Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09560


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Full Text
1

V

I

AI10 mVIU. I01E101(3
J5ABB1D0 5 N JULIO l| |tl|,
tor aiit adlaitadt iflB
t raltfrllfttr
x:
IfKAaaRi^DO^DAfg^lBJPgAO DO NOKTE
Parahyba, e4r. Aatooio Alaiandrino da Li-
na;.Natal, o S*. Antonio Marques di Silva
Aracaty, o Sr. A.
I.iuifc Olivei
larqaee
4 Amazonas
WCARREGj
moa Braga; Coari o Sr.
ranhio, o Sr. Joaqaim
r, MsnoelPiohsiro &
ijmo da Coala.
SBSCRIPCAO DO SOL
o Faleie Diaa; Baha
Rio da JaDairo, o Sr-
PARTIDAS DOS COB REOS.
Olinda todo* pa diaa aa 9% koras do dia.
Iguarau, Goianna, Parahyba nai sagundil
isxlas-teiras.
S Antio, Bexerroa, Bonito, Caraar, Altinho
Garanhens naa tarcai-eirai.
Pod'Alho, Naiarath. Limoeiro, Brejo, Pei-
qeeira, iDgazera, Floraa, Villa-Baila, Boa-Viata,
Ouricary a Ex nasqaartas-feiraa.
Cabo, Sertnhiem, Rio Forraoao, Una.Barrelroe
Agua Preta, Pimentelraa a Natal quintal feiraa.
(Todoa oa eorraioa partam aa 10 horaa da manhaa
CfHBMKRlDt DB JUI.HO.
4 Quarto crssconti ai 8 oras a 90 niato* di
maahia:
11 Lu chela aoa 2 niatos da manbsa.
18-Oaarto mlngaant ail horaa e 83 minutos da
tarda.
56 Laa ora ai 6 bo a24 minutoa da nao.
PREA1 Al DE UOJB.
Primalro aa 10 bora e 54 Segando aa 11 torea 18 minutos da m
IMi.
lia.
PARTIDA DOI TAPORES COSTBIROS.
Para aul t Aiaaoea a 5 a *0; para aorta
at a Oraoja 14 19 da cada naa.
FARTIDA ooa OmtUBDI.
Para o Reelfe: do Apipucot i 6 1t3, 7, 7 1|1, 8
*.8 1|2 da n.; de Olinda a 8 da m. a 6 da I.; da
Jaboatio i i |2 da n.; de Caxang a Vanea
ii 7 da a,t da Btmfica a 8 da n.
Do Recita : para o Apipucot s 8 1|1. 4, 4 1|4,
4 1|2, 5. 81i4, 5 1|2 a i da t.; para Olinda a 7
da m. 8 1(2 da t.; para Jaboato a 4 da ti; para
o Caxang* Varzea s 4 1|2 da t.; para Btmfica
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS JH1BOAKS
CAPITAL.
'
Tribanal do aonnercio: aegandaa a quintil.
Relaca o: tareaa a aabbadoa a 10 horaa.
Faxenda : quintil a 10 horia.
Juizo do commercio : aegandaa ao neio da.
Dito da orphaoi: tareaa a aaxtaa a 19horaa.
Primaira rara do rival: tareaa o axtae molo
dia.
Segunda rara do elvel: qaartaa* sabbado* il
horada tarda.
30 Segandi. S. Marear b. ; B.L.cina.
1 Terca. 8. TheodorUo b. ; S Abnho.
2 Qaarta. Viiitacao da NeWa Saoho,.
3 QuiDta. S. Jaciotbo n. ; S. UaUMaro b
i Sexta. S. Isabel raioba de Por sjal .
5 Sabbado. S. Atbanasiea S. PnflomcBi r,
6 Domingo. O precioso^ i de Cbriito.
ASSIGNA-SE
no Recita, em a linaria praea da Indepen-
dencia na. 6 e 8, doa pretil loa Manoal Figial
roa da Paria & Filbo.
2iacci
Riada J
^Kxm. Sr.S.
OFFICIAL.
po da Justina.
bledo doa negocioa da justiga
12 de maio de 1862.Illm. e
o imperador, a quem fot pre-
,e o offlcfa m V. Exc. datado de 30 de no-
bro do
airo
Pbem
ida pro.
aalha, qua
)nado por
Jo de policia d
condemnat,
pa nao pasit
astado, depoii de ouvlr o con-
dos negocioa da justica, houve
a decisao dada por V. Exc.,
elo juix manicipal do termo da
oniultou-se, aohaodo-se con-
de responsabilidad o subde-
elre diitriclo, qae da seo-
'puzera appellago, de-
leus impedimentos o
1
*W
I
ente do t~ z municipal, de que
o supp atii como noa termoido da-
d. 1,835 de ^ovembro de 1856 a sus-
o imposta otkv pregado publico por crime
oosabilid* nao deve ser cumprida, senio
ue a seo) lea do juix de direlto, da qual
Ion, coi km*4a pelo tribunal superior,
que, coi o dedarou V. Exc. o decreto
da novembre da 1856 em nada alterou as
sicoes dos arta. 165 8 2 do cdigo do pro
e9i da lei O 3 de dezembjode 1841. sal-
das pelot aviaos de 8 de agosto de 1846 o.
3 da noTenbro de 1851, n. 201.
a guarde a V. ExctfVanctsco de Paula de
egreirotSayoLobato.Sr. presdeme da pro-
da do Caer.
sta offlcio
GOVERNO Di PROVINCIA.
3a^ aacclo.Palacio do gorerao de Pernam-
Wao, 28 de junho de 1862.
(jit&clo ao inspector da Iheeoariris provincial.
i)etermioande a ledo armamento para o exer
ciewa de 1862-1863 no artigo 43 qae o forneci-
mesoto dos objactos para o expedante das repar-
tiQO pro7indae aeja eito por arremati;'ao,
recofsmaodo !" V. S. que cam urgencia mande
proceder a dita arramaiaco dentro do crdito
conefedido, a com todas aa preciis garantas
qnaajto promptidao de tal (ornecimanto, e a
qualtUsdtisiTpiajtllpa objectos. Os chafes das re-
partirlas aos qyaoe* ao"TT6~ cTfMa.,
para a deTida axee^o, deem, tend
a qaota reapec a, remoller a V.S. urna relar;ao
dos objealoa -i o poderlo para eaae fira ser ne-
ceasarfea doraj iodo fieaoceiro/em ordam
a eonhecer-se %i aproximadameqle quantidade
dos mesmos objectos sobre que tem de venar o
contrato, o qaal poda aar eito para vigorar em
um trimestre e com a clausula de subsistir at o
flm do eiarcido em quinto nao hourer declara-
cao em contrari, O qualquer doa contratantes
com a antecedencia precisa para proceder-sa a
ora arrematarlo. Nos allimos dias de cada
mex os referidos chatas enrUrao i V. S. o pedi-
do doa objteloe neceasarios para o mex seguin-
te, oa qaaes Ibes deverio aer entregaos no pri-
meiro dia til do dita mex para a conveniente
diatribaicao. E porque convm qae jamis tal-
tam os objectos iodispansaraia para o expediente
das repartiedes, podar V*. S. atlender a qaaei-
quer pedidos extraordinarios fra da poca ci-
ma mareada, ama vet qae taee pedidos cont-
nbam a deelaragio de qua na urgencia na aaa
satisfacao. Pelo qae respeita i easa repartico,
V. S. proceder, no qaa fdr applicavel de aecOr-
do com o qae fice determinado em relapso aos
chelea das oatraa repsnlcdea.
Expediente do da S de jullio
de 186*
Offlcio ao brigaSeira cotumaadanta daa armas.
Mandando-se, por ariie di repartico da guerra
de 11 da junho ultimo traacir na f de officio
do mijor Mauricio de Souxa Tavora a nota de
prlso que soffreu de 6 de julho a 25 de oulubro
do anno passado, por nio estar provada no coo-
eelbo de ioTestigacao a que responden a mesmo
msjor a desiotelligeada entre elle e o comman 'j
danto do corpa de guarnlcio de Minas-Geraes
que ento perlenda, eque deu causa mencio-
nada priso, assim o commuoico V. Exc.
para sea conbecimento, preTeoindo-o de que
oesta dala me dirijo ao Exm. presidente da Ba-
bia para dar cumprimenlo ao citado aviso.
Dito ao mesmo.Em vista do que repreaentou
o commandaoto do corpo de policia em officio
n. 287 de 30 do prximo passado mez, sirra-se
V. Exc. de aandar alistar no exercito, se para
isso fdr jalgado apto, o soldado daauelle corpo
Francisco toi da Silva, que Ibe ier presenta-
do.Communcou-se ao commaodante do corpo
de policia.
Dito so tneimo. Bespondendo ao officio de
V. Exc. de 13 de jaaho ultimo, sob n. 1485, ca-
be-me dizer-lhe qaeem vista das raides ponde-
radas pelo inspector da tbesouraria de faxenda
do officio junto por copia com referencia ao pa-
recer di respectiva contadura, nao pode ser at-
tendida a pretenele do alfares Beroardino Cndi-
do de Araujo, gratificagao de quartel-mestre
relativa ao lempo em que deixou de estar no
exercicio daqueite cargo;
Por esta occasiio chamo a attengao de V. Etc.
para o que solicita o mesmo inspector na ultima
parte do aea citado officio.
Diio ao mesase.Commuoico V. Exe. pira
sen conhecimeato que, segundo me foi declara-
do em aviso da rapirii^ao da guerra de 21 de ju-
nho ultimo, fora mandado archivar niquela data
o processo de inveatigaco eito ao capilio do d-
cimo batalhao de infantina redro Alfonso Fer-
reira.
