Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09564


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Full Text
AIIO XXIVUl. IIBI0187
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Fr tres
ferffts mnt
QD'HTA FlIA 10 DI JDLHO DI IICl.
P.ruit adiiiUdt il|60O
Prts fraies para iibstrlaHr
EMCAR
8DBSCRIPCA0 DO NORTE
Parahybi Antonio Alejandrino de Li-
na ; NajH Antonio Marques da Silva;
Aracaty, tt de Lemoi Braga; Ceari o Sr.
J. Jos i Hiri; Mtranhio, o Sr. Joaquim
Marques ] Irigues; Pira, Manoel Pinheiro 4
C; Amazo i, o Sr. Jeronymo da Costa.
^K>S DA SUBSCRIPgXO DO SOL
Sr. Clandlno Falco Din; Baha
rtini Alves ; Rio da Janeiro, o Sr-
Martina,
PARTIDAS DOS COB REOS.
Olinda todoa oa diaa aa 9)4 horas do dia.
Igaarass, Goianna, a Pirahyba as ssgnndaa
ssztas-feiras.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Caraar, Altinho
Garanhuna as turcas-feiraa.
Pao d'Alho, Nazarsth. Limoairo. Brejo, Pos-
queira, Iogazeira, Floros, Villa-Bella, Boa-Vala,
Onricaryc Ex naaquartaa-feirae. '
Cabo, Serinhem, Bio Formoao. Dna.Barroiroa
Agua Preta, Pimentelraa Natal quintas feiras.
(Todoa oa corrtioa partam aa 10 horas da manhaa
BPHEMER1DES DO MEZ DE JULHO.
4 Qearto crsscanta as 8 horas e 20 minatos da
manhaa:
11 Laa chela ios 2 minatos da manhaa.
18 Quartomingsante as 2 horas e32 minatos da
tardo.
|*6 Laa ora as 6 hora o 24 minatos da man.
PREAMAR DE HOJI.
Primairo as 3 boraa e 18 minatos da manhaa.
Segando as 2 horas e 54 minatos da Urdo.
PARTIDA DOS VAFORE3 C03TBIROS.
Para o sal at Alagos 5 a JO; para o norta
at a Graoja 14 o 29 do cada mez.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Pafa o Recite: do Apipvcot a 6 lft 7, 7 1|2, 8
e.8 1|2 da m.; de Olinda s 8 da m. a 6 da t.; da
/MiMo s6 1|2 da m.; do Caxangi a Varzta
s 7 da m.: de BcmAea s 8 da m.
Da Radie : para o Apipucos a 8 1|2, 4, 4 1|4,
4 1|2, 5, 5 lid, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda ds 7
da as. a 8 tp! da t.; para Jaboato s 4 da t.; para
o Caxang a Yarxia s 4 1|2 da t.; para BemAca
as 4dat;
AUDIENCIAS DOS THJBUCUKS DA CAPITAL.
Trlhanal do commereio : segandas quietas.
Ralago: tarjas a sabbadoa a 10 horas.
Paionda: quintas s 10 horas.
Julio do commereio : segundas ao meiadia.
Dito de orphlea; tarcas a aeitas s lOhoraa.
Primeira vara do cirel: tercas e extaaaa moio
dia.
Segunda Tata 4a ciTel: qaarlass aabaados i
hora da urda.
DAS DA 8BH.
7 Segunda. S. Pulcberia rX
8 Terca. S. Protopio m. ; 8.
9 Qusrta. S. Cyrillo b. m.;S
10 Quinta. S. Jaouarioe aeas.
11 Sexta. S. Sabino; Ss. Sidron
2 Sabbado S. Joo Gaalberto .
13 Domingo. S. Aoacleto p. m:;
ASSIGNA-SE
o Recite, om a livraria da pra
dencia ne.6e8,dos proprietarioe
roa da Faria 4 Filho.
todwpen
Figaai-
PIUTE OFFICUL
----------------------------------------------
MVHU0 DA PROVINCIA.
ante do da de I alna
de 186S
OHcio ao Exm. bispo diocesano. Paseo s
mos da J. Exc. Rvma. copia do aviso do minis-
terio dn^imperio de 21 do soez Ando, no qual
sorecoaeaendadas algumas providencias acer-
ca dos eaeerdotes que com prejuizoda disciplioa
da igreja nio exercam os benencios eclesisticos
de que otwsjiio gozo, afim de que V. Ext., dan-
do-lhe a merecida altanero, ae digne de habili-
tar-me com aa ioformacoea necessariaa, para
Saa P??!L d,l Bviso ler e"onSo no que
determioaw respeiio do pagamento das con-
gruas doa qoe ae acbam em semelhaaie (alia.
Dito ao Commandante das srmas. Sirva-se
V. S. de Informar sobre o incluao requerimen-
to do retrata Manoel Soares da Silva, que pede
0 prazo do 15 das para provar isenco legal.
Dito aoahesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
apresentar boje s 10 boraa da manhaa ao Dr.
chele de polica, deas pracas de primeira lioha,
afim da escollaren) im desertor at a provin-
cia da Parahiba. Communicou-se ao ehefe de
polica.
Dito ao presdante da ralaco. Accuso a r-
ceoslo do ofllcio de 5 do correte em que V. S.
commoaiaoB-me ter concedido no dia 1. deate
mez 30 toas de licooca com ordenado ao desem-
bargado* los Pereira da Costa Molla.
Dito sa desembargador procurador da corda.
Sirva-ae V. S. de inlerpor o sea parecer so-
bre a matarla do incluao officio que em data de
2 do correla dirigio-me o juiz municipal do
termo do Pao d'Alho com.referencia ao vigario
? fra>a detoit.Communicou-se ao Exm.
hispo dtocesano.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Declaro I V. S. para aeu conbecimealo e direc-
Sa0 $ pelo brigadeiro commandante das ar-
mas foratdeeigoado o capo Antonio Francisco
a Avila, para incumbir-ae da condcelo do dinhei-
ro qaeaasa repsTtigio tem de enviar para Oe-
ncury a aer apphcado no pagamento das pracas
destocadas. *
Dito ao r" ,o. Picando inteirado do con-
o ie inlormacb de 4 do correte sob
n. eiS,Te emendo V. S. a expedido de suas
ordena* p*ta qae pela collectoria de Cararu'
seja paga a importancia que o delegado daquel-
le termo pro va haver despendido com a forra-
gem, a contarlo primeiro de margo deste aooo,
para o cavallo do soldado da compaahia flxa de
cavallaria, qqe alli se acha destscido.
Dito ao mesmo. Attendendo ao que V, S.
expoz em sen officio de 5 do correle sob o.
617, o autorice a despender aob mioha respon-
sabilidade nos termos do art. 5. 7.. do de-
creto n. 2,881, do primeiro de fevereiro deste
anno, a quantia de 5:442*300 rs. seodo 4:900
pela verba graliflcic.dei diveraas, 608025 rs.
pela rabrica diversas despeas e aventases, e fi-
nalmente 4825275 rs. pela verba colonia mili-
tar, todas pertencentea ao ministerio da guerra,
afim de que possa occorrer aos pagamentos que
anda se tem de fazer 00 exarcicio em liquidaco
de 1861-1862 or coota de taes verbas, cajos
creditoa acnaa-ee extinctos, Cmo se ve da de-
mooatracio qae acompanhou ao citado officio.
Dito ao masmo. Estando em termos os in-
clusos documentos que me fdram remettldos
pelo commandante superior deste municipio
com officio de 4 do corrente sob n. 59, mande
V. S. pagar os Tencimentos relativos ao mez de
janho ultimo dos offieiaes de primeira linha, cor-
netas, alarios e tambores empregaios nos cor-
pos da guarda nacional desti capital, e bem aa-
sim do aloguel vencido deade fevereiro at o ci-
tado mez de juobo di casa em que funeciona a
secretaria daquelle commando superior.
Dito ao mesmo.Commumco V. S. que em
aviso circalar de 9 de janho ultimo, junio por
copia, dealarou-me o Exm. ministro da marioba
ter oficiado repartico da fazenda afim de ha-
bilitar easa thesouraria com os fundos necessa-
sarios, para supprir t despezas que se tem de
fazer no presente exercicio com a acqnisicao de
120 retratas qu? tem eata provincia de fornecer
para o servico da armada, alm doa voluntarios
que aa apreaentarem, e dos menores precisos
companhia de aprendizes marinbeiros, devendo
correr por coatado municipio da corte o que se
despender para tal fim, que ser levado a verba
despezas extraordinarias e eventuaes.
Dito ao mesmo.Para oa eonvenienlea exa-
mes, paaso s mos de V. S. a inclusa copia da
acta do eauselho administrativo para forneci-
mento do arsenal de guerra datada de 30 de iu-
nho ultiaaa^:
ao.Passo s mos. de V. S. para
unientes, copia do aviso de 21 do
MB que o Exm..ministro do imperio
1 nao sejam pagas aa congruas dos
se nio exercem beneficios ecclesias-
eato no gozo.
Dito ao* inspector da thesouraria provincial.
Recommaado V. S. que em vista do compe-
tente certificado mande pagar ao arrematante
das 450 bragas de empedramento da estrada da
Victoria a quantia de 2.1299600 rs. em que im-
porta a segunda prestaco do seu contrato e a
que tem elle direito, segundo consta do officio
do director das obras publicas de 4 do correte,
sob n. 149.
Dito ao mesmo: Em additamento ao officio
de 28 do mez (iodo acerca do fornecimeato por
arremstacio dos objectos necessarios para o ex-
pediente das repsrticoes provinciaea, declaro
V. S. que a respectiva deapeza deve aer calcula-
da avista dos crditos concedidos, feita a dedc-
elo das quantiaa precisa para oulros fina a que
com os meamos crditos se tem de attander.
Dito ao mesmo. Em vista do requerimento
que devolra, mande V- S. pagar ao teneute-co-
ronel Manoel Joaquim do Bego e Albuquerque,
conforme sdlicltou o chefe de policia'em officio
de 5 do torrente, sob n. 1,045, a quantia de 60$
em que importa o aluguel reocido desde Janeiro
at juoho deste anno, da casa que serve de
quartel ao destacamento da fregaezia dos Afo-
gados.
Dito ao commandante superior da gusrda na-
cional do Rio Formoao. Queira V. S, expedir
suas ordena para que ama guarda de honra da
guarda nacional sob seu commando superior, as-
aista a fasta e acompanhe a procissode S.Se-
bastlao da. igreja matriz da cidade do Rio For-
moao no. i 1.13 do co'rrente.
Bm mandan te do corpa de polica.
jato aos requerimentos dos soldados
do corpo a seu commando Bellarmino Jos
dos Santal s Luiz Caetano Barboza, mande V. S.
dar-Ibes fcaxa, a este por ter concluido o aeu
engajamenito. a aquello mediante aubslituico do
nisano Manoel Vicente da Silva, que para iaso
o jalgsdo po, como consta de seus odelos ns.
295 e 2 a do corrente.
Dito ao e geandante do presidio de Fernan-
do. Camal MP a V. S. para o fim convenien-
te, qae o i lar do arsenal de gaerra acaba de
declarar-me hbJBco de 5 do corrente, sob
d. 179, qae recebidos naquelle eatabeleci-
mento JAasapatos remsltidos desse
presidio, faltando 1 gao completo da guia que
acompanhou dita ra lasa Usa pares de zapatos.
Dito ao director do lenal de gaerra.Infor-
me V. S. qual a quantia, qae abi existe em cai-
xs perteucente os aprendizes
aaancebes.
Dito so mesmo.Contrate V. S.
do hiato nacional Tino a
presidio de Fernando dos
Dito ao
os flus
mez Ando,
determina
sacardoli
ticos de qae
estado, qae se scham depositados nesse araenal,
e qae toram comprados pelo conseibo admiois-
trativo, teodo V. S. am ista as portatiaa de 23
de janho nltimo a 7 do corrente.
Dito ao directot das obras publicas.Conce-
dendo por despacho deata data e sob as condi-
coes conslantea da ioformacSo junta por copia,
ministrada pelo inspector da thoaouraria provin-
cial em 4 do crranle, sobn. 386 a permissio qae
pedio o arrematante do pedagio da ponto doa
Garvalhos Jos da Coats Brando Cordeiro no
requerimento que se refere o officio de Vmc.
n. 142 do 1.* deste mez para eotlocar a respecti-
va barrelra entra a casa de Francisca Mara de
Jess e o cercado de Agostioho Becerra qae fi-
camna meama estrsda : assim Ih'o commanico
para aeu cooheeimento e aflm de que peloa meios
a o aeu alcance inspeccione a ezacta observancia
daquellaacondicoes. Igual thesouraria pro-
vincial.
Dito ao juiz de direito da segunda vara.Desig-
no Vmc. psrs (axer parte do conseibo qae tem
de reunir-se no dia 10 do corrente, ao meio dia
para assistir a tomada da cootaa do cofre daa
multas impostas pela capitana do porto,, cum-
prindo que Vmc. se entend semelhaote res-
peito com o cipitao do porto.
Dito ao juiz de direito do Pao d'Alho__Pelo
aeu officio do 1 do corrate Oquei inteirado de
ter Vmc. mandado recolaer thesouraria de fa-
zenda, por sea irmio Antonio Pedro Cavaleaoti
Lina, a quantia de 3148660, reato da de 4000 que
recebera, por a ter dlspendido a de 859340 com
os soccorros aos indigentes aecommeltidos do
cholera-morbua nessa comarca, e em resposta
teobo a dizer-lhe que aquella thesouraria trans-
miti neata data para oa fias convenientes os do-
cumentos comprobatorios dessa desposa.
Dito ao mesmo.Respondo o officio de Vmc.
de 29 do mez fiado, dizeodo-lbe queda informa-
cao por copis do administrador do correio, data-
da de 5 do corrente, ver Vmc. oa moltvoa da
demora que se tem dado na remessa das malas
para essa villa.
Dito ao delegado do Rio Formoso.Pelo seu
officio de 2 do correle, Bquei inteirado de echar-
se extincta nesse termo s epidemia do cholera-
morbos.
Dito ao Frei Egydio de Garrido.Louvo Vmc.
pelo deaioterease e piedosa aboegacao com qae
acaba de prestar oa aoccorros de seu ministerio
aos habitantes da comarca do Bonito durante a
poca em que alli reioon a epidemia do cholera-
morbua ; e sinceramente agradeco os seus boas
servicos, de que me d coma o respectivo juiz de
direito em officio do 1* deate mex.
Dito ao Dr. Gustavo Balduioo de Moura Cma-
ra. sciente pelo otlicio do respectivo jaiz da di-
reito com data do 1* deale mez do aello. activi-
dade e iotelligeneia com que Vmc. cutoprio os
deveres da commissio qae lhe (oi incumbida de
curar os indigentes affeclados do cholera mor-
bos na comarca do Booito a que est terminada,
louvo e agradeco oa aeua boas servicos alli pres-
tados.
Dito ao superintendente da estrada de ferro.
Pelo officio do engeoheiro da eatrada de (erro da
4 deste mez, e ppela que o acompaoham, Bquei
inteirado de haver-sedsdo naeateco da villa da
Escada am desfalque de dtenlos e tantos mil
res e da recusa por parte doSr. superintendente
interino da meama estrada at que chegue inspse-
soes do Sr. superintendente que ae acba no Rio
de Janeiro, de fornecer ao mesmo eogeoheiro os
livros consernentes a eseripluracjo da companhia
de que carece para exames que jnlga necessarios
a fiscalisaco dos negocios ds via larrea. Nao
podendo ser negado ao agente do goveroo, to
vivamente iuteressado oa marcha regalar da es-
trada de ferro, o exame de que trata, espero qoe
o Sr. superintendente interino independento da
ulteriores instrucQes lhe facilitar os meios psra
esse fim precisos. f
Circalar a todaa as cmaras Convindo come-
car quanto antes a olher-ae noticias e informa-
;oes acerca dos productos do reino mineral desta
provincia, que habiliiem o governo imperial a
promover o deseovolvimento dss differentes in-
dustrias, a qae ellas do origem, recommendo a
cmara municipal do Ilecife, em observancia do
aviso do ministerio da agricultura commereio a
obras publicas de 13 de juoho ultimo qae pelos
meios ao seu alcaoce procure obler, e envi 9 es-
ta presidencia minuciosos esclarecimentos so-
bre este objecto e bem sssim quando for possivel
de amostrar dos productos, pira aeraos snbmettir
das a analise chimica. Entre tudo deve merece-
especialmente altenco a parte relativa a agrcul,
(ara e a mioeracio de ferro, a carvo de pedra-
e de trra, deveodo indicar-ae a respeito destas
saas posices topographicis e as distancias que
existirem entre ellas e os mercados e os meios
de transporte dos prodoctos.
Portara.O presidenta da provincia teode em
vista o officio de 10 correte aob o. 234, em qoe
o inspactor do arsenal de marioha psrticipon ter
sido examinado e approvado na conformidade do
art. I' das iustruccoes annexas ao decreto n.
Asando desligado do 2* bataihio da mesma arma.
O mesmo gonersl (as publico para o fim con-
veniente, qae approvoa o eogajameoto que no
dia 27 de juoho prximo- flodo contrahio o ana-
pegada da terseira companhia do 4* bataihio de
artilharia a p Pedro Goocalvea de Sanl'Aons,
para servir por mais seia sanos, aos termoa do
decreto e reglamento do V de mato de 1858,
conforme participoa o respectivo Sr. comman-
dante em officio o. 243.
Assigoado. Solidonio Joi intonso Perstfa elo
Lago.
Conforme Jott Francisco Coelho, capillo
ajndanto de ordens ancarregsdo do detalhe.
Repartico da polica.
Delegada de polica do primeiro
dtstrleto do termo do Heelfe, 3
de junta o de 1868.
Ulm. Sr. Na samsna anterior, no dislricto
de mioha jurisdiclo, dsram-se as seguales occor-
reociss :
No dlstricto de S. Jos, foram presos a recolhi-
dos csss de detengo ordem do respectivo
sabdelegado : Primo Laciaoo, Valdevioo Bibeiro
da Silva, Fabriciaao Polycarpo do Espirito Santo
e Jos Vital do Sacramento, por infraeco do art.
6 daa posturss mnaicipaes de 30 de janho de
1849 ; Joo Manoel da Rosa, por ebrio e briga ;
Antonio Jos de Areujo, portaguez, caixeiro de
taberna ; Antonio da Costa Oliveira, pardo, por
briga, e Joaquim, escravo de Jos da Silva Ro-
cha, por ser encontrado depois do toque de re-
colber.
No districto de Santo Antonio, alm de ter sido
pronunciado i prisio e livrameoto, como iocurao
no art. 2641 1 combioados com os arts. 34 e 201
do cdigo criminal Joaquim Jos de Sants Aooa
Sibir, que se achapreao no quartel do 9* bata-
ihio de infantaria, a que pertence como aoldado ;
foram presos e recolhldos caaa de detenco,
ordem do respectivo subdelegado: Jlo Eleuterio
de Deua, pardo, oGeraldo Gomes, preto, por bri-
ga ; Antonio da Silva Vilella, branco, portagaez,
e Francisco Salvador Barbosa, para averigaaedea
em crime de estelliooato ; Luiz, pardo, escravo,
requisico de seu seobor Joaquim Francisco de
Albuquerque Saatiago, Jos Pedro de Miranda,
pardo, ganhador, Antonio Ferreira da Silva, criou-
lo, solteiro, Manoel Jerooymo da Silva, pardo, e
Sstyro. crioulo, eacravo de Joaquim Aolonio Csr-
oeiro, todos por brigs.
. No districto do Recite, somonte (orsm presos
ordem do respectivo sabdelegado Jlo Manoel,
portuguez.lpor desobediencia ; Manoel Jos Soa-
res, Jos Ferreira, Sabino Jos de Jess, e Joo
sois, hespanhol, por briga e embriagues ; Pedro
Goocalvea de Lima, Manoel dos Santos da Silva
Mala, portugus, Alexaodre Jos do Asevedo, Jos
tucardo de Jasas Primo, braseiros, e Anaatacio
Jos da Silva, proto, porestsrem brigsndo ; Joo,
preto, eacravo, i requiaico de seu senhor ; Jos
Frocisco dos Saotoa, prato, a Benedicto Forreira
Delgado, pardo, por briga.
No 1 districto dos Afogados, apenas (oi despa-
chada a peticio de queixa dada pelo Sr. Dr. pro-
motor publico do termo, contra Francisco Manoel
dos Pasaos Coelho, e a parda Mara, pelo crime
de eslellionato, previsto no art. 264 4* do cdi-
go criminal.
No 2.* districto dos Afogados. apenas (orsm pro-
sos a recolhidos casa de deteo;lo, ordem do
reapectivo subdelegado Maooel da Silva Baptista
e Amando AlveaPereira, por desordena.
No districto do Poco da Paoella smeate ioque-
riram-se aa ultimas testemaobas do procesao cri-
me contra Maooel Calote, pelos (erimentos feilos
em Benedicto Maximino de Oliveira.
No districto da Varzea, nicamente (oram pre-
sos a recolhidos casa de detengo ordem do
respectivo subdelegsdo : Jos Luiz da Silva, que
passou disposiclo desta delegscia ; o desertor
Constantino de Lyra com destino a chefatura de
polica, e Flix Jos Tavares da Rosa, psra cor-
reccQes.
Finalmente a delegscia de polica do 1* distric-
to do termo do Recite, alm de algans interroga-
torios feitos sobre diversos factoa criminosos, con-
tiauou o processo ex-officio instaurado contra o
menor Maooel Joaquim de Jess, pelo (erimento
leve (eito na peasoa do eatudaote Felippe Daltro
de Cisir ; procedea auto de corpo de delicto no
menor portugus Maooel Marques do Sacramento,
pelas contuses taitas pelo preto Polycarpo, escra-
vo de D. Mara Cysneiro, qae sendo preso em fla-
grante, acha-se recolhido casa de detengo,
ordem deste juizo ; teodo alm disso prendido e
recolhido casa de detengo : o inspector de
qaarteirlo Jlo de Almeida Lims, Clemente Be-
zerra Alvos ds Silva, e Vicente Ferreira de Sou-
zs, por infraeco do art. 6 das posturas muoici-
paes de 30 de junho de 1849; Tranqailioo Agael-
lo Pessoa Duira, para averiguarles em crime de
roubo ; Juveotioo Francisco Lelte, Msrie Clara
doCarmo da Jess e Cirolioo de Almeids Torres
CavalsaoU. por briga ; e bem assim o preto Fir-
Ao 0 de Flores. 2
Ao a a ds B oa -Vista .... Tacara t..- 2 2
Ao juiz municipal da 1* vara........... 3
Ao 0 da 2* dita 2
Ao do termo de Olinda.. 2
Ao 0 a de Igua-rass..... 2
" a B de Goianna . %
Ao a a de Santo AntSo... 2
Ao a. a a da Es-
cada. . 2
Ao*a a do Limo-eiro...... 2
Ao > de Pao do Albo...... 2
Ao > do Cabo. 2
Ao a a 0 do Rio Formoso . 2
Ao > a a de Seri-nhem .. 3
Ao > a de Barrei-ros...... S
Ao a a B do Brejo.. 2
AO a 1 de Cimbres 2
Ao a a B de Naza-reth..... 2
Ao a > a do Bonito. 2
Ao de Caraar. . 2
Ao > a de Gara-nhansj. . 2
Ao > a doBuique 3
Ao a a da Flores .2
Ao a 0 a de Inga-
"* zeira... 2
Ao a a a da Boa-Vista . 2
Ao a a de Ca -
_. brobo .... 2
Ao a a a da Oari-cary. . 2
Ao a a a de Taca-rat.... 2
Ao a a a do Es . 2
Ao promotor publico do termo do Re-
cife..... 2
Ao B de Olinda. . 2
Ao a da Goianna . 2
Ao a B de Santo Anio . 2
Ao a do Li moeiro . 2
Ao a , de Pao d'Alho. . 3
Ao a do Cabo .... 2
Ao. Ao A. do Rio Formoao * 2
do Brejo. . 2
Ao da Nazrelh . S
Ao do Bonito ... 2
Ao f de Garanbaoa. . 2
Ao 1 B de Flores . S
Ao -* B " da Boa-Viata . *
Ao a B de Tacarata. . 2
Ao Exm. visconde de Suessuoa .... 1
. -
1324 de 5 de (vereirVde &"anet"j0o4>a'- ZSSttSZAJSZfcf 0\yt5. por ser en-
reira da Coata, ordena que pela secretaria do go- Mnlfrd Ae?., 'd"l?! de SESOZ -
verna a aa forma do disposto no artigo 3 daL2 !mm "' ollrlc">P>rnao me
iostruccoes de 2 de junho de 1860, se lhe pss-1 ".!" P l f" em,D",1 .o" "peevoi
se carta de eogeoheiro m.chlnUta de baress a subd.ele,do'.. D? >tte as reiteradas reda-
vapor.
Dita.O presidente da provincia attendendo ao
qae ioformou o respectivo commandante supe-
rior em data de 7 do mez prximo findo resolve
conceder passagem para a 6* companhia do ba-
taihio n. 20 de infantaria da guarda nacional do
muoicio de Nasareth ao alfares ds 4* companhia
do mesmo batalho e monielpio Antonio Tavares
de Araujo Lima por assim o haver requerido.
Dita.O presidente da provincia attendendo
ao que reprasentou Manoel Jos Pereira Mari-
ano meatre do biate |oaciooal KTino resolve alte-
rar a portara de 23 de junho ultimo na parte qae
o obrigou o sapplicaote a levar.no referido hiato
para o presidio de Fernando, independentemente
de retribuido es objectos e gneros do estado
qae para alli tivessem de seguir declarsodo qae
ser grstoito o transporte dos mesmos objectos
e gneros qae oo exceder o peso de ama tonela-
da o quesera verificado pelo director do srsenal
de guerra.
Dita.O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana mande dar ama passagem de r para o Ara-
caty no vapor Jaguaribe, em lugar destinado
passageiro de estado a Augusto Gurgel.
Despachos do da 9 de jolho.
fequtrimenloi.
Abaixo aasigoados, e moradores ns Cruz das
Almas.Informe o Sr. director das obras pu-
blicas.
Jos da Costa Brando Cordeiro.Como ra-
quer, devenda o supplicante eolender-se previa-
mente com o Sr. director das obrss publicas.
Loureaco, Africano livre.loforme o Sr. Dr.
carador geral.
Qairino Joaquim Madeir. Informe o Sr.
commandante do presidio de Fernando.
Theotonio Feliciano de Assis Padilba.Iofor-
0 Sr. juiz municipal do tormo de Pao d'Alho.
rms
Commando das armas.
Cuartel-general do commando daa
raas de Pernambnco na cida-
de do Beeite em 8 de jultao de
186.
ORDEM DO DIA N
iral commaodanto das
addldo ao *Tatair
M qaarlel-mestre do
[Tiacis Bernardino Candi
. as
mscoes por mim (eitss.
Dsus guarde a V. S. Illm. Sr. Dr. Carlos de
Cerqueira Pinto, mallo digno chefe de polica io-
ta rioo da provincia.O delegado supplente, Jote
Antonio Correia da Silva.
Resumo do expedieole (eito pela secretaria da
polica, durante o mez de junho prximo
Ando.
Officios dirigidos. N." de officios.
124
39
2
3
5
A presidencia ..
Ao commandante daa armas...........
Ao Exm. bispo diocesano..............
Ao presiente da relaclo...............
Ao Dr. chefe de polica da Parahiba...
Ao a a do Rio Grande do
Norte...........
do Cear.........
do Maranho....
do Para..........
do Amazonas....
do PiauhV.......
das Alagoas......
deSergipe.......
da Bahia.........
do Espirito Santo
da Corte.........
do Rio de Janeiro
de Minas Batas*..
de S. Paulo......
do Paran........
,de Goyaz.......
do Malto Grosso..
de Sants Catha-
rioa.............
do Rio Grande do
Sol..............
Ao Dr. jaiz de direito da 1* vara.
Ao a a
Ao a a a
Ao a a a
Ao a a
Ao B B a
Ao B
Ao B a a
Ao a a
Ao B a
Ao a a a
Ao a a a
Ao a a a
Ao a a
Ao a a
Ao a a a
Ao a
Ao , a
Ao a
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
B
B
B
a
a
B
a
da 2* vara. .
de Goianna. .
a do Santo
Antio....
*> do Limo-
eiro ..;..
a de Pi do
Alho......
do Cabo .
a do Rio For-
moso.....
do Brejo .
deNazareth
mito.
ira-
Ao juiz de direito especial do commer-
eio.................................... 2
Ao presdante do tribunal do commer-
eio.. .... i...... 2
Ao chancellar do coaselado dos Italia-
** ?a > a.ea <"V-'"
Ao censa* da Italia neata provincia. 1
Ao juiz de orphlos e ausentes da ca- .
P'lI :.......... 2
Ao gerente da companhia da paquetes
a vapor ... 1 ..... 1
A agencia dos vapores ...... 1
Ao juiz dos (eitos da fazenda.......... 1
Ao commandante do corpo de polica.. 14
Ao commaiidaute da estago naval.... 6
Ao b do hiato Strgipano. i
Ao commandante auperior interino da
guarda nacional do municipio do Re-
cite ................ 3
A cmara municipal do Recite........ 2
Ao inspector da aaude publica .... 2
Ao inspector do porto...... 2
Ao inspector do arsenal de marioha... 4
Ao inspector da thesouraria de (azoada 5
Ao a c provincial. 4
Ao inspector da aKsndega..... 2
Ao capitlo do porto.................... 2
Ao director do araenal do guerra. ; .- 2
Ao superinlendeote da via frrea 1
Ao commisssrio vscciosdor .... 1
Ao administrador do correio........... 3
Ao administrador daa rendas internes a
geraes........... 2
Ao a do comitero pu-
blico. ... 2
Ao administrador do consulado pro-
vincial........... 2
Ao administrador da casa de detengo.. 61
Ao capillo recrutador da (reguezia de
Santo Antonio........ 1
Ao teoente idem idem do Recite. 1
Ao dito idem dem da Boa-Vista 1
ao dito Antonio Raymundo Caldas
Lins........... 1
Ao official de estado do quartel de po-
li......~..... 2
Aos delegados de policis............... 416
Aos subdelegados de polica............ 19
Parles do registro do porto .... 90
Officios registrados..................... 42
Copias de diversas pecas offlciaes...... 63
Mloutas........... 464
Reservados. _..... 38
Registro de titulo de delegado.......... 1
Registro de titulo de subdelegado...... 13
Termo de juramento................... 5
Despachos \ ..,.*.. 163
Passaportas............................ 45
Vistos nos mesmos.................... 112
Legitimac.e8 .......................... 31
Certido. ..... 4
Termo defiaaca........................ 8
Portariaa a tavor de partes. ,. 1
Matrcula de vehicalos ..... 5
Extratos :........ 68
Mappas estatisticos....... 3
Somata..... 2,079
Recapitulado do expediente (eito pela secreta-
ra de policis, dnrsnte o semestre decorrido de
Janeiro s junho prximo findo :
Em Janeiro 1567
Em fevereiro. 1741
Em margo. 2646
Em abril. 2661
Em maio. 3134
Em junho 2079
Total
138S8
Secretara de polica da Pernambuco, 1 de
j albo de 1862..
O official serviodo de secretario,
Jote Xavier Faustino Ramos.
PERNAMBUCO.
HEVISTA DIARIA-
Somos informados da que o isthmo de Olinda,
que nao ha matlo (ora reparado na damniflea-
cio, que apreaeotsva, achs-se de novo com taes
estragos na altara correspondente 4 Tsearooa,
qae amosca no completo arrombsmeoto. Ora,
Usando-se easa invaao, o resallado or a in-
Ito por aquello lado; mas
!f Uto inconvenieala s
communicaedes, e mesmo a facilidade da viacao
publica, j nao fallando no perigo resultante da
referida invaso por meio daquelle arrombamento.
Importa, por tanto, que em taes circunstan-
cias ae dem ss convenientes providencias com
a necessaria promptido ; pois desta depender
economa de maiores sommss, que por certo se-
rlo nesses reparos absorvidas, se depois de dam-
mOcaclo tornar-se perfeita ruina, e d'ells se te-
nha de carar.
O Sr. Dr. Antonio Rangel de Torrea Ban-
deira declara-nos, que de sua composiclo a let-
tra do bymno dedicado a SS., e que hootem foi
mencionado oeste Diario.
Intormam-noa que por detraz da (undico
do Sr. Bowmam ha urna casa, coostroida em par-
te de tijolo e em parte da madeira, a qaal acha-
se to desaprumada que admira j nao haver ba-
queado.
Diiem-nos ser propriedade do Sr. Alves Bar-
boza, e que n'ella oo obstante moram urnas mu-
Iheres, ao passo que quem por ali transita des-
creve um grande circulo para nao ficar-lhe sob
a qaads eventual.
'estascoodiedes, por lano, cumpre que seja
a mesma demolida, (aseado se despejar aquellas
inquilinas desde j, para prevenir-se alguma ca-
tastropbe.
Hontem pela 1 horada tsrdemorreu repen-
tinamente no principio da ra de Hortaa, em con-
aequencia da ruptura d'am aneurisma, o Sr. Pe-
dro Nolasco Vieira de Mello, capillo da barca
oacional Boaisica, da pra;a do Rio de Janeiro, e
que ha poucoa das entrara em nosso porto, pro-
cedente de Glaacow.
O fallecido, apenas contando 12 snnos de
idade, gosava de bom conceito quer na praQa
do Rio, quer na nossa, nao s por sua probidade
e inteireza de carcter, eomo por aer filho extre-
moso, irmo. dedicado e amigo verdadeiro.
Damos nossos sinceros senlimentos sua deso-
lada familia, por ease ioexperado golpe.
Do Rio Grande do Norte, villa da Penha,
remetlem-noa o seguinle escripto datado de 20 do
passado :
A REDEVIVA.
O silencio am que ae ba conservado este
municipio, acerca de apregosda resurreiclo da fi-
nada D. Mara Umbelina d'AlbuquarqueMaranhlo
e Mallos, mulber do capitlo Anacilo Josde Mal
toa, e filba legitima do commendador Antonio
d'Albuquerque Maranho Cavalcanli, tem sido
considerado por alguoa incautos, e inculcado por
maior numero de romanticoa, e maliciosos, como
urna prova em favor desaa pretendida ressurreico
valo que (ormam parte d'este municipio a povoa-
?o de Flor, theatro da lgubre acea do passa-
menlo d'aquella seBhora, que flndou asa existen-
cia de urna febre puerperal, depois de longos
diaa de gravissimos sorTrimeotos, e a capella de
Cuoha, que como jaaigo da familia Albuqaerque
Miranhao recebeu os restas roortaes 'esia des-
cendente d'aquella familia, j em putrefacto,
como aso, o costume entre ellas.
Perante o publico sensato eata silencio nio
pede exprimir, senlo a unnime convicio da fu-
tilidade d'eeee artefacto, urdido oa cidade ds Pa-
rahiba por algum poeta, que assim quiz ler paato
para seu ealro, auxiliado por genios que so ou-
trem do maravilhoso', oa que nutrem a maia re-
quintada malvadeza: touvar-lhee-bia a invenclo,
a uo ser os tonamoros sofJrimentos, e gravisst-
mos prejuizoa, por que tem passado, e esli paa-
sando os dous cidadoa cima mencionados, e
maia que todo a Exm.* Sr.a D. Joanna d'Albu-
querque Haraohio, atienta a sua avancada idade,
e constantes encommodos phisicos, que aoffre ha
muitos anuos, quaodo a culpa do primeiro (oi s -
mente amar com extremo a aua mulher, e a doa
segundos no lerem sssistido ao casamento dess
filha ; nio invejo-lhes, porem o prazer que tem
fruido pelo desprazer, porque necesssriamente
hao de passar, qaando em am bello da a luz da
verdade brilhar radiante, convencendo os incau-
tos, poetas, e romnticos, e descascarando os
maliciosos, e quando chegar esse dia to sus-
pirado pelos que eslo soffrendo, e em geral pelo
publico sensato, que cansado de tantas peripecias
todas imaginarias, quer ver o desfeizo d'essa dra-
ma, desfeixo retardado pelo proposito ? quando
aa investigares policiaes (orem feitas competen-
temente n'ese municipio, onde diiem ellas, que
um pai, urna mi e um genro, que ae odeavam,
de mos dadas, teotaram contra a existencia d*
fllhs, e ds mulher : chegou este dis desojado, dia
em que o embuste, a poesa, o romance, e a ma-
licia, bao de despir-se, com toda publicidade,
das galas de que eslo ornadas, e que s esbem
a verdade.
c Assim affirma com inteira convieelo.
O que nao exi em atneiras. a
Repartiqao oa ronciA.(Extracto das par-
tea do da 9 de jalbo ).
Foram recolhidos casa de detengo no dia 8
do corrente :
A' ordem do subdelegsdo do Recite, Constan-
tino Jos Martina, branco, de 24 annoa de idade,
sem officio, por desobediencia, o crioulo Emilia-
no, de 18 ennos, escravo de Catbarina de Senna
Costa Pereira, por auspeita de andar (ugido, e
Joo, africano, de 20 aooos, escravo de Marcel-
lino da Silva Lima, por andar (ugido.
A' ordem do de Santo Antonio, Francisco Xa-
vier do Oliveira Jnior, branco, de 33 annoa, da-
do negocio, o aa pardas Flausina Mara da Con-
ceico e Rufina Mara Joaquioa do Espirito Santo,
a primeira de 30 aooos, sem proflssio, e a se-
gunda de 23 aonos, costureira, todas por brigs.
A' ordem ae de Sao Jos, Jos Severino do
Nascimento, crioalo, de 35 aonos, carpioa, por
desobediencia, e a africana Catbarina da Coata
Mara de Jeaus, de 50 annos, quitaodeira, por
briga.
A' ordem do da Varzea, Bernardo Francisco Ha-
mos, pardo, de 35 annos, dado agricultura, sem
dectaraco do motivo.
E ordem do juiz de paz da (reguezia do Re-
cite, Elias Francisco dos Santos, pardo, de 45
anaos, bolieiro, por nio ter, como depositario, a-
presentado os bens que lbe (orsm penhorsdos.
O chefe da segunda seceo,
/. G. de Mesquita.
Movimento da caaa de detengo do dia 8
de julho.
Existiam. 398 presos.
Entraran). 10 a
Sahiram. 8 o
Existem. 400
A saber:
Nacionaes . 273
Eslrangeiros. 38
Mulheres; . 7
Escrsvos. . 74
Escravas. . 8
Total. ... 400
Alimentados a custa dos cofres provin-
ciaea.....:....... 149
Pasasgeiro do patacho nacional Palma sa-
bido para o Rio Grande do Sul: a senhora do ca-
pito e 1 escravo.
Matadouro publico :
Mataram-se para o consumo desta cidade no
dia 8 de juoho 81 rezes.
No dia 9 88.
Obituario 00 nu 9 de tvtao, no cemitk-
aio publico :
Benedicta, Pernambuco, 43 annos, solleira, es-
cravs, Bo-Viats, anemia.
Jos Goacalo do Espirito Ssnto, 30 annos, sol-
teiro, Boa-Vista, gastro interite4
Luiz Moreira de J4afdonc4fc,Junior, Pernambuco,
31 ana, tanas, 8I0 Jos, maneogite.
Manoel, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vista, es-
pasmo.
Bernardo, Pernambuco, 1 hora, escravo, Santo
Antonio, asphixia.
Mara, Pernambuco, 9 dias, escrava, Santo Anto-
nio, eapaamo.
Joo Nunes da Fonceca Gslvo, Pernambuco, 44
annos, casado, Sio Jos, febre ara relia.
Vctor, Pernambuco, 14 mezes, Santo Antonio.
gastro interite.
oaquina, Pernambuco, 3 mezes, Sao Jos, es-
pasmo.
CHRONICAJUOICIAR
JURY DO RECIPE.
3* SESSO.
Dia 8 de j alho.
PRESIDENCIA DO SR. DR. BERNARDO K
COSTA DORIA, JlIZ DE DIREITO DA PRtl
CRIMINAL.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco,
dio de Gusmo Lobo.
Escrivao privativo, o Sr. Joaquim Francisco-
de Paula Esteres Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Jlo Francisco Teixeiri.
A s 10 horas de manhaa, abarta a sessio pelo
toque de campaioha, e depois da verifleacao daa
cdulas, o Sr. Dr. juiz de dlreitq mandn-proce-
der a chamada dos jursdos.e acharam-s fresan-
tes 46 Srs.
Foram mellados em 20} cada um dos Srs. mul-
tados nosdiss anteriores.
O Sr. juiz de direito daclarou aberta a sasso.
Entra em julgameoto o reo Eloy, conheeido por
Liborio, eacravo de Augusto Muniz Machada, ac-
cusado por crime de homicidio, perpetrado na
pessoa de Manoel Jos Soares, mostr de urna
barcaca ancorada na barreta.
Oreo foi condemnado a pena de mortS" na 3*
sessio do jury do anno passado.
O jury deaeotenca foi composto dos Srs. se-
guiotes:
Jos Francisco de Saltea Baviera.
Dr. Maooel Pereira de Moraea Pinheiro.
Alvaro Augusto de Almeida.
Jos Joaquim da Coata.
Joaquim de Albuquerque Mello.
Joo Alvares de Quintal.
Galdino doa Santos Nunes do Oliveira. '
Joaquim Jos de Sousa Serrano.
Armonio Csrdoso de Qaeiroz Fonseca.
Joaquim Pedro dos Saotoa Bezerra.
Aolonio Goocalvea Pereira Lima.
Dr. Galdino Ferreira Comes.
E preataram o jurameoto dos Santos Evan-
gelbos.
Ioterrogsdo o reo, proeede-se a leitara do pro-
cesso.
0 Sr- promotor publico pedio que o reo (osse
condemnado a pena de morte, visto eatsr Incnrso
no art. | da lei de 10 de juoho de 1835.
0 Sr. advogado deduzio a defeza, apreaentando.
varas circumstancias aitenuaotes em avor do
reo, e pedndo que se flzesse justiga.
ir indos os debates, e preenchldaa todaa aa for-
malidades da lei, o Sr. jaiz de direito prapOz os
queeitoa seguintes:
1 O reo Eloy, conheeido por Liborio, aacra-
vc do guato MudU Machado, nu da 30 de se-
tembro de 1860 matou a Manoel Jos Soares, em
urna barcaca ancorada na barreta?
* Manoel Jos Soares quaodo soffren a mor-
te era administrador do reo ?
3.#o reo commetteu o delicio com a circums-
lancia aggravante de ter aido impaludo por mo-
tivo reprovado ?
4.O reo commetteu o delicio com a elrenms-
tancia aggravante de ter faltado o respailo ida-
de do offendido, sendo este mais velho qae po-
desse ser pai ?
5.*O roo commetteu o delicio com a circums-
tancia aggravante de estar superior asa armas de
modo que o ofTeodido nao podesse com probabilidade de repellir a offensa ?
6.'Houve no offendido a quslidada de mestra
ser superior do delnqueme, ou qualqoer outra
que o constitaisse a respeito do dalloqaente em
razao de pai?
7** reo commetteu o delicto com abaso de
conUaoca nelle posta ?
8.Existem circunstancias attenaeQtoa S a-
vor do roo?
Lidos os quesitos e entregues ao junrdjo een-
lenga, (01 este conduzdo sala aecreta daa cod-
ferencias s 3 horas da tarde, d'onde vollon s 4
1/2 horas, respoodendo sos quesitos pela maneira
seguinte :
Ao 1 quesito : Sim, por unanimidad* da
votoa.
Ao :Nao, por 10 votos.
Ao 3*:Sim, por 9 votos.
Ao 4o :Sim, por 7 votos.
Ao 5":Sim, por uoaotmidade da votoa.
Ao 6*:Nao, por 9 votos.
Ae T:Nao, por 9 votos.
Ao 8*:Nao, por 11 votos.
Lidas as respostas pelo [residente do jury da
senteogs, o Sr. juiz de direito paalicou sua sen-
teng, pela qual condemoa o reo pena da galea
perpetuas e naa custss.
Levsntou assalo, adiando-a pira a dia se-
guate s 10 horas da manhaa.
Dia 9.
PRESIDENCIA DO SR. DR. BERNARDO HACHADO DA
COSTA DORIA, JUIZ DE DIREITO DA PRIMEIRA VAJIA.
CRIMINAL.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Uepol-
dino de Gusmo Lobo.
Escrivao, o Sr. Joaquim Francisco de Paula. Es-
teva Clemente.
Advogado, o Sr. Joa Rodrigoea Pereira Jnior,,
estudante do 4* anno ds facaldado de direito.
A's 10 horas da manhaa, depois do toque da
campaioha e verificago dai cdulas, o Sr. jeazde
direito mandn proceder a chamada dos jnxsdos,
e acharam-se presentas 44 Srs.
Foram multados em J5 cada um dos Srs. mul-
tados nos das anteriores, que nio apresantarsm
escusas e nem comparecern).
O Sr. juiz de direito declarou aberta a aeseio.
Entra em Julgamento o reo Jo3o Bapllata doa
Paasos, conheeido por Jlo Regs, accasado por
crime de roubo.
O jury da senlenc.a foi composto dos Srs. ae
gaiotes t
Galdino dos Santos Nenes de Oliveira.
Caetano Pinto de Veras.
Joaquim Pedro dos Ssntos Bezerra.
Luiz Pereira de Paras. __,
Jlo Monteiro de Aodrade Malvina.
Herculano Duarte de Miraoda HeoriqueeV .
Camillo de Lelia Paixoto. .
Joaquim de Albuquerque Mello. i
Ignacio Antonio Borges.
Antonio Goncalves Pereira Lima,
Antonio Nobre de Almeida.
Ismael Cesar Duarte Ribeiro.
E preataram o juramento dos
gelhos.
Interrogado o reo, procede-ae aj| lo pro-
cesso. .
O.Sr. promotor publico peda laclo
do reo no grao medio do art. 1 ni
minal.
O Sr. advogado deduajagaa defeza padio a ab-
aolvtco do reo. J$
Fiodos os debates, 1 mchidas todsa as for-
malidades da lei, ( direito propoz ao
jury de senleoct minias :
1.O leo Jalo I >s Paasos, em um
doa dias do ana freo contra a vontado.
de aeu dono ] mo de Albuquerque. ins
barria da poli ora T
Ivan-

