Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09565


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Full Text
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1
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AIIO XIIVIH. I0IE10158
Pr trM Mezeiadiutaiti 5f 000
Pwtraiveze vencido. 6|000
SOTA FEI11 II DE JDLIO E Itfl.
i
ftr un adiaitadt 19|00O
Porto fraito pan t iiiitrifttr
DIARIO
ETOAf IE6ADOS DA SUBSCKIPgAO DO NHTE
Paral roa, o Sr. Antonio Altxtndrino da Li-
ma; lUl, o Sr. Antonio Marques di SIts ;
ly, o Sr. A. da Leaos Braga; Caar o Sr.
J. Jai I da Olveira; Maraoho, o Sr. Joaqaim
iodrigues; Para, llanoel Pioheiro &
aonti.o Sr. Jaronymo da Costa.
GADOS DA SUBSGRIPCO DO SOL
jOSr. Claadino Fslsio Dial; Babia
BJ Martina Alvaa ; Ro da Janeiro, o Sr-
Jota 1 Sea Martina.
PARTIDAS DOS COBRE10S.
Olinda todos os dias as # "oras do dia.
Iguerass, Goianna, o Parahyba as segundas
aextas-feiras.
S. Anto, Beierroi, Bonito, Cantara, Altinho
Garsnhans as torcas-feiraa.
Pi d'Alho, Nazareth. Limoairo, Brejo, Pes-
qaeira, Iogazeira, Floros, Villa-Bella, Boa-Viata,
Ouricary a Ex naaqaa>taa-feiraa.
Cabo, Sernhiem, Rio i'orraoeo. Una, Barreiroa
Agua Prota, Pimentelraa o Natal quintas feiras.
(Todos os eorroioa partan as 10 boras da manba
f PHEMKRID8S DO MEZ DK JULHO.
4 Quarto craseme as 8 horaa e 20 minutos d
manbaa:
IX La ebaia aos 2 mina tea da manba.
18 Quarto minguante as S boras e 83 minlos da
tardo.
16 Lia nova as 8 hora o 24 m in o tos da man.
PREAMA BE HOJE.
Primeiro sa 4 boras e minutos da manbaa.
Segundo aa 3 Moras o 43 minlos da larda.
artida dos varones costiihos.
Para o sal at Alagse 5 a JO; para o norte
ji a Granja i 14 e 29 da cada mos.
PARTIDA DOS OMIUBCB.
Tara o Recife: do Apipneot s 61(2, 7, 7 1(2, 8
e.l 1|2 da m.; de Olinda ia 8da m. e 8 da t.; de
Jaboato s 6 1|2 da m.; do Caxangi o Varzea
i 7 da m.; da Bimfiea s 8 da m. .
Do Recife : para o pipucoi s 8 1|2, 4, 4 1|4,
4 1|2, 5, 5 Ii4, 5 1|2 e 6 ds t.; para Olinda s 7
da m. o 81|2 da t.; para Jaboato a 4 da t.; para
o Caxang e Varxta s 4 Ii2 da t.; para Btmfica
as 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segandaa qaintas.
Rala (ja o: tarcas o aabbedosslO boras.
Fazanda : quintas s 10 boras.
Julzo do eommereio : segunda a ao msio dia.
Dito do orphos: torcaa a sosias a 10 horaa.
Primeira vara do sivel: tareas o oitasao meto'
dia.
Segaada vara do elrsl: qaartasa sabbads* l
borada tarda.
DAS DA SENARA.
7 Segunda. S. Pulcberia r.; i.aaudiom*
8 Tarca. S. Protopio m. ; S. Bonoza m
9 Qoarta. S. Cyrillo b. .;S. Vernica Juliana*
10 Quinta. S. Jaouarioe seuscompaoheirosma.
11 Sexta. S. Sabino; Ss. Sidronio e Abundio me
12 Sabbado S. Joo Gualberto ab.; S. Nabor m!
13 Domingo. S. Adelo p. m.; S. Jeel.
' ASSIGNA-SB
o Recife, em a livrsria da praca da Indepen-
dencia na.6o8,dos proprietarios Manoal Final-
roa da F aria & Fiiho.
TE OFFICm,
VERNO DA PROVINCIA.
do goveroo de Pernambaco 7 do julbo
loo Dr. jais de dfreito do Bonito. De
Sisea offlcio do 1 desto mes. daado-mo a
stru noticia de achar-ae extincta a epidemia
do csldora-morbui neasa comarca, cabe-me di.
zar em resposta que tomarei na merecida consi-
derarlo o que Vmc. refera, com relacao aoa ser-
vicos al|. prestados pelo Dr. Gustavo Baldaino de
Moaro mar e pelo Revi. Fr. Egidio de Ger-
lisio. Por esta oecssto, louvo a Vmc. pela ab-
ng( io com que renunciando a licenca de que
goaa gMtroo em asercicio do sao emprego, quan-
evaneisa comarca aqaoile flagello O pelos
bons m Picos que prastou sos seus habitantes em
poca 0o arriscada.
Ex#feilente do da 8 de julhe
m ale 1862)
> ao Exm. presidente da provincia do Rio
lo Norte.Paseo s mos de V Exc. para
veniente, a inclusa copia do termo de
imento dolardameoto embarcado no va-
lonee com destino ao corpo de guaroico
ivincia.
feo commandante das armas. Sirva-se
de informar acerca do incluso offlcio do
ile de polica interino datado de bootem,
H.052.
po chefe de polica. Constando de offlcio
ctor da repartido dis obras pablicas de 4
lie, sob n. 147, que sgaos animaos, sol-
campos do Salgedinho e Arrombados,
lando em diversos sentidos a estrada do
norte as proximidades daqaelles lugares s dam-
nifleam consideravelmente com prejuizo da res-
pectiva conservarlo, suva-se V. S. de dar as ne-
cessarias providencias aflu de que cene esse
abuso.
Dito ao mesmo. Inteirado pelo offlcio de V.
S. n. 1,050 de 7 deste mes de haverem o crimi-
noso Porfirio Joaqaim de Oliveire, o desertor Ma-
noel Joaquim de Souza e am recrata arrombsdo
a cadia do termo de Flores e se evadido, espero
que me communique o resultado das diligencias
empregadas para carera daquellea criminosos.
Dito so inspecto a thesouraria de Uzeada.
Transmiti a V. S.v ira o flm conveniente, o io-
na importancia de 91$666,
faria de rendas da provincia
arte sobre essa a a favor de
'Loyola Barata, ou a aoa or-
se ao Exm. presidente do Rio
slusO 'aviso de lol
saccads pela theso
do Rio Grande do
Manoel Joaquim d
dem.Communico
Grande do Norte.
Dito ajo mesmo.1
., Estando em termos os inclu-
sos documentos, mande V. S. pagar ao sargento
Martinica de Barros Braoco, conforme solicitou
o commasMtante superior di comarca de Santo
Anto em offlcio de 3 do correte, sob n. 65, a
importancia nao s dos vencimeotos dos guardas
naciooaeodeiUcados na villa da Escada, mas tam-
bera daaTsjpoza teita com o foroecimeoto de luz
para o qotrtel daquelle^ destacamento no mez de
junho prximo Ando.
Dito ao mesmo.Transmuto por copla a V. S.
para o flm conveniente o offlcio de 20 de junho
ultimo, em que o commandante superior da co-
marca doiUo Formoso pede que ae mande effec-
toar o pagamento dos vencimantoa relativos so
mez de dezombro do anno prximo passado, do
destacamentolde gaardarnacionaes do districto de
Duas Barras. \j
Dito ao mesmVDevolvendo a V. S. os ppela
que vieram an-exos a sua informago de 30 de
junho ultimo, ob o. 590, relativos ss despazas
feitas at 12 deynaio deste anno com a enferma-
ra estabelecida\no arsenal de marinha para o
trtame*.' dos desvalidos atacados do cbolera-
morbus, t> enho a dizer, que em vista das razdes
expostas pelo inspector do mesmo arsenal no offi
ci junto por copis, man Ja pagar a quantia de rs.
2219198, em que importan*, taes despezas.
Dito ao mssmo. Autoriso a V. S. nos termos
de sua inXormaco do 1* do crrante, sob n. 591,
a manda*] nao s levar em conta ao capilio do 4
batalhio de artilbaria a p Jos Pedro Nolasco
Pereira da Cnha, a quantia de 1829160, que pe-
los docamentos que devolvo, mostra haver dis-
pendido no eiercicio de 18611862 com difieren-
tes objectos do servido militar que estiveram a
ees cargo co o delegado de polica e comman-
dante do desta. i manto de Buique, mas tmbeme
procesaar a divida de exercicios fiados, ns impor-
tancia de 189, constantes dos mesmos docamen-
tos, certo de que nesla data offlcio ao comman-
dante das armas bara ordenar a esse capito que
otro para o cofrte deasa thesouraria com O saldo
porqae se acba responsavel, provenieote dos
500S 1* receben em junho de 1861 para oceor-
rer as despetas com a forca sob sen commando.
Officiou-se neite sentido ao commandante das
srmas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Aonaiado ao que solicitou o director da repart-
Cao das obres publicas em offlcio de bootem, sob
o. 152, cecommendo V. S. que mande entregar
ao thesoureieo pagador daquella reparlicao a
quantia de 8:805j250, constante do incluao pedido
para occorrer as despezas com as obras por ad-
mioiatreco no correnle mez.
Dito ao mesmo.Concordando com lodas las
observacoes por V. S. feitas em sea offlcio n. 385
de 4 do correte mez acerca .do reqoerimento
que me dirigi o potteiro do consulado provin-
cial Fraaciseo Antonio da Silva Cavalcanti que
tmbeme juiz de paz do 4* anno do terceiro dis-
tricto da freguezia da Boa-Vista, approvo a de-
liberarlo da junta dessa thesouraria pela qual
f j declt Mo que nao sao abonareis as faltas
que por virtud a do exarcicio daquelle cargo dr
o referido porteiro em sua repartirlo, visto co-
mo as tteges de ambos os cargos poJem ser
desempoohadas sem que do eiercicio de urnas
resalto "jrejuizo para o das outras, caso em que
seriam tees cargoa iocompatireis.
mesmo.Restituo a V. S. o requeri
que Jos Lopes da Silva Cirdoso pe-
foto do dota que lhe compete por ha-
com a exposta Lulza de Franca aflm
iforme indica em sua aforma^ao de 3
i sob n. 380. mande entregar ao sup-
I quantia de JOOIOOO ris em que im-
idote.
Jirovedor da'Saota Casa da Misericor-
i sea offlcio de 4 do correte flqaei in-
le haver tomado posta e entrado no
dia 1* deste mez a nova junta ad-
i dessa Ssnta Casa, que tem de tervir
Fie 1862 a 1864.
Mrector do arsenal de guerra.Con-
trate T >. o transporte para o presidio de Fer-
nando B*biate nacional Tino do sagaodo cade-
te segundtsargento do 9 batalho de infantarla
para all
comman-
renie sob n. 397, ceres dos volumes destinados
ao servico da via-ferrea ou oso particular de sena
em pregados que conlinuam a circular nos treos
da companhiaaem um pasee em forma [minis-
trada pelo superintendente ou algsm sea dele-
gado.
Dito ao juiz de direito do Limoeiro..Pelo sea
offlcio do Io do correle flqaei ioteirsdo de que
se acba extincta nessa comarca a epidemia do
cholera-morbua.
Dito ao jaiz municipal da primeira rara.Re-
mello a Vmc. para ter o conveniente destino,
a inclusa guia do; sentenciado Manoel Lopes
Carreia do Naicimeoto solicitada em sea offlcio
de 28 de margo ultimo.
Ditoao juiz municipal da Villa-Relia.Acen-
so s recepeo do offlcio de 13 do mes passsdo
em que Vmc. communica lar fallecido o pri-
meiro suppleute comeado para esse juizono ter-
mo ds Villa-Relia, Manoel Ferreira da Silva e
haverem prestado juramento o aegundo a ter-
ceiro, deixando de o (aser o quarto por nao aer
conhecido, e em resposta lhe remello para sao
coobecimeoto e dos mesmos supplentes a qnem
Vmc. transmiltlr copias da portara desta dala
e em qae declaro qae o quarto aupplente no-
meado para o prximo vlndoaro quadriennio
Victorino Lopea de Barros o nao Victoriano Lo-
pes de Barros.
Dito ao juiz municipal de Cimbres.Com a
copia do parecer do cooselheiro presidente ds
relacao de 7 do correte com o qual me confor-
mo, respondo ao seu offlcio de 30 de maio ulti-
mo com referencia ao requerimeoto de Gedeo
de Souza Velho, por copia junto ao aeu citado
offlcio.
Dito ao juiz de paz presidente da junta de qua-
lificacao da volantes da freguezia de Cabrob.
Constando de parlicipacio do cooselbo de qua-
hBcajo da guarda nacional dessa freguezia de
10 do mez passado que Vmc. deixou de remel-
lar ao mesmo conseibo a relacao organisada por
quarteires e em ordem alphabetica a qao era
obrigado por forca do 2* do art. 10 do decreto
n. 1130 de 12 de marco de 1853, recommendo-
lbe que satisface annuataente esae preceito legal
adveriindo o de que iocorre na mulla fulminada
no periodo 4a do Ia do ert. 94 do decreto o.
722 de 25 de outubro de 1850 pela infraeco de
aemelhanle dever.
Dito a cmara municipal de Nazarath.Para
a* poder dar execuc&o ao quedtspe o artigo 19
do decreto n. 8621 da 22 de agosto de 1860, U-
zeudo-ae a ditribulco do numero de eleilores
que deve dar a freguezia de Cruangy restaurada
pela lei provincial n. 527 da 4 do mez Rodo e
junta por copia, cumpre que a cmara munici-
pal de Nazarelb informe com urgencia qual o nu-
mero doa votantes [por quarleirdea) comprehen-
dido no territorio desaonexado dessa freguezia
para fazer parle daquella, e qual o qae flcou per-
tencendoa da Nazarelb segundo a qualificacao
anterior ao deamembramento que a do corren-
te anno.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
ASSEHBLEA GERAL LEGISLATIVA.
Discursos do Sr. Dr. Villela lavares,
em diversas sesses.
O Sr. Villela Tarares : Sr. presidente, em
presenta dos factos que se tem "dado na aetuali-
dade, em que temos visto com sorpreza no cur-
to espado de nove dias succederem-se tres gabi-
netes ; em presenta desse estado do incerteza e
oscilado em que o parlamento e o poro deata
cidade tem vivido,, observando a queda de aos
ministerios e a organisada de outros, coofesso s
V. Exc, que meu espirito vacilla, a minha in-
telligeocia sa obacurece cada vez mais, a voz ae
Irme prende, faltam-nie expreasdes para expor
cmara e ao paiz o que pens da actual sita-
gao.
Parece, Sr. presidente, que ainda dar o al-
boroto da peleja, parece-me que ainda ouqo o ru-
fo doa tambores, o clangor das trombelas ; e
poii, considerando-me como um viajor colloea-
do em ama vaata planicie cheia de trunos e ve-
redas, aqu e alli semeados de flores e espiohos,
-que mal deixa ver o fronxo claro da la, viajor
que nao aabe por onde siga para chegar ao ponto
desejsdo, eu me acho na presente conjunctura
em da vida aeria sobre qual deva aer mea com-
portamento e proeedimento politico.
Sr. presidente, no dia SI deste mez, a maioria
da cmara doa Srs. deputados era da liga dos 11-
beraea e conservadores moderados.
O Sr. Pinto de Campoe : Isso materia ve-
lha, para qae bavamos estsr repisando f
O Sr. Villela Tavarea : En nao recebo re-
gras para o discurso qse devo fazer, hei de dizer
o que entender conveniente, e do modo que me
aprouver.
la dizendo qae no dia 21 deste mez a maioria
da cmara doa deputados era da liga constitu-
cional : 4 am facto que niogaem pode contestar.
Um Sr. deputado : Maioria de um voto.
Outro Sr. Deputado : A verdade que
maioria.
O Sr. Villela Tarares : No dia 28 a maioria
da cmara dos deputados era doa conservadores
puros. Pergunto eu, senbores, quaolaa maiorias
temos nos ? No dia 21 deste mez bouve urna
crise, esta erise foi resolvida pela organisacao do
gabinete de 24 de maio.
No da 28 hoave oatra crise, qae foi resolvida
pala organisacao do gabinete de 30 do correte.
Mas o qae exprime este gabinete, qaem venceu
com a acfuil organisacao ministerial ? Senhores,
na mioha hamilde opioio, opioio talvez Bo-
rnete minha, a ou todoa, ou aeobam. >
Depois das grandes baiallm, uso entre os
belligerantes haver um armisticio para tratar dos
feridoi e enterrar os morios'; eu creio qae a si-
tuaco agora de tregoaa, qua o ministerio
actual de paz. Se pois o ministerio presente
de paz, a situago que se desenha da tregoas.
r mallo aprovsitaodo-ee da ojuadra para acabar
com essa exclueao perniciosa, que o ministerio
darl am grande pasto derribando este moro de
bronze que nos separa do poder constantemente ;
que o ministerio Roa I mente prestar om grande
servico ao paizfaseodo com que lodosos bresi-
leiros, sem ostra dislioceio mais do qae a de
seus laMptos e virtodes, entrara ao tema) da
cooatiluTcao para Ht a luz da tardado do srsto-
ma representativo. /
Vezei: Muito bem.
Lic*nai emprcgadoipubne.
O Sr. Vilella Tavarea iSr. presidente, 6 para
admirar que as emendas que ae apresentsm nes-
'" casa a am projscto, como este que ae acba em
aJsso, somente sejam justtQcadas, ou soraen-
te"Jo pretenda jeititlca-tse, quando alguna tos o
reclama I y. Exc. hade estsr lembrsdo que is-se
votar tanto o projeclo como aa emendas, sem quo
houvesse urna s voz que tratasse de justificar ca-
sas emendas...
O Sr. Siqueira Mandes;E por isso louvei o
proeedimento do oobre depotado de fallar aobrea
materia.
O Sr. Serra Caroeiro:E eu tambtm.
O Sr. Villela lavares:... quando eu, enten-
denJo qae era extraordinaria essa concesso Ili-
mitada de favores a empregadoa pblicos que
pretenden] viajar a Europa animei-me a tomar a
palavra para fazer algur&as renexdes. Este mea
proeedimento, que acaba de ser louvado pelos
honrados deputados que meprecederam na tribu-
na, motivou da parte dellea algumas coniiJenres
tendentes sjustigcaciodessss emendas. Veja-nos
porm, Sr. presidente, se com effeito todas ellas
foram justificadas.
Quinto a mim o nobre deputado pela provin-
cia do Amazonas juititicou completamente a sua
emenda ; o nobre deputado mostroa qae o ins-
pector da thesouraria do Maraoho requeren
camari lictoga por am anno para tratar de sua
saade onde lhe convier; pro'ou qae esta pre-
teocao eat fundada am altestadoa ou documen-
tos valioso, passados por mdicos a respeito dos
quaes nao pode bareca melbor suipeits. (Apoia-
dos.
Examiaemos, porm, se o honrado deputado
pelo Para lambeta jusliflcou como o primeiro as
suas emendas. Primeramente o nobre deputado
hade concordar eommigo, que esse empregado da
alfandega do Para a quem fez am pompozo tlo-
gio, e contra o qual nada tenhq a dizer, nao apr-
senlos petigo alguma, nao requareu cmara
liceog; mas, prevalecendo se da influencia que
por Tentara o nobre deputado poasa exercer no
animo deseas amigos...
O r.Jfr.queira Heodes:Nao apoiado.
OS* Hiela Tavarea:.,... remotteu-lho um
atiesta para que o oobre deputado em occasio
opporflfca, islo quando se tratasse de dar al-
Bt,a** Ijceuca a alguam, apresantasse como emen
a* sosmeesso tsmbem da licenca que elle deso-
je, qua elle quer.
O nobre deputado ha de estar lembrado de que,
por occasio da apresentsr casa esse alicatado,
eu perguntei:porqae razo esss empregado nao
Mata
tem de
danto
Dito
doInf
inqalvas de Miranda, que
remettido pelo brigadeiro
rmas.
Immandante do presidio de Fernan-
f V. S. se ainda subsiste algum ar-
renda M particulares de terrenos perten-
cuntes a alo presidio.
fsjelor das obras publicas.Autori-
ssodo a li Hmcamento provincial vigente
collocseio fc-eintenla lampedes de gaz
easta cidade ii jeja Vmc. i maia neceasitam desse melhoramanto.Exigi-
se igual nformajao do igenie fiscal e do chefe
O polica.
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro.
Nesta dais dou ceobocimento ao Saja. Sr. mi-
nistro da agricultura, commercio Tifias
cu do offlcio que Vmc. me dirigi em 5 do
Dito a cmara muoiclpsl do Goiinoa.Para se
podar dsr execacao ao qae dtape o art. 19 do
decreto o. fiii de 21 de agosto de 1860, fazen-
do-sa a distriDuicao do numero de eleitorea que
deve dar a freguezia de Cruangy restaurada pela
lei provincial n. 527 de 4 do mes fiodo janta por
copia, cumpre que a cmara municipal de Goi-
anna informe com urgencia qual o numero de
votantes (por quarteires) compreheodido no ter-
ritorio dasaonexado da freguezia de Itamb desse
muoieipio para fazer parte 'aquella, e qual o
que ficoa perleocendo a de Itamb, aegundo a
qualificaco anterior do desmembrmoslo que
o do correte anno.
Dito cmara municipal de Cabrob.Para ae
dar execugo ao quedispoe o artigo 19 do decre-
to n. 2,621 de 22 de agosto de 1860, ficaodo o
numero de eleilores, qae devo dar s freguezia de
Santa Mara da Boa-Vista, perteocenie ao termo
desse nome, depois da nova circumacripcao ter-
ritorial que lhe dea a lei n. 530 de 7 de junho
fiodo, janla por copia, cumpre qae acamara
municipal de Cabrob informe com urgeocia qua!
o numero de votantes (por quarteirss) compre-
heodido nos territorios desmembrados da fregue-
zia do mesmo nome, e unidos aquella, pela citada
le, e qual o que ficoa pertencondo a freguezia
de Cabrob, ludo aeguodo a qualificaco anterior
ao desmembrsmento, que a deste anno, e na
sua falta a do aono antecedente.
Dito cmara municipal do Ouricury.Para se
dar execugo ao que dlspe o artigo 19 do de-
creto n. 2,621 de 22 de agosto da 1860, flxaodo
o numero de eleilores que deve dar a fraguezla
de Santa Mara da Bos- Vista, perlenceote ao ter-
mo desse nome. depois da aova clrcamscripcao
territorial que lhe dea a lei n. 520 de 7 de junho
fiodo, e junta por copia, cumpre qae a cmara
municipal de Ouricury informe com urgencia qual
o numero de votantes (por quarteires) compre-
heodido nos territorios desmembradoa da fregue-
zia de S. Sebaslio do Ouricury, e uoidoa aquel-
la pela citada lei, e qual o que flcou perleocendo
a mesma freguezia do S. Sebaslio, lado aegundo
a qualificaco anterior ao deamembramento, que
o deste son, e na sua falta a do anno antece-
dente.
Portara.O presidente ds provincia, atienden-
do ao que repreaaolou o jais municipal e da or-
pbo do termo de Villa Bella, em data de 13 do
mez passado, reaolve corrigir a portara de 22 de
abril ultimo, pela qual foram nomeadoa supplen-
tes daquelle juno, declarando que o quarto sop-
pente Lomeado para aquello termo ao->tix!"io
vindoaro quadriennio, 0 Victorino Lopea de Bar-
rus e oso Victoriano Lopes de Barros, como por
equivoco se escreveu ns citada portara.
Dita.O preaideote da proviocia, conforman-
do-se com a propoata a. 1,032 do Dr. chefe de
polica interino, resolve conceder a Joo Ribeiro
Pessoa de Vaaconcellos a v^neragao que pedio
do cargo de aegundo sappleote do subdelegado
do districto de Queimada, segundo da freguezia
do Bom Jardim.
Dita.O preaideote da provincia, conforman-
do-se com a proposta do Dr. chefe de polica in-
terino, de 3 do correle, ob n. 1,031, resolve
considerar vago os lagares de terceiro, quarto,
quinto e sexto supplentes do subdelegado de po-
lica do diatricto de Afogados, primeiro da fre-
guezia do mesmo nome, e oomear para exerce-
los os cidados seguiotes :
Terceiro.
Capito Manoel de Gouveia e Souza.
Quarto.
Joo de CsrvalboPaeade Aodrade.
Quinto.
Capito Francisco de Pinho Borges.
Sexto.
Major Anacleto Aolonio de Moraes.
Despachos do dia 8 de julho.
/feguerimenlo.
Capito Basilio de Amorim Bezerra.Requeira
ao goveano imperial.
Francisco Botelho de Andrade' Volte ao Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Joo Baptiata Fragoso.Informe o Sr. Dr. juiz
especial do commercio.
Bacharel Joaquim Barbosa Lima. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazeoda.
Manoel Coelho Cintra.oforme t Sr. inspec-
qae llega.
eu, moderado como son em lodos os actos .d*. 'HoreII cmara dos Srs. deputados essa licen-
ca, que da sua petigo ? O oobre deputado res -
pondeu :Cbegou-ma agora pelo vapor o attea-
tado.Ora, esta resposta oo satisfaz, porque o
pretendonla sabendo que as cmaras se abrem a
3 de mj-lo. devia, desde muito lempo, ter c o
seu requerimeoto documentado, pedindo a liceo-
Cs de que necessils ; e quando mesmo chegaase
agora pelo vapor, como creio, esse atteslado, pa-
rece-me que oo havia embarazo em que o oo-
bre deputado reqneresse essa licenca, mas a re-
queresse pelos tramites mais legaes, mais conve-
nientes.
O Sr. Siqueira Mondes:J del a razo ao no-
bre deputado.
O Sr. Villela Tavarea:....... porque assim a
commissao respectiva teria dado o aeu parecer,
tena apreciado aa razee em que se funda esae
empregado para obter a licenca e nao nos vera-
mos aqui forjados a votar, nnicimente confiados
na honrada palavra do nobre deputado.
O Sr. Siqueira Mendea d am aparte.
O Sr. Villela Tararea:Perdoe-me, o nobre
deputado, faz-rus urna injusiica quando acredita
que a raza j porqae me opponbo a oseas licengas
porque as emendas partam do oobre deputado.
Nao tenho motivo algum para proceder desta for-
ma ; respeito ao nobre deputado, looho-lhe at
affeiCo, e nao aai o que o leva a pensar aasim. O
nobre deputado deve respeitar a consciencia de
cada um de na. (Apoiados.)
O Sr. Siqueira Meodes:A commissao nao deu
parecer acerca daquella outra policio, o o alica-
tado que aa apreseatou nao est no mesmo ceso
dos oulros?
O Sr. Villela Tarares:Sobre s licenca, que
consta da emende apresentada pelo nobre depu-
tado o Sr. Serra Caroeiro, ocaio difiere: ha re-
querimenlo e documentos na cmara e a res-
peito da licenca qae pede o nobre deputado oo
ba nada dalo, ha apenas a sus honrada pata-
rra.
Mas deixemos esta primeira emenda do hon-
rado deputado, e vamoa a segunda, a relativa a
um vigtrio do Para que pretende eatudar na
Europa, para o que pede licenca, creio, que de
cinco ou seis anuos, com a sua respectiva con-
grua.
O nobre deputado, para fundamentar eata ana
pretencao, recorreu ao concilio de Treoto. e creio
que ha um aviso.
O Sr. Siqueira Mendos:Ha ama proviso.
O Sr. Vilella Tavarea:...... ha um'a provlao
assignada palo fallecido cooselheiro Martim Frao-
cisco Ribeiro de Aodrade Machado e Silva;
mas, paraci-ma que neos o concilio de Treoto
nem esas proviao teem applicaco alguma ao ca-
so miente.
Senhores, o qae o concilio de Tralo quer, o
qae todas as lels canooicaa qaerem, que o sa-
cerdote seja instruido, que aquelles qae pretn-
deos beneficios oo possam consegui-los seoo
com taes e laea habilitacea.
I' assim por exemplo qae, como o honrado de-
putado aabe, aeguodo ai disposiQoes caoooica,
oioguem pode aer parocho sem ter certo estados
sem. fazer cerlos exames; nao ple ser bispo sem
ter certas coodices, isto ser maior de 30 an-
uos, nao ler irregularidades o defeitos que ex-
cluam as ordens, ser doutor ou licenciado em
theologia ou direito cannico, etc., bona coala
mea, reputacao illibada.
Maa o concilio de Trento quer ou pode querer
que aquelles queja teem beoeficios, e em que sao
collados, que aquelles que teem o beneficio de
cura de almas, que, como o nobre deputado sa-
be, exige ama residencia continua, perpetua, lar-
guera o sen beneficio para irem eatudar? Qual
a diapoaico cannica qae o oobre deputado
me aprsenla, que possa aatoriaar, por exemplo,
um bispo a largar osea bispado para ir eatudar?
um parocho a largar a sua freguezia, o aeu be-
neficio em que est collado, para ir tratar de ins-
iruir-se? S n'um caao muito excepcional iaao
pode dar-ae.
0 fr' ?,i1uei' Meodes d um spsrte.
OSr. Viilola Tavarea :Ah se falla dos co-
nheeimentos da ostrucgo que deve ler o sacer-
dote que concurre para obter um beneficio; mas
seria com effeito muiio aiogular qae aquello que
obtiveasa um beneficio, para o qual nao eslivesse
completamente habilitado, aegundo o direito viea-
se pedir urna licenca para ir eatudar, islo para
comprebender o d6sempenhar esse beneficio om
que acabara de aer collado. A instruc?o que ae
roquereu'para os beneficios soterior s sua ob-
lenco, e nao para depois do prov'imenVo
Agora ainda oatra razo, porque, me poiso op-
por so| *-"" a esta pre.uoc.ao que o ao-
minhe vida, moderado em moas principios o na
poltica que tenho seguido hs tantoa anuos, olo
aere! quem venba aqui perturbar essas tregoas e
esaa paz.
Nao aarei eu, Sr. presidente, qaem venba em-
pecer a marcha do actual gabinete com a mioha
opposico ; ao contrario, aguardando prudente-
mente seus actos ; eu me ioclino a crer que va-
roes to filustres, ancioa to respeita'veia por
suas lases e servaos ao paiz, bao de desempe-
nhar conveuientemeote a difficil e aublime mis-
sao de que ae acham eocsrregados pela cora ;
oo Ihea faltam lices nem experiencia ; os co-
bres ministros nao tero o fervor da moeidade,
deesa moeidade que deseja como lei o progresso,
maa tem a eacola do tempo, o coobecimeoto dos
homeos o das cousss, esto no caso de fazer o
bem ao paiz : ae o nao flzerem, oo porqae o
oo poasam, ser talvez porque o oo qaeiram.
(Apoiados).
Mas, Sr. presidente, nem porque eu considere
o citado preiente como de tregoaa e de paz, nem
porque j me compromeltia oo empecer mar-
cha do gabioele, me julgo privado de fazer algu-
mas curtas e breves reflexes para justificar o
meu proeedimento o o dos meas smigos da
liga.
Na actual organisae.3o ministerial oo foi con-
templado nenhum liberal, ainda mesmo dos maii
moleradoi; isso serla motivo para que a liga re-
cebesse o gabioele actual com desagrado, e na
poota das bsiooitaa, ae seguisse o exemplo da
honrada opposico ao ministerio de 24 de maio,
que por via de um de seua orgos, mais respella-
veis, deelarou na casa que am doa motivos por-
que fazia oppoi'co o guerra a ease gabinete era
porque nelle nao ae achira nenhum dos seus cor
religionarios.
Mas nao, senhcre, os liberaea ao mais gene-
rosos, o liberaei nao fazem opposico e guerrs
aos gabinetes por amor das paataa: outro o.de-
sojo que os dirige, o desejo ds bem servir to
bem ao piiz ; e, senhores, esse desejo nao pode
ser con dem nado, porque eu creio qae oo ba aa-
pirago mais jaita nem maia nobre do que a de
aubir ao poder para no poder reslisar idaa que
esto de accordo Com a cooslituico (apoiados),
ideas quo esto na espbers do gorerno constitu-
cional e representativo [ muitos apoiados) e aa-
(isfazer os ioleresses reaea do paiz. Entretanto,
urna observado dvo fazer.
Eu que sou moderado, eu que sou liberal, mas
cujos principios tem soffrido aq a ellas modifica-
Cei que aa Idzei, os factos e a experiencia me
tem aconaeihado, voa fazer essa obsarvaco, e
:?;o m nobres deputados que- me allendam
Parece que ha uo paiz urna forca estranba e des-
conhecyli ns constituirlo que impede, que em-
barace a ascengo de ama opioio ao poder, ao
meos ha 14 anuos a esta parte ; parece que hs
o desejo de excluir do poder essa opinio ; e eu
emendo, Sr. presidente, que nao ha nada mais
opposio liberdade, nem maia favoravel de-
sordem do que essa excluso.
Quando oa representantes do povo.-quanlo os re-
presentantes de urna opioio tem perdido a espe-
rance de comparticipardo poder, de aer lambem
governo um dia, (oo sou eu quem o diz Beo
jamim Constaol), coosideram o poder como seu
inimgo natural, e nlo a opposico e guerra que
apparece nao aoa ministros, nao a aeus actos
mis sim ao proprio poder, autoridade, e isto'
senhores, o que devenios evitar, islo o que lem
procurado evitar as grandes oac.es, como a Io-
glalerra por exemplo, que tem sido aqu tantas
vezes citada como typo, como modelo do sysle-
ma cooslitucionsl e representativo. (Apoiados).
Na Inglaterra, oa ministros respeitam as oppo-
sicoes, porqae vem nellaa ums forca que pode
aubir o dirigir os destinos do paiz; aa opposi-
Ces a aeu turno respeitam nos ministros for-
ca e a autoridade (otara que deaejam e que pro-
curam.
O poder em ai compre reapeitado, sinstitai-
Ces nunes soffrem abalo ; mas Sr. preaideo-
te, porque na Inglaterra e nos paizea de que tra-
to todas as opoioes podem ter a sua ve'z (apoia-
dos) todas aa opimea podem subir so poder para
fazer reallaaraa suas idaa; lodas as opioies es-
to certas de qae lhes nao impoisivel este po-
dar. (Apoiados).
Prtenlo, senhores, o que nos cumpre na ac-
tualidade, nesta actaalidade, qae, como j disse.
de tregoas, de paz ? Cumpro-nos esperar oa
is do governo, porqae nenhum de nos pode
' rli, nenhum do nos poda saber j es-
sa quem pertence : o futuro quem
Hura, e tu calcado qua o mioUlerio fa-
eaat
bre deputado tanto advoga. O honrado depata-
do aabe, doveaaber malbor do que eu, qe um
remedro, e remedio poucas vezes provertoso, o
de ostabelecer parochoa eocommendadoa oas ps-
rochias onde ao os ha collocaloa e perpe-
tuos.
A lei cannica nao qoer aeoo que os benefi-
cios do curs d'almaa sejam perpetuos, que os
parochos sejam effeclivos ; e s rszo por qae a
lei cannica asaia dispe, olo s de proveilo
e utilidade para oa parochos, tsmbem, e prin-
cipalmente pare os parochtano, para os eeae
tragueteo : oeceasario que o parocho coohe^a a
todos elle perfellamente para sabe* das soas ne-
cessidedes, corrigi-los, eosiaar-lbea a doutrioe e
adminiatrar-lbes convenientemente o pao espiri-
ual, de qae se schs encarregado. V. Exc. sabe
que quando o parocho taha de ama freguezia e
entra nalla am outro sacerdote, como encom-
mendado, este sacerdote nao ple to bem pre-
eochs essa misso como o parocho collado.
O Sr. Siqueira Meodes d um aparte.
O Sr. 'Villela Tarares : Segando & doutrioa
de V. Ezc, aeria conveniente que todoa os paro-
ches collados fossem estudar, que as freguezias
cassem com vigarios eocommeodados ....
O Sr. Siqoein Meados d ainda om sparte.
O Sr. Villela Tavares: V. Ezc. emende que
conveniente que os parochos vo estudar, dei-
xando os seas beneficios ; diz sl que com isto i
naci oo tem prejuizo nenhum. Como se en-
gaa. ..
O Sr. Siqueira Meados d outro sparte.
O Sr. Villela Tavares : Sr. presidente, que
rszo, que direito lera esse parocho d j Para de
estudar mais do que um parocho de Pernamba-
co, de S. Paulo ou de outra qualqoer prvincia?
Se o mesmo direito que assiste a esse parocho
do Para assiste s outros, esses outros nao devem
tambera ser atlendidos? E se assim em progres-
so todos os parochos qaizerem estudar e obti-
verem liceocs, oo ficam ss fregoeziis com ja-
rochos eocommeodados ?
O Sr. Siqueira Meodes : Bsts doutrioa do
compendio de S. Exc
O Sr. Villela Tavares : Qual a doutrioa que
conaagro no meu compeodio? Eu nao neg, nem
posso negar ( materia de que sei sganos couss)
que na falta doa parochos collados hs os paro-
chos eocommeodados ; mas digo com boas auto
rilados que isto um remedio poucas vezes pro -
veitoso, um mo remedio. A razio, repito
aioda, porqae, aegundo aa lea da igrejs,
oeceasario que o parocho esteja constantemente
na aua freguezia para coohecer os seas fregaezes,
psrs conhecer de seus setos, de seus costuu.es,
de sua doutrioa, e aasim instrui-los o dirigi-los
convenientemente.
' Quaaio I proviso de que o honrado deputado
se prevaleceu para fundamentar lambem a aua
opiniio, en emen lo que ella oo lem applica-
Cao ao caao verlente. Essa proviso nao dispensa
o parocho para ir viajar ; oo o dispensa para ir
eatudar; essa proviso o que fsz chamar o pa-
rocho para letcionar, para tomar conta de ama
cadeira ; caco mnio differeote ; eolo da par-
te do parocho tica o direito de resignar" o benefi-
cio, etc. Ora, na hypolhoss de que se trsts hs
alguma resigoaco 1 o parocho que quer viajar,
quo quer estudar na Europa, quer largar o seu
beneficio ? Nao, ao cootrario, qoer ama liceoce,
e essa licen-a com sea respectiva congrua ; por
consequancis, o caso muito differente.
Sr. presidente, nioguem mais do que eu se
tem interessado sempre no parlamento e fra
delle pela instruego do clero; ninguem mais do
que eu lem pugnado pelos legtimos Interesses
da igreja, nao obstaote aer secular ; .desejo que
o clero do meo paiz seja um clero iostruido e
moraliaado ; desejava que todos aquelles que se
oppem aos beneficios ecclesiaslicos, quaesquer
que elles sejam, fossem homeos dotados de sa-
bedorie, insirueco o virtudes. Mas, o caso de
que se trsts, senhores, mullo differeote ; um
vigario que j sollado ; aquello a quem in-
cumbe a pastoral vigilancia de saa freguezia, de
velar aobre oa seus freguezes, o qae quer deixa-
tos para estudar, isto para tratar de ioteresses
seua proprios, iodviduaes.....
O Sr. Siqueira Mendos d um aparte.
O Sr. Villela Tavarea: J notei ao honrado
deputado que o coocilio de Treoto citado nao
appllcavel nossa queslo. O coocilio falla do
caao do beneficiado, qae estada j com licenca,
e nos aqui tratamos de dar ou oo essa liceoga
para o beneficiado eatudar. Procedeodo portan-
to deata f>ma, oo pono ser acoimado de in-
justo (spoados) ; oem o oobre deputado tem ra-
zio alguma para attribuir esta mioha opposico
a lieeoca de que ae trata, seoo so meu dever,
seoo convicgo em que ealou de que, looge
de fazermos am bem, [atemos nm mal igreja,
licenciando os parochos deste modo.
Tenho concluido.
sua obra rasen te-se de deleito qussi sempre^ a>
esses defeito* nunca sao corrigidos.
_ &' assiaa que vemos que a ioslrueco secando-'.
rra o a su agrior, entregues aaieamenle diecri-
Ca di goveroo, nao ra bem. Reformaram-se.
en virtude de urna lei, as oossas faculdadec d
direito.e de medicina. O gavera foi autoriead
a dar estatutos e regulameato complementares,
dependentes da approvaco do- aer pe legislativo;
mas tem decorrido muitoa aoooa sem qae coses
estatuto* e regula-raeutos tenba-m viodo ao corpo
legislativo, num- ae te o ha cardado en reve-los,
discuii-los, etc.
As nossas faculdades-cootiouam a ser regidas*
por elles, que alias tem imperfercoes muito nota-
veis ; e o eosioo pubiieo, com quaote reama me-
inorado em alguma cousa, todava nao tem attio-
gido quelle grao de perfeico que devoramos
esperar. (Apoidoa.)
Ora, porque razio haremos nos de aotorisar o
governo para tratar da materia que faz objecto-
d petico do instituto pbarmaceulico desta cor-
le, quoo-podemos aprejealaj^am prejte do
lei que a regale, quaudo podemos conceder aoa
estudaolesdo curso de pharmacia, aob-taes e taes
coodices. esse titulo que a facotdade de medici-
na da cfte julga que deve aer conferido ; tacto
mais, senhores, quanto nao a neo ae taa a me-
nor deapeza com essa medida, como se atiendo
osinteresses pblicos, e principalmente aos re-
clamos, queme parecer muito. justos, do insti-
tuto pharmaceulico- desta curte r
A vala, portanio, deatas consideraces, ani-
me! me a presentar um projeclo neste sentido.
E pira que a mioha obra nao se resentase do
iraperfei{es, devidaa a mim, minha insarB-
cieocia para tratar de legislar aobre esta materia,
alias ialeresssaie, visto como nao soa profissio-
nal em medicina. Uve de consultar alguna m-
dicos muito autonsados, que sao membros da ca-
sa. Combinarais comigo, e al pediram-me pa-
ra sssignar o projeclo.
O Sr. Pooseca Visos : Apoiado. E' verdade.
OSr. Vilella Tavarea:O projeclo que voa
ler a honra olferecer augmenta os estudos preps-
ratorios para a matricula do curso de pharmacia,
accresceotsodo o lalim, a philosophia e algebra.
Quanlo ao meamo curso, addiciooo a matarla que
a faculdade do medicioa exige, isto 4, a toxico-
logia com freqoeocia e pratica na aula respectiva.
Para nao offender aos direitos adquiridos dos
phsrmaceuticos que tiverem sido approvadoa no
curso de pharmacia, sem receber o grao de ba-
charel, iosiro no projeclo a disposico de qao
aquelles que pretenderen) esse grao pode-lo-ho
obter fazeodo previamente exame, m que sejam
approvados, das materiea accrescidas. Psra dar
aoimaco a este estudo determina outro artigo
que os bichareis em pharmacia serio preferido!
a outrosquaesquer para commisses e empregos
ofciaes e pblicos, em qae seja miiter o conha-
cimento fia pharmacia.
Creio qjie desta maneira tenho satisfeilo tanto
a faculdade de medicina da corle co-
eclamos do instituto pharmsceutico.
r/r
ao desejo
mo aos
(Apoiado
Vou ma
Vem
ar mesa o meu projeclo.
eaa, lido, julga-se objeclo de deli-
berarlo, o vai a imprimir para entrar na orden
doa trabalbos, o seguiote projeclo :
< A sssembla geral resolve :
Art. Io Nioguem podar matricular-se nos
cursos de pharmacia existentes as faculdadea da
medicina do imperio sem que techa a idade do
17 annos, e, alm dos preparatorios ora exigidos,
apreaente certilao da ler sido approvado nos exa-
mes de lalim, philosophia e algebra.
Art, f Aos estudaotes que forera approva-
dos no curso de pharmacia. que comprebender!
o curso de zoologa, botannica, physica, ehimica
orgnica e inorgnica, mineraloga e lexicologa
com frequeocia e exame as respectivae aulas,
ser conferido o grao de bacharel em pharmacia.
Art. 3* Os pharmaceuticos spprovadoa nos
respectivos cursos ora existentes e que quizerem
receber o grao de bacharel em pharmacia, tero
direito a elle fizendo previamente exame, em
que sejam approvados, dss materiaa accrescidas
para coocessio do referido grao, conforme o dis-
posto nos artigos 1 o 2*.
Art. 4o Os bichareis em pharmacia aero
preferidos a quaesquer outroa para as commisses
e empregos pblicos o ofciaes em que r mis-
ter o coobecimeoto da pharmacia. t^
y Art. 5 Bvogam-ae as disposices em con- **
trario.Vilella Tavares.Luiz Carlos.Fonseca
Vianna.
MINAS GEHAES.
E\pc
Gr de bacharel em pharmacia.
O Sr. Vilella Tavarea:Pedi a palavra para
apreseotar a considerarlo da cmara dos Srs. de-
putados um projecto, e peco licenca para dizer
alguma couaa em sua justificarlo.
O instituto pharmaceulico desta corte, anima-
do pelo deaejo da melborar a aua classe e de dar
um titulo mais honroso aquelles que se destioam
a j estudo do pharmacia, requereu ao corpo le-
gislativo que coucedesse o gru de bacharel em
acienelas naturaea aos estojantes que completas-
sem o curso de pharmacia, existentes naa facnl-
dJea de medicina do imperio. O instituto fun-
dara en tou esta aua petico, alm da outras ra-
zos, com s seguate: que no curso da pharma-
cia aa eoainam todas as m.terias oa aa princi-
pase materias das scieocias naturaes, isto a
zoologa, a botnica, physica, cliimica orgnica
e inorgnica, mineraloga, etc.
O corpo legislativo, por parecer da commissao
respectiva, a quem foi mandada essa petico do
instituto pharmaceulico, delermiooa qae fosse
ouvido o gorerno, o o governo, ouviodo a auto-
risada congregaco da faculdade da medicioa des-
ta cfjrte, seguio a sus opioio, isto qua o titu-
lo de bacharel am acieocias naturaes mal cabi-
do aos que se destioam ao carao da pharmacia,
aoa qae qaerem aer pharmaceuticos, porque eate
titulo oa grao nao indica a respectira proflsso,
como conveniente e mesmo necessario que o
faga; masque, dadas algumas alteracoes quaoto
aos estudos preparatorios, e augmentando-se o
da toxicologia; aeria justo conceder-ae aoa eatu-
daotea qae tivessom completado esse corso o ti-
tulo de bacbarel em pharmacia. (Apoiados.)
A honrada commissao de iastrocco publica,
tratando desta materia, apreseotou caaa, ha
dias, O seu parecer. E' elle qae se indeflra a
preleoco do instituto pharmaeeutico da corle,
por achar qae o titulo de bicbarel em scieocias
naturaea mal cabido aos que eitudaaL^a phar-
macia ; mas, nao combateodo a opinlfo do go-
veroo, oem, por eoosequencia, a da autorisada
faculdade de medicioa da corte, na parte em que
entende que ae duve conferir o titulo de bacharel
em pharmacia aoa que tiverem o respectivo cur-
so, eosinsdo as nossas faculdades de medicioa,
e feitas ss alteracoes de que falle!, entende que o
governo quem deve regular esta materia, psra
o que coaclue qae soja de vid a mente autorisado.
Eu, Sr. presidente, oo aou muito amigo de
autorisaces ao governo (apoiados), priocipal-
meBle aatorisaces ds ordem desta. e aulocisa
toes que versam sobra a instrueco publica ; por-
que infelizmente a experiencia nos tem moatrado
qae; sempre que o corpo legislativo tam autor;
sido o goveroo para fazer o que entender a
peito deste asaumpto, o gove lamentos ao tematlendido so qae mato
?Qieale, o meamo o que, 4 miii noaesurQ,
osico qoe ao II1 ni. e Exm. Sr. coro-
nel Joaquim Camillo Teiieira dalot-
la terceiro rice-presidente, apresen-
tou no acto de passar-lhe a adminis-
tfaco, o presidente conselheiro Jos
Bento da Cunha e Figueiredo.
IIIm. o Exm. Sr.Psssaodo a V. Exc. a admi-
nistragao da proviocia, por ,ser obrigado a ir to-
mar parte nos Irabalhos da cunara doa Srs. de-
putados, comecarel por felicitar os Mineiros pelo
favor com que o goveroo imperial acaba ale oo-
mear mais tres -Tice-presidentes, que, hiles be-
nemritos da proviocia, nao podero deixr de
contribuir psra a graode prosperidade, de que ella
nimiamente crelora.
Cumpriodo-me informar acerca do estado dos
negocios meu cargo, tomarei por Wrmo o dia
25 de outubro, em que enlrei do exercic da ad-
mioistraco, al boje, em que leoho a satisfagio
de entrega-la aoi cuidsdos de V. Exc, eme aoa
relatorios dos meas dignos predecessores encon-
trar sem duvida todos os esclarecimentos e in-
formicoes retrospectivas, que fra intil agora
reproduzir.
A proviocia conserva-se em perfeita traoquil-
lidade, oo sendo bastante para perturba-la o des*
agradavel incidente que se dea em sic
termo de Paraeet, entre a familia 1*4
cbamadoa Serranos.
Do expedleote j publicado conhece-s
historia desse deploravel acontecirneot
como os proviieactas qae forsm dad
maior promptido, e que a estas horaa I
duzdo os bons resultados, qae ento i
fiado no selo dss autoridades daquella
e na diligeocia do capito Aolonio
Amorim Raogel, que para alli seguio
meios nece.sarios para reslabblecer o selago pu-
blico.
A seguranca individual e da propriedade, con-
tina ainda sujeita aoa perigoa ordinarios da es-
pecie humana ; perigoa que oo poderlo aer do
lodo removidos sem muitos remedios qae nos fal-
lem. o dos quaes somente apootaiel agora a Cra-
qoeza, e falta das prises, bem como de forca
suficiente para ae maitaa e maltktlicadaa naces
sidades da admioiatr>co da polica.
O corpo policial e de guarnieao, e a companhia
de cavaltaris, reunidoa, cootam 866 pracas, que
dialrioufdea pela superficie deata immeosa pro-
vincia, deixtm o servico da capital entregas, em
grande parto, a soldados menores de 14 annos.
Dabslde as autoridades clamam por suxilio do
torca, pira as diligencias policiass, para a remes-
as de presos e recratas, para guardar a cadaia, o
al para fazer cobramos scaea... lias como acu-
dir a ludo isto com 866 pragai ?
Assim rnesmoj alguma causa tem-se.feito ; a
tara de 79 criminosos, seudo'.25 do homicidio,
ehensao de 51 recrulaa, eexpadico de direr-
pequenss torcas para occorrer A oeceastuades
olictaes de alguus pomos, di provlsoii! comqPa-
rasai Panos.



