Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09563


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Full Text
***'
f
r.



AIM UXVIII. IDIE1015$.
mu m

OARTA FBIU 9 DEJDLHO DE i
tNrui adianUun 19|0O
PorU fraict r ibitripter

iSUBSCKIPQA.0 DO NORTE
f Antonio Alexandrino de Li-
Antonio Marque da Silva;
da Leos Braga; Geari o Sr.
Trliveira ; Maranhio, o Sr. Joaqaim
(a Rodriga"! Para, Manoel Pinheiro 4
C; Amazonas,o Sr. Jaronymo da Costa.
ENCARR1ADOS DA SUBSCRIPgAO DO SOL
Aligas.'Sr. Claudino Faleao Diaa; Babia
o Sr. Jos Martina AItm ; Rio dt Janeiro, o Sr-
Joio Pare Martina.
=5=
PARTIDAS DOS COBRE10S.
Oltnda todoa os jdiaa aa 9} horas do dia.
Iguarass, Goianna, Psrabyba as segundss
sextas-feiras.
S. Antio, Bezerroa, Bonito, Carnarfi, Altinho
Garanhuna as tergaa-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pee-
qaeira, Iogazeira, Flores, Villa-Belja, Boa-Vala,
Ouncary e Ex naa quai taa-eiraa.
Cabo, Serio hiem, Rio Formoso, Una.Barreiroi
Agua Preta, Pimentelrae Natal qaintas eiras.
(Todos os crrelos partero aalOhorasdananhia
EPHBMERIDES DO MEZ DB JULHO.
4 Quarto c raicea te as 8 oras e 20 niatos da
manhia:
12 Lia abela aos 2 niatos da manhia.
18 Quarto minaaante as 2 horas e 32 minutos da
larda.
26 Lia nova ai 6 horas a24minutos daan.
PRE AMAR DB UOJE.
Primeiro as 2 boras e 36 niatos da manh&i.
Segando aa 2 horas e 6 niaaloa da tarde.
r-AR-riDA dos vapores costb.ib.os.
Pira a aal iU Alagse a 5 e 10; para o norte
ite a Granja & 14 a 29 de.aada mas.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Psra o Recite: do Apipucos i 61J2, 7, 7 1)2, 8
e.8 1|2 da n.; de Olinda ia 8 da n. a 6 da I.; de
Jaboato a 0 1|2 da m.; do Caxang a Varxea
s 7 da n.: da Btm/loa s 8 da m.
Do Recifa ; para o Apipucos s 8 1|2. 4, 4 1|4,
4 li2, 5, 5 1|4, 5 1|2 a 6 da t.; para Olinda s 7
da n. a 8 1(2 da t.; para Jaboato s 4 da t.; para
o Caxang o Yarxea s 4 1|2 ds I.; para Bemfica
as 4dat.
AUDIENCIAS DOS JRlBUfvAiS
CAPiTAL.
Tribanal do tonmercio: segandaa o qaintas.
Relagio: tarcas o sabbadosa 10 horas.
Fazenda : qaintas a 10 horaa.
iuizo do commercio : eegeodaa ao aio dia.
Dito do orphioa: tereaa a taitas a 10hora.
Primaira rara do eivel: tarcas a extaso naio
dia.
Seganda rara do eivel :
hora da tarda.
im.-
snoza m.
?tronica Juliana,
DAS DA SElfj
7 Segunda. S. Pulcherii v.
8 Terge. S. Protopio n. ; S.
9 Qearta. S. Cyrillo b. n.;S.
-10 Quinta. S. Januarioe aeBicompanheiroiimmT
11 Sexta. S. Sabino;S. Sidronio e Abundio mm.
112 Sabbado S. Joio Gnalberlo ib.; 9. Nabor n.
13 Domingo. S. Anacleto p. m:; S. Joel.
ASSIGNA-SE
ne Rectfe. am a librara da praga da Indepen-
qaartaae aabbade-s l deoeia DS.6e8, dos proprialarloi Manoel Figuel-
roa deFaria 4 Filho.
><
ftKTE 0FF1CHL
GOVERNO DA PROVINCIA.
tiiM
lente do din S ale julht
de 186
Offleio ao brigadeiro commandanto das armas.
Ao offleio de V. Ezc. de honlem datado, aob n.
1,306, respondo dizeodo-lhe que pode remoller
para o hospicio de Pedro II, no prximo vapor
que se espera do oorte, para o que icim dadaa aa
convenientes ordena, o soldado alienado do 4*
batalhio de ariilhariaa pJoa Francisco doNat-
cimento, tque e refere o seu citado oficio.
Dito ao mesmo. fiirva-ae V. Exc.de expedir
aaaa ordoaa para que (os trea aentenciidoa Jero-
nyme Rodriguei Pimental, Joo Guilberme Te-
norio e Liberio Joa Tararee de Mondonga, que
to para opreaidio de Fernando no hiale Tino,
aigam aob a gaarda da torga de Ia linha que para
all tero do ir.Fez-se o necessario expediente a
eae respailo.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Etc. de expedir
as conveniente ordena para que amanbia as 7
horas do dia eateja poetado em (rente da igreja
matriz da freguezia dos Afogados, um doa corpoa
de liaba, afim de (azer as hooras fnebres devidas
ao fallecido official da ordem da Rosa e leante-
coronel da guarda nacional Manoel Lucas de
Aranjo Pinheiro, cujo cadver se acba depositado
naquella igreja.Ao director do arsenal de guer-
ra expidi-ae-ordem para fornecor o cartuxame
de moiquetarA que fr preciso psra as salvas do
eatylo.
Dito ao preaidente da relacio.Sirva-se V. S.
de emittir o seu parecer acerca do que expde a
cmara municipal do Recite oo offleio iocluio,
sob o. 68, relativamente a duvida que tem de
prestarem juramento alguos dos jalzes de paz do
1* o 2* diatritto da freguezia do Poco da Pa-
nella.
Dilo so inspector da thesoararia de fazenda
Anuuindo viat* do offleio de V. S. de 20 de maio
ultimo, sob n. 445, ao que solicita o director do
araeoal da guerra em offleio de 8 do correte mez,
nesta data expeco ordem qaelle director para
lazar recolher a eisa Ihesouraria a quantii de
4:6981058, proeoientem econotni feta na dia-
ria de 240 n. que ieJ"ooa para alimeotaco,
vssluir p curativo d^Atrieaooa livrea a servi-
eila occaaiio participo
iaria Oca raduzida a 200
lorea e a 160 r. para o
menores, *~
Dito sojBoano.AoDuindo ao que V. S. sol -
aern
i khesi
tefe
seJPc
Fk.
co do dito arsenal t por
a V. Swfk* reUrids di
r. para os AfricaAi maoi
monnroi J^**
a compra feita a Manosl de CarTalho Pedroia
Sobnobo.
Dilo cmara municipal do Recite. Respon-
diendo ao offleio que me dirigi a cmara moi-
cipal do Recife, em data de 23 de junho ultimo
sob n. 66, cibe-me dizer-lbe que, em vista das
iuformacoe junlaa por copia, miniatradas pelo
eogenheiro director das obras pnblicaa, e inspec-
tor do araenal de marinba. nao pode ser appro-
vada a alterado que propde a meama cmara na
parte da planta do Ibairro do Recife que compre-
heode a ra do Bram, e que se acbs designada
com tinta encarnada no deseoho snnexo so aea
citado offleio.
Dito ao mesmo.Para sasfazer a exigencia
constante do aviso circular do miniaterio de agri-
cultura, commercio e obras publico dt 13 de ja-
cho prximo flodo, cutnpre que a cantara muni-
cipal do Recife ministre a eata presidencia com a
possivel brevldade todos os dados oststisticos e
esclarecimeotoi que poder colher sobra os pro-
ductos da lavoura neste manicipio, e ds indus-
tria de minerscao, commercio e navegsgio, que
airvam para facilitar urna eatiliatica regular que
o governo pretende orgaolsar dos meamoa pro-
ducto e industrial.! Iguaes a todas aa cmaras.
Hito cmara municipal ao Pao d'Alho.
Conformando-me com aa razoea producidas nos
pareceres junto por copia do deaembargador
procurador da cor, soberana e faxeoda nacio-
nal, e do procurador scal da thesoararia de fa-
zenda, dadoa com referencia ao requerimento do
vigario deasa freguezia sobre que versa a iofor-
macao da cmara municipal do Pao d'Alho de
30 de malo ultimo, declaro mesma cmara que
deve continuar na Sdministraco em qae ae acha
do cemfterio existente neaaa villa, regulando pe-
los meios legaea a tconomia e rgimen interno
desse estabelecimento, como por le lhe compete.
Portara. O preaideota da provincia, alten-
dendo ao que lhe repreieotou a aoeiedade Unio
Bene/icentg Martima, e om viata do que diape o
5* do art. 29 do decreto n. 2711 de 19 de de-
zembro de 1860, resolve nomear para o lugar de
presidente da mesma sociedade o cidadio Jos
Antonio Moreira.
Dita. O preaidente da provincia, attendendo
ao que requeren Mendos e Carvalho, resolve con-
ceder-lhe lcenes psra embarcar para o presidio
de Fernando no hiato nacional Tino os gneros
constantes ds relago junta, assignada pelo se-
cretario do governo com os pregos correles al-
icatados pelo preaidente da junta dos correctores
deU' cldade, nao porteado, porm, eflecluar O
citou en
toriao a
nos terna
1* do feve
pela var
193*530
tancente
possa occon
de fizer oo ex
pcio de honlen, sob o. 615, o so-
ler aob mioba respoosabilidade,
5 g 7 do decreto o. 2,884 do
sste anno, a qoantia de 6162927
idencias, e sccossoriosa a de
aaReformados ambas per-
derlo da marinba, aQm de que
pagamentos que ainda aa tem
l em liqaidcao de 18611862,
por conta de la i?orbas, cojos crditos acban-se
extioctos, cono ao v da demooatraco que a-
compaohou o citado offleio.
Dito ao mesiso.Restituindo a V. S. o raque-
rimenlo a qoe'he refere a aaa intormacto de 26
de junho ultion, Sbb n. 572, tenho a dizer que
mande effectuar o pagamento que pedem Paulino
t Irnioa, na importancia de 80| proveniente do
alugaal da cavallos por ellos (oroecidos ao Dr.
Pedro Antonio Cesar para as suas viagena diarias
qaande tncarrrgsdo do tratamento dos desnu-
dos atacado do cholera-morbus, na freguezia de
S. Jos anota eidade
Dito ao meimo.Em viata do documento junto
em duplcala, o eatando alie oos termos legaea,
mande V. S. indemoisar o 9 batalhio de infanta-
ra da qusnlia de 49 dispendida com a inhama-
o do cadver do soldado do mesmo batalhao
as Antonio da Paz, que fallecen tora do hospital
militar em 28 de junho ultimo.
Dito ao nesmo Declaro a V. S. para seu co-
nhseiment a fim conveniente, que o engenbeiro
w. Harttneau participou-me em offleio de boje
faaver paseado aos emprelleiros ds ponte de ferro
entre o theatro de Santa Isabel e a ra da Aurora
o compoton durante o nn de junho ultimo o servico corres-
pondente ao Valor de 5:600$.
Dito ao intector da Ihesouraria provincial.
Mande V. S.,kconforine indica em sua iotormacio
de 3 do correte, sob n. 379, entregar ao director
da socitdajr do Artiatas Mecbaoicoa e Liberaes,
Antonio Firajo da Silva, depeis de prestar a oa-
cessaria fianfla, o cont de res votado para a mes-
ma aoeiedade oo art. 9 da lei do orcamento do
xercicio prximo iludo.
Dito ao mesmo.Autoriso V. S. nos termos de
suas informaceea de 3 do correte, sob n. 381 o
382, a mandar pagar ao empreiteiro Jos Mamede
Alves FerrBra, em vista dos competentes certifi-
cados, a Bantia de 30:690$ a qae tem elle direi-
to por ha%erem sido recebidss provisoriamente
aa obrae doa lingos 10* e 11* da eetradi do norte
segundo OOpSta de offleio do director da reparti-
ceo das ohsee publicas datado de 4 de junho ulti-
mo, ns.U9 eJ20.
Dito so ntsrV Para dar cumprimento ao
aviso da agrcaln. commercio e obras publicas
datado do 13 de junto ultimo, aob n. 15, remet-
ta-mt V. S. am mappa dos productos importados
o exportados no semestre ltimamente lindo, de-
vendo continuar a fazer esas ramessa semestral-
mente.Ignal tbesouraria de faxeoda.
Dito ao mesmo. Com o offleio qae V. S. me
dirigi honlem, sob n. 384, recebi urna copia do
contrato celebrido com a companhia de Beberibe
para a coUoctcao de tres chafarlze, sendo um
na cidado nova de Santo Amaro, ootro na Paaia-
gem daMaaaJaleoa e ootro na rampa prxima ao
edificio em conatruccio para o gymoaaio pro-
vincial, i
Dio ar-f soector
CwaSma
desembarque dos dito genero, aem que por par-
,e f10 commandante do masmo presidio se pro-
ceda exame para verificar ae ba agurdente ou
qaalqaor oatra bebida eapirituoaa.
Dita. O preaidente da provincia, attendendo
ao que requerea o juiz municipal e de orpbaoa
do termo de Nasaretb, bacbarel Joaqaim Jos de
Oliveira Andrade, resolve conceder-lbe seis das
de licenca com ordenado para tratar de sua sau-
de nesta capital.
EDITAL.
Secretaria do governo de Pernambuco 5 de iu-
Iho de 1862.
Pela aecretarla do governo ae fax publico para
conhecimenio doa iotereaaados, que oo acbam em
coocursos dos dous officioa de partidores do termo
de Carosr criados pela lei provincial n. 504 de
29 de maio de 1861, no doaquaee deve aecumu-
lar as funecoes de contador e outro as de diitri-
buidor do mesmo termo.
Os pretendentea aos referidos offlcioi hajan de
apresentar aeaa requerimentos no prazo de 60
diai contados dasta dala e instruidos na torna do
decreto n. 817 de 30 de agosto de 1851 o aviso de
30 de dezenbro de 1854.
Joo Rodrigue Chaves.
Despachos do din 5 de julho.
Requtrimtntoe.
Antonio Firmo da Silveira.Dirija-se tbesou-
raria provincial.
Henriqae Jos Vieira da Silva Informe o Sr.
inipectorda thesooraria de fazenda.
Henrique Aagusto Milet. Informe o Sr. di-
rector das obras publicas.
Joa Paulo do Bego Brrelo Informe o Sr. Dr.
eogenheiro fiscal da eatrsda de ferro.
D. Hara de Jess Pimeotel.Informe o Sr. Dr.
provedor da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife.
Padre Maooel Thomaz de Oliveira.Informe o
Sr, inspector da tbeaonraria de faxeoda.
aThom Joaquim da Veigs.Informe o Sr. ins-
t ;ctor da tbeaouraria provincial.
de responder ao offleio de Y. Exc. do 20 do cor-
rente, em qae me ordena d o meo parecer acor-
ra da malaria do raquerimeo'o qae dirigi V.
Exc. o vigario interino da frtguexia do Pao do
Albo o mais papis que o acompanharam com
referencia adminiatraco do respectivo cemite-
rio, o qae ludo devolvo com o neu parecer pela
nanoira seguate :
E' indobitavel qae pela loi do 1.* da outobro
1818 art. 66 g 2.* perlence s csmsras muoici-
paes o ostabelecimeoto dos cemiterios, a qae s
por ellas pdem a devem ser estabelecidos para
oelles se enterraren os cadveres cada sepul-
tura ; nao pdem obstar que quslquer contraria,
irmaodade, etc., tenha tambem o seu, com tan-
to que seja em logar designado pelaa meamaa
cmaras, como eal determinado pelo aviso de
26 de Janeiro de 1832, e todo iato de aecrdo
com a principal autoridada do lugar, declarando
o aviso de 19 de maio de 18S9, quen seja esta
aatondade. '
A legielacio qae se acha estabelecida para
um aemelhanle fim, am objeclo que deve me-
recer toda a attencao das administrare mnni-
cipses, pois qae ellas teem a sea cargo ludo
quaoto diz respeito polica e ecooomia das
povoages o seus termos, sobro cojos objecios
pdem confeccionar suas posturas, ss quaea
com a approvagao dos Exms. presidentes o daa
assemblis provincia, tem plana e inteira exe-
cugao.
|* Coosequen le mente, sendo ss mes mis cmaras
obrigadaa polica desies estabelecimeotos a
sal u brida de del les, saa regularidade, aformo-
aeameoto o economa, nao pdem deixar de in-
tervir na cooceis'o e digoeco doa termoa em
que os mesmos cemilerios tem de serem erigi-
dos, bem como na coocesso de lagares desig-
nados, nelles as pessosa qae abi desejam poa-
auir lagar diatiocto ou separado para a aua se-
pultare, deseos psrentesou successores econs-
truir covaa, monumentos ou tmulos.
E' por lano claro, que a caraira argida
pode arbitrar ama aomma conveniente para
entreteoimento de tal estabelecimento, o prego
das catacumbas ou covaa que devem servir para
os que nao tiverem proprios.
Ora, ou sejam esses cemilerios pblicos, co-
mo sao oa das cmaras, ou particulares, como
sao os das contrarias, irmandadea, hospitaes,
ote, oa privados como sejam as covaa, cata-
cumbas o mausoleos, nao pdem as respectivas
cmaras deixar de ter aeu cargo urna imme-
diata ioapeccao.
Por tanto, nem essa fuodaco que se refero
o requerimento do I mencionado vigario, neja
a intervenga o do visitador pode impedir aca-
mara municipal aua iospeegao para regular a
polica do mesmo cemiterio, marcar o lugar das
sepuiiuns, o modo doa funeraea, o auloriaar o
eoterramento e o tempo em que deve ate aer
feto ; e iato o qae geralatente ae tem obier-
vado no imperio o se observa tm mullas nt-j
goes mais antigs que tem dado a cmaras
essa attnbuigo, por nao poder separa-las das
obrigages de que as meamas eslo eocarregsdas,
como sejam a matenga da segtranca, polica o
economa dos respectivos municipios. Em quan-
to a designarlo do qaantilalivo para os referidos
entarramentoa ao cura, vigario oa pirocho, de-
ve islo ser arbitrado pelo Exm.llapo dioceaano,
poia & eate compete marcar os bebecos daquellea
que os pdim pagar, o nao dos pobree de quem
nada reeebem aa cimeras.
Qaanlo aoa regulamentos qae ton de ser da-
dos pela eamara do Pao d'Alho, V. Exc.
compete spprova-los oa reprova-lps, qoando
entender nao estarem nos termos, sendo com
todo certo que a cmara referida tem toda a la-
terveocao para regular o fltealisar ludo quanlo
diz respeito tundese do mencionado cemite-
rio, saa polica e rendaa, aem que o vigario o
visitador se possa arrogar o direito do adminia-
tra-lo o de perceber emolumento algum por li-
tlo de administrador, o nem fundador subro-
gado pelo visitador, porque Indo iato seria ama
uaurpaco de um direito que por lei (oi concedi-
do s municipalidades dos lugares, tanto maia
quinto eate estabelecimento nao Irmandade,
contraria, hospitaes e nem outros que se dizem
por seus compromissos particulares competen-
temente approvades.
Dos gaarde V. Exc. Recife, 26 de janbo de
1862.Itlm. o Exm. Sr. Dr. Maooel Francisco
Corts, presidente desta provincia.
Odesembargador procarador da coros, Agos-
tioho Moreira Guerra.-
Conforme.Francisco Lacio de Castro.
um sydena segundo principios que lhe parece-
rn) maia ou maoos tctittvels, mas ou meaos
verdadeiros. Segundo easa bases foi o projeclo
confeccionsdo. Na aua epoico de motivos, a
nobre commia*io ceosuroa a thesoursris de la-
za oda, dizendo que esta repstticao nao haeia
forneaido todas as informigde neeeisarias, e
que haviam sftfo* solicitadas pela caaa ; masa
cobre commissao nao diaae clara o poeittvamen-
te que bavia sido forjada a artlabelecer taea o
tae bases, segundo principio por ella invoca-
dos, para aasim provar, qae oa dados foroeci-
doa pela tbesoararia nao ae acbavam exactoi.
Portento nuita razo leve nesta parte o nobre
deputido que em seguodo lugar impugnou o
projecto, tomando aa bases que no seu entender
pareceram-lbe aer al verdadetraa, baaea que se-
gundo tua o'ploiao deviam ser adoptadas e se-
suidas cono resaltado da |experoocs. Mas se
esss opioiio, se ssse trsbalho iroportsolissimo.
lada, quinde est a expirir o tempo que nos
comedido pelo regiment. Obrigado pelo dever
que me cabe de nio reter por mais tempo ads hoo
rados depatarJos que de tao bom grado preatam-
me sua assistencis, eu vou terminar com algumas
palavras sobre a verba que se pretende suppri-
nir.
Sr. presidente nao- leda duvida algumsr em vo-
tar pela auppreaaao da verba para a peblicacio
dos debates, se viaae que o nico fim a qae ao
pretende altlogir con essa suppreno er eco-
noma dos cofres proviociaes. Desde que oteaaot
extrenos em que oos echamos collocados exigir
a aoppresso dessa verba, eu serel o primeiro a
dar o- mea asseotimento ; mas se vejo que ou-tras
verbas de despeina menos oecesssrias a meu ver
sao conservadas no projecto, se a nobre commis-
sao aa eooaignoo aem o menor reparo, eu nao
posto votar pela emenda que se refere a publica-
gao dos debates. Se as notsss circemstaocias
que a mea ver digno de louvor da parle do o taes, que te torna indiapensavel ama rigorosa
recgo,
de 7
cao
der
qu/
7
i
'.r" ao arsensl do marinha."*
i., para seu coobecimento e dl-
or aviso do ministerio da marinba
iltimo, fol concedida a autoriea-
eata presidencia para mandar ven-
ubllca o brigue-escuna Ceorense,
ainado, ou desmancba-lo em pro-
senal, caso nao appareca con-
itio do porto. Para dar cumpli-
do miniaterio da agricultura,
publicas, datado de 13 df ja-
Pareceres do procurador fiscal e do
desemnarcador da corda, a que
se refere o offleio desta data di-
rigido eamara municipal do Po
d'Alho
Copia.N. 5.Peroambaco. Secco do con-
tmciQio da thesonraria de fazenda, 16 de janbo
de 1862.Illm. e Exm. Sr. Informando, como
por V. Exc. me foi ordenado em seu retpeitsvel
despacho de 4 do correte nez, exarado na io-
formacao da cmara municipal da villa de Pao
d'Alho, cobrindo o reqaerimeoto do vigario inte-
rino da freguezia do meamo nome, que tado de-
volvo, no qual requerimento aa queixa o mesmo
vigario da interveoco que pretende a dita cma-
ra ter om o cemiterio que all aa ealabeltceu a
expansas do povo, o da mesma cmara, dirigidos
pelo Rvd. Jote Antonio Pereira Ipiapina, en mis-
sao apottolica n'aqaella dita villa, com excluao
delle vigario, cabe-me declarar V. Exc, que,
competindo s camaraa municipaet, de accordo
com a principal autoridade do lugar (qae neo
cortamente o vigario, mas sim o da vara, como
delegado do vigario geni nos termos do aviao de
19 de maio dt 1839) provar por mtio dt posta-
ra, sobre o estabelecimento de cemilerios tora
do recinto dos templos, na conformidade do dis-
posto no art. 66 2 da caria de lei do 1* de ou
FERN1MRUC0
ASSEMBLEA
LEGISLATIVA PROVIN-
CIAL.
Sr. Dr. Buarque, pro-
sessao de SI de
na
o mesmo m, desceodoa minuciosi-
dades, aelabelecendo compararles om cada ama
das verbas decretadas, j com ss bases (oroeci-
V*9* ,tW8 parece-me ser consequencis ne- das.pola Ihesouraria, j segundo priocipios, ma-
P
do.
devev
neameojte.
TtiVsr-aO
----- r .~ ***** va uvufvuaouvia urj"
clmria, que ai mesmas cmaras nunicioeei"se-
nm as incumbidas da flacalisa^io-eaflmioiatragao
Oos meamos cemilerios, cqano aquella corpora-
'qo, a quem a mesma lii Aem posto a sea cargo
tado quanlo diz respeito polica, e ecooomia
daa povoacas, o Uto por mel de postaras sppro
vados peloa Exms. presidentes e aisemblai pro-
viociaes. Assim se tem praticado com o desta
capital, e me censts que o mesmo scootece com
oda corte, e oot lugares onde exiatem tsesesta-
remetta roe V. S. uqiiap- -belecimentos. Pretender, pois, o vigario ser con-
sommandan
Pode V. S. mandar en
corpo tob aea commao'1
radas o sabidas f orto
eatre ltimameo1 ado,
er.essa remttta jjulta-
o de policia.
aecgo volante do
o paizano Aotooio Jos
de Soazs e Silva, que se refere o seu offleio n.
298 detta data.
Dito ao commandante do presidio de Fernan-
do.Para OS* fin convenientes remetto a Vmc.
12 guis, tendo 8 dos sentenciados Jernimo Ro-
drigues Pimeotel, Joio Guilberme Tenorio, e Li-
berio Jos Tamos de Mendooes, que ora so-
gaem para ease presidio, o 9 de outros que abi
ae acham aem ellas, a cajos nomos sonslam da
tocluss relacio patatopia.
Dito ao director sa obras publicas. Msnde
Vmc. organiar o orcamento da despezs a fazer
com o calmamente da roa do Imperador pelo sys-
tema de paraleleppedos.
Dito ao conselho administrativo. Altelas ai
raxdea expona pelo constihej nioistrstivo em
seo offleio de 30 do junho altii i sob n. 57, con-
cedo s sutorieacie que aoiMaVfora pronovar a
compra dos courut o vaqaelaa prtcissi ao presi-
dio do Fernando, fleano sen Osito nula parto
servado oa admioistragao do dito cemiterio como
subrogado do mencionado Rvd. Ibiapioa, em cuja
admioialrecao diz, se achava eate, e a quem de-
nomina de instituidor do referido cemitorio com
o poder de delegar esta mesma admioistragao pe-
lo simples fado de haver para ella concorrido
com a influencia de aua pessoa somonte, pare-
ce-me ama s*m razio, por isso que oem o refe-
rido missionsrio Ibiapioa ae poda cooaiderar ins-
tituidor, visto como iocontestavel que o mesmo
cemiterio se erigi a costa dos povos daquelle
municipio, o nio com o patrimonio daquelle, o
oem quando assim fosse, ests cireamstaocia o po-
derla constituir administrador nato com o poder
de legar o prover sobre ss futurss administragei,
privando aasim a cmara municipal respectiva o
os poderes administrativo e. legislativo provio-
ciaes do direito de iotervir nessa mesma admi-
oistragao o fljcilisigao.
Eis o que pens a aemelbinte respeito, V.
Exc, porm, decidir orno mais justo o acerta-
do (or.
Daos guardo V. Exc. Illm. o Exn. Sr. Dr.
j-nseal, Fernando Affonso
Illm. e Exm. seabor,Tenho r. honr

Discurso do
n iniciado
malo.
O Sr. Baarqaa : Sr. preaidente, hooten
quaodo tive occaaiao de oceupar a attencio da
oasi, oUerecanlo algunas consideracoes acerca
do projecto qe se discute, mostrei que a nobre
commissao de orgamento, attendendo todaa aa
economas potsiveis, supprimiodo verbas, que
na mioba opinio nio podiim deixar do aer con-
tideradat no aaa projeclo de lei bavia propoato
um orcamento tal, que collocaria o poder admi-
nistrativo em difficaldades, que nio podoriam
aer resol vidas com vaotagem, o qae tal vez o su-
jeitassen mais tsrde a censurss. Entrei depoia
oa apreciacio do projecto em todaa aaa genera-
lidada, fazeodo ama ou outra applicicio. O
nobre deputado qae em aegaida occapou o tri-
buna para o mesmo fin, desceodo a
nlfestados os casa, mostroa qae a commissao se
achava om erro, que exists efectivamente um
dficit, o am dficit conaideravel.
O Sr. Barros Brrelo: Ea crelo qao elle
nem quiz mostrar Uto.
O Sr. Buarqaa : Com qaanto me ache de
accordo com algumas dss proposites enuocia-
daa nesta casa, polo nobro depatado a quem me
redro, com quaoto tlesse spreclado o apoiido
muitos ppotos do sea bem elaborado discurso,
me parece qae esse Ilustre membro, nio fez a
deuda jusliga a commiatio de orgamento, por
nio que atlribaiodo-lhe o que electivamente a
mea ver nio oxiate, o o que alm diito oio ae
acba da harmona com a expoiigo dos motivos
que nos foi o florecido.
O nobre deputado impugnando o projeclo mos-
trou-noi clculos, que segundo seas bases se
achavam exactoa, mas que nao conbinaram com
os da commissio ; begoa por unto a concia-
sao de que a como issio havia errado, bavia
commettido fallas grosBeiras en sao projecto de
orcamento.
O Sr. Fenelon : Mi dase islo.
0 Sr. Busrquo : Estou tiraodo a illace do
que ae disse na cass .
deputado em alguna
quero sotes do entrar!
fazer ver a cass que i ao
do oobre deputado.
A nobre commissio
asomo en apotei ao nobre
pontos do sea discurso,
tB novaa coosideracea,
parlllho desaa opinio
na coofeccio do projecto
cootrarioo algumas d a basas que foram orne-
cldaa pela ihesouraria da fazenda.
m Sr. depatado : U E para algumas verbas
procurou bases.
O Sr. Buarque: Aceite. Para ostras verbas
oobre deputado a quem me retiro, mereca todo
o a prego, esse trabalbo nao poda concorrer, nio
poda autorisi-lo a increpar a commiaiao da or-
cameoto para que a opioiio publica suppozesse
quo essa commissio hsvla commeliido erros
grosieiros, quando, aeahores, aa bases sobre qae
esse projecto foi organiaado, nio nos eram co-
nhicidas. Ea tiz sgaos clculos, e direi fran-
camente quo pela maior parle os da recaas, nio
correspondern] a aquellas que deviam ter regu-
lado o trabalbo da oobre commissao, nio po-
diam servir de apoio ao projecto que nos toi of-
ferecido; mas fago justica a eonmiasio, por que
estou convencido que tem ella bases seguras so-
bre aa qaaea calculo o seu orgamento, baaes di-
veras, verdsde, das que foram ministradas
pela ihesouraria, mas que devem aatiafizer-nos.
A nobre commseao eatibelecendo seus clculos
de receila, apreaentou simplesmente a conatde-
regio da casa, a desigasgo das tontea desta ver-
ba, mas nao nos diise urna s patarra acerca
doa dados de que se servio. Neste ponto ella
culpada. Apreaentando-ae, senhores, um pro-
jecto de orgameoto a esta casa, qual deverser
o neio de que se bade langar mi em prlmie-
ro lagar para verifica-lo ? Sem duvida algama
a comparagio do projecto offerecldo com oa da-
dos do balango da tbesoararia ; este.o primei-
ro meio, o nico recurso talves de que muitoa
deputado poderiam-se utilisar para apreeiar esae
projecto de lei, para examinarse com effeito fo-
ram aaliafeitaa todas as exigencias adminiatra-
tivia. Mis se deate exame reaalta que o orga-
mento nao se acha de accordo com o balango,
amo o por qae meio fuer o calculo, que Iba
corresponda, como formar | um joizo seguro ?
Nesta ^** ~* aem duvida, apisir di justica que
fago a o e commissao a reapatto dos erros que
lhe fors-f attrlbuidos, creio nao estar ella isenla
de censara.
As befes de que se servio a commissio, alte-
'indo as que lhe foram ministradas pela thesoa-
raria sao um myslerio ; a caaa oio pode pela
exposigio de motivos offerecidos, exposigio na
qual tanto se ceosuroa aquella repartigao (ao que
nio sel ae ha razio, a casa, digo, oio pode at-
tribuir a commissao erros grosseiros, por que
ella aos oio disse qases eram si suas bases, nao
nos disse sobre o que ttoha calculado. Masos
timbero nio podamos excusa-la da omiasio qae
commetteu oceultaodo-nos essas bases altera-
das.
Eu nio admito qae exista erro de calculo no
orgameoto ; le que eita commissao calculou so-
bre bates sub para chegar ao resultado a qae
chegou : masque trabalbo, senhores, nAo nos
aera prteiso vencer para, como fes o oobre de-
putado pelo primeiro dialricto chegar ao resulta-
do a que chegoa ? Quaotos atcelos perdidos,
quanlai boras nio gaalou elle em procura des-
sis bases que a commiaaio eatabaleceu, adop-
tando a final o qae lhe pareceu maia acertado ?
OSr. Fenelon : Declaro qe oio foram per-
didos.
O Sr. Buarque : exprettio perdidos
urna expreasio de que uiam os matbematicos to-
das na vezs, que procurando o reaultado de
ama incgnita erram o clcalo e veem-ae oa
neceaaidsde de repeti-lo nanitas rexes ; ams
expressio tecbnica oeste caso,
Nio foram perdidos os clculos do oobre di-
putado por que o sea trabalho muito bem ela-
borado, e para lamentar, que nio queira pu-
blicar o seu diacurao, por que isso seria de gran-
de proveito para ni.
O Sr. Fenelon : Oh Sr. 1
O Sr. Souzi Res: Seria muito til at para
a commissio.
0 Sr. Buarque : Para todos nt, apesar de
nao me sebar de accordo am todoa ot pontos.
Urna vez, Sr. presidenta, qae a nobre commis-
sao nio spreaentou aioda aa suas bases, nos nio
podemos desde j dizer que olla commetteu erros
e foi por esta razio, qae hoolem impugnando o
projeclo, apeoat me oceupei com a geoeralidade
da materia, por que quiz reipeitar aa intencoea
da nobre commissio, oteogao que ella nio ha-
via aioda manifestado. Em rigor o oosto juizo
deve ficar auapenso acerca da regularidade dos
dados da qae ae servio a commiasio. restando-nos
entretanto a certeza qae commetteu ella omi
falla indescuipavel quaodo alterando as bsses mi-
niitndii pela tbeaouraria, nao nos diz em sua
exposigio de motivos quees aquellas de que se
servio.
Um Sr. Depatado : Se a commissio tiveise
feto islo, nio dava logar ao quo o nobre depu-
tado est dizendo.
( Crnasm-se ontros apartes ).
O Sr. Buarque : Niogaem pe em duvida o
trabalbo da commissio.
( Ha um aparte ).
O Sr. Buarqua Mas qaaes sao essas novas
bases ? Era cortamente am problema a resol-
ver, e nem todos sabem o clcalo das probabili-
dades, que tal vez o nico a p plica vel ao caso.
( Ha un aparte ).-
O Sr. Soazs Rea : As ioterpellsges foran
regularmente feitas, o a commissio procurar res-
ponder aoa oobres depalados.
O Sr. Barras Brrelo : A ditcassio comegou
boje lio destacada que nao foi posiivel a com-
missio dar explicagoee.
O Sr. Buarque : Foi ama especie de corol-
ario de torga policial; sabe qao ha coronarios
forgados.
O Sr. Araujo Barros: Pela mioht parte, a-
poiado.
O Sr. Soasa Reia : Foi ama saudade.
O Sr. Buarque j Feita esta ratificagio acei-
tando ou apreciando muito o eatudo do oobre de-
putado, que dos servir de valioso auxilio, tal vez
mais do que parega, porque dei-me igualmente
ao trabalho de fazer alguos deases calculos.e com-
preheodo a importancia delles, teodo examiuado
cada ama daa verbas do projeclo. sgaardo-me pa-
ra quaodo ae discutir cada um dot arligos de per
si, descer a analyae das difieren tes coosiderages,
qae polism ser offerecidas pela commissao espe-
rando ser devidamenle illuatrado pelos sees hon-
rados membros ser meimo conveocido per elles,
csso om qae oa lerei duvida am dar o meu a-
poio ao projecto. Da mioba parlo nio ha oppo-
slgao syitemitic, ha apenas detejo de ser escla-
recido. Certo de qae a nobre commissio proce-
deu de accordo com oa aaaa priocipios, quo sem
duvida oos serio revelsdos, maia tarde, ea aguar-
do a occaslao am que ella tinhs de mtniftttar-se
na casa.
Nio tenho concluida Sr. presidente ts coosi-
derages geraea que pirecau-me dever offereeer
a tprtciagio da caaa ; oairaa da nova orden de-
sian provocar a attencio da honrada commiuao
economa, se ba essa extrema deficiencia doa co-
fres, sapprimam-se alguna ootraa varbaa de des-
pera como a de illumioagio dat cidadesde Olinda o
Goianna,por axemplo.que aem inconveniente pode
deixar de asistir ; e abi teremos urna ecooomia
que merece a attengio da caaa, por que aio 12 oa
14 contos, despeza esta que pode muito bem aer
apprimida, quaodo vemoa muitas capitaea de
provincias, como Alagoas, Psrabyba, Rio Grande
do Norte, sem illumioagio, por deficiencia dos
seus cofres, nio vejo razio psra que conservemos
em idnticas circunstancias, a llluminagio de
nossas cidades secundarias.
O Sr. Fenelon : O Cear nao temillumina-
gio.
O Sr. Buarque : Pelo lado econmico eu vo
taa pela suppressio, e quem sabe ae na 3a dis-
cussio, mostrando-se-me que o eatado dos cifres
era til que exiga rigorosa economa, eu nao vo-
larla, pela aappressio ; porm aem ver, ae essas
outraa deapezas que ae podem julgar despensaveia
sao igualmente supprimida eu nio posso proce-
der deste modo. Em quinto Sr. presidente, me
nio convencer, que o verdadeiro eapirilo di esas
o esplri to de economa, eu nao posso de forma
algama dar o meu voto portal tuppreasio, tanto
maia quanlo me parece estar demonstrado que o
Morreram ....
Ficam Om tratameDte.
6
29
58
Total............
Os fallecidos foram : 4 de febre amarella, 1 de
cerebral e 1 de btpalite ehrooica.
* Dr. Prxedes G. de S. PiCemga,
medico encarregado.-
; O Sr. Maooel Tertuliano de Oliveira. bar-
caceiro que navega da barra daa Jangadas para
nosso porto, trouxo nos honlem am frasco de vi-
dro branco. conteodo um pequeo curti com r>
seguinte : June3th. I86, Prii.ee Alfred, of Alar-
deen, 30 days from London, all well, 9 degrees
toulh, (13 de jeobo de 1862, navio Principe Al-
fredo, do porto de^berdeeo, 30diaade Londres-;,
ludo bem ; 9 graos ah sul da iinbe) ; o quah.
acbou-o- om sua viagem pife esta eidade no dia.
de domingo.
A estrada de ferro reodeu, durante o mez.
paaaado 25:48934 rs., sendo s 13:67|flQdjfr-
passageiros ; 7*2*562 de bigageus ; 45W830 dt
aoimaes, e 10.578$72 de gneros.
Tendo sido anoullado, por aviso de13de
evereiro ultimo, o protesto instaurado ae* acad-
mico Antonio Moniz Sodr de Arago, i tjjrt
condemnou-o dou innoi de aMpeesao-, i
ser-lhe hoj, urna hora da tarda, eonferioae o
de grao bacharel em direito pela nosaa PacoMede.
O retallado do collegto eleoral de farrei-
ros e Agua Preta, nico que fallava-para comple-
mento da eleigio do 3 dialricto. chegou honlem
tarde, obteodo nella votos os Sr. coaselbeir
Si e Albuquerque 26, e desembargador Alvaro
Barbalho lt.
A recapilagio, pois, da eleieie- do dialric-
to :
Desembargador Alvaro Barbalho. 164 votos.
Gooselbetro Se Albuquerque .... 138
d'bode se aegue aer o primeiro Sr. o deputado
por esse diiiricto.
Pedera-nos a publicigao do aegulnte :
< O nono prestimoso amigo Manoel Ferreira
Accioli, secretario da camari municipal desti ca-
pitaJ, acbando-ae iffactado do peilo, eje tendo t
mal percorrido parte de suas phases, devldo sem
divida 4saa dedicagio ao trabalho tedtotario,
eomo empregsdo atsiauo e eloto ; k eoncelho
contratante nao tem infringido o aeu contrato, o dos nedicoa procurou oar puro do aertao, di-
que muitoi dos nobres depotados tem concorrido
para que as publicages nio sejam mais regulares
visto como o contrato eslabelece a conligo de
que oa discursos serio correctos dentro de 3 ho-
raa, eondigio para mim inexequirel, maa que en-
tretanto exlate. Nio possivel que o deputado
corrija um discurso de 3 e 4 columnas dentro de
3 hons, mas emflm o Contratante est no seu di-
reito prevaleceodo-se desaa eondigio, e a casa
nao podando bdio rescindir o contrato compre-
Iheapprovara verba consignada no'orgameoto,
para aeu cumprimento.
J ae tendo decorrido todo tempo da aeiiao,
tu concluo votando pelo 5a do art. 2 do orca-
mento. ( Muito bem 1.
REVISTA DIARIA-
Ai conveniencias do aervico publico, ai com-
modidadea meamo do particular, que ae nio re-
peliera, mas devem-se armooisar, reclamam pela
creago de urna coiiectoria e de urna ageocia do
correio na villa do Bom Conselho, comarca de Gs-
retenos.
Eata oecessidade j foi lirada ao coobecimento
da autoridade superior pala respectiva cmara
municipal, iegun1o .nos consta ; e a viata da ur-
gencia de aua execugio, de esparar que aej em
breve satiifeiti, altela a promptidio que pe S.
Exc. em dar provimtnto ao que de atilidade
publica.
Esta effectivameote incontealavel, porquanto
a villa do Bom Conselho dista suas dez leguas da
ado da comarca, villa de Garantaos ; ao passo
que ha alli baalaote senigo, que acha eotorpe-
cimento constaote na ausencia de urna coiiecto-
ria, mxime no que dix reipeito ao sello dot
papait.
Igual effeito apreaenta a falla da agencia. Com
este eatado ai communicagdes aio incertas, e as
participage^ offlelaes alli vio chegar de ordina-
rio fra de tempo.
A crea gao, pois, que solicitada pela respecti-
va municipalidade, logo qae seja realissda, tara
por certo cesiar os inconvenientes apontadot, qae
sao de tacto asss determeotoios tanto para o par-
ticalar, como para o publico.
De Pao d'Alho escrevem-nos em data de4
do correnta :
0 cholera parece haver deixado aquella loca-
lidsde, apezar de oo dia anterior referda data
ter aido acommetiido um filho do respectivo juiz
de direito, o Dr. Delphino Cavalcanli, que ne-
nhuma eiperanga nutria j acerca do rettabeleci-
menlo dalle.
No maia la a comarca sem alteragio em sua
tranquillidade.
Aote-honlem chegou a esta eidade o juiz
de direito da comarca do Booito, o Sr. Dr. Julio
Barboza de Vaacoocellos, vlndo gozar da licenga
que lhe foi concedida.
E' justo qae este digno fsnecionario, depoii
daa fadigai com que at agora lutoa oo debellar
a epidqmia naquella comarca, veoha no seio de
aua familia tomar algum repouso e rejuveoecer as
torgas, para continuar no servigo da sociedade, em
em que acaba de dar urna cloquete manifes-
tajo.
A comarca tenda a entrar em sea movimento
de vida normal; o o estado sanitario apreaentsve
um aspecto j liioogeiro, pois as febres que por
ultimo ttobam-ae desenvolvido, declnanos mui
aenaivalmente, apezar de ligarem-ae cautai
locaei.
Abaixo ioserimoi o mappa do movimento
das enfermeras do boipital portugus de bene-
ficencia, oeits eidade, dorante omexdejuobo
prximo flodo, documento qae foi foroecido pelo
Sr. Dr. Pitaoga, medico eocarregado do trata-
ment dos doentes recolhidos aquello estabeleci-
mento de caridade.
Nunca poupamos as columnaa do nosso jornal,
sempre qae se trata de urna inilituigio lio pia,
fundada por occasilo da asceogioao aolto luzita-
oo do Sr. D. Pedro V, e cujaa aotermarias toram
abertas para recolher os desvalidos fulminados
pala doenga.
E' incooteatavet o grande servigo qae tem pres-
tado provincia o hospital portuguez, quer nos
lempos normies, quer naa qaadeaa calamitoaaa
porque temos paaaado : sua entrada sempre trao-
queada, alli teem ido conatantemente procurar
allivlo ceotenarea de infalizea, un tbandonadoa
pela fortuna, oatros dosamparados de familia, de
affectos o de cariohot.-
A actual jante administrativa ha lutado com
insuperaveia difflculdadea, j provenientea de
grande numero de doeotes que l teem sillo ad -
miltidos, a mor parte atacados ds febre amarella
e do cholera, j da crise fiaanceira que temos
soffrido, o qae em seus efleilos te eslendeu ate
elle, occastonando-lba, alm do mais, recente-
mente o arrebatameoto da qoaotia de 3:6009000,
depoailado em- conta eorrente na sociedade con-
manditaria.
Deus proteja Ufo aanto instituto, e lodos aqael-
les qae para elle eoncorreren con aea contin-
gente pecaoiario, osaua trabalhos afadlgas :
Mappa dos doentes tratados no hospital portu~
pues no- mez de junho de 1S62.
Picaran en tratamento do nez de naio. 29
Eotraran no nez de junho ...... 29
pues, tsubelecon, ] lalo direi arbitrio, mas| meus Musirs, coUegas en nni hora tin salan-
1 MOTIL DQI
glndo-ae para a villa do Ouricary, oos eoofJfte
con seu especial amigo o Rvm. sr.' vigario Fran-
cisco Padro da Silva, e ali chegado desde Miem-
bro do anno prozimo passado, depoisde ana via-
gem por demais eocommoda, que o deixon ln-
guido e cadavrico, conteguio algunas tnelboras
s.em qae odesemparasse ama febre lenta que o
acompanhara deade tarde at alta bera da noite.
Seu mal eslava lo adiantado e complicado
com outros padecimentos chronicos, qae aem o
uso continuo de medicamentos, o ar paro da-
quelle aertio, ou masmo os cuidados do-sea de-
dicado amigo, poderam extinguir o gernen in-
vecterado qae lhe deve consumir os allimos ala-
los de vida.
Tornarara-se, do qae pareca, seus psdeci-
mantoa estacionarioa e ltimamente sorgiram com
passos lio agigantados que o prostaram, tirando
a esperaoga do realabelecimento ; e um ataque
que no dia 18 de maio apparocte-lhe, deixou-o
em extrema proslagio, fazeodo-o recorrer, como
verdadeiro filho da religiio Santa do Crucificado,
as consoliges da igreja, o nos bracos do aea
amigo recebeu o sagrado viatico e 3 de junho
ficava 'um abatlmtnto mortal. >
No vapor guarassu' veio o Sr. comman-
dante superior Antonio d'Albnquerque Maranhio
Cavalcanti, que dizem ser pai da malher resusci-
tada da Parahiba, para ser presente ao tribanal
da relago, quem requerea habeas-Corpus.
Repartido da polica.Extracto das par-
tes dos diss 6, 7 e 8 de julho.
Fonm recolhidos a casa de dateocio do dia
5 do correte.
A'ordem do Illm. Sr. Dr. chele de policia,
os psrdos Manoel Loareogo doi Santos, de 21 sa-
nos de idaae, dado agricultura, viodo do termo
do Cabo, como tuspeito de ser criminoso na ei-
dade de Olinda, e Manoel Simeio Barbosa, de 20
annot, dado tambem agricaltura, por crime do
furto de cavallo, tendo aido preao em flagrante.
A' ordem do subdelegado do Recife, Frincisco
Manoel Joaquim da Conceigao, temi-brsnco, de
XI annot, dado agricultura, para recrate.
A' orden do de Santo Antonio, Francisco Fir-
nio Monteiro, brinco, de 31 aooos, ciixeiro,
para averiguages acarea do desapparaclnento de
ama menor; o pardo Porfirio, de 24 aooos, es-
era vo do Augusto Moniz Machado, a roquiaigio
deile, e liara do Rosirio, crioula, de 25 annos,
etcr&va de Joaquina Enilia da Silva, para averi-
guagoet, por te tornar aospeita.
Dia 6.
A' orden do subdelegado do Recit, Joio Go-
mes Ribeiro, dt 25 aooos, boleeiro; Joaqaim
Luiz da Silva, de 3Z annos, marojo, ambos bran-
coi, e Francelioa Maria da Conceigao, parda, de
21 annos. coiturelra, por brisa; os pardos Joio
Antonio de Vascoocallos, dt 30 tnooi, ganhador,
e Luiz Gregorio da Silva, de 32 annoa, remador,
por embriaguez e briga ; Marcolino Francisco da
Silva, de 32 aooos, forneiro, por desobediencia,
e Odorico Alves Psisoa, bronco, de 24 annos,em-
barcadigo, por tentativa de peita.
A' orden do de Santo Antonio, Josquim da
Sant'Aona Jnior, pardo, de 20 annos, sipateiro,
por ditturbioa; Maooel, crioulo, de 60 aanos, ea-
cravo de Silvestre Jess do Amarsl. por fgido, o
os africanos Jorge da Costa, de 45 annos, cozl-
obeiro, por embriaguez, e Ignacio, do 17 anno,
ganhador, por deiordem.
A' ordem do da Boa-Viata, o ifricano Theoio-
ro, de 20 aooos, cozinhairo, por briga e armas
defezat, e o crioalo Agostioho, de 30 annos, es-
cravo de Jos Rufino Maciel Uooteiro.i requiticio
deste.
A' ordem do de S. Jos, Anuncio- Jos dos
Saotot, crioulo, do 35 inoos, gtnhador, por in-
sultos.
A' ordem do da Vanea, os pardos Preguimario
Pertira dos Paaaos, Minoel da Costa Nogutlra,
ambos da 18 annos, Francicco Daniel Leas
22 aonos, e Candido Eropio Paz da Moari 19
annoa, aaaim como o crioalo Maooel Fran
Nascimenlo.de 17 aonos, lodos agricoltoti
averiguages poltciaea. *
Dia 7.
A' orden do Illm. Sr. Dr. ebeft de policia,
Maooel Teixeira Ozorio, branco, de 20 aaooi. ci-
garrero, e Feliciano Jos dt Meodooga, pardo,
tambem de 20 anno, carpioa, para rtcratn ;.
Jos Rodrigue Feroandes, de 25 anno, eaixeiro ;
Emilio Francisco Medeiroa Leal, de 90 aooos,
charuteiro, ambo branco, e Antonio A vlico da
Trlndade, crioulo, de 21 annot, ftrreiro, todos
por briga.
A' ordem do subdelegado do Reeifs, Manoel
da Silva Ribeiro, branco,.de 28 annoa. taoetiro,
por crime de furto ; os pardos Jos Gabriel da
Silva, de 34 snooa, terrete, Jote Joaquin Al-
ves, de 28 annoa, imperial mirioheiro, Joa Lto-
vegildo dos Santos, de 24 innoi, calra.elro, o los
Simes Corris, de 26 aooos, soldado de cavalte-
ria, por terem tentado tomar um preso, tmpre-
gaodo reaiateoela ; Raymuodo Jote da Lima, de
27 aooos, marcineiro, e AoloadMo Espirito San-
to Parahiba, de 49 annoa, marnno, por eotbria-
Total. i, 4
SahiraBU carados
58
t s
guez e deiordem ; e ban assim e crioulo Ltborio,
de 30 aunes, escravo da Joio da CotU, por tan-
gido.
A'orden do a Boa-Vista, Silvestre Felinpn.
de Soggljp, pande, de 40 annos, arpie, por
suipeUPra andar amado.
v A' ordem do da fdalena, Francisca Salvador,
_ Barboaa, ariofnfl l 40 amaras, serrador, para
231 veriguasoei tnf Iteatvtdeeavalloi, eMa-
,