MLLTJLAOol



M
- "
i*
==
DIARIO DB P1RNAMBCO. QU1HT4 FEUU JO 08 JULHO DE U6i,
a lia intiui < .uu-
tard. d'onde voltoaJ
quajM*!. .lolfe
V0 to pira tirar os barra de plvora fez
violencia s cousas, ou i pernos T
3.-Exislea circumslsociss attenuantea fa-
ot da ro 1
Ltdos o queiiloa e entregues ao jury da sea
tenga, foi etie condolido i sala secreta daa coa-
lereacies 1 1/2 hora da tarda,
* horas, respondendo aoi
neguiote:
ao 1* quesito : Uto, por unoaimdade de
voto*.
Deixou da responder aoi utroe por c&fooa
juejudicado. .
Ldae aa raapostia pele preaMoaH dojnf
aeoteaga, Sr. jai de dtreito pablicou ua Ht-
teoea, abaolrando o reo e coudemQaiido a muni-
cipalidad* na custa.
Levanto a te saa, adiaodo-a para o da se-
guale s 10 horas da maohaa.
GUARDA NACIONAL.
lista'lfe cidados qualificados gurdas
flacrtnaes para o servico activa do 3
baUlh* da guarda nacional do mu-
nicipio do Hecife ao anno de 2862.
A
Antonio Ferreira Duarte, Antonio Alv da
Bocha Cmara, AntoBio Jos de Olivoira. Anto
rio Herrriqae de Soma Gomea, Antonio Machado
aPereira Viaona Jnior, A"odr Pacheco Vieira,
Antonio Prisco de Franca e Mello, Antonio de
Cunha Pereira Viaona, Amaocio -francisco Hen-
ales, Antonio de Barroa Lima, Antonio Jerooymo
do*"Suatos, Aodr Dias Pereira, Antooio Jos* de
Oliveira Braga S. Romn, Antonio Joaquina Fer-
reira, Aolceto FirmtBO Ferreira de Hoara, Ante-
ra Pereira da Silva, Augusto Paaio de Lemos
Duarte, Antonio f mandes Teixeira Rosal, Anto-
nio Jos dos Santo, Antonio de Souza Pereira,
Antooio Calisto do Monte, Antonio da Silva Ate
a Ja, Adriano da Silva Faria, Antonio Beichior de
Calda Braodio, Antonio Carrea de SS. Antonio
.Lenidas Feroandes. Antonio Constantino da Sil-
* Adtiio lories Uchos, -Antooio Ernesto Neves
ala fias, Amaucio Rodrigue Seixas, Apolioa-
lioLuiz de. Carvalho, Antonio Procopio dos San-
te Correa, Aotonio Basilio da Silva Guimariea,
Antonio Jos Farrera", Aatooio Augusto de Sou-
a Navarro Lio, Aleandrino Gomes Brrelo,
Amaro Gomes de Lima. Anacleto Pereira do Bom-
tina, Antonio Elisio Antuoes Ferreira, Antonio
- Augusto Haciel da Costa, Augasto Forreira Mar-
tin Hibeiro, Alfredo de Barros Csvalcanti de Al-
fca|*erqu Agrioloo Teixeira Cavalcaoti, Augus-
nior, Juvencio d'Aloeids Pialo, Joio Jos Fer-
reira 4a Gama, Jos Fernandas Mariano, Joao
de Paula Ctrvalho, Joio Raflao da Silva Ramo
Jnior, Joio Delphioo da Silva Camino, Jeroni-
mo-doa SaotOs Teixeira, J vino Carlos da
Joao da, Gasta arabo,. Joao Franciaco
Joaqalm" qaWnAdtaa6ilva, Joio BecL
rjeSra aftkfaajo, Jt Xivwt de 9ouz
Jote Correa 4 Si, Jos Oa Carina Mrrihi
s Nanlao Ijil da Barro, Jola Aoicatoi
-Antonio de Souza, loo Carlos dos Saot
Folgocra MearU *4 Santa, Mi Cesar
Jos Augusto a Sai Braatlao, loaqui*
no Geeveia ihrtdetr*. Jola Jos* Jos Ildefonso r>* HeHe. Joaquim Aurrtto fl'Al-
buquerque Haraohao, Jacintho de Barroa Correa,
Joio Nanea d'Azevedo, Joio Joaqahn de Fignei-
redo Barbosa, Jorge Jreos! d'Araujo Luus; Joa-
Jufm Verano Antunea.Joio Odone da Sil?a Ramo,
oa Joaquim de Figueirado Barbosa, Joio [Sor-
berlo da Espirito Santo, Juvioo Lydio Ferreira
Foutes, oaquim Rodrigues des Santo, Joio Bap-
lisia do Monte. Joaqaim Ignacio dos Santos Bar-
IK
M
roa, Jos Csetaoo dos Santos, Jos Amancio-do
Espirito Santo, Joi Miguel Cavalcanti, Joao Ig-
nacio Lopes da Silva. Jos Canuto Romualdo da
Silva. Josa Materoo 'AxeTedf^tflhis, Jos Her-
mino de S e Souza, Jos PereiraJ)ianoa Jnnior,
Joao Manoel Goncatues, JoaqnTm Sidronio de
Souza Navarro Lio. Jos da Motta" Monteiro,
Joio Jos lavares o^OIiveira, Jaciotho Antonio
O Silva Pessoa, Joio Paulo Mooiz, Joio Paulo
d'Almeida, Joio Lopes Vianoa, Joa Canuto Ro-
mualdo da Silva,-foaquim Luce do Espirito San-
io, Joa Aparicio Gomes, Juvioo Camello Pessoa,
Joao Ferreira da Silva,'-Jos Mara Bitarrcourt,
Joao Francisco Reg da Luz, Jos Martina Sal-
danha, Jos Alvos da Silva, Jos Btela Pinto
de Mosquita. Jos Joaqulm d'Oliveira Barroa, Jo-
a da Silva Correa Colrarea, Jeauioo Jos de Frei-
rs, Jos Policiano Portilla Jnior, Joio Francia-
co Pessoa do Vasconcellos, Joio Mauricio Wao-
derley, Joo BomQm dos Aojos, Joao Bandeira;
dos Santos, 'Joao llanto de Senna, Joau Candido
o'Almelda, Joio Nepomuceno da Silva, Joao
Baptista do Santo, Joio Gregorio da Conceicao,
Joaquim Raphael de Souza Goozaga, Joao Lopes
de Castro, Joio Jos de Figueiredo, Jos Aotonio
a'hveira, Joaquim Bernardo de Figueiredo, Joio
Pedro Soares, Jeio Gongalves da Silva, Joaquim
Jos de Santa Anua 2*. Joio Manoel Simplicio,
Jos da Silva Guimariea, Joao Ferreira doa San-
tos, Joa Soares Pimentel, Juviniano Xavier de
Souza, Joa Albino do Santo, Joio Ferreira
Martios Ribeiro, Jos Manoel do Nsscimeoto,
Joio Vicente "o'Aguiar, Jos Fsroandea Viaona,
Joio Silvino Basilio, Joio Francisco Neves, Jos
to dds Santo* Mello, Augusto Hygioo de Miran- Alves Regadaa, Joao Franciaco d'Oliveira, Jos
da, Augusto T*ylor, Antonio Ignacio Pereira d Ges,r Boea, Amaro Jofge da Fonsece, Arsenio Manoel n* Jo Jsd'Azevedo Santo. Jos Nuoead'As-
4io Natcimeoto, Aoloolo Jos da Silva, Aniceto sgP5o, Jes Nicacio dos Santos, Joaquim dos
Borges da Fonsecs. Antonio Bernardo dis Santos,! AdJu d Barros Falcao, Jos Gomes, Jos Car-
Antonio Gomoa de Mallos. Aotonio Joa Teixei- j \* de Oliveira.t JoiO Augusto Rodrigue Sette,
tima, Antonio Ferreira da Silva, Antonio Far- f/l* Autooio de Lima, Joaquim Tito da Silva.
"aooel
Joao
> fallenta dH i 0
otad., tttftm Mi.casto/arefSn^
Lffbre elU **l*< 1UB eH-
s a po : x r
No contrato Ct,rrmatcias, a W que essea*
cialatente as tjm, :* <%ladaaa dopfoprUJ
ccmtrato, tjaanSo conTrmescotn glet geraea ;
e a reputara que fottn admitlidos i registro pT6 Irfbol
censor competente: tsto axioma que nio tem
cooteitaco poasivel. Cdigo de cmamelo art.
300. S9t e'304.
A' vista, pois, do expoito, cremas que bares
de quaiquer argumento a reapeito dessa aetieda-
de tata de versar lmente na eepiicacio das leis
am relecio s estipulares do eu contrito-que
a sua le primordial ; todo a mais seri chicana,
cerno meio de illodir e incubrir a verdsde. lato
posto vemos que no cpntrsta se lllpalou do ar-
tiga 2que o fundo seria de 1000 cont, sendo
150 dos gerentes solidarios, e 850 dos comman-
ditarios.
No artigo 3* qae be pagar 25porceoloao
osaignar o contrato, e outros 25 por cento tota o
intervallo de 80 dtas ; cando 50 por cento de
capital para aer realiaado, qnand resolveren em
reunido, precedendo proposta para esse fim dos
socios gerentes.
No srtlgo se estipula que o socio que deitou
de realisar a entrada
no Itmpo marcad, sem
lusto motivo, nioperieri os lucro ds parte j
entrada, at que a rea '
E no art. 17 aediz
Lque absolver um ter$o
_ ~-------------- w T"l w^ wmm aw
Joao Francisco Dionisio Jnior, Joaquim M
da Resurreicao, Joio Antonio d'Oliveira,
Nepomuceno Felit da Costa.
reir dos Santos, Aotonio Cesar Ramos de Oli-
*eir, Aurelisoo Francisco Correa* de Olieira,
Affooso Paulo de AlbuquerqueMaranhio. Aogelo
Custodio de Oliveira, Agripioo da Silva Huribe-
ca. Aotonio Teixeira de Barros, Agripioo Cardo-
_ jRernardo de Saboia, Leocadio Mauricio d'Albu-
** I querque Wanderley, Luiz Pereira Raposo, Lean-
Vascoocellos Bacallar Jos dro Rodrigues de Barres, Leopoldioo Domiogues
da Trindade, Luiz Manoel Simplicio, Lutegardea
Teiteira, Bento Francisco da Cunha, Benvindo
Curgel do Amaral, Btlarmioo da Coate, Bellsr-
ttMo Travaaso de Barros, Basiliano Honorato de
Barroa, Bernardioo dos Santos Jnior, Beolo Ro-
lrigoes da Silva, Beolo Franciaco daa Cbagss,
Kelaraaioo Jos doa Anjoa. Beojarnin Dionizio des
Saotos, raz Ramos Chaves, Belarmino Jos da
Ponaeca, Bernardioo Franciaco de Seooa, Belmi-
to aptiata de Albuquerque, Belarmino Brrelo
<* Albnquerque, Balduino Alves Regadas. *
C
<3orindo Bererra Camboim. Candido Correa de
sa.^teudioo Theodoro Meodea, Candido Joa Be-
erra, Cyrillo Jos-Elias. Cataimiro de AraujoLi-
ina, Candido Maximiaoo de Almeida, Claudino
Romualdo da Silva, Claudino Gomea Barreto, Cus-
todio Moraira Das. Ciciliaoo Moreiri do Rrfsario,
Caetano Fausto do Sacrau.ento, Chrisliano de
Souza Leal, Camillo Manoel Cypriaoo, Carloa de
Albuquerque Maraohao, Constantino Bomlim dos
Aojos, Candido Bruno Santiago, Christioo de Al-
aneida Moraes, Cosme Joa das Nves. Clemeotino
Jos Saotos Simos, Claudino Francisco de Sou-
aa.Chrislovao Gomea, Canuto Braciano Ramos,
Clementino Pereira Lima.
D
Oomlngoa Aotonio da Silva, Domingo 4a Silva
Ferreira Janior, Datniao Lopea Pereira Guima-
res, Domiogos Ramos da Silva Diooizio Jos
Pedro de Ssnt'Ao'na, Domingos Francisco Regla.
E
Eroeato Vieira de Araujo, Eiuardo da Silva
Ferreira, Eustaquio Glicerio da Peana Bispo, Eie-
ajuel Anlooio dos Prazeres, Ezequiel Thomaz de
Araajo, Elpidio Baptista de Alcntara, -Etpldio
de Araujo Ferreira Jacobina. Eduardo Beaaoni
de Almeida, Euiuimio Fabii de Araujo Lima.
Emiliano Cypriaoo Baptista, Estanislao Joa de
Saoi'Aooe, Epifanio Jos Correa, Eduardo Carlos
Vital, Eoas da Silveira Tavora Veneno Lima,
Eazebio Gregorio da Silva, Elpidio Cardoio Ra-
afelhc
F
Florencio Rodrigue de Miranda Franco, Fellx-
nino do Santoa e Silva, Frederico Chaves J-
nior, Francisco de Taala Pinto, Felippe Ferreiva
ale Santiago, Firmino Marques de Souza Couti-
tnio, Francisco Joaquim de Albuquerque Msdu-
'. Francisco Aotonio Alve da Silva, Francia-
co Eustaquio da Silva, Firmioo Manoel Hsrlins
Jos dantos, Floriano Rodriguea do O", Franceliri.
Domioguea da Silva, Francisco daa Chagas Perei-
tra, Francisco Henriques dos Santos Moreirs,
Francisco Manoel de Mello, Fellzardo Pires Fer-
eira, Francisco Jos de Mello. Francisco Amao-
cio do Eapirito Santo, Francisco de Assis Ferrei-
ra Pontee. Francisco Jos da Silva Guimsries,
Faustino Jos da Fonsecs. Franciaco Jos Bezer-
f, Francisco Auto da Miranda Durio, Fran-
cisca Paulino do Sacramento, Francisco das Cha-
Ras. Franciaco Ferreira Tavarea, Francisco de
Paala Bo&venlura, Francisco Rodriguea, Francis-
ca da Chagaa, Francisco Honorato Cedrim, Fran-
cisco Xavier Affooso de Carvalho, Flix Joa Rer-
Mire, Firmino Joa do Espirito Santo. Frederico
Mello de Castro Carvalho, Francisco GaldiooTri-
Tueiro, Francolino Francisco Honorato, Francisco
ata Fooseca Araujo Lima, Francisco Anastscio da
Cras, Pahciaoo Jos de Mendooca.Felii Francis-
co ds Cunha, Flix Vallois da Silva, Faustino
Jos dos Saotos, Francisco Correa do Naaeimeoto,
Francisco Gabriel da Silva, Francisco Pedro de
Mello. FeKcrano d Aivedo Mello, Floriano Jo-
a, Francisco Severino de Oliveira, Franciaco Go-
me, Praacisco Jos Simes, Filisberlo dos San-
tos, Felu Jos de Sant'Aona, Felippe Saotiago
JRibeiro Pires, Francisco Gomes da Silva, Fran-
C" 0, d0* Pa8,0,t Francisco Augusto Rateos
Mello, Francisco de Paula Mandes, Florencio
rsncUco das Cbasjas.
G
Geraldo ds Fooseca Coutioho, Gregorio Lope
4a Porciuocula, Geraldo Gomes, Gsldino Jos
Bandeira, Guilberme Seohortoho Alve, Gustavo
Adoipho da Silveira, Galdioo Jos do Espirito
fisnto, Grsciliaoo Marques de Jess.
H
Horocio da Cruz Muniz, Hermenegildo da Pai-
no Souza Coutinbo, Herculano Mariiniano do
nascimento, Hermeoegildo Leopoldioo de 011-
aeiro Lobo, Hsnrique Taylor.-Heraclio Gome
Ferreira Baduen, Henriquo Rodrigue Seixas
Hermillo Pereira Monteiro.
I
Ignacio Francisco da SUra, Ildefonso Luiz
Monteiro da Franca, Innoceucio Ferreira da Sil-'
*a, igoicio Francisco Galdina Jnnior, Inoeceocio
JLacio de Figueirado, Igoicio Manoel da Saude,
IaiaTranquilllno Antunes.
Joio de Souza Berros, Jos Vctor Silva Pi-
mental, Joio Leopoldo Gome Villar, Joio Anto-
nio de Carvalho Meneze, Joio Silvario de Sonzo,
.rt?-Blm S*1"*"" do Souza Jnior, Joio Manoel
cJOliveira, Jernimo Ribeiro de Souza, Juvioo
Baodelr de Mello, Joio Baplista de Csslro e Sil-
a Jnior, Joio Bernardo da Costa Reg Montei-
ro, Joa Jacintho Ferreira, Joio da Silva Duarte,
0*0 da Santos, Joio Jos Morera dos
ia Miranda dos Santo Piolo; Joaquim
iao de-Saons e Silv, Justino Moni
aalST,f;a,aSmtal Francisco ds Chaga, Jos
J"-d AWM, Jenqoim Flix Machado, Joa-
l fluim da Fonceca e Silv, Joaqaim Joa de San-
la Alna, Joaqaim Manoel da Sila, Joaquim
Bis des Santo, Jos Jaaqulm do Santoi Joa
Francisco Schflr, Joa Coostantioo da Silva,
J/ea fernanda d'Andrad, Joa Antonio da Br-
* CoaUo, Joio Jota $ CmtijJw Homw J-
f-Aureliaoo de Figueiredo, Lino Antooio Sa'raiv,
Luiz Antonio dejSiqueira Juoior, Luiz dos San-
tos Simes, Luiz de Franja Pimentel, Ladialu
Gomes, Luiz Amavel Dobourcq, Luiz Ricardo
Cavalcante, Luiz Feroandes Souto.
Maooel Cyriilo de Oliveira, Miguel Poliearpo
Ribeiro de Couto, Manoel Portellada Silva Hon-
ra, Marcelino Francisco Alves da Silva, Maooel
Jos doa Prazerea, Marcolino Francisco Alve,
Manoel Acacio dos Praaerea, Marcolioo da Silva
Pessoa, Martinho Francisco da Silva, Maooel Al-
fonso da Silva, Maooel Flix doa Santos, Manoel
Jos do Lamos Barrea. Martinho Candido Joa
Hachado, Manual Candido de Santa Anua, Ma-
noel Jos dos Passos, Miguel Alves Fontoara,
Melquiadea Ario de Albuquerque Lima, Maooel
dos Saotos Pasaos, Maooel Goncalvea Ferreira
Meodes, Manoel Jo.quim de Figueiredo Barboza,
Maooel Quirioo da EorarnicSo, Maooel Anlooio
do Carmo Bandeira, Manoel Caetano de Souza,
Manuel Antonio Hendea, Manoel Mara de Calda
Braodio, Miguel Francisco de Mello, Manoel
Augusto Maciel da Costa, Maooel dos Santos
Ferroirs, Maooel francisco Sime, Manoel Jos
de Santa Auna, Manoel Joaquim de Sania Anoa,
Mi noel Claudino Bernardine e Silva ..Manoel Jos
Cabral, Maooel Elias de Saota Anos, Manoel Fer-
oandes Vienns, Manoel Francisco Tavarea, Ma-
ooel de Oliveira Barboza, Maooel Firmino Be-
aone Mello, Miguel Archaojo Monteiro, Manoel
da Concedi Ssnloa, Minoel.Jos Vicente da
Sale, Manoel Francisco dos Santoa Andrade,
Mathias Jorge da Fooseca, Mioervino da Motta
Silveira. Manoel da Assumpcio Borges, Manoel
Francisco Correia, Manoel Cando dos Santos,
Maooel Francisco do Nascimeoto, Manoel Joa-
quim do Eapirito Santo. Manoel Marcelino,
Marcelino Ribeiro de Limo, Manoel Galdino da
Lur, Maooel Jos de Almeida, Manoel Nun de
Azevedo Msia, Miguel Francisco dos Aojos, Ma-
noel Pedro dos Santos, Manoel Cerloa Vital, Mi-
guel Pereira da Costa, Manoel Fraoclsco da Sil-
va, Miguel Archaojo Simes, Maooel Amorim,
Manoel Jos dos Aojo, Manoel Jos de Santa
Roza, Manoel Pereira Tvres, Maooel Flix
Goojalves de Souza, Mineruno Nominando de
Guarni Lima, Maooel Jos Severioo, Miliaode
Oliveira Mello, Manoel Mathias da Ora, Manoel
Joaquim Neivas de Figueiredo.
\ I
Norberlo Ferreira da Paixio. Norberlo Anto-
nio Franciaco. Nilo Antonio Vieira Guimaries
Norberlo Paulino das Chaga, Nstor Corbioian
Adorno.
ae.
i quo no caso de preiuizo
de cspital social sar di
e entrar ima ediatamente em Huida-
olvida
Sin
Este contrato foi registrado, e acientificad sua
pelo que nio pode ser
elle, por quem quer que
exisleocia pelos joro
allegada a ignorancia
seja.
lato posto soalysaremos esta parte do contra-
to que diz respeitoao aeu fundo capital e forma
de ser elle realisado, avista do estipulado no mea-
mo cootrato.
O publico au os tercetros que contrstarsm com
os gerentes (nicos quelpodlam conlraterj aabiam
o deviam saber, a forfl do mandato ou geren-
cia, pue Ibes era mare da no cootrato, e que el-
les gerentes nio pod:i diapr de mais do que
o capital realiaado, e la sua proprla solidarte-
aade como gerentes em oome collectivo ; porque
entrada ou obrigacio i e entrar com 50 por cen-
to restsole, dependa das circunstancia do ar-
tigo 3 do cootrato, qussubmetlia essascircur-
staocua aprecia;io doa commanditaries em
reuniao, e nella decids em ae entraara ou nio,
e marcar entio a pocas de o realisarem ; por
quanto esses 50 por cei to nio foram urna obri-
gacio, pura esimples, e nem originariamente
marcado o prazo de aui entrada sem coodicoes,
(o sim sugeits sprec ato dalles commaodita-
noa, e sem taimo tixadj para o realisaram. Por
tanto nem o publico, nem o particular, ae pode
com direito queixarde [alta de cumprimento das
obrigacoes relativas esss entrada dos 50 por
cento pelos commsodlt irios, porque ella nio ti-
rina anda sido compeUotamente decretada pela
forma eslabeiecida no cntralo ; que a le quo
o rege, e nio outra quaiquer.
O artigo 289 do codig) dispe a forma das en-
tradas do fundo social:
Os socios devem ertrar para o fundo aocial,
com as quotas e contingentes a que se obrigarem
nos praxos e ptla fo ma que tt estipular no
contrato.
Em reforco donosa opiniio, consta-nos.
que preteodendo a gormis da commandita, i
mexes psssados, obter imcrdito em outra pra-
C, mediante a garanta por qnslquer meio, do
50 por cento nio realisados ; se acooaelbira com
jurisconsultos desta cidatde, e tiverara em respos-
metter
rlaa;ao
tran-
or maia
am fazer
Olimpio
da Silra,
Francisco de Mello, Oridio Ferreira
Paulino Vicente das Chagas, Pantaleio Can-
dido Joa Matado, Pedro da Hora Santiago Pe-
dro Barboza de Carvalho, Pedro Ivo Velloso da
Silveira, Paulo Manol do Nascimeoto, Pedro de
Alcntara Ramos, Paulo Fraocisco dos Prazeres
Galvo, Pedro de Alcntara doa Prazere, Poli-
carpo Nuoe da Costa. Pialan Aires da Silva
Paulino Baptists de Albuquerque, Paulo Jos
Gomes, Paulo Rodrigue da Cunba.
Quintiliaoo Santiago do Bomfim.
II
Rotilio Ignacio dos Saotos Barro, Rodopiano
Rodrigues doa Santos.
S
Silvestre Sabino da Fonseea, 8alomio da Sil-
va Moraes, Supra Frederico Colloo, Silverio da
Silv Coalho. Sevarino Lope Vianno, Sebssliao
Bezerro de Miranda.
T
Thomaz de Aquino, Trajsno Carneiro
la que elles gerentea Dio podirm
e*aa fundo oio ro.li.J<), meta previa
da sssembla geral dos socios ; mat
icen tente maa digoa qe ser discutid
habis e scieotlflcas peonas.
Ors, se os proprios gereote nao po
a chamada doa 50 por onto- sem a previa apre-
dacio, consenso e delsrmioa(io de pocas de
realisacio. tomada em r luniao dos socios, como
que os syodicos da filleooia se arroga va um
direito que os gerentes rio tioham, nem o con-
trito marca 1
E Isto sem se ter proce lido a um baleoco geral
da falleocia, sem conhec ment do activo psa-
slvo dalla ; e sem terem, como Ih'as eurapria, te-
guraoo a favor da masas fallida, dbitos activos
por ommii fabulosas, e documentos sem valor,
requerendo desde logo a abertura da falleocia
dessas Brmaa tio grave e horrorosamente com-
promettidas ? Espagsmei.to que tem dado tempo
a se poder-por a salto b ins e pessoa II___
Bit esiumplo digoo de minuciosas reflexes
e o guardamoa para ouli i occaaiio.
Leal,
Ninguem boje deita de recenhecer que as-
as lamentavel a situsci de nosss.praca, desde
que desapparecsu a conrJsnca no commercio por
cama dos ltimos aconte imentos na commandi-
ta, cuja quebra escand liosamente fraudulenta
vio derramar a maior etnsternagio no meio da
sociedade. Sao justas as secueacee que se tem
feito na imprensa aos aurores de urna tal sita-
gao, mas o que se nao pe de tolerar o excesso
com que nellas se eavolvem caracteres iosus-
f tos, a que esli Ueults de toda a responsabi-
liiade.
Applandimos que se ni o poupem os crimino-
sos, os perversos, e que contra elles se forme
oplmao pela impreosa; nas oque nio podemos
admittu que nio haja prudencia, nem comedi-
mento nas censures e ao usoces, como ltima-
mente tem acontecido. O excessj em taes casos
arrisca muitas vite o eileito que se espera
tirar. r
Um folha que se public nesta cidade o
Campcoe que tem eli s prestado alguos ser-
vicos fulminando com li iguagem severa o sal-
teadores da uossa praca, nio deixou de exce-
der-se no calor de sua indigoagio, ferindo ao
Exm. Sr. visconde de Sm asnos, co'mo presidente
da caixa filial.
Compenetrados de senelhante injustlcs, so-
mos breado a impugna-la, e comnosco todo o
commercio, como deven os suppr.
O Exm. Sr. viscoode de Suasauoa tem sempre
desempenhado stisfactoi ament o honroso car-
go de presidente d caix i filial; e ae neila hou-
ve um deifalque. ao qui 1 querem dar propor-
coes desarrazoada, nio i por cario elle o ro-
ponssvel slm da que. coknparado o alcaocecom
os fundos de que dispe acuelle eitabelecimento.
elle de pouca imporUoba, e incapaz de ubolur
o seu crdito e confiaoga, aeodo que ella em na-
da influiono horroroaa catastrophe-da com man-
Ullfla
A vida ioteira do Sr. tUcoode de Stitiwna
um protesto vivo contra quaiquer calumnia qua
a ihe atire; quer como lomem publico auer
como hornera particular, nao pode aer manchada
flM reputagao e probidad* ; todo, o 16Us prece-
aentea. bistaata honrse s. o fazem crodor de
multa estima e consideragi o. *rouut uc
Fei.zmenle o Sr. viscoi de de Sumssos nao
^!f,,hoa,e.0,ue 'e" Ps i aaociagio a
, annos se a-
i Moario para
Lia taro me-
!, n-
^-ignado,
sorpreheodea o venerando accordo que
-o vi tranicrrao. a aomo alie M reere o
nudo, publica o animo aNixe enifaado o lau-
o aflm da que o publiao aeaaaV, a aom esp-
tutidad o respeitaeel tarpo io commercio o
tpaecie : recebara, pois, ua ImBs. mombroa do
retisimo|lbuusi da mmatcio os sincaroa
gradecimentos da abaixa assigatado a de toda a
familia, pala fatru e fwtissaf ma daciso que
Proferiram em deaagravo da justiga par anta
tenrpo negada : axcette tambem o Illm. Sr. Jos
Jeronymo Monteiro, o meas voto de eterno
reconhecimeoto pelo relevante servigo que me
prestou, aceitando o lugar de srbitrador sem
que entre nos bouvease a menor smisada, ha ven-
do -se na arbitramento com a maior recudi e
imparcialidade ponirei.
Jote Diat da Silva.
Certifico em vala do autos de appellagio,
fallados na petigio retro, entre a* parte ap pol-
iantea Jos Diaa da Silva e su muiher, e appel-
lado Joaqulm da Silva Mourio, er o theor do
venerandos accordios proferidos nos meimo au-
to, a pedido por certidio, o seguinte acordio
em tribunal:
Frimeiro accordSo.
Qua visto o auto de ajaste de conta entre
psrtes autor appellado Joaquim da Silva Mourio,
roappellaote Jos Sis da Silva, reformare a
senlenga sppellada folha aeiicenta e cin-
coaota o ama, que condemuou a este na qusntia
de ria qaareota e um cont, quatroceolo e
sessenta e dous. Esta seoteoga adopton por fun-
damento o landos folha seiscentas e qusrenta e
quatro, e folhas seiseanlaa e qasrents e nove de
Jos Antooio Gomes Juoior, e do desempatador
Maooel Gomes Ferreira da Costa, mas estes lau-
dos sio exagerados e menos, bem fundados na
prova do autos, aendo pelo contrario o mais
conforme ao merecimeoto da causa, o que se l
a folbaa aeiscenta e quarenta eaele do arbitra-
dor Jos Jerooymo Monteiro ; por tanto desat-
tendidos squelies, julgeat o lando angular deste
ultimo como mais fundado, e merecedor de ade-
ptar-ae, e desta maoeira reformada a entonga
condemna o apellado Mourio a pagar ao appel-
lante Da da Silra a qusntia da cinco cont
quatroceoto e quarenta e dous mil duzeotos e
ele ris. e as custas.
Recite 7 de Novembro de 1861 Souza pre-
sidente. Villares. Foi voto.veocido o Sr.
desembsrgador Motta. Villsre. Lemos.
Basto.
Segundo accordSo.
Aecordio em tribunal :Que em embargo
dos de folhas, que nio recebem por sua ma-
teria, e autos, mandam que o aecordio embar-
gado subsista ; pagas a custas pelo embar-
gante.
Recie. 22 de maio de 1862.Soaza, presi-
dente.Villares.Motta vencido em parte.
J mais nada se coutinha e nem se declarara
em ditos accordios que eu esertvio no principio
declarado e abaxo aasigaado fiz extrahir por
certidio dos proprios originaos, ao quaes me
reporto, sendo ella a preiente que vai sem cou-
ss qua dunda faga, cooferida coocertade, subs-
cripta e assigoada na forma do eatylo nesta cida-
de do Recife, capital da provincia de Pernam-
buco, aoa 3 de juobo de 1862. Quadrageaimo
primeiro da independencia do imperio do Bra-
sil. Subicrevi e sssigoo em f de verdade.
Guilherme de Albuquerque Martins Pereira.
Lando de Jos Jernimo Monteiro.
O perito o o mead o por parte de Jos Das da
Silva para ajuste de cuntas entre este e Joaquim
do Silva Mourio offerece a seguiote demonstra-
gao como meio mais equitativo de organisar a
conta das tranaaege que se referem ao balaogo
apresentado a ti. 533, asaignado por Joaquim
da Silva Moario, fechado em 15 deseleoibro de
18*6.
Tomaudj por base o referido balaceo para o
ajuate de contas eotra Joa Dias da Silva a Joa-
qulm da Silva Mourio o perito foi lavado pela
seguinles considersges:
Io. Que o balaogo de um eatabelecimeato
quaiquer cootem em resumo ludo quanto ae a-
cha detelhadameote em os livros desse mesmo
eatabelecimento.
2*. Que sendo este balaogo apresentado e as-
signado por Mourio, e por este declarado exacto
em juizo, e nio teodo sido contestado por ne-
nhum de ceu credores, torna-ae nm documento
insuspeito a ambaa as parte.
3". Que apparece a fia. 40 dos autos a decla-
ragao de Mourio, de serm exacta toda a
sommas quedeve, e constara do aeu passivo, of-
lereceodo na mesma occasiio para pagamento de
seus credores o que consta no mesmo balaogo
do activo.
, Tomando em a devida conaideragio o qae fi-
ce expendido, o perito no meado por parte de Jos
Diaa da Silva, emende que aa coalas entre este e
Joaquim da Silva Mouro se devem aiustar do
modo seguinte :
Joa Diaa da Silva deve a Joaquim da Silva
Mourio :
Importe daa ferrageoa de que to-
mn como consta do balaogo
......... .
Dividaa activaa que tomou para
cobrar por contando credores de
Mourio 53:523^000 menos a di-
vida de Mourio e Lsge por nao
erem realisavai e pertencer a
importancia daa mesmss o debi-
to de ganhos e perJoa .... 13;36694i
21:849^303
Thomsz Candido Tarare Braodio, Thomaz Ao-: Pelicular, e.que por issa nao podara
tnnio Franciico Barreto, Thomaz Moreiro de !?u ,a dos Pel Pu*>lico: muitaa funecea ou-
Rocha Cmara, Ti-'1
Carvalho, Trajano Aireada
burtino Joi Teixeira, Terencio Pire Galvio,
Trajano Cornelio da Coila Mello, Thomaz Rai-
mundo de Oliveira, Tertuliano Joi dos Passos,
Tito Francisco de Mello.
U
Urbano Joi Aotunes,
mes.
V
Vicente Ferreir Lima,
dos Prazeres, Vencesl
Vctor Joa de Mello
Urbano Pereira Si-
Villentim Rodriga
blicaa e todas assis importantes tem ee exer-
, cldo j cest. provincia, jl na corte do imoerio
eem lodas ella, jm.i. i. SmSSJTS
que o podease comprme ter.
| As suas quslidades, o seu csracter, a su bon-
,rosa posicao.a sua repul ci firmad, 0 torada
upertor i quaiquer accusqgio. auiu.
elle muito intatemado na koa gerencia e crdito
Halla, porque tem all .eu. capit,e. e nio os
ceote da Silva Teixeira. 'elr" ,'ue tenhan> flrn Ea. Sr. visconde
de Susssuna.
Bastam estas
visconde
i polavrai fllhai de ama
P4ii>i4Cm4?381 a pedido.
Zacaras Aotonio de Saota Aoos.
Sallad. aeae. do con.elho deqnalificacio Terdadelra pontaneidade
da reguezia da Boa-Vista, 30 de junho de 1869
Antonio Bernardo Quinteiro,
Major firoiidonte.
Joao dv Santo Porto,
. CP'l< 3a eooapaoha.
Sumphrotoo Olimpio dr Queiroaa,
r,nente^myand...um^o J.^ap.nb,. Att6lCaO
'TcmpS.'10 -- '^.o d. o abaixa ...iga.do f.Uaria.a m.i.Mgr.aod..
Joao Pedro de Jetut da MaUa, l****}** horaem *a? P" honra, se dei-
Alfwn comoindante interino da* eaniani. S^li'u? 'JTtee, me.nt0 Pblicoo mui
- i i P .5!S!wM!?brw d0, t>Mioo tribuna] da com-
atnio dta proTiBcU, pela raaUdio e
Ecravos, movis, etc., constantes
do balango........
Coocessio que Jos Da da Silva
faz a Mourio do batimento que
recebeu de aeus credores de 60
por cento sobre a aomma de lis
33^488^674 de dividas que se oo-
brigou a pagar.......
Re.........
Joaquim da Silva Mourio deve a
Jos Dias da|Silva :
Saldo de sua conta conforme o ba-
lando que apresentou os seus cre-
dores fechsdo em 15 de dezembro
de 1846 a fls. 533......
Oividss passivas de Mourio con-
forme o referido balaogo, as quaes
Jos Diss da Silva ae obrigou a
pagar por elle (documento fls 50)
do assento do auto.....
Aliguis do armatem n. 1 do caes
(documento C L) ..
Rei. .........
40:157J>000
2:0659000
20:093$. 144
8*164#457
52:752740
1
33:488674
3:3659250
89:6069664
Art. 3 P. M. Dupnt ancorporari
de e dari esta comeen a edirl
cinco annos, cooUdos a data ,
Prajenle 1, sob pana de perder
Art 4* Ficam revogadas
contrario.
Palacia do favor ao de Peremnbaeo 20 de ju-
nJjo-de IStL. S.-Jfanaal FraMOto Correa.
Aprofafta cata occaaio par dirigir publica-
mente o meua aiocaro. agradec ment a ilus-
trada assembla aroviatlal, q coa aa Uences
que me ha caaaedide na aaatadit le. nas d
uma prora bem evideote da sua boa vootade m
eocorajar urna empresa de grande alcance futuro
#*< o paiz, para augmento das renda publieaa
e de grande e poderoso auxilio para melhorar e
augmentar a edificages, e beneficiar as classes
inferiores, proporcionando igualmente claase
Isboricsa dos artistas ofBciaes e obreiro de tods
especie trabalho regular e continuo, convenien-
temente retribuido, quede da a da infelizmente
cada vez mais vem a faltsr-lhe.
Com a valiosa recommendagio da lei n. 535
espero obter. em Inglaterra fundos sufficieotes
psrs formar o capital circuanle necessario para
dar logo principio a edificages obre o terre-
nos que os respectivo dooos tem-me offerecido.
para com o valor doa tnesmoa entrarem na for-
magio do capital de 1,000 cootos que ser eleva-
do a mais se se tornar necessario.
A dursgio da accledade ser de 40 annos como
u do benaficio daa istnges concedidas pela lei o.
66-j, coatado da data do acto constitutivo da so-
ciedade.
Sendo-me preciso mandar tirar copia da plan-
ta geral da cidade e arrebaldes, para coohecer
de urna maneira oficial, e mostrar aoa capitalis-
tas foroecedores de fundos a verdadeira situago
dos terrenos que formario o valor da aubacripgio
dos differentes respectivos proprietarios actuaes,
que quorem fazer parte da sociedade, rogo aos
mesmos seohorea se sirvam remetler-me em
carta foichada, no eacriptorio do Illm. Sr. Daodo-
ro UlpiaooCoelho Catanho, ra do Imperador n.
81, primeiro andar, aeus pedido para serem
aocio, accompanbadoa da reU^lo determinando a
situacao, confrontacao, extensio e valor aproxi-
mativo do terreno, ou valor de terrenos e casas
a reconstruir, ou caa Ierres a elevar a sobra-
do.
Serio igualmeote acceitaa subscripgOes de
1009000 reis para cima de quaiquer pessoa nacio-
nal ou estrsnceirs, realisaveis em 10 preitsgei
de 10 por cento da quantia subscripta ; a primei-
ra ser paga em occasiio da apresentagio do aclo
de sociedade, para aer assigoado por cada subs-
criptor, e as oulras tuccessivamente no intervalo
de dous em dous mezes at completar 20 mezes.
Ao pago que forem recebidos serio os produc-
tos das sobscrfpges recolhidos ao novo b-nco de
Paroambuco, em conta'corrente de juros.
Em poder da associagio dos artistas acha-ie a
lista ds subscripgio dos mestres e offleises que
quizerem fazer parte ds sociedade formando suss
subscripges de 1009000 reis com entradas de
29500 por semana durante 40 semanas, on de
19250 durante 80 semanas.
Os foroecedores de cal, or, lijlo, telha o
raadeiras de coostruego etc. Os donos de ca-
nda e carro* de transporte de materiaes poderlo
igualmeote subacrerer por quaiquer quaatia, de
OOJOOO rea par cima, e serio admittidos a rea-
lisar auaa respectivas eotradas seja em dinheiro,
aeja em valor correspondente aos objectoa por el-
iesforoecidos, no decurso dos 20 mezes .conce-
didos sos dermis subscriptores.
Com o concurso de todos os meios d'acgio que
acabo de indicar para a fcil e prompta realisago
do capital social, espero que dar-ae-hi breve co:
mego a operagas da sociedsde, cujo resultado
logo que ella ealiver em completo andamento
nio deixar de dar. aos ioteresssdo dividendos
de meos de 12 s 18 por ceoto ao aooo.
Entre outros melhoramenloa que pretendo ia-
troduzir, tanto na fabricagio. construegio. destrl
buigio, ou repartimaato daa casas coastruiJaa
pela aociedade, accreaaenlar-ae-hio aa canaliaa-
g6u, d'agua polavel, o'illuminaco i gas, e de
deapejo pelo ayatema Cambrone.
Os socios terio direito, a prego igual, deoecu-
par aa casaa pertencentes sociedsde e poderao,
querendo ficar donos dolas, e.ntendendo-se com
os gerentes sobre as coodiges'de pagamento.
Quaiquer aquilino afiaugado poder-se-ba tor-
nar proprietario da casa por elle OCCupada, pa-
gando o prego do alluguel e a quantia coaven-
cionada com os gereotes, para amortisagio do
valor da casa em 10, 15 ou 20 annos.
Com estts facilidades nio haver pai de familia,
zeloso de seus deveres, que nao envide todos os
seus eaforcos psra, com suas economas ebegar i
possuir para o abrigo da familia, muitas vezes
pobre, mas honrada, ama caaa sua d'oode nio
poass ser esbulbada depoia de morto o reapecti-
vo pai.
Oa aocioa terio a preferencia aoa empregos da
sociedade, quando reunam as hsbilitages ne-
cessorias, psra oa cargos, qae tiverem de exer-
cer, dando Hanca idnea, se forem de reiponsa-
bilidade.
Serio admittidos nas offlcioas e obras da socie-
dsde como aprendizes. de preferencia, outros,
os flihos de seus operarios, e o orpbios desv-
lidoa, tanto da capital como do reato da provin-
cia. r
Se algum subscriptor desejs mais slguma in-
formagio achar-me-ba sempre prompto a he
foraecer.
Em tanto aaaigno-me como sempre, de Vmcs-
mui sttento venerador, criado obrigado
Franciico Mario. Duprat.
Recife 2 de jaiba de 1862.
COjMMKflmGMO.
do Banco.
EM 8 DE JULHO DE 1862.
A csixa desconta a letras at 4 mezes a 10 */,
e recebe dinheiro ao premio de 8 /,.
Bandimento do dia
dem da dia 9 .
Alfaodrara.
la 8 .
100.2569392
18.2949139
118:550953M
Saldo a favor de Jos Dia da
Silva..... ..... 1 5:4424207
Pernambuco, 22 de tetembro de 1855.Re-
conhego Torres Bandeira.Numero cento e ses-
senta e nove trezentos e vinte.Pagou trezenlo
e vinte ris.
Recife, 22 de setembro de 1859.Carvalbo.
Senna.
Aos Srs. subscriptores, artistas, mes-
tres pedreiros, canteiros, carpioas,
earpinteiros, marcineiros, obreiros
diversos, dooos de otarias, tornos
de cal, foroecedores de madeiras e
mais iiiteressados na prompta reali-
saco da sociedade de edificaces de
casas, compra de terrenos, etc., etc.
. Senhores.
Tenho a hbora de participar a Vmci., que aa
parte oficial do Diario de Pernambuco n. 146 de
27 de junho prximo fiado, acba-te publicada a.
lei ion n. 535, laoccionada em 20 do mesmo mez
pelo dignissimo actual presidente o Exm. Sr. Dr.
Manoel Fraocisco Corre.
A dita lei concede-me, para notai aociedade
de edificages etc.. o aeguinle :
Art, 1\JE' concedido a Franciaco Mara Duprat,
para a companbia que elle incorporar, iteogio
integral da decima urbana ou'de oulro quaiquer
Imposto provloiial ou municipal por 40 annos,
am* cootar-ae-nao da data do cootrato constitu-
tivo da sociedsde., obre o predios destioados ao
servigo delta, auas oficinas dependentes e dep-
sitos. '
Art. i^'Qi.predios, porem, coDitruidoi pela
sociedade, por sus propria conta, para allegar
ou vender, a pagario matado da dcima ouide
outros imposto provinciae ou muocipae, no
primeiro dez ama depoia de promplo, em
quanto pertancerem .a mesma aociedade, ao m
5 biBlM doi das uuw nio fortn rendido.
MoiImasato da airandega.
Valme entrados comfaieoda..
coa genero..
Velamos
c
ahido

