los na capital, onde a
mor parte delta* tem manifestado a sua inapti-
dio julgo proveitoso que esla pralica aeja conti-
nuada ; porque me prete melhor nio ter pro-
fenores de que te-loa mos.
O eitado da saude publica em geral satisfac-
torio. A coqueluche, e sarampo, que neste mu-
nicipio, e em outros da proviucia desimaram
grande numero de criancaa em fin*doaonopaa-
sado e principios do correte, foram declinando
gradualmente, e aflnal desapparaceram nos pri-
meiro dits de margo ultimo.
Teodo noticia que grassava no districto de In-
ficionado, termo de Marianna, ama dysentberia
de sangue com carcter epidmico, determioei
aoDr. CarlosThomazllagalhiesGomes que para
all ae dirigiese, levando neeessarios medica-
mentos para soccorrer a parle mais desvalida da
populacao, que fosse atacada do mal. Do rela-
torio que em seu regresso spreseotou-me v-se
que mui poucos foram os caos tetaos, nio tendo
a epidemia tomado aa proporcOes que o princi-
pio ae receiava.
Igual enteraldade deseovolveu-se no districto
da Gloria, termo de Queluz, obrigando-me a eu-
carregac o Dr. Jos Francisco Nelto de examioar
as cauta* do mal, e soccorrer com seus conselbos
. claasa iadigeate, miuittrando-lha mesao oa
aaaiBl
" la
precisos medicamentos ; e dar-me afina! minu-
ciosas informaedes, que anda nio recebi.
As reparttedes geraes, thesourtria de fazenda
a admlniitrs(io dorcorreios da provincia func-
ciooim com regalandade, nio obstante a feita
de pessoal, de que ae queixam os respectivos
chefe, a cujo zelo sem duvida devido o estado
eatisficiorio am qua ss acbam os trabalbos a se
eargo.
Na primeira foram ltimamente prvidos doua
lugarea de amanuenses da secretaria ; doos ter-
ceires escriptararlos.e um preticante.conttnuaodo
anda vagos, nm de segundo- aacripturerio, tres
de tercetroa, a dous de praticantea. Para pre-
eochimento do primeiro ji- houve concurso, e
para os demais aguirdam-se as ordens do the-
aearo.
S-ibmetti a considerado do governo imperial
am novo plano para a direceio daa linhas do
correio dests provincis, que me pareca melhor
do que a actual.
Como a deapeza com o screscitno das novas
linos foi oreada em 4:6548 o governo imperial
deferio .eate melborameoto para occasio mais
opportona.
Todaa a ordens qae do governo-imperial tenho
recebido, aeham se eumpridas, a excepsao daa
cootidas nos seguintes aviioi :
O de lr-de julbo e 11 de oatubro expedidos
pelo ainisterio de agricultura commereio e obras
publicas, aobre a cultura do cha.
O da 9 do mesmo mez, sobre o estado da agri-
cultora, industria, o commereio, producto agrco-
las o industriaos, que mais se tem desenvolvido,
qualidade e valor desees productos, sua exporta-
cio ; e Analmente a cifra da populacio appro-
ximada com dietinecio da livre e esbrava.
De 12 da novembro, sobre a existencia de fa-
bricas de ferro.
O de 18de setembro prximo passado, exigindo
um quadro minucioso dos aldeamentos de ludios
e colonial.
Do mi nisterio da fazenda de 18 de dezembro,
exigindo um qusdro de todaa verbaa da reeeiti
provincial e municipal com declaracao do que
produziram por semestres nos ltimos cinco
annos.
Do ministerio do imperio saber: de 28 de Ja-
neiro sobre a conveniencia e efficacia das bases,
estabelecidas em um projectode contrito, apre-
sentado por varios individuos ae mesmo minis-
terio para o foroecimento de gado destinado ao
consumo da cOrte.
E de 31 de Janeiro do correte anno exigindo
a acqu,ai;a\p e remeasa de oseadas fosseis, pedras
de crvlscoa,1 amostras de berro, etc.
Ji flz duaa reWssa d<' ** "
ne foram ministradosi pelo pi jlltaaT- Ora
elzer, e JManjel Joaqaim Pereii MClMaga-
lbaes.
Em difTerentes datas dirig circularea s diver-
ts autoridadea da provincia; e em virlude
dellaa j exiatein na secretaria grande numero de
informacoes aobre esses assumptoa ; mas eu va-
porara que chegaaaem as que fallam aioda, para
formular aa respectiva* informe?6es, que cont
aerao cabalmente dada* por V. Exc.
'tambem do meu dever chamar a atteu(io
de y. Exc. para o avieo do miniaterio da agri-
cultura de 28 de Janeiro ultimo, no qual re-
commenda-se instantneamente presidencia,
que no relatorio, que tiver de aer presante a aa-
sembla proviocial preste circumstanciadas in-
forma (des sobre os rio* navegiveii existentes na
proviucia, com declarado de sua largura, profun-
didade, correnteza. e exten^ao com que se pres-
tara i navegecio.
J i exig em 7 de tevereiro os precisos escla-
recimentos, alguna dos quaes se acbam na secre-
taria.
Um importante servirlo fez o governo imperisl
eita proviocia, mandando o diitlncto astrno-
mo o engenheiro Dr. Emmanuel Liis explorar o
rio dis Veihas. e o rio de S. Francisco desde a
cachoeira do Pirapora atesuas vertentes.
Para occorrer s despezas desla commiasao
foram postes a diiposico desti presidencie a
quantia de 10:000$, doa quaes foram entregues
ao dito Dr. 4:000 ao partir desla capital.
. WaRMuaassu eolicitou elle a prestacio de mais
3:0009 por alguma daa esla^ea prxima* a Tra-
hiraa : exped a precita ordem, ma o ioipector
di thesouraria representoume, que em nenhuma
das collectorias de Sabsr, Santa Luza ou Cur-
vello, que iieam preximae ao ponto designado,
navia fundos para satisfazer etta requisicio ; e
por tanto conviri recorrer as reparti(es pro-
vinciies, ou usar de oulro qualquer meio qoe V.
Lxc. julgar mais acertado,comanlo que aquelle
commiisionado nao soffra embarscos em aua ex-
ploragao.
O jardim botnico vii aendo bem cooserrido
pelo seu diligente administrador, como Y.'Exc.
ji leve occasiio de observar.
Exiatem actualmente 95 arrobas, e 10 libras de
ch, de diversas qualtdades ali fabricado, sendo
que smente 7 srrobaa e 10 libraa perlencea a
safra do correte anno.
Eate producto sendo remettido para a exposico
nacional obtuve menguo honrosa.
Existe tambem algum* cere e mel, extrahidoa
dts colmen do mesmo estabelecimenlo.
Recommendei ao admioistrador, que com os
africanos livres empregados no jardim, uzease os
precisos concertos na estrada deada o alio das Ca-
becas at o da Serra.
Este trabalbo val adiantado.
Tendo regado o lugar de offlcial-maior da se-
cretaria do governo, nomeei para preheoche-lo o
chefe de aeccio. Candido Theodoro de Oliveira ;
para o lugar deate o primeiro official, Bruno Eu-
genio Diaa de Cervalbo, para primeiro offlclal o
aegundo dito, Francisco de Paula Ferreira da
Carvalho, e para o de aegundo o cidadao Fortu-
nato Cirios Meirelles.
Por impedimento do Dr. Jote Bento da Cunha
Figueiredo Jnior, actual presidente da proviocia
do Cear!, nomeei para interinamente exercer as
funeces da aecretario o Dr. Joo Pinto Moreira,
de quem termo raotajoso conceilo.
A scalisicio dos dinheiros proviociaea tem
continuado com a mxima possivel reguliridade.
O lystema adoptado pelo digno inspector da
mesa daa rendas, de mandar empregados da re-
pirticio aeu cargo inspeccionar a escripturaco
das estaedes Qscaes, tem produzido boos resul-
tados. Os impostos, cuja cobranza offarece al-
go mas dilBcoldades, aio : sello de herancu e le-
gados, meia-siza sobre escrivos, laxas sobre bes-
las novas, e dizimo da exportaco do caf ; maa
este mal pode encontrar remedio na leglalacio
am vigor, e na socitude dos exactores.
Aps a riciiio d convenio firmado entre esta,
e a proviocia do Rio de Janeiro, para a cobra05
deste ultimo imposto, appareceram algum con-
flictos entre oa agentes fiaeaei da recebedorias,
motivados pelas di*po9coes do regulamento de
24 de setembro de 1860, expedido pela presiden-
cia d'aquella proviocia.
y m empregado da mesa foi percorrer aquellas
estages para informar-me de todas as circumi-
tancias que proyocavam oa conflictos, que eu
muito desojara fazer cessar, em beneficio de am-
bas as proviociaa : debaixo deste peosamenlocbe-
guel a um aecordo com o Exm. presidente do Rio
de Janeiro, nomeaodo este de aua parte, e eu por
parle desta proviocia, duas pesaoaa competentes
para abrirem entre si urna conferencia acerca dos
meioa mais adequados terminar as dissidencias
de ua modo justo e proveitoso para urna o oulra
provincia, como tudo V. Edu. melhor conbecer!
da correspondencia herida a tal respailo.
Acredito que deus estadistas escolbjdos- para
tal commitalo nada deixaram a deseur quanto ao
exama da materia, hahiando assla isdttts pre-
sidencias a poderem ehett com n necesaar; a Dia-
dureaa acera.
-Z

A meu ver muito inconreniente eotarrgr
dt arrecadaco de impostos a offleiaafle pucaa
do corpo policial, nio s por qoedeaau Modo ci
edlt'i distrahidos do *eu deitioo, como por que
oeobama ootra garanta offerecem no cae* deal-
eaoi-es (como j tem acootecido ) shnf'djof mrn-
goadot aoldoa que percebem, vnto airo date
fiadora.'.
Tenho- expedido ordem me* dai rendad para
chamar a estes servicoscidadaos que offerecaa
melhores aranti .a. fim de serem quanto ente*
dispensado o o* militares que nalle anda se* aeEam
empregadoi*.
Durante aarnhi administra;io nio ten hivi-
do desequilibrio entre a receita e deapeza da-pro-
vincia.
Achei nos cofre a qoaitia deSl:283J124. lirm-
e efTetiarnente- despendido a quanti da rea
J^:1266tl, a qnal aldkiooada a de |reia......
12:128150 qae ee-calcula lera administraegs-
de deipeoder com diversos obraa contratada o*
autoriadae, mai cujas preMagoe ainda se nio-
vagieeram ; e asquer provaveimentose ha de gas-
tar com a cadete da itagogea, e malboraaontoe
na aguea gazoza* da-Campanha, a tharaaos do
Caldas, toreaos que o dispendio ae ha de elevar k
somma de reis 300:0008000 pouco maieea menos
o que importa um conaiderivel impuia ao ramo
do servir- publico aobre melbeaimeotoe mate-
riaes.
Devo posem obiervir que boa pKte da pri-
meira addicc foi empregada na aatitaae de
compromisaos anteriormente oontrshidos. Entre-
tanto apezar de lio avultada deapeza, e demaia
outras nio menos importantes com outro aervi-
gos, apresentam ae finangaa da provincia a as-
pecto animador.
A receita do exercieio da 186061, qu eeae-
cou debaixo de to mos auspicios, e 00 estado
em que o descreveu o relatorio do mea preda-
cessor, subi a reie 1,623:542|283, da qual de-
duzindo-se 2i5^000|000 receidos em cooseqeeo
cia da encampagao do contratoMvcutt, fjca
reduzida a reis 1,398:512*283, que ainda aeaioitaV .
a maior de que lia noticia na provincia ; o n
fcilmente ao deprebende, confrontando-a coiua
do* exercicioa aoterlorea. jm s-_
A deapeza no mesmo exercicio foi de 1:4
ba por cooseguiole um saldo de 189:310:434943r
tando-se que nesss despeza |ii8Vj:105340, no-
458:5685149, que foram dastiosoram rea........
do trabalhos mandadoa execuUdoa ao pagamento-
riorea. r em annoi ante- -
A receiti do correte exerc
8PC recele) resultado maii vicio tende anda t,"
apresentarvioclal, tendo emantijosoa ; pola qu
cofre provincial, tendo m da todoa os aen*
zer, noadevtdos iempos,camstanciaa de ostia--
b'daa. 0t,rigac5ea contra- -
Aa suas forja no dia 12 deate
guinlet:
Em dinheiro.... 162. ^sb
Em letras....... 5.C54366
r 205:054403
Goncluire aqui a minha auseinta expoaicio,
latiafazeodo o desejo de manifeslsr a V. Exc e
com muito prazer, que tenho encontrado em to-
dos os cheles da* reparticea publica a aaais
leal coadjuvsgio, a colhido todos oa diaa provae
mu satiafactocios da boa ordem, com que aio
ellas dirigidas, possuindo em eeu asi emprega-
d0. aesmos os subalternos, de reconhecido zelo
e habilidade. Igual conceito me merecem os
commandante doscorpos de guarnicio, e de po-
lica ; aasim tambem o mui distiocto comman-
dante superior da guarda nacional do municipio
aa capital, chefe de estado maior, e com man-
dantes dos respectivos batalhoes: e finalmente
os ajudaotas de ordeoa, que juoto a mim terrero.
Com oasioal to brioio, e com urna populico
tao ordeira, aizuda, e refiectida, como a de Minas
Geraes, nao poder! V. Ezc. diixar, mediante a
siu patriotismo e illustragao, de fazer urna bri-
Ihante admioistracio, prestando assim ao governo
de sua mageatade o Imperador aquellos bonsaer-
vicoi, que elle, em iua patirnil socitude, tanto
recommeoda a bem doa pnvos.
. P.*i? d0 Santo de Minis Geraea 17 de maio
de 1862.
Illm, e Bzm. Sr. coronel Joaqaim Cimillo
Teixeira da Molla, muito digno terceiro vice-pre-
sidente da provincia.
Jote Bento da Cunha Figutirtdo.
\

\

V

PERNAMBUCO
PROVUS-
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
CIAL.
Discurso do Sr. Dr. >tto. pronun-
ciado na sessao de 17 de maio.
A primeira pare desta discurso nao foi tomada
por nio ae acbar na cadeira o Sr. tachygrapho...
...................:.
(Jar. Nelto.. Jas numerosas quantias queso tem
despendido com as obras publicas da proviocia,
eo alrazoem que ellas ae achia nos pe na ri-
gorou obrigtcio...
Um Sr. Deputido :Ette abuso ae di em todaa
as provincias e em maior escala.
O Sr. Nelto :O abaso de em outras provincias
se terem gasto grandes sommascom aa obraa pu-
blicas, sem que ellas correspoodaa s despezas
decretadas nio bsstaole para aatorissr o abuso
que eotre nos se di no mesmo sentido.
O Sr. Barros Barreto :lito d o que resta pro-
va r, nio basta dizer.
O Sr. Netto: Nio me oceuparei em provar o
ucto de que entre nos essaa obras se acbam em
completo atrazo, relativamente s despezas que
oara ellas ae tem decretado, nao a por nao roa-
bar muito lempo! caaa, como tambem porque
esta proposico nao neceasila de prova, (apoiados
e nio apoiados) est oa conaeienca -de todos, o.
cada um a receber aem qae aeja necessario ex-
peoder-se o aeoor argumento.
O Sr. Buarque :Apoiado.
O Sr. Nelto :-Se por tanto a propoeicio ver-
dadeira, nos deveuos em primeiro lugar por um
dique a eaaea abusos, para que poseamos daqui
em diante despender os dinheiros pblicos com
maior aproveitamento.
J disse *alguma cousa na sessi plisada para
mostrar a urgencia deste negocio, e julgo que*
apezar de ter produzido poucos argumentos de^
viam ellos ler feito na eoDectencia da caaa alga
ma impressio para que eeja dispensado o requari-
mento de adiemento.
No en tanto, procurare! combater alguazas, pro
posicea eailtidae pelo oobre deptado a Se
Orummond, tendo por fim os meas argumentos
tambem mostrar a urgeocia de ae adoptar reqoe-
rimento em que ped a reepooi "
guna egentes do governo.
O nobre depatado a quem me
o contracto era alo em ai, po
a provincia, e ornete ao em,
conclua qae eata. caaa era a re
Ea, senhorea, em primeiro
esta caaa nao tea. responsabilidades
actos.
O Sr. Dcaasuond : Eu nao disse semelhanle
couia.
O Sr. P. de Lacena : Tem reaponsabllidade
moral.
OSr. Netto :"fern a qae te dlzer : e ee elga-
ma reaponsa^ilidadn tora, puramente moral ;
quareodo admittlr osea respooaabiBtSde moral
para use, podermoe censurar oeacloa alheios que
na* meemos tie*eoaoi autattoaato,oa poderia
provar qae e contrato nio w I ai, e qua
pot tanto, 06* nio tinturaos icapensnfallidadi al-
gstaVh defaavet feito asta contrate,
que
os aeua
ILE6IVEL



(Ha um aparto.)
O Sr. Helio ; Que
aa* ioteresiei da provio*
o carcter da ettnd* a,
aaaia ; o que (axendo
exigas* do empreiteiro e
saito oneroiss, o obrigtva coa Wdo a etnregir
fricode 14 mezes urna baaViSeada previsoria
gea ptlarraa do cootrato) a tjaal d*aal fdl ltMh>
lio aoa carros e aoimaei.
O Sr. P. de Luceoa : Maa bSo ix o qae dar
aariu boa estrada.
O Sr. Netto : Nao explica ata primeara cm-
Icio.
O Sr. Lacio .Logo, o emprattelro tpoBa dV
er que eua ettttda que fez muito boa.
Sr. Hallo :->-U.s, desde que te ten bom sen-
ax se exMoa sea estrada, nao se (ole diier
que ella a Mito boa ; e 6 quaato basl*.
ifrra condicjlo, que deace a oulraa con-
'tlicet bem especiaet,, nao fot absolutamente cum-
pato, ei-la i
% Terceira condigo.
* A tirada, poato que provitorra dotar eatis-
faaar sa seguate! condigei:
vi.* Na admittir pendoree mais forres que
-ele ooxJsSnto.
j de doze 4 viole cinco palmos de lar-
Ltualorea.ou menores difflcelda-
*r o terreno.
tonar etgoto s agaos pluviaes
lo ds utrads,
ir sos taludes dos etetroa e dss escata-
imento necessario para evitaros eabo-
( tSes das poalezinfcas serio s futien-
tes p- ir passsgm agsis, a* madains A
poito que roligst/jloteri* sardaa me-
|ual{dades que houver as malta irl-
os aterro das cabecas garaatidua por s-
latj* is solida.
Bn, porlanto, emquaote aos moviareatos
Ee obras d'arto, cundieres bem estipula
funis deltas perfeilamente maiheoaeticas,
ata* qetet nao poda o empreiteiro absolutamente
ea (fastar sem faltar ao cuxpnmeotu fio con-
trato.
OSr. Drummond: Apeste-me aura deltas,
xneu collega 1 *
OSr. Nelto : A de7 per eento, por exemplo,
mquanlo asa peodorea da estrada.
Teado-se oo relatorio fallado da -ma directo
4a eairada, e o nobre deputa do qaereodo descui-
dar o empreiteiro, date que a direccao foi dada
frar urna picada que mandou abrir-o governo.
O Sr, Drummond :Nao meeocarregaei da *a-
fexa de Diogueat.
O Sr. Netto :Mis, psrece-me,Srs., que da 2*
eaadic-io do comale- tsso oo as deprehende ;
ftorqae diz ella t .
Para ese m o empreiteiro apresenlar ao
governo no praso de trea mezes a planta do ter-
roso com a haba directriz da estrada, e depois de
aparovadt a mesma, oo se poderi offislar mais
ie cem bragas sem pelir nota ipprova;ao.
ts aqai, porlaoto, nos proprlos termos do coo-
trato, ama condicio que obrigava o empreiteiro a
aareaeotar ao goterno a pltuta da estrada eom a
Ma Iinhadirectriz ; e ooi proprlos termos des-
s condicio, a liberdade do empreiteiro affaetar-
*e deesa liaba at eem bracas indepeadento de
ea approvagao ; e por tanto nao pode ser per-
atoado quaodo deuaodo ama Iinha mais curta oas
ancolias de collloas por onde detia naturalmente
pastar a estrada, foi trepar-sa noi altos sem a-
er as escavaces precisas.
----- Sr. Lacena :lato oo contrato, um pa-
gi diedoacio:
O Sr. Netto : Pols 6em, senhores, qiando
meim.o fosse um papel de doaqao ease contrato,
joo parta o futuro d'uma estrada promisoria diz
4m ella dvve ser boa, que dte dar fcil transi-
ge os carros e oy-orios, que determina o seu tra-
50, a sua largura, aterro e escavanes, e aa suas
aras a arte ; quaor0 mesmo fosse um pspel de
aloacao, digo, este armamento seria conlraproda-
eoie.
(Ha m aparte.)
O Sr. Netto : En o que diste no r4terio fot
que ocumprimento do cotflo Hnha sido lesivo
os iateretses da prottcj8i p0rm o eootrato'em
i. nao.; mas auandg metmuelle fosse meo por
.e ao empreiteiro, como la dizeo-
.gumeato seria contraproducente; por-
que, uo contracto exstissem condi^oes muito
fortes, mullo ooeroaaa com as quaes se houtesse
Jezado ao empreiteiro, ae poderia argumentar com
waa letio pera de(eode-lo; porm, te te cooet-
-tu que o cootrato era am pspel de doaqao, com
znaioria de razo jamis poderi ser desculpado o
mpreileiro, pela falta absoluta do seu cumpri-
nealo: urna razo de mais para que pegamos a
awa reapoosabidade.
O Sr. Lacena :A provincia fez urna doaco ao
Sr. Millel de 35:0004000.
O Sr. Nelto : A tproviocia, apezar de facer
ma doagao de 35:000900, a fez niediiote algamas
condices que Dio forsm observadas ; porque a
4Eommisso sabe todos quinto hio ttsto essa es-
trada alicatan que a sua conitruccio nao est
absolutamente de conformidade eom e contrato ;
ui, como dase nobre deputado o Sr. Drum-
nond amacaricalara de estrada.
Diste maito nobre deputado que tmenle o en-
genheiro deve ser retpoosabiliaado pele recebi-
aneoto defenilivo ; e acretceoia outro nobre de-
putado em aparte que desde que o eogenheirofes
4) recebimento defeuitiro da ealrsda, parece que
iesooerou-te o empreiteiro de toda a reaponta-
i)ilidade.
O Sr. Barros Brrelo : Parece oo, assim .
O Sr. Nelto : Eu nio posto af&rmar porque
foto nao est em miaba coosciencia, e tou procu-
iar combi4-lo. Senhores, ae o engenbero no-
oteado pelo governo para examinar o estado das
obras daquella estrada, dever ler teiponsabiliaa-
o, por que ellas nio se tcbavam Ce cooformi-
lde com o contrato; anda msis, se a respon-
aabiliJade do empreiteiro acaba desde o recebi-
siento definitivo, pirece que at este memento
m respoasabliidade existe [Trocam-ae dtffereotea
apartes ). Seria melhor que o nobre deputado dia-
M que es eanpreiteiros podiam flear com os
dinheiroa pblicos mettidos em si, sen) dar cum-
trimenlo algum aos cotratos, sem respoasabili-
tlades ; seria melhor que utirn fosse.
O Sr. Lopes 1 *- Por etiat e outrat que na
-xiraviricit de Perotrabuco apparece o que appa-
rece em ludo o que cootrato e obraa publica.
O Sr. Netto E ae esta casa j litetse dado
*im exemplo fazeado reaponsabilisar aos amprel-
teirea e a etaea homens que nio tem corado de
enriquecer-se com os cofres pblicos ; 1 eustt
ale impostot muitas tezes velatorios popula-
co, e quantas teses arrancados ao aaor do pe-
ltre, taltez que entre os nao se commettessem
tmtos escndalos, e ttltez mesmo que aeita ca-
sa nio ae vietse dizer que oa empreiteiro oao
taca responsabilidades pelos abusos e escndalos
que commeltem.
O Sr. Buarque : Muito beta.
O Sr. Altaro : Exista a responsabilidade pe-
la mulla. \
O Sr. Drummoad : Apoiad; a falla de
cuaaprimenlo no contrata podia dar lugar a ama
mulla.
O Sr. Nelto : Eu nao quero aaber qual dev-
str a oaturexa do crime, nem tio pouco a naturea
za da pena ; ae ve recoabeceia que etssa ret-
oansalidade dessppareeeu pelo recebimento de-
finitivo da tirada, nio podeia deitar de contes-
tar que at esse momento ella exislia.
O Sr. Drummond : Eu quero saber qual o
crime previsto pelo cdigo, qae elle com mellen ?
O Sr. Nelto : Qual ? Pois receber os di-
oheiro pblicos para um fia, e nao o reainar,
fzeodo apenas ama earicatura daqaillo que de-
via fazer, embolsar essa dinheiro, roubar a pro-
vincia, nao ser um crime de eitelliorftto ?
O Sr. Buarque : Apaiado.
O Sr. Drommond : E ondt est o artificio
fraudulento qae a ircumitancia constitutiva
lo rime ?
OSr. Nelto: lito cooslitae materia de de-
ten-, mea notara eallega, que deve ser desenvol-
vida nos tribuna*! competentes e nio nesta casa.
O Sr. Lepa : O
D^OOBUMAMBDCO, A SaJBaDO U 1)1 30L1O DE lMi.
aulorisar ou fszer desappa-
isto que o legando crime
Bgetits da goterno no recebi
isa aatt^at^fjLrtsM &so1-
lafalWdel