^M..
=*T
M
a
#
DURIO DE rilNAMBCO, t- SEXTA. FBBA U DI JULHO DE .Wi<
ot -,____________
prtinJ)Oi, nio deixsrel de comear outn, que
u *o de menor impettaetit.
4 10 de Janeiro imatetr^ >.eehota Melcas
Borneas, municipio do Serr, iti Italianos, Atti-
Mo, forobillc e Miguel, invaairtur tttettdtdo
afilio Veoeocio Lucae Cbavet, que ae echeve
ntente \ attasaintrem uro etctevotee caaa\e-ou-
curam a quaotia de 14:000fOO9n'*ihelro.
Vcram logo presos, jalgtdoa e ecodenrnadoe;
aflous pena Mima, e ua a gaMa perpetuas. Hen-
ee apoellaco.
A 87 de fevsreiro na Tilla d* RicftreO o U*.
Tedro MhIo Pereira cas deau ir asees, ultet
iuditiduot em numero de 12;epvotenUreuv.*e
atienta da caaa do negociante e presidente da ca-
anara, Joaquim Moreira de Souza, coro intenso
aAa Muulnj-lo, aeguodo aa partea offlcisee, por
Uribalr-lhe un Uro disparado diante dasa casa
k> dia SO do meamo mez. Des (iros dados de
pansa parte retultou ficarferide jait de direi-
o Interino, \)r. Weneearo Aoionie Pirca Jeqoivi-
booht, cfae havia acudido a SBOtim, e no asa
-aceerevo.
O delegado de polica de Micas Novas fez mar-
char a >forc.s da que dfepaafcs, c o Or. chefe de
foliis dea oatraa proTideacias.
A ass hors deve estar alli rertabelecida a er-
dem publica ; e consta aitra-officialmante, que o
Dr. Martins, e dous de eeetcoraplicos ji teacbam
jtresos.
finir ea-etsssaroetoe co notareis orcecuin-
*<* :
O subdelegado da cidade 4a Pasaos, Maaoel
Lourengo dowaseimeato Roas : o mandatario foi
. jpTeso, econdemnado pena ultima; os roaodan-
*ce, porm, eatio oragtct, tene-ae dada todas
ate orotideoeias para aua captura.
Do promotor publico ieterioo da comarca de
Jdinaa Novas, Jas Alves de Araujo Mer.dooca.
At o presente teso sido baldadas ledaa as dili-
areoclaa eroprrgsdas para decobrir-ae O autor
Ceaieallentdo.
Do subdelegad* de dlslricto do Andreqoic, ter-
mo do Curvello, caf.itao Eugenio Martins do Re-
*o. O atsassino, Manoel Placido Rodrigues, j
.foi preso, e brevemente tere de responder ao
jury.
N> dia 19 de janeiroconstou-roe, que os Indios
Jo Mucury, emboscadosoas immediaodesde Cso-
** Braba, onde moram alguna colonos protegidos
jjor km deatacamanto, mataram i'fiexadas um es-
acra vo de Joaquim Jos PerosDias, e alguna ani-
co-
ado
>W faci renov a lembranca, ainda recente,
o aifJstros araaniaaaaiitps dflJaarperSba, e pro-
luz i o am tal terror entre es coleos, que vinle
Satniliaa retiraraea-se abandonando auaa planta-
Na imposaibilidade absoluta de enviar para alli
*otv"i por nao have-la, dei logo, alera da outraa
f>ro*ideneias, que coostsm ns secretaria, as que
eou referir.
Mandei crear urna escuadra da pedestres de 30
firacas em Philadelphia, com o tim especial de
4)ccor*er as eggresaoes dos seivegeos,
CosamUsiooei para aquetle ponto o teneole Ma-
n el do C Barbosa, que pattio logo, para or-
afliaar a esquadra de accordo cam o delegado de
.Minie Novas, a qaem recomaeudet, que se diri-
ajiaae imrodiatameote Pvittadelphia, afim de
#rovideociar de modo i acalmar o animo da po-
pulacao amedrantada.
Directamente, e por intermedio do Etm. biapo
diocesano, soliettei dos tres capuchinhos, existen-
tes as previncis, o relevante servico de com a pa -
lavra, e com o carioho da retigiio cbamarem os
aelvageos a vida pacifica da civilissco ; e pa a
Jwpoaicae dessa diligencia a quanlia de 1:000S.
dar cantas das despena que fizesse.
Ainda nao conheco o resultado desla medidas:
penas recebi de Minas Novas urna participado,
*m qe se me declarava.qae jihavtam alialadaa
10 pracu para a esquadra de pedestres, e que o
lelegado de polica j faavia partido para Pbila-
sJelini.
O goveroo imperial nao lera deizado de appli-
ar es aaas vjataa para a colonia do Mucury, as-
asm romo me nao hai descaidado de prsatar to-
aloa os possiveis soccorros povoscao de Phila-
atelpnta : o espero que V. Eic. porA multa atteo-
qio a neceaaidadea daquella regiio.
Nao podeodo 1er com iodifterenca as repetidas
participacces sobre-os assasaioatos, pe'petrados
m qusal todos os ngulos da provincia, e nao
aisnondo de forga paracollocar destacamentoa em
Iodos oa lugares d'ooJe eram reclamados: con-
aiderando emtim as graudea ditsncisi que ha a
vencer, pnmeiro que-um auxilio ds forja chegue
aa lugar, em que se torna instantemente necea-
aario ; julguai de granie vantagem dividir toda a
provincia em diatrictos militares, em esds nm
-doa quaea possamaer conservados fortea deslaca-
snentos sob o commsnlo de udj ofBetal de con-
iiana, eocartegado nio s de satlsfszer promp-
latceote aa requisicoes dea autoridadea locaes,
como de percorrer todo o distrtelo de seu com-
JBsodo, afim de capturar os criminosos de que
tiverem noticia, ou Ibes orem spoolsdos pelas
nesmas autoridades-; visto do ser possivel pdr-
aa junto cada urna deltas a torca de que necea-
Has*.
A pequea ranlsgem, que aeha colhido j des-
ea alvtlre, prova bastante quanto seria immeoss,
aa os destacamentoa podessem tero numero de
jpracaa conveniente : porm infelizmente elles nio
aao ueste momento, seoio a sombra do que po-
dero aer, aponaa flquem mai reforjados.
Do quadro o. 1, ver V. Ezc. como foram divi-
aMdas as crcamscripcoes militarea, quaes os offi-
aiaes nomeados, a que pravas sstio sob seu com-
maodo.
Por maior drligeocis que tenho empregado pa-
ta completar o corpo policial, que tantoa e vali-
aos aervi;os ba prestado, nao me tem sido possi-
aelcsnsegui-lo.
A antypaihii, ou antes o horror qae inspira a
farda neata provincia, e o pequeo aoldo que a
Jei consigna, ezplicam a difficuldade dos eogaja-
lnentos voluntarios.
O appello qae fiz aoa chelea da guarda nacional
para ajudarem-me no empenbo, eujo resultado
vera todo reflectir oa siguraora individual, que
aada cidadio exige do governo, nio me vafeuae-
nao boas promessaa, que nio foram umpridss.
Ter, pois, V. Exc. de sentir a necessidade de
mpregar oa teas estfeos, sBm de levar o cor-
po ao aeu estado completo, como iodispensa-
M.
Nao ornanisei a companhia de menores, creada
pela lei o. 1,105 de #6 de outubro ultimo, em
consequencia de nio ha ver no qnaftel o com mo-
do para lsto neceaaario ; o nem existir quota pa-
ra manda-lo preparar.
Reconhecendo o meo servico que prestara a
esquadra de pedestres da capital, julguei conve-
niente disaoh la, mandando levantar urna na
cidade de Pasaos, que einlla nio me consta achar-
ce orgaoissda, e outra no municipio de Mioat-
Wovag, qe tenho noticia eslsr-ae orgaoiaaodo :
julguei mu neeessario elevar a da Itabira ao
numero de 20 pracas.
Se fosee possivel acretoentar o aoldo desta es-
pecie de guarda urbana, dando-se-lhe um regu-
iamento adequado a etroumstancias aspecises
testa provincia, talvez e podessa eolher mui
bOas vaotagena.
Algum estado comer^sva ezer a tal respeRo,
saaa qae me nio animo anda submett-lo i coo-
idracao de V. Exc.
A coadjuriQao que a guarda nacional pode
prestar, e alguma tem prestado, encontr impe-
aMmeoto sensivel na fslts de armamento, e tam-
bora na repugnancia, que tem as pracsa, de aban-
donare oaseue trabaIhos domsticos, tem re
tribucao pecuniaria com que possam occorrer s
avaa neceasidadea.
A arda nacional desta cidade, e da Cachoeira
ato Campa, a qae se presta com mala prompti-
tto; a da primera se acha actualmente desta-
cada, para o servico da gusrnicio, parte da com-
senbia avulis da ertilharia, em numero de 84
iracas.
Poicas alterares tem havio no quadro da
guarda nacional.
Palo decreta n 2,289 de 8 de fevereiro ultimo,
foi organisada a dot municipios da Patrocinio e
JJagagem ; creando se um commaodo superior
composto de nm esqosdrio de reserva: e pelo
4te o. 2,837 da 11 de outabro do asno prximo
pateado foi tambsm creada am esqaadfio de ca-
vallsrrs avulso db municipio do Parabybnna.
Aoha-se vago o posto da commandante su-
perior dot municipiot do Sarro e Conceicao. pelo
altecimento do coronel Jos Bibeiro de Paria.
Tanda igualmente fallecido o bario da Sabara,
q ocenpava o cammando superior dot municl-
piat de Sabara e Gurvello, foi por decreto de 23
O* marco prximo findo nomeido o bario de
Carvello, qae, estoa convencido, preencher o
lagar com a meema dadieacao, zelo patrlotis-
so, com que o hatia por muitoe sddos dssempe-
shado o illuttre finado.
Ter V, Eie. de raconhecer a necsssidsde de
iaocar uai vistat para ceta importante milicia,
dM na nio poda p estado prticindir nos momen-
- Parece-me que ella talo te echa conveniente-
mente oisciplinadt, como muito cenvm ao ser-
vico pabHco. *
Na tdatlniairaeio da juelica, o que tem occor-
rldo o seguiote:
Por decreto de 9 de outubro do anno pastado
foi removido da provincia do Rio de Janeiro para
*ta fe. LudaCre-arateas dlsaBrtra, qaeadea-
de 9 eaaezaalroteabaiqaaats acacha em
ciclo c<'-tu vagar, atteaesjaraiasida-o co
lo, intelMgnitft cacaividade. aaajajae te
Auitacprovsa^raeaaenmtaaiea Maaticas.
Esli proateas ea-liie.'de dereito a
rasrcaanea paacrinate, nideeandac porm
falsjsii eierakia a Dr. Batess aa toqaaara Pin-
to destinado para servir na comarca do Rio Par-
do, por decreto de 11 de outubro ultimo.
Por portara de 4 de Janeiro designei, na forma
da lei, a ordem em qae ot juires muncipaes e
seus sapplentes devem substituir es junes de di-
reto.
Acbam-se prvidos em bscaireia formados st
promotoriat da* comarcas do Oro Preto, Rio daa
Velhaa, Serr, Bsependy, Psrsbybuna,.Rio Vef-
de, PomDa, Paracal, Rio Grande, Rio Pardo,
Rio das Mortes, Mariahe Parabybana.
Nat oatraa comarcas satas cargos aio servidos
por horneas leigot, nomctd,os pelo governo, ou
polos jutses de direlto.
De mioha parte tenke-me sbstido de nomear
aos qae nio tem a cariada formatara em direlto,
denandoque nat interinidades sirvam, ou ot qae
j esto oomeados pelo governo, ou os que o to-
rera dlos juizes de direito, at que a superabun-
dancia dos hachareis, ou o augment da ordena-
do dos promotores, convidem a mogos habis a
occupjr nm cargo de tamanha importancia para
a tociedade.
Doa 50 termos da provincia, s 11 nio tem jui-
zes muoteipses formados, e aio Caetb, Ayuroo-
ca, lujaba. Araz, Patrocinio, Santa Barbara,
Uberaba, Serr, Montes Claros, S. Jos de El-
Rei e Paracati.
Alguos municipios copla a provincia em que,
embora nio eatejam reunidoa a oalros, nao exis-
ten) creadoa os legarea de juizes mu icipaes, taea
sao: Para, Prata, Desemboque, \.ila Formosa,
S. Paulo do Muriab, e S. Francisco das Cbagas
do Campo Grande-.
Nomeei como me foi possivel, por portarla "de
22 de mar^o, oa auppleotes dos juizes municipaes
que devem servir no qusdrieno que ara comeca.
Duia graves questoade UmUus cbai sascits-
das entre eat provincia e ss de S. Psulo a Espiri-
to Sao to^. *
A primeira, que data de loogoa aonos, fOra fe-
lizmente, depoia de diversos esclaiecimeotos,
terminada provisoriamente pelo governo impe-
rial, em aviao de 14 de dezembro da 1861. que
maodou observar, entre os municipios de Jacu-
hy e Franca, os limites delermiosdos pelo eoge
nheiro Prsocltco Eduardo de Paula Aroeira, at
que assembls geral resolva defloitivamente,so-
Ore easa materia, o que julgar melhor em sua ta-
bedoria.
(Continuar-ta na).
6.* Porque em lattm, lingu* da que preveas atr anicameate a poca em que ee prlncipiou a
de que tallamos se ampregaaa prepaalao a saattiaw **,, ex, uit q,e ,etJBO escregea
na accepjio referida, dlzendo-te: bere rrrra t daad o snoo pisssda. ,*o terceiro
a puere,
. < a prima mnodi origine,
a a sola ort,
c a mnodi exordio, etc.
f NHi tele, ^gma/e seemrrhamla) anaietaa
dkeraaffue a acata paaasic>o aatdzcorreoaan
lastaav-od. ettati satancianade t oia aT
preaeatfao exereaiuadaem mattaaMla* siaaale
<^t**> *o. l^*eaa#omatedi6Ui, a
Tf Porqae.aantinaasjBo pmaaj|s>o o exp
me-a distancia aepugaarf coateaaoa legua
sete do JUcftoctli- aaeHiicals Hanl,), i
tambem est a distancia da lempo ;
c 8 Poaqaa, aaaiat eeme na .aaaaspU afra a*
evidencia a preposicio, do mstmo modo, por
ideoUdee de cssos, te mostra o que dssamos
PEHN&MgUCB.
REVISTA DIARIA
AcajiaTet.
U Etm. S-. Dr. Correa, em sua aolicitnde pela
regularidade do servico publico, em seu empe-
nho por salisfszsr as necesstdsdat da provincia;
cuja admioialracio lae foi connada pelo goveroo
imperial, nio se dedignoa de sttender so que
ueslt Rtoisla laogmoj no Diario de ante-hon-
lem com relami cr- de urna agencia do correio na villa do Bom-Cao-
selho.
E' ootavel, e por conseguinte, credors de urna
consignarlo especial, a pressa i qae se deu S-
Ezc. em informar-se a respeito ds materia, para
sobre ells prover como fosle de utilida*de ; e nos
Ih'o agradecemos, tanto ruis quanto nossss vo-
zea nao foram esteris.
Das ioformaces colhilae daa reparticea com-
petentas retalla a impraticabilidade actual da craa-
cao da collectoria porquantooaimpoatoa alli ar-
recadados pela razeoda geral nao ebegam t pro-
duztr a receita de 500*000. Cem tal arrecada^io
orinara a commissio de colleclor por cerca de 6ftJ.
e a do escrivo por uns 400no decurso do anno;
e com taea vencimentos nao pie o lagar offere-
cer incentivos para ter tolicilado e bem aervido.
Em teotido favoravel, porm, a ioformocio
relativa agencia, cuja necessidade e opporta-
niiade sio recouhecidaa ; a aasim S. Exc, to-
mando-a em considerado, vai levar ao conheci-
mento do goveroo imperial essa necessidade, so-
licitando a sua satisfago.
De Pao d'Alho em data de 9 escrevem-nos
o seguinle :
t Vamos em paz.
O jury acha-ae convocado para odia 11 do
crreme mez.
O cholera victimou nesla villa, na tres das,
um Olho raeaor do Dr. juiz de direito ; e o mes-
mo Uz a urna filha de Jos Galeoo, a qual duro
poucas borat.
De urna roela legas d'aqui velo agora am po-
bre hornern dizer, que se seb* a mulher a expi-
rar, por estar no peior estado da moleatia.
a Nio sei quando d'eutre os sahtri lio cruel
dagello 1
a Contta-me igualmente que no engenho
Gamba, perlencente comarca de Nazarelb, mor-
rersm da roesma epidemia oa aemaoa Onda tres
pessoas. De nenhuma oujra paragem, porm, ha
noticia, que d a existencia del! com o seu cor-
tejo e maior ou menor deaola;io. >
Ao Sr. Msnoel Jos Pereira ds Cisla foi
mandado expedir titulo de engeoheiro machioia-
ta de barcas a vspor, visto ter-se mostrsdo sufi-
ciente pelo exame e approvacie que obteve, na
conformlJa le das iosIrucQes anoexaa ao decreto
da 5 de fevereiro de 1854.
Damos hoje ss differeoles soluces que se
nos tem enviado sobre a queatio do pbilologis da
oossa lingua, que a pedido eatampmos na R$-
vi$la de 28 de meio. E' materia de interesse, e
por isso.coovidamos a altencio doa homeoa de
lettrat, competentes juizes ns apreciacio da
m cerne,
Sr. Redactor da Reoittu-Diaria. Quando
lia na a Illuslrsfio Praoccza as inleressabtes
quesies philologtcas, muilas dasquses sustents-
daa por Mr. Genio quedepoia aecolilgio em deas
volumes ( feeralions philo ogiques), senta vi-
vamente a falta de quem iqui Bsesse o meamo
sobre a lingua portuguesa. Por laso, apreciando
todas aa questoes de philologia e lingistica,
muito louvei ao seu digno correspondente S
a lembrenca de tuteitar pela imprensa urna ques-
to daquella ordem { na RtiLia Diaria de 28 do
mez prximo passado), qual, por aquelle moti-
vo e por concorrer i que apparecara oatras, ve-
ndo responder, tpesar da mioha incompetencia
na materia.
Quato:
Como ee deve dizar o seguinle:
c A' qae lempo la escrevet este livre? oa ha
que lempo tu escreveeeste livre f isto deve-se
escrever esta perganta com a preposicio a, ou
com o verbo especial Aa t
a Para nio demorar a resposta, direl que se a
deve escrever com a preposicio eaio com o ver-
bo ; e simplificando as razos, spresento o se-
guate ; para o que pego desculpa aos entende-
dores :
a Nio verba, tim preposicio, t pslam por
qae cometa aquella phrase
c 1.* Porque nio podem existir dout verbos em
o meamo modo tem nm connedivo que oa ana
ou eslabeleca a sua dependencia ; a que se Dio
5 na phraae mencionada ;
2.* Porqae nio -ha exemplo em portuguez ( e
me parece que nem mesmo em outra qualquer
lingua viva) de se taotpor o Interrogativo qut?
aa verbo com cajo jeito ou complemento tem
de concordar ;
t Porqae o preprio modo de pronunciar a
palatra em qaeito indica sediciente o clara-
mente aer urna preposicio, por ieso que teas oro
aom mala anrdo e breve do qae o do verbo Aa
qae sentare sberto e calo;
4.* Beaiqut, substiiiodo essa palavra por ou-
tra que mata claramente moatra a eaa nalareza,
te v que etta eabsliatclo nio tem lugar com
um verbo, anas smente com .ama prepoaicio ;
pois naquelle caso nio se podar dixer:
Fst 1
c Existe }qae lempo V. etereva eete llvro f
t Decorre)
jase te diri muito bem :
* P**d? !* temP v- w 6iie llTrof
Depois de j
c 5. Porque a preposicio a tambem exprime
o Umpo detde aa, orna ee pode concluir dos
meemoe exemplos apresentades pelo grande dic-
cionario da llDgua portageeza da Beal Academia
da Lisboa, como : a pou0ot dias, faki a etrioi
ia$, ele. Alm diaso entre ae aigoifictcdea ds
posicio a o meano diccionario lhe attribue a
acerca do exemplo em queatio
c A que annos foi isso ? ou
c A que enooe foi isso,
Oatraa raides existem ainda em suslenlacio do
expendido : porm me paiecem baalantta as sub-
a elttdas i consideracio doa habilitados.
*;*
c Sr. Bedsctor Ida Revista Diaria. Pars re-
solver a duvida do seu correspondente S do
dis 27 do pasudo, sobre ae phrasea:
c A' que tempo tu escrevet ette livro 1
en
a Ha qae tempo tu escrevet ette irvro t
tomo a liberdade de, com a devida venia, apra
sentar-lhe aa seguales reflexea qae sabmelto
ao juizo doa professores ds Imgus.
< Repetifemoa at lecucoetcem ss tuse compe-
tentes respostas.
t A' que lempa tu esereves este livro ? Eu es-
ere vo este livre sotemoo decorrido de seis meses.
Ha que tempo tu escrevet este livrot O tempo
de seis mezea a decorrido (en existe) que en
escrevo ello livro.
Como a preposicioAentre ss diverts re-
laces qae exprime, tamben indica : tendencia a
terminar am aaovimenlo aa accao : o tempe fi-
zo : a medida: a propafcao, etc. : claro que
ella te presta ao penssmento que nests locadio
se quer exprimir, isla : marca ou designa o
tempo decorrida dentro do qul se eicreve Ati-
vro, cojo trtbslho alnds nio terminou. Conse-
gainlemente a phrase correcta, asada com s
preposicioA'como ven
- -a -A segunda prate precedida do verboSs
lomado impessoalmente no sentido de existencia,
tambero correcta; porque dette modo se expri-
me a existencia do tempo decorrtdo. em o quel
se tem escripto o mesmo livro: a differenca. con-
sista em que, na primeira locuelo, a preposicio
exprime a relacio qae existe entre o livro e o
tempo decorriilo pare o escrever ; e na aegooda
e verba exprime a existencia desse mesmo lempo.
Para ceocluirdiremos, que, oestes e outros
muitos cssos s preposicio A. pode tomsr-se
na me.rai accepcao do verbo Haver no sen-
tido impestoal.
Ests a humi Ide opiniio do
Z.
A' qae tempo tu escrevet este Hvro ?
o Ha que tempo tu escrevo este hvro T
Subordinando teropre a noaaa opiniio aos
versados os materia, com franqueza ramos ex-
pende-la.
Se te quirer saber em que poca leve prin-
cipio a escripia do livro, parece-nos que se deve
escrever com a preposicio a por que a loco-
cao pode ser transformada n'etta outra em que
tmmpo ou poca tete principio a escripia d'eate
livro? Em tal lempo.
Se a prepoaicio a rege o complemento
terminativo (como dizem Conatancio, Moraes e
Barboaa j, claro, que remontando-nos do pre-
sente para e passado, iremoa neceassriaroente no
caao vertenle, terminar no tempo ou poca pro-
ilxa, em qae teve comeen a escripta.
Mas se se quizer saber qae espsro de tempo
ha decorrido, em o qual se esti escrevendo o li-
vro, no parece, que devo ser com o verbo hiver.
O verbo escrever exprime accao transitiva
directa, e empregado no presente, com^eai na
locujo, exprime qae a accao comrcidiAe sido
e eaia vendo continuada, e ainda nao tiofJV pola
equivales seguinle que espao de relamo ha
paitado, em o qual ettaie esertvendo ette^ivro ?
O espseode lauto tempo ha passado.
disae ; haveri seis meses, qae ashi de ca
, o lempo de aeis mezas haveri decorrido.
Pelo que levamos dito, parece-nos, que as
duat locacoessio exactas, rosa nunca para expii-
mirem o mesmo pensamenlo, poit preatam-ae a
difTerentea ideas.
. Z. '
e Sr. redactor.A duvida proposta na sus he-
vista de 28 do expirante, por um anonymo, da
mais fcil aoluco. E' talvez um doa 'pontos, em
que esli conformes todos os grummalicos, slis
discordantes em Untos outros.
O melhor meio de se aaber ae urna parase
certa ou errada, pi) la em ordem grammalicsl,
desfazendotodss aa ellipses e ioversoes que ells
conten. Ns especie vertenle que lempo es-
crevee ete livro 1 equivale a em que lempo et-
creyes, etc, E como nio itto o que ae pargunta,
e aira qae tempo faz, etc. ; claro que est
errado, devondo ser ha que tempo escreve este li
vro? Itlo, oue tempo, quanto tempo ha decor-
rido depoit que escrevet ou principiaste a escrever,
ete.
30 de marr;o de 1862.
7rn profeisor publico.
"i Sr. redactor da Revista diaria.Convidado
poralgus amigos para dar o meu parecer acerca
das duas proposites olfereci las em eus Ilustrada
Revista de 28 de marco do correte anno.
A' qae tempo ta escrevet osle livro t
a Ha qae tempo tu escrevet este livre?
Perguntsodo-te qual ser msit correcto, te
usar da preposicio se do verbo haver, re-
sol vi-me a satiafaze-los, i pezar meamo da poaca
leitura que tenho doa classicos, e do pouco co-
nhecimento que tenho da lingua.
a Nao ha duvida que pelaa pbraaes loterroga-
tivaa cima mencionada, o que ee pretende aa-
ber qual tempo decorrido deade queae prio-
ciplou a escrever b livro sl a data em que te faz
a perganta ; e nei te aentido me parece maia cor-
lo o uso do verb. Se noa pergunlsrem, p. ex.
ba que tempo, ou qae tempo ha que la eacrevet
este livro ? a reaposta neceasaria ser ; v, g. ba
dous mezea ; isto o muodo, ou a duracio, ou
o genero humano ba ( ou tem ) dous mezes ; e
neata reaposta nieguem delxar de em pregar o
verbo nacer na si a verdadaira accepgao, a qual
ter, derivado do litlm habere. Poia ae a reapoala
s pode ter dadslcom o verbo, claro que a per-
gunla deveri igu lmente eer faite cora elle, por
isso que a reapos a sempre se d pelo caso que
se fez a perguots,
c Atsim que perguotaodo-ee, v. g. quando
vieste de Olinda ? a resposta sari vim hontem ;
de quem esla ivro ? de Pedro ; qaenloe an-
uos teas ? tenho; vinte sapos, ele. etc.
Alem disto, :reio que melhor se poder! sal-
var a regencia giammslical
tancio
J. ittolr
P*t*m deteja ' ideada aquella poca al a e/M-J ie ee per-
*; W^ue tempo bs que eeerevee este lino?
ha,ou tem-se passado dous mezea.
< Ninguem me dar* qaa 4 o meamo.
Por tanto, teahor radacte,. pseaado como
ca. que a phrase nao paatsaaartjsumstattcalmente
nalisada com a prepoticaa, amManta ajue s se
eve escrever com o iteabaw
O deleito porem mepHu'nvaaatac aa organi-
Co da phraae, pait esanio talla interrogativa
Ihor seria, que ouaeeee o verba depos do
interrogativo ; dizeodo-te soles: qae lempo ha.
-do qaa htaae lempo.-O-que cenveria nao s para
maior clareza na axpressio do pensamenlo, como
P*ra dar ao verbo oa terceira inflexo do singular
do presente do indicativo o seu verdadeiro aom,
e nao confuodir-se com a preposicio m
< Ele o meu parecer.
< Recite 7 de marco de 1862.
M.
.Sr. redactor da Revista Diaria. Iocoos-
tante lei tur do Diario de JPernambuco, que nao
lenho a felicidade de assignar, etca/iou me, como
maltas vetea, a leitura de aoa curiosa Revista de
28 do prximo passado, na uaal, segundo infor-
maram-me, efferece-ae urna duvida ao juiro dot
professores da lingua, icrea de qual das duas
segua tea aropovicoes reate correis :
A' qae tempo ascrevee ta este livro ?
Ha que tempo tacrevee te este livro ?
Altete a mlnhs insuficiencia, bem looge es-
lava eu de procurar um lugar entre aquellas,
dando o raco parecer qae baje dou, ee nio fora
um Ilustre carslieiro, qae fez a immarita honra
de coavidar-mo para este flm.
* Reprovada a orthographia d'aquellea que ea-
reverarm i por ha 3'TOfles*o do singular do
presente do indicativo de haver, e cooseguinle-
mente fora tests hypotbese de mui fcil solucio,
me parece, que a 2" propoaiqio maia correcta ;
visto como ha exprime ah urna idea, isto a
identldade e coaxialeocia da qualidade de poasuir
um tempo em um ente\>oaauidor que o mando
ou. couaa equivalente ; e nio urna aimplea deter-
mioaco ou relelo de complemento de oulre
tda, como se pode -ve claramente invertandooa
termos ds frsse, dette modo : Que tampo ba es-
crevet tu este livro ? onde nio deixa flear a me-
nor duvida que verbo.
fl Ora, a transferencia de am voctbolo na ora-
Cionio podetraostornsr a naturezada etymologi;
e confundir as classea elementares dat palavraa 1
e pois, como foi que de prepoaicio que era alli
esae vocabulo, passou depois aqu a aer verbo. ?
Se eu disser, por ex : Deade que tempo ou
desde quando eeerevee eate livro? terei urna s
idea, acompaohada de duas relaeet, t do ob-
jecto escripto, e a do tampo, significada pela ex-
pressao adverbial, coojunctiva da idea principal
occulta. Maa se eu disser v. g. : Ha qae tempo
ou que tempo ha que oacresea este livro ? nesle
csso, terei feito a eounciacio da coexistencia de
doua attributos em dout differeoles sujeitos, um
que poaaaidor, outro que esti escrevendo.
alais outro razio. Quando digo : Havia que
lempo escrevias este livro? fallo de urna maoaira
meooa aulorisada, jverdade, mstqusbem se dei-
xa entender que pergunto : Qae lempo havia
que escrevias este livro?
Ora sabido que aprepoaigao de natureza
tnvariavel ; ao veroo pertence a propriedade doa
modos, tempoa tic. Pelo que jalgo, que o tal vo-
cabulo verbo, e que por isso se deve preterir a
frase: Ha que tempo, etc.
Dgnese Sr. redactor de inserir em aua
apreciavel Revista, estas poucas liohas, e humilde
parecer de seu admirador. .
Recite. 8 de julbo de 1862. >
Hootem livaram embadelrados I meio pao e
com as vergas stlravossadat, oa navios mercantes
oaciooaet, em signal de lato, pelo psssatneolo do
commandante da barca Roassica, Vieira de Mello.
O Sr. Antonio Alves Barbosa, proprietao
da casa da ra do Brum, de que nos occapamoa
bootem, procurou-not para moelrar-aoe um aeu
reqiierimeoto enmara municipal pediodo ticen-
9a para demolido que indicamos, ji despacha-
do para ter primeramente iniormado pelo res-
pectivo fiscal.
A poesia do hyaino dedicado i sua saotida-
de Pi IX fpl daSr. Dr. Torres Bandeira, sendo
apenas offerecida a impressio della e da msica
do Sr. Pachioetle pelo Rvm. padre Miranda.
Eiperam-seos seguintes vspores :
Oyapock, dos porlos do norte psra os do tul,
i 17 ;
"Aooarrt, da Europa para o Rio e Babia ;
Paran, ou um outro da companhia, doa por-
to do sul para os do noria, i 14.
_ Temos noticias do Crato, por um proprio
d hi vindo por trra, em data de 18 do passado,
que nos dizem ir o msl em progressivo cresci-
mento, sendo j o numero de morios 40 de 12 i
18, sem que a populado eativesse aterrada, ou
ao menoe abalada.
Repartido da polica.(Extracto das par-
tes do dia 10 de julho ).
Foram recolbidos caaa de delencio no dia 9
do correte :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, An-
tonio de Souza Paulino, pardo de 28 annoa de
dado idade, i agricultura, vindo de Olinda, para
averiguacoes sobre crlme de furto.
A' ordem do subdelegado do Racife, Jos Fran-
cisco do Espirito Santo, pardo, de 24 annos,
servente por espaoc'amenlo.
A' ordem de do Poco da Panella, Ameiico
Amando do Nascimeoto, tambem pardo, de 27
aonos, dado sgriculturs, por ser avetado de-
sordene.
O chefe ds seganda seccio,
/. G. de Mesquita.
Movimenlo da casa de detengo do dit 9
de julho.
pelo
reir.
ana responss
fMle d leudes Gregorio Anluoet de Oli-I 0s betn. .!,,,,
-Gomo>re.i|w, durando iwa^me*~ai*^3g,^b',DC''IB
*,?!ii?? Fe,Ix So*! 4 Companhia, pedlndo
por eertidloae ellas alo aocioe-daJUga 4Com-
J^lJ'o? -Csallflqa^doeai constar do
ooeradejaja Qamca que^restou ao ca reto Heo-
rJ?ue. (^"^tPv--0eo raqaer. darn-
do por eete njeaaa alaasta a-aaa riiataitallidado
"i^"-^!**0 I8f4 rnto 806*d*t6 d
julho de ibm.
Outro doaorrelor Lua Amavel Duburcq, pe-
dioco o-registro do conheclmsoto do imposto de
seu offlcio.Regiatre-st.
Outro do corretor Frsocisco Momede de Almei-
da, fazeodo igual pedido. O mesmo despacho.
Outro do agente de leit&es Frsocisco Gomes de
Oliveire, pira o meamo flm.Como requer.
Outro de Antonio de S LaiUo, eolregaodo a
carta de registro do hiate Sergipano, por t-I o
vendido a Henrique Jos Vieira da Silva, afim
de ser deaoneredo da responssbilidsde.Archi-
ve-se, fazende-te at annotaces reqoeridsa.
Oetro de Henrique Jote Vieirt ds Silva, ps-
dindo a aupradita carta com aa annolacoet do es-
tylo, visto aer seu possaidor como meatra pela
escrtptura de compra que .junta.Haj vala ao
Sr. desembargador fiscal.
Oulro de Frederico"Lopes Guimsries, corretor
geral, pedindo substituir o seu setual fiador.
Come requer.
Outro do corretor Bernardino de Vasconcellos,
pedindo o registro do coobecimento do imposto
deseo offlcio.Registre ao.
Outro de Joa Antonio Pinto, pedindo, ns qua-
lidade de-preposto do corretor Robiliard, o re-
gistro do conbecimento do imposto que pagara
de aeu offlcio.Registre-se.
Oetro de Loix Antonio de Siqueira Jnior, pe-
dindo o registro de sua nomeacio decaixeiro de
Luiz Aotooio de Siqueira.Regielre-ae.
Oalro de Jos Maria Peatana, pedindo aer re-
gistrado o conbecimento que aprsente de ter
pago o imposto de seu ofRcJa.Como reqaer.
resolucao\
O tribunal resol ve u suspender do exercieio de
suss fuocces o agente de leudes Gregorio Aolu-
nes de Oliveira, em quinto nio der novo fiador
em logar do que pedio desonerscio. Igual re-
solucio tomou acerca do corretor geral Henrique
Guilherme Stepple, em quanto tambem nio subs-
tituir por oulro o fiador que exonerou-se.
Ao meio-dia eocerrou-sea sessio.
SESSAO JDICIARIA EM 10 DB JULHO
DE 1862.
PRBS1DKMCIA DO EXM. SR. DKSEMBARGADOR
SOUZA.
Secretario, Julio Guimaret.
A^meia bora, o Exm. Sr. preaidenle abri a
sessio, estando presentes os senhores desembar-
gador Silva Guimaries, e deputados Reg, Le-
aos, e Bastos.
Lids, foi approvada a acta da sessio ante-
rior.
Nio tendo comparecido o Sr. desembargsdor
Villares nio p Je haver julgameoto.
AGGRAVOt.
O Sr presidente deoegou provimeoto aoa doua
aggravos seguintes viodos do juizo especial do
commercio desta cidade, entre partes ;
Aggravante, Jos Cesario de Mello ; aggrava-
do, o Dr. Joaquim A.-C da Cucha Miranda.
Aggravante, Helena Maria do Carmo ; eggra-
vado, Manoel L060 de Miranda Henriques.
E deu provimeoto o seguinle em que ala :
Aggravantes,. Jamas Byder & C. ; aggravado,
Maaoel Jos Gongalves.
Nada maishouve.
am prava do, que dizemoe;
cata pastrnosla referir uro
booteova alto redanjMeO a pa-
a<-v"0Ja^*M-^>l*a' "eete cri
ealraeluM iw fuwoudos e a jastica u^
dree teem at hoje concedido-lbe a gric de bo-
rnees pumq aeaitando as lele e o bom teota^oe
hsMUntee d ama daa nfala ImportanUscomV^^
aaaaa da pro*aci8, qual eomtrea de Na-
zaaatb.
A toa pubMct, e' meit ainda ot earteriot da
comarca de Gafan na spontsm a Fortunato Phi-
laeJfho CamtiU Pesto* de AUntquerque, como
am hornera qae tem derramado o aaoge do seu
semelhsnte, e defraudado seus direitos de pro-
priedade, pelo.qae peaa sobre ti urna tantea*
coodemnatoris. mas que eotrataoto, viva so rio
e impune no seu tngenho Albuquerque, da
mesma comarca I Btse hornero, que, so temor
deesa condemnacao, nio eedeu o maia vaeigaifl-
sante doa aaaa mus iostlnctos, acaba desub-
Irairda propriedade a Iheia dous escravos, man-
da los escoltados por urna patrulha de seas ss-
qoases psraserem oceultos na cidade de Goian-
na, onde actualmente ae acham I
Eit, portelo, ai contequencitt de ee achar
Portonato gosando a impaoidade dot crimet an-
teriormente commeftidoa : schar-se fra de
tom a gartotia a propriedade slheis, qae este
hij nem outsdo attreve-se a violentar com osten-
taao de or^a dot teat-satellite I
As autoridades superiores da provincia devem
prestsr toda a ana alinelo para esees factoa, e
fazerem que o sentenciado Fortunato Pbiladel-
pho-Camello Pesaos de Albuquerque soffra a
panicio devine, nio s pelos amitos como pt los
novos crimee qae contina a praticar, urna vez
que aa aulortdsdes locaes esli de ordinaria ao-
geitas a certas considerares mal entendidas em
puro prejuizo e damoiflescio dos pacficos pro-
pietarios e habitantes desses lugsree.
Assim o espera o
Gota nansa.
COMMKMC-lOe
Praca do Recife 1046
julho de 1862.
\s cuatro horas da tarde*
Colacoes da junta de corretores.
Cambio.
Nao houveram colacoea.
J. da Cruz Macedopreaidenle^
John Gatissecretario.
londlmento de dia 1 a
dem de da 10. ,
Alfandeca,
9 .
118:5501531
15:938|766-
131 4891897
Morlmento dea atlffandeaiaa.
Velamos entrados coro fazendaa..
c som gneros.. 142
Velames
c
sabidos