om fuiendas..
com genero..
52
73
593
52
726
Oescarrgam no dia 9 de julho.
Braue portuguezSoberanomeroadorias.
Bngue portuguezJorea Ameliasal.
Brigue ioglezContoscarrio.
Barca nacionalBosssicsidea.
Brigue inglozStopben Sarahidea.
Ex porta cao
Patacho inglez Buey, para Liverpool, carre-
garam.:
Paln Naih & C, 30 saccoi com 152 arroba
e 22 libra .de algodo.
Barca iogleza Cora, pira o Canal, carragaram :
Johoston Pater & C-, 940 saceos com 4,700 ar-
robas de assucsr.
Brigue ingles Black Prinee, para Maraeill, car-
regaram :
Timet frere, 1,200 saccoi om 6.000 arrobas
de assucar.
Brigue portuguez Joven Amelia, para Loanda
e Beoguella, carregaram :
F. S. R. ft Filho, 40 pipa com 7,340 medidas
de cochaga.
Lugre portuguez Julio, para Lisboa, carrega-
ram :
Domingos Rodrigues da Andrade, 260 meio d
ola.
Francisco Joaquim Ribeiro de Brlto, 95 birria
com 3,325 aTedida de mel.
Thomsz de Aqufao Fonsecs, 265 taceos com
1,325 arroba de asancar.
Barca oriental Marianeta, para os porto do
Rio da Prata, carregaram :
Amorim & Irruios, 450 barrica com 3,361 ar-
robas de atsucar.
Beeebedorla de rendas Internas
geraea de Pernambueo.
Randimento do di 1 8 8:6188717
Movimeato do porto.
.. ^ N*et*h1do0nodia9.
Ra Grande do Sulr- patacho nacional Palma,
espitao PraaoUco Antonio Ferreira- carga a-
suear, *gusrdoie e tal.
Ata-kriojae aacionai santo Barbat Tmcv
dora, eapitio Anselmo Peres ; em lastro.
Piragatera francesa Ade7, caaitle Galleer;
em ltro da coaro?.
LirjrpoelpiUcho inglez BuiV, capitio ,Hnry
wallers ; carga aasucar, sal e algodio.
Nio houveram entrada.
Saitaes.
O Illm. Sr. inepector da theiouraria pro-
vincial em cumprimeato da reolugio d.junta
da fazeoda, manda convidar aoa proprietarios
abaxo declarados, psrs eotregarem oa mesma
thesoursris no prsxo de 30 dias, a contar do dia
da primeira poblicsgio do preaente, a importan-
cia das quotaa com que devem entrar pon a cal-
cemento da rao das Laraogeiras e partes da d
Queimado, a comegar da extremidad da da
Rangel at a esquina ds rtfa Eitreita do Rosario,
conforme o disposto na lei provincial n. 350.
Adverte-se que s falta de entrega voluntaria
seri punida cora o duplo das referida quotas,
segundo o srtigo 6* do regulamento da 20 de de-
zembro de 1844. s
Rus da Laraogeira.
N. 2Claudio Dubeux .....
dem 4Anna Mari da Conceigio.
dem 36Anna Thereza do Sacra-
, aenlo...........
dem 8A mesma ......
dem 10Ordem Terceira de S.
Franciaco.........
dem 12Mara do Carmo Morera
Fragoso, Bernardina Jacintha Mo-
rera Fragozo, Franciaco Morera
Fragozo.........
dem 14Marcellioo Joa Goncal-
vea da Fonte.......
dem 16Irmandade do Divino Es-
pirito Santo. .......
dem 18Dr. Felippe Lopea Netto ,
dem 20Aotonio Ferreira Braga.
Ideo 22Jos Francisco Fernande
dem 24 Herdeiroa de Antonia
Leite Pitia Ortigueira.....
dem 26Antonio Jos Dias. ,
dem 28 Herdeiros de Antonio
Mello Corte. .,.-...
dem 30Irmandade do Santissimo
Sacramento de Santo Aotonio .
dem 1Joio Aatooio Ctrpinteiro
dem 3Joaquim Aatooio da Sil-
. T'..........
Idam 5Bartholomeu Francisco de
Souza..........
dem 7Jos Piolo da Coala .
dem 9Joio Francisco dos Saotoa.
dem 13Joa Googalves Torres .
Idea 15 Herdeiros de Antonio
Mello Cortes........
dem 19 Joio Nepomuceno de
Paula e Silva.......
dem 21Viuva de Viclorioo Jos
de Medeiros .-......
dem 23Elizeo Alberto da Sil
,/eir..........
dem 25Anna Joaquina Xavier
Carneiro ......
Hem 27Manoel Ferreira Ramos .
dem 29Luiz Gdmes Silverio .
dem 31Francisco Luciano do ~
go Calisto & Filboa .....
Rus do Queimado.
N. 20Herdeiroa de Silvaoa Mari
Pereira Lobo e Jos Joaquim Pe-
reira da Mendooga ....
dem 21 Manoel Ignacio de OJL-
rera........
dem 24Mathias Lope
Msia......
dem 26Joaquim
.MiranJa Couto. .
dem 28Antooio Jos
lhaes Bastos. .
dem 80Viuva a herdeiros
Joa Leio de Castro .
Hem 32Rodrigues & Ribeiro e
Jos Francisco Lavra Penna .
dem 34Jo Franciaco Lavra. .
dem 36Rodrigues & Ribeiro .
dem 38Antonio de Azevedo Pe-
"'..........
dem 40Herdeiros de Franciaco
Gongalves Rodrigues.....
lem 42-Albioo Jos da Silva ."
dem 44Bernardioo Jos Monteiro
Idom 46Filhos de Manoel Carnei-
ro Lio ....
dem 48Dr.
\
729000
45|000
36JKJ00
36J.O0O
54#00O
120S0C0
13500O
3750O
1659000
215600
369000
27;
9
499000
280800
2t.;600
289800
1359000
36900O
309000
1229400
129SO0O
458000
10S950O
369000
12*600
OBfSOO
369000
21600
da Coste
....
de Souza de
de
Magu-
d
135900O
909000
979500
909000
2409OOO
2409000
2089200
909000
90f000
1509000
1509000
1200000
4509000
.3759000
Mam da dia O
. t 3:7301664
12:339|381
Rindimata do dia
Idom 4o 41 9 .
rovlnelal
18 ... 42:
3."
Sebssliao Gongalres
da Silva e Dr. Ludgero Gongalves
da Silva......* t
dem 50Viuva e herdeiros de Joio
Maooel Pereira de Abreu .
dem 52Capella doa Prazeres d
Guararapes.......
dem 31Antooio Jos de Maea-
lhiee Bastos...... ,
dem 33Joa Moreira Poles e Al-
bioo Jos Ferreira da Cuoh. .
dem 37Irmaodade das Almas do
Recife. ;.....
dem 39 -Aatooio Jos de Maga-
Ibias Basto......- ,-
Idim 41Visconde de Suaasunajj .
dem 43Jos Francisco Lavra. .
dem 45 Jo Francisco Lavra
Penna........
dem 47O mesmo .
dem 49Bernardino Jos Monteiro
dem 51Bernardioo Lopea de Oli-
veira ..........
dem 53Inaoteocio Rodrigues Li-
ma...........
Idm 570 mesmo. ......
dem 59-Alexandre Jos da Silra .
dem 61Orphio Jos Rodriguei
Liaa .#.....
Idea 63Bernardino Lopes de Ol--
*".......: .
dem 65Mara do Carmo Nunea
Ferreir.........
Idum 67Herdeiros de Joio Vieira
Ljao........; .
dem 69-AIexndre Jos da Silva,
dem 71Aotonio Pereira de Oli-
veira Ramos .......
dem 730 mesmo.,,...
dem 85Orphio Joio Rodrigues
Lias .-.........
dem 77Alexandre Jos da Silva,
dem 790 mismo..:..,
E para conatar se mandou afixar 1
publicar pelo Otario.
Secretaria da thesonraria provincial de Per-
nambuco, 14 de junho de 1862.
O secretario.
Anlooio Ferreira d'Aonuneiacio.
Pela inapMcio da alfaadega ae fax publico,
que no dia 14 do correte dapoia do meio dia se
nao de arrematar em hasta publica, i porta da
mesma reportigio, duas caixa coa eafeita para
cabegu no valor de 389000, qae fdram arrenuU-
daa em hasts publica no dia 20 de Janeiro do
corrente anno por Thomaz Dias Sonto, cuja
mercadorias sio julgadas abandonadas de coofor-
midade com o disposto no g 2* do srt. 301 do
regulamento, sendo a arrematagio livre de di-
reito ao arrematante.
4* aaccio da alfsndogs de Pernambuco 9 da
julho de 1862.
O 1* eccripturario,
Joio Carneiro Los Soriano.
Persnte a cmara municipal daata cidade ir
novamente i praga nos diaa 10, 12 a 14 do car-
rete, o isa posto de afferigea ; aquellas qua a
pretenderem arrematar apreaeotario flanea id-
nea na forma da lei, sem o que nio serio adraiU
tidos a hogar no dito impotto. -
Pago da cmara municipal do Redi, am aea-
sao de 7 de julho de 1862.Francisco Canuto da
Boa-Viagem, afficial-maior oarviids daaoere-
tario.
O Illa), gf. ioapeclor da thesouraris manda
fazer publico que do dia 9 do corneto oa diaa-
teDaga-oenu mesma tbesourarl as jaro daa
apolicas da divida provincial, raacadau no ultimo
de junho prximo fiado, aaaim como as apoUcea
da 1.a aerie da misma divida. E pura constar oa
mandou publicar pelo Diario.
Secretaria da thaaouraria provlacial da Par.
oambuco 7 de julho de 18620 soatotario.
A. F. d'Anaajei,cla.
1359000
1509000
1509000
4509000
15O9O0O
135*000
405^000
180*000
36gOOO
751600
57*600
909OOO
759OOO
459000
4590CO
459OOO
45*000
90C.90O
6O9OOO
459000
6O9OOO
459000
459OOO
3795OO
6O9OOO
68S0OO
preiente a
7?
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TLEGVEL



r
i
i
t

i
i,
Afogados (az peblico, que te acha
am cavaste MM preto une M
inspectora* querleirio do Bar*, po-
contrado naalavooras de Coime Pessoa de
je; salabobo n ach dapoeiudo de carro .
qoem se Jotgar com direito a ditos animaes, com-
parece, que provaodo lhe aera entregue.
* O subdelegadoloraes.
CuuMfoo adoiiistrative.
loo administrativo, para fornecimeoto
il de guerra, tea de comprar os objectos
oegaiataa:
' Para.o V batalhio de iofantsrla.
2 treoaa del palmos.
2 eatadiee triangulares de metal.
kTO 9* batalhio de infantaria.
6 reemeede papel almaco.
6 calaae.de peonas d'aco.
X* ttaa d'ave.
2 caivetes.
t> garrafal de tinta pera escrever.
mee de lapie de pao.
5 librea de eres para escripia.
somplares da colleccoee de carta* para
pnncipiantee. .
36 taboadas. w
lt grammaticas portegueza's por Monte Verde
diurna edo.
11 cempeadios de arithmeticas por Avila.
11 pautu.
36 traslados.
6 pedrea para eecripta.
18 lapia pare aa ditas.
Qeeejt quier Tender taea objectos aprsente as
propostas era carta fechada, na aesretaria do
coneelho, s 10 horas da maoha do da 18 do
arrete mes.
Sla daa seseos do cooselho admloiatratlro
para fornecimealo do arsenal de guerra. 9 de
julbo de 1862.
intento Pedro de Si Barreto,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pertira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Obras publicas.
Ponte de S. Joao ou Ca-
morim.
O director das obras peblicsa competentemen-
te satorieado pelo Ezm. Sr. preaidente da pro-
vincia, faz publico que os desenhos e ornamentos
para ama ponte de ferro que se ha de conalrair
aobre o rio Capibaribe, na eatrada de Pao d'Alho,
porto dos eogenboa de S. Joao e Camorim, de
conformidade com o 5." art, 13 da lei do orca-
raento rigente o. 544, se acham patentea na re-
parttcao dasobraa publicaa, onde aereo ministra-
da! todas aa informarles neceasariae aoa que pre-
tenderen) contratar a construccio desea obra.
Aa propostas para a construccio deaaa ponte
dererio aer remettldaa em carta feckida ao mea-
mo Erra. Sr. presidente ; declarando se no io-
J>re-escripto : proposta para a ponte de S. Joao.
Essas propostas serio recebidaa somenta at o dia
21 do crrante mez e abertas no dia 12. no pala-
cio do governo, em preseoca dos proponenles,
que all deverio comparecer at a 1 hora da tar-
de do meamo dia.
O governo nao ae obriga a aceitar a proposta
ix* era prego, se tambera nao spreseatar
para
propno para
tolas as garant*
obra, alemy
aejimf.r
Dir
1861.-
"essarias boa-execacio da
outraa condignas que lhe
publicas 4
Marlineau.
de julho de
irreo.
Pela administra cao do crrelo da provincia se
faz publico, que em conformldade de decalo a.
787 de 15 de margo de 1851 e respectivas ios-'
truccdes leve boje lugar o proeesso da abertura
das cartas atrasadas pertencentes ao mez de ju-
lho de 1861 coudemnadas a consumo pelo art.
138 do regulameoto dos correios de 21 de de-
zerabro de 1814; assislio o commerciaote Do-
mingos Jos Ferreira Guimaraes. Qesla abartu-
ra reaultou echarse urea carta com documento
descripto em lirro proprio para ease fim deati-
nado, (cando para aer entregue a quem de di-
reito perteoeer urna carta do Rio-Grande do Nor-
te de Cassiano Gabral de Oliveira para Manoel
Jos da Silva Grillo com ua> recibo. Por ultimo
procnda/i-ae a tiueima ras cirtis aelladas o nao
selladas, de que se lavrou o respectivo termo, o
qual o que se segu.
C irreio de Pernambuco 3 de julho de 1862.
O administrador, _
Domingos dos Pasaos Miranda.
Termo de consumo da. cartas atrazadas no mee
de junho de 1862.
Ao terceiro dia do mez de julho de 1862, nesta
administrado do crrelo, as 11 horas do dia, es-
tando presante o Sr. administrador Domiogoados
Pasaos Miranda e mais empregados abaiio de-
clarados, proeedeu-se o consumo de 175 cartas
e 61 jornaes, sendo 139 cartas selladas, 136 ditas
e 61 jornaes nao selladas na importancia de vin-
tetiya mil quatrocentos e noventa e cinco ris,
como'consta da factura abaizo declarada, cuj
importancia vai descarregada nesta data ao refe-
rido administrador e thesoureiro.
E para constar passou este termo em que as-
signamos\o referido administrador e mais em-
pregados. \E eu, Francisco Simoes-da Silva, aju-
dame conta\or o escrevl.
O administrador,
Domingos dos Passos Mirsnda.
O oflkial papelista,
Ismael Amavel Gomes da Silva.
O offlcial papeliata,
Muardo Firmino da Silva.
O officlal papelista,
I Luiz de franja de Oliveira Lima.
O praticante,
cente Ferreira da Porciuncala.
O porteiro,
inoel Marinhode Sooza Pimentel.
EDITAL.
f$o do arsenal de
ma riona.
Fas-se publico que a commissio de peritos
deste araenal .laminando, os forma determinada
no regulameoto aeompanhaodo o decreto n. 1,324
de 5 de favereiro de 1854, o casco, machinas,
aparelhOj maatreaco.ivelame, amarras e ancoras
do vapor de reboque Camaragibe, da compaohia
denominada Vigilante, achoa todos estes objec-
;os em regular estado.
Inspecjo do arsenal de marinha de Pernam-
buco, 9 de julho de 1862.
O inspector,
> H. A. Barbosa de Almeida.
Consulado provincial.
De ordem do Sr. administrador interino do con-
sulado provincial ae faz publico que os trinta
dias atis marcados para a cobranca a bocea do
cofre do 2.* semestre do anno flnaneeiro de 1861
a 1862 doa impostos da dcima dos predios ur-
banos das freguszias desta cidade e dos Afogadoa,
de 20 OO sobre o conaomo de agurdente, e da
50(0 sobre a renda dos bens de raz pertencentes
a corporales de mi morts, flndam-se ao dia 8
do corrente, e que fleam sujeiios a malta de 3
0|0 os que pagfram depois desse 'praso.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
1.* de julho de 18610 chefe da 2.a seccio,
Francisco Ferreira Martios Ribeiro.
Quinta (eir 10 do correte depels da au-
diencia do Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda, s
10 horas de dia irao 4 prac per vende, a quem
mais der as propriedades seguiotes:
aa eaee terrea sita na liba do Remedio n.
21, junto a do viscoode deSusssona com 30 pal-
mea de frente e 61 de fundo, em solo proprie,
eos besofeiterias, avallada per 3:0001, a qual foi
penhorada por ezecurjao da fazenda provincial
contra Joao Bptiala Soares, b boje pertencenta
0 .meamo vjscoode.
A casa terrea no Poco da.Panella. n 75, lando
"25 palmos 0%freate e 59 1|1 de fundo, com 1
jalas, 2 quartos, quintal, cosinha, arruinada, por
400, penhorada por execacio da meama fazen-
da centra a-viera e berdeiros de Miguel Francis-
co Gomes.
A casa terrea na ra do Bomgosto, 21, nos
Atetadas, cora it palmos de frente e 30 de fun-
de, S salas, t ojearte e quintal ara aberto, em
atado de ruina, avallada por 501, penhorada
perezacucao da mesase fazenda centra Pedro
Diaa de Assis.
A ese* eaaJttede de va eeer e seta*,, aita
na rea das Lassogeirea o. 2, ees 25 petaos de
freate e 70 poaco asan ou menos de fuade, com
2 aala, 3 puertos e e aotee ama M, n
qnafta guada, % matiatua.s eaalah, teede e le-
ja dase aatse, taarettae e sjeftaiat, avallada em
5.-00t#, penhorada per axeeacio da mesaa fs-
zeeda centra OaonJio Deheni, easio flader de
ten.
lisT-
. artos, quintal ein
estado, tendo os cites de tajee,
por 50, penhorada ao herdeids de
Ignacio fe Loyolla Calado.
A olarla ni roa de S. Mtgael, fregaezls-' dos
Afogados, n. 9, de boas dimensoei, hsm-*edifl-
cada, com seus pertences a foro competente,
em chaos foreiros, a va liada em 2:000. penho-
rada a Jos Buarque da Macedo por Manoel de
Souza Jardim.
A caaa terrea na eatrada Nora, n. 34, de lij-
lo, com 17 palmos de frente e 34 de fundo, cos
nhs dentro, quintal em aberto, em chioa foreiros,
svaliada em 4005, penhorada a vluva de Manoel
r rsnciaco da Silva.
O sobrado de doui andarese aotio na raa do
Sol, n. 29, com 2 salas e 4 quartos no primeiro
e segunda andar, cosioha fora a no sotao, pe-
queo quintal murado com porlio para a roa
das Flores, tendo 33 1)2 palmos de frente e 96
1|2 de fundo, avaliado em 14:000, penhorado a
Joaquim Cavalcantl de Albuquerqua, como fia-
dor de Francisco Civalcanti de Albuqnerque.
A ceea terrea na Cspunga n. 61 (boje n. 1),
tendo 10 palmoa de frente e 33 de fundo, em
mo estado, avaiiada em 100$. penhorada a Ma-
noel Camello Pessoa por Iro Correa do Nasci-
cimento.
Reclfe 5 de julho de 1862.O solicitador da
fazenda provincial, Joio Firmino Correa do
Araujo.
CoDselho adniistrativt.
0 conselho administrativo, para fornecimeoto
do arsenal de guerra, tem da comprar oa objec-
tos seguintes:
Para o preaidio de Fernendo.
1 pecas de eabo do cairo de 3 1|2 pollegadaa
de grossura.
Para o serrigo do almozarifado.
3 duzias de canetss de espinho da quaodi.
3 caivetes finos.
2 temos de medidaa de amarello, da um selu-
mim a meio alqaeire.
2 medidas de 15 centesimos de alqueire, sendo
todaa as medidaa aferidas.
12 garrafas com tinta prela:
3 cairas de pennaa d'ago das naa que se usara
as repartirles.
Para o servigo de carapinas.
4 librea de gis fino (chamado do reino).
5,000 pregos ripses.
2 duzias de rerrumes caibraes.
2 dnziaa de ditas csizaes.
Para o aervigo de f uoileiros.
2 caizas de folhas de flandres dobladas.
2 ditaa de dita pequea.
Meia arroba da rame de ferro proprio
marmitoes.
Meia arroba de rame mais fino
tigellas.
Para o aervigo de tanoeiro.
1 quintal de arcoa de ferro para aocoratas.
500 cravos de ferro pequeos para os mesmos.
Para o servigo de ferreiros.
1 barrica de ara de caldear.
2 lengea de ferro proprio para fechaduraa de
portes e calxes de madeira.
12 limaa triangulas de 3 pollegadaa.
1 arroba de rerniz de ferro.
Para o servigo geral do presidio.
1 badeirs imperial.
Meia arrobado barbante oa fio de velas.
1 barrica com breu
1 paga de cabo de liobo de 1 Ii2 pollegad! de
grossura.
1 arroba da colla da Baha.
1 caizao com vid ros para caizilhoa de 12 pol-
legadaa de comprimeoto e9 ditaa de largo.
60 pares de dobradigas decraz (nio pequeas).
12 pas de Ierro.
6 pedras de amolar (daa amarellas):
3 garrafea de oleo de linhaga.
1 barrica com ocre.
12 pioceis aortidos.
Meia arroba de pos pretos.
1 barrica derozo-terra.
8 libras de secante.
1 arroba de verde masaa.
1 arroba de branca dita.
8 librea de zarco.
Meia arroba de alvaiade.
8 libras de aniz.
48 vidros para lampeos.
Madeiras.
12 tabeas da amarello com 25 a 30 palmos.
18 ditaa de louro com 25 a 30 palmos.
18 travs ou linhas.
18 tergss.
18 frecbaes.
20 enchameis.
1 pranebio de amarello.
1 dito de louro.
200 csibros.
Para a officina desspateiro.
350 couros de cabra.
60 vaquetas.
Quem qaicer vender tses objectos, aprsente
as auaa propostas em carta fechada na secretaria
do cooselho s 10 horas da manhia do dia 16 do
correle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimeoto do arsenal de guerra, 8 de ju-
nho de 1862.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel preaidente.
Francuco Joaquim Per eir Lobo,
Coronel vogal, secretario interino.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr. coronel director do ar-
sensl de guerra se faz publico, que nos termos
do aviao do miniaterio da guerra de 7 de margff
de 1860, se lem de mandar manufactarar o se-
guinte ;
197 sobrecasacas de panno azul para soldados.
79 caigas do dito panno para os mesmos.
27 sobrecasacas de panno cor de caf para m-
sicos.
27 calcas de dito panno para os meamos.
229 frdelas de brim.
374 caigas de dito.
385 camiaas de algodiozinho.
335 parea de polainas.
Quem quizer arrematar O fabrico do ditos arti -
gos no praso de 25 dias uteis, eomparag na sala
da directora do mesmo arsenal, pelas 11 horas
da manhia do dia 12 do corrente mez, com sua>
proposta em que declare o menor prego e qual
aeu fiador.
Arsenal de guerra de Pernambuco 9 de julho
de 1862.
O amanuense,
Joio Ricardo da Silva.
Pretende sabir ora toda a breriiode o hriaee'
portugus tSobsrano por ter mais de me! car-
ga prompta : para o resto da carga e ptseafairoa
trala-ae com o consignatario Thomaz de Aoain
Fomoea Jaoior, oa traressa da Madre de Dos n
7, pnmairo andar, oa com o capitio Antonio A*
gostinho de Almeida. ne praga.
Babia.
O hiato tSanta Rita segu nestas diss: para o
resto da carga que lhe falta, trata-ae com Caeta-
no Cyriaco da C. M. & C, no lado do Corno
Santo n. 23.
0 lugre Julio
aahe para Lisboa impretervelmentg no dia 15 do
correte mez de julbo ; recebe ainda alguma
carga e paaaagelros, para o que trata-se com o
consignatario Thomaz deAquino Fonsaca, na raa
do Vigarlo n. 19, primeiro andar.
Lisboa, Porto e ilha de
S Miguel
Carvalho & Nogueira saccarn sobre as pragas
cima : na ra do Vigario n. 9, primeiro andar.
COMPANHIA. PERNAMBUCANA
DI
Navegado costeira a vapor.
Parahiba, Rio-Grande do Norte, Macau,
Aracaty, Cear, Acaracu' e Granja.
O vapor Iguaraet. sommandonte Vianna,
sshiri para os partos do aorta at* a Granja no
dia 21 do corrente ia 5 horas da tardo.
_ Recebe carga at o dia 21 ao meia dia ; en-
comineadas, puaaieiros e dinhelro a frete at o
dta da sahida as 2 horas : eecriptorio no Forte
do Mattoa n. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Ate o da 17 do corrente, esperado dos
portos do norte o vspor OyapocK, coramandan-
te o primeiro teneote Antonio Marcelino Pontea
Ribeiro, o qual depois da demora do csiume
seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passgeiros. e eogaia-se
a carga que o vspor poder conduzir, a qual de-
rerl aer embarcada no dia de sea chegada.dinhel-
ro a frete a encommndas at o dia da sabida s
2 horas da tarde : agencia ra da Craz n. 1, os-
criptorio do Antonio Laiz de Oliveira Azeredo
& C.
Rio de Janeiro
O brigue braaileiro Alfredo aegue at 15 do
corrente para o Rio de Janeiro por ter a bordo
aeu carregamanlo: para o resto e escravos, tra-
ta-se com os consignatario Marques, Barros
K C.
Para Lisboa.
Tem de sabir com maita brevidade o lugre por-
tugus oJuliou, de superior msrchs, tem a maior
parte de ana carga comprada, e para o reato da
meama e passagairos, a quem offerece oa melho-
rea commodos, trata-se com o conaignalario Tho-
maz de Aqaioo Fonsaca, na ros do Vigario n. 19,
primeiro andar,-nu com o capillo o Sr. Frencie-
co Antonio Meirefes, na praca.
Ilha de S. Miguel.
Para a liba de S. Miguel, aegue com miU
brevidade o patacho portuguez Limo de primeirt
marcha, tem doua tercos do seu carregamento
prompto e para o reato da carga, paasageiros :
trata-se com os seua conaigaatarioa Joio do Reg
Lima Irroao : na raa da Cruz n. 38.
Para o
Rio-Grande do Sol
com escala pelo Rio de Janeiro
aegulr com toda a brevidade o brignt nacional
Mrquez de Olinda, de primelra marcha, tem
j prompta a maior parte de sea carregamento :
para o reatante trata-se com Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, no largo da Corpo-Sanlo
o. 19.
io de Janeiro