diario m rnaAMawo. quaita hhra 9 di juk> de uei.
Untaos trioalo, ds 80 sooos.
-eroatdi, i requiatclo dciU.
Finalmente k ordem do de Jaboatlo, MtDOsl
Antala Mariano do Saotea Barrdre. *. *
-98 asos, fesreiro, bou desobediencia ordens
Jajaes.
O chaf da se,
/. G. dt
llovlmento da casa d*
ejulho.
Existan). .
Entraram. .
Saniram.
escravo di o. Pronunciado pelo delegado da 4* dlstricto.
A. a josliQS.R, preso Jos Francisco Borras.
Pronoudsdo pelo delegado do 3* dlstricto.
A. a juslit;. B. preso Antonio Joaqun de
Soass. Proaundede p ^municipal da Ia
Receidos pelo 8f. jaiz de direito, foi por
or>ajatraaa trujas i asssmo daaatos jal
los na* ussVMbeMev
OSr. juixdedlsuttodaU*> asarU a saaeio.
Entra em )olauaato osa Bsatgdto Maaaasdos
Sanies* sceajssdaceat crisjr*oe>fede3eBtoaejrares
feito ds pjetaaa ea-Boge raamata>di Silvia
Exilian).
A sabis-
3*Jh
275
36
5
74
8
"S98
148
Nacionaes .
atrangpiros.
Malheret. .
Eacravoa. .
Escravat. .
Total. .
Alianajrtsdos a casis doa co'ires provln-
sf > f
Upvimento da enfermara do dia 8.
! Tireram baixa :
Jos Antonio Corrala de Mello, ioiermiUenle:
jLourenca, escara-de Francisco Ferreira de Mel-
lo, intermitiente.
Teve alta :
JeioGowet Kibeiro.
O f spor nacional lguara.it*., viudo dos por-
to* do ooria, Iroaxe a seu bordo os seguintes
susgeiros:
Catlas Antonio de Anujo a 1 escravo, Baliha-
sar da Muura a Silva. Jas Martina Ferreira da
Coala. Jalo Antonia de Faria e aua aeofiora, Mi-
Suel-Soarea Raposo d Cmara, Manoel Coroelio
reata Cordeiro, Aotooio Dias Piolo, Manoel
Joaoeelloreira, Vicente Augusto de alagalhies,
Joaquira Marques Ctmicho, Mtueel de Medelros
Carviibo, Joaquim Ezequel Baibost, Frederico
ala Casia Mooteira, Antonio Hamos de Oliveira,
"Usaiaal Jos Rodrigue Lima, Margarida Ferreira
acampo, o coaoaaodaote superior Antonio de
Albaaasrque Maraobio Caaaloeatt, un otBcial te'
prianelra linha que o acompmha e um soldado.
Obituario do dia 8 de iulho. no cemite-
auo publico :
Jas, Pernambuco. 1 hora, Boa-Vista; espasmo,
lo, Pernambuco, 1 meies, S. Jos ; es-
daasD
fois
Ha dos i
te-
.Pernambuco, 8 dias, S. Jos ; angina.
a Tberasa de Olivetrs Costa, Peroambuco,
55 annoa. Poco da Panella 4 tubrculos pol-
satanoel, CUlga.3 snnos. S. Jote ; vermes.
Aotooio, Pp5abuco. 10 mexea, S. Fre Pedro
Geacalves ; espasmo.
Hara, Pernambuco, 1 son, S. Joi; espasmo.
CHRONICA JUOICIARIA.
friltuHal 4a Reluci.
SESSAO EM 8 DE JULHO* DE1862.
1VAMIOHCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO EREEL1NO
DS IKAO.
A's 10 horas da meohia, presentes esymtgores
deeesabargadores Caetano Santiago, Silreir, Gi-
iraaa, Laureano Saotiafa, Peretli, 'sVcioli, e
Ucha Catsltaoti, fallando o Sr. deaamsarga-
ator Guerra, procarador da cacea, sbrio-ie a
aessio.
Passados os (eitos, a entreguse o disirtbaides
leram-se os seguintes
JtJMaMBHTOS.
*. ggravo de petico.
Aggiavante, a viava e heraelros de Marcelino
SVolooio Pereira ; aggravado, o julio.
Batatar o Sr. deaembargador Ucba Caval-
aati.
Sorteados os Srs. deaembargadores Silveire,
Aedoli. ;
Necea-ae provirasoloi
Recurso commercial.
Recrtente, o juo ; recorrido, Clsudio Du-
Jmux.
Relator o Sr; deaembargador Uchoa Caval-
SECfiti.
Sorteados os Srs. desembargadorea Caetano
Santiago e Peretti.
Improcedente.
Appellacdt crina.
Appellante, o juizo ; sppellado, Luis Leonardo
Soto*.
A'aovo jury,
Appellaote, o jaizo ; appellado, Brai Gomes da
"Silveira.
A* aovo jury.
Appellante, o juizo : appellado, Aodr Aveli-
sio 4a Costa Nanea.
A'aovo jury,
Appellaote, Paulo Joaquim Telles ; appellado,
"Tbomaz do Bomtim Eapindola.
Improcedente.
Aspaiiaole, o juizo; appellado, Joaqoim Ja-
cintho da Sampaio.
A* novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Soa-
ree de Qaeiroz.
Improcedente.
Appellsnte, o promotor ; appellado, Antonio
Joaquim da Silva.
Improcedente.
Appellsnte, Raymundo de Brito Passos ; ap-
xiellado, Joaquim Meirelles de Araojo.
Improcedente.
Appeilaots, Barnsrdioo Jos Liraeira ; appel-
lado, o juixo.
Fot absolvido o appellante.
Appellaote, o juizo ; appellado, Antonio Ma-
noel do Nascimeolt.
A* oovo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Paulino
de Mello e outro.
A' aovo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Anto-
nio de Moraes.
A' oovo jury.
Appellante, o juizo; appellado, Manoel Bezer-
xs das Santos.
A' novo jury.
Appellaote, o juizo ; appallada, Mara Balbi-
zta daConceico.
A' novo jury.
Habtas-corpus.
Foi proposta a petico de Jos Francisco Ray-
mundo, peditido ama ordem de babeas-corpus,
que Ihe (oi concedida para o dia 12 da correle,
uvida a autortdade competente.
Igaal coocesso leve o Dr. Loureoro Bazerra
Cameiro ds Cunha, para o mesmo dia, a Igual
Inora.
Ficou sdisdo o jolgsmento dos habeas-corpas
xequaridos pelos cspilio Aosclelo Jos de Mallos
e commaodante superior Antonio de Albuquer-
H94 MareBhao Car a lean ti, para o dia 12 do cor-
Tente, s 10 horas.
DES1GNAQ0 DB DIA;
Assiguou-ie dia para iulgamento das se-
piiatsa
i pptllaue% crimu.
Appeliante, Luiz Jos Cameiro ; appellado, o
jaizo.
Appellante, o juizo ; sppellado, Jos Francis-
co Alvos Pequeo.
Appellante, o juizo ; appellado, Joo Fa-
aades de Arsujo.
DUTRIBDICjAO. .
Ho Sr. desembsrgador Lourenco Santiago :
A p etica o para prorogacio de inventario, pe-
4ida por Victorino Jote de Soasa Travasso.
Encerrou-se a sessao>ss 8 horas.
-2JR
Joaquim Joi de Sml'Anoa Barros. .
Dr. Galdloo Ferreira Comas.
Jola Mooteiro de Andrade Malvina.
Hyppolilo Jote Roberto.
Jos Candido de Souza Miranda Castro.
Aotonto Nobre de Almeid.
Dr. Carros Frederico dos Sanios Xavier.
CapitSo Antonio Jos de Souza Cousaeiro
Jos Joaquim da Costs.
Joaquim Pedro dos Santos Bezerra. '
Caetano Pioto de Vwat.
Dr. Joco Pedro Maduro da Fonsecs.
E prestaran) o juramento doa Santos Bran-
gelhos.
Interrogado o reo, procede-te a leitura do pro-
cesso.
O Sr. promotor publico pedio s condemnaco
do reo no grao mximo do sit. 205 do cdigo
criminal.
O. Sr. advogado deduzindo a defeza, pedio a ab -
solic.ao do reo. .
Fiodos os debates, e preenchldaa todas a for-
malidades da lei, o Sr. jaiz de direito propoi os
quesitos seguintes:
1.*O reo Emigdio Maooel dos Santos, no dia
9 de abril do crrante auno, na freguezia de S.
Jote, fez na peasoa de Rogero Siroao da Silva o
ferimeoto coosUnte do eorpo de delicio 7
2."Este ferimento produzio grave iocommo-
do de saude ?
3.*O jury reconhete que o reo commetleo o
dslicto em defeza de aus pesaos f
. 4.aO reo para asslm defender-te leve certeza
do mal que se propOz evitar f
5.*O reo psrs asaira defender-se tese falta
absoluta de meio mais prejudicial?
6.' Houve da parte do reo ou de sua familia
provocagao ou delicio que occatiootsse o con-
flicto t
7.Dtu-se a circumstsneis sggrsvsote de es-
tar o reo superior em armas, de modo que o of-
fendido nao podia defender-te com probabilidade
de repellir a offeoss ? .
8.*Houve nn offeodido a qaalidade de mestre
do delnqueme, que o coostiaa a respeito deste
no caso da. psi ?
9.Extstem circumttancias sllenaantes 6, fa-
vor do reo ?
Lidos os quesitos e entregues so jury de seo-
tenca, foi este condozido a sala aacrela daa con-
ferencias s 2 horss ds tarde, d'onde voltnu t
4 horas, respondendo toa quesitos pela meneira
seguate :
Ao 1* :Sien, por 10 votos.
1
m 31 de desss>
EuaWda.1881 s 1B8B.
lo de cossV savalIcasKaao.
I BIWBHI
N|Wati B*fj*k
Saiia.Triflcade>
ra da 1861...
Pgala melo aa 26
1851 ns. 63 e 64 .
6|000
12|08
18|000
para consumo; n.
i per cabeca de o*a-
Ao 2* e 3* :Sim, por 9 votos.
Ae 4* :Nao, por 7 votos.
Ao 5#:No, por 8 votos.
Ao :Nao, por 11 votos.
Ao 7:Sim, por 9 votos.
Ao 8a:Nao, por 11 votos.
o 9a:Sim. por 6 votas.
Lides as respostas pelo (residente do jury de
tenlcoca, o Sr. juiz de direito publicou sua aeo-
tenca, pela quai coodemna o reo 4 pana de aais
mezea a meio de pritao limpies o multa corres-
pondente a metsde do tempo e as cusas.
Levaotou a sessao, adiando-a para o dia se-
guinte Ss 10 horss da sosnba.
69 a
Ideas per 600 reJ
vaceum mortc
31 a 39.......
Idees de 200 rs. | or cabega do gado
saino, n. 2....
dem de 100 rs.
Ihum n. 4....
dem sobre fogo irtlflclal, o. 44.
dem dem de nstsbelecimeoto da
freguezia de Boa-Vista n. 5.....
dem sobre currs es do paixe n. 2..
Mulls impostas jelo fiscal da fre-
goetia do Bec fe, o. 63 a 66....
dem dem de Si nto Antonio, o. 19
a 29... .. i ..' ......*..,
dem idem deS. Jus. n. 82a 85..'
dem dem da Boa-Vista, n. 13.
Idase idem da Vi rzta, a. 3 a 5.....
dem pelo aobdel igado de Santo An-
. Ionio, n. 25......................
Ideas idem da Boa-Vista, o. 3 e 4..
dem ideas doa Afogado, n. 3 a 5...
Depsitos n. 1 a *...................
Cemtertp publica, n.4..............
% DESPEZA.
Cooj a (olba de oidenados dosem-
prsgados nomez de dexembro pr-
ximo flodo n. 7 e 8..............'
dem limpezae das raas, n. 53 a 79.
Idem matadouro publico, n. 13 a 15
dem evenleaes e dividas pastivts,
n. 10 a 15........................
dem cemilerio publico, o. 4......
Saldo em 31 de Janeiro de 1862,...
l Extrclcle
Imposto de esUbelect
m goezia de Santo Aaisa
! agosto de 1851 sk 59*
103JJ8W
4^000
81000
l:157f000
209000
10*000
4*000
29O00
IO9OOO
549000
959OOO
3O9OOO
49000
221400
3gO00
61000
619000
4*800
1:0359900
10:0869879
2:877 $84!
974*300
3O|O0O
581{620
1148B466
"5:6121227
4:4749652
l^gfQQO.
Imposto de saiabelscimanto da re-
guesia do Recite n. 639. : .
Malta pela reeaiamento de 26 de
agosto de 1851 o. 450 .
Dficit em 31 de marco de 1892.
DESBR2A.
Com a folba de ordenados doa em-
pregadoa do mea de fveratro pr-
ximo flodo na. 12 e 13 : .
Com jury a eleieea- nr. 10 a tf. .
Com cuitas criminsss n. 10 .
Com lmpeza de reas ns. 103 a 123.
Com o matadouro publico ns. 20 s 23
Com eveotuaoa o dividas paesivae
ns. 19 a 24 ... .
Com deaappropriacoe* os. 4 a 6, .
Com extraordinarios o. 1. .
Com o cemiterio publico n. 6 .
4|0M
89000
129000
9 8289612
18:5769863
1:3669576
589600
4789093
3:027|960
399000
1729660
3:875|O0O
6:9469666
1:6159106
contra algn, cama mcimo hat sjjAl
elogias.
I pestoss qaa am de_
Ugrea as cartairaa bomaopsihicaa.
.**%*?' '"o qa *e sal
=
irlos da
vidas. Pela rninha parte o que sei q
Dr^Bm Cmilbo doLsVago Berros, saohoi le
lo eajuaio Bsarn
sw&s:
do
T
me
as no
00 m
< O
que me1
nonos no Caat-Mariro, a qaem
maodoa padis-ma, essctweu-
ceas ella corou cempletaasante
asjgrtaaaat, qaa foram mais
otaatacaaedoBsa4.
o i raspeilaaetias car tetras tal
qaa amatau ata por lora que
1^
18:5769863
Cmara
1862.
inicipcl do Recife, 10 de ebril de
O procurador.
Jorgt Vctor Ferreira Lope*.
10:086*879
Balancete da receita e despeza da c-
mara municipal do Recife, no mez
de dezembro de 18G1.
RECEITA.
Saldo em 90 de ooTtobro de taai. 3:4079907
Exercicio de 1861 a 1862.
Impoato de afterico doa pasoa e
medidas o. 1.............;........ 3 8079500
dem de medidaa de farinha o. 1... 500*000
dem de cordeac,es o. 48 a 68...... 120JJ04O
dem de 500 rs. por cabeca de gado
vaccuro.n. 18 a 31................ 1:634*000
dem sobre fogo de artificio n. 21 a
43................................ 1O2S0OO
dem de estabelecimeolos da fregue-
zia do Recife n. 3......J......... 4*000
dem idem da Boa-Vista, n. 4...... 2$000
dem de 40 ris sobre p de coqui-
to, n. 1.......................... 103S500
Multas pelo fiscal da freguezia do
Recife, n. 43 a 62..'.............. 98*000
dem idem S. de Jos, o. 80 a 81... 139000
dem idem'da Boa Vista, n. 4 a 12 54*000
dem delegada desta cidade n. 67
a 77.............................. 82*000
dem subdelegada de Santo Anto-
nio, n. 22 a 24.................... 700O
dem idem de S. Jos, n. 1 a 4.... 8*000
dem idem da Boa-Vitla, o. 1 a 2.. 5*000
IJem idem doa Aogadoi. n. 1 a 2.. 2*000
Idim idem Cdigo, o. 1...J......... 7*500
Predio da ribeira de S. Jos, o. 1
s4................................ 360*826
Taiho de acouguea. n. 1 a 15...... 3:3888945
Extraordinario, n. 1................ 350*000
Cemiterio publico, n. 3........... 989f00
Cmara municipal do Recife, 10 de fevereiro
do 1862.
O procurador,
Jorgt Vctor Ferreira Lopes.
.
Balancete da receita e despeza da c-
mara municipal do Recife no mez de
fevereiro de 1862.
BECBITA.
Exerdcio de 1861 e 1862.
Saldo verificado em 31 de Janeiro de
1862..........
Imposto de mscales e bocaleiras
numero 1 -.......
dem de cordes;6es e licencia os. 89
ol*. a # #
dem de 500 rs. sobre cabe;a de ga-
do vaceum ns. 40 a 52 .
dem sobre fogo de artificio na. 45
e46 i......
dem sobre esubelecimento da. fre-
guezia do Becife ns. 3 a 55 t
Ilsm idem idem de Ssnto Antonio
ns. 1 a 22........
dem idem idem de S. Jos ns. 4
a 14 ......
dem idem idem da Boa-Vista nr.
6 a 16..........
dem idem dem dos Afogados ns.
4:474*652
37)500
119*720
1:301*000
8J000
1829000
829000
28*000
38*00o
nio n. 30.........
dem idem idem idem de S. Jos
ns. 86 a 135........
dem pela subdelegada ds freguezia
de Santo Antonio ns 26 a 29 .
dem dem dem idem de S. Jos
os. 6 e 8.........
dem idem-idem idem dos Afoga-
dos d. 6. -. .
Idam peto cdigo n. 2. ... .
Aluguel da dasa da ra da Floren-
tina a 1. ........ .
dem da ribeira de S. los na. 5 a 8
dem da da Boa-Vista n. 2 .
Cemiterio publico n. 5. .
112S000
18*000
16$000
4*000
57*79
125*750
148*316*
95*000
950*000
Caia Filial do Banco do Brasil.
BALANCETE EM SO DE JUNHO E 1862.
Activo.
Accionistas do Banco do Bratil.
Entradas nio
reslssdas da
10,000 acetos
localisadasna
proTind*. 400:000900
airas aascoitf a*a.
Com daos sssig-
naturas resi-
dentes no la-
gar do des- ,
cont..... 3,179:3415903
Com urna s di-
ta dte .... 69:332*080
Letra caucionada.
Por ouro. prata
e litlos com-
merciaes. *
Por outros li-
tlos ......6:5009600
3,248:673*983
Letrat a rtceber.
Saldo desta coti-
la. ...
Diversos.
Saldo de varias
contas ....
Caixa.
Pelos seguintes
valorea:
Em rtoeda de
ouro ea- 22
quilates .
Emnotatdothe-
- ouro do va-
lorea de 10* e
auperioros .
Em moeda de
troco.....
8m notas dapro-
pria caia .
oUgUOO >
6:500*000
112:978)506
3,429.9rO*023
1,888:153*000
130.000*000
8:700*460
4.588:4fXI9000
6,615:253*460
13,813:375*972
Passivo.
Banco do Bratil conta de capital.
Valor fornecido
3:430*078
JURY DO RECIPE.
3a SESSAO.
Dia 1 dejiilho.
VatESIDBMClA DO SR. DR. BERNARDO HACHADO DA
COSTA DORIA, JUIZ DI DIREITO DA FRIRKIRA TARA
CaUHNAI..
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dina de Gutmo Lobo.
eterivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco
ate Paula Esteces Clemente.
sMtageoo, o Sr. Dr. Frsneisco de Carratho Soa-
rea Braodao.
A'a 10 horas da manis, absrta a sessio pelo
4of ae de eampainha, e depoia da verificacio das
cesarles, o-Sr. Dr. juiz de direito msodooproce-
sera etoemada dos jurados, e acharam-ie preseo-
te#48 Srs.
Forera enaltados em 20* cada um dos Srs. mal-
*aaaa oes dias aotariores.
Comparecse o Sr. Or. Frsneisco de Aojo Bir-
a, jets municipal del Tara, o spreeentou pre-
U:638511
Exercicio de 1860 a 1861.
Imposto de estabelecimento de fre-
guezia de Santo Antonio, n. 557
a 558.............................. 6*000
Multa pelo reglamento de 26 de
agosto de 1851, n. 609 a 610..... 12g000
dem idem d Uuribeca, n. 2 a 5.... 43*200
Aluguel das casss da praca a Im-
dependeocia. n. 42 58............ 4:9S3t536
Ribeira de S. Jos, n. 58 a 59...... 32*160
Exercicio de 1859 a 1860
Imposto de estabelecimento da fre-
guezia de Sanio Antonio, n. 619. 25OOO
Multa pelo regulsmento de -26 de
agosto de 1851, o. 662............ 4*000
Exercicio de 1858 a 1859.
Imposto de esUbecilemeolo da fre-
guezia de Santo Antonio, o. 638. 2*000
Mulla pelo regulsmento de 26 de
agosto de 1851, n. 594............ 4f000
Exercicio de 1857 a 1858.
Imposto de estabelecimento da fre-
guezia de Santo Aotooio, n. 638.. 2*000
Multa pelo regulsmento de 26 de
sgosto de 1851, n. 456............ 4*000
Exercicio de 1856 a 1857.
Imposto de estabelecimento da fre-
guezia de Santo Antonio, n. 631. 2*000
Multa pelo reglamento de 26 de
agosto de 1851, n. 337........... 4*000
Exercicio de 1855 a 1856
Imposto de estabelecimento da fre-
guezia de Santo Anlooio, n. 642. 2|000
Multa pelo regulamento de 26 de
agosto de 1851,0. 486............ 4*000
Exercicio de 1854 a 1855
Imposto de estabelecimento da fre-
guezia de Santo Antonio n. 664. 2*000
Multa pelo regulamento de 26 de
sgosto d 1851, n. 486........... 4*000
Exercicio de 1853 a 1854.
Imposto de estabelecimento da fre-
guezia da Santo Antonio, o. 655, 2*000
Mulla pelo regulamento de 26 de
sgosto de 1851. o. 480............ 4*000
Exerdcio de 1852 a 1853.
Imposto de estabelecimento da fre-
guezia de SaAto Antonio, n. 632. 2*000
Multa palo reejlTsmento de 26 da
agosto de 1851, n, 963............ 4*000
Exerdcio de 1860 a 1861.
Multas pelo fiscal da freguezia deS.
Antonio n. 33....... 30*000
Aluguel da ribeira de S. Jote ns.
0e61......... 39*416
dem da da Boa-Vista ns. 20 e 21 94*500
. &U86t6
DESPEZA.
Aluguel do paco ds cmara o. 1 .
Foi lia de ordeoadoa do mez de Ja-
neiro prximo fiado ns. 9 s 11 .
Jury e eleices n. 9.......
Limpeza das raas ns. 80 a 102 .
Matadouro publico ns. 16 a 19 .
Eveoluaes e dividas passivss os. 16
a 18.,. .......
Detapproprlacoes n. 3.....
Com o cemiterio publico n. 5 .
Sali em 28 de Janeiro de 1862. .
400*000
2:370*117
7*560
1:332*792
47S280
130S68O
25*000
1:301S826
2:503*391
8:118*646
jakBttsaaa. pare serum
A. a jestica.B. preso
Isas*, aecravo de Asga
maataeeae peto sebdela
*^oJJpu~R.pi
os procesaos se-
r nacido por L-
Machado. Pro-
le.
BeptUts dos Pai-
20:200*914
DESPEZA.
Com expediente e impresses,
dem a folha da ordenados do mez
de novembro, n. 5 a 6...........
Jury e eleigdes, n. 6 a 8...........
Cusa criminaes, n. 5 s 9..........
Limpeza de rase, o. 35 a 52......
Matadouro. n. 1 a 12...............
Eveoluaes e dividas pasaivas, o. 4
a V.................,..............
Desapropnaces, n. 1 a 2...........
Cemiterio publico, n. 3.............
Saldo em oi de dezembro prximo
paseado...........................
374S000
2:342*738
769440
9279231
326*780
2:640*700
3:395|420
ir47 59000
1:175*766
Cmara municipal do Recifv, 4 de marco de
1862.
O procurtdor,
Jorae Vctor Ferreira Lope.
Balancete da receita e despeza da c-
mara municipal do Recife nomez de
mareo de 1862.
RECEITA.
Exercicio de 1861 a 1862.
Suido verificado em 28 de fevereiro
de 1862.........
Impostos de cordeaees e liceocaa
n. 112 a 133.......
dem de 500 rs. sobre cabeca de ga-
do na. 53 a 65 .
dem sobie fogo de artificio ns. 47
e 4o. .........
dem sobre estabelecimento ds fre-
guezia do Bedfe na. 56 a 249. ^^688*000
dem idem idem idem de Santo An-
tonio ns. 23 a 298.....
dem idem idem idem de S. Jos ns.
15a80......;..
dem idem idem idem da Boa-Vis-
ta ns. .17 a 182.......
dem idem Idem idem do Poco ns.
t a a. .........
dem idem idem idem dos Afogados
o. 5 a 11.........
Maltas pelo fiscal do Becife na. 78
a92........r.
dem idem idem de Santo Antonio
ns. 31 e 32. -. .
dem idem idem de S. Jos os. 126
a 193.
dem pela delegada ns! 78 a 80* .'
dem pelo subdelegado de S. Jos
os. 9 s 11........
Talhos de acouguea n. 16. .
Cemiterio publico n. 6 ; .
pela caixa ma-
triz.......
ase saa eses'wV ^
Valor em circu-
lacSe.
Letrat a pagar.
Por dinheiro to-
mado a pre-
mio. .....
Por saquee. .
Contas correales.
Saldo desta con-
le.......
Diversos.
Saldo de varias
contss ....
Ganhos e perdas.
Lucro sujeito a
liquidaco. .
57:561,179
6:200*000
2,000:0009000
3,753:1909000
63:761*179
potsue urna dolas, enteode que lera o medico e
a eetise fsiehsdoe em sua* ssveU. e com isto tica
irsnqaillo.
Quaodo digo Isto nio posso ser acoimado a
saspetto, pois que nenbam interesse me movr
fazer propaganda tm favor de alguem, e menos
sinds de diminuir ou mesno msrear mritos
alheios, digo-o aomenta por atlen?ao verdade,
e por sentimentos de hemanidade, a qual talvez
aproToite urna noticia desU ordem, que quanlo i
mim declaro a Vmc, que at boje alad* nio pu-
de dedicare, mi ha sympathis este novo sysU-
ma, que como todo* os systemu tem verso e re-
verso.
< Criado na lei anliga ds allopalhia, ea nao
reneg da sua f, na qual alias quero morrer tao
ortodoxamente, como um ebriato valho abra-
cado com a craz, ou um moero com o sea aleo-
reo.
< Agera mesmo nesle cholers o Sr. Dr. Bol-
var com os remedios allopathicoa arrancou daa
mios da morte (nao ha nlsto byperbole) um g-
gregado meo que fora delle atacado fulminante-
mente, o que foi man urna coofirmaco de sai
nhs predilecto pels sciencis de Hypocrater. So-
tretaoto como sus daquelles que recebem o bem
com osolhos feichsdos, e que rende culto so sa-
ber, onda quer que se elle encontr, nio posso
por isso negar minbs admiracio e reapeito ao Sr.
Dr. Lobo Moscoso, que reconbeco, como mestre
ns sua proflasio, o mestre que vai ciogiodo a
toa testa com corota nuito honroaaa.
a Por isso, ae Vmc. llver occasiio e me poder
fazer este fsvor que mui instantemente lhe rogo,
d-lhepormim um estreito sbrsco, e diga-lbe
que se nio teoho a fortuna de coobecer a sua 11-
lastre pessos, o meos lisongeo-me com a vai-
dade de saber c mesmo destaa areiss da cidade
do Natal apreciar o seu talento distiocto, asalm
cerno a recenheeida profideocta delle.
Vmr. deve ter comprehendido que oacesss-
riemente hada causar tensscio e exciUr a curio-
aidade publica desta proviacia, resurreicio de
D. Marta Umbelina, ns cidade da Parabybs. Sao
portento receidas aqu com summa avidez aa
noticias que dizem respeito i este estupendo
tuccesto, lano pela natureza delle, como porque
perteocem a um muoidpio nosso, o de Cangas-
retama, onde flgurem em priroelra ordem, as
pestoss que desgraciadamente se achaca* envolvi-
das nesse tenebroso misterio.
a Agora porm cresce de ponto o alvoroco
com a fama que corre, de que o Sr. Dr. Riguei-
ra Costa remelle para c toda esae geote, afim
de ser processada no distrcto, em que se diz
6ra praticado o supposto delicio, pelas respec-
tivss autoridades. E' urna melada bonita, que
tari de eovolver em aaa ioextricabilidade juizes,
promotores, accesados, teslemuohas e ludo quao-
to por sua iofelicidade for obrigsdo se metter
nella.
a Os pensadores mais prudentes enteodera que
o governo imperial prallcaria um acto de aum-
majuati^a e evidente acert, passaoto para
chele de potida desta provincia o Sr. Dr. Bi-
gueira Costs, por isso que nioguem maia nem
meamo tanto, quinto S. S., est habilitado para
desstsr o n, que com suas propriaa mios to-
cen : o melhor general para terminar urna cim-
panba aquello meamo que a ioiciou, porque
est so fseto de todos os movimentoe desde o
primeiro dia em que se ella abri.
a Alm disto, sabe-ae que a polica est sen-
do dirigida interinamente pelo juiz do direito
desta capiUl ; a nioguem ignora que a aatori-
dade iolerina nuoca marcha com aquella energa
e seguranza com que o faz a autoridade e(lectiva:
mesmo o Sr. Dr. Bigueira Costs j tem dado re-
petidas proas, dequeo homem naturalmente
proprio para arrostar estaa crises, desenvolver-se
no meio delles e sahir-se bem afioat.
Em CauguareUma e circamvisinhanCM, di-
zem-rae que nio ba urna so pessoa que acre-
dite em tal resurreicio e em semelbaole crime
de tentativa de-morte ; aqu o ala capital a opi-
oiio mais geral e sensata pionuncia-ee no mes-
mo sentido: veremos em que islo d, pela rni-
nha parte inteiramente neutro oetle negocio,
desempenharei o mea ptpel de observador im-
psrcial, para lhe ir contando o que se for pss-
saodo.
Parahyba.Continua va a funecioaar a assem-
bla provincial.
O presente vapor foi portador do importada
divida cootrehida pela provinda como novo ban-
co ; o que bem mostra qoe o estsdo financeiro
1,916:9665357
6,033:246*086
46212*350
aire Sr. Joaquim
logo que fosea rece-
e eeai tstrip-
o redbo: oata-
o qaa a recibo
o cheque: de-
roamo dia
. l^***WeBU recibo foi no eserip-
laata Ir. Dr. A. P. da Oiitetra entregue pelo
flet do eerbraoor da caixa, dedsrsodo este que
teaa Haba sMo regultrmaots pego I Os doue
Sea diraatoreaa semsns perguoundo sea ess-
paaajedoatda casa ae esss letra ostra de alga-
ilawu elevado haviam sida pagas, r acabar ara
resposts sfflrmaliva. Onde, pou, em lude isto
a culpa do Sr. Dr. Augutto Frederico de Oli-
veira ?
O balanco tpreaentado pelo S .Joaquim Jos
Silveire, prora que nessse dis 14>I Silveira
linha em sea poder pertencen.es so Sr. Dr. A;
F. de Oliveira fundos equirelentea a importancia
daquelle cheque de cemeontos, e para mais pro-
ra de bfts-f do Sr. Dr. A. P. de Otlretta, o
mesmo balanco prora qae depois eaase da-14
at o dia 20 em que o Sr. Silveira saepeodtu ae
suss operscoes, o Sr. Oliveira conlinuou diaria-
mente a mandar para a casi de aeu banquuro
dioheiros. asslm como a sscsr cheques; como o
Sr. Dr. Oliveira o mesmo fltersm ns mais nego-
ciantta que tinbam- Irsassccoee com o St. Sil-
rer, continuando a depositar em saa casa di-
oheiros at o dia 20 de junho, de manhia, em
que o Sr. Silvdra declarou nio poder superar ae
difficuldsdes e embanco* da aitu#cao.
Pode crer-se que o Sr. Dr. A. F. do Oliveira,
se tivesse a menor auspdta de que no dia 14 o
seu cheque da cem cornos nio tlnha sido saiia-
felto, tendo em poder do Sr* Silveira fundoa para
este fim destinados, coatfnuasse nos diss subte-
queotea a confiar dioheiros ao mesmo Sr. Sil-
veira ?
Parece que o evidencia da verdade quanto a
pureza da innoeencia do Sr. Dr. A. F. de Oliretra
ed ah prorada com a evidencia e cltridade da
luz meiediens I
Segunda estamos informtdos o Sr. Silvdra
nao nega o fado tal e qual se paasou ; a prova
de qae elle aceitn o cheque rt, em dher elle,
ter entregue por coma, rime cootos de ris ao
tbesoureiro da caixa, a qaem pedir a espersr
alguos dias pelo resto : e de certo esta promes-
as j a esta hora teria sida fielmente eatnprlda,
se por reo tura nio sobreviessem causis de forca
?*"?; K em pro"a boa-f aceitou o cheque de cem eontot para o
pagar, qae oeste meamo dia 14 elle para este
fim spresentou pare discooto urna propoeta &
caixa filial, cooteado lettras de firmas de pri-
meira ordem, e de relor prximo i oliente, con-
loa. Infelizmente, porm. esta prepostr nio foi
approvads ; eii, pois o eralbaraco que dea logar
ao nao pagamento integral do cheque de cem
cootos por psrle do Sr. Silveira.
Todas aa proras e teatemunbo de pessoss gra-
dss e insuspeitas podern ser exhihidaj para cor-
roborar e coofirraar ludo quaot \ acabamos de
expender e asseverar relativamente s occorren-
ciaa e incidentes a respeito do referido cheque ;
ssirn como opporteoamenle oio teremos duvida
de esclarecer o publico acerca de todos oa mais
iocideolea concernen les ae desfalque encontrado
no cofre do tbesoureiro ds cana filial, afim do
mostrar que por causa desse grsve successo ne-
obuma increpacio pode ser dirigida h directora
da caixa filial, a qual composta de hornear ho-
nestos e tndepeadentes jamis tolerarte aquillo-
que. alm de aer contrario aos interesses do et-
ttbeledmenloi seu cargo, eminentemente im-
moral e criminoio. Como, porm, no Impresso
denominado Campeo h'aive proposito xponta-
oeo de expr odlotid e publica os nomet de
dous Pernambocaoo*. tetramente o o presi-
dente, e deliberadameniPii) do rice-presidente
da directora, terminaremos vdeclaranoo, que o
9r. vtcoode de Suassuna pe^ poticio elevada
que occopv oo paiz, ji mu i vanieiossraente
conbecido e conceilusdo, deve zombarde ludo
quaolo S intriga, a proterda, a arela ardirem
contra o seu crdito : e pelo qu dix respeito so
Sr. Dr. A. K. de Olivelre. em vis do modo to-
do regular porque procedau no incidente de que
acabamos de no* occapar, a nosso ver cada
vez mata digno do elevado cooeeito de que go-
za, sendo para nos, o para todbaoa desapaixona-
dos. motivo de tnteira utisfaeio o recoohecer
que, este nluitre Pernambucano continua a con-
servar illezas aa honrosas Iradlccoes e ejemplos
que ine legou o seu fiosdo e honrsdissimo pal,
mutlo dutiocto negocisnte p-rnambacano, que
como tal foi sempre considerado no commerdo
desta cidade, e na de toase aa pregas em que te-
va trsoseccoes, como um typo de probidade o
honradez.
Temos concluido.
Becife 7 de jelho de 1862.
/. B. S.
dos cofres provinciaea vai melhorando.
13,813:3755972
O guarda livros,
Ignacio iVuns* Correa.
DIARIO BE PERNAMBUCO.
2:503fJ391
89*860
,1:104*000
88000
938*000
2088000
518*000
8*000
18*000
166*000
18*000
248*000
32*000
12*000
6*000
1:5419000
5:950*860
12:734907o
7:4668893
20:2005914
Exercicio de 1860 e 1861.
Multas impostas pelo fiscal de Santo
Antonio ns. 34 a 36.....
dem idem idem idea de S. Jos
". a 45...... .
Imposto de estsbelecimeoto da fre-
guezia de Santo Antelo ns. 559
56*...........
dem idem idem de Boa-ViaU as.
257 e 258........
Multa pelo regulamento de 26 de
agesto de 1851 ns. 611 618 .
90*000
90*000
2O900O
4*000
8*000
262*800
Pelo vepor costeiro Iguarais recebemos no-
tidas da Parahyba a Rio Graode, acodo eetaa em
data de 5 e aquella de 6 do correte. Neobuma
carta ou joreal tivemos do CearS, sem que pos-
samo* descobtir- a causa.
Rio Grande,Nosso correspondente diz-nos o
seguinte:
O que direi eu desta rex Vmc, quando te-
tamos em urna uormaldade tal, que nio teosos
mesmo aqui o que conrerssr une com os outros ?
A'excooacao de maia ums morte raccedtdk no
da 27 do pssssdo, no dlstricto de S. Goocato. on-
de o cabra dame Bento Cangthyba matoa com
urna forte encelada, que lhe deecarregou oa cane-
ca, o india Anlooio Moretra, cooseguindo eva
dir-se, sotes de ser preso, nenhem outro acon-
tecimeoto lamentare! tem sido consignado lti-
mamente em nossi estatistica criminal.
c A aesambla, que fornecia alimento a curio-
aidade publica, j se encerrou a multo tempo, e
obre os eeoe trsbalhos eati proferido o asctico
parce sepultis.
e A opposico energumsoa que se ftzia so
Exm. Sr. Leo Velloso, ou ji emudeceu por urna
ves, ou pelo meaos en tro a em-4regoas com elle ;
i mullo que nio apparele o Ato-Grndente do
Norte, T
e O rumor que excitar a queda do ministerio
Caxlas e aecenco do mintatedo Zacariasf foi aba-
fado, e resfriado pelo gelo da idade a do genio
braodo do Sr. marques de Olinda. Ao al?oTOeofSr, Dr^A. de Oliveira,
das eeperao^ee e susceptibilidades postas em mo-
vimento pelo trianpho da politice, que represen-
tara o ministerio do* quatro dia, so terror qae
csussva aoa borneas prudentes e pacficos a no-
ticia da prxima diasolucio da cmara dos Srs.
depatados, sucoedeu a segaranea a tranqaili-
dade que nos deu a corea, nos garante um mi-
nisterio de as, de ordem e de coociliacio,
como o actual. Nio ha um t eidadio, que nada
tendo peacar em sgoas turras, e que entregan-
do-so egora livre e socegaamente aos sen* sfa-
zeres domsticos, alidado do pessdelo da disso-
locao, nio diga para si mesmo e para os aeua
amigos, o que outr'ora dijse um pastor italiano i
outro pador seu eommuoiripe:
a Utus nobis hete otia fecit.
c O cholera, que por Unto tempo nos trouxe
alemoristdot, e que slguma cousa noa sfBigio,
ji sai debaodado por ahi alm prododa em rs.
Nesta cidade cootentou-ie lie com 5 victi-
mes ao mele ; verdad, que leva contra al um
"J* aferM,i. o Sr. Dr. Bolvar, que srrsn-
cou-lne das unhss todo* os sccommetttdos, que
acudi anisa da terera chegado ao astado qae a
medicina em aua phraseologia techoica chama
lgido djanico : (nio sd se asslm mesmo], e
qoe eu c aa rninha meia lingos dira em catado
de morte, e iacapazes de toda cara; fletado dei-
1 arte realissdo o meu vaticinio, quando lhe man-
del dlzer, que nio temamos ss csrsoloohss do
gigante, por que libamos abundanda a bou
remedio* medico sxeellente.
c A presldends j aseden retrrer todos ot ou-
tros1 que se acharen eommutionados por esse
>; e aqui a lugar de dlzer a Vmc. que
Cmmunicados.
cargo
todo ella deeasapaohiram sstisfactoriamenta o*
"* *spsarecartm quelxas
A crise commercial e o i Campeo.
Com grande espanto, e mesmo com horror, vi-
mos o modo porque um impresso que por ahi
circula tob o titulo mal correspoodido deCam-
pado, discorrera acarea dos destslres com-
merciaes que nio ltimamente lido lugar nesta
prsca.
Nao bastara que "esses rares acontec melos
tenbam abalado tantas fortunas, desmoronado
tantos ealabelecimentoa, eairagado pira sempre
nomes que gozsvsm de conceito, e tantas fsmi-
liss entregado desesperado e d6r, vendo al-
gunsdos seus comprometlidos; ers anda mister
que o genio da malevolencia lnvertendo ot factoa
ae arroje a manchar da caso pensado a reputa-
cao de borneo cooceituido, o de urna dda de
precedentes sempre honrosos, a eheios de decdro|!
Que, por example, so pauam oe criminosos de
tantos alleotados o que deve esperar una ao-
cledade cirilisada: mas tambera esse sociedade
ddlissda pede que se nio comprometa o inno-
cente, o que al boje tem dado prova* de pro-
bdade; que poatuiodo fortuna legalmenie ad-
quirida, e que para augmenU-la pelos recursos
lcitos do commerdo nio precisa servlr-se da
fraude.
Se foi pouco exacto em a narragao doa acon-
tecimentos relallvos a commaodlla, foi o Cam-
peo inteiramente infiel, e meamo inimigo da
verdade, acerca do desfalque encontrado noa
cofres ds caixa filial do Banco do Bradl i
do seu tbesoureiro.
No intuito de desacreditar a directora deste
Banco, aprovdtou-se do incidente de um recibo
ou cheque, firmado pelo Sr. Dr. Augusto de
Oliveira, um dos nossos dialioctoa e probos ne-
gociantes, que fax psrle dessa directora, afim de
tancar oa maia injustos e injuriosos convicios
contra sus pessos, contra sua integridade com-
mercial. Has chequee oa recibos de outros ne-
gociantes foram eocontradoa na carteira do mes-
mo Iheaoureiro; porm por sareot tal ves de tlr-
mas strangeiras nio se falla dalle, mas o do
. por ser Breeiletro e -?#r.
nambucano, deu lugar a que se fkeisem,-violen--
Uee calumniosas3rttwua(5es a seu noae impo-
luto e sem mancha I \ _s"*
Becibos ou cheque* (como queirsm) sao de
manufuctura iogleza, e em grande voga boje em
Inglaterra ; porque essae ordena de pagamento
economisam o uso da moeda, o que decidida-
mente grande vsnlsgam ; e na realidade ao passo
que diariamente nsquslle pas augmenta a im-
portancia das traosacQas, ha quarenla snnoa
dests psrte, ns circulaco se conserva precisa-
mente s mesma quanlidade da moeda I Has, ae-
gaodo a legislacao ioglsxa o cheque que nao (Or
pago, sob pena de nuttidade deve ser devolvido
dentro de 24 horas em Londres, e tres dia fora
deses capital.
Entre oeji foram iotrodoxidoa esse* notos
Ututos de crdito, em grsode escala no Bio de
Janeiro: aeu prazo de trea dlaa e nao de 24
horas, cotto parece ignorar a redaccio do Cam-
peo.
O decreto o. 2694 de 17 de novembro de 1860
quaodo o* isenle de pagamento do tallo, diz ne
parte segunda do art. Iaa exceptuara-sa oe re-
c ciboe e mandatos ao portador de quantias su-
periores a 50*000 pastados por baoqoeiros e
negociantes de ums prsca para serem pagos
ns mesma prses. Os qeaeo deverio aer apre-
seotados 00 prazo de 3 disa eootadoa das ree-
pectivaa datas, sob peoa de parda do direito
regressivo contra o portador. >
Segundo estamos informsdes, tendo de pagar
dia 14 da junho, i caixa filial um saque de
rs. 100:0004WO-vindo do Bio a 15 diee valo,
pouco depois de mdo dis o Sr. Dr. A. P. aa
Pablicagoes a pedido.
HYSfNO
emaiciM a
SUA SANTIDADE SUMM PONTIFI6E
PELO ILLM. E RTM. SR. PADRE
Serafim Goncalves dos Passos Miranda
CapeUa-o do dcimo batalho de in[antao,
estacionado na BahtS.
rOSTO El MSICA PELO CAVALLE1RO
JosFachnettiJ
E J ADOPTADO NO COLLEGIO DB S. BERNARDO
Em Peraambuct.-
Sslve, de LhrUto seguidor conslsata I
Salve, Pi immortal, var3o preclaro I
Tu a de Pedro o generoso herdeiro,
De seu rebaoho o guardador mais charo.

