Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09562


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Full Text


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4
J
TERCA FE11A 8 DE JOLHO DI 1112.
Nrjut futa* if0O
Mkicrlfftr

E.ICARRaVGADQei
IRIPCAODONORTB
Alesandrino de Ll-
Marqaea da Silva ;
Braga; Caer* o 8r.
lio, o Sr. Joaquim
Manoel PiDhairo &
o da Costa.
BSCRIPCAO DO SOL
Gtaadino Palti Diai; Baha.
" AItm ; Ro da Janeiro, o Sr
o.
-
PARTIDAS DOS COR REOS.
Inda todos oa diaa ai # hora do da.
T GoUniu' ''7 segundas
S. Antio, Beiorroa, Bonito, Caraar, AUinh
Gsrsnhuns as tergaa-felrae.
Po d Alho, Nsxsretb. Limoetro, Brejo. Paa-
qoeira, Ingaieira, Floras, Villa-Baila, Boa-Vista,
Ouricarya Kxfi nasqiarua-fairas.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso. Una, Barrairoa
Agua Preta, Pimeotelraa o Natal qaintaa fairaa.
(Toaos oa crralos partem as 10 horas da manhia
'
RPHBIIKR1DKS DO MEZ DB JULHO.
4 Quarto artcente aa 8 oras e SO minutos da
maohia:
La chela aoa 9 mina toa da manhia.
18 Quarto mingaante aa S horas e 32 minutos ds
tsrda.
M Lea ora as 6 horas s24mlnntos daaian.
PREAMAR DE HOJE.
Primairo a 1 hora e 42 minutos da manhia.
Segando a 1 hora o 18 minatoa da tarda.
PARTID* SOS VAFORSS COSTBIR08.
Para a sol at Alagoaa 5 o SO; para o norta
al a Granja 14 a da aada mas.
rami* DOS MNIBUS.
Para o Reele: do Apipueot s 6112, 7, 7 Ii, 8
e.8 1|2 da m.; da Olinda s 8 da m. 8 da i; da
Jaboatao s 6 1|2 ds so.; do Caxang a Varita
is 7 ds m.: da fimAea s 8 ds a.
Do Baaift: para o Apipueo is 8 1|S. 4, 4 1(4,
4 1(2, 5. 5 Ii4, 5 1(2 a 6da t.; para Olinda s 1
da aa. a 8 1[2 da t.; para Jaboatao a 4 da t.; para
o Caxang a Yanta is 4 112 da t.; para Btmfiea
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES
CAPITAL.
Tribanal do aommeraio: aagandaa a quintaa.
Raiacio: torgas a aabhados is 10 horaa.
Paseada: quintas s 10 horas.
Julio do oommertio : aagandaa ao maio dia.
Dito ds orphioa : teress aaxtaa is 10 horas.
Primaira Tara do fa4c tarcas a aitasao maio
dia. "X, .^
Seganda vara da ivel: quarlaas>abbadoa i i
hora da tarda.
HITE OFFICUL
Mlntetorlo dos negocios estran-
ajrelros.
Dtcrtt ti. 2,921 de 7 de maio dt 1862.
Promulga o tratado celebrado pelo Brasil o Ta-
nas potaneiaa da Europa com o reino do Ha-
norer pan a aboltgo definitiva, por meio de
retgr* do direito de Stade ou Braoshauaen.
V -se concluido e aeaigoado no dia 22
de ju 4o anno prximo pastado um tratado
otra o aail a ranas potencias ds Europa por
ama par.j o Haoover pela outra, para a abol-
?ao, por meio de resgate, do direito que paga-
vam na ilfasjajagt de Stade os carregamentot
doa Bivio* que soban o Elba ; e tendo aido uta
acto mutuimeeta ratificado trocadaa aa ratiil-
caooes no M 8 de novembro do mesmo anno,
bei por bees eaeodar que o dito tratado aeja ob-
servado e ceaprldo inteiranienl., como nelle se
coates*.
fieoveaoto Augusto de Magalbes Taques, do
meu conselhe, ministro e aecretario de eatado
dos negocios eafraogeiros, o ttnha assim entendi-
do e expeca o despachos que forana oacessarios.
Palacio do Rf de Janeiro, aos 7 das do mea
de meio da 1882, 41 dal independencia e d > im-
perio.Com a rubrica deS. M. o Isaperador.
Banvenuto Augusto de Mgalha6t Taques.
Nos D. ] aro II, imperador constitucional e
defensor petpetao do/Brasil, etc. Fatemos sa-
bar a lodos S qae a/presente carta de conQr-
magio, aperovagao k ralificsgo virem, que eoa
22 diaa do mez dejjunho do correte auno de
1861, na cidade de) Haoover, concluio-ae e aa-
signou-se ntrenos! 8ua Magestado o Imperador
da Austria, o ra doa Belgas, e de Dinamarca,
a rainba ta Heapanha, o imperador dos Frao-
cezee, a rainba da Gria-Bretioha e Irlanda, aua
altesa real O grao doquo de Mecklembergo, auas
migeatadee o rei doa Paizes-Baixos. o de Portu-
gal e Algarres, o da Praasia, o re da Suecia e
Noruega, e os senadores das ci ludes Larrea e
Ilanieaticas de Labeck, Bromen e Himburgo, de
ama parte, e aua mageatada o re Hanover de
eutra parte, pelos respectivos plenipoleociarios
munidos doa cofietentes plenos poderes, uro tra-
tado relativo a eViiicao dos direitos de Stade.cujo
theor o
S. M.o
d'Auatci,
re dos Belgaf.
a rainha de
Franceses, S.
Gria-Bretaoh
duqae de
dos Paites
Portugal e do,
tote
arador do Braail, S. II. o Imperador
'" Hungra e de Bohemia, S. M. o
AI. o rej da Dinamarca. S. H.
aanha, S. M. o imperador doa
a rsioha do Raino-Uoido da
Irlanda, aua alteza real o grao
(emburgo-Scbwerio, S. M.o re
s, S. M. o re dos reinos de
artes, S. M. o re daPrussis, S.
M. o Imperador de Todas as Ruaaias, o rei da Po-
looia, grao-duque de Finlandia, S. II. o rei de
Saecia e Noruega, os senadores das cidsdesli-
Tres e anseticas de Lubeck, Bremen e Ham-
burgo, da urna parto ;
E S. M. o rei de Hanover da outra parte ;
Igualmente animados do detejo de facilitar o
promover as religos de commercio a da nave-
gagio entre seua respectivos estados, reaolveram
concluir um tratad com o flm de laentar mi-
vegagao do Elba do direito conheciio aob a de-
nomtaagiode pegem de Stade oa de Branshan-
seo, e nomearam para esse effeito saus pleoi-
potenciarios, a saber:
S. M. o Imperador do Brasil, o Sr. cavalleiro
Marcoa Antonia de Araujo, commendador da
ordem de Christo do Brasil, grio-cruz das or-
dena da Ageia Vermelha e do Daoebrog, caval-
leiro da ordena da Conceigo de Portugal, do seu
cooselbo, e seu enriado extraordinario e minis-
tro plenipotenciario janto a S. M. o rei de Ha-
nover ;
S. M. o imperador d'Austria, rei de Hungra e
de Bohemia, o Sr. Frederico llagues, conde de
logelheim Ecbter Messelbrum, cavalleiro hono-
rario de Malta, gro-craz das ordeos dos Guel-
phoa, do Guilherma de Hesaia e da casa gria-
ducil da Olderaburgo, commendador da ordam
gra-dacal de fcaiz de Hessia, e da ordem de S.
Salvador da Gracia, aett consalhelro privado ac-
tual e camarina, seu enriado extraordinario e
ministro plenipotenciario |anto de S. M. o rei
de Haoover;
S. II. o rei dos Belgas, o Sr. Joao Bastilla,
bario Nolhmb, condecorado com a cruz de ferro,
gra-cruz da aaa ordem de Leopoldo e das or-
dena do Ramo Eroestioo, de Alberto-oValoroso,
da Agula-Vermelha, de Carlos III, de Christp de
Portugal, de S. Higuel de Bariera, de Santo 0-
lavo, do Leio, Neerlaodez, do Leio de Zaeh-
ringen. do Haritade Hesaia Gra-Ducal, da caaa
de Aohalt, etc., seu ministro plenipotenciario
janto de S. M. o rei de Haoover;
S. H. o rei de Dinamarca, o Sr. Carlos Ernes-
to Joo de Bolow, commendador de sis ordem
de Danebrog e condecorado com a cruz de honra
da mesma ordem, cavalleiro da ordem da Santo
Estanislao de segunda classe, commendador da
de Santo Olavo da Espada de Saeta e de Guilherme de Hessia,
seu major general e camarista, seu enviado ex-
traordinario enp misso especial junto de S. M. o
rei de Haoover.
S. H. a rsioha de Hespaoha, o Sr. Vicente
Goterrez, cavalleiro de Tero, commeodador da
su ordem de babel a Caibolica, a cavalleiro da
de Carlos III, commendador das ordens de Leo-
poldo da Blgica e do Daoebrog, cavalleiro da
ordem dt S. Joao, seu secretario de gabinete, seu
mimatro reaideala junto de S. M. o rei de Dina-
marca.
S. H. o Imperador dos Franceze?, o Sr. Jos
Ailono Paulo, baro de Malaret. official da aoa
imperial ordem da Legiao de Honra, commenla-
dor de nnmero extraordinario da ordem de Carlos
III do Heapanha, cavalleiro da ordem de Po IX,
aeu ministro plenipotenciario junto de S. M. o rei
de Hanover.
S. M. a rainba do Reino Unido da G.-aa-Bre-
taaha e Irlaods, o Sr; Heorique Franciaco II.-
ward, aeu enviado extraordinario e ministro ple-
nipotenciario janto de Sua Mageilade o rei de
Hanover.
S. M. o rei da) Hanover, o Sr. Adolpho Carlos
Luiz, conde da Platen-Hallermund, commenda-
dor de primeira otease de sua'ordem dosGuel-
phos, grao-eran is ordena de Leopoldo d'Aualria,
da Aguia Verme aa da Penssia, da Aguia Branca
da Russia, do Ei I Nearlandiz, da Caaa de 01-
demburgo, de PliJX de S. Mauricio e S. Lzaro,
etc., aeu ministrada estado dos negocios eslran-
gelros.
Sua aluza real o grao-duque de Macklemburgo
Schwerio, o Sr. Ci|to Heorique Jasper de Wicke
de, seu cooselhal o no ministerio da fazeoda.
S. H. o rei *aizes Baixos, o Sr. Aotonio
Joo Lucas, bar a,Slrateous, commendador de
aua ordem reside Leo Neerlandez, sea cama-
rista enviado extraordinario e ministro plenipo-
tenciario junto da 8. U. o rei de Haoover.
S. M. o rei des reinos de Portugal e dos Algar-
ves, D. Francbeo de AUneida Portugal, conde de
Livradio, gro-cruil a antiga e muito oobre or-
dem da Torre a Espa i a da ordem militar de
Christo, commendad real ordem de Nona
Sanhora da Conceicio Tilla Vijosa de Portu
-a ^,gu..8 Yern,e,h < trreeira lasse, cavalleiro
de direito da ordam de S. Joio ds Prussia, e con-
decorado com a cruz do mrito militar, grio-cruz
da ordem da caaa de Oldemburgo, commendador
de primeira classa das ordsns dos Gaelpbos de
Haoover a de Henrique o Leio de Bruoswlck.
seu lenente-coronel aggregado ao primelro regi-
ment dos dragoas da gaards, sea enviado ex-
traordinario e mioiatro plenipotenciario junto de
S. M. o rei d6 Haoover.
S. M. o Imperador de Todas ss Rustas, rei de
Polonia, grao-duque de Finlandia, o Sr. Joio Per-
siany, cavalleiro de saas ordeos da Ssnt'Aons de
prtmeira claase e de Santo Estanislao de primeira
claase e de S. Wladimir de terceira classe, grio-
cruz da ordem do Salrador da Grecia, cavalleiro
do Leio de Zachriogen de terceira claaae, e coa-
decorado com a ordem do Nicban-Ifibar da Tur-
qua, seu conselheiro privado, aeu enviado ex-
traordinario e mioiatro plenipotenciario junto de
S. y. o rei de Hanover.
.?. 1* ?,re'.t SBecia e Noruega, o Sr. Carlos
Adolpho Sterky, cavalleiro de aua ordem da Es-
trella Polar, da ordem de Sant'Anna da Rusaia de
terceira claase e do Danebrog, sea ministra resi-
dente em misso especial jauto deS. H. o rei de
Haoover, seu ministro residente a cnsul geral
junto das cidadea Livres e Hansesticas de Labeck,
Bremen e Hsmburgo;
O sensdo da cidsde Livre e Hansealica de Li-
besk, o Sr. Tbeodoro Curtios, doutorem direito,
senador deata cidade ;
O seoado da cidade Livre e II ansetica da Bre-
men, o Sr. Otto Gildemeister, senador desss ci-
dade ;
O sensdo da cidade Livre e Hansealica de Ilam-
burgo, o Sr. Carlos Hermano Merck, doutor em
direito, seyodico da dita cidade ;
Os quaes depois da terem troesdo seus pleoos
poderes, que forsm acbados em ta a devlda
forma, convieram ooe arligoa aeguintes :
Art. l.o S. M. o rei de Hanover contra he para
com S. M. o Imperador do Brasil, S. M. o Im-
perador d'Austria rei da Huogria o Bohemia, S.
U. o rsi dos Belgas. S. M. o rei de Dinamarca,
S. M. a rsiohs de Hespanba, S. H. o Imperador
dos Franceses, S. U. a rainha do Reino Unido da
Gria-Brataoha e Irlanda, S. A. real o trio-du-
que de Mecklemburgo-Schwerio, S. M. o ral dos
Paizes-Baixos, S. M. o rei dos retos de Porta-
gal e des Algarves, S. M. o rei da Prassla. S. .
o Imperador de Todas as Rusaias, rei de Polonia,
grao-duque de Finlandia, S. M. o rei da Saecia
e Noruega, e oa aeoadoa daa cidades Lirrea e
anseticas de Lubeck Bremen e llamburao.aue
acuitam a obrjgacio :
1. De abolir completamente e para sempre o
direito at hoje cobrado sobre os carregameotoa
dosnaviot que subiodo o Elba teobam de pastar
a embocadura do rio chamado Schwtoge, direito
geralmeote desigoado pelo nomo de peagem de
Stade ou de Brunshauaeo.
2 De nao substituir o direito caja snpprsssio
se estipula no paragrapbo precedeote, por ne-
nhama nova taxa de qualqier natareza que aeja,
sobre o casco ou carregamentos dos nsvios que
sahirem ou descerem o Elba.
3.* De oio sujeitar d'ora em diante, sob qual-
qaer pretexto que aeja, a madida alguna de su-
- sjlHaajia amatara ao direito qae cessa, oa navios
que subirem ou descerem o Elbar
Fita todavia bem entendido qae as disposiQes
cima nao serio obrigatorias senio pera com as
potencias que tomarem parte ou adberirem ao
presente tratado, reaervando-se expresssmente
S. H. o rei de Haoover o direito de regular, por
meio de ajesles especiaes, que nio importem ri-
sita nem detencao, o tratameoto fltctl e dnanei-
ro dos mvios perteoceotes is potencias nao com-
prehendidas ou qae nio enlrarem neste tra-
tado.
2S
DAS DA SEtf ARA.
Segunda. S. Pulcheria v. ; t Claudio

8 Ter^a. S. Protopio m. ; 8.
9 Qaarta. S. Cyrillo b. m.; S.
oa
otea
v--". ^. winiu u. iu.,o. Trooica Juliano
10 Quinta. S. Jaouarioe seas compSnheiroe ni.
11 Sexta. S. Sabino; Ss. Sidroolaka Abandi
12 Sabbado S. Joao Gaalberto ah.; S.Nabor
m.
13 Domingo. 8. Anacalo p. m.; S.,
ASSIGNA-SE
no Recita, em a ltvraria da praca da Indepen-
dencia di.6 e 8, doa proprielarios IfaMal Fiati-
roa daFaria dt Filho.
gal, grao-cruz daa ordena
Prussia, de Leopoldo de
do Ramo Ernesllnot
meira classe em dia
fado da Hu
doa paras, a
ministro di est
traordiosriao
S. M. 1
Vermelha ds
)anebrog e
pri-
Art. 2.' S. H. o rei de Hanover obriga-se ou-
trosim para com aa sobredilas altas partes con-
tratantes :
1.* A velar como at aqu e do eonformidade
com suas actuaos obrigaedes, pela conservado
daa obras queforem aeceasarias livre navesacao
do Elba.
2." A nio introdazir. a titulo de compeoss;io
pelas deapezaa resultantes ds eiocugo deste
compromisso, outro Imposto, qualqaer que seja,
em substtuiejio do direito de Stade ou de Bruos-
hauseo.
Art. 3. As obrigaedes conlidss nos dous arti-
go* precedentes produziro o seu elleito a contar
do primeiro de julho de 1861.
Art. 4." Como iodemnisaco e compensagao
dos sacrificios que impoe a sua magostado o rei
de Haoover as sobreditaa estipulacoes, sua ma-
gostado o Imperador do Brasil, sua mageatade o
imperador da Auatria, rei de Huogria e Bohemia,
aua mageatade o rei dos Belgas, saa msgeatade
o rei da Dinamarca, sua magestsde s rsioha de
Hespaoha, sua mageatade o imperador dos Fran-
cezes, sua mageatade a rainba do Reioo-Uoido
ds Gria-Bretanha e Irlanda, sua alteza real o
Grao-duque de Mecklemburgo-Schwerio, sua ma-
geatade o rei dos Paizes-Baixos, sua mageatade o
rei dos Reinos de Portugal e dos Algarves, sua
mageslade o rei da Prusaia, sua mageatade o im-
perador de Todas as Russias, rei de Polonia,
Grao-duque de Fiulandia, sus mageslade o rei da
Suecia e Noruega, e os seoadorea das cidades
Livres e Hansealica* de Lubeck, Bromea e Ham-
burgo compromettem-se, pela sua parte, a pagar
a saa sua magestade o rei de Hanover, que acei-
ta, urna somma total de 2,857,338 2/3 thallersal-
lemaes, diatribaida pela maneira seguiote
Feito em Hsnover aos 22 diss do mez de ju-
nbo de 1861.( L. S. ) Platen-Hallermund. ( L.
s.) Araujo, ( L. S. 1 Iogelboim. ( L. S.) Nothomb
J" S. J J. von Bulo*, ( L. S. j V. G. de Terin,
(L. S. } bario de Malaret, { L. 8.) Heory Fran-
cia Howard, ( L. S.) Otton de Wickade, ( L. S. I
Stratenns. (L. 3. J C. de Lsvrsdio, ( L. S. 1 o
principa Gustsvoda Ytembargo, (L. S.l Persianv
( L. S. J C A. Steiky, ( L. S. 1 Curt, Dr. ( V.
S.l Gildemeister, ( L. S.) C. H. Merck, Dr.
E sendo-nos presante o masmo tratado, cujo
tbeor ca cima ioserido ; e bem vista, conside-
rado e examinado por nos tudo o que otile te
contem, oapprovamos, ratifiesmoa e confirma-
mos aaslm no todo como em cada um dos seus
artigos e eatipolscoes, o pela presente o damoa
por firme e valioao para prodasir o seu devido,
etTeto, prometiendo am l pelavra imperial
cumprt-lo iovloUvataaaote e faze-lo cumprir e
observar por qualquer modo que poasa ser.
Em teatemunbo e firmeza do que Osemos Isvrar
a presente csrta por oa assiguads, pastada com
o sello graode daa armae do imperio, e referen-
dada pelo noaso ministro a aecretario de sitado
abano asslgaado.
Dada no palacio do Rio de Janairo sos 8 diss
do mez de setembro do anoo do Naacimeoto do
Noaso Seobor Jess Cbristo de 1861. ( L. 8. )
Pedro, Imperador, tom guarda.Bevenuto Au-
gusto de Magalhies Taques.
GOVERO DA PROVINCIA.
Copia.N. 7.Segunda seecao. Mioisterio
doa negocios eatraogeiros.Rio de Janeiro, 23
de junho de 1862 lllm. o Exm. senhor.Te-
nbo presente o officio de 31 de maio Dado, sob
n. 21 que V. Kxc. dirigi i eate mioisterio acom-
panhando copia doa que i esss presidencia es-
creveu o contal de Portugal, reclamando contra
o estylo ahi segaido. depois qae eo mesmo coa -
sal confiada a administrtcao e liqutdacio doa
beos perteoceotes is berengas dos subditos de
sua naci, de se lhe nio permittir que pratique,
independeote do juio dos orpbios, os actos
preprios ds posicio, que nessas eircamstaociaa
asaume. Em resposta cabe-me dizer i V. Exc.
que carece de fundamento a relecao do conaul
portoguez, quando deita de parte o regularoenlo
de 8 de novembro de 1851, qae, em virlude de
qae foi accordado entre oa dous governos pelaa
ootaa reversaos de 18 de novembro a 9 de de-
zembro do mesmo aono, rege a msteria de que
se trata, para invocar o art. 5.a do tratado dntajj
de agotto de 1825, e pretender que, por eOVito
detae artigo, gozem os coosules de S. M. Fidelis-
simas de todas aa attribatcoet e prerogativaa
coafaridsa aoa cnsules de Franca pela conven-
cao da 10 de deaarabro de 1860. Carece de fun-
damento areclamacao, nio a porque o artigo
invocado nao aubsiste, mas porque, anda que
eativeiaeem vigor, nio poderia aatorisar a pre-
teocio de que fosse spplicads i Portugal ama
cooveocio especial, celebrada pelo Imperio com
outra potencia sobre beses tambem especiaes que
compraheodem favores reciprocamente oatorga -
dos. Que nio esti em vigor o ortigo a Iludido,
sobejameote o demonstra a nota, qae o governo
imperial passou ao encarregado da negocios de
S. H. Fidelissima concernenles i subsistencia
do dito artigo. Nessa note, qae se echa publi-
cada no relatorio deste mioisterio de 1848, a pa-
gina 43, e para a qual chama a aliengo de V.
Exc. o govarno imperial muito expresss e ter-
minantemente declarou que, alm das disposi-
coes relslivaa ao reeoohecimeoto da independen-
cia e s iodemoisacoas dos respectivos subditos,
nenhuma outra confera o tratado de 29 de
agosto de 1825, que obrigaste perpetuamente as
dast altas parles contratantes. E provou o go-
veano imperial o direito em qae primara a sus
daclaracio, nio s com a doutrtna constante-
mente stguida irespeito da terminacho dos tra-
tados sem lempo limitado, senio tambem com o
proprio exemplo de Portugal, que foi o primeiro
a proceder de eonformidade com essa doulrioa
icereado art. 10 do tratado em questio. Nio po-
deria, porm, ser invocsdo o srt. 5 *, sinda que
subsistente fosse, porque para que prevslecesse
a clausula da naci mais favorecida em casos
como o de qae se trata, seria necessario que pre-
viamente se eatabelecessem as condicoes espe-
ciaes reciprocas, que dersm lugar ao far.or pre-
tendido. Assim que claro que as estipulacoes
da convenci consular celebrada com a Fraoca
oio sao spplicaveis sos coosules de Portugal,
nem sos de qualqoeroulra naci que oio tenha,
como aquella celebrado cooveocio especial com
o imperio ; devendo porlaoto as autoridades bra-
sileras, fra dessaa bypotbeses cootlnuar a pro-
ceder como al aqu as succeasoes jacentea, de
que sejam os coosules representantes. O que
communico i V. Exc. para seu conhecimento e
governo, aproveltaodo a opportaoidade para rei-
terar-lhe a segurenca de mtnha alta estima e
dislincta cooaideragao.Mrquez de Airantes
A' 8. Exc. o Sr. Manoel Francisco Correa.
Ioleirado. Palacio do governo de Peroambuco,
2 de julho de 1862.. F. Correa.
Conforme.Francisco Lucio de Castro.
Pelo Brasil.
Auslris..........
Blgica..........
Bremen.........
Dloamarca......
Hespaoha.......
Fraoca..........
Gria-Bretanha ..
Hambargo......
Lubeck..........
Mecklem burgo..
Noruega........
Paizes-Baixos ..
Portugal........
Prussia.........
Rusaia..........
Suecia..........
thallers allemies

o
a

>


>


a

> >
a a

:1.013
1.327
19,413
40.334
209,533
37.780
71.166
1.033.333 1/3
1,033.839 1/3
8.885
15.885
64.258
169.963
16,213
34,489
7,983
92,495 .
Fica bem entendido que as altas psrtes contra-
anles nio serio eventualmente responsaveis se-
nio pela parte a cargo de cada urna.
Art. 5." Quanto ao modo, lugar e poca de pa-
gamento das dilTerantes quotts, conveio-se em
que o pegamento foite eflectuado em thallers
(sllemaes ) em Haoover ou Hambargo, i escolba
do governo conirtbuinte, e no prazo de 3 mezea
contar do 1* de julho de 1861.
Poderiotodavla iotervir ajuates especiaes pura
o fim de prorogar-se o prazo snppra Indicado, oa
eatipular-se o pagamento por meio de aanui-
daies.
O pagamento de juros razio de 4 por ceoto
do capital tornar-se-ha obrgatorio a datar do 1
de outubro de 1861 para os pagamentos em som-
ma integral, ea data do Io de julho do 1861 para
os pagamentos a prazo.
Art. 6. A execucio das obrigaedes reciprocas
comidas no presente tratado fies erpressamenle
sabordioada ao cumprimeoto das formalidades e
rsgras estabelecidas pelas leis coostituclonaes das
altas partes contratantes que taeobrigedas a pro-
over a aua applicacio no mj^^H raso pos-
0 presenta*
ho de 1801, ogfl
depois de expirado asee orazo.
f do que, os plenipotenciarios raspeelives
Qiram e appuiicam o sallo da itu umm.
Expediente do da 4 de julho
de R86S.
Officio ao brigadeiro commaodante des armas.
Sirva-se V. Exr. de, tendo em vista os incla-
tos papis qoe me serio devolvidos, declarar-me
se efectivamente forsm alistados no servlco do
exercito os recrutas e voluntarios, de que tratam
as inclutaa petigoes do major Aloiandre de Bar-
res o Albubuerque e capitao Candido Leal Fer-
reira.
Dito ao mesmo.Trsosmilto por copia i V.
Exc, am de qae se sirve de provideociar como
entender .conveniente, o officio de 16 de junho
ultimo, sob n. 96, em que o commaodante do
presidio de Fernando requisits a ida para aili de
mais um medico e ama ambulancia com os me-
dicamenios proprios a combster a choleros de
que vao sendo ameacados naquella ilba.
Dito ao ioapector da thesouraria de fazende.
Respondendo os offleos que V. S. me dirigi cm
Wde abril e 11 de junho ltimos, sob ns 334 a
od, leoho a dizer.que segando consta de infor-
magaodo commaodante superior da comarca do
Rio Formoso, datada de 28 de majo prximo fin-
do a ordem da presidencia de 7 de dezembro do
anno prximo passado, maodaodo redutlr a 12
praeaa o destacamento de guardas nacionaes da
vills de Barreiros. s tove execucio no dia 20 do
citado mez de dezemero, e por isso deve V S
proceder coma for de le icerca do pagamento do
meamo destacamento naquella mez.
Dito ao meamo Cobertos com o aviso por
copia do ministerio doa negocios da fazeoda.
jw'?.1 u n !' osJncl" PP de Jacinlh.!
Jos* de Mello, aflm de que mande liquidar a di-
vida de exercicios fiados que elle tem direito e
consta dos referidos papis.
Diloao mesmo. Restilo i V. S. os papis
que vtaram aanesos 4 aua ioformacao de 2 do
corrente, sob n. 602, afim deque, c5nforme in-
dica, mande pagar ao alteres do segundo bata-
thio de iofanlaria Joio Barbota Cordeiro Fei-
to* sonante a qaantla de 17*600 rs., corres-
pondente i forragem para urna beata de bagagem
diaa de viagem da ida e rolla de Macei 4
Garoaiuns.-CommunlcoB-sa aq commaodante
das srmas.
Dito ao mesmo.Nos t-_
$io de bontem, a n. ^
ao Dr. Flix Morana Branueo
241354 rs., relativa i^M
multares que deixo
otaterio da guerre^^^^pjM_
desta, aoao, par tet
iamnto dos* desvslidos atsesdos do cholere-
morbut na comarca de Goisnna, e para esse fim
devolTo o requerimento que veio annexo a citada
oformecio.
D:to ao mesmo.Conatando-me de officio do
brigadeiro commaodante das srmas, de hontem
datado, sob n. 1,300, que fora mandado recolher
ao telimo battlhio de iofanlaria a que pertence.
no dia 1.* do correle o soldado Joaqaim Carlos
Peixoto da Alencar, que servia de enermeiro ns
eitincts enfermarla militar doa cbolericos, sstim
o cosemsmico 4 V. S. para seu conhecimento e
direccio.
Dito aoojeimo.Transmuto por copia 4 V. S,
pars seu conhecimento e direccio o cooirato fei-
to pelo director do arsenal de gaerra com o mos-
tr do blata nacional Tino Manoel Jos Pereira
Marioho, para fazer conducir para, o presidio de
Femando passageiros de r.
Dito ao inspector ds tbesoussris provincial.
Corto do conteudo de sea ioformacio de 2 do
correte, aub n. 378, tenho a dizer que em satia-
iacio i requiaicio do secretario da aasembla
proviocial & qae se refere a citada ioformacio,
mande V. 8: pagar ao deputado Dr. Lourengo
Freucisco de Almeids Cataobo. a ajuda de custo
que lhe compete na razio de 50 leguaa como in-
dica o predito aecretario.'
Dito so chefe de polcis.^-Declaro i V. S. que.
aeguodo sesba de communicar-me o capilio do
porto em officio de bootem datado, com referen-
cia a participacio do commaodante da estagio
naval, fugira da enfermarla de merinha onde se
achara em tratamento, o recrata Jos Tbeodoro
Simoes da Silva, que me foi mandado apresentar
por V. S. com o seu officio de 21 de maio ultimo
aob n. 847.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
V. 5. concertar a cadeira de forca para alieoados
do hoapital militar, fazeodo-se nella os melbora-
meotos indicados pelo 1 medico daquelle esta-
belecimenlo no parecer janto por copia.
Dito ao mesmo.Em observancia do aviso cir-
cular espedido pelo mioisterio da guerra em 16
de abril deste anno, e que junto por copia para
seu coohecimenlo, tenho resolvido fixsr o nu-
mero e joroaes dos operarios dease arseoal de
conormidade com a relagao incluaa aaaignada
pelo secretario do governo, podendo bsver al
dous apreodizes com o jornal de 500 s II em ca-
da urna das ofcinat de corooheiro, espingar .le -
ro e cooatruccio de reparoa; o qae commooico
a V. S para sos direegio, observando que o nu-
mero cima fizado nio poderi ser alterado pars
mais sem autorisaciu do goveroo imperial.
Dito aa meamo.Em additameoto ao meu offi-
cio de 27 itajapanho ultimo, tenbo a declarar-lhe
que contra- o Iraotporte para o preaidio de Fer-
nando do j-leirurglio Dr. Americo Alvares Gai-
maraes e fu bagagem. e oio do cirargiao Dr.
Ernesto JfMfciaoo da Silva Tavares, viato que,
aeguodo coTsta de officio do brigadeiro commao-
dantei das armaa de 2 do corrente sob o. 1,294,
aquello cirurgiao que segu para o mesmo pre-
sidio.
Dito aocommaodinte do presidio de Feman-
do.Respondo ao officio de V. 8. de 8 da junho
ultimo sob 85, enviando-lia por copia a in-
formagao da '..-elouraris de fazenda datada do l8
do correte sob n. 595. em vieta da qual nio po-
de aer atteodido o padido que faz V. S. para ser
augmentada a diarla doa sentenciados desae pre-
sidio.
Dito ao commandaote superior da guarda na-
cional de Flores. Para poder resolver aobre o
pagamento dos preta do destacamento da guarda
nacional do municipio da Villa-Bella, relativos
ao mezes de Janeiro e fevereiro ultimo, que
acompaoliaram o sea officio de 17 de maio, con-
vm que V. S. informe am que data liveram exe-
cugao as ordeos desta presidencis de 7 e 18 de
dezembro do aono passado; a primeira mandan-
do reduzir a 16 o numero das pragas daquelle
destacamento, ea segunda mandando dissolve-lo
declarando a razio por qoe conlinuou a ser'som-
maodado por official depois de redundo, e ro
conservado al (evereiro a despeito da segunda
daquellas ordens, como ponieron o lospector da
thesouraria em officio o. 576 de 28 do mez pr-
ximo fiodo, e junto por copia.
Dito so director das obras publicas. Tendo
nesta d*ta approvado os desenos e tlausulss es-
peciaes que Vmc. me remetteu com o seu officio
de hootem aob o. 145, relativameote a obra da
ponte de ferro qae se ba de cootrair sobre o rio Ca-
pibaribe oo lugar denominado S. Joio astim lh'o
communico para seu conhecimento e direegao
preveoiodo-oao mesmo lempo deqaa o emprei-
teiro deasi obra deve pagar o sello do respectivo
contrato antes de ser elle assignado, e que |eolre
as coudigoes do mesmo cooirato ae deve incluir
a de aer deduzida da importancia total ds obrs a
quantia correapoodeole aos direitos dos objectos
importados para a mesms ponte, se porventara o
governo imperial permute a iseogio do paga-
meoto desses direitos como se pedio em officio
dirigido so ministerio da fazeoda em 17 do cor-
rele sob o. 51.
Dito ao mesmo.Tomando em considerado o
que Vmc. expoz em seu officio de hontem sob n.
140, concedo a autorissgio nelle pedida para
despender at a quantia de 800} com os reparos
de que precisa a eatrada de Caxang.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. organisar e re-
metta-me a planta e orcamento da ponte do
Brumzfhho.
Dito ao conielho administrativo.-Promane o
cooselho administrativo a compra dos objectos
constantes do pedido Incluso, osqutes sao preci-
sos ao presidio de Fernando.
Portaria.-O presidente da provincia atienden-
do ao que requeren o Dr. Pedro Doroellas Pes-
soa, medico do hoapital Pedro II e a ioformagao
ministrada pelo provedor da Santa Casado Mise-
ricordia, em 2/ do mez fiodo, resolve cooceder-
lhe dous mezes de liceoga com vsnclmenlos psra
tratar de sua saude.
Dita.0 Sr. gerente da companbia pernambu-
cana mande dar transporte porconta do ministe-
rio ds guerra, e.de eonformidade com a condigao
7 das snnexas ao decreto n. 1,113 de 31 de|ja-
oeiro de 1853 para s provincia da Parahiba no
primeiro vapor que partir para os pottos do nor-
te a dous caixes, contendo artigos de farda-
meoto que tem de aer remettido pelo arsenal de
guerra para o corpo de guaroigio daquella pro-
vincia.
Dita.O Sr. gerente da companbia pernambu-
cana mande dar urna passagem de r at o Ceari
oo vapor Jaguarib*. em lugar deatioado a patsa-
geiros de eatado a Joaquim Valente.
Dita.O Sr. gerente ds compaohia Pernambu-
cana mande dar umapasssgem de r psra a pro-
vincia no vapor Jaguaribt, em lugar deatioado a
passageiros de estado a Maooel Fellppe Bastos..
Dita.0 Sr. gerente da companbia pernambu-
cana m*ndeflar urna pasaagem de r no vapor
Pertinung&m Macei, em lugar dealinado a pas-
sageiros ae estado a Augusto Cessr da Cunha.
Despachos do din 4 de julho.
fequtrimtnot.
Antonio Jos Damatceao. Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Antonio Jos Rodrigues de Souzs.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Abaixo aasigoados e moradores em Bebe tibe.
Informe o Sr.. director geral da lostruccio pu-
blica.
Francisco d* Amorim Lima.Como requer, pa-
gos os direitos devides.
Padre Flotancio Xavier Das de Albaque'rque.
Tena de exijahija-sa prisjajranMnie as loteras
" Pr ^LaHBaBaBsT
deri aer A^Hea.
JosejWal S\ou'
polteiey
Joaquim Rodrigues Maia de Oliveira.A'vista
da informarlo do Sr. commandante do presidio
e dos pareceres dos Srs. inspector da Ihesoursris
de (azenda e procurador fiscal, iodeOrido.
Jos Caetaoo Telxeira da Silva. Ioforme o
Sr. commaodante do presidio de Fernando-
INTERIOR.
BIO DE JWKIHO
Assembla geral legislativa.
Discurso do Sr. Correa de Oliveira,
na sesso de IV de Janeiro.
O Sr. Correa da Oliveira: Sr. presidente, ia
pessoas que sonbam com um estado de cousts
extra legal em Peroambuco, o diacursodo nobre
deputado pelo Maranbio teui parecido mais um
fundamento para o juizo que errsdsmente fa-
sem.
S. Exc, depois de nos ter dito o dia, mez e
aono em que assumira a sdmioistragio daquella
provincia, declarou que eocootrira os animoa
irritados, e qae puzera todo o eemero em acal-
ma-tos por meio de medidas convenientes, reve-
ladoras da moderagio e imparcialidade do seu
governo.
Isto dito ns tribuna com as reservas que o
nobre deputado guardn apezar do convite qae
lhe fia para explicarse francamente, revela-
gesinhas feitas em aegredo, e finalmente o boato
qee tem corrido de que a exooeragio do nobre
deputado fra exigida pelas influencias de Per-
oambuco, ou pela olfgarchia, qae o nomo usa-
do, me impem o dever de vir iosistir oa cootes-
tacio qae em apsrtee oppus is palavras do meu
honrado colltga.
Crelo que da diacussio em que vou entrar a
teremoa ganbo. O nobre deputado teri occasiio
de expdr miudamente a habilidade com qae che-
gando i mioha provincia vio e vencen o excita-
ment de paixes polticas que l haviam; aa
pessoas queeoteodem qoe Pernambuco est fra
da lei poderio tambem maoifestar suss opioides
e o fundamento que ellas teem.
Sr. presidente, as eleic.de! de Pernambuco
houve o que ha em toda parte : agitagio dos
espiritos, cabalas, discusses, queixas de venci-
dos, e mesmo de vencedores que se suppanham
contrariados pelo goveroo; mas passadaa aa
eleigoes, que ae fizeram regularmente, entrou a
populagio nos seus hbitos oormaes. enhum
facto qualquer attestava exsltsgio dos partidos,
osds absolutamente existia que caasasse recelos
pela traoquillidade e ordem publica.
O Sr. Nuoes Gongalvos : Eu admiro a sega-
raoga com que o nobre deputado vem dizer isto,
tem ter eatado na admioislracao I
O Sr. Correa de Oliveira: Vou fundar-me no
testemanho de seus anletessores. O nobre de-
putado pelo Pari, presidente de Pernambuco no
lempo das eleii,es, no relatorio com qae abri a
assembla provincial declarou que a provincia se
achava em perfeits paz ; elogio at o povo Per-
nambucano pela saa bs ndole, a pelos aeal
hbitos de ordem.
O Sr. Nones Gongalves: E quem disse que
s provincia eslava em guerra ?
O Sr.'Corra de Oliveira : O nobre deputado
fallou em paixes excitadas, em nimos irrita-
dos..........
O Sr. Nones Gongalves : Isso oatra
cousa.
O Sr. Correa de Oliveira: Nao se iocommo-
de o nobre deputado.
O Sr. Nunes Gongalves : Acredite que estou
tranquillo, oio leoho de que me iocommo-
dar.
O Sr. Corres de Oliveira: A administrado
da provincia passou das mos do nobre depata-
do palo Para para as mos do honrado Sr. Dr.
Portella, e das deste para as do nobre deputa-
do ; o Sr. Dr. Portella confirmoo o juizo mani-
featado pelo seu aotecessor.
O Sr. Nunes Gongalves di um aparte que nao
podemos ouvir.
O Sr. Correa de Oliveira: Como se revela o
excitameoto das paixes polticas I Pela im-
prensa I A imprensa discuta. Havia aro jornal
conservador e outro liberal. Este cooservava-se
nos seus sntigos hbitos: discuta seus adversa-
rios com injualica, aquella discuta principios
com calma; nio havia accu3ages graves de
parte a parte.
O Sr. Nunes Gongalves: O jogo de persona-
lidades frequenles um facto notorio.
O Sr. Correa de Oliveira : O nobre deputado
diz urna cousa que nio pode provar.
O Sr. Nunes Gongalves : Esti na im-
prensa.
O Sr. Ccrri de Oliveira: Achou o nobre
deputado a assembla provincis funcciooaodo ; e
como procediam os eleitos da provincia ? Dis-
cutan] em boas relages, e com bons modos, nio
havia entre elles divergencia profunda; nao
appareceram questes graves que gerassem dis-
cusses calorosas e inconvenientes. Todos se
moatraram dispostos a apoiar a admioistragio.
e todos estavam no animo de dar ao presidente
os melos necestariot para goveroar.
O Sr. Nunes Gongalves :Quem mne gouislo ?
O Sr. Corres de Oliveira :Todos os membros
da assembla se eoteoderam com o nobre' depu-
tado sobre os meios de reduzir ss despezas da pro-
vincia,'psra nio ha ver de/icit; e nao negaram urna
s das medidas que S. Exc. iodicou.
O Sr. Nunes Googalvus :Nioguem contettou
isto.
O Sr. Correa de Oliveira :Perdoe-me ; quan-
do urna provincia esti assim, diz-se quo ella se
acha em um estado perfeitamente normal, e nao
se ple dizer que as paixes estio excitadas.
O Sr. Nunes Gongalves :Estava como fica o
paiz lodo depois de ums lata eleiloral, em ex-
citages, o que muito natural.
O Sr. Correa de Oliveira:Estavam excitadas
as paixea polticas ; e quaes os factos que atles-
tavam o seu excitamenlo? Qual foi, perguoto
eu, a providencia qae o nobre deputado tnmou
para fazer com que arrefecessem aa paixes ? Nio
pJe apontar urna s.
O Sr. Nunes Googalves :Nio prastar-me a sa-
tisficoes de vingangaa individuaos.
O Sr. Correa de Oliveira :Isto tao vago...
O Sr. Nunes Gongalves :Como vaga a aecn-
sagSo. /
O Sr. Correa de Oliveira :Eu nao eslou ac-
cusando, e sim contestando que o estado da pro-
vincia da Pernambuco fosse aquella que o oebre
deputado disse que era.
E aproreito o aparte que S. Exc. me deu para
pergunta-lhe : de que vingangas individuaes fal-
la ? onda se pretenda exerce-laa? contra quem ?
Sr. presidente, o nobre deputado ebegou a Per-
nambuco as circumstanclas qae acabo de des-
crever : o nobre deputado eocontrou da parte de
tolos os homeos da provincia, quasi sem dis-
liocgio de partidos polticos, toda adheaio, lodo
o apolo i sua admistragio. Correram os lem-
pos ; nada absolutamente separara a provincia
do sea administrador; at que dous o* alias tres
factos se dersm, e dahi s quenas que ae levanta-
ran) contra a presidencia.
Tratava-se da eleigo dejuizes de paz da fre-
guozia da Boa-Vista ; por parlados conservadoras
allegou-se ao presidente da provincia que o
lonoceocio Seraohico da Assis Csr
late de rhetorica do collegio d
dia accumular asfuneges do
sldeote do cooselho maaJtV
tado,.4eT I a preten-
" excitou da rte dos libe-
Bes, sappoaf que as uni-
lado. Depoia piisas ir-
ticas, censuras vagss aapareseram mas creio que
fado qae determioou aaecuaacio mala Importante
foj somenie esse. Ds parte dos cooserradores Si
Exentaba apoio franco o decidido.
ClrRU a poca da eleigo de dt pulidos provin-
ciaes, aVom ella surgi o primairo motivo de cen-
sura a S. Ere pelo lado cooservador. Eu decla-
ro cousa sabida na provincia) que o artigo pu-
blicado no Dia, do liecife, orgao do partido a
qae perteogo, cao. ando a conducta que enlio
teve o nobre deputa.. Jol meu....
O Sr. Nuoes Googal, R:Estimo bastante que
o oobre depatado saltante agora essa aecuaago.
O Sr.Correa de Oliveira'-;.Bm. 0 nobre de-
putado sabe qee esse artigo^ara concebido naa
termoa os mais moderados e sortezes ; conse-
guintemeote qusndo ae fada....
O Sr. Brsndio :Fazia-ae urna I^outaejmfal-
ta ao oobre ex-presidente. ^v
OSr. Correa de Oliveira :Veremos sVfal^ -
ss......
O Sr. Brandio: Faltitslms ; posso affirmar.
dar mioha palavra de honra.
O Sr. Correa de Oliveira : O oobre depatado
me naga e depois diga se (alsa ou verdadeira :
certo de qae fallo para a cmara, para o' paiz e
para a minhs provincia, importa-me pouco o jui-
zo do oobre deputado a reapeito do que digo.
O Sr. Brandio: Assim como para mim nio
tem valor neohom o juito do nobre deputado.
O Sr. F. Octaviaoo : Isto nio sio modos de
fallar; nao se precisa eata exeitagio.
O Sr. Corro de Oliveira :Nio foi offeasa que
qaiz fazer ao nobre deputado, exprimindo-ae do
modo porque a cmara acaba de ouvir ; diese que
falla va pira a provincia onde esses factos erara
coohecidos ; que por isso ap pella va para ella aem
me importar com o juizo de S. Exc. Nio qaer
isto dizer que tenha em pouca consideragio a aua
pessoa.
Sr. presidente, V. Exc. ssbe que nos estovamos
na proviocia de Pernambuco desacostemados da
intervengio governamental na eleigio de deputa
dos provinciaes. e mesmo as outrss, salvo urna
ou outra excepgio, contra a qual nos temos pro-
nunciado.
Urna voz:Isto raro 1
O Sr. Correa de Oliveira:A misso do gover-
no all se reduz s maotsr a ordem no lempo dae
eleigoes (apoivtos); dahi reaulta naturalmente o
triumpho do partido que at hoje tem mantido no
proviocia o actual estado de coasss. Mas o nobre
deputado pelo Maranhio, afaatando-se do cami-
nho que tinham seguido todos os seas antecesso-
res, de certa poca pars ci ao menos, aprsenlos
como sea am candidato pelo 3* districlo. E|slo
nao tudo ; em que circumslaocia apreaantou o
oobre deputado esae candidato ? Apreaantou-o,
correndo o boato de que S. Exc quena arredar
aae mogo, que tomiza por seu afllhado, de cer-
tas alliangas, queS. Exc. nio julgava boas. Nio
supponho que qoizesse....
O Sr. Nuoes Gongalves:Esta foi a explieago
que on o nobre deputado ou os seus amigos de-
rsm ; nao me taca csrregar com a respoosabili-
dade della.
. O Sr. Corra da Oliveira: O caso 4 qae es-
laudo nos desacostamados ds intervengio do go-
verno naa eleigoes...
O Sr. Nunes Gongalves:Talvex por nio que-
rer t-la qoe viesse o desgosto.
O Sr. Correa de Oliveira : O nobre depatado
nio pode provar isto; nenhuma exigencia ae lhe
fez para intervir as eleigoes.
O Sr. Nuoes Googalves: Basta qae lhe diga
que talvez fosse por nio querer intervir mu elei-
goes a causa da opposigao que se me fes
O Sr. Mello Reg :.Nao se precisavs da inter-
veogao de V. Exc e o resultado da eleigio o
mostrou.
0 Sr. Correa de Oliveira: Eu o provoco psra
que diga tudo quanto de V. Exc. se exigi.
toa am
s ao
toda a
Mas, ditia eu, o nobre deputado
candidato para o terceiro districlo,
era...
O Sr. Nunes Gongalves: Fi-lo
frsnqueza, sem a menor reserva.
O Sr. Correa de Oliveira : Ouga isto quem
cootestou o que eu dizia hs poaco. O aobre de-
putado adoptou um csndidslo no 3 districlo em
prejuizo de outros que lioham elementos natu-
raes. Sobravam ao candidato presentado pelo
oobre deputado merecimeotos, boas qualidsdes ;
elle com effeito mogo muito distincto; maa oio
podis ser agradavel; pelo meaos eu, autor
daquelle artigo, nio pude recebar em silencio a
ioterveogio do nobrs deputado, excluiodo outros
que com igual merecimeoto tinham elementos
prdprios para se fazerem eleger. Foi nesses ter-
mos a censura que fiz ao oobre debutado.
O Sr. Nuoes Googalves : Dizia o seu artigo
que eu tinha felto urna derrama de candidaturas
na proviocia.
O Sr. Correa de Oliveira :Perde-me ; ea con-
tinuo. Nessa occasiio se espalhava mais qae o
nob-e deputado, oio directamente, mas por al-
guem que estava perto do goveroo, apresentava
pelo 2* districlo, oa quera que se aceitases urna
outra caodidatura. Dizia-se que o juiz municipal
da 2* vara do Recite tambem tinha sido manda-
do para o 5o districlo aflm de ser eleito pelos es-
forgos do governo.
O Sr. Nunes Googalves: Que provas teve o
nobre deputado disto?
O Sr. Correa de Oliveira : Nunca podemos
verificar perfeitamente este facto; entreunto ha
urna circumslaocia bem notavel, e qae com o
secretario do goveroo conferenciaran! influencias
do sertio, a quem foi apresentada essa candida-
tura.
O Sr. Brandio:Quaes forsm ellas 1
O Sr. Correa de Oliveira :Eu cito, por aiem-
plo, o Sr. Marcelioo, da Iogazeira. Dahi ae de-
duzio com algum fundamento que essa candida-
tura era tambem apreteatada pela presidaacia.
Mas nao iosisto neste pooto ..
O Sr. Nuoes Googalves: Asseguro que o Sr.
Dr. Chaves nio seria capaz de tomar a meoor in-
tervengio; elle sabia qnal era o proposito firma
em queeu estava : carcter muito honesto para
que me fosse desleal.
O Sr. Bransio :Apoiado.
O Sr. Correa de Oliveira : O seu secretario sa-
bia que V. Exc. intervinha as eleigoes. Agora,
Sr. presidente, occorre-me urna circumstancia
que oio poaso deixar de mencionar, e a cmara
a avaliar devidamente. O candidato que1 o nobre
deputado recebeu para o 3o diatricto, e a reapeito
de cuja eleigo cooferenciou com as ioflaeecii
desse districlo, que mandou chamar a palacio...
O Sr. Nuoea Googalvea :Nao apoad>'
O Sr. Correa de Oiiveira :Eu oavi dizer quo
as influencias desse districlo (podia citar o nomo
de algumasj forsm chamadas a palacio para con-
ferenciar com o nobrs deputado... )
O Sr. Nunes Gongalves :E" inexacta; a io cha-
mei neobuma a palacio...
O Sr. Mello Reg :Sem duvida ellas li foram.
por si I
O Sr. Corres de Oliveira :Bem, ett a li foram
por si. Dizia eu, o candidato qoe q a
sidenie de Pernambuco protegen aa| itricto
se tinha apresentado pelo 5a, era i piolado paisa
influencias conservadores, e havia de ser eleito
com certeza. Porque o remoren S. Bxc. f Daa
duaa urna: ou pela rano que ji die, para arra-
da-lo de certsspefsaaavaapara dar logar aojis
da 2* vara O Recite, nia podando ser
s pelo mesmo crculo.
odio di am aparte.
Sr. Confia de Oliveira : Eu refiro-me so
Sr. Buarque de Mscedo, a o oobre depatado refa-
re-se i caadieetera do outro qae em segredo, da
ooite psra o dia. se mandou para o 5 dislrieto :
o jaiz municipal di J vara fettot. que viva mui-
to perto, muito em contacto com o gOTetna...
P
MUTILADO!