Pretende ssguir com muita brevidade para o
Rio de Janeiro o veleiro e bem conhecido brigae
nacional Almirante, tem parte de sen carrega-
mento prompto ; para o reato qae lhe falta, tra-
ta-se com os seas consignatarios Antonio Luiz da
Olivein Azevedo, no seu escriptorio ras da Cruz
Harnero 1.
Para Maranho e Para.
pretende seguir com muita brevidade o veleiro e
bem conhecido patacho nacional aEmulagio, ca-
pitio Aotonio Comea Pereira, tem parte de sea
carregamento prompto ; para o reato qae lhe fal-
ta, trata-ae conaVpa seos consigoatarioa Antonio
Luiz de Oliveira Aievedo & C. no seu escriptorio
ra da Craz n. 1.
LmMfe.
LILAO
DO
i .V/i \
COMPANHAeBRASILEIRA
MWNIS" L. TJUPflML
E' esperado doa portos do sul at o dia -14 do
corrente um dos vapores da compaohia, o qual
depois da demora do costme seguir para os
porios do norte.
Desde j recebem-se passgeiros e engaja-ae
a carga que o vapor poder conduzir a qual deve-
r.ser embarcada ao dia da aua chegada, sn-
eommendos e dinhelro a frete al o dia da tbi-
da aa 9 horas: agencia raa da Croa n. 1 ee-
criptorio de Antonio Laiz de Oliveira Azevedo
& C
KiodeJa
Deposito da ra esireita
dd Rosario,
Quiota-feira 10 do corrente.
Caadfto Alborto Sodr da Motte far leilio
por coota o risco de quem pertencer e para li-
quidagio de todoa oa gooeroa ezlhtenteano as-
roo deposito constando de diverso*"vinrros ge-
nuinos os melboree que tem viada a este mer-
mado, como eejam : rainha Victoria, duque do
Porto, duque de 1815, marea G&F, Porto, mus-
catel de Sslubal, Carcavellos, Bordeauz. Sol-
mao. Infles, Falcaa & aocioi, Madetra Secca,
Kedro V etc., ludo em garrafas, cerveja, alar-
dete de Frange, champagne, genebra de Hol-
anda, marrasquinos, licores, esseocias, charu-
tos de diversas marcas, cha da Iodia e preto,
chocolate, presuntos, masaa de tomates, figos
paaaaa, amenloas, manteiga, bolachinhaa de di-
versas quahdades, balaios franceses, ceatinhaa,
condegea, maracas, capaehoa, eslairaa de Ango-
la, escova, vasaouraa e maitoa outros objactos
que se com avista; asaim consol cofre prova de
fogo, espelhos, cadeiras, meaas ete. : quinta -fei-
ra 10 do' corrente peUe 10 horas da manhia
hora a que pede o agente aos Sr. compradores
qae comparecen) pois que tem muito que ven-
der para-acabar cedo : ra aitreita do Rosario
O. 11.
* .-.'
Urna c>sa terrea
Tenja-feira 15 do corrente.
O agente Pinto far leilio s 11 horas do dia
cima mencionado de ama casa terrea sita na
ra do Socego, freguetia da Boa-Vista, com 40
palmoa de frente e ISO de fondo, com quintal a
cacimba, podendo-ae dividir em dnaa casas para.
o que ja tem 2 corredores e 2 cosiohas faltando
apese a parado da divieie.
O leilio aera effeclaado na na da Cadeia n. 9,
onde se encontrar as ahavea de referida casa,
e aa dar qualqaer informarlo.
DE
L1FROS.
Quinta-feira 10 do corrente. .
O agente Almeida far leilio por coota e risco
de qaem pertencer de ama livraria completa na
qual os Srs. Ors. e estadantes enconlrarao obras
de direito e litteratura de escriplore modernos,
o cstalogo acha-se em mo do agente, tido ae
vender sem reserva de prego no dta cima em
ae* escriptorio rus de Cadeia do Recite n. 48,
s 11 horas.
LElXlO
DE
ico vais
Sexta-feira 11 do corrente
O agente Pinto, far leilio e reqaerimento dos
curadores flacaea da maasa fallida de Amorim,
FraRoso, Santos & C. e por mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz especial docommercio,das carteiras,
mezaa, cadeiras, relogio, armario para papeia,
diccionarios de Moraes.balcio, linteiros, 280 qua-
dernoa em branco, 6 resmas de papel de pezO e
outroa objectea pertencentea ao escriptorio da
referida firma social.
O leilio ser effectuado slt horas do dis ci-
ma mencionado no mesmo escriptorio, na praga
do commercio.
Avisos llWTSOr..
GRANDE
Laboratorio*a vapor
DE
Roupa lavada e eogommada
de Ramos A Pimentel'
Poeem mandar buscar a roupa lavada os do-
nos dos na. : 127, 120, 126, 111. 69. 89. 34, 6.
173. 53.159. 108. 83.106. 175,41, 174. 115.103,
70. 71. 119, 176,100. 177.52, 79, 72. 75. 8. 77,
\i- 2j3^*37. 132.138,156, 43, 4.73,178, 36,
157, ifwwt, 5. ae. ^
40TERIA
Sabbado 19 do corrente mez anda-
rSo impretervelmente as rodas da filiar-
a parte da segunda lotera para a
edicacao da casa do Gymnasio Per-
nambucano (3. concessao) no consis-
sistori da igreja de N. 9. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meios
bilbetes achain-se a venda na respec-
tiva thesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas commissionadas praca da
Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira,. ra da Imperatriz loja de
ferragens n. 4* do Sr. Pimentel, ra
Direita n. 3 botica do Sr. Ghagas, e
na ra da Cadeia doRecife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ ate as de 10$ se-
rao pagas urna hora depois da extrac-
to, e as outras, pore'm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos' Rodrigues de Souza.
Iuslrucco primaria.
Orna pessoa assaa habilitada as materias de
nstracgo primarla, pretende dispor do tempo
qae Ib restadas 3 horas da tarfle em dianta,
para leccionsr a algunarmeniaos por casas par-
titula ea. Os que ae quizerem utlljsir do siu
presumo dirijam-se a secretsrie da inatruego
publica, qae se lhe indicar a pessoa.
Amassadores.
Preciaara-ee de doua amassadores : na paderia
da ra larga do Rosario n. 16. de M A. dejaaus
Tbome Pranciaco da Costa e sui sennora
retiram-ae para a Europa a tratar da aaa eaude.
Offareae-M urna criada para cuidar,
verno da casa oa trata de criangaa! na
Sebo n. 31*.
no go-
rua do
frecisa-se
A viuva R>sa Jane, dentista.-e^rece os ser*-
vicos de sus arle ao respeitaTel publiee e psrti-
cula;mente a seas frKiezes ; fl -andar ertoa qe>
aero servidos a contento e msla barato qe era.
oalra qualqoer parte, em saa residencia na ru
de Santa Rita n. f.
Offerece-ae urna ama para casa de familia,
e tambero venda-se urna negrioha da 10 an-
uos: qiim precisar di:iia-aM ra da Santa Si-
ta b. 61. *

de em botn amaasador, e qae entendade fornesr,
para urna padaria diataote da praga 5 legoas; pa-
ga-sa bem se o servigo agradar : a tratar em
caaa do Taaao Ironios. raa do Amorim n. 35.
Alug-se.
Eaiste por alugr urna pequea casa com duas
salas e qusrto sita margena do rio ao norte da
fabrica de gaz ; prego de 10 rs. bem como urna
meia-sgua para hornero solUiro -t 6# 00 : a tra-
tar oo sobrado sito po mesmo lugar.
Offerece-se
nho ou c^izeiro :
ufa rapas para tenor de eoge-
nWraa Ditrita n. 60, deposito.
Precisa-sede
para taberna : no p
(m caiairo de 10 a 12 anoos
tao do Terco o. 1.
- O Sr. AoiuuiufEugemo da Fonsecs, aobdito
portaguez. casado oo Cear, lem aa ra do Quci-
mado n. 38, urna carta que muito lhe ioteresss
Offerece-se urna molber para asa de fami-
lia ou para casa de homem solteiro, para cozinoar
o fazer o mais servico de casa : quem do aeu
presumo quizer utilisaroe, dirii-se ao Hospicio,
casa u. 6.
.m--mmmmm-L.
o sr. acadmico Luiz Cornelio dos San-
tos, lem urna carta vinda do Rio de Jo-
neiro, na rea da Cadeia n. 18, segundo
andar, ou indique onde aua morada.
No dia 8 de julho correte, poucaa horas
depois de sair da caaa de detengo, aonie este-
re preso por motivo de fuga, toroou a fuirir da
caaa de seuseohor o escravo de dome Hercula-
no, o qual tem 23 annos de idade pouco maia
ou menos, cor fula, estatura o corpo regulares,
a falla um pouco deacangada e afinada, e tem
urna cicatriz proveniente de um unheiroqu* leve
n'am dedo de urna das maoi : tendo o cabelle
cortado muito renta, e urna argolla de ferro
com gancho no pesclo ; roga-se s autoridades
policiaes a cap'ura do meamo, e aua entrega, na
reas do Cabug, loja n. 3, a Hanoel Antonio
Gonjalves.
Sabbado 12 do corrente, perante o Dr. juiz
mnnicfpal da 2a vara, na sala das audiencias, se
ha de arrematar de renda triennal a casa terrea e
pequeo sitio na ra dos Pires n. a reque-
rlmenlo do aeu cooseohor Rololpho Joio Barata
de Almeida.
Francisco Kaposo Rosa aahe para Lisboa no
lugre Julio.
No casado Ramosa 4, vendem-se Iravee-
de louro multo boaa e baratas ; quem pretender
rfirija-se ao meamo.
J. L. Gallott, ioglez relira-ae
trra.-
para a nula-
O abaizo assignado, procurador da Santa
Casa de Misericordia, declara que sero de ne-
nhum vigor oe recibos das rendas dos predios do
patrimonio, que da data desta annuncio em dien-
te nao tiverem no verso a data do recebimeoto e
aaa assignaiara. Recite 1." de julho de 1862.
Symphronio Olimpio de Qneiroga.
Antonio Jos Crrela ai a Europa.
Mrcos Eioaty, subdito
se para .-a da provincia.
bnlanoico, rctira-
Precisa-se alugar um escravo ou escrava
que saiba cozinhar o diario de urna casa de fami-
lia: nirea da Cadeia do Recife n. 51, 3.* andar.
II
u
BsiAS Di) BACH1BEL
lL.fi.
IB A2II1D,
Precedidas de um discurso biogra-
pliico e acompanhadas de notas pelo
Sr. Dr. D Jacy Monteiro
SEGUNDA EDICCO
Correcta e aceroscentada com as
OBRAS INDITAS
Euniappeudice coniend discursos e
artigosjfcitos occasiao da morte
do autor.
Tres bellos volumes primorosamente
impressos sobre papel velino
e encadernados em Paria, 160000.
E' um dos mais populosos nomes da litteratu-
ra brsslleira o de 11. A. Alvares de Azevedo.
Dolado de urna ardente imaginago, empregava
as mais ouadas imagens, e possuidor de um
cabedal de coohecimentos muito alm do que
(em 13o verdea annos se poderia esperar, fun-
dia-osno molde da sua poderosa indjvidualida-
de. Bam cabaria a Alvares -de Asevedo o epi-
Iheio de menino terrivel, dado por Chateaubriand
a Vistor Hugo:era oes gigante,cujos primeiros
passos approzimavam-o meta: era um Byron
balbucante, ora Danre em miniatura ; vende-se
em Pernambnco as priocipaes livrariaa e no
Rio de Janeiro nicamente a do edictor B. L
Garoier.ru* do Ouvidorn. 6.
perguntas que na<> offen-
dem./
Que conceito merecer um professor .de pri-
meiras lettras, que tim abandonado a sua escola
a maia de 12 mezes ? Poder-ae-ha considersr
urna offeosa a esse professor, o acto pelo qual os
pais de familia desse infeliz lugar, procuraram
curar desse abandono em que ae acham os seus
pobres filhiahos, sem o alimento- espiritual ?
Responda o proprio autor da perguota do Diario
de Pernambuco de 5 do corrente, a quem toda-
va nao podemos detzar de acooselhar, que dei-
zedetangar oodioso aobre qusm nenhuma parte
leve (como autor), nesse abaizo assigoado que
tanto o tem molestado. Se haio]astiga,conteste-o.
______Um cuja asaigoalara n8o foi eztorqaids.
No da 28 de janno prximo passado, fur-
taram da estrada do Rosartnho um cavailo com
ossigoaes seguiotes : castaaho escuro, peque-
o, tendo do lado esquerdo do queiso
tula, e um signal branco em cada um dos ps
e com o ferro em forma de F ; quem delle der
noticia no sitio a esquerda da respectiva cap-lis,
ser ratificado.
Candas de visita
Cartes de visita ,-A^-^~
Cut6es da visita
Cartes de visita
Cartes de visita.
. Pregos reJazidos
Pregos redaxidos
Pregos rednzidos
Pregos reduzidos.
A dazia por 12*
A doria por 12$
A dazia por 12$
A duzia pert 12$
Duaa dutias por 203
Duaa duzias por 20$.
Novo eatylo de pnotugraphia
Novo eslylo de photographia.
Ambrolypos am caizaa 2
Ambrotypqs em csixas 2g
Ambrotypos em caitas 20. .
O retratista americano
Alberto W Osborn
Ra do Imperador.
Quem iiver licenQa do govarne e qutau
cortar madeiras, de qualquer qualidade que ea-
ja, com aa dimengoea que quizer, dirija-sa a>
estago do Rtbeirao, a entender-ae com Joa-
quim da Oliveira Maia Jaoior, que reside junto-
a estago.
O abaixo assignatte
avisa a todos os seus fregue-
zes da praca e do mato que
venham a sua taberna da ra
das Cruzes n. 41 A, da porta
larga pagarem seus debito^,
qo prazo de 30 dias, e os que
o nao fizerem sero chama-
dos a juizo, Recife 8 de ju-
lho de 1862 Joo do Couto
AI ves da Silva.

Attenco
A paaaoa que deizou um cavailo de trato no
dia 22 de junho, na coebeira da ruado Sol n. 23,
queira vir basca-lo no praso de 3 dia*. do con-
tranoser 'andido pr pagamonto do mesmo.
l'redenco Chaves aNga sea sut>radu situ no
Poco da Panella, com bons commodus para fa-
milia, jardim aos lados, terrago, eoeheira, *-slri-
baria, casa para criaOos e cacimba, per prego
commodo : a tratar m ra da I-nperatti o 19"
Perante o Illm. Sr. Dr. jiz de orphaos tara
uma Os- de ser arrematado no dia 11 do corrente, depois
de linda a audiencia, varios objectos tf r/srro e
prata, galvaoiaados e dnursdos, e aUuns refosios
de ouro e prata, pertencentes ao fallecido Joa-
quim Pinto.
0 Sr. Francisco
Baptista Pessanha Teixeira queira ap-
parecer na ra Nova n, 47, a negocio
que nao ignora.
Novo methodo de alugar
casas.
A peasoa qae oceultamente tem mandado in-
dagar a moradia do abaixo aasigoado, tenha a
bondade de declarar por eale jornalo que pre-
tende do mesmo ou eolio dirigir-se aonde o
bom indagador lhedisse habitar, sendo presum-
vel que soja para bom ou mo negocio com o
mesmo. Recife, 9 de julho de 1862.
Theophllo Laurino da Silva.

LEILO
B
Attenco.
Aluga-se o V sedar da raa do Rangafcn.
tratar na meeaaa ca.
10
O brigae brasi leiro BasjHfl
ga e eseravo frete p*i M
tratar coa oa
C, largo do Corpo Santo n. 6.|
Queijos flismeqgos:
Sexta-feim it do corrente.
"*< ques* pertetr-
rara letiso de* 30 canea eom snaetia flamen
i muito Bovoa e es melboree deste ataread,
aera o readl dos ees lotes a vostM* des compr
toe: adite-feira M do corrate pelas tOtrn^
, BsTrtt C a>de saavhfls na porta do nairatn d Aanee*
VMta da alfandega.
Atteaco
A's 6 horas e mola da tarde do dia 8 do crran-
te, roubarara do abaizo assignado os objectos se-
guiotes : um correntio da" ouro, um relogio pa-
tenta isglez, rn relogio em mo estado pisqu,
ama leura de Jos Catano Telzeira, de 1:800$.
unja dita de Fortunato Vieira da Silva, de dazen-
^^Miacoenta e tantos mil ris. e mais algumas
enree e outros papeia de importancia, o que lu-
deseaebavedeatrede- asea lata pequea e di-
veres* pegas de roupa, existiodo todos estes ob-
jectos acondicionados em am bab de couro o
qual desappsreceu coa o portador qae o levava,
que era am crioulos-moco e segando consta tioha
vindo da villa do Cabo : roga-ae a paaaoa a quem
forera offeeecidoe taes objactos de sppreheoderem
e levarem a rae do Queimado loja do Sr. Fran-
cisco Pereira da Silva, ou a rae Nove a. 40>. loja
do~ Sr; totr Igmrcto starter, que sert gratlfteado.
Manoel Vicente Gomes.
Freacwco deeSaetoa. aaibuito prtogaas, re-
oRi
oroprlos pera rapas solteiro : a
PlWf FloreaAa o. 10,
Nos abaizo aasignadoa, decommum accor-
do, diasolvemoa a sociedade particular que eziatia
na taberna da ra Direita n. 106, pertencenta ao
socio Joao Ferreira da Silva, caja se rindou em
19 de junho passado, fleando todo o activo o pas-
sivo pertencenta se meamo. Recife 9 de julho
de 1863.Joao Ferreira da Silva.Francisco fler-
nardo da Costa.
Manoel Raposo doa Santos o Manual da Mil-
lo Bizarro, subditos portuguezes, retira-sa para o
Rio de Janeiro.
Convm.
Traspsssa-se ama bypothsca de pequea qaan-
tia, que vence o jaro de 9 0(0 e qae ae acha muito
bem garantida : o pretendeote dirijs-se a raa do
Cotovello n. lt.
Aluga-se um sitio defronte da capella de
Santo Amaro, com casa grande para daas fami-
lia : a tratar aa raa do H lapksio n. 74.
Ra k Imperatriz 11 5.
LOJA DE MODAS
DA
Esmeralda
Fazem-aa vestidos, capas, berns, tudo da ulti-
ma moda, assim como rec-bem-sa os figurinoe
todos os mezes, tambem lavam-se chapeo do
Chilla e de palha da Italia, pondo se i ultima
moda, o fazem se cortinados para camaseje-
nellaa.
. -
Dar-ae 1:5009 aobre hypdvieca em predio ;
quem pretender, vi a ra do Q'iemado, loja n.
24, que ae dir qum os d.
SOCIEDADE
Unio Beneficeate

Auguato Muir
aul do Imperio.
Michado vai aoa portos do
Por ordem do Sr. presidente sao convidados
todos os socios effsetivos para uma reurriao da
assembla geral no dia 13 do corrente, petas 4-
horas da tarde, afim de tomar posse a nava ed-
mioiatrscao conforme o artigo 49 capitulo 9 doi
estatutos.
Secretaria da sociedade Unio BeneGcente Ma-
rtima 9 de jalho tle 1862.
Balthaasr Jos dos Beis.
1.* secretario,
No dia 11, as 11 horas, oa sala daa audien-
cias, rinda a do Sr. Dr. juiz de ausentes, se ha de
arrematar a caaa o. 28 da rus do Tarebi, parten-
cente a herangajto finado Pedro Goncalves de
SanfAnna, conhecido por Pedro Militao.
mmi
Leandro k Miranda.
Ruado Crespo amero 8 A.
AjOofc. OCOVADO.
Vende-se las de bom gosto a MO rs.
Saiaa- oVctmbraia-
Corles de vestid.
Organd*
outraa ai
corado.



1

DUlIOft
Gasa de saude em
tir
Dr. Silva Ramos.
Este eatabelecimento ji bem conhecido, e con-
eeituado oeata proviocia pelos relevantee aervl-
501 qaa tm prattado, contina na malborea con-
dlgss debaixo da direcc&o de aee propriatario i
iacbr doentea de todas as cluiei, oa quaes ae-
ro tratado* com lodo e zelo ictereaie peloa
precos segeiotes :
Primeira ciaste.... 39000 ou mal.
Seguida dita...... &&500.
Tatceira dita...... JOOO.
Em qualquer das classea oa Braceos flearo so-
tarados dos negros. Oa alienados da 3.a e 3.*
clasaa nao (ariosos pagsro a diaria ordinaria,
aendo furiosos pagaro mais a quatta parte. Os
alienados da 1.a clrtfa pagarn segando o ajusta.
Companhia Fidelidade de se-
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro. com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luis da Oliveir Azevedo & G. compe-
tentemente autorisadoi pela directora da compa-
nhia de seguros Fidelidade, tomara aeguros de na-
vios, mercadorias e predios, no ssu escriptorio,
ra da Cruz o. 1.
Um humem uisposlo para toao servido o lie-"
rece-se para trabalhar em algama refioaco :
quem pretender, dirija-se a ra Direila n. 60,
dtposito. ___________________________
James Otiver vai ao Rio de Janeiro.
Ra da Seniala Nova n. 56,
casa da pasto, forcees se comedorias para fora,
tOfln.*seio e promptido, por precos ra20aveis,
assim como hsver mo de vi cea aos domingos
diaaaantos, daa 2 norte em diante.
Ama de leite
OSarece se urna senhora capaz sem filho para
ama de leite : quem pretender, dirija-se a ra
Direita n. 18. primeiro andar.
Aluga-se um aobrado da um andar e sotao
na ni do Seohor Bom Jess das Cr oulss o. 35,
ama caaa nova oa Cipuoga, ra daa Crioulas n.
19 : a tratar na raa das Crazea com Bernardino
Jos Lelto. _______________^_^^_^^_^
Hotel popular.
Ra Direita n. 50.
Fornece-se comidas para fora com muito asseio
promptido, por muito menoa do que em outra
qaalqaer parte, aero aempre oa segniotes precos:
Para ama pessoa 259000
Para duaa 459000
Para tras j 653000
Mo de vacca todos os domneos a 400 rs.
Casa de aluguel.
Aluga-se urna grande casa terrea com sotao,
caiada pintada de novo com commodos para
grande) familia, lem bom quintal, cacimba e de-
posito d'agua dechuva, na ra da Concordia o*
75: a tratar com Haooal Firmino Ferreira na
meama ra sobrado o. 73.
Aiuga-se a casa terrea da ra do Fogo n.
16 : a tratar na ra da Cruz o. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Aievedo.
HaTsnuo-sa em um doa altimos dias do
mez paseado entregado a um preto, aflm da) levar
4 loja dOs Srs. Baatoj 4 Reg, na ra Nava,
pacas) de urna fazeoda preta de lia e slgddfb
dinatia, a qae se d o nome de alpaca de co
o.u gorguro, embrulbadaa em papel amarollo,
acontece qae, oem as ditsa 5 pegas foraaa leva-
dla i indicada loja, nem o preto que conhecido
pelo respectivo csixeiro ha depoia desaa dia aido
visto : roga-ae a quem podar dar iotormaces a
eaae respailo, ae dirija ao armazem o. 36 da raa
da Cadeia, eacr recompensado, querendo.
id DIJDLa) U61
Aulas,
Antonio Joaquim de Pastos, legilmente aulo-
riaado, tem aberlo aaauaa aulas delalim e fran-
cez : oa raa Bella n. 21.
Alaga-aa ama boa caaa no fttonteiso : a tra-
tar na roa da Cruz. n. 57.
Na travessa da ra fe* Ouzes n
2, pjimeiro andar, tingese para todas
a cores com presteza e com modo preeo.
Todia aitenco.
Custodio Jos Alves Galmsres avisa ao res-
peitavel pablico, principalmente a todos oa Mas
freguezes e amigos, qae sa madoa da loja da
aguia de ouro da ra da Cabagi para a ra do
Creapo n. 7, para a bem conhecida sotiga loja
de miudczaa que foi do Tallecido Joto Ceg, hoje
aera conhecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeitavel pablico a aos seus freguezes e amigos,
qae o queiram procurar no dito estabelecimento,
ondeacbaro um grande aortimento de mludezas,
qae afflioca servir bem e vender por merma dez
ou viole por cento. do que em outra qaalqaer
parte.
xmmmm mmmmmmu
m Saques sobre Portugal,
SO a btixo assigaado agente do Banco I
Mercantil Portoense nesta cidade, saca
effectiva mente por todoa oa paquetea ao*
b.a o mesmo Baoco para o Porto Lle-
boa, por qaalqaer somma avista a a pra-
zo, podendo logo oa saques a prazo aerem
descontidoa no mesmo Banco, na raao |
de 4 por canto ao anno aoa portadoras
qaa assim lhe convier : naa ruaa do Crea- S
po n. Boa do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Castro.
tvenrw sysjatV *> PW wmrw aVfEWWWnf aVIMV WaalaB WWtWwm
Aos Srs. consumidores de gaz
Noa armazens-do cas do Ramos os. 18 o 36 a
os raa do Trapiche Novo no Recife o. 8, aa ven-
de gaz liquido americano primeira qaalidada e
recentamenle chegado 4III a lata de 5 galoea,
aasim como lataa da 10 do 5 garrafas a em
garrafaa.
Ao respeitavel publico em geral, e ao
corpo do commercio em particular.
A. C. P. de Burgos Ponce de Len, em aaliafa-
ca"o aos desejos de sea logro o Sr. commendador
Antonio de Siqueira Cavalcanti, tendo deixado a
vida de agricultura e lepla a do commercio,
acha-se hoje empregado no (oro desta cidade co-
mo solicitador de causas, e neata condico o flo-
rece seus servicos aos que qaiserem lhe confiar
aa anas demandaa, esseocialmente aa que devem
ser tratadaa perante o juizo commercial, nao s
porque se julga de alguna forma habilitado, co-
mo porque oeata especia osis ae dedicara.
O aolticitador Burgos ae prestar grstaitamente
a facer valer oa direitoa doa qae realmente po-
bres, eetiverem doloroaamente aob a oppresso
dos descomedidos e ioauportaveie caprichos de
iojastos poderosos.
Elle pode aer procurado na raa da Sanio Ama-
ro, casa n. 26, que fica por traz da ra do Sol,
daa 6 a 9 horas da manha, e daa 3 s5 da tar-
de, e no intervalo de9 aa3 horas, no escriptorio
da raa estrella do Rosarlo, sobrado n. 27, ou oa
asa das audiencias.
Escriptuiacao.
Urna pessoa habilitada em escripturago mer-
cantil por amboa oa sysiemas, dispondo de al-
gumaa horas vagas prope-ae a tomar conta de
algumaa escripias, para o que poder! aer procu-
rada das 6 aa 9 horas da manha e daa 5 horaa
da tarde em diante : na ra do Imperador n.
18, segundo andar.
Joao da Silva tamos,
medico pela Universidade
de Coimbra,
da consaltas em casa, daa 8 a 10 horaa da ma-
nha, e preata-aea qualquer chamado com a bem
aoohecida promptido.
Do segundo andar da casa n. 67
da ra Nova, fugio um papagaio para
o lado da ra das Flores, levando no
pe parte da corrente de latao que o se-
gurara na gaiola, e tallador, chama
pelo nome de Rosa, Alvaro etc. : a pes-
soa que o agarrou querendo restituido
favor mndalo levar a casa cima
que se gratificara' com 10$, e a mesma
gratiicacao se dar' a quem descobrir
a casa em que elle esteja.
SEGUNDA
Qu4M^HBBftia morasfi are clst tarrea paraf
vender, oasfaasde Santa Thereza, Hortaa, llar-
tyrioa, Concordia, Caldeirairo e Paz; da free.ue-
sia da Santo Antonio, Florentina e pateo db Hos^
pital, dirija-aa a raa da Cruz n. 49, sega
andar.
leguado
Francisco Jos Cirneiro, subdito portuguez,
retira-ae para fora do Imperio._______
O Sr. Germano Zechbauer antea que ae re-
tire para fora da provincia, qaelra ir ua raa No-
va n. 44, aatiafazer o que nao igoora.
Para livrar de engaos.
O abaiso asaignado, deparando no cDiarie do
Pernambuco de 5 do corrente no manifest do
b.rigue portugus aAmelia viodo do Porto, que
consignava varias mercadorias a Henriqna Jos
doa Santos, que nio ae enleoda com o abaiso aa-
signado, estabelacido na ra Direita com padaria.
______ Manrique Jos doa Santoa. -
Aluga-ae ou ven le-se um
dade : na raa da Guia n. 54.
escravo de meia
Aluga-se ama boa eacrava cozioheirs, e sa-
be fazer compras oa raa : a tratar no becco das
Barreiras da Boa-Vista n. 2.
J. Borslelmann, subdito hanoveriano, reti-
ra-ae para fora da proviocia.
Pede-se
o Sr. Haooel Jos Farrelra Barbosa queira ap-
parecer na raa do Queimado n. 46, loja, para se
lhe entregar ama carta vinda de Europa.
Florista.
Alaria Jooquioa de Santa Anos, florista e do -
ceirs, participa ao reapeilavel publico e a todoa
oa seas freguezes, que mudou a sua residencia
da ra da Roda n. 48 para a travesea daaCruzea
o. 12, terceiro andar, onde pode ser procurada
para qualquer eocommeoda de flores, bolos e
bandejaa para caaameotoa e bailea.
ao
THESOURO HOMEOPATHICO
do
Vade-mecum do homeopatha
pelo oloutor
SUHD.LL
Bate livro qae se tem tornado to popular,
quaoto necessario, acab de sor publicado com
todos os melhoramentos, qaa a experiencia o oa
progressos da aciencia tem demonatrado. A no-
va ediego em todo superior primeira, en-
cerr :
1.* Maia amplaa noticias acerca do carativo
das molestias, com indicagoes mai proveitosss
dos medicamentos novas recentemente experi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2.* A exposicoda doatrina homeopatha.
3.* O eatudo da apropriaco dos remedios se-
gundo as predominancias doa temperamentos,
daa idades, dos sexos, e segundo aa circamstan-
ciss atmosphericsa etc., etc.
4.* A preaervaco ou prophilaxia das molestias
hereditaria*.
5.* A preservado das molestias epidmicas.
6.* Urna estampa Ilustrada demonstraliva da
continuidade do tobo inteatinal deade a bocea at
o anus etc., etc.
Vende-se na pharmacia especial homeopa-
thica, propriedade do author, raa de Santo
Amaro (Hundo Novo) d. 6.
Preco de cada ezemplar. 205000
N. B. Oa senhores assignantes queiram man-
dar receber aeua eiemplarea.
Preciss-se de ama pessoa que aatba bem
retinar assucsr.psra tomar conta de urna retina-
cao em Saoto Amaro de Jaboatao : a tratar na
raa do Rangel, deposito n. 8.
E1NSICSO
Pratico-Theorico
DA
LINGUA FLANCEZA,
SEGUNDO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H. G.Ollendorff
PARA
Aprender urna lingua em seis mezes
POR
Cicero .Peregrino,
Bacharel em direito.
2 volumes em 8.
Sahio do pralo o 1.* volume desta obra, integ-
ramente nova, e nica escripia em portaguez por
aquelle systema, approvada pelo conselho direc-
tor da instruccao publica para aarvir de compen-
dio naa aulas publicaa da instruccao secundaria
da proviocia, accommodada ao nao do qnantoa
pratenderam fallar a tradazir com propriedade
a lingua franceza.
Acha-se venda no sscriptorio do-asUo/. raa
do Ultimado a>. 26, onda alada m. laKm a-
sigoaturas (7JO0O), al a publicagao do W volu-
me ; depola do qae vender-se-hao a ltBOOO oa
ejemplares.
mmmmmmmmmmmn
16Ra da Cruz16
. O Dr. Rocha Bastos
di consultas todos os dias.
Cara radical a em poaco daa moles-
tas syphiliticas e dos orgos geoito ar-
| narios.
8 Consultas de graca das 8 as 9 horas da
manha.
Aluga-sa por mez um eacravo coxioheiro e
outro para todo aervico ; na ra Velha, caaa nu-
mero 35.
Consultorio medico-cirurgico
3--U13JIl1IA. GILORWCaVSiV DO F\HTO\0-3
Consulta por ambos os systemas.
Em coosequencia da madanca para a sua nova residencia,
manto acaba de fazer ama reforma completa em
. o proprietario deate eatabaleci-
todoa os seus medicamentos.
O desejo qae tem de qae oa remedios do sea estabelecimento nao ae confundam com os da
nerhim outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precauco de inecrever o sea nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todee aquelles que forem apresentadoa sem esta marca, e qaando a pessoa qae os mandar com-
prar qaelra ter maior certeza acompanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Moaaozo e em pa-
pel marcado com o sea nome.
Outro sim : acaba de receber de Franca grande porco da tlnctara de acnito e belladona, re-
madtosl astea de eumma Importancia e cujas propriedadea ao to conhecidaa qae os meamos Srs.
medicas allopathas empregam-aa constantemente. *
Os medicamentos avulsoa qur em tnboa qur em tincturas caatar&o a 1} o vidro.
O proprietario deste estabelecimento annancia a seus clientea e amigos que tem commodoa
aaafficieatea para recebar alguna escravos de um e outro aexo doeates ou qae precisem de algama
eperecae, affiaocando que sero tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem todos
aqueilee ^ue j tem tldo eacravaa na caaa do anounciante.
A-oituaco magnificada casa, a commodidadedos banhos salgados lio entras tintas vanta-
geoa para o prompto restabelecimento dos doentes.
Aa.pessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo do manha at 11 horaa
t de tarda daa 5 em diante, o fora destas horas acbaro em caaa pessoa com quem se podaro an-
ead**- roe d Glfa n. 8 casa do fuodo do Dr. Io6o Motcoso.
'* ----------------------------
AUencao altenca.
O abaixo ignado Uqudatario da exOcla
firma de Vidal & Basloa, rog aos devedores da
mesma a mandarem quaoto antas pagar seas
dbitos para assim deizar de sa ver na obrigacjjo
de entrsgar as mesmas a um procurador para u~
rem cobradaa judicialmente. Recife 27 de iunbo
de 1862.
Joo Carloa Bialoa Olivtira.
RA DO IEIMB M!A6 ft
6BANDmTIlVLE]Tolll1|k3
BANDE^OSTIMEIiTo.rtiL
DASEROUPKS^1^
Soriimante completo de aobrecaaacoa de panno a ib$, 289, 80#e 35|, casacos muito bem
faltas a 25|, 28|, 30| e 851, paletots acasacados de panno preto de 16 at 35g, ditos de casemira
de cor a 1, 18f a 20f, paletots saceos de panno o caaemira de 89 at 149, ditos saceos de alpaca
m crin e la de 49 at 69, sobra de alpaca e merino de 79 at 109, caigas pratss de casemira da
s9 at 14$, ditos de cor de 79 at 10$, roapas para menino de todos os tamanhos, grande aorti-
mento daroupas de brina como seiam caigas, paletots e colletas, sorllmento de colletes pretos d*
mtim, caaemira e velludo de 49 a 9$, ditoa para caaamento a 59 o 69, paletota brancoa de bra-
saante a 49 e 5 J, caigas brancaa maito finas a 5f, a am grande aortimento de azendaa fina a e teo-
remas, completo sortimento de casamlraa ioglezas para homem, menino e senhora, seroalaa de
doho o algodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Joavin para homem e senhora. Te-
laos ama grande fabrica de alfaiate onde recebemos ancommendas de grandes obraa, qae para
nso est seodo adminlatrada por am hbil mestre de aomelhante arle e am pessoal de maia da
lincoenta obrairos escolhidos, portento executamoa qaalqaer obra com promptido e maia barato
de que em oatra qaalqaer caaa.
ARMAZEM
ROUPAF
Joaquim F. dos Santos.
40-Rua do Queimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roapa falta de
todas as qualidades e tambem se manda executar por medida vontade doa fregae-
xes para o qae tem am dos melhores profeasoros.
I
I
i
Consultas medicas,
Sro dadaa todoa os diaa pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no aea eacriptorio, rae
da Cruz n. 53, deade s 6 at as 10 horas
da manha, menos aos domingos ; sobre..
i.* Molestias de olhoa.
2 Molestias do coraco e de peito.
3. Molestias dos orgos da geracio e
do anua.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suaa entradas, comeetndo-ae po-
rm por aquelles qae soffrerem dos
olbos.
Instrumentos chinacos, acaaticoa e p-
ticos aero empregados em suas coosul-
taqes e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menoa
probabilidade sobre a sede, natureza e
cauta da molestia, e dabi deduzir o pla-
no de tratamento qae deve dealrai-la. oa
curar.
Varioa medicamentos serio tambem
empregados, gratuitamente; porm
pela certeza que tem de aua verdadelra
qualidade, promptido em ssus effeitos,
o neceasidade do aea emprego argente
que se usar delles.
Praticar ah mesmo, ou em caaa dos
doentea toda, e qualqeer operario que
jalgar conveniente para o reataboleci-
H ment doa meamos, para cujofim se acha
Rasa prvido de ama completa collecco de
instrumentos indispensavel ao medico
operador.
Deitar olhoa arliflciaes ; para o que
m se acha prevenido de pegas e instrumen-
tos necessarioa.
Por meio de experiencias pticas indi-
car aoa doentes qaal o grao do vidro qae
os oculos devem ter para qae aua vala fi-
que bem acommodada, e jamis se fa-
tigue qaando aativer applicado ao Ira- g
balho.
umam mmmmmmmmm
Aluga-se o terceiro andar do sobrado re-
construido e pintado de novo, sito oa praca do
Corpo Satto, esquina da ra do Trapiche n. 48.:
rt taart no mesmo.
Aluga-ae ama escrava para o aervico interno
ou externo de caaa de familia, aaaim como tam-
bem omescravo para qualquerservico: na ruado
Livramento n. 22, terceiro andar.
qu,
doi
_ i"
Aluga-se
o aitio da Mangabeira, confronte ao jardim bota-
3 aalaa de
3-S1MS
de Hamburgo
Alugam-ae a vendam-se por qualquer prego
na raa do Rangel n. 18, amola-se todo o ferro
orlante.
JoKMCHSIS disrdKSM Mr^MfiN9lr&
"Escriptorio de advocacia|
Ruado Imperador n. I
37, primeiro andar, a es-
querda.
Nesta estabelecimento trabalha o advo-
gado Joaquim Borgea Carneiro (gradeado i
em direito pela faculdade do Recife) des-
de aa 9 al as 3 horas do dia.
Advoga em todoa oa juizoa e tribunaea !
desta prags, e encarrega-se de negocios
para o interior da provincia, principal-
mente para aa comarcas de Santo Aolo, |
Rio Formoso, Bonito, Nazarelh e Goianna. ,
H Recebe gratuitamente aa causas dos
desvalidoa, nao podendo cada qual tra- '
jf zer maia de ama qoesto por vez.
No mesmo estabelecimento solicitam-
8 se ttulos e patentes de empregados pu-
l blicos e officiaes da guarda nacional do
I interior, mediante mdico eatipeodio.
Em sua falta e impedimentos ser
substituido, ooa negocios civaia, pelo Sr.
I Dr. Joaquim Jos de Campos, a nos do
crime pelo Sr. bacharel Jorge Dornellas
H Ribeiro Peaaoa.
Alugam-ae oa armazena da ra de Apollo
na. 1 e S qae offerecem boas proporcoes psra es-
tabelecimento de armizem de aaaacar. Tambem
se aluga conjuncto com os armazena ou separa-
do d andar qae lem o ultimo, bem como o Pji-
meiro da caaa o. 1, oa quaea podem servir" para
residencia visto eatarem reunidos: quem preten-
der, pode dirigir-se a raa da Cruz numero 3 para
tratar.
Catacaa ao panno preto a Of,
35| e 309000
Sobrecaaacos de dito dito a 359 e 309000
Paletota de panno preto a de co-
rea a 359, 309, 259.109,189 e S09000
Ditoa de casemira de corea a 229.
15|,129.79e 95000
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo fraacezas a 108000
Ditos de merino setim pratos e
de coras a 9J a 89000
Ditoa de alpaca de cores a* 59 89500
Ditos de alpaca preta a 99,79,59 S|500
Ditos de brim de cores a 51,
49500,49 39500
Ditos do bramante delinho tran-
co a 69, 5f a 4&000
Ditos de merino de cordio preto
a 159 8J000
Caigas de caaemira preta ede co-
res a 119. 109, 9$, 79 e 6J00O
Ditas de princeza o merino do
cordo preto a 59, 69500 e 49500
Ditas de brim branco ede cores a
59. 49500 e S|500
Caigas de ganga de cores a f 000
Collete de velludo preto a de co-
ras lisos a bordadoa a 153,98 o 89000
Ditos de caaemira preta a de co-
rea liaos e bordados a 69.
59500,59 8{500
ttenco, senhores fregue-
zes.
Ignacio Gomas Porto, ootr'ora morador na raa
ealreita do Rosario, acba-se de novo estabelecido
na ra Direita o. 75, com suficientes obraa de
seu officio de alfaiate, de toda a qualidade ; es-
pera que aeus fregaezes tanto deata praca como
do centro delle ae nao eaquecero, prometiendo
como aempre dia e hora em seus tratos como
costuma, etc.
Ditoa de setim preto 58000
Ditoa de seda e setim branco a 6 a 5gO00
Ditos de gorguro de seda pretos
a de cores a 79, 69, 49 e 58000
Ditos de brim e fualo branco a
81500, t500 e 38000
Saroulaa de brim de linho a 29 o 29XOO
Ditas de algodo a 18600 e I928O
Camisas de peito defuato branca
a de corea a 29400 e 29200
Ditsa de paito delinho a 59, 49 e 8MO0
Ditas de madapolo brancaa e de
cores a 39. 29500, 29 o 1$600
Chapaos pretos de maasa franceza
forma da al tima moda a 10J,
8S500 e 78000
Ditos de feltro a 69, 59, 49 a 29OOO
Ditos de sol de seda inglezes e
franeexea a 14f, lt>, 11| e 78000
Colarinhos do linho maito fines
novosfaitioa da ultima moda a 8800
Ditos de algodo 8500
Relogioa de ouro patente a hori-
zontal a 1008, 909. 80g 70(000
Ditos de prata galvanisados pa-
tente e horizontaea a 409 SOfOOo
Obras de ouro, aderemos e m'eioa
aderecoa, pulceiras, roxataa e
ansia a 9
Toalhas de linho duzia 10J, 69 o 9g000
Qitas grandes para meaa ama 39 o 4800rj g^
MM,
Precisa-se de urna ama para todo o servico de
urna caaa de pouca familia ; na praca do Corno
Santo n.17.
hOmeopathlco
Pateo da Matriz de S- Autono n. 2.
Fartaram ao dia.24 de Jaoho um relogio
de oaro patente aulaao n. 11764, com urna cor-
rente tambem de oaro, moderna, com um sioete
a daaa chavea : roga-ae a qaem for offerecido de
o appreheoder e dar parte na raa Direila n. 69,
padaria de Ao ionio Alvea Miranda Guranares,
qae ser bem recompenaado.
Gabinete medico cirurgico.j
Ra das Flores n. 37. <
# Sero dada consaltas medlcas-cirurgi- i
9 cas pelo Dr. Este va o Cavalcanti de Albu- i
# quarque da 6 ss 10 horas da manha, ac- I
# cadindo aoa chamados com a maior bre- I
aj vidade poasivel. |
SI1' Partos.
2.a Molestias de pella. .
8.* dem do olhos. (
a) 4.* dem doa orgos genitaes.
aa) Praticar toda o qaalqaer opersgo em
aj sea gabinete oa em casa dos doentes con-
am forme lhes fr maia conveniente.
N4ZIRETH.
Escriptorio de adyocacia.
O bscharel Joaquim Gomes da Canha Beltto,
tem aberto o seu escriptorio de advocada na ci-
dade de Nazareth ; por isso, ss pessoas que do
seu presumo se quizerem atilisar, podero di-
rigir-se mesma eidade, tratar com o annun-
ciante, ou ao Recife, com o seu charo mestre e
amigo o Ilim. Sr. Dr. Joaquim Joi da Fonaeca,
no pateo do Imperador.
meo em Olinda, com bom
frente e 8 quartoa, sala d
boa agua de cacimba, a o
com arvoredoada fracto,
ras, e muitas outras fruct
reno para plantario, capoeira
prompta para fazer lijlo gr
tena : quem pretender, dirija-ae a ra'dos Pes-
ca^ora d. 7, padaria, em S. Jos.
Aiuga-se a casa terrea
jauto ao meamo sobrado, com sitio maia peque-
no que o aobrado, mas com as mesmas qualida-
des de frucleiras que do do sobrado, sendo a ca-
sa de vivenda com sala de frente, dita de janlar
quatro qaartos, coziohs, com commodos para
grande familia: a tratar na ra dos Pescadores n.
7, padaria por detraz de S. Joa.
AUeDCaO.
Aluga-ae um quartoiudependente vista para o
mar, muito fresco : nos fandos da igreia de San-
la Rita n. 58, ver e tratar.
Precias-se de urna ama ;
ment n. 19, primeiro andar.
na ra do Livra-
Alugs-sea casa da ra da Trempe n. 11
com 2 aalat, 3 quartos, cosinha fora. quintal
murado e cacimba : a tratar na ra Direita
84, padaria.
n.
Aluga-se urna grande cocheira no
po da ra do Hospicio, para qualquer
cimento : na botica do Sr. Ignacio.
Boa-Vista.___________________ *
Aluga-se um segundo and
ra daSenzala Nova, com duas
quatro quartos e cosinha no sota
preco commodo : na livrana ^n.
da praca da Independencia.
Thomaz de Aquino Fooseca sa^
boa : n ra do Vigario n. 19.
aobre Lia-
- Precisa-se fallar com p Sr. Simia
Jos de bouw Santos (procurador) na
ra da Cadeia do Recife n. 5p primeiro
andar.
Qaem precisar de feltor para aitio, procure
na ra das Trincneirss n. 16, loja. .
Acttcncao.
Vende-se, permuta-se, oa se faz qaalqaer os-
tro negocio por parte de am eogenho diatante 6
legoaa desta praca, que. offerece vaniagens para
ama peaaoa opulenta desta praca qae deaeje ne-
gocia-la ; aasim como tambem aa faz negocio
por ama letra resallante de arrendamentoa da
meams parte : quem ae jalgar com disposiclo,
declare por este Diario para o flm supra aua me
rada.
Aluga-ae on moleque de 12 a 14 anuos:
qaem geiser, n rus do Sol n. 31.
Aluga-se o aobrado de um andar eaotlo na
que faz qaioa* para opateq.da
Ueste consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario i qualquer hora ha vendo
ah sempre grande sortimento dos verdadeiros medicamentcs homeopathicos, preparados em Pa-
rs (as tintures) por Catellan e Weber, os mais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopathia.
O proprietario deste consultorio nio pretende, todava, que sejan. os seus medicamentos ra Velha n. 92,
infalliveis, porque nada ha infallivel em fados humanos; nem tao pouco superiores aos que por Santa Cruz, s no "sotao le'm 4 quartos a 3* jane-
ah s preeonisam, porque certajo*fi que nos fazemos. oajatp o pode egualmente fazer to bem 'V Para otastceDte e Ppente, tem quintal e ca-
aenao melhor. H .nanea que A Ub. traficaneia, .^T. ^T.lprep.racao oomolpnr f^. pr^nda"' dll'Ja-ae a r" Dirfi*
t^JS^J^f^ corneo de carUir.., acha-se sufEcierute par. Manoel F_ira^da s,,v._Xarr0-^e^oTa
Ueste consultorio acf\am-se i venda elem
de qualquer pessoa ; *ssim como presu-se
O abaixo assigaado faz
sciente a quem possa inte-
ressar. que comprou ao Sr.
Beuto Alves, sua taberna sita
uo Varadouro da cidade de
Olinda, por consectimento
doscredores da referida ta-
berna, e se alguem se julgar
com direito a qualquer re-
clamaco annuncie por este
jornal no prazo de 3 dias a
contar da data deste. Recife
5 de julho de 1862.Manoel
Garpinteiro da Silva.
que
ser til
Aluga-ae a casa terrea da rea Imperial o.
99, dafronla do viveiro, com bastantes commo-
dos para familia : a tratar na ra da Palma o.7.
A mesa regedora da irmandade de N.
S. da Cooceico dos Militares, tendo de
mandar abrir aa catacumbas edificadas
no corredor da mesma igre]a, por strem
por daliberacao da mesa geral, conati-
tuidaa depoaitoa privados, manda aviasr
a todaa aa pesaoaa que tem parenlea oa
amigoa nellsa sepultadoa, que compare-
cam a enteoder.se com o abaixo assig-
aado al o dia 12 do corrente do conlra-
V rio.aero oa reatos morais que nellas se J.
I acbam conduzidos para o deposito geral 3|
> da irmandade, e nao ser admiaaivsl de- S
I poia desse dia reclamacoalguma. Reci- 1
| fe 3 de julho de 1862.O secretario, P. S
B P. Quinteiro.
Baltar & Oliveira ascam aobre a praca do
Porto.
A viuva do fallecido Feliciano/Joa doa Res
avisa e pede aos cradorea do seu casal qae ae ha-
biliten] legalmente para serem altetodidos os seua
dbitos, pois se est procedeodo .a inventario no
juizo municipal da cidade de O oda. Olinda 7
de julho de 1862.Rosa Mara do osario.
Sexia-eira 11 do corrente, boda a audien-
cia doSr. juiz de paz do 3.* diatricto da tregaezia
da Boa-Vista, aera arrematado por injida 1 soi,
2 consollos, 1 mesa de meio de sala,ludo de Ja-
caranda e com pedra marmore, tadq avsliado
por 100J, por execucao de Jos Bsptista Ribeiro
de Faria contra Manoel Jos da Silva Lana, a
ultima praca. 7
Precisa-se de um caixeiro que anteoda de
pbarmacis : na botica da raa do Cabus o. 11.
Attenco.
s
Tendo desspparecido no dia 29 de junho do
correle anno ama crioulioha forra, menor de
14 aonos, de nome Mara, cuja crioulioha tem
os sigoaes seguintes: magra, rosto comprido,
olhoa grandes, pea compdoa e apalhetadoa ca-
tando com um dedo doa ps doeote, levou ves-
tido um roapo de chita desbotado e um par de
rozeta de oaro franceznaa oralha*. cuja negri-
nha desappareceu do sobrado do pateo do Hos-
pital n. 29, e rogi-ae a ioda e qaalqaer pessoa
que delta souber ou tiver noticia se dirigir ao
mencionado sobrado poia ser gratificado, e tam-
bem procede-se na forma da lei contra toda e
qualquer paasoa que a tiver acontado em sua
casa.
Precisa-seda urna ama para conslnhar, e
comprar, na ra daa Larangeiras n. 16.
S. Blum, Lehmam & C, ra do Crespo 16,
vendem libras esterlinas.
Precisa-se de urna criada qae aaiba engom-
mar e comprar para caaa de urna moga solteira :
qaem ae prestar, dirija-se a raa das Larangeiras
n. 5, primeiro andar.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15.
Aviso aos consumidores de
gaz.
A companhia do gas sendo inf
. gaos coBsemidoree de gsx M U
retirar-se para Europa at 15 do corrente mez, ama las insufficiente em tas cal
dos nulligencia julga nada dever nesta prage, caso baja alguaza qaalaasnio chegam ao sea con.
coa seus esforcos e C0B]t ***"* f"er o obsequio de lhe spressnUr isso pede aoa meamos queiram
1 0 procuren). DOis 5e,l 6,.dU'' "C,M *e sua resideJ* ia roa qaalqaer falta qae houver no are
CeWtte itilo Imperador o... qae aera promplami
Fredarico Gautier, eirurgiao dentista
(ai todas as operafes desua arte a e co-
loca denlas artificiaos, tudo com -sdaln
rioridade e perfei^o que as pessoas-,en
tendidas lhe raconhecem.
Tem agua e pos denuncios, etc.
Precisa-ae de ama muiher idosa que aaiba
cozfnhar, pera cosa de pouca familia : a tratar
na ra din Crazea o. 85.
Preciaa-ae de um bom cozinhelro para um
hotel em Gameleira : a tratar no largo do Pe-
nha n. 10.
I
9KW3 MtMMttltM
nestes S dias, na casa de sua resid
P,s de Apollo d. 35, qae estando
pagas.
0 Sr. capito
francisco Antonio Avila,
queira apparecer na ra Nova n. 47, a negocio.
Preciaa-ae alugar ama ama forra oa
va, que saiba lavar, coziohar niM
tratar na ra do Queimado n. 69, ou
Prala n. 37. segundo ndate
de