com fazendas..
om generoa..
14S
67
251
= 31S
Exisliam.
Entraram.
Sabiraro.
Existem. .
400
3
18
1
preso.
t
a
A saber
Nacionaet .
Etlrangelros.
Mulhereti .
Escravos. .
Escravat. .
Tote!. .
263
37
6
71
8
"385
Alimentados a cusa dot cofres provin-
ciea............. 149
Movimenlo da enfermara do dia 10.
Tiveram baixa :
Jos Rodrigues dt Costa, febre intermitiente.
Manoel de Nasciscimeolo Reg, ulcera sypbili-
Joio. esersvo de Msnoel Goncalvet Ferreirt, fe-
ore internilente.
Tivrm tita :
Antonio Martins.
da oracio pelo em-
prego do verbo, ]ue com a preposicio; por qao- Joaquim Luiz da Silva,
to, aendo esta aiceoluada, como se acha phraae! Matadouro publico :
referida, e por conseguinte exprimindo a contra- Mstaram-te para o consumo desta cidade no
Cao da preposicio a com o artigo defloilo dia 10 de junho 56 rezea.
na terminacao femenina, com quem concordir.l *" Obituario do ou 10 oe jiluo, no Cemite
oa a quem se reflriri este artigo : concordar to publico :
com o aubatantiv4 tempo ? iato aeria um soleis-[Domingos Jos da Silvs, Pernambuco, 26
mo.quero dizer,Jim erra de syotsie, qo con- aoltelro, aoldado, Boa-Vista ; variolaa.
sute na falla de concordancia dat parles da ora- Jao, Pernambuco, 1 anno, Santo Antonio
Cao. Outro tim,laprepoticio urna parle con-! Pmo.
juoctiva da oraci, que posta entre duaa pela- Maiia. Pernambecoo, 2 sanos, S. Jos:
me. indica a reldcio da complemento, que a se-1 me.
gunditem parala primeira, e na phraae *em Leizs, Pernambuco, 22 annos, tolteira, eterava,
queatio, em relacio asista a preposicio ? o que Ssnto Antonio ; bexigss.
indicar ella ? nid pode estar em relacio de eom- Pedro Nolasco Vieirs de Mello, Ternembuco, 42
piemento objectivp, indicando termo ou objedo \ nnos, solteiro, S. Jos ; hemorrbagia ee-
a accao, por que ejsle o appeiiativo livro tam- rebral.
m nao pode estar oa de complemento termina- Manos), Pernambuco, 9
aonos
et-
ana-
vulcet.
mezes, Recite, con-
CHRONICA JDICIARIA.
tuo, indicando termo da sigoifleacio relativa da
palavra regente, por que esla o verbo escrever,
e este, noa termos em que se acha concebida a
phrase, nio tem sinifleacio relativa.
t Nio pode igualmente eatar em relacio de
complemento circemalancial, indicando eaosco i t ta, i
de tempo decorridol por que, a preposicio a Tribunal fJO COmmerClO.
indicando lempo Umente o detormioado e Bxo. SESSO ADMINISTRATIVA EM 10 DE JULHO
jamo aa auaa noraa ; estudo i nolle i rH ism
l V. A. DB SOUZA.
A'e 10 horas da manbia. reunidos ot Sn.
deputadoe Baalos, Lemoe e Reg, o Sr. preaiden-
le declaren aborta a ceteio.
BXJBBIIKTE.
Foram presentes oa mappse temestraet do
trspicbes Cunha, Altandega Valha e ermetensde
peaicio desde, qae serve para demonstrar o termo
donde ae mede, ou determina algum anaco
como deade o meio dia at a ooite, deade a nas-
ohoa at S. Joio, ete. Donde ee v, qM aM-
huma destss preposices indicara, ou sigoilesm
o espigo decorrido, que o que se pretende
^p^te^tol!;^'^ .?oH M.m f"^10 i' '^_B7p.u-d.Mede"iroe7 M."nVel
idaTKJer'^V-c^ lf^ l^'^&s9'"**" tm "
s sr k^^LS AraTE^
JURY DO RECIPE.
3 SESSO.
Dia lO de julho.
PRBSIDESCIA DO BB. DR. BERNARDO MACHADO DA
COSTA DORIA, JUIZ DE DIREITO DA PRIMEIRA VARA
CRIMINAL.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Ltopol-
dinode Gusmo Lobo.
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Esteves Clemente.
Advogado, o Sr. Manoel da Silva Jacome Pes-
aos.
At 10 horas da manhia, abarta a sessio pelo
toque de caropaioha, e depois da verificado das
cdulas, o Sr. Dr. juiz de direito maodou proce-
der a chamada doa jurados, e acbaram-se presen-
tes 44 Sra.
Foram m aliados em 20} cada um dos Sra. mul-
tados oot dias soteriores.
Comparece o Sr. Dr. Francisco de Araujo Bar-
ros, juu municipal da 2* vara, e apreaentou pre-
parados para serem julgados ot procettoe se-
gnintes:
A. a justica.R. presa Josnna Maria da Con-
cento. Pronunciada pelo subdelegado de Mari-
beca am 6 de dezembro de 1861, como incurra no
art. 197 do cod. crim.
A. a justica. R. preso Jacaodisno Thomaz
Borges jJa Fonseca. Pronunciado pelo Dr. juiz
municipal da 1* vara em 19 de maio de 1862.
como incurso nos srlt. 167 e 264 4* do cdigo
criminal.
A. a juatica.R. preso Poociano Jos de Souza.
Pronunciado pelo aubdelegado do Poco em 17 de
maio de 1862, como incurso no srt. 205 do cod.
crim.
A. a juslica.R. preso Bichsrd Ssadera. Pro-
nunciado pelo aubdelegado de Santo Antonio em
18 de maio de 186J, como ocurso no atl. 178 do
cod. crim.
A. a juatica.R. preao tianoel Pereira da Sil-
va. Pronunciado pelo aubdelegado de S. Joa em
21 de junho ultimo, como incurso no att. 201 do
cod. crim.
Recebidos pelo Sr. juiz de direito, foi por este
ordenado qae se marcaste os dias dos julgamen-
toa por urna tabella.
O Sr. juiz de direito declarou aborta a sestio.
Entra em julgameoto o reo Jos Francisco Bor-
ges, sccasado por enme de estelionato.
O jury deseDlenca foi composto dot Srt. te-
guintes:
Joio Alvarea de Quintal.
Ignacio Antonio Borges.
Joaquim Joa de Souza Serrano.
Dr. Jos Roberto de Moraea e Silva.
Joaquim Bernardo dos Res.
Josquim Jos de Ssni'Anaa Barros.
Belmiro Augusto de Almeida.
Antonio Nobre de Almeida.
Jos Cafldido de Souza Miranda Castro.
Jote Francisco de Paula.
Agoatioho Jos de Oliveirs.
Dr. Gsldioo Ferreirs Comes.
E prestaram o juramento dot Santot Evan-
gelbos.
Interrogado o reo, procede-te a leitura do pro-
ceaeo.
O Sr. promotor publico pedio a condemnacao
u'o reo no grio medio do* art. 264 11* do cdigo
criminal.
O Sr. advogado dedazindo a defeza, pedio a ab-
aolvicjo do reo.
Findoa oa debalea, e preeochidaa todas as'for-
malidades ds lei, o Sr. juiz de direito propz os
quesitos seguintes:. 1
1.O reo Jos Francisco Borget, em julho do
anno prximo paasade, na fregaezia da Varzes,
Irocou como proprio um cavallo que ere de Ma-
noel Ignacio, e realiteu a troca com um homem
de nome Joaquim r
2.aExittem circumttancias tttenusntei i fa-
vor do reo ?
Lidos os quesitos e entregues so jury de seo-
tenca, foi este condozido sala secreta daa con-
ferenciar 1/2 bora depoie do meio-dia, donde
voltou i 1 1/2 hora da tarde, reapendendo aee
quesitos pela maneira aeguinte :
Ao 1* quesito :Slm, por 8 votos.
Ao 2 :Sim, por 8 votos.
Lidss ss respostas pelo [residente do jury de
sentenca, o Sr. juiz de direito pnblicou sua aeo-
lenca, pela qual coademoa o reo i pena da acta
mezea de prisio, e na malta de cinco por cento
do valor do cavallo sobre que vereou o estelio-
nato enss cusas. ^
Levantou a sessio, adiando-a pira o dia se-
guinle is 10 borsi da manhia.
liommunicados.
Destarraba re no dia 11 de jalho.
Brigue portuguezSoberanomercadorias.
Brigue portuguezJoven) Ameliaaal.
Brigue tnglezCantoos-^arvio.
Barca nacionalBosasica^-idem.
Brigue inglezStepben Sarahdem.
Exportr>Ao
do oi 9 ilembo.
Brigaeingles Black PrinceWtti Marieile, car-
regaram: W
Tisset freres', 600 saceos com 3,000 arrobas
de assucar.
Brigue portuguez Joven Amelia, para Loando
e Banguella, carregaram :
Thomaz de Aquino Fonseca, 20 pipss com
3,680 medidas de agurdente.
Brigue portuguez S. Manoel I, para o Porto,
carregaram :
Manoel Joaquim R. e S. & Genro, 6 barriqai-
uhas com 11 arrobas e 9 liaras de assucar.
Beeetoedoria de rendas Internas
ajeraes de l'ernambneo
Rendimento do dit 1 a
dem de da 10. .
9
\
12:3391381
3^85*409
15:624|78l
s primearas autoridades da provincia.
A impaoidade nio caria urna espsntosa eala-
midade, ae apenaa te limitarse e isentar o cri-
minoso doeeffrimento ds pena merecida, os seus
effeitos que a eonttituem em a meu prejudi-
cial daa fltgeilacOee seeiset, por que ella acoro-
coa ot trines, a dsttetaa ot honeai paeMeoe,
I lajtc de garantas.
Couaalado provincial.
Rendimento do da 1 a 9 45:8315021
dem do dia 10.......3.-8061484
49:6361505
Mov ment do borlo.
6
a ib
Trlngaez
I Jos de
14,622
Espirito
orees, de
"uipagem
a Jamea
Navios entrados no dia
Rio Grande do Sol 20 dias, brigue
Rio Vouga, de 274 toneladas, capilic
Barros Mallos, equipagem 11, cart
arrobas do carne sacca ; a Maia
Santo.
Terra-Nova40 dias, pstscho logias El
134 toneladas, cepilio John Orsato, er
8, carga 1,550 linas com bacalbo
Crabiree&C.
Terra-Nova40 dias, patteho inglez Hollyock,.
de 152 toneladas, espitao Richard Kearney,.
eqaipagem 8, carga 1879 barricas com baca-
Iho ; a Saundera Brolhera C.#
JVdvios sahidos no mesmWdia,
GenovaBrigue italiano aino, cbi
Gorreglie, em laairo de areia.
Caoal pela BahaBarca ingleza Cora, cepilio
James Wallace, em laatro de aaaucar.
Ipilao Thomaz
Kattaeftt
O Dr. Tristio de Aleucsr Arsripe, bfflcisl da im-
perial ordem da Rosa o juiz de direito especial
do commercio desta cidade do Recite e seu
termo, capital da provincia de Pernambuco
por toa mageatade imperial e cooatitueional o
Sr. D. Pedro II, que Deoa guarde etc.
Paco saber pelo presente, que a aequerimento
do negociante Joaquim Franciaco de Mello San-
tos, ae acba aberta a fallencia pels sentenca do
theor segud te :
Vendo-se de psticio a ls. i e mais pecas doa
autoa, que o negociante Joaquim Franciaeo de
Mello Stntos, estabelocido nests cidade com fa-
brica de ssbio e relias na ra do Brum, acha-se
em estado de insolvencia, hei por aberta a aua
fallencia, a datar do dia primeiro de junho pr-
ximo passado ; e ordeno que em todos ee bentr
litros, e pspeis do fallido te pooham sellos, sen-
do publicada a fallencit por editaes. Nomeio
curadores flscaea sos negociantea Henrique Fort-
ter & C, e Johnslon Paier z C, que prestar
Jaramente, e aejam coovocadoa oa credorea para
o dia 12 do cor/ente mez pelas qaatro hars da
tarde na tala daa audiencias, afim de se nemear
depositario, e seguirem-se os demais termos le-
gaet.
Hecife, 7de jalho de 1862.Trislio de Alen-
car Araripe.
Nada mais se cootinha em dita sentenca aqu
verbo ad verbum transcripta e copiada, por for-
c da qual e eacrivio que eate subserbvea, fea
psstar o presente edita), convocando todos os
credoret da massa fallida, para que no dia 12 do
correnle mez comparecam na ssla ta audiencias
pelst qaatro horas da tarde, afim de tratar-ee da
ntmeacio de depositario ou depoailariee de re-
ferida massa.
E psra que chegue a todoa a noticia, mandei
paaaar editaee, qae aerio aluzados noe logares
do coalume o publicados pela impreuaa.
Dado e passado nesta cidade do Recite, capital
da provincia de Pernambuco, aos 10 dlaa do mea
de julho de 1862 41* da independencia e de im-
perio do Brasil.
Eu Manoel de Carvalbo Paes de Andrsd^ ea-
crivir), o lubserevj.
Tristio de A lenca r Arsripe.
Olllm. Sr. inepector ;da tbeaouraria pro-
vincial em cumprimento da resolacio da junta
da fazenda, manda convidar aoa proprielarios
abaixo declarados, psra entregarem ne meama
tbeaouraria no prazo de 30 dias, a contar do dia
da primeira publicacio do presente, a importan-
cia das quotas com qae devem entrer para o cal-
8amento da roa daa Laraogeiraa e partea da da
ueimado, a comecar da extremidade da da
Raogel at a esquina da ra Ettreita do Rosario,
conforma o disposto na lei provincitl n. 180.
Adverte-te que a falla de entrega vo4cB4ojla,
teri punida com duplo Ota rseridu quoitj,
MUTfLDOl
\
.
<


*


iiHipii i |i ii niimi) m I 'AfS&S
i m
MSS*211SC^ 0 *^^s^dea>twr^lnta f^Ml i* guerra, 9 de
Francisco de
Vi
aembr
Idea 36Aun* Thertt. do Saera-
sseoeo. t.....
, Mein8-A mesma......
n-OHmn Tereeira da 8.
IJmb 13Maris do 'carao Moreir
Fragoso, Bernardina Jadnlha Mo-
reir Fragoso, Fraaeisen Moreiri
I6d 14MtrMliio Jote Gooctl-
THili Ponte.......
dem 16-Hrmaodidt do Divino Kj-
mkMo Santo. .......
ea 4nW)r. Feiippe Lopes Netto ,
Neo 83Antonio Ferreira Rr* ,
dem 33Joto Fraoeieco Faro
dem 2i Herdeiroa da
Ltite Pitti Orliguetra. .
dem 86 Antonio Jos Dial.
W*",*8 Herdeiroa da AjM
t Mallo Cortes. ...
Idea 30Irmaodade do Set/isaimo
Sacramento de Santo An'
dem 1Joio Aoiooio Crrpinteiro
Idea SJoaquim AotocUe da Sil*
-aira ....
idea 5Barlolo m
.ouia......
Ac 7Jet Pio> rda Cotia .
Hea 9Joao Fr .ocitco dos Saotoa.
dem 13Jote joogalvet Torrea .
dem 15 JWwdeirot de Antonio
MelloCoafea........
dem 19^- Joio Nepomuccno de
PauUA Silva .......
Ideaj^l-Viura de Victorino Jote
ffledeiroa ........
VfdemaKJ i-M Alberto da Sil-
' *elM .......
Idea m ana Joaquina Xavier
Catoem ......
I lea 27*-,w_Doel Ferreira Ramoa .
dem 28Liiiz Gomee Silverio .
Uem .'&Francisco Luciano do Re-
go Calalo & Pilboe.....
Ra 4a Qaeimade.
H. 10Herdeiroa de Silvana Mara
Pereira Lobo e Jos Joa^nim Pa-
rtir da Meadoaca.....
Idea 21Maaoel Ignacio de Oli-
Idea 21 Mat'biaa Lopes da* Costr
. Maia ,......
[dem 25Joaquim de Souza da
Miranda Couto.......
[ dem 38Antonio Jos de alaga-
lhaes Bastos. ......
dem 30Viuva o herdeiroa de
Jo s Lea* de Catiro .....
dem 3iRod.riguea & Ribeiro e
Jos Francisco Lavra Penna .
dem 34Joto Francisco Lavra .
dem 3ftRodrigues & Ribeiro" .
dem 'iAntonio de Azevedo Pe-
relra....... .
dem 40Herdeiroa da Francisco
(jooQsNea Rodrigues.....
LHem 43Albiao Jos da Silva .
dem 44Beroardioo Jos Mooteiro
iom 46Filhos de Manoel Carnei-
ro Lina .........
dem 48Dr. Sebastian Gon$alvei
Ludgero Gongalves
atljMiliWrWMlliiWatW fAAU llfrt^l*l lffo.M rte>
de 1862.
Amonto j
Barreto,
i da Silva e Dr. I
%iaS-a .
f m 50Viuva e
herdeiroa de Joo
nresra.de Abreu .
''aav Praierat- de

jrfau. ..-
Ihea Bast
dem 33Jo
bino Jos
dem 37-Ir
Recita,
dem 39 Ao{
lbaa Baa
dem 41 -V
Jdets 43-JK
Idea 45 Jov
Penna. f
dem 47O r#>aemo.....
Idea 49Ber/ardioo Joa Mooteiro
demTb-U& B^tlgUe9
aa,
dem
dem /6lOrphao
Lim
io Jos de M.g-
aai
Horeira Pontea e Al-
raira da Caoba. .
i Jote de Haga*
adeSuaaeuoa. .
ancisco Larra. .
Francisco Lavra
37900a
359000
45*000
388800
219600
389600
1359000
3S9000
309000
1329400
1391000
458000
1039500
369000
129600
28S800
369000
219600
1359000
909000
979500
909000
2409000
2409060
2089200
96N90OO
90|000
1509000
1509000
isoiooo
4509000
3759000
1359000
1509000
1509000
45090OO
lSOfOOO
1359000
405S000
isoiooo
36SO00
756O0
579600
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel togal Metalario interino.
Obras publicas.
Ponte de S. Joo ou Ca-
morim.
O director daa obras publicas competentemen-
te aatoricado pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, faz pablico que oa deaanhoa a orcaaantoa
para aa ponte de ferro que ae ha de constrair
sobre e rio Capibaribo, na eatrada de Pod'Albo,
parto des eogenbos de S. Joio e Camcrim, de
conformidade coro o 6. arl. 13 da lei do ore-
rnoslo vigente o. 544, ae acham patentea na re-
partirlo das obras publicas, onde sero miniatra-
daa todas aeioormacdee naeaasariaa aos que pre-
tendereis contratar a coostrnecio deasa obra.
As propostas para a conjlruccao deasa ponte
dererao aer remettidaa em carta fechada ao mes-
mo Eim. Sr. presidente ; declarando se no ao-
bre-eacripto : proposta para a ponte de S. Joio.
Essaa propoatae aerio recebidaa aomeeta at o dia
21 do crrante mez e abertaa 110 dia 33. no pala-
cio do goveroo, em preaeoca doa proponentes,
que alli dererao comparecer at a 1 hora da Ur-
de do mesmo dia.
O gotern nao ae- obriga a aceitar a propoata
maia baiza em prejo, ae taabea nio epretentar
todaa aa gsrantiaa necessarisa i boa ezecacio da
obra, alem de algumas outra* coadi^oas que lhe
aejam favoraveia.
Directora das obras publitaa 4 de jodie da
1863.O director, W. Marlinean.
Peranteo Illm. Sr. Dr. jais de orphioa tem
de|aer arrematado no dia 11 do torrente, depoia
de nda a audiencia, varioa objectoa de oaro e
prata, galvaoiaadoa e douradoa, e algena relogiot
de ooro e prata, perteocentes ao fallecido Joa-
quim Finio.
CoDselho admioistraUro.
0 conselho administrativo, para foroeeimento
do araenai de guerra, tem de comprar oa objec-
toa aegaintea:
Para o presidio de Femando.
3 peen de cabo de cairo de 3 lr3 pollegadaa
de groMura.
Para o aervico do almozarifado.
3 duziaa de canelaa de eapinho da quand.
3 canivetea unos.
2 teroos de medidaa de amarello, de um selu-
mim a meio alqueire.
3 medidaa de i5 ceoteaimoa de alqueire, aendo
todaa as medidas aferidaa.
12 garrafas com tinta preta;
3 calzas de pennaa d'ago daa finas que ae' usara
naa reparlicoes.
Para o servido de catapinas.
4 libraa de gia fino (chamado do reino).
5,000 pregas ripaes.
2 duziaa de verrumta caibraes.
3 dazlas de ditas caizses.
Para o servico da unileiros.
2 ctixat de folhas de (landres dobradas.
2 ditas de dila pequea.
Heia arroba de rame de ferro proprio para
marmitoes.
Meia arroba de rame maia fino proprio para
tigellaa.
Para o servico de tanoeiro.
1 quintal de arcoa de ferro para ancoralaa.
500 cravoa de fervo peqaepoa para oa mesmos.
Para o servico de ferreiros.
1 barrica deara de caldear.
iSo7t^kiffSlpar"echadBr"de
12 limaa triangulas de 3 poUeBa..
1 arroba de verni'de ferro.
Para o aervico geral do presidio.
1 bandeira imperial.
Meia arroba de barbante oa fio de vela.
1 barrica com breu.
1 ptea de cabo de lfnbo de 1 1 \2 pdllegada de
grotaura.
1 arroba da colla da Baha.
t \-> --viii-oa para caixuhos de 12 nnl.
atsos martimos.
re Mo
mpreterivelmente no dia 15 do
jalho ; recebe ainda alguma
pa/a o que trata-aa com a
z de Aquioo Fonsaca, na.raa
tfieiro andar.
aabe para Lisboa
correte mez de
carga a passageir
eoneigoatarlo Th
do Vigario .T
Carvalho dt
cima : na ra do
Lisboa, 'orto e ilha de
Miguel
Nogiitira saccam sobre as pracaa
ftgario n. 9, priaeiro andar.
COMPANHAbBRASILEIRA
E' esperado dos dortoa do aufat o dia 14 do
corrente um dos va.pores da companhia, o qual
depoia da demora qo coatume seguiri para os
porios do norte.
Deade ji recebem-sa pasaageiros e eogeja-se
a carga que o vapor poder eoadazir a qaal deve-
ri aer embarcada no da de tus ebegada, en-
commeodss a diaheiro a (rete at o dia da sabi-
da aa 2 horas: agenaia roa da Gru n. 1 ts-
ariptoria de Antonio Litis de Oliveira Azevedo
4 c.
KiodeJaneiro.
O brigue brasileirp Doolinda ainda receba car-
ga e eacravoa a frote para o mesmo porto: a
tratar coa oa consignatarios Marques, Barros &
C. largo do Corpo Santo n. 6.
Rara o
Rio-Grande do Sal
rom escala pelo Rio de Janeiro
O brigue nacional Mrquez de Olioda. se-
guir para oa portos do seu daalioo at 15 do cor-
renta, recebe somante eacravoa a frote : a tratar
com oa consignatarios M. I. de Oliveira 4 Filho,
no largo do Corpo Santo o. 19
Hessagen
At o dia 14 do
o vapor (rancez Na
imperiales.
:orrente espera-ae da Europa
larra, o qual depoia da de-
mora do costume Seguir para "Rio rU. Janeiro
tocando na Bshit, jpar
na agencia roa d
a.-
Pretende ttbir com toda
portuguez Soberano po
K prompta
trata-ae co-
Ponseca J
7, Drii-
loTr
islioa.
da a^>n
Kjajff
oMt can
nara 3 resl
:
revidade o brigue
ais de meia car-
carga e passigairos,
"-. de Aquioo
Queijos flamengos
Sexta-feiri 11 do corrente.
0 agente Pestaa por contt de quem perten-
ece far leilao de 30 caizaa coa queijos fiameo-
ao muito no*o os melbore dette mercado e
serio veodidoa em lotea a vontade dos compra-
dores : sezts-feira 11 do correte pelas 10 ho-
ras da meabas na porta do araazem do Annes'
defronto da alftndegt.
Segunda-feira 14 d corrate
O agente Almtida fari leilao per conta e ris-
co de quem perteoeer de aa cabriole! novo,
2 callos a urna muiattnha hztd* p5 de 9 an-
ooadeidada muito propria ptra ae-szer del la
um preaenle, as 11 horas do dia cima na porta
da associsco commercial.
A 14 do carrente.
Por mandado do Illa. Sr. Dr. juiz especial do
commercio e em praaenea dea Srs. caradores
fiscaes da maaaa fallida de Luiz Antonio de Sou-
za Ribeiro, o agenta Oliveira fir Uilflo de todaa
aa ferrfgent, miudetaa e maia mercadoriaa da
loja que fui da dito fallido sita na ra do Quti-
mado o. 32,-cooatantes do reipecitvo baliu^oem
poder do referido agente para previo ezama doa
pretndanles, a quem para este fien especialmen-
te cobvida t
Seguuda-faira 14
do correnta, ao. meio dia em ponto, na mencio-
nada loja. ra do Oueiraa'lo n. 32.
Ruado
numero 8 A.
A 200 RS. O COVADO.
Vende-te lia de bom gosto a 200 rs. o covado.
Saiao dectabrtit bordtdaa a 2JJ100.
Cortea de vestidos de cambraia braoco bordados de 10
Organdjs miudinhos malitaHo a 500 ra. a vara.
E outras muitaa fazendaa por btrassimos pregos.
s 35$.
Nesla grande e bem montada fabricada machioiamo, a maia antiga r.o imperio, aontinua-a <
azecutar com a maior preateza e perfeicao encommondaa de toda a quelidade de machinaa asada
no paiz, teodo aempre prompto o aegninte :
Grande sortimento de moeodss d canna de todos es systemaa e tamandoa.
Machinas de vapor de diveresa qualidadea.
Taitas fundidas e batidas.
C'ivoa e boceas para tomainas.
Bromas a aguheee. -
Rodsa, rodetaa e rodas d'agua.
Guindastes Oxos e porlatis.
Machinas de cylindros para padaria.
Sarraa de ac para serrara. -
Patezaa para barcos, etc.. etc., ludo por prego que bem convida.
Attencao.
Ahga-se o 2* andar da ra do iUngel n. 10
a traAar oa mearr-a caaa.
LILAO
DE
Urna Casa terrea