DIAIUO DB EtNJLMBDCO. *- TEBa> PBlRA I DE JLHO DE 116!,
O Sr Nones Goocalves :Ett engaado ; Ire Diitracio, e le coituma petar obre 01 govcrnoa
*^f P*l,cio emqeaj^aeiive aavorealden- ,qejem.dUo provincia.....
ca de proviocia.
O Sr. Correa da O!
m oavtro da Ytei...TatejL,
esa. T. Eic. pola eatsr etque
e afirmar...
O Se. Nuoes Goocalves:CoMkP&l*dizej^qaS|
>! muito em cootacto comigo,?
O Sr. Braodo :Este candidato foi aprsenlos,
Cq celo Sr. cooselvair Paes Bajadlo,
O Sr. Correa de Oliveira : ^-TtD sitio tio in-
errompido o meu discurra I (Deooisvd* re*,ueaa
yanta.) O-meo St. preside*), ra#ociqawn.
astea netos, 1 ando aa consideraede que teoho
eilo. md Ijne o nobre deputado nao leve
-*aao-o.>aTt dhse que eneonlrou a provincia
o a asjpeixe excitada, qua leve grande diffl
caldade era voneer eite excUameBio. Creio que
*** oobre deputado nao podera sustentar, e eu
abo mostrado que S. Exc so achaedo facilida-
daa-oapoieajiocorreu'em censun leve e comedida
of iogenr-e em um Dgocio ,ue cao era da tua
arcan peteoci.
Agora cebe-me perguiitar ao oobre deputado,
mur-to Iba agradecer! a resposta ; fia por ven-
tura em Peroambuco pseos altamente cclloca-
a, u ote Harnate collocadas. que ossem al-
jgumaa ipfJbVperaoie S. Exc. fazer queaio da
jaal^uer pt*teu30iDha Eu acredito que oso :
creio que o sobra deputado nao pede meociooar
aiau. a pesio a que foaae exigir do presidente da
provincia urna provi lencia, urna medida que elle
abo podaaaa muito dignamente tomar.
O Sr. Nunes Goncalvea : vO nobie deptitad
juiga se awtorisado, em seu nome e oo de ou
jpeaaoas, a farer esta perguota ?
O Sr. Correa de Olireira :Eaco erta
-como representante da caga o...
O Sr. Nunca GongaUe : Se msyiJissef que
xige reapoata terminante, di golfn, seohnr.
OSr. Braodo :Estarasga/o veo !
O Sr. Correa de Oliveira Era o Gm a que
i>a-me desaliar ao nobr, deputado para que me
nga sem reserva quae^fforam essas pestoas ? E
4JU* providencias eiyjrm ?
O Sr. Nunea Cojcalves:ma dessaa pesaosa
awt esta i direita/do oobra depulado; o Sr. de-
pajUdo pelote* diatricto.
O St. Msjrtlo Reg :S6 tive urna praleocao pe-
4flt a^rfeaidencla.: pode dizer qual fot } nao le-
" mhareservas a meu respeito.
0 Sr. Braodo :Est rasgado o veo !
O Sr. Nuoea Goncalvea :Se quier mais, di-
rei : abi teayuem esti aa presidencia desta ci-
scar.
O Sr. Cortea de Oliveiri: Mas algum de
nos Ihe pedio algum cousa qt| nao loase mu
*o justa, muito digaa? Mencione fados, levante
toe veo que encobra os myslerios de Pvroambu-
O Sr. Nunes Goncalvea : Quer que veoha mu-
nido de documento, de provaa escripias ?
OSr. Correa de Olireira :E' preciso *er, exa-
minar, se com effeito, como diz o nobre deputa-
*1o eaqeellea qua peoeam como S. Exc, ascou-
*aa em Pernambuco se acham em um estado io-
eirametite anormal e irregular. E' ialo
gxeremoa...
o qua
taes GooQalves : Ea nio pono res-
mder aelai outraa adn\Datrar,Se.s.
Sr, Corra de OI!lra >-A respeito das ad-
I&Tstraes anteriores, se esUvesaen reseolas
i peiosqua tera sito presidentes euxPeroam-
buco, eSfMClaMtov*- le esatvessa agora na eaaa
o honrada! Sr. cafiaeihairo Hawivav M appeltesla
para o teaiemB4o daaaes illMtraanoavalleiraav e
elle dsaaJtfariaaa, eajtw cetw^ia1t> que seajipre
virotn esrniapnrsasKia. asa aatada de oassaas
tao bora, tisjaTMuuaV coa: if'-'lii.sji
em ma4aroTes>vca4aatfancMai- eaJio conaiasara-
das.
O Sr. Nanas Govcalvaa: O. nobre deputado
quer me tornar responsarel pelo que outros di-
zam t
O Sr. Mello Reg : Fique isto dito a ee-
criplo.
O Sr. Correa de Oliveira :Ette juico 4 o qae
constantemente, e da hi muito, tero evanciado
pessoaa iosuspeitaa. Citare! una opinio de au-
toridade irrecuaavei.
Em sessao desta cmara da SI dej1hodeJr339'[
um dos nomina maia eloquente niais raspei-
lavis deate paiz. iosusperfaTodos palo aeu ca-
rcter, prtncipaJmfDie ao partida liberal, oSr.
Andrada Mjrhado, diiia a respeito de Paroaal-
buco :
* O afea nobre amigo pela provincia ds Babia
u /qui de urna oligarebia que elle julgava
em Pernambuco. Ou eu ou o meu no-
amigo estamos equivocados sobre a dellniQao
oligarebia. Cuido que oligarchia o governo
de poucos firmase) em le, ou creado pala auto-
ridade a que o povo aa sujeita ; taires que o
meu nobre.amigo obasaaaae oligarchia a eaaaa
influencias que dao s riqueaas, a poticao social,
alliaacas a m ou outre cldadio seaiato.
furc
O Sr. Nuoes Goncalves:-No posso tirar car-
iido da quem veio conversar comigo, de quem
eio (azer me pedido*.
Sr. Mello Reg :Provoco-o a que aeja leal
omigo : diea o que Ihe ped, em que termos o
*t, qual a sua resposta, e o que depuis seguio-se.
O Sr. Nuoes Goo^alves :Pedio o nobre depu-
rado, pedio seu lrmo...
O Sr. Mello Reg :O que f A demiaaao de um
smbdeiegsdo ; nao a dan ; maa doua mezes depois
o nobre deputado mesmo coohecea que eu tinha
raiao, e demlttio o.
*0 Sr. Nunea Goncalvea: Queixe-se do nobre
ateputsdo por Peroambuco, que me obrigou a a-
ster essa declaraco.
O Sr. Correa do Oliveira : Nao tem rarao de
qveixa o meu amigo ; felizmente todos nos Ibe
agradecemos a declaraco que fez.
O Sr. Nuoes Goncalvea (com forc): O oobre
lutado eapecula com a minha lealdade....
O Sr. Cortea de Oliveira (com loria): Es-
pecular t I... Eapecula aquetle qua ae quer fazer
hornera-notavel vendo com os olhos visionarios
um eslsdo de cousas que nao existe, para dizer
que se sabio bem. Especulador aquelle que,
.asaombrado da sua poaic.ao, desfigura os homens
c as coasaa, iuveotadifBculdadea que nao exiili-
xam, e diz qua aa.vencen para aer considerado
sin graode admioietrador i cusa da reputa^ao
Iheia, ajudado por certos precooceitos....
OSr. Serra Carniro{com vehemencia)! Nao
Ira de aer V. Exc. que abale a reputarlo bem Ar-
aada do nobre n-presidente de Pernambuco.
O Sr. Nuoes Goncal'ea : Seria infeliz se a
minha vida publica, a minha repulaco, estivesse
5 merti do nobre deputado.
OSr. Correa de Oliveira : Nao quiz e nem
quero ferir a repulaco do nobre deputado. .
O Sr. Serra Carneiro : Nem pode.
O Sr. Correa de Oliveira : ... mas, discu-
liodoos negocios de Peroambuco, tenho odirai-
*o de fazer-lhe todas as inlerpellacoea que tenho
feito, e de aer bem tratado. Direi agora ao no-
tare deputado que nao se levante sobre um pedaa-
aal de orgulho para respooder-me mal....
O Sr. Nuoes Goocalves : Ha motivo para
4e-lo.
O Sr. Corroa de Oliveira: Se as auas pala- i
vraa sigoiQcam raenosprezo a mioha pesaoa, eu
tambera Ihe digo que a minha repulaco e a mi-
aba digoidade nao eato merc do nobre depu-
rado. Examine-ae a mioha vida...
Um Sr. Deputado : Eita discusso nao pode
marchar assim.
O Sr. F. Octavlano : Nao propria de doua
collegas, ambos mocos tunalos.
O Sr. Correa de Oliveira : Vio-se que a pro-
oca{o nao parti de mim : eu dizia, e diste
com caima, o que havia em Pernambuco ; des-
creis o estado de minha provincia ; o nobre de-
putado apostimuu-se....
O Sr. ones Gooealres : O nobre depulado
que me chunos para esta terreno, que col-
locou a discuaso n'um terreno ioconvenieote.
Um Sr. Ueputado : Nao est na intengio do
Sr- Nunea Gonralves offender a ningaem.
(Ha anda outfos apartes).
OSr. Cona de Oliveira : Sr. presidente,
Usen) que a ezoneraco do oobre deputado Uve-
ra lugar porque a administracao de S. Exc, mo-
derada, justa, imparcial como era, nao poda
gradar alguns pessoas de Pernambuco. Eu repi-
to a provocarlo que j flz ; desejo que sobre este
ooto se institua um debate largo e minucioso.
Espero, Sr. presideate, que deste debate nio ba
ale resultar deavantagem oenhuma para os ho-
tnens que, politicamente fallando, occpam na-
quella provincia a poaico de vencedores.
_0 Sr. Nuoes Goocalves : =- Nao aceito diteus-
ao oenhuma. Fazeo'do-me est convite, moslra
a proctirecodaquolles que uoicos se achim com
lireito para isso.
O Sr. Correa do Oliveira : Nega-me o d-
retiocamo depulado, de pedir-lhe espilcacoea del
. touiia que iotereaaam o paist...
O Sr. Nuoea Goncalvea : Nao posso satisfa-
cer o nobre deputodo, porque outraa considera-
{des me prendero.
O 8f. Mello Reg : Maa eu Ihe pejo por favor
-que exponhaa caaa o pedido que fiz, oa termoa
em que o fiz.
O Sr. Nones Goocalves : Eu s disse isso,
porque o nobre depulado nio poda ter esta os-
O Sr. afelio Reg anda d um aparte.
Q Sr. Correa de Oliveira : Eu nao posao
continuar por este modo : se dirijo so nobre de-
putado um convite emboas termos para discutir,
S. Exc. zaoga-se, respoode-me mal, provocadia-
neao ioconveoiente ; ae peco era nome da leai-
datde do nobre deputado que diga todoa os factoa
qua sabe, todas as cousas qua interesas ao paiz
saber, S. Exc. dix que me falta procoracao I Oe
quem ? Obedece o oobre deputado ao dever que
lem da informar cmara, ao goveroo e aopaiz
qua hade mi em Pernambuco para ser corri-
do. Se a provincia esti fora da le, nio pode
caoiinuar aasirau
Acredito que todos os meus honrados collegas
amigos dsquella provincia me acompanbam no
pedido quo acabo de fazer. (Apoiados dos dspu-
Jos de Pernambuco).
Eu, pas, em meu proprio nome o em nome
peco a0 cobre deputado qae veoha a dia-
nittir coa franqueza o aeu joizo.
eusaedea ftaocaj lase-para.que nos
poseemos defender.
O Sr. Nanee Goo
eu darei explicac
corrau.entra mim o,
posso responder.
O Sr. Correa de
a nerguolei, Eu.d
aa iofluencias de Pi^
ala, Ozeram ao nobrt:_
bngaasem a relir*r-ao
Precise os fados,
saber o quo oc-
toperlal, nio Iba
ra: Nao foi ialo que
begai lej
uco, oligarebia charaa-
tc'do exigencias que o
residencia ; se essa
*>Jfaithia tornou-e affl tabaufio i ira. edmi-
pe(o-lhe perdi, irremediavel: oa orgaoisa;ao
aocial moderna impostivel destruir essas iu-
fluenclas s eaubem quizara- que todos oa Brasi-
leiros nao titesemos por norte em nossas inten-
sas seno smente a Justina e a suaconsciancia;
mas, emtlm, o que ae nao pode fiser : feliz-
mete posto dizer neata casa que essa influen-
cias de Peroambuco eato as mioa de um cida-
do dos mais puros, estio as mos de um cida-
dio coja amizade me honra, amhade principiada
em tempes felizea e estreifads pela commuohao
de desgranas; em um cidado o maia conspicuo
? m um mooarcbista Ilustrado e muito liberal,
em um patriota prestante, em um homem enr-
gico. Sabis qual ? Eu digo o seu nomeO
Sr. Fraueisco de Paula Cavalcanti de Albnquer-
que. d
V a cmara que a aecusagio antiga, mas,
como outr'ora, actualmenle infundada. Aa pa-
lavrss que li a respeito do Sr. vitconde de Suas-
auna tem inteira appliciQo ia itiflueocias que
Ihe tem succedido.
O que era Pernambuco em 1839, contina an-
da boje a ser, com as modiacages que o lempo
e maior civisacao tem feito. Eises homens, ac-
cusados de formar urna olygarchi, sao auxiliarea
muito desioteressados (apoisdos), mnito precio-
sos para as administraras da provincia, para os
delegados do governo imperial : esli identifi-
cados com ioteresses do ordem, de justicia e da
moralidade do governo. Nao ba um fado, abso-
lutamente um s facto, que possa ser oppotto ao
que acabo de dizer. (Apoiados.)
Sr. presidente, tem-se fallado muito da no-
meacie de aoppleotea de juizes muoicipae*, t-
Iribuindo-se a esse facto maior importancia do
que realmente Ihe cabe ; no senado ji tralou
delle um dos homens mais|illuatrados do paiz,
e aqui nesla cmara fui lambem objecto de dis-
cusso.
Quando o nobre depulado por Haraobao foi
exonerado da administracao de mioha provincia,
assumio a presidencia um dos mocos mais Ilus-
trados, mais digoos, maia moderados e mais im-
parciaes que Pernambuco tem a fortuna de pes-
suir.
O Sr. Nunes Goocalves : Em constaoles
apartea eu tenho apoiado o que se tem dito a
eate respeito.
O Sr. Correa de Oliveira : Pallo do Sr. Dr.
Joaquim Pires alachado Portella.
Na nomeacoss que elle fez, respeitou as que
havli feito o nobre deputado pela Baha, ex mi-
nistro dos negocios estrangeiros, no lempo em
que, delegado do gabinete de 4 de maio, tere de
executar a poltica de coociliacio, poltica que
em algumas provincias degenerou em coociliacio
de equilibrio.
Nio digo que suceedesse era Peroambuco ;
maacertoque o Sr. conselhelroTaques.com-
preheudendo o pensameuto do gabinete, fez no-
meacao de pessoas muito dignas sem indagar
quaes eram as anas cores polticas. Agora, rea-
peitaodo-se o que existia na capital e em outros
municipios do interior, foram.nomeados liberaea
para os primeiroa lugares, como foram conserva-
dores moderadoa, se bem qae a liga parece nio
ler achado muito acolhimento em Peroacobuco,
e finalmenie conservadores dos denominados ver-
melhos. Os nomeados, pois, sao homens de todos
os partidos, amigoa.de lodos.
A' villa diato, o que se pode dizer da nomea-
Co de supplenles de juizes municipaes feila pe-
lo Sr. Dr. Portella? O que pratlcou este caval-
leirq, o mesmo que haviam de pratlcar os ho-
oieos mais dignos, mais imparciaes, maia justos
o mais moderados que se achassem em seu lu-
gar. (Apoiados.)
Disse o oobre deputado pelo 5 dislriclo de.
Pernambuco : < Mas em meu dislriclo assim nio*
aconteceu.
Eu teoho oovldo o contraro ; tenho ouvido
dizerqua al se respeitaram quasi todas as no-
meaces existentes; as novas foram someote 10
ou 12, e para ellas eseolheu o Sr. Dr. Portella
os homens mais dignos. Nao escolheria amigos
do nobre deputado ; mas nem o nobre deputado
oem ningaem contestar o merecimento das pes-
soas noxeadas.
O Sr. Braodo : O nobre deputado est mal
informado.
O Sr. Correa de Oiiveira : A hora est lio
adiaotada e a discussio tomou ama direcgo tio
desagradare* contra os meus desejo, que, seo-
tiodo-me iocommodado, sou toreado a omittir
outras consideracoas que tinha de fazer a respeito
do que disse o nobre deputado no discurso que
hoje proounciou.
Nao se achando na casa o meu nobre amigo,
collega de diatricto do nobre deputado, eu res-
pooderei S Exc. na parte em que se referi a
esae honrado membro.
O nobre deputado, bem como da primeira vez,
anda fallou de urna serie de perseguicoes e de
actos do goveroo, que denunciara grande reacio
no dislriclo ; mas quando leve de especificar os
factoa, nenhum apresentju, continuando apeoas
a fallar co negocio do escrivo de Cimbres, to
plenamente explicado pelo nobre ex-minia'ro da
juatica, que nao sai como o nobre deputado se
animou a dizer mais urna palavra a este res-
peito.
OSr. Brando: Tratei disto incirlenlemenle.
O Sr. Correia de Oliveira :Ha aecusaeoes cu-
ja raiuUcao eooaate em ama expsito simples e
clara dos factoa. O eacrivu de que ae trata foi
denunciado ao presidente da provincia como um
funccionario moralmente incapaz de cumprir os
aeus devere. O presidente, este illustre vario
em quem o nobre deputaao tanto confia, deu co-
nhecimento dadenoncis ao miolatro da jutics
qae maudou proceder a um inquerito a respeito'
da capacidade dsqueile funcionario, am de se
coohecer ae derla ser ou nio conservado no seu
logar, cooformt o resultado daa indagaedes. On-
de eato a injustigs e a reaeco? Por ventora o
goveroo reage o persegue quando cumpre o seu
dever t E qual o mal que j soffreu o escri-
vo T
Io8islio o nobre' depulado no qae havia dito
sobre oscrmes do majorPedra, mas nada adian-
tou ao que j liaba ouvido a cmara. Conlinuou
a fundar-te no mesmo documento suspeito, for-
necido por um amigo do oobre deputado, que
dizem ler-se ioimisadoom aquelle oficial.
O Sr. Braodio :De quem era T
OSr. Correia do Oliveira :Do tenente coro-
nel que era accidentalmente juiz de direto.
Depoia o nobre deputado, em termos vsgos,-
leu am trecho de ama carta do juiz de direito ef-
feclivo. O que diz a caria? Note bem; as suas
pa|aras aio: c A cmara vai mal; o Pdra nflo
vai bem ; aqui podm haver desordena. Para
quem sabe dos fados meocionadoa pelo nobre de-
pulado, as palavras do digno juiz de direito da
comarca de Tatarata podem referir-ae simples-
mente a esaaa questes e*re oa oficiaos do cor-
po o oso a actos inconvenientes e criminosos do
majorPedra, a quem b nobre deputado fax ae-
cusaeoes gravsimas sem provaa.
O Sr. Brando :-Se quer lr a carta toda, eu
Ib a confio. '
Correa de Oliveira :A respeito de Val-
tputsdo contou urna looga histo-
flgurou elle nos negocios do 5*
dislriclo ? Esto homem, acensado pelo nobre do*-
paiado de lersociedade em oegdoa ililarM^H
9 uajor Pigra, dirigi di Tersas pesMi
Se StoI*e.fcl4r?d'miS -WftMldadM da provincia, se considero
ram que taes Tactos alo tinham
gaem procurou defender
tertemunuo de Valpatso.
a qusm talmpu)
gota, e titat-home
trata asatco. Dea>rett
pee
- Ala*
ella dftqueBb.se
- rosacfl*eam colloga
JtrfMaprovltjjisji. ""
O SsV Braadio c um-attarle.
O 8* Corra u*Otivaaaa:^0 0otj^eputado,
rBtfaaaleodo ae aeu hoatodo eptlegamda districto
ditap-que quando* mea.oabre.amigo oedio a pa-
lavra, He esperara que dltstste comas multo
dlere oUs 4s que I ba-ou w.
O Sr. BTaodio .-S exhibi vaidad.
O Sr. Cona de Oliveira:Eolretaoto a cma-
ra teatemuohou a circumapecc.o e prudencia
com que o nosso honrado cftlega fallou i reepei-
to doa negoeioa de seu districto. Com a maior
rooderacao limilou-ae a dizer o qae realrictamen
le eca precian defeca dos seus amigo, ou de-
eaa do governo em relaco sos negocios que di-
zism respeito previocia e ao 5* districto elei-
toral.
O Sr. Braodio :Vaidada....
O Sr. Correa de Oliveira:Diste tambem o no-
bre depulado que o nosso honrado collega Ihe
Azara a promesas de extermina-lo :tio palavras
saas.
O Sr. Braodio: Votoa-me ao Inferno de
Dante.
O Sr. Correa de Oliveira :Aeeresceotoa o no-
bre depulado que appellava para o iuizo de paiz
dizendo : L
Elle, que tanto affectou aa tribuna a mao-
auelule do sea estado, prometa eiterminar-me ;
eu pelo contrario oada prometi; julgue o paiz
do nosso procedimento.
V. Exc sabe parfeitamente, Sr. presidente, que
o nosso honrado collega nenhama promesas fez
de exlermioer o nobre deputado. O que o Sr.
Piolo de Campos diste, foi que, representando o
oobre deputado interetses oppostos aos deile na-
quelle districto, doa anaiaea do nobre deputado
ae tem eatabelecido urna emigrarlo espontanea
(risadas) para o* seus ; qae j aa tem pateado
quareota e lantoa eleitores que votaram no no-
bre depulado em Janeiro do anno paasado, e que
a conliouarem aa ouaas aaaim, provavel que
final o nobre depulado Oque abandonado.
Porventara ae pode dihi tirar alguma iliaco
contraria ae carcter do nosso honrado collega ?
Absolutamente nio.
O Sr. Uraodao:Ea deixo ao paiz ulgar-me.
O Sr. Correa da Oliveira :E elle far jualicja.
Acredito qae o aea illustre collega de dislriclo
nao tem m vonladea V. Exc, e que o paiz jul-
ara muito favoravelmeote aa palavras que pro-
ferio. Nao receio quehaja para elle detvantagem
na coofruotaco.
Nao posso, Sr. presidente, disentir hoje a ques-
to que o nobre deputado a que reapoodo suseitou
acerca do procedimeoto do goveroo em relaco
t sstemblas proviociaes de Pernambuco e daa
Alagoas. Es> dada a bora'em quo q\evem termi-
nar os nottot traballrot, e eu oo detejo abusar
da boodade dos que me ouvem. LimUr-me-hai,
pois, a moatrar que nao ha parldade entre os ca-
sos que o oobre depulado considera idnticos.
as Alagoaa a elegi dot membrot da sssem-
bla provincial fez-ae immedialamente depois da
eleico doa depalados geraes. Havia duplicataa
deeleicoee primaria, e a cmara apuradora, pre-
feriudo ai que eram favorveis sua parcialida-
de, deu diplomas a petsoas que oSo deviam le-
los. Tendo s cmara dos Srs. daputados aonulla-
do o diploma do candidato depulacao geral, era
consaquencia oecetsaria a nullidada do diplomas
conferidos aos individuos cuja sorte eslava ligada
dsqueile oulro. O cootrario teria absurdo, se-
ria a validado para membros da astembla pro-
vincial de votoa julgadoa oulloa para a eleico de
deputado geral. Nestaa circumstsnciaa, ealando
prxima a reaniao da assetnbl, comprehende-
te a necetsidade que bavis de mandar-te fazer
oulra apurado de conformidade Cj>m a deci-
ides deata augusta cmara, segundoTasjjp ou-
iro ram o eietioa da provincia. Powlo o que
o governo fex. ^
Em Pernambuco, porm, o cato era dlfferente.
Foram annulladaa na verificacio do po^^s con-
feridos aos oobres depuladoa pelo 4" dislriclo al-
gumas eleicea, e leve logar ltimamente para
meo,broa da aasembla provincial, oa novoa elei-
tores foram admillidosa votar nos collegios.
O Sr* Mello Reg:E apuraram-ae os seus vo-
tos em separado.
O Sr. Correa de Oliveira :E' verdade. Depoia
a cmara apuradora tommou dettvt votot ot que
Ihe pareeeram boas, e s assembla provincial na
verificacio dos poderes de sena membros aceiiou
aa eleicoes poras e incootestsdas.
V, pois, V. Exc, Sr. presidente, que ha mui-
ta dillerenca entre o qua houve as Alagoas e o
qoe ae deu em nosaa provincia, que o mesmo
que se praiicou em S. Paulo e no Piauby.
Eu enteedo que, depois das decises ds cma-
ra doa Sra. deputados, corre t astemblas pro-
viociaes o dever de respeitarem o corpo eleiloral
constituido de cooformidade com as mesrnaa de-
cises ; mas pens como aquelles queeoteodem
que, quando se trata de eleicoes primarias, a res-
a confeccio de um orea
__;*r dous Qoe, todas ss vexea
flfaaado em bates-precisat, ea b
pelo meos te devauv sautAor rgal*uts ptr*
uno fioanceiro a que ella se retarea, a que te
pusaam acbar mais ou aaaaaoa. aproximada das
verdadeiras despezas e reesaita* Essstttfioi, Sr.
residente sao provenie*tasV.oui*.irrsfjsiaridade
, #ae dados offerecidos ae paagir legislaitfO qum-
, pro ve m ella da extaose cjue ae praatam a ca-
de, urna dss verbas t oreaauenta, qaaado as-
sas bases sao calculada com largueza, ou eolio
quando eaaa poder nao eeroetaaoo devidamete
etset dados, restrioge-os por tal forma, teode a
conocer aquello qae execota a lei, em lio diffi-
cil poaicio, que necesssriamtote occorreri falsea
embaracot.ambaracos que talvez s podem muitaa
vezes ser solvidos: abaso, bem difficeis de repri-
mir .depois de commeliido. Todas ae vezes qae
ettat bates sis por tal forma irregulares, ttmpre
que a repartiese fiscal que aa fornece nio aa
cooaidera devidamente, nio as calcula com a
possivel exactidao, e nao sio ellea provaveis no
exercicio, o poder legislativo tem o direito, com-
pate-lhe a verificacio de cada ama deltas, res-
tringiodo-sa convenientemente e raspoossbili-
sando, se aisim entender, a quem as minis-
tra.
O Sr. Bario de Muribeca :Aonde est esta
reapoosabilidade ? estar no pentamanto do no-
bre deputado ? S te itlo.
O Sr. Buarque :Este resultado proveniente
das bises extgesadat, fornecidas pela adminis-
Iraco.
_ Vejasnoa agora o lado contrario. O poder le-
gislativo nio considerando as diversas verbas de
orcameoto com a regularidade necesssris, nio
aitogindo os fins que deve ser saliafeitos cooa-
mette por tua parle um erro ; e o que acon-
tece ? Realriogindo easas bsaes lem por fim
equilibrar a receita despaza ou offerecer um
saldo com o qual denote aeu espirito de eco-
noma, e procure obter urna popularidade De-
licia, pois quer que sejam os meios, nio
recuando diante de considerado de qualquer
ordem, em face atesmo daquellea que nio
poderiam ser etquecidot pelo paiz, eiiuepro-
vem decompromistot contrahtdoa ; ludo emfim
ae olvida para que, reslriogindo-te ss vtrbas de
deapezatse ebegue aoresultsdo desejado.
Neste ceso o podar execulivo fice coacto, a ad-
mioistrarao nio tem meios para provar as ne-
cesidades do ser vico publico, lanzar mi de
pagamentos sob sua respontabilldade demaiia-
damenle inconveniente, abrir crditos tupple-
mentares para os quaes sempre achara urna do-
mooslracao que oa justifique ; e enllo, senhores,
dihi resultarn os abusos, que tanto se deplo-
rara.
Neste cato coliocou-oos o projeeto de orca-
meoto que oos foi ufferecido.
A ilustrada commissao na confeccio de sea pro-
jeeto deixou de ttender a compromiis-ia em que
se a cha empunhada a provincia, a nobre com-
missao desejeodo por lodos oa meioa equilibrar
a receita com a despeza, iaoorou principios de
dificil applicacio, nio recaou diante de qualquer
conaiderscio para ebegar ao aeu fim. Dase no
cornec.o de miobas considersede, que c9o pre-
tenda entrar na analvaados delalhaa, todava ea
nao posso deixar de meociooar algumaa verbas
em apoio, do qae acabo de enunciar ; citare! a
verba cooceroeote a garanta do joro addicional
da estrada de ferro que nao ae acha consignada
na projeeto de orcameoto. Senhuret, me pare-
ce que esta verba de forma alguma podia ser
tupprimida pela nobre commiaaio, porquaoto
esse juro garantido a urna esapreza importante,
a ama impresa de utilidade publica, foi con-
cedida em virtude de lei expressa o nao se a-
chaudo casa lei revogada, nio sei com que fun-
damento supprimio a nobre commiasio aeme-
Ihafe verba.
O Sr. Souza Res:Quem dera que a podease-
moa revogar.
O Sr. itmrque :E*a verba ae eleva boje a
urna aomma coosideravel e em hypoihese algu-
ma, tem que se acbe revogada a lei que a de-
cretou, podia ser despensada pela nobre commis-
sao de orcameoto ; ella oo podia por cario sup-
prtmir urna despeza tagrada para a proviocia,
para vir duer-noa oeata casa-nio ba dficit.
Este argumento me parece, aenhoraa, muito pro-
cedente, quaodojmuitos outrot nao podtssem for
oecerpara justilicar o que acabo de dizer e afflr-
marvos que existe um dficit,e um dficit cooside-
ravel, apezar das ecooomiaa lembradaa pela no-
bre commissao, que oo quereado etgolar outroa
recursos, foi laocar mo da supressio de urna
despera consignada em lei, despeza qae sem
xhorbitar de sua misso nio podia ella eli-
minar.
(Ha um aparte).
OSr. Buarque :Desde qae a commiscao de
orcameoto pralica um acto contrario a lei, ella
oxborblla de auaa atiribuiQoe.
O Sr. Baro de Muribeca -Nao, seohor.
O Sr. Br. Buarque :Essa despeza nao pode-
re precisa-la agora, maa posso affienear, que
hoje, depois da abertura da segunda seccio da
va farrea, cuja quantia de juroa se acha igual
^U0nd," ?* Dihi compete t astemblat proriociaes o direito de
julgarem taes eleii^jes.
O Sr/Brandio :Isto ioconlestavel.
O Sr. Correia de Oliveira :Nao assim, per-
de o nobre depulado ; preciso alleodsr-se a
que Ibes competa a verifleaco dos poderes de
aeuanembros, e aupponha o oobre deputado que
a sua reunio como pode ser, anterior aber-
tura da assembla geral....
O Sr. Brando : insusteotavel, repito, vis-
ta doa avisos do goveroo.
Um Sr. Depulado:Ha avisos tanto pro como
contra.
O Sr. Correa de Oliveira :A opiniao que adop-
to me parece fundada na lei que creou as assem-
bla proviociae; nao teuho tempo para discu-
tir ido hoje. Creio ter provado o qae quera, isto
, a differenca doa catoi que o nobre deputado
aquiparou.
Sr. presidente, se o nobre ex-presideote de
Pernambuco aceitar a discussio para a qaal o
convidei, como eu detejo e etpero, terei de oc-
cuparoatra vez a atieogio da samara, e eniao
direi o que oo posso dizer agora.
Teoho concluido. [Muito bem.)
A discuitio'fica adiada pela bora:
pjtisuee
ASSEMBLA
LEGISLATIVA
CIAL.
PROTIN-
que nunca vi
Discurso do Sr. Dr. Buarque, pro-
nunciado na sessao de SO de
maio.
O Sr. Baarque :Sr. presidente, i leitura do
projeeto de orcameoto apreaeotado pela respec-
tiva commissao, aurprabendea a algunsmembros
desli cata ; acbo-ma no numero detted, e
tendo profuodas duvidss acerca do fim otil e
conveniente que pretendeu altiogir a nobre com-
nuttao, nao pon pVaeciodir de interpelar oa
seus honrados membros afim de que forncani
as explicares que me parecem necettariss aos
pontos, que se oretttndo a divert nlerprela-
Coet demandan,; maior deaeovoWimento. Es-
tando em distuaso o artigo 1*. .
O Sr. Barros Barrdo :Cousa
discutiese ftta casa.
O Sr. Buarque :...nico am que podem ter lu-
gar essas interpellacde, por isto que ellas tem
de versar, ji sobre questes de principios esta-
belectdos pela honrada committio, sobre diver-
sas applicacoes daa verbas cooeigoada, no pro-
jeeto de le. eu prevaleco-me da opportunidade
para solicitaras explicaeoee de que areco, afim
de poder fundamentar o mea voto.
Sr. presidente me limitarei a conaideraedes ge-
raet, a apreciacio da principios ; e seobliver
esclarecimentos da nobre commissao sobre a sua
expoaicao de motivos, sobre as bases em fea te
firmn para confeccionar o teu proieetooe re-
menlo nao enlrarei em datalbes, m qnaoto
reconhefa que muitos dalles me serio indispen-
sable ; aguardare o momento da discusso de
cada urna das verbaa, para eolio offerecer ai du-
nda que tenho parlicuiarmente acerca dellas.
Lomecarei. Sr pretldente, por fsaer ssliente
na casa que a nobre com minio, oreando a des-
pera em i,279:28035. observou queavia orna
d.fferencu vantajoia de i2:5ll|100 com relaco
as bases do orcameoto fornecdo ojU Ibetou-
raria nao recelando entretanto a commiisio. diz-
nos na sus expoticlo de motivos, aauperveni-
encia da dficit, porque sem david j delibers-
Coesdeila assembla presidir a maior circams-
peccao. Parlindo dsate principio eiaeoasidra-
rei oa resultados oflerecidos a esta em iwU no-
bre commUaao.-*--------------
pagoa duraole tres semestres se aievam -a man
de cem conlos de ris, e se elevar a duzeotoa
conloa se aldiciooarmos mais tarde a'terccira e
quarta tecces...
O Sr. Baro de Muribeca :Desgrsca maior do
que eu previa 1
OSr. Souza Rea :Eu teoho esperanzas de
que ha de abaorver toda a renda da provincia.
O Sr. Buarque :Isto oulra queatio.
Se este aooo a commissao supprimio asta verba,
que para o anno tt elevar a 200:0009000, se esta
astembla approvar esta aupptesao. o que dir
o eitrangeiro? O que se julgai dos contratos desta
provincia ?
Um Sr. Depulado :O estrtDgero nao tem sido
pago ?
O Sr. Bario de Muribeca : pago pela conta
que elle d I
O Sr Buarque :O que dir o estraogeiro desta
assembla que sem revogar urna lei que concede
urna-garanta de juros por seus capitaes, no teu
projeeto de orgamento tupprime a verba para
pagamento d'essa garaalia?
Um Sr. Depulado :Ha de dizer sempre muito
bem, porque tem sido pago,
O Sr. Barros Brrelo :E paga-te o que nao
se dara pagar.
O Sr. Buarque:Eu peco liceoca a cata para
dizer mala algumas palavras sobre este objecto,
afim de que previos desde j os argumentos de
que podem tancar mi aquelles que austentam a
idea da commissao.
O Sr. Baro de Muribeca :Isto urna preteo-
cio muito exagerada.
O Sr. Buarque :Nio ; peco que me atien-
dan).
Talvez a nobre commissao tupponbs qae o es-
traogeiro nio poderi fazer juizo desfavorarel desta
assembla, porque lem sido pago. Maa por quem
tem sido elle pago seohorea ? Por ventura o go-
veroo geral eai obrigado para com 'esta provin-
cia, pagar os 2 0,0 do juro addiciooalf
0 Sr. Souza Res :Sem duvida neohuma,
eomprometleu-ie no contrato...
OSr. Buarque :Nio est obrigado a paga-lo
senio em quanto. for d'elle tallafeilo pela provin-
cia.
O Sr. Souta Rea:Pois eolio s questao en-
tre nos e o governo geral, e nao com o eslran-
geiro. ( Apoiados ).
O Sr. Buarque :A compaohia da estrada de
ferro nio podendo se entender com esta pro-
vincia, j pelas difficuldades que Uto trazia as
suas relacdet commerciaet, j por outras cocsi-
derac.oear solicitou do governo imperial o paga-
mento dessejuro addicional, mas nio a garanta
d'elle.
Pergunlo eu, senhores, por esss razio, estamos
nos detonerados do pagamento desse juro ? Por
ventura ficar o governo geral obrigado por esse
juro se asta assembla o supprimir ?
O Sr. Tbeodoro da Silva :Mas isto entre
-nos e o governo geral.
O Sr. Souza Res :Isto esti no contrato que
o governo geral fez.
O Sr. Buarque :Pergunlo eo, anda esta pro-
vincia est oa nao obrigada pelo juro addicional?
O Sr. Barroa Brrelo :Isto oulra queatio ;
ett obrigada Para com o governo geral, mas nio
para com o estraogeiro.
O Sr. Buarque (Senhores, o. que diz lei,
que, a concetso foi feita a empresa. V
perfeitamente que quando se pretendeu a proro-
gaco do prazo para a cooclusio doa trabalboa da
vis frrea aempreza veiosolicitar desta casa eise
favor ; e como dzeis que apezar da coneetsio,
apezar de u a acto qua deve lar todo o valor
e consideracift para nos, apezar da tardes cooa-
cleocia de que revogada a lei, o governo geral
naoham compromieso lea vii-a-vi da eroprez,
uV "no- esta uu n lo ae acha ligada so pagamento desse
m IttO, -UUaettlttHLM Ao* cobo queris; maa
ida em lei
mar-
obrigacao
corto qae tito,
svogada, a nobre
_de faMar-se atx deve* de eea-
Pe* saiiaXacio desee dbito pra-
serlor Igoacio Bazerra da Silv
duas prac. Miguel Ferreira de
Ionio Caatello Braoco e 3 eacrav
Matadouho publico :
Mataram-se para o consumo d
da 6 de juoho 95 rezes.
No da 7 93
Movioaeolo da casa de det
de julho.
Existiera. 376 pr
Enlraram. 7
Sabiram. 8
aigoar veri
vincial.
Um Srj tauputas.:Tanto pode que o fez.
O Sr. BSeeque :--Quea especialrusBat, qaeade discuiirmos a. appliaajcio
da verba para os melhoramentos industria, eu
">e occuparekmaia largamente desta materia.
O Sr. Souza Res :Desojo muito ouvi-Io maa
ba da ter retposta rabal.
O Sr. Buarque :Eu lenbo muitaa oalraa in-
terpallacoet nobre commitiio, mat sio de mero
detalhe e por isso deixirei psra faze-lts em'oc-
caaiio opportuna, enlrarei por ora em cooaidera-
C6a geraes, por quanto o qae se acha em dia-
cusso o artigo Ia, sio os priocipios em que se
buteou a nobre commissao.
Sr. pretideole, um dot principios eslabeleci-
dos pela nobre commissao foi o pagamento do
expediente daa repartirles por conta doa emolu-
mentos ( nio apoiados }. Sei que o excedente.
Eu noto seuhores, sioto eotrsr em cifras, mas
jolgo que a cata toda ba de ter recoohecido o
que eu vou referir eu noto, que em muitas re-
partieres como s secretaria do governo, 6U9 ex-
pediente foi contideravelmente reduzido, e alem
disto s committio, parti de um tyttema todo teu
para fixar eaaaa verbas,servio-se de bases arbi-
trarias, entretanto que a thesoararia faz o seu pe-
dido sobra dados fornecidos pela experiencia, ba-
ses que me pareceram mais regulares e qae po-
deriam auxiliar s commiasio.
O meio empregado pela committio para ebe-
gar ao seu fim importa a meu ver urna irregula-
ridade. E' precito estabelecer, que essa detpeza
nio te acha devidamente calculada, e admiltido
eale fundamento, o principio da com misso. deve
ser arpplicado a todas aa repartidas. Nos sabemos
porem, que naquellaa reparlices aoode exiatem
emolumentos, resultara ellea em favor doa em-
pregados, formam cooseguintemenle urna parte
ds remunerado do trabalbo, e se vos sabtrabis
esaa parte diminuie o aeu salario sem que seja elle
compensado por oulro meio ;' commelteis por
lauto urna iojuatlca ( nio apoiados ).
O Sr. Ciotra :O goveroo geral j dauo exem-
plo do contrario.
O SrTBuarque :-Esies individuos quaodo so-
licitaran) os empregoi contavam com os emolu-
mentos psra sua propria subsistencia.
O Sr. Souza Res :Nio podan: cootar com
emolumentos tio grande.
O Sr. Buarque :O nobre deputado labe que
o servigo cresce de da em da principalmente na
aecrelaria do governo, donde os empregados Sa-
hara as 4 e 5 boras da tarde.
O Sr. Cuohs Figaeindo :E as 6 horas.
O Sr. Buarque :Como pola senhores, suppri-
mir esses emolumento?, ou applica-los ao paga-
mento do expediente que pode aer tal qqe osab-
aorva completamente? Alem disto creio, que em
algumas reparliea estes emolumentos sio appli*
cadoi a um ceno numero de empregados, e o
xpediente absorvdo por toda a reparlico,
donde te v A que ter elle smente por fim preju-
dicar alguns...
O Sr. Machado Portella :Como auccede na
thetouraria.
OSr. Buarque... como acontece na thesouraria
segundo diz oilluslrado Sr. Dr. Portella.
Admitllodo anda que efsea emolumentoatejam
applicadoa ao excedente do expediente das re-
parlices, o que taremos quando foram ellea iu-
auficientea psra a satishcio desse excedente?
Commettemos a iojustica de arraocarmoa eaaa
parte do salario do empregado publico, e infrin-
giremos o principio abrindo um crdito aupple-
mentar para o complemento da despeza. Me pa-
rece, poi, que semelbaote priacipio nio 6 saa-
ceptivei de lio ampia applica;&o.
Talvet a nobie comraiso de orgamenlo foste
beber esaa idea oa legislarlo geral, guiaodo-ae
pelo que ae faz oa alfandega, onde creio, que o
expedieote pago pelos emolumentos da reparti-
Co.
OSr. Souza Res:A foote limpa.
O Sr. Buarque:Maa podemos nos comparar
a alfandega, os emolumentos que ali se rece-
bara, com as repartiedea proviociaes? Compre-
se o grsnde numero de erapregadoe que ha n'a-
quella reparticio, atteoda-se as quotas a que es-
ae empregados tem direito, e ver-se-h* que s
all ou em estabelecimentos idnticos aera appli-
cavel semelhante principio. Um oulro meio de-
va ser antes lembrado pela nobre commissao, eu
oo o iodicarei, porque talvez algum de oossos
collegas o lembre, e reservo-me para opporluna-
menle discutir o que por ventura noa for offere-
cido em subslituico.
O Sr. Barroa Brrelo :Se for melhor a com-
missao aceita.
O Sr. Buarque:Sr. preaidente, alem desles
principios eatabelecidoa pela commiasio, alem
dasomissSes de que se resceote o orcameoto, ha
urna sobre a qual nao posto deixar de dizar al-
gumas palavras, e que eu daria talvez meu as
lentinienio se por ventura vietsem consignadla
por oulra forma : quero refeiir-me a congrua dos
coadjuctores. Esta casa'procede dentro de suas
altribuicoes, zela os cofres proviociaes, alivian-
do-os de um ooue que nao Ihe deve perteocer,
supprimindo de seu orcameoto etsas congruas.
Mas pergunlo en, seoboret, o meio de que lao-
cou mao a nobre commissao ser o menoa con-
veniente, aera o maia justo, ser aquelle que ca-
valheirameote nos cumule empregar ? Todos nos
sabemos, que retirada esta congrua oa coadjuc-
tores tem de solicita-la dg goveroo geral, e que
ji nio pode ser satisfvita'a lempo de ser consig-
nada no prximo exercicio?
O Sr. Souza Res:Oh te pode I
O S/. Buarque :Ignors a cata que eiset coad-
juctores terao de lutarcom innumeraa difficulda-
des, al que providencias sejam dadas pelo po-
der competente ? Ea entendo senhores, que a
commissao nio devia empregar, por assim dizer,
esta surprtsa.
O Sr. Bario de Muribeca:Surpresa nio; mui-
tas vezes jase tem proposto esta suppretsio.
O Sr. Drummond :Em 1858 foi proposta a
tuppreito.
O Sr. Buarque:Eu apoio o pentameolo da
commiasio, mas oio posso dar mea asseotimen-
to ao meio de que ella se servio para ebegar a
seu fim.
O Sr. Bario de Muribeca:Vamos aos meios.
O Sr. Buarque :Eu quizera que ae consignas-
te verba para eate anno, e que se previoisse o
pentamento da astembla os sua prxima lei de
orcameoto ; que fotae esta o ultimo exercicio em
que se decretaase esta despeza, extranha porcer-
to aoa compromissos da provincia.
Um Sr. Dspuiado :abe como ficamos livres
das coogruas dos viganos?
O Sr. Buarque :-Ser muito justo, ter muito bimre,'pemambuc
rasoavel, que esta assiembla exima de seme-
lhante obrigago, mas nio pelo meio proposto.
Sr. presidente, tenho anda outras considera-
res a fazer acerca do projeeto, j com relacio a
despeza provincial, j com referencia as diversas
verbts de receita, onde preteodo iolerpellar an-
da urna vez a .honrada commiisio de orcameoto ;
algumas dellas, porem, aei que vio offerecidas a
casa por um de seus mais illustre membros e
por isso limito-me soque tenho pronunciado,
esperando que a nobre commissao procurar des-
vanecer ioleiramente todas ss duvidat que pe-
tara lobre o meu espirito, certa de que oo terei
opposico a fazer, e nao hesitare! em dar o meu
voto clara e catbegoricameote manifestado nesta
cata em susieotacao de seu projeeto. (Muito
bem),
O Sr. Souza Res:Anda mesmo a respeito
da verba de estrada de ferro?
--------^tfti ara letrada da Potrta da
ucnorawevsj} 6m misero estado de damniflea-
mai.01-* **<* *W O traoeite por alli
MUmjMau perigoso, Uea aio aa eiea.ecdo
qe-aulla exisUm ; e par leas seria de convenien-
cia qpe setxatmade repara-la deade jl, afim
de ssmenseVsjJs&e aiapendio.
A. gaom coaM imbramoa qae o lenco
uoaRemedios pelo
eka-ae ioteiramtn-
onatruldo peloa
ala nao se fes
S*oa lagsrea;
o ramo*
esloen-
oo leen
mdancia, 1*.
baixo, a
alem dis-
algama
diakeiros
REVISTA DIARIA.
Na eleico qae no dia 6 do correle procedeu-
se no terceiro districto eleitoral dests proviocia,
para preeneber a vaga deixada na representado
nacional pela ascencio aoa conselbos da corda
doSr. conselheiro S e Albuquerque obtiveram
votos nos tegulntes collegios os Srs. abaixo de-
signado.
Cabo.
Cooaelbeiro S e Albuquerque. ,
Dezembargador Alvaro Barealbo .
Santo Aotlo.
Dezembargador Alvaro Barbalho .
Vos sabis Cootolheiro S e Albuquerque. .
Eseada.
Dezembargador Alvaro Barbalho .
s-Pormeso.
Deembargador Aiv evBarbaiho ,
Conselbeiro Si e saquerque. .
Dezernbargadt Barbalho ,
Cooslhe: querqoe. ,
Mpilu lacio.
Dexambargador Alvaro Barbalho .
GoimUNin Si Altaquerque, .
55 16 rotos.
43 19 C C
40
26 26 C
18 12 C C
153
de iiltilaaaMBt
CalaM-eaaralral
te eaicagada^ ,
aooet de li
nellao menor reparo
O aterro tem se des
varios sitios dalli tem
que cabem para o meinS
tulhadoa da lizo, tena al
esgoto, e quando sao em maior
rato o aterro, em muiloa MK
bombaa acham-sa obstra
lo terriveis camsle5s.
Avista de tal abandono, ti
providencia, tornar sa-hio io
empregadoa alli, e quando mais U fot maior a
concurrencia, carecer novo trbate, lalvcs
maior capital, e meamo aerao eolia, mais caro
os braco, sendo por Unto de niiaaaiiiiiUi re-
paro porque urge o referido tlerro.
Aa lembraocas que eguidameata tubmet-
temoa a apreciaco da junta adminiatraliv da
Santa Casa da Misericordia deata eidade, noa fo-
ram enviadaa aob o auonymo ; maa itu aaa obe-
la atteodendo-ae ao objecto, que aa mcaana vi-
sara am sua spplicacao pralica, parar que sejam
ella saludadas e adoptada anel.
< As rendas de que dispde s Santa Casa da
Misericordia do Recife, taires a maia rica do im-
perio, me leva a lembrar um objecto, qae ha pou-
co maia oa meooa qualro aonoa, foi aventado pe-
la redaeco da antigaPagine avulsa,urna ea-
aa de maleruidade oo hospital de Pedro II. onde
vio parir as mulheres desvalidas que se' ^-te
oo ultimo estado da gravidez, nio lem \r
em que achem aylo e fssem como ae >*fbra
mulher qua no mz de aetambro de ISBI^Tbocca
da Doile, deu lux urna criaoca na roira do
peixe da freguezia de S. Jos' des| eidade do
Recife.
c Nio porei termo a etts carta
deloogaa que eocootram oa eofer
sejam ser almittidos oodilo hoapila
deloogaa que nos boapitaes-model
corte, por exemplo) a.o sempre
ceodo-me al, que toda a vez qu
arraitar-sa at o porto do ediflciOa^Independen-
te de mais formalidades, deve oelleaer racebido.
E* ido o que se deve prilicar em.UA hospital co-
mo;esle,de que alias teoho boas inrormac.oee.qusn-
lo so servico ioterao.
Pauageiroa do vpor Joguaribt, sabido pa-
ra o porlos do norle :
Agostioho Martina Moreira e um criado, Aga
pito Joae, sos seobora e dous filhos, Joa Ma-
chado Avilla, sus senhora, daaa filhos, ama ir
ma e urna criada, Maooel ibdrigaes Piobeiro,
Joaquim Vleme, Manoel Pelippe Basto, Jos-
Gomes-de Araujo Quiolella, Aolooio Augutio Ro-
drigues Mesquila, Vicente Ake da Coeta e Sil-
va, Joaquim da Cuoba Freir e Julieo Seala
Miguel Gomea Alvea de Lima, Primo Pacheco
Borges, Luiz Aolooio Goocalves), Florentino, ea-
cravo do Dr. Kigueira Cotia, Aolonio Loareoco
de Souza, Miguel Archanjo de Figueiredo, Dr.
Fernando Maranhense da C.nh, Alcibiadea Dra-
con de Albuquerque Lima, Augusjto Grgol, o de-
i fallar aaa
qae de-
e Pedro II,
(como o da
ladas, pare-
ara enfermo
escollado por
[ello, Jos Au-
c
otaca
eidade no
cao do
ico.
dia 5-
Exislei
A aaber
Naeiooaea .
Estrangeiros.
Mulheres; .
Escravos. .
Escravas. .
Total. .
375
S60
32
4
70
9
"75
Alimentados s cusa dos cofres provin-
".............
Movimeolo da enfermara do dia 6.
Jeve baixa :
Mara Damasia da Cooce3o ; intermitiente.
Teve alta :
Luiz Jos da Costa.
Dia 6
Exsliam......375 presos.
150
Eotraram......
Sabiram.......
20
3
Exstera....... 392
A saber:
Nacionaes.....
Estrangeiros ..
Mulbere......
Escravos......
Escravas......
269
38
5
72
8