\

Fabrica d< velas.
Franeiaco Celestino Ramee Jnior participa a
todoa oe sene fraguaste que madoa a aaa fabrica
de velaa da raa da Boda n. 48, para a travaesa
das Crazea o. 18, segunda andar, ande tea aem-
pre immenaa qaantidade de velaa de todaa ee ta-
manhos, de carnauba para compete,}*,
t |BBBtvJ
"Mi lila,


9
9
\


I

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1RM!_______________
MAfiff HA MKlDlf lESOfiSll)___
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS WE&1S1WAES
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTIGS
De Ricardo Kirk
Para serem appticadas s partes afectadas j
sem resguardo nem incommodo
Com estas GHAPA8-BUKTNU>>MA fallivel em todos os casos de inflamma^o ( camaya ou falta de respirado ), sejam inlarnas ou
externas,como do figado, bofes, astomago, bajo, rins, alero, peito, palpitado de corado, gar-
ganta, olhoa, erysipela, rheumatismo, paralysia a todas as affeeces nervosas, 'etc., etc. Igual-
mente para as differentes especies da tumores, como lobinhos escrof ulas etc., seja qual fr seo
ttmanho a profundeza por meio da suppura^o serio radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado o reeeitadas por habis e dittinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, a as innmeras coras obtidas o fazem merecer e conservar a confianza do publico
qua j tem a honra de merecer, depois do 24 anuos de existencia a de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por ascripto, tendo todo o cuidado
da fazer as necessarias explieaces, sa as chapas sao para hornera, senhora ou enanca, decla-
rando a em que parte do rorpo exista, se na cabeca, pescoco, bracn coxa, parna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cieumfarencia a sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o molda do seo
tamanho am um pedaco da papal a a declaracio onda exislem, afim da que as chapas sejao da
forma] da parta afectada e para scrembem applicadas no seu lugar,
Pode-se mandar \ir de qualquer ponto do imperio do Brasil
s chapas serio acompanhadas das competentes explieaces e tambera da todos os acces-
orios para a c ollocacao dellas.
Cnsa: seas pessoae que o dignarem honrar com a sua confianca, am seu esariptorio, qua
acharan abertoe todos os das, sem excepto, das 9 horas da manhia s 4 da tarda.
||9 Ra do Parto ||!l
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
mmm
a.
Venda- aa am rico
car, por oio aecessii
caudada da regui
360 palmos da frente
na retaguarda, S|4M
car-ie cocheiraa^Wm
estabelecimentoe; se
(dea nio i pelo bar
mo de obra, como p
[obra ; neate terrario
armazens ou eocheka
oio pode faxer o seu
cia de ler sido urna
dita. Na rea do Caba
ae dir qaem veode.
Hites de edf-
JOLHO M 1MI.
Et'-
Para as encommendas informajoes dirijam-se a
na de Queimado n. 15.
pharmacia de Jos Alexandre Bibairo i
O Livro do Povo.
Sabio i lu publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direccao do Sr. Dr. A. Marques Ro-
drigues, o contm a vida de N. S. Jeaoa Cbriato,
aagando a oarracio doa quatro evangeliatas, a
mais os eeguiotee artigos: o vigario, o profeaior
primario, o bom Jhomem Ricardo, a moral prati-
ca. Simio deJr" tua, mximas e pensamentos,
a hygfsne, o res dos meninos, e o Brasil.
A publicar LIVRO DO POVO oo s tsm
por fim un sar a \eitura oas escolas prima-
rias, oode caito, anio aprende por um livro
difirante, e pon. .o facilitar o trabalho do mos-
tr f .do discpulo, como tsmbem vulgariaar, por
am preso baratisaimo, a historia do salvador do
mundo, <* os melbores preceitos da moral.
Vendarse o Livro do Povo, no Recifa, na
livraria da praca da Independencia os. 6 a8, a
500 ra. o et-emplar em brochara, a a 800 rs. car-
tonado.
CONSULTORIO ESPECIAL HOIEIPATHIGO
DO DOUTOH
SABINO 0. L. PINH0.
Ra de Santo Amaro (Mundo
i Novo) n. 6.
QonsaltJaa todos os dias atis desda aa 10 hars
ata meiojdia, acerca da segaiutea moleatlaa :
molutiati da mulhtrtt, moltttiat dat crian-
tai, moUttiat da ptt, moltttiat dot olhot, mo-
Uitiat/typhilHieat,todat p.t capacita te ftbra,
fibrtt/inUrmitUntti a ua$ conuqutnciat,
PBUIUUCIA KSMCIAI UO*EOFATHICA .
Vernadairoa medicamentos homeopathiaos pro-
jaradbs som todas aa cautela necessarias. in-,
allivc la em saas effeitos, tanto am tintara, cama
am gl obaloa,pelos presos mala commodoa pos-
avati.
N. Os medicamentos do Dr. Sabina sia
nica nantejvendidos em saa pharmacia; todos
qaa a forem tora della a falaaa.
Tomaasearteirss io acompanhadaa da am
ImpreSso com um emblema em relavo, tendo ao
reoprVas seguintas palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, pedico brasileiro. Esta emblema posto
Igualmenaa na liata dos medicamentoa qua aa pe-
da, As caVteiria qaa nao lavaram essaimpresse
asaim marcabb), ombora enham natampa no-
me do Dr. Sa/bino sio falsos
Precisarse "
de 5009 a juros por 6 mezes, dando-se por bypo-
thaca urna casa na villa da Estada, que rende
129500 mensaes, que Scaro da juros da referida
qusntia meosalmente : a tratar com o sacrislio
da ordem 3* do S. Pranciaco, qua diri o pretn-
deme que tambera dar boas firma.
i
irreoo,.em
r etterrar, a
de Saolo aocjsjsjs; podo
150 do fondo, coavo rio
muito proprio para adlfl-
sens, refioacei, ou ostros
o muito fcil as ediflea-
amanto doa maleriaes e
Bear o porto em cima da
pretenda levantar doze
de 90 palmoa, o qua boje
roprietario em eonsequen-
aa victimas da commsn-
n. 9 ;loja de miadezaa
Pumoa d.
" u-strsitoe a 1.
calojada boa
Algodo da Bahia..
laW^'
Rap francez.
Em libras a meiaa libras, fumo caporal e papal
para cigarros ; na raa Nova n. 9.
Vende-ae i eaaa
traveaas do Lvramsn
na ra nova de Santi
quem vende.
e sobrado de um andar na
o. 10, am cbios proprios:
Rita os. 9 a 11 ae dir
: Algodo de 2 larguras.
Veude-se superior algodo moostro com 2 lar-
guras, proprio para lencoes e toalhss da mesa a
70O rs. a vara : ns ra do Queimado n. 22,
bem conhecida loja da boa t.
na
A 2,400 rs. a duzia.
Lencos braneos finoa para algibalra pelo dimi-
nuto proco da2&400 rs. a daiia : na bem conhe-
cida loja da boa f, na ra da Queimado n. 22
Veode-ae urna taberna em ama das me-
lbores russ da freguezia de Santo Antonio,, som
um pequeo capital que talvez nao chegue a
2009000, propria para am principiante : quem
pretender dirija-se i I roa da Livramento n. 8
loja, que se dir qaeml, faz o negocio.
Cambraias de cores
Vendem-aa cambraiaa f ranee zas de cores fa-
zsnda multo fina pelo baratissimo prego de 260
e 280 rs. o corado : na loja da boa f na ra do
Queimado- n. 22.____________________________
Superior brim branco de
' linho
Vande-sesaperior brim brsnco da liobo tran-
cado pelo baratissimo prego de 19200, lf440 e
i|600 a vara, dito muito eocorpado de doaa nos
o de linho poro a 2$ a vara : na ra do Qaeima-
do n. 22, na bem conhecida loja da boa f.
lo pira roupa da eacravos a saceos da as-
vende-se na rus da Cruz n. 1, ascriptorio
atonio Luiz de Olie1ra Azevedo & G.
Agua de colonia ambria-
daesem o ser.
Basa estimada agua de colonia ambreada, da
3ae tantos s tanto lempo sentem a falta, acaba
a chegar em bonitos frascos verdes, os quaesaa
eatto vendando a 1$500 cada am ; aisim como
chegou igualmente um granhe sorlimento ds
verdsdeira agua de colonia de Piver em frase
e garraflnhas de differentes tamanhos, tudo i
so na' raa do Queimado, loja da aguia brai
ca n. 16.
w
sem se
undo
Na ra do Qaeimado o. 55 loja do miadezas
de Jos de Azevedo Mu a Silva, est vendando
todaa as miudezas bsrat taimas, a saber :
Papis de agalhaa a ha o muito supe-
riores a
Caixas com muito fiosslobreiss a
Cartdea com clcheles, tem algum do-
fsito a
Frascos da macasa pen la muito fino a
Caixinhaa com papel pe [ueno de diver-
sos goltos a
Pacotea dito dito dito snizsde a
Novellos de linha de (ruz a malhor
80
40
10
200
720
720
Limpeza.
O abaixo aaaignado ancarrega-se de varrer e
sgoaras ras; os moradores que qaizerem con-
servar aa testadas doa seas eslabelecimentos com
ltmpeza o asseio podem contratar com o mesmo ;
na raa Nova n. 15, em casa do Sr. Antonio Roberto
& Filho.
_______________Miguel Aotonio RobartQ & C.
.Jonn WhillaM,
neiro.
iogiez vai ao Rio de Ja-
ompras.
Compra-se
pucuman a 80 rs. a libra : na ra
Cabuga' loja de miudezas n. 1 B,
aguja de ouro.
do
da
Compra-se
4 na ra da Sanzala Veiba n. 96, padaris, um cy-
lindro e todos os mais srrsnjos em bom estado,
pertencentea s padaria : quem tiver appareca.
Compra-se urna eacrava que seja perfeita
engommadeira e costureira e de boa conducta :
na ra da Cadeia do Recite n. 35.
Na ra do Vigario n. 8 compra-se (sendo
em conta) urna balaoca decimal, prefare-ae o au-
tor Romo.
Compram-se aea caibeciamos daa verdades
catholicas por Fr. Antonio de Jess, impressos na
typographia do Roma : quem os tiver e quizer
veoder, annuocie ou dirija-ae a praca da Inde-
pendencia, fabrica de chapeos n.24a 30.
Compra-ao urna balanza decimal em bom
estado, com seus competentts pesos, e que seja
ior prego commodo : na ra do Vigario n. 26,
abrica de velas.
RANDE
atorio a vapor
DE
Lavagw e engommado
de rou/pa, de Ramos A Pi-
mente.
Empreza/unportante, que vai preatando rela-
vantes servfigos seas freguezes pela promptidao
a perfeica'j com qua ta*a a roupa aem a estragar
i PRECOS.
Roups/gorlida (embora nao venham meiaa nem
lencos) 410 rs. por pega.
Pegas/grandes saladamente 100 rs.
Roupa de navios, vapores e hospitaes 70 rs.
Jne familia qua nao fregueza 80 rs.
de doenle de familia que nao fregueza
rs.
1 reda ou cortinado de cama oa veranda
rs.
O prego doa engommadoa mdico e confor-
ma as pecaa, como coatamam fazer as engomma-
deiras. O praao da entrega da roupa lavada
8 dias, a engommada 15, sendo qaa muas vezes
aat prompta antea do prio. Deposito na ra
Novs.
11.
Pateo do Livramento n.
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio planta denles arti-
fleiaea por grsmpos e ligaduras a a prasso do
ar, dantas ineorruptiveis sobre oaro, jystema
norte-americano e faz todas asoperagoes do sua
arta e com promptidao a limpeza
9O0 &*
Compra-se urna casa terrea naa ras e-
gaintes : rus de Hortss at a ra dos Mariyrioa,
raa do Caldeireiro, ra dr Concordia, ra da
Palma, ra das Flores, raa da Florentina, raa
das Aguas-verdes, ra de Santa Thereza, tendo
ella 2 salaa e 2 quartos: na ra larga do Rosa-
rio n. 30. se dir qaem compra.
Compra-se um carro americano de quatro
rodas com arreios ou sem elle, e que nao lenba
sido muito usado : a tratar na ra do Crespo n.
2, escriptorio.
Compra-se um banco de marcineiro; quem
o tiver para vender, dirija-se a ra do Ara gao
o. 1, em frentes pregada Boa-Vista.
Yada.
Batatas novas
a 2$560 rs. a caiza com 2 arrobas, em libra a 50
rs., marmellada imperial em latas de 1 1)2 e 2
libras a 400 ris: vende-se no simazero Pro-
gresso, largo da Penba n. 8.
Vense
os seguiotes livros : diccionario latino, prosodia
de Bento Pereira, grammatica latina de Veroey,
Horacio traduzido so p da letra, concilio de
Trento, em Miro e portoguez, casos de conscien-
cia de Benedicto XIV, em 5 volumes, 1 jogo de
Breviarios, inslituiedes lilturgicss, diccionsrio
tbeologico, sermes de Honte Alverne, Bossuet
e Maxillon escolhidos, actos e obrigseoes do juiz
de paz, novissima guia das eleiedes, guis pratica
e advogado do povo, manual abreviado do cida-
dao, cdigo daa leis e regulamentoa orpbanalogi-
cos,.manual do edificante, grammatica gregs, di-
ta ingleza de Gibson, Sadler,|vendea inglesas,
Walker diccionario ingles de pronuncia, collec-
coea de leia proviociaea de 1835 a 1853, tratado
de typographia, Jarrb, em francez, homeopalhia;
am4 volumes: na loja de encadarr.iac.ao junto a
Igreja do Espirito Ssoto.
Gastello-Branco,alfaiate
Modanca.
Mauoel Antonio de Carvalho
loja de fazendas na ra do
nado n.jj, mudou o seu
a a cata n
Por este annuncio se fsz constsr aos Srs. offl-
ciaes de todas sa armas, tanto dasta provincia
como das malscapitaes do norte do imperio, qaa
ba a venda botSes do novo padrio, segundo a
ultima ordem do mioiaterio da guerra, venden*
do-sa duas sbotaaduras por 39, advertindo que
ama das abotasduraa de padrio antigo, faz-sa
remesase para onde forem pedidas, asaim como
tsmbem ha para vender o melhor panno azul iu-
5lez, a o melhor velludo prelo do Porto, fazeodaa
esconhecidas nests praca, o que se vende a re-
tslho. Os Srs. orBciaea qne eatio fora ds provin-
cia podem renovar auss consignices fizando
quantia certa, e os outros sanborea que nao live-
ram procurico nestacasa
ver lindo que o lempo oan
que ba
Caiaa com agulhas curias de superior
quslidada
Entremeios, a peca com 3 varas li2 a
Sabonatea maito finos a
Papis de agulhaa francesas com toqae s
Pares da bolees para puhboe de muitos
modelos a
Parea de meiaa craaa para meninos a
Ditos de ditas cruss para pequeo a
Ditos da ditaa para meninas a
Frascos com agua da Lavande ambreada a
Ditos com cheiros muito ifinos a 240 e
Ditos com banhs muita nina a 240 o
Ditos com superior banh* de urso a
40
200
lgOOO
120
10
240
160
160
200
800
500
320
600
Ricos basquines
basquines
de 1
A loja da boa f recebeu superiores
de maito fina eambraia a imitaco da da linbo,
bordadoa a enfeitadoa com apurado goato a os
rende pelo barato proco de 8| cada am, tendo
sido aempre sea cacto de 16} e 209, apressem-se
pola em compra-los na mencionada loja da boa
f, na ra do Qaeimado n. 22.
Apparelhosde porcellana doy-
rada para cha de bonecas/
A loja da agua branca desejsndo que todos
fscsm a vontade a suas bellas meoinaa est ven-
dendo commodameote eases bonitos apesrelhos
da porcellana dourada, e pintada a 1&500 e 2$,
tendo cada am 6 cesrea de chicara, e os mais
perlencas, a vista do qua ladea irio (munidos de
dinheiro) para compra-loa na ra do Queimado
n. 16.
A epidemia declina sensivelmente, e o sea
completo desapparecimento est prozimo I O
proprieiario deste bem sortido talebeleciaerilo
convida os seus numerosos freguezes a substituir
O galcado velho, qaa todo est cholenco, por no-
vo, e que posas restflir is mil schotis e mazzur-
css que vio ser dansadaa em Iouvqi do reataba-
lecimento da saude publica. Os procos con-
vidam: i
HOMENS.
Botinas stamadaa Milis. : 125000
a ,non-pIus-ullrs Nanles......... 12^000
Nsntes 2 baleras..............
a lustre.......,
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Supariorea lazinhas para vestidos de muito
bonitos padrdes que se vendem pelo baratissimo
prego de 440 rs. o corado : na ra do Qaeima-
do n. 22, no loja da boa f.
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ultmame ate chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
doRecife n. 12, mais barato
do que em oubra qualquer
parte.
Vende-se ums booith mulatinha de ldade7
annos ; na ra da Cadeia < lo Recife o
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
ros de arroz com boneca < m bonitos vasos dou-
rados.
Diloa dito sem boneca em pacotes.
Agua balsmica para consirfatao doa denles e
bom balito da bocea.
Opiata inglesa para alvejflr os denles.
Leite virginal cuja utilidaie reconhecida para
tirar sardas.
Vinagre aromtico para qaem soffre de tonlicas
e dor de cabera.
Paatilhaa de cheiro para i e perfumar aposentos.
Ditas de dito para se deitar nos uarda-roupas.
Vinho ollares.
Vende-se na ra da Ca eia do Recife n. 25 a
19 a garrafa, e 10$ a duzi (nova remessa), assim
como tem grande sortiminto da molbados qua
veBde muito em conta, tem sementesde horlali-
ca novas.
Manguitos e gol las de
eambraia ricamente bordados
Vendem-se manguitos a Rollas de superior
eambraia ricamente bordados pelo insignificante
preco de 28 o par da manguitos com urna golla,
sendo que stmpre costaram 69 cada par, aasim
pois recommenda-se sos amigoa da santa eco-
noma que aproveilem a boa occaaiio, dirigi-
do-so com dinheiro a loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.
Bonitos paliteiros de porcel-
; lana dourada.
Agora ninguem deixari mais de ter em sua
mesa am bonito paliteiro de porcellana dourada
pois que eltes se estio vendeodo a le 15500
na loja da agaia branca n. 16.
Bariha japoneza e outrasumi-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca acaba de despachar, de
saa encommenda am grande e bello sorlimento
de finas perfumadas dos maia afamados fabri-
cantes, sendo ss bem coohecidas e apreciadas
binhas, japoneza, transparente, philocome im-
perial em bonitos copinos com lampa de metal,
dita noa copos granes, dita em compoteiraa li-
sas e lapidadas, oleoa de babosa, philocome e
Labio, pomadas ou cosmestiques, fios eitractos
dos preciosos a escolhidos cheiros Jsckey-Club,
mil flores, miel da Inglaterra Marechal, Principe
Alberto, eorgeIV, etc. etc. Recommenda-se a
todas as senhorsa de bom goslo o uso de qualquer
dasses estimados extractos porque aquella que
am ama sociedade, thealro, ou baile estiver com
sea fino lenco orvalhado de tao sublimes aromas
tsr por certo o prszer de ver as suas visinbas
da direila esquerda Ihe rendendo bomenagem,
perguntarem oofifitU F. oode comprou esse tao
agradavel cheiro ? E ei* o.rgulhosa de seu bom
gosto, mas com ar prazeoleiro' Ibaresponder :
na raa do Queimado loja da agua brarres-aame-
ro 16. ^~
rjL>. ..........
' > inglezes de boldes*.<...........
> batedoree.......................
> couro da porco.......
> beiftro a lustre___
> inglezes ps selvsgecs.....'
taxiados braaileiros.........
Sapatoes non-plus-ultra*............
llJIlOO
101000 .
oiaooo
95500
9JJ0OO
900O
7J500
5|500
78000
6&.50O
5300
68000
55500
55000
25000
59OOO
25OOO
15-280
Camisas inglezas barat-
simas.
Vendem-se camisas inglezas com aberturas e
pannos de linho e com pregas largss pelo bara-
to prego da 3051 a duzia, assim como outras mul-
las superiores s 40: na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f. _________
Magalhaes & Alen-
des,
recebendo varias fazendas novas ss vende por
preco baratissimo psra acabar, na roa da Impe-
ratrii^lojj e armaren da arara n. 56._____
C rtes de chita da arara.
VenJTem-se corlea de chitas finas com 12 Ii2
por 29500, chsles de lia por 15, diloa de
da a 2|, ditos de merino estampados a
manguitos a golla de linho para senhora a
295OO, gollas bordsdaa a 500 rs. : na roa da Im-
peratriz, loja da arara n. 56.
Papel amisade branco e de
cores.
Vende-se pseotes com 100 folbas de pspel ami-
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pacole :
na ra do Queimado loja da aguia branca nu-
mero 16.
3 baleras e meia...........
> esmaga cobra..................
Nantea 2 bateras vaqueta.....
a a 2 baterias bezerro......
a trabalbadores........a
> braseiros de 3500 a..........
Sapatos2 solas e sallo..................
a trinca portugueies........
a > francezes......
SENHOBAS.
Botinas dengozss........ .
> salto de bater. ......
pechincha do 49500 a. .
> americanas 3|500 a .
Sapatoa da salto (Jolj) J .
a sem elle (ideo)......
a tapete:........
a econmicos........
> lustre 32 e 33.......
MENINOS E
Ha de tudo em relami
dinheiro.
Um completo sorlimento de couro de porco,
cordsvio, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roquim. sola, courinhos etc., que ludo ae troca
por dinheiro i vontade do comprador.
. 59500
. 59000
. 4000
. 2*500
.!;... 35000
..... 1920
..... 800
..... 500
..... 800
MENINAS. ?-------
a nao se deixa- sabir
Arara vende as capas.
.. Vf**"" /afora senhora a 6J, ditaa de
laazinha finas 109. manteletea de groadenaple
preto modernos a 25 e 309, baldes da arcos mo-
dernoa para senhors, ditos de brilhsntlna, ditos
de arcoa para meninas a 2J, salas de cordio que
faz ves de bailo por 19400; na ra da Impera-
triz, loja da arara n. 56.
Venqe-se
balanzas grandes e peque
dara : no basar da rus d
as, e que foram de pa-
Imperador.
\o mesmo estabelecimenU
recebe-se todo e qualqaer objecto para vender
sem lemlt*. .^._______
Vande-se* a taberna
5, com poucos fundos, prc
a tratar na mesma.
da ra da Lingoeta n.
pria para principiante:
Vende-se por prego muito barato, urna la-
boleta propria psra frente de loja nova, assim
como um fiteiro tambem proprio para vender fa-
zendas e miudezss, tendo j srgolas para depen-
durar as mesmas miudezab : na ra Direita nu-
m ero 75. ,
*

9 Vende se um cabriolet de 4
f rodas em muito bbm estado, as-
$$ sim como um cavllo ruco, no-
$ vo e de muito bons andares: na
gg ra Nova n. 56, sobrado de um
d andar.
.Quasi degrada.
Vende-se ama grande porcao de garrafaa e
meias garrafaa razias (islv* mais de vinte mil]
qae psra desocupar o lugar1 se vendem pela of-
ferla qae se achar: na ra Ido Imperador n. 46.
S la do Queimado n.10!
LOJA DE 4 PORTAS |
de
Arara vende as saias.
Vendem-se ssias kordadsa para aeohoraa a
295OO, ditas de 4 pannos a 39, cambraiaa lisas a
pega 1|600. 29, 29500, 39, 39500, madapolao fioo
de 24 jardas a pega a 49400, 4JI600, 58, 5*500 a
69, dilo entestado a 39 ; na ra da Imperatriz,
loja da arara o. 56.
Cortes de cassa da arara.
Vendem-ae cortes de caasa prata a 2f500, ditos
de corea a 2/500, cortea de orgaodya com 15 co-
vado8 a 79, ditos com 25 corados a 89, ditos de
laa com 22 covados a 8J, ditos de gorgorao com
18 covados a 6J500 : na ra da Imperalriz, loja
da arara n. 56.
Vende-se lsnzinha para vestidos a 320 o
covado ditas muito unas a 500 a 600 rs. o covsdo
fustios leves psra vestidos a 280 e 320 rs. o
covsdo, gurgurio de linho para vestidos s 280 rs.
o covado cassa a turca psra vestidos a 240 e 280
rs. o covado, cassss francesas finta a 280 e 300
o covado, ditas organdis a 320 rs. o covado: ra
da Imperatriz loja d< Arara n. 56.
Ferro Maia.
fazen-
precos
1 precisar ala ama mulher da maia ida-
da pasa ama ale eaaa de hmeos solleiro o a de
pssaaa lamilla, dirija-ce a raa de 8anto Amaro,
foia o Mbrasto a. lf.
Vende-se as seguintes
das pelos baratissimos
abaixo mencionados :
Capas de grosdenaple preto
bordado a 25$.
Manteletes de dito dito 20,
25 e 30$.
Chales de touquim bordados
os melbores que tem appareci-
do no mercado a 8, 10,15. 20,"
25, 30, 40 e 50$.
. Cambraias e r-hitw rancezas
cores seguras e lindos psjdres a
a 240 e 260 rs.
Laa aberta matisada a' 320 e
400 rs. J* *
idas exis-
1. compradoj
undo ieus preco
de agradar.
i
Objectos typographicos.
Vendem-se 6 peres de caitas com typo corpo
11, romaoo, diatribuido, novo, e de lindo carc-
ter por ser o mais moderno, 3 pares de calzas
com itlico, vlndo pertencer a cada dous pares
de caixas romsno. 1 par de itlico, mais 4 parea
de caixaa com typoa corpo 10 romano Umbem
mui lindo, e 2 pares de caixas com itlico per-
tencenteao mesmo lypo, vlndo a pertencer a ce-
d 2 paras de caixas do romsno 1 do itlico : ha
alem disto escovas, engredares de metal, mui-
tos e variadoa lypos psra ttulos, os qusea se ven-
dem on ss caixas como estio, ou somento aquillo
que precisarem, ramss de ferro, etc., etc.'. quem
pretender eatea objectos, pode vir, e mesmo tra-
xer peasoaa intellgentes psra examinar, na ra
do Imperador n. 15, daa 9 horas da manhia s
3 l[t da tarde. _______
NO
Torrador.
W-Largo do Terfo2i
Haoteiga ingleza flor a 800 a 960 rs. a libra,
di la franceza a 640 rs., banha de porco a. 400 ra.
a libra, mascas muito finas para sopa a 400 rs. a
librs. queijos do reino a 2g.ditos do ssrtio a 560
ra.alibra.serveja dss melbores marcas a 500 rs. a
garrafa, sardinhas de Nantea a 400 rs., toucinho
a 320 rs bolacbinba ingleza a 320 rs: a libra,
asaim comoae venda outros muitos gneros ba-
ratissimos, passaa a 400 rs. a libra, aio muito
novas, e se alguem davidar venha ver no Torra-
dor largo do Terco n. 23.
lAcabadechel
gar ao novo
armazem
DI
\Bdstos & Reg]
Na roa No va jauto a Conceico
dos Militares n. 47.
Um grande e variada aortlmanta da
roapas feitaa, calgadoa e faxendaa e todoa
astea se vendem por precos maito modi-
ficados como da seu costme, sssim co-
mo sejam aobrecasacosda auperiores pan-
nos a casacoa feitos peloa altimos figuri-
nos a 269,289, 309 e a 359. paletots dos
meamos pannoa preto a 165, 18J, 209 a
a 249, ditos de casemira da dr mesclsdo
e de novos padrdes a 149.169, 189, 209
e a 249, ditos de caiemira de cor mes-
ciado e de novos padrdes a 14f, 16J, 189,
209 e 2(|, ditos saceos das mesmaa ca-
semirss de cores a 99, 109/129 e a 148,
ditos pretos pelo diminuto preco de 69,
109 e 129, ditos de sarja de aeda a ao-
brecaeecadoa a \i$, ditos da merino de
cordio a 129, ditos de merino chinez de
apurado gosto a 15}, ditos de alpaca
preta a 78. 89, 99 e 109, ditos saceos
pretos a 4, ditos de palha do seda fa-
ada maito superior a 49500, ditos de
brim psrdo e de fustio a 39500, 49 e a
49500, ditos de foatio branco a 49, gran-
de quantidade de calcas de caaemira pre-
ta ede corea a 79, 89,9f o a lOg, ditas
pardas a 39 e a 49, ditaa de brim de co-
res finas a 21500, 89, 39500 o a 4f, ditas
de biim braneos finas a 4|500, 59, 5J500
a a 69, ditaa de brim lona a 59 e a 69,
colletes de gorgurio preto e de cores a
59 e a 69, ditos de casemira de cor o pre-
tos a 49500 e a 5$, ditos de fustio branco
e de brim s 39 e a 39500, ditos, de brim
lona a 49, ditos de merino psra luto a 49
a a 495OO, calesa de merino para luto a
49500 e a 59, capas de borracha a 99OOO.
Para meninos de todos os tamanboa : sal-
cas de casemira preta a de cor a 59,69 e
7J, ditas ditaa de brim a 2f, tf e a 39500,
paleto ts ssccos da casemira preta a 69 e
a 79 ditoa da cor a 69 a a 79, di-
toa da alpaca a 39, aobrecasacos de pan-
co preto a 129 e a 149. ditos de alpaca
preta a 59, bonata para menino de todaa
aa qualidades, camisas para meninos da
todoa oa tamanhos, meioa ricos ve lidoa
de eambraia feitoa para meninas de 5 a
8 annos com cinco babadoa lisos a 8j e
a 129, ditoa de gorgurio da cor a de lia
a 59 a a 69, ditos da brim a 39, ditos de
esmbraia ricamente borbadoa psra bapti-
zados a multasoatras fazendas a roapas
feitaa qaa deixam de ser mencionadas
pela aaa grande quantidade ; aasim como
reeebo-sa toda e qualquer encommenda
de roapas para ae mandar maoufactarar
a que para eate fim temoa am completo
sorlimento do fazendas- de gosto a ama
grsnde offleins de alfaiate dirigida por um
hbil mestre que pela aua promptido
perfsicao nada daixa a desejar.
sK
I
Cambraias
Vendem-ae csmbrsiss de cores de bonitos e
alegantes desenhos a 280 e 320 rs. o covado: ns
ras da Imperatriz. loja n. 20.
Velas a 640.
Vendem-se caixss com 25 libras de ss par m-
cele a 640 a librs, a retalho a 680: na travesaa
do paleo do Paraizo o. 16, com oitio para a rus
vds Florentina.
pechincha.
Na ra do Crespo, loja de
4 portas n. 8,
corlea de cbilaa largas escaras, de co-
" covado, a 29 o corte, caasas de
da qaa aempre se venden pos
tmAAemaaldBiamamaBBiAA oweouvimT* rara, a 240 o covado, e oalrar
fffffmillfl maltas faiandas por precoa baUos que s vista,
Peives em conserva.
Emfim chegou o afamado peixe (Salmn e La-
gostas do fabricante Tbomas Koisht, em latas de
2 libras, vindo em direitora de Terra-Novs, no
patacho Susy : em casa de James Crabtree & C,
rus da Cruz o. 42.
Acha-se venda no escriptorio da Aotoni
Luis de Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1
a obra escripia palo vizconde de Uruguay,Eosao
Sobre o Direito Administrativo ; dolamos de te-
cor elogios a esta obra', basta o nomo de aaa au-
tor para a tomar recommeodada, daos volumes
em brochara 109, encadernado 12|.
SEDAS
-Cinco tustes.
S nlojMfrp&vo
vendem-se sedas de quadros, ditas de listras ao
comprido, e ditas de listraa atraveasadas, ditas
de qusdriohos, sendo dos melbores padrdes e de-
licadissimos gostos, com largura de chita ingleza
a 500 rs. o covado, pechincha, o dio-se ss
amoslrss com penhor : na rus da Imperatriz n.
60, loja e armazem do pavo de Gama & Silva.
Superiores atoalhl
adamascado.
Superiores atoalbado adamascado com 8 pal-
moa de largura a i$600 rs. a vara : na ra do
Queimado n. 22, na loja da bos f.
i
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Vande-se muito superior damasco da la de
urna s cor, maito proprio para colxas e para
ornamentos, com 6 palmos de largura palo ba-
rato prego de 298OO rs. o covsdo : ns raa do
Queimado n. 22, na loja da boa f.