=
*..' -:. \

O. Sr. Drummond : AonVajtoti existencia
4o crvaaa dr, aanpaaMeira ^^
0 Sr. Netta : Sen hatea, qaaido meirMnao
zisltoaa uaw fa** que daeooa sor punida tela
legiafadlo p
OSr.L
O Sr.N
O Sr. Dr
smtfi ger
O Sr. Nelto
Dev| b ejatar ums
i -lio teja a no.
oe* J *H UribuicA as
de\4rucidae>da Wdsaii boeu .
cidade que Iba. ertm. polilicamjeole "hni" pdo
anaa palavrat, telveve nuuiu eretliieiilide, e*
contrar ocho ria capital da provincia, que solici-
ta nos obserrava os patios, qaem poderia afflr-
msr, disse, qae aes acharia-mos hoja reanidoi,
dando o maiabri'hanta espeetseulo peraote a ci-
tiltaa^io do aecoto a da fratoroidede e igutl-
dade, e expandindo oa mais elevados e nobret
aentunoratea de noisat almss, qasea es da gra-
tidao e smizade?
c Nao se julgue que o mala late, asumo de li-
sonja teaha preiidido noettb idts, e neta lio
pouce que de ateas palavrat te deva iaferir
ama tccuiaco, por tere qee teja,
que fr : looge de nos esti semel
ment; someote buscamos, apola
descreter a itutgo es qae mais
toroou ulil entre ni a preaeoca d
uessa poca fatal cujos trago a'
bailante delineadoa em aossaa memorias,
que os odios, buscando o terreno da politice.
ja, a eea
lelbaato p
vlJiL
m
&m Fie a
asm quer
peosa-
factos,
prese
Foi
acham
m
te
O maldito cholera morbos continua a fazer
estragos neste infeliz termo do Apody, entrando
rneamo dentro desta villa, onde j tem feilo duas
victimas. O governo nem se abala, de modo que
a oo estar aqui e Dr. Heodet, que lem gratui-
tamente tiaitado e medicado o actornatenidos,
o numero dos mortos teris sido atultado. Ello
vendo o ioimigo aprox|mar-se, mandou comprar
remedios prepriot, e gracat aos sena psterotea
cuidado!, a populacho zomba do flagello, e nao
* nelle mais que urna molestia terrivel.
E' tal a conQin;a que nelle depoitam que as
casas desta villa estao pejadas de familiaa que
vteram collocar-ae ao seu lado, com a qual emi
gracia tem-ae sofTrido muito, em virtude de lej
sido sob (aes auspicios que a molestia conseguio
manifestarse dentro da villa, onde 42 pessoas,
em diversos periodos, lem sido al boje atacadaa,
morreodo penai 2.
O cholera morbus parece nao querer abando-
nar-nos to cedo, porque em Pao dos Ferros tu-
rnis de dous mexes que se manifeslou, sem ler
atada costado. Estou consonado que nio ha
quem arranque urna esmola di mi de um rica-
?n do Apody. A indigencia, a nio ser nica e ex-
clusivamente soccorrida pelo Dr. Mendes, e sus
lenhor, morria sem ter a coosoIsqo de provar
um esldo I O riesgo de Ciraubss, logo que o
cholera comecoa a matar os habitantes deste|ter-
mo, modou por um seu miseravel ctixeiro co-
brar ludo quaulo ae Ihe devia, ordenando ao mes-
mo que arraacasie at argollas de ouro dos ore-
Ihai das mulheres dos seus devedoree. E posso
tflangar que o eholera morbus lem feilo menos
medo so poro do que a cholera com o que aquel-
la misenvel usurario procura arrecadar o que
lhe devem 1 E talvez por ahi se falle nelle I I
a E' urna miseria I Nunca vi urna Ierra de
tantos a tacanhos, soxinat, piddes, fllaotes, e
miseraveis como esta 1 E metleram se as en-
colhas que nio ha quem thes veja o focinho !
Tomara elle remedios e visitas gratis, mas do
qee estao livres e litrlssimos.
Tem hsvido squi negocitntes da mesma ca-
tadura, negociaotea I...., nio, porqte nio os ha.
Fallo dos fulriqueiros daqut. qee dizem qae ten-
do um infeliz morrer a faltado em remedio, nao
o dio fiado I
O nosio tfgirio regreisoe, com o que muito
coateatou as sua otelhas.
Oque insepporlavel a polica nio catear
certoa nescios oa eadela, que andam apregoando
diariamente que comerlo eicabechaat de cori-
mats, a noite, coalhada escorrida, feijoadas, me-
dula ou tula, 'graxa dos ossos de vacca gorda
e oulraa muit'. papalvadas rediculat, e proprlas
de caraclerea iniematoi e nocivos.
t Esl se dindo execugo a aentenes que jul-
gou livres Thereza-e cinco fllhos. Finalmente o
centro desta provincia, nioho de quaata malva-
deza e atrocidade ha, tai conhecendo os effeitos
da lei, ea queda do patronato. Entre os inn-
meros beneficios que o Apody lem recabido do
seu iltustre hospede, o Dr. Mendes, contase tam
bem o irlumpho deiss iofellz familia que ha qua
rent aaoos foi reduzidas eieraaid&o pelo padre
Joa Pereira da Poote, Joi de B6ei Nogaeira, e
aee genro Joio Nogutlra, marido e pai dos ad-
versarioe dsqueMas prelichas. Couta-re esta su-
blime e prodigiosa victoria, disputada por todos
tutu desta comarca, egaobada pela illuslrgao,
pericia e gravidade deum babiaoo tio distincto I
< O cholera dobrou de iolensilade dentro des-
ta tilla, mas a mortaltdade diminuta.
Nio podemos, ao deparar com o dtscurs-
abaixo 00 Jornal do Commercio do Rio| le Jaifeio
ro, delxtr de transcrate-lo em noaia Revista, por
aar um testemnoho do aprego, sympathia e affle-
Ces de que goiou o Exm. Sr. general Solidooio
Joi Antonio Pereira do Ligo, nosso actual com-
mandante dat armas, na cidade de Algrete, re-
citado petoSr: Anlooio Climaeo de Almeida
Castro :
-, Exm. Sr. general, Ao retfrar-aa V Exc
retallado que quam ma- Centre nos, depois dehiters Weto a mi io de
m nao mamn, mimssse ; e que foi encardado pelo orVaolTe S. Mol
V6s nio dewo^heceis que et.
ae empreiteiro jmato peto Bear eom ease* 38-
coalos de ris mettidos em ai, sata haver cum-
plido o contrato ; por cooseguinte elle etti su-
jeilo a alguma causa, ao menoi a reattuir eaae
dinheiro ; e por tazar effectiva essa obrlgacio
em que elle se ach, que ou pego 1 sua retponsa-
bilidade. [Trocam-se apartes.)
J moilrei que o segundo crina do recebi mea-
to da obra nao pode fazer absolver o primeins
O Sr. Btarqae : Sobretodo, se se demons-
traraMootaio. (Ha-asm aerarte.}
O Sr, Nelto : Beca, aeja qual ior a ratpon-
aaniUdade do empreiteiro, teja qual fr o sea cri-
me, o certo que a provincia nao date soffrer
til prejaizo, eesta attemMa maito meaos smc-
cicnar um escndalo.
O Sr. Buarque : Se ella aluda quer urna in-
dernaisacto I.... (Ha una aparte.)
O Sr. Netto : O empreiteiro, senhores, anda
me parece qae oto deve merecer oes multo boa
f, por ter a benevolencia desta casa, desde que
sabemos o que lia acaba de praticar cora a com-
paohla Pernsmbucana, fazendo-a gastar em Ta-
mandar 70:0009004 seas otaren algum. ns
abertura de eslradta que nio prestsm o menor
servigo. e por onde nioguem trsnsiia, ettaado to-
das as obras em pestlmo estado i excepgao d'um
pequeoo armazem para guardar aaiucar nico
O Sr. Draamood : Pequeo nao, ama obra
muito importante.
O Sr. Netto: Quaes as suas dimenses, qae
palmos tem?
O Sr. Drummond : Nio se), mas sai que
urna obra multo importante e qee nio era pera
Tamaodar.
O Sr. Netto: Pela que leoho dito hoje e pe-
lo que disse na settie passada, espero qae ap-
proveia o meu requerimeoto desprezsado ao mes-
mo teropo o de adiameato, por isso que os faci
io pablicos. o jaizo da casa esti formado, e jal-
go que nao deve haver pretelacio em um nego-
cio de semelhaote nalurezs.
_T-----
REVIStA OURIA.
Em seisie de tribunal do commercio de 10 do
correte? foi tomada a resolugo de suspende-
rem-se do exerclcio dos respectivos empregos o
corrector geral H. Guirherme Siepple e o agenle
de leilao Gregorio Antones de Oliveira.em Coa-
sequeaeia de haverem-se exonerado os fiadores .
dos meamos ; os quaes ata de reassumirem esse D0^oa '"e podido manchar a noisa historia,
exerclcio, deverio dar novas flanea. *"\m ,an>bem alguem haver que, tendo depre-
Foi corregido o engao que acerca do oome ?* ln", nobr acg6es de V. Exc, pratica-
do Sr. Victorino Lopes de Barros, quarto sup- Va ma com a maie pura intencio, no silencio
pente de jaizo municipal do termo de Villa- nolle. as terriveis horas da medilacio e do
Bella, se dera na portarla de nomeago. remanso, bemdiga aV Exc, lembrando-se de
Poram comeados osSri. Uanoel de Goe- ?u,e e8ses ac,* outr'ora reprovados se deve
eia e Silva, Joio de Cartalho Paes de Andrade ei nao Percorrerem as ruis delta cidade jo-
Francisco de Pnho Borges e Aoacleto Aotooi Teng *sPIa envoltas no crep da tlavea^implo-
de Morses, para os lugares de lerceirg quarto rar"' a caridade publica para o innocente filhi-
quinto e seilo sapplentei do subdelegado dos Afo- nn0 I"6 conduzem trmulos bracos, viclima da
gados. 'a lameotavel infelicidade da creatara humana
AoSr. Joio Riboiro Pessos de Vasconcelloa orPjodade.
foi concedida a exoneljio que pedir do cirgo e deiagradou o procedimeote de
de subdelegado de Queimadis em Bom Jardim XC- d*rlt o espigo mais ou menos de ooxe
comarca do Limoeiro. mezes que nests frooteira exercea um comman-
Hatendo tido demitiido a proprie pedido "ilter. e as vozesse elevaram a tal ponto que
do cargo da subdelegado da Atagoa da B>r.xo >e llieraa> ouvir fra dos limites desse mesmo
^a,i.5JB^tlCa'n8ll,, de Siquein. foi para o commanio, nio foi aem duvida, Bxm. S aoa
S5Eg 'tilncitf o alferea de po-fl hbitntes do municipio, qua no ram.t, ,y
lela ltV2J"p DF*e\>marca do Mosaor temos noticias al
18 do passido.
linas, qee absm dar a dignidad
een^toeapatrio aterdadelra
eMbamoa fi
se achir V.
qee, looge
co, como o eju
socie.dade
um o
[oa votqa so
em tal poca aja
teces o a na
ter orna parv
III
ABl
todo
As 10 horas da msnhae, abarla a setiao. pele
toa de eampaiohi, a depola da terifir^elo da
o*dalea, 61. Dr. juiz de dtreito marin proce-
taaaaeaaaa dos jurados, e acharcm-se praean-
*** at Sttv
'rera multados em 20|ci dade, que tlvq%eja Vv Em, encontrasse tadoa nos diss anteriores:
Matafo a. aes aaabuoa plaaaa, V. t. 0 Sr. juiz de dirUto aa
intlof sm-eatar a o
dotaaaa
^mm podeiia autar qup .
vel^aJMdra, da 1*1* aJMktral, ana .
inaKario .e SMlraes. prvneio,
da aaa se foroaam <*<* tatsa, horiau
--ettia lealAHobaaeoisaa ca
irrfa aberto
a senao.
1 da Coo-
lio.
Sri. se-
preparavam para desenvolvtr-ae, e 01 jomos,
ambevecldot na sede dss viogaacas, buscatao,
como tztdot para exerce-lee sob qualquer frte-
lo pretexto, os solemnee das ea que o pete ti-
nha da exercer o mais litro e ssgrade de eses
direitos polilicoa, o da eleicio, que o naaaiclpio
de Algrete recebeu de V. Exc o miior e e mais
relevante servico, o ds manutencio da ordem e
traquillidade publica. Fui nesses diaa de mtior
exaltagao que airavessimoa, qae V. Exc, com o
zelo, aetividade e reflexio que lhe sao peculiares
toube abrilhtntaranda maie ae sua gloria, reu-
nindo aoa feitoa d'armaa aos campos da bata Iba
o inapreciarel feito de ter, pormeio de eoergi-
Caa e salotares medidas,'evitado s effusiodetao-
guede seua compatriotas, que se teriam iufalli-
velmente eterificado a ambigoes e mis paixes
que em laes pocas soem deseovolver-se.
Se par ventura alguem, obtecado pelas pai-
xes polticas, ou levado de pe asa meato egos-
ticos eoxergar as terdsdes qae enunciamos, ou
na gratidao que bnacamoa demonstrar a V. Exc,
exallagio de idaa, dos dir-lhe-hemos que a lln-
guagem dosjornses posteriores, aombinada com
a doiaoterioreaaluta eltitoral.altameote demona-
tram a activa parle que V. Exc. como hbil e ex-
perimentado piloto lomou para evitar o naufra-
gio sob a borratea qua promettia detfeita submer-
gir a nao que lhe tora confiada, e socegoe a aaa
publica.
Asim, pois, Exm. Sr., como hoje nos con-
gratulamoa com V. Exc. por havermot alravet-
tado aqueltei calamitosos diss, sem que urna i
nodoa tivesse podido manchar
Entra em jalgamento aejtJoaaen .
te a srrl- eigio, secutada por crtaat da aafai
am farnal O jury desenteaga M eantaalto
tompesla- guintes:
poli tico, Cimillo de Lelia Feixoia.
i,imeagatr* Alnro Augusto daAlmeata.
de nasa as Josquim da tato,
&Vto\t*fao_doa-Santot Betacrtu
M10881 P'fflfOCI 00 lfO*Jcr08a
l>r. lotquim Aatento Garnairo da Caaha liirinda
Joio Monteiro de Aodrsde Malvina.
Jet Gaadide de Souta Castro.
Josquim de Albuquerque Mello.
Jo Francisco de Salles Batiera.
Agoitioho Jos de liteirs.
Antonia Nobre de Almeid.
E prestaram o juramento doa Santos Etan-
gelho?.
Interrogada a r, procede-te a leitura do pro
eetso.
O Sr. promotor publico pedio a eoodemnagio
da r no grao mximo do ara. 197 da cdigo cri-
minal.
0 Se.adregado dedazindo a defeza, pedio t ib-
aolvigi da r.
Findoa os debates, e preenchidas todas aa for-
malidades ds Isi, o Sr. juiz de direito prepOt os
queiiios seguiotes:
1 .*A r Joanna Maria da Cooceigao, em o
anno prximo pastado, ns fregussia da Huribeea,
mataa a um seu filho recem-naacido?
**A t commetleu eite crime para oecultar
a aaa deshonra f m
3.*A r commetteu o delicio eom a circuma-
tancia aggravanle de estar aaperior em forgaa'de
modo que o offeardido nio podesse defender-ie
com probabilidada de repellir a offenaa t
*"Exitem eircu mstancias aliena antei i fa-
vor do rao ?
Lidos os qaesitos e entregue* ao jery de ten-
tenga, foi este conduzido sala secrcla das con-
ferencias a 1 hora da larde, d'onde toltou 1 i/2
hora, respondendo aes qaesitos pela maneira si-
guile :
Ae 1" quesito :Nio, por 8 teto*.
Deixou de responder aoa ouiros por ficarem
prejudicados.
Lidas aa resposlas pelo presidente do jury de
senteogs, o Sr. jeto de direito pablicou sua aaa-
tenga, abaolteodo 9 r e condemnando a mani-
cipulidaie uaa cuitas.
Levmiou a sesaio, adiando-a para o da ae-
guiate i 10 horae da manhia.
Communicados.
lirados
ios es-
tes i. oadju-
T,-lu^ -stisgio da juttioa, ea| encooiraram sempre como iafairgatel gaarda de
aeus dfreitos, de enas peisoss e propTriedadei.
c Pariiudo, porlanto, V. Etc. a dr contti ao
governo imperial da honrosa miaaio que
confiada, Ja V. Ecc acreditar que o ffl
do Algrele o applaude e bemdlt, e que e
pentagao a irreeusavel retribuigaoq.ua ti
dsr os grandes servigoi minlitrados por a
te menos refledids de urna sociedsde -
lidio V. Exc deixa sinceros a_- >.....
lugares, qae soubertm dsr o tordadeirmiprego
aos actoa de madura rtflexio e tonga experiencia
de V. Exc, e que faz'em tolos para que y. Exc
em paz e a aaivo chegue no termo de iei jor-
nada. ',
" Capio do Angico juoto ao Algrele, 27 de
abril de 1862. >
Na noaia oitava pagina dimot etlsmta
um helio trabalho do Sr. Dr. Torree Baneira,
sobre a tempre appkudida e excellente epar de
Donicelli Peitwto que tio bem reoebida hs
sido entre os, e que sobe hoje scens no Saota
Isabel, pels ultima tez.
Rbpartiqa.0 da polica.(Extracto das par-
tes do da 11 de jalho).
For.-.m recuihidos casa de deteogio no dia 10
do correte :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de policia.
Luis Aotooio da Silveira Tavora, brinco, de 23
nnoa de idade. martimo, por suspeita de ser
desertor da armada.
A' ordem do eebdelegado do Kecife. Valeria-
no Francisco das Gaga, pardo, de 21 sonos,
carpios, por ter concorrido para a lomada de am
preao, com violencia.
A' ordem do de Santo Antonio, Joaquim,
Africano, de 25 anuos, escravo de Joaquim Lopes
de Almeida, requisigio deste.
A' ordem do da Capunge, Antonio, tambera
Africano, de 35 anuos, escravo de Jos Teixei-
ra Bastos, i reqnitigio deste, por andar fr-
gido.
O chafe da septnJa secgio,
/. G. de Uetquita.
Pasttgeiros' do brigue nacional Caitro
vio lo do Rio-Grande do Sul '.Francisco de Pau-
la Car loto Jnior, D. Emilia Monteiro Lisboa e
s familia do capitio.
Pastageiroa do patacho nacional Garibaldi,
vindo do Rio-Grande do Sul :A familia do
espitio.
*- Motimento da cata de detengio do dis 10
de julho.
Existiam. .
Entraram. .
Saniram. ,
Exilien.
A saber
Nacionaea .
Mulheres; .
Estrsogeiro.
Escravo. .
Escravas. .
Total.
. 37t
dos cofres provin-
lico :
consumo
exea.*
da T
acaooB-ae. (Rhwdea.)
[alto: Qusndo eu estabelego ma pro-
ttoaico que enterra tardadas de primeira intui-
dlo, ala desgo ios seas deienvelvimentos, ip-
peflo pararas coaseiencias de todos.
O Sr. Buarque : Apoiado, mesmo porque ss
**ti*04 isa primeira intuigio'nio preeisim ser
provadae.
O Sr. Netto : O empreiteiro, segundo mea-
aaoaonlesaem aa aobres depaladoa, ara reipon-
aatol pela falta de cumprimenlo do contrato, al
0 recebimento definitivo da estrids ; sgora per-
guntarai, nio tendo o.engenheiro tambera cam-
pado eom os seus devores, por eiser que a obra
perador, faltariamosjao mala rcommaodarel sen*
tmenlo de nosso coracea a..grsti1ao se
por venlura nos nio preitastemos em vir rece-
ber de V. Exc o saudoso sdeos da despedida
e, reunidos sombra detta floresti, festemuabar'
moa-Iba..quinto nos achimoi pintordos pelas
rirtudelV Unto cvicas como militarea, que irradi-
ando-sa de V. Exc eomo de um foco, tanta luz
derramara entre aa pessoaa que teem a fortuna
de o conhecer como distincto retirano da inde-
pendencia .
< Sentimos aobremaneira. Exm Sr., que en-
trando V. Exc, no municipio de Algrete em po-
ca em que oa partidos baviamdividido os nimos
Alimentados s cuss
cises. .
ATADOURO PC
Malaram-se para
dia lldejunho 69
Obi 1 uario do
rio publico :
Maoosl, Pernamb
Vista, dentigio.
Juvina Mara de A
casada, Santo
nares.
Jos Frstwiseo da Silva, Pernambuco, 35 anuos,
casado, S. Jos, nesyottrta.
Anna Joaquina de Mello Brrelo, Pernambnco,
30 annoa, solteira, S. Joa, bypetronhia.
Hsria, Pernimbact.S mezes, Sinto Aotonlo.
espasmo.'
149
desta cidade no
DB IULHO, RO CEMITI-
6 mezea, escrato, Boa-
injo, Pernambuco, 19 anoos,
Intonio, lubercalos palmo-
ZXSf&?fmnm- ^^TAF&ZmS^TSZ delirioe
-lrarq-^^
CHRONICAJUOICIARIA.
JURY DO RECIPE.
a1 sessAo.
Ma 11 de julho.
BBRKARDO MACHADO
PRBSIDBNCIA DO SR. DR. BBKHARDO HACHADO DA
COSTA DORIA, IXJIZ DB DIRUTO DA PRIMEIRA TARA
CRIMINAL.
Promotor puUico, o Sr. Dr. Franciico
axno de Gusmao Lobo.
Bicrivao privativo, o Sr. Joaquim Franciico
4 Pauta Eitevet Clemente.
Advogado, 9 Sr. Dr.
donoa.
Uopol-
Americo Jltjtta de M-
AS LOTERAS DA PROVIiVCA.
1
AJoleria um jogo de azsr; bsataria este eon-
diegio pira que semelhsote jogo fosse banido
por todas as legiilages do mundo cltilisado.
Nio acontece porem assim ; e varios Estsdos
at flzeram da lotera um manancial de renda
pira o ihesouro publico, como a Frange, a Aus-
tria, a Hespinha, etc.
No Brasil a loteris nao tem por fim someote
crear urna renda pata o thesoaro, mas principal-
mente como urna necessidtde pira os estabele-
cimentoa pos,- e mesmo para os de' instrucgBo
publica. A lotera entre nos como am appel-
lo para as cooscienciss em favor da caridade pu-
blica.
Todava abusos se tem dado, e o patronato tem
meitas tezes desvirtuido o objecto das nesiaa lo-
teras, estendendo-as a loteresses particulares,
qur de industria, qur da diatraegio, cmo fa -
bricas, theatros, conservatorios, ele. Mease ge-
ero. declaramos, leca bavldo vardadeiro escn-
dalo.
EatretaVo, campre confeaaar, que tam ae lo-
teras podio teriamoa adiaotido icerce.dos eita-
belectmenHa de caridade. Os nossos bospltaes
muito devem sloieriae concedidas sthoi-
aa loteras pro-viociaes nio lenamo, tioda urna
caa para o nosso Gymnasio. a
Em serlos casos as conceasoes feitss fia matri-
ces, recolhimeotos e cipellas tem sido em vtn-
tagem do culto, visto que nests parte, nem o go-
verno pode somente com os cofres publioos a-
titfazer tintas exigencias ; como que o nosso po-
to, alus religioso, nio concorre espontneamen-
te pira samelhante necesiidade.
O qae aeria do nosso magnifico hospital ge
Pedro II sem sa loteras ? O qae da nova ma-
triz de S. Joa, e mesmo da da Boa -Vista ? Prea
cindamoe.do nosao theslro, posto que obra pro-
fana, todava de bom gosto e bem aetbsdo. Nea-
se genero nio temos inteja de outro qualquer no
Brasil.
Actualmente ss loteriss nests protincia sao
de urna nscessidade palpitante. E mister pro-
teguir na obra do grinde hospital; mister con-
cluir a do Gymnasio, se nao queremos perder o
capital empregado at hoje.
Conveohamoa em urna coust, e que de todos
es jogos de azar, a lotera o mais ionoceote e
menos pernicioso. Pode perder-se lentamente
alguma cousa, mas nunca em urna hora, toda a
fortuna de um bomem, como na banca ou na
roleta.
Tambera a loleria distrahe os jogadores de
proflsiao. Privados dos outros jogot de azsr pe-
las leia e pela- polica, iatfazara o seu vicio com
os Unces da lotera, qua nunca aio perigoaos.
O certo que a loleria eolre nos creada e
concedida por lei com toda a prudencia e recato.
As ritas, oatro abuio dtsse jogo, lio inteirameots
prohibidas.
Se um mal a loleria, geralmente fallando,
entre os lornou-se am mal neceisario, e isto
bailara para desfazer as nuvens 'das suspeitas,
ainda dos mais escrupulosos.
Se porem, de neceisidade a conceaaio dss
loteras entre ni, cumpre qae ie realise a inten-
cio venfica do legislador, toroando-ta urna rea-
lidade ; ppia que aeria um contra-ienso conce-
de-las sem os meios de as realisar.
Quaes sib pois estes meios? Iodubitavelmeo-
te sao ss extraegoea do maior numero posiivel
no menor espago de tempo.
Quem tio hoja os interessidos naa loteras ?
Infelizmente o fisco em primeiro lugar, e depois
o beneficiado (corporagio ou individuo) a qaem
se confere o direito de inferir urna certa qaan-
lia em favor de um cnrtabeleclmento pi, ou de
ostruegao publica. .
O thtsourairo daaloteriaa tem igualmente ama
porceatagem para gastos de prepara gao dos bi-
Ihetes e de eicriptorio ; ovas esta porcentsgem
aio fita ; tarta na proporgao do augmento ou
dimiouigao do capital de cada lotera.
Vejamos como assim :
Pela portara da presidencia da provincia de 5
de julho de 1861, e tabella anoex, o theiou-
reiro daa loteras tem de emolumento oijo por
cento em urna lotera de 13 conloa de capital; o
o beneficiado por conseqaencia tem e inte-
reese outros oito por cinto.
Em ama lotera porem, cujo capital fr de 53
contoa, o thesoureiro so tem de emolumento i
por cento ; vindo por conseqaencia o beneficiado
a ter IX por canto, isto 50 por cento mais que
na lotera de 13 contoa. '
Alem do sello, que de 3 por cento sobre o
capitil da loteria, aufere mais o fisco geral 12
por centro sobra os maiorea premios de um cos-
to de ris para cima ; e o flaco provincial 4 por
cento. Ora, evidente, que augmentando-se o
capital das loterlaa, sao maiores os premios
por conaequencia maior o inleresie de ambos os
fiscos.
Psra o thesouro, porlanto, como para oa be-
neficiados de palmar conteoiancla, que aa lo-
terlaa sejsm extrshldas no menor espago poisi-
vel, e snccesslvamente ; assim como qee o capi-
tal de cada loteria aeja tambem lio elevado,
quanto possam comportar as forcea do palx.
E porm, para extrahir um grande numero de
loterlaa autceasiras, mister que ellas ae ten-
dsm ; para augmentar o capitel mister duplicar,
e triplicar oa bilbetes; e deil'trte tornar-se-hls
ainda mais difflcil a tenda, se a experiencia nio
aioitrane, que a diblculdade oio cooaiste na
falta de compradores, maa na fraude com que sao
introduzidoa bilbelea de oulraa loteras, tanto do
Rio de Janeiro, como at da Europa.
E' sabido que em esda vapor do sul tam de 12
a 14 contoa de ris em bilhetes daa loteriss ds
protincia e corte do Rio de Janeiro ; e que todos
ae tendem at com acMimeoto. Ora, e porque se
d a preferencia sos bilhetes de fra aobre oa da
provincia, sendo aquellos muito miii.caros? Nao
, nem pode aer eatra a razio, aenio porque o
premio qae offerecem aquellas loterlaa multo
maior do que o daa noasas.
Ntala caao convm augmentar os premioa dat
jolina da praflucia} e para Uto da argenta
36 poderla correr ea* toago eaatrea da temao,
eom grata preiuize do thaaaareaw; e a pro
temos aaa na tastorUa doaaaa uttimoi aaaao
reros, penaattaao atoa quaes patdsa urna aar
ma de meia a atnaaaati caatot a reit.ee 1
necesatoade augmentar o capital de cada loteria,
6 P?f "I061"'* o lor e mera doa raav
a*. Supponhamoe qae Uto ae faga ;
a podemoe responder sera "laitoaf
Pwenderiam os nossoa bilhetea; e a loteria
de temao, ou
reata; e a arov
atoas atanos aaaaou-
reiro, a penaaatmoaas qum paaaa unaatan-
,m*. **,l*aml* <** ris, a a sc-
,k ^P!el* 1*wnto a geraata de actaa
heaoureaja, a ectraaefta daa lateras ds provincia
Il^aLw eon,"'oriB" Pereza, com ama limpeza
1*4, 4 vista de poro, que pode assetersr-se, no
uraan e a primeira tez que a loteria o florece as
garantas da boa f e de seguranga, a ponto de ini-
pirar geral cooflangs,
Eti clsro que por este lado nao ha nem pode
nater o menor embaraco para a auccessira ex-
trae-gao da muitas loteras, a nio ser outro muito
maior, e como dlasemos, a tanda clandestina
de grande numero de bilhetes do Rio de Janeiro,
a at eatrangeiroa com grate prejaizo do fisco
e dos beneficiados.
Para prevenir a renda das loterlaa estrangeiras
b ert. Io do decreto de 31 de dezembro do
1861, regulindo a execagio da lei n. 1,099 de 18
de estambro de 1860. E sobre os bilhetes das lo-
lerl|| do Bielde Janeiro temot a lei provincisln.
399 Oa 4 de abril de 1857. Era qualquer dos caios,
cumpre i atoridade publica telar na fiel execu-
gae da lei por si e seus agentes.
O costume ums segunde oaturezs ; atessdos
so jogo das grsodes loterias, os jogadores preferem
comprar os bilhetes de outras provinciss, e st
do estraogoire, ainda mesmo sem as garantas,
que Ihes oUerece a da nossa protincia, sement
pela liaongeirs esperenga ds am grande premio.
O que campre fazer a atoridade? Evitar, quin-
to eiteja ao aeu alcance a tenda clandestina de
tiei bilhetes, principalmente sibendo-se qusm
oa vende, onde, e de que mtneira.
Prevenida, evitada assim a tenda clandestina,
cumpre mala atoridade nio s proteger como
mimar a extraccao dai loteras Oa provincia, cujo
producto redunda em beneficio do thesouro, como
medida fiscsl; e assim como dos estabelecimeo-
tos pios e de ostruegao publica.
Neste ceso o jogo das noasss loterias ipeois
um meio indirecto de chamar a attengio publica
para tasa estabeleeimeotos, em que vai tanto a
reli(iio como a citieagio do noeso paiz.
Quem souber, qee oa corte foi prohibida a ven-
da daa loterias de Pernambuco, aem nenhuma
lei para lito, nio eatrinbari que ae tome medida
lemelhaote, quaodo somos autoriaidoa pela lei.
Aiofraogao da lei provincial de 4 de abril de
1857 urna terdadeira estonio feita i rendas
da provincia, redundando em prejuizo nio s do
fisco, como de todos os nossos eitabelecimentoa
de caridade.
Tomamoa a deliberagio de eserever sobre este
aitumpto alguos artigas a pedido dos interesa-
do, ettm o fim de chimar a attengio da atori-
dade publica sobre a necessidtde ds represiao de
taotos abetos; assim como para lembrar aoa jo-
gadores da loteria, que delles depende oio s a
preiteza dts extrseges, como o augmento do ca-
pitil, e por conaequencia dos premioa de cada
loteria.
Aisim queira a autoridade, que oa comprado-
rea serio cbamadoa compra dos bilhetes da pro-
vincia, fallando Ibes o eogodo das loterias da
corte e provincia do Rio de Janeiro.
A. B. C.
landimaai* do dia 1 a 10.
Id... Hv-dl. i'1*
Publicares a pedido.
*' MEMORIA DE MEU SOGRO
13ACLETO JOS DE >IE\DO\t \|
Fsz boje um anno que encerrara seu cir-
culo de peregrioagao ntste mundo am ho-
rnera de condigio modesta, msis de vjrlu-
dea pouco eommuos para os lempos a que
somos chegadot. Coota-te hoje o primeiro
sonivenario do fallecimento de Anaeleto
Joi de Mendonca.
Nio ae trata, verdade, de um desse
perioutgens que desappareceram da sceoa
da vida depois de terem feito raido em sus
pissigem ; msis nem por isso dentro ds
eiphera modesta que foram limitados os
deslios desse estimare! cidadio, sus au-
sencia deixou de tsiignalar ticuo bem
contal.
Para urna familia eolio debulhida no
praote mais amargoso e copioso, maotfei-
tegio de ati grande dr, e a quem is mui-
tas eemanae decorrldaa ainda nio fizeram
estancar lagrimas de urna ssudsde que pa-
rece renovar-se todos os diss, foi o chef
prestimoto, necesaario, qaerido, idolatra-
do, que ae perder para nio mala aer en-
contrado neste mundo onde aa infinitaa e
variadas provaogas nos fazem a cada passo
necessltar do auxilio uos dos oulros ; para
muitoa foi o amigo fiel e tardadora que
dos amigos sa ausento*, amigo fiel e ver-
da deira, predicado boje lio riro de encon-
trtr e lio difflcil de aer sabalitaido ; psra
oio poacos foi o bemfeltor que nunca mala
leri de como cottumatt, remir a necessidt-
de de ae* irme eom essa delicadeza que
a a terdadeira caridade sabe praticar.
Qaatrtoa mim;... oh 1 foi triplicado o
golpe porque perd ao mesmo tempo o pae
o amigo, o aemeitor I
Depositirto do see mtia precioso legado
qual o encargo da dirigir sua familia, nada
maia tenbo feito do que procurar imitar
tio perfeito modelo da tlrtudea domesticas
e aociaee.
Que possa eu imita-Io, que possa gran-
gaar te ettimaa e sa symptthias que o cir-
cumdatam em 19o gracieao amplexo ; que'
posta acompanhar pela meima aenda stm
fidlge, bem tropeco ; que posea retlisar to-
dos 01 meua deaejoa e desempenbar o mee
sagrado compromisio I Eis o que conser-
vando para mim sempre viva sua memoria
poder minlstrar-me motivos de onsols-
gio I
Eotretinto fiquem squl reglstradss es-
tas liohas como urna homenigem a sua
memoria no dia de boje em qae ae nos
aviram aa migota, msgoaa intensas que
anda em lagrimas ae deiafogam.
E agora... maia urna aupplica pelo seu
eterno repouso 1
Recife 12 de julho de 1862.
____________Libanio Candido Ribeiro.
134489|297
13.78*837
148:3781134
4&
583
Declara se ao Illm. Sr. Dr. Antonio
Rangelde Torrea Bandeira, que nin-
guetn tirn sua paternidade a poeiia
do hymno, que sahio na quarta.feira 9
do corrente neste Diario.
O compositor da msica quiz for
mar um hvmno, nao obslnte a sua
metrificaco desigual, e a pessoa que o
offertou, nao disse q*ue a poezia fosse
sua.
Errata a pedido
Em um officio privado que foi desta
para a S. da P. da P. eom data de 5 do
mez passado, em lugar de no dia 11 de
novembrode 1858leaseno dia 11
de fevereiro de 1858.
COMMraciOa
Praca do Recife 11 de
julho de 18IJ1
\s i\uairo horas da Urde,
Cotacies da junta de correUres.
Csmbio. j.
Sobre Londres 90 djt. 26 d. por lyoOO.
Descomo de leltraa, 10 *, ao anno.
;. da Gru Macadopresidenta
John Gallasecretario.
50:898745
Movimento do porto.
%acs.
1
i
72900
45#000
361000
30IOOO
54#00O
120S00O
135*000
3750O
15|000
stieoo
38*000
WOOfV
Q500O
i
VeiameaeottaaaacomiMandas..
a rom generas.. 45
Vatarcaa itUas com faxendae.. "lo
a; com generoa'.^o43
' -
Detctrragam no diaV2 dej*tba.
Irif* portaguezSoben no J-pedrea.
Brigue inglezCaatooacarvao.
Barca nacionalBoanicaidem.
Brigee inglei-Stephen Sara hidem.
Exporta v^o
do dis 10 de julho.
?..,?"tDg,ei Zo' P" Canal, carregsrim
Milla Lttbam & c, 1,000 saecoa com !0,00f>
arrobat deassacar.
Brigue ingles Black Prince, para MarseBla, ear-
regaram : r A^
T.iset frere, 1,000 siccos com.5.00Saa*
de asaaesr.
Barca oriental Marioneta, para oa portos o
Rio da Prata, carregaram :
Amorim-4 Imsot. 13$ bifricas com 3,598"sr-
robaa e 4 libra* de atsucar. I
Barca francesa Maria Nicola. psra o Havr?,
ctrregtram :
Titiet freres, 350 srrobss de tatajaba.
Brigue portugus Amalia /, para o porto, car-
regartm:
Caoba frmos & C, 8 milheiros de pontas de
boi e 1,050 aascoa com 5.-250 arrobss de asseear.
Brigue portagaez S. Manoel I, para o Porto.
carregaram :
Jos de Si Leitio Jnior, 1,271 meios de sola
Lugre portugaez Julio, para Lisboa, carrega-
ram :
f. de Aqaioe Pooaeca, 655 saceos com 3,27>
arrobtt de ttsqcar.
Hecehedovta de rendas Internas
Cerataa de Pernambuco
Rendimenlo doidlal a 10.' 15:624.781
fdem do dia lf......: l:049v67
16:674S*60
Consolado pro viudal.
Rtndimento do dia 1 a 10. 49:636i505
dem da dia 11.......1;W2|240
*
Navio entrado no dia
Rio Grande do Sul 29 das, br mil
Catiro I, de 101 toneladas, capi -o io ttle-
vo Varzea, equipigem TI; carga 10,00c irro-
bas de carne aecca ; a Maia & Espinto -.uto.
Rio Grande do Sul 30 das, patacho nacional
Garibaldi, de 224 toael/adaa, capilo BeniojJoi
de Almeida, equipaae-m 11. carga 10,(00 arro-
bas de carne ; a i"ltr A Oltvaira. /
Nao hoaveram sabidas.
Owser vacio.
Suapendea do latWarao para o Rio de Janeiro
o patacho ingles Expr***, capitao J. Orsito, eom
a mesma carga que t?wujie da Terra Neta *
Apparece ao aul um patacho inglez.
O rJr. Trilito de Alep^K&rtripe, "m"ahf'"im
perial ordem da Ro. jkjuiz especia lado com-
, mercio deita cidade do*Recife, capital da pro-
vincit de Pernambuco, e aeu termo por sua
mageiltde imperial e cooetitucionil o Sr. D.-
Pedro II, a qaem Daos gatada etc. etc.
> Fago taber aot que o prsenle edital virem a
d elle noticia tuerem qae no ala 4 de agosto do
corrente anno se ha de arrematar por tenda i
quem mais derem pract publica deite juizo, urna
caa de laipa sita na estrads de Joio Fernandea
Vieira, numero 24 tendo 30 palmos de frente a
300 de fundo : divide do lado do aul com a casa
dos herdeiros de Francisco Vieira Machado, o da
lado do norte com a casa de Jos Clemente, e o
fundo com o sitio de Luiz Jos da Cot Amorim
teodo diversos srvoredos de fr.uctos sendo a cata
de msdeira e coberta de telha e as paredea da
barro, com 2 portea e l jaoellas de freate, divi-
didas em deas, tendo cada urna casa duaa talas
de frente, e duts atraz e urna camarinha, em cada
urna, cosioha, em Ierras foreiras, avallado ludo
por 5509000 a qual fura penhorada a Joa Ame-
rico dot Stotos Fotte, e tai a praca por ezecucao
de Beroardioo Jos Leitao.
E oao havendo laocador qae cubra o preco da
avallado, a arremitacio sar lalU pelo valor da
adjadicaro eom o abatimentoK lei.
E para que chegue ao conh/Scimeoto de todos
mandel paitar editaes qato aerio publicados pela
imprensa, e afDxados aos lugtresdo coitame
Recife 7 de julho d 1862 qaadragetimo pri-
meiro da independencia do imperiodo Brasil.
Eu ifsnoet Maria Rodrigueado Nasciment es-
crivao o subscrevi.
Tristo de* Alees r Araripe.
Saata casa da misericordia do
Recife.
A Illma. junta adminitratita da santa casa do
misericordia do Recife manda fazer publico, que-
oo da 17 do correte, pelas 4 horas ds tarde na
sala de suas seisOes, irio a praca para seren ar-
rematadas a qutra mais der as rendas daa casia
abalro declaradas, pertencentes ao patrimonio do
orpnaos, pelo tempo qaa decorrer do da da arre-
matarlo a 30 de juohode 1865.
A aaber:
Ra da Madre de Dos n. 4,1:6219 por anno.
Dita da Lapa n. 2,1829 por anno.
Dita da Cacimba n. 5, 300S por anno.
Dita do Burgos n. 19, 205$ por anao.
Dito do dito n. 21, 115S por snno.
Ditad Senzalla Velha n. 13t, 753$ por annoi
Dita da dita o. 134, 75S0 por anno.
Dita da Guia n. 27,162$
Dita da dita n. 29, 1689 por anno.
Dita do Pilar n. 2, 1579 por anno.
Dita do Sebo n. 3, 160 por aono.
Dita do Rotarlo da Boa-Vista n. 60, 201$ por
anoo.
Paroamerim (sitio) 5009por anno.
Os preteodentes devem comparecer acornpa-
nhadoa le aeua dadores, ou munidos de cartas
destea.
Secretarla da aanta caaa de misericordia do
Recife 10 de julho de 1862. O escritlo,
F. A. Csvalcanli Couasairo.
O Illm. Sr. inepector da iheioararla pro-
tiocial em cumprimeato de resolucio da junta
da fazeoda, manda convidar aoa proprietirios
abaixo declarados, para entregaren na mesma
thetourtrii na praso de 30 das, a contar do dia
da primeira publictcao do pressnas, a importtn-
cia das quotaa com que detem entrar para o cal-
amento da ra dat Laraogeiraa e parles da da
Queimado, a comecer da extremidade da da
Rangel at a eiquina da ra Rslreits do Rosario,
conforme o disposto na lei provincial o. 350.
Adverte-se que a falta de entrega voluntaria
ser punida com o duplo das referidla quotaa
aeguodo o artigo 6* do regulamento de 20 da de-
zembro de 1844.
Ra daa Laraogeiraa.
N. 2-Claudio Dubeux .
dem 4Auna alaria da Cooeeicao.
dem 36Anaa Thertza do Sacra-
mento* .........
dem 8A mesma .. .....
dem 10Ordem Terceira da S.
Fraociaco s.......
dem UMaria do Carmo iloreira
Fragozo, Bernardina Jacintha Mo-
reira Fragoso, Fraociaco Moreira
Fragozo.........
dem 14 Marcellino Joi Goncal-
vee da Foota.......
dem 16Irmtndide do Divino Ea-
pirito Santo......a "
dem 18Dr. Felippe Lopea Netto ,
dem 20Antonio Ferreira Braga,
dem 21Joa Fraociaco Fernandea
dem 24 Herdeirot de Antonia
Laite Pitia Ocligaeira.....
dem 26Antonio Joi Diaa. ,
dem 28 Herdeiros de Antonio
Mello Cortes. .,.-...
Idaaa 30Irmandade de Sanlissimo
Sacramento de Santo Antonio .
dem 1Joio Antonio Cirpiateiro
tdeai-Joauaim Antonia, a Sil-
e a s % a i t
-