D.to ao mesmo. Commuoico V. Exc. para
aea conbecimento,. qaa por aviao do repartirlo
da guerra de 12 4 abo foi approvada a lic.enra
concedida potaaW Rdattcta ao capilao do d-
cimo batalhao de' Otaria Joao Antonio Leilo,
para tratar de ana* i fra desta capital, nao
pdenlo, porm, o tgraciado, goza-la em ou
tra provincia*
Dito ao mesmo.Esa cumprimenlo do aviso
do ministerio daa a? 17 da junho ultimo,
sirva-se V. Exc m indar incluir como praga
effecliva no nono b srhio de iofantaria, ao qual
est addido, o sola" I Jos Leandro de Birros.
Dito ao mesmo. 'ara <|ae o Exm. presidente
da Baha, segando, declarou-me em officio de
18 de junho ullia possa resolver acerca da
sabstitaicSo do aoi (hdo dcimo batalhao de
isfaotaria Mineral francisco da Costa pelo
paisano por alle pgecido, sirva-ae V. Exc. da
mandar inspeccioe r asse individuo qua, senio
considerado aptopi a o aervico do. exercito, de-
ver apjeaeatar-ao jaolla presidencia, sendo o
a* transporte fel custa dos interessados.
rj'pio ao director ga do inslruegao publica.
ontaVBt^o A
pico a V. S -a aeu conbecimento, que
tendo sido,-ab,rl fcinstraccao primaria
da villa de 'frtf*ft| awdo me partcipoo o
respectivo jait>di am offlcio de 18 do
mex nodo, foi oterH Wo P exercido por causa
da epidemia reinaat* fajatotlaaQao daqaelli aa-
toridide. a." ,
Dito io impector dalhtaoararva de faaenda.
Sendo-me declarada.; ffao do ministerio da
guerra de ti de juoaoatt ap.qae mai bem pro-
ceden eaaa tbaaoarari*, nal ando auspender a
graiificacao addicioaal que edear wcabaado o
directorio hoapital militar, o a: 6pi-
ro do que j liaba receido, par il
pode allegar ignoraada do vaodaa
pondeate aquello exerdeio, **
oaaoxa ao ragulameato de 7 do ateo de
qae regola a matada : asaim o commanieo,
S para aea cochedmento.
Dito ao aaoaao.O Ex. Sr. minUlro Jralav*
porie, pajMaaa.Baj aa aviao da 1
ultimo baver dado ai providenciaa neaeasariaa
para qae o crdito concedido a eata preaidencia
para desperas com 80Cocqs pblicos no exerci-
cio correte seja alodaugmentado com a qusn-
tia de 9:692S960 n., que jantis a qaantiu j
coasedldaa, prefax a aomma de 60:000$ para ae-
melhaotesdespezai, comprehendidaa aa indem-
nisagoes feitaa pelo thesouro nacional ao ministe-
rio da guerra, conforme este reclamoa em diver-
sa! datas por objectos foroecidos palo arsenal de
gue rra desta provincia, devendo por tanto aba-
ter- ae na conta respectiva, nao a aa quanliaa ea-
pecificadaa po aviso de 28 do mex de maio ulti-
mo, como timbera a de 575J. que nao foi all
ioclaids. e qae junta aquellas completa a aom-
ma de 4:234820 rs., o qae coamenico k V. S.
para seu conhecimenlo edireecae.
Dito ao memo. Certo^do eooledoda seu
officio de hontem, sob n. tenho a dlzer em
resposta, que acabo de reC&ujmendar ao Inspac-
tor da side do porto que loga cesar do corren-
te exercicio aa desperas com o laxareto dailhi
do Pina, viato nao ae haver marcado quota para
essas despexas. Q uanto, porm, s obras mili-
tares, foi votado o necessario crdito, como sa
v da inclusa ordem do thesouro nacional, aob
n. 116, de 23 de junho ultimo.
Dito ao mesmo.Commanieo a V. S. para sea
coohecimento e direceoque segundo me foi de-
clarado em aviso circular da repartico da guer-
ra de 16 de junho ultimo, se expedir niquells
data aviso ao da faxenda para mandar por a dis-
posico desea thesoararia a qeantia de 12:000$
para es daapexaa do 13obraa militares -do
actdal exercicio de 1862 a 1863.
Dito ao mesmo.Commanieo a V. S. qae se-
gundo consta de aviso da repartico da marinha
de 11 de junho ultimo,fora approvada a proposta
feita pelo pratico-mor deata provincia do Ia pra-
tico Jos Estoves de Oliveira psra sea ajadante.
Dito ao mesmo.Commuoico a V. S. para aeu
conhecimenlo que segundo consta de a*iso do
ministerio da marinha de 6 de junho ultimo, ao
2 lente reformado da armada M a noel Antonio
Vlegas Jnior, professor de primeiras lettraa do
arsenal de marinha desta provincia, a quem foi
prorogado por qaarenta diaa, em 8 de abril pr-
ximo lindo, sem vandmentos daquelle emprego,
a licenca que Ihe dera esta preaidencia para ir a
corte, ae consideram do mesmo modo oulros qua*
renta diaa.
Dito ao'p-i-jv-ojlor da Santa Casa de Misericor-
dia.Transmit para seo conhecimenlo,
e afim de que t rovidencia
qae jalgat ace < gio bootem o iospecu..
aob n. 376, dando a raxo de na*,
do affectuar o pega meato da quantia de v.v.
proveniente daa diarias relativas o corrate mez,
dos Africanos livres empregados no servido do
aollegio dos orphaos de Santa Therexa em Olinda.
Diio ao mesmo.Em satisfacao ao pedido de
V. S. contldo em sea officio de 27 de^ *" ulti-
mo, remetto-lhe os inclusos Diarios "contendo o
compromisso da Santa Cisa de Misericordia, ni-
cos que foi possivel oblar.
Dito ao inspector da tneeouraria Provincial.
A' vis la da ioclusa folha que me fui remettlda
pelo commaodante do corpo de policU com offl-
cio de hontem, aob n. 289, mande V'. s. pagar a
quantia de 66588O em qae importara as diarias
vencidas pelos calcetas empregsdoa no ser vico
do quarlet daquelle corpo, noa mese* de Janeiro
a junho deste anno.
Dito ao mesmo.Transmiti a Vis. o ioduso
exemplar do Diario d$ Pemambvca n. 150 con-
tando a lei do orcamento provincial para 0 anno
Qnanceiro de 1862 a 1863, aftm de qe tenba ella
a devida exeeacao. I
Dito ao capito do parto.Com est officio ser
apreseotado a V. S. I recruta de mktiDha Anto-
nio Joaqulm de Olivira, afim de q\j<> ih ,
conveniente destioo./depois de inspeccionsdo.
Dito ao ioapector/do arsenal de marinha.
Sendo oomeado Canuto Goncalve Leasi para o
lugar de professor de primeirss lettraa desse ar-
senal, segundo consta de aviso'do ministerio da
marinha de 11 de jaaho ultimo, assim o comma-
nieo a V. S. para aeu conbecimento, preveoin-
do-o de que o dito Lessa fica por isso exonera-
do do exercicio em que se acha na companhia de
apreodizea marioheiros.
Dito ao cnsul de Portugal.Envi ao Sr. Dr.
Josa Heorique Ferreira cnsul de Portugal para
seu coohecimento copia do aviao de 23 de jaoho
Ando, em qae a Exm. Sr. ministro doa negocioa
estraogeiros solvendo a reclamaco falta em aaus
officios da 18 a 22 de marco, 19 de abril, 14 e 22
de maio tudodo correle aono, contra a pratica
recebida no juizo de auxenlea desta cidade, de-
pois que ao mesmo Sr. consal confiada a ad-
mtoiatraco e liq*4*Ja;3o dos bens pertencentes a
herancas de subditos de aua nago de ae Iba nao
permittir qae pralique iodependentemeate do
juizo competente oa actos proprios da posicio,
que nesssv circumstancias assume, declara qae
aa estipalacoes da convenci consular eelebrada
com a Franca nao sao applicaveis aoa cnsules
de Portugal nem de qualquer oatra naci, que
nao tenha celebrado convenci especial com o
imperio.
Renov ao Sr. cnsul a seguranca de minha
perfeita aatima e diatincla cooiideracao.Igual
ao juiz do orphios da capital.
Dito a luis municipal da primeira vara.Com-
muoico a Vmc. para seu conbecimento e direc-
eo qaa segundo pirlidpoa-me o commsndante
do presidio de Fernando am officio da 16 de ju-
nho nllimo, fdra eneootrado assassinado 00 lugar
denominado Cepim-Aesu'.
Dito ao juiz manicipal de Cimbres.Para cum-
primenlo do aviso do ministerio da jastic* de 9
de junho prximo fiado, informe Vmc com ur-
gencia com o qae houver qocorrido e ae Ihe ole-
reeer sobre o indaeo requ&rimeoto em que Leu-
nardo Bezerra da Silva Cavslcaoti eacrivao do
jary e execuces crimioaes desse termo, pede
dispensa do lapso de tempe, pira tirar a respecti-
va carta.
Dito ao inspector da aaade publica.Mande
Vmc. promplar com urgencia urna ambulsocia
dos medicamentos precisos ao tratamento do cho
lera-morbua, afim de ser enviado ao delegado
de polica do termo do Bom Cooselho.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. promplar com
urgencia a na quantidade que julgsr conveniente
afim de aerem remettidof so juiz de direlto de
Garsnhuns os medicamentos seguiotes : oleo de
recio, sulphato de magnesia e de soda-, micella
e poaza preta pnlverisada,
Dito ao enge.nhe.iH) fiscal da estrada de ferro.