Terca-fetra 15 do corrente.
O agente Pinto (ara leilao is 11 horas do dia
cima mencionado de ama casa terrea tita na
ra da socego, fregueiia da Boa-Viata, com 40
palmos de fente e 150 de faodo, com quintal e
cacimba, podendo-ae dividir em dnaa casae psra
o que ja tem 2 corredores e 2 cotiohaa faltando
apea'aa a parada lie divisfio.
* O leilao ser effecluado oa ra da Cadeia n. 9,
onda aa encontrar at chavea de referida caaa,
e te dar qualquer inf-
LO
,7^0 meimo. V
-Alez.ndreJoadaSiU
Jos
.anea
.ao Vieira
.....
.odre Jos dt Silva.
Liitooio Pereira de Ol-
limoa .......
metmo......
-Orpbao Joo Rodrigues
>fl00
90SO0O
60*000
456000
6O9OOO
45O0O
_. jem 7^-0 10. 459000
dem 8
Lim*......... 37*500
dem fAlezandre Joa da Silva. 600OO
idemJr9 O mesmo..:... 68J000
E (ara cooatar se mandn affizar o presente e
publicar pelo Diario.
Secutara da theaonraria provincial de Per-
nambu|o> 14 de junho de 1862.
O secretario.
\ Autonio Ferreira o'AnnunciaQio.
Pela inspeee.io da alfandega le faz publico,
que no dia 14 do corrente depoia do meio dia ae
bao de arrematar em hasta publica, porta da
mesma reparlicio, doas caixaa com enfeitea para
cabeca 00 valor de386000, que foram arremata-
das era hasta publica 00 dia 20 de'Janeiro do
-corrente anno por. Thomaz Das Souto, cujas
mercadoriat ao julgadas abandonadas de confor-
midade com o dispoato no | 2* do art. 301 do
reguiamento, sendo a arrematacio livre de di-
reitoa ao arrematante.
4a aiccio da alfandoga de Pe mam buco 9 de
julho de'1862.
O 1* escriplurarto,
Joio Carneiro Lina Soriano.
" Perante a oamara municipal deata cidade ir
toramente priQa noa diaalO, 12 e 14 do cor-
rente, o imposto de aericoei aquellea que o
preteoderem arrematar apreaentario flanea id-
nea na forma da lei, sem o que nao aerio admtt-
tidos a hncar no dito imposto.
Pago da cmara municipal do Recite, em aea-
ao de 7 de julho de 1862.Frtncitco Ctnuto da
Boa-Viagem, offleial-malor serviado da secre-
tario.
O Illa). Sr. inspector da Iheaouraria manda
tazer publico que da dia 9 da crrante em dian-
te paga-aa na mesjna Iheaouraria oa juroa daa
policea dTdTvida'provinelal, veanidaa aa ultimo
de junho protimo Ando, assim como aa apolicei
msndou publicar pelo Diario.
Secretaria da Iheaouraria provieclal de Per-
oambuco 7 de julho de 1862.O eecretario,
A. F. 'i'AanunciacAo.
I
oras de amolar (das amarel as).
arrafea de oleo de linhace.
nrnta com ocre,
pincela aorlidoa.
-o.- -\rroba de pos pretoa.
1 barrica ae iuau-"*
8 librea de aecante.
1 arroba de verde maaaa.
1 arroba de branca dita.
8 libraa de zarcio.
Meia arroba de alvaiade.
8 libras de aniz.
48 vidros para lampeea.
Madeiraa.
12 taboas de amarello com 25 a*30 palmos.
18 dilaa da louro com 25 a 30 palmos.
18 travs ou lionas.
18 tere.as.
18 frechaes.
20 enchameis.
1 pranebio de amarello.
1 dito de louro.*
200 caibros.
Para a oflicioa desspateiro.
350 couroa de cabra.
60 vaquetas.
Qum quizer vender taea objectoi, apresante
as auaa propostas em carta fechada na secretaria
do conselho is 10 horaa da manhia do dia 16 do
corrente mez. *
Sala das sessoes do conselho administrativo'
para fornecimento do arsenal de guerra, 8 de ju-
nho de 1862.
Antonio Ptdro de \S Bamto,
Coronel presiden te.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interino.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr- coronel director do ar-
aenai de guerra se faz publico, que noa termos
do aviso do ministerio da guerra de 7 de marco
de 1860, ae tem de mandar manufactarar o ae-
guinte .
197 aobrecasacaa de panno azul para aoldadoa.
' 79 caleta do dito panno para os meamos.
27 aobrecaaacaa de panno cor da caf para m-
sicos.
27 calcas de dito panno para oa mataos.
229 frdelas de brim.
374 calcas de dito.
385 camisas de algodiozinho.
335 parea de polainas.
Qaem quizer arrematar o fabrico de ditos arti-
goa no praao da25 dias uteis, compareca na aala
da directora do mesmo arsenal, pelas 11 beraa
da manhia do dia 12 do correte mez, com aaa
proposta em que declare o menor preco a qaal
aeu fiador. J ,.
Arsenal de guerra do Pernambuco 9 de julho
de 1862.
O amanuense,
Joio Ricardo da Silva.
no Cyriaco da
Santo n. 23.
C. M, & C. no lado do Corpo
COMPANHU PERNAMBUCANA
A'UeQt;iio
A's 6 horas e meia da tarde do dia 8 do corren-
te, roo har m do abaizo asalgoado oa objectus se-
guiles : um correntio de ooro, um relogio pa-
tenta iaglez, um relngio em rbo etttdo plaqu,
urna letlra de Jos Caetano Teizeira, de 1:800,
urna dita de Fortunato Vieira da Silva, de dazen-
tos e ciocoenta e tantos mil res, e mata algumaa
Itttraa e outros papis de importancia, o que lu-
do se achata dentro de urna lata pequea e di-
versas pegaa de roupa, ezistindo todos estes ob-
jectoa acondicionados em om bah de couro o
qusl desappareceu com o portador que o levavt,
que era um crioulo, mogo e segundo consta liona
vindo di villa do Cabo : roga-se a pessoa a quem
forem bfferecidoa taea objectos de appreheoderem
e levarem a ra do Queimado loja do Sr. Frao-
cisco Pereira da Sila, ou a ra Nova a. 40, loja
do Sr. Luiz Igoacio alacio!, que ser gratificado.
Manoel Vicente Gome.
~
Vende-se urna parte no
eogenho Iahima, a guaJ ex -
cede de 5000#, e niais urna
divida que tem de pgarem
aosherdeiros do mesmo e&-
geuho, cora documentos fir-
mados, ayustando ha mais *iw
4:1
Roa do Sebo n. 54? dao-te 400$ com bypo-
theca em esa terrea.
v
cura
Frap<
Sr. I
mez.
dicci
dero
ou
r
DE
Navegaco costeira a vapor.
Paralaba, Rio-Grande do Norte, Macau,
Aracaty, Cear, Acaracu' c Granja.
O vapor lgu)ara$t. commandanle Vianna,
sahir para oa porios do norte at a Granja no
dia 22 do corrente a 5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 21 ao meio dia ; en-
commendas, paaaageiroa e dinheire a [rete at o
dia da aahida as 2 horas : eacriptorio no Forte
do Matice n. 1.
e Pinto
fltcaea ata fallila de Amoriro,
Santos l, e Pl)r mandado do Illm.
iz especial uteommercio, das carteiras,
deiras, relogio, armario para papis,
s de Uorees.balco, lioteiros, 280 qua-
branco, 6 reamaa de papel de pezo e
jectos pertencentes ao escriptorio da
,n,a aocial.
ser effecluado s 11 horaa do dia aci-
oado no meam escriptorio, na praga
ci.
s^rsOi.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
L9APE7ES AA VAPtDB.
At o dia 17 do corrente, esperado doi
portos do norte o vapor Oyapock, commandan-
te o primeiro tenente Antonio Marcelino Pootee
Ribeiro, o qual depois da demora do cosime
seguir para oa porloa do sol.
Deade j recebem-se paaaageiros, e engaja-ae
a carga qae o vapor poder conduzir, a qual de-
ver aer embarcada no dia de sua chegada .dinhei-
ro a frete e encommendaa at o dia da sabida a
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz D. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
&C_____________________^_
ji*nr.-:ii>raOv^.
Rio de Janeiro
O brigue braaileiro Alfredo aegue at 15 do
corrente para o Rio de Janeiro por ter a bordo
seu carregamanto: para o resto e eteravos, tra-
ta-aa coa oa cooaignatarioa Marquea, Barrot
kC
O aecretarto da irmaodade do glorio.'
triarcha S. Jos de Riba Mar, pelo presente
vida a todos oa irmaoi para domigo i3 do cor-
rente acharam-ae reunidoa no comisiono da re-
ferida irmandade as 10 horas da manhia, aQm de
proceder-se s elaigao ds nova mesa regedora.
SOCIEDADE
IMiO BENEFIGENTE
DOS
60TICT1C CCl l rmne
o correte, as 11 no. ia iuuu. 1
Secretaria da sociedade niio Beneficenle dos
Artistas Selleiros em Pernambuco 10 de julho de
Taurino Cantillo de Moraes.
I. secretario.__________
Rio Grande dd*Norte.
Villa da Penha, 10 de julho de 1862.
Antonio Dantas Corri de Medeiros. achando-
ae devendo em lettraa a quaotia de 1:2503 a caaa
fallida de Machado & Souza, e teodo-trea recibos
da mesma casa na importancia de 7506, avisa ao
rtapeitavel publico para que nio. faga negocio al-
gum com as lettras cima ditas, aob penna de
perderem aeua capitaet, os que assim o fiterem.
Para Lisboa.
Tea de athir com muita brevidade o lugre por-
tugus aJulio, de aaperior marcha, tem a maior
parte de ana carga comprada, e para o reato ds
mesma e passagsuos, a quem offerece os malbo-
res coaaodoa, trala-aacom o consignatario Tho-
maz q> Aq*ino Fonsaca, na rut do Vigtrio n. 19,
primeiro andar, ou coa o es pitia o Sr. Francia-
co Antonio Meirellea, oa praea. _____
. Mara Lucia da Correi Vieira de Mello, Roma Francis-
ca de Mello Lins, ManaCynaca de
Mello Reg, Edeltrudesleopoldi-
na de Mello, Febronia Gd,lhern""
na de Mello e SebastiSo Annlo do
Reg, agradecem cordialiente a
todas as pessas que se digr3^3
assittir nos ltimos suIragP* e
acora pan har ao cemiterio pur.
co os restos mortaes de seu muv0
chorado e querido filbo, irmaoV
cun1' ado Fedro Nolaseo Vieira d
Mello, fallecido em 9 do corrente.
LOTERA
wu*An iq aj yMudaca,
Ponseca & Silva, cora loja de raiudezaa nar na
Ha Cadeia do Recife n. 16. acientificam ao res-
peitavel publico, corpo do commercio e aot tre-
guezes, que se acham em madanga de seu esta-
belecimento para a mesma roa n. 21, oude oi
ootr'ora armaiem dos Srs. C. J. Astley & ...
Ouiro tim, qae'*^ndo de largar a dita caaa, la-
zem o Iraapasso a respectiva chave, com auto-
ns^cao-reb" lo. pessoa qoe queira eslabe-
lecer-ae ctm lija ou armazem, para o que tem a
neceas aria cap>cidade. _______^_____
: quem pretender fa-
zereste-negocio* dirija-se aa
engeuho Carauba sito aa co-
marca de Pao a'Alho-o-u na
cidade do Recife a entender-
de com o Sr. Laurino de Mo-
raes P i nbeiro.
Veudem ae 2 catas siwt oa Capuug* en-
trada da Baiza-verde na. 39 a 41, em chao pro-
prioa, bons quintaes plagiados e alguna arvore-
dos de tracto, como aejam laroofyRj~Sp0|i."
' com Rttcoi
____. da Pedra
11. n. 4.___________ ____________
Compram-aa 4 rojas de c^rro am-rcao,
pcvoi oa em bom uso : na ra larga, do Rjsa-
rio loja n. 31.-___________
Fugio no dia 1" do correte mes do ei>*e-
nho Privilegio da (reguezia de Agua Preta, o
eteravo criou'o de oome Vicente, com os sig-
naas ai-guintea : bem preto, rostocoaaprilo, ore-
lhas pequeas, peroas Qnaa, pea pequeos : ro-
ga-se aos cepitaes de campo a aprehensao d>
referido escr -* "-----------
gaiotea sigoaa- rsuuu njum, ^.u un-
po e carabaio, lem oa olboa averotelhadoe a
voz am poucu ron4uaaha, coalama trazar aa
briaeo em urna daa ortfhas, tem um joelho lu-
chado, muito ladino e talvez ae intitule forr>,
ha poucoa dias que foi caatigado por haver f-
gido diae depoia de baver chegtdo do Rio d
Janeiro aoade esteve para aer vendido. Dizarn
que tem filhos no Cabo aonde foi ultimamente-
capturado por diligencia do Sr. Jos Paulo do>
Rtgo Brrelo, a quem foi comprado que o hou-
veda Sr.* D. Mara de Mello do eogenho Srri-
nha, para cuja localidaae talvez agora ao eva
disse. Como granle erabnateiro talvez apresan-
te liceoca falaa, lem o cabello rapado e ainda
cooaerva sigoaea recentes do caatigo que soffrea
oa casa da correcc.ao : roga-ae aoa Sra. ctpttaea
de campo e as autoridades puliciaes a eitUn
deate eacravo e quem o irouzer ao armaren d >
abaizo asslgoado na ra da Cruz no Recife n.
33, ser recompensado.
Dominaos Rodrigues de Andrade.
UyiiOlbHca-se urna cata terrea em DoaVus
nova e desembaracada : a tratar na ra Bella
n. 6, coro Manoel Jos da S'lva C'bral._________
Acaba de chegar a livraria do editor B. L. Gar-
nier, ra do Ouvidor u. 69 os tumos primeiro 0
I segundo:
Furto ae cavallos.
Ao tmthecer de qoerta-feirt, 9 do andante,
fartaram po abaizo aaaignado dous cavallos, sen-
do um eaatanho grande, frente aberta, o p* ai-
reito calcado, e no mesmo urna esponja junta ao
caaco, bet vlsivel por detrs, e naco do quarlo
diraiio ; I tem lodoa 01 andares, esquipa eztra-
ordinariaLeoteecastrado. Outro alazao (rente
bem aberta, um dos ps calcado, deboca lama-
nho, beni grosso. e pouco coreuodo, mui'.o man-
tea lo.borh earregador baizoe solt, bastante ardi-
Ko e ioiro ; o abaizo asslgoado offerece nm
.lestes cavallos pessoa que descubrir onde es
mesmos ae acha, e o ladro qoe os fortou, as
sim como pega bem i quem lhe affirmar a ea-
Mtrada por onde aeguiram ditoa animaes.
. Po?o da Paoella, 10 de jalho de t861.-Joao
JaCuoha Reis. _________.
Coosellio admioistralive.
O conseibo administrativo, para fornaciaento
-do araenai de guerra, tea de coaprar os objectoa
-seauintes: ,
Para o S* batalhao da infautirla.
.2 trenas de 2 patmoa.
2 estadios triangularea de metal.
' Para o 9" bslalhio de intentarla.
6 reamaa da papel alma;o.
6 caizaa de peanas d'afio.
200 dilaa d'ave.
2 canivetea.
6 duziaa de iapis de pi.
0 libras de rea para eacrieta.
36 eiemplares de collecroes da cartas para
tmriacipiaotea.
36 tabeadas. ..,.,,
1J rammaticas porluguezaa por Moate Verde
altcaa adteao.
11 compendios de arithmetieas por Avila.
12 pauttt.
3f iraaladoa.
4 pedral para escripia.
18 tapia para aa ditai.
vQaea'.ojbImc vender tees abjectaa apraaaole aa
^L^,.. .m uru fachada, aa secretaria do
THEAlTRO
DE
Santa Isabel.
COHPANHIA LIUGI
DE
opoataa am carta fechada, aa
Mteaibo. As 10 horaa 4a maabaa 4a alia IS da
MaoUawf.
Sala a aeuoei 4o conselho
* AMANHA
Sabbado 12 de junho.
16.* Recita da assi^iatuwu
Pela ultima vez
muito applandida opera .
Ilha de S. Miguel. '
Para a liba de S. Miguel, aegue com muita
brevidade o patacho portuguez Lima de primeiri
marcha, tem doua tercot do aea carregtmento
prompto e para o reato da carga, e paaaageiroa :
trata-te com oa aeut contignalartoe Joio do Rege
Lima i Irmio : na rut da Cruz n. 38.
Rio de Janeiro
Sabbado 19
rao impreterj
ta parte
ediicacao d
nambucano
sistorio da i
de Santo An1
bilhetes ac
tira th'esourar
e nal catas
Independencia n:
tos Vieira, ra da
f erra geni n. 44 d
Orreita n. 3 boti
na ra da Cadeia do
Sr. Porto.
As sortea de 5:
no pagas
f8o, e as diato lo;
listas.
corrente mez toda-
mente ai rodas da quar-
segunda lotera para a
casa do Gymnasio Per-
5." concessao) no comii-
ija de N. S. do Rosario
nio. Os bilhetes e meio*
se a venda na respec-
ra do Crespo n. 15,
jssionadas praca da
loja doSr. San-
perstriz loja de
Pimentel, ra
do.Sr. Chagas, e
cife loja n. 45 do
fez
' Helioaoro de Aquioo Fonseca fat poolico a
atea conv'ler. que tendo adquirido o dominio e
posteVuna terceira parte decaa do sobrado da
ra dd\Livtamento n. 1. e isto em partnhas doa
bens dScaaal de sen pai Thomaz de Aqmno
FoaaecaAcom saa mil D. Anna Anglica de
Soasa PoVaecar e por fallecinunto desta.
venda da \eferioa D"16 ao Sr- ,os d? I"j
Ferreira Jaftor, por eacriptura publica cel
no dia 29 dVmarco do corrente anno
eutao traaatHio-lbe a posso e doajToio que
aaaia parla orto predio Ufrlra^e por justo
titulo ; e faz aprsente dec>tjrQao, aQm de que
qualquer que jwafcja^com direito sobre o dito
predio-ou na paz*', referida, o fa^a reclamar.
Recife, 10 djf juiho de 1862.Bellodoro de
Aquioo Foose-J
Prectta4e de om r>um loroairo, par Sanio
Anteo : a ti,,- D0 pfo do Terco n- 29 -
ama para conoher e
ni[$rQR]& fie mmiL
TRIDI'ZIDA DO IKGLEZ DE
nmM son HE Y
PELO "* -. -t_"~" ^r^'
DR. LUIZ JOAQUIM DE OLIVEIRA E CASTRO
E AN NOTADA. PELO CON Eli 0
DR. J. C. FERNANDES FINHB1RO.
Magnficos volumes em 4., primorosa-
mente impressos e encadernados en
Pariz, 6#000 cada um.
E* geralmenta reconhecida como a melhor
hiatoria do Brasil a do illualie poeta inglez Ro-
berto Soetbey, pele-imparcialidade que dita a s
elegante peona, bem como pelo judicieae uto qu
toube ftier dot preciotot docamentos que tave
sua jliausir/.j' F elevaco de pensamentos e aos grande
* '"'ta-aa de urna
coaprar^r ra familia, prefera-se
tratar na raa Nova n. 42. loja.____
eacra"
Oabitaataa
a^aalaJatUtit. sala
PrtiKi piar a-8 hatea,
-ae i vsada no dia do saptt-
Prateode seguir coa aaita bravldtde para o
Rio da Janeiro o veleiro e bem eonbecido brigae
national manto pruatpto ; para o resto qoe Iba falta, tra-
ta-ae coa oa aeuaeoneigneiarioeAateaio Laix da
Oliveira Azevedo, ao aeu asctipioaia raa da Crns
na mero 1.
.^/aadelOse-
O
io Jos Re
Para Marcena e Para.
etende seguir coa muita brevidade- o veleiro a
_sa eonbecide patacho nacional Emolacioa, ca-
pitio Aotaaio Goaea Pereira, tem parte de aaa
sarre&amanto praapto ; gara o. naio qae Ibe lai-
da extrac*
, no da imme-
m distribuido as
>ureiro.
Ihgues de Souza.
(aTMuma caaa terrea na .povoacao d.
aribe ? a trawr n. eatrad. de Joio da Barros,
sitio da vlava WeBno.
nino aa lianas
la.em caaa coS
lvea da Silva, *
a, ptrdeu-ot, a
loraa perdidas f
1% da Cruz, becar
(at o principio
ir quareodo-rt
pm pensado jaa
> di mateare,, b
-, na ruad* Imp
perfiiJol O^
(tal teceber 1001 de
cemmendador Ha-
orno linha a algibel-
!ude em aedarae da
,aaa da Caala da Ra-
igaela, raa do Trapt-
[de Vtgerie: anea o
ou aaberoaaa aera
ou aoaaqaisaav
W>psst**-
ia,.HH
1 "a. 11 horaa. n. aaW daa audlen-
~i~,: .i' o, nr iuiz de auseotaa se ha da
ciaa. Dada a do Sr. "fr1." d f.mbii, per-
de "''-"- eevbaaide por Podre awHaa.--------
1 i-raated8aBtaa.eubaito attaguez, re-
tira-ae para o Rio de Janeiro.
_ laVtoa* bva^f. aabdito bnlatioK, retira-
d cadoVdo nuJrl.dVringlez: H-mbolo. ala-
dea de Cayr e S. Leopoldo. Perto-Alegre.
breo e Lima/Varnhagem. ConaUncio S.Mt-
il.ire. Ferdinand Deoia. Armiuge. **
outros (allrao delle com aaiares elog.or
Nloguem depois delle escrevea sobre o Bms
sem* que pozeaaa em cont.ibuicSo 0, saa lapar-
tanliaaimo-lrabalho. devendo Beauchamp art-
guoioutro.a esta circumatancia a popuUuada
que adquirirn) os seus litros. ___
Sendo porm a ediQio inglesa "
u Po i.buloao. e pouco .Mt ''"[
noa a liogu. de Milton. raraasao aa P*".^
tenlrlm em auaa bibliolheeta a P ^"l
do Brasil, eacript. por um hoaea da 2
devemoa efaoar que em aemelhaote aatnmpto sa
&^dDrbz^^^^
t^^VrUu o Dp.V.Lo aSru. loda. a. a>
e primorea de eatylo que se ^nU" no ong^
nal e hbilmente guardaedo a maia m*"^0"*
aaottr.. a P6.P. ^,2^^
histricos reeeotemelt> deseaaari
dos que sobre elles
lempos. A esse
MudaBca.
,oi azi eae
doa esttt
. feito ataleaaUiao
trabalht dea cabali deatapeab
o Sr. conego Dr. J. C- Fernjnde. P.^o
nariacipaaa li
Alten?ao,
ceiro andar, e continua com o Jja
meato datlw costMa aa paaaoaa
hoata-la cota a* ragaezia. !
I Distas para cassldi.
MELHOR EXEMPLARENCONTRAD
,-------------~g-------------------^--------------------------r
.t^a^a aaatfsar
mn i ataaas_aaaatapMi i aaaaj i >i' < sv^^aat1 ** ^^^
iMtrflLApo


jf^pj
r?
Uf^sm^?;^ ^i^^*jr
MMl M fMUMlOCO. ^ SEXTA fUEA U M JTOJrJO tt 1S.
Avisb.
Cama & Silva, donos da loja denominada do
Pavao, na ra da ImperattiE n. BO, aviaam a eeos
redores tireni pagar teut debito at-0 da
15 da julbo de 1862, a ea que al esea dala Dio
vierem pagar, serta na* dbitos eniregoes a um
procurador para oa receber judicialmente. Re-
cato 88da junbo de 1882. _____
Augusto Moma Hachado ra aos.portos do
sul do imperio.
* t<*tt *$;$$
fB O Srademico LuisCornelio dos Seo- A
A tos, tem urna carta viuda do Rio do la- 2
nairo, na ra da Cadeia o. 18, aeguodo "s*
j| andar, ou indique onde aua morada. O
e$;
Sabbado 12 do crranle, i erante o Dr. jui
municipal da 2* rara, na stla daa audiencias, ae
faa de arrematar de renda triennal a caaa terrea o
pequeo litio na ra doa Prea o. 2, a reque-
Timento do aeu cooaeohor Rololpho Joio Barata
de Almeida. '
Fraociaco Kapoao Kosa aabe para Lisboa no
lugre Julio. ......
O abano aaaignado, prucur.dor da Sania
Casa de MUericordia, declara que aerao de ne-
nhum rigor os recibos das reas dos predios do
patrimonio, que da data desle aonuncto em dian-
te nao tiraren no verso a data do recebimelo *
aua asaigo.tura. Recite l.de julho de 1862.
_______Symphrooio Olimpio de Qupirngu.
Antonio Jtos Corris tai a
Europa.
Manoel Ferreira da Silv. Tarroso, teodode
retirar-se para Europa al 15 do corrente mes,
julgt nada dever cesta prege, caao baja alguma
conta queiram fazer o obsequio de Ibe aprestntar
oestes 6 dias, na caaa de sua residencia na roa
de Apollo n. 35, que estando conforme seao
Pg". ________;_._______________
Casa de saude em Santo
Amaro.*
Dr. Silva Ramos.
Este astab'elecimeato j bem conhecldo, eeon-
celtuado nesla provincia pelos relevantas eervi-
50a que tem prestado, contina osa melbores con-
diges debaixo da direceta de sen proprietario
receber doeoles de todas as classes, os quaes ae-
rao traa Jos com todo o telo e interesse pelos
presos seguintes :
Primeira classe___ 3j>000 ou maii.
Segunda dita...... 500.
Terceira dita...... I9OOO.
Em qualquer das classes os brancos flcarao se-
parados dos negros. Os alienado da 2.a e 3.a
classe nao furiosos pagarao a diaria ordinaria,
sendo furiosos pagarao mais a quarta parte. Os
alienados da 1* ceee paarta secundo o ajust.
0 Sr. Francisco
Baptista Pessanha Teixeira queira ap.
parecer na ra Tova n, 47, a tegocio
que nao ignora.
Aiuga-se. *
Esisle por alugar urna pequea caaa com duas
salas a quarto sita i te arce m do rio ao norte da
fabrica do gai ; preco de 10 rs liem como ama
meia-igoa psra bomem aolttjro de BptOO: a tra-
ta> no sobrado sito 00 mesmo lugar.
Attenco.
Quem. tirar ama morada da casa terrea para
ven tyrioa, Concordia, Caldeirairo Par; da freaue-
zia de Santo Antonio, Florentina paleo do Hos-
pital, dirija-sa a raa da Cruz a. 49, segando
andar.
O Sr. Germano Zeehbauer antea ue ae re-
tire para tora da provincia, queira |t ua ra No-
Ta o. 44. e.tisfaxer o que nio ignora.
A alas.
Aotonio Joaquina de Pasaos, tamilmente auto-
riaado, tem aberto aaaoas aulaa dalatin e fran-
cs : oa raa Bella n. SI.
Aluga-ae urna boa casa no Monteiro:
tsr na raa da Cruz n. 57.
a tra-
Companhia Fidelidade de se-
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
^6:000:000$
~Af- Pernambuco
Aotonio if
tenuemente!
nhia derV-guroe Fidelio..- nmam aeguroa de na-
tos, marcadorias e predio**, no aeu escriptorio,
ma da Cruzo. 1.
Hotel popular.
Ra p^i^n. 50
Para tres ~ 659000
Mo de vacca lodos os domneos a 400 rs.
Toda attenco.
Custodio Jos Aires G.lmaraea avisa ao rss-
peitavei publico, principalmente a todoa oa aaas
fregaazsa a amigos, que so madoa da loja da
guia de ouro da rua da Cabuga para a ra do
Crespo n, 7, psra a bem conhacida- a amiga loja
de mtudexas que foi do fallecido Joto Ceg, boje
sari cooheclda pelogallo vigilante,a pede ao
respeitavel publico o aos seus fregaezes e amigos,
que o queiram pracorar 00 dito astabelecimento,
onde acbario um grande sortimento da miadazas,
qaa afflsnga servir bem e vender por menos dez
oa viole por cento. do que em outra qualquer
parte.
Saques sobre Portugal, i
a O abaixo asaigaado agenta do Banco I
8 Mercantil Portnenaa' neata cidade, aaca
eflectivameaie por todos os paqaetas ao*
ba o mesmo Banco para o Parto a Lia-
boa, por qualquer aomma viata a a pra-
zo, podendo logo oa saquea a prazo seren
k dascontadoa no mesmo Banco, na razio j
Ja de por canto ao aooo aoa portadoras a
qaa assim Ibeconvler : as ras do Crea- 1
po n. 8 00 do Imperador o. 51.
Joaquina da Silva Castro.
mmmmm -mmmmmu
Aos Srs. consumidores de gaz
Nos armazeos do cas do Ramos os. 18 o 36 a
na raa do Trapiche Noto no Recite o. 8, ae ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade
recentamente ebegado a 149 a Uta de 5 gales,
assim como latas da 10 a da 5 garrafas a em
garrafas.
Para livrar de engaos.
O abaixo assigaado, deparando no Diaria do
Pernambuco da 5 do corrente do manifest do
bngue portaguez Amalia vindo do Porto que
cooaignava variaa mercadoriaa a Henriqu. Jos
dos Santos, que nio se enlende com o abaixo as-
signado, ostabelecido na rus Dirsita com padaria.
____________Henrlqae Jos dos Sontos.
escravo de meia
Aluga-ae oa venJe-ae um
dade : na raa ja Gula n. 54.
-7 Aluga-ae ama boa esersva cozinneirs, a sa-
be fazer compraa na raa : a tratar no becco das
Barreiras da Boa-Vista o. 2.
-- J. Boraieloi.no, subdito baooveriano,
ra-sa para fora da provincia.
Pede-se
ao Sr. Manoel Joa Ferreira Barbosa queira ap-
parecer na ra do Qeeimado o. 46, loja, para se
Ibe entregar urna carta vinda de Europa.
Florista.
Maria Jooquioa de Santa Anea, florista a do
ceira, participa ao respeitavel publico e a todoa
os seas freguezes, que mudou a sua reaideocia
da ra da Roda a. 48 para a trave.ea daa Cruzes
o. 12, terceiro andar, onde pode aer procurada
para qualquer encommenda de flores, bolos e
bandejas para caaameotoa e bailes.

Ao respeitavel publico em geral, e ao
corpo do commercio em particular.
A. C. P. de Burgos Pooce de Len, em satisfa-
cSo aos desejos de seu sogro o Sr. commendador
Antonio de Siqueira Cavalcanti, tendo deixado a
vida de agricultura e depola a do commercio,
acba-se boje ampregado no loro desta cidade co-
mo aolicitador de causas, e nests condicio offe-
rece aeus servicos aoa que qaiserem Ibe conflar
aa auas demandas, easeacialmenta aa que devem
ser tratadaa perante a juizo commercial, nio a
porque se julga de alguma forma habilitado, co-
orque nesta especie mais se dedicar.
solllcitador Burgos se prestar gratuitamente
a fazer valer oa direitos dos que realmente po-
bres, estiverem dolorosameote aob a oppresaao
dos descomedidos e iosuportaveia caprichoa de
injustos poderosos.
Elle pode ser procurado na ra Ue Santo Ama-
ro, casa n. 26, que ca por Iras da raa do Sol,
das 6 ia 9 horas da machia, e das 3 s5 da tar-
de, a no intervalo de 9 as.3 horas, no escriptorio
da ra estrella do Rosario, sobrado n. 27, ou oa
I sala das audiencias.
f\~~
Precisa-aa de ama pesaoa que saiba bem
refloar aaancar,para lomar coota de urna refloa-
?o em Santo Amaro de Jaboatio : a tratar na
raa do Raogel, deposito o. 8.
ENSLNO
Pratico-Theorico
DA
KRfillIVIU Eninxiift
LINGUA FLANCEZA,
SEGUNDO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H. G.Qllendorff
PARA
Aprender urna lingua em seis raezes
POR
Cieero Peregti
Bacharel em direitc
2 volumes em 8.
Sabio do prelo o 1.* volume desta obra., intei-
ramenle nova, o nica escripia om portaguez por
aquello sy9terc, approvada pelo conselhf direc-
tor da ioslruccio publica para servir da compen-
dio na aulaa publicaa do ioatruccao aecMdaria
ds provincia, accommodada ao aao de qaantoa
pretendern) fallar a tradazir' com propriadade
a lingua francesa.
Acba-se i ventfa no escriptorio do autor, raa
do Ouelmauo -*< ainda aa recebem aa-
signatoras (7|000), at a publicago do 2 volu-
me ; depois do que vender-se-nao a lOjjOOO oa
exemplares.
16Ra da Cruz-^A *m
- O Dr. Rocha Bastos
d consultas todos os dias.
o em pouco d
. AtteocaO allefita.
Q abaixo sssignado, llqnidataiio da extlocla
firma da Vidal Bastos, toga aoa devedores da
mesma a mandarem qoaato antas pagar seos
dbitos para assim deixar da se ?ar oa obrigac&o
*- entregar as raeamaa a um procurador pare.se-
0 cobradaa judicialmente. Recita 27 da junho
1862.
Joio Callos Bastos Oliaairs.
V.
1
P/\t>hhGBANDI20lTMEKT<3,rtih
^SEROUPKoP^
un., f MnSSaf ^?P2 d* ** 25, 28. 80 e 35. .aacos mallo bem
altas-a f, 28f, S0|at5f, palatols .cacados d. panno prelo da 1S at 15, ditos da aaaemira
da cor a 15, 181 a iOf, palelots saceos de panno a casemira do 8 at 14, dito a aaccoa da alpaca
m a6, f-11^* 4* tt **tobl* d* ,lpaea metino d 7 st 10, calcas protas do casemira de
c ata 14g, ditos do cor do 7 at IOf, roapas para menino do todoa oa tamanhos, grande sorti-
mento do roapas de brins como sejam taigas, palatols o colletas, sortimento do colletas pretos di
mtim, casemir o Tallado de 4 a 9f, ditos para caaamento a 5 a 6, paletoU brancos de bra-
ceante a 4 a 5f, calcas brancas mailo finas a 5J, o am grande sortimento do fazendas fina a e mo-
mrnas, completo sortimento de casemiras ioglezas psra homem, menino a senhora, seroalss da
dono o algodio, chapeos de sol de seds, luvas de seda da Joavin para homem a senhora. Te-
jaos ama grande fabrica da alfaiala onde recebemos encommendas de grandes obras qae para
M0 est aeodo administrada por am hbil meatra de aemelhanto arte o um pessoal do mais da
lincoeota obreuos eacolhidos, portento exteutamos qualquer obra com promptidio amala barato
de qaa em oatra qaalquer casa
ARMAZEM
ROUPAF
1
40
m F. dos Santos.
Ra do Queimado40
DefroixX do becco da Congregaco letreiro verde.
Cura radical
-----L:i;i
Aluga-ae a caaa terrea da raa do Fogo n.
16 : a tratar na ra da Cruz n. 1, escriptorio do
Aotonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Joao da Silva lamos,
medico pela Unlversidade
de Coimbra,
da consultas am casa, dss 8 is 10 horas da ms-
nbia, o preata-ae a qualquer chamado com a bem
sonbecida promptidio.
JJo segundo andar da casa n. 67
da ra Nova, fugio um papagaio para
o lado da ra das Flores, levando no
pe parte da corrente de latao que o se-
gura va na gaiola, allador, chama
pelo nome de Rosa, Alvaro etc. : a pes-
SOa que o agarrn q lerendo restitui-lo
favor manda-lo levar a casa cima
que se gratificara' com 10$, e a mesma
gratificarlo se dar' a quem descobrir
a casa em que elle esteja.
vaue-mecum ..o bomeopatha
pelo noutor
uwm 1.1. iphhh.
Eate livro
que se tem tornado tio popular,
quaoto necessario, acaba de aar publicado com
todos os melboramentos, que a experiencia e os
progressos da sciencia tem demonstrado. A no-
va edico em ludo superior primeira, en-
cerr: '
! Maia ampias noticias acerca do caratiro
das molestias, com iodlcecdea mai proveitosis
dos medicamentos novos recentemeote experi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos o no
Brasil.
** A exposicioda doutrina homeopatha.
3. O esludo da apropriago dos remedios se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
das idades, doa sexos, e segundo ss circunstan-
cias atmosphericas etc., etc.
A.' A preaerracio ou prophilaxia das molestias
bereditarias.
*I A. Preservaco daa molestias epidmicas.
6. Urna estampa illustrada demonstraliva da
conlinuldade do tubo intestinal desde a bocea at
o anua etc., etc.
Vende-se na pharmacia i bcul homkopa-
thica, propuedade do autho.N ra de S/*u>
Amaro (Hundo Novo) n. 6. %
Pre?o de cada exemplar. 20000
N. B. Oa aenhorea assigoantes aeiram man-
r receber seus exemplar/
Aluga-se por mez
outro para todo servico ,
mero 35.
cravo c
- ra Velha
n-ll/ de Hambur
Alugam-se o Tendom-se per qaa
na raa do Raogel n. 18, amola-se te
orlante. s
Ditos
prego
farro
Alugam-se os srmazens o,
os. 1 o 3 que offerecem boas pr
tabelecimento de armszem de
ae aluga conjuncto com oa a'
do o andar que tem o ulti
da
teaJtorio medicocirurgico
Consulta por ambos os systemas,'
Km eonseqaencia da mudenca para a sua nova residencia, o proprietario deate ealabeleci-
meatoacaba de fazer ama reforma completa om lodosos seas medicamentoa.
O desojo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nio se confundam com os da
nenhum ourro, viato o grande crdito de que aempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaucio de inscrever o sea nomo em todoa os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todoa aquellea.que forem apreseotados aem esta marca, e qaando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza actf^panhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo a em ps
pal marcado com o sen nome. \
Outro sim : acaba de receber de Franca randa porcio de tincturs de acnito o belladona ^o-
medios estes de summa importancia o cujas propriedades sio tio conhecidas qaa os meema/Srs.
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Oe medicamentos avulsos qur em tubos quvr em tincturas castario a 1 o vidro.
O proprietario desle estabelecimento annuopta a seus clientes e amigos que tem
eufficentes para receber alguna escravos de um eyoutro sexo doentes ou qae precisem
operacao, affiancando qae serio tratados com todo1N4 disvalo o promptidio, como 1
aquellos que ii tem tido escravos na caaa do annuncwnte.
A aituacao magnificada caaa, a commodidadadoSsbanhos salgados sio ouIras
ens para o prompto restabelecimento dos doentes. ^v
As peesoas que quizerem fallar com o nnunciante davMB._p_rocura-lo da najanhy at 11 horas
1 de tarde das 5em diante, e fora deatas horas achario om casapestoa com quem podario
ender raa da Glia n. 8 aaa do fundi do Dr. 960 Motcozo.
------------------------------ ------------------------------------------------------------------------------------*,------------------------------------------------------------------------------------------
modoa
alguma
todos
Tanta-
Especial hOmeopatilico
1 DI. IWlili,'
i- Pateo da Matriz de S. Autonio n. 2.
meiro da casa n. 1, os quae
residencia viato eatarem rejsToidos
der, pode dirigir-ae a ruaya
tratar. ^v^, *
ua de Apollo
orQej para es-
-ucar. Tambem
zeoa ou separa-
bem como o pri-
podem aervir para
qnem preten-
a Cruz numero 3 para
de casemira ao cores a zza.
151,12. 7 a "*
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo fraacezas a
Ditos de marin setim pretos a
do coras a 9J o
Ditos de alpaca da cores a 5 o
Ditos de alpaca preta a9, 7, 53 o
Ditoa do brm do cores a 51.
4500, 4 o #*
Ditos de bramante delinho bran-
ca a 6, 51 a
Ditos de merino da cor dio preto
Calcaa de casemira preta e de co-
res a H 10,9|.7e
Ditas do princeza o merino do
cordio prelo a 5, 6500 a
Ditas de brim branco do cores a
5. 4500 o
Calcaa da ganga do corea a
Colleta de velludo preto o de co-
res liaos o bordados a 12, 9 a
Ditos de casemira preta a de co-
res lisos a bordados a (.
5500,5 *
sempra am sortimento completo de roupa taita do
manda execatar por medida i Tontada doa fregae-
"*rofasoras.
Ditos da setim preto 5ft000
30000 Ditos de seda o setim branco a 5 a 5000
- -.-.,.,, 7 u i, .
dadas todos os dias pelo D*r. Cos-
a Pereira no sea escriptorio, raa
n. 53, desde s 6 at as 10 horas
a, menos aos domingos; sobre. :
tias de olhos.
-atlas do coraeio e de paito.
do anua?\" d0* 0rg*0' d* "*
O exame\u doentes seri feito na or-
dem de suas \tradas, comcando-ae po-
rm por aqs*uu qie ioflrerem des
olbot. ~
Instrumentos clleos, acsticos o op-
Hcos serio empresto, em anas consul-
tscoes e proceder o\p iodo rigor o pru-
probabilidade sobre a\ede, naturexa
causa da moleatia, o dah\eduzir o pla-
no de tratamentoqae dereSestrai-la.oa
curar.
Varios medicamentos serao umbem
ompregados, gratuitamente; jarm i'
pela certeza qad tem da sua Tortadelra
qualidade, promptidio em aaas (hitos,
e necassidade do sea emprego urgiHe
que se usar dellea.
Praticar ahi mesmo, ou em
doentes toda, e qualquer oper
julgar conveniente para o re
ment doa meamos, para cujofi
prvido de urna completa col*>;ao de
instrumentos indispensarel ao mdico
operador.
Deilar olhos artificiaos ; psra o 'que
so acba provenido de pecas e instrumen-
tos neceasarios.
Por meio de experienciaa pticas indi-
car aos doentes qusl o grio do vidro que
os oculos devem ter para que aoa Tista fi-
que bem acommodada, o jamis so fa-
tigue quando astlver applicado ao tra-
balho.

aa
f
Aluga-se o terceiro andar do sobrado're-ii
conatruido o pintado de novo, sito na praca dc_
Corpo Santo, eequioa da ra do Trapiche n. 4 I
rt jaara no mesmo.
Atiendo.
Aloga-se um quarto independen te vista para o
mar, muito fresco : nos faodoa da igreja de San-
ta Rita o. 58, ver a tratar.
Preciaa-sa de urna ama ;
ment n 19,prlmeiro andar.
na ra do Livra-
AJuga-sea casa da ra da Trompe n. 1
com 2 salas, 3 qusrtos, cosinha fora. quinta
murado o cacimba : a tratar na ra Direita ni.
84. padaria.
Aluga-se urna grande cocheira no prior
po da ra do Hoapicio, para qualqaer aatab
cimento : na botica do Sr. Ignacio,
Boa-Vista._______
Aluga-se um seg,
ru da Senraa Nova, con QUas salas
quatro quartos e cosinha i ]sotao, por
preco commodo: na livrai /'n. 6 e 8
i
da praqa da Independenci
Thomaz de Aauino Fona'
boa: ni ra do Vigario n. 19.
9$0O0
10J0OO
8000
8500
8f500
3500
4#000
85000
6*000
4*500
2g500
|000
8*000
81500
oaauu, xffouxj a
aulas de
*3*5
Precisa-se fallar c
Jos de bouza Santos [j
ra da Cadeia do Recift
andar.
) tOfl .
a. 19.
ca sobre Lis-
Seroulas da brim de linho a 2 a
Dtaa da algodio a 1*600
Camiaas de peito defuatio branca
o do corea a 2*400 e
Ditas de paito delinho a 5. 41,
Ditas de madapolio brancajLa_da_
rh.C.rM 1&*1**** 1I0
vnapaospretos de masa francesa
forma da ultima moda a 10a
81500 o
Ditas de eltroa 6. 5, 4 o
Ditos da sol do seda ingleses a
ri ,i"?,e,e,,4l.ll. I
Lolariohos de linbo maito fines
_ novos fsitios da ultima moda a
Ditos do algodio
Relogios de onro patente o hor-
natal a 1001, 0. 801 701000
Ultos de prata galTanisados pa-
tente o horzontaea a 40 o 80100o
Obras de ouro, adarecos o maioa
aderecos, pulcolras, romas o
sneis a
Toalhaa de linho dusia IOf, 6 o
D'taagTendeo para mesa urna 3 a
^Sr. Si mo
frador) na
i primeiro
1*280
2*200
saooo
7*000
2*000
7*000
800
*500
i .*' 'iniiiii i?.i..c'-pT7!
fiaTmVt fe--A^\Sl !
os se
iicip|
' ? ni,
Offerece-se am sacerdote para capellio de
eogenho oa qualquer capellana do mato : quem
precisar annancie.
JLXSS Ron. lt0*' deDlit. offerece os ser-
vlcos de/sus srte ao respeitavel publico e parti-
cularme/nte a seas fregaezes ; fiesndo certas que
serao servidos a contento e mala barato que em
2 q,u''l??" pV.,e rasldancia na ra
oesnnia Hila i). Bf,
etambem vende-se urna negrinha da 10 an-
uos, quem precisar dirija-sea ra de Santa Ri-
l* n. ol.
No ceas do Ramos n. 4, vendem-se trav
,r7a.
ter
f. Gal\o;
retira-ae para a logia-
Baltar & Oliveira
Porto. -
"CaiaVsobre a praca do
S0C1EDA
nio Benef cente
MariU
Por ordem do Sr. preside
todos os socios effectivos
aasembla geral no dia
boraa da tardo, afim de
mioietracio conforme oirligo
estatutos.
Secretaria da aociedadte Uniao Beneficente M*.
ri tima 9 de julho de 186).
Baltha/ar Jos dos Res.
' secretario.