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280O
llLGiVEL


li
fiUKO 0 IWmiWW* SABl^iO I M JCUt UlMi
ji.
I
Idam 5Bartholomea Francisco
Souza......, .
Ideas 7Ieed Flotada Costa.
dem 9Joao Francisco doa Sao'
dem 18Joa Gonealvea Tof
dem 15 Herdeiros de / /_.
ello Cortea.....0'0nl0
Idea 19 Joio Nepr-
Faela e SU*a .
tem -Viera do
de Medeiroa
dem SSIB?
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- Mam 2*
w
Mepi
135*000
36*000
.juceno de
Victorino Joa
Iberio 'da'Sil -
.
oiquina Xavier
Ferrelra Ramoa .
jonei Silverio .
.cisco Luciano do Re-
j & Filhet.....
Roa do Queimado.
Herdeiroa de Silvana Mara
-ira Lobo e Joa Joaquim Pe-
ra de Alen Jonja .
21Manoei Jf-^cto de Oli-
.....
ea da Cos
1299000
451000
ostfoo
86*000
12*600
2bejO
309000
21*800
Souza de
*e "Maga"
i de
ir e
aa
i i i4ibiro .
Azarado Pe-
8-
Jo
em
Josa
dem 3
dem ?
Mam 1.
reir ." .. ...;..
Ideea 40HefffBiro* de Fraaciseo
Goocslvaa Rodrigues. .....
dem 42-Albino Jcti da Silva .
dem 44Beroardiro Joa Monteiro
Idom 46Filhoa del Manoei Caroel-
ro Lina .!......
dem 48Dr. SebUsliao Gon*lvea
da Silva e Dr. lidgero Goojaivee
da Sil*a .1......
dem 50Viuva hardeiroa de Joo
Manoei Pereii de Abren .
dem 52Cipela doa l'raierai de
Gaararapes^r .......
dem 31A. io Joa de Maga-
ihaes Ba.......
dem 33 Jo Mbreira Footes e Al-
bino Jos Ferra ira da Caoba. .
dem 37Irmaod ida daa Almaado
Racife. ......
dem 39 Aotonic Jos de Maga-
Ibies Bastos.......
dem 41 Viscon le de Suassuna. .
dem 43 Jos F rancisco Larra. .
dem 45 Jos\ Francisco Lavra
Penua. .. J ..... .
dem 47O oiesdoo.....
dem 49Bernardano Jos Monteiro
dem 51Beroardnno Lopea deOli-
veira ... I......
dem 53Inaotencio Rodrgaos Li-
ma, ... i ......
dem 570 mesL. .
dem 59 Alexandra Jot da Silva .
dem 61Orpbao Jos\ Rodrigues
Lima......\. .
dem 63Bernardioo Lop\es de Oli-
vaira
faino
de 1862.
atonte
Btonelp
Fraftcisce Jq
Coronel
arser-1 de guerra, 9 de
Si aterrefo,
.ente.
/'reir; Lobo,
al aecretario Interino.
do
Nunea
Vieira
a Silva,
de Oii-
Rodrigu.es
135*000
OOcOOO
97*500
90*000
240*000
240*000
208*200
9d*000
90J000
150*000
150*0*
120*000
450*000
375*000
135*000
150*000
150*000
450*000
150*000
135*000
405$000
180*000
36S000
758600
57*60
90*000
75*000
45*000
45*0110
45*000
45*000
90(000
60*000
braswiblicas.
Ponte de S. Joao ou Ca-
morim.
O director das obras pabilosa competentemen-
te moudo pelo Eira. Sr. presidente da pro-
vincia, fai pablico qae oa deaenhoa e ornamentos
para ama ponte de (erro que ae ba de cooalrair
sobre o rio Capibaribe, ni estrada de Pao d'Alho,
perto dos eogenhos de S. Joao e Camorim, de
conformidada com o 5." art. 13 da lei do orca-
meoto vigente n. qW, se acham paleles na re-
pariiQo das obras publicas, onde serao ministra-
das todas as informaedes oecessarias os que pre-
tendereis contratar a coostruccio dessa obra.
Aa proposlas para a construccio dessa ponte
deverio ser remsttidaa em carta (eckida so mes-
mo E-m. Sr. presidente ; declaraMo se no ao-
bre-escrtpto : proposta para a ponte de S. Joao.
Bsaaa propoatas serio recebidas aomentaat o dia
21 do crrante mez e abortas no dia 22. na pala-
cio do governo, em prseos doa proponantes,
que) allideverao comparecer at a 1 hora da tar-
de do aieamo dis.
O governo nao se obrigs a aceitar a proposta
maia baixa em preso, se Umbem nao epreseutar
todas as garantas necessariss boa execacio da
obra, alem de algumas outrss coosic5s que iba
sejam favoraveis.
Directora daa obraa publicas 4 de julho da
1862.O director, W. Martineau.
Perante o Iilm. Sr. Dr. jaiz de orphaos tam
de|aer arrematado io dia 11 do eorrente, depois
de linda a audiencia, varios objactoa de oaro e
prata, galvaniaados e doarados, e alguna ralogios
de ouro e prata, perteneentas ao fallecido Joa-
quina Pinte.
GASSINO POPULAR
BAILE
Extraordinario de phantasia.
COK
Mascaras e sem ellas.
EM BENEFICIO DE
M. F. Souza Magalhaes.
Sabbado, 12 do eorrente.
Os esforcos que o beneficiado a seas amigos
tem empregado, sao baaea Armes a garantir-ae
que creccida nchente de peasoas dislinctaa, nesae
dia honraran os saldes do palacete ds ra da
Praia: as bellas partiduras com qae a orchesira
pretende distinguir por ai, tmbeos garante bri-
Ibaotiamo : dous dos inlervallos que o beneficia-
do preeocheri com os daosados gaivota e chica-
nia, com vastes a carcter coadjavar para qae
o efleito do divenimento popular rivalice aoa es-
tarces dispensados.
Serao observadas aa diaposic5es do regalamen-
lo interno.
O benefiado maito confia na benevolencia da
respeilavel publico.
Iogresso de cavalheiros 2*000, e damas gratis.
Ilhl
Para b tita da S.n
brevidade o patacho
marcha^ tam dous tersa
prompto e para o resto da>l,
trata-ae com os seus conngi
Lima ii Irmao : o* roa da Crat n. 38.
Ri io *\e Janeiro
PretenS X maita brevidade para o
Rio de J. fe aegair cota bem conhecido brigae
natlonst Poeiro o veleina parte de seo carrega-
mento p #,Aln>irantee, te. Iba falta, tra-
ta-ae aa roarpio : psra o rest qm^ L"ir *
Oliveira f" seus consigoatarioe ABr" ** Cru*
namau-o Hvedo, no Mu eaerptoro _____
Leandro & Miranda.
Ra do Crespo numero 8 A.
ObrU
24 doc.
olerece e.
ara o Port<
rtMMIi Amalia l._ ,>iaaa.
3e*. para pasag.iros t08
caatOaa bordo or.comm^o. : tr.u"JJ
da Madre de Dos n. av o f ^ "
om o
a ina
dem 65Hara
Ferreira.....
m 67Herdeiros de Ji
ima ... .
a 69Alezahdre Jos]
i 71 \olooW ?cfiJ
.ra Ramos p f
m 73O ntesioo i
m 85 Orfftao Joi
JUl CQa e>- --as __
dem 77Alejandre Jos ds Silva,
dem 790 msese..:...
E pra constar se mandou afiliar
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesoararia provincial
nawbuco, 14 de juoho de 1862.
O secretario.
Antonio Ferreira a'Aoaunciac.ao
45*000
60*000
45*000
458000
para
para
37*500
60*000
te e*
o presente
de Per-
/
coesm
Pelajlinspacsao da alfandega se faz^pu'
que no dis 14 do correte depois do meio dia se
hao de arrematar heio publica, porta da
*particao. duss cjhs com eofeites para
valor de38*000, que forana srremata-
asta publica no dia 20 de Janeiro do
anuo por Thomaz Dias Souto, cujas
is sao julgadas abandonadas de confor-
,gm o disposlo no 2* do art. 301 do
to, sendo a arremalacio livre de di-
rremataale.
o da alfandoga de Pernambuco 9 de
regulamen
reitos ao i
4a s.ccl
julho de 18G2.
O 1" escripturario,
JooGsrneiro Los Soriano.
Perante acamara municipal destacidade ir
novameote A prig* nos dias 10, 12 e 14 do cor-
rele, imposto de alericoes ; aquelles que o
preteadeVem arrematar apreseolaro fiao;a id-
nea na forma da lei, sem o que nao serao admit-
tidos a tingar no dito imposto.
Pao da cmara municipal do Recife, em ses-
aao de 7 de julho de 1862.Francisco Canuto da
Boa-V'iagem, official-inaior serviodo de secre-
tario.
O 111 m. Sr. inspector da thesourarii manda
azer publico que do dia 9 do eorrente em dian-
te paga-se na mesma thesouraria os jaros das
apolices da divida provincial, vencidas no ultimo
de juoho prximo fiado, sssim cqmo as apolices
da 1.a serie da mesma divida. E para constar se
mandou publicar pelo Diario.
Sacrelaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 7 de julho de 1862.O secretario,
A. F. d'Annanciacao.
Ut^l&raeoft*.
Consellio administrativo.
O conseiho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguales :
Para provimenlo dos armazans do arsenal
de guerra.
50 resmas de papel amaco.
50 ditas de dito pautado.
-2) caini de pennas de s(o.
20 massos de obreias.
10 canivates.
25 duziis de taboas de piobo americano.
10 esnadas de azelte de coco.
Para a casa da guarda de palacio.
150 libras de velas estearinas.
- Quem quirer vender taea objectoa apreaente as
-auos propostas em carta fechada na secretarla do
conselho, as 10 horaa da manha do dia 21 do
correte mez.
Sala dae aessdes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 11 da
julho de 1862.
Antonio Pedro de S Jarreto,
Corooel presidente.
Francisco Joaquim Ptreira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, psra fornecimento
So arsenal de guerra, tem de compreros objectos
guiles:
Para 0 2* batalho de infaman.
2 trenas de 2 palmos.
2 estadios triangulares de metal.
Para o 9o bstalhio ^e infantarla.
6 resmas de papel aims;o.
O ealxas de peanas d'ago.
200 ditaa d'ave.
2 caivetes. *
43 duzia-s de lapis de pao.
6 libras de ares para escripia.
36 exeaipiares a collec^oes da cartas para
i-principiantes.
36 taboadae.
12 grammatcas porteguezae por Mente Verde
ultima edacao.
12 eompaodios de arithmeUeas por Avila.
12 pautas.
36 traslados.
O pedrea para escripta.
18 lapis para as ditas.
Quem quizer tender taes objectos aprsente as
protestas ea certa fchela, aa secretarla do
onselho, is 10 borss da manha do dia 18 do
nate mez.
iH dasjaessoes do conseUa adasioisifaUTo
Conselko administrativo.
O conselho adminiatrativo, para fornecimento
do araenal de guerra, tem de comprar oa objec-
tos seguiotes:
Para o presidie de Fernando.
2 pe;as de cabo de cairo d 3 liz pollegadas
de grossura.
Para o servico do almoxarifado.
3 duzias de caetas da espinho ds quandi.
3 caivetes finos.
2 temos de medidas de smarello, de um selu-
mim a meio alqueire.
2 medidas de 15 centesimos de alqueire, sendo
todas as medidas aferidss.
12 garrafas com tinta prets:
3 caixas de pennas 'a :o das finas que se asara
as repartieres.
Para o servir; de csrapinas.
4 libras de gis fino (chamado do reino).
5,000 pregos ripaes.
2 duzias de verrumss caibraes.
2 dazias de ditas caixies.
Para o servico de fuoiieiros.
2 caixas de folbas de (landres dobradas.
2 ditas de dita pequea.
Meia arroba de rame de ferro proprio
marmildea.
Meia arroba de rame mais fino proprio
ligellas.
Para o servico de tanoeiro.
1 quintal de arcos de ferro para ancoratas.
500 cravos de ferro pequeos para os mesmos.
Para o servico de ferreiros.
1 barrica de atea de callear.
2 lenQes de ferro proprio para tachaduras de
portas e otxoes de madeira.
12 limas triangulas de 3 pollegadas.
1 arroba de verniz de ferro.
Para o servico geral do presidio.
1 bandeira imperial.
Meia arroba de barbante ou fio de velaa.
1 barrica com breu
1 p(a de cabo de lirUM) de 1*1)2 poljagwda de
grossurs. ^- ""-- -^
1 anb^Jrelia da llallis,
caixo com vidros para caixilhos de 12 pol
legadas de comprimento e9 ditas de largo.
60 pares de dobradicas decraz (nao pequeas)
12 ps de ferro.
6 pedras de amolar (das smsrellas).
3 garrafes de oleo de linhac.a.
1 barrica com ocre.
12 pioceis aortidos.
Meia arroba de pos pretos.
1 barrica de roxo-terra.
8 libras de secante.
1 arroba de verde nnsia.
1 arroba de branca dits.
8 libraa de zarc&o.
Meia arroba de alvaiade.
8 libras de aoiz.
48 vidros para lampeoes.
Maleiraa.
12 taboas de amarello com 25 a 30 palmos.
18 ditas da louro.com 25 a 30 palmos.
18 travs ou liabas.
18 tercas.
18 frechaes.
20 enchameis.
1 praocbao de amarello.
1 dito de louro. "
200 caibros.
Para a desspateiro.
350 couros de cabra.
60 vaquetas. >
Quam quizer vender taes .objectos, prsenle
as suas propostss em cart* chada na secretaria
do conselho is 10 horas d aaohaa do dia 16 do
correte mez. *
Sala das sesses do conselho administrativo'
para fornecimento do arsenal de guerra, 8 deja-
nho de 1862.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interino.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr- coronel director do ar-
senal de guerra se faz pablico, que nos termos
do aviso do ministerio da guerra de 7 de margo
de 1860, ae tem de mindar manufacturar o se-
guale .
197 sobrecasBcas de panno azul para soldados.
79 caigas do dito panno para os mesmos.
27 sobreeasacaa de panno cor de caf para m-
sicos.
27 calcas de dito panno para os mesmos.
229 frdelas de brios.
374 caigas de dito.
385 camisas de algodaozinbo.
335 parea de polainas.
Quem quizer arrematar o fabrico de ditos aitt-
gos no praso de25dias uleis, comprela na aala
ds directora do meamo arsenal, pelaa 11 horaa
da manbia do dia 12 do correle mez, com aea
proposta em que declare o menor preco a qual
seu fiador. a
Arsenal de guerra da Pernambuco 9 de julho
de 1862.
O amanuense,
Joio Ricardo da Silva.
A risos iariUiteoa.
0 lugre Julio
sshe para Lisbos impreterlvelmente no dia 15 de
eorrente mez de julho ; recebe atMa alguma
carga a passagelros, para o qae trata-se com e
consignatario Thomaz de Aquino Fonseca, na ra
do Vigario n. 19, orimeire andar.
Mi loe*.
A 200 RS. O COVADO.
Vende-sels de boro gosto a 200 rs. o ovado.
Saiaa deesmbraia bordadas a 25400. '
Cortes de vestidos de cambraia brinco bordados de 10
Orgeodys miudinhos malisado a 500 rs. a vara.
E outras multas fazendas por bsratissimos pregos.
a 35*.
Lisboa, Porto eilha de
S. Miguel
Garvalho & Nogueira* aseesm sobre ss prscaa
cima : na ra do Vigario n.9, primeiro andar.
J^ik
Segundo-ftira 14 do correte
O agenta Almeida fari leilo por conta e fis-
co de qaem pertancer de um cabriole! novo,
2 cavallos e urna mulatinha linda pega de 9 an-
uos da idada mallo propris para ae fazer della
m presente, aa 11 horas do dia cima na porta
da aaaociacao commereial.
FUNDICAO DA AURORA.
Neata grsndae bem montada fabrica de machinismo, a mals sntlga no imperio, continuase
executar com a maior presteza e perfeicio encommandaa da toda a quslidade de machinas sedear
no paiz, tendo sempre prompto o segointe :
Grande sortimento de moendas d canna de todos es systemase tamaohos.
Machinas de vapor de diversas quslidades.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas psra fornalhas.
Bronzas e sguilhoes.
Rodas, rodelas e rodas d'agua.
Guindastes Ros e portatis.
Machinas de cylndroe para padaria.
Serraa de ago para serrara.
Fatexaa para barcos, etc., etc., ludo por prego que bem convida.
COMPARHIA BRAS1LEIRA
DE
MOTBTriIS & TJUrW.
' esperado dos portos do sul at o dis 14 do
correte um dos vapores da compaohia, o qual
depois da demora do costme seguir para os
porlos do norte.
Desde ji recebem-se psssageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual deve-
ri aer embarcada no dia de sua chegada, en-
commendas e dinheiro a (rete al o dia da sahi-
da aa 2 horas: agencia roa da Cruz n. 1 ea-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
&C.
0 brigde braaileir
ga e eaeravos a '
tratar com os
C largo
* ^
ia anda recebe car-
mesmo
rju
porto
n.r-
LEIUO
A a do eorrente.

Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
commercie a em preseoga doa Srs. curadores
fiscaes da masas fallida de Luiz Antonio de Sou-
za Ribiro, o agenta Oliveira fir leillo de todas
as ferragens, miulezas e mais mercadorias da
loja qua foi de dito fallido sita na ra do Quai-
mado n. S, constantes do respectivo bal jugo m
poder do referido agante para previo exame dos
pretendeates, a quem para este ilm especialmen-
te convida :
Seguoda-feira 1-4
do eorrente, ao meio dia em ponto, na mencio-
nada loja, ra do Queimado o. 32.
i
/
Avisos diT^rsoti.
i
-i
o
rl**
Rio-Grande do s
com escala pelo Rio de Janeirc
O brigue nacional Mrquez de Olinda. se-
galri para os portos do seu daslioo al 15 do cor-
rente, recebe somante escravos a frete : a tratar
com os consignatarios M. I. de Oliveira & Filho,
no largo do Corpo Santo n. 19. ___
DAS
Messagenes imperiales.
At o dia 14 do eorrente espera-aa da Europa
o vapor francez Navarre, o qual depois da de-
mora do costume seguir para o Rio de Janeiro
tocando na Bihia, para psssagens etc., trals-se
na agencia ra do Trapiche n.9.
..*
isboa.
Mara Luca da Conceicao, Elias
Vieira de Mello, Romana Francis-
ca de Mello Lins, Mara Cyriaca de
Mello Reg, Edeltrudes Leopoldi-
na de Mello, Febronia Guilhermi-
oa de Mello e Sebasti3o Antonio do
Reg, agradecem cordialmente a
todas as pesios que se dignaram
asistir acs ltimos sufiragios e
.. aconpanhar ao cemiterio publi-
co os restos mortaes de seu muito
chorado e querido Glho, irmao e
cuneado Pedro Nolasco Vieira de
Mello, fallecido em 9 do eorrente.
RIA NOVA NUMERO 11
Antiga loja de Gadault
Acaba de receber deaua encommenda um grande e variado sortim<^, dos e-
guintes arligoa, os quaes vende por menos 10 por cento do que am qualquer
parte ; a saber :
Variado
ra
Para
0
msicas.
de
sortimento- de iostrume*^0*
/'"8*' .para vjnnv>Mr*-v 4a orc**"^''
<**fi> fnsirnmentos completos de chaves e
?S! apiston muito perfeitos e afinados do fa-
bricante Gautrot Aia*
Para carros.
Gusrnicoes compUtas para arreios de
um*- eVsi'i/u p. i'uv.Ve e oe latao pa-
ra um e dous cavallos, molss, vaquetas
francezat para cobertas, encerados, ga-
15e?, riess lanternas para carros ecoeps,
colleiraa etc., etc.
Pretende sahir com toda a brevidade o brigue
portuguez Sobrrano por ter mais de meia car-
ga prompta : para o resto da carga e psssageiros,
trata-ae com o consignatario Thomaz de Aqaioo
Fonseca Jnior, na traveaaa da Madre de Dos n.
7, primeiro andar, oa com o apitao Antonio A-
gostinbo de Almeida. na prace.
COMPANHIA. PERNAMBUCANA
DE
Navegaco costeira a vapor.
Parahiba, Rio-Grande do Norte, Macau,
Aracaty, Cear, Acaracu' e Granja.
O vapor lguarasi. commandsnte Viaona,
sshir para oa portos do norte at a Granja no
dia 21 do eorrente is 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 21 ao meio dia ; en-
commendas, passagelros a dinheiro a frete at o
dia da aahida as 2 horas : escripterio no Forte
do Hattos n. 1. ___i
THEATRO
DE
Santa Isabel.
COMPANHIA LTIUC&
Sabbadol2dejnok,
16.a Recita da assignatura.
Pela ultima vez
a muito applaudida opera
PLIUTO.
Pflocipiar a 8 horaa.
Oa bilhsles acbm-e i randa no dia do sipec-
Uaulo. _
LOTERA
Sabbado 19 do eorrente mez anda-
rao impreterivelmente as rodas da quar-
ta parte da segunda lotera para a
ediheacao da casa do Gymnasio Per-
nambucano (3. concesso) no consis-
sistorio da igreja de N. S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meos
bilhetes acham-se a venda na respec-
tiva thesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas commissionadas praca da
Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pmentel, ra
Direta n. 3 botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia do Recife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ ate as de 10$ se-
rao pagas urna hora depois da extrae-
cao, e as outrss, pore'm, no da imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
O tbesoureiro
Vidros.
Um grande e variado sortimento de can-
delabros, serpentinas, lanternas com pin-
gentes e sem elles, palmatorias, copos
para vinhi, clice*, rodomas para iroa-
gens redundas e ovata grandes e peque-
as a vontadedo comprador.
Para retratos,
Michinas muito superiores francezas
ecmericanas grandes e pequeas, grande
sortimento de chimiess para trabalhar am
todos os processos. caizinhas e passepar-
tou americanos e franceses, papel albu-
' mioadu etc. '
-- *Para noivas.
As mais ricas e elegantes cspellas que
se pode desejar, asseverando sem errar,
serem as mais bonitas que aqu tem va-
do, ricos manteletas pretos com vidrilhos
franja o mais moderno nesle genero.
Para presantes
Muito lindas caiziohas psra costura
com msica a sem ella, muito proprias pa-
ra itc-r6 u'h ,j. = iicu a .V'hiij #t-pV.r
que se estima, ricos estojos de barba para
hornern.
Espelhos.
Grandes e pqoenos com moldaras
pretas e doaradas, proprios para ornar bo-
nitas salas, seodo oa vidros muito grossoa
e de prirneira qualidsde. *
Avulsos.
Camisas de linho para homem.
Carteiras e charuteirss.
Bandeijas grandes de 30 palmos a 3#.
Golliobas e manguitos psra seohoras.
Lja de todas as cores para bordar.
Tslagarcs.
Seda frtra de todas as cores.
Lindas eofeites para aecharas.
Oculos e lunetas de todas as qualidades.
Fumo francez, americano tambem o
spreciael fumo de borba com o seus
competentes cachimbos e taoari etc.
W
em
ISBsS

fian
^%l

Altenco
A's 6 horas e meia da tarde do dia 8 do corren-
te, roubaram do abaizo asslgosdo os objectos se-
guidles : um correntio de ouro, um relogio pa-
tenta ieRlez, am relogio em rno estado plaqu,
umalettra de Jote Caetano Teizeira, de 1:8009,
urca dita de Fortunato Vieira da Silva, de dazen-
tos e cincoenta e tantos mil ris, e msis algumas
latirs e oulros papis de importancia, o que lu-
do se achava deotro de ama lata pequea e di-
versas pec/s de roupa, existindo todos estes ob-
jectos acondicionados em um bah de couro o
qual desappareceu com o portador que o levava,
que era um crioulo, mogo a segundo consta liaba
viudo da villa do Cabo : roga-*e a pessoa a quem
forem offerecidos taes objectos de appreheoderem
e levarem a rus do Queimado loja do Sr. Fran-
cisco Pereira da Silva, oa a ra Nova o. 40, loja
do Sr. Luiz Ignacio Uaciel. que ser gratificado.
Manoei Vicente Gomes.
Offerece-se um sacerdote para capello de
engeoho, ou qualquer capellana do mato : quem
precisar aonencie.
\/ teaaMsaBsxuva. om
Antonio Jos Rodrigues de Souza' **
9
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
FAPEfES k Wm&.
At o dia 17 do crrante, esperado dos
portos do norte o vapor Oyapock, comeaandan-
te o primeiro teaeote Antonio Marcelioo Pontea
Bibeiro, o qual depois da demora do csiume
seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros, o engaja-se
a carga que o vapor poder condazir, a qual de-
veri ser embarcada no dia de sua chegada,dinhei-
ro a frete e eotommnndas at o dia da sabida is
2 horaa da tarde : agencia ra da Craz n. 1, es-
eriptorio de Antonio Laiz da Oliveira Azevedo
&C. -_________
Kio de Janeiro
O brigaa brasileiro Alfredo segaa al 15 do
correte para o Bio de Janeiro por ler a bordo
seu carregamanto : para o resto a escravos, tra-
ta-se com os consignalarioa Marques, Barros
te.
Para Lisboa.
Tem de sthir eam muila brevidade o legre por-
tuguez oJulio, da superior marcha, tem a maior
parte da ana carga comprada, a psTa o resto ds
asma e passsgsiros, a qaem oBarece os aslho-
res commodos, trata-se com o consignatario Tho-
maz de Aquino Fonseca, na ru do Vigario o. 19,
primeiro andar, ea com a eapiie o Sr. Frsncis-
to Antonio MvUallan na prafa.
3~Rua estreita d Rosario3
Fraocisco Pinto Ozorio continua a ol-
locar dentes artiflciaes tanto per meio de
molas como pela preaaao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que aa obraa nao
fiqaem a Tontada de seus dooos, tem pos
aj outras preparac5e as maia acreditadas
9 para conserva cao da bocea.
:
Pretisa-se da urna ama para casa de pouca
familia: a tratar na roa do Queimado n. 7, ou no
Recife rea da Somalia n. 140, T andar prximo
do becco do Capim.
francisco loa Seatos, subdito portuguer,
retira-se psra o Bis da Janeiro.
Precisa-se de urna mnih*r Idesa que saibs
cozinhar, para casa de penca familia,: a tratar na
ra deeCtoi 35._______________________
Marcea Estany, subdito btitaniso, rettra-se
pira r 4a proriotia.
Vicente Ferreira de Souza, estabelecido na
ra Nova, lendo na parte policial de 3 de junho
prximo passado, o nome de um preso igual ao
seu, declara que psra evitar equvocos, de hoje
em dlante se asaignar Vicente Ferreira de Souza
O abaixo assignadK"absD<, ae ,er Deite
jornal maonmcio doa Srs\Gurgel & Perdigao,
pelo qual se chima a aua ldjda ra da Cadeia
n. 53, a seu sobrlnho Antonio*1"10 ,de en-
don$a, roga aos mesmos senhorlgo obsequio de
declafarem por este mesmo jornajlq^i4omollJ0
que deterreinou o referido aonuncio. ReW.\e,vIt
de julho de 1862. ^
Josauim Bernardo de Mondones.
Agencia Fluminense \
CASA DE
CftMSISSlIES E
DE (
Arthur MarieC.
RIO DE JANEIRO,
/ua da Alfandega numero 62.
Becebem em e.uusignaco toda e quslquer mer-
ca loria, podendo o commileDle sacar a melada
da importancia de auss laclaras a 60 dias de
vista.
Encirregsm-se de representar qualquer casa
commereial como gantes, assim cpmo de ven-
der e alugar escravos pagando os alaguis adan-
lados sem perda de dias, comprar e vender cass%
chcaras e qualquer estabelecimentos commer-
eial, fabril ou agrcola, cobranza de' dividas e>
herancas tomando a seu cargo o remetter ern
qualquer lugar que se lhes designar as quantiaa
cobradas.
Tirara diplomas, cartas imperiaas e loda_ 9
qualquer certidao.dio mesadas, pagam pensdea
de collagio e comprara bilhetes de lotera.
Os proprietarios deste estabelecircento garan-
tem a todas as pessois que se dignaren) hnra-
los com soaaordeos, que empregario toda activi-
dadenecesssria, aQm de obter ao maia breve
lempo possivel os interesses de seos commilten-
tes, e que encontraro em todos seus actos, leal-
dade e pooluslidade, que convem a todo o com- .
merciante que presa sua reputaro e au te4
augmenta-la. y^
Todas as pessoas qae quizerem],0Qrar oi B.
nuociantescom alguma oTremTpodem a ellea ae
dirigir directamj#fjtre cotodaconflaoga.
Aluga-ae o muito espacoso armazem da ra
do Apollo n. 28, onde fol estabelecido o Sr. Tar-
raso : a tratar na ra da Cruz n. 12.
Aloga-aea casa a. 5 da passagem da Mag-
dalena, a segunda paseando a ponte grande, com
commodos para grande familia, urna excedente
baixa de cpim e algumas frueteiras, comagade
beber dentro da mesma : a tratar na ra da Craz
n. 21. r____________
Os proprietarios da centellarla a ra da
Croa a. SI, lando de larar-ae para fra deala
praqa, venden o meamo estabelecimento que se
acha bem montada e des*mbara;ado, nao s ven-
de a dinheiro cerno a raso, com bnaa firmas.
Alege-ee a sobrado e uta andar e eolao
na raa Velha n. 98, que faz quina para o pateo
da Santa Crt, s no sollo tem quatro portas e
tres janellas para o naacente e poeute. tem quin-
tal e carimba : quem o pretender inja-se a ra
Oireita n. 91, prroeiro andar. ________.
Pracisa-se da ma> ruBoinu oa aioleque para
se Ibe easinar o officio da f.rreiro e serralheiro,
que seja de ba conducta, assira como se faz mul-
to em Coata todas aa obraa tendentes eo ditoof-
flcio; como sejam : bandeiras.Tarandaa, portdes,
contertos de carrea e asoioboe de caf, ele. ele.;
na ra Nova n. 65. se diz.
Qoem precisar de um foareiro : dt*ij-ee ai
ima Direila n. 60, deposito, prefere-a para lora
fila praqa.
SOCIEDADE
l\l\0 BENEFICITE
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
Em Peraamnea> >
Avsa-ae aos Srs soaies pani omparecerem a
sessio ordinaria da assembla g"*ral, domingo 1*
lo eorrente, is 11 horas da manha*.
SecreUria da sociedade Unio leneicente de
Artistas Selleiros em Pernambuco 10 de iulho a
186-2. iM. ____
Taorae Csntidrd a Horam
1/ secretario. _____
Mudauca.
Fonseca tSfilva, com laja de uSfoders ***}
Cadei* *o Becife n. 16, *iaweeB
eeitavel pab\H, corpo do eamasarcw ** ''""
guezea, que se acbsm ea> mod.oca de seu eau
belecimento para a mesma ra n. 21. onW W
ontr'ora armaiem do. Sf. ZJ*r
re ale ffa* tendo de Urge a dUeeaaev"-
V
para a que tem a
U



o

I -
I
Affiso,
Gama & Silva, dono da loja detftUbioada
Pavio, na rua dt Iajperatrz o. 60. attaam
devadereea Tiraos pagar leui dtales al
#a julho da 1869, lo. que ^,
?tarem pagar, serio sena dbitos entrega*
*J?I\<,or P"ra 'cebar judicialmente
tifa"28 de janho de 186. _________
Augusto HuoU Hachado rai a*oa portes do
il to Imperio.
Sr. acadmico Lata Cornelio dos San-
os, tem di carta viada do Rio de Ja-
neiro, oa ras da Cadela a. 18, segando
andan, anlc
J#dD
mSa q?doco"nt?. Piante ofcr.juia
inieipal da a rara, os sala 4ss audiencias, se
arrematar de renda triennal a caaa terrea e
qaeno etlio na ra dos Prea o. 2, a reque-
Wmento do seu consenhor Rodolpho Joao Barata
de Almeida.
r Francisco Raposo Raa aahe para Lisboa oo
logra julio.
^lrsncis(_
que tambero dar boas Breaas.
a^N*1 abi'10 aaeigoadut, de commum a<
ao aissoUeAoa aociedade particular que exista
T. ?'p' rT D!.,U 0> m> PtceUao'
ocio Joo Farrara da Silva, caja se findou em
W de judoo panado, fic.odo todo o activo a pas-
" Pffl"nta ao maamo. Recife 9 de iulho
dal862.#oao Ferraira da 8ilTa.-Francieco Ber-
nardo da Costa.
O abano assigaado, procurador aa Santa
Hlasa do Misericordia, declara qua sarao de ne-
nhuas vigor a recibos daa readaa dos predios do
patrimonio, qwe da data deata annunclo em dian-
io tiverem no verso a data do recebimeoto a
assignatura. Heetfe 1. do jalho de 186-2.
Symphrooio Olimpio de Queiroga.