na 1
Em tuas maos deposito sublime
A Provideocis cotlocou zelosa : \
A defezs da let, da Igreja Sauta, 1
Eu a la divisa gloriosa.
A singular prudenda que te exalta
Brilha naa decisea do teu reinado :
O mando epplaude o teu vrflr naa lula,.
Que da* trovas o Genio h- rorocado.
No mel da procella issuitadora,-
Que em torno de teu solio s'ergue ufana,
Tu firme, ioabalavsl te cooterrta,
Maniendo a autoridade soberana.
E' la paciencia um novo etleio
Em que se apoia a Igreja miliUate :
Do teu mariyrio pela f, que nobre.
Has de calher a palma iriumphanle. -
Da tonga historia as paginas douradt
Teu oome spontario perpetuamente
A proteccio de Deus, que te d'-^e,
Em ti *e mostra solida e p"
Vai leu caminho, apostlo fat
De Pedro successor, digno ber
De toda a trra oa povoa te be
A ti oe curva o poro braaileir
\
i
V
1

1
I
\
*r
Deu* te dari o premio que m.
\ A Barca do Senbor guia segur
\ Sers o mesmo sempre, o be
v Hoja e anda mais nagers
N.iP.A mudca para -
seott YMNO A SUA SA
em P. \ e espera-se coi
sim com-,*: ffrmi* immo PooiiiAC*
ser cantado dt Aut do coltegi
Bernardo, e em ilvidadee.
Vende-se na loja u.srs. D4loache rmaes
ra Nova n. XX. ^^
rv*
\.
COMni-MCIO,
Oliveira dlrtgio-se i thetouraria da caixa filial
al aanoaea um chaqu oa seaiaa.
NOVO BANCO
DB
Pernambuco.
EM 8 DB JUUIO DE 1882.
0 banco descoot* aa presenta samara a 10a/
ao aono at o preso de 4 meses, e a 12 *L al o
da 8 meses, e toma dinheiro em conlt carreotaa
imples oa com juros pelo premio e prazo que sa
eeoreodenar.


<
. OMA IM Id JULHO DE IMS.

Pracja do Recife 8 de
julho de 1862.
Vs <|ut\tro Yior&s datftvAe.
Calacees a juila de carrettres.
Cembie.
Sobre Londres se 1 |v. 2* d. por lfOOO.
J. da Crui Maeedopresidente
Joba Gatisoeeretario.
Vlfandega,
tendiaeato de da 1 a 7 .
Mtm d dii 8.....
80.989*934
19.26458
100.256*592
sato da alf*ad
TiIiimientrados eomf azendaa..
fom ganaros.. 410
Telamos aahidoa om (xandaa..
> cota enero..
74
270
410
es 844
l
k
Desearregam no da 9 da jalho.
Brisus porta(uezSoberano mercaduras.
Brigua porluguezJoveni Amaliasai.
Brigue inglesCantoscarrlo.
Brigue iaglaiStapheo Sarabidea.
Iznportac&o.
0 Va?or nacional Iguorauu', procedente aloe
oortoss do norte, manifesloa o seguate :
240 couros salgados a Joaquim da Silfa
Castro.
75 ditos ditos ; a Jos de Si Leitio Jnior.
92 saceos caf, 21 barricas sebo, 1 dita 2 em-
brulhos, queijos; a ordetn.
1 barrica qeeijos ; a Hanoel Jos da Silva
Grillo.
259 saceos cera de carnauba, 1 barrica dita ama-
relia, f aacco peonas de ema, 10 coaros ealgados,
15 meios de sois, 25 molhos courinhos curtidos ;
a Carlos Antonio de Areujo.
24 couros salgados, 1 barrica queijos e 86 mo-
lhos courinhos; a Balthar de lloara & Silra.
3 volumes carne secca el barrica aebo : a Cos
me Jos doa Santos Callado.
54 couros salgados, 15 meios de sola, e 25 mo-
lhos oarinhos ; s Silfa Bastos & C.
8 poi de piobo; a Manoel Antonio Lesss.
Exportado
do oa 7 de julho.
Patacho iagle Bus y, para' Liverpool, carre-
ram :
Patn Nash & C, 66 saceos com 396 arrobas
25 libras de algodo.
Barca oriental Mariaaeta, para os portos do
Bio da Prata, carregaram :
, Amorim A Irmaos, 400 barricas com 3,291 ar-
robas e 16 libras de assucar.
Brigue portugaez S. Miguel, I, para o Porto,
carregaram :
Domingos Ferreira liaia, 12 barricas om 26
robas do sanear.
Joi> Baptista GonQsWes, 1 dita com 4 arrobas
a 6 libras de dito.
Victorino Jos Montciro, 2 barricas com 9 ar-
robas e 30 libras de dito.
Lugre porluguez Julio, para Lisboa, carrega-
ram :
Francisco Joaquim Ribeiro de Brito, 20 pipss
osa 3,680 medidas de caxaga.
Thomaz de Aquiao Fonseca 530 saceos com
2,900 arrobas de assucar.
HeeebeJoria de rendas Internas
agentes de Per n Btmba eo
Ssndimeoto do di 1 a 7 6:9558839
dem de dia 8......: l:66za878
8:6185717
Caaaialado pruviudal.v
Rtadimentododia 1 a7 33:3)7*945
dem do dia 8.......9;118i528
41:4465473
1
Movimento do porto.
Naviot sabidos no dia 8.
Portos do Norte7 das, vapor nacional Igua-
ratsu'. de 759 toneladas, commandante M. de
M. Viauns.
J^llao de Lima67 dise.'galere americana Clara,
Jrde 822 toneladas, capilao Welis, equipagem 25.
Vcarga guano; ao mesmocapitio. Veto relres-
fr if s^gTo pra*Aaaifco^
Nao houveram sah*ast ,
/
r
Klaaft.
Peraole a cmara municipal deala Cidade ir
notamente pnga nos diaa 10, 12 a 14 do cor-
rete, o imposto de allericoes ; aquellea que o
pretenderen) arrematar apreaenlarao Qanga id-
nea na forma da lei, sem o que nao serio admit-
tidos a lancar no dito imposto.
Pago da cmara municipal do Recife, em ses-
so de 7 de julho de 1862.Francisco Canuto da
Boa-Visgam, official-inaior serrindo de secre-
tario.
O llln. Sr. inspector da thesouraria manda
fazer publico que do dia 9 do crrante em dien-
te pagase na mesma thesouraria os juros das
apolices da divida provincial, vencidas no ultimo
de junho protimo lindo, assim como as apolices
da 1.a aerie da mesma divida. E para constar se
mandou publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
os mbaco 7 de julho de 1862.O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
De ordem do Illm. Sr. inspector declaro
que no dia 8 do corrente, depois de meio dia,
a prensa de Brito & Jos Luiz, serao levadas a
hasta publica, ltvre de qualquer direito, duas sac-
cas com algodio em mo estado, viudas de Plau-
<&, proviocia da Parabiba, e perlencenlea a Jos
anoel de Souza.
Alfandega de Pernambuco 5 de julho de 1862.
O 2.* escripturario,
Maiimiaoo F. P. Dairte.
i >?Jt&raco&
Arsenal de guerra.
Por ordem do M n. Sr- coronel director do ar-
senal de guerra se faz publico, que nos termos
4o aviso de ministerio da guerra de 7 de margo
de 1860, se lem de mandar manufactarar o se-
guirte .
197 sobrecasacaa de panno azul.
79 caigas do dito panno.
i 229 frdelas de brim.
374 calcas de dito.
385 caminas de algodozinho.
335 parea de polainas.
Qiiem quizer arrematar o fabrico de ditos aru-
acos oo praso de 25 das uteis, comprela na sala
da directora do mesmo arsenal, pelas 11 horas
da maohaa do dia 12 do corrente me*, com sus
acoposta em que declare o menor prego e qual
ae fiador.
Arsenal de guerra de Pernambuco 8 de julho
do 1862.
O amanuense,
Joo Ricardo da Silva.
Consulado provincial.
De ordem do Sr. administrador interino do con-
sMlado provincial se faz publico que os trinta
das atis marcados para a cobrauca a bocea do
caira do 2.* semestre do snno fioanceiro de 1861
Idoaimpoatoe da dcima dos predios ur-
das freguezias deala cidade e dos Afogados,
I 0(9 sobre o consumo de aguardante, .de
5010 sofera a renda dos baa de ratz per lancee taa
a rperacoas de mi morta, flndam-se ae Ha 8
da corrale, e que ficsm sujeiies a mella de 3
O|0 es que pagsram depoie Oeaaa praao.
Mesa do censurado provincial de Pernambuco
d.* dejulhe de 1862.-0 chele da 2.a eceao,
Francisco Ferreira liartios Ribeiro.
Quinta (aira 19 do correle depoia da au-
-diaoeia do Sr. Dr. jara doa (eitoa da fazeoda, te
tO beraa de dia irao 4 prega por na, a quem
mais der aa propriedades segaintes:
ma casa terrea sita na llha do Remedio n.
21, junto a do viscoode de Suassuoa com 30 pal-
aaoa de frente a 61 de fundo, em solo piopria,
em Jeeafeitorias, avallada por 3:0001, a qual foi
{atorada por execuea da (aseada provincial
coatra JoaoBi ptela Soaraa, e boj a aaiUncenla
ae aoeemo viscende.
A terrea o Poco de Paneila. a. 75, toado
95 pelase* de frente e 52 1|2 de fundo, com 2
las, t qtiartoa, qoialal, cosinha, arruinada, por
4001, penherisa por *xtc.ac>o da mesan lana-
da centra a Tiara e herdeiros de Migad Francis-
co Gomes.
A casa terrea na roa alo Bomgoeto, o. 21, nos
Afogados, com 21 palmos de frente e 80 ele fun-
do, 2 salsa, 1 quario e quintal em aborto, om
estado da ruina, avallada por 50J, penhorada
por etecucio da mesma fazenda contra Pedro
Diaa de Asaia.
A casa do sobrado de nm andar e solio, sita
na ra das Laraogeiras n. 2, com 25 palmos de
frente e 70 pooco mais ou menos de fundo, com
2 salas, 3 partos e no solio ama sala, am
quarto grande, 2 cubcalos e cosinha, (endo s lo-
ja duas salaa, tquartoa a qaiotal, avaliada em
5.-008*, penhorada por execucio da mesma Ca-
teada contra Claudio Dubeui, como fiador de
Francisco Caralcanti de Albuquerqoe.
A caca tarrea na ra do Guadalupe n. 6, ten-
do 36 palmos da frente e 6t de fundo, com 2 as-
as de frente o orna atraz, 3 quartoa, quintal em
aborto, em mo eatado, tendo os oitdes de taipa,
avahada por 50*, penhorada aos herdeiros de
Ignacio de Loyolla Calado.
A olaria ai ra de S. Miguel, fregaezla* dos
Afogados, n. 6, de boas dimensdes, bam edifl-
esds, com seus pertenece e foroo competente,
em cbios foreiros, avahada em 2:000*, penho-
rada a Jos Buarque de Macedo por Manoel de
Souza Jardim.
A casa terrea ns estrsda Nova, n. 34, de lij-
lo, com 17 palmos da frente e 34 de fundo, cos -
oha dentro, quintal em aberlo, em chaos foreiros,
svslisda em 400|, penhorada a viuva de Manoel
Francisco da Silva.
O sobrado de dona andares e solio na ra do
Sol, n. 29, com 2 salas e 4 quartos oo primeiro
e segundo andar, cosinha fura e no solio, pe-
queo quintal murado com porteo para a ra
da Flores, tendo 33 1|2 palmoa de frente e 96
t|2 de tundo, avahado em 14:000*. penhorado a
Joaquim Cavarlcantl de Albaquerque, como fia-
dor da Franciaco Ctvalcanli de Albuquerque.
A casa terrea na Capunga n. 61 (boje n. 1),
tando 20 palmos de frente e 33 de fundo, em
mi estado, avahada em 100$. penhorads a Ma-
noel Camello Pessoa por Ivo Carrea do Nasci-
cimento.
Recite 5 de julho de 1862.0 solicitador da
fazeoda provincial, Joio Firmino Correa de
Atoaje.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, lem de comprar osobjec-
toe seguinles:
Para o presidio de Fernando.
2 pecas de cabo de cairo de 3 1|2 pollegadas
de grossurs.
Para o serrico do almozarifado.
3 duziaa de canelas de espinbo de queodi.
3 caivetes finos.
2 temos de medidas de.amarello, de um aelu-
mim a meio aiqueire.
2 medidas de 15 centesimos de alqueire, tendo
todas as medidas aferidas.
12 garrafaa com tinta preti.
3 cairas de penoas d'aco das finas que se usara
nss repartieres. '
Para o servigo de carspioas.
4 libras de gis fino (chamado do reino).
5.000 pregoa ripaes.
2 duzias de verrumas caibraes.
2 duzias de ditas caizaes.
Para o aervico de fuoileiros.
2 caizas de folhas de (landres dobradas.
2 ditas de dita pequeoa.
Mais arroba de rame de ferro proprio para
marmiles. ,
Meia arroba de rame mais fino proprio para
tigelina.
Para o aervico de lanoeiro.
1 quintal de arcos de ferro para aocoratas.
500 cravos de ferro peqaeoos para oa mesmos.
Para o semgo de ferreiros.
1 barrica de ara de caldear.
2 leoces de ferro proprio para tachaduras de
portas e ciizdes de madeira.
12 limas triangulas de 3 poUegadas.
1 arroba de verniz de ferro. >
Para o servico geral do presidio.
1 bandeirs imperial.
Meia arrobado barbante ou fio de velas.
1 barrica com breu
1 paga de cabo de linbo de 1 1 ii2 pollegada de
grossurs.
1 arroba de colla da Baha.
1 caixao com vidroa para caminos de 12 pol
legadas de comprmanlo e9 ditas de largo.
60 parea de o obra )i;as de cruz (nao pequeas).
12 pis de ferro.
6 padrai.de amolar idas amarellasjju. aej>~
~jUy*a1oe?^,
1 Barrica com ocre.
12 pioceis sonidos.
Meia arroba de pos pretos.
1 barrica de rozo-Ierra.
8 libras de secante.
1 arroba de verde masca.
1 arroba de branca dita.
8 libraa de zarceo.
. Meia arroba de alvaiade.
8 libras de aniz.
48 vidros para lampeoes.
Madeiras.
12 taboas de amarello com 25 a 30 palmos.
18 ditas da louro com 25 a 30 palmos.
18 travs ou linbaa.
18 tercas.
18 frechaes.
20 encharaeis.
1 pranchio de amarello.
1 dito de louro.
200 caibros.
Para a officioa deaspateiro.
350 couroa de cabra.
60 vaquetas.
Quem quizer vender tses objectos, aprsente
as suas propostas em caria fechada na secretaria
do cooaelhois 10 horas da maohia do dia 16 do
correle mez.
Sala das sessdes do conaelhe administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 8 de ju-
nho de 1862.
Antonio Ptdro de S Barrtt;
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interino.
Cor reto geral.
Relaco das cartas segaras viadas do
Toile pelo vapor dgaarass), e das
existentes nesta admiistraco, para
os senhores abaivo declarados.
Antonio de Paula Das Martins.
Bonifacio Jos de Ssol'Anna.
rFrancisco Jos da Costa Araujo.
Jos Joio oe Cirvslho.
Jos Liberato Barroso.
D. Lauriaoa.
Salyro Emiliano Meira Vasconcellos.
Simio Joio Alfas de Csrvalho.
Lisboa.
Pretende sabir coa toda a brevdade o brigue
porluguez Soberanos per ter mais de meia car-
ga prompta : para o resto da carga e passsgeiros,
trsls.se com o consignatario Thomaz da Aqaioo
Fonseca Janior, aa traveseada Madre de Dos n.
7, primeiro andar, oa com o capitio Antonio A-
gostinho de Almslda. oa orees.
Baha.
los da divanes marcas, cbi da India a preto,
chocolrte, praswolos, msisar de tomates, figos,
pasea*, amenldas, manteiga, bmchinbae da di-
versas qualidades, balsios frsacezes, cestlnhas,
sebe-ceas, maracas, capachos, eeisiras de Ange-
le, estovas, veeaourae a maitos oulios objectos
que s coa avista; msim como] cofre prova de
fogo, espelbos, cadeiras, mesas ate. : quiota-fei-
ra 10 do' corrente pelea 10 horas da maohia
hora a que pedro agenta coa Srs. compradores
cao comparecen poia que tem muito que ven-
der para acabar cedo : ra eatreita do Rosario
D. 11.
O hiato Santa Rita segu neslss disa: psra o
rosto da carga qae lhe falla, trata-se coa Casta-
o Cyriaco da C M. & C, do lado do Corpo
Saoto n. 23. __________
Rio de Janeiro.
O brigue brsaileiro Deolinda ainda receba car-
ga o escravoe a frete para o mesmo porto: s
tratar com os consignatarios Marques, Berros A
C largo do Corpo Saoto o. 6.)
j^Mjjyft^
COMPANHIA. PERNAMBUCANA
DI .
Navegado costeira a vapor.
Parahiba, Rio-Grande do Norte, Macau.
Aracaty, Gear, Acaracu' e Granja.
O vapor Iguarass, commandante Vianna,
sahiri para es porlos do norte at a Granja no
dia 22 do corrente a 5 horas da tarde.
Recebe cargs at o dia 21 ao meio dia ; en-
commendae, passageires o diaheiro a frete al o
dia da sabida ai 2 horas : escriptorio no Forte
do Mallos a. 1.
LILAO
DE
Uiia Casa terrea
Terca-feira 15 do corrente.
O sgente Tioto fari lellio ia 11 horas do dia
cima mencionado de ama casa ierres sita na
ras de Socego, frtguetie da Boa-Vista, com 40
palmos de frente e 150 de faodo, com quiote! a
cacimba, podendo-ae dividir em duae easaa para
o que ja tem 2 corradorea e 2 eosiahas faltando
apenas a pereda de divisio.
O leitio ser efectuado as rus da Cedis a. 9,
onde se encontrar se chavea de referida cace,
e se dari qualqver informado.
Atten$ao.
Quem tirer orna morada ddca'si terrea psra
vender, as rasa d Santa Taerezs, nortee, Hsr-
tyrios. Concordia, C'ldetreiro e Paz; da frecue-
zla de Santo Antonio, Florentina e pateo do Hos-
pital, dirije-se a ra da Cruz o 49, segundo
sndsr.
Aviso.
Alaiga-ee ama caaa na Soledade n. 54 por
50* msosaea : a tratar na ra do Cabugi o. 11,
Precisa-se de um preio que aaiba coziobar
o diario de urna caaa de familia : na raa da Ca-
dete do Recife n. 52, tetceiro andar.
Iaslrucgo primaria.
Urna peasoa aasss habilitada naa materlea de
ioatruccio primerie, pretenda diapor do lempo
que Ih* resta dea S horas ds tarde em diante,
para leccionar a alguna meninoa por casas.par-
tieula es. Os que se quizerem utisir do seu
prestimo dirijam-se a secretaria de ioetruccio
publica, q.e a. Ih. indicar a pesaos.
mm,:
C0!YIPANH1AeBRASILEIRA
iPJiiiiiirES a lu?!.
E' eaparado doi portos do sul at o dia 14 do
corrente um dos vapores ds compsnhia, o qual
depois ds demora do costme seguir para os
portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engeja-se
s carga que o vapor poder conduzir a qual deve-
ri ser embarcada no dia de sus chagada, en-
commendaa e dinheiro a frete at o dia da sabi-
da aa 2 horas: agencia rna da Cruz n. 1 es-
criptorio de Antonio Luiz de Olireira Azevedo
Si C.
COMPANHIA BRASILEA
DE
At o dia 17 do corrente, esperado dos
portos do norte o vapor Oyapock, commandan-
te o primeiro teneote Antonio Marcelioo Pontee
Ribeiro, o qual depoii da demora do cosium
seguir para os porlos do sul.
Desde j recebem-s< passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor pi der conduzir, a qual de-
vora aer embarcada no dia de sua chegada.dinhei-
ro a frete e entommeudas at o dia da sabida is
2 horas ds tsrde : agei icia
crlptorio de Antonio L liz
Rio de
uu brasileiro
corrente para o Rio de
seu carregamenlo : pac;*
ta-sa
si C.
ra da Cruz n. 1, es-
de Oliveira Azevedo
Janeiro
77r'33"segGeat
Janeiro por ler a
o resto e eacravos. Ira-
LEILAO
Quarta feira 9 do corrente
O agente Pinto far leitio a requerimenlo do
teslsmeoteire e inventarente dos bens deizados
por allecimento de Poocisno Loareoco da Silva
e por deepacho do Sr. juiz municipal da segun-
da vara, de armecio, batcio, charutos, fumo e
mais uteacikloa da fabricado charutos da ra de
Herase. 1 (peleo do Ceroso), aaaim como as di-
vidas activas perteoceotes ao meamo fallecido, is
11 horae do dia cima meneiooado, na referida
fabrica.
O abaixo assignado faz
sciente a quem possa inte-
ressar. que com prou ao Sr.
Bento Alves, sua taberna sita
no Varadouro da cidade de
Olinda, por consent me oto
dos credores da referida ta-
berna, e se aiguem se julgar
com direito a qualquer re-
clamaco annuncie por este
jornal no prazo de 3 das a
contar da data deste. Recife
5 de julho de 1862.Manoel
Garpinteiro da Silva.
a eetavaaa ea-
LEILAO
DE
Marmeladas, Eruc-
tas e passas.
O agente Pealana vender por coote de quem
pertoncer, cerca de 150 latas com mermelada de
urna e meia e duas libras, ditas de latae com
frnctas em calda, e 100 caizas em meios e inlei-
ros com psssss de cemada as mais Decae que ha
oeste meresdo, e tudo e vndete em um ou
mala lotea : boje, pelaa 10 bocas da minhia, em
ponto, na porta do armazam do Sr. Aones, de-
fronte da alfandega.
Aluga-aea caaa terrea da raa Imperial n.
99, d.fronte do viveiro, com bastantes commo-
dos para familia :a tratar na roa da Palma o.7.
Aviso aos consumidores de
gaz.
A companhia do gaz eendo informada que s-
gaos coasamidores da gaz ae tem queizedo de
urna luz insuficiente em suas csses e que estas
qaeizes nlo chegsm so seu coobeciraelo, por
isso pede aof mesmos queiram dar parte de
qualquer falta qae houver no armezem ra do
Imperador n... que aera prnmptamente reme-
diada.
Amassadores.
Preciaam-ee de doue amassadores : na padaria
4a roa larga do Rosario n. 16. de M A. de Jess
Thom Frapciaco da Cosa e sue senhora
retirsm-se pare a Europa a tratar de aua cande.
Offerece-ee urna criaos para cuidar no go-
verno da casa ou tratae de crianzas na ra do
Sebo n. 35.
LIFRS.
Quinta-feira 10 do correnle.
agente Almeida far leilio pur conta e risco
de quem perlencer de ama livraria completa na
qual os Srs. Ors. e eetudantes eocontrario obras
de direito e litteratura de escriptores modernos,
o catalogo acha-se ern-inio. do agente, tmdo ae
vender sem reserva de pre;o oo dia cima em
ae eecriolorio roa da Cdela do Recite n. 48,
com os coosigiatarioa Marques, Barros
v se eecrtntori
J a. 11 haji.
TTSo"~- OT~
bordo Y <*%~
3,lra" BSi\
Barroe *-T
Para Lisboa.
Tem de sabir com maila brevdade o lugre por-
luguez Julio, de superior marcha, lem a maior
parte de sua carga coi iprada, e para o reato da
mesma e pessageiroa, a quem offerece oa melho-
res commodos, trata-se com o consignatario Tho-
maz de Aquioo Ponssc, na rus do Vgario n. 19,
primeiro andar, ou coi i o capitio o Sr. Francis-
co Antonio Metralles, na prega.
Psra a liba de S. M
llha de Miguel.
goel, segu com muita
brevidade o patacho poluguezLtma de primeirs
marcha, tem doua tercwa do seu carregamenlo
prompto e para o rosto da carga, e passageiros :
trala-aecom oa seus coi signatarios Joio do Reg
- Cruz n. 38.
Lime i Irmio : ns ra d
Para o
Rio-Grande do Sal
com escala pelol Rio de Janeiro
seguir com toda a brev
Mrquez de Olinda, de
ja prompta a maior parte!
para o restante trata-sf
de Oliveira & Filho, no
n.19.
dade o brigne nacional
primelra marcha, tem
de seu csrregsmento:
com Manoel Ignacio
largo da Corpo-Santo
ova o<
t!?-
de 20 0
THEATRO
DE
anta Isabel.
COMPANHIA LYRIG4
DS
Quarta-feira, 9 de julho de 4 862.
15.a Recita da assignatura.
Repete-se a MUITO APPLAUDIDA OPERA de
Donizetti
LIUTO.
Principiar s 8 horss.
Os bilhetes esto i renda no da do especia-
calo.
'Acusaos. satantBao*.
0 lugre Julio
aahe para Lisboa impreterWelateete so di 15 de
corrente mez de jalho ; recete alada alguma
carga a passageiros, para o que trata-se com o
coasigneteito Thomsz da Aquioo Fonseca, na raa
do Vicario o. 19, prlsMko anar.
&
aneiro
Pretende seguir com muita brevdade para o
Rio de Janeiro o veleiro e: beta conhecido brigue
nseioos! Almirantes, tem, parte de seu carrega-
menlo prompto ; para o resto qae lhe falta, tra-
ta-se com os seas consignatsrios Antonio Luiz da
Oliveira Azeredo, no seu escriptorio ras da Cruz
namero 1. |
Para ttaranhao e Para.
pretende seguir com muita brevdade o veleiro e
bem conhecido patacho nacional Emulacao, es-
pillo Antonio Gomes Pereira, tem parte de seu
carregamenlo prometo ; para o resto qae lhe fal-
ta, trata-aa com os seus coaeigoatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C. no sea escriptorio
rus da Crac a. 1.
Laiie.
LEILAO
DO
Deposito da ra eslreita
d( Rosario,
Quiuta-feira 10 do corrente.
Candido Alberto Sodr da Motte far leilio
aer conta e risco de qoeen per tancar e para 11-
quidecio de todoa oe geoefos esiateales no mes-
mo deposito constando de divereea vinhea ge-
nainos os melhores que tem vindo a esto- mer-
mado, como sejam: rainha Victoria, duque de
Porto, duque de 1815, marea G&F, Parlo, mus-
stelde Setubal, Carcavelloa, Bordaeox, Sol-
mio.ioRlez, Falcas & aoeioe, Madeira Seecs,
Podre V etc., todo em garratas, carreja, ar-
dante de f raca, champegoe. geaebra de Bol-
lands, mattoaquiece, \tom\ nieacias^ charu-
EtLO
DE
Mova
Sexta-feira 11 do eorrente
O agente Pinto, fer leilio a requerimento dos
curadores flaeaea da masca fallida de Amoeim,
Fragoso, Santos & C, e por mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz especial docommercio.dae carteiras,
mezas, cadeiras, relogio, armario para papis,
diccionarios de Moraes,balcdo, finleiros, 280 qua-
dernoa em tranco, 6 resmas dejpapel de pezo e
outros objectos perteocenies ao eacriptorio da
referida firma social.
O leilao ser effectuado s 11 boras do dia ci-
ma mencionado no mesmo escriptorio, na praca
do commercio.
Avisto dfrverios.
GE ANDE
a vapor
DE
Roupa layada e engommada
de Ramos A Pimentel.
Oa donos dos nmeros abaizo mencionados
podem mandar buscar as mapas lavadas que ea-
tao promplaa: 147. 120.126.111. 69. 89. 34, 61.
173. 53.129.108. 83.166,175, 44. 174. 136. 115.
103. 70. 71.119,176.100. 177. 97, 52, 79, 72,
75, 104. 8. 77,14, 25. 57. 37.132. 138.
LOTERA
Sabbado 19 do corrente mez anda-
rao impreterivelmenteas rodas da quar-
ta parte da segunda lotera para a
edificaQo da casa do Gymnasio Per-
nambucane (3. concessao) no consis-
sistoro da igreja de N. S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meios
bilhetes acham-se a venda na respec-
tiva thesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas commissionadas praca da
Independencia n. 22 ioja do Sr. San-
tos Vieira, ra d. Imperatriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentel, ra
Direita n. 3 botica do Sr.. Chagas, e
na ra da Cadeia do Recife loja n. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000^ at as de 10$ se-
rio pagas tuna hora depois da extrac-
cao, e as outras, pore'm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
O thesoure'uo,
Antonio Jos* Rodrigues de Souza.
Precisa-se
de am bom amassador, eqae entenda de fornear,
para urna padaria distante da prsca 5 legoas ; pa-
ga-se bem se o servigo agradar : a tratar em
casa de Taaso Irmao*. ra do Amorim n. 35.
.. aD''xossgnsdo8presss-se s rogars eutr>-
rtaadespoliclaec, urbanos, e mais passos, e be
assim eos Srs. em pregados oes estscoes da eeira-
. V Vro' e barcM de T'8' oa D,rra. oe p-
prenendereni 5 ewrsros seas, com os stgnaes
?r.elaraao. que fazendo-lhe um erime.
.do logo 0 de julho de 1862.
i.m 1*\ etbn m""'l<>. 'turs regular, lem.
lem em geit0 oe brago da queda de um cat-aHo =
UmM,-eir-' e raba"*a a carroca do aiiio ?.
m? i de ,00'n Marie' Ia. orre, um ir-
ff. Umia*. escraTas do mesmo abis
assignado.
Adolpho. preto, erioulo. altura r-gular, beicos
rosaos, maretneiro e pintor ; tem pai de nom
rraociseo, forro, e urna irraaa tembem eecraee
do abano aseigoado. var
Marcolino, preto, crioulo, beizo, grosso ; tea
no braco esquerdo urna grande- cicatriz, a
queimadura de um buscap 'r aapaleiro, o tea
pai de nomo Hanoel da Malta, eccraro do ebai-
xo assignado.
Erneato, prelo, crioulo, seceo, balzo, multo
preto, feicdes booiles : .tijoleiro, e tem mai d
oome Felicia, que tembem escura do abaizo
aseigoado.
To^ sao molecotes mojos,
pregados no dito silio.
Raymundo, prelo, de Aogol, 'tMtrrregalar,
aecco, de idade, cosiuma embebedar-se. e trbe-
me de enzada no silio.
Eeses pretos foram todos esersros do sngeoho-
denominado d'Agua n'isuarass, pertencenie a*
Doado Heonque Poppe Gyrao, e boje do Sr. Dr
Krencieco Joao Caroeiro oe Cuoha, oa quiea to-
caram em partilba mioha mulher.
Quem os pegar, poder lera-Ios rus do Moa-
dego. freguecia de Boa-rista da cidade do Reci-
te olera n. 13 do mesmo abuzo assignado. qu
psgar toda despeza e Irabalbo.
. ___________Marcelino Jos Lopes.
Aviso
bem gratifcalo
Eziste suseote do eogenho S. Miguel, do dia
indo do Porto de Pedrte prorincia das Alegoaa.
desde o die 1. da abril do corrente anno, o es-
craro Remigio, cabra, altura regular, cabello*
crespos.com falta de dentes na frente, ilae de-
22 a 26 aonos pouco mais ou meos, corpo
ceceo, pern-is finas, e qusndo anda.mette aa pon-
tea dos ps paradenlro. slguma couia sem bar-
ba, tem na mcaa do roito urna merca de aigarra.
que levou em pequeo, a qual est quasi apage-
da, mas reparando-se bem, anda se conhece j.
este escravotrabalhava alguma euosa de carapi-
na, e enlende de inestre de assucar ; lerou unx
cavallo que de suppor j o ler trocado,- e Sem
aasim que queira pasear por Qrro ; jurga-se au-
dsr para as beodas do norte, prximo ao engo-
nho Tentugal, aonde ledf coobecimaotos : roga-
se todas aa autoridades policiaes e espitara de-
campo, de oappreheoderem leva-lo aeu di- ;
recio senhor na villa do Paco de Camaragib-
Joaqaim de Souza Silva Cuoha. ou enlo oesta?,
prega Thomaz Pernandes da Cunha na raa da
Cadeia o. 44, ou em Macei ao Sr. Francia,-.
Ferreira da Cuoha, que serao generosamente-
recompensados ; este referido escraro foi com-
prado ao Illm. Sr. capito Joio Nepomucenodoa
Santos Calado, senhor do referido engenho ci-
ma : no dia 10 de junho do presente anno (j
ausente] : e o referido Sr. Cunha protesta coa
lodo o rigor da lei cooira a pessoa que o tirer
em seu poder oceulto. Recife, 7 de julho ds
1862.
5
Aviso.
Gama & Silva, donos da loja denominada do
Pavao, na ra da Imperatriz n. 60, atisam a seus
deredores a virem pagar aeus. dbitos at o dia
15 da julho de 1862, e os que al essa dala nao
vierera pagar, serao seus dbitos eplregues a um
procarador para oe receber judicialmente. Re-
eife 28 de junho de 1862.
jlinJnca
V Alvaro & MagalhSes modaram o aeu
fiA eatabelecimenlo da ra da Cadeia n. 53, ^
* para a ruedoCreepo n. 20 B, aniigs e
' bem coohecida loja de fazendas outr'ora
^ pertencenie a Adriano & Castro. V
Aluga-se.
Esiste-por alugar urna pequea casa com duas
salas e quarto sita margem do rio ao norte da
fabrica do gaz ; prego de 10-J rs. bem como urna
meia-sgua para homem solteiro de 65' 00 : a tra-
tar no sobrado sito no memo lugr.
AS
Jos Domingues do Carmo e
Silra,caizeiro de Molla e Irmos, declara quenada
deve pessoa alguma, e nem tem negocio oa lo-
ja da ra Nova n.47,pois nao cosiuma coolrabir
dbitos pelas lojas, s ae o annuocio se entender
com ouiro de igual nome.
Offerece-ee
nho ou caizeiro
um rapaz para feior de eoge-
ne rae Diteita r.. 60, deposito.
Precisa-se de um caix-iro de 10 a 12 annos
para taberna : no pateo do Terco n. 1.
O Sr. Antonio Eugenio da Fonseca, aubdilo
porlaguez, casado 00 Cear, lem ne ra do Quei-
mado n. 38, urna carta-que muita lhe iolereaaa
Offerece-se urna mulher para casa de fami-
lia ou para caaa de homem solleiro, para cozionar
o fazer o mala aervico de casa : quem do seu
prestimo quizer utilisar-se, dirije-se ao Hoapicio,
casa n. 6.
Francisco Jos Csrneiro, subdito porluguez,
retira-se para fora do imperio._________________
Yicenle Polide, subdito italiano, re Ma-
celo.
O abaixo aesigoeOo declara aos nquiliuos
dos predios da Sr.* D. Mara do Carmo Nunes
Ferreira, que na qualidede de procurador da
mesma aeobora, es> autorisado a receber os res-
pectivos singele. Recife 1* de julho de 1862.
Angelo Custodio dos Sanios.
O Sr. Germano Zecbbauer antea que ae re-
tire para fora da provincia, queira ir ua ra No-
va n. 44. aaticfezer o que nao Ignora._________
Para livrar de engaos.
O abaixo aaaignedo, deparando no Diaria de
Pernambuco de 5 do corrate no manifest do
brigue portegues Amelia iodo do Porto, que
consignara varias mercadorisa a Henriqn* Jos
dos Santos, que nao se enteode com o sbaixo as-
aigoado, estsbelecldo na ra Direita com padaria.
________Hanrique Jos doa Santos.
Aluga-se ou ven ie-ae um escraro de meia
idade ; na raa da Guia n. 54.
Sahio luz, em cas de B. N. Garoir, ra
do Ouvidor. o 9, no Rio de Janeiro :
O ASSESSOR FORENSE
OU FORMULARIO DE TODAS
ACQES COMMERCIAES
segundo o regulamento commercial de 25 de 00-
vembro de 1850, contendo : oa modelos de to-
das as peiicts. desptehos, termos, autos, aile-
gacoes, embargos, sentengas, e finalmente todos
os procesaos, aeguido do processo das quebr.
quer no juio commercial, quer no juizo crimi-
nal, pelo Dr. Carlos Antonio Cordeiro, t vol. in
4. bem encadernado, 8gi)00.
Esta obra, elaborede com muito cuidado e rni-
nuciosidade, de ocalculavel proveito neo *&.
todas s peasoas do foro, como meamo perOr
a i| ii, *f llifl '^* do commercio. Er um es
cllenle guia para a nrof'iniiMjre do ciualquer ao-
580. sea andamento o sulujo do raro coi
clal.
Para mais demonstrar a sua ulildade bastara
ler-se os parereree transcripios, que tres dia
tioctos jurisconsultos sobre ella emilliram.
Parecer do Illm. e Exm. Sr. conselheiro e fer-
nador do imperio Angelo Moniz da Silva Ver-
raz.
Rio de Janeiro, 21 de dezembro .le 1861.__
Illm. Sr. Dr. Cordeiro. Li a terceira parte do
Jssessor Forense, que V. S. acab de publicer.
no meu humilde conceito o tenhocomo ueressr-
ria para es pessoas do loro, que principian) su*.
cafreira, e til em geral para lodos que nao iSaz
a pralica preclss. Felicilando-o, poie, sou, etc.
A. M. da Silva Ferrsz.
Parecer do Um. e Exm. Sr. eonselktiro e sena-
dor do imperio Bernardo de Souza Franco.
Illm. Sr. Dr. Carlos C>rdeiro. Teobo percor-
rido a sua obraAasesnor Forense uu formulario
commercial que tere V. S. a bondsde de _
jeitar ao meu fraco juizo ; devo dizer Ibe que _
ache bem escripia, e propria pare dirigir 00 fflro
commercial oa juizes, escrivaea e adrogador
principalmente os que nao tenham aio la longo?
tirocinio. Felicito, poriaoto, a V. S. por este sea
bello irabalho, e sou, etc. B. de Souza Franco.
S. C 19 dn dezembro de lc61.
Parecer do Illm e Exm. Sr. conselheiro e sa-
nador do imperio Jos Thomaz Nabuco da
Arauj.o.
Illm Sr. Dr. Carlos Antonio Cordeiro. Mea
amigo e collega. Li o sen Formulario das Ae-
ces Gommerciaes, e tire mais esla occaaiao de>
reconhecer a inleligencis, dedicagao e constan-
cia de que V. S. j lem dado proraa irrecusarei
com as outras anteriores publicagdee.
A sua obra, pretice como ser um greode>
suziliar para aquelles que comegam a cerreira
forense, um recurso providencial para os que
distantes dos jurisconsultos, sao obrigados a al-
legar os proprlos direitos, e, aloro dicto, um ser-
vigo jurisprudencia, porque o Formulario coo-
corre para uniformisa la, e por conaequencia pa-
ra preveni-la dos erros da impericia.
Meu collega, eu o felicito, e cordialmeole de
sejo qae seja iofioits a prepagacao da sua obra
tao ulil ao commercio.
Reitero oa meus protesto de amizade e part-
calar estima que lhe consagro. SouJ. T. (Ja-
buco de Araujo.
Venle-se em Pernambuco nss priocipses li-
vrariae.
Aluga-se urna boa escrava cozinheira, e ea
be fazer compras na ra ; a tratar no becce das
Barreiras da Boa-Vista n. 2.
J. Boreielmenn, eubdito baooveriaoo,
ra-se para (ora da provincia.
ret-
Queijos.
Atteo^o.
O dono da casa 4a paato italiana do teceo Aa
Boia, mudou-se para a rea da Cruz v.. 9, ter-
ceire andar, e continua com o aeu alaboieet-
meaie ere ear eomide ae eepsoas qae a uafiaiaai
bonre-lo com sua fragaezia. Tem quartos sao-
bilhaflos psra alegar, assim como toma peaeio-
niataa para comida.
Vendem-se aa raa Direita n. 99 defronte de
loja de miudaaaa. qaeijes vindos do norte no al-
l mo vapor a 2*200. ditos a 2. ditos a l80O, di-
tos do serta a t,em libra a 560, ditos de qua-
lha a 440, atotda a 400 rs., mscarro e lelharim a
320 a lis*, eeiiee da doce de goiebe a JI500.
toadnhe- da Lieboa a 320, sag a 320, cevedinha
do reina a 210 a libra, arroz a 140, e dito a 160,
gomosa a WO, manteiga inglesa #*n.uit.
dita Ireoceza a 720 e 800 ra.. cha hyeson a 28800,
31 e SliOO, dito de Rio atf, viahoe de ladea ea
qualidades a 500. 560. IU0. 800 eJl. tainhas
multo grandes vlndsa da Lsgaa a 400 rs., e ou-
rras nnrrtos aero. ______________
Preclse-se da ama pessoa. que seiba bem
reBner assucar,par tomar eoot/, e ama reftoa-
tio.em Santo Amaro de Jaba ,ua : trates aa
raa 4 B.aDgel, dspoilte a. 8,
' Por esta subdelagacia do I.* dtalnclo doa
Afogados te fat puatteo, qae ae cha depositado
am cavallo caslanno preto que (oi remettido pelo
iuapector de quartoM ato Bsiro, por ter sida en-
contrado nsslavouras da Cosme Pessoa de Arau-
jo ; aeslm como se sena depositado am de carro :
qae* se falgor om diraitoa ditos snimaaa, om-
l
. ^av
P3de-s