Gomma por todo preco.
Na roa do Crespo n. 8.
4 verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
rea do Qaaimadon. 16.
Predio
Vende-se a boa cass de doaa andarse n. 2fi da
raa daa Crazas, bairro da
chioa proarrios, a em
vacio, visto nio pre
faz-se esta venda em
{rietirio ter-aa retirad i
sr na raa do Trapkhe n.
Gaerra, que tem oa podares
dita venda.
Verdadeira pecbia^.
Vendem-se cortes de superior gorgoi
da para colletes pelo baratissimo pro,
29 e 39 o corte : na ra do Queimado
bem conhecida loja da boa f.
Para os tabaquis
Lencos muita finos a imitac,io doa d Dio de
maito bonitos padres e de cores Bisa muito
proprios para as pessoasque lomam tabaco, pelo
barato prego de 49800 e 59500 a dula: na raa
do Oueimodo n. 22, na bem conhecida loja da
boaf.
Bramante de linho.
Vende-se muito saperior bramaste de linho
com duas varas da largara proprio ara lenges,
de 29400 rs. a vara: na bem
boa f, na raa do Queimado
caixes va-
funileiro
cadaum:
se dir.
Fazendas pretas
superiores.
Groadenaple preto muito superior pelo dimi-
nuto preco de 29 o covado, panno preto maito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9f o covado, casemira preta
muito fina a 2$, 29500, 3, 39500 a 49 o aovado,
mantas pretas de blondo muito auperiores a 129,
manteletea de superiores grosdenaplea pretos ri-
camente bordados a 359, sobsecasacha de panno
preto muilo fioo a 309, casacas tambem de panno
preto multo fioo a 309, paletots de panno preto
fino a 18 e 209, ditoa de casemira de cor mes-
dada a 189, superiores gravatiohaa estreitaa a
f 9. ditas de setm maco e de gorgurio muilo su-
periores para deas voltas a 29, ditas eatreitinhas,
com lindos slGnetes a 29, superior gorgurio pre-
to para colletes s 49 o corte, ricos enfeites pretos
a 69, e assim outras mnitas fazendas que sendo a
dinheiro vista, vendem-se por precos maito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
A ioja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Receben pelo ultimo vapor os seguintes ob-
jectos :
Bonitas ligas de seda para senhora.
Grandes e bem tcidos bandees de dina.
Aspas de ac, a fila elstica para ces de balso.
Bonecaa grandes mui bonitas e bom vestidss,
Bonitos bauzinhoa com 9 frascos de cheiros.
Lindas caixinhss com 6 ditos de ditos.
Trancellim groaso de cor para guarnecer vestidos.
Luvas de camuraa brsncsa e amerellae.
Lindos booes de banh para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber liodoa
boiea de porcellana dourada com fina banhs e
msviosas ioscripcoes, os quaes por suas delicade-
zas e perfeices tornam-se dignos para presen-
tes, e com especislidade na actual quadra, quem
goatardobom dirigir-so com dintaeirsw raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que acha-
ra em que bem o empregar.
Ghegaram as desojadas rosas
artificiaes.
Agora deve ceaaar o desgosto qae maitai se-
nhorsa aanliam por nio terem comprado daapri-
meiras rosas que a loja d'aguia brenca recebeu,
isso porque dita ioja acaba de receber am aovo a
maia brilbante aortimento dellas, vindo estas da
mais a maia dslicamente orvalhadss. A senhora
que com a pequea quantia de 29 comprar un.a
deesas formosaa rosas, sentir um effaila ainrfa
maia rpido (relativamente ao caso) do qua
aquello que proda'z o prompto allivio em qual-
quer molestia. Cumpre, pois, qua ae nio de-
mremeos aa mandar comprar na raa do Qaei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, poia do contra-
rio fice rao aem ellas para S. Joao, o que nao
convm. Na mesma loja vendem-se oatras rosas
mais baratas.


i

HAWO DE I
Ricas
cfnteir
ira*ch%peos,
etc.*
. recebar *ff x-
i fitas, to boas
desenos, lando
ssi?el; assim
centro liso
K toja d'aguia branc
trirdinario aortiroeoi
ni qualidade quao bu1
eatte ellas, o mala larg#a/u9
como algumaa pecas brancas com
proprio para ioscripcSes, a mullas o ostras de oit-
ferentes cores como de oa(, rflia, escara, etc.,
etc., como de aea lotavel costume : ^oja
d'aRuU braoca, na ra do Qaeimado n.l. v^n-
da por prego csamodo etsas boa e bonitas nas?
Neva allencao.
O vigilanta acba de*rceber iioto aortimento
de dirarsos objeclos que ee Tendera por manos
20 por cento do que am oulra qualouer pane.
Siutos para senhoras.
. Riqaisiimoa sintos douradoi, pelo baratiasimol
preco de 2*. e com *la ao lado a 4, asslip co-|
m dt U de sed. ou Talludo a g : s6 no gallo
Tigilaoli. ru do Crespo n. 7.
Relogios.
Vsflde-se am casa de Johnjtoia Patfafcdc C,
.. do Vigario n. 3, m baila sbrtralito ja}
[elegios de ooro, patente ingWx, da am dos
afamados fabricantes da Liverpool; tambera
ama variedad* da bonitos trancellins par
mesmos.
Enfeites.
Vendem^fros riquissimos enfeites da cabera
eom franja ^idrilho a 5$, ditos sem frajaja a 3,
ditos trancados a 2*500. ditoa da lace, da fita a.
bico de seda a 2*: a6 no gallo vigilante, roa do
Creapo n. 7.___________
Fivelasparasinto.
Riquissimas velas de a?com "f<,rp"ola,n*
otro a 1*200. ditas da madreperola a 3JO. ditas
douradinhaa a 340 : s no/flallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.________ ,' ___________
Vidrilho.
Lindos vidrilhos presos a de corea, pelo bara-
tiasimo preo de l*6uq> libra : s no gallo vigi-
lante. raa doCreapaia. 7.__________________
Para entreter o tempo.
Os lindos jugos de dminos a 1*400, lindas cai-
xiohas com jogo* de vispora a 900 rs.: s no gal-
io vigilante, j^a do Crespo n. 7.
A banha fina,
eni copos grandes, chegou. para a loaj d.agaia
ranea, ra do Queimado n 16.______________
oja das 6 por-j
tas em frente do Livra-
mento.
aloes de 15, 20. 30 e 4-0 arco*.i
Grande aortimento da baldea da arena
os melhores oesta faxenda e grandes,
'hitas fraocazas largas escara* a 120 a
40 rs. o eovado, ditas astraitaa raiudi-
has a 160 rs. o eovado, cambraia liaa
ptars forro com 8 li2 varas a 2| a pega,
dita* finas a 39, 49, 59 e 6J multo finas,
ditas dNsalpiqainho com 8 litvarasa
0 a pe?w> cobertaa alcoxoadas bran-
.-j de cores p\ra cama a 49500 e 5f,
casna* de corea ronceras tintas segaras
n4 rolo a 25, algod&o trancado alvo malte
largo para toalhas a 19 a vara, anfeitaa a
Garibaldi tedoa prelaa a 59 cada crtn, len-
cos brancoa com barra 4e carea a 12o ca-
da am, roapafeita da todaa as qeallda-
des mnito baratas, a loja est abarla t
ai 9 horas da noila.
IM&
das seis portas em cente do
Uvramento. 15, 20,30 e 40
arcos.
Granle aortimento de saias ,a balao de arcos,
s melhores que aqui tem apparecido no merca-
do a 9580, 59, 6g e 6500 cada am. *.* para
amostra com penhor ; a loV ilvuys da noite.
Superior cal de Lisboa. I
Tem para vendar am porco e a retalhe Aole-
nio Laix de Oliveira Aievado & C, no seu ea-
criptorio ras da Cruz n. 1. \
BF
OS MI
ROA ARMAZENS
06RESSIV0
DB
S. ANNA.
VNDESE NO 4RMAZEM
PROGRESSO
Vende -se uui no*ro moco que saba traba-
Ihar de carepina : na ra da Praia n. 31, segun-
do andar.
J^Mobilia.
Na ra da Gamboa do Carato ioja n
12, vende-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti -
ga, phanthasia etc. por preco mai,
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de oir
de encommenda com a maior bry/da~
de e o maior apuro da arjft--^'"
mmmmmsmmmmmmi
REMEDIO .HCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Mimares de individuos de todas as n$5ai
pteos testemunhar as virtudes desteremedic
ineomparaveUprova rara caso necessario.que,
pelo uso que delle lizeram tem seucorpoi
membrosinteiramentesosdepoisdehaver em-
bregado intilmente outrostrstamentos. Cada
pessoa podar-sa-baconvencar dessascuras ma-
ravilhosae pelaleitura dos peridicos, quelh'ai
ralatam todos os dias ha muitos annos; a i
maior parte dallas, sao to sor prendantes qut
aimiram os mdicos mais celebres. Quantai
passoasrecobraran com este soberano remedio
o uso do seus bragos a pernas, depois dedm
parmanecido longo tempo nos hospiues.o tai
deviam sofirar a amputado 1 Dallas ha issu
eas quenvendodcixadoasses, asylos depade-
tmenlos, parase nao submatereas aessaope-
rijo dolorosa foraaacuradas completamente,
mtdiante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoana enfuso de seu reco
nkscimento declararas estes resultados bensS-
os diante do lord corregedor e outros magia
trados.afim a ais utenticarem sua a firmativ
Niaguea Jssasperaria do estado desaude st
tivesse bastante confianza para encinar este re-
midi eonitantementeseguindo algum tempo c
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cajo resultado seria provari acontaste velmente.
Que tudo eura.
O maguente be a til, mata par lea
lamiente nos sognlntes casos
S
I
Aiporcas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de caheca.
descostas,
dos meabros.
Eafehnidades da cutis
em garal.
Ditas de anus.
Empeces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdad ou falta de
cale* oas extremida-
des.
Friairas.
Gingivas escaldadas.
I j chaces.
flamma^o do Qgado.
Inflameta^ao da baxigi
da matriz
Lepra.
Males das pernas,
dos paitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Quaimadelas,
Sarna.
SupuracSas ptridas.
Tinha, em qualquei
parte qne seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veias torcidas ou no-
das 'as pernas.
Grande
liquiaco por todo
o pre g nhecida loja do Ser-
tanejo.
Ra do Queimado n. 45.j
Appare^am com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escuras finas a 160, 180 e 200
ra., cortea de vestido pretos bordados a
vallado de casto de t50# e se vendem
por 809,409, 509 e 709, sahfdae de baile
de reliado e setim a 129 e 139, camisas
psra senhora a 2$000 e 3*500, golliahaa
de cambraia bordadas a 500, 600, 700,
800, 900 e 19, ditas de fil bordadaa a 120
rs., caaareques de fustao a 59, 6J>,7J, 89,
meias de seda brancas e prelas para se-
nhora a 19200 o par, tiras de babados a
500 e 700 rs., laade qeadro enfestadaa a
300 e 360 rs. o eovado, cambraia preta a
400 e 440 rs. a vara, orgsodya de eores a .
600 rs. a .vara, fil braceo adamascado Jjj
para cortinados e vestidos a 400 e 500 1
n. a vara, cortes de collete de casemira fi
bordados pratos a 29 e 39000, ditoa de O
8 velludo de cor e pretos a 89, 49, 59 e 69, 1
9 paletota de brim branco (rancezes a 9
I 39500 49500, ditos de casemira de co- 1
z res e pretos a 149 el69, ditos de alpaca
I preta e de cores a 39,3f500, 49 e 49500, 1
S camisas de peito de lioho a 29500, cortea 5
H de collete de Rorgurc a 19500, 19700, W
2 292OO, 3g e 3S500, collete feitos de brim a
H branco a 29500, ditos leilos da gorguro 1
a 295OO e 39500, ditos feitos de casemira
a 35500, 43 e 43500, ditos de velludo a S
59, 69e 79, ditos de fusto de cores a 1
18500, uto variado sortimeoto'de meias B
para homem e senhora, grinaldas com fi
flores, chalas de froco, esparlilbos, e lo- 1
da a qualidade de roepaa feitas para ho-
mem que tudo se rende per metade do
i seu valor.
Attenco
DUARTE & C.
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
9 LARGO DO CARMO 9.
Nos os propietarios desles acrediudos armazens participamos aos bossos numerosos
freguazes que por todos os vapores e navios de vela recebemos de nossa propria encommenda os
memores gneros] tendea te a molhados, e por isso podemos vender por menos 10 por cento do,
que outro qualquer, como a experiencia o most ara por isso pedimos a todos os Srs. da praca do
matto, que ainda se nao deram ao ttabalho de mandarem experimentar, o favor de o faxerem, certos
de nada perderem, pols para isso nao pouparemos forjas para bem servil-es e ainda mais a pessois
menos entendidas, certos de esclarecer aos compradores que si na ra das Cruzes n. 36 e largo
do Carmo n. 9, e que devem inderecar os portadores, pois muito se ovildam com outras casas quasi
dos mesmos ttulos (Progressista, Progrssivo) pois sao as duas nicas filiaes.
M atlteiga i ngleza a ^3 nova erflaig superior do mercado a 900 rs. a libra.
Mant$!ga fra llCe2a a melhor que se pode desojar a 050 rs. a libra e em barril a
600 rs.
C/Ua UXU11 o mais especial que se pode encontrar a 29880 a libra.
Cha hySSOn 0 melhor que se pode desojar da 29400 a 39800 a libra.
da pretO o que se pode desojar nestegenero a 29 a libra e a 19600 o ordinario.
QUejjOS flaUaengOS chegados no ultimo vapor a 29 e 1|700.
QeiJO pratO 0 meiho do mercadb a 600 rs. a libra e sendo inteiro a 500 rs.
QlieiyOS dO SCrtO muito superior a 640 rs. a libra taabem temos para 500 rs.
Passas em caxinhas de 8 libras ,29500 esoors. a hbr.
FigOS em CalxinhaS de 8 libras a 19600 e 200 rs. a libra.
AmeildoaS da CaSCa mole 320 rs. e nozes a 160 rs. a trbn muito novas
meXaS franCeZ^S 1 a libra e em latas com 5 libras a 4000.
Marmelada Superior a menor do mercado em latas de duas libras a 400 rs. a
libra.
Doce da casca da goiaba a soo rs. o eaixso.
T?: liaaris em catxinbas proprtaattara mimo a 29500 e 800 rs, a libra.
LataS COm frUtaS emj Calda como pecego, damasco, gmja, ametxasa
alperxe a 00 rs. ) v .
Ainendoas confeitadas com diversas cores a soo n.
V HUIOS g*enerOSOS engarrafados das seguintesqualidades, duque do Porto, Porto
fino, Pedro V, velho secco, genuino, INector, Carcavellos, Feitoria, e Madeira secca a
129 e 139 a dusia e a 19100 a garrafa e moscatel a 720 rs. a garrafa.
JJltoS empipa proprios para mesa de39600 a 4f a caada ede 500 a 600 rs. a garrafa,
do Porto, Lisboa e Figueira.
Francisco Fernandes Duarte
largo Aa Penha
X
Yende-se esta ungent no es tabalee imen te
garal de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas enearregadas de sua venda em toda i
A marica do sul, Ha vana a Hespanha.
Yende-se a 800 rs,, cada bocetinha contera
umi iaMrucco em portuguaz para explicar o
modo de lazar uso dests ungento.
O defosilo garal i em casa do Sr. Soum
harotaofutico, na rus da Cruz n. .22, em
psrnambnco. ^ ______________________
Panno de algodo da Baha.
Vend-aa no escriptorio da Antonio Lniz de
Oliveira.Azevedo & C. na ra da Crux n.l.
Chegov para a loja da victoria, candieiros a
gaz de novos gottos e modelos, tanto para sala,
como paraeseada e quartos e para outras mu tas
soasas: na loja da victoria na roa do Qaeimado
n.75.
Ricos pianos
de varios autores, vendem-se
em casa de Kalkmann limaos &
C., ra d Cruz n. 10.
Aljfar fino imitando perola.
Vende-sea 500 rs. o flo da aljfar fino, imi-
aado pecla : ai raa do 0fiimi (ranea n. 16.
Potassa da Russia
YeJe C, successores, ra da Cruzn. 4.
v avae por preco nrarlto baralo urna ta-
bjlpta propria para fronte de loja, nova, assim
como um tetro Umbam proprio para veoder (a-
zfladae e miudetas, tendo j argokis pwa depen-
durar as mermas uiudezas ; na ra Uireita Da-
mero 73.
Drama.
Na tai* do Sr, S=bo xllado, ra do Queima-
4a n. 41, arh-* nda o noro drama em 5
aclos, do autor Bernardino da Silva Mala.
Candieiros 4o gaz
Cfcegou pan a lafi da- Tietori
pca4iiros gas. que tem in(
*je pracos commodoa : na rea
' nfi5 i
- ajaej
Vndese, um boi multo gora, e tnbaihs
bem Hecarroga : a tratar na ni Guimares & Luz, donos da loja de miudezas
da ra do Qaeimado n. 85, boa fama, participan)
ao publico que o sen estabelecimenlo se acha
completamente prvido das melhores mercaderas
tendentes ao mesmo ealabelecimento, e muitos
outros objectos se gosto, sendo quasi todos rece-
bidoa de auaa proprlaa encommendas ; e estando
alies inteiramenla resolvidos a nao venderem
fiado, atlangam vender mais barato do que outro
qualquer ; e juntamente pedem aos aeua devedo-
res que lhea mandem ou veoham pagar os aeua
dbitos, sob pena da serem instigados._________
. Souhall Mellora & C, tendo recebido or-
dena para-vender o seu creseido deposito derslo-
gios v\sto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portsnto, a pessoae que quizerem
poisuir um bom ralogio de otro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunldade sem perda de tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo prego no seu escriptorio
rus do Trapiche n.18.
A6]*V6j&S das melhores marcas a SOO rs. a garrafa e 59000 a duzia, cbanpanhe das
mareas mais acreditadas de 14# a 20 o gigo, eognhac o melhor que se pode desejar
a900rs. agarrafa.
Latllribra t. verdadaira hollanda em garrafoes de 16 garrafas a 69000 cada um.
OeneOFa italiana a mais sublime que tem vindo ao nosso mercado em frascos grandes
a 2f000 cada nm.
FraSqiieira com 12 frascos de genebra de Holanda 9800
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinagre a 1&000
Vi iagre piirO de Lisboa t40 r. garrafa e a 1800 a caada.
.Ti ar rasqUHIO 0 mais superior que se pode desejar a 19000 a garrafa.
JiSsperiDacete o mais superior do mateado em caixinhas de 6 libras a 4#200 e 700 rs.
a libra. ,
VeliaS de Carnauba all500aarroba e380 alibra.
A.IiCOretflS comazeitonas as melhores do mercados 1??400.
Oa 1 Xag eom i arroba hespanhola contando macarlo talharim e aletrta a 69000.
aiXlJill S com diversas qualtdadesde massas como saja estrelinha pevide etc., a 65OOO
e 640 rs. a libra.
CiOUrigaS e PaOS os malboresdo mercado a 560 rs. a libra.
salames o melhor que se pode desejar a 700 rs. libra.
PreZUlltOS o que se pode dezejar de bom a 640 rs. a libra.
L Ilg 111 CaS finas em latas jpromptas a 1*600.
PeXe em latas cavalHnbas pargo, a linguados a 10600.
I OUCinnO do reino a 280 rs. a libra do novo, o 240 rs. do velho.
Bail a de pOrCO a melhor do mercado em latas de 10 Ubras a 4*000.
MaSSa de tom ate em latas de 1 librra a 700 rs. *
Massas para SOpa uliurimemacarraoa 280 rs,e aletria a 320 rs.
PalltS lixaaOS em macos com 30 macinhos a 200 rs.
"a pe g' re V*e pautado e liso muito superior "a 49000 a resma;
ErVa docea 360, pimenua SOOjanella 900 rs., eeominhosa 800 rs. a libra. .
PalltOS do g"aZ a 29300 a groza e 20 rs. a caixinha.
Sal retinaQO #m p-o^j ,je -a3tje uina hra a 160 rs. potes 560 rs.
9ag*0 njuio B0T0 a 280 a libra e sevadinha 200 n.
Farinba doMaranhao a 160 rs. a libra e gomma a 80 rs. a libra e 294M a arroba.
Ca te dO J til O # do Cur o melhor do mercado de 89500 -e 99500 a arroba.
rs. a libra, em arroba por 8#00O
Caixinhas
as mais elegantes, propias para mimos ou mesmo para guardar joias de 400 rs.
Ajendaj e metas moendat.
Tamas de ferro batido e
ooado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru doBrum n. 38, fundicSo
de D. W. Bouman.
a 19500 e temo com 6 caixinhas a 5|t00.
Chocolate hespanhol ,wd,deiro. uooo rs. iito.
Krvilhas portuguezas e francezase fejoverd.d.640.720 r..
a lata.
I raqtieS os melhoras do mercado a 10| a caixa a a 280 rs. a carta.
Savel
era ratas ebegado no ultimo vapor a 19600.
Ra da Seazatta Nova n. 42.
Neste jMagbciametito rende-se: tar
chas d libado libra 110 rs. idena
de Low Bloor libra a 120rs.
Venda-se um cavailo que irabalha eom.
carro e cabriolet: a iratar na ra da Imperatriz
n. 20, loja.
s e machinas
em casa de S. P
7 raa da Senzalla Nora
a. 42.
Bolaxinha de sodaemiaUs.i40o
OOiaXnha 1 ngleza a mtg UH 0 mercado a 4#500 a barrica e 300 rs. a libra.
AVeULaS ebegadas ltimamente a 310 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes^ioo,. ana.
Aceita dOCe refinado 99 a caixa e 800 rs. fgarrafa,
ArrOZ em saceos de 5 arrobas do vermelho a 2950 0.
LlCOrCf os mais finos que ba no mercado a lf a garrafa e 109 adiuia, limbsM
para menos._
Altm dos gneros annunciados encontrar o respeiuvel public tudo que for pi
te agestes esubelecimenlos. Os proprtataajpseteotifieam qne eites preeos s serviram pasm
Os melhores gneros que vem a este mercado e por menos 10 por cento do que em outra
qualquer parte, garantindo-se a boa qualidade, por isso roga-se a todos os Snrs. da praca, de en-
genhos e lsvradores o'favor de mandaren suas encommendas a este muito acreditado armazens da
molhados, afim do verem a differenea de preco e qualidade que faz, se fossem comprados em outra
qualquer parte.
aVa-^aVMIAS confeitadas para sorte de S. Joo a 800 rs. a libra, tambera tem-se pan
6i0 rs. a libra sendo em porgao, tanto de urna qualidade como de outra se taz abati-
mento.
Mtiligft lmgVeZa da safra nova de primeira qualidade a 850 a libra, em
barril se faz aba timen t o.
MAlltolga lTcULVCftia a mas novl a 640 rs. a libra, ara barril a 600 rs.
^^l|%* AO f lal muito frescos chegados neste ultimo vapor a 290O0 ditos ba-
gados no ultimo navio a 19800.
X **"# V' o mais superior que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra. )
Una UySSOll 0 mem0r que h no mercado a 29800 e 29200 a libra, afianca-se a be*
qualidade.
tMILXlsfA o que se pode desejar neste genero a 39000 a libra.
IjUa pTClO homeopathico a 2*200 a libra em pore,o se faz abatimento.
l. ra^UCS novOS de pavio transado a 230 rs. a carta e em caitas eom 40 cartas por
99000.
Latas COm am^adoaS confeitadas, proprias para mimo, contando mais con-
feitese assucar candido por 1|600 cada urna. \
PaSSaS em caixinhas de 8 libras chegadas altimamente a 29000 cada alho
a 480 rs. a libra. |l_.
Bo\axln\ia da soda em latas com diferentes qualidades a 19440.
flo\a_.1k\s.A inglesa a mais nova que h no mercado a 49000 a barrica e
" a 320 rs. a libra.
Vlino em pipa e superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 640 ra.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
VnYlOS engaYTaiadoS Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
toria velho, e de outras muitas marcas acreditadas a 1*200 a garrafa, em caixa a 129
tambera ha para 19000 a garrafa.
"naMp&nne das marcas mais acreditadas a 159000 e 209000 o gigo, e era garrafa a
15800
S<5 vejjsji da marca cobrinha ou de outras marcas conhecidaa a 59000 a duzia ai'500 rs.
a garrafa.
^linaa francezas e portuguezas em latas de 1 libra por 640 rs.
Iftaea da tomate em tanas de l libra por 800 rs. \
r\^.$l'X.*S tranclas em latas de 1 e meia libra por 1*500, ditas com 3 libris por
2800.
Akinen&OaS de casca mole muito novas a 320
NoZeS a 120 rs. a libra e em arroba a 3&000.
WeVfia, niaeatrae e talharm a 400 rs. a libra, a em caixa com l arro-
ba por 69000.
KuStTeWianS^ pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e ern cai-
xinhas muito enfeitadas se faz obatiment. /
alltOS de denteS iXados os maisbstn feitos que tem vindo a este mercado a 280rs.
taabem ha para 200 rs. y
FfemntOS tngltZCS para fiambre a 800 re. tambem hamburguez piara fiamhita
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra. ]
IJnonYlCaS e paiOS muito novas a 560 rs. a libra eem barril se far abatimento.
salame 0 melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 809 rs. a libra.
T Ontinhe do rei*0 muito novo a 28 rs. a libra e em barris de i W arroba
a 5* e 79 a arroba. /
tnOnYlCSJi em latas j promptas para se comer a 1|800 cada urna.
ttanna de pOYeO refi0,da em latas com 10 libras por 4*300.
Dita em barril muit0 fina e alva a Ai0 re# a a- ee_ ban, 400 rsv
CartoeS CO* botlo trameeZ proprios para mimo a 500 rs. cada ui
i\l.aTmeiaaa imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a\
a libra.
saVarmelada de Alperche em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
SttaS eom U metas de doce em calda as melhores que ha em Portugal coi
jara pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs. a lata.
DoeeS SOCOS e em calda, em latas, de 4 a 5 libras por 29000.
_^noCOlatO hespanhola 19500rs. a libra, ditlo francez a 19100 ditto portnguez a
800 rs., afianca-se a boa qualidade.
vale de primeira qualidade unto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arropa a
99500, dito mais baixo a 280 rs. e 8*500 a arroba.
SCVadinna d Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porcias fax
abatimento.
Sagn muito novo a 320 rs. a libra e em garrafoes com 5 libras, por 29000.
Farinna do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
Dita do Maranho alva e eheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49509.
Velas de carnauba refinada a 400 rs a libra, e em arroba o 129000.
-XiCtO dOee refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas a 99000.
Vlatagre de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 1*800.
VinnO cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, e em caixa 149000.
Vinho htanCO de Lisboa o mais superior que bao mercado proprio para mssa a
640 rs. ar garrafa e ena cenada a 4*500.
ChafntOS suspiros do fabricante Brando em meias caixinhas, por 2#500.
DitOS suspiros do fabricante Gatanho Filbos em meias caxinbas a 29000.
DtOS em caixas de 100 regala Imperial, Viagantes, e Panentelias, a 29000 a caixa.
AipiSta muita limpo, a 180 rs. a libra, e em arroba 59500,
AzeitOnaS muito novas, a 19600 rs. cada urna ancoreta, e a 400 rs. a garrafa.
ArTOZ de Maranho a 120 rs a libra, e 39700 a arroba. jM
ixe de postas em latas das melhores qualidades de peixe que ha em Portugal a 19500 ra.
Etolianda .nvgarraloas eam 25 garrafas por 91000.
mmmmmmmmT
x
_____ o frasco e francesa a 640 rs. o peta.
lee Snrs. qna mandaren seu competente importe e todos os domis f r'egezes de ivro terml Alm doa| ncionados encontrar o respeiuvel publico um complato sefli-,
tar-w palos preeus acostumados, salvo tquelies de fim de mu, 1 ment de todo qne tendente a molhados