Antonio Jni Crrela vi a Europa.
*t Precisa-se fallar
Fraga, natural da ilha
Imperador n. 26. 3
ao Sr. Jos Antonio da
de 8. Miguel: na ra do
andar.
0 Sr. Francisco
Baptista Pesianha Teixeira queira ap-
parecer na ra Nova n, 47, a negocio
que nao ignora.
----------------- -? DO POYO, publl-
SS 18i- A. Marques Ro-
J p da N. S. j cbrlsto,
aagmuBV'VajOTipriea quatro evangelistas, a
mala os seguirte*i arligoa ? o Igaria, o ptotMot
primario, o bom homem Ricardo, moral orti-
ca. Simio de Naptua, mximas e penumentos.
a byglene, os demeao mealaes. e o Trssil; *
A publcelo do LIVRO DO fOVO rfo s tam
por Hm unlioruiaar a leitura naa ei
riaa, onde cada; menino aprende n_,
differente, e porlanto facilitar o trajP0!
tro e do discipulo, como tambern/* ga,v
am proco baralisaimo, a bittori70 *''
mundo, o oa melhoree preceite'0'
Vendo-aa o (Jvro do PJ
livraria da prae 500 ra. o exemp]
tonado.
piima-
livro
mea-
tsar, por
ador do
"7flt Jui1'Jlm ae s !>>as Fraociaco Ma-
ri de S Diaa, subditos portugueses, retlrsm-sa
para fra da provincia.
Hypoiheca-se urna caaa terrea em boa ra
nava a deaembaracada: a tratar na ra Bella
tuJLcom Maaoel Jos da Silva Cabral.
O
Casa de saude em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Este eatabelecimento j bem conhecldo, e eon-
eiuado neata provincia pelos relevaotaa servi-
dos qua tem prestado, contina nasmelbores coo-
tiieoes debaixo da direccio de seu proprietario
acabar doentes de todas as claases, os quaas se-
*ao tratados com todo o telo a icteresse pelos I
presos seguintes :
Primeira clasae.... 3j000oumaii.
Seganda dita...... 2a500.
Tercetra dita...... JOO.
Em qualquer das claases os trancos flcarao se-
parados dos negros. Os alienados da S. e 3.
elasse nao furiosos pagaro a diaria ordinaria
ama* faosos pagaro mais s quarta parte. Os
ados da l. elasse pagaro segundo o ajusta.
Compaiihia Fidelidade de se-
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
*6:000:000#.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveirs Azevedo & C. compe-
tentemente autorissdos pela directora da compa-
22? Jf *"" Fidelidade, tomam seguros de na-
e predios, no sau eacriptorio,
Toda attenco. *
Custodio Jos Alves Gaimarea avisa ao rea-
peitavel pablico, principalmente a todos os seas
freguezea e amigos, que aa maoa da loia da
aguia de ouro da raa da Gabag para a ra do
Crespo o. 7, para a bem conhecida a antigs loia
de miudezas que foi do fallecido Joao Ceg, hoja
ser conhecida palogallo vigilante,a pede ao
reapeitaval publico a aoa aeua fregueses e amigos,
que o queiram procurar no dito eatabelecimento,
onde achara o um grande sor tmenlo de miudezas,
1"* atlaiica aervir bem o vender por menos daz
ou viote por canto, do aue em outra qualquer
parto. H
g Saques sobre Portugal. 5
Mercantil Porttienae nesla cidada. saca 11
Ieflectivamonta por lodos os paquetes so-
ms) o mesmo Banco para o Porto a Lis- M
boa, por qualquer somma avista a a pra- >
8zo, podeodo lego os asquea a prszo seren I
descontados no meamo Banco, na razo fl
{de 4 por canto so aono aoa portadorea 8
qua assim lhoeonvier : nss ruaa do Crea- I
po n.8ou do Imperador n. 51. O
Joaquim da Silva Caatro. B
MtMNMMm -matme* mx
Aos Srs. consumidores de gaz
Nos armazeos do ciaa do Ramoa os. 18 a 36
!i" f- TP*heNovo no Recife n! 8. a. ven-
de gax liquido americano primeira qualidada e
receot.mente cheg.do a 1*J a lata de 5 gallea
asa.m como lataa da 10 a da 5 garrafaaa m
garroias.
Pateo do LTramento m, 11.
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio plasta
Ociaea por grampoa e ligaduras
a
arti-
... dame. lmmaanSm "o'-rTSUJ.
3T l'-'tod" "oaer'3;. 2*":
rta e com^romptidio a limpoza
Miidanca.
KA BO aEIMADO N.A6
BANDE20STIMENTolf(i^;
Manoel Antonio de Carvalho
com loja de feizendat na ra do
Quetmado n. 17, mudou o leu
eatabelecimento para a casa n.
27 da mes raa ra.
O'abaixo
firma da Vidal
mesma- a mandare!
dbitos para assim di ,
de entragsr as mesmas
atteflca.
rem cobradas judicalment
d1862.
liquidatario da extncU
, roga aoa devedores da
oto antas pagar aeua
se ver na okrigacjo
procurador para, i
?
ISKasHss^ai'ak
Consultas n
-RKifaaTdejMho
VOlirtira.
goa; ao. >.
Serao dadas todos os das l
a da S Peretra no sea escriu
da Cruz n. 53. desdo s6 at aa
da manbia, meooa aos domingos;
mi .0,f,tl" do olhos.
il f i *."" d< "Ci edo paito. ,
do inua! d' 'V,*M da 8era5i0 *
O exame dos doent
dem de suaa entradas
Uta por aqaelles
olhos.
Instrumentos cr
ticoa serao empre
tacee o proce-'
dancia para ob
probabilidade
causa da mole.
no de tratamento
curar.
Varioa medicamet
empregados, grateitan
pela certeza que tem da
qualidade, promptidao efe
e necessidade do mu
Ao respeitavel publico em geral, e ao
corpo do commercio em particular.
A. C. P. de Burgos Ponco de Len, em satisfa-
niM ieaT' d? ,e! ,08ro Sr- commendador
Antonio de Siqueira Cav.lcanti, tendo deixado a
Tioa, marcadorias
ra da Craso, t.
Hotel popular,
Ra Direita n. 50.
---------J?ornece-ae comidas para fora com multo asaelo
e promptidao, por muito menos do que em outra
qualquer parte, aero sempre ossegniotes precoa:
Para urna pessoa 25JW00
Para duaa 453000
Para tres 65*000
Mao de vacca todos os domneos a 400 rg.
Joo da Silva tamos,
medico pela Universidade
de Coimbra,
daconsaltaa am casa, das 8 s 10 horas da ma-
nbia, o presta-se a qualquer chamado com a bem
aonhecida promptidao.
Uo segundo andar da casa n. 67
da ra Nova, fugio um papagaio para
o lado da ra das Flore, levando no
pe parte da corren te de latao que o se-
gurava na gaiola, tallador, chama
pelo nome de Rosa, Alvaro etc. : a pes-
soa que o igarrou querendo restitui-lo
favor mndalo levar a casa cima
que se gratificara' com 10$, e a mesma
.gratifcacSo se dar' a quem descobrir
a casa em que elle esteja.
lih. ?? "'leullora lepla a do commercio,
m .ni? T mPread0 re desta cidada co-
mo soluitador de causea, o nesta condigo offe-
ir^m"^0' a' HS.VN*" lne confiar
2LT.. dJfmanda.."."Ulaiento aa que devem
ser tratadas perante o juizo commercial, nao s
porqae se j.lga de algum. forma habilitado, c-
mo porquei nestai especie msis ao dedicar.
. h. J i d0r B,,r?0, Pre> gratuitamente
a fazer valer oa direitoa doa que realmente po-
&QeStl7er^? llorosamente sob a oppressSo
roEle..Pffldeer proueado n Santo Ama-
- i. o w qa.e fl" por tr,r da rua d Sol,
horas da jnaohaa, o das 3 a 5 da
das 6
tar-
dl',LDLlrtiy'J0e 9a'3 boral- D0 iptorio
sal. i.! ..fiid- Ro"tio' 80brad0 D- P "a
saiadaa audiencias. '
Na travessa da rua das Cruzes n
, paimeiro andar, tingese para todas
sa cores com presteza e commodo prego.
KNSINO
Pralico-Theorico
DA
LINGUA FLANCEZA,
SEGUNDO
O NOVO METHODO
tv D0
Dr. H. G.Ollendorff
Aprender urna lingua em seis mezes

ARMAZEM
RO JPA FUTA
'em
o
. .rdadeira
sidade do seu 1 ,*a effeil0.
que se usar dalla. W*0 "8
Praticari abi mesmo, o ,
doentes toda, e qualquer "" CV* doi
jlgar eonva'mono T pe"?So ,
ment doa bImm.I&eVc.'0- "stabeleci-
provido de ul. completa?'0 lm 4? acha
inatrumeotoa IndlspensaT,.""6*^?*?*
operador. f ao medico
Deilar olhoa artificiaes 1... .
je acba prevenido do pecas Im." '"
loa necessarios.- Vn,,'inen-
cara aoa doentes qnal o grao -i '"""
os oculos devem ter p.r.%4a7ul i...qu'
que bem acom.modada, e T"m. 1 rfl"
aVq-.ndoa.l,ver;pp,fcr%r,rt
conatruido e pintado de novofj^ 8obrado ,e"
Corpo Sapto. esquina da rna 1 t "^'t'f
a tratar no mesmo. 7 TraPlcne n. 48 :
Atlenc
POR
Cieeto Pefegrino,
Bacharel em direito.
Joaquim F. dos Santos
DO
1
THESOURO HOMEOPATHICO
Vade-mefum do homeopatha
pelo aoutor
SMlHIli.IL.IPIIIM.
MM Iivro qae se tem (ornado to popalar
?nT.t0nneCe?KS"0'acaba de Publicado coS
r0rn..!?ea",0r'n,e?UW' M P^OCia a OS
progressos da aciencia tem demonatrado. A no-
va ediccao em tado superior primeira, en-
Corra *
1.* Mais ampias Doticias acerca do curativo
ri! m0]fSlia' Va iodcaCe > proveitosas
dos medicamentos novos reeentemente ezperi-
Brasi. rOP", no Eslado-Unidos e no
1* A exposico da doatrina homeopatha.
.nH e,tu da.aPrPa?ao dos remedios aa-
dMid.dVPJ0m,n",lc,M dos '^Pefmentoa,
das idades, dos sexos, o segundo ss circumstan-
cua atmosphencis etc., etc.
heediarU'.'"85*0 proPhilaxia das molestias
5. A preaervago daa molestias epidmica.
6. Urna estampa illualrada demonstran da
ras? edtc.iubo in,ei,Mi de,d- L>
Vende-sa na pharmk-h .... homeopa-
de Santo
2 voluntes em 8.
Sabio do pralo o 1* volme dests obra, intei-l
ramente nova, e nnica escripia am portasaez
aquella systama. approvada pelo conaelho d' .
tor da lostruccao publica para aervir der.^P
da provincia, a aci
pretendereis fallar a traduzir
a lingua francesa.
H^?ba.""e f Tenda no crlptorio do ai
"-0,-i-n!".',', "^.JimlA JiU_ tea "
slgcalnras (7|000). st a publicado do 2
mo; depoia do que vender-se-hio a 1
exemplares.
Defro
40-Rua do Oueimado40
*
cco da Congregayo letreiro verde.
pnricaa u naasacag s'ecunda
e accommodada ao uso de qaao
com proprieda
os
1 bfm da Cruzl 6 j
O Dr. Rocha Bastos ^

zea para o qa
Casacaa aa pfrJuw
851 a
Sobrecaaacosda dito dito a 35* e
d consulta lodosos diaa.
Cura radical a em pouco das moles-
tias ayphiliticas a doa orgos genito Uri-
narios.
8 Consultas da graca daa 8 aa 9 hora Aa al
maDhaa. gj
Aiaga-aa por mez am escravo coxinheiro e
maro "* ""5 D' rU* Velha ca,a nu-
na PHARMACIA ESPECIAL
thica, propnedade do aulhor, rua
Amaro (Hundo Novo) n. 6.
Pre?o de cada exemplar. 20000
..'.Z: h ,eDhorea8Dnles queiram man-
dar recebar aeus exemplares.
Consultorio medicocirurffico
Consulla por ambos os systemas,
Em consecuencia da mudanca para a aua nova residencia
de fazer. ama reforma completa em todoa os seus
ios do seu estsbelecim
que sempre gozaram c
.*L?! deTend0. considerados como falattca-
oacab.de fazer^ .0 lalaS^Vpei deaU *******
os seus medicamentos.
-abelecimento nao ae couiu
a precaucio de inecrevefo Sm. ffi^^?^J.*. S*
nenhum outro, valo o
precaucio de inacrt
doa todoa aquellea que forem
com oa da
., ^*.,., .tr jas asas sasiar irstvSS
pal marcado com o sea nome. p Dr* Lobo Mosaoz
andar com-
Mosaozo em pa-
-^^-t^ip^ ?W b..don..ra-
: modicoa allopatbas empregam-as constantoriaX conhecidaa qua oa meamoa Srs.
Oa medicamentos avulsos aur em t
Blecf mente
a medicamentos avulsos qur em tubos qur em linduras cuitarn > a m.
OpfopneUnodesteestabelecimento sonancia a^seua cliente* ^~-
aanfflceotoa para receber alguna escravos de r^.L^.*S!S.#?,jN B t83!
3-BlHAS
de Hamburgo
Alugam-se a vendam-ao por qaalquer
na rua do Raogel n. 18, amola-aa todo o
orlante.
preco
forro
pratos a
Paletots de panno preto a da co-
rea a W, 80, 25, 10, isa a
Ditoa de casemira da corea a 22J.
15J.ia.7|e) r*
Ditoa de alpaca preta golla da
velludo fraacozaa a
Ditos da marin salim
do cora a 9f a
Ditoa da alpaca da corea a H a
Ditoa de alpaca preta a 9$, 7, 5 a
Dilos da brim do corea a 51.
4500, 4> a '
Ditoa da bramante de lnho bran-
co a 6, Sf a
Ditoa de merino da cor dio
a 15 *
Calcaa da casemira prata a da co-
_./*. 10, |,7J o
Ditas da priocaza a marin da
cordao prato a 5, 69500 a
Ditas da brim branco oda cora a
5. 4*500 o
Calesa da ganga da cora a
Colleta do rallado prato o de co-
rea liaos a bordados a 1*9,93 a
Ditoa da casemira preta a de co-
rea liaoa a bordados a 6a,
5*500,5* #*
"mpra am eorti
manda exacuta
rea profesin
prato a 6*V
30*000
30*000
Aloga-se um qasrtc*iudepena^niV*i.i. -
mar, muito fresco: nofundo, a tlaU Pa"
ta Ritan. 58. ver trata, d' *** de Sa-
Aluga-se um /segundo andar na
ruadaSenzalaNov/a,Scom dua, sala,
quatro quartos e .nha no sotio, por
da praca dalndef endenri
:ia.
Thomaz de A
boa : n rua do Vi-
Pracisa-se de 04 caixei"-,
pnarmacia ; na botica^.a-
Precisa-a- -" uma Vi
00 Fonaeca saca sobre
[o n. 19.
lomo. a rua dasLaraj
S. Blum.
veodem l^;;-esatorliaTJ.V
maja
w-v.lw
ra coosinhai
geiras"^ 16. .
C, rua do Crespo 16,
lo completo/de roupa feila da
r medida i ventada dos fregue-
prato
10*000
9*000
10*000
81000
8*500
8J500
3*500
4*000
8*000
6*000
4*500
3S500
1000
8*000
8J500
Ditoa daSetim preto
Ditoa daaeda a setim branco a o"*
Ditoa da gorgurao de seda pratoa
a da corea a 7*, 6a, 4a a
Ditos de brim o fustao branco a
o 8500,S*500a a
Saroulaa da brim da linho a 2* a
Ditaa da algodao a 1*600 a
Camisas da peito defuatio branca
decores a 2*400 a
Ditaa de palto de linho a 5*, 4* a
Dltaa de madapolao braocaa a da
corea a 8*. 2*500, S$ a
Chapeos pretoa da maesa francesa
forma da ultima moda a 109,
Ditoa da aol de seda inglexea a
Colarinhoa da linho muito fines
.. no7 Wtloa da ultima moda a
Ditoa da algodo
Relogioa da ouro patenta a hori-
Ultoa da prata galvaniaados pa-
tanto o horizontaea a 40a a 80100o
Obras de ouro, adarecoa a maioa
aderecos, pulceiraa, -ozataa a
anaia a
Toalhas da linho duzia
Dita grandes para meaa nma 3* a
5*000
v1000
5*000
3*000
atoo
19280
2*200
3*000
lf600
7*000
2*000
7*000
5800
500
rojooo
*
98000
4000{
Collegio de Bem-fica.
Este estsbelecimento precisa de am prefeito.
Mariano Nigro do Raphael, Luigi Wigro do
Raphael e Carmello Cabriola, subditos italianos
seguem para o Rio de Janeiro.
James Cluk, subdito ioglez, vaiae norte.
.iA Vi?* Ro,a J,ne dn,'t, offerece os ser-
vicos de suaarte ao reapeitavel publico "o pirti-
cularmente a seas freuezes ; fleando certos que
serao servidos a contento o mais barato qae em
^urtPsfi,*,m m mldeDcU na rua
de
-- No cas do Ramos n. 4, vendem-se travs
de louro mullo boas o baratas
dirija-ge ao mesmo.
qaem pretender
i. L. Gellott, inglez retira-se
trra.
*ara a logia-
cofflBrodos
. como-..bem*1toTo.
oatraa tantas vanta-
aqaeiraa qua l, tem ttdo escravos na casa do
Ataacao magnifica da casa, a commodidadadoa benhoa salaarf. .
tgans para-C.P'omP1 restabelecimento dos doentes. ""oa aio
ApaququiMremfallarcomoannunciantadevem^vn<..,r. i 4-___.* ....
de Urda-TaTlen dianta.a fora destas horas acharao env!.. ^f"""10d# manhat t <"
Ddcr roa- da Glia n. 8 la d fundi do Dr. Lobo ^^1" pe88" <0IB 1tt,m Podaro an-
atatcoio.
'"-Bltar cVoiiveira
Porto.
ascam sobre a praga do
fiipeeial
11a
hOmeopatliieo
SOGIEDADE
nio Beneflcente
Martima.
mu,0' 0rdem d0-Sr- PMlden convidadoa
todoa os socios effectivos para uma reuniao da
assembla geral no dia 13 Jo correte, pelas 4
horas da tarde, afim de tomar posse a nova ad-
tal i"0*" coofornie arl,8 49 capitulo 9 doa
Secretaria da sociedade Unio Beneficeole Ma-
rtima 9 de jalho de 1862. <*u.ea>a
Balthasar Jos dos Reis.
{Gabinete medico cirurgico.'
Rua das Flores n. 37.
Serodada conaaltaa medleas-cirarai-1
0 ca pelo Dr. Estevao Cavalcanti de Alba- l
qaarqueda salO horaadamanhSa.ae- i
cudindo aos chamados com a maior bra- I
m vidade possivel.
g> !* Partoa. !
9 J.* Molestiaa de pella.
* dem do olhos.
i-* .",n! dof orao* aaltaag.,
sj Frailear toda a qaalquer operaco am i
/AUaibi!nelrA0m ei? "" i0' dntea con- 2
gj forma lhea fr maia conTeniento.
1.* secretario.
Aluga-se uma caaa na Soledad, n. 54 por
20* mensaes : a tratar na rua do Cabug n. 11,
IuslrucQo primaria.
Urna pessoa sssss habilitada oaa mataras de
instruccao primaria pret.nde diapor do "mil
qae Iha resta des 3 horas ds tarde em diante
pros imo dinjam-sa a aecretaria da
publica, qae ae Iba indicar a
peaaoa.
iostruccio
Pateo da Matriz des. Autonio n. 2.
^-J!"UCOM^0 ^ *' Procur*> o *pe*o propriottio qualquar hora lUTendo
ahist-mpra grande sorumetuo dos vardatros medicamentos Wmeopathieos. preparados en Pa-
rts (u Hm) po. Giirih.[9 Weber, o. ais acrediado. pr^eeutico.do- acorn
preparadora de remedios de homeopalhia. mvero muro
Oproprietoriodestecoostiltorio n.o pretende, lo da vis, que sejaM os seos medicamentos
inaUfea, porque nada na nfaluvel em factos humanos; nem to pouco superiores aos que por
ah n P'*0'*". P"iu cario que o que nos faxemof, outro o pode egualmente fazer to bom
senao melhor. Na flanea que nella nao ha trafieanaa, e que o servico dalpparacao como por
SasmaiMlltorio a^m-iai^nd, tBUOUtt d, homeop,lhi, acommodado intallig.ncia ? ae -ri6o agra^.'f : .^'.V em
dajualqner pmsos ; auMm comopaata-a. ,,, 0 Ma pr0priattrlo, com seus es/orcos e c"a d* Ta'" i>oo. ras do Amorim D. as.
medicamenlof, i taxlas peos* 1 ya^ ^niscio algum, qUa o procuram, pois J7i^g"" Bm gr,nde "lao ,at,m >o
>f a ia da f loreoting o. 10,
Preciaa-se de uma ama para lodo o servico de
uma casa de pouca familia ; na praca do r
santo o. 17. .
Corpo
uCnP.re-MreJdeJ"mtDenD<> Para caixeiro de
taberna, da idade de 12 annos, pouco mais ou
preferindo-se dos ltimos chegados
na rua eatreila do Rosario n. 29.
menos ; <
do Porto
0 Sr. capilo
Francisco .lutonfo. M(?,-
Roa da mperalrz i *
LOJA DE MODAS
Esmeralda.
mFSAem"M ve,id0. capa, bern*.
ma moda, assim como recabem-se
todos os mezes.
ludo da all-
fazem-.e cortinado, para cadf.a
moda,
nellas.
eja-
John WhuBeld,
neiro.
ioglez vai ao Rio da Ja-
(
t
I
Attenco.
um uma morada* de casa terrea nar
vender as ras de Santa Theresa! HoTias*M
yrios. Coocordia. C.ldeireiro e &WS:
Quem liver
W-aSJ^SgStfSS
andar.
MuDfa
o
n.
Alvaro & Uagalbies madsran
eatabelecimento da rua da Cadeia
para a rua do Crespo n. JO B. antiga e
bem conhecida loja de fazendas outr'ora
pertencente a Adriano & Caatro.
8
seu
53.
Precisa-se
*


Canda de visita
Cartdes de visita
Candes da visita
Cartdea da visita
Cartdes de visita.
Precos reduzidoa
Prscoe reduzfdos
Prados reduzidoa
Presos rsduzidos.
A duna por 12*
A dnsia por 12*
A duiia por 12*
A dusia por 12*
Daaa dulas por 20*
Duss duziaa por 20*.
Novo oslylu da pbotogrspbia
Novo estylo de photographia.
Ambrolypoa am caiisa 2*
Ambrotypoa em calas 2*
Ambrotypos em caixas 2*.
^ retratista americana
Alberto W. Osborn
Aua do Imperador,
KMtweit^eiuKeM mmmu
{ Dentista de Pars. 8
15Rua Nova15.
Frederico Gauliar, cirurgiao dentista
fax todas as operaces desua arle a e co-
loca denlas artificias, ludo com -sdeln
rioridade e perfeicio que as passoas-,en
tendidas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dantificios, etc.
***** mm tmmmm m
Manoel Raposo dos Santos e Manoel da Msl-
Rio da'J^eVrSf0' Pftu"""' '0^.-,, par, o
Convm.
ii.Tr^*p,"a",e uma Dypohac de pequea qsan-
hlMJSm* J,f0 de 2 0' e 1e o acba uito
Co"/elon.': t>ret"'de0tC *#"* 'oa do
7- O abaixo assignado
avisa a todos os seus fregue-
zes da praca e do mato que
venham a sua taberna da rua
das Cruzes n. 41 A, da porta
larga pagarem seus dbitos,
no prazo de 30 dias, e os que
o nao fizerem serao chama-
dos a juizo, Recife 8 de iu-
lho de 1862 Joo do Couto
Alves da Silva.
Ueliodoro de Aquino Fonseca faz p
gg? !j?nie' 1 do dquirido o do.So e
e, ,arce,lra Parle da casa do sobrad dt
rua do Livramento n. 1, e lato em partiihaa dos
Po'J.0 V"1 de 8e P Thomaz de AVufno
Fonseca com sus mai D. Ano. Anglica de
Soaza Foosecar e por fallecimeolo desla fez
venda da ref.rida parte ao Sr. Joi de Paira
no^Hi'.ra0QT0^ P0r eacriP,ora P^lic. celebrada
?.?. d? mar.?L d0 corren'e anno. e deade
eullo traoaferio-lhe a posre e dominio que
Sf!! P" e d0 di, P'edi0 "oa e por iuslo
Oala e faz a presente declar.cio. am de qaa
qualquer que julgar-se com direito sobre o 8!
predio ou na parte referida, o faca reclamar.
Preciaa-sa de
urna ama para cozlnhar e>
comprar para pouca familia. prefer-se
lar na rua Novan. 42. loja.
escra-
nahl,A,-8*"a,e .a>a C8,a Urr,a na Povoacoc
Beberibe : a tnta* m .i..j- j. ." _v
litio da
v.:uv'.,rR:aflnS.,e8lr'dadeJ0OdeBa<'.
Attenco
Mi .eoa lue de,X0B am caT*n de alo no
da 22 da j.nho, na coebeira da raa do Sol o. 13
queira vir bassa-Io no praao de 3 diaa, do eos-
trario aera vendido ar o.gamaoto do maamo."
PZ J.r,2v"?? Cnare" a'"8* sobrado sito ao
roco da Paaella, com bona commodos para fa-
BUa. jardios aoa lados, terraco, coebeira, eatri-
"", caaa para criado e cacimba, por orara
MU.04O; a trata na ra. da taparVta a. JJ?
Furto de cavalos,
r- -DheKCer de (?oa'u-f^a. 9 do andante,
fortaram do abaixo assignado doos cavalos. sen-
do, um ca.tanho grande, frente abeita, o di-
reito calcado, e no mesmo ama esponja junta aaw
casco, bem visivel por detraz. e na fleo d quarlo
direito ; tam todos os andares, esquipa eztra-
ordinariimenteecastrsdo. Outro alaaio frente
bem aberta, um dos ps calcado, de bom tama-
nno bem grosso, e pooco corcundo, muilo maa-
teudo.oomcarregadorbaixoeaolto. bastante ardi-
go e loteiro ; o abaixo assignado offerece am
dess cav.llos pessoa que descubrir onde i
m.amoa se acbam o o ladro qae os forln as-
sim como paga bem quem ibe affitmar es-
trada por onde aaguiram ditos soimaes.
h. rCkdaDP,D,Ua' 10 de ulb0 d 186.-Joae
da Conha Reig.
- P ecretnrlo da irmandade do gloriosa pa-
.!arcba ?' ,M d Riba M". poo presente con-
vida a todoa oa irmaoa para domingo 13 do cor-
rente acharam-ae reunidoa no conaiatorio da re-
ferida irmandade aalOhoraada manhaa.aflm da
proceder-ae a eleicao ds novs mesa regedora.
Atten?Oa
Alega-se o 2* andar da roa do Ranga 1 a.
a tfjjar na maasna casa._______
~ toa do Sebo n. 54, lioso 4W coa ano
tusca aa aaaa terrea,
10:


T
T-W
4MW tu aktwam, SwwBO u
atDi^^P s f
MAS)
EJ

ffrtf*4u
A CENTRAL DE HY
AS
EtfeC*BO-MGNETICA.S BPISPASTEAS
De Ricardo Kirfe
ara serem applrcadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Brow
o infallivel contra as agnor-
rheas antigs e recentes, nico deposito
na botica francesa, ra da Cruz n. 22,
ipreco 3$.
I
Com estas OuAS-iLKTio-iuGHEilCM-wttPASTias obtem-se ua eura rtdieal tn-
l.vel em todos os casos de inflammacao ( eama nas.como do figado, gofas, estomago, baco, rins, alero, paito, palpitado de corceo, gar-
ta, olhos, erysipela, rheumetismo, -aralysia e lodo u altores nervosas, ate., je. Igual-
mente para as diffeentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., se]a qual for o seo
e profunde por meto da supporaeo aarlo radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e reculadas por Habis a dUnctos facultativos, sna -'"-
ntasUvel, e as innmeras euras obtidas o fazem merecer e conservar a confianSa.do publico
ii tam a honra de menear, depois de 24 annos de existencia e de prauea.
% As encommendas das provincias devem ser dirigidas por tscnpto, toado todo o cuidado
se as chapas sao para homem, senhora ou enanca, d
Attencao.
Acha-se venda na ra do Qeeimado loja n.
88, exeelleataa eboarfeai muito novas chegadaa
ltimamente da aldeia de Mindello, assim como
taabam se vender todos os das leita vindo da
aldeia do Ribtiro ; ludo por priQO maito com-
modo.
Pesada d* sasH
estrsitoa a MPj
na leja da boa f.
AlgOdloS
. Vende-se superior algodo monstro com 2 lar-
garas, ptoprio para lsncoes e toalbas de mesa a
700 rs. a vara : na ra do Queimado o. 22, na
bem coobecioa loja da boa t.
Vende-se
urna cadeirioha em bom estado, urna gamella
grande para bocho, que leva dea baldes d'egoe,
e ama grade de ioaro para jaoella : a tratar na
Capuoga Velas, no sitio do fallecido Joto Evan-
gelista, e tambem ae alaga o sitio com grande
caa de vivenda, casa para feitor, senzala para
retos, vivalro, balsa para capim a com mais de
duzentoa ps da larangeiraa
voredos de fructo.
A 2,400 rs. a dozia.
Lencoa brancof fiooa para algibelra pelo dimi-
nuto proco de 29400 rs. a datia : na bem conhe-
cida loja da boa (. na ra" do Qutimado n. 22
Gambraias de cores
Vendeaa-se cambralaa (raoceua de core fi-
nada maito flnapelo baraliasimo preco de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa na raa do
Queimado o. 22.
e mallos oatros ar-
Superior brim braaco de
linho
da fazer as necesarias explicacoes, _
atol iemque parte do rorpa exista, ae na eabcea, peecoco, tengo eoxa, perna, pe, ou tronco
S^nLIT declarando a cieumfereneia e sendo inchacoes, eridasou ulceras, o molde do sen
UmwSar? em um peda5o de papel a a declarado onde existem, afina da que as chapas sejao da
f,u*fda parle aneciada e para scrembem appcadas no seu lugar.
Pode-se mandar \ir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serio acoinpanhadas das competentes explicac5es a lamben de todos os acces-
orios para a colloeacSo dellas."\
Cnsa: seas peesoae que o aT^ern honrar com a sua conflaaca, em seu esanptono, que
acharu abertoa todos os dias, sem excepqao, das 9 horas da manhia s 2 da tarde.
||9 Ra do Parto ||!)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA f
m mmm _
Para as encommendas informaces dirijam-se a pharmacia de Jos* Alexandre Kibeiro
roa do Queimado n. 15._______________ I
Itonambutatift
Aviso aos amantes de edi-
fica coes.
Vende-se um rico tetreno, em catado de edifi-
car, pdr nao oecessltar alterrar, em a melhor lo-
caudada da freguezia de Sanio AntoBio, teodo
360 palmos da frente e 150 do fundo, com o rio
na retaguarda, o que muito proprio para edifi-
car-se cocheiras, armaxens, reflnacoes, ou oatros
estabelecimentos; sendo muito (acll as edifica-
(oes nao i pelo barateamenlo dos maleriaes e
mo de obra, como por Dcar o porto em cima da
obra ; neste terreno ae pretenda levantar doze
rmateos ou cocheiras de 30 palmoa, o que boje
nao pode faxar o seu proprietario em coosequen-
cia de ter sido urna das victimas da comman-
dita. Na ra do Cabag n. 9 loja de miudezas
se dir qaem vende. ____
Vende-se superior btim branco d&linbo tran-
ido pelo baratisaimo prego de IgluO, 1&440 e
|600% ara, dito muito eoeorpado de doaa fioa
a de gho puro a 2| a vara : na ra do Queima-
do n.& na bem coQbecida loja da boa f.
chegou igdalmeai um graohe aortimento
verdaiafefagea i olania de Piver em frascos
aaarrafinhaa d dte re ule a tamanboa, ludo Ja-
so oa ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 1 Apparelhos d e porcllana^lou-
rada para cha de bouecas.
A loja da agaa branca desejando que todos
factm a vootade a auas*bellas meninas est ven-
dando commodameDte esaea bonitos appareiboa
de porcellana dourada, e pintada a 19500 e 2$,
tendo cada um 0 casares de cbicaraa, e os man
parlences, a vista do qua todoa irid (munidos de
diobeiro) para compra-Ios na raa do Queimado
n. 16.
Bonitos paliteiros de porcel-
lana dourada.
Agora ninguem deixar mala de ter em sua
meaa um bonito paleiro de porcellana dourada
pois que elles se estao vendendo a IJe 15500
na loja da agerfa branca n. 16._________________
AepJemia declina sensivelmente, e -o sea
completo deaapparecimenlo est prximo! O
proprietario deste bem sortido eaUbeleciosenla
convida oa seus numerosos (regaexes a subatit
o calcado elho, que lodo esta cholenco, por,
jlo, e que poaaa resistir as mil sebotis e
ctaflue ao ser dansadaa em louvor do
lecinMp'o da saude publica. O
tidadV^ HOMENS.
Botinas afanlisa* Milia.
a
a
Ricos basquines
A loiada boa t receben eeperiorea biaquinea
de multo fioa eambrata a imitaeie da de linho,
bordados e en feitados com apurado gosto eos
vende pelo bsrsto preco de 83 esda um, tendo
sido aempre seu casto de 16} e 209, apressemse
pote e* compra-lorna mencionada loja da boa
f, na ra do Qaaimado D. 2t. '" ______
>
>
>
>