O Exm. Sr. ministro da agricultura commercio e
obraa publicas deejarou em aviso de 12 do mez
findo, sob n. 44, qua poda eata presideocia sa-
tisfazer o pedido do superintendente da estrada
de ferro deata provincia, ministrando a respecti-
va directora em Londres copia do relatorio apre-
aeqtado pela commissio nomeada para proceder
ao exame do capital despendido na construccao
da referida estrada: oque communico Vmc.
para aeu coohecimento.
Dito ao Dr. Francisco Antonio .Vital. Recebi
com o seu officio de 30 de maio ultimo o mappa
daa pessoas que foram affeetadas do cholera-mor-
bas as povoacas de Podras de Fogp e Serriaba,
desta provincia, e por Vmc. medicadM gratuita-
mente desde o da 23 dotaaeiro 7 da margo ul-
timo.
lo
de
i-
e-
, de
que reunindo-ae naqublle dia para proceder
racao das actas da eletcao de um mimbro
sembles legislativa pijovindal pelo quarto dis
eleitoral, nao leve presente a acta do collep
S. Bento, pelo que procedeu a apurarlo dr
co actas doa outroa collegios, deixando de
d:r o diploma ao cidadio qaeobteve a mar
votos pare que esta presideocia decida a eve,
psra tal fim, ageardar o recebimento da authen-
lica do referido collegio, e proceder a nova apa-
racio.
Em rsapoata cabe-eia dederar sobredita c-
mara, que, avista da doutnna do aviso do Ia de
marco deste anno, dirigido presidencia da pro-
vincia de S. Paulo, nao se podendo considerar
completamente terminada a apuracao com a' ex-
clusao dos votos de um collegio, respeito de
cuja eleicio nenbuma duvida se offerece, deve
proceder nova apuragao, logo que receba a
meocionada acta expedindo entilo o diploma a
quem competir.
Dito eamara municipal da S B-utoPelo
officio da cmara municipal de S. Bento de 4 do
mea findo, fleo inteiradode ae baver reunido no
dia 25 de maio ultimo, como fora determinado
o reapeetivo collegio eleitoral para prooder a
eleico de am mmbro da assembla legislativa
provincial, cumpre-me porm obserrsr a mesma
cmara, para os flns convenientes que a cmara
municipal da cidade de Caraar informa qae at
aquella data Dio Ihe lioha atdo presente a acta
do sobredito collegio, pelo qae nesla data Ihe
determino que proceda a nova apurarlo logo que
a receber.
Portara.O Sr. gerente da companhia Per-
nambucana mande dar urna passagem de proa
at Micei no vapor Persnunga, em lagar des-
tinado a passageiros de estado a Antonio Gon-
Cslves da Rosa.
do
Expediente do secretario
governo.
Officio so inspector da thesouraria de faxenda.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
communicar V. S. para seu conhecimenlo que
por despacho desta data conceden maia o prazo
de 3 mezes contados de boje ao Dr. Agoello Jo-
sa Gonzaga, para apresentar o seu titulo de iuir
municipal o de orphaos do termo de Cabrob.
Dito ao mesmo.O Dr. Joaqaim Theotooio
Soares de Avellar, juiz municipal e de orphaos
do termo de Cimbres participou qae em 16 do
mez plisado entrn-no gozo da licenca de 2
mezea que Ihe foi concedida ; e S. Exc. o Sr.
presidente da provincia assim o manda commu-
"" a v S. Dar saa iateUieuria.
ao mesmo.S. Exc. TsrT Meftt** da
fr-od. aanitUr v! I?Tinda..~"
115.
primeira rara pre-
......2se*_*-s
"turario Francia*
ptQTvocia
pu- [ pito, nioaou dos que festejam a affronta que fe-
1- re o adversario ; nao aoa dos que descoohecem o
direito qae cada um tem de air bem tratado. Nao
individealiso ; dirijo-me oeste momento a quao-
loa teen aeate easo urna reaponsvbtlidade; diri-
jo-me a todoa os lados, a todoa oa partidos, e,to-
dos os governos, a todas as opposic&ea ; e a todos
peco que ponbam de lado os proprios preconcei-
tos, para a veram a mutua jaslica qae a todos
nos devemos. (Apoiadoa.1
Mas infelizmente, sennores, tenbo observado
que todoe nos nos mostramos tic cheioa de pre-
veuyea, que a menor pbrase que se desprende
dos/labios do adversario logo considerada ama
eito ioflammada, que l val ferir oa a pessoa ou
a bonra do-contrario.
O Sr. Silvaira Lobo :Est no seu direito em
dizer isso, como ministro de um deus de Paz.
O Sr. Pinto de Campos :Nio so como mi-
nistro do altar qaa o digo, digo-o tambem como
legislador, que entende que devemoa discutir com
toda moderacio, confiando cada um na exceden-
cia deseus prlncipioa e 00 triampho pacifico de
sua causs. (Apoiados.) Se os espectadorea na-
cionaes podem desculpsr com favor o axedume
daa noasaa diseassdes, os estrsngeiros nao lera
a meama condescendencia, e hio de dizer que os
legisladores do Brasil se assemelham aos leoes,
que se combaten), e se estorcem no circo.
Pela miaba parte, astou no firme proposito de
nao ultrapassar os limites da decencia parlamen-
tar; terei compre diento doa olhos aquella mi-
mxima sublime, dictada pela sabedoris ; a As
Jojanas revoltam a todo o mundo, e a ninguem
eonvencem. a E deade ji peco a qualquer dos
nobresdeputados que, se por ventura me escapar
dos labios alguma expressio menos reflectida,
haja de advertlr-me, que immediatamente a re-
tirarei. Deus me livre de querer campar de gla-
diador no aeio da representarlo nacional 1 [A-
poiados)
Dadas eatas explicares, ieohor presidente, en-
trare! na penosa discasso a qae me Iprovocoa o
nobre deputado pelo 5* circulo de Peroambuco.
O Sr. Brandao :O nobre deputado foi qaem
provocou assa discusaio; as notaa tachygraphicas
shi eato.
OSr. Pinto de Campos : Perdfte ; deade que
o oobre depbtado aecusou o Sr. major Pedra, f>-
zejido-lhe impotaces tio gravas, devia cootar
qae ea nao guardara silencio. Entretanto, em-
penhando-me no debate que nio provoque), mas
qae aceite! por um de ver de lealdade, esforzar-
me -hei por adocar o mala possivel aa miohas pa -
lavraa. No estado melindroso em qae ae acham
as miohas relaces com o nobre deputado, recelo
maito qae qualquer de n6s se Iransvie, e vamos,
sem o qaajermos tavez, a terrenos desconhe-
to. Em mea offlcio de 25 do mez prximo Oode vii oavir. Antes da arrtplMcsVo deita csrta,
communiquei o estado daqaelie rugar, e iodif- cunare que declare francamente que muito
ferenca porque procedem os empregados de^po- mito reprovo o uso iodiseaMo, a vrolaeo im-
licia d'alli, j deixando vagar errminoaos, e o* moraf doa aegredos das cartas particilsres (ami-
que nio sao, armados; e nessa indifTerenca mai> j0s apotados): todos os cdigos/ #0 ciando pro-
co distingue o sappleote do subelesjado que est Viera e punen este abuse- da coaAaeca intima ;
en rdelo ; por isso pedindo netse neu offlcio entretanto, cenbores, pira adairar o sange
a demissio tanto dellacomo do subdelegado, fro imoerlarbavel com que ae apreaMttam neeta
apresentira os nomes do major Haaoel Gomes iribuoaSa cartas esenptas no leio da cc-rdialid-
de S e de Joaqaim Lopes Dioiz ; mas, aconto- de 1' (Apoifdps.)
cendo estar agora melhor informado-acerca do OSr. Limo Silva (com orc!:Apoledo f
pnmeiro, e ser o assassino cima fallado filbo O Sr. Pinto O* Campos :Eo maia ow> e.
delle, nio julgo conveniente a din nomea- que aaaim me pronuncio lio enrgicamente con'
qojBje
ITot
cido. A. Otloo d um aparte.
O Sr. pioto de Campos :A prova de que nio
O Sr. de .opioiao qae eitou pediudo ao nobre
reet>,ems!,bu8r8IclA y6Piadoa de Pernambneo qaa me nao interrompa
nesta repartico.
Despu
dia de julho.
.mentos.
i Goozsgs;Fice marca-
ezaa co'ntadoa de hoja.
andido de Araujo.Em
tem lugar. .
..azores. Informe o Sr.
a Casa da Misericordia da
Bacbarel Agoe
do o novo prazo
Alferes Bernar
vista da informar
Clara Balbina .
Dr. provedbr da Si
Recite.
Joa Izidro Borf.-'8 Leal.Informe o Sr. Dr.
director geral da mitrucgao publica.'
Meo des & CoelBo.Passe perlada concedendo
a licenca de conlormidade com ac ordena em
vigor. 1
Mano! Joaqaim Mauricio Wanderley.Infor-
Dr. provedor da Santa Casa de Mise-
rivui^.-.
iniDi
Com ni a nd o das armas.
Quartel-general do coatnaando das
armaa Je Peroambuco na cida-
de do Recite em 4 de julho de
18t.
ORDEM DO DIA N. 106.
O general com.mandante das armas faz publico
para o fim conveniente, que a preaidencia conce-
den por portar la de hootem datada, ao Sr. len-
te do 9* batalhao de infantera,Heorique Eduar-
do da Costa Gama, tres mezes de licenca, nos
termos do art. 106 do regula ment de 27 de ou-
lubro de 1860, para tratar de aua sade no centro
da provincia.