sto convidados
ama reunio da
correte, pela 4
poese a nova ad-
49 capitulo 9 doa
Gabinete medico cirurgico.*
Ra das Flores n. 37. {
Serio dada consaltas medlcas-cirargi-1
ca pelo Dr. Estevio Cavalcanti de Alba- i
qaerqueda astO horasdamanhia.ac- i
cadindo aos chamados com a maior bro- i
aj vidade possivel.
Si" Partos.
2.* Molestias de pella.
8.* dem do olhos.
^ 4. dem dos orgios gonitaes.
^ Predicar toda o qualquer operacao em a
9 seu gabinete oa em casa dos doentes con- !
: forme Ihes r mais conveniente
r
m
Precisa-se de
na casa de
Santo n. 17.
jm^a
para serem al rtrf'~" "" uq-
Procedaodo .inf ,e"
no
7
cia au_
da Boa-Vial
2 consollos, 1 nfc
caranda o com o
por 1001, por 1%
de Faria contra Manoe.
ultima praca.
Precisa-ae de um caixeiro
Pharmacia : na botica
quo .
da rnado Cabu n.
do
de
urna ama para lodo o servico de
B1 ". PO familia ; na prega do Corpo
Preciaa-se de urna cnadaque atiba enaom-
mar e comprar para casa de urna moca sollaira :
qiem se prestar, dirija-se a rus das Larangeiras
n. 5, primeiro andar.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15.
Frederico Gautier, cirurgio dentista
fsx todas ss operacas dess arte a e co-
loca dantas artificiaos, ludo com -sdeln
rioridade o perfeieao que as pessoas-,en
tendidas lhe reconhecem.
Attenco*
Tendo desapparecido oo da 29 de junho
Sa7Attaraf.Si
SE lL* 0Br fr"" or.lh... cuja nVari!
nitl ne"oaPareceu d0 """lodo paleo' do Hos-
P a I.29, rog,'8e loda qlquer auna
que della .ouber ou liver noticia aa dirig! o
lr.d;o!0br'd0 P0ia er rAcado Ttas!
bem procede-ao oa forma da lei contra toda a
>I Poa ,.. tiver acontado em su..
.-'
I
Tem agua e pos dentificios, etc.
M3MSMSM3 9ISM8 MHNMMIlS
uTi Mn0el ?!p0>0 dos Saotos e Manoel da M. 1 -
-I" Precl-e d "ma ama para conaiohar "a
comprar, na ra daa Larangeiras o. 16. '
r.rL ??* Lena?,ai & U., ra do Crespo 16'
vendem libras eslerlioas. H '
eo7rn,.f.eC1"",, de "? m"iheridosa queaaib
coxlnbar, para cosa de pouca familia
ra das Cruzes n. 35.
a tratar
h ~. Precisa-se de um bom coxinhelro para um,
hotel em Gameleira : a tratar
nha n. 10.
do largo do Pe-
0 Sr. capifo
Avila,
rancisco
qeirsapparecernaruaN0Tan.47. a negocio.
saa-^eWgaao ama casi
20> mansaes : Veatar
botica. *
a Soledade o. 54 por
ma do Cabog n. 11,
Iastruct;r prima1
Urna pessoa assas balitada as
JteMaaouartono pode aer procurado o respectivo proprietario i qualquer hora havendo
ah sasnpre grande sortrneto dos verdadoiros medicamentos bomeopatbieos, preparados em Ps-
ns (as unturas) por Catallan a Weber, oa mais acreditados pharmsceuticos do universo como
preparadores da remedios da homeopathia.
O proprietario desta consultorio nio pretenda, todava, que sejam oa seus medicamentos
mfsQveis, porque nada ha infallivel am faetos humanos; nem tao pouco superiores aos que por
ahi aa preconuam, porque ceno qaa o que nos tasamos, outro o poda egualmcute fazer to bom
uni melhor. Mu afiaoea que neue nio bs traficsrtis, e que o servico oalpraptraeio como por
alie mesmo propnettno, que nio lando grandes commercio de cartairss, aena-u sufficiernte para da am bom amassado
Utufaur U nacetsidades daquella preparacie. *^ para urna padaria dtaU
ia.
atarlas de
inatrucQo primaria, pitando dispoir do lempo
que lhe resta daa 3 hor da tarde vem dlanto
para leccionar a algunsoloos por \ciaas par-
titula ea. Oa que ae q prealimo dirijam-se ar*creteria da snatruccio
publica, que se Ib* ipicar a poaaoa. '
Hasta consultorio aeham-u i venda elementos da homeopaihia, acommodados intalligeneia ,,",^bV,
de qualquer pasaos ; ;usim como prasu-se gratuitamente o son proprietario, com mus esforcos e *"'
medicamaotos, i todas u pusou neassiudu# sem dUtineoio algn, qao a procuram, pois JT*~?
que o sou asior r/Ttzac ser til ahumauidada aoAradora, IraSfla
Prt^isi-se
qaa anteada de fornar
la praca 5 legoaa i p.l
se o servk
aso Iranios.
Aluga-se em gra
quarto, prop
/aa da ttot
1
radar : a tratar
Amorim n. 15.1
aaim como
rapas solleiro!
10.
Cartd.s de visita
Crlea de visita
Cines de visita
Carloes da visita
Carlees de visita.
Precos reduxidos
Procos reduxidos
Procos redolidos
Prego, reduzidos.
A dazia por 12}
A doria por 12$
A duiia por ljj
A dusia por 12#
Duasduxias por 20
Duas duziaa por 20J.
Novo ealylo de photograpbla
Noto ealylo de photograpbia,
Ambrotypoa amcaixss 2#
Ambroiypos em cuna 29
Ambroiypos em caixas 2#.
O retratista americano
Alberto W Osborn
Ra do Imperador.
Convm.
tJ'l??*'" 0ma *>9**" de pequea quan-
SS-ViS i! preleD(,en,e dirij"ae rua d0
w."~-ieCM?fc,ei alUgar > o forra oa escra-
trau? n 8aiblaT!r. cottnhsT e gTrafiiaT^-,-
tratar na rua do Queimado n. "~
Prai. p. 37, geguodo andar.
o sngflmmT
69, ou na rua da
i.T J V,"i! nor"' 0i Ml diea-
ciaa, Onda a do Sr. Dr. juis de ausentes, se ha de
arrematar a eaaan.28da ros do Tambi. p.rten-
cente a beranca do finado Pedro Goncalves de
Sant'Aans.wDhec do por Pedro MUitto.
~ O abaixo assignado
avisa a todos os seus fregue-
zes da praca e do mato que
venham a sua taberna da rua
das Cruzes n. 41 A, da portt
larga pagarem seus dbitos,
no prazo de 30 dias, e os que
o nao fizerem serao chama-
dos a juizo, Recife 8 de 'ju-
Ihodel862-Joo do Coito
Alves da Silva.
Attenco
a: AaS"/" iUe de,xou UID c,r"<> de trato no
da 22 de junho, na cocheira da rua do Sol n
queira ir busca-lo no praao de 3 di... do. %'.
trarioser volido par. oaKam.ato do m
QB"*aV
Frederico Chaves alaga sea sobr
1m, d." PDe,,a' f bon commodoa .
ilia, jardim aos lados, tarraco.^ocbelraVui-
barta, casa para criadoa a cacimba, por areco
tratar aa raa da Isapeuirii* JJ^50
comsiodo
Fabrica de velas.
Francisco Celestino Ramos Jnior partidos a
todo, os seos freguexe. quemudoa a aaa Sr?o
!. r'U* d* r.-a da Roda *&. Pa travessa
du Crasasn. .segunda andar onde lemm?
Rua da Imperatriz n. 5.
LOJA DE MODAS
DA
Esmeralda.
-.PlMJ,lW 'idos, capas, berns, todo da afti-
mamoda.aasm como recebem-se os fiaorinoa
Chifla.^6a."h ta.nb,m >"- ch.p^o.T
mi. rP lh" da IUH. POodo-.e ultima
alisa' em'M eo'tioados para
camas a ja-
nu7^Dn;ae ,J0UU obre Dypota. em preal^
quem pretender. a raa do da.im.do, P|0j.
2*. quo ae dir quem oa d. J
n.
,,""".No; baixo aa.lgn.do., de commum accor-
do, duaolvemos a socied.de particular aaa eii.i
na tabern. da raa Direita a. 108. per2ncao i
jocio Joao F.rr.lr. da Silva. lJSSSfci
W de juoho paaaado, Acodo todo o aellvo ,,.
alvo per tanteo t. ae mesmo. Recife 9 da iJik.
MELHOR EXMPLArTr^rrnNTRAn


TT
j*;
DE JCJLHO
lOTUHIUCiO K JSJPfl ______
A8AMMA OIKBOM BI HBOfiHA
. E JUNTI CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS MESISINM
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTIGAS
* De Ricardo Kirk
f: Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elbctbo-magneticas-epispasticaS obtem-se urna cura radical 0 in-
ivel em todos os casos da inflammago ( can*a

Umas.como do figado, bofes, estomago, bajo, rins, ulero, peito, palpitado de coracao, gar-
ganta, olbof, erysipele, rheumatismo, paralysia e todas as affecpes nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as differeotes especies de tumores, como lobinhos escrof ulas etc., seja qual fr o seu
tassanho e profundeza por meio da suppuracao serio radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e receitadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a confianza do publico
que j tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessarias explicaces, se as chapas sao para homem, senhora ou crianca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, brago cota, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cieumfereneia e sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o molde do seo
Umanho em. um pedaco de papel e a declaracao onde exislem, afim da que as chapas sipo da
fojraaj da parte affectada e para scrembem applicadas no seu lugar,
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serio acompanhadas das competentes explicaces e tambera de todos os acces-
orios para a c ollocacao dellas.
Cnsa: seis peseoae que o dignarem honrar com a sua confianga, em seu esariptorio, que
acharu abertoe todos os dias, sem excepgo, das 9 horas da manhia s 2 da tarde.
||9 Ru do Parto ||)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
ijecco Brow
Remedio infallivel contra as agnrr
rheas antigs e recentes, nico* deposit
na botica ira
Pira luto.
rasaos de seda elaetieo para chapeos largoa e
eetrsitoi> a 1*500 : .. do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
preco Z$.
anceza, ra da Cruz n. 22/
Para as encommendas informales dirijam-se a pharmacia de Jos Alexandre Ribeiro
raa do Queimado n. 15.
0 Livro do Poyo.
Sabio luz publica o LIVRO DO POYO, publi-
cado aob a directo do Sr. Dr. A. Ilsrqaes Ro-
drigeos, e contm a vida de N. S. Jetas Chruio,
segando a narracio doa qaatre evangelista!,
naia os seguales artigos o vigario, o professor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prati-
ca, Simio de Nantua, mximas e pensamentos,
a hygiene, os devores dos manios, e o Brasil.
( A jublicaco do LIVRO DO POVO nao s tem
por flor umformisar a leilura as escolas prima-
rias, oadvcida menino aprende por um livro
difirante, e port2'.o facilitar o trabalbo do mos-
tr e do discpulo, como fa'mbeiL vulgariear, por
um prego barstissimo, a historia do ailvadP* do
mando, e os melhores preceitos de moral.
Vende-se o Livro do Poto, do Reeife, na
livraria da praca da Independencia ns. 6 e 8, a
500 ra. o exemplar em brochara, e a 800 rs. car-
tonado.

CONSULTORIO ESPECIAL H01E9PATH.C0
/ DO DOUTOX
# SABINO O.L.PINHO.
I Ra de Santo Amaro (Mundo
{ Novo) n.6.
Consultas todos os dias mtg desde as 10 horas
at meio dia, acerca da I aiutea molestias :
wltitiat da mulhtrtt, ti tilias das enan-
ca*. moUttiai da ptllt, mctM 'tas do olhot, mo-
Usiiat $yphilitieat,todG pseis 4 febras,
ftbrti inUrmilttntes las conttqutncias,
PHARjUCIA KSPBCUL M0MB0P*TBICA .
Verdadeiros medicamentoa homeopathicoa pre-
jaradoa aom todas aa cautela necesaariaa, In-
\ alliveis em seas effeitos, tanto em tintura,cerne
j em .tbales, pelos pregos maia commodos pos-
( svals.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
I uicamente vendidos em aaa pharmacia ; todos
que o foxem tora dolaa falsas.
| Todas as earteirjs o acompanhadaa de in
* lmpresso cora am emblema em relevo, tendo ao
reopr aa segaintea palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Bate emblema a posto
igualmente na lista doa medicamentoa que ae pe-
de, Aa carteirasqee nao levaremeaaeimpresas
assim marcado, embora enham natampa o no-
mo do Dr. Sabino ato (alaoa
4 GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos Pi-
mentel.
Empreza importante, que val prestando rela-
vantes servicos a seos freguezes pela promptidao
e perfaico com que lavo a roupa sem a esirsgar
PRECOS.
Roupa aorlida (embora nao venham meias nem
lencos) 40 ra. por peca.
Pegas grandes isoladsmente 100 rs.
Roapas de navios, vapores e hospitaea 70 ra.
Dita de familia que nao fregaoza 80 rs.
Dila de doenle de familia que nao e freguszs
a 120 rs.
Urna rede ou cortinado de cama ou varanda
-a 500 rs.
U preco dos engommados mdico e confor-
ma as pecas, como coslumam lazaras engomma-
J detrs, preso da eolrega da roupa lavada
8 dtaa, e eogommada 15, sendo qae muitas vozes
tita prompta antea do praso. Deposito na ra
Nova.

Pateo do Livramento n. 11.
primeiro andar.
O da-ntista Numa Pompilio planta denles arti-
ficiaos por grampoa e ligsdaraa ea prssso do
ar, dantos ocorruptiveis aobre oaro, systema
nortc-amertetno e fas todas aa operarles de sua
arta com promptidao e limpeza
Mudanca.
i
Na travesa da ra das Cruzes n.
2, paimeiro andar, tinge-se para todas
m cores com presteza e commodo preco, j
Manoel Antonio de Carvalho
com loja de f&zendac na ra do
Queimado n. 17, mudou o seu
estabeleciment para a casa n.
27 da mesma ra.
Precisa-se
de 500; a juros por 6 mezes, daodo-se por bypo-
Ihecn urna caaa na villa da Estada, que rende
12J500 mensaea, que flearo de juros da referida
quaalia menaalmeote : a tratar com o lacrislo
da ordem 3* de S. Francisco, que dir o pretn-
deme que tambero dar boas Armas.
Jobo YVhiield, ioglez vai so Rio de Ja-
neiro.
Tratado pratico sobre
bancos, por Gilbart.
Capital, virculuCZu t bancos,
por Wilson.
4 volumes ntidamente impressos e bem
encadernados em Taris22/J000
Estas obras, as maia eapeciaea e profuodas na
materia de qae se trata, serviram de texto aoa de-
balea que tiveraa lugar na sessio legislativa que
acaba do Andar, sobre s qaealio bancaria, quer
aoa partidistas da medida proposta pelo ex-mi-
nlalroda fazeoda, quer aoa opposiciooislas. E
com effeito aili se acbam ezpoatas d3o rnente
todas as tbeorias relativas a esta to importad
queato, como tambera a irreaiativel argumenta-
cao dos tactos occorridos no banco de Londres,
qae sem exagerado se pode coosiderar como
primeiro mercado monetario do mundo. De asar-
lo qe oso ha pii oecthum que poasua obras de
igual merecimiento sobre o asaumplo em queatio ;
e o que nos deve admirar que nao.tenham sido
Iraduzidaa em francez.
Damoa pois os parbaos i quero, leve a feliz
idea e-a coragem de empreheoder e de ezecular
lo cabalmente este trabalbo to necessario e
til nao aomente sos nossoa estadista cooimer-
ciaes e iodusiriaea como tambem aquellos de to-
dos os paites oode se falla o nosso idioma. Para
bem aquilatar este serv co basts dizer que mesmo
muitos iuglezes nao estao no caso de poder.com-
prehender oa termos techinicoa oecesaariamente
embregados naquellas obraa, quanto mais aos
estraogeiros ; conbfceosos persouagena disllnctas
do nosso paiz que s aprenderam a lingo iogle-
za para as poderem ler.
Gracas ao Sr. Dr. Oliveira e Castro ficam aplai-
oadaa todaa as difliculdades. Os nossos leitores
poderso ler em portugqez muito claro e intelli-
givel o qae ha de roelbor nesla questao que lan-
o preoecupou todas asclasaes da oossa aocieda-
de, eque tanto interesa o futuro do nosso paiz.
[Extrahido do Jornal do Commercio.)
Vendo-se em Pernambuco ms priocipaes li-
vrariaa e no Rio de Jaoeiso onicamenle na do
edictor R. L. Garoier, ra do Ou*idor n. 69
Precisa se fallar ao Sr. Jos6 Auionio oa
Fraga, natural da ilha de S. Miguel : na ra do
Imperador n. 26, 3o aodar.
Jos Joaquim de s Diaa e Francisco Ma-
noel deS Dias, subditos portugueses, retirakn-se
para fra da provincia. I
Mariaoo Nigro do Raphael, Luigi Nigro do
Rapbael e Carmello Cabriola, subditos italianoa,
seguem para o Rio de Janeiro.
Jampa Cl- rk, aubdito nRiez, vaiao noria.
Collegiode Bem-tica.
Esle eslsbeleciineoto precisa de um prefeilo.
Precisa-se de um meoioo para caiieiro de
taberna, de idade de 12 annos, pouco mais ou
menoa ; e preferiodo-se dos ltimos cbegsdos
do Porto : na ra eair< iia do Rosario n. 29.
i
01 prH9..
Coroprs-se urna escrava que seja perfeila
engommadeira e costureira e de boa coducta :
na ra da Cadeia do Rocife n 35.
ltenlo.
Acha-se a venda na raa do Queimado loja n.
88, excellentes choericae muito novas cbsgadas
ltimamente da aldeia de Mlndello, aiiim como
tambem se vender todos oa dias leite viddo da
aldeia do Rlbtirao ; lado por proco muito com-
modo.
Comprem se seis catbecismua das verdadea
catbolicas por Fr. Antonio de Jeaus, impressos na
typograpbia do Roma : quem os liver e quizer
veoder, annuoeie oa dirija-se a praga da loda-
peodeBtia, fabrica de chapeos n. 21 a 30.
Compra-ae urna balaoca decimal em bom
estado, com seus competentes pesos, e qae seja
por preco commodo : na ra do Vigario n. 26,
fibrica develas.
"CoffiWt^ae uma caaa terrea oaa ruaa ae-
gaiotea : ra de torty ale a ra dos Martyrioa,
raa do Caldeireiro, ruf da Concordia, ra de
Palma, raa das Flore. rua a* Ploreotina, raa
das Aguaa-verdes, rua ella 2 salas e 2 qusrtos ; na rua larga S Zimi-
na o. 30. ae dir qaero compra.
Compra-se um banco oe marcineiro; quem
o liver para veoder, dkrija-ae a rua do Aragao
o. 1, em frente a praca da Boa-Vista*.
V-Mtilaai.
MOVIS.
Vende-ae por necessidade e por muito manos
do seu vslor, ama mobiha de aasarello compoata
de am sof, 12cadiras, dous consolos, orna me-
ta redonda, um lavatorio e uma meas de jantar,
todo em muito bom salado, as pessoaaqae aqul-
zerem comprar, dirijam-ae a loja do sobrado da
raa daa Aguaa Verdea n. 100.
Vende-se um mulatmhocom 15 annos, que
coiioha e engomma : a tratar -na loja da raa do
Queimado n. 46.
Vende-ae urna preta cozioheira o tambem
engoauma : na roa do Rosario n. 23
Vende-se-
urna cadeirioba esa bom catado, ama gamella
grande para banbo, que leve dea baldea 'ago-,
e ama grade de louro para janetle : a tratar oa
Capunga Valha, no aitio do fallecido Jlo Evan-
gelista, e tambem ae alaga o aitio com graode
casa de vivenda, caaa para feitor, aenzala para
preloa, vivelro, baia para capim e com mais de
duzentos p de laraogeiraa e maitoa ostros ar-
voredoa de fructo.
Aviso aos amantes de edi-
fica ejoes.
Algodo de 2 larguras.
Vende-ae superior algodo monslro com 2 lar-
ursa, proprio para lso^oaa o toslbas de meaa a
00 ra. a vara : oa roa do Queimado n. 2i, na
bem eanaeeMa loja d, I.
A 2,400 rs. a duzia.
Leneoa brancos fios para algibeira pelo diint-
nato preco dt2a,oo rs. a dasia :na bem conhe-
cida loja da boa fe, na rua do Queimado d. 2S
Cambraias de cores
Vendem-se cambraias francezas de cores fa-
aenda muito loa polo baratsimo pre^o de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa f na roa do
Queimado n. 21. .
Superior brim b>aco de
linho
Vende-se saperior brim brsnco de linho tran-
cado pelo barstissimo preco de 1200, 1)440 e
1)600 a vara, dito muito encorpado de dous flos
a de Hnho puro a 2f a vara : na rua do Queima-
don.22. na bem coabecida loja da boa f.
Algodo da Baha.
Proprio para roupa de escravoa e saceos de as
sacar : ymde-se oa raa da Cruz n. 1, escriptorio
de Aplomo Laiz de Oliveira Azevedo & C.
Agua de colonia ambria-
da esem o ser.
Esss estimada agua de coloniaambreada.de
que tantos a tanto lempo seotem a falta, acaba
de chegar em bonitoa frascos verdes, os uuaesse
eslo vendando a 1)500 cada am ; assim como
chegoa igualmente um grsohe sorlimento da
verdadeira agua de colonia de Piver em frascos
e garrafiohas de differentes tamanhos, ludo ia-
so na raa do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
Apparelhos de porccllaua dou-
rada para cha de bouecas.
A loja da agua branca desojando qae todo
acam a voolade a suas bellas meninas est ven-
deudo commodamenle esses bonitos apparelboa
de porcellaoa dourada, o pintada a 1)500 e 2g,
tendo cada um 6 casares de cbicaraa, e os mala
pertepcea, a vista do que todoa irao (munidos de
diobeiro) para compra-loa na rua do Queimado
n. 16.
Ricos basquines
Veode-sa um rico terreno, em catado de edifi-
car, por nio neceaaitar atterrar, em a melhor lo-
calidsde da freguezia de Santo Antonio, tendo
360 palmoa de frente e 150 do fundo, com o rio
na retaguarda, o que muito proprio para edifi-
carse corlieiras, rmaseos, refinaedes, ou oulroa
estabelecimentos; sendo muito fcil as edifica-
ces nao s pelo barateamento doa materiiea eJLt"W__ a. .. *%
m3o de obra, como por lear o porto em ctmt MZlDUaS IllUllO II113S
obra ; neate terreno se pretenda levantar doze
A loja da boa f recebeu superiores basquines
de muito fina cambraia a imiWclo da de liobo,
bordados e enfeitadoa com aparado gosto e oa
vende pelo barato prego de 8) cada am, tendo
aido aempre sea casto de 16$ e 20), apresaem-sa
pois em compra-loa na mencionada loja da boa
f, na roa do Queimado d. 2.
armazens oa cocheirse de 30 palmos, o que boje
nio pode faier o seu propietario em consequen-
cia de ler sido uma das victimaa da comman-
dits. Na raa do Cabagl n. 9 .loja de miudezaa
se dir quem vende.
WfMa
sem segundo.
Na rua do Queimado n. 55 loja de miadezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendeodo
(odas as miudezaa baratisaimas, a saber :
Papeia de agulhaa a balio muito supe-
riores a
Caizaa com muito finas obreias a
Candes com clcheles, tem algum de-
feito a.
Frascos de mscass perola muito fino a
Camua com papel pequeo de diver-
sos gostoa a
Pecles dito dito dito amizade a
Novellos de linba de Crux a melhor
que ha a
Caixaa com agulhaa curtaa de aaperior
quslidade
ntremelos, a peca com 3 varaa 1(2 a
Sabooetea nsito finos a
Papeia de agulhaa francazaa com toque a
Parea do boioea para punbos de muitos
modeloa a
Parea de meaa craaa para meninos a
Ditoa de ditas croas para pequeo a "
Ditos do ditas para meninas a
frascos com agua da Lavando ambreads.- a gfjfr ni
Ditoa com eheiroa muito finos a 240 e 50(J
Ditos com baoha muila fina a 240 e 350
Ditoa com auperior baoha de araoa 600
80
40
10
200
720
720
40
200
1(000
120
10
240
160
160
200
Vende-ae uma bonita mulatinha de idade7
annoa; na rua d Cadeia do Recite o. 47.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 16.
Pea de arroz com boneca em bonitoa vasos dou-
rados.
Ditos dito sem bpoeca^em pacotes.
Agua balsmica pira coniervecao dos denles aj
/bom halilotda bocea.
Opiata ioglez para alvejar os dente.
Leite virginal coja utllidade reconhecida psra
tirar sardas.
Vinagre aromtico para quem soffre de looticas
e dor de cabera.
Paalilhaa de cheiro para ae perfumar apoaenlos.
Ditas de dito para so daitar nos cuatda-roupat.
Vinho collares.
Vende-se na rua da Cadeia do Kecife n. 25 a
1) a garrafa, e 10)a duzia (nova remessa), assim
como tem grande sorlimento de molhados que
vende muito em conta, tem semenlesde hortali-
za novas.
Vendse
balanzas grandea e pequeas, e qae foram de pa-
dria : no baaar da raa do Imperador.
No mesmo eslabelecimento
recebe-se todo e qualqaer objeclo para vender
sem lemit-.
Vende-se a taberna da rua da Lingoela n.
5, com poacos fundos, propria para principiante :
a tratar na mesma.
Vende-ae por prego muuo barato, uma ta-
boleta propria para frente de loja oova, aasim
como um fiteiro tambem proprio para vendar fa-
rendase miudezaa, tendo j argolas para depen-
durar as mesmas miadezaa : na rua Direila nu-
mero 75.
Vende se um cabriolet de 4
rodas em muito bom estado, as-
sim como um cavallo ruco, no-
vo e de muito* bons andares : na
rua Nova n. 56, sobrado de um
andar.
^l para \e8tidos.
Saperfoies liazinhss para vettidoa de mallo
bonitos pldroesqae se vendem pelo baratissimo
pre^o de 440 rs. o covado : na rua do Qaeima-
do d. 21. no loja da boa f.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Veadem-ae maoguitos e Rollas de aaperior
cambraia ricamente bordadoa pelo inaignificinte
preco de 2) o par de manguitos com uma golla,
sendo que stmpre costaran 6) cada par, assim
pois recommeoda-ae aos amigos da santa eco-
no mia que a pro vei tem a boa occasiio, dirigi-
do-aa com dioheiro a loja da boa f na rua do
Queimado n. 22.
Camisas inglezas baratis-
simas.
Vendem-se camisas inglezas com aberturas e
punbos de linho e com pregas largas pelo bara-
to prego de SOS a duzia, assim como outraa mui-
tas superiores a 40): oa rua do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Magalhaes & Men-
es,
recebando varias fszendaa novas as vende por
prego baratissimo para acabar, na rua da Impe-
triz, loja e armasem da arara n. 56.
Bonitos paliteiros de porcei-
lana dourada.
Agora ningnem deixar maia de ler em aua
mesa am bonito palitelro de porcellsna dourada
pois que elle ae eatio vendendo a l)e 1;500
na loja da aguia branca n. 16.
Betuna ja poneza e entras mui-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca acaba de despachar, de
aaa encommenda am grande e bello sorlimento
de finas perfumaras doa mais afamados fabri-
cantes, sendo as bem coobecides e aprecisdaa
banbaa, japonesa, transparente, pbilocome im-
perial em bonitoa eopiohoa com lampa de metal,
dila nos copoa grandes, dila em compoteiras li-
sas e lapidadas, leos de babosa, pbilocome e
Labio, pomadas ou cosmealiqaea, linos extractos
doa precioaos e escolbidos cheuo Jsckey-Club,
mil flores, miel do Inglaterra Harechsl, Principe
Alberto, GaorgeIV, etc. etc. Recoromenda-se a
todas as senhorss de bom gosto o uso de qualquer
desees estimados extracto porque aquella que
em ama snciedade, ibealro, ou baile esliver com
seo fino leDQO orvalbado de lao sublimes aromas
lera por cerlo o prszer de ver as suas visinbas
da direila e esquerda Ihe reodendo bomenagem,
perguntarem donna F. onde comproa ease to
sgradavel cheiro ? E ella orgulboaa de aeu bom
gosto, mas com ar prazenteiro lbe responder :
na raa do Queimado loja da agua branca nume-
ro 16.
CALQADO
45 Rua Direila-45
A epidemia declina tensivelmenle, e o aeu
completo desappatecimento est prximo I O
proprielario desle bem sorlido eslabelecimento
convida os seus numerosos freguezea a substituir
o espado velho, qae lodo est cholenco, por no-
vo, e qae possa resistir ia mil sebotis e mazzur-
cts que vio ser dausadas em iouvor do reslaba-
lecimenlo da saude publica. Os procos con-
vidis :
1IOMENS.
Botinas sismadas Milis. : 12(000
noo-plus-uitrs Nsntes......... S^OOO
Nantes 2 baleras.............. 11)000
lustre.................... 10)000
ioglezes de boioea............. 10)000
> bstedores....................... 9)500
o eouro de porco....... 9)000
> beierro e lustre............... "Jjjooo
iDglezes ps selvageos......... 7j|500
s laxiados brasileiros............ 5|500
Sapeles non-plus-ultrs................ 7)000 (
3 bateras e meia.............. 6)500
esmaga cobra.................. 5)500 ?
Nantea 2 bateras vaqueta..... 6)000.
> 2 biterias bezerro...... 5)500,
> trabalhadores.......... 5)000;
> brasileiros de 38500 a.......... 2)000'
Sapatoa2 solas e salto.................. 5)000
tranca purtuguezes.......... 2^000
fr.ncezes......1)280
SENHORAS.
Botinas dengozss......... 5)500'
> salto de bater.......5)00(r
> pechiocha a 4)500 a. 4J.0OO
americanas 3J500 a 2500
Sapato* de salto (Joly) 3)000;,
> sem elle (idem) ...... 1)920
Ispete......... 800
o econorricos......., 500
lastre 32 e 33....... 800
MENINOS E MENINAS.
Ha de ludo em reitero o nao se deixa sahir
dinheiro.
Um completo sorlimento do couro de porco,
cordavio, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roquim, sola, courinbos ele, que ludo se troca
por dinheiro vontade do comprador.
Goj?te&4e chita da arara.
Vendem-se cortes Je chitaa finas com 12 Ii2
covados por 2)500, chafes"teta por 1), ditos de
lia e seda a 2f, ditos de meriurV.estampados a
2{500, manguitos a golla de linho }*ra senhora a
2)500, gollaa bordadas a 500 ra. : na TUS da Im-
peratriz, loja da arara n. 56.
Arara vende as capas.
_ VenrJem-se capaa para senhora a 6g, ditas de
I finas 10), manteletes de grosdeoaple
P> >dernos a 25 e 80), bales de arcos mo-
do' senhora, ditoa de brilhantina, ditoa
do \ a para meninas a 2j, salaa de cordo que
fV de balio por 1)400; aa raa da Impera-
ili. loja d. arara d. S6.
Arara vende as saias.
Vendem-se saias bordadas para seohoraa a
2)500, ditas de 4 pannoa a 3), cambraias lisas a
pega 1|600. 2), 2)500. 3), 3)500. madapolao fino
de 24 jardas a pega a 4)400, 4(600, S, 5)500 a
6), dito enfeatado a 3) ; na rua da Imperalriz,
loja da arara n. 56.
Cortes de cass da arara.
Vendem-se cortes de casss preta a 2)500. ditoa
de corea a 5/500i corles de orgsndys com 15 co-
vados a 7), diloa com 25 covados a 8), ditos de
lia com 22 covados a8f, ditos de gorgurao com
18 covados a 6500 : na rua da Imperatriz, loja
da arara.n. 56.
Vsnde-se laozinha para vestidos a 310 o
covado ditaa muito finas a 500 a 600 rs. o covsdo
fustios levea para vealidoa a 280 e 320 rs. o
covado, gurgurao de liobo para vestidos a 280 rs.
o covado sasaa a turca para vestidos a 240 e 280
ra. o covado. csssas francezas fiuaa a 280 e 300
o covado, ditas organd a 320 rs. o covado: rua
da Imperalriz loja d Arra n. 56.
Objectos typographicos.
Vcodem-se 6 pares de cixas com typo corpo
11, romano, distribuido, novo, e de lindo carc-
ter por ser o maia moderno, 8 parea de calzas
com itlico, vlodo pertencer a cada dous pares
de caixaa romano, 1 par de itlico, mais 4 pares
de caixaa com typoa corpo 10 romano tambem
mal lindo, o 2 parca de caixaa com Itlico per-
tencenleao meamo typo, viudo a pertencer a ca-
da 2 paras de caixaa do romano 1 do itlico : ha
alem disto escovaa, engradac.dea de metal, mui-
tos e variadoa typoa para ttulos, os quaes se ven -
dem ou aacaixas como estio, ou somante aquillo
que precisarem, ramas de farro, etc., etc.: quem
pretender estes objectos, pode vir, e meamo tra-
zar petaoaa intelligentea para examiaar, na rua
do Imperador o. 15, daa 9 horas da manhaa s
3 1)2 da Urde.
No paleo do Carmo n. 1, veode-ae uma es-
tvavt de bonita figura, propria para todo iervico.
Quasi degrada.
Veode-ae ama graode porcio de afmfi e
meiaa garrafas vazias ftslvez maia de jhle mil)
qae para desocupar o lugar ae voodem/pala ol-
lera que sa acbar: na roa do Imperior n 46
SuadoOueiffladojh.lO
LOJA DE 4 PORTAS
| Ferrao' Maia.
S Vende-se as seguintes fazen-
og, das pelos baratissimost precos
" abaixo mencionados : <
"Capas ^e grosdenaplti pret0
bordado a # ManteletesJJf <**<> dto\i 20,
I 25 e 300. \ \
Chales de to)qu,n bord,Vj08
'"os melhores que '*em appareclsi^
| do no mercado a rfi \ty 15, 20, !
25, 30, 40 e 5O0.N .
Cambraias e ahitas) francezas
l cores seguras e lindos pJadrOes a
a 2*0 e 260 rs. \
Laa aberta matisada a\ 320 e
J 40o rs.
Muitas outras fazend
| tem expostas aos corar,
que segundo seus pre
deixaro de agradar.
NO
Torrador.
1SLargo do Tergo~n
llanlelga iogleza flor a 800 o 960 rs. a libra,
dita francesa a 640 rs.. baoha de porco a 400 ra.
a libra, maaaaa maito finas para aopa a 400 ra. a
libra, queijoa do reino a 2$,ditos do aartio a 560
ra.a libra,ervaja daa melborea marcas a 500 rs. a
garrafa, sardinhaa de Nantea a 400 rs., touciobo
a 320 rs., bolachinha ingleza a 320 rs: a libra,
aiaim como se vende ouiros muitos geoeroa ba-
ratsimos, paasss a 400 ra. a libra, sio maito
oovss, e se algaem duvidac veoha ver do Torra-
dor largo do Terco n. 23.
Papel amisade branco e de
erres.
Veode-se pacotea com 100 folhas de papel ami-
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pacote :
na roa do Queimado loja da aguia branca nu-
mero 16.
sHHQMfilHIi- mM9fiW CfMiffittW
lAcabadechej
gar ao novo |
. armazem %
DI
[Bastos & Reg]
Na raa Nova junto a Conceico
dos Militares n. 47.
Om grande e variado sorlimento de
ipas taitas, calcadoa e fazendaa e todoa
aevendem por precos muito modi-
como 4 de sea cosame, assim co-
mo sefm aobrecasacoa de auperiorea pan-
noa e afsacos feitos pelos ltimos ;"
nos a 26
mismos pannos preto a 161, 181, 209 e
a 249, ditoa de casemira de cor mesclado
edenovoa padroea a US, 16$, 189.209
e a 249, ditoa de casemira de cor mes-
clado e de novos padrdes a 14j, 16$, 189,
209 e 241, ditoa saceos das mesmaa ca-
simiras de cores a 99, 109, 129 e a 14g,
ditos pretos pelo diminuto preco de 89,
IO9 e 129, ditos de sarja de seda a so-
brecasaesdos a 12f, ditoa de merino de
cordio a 12$, ditos de merino chinez de
apurado gosto a 159, ditoa de alpaca
preta a 7J, 89, 99 e 109, ditos saceos
pretos a 49, ditos de palba de seda fa-
zenda muilo superior a 49500, ditos de
brim pardo e de fustao a 39500, 49 o a
49500, ditos de faato branco a 49, gran-
de quanlidade de calcas de casemira pre-
ta ede cores a 79, 89,9| e a lOg, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brim de co-
rea unas a 2S500, 39, 39500 e a 4g, ditas
de brim brancos finaa a 4500, 59, 5*500
e a 69, ditas de brim lona a 59 e a 69,
colletes de gorgurao preto e de cores a
59 e a 69. ditoa de casemira de cor e pre-
tos a 495OO e a 5$, ditos de fustao branco
e de brim a 89 e a 39500, ditoa de brim
eona a 49, ditoa de merino para lulo a 49
a a 4950O, calcas de merino para luto a
49500 e a 59, capas de borracha a 990OO.
Para meninos de tolos os tamanhos : tal-
eta de casemira preta a de cor a 59,69 o
7$. ditaa ditas de brim a 2f, 3J e a 3>50O,
paletoU aaccoa de casemira pela a 69 e
a 79 ditoa de cor a 69 e a 79, di-
toa de alpaca a 39, aobrecasaeos de pan-
no preto a 129 e a 149, ditoa de alpaca
preta a 59, bonsts para menino de todas
as qualidades, camisas para meninos do
todoa os lamaohoa, meioa ricos ve tidoa
de cambraia feiloa para meninas de 5 a
8 annos com cinco babados, lisoa a 8f e
a 129, ditos de gorgurao de cor e de lia
a 59 e a 69, ditos de brim a 39, diloa de
cambraia ricamente borbados para bapti-
sados a multas outras fazendas e roapas
feitaa que deixam de ser mencionadas
pela sua grande quanlidade ; astim como
recebe-ae toda e qualquer encommenda
de roupaa para ae mandar manufacturar^
*\que para este fim tensas u'm completo
sortHmegtrraftsTeirdss de goato o orna
Br*ndVofficin de alfaiate dirigida por um
hbil mVire qUe pe|a ,ua promptidao e
perfeicao tt^^ delxt desojar.
Cinco tustes.
S na loja do pavo
vendem-se sedas de quadros, ditas de listrasao
comprido, e ditaa de lislras atravesssdas, diUs
de qoadrinhos, sendo dos melhores padroes e de-
licadsimos goslos, com largura de chita iogleza
a 500 rs. o covado, pechincha, e dio se aa
amostras com peobor : na rua da Imperalriz n.
60, loja e armazem do pavio de Gao>a & Silva.
I
Peixes i conserva.
Emfim chegoa O J.ado peixe Salmn e La-
gostas do fabricante Th^m Kn h, em ,,u de
2 libras, vindo em dire,ura de i0.n0t no
patacho Busy : eaa casa^ Jtm6l CraDlree & c
rus da Cruz o. 42.
Cambraias
Vendem-ae cambraias de corea de bonitoa
legantes desenhos a 280 e 820 ra. o covado: na
raa da Imperatriz, loja n. 20.
i
Velas a 640.
, Venden-se calas com 25 librea de osperma-
ceie 640 libra, letalho a 680: oa travesea
do pateo do PalatSO-trrieV com uiciu usa I fus
da Florentina.
2
pechincha.
Na rua do Crespo, loja de
4 portas n. 8,
ndem-ao cortee de chjtas largas cacaras, de co-
sa, do 10 covados, a 29 o corte, essaaa de
?*,,,eBa'* o.** aempre ae venden poa
800 rs. a vara, a 240 o covado, e oatrar
s lavadas por presos etuoi que s a vista,
r T^i'", ?Dd*3 escriptorio de Aotoni
Laude Oliveira A.zeedcf c rua c t
a obra escripia pelo visco/nde de Urugaay.Eoaaio
Sobre o Direilo AdminitMlT0 i de .
cor elogioe a esta obrajtasta o nome de. sea au-
tor para a tornar reconymeo em brochara 109. eocafdernirto 18J
A yerdadeiry essencia de ail
paragngommado.
A"b* oech|* para aloja d'aguia branca,
rua do Queimad* D 16.
"Predio venda
Veode-se a boa eaea de dous andares d. 28 da
rea daa Crazas, bairro de Sanie Antonio, em
chioa proprios, e em perfeito esUdo de conser-
varlo, visto nio preciaar de concert algum ;
fas-se esta, venda em cooaeqaencia de seu pro-
prietsrio ter-se retirado desU provincia : a tra-
tar na raa do Trapiche n. 14, com Manoel Airea
Gaerra, que tem os poderes necessarios para
dita venda.__________
Vende-se a casa de sobrado de um andar na
travesea do Livramento n. 10, em chioa proprios:
oa rae nova de Santa Rita ns. 9 e 11 se diri
quem vende.
Fazeodas pretas
superiores.
Grosdenaple preto muito superior pelo dimi-
nuto prego de 29 o covado, panno prelo muilo fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9ff o covado, casemira preta
muito fina a -2$, 29500, 3, 3500 e 49 o covado,
mantas prelas de blondo muito superiores a 129,
manteletes de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordados a 359, sobrecasacaa de panno
preto muilo fino a 309, casacas tambem de panno
preto muilo fino a 309, paletota de panno preto
fino a 18 e 209. ditos de casemira de cor mes-
dada a 189, superiorea gravatiobas eetreitaa a
19, ditas de tetim maco e de gorgurao muilo au-
periorea para deas vollas a 29, dilss eslreitinoaa
com lindos alfinetes a 29, superior gorgurao pre-
lo para colletes a 49 o corte, ricos snfeites pretos
s 69, e assim oulras muitas (azeodas qae sendo a
dinheiro i vista, vendem-se por pregas muito ba-
ratos : na rua do Queimado n.2, naJSem conhe-
ci'da loja da bosMe. '" ""^- '^*s *""
A loja d'aguia / a, rua Jb
Queiniau ^.16.
Recebeu pelo cltimo vapor oa aeguintea ob-
jectos :
Bonitas ligas de seda para senhora.
Grandes c bem tecidos bandes de clina.
Aspas de ac, e fita elstica para cea de balo.
Bonecas grandes mui bonitas e bom vestidas.
Bonitos bauzinhoa com 9 frascos de eheiroa.
Lindas caiiiohag com 6 ditos de ditos.
Trancellim grosso de cor para guarnecer vestidos.
Luvss de camursa brincas e amsrellas.
Lindos boies de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber lindos
boies de porcellsna dourada com fina banha e
msviosas inseripcoes, os quaes por suas delicade-
zas e perfeicoestornsm-se dignos para presen-
tes, e com especialidade na actual qaadra, quem
gustar do bom dirigir-se com dinheiro roa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que acha-
ra em que bem o empregar.
Chegaram as desejadas rosas
artificiaes. ,
Agora deve cesaar o desgosto qae muitos se-
nboras santiam por nao lerem comprsdo daapr-
meirssrosa que a loja* d'aguia branca recebeu,
isso porque dits loja acaba de receber am novo e
maia brilbanle aorlimenlo dellas, vindo estaa de
maia a mala dalicamente orvalhadss. A senhora
que com a pequea quantia de 29 comprar uma
dessas formosas rosaa, aeotlr um effeito ainda
mais rpido (relativamente ao caao) do qae
aquello que produz o promplo allivio em qual-
quer molestia. Cumpre, pois, qua se nio de-
morem em as mandar comprar na rua do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, pois do contra-
rio licaro sem ellas para S. Joao, o que Dio
convm. Na mesma loja vendem-se oulras rosas
mais baratas.
i-------
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoalbado adamascado com 8 pal-
mos de largura a 14,600 rs. a vara : na rua do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Vende-se muito superior damasco de li de
uma s cor, muito proprio para colisa e para
ornamentos, com 6 pslmosde largara pelo ba-
rato preco de 298OO rs. o covado : na ras do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pee ti incita.
Vendem-se corles de saperior gorgario de se-
da pira colletes pelo baralisaimo preco de 19
29 e 39 o corle : na rua do Queimado n. 22, na
bem coohecida loja da boa f.
Para os tatos quistas.
Lencos multa finos aimitsQio doa de linho de
mallo boaitos padrdes e de cores fizas muito
proprios para aa pesaoas que tomam tabaco, palo
barato prego de 49800 e 59500 a dazia: na raa
do Oueimodo d. 22, na bem coohecida loja da
boa f.
Bramante de linho.
Vende-ae maito saperior bramante de linho
com duas varas de largura proprio para lences,
pelo barato preco de 29400 rs. a vara: na bem
coohecida loja da boa f, na rua do Queimado
o.22

m-J
MUTILADO l
Vendem-se caixes va-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1280 cada ura :
esta typographia se dir.