>
non-plua-e.lVa.Nnlei......."
Nantes 2 baif""..............
a lustre...v;.............'"
Ingieres de boioV.'-.............
batedores............--v.....|
* couro de porco\.r*'4
bexerro e lustre..............:.
iogleies ps selvagens.........
taxiados braiiliros..........,.
NSULT0R10 ESPECIAL H0IEIPATH1C0
- do nomo
SABINO 0. L. PINHO.
Rua/le Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
ltas todos os dias atis desde as 10 hars
o dia, acarea da aegaiutea molestias :
da muihtre, molestias io$ crxan-
'- asila, inol*$tiat dos olhot, -no-
odat os tsptcitt ds ftbru,
s tuoi eonuqutnciatf
KC1A.L HOMOPATBICA.
. m^v. *entos homeopathicos pre-
vei todaaa ea.V,"! .neeeaaariaa. in-
IJ'"" aons effeitoa, tanto r'Altera, asma
1 -_ .peloapregos mais commodoapV^
eveiavv
H. B. Oa medicamentos do Dr. Sabina sie
niesmentevendidos em saa pharmacia; todoa
que o forem tora della s falaas. \
Todaaaacarteiraa ao acompanhadaa fti ap
Unpresso com mm emblema em relevo, tendo Ve
roopr aa segaintaa palavraa : Dr. Sabino O..L.
Pinho, medico braaileiro. Bate emblemai poeto
igualmente na liata dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras qae nao levarem eaae impreaae
msaim marcado, embora enbam natampa o no-
roe do Dr. Sabino sao falsos
GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos Pi-
mentel. x
Emprexa Importante, que vai prestando rele-
vantes servidos i seos freguezes pela promptidao
nerfeicao com que lava a roupa sem a estragar
PRECOS.
Roupa aortida (embora nao venbam meias nem
lencos) 40 rs. por pe?a.
Pesas grandes isoladamente 100 rs.
Roupas de navios, vaporea e hospitaes 70 rs.
Dita de familia que nao fregaeza 80 ra.
Dita de doenta de familia que nao 4 li<
a 120 rs. .
Urna rede oa cortinado de cama oa varanda
a r-00 rs.
preco dos engommados e mdico e conior-
m* as pecas, como coslumam tazaras engomaos-
delras. O praso da entrega da roupa lavada
8 dias, e engommada 15, sendo qae muitas vezes
ata prompta antes do praso. Deposito na ra
Nova.
4)omingo, 12 do correte, s 11 horas da ma-
nba haveri aesaao extraordinaria do conseibo
director.
Seeretaria da Associaco Typogrsphica Per-
nambucana 11 de jalho de 1862.
Juvencio Cesar,
1* aecretario.
Precisa-se de trexentos a qaatrocentos mil
ris a juros sobre peohores de ouro, pelo lempo
de quatro meies. nio ttepldando-ae (a pagar um
bom juro a qaem qaizer fazer eate negocio :
tratar na
andar.
raa da Matriz da Boa-Vista o. 35,1'
. Ramos & Pimentel alagam cap.lvoade em-
bo bvei para o servido do laboratorio de la-
vagem de ro^tt ^1
Compras. T
MMM*
sem segundo
Na roa do Queimado o. 55 loja de miadezas
de Jos de Azevodo Mala e Silva, est vendendo
todas as miudezaa baratissimas, a saber :
Papeia de agalhas a balo muito aupe-
riorea a
Caixas com multo fioas obreias a
Cartdea com clcheles, tem algum de-
leito a
Frascos da macass perols muito fino a
Caixinhas com papel pequeo de diver-
sos goalos a
Pacotaa dito dito dito amizade a
Noveiloa de liana de Crux a melhor
que ba a
Caixaa com agulhas cuitas de superior
quslidade
ntremelos, a peca com 3 varas 1(2 a
Sabooetea maito uno a
Papeia de agulhaa francezaa com toqae a
Pares de botdes para punhos de muitos
modelos a
Parea de meiaa creaa para meninos a
Ditoa de ditas cruss para pequeo a
Ditos de ditas para meninas a
Fsjscoscom Agaa d IjfAwle embreada a
Ditos com cheiros maito finos 1 240 e
Dttee com banha muita fina s 2w(
Ditoi com superior banha de uraoa
Vende-se urna bonita mulatinha" de idade'
annos; na ra da Cadeia do Recite n. 47.
Laazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores laazinhas para vestidos de muito
bonitos padres que se venden pelo baratisaimo
preco de 440 rs. o covado : na ra do Qaeima-
do n. 22, no loja da boa f.
Compra-se ums esersva que seja per&Ata
engommadeira e costureira e de boa conducta :
na ra da Cadeia do Recife n. 35.
80
40
10
200
720
720
40
200
IfOOO
120
10
240
160
160
200
800
500
899
600
Manguitos egollas de
cambraia ricamente bordados
Vendem-se msnguitoa e gollas de superior
Cambraia ricamente bordados pelo insignificante
preco de 29 o par de manguitos com urna golja,
aeodo que sempre custaram 69 cada par, asaim
pola recommenda-ae aoa amigos da santa eco-
noma que aproveitem e boa oocasio, dirigi-
do-se com diobeiro a loja da boa f na raa do
Queimado n. 22. .________________
Btmba japoneza e outras mul-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia braoca acaba de despachar, de
sua encommeoda um grande e bello aortimento
de finas perfumarlas dos mais afamados fabri-
cantes, sendo as bem coobecidss e apreciadas
banbas, japoneza, transparente, pbilocome im-
perial em bonitos eopinhos coro lampa de metal,
dita nos copos grandes, dita em compoteiras 11-
as e lapidadas, leos de babosa, pbilocome e
Lubin, pomadas ou cosmesliques, fios extractos
dos preciosoa eescolhidos churos Jatkey-Club,
mil flores, miel de Inglaterra Marechal, Principe
Alberto, George IV, etc. etc. Recommeoda-se a
todas as seohoras de bom gosto o uso de qualquer
desses estimados extractos porque aquella que
em ama sociedsde, tneatro, ou baile eativer com
seu fino lenco orvalbsdo de lo aublimes aromas
teri por certo o prazer de ver as suas viainhaa
dadireita e esquerda Ihe reodendo bomenagem,
perguntarem donna F. onde comprou esse tao
gradare! cheiro ? B ella orgulhoaa de seu bom
gosto, mas com ar prazenteiro lhe reaponder :
na ruado Queimado loja da agua branca nume-
ro 16.
Sapaldes non-plus-ultra....
> 3 baleras e meia..............
> esmaga cobra..................
Nantes 2 baterias vaquis.....
> a 2 bteriaa bezerro......
> tnbalbadorea..........
brasileiros de 3$500 a.......
Sapaloa2 aolaa e salto...............
> tranca portugueses..........
> fraocezes.
SENHORAS.
Botinas dengozss..........
salto de baler.......
> pecbiocha de 4$500 a. .
> americanas 35500 a .
Sapatoa de asilo (Joly) ..;...
aem elle (idem)......
> tapete;........
b econmicos. :......
> lustre 32 e 33.......
MENINOS E MENINAS.
Ha de ludo em reltc.o e nao se deixa sabir
diobeiro.
Um completo sorttmento de couro de porco,
cordavao, bezerro francez, eouro de lustre, mar-
roquim, sola, courinhoa etc., que tudo ae troca
por diobeiro vontade do comprador.
3J00O
15920
800
500
800
Compram-ae 4 rodas de carro amane-ano,
novos OM eo)Lhnm nao :"na ra larga do Roaa-
rio loja
?V9i!*
Gomprs-se um banco de marcineiro; quem
o tiver para vender, dlrija-se a ra do Arago
n. 1, em frente a praca da Boa-Vista.
^*i\das.
Vende-ae urna preta coziobeira e tambem
engomma : na ra do Rosario n. 23
Acalca de chegar para
- bja d'aguia 15rare,a, ra
Queimado n. 16.
"* le srroz com boneca m "-"
radoa.
Ditos dito sem boneca em pacotes.
Agua balsmica para conservscjio dos denles
bom balito da bocea.
Opiata ingleza para alvejar oa denles.
Leile virginal cuja ulilidade reconhecida
tirar sardas.
Vinagre aromtico para quem soffre de tonlics
e dor de cabeca.
Paslilhss de cheiro para ae perfumar aposeot
Ditaa de dito para sa^ajtar nos guarda-roupa
Camisas inglezas baratis-
simas.
Vendem-se camisss Inglezas com aberturas e
pnnhos de linho e com pregas largas pelo bara-
to prego de 305 adasla, assim como outras mui-
tas superiores a 408 : na ra do Queimado n. 22,.
na loja da boa f. '
Magalhaes <& Men-
des,
recebando variaa fazendas novas as vende por
preco bsratissimo para acabar, na raa da Impe-
ratriz, loja e armazem da arara n. 56.
Cortes de chita da arara.
} Vendem-se corles de chitas finas com 12 1)2
vados por 29500, chsles de lia por 15, ditos de
i seda a 2g, ditos de merino escampados a
* manguitos a golli de linho para aenhoraa
* ?ac a 500 rs. : na ra da Im-
da arara a. 56.__________________
I Arara vende as capas.
\._ Vendem-se cspss para senhora a 6g, ditas de
^ nodrne *a"25 e"30*7 aaloee'ae~arcoi"Uo-
" para senhora, ditoa de brilhantina, ditos
a'-cos para meninas a 25, sslss de cordo que
<9vez de balo por 1*400; na raa da Impera-
iriz, loja da arara o. 56.
Papel amisade branco e de
erres.
Vende-se pseotes com 100 folhss de pspel a mi-
ssde branco e de cores a 800 e 640 cada pacole :
na ra do Queimado loja da aguia branes nu-
mero 16.
xmmmm mmm mmm
iAcabadeche-
gar ao novo
armazem
S
GasteUo-Branco,alfaiate
Velide-se
OSJ
1
Por este annuncio se faz constar aos Srs. offi-
ciaee de todas as armas; tanto deata provincia
como daa maiscapilaes do norte do imperio, qae
I ba a venda bolee do novo padrao, aeguodo a
4 freguesa | ultima ordem do^^iaterio da guerra, venden-
do-aa duaa abotf i por 3*. adverlindo que
ama daa abotuadi de padrao antigo, faz-se
remessas para on'\ pedidas, assim como
tambem ha para rV melhor panno azul io-
glez, e o melbor vellu. ^reio do Porto, fazendas
desconhecldas neata praca, o que ae vende a re-
talho. Os Srs. offldaes qne estso fors da provin-
cia podem renovar suas consignscoes fizando
quantia certa, e os oatros senhores que nio Uve-
rem procurado neata casa podem manda-la, ad-
verlindo que o lempo para a dita proturacao de-
ve ser limitado, acompanhando ams carta da or-
dena pedindo as encommeoas que forem preci-
sas, deveodo ser dirigida! a correspondencia a
Joaquim Rodrigues Tasares de Mello, raa do
Queimado o. 39. Tambem ha galio de ouro su-
perior e ferros franceses para alfaiate, aza forja-
da o par 109-
balances grsndes e peqaenas, e que foramde pa-
daria : no baaar da raa do Imperador.
RETRATISTA DA CASA IMPERIAL
Ba do Cabug n 18, entrada pelo
pateo da matriz.
Esaa galera ornada com os augastos retratoa
photograpbicoa de SS. UM. e das sereoissimas
princesas imperiaes, assim como com os de mul-
taa das priocipses pessoas dests cidade, est a
dsposico do publicvaae .1 p^de visitar todos
os dias das 8 horas da mabaa a5 di tarde, a
examinar os trabalhoa expostps. f
tirar retratos por todos

Coottaua-ae i
temas "
brot-
teo da m>
vico iniernV
Precias
14 a 15 asnos. ,
ra do Imperad
oa sys-
cq, espacialmente por am-
es de visita. Fazem-se lam-
ia turas em talco para se collo-
*-'-is sao os maia rszoavela
..( entrada palo pa-
,c de urna ama para o ier-

um caixeiro pars taberna de
d fiador a saa conduela : na
2.
Dous escravos fgidos.
Em fins de dezembro do anno passado fugio
Nomesmo estabelecimento
Arara vende as saias.
Vendem-se saiaa kordadaa para senborss a
2*500, ditas de 4 pannos a 3*, cambraias lisas a
peca 18600, 2*. 2*500, 3*, 3*500, madapolio fino
de 24 jardas a peca a 4*400, 4S600, bS, 5*500 a
6*, dito entestado a 3* ; na ra da lmperatriz,
loja da arara n. 56.
Cortes de cassa da arara.
Vendem-se cortes de cassa prsta a 2*500, ditos
de cores a 2/500, cortea de organdys com 15 ao-
vados a 7*. ditos com 25 covados a 8*, ditos de
lia com 22 covados a 8$, ditos de gorgurio com
18 covados a 6g5C0 : na ra da lmperatriz, loja
da arara o. 56.
recebe-se todo e
sem lemtte.
qualquer objecto para vender
pzendas baratas.
CorUs decasemirs a 3*, merino asnl e verdea
2f o covado, casemira alvadia e verde fioa o co-
vado a 19900, casemira alvadia de doas larguras
a 25600, bramante de linho a 2*500 a vara, gros-
denaples/amarello a8O0 rs.,tafei amarello a 500
rs., camisas para senhora a S* e 2*500, velludo
encarnado e preto s 2* e 3J, golliahas com pu-
nhos finos a 2f, sobrecasacaa de panno fino a 259,
meias para senhora a 2*500, gollinbaa de ebro-
cb a 5*, paletots de caaemira a 9*. e ditoa de
alpaca fiooa a 4, cbapoa da caator branco mai-
to floo a 10} s a raa do Qaeimado n. 7, defron-
te do becco do Pelie Frito.
Vende-se urna parte no
engenho Iqhama, a qual ex
cede de 5(j)00$, e mais urna
divida que tem de pgarem
os herdeiros do mesmo en
geho, com documentos fir-
mados, avi litando ha mais df
4;000# : quem pretender fa
zereste negocio dirija-se ao
engenho Carauba sito na co-
Vende-se (urna das melhores tabernas da
freguezia de S Jos, muito afregaezada tanto
para trra, cono para o mato, com bastantes
commodos, e passa-se o arrendamento pelo lem-
po que o comprador quizar, de todo o predio ou
s da loja ; faz-se eate negocio pelo dono querer
mudar de negocio, e vende-se metade avista e
matado a praso : qaem a pretender pode dirigir-
se a meama taberna no largo da Ribeira de S. Jo-
si o. 1, esquina de Ssots Rita. '
I
Na roa de Horlaa n. 18 vende -se eapirito de
graduarlo subida, licores de todas ss qualidades,
marca de
cidade do F
se com o S
Pao d'Alho ou na
Lecife a entender-
Laurino de Mo-
v Vende-se lanztoha para vestidos a 310 o
covado ditas muito fioas a 500 e 600 rs. o covsdo
fustios leves psra vestidos a 280 e 320 rs. o
covado, gurguro de linho para vestidos a 280 rs.
o covado cassa a tarca para vestidos s 240 e 280
rs. o covado. cassas francezaa fins a 280 e 300
o covado, ditas organdia a 320 rs. o covado: ra
da lmperatriz loja da Arara n. 56.
v
raes Pinheiro.
seravo ionio de nome Bonifacio, olbos abnga-J niz. fino e genebra tudo por menoa do que
loados, estatura regular, grosso do corpo. nade-1*"0. oul qealaer parte, tambem se vende lin-
as grandes, com (alta de dons deates na frente,
regrists e intitala-se enrandeiro; tem sido
visto pela Estrada-Nava, Campo-Verde e Boa-
Vista, orno tambem j foi pegado de outra ves
3ue fugio em Olinda. Tambem se auaenlon no
ia 6 do correte mez do julho, outro eacravo
rioulo da nome Luiz, estslura regular, groseo
do corpo, olhos meio vesgos qua o faz olhsr am
pouco atravessado, com falla de dous denles na
frente, tem oa ps apalhetados a toma tabaco ;
j foi pegado de outra vez qae fugio para as ban-
das de Serinbiem : quem os pagar e os entregar
no caes do Raaos casa n. 4, aera bem recom-
panaada.
_ Traepaasa-se o srrendamenU do armazem
o. 73 da ra do Imperador com aa meamaa coa-
dlc&es do dito arrendrseos, feilo por escriptu-
ra publica pelo lempo de 6 annos, o faltando-lhe
anda 5 anooa o 7 mezea para vencer-se. coja .Borzeguinsde vaqaala inglezea a 8*500.
galeas do sertao a melbor do mercado por preco
mallo barato e muitaa maia qaalidadaa de gene-
ros que s avala dellea se fazemoa preco.
Vendem-se 'dous fardamentos
completos muito ricos para boleeiro e
pagem com chicotes de prata nos hom-
bros e colletes bordados : na ra da
Praia taberna n. 53.
Pe chin cha
Na praca da Independencia n. 37 e 39 vnde-
se borzegaios de lastre para homem a 6*, 5* e 4*.
Borzeguina da aanhora a 3g, 2* a 1|.
armazem o melbor que ha em dita ra, t0^
aefca bem preparado para armazem de leiloei f o
oatro qualquer oelabelaeimeoto de importancia :
oa pretendealea eotendam-se com o actual ren-
Oiro Cragori Antones de Oliveira no teamo
i a qoalqaer hora do dia.
Bspstos rasos de loatro sen palto a 2*.
Sepat&ea de lastre pera homem e menino a 2J
Borzeguina da lustre para meoloo a 2f."
Sapatoa de tapate a 1|. _
pitos da tranca a 1*180.
*&
Sapa toe de NUaa fiante 500 rs.
m
ua do Queimado n. 101
LOJA 't! 4 PORTAS
de 9
Ferro Maia.
Vende-se airaeguintes fazen- 2
das pelos baratissimos precos .
abaixo mencionados:
Capas de grosdenaple preto !
bordado a 25^.
Manteletes de dito dito 20,
25 Sdjjl.
Chales de touquim boj^-dos J
os melhores que tem appareci- |
don mercado a 8, 40,15, 20, J
25, 30, 40 e 500.
Cambraia e hitas f rancezas J
cores seguras e lindos padrees a j
a 240 e 260 rs.
Laa aberta matisada a 320 e '
400 rs. t J
Muitas outras fazendas exis- j
tem expostas aos compradores j
que segundo seus precos nao '
deixarao de agradar.
NO
Torrador.
n~Largo do Terfo--2S
Manteiga ingleza flor a 800 o 960 rs. a libra,
dita franceza a 640 rs., banba de porco a 400 ra.
a libra, massas maito unas para sopa a 400 rs. a
libra, queijoa do reino a S*,ditoa do sertao a 560
rs.a libra,aeiveja das melborea marcas a 500 rs. a
garrafa, sardiohas de Nantes a 400 rs., toucioho
a 320 rs., bolacbinha ingleza a 320 rs. a libra,
aiaim como se venda outroa muitoa generoa ba-
ratissimos, passas a 400 ra. a libra, sao maito
novas, e se alguem duvidar venba ver no Torra-
dor largo do Terco n. 23.
Gambraias
Vendem-se esmbraias de cores de bonitos e
alegantes desenhoa a 280 e 320 rs. o covsdo: na
ra da lmperatriz, loja n. 20.
DB
[Bastos k Reg]
Na na Nova jnnto a Conceico
dos Militares n. 47.
Dm grande a variado ortimanto de
9 roupas fei tas, calcados e fazendaietodos
j| eates aevendem por precoa mu""-nodt-
ncadoa com _0-
mo sejam a lores pan-
nos e casacoa le. 'moa flgari-
nos a 26*, 18*. 3uf e a 3o9, paletots dos
masmoa pannos preto a 16$, 18J, 20*a
I WJvU>Va1.tW>g a a 24*, ditoa de casemira de cr mes-
dado e de -)vos padres a 14|, 16|, 18*,
20* e 2*' tos saceos das meamaa ea-
ae mi raa .corea a 9*. 10*, 12* e a 14|,
ditos pra a pelo diminuto preco de 89,
10* e 12*fditos de sarja de aeda a so-
brecaaecadoa a 12g, ditoa da merino de
cordo a 11*, ditos de merino chinez de
apurado gosto a 15*, ditos de alpaca
preta a 7$, 8*. 9* e 10*. ditos saceos i
pretos a- 4*, ditos de palha da seda fa- \
zenda maito superior a 49500, ditoa de ]
brim pardo e de fuslao a 39500, 4* e a (
49500, ditos de fuatao branco a 49, gran- j
\ de qusnlidade de calcas de casemira pre- 1
I la e de corea a 7*. 89,9f e a IOS, ditaa
1 pardas a 3* e a 49, ditaa de brim de co- ;
! res finas a 2)500. 89, 3*500 a a 4g, ditaa
de brim brancos finas a 4J500, 5*, 5J500
1 e a 6*. ditaa de brim lona a 5* e a 6*,
colletes de gorguro preto e de cores a
1 5* e a 6*. ditoa de caaemira de cor e pre -
ios a 4*500 e a 5$. ditos de fustao branco
e de brim s 9* e a 3*500, ditos de brim
lona a 4*, ditos de merino para luto a 4*
e a 4*500, calesa de merino pars lulo a
4*500 e a 5*. capas de borracha a 9*000.
Para meninos de todos os tamanhos : tal-
Caa de casemira preta a de cor a 58, 69 e
78. ditas dilaa de brim a 2f, 8| e a 39500,
paletots aaccoa de caaemira pela a 69 e
a 7* ditos de cor a 6* a a 7*, di-
toa de alpaca a 3*. sobrecasacos de pan-
no preto a 12* e a 14*. ditos de alpaca
preta a 5*, bonota para menino de todas
ss qualidades, camisaa para meninos da
todoa os tamanhos, meios rices ve tidos
de csmbrala feitos para meninas de 5 a
8 annos com cinco abados lisos s 85 e
a 12*, ditos de gorguro da cor e de la
a 5* e a 6*, ditoa da brim a 3*. ditos de
cambraia ricamenteborbadoa para bspli-
aados e muitas outras fazendaa e roupas
feitaa qae deixam de aer mencionadaa
pela saa grande qaanttdade; aasim como
rasebe-se toda e qualquer encommeoda
de roupaa para ae mandar manufacturar
e que para eate flm temoa um com plato
aortimento de fazendaa de gosto e urna
: grande offlcioa de alfaiate dirigida por um
hbil meatre qae pela sua promplido
! perfeico nada deiza a deaejar.
SEDAS
Cinco tustes.
S na loja do pavo
vendem-se sedas de quadros, dilas de listras ao
comprido, e ditas de listraa atravessadas, ditas
de quadriohos, sendo dos melhores padres e de-
licadissimos gustos, com lsrgurs de chita ioglsia
a 500 rs. o covado, pechincha, e do-ae ss
amostras com penhor : na ra da lmperatriz d.
60, loja e armazem do pavo de Gama & Silva.

Fazeidaspretas
superio s. N
Grosdenaple prelo muilo Lperior pelo dimi-
nuto preco de 29 o covado fnno preto muito'fc____
no a 3, 4, 5,6, 7 e 9' io, casemira preta
muito fina a 2g, 29? 500 a 49 o covadb,
mantas prelas de b lo superiores a 129.
manteletes de supt Isdenaples pretos ri-
csmenle bordados Jbrecaaacae de panno
preto muito fino a o.v, essacas tambem de pane
preto muito fiooa 30*, paletots de panno preto
fino a 18 e 209, ditoa de casemira de cor mas-
ciada a 18*, superiorea gravatinhaa eatreitaa a
V9, ditaa de selim maco o de gorguro muito sa-
' iores para daos voltas a 2*. dilaa estreitinhaa
P\ lindos alOnetes a 2*. superior gorguro pra- /
t0ILara colletes a 4* o corte, ricos aofeites pretoa
10 P e assim outras muitas fazendaa o,e.Mida..' J
ratos : ns ra do Queimado n. 22. na bem coobe-
eida loja da boa f.

4
do
ob-
A loja d'aguia branca, ra
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultimo vapor os seguinles
jectos :
Bonitas ligas de seda para senhora.
Grsndea e bem tecidoa bandees de clina.
Aspss de seo, e, fila elstica para cuta de baio.
Bonecas grandes mu i bonitas e bom vestidas,
Bonitos bauzinhos com 9 frascos de cheiros.
Lindas caizinbas com 6 ditos de ditos.
Trancellim grosso de cor para guarnecer vestidos.
Luvaa de camuraa brancaa e amarellaa._________
Lindos boioes de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de ieceber lindos
boiea de porcellana dourada com fina banha s
maviosaa ioscripcoes, os quses por suas delicade-
zas e peifeicestorofTi-se dignos para presen-
tas, e com especialidade na setaal quadra, quem
goslardobom dirigir-se com dinheiro ra*
do Queimado, loja a'aouia branca A. 16, que acha-
ra em que bem o empregar.___________________
Ghegaram as desejadas rosas
artificiaes.
Agora djve cessar o desgosto que muitas se-1
nboras ssntitm por nao terem comprado daspri-
meiras rosas que a loja d'aguia branca recebeu,
isso porque dits loja acaba de receber um novo e
maia briibante aortimento dellas, viudo estas de
maisa mais dalicameote orvalhadst. A senhora
que com a pequea quantia de 5* comprar urna
dessas formosas rosas, sentir um effeito anda
msis rpido (relativamente ao caao) do qua
aquelle que prodaz o prompto alllvio em qual-
quer molestia. Cumpre, pois, qua ae nao de-
mreos tm as mandar comprar na ra do Qaei-
mado, loja d'aguia branca o. 16, pois do contra-
rio ficaro sem ellas para S. Joo, o que nao
convm. Na mesma loja vendem-se outras rosas
mais baratas.
Velas a 640.
Vendem-se eslas com 25 libras de osperma-
cete a 640 a libra, a retalho a 680: na travesea
do pateo do Paraso n. 16, com oito para a'raa
da Florentina.
E pee-hincha.
Na raa do Crespo, loja de
4 portas n. 8,
vendem-se cortes de chitas largas escaras, de co-
rsa fizas, de 10 covados, a 2* o corte, eassaa da
corea fizas, fazeada qae aempre ae venden pos
610 e 800 rs. a vara, a 240 o covado, e oalrar
mulls fazendas por precos baizos que s vista.
M
# Vende-se um cabnolet de i Q
|| rodas em muito bom estado, as-
$} sim como um cavarlo ruco, do- (p
de muito bons andares :
Peixes em conserva,
Emfim chegou o afamado pelxe Salmn e La-
goatas do fabricante Thomaa Koight, em latss de
2 libras, vindo em. direiiura de Terra-Nova, no
patacho Susy : em casa de Jamea Crablree & C,
rus da Cruz n.42.
W ^^,^2 9 vo e de muito bons anclares : na
m ra Nova n. 56, sobrado deum
Vende-se por neceaaidade e por multo menos
do seu valor, ama mobllia de amarello composta
de um eefa, 12 cadenas, dous coosolos, ama me-
sa redonda, am lavatorio e una mesa de jantsr,
tudo em muito bom estado, ss pessoas qae s qul-
serem Comprar, dirijam-ae a loja do sobrado da
ra daa Agaa Verdea n. 100.
andar.
*
Vende m se 2 casas ai tas oa Capunga en-
trada da Baiza-verde na. 39 a 41, em chaos pro-
prioe, bons quinta es plsntados e sgaos arvore-
des da fraclo, como sejam laraogetras, sapoti-
_____ zeiros, manguelraa etc. e cacimba com maito
No pateo ao rmo n. 1, veade-sa orna ea- boa agua de beber: tratar na praca de Pedio
crsva de booits Ufare, propria para ledo serrico, U, o. 4
% Acha-ae 4 venda no escriptoro da Aotonl
Luis de Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1
a obra escripia pelo visconda de Uruguay.Ensaio
Sobre o Direito Administrativo; deixamos de te-
cer elogios a esls obra, basta o nome de seu au-
tor para a tornar recommeodada, daos volumes
em brochura 10. encadernado Hg.
A yerdadeira essencia de ail
para engommado
Acaba de chegar para
raa do Queimado o. 16.
a loja d'aguia braoca,

Predio venda
Vende-se a boa casa de doas andares o. 28 ds
raa daa Crazas, balrro da Sanio Antonio, esa
chaos proprioa, e em perfeito estado de consar-
vac.o, visto nio preclssr de oncerto slgum ;
fsz-se esta venda em sonsequencie de sea pro-
prietario ler-se retirado dests provincia : a tra-
tar na roa do Trapiche n. 14, com Manoel Al ves
Guerra, que tem os poderes necessarios para a
dita Tanda.__________________________________
Vende-ae a caaa de sobrado de um andar oa
travessa do Livramento o. 10, em chaoe proprioa:
na roa oova de Santa Rila ns. 9 e 11 se diri
quem vende.
Attenco.
Vende-se am lindo mus linho de 16
nos, proprio para todo o servico tal]
de Apollo a. 86,1* andar,
Superiores atoalhaos
adamascado.
Superiores atoalhado adamascado com 8 pal-
moa de largara a 1(600 rs. a vara : na ra- do
Queimado n. 22, na loja da boa f. ____
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Vende-so muito superior damasco de l de___
urna s cor, muito proprio para colzaa e para
ornamentos, com 6 palmos de largara pelo
rato preco de 2jj800 rs. o covado
Queimado n. 22, na loja da boa W.
na
ba-
raa do
Verdadeira pecbiocha.
Vendem-se cortes de superior gorgurio de se-
da pira colletes pelo baratisaimo preco de 1$,
29 e St o corle : na ra do Queimado n. 22, na
bem coohecida loja da boa l.
Para os tal quistas.
Lencos maits finos a imitscio des de linho de
maito bonitos padres e de cores fizas muito
proprios para aa peaaoaaque tomaffl tabaco, pelo
barato preco de 4|800 e 59500 a dazta: na raa
do Oueimodo n. 22, na bem conhecida laja da
boa fe.
Bramante de linho.
Vende-se multo superior bramante de linho
com duas varas do largara propria para lencear,
pelo barato preco de 29400 rs. a vara; na bem
conhecida loja da boa f, na roa do Queimado
n. 22
Vendem-se caixes va-
fc^oprios
ttro,ai
ipographQsJI
.
.
ItLGIVEl)


flflHi
l
1

.
**
~9* W'AIS
Ricas itas para chapeos,
di
A toja d'agu jaba de recetor -
mwiiuna aorimeoto rica* fitas, lio boas
aa qaatidade qo booiUa nos deaashos, t
atre atlas o mili larga que pOMirel;
* atgamaa peces brancas coa cent ^
proorio pera inscriptas, Quitas outras i-il-
rereatea coras cano de caf. rosa, asear* He.
etc. e como de sea louvad costme : !oj
d'agtiia brsncs, na mi do Queimado n. 16, ren-
de por prego eommodo etsis boas e bonitas fitas.
V.ode-
, do
Qft
iion
x