Faz outro sim publico, qua approvou o eoga-
jamento que no da 3 do correle contrahio o
aargeoto qujartel-mertre do S" batalhao da mes-
ma arma Jqaqeim Prisco de Queiroz, para servir
por mais sois snoos, nos tormoi do decreto e re-
galamentojdo 1* de maio de 1858, conforme par-
ticipo! o respectivo Sr. commandante em officio
da referida! data aob o o. 510.
Assigoad.Solidonio Jos Antonio Pertira do
Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelho, capito
ajadante de ordena encarregadododetalhe.
(
INTERIOR.
inte da 1 atapaohia Pernambuca-
jacr para os portos dos
Whinunga e Jaguari-
dicadaa em sen officio de
Dte
US.
seos destinos
ae nos disa e
bootem.
Dito cmara municipal de Caruar.Accuso
a recepcio do offlcio da 25 do mez findo, em| que
a cmara municipal da cidade de Caraar, ezpde
Discorsos dos Exm*. Srs. mooseobor
Pinto de Campos e ministro da guer-
ra, na sesso de 14 de junho, sobre
Pernambneo.
O Sr. Pinto de Campoa:Sr. prealdenle, anles
de eDtrar no estado da queslao de que me devo
principalmente oceupar, corre-me a obrigagao de
explicar am incidente que se dea na oceasio em
que fallava o Sr. deputado pelo 5o eirculo de Per-
nambneo. Quaodo o nobre deputado aecusava o
Sr. major Herculano Sancha*da Silva Pedra....
' O Sr. Brando :Nao o eatava aecusando.
: OSr. Pinto de Campoa dase o illestre de-
putado do municipio neutro (o Sr. Odaviano] :
a causa est em boas maos, rsferiodo-se a
mim ; creio qae foi isto. Respond do meu lugar
ao nobre deputado : coio teoba davida ; jamis
defenderei nesla casa, nem fra della caneas im-
moraes, nem actos de corrupcSo : > que valia o
mesmo se dissera < que nao tomara a defezs do
major Pedra, se nio eativesse convencido de que
elle, no exercicio de seu emprego, se tinha por-
tado com toda a regularidade e circumspacco. a
Estas miohaa palivras, senbor presidente, fo-
ram, com petar meu, mal interpretadas pelo illus- L0 BETS aVl
lustre deputado do municipio neutro, pereceado d\\pe\\ repet,d
ver nellic urna offeusa directa ana pesioi. Pe-
nalisou-me bailante que o Ilustre deputado e
qaem sempre del proras de eslima e considera-
Cao, me houvesse por um offeosor gratuito ;
quaodo certoqua fago o maia seno esludo em
tratar com toda a polidez e urbanidadea todoa oa
membroa deata cass. (Apoiados.) Desde o anno
de 1853 que tenbo a honra de enlar-me neatas
cedeiras ; anda nao Uve o despraser de ouvir
urna sd voz que ae levanlasse para queixar-se de
deferencia de minha parle para com os meus dig-
nos collegas. (Apoiados.)
Senhores 1 Detesto o pugilato depalavrai, de-
leito muito maia easa guerra dj*ijfl aacoei que
pasia da analjma do |3cM ca-
racteres. AdcUa
rallo da injuria"
pre eale direito
bomena que se
talo de repreaeal
ninguem aceoaa,
;
com apartes; porque, no calor das porfas,
sempre diffidl designar o ponto oode comegam as
provocacoe e aa represalias.
O Sr. Rfnndao rMas deu-me naitos aparlea
quaodo falie
O Sr. Pinto do Campos : Nio dei tantos quan-
toe dis ; mas aapponhsmos que os dsse ; decla-
ro qae ealea arrepeodidode os haver dado (risa-
das) ; $apienlia cst mutare eoneilium ; protesto
de ora avante nio. dar mais apartes ao nobra de-
putado ; e espero que hei de cumprir a mioba pa-
lavra : interrtpcea imprudentes determinam
energicaa respestas ; ialo que ea quero a todo o
traoae evitar. Sempre procurei abster-me da
discutir com o oobre depntado ; mas esta mioba
eitudada abetenco paraca que fazia crer a o nobre
deputado qae eu ne arreceiava de entrar com
elle em debates acerca doa negocios do 6 cir-
culo.
OSr. Brando:Eoganou-se.
O Sr. Piolo de Campoa :J vejo que o nobre
deputado nio quer attender ao pedido que ha
pouco Ihe fiz; viato eda reincidencia, farei todo
o possivel por me nao alterar, nem azadar a dis
cuisSoj em respeito eamara, j em conside-
rarlo a mim mesmo.
Tomando a defeza do msjor Pedra, declaro com
toda a franqueza que o nio conheco pessoalmen-
te ; qne muito menos concorri directa ou indi-
rectamente para nenbuma deauas nomeacoei pa-
ra Tacarat : declaro mais, que se alguma razao
tinha de fallar em seu nome, ers sotes para o
aecussr do qne para o defender : porquanto, ae
elle era materia de eleicio fez mal a alguem, foi
a mim e aoa meua amigos polilieoa, como mais
tarde demoostrarei de modo a nio deixar duvida.
O Sr. Correa de Oliveira:Apoiado ; fez mal
sos conservadores.
O Sr. Pinto de Csmpos :Nomeado o msjor
Pedra a comarca de Tacarat, e nio tendo com
elle relaQaa anleriorea, nao procurei nanea en-
ceta-lss, at porque o considerara intenso s mi-
ohas vistas politiess. Correram lampos; eis
seoao quindo, em ontubro do anno passado, re-
cebi urna carta aua,diseodo-me que, aem embar-
go de sabsr que eu tinha justos motivos de quei-
xa contra elle, nio deixava, comtudo, de dirigir-
se a mim, como deputado por aquello circulo,
pedindo-me que o ajudasse a vencer os embara-
Cose difficuldades em que elle se acbsva em Ta-
carat, etc. Respondi que nio duvidava pres-
tar-lbe toda a cooperaco que ne fosse possivel,
ana vez que elle ae achasse em condiges de
nerecer um apoio legal e decisivo ; Ihe ped
Igualmente que me ioformaase com tods axactidio
e clareza quaes os embarazos com que lutava e
quaes os motivos qae os haviam produzido. Bes-
pondeu-me por fim : < Que o estado aasastador
em que se acbsva o districto de Faseoda-Grande,
em relcao impunidade e reproduccio doa cri-
nes, o hivia eonveocido da neceaaidade de t-
tem substituidas de pronpto aa autoridades poli-
ciaes)alli, viato qae, ce nio enm cmplice,
eran infferentee para con os desmandos que
diariamente ae prslieavam, como bem aassssios-
tos dentro da povoacio, aem que ao menos fizes-
aam o corpos de delicio, nem a menor diligen-
cia para aerem capturados os criminosos; que,
em presenca de tio triste* ctrcumstanciaa, se di-
rigir so chele de policia de entao (que era o be-
nemrito Sr. Trislio de Alencar Araripe) pedindo
as providencias que julgava indispensaveis, etc.
E para que a eamara ae compenetre bem da si-
tuaco anormal de Fazenda-Grande, passarei a 1er
os trea officios que se seguem ; rogo pois toda a
silencio doa nobres depaladoa :
e Delegada du polica da comarca de Tacarat,
13 de agosto de 1861.Illm; Sr.Tendo ae tor-
nado omiisos no cumprimenlo de seus deveres
o subdelegado de Fazaoda-Grsnde e seu primei-
ro suppleole, deixando nio s de enviarem, em
aa ordena, o mappa daa pes-
escravas, afim de esta delegacia
poder formular o que j devia ter remellido V.
S., a qne s pela dita omisaao tem deixado de
fazer, como mesmo vagarem por aquelle distric-
to criminlas o pessoas armadas, julgo por con-
veniente pedir V. S. a substituido daqaellas
autoridades, e aprsenlo para oa referidos luga-
res os, cidadios major aaooel Gomes de Si e
Joaquina Lopes Diniz, para, ae por ventar V. S.
assim o entender, propO-los V. Exc. Deus
guarde V. S.Illm. Sr. Dr. Trislio de Aleacar
Araripe, chefe de policiaO delegado, Hercu-
lano Sancho da Sflva Pedra.Conforme. O
aecretatia, Rufino Augusto de Almeida. a
-. c Delegada de potieia da comarca de Tacarat,
SO de aeteabro de 1861.lm. Sr.Constando
esta delegad* baver acansinado no dia 10 do
rreola.een.ro a poroacio de Faianda-Gtaode,
A iflKW ti im.
Odre
te offl
Cao. Nesta comarca diffidl ae poder coobecer
quaes oa individuos de qaem se posea lanzar
mi para taea empregos, porque o que nao
verdadeiramente mo tem pareotes mos, por
isso nio pode ser bom e por conseguinte bem
servir. Atientas estas circumstancias, me parece
conveniente que para all seja nomeado um
anbdelegado militar, isso com um destacamento
volante que porei aaa diipoiic,io, poder fazer
alguma cousa, por nio ter prenles a defen-
der. Se V. S. acbar conveniente esta minha
proposicio, peco para aer nomeado o alferes do
corpo de neu connando Jos Loogoinho da
Costa Lelte. Para all ceres daqelle acontec-
ment passo a providenciar e do resultado darel
sciencia V. S. Deus guarde V. s.Illm. Sr.
Dr. Tristo de Alencar Araripe, chefe de poli-
ca.O delegado, Harculaoo Sancho da Silva
Pedra. Conforme. O secretario, Rufino- Au-
attffo de Almeida.