m

a-- sBH



W4JU0 DI UBMAIfMGO QlRTA fttLU 10 DI JOTO Bt 1W1
1

1
'
*
Enfeites para senhora.
Oe MlkMM eoJeUea preta* o e adres que ap-
na roa
Caixinhas cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Multo Modas caixiohaa e cabaiaa para meninaa,
da 100 ria at 2*600: na loja da Victoria, na na
do Quaimado q. 75.
Franjas pretas com vi-
dritho e sem elle.
Rico* eortimentoa de franjea prataa a do corea
coa vidrilho a sea*, alie : ua loja da Victoria, na
ra do Qoeimado D. 75.
Zinhasde peso verda-
deiras..
Loja do PftYQ BU da Impera-
nte sinto 60.
*>GKMk SILVA.
Vende* neita estabelecimento todas aa faxon-
daa por procos mala baratos qua posslvel i
com o fim de aparar dinheiro, anim como urna
grande porco das ditas (alendas inleiramente o-
ras, rindas pelos altimos navios : os donos des-
te estabelecimento rogam a todos os seas frage-
les, que se daem so trabalho de procurar nesla
Diarxo os snnancios ds loja do Parlo, porqae
esto cerloe qae nao perderlo can tempo.
Clmbraias organdys a 280 rs.
Vende-ia cambrsiaia organdys com dilicadis-
simoa desenhos a 280 rs. : na loja a armszem do
Psrio, de Gama & Silva, na ra da Imperatrix
n. 80. _________
So o Pavo.
Vende-se fioissimaseassaa francesas da varia-
dos padrdss a 240, 260, a 280 rs. o corado : na
ra da Imperatrix o.60, loja do Pari do Gama
& Silra.
tasfcmMaWBrnlfttf.
da panniobo Bofsimo coa 10
di Imperatrii n. 80, loja de
Liohas flnaa de
grandes a 240 ris :
do Quaimado n. 75.
paso verdadeiras. meadas
na loja da Victoria, na ra
Phosphoros de seguran*?
Phospboro de sega ranea, por quo livrs de in-
cendio, a 160 ris a caixa: na loja da Victoria,
aa ra do Queimado o. 75.
Baleias para vestidos.
Balelss muito grande e boas a 160 ris ama :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
K
inha de croxel para la-
byrinlho.
Al melhores liohas de croxel para labyrlntho,
novellos monsiros a 320 ris um : na loja da Vic-
toria, na rea do Qoeimado D. 75.
Aluda o Pavo a 200 rs.
Vende-se cbita francesa escura com diminato
toque de mofo a 200 rs. o corado, a ditss ingle-
sas a 140 ra.: oa ra da Imperatrix n. 60, loja de
Gama & Silra. '
Vende o Pavo a 280 rs.
Gorgurao de liuho qae feito em veatldoa para
senhora ou roapa para meoiooa parece sadinbaa
a 280 ra. o corado, por ler grande porco : na ra
da Imperatrix o. 60, loja e armaxem do Pavo de
Gama & Silva.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos lintoi dourados para tenhorai a 2*200,
dito da ponta cabida a 4p, ditos da fita a 1)600:
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria urna psqueoa
porfi de ticos espelhos de varios tsmanhos para
ornamentos de salas, afflaocando-se serem o
melhores em ridros que tem rindo: na loja da
Victoria., na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
La muito boa da todas as cores psrs bordar, a
7j a libra : na loja da Victoria, na ralo Quai-
mado o. 75.
Liohas do gaz,
Caizinbas com M novellos de liohas muito fi-
na do gax a 900 tis a taixa, dita com 80 no-
rellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandea
a 700 re, brinca e preta: na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75. *
Arara vende os palitos.
Vendem-se masaos de palitos finos com 20
maasiohos, por 200 rs.; na tua da Imperatrix,
oja da arara n. 56.
Tarlatana do Pavo.
Vendarse tarlstsna de lia com paimiohss sol-
tas s 820 rs. o corado : na ra da Imperatrix n.
60. loja do Patio da Gama A Sil?.______________
O Pavo vende a 4#500 rs.
Corteada baragea com fio de seda lando 22 co-
vado, com barra, podendo-se faxer babados, pe-
lo baraliisimo preco de 4*500, na loja do Pa-
vo roa da Impentrlx n. 60-de Gama 4 Silva.
tai em cortes.
Vaode-se cortee da chita francesa muttalgWy
com 10 covadoa i 2*400, afflancando-ie m "
cor fixa : aa ra da Imperatrix n. tftMa ar*
macen do Psrio.
Superior sebo em veas eem
pelpbaixas de urna .
arroba
Vandem Antonio Luix de Oliveira Azorado &
C., no au aacriptorio ra da Gris o. 1.
Jacaranda superior.
Tem para rendar Antonio Luis de Oliveira A-
sovodo & C. no aeu eacriptorio ra da Cre n. 1.
Vestidos de la.
Vende-se rettidoi de liaxiohai tendo as ssias
j promptai, com muita roda, proprias para ba-
lio a 4800, s na loja e armaxem do Pari ra
da Imperatrix n. 60, de Gama & Silra.
Basquinas do Pavo a A$000
Vende-se ricas bssquinss de fustao mui bem
bordadas, faxenda que aempre sa rendeu or 111
a 16*000 por 4*000. para acabar : na loja do Pa-
ro de Gama & Silrs, oa ra da Imperatrix
n. 60.
Enfeites do Pavo.
Vend-sa ricos enfeites' i turca e Garibaldl
com ricas franjas e bolotas a 5*000, ditos dot
mesmos mus simples a 2f000 ra., e ditos de fitas
"d* em sen cartio : na ra da Imperatrix n.
60, loja do Pao.
Brilhantina suissa.
Veode-ie brilhantina auiasa de quadrinbos, f-
xeoda muito encorpada para restidos e mais lar-
ga qae cbita ioglexa a 200 rs. o covado : na ra
da lm~
Roa do Crespo n 7, no
gallo vigilante.
Nssta era loja ha grande porco de caixinhss
com amendocs proprias psra brinqeedo de S.
rJoio qae se rende palo bsrsto preco de 800 rs.
cada ums quem deiisri de di r s urca menina
urna eaixinha ; tambera tem grande porco da
caitas proprias pars doces secos que vende con-
forme seua tamanhos a 6*. fi* a a 4* a duxia
amendoaa avulais a 800 a 640 ra. a libra : 16 no
vigilante ra do Crespo n. 7
Manguitos com gotiinhas.
Vende-se manguito com golliobas, fsxenda
mmlo boa, pelo barato preco de SOCO, gollinba
e puchos ultimo gosto a 2*000, gollinba muito
flnaa e bem bordadas s 1J000 cada urna oa ra
do Queimado loja da miedosas da Boa fama.
n. 35. '
Funfleiro
e
Gwndejp aova
^SH>Ha
31RuaDireita31.
Maite rico o bem montado ostabolpcimento en-
ontrarao os fregueses o mais pereito, bem aea-
ta'nlo no sen genero.
URNAS de todas asquslidsdes.
2t2IS^RI08 H com o Jacaranda.
BANHeirs de todos os tamanhos.
SEsUCUPlAS dem idem.
BALDES dem dem.
BACAS idem idom.'
8AHU8 idem idom.
ddt em C*i"1 do t PltATOS imitando em pereico a boa portal-
lana.
ff?1*48 d ** qealldsdes.
f AMBLLAS Idem idem.
COCOS, CANDIBIROS a flandraa para qaal-
quor aortjmenio. r *
VID ROS em eaixas a a retalho da todos os ta-
mandando-ee mauhos, botar dentro da cidada,
am toda a parto.
Recebem-se oneommendas de qaalqaer natu-
rasi, canearlos, qua tudo sor! dosampanhado a
SE*1 Ao publico
tes. 1
|pua da Imperatriz n. 5, i
loja de modas da
Esmeralda
Tiras e ntremelos bordados.
o Jfirtftt! pe?" ae l,r" bordadas da 2,500,
3,000, 3,500 e 4,000 entremeios a 1*600 e 2*000
cada peca na ra do Queimado loja de miudesas
d Boa fama, n. 35.
Esperanza
Loja de miudezastrua do Quei-
mado n. 33 A, de Guimares
Rocha.
Especialidade chegada pelo vapor.
Botos de cornslins brs^cos, encarnsdos. re-
dondos, ehatoe, oval, maia borla e borla, s tem
destes boles neata loja.eaonde ae preparam pa-
ra punhoa, colletea, etc., por 30 urna duxia, ou
1* o par para puobos. .
Rcceben-se em diraitara da Pars o maia bo-
nito sortimento de chapaos da palha da Italia
entenados a ultima moda psra meninos a me-
ninss, chspelinbs de pslha da Italia psra se-
nbors, luraa de pellica snfeitadaa com flores a
plumas para noivas. botinas de selim brancos,
vestidos de blond*. ricos espartilhos, pentes de
isrisrags/cascarnlhas de todas as cores, ves-
tuarios para meninos, sapatiubos para baptiaa-
do, aatim ctfmo bicoa de blondo de todas so
larguras, dito de guipure, ricas traacaa da seda
de todas as corss, manteletei de grosdenapla a>
Eichato a Harie Aotoinet, ricss espolias o plu-
mas e marraba o muitos oatroa objectos quo se-
na enfadonho mencionar, por tanto espera na
benevolencia das familias para virem visitar o
dito estabelecimento que achario tudo a oslo
e em conta. *
Papel pautado. ~~.
Vende-se em resmss ou a retalho, como con-
vier ao comprador, papel almaco paulado da me-
Ibor qualidada qae lem vindo ao mercado, com
33 linbss, e tambera ha maia ordinario com 33
liohas, e mais ordinario com mais liohas, do al-
maco greve, tudo'por preco mui commodo : na
ruido Imperador n. 15, das 9 horas da manb*
43 1|2 da tarda.
AlGENCIY
DA
. Fnndicao Low-Moor,
'aa ate Senzalla Nova n.4*.
Nasta eslsbelesimooto continua a haverum
completo sortimento do moandas a meias moen-
das para engenho, machinas da vapor a taixas
de ferro batido a eoado "4o todos o timanho
para dito,
Machinas para se aier
caf mesmo na mesa.
fioaecas fraiicezas.
Vende-ie boneca francaui ricamente veatldaa i
i.4*000 e 5*000. e Sf 000 boneca de cera com os !ZZL Vl'^ "? fiS" "" blC0" qn.e mIMf
.T.! u m,lbor e rassr o liquido como a extracao da
~- P'sntaa da bano com 5 chaves, anaea e-
freitiobos, ultimo gosto, e com caixa, que se ven-
de pelo diminuto preco de 20$, tinta ioglexa (a
verdadelra) potea de 1[* a 820, de 1(2 garrafa a
640, previne-se que s 6 legitima s que no pote
olhos re o vdeos a SJOO e 3*000, na ra do Quoi-
mado loja de miudexas da Boa fama, n. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-se Arlas da ac pars slnto a 1|500 rs. e
2*000 na ra do Queimsdo lojs da miudexas
da Roa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de seo
P" MHu a 1*0 ra. a vara, bsndes a 1*500 ra. e
2*00 o par, na ru do Queimado loja de miudexas
da Boa fama. n. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se eaacarrilhas de seda para enfeitar
vestidos a 1*000 a peca na ra do Queimsdo
loja de miudexas, n. 35.
peratrix n. 60, loja
da Gama & Silva.
a armsxem do Pavo
Colchas do Pavo.
Vtode-se ricss colchas de fustao de linho da
vanos tsmanhos o differentes desenhos : na ras
d Imperatrix n. 60, loja a armaxem do Pavo
de Gama 4 Silva
Para doces seceos,
Vendem-se muito booitae caixiohaa redondas,
de madeira, de divenos tamanhos, Torradas de
papis da cores, muito lindas, proprias nica-
mente psra doces seceos de qualquer qualidade,
pelo barato preco de 4, 5 e 63 a duxia : na ra
do Qaeimado, na bem conhecida loja da miude-
xaa da boa fama n. 35.
Para -$% Joao c S. Pcdru.
Veddem-se caixiohaa com grande porco de
amendoaa coofeitadaa, e alguna confeitos pro-
prios psra o festejo de S. Joao e S. Pedro, pelo
barato preco da 800 rs. cada ama : na raa do
Queimado, nal bem conhacida loja de miudexas
d boa fama n. 35.
le/ui
ora, i
vas de Jouvin.
Vende-se Zuras de pellica de Jouvin brsoess,
psra senhora, ltimamente ebegadas : na loja do
beija flor-ra do Queimado n. 63.
i] Luvasdeseda.
Ven-ae-se luvas de seda eofeitadas a 16600,
2*000 ,2*200, ditas o de Escossia brsncss a ra.
700. ditfci de corea 800 ris. ditas de algodo a
280 rl; mioja do beija flor, ra do Queimado
numero t63.
Escovas.
Vende-te escovas para dente Unas de diversas
quaiidadei a 120, 160. 320. 400 e 500 ris : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Jogo de domin.
Vende-se jogo de domin finos a 1S200 : na
loja do beija-flor. ra do Queimado n. 63.
fiotes para punho.
Vende-se botdesde punho finos de diversas
qualtdadea a 200 rea o par. que tsmbem servem
para manguitoa de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
i
Occulos.
Vende-se occulos finos de srmaco da seo. a
20, 1*. 640 e 400 lU : loja do beija flor, ra do
Queimado n. 63.
Ricos sintos dourados.
Vende-se sintos dourados s 2*. ditos da fita
com Avalla dourada a 1*500 : loja do beija flor,
ra do Qaeimado n. 63.
Enfeites
para cabeca.
Vende-se requisimoa enfeites pars cabeca com
franja, e sem ella pelo bartistimo preco de 51
e 5J000, ditos de vidrilbos a 1*600 ; na loja do
betj flor, tu do Queimado n. 63.
Carteiras.
Vende-se ricas carteirai para guardar dinheiro
de ouro a prata a 2*000, 2|500, 1*000, 1J280 e
1*500 : na loja do beija flor : ra do Queimado
numera 63.
Rosas arti ficiaes para cabello:
A. L. B. F. tendo recebi'do um variado sorti-
mento da bonitas rosis que se esto mando para
cabellos, a de pannoa com folha de velludo, ditas
de papel toda a, as mais ricas que se pode encon-
trar reode-sa na ra do Qaeimado n. 63, lojs
do beija flor.
Agulhas.
Chales pretos do Pavo.
Veode-e oa maia moderooa chales pretos
ponfa redonda com bolota, guarnecido, de bico
ae seda largo em lugar de franja a 6*000
ra dlmperatrlx o. 60, loja do Pavo.
na
Bales do Pavo.
Vende-se ricos baldea arendadoa com dusssalas
e bico am volts, pel baratiasimo preco do 6J,
ditos de msdspolo frsncex muito grsndes com 6
srcos a 55, ditos com 5 srcos a 38500: na loja
do Pavo. ra da Imperatrix n. 60.
Bramante do PavSo a i.0f000 a peca.
_ Acaba de chegar a loja do Pari, urna nova por-
gao 4a ro.1ii.do b.._..t. a* W>to, um Urgi-
r de brim liso, tendo 27 raras cada peca, esta
faxenda propria para lencdes, loalhas, ceroa-
las, camisa, etc., a venda-ae pelo birttisiimo
preco de IOS PeC. a na laja do Pavo ; ra
da Imperatrix n. 60. da Gama & Silva.
Chales GaribaIdilios.
Vende-sa na loja do Parlo, chalea da marin
muito grandes de listrinhss a Garibaldl, pelo ba-
ratsimo prsco de 4*500, pecbiocha : na ra
d* Imperatriz a. 60. de Gama & Silva.
Chales do Pavo.
Vende-se chales de merino multo grandes a
3f, ditos de casias de corea a 800 rs. : na ra da
Imperatriz n. 60. loja do Pavo.
Vestidos do Pavo,
E' pecbiocha, cortes de cambrsia brancos com
babados a 2*500, ditos de tarlatana brancos e de
cores a 3*, ditos com babadoa eduaaaaias muilo
superiores s 4*. pe^as da cambraia braoca com
carociohos brancoa a de core, tendo 8 1/2 varas
cada peca, por 4*. corte de cassas da cores com
7 1/2 varas, psdroes oovos s 2*500 ; tudo iato se
encontra na loja do Pavo, qua vende dinheiro
a viata : na roa da Imperatrix n. 60, loja de Ga-
ma & Silva.
Alburnos de borracha.
Vande-ae oa maia auperiorea albufnos ou so-
bre-tudos de borrachs, proprios para o invern a
12*: na ru da Imperatrix o. 60, loja do Pavo.
Cortes de phantatia,
Vende-se ricos crles|de phsntasiade daas saiss
com delicados lavores s 6* cada um : na ra da
Imperatrix o. 60. loj do Pavo.
Calnhas do-Pavao.
Vanda-sa calciohaa da cambraia bordadas para
menina a 1* o par : no loja do Parao ra da Im-
penirix n. 60.
Goilinfaas do Pavo.
Vende-so goliobas do cambria bordadoa o di-
taa de fil bordadas a 500 ris : os loja do Pavo
ra da Imperatrix n. 60.
Manguitos com gollinhas.
lod,*,e n,aD8'os com gollinhas bordada a
1*600 e manguitos muito fios a 1* o par :*na
ra da Imperatrix n. 60. loja do Pavo.
Tiras e entre meioi.
Vende-se tiras borladas tapadas a transparen-
tes, assim como entre-meios multo delicados
oa ra da Imperalria n. 60, loja a armaxem do
Patio*
A. L. B. F.tendo recebido agulhas imperaca da
undo dourado, vende ns loja do beija flor, ra
o Queimado o. 63.
Oliados.
Vendem-se oliados pintados de Undss ridtaa a
paleegems, larguras da 6,7, 8 o 9 palmoa, pro-
prioe para asea de jantara 2*0 covado : na ra
da Imperatrix. laja n. 20.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Voxdo-aa om em de S. P. Jonhston & C,
a silbos ingluos, eandieiros e caaticaos
BWMBidof, lonas iogleni, fio da vela, chieolea
pajt earrof a atauaria, arroios para carrol da
naaadous cauUoa, tjologioi da 9UT9 pattnlo
Lencos e luvas.
Vende-se len?os de csmbrsis de linho com la-
byrintho a 2*500, ditos de imitaco da labyrinlho
a 1)>, luvas de ssdss de todas as cores a 500 ria.
anfeitea pretos de vidrilho para cabeca a lf lu-
vaa de retrox preto berta a 500 ris o par ; na
ruada Imperatrix o. 60, laja do Pavio da Gams
Silva.
Cambralas do PavSo.
Pecas de cambraia fina com 10172 raras a 61 s
SafWRf tom, 8 V2 *araaa 4, dita, da8 pec.a
a 3o, dita para forro, com 8 1/2 vrs a 1*600
oa ra da Imperatrix n. 60, loja do Parao, da'
Gams & Suva.
Vestidmhos a *|500.
Vende se vestidinbos de seda anfeiUdoa para
meninaa de 2 a 3 auaea a 4*500 : na raa da Im-
peratriz n. 60. loja da Gama & Silva.__________
Grosdenaples do ParSo.
7JF*'u Idansples preto multo incorpado
a 1*600 o corado : na ra da Imperatrix a. 60,
loja de Gama 4 Silra. ^
, Meias"de borracha.
Vande-ae metas de borracha para quem padece
de erysipela a 158000 o par, meias de seda preta
para senhora a lfOOO o par na ra do Queimado
loja de miudexas da Boa fama, n. 35.
A 2$500, s o pavo.
Vendem-ae cortes de csmbrsia brsnca com 2 a
3 babados a 2*500, ditos de tarlstsna brancos a
da cores, com barras e babados a 3*: na ra
da Imperatrix n. 60, lojs a armsxem do pavo de
Gama & Silva.
e
Perfumaras muito finas
baratas.
Opiata ioglexa a 15500 rs, dita francesa a 500
rs., 640, 1*000. oleo da aociedada bygieniqua
verdadeiro a l*CO0 o frasco, oleo babosa- de Piver
verdadeiro a 800 ra. o frasco, sgua balas mica
para oa dente a 1*000, dita de Botot tambera
para oa dente a 1g00U o frasco, pomsda france-
sa em pioa a 500 rs. e l&OOO, 320 rs. sabooetea
maito fino a 640 r., 800 rs. e 1*000 cada um ni
ra do Queimado loja da miudexaa da Boa fama.
n. 36.
A 200 rs.,so pavo.
Vende-se chita trancen escara do cor fixa a
dous tustas o covsdo : na ra da Imperatrix n.
60. loja e armaxem do pavo.
Palmatorias devidro lapi
dado.
Vende-xs palmatorias da vidro a 1*600 rs., ditas
com mangas propriaa para rapaxes a 4*500 rs.,
cada urna, escarradeirka da vidro a 4*500 rs.
a 5*000 o par, na rus do Queimado loja da
miudexa da Boa fama, 1. 35.
A 500 rs., s o pavo.
ViDdem-se as mais modernas e finissimaa lia-
de flores soltss e palmi-
ultimo navio vindo do
reco de quindenios ris
ostras com peohor: na
loja e armaxem de Ga-
xinhaa de quadrinhea o
nhas, desembarcada d
Havre,pelo baratiasimo
o covado, e do-ae aa a
ra da Imperatrix n.
ma Silva.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vanda-se asta nova fakenda de padroes delic-
disslmos com 4 1(2 palcos de largara, propria
para vestidos de senhora, 400 rs. o covado: ns
rus da Imperatrix n. 60, loja a armaxem do pa-
rao de Gama & Silva.
rolha ; ra do Queimado. loja Esperance n. 33 A.
Esperanza.
Al que afioal chegou a esta loja oa asmpra
estimadoa brinco balos, que pela petfei;o com
que foi executado o pedido oca asnada a falta que
hara deale adorno que, sobra aer bom e bonito
barato, a 1* o par a em urna eaixinha : na loja
Esperance, ra do Qaeimado n. 33 A.
A loja d'aguia branca recebeu ai
aceadaa machinas de oercellan. p,rt Ie {" ..
caf mesmo na mesa. iso por um meio fcil n
limpo, resultando atina! que o caf feito em t*ec
machinas tem um ebeiro sabor superior a o feito
por ouira qualquer forma : vende-se na loja o'a-
guia braoca, ra do Qoeimado n. 16.
Para baptisados. '
A loja d'agua braoca acaba de receber'pelo ul-
ImL**?0' Vu? en,cn>menda dos seguiotes ob-
i?B?1JaKP,Uad0?1 8eQd0 linda tqDhas
de sellm mai bem eofeitadas, e casta ama em
sua eaixinha, sspatinboa de setim blanco e de
corea ricamente bordado, e meus de seda o
melhor a mais bonito possivel. Agora, pois oe
pais que nao quixerem eaperar pela generos'ida-
de das ssnhoras comadres, dirigirem-sa loso
munidos de dinheiro loja 'iguia branca, ra
do Queimado n. 16, onde bem podero comprar
esses galantea objectos.
Esperanza.
Contina a recebar especialmente su faxen-
das, tornando-aa assim mais barata* : neata
auadra que terco tudo quaolo preciso a urna
familia (em miudexas) a um alfaiale, aapateiro,
caixeiro, etc., o pequeo espago que nos concede
o Diarlo de Psrnsmbuco nao nos permute clasai-
flear a enumerar a infinidad* de argoa de que
nos sebsmossortidos, tinto em quioquilharia co-
mo em arligoa de uso diario e iodlspensavel :
por isso ss pesseas da praca ou de fora que quei-
ram comprar qualquer dos objoctos da qae laxa-
mos nono commercio, serio directamente ou in-
directamente bem servidos.
Esperanza.
E' nests lojs que h e continuar's ser o depo-
sito das afamadas sgulbas Victoria, tanta a
ceitacao que tem tiao estas agulhas que nos dis-
pensbnfsf do qualquer elogio, a 120 rs. o papel
[uXOj*
Tojfa aUen$ao ao gallo vi-
gilante, que est quei-
mando.
Luvas de pelica.
As verdsdeiras luvaa de Juvin, chegadinhas
no vapor francei; a bo vigilante, ra do Cres-
po -
8VSTBMA fltUlCO HUDLLUWAl
PILLAS HOLLWOTA.
Esto inestimivel especifico, composto inleira-
monte do horras medicinaos, nao contm mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Bei
nigno mais tanra infancia, a complaicao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleic,3o mais robustas
genteiramente innocente em suas operac,5asa ef-
feitos; pois busca a remo ve as doengas d qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazee
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com asta
remedio, muitos que j* estoram s portas da
morte, preservando em se uso conseguirn)
recobrar a saudo e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afQictes nao devem entregar-se a des-
esperscao; facam um competante ensaio dss
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperarao o beneficio da sonde.
Nio so perca tempo em tomar esto remedio
Aara qualquer jas seguinles enfermidades ;
n.7.'
Para os festejos de S Antonio
e S. Joao.
Trinas e galOes.
A saperior trina e volantea do Porto para ur-
na, oratorios ou igrejas, que se vende por me-
nos do qua am outra qualqoer parte: s no vi-
gilante, ra do Crespo o. 7.
Gascarriiha
Lindas pecas de cascarrilha de todas cores
pelo baratidimo preco de 1*500 a peca : s no
vigilante, ra do Crespo n. 7.
ecidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampoias.
Areias ( mal de) .
Asthma.
Clicas.
Gonvulsea.
Debilidade ou extenua-
ban.
Debilidade ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
da barriga.
nos rins.
Dureza no ventra.
Enfarmidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueta.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estos pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
do todos os boticarios droguista e o otras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanba.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., ".vda
urna dellas contem urna instruc^ao am portu-
guez para explicar o modo de se usar destos pi-
lulas. '
O deposito gaaal em easa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Febreto da especie.
Gotto.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes.
Infla mmacoes.
Irregularidades da
menslruacSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstruccao do ventre.
Phtysica ou consump-
co pulmonar.
Reteucao de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso, *
Ulceras.
Venreo (mal)
Chapelinas para senhoras.
Lindaa chapelima ricamente eofeitadas, pelos
baratniimo prego de 8* e 10*000.
Ditoa com pequeo toque de mofo a 6*000: s
no vigilante ra do Creapo n. 7.
Touquinhas ou^ chapozinhos
para criancas.
Lindo chapozinhos para menina e menino s
4 e 6j>000, ditos de eltro pelo baratissimo pre-
co da SJOOO, bonetes d panno fino e lico de fi-
ta a 3g000, ditos da veludo fino a 4* a 30500,
ditos da palhloh a 3(000, touquinhas de seda
muito lindas a 1*300. ditos de fil a 1*000: s
no vigilante, ra do Creapo n. 7.
Coke e lcatro.
Colee da melhor qualidade, muito proprio pa-
ra vapor, e tambem paraltodoi os uios doms-
ticos, tornos pequeos e grandes etc., para estes
servicos, o coke maia econmico do que qual-
quer outro combeslivel, por aar menoa de me-
tida do prego e de maia uuraco.
Alcatro, eata sendo aptltcado i navios, bar-
cacas, alvarengas, canoals etc., presta muito
oom efleito, conservando madeira da todas as
qualidade de bicho, azp.do durar um temi
indefinido. Tambem cooaerva madeira de ediG-
cQoes, preservando-a dos bichos e contra o
tempo: as propriedadee chimicaa deste alcatro
de caryao mais forte do qae qualquer outro
extrabido de madeiras oa putras materias.
Quem precisar achar [ venda, no armacem
do gax. Ra do Imperado^.
Preco do coke 12 por to elada.
Preco do alcatro 500 rs. por caada.
Vende-se nmcavallo rato com todos c
aeres, maito gordo e sem achaques, proprio pa-
ra sella ou carro: no largoJdo Paraixo n. 8, pri-
meiro sndsr.
pmm
Delicadas liaziohas com fl ires bordadas a sgu-
STif^asS?0*5 ?**?-^ lelobaraUsalmo pre-
co da 4f500, e covado da o esma faxenda a 320
rs. : na rus do Quaimado n. 44.
ir
Paletott do Pavao.
.,.V ditos de tana < **, Mic de
-- Venda-ae urna ptima eacrava adu e aea
achaques, com as habilidad., aeguiatea : eogom-
m perte.tamente. eooe de tudas aa qualidade,
cosinba bem-, o lava tanto de sabo como da va*-
a tratar na ra do S*b i o. SO.
reta
Manguitos.
Lindos manguitos com gollinha o mais fino
que se pode encontrar, vende-se pelo baratfsai
mo preco d7000. ditos sem gollinha a 1JI500:
a no vigilante, rus do Crespo n. 7.
Gollinhas de linho.
Lindas gollinhas estimpadas..............
Ditas de linho mnita finas.................
Ditas pretas com vidrilho.................
S no vigilapte, raa do Crespo n. 7.
500
800
2*000
Meias.
Grande sortimento de meias tanto para homem
22pM ,enhor. ndo de homem a lJtOO e
2JT0O. e finoa a SJ800. ditas de fio de Escocia a
5*000 a duxia, ditas para menina a 2*400, ditaa
para menino a 2*000: a no vigilante, xua do
Crespo n. 7.
Batatas novaa
Terco n. 23.
Batatas .
80 rs. a libra
no lsrgo do
Vnd-se
no basar da raa do Imperador!meias prets para
senhora a 80 rs. 0 par, vestlnsentaa de lia para
meninos a 800 rs., grvalas le sedi a 200 ra.,
s de brim settm a 2*500, ditos de casemira
?L'!lDl",,*J?|,,iio14 dexia, flus
Haaimas a 400 ra., tokeas de la para
1800 b., aiDgiUoi tfi ambrala a fil I
Rival sem
igual
BA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Enfeites
pretoa e da corea maito bona a 5*.
Sintos.
Sintos dourados a 1*600 e-3S,
Ditos fitas de velluda e Avalla de aeo a 1*500.
Tesouras finas
com pequeo toque de ferrugem a 400 ra.
Ditaa limpis mui|0 boaitaaa 800ra.
Ditaa ordioariaa a Q, 60,120 e 240 rs.
Escovas.
Para limpir unhaa a 320 o 500 n.
Ditaa para caballo a 800 e 11.
Ditaa para roupaa a 400, 800,1* e 1*100.
Meias.
Para senhoras a 21400 a duxii.
Ditu pin homem a 2*400,2J600 e 3*m
Elores.
Ramos drfiores artificiaos a \$ e 1*200.
Colbetes
de metal propriaa para o diario a 1*200 a duxia.
P" tol principe a 4J500 a dada:
Ditaa ditas ditaa para cha a 2*400 a duxia.
Botoes
1 fita puajig maito boas a J20 a 160 rs.
Machinas americanas.
Em casa da N. O. Bieber & ., saccessores,
ra da Crus n. 4, vendem-ae :
fachinaa para regar hortaa a capim.
Ditas para descarocar milho.
Ditaa para cortar capim'.
Selina com pertences a 10* e 20g.
Obras de metal principe prateadaa.
Alcatro da Ssecia.
Veroix de alcatro para navios.
Salsa parrilhade primeira qualidade do Para.
Vinho Xerex da 1836 em eaixas d 1 duxia.
Cognac em caixaa da 1 daxia.
Aradoa e grades.
Brilhantes.
Carrocaa pequeas.
Ultimo gosto.
Pentinhos dourados, e com
pedras para bandos..
ii nao entra em durida que a loja d'aguia
branca est a par daa ultimas modas que appa-
recem em Pari, e por isso ella acaba de receber
os bonitos e modernoa peotinbos dourados e com
pedras, os quaes servem para as senhoras mais
abrilbantarem seus bem revirados bandos qae
ornados com um par de, ditos peniiafeos, eam
de terto ainda mala garbosas. Na verdsde, a gra-
C, boniteza eperfeigo que disso resulla se nao
pode negar (salvo se o fixerem com o nico fim
de nao gastar os 3 e 4* que cuala cada par) as-
sim previoe-se as senhoras que apreciam o bom
gosto, que desta vez vieram poucos, e por isso
ser bom que mandem logo para ellea para que
depois se nao vejam na colliso de esperar que
de novo os receba dita loja d'aguia brinca, ra
do Queimsdo n. 16.
EscraTosfugO
Fagio na nolte de 7 para 8 do crreme, aa
casa do abaixo assignado, a saa osera va mulata
de cor clara de nome Maris, idade 25 anoos,
poaco mais o menos, bstante alta e cheia do
coipo, cabellos corredizos, e gosta de andar bem
penteads, lerou vestido de chita cor clara, ssia
a caxavtque, a aaia atacada por cima do cazsve-
que, levou mala um chale azul ferrete com barra
da cor e urna coberla de chita j desbolads. Ea-
ta eicrava veio ha poaco de Mamanguape do nor-
fe, remettida pelos Srs. Moreira & Primo, a
quem ltimamente a comprei, porm provavel
que nao tenba sahido desta praca e esteja occui-
tada em alguma casa : roga-se as autoridades
polieiaes e capiles de campo a spprehenso da
dita escrava, e lsva-la ra Nova n. 67, segun-
do andar, ou ra da Cadeia Velba do Recife,
loja n. 22, que se gratificar generoismanle o
trabalho.Joo Pereira Moutinho.
Escravo fgido.
a todas as autoridades polieiaes a
de nome Feliciano,
que se acha fgido desda o dia 7 do crrante
mes e tem os aignaes seguiotes ; cor preta, ros-
to um pouco redondo, com duas pequeas fon-
das na testa, bastante ladino, quando falia ri-
sonho, levou camisa e c.l$a de algodo de liatr
e chapeo de couro, tem de idade 24 a 26 asnos
natural da villa da Assembla provincia de
Alsgois : quem o pegsr leve-o ra do Quei-
mado a. 19, a entregar a scu senhor Joo de Si-
queira Ferro. que sei bem recompensado.
Roga-,se
captura'do escravo crioulo
Aviso.
FAZENDAS BARAT1SSIIUS
HA
Ra da Imperatriz n. 20,
loja de Doarle Borges da Silva.
O dito Silva comminica ao
respeitavel publico e com
especialidade aos seus nume-
rosos freguezes antigos e mo-
dernos, que constantemente
a cha rao na dita loja um com-
pleto e variado sortimento de
fazendas proprias deste mer-
cado e vendidas pelos precos
mais commodo?, de que em
outra qualquer parte, affian-
cando a boa qualidade e dura-
gao das supra ditas fazendas.
i Pecbiocha i
O abaixo assignado apressa-se a rogar s auto-
ridades polieiaes, urbtnos, e mais pesaos, e bem
assim sos Sr/. empregados as ettaces da estra-
da de ferro, e barcas do vigas da barra, de ap-
?!f,n(1Srefn 5 e"<> *. om oa aignaes
abaixo declarados, que faiendo-lhe um crime,
Hg !K ,. ,Uio da e,rad Arraial, no
domiogo 6 de julho de 1862.
Salvador, cabra amarello, altura regalar, tem
tem um geito no braco da queda de um cavallo
e canoeiro, e trabalhava na carroca do sitio ;
tem mai de nome Hara, mulata, forra, um ir-
mao e duaa irmaa, escravaa do mesmo abaixo
assignado.
Adolpho, preto, crioulo, altera regular, beicoe
groaaos, marcineiro e pintor ; tem pai de nome
Francisco, forro, e urna irma tambem escrava
do abaixo asaigoado.
Marcolino, preto, crioulo, baixo, grosso : Um
no brego esquerdo urna grande eicalriz, da
qaeimadura de um buscap ; sapateiro, o tem
pai de nome Manoel da Malla, escravo do abai-
xo aasigoado.
Ernesto, preto, crioulo, secco, baixo, muito
preto, feiQoes bonitas : tijoleiro, e tem o ai de
nome Felicia, que tambem escrava do abaixo
asaigoado.
Todos sao molecotes mocos, e estavam em-
pregados no dito sillo.
Raymundo, preto, de Aagola, altura regalar,
secco, de Idade, cosluma embebedar-se, a traba-
lhava de enxada no sitio.
Eses pretos foram todos escravos do engenho
denominado d'Agua d'iguarass, perteocenie ao
nedo Henrique Poppe Gyro, e hoje do Sr. Dr.
Francisco Joo Carneiro da Cunos, os quiea to-
caram em parlilha i mioha mulher. *
Quem os pegar, poder leva-loa ra do Uon-
dego, rreguexia da Boa-viata-da cidade'do Reci-
fe olera n. 13 do meimo abaixo assignado, que
pagar toda deapeza e trabalho.
________________ Marcelino Jos Lopes.
Aviso
gsem igual para acabar
am Lindaa laxinhas da quadroa eores es- *
f caras e claras a 200 rs. o corado, j-
Superiores chitas francezas lirgas.com {
fum pequeo toque de mofo a 200 SO. o i
covado.
9 Lidos cortea de cbita francesa larga I
m escuras e alaraa com 11 corados cada *
f corte a 2*500: na ra do Crespo n. 13.
g O ultimo gosto.
g| Chegaram ai lindas mocambiquea de
T corea as mais delicadas de quadrinbos a
W pilmaa de aeda fiogindo sedaa, com duas
SA largura a fzend mais moderna que _^
asa, ha para vestido a tO rs. o covado: ua 2
loja do sobrado do I andares nj lua^H
Cretpo n. 13. m
Vende-se urna casa nos austro <
Olinda, com bons com modos : a ti
Vista, bewo do Fundi T* "
:
8
bem gratificado.
Existe ausente do aogenbo S. Miguel, do dis-
tricto do Porlo de Pedras provincia das Alagoas,
deade o da 1.* da abril do correte asno, o es-
cravo Remigio, cabra, altura regular, cabellos
crespos, eom falta de denles na frente, idade de
22 a 26 annoa poaco mais ou menos, corpo
secco, pernas finas, e quando anda malte aa pon-
lia dos ps para dentro, alguma cousa aem bar-
ba, tem na maca do rosto ama marca de aigarra,
qua levou em pequeo, a qual est quasi apaga-
da, mss reparando-se bem, ainda se conhece ;
este escravo Irabalhava algama censa de oarapi-
na, e enlende de mestre de assucar ; levou um
cavallo qae de suppor j o ter trocado, e bem
asaim que queira patear por forro ; julga-ie an-
dar para as bandea de norte, prximo ao enge-
nho Teologal, aonde tem conhecimantos : roga-
se todas as autoridades polieiaes e capiles de
campo, de oapprehenderem a leva-lo 4 sao di-
recto senhor na villa do Paco de Casaarsgibe
Joaqaim o Soaza Silva Cunha, ou eoto nenia
praca Thomaz Fernandos da Andra.de na raa
da Cadeia n. 44, ou em Mecei ao Sr. Praasisco
Ferreira da Cunha, que sarao generosamente
recompensados : este referido escravo foi casa-
prado ao lllm. Sr. capitn Joo Neporaoceno dos
Saoloa Calado, senhor do referido aogenbo ci-
ma ; no dia 10 de juoho do presente snoo (J
auaenta) : e o referido Sr. Gamba pruUsta com
todo o rigor da tai cooira a paaaaa quo o liver
em tea poder oceulto. Recife, 7 de julho de
1862.
2001 de gratificaco
a qaeaj pegar o pardo FraucUae, do 17 annoa
de Idade, de bonita figura, com todos os deotea,
caballos carapinhos e ruivos, esto pardo foi do
Sr. Dr. Botoes da Fonseca, o qual vtajou com a
mesmo snior todo o sanio a suburbios deeia
provincia, nujceuailimante quando ora aeu es-
cravo, e tartei anda ae inculque a servigo do
Memo: quem e pegar queira entrega- lo a sea
legitimo dono na roa do Hospicio o. 43.
Ignacio Lola de afeito Taberda. *
N