MAllO M HAM4M1DG0. C QUaRTA flUU t Dt 1DU #ft iMi.
i ni--------------
Casa de saude em Santo
Amaro.
Dr Silva Ramos.
ble eetabelecimento 4 bem conhecido, econ-
celtuado neiU provincia pelos relevaotet servi-
coa qae tem preitado, tonlioa as melhores con-
tti^es debaixo da direcco de aea proptieUiio
recebar doentes de todaa aa cianea, os qoaes se-
rio tratadoa com todo e salo icteresse pe'.oi
frenos seguloles :
Primeira claise.... SjOOOou rcaii.
- Segunda dita...... 2&500.
Terceua dita...... 55000.
Ita qualquer das classes os braocos frcerao'se-
paredos doa negros. Os alienados de 3.* -e 3.*
citase nao furiosos pagaro a diaria ordinaria,
endo (ariosos pagarao msis s quarta paite. Os
atiesados da 1.a ciaste pagarao segando o ajusta.
Havendo-ae em -n os Uimos dias do
mez ptssado entrega-",,, a uro peto, afim de levar
loja dos Sra. Bast.M & liego, na ra Nota, 5
pecas de uma fa.0at preWl de lia e algodao or-
diuaria, a que ou gorgurao, embrulhadas em papel amarello,
acoolece qae, Bem al ditas h pegas foran leva-
dla & radicada loja, nem o preto que conhecido
pelo respectivo caixeiro ha depois detse dia sido
visto: oga-ie a quem podar dar Informacoaa a
esse Tevpelto, ae dirija ao armaiem n. 36 da ra
da O.deia, eaeri recompenetdo, quereodo.
Aulas.
Antonio Joaquim de Passo, legilmente auto-
riaado, tem aberto aaaoaa anlaa dela'tim e frm-
cez : na ra Bella n, SI.
Aluga-se ama boa caaa no Mooteiro :
tar na ra da Cruz n. 57.
a ira-
Companhia Fidelidade do se-
guros martimos e terres-
tres, estabeecida no Rio/e
Janeiro com o capitsfl de
IfcOO&OOOJ.
Agentes em Pepnambuco
Antonio Luir de Oliveira Azevedo ti C. compe-
tentemente aoXoritadoa peta directora da compe-
ndia de segarot Fidelidade, tornara aeguros de ea-
"vios, msrcaderias e predios, no seu escriptorio,
'ra da Craso. 1.
Na-ra da Penha n.
-dar, te dir' quem
criado.
6, priraeiro
precisa de
an-
um
Na travessa da ra das Cruzes n
2,-puimeiro anclar, tinge se para todas
sa cores com presteza e commodo preco.
. i as l f ^_^^, t
Toda attenco.
Custodio Jos Aires Geimares avisa ao res-
Seitarel publico, principalmente a todos os tf ai
eguezes e amigos, que sa medoe da loja da
sguia de ouro da rua da Cabugi para a ra do
Crespo n. 7, psra a bem cocheada e antiga loja
de miudeat que foi do fallecido Joao Ceg, boje
sari coohecida pelogallo vigilante,e pede ao
raapeitavel publico e aos seos (reguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito eslabelecimento,
onde achirao ura grande aorlimenlo de miudezaa,
queoffisoQ servir bem e vender por menosdez
ou rinte por cento. do que em outra qualquer
parte.
mmemmm mmmmmm*
oaV Cn//vlV\r><< li n f i rt I *"
Saques sobre Portugal.
O abaixo saigaado agente do Banco
Mercantil Portnense nesta cidade, asea
effectivameote por todoa os paqoetes so-
bre o mesmo Banco para o Porto e Lia-
boa, por qaalquer aomma ivista a a pra-
zo, podendo logo os saquea a prazo serem
descontadoa no mesmo Banco, na razio
de 4 por cento ao anno aos portadores
que aasim lheeonvier : naa ras do Cres-
po n. 8 os do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Caatro.
3Roa estreita do Rosario-3
# Francisco Pinto Ozorio continua a col- 9
J locar dentes artificia es tanto por meio de
aja molas como pela pressio do ar, nao re-
# cebe paga alguma sem que aa obras nao S)
# quem a vontade de aeua donos, tem pos 01
# outras preparacoe as mais acreditadas a?
- Para conservacao da bocea. #
o9*ae .)
L'm homem ditposto para lodo servico ofle-
rece-se para trabalhar em alguma reGna;ao :
quero pretender, dirija-se a ra Direita n. 60,
deposito.
James Olirer vai ao Rto de Janeiro.
Ra da Senzala Nova n. 36,
casa de pasto, foroece se comedoriss para (ora,
com asseio e promptido, por preces razoaveis,
asaim como haveri mao de vteca aos domingos
e dias santos, das 2 hons em diante.
Ama de leite
Offarece se uma seohora capaz sem filho para
ama de leite : quem pretender, dirija-se a ra
Direita n. 18. primeiro andar.
Aluga-ae um aobrado da um andar e sotao
.na rea do Senhor Bom Jess das Cr oults o. 35,
-cuma casa nova naCapunga, ra das Crioelasu,
19 : a tratar na ra das Cruzes coa 3ergardioo
Jos Leito. ____f
Hotel popular,
Rua Direita n. 50,
Foroece-se comidas para fora com muito asseio
e promptido, por muito menos do que em outra
-qaalqeer parte, aerio aempre oasegaiotes precos:
Para ama pessoa 259000
Para duas 459000
Para tres 65*000
Mode vacca todoa os domioeos a 400 rs.
Casa de aluguel.
Alaga-ae uma grande casa terrea com sotao,
-caiada e pintada de novo com commodoa para
.grande familia, tem bom qiintil, cacimba e de-
posito d'agua de chura, na ra da Concordia n*
": a tratar com Mmol Firaiao Ferreira na
mesma ra sobrado n. 73.
I
i
i

s
\
Aos Srs. consumidores de gaz
Nos rmateos do ces do Ramos ns. 18 e 36 a
na ra do Trapiche Novo no Recite n. 8, ae ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
receotemente chegado a 149 a lata de 5 galdes,
sssim como latas da 10
garrafas.
Barato que admira.
Na za ao Ctesf o o. 14.
Liquidaco.
Cortes de seda de cores com habados com pe-
qneno loque a 20, 25 e 30}, ditos de teda de qaa-
dros s 10 e 129, ditos de gaze e barege com baba-
dos a 5f, 7, 8 105, chsly dorido de laa e seda
a 400 ra. o corado, barege de seda a 320 e 500
rs. o covado, laazinhaa de corea lisas o de qua-
dros, covado a 320 e 400 rs., alpaca de seds de
qoedros a 800 e 3(0 o covado, bombazloa de di-
ve/sas cores entenada a 700. 800 e 19 o covado,
velludo de cor superior qualidade a 19500 e 29 o
covado, grotneoaple de cores com loque de mofo
a 300,400 e 500 rs. o corado, seda de cores ta-
rradas a Ig o corado, caitas e organdya a 200 e
280 o covado, cortes de colletet do vellido de
cores de seda a 39, ditoa de gorgurao de seda de
corea a 89 e 19500, ditos de totiao de cores a 200
e 400 rs., ditos de setim lavrado a 19500, cbalea
de touquim bordados alOf, mantas e los de Ol
preto a 4 69, brim branco de linho a 700, 800
e 19 a vara, tapetes de cores para aala a 4 e 5|,
ditos grandes avelludados a 12 e 159, pannos de
ctsemira a 4g, 5, a de 39, paletota de brim bran-
co a 39. ditos pardos s 2(J0. ditos de cssemira
a 6$, ditos de alpaca a 4 e 69, colletet de gor-
gurao de cores e de setim preto a 3 e 49, sapatos
de borracha a 19. mantas e gravataa de seda de
cores psra homem, que vende-se por todo pre-
go, meias de seda pretaa para bomem e aenbora
a 19,10500 e 29, luvas de seds de cores a 200,
400 e 600 rs., ditss de reros a 600 e 800 rs.. ri-
cos vertuarios de cambraia bordados para bapti-
aados, e ditos de fustao e gorgurao para crianza,
que se vendem qor todo prego para acabar, chi-
les de lia de camello acroen a 4 e 5J. mantele-
te de groadenaple a 28. cassveqmes de cambraia
a 29, ditoa de tilo a 59, capiohaa de merino para
aenhora a 59, chapeoa de aeda enfeitados, tanto
para senhora como para menina a 29, e 3g. en-
feites de flores e froco do ultimo gosto a 500, 19
e 1(500, diversos sortimentos de chita e cassi
prea em retaibo a 100 rs. o corsdo, malaa para
riagem a 6. 8e lOg, um compUlo aortimento de
liraa bordad ai a ponto inglez, franja de aeda, bl-
co francez, e oulraa muitaa tazendaa que ae ven-
do por preco muito barato por querer ecabtr.
ENSLNO
Pratco-Theorico
e de 5 garrafas o em
Ao respeitavel publico em geral, e ao
corpo do commercio em particular.
A. C. P. de Burgos Pooce de Len, em satisfa-
c3o aos desejos de seu sogro o-Sr. comraendador
Antonio de Siqueira Caralcanti, tendo deixado a
vida de agricultura e depois a do commercio,
acba-se boje empregado no (Oro desta cidde co-
mo solicitador de causaa, e nesta condicao offe-
rece aeus serricos aot que qaiaerem lhe confiar
aa toas demandas, etsancialmente as que derem
ser tratadas perante o juizo commercial, nao s
porqae se julga de alguma forma habilitado, co-
mo porque nesta eapecie mais se dedicar.
O aollicitador Burgos ae prestar gratuitamente
a fazer valer os direitos dos que realmente po-
bres, estirerem dolorosamente sob a oppresto
dos descomedidos e iosuportareis caprichos de
injastos poderosos.
Elle pode ser procurado na rea de Santo Ama-
ro, casa o. 26, que Oca por traz da ra do Sol,
das 6 s 9 horas da maoha, e das 3 t 5 da tar-
de, e no ioterralo de 9 as 3 horas; no escriptorio
da roa estrella do Rosario, sobrado n. 27, ou na
aala das audiencias.
Qaam precisar de um foroeiro, dirija-se a
rrua Direita n. 60, deposito. Prefera-se fra da
praca. _____________________________
SEGUNDA EDICf.10
DO
THESOURO HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo (outor
SIMirt: r. HIlID.
Este lirro que se tem tornado to popular,
quanto necessario, acaba de ser publicado com
todos os melhoramentoa, qae a experiencia e oa
progressos da sciencia tem demonstrado. A no-
va adicQao em tudo superior primeira, en-
cerr :
1.* Mais ampias noticiss acerca do curativo
daa molestias, com indicaedee raui prpveitosas
dos medicamentos novos receotemente ezperi-
menlados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2.* A eiposicao da doutrina homeopatha.
3.* O esludo da apropriago dos remedloa se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
das idades, dos sexos, e segundo as circamstsn-
cias atmosphericis etc., etc.
4.* A preservarlo ou prophilaxia das moleatias
hereditariss.
5.* A preservado das molestias epidmicas.
6.* Uma estampa Ilustrada demoostraliva da
continuidade do tubo intestinal desde a bocea at
o anus etc., etc.
Vende-se ni pharmacia. especial homeopa-
thica, propriedade do author, ra de Santo
Amaro (Hundo Novo) n. 6.
Preco de cada exemplar. 209000
N. B. Oa aeohoreaassigoantea queiram man-
dar receber aeua exemplarea.
DA
LINGUA FLANCEZA,
SEGUNDO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H. G.Ollendorff
PARA
Aprender uma lingua em seis mezes
POR
Cicero Peregrino,
Bacharel em direito.
2 voluntes em 8* -
Sahio do pralo o 1.* volume desta obra, intei-
ramente nova, e nica escripia em portagaez por
aqoelle systema, approvada pelo conselho direc-
tor da instruego publica para servia.de compen-
dio oas aalaa publicaa de inatruccao secundaria
da provincia, e accommodada ao uso de qnsntos
pretenderam fallar e tradnzir com propriedade
a lingua fraoceza.
Acba-se venda no escriptorio do sutor, rea
do Oeeimado o. 26, onde anda ae recebem aa-
aignaloras (7g000), at a publicado do 2 volu-
me ; depois do que vender-se-hio a IO9OOO os
exemplares.
8B*MSeM-SM SKWaBCMaie*
$16Ra da Cruz-A 6
O Dr. Rocha Bastos
d consultas todos os dias.
Cura radical e em pouco daa moles-
t tiss syphiliticss e dos orgos geoito uri- I
*
h <:
Jg, narios.
Consultas de grsga das 8 as 9.
R maoha.
maisaieiftte
aT^aa ^avajs^aj ^a^as^aj arav^ vsriw
Alaga-ae por mtt u
outro para todo servico, ; na ra Velha,
mero 35.
-* J.
im escraro coiioheaVo e
na ra Velha, ctffa nu-
HSk
de Haibburgo
Alugam-ae e vendem-ee por qaalquer preco
na rea do Rangel n. 18, amola-ie todo o ferro
orlante.
Consultorio mdicocirurgico
Consulta por ambos os systemas,
Em consequencta da mudanza para a sus nova residencia, o proprietario desle estabeleci-
mento acaba de fazer ama reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desojo que tem de que os remedios do seu eslabelecimento nao ae confundam com os da
nenhum outro, visto o grande crdito de que semnre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
4t precaucio de ioscrever o sea nomo em todos os rtulos, deveodo ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forem apreseotsdoa sem esta marca, e ovando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar uma conta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo em pa-
pel marcado com o sea nome.
Outro Sim : acaba de receber de Franca grande porga o de ti neta rs de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propredades sao to conhecidaa qae os mesm-os Srs.
mdicos allopalhaa empregam-as constantemente.
Os medicamentos svulsosqur em tobos qur em tinctoras eostarao a tf o vidro.
O proprietario deete eslabelecimento annancia a seus clientes e amigos qae tem commodoa
suficientes para receber alguna escravoa de um e outro aexo doentea ou qae precisem de algama
operaco, amaneando que aero tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem todoi
aquellee que i tem tldo eacrsvos na caaa do annunciante.
A aituaco magnificada tasa, a commodidadedoa banhos salgados sao outras tantas ranta-
gons pera o psompto restabelecimento dos doentes.
As pesaos* que quizarem fallar com o annunciante devem procura-lo de manha at 11 horas
de tarde daa 5 em diaote, e fora deatas horas acharo em casa pessoa com quem se podero en-
nder raa da filia n. 8 caaa do fuodo do Dr. Lobo Mateoto.
Especial
liOiueopatliico
Pateo da Matriz de S- Autonio n. 2.
Ferdeu-se do thatro de Sania Isabel i estrada
da CapwDga, umt cartetra de lembrarjQis, conten,
do ama nota do 10 libras sterlinss e diversas
Trapicha o. 38. qae ser generonm'en" 'i!
Consultas medicas,
Serao dadas todos oa *t rv
me de S Pereira n0 dl" ^lo D.r> C"
da Cruz n. 53, desde l?l rPorio ra
da maoha, meos..?-5 6 10 0,M
1.;o.eslK"hod.r0gM',0b''-"
do anua! ^ 0rgio da e"a *
l?" 00, .oentes ser feito na or-
dena de suas entradas, comecaodo-se po-
qeelles qae soffrerem doe
hKA DO QUEIMikBO M?A6 a
PAt7hiMNDE20ilTIMERTo|lt^
%ASEROUPKS#
Sortlmento completo de sobrecaaacoa de panno a 359, 289, 309 e 359, caaacos malto bem
ettaa a 25g, 28f, 30$ e 85$, peletols acaaacadoe de psnno preto da 16 at t59, ditos de casemira
de cor a 159,18$ e 30$, paletots saceos de panno e casemira de 89 at 149, ditoa ssccos de alpaca
marin e l de 49 at9, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, calcas pretas de casemira de
9 at 14$, ditos de cor de 79 at 10$, roapas para menino de todoa os tamanhos, grande sortl-
mento de roupaa de brina como aeiam caigas, paletots e colletes, sortlmento da colletas pretos d
mlim, casemira e velludo de 49 a 9$, ditoa para casamento a 59 o 89. paletota brancoc de bra-
seante a 49 e 5f, caigas brancas mallo finas a 5$, e em grande sortimento de fazendaa Ana s e rao-
mrnas, completo sortimento de cssemiras ioglezas psra homem, menino e senhora, seroalas de
doho ealgodio, chapeos de sol de seda, lavas de seda de Joavin para homem e aenhora. Te-
jaos ama grande fabrica de alfaiale onde recebemos oncommendaa de grandea obraa, qae para
nso est sendo administrada por am hbil meatre de aemelhanta arte e um peaaoal de maia de
lincoenta obrairos escolhidos, portantoexecatamosqaalqaer obra com promptido amis barato
de qaeem oatra anafauer casa.
rn por
olhot.
tico0a8.eUr?neD,oa chi*'> acaslicos e op-
causa da molestia
0"
sede, natureza e
uohi deduzir o pla-
oo^de tr.tsmentoque deve destrui-la. oa
Varioa
ARMAZEM
ROUPAF
eesprefadr? ^T?^ ,eri0 ,ambeni
Delaclrl^ rllmente; porm
mSSg&F empreg0 nrg'n,
doe>nta.CH8h a>0"D,0' oa em "" do
iaT.r A da' ? !' operaco que
man* n?emeBU D,ra "stabeleci-
prevlL me'mos- "i .cha
Sirl.- e. um.a Wi collec^o de
operdo*?10" lnd8Pe"a'el o dedico
para o qae
e iustrumen-
Deitsr olhos srliflciaes ;
ae acha prevenido de pecas
toa neceisarios.
0mFi" meJ de exPenciaa pticas indi-
, 'I' denle I"' o g'o do vidro que
os oculos devem ler para qae sua viata ft-
qee oem acommodada, e imais
gjs) qaando ealirer
balho.
applicado
ae fa-
ao tra-
'^B&ig'PJMllliiissistal
de nuPn:k".7"T d01da 2< <*<> Jenho um relgio
e duaa chaves
n. 11764, com uma
ouro, moderna, com um sineB
roga-se a quem for offerecido d#
oad? h!nd?r.e dar parle Da ra< n. 69.
Paaaria de Aotooio Alvea Mi"
que aor bem recompensado.
iranda Guimares,
ITu .c,,a',e aln8aruma prea capliva ou uma
mulher forra para cosinhar e fazer o
uma pequea familia : na
ceire andar.
aervico da
raa da Cruz n. 9, ter
f
Joaquim F.
40Ra do Qutimado-40
Defronte do becco da Gongrega^o litreiro verde.
Nette eslabelecimento ha sempre am sortlmento co mpleto de roapa falta de
todas as qualidades e tambem se manda execatar por mecida vontade doa fregae-
xes para o qae tem am dos melhores professores.
Aluga-se a caaa terrea da raa do Fogo n.
..: a-,rt,,r ? rua di Crui n- U eaeriptorio de
Antonio Luiz de Olireira Azeredo.
Escripturacad.
Urna pesaoa habilitada am escripturaco mer-
cantil por amboa oa systemas, dispondo de al-
gumas horas vagas propoe-se a tomar conta de
algumas escripias, para o que poder ser procu-
rada das 6 ai 9 horas da manha e daa 5 horas
da tarde em dianle : na rua do Imperador n.
18. segundo andar.
Escriptorio deavocacia|
Rua do Imperador n. .
37, primeiro andar, a es-
querda.
Neste estsbelecimento trsbalha o advo-
gado Joaquim Borgea Carneiro (gradeado
em direito pela faculdade do Recife) des-
de aa 9 al as 3 horas do dia.
Advoga em todoa os juizos e tribun-.es
desta praca, e encarrega-ae de negocios
para o interior da provincia, principal-
P menta para aa comarcas de Santo Anto,
Rio Pormoso, Bonito, Nazarelh e Goianna.
H Recebe gratuitamente aa cautas dos
desvalidos, nao podendo cada qual tra-
tH zer maia de ama qaesto por vez.
SNo meemo ettabelecimento solicita ra-
se tituloa e patentes de empregados pu-
Sblicos e offleises ds guarda nacional do
interior, mediante mdico estipendio.
Em sua falta e impedimentos ser
substituido, nos negocios civeis, pelo Sr.
I Dr. Joaquim Jos de Campos, e nos do t
crime pelo Sr. bscharel Jorge Dornellaa
K Ribeiro Pessoa.
MMMMttMs ni^mmmmmn
Alugam-se os armszens da rua de Apollo
oa. 1 e 3 qae o Merece m boas proporr;oes para es-
tabelecimento de armitem de aatucar. Tambem
ae aluga coojuncto com oa armazens ou separa-
do o andar qae tem o ultimo, bem como o pri-
meiro da casa o. 1, os qaaea podem servir para
residencia visto eatarem reunidos: quem preten-
der, pode dirigir-se a rea da Cruz numero 8 para
(..Ni
Casacas ae panno preto a 0$,
85$ e
Sobrecaaacosde dito dito a 359 e
Paletota de panno preto e de co-
rea a 359, 809, 259,109,189 a
Ditoa de casemira da cores a 22f,
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo fraacezas a
Ditoa de merino aetim pretoa e
de coras a 9$ e
Ditoa de alpaca de cores a 59 e
Ditoa de alpaca preta a 99,79,59 o
Ditoa de brim de cores a 5$,
49500,49 e
Ditos de bramante delinho bran-
co a 6f, 5$ a
Ditoa de merino de cordo prato
a 159 o
Caigas de casemira preta e de co-
res a 139, 109, 9$, 79 e
Ditas de princeza e merino de
cordo preto a 59, 69500
Ditaa do brim branco e de cores a
59. 495OO e
Caleta de ganga de cores a
Colleta de vellado preto e de co-
res Usse bordados a 139,99e
Ditos de caaemira preta do co-
res liaos e bordados a 69,
59500,59
309OOO
309OOO
309000
3OOO
IO9OOO
Ditos de setijm pret0 rjoOO
Ditos de sedaf e setim branco a 6 a 59OOO
Ditos de gorlguro de seda pretes
, /v?lF- 7*> *4* 5000
Ditos de brirr)-. e fustao branco a
38500, 39)500 a 39000
Seroulaa de rjrm de linho s 29 e 292OO
r _; 9 al'*odo a. 19600 a _\>s-280
Camita 1,1* ___ %^
e de corea. .a 2920o"
89OOO Ditaa de palto delinho a 59, 49 o S000
89500 Ditaa de madapolo brancaa a de
8$5O0 cores a 39,39500, 39 a 1(600
Chapeos pretos de massa franceza
395OO forma da ultima moda a 109,
&S5O0 o 79OOO
49OOO Ditos de feltro a 69, 59, 49 e 39OOO
Ditos de aol de seda ingleses e
89OOO frsucezes a 14$, 139, 11$ a 79000
Colarinhos de linbo maito fines
69OOO novos feitios da ultima moda a 9800
Ditos de algodo $500
49500 Relogios de ouro pslente e hori-
zontal a 100S, 909. 80$ a 70J000
25500 Ditos de prata galvanissdos ps-
|000 tente e horizontaea a 409 e 80$000
Obras de oaro, aderecos e malos
89OOO aderecos, pulceiras, rozataa o
aneis a 9
Toalhaa de linho duzia 10$, 69 e 9$00O
8$500 Ditas grandes para meaa ama 39 e 4900q
Joao da Silva Hamos,
medico pela Universidade
de Coimbra,
da consultas em casa, das 8 s 10 horas da ma-
oha, e preata-ae a qualqaer chamado com a be
coohecida promptido.
P
Atteocao allencaG.
O abalxo astignado, liquidatario da exlinqf,
.fimsdeJTidalJ.Msto.. W^Wro^oTesa
mesma a mandareu^qonl^o antes pagar aeus
:J
ttenco, seiihores fregue-
zes.
Ignacio Gomaa Porto, oatr'ora morador na raa
estreita do Rosario, scha-se de novo estabelecido
na rua Direita o. 75, com suficientes obraa de
sea officio de alfaiale, de toda a qualidade ; es-
pera qua seus fregaezes tanto deala praca como
do centro delle ae nao esquecero, promeltendo
como sempre dia e hora em seus trstos como
cottuma, etc.
tratar.
Us abaixo assignados daclarm ao Sr. Ma-
noel Carpinteiro da Silva que nao deram conaen-
timento algum para compiar a taberna do Sr.
Beoto Alvea, alta no Varadduro de Oltod, pois
tambem sao credores do dito Aives ; e paraovi
tarem quettea fazem o presente annuncio. Re-
cife 5 de julho de l6t.
Complana 4 Cordeiro.
Gabinete medico cirurgico.g
1 Rua das Flores n. 37.
1 Serio dada consaltas medlcas-cirargi- 9
1 cas pelo Dr. Estevo Cavalcanti de Alba-
l qeerque da 6 as 10 horaa da manhia, ac-
I cudiodo aos chamados com a maior bre- %
I ridade poasivel. m
I I- Partos. sa
I 3. Molestias de pella. Z
8.* dem do olhos. am
I 4.* dem dos orgos genitaes. a
I Praticartoda eqaalquer operaco em sj
l sea gabinete oa em casa dos doentes con- sj
k forme lhes fOr maia conveniente. sj
Attenco
Na casa de pasto, na rua- do Aragao o. 1, em
frente ao ltrgo da Boa-Vista, foroece-se comida
em casa e para fora por commodo preco e com
aaseio.
NlZtREM
Escriptorio de advocacia.
O bacharel Joaquim Gomes da Cuoha Bellro,
tem aberto o seu escriptorio de advocacia na ci-
dade de Nazareth ; por iaso, ts pessoas que do
teu preatimo ae qulzerem utilisar, podero di-
rigir-te mesma cidade, 4 tratar com o annun-
ciante, ou ao Recife, com o seu charo mesiree
amigo olllm. Sr. Dr. Joaquim Jote da Pontees,
no peleo do Imperador.
arjr
Attenco.
Vende-se, permuta-se, oa lie faz qualquer os-
tro negocio por parte de am eogenho diatante 6
legoaa deata praca, que offefece vaotagena para
uma pessoa opulenta desta praca qae deteje ne-
gocia-la ; aasim como tambim se faz negocio
por uma letra resaltante de : arrenlamentos da
meama parte : quem ae jolgar com disposico,
declare por este Diarto para o flm aupra sua mo-
rada
Aluua-ie am muleque be 12 a 14 aonoa;
quera qaiter, os rua do Sol n. 31.
Beata consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora bavendo
ah sempre grande sortimento dos verdadeiros medicamentos homeopathicos, preparados em Pa-
vris (as tintaras) por Catsllan e Weber, os mais acreditados pharmaceulicos do universo como
r^.radorede^ic*dehome^athi.. J Alaga-., o .obrado de u> andirTaoio na
O proprieumo deste consultorio nao pretende, toditu, qiw sejasa os seus medicamentos roa Velha n 92, que faz qaioi para o paleo da
infatlivais, porque nada ba ihfallivel em fados humanos; nem fio pouco superiores aos que por Santa Cruz, a no soto tem < quaitos o 3 janel-
ahi so preeonisam, porque cert que o qae dos facemos, outro o pode egualmente fazer to bom '!!LSara D,cente.e poema, tem quintal e ca-
senio malhor. Mae a6.oca que nelle nao ha trafieancia, e que o servico dalpreparacao como por f. 0b19 VJZWTZ"' *""
elUmwmo proprietario. que n5o tendo grandes eommeccio de carUir.s, acha-s. sufficiernte para n.Doel Ferrelra 0a Sllri -J^QK
JlliWd.des daquaJIa prepar^ao. ,.,... p. Ellrop. ,l 15 Vj'^rem. mez!
10 acnam-se i venda elementos da nomeopathia, scommodsdos Dteligenea julga nada dever nesta prar;s, caso baja alguma
"po prasu-se gratuitamente o seu proprietario, com seus es/orcos e C0D,a "J"6"" fc,er obaequi > de lhe apreaantar
-a-mudae. sem lUnecio al.u*. procuI#ia, ^ ""g^, ^/T-e^^Vo^oSm'.elao
pifas.
neeessiudas, sem istinceao algama, que o
^umanidada soflredora.
7
i!
m
O retratitia americano
O retratists americano
O relratiata americano
O retratista americano.
Roa do Imperador
Rua do Imperador
Rua do Imperador
Ruado Imperador
Novos estylos de ambrolypo
Novos estylos de ambrolypo
Novo, estylos da ambrolypo
Novos estylos de ambrotypo.
Mallo baraioa
Maito berstos
Maito baratos
Maito baratos.
Lindoa cartea de viiita
Lindoa cartea de viaila
Llodoe cartoes de visita
Llndnt cart'i de Titila.
A meaa regadora da irmandada de N.
S. da Conceico dos Militares, tendo de
mandar abrir as catacumbas edificada!
00 corredor da mesma igreja, por srera aV
por ^elibemco da mesa geral, coosti- a
taidaa depoaitoa privados, manda avisar 1
a todaa aa pessoas que tem prenles oa
amigoa nellas sopuliados, que compare- jf
gam a eotender-se com o abaixo aasig- sj
nado at o da 12 do corrente do contra- S
V rio sero os restos morais que nellas se -j
am acham coodazidoa para o deposito geral 3|
!da irmandade, e nao ser admissival de-
pois desse dia-leclamago alguma. Red- 1
fe 3 de julho de 1862.O secretsrio, P. S
B. QulnUiro.
^m^tmmms sais mmmm
Baltsr & Oliveira
Porto.
debltoa para aasim deixar dbTS'VJ'^d obrigacZo
de eotrtgar aa mesmas a um procurador pan e-
e"S*r'*M iudicislmente. Recife^ de juoho
Joao Carlos Btslos Oliveira.
de 1862.
Sitio para alugar.
Aluga-se por mdico prego uma caaa e aitio,
sendo a caa propria para pequea familia, em
Santo Amaro janto ao hospital inglez : a tratar
na praca di Independencia n. 82.
A pessoa que aoovnciou ler um eacravo
pardo, boleeiro para vender, queira maoda-lo ao
collegio ds Conceico na Tamarioeira para ser
visto, mandando duer o ultimo preco pretendido.
Arrsnda-sa o muito proauctivo eogenho
Braco, sito na freguezia da Vicloria, quaai prom-
pto a moer com agua, d-se um excellente sitio
para forle lavrador, com grande casa no eogenho
Collegio, e vende-se um alambique de cobre com
todas aa suas achegas, e por preco multo com-
modo : trata-se no eogenho Bella Rosa da fre-
guezia da Luz.
D. Emilia Carlota
desfa provincia.
de S Vianna retira-se
Aluga-ae uma excellente
rua do Crespo n. 13.
ama da lene : na
&MK