Delegada de policia da comarca de Tacarat,
28 de aetembro de 1861.Illm. Sr.No dia 20
officiei a V. S. commanicando o assassinato ha-
vido am Fazenda-Grande no dia 16, e no dia 21
pegando algena cavalloa oa feira, part tarde
psra aquelle lagar, oode ciminhando toda noite
ebeguei na manhia de 24; e cono anda nio sa
tivesse eito corpo de delicio, nen tio pouco
instaurado o processo. Uve de no dia 23 dar a
elle principio, porque nem mesmo souberam
ioformar qual dos aapplentea do subdelegado era
o que eslava em exercicio, tal o estado acepha-
lo em que aquillo ae acha all, e nao podendo
ultimar naqaelle dia 23 o processo, nem tio
pouco demorar-me, retirei me para voltar como
pretendo fazer oestes dias afim de o ultimar. Em
minha ida varejei a casa de alguna crimioosos,
mais infelizmente pernoilavam no mato com
receio de que d'aqui fesie torga para os perse-
guir. De novo peco V. S. a oomea;ao do
subdelegado apontado em mea citado officio
de 20.
a Deus guarde V.S. Illm. Sr. Dr. Tristao
de Alencar Araripe, chefe de polica.O delega-
do, Herculano Sancho da Silva Pedra Con-
forme. O aecretario, Rufino Augusto de Al-
mtida.
Ora, vista delta leitura, comprehender a
cmara que o major Pedra leve sobejos motivos
para pedir a substituicio daqaellas autoridades,
que tio frouxas se moslravam no cumprimenlo
de eeus deveres; entretanto, aenhores, eate facto
foi a causa motora de lodo o pronunciameoto das
influencias de Fazenda-Grande contra o major
Pedra...... (Oh! Obi]
O Sr. Brandao : Est maito eogaosdo.
O Sr. Pinto de Campos: ...... porque essas
influencia (que sao as qaa austentam o nobre
deputado) nio toleram que ae bula as cousaa
da Pazsnda-Grande, onde, pede a verdade que o
diga, sao ellas indispulaveis.
O Sr. Brandao : O Sr. major Pedra j tratsva
da atura coaquieta ; contava com a dissolucio
da cmara e procurava os meios......
O Sr. Piolo de Campoa : Qual esnquista
futura, nem dissolucio de cmara; nunca me
conslou que noa aerles se fallasse em dissolucio
da cmara, O major Pedra, pedindo a exonera-
Ci daqaellas aotorldades, consultava nicamen-
te as conveniencias publicas; nio poda, como
delegado da comarca, consentir que as cou-
sas eontinaassem no p em que se achavam,
a lei calada aos ps, e e crime triumpbsnte; e
para prova, aenhores, de qae o major Pedra nao
tiohi ontras vistas senio restabelecer o imperio
da le naqnella freguezia, qae, pedindo a exo-
nerarlo das aaloridades existentes, propoi pri-
meramente para subslilai-las pessoas creio que
di parcialidade emiga do nobre deputado; pelo
meos nio perlencem ao meu lado, e s retirou
esta proposta depois que o filbo de um dos indi-
cados para subdelegado asssssiooa publicamente
um pobre velho dentro da povoacio, e cojo cor-
po de delicio foi preciso que o major Pedra viesse
de Tacarat, viole leguas de distancia, lns'au-
rar 1
A essaa oceurrencias da Fazenda-Grande ae-
guio-se a poca da reuoiio do jury em Tacara-
t ; novoa motivos de queixa contra o major
Pedra ; por quanto, constando-Ihe que se pro-
jectavam livramentos de criminosos, com prete-
ricao de todas as regras da jaslica e da hooesti-
dado, dedarou francamente que nio poda-convir
oisso; qua nio tolerara que peaaoaa criminoaas
enlrassem ni villa sem que fassem immediata-
mente recolhidas nacadeia. Ors, Sr. presidente,
ninguem dir que o major Pedra, por tal modo
procedendo, nao campriase o dever de aatorida-
de, que ae preza (apoiados); entretanto eate aeu
comportamento todo legal Ihe trouxe a mi von-
tade do aupplente do juiz nunicipal Luiz Jos
Correa de S, a respailo do qaal oda direi, por
que o mea fim defender e nio aecuear. Farei
lodo o eiforco por nio ronper este propoaito.
O Sr. Brandio d am aparte.
O Sr. Pinto de Canpoa: Nio aceltarei a
provocacio do nobre depntado; hei de nan-
ter-me o naia possivel na esperada moderaco ;
apenas Ihe direi que, forr;a do elogiar seua
amigos, lbea eat fazendo am verdadeiro desser-
vico.
V. pois, a cmara que o juiz municipal aup-
plente toroou-ae inimigo do major Pedra, por
motivos qae honran a este; por conseguinte a
denuncia que contra elle fez chegar ao conheci-
menlo do presidenta nao pie ter a torca que se
Ihe quer dar.
Alm de ser filhi do despeito, asseota em
fictos indignos de aerem pritlcadoa pelo major
Pedra; e anda boje admiro que o nobre depi-
lado se estrlbaase em am tal documento I O
nobre deputado que devia ssber, que principio
de justiga universal, que quanto mais graves sao
oa delictos oa aa iroputaedes, tanto mais claras
devem ser aa proras, o maia circumapecto o
juizo que se deve proferir.... (Apoiados.)
O Sr. Brandao d um aparte.
O Sr. Pinto de Campoa: ........ o nobre
deputado devia recoobecer, como muito bem
diese o Sr. Leitio da Cunha, que essas denuncias
reflecten) sempre os odios e iotriguiohaa locaea;
oio devia baaear urna aecusacao tao grave em
provaa que nio reaiatem analyse, porque sio
evidentemente falsas.
O Sr. Brando d um aparte.
O, Sr. Pinto de Campoa: Por mais da ama
vez tenho pedido ao nobre deputado que me nao
interrompa, porque nio quero, neo; desejo aze-
dar eata discusslo. Quanto Ihe couber a aua vez
falle, que Ihe proteato nio dar-lhe am s
aparte.
Conston-me, Sr. presidente, que alm destas
indiapoiicea do jaiz municipal aupplente outras
ae levantaran) contra o mejor Pedra. da parte de
alguns officiaea.de aeu corpo ; constou-ma mei-
mo quo cases officiaes punhan aje]
a probidade do msjor Pedra, a
ttaficandas bem indignas: es
ou por ioformacooa iaaaapeilaa da parciallde!
urna carta do*#
a Valpasso,
e multo coohai
qae ce ditia. o qae i
tra este deploravel coatumeque tem intradozido*.
aou toreado a eabir no mesmo deleito. E' ver-
dade que oio apreaentarM partas sem antorieeco-
de seas donos. e de boje candante hei de costar
muito a apresentar aqu uma\cirta ; preciso es-
tigmatisar eata immoralidadV: mea a caara.
comprehepde que sendo aecusaaa una pesaoa de
minha amiaade, eaa pontoa tofgraujes, alo devia
escrupulisar em apreaentar tama carta em qae a
bonra desee amigo defendida^ (Apoiados.) Alm
de que, o nobre deputado foi o primeiro a dar o
exemplo. prevaleeeodo-se de cartas particulares,
para molestar a um adversario ausente; a cma-
ra que atienda ao que voa lr:
c Illm. e Ex-m.Sr. Joaquim Pinto do Campos.
Tacarat, 8 de evereiro de 1861.fbato qae
nio tenha a honra de conhecer pessoalmente
V. Exc, comludo somos filhosda meemacomar-
ca, e nossos paea manliveram sempre aa naia in-
timas relaces de amizade.
c Vou, isto posto, rogar a V. Exe. da mandar
imprimir no Diario de Pernambuco sala malali-
nhavada correspjndencia contra um deegracado
profeasor que ha nesla villa, onde fac O papel de
ioitrument do Dr. Brandao, o qaal-vendo fugir-
Ibe a candidatura na prxima eleicio pelaa mul-
tas que tem eito aoi libanes e conservadores-
deste districto, serre-se de catea queijindoi como
este professor para intrigar esta villa a iediapor
as autoridades com o govemo, con denuncia*
falsa, como a que acaba de dar contra o digno
major Pedra e Luiz Jote Crrela de Si, que mal
sabe aasignar o nome, e qua toda a intriga que
tem com o major Pedra proven da barreira que
este tem feito aos projectos da livramenlo de
crimioosos. No mez passado remetU a meu irmao
Augusto urna extensa correspondencia em que
refutei todaa aa miieraveii calumnis levaatadaa
contra o major Pedra, epreaumiado que eata cor-
respondencia j ter sido publicada, nio repilo
nesi'outra qae remello os mesaos lacios. Vio
108 Pra as despezas da impreasSo, e rogo V.
Exc. que mande uns dez nuates do jornal em
que ella sahir publicada.
c Approveito esta oscnifo ara. provar-lh*
qae aou com loda estirai e reipeito.de V. Exc.
fatricio, amigo, venerador e orlado, Francisco
Vicenta da Cunha Valpaaio.
Eis aqui, Sr. presidente, como ae exprime o
Sr. Valpaaao. *
O Sr. Brandio :Conbeco-o.
OSr. Pinto de Campos:E deve conhece-lo,
porque sapponho quo elle foi am doa que azota-
ran no nobre deputado ; nao Ihe pode contestar
o mrito. Entretsnto. qaal foi a lanosla que o
nobre deputado deu s duas correspondencias do
Sr. Valpasso? Qasnto primeira, en qae este
moco destruio completamente todas aacalumniaa
ardidas contra o major Pedra, o nobre deputado
guardoe logo o maior silencio; apenas, quaodo
foi publicada a segunda, dase pelo Diario do Re-
cife, que nao conhecendo o Sr. Valpaaao, oio ea-
tava para eolrar com elle em discaasdee. Ora,
senhores, seria deste modo que o nobre deputa-
do devia reapooder ao Sr. Valpasso. quaodo af-
firmava que o major Pedra 0 unecionario prea-
limoso e honrado ? Porque nao aceilou a luva l
na provincia, Iheatro dos fados, paca vir alira-la
aqai, vlndo eu preparado para urna til discussao ?