ra|HAMBCO QUIMA rEUU 10 DI JULHO DB 1861.
Litteratura.
Jurisprudencia militar.
Utrilo do trabalho do~Sr. Dr. lote a4*\o de
Magalhats Castro, auditor de guerra da corte,
autor de dous projectos de cdigos n\Uiiares.
VIII
Aioda o crime de deserQao.
Regula actualmente eita materia a ordenanza
de 9 de abril de 1805, cociendo flote e tete arti-
go, uja minuclosidade nao se eacootra no pro-
jecto de cdigo penal militar, que se (orna prefe-
rir! por sea simplifieaco.
No corpo de tres pequeos artigos estabeleceu
o Sr. Dr. auditor de guerra da corte o preceitos
convenientes para a punico deisa especie de
crime, depoia de baTer declarado no artigo 12,
pule primeira, quaea ai suas circumitaocias at-
tenaantea e no artigo 10 quaes as aggraraotes.
Urnas e otitras se acbam mais ou menos com-
prehendidas na citada ordenanza, ficaodo algu-
nas destaem olvido talvez pela exceotricida-
de que revelara.
Noto apenas no projecto respectivo urna falta
bem seosivel pelo que respeila aos artigos 10 e
12, que peccam, por diierem somanteo cri-
me de desergo sao circunstancias aggravantes
especisea:
1. Sar a deserto effectuada para oTttlmlgo.
2. Ser, effectuada para o estraogeiro.
3. Qoand o desertor levar armas anas, fer-
damento, equipamento, ou cavallo sen: armas,
fardamento, equipamento, ou cavallo de seus
camarades, ou do estado.
4.* Qoando a desareno for effectuada por com-
binago ou concert entre dous ou mais milita-
res.
No crime de deserco sao consideradas atte-
nuantes as circumstaocias seguinles :
1. Quando fdr effectuada no interior, nao
aabindo o daaertor para fra do imperio.
2.a Ser effectuada em tempo de paz.
5 3 Quando o desertor nao levar armaaauas,
fardamento, equipamento, ou cavallo sea, que
lbe teora sido entregue para o aervico ; nem ar-
mas, nem fardamento, nam equipamento, nem
cavallo de seus camarades, perteecente ao es-
tado.
O peccado de ambos estas artigos mala que
venial, por quanto parece excluir i respeito do
cR.e_dd9Aerc ao-afganias daa-de.roaja, circe a s.-
tancias tanto aggravantes como atenuantes ; ao
passo que nao excluira, se dissesse do segutnte
modo :
No crime de desergo sao ggravantes, alem
das referidas nos artigos anteriores, as seguales
circunstancias espeeiaes etc.
Do mesmo theormutatii mutandis respei-
to das eircumattnciaa attenuantes, com quaoto
no numero desla eslabelecidas no respectivo
projecto, urna to somente possa rodear o crime
de deserejio.
Da outra maneira, lato permaoecendo oa
mencionados artigos no mesmo estado em queae
achara, nao sei como se poler absolver o rei-
Seilavel autor da falta que commelteu, deixan-
o do se oceupar das differentes especies de de-
serco. de que trata a citada ordenanza debaixo
da denominac,o de 1.a, 2.a e 3." deserco sim-
ples.
Por meio do accresceotamento que eu propo-
nho (icaram estas differeotes especies de deserco
coreprehendidas no artigo 10 e 12.
Bem sei que nem todas ellas se podem alliar
com este crime; mas oa classe das aggravantea,
por eiemplo pode a reincidencia ; pode o moti-
vo frivolo ou reprovado ; pode o escalamento, ou
arrombamento, on as aberturaa subterrneas;
pode o diifarce para nao ser cocheado ; e algu-
nas outraa circumstanclaa, d'ante-mo eilabele-
cidas no projecto.
A perda do lempo deservido e a destituido do
posto sao penaa com que a ordenanza de 9 de
abril de 1805 pune o crime de deserco alem daa
pnses, conforme as circumstaocias, que o re-
t estirem.
Por motivos de alto alcance assim est deter-
minado e como esses motivos presidirn) meo-
te do illustre autor do projecto em anllyse, en-
centra se sob o Ululo dasDisposicoes geraes
dous artigos, que cootem o seguinle :
Artigo 120. A pena de priso com trabalho im-
posta ao mi'ilar soldado, anspec.ads,cabo, fur-
riel, e aos sargentos importa o perdimenlo de to-
do o tempo de servido e a perda de qualquer
servido prestado.
Arligo 121. A pena de priso simples, impos-
ta ao militar, ofBcial de patente, importa a des-
tituido do posto com a perda de qualquer servi-
do prestado; etc. etc. etc.
Quaoto este poder-se-ha apenas notar desde
j, que eocerra o defeito de nao designar o nu-
mero de annos, suficientes para agarrotar a des-
tituido do posto um official que iocorreu em
pena de priso simples, visto que a mesma de-
coiioaco se costuma dar priso, que soffre
um ofAcial por algama falla de aervico.
Assim por exemplo um alferes comparece a
sala da ordens e retira-se depois de feito o de-
talbe, na certeza de que nao lbe foi desigoado
ervico algum; mas acontece, que em sua au-
sencia ebega requisi;o de um piquete para o
tbealro. e elle tirado para conduzi-lo: o coa-
turn mandar avisar; porem saccede, que o
soldado nao avisa, por nao haver acertado com a
casa do official, ou por nao o haver encontrado
em caaa e partecipa ludo ao major, ou quem
esliver tazando as vezea deste. Supponha-ae, que
tem lugar a priso do alferes e que d-se como
razo, tero soldado dito ao major, que avisou
aquello official: aapponhi-se mesma que este
intarroga na presenca do major, ao soldado qual
dis haver partetipado o nao encontr do altares;'
msa nao obstaste effectua-ae a priso, que tem a
claaslfioac&o da atmpU, em virtada do sjUgo
121 aujeita o que a eumpriu a ser destituido do
posto e i perdar todo e qualquer sesf*%D pres-
tado. ~
' o absurdo qua pode levar o artigoVb
que d i priso simples esse poder deimarcado.
Quero me convencer de que o arbitrio com todo
o seu despotismo nao ae ha da acaatellar do re-
ferido artigo, para dar ao pait o vergonhoao
espectculo; maa ser porque o illustre autor do
projecto lembrou-se de dizer, que este cao com-
prebende as pequeas culpaa nem as faltas dos
militares, eommettidas cootra a ordem interior e
particular dos corpos, ou contra a boa diitiplioa
militar, aem maior dolo.
No apogeo do arbitrio inquisitorial, entre as
peraeguiedea que flagellam oa militares torni-se
bem sensivel um esquecimeoto do Sr. Dr. aaditor
de guerra a respeito da mencao que*se fax de to-
da e qualquer falta na f d'offkia, dos offlciaes.
Podendo acontecer, que muitaa prisas tenham
por motivo faitea da natureza daquella que apr-
sente! para exemplo mais cima, manda-me a
coosciencia dizer, que mais racional, mata'hu-
mano, mais justo e mais moral registrarse so-
mente aqaellaa priioes, que forem impostal pelo
cooselho de guerra.
Lamento este squecimento do Sr. auditor de
guen* da corla ; e estou intimamente convenci-
do, dVjjue cooaiderar sobre isto ainda em tem-
po.
Recite, 9 de julho de 1862.
ilanoel Januario Beztrra Monte-Negro.
(Continuar-te-ha.)
ama grande iniustics, e a
te favorecida da fortuna.
0 pauperismo
Como prometlemo* fazer algumacousa tenden-
te a mitigar oa males que soffre a classe menos
favorecida da fortuna enmprimos agora esta obri-
ga;o lio voluntariamente tomada aobre os nos-
sos debis hombros, e aomoa o primefro a reco-
nhecer a nossa insuficiencia para resolvermos
problemas de tao grande importancia, porem em
nossa promessa nao est comprebendida a reso-
luto completa deste problema, grande pela im-
portancia, a maior aioda peloa aeua raaultadoa e
consequencias e apenas nos comprometlemoa a
dizer alguma couaa para mitigar os malea que
soffre a classe desvalida da nossa aociedade :
portanto tendo dito no nosso relatorio sobre a aa-
labridade publica desta cidade em 25 de junbo
do aono passado a prosliluico era causa de mul-
los malas, vamos demonstrar que urna daa auaa
e a principal o pauperismoque affecta geral-
meote as classes inferiores da aociedade em que
na phrase de Voltairetodos os bomene seriara
necessariimente egusesse nao tivesiem neceaai-
dadesA miseria inteparavel da nossa especie
subordina um hornero a outro hornero.
II
Cunhecemos a sua grandeza, e a marcharem aa
cousas come actualmente, poderiamos progooati-
car o aeu alcance, lamentamos esses males que
tanto aggravam a bem triste condicao-deesa parte
infeliz da nossa sociedade ; comtudo nao pensem
por um a momento, que nutrimos a va preten-
do de querermos daseavolver ella queato poli-
tlco-economica em toda a aua tsagoitude ; tanto
mais porque ella tem aido tratada por horneas ce-
lebres cujas locabra;5es e loogas vigilias tem da-
do um reaaltado mata liaoogeiro na velha Europa;
nao noa queremos cellocar a par dessas celebri-
dades, e nem nos parece conveniente entrarmos
na demonstrado do alcance a que pode ebegar o
pauperismo, porque ella est na iotelligencia da-
quellea que tem meditado aobre a miseria e in-
digencia fonta de grandea males.
III
Na realidade 6 duro e mesmo repugnante
nossa digoidade de homem que deafructando
muilos dos nosaos semelhantes todas as deliciaa
da vida, se esquecsm do indigente, ou o extre-
mamente pobre, que carece de slimentar-se, de
veatir-se o a quem muitaa vezas nao resta se quer
com que aupprir a auaa neceaaidadea. aa m.n
urgentes, aeno o que produz naturalmente o
campo, quando o possa adquerir, como a maior
parte das vezea nao acontece.
Preta da fome e das eofermidades que tras
comsigo a extrema miseria, o pobre ve atormen-
tado em todos os instantes da sua vida pela ne-
cessidade ou pela dr, ve lambem que parlilham
e aoffrem oa meamos males as pessoas que lbe
sao mais intimas, mais charas, e a quem lbe
impossivel soccorrer, torosodo-se esta seoslbili-
dade em um horrivel tormento, se o excesso da
miseria j tem seseado o coraco, fonte assim es-
golada dos mais nobres e doces sentimeotoa.
IV
Para o indigente nao ba prazer, nem repouso,
e nem ao menos um futuro que indique urna Ion-
ginqua esperanza que venba por termoa a lantoa
sofirinrentos.
_j#6ranlo, como se v, todos os seres, a quem
ella alcanza, ao eatao immediatamente acom-
mettidoa de egual aomma de males, e fra de
duvida, qae nenhum dellea pode viver aem o
apoiodos outros normes, a quem a fortuna favo-
rece* para aerem mais Mus neate mundo, -
vraodo-osdas necesaidadesda vida.
A dtgradaco physica, em que o homem collo-
cou o aeu infeliz destino, acarreta aps de si a
degradaco moral.
Confundido pela desgrana o indigente acaba por
desconhecera aua proprta digoidade, e compete
piedade deacobri-lo, voz da religio chma-
lo, e caridade adopta-lo e consol a-lo em auaa
armarguradaa horas, para ae evitar que elle no
meio da ana deaesperaco aecuse a Providencia de
ordena sosiel, ou a par-
ntraudo oa govemoa,
FOLHETIIl
0 DEMONIO DO DHIR0
POR
IIENRY GONSCIENGE
do urna irritasjle e iosupjortavel impsjrreiejkA
para tambem fazl-lo fechar os olhos, o pa*Hk>
oecer no esquecimeoto d violaco das lsis ao-
ciaea, e al mesmo daa d vinia.
V
Pela historia paraca, que a iodigencia nio rap
oou aomente entre aa soc edades antigs e selva-
gaos. FilTia talvez maiat as sociedades modernas
ella parece preferir o sen dominio entre as na-
coas mala rlcaa e mais ci 'Usadas; a cada passo
que damos, encontramos a aua imagen macilen-
te,.na porta dos templos do Seohor, e dos pala-
cios, onda a riqueza det lumbre com o aeu bri-
Ihiotiamo : ahi meamo que a* vi, indigencia
implorando ama asmla, ertamente para-aupprir
a aaa argenta preciaao, i orno tambem para for*
mar um trate e malaocol co contraate, lazando-
nos como que eaqaecer o preceito onaolador
deixado por Jeaua Cbrialo para todo o genero
humano.et Amae-vos aoa outros, como en
voa teoho amado.
c Sede misericordiosos >
Essa tox da indigencia implorandp a asmla
vem lembrar opuleocia qae a civiss;o a te-
re adquirido inleiramente o dlreito de chamar-ae
bemfeitora do genero humano, quando tivor pro-
videnciado maia ou manoi a bem desaa parte da
aociedade humana.
E sem duvida, a indigt ncia o maior t maia
difflcil problema que aa p ida meditar, alto eocer-
ra realmente aa questdsa aa maia altea o impor-
tantes da religio, da moni e da economa polili-,
ca : resol v lo impossit al, porque aeria preciso
talvex ioterpretrar um isyaterio, visto como o
homem e particularmente o indigente nm mys-
terio, qua a Deua pode penetrar.
Na verdade o indigente aeria ioeompreheosivel,
se a religio e a sa philosophia nao noa ensinas-
sem que, sendo o homem creado para a felicida-
de, e aem duvida aenhorF do aeu deslino cahira
por ama falta toda myalariosa, na proporco ao
seu terrivel castigo, na cdndico do urna natarezt
imperfaits, d'onde partem todaa aa auaa contra-
dieces, e dimanam toda aa auaa miecriaa, e da-
ta tambem a.desegualdkde naa differentes con-
dices.
Os historiadores, oa escriptores sagrado, os
poetas, os aabloa de todas ap nacea altoatam a
grandeza do primeiro homem, e que elle cahiu
da aua condicao original] tambem o ensinam as
iradicQoes de lodos oa pofros, assim como que ana
falta e aeu caaligo traomiltldo a aeua deasen-
dentea de geracio em gerago.
Se recorrermoa aoa biatoriadorea anligos at oa
Edas doa Scandinavoa, e| depoia aoa aacerdotea da
India ahi veremoa como todoa piotam de mui
corla doraco o tempo d a (elicidade do homem e
mui grandes aacalamid dea que aaccaderam
parda da innocencia.
Ainda o conde de Slolfcerg na aua historia de
Jess Christo, demonstra; a queda do primeiro
homem, e que todoa oa homena tem no aeu cor-
ceo a lembraoga da uma feliaidade perdida o em
prova desta aaserco do|conde vem madama de
Stael na aua Allemaoha dixer-noa que no espi-
rito humano exiatem daa tendenciaa bem dis-
tinclaa que vem a aar a Idea da decadencia e a
idea da perfeico. a
A' viata pois destes decretos do Creador contra
a desobediencia do primeiro homem nao podemos
dar i indigencia assim como a muitoa malea que
afiligem a humanidade,1 outra causa que nao ae-
ja o irrevogavel decreto! do Ente Supremo, qne
fazendo o homem desedr do lugar quaai divino
onde havia sido collocadp, o condemnou ao tra-
balho, desgrana, 4a enfermidadea e a morte,
quando indignado contra o homem, que pelo pe-
cado havia deatruido a isa formosura lbe diaae
que morreri, que com rie o pao com o auor do
aeu roato, e que a trra Ihe produziria abrolhos
neslas palavras constate todo o mysterio pro-
fundo e terrivel que a expreaso frissnte e enr-
gica de Paacal descrevt u assimTodas aa voltaa
e pregaa da nossa natn eza param no n deate
abyamo, de maneira que o homem maia ioeom-
preheosivel sem este aysterio do qae este mys-
terio ioeompreheosivel so homem. a
Apeaar de lodos os emtorQom d pb
dos trabalhoa doa maiores littarato
causa da indigencia, topas ss indaga;!
nao poderam aaaigaalar outra causa que
o decreto da Providencia qne conde
homem ao trabalho, ideagrsga, a eofermidades
e morte.
I VI
Como tinhamos dito, que {arlamos slguma
cousa para melhorar aa condicoes dos iodigeotes
desta capital tomaremos por baae da noasa eauaa
estas sabias palavrasO trabalho e a caridade
oa dona grandea remedioa da indigencia,cqua
de alguma maneira ae concilia com o que Cam-
ponauas dlsseTodos los que no pronfaevao
oceupacion de las gentes no sonecem el inters
verdadero del publico ni al de aa patria.
Antea de entrarmos neata materia preciso
fazer algumaa bravea refiexea, que sirvam para
illucidar a biatoria e continuaremos a referir-nos
i outros pbilantropos, sendo o principal Smitb
quando disse que:co trabalho material o
primeiro e nolco productor daa riquezas.
Sem duvida eata uma verdade inconteslavel,
e que deve aer muilo antiga, assim como que
ao trabalho naaseu com aa noceaaidadea noa
ensina qualquer livro de economia-politica, como
tambemaestas oeceesidsdes ao multiplicadas
pela civilisago,e que somante pelo trabalho
podem aer aatisfeitas.
Outro eseriptor em economa-poltica diass
quea theoria do trabalho ae confunda com a
tbeoria daa neceaaidadea.
Aquella aem dovida o reaaltado da noaaa
actividade espontanea, e eataa o producto da
noses saBoibUidada, deste argasaento aa eooclae
qaa o trabalho est na propej
". f**M I *'
atiafaz-las preciso reconh
dadas extitam ao trabalho e
homem deaenvolva ss suss
verdade que o homem na trra a procura .
felicidade.
Ainda 6 preciso recorrermoa a Adam Smitb
para provar o que cima dissemos, visto que elle
lambem a cam muita verdade disseo trabalho
conduz felicidade.
Como aioda boje entre ndsjWl trabalho tido
corpo obra aervil, segue-se, que" o homem livre
que tendo alguma fortuna e que por qualquer
causa que seje se scha privado delta oa quando
mesmo nada tenho seno a presampeo do bom
nasclmsolo, nio qaer rebaixar-ae ao trabalho, e
aaalm prefera a penarla sobra tado quando espe-
ra achar soccorros eomo sio entre nos diaria-
mente concedidoa de uma maneira' to infruct-
fera, porque a maior parte doa noaaoa indigentes
sao verdadeiroa filhoa da indolencia.
At aqui parece que lemoa moatrado a verda-
deira origem do pauperismo entre nos.
VII
Do que temos dito nao ae deve deprehender
que o pauperismo amente o compaoheiro
iosepsravel das sociedadea modernaa, elle ae
confunde com as sociedadea antigs, e a historia
nos ansias com toda a ovidensla, qae aa cauaaa,
que o tem determinado, nao tem aido aa meamaa
em todaa aa pocas;para com a valba Europa
o nao daa macbinaa, qae multiplica oa motorea,
e inatilisa"grande numero de bragos, qua nao tem
abundancia de trra como nos, a dimiouico da
exportaco para aa coloniaa, o sugmento do
producto em presenta de um consumo estacio-
nario, e am geral a insuficiencia dos salarios
concedidos quelles, que privados de outros
rendimenlos, vivem do trabalho de auaa mfloa
ao lioje, como diaae um eseriptor, aa priocipaea
aauaaa que tem prodigioaamente contribuido
para o augmento do pauperiamo: mas entie nos
acontece o contrario, e vejamoa como aera. Por
que auperabunda a populacho ? nao de certo
aera por falta de trabalho ? tambem nao, e nio
soffre a menor conlestaco: ser pelaa cauass
que apontamoa para com a velhs Europa ? tam-
ben nao, e nem de leve nos concedido egua-
lar: qoal eoto a causa que entre nos favore-
ce a indigencia 1
Sem duvida a primeira tem origem na abun-
dancia do producto natural da nossa trra, que
diariamente fornece alimentagao para oa que
podem, e nio querem trabalhar por salario, a
segunda na maneira infructfera pela qual a
maior parle doa indigentes,que podem trabalhar,
apoiadoa pela caridade publica, fartam-ae ao
trabalho, e procuram como meio de vida o tirar
eamolaa diariamente; terceira nao haver ainda,
lei alguma que*providenciaase a este respeito, e
oeata lacuna o governo a tem meia culpa, por-
que oa homena abaatadoa e pbilanthropoa deviam
j teram-aa aasociado o pedido ao governo que
lhea ajudaaae a realiaar aa medidaa que teodem,
quando nio a extirpar o pauperiamo, cancro que
doloroaameote para quem obaerva, vae poueo a
pouco contaminando o nosso syslema aocial, da
aorte que quando se queira extirpar semelhante
mal j elle ae achara conatitucional e entio in-
curavel, ou irremediavel; ao menpa i providen-
ciar para que no sen comeco elle nio ae enraizo
a ponto de um remedio qualquer se tornar
intil.
E' poia ebegada a ocessiio para aa cuidar oa
cura de tal doenca da noaaa aociedade: e am se-
guimento apreaentaremoa o pauperismo as suaa
differentes classes, tal qual elle se acha entre
nos.
VIII
A economa poltica noa enaina que a indigen-
cia o effeito da deaegualdade daa noaaaa condi-
coes sociaea, aaalm como que esta deaegualdade,
e a indigencia formam o deatioo do homem aobre
a trra : uma e ostra entram nos sitos deaigoos
da Providencia, e a verdade que resulta d'isso
que a indigencia com effeito a deaegualdade
levada ao seu ultimo griu.
A daegaaldadaoeial pois a consequeocia do
estado actual da noasa natureza, qae contida
pela religio, como muite bem diaae: Mr. al-
ala (az com que a benevolencia tempere o
rigor da autoridade, que a jusiiga reaida em to-
dos os corac,ss ; e a meama religio qae obriga,
a que todoa ae humilham, o rico e grande aem
perder 'a aua grandeza, o pequeo o pobre aem
cahir no envilecimento, e ltimamente ella que
no meio da deaegualdade daa riquezas, condiQdes e
honras faz que todoa ae considerem eguaes, por
iaao que todoa aio filhoa do meamo pae, e da
mesma aorte aioda por ellea chamados,aioda que
Eor differentes caminhos, a partilhar a mesma
eraut,.9
Deata expoaicio toda religioaa resulta nma
verdade, a que o christianismo indicou todos
os meios de qelhorar a aorte pobre, assim como
tsmbam verdade que a por meio daa virtudes
christiasa caridade que ae poder resolver
por emquanto o grande problema da indigencia,
e a extinego da miseria publica.
Entre nos o augmeoto do pauperismo teve ori-
gem desde o momento em que o clero catholico
ticou deapojado doa seus. bans, quando, apezar
doa aeus vicios e abuaos que se davam, eatava |
quaai exclusivamente a cargo do aacerdocio o
cuidar doa pobrea desgranados, e privado aasim
elle daa aaas dotaces ficoa estranbo a adminis-
trado da caridade publica, pelo qae o governo
devia iocambir-aa inteiramante do enorme en-
cargo da indigencia.
Reconhecemoa qae o governo tem por si feito
algama cousa e preciso que os homens favore-
cidos da fortuna ae aasociem para por seas esfor-
coe tambem coi
extineco doa
oseas bellaa
eate fim o* que
Se para provi
se preciso citar,
( Continuarlo do n. 156. )
Berlholdo era um bello mancebo de fei;des ca-
ractersticas: o aeu semblante um pouco paludo
apresentava o cunbo notavel da nobreza ; na sua
fronte elevada brilhavam dous olhoa pretoa, ao
mesmo tempo serenos e ardentes; a aua bocea
por natureza risonbs, sombreada apenaa por um
leve buco, as vezes revestis-se deexpreisio msis
grave ; e ao passo qae alternadamente contem-
plava Laura e aeu pae, as espessas sobrancelhas
se Ihe contrahiam, indicio de seria refiexio.
O seu porte, os seos trajoa, e at mesmo o aen
sorriao tranquillo ludo nelle trahia uma graga
pura a auave par de uma altivez refreada : re-
conhecia-se primeira vista que bondade natu-
ral do seu corac.o juntava elle a disiiotc.ao de
maneiraa, e delicada urbanldade doa grandes sa-
l&sf.
Han pae, meu pae, ouga que bonitos versos I
exclamou Laura com o livro na mo. Que versos!
Qae sublimes pensamentosl
E lea com a voz enthusiasta:
c A natureza na aguia collocou azai rigorosas
para romper aa nuvens; primsrers, expansiva
'uventude do anno, deu o rouxinol para cntaro
ymno da manha; aos grandea artistas deu o
pineal para arrebatar de admiracio aa almas apai- _
xoosaf do bello ; e a mim... naa mos a harpa o Sr. tem de cantar com ella: por conseguinte
irme para celebrar aa gloriaa da pa- pie ir para o aeu piano com meatre Coorado, e
cic, o Sr. Kemenaer conlinaou a leitara interrom-
pida:
c Ali circula uma sombra humana, um esque-
leto viro, cuja fronte paluda eat marcada com o
sello do crime, e que busca em vio na riqueza o
repouzo qne ihe foge 1 Pela manh&e ergue-se do
leito abatido, aam torgas; e durante o dis
nenhum trabalho chama a aaa atteo^o, nenhuma
occupac.o abrevia-lhe as horaa: aomente eofado
e desgosto Ihe inspira ludo o qae o cerca. E' de-
balde que o mando lbe abre oa seus thesouros ;
debalde que a arte lbe prodigaliaa as aaaa ma-
r vilhaselle aa v, mas nao Ihes presta atteo-
c.io I E nem mesmo repara naa eacuipturas mag-
nificas que ornam oa aeua atrioa de marmore,
nem no tecto forrado de eaplendidaa tapetaras, e
aasoalho de preciosas madeiras, nem as ondean-
tes sedaa que enfeitam auaa janellaa, nem mesmo
nos primores d'arte que ali auperabuudam pos
toda a parteem quadros brilhantea, em nichos
elegantes, deslumbramento doa olhoa pago a peao
de oaro.
a>
c Assim pois o enfado a a oeiosldade o aca-
bruoham no correr do dia : e noute, quando ae
afonda na aua poltrona, deixa escapar um suspiro
triste Como um gemidoou ento se volve os
olhos sobre si mesmo, fecha-os logo com espan-
to, eomo ae visse na sua alma a profndela de
um abysmo I
Coocluida a leitura, o Sr. Kemenaer chegou-ae
a Bertholdo, e aacudiu-lha a mi, disendo :
Realmente nao asta mu... nio' lbe filia or-
ea, colorido, e boas expresadas.... noto somente
um poaco de ioexperieneia, e ignorancia do mun-
do : quanto ao maia pode muito bem passar. Ha
os seas pequeos defeitos n'oms oa o'outrs par-
te : quizera que noa entreliveasemos a eale rea-
peito com mais vagar. Laura diapuoha-ae justa-
mente sos chegada a ensaiar um novo lied que
oremos.
os de expar, tas-
que s velha Europa tena faito
em favor doa iodigeotes, recorreramos s bailas
iostituiges da Russia, que sem duvida malhor
cuidoo destes negocios, s ds Franca, Estados-
Unido, Noruegs, Diosmsrcs, Pruasis, Baviera
(Wurtemberge,) Barne, Hollanda, e assim apo-
sentaramos uma estatiatlca conveniente da rea-
lidade doa meios que lenciooamos propor ; po- |
rm, como julgamos nio ser preciso recorrer a !
eaaaa cidadea para em auaa iostituiQe baaear- i
mos a nossa proposta, e demaia qaeremoa poa-
par ao noaao laitor uma lleta de dadoa eatalisli-
cos, que muitss weie ss torna enfadooha em ana
compareci, entraremos, no qae nosconvem fa-
zer para nosao fim, espersodo da philosophia doa
nossoa bona cidadaos, que nio nos deixem nau-
fragar na barra, que ba muilo tempo temoa es-
tudado e constante no nosao proposito, e ajuda-
do como j dissemos, esperamoa nlodeixaro
aeu governo ou estudo, seno quando noa achar-
moa am aocoradouro aalvo para largar a ancora
e entregar a direcgo da nossa barca a outroa que
melhor do que nos a tagam navegar e prestar a
utilidade to deaejada, aem duvida por todos,
de se verem livres da indigsncia publica.
IX
Tendo mais ou menos historiado o pauperis-
mo, como se acha entre nos, alguma exaetido ;
agora passaremos a demonstra-Io as suas diffe-
rentes clasaea.
Indicsremoa alguna meioa de prevenir o sea
desenvolvimento e anas consequenciaa, assim
como oa meios de remediar, o melhor possivel
nss circumstsosias acluaea os males qae aggra-
vam os individuos, qae infelizmente pertencem
a esta parle da noaaa aociedade.
Conhecendo pela actaalidade que algama coa
aa preciso fsser seja qual for a maneira, a
como estamos convencido de que, aessen-
cialmeole soccorrer o infortunioe como s
pretendemos o allivio do pobre para chegarmoa ao
nosso Orn, conveniente dividirmos esta parle
da sociedade em claaaea, o que preciso para
bem receberem os soccorros da caridade publica,
acreditamos, que a seguiots elassifleaco filha
do eatado actual da noasa civiliaaco.
Ia. As pessoas aioda com algum vigor, e s
vezea robustas, qae habituadaa a ocioaidade, aos
vicios, e a libertinagem, pedem eamolaa pelaa
ras publicas deata cidade, debaixo do pretexto
de urna enfarmidade qualquer, e estes sao os
mendicantea propriameote.
2a. Aquellas que por insuficiencia de salario
ou falta do emprego, ou de trabalho nao podem
gaohar para ai e aua familia oa meioa de subsis-
tencia, e sio indigentes propramente taes.
Esta qualificaco com prebende certa ordem de
peaaoas na aociedade, que por excepcio nio po-
dem entrar no numero doaprimeiros, e que jul-
gamos conveniente nio explicar.
3a. Sao aa extremamente pobrea, e aquellas
qae por sua avanpada edade, ou molestiaa nao
podem trabalhar.
4*. Oa idiolaa pobrea.
Adoptando esta claseifleacio, nes parece aer
ella maia oa menos conforme e tirada daa cir-
cumstanclaa actuaos.
X
Iremos agora considerar cada eapecie por ai.
Emquanto as pessoaa da primeira classe ou os
mendicantea propramente ditoscaomoa de pe-
recer que a aociedade nao austente com a aaa
eamola diaria a aua ociosdade, que aampre socr-
rela consequencias fenestss e perigosss daodo
origem a maior parte daa vezes aoa crimes, que
garslmente offendem a moral publica, consliluin-
do a proetituico.
O remedio para eata classe deve principiar
por uma lei, que prohiba o eamolar publicamen-
te, a exemplo de outraa cidadoa dos Estados-U-
nidos, e mesmo na Europa.
Deade que o Creador pronunciou aa memora-
vei pairaique o homem depois da culpa
original comerla o pao com o aaor do seu rosto
ticou consignado que o trabalho uma condi-
go oaceasaria para a existencia do homem, e a
miseria s heranca daquelle que nao pode, ou
nao qaer trabalhar.
Diato fcilmente ae conclue com maita jasti-
C, que dever aer dada a amla a aquello qae
nao pode gaohar por aaaa moa o pi de cada
dia, a o trabalho para aquellos, que nio querem
adquerir, podendo, oa meioa decentea de aua
subsistencia ; para estes s havendoleia regola-
mentares e policiaas bem confeccionadas, que os
obriguem ao trabalho, onde quer que elle haja,
ou que ae oa di por eogajamento aoa grandes
agricultores, que os saberio empregar: deate
rkibia f.teM >* q.o romlta datar Tanta-
gem da boa rnorigeracio deatea homens fazeodo-
se boos.cidados, evitando -ae a libertinagem, o
roubo, o furto, e demaia facilitando-ae por as-
sim dizer a esmola pira aquellea, que por aua
decrepitade, eofermidades,;e extrema pobreza ae
acham com razo a cargo da caridade publica, a
qua tem aagrado direito ; para eatea a aociedade
deve o soccorro, que nio deve ser somente como
um dever de generosidad, maa aim uma divida
que ella paga, e da qual nada, pode dispensar.
Este um dos meios, que se nos offerecem
maia a propoailo para extiogair do meio da aocie-
dade estas plantas parsitas e damooaas, e evitar
de algama maneira as consequencias, qae eila
classe de homena pode trazar aociedade.
IX
Tudo quanto temos dito reduz-se a eataa aim-
plea palavraa :
Estea meios consistem em proporcionar a
?.-ii?. ST de Precio e de remedio, e
pars alies qaa o governo deve laocar olhos da
sommisaraco, a attender i. diffitsie rrrtewUn-
cise em que se enconlraco. """ ""
condicao deatea homens o mi0 mais prompto o
msiii proficuo o dasenvolrimeoto am grande
escala doa trabalhos publicoa, aonde esees indi-
viduos encontrem um salario que satisfar as su as
necessidadea. v
Sendo certo, que eats clasie, digna de toda
veoeracio, alm de qae certamente noa paraca a
menor, jalgamo-la merecedora da especial aoU-
citude da parte do governo e em cootinttsejlo do
qae temos dito cima tradazimos aqui e sagain-
te : Pelo que reapeita destrbuiclodos em-
pregos, neeessario, que o governo atiendaJi a
nicamente ao merecimeolo intellectual e ioral
do Individuo, e seja a este que o emprego se con-
fira; o de maneira alguma aquello que apaas
tem s seu favor o patronato de algama ofli Nada
poderosa.
A iotelligencia e a sapacidade moral do indi-
viduo como disse um celebre eseriptor di sco-
nomia poltica, uma propriedade previlegiadaqaa'
forcoso respailar e mais ssgrada taires
qaalquer outra.
Ella anoiquilla-ae aempre que for despreaeda a
desconsiderada pelo governo, que tem a ral
ss obrigsgo pelo alio carcter de que
rsvsatido de aer impassivsl e superior ii
Qe do coraco na dealribuico desses masaos
empregos, e iito para nao cahir na grave censu-
ra e desagrado geral da opioio sensata do
paiz.
Sendo tambem incontsstavel, que todos os ra-
mos da administracio publica preciaam d ceba-
dal da iotelligencia a par dosconheciment"'a-
ticos para delles se poder tirar conveniente e
resaltado, e corresponder deste modo ao fian p
que foram destinadoa. *
Neate aeotido tambem aproveito o qua disse
um outro escriotor que < uma verdade in-
conlealavel, que um empregado iotelligente pro-
bo deve mais qua qualquer Individuo, que stem
a fortuna de achar um valioso pslrono, prajnchsr
os deveres annexoa a aeu cargo.
Pede pois o bom sarvico, de rigorosa jestica,
qae ae prefira o individuo habilitado, a se Ihe
proporcione por este modo os meios de Ma de-
cente subsistencia. E ltimamente esta da asa
deve achar recursoana industria agrcola, nica,
que pode assegurar a sua existencia e o ss be at-
estar, a felicidade deaejada, porque mais des-
ta do que nenhuma outra, que depende esfatali-
sidide.
tria Ira.
ha, Laura, iolerrompeu o Sr. Keme-
naer qaa nada oarira, e que fixava os olhoa no li-
vro com ama especie de colera. Bertholdo o que
significa este assumplo que comeca a paginas
50? A respeito de quem fez estes versos?
De niogaem, respondeu Berlholdo sor-
prezo.
Laura procarou immediatamente a pagina in-
dicada, e comecou a 1er a meta vos e com atlen-
(o o assnmpto, da que fallava seu pao, e que li-
aba por ltalo :O ueurario..
, a Naquelle palacio de marmore, qua os olhos
contemplaos abysmados, exiatem a opulencia e o
luxo, porm nao a felicidade I Ali circula um
sombra humana, am esqasleto vivo, caja fronte
paluda eat marcada com o sello do crime, e que
busca am vo na riquexa o repouzo que lbe
foge I
Secreto aapanlo apoderou-ae de Laura ao sa-
bir-Ihe dos labios seta ultimo verso : calda se e
abaixoe a cabeca.
O Sr. Kemenaer penetrou a causa da emoco
de sua filha, a esforcando-se por dissimular a sua
colera, disse com aUabilidade:
Entio, Laura, nao continasf O asa
i extranbo para am joven poeta que nao
inda o mando: todavia oa versos sio be
. bem seoaiveis. Vou eu mesmo ler.
Com am mel sorriio, tranquillo na appare
nos Acaremos aqui junto por maia algum tempo
a fallar de arte e de senilmente Laura, acmpa-
cha lea meatre ao piano.
Conrado ae tioha j levantado ; Laura deixou a
sala com paaeo vagaroso aentindo nio ficar ali
mais tempo so lado de Bertholdo, com elle sabo-
reando a doce emocao prodnzida pelo primeiro
apparecimeolo do aeu livro. Sem dar comtudo a
meoor demooatra^io de ma vontade obedeceu a
ordem do Sr. Kemeoaer, que depoia de fechada a
porta aamtou-se a rir n'ama cadeira, crnzoa oa
bracoa aobre o pobre o peito, e disse irnica-
mente:
Sente-se, Bertholdo; e diga-me por favor
ae eolouqueceu ?...
Oeio que nio, responden o mancebo. Por
que me faz esta pergunls, Sr. Kemenser ?
Qne aranzel aquelle que eacravea a res-
peito do asurario? Pois esquece quem a, a a que
classe da aociedade pertence? O senhor muito
rico, ou ha de vl-lo a aer.
No'.o comprobando 1
Os seus versos paaecn.m ser de am homem
que tem fome. que tnz*drtapatos rolos, e se roe
de inveja i vista daquallea qae na aociedade go-
tsm da melhor aorte do que elle. Em ama pela-
ra naquelle assumplo o senhor falln como am
te redazido i miseria, a em caminho para o
osptal I
O temblante da Bsrtholdo enrubece ligera-
mente : maa comprimiodo a sus iadigoacio res-
pondes :
A asurs nio por ventura um mal, que to-
doa tem o direito de estigmatsar? Por ventura
nio ella condemnada pela le, e pela reli-
gio ?
Nio ha duvida qae sim, Bertholdo, mur-
marou o Sr. Kemenaer com mordaz irona.
O poeta nio tem someote por mlsso louvar
o que bem : deve egualmeote, na qualidade de
medico moral, appliear o ferro em braza aobre as
chagas que gangrenam a aociedade.
Ora I ao palavras que o vento leve.... Jul-
ga que a trra deixar de faxer o aeu gyro como
costuma, porque oa poetaa a outroa que taea es-
crevinhadorea clamam contra a gente rica ? Pelo
amor de Deua, pense em que o mundo existe a
milharea de annos, e oa artistas sao aempre po-
bres collados faltos de dinheiro e da considera-
Co.
Porm, Sr. Kemenaer, a uaura felizmente
um mal muito raro. Porque seppe que oosmeus
versos declarei-me contra oa ricoa em geral ?
Porque 1 Porque as palavraa rico e usura-
rio tem a mesma sigoifica;o na bocea o na peo-
na doa invejosos: ao meooa por espirito de per-
veraidade procuram confundir uma e outra. Has
nao vale a pena de oecuparmo-noa niaao tanto
tempe. Traoquillise-se, e responda-me franca-
mente, com que fim mandou imprimir as auaa
poaalaa f
O mancebo hesitou : mostrou-se um pouco em
baracado a eaaa perguota to positiva.
Eu-meamo nio sei, balbaciou elle. Foi ama
propenao irreaiativel, uma torca mysterosi Qae
me obrigou finalmente a adoptar aemalbante re-
aolaco, ou melhor ma exprirolndo, que trium-
pbou ao meamo tempo das minhss apprehensdes
e de minha vontade.
A gloria, nao lato? replicou Kemenaer.
O incenao I Sabe porm oque vae encontrar?
Parece-me eatar vendo j oa eacripioree, seus
compaoheirospois compsoheiros aeua ao boje
todoa essea tamiotoa rabiacadorea de papelpa-
rece-me i v-los embebendo o bicode suss peo-
nas no fel de auaa escrlvaoinhaa, prestes a zom-
barem do senhor, e a abocanharem-no ; salvo loa'
davia ae ae reaolver a pagar-lhea os louvores o
sosia de dioheiro; porque eaaes prophetaa n-
sao to orgulhosos que nio tirem o chapea dian-
te de uma peca de ouro 1 O seu nona apparecer
noa jornaea: aqui dirio que o senhor ama pbe-
nix; acola bradario com todaa as torcas que s
eat bom para ir comer cardos... E finalmente os
bomana serios acha-lo-hio ridiculo: e o senhor
morder oa dedoa como quem pralieou uma loa-
cura irreparavel I Oh I aimo aenhor, que gra-
caa a sus fortuna, poderis trazer a arte a aeus
ps, vae deixar o sea nome a merc da inveja e
maledicencia do vulgo,
Berlholdo tioha por poltica contido al eolio
a emoco que pouco a pouco delle ae apoderava.
Coohecia o carcter do pae de Laura, e maia de
uma vez este com oa seus irnicos gracejos o ha-
via ofieodido nos aeua aeotimeotos de artista. Na-
quella occaaiio aioda cOnteve-se quanlo lbe foi
possivel: entretanto o despeito fazia-lhe tremer
a voz quando respondeu:
Tudo o qae o senhor dis pode ser verdade,
Sr. Kemenaer. Porm cada um possue aa auaa
tendenciaa que Deua ihe tem poato n'alma. Uma
exiittncta to Inspida, a to sgoltu tomo esta
XII
Em quanto aoa da terceira classeque sio ex-
tremamente pobres, e quelles que por aua avan-
Cada edade ou molestias nao podem trabalhar,
cumpre aociedade vigiar por ellea promoveado-
aa a crearlo de estabelecimentos para c asytar
todos eatea iofelizes e ento pela candada pu-
blica que devemos esperar ver mitigada tomo
alimento, e consolares a sorte destes infamas,
deatribuindo-se estes soccorros dentro dos eala-
belecimentos, afim de que cheguem para todoa
com egualdade : e no nosso Cear nao debalde,
ser que se appallar para eata aublime virtede,
que o totum de todaa as outraa, porque eomo
diaae am eacriptor nssee da esperanca e da f.
Esta palavra lio sablime s de que Dos fes a
base do Christianiamo, e como diz Vctor lugo
c Mere de ceux pour qui la fortune asi aa-
raitre.
Para fazer fcilmente, com que a indigencia
desappareca da desegualdadaL social temos em
vista, o que j cima diaaemdt), que a caridad e
a religio prescreve o trabalho, e sendo pois ama
rdade nao deixa lambem de prescrever que en-
riquece aimultaneamente o obreiro\ e aquelle
3ae o emprega ; preciso respeitar a desegual-
ade, que indiapensavel para ae mantar a or-
dem aocial e ao meamo tempo melhorar progre-
sivamente a parte paciente da aociedade, maa
como vimos, os individuos desta claase nao se
acham naa coodicaa do trabalho ; ainda am fa-
vor dellea lembra-noa o que ae diaae aos homens
pela bocea de S. Paulo ad Corinthiosttp. 8
verso14 A vosaa|abondaacia suppra aa ne-
cessidadea doa outroa.
Nao podendo isto soffrer conlestaco algama,
eal claro, que aera someote eomo o auxilio da*
caridade publica destribaida como ji dissemos e
com uma melhor destribuico de riquezas, e da
lusos, havendo moderago noa deaejoa, a naa ne-
cessidadea, qae ser possivel restabelecer-se al-
gum equilibrio entre a riqueza e a pobreza.
XIII
Em quanto outra claase, que doa idiotas po-
bres, para ellea j eat providenciado aomente no
Rio de Janeiro, o que faz muita honra ao alto
carcter philanlropico do muito excelso impera-
dor o Sr. D. Pedro II.
Em cooclusao inda apresentsremos algumas
considerares respeito da noaaa queato, e com
quaoto vejamos com muita alegra, que a carida-
de arraigada no coraco doa Caarause* nio deixa-
r certameote morrer de fome oa ooaspa irmaos
que maia precisio tem do aeu amparo ef rfttteccio'
comtudo entendamos, que quando najo ,a pos-
sivel so governo tomar como deve a ioicisUiva em
to grande objtcto, ao menoa pode coadilvar al-
gum homem philaotroplco qne asponHa i testa
de semelhante empresa que de certo prefeisar de
am grande e.bedal de iulelligencii e maita per-
averanca e honestidade. 1
{Continuar-$e-ha.)
que o senhor aconselha-me, qae adopte, far-me-
hla o coraco traabordar de desespero. Quero
crr no bem, qaero crr no futuro da humanida-
de : eae a carreira, com que eu aonho, a pode
aer percorrida a preco da zombaria, e doa aoffri-
mentosnio importa I Acceito assim mesmo a
aorte que o aenhor me annancia.
O Sr. Kemenaer abanou a cabeca, e sorriodo
replicn:
Ainda eat muito moco, Bertholdo : a aua
inexperiencia fa-lo lomar a apparencia pela rea-
lidade. Nio Ihe aeria melhor gozar pacificamen-
te do bem eatar que lbe coube por aorte ? E ae
quer aleancar gloria, considerado, e auperiori-
dade aobre oa outros homena, firme-ae no poder
do dinheiro. porque a elle d, e pode tudo.
Elle a I exclamou o mancebo indignado.
Ento nao ha mais Deus, nao ha maia virtude,
nem grandeza moral? Nada mais seno o dinhei-
ro 1... Em que mundo quer que vivamos? Pois
a devemoa rscoohecer no mundo duaa poteociaa
dinheiro e a astucia necessaria para adqui-
ri-lo?
Disse ludo sgors, marmuroa Kemenaer; e
quer se offenda ou nio, todoa oa homens verda-
deiramente seosatoa eatio convencidos de quao
dinheiro tudo pode.
'0 dioheiro tudo pode I repeta o mancebo
com amargo sorriao. Assim ns apparencia
quando ae considera a actaalidade: maa leia a
historia de todoa oa povoa, aiga a marcha da hu-
manidade atrava doa sculos. Quem fesadaa na-
Coea aquillo que ellas sio? Quem espalhou no
mnndo a lux da civiliaaco? Qaem obrigou aa
forcaa da natareza a trabalhar como doceia escra-
voa para o bem eatar do homem? Tado oque
possulmosleis, juatica, liberdade, poder mate-
rial, auperioridade moralquem no-lo deu? aup-
pe que foi o dioheiro? Oh 1 nao*;foi a iotelli-
gencia : acentelha divina que ao homem a cou-
be de partilha, para que do alto de aua razio elle
fique soberano da materia. E nio ae diga que o
espirito pode tornar-ae eacravo do dinheiro, essa
edificacio da materia. O dinheiro remia aobre
certos homens, maa nio aobre a humanidade ; e
apenaa o dominio de um instante ; a aua influen-
cia nio se eatende alm do dia em que naece. A
inteligencia porm a propria lnmanidade; o
que ella funda nunca perece, maa atraveaaa oa
seculos, ae daaenvolve e ae engrandece aem cea-
sar. Muitos povos deaappareceram da auperficie
da trra : o tempo tem aepultado aob auaa ruinas
os indicios materiaes que podiam perpetuar-lhea
a memoria; porm o aeu eapirito contina a vi-
ver as nossaa lioguaa e leis, naa noaaaa artea e
acienciaa, porque de todos os trabalhoa do ho-
nem s sao immorlaes ss obraa 'da Iotelligen-
cia.
0 Sr. Kemenaer pareca vivamente tocado
pela vos vibrante, e olbar flammejante de Ber-
tholdo. Pouco a poaco o aorriso desapparecera
do aeu semblante, e elle contemplava o mancebo
com aurprezs e despeito ao meamo tempo. Quan-
do a voz enthutiaata deste ae calou, Kemeoaer
tornou ana tranquillidade costumada, e repli-
cou sem que a sua voz aecusasse a meoor irrita-
Tudo isto sao palavres, Bertholdo : o ae-
nhor beben essas idaa em livroa escripios por
pessoas qae procuravam exallar-sa asi mtamaa.
Que importante prova se pode tirar de cfm ajan-
Ido qae ]& nio exilie, ou de am mando qio alada
ha de exiatir ? Olhe em torno de ai na vida real.
O que um artista ou am littarato aem dioheiro?
Um pobre diabo que ae arraata no meio de priva-
Cdes, e que com um olbar aupplicante esproita o
momento em que o dioheiro queira lembrar-ae
delle. No tempo em que vivemoa quem hon-
rado, estimado e considerado? Aquelle que tem
dioheiro. Quer os poetaa escrevam quer nao
escrevam aempre foi e aempre hade aer as-
sim.
Sr. Kemenaer. permitia-me dizer-lhe que
ae engsna, tornou Bertholdo mal podendo couter
a aua impaciencia. Percorra o mundo ioteiro ;
veja oa povoa moatrarom com orgulho oa monu-
mentos que fazem a gloria da aua patria ; ouga-
os exaltarem aa recordaces que oa honram ; leia
oa nomes immortaea que de brilhantea dealom-
bram a vista : a quem pertenciam essea nomea
(Ilustres? A' homens que se spoisvsm no poder
do dioheiro ? Nao. O nome do opulento Creso
por toda a parle desperls e zombaria ; o nome
de Homeroindigente e cegenche de venera-
Co ha vinte e aete scalos at o coraco doa pro-
prioa reis I
O Sr. Kemenaer abalou a cabeca, e levantou os
hombros.
Pouco importa, diaae elle, aaber o que de
mim diro depois de morto. Realmente tenho
piedade dessts homens qae passam a vida intei-
ra no meio daa necessidadea e humilhacess
psra que pronunciem os seus nomes quando j
elles nio existirem. Sobre tudo parece-me, per-
doe a expreaao, uma iuaigoe loucura, que o Sr.
Berlholdo, que depois da morte de seu tio tem
talvez de possnir um milho, qaeira a exemplo
desses desgranados entregues a miaera, e rala-
dos de inveja, declarar guerra ao dinheiro e aoa
ricoa.
Accuaa-me aem razjo, Sr. Kemenaer, rea-
poodeu Bertholdo mais tranquillo. Nao abomino
o dinheiro : um instrumento neceaaario para
o desenvolvimento da vida aocial, e que ae ajun-
tar aempre em certa* mos, fructo accumulado
de um longo trabalho u de uma habilidade aa-
perior. Professo muila estima ao rico que goza
de aua fortuoa aem escravisar-ae inleiramente
materia, que admiti qae hajam qualidades lon-
vaveia fra da riqueza, o reconhece que o ho-
mem deve viver tambem pelo coraco e pelo ea-
pirito, afim de prebeuchor como eleilo de Deua
0 aeu deslioo na trra. O que eu abomino o
rico que qaer que tudo ae deaencante e ae ma-
teraliae em torno de ai, porque aenhor doa beoa
materiaea torna-e ento o idelo doa adornadores
da matarla. O que combate com todaa aa forcaa
a doulrina que pretende que o dinheiro preva-
lece aobre tudo, e tudo legitima ; que afora elle
nao ha neate mundo poder, dignidade, e felici-
dade possiveis:
Esaa doulrina a chaga qae ha meio scalo
corroe a aociedade europea : ella anniquilla to-
do o aentimento de sacrificio, de dever, e dever
e de virtude, ibafa o amor, a f e a aobarania
Dizem ao povo que elle deve ajoelhar ante o di-
nheiro como ante o nico Deus, e que deve ado-
rar a materia como nica origem de felicidade :
e deate modo que a se procura desenvolver
no homem os instinctos brutees de qae elle par-
tilha com os animase : os spetltes satjwee, oa
deaejos paramal
pre de a lea tala.
1 toui te nio 1*
pertencem s slasses elevadaa da soeidade sio
os primeiros a reconbecerem que nao guardara.
outros tilulos posse do dioheiro seoio o mea-
mo fado da posse : se ngsm o valor pessoal, e
proclamam que o dinheiro basta por ai s para
fazer um homem auperiorde um mendigo oa de
um imbcil: como nao ha de o povo sentir o
desejo de apoderar-ae a torca bruta desse dinhei-
ro, cuja posse justifica tudo, al mesmo o vicio ?
Outr'ora oa possuidores dos bens terrestres
suppunhsm um dever seu dar ao povo o exem-
plo de todas aa virtudes: ersm osdefanaorea he-
roicos da patria, os protectores daa adenciaa e
artes, aa vigilantes senlinellaa da civlsaoio e da
moralidade. Iloje o contrario ; ftellea renegam
as virtudes, e do ao povo o exemplo do egoia-
mo, da trapace e do maia grosseiro materialis-
mo I Nao posso crer n'uma decadencia profun-
de 1 A mor parte da genle rica nN> petaca dease
modo ; e ae a fortuna me favorecer um dia, he
de collocar-me no numero daquelles que julgam
que o dioheiro uma potencia, que ae deve san-
tificar, faxendo-ae dalle um nao nobre o provai-
1080.
A aorte me reserva grandes recuraost Decunia-
rioa ; serei rico ; mas isto nao basta para aatia-
fa^o doa meusdesejos. Quero por-me sobran-
cero s essa vida material, em que se aytits o ha-
mam,para quem est morto todo e qualquer asrt-
timento nobre : quero ser alguma cousa no roiao
da iotelligencia, multiplicar o meu aer pelo po-
der da palavra, elevar aa almas do loes da ierra
atoa Deus.... e tambem eu elevar-me. chegada
o dia, com a coaviccSo da ler feito na i tha vida
alguma couaa qae nao enthroni*ar-m*|l i or-
gulho estpido, o salisfazer destjos salgares.
Talvez ae lembrem ento do meu nome o i re-
conhecimento, quando j eu nao exisoH ds ser
que isto tudo nao pasee de um aonha asas 6
elle tio bello, tio deslumbrante, que 1 soiritoa
eminentes ho aceitado a cruz do mata
realisa-lo.
O Sr. Kemenaer, ou porque nao atioasse Y>rp
uma concluaio possivel para eits codal
ou porque nao quizease por prudencia 4 atrariar
maia os sentimentos exaltados do man Be. U-
vantoa-as dizeedo :
Bellaa palavras, mas raides poaco sosa 1
Ha ahi tambem o aeu pro e contra come e todas
as couaaa que nio repouaam n'ama base solida.
Felizmente o Sr. rico 1 s desejo nio.'ler ocoa-
aio para diante de lastimar este seu asedo de
pensar. Venha para o piano : Liura qwr sentar
a sua cancio damaio... Uma canelo ata maio I
aem duvida algum apoatropbe la I Li Uto
passe ; a ninguem offende ; e nao. ha razio para
ser notado, mss jolgar, censurar, c sademaar a
conducta dos pesioaa que sio seus eejej es,.. 4 ar-
riscado, muito arriscado, BertholdaS asas tal-
laremos disto ainda ama outra vez.-i eatha-
siaamo nascente ba de acabar pora]
Bertholdo, com a fronte radanl excitacao
interior que o animara, aeguii Bemenasr
que abra a porta de um satAj fisiono. O som da
bella ves de Laura llies vaB bater nos ouvldos
so passo que seguism palo vestbulo m direccao
i ama ostra parte da asas,
aJI (ContisJwar-ss ha.)
PIKR, IYP. DI M, F, DI FARIA ft FILBO.Wa,

I
t-

i
i


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