Nova allenco. ,<
O Tigilante acaba de racebsr boto sorlimento
difarsos objeclos qae se Tndem pof manos
20 por canto do que em oatra qaabyaerparte.
Sit >s para genhoras.
R.tilssira8 sinlos doucrtoi, pelo baratissimo
'ir*0 2*. com reA ao lado a 4. assim co-
ma .nl T*Rllaoti_'ns'4T/Crespo o. 7.
afeites.
Vedeas-sa os riquissimos eofeitts de cabeca
dltoa (randados a 2*500. ditos de lago da fita e
Meo de seda a2J: s no gallo sigilante, roa do
Crespo n. T.
Fivfclaspara sinto.
Riquisiimai fl?elas de ac com madraperola no
taire a 19200. ditas de madreperola a 380, ditas
doaradiohas a 340 : s no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Vidrilho.
Lindos Tidrilhes prelos e de corea, pelo bsra-
tlesiase preeo de 1600 a libra : s no gallo vigi-
lante, rui do Crespo n. 7.
Para entreter o tempo.
Os lindos jogos de dminos a 1*400, lindas cai-
aiobas eom jogos de vis por a a 900 rs.: s no gal-
)'i i A bauha lina,
m cepos grandes, chegou para i loaj d.agaia
branca, raa do Qitimado n 16.
mm
das seis portas em trente do
Livramento. 15, 20,30 e 40
arcos.
Grande sorlimento de saias a balao de arcos,
as melhores que aqui tem apparecido no merca-
dc a j")00; 5J, 6$ e 6$500 cada am, dse para
tcoslr com penhor ; a loja est aberta at as9
Horas da ooile.
B^EDiOiNCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWA.
Militares de individuos da todas as nace>
pois testemunhar as virtudes desteramedic
kieafRparaTaleprovaremeaso naeassario,que,
peio aso que delle Czerain tem seucorpos
atmbrosi nieiramentesosdepoisdahiTar em-
bregado inutilmentijOutrostratamentos. Cads
psssoa podft' nvencer dessascuras na-
rarilhosas p. dos peridicos, qua lh'ai
relatan todi _\a ha muitos annos ; s i
wtior parta jpw'^^or prendantes qui
miram os m doo V^ ieDres. Quanta,
sassoas recobra %, oberano remedio
9 uso de saus b ,n \ 4, depois dedw
5rmnecido longo tempo los 'hospitaes.o tai
isviam soffrer a amputasao 1 Dallas ha iau
e*j qua lavan lo deixado asses. asylos de pide
*rajuos, parase nao submeteren fssto^-
;o iolorosa foraas curadas completamente
rfiaata o uso desseprecioso remedio, u.
cas diante So lord corragedor e outros magia-
ttaios.afim e sis autenticaren tus afirmaliv
Niiigueas desesperara do estado desande s
swosse bastante confianza para encinar asta re-
m*iio eonsianiementeseguindo algum tempo t
VaUmento que necesstassa a natureza do mal,
jo resultado seria orovar idcoduiuTalmente!
Qua ludo cura.
unajuento be a til, mala particu
larmeate nos se&ulntes casos
K500SI00JQ L-______,
jLoja das
tas emreat do Livs
ment
Baldes de 15, 2''. ~ ) e 40 arcos. 1
Grande sortioioKi,.-i, ...idea ele aros
os melhores neui (nou.ia e grandes,
chitas bancazas largaa caceras a S9U a
240 rs. o corado, ditas eatrettaa mindi-
nhas a 160 ra. o corado, cambraia lisa
para forro com 8 l[i varea a 2a a peca,
ditas finas a 8, 4. 5 e 6J multo unas,
dilia de salpiqainho com 8 IrS Taris a
M 3*500 a peca, cobertas aleoxoadas bran-
" cas e de cor.i para cama a 4&500 e 51,
ca*V e eore trancesaa tintas seguras
a 3i0 ra. ocarao, pc^a de breunha da
rolo a 23, algodlo trancado alvo mello
5 largo para toalhaa a 1| a eara. anfeitea a
GnbilJi todos pretos a 5 cida-um. len-
cos braoeos eom barra 4 orea a 120 ca-
da um roupafeita de todas aa qealida-
Kdesi n.uilo baratae. a loja esta abarla at
a 9 ; ras da noita. sw
*ms mmmmmmmmm
Superior caldo Lisboa.
, T! P" ender am porcio a retalho Anto-
nio Lais da OHTaira Azoado & C., no aen es-
crptorio ras da Cruz n. 1.
WOS AIMA2ENS
PROfiRESSISTi
PR06RESSIV0
OB
S. kNNA-
ENDE-SENOARMAZEIH
PROGRESSO
h
i
Na ra da Camboa do Carmo loja n.
12, veude-ie toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mais
eommodo do que em outra qualquer
parte, az-ie toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior b re vida-
de e o maior apuro da arte.
Grande
lliquidacao por todo
o pret^o, na bem co-
nhecida loja do Ser-1
tanejo.
Ra do Ooeimado n. 4S.
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas eseorss finaa a 160, 180 e 200
rs., cortes da vestido pretos bordadoa a
Telledo de cusi de 150$ e se Tndem
por 30-40J, 50} s 75, sabidas da baile
de t a setim a 120 e 13$. rrasiese
P*ra golliahas
800, 900 a Uaaa. ., bordadae a 120
rs., casareques de fastio a 5$, 6,7|, 8J,
meias de seda brancas e pretas para ae-
nhoraa 1J20O o par, tiras d_babadqs ,
300 e 360 rs. o covado] cambriia "preVi" a
400 a 440 rs. a Tara, orgaody' 1e corea a
600 rs. a Tara, 016 braneo aseado
para cortinados e vellidos a < a 500
DARTE & C.
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
Aporcas
C timbras
Celia*.
Aneare.
Corladuras
>ares de cabe;a.
das costas,
dos mambros.
Eafermidades da culi
esa ge ral.
Ditas da anus.
EtapSdeg escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Ftiaidade ou falta da
calor aas extremida-
des.
Frieiras.
(engiras escaldadas.
Incaaces.
Htnnaaco do 6gado.
inuaaamac,ao da baxifi
da matriz
Lepra.
Males das pamas.
dos paitos.
de olhos.
Mordeduras da reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurae,5es ptridas.
Tinha, am qualquei
parta qua saja.
Tremor da ervos,
ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Vande-se este ungento no estabalecimentc
geret de Londres n. 244, aStrand, a na loj
d iodos os boticarios droguista a outras pes-
iis ancarregadas da sua venda em toda i
4ssriea do sul, Havana a Hespanha.
Veade-88 a 809 rs cada bocetinha comea
Rm instrucfio em portuguaz pira explicar o
oi;xk de fazer uso deste ungento.
O deposito garal 4 em casa do Sr. Soum,
karraaesutico, na ra da Crui n. 92, ea
psmambuco.
Panno de algodo da Babia.
Veade-se no escriplorio de Anlonio Lnix de
qiiygira Azavedo & C, na ra da Cree n.l.
Aljfar fino imitando perola.
Vende-eea 500 ra. o fio da aljfar fino, imi-
ttfle perola : na raa do Queimado, loja d'aaui
kraaea ti. 16.
rs. a Tara, corles de olleta la ;aeemira fi
bordados prelos a 2$ e 3#000, ditoa de II
velludo de cor e pretoa a 8$, 4$, 5j) a 6 U
*> ^'illts .de brim braneo francezea !
55500 a 43500, ditos de casemlra de'co- S
res o prelos a 14 e 16$. ditos de alpaca a
f| preta e de corea a 3$, 3J500. 4$ 450O, S
camisas da pejto de lioho a S$5O0, cortea S
de colleta de Rorgurc r 1*500. 1*700 II
2200, 3J 3S500.coll-ies feitoa de brim' !
braneo a 2$500. ditos feilos da gorguro 1
a 2500 e 3500, diios faltos de caseml 5
a 3500, 4S 4500. ditos de velledo il
.Si?e '* dilos da u,l5 da cores a S
IgoOO, um variado sorlimento de meias X
para homem e sanhora, grinaldis com 1
flores, chales de froc, espartilhos, e to- 8
da a qualidade de roupas feitas para ho- |
mem que tudose Tsnde por melade do
seu Tilor.
Mmm mmm mmmmmm
Attenco
Chegou para a loja da victoria, candiairoi a
gaz de novos goilos e modelos, tanto para aala
tomo para aseada e quartoa-v para outras muitas
ousaa: na loja da victoria na ra do Queimado
o. 75.
9 LARGO DO CIRUIO 9.
fre2uaMnrS^fflritrSlle^*Cfsdtoios tmum' Pcipamo aos nossos numerosos
2* qLLS L!* ',p0r^ .MT,0S d ^ "baos de nVssa propfia encommenda os
0T0T0 .ll^ te mol^?> Pr > Podemos Tender por meaos 10 por cento do
BJggg'J "J"0/ m*mum o noM-iri por isso pedimos a todos os Srs. da pr.5a e do
ggfrJ!M> M woderamao trabalho da mandare experimentar, o favor da o fazereWcertos
mmZTJZE!! **? ni PBP,wino forS P bem servil-es anda mais a pessoas
S??} "* d '1**' o eompralore que s na ra das Cruzas n. 36 e largo
g~gJ?Afg dev8m. iaiw$" pwiaderes, pors muito se OTdam com outras casas quasi
dos mesmos ttulos (Progresaista ProgiwsTo) pois sao as duas nicas filmes.
anteiga ingleza .Bli8 nova emi8 super.10r d0 marcado a900 rs t Ubr
6MT?a franCe5,a "** 9o P^e deseiar a 550 rs. a libra em barril a
r fJUXlal nai espeeiaj qae se pode encontrar a 2$880 a libra.
Ojia nySSOII 0 melhor que se poda desejar d* 2*400 a M>800 i libra.
3. _Pret o que se pode desejar neste genero a 2$ a libra e a 1600 o ordinario.
QueiJeOB flamengOS chaguo, no ultimo vapor a 2 1,700.
^ueijO pratO 0 melho do mercado a 600 rs. a libra e sendo inteiro a 500 rs.
Qliei/OS dO SC la O muito superior a 640 rs. a libra tambara temos para 500 rs.
Passas era caxiohas de 8 libras ,2500 .soor,.. ibr..
-J! igos em ealxinhas de s uh.. iwob e aoo rs. lv..
Araendoas da casca mole, 320 r... nozes. ieo rs. .ib. multo m
Ameixas franeezis.ttiv*m*mhmm*mm .4,000.
- "? ****&* a melhor do mercado em l.us de duas libras 400 rs. a
Doce da casca da goiaba *oo rs. o c
Tmaras emc.mnhesPropri.s para mI*"00 v0 "' Iib-
Latas com frutas em ca>
Jperie a 600 rs.
mendoasatgnfetadi^
VinoT^nerosos ^Mm9
fioo, Pedro V, Telho secco, genuino. R
129 e 139 a duzia a a 1,100 a garrafa
nitoA .... .. ,_____:_____l__
do Porto, Lisboa e Figueira. x
derVeiaSdas melhores marcas a 60..
DE
~\
Francisco Fernandes Duarte
largo a Penha ate
em
"opeesgo, damasco, ginja, taxU9>
as cores i 800 rs.
Quintes quali'*- *
aes, duque do Porto, P.P...'' ltaia.1ll.m%1A
Feitoria. e Madaira ra "B,1*i|"tt
Os melhores gneros que em a este mercado e por meaos 10 por cento do .na Jm
qualquer parte, g.ranUndo^ a boa qualidade, por isso rega-se a todos os Snrs. da VLT!mi
^Zll'liT9^"^-^"^^^^^" a este muito acredito m^T >
m\ n! dlfferen5a de ^^ e 1a,,idade 1e faz /ossem comprados em outra
^M*m|k^*, $?***? V*T* "^ de S* ,oo 80e "' ,ikr *"> tem-se pera
640 rs. a libra sendo em porcao, unto de urna qualidade como de outra se faz abati-
Batatas nO^aS em caixas com duas arrobas por 89560 e em libra a 50 rs.
mt?l5,a^1**leXm da safra noT. de prineira aalidadn a 850 a libra,
barfil j.n abatimento.
a^^t^t ******* mais "o** 64 libra, am barril a 600 rs.
imaljaa ao Velae muito frescosobegados neste ultimo vapor a 29000 ditos
gados no ultimo navio a 19800.
(laaiia ntato
p, V ma,S 8upflrior que tem v,ad* a Mt mer"lo > 800 rs. a libra. '
aK 1 ^ me^r qUe W n mercado a 2*800 e 2*200 ,ibra ananca-se a boa
*"* 1lX111* o que se pode desejar neste genero a 39000 a libra. ''
Caa prtlO homeopathieo a S,200 a libra em porjio se faz abatimento. ^
^MOM nV0S de P"i0 tran8ado"" 230 rs. a carta e em caixas eom 40 r "as por >
LataS eam amaadoaS eonfeitadas, proprias para mimo, contando mai V-
feitese assucar candido por 1,000 cada urna.
afaSaaS em caxnbas de 8 libras chegadas altimamenle a 29000 cada
a 480 rs. a libra.
iHuaxmna de soda em latas com diferentes qualidades a 19440.
j DOiaXiana ingleza a mais nova que h no jajerr-J~
a 320 rs. a libra. ^__^ --
Viaboa P^P^iUaV^Korqwlidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 e 640 rs.
^M/flftijMfui caada a 39500, 49000 e 49500.
fS en garra iadOS Duque do P*rto, Lagrimas do Douro, CareaTelIos, Fei-
toria Telho, e de outras raa i tas marcas acreditadas a 1,200 a garrafa, em caixa a 129
tarabem ha para 19000 a garrafa.
4*000 a barrica
Vlnn
r, (Jarcavdllos, Feitoria, e Hadeira seeea a
muscaiel a 720 rs. a garrafa.
a cenada e de aov wuu rs, a garr,faf
de 16 garrafas a 69000 cada nm.
vindo ao nosso mercado em frascos grandes
| Ricos pianos
@ de yario autores, vendem-se
@ em casa de Kalkmann Irmaos &.
f^ C, ra da Cruz n. 10.
Potassa da Sussia
Veaie-se em casa de N. O Bieber &
C, taccessores. ra da Cruz n. 4.
*. 7, VeBle"e Por Pfe?o muito barato urna ta-
aleta propria para frouta da loja, aera, aeaim
aataum Qteiro tajnbni proorio para Tender fa-
aaaaa\a miadetas, lendo j argolaa para depen-
dsrar ns meimis miudezai ; na ra Dueili nu-
Bjere 75.
Vende-as uro boi muno gordo, e trabaiha
aem ite carroc : a tratar na rur doi Pire, n. 31.
Veode-ae ama laberoa em urna das me-
lh8rer4ad*reg..eiade Sanio Anlonio. com
*w^nUeD t,pi,a< sue u,f* oio cheKue a
wwauo. prepra-nata um priocipianie : quem
retender Ork-a- i ra do Li Tramante n. 8
rtaia. que an .liri g..m Ur. o lipgorj.-.
Canditiiros j gaz.
/sSr 222 L ga,,HqM lem Tiodo M '"""Jo.
3 conamodos : na ra do Queimado
Attenco
Guimsraes & Lur, donoa da lola da miudazaa
da raa do Qaeimado n. 85, boa fama, participim
ao publico qae o aen estabelecimento ae echa
completamente prvido dai melhores marudoraa
tendentes ao mesmo eilabeleeimento, a metilos
aatroi objectoe ie gosto, sendo qu ni todos rece-
bidos de anas proprias eocommendas : a eatendo
ellos tnleiramenta resolTidos a nao Tanderem
Hado, aflangam Tender mais barato do qne ontro
qaalquar ; e Jautamente pedem aoi aeae deredo-
res que Inea mandem ou Tenham pagar oa aeua
dabiloa. son pena de aerem jutUcadoi.
Soahall Mellora & C, teodo receido or-
dam para Tender o sea crescido deposite derslo-
gloa ralo o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portante, ispeaaoaa qae qaiserem
posmlr um bem relogio da oaro oa prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproreitar-se da op-
portunldade aem perda de tempo, para rir eom-
pri-los por eommodo preeo no sea eatrlptorio
roa do Trapiche a.8..
Sap frocez.
"isasiSisstssr' '*
Moendas^ meiaa moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicio
de D. W. Bouman.
Rua da Senzalla Nova n. 45.
Neste estabelecimento rende-se: ta-
chade ferro coado libra 110 rt. dem
de LoW Moor libra a 120 r.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Oenebra da Tardadora boilanda em garr
vieneora iuliana a mais sublime qae
a 2,000 cada nm.
rrasq liei ra Com ll frascos de genebra^Ie Holanda ,800
ivarraioeg com Sgarrafas de superior vinagra a 1000
Viiiagre puro de Lisboa 3 r, .girrafa a 11|800 % ^
Marrasquino mi,SUperior que se pode desejar a 19000 garrafa
mmpmmeete m8 suparor do mercado em caixinhu de 6 libras a 200 e 700 rs.
Velas de carnauba .u^.arrob. .38o .ibr..
A'COretaS comazeitonas as melhores do mercados 10400.
CaX38 eom 1 arroba hespanhola contendo maearo talharim e aletria a 60000.
'a 1XIeneIo riST qU,Udd9S ^ maSS" Ca, Ma eS,rd,Dh P"id8 *> 6000
SiSas c Pai os m mflihores d mercad 58 **
tiaUeS o melhor que se pode desojar a 700 rs. libra.
I rezUlltOS o que se poda dezejar de bom a 640 rs. a libra.
LllgUlCaS finas em latas j promptas a 1,600.
Peiie em latascminhas parg0, tHngado8>mQ0
*. OUCinllO do reino a 280 rs. libra do novo, o 240 ra. do velho.
Banha de porco melbor do mercado em latas de 10 libras a 40O00.
Massa de tomate amlatasde t librri, 700ftt
Paftl!faS rrH 8Pa **-* 0rs.ea.etria.Oi0 ra.
Palitos luados mmmmm 20 mMm, 200 r|
Pa pe I g re Ve p,utado a liso muito superior a 40000 a resma.
jrya aOCea360.pimenta.360,canell.900rs.,ecomiahosa 800 rs. a libra.
PalltOS do gaZ JOSOO a groa 20 ra. caixinha. ^
Sal refinado m pacot8dema4d umt 1bra. 10^ $ ^ ^^
^u0 u amu> boto a 280 a libra e sewdinha 200 rs
Hed ltra;v60r8,t,bre8omn,,a8 -m-i
Caixinhafi rt n6,hordo *""<*> d 80500 .90500a.rroba.
!~ a SE"E?^^^ Oaj
Ch9colte hespanhol r***.^^,1bri
hrvilhas portuguezas e Oancezas ?s -
alati. VttMCezS e feyo verde de 640 a 720 rs.
10800
das marcas mais acreditadas a 150000 e 20,000 o gigo, e em garrafa a
Bohzinba de Soda,,.M, 1|400
Sardmhas da Ntntes ,,., .
AMite doce recado iM. 8M _
ArrOZ am MCCOg de 5 ari0Daj do ^n,^ %^0o
ta*.; 4 C .- rua da Seuzalla Nov. JTSS^^
lto* PJw preee. mc^vtbVos^Ito sqoeL da &TC^ *"e^ "-
MUT
veja ^imim mhrinhi^n llU\a franeazas e portuguezas em latas de 1 libra por 640 rs.
ll*** te tomate m Utus de l libra por 300 rs.
!*^m?tm^mm em ,ats de l e meU libra por lf500'ditas com 3 libr po'
meadoms de c^ ^ mul0 novas 320 r8 ^^ m ^^ ^ ^^
ClOZei, 120 rs. a libra e em arroba a 30000.
Metrt!po*rte ulWm; '" -> -T
i^SlreUla\Yifi, pevide e arroz de massa branca ou.marella, a 640 rs'. a libra, e em ca-
xinhas muito enfeitadas se faz obatimento.
^ U ttK? iS^ ff K fi8mbre "tambem ha^urguez para fiambre a
b*0 rs. a libra *no o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
SalanM^* "uil nv"' 56 "' *Hbra e m barril M ar 8ba*iment0-
Xaam ^ST7S!S *"* ^ ** *" M" t0mt0 a toda hora 00 rs. a libra.
TS5i aA,"eU mUt ^ a -1- d -. arroba
b> luaM 6m ,atoSJ* Pron,P,as P*ra con>er a 1,800 cada urna.
B&nVva de poreo M.j ,
l>ita em b ll em com 10 libras por 4*300,
Carttea eos XwjaTaSs.' *" "'' '*" """"^' M""
M.aTBie\adsl """"^ pwprtos para mimo a 500 rs. eada um.
a UbraT n,P6raldoam^Abreu ede outrosmuitosfabricantes de Lisboa a 800rs. ;
I M* 6 Alpecbe em Ulas de 2 libras Pr mo a uma
CIL^- C",d-a aS ^Ttortuga, como se-
l\ft damasc0 ame,MS 8"ja sereijas aOdp rs. a lata.
UOeeft SeeetS e em calda, em latas, de 4 a 5 libras por 1500.
^tiJi^ aub- --^.
evaainha de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e e. T
batimento. f~-
S\s7i ll *
^4a. muuo noro a 320 rs. a libra eem garrafes eom 6 libras, ^
f do reino dag marciia SSS 00 8afca a 1* r^ a libra.
Ulia do Maranhao alva e cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 40500.
~ eiai de carnauba refinada a 400 rs a libra, e em arroba o 12,000.
Meite Ojee refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas a 90000.
W imagre de Lisboa a 240 rs. a garrafa e-ora caada a 10808.
W ahO cherez verdadeiro a 10500 a garrafa.e ea caixa 140600.
VllVlO braneo de Lisboa o mais superior que ha so mercada nB-
640 rs. a garrafa e em caada a 4,500. d ^P Para ""
*** suspiros do fabricante Brando em meias caixinhas, por 2,500.
**** gugpro8 io tArieiaXt cjjun,, ft fuijojj ana mrig, j^|ai a 20000.
Al Ut"C*K*** m N8*1U Impe,lt,' V*gnte^ *PaBMtoll a 20000 a caixa.
AeaSfc* mU<* ,mP*' l6*r*' *,ib^a, *m arWb> W50,
A iVOliaa nmito novas, t lOeOo rs. cada aa encrete, o a 400 ra. a garrafa.
Atf 01 de Maranhio a 120 rs a libra, e 50400 a arroba.
O XO de poetas em latas das memores qnalidades de peixe qu ha ea Foragal a 10*00 n.
Geaebta 4e HoUaada m .*-ia*,. .
Mofatsavila 8wraifOin 24 garrafas por 9,000.
Iu 7 ingiere m.8 B0Va a 10000 o fraamj fneoa a 040 ra. o nota.

/
llLGIVELl


I
=?=
-
Enfeites para seahora. ^*>^&t)rotdaimpra-
Ot melnoree
parece 5|600,
M raa
do- QaaJuass**..
ftos a da eors que P-
nalofa dVVUtori,
CaixiDh e cabaies pata
as meninas trazerem
no braco.
Molto Unas caiiiohis a ebMpa !,
da 100 rala at 29500: na loja da Victoria, na raa
do Qaeimado 75.
Franjas pretas-com vi-
drilho e sem elle.
Ricoi sortimeotoa de (raDjas pretaa a da cffraa
oai vidrilho a sem elle : aa loja da Victoria, na
rea do Queimado s. 75.___________________
triz numere 60.
DE
GAMA k SILVA.
Vaode-ee Mata estabelecimento todaa aa faaen-
daa per erebos mata baratea qo 4 eoeatve s
com o fim da aparar dinheiro, aaaial cono nao
grande porcio daa dilaa faseodas inteirameote no-
raa, vlndss pelos ltimos navios : oa donoa des-
te eatsbelectmonto rogara a todoa oa seas fragua-
tea, que aa deem ao trabalho de procurar neate
Diarta oa annanrioa da loja do Parto, porqaa
esto arios qne Dio perderio seo tempo.
Cambraias organdys a 280 rs.
Vende-aa cambraiaia organdys con dHicadie-
slmos deaenhos a 280 rs. : na loja a armasem do
Pavao, da Gama & Silva, na raa da Imperatris
n. 0.

5!
inhasde peso verda-
deras..
peso rerdadelras. meadas
na loja da Victoria, na, rae
phoros de seguran*?
Phosphoros de seguranca, per qaa llvra da in-
endio, a 160 ria a caixa: na loja da Victoria,
(81 raa da Queimado n. 75. __________
Baleias para vestidos.
Beleiee muito grandes a boas a 160 ria ama t
"i loja da Victoria, na raa de Queimado n. 75
inha de croxel para lar
byrintho. t
a'daVtei
i melhores Un,
nsveHoa moeTa,ria m : na lo\
ton., na na do Queimado o. 75.
tos dourados para se*
nhoras.
sin tos dourados psri senhoras a 29200,
ponta cahida a 49, ditoa da fita a 1*600:
oa Victoria, na roa do Queimado o. 75.
So o Pavo.
Veada-ae Bnissi masca isas francesas de varia-
dos padrosa a 140, 280 e 280 rs. o novado*: aa
ruada Imperatili o. 80, loja do Pavo da Gaaaa
la dalo
Silva.
Anda o Pavo a 200 rs.
Veade-se abita francesa escura coa dioinsito
toque da mofa a 200 rs. o aovado, a ditas iogle-
ses a 140 re. : oa ra da Imperatris n. 60, loja de
toante & Silva.____________________________
Vende o Pavo a 280 rs.
Gargelo do linho que feito em vestidoa para
seehera oa roupa, pera meoinoa parece aediohaa
a 280 ra. o covade, por ter grande porcio: aa rea
da Imperatris o. 60, loja e armazem do Pavo de
Gaaaa ii Silva.
Tariatana do Pavo.
Vnde-se tariatana de lis com palmiohaa sol-
tas a 820 ra. o corado : na raa da Imperatris n.
60, loja do Pavao da Gama & Silva.
cgtoada-se toase do p
wiTe ti: aa ru da lasperatrit
Gaaaa & Silva.
aosiaeJtassts cesa 10
60, iojade
Chitas em corte.
Vande-aa cortea da chita francesa mello tas,
coa 10 covadee a 59400, affiaaeando-aa aar da
cor Osa: na ra da Imparatrii n. 60. loja e ar-
masem do Pavao.
\GENC1\
Fuodicao Low-Moor,
Ba das. Seuxalla Novas n.4.
Nesta eslbelesimanto continua a haverom
completo sor lmenlo da moendas a meias moen-
das para engenho, machinas da vapor a Uixaa
de farro batido a eoado da todoa oa lamanuo
para dito,
ftflael
Sua do Crespo i. 7,
gallo vigilante.
Neata nova loja ha grande portan da caixiubas
com amendoaa propriaa para brinqvedo da S.
rJooqaeae vende pelo barato preco do 800 rs.
cada urna quem deixari de dar a ama meoina
ama caixinba ; tambero" tea) grande porcio de
cairas proptiaa para doces aacoa que vende con-
forme seos lmannos a 69, 51 e a 49 a dezia,
ameodoae avulaaa a 800 e 640 ra. a libra: s no
vigilante rea do Creapc a-. 7
O Pavo vende a 4$500 rs.
Cartea da baregea com flos de seda teodo 21 co-
vados, com barra, podando-ae faier babadoe, pe-
lo baratiasimo preco de 49500, s na loja do Pa-
vao ra da Imperatris o. 60 de Gama 4 Silva.
Vestidos de la.
^eode-se veatidoa de ltaziohae tendo as saiaa
/promptaa, com muita rada, propriaa para ba-
a 49OO, s aa loja o armazem do Pavio raa
Imperatris o. 60, de Gama & Silva.
eos espelhos de
moldura dourada pary
as.
por
ornar
melhor
Victorie
nara a loja da Victoria orna pequea
icoa espelhos de varios tamaobos tara
'a aalaa, stnsocando-se serem os
Iros que tem ftailo-:~ar1o7r.da
do Queimado n. 75.
La* ra bordan
Lia mai
79 a libra
mado n.
todas M cores psra bordar, 1
a Victoria, na raa do Quei-
do gaz.
aa.
vellos de liabas muito B-
_ tixa, dilaa com 30 no(
..s com 10 novelloa grande
e pretaa: na loja da Vic'.orii
.ado n. 75.
as quinas de Pavo a 4#000
Vende-ae ricas Basquinas de fuslio mai bem
bordadas, fasenda que sempre se vendeupor 1M
a 161000 por 49OOO, para acabar : aa loja do Pa-
vao do Gama & Silva, aa raa da Imperatris
n. 60.
Enfeites do Pavo.
Vende-se ricos enfeites turca e i Gsribaldi
com ricas traojaa e bolotas a 5,000, ditos doa
meemoa mais simples a 2(000 rs., e ditoe de Gtaa
cada um em eeu carlio : oa ra da Imperatris n.
60, loja do Pavro.
Brilhantioa suissa.
Veode-se brilhantioa auisie de quadriohos, fa-
senda muito encornada pan vestidos e mais lar-
ga ose bita inglesa a 200 rs. o corado : na ra
da Imperatris o. 60, loja a armazem do Pavo
de Gama & Silva.
Ara
Vendem
masatnhoe,
oja da ara
vende os palitos.
masaos de palitos finos com
r 200 ra.; na roa da Impedir
56.
Para OOCeS seCCOSJ Bales do Pavao.
Vendem-ae/n el te booitaa cairiohas redonda*,
de madeira,. ue diversos tamaohos, forradaa de|
papis do core?, muito lindas, propriaa nica-,
mentv para doces seceos de qualquer qaalidade,]
pelo barato preco de 4, 5 e 69 a duzia : na ra
do Queimado,, Da bem conbecida loja de miude
saa de boa faynaa a. 35.
Para' S Joo e S. Pedro.
Veddem-a eaixiohaa com grande porcio de
amendoas feiladaa, e alguna confeitos pro-
prioa para o alejo de S. Joo e S. Pedro, pelo
barato prego A 800 ra. cada ama : na raa d
Queimado, na bem conhacida loja de miudasa
da boa tama n.'^5._________ ,
Luvasde Jouvin.
Vende-se luvas(de pellicayde Jouvin brancas,
pera seohora, uliioparoeotecheRadag :na loja do
haga flor, ra do (Jbeimado n. 63.___________
Lavas de seda.
Vende-se luvas de seda eofeitadaa a 1(600;
29OOO 29200, ditas fio de Escossia branesa a ra.
700. ditaa de cores 800 ris, ditss de slgodio a
280 ris ; na, loja do beija flor, raa do Queimado
Damero 63. _______________________________
Escovas.
Veode-ae escovaa para denlas finas de diversas
qualidades a 120,160. 320. 400 a 500 edie : na
loja do beija -flor, ra do Queimado o. 63.
Colchas do Pavo.
Vtode-se ricas colchas de fuslio de lioho de
arjoatamanhoa a diferentes deseohoa : na ra
ivpar.atj p. 60, laja a armazem do Pavio
de Glmi 8l sW
Chales pretos do Pavo.
Veode-Moa mais modsrooa chalca pretos de
ponta redonda com botla, gearoecidoa de bieo
de aeda IfFgo em lugar de franja a 69OOO : na
raadtlmperatris o. 60, loja do Pavio.
Manguitos com goliinhas.
Vende-se manguitos com goliinhas, faseoda
mailo boa, pelo barato preco de 2J00O, gelliohaa
e pannos ultimo gosto a SWOO, golliohas mailo
flaaa e bem bordadas a IgOOO caita ama aa rae
do Queimado loja da miudasaa da Boa fama,
n. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Veode-se pecee de urae bordadas d 5,500,
3,000, 3,500 e 4.000 eotremeioe a I96OO e 290OO
eada peca na roe do Queimado loja de mindezas
da Boa fama, o. 35.
Bonecas fraucezas.
Veode-se bonecaa francesiericamente vestidas
49OOO e 59000, e zfOQO- bonecas de cera com os
olhos trovedeos a tjOOO e39000, na ruado Quei-
mado loja de miodesas da Boa (ama. n. 85.
Fivelas de a50 para sintos.
Vende-se fivelas da ac para sin lo a 19500 rs. e
29000 na roa do Queimado loja da miadesaa
da Roa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias i 120 rs. cada urna aspa de ac
psra balio a 160 rs..aovara, baodes a 19500 ra. e
29OO o par, oa rus do 'Queimado loja de miadesaa
da Boa fama. o. 35.
Cascarilhas de seda.
Veode-sa caacarrilhaa de seda para enfeitar
vestidos a 29000 a pega na raa do Queimado
loja de miudezaa, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha para quem padece
da erysipela a 159000 o par, meiaa de aeda preta
para seohora a IgOOO o par na ra do Queimado
loja de miudesas da Boa fama, n. 35.