Total........ 892
Alimentados a cusa dos cofres pro-
"".................................... 148.
Movimento da enfermaria do dia 7.
Tiveram baixa :
Joaquim Luiz da Silva ; ferimenlos.
Joo Gomes Rbeiro ; idem.
Teve alia :
Jos Fraociaco de Moura.
Obi 1 la rio do da 6 de jllho, ho ckmiik-
rio publico :
Mara, Pernambuco, 2 meses, S. Jos ; espas-
mo.
Aooa Joaquina da Costa, Pernambuco, 35 anno
viuva, Becife ; variolts. '
Luiz Antonio, Pernambuco, 26 anuos, solteiro
Boa-Vala ; cancro. *
Francisco Xavier do Soccorro. Peroambuco Si
aonos, cssado, Boa Vista ; intente.
Justina Peroambuco, 18 mezea, Santo Antonio -
deolicio.
Pedro, Pernambuco, 8das, S. Joa;"espasmo.
Marcolioo de Santa Anna, Babia, 19 snnos, sol-
teiro, Boa-Vista ; ferimanlo penetrante.
Aodr Avelino da Costa, Peroambuco 83 anno
catado, Santo Antonio ; hernia estrangulada*^
Sebastiio, frica, 84 anno, lolteiro, Becife : in-
tente ebronica.
8 mezea, Boa-Vista ; con-
vulsoes.
Luiz, Pernambuco, 8 annos, Santo Aolonio: in-
terne.
Jos Dia da Penh. Portuaal. 17 anno,
lo Antonio ; febre amarella.
San-
Mari, Pernambuco, 4 oas. Boa- Vala ; ttano.
Mana Gandida da Cruz, Peroieabueo, 20 anno
caaada, Santo Antouio ; peritonile.
Clara Leopoldina Seabra de Lemoa, Pernambu-
co, 22 aonos, solteira, Santo Antonio ; bron-
chite.
Ricardo Raymundo da Silva Pernambuco, 62 an-
nos ; casado.
Joaquina Margarida de Leta, Pernambuco, 50
annos, viuva, Santo Aolooio; coogetiio ce-
rebral.
Domingos, Pernambuco, 30 annos, Reeife ; ana-
zarca.
-
Pubiicaees a pedido.
Attenco
O abaixo .signado fallarla ae asase agrado de-
ver de todo o homem que pre a honra, ae dei-
xssse de dar am gradecimeolo publico aos mui
dignos membros do merflisiimo lribanaldo.com-
mercio desta proviocia, pela recudi e impar-
cialidade em que e houveram na apreciacio e
julgamento da queatio que pac dote anuos se a-
gitou entre elle e Joaquim da Silva Mouro para,
um ajuate de,cootas ; porqae apezar de ter o me-
retissimo tribunal feito a costumada justas, an-
douella to longo sempre do abaixo aesignado
que aorpreheodea o venerando accordao que
abaixo vai transcripto, e como elle se refere eo-
laudo, publica o meamo abaixo assignado o lau-
do, aira de que o publico sensato, a
pan
aprecie : recebara, Um. maibres do
mereusstmoUribaeal do eommereto cssiaearos
agradeelmentoe do abaixo asstgoado o do taja
sea familia, pela sabia a jaaliaaaima decisa.
proferiram mi deasgraro da jatirfit por Uato
i

.

K




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lempo oegada 5
Jerooymo MolJ
reeonhacimed
finitiu leadla
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arroisa,\BS?eo-
^^eior recfidio e
OiatdaSiha.
pirles-appel-
Ifcer, 0 appel-
eer o theor dos
ana mesmosiu-
eeejuiote acordao
/,
I
1
* tCCOf de ajaste de coalas entre
Jo Joaqun da Silva Mofcrao,
l-Stat dVSHva, reformara a
leda faldas eeeectai a do-
i condeneen e,te na quantia
a m costos, quilroceotoa o
Ella aentenga adoploo por fu-
kaaaifuthM aefaceotas e quareala e
lina aeiscaDtas a qaarebta e nove de
i Gomal Jnior, e do desempatador
FerfiraVd Costa, mas eales lau-
: exagerados a / bero fundados na
Ml<, sen contrario o mais
ao merecim .aaaa, o que aa l
seisceutas e jarebti esete doarbitIa-
loJ Jas Jecooyaio afonteiro; por lanto daiat-
indtdos aquellas, iw'gam o lado singalar deslo
laio como mal.'uodado, a merecedor de ado-
PHar-en emesia maneirs reformada a aen lenca
fT04^1" ? ?e,lao'0 Mourio a pagar ao appel-
lafc-Jhaa da Silra .a quantia de cinco conloa
itt oentos e quareoU e dous mil dutenlos e
eela rit, e as cuitas.
Recite 7 de Novembro de 1861 Souza pre-
sidente Villares. Foi vol vencido o Sr.
BM8o?*rg4,10r Mo"8, ~~ Vil,- Lemos.
*' Segundo accordlo.
. A*f \* em "HMinal :Que sem embargo
dos U lhas, que nao retaoem por aua ma-
teria,* tos, maodam que o aecordio embar-
cado BA alia ; pagas as cuates pelo embar-
gante.
Recite. 23 de malo de 1862.Soaza, presi-
dente.Villares.Motta vencido em parte.
S mais nada se coatinba e ero e declarava
em ditos accordios que eu escnvio no principio
declarado e abaixo assigosdo tiz extrahir por
certidao dos proprioa origioaes, aos quaes tan
reporto, aeodo alia a preinle que vai sem eou-
aa que duvila faga, conferida concertada, subs"-
cripta e assignada na forma do estylo nesta cida-
de atof-icife, capital da provincia de Pernaal-
buco, aoi 3 de junho de 1862. Quadragesimo
primeiro da independencia do imperio do Bra-
''--Subir >vi e aiafgoo em f de verdade.
Guilberm Albuquerque Marlins Pereira.
Lida .e Jos Jernimo Hooteiro.
O perito Anteado por parte de Jos Dias da
Sitva.para ajuste d cootas entre este e Joaquim
do Silva Mourao offerece a seguate demoostra-
co samo meio mais equitativo de orgaoisar a
coUfes treosacgoes que se referem ao baliogo
.presentado a t. 533. asaignsdo por Joaquim
.i'f.f*,?a Moaro, fechado em 15 desetembro de
18*6.
Tomnd j por basa o referido balates para o
ajusta de cotas entre Jos Dias da Silva a Joa-
quim da Silva Mourao o perito foi legado pelas
seguintos coniideracoei:
1*. Que o balaneo de uso eslabelecimento
qaalquer coolem em reaumo ludo quanto se a-
eaiabeleclmeoto.
S. fia sendo eile bataneo apreseotado e as-
sigoedo por Mourao, e por este declarado exacto
em jufjp, ,e nao lendo sido contestado por ne-
nnum de lajas credores. toraa-se na documento
irnuspsito a ambas aa parte.
3". Que eppirece a lis. 40 dos autos a deca-
rigi de' ajourao, de serim encas todas ai
somatas que deve, e comtam do seu passivo, of-
ferecendo En mesan occasio para pagamento de
seui credo/es o que coosta no mesmo bataneo
do activo. I
Toman Jo em a de vi la consideragao o que ti-
ca expendido, O perito nomeado por parte de Jos
Dias da Silva, emende que as coritas entre este e
Joaquim da Silva Mourao se devem ajustar do
modo seguale:
Jos D ai da Silva deve a Joaquim da Silva
Mourao :
Importe das ferragens de que lo-
mou como consta do bataneo
a...........21:849^303
Dind.i activat que tomn para
cobrar por cnota"doa credoresde
Mourao w;5Maooo meno att-
^ vida fe Moaro e Ltges por nao
serem realisavsis e pertencer a
importancia das mesmis o debi-
to de ganhos e perJas ....
OItlflMlOOO# ta> TEflCi niita\'l|| JLl
ii tnerc
a Antonio. A. de Souia
da
120
e 15 bal
seca.
40
2aixss pedras,
ViannaiC.
100 saccoa semea
alar,
pipes vinagre ; a Cunha & Irmio.
W barncu cevafe ; a Jos Marcelino
Rus.
2 caizas rinho; a Joio Frederico da Abreu
Reg:
3 ditas dito ; a Viaenle Ferreira da Costa.
2 caixas ervas, 1 pacote peneiras, 1 barrica
vndalo, 2 caixas drogas, 1 dita oleo de alfaze-
ms, 20 saceos rolhsi; a Jos Baptisra da Fonsecs
Jnior.
1 caixa am fogio de ferro : a Joaquim Pereira
Arantes.
4 birria vinho ; a J. Lacio Marques.
1 caixa oleo de amendoa, 1 dita dito de Rici-
no ; a Polycarpo Jos Laime.
30 sarria prezuotos, 1 caixa vinho; a Antonia
Ramos.
1 caixi qaadros ; a P. J. Oliveira;
1 bsb mapa, 1 ceixioha paioa; a Garvalho
Nogueira & C.
1 caixa imagens; a E. Praocisco Tavare.
100 caixas batatas ; a Haooel Joaquim Ramos
e Silva & Genro.
50 caixaa ablas. 100 ditas batatas ; a C. J.
Alves Guimiries & C.
Exporta 9&0
do dia 5 de jufho.
Brigue inglet B/oc*Prnci, para Manaille, car-
regaram:
Tisset freres, 500 saceos com 2,500 arrobas da
assucar.
Barca iogleza Cora, para o Gmal, carre-
garam : N
Johnston Paler & C, 400 liceos com 2,000 ar-
robas do assucar.
Barca f/aoceza Aitle, para o Havre, carre-
gsram :
Tisiet Frres, 1.500 couros salgados verdes
com 78,387 libras.
Hecbedorfa de rendas Internas
gernes de Pernanibaeo.
Reodimento do dia 1 a 5 5:728365
dem da dia 7......; l:2t7#474
'a bocea do
6:955g839
Coosmlado provincial.
Riodimanto do dia 1 a 5
Idam do dia 7 ,
S6:254|i6t
7.093*683
33:37ij945
Movimenta do porto.
Navios tahidoi no dia 7.
AssPatacho naciooal Emulafo, capitio Ao-
tonio Gomes Pereira ; em lastro.
Portos do NorteVapor naciooal Jaguarib, cota-
mandante Lobato.
&UUtft.
'Escravos/ movis, etc., cODtintes
do bsVaoco .........
Coacoaaio que Jus Dias da Silva
/az\a Mourio "dg aba limen lo que
receten de aeua credores de 60
por eeto sobra a somma de ris
33 43811674 de dividas que se oo-
brigou ja pagar.......
Rea (......; .
Joaquian da Silva Mourao deve a
JosDiaidaJSilva :
Saldo fe na coota conforme o bs-
iaaco que apreseotou os seos cre-
dores fechado em 15 de dezembro
de 1846 i fls. 533......
Dividas pas/sivas -de Mourao con-
forme o referido balango, ai quaes
Jos/Das da Silva se obrigou a
pagar por elle (documento fls 50)
do/iasento dos autos.....
13:366*94.1
40:1579000
2:0653000
20:0933144
eia do armacem
ento C a L;
n.'l do caes
84 164*457
52:752*740
33:488*674
3:365*250
89:606*664
i a .favor de Jos Dias da
Iva .....;... 5-442g207
mamoneo, 21 de letembro de 1855.Re-
i?co forres Bandeira.Somero cento e ses-
nove treentos e viole.Pagou trezentos
ftfb.
ife, 22 de setembro de 1859.Carvalho.
a.
......
COMMlCiO:
O Ulan. Sr. inspector da tbesourarii manda
fazer publico que do dia 9 do crrante em dian-
te Daga-se na mesma thesouraria o jaros das
apolices da divida provincial, vencidas oo ultimo
de j'unbo prximo Ando, aasim como aa apolices
da 1. serie da mesma divida. E para constar se
mandou publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 7 de julho de 1861.O eecretario,
* d'AonvDciacio.
iorneH?.rd!,Ddo lilm- Sr- ""Pector declaro
que oo dia 8 do correte, depois de meio dia,
na prema de Brito & Joi Lu. aero levadaa
basta publica, hvre de qualquerdireito.duas sac-
cas com algodao em mo estado, viadas de Piao-
c, provincia da Parahiba, e perleocentes a Jos
Manoel de Souza.
Alfandega de Pernambuco 5 de julho de 1862.
O 2.* eicripturario,
Maximiano F. P. Dairte.
Fculdade de Direito.
De ordem do Exm. Sr. oonselheiro director
interino ae faz publico qoe em Coogregaco de 7
do passado foram habilitados para o prximo
coocarso os caadidatoi inscriptos, Drs Francisco
de Pauls Sales, Jos Liberato Barroso e Antonio
de Vsacoiicello Menezes do rtrummnnd.
Sacretarta da Faculdade de Direito 4 de junho
1862.O lecretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
de
tJeeitracfl
/*
raija do Recife 7 d
julho de 1862.
4\ualro Yioraa da tarde.
oUces da junta de corretores.
Cambio.
|re Londres 90 d(v. 26 d. por 1*000.
\J. da Cruz Macedopresidente.
John Gatissecretario.
I tandeara.
Randlmanta do dia 1 a i .
idam dacd1s 7......
63 557*981
17.431*953
80:989*934
oriniento da alfanaega.
ValmaBtradoi omtazandaa..
< W om ganaros..
v
llamas sahldoi