E note aiada a cmara que o Sr. Valpaaso o
foroecedor de vveres do corpo conmandado pelo
major Pedra. Elle nio poJeria commetter qual-
quer malversarlo aem accordo com aquerle; e
porvenlura o nobre deputado duvida da probidade
do Sr. Valpasso.'
O Sr. Brandao :E' socio das ttaficandas do
major Pedra.
O Sr. Pinto de Campos:Oh 1 aenhores, que
facilidade tem o oobre deputado de oflender os
ou tros, at mesmo a pessoas com quem tem vi-
vido em relagoes 1
O Sr. Brandao d um aparte.
O Sr. Pinto de Campoa:Nao se aprease o no-
bre deputado : eatava mesmo para locar no que
disse aqu o Sr. Nones Goocalves, cojo carcter
honesto alias respeito. S. Exc. nio fot, permita
diza-lo, tio imparcial quanto ea esperave, na
apreclaca que fez do major Pedra ; S. Exc. s
referio-ae a ioformacoea cooirariaa ao major Pe-
dra, mas esqueceu se da que em favor dalle cons-
ta-ne haver dado o digoo commaodante daa ar-
mas de Pernambuco.
O Sr. Nunes Goocalves:Declaro qaa nio re-
cebi taec nformacoes.
O Sr. Pinto de Campos:Creio qae V. Exc.
nio se records do facto ; maa veja que me cons-
tou de oote pura, que o Sr. Solidonio acedo ou-
vido sobre aquella celebre calilioaria, qaa o nobra
deputado aqui aoa leu, responder que a bonra o
precadentea do major Pedra o punham a salvo
de tio negrac calumnias.
O Sr. Nunes Gon;alvea:Y. Exc. me permita
am aparte?
O Pinto de Campos :Pois nio 1
O Sr. Nunes Googalve:O ae ae passou en-
tre mim e o commandante da arnaa oi o se-
guinle: chegaodoao meu coohetneuto essa de-
nuncia, e nio quereodo dar eaaa > inmediata-
mente a ella, depois de mandar1 H a* aebre eiaas
aecusacoea as devlda pesquisas, eejuelte so Sr.
commandante da armas, e lbe pool que se in-
formssse a respeito. O Sr. commandante das ar-
mas nessa oceasio emiltio um juico maito li-
soogeiro so msjor Pedra, dizendo-ac somante
que bivia de examinar o (acto. Nada caais se pas-
sou, porque depois deixel a preaideada.
O Sr. Pinto da Campos:Bem, aa nio disse
que a informagao do commaodante dea armas era
verbal oa escripia ; o que desejo 4 revar que o
juizo por elle emittido foi todo faf al ao ma-
jor Pedrc.
Alm do testemunho do Sr. ValpMCO....
O Sr. Brando :Eu tenho eqai ama carta do.
pal desse moco.
O Sr. Pinto de Campos :Nao aa traa do pal ;-
trata-se do lilho ; trala-e taabc I de declira-
ges igualmente vantajosas ao rdito do major
Pedra ; ao declarages de dous nembros do lado
liberal, ei-lsa:
c O escrivio que serve perante delegacia,
revendo o carlorio, certifique ao p < da, qaaes
os ascravos despachados com passaporte para
esta provincia ou outra do impeno, pertencentes
os ditos escravos pessoa do delegado, que esta
expede, ou mesmo sendo requerido por cea pro-
curador. Assim cumpra. Villa de Tacarat, 24
de abril de 1862.O delegado, Herculano Sancha
da Silva Pedra.
Em cumprimenlo portara aupra, certifico.
que de meu sartorio nio ocal s que o Sr. msjor
Uerculino Sancho da Silva 'edra, delegado do
polica desta comarca dea ichuse com passapor-
te eacravo algum den propriedade, nem por si
nam mesmo per b procaradorea; do qua
dou fe. Villa dJ rali, 15 de de abril de 1862.
?legada, Francisco Jos da

''
V
de. Nc
aeral
fados
. Antonio de Frailas Fragoao e Arau-
-Seodo Vne. o exactor nesla comarca, rogo-
a bondada da como tal declarar o p acata
que ea possa tazar o uso que me eonder, o
uinte: i\ ce de mim ou slguem por arta tem,
ibldo dlrelte oaexporteclo de eatratoi; a*.


_*


DllRlO DE FEENAMBOfiO. -
i Dt JLHO DE 1161,

*
*eebe eu ou alguem por mttn tem negociada'eleitoral 1 Peni* bem Cimirt ute faci : Teja
nescravoi TlTsTaiat l'IT'nrll ~" ,ot* 1U' t*m r*JMHU.uV- BObte deputado te-
o e trlimpho aoi
de Vmc. venerador cri
a Silva Pedra. 38 de abril de 1882. >
* Illa. Sr. najor.Cono exa'eror delta comar-
ca, nanea de V. S. recebi dire'rtoj de exportago
Je etcrsvoi, nem to pouco
Nunca me cuesto u que V. "
S. oegociasiem etcravqa.
*iaeia, Mm fra dell, co
constado que V. S. neg
*m oatra qaalquor
Pode V. S. fa%
joento digo 4 a
yeito e comidera
triado. A
_ quem cuta un hornem
lao Su*!* tu Mtxoi 1.
O Sr. Brtndo di ti aparte.
O Sr. Piolo de Campo*: "
deputado
O Sr. Tin
obre dep
OSr.
altsfacto
O Sr.
puta do
nenie;
Senbores,
aeguinte
Ihe teem
Que. enoo
Sr. Car
nformac
majar fedr,
otamo enE
wiac;a nao
contltr, ate*
adVMtSou coro res-
S. venerador, seno
reitss Fragoso Araujo.
r re ais claro
ote responder a todo
; o oobr d-
se mpre a ludo satiia-ctoria-
e nao baila dite-lo.
o do mejor Pedra d-ie a
Aceccusagoet que
ido m, tonto myiterio
punco com o ilustre
tire ae tinha vijto as
as iacratu contra o
poodeu-eajgque durante todo
(re na patkia diquolla pro-
l oncea a menor denuucia
atr e major .tjtwg em quem cootiouava a
Oe*ioitar toda (Min;t.
O Sr. Nutea Go*gtive* : Cu con*eraei mai-
t wat com o Sr, Carrelhaea a eate ret-
gmlro,
O Sr. Pinto de Campos Maii iiao
m* datjatacta ; V. Eac. referio-te a ioformaco*
g.u contra o major Pedro (oraoa dirigidas pelo
Jeta de dirafdi e promotor de Tae*tu : ae as-
as ioformacoe existem., coujo o#Jforaru anda
V. Ere. vi*
t at icfor-
major
ter moi de chefe de poli
tees infornagoes?
O Sr. Noaes Googalves :A- Nao
amache* do Jlz de dtreit
O nr. Pinto de CimooC: Astin meamo po-
nboroiohas duridat o/je ellas existan). Admit-
anos, fporm, que existen ; anda assim nia
Iba dou a valer e inportaocia qua alguem Ibes
#atece querer dar. O juiz de direito, o Sr. Goo-
{, com. noaiem, e como magistrado bo-
nato ; mat) como juit traco, e nos negocio* de
racerat/o avarfoo de suspeito, pelas ligacea
*m que se ella acba com o >ado que me ad-
erto.
O Sr. C Olloni: Magistrado honesto tam-
il em ?
O Sr. Pinto de Campos : Sin, seohor; n
que tem isto ? Pode ser excellente pai de fami-
lia, ejuta probo, sem ter a energa necesaaria
para repel nrelence desarraioada*. E*ste
caso est o juiz da uireilo de Tacacal, e tal
* C'jiicieecia de sua flaqueza, que me consta, ter
procurado sshir daquella comarc*. A um.do*
x-chefes de polica de-Pemambuco eicreira,
lia lempo, segundo meafSrmaram, dizendo que
ra tal o desamparo em que as autoridades vi-
iam aaquelles sertea, que muitas Tezes nao
inbam outro remedio seoo receber em suas
asae hoaaeoa criminosos Quero acreditar que
*m Ticarai, antea da ebegada do maiorPdr,
as ecusas aaim succediam.
O Sr. C. Ottoni: Se o defeito do homem
ser fraco, mais forca temo depoimeoto delle
contra o major Pedra.
O Sr. Finio da Campos : Nao eotendo as-
m : elle sabia que uenbum mal lhe resultara
deise depolmento; depoimeoto que, aioda quan-
*Jo exista, saspeito para mim, e para lodos
aquelles qae sabem o quaotq o juiz de direito
st ligado I parcialidade que guerrea o
.xedra.
{Ha direradt aparte*.)
Tanto exacto o que digo, que antes desia
parcialidade romper contra o major Pedra, o juiz
fie direito dizia na capital, que elle *e conduzia
acuita bem, e qae a *ua conaerTaco em Tacs-
xatu era urna rer(diraaprnii.
O Sr. Brando : Nao polado. .
O Sr. Pinto de Campo* : o nobre deputs/o
contesta ludo por negacao ; nao afflrmo (altid'a-
tee, nem ando contando historias improvisadas.
O proprio Sr. Leitao da Cunhs diste que o juiz
ale direito lhe fallou seaoprebem do major Pedra.