Jogo de domin.
Vende-ae jogo de domin finos a l20 : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Botes para pinino.
Vende-se boiesde pvnho finos de diversas
qualidades a 200 res o par. que tambem servem
psra manguitos de seohora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
\ Vende-ae occulos fieos de armacio de
39,19, 640 e400 ris : loja do beija flor,
Queimado o. 63.
5.
roa do
Bicos sintos dourados.
Veode-se allos dourados s 29, ditoa de fita
com fivall dourada a 19500 : loja do beija flor,
rea do Qaeimado n. 63.
Enfeites para caneca.
Veode-se requissimosenfeiUs para cabeca com
franja, e aem ella pelo baratisaimo preco da 51
e 5SO00, ditos da vidrilbos a 15600 ; na loja do
beija flor, ra do Queimado u. 63.
Carteiras.
Vende-se ricas carteiras para guardar dioheiro
deouro e prata' a 29000, 2S500, 19000, 18280 e
19500 '. na loja do beija flor : ra do Queimado
numero 63.
Rosas artifisiaes para cabello:
A. L. B. P. tendo recebido um variado sorti-
mento de bonitaa ribas que se estao asando para
eabelloa, a de panoda com folha de velludo, dttaa
da papal toda a, as man ricas que ae pode encon-
trar veode-se na' ra do Queimado n. 63. loia
do beija flor. \
Vende-se ricos bales arendados com duss salsa
e bico em volts, pelo baratisaimo prego de 69,
ditos de madapolao francs muito Rrandea com 6
arcos a 5$,- ditos com 5 arces a 3g5O0 : na loja
do Pavao. ruada Imperatris n. 60.
Bramante lo Pavao a 10$000 a pega.
* a ;- ba de ebegar a loja do Pa vio, auia nova por-
cio do oi'/^l'.ado bramante de liqho, com largu-
ra de brim liso, tendo 27 varas cada pega, esta
faseoda propria para lences, toalhas, cerou-
las, camisas, etc., a vende-se pelo baratigsimo
praco de IOS a pega, s na laja do Pavio ; roa
da Imperatris n. 60. de Gam & Silva.
Chales Garib&ldinos.
Vende-aa na loja do Parlo, chelea de merino
muito grandea de liatrinhaa a Garibaldi, pelo ba-
ratsimo preco de 495OO, pecbincha : oa roa
da Imperatris n. 60, de Gama & Silva.
Chales do Pavao.
Vende-se chales de merino muito grandes a
31, ditos de casias de cores a 800 rs. : na ra da
Imperatris n. 60. loja do Pavio.
A 2$5U0, s o pavo.
Veodem-se cortes de esmbraia branca com 2 o
"3-fcJi40os a "21&00, ditos de tariatana brancoa a
de corea, com MTfea e babadoa a 39.: na. ;
da Imperatris o. 60,Toja roTaim to pavo Gama & Silva.
Perfua&arias muito finas e
baratas. ~^^- -
Opiata ioglesa a 19500 rs, dita francesa a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedade bygisniqae
verdadeiro a 19C00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para oa denles a I9OOO, dita de Botot tambem
para os denles a IgOOO o frasco, pomada france-
sa em poe a 500 rs. e lOO, 320 rs. asbooetea
mailo uno a 640 rs., 800 rs. e I9OO8 cada um na
ra do Queimado loja de miudcsaa de Boa (ama.
n. 35._____________________________________
A 200 rs.,so pavo.
Vendo-aa chita francesa cacara da cor fixa a
doua tustss o covado : na ra da Imperatris n.
60. loja e armazem do pavio.
wande e
ffA______
31Rua Direlta3i:**
aata rico a bem montado esUbelecimente an-
ontrarao os fregueses o mais perfeito, bam aa-
* "* ao sea geacro.
UBWAS da todaa aa qaalidades.
SANTUARIOS que rivalieaoa com o Jacaranda.
fAJHKlROS de todoa oa tamanbos.
sUCOPUSlsomidom.
aAU^ES idam id.m.
fa-OAS idem dem.
BAIUS idea. iaom.
DDT *tB *>IU da todaa aa grossuraa.
PRATOS imitando em perfeicao a boa percal-
CUALK1RAS de tadaa aa qualidades.
PANBLLA.S idem idem.
COCOS. GANOIKIROS e flandraa para qaal-
VIDhOS em caisas e a retalho da todoa aa U-
mandando-aemanhoa, botar dentro da cidada,
em toda a parta.
BsMaoes-** encommendaa da qualqaer nata-
tesa, aaoaaetoa. que tado aer deeeenponhede a
con tea lo. ^^ "^
Esperanca
Loja de miudezas.rua do Quei-
mado 11. 93 A, de Guimares
4 Rocha.
Especialidade chegada pelo vapor.
Botoea da cornalina braacoa, eocaruadoa. re-
dondos, chatos, oval, meia borla a borla, a tem
destes botes neata loja, e a onde aa preparam pa-
ra punboe, colletes, ate, por 39 urna dusia, oa
19 o par para punboa.
.flua ow ipperatriz n. 5, na
ljavUe modas da
Esmeralda
Roeben-se em dirsitera de Paria o mais bo-
nito sortimento da chapeos da pslha da Italia
anfeitadoe a ultima moda para meninos o me-
ninas, chspelinha de palha da Italia para se-
nhora, lavas de pellica anfeitadaa com flores e
plomas psra noivas, botinas de selim brsncos,
vestidos de blond, ricos espsrlhos, pentea de
tartaruga, cascarrtlhas de todaa as corea, vea-
taarioa para meninos, sapatiuhoa para baplisa-
doa, sssim como bicos da blonda de todss as
larguras, dito de guipure, ricaa trancas de seda
de todaa as corss, manteletea de grosdensple a
Fchalo e Harte Aotoioet, ricas espolias e plu-
mie enterraba a muitos oatros objectoa qaa se-
ria enfadooho mencionar, por tanto espera na
benevolencia daa familias para virem visitar o
dito stebeleclmento que athario ludo a goslo
o em eonta.
Batatas novas
a 29560 rae* caixa com 2 arrobas, em libra a 5o
rs., marisMtisda imperial em latea da 1 1(5 e 2
librea a 400 ria: vende-se no arnaaem Pro-
graiso, largo da Penha n. 8.
Machinas para se faxer
caf mesmo na mesa.
A loja d'aguia brsncs receben a$ modernas a
aceiadaa machinas de porcellana para ae fuer
caf mesmo na meas, isso por um meio fcil a
. limpo, resultando efioal que o caf feito em taea
machinas tem um cheiro e sabor superior sofeito
por ouirs qualquer forma : vende-aa na loja d'a-
guia branca, ra do Queimado o. 16.
Papel pautado.
Vende-se em resmas oa a retalho, como con-
vler ao comprador, papel almaco pautado da me-
lhor qualidade que tem vindo ao mercado, com
83 llnbaa, e tambem ha mais ordinario com 33
liohas, e msia ordinario com mais linbas, do al-
majo greve, tado "por prego mai commodo : na
roa do Imperador n. 15, das 9 horas da manha
la 3 1|2 da tarde.
Flautas da bano com 5 chavea, anneis ei-
treitrohoa, ultimo gosto, ecom caixa, queso rin-
de pelo diminuto prego de 205, tinta inglesa (a
verdadeiro) petes do li* a 820, de 1(2 garrafa a
644), previo*-se que s legitima a que no pote
tem urna ca vidade em forma de Meo, qne ae pres-
ts melbor a vasar o liquido como a extra ci da
rolha ? rus de Oueimado, loja Esperance n. 33 A.
Esperanza.
Al que anal ebegoa a ala loja oa aempre
eatimadoa brincoa bales, que pela perfeicao com
que foi axecatado o pedido tica sanada a falta que
novia deale adorno que, sobra aer bom e bonito
barato, a 19 o par a em ama caixinba : na loja
Esperanca, ra do Qaeimado n. 33 A._________
Esperanza.
Contina a receber especialmente su a a fa ren-
ds, tornando-as assim msia baratas : neata
qaadra que temos ludo quaote preciso a ama
familia (em miadesaa) a um alfaiate, sspateiro,
caixeiro, ote, o pequeo eapaco qae nos concede
o Diario de Peroambuco nao nos permute dassi-
flear a numerar a ioflnidade de artigo da que
nos acharos sortidos, tinto em quioqnilharia co-
mo em arligoa de uso diario e indispenaavel :
por isso as pesseas da praga oa de fora que quei-
ram comprar qualquer doa objoctoa de que use-
mos nosso commercio, ser3o directamente oa in-
di recta meo te bem aervidoa.___________\________
Esperanza.
E' neata loja qse hi a continuar a aer o depo-
sito da afamadas agulhai Victoria tanta a
qae tem tiao esla agulhss que nos dis-
- nualqaer elogio, a 120 rs. o pap1!
aceit
TI
Palmatorias devidro lapi
dado.
Vende-se palmatorias de vidro a lg600 rs., dltaa
a 49500 rs.,
a atteDcao ao galle vi-
lante, qae est quei-
ando.
Luvas de pelica.
ATvertsdeiraa luvaa da Juvin, hegadiohaa
o *>pot francs; s no vigilante, raa do Crsa-
po V^. ______________
Pe
os festejos de S Antonio
e S. Joo.
Trinas e gales.
A saperior trina a volentea do Porto para er-
naa, oratorloa o a igrejae, que se vende por me-
noe do qae em oatra qualqaer parto : s no vi-
gilante, ra do Creapo n. 7.
Vestidos Pavao,
E' pechiocha, cortea dt -ia brancos com
babados a 29500, ditos de ta., a brancos e de
corea a 39, ditos com babados>, uass saias muito
soperiores a 49, pe^as de cambraia branca com
carociohoa brancoa e de corea, tendo 8 1/2 varaa
cada peca, por 49. cortes de casssa de corea com
7 1/2 varas, psdres oovos a 29500 ; ludo isto se
encontra na loja do Pavio, que vende dinheiro
a viete : ne ra d Imperatris n. 60, loja da Ga-
ma & Silva.
Alburnos de borracha.
Vende-ae oa mais superiores alburnos oa so-
bra-tudoa da borracha, proprios para o invern a
12fl : na raa da Imperatris n. 60, loja do Pavio.
Cortes de phantasia,
Veade-se ricos crlesfde phantasia de daas saiaa
com delicados lavorea a 69 cada am : na roa da
Imperattii n. 60. loja do Pavio.
Calcinhas do Pavao.
Vende-se calcinhas de esmbraia bordadas para
menina a 19 o par : na loja do Pavio roa da Im-
peratris n. 60.
Goliinhas do Pavio.
Vende-ae goliohaa de cambria bordados a di-
tas de fil bordadas a 500 ria: na loja do Pavo
ra da Imperatris n. 60.
Manguitos com goliinhas.
Vend-se manguitos com goliinhas bordsdss a
19600 e manguitos muito finos a 19 O par : na
ruada Imperatris o. 60f loja do Pavio.
Agulhas.
Tiras e entre meios.
Vende-se tiras bordadas tapadas e transparen-
tes, assim como entre-meios muito delicados :
oa ra da Imperatris o. 60, loja a armsxem do
Pavao.
A. L. B. F. tendo recebido a (ruinas imperaes de
ando dourado. vende na loja do beija flor, raa
o Queimado n. 63.
Oliados. _
Vandem-se oliados pintados de lindas vlataa a
paiaagens, larguras da 6,7, 8 a 9 palmes, pro-
prioa para meaa de jaotara JjSo corado : na ra
>^aj|i.mporatris, loja n. 20._________________
Ra da Senzalla Nova n. 42
JFende-sa am easa da S. P. Jonhston 4 C,
atrios a silbos inglazos, candieiros e casti^aas
bronzaados, lonas inglesas, fio da vela, ehicotes*
para carros a montara, arreios para carros da
Lencos e luvas.
Venda-se lencos de cambraia da linho com la-
byrintho a 29500, ditoa de imitacioda labyrintho
a 19, luvaa de aedaa de todaa aa corea a 500 ris,
enfeites pretos.de vidrilbo para csbca a lf, la-
vas jJe ratros preto a bertas a 500 ria o par ; na
raa da Imperatris n. 60, leja do Pavio de Gama
S Silva.___
Cambraias do Pavao.
Pecas de cambraia floa com 101/2 varas a 69 s
peca, ditas com 8 1/2 varas a 49, ditss de 8 pecas
a 39, dita para forro, com 8 1/2 varea a I96OO ;
oa raa da Imperatris n. 60, loja do Pavio, de
Gama & Silra.
Vestidinhos a #500.
Vende-se vestidinhos de seda afeitados psra
menlnaa de 2 a 3 snaoaa 4*500 : na ra da Im-
peratris b. 60. loja de Gama & Silva..
Grosdenaples do Pavao.
Veode-se grosdsnaples preto avallo incorpado
a 19600 o corado : oa rsa da Imperatris n. 60,
loja de Gama & Silva.
Vende-se
Paletots do Pavao.
pslitote da panno trato fino a
para carros e montara, arreios para earros da MZTw*:M Ptota da panno preto fino a 9,
SsC" e,"no,, "**" "-"i ? AviSaA nrft
com mangas proprias para rapases
cada urna, escarradeiras da vidro a 4$500
e 59000 o par, na ra do Queimado loja
miudesa da B6a fama, n. 35.
rs.
de
A' 500 rs,, s o pavo.
Vendem-se ss maia modernas o finissimas lia-
sinhaa de quadrinhos e de flores soltss e palmi-
nhas, desembarcadaa do ultimo navio vindo do
Havre,pelo baraliaslmo prego de quinhentos ris
o covado, e dio-se as amostras com peohor: na
ra da Imperatris n. 60, loja e armasem de Ga-
ma Silva.
Cabaias hespaulas na
loja do pavo, a 400 rs.
Venda-se asta nova faseoda de padrea delica-
disaimoa com 4 i\2 palmos da largara, propria
para vestidos de seohora a 400 rs. o covado: na
ra da Imperatris n. 60, loja e armasem do pa-
de Gama & Silva.
Cascarrilha
Lindas pecas de cascarrilha de todaa aa cores
pelo baratigsimo prejo de 1500 a peca r so no
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Chapelinas para senhoras.
Liodaa chapelinas ricamente enfeitadas, pelos
baratiisimos precoa de 89 e 109000.
Ditos com pequeo toque de mofo a 69000: s
no vjgiUnte ru do Crespo n. 7.
Touquinhas ou chapozinhos
para enancas.
Lindos chapozinhos psra menina e menino a
49 o 69OOO, ditos de feltro pelo baralissimo pre-
go de 3S0OO, bonetes da ptnno fleo e lago de li-
ta a 38000, ditos de veludo fino a 49 a 39500,
ditos de palhinha a 3g000, touquinhas de seda
muito lindss a 15500. ditoa de fil a I9OOO: s
no vigilante, ra do Creapo n. 7.
vao
Coke e alcitro.
Colee da melhor qaalidade, muito proprio pa-
ra vspor, a tambem para todos oa usos doms-
ticos, tornos pequenoa e grandea etc., para estes
servicos, o coke maia econmico do qae qual-
quer outro combaativel, por ser menoa de mo-
tad* do preco e de maia daracio.
Alcatrio, eate sendo appltcado navios, bar-
cagas, alvarengas, canoaa etc., presta muito
bom effeito, conservsodo a madeira da todaa aa
qualidades de biches, aztndo durar am tempo
indefinido. Tambem conserva madeira de edifi-
eagdes, preservando-a doa bichos a eootra o
tempo : aa propriedadea chimicaa deste alcatrio
ae carvo maia forte do que qaalqaer outro,
estrahido de madeiras oa outraa materias.
Quem precisar achar venda, no armacem
do gas. Ra do Imperador.
Preco do coke 129 Por tonelada.
Prego do alcatrio 500 ra. por caada.
Manguitos.
Lindos manguitos com gollinba o maia fino
que se pode encontrar, vende-se pelo beratissi-
mo prego d* 790OO, ditoa aem gollinha a 19500:
s no vigilante, ra do Creapo n. 7.
Goliinhas de linho.
Lindas goliinhas estampadas.............. 500
Ditaa de linho maita Coas................. 800
Ditaa pretascom vidrilbo.................29000
So ao vigilante, usa do Crespo n. 7.
Delicadas liaslohaa com flores bordadas a sgu-
Iba, cortea com 15 covadoa, pelo baratisaimo pre-
so de 45500, e covado da meama fasenda a 320
ra. : n* rna do Queimado n. 44.
Vende-se
no basar da raa do Imperador meiaa pretas para
seohora a 80 rs. o par, veslimentss da lia para
meninos a 800 rs., grvalas de aeda a 0 ra.,
cortea de brim setim s 29500, ditos de cassmira
a 29500, colsriohos de esguiao a 49 a dasia, filas
largas lindissimaa a 400 rs., toacas de lia para
meninos a 600 rs., manguitos de cambraia e fil
a 19500.
Gal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
doRecife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Meias.
Grande sortimento da meiaa tanto para homem
como para senhora, sendo de homem a 19800 e
29f00. e unos a 2|800, ditaa de fio de Escocia a
59OOO a dosis, dttaa para menina a -294OO, ditas
para menino a 29OOO i s no vigilante, roa do
Crespo n. 7.
Batatas novas
Terco n. 23.
Batatas .
80 ra. a libra
no largo do
Rival sem
igual.
RA LARGA DO ROSARIO N. 36. '
Enfeites
pretos a da corea muito boas a 59.
Sintos.
Si o toa dourados a I96OO e 39
Ditos fitas da reliado Svella da a?o a 19500.
Tesouras finas
com peqaeno toque deferrugem a 400 rs.
Ditas limpas muito bonitas a 800 ra.
Ditas ordinariaa a 30, 60,120 a 240 ra.
Escovas.
Para limpir anhaa a 320 e 500 ra.
Ditaa para-cabello a 800 e ti.
Dltaa para roupaa a 460,800,19 a 19*00.
Meias.
Para senhoras a 21400 a dasia.
Dltaa para homem a 29400,28,600 e 39500:
Flores.
Ramos da flores artificiaos alte 19200.
Colheres
da metal proprias para o diario a 19200 a dasia.
Ditaa4a metal principe a 4$500 a dasia;
Ditaa ditaa ditaa para che a 29409 a oasis.
BotSes
psrs punho mallo boas a 120 e 160 n.
SK.TMA MfiMMi HUDfcLLOVVAi
PILLAS HOLLWOTA.
Esta ineslimavel especifico, com posto inte i ra-
mete da hervas medicinaos, nao contm mercu-
rio nena alguma outra substancia delectara. Bei
nigno i mais tenra infancia, a a compleicao mas-
delicada, igualmente prompto a seguro par;
dasaneigar o mal na compleicao mais robustas
jenteiramente inocente em suas operagoas a ef-
feitos; pois busca a remove ss doencas da qual-
quer especia e grio por mais antigs a tenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com esta
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em sen uso conseguiram
recobrar a sauda a f oreas, depois de ha ver tenta-
do intilmente todos os oulros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-sea des-
esperac,o; facam um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes reenperario o beneficio da saude.
Nao sa perca tempo em tomar esta remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades ;
Para baptisados.
a, loja d'agaa branca acaba da recebar pelo ul-
timo vapor a sua encommenda dos seguintes ob-
jectos para baptisados, sendo lindas loaqaichaa
de selim mai bem enfeitadas, e cada ama em
sua caixinha,-sspatiohoa de aetim branco, a de
cores ricamente bordados, e meiaa da Seda, o
melhor e mais bonito possivel. Agors, pois, oa
pas que nao quiserem esperar pela generosida-
de das senhoras comadres, dirigirem-se loga
munidos de dinheiro i loja o'aguia branca, roa
do Queimado n. 16, onde bem podero comprar
esses galantea objectos.
Ultimo gosto.
Pentinhos dourados, e com
pedras para bandos.
ik nao entra em davida qae a loja d'aguia
branca esls par das ultimas modas que appa-
recem em Pars, e por isso ella acaba de receber
os bonitos e modernos pentinhos dourados e com
pedras, os quaes aervem para aa aenhoras maia
abrilhantarem aeus bem revirados bandos que
ornados cem um par de ditos pentinhos, ficait
de certo ainda mala garbosa. Na verdade, a gre-
ca, booiteza e perfeicao que diaso resulta se oso
pode negar (salvo se o fiserem com o nico Ba
de nao gastar os 3 e 49 que cusa cada par) as-
sim previne-se as senhoras que apreciara o bom
goato, que desta ves vieram poucos, o por isso
ser bom que mandem logo para elles para quo
depoia ae nao vejam na collisao de eaperar que
de novo os receba dita loja a'aguia brinca, raa
do Qaeimado n. 16.
ccidentes epilpticos.
Al porcas.
Aralas.
A reas ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Dabilidade ou extenua-
dlo
Debilidade ou falta de
torcas para qualquer
eousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
Febreto da especie.
Golla.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammac5es.
Irregularidades da
menstruscio.
Lombrigas da toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis,
AbstrucQo do venire.
la*
Re
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso, .
Ulceras.
Venreo (mal)
de b*n.(5d.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enchsqneca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se astas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, a na loja
da todos os boticarios droguista e outrss pessoas
enearregadas da sua venda em toda a America
do Sul, Havana a Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dellas conten urna instrucejio em portu-
gus para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
0 deposito giaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
oambuco.
Vende-se um malalinnocom 15 asnos, qua
cosioha e engumma : a tratar na loja da rea do
Queimado n. 46.
Vendem-se
oa seguintes llrros : diccionario -latino, prosodia
de Bento Pereira, grammatica latina de Vernejr.
Horacio tradusido ao p da letra, concilio de
Trento, emlalim e portugus, casos de eficien-
cia de Benedicto XIV, em 5 volumea, 1 joro da
Breviarios, instituices liiturgicas, diccionario
theologico, sermes de Monte Areme, Boasuec
e Maxillon escolbidos, acto* e obrigacea do juiz
de paz, novissvms guia das eleices, guia pralica
e advogado do povo, manual abreviado do cia-
do, cdigo daa leis e regulamntos orphanalogi-
cos, manual do edificante, grammatica grega, di-
ta inglesa da Gibson, Sadler, versdes inglesas,
Walker diccionario ingles de pronuncia, collec-
;5ei de leia provinciaea de 1835 1853, tratado
de typographia, Jarrb, em franc&i, (homeopalbiaj
em 4 volumes : oa loja de encadF. jo junto a
igreja do Espirito Santo. ^
EscraTOS fgido^
J)
americanas.
Em caes da N. O. Bieber & C., saccessorea,
ra da Crus n. 4, vendem-se :
Machinas para regar hortas e caplm.
Ditas para descarogar milho.
Ditaa para cortar caplm.
Selina com pertences a 109 e 209.
Obras de metal principe prateadas.
Aleatrao da Saeta.
Verois de alcatrio para navios.
Salsa parrilhade primeira qualidade do Para.
Vinho Xeres de 1836 em caitas de 1 dasia.
Cognac em caixaa da 1 dasia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrocas pequeas.
FAZENDAS BARATISSINAS
HA
Ra da Imperatriz n. 20,
loja de Doarle Borges da Silva.
O dito Silva comminica ao
respeitavel publico e com
especialidade aos seus nume-
rosos freguezes antigos e mo-
dernos, que constantemente
a cha rao na dita loja um com-
pleto e variado sortimento de
fazendas proprias deste mer-
cado e vendidas pelos precos
mais commodos, de que em
outra qualquer parte, affiaii-
cando a boa qualidade e dura-
cao das supra ditas fazendas.
vtvi/icado-
Existe susenio uo engenho S. Miguel, do dil-
uido do Porto de Pedras provincia das Aligoas
desde o dis 1. de sbril do correte sano, o es-
cravo Bemigio. cabra, altura regular, eabelloa
crespos, com falta de dentes na frenle, idade da
zs a 26 annos pouco mais oa menos, corpe
secco, pernas flaas, e qaindo anda metle as pen-
lis dos ps para dentro, alguma cousa aem bar-
ba, tem na micaa do rosto urna marca de garra
que levou em pequeo, a quel eal quaai apaga-
da, mas reparando-se bem, ainda se coohece;
etle escravo trabalbava algama cousa de carapu
na, e entende de meslre de sssacar ; levou um
ca vallo que de suppor j o ter trocado, e bem
assim qne queira paesar por forro ; julga-se an-
dar para as baodaa do norte, prximo ao enge-
nto Teologal, aoode tem conbecimantos : roga-
se lodas aa autoridades policiaea e capitea de
campo, de oapprehenderem e leva-lo seu di-
recto senhor na villa do Paco de Camarasibc
Joaqaim de Soasa Silva Cunha, ou eolio neata
praga Thomas Fernandes da Cunha. na rea
da Cadeia n. 4+, ou em Macai ao Sr. Francisco
Ferreira de Andrade, que sero generosamente
recompensados ; este referido escravo foi com-
prado ao lllm. Sr. capitio Jo3o Nepomaceno dos
Santos Calado, senhor do referido eogeoho ci-
ma ; no dia 10 de junho do presente anno (il
ausente) : e o referido Sr. Cunha protsta com
todo o rigor da lei cooira a peaeoa que o tivea
em seu poder occulto. Recite, 7 e julho da
1862.
Pngio no dia Io do corrente mes do enge-
nho Privilegio da fregeesia de Agua Preta, o
escravo crioulo de nome Vicente, com os sig-
nis ssguintes :bem preto, rostocomprido, ore-
lhaa pequeas, pernas finas, pea pequeos : rc-
ga-se aos capites de campo a aprehensao do
referido sscravo que se graliflesr generosamen-
te, podendo aer entregas co referido engenho c*
na ra do Imperador n. 83.
No dia 8 de julho correte, poucas borae
depois de sair da casa dedetenco, aonie este-
ve preso por motivo de fugs, toroou a fugir da
casa de sea senhor o escravo de nome Hercula-
oo, oqual tem 26 annoa de idade pouco maia
ou meaos, edr fula, estatura ecorpo regulares,
a falla um pouco descansada e afinada, e tem
urna cicatris proveniente de um unheiroqae leve
n'um dedo de ama das maos : teodo o cabella
cortado muito. rente, e urna argolla de ferro
com gancho no pescoco ; roga-se s autoridadea
policiaes a cap'ura-do mesmo, e sus entrega, na
roa do Cabag, loja o: 3, a Hanoel Antonio
Goncalves.
i Pechincha i
S *
f sem igual para acabarf
| Lindaa liasinhaa de qaadroa cores ea- m
' caras e claras a 200 rs. o covado.
f Saperioreechitas fraocexaa largas com $$
| um peqaeno toque de mofo s 200 rs. o e
covado.
f Lindos cortes de chita francesa larga g|
? asearas a claraa com 11 corados cada a
. corte a 1500: na raa do Creapo n. 13.
O ultimo gosto.
? Chagaram-as lindas mocambiqnes de A
h corea aa msis delicadas de quadrinhos a 5
* pslmas de seda fingindo sedas, com duaa W
b larguras a fasenda mais moderna qae M
I ha para vestido a 480 rs. o cavado: aa
[ loja do sebrsdo de 4 andares na raa do ^
J Crespo n. 13. W
Vende-se am cavallo qae trabalha com
carro e cabriolet: a iratrr na raa da Imperatris,
o. 90, loja.
Fegio na nolte de 7 para 8 do corrente, da
casa do abaixo aasignado, a ana eecrava muala
de cor clara da nome liara, idade- J5 annos,
pouco maia ou menos, bastante alta e ebeia do
coipo, eabelloacorredicos, e goata de andar bem
penteada, levos veatido de chita cor clara, saia
e casavaqae, a saia atacada por cima do casave-
3ue, levou mais am chale azul ferrete com barra
a cor e urna cobarta de chita j desbotada. la-
ta escrava veio ha pouco de Mamaoguape do nor-
fe, remeltida pelos Srs. Moreira & Primo, a
quem ltimamente a comprei, porm provavet
que nao tenha aahido desta praca d eeteja occol-
tada em alguma easa : roga-se aa autoridadea
policiaes e capites de campo a sppreheosao da
dita eicrava, e lera-la roa Nova n. 67, segun-
do andar, ou i ra da Cadeie Velha do Retire,
loja n. 22, qaa ae gratificar generosamente a
trabalho.Jlo Pereira Moulinho.
Escravo fgido.
Rogase a tedas aa autoridadea policiaea a
captura do escravo crioulo de nome Feliciano,
qua sa aeha fgido deado o dia 7 do corrate
mes e tem oa sisases seguintes; cor preta, ros-
to um pouco redondo, com duaa pequeas feri-
daa na testa, bastante ladino, qaaada folia ri-
sonho, lavoa camisa e calca de algodo de liatra,
e ebepo de ooaro, tem de idade 14 a 26 annos,
natural da rula da Assembloa provincia da
Alagte : quem o pegar lava-o roa do Quei-
mado n. 10, a aa tragar a seu aeohor joo de Si-
queira Ferr o, que aera bem recompensado.
2001 de gratilicacao
a qaem pegar o pardo Francisco, da 17 annoa
da idade, de benita figura, com todos oa dentes.
caballos earapinhos e raivoa, este pardo foi da
Sr. Dr. Borges da Fooseca, o qual viajoa coa s
mesmo senhor todo o sertlo a suburbios desta
provincis,necessariamente qusndo era ees ea*
cravo, a talves atada ae inculque a servico do
mesmo: quem s pegar queira entrega lo a saa)
legillmo dono na raa do Hospicio o. 9.
Ignacio Lab de Brito Tsberda.
1