Precisa-se de uma ama psra todo o servigo de
urna caaa de pouca familia ; na praca do Corpo
Sanio o. 17.
Aluga-se o lerceiro andar do sobrado re-
construido e piolado de novo, silo oa praca do
Corpo Sarao, esquina da roa do Trapiche n. 48 :
rt )aara no mesmo.
Deciara-seque essa metade do aobrado na
raa da Concordia n. 31, annanciada para vender-
se, acha-se hypothecada.
Aluga-se uma eacrava para o servico interno
ou externo de caaa de familia, asaim como tam-
bem umeacravo para qualquer servico : na rua do
Livramenlo n. 22, terceiro andar.
:a-se
sacam sobre a praga do
Preciaa-ae de uma criada qae aaiba engora-
re ar e comprar paraeaaa de uma moca solteira :
qaem ae prestar, dirija-se a raa daa Larangeires
n. 5, primeiro andar.
o aitio da Maogsbeira, confronte ao jardim bot-
nico em Olioda, com bom aobrado, 3 aalaa de
frente e 8 quartos, sala de detraz, cozioha fora,
boa agua de cacimba, a melbor daqaella cidade,
com arvoredoa da fracto, mangabeiraa a manguei-
ras, e mallas outrss fructas, baixa de capim, ter-
reno para plantario, capoeira com laoha, oliria
prompta para fazer lijlo grosso e fino, louca e
lelaa : quem pretender, dirija-se a rua doa Pes-
cadores o. 7, padaria, em S. Jos.
Aluga-se a casa terrea
janto ao meimo sobrado, com sitio mais peque-
o que o sobrado, ma. com aa meamaa qualida-
dea de fracleiras que do do sobrado, sendo a ca-
sa de vivenda com sala de frente, dita de janlar,
quatro qaartos, coziohs, com commodos para
grande familia: a tratar na rua dos Pescadores n.
7, psdsria por detraz de S. Joa.
Precisa-se de ama ama para coziabar
comprar ; aa na das Larongeiras n. 19*
Dentista de Pars.
15Rut Nova15.
Frederico Gautier, cirurgio dentista
fai todas as opersces dssua arte a e co-
loca denlas srtificiaes, ludo com -sdeln
rioridade e perfeicao que as pessoas-,en
tendidas lhe reconhecem.
Tam agua e pos dentificios, etc.
mmmn
I
Est juste e conlrstsds a taberna da roa de
Ltvramento n. 38 : qaem ae julgar com direito a
ella, darija-ae a meama eaaa n. 38 A.__________
Offerece-ae am .acordte para capellio de
eogenho ja qualqaer capellana do mato : quem
precisar anuncie.
Do segundo andar da casa n. 67
da rua Nova, fugio um papngaio para
o lado da rua das Flores,- levando no
pe parte da corrente de latSo que o se-
gurava na gaiola, e' tallador, chama
pelo nome de Rosa, Alvaro etc. : a pes-
soa que o agarrou querendo restitui-lo
favor mndalo levar a casa cima
que se gratificara' com 10, e a mesma
gratiflcaco se dar' a quem descobrir
a casa em que elle esteja.
Qaem preciaar de fetor para aillo, procure
na rua das Tnorhelras n. 16, loja.
Preciaa-.a oe cratadorea qae seaas baos e
bem recommendadoa, para aa obras da ponle de
ferro.' na na da Aurora n. 8.
-JlSk r
n


#jgjr.*S!*'.-T )**, 7

UHO 1% |>AIUt. OUARTA flIBA DE JOLHO DI Iftftl.-
V

>
111SKM S MMOTKM
fcM&gifc fifgfcllL SI lEldlIl
E JUNTA CEMTRL DE HYGIENE PUBLIC
CHAPAS MgiSlNAE
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas *s partes afectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas CHAPAS-KLKCTmo-BaGNKTiCAS-KPisPASTiCAS obtem-se urna cura radical e in-
fallivel em todos os casos da infUmmagao ( comaco ou falta de rerpiraflo ), sejam internas oo
xtarnas.como do figado, boles, estomago, bago, rins, tero, peito, palpitarlo de coracao, gar-
gaata, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affeccoes nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as di Eferentes especies de tumores, como lobinhos escrof alas etc., seja qual fr o seu
tamanho e profundeza por meio da suppurago serio radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e receitadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, e as innmeras curas obtidas o fasem merecer e conservar a confianza do publico
que j tem a honra de merecer, depois do 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
do fazer as necessarias explicagdes, se as chapas sao pora homem, senhora ou crianca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na caneca, pescoco, brago eoxa, poma, p, ou tronco
do corpo, declarando a cicumferencia e sendo inchagoes, feridas ou ulceras, o molde do seo
tamanho em um pedaco de papel o a declaraco onde existem, afim do que as chapas sejo di
fojma] da parte afectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serio acompanhadas das competentes explicaces e tambem de todos os acces-
orios para a c ollocacSo dellas.
Cnsa: seas pessoao que o dignaran honrar com a sua confianca, em seu esariptorio, que
acharu abertoe todos os dias, sem excepc,ao, das 9 horas da manhia as S da tarde.
Ittencao.

Aluga-ie um quartolMependente vlit* para o
mar, multo fresco : dos fundos da igreia de San-
ta Rila d. 56, vtr e tratar. '
,
Precia-! de urna ama ; oa ra do Livra-
mento n. 19, prlmeiro andar.
Alugi-ie a cata da ra da Trompe n. 11,
com. 2 alai, 3 .quartos, cosiona. fora, quintil
murado e cacimba: a tratar na ra Ditaita o;
84, padarla.
Aluga-se urna grande cosheir* no princi-
pio da ra do Hospicio, para qualquer aatabele-
cimeoto : na bolita do Sr. Ignacio, prac* da
Boa-Vista.
Escravo fgido.
Roga-sa a todas ss autoridades policises a
captura do escravo crioulo de nome Feliciano,
que se acha fgido desda o dia 7 do corrtote
mez e Um os aigoaes segoinles; cor preta, ros-
to um pouco redondo, coa duas pequeoss feri-
das oa testa, bastante ladino, quando .falii ri-
sonho, levou camisa e caiga de algodo de listrs,
e cbspo de eouro, tem de idaie |24 a 26 aono,
natural da villa da Assembla Iprovincia de
Aligois : quem o pegar leve-o i ra do Quel-
mado n. 10, a entregar a sto seohor Joao de Si-
queira Ferrio. qua seta bem recompensado.
Para luto.
Pomos de sads elsticos para chapeos largos e
estrcltos a 1500 : na ra do Queimado n. 22,
oa loja da boa f.
Algodo de 8 largaras.
Vende-se auperior algodo monstro com 2 lar-
guras, proprio psra lencoes e toalbas de mesa a
700 rs. a vara : ns ra do Queimado n. 22, na
bem conhoeJda loja da boa f.
A 2,400 rs. a dozia.
Lencos brancos finos psra algibetra pelo dimi-
nuto prego dt20*00 rs. a daxia : na bem conhe-
eidailojada boa f, na ra do Queimado n. 22
Cambraias de cores
Vendem-ae csmbralas frsncezaa de cores fa-
tenda multo Ina pelo baratiasimo prego de 260
e 280 rs. d corado : ns loja da boa f na roa do
Queimado o. 22.
Aviso aos amantes de edifica-
res.
Vende-se um rico terreno em estado de edifi-
car, por nao necessitar aterrar, em a melhor lo-
calidado da regimi. de Santo Antonio, teodo
360 palmos de frente a 150 de fundo, com o tio
na retaguarda, o qu maito proprio para edifi-
c*r"?6 co?beiraa, armazn*, reflnagoei, ou outros
estabelecimeotos, ando mullo fcil as edificagdea
nao s pelo barateamento dos materiaes e mao
d'obra, como por flcar o porto em cima daa obras,
naste terreno se pretenda levantar 12 srmazeoa
ou cocheiraa de 30 palmos, o que boje nao pode
fazer o seu proprietario em consequencia de ler
sido urna das victima* da commandita : na roa
doCsbugn. 9, Uja de miodeus, ae oir quem
rsnde.
119 Ru
PERTO
po Parto
DO LARGO DA CARIOCA
EliiY
119
Para as encommendas informaces dirijam-se a
roa do Queimado n. 15.
pharmacia de Jos Alexaadro Bibeiro i
Precisa-se de um bom cosioheiro para um
botel em Gameleira : a tratar no largo do Pe-
nha n. 10.
0 Livro do Fovo.
Sanio i luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direcgo do Sr. Dr. A. Marques Ro-
drigues, o cootm a vida de N. S. Jess Christo,
segundo a oarragso dos quatro evangelistas, e
maia os aeguintes artigoa: o vigario, o professor
primario, o bom Iromem Ricardo, a moral prati-
ca, Simio do Naotua, mximas o pensamentos,
o hygiene, os devores dos meninos, e o Brasil.
A publicado do LIVRO DO POVO nao s tem
per fim unrformisar a leitura as escolas piims-ta eicrava veio ba pouco de Hamaoguepe do nor-
Fugio na nolte de 7 para 8 do crtente, da
casa do abaixo assigntdo, a sua oscrava mulata
de cor clara de nome Maris, idade 23 annos,
pouco mais oa menos, bastante alta e ebeia do
cotpo, cabellos corredizos, e gosta de andar bem
penteada, levoo vestido He chita cor clara, aaia
o caxavoqae, a aaia atacada por cima do cazave-
que, levou mais om chale azul ferrete com barra
da cor e urna coberta de chila j desbotada, ti-
nas, onde cada menino aprende por um litro
difireme, e portaoto facilitar o trabalho do mos-
tr o do discpulo, como tambem vulgarisar, por
m prego baralissimo, a biatoria do ssivador do
mondo, o oa melhores preceitos do moral.
Vesde-se o Livro do Poro, no Recite, na
livraria da praga da Independencia na. 6 e 8, a
500 rs. o exemplar em brochara, a 800 rs. ear-
tonado.
CONSULTORIO ESPECIAL BOIEMaTBICO
DO DOUTOB.
SABINO O.L.PIHHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias Ueis desde as 10 horas
at meio dia, acerca, da /seguales molestias :
molestias da mulhtfttimolettiat das triun-
far, molestias da pe'- aCbtcstias dos olhos, mo-
Uttiat syphiliticas, todas as upsciss dt fsbrts,
ftbrts initrmitJents s Sitas conttqutncias,
PBUBJUCIA BSFK1U. HOMKOr ATHlCi .
Vordadeiroa medicamentos homeopathicoa pro-
jaradoa aom todas aa cautela necessarias, in-
alliveia em seus effeitos, tanto em tintura, asma
am glbulos, pelos prego* maia commodos pos-
avola.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia; todos
que o forem tora della s falsas.
Todaa as carteiraa o acompanhadaa de om
impreaao com m emblema em relevo, tendo ao
reopr as. segaintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinno, medico brasileiro. Este emblema poato
igualmente na lista dos medicamentos que so po-
do, Aa carteiraa que nao lovarom essaimpresas
assim marcado, saibor* enham natampa o no-
mo do Dr. Sabino aio falsoa
fe, romettida pelos Srs. Moreira & Primo, a
quem ltimamente a comprei, porm provavel
que nao tenba aabido desta praga e esteja occul-
tada em alguma casa : roga-se as autoridades
policiaes e capilies de campo a apprehensio da
dita eserava, e lava-la roa Nova o. 67, segun-
do andar, ou ra da Cadeia Velha do Recite,
loja n. 22, que se gratificar geoeroaamenle o
trabalho.Joao Pereira Moulinho.
0 Sr. capitn
Francisco Antonio Avila,
queira apparecer na rus ro. 47. a negocio.
Precisa-se alugar urna ama forra ou eajj
va, que aaiba lavar, coziohar e,ej)gomma|T a
Uatar 'na ra do Queimado "a. 69, ou na ra da
Prsia n. 37, segundo sudar.
Aluga-se um segundp andar na
ra da Senzala Nova, com duas salas,
quatro quartos e cosinha no sotao, por
preco commodo : na livrana *n. 6 e 8
da praca da Independencia.
V
GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Lav0g*3m e engommado
de roupa, de Ramos t Pi-
mentel.
Emprea importante, que vai prestando rela-
vantes aervigos aova freguezea pela promptido
e perfaigo com que lava a roupa sem a estragar
PREfOS.
Roupa sortida (embora nao venbam meias nem
lenco) 40 rs. por pega.
Pecas grandes isoladamente 100 rs.
Roupas de navios, vapores e hospitses 70 rs.
Dita de familia qua nao fregueza 80 rs.
Dita do doente da familia que nao freguesa
a 120 ra.
Urna redo ou cortinado de cama ou varanda
a500ra.
O prego dea engommado* mdico e confor-
me aa pega, como costumam fsseraa engomma-
deiras. O prsso da eotrega da roupa lavada
8 dias, o engommada 15, sendo qua muitas vszes
ost prompla antea do praso. Deposito na ra
Nots.
Pateo do Li vi-amento n.ll.
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio ptanls denles arti-
ficiaos por gratnpoa o ligadura* o a preaso do
ar, daatea ioeorrupliveis sobre ooro, systems
norto-amorietno a faz todas aa oporagdes de sus
rta a com promptido o limpeza
&
Mudanca,
Lisboa, Porto eilhade
S. Miguel
Carvalho & Nogueira saccam sobre ss pregas
scims : na ra do Vigario n. 9, primeiro andar.
Fabrica de velas.
Francisco Celestino Ramos Jnior participa a
todoa os seus freguezes que mudoa a sua fabrica
de velas ds roa da Roda n. 48, para a travesea
dss Gruzesn. 12, segundo andar, onde tem sem-
pre immensa quanlidade de velas de todos os ts-
manbos, de carnauba pura e composigio.
Florista.
Mara Jooquina de Sania Anns, florista e do -
ceirs, participa ao respeilavel publico e a todos
os seus freguezes, que mudou a sua residencia
da ra da Roda n. 48 psra a travessa dasCruzes
n. 12, terceiro andar, onde pode ser procurads
para qualquer encommenda de flores, bolos e
bandejas para casamentos e bailes.
AttencOo
Tendo desapparecldo no dia 29 de junho do
correte anno urna crioulinha forra, menor de
14 aonos, de nome Hara, cuja crioulinha tem
os sigoaes aeguintes: msgrs, rosto comprido,
olhos grandes, ps comprldos e apalhelados es-
tando com um dedo dos ps doente, lerou ves-
tido um roupao de chita desbotado e um par de
rozela de ouro francs as oralhas, cuja negri-
nha desappareceu do sobrado do paleo do Hos-
pital o. 29, e rogi-se a toda e qualquer peasoa
que della souber ou tirer noticia se dirigir ao
mencionado sobrado pois ser gratificado, e tam-
bem procede-se oa forma da lei contra toda*e
qualquer pessoa que a tirer acoatado em sua
casa.
Precisa-se de urna ama pira casa de pouca
familia a tratar na roa do Queimado n. 7, ou no
Recierua da Senzala n. 140 2* andar, prozimo
do-bpco do Capim.
Precisa-sede urna ama para constobar, e
comprar, na ra da* Laraogelras o. 16.
S. Blum, Lehmam & C, ra do Crespo 16,
vendem libras esterlinas.
l'recita-se de um memnojou moleque para
se Ihe ensinsr o offlcio de terreno o sarralhelro,
que sejs de boa conduela, assim como se faz
muito em conta todas aa obras tendentes ao dito
offlcio, como sejam : bsndslraa, varandss e por-
les, concertos de cerros e moinbos de esf, etc.,
etc. : ns ros Nova n. 65 se diz.
- Prectsa-se de urna mulber idosa quesaiba
coziohar, para cosa de pouca familia : a tratar
na ra dua Crazas n. 85.
A viuva do fallecido Feliciano 3us dos Res
avias e pede aos crodorea do seu casal qae ae ha-
biliten) legalmente psra serem sttendidos os seus
dbitos, pois se est procedeodo a inventario no
joizo municipal da oidade de Olioda. Olioda 7
de julbo de 1662.Ros* Mara do Rosario.
Sexia-feira 11 do correle, Onda a audien-
cia do Sr. juiz de paz do 3.* dislricto da freguezi*
da Boa-Vists, ser arrematado por venda 1 sota,
2 consollos, 1 mesa de molo de sala, tudo de Ja-
caranda e com pedr* msrmore, tudo avahado
por 1005. por execagao de Jos B*ptist* Ribeiro
de Faria contra Manoel Jos da Silva Luna, a
ultima praga.
s
Manoel Antonio de Carvalho
com loja de f&zendas na ra do
Queimado n. 17, mudou o seu
estabelecimento para a casa n.
27 da mesma ra.
Quem precisar de ama mulher de mala ida-
da para ama de essa homem aolteiro op de
seaca familia, dirija-a* a ra da fasto Amaro,
loja do sobrado n. II.
Pelo juuo de paz do 2." outneto da Boa-
Vala vai arrematar-* boje na ports do mesmo
juiz os baos penhoradoa a liaoool de S e Soazs,
por execugo de Narciso Jos da Goata Pereira,
por aer a ultima praga,
O-abano assigoado faz sciente ao Sr. Ma-
noel Carpioteiro da Silva qua nao dou seo assen-
timepto psra comprar ao Sr- Beato Alves a sea
liberna alta do Varadouro de Olioda, que de-
clara em lempo para avilar qualquer duvida oo
coolestacao fufara. Recife 6 de julho de 1862
Como procurador de Guilhermioa Morizella de
Amorim Couttobo, Ignacio de Amorim Lima.
ti------r-ii-------
Practsa-sa de um csixeiro ana emenda de
pbvmaois ; d botica di im do Cabofa a, 11,
"
Tbomaz de Aquino Fooaoca saca aobre Lis-
boa: nru* do Vigario o. 19.
.Precisa-se fallar com o Sr. Simao
Jote' de bouza Santos (procurador) na
ra da Cadeia do Recite n. 38 primeiro
andar. .
Superior brim bronco de
linho
Vende-sesoperior brim branco d linho tran-
cado pelo baralissimo prego de 19200, 18-140 e
19600 a vara, dito muilo encorpado de dona lio*
e de linho poro a 2f vara : na ra do Queima-
do n. 22, na bem coohecida loja da boa f.
Algodo da Baha.
Proprio psra roupa de esersvos e saceos de as
sucar : vande-se oa ros da Cruz n- 1, sscriptorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azavedo A C.
45 Ra
-45
A epidemia declina sensivetmente, e o seu
complato desappsrecimento est prximo I O
proprietario deste bem sortido estabelecimento
convida os seus numerosos freguezes a substituir
o galgsdo' velho, que todo est cholerico, por no-
vo, e que possa resistir s mil schotis e mazzur-
cas que vio ser dansadss em louvor do restabe-
lecimento da saude publica. Os pregos con-
vidsm :
HOMENS.
Botinas atareadas Milis.
compras.
Compra-se
pucuman a 80 rs. a libra :
Cabuga' loja de miudezas
aguia de ouro.
na ra
n. *1 B,
do
da
Compra-se urna eserava que seja perfeita
engommsdeirae coatureira a de boa conducta :
na ra ds Cadeia do Recife n. 35.
Na ra do Vigario n. 8 compra-se (sendo
em conta) ama balanga decimal, prefere-se o au-
tor Romo.
Compra-se
na ra da Senzala Veiba n. 96, padarls, um ry-
lindro e lodos oa maia arrsnjos em bom estsdo,
pertencentes s padarla ; quem- livor apparega.
Compram-se seis cathecumos da* verdades
catholicas por Fr. Antonio de Jess, impressos na
typographia do Roma : quem oa tirer e quizer
vender, annuncie oa dirija-se a priga da lnds-
pendencis, fsbrica de chapeos n. 21 a 30.
Compra-aa urna balanga decimal em bom
estado, com seus competentes pesas, e qae saja
por prego commodo : na ra do Vigario n. 26,
fabrica de velas.
Compra-se urna casa terrea as ras se-
goiotes : roa de Horlas al a ra dos Martyrioa,
ra do Caideirero, ra da Concordia, ra da
Palma, roa das Flores, ra da Florentina, ras
das Aguas-verdes, ra de Santa Thereza, tendo
e la 2 salas e 2 quartos : na ra larga do Rosa-
rio n. 30, se dir quem compra.
8.
Vende-se urna casa nos quatro canto* de
Olinda, com bons commodos : a tratar na Boa-
Vista, becco do Fundan n. 2.
Ricos basquines
A loja da boa f racebeu auperiores bisquineS
de multo floa esmbraia a imiugio da de linho,
bordadoa a eofeitadoa com apurado gosto o os
vende pelo barato prego de 89 cada um, tendo-
sido sempra sea casto de 16J e 209, spresaem-sa
poia em compra-los na meoeionada loja da boa
f, na roa do Qeeimsdo D. 23.
Laazinhas muito finas
para \estidos.
Suptriores laszinhas para vestidos de muito
bonitos psdres que se vendem pelo baralissimo
prego de 440 rs. o covsdo : na roa do Queima-
do n. ti, no loja da boa f.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Vendem-se manguitos e Rollas de superior
cambraia ricamente bordados pelo insignificante
prego de 2$ o par de manguitos com orna golla,
ssodo que stmpre costaram 69 esda par, assim
pois recommeoda-se sos amigos da santa eco-
noma que aproveilem a boa occasio, irigin-
do-se com diobeiro a loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.
Camisas inglezas baratis-
simas.
Veodem-se esmisas inglezas com aberturas e
punbos de linho e com pregas largas pelo bara-
to prego de 305 a duzla, assim como oulraa mui-
tas aaperiorea a 409: oa ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Magalhaes & Alen-
des,
recebando varias fazendas novas ss vende por
prego bsratissimo para acabar, na roa da Impe-
ralriz, loja e srmszem da arara n. 56.
Agua de colonia ambria-
da esem o ser.
Essa estimada sgua de colonia embreada, da
que tantoa a tanto tempo sentem s falta, acaba
do chegar em bonitos (rucos verdes, os quaes se
eslo vendendo a 19500 cada om ; assim como
chegou igualmente um grsnhe sorlimento ds
verdadeira agua de colonia de Piver em fraacos
e grranhas de 4.iffereq.tesla^minhoj, tudo is-
so na roa do Queimado, loja da aguia bren-
ca n. 16.________________________________________
Apparelhos de porcellaua dou-
rada para cha de bonecas.
A loja da sgua branca desejando que todos
fagam a vontade a ause bellas meninas est ven-
dendo commodsmente esses bonitos apparelhos
de porcellana dourada, e pintada a 15500 e 25.
teodo cada am 6 casares de chicaras, e os mais
perlences, a vista do que todoa iro (munidos de
dinheiro) para compra-Upa na ra do Queimado
o. 16.___________________________________________
Bonitos paliteiros de porcel-
lana dourada.
Agora ninguem deixar mais de ter em sua
mesa um bonito paliteiro.de porcellana dourada
pois que elles se esli vendendo a 19 e 19500
Da loja da aguia braoca n. 16.
Banna japoneza e outras mui-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca acaba de despachar, de
ana encommeoda om grande e bello sortimento
do finas perfumaria dos msis afamados fabri-
cantes, sendo ss bem coobecides e apreciadas
banhas, japoneza, transpareote, philocome im-
perial em bonitos copinhos com tsmpa de metal,
dita noa copoa gran es, dita em compoteiraa li-
las e lapidadas, oleoa de babosa, philocome e
Lubio, pomadas ou cosmesliques, finos extractos
dos preciosos e escolhidos ebeiros Jacky-Club,
mil flores, miel de Inglaterra Marechal, Principe
Alberto, GeorgeIV, etc. etc. Recommeoda-se a
todaa aa senhorss de bom gosto o uso de qualquer
desses estimados extractos porque aquella que
em urna sociedad, theatro, ou baile estiver com
seu fino lengo orvalbado de tio sublimes aromas
lera por ceno o prazer de ver as suas visinhas
dadireita e esquerda Ihe rendendo bomenagem,
perguotarem donna F. onde comprou esse tio
sgradavel cheiro ? Bella orgalhoss de seu bom
gosto, mas com ar prazenteiro Ihe responder:
na ruado Queimado loja da agua branca nume-
ro 16.
D
>
>
>



non-plus-ultra Nantes.........
Nantes 2 batera*...............
a lustra....................
inglezes de botoes..............
I25OOO
I29OOO
llftCOO
IO9OOO
IO9OOO
bstedores....................... 99500
couro de porco....... 99000
bezerro a lustre............... 9000
inglezes ps eWageos......... 7)500
s> taxiadoa braiileiros............ 5|500
S*Jiat5ea non-plus-ullr*................ 790G0
^ 3 bateri** e mela.............. 6*500.
> esmaga cobra..............___9fl
> Nantes 2 bateras Vjqaelfc-^Tfjjooo
_,--___ 2-tUeT!"Bezerro...... 59500
* > trsbalhadores.......... 5900O
brasileiros de 355OO a.......... 2|000
Sapatoa2 solas e sallo.................. 59000
a tranga portuguezes.......... 23OOO
francezes...... 19280
SENHORAS.
Botinas dengozsa.........59500
> salto de bter.......59OOO
> pechincha de 49500 a. 4|000
americanas 35500 a 2*500
3*000
19920
800
ape
Vinho collares.
"garrafa.Tlolad^aln^vTreme^r^sl^
V?L Ln\.8ranae *0,timento de molhados qua
vende muito em conta. tem smenles de hortali-
za novas.
odernos a 25 e 309, bales da arcoa mo-
para senhora, ditos de brilhsnlioa, ditos
-* para meninas a 25, sslas de cordio que
'faz vaz de balao por 19400; na roa da Impera-
[*trz, loja da arara n. 56.
Veode&e
balangss grsodes e peqatenss, e que foram de pa-
dana : no basar da ru* do Imperador.
Vende-s
no basar da ra do Imperador meiaa pretas para
senhora a 80 rs. o psr, vestimentaa de lia para
meninoa a 800 rs., grvalas de seds a 200 rs.,
cortes de brim setim a 29500, ditoa de casamirs
a 2M)0, colarinhoa de esguiio s 49 a duzia, filis
largas hndisslmss 400 rs., toncas de lia para
meninos a f 00 rs., manguitos de cambraia e fil
a 19500.
No mesmo estabelecimento
rscebe-se todo e
aem lemite.
Vende-se laozinhs para vestidos a 3S0 o
covsdo ditas muilo finas a 500 e 600 ra. o corado
fustaos leves psra vestidos a 280 e 320 rs. o
covsdo, gurgurao de linho para vestidos a 280 rs.
o covado tassa a torca psra vestidos a 240 e 280
rs. o covado, cassas frsncezaa fin*a a 280 e 300
o covsdo, ditas organdis a 320 rs. o covsdo: ra
da Imperstrizloj* d* Arara o. 56.
qualquer objecto psra vender
~" Vande-se a taberna da ra da Lingoeta o.
5, com poucos fundos, propria para principiante :
a tratar na mesma.
Vende-se por prego muito barato, urna la-
boleta propria psra frente de loja nova, assim
como um flteiro tambem proprio para vender fa-
zendas e miudezas, tendo j argolss para depen-
durar as memas miudezas : na ra Direita nu-
mero 75.
Vende se um cabriolet de 4
rodas em muito bom estado, as-
sim como um cavallo ruco, no-
vo e de muito bons andares : na
ra Nova n. 56, sobrado de um
andar.
Quasi degrada.
Vende-se urna grande porgio de garrafas e
melas garrafaa vazisa ftatvez mais de viole mil]
que para desocupar o lugar ae vsodem pela of-
erta quose cfaar: na ra do Imperador n. 46.
preqos
preto
i uadoQucioiadon. 10
LOJA DE 4 PORTAS
Ferraod Vende-se as seguintes fazen
! das pelos baratiuimos
abaixo mencionados:
Capas de grosdenaple
bordado a 25$.
Manteletes de dito dito 20,
25 e 30$.
Chales de touquim bordados
os melhores que tem appareci-
do no mercado a 8, 10, 15, 20,
25. 30, 40 e 50$.
Cambraias e -hiUs rancezas
cores seguras e lindos padroes a
a 240 e 260 rs.
Laa aberta matisada a 320 e
40u rs.
Muitas outras fazendas exis-
tem expottas aos compradores
que segundo seus precos nao
deixarao de agradar.
Cortes de chita da arara.
Vendem-se cortea de chitaa finas com 12 1|2
covados por 29500, chales de lia por 19, ditos de
lia e seds a SS, ditos de merino estampados a
2J500, manguitoa a golli de linho para senhora a
2*500, golla* bordadas a 500 rs. : na ra da Im-
pratriz, loja da arara n. 56.
Arara vende as capas.
ttem-se capas psra senhora a 6g, ditas de
finas 109, manteletes de grosdenaple
Ararq vende as saias.
Vendem se saiss a-a.H.. ara aenhoras a
jdOU, ditas de 4 panno* a 39, cambraias lisa* a
pega lf.600. 29, 29500, 39, 3500. madapolio fino
de 24 jardas a pega a 49400, 4$600, 5, 5a500 s
69, dilo entestado a 39'; na ra da Im
loja da arara n. 56.
iperatriz,
Cortes de cassa da arara.
Vendem-se corles de cassa prsta a 29500, ditos
de cores a 2/500, cortea de organdya com 15 co-
vados a 79, ditos com 25 covados a 89, ditos de
D ,12 C0Tfi 8' dito de gorgurao com
na ra da Imperatriz, loja
18 covados a 6g500
da arara n. 56.
Sapatosde sallo (Jolv)
> sem elle (idem)......
t tapete.........
b econoaicos........
lustre 32 e 33.......
MENINOS E MENINAS.
Ha de tudo em relsco e nio se deiza
dinheiro.
Um completo sortimento da couro de porco,
cordavio, bezerro francez, couro de lustre, msr-
roquim, sola, courinhos etc., que tudo se troca
por dinheiro vontade do comprador.
800
sabir
Cinco tm^oesf
S na loja dopavo
vendem-se sedas de quadros, ditas de lislrasWp
comprido, e dita* de lietras atravessadas, d(|
de quadrinhos, sendo dos melhores padtoes o
licadissimos goslos, com largura de chita hV
a 500 rs. o covado, 6 pechincha, e dioso'
smoslrss com penhor : na ra da Imperatri
60, loja e armaxem do pavo de Gama & Si