E pelo que loca a inform inda meooa confianza me meiecem. Este moco]
ebegando a Tacarat, nospedou-se em casado
tnajor Pedra : viveram om boa faaiinonia por al-
aoi teoDpo. Depois julgou o Sr. promotor que
em entender directamente com a cadeia, an-
ale azia frequeotes Titilas, sem dar a menor
satisfagio ao delegado de polica, a cuja guarda
immeaiata est a cadeia. O major Pedra, aen-
lindo-se menoscabado em sua autoridade pela
tleaconsideragSo com que nesle ponto era tratado
aelo promotor, fez-lhe sentir por bon* modo* que
flemsempre era conreoiente abrir a porta da
cadeia ; porque nem aenipre tambera baviam
guardas e semine,las surTkientes para conter
ualjuer evaslo que os presos tentassem, como
m casos idnticos tem succedido nos serloes.
Zstas obaerrace* do major Pedra desgoslaram,
egundo ae nru ciase, ao promotor, e dani a
sua maiquaresata com o delegado I
O nobre develado, Sr. presidente, nao cessa
te quahQcir o major Pedra de instrumento elei-
torai, sem ter para istu a menor prora, o menor
motivo. Aioda ha pouco houveeleigea provio-
efaes; perganto eu ao nobre tfeputado : constou-
lhe que o major Pedra se apreseotasse uo col-
legio de Tscarat cabalando em favor de al-
guem ?
O Sr. Buido : O corpo eleitoral estar
Salto.
O Sr. Pinto de Campos: Quid indt ? Pois
oaveria eleitor que recusase um roto a urna
atutoridade lio omnipotente como o major Pe-
afra ? Emfirn, senbores, o nobre deputado tto
enterrado com a sombra do major Pedra I En-
tretanto, repito o que disse no comeco do meu
liscurst. se aUueu deria ter justos resentimeo-
los do major Pedra era ea, e os meus amigos :
porque foi a nossa causa qae elle damnicou.
igo mais : bem ple sr que o nobre deputa-
do, que boje o aecuss, nao tWesse urna cadeira
Dista cae*, se nao fesse o major Pedra 1
O Sr. Brando d um aparte.
O Sr Piato ae Campos : Nao. falle! nisto o
ano paasado, quando ae discutio a eleijao do
luioto aSreulo, nio so porque me lioham che-
gado a* docamentos que hoje lenho, e cuja in-
trega ji foi eotao publicada no Mercantil, como
porque sempre fugi de Iravu discustea lobre
i negoeiot de Tacarat. Raides intimas, que
o nobre deputado nao ignora, me acooielbam
toda a reserva. Nao aecricarei os affectos do
coracio a misrrimas coosidareedes polticas;
jritarei muito molestar petsoas que se acbam li-
gadas eu parentesco con amigos meus. Entre-
tanto direi ao sobre depotado que, se a cmara
tiTeese tido em lempo o deudo coohecinento
lo modo porque
lOt-i* o nobrt
Inflaencits pre-
etndeyme-
____qa*il toda
4o pacaMo wiaungir. -mm eaaat #rtido ismweu
lempa*** eteifoc*.a i aatfeaaltmdepois tjM**
*utoaaaM*s*saaumeaasMta txiercer vialrD-
cias tmtrdfede**jUaqpBmf>jl>Ho rsfatttlo.
Setgattef safo sm proaamaho tajui l*ztrtapo-
Itfgfr* db pattWa\ isli aaiiaHanct Vparttat que-
em Tacarat corresponde it mirvhss ideas ; nio
ese proteoho tac- pouee a lanzar reerimiaac.et1
(obre oc amigos do nobrt deputado; eo exijo do
ft gastare deputada
se tamabone esta
o
pesetta
itaMios.
nobrt deuvtau'o qreftr-* que- rru*e reee*
(.no a cutala em vardadaira priina Sata.
erototitio niu -rocta ;gatet raac^io qua tem
governo que procure averiguar com todo o escr-
pulo, imparciatida.de e madureta, quae teem si'
do o iodiridoa que ha dote anuo* perlarbam a
marcha regular das cotnat niqtet comtrea ;
quaea sao et indivichso* que cetnmettem crines
e fasera publica proQssio de proteger crimiawses
e malfeitoret; qaset sao et individuos qut x*
pelliram violentamente daquella comarca o res-
pectivo jais do direito Francisco Berataro de
Ctrvaiho, que corree immioente perigo daxser
assassinade; o governo que te informe 4* lodo*
o* presidentes e chefe* de polica que teem fr-
vido em Perotmbuce deede 1850 at 1856; elle*
qa> digamquaas o*iodm4ue eobo quoan a ju*~
tica publica tem sido aempre foseada a conservar-
se vigille; que mande examinar na secretaria
da jastica, at secretarla de Pernambuco, tanto da
presidencia como da polica, centra quaea indi-
*"viduos exietem pnevat do perversidad*.
O meu nico destjo que t le teja urna res-
lidide em Tacarat; e ae o nobre daputolo rea-
ponsabilisau o governo^palos malas que reaullit-
sem da ceoversago d"maiur Pedra naquella co-
marca, eo. per miaba Tez, reapoosabiliso o go-
verno pelaa calamidades q,ue hao de vir sobre
aquellet botos, desde o dU que for (fall retirad
a nica autoridade capas de impor silencio aot
potentados e garantir os diraitoa de vida da pro-
priedade dos cidados pacieoe. (Apoiadot.)
O Sr. Brando d um aparte.
. O Sr. Pinto de Campos:Um militar dos an-
tecedentes do major Pedra nao deaceria a estas
baixezas. O major Pedra tem mais ttulos i coa-
sideracao publica do que eu pensara. O major
Pedra tem prestado grandes serricos ao pasa....
O Sr. Brando :Mas o que lem Uso ?
O Sr. Plato de Campos:.... fez ptimos aor-
vicoa na Babia, por occasiio da Sabioada, oblea-
do elogios coastantea pela tua bravura. Esteve
em Pernambuco en 1848, onde muito te distin-
gui : fez a esmpaoba contra a rebeklio oo Rio
Grande do Sul; por aeus servicos militares oble-
Te em dirersss pocas as condecorares de Avi/,
Chritto e Rosa. Na baUlbt do Monto Caaeros
porlou. se tom tal denodo e galbardia, qut fei
elevada ao posto de major oo campo do balalba
e condecorado com o habito do Cruzeiro !
Sechores 1 Um militar que ten aa sua ida re-
cordacea desta ordem ; que recebe no campo de
bata||la o laurel de sericus do taota importancia,
alad* quando at ase momento ao Uvesae bros
e pundonor, d'alli por diaato seria outro homem,
aeus ostioctos de oobrea subiram altura de
to honrosos precedentes. [Huiln apoiadot.) A
farda militar so de per ai, drz Lamartine, inspira
briot, t altos sentimenlos oo animo mais igoobil,
quanto mais em quem j osposaue. Um militar
do carcter e posicao do major Pedra nao poda
jamis esqaecer-se de si, de sua dignidad, de
seu dever e da tremenda reaponaeblidade em que
se acba, para especular eom pntos de farioba,
libraa de carne vendidas aos pobres acidado
(apoiados e risadas]; a sua justtficaco, poia, est
na natureza das accuaac.as (apoitdos); oada mais
dirtl sobre este ponto, que suppoabo de tobejo
combatido.
Passarei agora, Sr. prtsidn(t, i outras accasa-
jOes em que abundou o nobre deputado, j eootr*
o ex-ministro da justica, j contra o Sr. Or. Joa-
qun Piras Machado Portelle.
O Sr. Brando:flio fallei do homem, fallei s
dos acloav
DSf" e'ola d Campo :Poia $io o actoa do
Sr. Porlolla que wenbo lerooder, e eipero /!-!
com toda a vaatagem. Quem conbece o carcter
honesto, cheio e moderaco e mantuetuJe deale
distiorto Peruambucano, nao pode auppo-lo ca-
paz de reacQea partidariaa. (Muitoa apoiados.)
O Sr. Corris deOliveia: Ninguem fariacum
mais tioo cssaa nomeaces do que o Sr. Portelle ;
uioguem tem mais imparcialidade e modera^o,
e nem mais conhecimento da provincia.
o Sr. Puno de Campos:Sem me referirs
nomeaces de toda a presencia, oesupar-me-hei
das do quinto circulo de Pernambuco, oss quaes
se rereis todo o espirito imptrcial do Sr. Por-
telle.
O Sr. Brando :Nao a pondo.
O Sr. Pintado Campos :Aoalyaemoa suas no-
meacoaa pelos municipio* ; comacaeei- pelo de
Boa-Vista. Quaea forsm ah oa nomados ? Qaasi
o* meamos quo j linham ser ido nt) qaatrienniu
passado, quaUo dos quaes teem o tobrenorce de
Brando, e de quem o nobre deputado so diz p-
rente....
O Sr. Brando :Eslo ligados ao nobre depu-
tado.
O Sr.Pinto de Campos:.... entre esses Bo-
rneado* figura o tenente-coronel chefe do esttdo-
maior Manoel Nunetde Barros, um dos mais ri-
co fizenleiroa do lugar, viciiuia ha pouco lem-
po de grande injuslica ; pois que sendo chefe de
estado-maior, e lhe deveudo competir a nomea-
(,;io de commaoaante superior, foi buscar-se um
coronel reformado para oceupar este importante
lugar : contra este coronel tenbo aqu bem tris-
tea documentos que nao sei se os poderei apre-
sentar hoje coosidersco do paiz.
Posto de lado este incidente, insistirei *m sus-
tentar que as nomeaces dos suppleotes de Boa-
Vista recahiram em cidados hoaesloe, e contra
os quaes o oobro deputado nada poder dizer,
porque sao multo seus conhecidos....
O Sr. Brando :Depois mudaram e ligaram-se
ao nobre deputado.