om (azandai..
om feneros..
4(1
4S7
Baaaarrag.nj na dia 8 fe jalho.
brigue portnguezSoberanomercadorias.
Brigu porleguezAeaaliaio reato.
Brigua porteguezJovsm Amoliaaai.
Brigue ingleStepbu Satabidam.
Brigue portugoet Sobm-ano, v:ndo de Lisboa,
ceosignafe a ttaumaz de Aquino Fonsaca Ju-
ior. aaaaaataxi guiarte:
10 pipaa taba; a Palmeira Bettrao.
1 barni tro; a Manoot Bosrte Rodrigues.
25 aaccos trelo* C- ?* Wiison.
2 caixas eaJ^I barricas alpiste.
4 caixa massa h fjae vinagre, 20
barril aceite doce, jSO diK ^^L 86 socos
eijo, 20 ditoi grao,3 atoa t-, .-...
lea alfszema, 8 barrieaao Ocaixaa cera ; a Frao-
fiacn 5aTtHT*rr iihatfeii s*Hhi
100 atril I, i atate bsrricaa vlesgre,
447 podran, JJf eeaUsiela, 2 etasa e birria
30 caxia velajj; ae
* Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribanal do commercio desta
provincia sao chamados os abaixo declarados,
afm de satisfazerem oque dsvem meama,
receberem os seas papis que se acham promp-
los z
Joaquim da Silva Coalho, sua carta de matricula
de commerciaote.
Joaquim Ferreira de Araujo Guimaraei e Manoel
Francisco de Azevedo, distrato desociedade.
Epiphanio de Souza Leao e Agostioho Ferreira
Jnior, contrito desociedade.
Ricardo Carduff e Jos Pinto Riheiro, contrato de
sociedade.
Manoel Rodrigues Costa Magalhes e Joaquim
de Souza Jtsefel, distrato da sociedade.
Andr Jos Dias Pereirs, escriptura de venda.
Miguel Jos Barbosi Gutmaraes e Jos de Almei-
da Nunei Lima, contrato de sociedade.
Roitron Rooker.& C procuracio.
Wild l JuSt, procuracio.
Francisco Jos Pereira Borges, procura^o.
Samnel Poare'r Johnston & C. carlidao.
Joao da Silva Ferreira, certidao.
Luiz Jos Marques, certidio.
Victorino Jos de Souza Travanoi e Manoel Jos
da Silva Marques, distrito de sociedade.
Secretaria, 7 de julho de 186S.
O official-maior,
julio Uuimaraes.
Pela mesma secretaria se declara tambem que
esto eito paraoas por ftta de preparos as se-
guintes appellag?s :
Appellsnte, Antonio Francisco Chaves ; ap-
pellado, Mareellioo de Sillos Crrela.
Appellantes, Guimaries & Irmo ; appellados,
os curadores scaes da massa fallida de Siqueira
& Pereira. ^
Appellante, Manoel Luiz Geocalvea ; appelle-
do, Joao Francisco da Silva Novaea.
AppelltDte, Joo AuroiIo de Vasconeelloi Lei-
lao ; appellado. Manoel Antonio Suporto.
Appetlante, Joaquim. Rodrigues Tavares de
Mello ; ppellado, Manoel Ferreira Garrido.
Appellaofe, Jote.Marlins Alves da Cruz ; ap-
pellado, Jos Antonio Connives Piras.
Appellante, Manoel Jas Leie ; appellado. Jo-
te Franciico'de Reg Barros Jnior.
Appallaote, Jas Francisco Piolo Gaimaraea ;
appellado, Gabriel Soares Raposo fe Cmara,
como administrador de aua mulber e tutor Oe
aeus iotiados.
Appellante, Manoel Jos Msrtins fe Corredoa-
ra ; appellado, Antonio Pacico Simei fe
Amaral.
Appallaote. Antonio Aooas Jacome Pires ; ap-
pellado, o lente coronel Joao de S Cavalcan-
ti de Albuquerqae.
Appallaote, Miguel Ferreira de Mello e Uraula
Maria daa Virgens; appellade, Franeieee Ferrei-
ra de Mello.
Appellante, Bernardo Antonio fe Miraoda i
appellado, o padre Jos dos Santoa Fragoso.
Appellante, Jos Antonio Pereira ; appeUede,
JoXo Ferreira doi Sanios.
Revtata.
Recorrerte, Ignacio Ribeiro Chaves ; reeerrt*
fes. os admQlstradores da masas lanlflfta'eA.
8. Levy.
O secretario,
Julio Gutmires.
Por asts aebdalegacia do ].* diateicto fes
Afogidoi as fax publico, que se acoa depositado
m carillo castanh preto que foi remetudo palo
inspector de quarteirao do Barro, por ter sido en-
contrado osa lavoetaa de Cosme Peasoa fe Aran-
jo ; stim como ai om de carro
qaem ae jutgar
aa utais marcados para a cobran
do 2.* aeawetre do auno
dosimpostoa da lacinia..
i" f'fezias deau cidada a
- ni 5? re CODMao aguardante^
oOpraeTire a renda dos neos de rais perleocentes
a corporaefes de mi mora, flodam-ae no dia 8
do crranla, e qve fleam aujeiios a" malla de 3
OjO os que pagareis depois deus preso.
Meia do coeiulado provincial do Pernambuco
1.* de Julho de 186J.-0 chefe da 2.*aeccao,
. Francisco Ferreira Marlins Ribeiro.
Quiote faira 10 do correpte depoia da au-
dtencl* do Sr. Dr. joix doa fetlos da azenda, ii
10 noraa do dia irao i pra;a por venda, a quem
mais der as propriedades leguintei:
Orna casa terrea sita na Ilha do" Remedio n.
21, junto i do visconde de Suanuna com 30 pal-
mos de frente e 61 de fundo, em solo ptoprio,
sem bemfeitorias, avallada por 3:000|, a qual foi
penhorada por execugo da fazenda provincial
contra Joo Baptista Soares, e boje pertencenti
ao mesmo visconde.
A casa terrea no Poqo da Pjmella. n. 75, lindo
25 palmos de frente e 52 1|2 de fundo, com 2
il' 2 4O0|, penhorada por exececio da mesma fazen-
da contra a viera e berdeiros de Miguel Francis-
co Gomes.
A casa terrea ns rea do Bemgosto, n. 21, nos
Afosados, com 21 palmos da frente e 30 de fun-
do, 2 talas, 1 quarto e quintal em aberto, em
estsdo de ruina, avaliada por 50J, penhorada
-por execucio da mesma fazenda contra Pedro
Diss de Asis.
A casa de sobrado fe om andar e sota o, sita
na ra daa Lsrangeiraa n. 2, com 25 palmos de
frente e 70 pouco mais ou menos de fundo, com
2 sals, 3 uuartos e no sotao urna sala, um
querlo grande, 2 cubculos e cosioha, tedo a lo-
*. 5.-tJ00*, penhorada por execucio da mesma fa-
zenda contra Claudio Dubeux, como fiador de
Francisco Civalcanlide Albequerqaa.
A casa terrea tu ra do Guadalupe n. 6, len-
do 36 palmos de frente e 61 de fundo, com 2 sa-
lsa de frente e urna alrsz, 3 quarios, quintal em
aberto. em mo estado, tendo o oiloes de taina
avahada por 50*. penhorada aos herdeirot d
Ignacio de Loyolla Calado.
A otaria ni ra de S. Miguel, freguezia dos
rogados, n. 6, de.bots dimenses, bm edifi-
cada, com aeus pertencea e forno competente.
em cbios foreiros, avallada em 2:000*. ponho-
rada a Jos Buarque de Macedo por Manoel de
Souza Jardim.
A casa terrea na estrada Nova, c. 34, de lij-
lo, com 17palmoa de frente e 34 de fundo, cosi -
nha dentro, quintal em aberto, em chaos foreiros,
avalieda em 4005, penhorada a viuva de Manoel
Francisco da Silva.
O sobrado de dous andares e soto na roa do
Sol, d. 29, com 2 salas e 4 quartos no primeiro
e segunda andar, cosioha fora e no solio, pe-
queo qutotal murado com portio para a ra
daa Flores, tendo 33 1(2 palmos de frente e 96
1|2 de fundo, avaliado em 14:000*. penhorado a
Joaquim Civalcanll de Albuquerque, como fia-
dor da Francisco Civalcanli de Albuquerque.
A casa terrea na Cipunga n. 61 (hoje n. i},
lando 20 palmos de frente e 33 de fundo, em
meo estado, avaliada em 100g. penhorada a Ma-
noel Camello Pessoa por Ivo Correa do Nasci-
cimentn.
Recife 5 de julho de 1862.O solicitador da
fazenda provincial, Joao Firmino Correa de
Araujo.
Obras publicas.
Ponte de S. Joao ou Ga-
morim.
O director fes obras publicas competentemen-
le auioriado pelo Exm. Sr. presidenle da pro-
vincia, faz publico que os desenhos e orgameoto*
para urna ponte de ferro qua se ha de conslrair
sobre o rio Capibaribe, oa estrada de Pao d'Alho,
certo doi eogenhos de S. Joio e Cemorim, de
conformidade com o 5. art. 13 da le do orr;a-
meoto_ vigente o. 544, ae acham patentes ns re-
partisao desobrai publicas, onde serio ministra-
das todas as informarles oiceitarias aos que pre-
tenderen] contratar a conttrucQio detsa obra.
As propostaa para a construccao desia ponte
deverio ser remetttdas em carta fechada ao mes-
mo Exm. Sr. presidente ; declarando se no so-
bre -escr i po : proposta para a ponte feS. Joio
Essaa propoitas serio recebidat tmenla at o dia
21 do crrante mez e iberias no. dia 22. ao pala-
cio do governo, em pceseoca doa propooenles,
que all deverio comparecer al a 1 hora da tar-
de do mesmo dia.
O governo nao ae obrigs a aceitar a proposta
maia baixa em preso, se tambem oo ipresentar
todaa as garantas necetsarias i boa eiecacao da
obra, alem de atgumas outrascondigoes que lhe
tejam favoraveis.
Direclotia das obras publicas 4 de julho de
1861.O director, W. Marlioeau.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que a obra da bomba do riacho Chacn na ra-
miQcago da estrada de Muribeca foi transferida
dar o da 10 do correte.
Secretaria da thesouraria provincial de Per
nambuco3 de julbo'de 1862.
O secretario,
A. F. da Anuanciagao.
_ Pela secrelaa da cmara municipal desta
cidade si faz publico ae conlinuam em pra;a
no paQo da mesma cmara no dia 7 do crrante
os alugneres dss tojas ns. 4, 18,20. 22, 2*. 26,
28, 30 e 40 da praca da Independencia que fica -
ram por arrematar. Secralaria da ornara mu-
nicipal do Recife \* de julho de 18620 offf*-
cial msior sen-vindo de secretario, Francisco Ca-
nuto da Boeaviagem
THEA.TRO
DE
anta Isabel
COMPAMUA LYRICi
DE
(aaf ta-feira, 9 de julho de 1862.
15.a Recita da a asignatura.
Repete-se a MUITO APPLAUDIDA OPERA de
Donizetti
Co
Be erfeo w lirrsaslIBHInOaO con
salado prorB 4>e tt frita
Os bilhetes
culo.
Principiar s 8 horas,
eolio i randa no dia do espeas-
..iTifos mariiimo.
Lisboa.
Pretendeaja*lr coa ledi ^ brevidede o brigoe
portugqez aBebtrino f*r ter mais de meia car-
ga prompta: ara o relo da carga e psssaaairoa
trala-ae corito consignatarioTbomaz da Aaain
Fonseca Jaoior, na travesa da Madre da Dos a.
7, primeiro andar, ou com o capilao Antonio A*
gottinbo de Almaidt, na praca.
Baha.
O hiate cSanla Rita segu Restes diss: pira
reslo da carga qae lhe Talle, (nta-ie com Caeta-
C. M. & C. no lailo do Corpa
->: ________:_____t
Sanio n. 23.
. -
ftiodeliHro.
O brlgae brssileiro Deoiua
g* atareroa a treta jen aT
travarcoj
&,lerglipi||H|
COMPttNHlA PERNAMBCANA
rxa vega cao costeira a vapor.
Parabiba.Rio-Grande doNorte.'Macau,
Ararat}', Cear, Acaracu* e Granja.
O vapor lguara$$. commandanle Viaona,
aabiri para ot portos do norte al a Granja no
da 21 do correnta 4a 5 horas da tarde.
Recebe carg at o dia 21 ao meio dia ; en-
commendaa, paepageiroe a dinheiro a* frote al o
da da lahida as 2 horas : escriolorio oo Forte
do Mallos n. 1.
JQik
COMPANHA BRAS1LF1RA
_____ DE
E' esperado dos portos do sul at o dis 14 do
correte um dos vspores ds companhia, o qual
depois da demora do -crtame seguir para os
porioa do norte.
Desde j recebem-ae paasagelros a engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual deva-
ri ser embarcada oo dia de aua chegada, en-
commeodat e dinheiro a frele at o dra da sahi-
da aa 2 horaa: agencia roa da Cruz n. 1 ee-
criptorlo do Antonio Luiz fe Oliveira Azevedo
& C.
COMPANHIA BRASILEiRA
DE
Ate o da 17 do crrante, esperado doi
portos do norte o vapor Oyapock, eommandan-
|e o prioaelro tenante Antonio Marcelino Pontea
Ribeiro, o qual depois da demora do cosame
seguir para os portos do aul.
Desde j reebem-se passageiroa, a engaja-ae
a carga que o vapor poder oonduiir, t qual de-
vera ser embarcada no dia de sua chegada,dinhei-
ro a frele e encommondae at o dia da sahida s
2 horas da tarda : agencia ra da Cruz n. 1, es-
eriplorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
Rio de Janeiro
O brigue brssileiro Alfredo segu at 15 do
correte para o Rio de Janeiro por ter a bordo
seu carregamanto: para o resto e escravos, tra-
ta-se com os consignatarios Marques, Barroi
Para Lisboa.
Tem de aihir com muita brevidafe o lugre por-
tugus eJulio, de laperior marcha, tem a maior
parte de sua carga comprada, e para o reato da
mesma e passagsiros, a quem offerece oa malho-
res commodos, trata-secom o consignatario Tho-
mazde^quino Fonsics, na ras do Vigario n. 19,
p,iT!aP ."odr. u o o cjpilio o Sr. hraccia-
BB'Dio MeireUet, na praca.
Ilha de S. Miguel.
Para a Ilha de, S. Miguel, segu com muita
brevidade o patacho portuguez Lima de primeirs
marchs, tem doui tercos do sea cartegameoto
prompto e para O reato da carga, e paiaagtiros :
trala-se com os seus consignatarios Joao do Reg
Lima i Irmio : ns ra da Cruz n. 38.
Para b
Rio-Grande do Sul
com escala pelo Rio de Janeiro
segair com toda a brevidade o brigua naciooal
Mrquez de Olinda, de primeira marcha, tem
jS prompta a maior pafte de seu earregaraento:
para o restante trala-se com Manoel Ignacio'
de Oliveira & Filho, no largo da^Corpo-Santo
o. 19.
io de Janeiro
Pretende sguir com muita brevidade para o
Rio de Janeiro o veleiro e bere conbecido brigue
naciooal cAlmiraote, leu parte de seu earrega-
raento prompto ; para o resto que Iba falta, ira-
ta-se com os seusconsignalarios Antonio Luiz da
Oliveira Azevedo, no seu eacriptorio ra da Cruz
numero 1.

Para Maranhao e Para.
pretende seguir com muila brevidade o veleiro e
bem conhecido patacho nacional oEmulacio, ca-
pitio ADtoaio Gomes Pereira, tem parte de aaa
carregamento prompto ; para o resto que lhe fal-
ta, trata-se com oa aeua coc-iigoatarioe Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C. no seu escrintorio
rui da Cruz o. 1.
lu^ie*.
LILAO
Q11* 1 fei*a 9 do cor rente
"u -o Pinto far leilio a requerimento do
testameoteiro e inventariante dos bens deixados
por fallecimento de Ponciano Lourengo da Silra
e por despacho do Sr. jolz municipal da segun-
ds vara, di armacio, balcao, charutos, ftmo.e
mais utencilios da fabrica de charutos da roa de
Hortas n. 1 (piteo do Carmo], assim como as di-
vidas activas perleocentes ao mesmo fallecido, aa
11 horas do dis cima meuciouado. na referid
fabrica.
LEILAO
DO
Deposito ja ra estrella
do Rosario,
Quita-feira 10 do crrante.
Canetde Alberto 8*i* da Motta farl leilio
por omita a rwco da quem pertencer e para B-
qeidtcao de toioa o* gnneros etisteoteine aaaa-
mo deposito conitaodo de diversos vienes g-
nateos s neraore* que no viado a este nwr-
aaade.eoftT., ejam : rain ha Victeria, doqne
Parte deanada 4815, maree JJ|F. Porto, mu-
cateldfSilubal. Carcavellos, Bordeaux, Selt
.Ipttrz, ITaTBlO Si socios, Waelra Secta,
r V etc., -
LEILAO
M
Urna c^sa terrea
-Terca fetra 15 do corrente.
O agente Pinto far leilio ia 11 horas do di*
cima mencionado de urna cata terrea aita na
ra do Socego, freguexia da Boa-Viala, com 40
palmos de frente-e 150 de fundo, com quintal a
cacimba, podendo-ae dividir em duaa casas para
o que Ja tem 2 corredores e t cosinhas faltando
apeona parada de divUSo.
O leilio aeri effecluado na ra da Cadaia n. 9,
ondead encontrar as chavea de referida casa,
e se dar qualquer informacao.
Avisos
------*--------------
Pede-aeaoSr. Antonio da Csatro Moreirs,
quelra ir a ra de Hortas n. 1, buscar 36 picas de
ronps que dea pira lavar e engommar desdo i
de junho de 1861. do contrario serio vendidas
pira pagamento datle trabalho.
Precisase Oe um prelo que taiba ozinhar
o diario de urna casa de familia : na raa da Ca-
deia do Recife n. 5i, tArceiro andar.
Arrenda-se no tino da Ilha, junto ao Ca-
changi, ums casa de padra a cal qae fica a mar-
gm do rio Capibaribe, aasim como terrenos suf-
flcientes para plantarles de capim e outris la-
vouras, podeodo ter' tambem vaccas de leite :
quem pretender dirija-se a ra dos Pires n. 33,
que achara com quem tratar.
Germano Zebbauer, Parbeta Brack^khaeser
retlrim-se para fora da provincia.
Islrucco primaria.
Urna pessoa assas habilitada as materias de
ostruc$ao primaria, pretende dispor do lempo
qae lh resta daa 3 hons da* tarde em diante,
para 1 accionar a alguna meninos por cisas p-r-
fenla es. O que te quizerem atilisu do ssu
presumo dirijam-se a secretaria da ioilrucgio
publica, qae se lh inticar a pesaoa.
O abaixo assignado faz
sciente a quem possa inte-
ressar. que comprou ao Sr.
Bentp Alves, sua taberna sita
no Varadouro da cidade de
Olinda, por consentmeuto
dos credores da referida ta-
berna, e se alguem se julgar
com direito a qualquer re-
clauaco annuucie por este
jornal no prazo de 3 dias a
contar da data deste. Recife
5 de julho de 1862.Manoel
Carpnteiro da Silva.
Aluga-aea eaaa ierra da ra Imperial n.
99, defronte do vieiro, eom bastantes commo-
doa para familia :a tratar na ra da Palma o.7.
Atso ios consumidores de
gaz.
A compaobia do gaz aendo informada qae al-
guna consumidores da gaz se tem queixado de
ama luz insuficiente em mas casas e que estas
qaelzis nlo chegam ao seu conhecimento. por
isto pedo aoa meamos queiram dar parto do
qualquer taita que houver no armazem raa do
Imperador o... que ser prompiamenta reme-
diada.
Amassadores.
Precisam-te dedout amassadores: na padaria
da ra estreita doRoiatio n. 16, de M. A. de
leaos.
Thome Francisco da Costa e sua senhora
retiram-se para a Eurooa a tratar de sua esude.
Offerece-se urna cnaa para cuidar
verno da casa oa tratas de criaa;as : na
Sebo n. 35.
no go-
rua do
Precisa-se
de em bom amassador, eque enteodade foroesr,
para urna padaria distante da prsga 5 legoas ; pa-
ga-se nem se o servio egradatva tratar ero
caaa da Tasso Irmioa. ra do Amorim n. 35.
Aviso.
Gama & Silva, donas da loja denominada do
Pavao, na ra da Icperatriz n. 60. avisara a seas
devedoresa virem pagar seus dbitos ateo dia
15 da julho de 1862, e os que at essa data nio
vierem pagar, serio seus dbitos entregues a am
procarador para oa rnceber judicialmente. Re-
cife 28 de junho de 1862.
Muta,
m
Alvaro & Magalbies mudiram o seu
estabelecimeoto da roa da Cadeia n. 53,
para a ra do Crespo n. SO B, ao'.iga e
bom coobecida loja de fazendas oulr'ors
pertencente a Adriano & Castro.
Aluga-se.
Esiste por alugar urna pequea casa com deas
talas e quarto sita -margena do rio ao oorle da
fabrica do gas ; praco de 10{l rs. bem como urna
meii-tgua para homem solteiro de f^f/OO: a tra-
tar no .obrado sito no mesmo lugar.
Jos Domingues do Carmo e
Silva,ciiieiro deHotts e Irmaos, declara quenada
deve i pistos alguma, e nem tem negocio na lo-
ja da roa Nova o. 47. pois niocottuma cootrabir
dbitos pelas lojas, so se o annuncio se entender
com outro de igual nome.
la, eicovas, vassourss e mailos outras ebjecios
que s com avista ; assim como 1 cofre prova de
fogo, eapelbot, caderlss^oieits ele. ; quinta fak.
ra 10 dor crrante pelal 10 horas da HaobJ
hora a que peda o agenta aoa Srs. compradores
qae comparecam pois qaa tejo muito que ven-
der para acabar cedo : ra- estreita do Rosario
n. 11.
ra-se
eioda Mangabeira, confronte ao jardim bota-
lV0"'1'"' eom B0,B "*fdo> 8 laiea
bn.a.T,.8-qU,r,0,"''-de **'" W* *"'-
om arvoredosda r.cto. mingabeinsa aangoei-
1 .Pl"ri0' 't-oefircom fanhiTolart
'.I ? P"l6'ler-dlri'%-^ raa dotPts-
cadoras n. 7. padaria, am S. Joi
cei. VlCeD'6 PU,la sub,,fo~lo. v.i M>-
Precise-a* ae traaOores qe aejamaoa-
bom recommendados, pera s obraa da runin-ttn
fe?ro.* oa rus da Aurora n 8.
O abano aeslgriauo Oeclara ffOs IDuuilioo
dos predios da Sr. D. Miria dotkrmo Nuoe
Ferreira, que na qualidede de procurador da-
mesma senhora, est sutorisado a reeeber ores-
pacltvos aUgueit. Hecife 1 de julbe de t862.
^^^^^^^ Angelo Cuttodio dos>SOt0J.
-----------------------------J--s------------------
Do teguado andar d cata n. 67
da ra Nova, fugio um papagaio par
o lado da ra das Flores, levando rir>
pe parte da corrente de lat5o que o se-
biya na gaiola, allador, chama
peli^Bome de Rosa, Alvaro etc. : a pe*-
soa quVo agarrou q lerendo rettitui-Io-
favor aMmdft-lo levar a casa a ama
que se gratificara' com 1G#, e a mesma
grattcaco seNdjra' a quem descobm-
a casa em que ei^Le&teja.
S| M6m9i0SIR5SkS
i Dentista de^ris.
15Ra Nova
Frederico Gautiar, cirurgiao dentiha
fas todas as oparaces deeuaarte a e co-
lees denlas artificiaos, tudcafem -adeln
tt rioridade e perdio qua4t%e8soas-,en
S tendidas lhe reconhecenfr
Tem agua e pos dantificios, etc.
INMftgtKfin ^^^HSMMSSNK
Preciia-se de urna criada qae taiba engom-
mar e comprar para caa de urna moca soltairs r
qaem se prestar, dirija-se a rus das Larangeiras
5, primeiro andar.
n.
Quem precisar de fettor para tillo,
oa ra dasTnncheiras n. 16. loja.
procura
r.st jutla e contratada a taberna da ra do
Ltvramenlo n. 38 : quem te julgar com direito a
ella, dirija-- a metma rasa n. 38 A.
Pede se ao Sr. Vicente B>rcellar o favor do
apparecer na ra de Bortat n. 24, primeiro an-
der, a negocio.
Attenco
Vende-se, per&ula-ae, ou se faz qualquer ou-
tro negocio por parte de am eogenho distante S
legoas desta prega, que offerece vanlagens para
urna pessoa opulenta desta prega qae deseje m-
gocia-li ; atsim como tambem sa faz negocia
por urna letra resultante de arrendamentoe d
meama parte : quem ae julgar com diaposigao.
declare por este Diario para o Dm supra. tus mo-
rada.
Aluga-se um moleque de 12 a 14 anona-
qaem qaizer, ns ra do Sol n. 31.
Alaga-ae o sobrado de um andar a aolio n*
rua Velha n 92, que fez qaina para o paleo dav
Saota Cruz, a no totio leni 4 quartoa a 3 jaoel-
las para o nascente e poeote, lem quintal e ca-
cimba : quem o pretender, dirija-ae a ra Dirai-
ts n. 19, primeiro andar.
H.dmI Icrr-ira da Sil.
retirar-te para Eampa ato
T.rroeo, ioodud>
. 13 ao correte merw
julge oada dever nesta preg, caso haja alguma
coma queiram fazer o obtequio de lhe apresr**r
nestes 6 dies, na caai de sua residencia na roa
de Apollo n. 35, que estando conforme se'i*
Pg______________________________^_
O Sr. L. L. L. L.
da Senzala Nova n. 3.
qjeira oppa/ecer no n
Um homem diiposlo para loJo aerviro otBBw
rece-se para irsbalhar em alguma refinacao -
quem pretender, dirija-se a ra Di ra la n tat
deposito. ^m'
- James Qlirer vai ao Rio de Janeiro.
Ra da Senzala Nora
n. 56,
asa de pasto, fornece se coraederiee para fora
com asseio e promplidao, por precos ratoaveio"
assim como haveri mi da v.cca ais domingo*
e dias tantos, das 2 horas em diante.
Ama de leite
Offareee se urna senhora capaz tem Glho para
ama de leite ; quem pretender, dirija-se a raa
Direita n. 18. primeiro andar.
Aluga-se um sobrado.da um andar e soio-
na rea do Senhor Bom Jess das Croulaa o. 35
e ama cssa oova na Capanga, ra des Crioolaanl
19 : a tratar na raa das Cruzes com Bernardina
Jos Leilio.
Vtnda-se usa avallo race cosa todos os se-
dares, osito gordo e aera achaques, proprio pa-
ra sella ou carro nalargo do Paraizo n. 8, se-
gando andar.
Aluga-se a tala dr freole do primeiro an-
dar do sobrsdo da ra da Cadeia n. 3t, multo,
propria para escriplorio de alguma casa commar-
cial : a tretar na meama ra, scriaxorio n 12
Aluga-se a casa terrea
junto ao sobrado, com esleio mais pequeo que
sobrado, macom ee mesmas qualidades de fra-c-
to qua o do sobrado, sendo a osa da vlreod*
com aala de frente, dita de jantar, 4 quartoa, co-
rintia, com coaamodoe para grande familia : *
tralar na ra dos Pescadores n. 7, padaria por Oe-
traz da S. Jte.
(Juam precisar de um foroeiro. dirija-ae a
ra Direita n. 60, depoiito. Prefere-se (ora da
praca.
Offerece-ae
nho ou CMieiro :
um rapaz para faitear da enga-
a re Deleita n. 60. deposito..
Precisa-se de um ceiz-iro da
para taberna : no pateo do Terco
10 a 12 anaea
n. 1.
O Sr. Antonio Eugenio oa Footeee, eubdiu>
porlaguez, casado no Ceari, lem na raa de Quei-
raado n. 38. urna carta que muiti lhe intereeaa.
Offerece-se ama mulher para cata de fami-
lia Oa para casa de homem solteiro, par* eoiiormt-
e faer o mais aervico de casa : quem do sota
proalimo qaizer ulilisar-ae, diriji-se ao Hospicio
esea a. 6.
- Francisca Jos Cuaeiro, subdito portuguez.
retira-separa fora do imperio.
PeJrt "V
depU da Franja
ludo em garrafas, carreja, toaar
'-.a, chaoMMgue, znoabra de Sol-
JrrasquiQOaV lmeree, eiieociaa, chara-;
India e preto
I:er*"
paaeae..u
vens qaa!
feonajrT
Goke'e akatro-
Coke da melhor qualidade, muito proprio pa-
re vapor, e tambem para todot os osos doms-
ticos, tornea pequeos granase etc., para estes
sera icos, deke mais ecaneaice do qoe qual -
quer eeiro combastivel, por aer menos de me-
lada do prego e de miis durcao.
AlWlttte, etftettdo afrpliaado I navios, bar-
caces, elvajtwntaa, canoas etc., presta muita
boa efieite, oeneeraane a avedeira de loai
qualidadei da bichos, lazando durar um temroJ
ioasflutuo. Tirmbem cdoterva madaira da edi-
cag*ea, preservtndo-n floe Wntf e contra o
lampo: as proprieladea chimiaiMtakpte a lea trio
da arvao mais forte de nao asa afser ontrn,
extrahido do madairas Oa^^^^^BUs.
precisar achatt l.aenda, no armacem
aaea Iapetewktr.
do coke 129 Por (onalana.
da alMtrio Srs,. por tasada.
Ofifereee-se am aacerdote para cepeilao da
eogenho ou qualquer cipelleoia do Bato : quena
precitar annuncie.
Hotel popakr.
Ra Di re t a, SO.
Poraece-a* eoalda n*r fora cam *ib aaaeia
e promsi^, per uaWaow*tieqM Ms**em
qaUae/|aUe*i^a^a^B)prtaa P*ra i
Pata |
Aedavii
sa
meama raa sobrade n, 73.
a.
perai
quintil, cacimba ne-
i os Cobcor'dTa m-
iw -Prtelra a
LADO
('
i





fe

uno m nuiuoooo. tu^i kilu di jolho i it*i.
-
Gasa de saude en Santo
4nnro.
Dr. Silva Ramos.
Bale eetabeled ment ji bem conhecldo, con-
etituado naata proviada peloa relevmttt aervi-
coa qaa Un prettado, contina naa melboraa con-
dicoes debaizo da direcco de teu proprietario i
recebar doentea de toa a claaaaa, oa quita se-
rio tratado* com todo e telo e ictereaae peloa
presos seguidas :
Primeira ciaste.... StfOOO ou mais.
Segando dita...... S500.
Terceira dita...... 3*000.
Eos qualquer daa claasea oa braacoa flearao se-
parados doa negros. Oa alienadoa do e 3.*
claaae nao (ariosos pagaro a diaria ordinaria,
sendo (arioaoa psgaro mais a qoaita parte. Os
alienadoa da 1.* citase pagarao segando o ajust.
Gompanhia Fidelidade de se-
guros maritimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro, com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Lela de Olireira Azevedo & C. com
lentamente aatoriaadoa pela directora da ce
obla de segaros Fidelidade, lomam segur,
a predios, no
Havendo-a-a em um doa ltimos diaa do
mes pastado entregado a in preto, aOm de levar
4 toja doaSr*. Bastos & Reg, na raa Nova, 5
pacte de urna fazeodaaprata de Ua e algodo or-
dinaria, a que te do nome do alpaca de cordio
ou gorguro, embrulbadat em papel amarello,
acontece qne, nena aa dilaa 6 pecae foratn leva-
dia i indicada loja, oem o preto qae coohecido
pelo reapectiro caixeiro ha depoia desee dia aido
vieto : roga-aeoquem poder dar informacoea a
eaae reapeito, ae dirija ao armazem n. 36 da raa
da Cadeia, eeer recompensado, quarendo.
Aulas.
Antonio Joaquim de Paaaoa, legalmento auto-
riaado, tem aberte aa auaa aulas de latim e fran-
cea : na raa Bella o. 21.
Aluga-aa ma boa caaa no Mooteiro:
lar oa rea da Grai n. 57.
a tra-
Na travesa da ra das Cruzes n
2, paimeiro andar, tinge se para todas
sa cores com prestega. e. cmmod(pyT5re^9v
Tojf atten$o*
res-
seas
?ios, mercadorin
raa da Cras n. 1.
s a preaios, ao stu e
!:---------^_^1
Criado./^
,pa-
de oa-
riplorio,
Na ra da Penha
dar, se dir' qujgm
se
criado.
6, primeiro
precisa de
an-
um
T ^e$eia.;se tallar com as pessoas
abaxo mr.nconacjas a negocio qUe n^0
^gnora Marja Magdalena de Olireira e Mello.
Efancico de Paula Rufino, morador
< no Cabo.';
Jos Luiz d Souza.
Jos Antonio Alves.
Luiz Francisco de Souza Jnior.
Joao Pessoa da .Gama.
Ethelvino Daniel de Araujo Machado. J
Cassiano Rodrigues Pimenta.
Jos Domingos do Carmoe Silva.
Luiz Antonio de Aiaujo
Francisco Pinto Ozorio Medeiros.
Joao Gil Paes Barreto.
Jos Eleoterio de Azevedo
Custojgf Jo(6 AlTe| Calmarles avisa ao
P~**IJarpBblico, principalmente a todoa os
BB"Serti e amigos, qae aa madoa da loja da
a de ouro da rua da Ctbug para a rua do
respo n. 7, para a bem coobecida o aoliga loja
de miudezas que foi do fallecido Jlo Ceg, boje
aera coobecida palogallo t guante,a pede ao
reapeitavel publico o aoa aeaa fregueses e amigos,
qae o queiram procurar no dito eatabelecimeoto,
onde acbarao um grande aorlimento de miudtzaa,
quuaffiaoga servir bem e vender por menos dex
oa Tinto por cento. do qua em outra qualquer
parte.
K
8
R
8
Oa abaiio astigoadosdeclartm ao reapeita-
vel eorpo de tommercio que desta data em di-
ante deiza de faier parte da firma aocial Diarte
& C. desta praca o socio Paulo Perreira da Silva.
Recite 4 de julho de 1862.
Antonio Ptrnandea Oaarte Almeid.
Joaquim Jos Comeada Sonzs.
________ Paulo Ferrelra da Sllte.
Ama de leite.
Precias-ae de ama ama de leite ; na rua do
Imperador n. 45. aeguodo andar. ________
7~ Alaga-se ama casa na Paeaegem da Mag-
dalena, junto a ponte grande n. SO, com t talas,
copiar t'.raz, 8 quartot, iodo, excellente baoho
no faodo, quintal murado, e cacimba ; as pes-
aois que pretenderem, dirijam-ae a rua Diraita
namero 3.
Casa para alugar.
Aluga-se urna aeaa na Capanga Nora, raa daa
Pernambucanae, com 4 quartoa, 2 aalaa, coiioha,
grande quintal todo murado com arvoredoa, ca-
cimba e tanqae ; o aluguel commodo : na ma
do Imperador o. 46.
3Ra estreita do Rosario~3
Francisco Pinto Ozorio continna a col-
locar dentes artificiaos tanto por meio de
molas como pela preaso do ar, nao re-
cebe paga alguma sena que as obras nao
fiquem a vontade de aeua donoa, tem pos
outras preparacoe as maia acreditadaa
para conaervacao da bocea:
Francisco
Europa.
Jos Pachaco de Oliveira vai &
ama fjSflaaMMnaa*
------------------_----------------------w^sanr ^mangar ^gu^mur- igtauBtar'
Saques sobre Portugal.
O abaiio aaaignado agente do Banco
Hercantil Portnenae neata cidade, saca
effectivamente por todos oa paqaetea so-
bra o mismo Banco para o Porto a Lia-
boa, por qualquer aomma ivista a a pra-
zo, podendo logo os saquea a prazo aeren
deacontadoa no mosmo Banco, na razio
de 4 por canto ao anno aoa portadores
qae assim Ibeconvier : naa ruaa do Cree-
po n. 8oa do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castra.
1 mmmmm mmmmm*
Aos Srs. consumidores de gaz
Noa armaztna do cee do Ramos na. 18 o 36 a
na raa do Trapiche Novo no ReciTe n. 8, ae ven-
de gaz liquido americano primeira qualidada e
receotemente ebegado a 14$ a lata de 5 galea
aasim como latas da 10 a de 5 garrafas a em
garrafaa.
I
I
I
Ao respeitavel publico em geral, e ao
corpo do commercio em particular.
A. C. P. de Burgos Ponce de Len, em satisfa-
CSo aoa deaejoa de sea aogro o Sr. commendador
Antonio de Siqueira Cavalcanti, tendo deixado a
vida de agricultura e depoia a do commercio,
acba-se boje empregado no loro desta cidade co-
mo aolicitador de cautas, c nesta condico offe-
rece aeua eervicoa aoa que qaiaerem lhe confiar
as tuas demandas, esaeocialmcnte as que derem
aer tratadas perante o juizo commerclal, nao a
porqae ae jalga de alguma forma habilitado, co-
mo porque neata eapecie maia se dedicar!.
O aollicitador Burgos se prestsr grsteitamente
a fazer valer oa direttoa doa qaa realmente po-
bres, eativerem doloroaamente aob a oppreaaio
doa descomedidos e iosuportaveis caprichos de
injustos poderosos.
Elle pode ser procurado na raa de Santo Ama-
ro, caaa o. 26, que dea por tras da rua do Sol,
das O la 9 horaa da macha, 0 daa 3 a S da tar-
de, e no intervalo de 9 as 3 horaa. no eacriptorio
da rua eatretta do Rosario, sobrado n. 17, oa na
asa das audiencias.
SEGUNDA EDICTO
DO
THESOURO HOMEOPATHICO
oc
Vade-mecum do homeopatha
UMBM JL^mBi.
Este livro qae se tem tornado tao popular,
quanto necessario, acaba de aar publicado com
todoa oa melhoramentoa, qaa a experiencia a oa
progressos da sciencia tem demonatrado. A no-
va ediccio em lado superior primeira, en-
terra :
1.* Maia amplaa noticlaa acerca do curativo
daa molestias, com indicacoea mei proveitoaaa
doa medicamentoa novoa recentemente experi-
mentados na Earopa, noa Estados-Unidos e no
Brasil.
2.* A exposico da doatrina homeopatha.
3.* O catado da apropriaco doa remedios se-
gundo aa predominancias dos temperamentos,
das idades, dos sexos, e segundo ss dreemstsn-
cisa atmosphsricsa etc., etc.
4.* A preaervaco ou prophilsxia daa molestias
hereditarias. .
5.* A preaervaco daa molestias epidmicas.
6.* Urna estampa illualrada demonstrativa da
continuidade do tubo intestinal desde a bocea al
o anua etc., etc.
Ven de-se na pharmacia especial homeopa-
tmca, propriedade do author, raa da Santo
Amaro (Mundo Novo} n. 6.
Proco de cada exemplar. 20*000
N. B. Oa senhores assigosntes queiram man-
dar receber aeua exemplaraa.
Consultorio medico-cirurgico
3--WAUA. GLORIA CASA. DO FLNDO -3
Consulta por ambos os systemas,
.Emconseaaenciaaa mudenca para asas nova reeidanda, o proprietario desta astabalaci-
mento acaba de fazer ama reforma completa em todoa os aeaa medicamentoa.
D dasejo que tem da qaa oa remedios do sea estabelecimento nao ae confundam com os de
nennum oatro, visto o grande crdito de que aempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a preeauQJo de inacrevero aea nome em todos os rtulos, devendo ser consideradoa como falsiOca-
dos todoa aqaellea que forem apreaenUdoa sem ests marca, e qaando a peaaoa qaa os mandar com-
prar quaira ter maior certeza acompanhar ama conta aasignada pelo Dr. Lobo Mostoso a am oa-
pel marcado com o sea nome. F
Oatro sim : acaba da receber de Franca granda porcio da tinetars da acnito a belladona, ra-
madtoa eataa de summa imporUncia ecujas propriadadeaaao tao eonhecidas qaa os meamos Srs
mdicos allopathas ampregsm-aa constantemente. H ----- ara.
Oa medicamentoa avalaoaaur am tuboa qur em tincturaa cuataro tilo vidro.
O propneUno deata aaubeleclmento annancia a aeaa cuentea e amigos rae Um commodoa
anfflcieotea para receber alguna eacravoa de um e oatro aaxo doentea ou qae precsem de ale-ama
eparacao. affiancando qaa aerao tratados com todo o diavolo e promptidao, como aabem todoa
aqaellea qaa |i tem tldo eacravoa na caaa do annandante.
A tnaco magnifica da casa, a commodidadadoa banhos salgados sao entras tutu vanta-
gana para prompto reatabeledmento doe doentes.
i m 4 ffp!M0" 1uix,ren> *"' eom o annandantadevem proeura-lo de manhia at 11 horas
t da tarda das 5 em diante, a fora daatas horaa acharo em caaa pessoa com quem se podero an-
ender raa da Glia n. S tasa do fuodo do Dr. Lobo Moseoxo.
Especial

hOmeopathico
Pateo da Matriz de S. Antonio n. 2.
Hoati consultorio poda Mr procurado o respectivo proprietario quslqusr hora svendo
anism&pra graDia sortimento dos verdadeiros medicamentos homeopathicos, preparados am Pa-
rts (as Untaras) por Calillan Weber, os mais acreditados pharmaeauticos do universo como
preparadoras da remedios da komeopathia.
O proprietario desto eonealtorio nao pretende, todava, qaa sejsm os aeus medicamentos
Barato qne admira.
Na t% do Cvesf o 14.
Liquidaco.
Cortea de aeda de cores eom batidos com pe-
queo toque s 20. 25 a 30. ditos de seda de qaa-
dros a 10 a 129, ditos de gaze e barege com baba-
d0 Bf 7. 8 e lOf, chaly clorido de lia e seds
a 400 ra. o covado, barago de aeda a 310 e 500
rs. o covado, liatinbaa de coree lisas a de qua-
dros, corado a 310 e 400 ra., alpaca de aeda de
qnadroa a 800 e 360 o covado, bombszioa de di-
versas corea tofealada a 700. 600 e fg o covado,
velludo de cor aaperior qualidade a 1)500 e 29 o
covado, grosnenaple de corea com toque de mofo
a 300,400 e 500 rs. o covado, aeda de corea la-
!r",*ss a lg o covado, cassta e orgsndys a 200 e
280 o covado, cortea de colletas do velludo de
cores de seda a 39, ditoa de gorguro de aeda de
cores a 29 e 19500, ditoa de fueteo de corea a 200
e 400 rs., ditos de setim lavrado a I9MX), cbalea
de touquim bordados slOJ, mana* e les de Ol
pref a 4 a 6J-, brim branco de lioho e 700, 800
11a vara, tspeleede corea-p4I4JMllJ 4 e 5f,
ditos graodea avelludados a 12 e 159, pannos d
cssemira a 4g, 5, e de 89. paletota de brim bran-
co a 39, ditoa pardoa a 39500. ditoa de casemira
a 6$, ditos de alpaca a 4 e 69. colletea de gor-
gurao de corea e de setim preto a 3 e 49, sapatoa
de borracha a 19, mantas e gravataa de seda de
corea para homem, qae vende-aa por todo pre-
co, meiaa de aeda pretaa psra homem e aenbora
!^,,1i500,a*',,T"de Md,de co'" o.
400 a 600 rs., ditas de retroz a 6C0 e 800 ra., ri-
cos ver (Marios de cambraia bordados para bapti-
sadoa, e ditoa de futto e gorguro psra enanca,
que ae veodem qor todo prego para acabar, cha-
lea de lia de camello acroch a 4 o 5f, mantele-
* fosdenaple a 29, caaaveqaea de cambraia
a 29, ditos de fil a 59, capiohaa de merino para
aenhora a 59, cbapaoa de aeda enfeilados, tanto
para aenhora como para menina a 29, e 3JJ. en-
feltes de florea efroco do ultimo goato a 500,19
o 1S5O0, diversos aortimentoa de chita e caasi
preta em retalho a 100 ra. o covado, ni ala a para
vjsgem a 6. 8 e 10$, am completo sortimento de
tiras bordadaa a ponto inglez, franja de aeda, bl-
co francs, e outraa muitaa lazendaa qne ae ven-
de por prego mallo barato por querer acabar.
ENSINO
Pratico-Theorico
DA
LINGUA FLANCEZA,
SEGUNDO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H. G.Ollendorff
PARA
Aprender urna liogua em seis mezes
POR
Cicero Vetegriiio,
Bacharel em direito.