/'
y
Ri
os,
3, ete, etc.
A. loja traordinario aoriimeoto de ricaa Otas, tao boas
am qualldade quao booitsa nos deseohos, tendo
entre ellss a mala largo que poisiver; assim
orno algnmes peces brancas com o centro liso
roprio para ioicrtpcoes, a multas outras de dif-
JWfJH ores conao de caf, roza, escura, etc.,
erfjpaj como de sea louvavel costume : a luja
d'affnia branca, hb rus do Queimado n. 16, ven-
da por prego tommodo eisas boas e bonitas fitas.
Nova altelo.
O vigilante acaba de recebar novo sorlimenlo
ele diversos objectos que se vendem por menos
20 po> canto do que em outra qualquer parle.
Sitos para senhoras.
Riquissimos sintos douradoi, pelo baratissimo
preco de 29, e com ela ao lado a 4), asstm co-
mo de fita de seda ou velludo a ig : s no gallo
vigilante, roa do Creapo n. 7.______________.
Relogios
VenoVse a easa de Johnston Pater & C.,
do Viga rio n. 3, am bello sortimento *
i elogios de ouro, patente ingles, de ua dos mais
afamados fabricantes do Liverpool"; tambe
ama variedad* da bonitos tranoallins para os
mesmos.
Eufeites.
Vendem-se os riquissimos eofeites do cabeca
eom franja o vidrilbo a 5}, ditos sem franja a 3>,
ditos trancados a 2)500, ditos de laco de fita e
blcode aeda a 2): s no gtllo vigilante, roa do
Crespo n. 7. ____________
Fivelaspara sioto.
Riquisaimas libelas de ago com madreperola no
canlro a 1)200, ditas de madreperola a 320, ditas
doeradiihas a 340 : s no gallo vigilante, roa do
Graspo o. 7. ___
Vidrilo.
Lindos vidrilbos pretos e de cores, pelo bara-
tissimo preco de 1J600 a libra : s no gallo vigi-
lante, ra do Creapo n. 7.
Para entreter o temp.
Os lindos jogos de dminos a 19400, lindascai-
xinbaa com jogos de vispora a 900 rs.: s no gal-
lo Mllanle, cu do Crespo n. 7.
Loja das 6 poi
tas em frente do Livra-
mento
Baldes de 15, 20. 30 e 40 arco*.
Grande sortimento da baldes da aroea
os metbores nesta faienda e grandes,
chitas francesas largas escaras a J2U e
~ 240 ra. o corado, ditaa aetreitaa miudi-
nhas a 160 rs. o corado, cambraia lisa
para forro com 8 1(3 varaa i 2li peca,
ditaa Boas a 8. 4* 5 o 6| multo Boas,
ditas de salpiquinbo com 8 112 varas a
K 39500 a peca, cobertas aleozoedea bran-
J, cas e de cores para cama a 49500 e 51,
I c*f?? de 00re* r*nce" ,Dl eegarea
I f* COf,(lot paca de bretanba da
rolo a 2$, algod&o trancado alvo mallo
largo para toalhaa a 19 a vara, eofeites a
Garibaidi todos pretos a 59 cada nos. lan-
os brancoseom barra : crese 120 ca-
da um, roapafeila de todaa as qaalda-
dss moito baratas, a loja est abarla al
as 9 horas da ooile.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender am porco e a retalho Anto-
nio Luis de Oliveira Aieedo & C. no sea ei-
criptorio ra da Cruz n. 1.


S. ANNA
ESE NO ARM
PROGRESSO
'&
A banha tina,
em copos grandes, chegou para a loaj d.agnia
branca, ra do Queimado o 16.
mm
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Granie sortimento de saias a bal&o de arcos,
os melhores que squi tem apparecido no merca-
do a 45500, 59, 6$ e 69500 cada uro, d se para
amostra com penhor ; a loja est aberla at as9
horas da noile.
Veude se uoi negro mot< que saba traba-
Ihar de carapina : na ra da Praia n. 31, segn -
do andar.
REMEDIO INCQMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Mhares da individuos de todas as nacde*
pdese testamunhar as virtudes desteramedie
incomparavaleprovaremcaso necessario,que,
pelo uso qne delle fizerarn tem seueorpoi
membrosi nteiramentesaos depoisdehavsr em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cadi
possoa poder-sa-hacouvencer dessascuras ma>
ravilhosas palaleilura dos peridicos, quelh'ai
ralatam todos os das ha muitos annos; a t
msior parte deltas sao to sor prndenlas qui
admirara os mdicos' oais celebras. Quantai
pessoas recobraras com este soberano remedie
o uso da seus brac,oa a pernas, depois dedo
permanecido longo tempo nos hospitaes.o Mi
daviam soffrer a amputado I Dallas ha i mu
asqueiavendodeixadossses, asylos depade-
timentos, parase nao submaterem aessaope-
racao dolorosa forana curadas completamente,
mediante uso dessaprecioso remedio. Al-
aastav. a* enfuso de seu reco-
a cimento dec, asta'sresultados beneS-
cs diante do l\ egedor e outros magia
trados.afim i saats autenticaren sus armstiv
Niogueas desesperara do estado desauda si
tivesse bastante confianza para encinar asta re-
medio constantementeseguindo algam tempo c
iratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmenle.
-Que ludo cura.
O ungaentc be all, mals partlea
rmente nos seguintes casos
Alporcas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Doras de cabeca.
das costas.
dosmembros.
Enfermidades da cutis
am garal.
Ditas da anus.
JErupcoes" escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdad ou falta de
calor as extremida-
des.
Friairas.
Gangvas escaldadas.
Inehaces.
nflammacao do ligado.
lnflamnacao da bexig
da matriz
Lepra.
Malas das pernas.
dos peitos.
da olhos.
Mordeduras do reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, am qualquer
parto qua saja.
Tremor de ervos,
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulabas.
Veas torcidas ou no-
das as pamas.
Vende-s este ungento no astabelecimentc
giralda Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pea-
soas encarregadas de sua venda em toda i
America do sul, Ha va ni a Hespanha.
Vaade-se a 800 rs., cada bocetinha conten
ama instruocao em portuguaz para explicar c
modo do fazar uso desta ungento.
O deposito garal em casa do Sr. Soum.
harmaceutico, na ra da Cruz a-. 22, en
parnambuco.
Pauno de algod^da Baha.
Vende-ee no escrlpjffro de Antonio Luiz de
Olireire Aaavedo&6;t Da rot fl, Crei n.l.
Aljfar'fno imitando perola.
Vende,Jea 500re. o 0o de eljofar fino, tal-
ando jero|8 na ru, j0 Qaeimado, Idia d'asuia
. '."rea o. 16.
Potassa da Rnssia.
Veade-se emeasa deN. O Bieber cV
C, successores. rua da Cruz n. 4.
Veole-se por preco mullo barato urna la-
boleta propria para frente de loja, nova, assim
como um lilelro tamben proprio para veoder fa-
seodas e miudecas, teodo j argoUs para depen-
dorar as mesmas miudezas ; na rua Direita nu-
mero 75.
Vende ae um boi multo gordo, e trabaiha
boi de carroga : a tratar na ru doe Pires, o. 34.
Veode-se um cavallo q
carro e cabriolet : a tratar na
n. SO, loja.
Ira bal h a con
matriz,
Csndieiros do
Chegoo para a loja da Victoria oa
?2,. g"-qae lem Tindo m
Jjo pre?os commodos : ni ru do Qu<
'Uno J
Rap francez.
Em libree e malas libro, fumo caporal e papal
ara eigirroi; na rua Nota b. 9.
% Nobilia.
Na rua da Gamboa do Carmo loja n.
12, vndese toda a qualidade de mobi.
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mait
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-e toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Grande
liquidadlo por todo
o prejo, na bem co-
nhecidalojadoSer-
tanejo.
[Rua do Queimado d. 4S.j
Apparecam com di-
nheiro que n$o deixaro
de comiprar.'
Chllaa escoras finas f 160, 180 e J00
es., cortea de vestido pretos bordados a
velludo de custo de 1500 a se vendem
por 309,409, 509 709. sahidaa de baile
de vellado e aetim a 129 a 139, camiaaa
para senbora a 29000 o 39500, golliehaa
de cambraia bordadas a 500, 600. 700.
800, 900 e 19. ditaa de Ql bordadas a 120.
rs.,-casavaquea de fuato a 59, 69,71.8>'<
roeias de seda brancaa a pretas para. i
nhora a 1J200 o par, rae de bejt4 "
_ 500 e 700 rs., laaade qaadro entr?!08 *
1300 a 360 rs. o eovado, cambraia"*"." "
. y *? -. ?*^ jkt. :
U 600 ra. a vara, fil oranao adamascado
Se para cortinados a vestidos la 400 e 500
ra. a vara, cortes de collete da caaemira
bordados pretos a 29 e 39000, ditoa de
velludo de cor e pretos a 8|, 49,59 o 69,
patetots de brim branco franceses a
39500 a 49500, ditoa da caaemira de co-
m rea o pretoa a 149 e 169. ditoa de alpaca
g preta e de cores a 39.3S500. 49 e 49500,
2 camisas de peito de lioho a 0500, cortee
H de collete de Rorgurac a 19500, 19700,
829200, 3g o 38500, colletea feitos de brim i
branco a 29500, ditos feitos de gorgurao i
Sa 29500 e 39500, ditoa feitoa de caaemira
a 3S500, A$ e 48500, ditos ce velludo a
59, 69 e 79, ditos de fusilo de cores a
1S500, um variado sorlimenlo de nietas
para homem e aenhera, grioaldaa com
flores, chelea de froco, eepertilhos, o to-
da a qualidade de roupaa feitaa para ho-
5 mem que ludo se vende por 'melado do m
aeu valor. O
wwmk mwmmmm
Attencao
Chegou para a loja da victoria, candieirol a
gas de novoa gostoa e modeloa, tanto para alia,
como para oseada e quartoa a para oulraa muras
cousas: na loja da victoria na raa do Queimado
0.75.
Ricos pianos
de varios autores, vendem-se
em casa de Kalkmann Irmaot &
C, rua da Cruz n. 10.
Attencao
^-GtfMuaraes & Luz, donoa da loja de miudez*
la raa do QueFmadb*. 33, boa fama, partiji'pam
ao publico qaa o aen estabelecimaoto a acha
completamente prvido dae melhores qrtrcadoriaa
tendentes ao meemo estabelecioienjo\ o millos
ostros objectos 4e gosto, sendo bidoe do enes proprfae encomme/d js ; o eatando
alies inteiramente resolvidos a nao venderem
fiado, aflanram vender mais |rato do que outro
qualquer ; e juntamente pedam aoe aeua devedo-
res que lhes mandem ou veham pagar oe aeua
dbitos, son pena deaerm tilcailoa.
Souhall Mellora & Q/.r teodo recebtdo or-
dem para vender o aeu efescido deposito do ralo-
giea visto o fabricante er-se retirado do nego-
cio ; convida, porlanto, poasuir um bom reloglode oaro o prata do ce-
lebre fabricante Kornbyl a aprovoltar-aa da op-
portunldede sem perda tf lempo, para vir om-
pra-loa por commodo pWego no sea eeeriplorio
roa do Trapichan. 28.
Moendas p meia,s moendas.
Taixas de ferro \ batido e
coado. V
Machinas de vapor\
Rodas d'agua. \
Rodas, dentadas etc., ete.
Ru do Brum n. 38, fundjao
de D. W. Bouman.
Rua da Senzalla Nora n. 42
Neste estabelecimento tende-se:ta
chas de ferro coado libra 110 rs. idem T S-^-.-
de LowMoor libra a 120 rs. Iil'
Arados americanos e machinas
avar roupa: em casa de 8. P
johnstbt.t C, rua da Senxalla Nora lasSnrs. qas ina^swm wa MiiJeXn^
OVARTE & C.
36 Rua das Crazes de S. Antonio 36
LARGO DO CARMO 9.
freaaa^aM^iEKM*,O,de8,a8 cr8d,d5 trm>ttM Participamos aos hossos numerosos
moboraa ^Sajl0' V,p0r88 e WM** ntAt cebemos de nossa propria encommenda os
ana ..tro isnlu-J "^ ,*0*,os -* podemos vender por meaos 10 por cont do
mauo SS60-"*/ *"** mMWr Porisso pedimos /todos os Srs. da pra5. e do
Z ill'aUll J' 'm U^,lh0 "fc"" ^mentar, o fawr de o fsserm; cortos
mm32Z2Z* ? *? IM0Jlf>up'w> forSas para bem servil-es a anda mais a pesaoas
d?TW? o ^ V d* ?** os compradores que s na roa das Cruzas n. 36 Vlargo
rri:i?,l I dflTera, **** portadores, pois muito ss ovildam eom outras casas quasi
dos mesmos utulos (Progrommi. a Prograsstvo) pois sao as daas nicas filiaes.
.^ glcZa t bjj, now emais superior do mercado a 900 rs. a libra.
S rail ce la mmor qaa se pode desojar a 650 rs. a libra a em barril a
rh ?aXina nui pocial que se pode encontrar a 2880 a libra.
rh ^SSn "Mlhor P>e se poda dasejar da 25400 a 25800 a liara.
. JPre V* W* *"!'' nMt 8enero 2 bra e a 19600 o ordinario.
QUeijOS fl*meng08 ebag^s aoultmo vapor a 29 1,700.
QeijO pratO 0 melho do mareado a 600 rs. a libra a sendo ateiro a 500 rs.
* liei/OS dO Ser tao nuito .perior a 640rs. a bra umbam tamos para 500 rs.
Paseas era caxnhas de 8 libras .*500 .soors.. libra.
b igos era calxinhas da s ibr... imoo 200 r,., u.
Amendoae da casca mole. 320 r,. a noiM. teo .. Uta muito M
Ameixas francez<,s,u.,br.eeinUla8C0mMibrM ft4tm
mitr.ada8UPerr *' marcado arsv.tas'd. duaslibra, a 400rs. a
Doce da casca da goiaba^Sor:i. ^____^____
1 amaras ameaiximia^w^M^;^^ moo # 80Q 1brj
Latas^^a em calda Mmopaeego, dainMC0, ^ tmeixas#
oas confeitadas tQta fatma eorM, 800 ri
OS Sfn^rOSOs engarrafados das seguintes qualidados, duque do Porto, Porto
7S o Ve,h9 Meco* 9>u,im* JNecU)r Carcavellos, Feitoria, e Madaira sacca a
12? e 139 a duna a l100ja garrafa e moscatel a 720 rs. a garrafa.
* am pipa oronrioa nin rrMta gOO a 4* a caada a de 500 a 600 rs. a garrafa,
DE
Francisco Fernandes Duarte
largo da Penia
Aun
am pipa proprioa para mesa
do Porto.LiaboaaFig'"
*5erveJa8 das meUmMa marcea r. a garrafa e 59000 a duzia, cbanpanhe Jas
marcas mais acreditadas da ll a^So o glgo, cognhac o melhor que se podedeseiar
a900rs. agarrafa. / J
vaenebra da verdadsira bollaoda em garrafes Je 16 garrafas a 69000 eada um.
tve Hebra italiana a mais sublima qaa Um vindo ao aosso mercado em frascos grandes
a 2)000 eada um.
rrasqiieira COni 12 frascos de genabra de Holanda 9800
IvarrafOeS com 5 garrafas de superior vinagre a 190O0
Vinagre puro de Lisboa ,a4Or.,g,rraf8e,lf800acaMdi>
JlarrasquiHO 0 maiisuparior que sa pode dasejar a 19000 a garrafa.
SlSper mcete 0 mais superior do marcado em caixiohasde 6 brasa 49200 e 700 rs
a libra. '
Vekg de carnauba ,u500aarrob. 3S0 a libra.
A HCO re tas comazeitonas as melhores do mercado a l#400.
l^aiXaS com i arroba hespanhola contendo macarao talharim a aletria a 69000.
>a 1X111H8 S com diversas qualidadede massas como saja estrelinha pevide ele a 6*000
e 640 rs. a libra. '
Chouricas e Paios 08 melhor8g do m9rcado, 560 m t ^
9alameS o melhor qua se poda desojar a 700 rs. libra.
I I'ez UII tOS 0 que se poda dezejar de bom a 640 rs. a libra.
LrillgUlCaS laajem latas j promptas a 1)600.
Pe Xe em latas cavaUinbas pargo, a lingaados a l,t00.
I OUCinhO do reino a 280 rs. a libra do novo, e 240 rs. lo velho.
Banha de porco mtih0l ^ merctd0 em lita8 a 101bras a 49o0O>
Massa de tomate em !atMda t bm 700 rs#
MaiSaS para SOpa talbarimemacarraoa 280 rs, e aletria a 320 rs.
FaliXQjjj#xk,^ r>-
tfapel gre Ve pautado a liso muito superioV a 49009 a resma'
ErVa d0Cet 360, pimaott a 360, canalla 90o\ecoiniohMa 800 rs, a Ubra.
PalltOS dO gaZ a 2930O a groza a 20 rs. a e\zinha.
8a 1 refnadO ,m pteotaa da mau da urna libra a^60 t p^ 560 K I
SagU muito aovo a 280 a libra a sevadinha 200 rs.
r!iln5a w!Z** m Ub" **m ^S1' roba;
^ate ao K.10 .delirio melhor do mercado de I9500 a 99500 a arroba.
Caixinhas
Os melhores gneros que vem a esta mercado e por menos 10 por eento do oue am
qualqaer parte garanuado-se boa qualidade, por isso oga-se a todos\>s Som. da Sa,
genhos e lavradores o favor de mand.rem suas encommendas a este maito .erediudc\SJL ,
qTalqlr plm ~ "*+ TO '-** S <> ^t^^TZn
km9M^ afeitadas para sorte de S. Joo a 800 rs. a libra, tambera tem-se par.
6kO rs. a hbra sendo em poreio, tanto de urna qualidade como da outra sa fas ab
Dl6DtO> '
Batatal novas em caixas com duas arrobas por S9560 e em libra a 50 rs. ,
rn^r ^ d",afr,n0T de Pwiw qodedo a 850 a libra, am
barril se fas abaiimento.
WailUiga ftamtaza a mais nova a C40 rs. a libra, era barril 600 rs.
mt ) 1 QO reittO muito frescosehegados neste ultimo vspor a 29000 ditos cha-
gados no ultimo navio a 19800.
On.ei\o urato
Cll \k maiS 8Upflnor que tem vindo a Mle mercado a 800 rs. a libra.
qSS.11 meUl0r qU6h D0 merc,do,280 *2<>0 a libra, afiaoca-se a boa
t7r;l!k Xl1* 1ue M Pode d8sear nse genero a 39000 a libra.
Gna pYetO homeopathico a 2#200 a libra em porfi se faz abatimento.
^^SoOO nV0S de pa?io tranMdo 230 Mrto e caixas eom 40 cartas por
Latas em amadoa8 mnMraaa, propria P.r.mimo, contendo mais con-
fetes e assucar candido por 1)000 cada urna.
ra88aS em cairirdug de 8 libras chegadas altimamente a 29000 eada urna a^Tettho
a 480 rs. a libra. /
DOiaXllina da soda em latas com differeotes qualidadeJvaVlM*: '
DODllHIVft inglesa a,mii< nova ^w JiA-ho mercado a 49000 a barrica e a retalho
- -a 20 rs. a libra.
VinilO OH pipa de superior qualidade Porto. Figueira a Lisboa 500, 560 a 640 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
VVnnOS engarrafados Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Careavellos, Fei-
toria velho, e de outras maitas marcas acreditadas a 1)200 a garrafa, em caiza a 129
tambem ha para 19000 a garrafa.
slsXlB\pfA*lie das marcas mais acreditadas a 159000 e 20)000 o gigo, e em garrafa a
1|800
*aVa|a da marca cobrinha ou de outras marcas conhecida > 59000 a duzia e 500 r
a garrafa.
*** ana francezas e portuguezas em latas de 1 libra pr. 40 rs.
~sr-T
i.
Chocolate hespanhol ^d.deiro. dooo 1 alibra
Krvilhas portuguezas e francesa!' ,.,' A IJJt
1 raques os memores do mercado a 109 a eaixa a a fa rs. aceras,'
SaVer em latas chegado no ulmo vapor a 19600. /
Bolaxinha de soda .usa 19400 /
Bolaxnha inglza. mitn^t ;0 arctdo, ^
yfilftHSala^aaiMMv&Gt7M0'rs. a libra.
Sardiiihasde Nantes, 400 rs. aiau.
Aieites doce refinado 99ita e soo rs.
1 em saceos de 5 arrobas do vermelho a S95Qr '
>; barrica e 300 rs. a libra.
os mais fiaos que ha ao marcada a *
para meaos.
Alea dos gneros aanuneiadoaeneon
le a estas estabeleeimentos. Os propietarios
lMiQnr* rrna manJitam -------- -
tarnM palos projos acosiumajos, salvo aajualk
garrafa,
e 109 a duzia, tambem temo
publico tudo. que for perteneen-
prace s serviram para aquel-
eguezas delivro teram de sujei-
Mta#a t tomate em taitas de l libra por 800 rs.
fVweiX&S fraueaiaa em latas de 1 e meta libra por 19500, ditas com 3 libras por
20800.
a.lueil&Qa'J de casca mole muito oovas a 320 rs. a libra, era arroba por 8000.
NOZCa a 120 rs. a libra e em arroba a 30000.
Wetria, maearrae e ta'harim a 400 rs.ara. a em e com 1 arro-
ba por 69000.
Sirellia8, pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em
xiohas muito eafeitadas se faz obatimeato.
railtOS a entes xados os maisbam feitosque tem viodo a este mercado a 280i
tambera ha para 200 rs.
PfeZUHt08 ngltZta para fiambre a-600 rs. tambem hamburguez para fiambra
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
Cuoimeas e palos muil0 novag a 560 r8 a Ubra eem barril m far abatmanl0-
salame 0 melhor petisco que pode haver por estr prorapto a toda hora a 800 rs. a libraA
T onenna do rei&o mu,0 novo a sg9 rs> a 1bra e em tarri8 da 19 mea arroba .
a 59 e 79 a arroba.
VUOUriCaS em utasji promptas para se comer a 19800 cada ama.
Batana de porco reflnada em ,ata8 ^ 10 librag por 4f300>
Dita em barril mul0 fiDa e alva a 440 rg< a Ubra eem barril a 400 rs ^ v
boiio ttaneeZ propros para raimo a SOO rs. cada um. \^|
*
MU Til A
"*Ifteaaa imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 ti,
a libra. '
Harmeifeda de Alperche em latas de 2 libras por 19000 cada uraa,
aulaIS Cn 1? Piletas de doce em calda as melhores que ha em Portugal como se-
jam pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs. a lata.
UOCeS SeeeoS eamolda, em latas, de 4 a 5 libras por 19500.
llOCOiat hespanhol a 19500 ra. a Hbra, dilto francez a 19100 ditto portoguez'aN I
' 800 rs., afianca-sea boa qualidade. '
l*ai de priroeira qualidade tanto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
99000, dito mais baizo a 210 rs. e 7)800 a arroba.
e\aaiHI*a de Franja a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porco se fax
abatimento.
^"S" muito novo a 320 ra. a libra eem garrafes cora 5 libras, por 29000.
" anaiia do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
tilia do Maranhao alva e cheirosa a 160 r*( *. Ubra^ea *v:oJ*-t&0/&v---
de carnauba refinada a 400 rs a libra, e em arroba o 12)000.
\Zeita daee reijoado a 800 rs. a garrafa, e em caixas a 9JJO0O.
-W iaag't de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 1)800.
W iallO cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, a am caiza 149000.
wiUll J>raUeO de Lisboa o mais superior que ha no mercado proprio oara mu '
640 rs. garrafa e em caada a 4)500. r r_ ,5M )
VjiiartttOS juspiros do fabricante Brando em meias eaixinhas, por 2)500.
191108 suspiros do fabricante Catanho 4 Filhos em meias caxnhas a 29000.
UltaS em caixas de 100 regala Imperial, Fugantes, e PanenieUas, a 29000 a caxa.
AipiSta muita limpo, a l80rs. alibra, e em arroba 59500.
A.XeitOllas muito novas, a 19600 ra. cada urna ancoris, e a 400 rs. a garrafa;
ArTOl de Maranhao a 120 rs a libra, a 39400 a arroba.
Paixe de postas em latas das memores qualidados de peixe que ha em Portugal a 19509 ra,
Gcnebra de Haliamda Entb eom 25 garrafas por 99009.
nOataf da ingleza muito nova a 19000 o frasco e Iraneeza a 640 rs. a pola.
Alm dos gneros cima mencionados encontrar o rcspeitavel publieo um eompeat sent
meato de tado que tendente a momados,