Papel amisade branco e de
cores.
Vende-se pacotes com 100 folhss de papel ami-
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pacote :
na ra do Queimado loja da aguia branca nu-
mero 16.
Objectos typographicos.
Vendem-se 6 pares de caixss com lypo corpo
II, romano, distribuido, novo, e de lindo carc-
ter por ser o mais moderno, 8 psres de caixas
com itlico, Modo pertencer a cada dous pares
de caixas romano, 1 par do itlico, msis 4 pares
de oaizas com typos corpo 10 romano tambem
rpui lindo, e 2 pares de caixas com itlico per-
tencente so mesmo lypo, vindo a pertencer a ca-
da 2 paras de caixas do romaoo 1 do itlico I ha
alem diito-escovas, engrsdagoes de metal, mui-
tos e variados typos para ttulos, oa quaes se ven-
dem oo as caixas como estio, oo somsuteaquillo
que precisaren), ramss de ferro, etc., ele. : quem
pretender estes objectos, pode vir, e mesmo trs-
zer pessois inlelligentes para examinar, na roa
do Imperador o. 15, das 9 horas ds manhaa s
3 l|*da tarde._________
Vende-se urna booil* mulatnha de idade 7
annos; na rus d* Cadeia do Recife n. 47.
Vende-se urna preta que engomms, lava e
cozoha Com perfeigio, ao comprador aa dir o
o motivo da venda : na ra da Imperatriz n. 47.
rownMi)
Torrador.
1$Largo do Ter$o~%3
Manteiga ingiera flor s 800 a 960 ra. a libra,
dita franceza a 640 rs.. bsnha de porco a 400 ra.
a libra, masase mailo finas parssopa a 400 rs. a
libra, queijos do reino a 29,ditoado aertio a 560
rs.a libra.seiveja dsa melhores marcas a 500 r*. a
garrafa, sardinhas de Nantes a 400 rs., toucinho
* 320 rs., bolacbinba inglezs a 320 ra; a libra,
isim comoae venda outros muilos gneros bs-
ratissimos, pissas a 400 ra. a libra, aio muito
novas, o se slguem davidsr venha ver no Torra-
dor largo do Terco o. 23.
Cambraias
V,endem-se cambraiaa de corea de bonitos a
legsntesdesenhos a 280 e 820 rs. o covado: oa
ru* da Imperatriz, loja o. 20.
Velas a 64*0.
Vendem-se caixas com 25 libraa de esperma-
cele a 640 a libra, a retalho a 680: oa travesea
do p*teo do Paraizo n. 16, com oitio para a ra
ds Florentina.
Vende-se arma ptima eaerava sadia e aem
J| achiques, com aa habilidad** seguales : eogom-
m a>s Perfe'lamenle, cose de todss as quslidadee,
tMifsiiMsi(; ar? a.v.'iuttr"'d* "*
Bastos & liego
Na ra Nova junto a Conceico
dos Militares n. 47.
Om grande-e variado sortimento de
roupas taitas, calgadose fazendas e todoa
este* se vendem por pregos muito modi-
ficado como da seu coatomo, assim co-
mo sejam aobrecasacoa da auperiorea pan-
nos a ca sacos feitos palos ltimos figuri-
nos a 269,289, 809 e a 359. paletota dos
masmos pannos preto a 16j, 18f, 209 a
a 249, ditoa de caaemira de cor mesclado
e de novoa padroes a 149,169, 189, 209
o a 249, ditoa de casemira de cdr'mes-
clado e de novos padroes a 14f, 16|, 189,
S 209 e 211, ditos siccos daa mesmas ca-_
semiras de corees 99, 109, 129 e a 14J.
ditos pratos pelo diminuto prego de 89,
109 e 129, ditoa de sarja de seda a so-
brecssacsdos a 12|, ditoa da merino de
cordio a 129, ditos de merino chinez de
S apurado gosto a 159, ditoa de alpaca
preta a 7J, 89, 99 e 109, ditos saccoa
pn pretoa a 49,- ditoa de palha de seda fa-
H zenda maito superior a 49500, diloa de
brim pardo e do fuatio a 39500, 49 e a
g 49500, ditos de fuatio branco a 49, gran-
S de quanlidade de calcas da caaemira pre-
H ta e de corea a 79, 8, 9$ e a lOg, ditaa
pardas a 39a a 49, ditas de brim de co-
rea fines a 2)500, 89, 39500 a a 4f, ditaa
de brim brancos finaa a 4J5C0. 59, 5(500
o a 69, ditaa de brim lona a 59 e a 69,
colletes de gorgurao preto o de corea a
59 e a 69. ditoa de caseqira de cor e pre-
toa a 49500 e a 5g, ditos de fustao branco
e de brim s 89 e a 39500, ditoa da brim
lona a 49, ditoa de merino para luto a 49
a a 4950O, calcas de merino para loto a
49500 e a 59, capa* de borracha a 99000.
Para meninos de tolos oa tamanhoa : al-
* de casemira preta e de cor 1 59,69 e
S. ditas ditaa de brim a 2f, 3j e a 39500,
paletots ssccosda casemira preta a 69 e
a 79 ditoa da cor a 69 e a 79, di-
toa de alpaca a 39, sobreessseos de pan-
no preto a 129 e a 149, ditoa de alpaca
prets a 59, bonala para menino de todaa
aa qualidades, camisaa para meninoa da
todoa os taminhos, meio* ricos ve tidos
do esmbraia feitos psra meninas de 5 a
8 annos com cioco bsbsdos lisos a 8f o
a 129, diloa do gorgurio da cor o de lia
a 59 e a 69, ditoa da brim a 39, ditoa de
cambiis ricamenteborbadoa para bapti-
ssdoa e muiUsoatras fazendaa e roupas
feitaa que deixam de ser mencionadas^
pela aaa grande qaaotidade ; aesim como
.recebe-ae toda e qualquer encommenda
de roupas para ae mandar manufacturar
e que para eate fim temos um complato
sortimento da fazendas de gosto o urna
grande oficina de altaiale dirigida por um
hbil mestre qae pela sua promptido o
perfeigio nada deixa a deaojar.
Fazendas pretas
superiores.
Groadenaple preto muito superior pelo dimi-
nuto prego de 29 o covado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e M o covado, casemira preta
muito fina a 2g, 29500, 3, 39500 e 49 o covado,
mantas pretas de blonde n.uito superiores a lj,
manteletes de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordados a 359, sobreessacas de panno
preto muito fino a 309, casacaa lambem de panno
preto muito fino a 309, paletots de panno preto
Qno a 18 e 209, ditos de casemira de cor mes-
ciada a 189, superiores gravatinhas ealreitas a
19, ditas de setim maco e de gorgurao muito su-
periores para duas voltas a 29, ditas estreitii'hasv
com lindos alneles a 29, superior gorgurao pre-
to para colletes a 49 o corle, ricos enfeites pretos
s 69, e assim outras muitas fazendas que sendo a
dinheiro vista, vendem-se por pregos muilo ba-
cgtps : na ra do Queimado o. 22, na bem conhe-
ririnHO.'aasjS j^oate______________________________
A loja d'aguia raCS, TUMk)'
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultimo vapor os seguintes ob-
jectos :
Bonitas ligas de seda para snsmrs.
Grandes e bem tecidos bandes de clina. >
Aspas de ac, e Ola elstica para cea de bolao.
Bonecas grandes mui bonitaa o bom vestidas.
Bonitos bauzinhos com 9 frsscosde cheiros.
Lindas caixinhas com 6 ditos de ditos.
Trancellim grosso de cor para guarnecer vestidos.
Luvas de camurta brancas e smirellas.
Lindos boioes de bantaa para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber lindos
boiea do porcellana dourada com floa hacha
msviosss inscripgoes, os quses por suas delicade-
zas e perfetcoes tornam-so dignos para presen-
tas, e com especialidade na actual qusdra, quem
gostardo bom dirigir-ge com dinheiro ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. lo, que acha-
ra em que bem o empregar.
tt
Peixes em conserva.
Bmfim chegou o afamado peixe Salmn e La-
gostas do fabricante Thomas Koiahl, em latas de
2 libras, vindo em direitora de Terra-Nove, no
patacho Buty : em casa de James Crsbtree 4 C,
rus da Cruz o. 42.
AcAs-ae venda no eacriptorio do Aotoni
Luia de Oliveira Azavedo & C, ra da Cruz n. 1
a obra eacrlpta pe'.o viscoode de Urugsay.Eossio
Sobre o Direito Adaoinistrstivo ; deixsmos de te-
cor elogios a ests obra, basta o nome de sea al-
tor para a torosr recommeodsda, daos volumes
em broetuira 109, encadernado 11$.
Chegaram as desejadas rosas
artificiaes.
Agora dave cessar o dssgosto que muitas ae-
nhoras santiam por nao terem comprado das pri-
meiras rosas qua a loja a'aguia branca recebeu.
isso porque dita loja acaba de receber om novo e
mais brilhante sorlimento.dellas, vindo estas do
mais a mais dslicameole orvalbadis. A senhora
que com a pequea quanlia de 29 comprar urna
dessss ormoss rosss, sentir om effeito anda
mais rpido (relativamente ao caso) do quo
squelle que produz o prompto allivio em qual-
quer molestia. Cumpre, pois, qua se nao de-
moren) *m as mandar comprar na roa do Quei-
mado, loja d'aguia branca n.16, pois do contra-
rio ficaro sem ellas para S. Joao, o que nao
convm. Na mesma loja vendem-se onlras rosaa
msis baratas.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores a toa Ih o do adamascado com 8 pal-
mos de largura'a 1J60O rs. a vsra : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Damasco para colxas o para
ornamentos de igreja.
Vande-se muito superior damsseo de li de
urna id cor, muito proprio para eolias e para
ornsmentos, com 6 palmos de largara pelo ba-
rato prego de 29800 rs. o covado : na ra do
Queimado n. 22, na loj* ds boa f.
Verdadeira pecbincha.
Vendem-se corteado soperior gorgurio de ve-
da pira colletes pelo baralissimo prego de 19,
29 o 39 o corte : na rus do Queimado o. 22, na
bem coohecida loja da boa f.
Para os tabaquistas.
' Lengos moits finos aimitsgao dos de linho de
muito bonitos padroes e de cores flxas muito
proprioa para aa petsoasqe tomam tabaco, pelo
barato prego de 49800 e 59500 a dara: na ra*
doOueimodo n. 22, na bem coohecida loja da
boa f.
JMirTll Ann
Gomma por todo preco.
Ni rus do Cisman. 8,
Bramante de linho.
Vende-se muito soperior bramante de lin&tf
com dase varas de Urgura proprio para lengea,
pelo barato prego de 29400 r. a vara : na bem
coohecids loja da boa f, oa ra do Queimado
o.M ___________
------------1 m
Vendem-se
sios, pr<
ebthi





-w~
mmMmmBmm ~mm nm.
Ricas fitas para chapeos,
cateiros, etc, etc.
A. loja d'agula branca ataba da recebar usa ai-
traordioarie eortimenlo da ricas filaa, lio boaa
em qualidade quao booltaa noi dewnhos, toado
atea ellaa o mai* larg o cua poaairel; aatim
como algamaa pacas araen coa o centro iiao
proprio para ioacripedes, o muiaa outraa de dif-
ferentee coraa cono de cat, rftxa, eicura, etc.,
ele., a coaao de aeu louvaval coatume : a loja
d'agaia branca, na rea do Queimado o. 16, ven-
da por preeo commodo eaaas boaa e booitsa fltia.
tova alleocao.
0 iRilanta acaba de racebar novo aortimento
de divaraoa objecloa que ae vaodem por roanoa
90 per canto do qua am outra rjualquer parte.
Siutos para seiihoras.
rVqutsiluos sinlos douradoi, pelo baratiasimo
pre;o de 2p, e cora Arela ao lado a 49, aislen co-
mo da Uta de eeda ou vallado a 2g : a no gallo
vljUnni, ro de Greapo o. 7.
afeites.
Veadem-se oa riquieaimoa eofeitaa de cabecea
com fraoja vtdrtlho a 5a, ditoa sen franja a M,
tllos trancado* a 2*500, ditoa de I ac de filie
bico s aeda a 2o: s no gallo vigilanie, raa do
Crespo n. 7. ^-L_________________
Fivelaspara siuto.
Riquisaimas flvelat de eco com madraperola no
tntro a 10200, ditaa de madreperola a 350, ditas
doaradiahas a 340 : a ao gallo vigilante, raa do
Crespo 0.7-
Vidrilo.
Liados vidrilhoa pretos e de cores, pelo bara-
tisaimo preeo de 1J600 a libra : s no gallo Tigi-
lante, ra do Crespo n. 7.
Para entreter o tempo.
Os lindos jogos de dminos a 1)400, lindas eei-
xinhas com jogoi de vispora a 900 rs.: s no gal-
lo vigilante, raa do Creapo n. 7.
A bauha fina,
em copos grandes, ebegou para a loaj d.agaia
branca, roa do Quanado n 16.
_
aS -.
LDM
das seis portas era trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos..-
Qrs\ o de asas a bal&o de arcos,
es melrnre que ii tem apparcido no marca-
alo a 4j0. 53, 6 -63500 cada uro, d ae para
morir com penhor ; a loj-"v est aborta at aa 9
horas da ooite.
v Vende -se uin negro moco que saba traba -
r dj carapioa: na raa da Praia n. 31, aeguu-
n lar.
-
- REMEDIO INCOMPARilVEL
UNGENTO HOLLOWAT
ilhares de individuos de todas as nacda
poden testemuhhar as virtudes desteremedic
incomparaveleprova rara caso necessario,qu,
peto uso que della fizeram tem seucorpoi
mambr-osinteiramentesaosdepoisdehavor em-
regado intilmente outrostratamentos. Cada
passoa j-jder-sa-haconvencar dessascuras ma-
ravilhosas palaleitura dos peridicos, que Ih'ai
ralatam todos os das ha muitos annos; e t
rasior parta deltas sao to sor prendentes qui
admirara os madieos mais celebres. Quantai
psssoasraeobraraacom este soberano remedio
o uso de seus bragos e pernas, depois dedal
parmaaecido longo tempo aos hospities.o tai
dsviam soSrer a amputaco I Dallas ha iau
cas que"ivenlodeixado aS3es, asylos depade-
tiraantos, para se no*submetereia aessaope-
rajio (olorosa foranyuradas completameni,
midianta o uso desseptecioso remedio. Al-
'ajas das IM pessoa jt-aofasl-al Wu reeo-
5rT9r!a3ul9 iteciAaraa estes resaltados benaS-
eos diante do lord corregedor e outros saagi
traios,afim ie ais au-ienticaren sua afirmativ
Jtnguea desesperara do estado desande m
ttvesse bastante con6anc,a para encinar este re-
medio coastantementeseguindo algam tempo c
trau atento que necesstasse a natureza do mal.
eujo resultado seria provar i acontastevelmentc.
Que tudo cura.
O uogaeoto he ata, mals partlea
Uratente nos seguatecasos.
Relogios
Vende-si am casa da Johnston Pater 4 C..,
-doYigario n. 3, oa bailo aortimento ie
elegios de ouro, patente inglez, de am dos maii
afamados fabricantes de Liverpool; usaba
orna variedade de bonitos trencelln* para ee
mesmos.
[Loja das 6 por-
tas em frente do Livra-
mento
Baldes de 15, 20. 30 e 40* arcoi.
G**t aot limen lo de Mee de arco
os melhores nesta fazenda e grandes,
chitas freocezaa lirgaa escaras a J2U e
240 rs.o covado, ditas estreitaa raiudi-
nhaa a 160 rs. o covado, cambraia lisa
pars forro com 8 1[2 varas a 2$ a peca,
ditas finas a 3. 4J. 5 e 6J muito floaa.
ditas de aalpiquinho com 8 lit varas a
89500 a peca, eobertaa alcoxoadas bran-
cas e de corea para cama a 4*500 e 5f,
cassas de corea francesas tintaa seguras
a 320 ra. o covado, peca de bretanha de
rolo a 2jJ, algodlo trancado alvo malto
largo para toalhaa a 1| a vara, enfeitea a
Ganbaldi todoa pretos a 3J cada um. len-
cos briosos eoa barra ae corea a 120 ca-
da um, roapaCelta datodaa as qualida-
des mnito baratas, a loja eatl aberta at
as 9 horas da ooita.
MEMOS 81?
O* ARlfUntS
PROGRESSISTi
nuAnm
PI68BS0I.0
DI
Superior cal de Lisboa.
Tem para vendar em torci e a retalbe Aoto-
nio Laii de Olivelra AteveeV 4 C-, o eea es-
criptorio rea da Cruz n. 1.

Alporcas
Ciirobras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores decabeca
das costas,
dos membros.
Enfermedades da cutis
em geral.
Ditas da anua.
Erupces ascorbu ticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdada ou falta de
calor as extremida-
des.
Friairas.
Gingivas escaldadas.
Inchacs.
nflammaejio do figado.
Inflamasaco da bii{
da matriz
Lepra.
Males das pernas,
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Palmos.
Qaeimadelas.
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulagoes.
V'eias torcidas ou no-
das as pamas.
l^Mobilia.
Na ra da Camboado Ca mo loja n.
12, vndese toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preep mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Grande
liquidaco por todo
o pre^o, na bem co-
nhecidalojadoSer-
tanejo.
[Ba do Oueimado n. 45,|
Apparecam coua di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escuras finas a 160, 180 e 500
rs., cortea de vestido pratos bordados a
velludo de casto de 1300 e se vendem
por 309,408, 508 e 708. sahidas de baile
da velludo e aetim a 128 e 13$, camisas
pira senbora a 2000 e 3500, guillabas
Sde cambraia bordadaa a 500. 600 700
800, 900 e 18. ditas de 016 bordadas a 120
rs.,casa vaquea defeatio a 5, 68,7 J, 8$,
meiaa de aeda brancas e pretas para ae-
Snhora a I5200 o par, tiraa de babados a
5O0 e 700" -Jiasde qaadro eofeatadaa a
30 e 3 400 o440rrt. a vara, organdys de corea a
600 rs. a .vara, fil hriTfr"~~i"Tamairirlo "T|
para cortinados e vestidos a 400 o 500 i
rs. a vara, cortea de colleta de caaemira
bordados pretos a 2$ e 3&000, ditoa de
velludo de cor e pretos a 3|, 4, 5$ e 69,
palelols de brim branco francezes a
3J500 o 4$500, ditos da caaemira de co-
ree o pretos a 14$ e 16$. ditoa de alpaca
preta e de eores s 3$, 3S500, 49 e 49500,
camisas de peito de lioho a 39500, cortea
de collate de orgurc a 19500, 19700,
a> $200, 3g 3S500, colletea feitosde brim
H branco a l50o, ditos feitos de gorgurao
{a 29500 e 39500, ditos feitos de casemira
a 35500, 4$ e 4S500, ditos de vellado a
5$, 69 e 79, ditoa de fusta o de corea a
1J500, um variado aortimeolo de meiaa
Spara bomem e aenhora, grinaldas com
flores, chales de froco, espartilhos, e to-
lda a qaalidade de roapae feitaa para ho-
I raem que ludo se rende por melade do
a seu valor.
Attenco
0
Chegou para a loja da victoria, candieiros a
gas de oovoa goatoa e modeloa, tanto pera sala,
como paraeieada e quartoa e para outraa muitas
cousas: na loja da victoria na raa do Queimado
n. 75.
DUARTE & C.
36 Ra das Crozas de S. Antonio 36
O LAMCIO DO (VltHO 9.
Pis os proprietarios destes acreditados armazens participamos aos nossos numerosos
"y que Pr ^ vPres e navios de vela recebemos do nossa propria encommenda os
memores generos.tondente a molhados, e por isso podemos*vender por meaos 10 por cento do
r4oe outro qualquer, como a experiencia o most ara por isso pedimos a (dos os Srs. da praca o do
mano que anda se nao deram ao trabalho da mandaren) experimentar, o favor de o fazerem, cortos
de nada perderem, pois para isso nao pouparemos torcas para bem servil-os a anda mais a pessoas
menos entendidas, cortos da esclarecer aos compradores que s na rna das Cruies n. 36 e largo
do carmo n. 9, que devem inderecar os portadores, pois muito as ovildam com outras casas quasi
dos mesmos ttulos (Progressista e Progresivo) pois sao m daas nicas filiaos.
\n "8 *Z8 a njjjg nova e mag superior do mercado a 900 rs. a libra.
A*!^a ^ranceaa a melhor que se pode desojar a 650 rs. a libra e a barril a
600 rs. t r i
r A U UXir mais MPeeW 1 M i6** encontrar a 29880 a libra.
Cfta hySSOn 0 elhor que so pode desejar di 2400 a SH800 a libra.
t>na preto 0 que K pode dese|ar nestegenero, 2# a iibra e a l600 0 &&.
Queijos flaiuengog chegados noMmovapor a 29 e 1|TOO#
yaeijO pratQ 0 melho do mercado a 600 rs. a libra a sendo inteiro a 500 rs.
Qliei/OS CIO SertSlO muiu, SUperiora 640rs. a libra tambera temos para 500 rs.
Paseas em caxinhas de 8 libras ,2*5oo .soon.. W..
t IgOS em CaXilihaS d. 8 libras a ItoOO 300 rs. a libra.
AmendoaS dtt Casca mole 320 rs. o noz a m rs. a libra muilo novas
AmeiXaS franeeZS,1|a,breeeml..s com5libras .49000.
Marmelada superior a raelhord0 mercado m latas d6 dMlHblM 400
libra.
Doce da casca da goiaba 800 rs. o cxo."
X timaras em caixinhas proprias para mimo a 29500 e 800 rs, a libra.
Latas com frutas em calda eo^poeago, immn,** ...
Iperxe a 600 rs.
Asnendoas confeitadas com ta oresa soo rs.
' RS Sfn^VOS(is engarrafados das seguinies qualidades, duque do Porto, Porto
uno, Pedro V, velho secco, genuino, ^ector, Carcavellos, Feitoria, e Hadeira secca a
12# e 139 a duzta e a 19100 a garraa e mscate! a 720 rs. a garrafa.
JJ1108 empipa proprios para mesa deGfOO a 49aeanada ede 500 a600 rv a gsrr.r-
do Porto, Lisboa e Figuelra.
J5erve|a8 das me|hores marcas a^iOO \. a garrafa a 59000 a dusia, ehanpanhe das
marcas mais acreditadas de 149 a 209 o 6[6IJ cognhac o melhor que se pode desejar
a900rs. agarrafa.
veiieOra a rjaaatra hollanda em garrafdes de 16 garrafas a 69000 cada nm.
tveUeOra italiana a mais sublime que tem vindo ao nosso mercado em frascos grandes
a 29000 cada um.
V raSCJUeira com 12 frascos de genebra de Holanda 9800
IxarraioeS com 5 garrafas de superior vinagre a 19000
Vinagre puro de Lisboa ,240 ,garrafa,, lwoo acaMda.
U arrasqUillO 0 maiisuperior que se pode desejar a 19000 a garrafa.
Sper mcete 0 mais superior do mercado em caixinhas de 6 libras a 4*200 e 700 rs
a libra.
Vel&g de carnauba .119500.rrbb. sso aiibra. *
AnCOretaS eomazeilonas as melhores do mercado a 10400.
l^aiXaS com 1 arroba hespanhola coalendo macaro talhirim e aletria a 69000.
Caixinhas
S. AJ\]\A
VEIVDE-SEIVO ARMAZEM
PROGRESSO
DE
Francisco Fernandes Duarte
largo da Penlia
o mais superior que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra,
o melhor que h no mercado a 29800 e 29200 a libra, afianca-se a boa
Os melhores gneros que vem a este mercado e por menos 10 por eooto do que em ontra
El"j!IZ ? f t Mnd'n 8uas encommendas a este mnito acreditado ar^em do
molhados, afim do verem a dtfferenca de proco e qualidade que faz, se fossem comprados em outra
qualquer parte. r
^m^** confeitadas para sorte de S. Joao a 800 rs. a libra, Umbem tem-se para
6*0 rs. a libra sendo em porcto, tanto de ama qualidade como de outra se fu abati-
mento.
MLaat.ga lK)za da ,, n0Ta da prmerl Mtie m {
barril se faz abaiimento.
a Jl% ^A ******* mais n0'" 6i0 Ubra, am barril a 600 rs.
"***** <* muito froscoa chegados nesle ultimo vapor a 29000 ditos ehe-
gados no ultimo navio a 19800.
QueiJ* prato
Gk liysson
qualidade.
a* ^X,I>* o que se pode desejar nesle genero a 39000 a libra.
UUa pYQtO homeopathico a 29200 a libra em pomao se faz abatimento.
1P*<^SS8-in0V0S de Pavio cansado a 230 rs. a carta o em eaixas com 40 cartas por
"9000.
LataS C*UI amemdoaa confeitadas, preptiaa para mimo, contando mais con-
fetese assucar candido por 19600 cada urna.
raSSaS em caixinhas de 8 libras ehegadas altimamente a 29000 cada urna e a retolho
a 480 rs. a libra.
ttOlaXlllUa da goda em |alM com djfferentg quaidades a 19440.
OOlaXlis\lia ingleza a mais nova que ha no mercado a 49000 a barrica e a retalho
a 320 rs. a libra.
W VWIIO J?a pipa de superior qualidade Porto, Figueira e Ijsboa 500, 560 e 640 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
Vtfc\lOS engarrafados Duque do Pono, Lagrimas do Douro, CareaveHos, Fei-
toria velho, e de outras mailas marcas acreditadas a 19200 a garrafa, em caixa a 129
tambem ha para 19000 a garrafa;
^utasipilfiUQ aas marcas mais acreditadas a 159000 e 209000 o gigo, e em garrafa a
1^800
SWPVaBjn da marea cobrinha ou de outras marcas conbecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
<-:
\
>
r

\
I
Yende-sa este ungento no estabelecimento
garal de Londres n. 244, 3trand, e na lojt
da todos os boticarios droguista e outras pas-
sou encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Hivana Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha comea
um instrueco em portuguez para expliear c
modo de facer uso deste ungento.
O deposito garal i em casa do Sr. Soum,
htrraaceutico, na ra da Cruz. n. 22, ob
parnarobnco.
_ Venie-se um graude csa da doas anda-
r'e.s i.'io siti na ra de largura e 130 da faodo, com um peqaeno
auintat em chas proprio, lirre e desembara-
ct n* ra Nova n. 18. loin. ae dir qaam *eode.
^_f*&urib e algodo da Baha.
.Yeala-se no escriptorio de Antonio Lnix de
Oliveira Azeedo & C, na ra da Crax n.l.
Aljfar tirio imitando perol.
Veode-aea 500 ra. o fio de aljfar floo, imi-
tado parola : na roa de Queimado, loja d'aguia
kjrtne* n. 16.
Potassa da Hiissia
Vende-se em-casa deN. O Bieber &
C, sticcessores. ruada Cruz n. 4.
Ven le-ae por prejo ohto bsrato ama ta-
bolett t>rpria -?*** freole deN^, -ee**, ttim
como um liteiro timbam propriol^ara rendor fa-
aendaa e miudeass, teodo j argolss para depen-
oarar meseras miodeza-i ; na ra Oireita nu-
m*To 75.
Drama.
3
aut *t h*- S,,a^ *<. n do Qaeia^
t~ V' ,c?s-" n1a o noto drama esa 5
acto*, do autor irwawAiaa ,,, ^ %'
Candieiros do gu
Qbea;* par* (ja 4a Vicien, os mlh*rM
cadieros do ga, que UmNado ao mercado.
na ra o Qeeimad*
Z* prteas
an51
dos

Ricos pianos
^ de varios autores, vendem-se
f| em casa de Kalkmann Irmao &
C, ra da Cruz n. 10.
Attenco
Guimsrei & Lux, donoa da loja da miudexaa
da rea do Queimado n. 85, boa (ama, participare
ao publico que o seu estsbelecimento se acba
completamente prvido daa melhores mercadoriaa
tendentes aa m*amo estabelecimento, e muitot
outroa objectoa 4e goato, aendo quaai todoa reci-
bidos da anas propriaa encommendas ; e eatando
allea lnteiramenta resolvtdos a nio renderam
dado, aflaneam vender mala barato do que outre
qualquer ; e juntamente pedtm sea aeua devedo-
res que Ihea mandem ou venham pagar os seus
dbitos, aoD pena d* aeram iualicadoa.
Soaball Mcllors & C, lando recebtdo or-
dam para Tender o sea creando dapoaito de ralo-
gioa (alo o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, portaato, ia peaaoas que quxerem
pouuir am bom raleglo de ouro oa prata de c-
lebre fabricante Kornby, a aprovortar-ae da op-
portuoldade aem perda da tempe, para vir com-
pra-Ios por commodo preso ao aaa escriptorio
ra do Trapicha u.8.
Moendas e metas moendas.
Taixas d ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
itodasd'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ra do Brum n. 38, fandicSo
de D. W. Bouman.
Ra da Senzalla Nora n. 42
ette estabetecimento vende-Se: ta-
chas de retro ooado libra 110 rs. dem
de LowMoor libra a ia*3fs.
Arados americanos e machina*
para lavar roupa t em cata e 8. P.
Johnston^ 4 C ra da Senzalla Nova
a. 42.

com diversas qualidades de massas como saja estrelioha pavide ele. a 6*000
e 640 rs. a libra. '
Cii ourias e Pa os os melhore8 do mercado 1560 rs> t ^
OalarneS 0 melhor que se pode desejar a 700 rs. libra. '
Prez Un tOS 0 quose pode dezejar de bom a 640 rs. a libra.
LilllgUlCaS finas em latas j promptas o 19600.
PeiXO em latas eavallinhas pargo, a linguados a l I 011 elIII) O do reino a 280 rs. a libra do novo, a 240 rs. do velho.
Han lia de pOrCO a melhor do mercado em latas de 10 libras a 49000.
i>f aSSa (Je tomate ,m lausde 1 librra a 700rs.
MaffSaS para SOpa talharimomacarraoa 280rs,eiletria a 320 rs.
PalltOS llXadOS em macos com 20 saacinhos a 200 rs.
Papel gre Ve pautado a liso.muito superior a 4*000 a resma;
CV Va OCea 360, pimenu a 360, canella 900 rs., ecominhos a SOO rs. a libra.
PalltOS do gaZ a 2*00 a groza a 20 rs. a caixlnba.
a 1 refinado #m pK0te8 de mauda urna libra a 160 rs. a potas 560 rs,-
Oag" muito novo a 280 a libra a sevadinha 200 rs.
Farinha doMaranbJo a 160 rs. libra e gomo a 80 rs. a libra e 29400 arroba.
n P e do ^^ mdnor do Mwado de 89500 a 09600 a arroba.
Ca XI n has M mais elegantes, propias para mimos ou mesmo para guardar ioias do 400 rs.
a 19500. a torno com 6 caixinhas a 59000.
Chocolate hespanhol verdide4ro 1Moo rs. aliara,
hrvilhas portuguezas e franeezas, up^^r r,
Traques 08 memoras do mercado a 109 a caixa a a 280 rs. amia.
aSaVel em latas chagado no ultimo vapor a 19600.
Bolaxinha de soda ltU8, 1|400
Bolaxmha inglezatmitM/a do merctdoa4|5001btrrcie300M a ^
AVelftaS ehegaaW ltimamente a 310 rs. a libra
Sardinhas de Nantes, 400 re., Uu.
Aaeit* doee refi na d o a 99 a caix. a soo i grr.f.,
ArrOZ eB gjajeog de 5 arrobas do vermemo a 29500.
LlCOreS M meta finos que ha no mercado a 19 agarrafa a 10 aduxia, tambem temo
i para menos.
Altm dos ganaros anauneiadosoaeantrar o respeiuvel publiao ludo ana for tortiattn
le a estos eslabdecioaatos. Os proprietarios sciantificam que estes p^Jos sT servir.m pira aquel.
-atr^llurssSa.^LTEET^V ?"" deauU ,flaeiW deVr0 Mm ***-
tar-sa palos procos acosimados, silvo aquelles de fira da mex.
AnriWias
frncezas e portuguezas em latas de 1 libra por 640^a.
nafa! iOiHatvi em tattas de 1 libra por 800 rs.
raV,Sa*lX,*.S frai\CA%aS em latas de 1 e meia libra por 19500, ditas com 3 libras por
20800.
^Hieu KOZeSa 12a rs. a libra e em arroba a 30000.
rVletYla, UiaeaTrae taYharim a 400 rs. a libra, a em caix, com l arro-
ba por 69000.
HiStrClll^llft pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cat-
xinhas muito enfeiladas se faz obalimento.
FaiU6S H5 umbem ba para 200 rs.
F reanlos IngltZeS para fiambre a 800 rs. umbem hamburguez para fiambre a
640 rs. a libra a do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
CntHiTicaa e palos nov a 560 r8 a libra e -m ^ m far abatiinenl0 ,
^aiSme 0 melhor pelisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
T UCVnhaa do reia.0 muit0 DOvo a no rs. a libra o em barris de 1 e meia arroba
a 59 o 79 a arroba.
VjUOVITIOIaS em iatas j promptas para se comer a 19800 cada urna. ">" ^- -
Ra nha depoTeo refinida em latas w-10 ,ibrag por 4|300#
Dita em barril mul0 fina e tlu a 440 rs a librt ewn Urr1 a 400 ts
Gart5eS CO bollo f raneeZ proprios par. mimo a 500 rs. cada um.
. larmeVaaS imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
a libra.
Jrtarmelada de Alperehe em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
aUm a "* metas de doce em calda as melhores que ha em Portugal como so-
jam pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs. a lau.
Doces SeeCOS e em calda, em latas, de 4 a 5 libras por 29000.
bllOCOlala hespanhol a 19500 rs. a' libra, ditto francer. a 19100 ditto portuguez a
800 rs, afianca-se a boa qualidade.
Vale de primeira qualidade Unto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
i 99500, dito mais baixo a 280 rs. e 89500 a arroba.
^evaainlia de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porcao se faz
abatimento. /
SagU muito novo a 320 ra. a libra e am garra fes aom 5 libras, por 29000.
***M"a do reino das marcasSSS ou galega, a 140 rs. a libra.
"**a do Haranhao alva e eheirosa a 160 re! a libra o em arroba 49500.
* ifi carnauba refinada a 400 rs a libra, e em arroba o 129000.
rVZClta dOCe refinado a 800 rs. a garrafa, o em eaixas a 99000.
lamUgrO da Lisios a 240 rs. a garrafa e em caada a 19800.
W lata O cherez vardadoiro a 19500 a garrafa, a am caixa 149000.
Vinbo braiaVCO de Lisboa o mais superior que ha no mercado pronrio aa ,.
640 rs. a garrafa a en caada a 4500. v p,r* tmm
**" *** suspiros do fabricante Brandao em meias caixinhas, aor 29500.
UllOB suspiros do fabricante Catanho Ftlhos em meias caxinhas a 29000. ,
UltOS meaixM de 100 regala Imperial, Yugantes, a Paneotellas, a 29000 a caixa.
AipiSla mujy, iimpe> a 180ra. libra, o esa arroba 59500,
AZCitOltas mu\w aovas, a 19600 ra. cada urna ancoreu, e a 400 rs. a garrafa.
AlleMu de Maranhio a 110 rs a libra, o 39700 a arroba.
rCVXe de posus em latas das memores qualidades de peixe que ha em Portugal a 19500 ra
Geuebra de UoVVaaaa am garraf6ai MB 2 g,,,,^ po, ^oo.
llOSlaYaa ugie,, mu,0 ova a iJWoq 0 (fMoe # fraBeB1B, a 640 rs. o poto.
Alm dos gerreros cima mencronados noontrari o respeittvol publico um cOMfsfeMfll*
nenio do tudo que 6 tandete aofladoa,