s
Littqgtora.
Urna pagina da historia romana. Os
artyres. Pelyencte oo Poliuto,
tragedia christi. Opera, de mes-
mo nome. Sna execuco no Ihea-
tro de Santa Isabel.

O scalos de Roma paga a oflerecem aoi olhoi
do observador aiocero e desprevenido um quadro
multllorme de ideas e de aetoa aesombroios. De-
seoham-ee ah vicios e paixoes execrandas, resul-
tado tunalo da completa decadencia moral, que
ase poto ttodts, anda no fsil^0 do no e das saas estupendas victoria!.
._i ? 2 ferTWo e bellicoso. aquella naci
Ote conquistadora ania ao esplendor
das adeudas o apparato fascinante
(J e dos trophes, ganhoa em mais de
glorioso. Abaliam-se diante della
otai monarchiaa do mundo : eram
P^s res e principes eslraogeiros, que
lne psgavam humilissimo prejto, e que mesmode
longe retpeitavam-lneo vulto, quando o nao po-
im encarar de perto.
lontioando absoluta e deapolisamente de urna
oulra extremldade da trra, a nagao romana
flormecif, enlratanto, noseiodeuma falsa pros-
?a n Sfnhora dl Grecia que ella conquis-
tara, oa Fama que aobmettera ao seu jugo, do
tgyplo que ae lhe prostrra aoa pea, da Macedooia
e da Astyria que nao souberam resislir-lhe, Ro-
ma esieodia o aeu imperio em todos os pontos do
Oriente ; e aentada naa plagas occidentaes da Eu-
ropa, recostada margem do aeu Tibre famoso,
dictara lea e impuoha gorernoa a todos os poros
enlao coohecidoe. Ptquena em sua origem, aug-
mentara de da para da com as depredares e
com as rapias ; creicra incessantemente com
valor das armas
WlBO M tlSWiMBtJC &^*DO li J)i ^uiflo M IMi.
. e redobrra de torga, propor-
5ao que as raas do seu territorio se iam dilatan-
do am maior espaco.
^Ik* LUt"' por^ra> e,'as mesmas conquistas,
que lhe baviam communiudo lo extraordinaria
grandeza, apreasavam-lbe a queda, preparavam-
J be asa a ineritavel ruina. Era um colosso, por
irealgavam-lhe formaa gigantescaa todas
as dimensoe do corpo ; iraosparectam nella tra-
gos de superior mageatade, iodicios caractersti-
cos de inaudita omnipotencia, feiges deelevagao
e de rigor, comonuoca oativeram as mais ami-
gas e orgulbosaa momrcbiae da Asia. Hu,
nao obstante ludo isto, um vicio irreparavel na
organltagao intima desse povo rei: o defeito
era mximo, sem remedio possirel, e a por ai
acarrtU.-lbe urna eofermidade lenta, mas tenar,
que a la coniummindo a todos os momentos, e
que devis conduzi-la ao aoniquillamento,
morte.
Suceede com os poros exactamente o que acon-
tece aos individuo. Quando a desmoralisago
grassa as familias, a currupgio Invade a tolali-
aade da oagio; o a sociedade, que vive das ideas
?n^l!la*mos que ,ubsile a merc dos hbi-
tos non impresoos rooraes, verga bem celo ao
peso da geral depravagao, que lhe inlibia as ior-
t? V eniQjurchece, urna a urna, todsa as glo-
ria adquiridas.
ronrtiSfij'1'"16- ro'naD,, era mal, peitimamente
consimaiaa, nao reponseva na orgaoisagio natu-
i. /a*8Kda familia : essa. Pr vez.se acha-
81 d'' d*53flurad, aem apoio em iradicoes
ispictosas e regulares, porveolura acephala, e
essada ao jugo oscillante de paixoes, de cos-
xnmeat at de theoriis eminentemente absurdaa.
Km pfillosophia, sobrepujava a olhos visto o
amilgfjba in tema tl*}sec...nexos: eram o Sla e a Academia,
o Lyceu >o Porlxco, transplantado do terreno da
brela pira o solo de Roma : eram a visdes e os
myibC'a.tngeobosos do Oriente, consubitanciadoa
cooclulrem
asa
de sua
em
impiedad
lais-ea
populares e do despotismo
corrupeo lavrava com inlmiiTdede v
Roma, altsrnalivamenle rapelmcant e mooarehl-
ca, era aempra diaoluta, tyranota e idolatra. A
reaeco surga irremediavel ceceasaria, em
coolraposigao a essa detorganlssglo Social que ae
manifestara eotio; mas por isso tnesmo assumfa
ella as proporges de um fado extraordinario, por
que ten lia a combater de frente vicios invetera-
do, a derrocar tbeoriaa anti-civilisadora, radi-
cadas oo imperio, a substituir leis, iostituiges e
costumes, a destruir o colosso do polylheiimo ex-
tremamente brbaro, a plantar ama oova escola
moral, n'uma palavra, a preparar o caminho ao
verdadeiro prograsso, abrindo as porta perfei-
ta civilisjjio da bumanidade. Gomo por incauto,
a propagarlo do ebristiaoismo desenvolva- fer-
vorosa : innmeros eram os soldados que vinham
liatar-se o'eisa nova milicia, depai e de amor:
o proselytUmo eogrosiava-lhea a cada momento
as fileiras; o empenho do apostolado lidiante ;
a lula dos principios esteva travada no seio da
propria Roma. Ma*."se a lula era entre o espiri-
to e a materia, entre urna pbiloaopbia barbara e
urna philoaophia social, entre ama creocs absur-
da e urna creoca natural, legitima, apoiida em
tradicoee puras, firmada n'uma incoocussa reve-
lacao, fcil de comprebeoder que os propala-
dores da palavra Divina deveriam encontrar, co-
mo de feito encootraram. os maiores em baragos
difficuldadee na realiaagao do seu oobilissimb
proposito, e que as multides de rente, apinba-
da em torno da Cruz, deveriam merecer os furo-
res e o odio extremo dos toberboi dominadora
do mundo.
(idamente do governo deate
onagem chrtttio que en "
conclulremo este rpido esbogo,
(lo peremptoria de que fui no
eieo, qmndo govaroava a egreja
Caio, que ae desenvolveu
;eigio contra- os chrittaos.
a| |C
e deagna
Ets a razio priocipal, ou antes, nica, da per-
seguigao atroz e terrivel, promoviJa eotao contra
o del seguidores de Chrito. A deeer d'ene
ponto na historia, deparamos com o longo equa-
ai iutermtnavel catalogo de martyrio cruelissi-
oaos, a quo esliveram sugeilos o enrateos, cao
na cidade de Roma, na capital da lubrlcidade
e do orgulho ceeariano, mas anda em todas a
diversas e mais remota dependencia deise vas-
to imperio. Nao commeilemos, poram, a larefa de
bistoriographo para esses rsvezes e glorias do
chrutianismo oascente : a tradiegao e oa monu-
mentos euriptos fallam bem silo aemelbaote
respeito; e na galera extensa dos scalos, que
Jfi va0 longe, arultam sem numero os quadros
sombro, especie de legenda ininterrompida que
perpelus a memoria de tao extraordinario* e no-
tsvei acontecimentos. Aqui e all sobresaliera,
na chronica d'eases lempos, alguna tactos que nao
podem pastar desapercebidos; e nos, guardando
inviolare! a ordem na nomenclatura e nat datas
de cada um desse factos, esbogaremos, com re-
lagao ao proposito que levamos em mira, um es-
crupuluo e fiJeltssimo resumo.
A desmoraliiago de Rom, por urna lei de
mu natural desenvclvimento, parlia dos gran-
att; e os orantes daveriam aer, por isso meamo,
os pnmeiros e mais implacaveis perseguidores
dosnovos renles.
A reaegao rebenla furiosa, soba domioagao do
fllho adoptivo de Claudio, e seu herdelro no im-
perio. ero, o Ceiar rhetorico, o cocheiro impe-
rial, o hutrtao augutlo, o pollro cruel, o flau-
tista apaxxonaio de tua voz e de sua propria
imbecxlxdade, no universo romano, o primeiro
adverano de Chriato, o peraeguidor offlcial do
evangelho. E esse imperado', a historia o aponte
como typo execrando da impudicicia e da feroci-
dade ; porque elle manchara-sa no adulterio e no
incesto, asiaisinra sua mae, seu irmao, su mu-
ner. sua amante, seu fllho, sua lia, aeus precep-
tore, seus companheiro de mocidade, seu ri-
a tbeogon'ia barbindo atVrVaUsmViMrtT'aa"I nran6.1".Pe"* e em mu'ica Ao aceD0 de aua
Srir de/"rro' d^Mr.rL^urgo!^ Js. Spif irty,ido, christios deida r-
dades a t"
paco qjT ", -
aop.jae madea eu.._
i do imperio de Roraui^._
Em tal situago, os espirito propeoditm irre-
a : es apostato j haviam ca-
jEissivelmente para a abjeegao moral; e o poly
theismo, como culto e como crenga, punba o ul-
timo remate a essa degradago gravissima da fa-
toitia e da sociedade.
Na gavernsgio publica, na vida intima do po-
vo, na propria coostituigo interior da cidade,
nis relagoes externas, oa direcgo dos negocios,
revelavam-se vicios innmero, cooiequeocia io-
alHvel e uoica da desenvolugo da tao repulsivas
quao asaoladoras doutrioa. As constantes riva-
lidades de patricios e pebleui; a fraquexa e im-
becilidad do rgimen contutor ; a admioittrago
odiosa e terrivel do triumviro$i aaconspiragea
repelida todos os dia; as conlinuaa aspirages
ao mando supremo do estado ; a revoltas incet-
santes dentro e fora do imperio; o tumulto amiu -
dado daa guerrea civis; o eatrondo frequenle da
victorias; a luta eocaroigada e frentica da liceti-
ga com o despotismo ; mitturavam-ae com a lu-
bricidade espantosa doa pblicos espectculos,
com a torpeza das orgias, a anda com acloquen-
ca fautoaa e deslumbradora do Forum.
A'a virtudes austeras e desnaturase dos Brutos,
dos Cales e dos Snecas; aos principios rgidos
e summamenla desarrasoadoa do sioicismo ;
pbilosophia meio-ideaiiitae meio-materialiata d
Cicero e de Hortansio ; uniam-se, por am estrei-
tittirao lago, aa fastas impuras de Btccho e de J-
piter, a llcencioaidade da plebe, o apparato hor-
roroso dos circos, a aumptuosidade e o luxo do
Lucullos, oos seus banquetea eaplendidos, a im-
pudicicia das Mettalinas, a devattido geral.
Eram muitas nages de mui differentes costumes,
muias ragss heterogneas, mallos povos de n-
dole oppoitat, muitas familias diversas, que se
baviam fundido, mediante reiteradaa conquistas,
ti urna t nagao, n'uma a raga, n'um povo com-
mum, n'uma anica familia ; mas essa, desvirtua-
da em su i base, separada radicalmente em mui-
tos ramos, que se despreodiam do tronco, perda
gradualmente a robustez, minguava de espirito
proprio, e desfalleca, por falta desaira que a ali-
mentase. Mais tarde vicia ioevitavel a dissolu-
gao a etse corpo immento, mas j carcomido pelo
cancro da mais abominavel deamoraliaago ; e
esses meamos elementos eslraohos a barbaros que
se lhe juotaram, para constitui-lo em toda a sua
orga, e que baviam tendido a formar do imperio
romano um detagradavel mixto de taotaa nacio-
nalidades contrarias, deveriam arrasla-lo para o
abyamo profundiasimo que se lhe abra debaixo
dos ps. A nova estatua de Nabucho resvalava
d um terreno frouxo e incomiatente : era de bar
ro, e para logo dereria desapparecer da face da
Ierra.
Que admira, pois, que os vicios e os srimes
sobrenadassem, em tao ampia escala, no mundo
romano? Por que nos haremos de maravilhar,
ao laogarmoa olhos sobre o painel vastissimo,
e tao embrochado de cores negras, d'etsa Roma
pagaa? Que razao ha ahi para aisombro e es-
pauto da imaginagao e do espirito? Deve mara-
vilhar-no, astombrar-nos e epantar-not, por
certo, o espectculo patente do grande imperio,
da orgulhosa monarchla dos Cesares, debaten-
do-ie as agonas da urna irremediavel subver-
sao; mas se reflectirmos que o povo e os im-
peradores, a plebe e a corle, eram arrastrados
todos na voragem da geral corrupeo, ahi vere-
mos, cesses quadros tao variados, a nacessaria
consequencia a que encamiotuva aquello estado.
A lei providencial das revolages sociaes parte de
principios naturaes e flxot: detaa vei reaii-
sou-se, como se lera realisado sempre.
Releva ponderar, porm, que esaa metma Ro-
bj, iao aoiapada em aeu fundamentos, deveria
aer aubstituids, no correr das edades, por ama
segunda Roma ; e que esta, firmada no mesmo
slo, era destinada a ser, um poaco mais tarda,
a sede gloriosa de urna nova doutrioa, a deposi-
tara nica e ofallivel da verdade e da unidade
catholica.
Apvroximavam-se as pocas. O reparador da
humaoidade, o ionocente por excelleneia, ver-
gando ao poso de tecussges lojustissimas,
presentado ao mundo romano como aadicioso,
como perturbador das prerogattvas e dos direitoa
dos Cesares; e um desses Cesrea, Tiberio, o de-
vasto imperial de Csprera, um dos sala detes-
tareis moostros coroados, de que faz meogao a
historia, o deixa morrer no mais affrootoao
de lodos os supplicios. A cldsde sinta dos Ile-
breus preseoeiou esse espectculo borrivel;
ah por diante, convertida em cidade maldita,
ba ella permanecido sempre no opprobrio e oa
abjeegao, heranga tnalieravel, transmiltida a to-
dos o descendentes d'aquelle povo.
Eatave laogada trra a sement de ama no*
pbilosophia, toda espiritual e benfica: o Filho
de Daos s havia iniciado e eslabelecido com a
aa palavra e com o seu proprio exemplo; e os
eus discipeios, os spostolos, fiis doutrioa e
ase preeeitos do mostr, pmaram em breve a dt-
Tulga-ia no raeio de todas u nages), afim de
qqoj. Vespaauu Cooqaist
ompletameole o. templo, cu-
ncira, Ifaz para a cidade
u iiiu.|>'jo, o vaso sagrados e o lirro
da lei, poe um termo aoa destinos de Irael; e,
sera o presentir, por certo.exeeata o decreto pro-
videncial da fuiode Jerastiea em Rom.
Tito eNerva auapeodem torrente devastado-
ra do martyrio* : n'etaduaa apocas a propaga-
gao do chrittiaoismo iivre ; mss no espago que
medeia anire elle, entre os dou reinados, Domi-
ciano, o Cesar que anda em aua vida quii aer
mais do que simples imperador,quiz ser contem-
plado e adorado como Dos, declara-se contra os
chrlslaos, por isso mesmo que esses, moderados
e sobrios, obedeciam e ama a Diviodade, a t-
mente rendia'm preito ao Creador A peraegul-
gio deenvolre-se com iotenaidade n'ease pe-
riodo.
Levanta-se, pouco depois, o vulto eminente de
Trajano. Daram a esse imperador o titulo pom-
poso da pac da patria ; sos olhos do paganismo
passava por um carcter irrepreheosivel; conii-
deravsm-n'o destinad > a grandes eitos: entre
tanto, o proprio Trajaoo que porsegue o chrit-
taos, cont afflliadot a sociedades nao auloriiadas
pelas leitl O numero do martyres eogrossa oes-
te reinado ; e o imperador enva aoa espectculos
de Roms, para ser devorado pelos lees, o veoe-
ravel Ignacio, bispo de Antiocbia, que diaole dal-
le ouiou fazer iivre proGtao de f, como chrit-
tao I A egreja col lo jo u esse velbo martyr no ca-
talogo dos santo.
Adriano, successor de Trajano, atiende aos pe-
didos e s apologas dos christios, que lhe diri-
gem dous Atheoienses, o bispoQuadrttoeo phl-
losopho Arislides.
Nao estavam abrogados os aotigos edictos de
perseguido; e por isse mesmo alguna governa-
doreos pem em execugao.ao passo que oulroa os
coaservam em silencio. Ito oao ob*t>, porm,
a que o martyrio se deseovoiva : o imperador fi-
za urna colonia na ruinas de Jerusalm, e den-
tro em pouco levtnla-ae em Belm um bosque
sagrado. Japiter. o tncet(uoso,asaeota-ae no San-
to Sepulcro; e Veoua, a tmpwdica, assoma faus-
toso sobre o Calvarlo!
Nao menciooa a historia a aucceasao aegalda
dos aconiacimenlos, com re agio aochriatiaois-
mo, nos reinados de Antonioo, o Piedoso, e de
Marco-Aurelio. Sao ellas apontadoa como Im-
peradores lettradot e como philosophos juiticei-
ros.
Entretanto, ao pasto que, sob a domioagio do
primairo, gozavam qussi todoa dessa clemencia e
justiga, que o caracterisavam. os ebrittios eram
peraeguido com a maior violencia, preaos, tor-
turados e entregues aoa animaes feroze. O ph-
lotopbo Juillno, convertido i le christaa.advoga
peraote o Imperador Aotonino a sua creoga e a de
seus correligionarios; o imperador decreta a sus-
pensa o das hostilidades: mas, nio obstante tudo
isto, os chrittaos sio aacriflcaoos em grande nu-
mero no reinado de Marco-Aurelio, sendo um dos
martyres o proprio Justino.
Com a aacengao de Commodo ao imperio, o
aenado nao duvidoa eoodemnar i morte um
de teas membros, o sabio e generoso Apollonlo,
porque em plena aeaaio pronunciira um dis-
curso brilhante em honra e favor do Evangelho.
Admira, aem duvida, e com mulla razio, que no
governo desse cruel e imbcil imperador, os chris-
tios nao fossem perseguidos. E', perm.um fado
que a hittoria cooaigna ; porquanto aabe-ae que,
desde Commodo al Severo, a egreja gozou de
um grandiasima tranquillidaje.
Do governo de Severo dala, urna longa aetie
de perseguirles: os martyrtos superabundara
em numero eiotensidade: asvictimss spparecem
em quaal todos os pontos da imperio; e pela
primeira vez a perseguigio rebenla as regioea da
frica.
uepois desse perioio, e daraote os reinados
aeguiotea, aa excepluarmos aa grandaa perse-
guirles de D ocio, de Valeriano, eaobre tudo de
Deocleciaoo, aaquaesse pateatearam em varia
provincias, recooheceremos qae os christios eram
obrigados a resgatar tua {i, a preco de dinheiro.
Se O nio pagaram, para aerem euados em pas e
liirea de qualqasr violencia, eram arrastados ante
os tribanae.
!a A raga dos delatores, procreada por Tibe-
rio, augmentada sob o rgimen de ero, ae havia
multiplicado de urna maneira eapantosa, diz um
clebre eicriptor; e regatava-se impudente-
mente o Evangelho.
Entretanto, nesse meamo lapso de tempo, da-
corrido entre oa tres reinado de que fallaao,
a malvadeza ea antoridade doa inimigos de Chria-
to flzeram reapparecer contra os novas creles
prises, torturas, martyrio e at tsasitaatoa, que
lioharn aua causa justificativa as pertarbagoes,
naa revoltas e no tumultos excitados pelos pro-
crio pagaos I
\Sao inqualtficavels e pateceriam incrlveis, a
nio aerem aalhenlicadas pelo lettemanho hitlo-
ric^,aa.crueldadet, as barbaridadea de todo o ge-
licadas aus reinados de Valeriano de
Dedo. lalrauato.camprtado-qoi tratir mais e-
* n* psr-
psartjrrtssdo,
de Olela-
Dsuse pon-
a mal terrivel
- E' na poca
_ ada particularmente na historia e nos a-
osa eecletiattieos sob a deoeaiotgio de era dos
marlt/res.
Eram os christios flagellados, atormentado,
aisassinados em todos os pontos do mundo sujei-
to ao poder de Roma: os emissi'rios da perse-
guigio procuravam-n'os avldoa deide es mala
populosas cidade at aa solides das montsnhas
e es reas dos desertos. O arrogante- oota-
deiro, Galerio, que Diocleciaoo creara Cessr,
prosagolu a obra do aeu instituidor: os uppli-
cios continuaren, taases e smiudados.o macha-
do nao repoasavs, ss fogueiras nio ae eztin-
guiam.
Eslava destinado a Constantino, ao vencedor de
Licioio e de Maxencio, a gloria de restaurar em
toda a aua plenitude o Imperio da f chriitia. de
tranquilizar o mundo, e de conceder a paz i
egreja.
No aooo de Rom 1001.a &49 de Jess Chriato.
oceupava o throoo doa Cesrea o sanador Dtcio,
natural da Panooia.e que ae havia tomado no-
lava! por sua habiltdade militar. Successor de
Phillipe no governo do mundo,o nove imperador
constituiu-se, dentro em pouco,um dos mais im-
placareit adversarios dot chritlaos.contra os quaes
publicou rigorosiatlmot edictos. Viu-se eotio urna
das mais terrivel persaguig5ea.de que ha memo-
ria nos factos histrico daquelles lempos; e a
deecripgao, que a esse respeito oos deixou o sa-
bio coode de Segur, bastar para fizer-nos com-
prehender, em tods a asa nudez, a aerie de acon-
tecimentos deplorsveis que tirerem lugar n'este
desaatroso reinado.
c A peraegnicao recomegou, diz eata celebre
historiador, e fot terrivel: ella reaoiu todas as
crueldades que iosplram o espirito de partido e o
fanatismo. Por toda a parte os desgragtoe endi-
taos eram langa dos em prisao, entregues aos ani-
maes ferozes, deapedagados por lanaze, crucifi-
cadoa, precipitados emctldeirasde azeite ferven
Al Paixoei Polticas e religiosas abafavam a
voz da humanidads efoa clamores da natureza: o
odio divida todas aa familiaa; o fllho denuncia-
va de sea pae, a mae entregara aea filbo, oirmio
assassinava seu irmio : a trra cobriu-ae de vic-
timas, o cu eocheu-ee de martyres.
O terror prodaziu falsas aposlaataa : mullos ho-
rneo Iracot saeriflearam aos dolos; e o cora-
josos, qae nao queriam comprar sua existencia,
sob a condtgo infame de cenagar a f quepro-
fenavam, abaodonaram o muodo, enterraram-se
pelas solides, correram para os desertos, e flze-
ram-se eremita. Era esse o nico refugio coo-
tra o excessos e brutalidades da prepotencia im-
perial ; e innmeros cidados. que haviam com-
batido com honra em prol da patria, que haviam
brilhado na tribuna, eiconderam-ae em obleeros
retiros, e foram povoar as egreja, o conventos,
os ermos e at ss cavernas. A historia lembra o
oome de S. Paulo, que fot o primairu aoachoreta,
nessa poca de completa assolacib. e que fundou
no Egypto a vida eremtica. S
A peregrinagio, estendendo-se por toda a par-
'" negara a Armenia. Era pelo anno de 250.
Viviam entao em Militen1, capital daquelle palt,
dous cavalleiroa disUctot, Polyencte ou Poliuto
e IHearco. O primeiro servia all como offlcial no
exerclto romano,/ambos eile ae achavam liga-
dos pela mais estrella smisade. Nearco era ebria-
lio ; e Polyeecte, poslo que segaiase o paganis-
mo, aentia-se possaido da mais vira affeigio pe-
ouovo cutto, e mostrara-se propenso a adpta-
lo. Enriquecido de bellas qualdades, que eram,
por corto, dignas ds am christio, elle chegou um
dia a declarar a aeu amigo qua vira em sonho a
JesujS Christo, que eslava diiposto a abracar o
cello do verdadnro Deus, sobre o qual meditara
Ne-
smo
sqae
e ro-
ra de
dir
orin-
aa-
deede moito ; e, animado nesse emp'enb
ateo, langa mi de,um adido de Dad"
mu.'TA} contratos chriato, coa
fax em pedagot. Fadairado de um eoi..
extremo, arranca das mios do povoosidif
eram levados ao altarea, quebra-os, lang
torra, e os pisa aos ps. Esse ficto con
impresiiona profundamente a Falla, aogro
lyeucte, e a qaem o imperador encarte
perseguir oa christios.
Felis emprega todoa os meios para dis
seu genro do proposito em que elle estav
cipiando por bellas palavra, atando da i,
gem da temara e do affeeto, pasea depois a ktor-
menta-lo, manda-o acontar desapiadadamente
pelos proprios verdugo; vendo que teco es-
ses etforgos nio aartem effeilo, incumbe sita fi-
Ih.a Paulina, mulher de Polyencte, de re* >1o
ao paganismo, por meio das lagrima, o A.j po-
der mgico do amor conjugal. Anda essa: tenta-
tiva baldada ; a Felis, observando que a firme-
za de aeu georo ia adianto, e arrastava, por as-
im dizer, a conversio de muitos pegiosi o sao-
tenca & morte, e ordena que elle seja degolado.
A sentenga executada inmediatamente ; e Po-
lyeucte, sem outro baptitmo que o do tangue,
recebe a palma do martyrio, e va para o seio de
Deas. A egreja o contempla no catalogo dos
leas santos: o sea nome acha-se inscripto no
martyrologio romaoo, paginas 28, onde o vi-
mos sob a iodicagao aeguinle :
S. Polyencte, martyr em Millleoe, na Arme-
nia, aoffreu multo na perseguigio de Dscio, e ob-
lare a cora do martyrio. Celebra-te a sua fests
a 13 do feverelro.
A historia do aeu martyrio foi escripia por Si-
meio Hetaphrasto, e referida por Serio, de cu-
ja narragio tragamos o presente retumo. Bouil-
let meociooa esss tacto oo sea Diccionario Uni-
versal de Hittoria e Geographia, accresceotsndo
que aio pouco conhecidas aa actaa do martyrio
de S. Polyeucte.
Um auccesso de tao elevada importancia, an-
theotioado pela historia, a consgnalo noa aonaes
da religio, prova de um modo iodubilavel a qae
exceseo de furor havia chegado a parssguigio
desenvolvida no mundo romaoo contra os fiis
sectarios de Jetas Christo. Os fastos profanos o
attestam egualmeote; e sabe-se que, ao tempo
em qua fra martyrlsado Polyeucte, exercia Se-
vero o lugar de procnsul em Utlllene, capital da
Armenia, como representante do imperador
Decio.
A muss trsgica illestrou para sempre esse (acto
memoravel. Em 1640, o Escbyto francs, Pedro
Corneille. queja se havia celebrissdo tanto pelas
suss bellat tragedias Meda, Cid, Horacio t Cin-
na, fez apparecer ante o mundo luterano mais
um novo padreo de aaai gloria, coma aablime
compoeigao de Polyeucte, qae elle intitulo Iro-
gedia christa. Respailando a aegio histrica, o
celebre dramaturgo dehou correr aua imagina-
g8o frvida e opulenta-(por aobre os priocipaea
rasgos da vida dease ptrsonagem eminanta, que
a religio christia apoqta como um de aees mais
ladotro monumento dra-
raune ao brilbo da idea
exaeco do acontad-
me da forma, oa quadros
o artiatlca, o engeahoso
O vulto elevado do mar-
tyr e do aanto desenha -se ah formoso e esplen-
dido : o painel magnifico, os trago sao de mes-
tre, a aceto deilisa natural e chela de encanloa e
de vtvactdade, os dilogos aio bem dirigidos e
perfeitamante travidos, o eotrecho maravilhoto,
e a eolugio, regularmeote eocamiohada, pren-
de-ae, por nm lago iqtimo, fi paginas glorilas
da hiatoria christia.
Nao tentamos a criUca de urna obra tao impor-
tante, que ji tem -a do jolgada pelos bomens
competentes: manifei lamo, sim, a noaaa admi-
rarlo por essa creagii de tao raro primor, devida
ao genio fecuodissim de am dos mais insignes
poeta, da que ha n iticia, e de cuja musa noa
preaaraos de aer enth tiasta apreciador.
Cumpre, eotretante ponderar que o tonho de
Paulina, o amor de enero, o baplismo effectivo
do Polyeucte, o tacri icio pela victoria doimpe-
rador, a elevacao de Felit dignidade de gover-
nador da Armenia, a mors ale Nearco a confer-
ido de Felit e de Pa% lina, entram no plano fie
.,3 0,.l.M,*Be infeliz Donizeltl fazer a mu
? T? hbrett0 : b,,,a d'"r-se que ella
composlcio de lio celebre moaitro. para qae se
reconhega logo o que ha afai de tublime, da bailo
e de emtoentemeote arrebatador. O poeta eo
i msico, irmios d'arte, entenderm-se do melhor
?d0,?"IL:~.sJ!aelads P"*w. oa Unce
rajadosi da chantada a do logeoho, os impulso
ImOE*? i ,ID0^d "^ d0 'husissmo
religioso, trsduzem-se maravilhoaamente oa lin-
guagem encantadora do aentimeoto e da harmo-
HMi? polULc10?' de 1ue o nearregamos
de esbogsr a historia, vedaram por muilo
tempo em aple a representagio de Poliuto.
Donizeltl, que desejava fsze-lo apparecer prlmei-
ramente all, nio o conieguiu : a primeira execu-
Cio dettt opera lol dada em Parla, para onde Do-
ttfxetll a levoa sob o titulo 11 Martiri, de
Rogealo Scribe : pora, em geral, a snetma
composlgao, o mesmo penumeoto capital, a
metma mualca.
Hoja qae ji acoohecemo, que a vimoa exe-
cutada em o noato elegante theatro, podemos
juiga-ia mal de perto, e compreneode-la em
todo o seu msrecimento.
Nao oos coostituimos juiz nem critieo em tio
elevado objecto d'arte : a oulroa deixamoa easa
taret ; e, atendono ao nosio modo do aantir.di-
remos francamente qae a exeengio do Poliuto
. .m r,e8!ar digoa de elogios. Mau grado
as aimceldades com que tem latido o nosso em-
Prazsrio lyrico, podemos ffirmr qae a aua com-
panhia, hbilmente dirigida e magiatralmente en-
****** ,no proporcionado varias noiies de
verdadeira dialracgio. Especialiaamoa a repre-
aentagao de Poliuto, porque neaia opera, aen-
Umental e bellissima por ana propria natureza,
que o princlpaea talentos ds compaohia do Sr.
Narinangeli se tem mostrado em todo o seu es-
plendor.
Os papis de Poliuto, de Paulina, de Clliste-
net e de Severo, desempenhado pelo Sr. Guidi,
pela Sra. Stella e pelos Srs. Badolec e Orlan-
dini, tem saliafeito plenamentecremo-lo nos
as juilas aspirages dos dilettanti e e expectativa
do publico, em geral. Esses cantores, dispondo
dos recursos ds natureza e d'arte, ho sabido
traduzir com meatria os seus eepeciaes caracte-
res, na execugio da opera, a que atladimoa ; e
quanto a expreuio do cinto, que a julguem
aquellos que coohecem cabalmeole e cabalmen-
te apreciara o meaito de artista, como oa Srs.
Guidi, Bartolud e Orlandini, o a Sra. Stella.
Entretanto, aem prejudicar de maneira alguma
reconhecida pericia de todoa ellua, aeja-nos per-
mittldo fazer urna particular mengio do tenor, o
Sr. Caldo, que entre n estreou no papel de Po-
Unto, e cuja voz doce, mavioss e perfeitamente
tuitentada, reunida a ama figura sympalhica, e
a um bello eslylo de declamarlo, o-constitue
um estimavel interprete dos segredos da harmo-
na, e das grsgas e bellezas da acea lyrica. Ae-
quisigoes como eata bonram ao Sr. Marinangel,
e nao podem deixar de merecer oa applausos e a
considerarlo de todos.
Operas taes como o Poliuto, auperabuodantes
de encanto, e firmadas n'um pensamento moral,
sio e serio sempre bemvindas. Apreciamo-la
nos do sito da impreosa ; e, applaadiodo-a em
sua execugio. proounciamos um voto de intes-
peita anlmagio e de eonceito para com a nossa
companhia lyrica a o seu digno emprezario.
11 de julho de 1S62.
A. R. de Torres Bandeira.
Direito
dejn
nir:
dstioctos hroes. Ver
matico, esa produc.
primitiva, i realidade"
menta, oa atavio eleg
mageatosos da concas,
enlace da flegao poettei!
licio do drama, esio
puras ioreoges da poeta.
Maia tarda Salvato r Cmara no, apodertndo-ia
dease assumpto graot ioso, e bebendo n'elle a mais
preciosainapiragao, compoz o sea excelleole /-
brello, Poliuto, que denominou tragedia lyrica.
Idntico em sua asipocia concepgo de Cor-
neille, o trabalho dejCamaraoo di(Tereoga-ae, to-
dava, d'aqaella, tanto quanto naturalmente aa
distioguem em si urna tragedia e um drama mu-
sical. Nota-e, poram, que o poeta italiano, se-
guindo na fidelidadeI histrica, eat no nome dos
priocipaea periouagena, o tragos do poeta frau-
cez, lutroduz ah, ejn aaa obra, um vulto novo, o
de Callislenes, gran
i aemelhaoga da ao
typo dos erroi o 4*1
sobresae em oppos
e aacerdote de Jpiter, que,
labre no quadro, figura como
impledade do paganismo, e
gao & firme; o i ded)ggio
O direito de agraciar neceata-
rio para o complemente da juatiga
humana ?
L Dando nos muita importancia a ests these, que
foi nona dissertagao, demos -lhe algam desen-
volvimenlo segunde permittiram eolio nosia de-
bela torga ; e estando convencido de dizermos a
verdade aobre esta materia ; com tudo, ae qoem
oos 1er, por aeu julzo severo censurar nossos de-
feitos: isso nao noa admirar.
Para chegarmos ao fim que noa pro pomos,
preciso que reconhega moa oa principios incoo-
cseos e verdicos do direito criminal, para d'ahi
deduzirmoi notsos argumentos: por tanto seja-
oos permitlido elevarmo-noa a foole do direito
de punir; aabermoa o que elle eej ; qnal o seu
Qm ; e finalmente aa aeus principios sendo ver-
daderos e justos nellet deve estar comprebeodi-
do o direito de agraciar para melhormeole con-
seguir o fim a qae se dirige.
Looge de fundarmos o direito de puoir na vin-
ganga, oeste vil sentmento; longa de fundarmoa
na defeza directa ou indirecta ; no systema uti-
litario, oa occlectico vamos proearar aua razio
de aer na natureza da meama aociedade, e dize-
mos : que ssndo a sociedsde um fseto providen-
cial, existindo ella iodependente da vootade do
bomem, por que elle naturalmente para ella ar-
rattido ji pelo pendor de aeu coragio, ji pelas
oeceisldadssimporiosts que o coodemnariam a
morte, ae qultesse livrar-se desta depeodeocia
lio nataral, qaanto sublime por aer o effeilo da
vootade da Deus; e nio podendo existir sociedade
sem em poder que a dirija; porque diaae Bossuet:
Oode fazem o que quarem, ningaem faz o qae
quer ; oode nio exstem seohores, todo sio es-
eraros;e se com o Sr. padre Ventura podemos
dizer : que o poder para a aociedade o que a
chave da abobtda para o edificio : ou anda :
que seria tio impoaaivel a existencia de ama ao-
ciedade eem am poder, quanto aeria impossivel
por am momento a existencia do universo tem
Deut: segu-se que a aociedade nio pode exiatir
aem am poder qae a represente; por qae ao con-
trario se abysmsria naa vorageoa da anarchia.
Ora, ae o poder representa a sociedade ; se es-
te poder a delegagio do exercicio de aua sobe-
rana ; te a aociedade tem um fim a preencher,
qae a felicidade temporal; e se ao poder que a
repreaeota, compete dirig-la : aegae-ae que de-
ve ter direito todos os meios conducentes a es-
te fim ; ideve legislar, instituir leis para man-
ter a ordem, paz e tranquillidade em aeu aeio.
E nao podendo oa homeoe aujeitoa aa paixoes,
e aoa desvarios obedec-laa como simples conae-
Ihoa ; nio podendo o poder social faz-laa obaer-
var aanio Impondo peoa, a que tem direito ; por-
que estis sio meioaindispenatveia para conaecu-
gao do fim a que ae prope ; porque a lei aam
saocgio nio lei ; porqae como diz Tributieo :
Sociedade, le, poder peoalidade aio daas nogea
inteiramente ligadas, oa para melhor dizer, urna
nogio anica, maa complexa : aegae-ae que o di-
reito de punir tem origem na meama sociedade ;
aegne-se que o direito de puoir i lio necessario
para a existencia da aociedade, qaanto fleos
neceatario parr a existencia do universo.
Ora, ae pelo que dissemoa, podemos dizer qae
existe penalidade, deade qae existe lei ; e ae an-
da pode dizor-ae que exiate penalidade deade que
a vootade de Deus fot revelada ao hornern ; que
ss leis naturaes tambera leem sna saoceo no fo-
ro intimo da conaciencia caracteriaada pelos re-
mreos ; que a idea de penalidade existe desde
que exiate o homem ; que ella ae ancoolr entre
todoa oa povoa, em todos os seculos : segue-se
que a sciencia do direito criminal ama das msis
bellas a importaotea qae existem.
Vejamos o que elle seja, e qual o seu fim.
a O direito de punir a colleccao de leis e dis-
po8iges qae deiigasm ss tege oa omities no-
civa a aociedade, lando em cooaideragio aua gra-
vidade. a
O direito criminal em aua appllcagio tem um
resultado trplice, o legislador impondo urna pe-
oa, que 6, segando Ortolon, o mal imposto pelo
poder social ao autor de um delicio, em razao do
mesmo delicio, tem em vista tres resultados que
sio: s cotreocio do individuo, o exemplo a so-
ciedade e s iodemoisagao do damoo cautado, que
nio sio aeoao tres meios em pregados para con-
seguir-te o fim legitimo e vardadeiro de peoa,
que a manuteogao da ordem oa aociedade : por
tanto para que a peoa consiga este fim, aegundo
oa melhorea criminaliataa, deve aer expiatoria,
reformadora e exemplsr.
Ora para se chegar a este trplice resultado, e
fim devido da pena preciso qae se atienda a
certas condigea en, mor da juttiga, e sio : que
aa penas sejam peasoaes, certas, divlsivels,
eguaes erearovadoras. Has, quando daacemoa
distes anos principios o pratica, quaqrjo deseemos
aa Mine tbeorui do direito penal a toa appli-
cagio, quando procaramoa apreciar a realtaacio
d estas condigoss, sis que desabito Mohecemos
ndSBft* raotiogencii ; eii que a razio do homem
bumllha-te, e reconhecendo aua fraquexa, conhe-
ce qae sea justiga urna justiga imperfeita,
apenas um arremedo da justiga divina ; por qae
nenhama deatas coodiges podem abiolutamen--
te ser preenhidat.
Algumss vezes a innocencia soffre, a pena dei-
xa|deser certa, a medida ds pena desspparece,
correccao do Individuo nio tem lugar. Por outro
lado nunca aa penas podem ser verdadelrameote
divlslveis e eguaes; porque impossLvel so le-
gislador humano prever todas as circumttanciai
variaveis, todos os caaos fortuitos que possam
acempaohar a pratica de um crime : por tanto
impossivel confeccionsr-ta ums let que atienda
a esta inflnidade de casos que o legislador nem
pode conjecturar.
Anda porque o crlme compondo-se de dous
elementos: um material carscterisido no facto
que^offende a lei social, outro moral repreieotado
pela ioteogio ou vootade que offeode a lei moral,
ojprimeiro pode ser absolntsmeole preciado pe-
lo legislador ; mas o aeguodo, o moral escapa a
investigagio do legislador, visto que sai inlelli-
genci, sendo inlelligencia de bomem, incapaz
de prescrutar o arcanos da conaciencia ; inca-
paz da prever todoa os motivos que posaam ac-
tuar na vootade do delnqueme, e o levar a pra-
tica do um crime, urna vez qae a intengio do
agente s pode ser methormeote apreciada em
cada crime individual, no cortejo de circunstan-
cia que o acompanham : por taoto ji ae vi que
a peo nao pode aer divisare!, qaanto era para
desejar.
Tambem em quanto a sua agualdada offerese
outras deirantagens; porque, sendo muilo justo
que ai penas pesem egualmeote sobre todos os
homeo, vlato que, tendo ellea os mesmoa ele-
mentos constitutivos de sua natureza, taodo os
mesmo direitoa eaeodo aujeitoa aa mesmas even-
tualidades, devam estar sujeitos as mesmas penas,
assian. nao acontece ; por que a pena que, segun-
do Rossi, a privagio de um bem; este bem,
de que s pena vem privar o delinquente, mais
presado por um do qua por oulros, j em rea-
gao a sua sensibilidaoe, j em relagio a ana cons-
tituido physica oa moral, j em relagio a eda-
de em que cada um te acha.
Em fim, devem as peoas ser reparadraa, (por-
que devendo, segundo o Sr. Cbanveaa, a pena
estar em relagio ao delicio, ou anda devendo a
peoa aer medida pelo delicto : pena debet com\-
mensurari delicio : e deveodo o delicto estar ena
relagio eo mal causado a sociedade, j se t qua
nem aempra ae podendo chegar a este resultado ;'
nio se podando muitas vezes communicar-sell
urna peoa com toda equidade, vino que a pana
nio ettando em relagio ao crlme injusta : ae-
gae-ae que tola difficuldade do julgamento est
em applicar-ae ao delinquente urna pena justa e
merecida.
E aendo a juttiga humana lio fallivelque con-
demoa a Innocencia ; segue-se que tal condiegao
nio pode pela meamas leis ser preenebida ; se-
gue-se que, se nao bouresse um meio de reme-
diar este mal, ae a aociedade em aua coostituigo
nio tivesss um recurso, nio livesse o poder de
salvar a ionocencia, de suspender a espada da
juttiga hamana, quando por asna clculos falli-
ris fosse levada ao erro, a juatiga humana seria
mais imperfeita que o mesmo homem : segue-se.
que nio haveria equidade pottivel tobre a larra.|
lias, facto portentoso I no mesmo seio da ao
ciedade, na delegagio do exercicio de sua sobe
rania, na delegagio de seas poderes ella encon-' sel'iHa
tra um remedio para tantos males : ella tendo do_estylo.
o poder de perdoar, porqae ella qae aoftre aof-
fanaa ; ella lando o dever de aalvar a ion6caocu.'
por que am seu nome 6 que o ioooMota aorlre,
delega este poder ao ehel da nagao, e O encerr-
ga de tao nobre misaflo.
nio mortal pelee fetaltativos. resulte todavii
morte do offendido, a penalidade se sggrara e
passs i ser punido o crlme coa
JVnfl-dejriaio ceta trabalho de doze quin-
te tonos noitau mximo;de teta pito anno
no gru medio ;e de dona quatro sanos no
grin mnimo.
Nada mais jasto.
A oplalio pablica nio hesitar pronunciar-se
em favor de am legislador, qua. nao confunde
com ella ae^s desejos e opinlea particulares.
Aquella parte da soelsdade qae acompaohar de
perto os progressos ds intelllgaasia humana,
aquellos que, para chegaram a lut, aio necaaai-
tarem, que ella J tenha irradiado per eapago de
muitos dias consecutivos, nio te (arlarlo
applaudir o trabalho do Sr. Or. Jos Antonio de
Hagalbiaa Castro.
Para o militar, qae maltratar o sea inferior de
palavraa e ameagas, ettabelece este dielioeto
magistrado.
c Penasde: prlsio com trabalho de dezrHto S
vinle e quatro meze, no gru mximo; de dea
quatorze mere, oo gru medio ; e de tres nos,
meza no gru mnimo, t
Curtamente porqae credita, que, qu
forte eubmette o fraco ao ten poder, nenh
victoria alcance para a aociedade, arara a v
e para a evidencia.
Contra ama tio jaita disposigo atdt
apretentar : apenas tem lugar notar, qae u
litar pode maltratar o seu inferior nio t
lavraa e ameagas como por factos materiaet,
o presente artigo nao comprehende.
Como msis criminoso que aquella milits
por fictos maltratar aaa inferior, faz-ae p
rio que elle ae estenda o praeeito do art
antes que ss pense qae o srt. 77 previne
Caso, por punir o ferimento. qoe ao mi
ifferenga-ae, do simpiet maltrae physice.
rasiderado cota >
la da farimento lera o reo oa de toTTrT
o art. 77 imposta para oa criases de ferie
a de flear impune, porque o art. 58 6 eito ao maltrato por meio de palavraa
ameagas.
De qaalquer doa dout modos baver t
manifeata primeiro aontra o reo, aegundo
o offendido.
Talvez venha bem propoaito lembrar I
Dr. Joi Antonio deagalhies Catro o i
peitavel commisiao encarregada de daf o.
racer acerca doa dous projeclo, a ntcessi'dud
urna disposigo que subfeite os superiores ir
toa para com oa inferiores urna pend
quaiquer, logo que a iojuttiea fr prorada.
iuEo..ine ,ornei m' eomprebensivel 8*1>i-
iiaaodo com o segaiole exanefo
jUm alteres madado para feo-
pa/iifio e nella a echa escreveor*'
a( ra, quando passa um briga
sentinella deixou de dar o gr'
fiitta-se como cousa poasive
eneral passou nio i p,
dentro de um carro coberto
despertaste na sentinella a
armaa: suppooha-se finalr
acootecimeoto preao pr
que ae achara de guarda,
*? I" aaa iocalp
dade de providenciar
nio deixasae d
sab-
io vestido deste mandato alie aalra la innocen-
cia ; faz esqaecer o crime qaaodo o i Tesse so-
..!* \.p"rdd" crin,ino,.. 1uan< P"- |i-e desterro ment'e para aoffrer'ltrm'q'ua
meira vez naufragou em aaa vida, ou quando pe- deem ellea o exemplo. q
rtl^ana HAIa ntlrimentn nriaiiiriA m amanillan I
rlficada pelo sollnmeoto, corregido e emendado
implora aua graga aiada porqua o poder tocial
punindo deve ter em vista nio s a manuteogao
da ordem, maa ttmbam a correccao do individuo.
Por tanto j vemos que o direito de agraciar
indiapensavel para e complemento darjuatiga hu-
mana, e looge de aer, como diz Rertauld, um al-
tributo da justiga, o da soberana ; por que
pela aoberania que a naco delega seus podare ;
por elle* que aa lea sao confeccionadas ; e e
anda em seu nome que o poder agraciando vem
dar complemento a esta leis, vem dar-lhe aua
ultima de mi. e aperfeigoe-laa.
Do qae vamos de dizer, segue-se que nio ne-
gamo que aa leis penses aejam jualaa em theie;
mas, quando ae desee a sua applicagio, varian-
do, como dissemoi, os casos, variando a mmora-
lidade do agente, ea lei peoal medindo tudo pe-
la meama bitola. certamente injuata ; e se a lei
tojaata : o direito de agraciar um correctivo ;
a perfaigio daa leia ; am meio de emendar os
erros da justiga humana.
Retifa, 20 de Miembro de 1861.
Mileno de Torres Bandeira.
Ei um doa casos em qu.
eiir-e o taperior urna l
leneQcas consequencias para i
do um frelo aalutar. esse arbitt
omina a classe mais peraeguida do eitadc
infelizmente ha militares entre n, qut
ue seus collegas menos favorecidos de :
ncial, tem obrigagao de viverem oeste mundo
upid
Jnrispr
*ncia militar.
Mrito do trab do Sr. Dr. Jote Antonio de
Magalhaes Catiro, auditor de guerra da corte,
como autor de dout projectos de codigot mili-
tare!.
CHIMES MILITARES POR INFLUENCIA DE AUTORIDADES.
Fez qaanto nelle era o diatincto autor, para
bem obedecer aa vozea de aeu coragio e deaem-
peobar cem aabedoria a miaaio, a que parece ter
sido destodo pela Providencia; fez quanto
nelle era o Sr. Dr. Jos Antonio da Magalbae
Castro, pora que um aaperior nunca abuse im-
punemente de sua influencia contra seut inferio-
res, deixando de ordenar aquilo que 6 eatatuldo
pela lela e reclamado pela equidade; fez
quanto nelle era, para methodiaar oo deveres
habilutae e accideottea, que ae ligam ao jura-
mento de fidelidade bandeira.
E' cooaiderado crimlnoao
o seu inferior e punido,
com
o militar que matar
legundo o art. 76
Penat09 morte, no gru mximo; de dez
doze annoa no gru medio ; e de quatro oito no
gra mnimo.
O gru medio tpplicado aqu ao crime de morte
commettldo por um superior em seu inferior
um tanto obscuro, por omttlir a decliragio da
pena, pira a qual designa o numero de des i
doze annos ; obscuro, por nSo dizerte 4 de
priiio com trabalhoou pimples.
O julgador ficar embaragado e podar con-
deninar o reo urna prisao maia doloroaa, ae
entender, que o medio da pena, qua tem por
mximo a pena de morte, a prisao com trabalho
por tantoa annoa qnantos o cdigo tiver eslabe-
lecido. 1.
Segundo pens acertado este julzo; mas,
desde que o cdigo nio declara a natureza e es-
pecie da prisio, p le se accaaar de injusto, oa
de severo em demssis o julgador, que coadem-
ntrr pena de prisio com trabalho o offieial qut
se achar iocurto no gru medio, por ter estaasi-
nido o aeu inferior.
Attribuo esta laeuna & defeito de impressio,
que escapou aO cuidado do iUutlre auditor ao
lempo que fez ao erratas.
Puodado em argumento-e eieellentea e arl.
77, qae aubjeita pena de prisio com trabalho,
de otto doze bobos, no gru msximo ; de qua-1
tro seis annos no gru medio e de.um dous
annoa no gru mnimo, ao militar qu ferir o aeu
inferior.
De feito, a justiga assim o exige ; porque ji o
conde Llppe art. XXIX diz, que todo o militar
deve regular oa aeus coatumea pela regra da
virtude, da etndura e da probidade: deve temer
a Deus; e somonte execatar exactamente as
ordena, que lhe forem proscriptas.
Quaiquer que sejs a calhegoris. do inferior
terido por seu superior, ninguem lhe cootestsr a
meama aomma de direitoa absolutos; ningaem
lhe indaferir a preteogio de respeito e dignida-
de ; sim oioguem.
DtdQ o ctio qae do ferimento simples, jalgado
I
A face da trra nunca mai se libertar dot
oppreaiore e dos tyrsnno que a cotirea; cont
aempre o legislador com ellea e procure tjerantir
innocencia, eittbelecendo penas ; tendentes a
dificultar aa injesligas que de preies>te-ta prati-
cam com o maior desplante e com o msit-iCtole-
ravel descaro, vista que pela lei d tenrbtlida-
de tende o bomem tio loveoiivelareerte 4 eer
mu como o fogo aubir. a pedra i gravitar, a
agaa a nivelar-ie: a aua ignorancia aloumia
vezes o estorvo, que o desvia dajj carntarjo do
justo, que o engodo o imbae cere Woa eflsaa e
dtt cautas.b \
lito mesmo confirmado pela) experiencia,
essa aatoridade que noa proporciona ai mais
vantajosas liegee, os mais uteia /bonsslhoe, ius-
arando plena onflaoga naqaellfia aua a consul-
ta ti om boa f e cuidado. H ^^
Urna legislagio tao defeituoia e ti barbara
como a que actualmente rege os militare haaai-
lelros merece que ae deaconfle della, e d lagar
dizer-ae, qae ser maia fcil nio s encentrar
um gota d'agua no ocano, do qua deixar itaaa
praticar iojuatiga e atrocidadea no exercito,ode
nio te retpeita ai leis divinal e humanas, nem
os direitos, btns e hoora dos soldados e aa
vezeidoi offlciiea tambem.
Recite, 11 de julho de 1862. *
Manoel Januario Bezerra Monte-Ntaro.
(Continuar-e-ha.)
A navegaco do Paran e seas
afluentes.
O Parahyba e oMogy-Guatt.
(Conclusio).
Jalgamoa intil tratar de navegabilidade do
Ivinheima, e dos aeu afueotea, oa ros Brilhan-
te, Dourado, a da Santa Hara at as proximida-
dea de Miranda, porquanto, as exploragea faitea
pelo Exm. Sr. bario de Anlooina, a demonstra-
ra m de modo iodUputavel. Astim, vaaeido
Urubapung'a, a navagtgio se eateoderi seas em-
barazo algum at as Sele Quedas, ou, remontan-
do iavlnbelma, chegar ao centro da provincia
de Mallo Groase. Dimos aqu por preenchida a
nossa tarefa.
Nao noa propoxemo a fazer urna expoaigio
completa acerca da navegtbilidade do Paran,
do Mogy-guutj'e do Paranabyba, porqua a telen-
da nio potiue aiada oa dado de qae deva-
namos precisar para esse fim. Nem tambem
queremos descrever a vejetigao de sua floralas
seculares, e de aeus campos povoados dainna-
meraveis eepecies zoolgicas, ou as riquezas mi-
neraes, latentea naa entranbas da trra ata ao
leito dos ras.
Apenes tiremos em vista chamar a attaocaa.
para a grande questio de que depende o futuro*,
das extengaa ragtoea banhadas por estes rioa.
Aproveilem-se as grandes estradas
que Deas nos doou, e etsset terrenos
progressivo valor, atrabirio a colont
se tornara mananciaee de tneegota
qaezaa.
Felizmente a admibistragio geral do imoserio a
desta prorineia acham-ae confiada a jj eteoaa
que tem dado sobajas provas de eolrcitaS
deaenvolvlmento e aperteigoamenio
communicagio, e especialmente da
fluvial, o maia econmico de todoa osj
de visbilidade.
Esperamos, pois, que aa idea que
nio fiqaem esteris ; que a admiaiatn
auaa vistas para estas regios quas esq
usando dos recursos de que dispe "
por bomens proflssionaes o curto '
a natureza dos obstculo qua nelle
tram.dos trabalhoi a executte para
a extangio, e a extena dss despezi
e fim se tornaro aeeessaras.
"Itrecida a opinio pablica corad! siesta-
dos, os cipilaes sffluiraa vidamente;
quer empreza que se propuzer a a
vegagie do Paran, porque ot a
tadissi-
certo no presente, serio no
mos, e |o governo prestar
servigo a provincia do im
graade rio, e adquerir
ralidao. S. Palo. Dr.
Riba*. 'J
'maior
palo
loe
*\ftU
ffirlLAOgl
'




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