a




m
ites para senhara. \ Loja do Pavo ra da Impc
tru numero 60.
DE
Otmi
es pretoi e dt cores que ap-
6J500 : na loja da Victoria,
a. 75.
se cabazespara
p meninas trazerem
o braco.
lindas caixiohia cabazai para asninas
eis .14 29500: d. lo), da Tktorl."". m
iudo d. 75.
njas pretas com
drilho e sem elle.
VI-
Rieoa sortimeotos de (raoju pretas a de cre
coa dnlho e sea elle : oa loja da Victoria, na
raa do Queimade n. 75.
>
iohasde peso Yerda-
deiras..
Linoas flota de peao verdadeiras, acedas
grandes a 240 ria : na loja da Victoria, na ra
do Qaeiaado n. 75.
G VH\ & SILVA.
Veode-ie neele eetibeleciaento todi i aa fixsn-
daa por precos mala bardos que possivel s
con o fim de aparar dinheiro, anisa orno urna
grande porgio daa ditas (izeodaa inlelrameole no-
val, vindaa peloa altimos navios : os cinos des-
te estabelacimanlo rogam a todoa oa seus fregue-
ses, que ae deem ao trabalho de procurar oeste
Diario anouncis di loja do Pifio, porqae
ealao certoa que oo perderio aen lempo.
Cambraias orgaudys a 280 rs.
Vende-ie cambraiaia orgaudys coa dilicadia-
simoi desenbos a 280 rs. : oa loja armasen do
Pari, de Gima & Silva, na ra di Imperita
o. 60.
S o Pavo.
Vende-se floisiimss cusas francesas de varia-
dos psdrdej a 240; 260, a 580 rs. o covido : ns
ra da Imperatrts o. 60, loja do Pari da Gama
& Suva.
Paonirttos do Pavio.
Paade-se peen de pasmario flbilmo coa 10
1.;_ ^tf.lrf. n.0. loja de
Gama & Sil vi.
Ciiitai em cortea.
Vende-ee cortas da caita
10 corados a ^, eflUacMSeat?a'
cor Oa : na raa da Imperatris n. 60, loja
maiem do Pari. *^
ear-
Superior sebo em velas eem
pes, caixas de urna
arroba
Venden Antonio Laix deOlireira
C. no aeu aieriplorio ra da Crux n.
e vidraceiro.
Axerado <&
Jacaranda superior.
Ten para rendar Antalo Luiz de Olir.ira A-
serado & C. do sea eacriptorio ra da Crex a.1.
Phosphoros de seguran^
Phoaphoros da segura nci, por que livra de in-
cendio, a 160 ria a caica: na loja da Victoria,
a raa do Queiaado n. 75.
ileias para vestidos.
bielas nuito anudes a boaa a 160 res ana j
Q|a da Victoria, ni raa do Qaelaado n. 75.
njia de croxei para la-
byrintho
Ai melhores linhas de croxei para labyrintbo
novillos monatros 320 ria un : na Iota da Vic-
toria, na raa do Qoeim.do o. 75.
Sintos dourados para se-
; nhoras.
Uados aiotos dourados psrs
ilaa da ponts cabida a 40, dit
a loj
Anda o Pavo a 200 rs.
Vende-se chjla (raoceza escura con diminuto
toque de moro a 200 rs. o covado, o dilss ingle-
sas a 140 rs.: na ra da Imperatriz n. 60, loja de
Gana & Silva.
Vene o Pavo a 280 rs.
Gorgurio de liaho que feito en vestidos para
enhora ou roopa para meninos parece sediobas
a 280 rs. o covado, por ter grande porcao : na xui
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pararos
Gama Si Silva.
Tarlataua do Pavo.
Vande-se larlatana de lia com palmiohaa sol-
f 3*0 rs. o covado : na ra da Imperatriz o.
6g. loj do Pari de Gama 4 Silva.
seohorss a 9200,
..ditos de fita a 1*600:
Victoria, na ra do Queimado o. 75.
t
ata loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Jicos espelhos de
^moldura dourada para
O Pavo vende a 4,0500 rs.
Cortea de bar.gea com Coa de aeda tendo 21 co-
rados, com barra, podeodo-se azer babados, pe-
lo baratsimo prego de 45500, i ni loja do Pa-
rao ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silre.
Kua do Crespo o. 7, no
gallo vigilante.
Nasts nova loja ha grande poreio de ciixinhu
con amendoas proprias psrs brinqaedo da 8.
rJoio qaa se vende pele barato preco de 800 rs.
esds ums quem deixar da dar a aaa menina
urna calimba ; tambea tea grande poreio da
canil proprias psra doces secos que vende con-
forme seus taaaohoa a 6, 5 a a 41 a datia
imeodois avnlsss s 800 o 640 is. a libra : s n
vigilante roa do Crespa o. 7i
Grande e nova oficina.
31RuaDiieita--31.
JXZrtlT.lh}?' Mtadoeetabeleeimento en-
"flf/TJ?.DOM esas.
isS^LV*.""11"- wmoj.cirsnd.
BALMSideaUaa
BACAS idea idas.
BABU8 idea idea.
P1ATOSpaitando am perfeicao a boa p
,J5SSi.c,BIM8 > >-
mSSSaT^^' da todos os tl-
1ad^Mtta deBtro d',ld,d*'
Recebea-se eacoaaendaa de qaalqaar nata-
rexs, coocertoe, ..aa tado aer deseapenhada a
contante.
portai-
Mauguitos com gotliuhas.
Vende-se manguitos com golliohas. fsxend.
mullo bfls, pelo bsrato prsco de 22000. gollinbn
e punho. altimo gosto a 9O00, gollinhas mako
bem bordadas a JOOO carta
finas
do Queimado
o. 35.
ama na roa
loja do miadexas da Boa fama,
Vestidos de ia.
Vende-se vestidos de laziohas teodo ss salas
j prometas, con nuita rods, proprias psrs bi-
lao a 4|00, i na loja e armazem do Pavio
da Imperatriz o. 60. de Gama & Silva.
raa
salas
Chegou para a loja da Victoria una peqaena
porcao de ricos espelhos de varios lmannos para
ornamentos de salas, affiiocando-se serem o
melhores em vidros que ten vindo: na loja d-i
Victoria, n. ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
-,J*t muUo bo le todss as cores para bordar, i
i* .llbr,_: ,0i <-Victoria, na rea do Quei-
mado n. 75.
Linchas do gaz,
Ciixinbas con 5toTBtt9*4eNjJl^ejmtto fl-
Basquinas do Pavo a 4^000
k VAUMB''t ri"' D,1UDa de fuitio aui bem
1BB0B0 por 4*000, para acabar : aa loja do Pa-
vo de Gama & Silva, rjr raa da Imperatris
n. 60.
Tiras e ntremelos Bordados.
n Z?i4: Pe.5a ffe "" bordadaa da S.500.
3,000, 3,o00e 4.000 eDtremeioi a 1600 e 2&000
cada peca na raa do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n-, 35.
Boecas fraucezas.
i yj.iB'*f bonec frsncexis ricamente vestidas
49000 e 58000, e If 000 bonecaa de cera coa os
olhos reovedeos s 2J0OO e 3000. ns ra do Quei-
mado loja de mladezaa ds Boa fama, n. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-se Dralis de ac para tinto a 1|600 ra. a
29000 na ra do Qaeiaado loja de aiadesea
da Roa faro., n. 85.
Esperanca
Loja de miudezas.rua do Quei-
mado n. 33 A, de Guimares
A Rocha.
Epecalida4e chegada pelo vapor.
Botos de cornalina brincos, encarnados, re-
dondoe. chatoa. eral. .ai. borla e borla, 6 tem
doaua botoea neata loja.aaoode ae preparara pa-
ra paaboa. colletaa. ate., por 3 urna duzis, ou
l|o par para paaboa.
Ao publico
Raa da Imperatriz n. 5, na
loja de modas da
Esmeralda
i.H, fif-0!! m,Dmda th'fo depilba da Italia
enaltados a oltima moda para meninos e me-
oinaa, chapelinha de palha da Italia para se-
ora, i.ras de pellica nreit.daa com flores a
gggjy.yy^NMMi "e "ti* br.ncos.
vesUdos de blood., ricos espsrlbos, pentes de
tsrtaroga, cascarrilhss de todaa as cores, vM-
lasrios psrs meninos, sapatiuhos psra baptisa-
Kf-.!.1 *f W.eM de blonde de >
lldl.t0 deKutpore, ricas trsncas de seds
s&bViT. ""V maDe'ete le grosdensple a
im!.llVrieAoU,loet' ric" copellaa e plu-
g^ggtft ? -tro. objto. qu.P.e-
na ODiadoefao mencionar, por tanto eaoera na
uto enca das familia. ppir. Tir;0m "gj, "
dito stabslecimento que achirio tudo
a ea canta.
GE
AGENCliU
DA
Fundido Low-Moor,
r-lf f ^n*" Nora n.4S
.-*?* .""o continu
completo sorliaanto de moend.s i
das para engenho, machin. a- mBl"
para dito,
52
os tamanho
Machinas para se tater
caf mesmo na mesa.
gosto
Papel pautado.
Vende-se em resmas oa a retalbo, como coo-
rier ao comprador, papel almaco pautado da me-
nmhJ Id,d.' qe ,e? Tind0 ao mercado, com
oaiinhaa, e tambea ha mais ordinario com 33
?!, ;f,",f "d.,oaro C0B1 "I Hnhas, do al-
ZfJ? e' l* Pr. P"S eommodo : ns
..3M2Ir."dd"D'15'd"9h0r"dan,"h"
T- ''1 d* obano coa 5 charca, anneta ea-
traitiohos, ultimo gosto, e com calza, que aa ren-
de pelo diminuto proco de 20S. tinta inglesa fa
Terdadetra) potes de*lj4 a 820, da li2 gsrrsfa a
640, prerine-se que i e legitima a qae no pote
ten uaa caridade ea forna de bico, qna se pres-
to "albor a Tasar o liquido como a extracao da
raa do Qaeiaado. loja Esperance n. 33 A.
rolh
Eufeites do Pavo.
Vende-sa ricos enfeites turca e i Girlbaldi
com ricas franjas e bolotas a 51000, ditos dos
meamos mus simples a 2J0OO n., e ditos de fitas
cada un emaeocarto : na ra da Imperatriz n.
oO, loja do Paao.
Brilhantina suissa.
Vende-se brilbiolioa suissa de quadriahoa fa-
zeoda nailo encorpada para reslidos e miii'lir-
gs que chita iogleza a 200 rs. o corado : oa ra
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do Paro
da Gama & Silr.
Colchas do Pavo.
as do gaz a 900 ria a csixa, ditai com~30~vo*i v.-Xende",e ['" colchas de fustao de lioho do
"'j0 70 ria, ditas coa 10 novellos grandes
a 700 rea, braoca epretas: na loja da Victoria
na raa do Qoeimido n. 75.
Arara vende os palitos.
Vendem-ie manos de palitos finos com 20
maseinboi, por 200 rs.; na ra da Imperatriz.
oja da arara n. 56.
P^ara doces seceos,
Vtodein-se naito bonitis caiziobas redondaa,
de aadeira, de direnoa tamaohos, forradas do
papel, do cores, muito lindss, prorrjss unica-
oenlaypara docea aeccoa de qualqu 'o barato preco de 4, 5 e 6 a *eimado, oa bem conbecida *o da miude-
>oa fama n. 35. \ _jaV*?
vario-aTPianhos e djfferenles desenbos .
da ImperarfroTSS, loja e araaa A
o. Gano. 4 Silva
na raa
Pavao
Baieias.
Vende-se bajeles 120 r. cada aaa aspa da seo
pira balao a 160 ra. a vara, bandees a 1*500 rs. e
2JJ00 o par. na rus do Qaeiaado loja de aiadezae
da Boa f.ma. n. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se eascarrilhaa da seda psra enfeiter
veaiidoa 2000 a peC, na raa do Queiaado
loja de miudezas. n. 35.
Meias de borracha.
V.nde-ie aeiaade borracha paraqaem oadaca
de erysipela a 15000-e par, meiaa de seda preta
para aeohora a 11000 el par na ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama. n. 35.
Chales pretos do Pavo.
Vende-se os mais mod.roos chaina pretos da
ppnta redonda com bolota, guarnecidos de bico
de seda largo em lugar de franja a 6000 : na
raa dtlroperatrii n. 60. loja do Pavao
____A 2J50Q, s o pavo., ^
Vendea-a cortea de cambriia franca coa 9 o
3 habidos a 29500, ditos de tsrlstsoa
de cores, coa birrss e babados
Esperanca.
Al que afinal chegou a cata loja oa eeapro
timados brincos baldas, qae pela perfeieao com
que foi exaeatado o pedido fica ssnsda a falta que
hara desle adorno qae. sobr. aer boa e bonito
barato, a 1| o par a aa aaa ciiiinba
Esperanca, ras do Queiaado n. 83 A.
na loja
Esperanca.
irrf S, Jofc e 3 P^dro.
Veddem-ae caizinhaa com grande porcao de
aaendoaa coofeiladas, e alguns confeitos pro-
prioa para o f.atejo de 8. Joao e S. Pedro, pelo
barato proco de 800 rs. cada ama : na raa do
Queimado, na bem conhacida loja de miudezas
da bo* fama n. 35.
Luvasde Jouvin.
Vende-se luvas do pellica de Jonvio brancis,
para seohora, ultimament. ebegadaa : na loja do
beiji flor, ra do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-se luvas de seds eofeitidas s 1S600
2*000 s 29200, ditis fio do Estonia branca\ rs.
700. dltaa de corea 800 res, ditas de algodo a
280 ria ; na loja do beija flor, raa do QfOlmado
nam.ro 63. ea,-.
*
Bales do Pavo;
Vendo-ae ricoa baldes arendadoa com dun san
o bico ea volts, pelo baralissimo precede 6a,
ditos de madapolo francez muito granase com 6
arcoe a 5f. dltoa com 5 arcos a 35500: na loi
do Parao. ra da Imperatriz n. 60.
Bramante do Pavao a lOflOOO a pe^al
Acaba da chegar a loja do Paro, urna Dora pf*
(M do acreditado bramante de linbo, com largu-
ra dtela liio, teodo 27 raraa cada paca, esta
azeoda propria para lencoea, talo.., cro-
las, camisas, etc., o vende-se pelo biratisaimo
prsco de IOS peca, s ni loja do Paro : ra
da Imperatriz o. 60, do Gama & Silva.
Chales Garita Idilios.
Vende-so na loja do Parlo, cbalea de meno
muito grandea de listriohas a Garibaldi, pelo ba-
ralissimo prego de 4A500, pecbiocha : oa roa
da Imperatriz p. 60. de Gama & Silva.
Chales do Pavao.
Vende-se chales de merino muito grandes s
3|, ditos de cassaa de cores a 800 rs. : na ra da
Imperatriz o. 60, Inja do Paro.
brincos e
da Imperatris n. 60, oj e'armVzm do psvao'd
Cama Suva.
Perfumaras muito finas e
baratas.
0p', D.g,e" ,*500 ** 'raaaaia a 500
rs., 640, I9OOO. oleo da aociedado bygieniaae
verdadeiro a I9COO o frasco, oleo babosa de Pivar
verdideiro a 800 rs. o frssco, agua balsaaica
psra os deotes s I9OOO, dita do Botot tambaa
para os deoles a tgOOO o frasco, poaida france-
sa em p
Bg% "?V. W. v O -. t|000 .".ra? m
n"*35.
Continua a recebar especialmente suss fizen-
dis. toroaodo-as sssim nsis baratas : neata
?*,." ?" lenJ0Xai0 "liento preciso a urna
familia (ea miudezai) a ua alfaiate, aapateiro,
caizeiro, etc., o pequeo espago qae nos concede
o Disrio de Pernea buco nao nos perailte clsssi-
flear a enaaerar a ioBnidade de artigoa de que
nos schanoaSortidos, tanto ea quinqnitharia co-
mo ea artigoe de aso diario o iodlspeoaivel :
por isio pessais ds prsca oa de fora que qoei-
ram comprar qnalquer doa objactos de qae faze-
moe nosso coaaercio, serio directamente oa io-
directsmente bem serrjdos.
x. Esperanca.
E' nefr# Aoja, qae h e continusr s ser o depo-
sito dss afamad"/-vgulhai Victoria tanta a
aceitaco que tem tiao\astas agulhas que nos dis-
pensamos de qaslqaer elogio;; .a 120 rs. o papel
(Ozo). ^ -v
do Qaaimado loja da miadexaa da Boa fama,
A 200 rs.,s v pavo.
Vande-ee abita fnncezi escara da cor fiza a
doaa tustis o covsdo : na roa da Iaperatris n.
60. loja e araazea do pavio.
lapi
Ven**
loia d. ,
Escovas.
-se eseovaa para deota finas de diversaa
ea a 120,160. 320. 400 e 500 ria : na
ija-flor, ra do Queiaado o. 63.
Jogo e domin.
Vende-ae jogo de doaio fios a 18200
sda do.b.ija-flor. ra do Queimado n. 63.
na
r
Botes para punho.
de-se botes de punho finos de diversss
sdes s 200 res o par. que.tambem serven
nanguitos de seohora : na loja do beija flor
do) Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-se sculos finos de ermscso de seo, a
29.19. 6(0 e 400 ria : loja do beija flor, ra do
Queimido n. 63.
Ricos sintos dourados.
Vende-se sintos dourados a 29, ditos de fita
com fiv.Ua dourada a 19500 : loja do beija fior,
raa do Q.eimado n. 63.
Enfeites para caneca.
Venjet* requissim04 enfeites psra cibecacom
ridaJ. e sem ella pelo lsrtisiimo prego de 51
e5df00, ditoida ridrilhoia I96OO.; na loja do
beijalflor, ra do Queimado n. 63.
Carteiras.
Veade-se ricas carloiraa para gasrdar dinheiro
de oaro o priti a 29000, 2^500, 19000, 1J280 e
19500 : na loja do beija flor : ra do Queimado
numero 63.
Rosas artificiaos para cabello:
A. L. B. F. teodo recebido na variado sortl-
... monto de bonitas rosas que se estio usando para
eabellos, o de panooa con folhi de velludo, ditis
deitipel todas, aa nais ricaa qaa se pode encon-
% V"v ,!#D*e", ru o Qoelnado n. 63, loja
do beiie flor. *
**i Agulhas.
A. L.B. F. tendo recebido agulhas imperits de
ando dourado, vende na loja do beija flor, .raa
o Queimado n. 63.
Vestidos do Pavo.
E' pecbiocha, cdrles de caabraia brincos com
babados a 29500, ditos de -tarlatana braocoa e de
corea a 39, ditos con babadoa oduaasaias muito
superiores s 49, pei,as de esmbraia branca com
carociohos brancos e de cores, teodo 8 1/2 varaa
cada pega, por 49. corles de cama do cores com
7 1/2 vsrss, psdres oovos a 29500 ; tudo lato se
encontr na loja do Paro, que rende dinheiro
a visla : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Gi-
mi & Silva.
Palmatorias devidro
dado.
Vende-se palmatorias de vidroa I96OOrs., ditas
com mangas proprias psrs rspszes a 49500 rs.,
cada urna, esesrradeiraa de vidro a 49500 rs.
o 59000 o par, na ra do Queimado loja de
miudeza di Boa fama, o. 35.
A 500 rs., s o pavo.
Vandem-aeasasis modernas a finissiass la-
zinhis de quadrinhoa e de florea solas e palmi-
chas, desembarcadas do ultimo navio vindo do
Havre.pelo baralissimo preco do quinbentoe ris
o covado, e do-se ss amoatrss con ponhor: na
rus da Imperatriz n. 60, loja a armazem de Ga-
ma 4 Silva.
Alburnos de.borracha.
Vsode-se os maia superiores alburnos ou so-
bre-tudos-de borracha, proprios pars o invern s
129 : na rni da Imperatriz o. 60, loja do Parlo.
Cortes de phantasia,
Vende-se ricos crtes|de phsntasiado duas saiaa
com delicados lavorea a 69 cada un : na ra da
Imperatriz o. 60. loja do P.vo.
Calcinhas do Pavao.
Vende-se calcinhaa de csnbraia bordadas para
neoioa 1 18 o par: na loja do Pavo rna da Im-
peratriz n. 60.
Gollinhas do Pavo.
! V,ntetM Bolin,,,e do cambris bordsdos di-
tas de fil bordadas a 500Te: ns loja do Paro
Impejatrlz o. 60.
ra da
Mangos com golllDha|.
f Jun""* f" KoMiohiaybordadaa
19660 e maoguitoa muito finos a 0 oar
ruada Imperalriz o. 60, loja do Pavo.
na
Tiras e entre meios.
Vende-ae tires bordsdas tapadla o transparen-
tes, asaim como eotre-meioa muito delicados *
ds ra da Imperatris n. 60, loja e sraszjem do
7 ST30.
Oliados.
Vandem-ie oliados pintados de lindas vistas a
PMsigem, largaria da 6,7.8 a 9 palmos, pro.
prios psra aeaa de isotar a 290 corado : na ra
da Iaparatriz. loja n. 20.
Leos e luvas.
Vende-se lencos de cambriia de linbo coa li-
byrintho a 29500, ditos de imitacodo labyrintbo
s 19, luvss dessdas de tudas as cores a 500 ris
enfeites pretos de vidrilho para cabeca a lf i*l
vas de retroz preto sbertas s 500 ris o paT ns
raa da Imperatriz n. 60, leja do Pavio de fiama
e Silva. 1
Cambraias do PavSo.
Pefas de cembriis fios con 10172 vsrss a 61 a
peca, diUs com 8 1/2 vsrss s 4*. ditas de 8/peess
39, dita para forro, com 8 1/2 varis a 1*600
na raa da Imperatriz n. 60, loja do Paviod
Gama & Silva. ) *
Ra da Senzalla Nova n. 42
Vende-se a sa da S. P. JenUston & C,
seUifls e ulhoec tnglazos, eandieiros e caatieaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, ehicotes
para carros e montara, arreios para carros da
na doos eavaUos, a relogios de uro patente
Vestidinhos a 4^500.
Venda se vestidinhos de seda enfeitadoa nara
meninas de 2 a 3 anaoia 49500 : na ra da Im-
peratnz n. 60. loja de Gama & Silva.
Grosdenaples do Pavo. j-
. i2V ro8,1"Plee preto multo Incolpado
o??d,G0.c.or408!,.>a.r," da ^p**n
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-ae eeta nove fazanda de pidres delica-
dlssimos com 4 112 palmos da largara, propria
para vealidoa de aenbora a 400 rs. o covado: na'
rus da Imperatris n. 60, loja a irmizam do pi-
de Gama & Silva.
Toda atteacao ao gallo rK
guante, que est qiiei-
n '
~*l re
no vspo
po n.'*f
- vas de pelica.
ras lavaa de Javin, chegadinbss
so no vigilante, raa do Cres-
as
Para os festejos de S Antonio
e S. Joo.
Trinas e galdes.
A saperior trios a volantes do Porto para ar-
ma oratorios oa igrejas, que se venda por me-
nos do que ea oatra' qaalqoer parta: s no vl-
gilinte, rui do Crespo n. 7.
Linda
pelo bar.
vigilante,
Gascarrilha
pecas de essearrilba do todas as cores,
peca:
ssimo preco de 19500 a
ras do Crespo n. 7.
s no
ftS|jsaU IfcliltO UOOKLLOWV
PILLAS HOLLWOTA.
Esle inestimavel especifico, composto intaire-
mente de hervs medicinaos, nao contera mercu-
rio nem algnma ontra substancia delectara. Bei
Digno mais tenra infancia, a a complejo mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na comploicjio mais robustas
jeniei rameo te m nocen te em suas operacese ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs a tenazes
que sajan.
Entre milhares de pessoas curadas com esta
remedio, muitas que j estavam s portas da
raorte, preservando em seu uso consegairam
recobrar a saude e lorcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregsr-sea des-
esperacao; facam um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assombrosa medicina
prestes recuperar ao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
Aera qualquer das seguales enfermidades:
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidis,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammacoes.
Irregularidades de
menstruacSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstruccao do ventre.
Phtysica ou consump-
cao pulmonar.
Reteaco de ourina.
Rheumalismo.
Sy mptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)_____
.- Ioji 0 agun brinca recebeu t
aceadaa macbioaa de porcellana
caf mesmo na mesa, sao por un.
limpo, resultando Anal que 0 cifTeito em V.J
por outra qualquer forma
guia l
moderoia .
P*ra ae fuer
meio fcil a
iperior ao feito
. reode-ie na loia o'_
branca, ra do Queimado n. 16. J *
Para baptisados.
tim,S.',.g.0* b"DCa "aba de receb Pelo ol-
timo raporasua encommenda dos segaintea ob-
jectos par. b.plisados, sendo linda. *&&
de setim mu bem enfeitad, e cada urna em
sua esizinba, sapatiobos de selim brinco. e de
cores ricamente bordados, e meias de seda
elhor e mais bonito pos.'irel. Agor!. pois' oa
Ultimo gosto.
Pentinhos dourados, e com
pedras para bandos.
J nao entra em du'ida que a loja d'aguia
branca esl a pardas ultimas modas que sppa*
! tSif" P,r"j e P0rM0 aC4b8 ^e "eber
IIZ .6 moe,no' P^tiohos do.rados e com
pedra., os quaes serrem para as lenhoras
abrilhanlarem seus bem revirados
mais
bandos oda
ornados com um par de ditos pentinhos. Ilcara
de cerlo anda mais garbosas. Na rerdade. a ra-
es, bonitezae perfeieao que disto resulta se nao
pode negar (salro se o fuerera cora o nico Um
de nao gastar os 3 e 4 que custa cada par) as-
slra prenne-se as senhoras que arreciara o boa
gosto que desta rez vieram poucos. e por fsM
ser bom que mandem logo para elles para que
depois se nao rejam na eolUalo de eaperar que
de novo oa receba dita loja o'aguia branca,
do Queimado n. 16.
ra
ceidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Aslhma.
Clicas.
Convulsoes.
Oebilidade ouextenua-
$o.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta,
de barriga;
nos rins.
Dureza no ventre.
fermidade no ventre.
figado.
_ lersas.
Encbaqu
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre intermiten
Vendsm-sa estas pilulas no tabelecimento
Caslello-Branco.-alfaiate
Por este innuncio se faz constar aos Srs. offl-
aes de todas as armas, tanto daita prorincia
como das mais capitaes do norte do imperio, qaa
ha a venda bot5es do noro padrao, segundo a
ultima ordem do ministerio da guerra, renden-
do-ssi duas abotuaduras por 3, adrertindo que
urna das abotuaduras de padro aotigo faz-se
reroessas pirs onde forem pedidas, assim como
tambera ha para vender o melhor panno azul iu-
gtez, e o melbor relludo preto do Porto, (izendas
deteonbeeidaa neita praca, o que ae veode a re-
tamo. Os re. offlciaesqne estao fora da provin-
cia podem renovar suas consignacoes Gxando
quantia certa, e os outroa senhores que nao tivo-
rem procuragao oesta caa podem manda-la ad-
verando que o tempo para a dita procuraco de-
ve aer limitado, acompinhando ama carta de or-
dens pedindo is eocommendas que forem preci-
sas, deveodo ser .dirigidas a correspondencia a
Joaquim Rodrigues Tarares de Mello, ra do
Queimado o. 39. Tambero ha galao de ouro su-
perior e ferros francezts psra alfaiate, aza forja-
da o par IOS-
Batatas novas
a 2$>!lsJU44titty8m*.i arcabas, emjibr 50.
rs., marmellada imperial em latas de 1 IjYI
libras a 400 ris: rende-se-ao armazem Pto-
feral. de Londres n. 224, StradV,Tnaoj"a|~^-,,r'^0',8 p""nh' n- *
de todos os boticarios drogniti. 0 sutru poasooo
enearregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Tendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dellas contem urna instruccao am portu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas. Y
0 deposito gsaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Ghaelinas para senhoras.
Liodaikhapelinii ricamente enfeitadis, pelos
bar.tiuiaoi precos de 89 10|000.
Ditoe caja pequeoo toque de mofo a 6S000: s
00 vigilante ra do Greapo n. 7.
rao
Touqumhas ou chapozinhos
para crianzas.
Lindos chapozinhos psra asnina e menino s
4 e 6*000, ditoi de eltro pelo baraliisimo pre-
co de 3$000, bonetes d. panno fino e heo de li-
te a 3S000, ditos de velado fino a 49 e 38500
ditos de pslhloha s 3S000, tonquinhas de seda
maito lindss a ljS500. ditoe de l a I90OO: s
00 vigilante, ras do Crespo o. 7.
ra
Coke e alc&tro.
Coke da melhor qualidade, muito proprio pa-
vapor, a tambera para todos os usos domes-
ticos, tornos pequeos e grandes etc., para eelea
serricoe, o coke maia econmico do qaa qual-
quer outro combestirel, por aer menos de mo-
tada do preco o de ass dursco.
Alcatrao, eato sendo opplicado i navioa, bar-
cacas, alvarengaa, esnosa etc., presta naito
bom effetto, conservsndo a madsira de todas se
qoslidsdes de bichos, fazendo durar am tenso
indefinido. Tambera conserva nadeira de edifi-
ca coee. preaervando-a doa bichos a contra o
tempo: as propriedades chimicas dasle alcatrao
de carrao maia forte do qae qaalqoer oulro
extrahido de madeiras oa outras mslerias.
1 Quen precisar achara venda, no armasen
oOgaz. Rus do Imperador. f
a Preco do cok. 12 por tonelada. /
Preco do alcatrao 500 ra. por caada. '
Delicadas liaziohis com flores bordadn a aga-
Iha, cortea com 15 corados, pelo biratiisimb pro-
co de 4J500, o covado da .aeama fazenda a 820
rs. : n. mi do Queimido n. 44.
Paletots do Pavo.
Vende-se palilots de panno preto fino a g
dlUJ /y i
Vende-s
no basar da rna do Iaperador meias preta
senbora s 80 rs. o psr, reitimeotas de
m.oiooa a 800 rs., grvalas de seda a
cortas de brim setim s 25500, ditos de cas
a 25500, colariohos de esguiao a 4 a dazia,
largas liodisiimss a 400 ra., toacas de lia para
m8n5,a 600r, manguitos de canbrala o Al
s 18500.
Cal e potassa. :
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da rifa da Cadeia
doRecife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Manguitos.
Lindos manguitos con gollioba o maia fino
que ae pode encontrar, vende-se pelo bsritlsii
rao prefo dt 75000. ditos sem gollioha a 15500:
s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Goliinbas de iinho.
Lindas goliinbas estinpadas..............
Ditas da linbo maila fiosa.................
Ditas pretas coa vidrilho.................
S no vigilante, ra do Creipo o. 7.
500
800
29000
^.Jieias.
Machinas americanas.
EmcasadaN. O. Bieber & C., saccessores.
raa da Cruz n. 4, vendea-ae :
Macbnai para regsr borlas o capin.
Ditas para descarocar ilbo.
Ditas psra cortar capin.
Selina con perteoces s 109 e 209.
Obrss de metal principe prateadas.
Alcatrao da Saeeia.
Verois de alcatrao para navios.
Salsa pacrilhade primeira qualidade do Par.
Vinbo XeVez de 1836 em caizas de 1 dazia.
Cognac em caizas de 1 dazia.
Aradoi e grades;
Brilhantes.
Csrrocss peqaenss.
Veodo .ui. Lbriua em urna fla. mo
tnorea ruaa da freguezi. de Santo Antonio! com
i pequeo capital que tilrez nao chegue a
propria para um principiante : quem
dirij.-se rna do Lirrsmento n. 8
aja, qae se dir quem faz o negocio.
2009000,
pretender
Escra^os Qgioos.
FAZENDAS BARATISSINAS
HA'
Ra da Imperatriz n. 20,
loja de Btaric Borges da Silva.
O dito Silva comminica ao
respeitavel publico e com
especialidade aos seus nume-
rosos freguezes antigos e no-
Vendem-se
os seguintes lirros : diccionario latino, prosodia
de Bento Perelra, grammatica latina de Veroev
Horacio trsduzido ao p da letra, concilio d
lrenio, era Utlm e portuguez, cisos deconicien-
cia de Benedicto XIV. era 5 volumes, 1 jogo de
Breviarios, instituirles litlurgicas, diccionario
theologico, sermes de Monte Alverne, Bosauet
e Maxillon escolhidos, actos e obrigicoes do iuu
de paz, norissims guia das eleiedes, guia pratica
e advogido do poro, minual abreviado do cids-
dao, cdigo dss leis e regulamenlos orphamlogi-
cos, manual do ediflcinte, grammatica grega. di-
je ipgleza de Gibioo, Sadler, vendes inglezas,
Walker diccionario ingles de pronuncia, collec-
joes de le. provinciaes de 1835 a 1853, tratado
de typographia, Jarrb, em francez, (bomeopathiai
era4 volumes: na loja de encadernaco junto a
igreja do Eaoirito Santo.
u.'SSSlSS^SF^ %nos que constantemente
00. e finoe a 9|800, ditaeda fio de Escocia
a dazia, ditss pira asnina a 29400, ditas
para menino a 29000: s no vigilante, raa do
Crespo o. 7.
Batatas novas
Terco n. 23.
Batatas.
a 80 rs. a libra
no largo do
Rival sem
igual.
RA LARGA 00 ROSARIO N. 36.
Enfeites
pretos e de cores muito bom a 59.
"Sintos.
Sintos dourados a 19600 a 39
Ditos fitas de velludo e fivella de ac a 19500.
Tesouras finas
oa pequeoo toque de ferrugem a 400 rs.
Ditas limpis aaito booites s 800 rs.
Ditalxwdiosrias a 30. 60,120 e 240 re.
- -EsQovas.
Psra limpar unhss a 320 e fcW ra. "
Ditas para cabello a 800 e lf.
Ditaa para roupas a 400, 800,19 e 19*00.
Meias.
Para senhoras a SJ400 a dazia.
Ditaa para hornera a 29400,29600 e 39500;
Flores.
Ramos de flores artificiaos alga 19200.
Colhetes
de metal proprias psra o diario a 19200 a dazia.
Dltaa de metal principe a 41500 a duzis;
Ditss ditas ditas psrs cha a 29400 a dazia.
Botes
pars punho malta bons a 120 160 rs.
acharad na dita loja um com-
pleto e variado sortimento de
fazendas proprias deste mer-
cado e vendidas pelos precos
mais commodos, de que em
outra qualquer parte, atran-
cando a boa qualidade e dura-
co das supra ditas fazendas
No da 8 de julbo correte, poucas horas
depois de sar da ca. de detencao, aonde este
ve preso por motivo de fuga, tornou a fugir da
casa de seuseobor o escravo de nome Hercula-
no, oqual ten 26 annos de idade pouco maia
ou menos, cor fula, estaturs e corpo regulares,
talla um pouco descansada e afinada, o tem
urna cicatriz proveniente de um anheiroque tevo
n um dedo de urna das mos : teodo o cabello
cortado muito rente, e urna argolla de ferro
com gancho no pescogo ; roga-se s autoridades
pollciaes a cip'ura do mesmo, e sus entrega, na
ra do Cabug, loja n; 3, a Manoel Antonio
Goocalves.
I Pechincha
2sem igual para acabar!
A Lindas laziohaa de qjaadroscores es-
f curase claras s 200 rs/o covado.
W Superiores chitas fr/ocezas largas com #
m m pequeo toque M mofo a 200 rs. o aa
* covado. / ~
Lindos cortes de cbits frsocesa larga
eieurw a taras com 11 covadoa cada sm
corle a 29500: na roa do Greapo o. 13.
2 O ultimo gosto. 3
tk Chsgirim aa liodss mocsmbqaes de djh
Z coree aa mili delicadas de qusdrinboe a T
*Sf pilan de seda fiogindo sedas, cea duss V
fe Isrgurss e fazenda aaia moderna qae Ae
ha para vestido a 480 rs. o covado : na ja*
fc loja do sobrado de 4 andares na raa do V
V Crespo n. 13. A
###
-b Vende-se uae ceaa nos quatro esntos de
Olinds, com bons commodos: a tratar oa Boa-
Vista, boceo 4o Faodlo o. J.
C
Fugio na nolte de 7 para 8 do crreme, da
casa do abafio assignado, a aaa escrava mulata
de cor clara de nome Mara, idade 25 annos,
pouco maia oa menos, bastante alta e cheia do
coipo, cabetloscorredicos^e gosta de indar bem
penteada, levou vealido d chita, cor clara, aaia
e cazav.que, a saia atacada por i. "** do cazave-
que, levou mais om chale azul ferrt -wbarra
di cor e urna coberta de chita jdesborauUVEg.
ta eicrara veio ha pouco de Uamanguipe do no\-
fe, remeltida pelos Srs. libreira & Primo, -.
quemultimamenle a comprei, porm prorarel^
que cao teuba sabido desta praca e estej occul- -
Isda em slguma casa : rogi-se as autoridades
policiaes e capitaes de campo a appreheosio da
dita eacrave, e 1.va-la & raa Nova n. 67, segun-
do andar, ou 4 ra da Cadeia Velha do Rearo,
loja n. 22. que se gratificar generosamente o
trabalho.Joao Perelra Moutinbo._______
Escravo fgido.
Roga-se a todas, as autoridades policiaes a
captura do eacravo crioulo de nome Feliciano,
que se acba fgido desde o da 7 do corrsnt
mez e tea os sigoses segaintea; cor preta, roa-
te am pouco redondo, com daas pequeas fer-
elas na testa, bastante ladino, quando falia ri-
sonho, levou camisa e caiga de algodo e chapeo de couro, tem de idade 24 a 26 annos,
nstarsl ds villa da Aisemblaa provincia da
Alagoas : quem o pegsr leve-o* 4 raa do Quei-
mado n. 10, a entregar a aau aenhor Joo de Si-
queir. Ferro, que aera bem recomp.oaado.
2001 de gratificacao
a quera pegsr o pirdo Freociseo, de 17 anno
de idsde, de bonita flgun, com todos os denles,
cabellos carapinbos e ruivos, este pardo foi do
Sr. Dr. Borges da Fonsecs, o qusl viajo, con e
nesmo seobor todo o sertao e suburbios desta
provincia, necesiailmente quando ers seu ee-
crsvo, e lalves ainds ae inculque a lerrice do
mesmo: quea o pegar qaeira entrega lo a sea
legitimo dono na raa de Hospicio a. 6.
Ignacio Laiz da Brito Taberda. _,