2 voluntes em 8.
Sahio do pralo o 1.* volume desta obra, intei-
ramente nova, ennica eacripta am portagaez por
aqaelleayatema, approvada pelo conaelho direc-
tor da inatraeco publica para aervir da compen-
dio naa aalaa publicas da inatraeco aeeandaria
da provincia, a accommodada ao aao de qnantoa
prstenderam fallar a tradazir com propriedade
a liogua franceza.
Aebja-se 4 venda no eacriptorio do autor, raa
do Oaoimado o. 26, onde aloda aa
algnaluraa (7JOOO). ale a PbiicSio
me ; depola do qaa vender-se-ho
exemplaree.
|16Rua da Cruzi 6|
8 O Dr. Rocha Bastos
d conaaltaa todoa os dias.
8 Cara radical a em pouco daa moles-
tias syphililicas a dos orgos genito ari-
natios.
RConsaltss de greca das 8 as 9 horas da
maoba.
-*
re^ebatn aa-
a lBpOOoa
RUA DO QUBIMAD0 NA6
.GEANDEoOKTIMERTS,
DASEROUPKSf^
lat., f "SSi* M?aS 1* ,br"" d* 9. 289, 309 e 359. caaacor multo bem
feltaa a 25|, 881, 301 e 85f, palatoU acaaacadoa de panno preto de 16 at 259, ditoa de caaemira
!?' ,3,118?- *A P*'*ioU n** d P,nn<> caaemira de 89 at 149, ditoa aaccoa da alpaca
V.??-1,/*4*.*t6*^br*/lflp,M*m*rin6d#7,t*10.,c P'*u" < caaemira da
S9 al 14g, ditoa de cor da 79 at lOf, roapas para menino de todoa oa tamaohoa, grande aorli-
mento da ronpas da brina como aeiam calcas, paletota a colletea, aorlimento de toilette pretoa dt
mtim, caaemira a vallado do 49 a 9|, ditoa para casamento a 59 o 69, paletn brancoa de bra-
aeante a 49 a 5f, caigas brancaa maito Anas a 5J, o am granda sortimento de fazendas fina a e mo-
mrnas, completo sortimento da escarnirs inglezaa para homem, menina a aenhora, aeroalaa da
doho o algodia, chapeos da sol de seda, luvaa da aeda da Joavin para homem e eenhora. T-
seos ama granda fabrica da alfaiate onda recebemos encommendas de grandea obraa, qae para
nao eati aendo administrada por am hbil meatra da aemelhanta arta a am peaaoal de mais da
lincenla obreiroe eacolhidoe, portante oxecatamoaqaalqaar obra com promptidao amala barate
de qaeem oatra aaalauer cata.
ARMAZEM
ROUPA FSITA
Joaquim F. dos Santos.
40Rua do Queimado-40
Defroute do becco da Congrega^o letreiro verde.
Meete estabelecimento ha aempre nm sortimento com
todas as qualidades a tambem ao manda execntar por madi
xas para o qaa tem am dos melhores professoras.
nieto da roapa falta da
da vontada dos regae-
Alaga-ae por mez am eacravo cosinheiro e
oatro para todo strvigo ; na ra Velha, caaa nu-
mero 85.
Sr. Joa Joaquim, Claudio far o favor aa
dirigir a raa de Apollo o. 28, que ae lhe deaeia
fallar.
Deaeja-ae saber do Sr. Joaquim Goncalvea
dos Saotoa, natural da fregaezia de Amorim, e
por isao far o obaeqaio de ae dirigir a raa de
Apollo n. 28.
O sbaixo aaaignado fazsciente a quem poa-
sa intereaaar que comprou ao Sr. Bento Alves,
sus taberna sits no Varadoaro da cidade de
Olioda, por consentimento doscredores ds refe-
rida taberna, e ae algaam ae julgar com direito
a qualquer reelamsgo annuocie por Vate jornal
no prazo de 3 diss a contar da dala deste. Red-
fe 5 de julho de 1862.
_____________ Manoel Carpinteiro da Silva.
a-BtXJiS
de Hamburgo
Alugam-ae a vendem'-se por qaslquer prego
na raa do Rsogel n. 18, smola-sa todo o ferro
orlante.
Escriptorio de advocada
Ruado Imperador o.
37, primeiro andar, a es-
querda.
Naste estabelecimento trabalha o advo-
gado Joaquim Borgoa Carneiro (gradeado
em direito pela faculdade do Recita)des-
da as 9 at as 3 horas do dia.
Adroga em todos os jeizos a tribanses
desta pragi. a encarrege-se de negocios
para o interior da provincia, principal-
mente para aa comarcas de Santo Aniso,
Rio Pormoao, Bonito, Nazarelh e Gojanna.
Recebe gratuitamente aa- cautil -a*
deavalidoa, nao podendo cada qu
ser msls de ama qaeato por vez.*
No meemo eatabelecimeoto solicitam-
ee ttulos e patenlee de empregadoa pu-
bljeo o offlciaea da guarda nacional do
interior, mediante mdico estipendio.
Em aua falta e impedimentoa aeri
substituido, 00a negocios dveis, pelo Sr.
Dr. Joaquim Jos de Campoa, e nos do
crime pelo Sr. bacharel Jorga Dornallaa
Ribairo Pessoa. u'
nmwns m mmmmmmx
Asphalto.
Manoel Firmino Ferreire participa ao reenai-
tsval publico, qae talando montada a aaa fabrica
da asphslto com bom material qua racebea acora
da Inglaterra a Franja, offtrece-aa pera mandar
fesar com a maior preateja a perfeicio qaslqaar
ladrilho da caaaa de morada, terracoa, rmaseos
tac., a por prego commodo : poda aer procura-
do na raa da Concordia, srmszam da mtterisss
namero 75.
Alugsm-se oa armasaoa de rae da Apollo
os. 1 o 1 qae offerecem bota proporges para es-
tabelecimento de ermssem da aeeacar. Tambem
so alaga conjuncto com oa rmaseos oa separa-
do o andar qaa tem o ultimo, Nm como oprt-
iafallivais, porque nada ba infaQivalem factos hamsnos; tem'o pouco supeTiores aos que por s^daa^ela^iatoesrsJ'raun
ai preeooisam, porqaa i cano qaa o qua nos fsxemoi, oatro o pode egualmenu fazer Uo kom d,r- pod' diriBr-so a ra- '-
Acnio laomot. Mas afiance encamo aio ka trafiesneia, o que o sarvico dalprapsracio como por r"
alia nasaaan nmnnatann ont na imiiIa .j^ .;/i. ..ri.... .j.. ____a- *^
1 raa da Crea amara I para
lio masmo propriotario, qne nlo toado grandea commercio de csrteirss, aoba-so suffidsrnta nara "7 JP* ',b,. '^f?.1^00 so m
aatfator istsoatsidadosoaqaaua praparaoao. iarnm para noalCerpintelrods aifa_q.o nlo derem oaMn-
J'?^1-'^>*!"'1*H J!---** inuU-c. ^^^rS&BffSl-
doSr.
do jualfaor paseos
fMatn
assim eomo
pfsta-se gratuitamente o son propriatario, eom seos asforoos a Umb" "o credorea do dito Alvea ; a Data evi
todoj a passass necettiadas, aa .'Utinecio algums, que o procurom.^ois ^?;^]""Psenla ann.nS
msMmrsr ol augatadadi toflrwlora, V"* Vji** 4# %& a
aunando. Ra-
-tlaWfaCcrtair^
Casacas ua panno preto a Of,
I5f a
Sobrectiteos da dito dito a 359
Paletota de panno preto a da co-
rea 359, 809, 259.109,189 a
Ditoa de caaemira da corea a 329,
15f.129.79a
Ditoa de alpaca preta golla da
vallado fraaeezaa a
Ditoa de merin aatim pretos a
da aorea a 9| a
Ditoa da alpaca de coree a 59 o
Ditoa de alpaca preta a 99,79,59 a
Ditoa da brim da coros a 51,
49500.49 a
Ditos da bramante delinho bron-
co a 69.5f a
Ditoa da marin da corde preta
a 159 a
Caigas de casemira preta a da co-
res a 129, 109,91,79 a
Dltss da princesa a marin de
cordo preto a 59, 69500 a
Ditas da brim branco oda coras s
59.49500 a
Calesa de ganga da corea a
Collete de velludo prato a da co-
rea lisos a bordados a 129,99 a
Ditos do casemira preta a de co-
res lisos bordadoa a 69,
59500,59
309000
309OOO
103000
99000
IO9OOO
80000
S9500
11500
39500
49000
89000
69000
49500
J1500
9000
89000
31500
59000
59OOO
59OOO
39OOO
292OO
19280
29X00
Ditos da setim preto
Ditos de seda e aetim branco a 6 e
Ditos de gorguro de seda preles
o de cores a 79, 69, 49 e
Ditoa da brim o faato branco a
81500,29500 a
SerouTas de brim de lioho a 29 a
Dita a da algodo a I96OO a
Camitas de peito defusto branco
edecoreea 21400 o
Dilaa de paito aolinho a os, 49 a 8*000
Ditaa de madapoio brancaa e de
corea a 99. 29500, 29 e if00
Chapeos pretos de-maaaa francesa
forma da altima mdda a 109,-
81500 a 79000
Ditos de feltro a 69.59. 49 a 29OOO
Ditos da sol de seda inglezea a
franeexea a 14|, 129, 11| a 7900*
Colarinnoa do linuo maito flota
novoa feitioa da altima moda a 9800
Ditos de algodo 9500
Relogios do ouro patenta a horl-
fontal a 100J, 909. 801 e 70J0O0
Ditoa de prata galvaniaados ps-
tente o horizontaea a 409 8OIOOO
Obras de oaro, aderecos o meios
aderemos, palcclras, rosetas o
aneie a
Toalhaa de linho dazia IOS, 69 o
Ditaa grandea para mata urna 39 e
.tteoco, senhores fregue-
zes.
Ignacio Gomaa Porto, oatr'ora morador na raa
aatraita do Roaario. acha-se de novo estsbslecido
na rua Direita n. 75, com auffltientes obrea de
aeu officio de alftiate, da toda a qaalidade ; es-
pera qae aeua freguezea tanto deata praga como
do centro delle ae nao eaqaacero, prometiendo
como sempre dis a hors em scus tratos como
costama, etc.
vidada possival.
Ir Partos.
2.a Molestias de pella.
t.* dem do olhoa,
A.* dem dos orgos ganitaas.
:Praticartoda aqaalqaar operaco am
aeu gabinete ou em casa doa doantas eon-
a formo lhea fr maia conveniente.
Attenco
Ne casa da paato, na rua do Arago n. 1, em
frente ao largo da Roa-Viata, foroece-ae comida
em caaa e para fora por commodo prego e com
aaatio.
O retrallaia americano
O retratista americano
O retratiata amerita no
O retratista americano.
Ba do Imperador
Raa do Imperador
Raa do. Imperador
Rua do Imperador.
Rovos eatyloa de ambrotvpe
Novoe eotyloe de ambrotypo
Novoa eatytoade ambrotypo
Novoa estilos da ambrotypo.
Multo baratoe
Multo baratos
Multo baratas
Multo baratos.
Liados cartees do visita
Liadas eartos do viaita
Uodee-eartoee ds visita -
Liudoe aarioea da vMte.
Preciaa-ae ds urna
somprujouruai

ama
pura cosluaai
10,
N4ZBETH.
Escriptorio de advocacia.
O bacharel Joaquim Comea da Cuoha Beltro,
tem aberto o aeu eacriptorio de advocacia na ci-
dade de Nasereth; por iao, aa pessoas qae dd
sea prestimo sa qutzerem atilisar, podero di-
rig r-ae i meama cidade, tratar com o anoun-
ciante, ou ao Recife, com o aeu charo mestree
amigo o Illm. Sr. Dr. Joaquim Joa da Fonaaca,
no pateo do Imperador.
Quena livor licenca do goveroo u quizer
comprar madeiraa de qualquer qualidade que ao-
je, com aa dimencoes que quizer, dirija-ae a ce-
taco do Ribairo, e enteoder-ae com Joaquim
de Oliveira Mais Jnior, que reside junto a ea-
taco.
Alaga-ae por prego commodo o cobrado do
largo do cbafaris n. t, roa do Brum: a tratar na
raa do Imperador n. 65, primeiro andan
A mesa regedora da irmandada de N.
S. da Conceico doa Militares, tendo de
mender abrir aa catacumbaa edificadas
no corredor da meama igreja, por s< rem
por deliberacio da meaa geral, conali-
taidaa depsitos privados, manda aviasr
a todas os pessoaa que tem prenles oa
amigoa nellss sepultados, qas compare-
cen! a entender-so eom o abaixo aaaig-
nado at o dia 12 do crranle do contra-
rio acro oe reatos morate qae nelle'e aa
acbam conduzidoa para o deposito geral
da irmandade, o nao aeri admiasivtl do-
nle deeee die reclamacio alguma. Red-
fe 3 de jalbo do 1862.O secretario,
. Quloieiro.
Baltar & Oliveira
Porto.
sseam aobre a praca do
Attenco.
O dono da casa da pasto italiana do boceo da
Bola, madoa-ae para a raa da Cruz o. 9, tar-
ceiro andar, e continua eom o sau ealabeleci-
osaato da dar comida as pessoas qua o quiserem
benra-io com saa (reguezia. Tam quartos mo-
Mlbadoa para alugar, aaaim Samo tama pendo -
artotea pare comida.
Dentara-es qua casa melado
rua da Concordia n. la, aasuncl
ae, echa-o hjrptbeaaSe.
va para
oa externo de caaa da famili
bom umeecravo para
Lirrameato a. 22,
r
MUT
Peda.
Ferdeusa do tkaalro da Santa Ib#1 t -
da Capanga, ama eartetra de lembrancaa .<.
do ama nota do 10 libraa aWifaua: '%
cartaa particulares. osWuH^.A dlrMM
tirar achado e quaira reetlfulr, dtiu! : "T
TropUbe n. 38. ,.. sor. **& '7.
Consultas medicas,
3* Mo;.*"^* co"C*o dm perito.
do enus! do,'aos da gerago a
dem deTua.drBfr0r.e,'!:. 52 r"
rm por aqael "' !m!2PDdo*,e ?"
rm por
olhor.
Iostrumen
ticos aero
tagoea a p.
deuda para obter
probabilidade aobre
cauaa da molestia, a
aoffrerem
doa
icos, acstico 0p-
'os em suas conaul-
m todo rigor o pu-
iza, ou ao men\s
sede, naturaza eT
' deduzir o pa-
no^de-tratamento que dore de.trpH.:ou
em,nrdntted,^,n?!D,0 r '*
Sf?f.i ^ "'"'monte ; por
Praticar ahi mesmo. ou em caaa
f.0CVod'' *"1*"" 5" S
mil. fonenienta para o reata)
proxdo de urna completa colle
ZZZT lndl'p""i o'
"l1^* olBO rtiflelaas ; para
oVn^K.:dodepe^eo,,"-en-
cari0!.1!1!!0 d? "P"iei>ciae pticas ladl-
?.7 ? """"odada. e jmala ae fa-
bflho q"Dd0M PPHcado a"tr.
"ai U<
gao qi
ataree
imiljcl
doa
qae
ici-
!ba
ledico
o spprebender te ,
Psdsria de Antonio
que aera bem
n..TkIYl,*"M ""
?i nlfar" pr"' co,inhar '7 o escviesl
16 aSSE? ca" terrea dalrua do Fogo n.
Ama
Preciaa-ae de urna ama que cosrnhe e eogom-
me : na rua larga do Roaario n. J2, aaguudo
andar.
Escripluracao.
!K?. r" Tag" PrPo>-e a toma7 conta de
y"M criptaa, para o que podet aer oro..
di'ad' ri9h,r" d' V dsrs'ffr;
iVsslsis: : m r,a d iB,per'dor
Ha rua estreita do Rosario n. 18, segundo en-
dar preciaa-aede ama ama.
Consulado de Portugal,
O leiloda cochaira que foi do finado aubdito
PIu"e? JoseRibeirode Faria ter lacaVim.
ES2SSS#ta -"*-Wra 9 ^ cSrreou! 5
intervengao do agente de leudes Almeide eC
Afteiiiatafao. -,;'
No dia 8 do correnta depois da aa-
diencia do uizo de orpbasj na respec-
tiva sala, tem de ser arrematato o de-
posito e refirwcao da rua Direita n. 78.
a requerimento de Narctzo Jos da Cos-
ta Pereira como tutor dos mesmos fi-
ihos do fallecido Jos Francisca de Li-
ma, podendo os licitantes dirigirem-se
aoporteiro do juizo, em cujo poder se
acha o escripto na importancia de.......
*:6t8$730 rs.
Joao da Silva tamos.
medico pela UnlversidaHe
de Coimbra,
da conaaltaa em caaa, daa 8 ia 10 horas da /-
nbaa, e preata-ae a qualquer chamado com
coohecida promptidao.
4Uen(aO aliena.
O abaizo aaaignado, liquidatario da es
firma de Vidal & Batios, roga aoa devado
meama a mandarem quanto antee pagar
debltoa pare assim daisar de so ver ne obri
de eotrtgtr aa meamaa a um procurador pa
rem cobrsdas judicial mente. Recife 27 de
de 1862. *
______________Joo Carloa Raaloa Oliveira.
Sitio para alugar.
Aluga-se por modieo preco urna casa
sendo a caaa propria para pequea familia
Santo Amaro junto ao hospital inglez
na praca da Independencia n. *.
O ftlo,
lia )em
IC
A pessoa qua aonuncioa ter ern.Icr,TO"
pardo, boleeiropara vender, queira magfia-Io ao
collegio da Coneeigo na Tamarineira Fpara aer
visto, mandando dizer o ultimo proco pfaleodido
Otfercce-ae urna ame da lefia : a
cisar, dirija-se por detrai da rua Nova n. 3%m
frente a botica do Sr. Santoa.
_ arrenda-ea o maito productivo eogenho
Braco, dio na freguezie da Victorta, quaai prom-
pto a moer com agaa, di-ae um exctllente aillo
para forte lavrador, com grande caaa no esgenho
Collegio, o venda-to am tlambiqae do cobra com
todaa aaauas achegaa, e por proco multo com-*
modo : trate-so no eogenho Bella Rota da re-
gaezle da Lai._________________
~ D. Emilia GarloU do Si Vianna reUra-as\
deata provincia.
Aluga-ae urna excellente ama so lelte : ua
raa do Crespo n. 13.
Escravo fgido-
O acnhor la aaerava Antonia procara-a na rua
nova de Santa Rita n. 65. Nao as responde asa
fuga da meama. ss por ventara ae evadir.
Pradsa-ac de sma ama para todo o servieo do
ama sosa ds posos familia ; na praca do Corso
Santo a. 17.
Alaga-ae o torceiro aodsf do ssatsds so-
construido o pintado do aova, arlo as praca da
c-fp0 "m aW'r^maluH M Tupliln p. 48:

mnj

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fciaUO D* r^AAMatt. TlftCi FURA 8 DR JCLBO M 1861.
Compras.
5o6re o ferimentos e outras offensas physieas com applicagqo
legislando criminal patria.
jos sorncTde
Doator em medicina pela foculdade do Bio de Janeiro,
(Obra especialmente destinada s autoridades criminaes).
Ha auito lempo que era geralmenle sentida a falla d'uma obra, que podesse auxiliar as
oossas autoridades criminaos na formacao dos corpos da delicto de ferimentos e d'outras offensas
pbysiees; foi com intencao de encher essa lacuna que o Sr. Dr. Soriano compz o presente
Ensato. Existe em lingua portogueza algumas poucas obras de medicina legal originaos eu tra
^duxidas; mas estas alm d'outros inconvenientes que tamos ouvido allegar, tera o de nao eonterem,
iiera poderera conter o que o mais essencial em um trabalho d'essa natureza, que vem a ser o es-
tudo da legiilajao patria.** Ora essa falta se acha preenchida no Ensaio de euja publicac,ao esta-
mos encarrsgados. I
Achando-nos na \mJ .lidade de dar ao publico urna'noticia exacta, e cireumstanciada da
presente obra, tomamos \ liberdade de copiar aqui as ultimas linhas com que o seu modesto autor
termina a introdcele da mesma obra.
E' com intencao de cencorrer para esse fim louvavel, (o progresso da scieneia) qtiepubli-
co este pequeo escripto, nao que tenha a pretenco de haver de modo algum satisfeito o fim
que destinado, mas o face somonte com intencao de que poder servir para chamar a atteucSo
de pessoas mais competentes sobre este objeeto to deslembrado entre nos. Este escripto
principalmente destinado s pessoas que se acbam encarregadas da administrago da justica cri-
minal, a que nao tem tempo, nem dados com que possam lr com proveilo as grandes obras
estrangeiras que tratam da materia. O Ensaio dividido em duas partes: Na primeira don
algumas noyes sobro as feridas e varias outras offensas physieas: na segunda faco um breve estudo
sobre a legisiaejio criminal respectiva. Ninguem mais do que eu sabe quantas lacunas e imper-
feioes se'acbem nesta trabalho; que nao sendo destinado aos profissionaes devra conter urna
expsito substancial, clara, precisa e sobria de detalhes, e todo mundo pode julgar quanlo
difficil utisfazer tal intento. Mas considerando oestes defeitos que douo titulo de Ensate.
Se as cousas correrem de modo que lhe possa dar outra ediccao, espero ento, com o auxilio
da critica justa e aulorisada, poder fazer desappareeer ou diminuir taes defeitos.
c Entretanto se este trabalho assim mesmo imperfeito como vae, poder ser til alguem, fica-
rei com isso bem pago; e se me fallaram as torcas para melhor executa-lo, que ao menos se atienda
em meu favor boa vontade com que o emprehendi: Ubi de sin vires tamen est laudando
voluntas.
Beeebem-se- assignaturas na livraria Econmica de Jos Nogueira de Souza.
1 Volunte em 8. a 5)000
Compra-se
an a 80 r. a libra: na ra do
Cabuga' loja de niudezas n. 1 B, da
aguia de ouro.
Para luto.
Fiaos de seda lastUos para chapaos largoa e
eatraitoa a 11500 : e rea* Qaeimado n. 22,
Compra-ae urna eacrava que saja parfaita
engommadeira e costertira e de boa conducta :
na ra da Cadeia do Recifa n. 35.
/
ATOTOHA(CM B IPIPMIiKEAdl)
E JUNTA CENTRAL OE HYGIENE PUBLICA
fallivel am
xtamas,
ajanta, olhi
mente para
ttmanho
O
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
ParSSserem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
estas Chapas-elbcto-iugneticas-k8p*.8ticjls obtem-sa urna cura radical e in-
>s os casos de inflammajo ( eatuaqo ou falla de respiracao ), sejam internas ou
do figado, bofes, estomago, baco, rins, ntero, peito, palpilacao de coracao, gar-
, arysipela, rbeumatismo, paralysia e todas as afiecces nervosas, ele., etc. Igual-
ts differentes especies de tumores, como lobinhos escrof ulas etc., seja qual fr o seo
profundeza por meio da su.ppurac.ao serio radicalmente extirpados.
so dellas aconselhado e receiladea por habis e diilinctos facultativos, sna efficaia in-
oniestavel, e as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a confianza do publico
qua j tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia a do pratica.
As enoommandas das provincias deven ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
do fazer as neeessarias explieaces, se as chapas sao para homem, senhora ou crianea, decla-
rando a em que parle do rorpo exista, se na cabeca, peseoco, braee coxa, pama, p, ou tronco
do corpo, deolarando a cieumfereneia a sendo inchaces, feridas ou ulceras, o molda do seo
ttmanho am um pedaco de papel e a declaraeao onde exislem, afim de que as chapas sejao da
'oimaj da parta afectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
de-se mandar \ir de qualquor ponto do imperio do Brasil
As chapas serio aeompanhadas das competentes explieaces e tambera de lodos os aeces-
para a e olloeac,ao dellas.
Cnsa: seas peasoaa que o dignarem honrar com a sua eonnaaca, am seu esaripiorio, qua
iu abertoe todos os dias, sem excepto, das 9 horas da manhaa s 2 da Urdo.
119 Ra do Parto ||)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
* i m fmmmmm
aa encommendas inforraaedes dirijam-se a
.madon. 15.
ruad
GRANDE
laboratorio a vapor
a DE
Layagem e engommado
dsroupa, de Ramos dt Pi-
meijitel.
Emprezi importante, qae vai prestando rela-
eota aervicos itm fregueses pala promplidio
e peifalcao cora que lava a roapa sem a ealragar
\ PREgOS.
oipa sortida (embora nao vanham meiaa nem
leosa) 40 rs. por peca.
'Pacas grandes iaolada mente 100 rs.
Roapaa de na vios,-vapores e boapttaes 70 rs.
Dj)a de familia qua nio fregaeza 80 rs.
Me de doente de familia qua nio fregaoza
Ore.
usna rede oa cortinado de cama os veranda
a&OOrs.
U preco dea engemmados mdico confor-
mo? aa peeae, como costamam faseraa engomma-
der
pharmacia de Jos Aloxandra Bibeiro i
pao
iras. Obi
8 dlase/"7omiEada 15, seodo qae muitas vosea
raso da eotrega da roupa lavada
eati proj vu antea
Nejrf.
do praia. Deposito na rea
Pateo do Livramento n
primeiro andar.
11.
0 Livro do Povo.
Sanio a las publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direceo do Sr. Dr. A. tfarqaes Ro-
drigeos, e coolm a vida de N. S. Josas Cbtlsto,
segundo e oarra;ao dos quatro evangelistas, e
mais os seguiotea artigos: o vigario, o profeisor
primario, o bom bomom Ricardo, a moral prati-
ca, Simao do Nantua, mximas e ponaamentos,
a bygiine, os devarea doa meninos, e o Brasil.
A publicaco do LIVRO DO POVO nio s tem
por fim niformisar a leilura naa escolas ptima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
difirante, o portento faailitar o trabalho do mea-
tro e dodiscipilo, como tamnem vulgarisar, por
m pre$o baratissimo, a historia do ailvador do
mando, e oa melhores preceitos da moral.
Vande-se o Livro do Povo, no Recite, na
livraria da praca de Independencia na. 6 o 8, a
500 rs. o exampiar em brochara, e a 800 rs. car-
lonade.
... #. \
Antonio Martina de Seabra Lemoa e D.
Francisca Valvina de Seabra Lemos, sgra-
decem cordealtnente a peaaoss de sua ami*
aade, que ee oigoeram assistir aos ltimos
suffrsgioa pelo repoeso eterno de sua mul-
to querida e aempre chorada irmia D. Gltra*
Sanborinba de Seabra Lemos, fallecida 6
do crreme.

\ O dentisU usna Pompillo plante dentee artl-
ilsM por grampoe e ligadirae a a praasao de
r, deoleo oeorropliveis sobro- aro, srstsms
norte-amaricano a fas todae aa operacoea da aaa
artae com promplidio o limpea
-
Xudanca.
Manod Antonb de
f com loja d
Queimado
-j eatabelemento pe
, S da mesma ru.
Canralho
com loja de fatendas na ra do
n. 17, mudou o
G0HSVLT0I10 BSriCUL HOlEiriTHlGO
O BOOTOB
SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Coasaltas todos os dias atis desde as 10 herai
at meio da, acerca da aecaintea molestias :
sMseftMf da maJaeres, oMMltas atas riaa-
tat, molutiat da ptlU, tnolutu dos oaos, aw-
Ustu typhiliticat.todat es especies de flirt,
ftbrtt inUrmitUnt$$ e $*a$ eon$tq%*neimt,
rituucu ispicul OMior*Tiic*.
Verdadeiros medieamentoa homeopathiees pra-
jarados sem tedas as cetela neceaaariaa. n-
slliveis em aeaa eflettos,tanto am tintara, soma
am globaloa, nales presos mais commodos pee-
avela.
R. B. Oa medUamantos do Dr. Sabino si*
aaieamaaUvaadfcloeem aaa paarmaeia; teda*
al falsas.
as de am1
.v, tendo as
. SaVino O. L.
4 paste
faena pe-
ale levarem *s*e impree**
natamp* ##
Na ra do Vigario n. 8 compra-se (seodo
am sonta) ama balaaca decimal, preere-ss o e-
tor Romio.
na
Comp
mra-se
_ raa da Smala Veiba n. 941, padaria, am cy-
lindro e todoa oa mais arrsnjos em bom estado,
pertencentaa a padaria : qaem tivar appareca.
Vendas.
Delicada* liaziaha* com Dore* bordada* a age-
Iba, corte* com 15 covadoa, pelo baratisdmo pre-
co de 4f 500, e corado da mesma fasenda a 3S0
rs. : na roa do Qaeimado n. 44.
da roa Aagaala d.
de frente, 2 salas,
Vende-ae a casa terrea
91, com 3 Jaoellaa o 1 porta .
4 qaartos, corredor iodependente, eozioha lora e
quintal: os prateodentes podem examina-la, ea
tratar na travesea da Madre de Deoa n. 13.
Injeccao Brow
Remedio infallivel contra as agnor-
rheas antigs e recentes, nico deposito
na botica franceza, ra da Cruz n. 22,
preco Z.
Gandieiros do gaz.
Cbegoa para a loja da Victoria oa melhorea
candieiroa do gas, qae tem vindo ao mercado,
por preces commodos : na ra do Qaeimado
n 15.________
Acha-ae venda no eacriptorio da Antoni
Luis de Oliveira Axaved & C, roa da Cras n. 1
a obra cscripta plo viaconde de Urugaay.Ensaio
Sobre o Direito Administrativo; deixamoa de te-
cer elogios a esta obra, baata o nomo de seu sa-
les para a tornar recommaodada. daos volumes
em brochara 10$, encadernado t$.
na loja da boa f.
Algodao de 2 larguras.
Vende-ae superior slgodio monstro com S lar-
"* Proprio para ltocots e toalbas do mesa a
700 r*. a vara : na raa do Queimado o. 2t,
bem conhecMa loja da boa l.
na
A 2,400 rs. a duzia.
Lenco* brancoa fino* para algibeira palo dimi-
nuto prece doS|400 r*. a dasia : oa bem conhe-
cidaloja da boa f. na ra do Qaoimado n. 21
Cambraias de cores
Vendem-so cambraias francesas de cores fa-
unda maito una pelo baraliasimo preco de 260
e 280 rs. o aovado : na loja da boa f na raa do
Queimado n. 21.
Superior brim branco de
linho
Vende-a* superior brim branco de linho tran-
cado pelo baraliasimo prego de 18200, 1#440 e
19600 a vara, dito muito eocorpado de doaa floa
e de linho puro a 2| a vara : na ra do Qaeima-
do n. 22. na bem conhecida loja da boa f.
Ricos basquines
A loja da boa f receben superiores basquines
do mallo fina cambraia a imilacio da da linho,
bordadoa e enfeitados com apurado gosto e os
vende pelo barato preco de 8> cada am, lendo
sido sempre sea casto do 16$ o 109, spressem-s*
poia em compra-loa na mencionada loja da boa
f, na raa do Qaeimado n. 21.
Drama.'
N* loja do Sr. Sabao Mellado, ra do Queima-
do n. 41,' acha-so i venda o novo drama em 5
actoa. do autor Beroardino da Silva Maia.
Papel pautado.
Vende-aa em reamaa oa a retalho, como con-
vier ao comprador, papel almaco paulado da me-
lhor quilidado qae tem vindo ao mercado, com
33 linhas, e tambem ha maia ordloario com 33
linhas, o maia o dioario com maia linhas, do al-
maco greve, tud i por prego mai commodo : na
ra do Imporad< r n. 15, daa 9 horaa da manha
ia 3 i |2 da tardi
E pee-hincha.
Na ra do Crespo, loja de
4 portas n. 8,
vendem-aa corle! de chitas largaa acaras, de co-
rta nas, de 10 cbvados, a 5 o corle, caasaa de
c?ne" S*' r,*BI, q aempre se venden por
ou e 00 rs. a i ara,' a 240- o eovado, e ostras
muitas fazeodas i or precos baixos que a vala.
Acaba de chegar para a
loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Pos de arror com )oneca em bonitos vasos deli-
rados.
Ditos dito sem bo seca em pocotes.
Agaa balsmica para coneervacao doa denles O
bom balito da Ibocca.
upiata inglesa pira alreiar o* dente*.
Leite virginal cala utilidade reconhecida para
tirar sardas.
Vinagre aromtico para qaem soTre de tootices
e dor de cabe;a.
Paslilhss de chelro para ae perfumar aposentos.
Ditas de dito pai a aa dailsr noa guarda-roupaa.
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores liasinhas para vestido* de maito
bonitos padrdea que ae vendem pelo baraliasimo
prego de 440 ra. o eovado : na raa do Qaeima-
do n. 11. no loja da boa fe.
Aviso aos amantes de edifica-1
co#s. .
Vende-s* am rico terreno em sstadb de edifi-
car, por nio necessitsr aterrar, em a nelhor lo-
calidad* da fregaetia de Santo Antonio, tendo
360 palmoa de (renta e 150 de faodo, com o rio
na relagaarda, o qae muito proprio para edifi-
car-ae cocheiraa, armazaoa, raflnscoes, oa oatros
ealabelacimeotoa, sendo maito fcil as edifissc&es
nao spelo barateamenlo doa materiaea e mi
d'obra, como por ficar o porto em cima daa obraa,
neate terreno ae preteodia levantar 11 armazena
oa cocheiraa de 30 palmoa, o que hoje nio poda
fazer o sea propietario em conaequencia de ler
aido ama da* victima* da commandita : na raa
do Cabug n. 9, loja da miadezs, diri quem
vende. __________
Algodao da Bahia.
Proprio para roapa de escravoa o saceos de as
ucar : venda-** oa raa da Cruz n. 1, aacripterio
de Antonio Laiz de Oliveira Azevedo & C.
Agua de colonia ambria-
daesem o ser.
Essa estimada agua de colonia embreada, da
que tanto* a tanto tempo tentem a falta, acaba
de chegar em bonitos frsacos verdes, os quses se
estio vendando a 1}500 cada am ; aaaim como
chegou igualmente am graobe sortimento da
verdadeira agua de colonia de Piver em frascos
e garraflnhas de differentes lmannos, ludo la-
so na raa do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Vendem-se manguitos e (tollas de superior
cambraia ricamente bordadoa pelo inaigoifleante
preco de 19 o par de manguitos com ama golla,
sendo que sampre costaram 69 cada par, assim
poia recommeoda-aeaoa amigos da santa eco-
noma qae aproveitem a boa oecaaiio, dirigi-
do-se com diobeiro a loja da boa f na ra do
Queimado n. 11.
Apparelhos de porcellaua dou-
rada para cha de bonecas.
A loja da agua branca desojando qae todoa
facam a vontade a anas bellas meninas esli ven-
dando commodsmeote esses bonitos apparelhos
de porcellsna doarada, o pintada a 19500 a 1$,
tendo cada am 9 casares de chicaras, e os maia
pertenees, a vista do qae todos irio (manidos de
diobeiro) para compra-ios na raa do Queimado
n. 16.
Bonitos paliteiros de porcei-
lana dourada.
Agora ningaem deizar maia da ter em aua
mesa am bonito palitelro de porcellana doarada
pois que elles se esli vendendo a 19 a 19500
oa loja da agaia branca n. 16.
CALCADO
4S -- Ra fiireita 45
A epidemia declina **ajs1velmente, a o sea
comploto desappsrecimnto est prximo! O
proprielano desle bem sortido astabelecimento
convida oa aeua numerosos fregueses subsliiuir
o sslsdo velho, qae lodo esli cholenco, por no-
vo, o qae possa resistir s mil scbotl* e mszzur-
csa que vio aer dansadaa em louvor do rcsiaba-
lecimento da saada publica. Oa precoa con-
vidan :
HOMENS.
Botinas afamadas afili*. : .
non-plui-altra Nantea.........
Nantes 2 batera*..............
lustre....................
iogleze* de botes.............
baledore*....................... 98500
couro de porco....... 99000
bezerro lustre...............
ingiere* p* wlvsgen*.........
la liados brasileiro*............
Sspate* non-plui-ullr................
3 balera* o mei*..............
esmaga cobra..................
Nantes 2 baleras vaqueta.....
> 2 bateras beierro......
> trabslbadores'..........
... brssileiros de 31500 a..........
Sapates2 solas a salto..................
> Mranca portuguezes..........
> francezes......
SEN HORAS.
Botina* deogoze*.........
a alto de ^iler.......
pechiocha de 4o300 a. .
> americanas 3(500 a .
Sapatoade sallo (Joly) >--1\
> sem elle (idem) ^-- .
tapete:......
econmicos. : .
lustre 32 e 33.....
MENINOS E MENINAS.
Ha de tudo em relami e nao se daixa
diobeiro*
Um completo sortimento de couro de porco*
cordavio, bezerro francos, couro de lustre, mar
roqaim, aola, coarinhoa ele, eme tudo ae troca
por dinheiro i vontade do comprador.
a
I
>
>