i
I
rMll IT I^Ti7ST


r
*r

t DI JBLBO DI IMS
O mI
M ruado yi
!
0.75.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Maito riadas caiiinhaa ubmipir meninas,
a ala 2*500: di loja da, Victoria, na na
Senfaora. r, LoJa d0 f &v&oru da Impera-
triz numero 60.
Vande-se naite ettibelecimento todtsttftztn-
daa por preeos msis baratos qae nasaivti 6
com o fim da aparar dinheiro, a*tim cacao ama
grande porcia daa dita* fiseodaa inteirtmeate no-
vaa, Tiidaa pelos ltimos navio* : os dooos des-
te eatabelectmsnto rogam a todos os aeus trague-
tea, cjua ae deem ao trabslho de procurar oeats
Diatxo os anoencio* da. leja do Pavio, porqae
eaUo cartea que ni* Madera* e*u lempo.
Fpw as pretas com vi-
drilho e sem elle.
Rtcoe Bortlcaentoi de franjas pretss o de cores
com ridrilhoe sera elle : na loja da Victoria* na
sedo Qusimido n. 75.
Xinhasde peso verda-
deiras,.
Liabas Anas de peas verdadairas. sseadaa
Sandee a 140 ria : ns loja ds Victoria, na na
i Qaatmade n. 75.
Phosphoros de seguran?
Phoiphoroi de segurang, por que livra de in-
ceodie, a 160 ria a caixa: na loja da Victoria,
na raajlo Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Btelas muito grandes a bou a 160 rifa ama :
na loja da Victoria, ai ra do Qaeimado n. 75.
Linna de croxel para la-
byriatho.
As melhores linbas de eroxel para labyrintbo,
no vello* monatros a 820ria nm : na loja da Vic-
iarla, na ruado Qneiwad* o. 75._______________
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos tlntot doarsdo* para senhorat a 2&200,
ditos da ponta cabida a 4JS. ditos de flta a 1&600:
a loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegoa para a loja da Victoria ama peqaeaa
porcao de ricos eapelhos de varios tamanboa para
ornatneotoi de aalas, a ffi meando-se seres* oa
melborea em vidro qae tea vindo: na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bardar.
Lia mallo boa da todaa aa corea para bordar, a
75 a libra : oa ioja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Lichas do gaz,
Caix haa com 50 nefelios de linbas maito fl -
naa do t az a 900 ria a eiia, ditaa com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandea
a 70 ria, bransja epretaa; na leja da Victoria,
na res- do Queiapdo o. 75.
Arara vende os palitos.
Vendem-se muios de palitos finos com 20
mssaiuhos, por 200 ra.; na rus da Imperatriz,
oja da arara n. 56. ^^^^^ .
Para doces seceos,
Vaodam-ae maito bonitas caixiohas redondea,
de madeira,' da direraoa lmannos torradas de
papeia de coras, muito linda, propriaa nica-
mente para djcea aeccoa de qaalqaer qualidade,
pelo barato prego de 4, 5 e 65 a dutia : na rea
do Queimado, oa bem conbecida loja da minde-
sas-ds boa fama n. 35.
Para S, JooeS. Pedro.
Veddem-te caixiohae com grande porcao de
amendoaa confeiladas, e algaos confeitos pro-
prios para o festejo de S. Joo e S. Padro, palo
barato prego de 800 ra. cada ama : na raa do
Queimado, na bem conbecida loja de miudexaa
da boa tama n. 35.
Luvasde Jouvin.
Vende-te luras de pellica de Joavin brancas,
para seehore, vltimsmeot* ebegadea : na loja do
beija flor, ra do Queimado n.63.______________
Luvhs de seda.
Vende-se Javas de seda eofeitadas a lgGOO,
29000 e29200, ditas fio de Eacoaaia brancaa a ra.
700. ditaa de corea 800 ria, ditas de algodo a
280 tis ; na, loja do beija flor, raa do Queimado
numero 63._j___________________"
Escovas.
Vende-ae
qaalidadea
loja do beija-
cova para deotea finas dedivenai
160. 320. 400 e 500 ria : na
ra do Queimado o. 63.
itSKov
al20,
a-i(ir.
Vende!
quslldad
pire ma
ra-do
go de domin.
go de domin finos a 1J200 : na
flor, ra do Queimado p. 63.
-oes para punho.
otoeade punho finos de dirersaa
200 res o par. qae tambem servem
itos de seohora : na loja do beija flor
mado n. 63.
Cambraias organdys a 280 rs.
Veode-aa cambraiaia organdys com dilicadit-
aimos desenbos a 280 rs. : na loja a armaiem do
Pari, de Cama & Sil, oa raa da Impera trit
n. 60.
So o Pavo.
Vende-ae finistimaa cassas francesas de feria-
dos padrn 140, 260, e 280 rs. o corado : na
ra da Imperatriz n.60, loja do Pari de Gama
& Silri.
Anda o Pavo a 200 rs.
Vende-ae- cbita francesa escura com diminato
toque de mofo a 200 ra. o corado, e ditaa iogle-
zaa a 140 ra.: na ra da Imperatriz n. 60, loja de
Gama f Silra.
Vende o Pavo a 280 rs.
Gorguro de linho qae faito em vealidoa para
senhora ou roapa para meninoa parece aediobaa
a 280 rs. o corado, por ler grande porcao : na roa
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo de
Gama ii Silva.
Tarlatana do Pavo.
Vende-ae tarlatana de lia com palmiohas sol-
tss a 320 rs. o corado : na ra da Imperatris n.
60, loja do Patio de (jama & Silra.
O Pavo vende a 4#500 rs.
Cortes de baregeecom fioe deaeda tendo 22 co-
rados, com barra, podando-ae fazer babadoa, pe-
lo baratiaaimo prego de 45500, i na loja do Pa-
vo roa da Imperatriz o. 60 da Gama 4 Silra.
Vestidos de la.
Veode-ae reatidoa de liaziohas tendo as salas
ja promptaa, com nanita roda, propriaa para ba-
la a 4|00, s na loja e armazem do Pari raa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silra.
Basquinas do Pavo a 4#00
Vende-se ricas basquinas de fuatio mai.bem
bordadai. fazeada que sempre se renden por 1II
e_16000 por 4|000, para acabar : na loja do Pa.
rio de Gama & Silra, na raa da Imperatriz
n. 60.
Enfeites do Pavo.
Vende-ie ricoi eofeitea i turca e Giribaldi
com rica franjas e bolotaa s JO00, ditos dos
meamoa maiaaimplea a 2g0O0 n., e ditos de fitaa
cada um em aea cartie : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pivo.
Brilhantina suissa.
Veode-se brilbaolina suisaa de quadriobos, fa-
zenda maito encorpada para reatidos e mais lar-
ga qae cbita ingleza a 200 rs. o eovado : na roa
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do Pari
de Gama & Silra.
Colchas de Pavo.
Vende-se ricas colchas de fustao de linho de
rarioa tamanhoa e diffrrentea desenhos : ns ras
da Imperatriz n. 60, loja o armazem do Pari
de Gana & Silva
Chales pretos do Pavo.
Vende-ae oa mala moderooa chales pretee de
ponta redonda coco belota, gaaroecldoa de bico
de aeda largo em lugar de franja a 68000 : na*
raa dalmperatrit n. 60, loja do Pari.
Bales do Pavao.
Vende-se ricoa bales arendados com dnassaias
e bico em rolla, pelo baratiaaimo prego de 63,
ditos de madapolio francs mnito granoes com 6
arcos a 5g, ditos com 5 arcos a 3(500: na loja
do Pa*io. ra da Imperatriz 0. 60.
Bramante do Pavao a lOgOOO a pega.
Acalla d* chegni a Idj a* Poidu, na uvv por-
ci do acreditado bramante de linho, com largu-
ra de brim liso, tendo 27 raras esda paga, esta
fazenda propria para lencea, toalhas, ceroa-
las, camisas, etc., e reode-se pelo biratisaimo
s na leja do Paria ; raa
da Gama & Silva.
preco de 10| a peca,
da Imperatriz o. 60.
i
raras a 6f
Gama & Si
Vende-so
_-rtes de chita francesa maito fina,
com 10 corados a 29400, afflancando-ae sarda
edr fixa : na raa da Imperatriz o. 450. loja" a ar-
mazem do Palio.
Liquildaco de fa-
zendas*.
Na ra do Crespo, loja n. 14
Veade-ae para icabir, e por todo proco nm
completo aortii tente dafasendas ingleses, fraace-
zaa, luinai a a leoeice, tedaa propriaa deatt mer-
cado, e alguma recentemente chegadas.
Vender Antdnio
C, no seu cscrl ptorio
Superior sebo em velas e
pesj; cavxas de urna
arroba
Laiz de Olireira
ra da Cruz n.
Azeredo di
Jacaranda superior.
Tem para vender Antonio Laiz de Olireira A-
zarado & C, n( aea escriptorio ra da Craz n. 1,
Kua do
Crespo n. 7, no
gallo vigilante.
Naata ora lojk ha grande porgo de caixinhaa
com amendoaa 'propriaa para brinquedo de S.
rJoio qae se rende pelo barato praco de 800 rs.
cada ama qaem ieixari de dar a ama menina
ama caixinba ; tambem tem grande porgo de
caixaa proptias para doces sacos que rende con-
forme aeaa tamanboa a 69. 5$ e a 4f a daza,
ameodoas arulaaii a 800 a 640 ra. a libra : a no
vigilante raa do >eapo n. 7i
Vende-ae m
mallo boa, pelo
e pnoboa ultimo
finaa e bem bordjdae
do Queimado loj
n. 35.
Manguit )s com gollinhas.
ao nitoa com gollinhas, fazenda
I arato prego de 28000, gollinhas
i oslo s 20000, gollinhas mnito
a IfOOO cada ama na raa
da miadesas da Boa fama,
31HtfWriffL-31.
Mate rico a bata mentado estabelecimento an-
sontraraooafregaezeso maia perfeito, bem aca-
badas barato no aea genero.
URNAS de tedas aa qaalidades.
SAIfinUARIOS- xas* riralisam comojacarandi.
BAHifEiauSda todos oa tamanhoa.
SBMHXJPUS idem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem Idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em ciin de todaa as grouuraa.
PRATOS imitando em perfeieio a boa porcol-
lana.
CHALEIRaS de todaa as qaalidades.
PANBLLAS ideas idam.
COCOS. GANDIBIROS a flaadraa para qaal-
qaer sortimento.
VIDROS em caixas a ratalho da todoa oa ta-
mandando-ae maohos, botar dentro da cidada,
am toda a parta.
Racebera-a encommendaa da qaalqaer nata-
raza, coocertos, que tado sari desempenhsdo a
contanto.
Esperaoca
Loja de miudezas.rua do Quei-
. mado n. 33 A, de Guimares
A Rocha.
Especialidade chegada pelo vapor.
Botoes de cornalina braacos, enesrnados. re-
dondoi, chatos, oval, meia borla e borla, a tem
deatea botoes neata loja, sonde se preparara pa-
ra puoboa, colletea, etc., por 35 urna duzia, ou
15 o par para puoboa.
Aopubli
Hua da Imperatriz n. 5, na
loja de modas da
Esmeralda
Reeebea-se em direitara de Paria o mais bo-
nito lortimeDto da chapos da palha da Italia
enfeitadoa a ultima moda para meoinea a ma
ninas, chapelioha da palha da Italia para se-
nhora, lava de pellica nfeiladae com floree e
plomas para noivas, bolinas de aetim brincos,
reatidos de blonda, ricoe eepartilhoa, pestes de
tartaraga, caacarrilhas de todaa aa'cores, res-
taarios para meninos, aapatiuhoa para beptiaa-
doa, asaim como bicos de blondo de tedas is
largaras, dito de guipare, ricia trao;aa de seds
de todas as coras, manteletes de grosdenaple a
Fchalo e Marte Antoinet, ricas capallia e plu-
mia e marraba e muitoa oatros objectoa que se-
ria enfadoeno meociooar, por tanto eapera na
benevolencia daa familias para virem riaitat o
dito estabslecimento que athario tado a goato
e em conta.
Aviso acs no vicos da venera-
vel ordem terceira Francis-
cana.
NaraadoPadn Floriano n. 21, prlmeire
andar, vendaea-secordes para profisses da pea-
aois de ambos os seio, por preco mais eoanmo-
ao do que em outra qoalquer parte, afiancandu-
aa que aio o maia bem faltas qae podem ser.
Preco iorariavel.
P*ra bomens 75O00
Para mulheres StOO
Papel pautado,
Vende-se em reamaa oa a retalbn, como coo-
rier ao comprador, papel almajo pautado da me-
Ihor qualidada qae tem vindo ao mercado, com
33 linbas, e tsmbem ha mala ordinario com 33
liobas, e mais ordinario com mais lionas, do al-
na 150 grere, lado'per prego mai com modo : na
ra do Imperador o. 15, daa 9 horas da machia
s3 1|2 da tarde.
Flaulaa de bano com 5 chaves, snoels ei-
(raitiobos, ultimo gosto, e com caixa, que ae ren-
de pelo diminuto preco de 20g, liota iogleza (a
verdadeira) potes de 1|4 a 320, de 1)2 garrafa a
640, previne-se qae i legitima a que no pote
tem urna cavtdsde em forma de bico, qae se pres-
ta mslhor s rasar o liquido como a extracao da
rolha; ra do Queimado, lojaEsperanca n. 33A.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-ae peca 1 da tiras bordadas da 2,500.
3,000, 3,500 e 4,0 H) entremeioe s 1)600 e 29000
cada peca na ra do Queimado loja de miadezaa
da Boa fama, n. 3 i.
Bouecas fraucezas.
Vende-ae bonoeas francesas ricamente reatidaa
i 45000 e 55000, i 2|000 bonecaa de cera com oa
olhoa tcovedcoa a 2J0O0 e 35000, oa ra do Quei-
mado loja de mitideai da Boa fama, n. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-ae fivela 1 da ac para ainto a 15500 rs. e
25OOO na ra do!
da Roa fama. o.
Vende-ae balei
para balioa 160
2900 O par, na ru
da Boa fama. n.
Queimado loja de miadezas
3a
Baleias.
i 120 ra. cada urna aspa de ac
a vara, bandes a 15500 rs. e
do Queimado loja de miadezas
:5
Cascarilhas de seda.
Vende-se cascarrilhas da seda para enfeilar
reatidos s 25000 a peca ns raa do Queimado
leja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-ae meiaade borracha para qaem padece
de eryaipela a 155000 o par, meiaa de aada preta
para aeohora s I5OOO o par na ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
A 2#500, s o pavo.
Vendem-se cortes de cambraia brsncs com 2 a
3 babados a 25500, ditos do tsrlatana brancos s
do cores, com birria e bibados s 35.: ns rus
ds Imperatriz n. 60, loja a armazem do pari de
Gama & Silva.____
Chales Garibrildinos.
Vende-se ns loja do Parlo, chales ds marin
mnito grandes de liatrinhas s Garibaldi, pelo ba-
ratsimo pra^o de 45500, pechincha : na roa
di Imperatriz o. 60. de Gama A Silva._______
Chales do Pavo.
Vende-se chales de merino muito grandes a
3g, ditos de casias de cftres a 800 rs. : na rns ds
Imperatriz o. 60. loja do Pavio.
Occulos.
Vende-sa oeculos cos de armacio da
25,15. 640 e 400 tete : loja do beija flor,
Queinrada n. 63.
ac, a
ra do
Ricos sintos dourados.
Vende-se stnlos dourados s 25, ditos de fita
com fivella dourada a 1$500 : loja do beija flor,*
raa do Qaeimado n. 63.
Enfeites para cabeca. .
Vende-se requlisimoa enfeites psrs cabeca com
fnoja, e sem ella pelo bantiaaimo preco de 5$
e 5S000, ditoa da vidrilhoa a 1A60O ; na loja do
beija flor, raa do Queimado o. 63.
Vestidos do Pa\o,
E' peehiocha, cortes de cambraia braneos com
babados a 25500, ditos de tarlatana brancos e de
edres s 35, ditos com babadoa eduaasaias muito
auperiores a 4J, pe^as de cambraia branca-com
carociihoi brancos e de cores, tendo 8 l/traraa
cada peca, por 45. edrtea de caaaas da s com
7 1/2 varas, padree novoa a 25500 ; ludo lato se
encontr os loja do Pavio, que rende dinhelro
a vtata : na ruada Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silva.
Alburnos de borracha.
Vende-se pi mais superiores albornos oa so-
brs-tudos de borracha, proprios pira o invern a
129: na roa da Imoeratrizn. 60, toja do Pavio.
Cortes de phantasia,
Venda-se ricos crtesjde pnaotaaladednassaiao-
com delicados livores a 65 cada um : aa ra ds
Imperatriz o. 60. loja do Pavio.
Carimbas do Pariio.
1 Vende-se calcinhas de cambraia bordadas para
soeqioa a 19 o par : na loja do Parlo roa da Im-
peratriz n. 60.
Carteiras.
Venda-ae ricas carteiras para gaardar
de ouro a prata a 25000, 28500, I5OOO,
19500 : na loja do beija flor
numera 63.
dlnbeiro
18280 e
rus do Queimado
Rosas artifciaes para cabello:
A. L. B. F. tendo recebido nm variado sorti-
mento da booitas rosas que se estio osando para
cabellos, a de pannos com folha de velludo, dilas
da papel todaa, aa maia ricas qae ae pode encon-
trar veode-ae na raa' do Qaeimado n. 63, loja
do beija flor.
Agulhas.
Gollinhas do Pavo.
Vende-sa golio^as de esmbria bordados e di-
taa de fil bordadla a 500 rea: na loja do Pavao
ra da Imperatriz o. 60.______________________
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas bordadas s
I96OO e manguitos muito finos alio par : ns
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavio.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata iogleza a 15500 ra, dita franeeza a 500
ra., 640, 19000. oleo da aociedade bygianiqae
rerdadeiro a I9COO o fraaco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os denles s 19000, dits de Botet tambem
para os denles s 1g000 o frasco, pomada franee-
za em pioa a 500 rs. e I90OO, 320 rs. sabonetea
maito fino a 640 rs., 800rs. e I9OOO cada um na
ra do Queimado loja de miadezaa da Boa fama,
n. 35.
Esperanza.
At que afinal chegoa a esta loja os sempre
eatimadoa brincos bales, qae pels perfeieio com
que foi ezecaiado o pedido fica sanada a falta que
havia desle adorno que, aobre aer bom e booito
barato, iljo pir e em ama caixinba : na loja
Eaperanca, ra do Queimado n. 33 A.
Esperanza.
Contina a recebar especialmente saaa tasen-
das, tornando-as aaaim mais baratas : nests
qeadra que temos lodo qoanto preciso a umi
familia (em miadezaa) a um alfaiate, sapateiro,
caixeiro, etc., o pequeo eapaco que nos concede
o Diario de Pernambaco nio nos permiti clini-
flear e enumerar a inQnidade de artigos de que
nos achamos sonidos, tsnlo em quinqoilharia co-
mo em artigoa de uao diario e iodlspenaarel :
por isao as pesseas da prscaoa de fora que quei-
ram comprar qoalquer doa objoctos de que faze-
moa noaao commercio, aerao directamente oa in-
directamente bem aervidos.
Esperanza.
E* nests loja que hi e continuar a ser o depo-
sito das afamadas agulhas Victoria, tanta a
aceitaco que tem tiao estas agulhas qae nos dis-
peosaraos Je qaalquer elogio, a 120 rs. o papel
(Ozq). ^^_______
Toi'^aUenco ao gallo y-
gilante, que est que-
mando.
Luyas de pelica.
As rerdadeiraa luras de Juvin, chegadinhaa
ora por francez; s ao vigilante, ra do Crea-
po a. 7.
Para os festejos de S. Antonio
e S. Joo.
Trinas e gal Oes.
A saperior trios a rolantes do Porto psra ar-
naa, oratorios oa igrejas, qae se rende por me-
nos do qas em outra qaalqaer parta: s no si-
gilante, ra do Crespo n. 7. ..
SYSTK1A flblilCO OUfcLLOWAl
PI LULAS HOLLWOYA..
Esta inestimavel especifico, composto inteira-
mente da hervas medicinaos, nao eontm mercu-
rio nem alguma ontra substancia delecteria. Bei
nigno imaistenra infancia, e a compleicao mas-
delicada, igualmente prompio a seguro par;
desarieigar o mal na compleicao mais robustas
'enteiramente innocente em suas operaedese ef-
feitos; pois busca a remove as doencas da qual-
quer especie e grao por mais aatigas o tenazas
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com esta
remedio, muitas que ja estarn s portas da
8C m segundo
ff ra do Qaeimado n. 55 loja'aa mind de Joa da Azeredo Mai. Silva'. .S. ?g
todaa aa miadezas binlisaimas, a sabsr
Papis de agulhas a balo muito supe-
riorea a
Caixaa com mnito finas brelas a
Cartdes com clcheles, tem alaom de-
fcito a
Fraaeoa da macasa perola maito fino a
Lauinhaa com papel pequeo de diver-
sos gostos s
Pacotes dito dito dito imitado a
Norelloa de liaba de Craz a melhor
que ba a
Cama com agulhas curlss de sanarior
qualidada
ntremelos, s peca com 3 raras Ii2 a
Sabonetea maito Oooa a
Papeia de agulhas francezas com loqaaa
Parea da boies para pannos de muitos
modslos a
Parea de meias craaa para meninos a
Ditoa de ditaa cruas para pequeo a
Ditos de ditas para maolnas a
Prascoacom agua de Larande embreada a
Ditos com cheiros muito -finos a 240 e
Ditos com banha muita (isi a 240e
Ditoa com auperior banha da uraoa
60
40
10
200
720
720
40
200
igooo
120
240
160
16a
200
800
500
320
600
Cal e |. >ssa,
Vendem-se estes Qoiisar._
tigos ltimamente chegados
no bem conhecido e acredita-
| do deposito da ra da Cadeia
morle, preservando em seu uso conseguirn) 00 ReClfe U. 12, mais barato
recobrar a saude e foress, dapois de haver tenia- do que em OUtra OUalauer
do intilmente todos os outros remedios. *i**v*
As mais a Alicias nao derem entregar-so a des- P
""^ TirSr SL* A verdadeira esseucia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimado o; 16.
eSicazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes reeoperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar esta remedio
Aara qualquer das seguiolesenfermidades;
A 200 rs.,so pavo.
Vende-se chlts franeeza escura de cor fixa a
doaa tustots o corado: na roa da Imperatriz n.
60. loja e armazem do pavo.
Palmatorias devidro lapi
dado.
Vende-sepalmatoriisde vidro a 15600rs., dilas
com mangas propriaa para rapazes a 49500 ra.,
cada urna, eacarradeiraa de vidro a 4#50O ra.
e 5J000 o pir, na ra do Queimado loja de
miudeza da Boa fama; n. 35.
A 500 rs., s o pavo.
Vendem-ae as mais modernas e finisaimas laa-
zinhas de quadriobos e de flores sollss e palmi-
nbas,desembsrcadas do ultimo navio vindo do
Havre,pelo barallislmo preco da quinhentoa ria
o corsdo, e dio-se as araoatras com penhor : ns
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silva. -
Cascarriiha
Lindas pecas de cascarriiha de todas ss cores,
pelo baratiaaimo preco de 1*500 a peca: a no
vigilante, ra do Creapo n 7.
Ghapelinas para seohoras.
Lindaa cbapelims ricamente enfeitadas, peloa
baratiseimos precoe de 89 e lOgOOO.
Ditos com pequeoo toque de mofo s 68000: s
00 ritilante na do Crespo n. 7.
Touquinhas ou chapozinhos
para criancas.
Lindos chapozinhos para menina e menino a
49 e 69OOO, ditos de feltro pelo baratiasimo pre-
go de 3J000, bonetes da panno fino e lico de li-
ta a 3S000, ditos de veludo fino a 49 o 39500,
ditos de palhinhi a 3$000, tonquinbaa de seda
muito lindaa a 19500. ditoa de fil a I9OOO: s
no Titilante, roa do Crespo n. T.
Tiras e entre meios.
Vende-se tiras bordsdas lapadas e transparen-
tes, asaim como eotre-meios muito delicados:
oa ra da Imperatris n. 60, loja e armazem do
Parao.

Lencos e luvas.
Vende-ae lencos de cambraia de linho com la-
byriotho a 29500, ditoa de imitacaode labyrintho
11J>, luras de aedea de tudaa aa coree a 500 ris,
enfeites pretoa de vidrilho para cabega a lf, la-
vaa de retros preto abarlas a 500 ria o par ; na
raa da Imperatris n. 60, loja do Pavio d Gama
& Silva.
Cabaias hespatinlas na
loja do pavo, a 400 rs.
. Veada-aa asta ora-fazenda de padres delica-
diasimos com 4 1(2 palmos da Isrgara, propria
para reatidoa de senhora a 400 r. o corado: na
raa da Impertira n. 60, loja a armazem do pa-
vao da Gama & Silra:_______________________
Coke e alcatro.
Coke da melhor qualidade, maito proprio pa-
ra vapor, e tambem para todoa oa uaoa domea-
ticoa, tornoi pequeooa e grandea etc., para estes
aervicoe, o coke maia econmico do qae qual-
quer oatro combaslivel, por ser menos de mo-
tado do preco e de mais duracio.
AlcatrSo, ealo aendo applicado i navios, bar-
cacas, alvarengas, canoas etc., presta muito
bom effeito, conserrando a madeira de todas ss
qualidades de bichos, lazando durar am lempo
indefinido. Tambem conserva madeira de edifl-
cicoea, preservando-a dos bichos e contra o
tempo: as propriedades chimicas deate alcatro
de carvao maia forte do qae qaalquer outro
extra hido de m a deiras oa o tris materias.
Quem precisar achara i venda, no armacem
do gaz. Ra do imperador.
Preco do coke 128 por tonelada.
Preco do alcatro 500 ra. por caada.
Manguitos.
Lindos msnguitos com gollinhs o mais fino
que se pode encontrar, vende-se pelo baratisai
mo preco d 79000, ditoe aem gollioha a 19500:
a no vigilante, ra do Creapo n. 7.______
Gollinhas de linho.
Lindas golliohas eatimpedas.............. 500
Dilas de linbo maita finas................. 800
Ditas prelaecom vidrilho.................29000
S no vigUiote, raa do Crespo n. 7.
Meias.
Grande sortimento de meias tanto para homem
como para senhora, aendo d homem a 18800 e
29T00. e fios a t}800, ditaa de fio de Escocia a
59000 a dazia, ditaa para manira a 29400, ditaa
para menino a 29000: a no vigilante, roa do
Creipo n. 7/
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes.
Infla mmacSes.
Irregularidades da
menstruac,2o.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis,
Absiruccao do ventre.
Phtysica ou consump-
co pulmonar.
Retencao de ourina.
Rbeumasmo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Yenareo (mal)
ceidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convnlses.
Dsbilidade ou extenua-
dlo.
Debidade ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga i
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfarmidade no ventre
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encaaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabalecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e o utras pessoas
enearrogadas da sua venda am toda a America
do Sal, Havana a Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dellas conten urna instrucrao em portu-
gus para explicar o modo de se usar destas pi-
llas.
O deposito gsaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambaco.
Predio venda
Vende-se a boa casa de doaa andares D. 28 da
raa das Crazes. biirro da Santo Antate, em
chapa proprioa, e em perfeito eatado de cooser-
vago, visto nio preciaar de concert algum ;
faz-te esta venda em conaeqoencia da sen pro-
pietario ter-ae retirado deata proviocia : a tra-
tar na raa do Trapiche n. 14, com Hanoel Aires
Gaerra, que tem oa poderes necesssrios para a
dtta venda.
americanas.
Em cass de N. O. Bieber & C., saccessores,
raa da Cruz a. 4, vendem-se :
Machinas para regar hortas o capim.
Ditaa para descarocar milho.
Dilas para cortar caplm.
Solios com pertences a 109 a 209.
Obraa de metal principe prateadas.
Alcatro da Saeeia.
Vernis de alcatro para navios.
Salsa parrilhade prlmeira qaalidade do Para.
Vinho Xere de 1836 em caixaa da t dazia.
Cognac em caixaa del dazia.
Aradoa e gradas.
Brilhantea.
Carrosas pequeas.
*
Batatas oras
Terco n. 23.
Batatas .
a 80 rs. a libra
uo largo do
A. L. B. F.tendo recebido agalhas imperats de
ando doarado, venda oa loja do beija flor, raa
o Qaeimado n. 63.
Oliados.
Vendem-se oliados pintsdos da lindaa vistea a
palaagena, largaras de 6, 7. 8 a 9 palmos, pro-
prios para masa da aotar a 29 o corado : aa ra
da Imperatriz, loja o. 20.__________ '
Ra da Senzaila Nova n. 42
Vende-se em easa da S. P. Joofastoa sollins e silbos inglazos, candiel ros e easticaes
bronxaadoo, lenas inglezas, fio de vela, chicotea
para carros e montara, arreios para carros de
o doos eavaUea, e rateases de saia aasaata
ingas*.
Cambraias do Pavao.
Pecas daaambrsia fina com 101^2 varas a 69 a
peca, ditas com 8 1/2 varas a 49, ditas de 8 p*Ca*-
a 39, dita para forro, com 8 4/2 varas a I96OO ;
na raa da Imperatriz n. 60, loja do* Pavao, da
Gama & Silva.

Vestidinhos a 4#50
Vndese vestldtnhos de seda enfeitados para
meninas de 2 a 3 anaoa a 49500 : os ra da Im-
peratriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Grosdenaples do Pavao.
Veode-ae grosdena pies .preto multo iocorpado
a I90OO o covado : na raa da Imperatris n. 60,
loja da Gama & Silva.
Paletots-do Pavao.
Vende-ae paliloU da panno preto fino a 69,
ditas de fioav da coras a 9, calcae da csseatira
r "ifr! i D*IM da InP*alrls a. 60, de
basa ot WiWt
Vande-ae um carallo rajo com todos os an-
dares, mallo gordo e sem achaques, proprio pa-
ra sella ou carro: no largo do Paralzo n. 8. pri-
miro andar.
IPH(ffliiM
Delicadas liazi
Iba. corlee com 15
s com floree bordadas a aga-
vadoi, pelo baralttstmo pre-
co de 41500, e covado da mesma fazenda a 820
ra. : na ruado Qnejiaaado n. 44.
Vende-aa a cita forrea aa raa Auguata n.
M. cm 3 Janellae r 1 porta de frente, 2 salaa,
* qaarjos, corredor iodepeodente.. cozioha fora e
quintal: oa pcetaadaatea podem examina la, e a
UaUrnaUaveaaae^MsireoeDeesB.ia.
Rival sem
igual
RA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Enfeites
pretos e de cores maito boas a 59.
Sintos.
Sintoa dourados a I96OO e 39.
Ditos fltaa de reliada e Avalla de acn a 19500.
Tesouras finas
com pequeo loque de ferragem a 400 rs.
Ditas llmpas muito booitas a 800 rs.
Ditas ordinarias a 30. 60,120 e 240 rs.
Escovas.
Para liaepar aohaa 1 320 e 500 rs.
Ditas para cabello' a 800 e 11.
Ditas para roupaa a 400, 800,1 e 192Q0.
Meias.
Para sonhoras a 21400 a dosis.
Ditas psra homem a 29400,236OO e 39500:
Flores.
Ramos de florea artificieee a 1$ e 19200.
Golheies
de metal propriaa para o diaria a 1200 a denla.
Ditas de metal principa a 41500 a deait.
Ditas ditas ditas para cha a 29400 a asia.
Botoes
para punho maito bou a 120 160 rs.
VGEaftClrV
DA
Fundido Low-Moor,
.^; da Senzwlla Nova n.4S.
Nests esubelesimento continua a haverum
completo aortimento de moendaa e meias moen-
das para engenho. machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado de todos ostamanho
para di lo,
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Pos de arroz com boneca em bonitos vasos dea-
rados.
Ditos dito sem boneca em pacotes.
Agua balaamica para conaervacao dos denles e
bom balito da bocea.
Opiata iogleza para abejar os denles.
Le te virginal caja ulilidade reconhacida para
tirar sardas.
Vinagre aromtico para qaem aoffre de tonticis
e dor de cabeca.
Paalilhaa de cheiro para se perfumar aposento?.
D'taa d dito para g deitir nos guarda-roupas.
Machinas para se faier
caf mesmo na mesa.
A loja d'aguia branca receben as modernas e
aceiadaa machinas de porcellana para se fazer
caf mesmo na mesa, iaso por am mel fcil e
hmpo, resultando afinal que o caf feito em taes
machinas tem nm cheiro e sabor auperior ao feito
por oalra qualquer forma : vende-ae na loja o'a-
gnia branca, ra do Queimado n. 16.
FAZEMS BARATSIMAS
NA
Ra da Imperatriz n. 20,
loja de Doarte Borges da Silva.
O dito Silva comminica ao
respeitavel publico e com
especialidade aos seus nume-
rosos freguezes antigos e mo-
dernos, que constantemente*]
acharo na dita loja um com-
pleto e variado sortimento de
fazendas proprias deste mer-
cado e vendidas pelos preeos
mais commodos, de que em
outra qualquer parte, affian-
candoa boa qualidade e dura*
cao das supra ditas fazendas
I Pechincha
sem igual para acabar!
as. Lindas llazinhaa de qaadraa cores as-
r cana e claras a 200 rs. o cavado.
w Soperiorea chitas frsocesaa Urgae com
djfc am pequeo tuque de mofo a 200 rs. o
corado.
9 Lindos cortes de chita franeeza larga
eteuras e claras com 11 corados cada
^ corte a t|500: na ras do Crespo o. 18.
O ultimo gosto.
Para baptisados.
A loja d'agua bracea acaba de receber pelo ul-
timo vapor a toa encommenda doa seguiotes ob-
jectoa par bapliaados, sendo lindas touqaiohas
de aelim mai bem nfeitidas, e cada ama em
aua caixinba, aapatiohoa de aetlm branco, e de
corea ricamente bordadas, e meiis de seds, o
melhor e mais bonito postivel. Agora, pois, os
pas qne nao qojzerem eaperar pela generosida-
de daa senhoras comadres, dirigirem-se logo
munidos de dinbeiro loja d'iguia branca, ra
do Queimado n. 16, onde bem podero comprar
essea galantea objectoa.
ajb Chegtrsm as lindas mocambiqoea da
? corea as mais delicadas de qoadriohoa a
V palmee de aeda flngindo eedas, com duaa
dj| larguraa a fazenda maia moderna qae
*ha para veatido e 480 rs. o eovado : aa
loja do sobrado de 4 andares na raa do
9 Creipo n. 13.
Milho a 3|500 a sacca,
marta novo, chegada do Maranhio : oa arma-
ra da mslls, larga do Fsrsiso 14
:
Ultimo gosto.,
Pentinnos dourados, e com
pedras para bandos.
J nao entra em duvida que a loja d'aguia
branca est a par das ultimas modts qae appa-
recem em Paria, e por iaso ella acaba de receber
oa bonitoa e modernoe penlinhos dourados e cora
pedra, oa quaea aervem para aa aenharaa maia
abrilhiotarem aeua bem revirados bandos qas
ornados com am par de diloa penlinhos, ficam
de certo ainda mais garboaaa. Na verdade, a gra-
os, bonileze epeifeicio qae disto retulla se ne
pode negsr (salvo se o fizerem com o nico fim
de nao gastar os 3 e 4# que cuata cada par} as-
aim previne-se as senhorae qae apreciam o bom
goato, qae deata vez vieram poneos, e por istO
ser bom que mandem logo para ellea para que
depois ae nao vejam na eolliao de esperar que
de novo oe receba dita loja d'aguia branca, raa
do Qaeimado n. 16.
E pechincha.
Na ra do Crespo, loja de
4 portas n. 8,
vendem-se cortes de chitat largas escaras, de co-
ras fisss, de 10 covadoa, a 3f o corte, .outa de
coree fizas, fazeada qae sempre se venden pea
640 a 800 ra. a vara, a 240 o eovado, e oulrtt
moitaa fazendas por preeos baizos qae so 4 vitta.
Gsera^os fgidos.
2001 de gralificacao
a qaem pegar o pardo Fraoeiaeo, da 17
de idtde, de bonita figura, com todaa aa deatea.
cib'Hos cirtpinhos e ruivos, esta pardo fot do
Sr. Dr. Borgea da Sonsaca, o qaal la,oa ooaa a
metmo teonor tooaa aertaa a aattarbiaa daata
provincia, Deeesaattamaata qoattda ota aaOt. ae-
crsvo, o talves alada ae incalqae a aerviee aa
ummo:qoaapetwa^tistfaa.|a a sea


MDTLDQl
-.


DIARIO M fEM ~ MkBJQKOlk
DI mtM DI 1861.
LiUeraUra.
?