l



aou pOfie, q
Jar
ispruat
icia militar.
Mtrilo do trabalho do Sr. Dr. Jos Antonio t
Magalhaes Castro, auditor de guerra da corte,
como autor de doui projeclot de cdigos mili-
IX
baso oa influencia da auloridade militar.
Arl. 72. O militar, que sem ordem ou autori-
ssciio commetter hostilidades cootra as trop-s, ou
contra os subditos de oulra nagao alliada, ou
neutra.
Penis de prisao com trabalho de dei a doie
annos, no gris medio ; e de dous a quatro annoi,
no gru mioimo.
E' palpitante a ntilidade desta dispoiigo.
As operaget militare*, segando um lente de
direilo das gentes, consideradas em relacao ao di-
relto da guerra sao regidaa por certas regras, que
nanhum militar deve deicoohecer.
Qualquer que tej a operacao militar de que se
trate, ou (eoba por flm resistir aoinimrgo que nos
ataca, ou aWca-lo e persegu-lo no.aeu pais, pro-
curando eofraquece-loe obriga-lo urna paz sa-
tisfactoria, admiiti-ie como lei da guerra o nao
faisrsso de armas que augmenten] e exscerbem
o toffrimeoio, atm proreito paia o ofTensor : oio
permittido empregar quantos recursos o genio
das deatruigdes possa intentar.
As hostilidades commettidas contra as tropas
de qnalquer nagao alliada ou neutra nao podem
encontrar guarida noa coracoes generosos ; por
isso que implicara um verdadeiro abuso da parle
d'aquellea que as praticam ; emboru, como diz o
Sr. Or. Carvalho.o uaotenbaat prescriptooem-
prego de armas, que pose ro enTenenar as feri-
das, os torna-las mais dolorosas.
Assim, qnando a sorle da batalha Dcar indecisa
porder-se-ba convir em suspender as hostilida-
des at que cada um dos exercitot belligeranles
recolha os seas feridos e enterre os morios.
Mas a bypothete eslabelecida no art. 72 tem por
flm impedir loda e qualquer hostilidade, que nio
fdr ordenada segando as exigencias das circums-
taneias, que Ihe deram origem.
A adopgo do referido artigo coocilia quauto
possivel o emprego da torga com as leis da bu-
maoidade e tem por flm ao mesmo lempo ame-
oiaar os horrores da guerra.
O art. 73 fin Jado em bdaa razoes jurdicas e
de conveniencia social ; porquaoto puoeao mi-
litar que sem ordem ou .utorisagio commetter
qualquer acto de hoslilidade em territorio alliado
ou neutro, com
Penas de prisao com trabalho de quatro a
eis aonoa no gru mximo : de dous a quatro
anos no gru medio ; e de tres a doze metes no
gru mnimo.
-.;Hi classe dos meios certos de prejudicar oioi-
xfligc apontam lodosos publicistas a devastagio e
O incendio ; mas enstna o Sr. Dr. Carvalbo, qae
direito das gentes, nao permitlindo na guerra
seoo o emprego d'aquelles que dos proporcio-
nara a vaolagem de enfraqeecar as orgas do ad-
versario, estabeleceu certos systemas e preceitos
que limitam consideravelmente a faculdade de
empregar aquelles recurso; e de acord coro a
ciencia achou-se o Illm. Sr. Dr. Jos Anto-
nio de Magalhaes Castro, quando tez comprehen-
der sob a denominagio de abuso da autoridsde
militar o commaitiiueoto de qualquer acto de hos-
tilidade em territorio alliado ou neutro ; de sor-
te que ser criminosa a devastado, ser punido
o incendio quese fizersera ordem ou aulorisagio
embora para prejudicar o ioirnigo.
Segue-se o arl. 74, em vlrtade do qual o mili-
tar, que prolongaras hostilidades, tendo recebido
conneoicago ou aviso offlcial de paz ou armis-
ticio, ser punido com
Penas Ue.prisao com trabalho de doze a
quioze annos, no gru mximo ; de oito a dez an -
nos no gru medio ; e de tres a seis annos no
gru mioimo.
Desde que se tem geralmente recoobecido, que
a generosidades a clemencia sao coovenieoiesde-
poit da guerra, etleodeudo, que os prisionoiros
sao cidados obedientes voz da honra e da pa-
tria ;que a liberdade inherente a natureza do
hornera e que sua propriadade um direilo io-
iavel, parecera cruel, que se consentase a pro-
ngagao das hoatilidadea, mxime depois de com-
rnunicagao os aviso ofliclai de paz ou armisticio ;
e por esta e outras razoes o Sr. Dr. auditor de
guerra coufeccionou o art. 74.
Em dtOerentes escriplores teoho lido, que as
necessidades da guerra podem dar lugar entre as
parles beligerantes, a diversas conveogee, ge-
ralmente cocheadas pelo nome de conveeges
militares. s
_ Que os commeltiroeojos. que estas conven-
idos obrigam, devem repulr-t is inviolavis e
eogiadvo, %,iiuiu us cootratos estipulados em lem-
pos normaes ; por isao que as parles contrarenles
naturalmente conlam com ellas com urna lealda-
de mutua, cujaiofracgio nao escapou ao espirito
do Sr. Dr. Magalhaes Castro punir
O direilo das gentes classiQca as priocipaes con-
vences em geraes e particulares : tanto urnas
como outras coovem ser respeiladas em face do
art. 74 do projecto em analyse, que se destina a
temperar os rigores de urna guerra concluida por
um tratado de paz ou armisticio, e pormeio de
estipulacoes positivas, que tem por tim assagarar
a manutengio reciproca do certos dlreitos e a tro-
ca mutua de melbores procedimientos.
Na verdade, se um governo eotendeu dever por
meio de urna convengio chamada armisticio-
suspender os actos de hosiilidade entre dous eier-
citos belligeranles, nenhum militar deve flcar im-
pune, quando, avisado ofBcialmeote da existen-
cia de urna tal convengo, prolongar as hostilida-
des contra o adversario.
Taes foram as inteogoes do illustre auiitorjde
guerra da corle, quando redigiu o referido artigo.
Um oulra disposigo encerra a materia deste
capitulo, e a seguiote:
Art. 75. O militar que arrogar-se e effetiva-
mente exercer commsndo militar, sem ordem; e
que o conservar contra as ordena dos seas supe-
riores.
Penasde prisao perpetua com trabalho, do
gru maxioio; de doze.aquinze annos, no gru
medio e de cinco a oito annos, no gru minimo.
Esta disposigo, alias urna das mais saldares
e proficientes, implica urna penalidade, que pe-
lo art. 119 vedada justamente a quelles aquetc
ella diz respeito;porquanto diz este artigo, qae
a pena de priao com trabalho applicafel so-
monte aos militares soldados, sospesadas, cabos
de esquadra, furrieis e sargentos; e como todos',
nao ignoram estes militares nao podem conser-
var um commaodo por seren pragas de pret.
Anda qae elles possam s iudevidamente ar-
rogar-se e exercer commaodo militar, por serem
pragas de pret, o rgimen indirecto sem or-
demindica que com ella o commaodo militar
pode ser exercido por am soldado, aospegada,
cu cabo e etc : se nao pode, a disposigo se di-
rige aos officiaes de patente : se assio a comi-
nago da pena no grao mximo nodevia exis-
tir, porque o art. 119 tira a possibilidade desaa
applicago.
O appellativo ordemregido da preposigio
sem fiz acredit*- ,uo o art. 75 s compreben-
de os militare patente ; e lato confirmado
pelo verh ... ..servar: em tal caso para quees-
! tabelecer-se
plicsgo T
Recite, 10 de julho de 1861.
Manoel Januario Bextrra Afoteft'/Ttoro.
(Continuar-H-ha.)
I
C0R0A DE ESPNEOS.
(Xo lbum de Catato Guerreiro ale
Castro)
Ainds qaando os bonens te odiassaD.
6 anath'ma contra ti bradasse o mando,
Por ti sentir amor, te amara aempre,
Te amara eternamente.
\
Como o Romero das passadas eras, V
Que, morrendo so vigor das primaveras,
Ao muodo inteiro j tragara leis;
Nosos poetameu irmao, meu bardo.
Temos na fronte oa eguilhdes do cardo ;
Porm dos grandes nao rojemo-la aos ps I
Nao, que a circunda divinal diadema I
Nao, que de espinos muito embora estemos,
Esta coros nos soergue ao cea I
Nao, que a sublima um pensamento santo I
Nao, que ella exprime, muito embora em pranto,
Um mistionado, que o Senbor nos deu I
Nao, meu irmao, qae missioosrios somos 1
Nss eras idas jprophelaa tomos,
Santos augures doSenhor dos res!
V : Jeremas desraotava quenas,
Divid sobres harpa dedllhava endechas,
O Evangelista o Apocalypse (es.
O Evangelbo, qae a lei dos nobres,
Grandes e riroa e plebeas e pobres.
Por que s talla da egetldtde a vos:
Que o pobre escravo co'o senbor insano,
Bem como o oppresso co'o oppreasor tyraono,
N'um mtsmo nivel immutavel pos :
O Evangelbo, qus ab Eterno avulta,
Que diz ao grande :toa aoberba 'elulta I
E ao pobre e ao triate : Te consola e rl :
Que exclama aquello, que mendiga e chora.
Mostrando grave as regies da aurora :
Deas te reserva um diadema aili I
O Evaogelhoinspirago subida I
Vale a epopea de ama vea ardida
Sob os lampejos do filar de Deus I
Dio producto, magestoso ingeote.
Que qaiz o Eterno que expressssse a mente
De quatro bardos, sacerdotes seus!
De quatro bardos, ou, melhor, prophstas I
Sim, quena fronte angelical dos poetas,
A cr'oa deseesem festiotransas !
Christo, o primeiro dos prophetasbardos,
Geme e se estorce s convulses dos cardos,
Mas l, no Monte, deixs firme a Crux I
Deixa. O nascido osa judaicas plagas,
Roto o sudario a mgosr-lhe as cbagas,
O rosto augusto em sanguinosa tez
O verbo cumpre das doutrioas veras,
Embora, sombrado pendi das eras,
Depois, cahido, se lbe prostra aos ps 1
Nos tambem temos ums misso divina I
Nao a compr'hende o que servil seinclia
Smente s fallas da altivez mendaz ;
O muodo, o mando nos reprova a oorma I
Escarneo ao mundo 1 Por nem uma forma
Jamis manchemos a misso primaz.
Avante, avante co'o avangar dos das I
Deixa que o mundo nss linguagens frisa
Acoime o bardo deorgulhoso vio
E diga quelle, que lhe aa fallas ouve :
Qie estrella infausta I Pois a Deus aprouve
Que os seus dilectoa con lamine o chao '?!
Deixa, que o muodo nao compr'hende o poeta I
Deixa e levemos a misso meta,
Onde nos guarda o nosso Deus laureis I
Nos nao devemos ooasa fronte, em cardo.
Do muodo s plantas rebaixar, que o bardo
S prostra a fronte do Seohor aos ps I
oo b
Recite : 1862.
Franklin Tavora.
0 pauperismo. ^
xiu f
(Concluido )
Assim, pois. ajudado pelo governo, e oulros ci-
dados, peder conseguir, com os meios que pre-
tendemos expor, e melhorsr s sorte desses infe-
lizes, retirando do melu das noasas ruis, esses
engeitados da fortuna e assim alliviar a sotieda-
de desto trale e puoganio quadro do uii.cii*.
XIV
Temos como cerlissir.no, que ninguem se nega-
r a dar por uma s vez ou em preslages sem-
naes, ou meosaes para um cofre pouco mais ou
menos a somma que diariamente reparte a sua
parte com os pobres; assim como tambem nao
duvidamos, que estes caridosos contribuintes nao
se negaroa contribuir com essas preslages, to-
da vez que na admioialrago publica desse cofre
da indigencia estiverem homens honestos a flm de
que essi admtoiatrag&o sejs uma realidade, e as
nosaasruas nao se vejara mais pobres a implorar
o pao de cada dia.
Para que saja proficua, to necessaria, como
humana e religiosa procidencia julgamos que ella
s pode ser levada a effeito creando-se para isto :
1, ama irmandade de Misericordia com lutori-
sago legal para possuir bens de raz e poder re-
ceber ou aceitar legados, e tendo debaixo de ana
administnco os estsbelecimentos ou asylos de
meodicidade onde se r<>colharn os pobres da ter-
ceira classe. Ser preciso ha ver leis reglamen-
tares e meramente policiaes qus prohibam o es-
molsr publicameote, e com especialldade para fa-
zer dessppareter os individuos da primeira classe
de maneira que elles percam a esperanga de eu-
trarem para o asylo, salvo, quando se tcnarem
as circunstancias da terceira.
E' muito conveniente que as prestsgdes sejam
geraes por toda a provincia alien de que o ssylo
possa accommodar todos os pobres da terceira
classe, vindos de qualquer comarca, de maneira
que ellas sejam deslribuidas por toda a popula-
gao da provincia que se acbe no caso de contri-
buir voluntariamente ou arrecadada por meio de
um pequeo imposto creado para ssle Om.
A cargo da irmandade devera tambem ealar um
hospital ou enfermarla conjuocla ao asylo aflm de
receber os doentes pobres de qualquer classe oa
coodigo, assim como julgamos de ama transcen-
dente importancia haver debaixo da administra-
gao da mesma irmandade eslabelecimentos de
Lcorrecgo como no estylo dos Estados-Unidos, que
decididamente sBo os melbores do mundo, e so-
mos levado a assim dizer pela experiencia de uma
residencia de sete anoos aempre visitando estes
estabelecimentos, e duas viagens Europa coiie
nao_ vimos cousa melbor, e aa que vimos em coo-
digdes de se compararem cora os djs Estados-
Unidos sao os da Saissa, esse jaij exemplar na
civilisago da Europa. jf
En occasio opporluna, e ss/odo preciso anda
tomaremos o pesado e grandencargo dedarmos
os regulamentos necessarioj pa[a semelhaote flm,
to humanitario como grandioso, sendo para a
~ --*
POLHETI1I
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAIBUCO.
A CARVPIJ4 DEMEl TO
ou
BECORO.H0ES DE IIH HOMEM VELHO-
lrmaodse, asylo asa d
serem revistos o melhorados par ptssoia
res habilitscea do qae nos.
XV
Agora duas palavrs ao leltor: fosaos levados
escrever estas liohss porqus desde aaito tempe
qae estas ideas oceupavam o qosso pensamento,
e ao m,ssmo leltor padissos qae, sena o temos pre-
eochido a nossa fracs promesas, indicando algam
sllivio psrs os soffrimsntos ds pobreza ao menos
faga justiga s nossas inteogoes, relevando as fal-
tas qae por todas estas liabas sa sncootram, s per-
muta-nos que concluamoa o nosso trabalho irans-
crevsodo um pequeo trecho ds um dos escriplo-
res j citado Smith.
Apregoar reformas, fallar am liberdade,
cujos tractos todos devem saborear, oateatar pros-
peridade e riqasza que mala aa meaos devem
chegar a todos, abrir copiosas tales i industria
por meio dos caminos de ferro, a pelo doseavol-
vimento ds viagio publica em todo o imperio e
deixar ao mesmo lempo opprimida anta aooside-
rsval porco de nossos irmsos, a bracos com a
desgrasa, e a serem devorados pola misario,
sem duvida am contraseoso qus nao ao compa-
dece coa o espirito phtlsotropleo do socalo, o dar
Earopa chriata um docameoto de barbaridade
inaudita, qa ao nao casa om o sea carador de
braodura, o flnilmante qaerer desconhecsr o
primeiro preeetto do Jesas Christo a cari-
dade.
Dr. Joaquim Antonio Alves Ribeiro.
A Bavcgaeo do Paran e seis
alieites.
O Parahyba e o Mogy-Guaii.
Neste scula do vapor e da eleciricidade, quando
todas as nagdes caltas se sejeitam & enormes sa-
crificios para elevar ao maior gru do amputado
e do perfeigio os seas syetemas de vitbilidade,
seris um verdadeiro pleonaamo qaararosoa de-
monstrar a eooveoioncia da melhorar o nosso,
qae sinds se schs no estado primitivo, o trans-
porte naa costaa de animaea.
Para'coohecer o modo fuoeato porque a imper-
feigo o careza dos motos de commuoicagao ac-
tan sobre s produegio o a riqaaza de am paiz,
basta attender-ae sos fados que releva a aatatia-
tica da nossa provincia, podo que iacompletis-
sims.
Toda esta vasta zona, que oatende-sa a nordes-
te entre o Paranahybae a aerra do mar, um im-
menso cafetal, coja produegio tem-ae desenvol-
vido rpidamente, porque peqaeeo o espago qae
tem os prodactos de percorrer, podo que mis se-
jam as estradas at ebegarem aos portos do mar,
que exislem na rais desea aerra.
Com effeito, aioda ha poacot sanos de bsm pe-
quea importancia era ah ene ramo da lavoura,
e boje a comarca de Jacareay prodas periodo
dous mil conloa de ris desse genero, a de Teuba-
te mais da doas mil qastroaaotos conloa do ria
e a do Baoanal mais de dous mil aeiacootoa con-
loa de ris.
Tambem na comarca do Campias, caja estra-
da para Santos, absorve annaalmente nma grande
parte das rendas da provincia, a produego tem-ae
elevado a um certo gria de dseavolvimonto ;
assim, sendo s sus popuiagio de quareota o oito
mil almas, pouco mais oa monos a prodaecio de
caf permutada aba a dona mil o oeseenis cootos,
e a de sssacar a trezentos aeasenta o am contos,
o que faz uma somma de dous mil qualrocentos e
viole doas cootos pouco msls oa monos.
Em qusoto a comarca de Mogy-mirtm com po-
pulacho auperior de um quartoaquella tem ama
produegio inferior de am tergo ; com effeito, a
sus populsgo i de perto de sessents mil almas, e
aaua produegio permutada apenas egual a mil
aeiacentos sesseota e sete sontos de ris, s saber:
novecentos trila e um contos em caf, qainhsn-
tos setenta e oito contos em asaucar, cento cin-
coenla e oito cootos em gado ; ido 4, guardada a
proporgo entre as resptctivss popaligoes a Jorga
productiva da comarca de Mogy-inmm est para
a de Campias como 16 para 307
Se consultronos o estado da agricultura as re-
motas comarcaa da Franca de Itapeteninga, ve-
remos qaanto aioda mais deploravel e mais fra-
cs a sua produego.
A primeira com popuiagio saperor a trlota mil
almas permuta apeoas nesles tres gneros, caf,
assuctr e gado, o valor de cento e dez cootos,
a aeguoda, com popuiagio do porto de docoeota
e oito mil almas permuta apenas oeste ->*smos
gneros canto selents e seis con" con-
vindo acresceotar qae a mxima 8 va-
lorea cooaiste neaaa mercadura. <|~ corlo
ponto pode dispensar boas vias do con. "agio.,
e vehculos baratos, porque tem o att de se
transportar a ai mesma o gado. _
Com effeito, a primeira dettas da-u'comarcas
permuta aotoula o vluco cantos do r4t"B..ts gane-
ro ; e a segunda, ceoto ciacosnta o tres contos
de ris.
Nao temos por csrto ama confiaoga absoluta
nesles dados da nossa eslstistica oficial, nem re-
preseotam elles o quantum doa valores exporta-
dos, e sim s mete o dos vslores oso consumidos
pelos proprios productores, no qaal, portsoto, so
comprehende o das mercadoriaa absorvidas pelo
consumo interno das classes que se spplicam a
ostros ermos da industria.
Acreditamos, porm, qae nesses algarismoe nao
podem distar muito da verdade ; estebeietendo,
pois, s comparagio entre elles, ebegamos/so se-
guiote resultado geral: qae a torga productiva da
nossa popuiagio decresce na proporgo da distan-
cia do paiz habitado ao mar, de sorle que as re-
gies maia centraos a produegio limitada pelas
exigencias do consamo interno.
Se a riqueza agrcola dependo em grand% parte
da uberdade do slo e do aaxilio gratuito dos
agentes naturaes, ainda mais depende da activi-
dade humana desenvolvido no trabalho actual, oa
nos servigos paasados accamulados nos espitaos.
O Sr. de Livergue no sea curso de Economia
rural afirma que a produegio do terreno inculto
est para o do terreno cultivado como um para
dez mil, e poda ainda augmentar.
Besapparegal pota, a dislsocia, esss forga res-
trictiva do mercado, torna-ae posaivel o pleno
desenvlvimento do trabalho, dando ao etlracgio
aos seas producto*, osles cresoerio rpidamente,
Indo parte delles accumular-se em espitaos qae
volvero a accelerar o movimenlo ascendente da
da produegio e potra parte traoaforma-se em go-
sos que tornando mais facis e sgradavoia s con-
dicoes da vida facilitario o desenvlvimento da
popuiagio pela expansio de sus forga prolifiea, e
pela emigragao.
Crem-ae meios de communieagio rpidos, ba-
ratos, commodoi e seguros o otssss regidas, hoje
pouco cultivadas e em paste ermss, a civilisago
diffundira saa loa e calor fecuodador sobre ama
popuiagio copioaalrlca, moralissds e feliz.
Vencer as distancias, tal o pensamento qae
preoecupa todas as nagei JnEalriosas. a que
ne' fciTiiffos'annos tem sido am dos prTbcrpa"
objectos da attengia do governo imperial. Tale
o meio maia eficaz \ para ampliara liberdade das
permutagoes e desenvolver s popuiagio e a indus-
tria no vasto slo Idala provincia, de modo a
aproveitar as riquezas naturaes que nelle lio pro-
fusamente espalbou a Providencia.
A assembla legislativa deata provincia tambem
nio ae tem mostradolrndifferente i esta imperiosa
necesaidade da nossa; agricultura.
motado dos ratonas dio seo rcamento
annualmanta applicada ao melhoramento das es-
tradas. Entrando a conflasio qae existe entre es-
tradas geraes, provlnciaes, munitipa.se vieinaes,
ns> odio toda* i cargo dos cofres provioctaes, a
falla do direegio scisotifies, e de iospesgio admi-
nistrativa a fiscal, tem obstado a que ae propor-
dooem a esses sscnflcios pecaniariot os bene-
ficios que delles deveriam omaoar.
Durante a .Ilustrada admlnislregao do Sr. Sa-
raiva, o de aceordo com olla, leotou a assembla
dar nma organiaagio fOgalar e permanente a este
importante ramo do servigo publico, auxiliando
ao mearao tempo s colonisagio pela importagio
de operarios e artfices peritos, robustos e bem
morigerados. Porm o estrsnheza e a deacon-
fiaoga qae aempre ladeiam as novas idase os in-
teresaos que por ellas aio feridos da ordinario as
desfiguraos oa aa fatem abortar quando Ibes falta
um apoio leal a poderoso. A sssembla infeliz-
mente desantmoa moitocedo.e antes qae o aovo
systema ttvosse sido posto em execagio o a expe-
riencia ae houvesse pronunciado, apressou-se em
deaatanchar a ana propria obra,
O empenho da assembla provincial em me-
lhorar as nossss viss de communieagio tambem
aerevel* naadopgao do projecto para a navegago
do Parabyba oa conesssio de considerareis favo-
res empreza qae te orgaoinsse para a conslrac
cao de uma estrada da Santos i 8. Joio do Rio
Claro, para corroa do eixo flxo, e maia do que lu-
do na oxponlanaidado e enlhuaiaamo com que
votoa a garanta doa juros addicionses de 2 0|0
psrs s linha de ferro de Santos ao interior.
O aystems de viabilidadodi provincia eat poia
em vesperaa de soffrer a msis profunda e benefl-
ca rovolugio, com a construegao dos dous cami-
nhos de ferro que devem approximar do Rio de
Janeiro oa municipioacafezelros qae te esleodem
ao longo do Parahyba, o do porto de Santos po-
puiagio dssta capital e dos ricos valles do oeste.
O terrro ds primeira destas linhas frreas est de
antemio marcado pela natareza, forga qae ve-
oha a encontrar cima da cacboeira as aguas do
Parabyba ; alm deste ponto difficilmente com-
petir ella com qualquer empreza que ae incum-
ba do transporte flavtal.
A navegago do Parahiba pois, o comple-
mento forgado dests liaba ; preciso qae uma
empreza fluvial venba receber em Loreoa, Gut-
ratioguel, Piodamoabaogaba, S. Jos e Jacarehy
a abundante produegio deatea municipios, bem
como dos demals que compam as tres comarcas
do nordeste, e vi levar ao ombarcadouro da es-
trada de tarro oa Cachoeira esta matta enorme
de valores, que s em am genero, o caf, se ele-
ve hoje ia sommas svultadas ha pouco referidss,
qao sem davida hio de cada vez mais augmen-
lar-se.
Qaaoto so caminho de ferro, qae deve comegar
em Santos natural qae, procurando os grandes
nacleoa de produego, e os pontos de iotersecgo
daa aetuaea vias de communieagio, veoha a ter
esta capital, como o aeu primeiro ponto de para-
da, porque para aqui converger as estradas que
ao irradiam para toda provincia, e porque um
ponto obrigado de transito para um grande ralo
qae abrange a aua parta mais populosa.
E' tambem de esperar-so que esta linha se pro-
longas cado ata Campias, porque esta aeguoda
aecgo ainda abraoger grande maesa de produe-
gio, pois nella ae entroncara a eatrads delt, que
em sen proloogamento d sabida aos abundantes
productos dos valles e do Sorocaba ; a da Coos-
tituigo, Limelra o Rio Claro, com auas riquiss-
mas plantagoes de esf e oogeohos de estucar ;
a de Mogy-mirim qao d tsaosmento agricultu-
ra deste vasto e populoso municipio, bem como s
de toda a comarca da Franca.
Pode-se tambem prever qae em porvir oio
muito remoto a via (erres ae prolongar de Cam-
pias s Mogy mirim, (aneando um ramal para
Ltmeira e S. Joio do Rio Claro. Com effeito a
prodaxcAq actual de Mogy-mirim (7Qi:OOOgOOOI
pouco inferior a daqulles dous municipios......
(776:0009000); seaccresceotar-se, porem, a pro-
duegio cresseote de toda a comarca da Franca, e
a massa de valores qus deve por em movimeoto
a navegago do Mogy-guaas, ver-se-ha que ama
vez chegados os ferreos-carrls a Campias, forga
seri que se prolonguen at Mogy-mirim, embora
tambem devam seguir para o Rio Claro.
m
Assim como a navegago do Parahiba o com-
plemento da estrada de Pedro II, do meamo mo-
do o navegago do Mogy-guass d o complemen-
to da linha frrea que nove estender-se de San-
tos psrs o interior da provincia.
Esta aeguoda linha fluvial porm de muito
maior importancia, e de mullo maia grandioso
futuro do que a primeira. Nao te trata ornete
de dar extraegoaos productos creados nos feriis
vallas do Mogy-Gaaas, irata-ae principalmente
de abrir-te communieagio com as povoagdes si-
tuadas oas margeos do Rio-Grande ou Paran e
aeua affluentes : aflm de salva-laa do aegrega-
mento induatrial e moral, qae at hoje tem en-
torpecido o deaanvolvimento dos seas recursos,
tratase de abastecer pelo meio msis (scil e me-
nos dispeodioso estat povoagea com meccadorias
de procedencia estrenua, do eatimular e ampliar
a esphera da sua aclividade, dando extraegao at
aeut productoi, o tornando possivel o aproveita-
meoto das immensas riquezas naturaea que nos
valles desses grandes rios jazem inutilisadas e
sam valor; finalmente de franquear adminis-
tragas oa meios de estender a aua vigilancia, pro-
tecgo o repreaso a esses lugares remolos, hoje
quasi ioteiramente iseotot dssua influencia.
A providencia abrindo etta vaala estrada fluvial
do Paran, parece htver-lhe fadado a mais enr-
gica o benfica influencia aobre a sorte das popu-
lagoes do sul do imperio. E' por ella que ae de-
ve fazer a permutagio de productoa e de ideas
entre uma parte importante das provinciaa de
Minas, Goyaz, Malto-Grotso, S. Paulo, Paran,
Rio-Grande do Sul, e ai repblica! do Paraguay,
Argentina e do Uruguay ; por ella e peloa teut
afflueotet que a populsgo e a industria se diffun- i huma empreza
diram por esass ampias e ferteis regies, hoje em i sentar,
grande parte ermat, e que a riqueza e a civiliaa-
gio ijo aquecer, Iluminar a fazer medrar as po-
voages que sbi vegetara enfesadaa pela quasi
completa segregago da aodedade humana.
O Mogy-guass, como o intermediario entre a
grande linha frrea de Santos, toma possivel e f-
cil uma immeosaenao interrompida via de com-
munieagio rpida, barata o commoda, entre o
porto de Saotoa e todoa ot pontos dat extensas
margeos do Paran e dos seus afflaeotes. Eis o
grandioso pspel reservado navegagio do Mogy-
gaass.
Cumpre-nos, porm, jaatiflear a preferencia qae
lhet damos tobreot oulrot afflaentea da margen
eaquerda do Paran.
Langando-te oa olhos tobre o mappa corogra-
phico da provincia v-te que a Serra do Mar, bem
como a que te prolooga da Hsntiqaeira, e que
em alguna lugarea te denomina de Araraquara,
aervem de mtnancial i uma multido de veas
de agua, que ttguiodo, na direcgo geral do oeste,
vio afioal confuodir-ae nos tres caudaloaoa nos,
oXParanspaoema, o Tiet e o Mogy-Guass, tri-
buarios do gigantesco Paran, faz comente ex-
cepgXio o Parahiba, que, aeguindo em direcgo
oppos.ii ioterna-ae pela provincia do Rio de Ja-
neiro. I
Com quanto as origens primitivas de lodot es-
tes rios ae aproximem maia ou menot do littoral
martimo, nem todoa offerecem aa meamaa faci-
lidades pora li
nenie.
Quanto ao Paranspanema ett averiguado qae
(feroce 24 leguaa de fcil navegagio desde a saa
foz at confluencia com o Tibagy, mas desti
podto em dianta nio succede o mesmo ; pouco
cima eneontra-ae um jupia ou redomoinho em
logar onde o rio se a perla em canal de poacot
bragas de largura, aeguindo-se depolt uma serie
de corredeiras, baxiot, itapuavat e cachoeirat,
com pequeos intervallos uma das outraa at i
foz do Iterar.
E' verdade que tubiodo-te pelo Tibagy, ainda
se obtem maia cinco leguas de boa navegagio at
a confluencia deale rio com o Congonhat, oa um
pouco cima ata liba doa Passarot ; nio pode,
porm, ella continuar d'ah em diante pelos nu-
merosos o gravet embaragot, que obstraem o lei-
to do rio.
Iocontestaveis aio, pois, ot tervigos prestados
pelo Exm. Sr. bario de Aotonina com o desco-
brimelo desaaa 76 leguas de bella e deaempedida
navegago desde a foz de Googonbss al o pooto
de desembsrque do rio de Santa Marta, 46 leguas
distante do (orle de Miranda (Malto Groiso). Para
melhor se avaliar as vantagens desta' nova via
fluvial, em relago enliga pelo Tiet e Rio Par-
do, lembranos que esta tioha a vencer 113 ca-
choeiras, e a exteosio de 564 leguas desde Santos
ao Cayab, en quanto aquella apenas eneontra 3
cachoeiras e a extensio de 374 lgaos desda An-
tonina at essa capital,
Nao devenos, porm, esquecer que de Anto-
nios ao ponto de embarque no Tibagy, ba 70
leguas de caminho terrestre, dat quaet SO por
maltas, cajs enrgica vegetago crea incessante-
meote obstculos ao tranaito; que de Castro em
dianle eoconiram-se 40 leguas de caminho ermo
ateo porto do Jatahy ; que toda a linha fluvial,
desde este ponto at o de desembsrque no rio de
Santa Mara, tamben deserta e sen recursos ;
enfin, que para chegar-se ao Cuyab aioda tem-
ae de percorrer 186 leguas.
Embora, pois, esta via de communieagio para
Mallo Groaso seja superior a todas as que at hoje
sao conhecidas, e excellenteem ti metma, tenba
preatado, e de va ainda continuar a prestar gran-
des servigos para as relagdes officiaes, nao pode
comtudo ser de muito auxilio ao eommercio, em
quanto a populsgo e a iodustria nio se esten-
derem ao longe delta.
Uma empreza que tomasse por objecto tornar
regular e (requeme a navegago doParanapaoe-
ma nio se poderia sustentar, porque nao teria
mercadorias ou pessoas a transportar, e portanto
nao perceberia uma renda suficiente para cobrir
oa capitaes circulantes e os jaros dot ctpilaet fi-
los que lbe teria preciso empregar.
O Tiel, correodo por valle populoso e culti-
vado, e paasaodo meia legua distante desta capi-
tal que ot ferreos-carris vo brevemente ligar t
praiaa de Santos, te prestara a uma ventajosa
navegagio, seoio fossem 55 cachoeiras que ae en-
contrara desde a sua foz at Porto-Feliz, alm daa
que existem na parte superior do seu earso. En-
tretanto era esteoutr'ora o camioho frequeotado
para Mallo-Grosto, e aioda delles se servem al-
guna commerclanles, que, atravz de immensos
trabalhos e perigos, veem pelo sea affluente, o
Piracicaba, receber sal e outros gneros na Cons-
tituigio, para traotporta-los a povoagSes de
Goyaz e Mioat, tilot as proximidades do Rio-
Graode ou Paran.
Os prodigios de que capaz a iodattrta huma-
na nao not permiltem julgir para tempra con-
demnada a navegago deste rio ; mat, por certo
que longe ainda esli os lempos em que scien-
cia eos capitaes accamulados pelas gerages hio
de vencer as dificuldades naturios de seu lveo,
de modo queae preste ao livre aseguro transito
do eommercio.
Resta-nos tratar da navegabildade do Mogy-
guass.
At margene deste rio, estando maiaoa gnos
pov-adas, ha muito que a navegagio cooheci-
da, posto que pouco frecuentada aeja. Sabe-se
que nelle smente encootram-seduas cachoeiras
a de Pirassunuoga, junto da freguezia deste no-
rae, eade S Bartholomeu na distancia de poucas
leguaa da aua foz.
O grande volume de aguas, com que este rio
passa junto cidade de Mogy-mirim, noa (az acre-
ditar na posstbilidade denavega-lo desde ah por
pequeos vapores que demandera poaco (nodo.
Assim, esta linha fluvial poder approximar-se
at 40 leguas do grande norte martimo de San -
toa, distancia esta que fita como qae anoallada
pelo camioho de ferro que deva ligar a exlremi-
dade della a este porto, accrescendo que encon-
trar em Mogy-mirim nao smenle um mercado
imnortanle, como tambem oa recursos qae te po-
de tornar necessarios para a gesto da em-
prfca.
Ainda quando a via fluvial nio se estenda alm
de Pirassununga, ou a frrea nao chegue a Mo-
gy-uirim, c.mpre que ae atienda que aquella
freguezia dista 9 leguas de S. Joio do Rio Claro,
e aquella cidade 11 leguas da de Campinaa, ten-
do portaoto em todo o caso fcil ligar-se por ama
boa -e breve estrada de carro a via fluvial e a
frrea.
Talvez se duvide da navegabildade do Mogy-
guass, e se receie aue existan outras dificulda-
des alm das duas que indicamos. A oosss as-
sergao, porm, funda-se nao s usa aatoridadea
do enaaio estatistico do marechal Muller, e da
memoria aobre a navegagio feita em 1817 por
Joio Caetano da Silva, como na de peasoas bem
informadas edigoas de crdito, residentes nos
municipios visiobos.
Se porm a navegago deate rio devease parar
na sua foz, offereceria ella am dos priocipaea in-
convenientes da do Paranaponema, e que nio
aeria possivel torna-la frequente o regular por
falla de transporte a fazer, pota escassa a po-
pulagao qae habita as suas margeos abalxo de
Pirassununga, e pouco avultada a sua prodc-
elo ; assim, sobre esta baso exclasivamente ne-
bem calculada sa poderia as-
o
POR
YOMALE.
XXIX
( Continua gao do n. 151. )
Faltos I.... calumnia I.... se fosst um no-
quero me dissesse ido, mu caro lhe sabi-
na o insulto I
<' Pois outro nomo nio se pode dar t suas
'avraa. E' a primeira vez que o oago accosar de
uaasiool Sabe i quanto se arrisca, fallando
._. maneira; sem eo meos ter uma prova em
abono do qae ae atreve a dizer? I
E quera lhe diste que eu nio teoho provea
para confundir o seu protegido? repliquei viva-
aV-|atii
?!.... e qae della* ? perguotou-me a
gesto de escarneo; moelre-as I...
" cega-o e obriga-o a oommetter
Julio I Teoho pena de voc,
eitimava-o alguma cousa;
mas j vejo que me engaara a sea retpeito: o
sea procedimento, e ois que indo as suas fallas
de ha pouco, me fneni conhecer o quanto voc
perigoso emu. Nio quero que continu a ler
mais relages com liaura ; prohibo-lhe que lhe
torne a fallar, que procure mesmo tornara v-la.
Emende-me? t
Piquei un momela indeciso tobre o que ha-
via de lhe reiponder.! Nao tei, nem posto ainda
boje explicar o motivo, q,e me fez suspender um
tostante antes de lhe Samar a fallar.
Seria presentimento '.de que ia commetter uma
tolice, deixaodo-lbe vea as armat com ti qaaet
me dispuoha combate* t aeu afilhtdot pare-
ce-me; porque uma abstVacg&o completa de ideas
reteve-me por alguna st.g\iodoi a palavra not la-
bios. \
A colare que i principio pareca dever" arras-
tsr-me em os seas impetuosotsreptntet, acalma-
ra-se de todo e eu readquirira o jmea-saqg.ue (rio
utual. Porque hetitavs, pois?
D. Josepoina, 4 verdade qae, qaaado me sor-
pren leu a fallar tos com Laura, te mostrara por
extremo furiosa; qaizera mesmo fazer contigo o
qae costumava fazer com o aeohor ton marido;
isto eotrar no jogo das deseompottoraa e ul-
trages Mat ao ver a attitude com que a recebia,
amacisra se um pouco e fallava-ma com um mo-
do, que mallo admirara a quem a conheceste.
Nao tioha, por lano, muito de que me qaei-
xsr a sea rtspeito, n aquel la occasio ; 0.... com-
tudo, fique! um momelo calado. Ao ve-la, po-
rm, dar um pasto, como te quietse retirar-se
para a cata; auattve-a com am gesto, qao a fot
estacar atsustada.
s*0ac4-ojo, D. Josephioal dliH-lba eu coa
iotimativa; a senhorsi pede-me provas do qae eu
acabado dizer docommendador Felicissimo? I...
peis bem. eu teoho etiaa provas; eu Ib'aa mos-
trarei, se quizer ; coral tanto que se nio effectue
um tsl casamento.
Mostr, te at tem; mu nio imponha con-
digoesl reipondeu ellajcom impaciencia, mat re-
celosa.
Nao imponho condigo alguma, senhora;
retorqui estimulado, peco-lhe nicamente qae
aio pente maia em obruar tua fllha a contrahir
semelhaote enlace com im homem, que a senho-
ra ha de brevemente ree,dnuecer como um assas-
sino.
Aiods I
E por qae nao?!..',. fallo-lhe com calma e
com todo o meu aangue Itrio. A senhora nio es-
t acostumada a ouvir-me tallar assim? admi-
ra-se? pois afirmo Iba, juro-lhe |mesmo,j;-
quizer, qae o que digo oxactp4_ -pata ver-
luade. ~- -1 -"'
Mat.... te ts tuaa provis nio mo conten-
tarara ? diate-me com iodjedsio.
Oh 1 bao de talia(aze-la planamente, mlnha
senhora; ea Ih'o attegur: repliqaei framente.
Por que?
Tanto, coolinuei no mesmo tom, tanto hio
de contenta-la, que a seohore talvez vi flcar bas-
tite zangada coa o sea futuro gearo.
Mas, por qae? nio m'o dir voce por uma
vez, Julio? repella a miaba intertocutora, insit-
tindo.
Urna palavra, D. Joasphna ; tornei, flugin-
do nio prestar atteogio i tua pergenia. A -
ohQra. oonheeo a Ultra do commendador ?
Para compreheoder-ae i sua importancia na
actualidade e no futuro, devemos nos lembrar,
que esta navegagio e destinada a servir do tron-
co desde j a duas linhas, das quaes a primeira,
subindo o Rio Grande ou Paran at onde for ca-
vegavel, deve abrir communieagio com Uberaba
o a parte da provincia de Minas, que se estende
ao longo dalle, e a segunda, deacendo este rio,
deve internar-ae em Goyaz pelo Paranahyba, pelo
rio doa Rola e outros affluentes navegavats a abas-
tecer aa importantes povoagea siluadaa em suaa
margena.
O Paran, alm da foz do Paranahyba, offerece
dous grandes obstculos navegagio, os salios do
Urabapungs e daa Sete Quedas ; oio acredita-
mos porm que sejam invenciveis ot esforcos dt
ciencia.
Cumpre, portanto, estuda-los, e depois que
estiverem funccionaodo aa duaa primeiraa lindas
e os seus benficos effeitos se hoaverem come-
gado a derramar pelas .margeos do Rio Grsnde,
em um futuro que talvez eateja maito distsnte,
convic-atacar esset oblaculoa de modo que a et-
tablega uma terceira linha qae, aproveilando-se
de parte dos importantes descobrlmentos.do Eira
Sr.fbarin de Aotonina, deve ligar-te a navega-
gio do Iviolieima, e por.ella penetrar nfa cora-
gao da Malto-Grotso ; ~e finalmente oir, que
depolt de costear a parte oriental da repblica do
Paraguay, e do superar ou ladearas Sete Quedas
encontrar
tico.
Talvez te julgae dematiidamec
plano, e por consegulnle irreallta
mos, porm, qas nao propomoe a i
cogi das duas ultimst linbit que
navegagio alm do Urabupunga ; cam
q"? desde j so eomeee a estadar
dificuldades a vencer; o, segundo r
desse estudo, a prudencia Indicar a
mais opporluna para smprehender-ae
vigo.
Demals, semelhanta argumento eeti
nenhuma empreza jimais aspiroa a trilhar
sendas, qae nio a rota vulgar, aem quo
a latar contra ella ; maa. felizmente para a
litigio humar a experiencia tem provadp a
fslsidade a ineficacia : pasaemos adiante.
Procuraremos agora, com ot dados qae
mot. demonstrsr a pratietbtlidije da d
meirat linhas.
Neuhum roleiro eteripto lemot sobre g
gsgo do Rio Criada oo Paran na
rior i foz do Mogy-guaas ; consta-nos
que nenhum grave embarsge obstruo o teu !
o ni lecgo que edeode te at Uberaba; e i
sim mait, qae ella tem sido frcqaentes ve
perpasssda por grandea canoas qas vem a Ce
tituigio abastecer-se do diversos gneros,
tambem averiguado pelas explorsgss ordensdtt
pelo Exm. Sr. Vaseoncellos. ootio presidente do
Minas, e effectaadaa pelo engenheiro, oSr. J. B.
du Veroay. quo na exteotao de 40 leguas diado
o ribeirio Vermelbo at o cachoeira de Bocaiaa,
elle ae presta livre navegagio anda era tempo
do rigorosa aecca.
as 30 legaat que te etteodim ds foz do Mogy-*i
guaas do Ptranabybs, nenhum outro estorvo
se eocootn alm di cachodra da Palmas, qoe
acha em meia distancia daquelles dous pontos,.
Poilo que di tuicinli memoria de J. Caetano da
Silva, a qae noi referimos hi poico, nio te de-
duza um coohecimeoto drcamalancfado desta
obstculo, de modo que pomm avaliar approxi-
madamente ot esforgot precitos para supera-lot,
not inclinamoi a crer que nio terio ettei de ni- '
tereza tal, que exijam despezea incompativoit
com os recursos o as conveniencias da adaall '
dade.
Quanto ao Paranahyba, sabemos qmt as 20 le
guss que vo de saa foz i do sea affluente o rio
dos Bois, smente existem duss cachoeiras, 6 le-
guaa cima da aua foz; a primeira, a qoo oooe
explorador deu o nome de Santo Aodr, a 10
legan alm desta a de S. Simio. O rio dos Bois
aempre oavegavel at 9 laguaa de Anicams, que
dista li da capital de Goyiz, menot, porm, anadjbj
mezet de sgotto i outubro, oa aioda aorembro *
quando ia aguat vem tirde.
Asiim, ainda quando convenbi fazer desde
ai necetiirin deapezaa pira destruir aa daar da-
choeirat do Ptranabyba elevar a navegago pelo
rio doa Boit, e pelo Corombi iocentro dettoyaz,
couvir por corto deavanocer. a nica difflculd-
de que embaraga a navegagio desde Uberaba f
foz -do Paranahyba, aflm de activar e alargar ar
relacoes commereiaea di noaaa provincia com>
uma parte importante daa de Minas o Goyaz.
Estas relages, qae j na actualidade tem baa-
laote valor, nao obstante a imperfeicio dot meios'
de trantporte, sem david toma rao am tabito
e Immento desenvlvimento |detde qae o ae*
vigo for feito por este motor poderoto o econ-
micoo vapor. -
Para argumento irretpoodivel baaja lembrtr-
mos o exemplo de oivegtciodO/matooai o nu-
mero de^wsgsfcosquo em 1853 foi de 691 in-
dividuos, em 1855 elevou-se a 2,711 quaai o qaa-
druple, nio obstante a epidemia, o aa mercado-
rias trantportadaa augmentaram na meama pro-
porgo.
A falta de dadoa eslatiaticoa nio pormitto quo
te posta desde j (izar idea exacta da popuiagio
queae pode ulilitardettaa duat liobado nave-
gagio que ae entroncara no rio Mogy-guass,
nem da maaaa de mercadorias qae por ellas de>-
vemaer exportadas o importadas ; aervindo-noo/
porm, de um mappa ltimamente publicado
diramoa que a a popuiagio do municipio do U-
beraoa eleva-ae a 22,500 pattoii livres e 4,500
eicnvot, total 27,000 ; qae ot valores exporta-
dos orgam por 251:8009 e os importados por*...
214:589, total 46:380z). *
Aioda dedatidoa deatas sommaa os valores djuad/
preforiram a viagam terrestre i fluvial, o rosta 1
te basta para fp-nos conjecturar a grande ".JT
portancia do tomca'Mio p/ue pela na^s^aHttJmf^-
Mogy-gusss dev aVabastecer aa populagoet do
Minai o Goytz, viiinhta do grande rio.
Paasando agora a tratar da possibilidsde de le-
var esta via at as Seto Quedas e liga-la do
Ivinbeim, lembranooi qao ot rotiirot dtt via-
gens feitas pelo capito Joo Aatonio Cabral Ca-
mello em 1727, e pelo coode Azambuja, D. An-
tonio Rohm em 1757, a memoria escripia em.
1792 por Francisco de Oliveira Barbosa, e as aam
rages, dsi explorages feitaa pelo conego JdtM
Ferreira de Oliveira Bueoo em 1816, e pelo Si
J. H. Elliot em 1815, nos certificam quo o Para-
n nenhum embarago oppe i navegagio desde a
foz do Paranahyba ataa Sete Quedas, alem da ca-
choeira do Urubupaoga, meia legua cima da fos
do Tiel o do Japia que Oca um pouco abaixo des-
ta. Nao noa consta qae o Urabupunga tenha lid'
examinado aciantfica mente, de modo que te
potta formar am jaizo exacto da gravidade dedo '
obstscuto ; entretanto, visto que nao tem podi-
do impedir totalmente a navegsgao, embora lef-
ia quasi qae ao modo primitivo doa aelvage ^
de esperar-se que, codeado aos esforgos d
dustris, deixe a paasar livre e desemp Ja.
Mas ainda quando assim nio aacceda, e t ta-
le de ligar a navegagio auperior do Salto in-
ferior por algamaa bragas de csminbo terrestre,
ou por um canal, parece-nos que esta via do asa
commuoicagao nio serado desprezar-.se. *"
Quanto ao Jupia, potto que o- conego Bueno
o descrevt com um grande recite de pedra, q-
se estende de uma a oulra margem : deixao
apeoaa um eatreito canal por onde as aguas
precipitam om rodamomho, de modo que naso
possivel levar aacinoaa aenao i sirga ; o espita "
Cabral aatevera te-lo patudo i remo, e o cea-
de de Azambuja aconaetfaa qae procure patear
longe delle, o que evidentemente indica a mtsliti-
plicidade de canaea, ou em todo o o*ae a pooai-
bilidide de evitar-te este perigo.
Compre aioda advertir que o corso do Paran
interrompido por ama mallido de Unas, o qae
necessaria mente bada dificultar a navegagio da
noute, e assim tambera que aubjeii s tem-
pestades produzldat pelo vento tul, que om con-
sequencia da largura do rio, levanta nelle enor-
mes ondat temelhautet ai do ocano.
Alguna viajantes itieverim que na fea da Tie-
l deve ter o Paran meia legua.de Jargjjt'a pou-
co mait ou meaos, exleocjf que o Sr. Elliot
Jirma aar maior do que a irie aepar a cidade
Rio fe- Janeiro da de ttitberoby, isto ,
uma e meiaa duat leguas abaixo da foz do Para--
napanem
SaV
V

*
(
pam-
taf-,
si
(Continuar je- fto.j
I Sim.
E a do sea compadre, o defonto Manoel
Francisco?
Qoal?
Aquello tertanejo, que o scompanhava aem-
pre qae vinhs do engenho para aqai, para a ci-
dade. 1
Ah raim ; j me lembro. Aioda nio vi le
Ira delle; mu ptra que me faz eatai pergantit?
Vej ouga 1 reapondi-lbe, tinado da algi-
betra oa pjpeit, que netst metmi maaoia estiva-
ra compulsando com Jorge.
Oqtfe?l aortas!.... pirgantou-me ella,
cheganddMe para mim curioss.
s;.i; cartas. Tem alguma cousa a dizer?
o; maa....
be de quem sio estas cartas f
commeodador?
Sim, e tambem do tal tea compadre. Sabe,
de que ellas o secusam 1 o que provam
cootra aquello a quem a tenhora quer fazer o seu
genro?
Nio.
Provsm qae foi ello quem mandou matar,
ha cousa de om anoo, o capilio Miguel Felippe,
que a senhora muito bem conheeea ; ditie-lhe
ou em voz baixt, maa rpidamente e inclinan-
do-me para o aeu lado.
Como?!.... exclaman ella atnita e quati
aterrada.
Quem mandn matir o capito Miguel Fe-
lippe, foi o commendador Pelicittimo; repeli-the
ottra vos em voz baixi.
Nio; isso impoitivel I.... mentira!...
Obrigado I mu a aenhoraengana-se o ha de
sriepender-ae.
. Mu... o Miguel Felippe, Julio ; o MimI
Felippe fest morto por um capito de navio mer-
cante ettrangeiro I replicou a mulher de D. Luiz,
chegando-ae ainda mala para mim, com vivaci-
dade.
Nao;. Jotephioa ; o verdadeiro aalor det-
it morte foi o commeodador Felicissimo.
Eil ?!!!...
Sim elle: estas cartas o provam de mait.
Estas car as to escripias por elle meimo e pelo
ertinejo e amboa elles ae confestam os autores
do crirae Duvida? quer a aenbora mesmo ver?
Oh d-me, Julio 1 d-me eatai cartas 1....
ea lhe pi o I tapplicou-me a velhi fra de ai.
Ni ; ouga I.... eu at lerei para a aenbora
ouvir; e (U meogio de me encaminhar para-o
banco ec que ha poucos momentos eslivera com
Laura, ct ividando-a oom um olhar a aaaonlar-
mo-noa elle.
Ella tjccedeu tcitamente ao meu silencioso
convite eu priocipiei a ler-lbe ou antea a reci-
tar-lhe > a caros papis em qaesto.
Meu C tus, vos nio me dettei pretaleocia de
ler ii pa xaes que io embstem no-seio e te vem
reflectir mmediatameote no rosto dos homem....
lodtvta, por maia joven que ea fotte,
contraegoea aucceasivas e aa cambiantes
uelle roeto encarqu-'ihado e rugoso, co-
Iho ptrgsmiabo que ae lecha approxi-
fogo, eu devia reconhecer que nao eram
a raiva, o espanto o a vioganga ; mas
a eobiga, a astucia o mil outros teoti-
divertos, os que se enlre-cbocsvsm
cor agio egosta I... ntquelli velha gar-
ido,
"A
tatja.
ade-
nao I...
ao ver al
cores da]
mo um
mado dd
somentt,
lamben
melos
nsquelle
rida I
Or
Lian ; te oio lhe livease fallado e tratadOvQOOa,
lio bAa (, pateoteando-lhe ot meas meioi-do
tegao, o nico recurso (qaeta sabe?!...) de dcao>
gar a nio daquelle que amava..... talvez.... sim
talvez que nio a tlveaee para sempre perdido.
que oio me viste agora t e taciturna, aaj
nhando inteiramenle deticompinhida de
iqaellit affeigoet que nos foram dadas, para
visar a notti pastigen na torra I
Mas nao auccadeu assim.Creante li.. endjBr
xei-me teduzir pela voz oaganicada,daqella
gera ; cooflei-lhe, podo que com alguma
oincia, ot meus valiosos papeia, na espera
que ella ae declarara aberlastente meu favor,
edeapojei-me neaciamente daa armas que a Pro-
videncia depositara naa miaras mioa.
Os presentimentos raraa vetes engaara.
Parece que uma vos secreta noa adverto i
que vamoa commetioa o nos censura ar,
mente as aberrage por que noa delxamos l
viar. Esta voz, tbida da intimo do nosso <
e quasi aempre desattendida, por noa
riormente lamaolada oom sincero arre
meoto.
O meu pmetro impulao, ao tapar ir-me dJB
Josephloa. mi correr alraz della a tomar-lhe__
cartaaqae lhe dera. O mal, porm, j eslava fal-
to : a velba. desapparecera por baixo das i
dirigindo-te para a cita, tem duvida mi
itsleta do que alcingiri.
(ContiniuurM

/
I aa ea nio a tivetso ooeontrtdo nquel-
ll di j se ea nao (otse por. ita wrpraedido oom
"P
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PIRN.TTP.DI
iy *#ARU*F1


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