>
>

a
11(000
119000
11 se00
109000
109000
99000
79500
5(500
790CO
69500
595OO
69000
59500
59000
29OOO
59OOO
29OOO
19280
5950O
59000
4(000
29500
39OOO
19920
800
500
800
sabir
Camisas inglezas barat-
simas.
Vendem-se camiaaa inglezas com aberturas e
panbos de linho o com pregas largas pelo bara-
to pnce de 30( a duzia, aaaim como outra* mai-
laa superiores a 409: na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.________________
Magalhaes & Afeu-
des,
recebendo varia* fazenda* nova* aa vende por
preco baratissimo para acabar, na rna da Impe-
ratriz, loja e armazem da arara n. 56.
B&nba japoneza e outras mui-
tas novas perfumaras.
A loja da agaia branca acaba de despachar, de
ua encommenda am grande e bello sortimento
de finas perfumaras dos maia afamadoa fabri-
cantes, sendo bem conhecida* o epreciadae
banhaa, japoneza, tranapareote, philocome im-
perial em bonitos eopinhos com lampa de metal,
dita no* copo* granCe*, dita em compoteira* li-
sas e lapidada*, oleo* de baboaa, philocome e
Lubin, pomadae ou coameslique*, finos extractos
doa preciosos e escollados cheiros Jackey-Club,
mil florea, miel de Inglaterra Harecbal, Principe
Alberto, GaorgeIV,etc. etc. Becommenda-se
todaa as senhorss de bom goslo o uso de qualquer
destes estimado* extracto* porque aquella qae
em ama sociedede, thealro, ou baile e*liv*r com
ea fino lenco orvalhado de lio aublimea aromas
teri por corto o prsser de ver su** visinhss
da ireita e eaqwerda lhe reodeodo bomenagem,
pergontarem donna F. onde comproa eaaa lio
gradavel cheiro ? E ella orgalhoaa de aea bom
gosto, mas com ar prazenliro lhe responder:
na ra* do Queimado loja da agua branca nume-
ro 16.
CaJftes de chita da arara.
'em-se cortea de chitaa flnaa oom 12 1<2
a por 29500. chales de lia por 1#. ditoa de
adi a 1(, ditoa de merino estampados a
manguito* golla de linho para senhora a
gollaa bordadaa a 500 ra. : na ra da Im-
pera triz, loja da arara n. 56.
Machinas para se taier
caf mesmo na mesa.
A loja d'aguia branca recebeu a* moderna* e
aceiadaa maeniaa de porcellana para ae fizer
caf mesmo na mesa, isso por um meio fcil o
limpo, resultando aflnal qae o caf feito em taes
machina* tem um cheiro e sabor superior ao feito
por outra qualquer forma : vende-ae na loja d'a -
guia branca, rus do Queimado o. 16. ________
Para baptisados.
k loja d'agua branca acaba de receber pelo ul-
timo vaporasa encommenda doa aeguiotea ob-
jectoa para baptisados, sendo lindas louqaiohas
de setim mai bem anfeitadae, a cada ama em
sua caixinba, aapatiuno* de aetim branco, e de
corea ricamente bordados, e meisa de seda, o
melhor e mai* bonito posaivel. Agora, pois, os
psis qua nao quizerem esperar pela generosida-
de das asnhorea comadrea, dirigirem-sa logo
munidos de dinheiro i loja d'aguia branca, ra
do Queimado a. 16, onde bem podero comprar
esses galantes objectos.
Ultim gosto.
Pentinhos dourados, e com
pdras para bandos.
J nio entre em daida que a loja d'aguia
branca eati a par da* altims* mods* qaa appa-
recem em Pars, e por isso ella acaba ds receber
os bonito* e modernos pentinho* doaradoa e com
pedras, oa quaes aervem psra aa aenhoraa maia
abrilhantarem eu* bem revirado* bando* qaa
ornado* com am par de dito* pentinhos, ficam
de corto anda mais garbosa*. Na verdtda, a gra-
ta, booitez* eperfeigio qa* disso resulta se nio
pode negar (aalvo ae o fizetem com o nico fim
de nio gastar o* 3 e 49 qaa costa cada par) aa-
aim previne-se aa aenhoraa que apreciam o bom
gosto, que desta vez vieram poucoa, por isso
ser om que maodem logo para etica para que
depois se nio vcjsm na colliaio de esperar que
de novo 01 receba diU loja d'aguia brinca, raa
do Qaeimado n. 16.
liua do Queimado d. IOS
LOJA DE 4 PORTAS #
de
Arara vende as capas.
Vendem-se cipas para senhora 6f, dita* de
liazioha fina* 10;;, manleletea de grosdensple
prete modernos 25 309, baldea da arco* mo-
deros para senhora, ditos de brilhanllna, ditoa
daarcoa1 para meoinaa a 2$, aaiaa do cordio que
faz vez dobalao por 19400; oa ra da Impera-
tris. loia da arara n. 56.____________
Arara
Vendem-
vende as saias.
se satas bordadas jar* senhoras a
2*500:.d-li,de4 P0o a 39, cambraias liaaa a
peca 1|600. 29, 295O0r39, 39500. madapolao fino
2 2* J,rd\" P?5a *9400, 4J600. 55. 59500 a
69. dito enfsalado a 39 ; na ra da Imperatriz.
loja da arara n. 56. '
Cortes de cassa da arara.
Vendem-ae cortes de cassa preta a 29500. ditos
de corea a 2/500, cortea de organdye com 15 co-
vados a 79. ditoa com 25 covadoa a 89, ditos de
tmSStJ "2&21 8*' M da KrrSo com
18 covadoa 500 : na ra da Imperatriz, loja
da arara n. 56. '
SEDAS
Cinco tustes.
S na loja do pavo
vendem-ie sed js de qaadros, ditas de listrss so
comprido, e ditaa de listraa atraveeeadas, ditas
da qaadrinhoa, sendo doa melhorea padrdea e de-
licadsimos gostos, com largura de chita ingiera
a 500 rs. o eovado, pechincha, e do-ie a*
smostraa com penhor : na ra da Imperatriz d.
60. loja e armazem do pavo de Gama & Silva.
Vtnde-se laniinba para vestido* a 310 o
eovado ditas muito fina* a 500 600 r*. o eovado
fustaos leves para vestidos a 280 e 320 r. o
eovado, gurgurio de linho para vestidos a 280 rs.
o eovado aaaa a turca para vestidos a 240 e 280
r*. o eovado. cassa* francesas finaa a 280 a 300
o eovado, ditaa organdia a 320 r#. o cov*do: raa
da Imperatriz loja di Arara n. 56.
Ferrao Maia.
fazen-
preqos
fn* afores
8
Vende-se as seguate*
das pelos baratissimos
abnixo mencionados:
Capas de grosdenaple preto
bordado a 25$.
Manteletes de dito dito 80.
25 e 30.
Gbales de touquim bordados
os melhores que tem appareci-
do no mercado a 8, 10,15, 20,
25. 30, 40 e 50$.
Cambraias e "bitas francezas
cores seguras e lindos padroe a
a 240 e 260 n.
Laa aberta matisada a 320 e
400 rs.
Muitas outras tazendas exis-
tem expostas aos compradores
que segundo seus precos nio
deixarao de agradar.
Objectos typographicos.
V*ndem-*e 6 pare* de caisa* com typo corpo
11, romano, dialribuido, novo, e de lindo carc-
ter por aer o maia moderno, 8 parea de calza*
com itlico, vindo pertencer a cada doaa pares
de calas romano, 1 par de itlico, mais 4 parea
de causa com typos corpo 10 romano tambem
mui lindo, e 2 pares de calzas com itlico per-
lencente ao mesmo lypo, vindo s pertencer a ca-
da 2 pares de caizaa do romano 1 do itlico : ha
alara disto eacovaa, engredac.de* de metal, mui-
to* e variado* typos para Utafos, os qu.es ae ven-
dem ou as csizss como eatio, ou someute aqailio
qae preeisarem, ramis de ferro, etc., ele.: qaem
pretender (atea objectos, pode vr, o mesmo tra-
zar pessoas iotelligentes para examinar,
do Imperador o. 15, das 9 horas da ma
31jtda tarde.
Veode-ae am mulaliobo de idade 15 annos
e ama.preu : na ra Aasraata n. 65.
na ra
manha ia
Fende-ae ama bonita malatinha de idade 7
annoa>, na ra da Cadeia do Recite o. 47.
Vende-ae ama preta que engomma, lava e
eozioha com perfeiQio, ao comprador ae diri o
o motivo da venda : na ra da Imperatriz n. 47.
./ rrad,n,*M dBM frtnhaa, com alame
habiiidada : na ra larga do Rosario n. 84. ^
8
:
JIOTIIlMlIg
___ NO
Torrador.
23-Largo do Tergo~9&
Manleiga inglesa flor 800 a 960 r. a libra,
dita francesa a 640 r*.. baob* da pono a 400 r*.
a liara, masase maito fina* para aopa a 400 rs. a
librs. qaeijos do reino a S&ditoado sertia a 5(30
rs.s libra,servtjs da* melhorea marca* 500 r.
garrafa, urdilas de Nantea a 480 re., tousinho
a 890 ra., bolachinba inglesa a 320 rs; a libra,
aisim como se venda oatroa mallo* genero* ba-
raliaaimoa, pssaaa a 400 rs. a libra, sao maito
nova*, e ae aljeem davidar vanba ver ao Torra-
dor largo de Torco n. 23.
Papel amisade branco e de
cores.
Vende-se pacotea com 100 folhaa de papel ami-
sade branco o de corea a 800 e 640 cada pacte :
na raa do Qaeimado loja da aguia branca nu-
mero 16.
i Acaba Je che-i
gar ao novo
armazem
DI
Bastos & Rego\
Na raa Nova junto a Conceico
dos Militares o. 47.
Dm grande a variada aortimente da
roapa* faltas, calcados e fazendaae todos
estes se vendem por precos mallo modi-
ficados somo 4 do sea cosame, sssim co-
mo sejam sobrecaaacos do superiores pan-
no* es sacos feito* pelo* ltimos figuri-
nos a t9,28g, 80| e a 358. paleto ts doa
meamos panno* preto a 16J, 18J, 20|
a 248, dito* de caaemira dacflr mesclado
e da novoa padroe* a 148, H>8t 188, 20j>
a a 248, ditoa de casemira de cor mes-
clado e de novoa padrdea a 14f, 16f, 189,
208 e 2(1, dito* saceos daa meamaa ca-
samirsa de cores s 98, 108, 128 a 14J,
ditoa prttos pelo diminuto preco de 88,
108 128, dito* de sarja d* seda a so-
brecaascadoa a 12f, ditoa de merino de
cordio a 12|, ditoa da marin chines de
apurado Rosto a 15|, dito* de alpaca
prels a 71. 88, 98 e lOf, dito* saceos
preto* a 4|, dito* de palhs de seda fa-
zenda maito superior a 41500, dito* de
brim pardo o de fuatio a 3)500, 4f e a
.48500, dito* de faatio branco a 48, gran-
de qaanlidad* da calca* da casemira pre-
ta e de corea a 78, 8, 91 e a lOf, dita*
parda* a 38 a 48, dita* de brim d* co-
ras floa* a 28500, 88, 3)500 a 4f, ditaa
de brim brancoa fina* 41500, 58, 51500
* a 68, ditas de brim looe a 58 a a 68,
eolletes de gorgurio preto a de cores a
58 a a 68, ditoa da casemira de cor e pre-
tos a 4)500 a a 5 J, ditos de fus to brsnco
e de brim a 88 o a 38500, ditoa de brim
lona a 4), ditoa de merino para lato a 4)
a a 48500, calcas de merino psra luto a
4)500 a 58, apa* da borracha a 98000.
Fara menino* de todoa oa lmannos : al-
eta de caaemira preta a de cor a 58,68 *
7g. ditaa ditaa de brim a 21, 8| a a 38500,
paletota saceos da casemira preta a 68 e
a 78 ditos de cor a 68 e a 78, di-
loa de alpaca a 38, aobrecasaco* do pan-
no preto a 12) a a 148. ditoa de alpaca
prata a 5), nonata para menino de toda*
aa qualidade*, camisa* para menino* de
todoa oa lmannos, maioa ricos va tidoa
da cambraia feitoa para menina* da 5 a
8 annos com cincp bsbsdos liaoa a 8f a
a 12), ditoa da gorgurio de cor a da lia
a S) a a 68, ditoa da brim a 3), ditoa de
umbrala ricamente borbado* par* bapli-
ssdos muitas ostras fazenda* roapa*
faltas qae deixam da ser mencionadas
pela aa* grande qaantidad* ; aasim como
retaba-** toda a qualquer eosommanda
de roapas pare a* mandar maaafactarar
o que para este fim temo* am compiti
sortimento de fazeadaa de gosto a am*
pande ofllcina de alflate dirigida par am
hbil mestro eme pele sus promptidio e
p*rficio nada dalia a deeejar.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdtnaple prelo muito auperior pelo dimi-
nuto preco de 2) o corado, panno puto muito li-
no a 3, 4,5, 6, 7 e 9f o eovado, uumira preta
muito fin* a 21, 9)500, 3, 3)500 4) o corado,
mantas preta* de blondo maito superiores a 12),
mantelete* deauperiores groadenaplea pretoa ri-
camente bordadoa a 35), aobrecasocaa de panne
prelo maito fino a 30), casacaa tambem de panne
preto muito fino a 30jf, palelota da panno preto
fino a 18 e 20), ditoa de caaemira de cor mes-
dada a 18), auperiorea gravatiohaa estrella* a
1), ditaa de setim macio a de gorgurio muilo su-
periores para daaa voltas a 2), ditas estreitinhss
com lindos alfinelea a 28, superior gorgario pre-
to para eolletes a 4) o corte, ricos eofeilea pretoa
a 6), e assim outras muitas fszendas qae sendo a
dinheiro i vista, vendem-M por precos maito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 22, oa bem conhe-
cida loja da boa f.________
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultimo vapor os seguintea ob-
jectos :
Bonitas ligsa Tie aeda para aenhora.
Grandea e bem tecidoa bandes de clin*.
Aspaa de ac, e fila elstica para ces de balio.
Bonecaa grandes mui bonitss e bom vestidas.
Bonito*.baazinboa com 9 frascos da cheiro*.
Lindas csizinbs* com 6 ditos de ditos.
Trancellim groaso de cor para guarnecer vestidos.
Luvaa de camursa branesa e amanillas.
Lindos boioes de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber lindos
boies de porcellana doarada com fina banha a
mavioaaa ioseripces, oa qoses por suaa delicade-
za* e perfeicois toroam-ae digno* para presen-
te*, e com especialidade na actaal qaadra, quem
goatardo bom dirlgir-se com dinheiro roa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que cha-
ra em qae bem o empregar.
I
Chegaram as desejadas rosas
artificiaes.
Agora dave caaur o dtsgoato qae maitas se-
nhoras untiam por nao terem comprado daa pri-
msirasrosae qua a loja d'aguia branca recebeu,
isso porque dita loja acaba de receber am novo e
maia brilbante sortimento dellas, vindo estas da
mais a mais dalicamente ominadas. A senhora
Sea com a pequea quanlia de 9) comprar urna
eassa formou* rosas, aentir am efleito anda
mai* rpido (relativamente ao caao) do que
aqaelle que prodaz o prompto allivio em qual-
qaer molestia. Cumpr*, poia, qaa fe nio de-
moremem a* mandar comprar na raa do Qaei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, poia do contra-
rio fiesro em ellas para S. Joio, o qae nio
conven). Na mesma loja vendem-ae oatraa roiu
maia baratas.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largara a 1(600 rs. a vsrs : aa ra de
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Damasco
colxas
para coixas e para
ornamentos de igreja.
Vande-se maito superior damasco de li de
urna sd cor, muito proprio para colzaa e para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato preco da 2)800 re. o eovado : na roa do
Qaeimado n. 22, oa loja da boa f.
Verdadeira pechincha.
Vendem-se cortes de superior gorgario de se-
da para eolletes pelo baratissimo prece de 1),
3) e 3) o corte : na rus do Queimado a. 22, aa
bem conhecida loja da boa f.
:
Vende-ae orna grande casa da doas seda*
rea a eolio, aiu as raa da Guia, com 33 palmee
i ?"" 13 da f>Ddo, com am pequeo
quintal, em cale proprio, llera e deaembaracada:
nexaaNova o. 18. loja. ae dir qaem vaede.
7 Cambraias
Vendem-ae cambraias do coras de bonito* e
ranle* deaaahoa a 280 e 820 ra. o ovado: oa
ajajeeratris. loja a. 20.
tomma
Na raa do Guapo a.
pre-jo.
Peixes en conserva.
Emfim chegou o afamado palie Salmn o La-
ratas do fabricante Tbomaa Koight. em lata* da
libras, vindo em direitara de Terra-Nova, no
patacho Buty : em casa da Jame* Grabtree & C,
ruada Cruz n.42. '
Atten^ao.
Vende-se am tnneeUm da oaro de lei
peeaeder, 1 par de eaecaae de pula. 2 ealvae.
aesvde 1 funde e 1 peq*aa. ftdMefa com ta-
aaura da eeneviter. 1 calbar tflrer aopa. 12 41.
tas para *b. 1 faca a gario 4o trinehar, tado de
preta, e vende-ae aem faitfe pelo done retirar- m
pera fon: a tratar aa raa Direiia a. 39, ajea li
siria
Para os tabaquistas.
Lencos maits fino* a imllacjio doa de linho de
maito bonito* padrdea o de corea fisaa muito
Crios para aa pessoas qua (ornara tabaco, pelo
lo preco de 48800 a 6)500 a duzia: na raa
do Oueimodo o. 22, na bem conhecida laja da
boa f.
Branaate de linho.
Vende-*e malte aeperior bramante de iinhe
com da** vara* da largara proprio para lencdee,
n. 22
i-------T------T-----
Vendem-se caixw va-
stos, proprtos par* fnileiro
e bthuleiro, a IpRO cadaum :
nesta typographia se dir.
MUTJLADQl
\

1 *
I
auas.



duuo#i *****jfcQ ~n*tt.mm*m>maoi**i*m
Ricas 4itas fara chapeos,
cinteiros, etc etc.
A. loja d'sgata
traordioario aortimb
m qualidade quao
como algamaa c*
linap ,JU'
a eeueajc*m ei-
Iricas Btaa, lio boa
nos deieohos, tendo
a poisifel; asaim
eora o centro liso
sroprio para tnscripcSa multas outras dedif-
fereotes corea como o>rttt, roa, escara, te,
etc. e como da sea louvsvel costume : a
d'agaia brsncs, na mi do Qeeimado n. 16,;'
da por preco corwmodo esa'ag boa e bonitas
Grvalas de setim com
ponta larga a i$
Vendem-se graiaiaa pretes da bom salim a
eom ponas largas a 19 cada urna, to barata
assim e aa acha na rea do Qaeimedo, ttf'l'a-
guia braoea n. 16.
Ra
Vende-se sm casa da uton Pater A e.,
- do Vigarion. 3, no liare sortimenio da
(logias da ouro, patente ingtez, da um dos maia
afama Jos fabricaiua* da Liverpool; tamben
ama variedade da benitos trancallin para es
mesaos.
atteneao.
O vigilante acaba da racebsr boto sortimenlo
de diversos objeclos que se veodem por manos
fli) por cento doqoe am oatra qualqaer parto.
Siutos para senhoras.
Rtquissimos sintos douradot, pelo baratissimo
preco de 23. e com Arela ao lado a 49. assim co-
mo da fita de seda.ou velludo a Sg : do gallo
vigilante, ru do Crespo o. 7. __________/
Enfeites.
Vendem-se os riquissimos eofeites da cabera
com franja e ridrilho a >, dilos sem ffnja a 39.
ditos tranc.adoa a 29500, ditos de+Qo de fita e
bico de seda a 29: 6 no gallo vigilante, ra do
Crespo b. 7. /_________
Fivelas pata sinto.
Riquissimas fivelas de seo com madreperola no
centro a 19200, ditas de madreperola a 320, ditas
dearadinha a 340 : s no gallo vigilante, ra do
Crespo oy?.____________ -
J Vidciliio.
""Afioos ridrilhos pretos e de cores, pelo bara-
tissimo preco de 19600 a libra : s no gallo vigi-
lante, ra Ao Crespo n. 7. .^^^_____^
Para entreter o tempo.
Os lindos jogos de dminos a 19400, lindas cal -
liohua com jogoi de vtspora a 800 ts. i s no gal-
10 vitilanle, ra do Crespo o. 7. ________
Abanhafin,
em copos grandes, chegou para a loaj d.agaia
branca, raa do Quetmado n 16.
UDM.
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Gran le sortimenlo de saias a bal&o de arcos,
os melhores qae aqui tem apparecido no merca-
do a 4^500, 55, 6$ e 69500 cada um, dase para
amostra com penhor ; a loja est aberta at a 9
horss da noite.
Vende-se um negro moco que sabe traba-
lhar de earapina : na rea da Praia n. 31, aegun-
do andar.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLL WAT
Milhares da individuos da todas as nacas'
podeae testemunharas virtudes destaramedio
mcomparavaleprva ramease necessaro,que,
pelo uso que dalle fizeram tem seu carpo
merabrosinteiramentesaosdepoisdehavar em-
bregado inutilmenta outrostratamentos. Cadt
pessoe poder-se-haconvencer dessascuras ms-
ravilhosas palaleitura dos peridicos, queIb'ai
relatam todos os das ha mnitos annos; s i
maior parte dallas sao to sor prendantes qui
aduiiram os mdicos mais celebres. Quinta:
passoas recobraran com asta soberano remedie
o uso da seus bracos a pamas, depois dadnt
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tai
deviam soffrer a amputarlo I Dallas ha iaau
cas queiavendodoixado ssses, asylos depade
tmenlos, parase nao submeterea aessaope-
raco dolorosa forasacuradas omplelament
mediante o uso desseprecioso remedio, Ai-
gumas dastaes pessoana enfusao de seu raco
necimeato declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outrs ssagi
trados,aSm ie aaats autenticares sua afirmativ
Ntuguam dasespararia do estado desaude s
tivesse bastante confianza para encinar esta re-
midi constantementeseguindo algum tempo e
trauoaento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que todo cura.
O ungento he util, mala pajrtleu-
larmente nos sctralntes casos
oja das 6 por-
tas em frente do Livra-
mento.
toes de 15, 20, 30 e 40 arcos.
Grande aor U meo lo de baldas de reos
os melhores nesla aienda e grandes,
chitas {raneases.largas escutas a 220 e
340 rs. o covado, ditas ailraitas miedi-
- nhas s 160 r. o-eovado, cambra! lisa
-para forro com 8 1[*2 vara a 29 a pega,
ditas Boas a 3, 49, 59 e 6f muito unas,
ditas de salpiquinho com 8 liS varas a
39500 a peca, cobertas alcoxoadas bran-
cas e de cores para cama a 49500 e 55,
cassas de core freecesea lilas segaras
a 310 rs. o covado, peca da bretanba da
rolo a 2J, algodlo trancado alvo maito
largo para toalhaa a 19 a vara, eoeite a
Garibaldi todoa pretoa a 59 cada um. lon-
gos braocos com barra 4a sores a 120 ca-
da am, roapa taita da todas as qaaliqa-
des multoJArjtaj,-a-Jpa,ejA4. abjrt
aa 9 horas da noite.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porcao e e retalhe Ante-
nio Laix de Olivatra Azevedo & C-, no en -
criptorio ra da Cruz n. 1.
J|?Mob.Iia.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vndese toda a qualidade de mobi*
lia tanto ao gosto moderno como anti -
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Grande
|liquidaco por todo
1 o pre^o, na bem co-
g nhecida loja do Seir-
lanejo.
Ra do Ouemado n. 4S.|
Apparepam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Cbflas escura* fioaa a 180, 180 200
rs., cortes de vestido pralos bordados a
vallado de casto de 1509 e se vendeos
por 305,408, 50 e 709. sabidas de baile
da vallado e setim a 129 a 139, camisas
pira senhora a 2;000 e 35500, golliahas
!de cambraia bordadas a 300, 600, 700, e
800, 900 a 19. ditas de tilo bordadas a 120 E
rs., casaveques de fustao a 59; 69,7g, 89,
ueiasde seda branca a prelas para se-
Snhora a 19200 o par, tira de babados a
500 e TOO rs., lasde qaadro eafaatadas a
{300 e 360 rs. o covado, cambraia prela a
400 e 440 rs. a vara, organdys de cores a
600 rs. e .vara, fil branco adamascado
para cortinados e vestidos a 400 e 500 I
8r. a vara, cortes de collete da casemira 9
bordados pretos a 29 e 39000, ditos de t
I velludo de cSr e pretos a 39, 49,59 e 69, |
paletot de brim braoco franceses a i
K 39500 o 45O0, ditos da casemira de co- I
52 res a pralos a 149 e 169, dMos de alpaca 9
S preta e de cores a 39,35S0O, 49 e49500, m
i camisas da peito de lioho a 39500, cortes S
de collete de orgurac a 19500, 1*700, 1
k 29200, 33 e 38500, collete leitosdebrim 2
g branco a 29500, ditos feltos da gorgurao 1
a* a 29500 e 39500, diloa feitos de casemira a
g a 3)500, 48 e 4g500, dilos de velludo a g
859, 690 79, ditos de fusto de cores a ag
1 500, um variado aorlimeolo de meiaa 9
gpara homam e senhora, grioaldas com S
flores, chale da (roco, esparlilhos, a to- S
Sda a qaalidade de roapas feitas para ho- &
mem que ludo se vande por metade do *
seu valor. &
Alporeas
Caimbras
Calles.
Ancores.
Cortaduras
Dores decabeca.
das eostas.
dos roeabros.
Eafermidades da cutis
em garal.
Ditas da anus.
Erupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade *ou falta de
calor as extremida-
des.
-Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
nlamniaiiao do figado.
Inflamaagao da baxig
da matriz
Lepra.
Males das pernee,
des peitos.
de olbos.
Mordeduras do reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulraes.
Oueimadelas,
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, aa qualquer
parta que seja.
Tremor de ervos.
Ulceres na boeea.
do figado.
das articulaces.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabelecimeato
garal de Landres n. 244, tStand, e na loja
de todos os boticarios droguista outraa pee-
toas oncarregadas de saa vende em toda a
?marica do sul, Havana a Hespanha.
Yende-se a 800 rs,, cada bocetinha conten
urna nsirucco em portuguez para explicar o
modo de fazer uso dasta ungento.
O deposito garas* em casa do Sr. Soum,
harmaceutico, na ra de Cruz n. -22, en
pernambueo.
Vende-se urna grande casa da dona anda-
res e foto si'.i na ra da Guia, com 33 .palmos
de largura e 130 de (ando, com um peqeno
auiotal em obas proories, livre e coa : n ryaNeva n. 18. loi. se dita qnatetende.
Vende-s^ cal de Jsgaaribe superior d
Lisboa pr* ennnho e cair. em barricas re-
RuWres por 3J0OO ctda ama : no trapiche do
Ramo, o. 10. ^
Pauno f!e atgodao da Babia.
Venda-e no esiriptorio d'A.nlooio Luii da
Oliveir Atavedo & C, na ra da Cre n.1.
Aljfar fino imitando peroia.
Veada-te 500 r. o flq lie aljfar fino, imi-
ando parola : na ra do Ouemado, loja jd'aguii
'"ufo.
------rr-TT-
Potussa da Rassia.
Verie-3rcwsi deJS.a? eber 4
C, uccessoree. rua da Crur. n. 4.
Ve4erefpor prejo moJaaL>
bvtata preftffa pira (roete leja, nev
como ua Otairo taathea prowle a>aa veod
zeeiaa e miadexasL leaeV ja argolaa para
drr ((Besasua) ^^m; na raa Di
mero 75.
vaT^Trs
reHa <
Attenco
o
Cbegoapara aloja da victoria, candieiroa a
gaz de nevos gostos e modelos, tanto para aala,
como paraescada e quartoa e para outra muitaa
coaaas: na loja da victoria na raa do Qaaimado
o.75.
36 Rua das Cruzes de S. Antonio 36
9 LAMGO DO CARMO 9.
Nos os propietarios destes acreditados armazens participamos eos nossos numerosos
freguezes que por todos os vepores e navios de vela recebemos de nossa propria encommenda os
melhores generes) tendente mol hados, e por isso podemos vender por meaos 10 por cento do
que outro qualquer, como a experiencia o most era por isso pedimos a todos os Srs. da praca e do
matto, que anda se nao deraraao trabalho de mandarem experimentar, o favor de o fazerern, certos
de nada perderem, pola para isso nao pouparemos forjas para bem servil-es a ainda mais a pessoas
menos entendidas, cortos da eeclerecer ees compradores que s na rae des Cruzes n. 36 e largo
do Carmo n. 9, qne devem inderecar os portadores, pois muito se ovildam com oouas casas quasi
dos tbesmos ttulos (Progreasista e Progressivo) rw>i ilftjfctoaiJBaiM BIkm,
Manteiga i ng leza a ntt nova e ma8 lupdr0r do mareado a 900 rs. a libra.
Manteiga tra IlCeaa melhor que se pode desojar a 650 rs. a libra e em barril a
600 rs. 4 V '
V/D& II Ullili o mais especial que se pode encontrar a 29880 a libra.
Cha IiySSOn 0 aelhor qne se pode desejar da 29400 a*2800 a libra.
V^la pretO 0 qU9 se pode desejar oeste genero a 29 a libra e a 19600 o ordinario.
QUeijS fl UtJengOS chegados no ultimo vapor a 2 e 1700.
eijO \\Y;*tO o melho do mercado a 600 rs. a libra e sendo inteiro a 500 rs.
\| UeiyoS CIO SCrtaO muto superior a 640 rs. a libra tambera temos pare 500 rs.
Passas em caxinhas de 8 libras ,25oo esoors. a ubre.
FigOS em CalxilllisS de 8 libr.s 1600 e aOO rs. a libra.
^meisdoaS da CaSCa mole 320 rs. e nozas a 160 rs. a libra muito novas
meiXaS franeeZ^Saiaibraeemlaias com 5 libras- a 49000.
Dlarmelada Superior amelbordo mercado em latas de duaslibras a 400 rs. a
libra.
Doce da casca da goiaba a 8oo rs. o cato.
X amaraS sm caixinbas propr?sjBj3ra mimo a 29600 a 800 rs. a libra.
Latas COm frUtaS eiM Calda eomopecego, damasco, ginja, ameix.se
alperse a 600 rs. %
A lie IldoaS COllfeitadal eom diversas cores a 800 rs.
Y 1IIllOS generOSOS engarrafados das seguntesqualidades, duque do Porto, Porto
fino, Pedro V, velho secco, genuino. Nector, Carcavellos, Feitoria, e Madeira secea a
121 e 139 a duzia a a 19100 a garrafa e muscalel a 720 re. a garrafa.
UltO empipa proprios para mesa de 39600 a 4 a caada ede 500 a 600 rs. a garrafa,
do Porto, Lisboa e Figueire.
OerVe JflS das melhores marcas a 600 rs. a garrafa o 69000 a duiia, ehanpenhe das
marcas mais acreditadas de 149 a 209 o ggo, eognhac o melhor que se pode desejar
a 900 rs. agarrafa.
vaeneora da verdadsrra hollanda em garrafes de 16 garrafas a 69000 cada um.
\xenenra italiana a mais sublime que tem vindo ao nosso mercado em frascos grandes
a 29000 cada nm.
Frasqueira com 12 frascos de genebra de Holanda 9800
Vxarr&toeS com 5 garrafas de superior vinagre a 19000
Vinagre puro de Lisboa ,at0rs. agamaea ,f8ooc.n.d.. j
Marrasquino 0 man superior que se pode desejar a 190OO a garrafa.
&SperroaCete 0 mais superior do marcado em caixinbas de 6 libras a 49200 e 700 rs.
a libra.
VekS de Carnauba all|500aarrob. 380 a libra.
A.nCOret-2sS comazeitonas as melhores do mercado a 1#400.
l^MlXaS eom 1 arroba hespanholaeontendo macarao ulharima aletria a 69000.
f~y
-->>aiXin n v S com diversas qualidadesde massas cono sja eslrelinha pevide etc. a 6|000
e 640 rs. a libra.
Francisco Femandes t)narte
Lar o 4a Pentam
Ricos pianos
de varios autores, vendem-se
em casa de Kalkmann Irmos &
C, rua da Cruz n. 10.
Gaimariea & Luz, dono da loja da miudesas
da raa do Qaeimado a. 85, boa fama, participan!
ao pabliao qa o seu estaaelacimento se acba
completamente prvido das melhores rnercadorias
tendentes ao meiroo eslabelecimento, a muito
ostro objectoa da gosto, sendo quasi todoa recs-
bidoa da suas propriss ancemaendas ; estando
alies iateiramente resolvidos a aio vanderem
Odo, afiancam vender mais barato do qne outro
qaalquar ; e juntamente pedem aoa aeua davedo-
res que Ihe mandem ou vanbam pagar oa aeas
dbitos, son pena deaeremjusticadof.
ClOUricaS e PaiOS os meihoresdo mercado a 560 rs. a libra.
Salames o melhor que se pode desejar a 700 rs. libra.
PreZUntOS 0 que se pode dezejar de bom a 640 rs. a libra.
LllgUlCaS finas em latas jpromptas a 1600.
PeiXe em latas cavallinhaspargo, elnguadosal06OO.
LOUCillllO do reino a 280 rs. a libra do novo, e 240 rs. do velbo.
Bail a de pOrCO a memorado mercado em latas de 10 libras a 49000.
Massa de tomate em iaUsdfl 4 iibrrat a 7oors.
TlaiSaS para SOpa ulhirimemaarrioa 280rs,ealetria a 320 ra.
"alltOS llXauOS em macos con 20 aacinhos a 200 rs.
I a pe greVC pautado e liso nraito superior a 49000 a resma;
CT Va dOCea 360, pimenu a 360^enella 900 rs., e comanos a 800 rs. a libra.
PalltOS do gaZ 3930e a groza e 20 rs. a caiiinht.
8a I relina dO 9m pacots de mais de urna libra a 60 rs. e potes 560 rs.
5agU nato wro -* 480 a libra tevadinha 200 re.
^*"nna doMaranho a 160 rs. a libra e goraraa a 80 rs. a libra e 29400 a arroba.
teate^ dO lO edo Geari o melhor do mercado de 89500 a 99500 a arroba.
in?aM m,Uel8antM-propias para mimos ou mesao para^uerdar jeias de 400 n.
lf 500 e terna cea 6 caixinhas a 59000.
Chocolate hespanhol verdadaro a 1,000 abr..
tovilhas portuguezas e francezas..flj,filii-640l710
late* .
I raques os memores do mercado a lOf a caixa e a 280 rs. a carta.
OaYel flm latas ahogado no ultime vapor e 19600.
Bolaxinha de soda em ,tal a lrHOo
OOlaXnha lllgleZa amaiiaova do mercado a 4500 a barrica e300 rs. a libra.
AVfiiaaS ehegadw ltimamente a 320 rs. alibra.
Sardinhasde Nantes 140o rs. j uu.
A*f d0Ce refinad0 80 grafe,
ArrOZ em saceos de 5 arrobas do vermelho a O950O.
LlCOreS os mais finos que ha no mercado a 19 a garraa e
tara menee.
.pa-: m casa de-S P.: ^^.SIS^
iohnr:4C,Prua da *^.***tg^
Soahall Mallors di C, lando receido or-
dam para vender o sea crescido dapoaito darsio-
gfoB visto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cie ; convida, portento, apeseoaa que qaizerem
Eiaair am bom ralogio de oaro ou prata do ca-
ira fabricante Kornby, a aproveitar-ae da op-
portanldada sem parda de lempo, para vir com-
pra-loa por commodo preso no sea estrlptorio
raa do Trapicha n.28.
Mocadas c meiat moendas.
Taixas de ferro batido e"
eoedo.
Machinas de vapor.
Rodas d Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicSo
/ de D. W. Bouman.
Rua da SeiizaUa Jlya &. il.
Neste estabelecimento vende-te: ta-
chas de ferro coado libra 116 r$. dem
de Utvr Moor libra a l&Ors.
|IIH| lilil m i'^.......
Arado .americano e machi
a. 42.
Os melhores gneros que vem a este mercado e por menos 10 por canto do que em outra
qnekjuer parte, garanttndo-se a boa qualidade, por isso roga-se a todos os Sors. da .preea, ja en-
genhos e lavradores o favor de mandarem suas encommendas a este muito acreditado' armazem de
molhados, afim de verem a differenca de preco e qualidade que faz, se fossem comprados era outra
qualquer parle.
^"*'*1|*aS coneitadas para sorte de S. Joao a 800 rs. a libra, tambera tem-se pora
6*0 rs. a libra sendo em porcao, unto de urna qualidade como de outra se fax abati-
mento.
llamtvMga lagleza da safra nova de primeira qualidade a 850 a libra, em
barril se faz abatimento.
Iftailtfaiga IIaaaia a mais nova a 640 rs. a libra, em barril a 600 ra.
,?'*J*" O "TClalO muilo frescos chegados neste ultimo vapor a 29000 ditos ehe-
gados no ultimo navio a 19800.
^ praalO 0 mais superior que tem vindo a este mercado a 800 rs.. >
Ut\a uyaSOU 0 mt^ot qye n n0 mercado a 29800 e 29200 a libra, afianca-se a boa
qualidade.
** UaXllH o que se pode desejar neste genero a 39000 a libra.
Cua ptetO bomeopathico a 2*200 a libra em porcao se faz abatimento.
* aiuCB UOVOS e pav0 transado a 230 rs. a carta e em caixas eom 40 carias por
99000.
Vj&VaS Caa aaiaaaoaB eonfetadas, proprias para mimo, eontendo mais con-
feitese assucar candido por 1|600 cada urna.
IraSSaS em caixinbas de 8 libras chegadas altimamente a 29000 cada um^* a retelho
a 480 rs. a libra. f 7 .
DOlaXiaiia de soda em latas com differentes qualidadea a 19440.
oOia'X.iaiia ngleza a mi5 nova que h no mereado a 49000 a barrica e a retalho
a 320 rs. a libra.
ViaiiO C3& pipa de superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 e 640 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
VinaOS eilgaTirafa&OS DUqua do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
toria velho, e de ou iras maitas marcas acreditadas a 19200 a garrafa, em cana a 129
tambero ha para 19000 a garrafa. >
*aaMpaal\a aas marcas mais acreditadas a 159000 e 209000 o gigo,-e em garrafa a
1480*)
^WVaja da marca cobrinha ou de outras marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 ra.
a garrafa.
*uaa francezas e portuguezas em latas de 1 libra por 640 rs.
Iria^ga aa tomate em Uttas de 1 libra por 800 rs.
^***x** f f aaCOTaa era latas de 1 e meia libra por 1*500, ditas com 3 Ubt
2800.
%.mea<10a^ de casca mole moilo novas a 320 rs. a libra, era arroba por 85p0(
S****a 120 rs. a libra e em arroba a 30000.
rVlelYa,HtaeaTTae ta\\\aTm a 400 ra. a libra, a em caixa com 1 ari
ba por 69000.
Ei St falla US ^ pevde e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e
xinhas muito enfeitadas se faz obatimento.
alltOa aa daat^a xados os maisbem feitos que tem vindo a este mercado a 2801
tambera ha para 200 ra.
rfeZUHtOS inglezaS para fiambre a 800 rs. tambem hamburguez pai
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 ra. a libra.
CnaaYlCaa e palOS muilo novas a 560 rs. a libra eembarril se far aba
Saiama o melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 r
T OaCiaaa dO Telas muilo novo a *80 rs. a libra e em barris de 1 e m
a 5 e 79 a arroba.
IjuOaYlQaS em latas j promptas para se comer a 1#800 cada urna.
ftaaua da porco refiaada em lalas eom 10 librag por 4f300
Mita em barril muito fina e alva a 440 rs. a libra e em barril a 400 ra.
Cavtoes com bollo fraaecz pr0prios P.r. mimo. 500 cd. *.
*,Wr,**"M** imperial do afamado Abreu ede outros muitostabricanies de Lisboa a 8*0 rs.
a libra.
aarmelsda de Alperche em latas de 2 libras por 19000 cada nma,
LaattaS eM eructas de doce em calda as melhores que ha em Pertugaleorio se-
jam pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs, a lata.
U0CC8 SeCCOS fl m ^^ m iatogf de 4 a 5 libras por 29000.
* aOCOlatt heeaanhola 19500 re. a libra, ditto francez a 19100 ditto portuguW a
800 ra., afincele a boa qualidaJe. v i
vai2 de primeira qualidade tanto do Rio tomo do Cear, a 320 rs. a libra, >em an
95500, dito seis baixo a 280 rs. la 89500 a arroba. ^
e\aaiaaa de Franca mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e era p\ abatimento.
^8*i muilo novo a 320 ra. a libra e em garrafes com 8 ubres, por 29000.
i aWatta do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
lita do Maranhao alva e chairase a 160 M. a Hbl
*

ahina, umbem temo
a em arroba 49500.
de carnauba refinada a 400 rs a libra, e fea arroba o 129000.
\Xeita asee refinado a 800 rs. a garufa, e e caixas a 99000.
ViatagrC de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 10800.
W laaO cherez verdadeiro I 19500 a garrafa, e em caia 149000.
V auO braaCO de Lisboa o mais superior qne ha ao mercado proprio aira raisaa a
040 re garrafa e en caada a 49500. p ^^ '
^nmtoa suspiros do fabricante Brandao em meiaa eaixinoas, por 21500.
111 VOS suspiros do fabricante Gatanho &. Fimos em meia caxinhas a 29000.
HitOS em caixas de 100 regala Imperial, Viagantes, e Paneniellaa, a 29000 a caixa.
Alplsta muiu limpo, a I80rs. alibra, e en arroba9*00,
AXCltOnaS muito novas, a 19600 rs. cada urna ancoreta, o a 400 rs. a garrafa.
Arre* de Mararmo a 110 re a libra, o 39709 a arroba.
Wftne de paitas em latas das memores qualidades de peixa que ha em Portugal a 49500 ra,
fteaebra de HoWanaa #rMtfrrtfip em n garrafas por ooooo.
"Wnala--taglett muito nova a 19000 o frasco e (raneen a 640 ra. pota.
Alta dos generas cima mearirmrlrit jajinarini o respeitavel Haaiw'i wrlipn
ment de tado que tendente i ualbdsx
1