JurisprntleBcia militar.
os (flj^Piferm.ltiarei.
Mrito do Irabalho do S^
Magalhts Catiro, audi
autor de dous projecfos
VI
m (Conlinuago.)
Entretanto nao isto ainda o poni principal
de Bicha < jBMitt*eua com o illustrissimo se-
ohor daulor a- |r de guerra da corle: ella
consiate d sjugo da peo* de dona oilo
sddos j u medio, que neutralisa o gru
aoio^Mg talidade ; por quieto deiigoou
para cale umosfeaoiidade de aonoo, cuja appl-
cacao ae a Hma com a do gru medio ; de
sorte que-j janeo este de doui oilo aoooa e o
mnimo < |ms quatro anuos, a applicecao da
pena .< Vtes limites confunde-se com a
do gru a H^ue lem o inconveniente e o de
leilo i Ro meimo ponto, isto da meama
qi>aa\M rae aorros, camioheodo onlro tanto
mata sdaate.
A divhtltlidae da pena do arl, 51 da maneira
porque se- >afeita pormitle que se diga, que o
reo cundmoslo i sollrer a pena do gru mnimo
com qualro annos de prisao pode dizer, que
soffre ao mesmo lempo a do gru medio, visto
que este comega 4 ser formado com dous iodos
aemeihantemente ao gru minino, que o acom-
penha at o meio, deveodo ser :
^enajde prisao perpetua com Irabalho, no
limo ;de quatro i oito annos, no gru
E-de um tres annos, no gru mni-
mo.
uesto modo ficar raais conforme e ruis co-
herer rom a divisibilidade de outras penas no
renaet(]fe eodigo cominadas; salto erro.
Prosgulndo qa apreciaco dos seguiotes arli-
gos, pareceu-me, que a doce luz dos cooheci-
roenios-juridicos com que o Sr. Dr. Jos Antonio
Mhies Castro se acompanhou para enri-
Jjlegislagao militar do paiz, o abandonou
B*n WF0 d0 ,rl- 53 -u9 diz :
mar soldado, ou praQa de prel, que matar
o aefl^maraoa, soldado e pregado prel.
Pe, is do roo- ?ru mximo;de oito
* doze annos medio; e de tres seis
annos, no gi' jj0.
too? .mm est a impugnarlo da sio-
golaMSonreoiencia de semelhante aisposigao
meu proposito oulro e diz respailo a primeira
parte do prsenle artigo, que me faz vaccilar
diante.da classificagao de militar soldado e prega
de prel, que no meu entender, e creioque no de
todos, exprimem urrm e a mesma cousa ; ao passo
qae o referido artigo em sen primeiro membro
parece -radicar outra bem di Iteren te.
Acho-me portete embaragado anta urna dis-
tmegio, que nao encontra apoio em lei alguma
coslumee de meu conhecimeuto.
Seguem-se outros arligos, cuja sabedoria re-
elle toda e qualquer cenaura ; e com elles eo-
eerrou o autor o capitulo 2o, lodo consagrado a
punir a falta de cumprimento de dever o disci-
plina militar.
O esptalo 3 (rata da deseroo, que far objecto
do srlrgo aeguinte.
VII
Deserta o.
Empresei-ma para hoje tralar deate crime,
como obieeto, que do capitulo III do respec-
tivo cdigo penal militar, que diz no
Art; 61. O militar que desertar. /
PenasU morte, ao gra mximo;de seis i
oilo annos de oriso, no gru medio ; e de uta a
tres annos no gru mnimo.
Tero este artigo por correspondente o art. 14
do regulameuto do conde de Lippe, cuio theor
oseguinla:
Todo aquello que desertar, ou que entrar em
conspiraclo de deaergio ; ou qae, sendo infor-
mado deila a nao delatar ; se for em tempd de
guerra, ser euforcado : e aquelle, que deiiV
sua companhia ou regiment, sem licenga,.. ra
ir ao lagar de seu naacimeoto, ou a outra .#1-
quer parle que seja, ser c.ligado com pM da
morte, cmo sedeaertasse para fora do refro.
-Conforme diz o Sr. Dr. auditor de guerra no
Art. 4. A taita de compareeimenlo do mili-
tar por quinte das consecutivos, que constitua o
crime de desercao ; ou por triota da a consecu-
tivos de ausencia por excesso delfceoga, coota-
dos do da em que tirer comepsdo o exsasso da
licengacolieedida. f
Meohama duvida pode restar sobre o que sig-
nifique o verbo deserta.
Compreheode-se fcilmente a importancia do
crime de desercao ; mas quero me persuadir de
que o illoslre autor do cdigo penal militar ar-
moa-se de urna severidade inconveoiente, que
repugna bastante com seu carcter, nataralmente
dcil, punlndo aquello crime com a mesma peoa
dos arligos de guerra do conde Lippe.
Deus me livre de dizer, que o crime de de-
sercao, quando por exemplo revestido de algu-
nas circamstancias aggravantes, nao reclama
urna punigio severa: isto nao digo eu ; porm
desojara que nao se ligasse i eaae crime mais
importancia, do que tomada de armas contra
o imperio debaixo de bandeiras estrangeiras ou
inimigas ; descoberta do sanio ou ordem ao
loimigo interno, ou qualquer nagao estrangei-
ra e revelaeo do segredo das oparacoes, on das
expedicoes e quasquer outros, no ioteresse dos
inimigos interoos ou externos ; transmissio de
documentos ou informarles que possam trans-
terna ras operares do exercito, ou compromet-
ter a stguranga dis pragas e dos estabelecimen-
tos militares.
Est longede mtnha intelligencia comprehen-
tr a razio, porque se ba de punir com mais ri-
gor o crime de desercao ainda mesmo sggravada
com a circunstancia da perda do fardamenlo; do
que o acto daquelle militar que reerntarou mi-
nistrar meios de fizer alistamentos para qual-
quer poder, qu eiliver em guerra, oa prestes a
declara-la ao imperta e que provocar militares,
ou qeaeequer pessaaa, psra reoirem-se sos
inimigos externos ea internos de imperio ;
Que tirer joUilijjeDeiss, ou correspond
ustraogattaj
imigos do
mprezus, ou
municar-Ihes o estado das forjas do imperio, se
recursos e pisos;
Que auxiliar alguma nagao ioimiga i fazer
guerra, ou a commetter hostilidades contra o
imperio, foroecendo-lhe gente, armas, dinheiro,
muniges, ou embarcacoes;
Que directamente e por tactos provocar algu-
ma nacSo estrsngeira declarar a guerra ao im-
perio seguindo-se e declarando-se esta ;
Qae sedatir, ou tentar saduzir as pragas, quaes-
quer das que fleerem parte das torgas do gover-
no ou do imperio, pars lavantarem-se contra o
governo, ou contra os seus superiores ;
Que como esptio se oceupar em escutar e ob-
servar na ioteresse dosinimigos do imperio ou do
governo ;
Queder entrada e refugio, ou usar dar asylo
esnioes claramente ronbecidos, oa soldados ini-
migos;
Que por fados ou meios astuciosas concorrer
para que entregue-se ou reoda-ae o commandante
de praga que eativar ailiada ;
Que por fados quizer destruir a independencia
do imperio ou a sua iotegridade ;
Que por fados quizer deatrulr a Constituigio
do imperio ou a forma do governo eatabelectdo;
Que por tactos quizer destruir algaem oa al-
guna dos arligos da referida coosliluigio ;
Que por factos quizer dealbroolaar o imperador,
priva-lo, ainda que em parte, da ana aotoridade
constitucional, ou alterar a ordem legitima da
succeiso :
a'Que por fados quizer justificarfalsamentea
lncapacidade moral, ou phyaica do imperador;
Que por fictos quizer privar o regente do im-
perio, ainda que em parte, da aua aatoridade
constitucional;
Que por fados oppuzer-se prompta eiecugao
dos decretos de convodago da assembla gara]
legislativa, expedidos pelo imperador ou pelo sa-
nado nos casos do art. 47 da Constiluico 3 e
4;
Que por fados oppuzer-se reunio da assem-
bla geral legislativa, em aesso ordinaria ou
reunio extraordinaria do aeoado, nos casos do
art. 47 da Constiluico do imperio 3 e 4 ;
Que por factos op'purer-se posse do emprima-
do publico nomeado competentemente, ou ao
exercicio do seu emprego ; ou a execugo e
prometo cumprimento de qualquer acto ou or-
dem legal da autoridade legitima.
Qualquer desfea casos produz maiz alarma na
sociedade, perturba mais a ordem publica, do
que o crime de desergo ; e entretanto para nen-
hum delles vejo comioada a pena de morte.
O militar que tramar e concertar com ootros
militares ou paisanos para a perpetrago do cri-
me de conspiregao, rebelliio- e sediego iocorre
na pena de pruo com Irabalho de oito a nove
annos, gru mximo e nao na pena de morte
como o desertor, quando o crime desle menos
prejudicial e menos aferrador que o daquelle.
Portento sou de opioio que se modifique a
penalidade imposta no art. 61 para o crime de
desergo, e que oessa occasiio se procure esta-
belecer urna justa proporgo entre oa tres grus ;
pois que um crime que castigado no minfmocom
a pena de um a tres sonoa de priain simples,
nunca o seu mximo dere chegar tirar a vida
do delinqueote : oenhama a proporgo.
Dous artigos maia eocerra este capitulo, tratan-
do de crimea da maama apecie ; porm que por
sua menor gravidade inspiraram urna penalidade
inferior que suscaplirel de urna modilicago,
por amor da proporgo com referencia ao crime
que faz objecto do art. 61.
Fique eate Irabalho ao cuidado da sabia com-
miaso, encarregida de dar um parecer acerca
doa cdigos militares, apreientados em projedo
pelo Sr. Or. auditor de guerra da corte.
Hanoel Januario Bezerra Montenegro.
{ Continuar-se-ha.)
Um relmpago de felicidade.
A hora reelamava-me o trabalbo: era mister
eacrevero meu folhetim.Seotei-me a mesa e
com a peooa ainda sem tinta formava arabescos
sobre o papel, em quaolo oa imagioago procu-
rava o qaedevia dizer, para preencher o numero
de liohas precisas para fazer am folhetimia tai-
vez dizer alguma cousa daa joiaa de familia, da
Ave do Paraizo, do milagro da Senbora de Naza-
reth, etc. etc. quando, inesperadamente, a sem
se fazer annunciar, vejo apparecer diaote de mim
o meu amigo L.Notei que fora do seu cosame
Ihe brilhava nos olbos, como om leve refiero de
salisfago intima, qae de algum modo tempe-
rara a habitual melancola do seu semblante.
las escrever nao fagas ceremonia comigo,
ou eolio se le encommodo, retiro m e ?
Nao, pelo contrario, quero perguntar-te no-
ticias da soire de honlem em caaa de F. M. a
quem me foi impossivel aisistr.Conta-me, es-
tove muita gente, dangou-ae bastante, houre ani-
magio ?..
Sim, dizem que esteva muito animado ludo,
que se passou bem.
Dizem 1 como?Entio t nao esttves-
te?....
Creio que sim, estivo ;estivo sim, porque
eu vi-a o ella estove lmas entre aquelle tur-
bilhao, aquelle tumulto de gente, de dangas, de
luz, muaica e flores, escusado dizer-te que nao
sai quasi nada do que se passousai que a vi 1
Parabens entio, amigonao sabes se este-
ve boa a soire, mas o que vejo ao menos que
fostes feliz....
Feliz, nao I- -T bem sabes que aquelle
amor me nao pode nunca fazer feliz 1 aquelle
.FOLHKTIIII
O DEMONIO UO DINHEIRO
sentir aiaiaf; mas parece-me tambem qae
Dea este amor, arbora seja tormento, nao me
seqtiria viver 1Ha aenUmentos destes e sio ama
tortura, mas sem a qual nao podemos passar.
Se alguem pudeste e nos propozasse tirar-nos
d'alma esse alecto fazeodo-nos feliz em troca do
soffrer eterno que elle s nos prometaoh I nao 1
antes a dr, antes o tormento, antes o marty-
cio mas ama-lasem ella, como seria possirel o
cuf!..
atas porque oio tontas t fuglr-lhe, deixar
de a ver; acredita, mea caro, nio ha sentimen-
tos eternos.
Eogaoas-te, sioda ha ; raros sim, mas ain-
da ha alguna, a este am dallaspara este sen-
limento oio ha distancias.
E ae_ ao menos sorte delta (osse melbor.....
mas naoestes dous deslios que Deus nio qulz
anir para a felicidade, s no inforlaoio os fez
eguaes I O seu viver triste, tormentoso, quasi
desesperado.Formou Deas aquella alma lio
grande de virtades, lio rica de aeottmentos para
Ihe dar no mundo a palma do marlyrio I
A sea respeito poder dizer-se o que j da al-
guem disse am poets.
D'alvo jaspe a fronte inclina 1
A fronte que, por desgoslo,
Descanga na mi divina 1...
Ella, o aojo da bonaoga,
De rosto sereno e grave.
Porque traz a desesperaogs,
N'aquelle olhar lio suave,
Que a luz do futuro alcanga ?...
Lisa e branca qual su'alms,
Tem a tez de nimia alvurs,
Innocente doce calma
Tem no rosto ; e oa mo para
Do marlyrio a verde palma 1...
E' que Deas taires queira para si am aojo, ou
urna santa mais.
E a mim a quem elle concedeu o dom de com-
prehender, de apreciar os thasouros que essa al-
ma encerra ; a mim, que dera am muodo de fe-
licidade para Ihe dar um a prazer-nunca, nun-
ca ella poder derer ama nica hora sequer, de
ventura I
E acreditars que no meio de lana desespe-
ranza, possa haver um momento que pague* se-
cutas daaotTrimentoacreditars, que oessa dou-
te de boDtem, houve para mim am relmpago
de felicidad* que alemiou urna vida toda de tre-
vaa ? Dize-me, nao conheceate nunca um desses
momentos em que gosamos, sam saber bem ex-
plicar, oam mesmo s vezesee-mprehender o mo-
tivo, porque *6o grande o goao? Um desses
momentos em que, um godo, um olhor, urna
palavra, um sorrisenos fazem comprehender ou
adeviohar o cu? E foi um godo que j mais
vezes Ihe vimos, um pensamento que j Ihe en-
contramos, ou urna eonversa que por rases j ti-
vemos, maa que nunca dos deu cerno entio aquel-
le infinito de venturar...-
Acabava de se formar urca quadrilha aonde vi
que nao figurars :seoti-a, adivinhei-a tsolads
n'um logar para onde me attrahij urna torga
deacoobecida, e aonde a achei, que pareca j ea-
perar-me com um sorriso de inlefluivel' do;ura,
mostrando-me ao p de si am lugar..,.
Tudo isto como te digo, passou rpido tramo o
relmpagoe parecea realmente que por mim
tiveaae passado urna faitea eledrica de felicida-
de !alguma cousa de celeatial I
Momentos depois, cooheci qae eslava ao p
dellae fallavamos com iadiUerenga \
Julgaria ter sonhado se oio eentiaae- "ruello
nstjQla, a daca laiordacio, a inpraoaadSBeSfii-
el que ainda hoje me afaga como um asSao de
Deus.- ^r
Um grande poeta, em urna hora fel i sua
vida, pedia que daqaaella hora ae Ihe ucease a
eternidade; eu, tambem quareria qae desse re-
lmpagofosse feita a minha vida I
Mas t ests escrevendo, e eu egosta, a fallar
de mim: nio reparo- que te eocommodoper-
turbando o lalvez iolerrompeodo o teta Iraba-
lho.
Meu querido L., voa fallar-te cosa a fran-
queza que a noaaa amioade autoras.
Dfgia escrever o- meu folhetim ; -qtfando
entraste, recapitulara eu aa mioba mente es as-
aumptoa da que o hara preencher; maa ainda
me faltara alguma cousa mais psra conclusft
pensei que para Use riubas a propoaito com aa
ioformaedes que me desses da soire de F. des-
culpaodo-me depois se te roabava alguns ^Bo-
rnelos de atteoeio para acabar o meu irabalho :
mas captivade tanto o- meu iateraaae fallndo-
me do leu coragio, qae rearmeote nio tive ani-
mo para interrompar-te ou deixar de escular-l,
preferi antea um meio que tudo conciliaase, e
ao mesmo lempo que te ouria ia tentando esbev-
gar sobre-o papel o que me estars dizendo.
Mo te compreheodo___
Ora dizo-me, ae a tua historia me interes-
sou, porque nio hade intaressar a qaem 1er o
maa folhetim? Oa foi he tina team o condio de
chamar a attengio daa aenboraa ; teem quasi
sempra a honra do haver para elles mais leitoras
do qu leitores e quem melbor do que ellas se
po Jera iuieressar quando se trata de grandes sen-
mantoe ?... quem melhor avalia e se commore
com a narrsgo de penaa qae nascem do corago?
Olha, eu naturalmente, depois das noliciaa >
sabidas do que se paasa nos theatros, iria lal-
vez.... .fallar do tempe- -qae tem estado ma.
ato rae
que todos
nao heide
a tea his-
sempre para dizer o publi-
coi o que se falla com um amigo,
, Mas nao sabes, que o folhelioista se deve
primeiro ao publico do que a si, a por conse-
qaencia, do que aos seus amigos? Tem pa-
ciencia, meu caro, j agora nio ha remedio ;
btm conheces que j nao lenho lempo de escre-
ver outra cousa.
Ests grscejsndo, bem rejo mas rejo tam-
bem que precisas escrever e que dero deixar-te.
Adeus.
O mea amigo L. sala com effeito, e eu, bom
ou mu grado seu, rou publicar o episodio que
tentei estocar, do sea relmpago de felicidade.
ao
02M uro ios
iiafte do JH
ute lavanco.r
instante
OS MISERA VEIS-
Aos rtdactoru da Poltica Liberal..
Espero que me levis coula d'acgao de bom
amigo, na maia generosa accepgio da palavra, a
traduegio, anda que pouco apurada, d'um jaizo
critico aobre oa Miteraveis, do Vctor Hugo : li-
rio qae vae fazendo urna revolagio por eaaa Eu-
ropa ; como ludo quaolo diz aquello grande ho-
rnera quando falla para ser escutado.
Vem eate jaizo publicado no Charivari, jornal
fraocez de 20 de abril e assiguado por Clement
Laraguel.
Da tradaegio nio Vale a pena de fallar: do ori-
ginal airei qae a critica mais esclarecida, que
lenho iido, acerca do livro : e o que mais deso-
jo gente de hoje que se possua bem do que
diz em cada urna das paginas o autor do livro,
assim como da concludeole appellagio que Ihe
faz o autor da critica.
Vivemos em poea em qce nada disto de so-
bra no meio deselladas qae nos armam cons-
ciencia.
Air. Cari.
O grande livro, caja apparigio actualmente
a ordem do da, toca no romance pela forma, e
no poema pela idea. N'isto traz elle lembran-
ga Notre Dame de Pars de gloriosa memoria,
O genio essencialmente lyrico do autor slen-
la todo o seu bruno na eseolba dos persooageos
eno seu desenlio. Divergindo da maior parte dos
romancistas, que tratam apenas de pintar indi-
vidualidades de verdade relativa, estudadae na
sociedade ; o autor dos Miteraveis dedica-se com
preferencia cresgio de typos absolutos e abs-
tractos.
A poesa na sus mais elevada eipressio proce-
de aempre assim ; idealisa a nalureza humana.
Realmente qae o Hamlet de Shakespeare, o
D. J'oo de Lord Byron, o Rene de Chateaubriand
senao type qae a oberragio superior colligiu, e
aosquaes imprimiu o sea cunbc ? !
Nio est so alcance das intelligenciaa migares
reconhficer edea vultos estranhos : o figuras de
gigantes, superiores i aua comprehensSo : o val-
go pmbb por dritte o'elles e diz simplesmente
oio- iooht'co, mas aquella figura ares nao
sel do quem .
Os typos nio sio'cortamente commoos. Po-
rm se eoaeontrarmee no espirito as idear, ae re-
llectirmos, entramos logo no mecanismo profun-
do daquella abstrac^oes; depois chegamps a
comprehender, a recoohecer mesmo que Rafael
muito mar- rardadeiro do que Mr. Coobat.
Nos Miseravett, vio ha arada a nalureza dcat-
sompto recommendar este genero de composigio
to natural a aeta aspirito lyrico.
O livro dlaaate- con eileito luna grande these
socia I; os persooageos que principalmente nel -
le flgsram aao mata peraonifioagdea, do que ho-
rneas, como qualquer denos ;- sao ideas de figu-
ra_ humana.
O hispo Mi riel a Mea evanglica em toda a
aua sublimidad ; o inspector d polica Javert
c a lei aodal, tal como ella por ahi funeciona,
oecassaria, honesta, convencida da- sua Ialallibi-
liJade, mas rgida, iofixivel, dura e-fria como o
ago.
Mr. Vicior TTiign C|a{* ettrlameoto aHkbofvcot o
contrasto estro estes doa principio, o Eraoge-
lbo o esdigo penal: s-m absoluto 6 nutro rela-
tivo ; a lei divina e a lei human. -t om toda
bondado e misericordia, a ostra por am falal
necessidade teda aeverideda e represado.
D'aqu! segue-se examinar se s lei humana po-
derla compenelrar-sa bem da tai divina sem que
perigasse a erdem social.
Por edSs d*aa torgas, que obram em sentido
contrario, combatido o3o Vargean, preso o-
tro lempo-as gales por ter furado am pie. Fu-
gira ello da prissao ; toado porm Iido a in felici-
dade do ser eramente preso aecammulou-se so-
bre a aa desgaseada cabeca urna aeria de cod-
demnagoes--; e quando depois de rinta anno de
galea aae sello, entregam-lhe una passaperte-em
papol amerellov oante do- qod todas as porta se
fecham:
E' nesta estado de desosperaco, morread de
cangago de lome, que Joio Valgean entra
ameagador pela porta da primeira casa, que se
Ihe offerece aberta ama caaa isolada a
do bispo Miriel.
O paciieo prelado di am lugar oa mesa ao pe
POR
HE.XRY CONSCIENCE
( Continusgao do n. 155. )
Monde era um homem de estatura media, e te-
da poueo maia oa menos a edade de quarenta
annos. Ao primeiro aspecto a aua phlaionomia
apresentara alsuma couaa de edranho pela falla
qae elle tinha de sobrancelhsa e pestaas : e na-
da mais havia ali de nolavel, senio o sorriso
constante qae pareca stereolypsdo nos labios fi-
aos, e a laz serena e meiga que brilhava nos
seas olbos meio fechados.
Aa auas felgoes em geral nao exprimiara am
cunho particular ; nada diziam e nada deiiavam
adeviohar que nao um homem ralgar, muito hu-
milde op aimplorio para poder ou querer illudir
a quem quer qae fosse. Os trajes aecommoda-
ram-ee perfeitamente expreasio da phiaiono-
ma : ama sobre-casaca comprida, negligente-
mente vestida, e qae Ihe caba por assim dizer
at os calcanhares; am chapea j muito asado ;
porm ama grvala e camisa da alvura da
nave.
Aproximando-se de Laura com mullos com-
primeotos disse-lha em vos humilde :
Peco-lhe perdi, minha boa Sra. Keme-
naer, pelo atrevimento de a vir ioterromper na
aua cootemplagao da linda nalureza: rogo-lhe
cem vezes que me desculpe. Se o Sr. Reme-"
naer quer ter a bondade de conceder-me um mo-
mento, um momelo s ds attengio, llvro-a im-
mediatamente da minha prosenga importuna.
O Sr. podo tralar de seus negocios, reapon-
8eu Laura com fra polidez. Nio tenbo absolu-
tamente o qae deiculpar-lbe.
alones, sorriu-se, o inclinoa-se ante a joven
murmurando phraaes de reconheclmento, como
Laura sentoa-se no banco, deixou pender a ca-
bega, e fixou os olbos ao chao. Por momentos
peosou ella na servil u'rbanidade do escreveote
da Robyo, o oa amizade que seu pae pareca a
elle tributar. Mas logo repelliodo do espirito os-
se desagradarel peosameoto, e rollando & sua
primeira meditagio murmurou :
Nao compreheodo 1 Qaaodo mea pae diz
aos seus coohecidos que Bertholdo ha de ser
muito rico rejo todas as phisionomias revest-
rem-se de urna expreasio approvadora e respei-
tosa: mas se Ibes diz que ella faz versos, e o
qualifica do poeta, lavaotam os hombros e um
sorriso mofador Ibes contrahe oa labios. Entre-
tanto moatram p rezar muito a arte, e gloria cu-se
mesmo em tallar della com admirarlo. Porque
poia ha de ser o artista para elles objecto de pte-
dade oa de despreio ? E* extranhol ... O cau-
to os seduz, e detestam o- nutre instrumento de
onde se elle escapa I...
Sbito porem a jovea foi dislrahida pela voz de
Monck, que passava por diante della com as soas
interminaveis cortezias, dizendo
Desejo-lhe um da feliz, minha aenbora.
Bem ve que nio abtaei da aua bondade ; eotre-
I tanto pego-lha desculpa. Seu criado.-, sea hu-
milde criado...
J la longo, e ainda se rollara para prenun-
ciar estas ultimas palavras.
Kemenaer aproximou-se de sua Alba com pra-
zeoteiro sorriso, e esfregando as mios do con-
tente.
Gomo est Vmc. salisteito, meu pae ? En-
tio era verdade o qae dlsia Monck ? Trouxe-lho
com effeito boaa noticiaa ?
Sim, boas, encllenles noticias. Estou satis-
feillssimo.
Deas sejs louvado I Faca-sae tambem par-
tilhar da sua alegra meu pae : o que Ihe dase
Monck ?
Laura, ganhei dez mil francos 1 Dez mi i
francos em um dia 1 Excellenle negocio, nao
achas ?
Acbo, ama vez qae o satisfaz, responden a
moga com frieza.
Tu nio goslaa do dinheiro, Laura ; das-lhe
pouco aprego... E' nstaral; nio aabes anda o
que elle custa.
Taires qae delle gostsase, se oio visse que
cauaa de tantoa cuidadoa e pozares para vosse
mece I
i ti ao forgado das gales a hospsd-o t
dta segulnte. O forjado nio pode -resistir.
Os iostiaclos fero2<
pela bondade iosiou
novo : foge do nou.
cas palas que eram loda a riqueza?
agarram-no novamente, e conduzlrfo1
de Mr. Mitiel, ouve com seus proprios'oavaos
as pajavras desle aos policias soltem esse ho-
mem ; essa prata dei-lh'a ea, para qae com o
sea producto elle podesse srranjar otra industria
de que riresse.
Hi aqu em toda exposlgio o desde a entrada
do forgado at osle ultimo desfecho ama simpli-
cidada e elevagio de estylo e de lda sem egual.
O preso sae da cidade aturdido, vergado debai-
xo do peso da candada sublime ; commette ain-
da um roubo de mnima importancia, mas este
o ultimo estorgo da depravagio, que ainda se re-
meza l por dentro ; a fora est j vencida.
Um raio de laz divina penetrou oas traras da-
quella alma e ao soa brilho a coosclencis accor-
dada leu os dsticos eternos da verdade moral.
Annos depois vemos encontrar Valgean eslabe-
lecido com oatro nome em urna pequea cidade
iodustrial do norte, onde fuodou urna manufactu-
ra qae enriquecendo o paiz, o enriqueca tambem
a elle.
Assignava-se Mr. Msdalena, e aperar da sua
persistente recusa em aceitar encargos e mesmo
honras publicas, nomearam-no cavalleiro da le-
gio de honra, e por mais de ama vez foi eleito
presidente da cmara municipal ; vira urna vida
pacifica e solitaria, cercado do respeito publico.
O biapo Miriel morreo ; maa nao eatar a aaa
alma viven do em Mr. Madalena ? 1 Pois eis aqu
o que s carldade evanglica fez do antigo for-
gado.
Mas a vara da jasttga humana a eapada de
Damocles, qae nio deixa por isso de estar sus-
pensa aobre a saa cabega.
Cerlo dia soube-se qae um pobre diabo, urna
especie de vagabundo chamado Cbampmathieu
fora preso por ter roubado alguma fruda, roubo
de pouca importancia, e que teria cuatado ao per-
petrador quando muito alguns das de prisao.
Mas se esse perpetrador tiver j soffrido o cas-
tigo de gales, entio o cas muda de figura, por-
que a pena ser a de gales por tods a vida : ora,
por ama cruel fatalidade toda a gente teima em
dizer qae Champmathieu o aotigo Joio Valgean.
de qaem bs muito tempo se nio oavia fallar. Que
fari Mr. Madalena, que o verdadeiro Valgean 7
Consentir que seja enterrado vivo no fundo de
urna masmorra o pobre Champmathieu cajo cri-
me nao est mesmo bem averiguado ? I Eolio
travou-sena alma de Mr. Madalena urna lula ter-
rivel entre o iostincto da propria conservagio o a
voz da coosciencia. Esta roncea, e o verdadeiro
Valgean apparecau repentinamente no bribuoal
do Arras denuncian Jo-se a si mesmo.
E preciso ter com aftengoa historia deala tra-
gedia, que ocerrpa a maior parte do V volume,
para se fazer idea do que o-infinito d drama e
do senfimento. O coragio humano est sM estu-
dado, descarnado, explorado- mesmo at ao que
elle tem de mais vertiginoso.- Nunca a litteratura
Iragou cousa alguma comparar*) com a riagem de
Mr. Madalena a Arras, revestid* de todas as anas
peripecias. Vctor Hugo mesmo- nones subiu to
alio.
Mr. Madaleoa em conseque ncia- da sus denun-
cia obrigado a4 fugir, porque denuncia segue-
ta o mandado de prisao. Elle dirige-so d'ali
Pars.
tV aqu que termina o 2* rotme.
A" obra toda dovo cootr do tfez ; pde portanlo
suppor-ie o que es'.S escripto como a erposifo,
ou o prologo. Em retsgio ao d3sean>lvime*olo,
que e autor dsr saa idea; nada- cunvnr aren-
car ; por ora ha apenas um poni de partida. E'
alo o que pode verificar-se pondo-de parte per-
sonagens menos importantes, taescomo Valgean,
o bisp Miriel, Fanline, e... o convencional.
Quem nio quizer desprender-se do incideotea
menos ioteressanles para seguir s a* idea ptailo-
sopblca, tem de parar em cada esptalo diante de
bellezas de gedo exquisiltmonte fino.
Para formar um jaizo definitivo sobre- pensa-
mento do autor nacessario esperar a seotinua-
CUft t)i ohra rtnr o (un p^J*-a ilTar .'oajtndo-
nos ao programmadeum exame-'purameoto-littera-
rio, que as figuras sio lalbadas em moroaa so-
bre-humanos ; assumem proporedes cotossaes
como as obrss d ifigoel Angelo.
Ha porm urna id*que pode desde j detruzir-
se des-dous roame dos Miiernveis, e crasa o
mai existe na sociedade e qoo sio duas $
coases-queo prodazem,a miseria- e a ignoraneia.
A lai evanglica quer eombate-to- pela dogura o
pela carldade ; a lei soeial pela repraesio. Aapas
lem razio ; tio necesmio saber perdoar, como
saber punir ; porm para destruir >naal presiso
ir cortar aa.rsizes maia profundas d planta vene-
nosa ; isto extingrr a miseria e a ignorancia.
Nesia idea nio ba- couaa algumi- que respiro
anarchia, oo que sejaaoti-social, e qae- possa jus-
tificar os terrores de certa gente que iroaginou ver
tudo perdido quaodo ao anounciou e- livro de Mr,
Vctor Hugo. Bastou o titulo para Ihe prodazir o
effeito da um raio. N%nca aera do autor a culp
de que hoja trevaa, qne repellen, a luz, ou egos-
mos que coodemnam toda a idea generosa ; nem
mentiras que tem modo da verdade, O lempo ir>
cumbo-se de estabelecer certosjprobletnas, que a>
sociedade lem obrigaao de resolver, seb pena d-
se suicidar. Aos homens da constituicte a da con-
cou o problema da agualdado poliUca a
^ ni ; a nos toes-nos oatro talvez
di ma! ni *'' iMo r,xi0 i*1" 4a6
.a i.af.^e,n de I^o* llsoogaar os
instioctos egostas d. sociedade, era Ihe occaltar
a rerdade, a xa-la adormecer n'uma aogaran-
9a fallaz, servndo-lhe mentiras que Inallson-
jeiam o paladar.
Quanto a nos o que mal apreciamos am Vctor
Hugo a energa superior daqaello carcter po-
tico ; o amor, do ideal, o grande respailo piala
alma humana ; e a intrepidez altiva ; caradores
distindos da saa vigorosa personsldade, o qae
dio ao aeuestylo o quer qae sajado aom ae ama
corda vibrante.
N'uma poca como a actual, em 4 I Mt fra
da moda a grandeza moral, e em j a predomi-
nara as ambigea meaquinhas ; em U ios da ho-
mens pequenos.de adulagoea aerris, 1 a admira-
ges ridiculaa, de calclos igoobeis, do faecdes
ssm alcance, um livro como os Miieravtii ama
consolagio para qaem ainda conserva o caito dos
peosameotos nobrea ; e um poderoso estmalo
para a mocidade, que ainda se elctrica com as
Ideas de liberdade e de honra. Veja olla e pos-
soa-sobem do que ali se diz, e nota bem qae
quem falla um homem, cujas palavras nanea
foram um aom aem eco.
Isto i reconhecldo por amigos e por inimigos
do autor; e s sssim que pode explicar-s em
parte a sensagio universal, que prodaziram oa
Miteraveis.
Ha com effeito naqoelle livro alguma cousa
mais do que um grande escriptor e am grande
poeta ; ha aioda alguma cousa mais do que o
genio em toda a sua forga, o a poeaia em todo o
seu falgor : ba o grito sublime de urna cosrseian-
cia.
(Da Poltica Liberal.]
\
Jk
V

Variedades.
-
zid A condiegao de servir-lhe voluntariamente
de escrava para nio morrer de fome ou de deses-
pero. A arle a forma mais ergulhosa de qu
se reresle a intelligencia; seb aquella forma esa
recusa prestar homeoagem ao poder do dinheiro,
e o-dinheiro s vinga 1 nada mats natural. Nio
visto hentam com que aorriso de piedade foram
acolhidas aa minbas patovras qaando aa disse que
Bertholdo faz verios 1 Os meus amigos sio em-
penles ; sabem que toda a razio do homem,
loda a sua sensibliidade e forQas sio aloda insufi-
cientes pira aasegurar-lb no mundo urna soda
toloravel: eis porque s dio aprego a cousas
que produzem fruclo, e que- sao a origem de vao-
tageos palpaveia para nos, em aumma, que noa
prealam um aoccorro efficaz, para tirar-nos-daa
penosas difficuldades da vida. A oalavra artista
causa-lhoa piedade :.elles nio concebem que um
homem. que parece dotado de eminentes facalda-
dea poasa aer inconsiderado a ponto de nao ap-
plicar eaaaa (acuidades ao ganho do dinheiro,
qual mendigo orgalhpao se jacto de aer mais no-
bre e mais elevado' do que os outros, ao passo
que para nio morrer sob o trabalho 4 obrigado a
ir balar porta do dinheiro, a pedir esmols.
Laura, nio doves entristecer-te com .oslas ver-
dades : Bertholdo urna axcopgio da*tflgra, a-
pera-o grande fortuna; verdade que faz ver-
sos, mas nio se segu que seja um poaia coma de
ordinario se enlende.
Meu pae, que mundo iosensivel e glacial
eate que Vmc. me descreve ? Oa su amigos
vivem illudidos. Pois o homem nio tom urna
alma que dovo tambam viver ? Nio sent alem
das necessidades materlaes um insliocto que o
impels commogdes mais aloradas, i am fim
mais alto do que o amor da matara e do di-
nheiro ?
Um aorriso franzio oa labios do pae ; ia respon-
der quando atistou um ralbo criado que para
ali ae dirigs.
O qae 6, Pedro ?
Se\. S qoer almogar...
J '.' Tomos tempo : d'squi a pouco.
Sim, aenhor; mas dero prevenir i senbora
de que mestre Conrado a eapera no aalio ha um
quarlo de hora. Dase que foi a seohora. mesma
quem o mandou rir boje lio cedo ...
Esli bom, est bom. que espere; para isso
se lbe paga, reamuogou Kemenaer.
Nio, Pedro, acuda Laura ; paga a meatre
Fallemos da outra cousa, disse Kemenaer! Coorado que mo desculpe, e lenha a hondada da
rir ao jardim.
E tomando a mao de seo pae accrescentoa cem
a roz aupplicanto :
Vamos almogar, mea pae. Ped a medre
se (osse tio simples qua tomasse por urna pro-
va de benevolencia a ssu respeito o olhar severo,
e aa poucas palavras della. sua ilha. O que me perganlavas quando
Kemenaer se tinha levantado. Monck veiu intorromper a aossa convaraagio 1
.meu excellenle Monck, dfssa elle Ah sim, lembro-mo agora. PerguoUvaa-me a
com rot muito affavel; demos am passeio. Qae razio de nio se ter os artistas am grande es-
atidaa trai ? tlinB'.
Boas, nuito boas. Porque o mundo parece odiar o poeta l
Oh O senhef Ka perol dos borneas...! A expreasio um pouco exagerada : se o
Laura, espera aqu; rollo j. poeta odiado, com toda a probabilidade o por
Duas palavras... um laomenlo s, minha se-! seus collegas, postas como elle. Mas nio 4 abi
ahora, repetlu Monck eomalaj sorriso singular, que sedase bascar a expllcacsp do enigms. Ha
edescaidoso. na sociedade duas potencias que entre si dispu
Oadous afastaram-se i triis passos, a pa- tam a soberana do mundo, o dinheiro a a Intel- tolvas porque Bertholdo moslra ter-lhe affeicio.
iaram atraz de ama BWH ado e* roz Jlgei : o poder do dinheiro porem tio gran- Pola olha-j ae me queixaram desse* inli
baixa,. ) de e in^aiVai. qe t lntf ;wcia se t fedft | Bertholdo dedicado a m sm ojt m^
a river em grandes rodas: nao cooveaieote
que and pela ra de braco dado com am homem
que se re-ae precisio de mendigar llges de pia-
no, o que do mais a mais toca rebeca naa ogrejas.
Porm, moa pao, medre Conrado um ar-
tista de talento, um homem de aenlimenteoin-
telligencia*
Bem aei, Laura; modesto, cortez, intel-
ligente, multo hbil na sua arle, conhecedor por-
folio de mundo, tudo quaolo quizeres: mas em-
fim sempse am musical Em nossa casa pode-
mos sor affaveia com samelbasto gente ; porm
na ra baata cumprlmasta-lns com am sorriso
proteotor, e vae se paassndo. A reputsgio do-|
Bertholdo soffre na boa sociedade por andar em-
pare-lhado com esaei bomens, que fazem da arte
um mdo de vida, como se fosse egual a elles.
preciso dlzer-lhe isto. Mais para dianteeass gen-
te- Ihe ba de servir depeso ; ha de rir lembrar-
lhoas relagea antigaa.e assalta-lo com pedidos
de dinheiro: ora, bsm Ion ge de pagaram um lu-
cro conveniente, esaes sujeitinhos nem, o capital
mesmo reslituem. E depois bem justificado o
dictado :< Diz-ma com qaem andas, que ea te
direi quem t s.
Nsquelle momento mestre Conrado apparecau
na volta de ama molla, eoeamrob.ou-se.para os
doas Interlocutores. Poda ter cerca de triota e
cinco annos, bem qae o sea semblante paludo e
doentio, o esplahsco ligiramoote curvado, Ihe
dessem na apparencia dez annos de mais.
Tudo nellemaneiras e phisionomtatinha o
qoer que fosee de sereno e reservado, de modes-
to e distioeto so mesmo lempo.. O vestuario es-
lava em perfeita harmona com o papel de pro-
fessor de piano, que ia desomponbar em casa do
Sr. Kemenaer: casaca preta, collele bronco, lo-
ras ama relias j um pouco ressequidas, etc. O
chapea e a caaaca linham dado ji muito que. fa-
zer i escovs, como toatemutihavam aabeiraauaa-
daa de am, e aa brancas codera da oulra.
Nada na pessoa de mestre Conrado doixava de
acensar a -hu mudada da sua con diga o, e al
mesmo tratr um corto abalimento moral: o
olhar nicamente linha algumas vezes um estra-
nho brilho, como ae aquelle corpo tranzino e d-
bil homiziaase urna alma'ardente, a presa de n-
timos soffrimenlos.
Ji de mutlo longe elle se descobrirs, e com o
chapu na mi aproximou-se do pae de Laura :
O Sr. Kemenaer foi aa oncontro do msico;
saodou-o com affabilidade, chegou mesmo a aper*
lar-lhe a mi com a pona dos dedos, a disse-
Ihe em tom multo familiar, porm ao mesmo tem-
po cheio de proteeoio:
Meslre Conrado, nio lera a mal que o tl-
Legendas piedosas.
O FESTIM CELESTE.
Um pobre menino camponez am dia cotia na
egreja o sacerdote dizer qae, qaaodo sa quera
entrar no paraso, era preciso andar direto. Ella
poz-ae a viajar iodo sempre muito diroito para a
frente, pelos montes e vales, ssm nanea desvi-
arse. Emflu, seu camioho conduzu-o em ama
grande cidade e ao meio de urna bella egreja
onde celebrava-se o officio divino. Vendo abi
toda esta magnificencia, figuroa<-se qve linha
chogado no cu, e cheio de alegra parou.
Quando o officio terminoa-se, o sacristio
mandou-o sair, porm elle respondan:' altio,
eu nio saie, estoa a final no cu e aqu ti-
co. O sachrstao foi procurar o cura e diase-lle
que eslava na egreja am menino que naV'qaarir
sahir e que persoadla-se aalar no paraso; Ser
elle pensa assim, disse o 'cara, dere-M del-
xa-lo.j> Neste memento chegoa-ss ao menino o
perguntoa-lrre se qaeri Ira bal bar. Elle restran-
deu que sha e que edavahabituado ao trsjMrtho,
porm que aao quera awlirr do cu.

/
vil os fle
Ficou portanlo na egreja, e, COmmovflOS fiis'
adotarom de joelbos urna estala de nsodoira de
menino Jess, jolgoa qae ora a\ elle o bem Deas
e disse esta imagem : Como s magra, 6 meu
Deus cortamente aquellas-possoas nio te dio da
comor: eu reparttrei meo oio comligo todos os
dias.a Elle ouviu entio uai ros que iha di-
zla. Di- aos qae teem fome* o t me alimen-
taria.
Na porta-da egreja,. ama pobre rolh* ostondia
saa mi tremola so* passageiroa. O* manloo
dea-Ihe a netade de sea pi ; depois observo
a estatua, epareceu-lbe qae eorria-se ; rer assim ,
diariamente, e a estarWsa mostrars-se con-
torne. __
Algara te repo depois adoocov, darn te* ai lo
dia nao sain de sea leitb. Logo- qae porte
levaotar-se vea-ajoelhar-so- aos ps-db menino
Jesu. o eor^ que o segua, euviu' orar
assirav Mea Deas, oio me acense se a-tonto
tempo nao te tenho alimentado; ea-edarrem-
ente, nio poda lerantar-me.
Como- ficava de joelbos, o coro porgatatou-ihe
o que fazia. Ohl mea padrer respaadeo elle,
eis o que me disse o menino Joaus.r tTonko
conhecide a taa boa rontade o isto baetat Do-
mingo que vem aera t que riru comigo ao
fedim celeste.
O sacerdote pensou qae Deus lie manora dat
a communhio ao pobre- menino ; po/lantopra-
parou-o para elle grande da. No mingo ella
assistia ao officio divino-; porm noBomonte do
communhio, Deus chamoa-o a si e-6 fez aseeotac
no festim celesta.
Trad. por Ahts
Coorado que visase hoje dar-me ama ligio muito I sessemos esperar um pouco. Pego-lhe mil des-
cedo. Bertholdo compoz urna bella caocio de
malo sobre am ihema de Meodelsoha, a mestre
Conrado m'a deve trazer.
J que assim queres, qae remedio? respon-
den Kemenaer diriglndo-ae para caaa. Eu nio
sai, Laura, porque gostas tanto deese Coorado;
culpas por isso, e coole oom mais ums psga.
V. S. tem muita bondade, Sr. Kemenaer,
responden Conrado. Sa vim extemporneamente,
oa se inlerrompo o sea passeio da manhaa, per-
mita aae me retire ; tomatal a rir multas ra-
ses se for preeiso, mas pego-lho por favor qae
nao me falle o'aae segunda paga.
Eolio i& taro saatto dinheiro 1
9b! w, imnor; mu 10 muito feliz, en
MIUTILADQI
ra*a*a*aTaTaa*s*s*s*s*s*s^ astasaasaa*^---------^^^*~**TWaTaaai-asssai.aaii 1-----------' --ni****
ter occasiio de mostror-lhe qaanto- me honro
com e sua benevolencia....
Komonaer batea no hombre do mosteo, e re*-
plicaovcom salisfagie:.
Mestre, o serrhor- um hornea fino ; ha
muito percebe que rale mais do qoo paree*.
Creio que feria ama bonita figura ; bedava qoo
para isso vieaae ao mundo com om par do cen-
tenae de mil francos.
C artista oio gostou desse gracejo;-todo o cor-
po estremeceu-lhe ao peso da mi que desean
dhra 00 seu hombro; os olhos selntUlaram. Fe-
lizmente, porm, Kemenaer nio reparen neasa
alteragio.
Laura tiroa Conrado daquelle humilde poeigo-:
passou-lho o brago por entre o seu, e disae-lhe
eom voz meiga:
Meatre Coarado, mau pae est com roaJade
de gracejor. Trouxe-me a cangio do maio ? E'
eate rolo? Deixe ver. Como o senhor bom, mes-
tre Conrado I Agradego-lbe o ter rindo tio cedo.
Vamos para o piano. O seohor canta a segunda
parte, sim? E' para tenor: a sua voz do bary-
tooo
Eu nio lenho roz para cantar; beca o sabe,
minha senbora.
Cante como poder: amenla para que
Bertholdo me ache preparada, quando.sier.
Ah l Sra. D. Laura, reapoodeu- Conrado,
ningaem pode recusar-lba cousa alguma I
Felizmente; agradego-lbe a bondade. Ve-
nha. Permitte, meu pae, qae umoa para o
piano ?
E o almogo, Laura ? Estou pouco disposto
a esperar mais orna hora.
E' rerdade ; eu nio me (embrava I Mas se
meatre Coorado quizezae almogar comnosco----
Um sorriso coaslrangido eatendott-sa sobre.a
face do aae, que entretanto disse com maior af-
fabilidade :
Ia pedir isso mesmo ao Sr. Conrado: crea,
mestre, que aceitando caasa-me prazer.
E vo I tan do-se psra urna criada, accrescentoa
n'um tom imperioso, tom olhar severo :
Aooa, ao alguem quizer feUax-me, aeja
quem for, nio o introduza na sala da janisr; nem
mesmo Monck, ouve ?
O msico comprehenden a sigolfieagio e o al-
cance daquella ordsm, porque de ha muilo co-
ohecia o carcter do Sr. Kemenaer. Vollou a ca-
nee para dlsaimular o que Iba ian'alma. Laura,
porm, pegou-lha na mito, conduziu-o at a
mesa, dizendo-lhe com ar franco e prazan-
teiro :
Sente-ae aqu i mea lado, meatre Conrado. O
seohor um excellenle homem. Nao stA como
isto poim sempre Qco aatisfeiti qaando a
rejo,
O artista lomo o lugar qae Laura Ihe Indicara
com tanta gracia, mas recuou inseosiTel'aiente a
cadeira, como se qaizosse mostrar co*i essa pos-
tara que nio asqueis a distancia qua o separara
[do aeu opulento conviva,
NBaer levou algum tempo
*ea do ultimo concert 1__
Ibaatto, to livro qae- eotao obtinha grande a
zar da sua immoralidade lerada ao
nismo.
M
&
Conrado pouco respoodia ; a te .riendo 9
despropsito dos juizos do pae de L. aroanT e'n-
diam o aeu eoragio de artida : por pondos* om-
prima o sea doscootonlamento ; e abalara uon-
closamente a cabega.
Nesse interim retia eom frczt> eassip anhia
do corredor.
Em quanto a criada foi abrir PortowA&r. Ke-
menaer presin ouvidg aliento, e a^oioo a/, mioa-
sobre a meaa em aegio de levantar-se. O'jvj ]0.
go passos de algaem aoarom co reatibol o, o dei-
xou a sala de jantar para nao ser ali so'.prendida
em compaohia do msico.
Maa roltou tmmedidaoieotov abri-ado a norte
um mancebo, quem dase ategre'jieoto
Soja bem rindo,. Beriboid; ba de eslrmac
muito o encontrar aqu mosteo honrado nara
bem dizer aeu amigo. O. que isto qu traz
debaixo do brago?- Lirros 1 Pois nio rocela, que
o tomen por algum estfente oa encera-
dor?
Bertholdo nio cu-oal>a, attoncao & esao-otacoio
Com a faca enrubecida pela commo^-s-f-j-Z-t*
Laura, que. toaanUndo-se com eddade
saadra a chegada. da mancebo com om grito do
&l6rl0a
Senhora, balbuciou elle, aqui iba traao a-
primeira proda-egio da mtoba humilde musa cata
se expenda K soa risla ; seja beoigna paa^ul
meua pobces, rersos... Sr. Kemenaot. digne-ae,
tambem aexeltar om exemplac do moa. llvrc-, nao.
por causa do ralor, maa como am pequeo toar
temuabo do profundo respeito qua ihe tonbflv
E tu. Coorado, recebe esto que. eu dodiea.va pan
meu tio ; irel buscar oatro em caaa de ato* Im-
pressor.
Em quanto Bertholdo trmulo aaaadara a ef-
feito produzido pela apparigio do sai livro, aobre
cada um dos assislentes, eatea folhoanrj
aias. O Sr. Kemeoaer sorria-se ao lerv
a murmurava : Enthusiatmo a*
macara Hymno ao CreadorAon,
Laura voltava rpidamente aa folhaa, como se
procuris naqoelle roluma algoi >ga qoo
anda nio conhecease, o com eSti ncontroa
amo sobre qae se fisarsm sena is deslana-
bracios.
Essa peca tinha por titulo AS
O olhar do msico ribrajH om brilho
desusado. Sem duvida ali vira algut ama que
Ihe agradava particularmente, pola os lames se
Ihe agilaram, e com a mi gaaticulava como sa
eslirssss declamando os Tetos.
("Cont.nuar-se-fca.y

PIRK, ITF, DI M, I, DI FAWA ot FILHO.lSia,
-.*.- I .


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