I
DIftftKKBft]
1M1
"
==
?Loja do P
tr
Camul
as meninas trazerem
nobra limito linda caixinhas a cabaiee pira meninas,
4el00 rie ale 39600: di loja da Victori, na raa
mado d. 75.
1
J dO QttCtlBI
^r Franj
as pretas com
driiho e sem elle.
vi-
Rico sortirnentos de frao]sa pretaa e d cores
om vidrilho e sen elle : na loja da Victoria, na
ra do Queimado n. 75.
'
inhasde peso verda-
deras..
Linhaa fiase de peio verdadeira. meada*
grande a 240 ria : oa loja da Victoria, na ni
do Quaimado n. 75.
Phosphoros de seguran^
Phoaphoro de seguranca, por que llvra de in-
cendio, a 160 rii a-eaiza : na loja da Victoria,
na raa do Queimado n. 75.
Btelas para vestidos.
Balelaa muito grande a boa a 160 ria ama
na loja da Victoria, di roa do Queimado n. 75
!.
Linha de. croxel para la-
byrntho.
Aa melhores Mnhaa de croxel para labyrintho,
novellos monstros 320 ri um : na lo|a da Vic-
toria, na raa do Queimado d. 75.
Sintos dourados para se-
loras.
Lindel aintos doi
dito de ponii cahi
na loja da Victoria,|
adoi pin lenhori a 220,
a 49. ditoa da fita a U600:
a ra do Queimado n. 75.
Ricote espelhos de
) moMura dourada para
f sals
Chegoa Ara a loja da Victoria urna peqaaai
porreo de ricos espelhos de varios tamiobos para
ornameotoslde salas, affiaoc.aodo-se serem os
melhores col vidros qua tem vindo: na loja da
Victoria, nafrua do Queimado n. 75.
Li/ para bordar.
i
La a mol
79 a libra
mado n.
GaixlDl
naa do* ga
vellos a 71
a 700 ria*
oda todas aa core pan bordar, i
loja da Victoria, na raa do Quei-
Ifltpera-
iz* i m
Vende-M neite eatebeled mente Indas asfaxen-
daa por preros maia baratos que fsaaaivel s6
com o fim de aparar dioheiro, aitim "tJto urna
grande porfi das diUs fazendas intairameote no-
vas, vodas pelo, ltimos navios : oa dooos dee-
te estsbelecitnento rogam a todos os seos fragua-
ses, qua se diem ao trabalho de procurar nesta
Diario oa annanclos da loja do Pavio, porqaa
esto certoi qae nao perderlo sen tempo.
Paoni
* Vende-ae pe?i
vina a 6fl : ni roa da
Gama & Silva.
Gambraias organdys a 280 rs.
Vendft-se cambraiaia organdys com ilicadi-
simos deseohos a 280 rs. : na loja e armaiem do
Pavio, da Gama & Silva, na raa da Imperalrix
d. 60. .
S o Pavo.
Vende-se Dolssimaacassaa francesas de varia-
dos pa'droia a 140, 260, e 380 rs. o covido : na
ra da Imperatrts o. 60, loja do Pavio da Gama
& Silva.
Anda o Pavo a 200 rs.
Veod-e chita francesa eicura com diminuto
toque de mofo a 200 rs. o covado, o ditu iogle-
saa a 140 ra.: na ra di Imperilru n. 60, loja de
Gama & Silva.
Vende o Pav.o a 280 rs.
Gorgurio de linho que feito am vealidos para
senhora ou roapa para meoiooa parece aediDbas
280 ri. o covado, por ter grande porcio : na ra
da Imperalrix n. 60, loja e armazem do Pavio de
Gama & Silva.
Tarlatana do Pavo.
Vende-se tarlatana de lia com palmichas sol-
tai a 320 rs. o covado : na raa da Imperalrix n.
60, loja do Pavio de Gama & Silva.
O Pavo vende a 4$500 rs.
Cortes de baragea com os de seda tendo 22 co-
rados, com barra, podeodo-se faxer babedos, pe-
lo baratiisimo prego de 48500, s oa loja do Pa-
ria ra da Imperatr o. 60 de Gama & Silva.
Vestidos de la.
Veode-ae veitidoa de liitiohis teodo is salas
j promptas, com muita roda, proprtaspara ba-
lio a 4J00, s na loja e armazem do Pavio raa
dalmperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Basquinas do Pavo a 4#000
Vende-se ricas basquinas de fustio mui bem
bordadas, fazeoda que sempre sewendeu por lj
e 169000 por 48000, para acabar : na loja do Pa-
vio de Gama <& Silva, na raa da lmperatriz
n. 60.
Enfeites do Pavo.
Vende-se ricos enfeites turca e Giribaldi
Com ricas franjas e boletas a 5g000, ditos dos
meamos nrsissimples 2|000 r., e dito de Qta
cada um em sea catiio : na ra da lmperatriz n.
60, loja do Pavao.
na na do Qdjimado n. 75.
^as do gaz,
i 50 novellos da liabas muito fl-
) ris a ciixa, ditas com 30 no-
via, ditas com 10 novellos grande
acaaepretaa: na loja da Victoria,
Arara vende os palitos.
Vendem-ie mano de palito fino com 20
msssinhos, por 200 rs.; na raa da lmperatriz,
oja da arara n. 56.
Para doces seceos,
Vendem-ae maito bonitas eaixinhas redondss,
de madeirs, de diversos lmannos, forradas de
papis de cores, muito lindas, proprias nica-
mente para doces seceos de qualquer qualldade,
pelo barato prego de 4, 5 e 69 a duzia : na raa
do Queimado, oa bem conhecida loja de miude-
7.a da boa fama n. 35._______'_______________.
Para S, Jooe&. Pedro.'
Veddem-se caixiaburara, grande porcio de
atuendos coofeitadajjrj e alguna confeitoa pro-
prios para o fiierte S. Joo e S. Pedro, pelo
barato prego di ,o rs. cada ama : na ra do
Queimado, na- m conhicida loja de miudexas
da boa fama 5.
Brilhantina suissa.
Vende-se brilhantina saissa de quadrinhos, fa-
xenda muito encorpada para vealidos e maia lar-
ga que cbita ingleza a 200 rs. o covado : oa ra
da lmperatriz n. 60, loja o armazem do Pavao
de Gama Colchas do Pavo.
Vende-se ricas eolebaa de fustio de linho de
varios tamanhos e diferentes desechos : na rus
da lmperatriz n. 60, loja o armazem do Pavao
de Gama & SiWa_________
Chales pretos do Pavo.
Vende-se oa maia medaroos chales pretos de
ponte redonda com bolota, guarnecidos de bieo
de seda largo em lagar de franja a 6*000 : na
raa dalmperatriz n. 60. loja do Pavio.
Chtese
Vende-se cortes de c
com 10 covados a
cor fixa : aa raa d la,
maiem do Pavio.
d Patfio.
o fleAeetma com 10
pesetrix xa, 10, loja de
cortes.
franceza mallo fina,
afllaocando-ae ser de
retis n. 60. loja e r-
Liquidadlo de fa-
zei
Na ra da Cre
Vende-se para acaba
das.
po, loja
por todo
n. 14
proco um
completo aortimento de fazendas inglesas, trnce-
la, suinai e allemae, todas propriaa deate mer-
cado, e Igvmis recntenteme chegadaa.
Obras de vidro,
escarradeiras, je palmatorias
lapidadas c
Vende- na loja d'gal
eacarradeiria de vid roa
assim como palmatorias
mangas bordadas a
Queimado. loja d'aguia brinca n. 16.
mangas.
a branca mal bonitas
cerosa 4f600, 5 e 69,
e vidro lapidado com
cada um : na raa do
Meias em quantidade*
Na loja d'aguia branca ach-se nm complato
aortimento de meias de odia aa qualidadea e
pregoa, sendo para homen 1, senboras, meninos
e maoinss de 8 maxea a 2 annos. Ennumerar
os difiranles procos confundir o preteodente ;
sssim quem se quizer convencer de quo baratas
se esli ella veodendo, rigir-ae com diohei-
ro i dita loja d'aguia branc na raa do Queimado
numero 16.
Superior sebo eta velas e em
pes, ca'xas| de urna
arrob
Vendem Antonio Luiz delOliveirs Axevado &
C, no aeu escritorio ra di Cruz n. 1.
Jacaranda si
Tem para vender Antonio
zeTtdo & C, no sen escrfptc
perior.
Luiz de Olivaira A-
lo ra da Crax n. 1.
Coraes lapidados.
Sao grossos que admira.
A loja d'aguia bronca icaba de recebar ume
pequea quaolidade de corss* grossos lapidados,
os quaes servem para aa voltio que ullimament
usam as senhoras, e esli vendando cada fio por
29, 29500, 3 e 4 : na raa do Queimado, loja
d'aguia branca o. 16 : assim cerno recabeu maia
i bonita pulMirsi de missaoUas.
Grande e aova officina.
31Ra I Ireita$U
Neite rico bem montado eatabeertnWite*en.
contrario oefregoezea o mais perfaite-, bem ac*
bado e barato no tea genero.
URNAS de (eda aa qailidides.
SANTUARIOS qae rivarlaam com o Jacaranda.
BANHEIRS de todoa 00 tamanhos.
SEUICUP1AS tdem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLBA em caixaa de lodaa aa groaaaraa.
PRATOS imitando em perfeicao a boa porcel-
lana.
CHALEItus de loda aa qualldade.
PANKLU6 Idee idea.
COCOS, GANMUROS a Oandres para qaal-
qaer aortimento.
VIDROS em aixas e a retalho de todoa oa ta-
mandaodo-ae maonoa, botar dentro da cidade,
em toda a-parte.
Recebm-a eneommanda de qealqner nata-
reza, eoocirlo, que tado aera deeempenbade a
contento. .
Esperanca
Loja de miudezas,rua do Quei-
mado n. 33 A, de Guimares
4 Rocha.
- specialidade chegada pelo vapor.
Botoes de coroslica bresco, ^acamados, re-
dondos, chatos; oval, meia borla e borla, ttem
destes boioe nesta loja, e sonde se preparam pa-
ra punbos, collete, etc., por 3 ama duzia, oa
19 o par para punboa.
Flauta de ebapo.com 5 chave, annea ea-
treitiohos, ultimo gosto, o com csixa, que se van-
de pelo diminuto proco de 20$, tinta inglesa (a
verdadeira) poten de 1)4 a 830, de 1|2 garrafa a
640, previne-se que s legitima a qae no pote
tem urna cavldade em forma de bico, queaeprea-
ta melhor a vasar o liquido como a extracio da
rolha ; ra do Queimado, loja Esperanza n. 33 A.
Esperanza.
Ba do Crespo n 7, no
gallo vigilanle
Nesta nova loja ha grande porcio de caixinhaa
com amendoaa propriaa para brioqnedo de S.
rJoioqaese vende pelo barato prego de 800 rs.
cada urna quem deixari de dar a ama menina
ama caixinba ; tambem tem grande porcio do
caixaa propriaa para doces eco que vende con-
forme seas tamanhos a 69, 5} e a 4 a dazia,
amendoas avalsss a 800 o 640 rs. a libra : a no
vigilante raa do Creepo n. 7>
U.vasde Jouvin.
Vende-se lvas de pellica de Joavin brancas,
para senhoral ltimamente ebegadas : oa loja do
beija flor, ruaV]o Queimado n. 63.
Luvas de seda.
lavas de seda eofeitadas a 1J600,
ditas fio de Escossis brancaa a rs.
de cores 800 ris, ditas de algodao a
na loja do beija flor, raa do Queimado
-^end
2800fc!.
700. dil"i
280 ris
numero i
Escovas.
e escovas para dente finas de diversas
i a 120, 160. 320. 400. e 500 ria : ns
flor, ra do Queimado n. 63.
jgo de domin.
-se jogo de domin finos a lj-200
beija-flor, ra do Queimado n. 63.
na
Botes para puuho.
\^_ Xnde-se botoes de punho finos de diversaa
ades a 200 rcis o par.
aoguitosMe seobora
Queimado n. 63.
que tambem servem
oa loja do beija flor
Baies do Pavo.
Vende-se ricos baldea areodados com duas salas
e bico am volts, pelo baraliaaimo prego de 68,
ditoa de madapolio francs muito grandes com 6
arcos a 5J, ditos com 5 arcos a 3g500; na loja
do PaTio, ra da lmperatriz n. 60. .
Bramante do Pavao a lOftOOO a peca.
Acaba de chegar a loja o"Patao, urna nova por-
{oo do acreditado bramante de linho, com largu-
ra de brim Uso, tendo 27 varaa cada peca, esta
fazeoda propria para lencea, loalhas, cerou-
las, camisas, etc., e veode-sa pelo bsratissimo
prico de IOS a peca, s na loja do Pavio ; ra
da lmperatriz n. 60, d Gama & Silva.
Manguitos com gotlinhas.
Vende-te mangaitoa com gollinhas, fazend
muito boa, pelo barato prego de 2fOOO, gollinbaa
e punbos ultimo gosto a X9U00, gollinbaa muito
fina e bem bordadaa a 18000 cada ama na raa
do Queimado loja de miudexaa da Boa fama,
n. 35._______________________________________
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pega de tira bordada de 2,500,
3,000, 3,500 e 4,000 entremeioa a 1$600 e 2$000
cada pega na ra do Queimado loja de miudezaa
da Boa fama. n. 35.
Chales Gajribrfldinos.
Vende-se na loja do Parlo, chales da merino
maito grande de liitrinhaa a Garibaldi, pelo ba-
ratlsstmo prego de 43500, pecbincha : na roa
da lmperatriz n. 60. de Cama & Silva.
Chales do Pavao.
Vende-se chales de merino muito grandes s
Bonecas fraucezas.
Vende-sa booecaa trancen ricamente vestidas
4&000 e 5000, e zf 000 bonecaa de cera com os
olhos a ovedeos a SfOOO e 81000, na raa do Quei-
mado loja de miadezas da Boa fama. n. 35.
Fivelas de a$o para sintos.
Vende-ae fivelaa da ac para sinto a i5500 ra. e
29OOO na ra do Queimado loja de miudezaa
da Boa fama. o. 35.
At que afinal ebegoa a eata loja os sampra
eslimado brinco bale, qae pela perfeigio com
que toi execatado o pedido fica anida a falta que
havia deate adorno que, sobro aer bom o bonito
barato, algo par e em ama caixinha : na loja
Ecperanga, ra do Qoeimado n. 33 A.
Aojwblico
jftua da lmperatriz n. 5, na
loja e modas da
Esmeralda
Rccebea-e eoa.direitara de Paria o maia bo-
nito sortimento de chapeos de palha da Italia
eofeitadoa a ultima moda para meaiooa e me-
ninas, chapelinha de palba da Italia para se-
nhora, lavas de pellica aofeitadaa epm floree e
plumaapara nolvaa, botinas de setim brincos,
vestidos de blond*. ricos eiparlilhos, pontea de
tartaruga, cascarrilhss de todas as cores, ves-
luarro para meninos, sapstiuhos para baptiaa-
doa, sssim como bicos de blondo de todas ta
largaras, dito de guipure, risas trancas de seda
de todas aa cor, manteleta de grosdenaple a
Fichitoe liarle Aotoioet, ricas capellss e pin-*
mas e marraba e muitos o* tros objectos que se-
ria enfaUonho mencionar, por tanto eapera na
benevolencia daa familias psra virem viailar o
dito stabalecimento que achario tuto a gosto
e em cont.
Aviso tos no vicos, da venera-
vel ordem terceira Francis-
cana.
NaraadoPadr Eloriano n. 21, primeiro
andar, veodem-se corddes para profittoes de pes-
ois da smbos os seta, por prego maia eommo-
Z . qe tao o mal bem Utos qae podem ser.
PreeelameMavel.
Pra homen 7J000
Para mulherea 8000
Um boi e carrosa.
Faz-se todo o negocio com um excellente bol
e carroca de poaco aso por maito commodo pre-
go : na coebeira da ra do Imperador n. 12.
S. iuro, Lebmann & C-,
16, vendem libree aterlinaa.
roa do Creapo n.
Esperanca.
Contina a receber especialmente su ai fazea-
dss, lomando-e aitim mais baratas : nesta
qaadra que temos tado quinto preciso s um
familia (em miadezas) a um alfaiate, sapateiro,
caixeiro, etc., o pequeo espago qae no concede
o Diario de Pernambuco nao noa permitte classi-
flear e enumerar a infinidade de artigo de que
nos acbamossortidoa, tanto em quinqailharia co-
mo em artigo de uto diario e iodlspenssvel :
por Isso as pessoss ds praca oa de fora que quei-
ram comprar qnalquer dos objoctos de qae faxe-
moa noaao commercio, serSo directamente ou in-
directamente bem servidos.
Esperanza.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ac
para bailo a 160 rs. a vara, baodea a 18500 ra. e
,'2500 o par, na ra do Queimado loja de miadezas
r da Boa fama, n. 35.
E' neata loja que h e continuar a aer o depo-
sito das afamadas agulhaa Victoria tanta a
aceitagio que tem tioo estas sgulbas qae nos dis-
pensamos de qualquer elogio, a 120 rs. o papel
(flxo>yay_________^_______________
T gilante, que est quei-
mando.
Luvas.de pelica.
Ai verdadeiras luvas de Juvio, chegadinhas
no vapor francez: s no vigilante, raa do Crea-
po o. 7.
Para os festejos de S Antonio
e S. Joo.
Trinas e galdes.
A aapetior trina e volantea do Porto para ar-
os, oratorios oa igrejes, qae se vende por me-
nos do que em oatra qualqner parte: s no vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
SYSTEMA MEDICO HODELLOWAY
PILTJLAS HOLLWOTA.
Este inestimavel especifico, composto integra-
mente de her vas meJicinaes, .nao con tem mercu-
rio nem alguma onlra substancia delecten. Bei
nigno miis tenra infancia, e a compleigao mas-
dslicads, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleigao mais robustas
jenteiramete innocente em snas oparagoess ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais aaligas e tenazes
que sejam.
Entre milharas de pessoas cunds com esta
remedio, muita! que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn]
recobrar a saude e torgas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais sfilictas nao devem entregar-ie a des-
esperago; fagam um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperarlo o beneficio da laude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
A ara qualquer das seguin tes enfermidades ;
se m segundo-
Na raa do Queimado o. 55 loja de miudezaa
de Joa de Axevedo Maia a Silva, eaU vendando
todsa aa miudexas barslissimaa, a saber :
Ppele de agulhaa a balio muito supe
riores a
Caixaa com muito finas obreiaa a
Caridea com clcheles, tem algum de-
falto a
Frasco de maesst perols maito finos
Caixinhaa com papel pequeo de diver-
aoa godos a
Picotea dito dito dito mixade a
Novellos de linha de Crax a melhor
que ba a *
Cama com agulhaa curtas de superior
quslidade
Eniremeios, a peca com 3 varaa 1 [2 a
Sabonetea meitofinoaa
Papeia de agulhaa francezis com toque a
Parea d botdea para punboa de muitos
modelos a 240
Parea de meias creas para meninos a 160
Ditoa de ditas cruss psra pequeo a 180
Ditos de ditas para meninas a 200
Frascos com sgua de Lavando embreada a 800
Ditoa com cheiroa muito finos a 240 e 500
Ditos com banba muita fin a 240 e 320
Ditos com superior bar,ha de urso a 600
80
40
10
200
72a
720
40
200
1SO0O
120
10
3g, ditoa de cseas de core s 800 r.
lmperatriz o. 66. loja do Pavio.
na ra da
Vestidos do Pavo.
E' pecbincba, cortes de cambala brancos com
babados a 29500, ditos de tarlatana brancoa e de
corea a 3|, ditos com babados eduassaias muito
superiores a 43, pe^aa de cambraia branca com
carociohos brancos e de corea, tendo 8 1/2 vara
cnla pega, por 48, corte de camas de tdres com
7 1/2 vsrss, padrees novo|s a 2g500 ; tado isto se
encontr na loja do Pavo, que vende dioheiro
a vista : na ra da lmperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silva.
Occulos.
Vende).,, occulos finos de armacio de ac, a
23, 13,'640 e 400 lis : loja do beija flor, ra do
Queimadi0 D. g3.
I
Ris*s sintos dourados.
Vende-se sumos dourados a 2. ditoa de fita
com flvella/dourad, a 19500 ; loja do beija flor,
raa doQimado n. 63.
Enfeites para cabeca.
Vende-ae requssimo enfeites pira cabeca com
""{-e ?.em ella pelo baratitimo prego de 5|
e 5SO0O. ditos y, vidrilhos a 1&600 ; na loja do
beija flor, ra/a Queimado n. 63.
Alburnos de borracha.
Veode-se os mais superiore alburno ou so-
bra-tudos de borracha, proprios para o invern a
129: na raa da Imperalrix n. 60, loja do Pavio.
Cortes de phantaaia,
Veode-se ricos crles|de:phsolasiadeduaisaaias
com delicados lavores a 69 cada am : na roa da
Imperatri n.60. loja do Pavio.
Calcinhas do Pavao.
Vende-se calciuhas de cambraia bordadas para
menina a \) o par: na loja do Pavio roa'da lm-
peratriz n. 60.
i
, ra A;
A
arteiras.
/"
/Venden > ricas carleiras para gaardar dinheiro
deouro o prata a 23OOO, 2|50O, 1000, 1J280 e
1$500 ; na loja do beija flor : ra do Queimado
numero 63.
/

.Rosas artifciaes para cabello:
A.L. B. F. tendo recebido um variado sorti-
mento de bonilaa roaas que se esli usando para
eabellos. e de pannos com folhs de velludo, ditas
de papel toda s, aa mais ricas qae se pode encon-
trar vende-se ns ra do Queimado n. 63, loja
do beija flor.
Gollinhas do Pavo.
Vende-se golionas de esmbria bordadoa e di-
tas de fil bordadas a 500 ri: na loja do Pavao
ra da lmperatriz n. 60.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas bordadas a
1$600 e manguitoa mullo finos a 1JS o par : na
ra da In peratriz n. 60, luja do Pavio._________
Cascarilhas de seda.
Vende-se cascarrilhas de seda psra anfeitar
vestidos a 29000 a pe;a na ra do Queimado
lojs de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vande-se meissde borracha para quem padece
de erysipela a 151)000 o par, meias de seda preta
para senhora a lf,000 o par na raa do Queimado
loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
A 2$500, s o pavo.
Vendem-ae cortea de cambraia brinca com 2 e
3 babados a 29500, ditoa de tarlatana brancos e
de cores, com barras e babados a 39: na ra
da lmperatriz n. 60, loja e armaiem do pavao de
Gama & Silva. .
Cascacriiha
Lindas pecas de cascarrilha de todas as cores,
pelo bsratissimo prego de 19500 a pega : s no
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Cbspelinas para senhoras.
Lindas chapelinas ricamente enfeiladas, pelos
baratUiimoa precos de 89 a 109000.
Ditoa com pequeo toque de mofo a 69OOO: s
00 vigilante ra do Crespo n. 7.
Touquinhas ou chapozinhos
para crianzas.
Lindos chspozinhos para menina e menino a
49 e 69000, ditoa de feltro pelo baratissimo pre-
go de 3(000, bonetes de panno fino e ligo de fi-
ta a 3(000, ditos de veludo fino a 49 e 39500.
ditoa de palbinh a 3$000, touquinhas de seda
muito lindas a 19500. ditos de fil a I9OOO: s
no vigilante, ra no Crespo n. 7.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata ingiera a 19500 ri, dita franceza a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedsde bygitniqae
verdadero 1 lJjOO o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agus balssmiea
para os denles s I9OOO, dita de Botot tambem
para os dentea a tgOOO o frasco, pomada france-
za em pioa a 500 rs. e 19U00, 320 rs. sabooetes
maito tino a 640 rs., 800 rs. e I9OOO esda um na
ra do Queimado loja de miudexaa da Boa fama,
n. 35._______________________________________
A 200 rs ,so pavo.
Vende-ae chita franceza escara de cor fixa a
doua tuslts o covado : na raa da lmperatriz n.
60. loja e armazem4o pavio.
Tiras e entre meios.
Vende-se tiras bordadas tapadas e transparen-
tea, assim como eniremeios muito delicados :
oa roa da Imperatris n. 60, loja e armaiem do
Pavio
Lencos e luvas.
neos de cambraia d
Agulhas.
Vende-ae lengos de cambraia de linho com la-
byriotho a 29500, ditos de imilaciode labyriniho
a 1|, luvas desedaa de todas ss cores a 500 ria,
enfeites pretos de vidrilho para cabeca a lf, la-
vas de retrox preto sberlas a 500 ris o par ; na
ruada Imperalrix n. 60, loja do Pavao de Gama
& Silva.
A. L. B. F. tendo recebido agulhas imperiaea de
do dourado, vende na loja do beija flor, rea
o Queimado n. 63.
Oliados.

Vendem-ae oliados pintados de lindas vistse e
paisageas, lsrguras de 6, 7. 8 e 9 palmos, pro-
prios pera mesa de jantara 29 o corado : na raa
da lmperatriz, loja n. 20. _______________
Ra da Senzalia flova n. 42
Vande-se em casa de S. P. Jonhston & C.,
jaUini e silhes inglezos, caodieiros e caslujaes
broraeados, lonas ioglezai, fie da val, chicles
pa:a carros e montara, arraios saga carros da.
am a dous eavailos, a relogios da onro patente
ingles.
Cambraia. do Pavao.
Peces de cambraia fina com 10172 varea a 69 a
paca, ditaa com 8 1/2 varaa a 49, ditas de 8 pecaa
a 39, dita para forro, com 8 1/2 varaa a I96OO
na raa da lmperatriz n. 60, loja do Pavio, da
Gama & Silva.
Vestidinhos a 4#500.
Vende se veitidinboi de seda eneitados para
meninaa de 2 a 3 anaos a 49500 : na ra da Im-
peralrix n. 00, loja de Gama & Silva.
Grosdenapies do Pavao.
Vende-se grosdenapies preto multo iocorpsdo
a 1*)600 o covado : na roa da lmperatriz n. 60,
loja de Gama & Silva.
Paletots do PavBo.
Vende-a* palito! da panno preto fino a 69,
dlpe de finar" de cores 69, caigas de cssemira
preta a 49500; s na raa da lmperatriz n. 60, de
Gama 4 Suva,
Palmatorias deyidro lapi
dado.
Vende-se palmatorias de vidro a 1 $600 rs., ditas
com mangas proprias para rapaxea a 49500 rs.,
cada" urna, escarradeiras de vidro a 49500 ra.
e 58000 o par, na ra do Queimado loja de
miodeza da Boa fama, o. 35.
A 5U0 rs., s o pavo.
Vandem-seaamais modernas e finissimas lia-
zlnhas de quadrinhoa e de florea soltas epalmi-
nhas, desembarcadas do ultimo navio vindo do
Havre,pelo baratissimo preco de quinbentos ris
o covado, e dio-se as amostrss com penhor: na
raa da lmperatriz n. 60, loja e armaxam de Ga-
ma & Silva.
Manguitos.
Lindo manguitos com gollinha o mais fino
que se pode encontrar, vende-se pelo baratisai
mo prego d* 79000, ditoa aem gollinha a 19500:
s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Gollinhas de linho.
Lindas gollinhas estampsdas.............. 500
Dilss de linho muita finas................. 800
Ditas pretaa com vidrilho.................29OOO
S 00 vigilante, ra do Creipo n. 7.
ecidentes epilpticos.
?Iporcts.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Asinina.
Clicas.
CoDvulsoes. '
Debilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falla de
forgas pan qualquer
eousa.
Deeinterii.
Dor de garganta.
da barriga.
noa rins.
Dureza no ventre.
Enfarmidade no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Cneaaqoeea.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estaba!aciment
geral de Londres n. 224, Strand, ana loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
eoearregadas de sua venda em toda a America
do Sol, Havana e Hespanba.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
ama dellas contera urna instruego em portu-
gus para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
O deposito gaaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Meias.
Grande aortimento de meia tanto para bomem
como para senhora, leodo de bomem a I98OO e
29000, e finos a 2)800, ditaa de fio de Escocia a
59000 a doria, ditaa para menina a 29400, ditas
para menino a 29000 : a no vigilante, roa do
Creapo n. 7.
Balataa novas
Terco n. 23.
Batatas .
80 rs. a libra
no largo do
Rival sem
Cabalas hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vande-ae eata nova faxenda de padroeadelica-
disaimos com 4 1|2 palmoa de largura, proprii
para veitldoa de senhora a 400 rs. o covado: na
ra da Imperalrix n. 60, loja e armazam do pa-
vio de Gama & Silva.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marfm.
Acabam de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimado n. 16.
Urna carroca.
Vende-se amaearroc. em malte-bom eitido
com os compeieotea arreios novoi pira um ca-
vallo : a tratar na raa do Trapichan. 14, primal- .
ro andir.
igual.
RA LARGA BO ROSARIO N. 36,
Enfeites
pretos e de cores maito bons a 59.
Sintos.
Sintos dourados a I96OO e 39
Ditos fitas de velludo e flvella de aso a 19500.
Tesouras finas
com pequeo toque deferrugem a 400 rs.
Ditas liropis mallo bonitas a 800 rs.
Ditas ordinarias a 30. 60,120 e 240 n.
Escovas.
Para lioapar onhaa a 320 e 500 h.
Ditaa para cabello a 800 e lf.
Dltia para roupaa a 400. 800,19 e 19200.
Meias.
Para senhoras a 21400 a duzia.
Ditaa para bomem a 29400.296OO e 39500;
Flores.
Ramoa de flores artificiaos a 1J e 19200.
Colheres
de metal propriaa para o diario a l20O a duzia.
Ditaa de metal principe a 41500 a dosis.
Ditas ditas dilss psrs cha a 2*400 a duiia.
BotOes
para ponho mallo bons a 120 e 160 ra.
Febreto da especie.
Gotta:
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos. .
Infla mmacOes.
Irregularidades de
menslruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstrucjo do ventre.
Pbtysiea ou consump-
cio pulmonar.
Reteneao de ourina.
Rnenmatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Cceras.
Venreo (mal)
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber & C., euccessores,
ra da Cruz n. 4, vendem-ae:
Machima para regar hortaa e capim.
Ditaa para descarocar milho.
Ditaa para cortar capim.
Selina com pertencea a' 10$ e 209.
Obras de metal principe prateadaa.
Alcatro da Suecia.
Verniz de alcatrio para navios.
Salsa parrilhade primeira qaalidade do Pari.
Vinho Xerez de 1836 em caizas de 1 dazia.
Cognac em caixaa del dazia.
Arado e grades.
Brilhantes.
Carrosas pequeas.
FAZENDAS BA1UT1SSIMAS
NA
Ra da lmperatriz n. 20,
loja de Doarie Borges da Silva.
O dito Silva comminica ao
respeitavel publico e com
specialidade aos seus nume-
rosos freguezes antigos e mo-
dernos, que constantemente
a cha rao na dita loja um com-
pleto e variado sortimento de
fazendas proprias deste mer-
cado e vendidas pelos precos
mais commodos, de que em
outra qualquer parte, affian-
eando a boa qualidade e dura-
cao das supra ditas fazendas
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-~
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
doReeife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer,
parte.
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para
raa do Queimado o. 16.
a loja d'aguia branca.
Predio venda
Vende-se a boa casa de dous andares n."28 da
rae daa Crazea, bairro de Santo Antonio, em
chao proprioa, e em perfelto ettado de conser-
vado, visto nao precisar de concert algum ;
faz-se esta venda em consequeocia de seu pro-
pretsrio ter-se ritirido desta provineia : a tra-
tar na ra do Trapiche n. 14, com llanoel Alves
Guerra, que tem os poderes necessarioa para a
dita venda.
iYGri&NUA
na.
Fundicao Lew-Noor,
Boa das Senzalia Nova. n.4S.
Nesta esubelesimento continua a baverum
completo sortimento de moendas a meias rucea-
das para engenho, machinas da vapor e laixas
de ferro balido e coado de todos os tamanhe
para dito,
Escra^os fugi os
2001 de gratificacao
a quem pegar o pardo Francisco, de 17 annos
de idsde, de bonita figura, com todoa oa deotes,
eabellos carapinbos e ruivos, este pardo fci do
Sr. Dr. Borgesds Fonseca, o qoal viajoa com e
mesmo senbor todo o sertio e suburbio desta
provincia, necessarlamente quando era sea es-
cravo, e tslvez ainds se inculqae a servico do
mesmo: quem o pegar queira entrega lo a sea
legitimo dono na ras do Hospicio o. 6.
Ignacio Luiz de Brito Taberda.
I Peehncha f
sem igual para acabar J
jj| Lindaa liazinbaa de qaadroa cores es- m
? caraae ciara a 200 rs. o covado.
w Superiores chitaa francezaa lirgia com W
djBi am pequeo toque de mofo a 200 rs. o djjfj
covado.
9 Lindos corles de cbits frsnceza larga Q
g& escuras e claras com 11 covadoa cada m
P corle a 59500: na ra do Creapo n. 13.
S O ultimo gosto. 2
am Chigaram as lindas mocambiqaea de sj|
t corea aa maia delicadas de quadrinhoa e 5
V palma de aeda fiogiodo sedas, com duss w
A largura a flzenda msis moderns qae Ap
aba ba para vestido a 480 s. o covado: na gm
T loja do sobrado de 4 andares na roa do 5
Crespo n. 13. 0
$
Milho a 3$500 a sacca,
moito novo, abogado do Marsnhio : no arana.
m da estrella, larga do Pataleo o. 14.
Escravos fgidos.
Fugiram do engenho Jaboiliozlnho, freguezia
de Santo Aolio, oa escravos seguintes, perleo-
centes ao abaizo assigosdo
Dasapparecea no nuez de jalho de 1861 e es-
ravo de nome Silvino. crioalo, de idsde de 25
annos, poaco mais ou menos, baixo e grosso do
corpo, pernas, bracos e ps grossos, espadando
do corpo. tasla pequea, olhar carrancudo, nariz
chalo, olhoa pequaooa, tem o andar am pouco
banzelro, maito cabello na cabeca, tem algumaa
prests na testa, nataral da freguezia do Bam-
Jardim, e foi comprado ao Sr. Jos Bezerra de
Helio Jnior, morador na meama comarca, o qual
escravo esi acoutado no logar chamado Mari.
Na ooile de 26 para 27 do mez de outubro de
1S61 deaappareceram oa segaiotes :
Bernardo, cabra, alto e seeeo do corpo, cabel-
los e barba j pintados, rosto compride, olbos
pequeos a fondos, naris afilado, com muitsa
marcas de bexigas pelo rosto, pescoco comprido
e fino, hombros cabidos, bastante esperto, lm
o andar duro, bom sapateiro, muilo influido
para- amantar polro, represents ter 35 annos,
pouco. maia on menos, bastante fallile, bom
carreiro, levou chapeo de couro e matu.lio, na-
tural de Bonito, fot comprado ao Sr. Jos Gomes
Cabral, morador na mesmi fregaezia do Bonito,
cujo escravo muilo pratlco as eitradaa do ser-
tio, e igualmente naa do tal.
Jos Trajaco, de idade Ce 22 a 24 annos, pouco
maia oa meaoa, bem preto, altara regalar, sata
bufando, cara larga, oarla chalo, orelbas muilo
em p, beicoa grossos e virados, e di nm geito
nellsa qaando rt-ae por ter aofirido de ama para-
lysia em pequeo, denles boa alvos e perfeitos,
poucas sobrancelhaa, multo regrista, enlende ai-
gama couaa de algariamo, tem a cabeca de um
do dedoa da mi groasa, proveniente de um pa-
ntricio, pernas finas, ps pequeos, e alguma
couia volteados psra o lado de dentro, sendo el-
les alguma couaa caroudo, levou chapeo de pa-
lha amarella, ama capa preta, e a fila do chapee
tambem preta.
Simplicio, malalo, alta, idade de 35 a 40 an-
nos, corpo alguma coma secco, cabello casta-
dos, rotto comprido, barba grande e je pintada,
tem am deoo pequeo da mi cortado pela jun-
ta, tem algumaa cicatrizea de feridas pelo corpo
de bobss que soffreu, cravos noa pea e com mal-
Isa rachaduraa, pea grossos, e anda sempre de
alpargatas, pernas e bracos grossos, Um o olbar
carraacodo, filho do sertio do Piauhy, foi com-
prado aoSr. Franciico di Silva SildiBha, mora-
dor na fezenda Riacho, em Jaguaribe.
Todoa ealea trea eicrivoa deaappareceram na
noile de 26 para 27 do mez de outubro de 1861. e
paaaaram no Rio do Seixe em aeguida para o Irj-
hamum : roga-ae aos capitle de campo e as au-
toridades a appreheaaio de ditoa escravoa, po-
deodo entrega-loa ou remelle-loa ao engenho do
abiixo auigoido, a sea senbor, oa no Recite, em
ciaa do Srs. Gomia & Irmaos, que sarao gene-
rosamente recompensados.
______________Joa- Marquei de Almeida.
Fugio um mau escravo em alas de swvem-
bro de 1861, crioalo, de nome Alexandre, de 22
annoa de Idade, e at esta dala nlo apparecido,
o qaai tem oa aigoaea aeguiotea: preto, figura
alta, secco do corpo, poaca barba, algum cabello
no qaoixo, o rosto liso, olhoa grandes a papados,
caoella comprlda. ps comprldos e seceos, bam
limpo, (em a habllidade de carreiro por andar
com cerros, e aaba trabalhir de anchada e foiee,
pode passar per forro : roga-ae sa autoridedee
e tambem aoa capities de campo que o
dam e conduzam-o ae engenho Jundi,
comsres de Naureth da Malta, qae serio bem
recompensados a sea trabalho.
'Dtmiogoe Celtlnho de Asooje Pareira,
R&raLAool


** mica wua m nuoN um
I' 'i I II "
Litteratura.
mi,
A popule?!
tomara lem averi
que para Iba sub
toJos os recem-oa
eslava ooi ltimos apa
precitoes estar redolido a vexar
tai.
0 prlmeifo cuiJido de liohamed-Said foi abo -
ot loogaigaerras
militar a ponto
os, mutilara quasi
oalmenteo Ihesouro
e para prorer s suas
oscontrib'jn-
lir oa mooopoli
entre os chefes
com a pl>
posicio
A
virtude
juaitga;
ente so'
distribuir as torrea dispoair
familia, e entregar aoa (ella
sus pesaoa, a lirre 4i
i dos (rucios das sais l-
fciaria (oi reformada en'
acabou com o trafica da
qeo pesara exeluaiva-
---------pobre, tornoa-se eommum
indistintamente, e foi regalado por un,
srslema de recratameoto q'ue (ai pagar euceeesi-
vamente toda a ocidade o imposto de saaaee.
Naa floaocaa, o mesmo espirito de reforma pru-
deolemeota literal e progreasivo : ao mesmo
tempo que substitua imposto em especie pele
iaeposto em diobeiro, o vice-re applicava-se a
fundar o crdito do aea paii na boa administra-
ci das rendaa publicas e na sua escrupulosa fl-
loiidada em cumprir os encargos do passado. Ho -
je o Egypto pode ser contado entre as nages cu-
jo crdito dos mais bem estabeleci Jos.
Ealse differeotea reformas, tio indiciosamente
concebidas como resolutamente executadaa abri-
ram ao Egypte urna era de verdadeira prosperi-
dade. Mobsmmed-Ssid alm disto, protector
flato do canal de Saos, desata grande empresa,
que aprontar a todas as nacoss dviltssdas.
Em sum. dos dias do mes de maio paseado
acooteceu unta aventura mui singular em ama
das egrejas da Madrid.
Um adrogado maito (alo muito acreditado
daquell* capital, quera casar se com i.... don-
relia muito bonits, (11 hi de o tro sd rogado.
< O noivo advogado tioha visto a graciosa Z...
em um baile, e goslando muito dells, sera ao me-
fi*0**1*?* *tl# Prm, queaa s a usa-
*
*jro: tempo 4 a caaH Ka do tai
coaspleaeoto ou A.I .73? OT
A phase derrsdeirnda Ittleraturto ultimo la-
do da figura geomtrica6 a ea> qae o que caa-
tam, eolam o aea proprio epicedio, os qae ee-
crevem,-cofecciooem a aua propria necrologa ;
os hyanoa soltados procrea verbas siDislros,
que s serram para proclamar as inaptides, sin-
capscidade a a aridez dasse maoloho menestrel,
e o* escriptos psra confirma-loe.
A litteratura nao um triangulo, desisto da
parsclo. A litteratura um poro symboli-
do n'um homem qae rire. A primeira dsssuas
phsses repreaeotaa cabega. a segunde o corelo,
a tercelra oa Sea dalle : a cabega falla maito alto,
a corceo algum tanto para ser oerido, os pos nao
fallam.
' Se os crticos da actualidade, qaa la analam
ata folhetins raporosos, disem-me liceoga para
eacolber d'eatre eataa -tres pbases a qae dores-
se ligar o aome do Sr". Doria, eu escolheria a sa-
pada, que 4 a phase des esneraogaa a dos per-
fumes, dss promessss lisongeirae e de am futuro
por reatara risooho e bello. Eicolheris o cora-
gao da estatua, que falla algum taoto; porque
ofendo, qae neates primairoa lampjos ao aea
ogenho, nessea Balean de adoleaeeole, que pe-
la primeira res se exprime, he multe flor de pea-
smenlo, meita pompa da forma, maita conso-
nancia de rbytimo.
Entretanto as poesiasdoSr. Fraoklio Doria sor-
ranos a correm desapercibidas pelo mundo ilite-
rario 1
Admirabile diclu /bradaria, ao ourir taes
asserces, o poeta dos midos, se houresae sido
exequival a leitura dos Enl*voi, por aqaellea saas
labios mimosos, deque cahiam rorsos tio doces,
como dere ser o mel do Hymetho, qae elle tan-
to precooua em alguna doa aeua rersos lAdmi-
rbale dicta I....exclamarla alude, em verdade
admirado, o grande a magestoio vulto desse La-
i0 ^eei^Jimpo^iMdS e morto I Admirsbile
dictu !..repetira elle aampre, aacommetlido
nos ihe fazer a corte, pediu a sea paa a brawi trJiis preponderante das estupefaeces, porque
os. Este nao menos aprestado que quero crer que Virgilio, ao 1er easas estro-
a
T"

15
anou. sala,
prenda sobra aa segaiotas pr
' emloentes do jor
*Onrl-o.a
uCaaiAMda.
*-" n* cone,*eu- logo. Fiztram-ae oa pre-
" ^ dia d,s b*d!'.'e psrticipoa-se
>om mais prevencoes oem explica-
tacasae aea rostido de noirs.
laso ? diz : caso-me ?
olio dias.
?
amigo meu. Nao est em Madrid,
no domingo.
qaa oolao o meu casamento na segn-
i esta" preparado, nao tens que penssr
ouaaalguma.
Tale foi (udo o qaa a doosella pode obter da
aeu pae. Com effeito, no domingo flxado, sau
iocogoilo ooiro maadou Ihe os presentes de noi-
?ado, e no dia sagainte os dous ooiros, rodeadoa
da respectiva familia e de innmeros conridados,
foram egreja. Qaaodo o sacerdote dirigia i for-
reosa Z.... a phraaa sacramental de:
< Consenta em tomar por esposo a ?....
c Gragea Deus I dase esta.. Vos sois o unito
que vos ateneas de consultar rainha vooladenes-
te negocK
Eolio
J aenhor cura, se outra pesaos me
tivas sdo antes, respondera lalctz; po-
rm boje
'guotaram de ama vez os advoga-
dospaeenaJro. >
Hoje, ri apande qae nao.
airo sabia sem sentidos, mas (oi
para casa e flcoa de asado.
Ideas vagas sobre os Enlevos, poe-
sas da Sr. Dr. Fraakia Amerieo
de Heaezes Doria.
A lillerarote de am povo eemelhaoga de am
triangulo sealeno, cujos todos tros lados sao
deseguaea ir aisu a considero sob tres (aces
disuadas.
A primeara aquella em que se ella represen-
ta pelos effeitoa de certas peones privilegiadas,
cojo brilhante stygma de immortalidsde cons
tituido pelos flores de bellezas typicas, pelo su-
blime de pusamentos origiaaes, pela ooridada
de ideas, qae essaa peanas deixsm ap6s al ate-
reotypadas na superficie do papel aedozo, sob
ue resralam, quaea oatraa taotaa cootaa crysta-
nas que oe espargissem, em ondas copioaaa, so-
bre um araial de prata. E' a pbase colosso da-lit
teratura dada. a aummidade da columoa mar-
mrea, 6 a sua mais eaplendida expressio: V.
Hugo e Lamartine a repreaentam, na Franca, By-
ton, Msilowe a Shaik^eare, oa Ioglaterra. Goethe,
na Allemaoba, Caldern da la Barca e Lopea de
Vega, na Hsspsnba, Alexandre Herculano, em
Portugal.
A que ae aaccede 4 esta pbaseo segando lado
do triaogulo, o ouiro rerboda litteraturameos
bella, do que a primeira, maa anda bastante bil-
la para seducir e merecerleodas de ammacio
na parase do poeta fluminense, menos sublime
nesse peosamentear, porm anda bastante su-
blime para arrancar brados de arante 4 cabega,
que elle escandece, menos novo nesse rererberar
de ideas, mss sinda bastante novo para desper-
tar dedicacoss e rotos de bem (sodado preito, 4 a
phase, em que as peonas, eocsrregsdss de msoi-
festa-la, d'entre os defeitos naturaessm regrs
a todas as pennas, deiiara emanar-se um quer
que seja de ftrfumoso, que inebria. Ah ha mais
rosss, do que aspiohos, maia odores, que fsso,
mais luz, qua treraa, mais alma, que corpo : a
animalidade tibia s tmida, por isso que apenas
desabrocha, e, nio obelante auguradora de urna
existencia ralente e robusts, sps o perpssssr de
algumas primaveras, ou depois dodecorrer de si-
guas lustros.
E* o meiado da litteratara representado por es-
ta alluviio de escriptores, que, ao apparecerem
fOLHETKH
O DEMONIO 1)0 DINHEIRO
phes inspirads sombrs dos serros brasileos a
ao leito sreiaoto da ilha encantada do poeta, re-
conheceris, ao corlo, ludo o que ellas lio e quso-
to ralem I
O cantor o as sombras melanclicas do Lbano,
o Virgilio a aa eras idas, o Virgilio dss plagaa ci-
ceronianas dessa Roma aoterroda, ealonderiasem
davids so Bersoger brssileiro a sua mo de ami-
go, filarla, com bom Otar, o inspirado thuribu-
lario da liberdade e do poro am toda a aua ma-
gostado a paludos da fronte hoorar-ae-hia com
ease amplsxo sublime a grandioso, que soe sor
peculiar dos gran Jes espiraos com esse contacto
eipresiivo, grave o solemne, de duaa miot, que
dedilbsm harpaa eolias, e depois.... que dunda
bareria de....
< .........a tio robualo eogeoho
Dar o appellido angelical de irmSo ? I
Maa o que 4 corto, entretanto, 4 que oa Enle-
w$ cootioaam a correr derapercebtdoa, taire
menoscabados !...
A moeidsde acadmica aempre tida por ver-
dadeira e legitima apreciadora da boa litteratura
stira-lhe o aoalhema do iodiffereoliamo I... A
gente do mundo maia positivooi crticos e Ili-
teratoss gtote qua de'ra possuir id4as segu-
ras sobre o grande e sobre o bello, solidificados
no estado,'na experiencia, naa judiciosas cou-
froatacoes, oo exame, na leitura dos lirros mo-
numeataes, essa gente parece menoscaba-lo*
com o seu hei por btm de desprezo 1... Infausta
estrelle I...
E* que sobre o poeta ribra-aa ou pesa aempre
um raio ou um carregume de fatalidadel... '
,?fmPre 1?e eu ttooto nessa phate-negra do
Doria, asis e maia me compenetro da grande
rerdade, emittida pela opiniio pablica de quasi
lodos os paires, lempos e poros de que nio ha
poeta que nio traga stereolypado em asa fronte
quor qaa .j. .JfiLI e pr.d.itio.do I... L-
marlloe est immortaliaado, porm talvez con-
cias os seus gloriosos das, mendigando pelas
porlss ds retusle Gallia. ou aobre aa taboaa ca-
ruochoaaa do Hospital dos Invlidos, e V. Hugo,
se proatra a aeua pea a opioiio publica do aecu-
lo, o avalla aobre ella, como um doa primeiros
perfls da era XIX, a ilha de Jersey dere t-lo
ammagrecido e defiohado: vende em manuacrip-
lo a propriedade doa Jfwsravei* por seteala ou
mais contos de ris, porm os Mwtraveit sio o
producto dasagraa rigiliaa de um dealerro I
Nio temoa em mira a desenrolurio de todos os
ornatos o bellezas a matyzes poticos, dissemlna-
dos pelo lirro do Sr. Doria. Nio 4 isto um juizo,
oem com eslss lionas quitemos profundar, em
acarada e esmerilhsddra analyae, e$9 perenne
meoancial da imageus apropnadas e seductoras,
de comparsedea delicadaa, de penssmeotosgigao-
teos e arrebatadores, de ideas ardidaa doce ly-
riamo quasi sempre altanada a enthasisslica
epopa, aa rezossempre feliiea as suas esphe-
ras diversas e naturalmente descriminadas, quer
se falle ao coracao pelo sentimeoto, quer se con-
verse com o espirito pela ioteliigencta.
Amamos a poeaia e culliramo-la meamo ; po-
rm nio queremos eapraiar-oos dos delalhes
desses rersoa auavea mimosas perolas cabidas
da aua peona de ouro, cojo bico 4 um brilbaote
ioeslimavel; o nio querendo, por que recelamoa
hsrer-bos mal oa grandioaa empresa.
Se guardassemos aolida convieco de qae toca-
riamos at aoa pontos, 4 que as irradiacoea ethe-
reas nesso precioso ciborio de divinos respleodo-
res eonduzem os seus reilexos irisdos; so a coas-
ciencia nos fizesse crer, que, figura por figura,
imagem por imagem, trago por trac.o, a ooasa
penna departiria, com o derido stygma de justa
apreciacio, todoa os bellos e todos os sublimes,
que aformosam e eocarecem o livro do joven
poeta, talrez uoa alirassomos 4 arena desaa em-
presa, porque deaae raago de alrerimenlo e animo
da nossa parte resultar-oos-his, por sem durida,
urna coasequeocia duplamente preciosa a de
o, A
rdat, tmoo, Mo.
, A Ilha, A Ifoiva, A
xaga.
E se qareis certificar-voi dji que a nona se-
iaceao saris judicioss, ouri o posta oo Sol Not-
ante.
< O habito de Daua o sol accende.
B o sol o manto de oaro parto estende
Sobra o ether azul e a trra a o otar:
Tudo luz, ludo brilha, ludo encanta.
Se eapreguiee, se agita, aa alaranta,
Ao asa ardente e peoetraote olhar.
( *
c kfattas, qae enche, sonolte, a phsntssia
De abuses, da gemidos, de agona,
Da paludos lmuras infernaos,
Do sol nascenle aos rsios purpurinos.
Entra a karmoots ds siogelos bymoos,
Como lio msgestosas acordaes I...
c Oh I aa ira! um dia, aa o primeiro I
Vagueiar, namorado o areotereiro.
Por noasos labyriothos de cipo ;
Ver s azul borbotis, que esroaga,
A sacaarsos, qae (airada pasas,
E a cobra de coral rojar oo p I...'
E roltarei ao'a menta incendiada I
E sentirsi a rida maia ouaada,
Maia rubro o cu das miohss illusdea I
Colombochelo de riquesa immensa ;
Homemebeio de smores a de crenca;
Poeta chelo de mil inspirsces I
< Tado sgors comegs o seu caminho ;
O rsrme sao do p, a ara do ninho,
Da caaioba de palha o pescador ;
A abelba inlatigarel da clmela,
Ds luz o brilho, da patarra a idea,
O perfumo do clice de flor I
c Elle diz ao que forte :Hoje clemencia l
Ao fraco:-Hais am dia pssciencis I
A'quelle, que lamenta-ae :Esporas I
Aos tristes elle diz :-Sde contentes I
Ao mea iofluxo borbulhao, smenles I
Preciosas ideas, borbulhse I
Oari-o sgors no Raio.
co Dous da tempestado empunhs o rsio,
E rpido o sopezs, e brande, o larga.
Indomavel, pujanto, impetuoso,
Neoham tropco sus marcha smbsrgs.
............ .
c Sus descids logo spot pregAs
Ealre dulo trorio, que aI4m ribomba:
Por onde quer qae rOa espslha sustos,
Ssmeia Jamos, onde quer que tomba.
c Forjado no alto cu, ama as sitaras ;
Jnreste s sammidadea a as arrasa :
Ignvomo aerpeia ; o qeanto alcanea
Cresta, queima, incendeia, inflsmma, abrass.
< Nsds Ihe 4 mysterioso o occulto;
Em tudo elle penetre soberano :
Revolve os aoiroa cncavos da tana.
Sonda as profundidades do ocano.
".............
c O rei doa astroa asa luz cubica.
A aguia lbe ioveja sea roer extenso;
O tmido mortal pasma, so flts-lo,
E se prosteros a seu poder immenso.
le*;
f Glsdio luzeote, que o Seohor maneja,
Ralo I looge leus golpes descarrega.
Baata que mostrea, fulgurante faeno,
O atambo ala mora gamo cg.
Apreciae-o na poeaia S. Ella rae inte:
a minha predilecta. ??
S I qaando o coracao, que a flux trasborda
Desejos, quedevorsm, que coosomem,
Ards pela mulher, pela ventura:
S I como aquello, que, alta noute, acorda,
Nao glido cadver, porm homem.
Sobre a gleba de (unda aepultara I
E (az-me devaaasr cousaa celestes,
Qae, am mal, eu sei nio acharel na torra:
S I bem como o mendigo, qaa se fine,
Bem tomo s rola em espibaos agrestes,
Bem como o estranbo, qua perdido erra I...
< O que farei de mim ? S, o que ralbo?
O que preso, o que estimo, o que aprecio ?
Aonde, sonde encoatrarei mea par?
Que senda aegsirei, que doce alalho,
Por descobrir o delicado fio.
Que 4 alguem me possa eatreitamente atar ?
S I quando a sede de milhdes de gosos
Cara-me n'alma am ampio sorredouro,
Perve-me o ssogue, escalda-me oa sentidos:
Nem se quer simulacros engaosos I
Nem se quer um ephemero thesouro I
Nem lome, oem rerrberos mentidos I
a S I sem ter um olhsr, que o meu traduza,
Que dentro d'alma ri topar-me em cneio,
Banha-la de efficazes respleodores!...
S I sem ter branca mi, que me conduzs;
Sem um palpite, que me abale o seio,
Sem paixio, aem delirios, aem mores I
c Deserto 1 Como foi ? em que momento
Consent, concorde! que me psrtisaem
O que aoa mena me prenda brando n?
Ai I ae agora aoubessem-mo o tormento,'
Se agora neate eoloaqueeer me riaaem.
Jamis teriam me deixado a I
por ,
HENRY CONSCIENCE
B T
Ai neblinas da oouta fluctuam aioda como um
ru prateade as profndelas dos bosques. Bem
depressa portel um esplendido sol de mso ergue
cima da floresta o seu disco resplandeoceote,
espargindo aensraios sobre s natureza adormeci-
da como para desperta-la a rida e a alegra. A
luz branda e suave ; de um ureo ligeiro colo-
rea o cimo das arvores ; abre aoa aeua beiioa as
ptalas daa flores ; diffunde-se qual torrente de
perolaa aclntulanles por aobre aa humildes her-
rasinhaa que amortecidas ainda, se banham no
orvalho da manbia.
O rouxinol aobre a folhagem ailenciosa (as vi-
brar as ultimas notas do sea esnto ; s colora al-
eando o roo is nureos desprende da forte gargan-
ta urna chara da sons melodiosos ; cern rozes
resoam o s sebes e as cargas, entoando ao Se-
nhor um lieo de reconheciment.
O ar i sspregnado doa efflurioa perfumados
das flrM? iiuz suave da manhSa espslha sobre
todos os objectos o aeu brilho mgico e virginil;
aa arvores desdobram as delicadas (olhas ; os in-
sectos volteas sus vida errante e aem repouao ;
e o canto dss psssros contina sempre. Tudo
regenerador; tudo parece animado pela esperanza
a contentameoto ; tudo parece exclamar : c Sal-
re I Salve, 6 primavera muito amadaalegria da
naturezs, sorrir da divindsde I
O .horneas soinsensivel se mostrs s navas
bellezas que reem adornar a aua morada terres-
tre. Em qaanto os animaea, aa plantas, todos os
aerea animados ou ioanimados se expsndism ale-
gremente ao sol da maohiaelle, entregue a um
somno probado, sem consciencia de si mesmo,
nio sabir4 dessa letbargla qua 4 morte se ssseme-
Ibs, sei h depois qoe coocluida eatirer s obra ea-
plendida e myateriosa da natureza.
E' triste milito Kiste para a especie humana I
Maa (orea 4 confesssr ase ha gente, cuja rida tem
sido looga, a que nMJHrslante morre sem ter
urna rez se qaer coifem
um bello dia 1
Mostos hs tamban qua desperlam aos primei-
ros clsres da maohia : maa 4 a ambicio oa a
necesaidado de aas lucro material "
sahir do leito. Desattentoa a di
miaban) com 8 cabeca currada
dados ou do* pozares: quer jtj | ee Unja das
cores do srco-rii, que* o j| Mbre i
implado o detpontar de
natureza oa seus mgicos esplendores, reinam
aempre as treraa do coracao de tses desventura-
dos, a quera um labor eterno (aquieta ou coolria-
ta, e aombria nuvem offusca sem csssar as suaa
vistas.
Assim aconteca ao Sr. Kemeoaer que, hsvia
maia de urna hora.aa achara sentado n'um banco
do aeu eepacoso jardlm i aombra do urna alta
acacia, com oa bracos cruzados aobre o peito e
mergulhado em summa preoecupacao. Elle nio
riera ali para gozar das bellezaa da oaturea ao
despertar ; por que arrimado 4 urna moita de
syliadrss dsra as costas ao oriente, e os aeus
olhos immoreis ealaram fizoa para a f reate na
rea do caminho.
G Sr. Kemeoaer nio tioha maia qua qaareola
e cioco aonos ; entretanto eram j esbraoqaica-
dos os cabellos, s tez eoragada, e o olbar aem
brilho. Sem durida correr para elle a vida cheia
de cuidadoa matariaea, oa a cabeca se Ihe indi-
nara ao peao decontinuaa adversidades.
Fosse ou nio assimaquella homem nio linhs
o direito, ao menoa pelo que pareca, de quelxar-
se da sus sorte oeste mundo ; por qasnto a aua
residencia, qae terminara no raato jardim do que
fallamos, era daa casas mais nolsreis de um dos
saburbios de urna grande ddade ; e tudo que a
circulavaplaotaces bem tratadas, raros arbus-
tos, flores esquisitaa, a tambem bellaa estatuas
que aedestscavam das mollastudo accussra ae
nio a opulencia, ao menos urna commodidade
pouco eommum.
Que importara a esse bomem cheio de cuida-
dos que os primeiros clardes da maohia anoua-
ciassem um magnifico dis de primavera".' Que
' agradarel influencia aobre elle poda exercer o
suave canto dos psssros ? Que importa va
aquelle corelo opprimido que o ar (osse ou nio
I imprego ido de perfumados odores ?
Absorrido no penoso trabslho do cerebro, car-
va va-se mais a mais psra o chao, com o dedo
.tragara algariamoa na arta, e comaigo murmura-
Ira as palavrascapital e juros, randas e di-
nheiro.
E como ae peoaameoloa de urna outra ordem 4
aeu pessr Iheioterrompessem os clculos, ergueu
I a cabeca e desrioa a aitenco doa algarismos que
trscra.
, Por momentos fixou o olhar no vacuo com ao-
dedada creacente; maia paludo do que era se tor-
oou sinda e na sua atlitude divislra-se urna in-
quietarlo secreta, como se doloroso golpe o ti-
vesse,abatido : os puohos cerraram-se com de-
sespero, os deotes rsngeram convulsivamente.
Entretanto profundo silencio reinara em torno de
si ; ali oada haria qua o poderse ioquietsr ou
asustara nao serem ss sombras preoceupaeea
de um coracio em tormentos, oa a roz aecuaado-
ra da consciencia.
Lego porm parece sacudir corajosamente
suas tristes refleies, e fallando comsigo mesmo
disse n'um lom jo vi
Son um loucti I Porque como os outros
nio me hei de por cima de migaras spprehen-
soes ? Era ea tio simples, ISo ssnoou lio cr-
dulo, qaando arremiasei-me ao combate 4 con-
quista do dinheiro?
de de dinheiro, quei i nio o reapeite ou deafrac-
te; maa niuguem pe
estou eu rendo todojs os
ro ostetarem publie
Nio ha queaa oio tenha s-
gunta d'oode ellevem. Nao
diaa felzea bsnearrotei-
... lamente am luxo impudente,
e de cima de aaaa ci rruagena jogarem com a la
ma 4 cara daa propr aa victimas da aua m f ?
O astuto agiotista qu, eapslbandofslaoa rumo-
rea, faz subir e desc< r os fundos pblicos, o ac-
cumuls aasim moottaDo ouro, nio venerado
como o deus da espepulagao ? O vendelhio que
falsifica os seus geni ros ; o negociante qua por
meios fraudulentos i oocorre para eleracio dos
precos da pra;a ; os i gentes de ama issociaeao fi-
nanceira que depreciim aa acedes para hav-lia
oceultamente por bi izo pregotodos ellesoto
sao em lodaa parte rispeiladoa, elogiados, e con-
siderados ? E nio rio pacificamente goaando dos
tractos de sus iatell gente babilidade ? Pois s
eu heide estar a ralar o coracao por tsr commet-
ldo urna nica im| radeocia, por ter (aneado
mi de meios que ai i dizem deshonrosos porque
a le os prohibe ? Ma onde aa proraa diaao ? O
papel qu tio loucam soto deixei cahir em poder
do Sr. Robyn ba mui o que (oi aniquilado : o lo-
go deroroa ease objecto de receio o ioquietacao-
Nio sou agora rico ? O que maia posao deaeiar?
A Iraoquillidade d'alma ? E'.cousa que cada qual
pode dar a si mesm >. Ora adeuaa anciedade
que me persegue s< m fundamento. Robyn pou-
co vivir: e com ell< hade ao tmulo biixar a
nica teatemanha da minha aegio imprudente....
E ae Monck tambem souber slgums couss ? ms
o pse Robyn bastsnjle fino para confiar a aoa
honra e seguraoca a lio matreira raposa.... Nada
teoho que receiar.
A phisiooomia se IBe expandi com ligeiro sor-
riso : mas pouco a pucu rollando 4s suas rede*
xdes, de ooro fixou os olbos no chio. O sem-
blante se ihe revestiu da sua primeira expressio
triste, anciosa o reservada : dir-ae-hla a esta-
tua dos cuidadoa e de remorso I
Em quanto o Sr. Kemenier aaaanlado ae acha-
ra aobre o baoco abnu-se a porta da caaa, e urna
joven atremessou-se ao jardim. Com o pssso
sgil e desembarazado sdiaotou-se at juoto dos
primeiros rergeis de Odres, e estendeu ao redor
de si um olhsr ebeio de elfcidede e admiracio.
Do aeua olbos ribraram chammaa de suave e
potica emoco; sorriso encantador brincsva-lhe
Dos lsbios, e a joven tao vidamente respirara o
ar freaeo da manbia que o seu eolio arreado sus-
penda e bslxava a olhos ristos.
Tio depressa sentir a impressio dsquelle bel-
lodia-er|Mtiio cii K^f*Ue4aaJI,ad(.l
i m qaem maa palto fere.
qae aa eoositfera
um s momento falla.
Ai I da amor urna (rida
Vala futan, ama rida,
Gozos celosas prediz.
c Eseats. Em longo caminho
Qaem rea 4 toa, sosloho,
Sen ama sombrs, rae mal:
E' preeiso ao Armamento
Astro de oaro; so peassmeolo
Do poeta um ideal.
..........
O mea ideal, comigo
Trago-o sempre, como abrigo
Contra sollos raodaviaa :
Em miobas scismaa parece
Que o ideal por si cresta
Em formosurs, e no mais.
Espsrs. Deixa qaa o pinta:
K da purera o requinte,
Vou dizor (udo o que :
Vejo-o agora tanto, tanto,
Qoal ta vajo,-mas qua eniaoto!
Nio poaso piota-lo, 4 (4 1
a. a a.
Tendeada forcosa a msgs I
Para a praia corra a raga,
A agaia corre p'rs o sol;
O homem psra a verdade,
O poro p'ra liberdade.
O nauta para o pharol.
a., a a a
Multo embora peoaatiro,
Maito embora a padecer:
Deixa,tu a meu delirio I
Deixa,tu s meu martyrio I
eua,, trxadoro, mulher!
Oari-o a desprender a sos meliflua Caneo.
A la cheia 14 ao cu deamaia ;
Luz suavissims a campia alaga ;
Treme o arrorado; oo areial da praia
Cicla a raga.
Donxella, 4 tempo 1 Da florida margem.
i' ujsmos prestas na rolos canoa.
Melhor, que o vento que embalsaras a vargem,
Briza da ooite sobra os ares roa.
'*........a.
t Bem, como o bergo, que a mi terna embala,
Quando aapertaodo-se estremece o filho,
Mioba canda, que a refega abala.
Te ha de lerar pelo donrado trlho.
e. Amei-te, rirgem, na florala inculta,
A meigs sombrs da ehoapaoa linda ;
Eras creaora, como ea ; adalta
Eu te amo aioda !
< Ta amo na torra, a diacorrer lgeira
Por entre oa troncos dos gentis palmares;
Te smo no ralla, a deacaotar (agueira,
Te amo no ssio dos tranquillos marea.
..............a.
c Tu 4a o esmalta dos rsrgeis risonhos;
A par de ti qaal 4 a flor que brilha ?
Ta s o anjo do celeatea aoohos,
Tu s o encanto da ssudosa ilha. >
- Escatae-o as Ruinai:
< Ea amo cata egrejinha arruinada,
Outr'ora de meu Deua rica morada,
Hoje rasis e s :
Respiram saotidade estes destreos ;
Respsito desaflam estas oasos
Salpicados de p.
O lampo, que tudo domina.
Por rentura piedoso,
A espolia ragaroso
Deeirniado uoa poacoa rae ;
Co'abalo tmido e lava
Deepregs a travo aegura,
Cuidadoao a dependura.
Arla al a trare cae.
< Assim, o dgoz co'a victima,
Cuja innocencia e belleza
Referem toda a feresa,
Usa do assas compalxao ;
Segura-a com doce mimo ;
Coaatraogido o (erro pega ;
Quando o golpe descarrega,
Foge o breep, treme a mao.
.....a-.,..,.. ,
Eu iDoieroi apolla.
Sobra aa aguas debrugada,
Co'a sns eras mutilada,
Longo do humano tropel:
Ea amo o coro aem orgio,
Sem sinos e campanario,
O tedo sem lampadario,
A oaro sem um del
Escutae-o a descsntsr ss suss Saudades:
< SI nunca chorastes, nos transes da vida,
Na hora aprazada de dura partida,
Os paes, oa amigoa correi a abracar ;
N'eaa'hora tio caria, n'eu'hora to trate,
A' dr da aaadade quem que resiste?...
Si nunca chorastes haris de cborsr.
.. 9
Os dias psssados com todas ss crises,
Com todas aa aceas e ensejos (elizea
A' mente taibada ros traz o luar ;
Que aclama profunda I que amargo desgosto I
Debalde, martyrio I queris rer um rosto ;.
SI nunca'chorastes haris de chorar.
No molo de um poro do roaso difTrente,
Agora roa idea aeguindo a torrente
Da (asto a miseria, do adrajo o ouropis :
Sio oulros os clmaa, sio outros os rea ;
Sem graca oa aorriaos, aem (ogo oa olharea:
Os usos sao outroa, sao outraa asilis.o
ApreelM-o na /Ate f
=
-
jantou as mios, e de boamente unindo-ae a tu-
do qaa a cercara, dirigiu a Deus (arrorosa prece
de recoobecimenlo.
Laara Kemeoaer coalara dezoilo primareras :
era esbelta a bem talhada, de pbyaionomia bella
e agradarel: mas esss belleza nio cooaislia ns
regularidade sem expressio qae se cosluma en-
carar como a perfeicio physica oa mulher; nio:
a aua fronte poda aer maia alerada ; certas liohas
da bocea trahiam maita sensibilidsde e pendor 4
exallagio ; o seu nsriz ligeramente currado era
taires de maia pronunciado: porm a sua fronte
era de urna alrura, cuja pureza nio ceda 4 do
lyrio, o depois aa auaa facea eram tio roaeaa e tio
frescas, os aeua olboa de um azul- tao colate, o
sea sorriso lio euare e tao expresairo I
A gradoaa mageatade do aeu porte, o trajar ao
meamo lempo simples e rico, e alm de tudo o
perfume de exquisita distioegao que emanara doa
seus menores morimeotos, do seu menor olhar,
tudo atteatara que a joran nio. doria menos 4
edueagio do qae i natareza, o que poaaoia oodu-
plo dom do aentimento e da grogs, do espirito e
daa maneiras.
A prece concluida, rolreu de ooro os olhos
psra o lado do Oriente: o sea olhar baohou-se
em ondea de luz, o momentos assim passoo pres-
tando ouvido atiento ao canto dos passsros. O
semblante expsndlu-se-the n'um sorrir de indi-
sirel ranlura, a proporgio que com olhsr ente-
rado e rpido teroameote abrangia tudo o qae
em torno de ai annuncisra o despertar da rida.
Sbito apoderou-ss de um aentimento de tris-
teza, a daacanaando a vista ao longo n'uma mon-
ta de syllndraa, murmurou:
Meu pae I Sempre com os olhos iaclinsdos
psra o chio, currado aempre ao peao doa cuida-
dos einquietagio I Porque procura continuamen-
te iaolar-ae ? Nio me atrero a perguntsr-lh'o :
mais ainda o contraria. Oh 1 o diobeiro I esse
misera vel diobeiro I
E sssim dizendo, adianloa-se para s mouta de
syliadrss s reuoir-se s sea pae: antes, porm,
que ali chegasse, a sua aproximado arrancou
Kemeoaer 4a modlUges em qae se engolphava.
Urna mudanga completa operou-ae haquelle ho-
mem, que deixando o baoco, o erguendo a cabe-
ca, foi ao eocootroda (ilha com um aorriao tran-
quillo. Eolio o aea andar toroou-ae magestoso
e oobre, o olhar affectuoao, a as maneiras ds-
tiocias e desembarazadas: tudo nelle revelava
um homem habituado a viver na melhor socieda-
de. Laura paassndo-lbe os brsgos ao redor do
peecogo, elle a beijoa na teata, dizendo-Ihe :
Foi este bello sol de malo, minha boa Laura,
quem le attrahiu tio cedo so jardim ? Vis aemdu-
rida passar o dia no mel daa tasa florea a penaar
e a acismar..,. Tena razio, Laura : lio doce o
mel que perfuma as bordas do oalix da existen-
cial.... Vem, passsiemos juntos; a toa Ingenua
; W|rla (abe lembrsr de h ante, tila tamben
peocia de andar I
ha I que ilha!
la paaada 4 loa *
- Pelas areiaa do mar I
I "Pelas ardaa de prata,
Qae seu rastldo srrebita,
Ao sopro da riracio ;
Pelas arelas tao "Unas, *
Qae eonchlnhas purpurinas
Esmaltara como am festao.
< A onda agora aa empola,
Se abata, ae daaenrola,
Ir molha-ls taires I
Ella o vestido arregsja,
E despeitoss 14 pasas
Sobre s pootinha dos ps.
......
Canta a canoa ligeira
Que ae embala aventureira
Entre a eapuma a branquejar;
Canta emfim a aua ilha.
Que 4 luz das estrellas brilhs,
Com seu verde kaoilar.
Amanhia, muito cedlaho,
Aos churos do paasariobo,
Hade serena acordar :
E de novo ir a llha
Correr, paaselar 4 toa
Pelas areiaa do mar.a
Admiras-o, emfim, na sus poeaia colosso. o
Povo:
s O poro como o ocesno
Se ergueodo livre do ebio,
Magestoso e soberano
Como a crus ds Rsdempgio :
< Ei-lo misero, sem tino.
Palo mundo a se arrestar 1
Inda 4 boje aeu destino
Soffrer, soffrer e chorar.
Ninguem Ihe eseuts os lamentos,
Nem Ihe all vis os tormentos,
Nem o consola siquer:
Envolto em rota mortalha
Ai I do povo qae trabalha
Pars 4 (orne nao morrer I
< Vossas (eridaa, poro.
De meas prantoa banharei;
Sou roo fllho, reproro
As iojastlgss da lei.
< Os grandes sio instruido,
O poro coitado I nio :
Os seus diss msl vividos
Nuoca doirs a illustragio.
Ellos dizem : Seda ceg,
P'ra qae tenbamoa socego,
E o que somos oio rojees :
A sdenda o como o raio
Que brilha e causa deamalo...
Sede como rseos paes 1
c Pergootae ao rei ditoao
Quem o crea de esplendor.
Di-lbe um sceplro poderoso.
Urna corda da valor ?
Quem Ihe amonios as grandezas,
Qaem ihe completa as proezas,
Eo sjuda aaerhere ?
Qaem (oi qae ergaeu-o aa altaras,
Entre Deua e aa creaturas.
dolo ou mylbo, uem (O ?
Dizei-lhe, dizei-Ihe, poro :
cPui eu, Seobor, ouiro nio I
Seja'um rei enligo eu novo,
Ceaar ou Napoluio.
Que ral do rei s o gladlo ?
O rei aem poro 4 palladlo
Sem aaoctuario a sem grei ;
O povo o primeiro dono :
O povo quem firma o throno :
\0 povo quem faz o rei I
*~-t ..... ......
EntioViuaodo o proletario
Olbar pvjuv e joirir,___-.___,
E o eafarrapado sudario.
Ao chio Inorando, cutpir ;
Qaando a estatua predoaa
A podra myateriosa
Para aempre derribar.
Silencio I trumpha o poro I
Abriu-se-lhe um mundo noro,
Ninguem s dte qaaixsr.
Ahi, nessa torrele lmpida e suave, neaaa cau-
dal de aljofares diamantinos f precioso chavei-
ro de pedrss crystalisadas, agradareia de se rer,
porqoe aao priamaa qae reflsclem aa mais proouo-
ciadas, fortes e aoberbas corea na expreaeio
de Guido Spaoy a penna de ama aplidio re-
eonnecida, e, de preferencia, a da am poeta mi-
moso, Tersado no conhecimeolo intimo do bello
dff "".. com muito assumpto alorado, maita'
idea aoblime, muito penaamentear afervorado,
muito mel doce doce, multo aom melanclico,
muito amor e senlimenlo e poesis, emfim, para,
com a sua cabal desenvoltura apiohoar um rolu-
me de multas paginas, talrez de proporgdea sdo,
que encerr oa Enlevoi. Em. sendo hbil o ar-
tista, que emprebeodease atereotypar, em bom
relevo, o perfil atbletco do poeta, apenas com
esaasi corea de perolas, e com esses iris de luz te-
na tintas bastantes e viridaa para fszerem o sea
piocel soerguer um dos perfis mais belloa e
esperangosos do Brasil. Oh I... nio poder aer eu
esse poeta predestinado o mimoso, ou esse artista
caprichoso e hbil I...
V
elletam._.
Oh I e cont esss poi
ter ea lemeatagoes ou _
actuslidade de boje I Elle I
toa, oa vossos coragss de
bailo, as vossis mentes
grande I
E' que o genio parda mi,
quando se acotovela com as _
tro pygmens, am lugar de d
ns-se melo-gigante I E' qaa _
tributar ao grande as honras a
sio de vi doa, so oio depois qaa .____
mausalu o circundara I Parece qaei
moohlo entre oa vivos, que essa commanicagio te
rira roz a esse fltsr de olho 4 olho sieo
recer o perder o aprego, o, cujo o o me, depola da
morle, lem de ser gravado em lmmas gloriosos
e immorredouros I
Cootam que lord Byron, durante a aoa vida,
era criticado e al4 ridicatarisado. Nio admira.
Ea o creto, em boa verdade, porque ea teabo va-
lo, em oossos dias, muito ganio rmpalrsjsasr o
floar-se, 4 mingue de am orado de ail
oto te ama sincera apotheose, sobre q
tanto, ella possue pleno direito.
ate artigo, portento, um proteatoi
alado para ser Udo 4 posteridade, que "
lsuresr a fronte paluda do poeta.
E ae ea soubesse qua elle atraveasaria aa dis-
tancias qua me separam do Sr* Doria, eu ornarla
deprecsr-lhe que nio renegassa ds sua alta mis-
sao, quo continuaase impvido, que contioussee
sempre, por que, se o presente denegs-Iha urna
palma, qae 4 sua, o futuro dar-lha-ha em dupl-
cala.
Recite, 39 da janbo de 1689. '
Franklin Tac
--- a. >--j
Jurisprudencia militar.
Mrito do trabalho [do Sr. Dr. Joii Antonio de
Magalhet Catiro, audilor de guerra da corte,
autor de doiu projectot de cdigos militares.
O suave lago dos mais extremosos affettos com
qoe se echa ligado o coracio do Sr. Dr. Jote
Antonio de Magalbiea Csslro por cines das tor-
turas com qua se tem apoqaeotsdo a clsasedi
especlaes defensores ds patria pn'r mel7do abul
doa aaperioree, dos castigos arbitrarios e*dsr mal
cega obediencia, que deaencadeiam ararSo1-,- ess*
lago repelle a diaposl(io do art. 51, que subjeiti
4 pena de prisio perpetua com trabalho no gritt.
mazimo; de dous 4 olte annoa naa g'u me-
dio; de doaa 4 quatro aonos no gqiu mnimo
ao militar, que entrar naa (ortslezas Tor logare*
defeaoa oa vedados. f
O diatiocto autor, attrabdo pela conveniencia-
de punigio redamada por eaea crlme. moatrou-se
todava menos severo que o art. XIII do regula-
meoto do conde Lippe, que aubjeita 4 pena de
asoite toda a peaaoa da qaalqaor grAu oa con-
digio que seja, que entrar em qualqr \(o
sem ser pela porte e lugares ordina
Foi na consolador esperaoga i
eoodigio do militar no Braail, qua
galbies Castro com o bom empr
saa intelligencia e com a pureza i
apartou-aedo rigor imposto pelo c
regulsmento de conde Lippe, esu
s peoa de morte como este, po
perpetua com trabalho, e por mo
duziu a um mysticisuto de parte
Entreunto teoho por convenieo.
taleoto o a prespieuidadedo diatinc
se amoldaram perfeilameote 4 to<
cas de um melhoramento comaield
fallando de fortalezas, esqueciAse de
aquellas, que por aeu m4u estado;, sao
para outros mistares, bem diffare
Custo por exemplo i comprenso
conveniencia social oa militar, que
subjeitsr 4 peni de prisio perpetu
um militar, qoe tirar eotrado
Cioco-Pontas por ouiro lugar qu
turne ; e por esta difliculdade de
ioclioo-mo a tsxar de lmpereilo Tari. 51 do
projacto do cdigo penal militav-oae abrange
toda a qualquer fortaleza sem atleogao aa cir-
camalanetaa da lampo, qaando t cabe, "que
muitaa fortalezas lem sido destinadaa para q'uar-
teis, deixando de ter a mesma importancia, em-
baVa copa*"* A "" nome; como por
exemplo a daa Cincd-Pontas neata cidade. a qual
tem perdido os fro>-ilavfortaleza, des4(L,qao W
coosenliu edificar-ae proxhMmeafo t elu tai-
fortaleza.
lelhorar a
f. Bt. Ma-
ne fez de
coracao
io da*
em ae
trabalho
t laza daa.
o do eoa-
prebeasfo
vez por causa de ae acbar~
arruinada, que um concert i
fortificagio.
Mas nio obelante, ae passar se
51 do projecto em analyse, neoh
estar livre de aoffrer a peoa de
com trabalho, quando um seu ioi
trando na mencionada fortalezi
out ora considerados defeaos, e o
guir; porque a iato ae presta o citau-
cumprimento ou observancia nio pd
montad^ o tio
aria urna nova
spare o art.
Diililar aqui
ii>o perpetua
|o a rir en-
.or lagares
uizer perse-
artigo, enjo
reputar
ria o mando pelo
na aua candida innocencia s
seu ledo bello....
Meu pae, Vmc. eati triste I disse a joran
com a roz meiga. Conte-me oa aeus pesares, eu
o consolare!.
Ep triste f Enganss-te, Lsurs.
A* pouco ri-o sobre o banco tio absorto, lio
pensativo....
Ah I innocente menina 1 Penaas qua neate
mundo o homem nao deve reflectir? Ealou ale-
gre ; a belleza do tempo faz em mim reviverem
aenlimentos da moddade. Oave comocaotsm oa
passaros, olba como ae deaenvolve a rerde herva,
como brilbam aa florea aos rafoa do aol I Qaem
peder ficar inaensivel no meio desta natareza
riaooha e (resca?
Semelhsotes palavras, e o lom em que (oram
ellas pronunciadas, regozijsram a Laura: o seu
peosamento tomn outra direegio.
Meo pael exclamouella. Se Berlholdo aqu
estivesse, que bello poema (aria I Porm elle mo-
ra oa ddade. e quando o aol penetra em casa do
Sr. Robyn, j rae bem alto no cu.
E crea tu, Laura, que o poeta tenha neces-
aidade de rer aa cousss psra descrere-las nesse
tom exagerado que se apellida d'alma e do aen-
timento?
Com effeito, meu pae, singular 1 Berlhol-
do nao mora no campo, e assim meemo caots a
natureza, descrere auas magnificencias com tio
verdicas e brilhsntes cores I Dir-se-hia que tudo
isto quanto aqui eo admiro serve de thema aos
seas rersos expressiros. Dsr-se-ha que ludo re-
flicta na alma do poeta ? Conhecer elle pela ima-
ginacao nicamente couaas que nunca riu nem
aprendeu?
Innocente menina I O poeta troca a roali-
dade pela imagioagio ; e se Ihe apronreaae orear
um mundo ficticio, os seas rersoa agradarlem aoa
corseos sem experiencis, como um prisma d
cryatal offusca a rala pelairradiag&o de auaa mil
facetas.
E' multo booito ser poeta.nio meu pae?
E' urna distrsegio, um prazer como qual-
quer outro, urna phaotaais de mogos.... Ea tam-
bem antes de conbecer a rida real flz os meus
reraos; e quem oio os (az, qaaodo r com os
olhos do rite aonos is apparenclaa deslumbran-
tes do mundo ? Berlholdo ha de ser um dia mui-
to rico ; que se divirta aioda por algum tempo
em compor versos; nio vejo que nisto baja mal,
O goslo Ihb passar.
Julga que sim, meu pse?
Tenbo certeza :o homem rico bao faz varaos.
Laura apolou o brego no hombro de seu. pae
e replieou com um sorriso triumnhsnte: '
Pols digo -lbe que Vmc. as engaa.
iholdoter um grande petto^dAjauae gl
comegual ardor amsr4 tiiept||ua de
de bello ha neate mundo.
Tu aiiim cree, porque luita desejae^
ama iojualiga : pode quando muito d
que se diga, que o superior passoo
balluas tragadas pelo zelo .de exec
lei.
O gorerao quo lem consentido a edlfl.
perto da fortaleza daa Ciaco-Pontea, tir
dest'arte a importancia e o mrito de u
ficagao dere ter remoraoa de aceitar o
como ae acba: o gorerno nio dere co
com oa miaterea naturaes da referida
coja prosioquidafle para ecm as cal-
culares malou a distancia eecesaari
guio do tiro, quaodo a cidade ae ac
ragea anormaea.
Recite, 6 de julho de 182.
Manotl /anuario Bestrra Monte-R
(Continuar-tth*)
veasoor
Ko-aon
Vou dizer-lhe maia ama coosa, meu,pae*
porm disnte de Rerlholdo Vmc. nao devo/moaT
trar qua a sabe. /
O que ? I "
Elle mandan imprimir as suas poesiak'ni
como serie bellaa aa paginas em que houfs ex-
pandido as generosas emoges da sua boa,*!, |
Um ligeiro descontentamenlo annuvioufl s-
sionomia de Kemenier. / -
Berlholdo maadou imprimir ses
marmarou elle com a fronte carregada
nome apparecer tambem ahi ?
Sim. mea pae^o em teltraa grandes<9*fer.
tholdo Rohyn 1 J vi a primeira pagina. *aro-
ce-me que o homesjkghgrandece quioaao seu.
nome figura no frorrthpitlo de ama obra no-esoL-
nto e merecimeoto. 7 v
O Sr. Ksmenaer abalou a cabaga reeScMad -
mas disfarcou para logo o seu deson.lI
ment. \
Oh I pode-se s um mancebo perto** a,ais
de urna loucura. Bertboldo oio tardara, mnsco a
lastimar-ae por aua accio imprudeoiae noiaua
inreja, e zombaria.... m^auj-u a
Meu pae, disse Laura ioterrooipe ,*, e
nao campreheodo o mundo. Bertboldo tambem
tem os meamoa receios ; treme como se a appa-
rgio do aea lirro devesse ser para elle unta ori-
gem de pozares. Quem o perseguir;? K* etime
cantar sa obras de Deus, e exprimir as nurosossnJ
coes d'alma humana as mais bellas focmaj
lioguagem ? O poema bem (sito nao eleva onosso
espirito a oobrea sentimentos? Nio encha do
conhecimeolo o coragio, nio augmonia o p zor
da existencia, revelando-nos a digoidada daawasa
natureza ? Porque, pois, odiara o po<1u*..iMas





& .
-
i
sV




1
------------ -----aj----> f -^ 'nwiaiv w |TU1
psra o que 4, que eati eibando, meu
Ah
E" Monck qaa ali rom..., Nio aei a que si
presenga daquelle bomem : qusrtdo, o ?ejo. Mir,_
mego a meu pesan Permita qua me raio sim
meu pae? *
- Ora aqu est como te engsnas afajasapailo
dos bomens, disse Ksmenaer que cautas
aua pertarbagao. A rinda de Monck q
L, >M,T, de>e elle traser-spoiaSBa no-
ticia mportaate. Olha, Laura. Monck nio po*.
' e nomem poailivo, floo. iotelligente e ha.
NI- A aua arte consiste em (saer o dinheiro pro-
duzii dinheiro : o se ella comsigo nio tras a glo-
ria, tras porm a riqueza, a coosldeiagaa e o po-
der, o pobre Monck simplorio na aeu genero *
por dedicagio ao Sr. Rubyo, seu a*ligo patrio *
por habito talvez, contina sendo seu acrevanse
mss fica persusdida de que muito fino a babii
para ganhar milboes.
Laura nio peaa
reresliu-se "
rendo i,
o a ali
A sua physioaomia
^arroganla indifl
Sr. Robyo rir am di-
TTP. DI V, t. DS FAMA FILHO.W*.

vmmm
M .


Full Text
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