O Sr. Pioto de Campo*:No termo de Cabrob
quaes feram os amigos do nobre deputado que
Ucaram preteridos"! Qoaes sao ah os teua ami-
go* ? Entro oa conservadores, nao oa couheco ;
entre os liberaet, tambem oo; e o nobre depu-
tado sabe que os liberae* de Salgueiro nao sao
roa i ssas amigo.
O Sr. Brando :Agora que sei disso.
O Sr. Pinto de Campos :Pense! queja o sou-
betse.
O Sr. Brando :Nao tenbo amigo, e os votos
que Uva ?
O Sr. Plato deCanpue:Logo entrarei na his-
toriadesses votos; agora estou mostrando que no
municipio de Csurobo. como no de Boa-Vista, as
ameac.oes feram ptima*. Em Ouricarv tam-
bem a (orara, coaervando-se algn* que ja ser-
Tiam ; no Ex oo bou ve noaate.de*, porqut li-
nham sido feitaa em 1860 pato Sr. Anbrozio
Leitio.
En Villa-Bella, queeiforem oa amigos do no-
bre deoulado que Qcaram de 6t*T Quaes sao elles
me fszer elsger. O nobre depi
bato, tale litio.
Palo que saib da expOr a i__
tt Bomwcoea des tvppltntta de
nio tat deixadt uvida obre i
Com qut te hoevt o Sr. Dr. Pa
tenle ot bo
I
om-
0
cotiet dd^dltm deix|r d**ntff*cai
de Ctmpot: --Pelo que loca as
tres agen tea do correio, declaro
damitsoea forsm dtdtt eta regla ;
todo* esses tgenttt eram profettores
prinairtt latas, e a cmara compre-
sa funecst do msgistato nio po-
.cor-
noc
bsvido ao 5* circule prevacada palo nobre da-
putado, quo taro-se conduzido com Ul lahabili-
dade, que muitoa. daquetiea qae coacerreran, e
volaran oo otttt deputado j amato tchim coa
oHe.
O Sr. grandia: E ea duzentot Tota aue Uto
aoasici*! .. ,
OSr. Pinto de Campes Craio qae ot ala
rtart mam: a Mata deputadoao poda contar
mai com o* doto votot liberaos de Salgueiro, nem
com os daza doExu, aem com ot atarea dozede
Ipgaioitaw.
O Sr. Brando d um aparte.
O Sr. Pinto de Campos : Nio lenho calpa do
nobre deputado, ao eti porque, ter afleaado
tnica amiga*. Aioda em outubro do anuo paa-
sado, quando-menoa peosava, recebi, duat cartas
do teneote coronel Joto Jos Rodiiguaa Coeiho,
e da aeu albo o capitao Jos Chrispiaiano Rodri-
gues Cuelho Brando, dizeodo-ma : qae por-
tencendo ellas so partido conservador, flztran
itdb cenr-ar coronel Luiz da Caivalho, que tere
logo a iofalicidade da adoptar por candidato o
nobre depatada ; a cerno a experiencia o* livesre
convencido de que ao hara aioteridada da parte
do dito Carralho, rtftolvram romper com alie
suas aliaocas, e vollaraa ao teio do teu toiigo
partido ; allegando, entro ootriscautas,que q co-
ronel Luit de Cervaib tentara prejudcar no\sei
direito de aatiguidedo o capitao Jote CUrispi
mano, etc. Na rerdade aaaim foi, de modo que
rindo o oegoclo ao coobociaeoto do-pteiideate
o Sr. Nunes Goncalvea, eatt, Justina lhe saja fc-
la. dicidio a questo em lavor do capilio Jos
Cbrispiaieoo, reproTando por sea despacho o acto
injuate daquelle conmaadaote superior. Note a
caar* quo com o Sr. lente coronel Joo Jos
e aeu Clbo vierais 18 eleitore*. precisamente da-
quelluaque niviam rotado aa eleicao passada no
nobre deputado.
Ora, Sr. presidente, baria ea de fechar ot m*us
portas a esta emigra;dea espontaneas e affectuo-
sat que me procuraran Y Se fossom emigraQef
protestante*, eu najo eatimaria tanto, maa catho-
licas I ( Apoiadot,Irisada). Bttet boment at
poucos das, emqualnto entretiuhan rea cues com
0 no_re deputado, prm honestos....
B sao.
nipos : Estimo muito que
oque se convela de que nao
m estas votos, nem com os
eiro.
m aparto.
tpot: Ot rotot do Eio
ntbre deputado ot obteve por intermedio do juiz
de direito da Ba-Viita, que foi de proposito ao
Exu cooquilar-lhe acuelle* deze voto*.
O Sr. Brando:Efieoganado ; nao faca esta
injuslica ao juiz de diktite.
O Sr. Pinto de Cambo : Nao lhe fajo tnjus-
li?a ; estou contando b que realmente se pesaoa.
Se nao fotse a inlerrengo do juiz de direito e
do padre visitador o bobee deputado nao alean -
Caria um s voto da* Srs. Aleucsree.*
O Sr. Branda :Obtive o* muito licitamente.
O Sr. Pinto de Camppa : Dou do barato que
atsim fotae ; mas o que sustento qae os oblere
por iotervenco do jui \ de direito, que naqaella
poca andar pela mo do nobre deputado.
O Sr. Viriato : O j |ts de direito era incapaz
disso ; magistrado ho tetto.
O Sr. Piato de Cernios: Tenho urna carta
OSr.
tial qe ti
OSr.
obre
taes dei
llfca ni
Hrit
e.H<
illo Re
roa ic
oto de Ca
atTTaajflpbetn o
, a caaoara que em
*ttvj ae abras pu-
aaur de atten-
ico: e nem
nia
me
a d
doi
loe
d-
d
a<
r
b.
po.
qui
O Sr. Braado :
O Sr. rio tu de
o coafeeee, assim co r!
pode coatar mait cd.
do Ex a ot da Sal
O Sr. Brtodi d
O Sr. Pioto de Cae
:d?t^
" s.rl^^^fi.ta' .","' ",.,acaSo l*.lvolo ; por ahita podeoarqaau lio o.seus .mi-
J o proprto juiz municipales. Eotre os nomeadot pele Sr. Porlolla Ogura
cial.
SS?' HfL-.n.bre-d,?ul.,d0' !; tenenle-oorooel Viclorioo Lopes de Baos
prora eom o depoinento de te.tenunhss ra- menbrodo partido liberal, a pe.soa honeata
dat ao. Sonto. Erangelbo.: V, que no di. da ,,ia neimo j tirria no qu'.trieonio"ptado '
ri: aTXa LBh?fl Tlt, M,ai No lB Iog.xeira, quaes for.m amigas
\~'MJTISLiZ^L C .da V"DC.lJa a- do nobre dep.tsdo descoo.ideradoi pelo Sr. Por-
ves, sen admittiren, a despetto dt todas sare- lell? Vaca o aror de m'os apresentar Jora o
cltm.eoet doe meue amIgos, que fossem sberta.'eu oadostonheco. O Sr. Porta oaodiera "
par. .er examioad. se dentro baviam listas : 2, lU do quatrieonio ant.rior; onde pois a rec-
assim como outros muos as mesmsi circums-
tancias 1, que toado os volantes qualicados
em numero do 803, votsram fomente 368, dei-
xando do aoJawUt 111(1)
Alm 4 bt**Uica.;ao, juigida por sentenja,
i urna oecliljn, passada pelo secretario da c-
mara municipal da Tacaral, da acta da eleicao
pai m acia em ~
vado oa refarg ka ci
rma lodo o allegtdo e pro- ,bi jaizeo de direito e cero
nacional.
- o no-
bre deputado que osea duplica t devla lohabilitar
para sempre ot que neila Uveram parle, como te
bouvettem prtricado ua laclo atrox I duplicaU
feita eom toda a publicldade, tem que booreste
falsificacoalguma, nem no llrro da qualiflcio,
nem em qualquer outro documento. Qusntoa
que em diversas pocas teem concorrido para
daplicaiai mil vezei mala rergonhoau etlo por
andantes da guarda
Ora, lenbtJI ^K oo v aislo o mal es-
candaloso estaos, toa direitot do cidado ? A Sr- SU^ia Lobo : Iso
Jaoa perteoceatl asteria deasa eleicao, se ella e^do0 de corrupeo.
ate feua com loga a iiberdade e regalaridade ? Sr- Pinto deCimpo* : Nao tei o qae pro-
Orno, am vala deete ioconteatavel tlgtrltmo, Ia ;ta somtflte que o meus amigos de Cimbres
ae estrave a uobro deputado a dizer, face do fi^'am quillo que a lti eleitoral parece aconse-
pais, quo ot seu amigo* ctnitituem a grande lnar- em cerlai hypothetei; poia t metma lti
maioria da comarca de Tacaral ? o major Pe- e'6'10"' 1"e, indicando as camaraa tpurtdoraa o
dra, felas ioitriecdes qaa rotoaora doprtai- arD>(I'o *Jue deram tomar aa preferencia daa d-
dente da provincia, julgava cumprir seu davar Plic*u*i legitima de certo modo eua recurso daa
fajando retpoitar aa daciaaa arbltrariaa da mata daplicatas.
prora o domo
(1) fita jatilBcaco
a mal. docamenlo.
fHi umapirte ].
Outra Vos : Nada roTa.
O Sr. Pinto dt Cam( o : S* eu nio lten-
dess* aa relajos qae U nho com alguna prenles
dette juiz de direito, iris aliante na mioha de-
mooatraco. O nobre depwtadtf far raal, e nao
bm aos seus amigos, quando provoca analye
sobre os seua seto,
i' Ha am aparte).
Fa^am agora ae interpeiiacdea qae quizerem ;
desde que appellam para -a minba prokidade, ca-
lo-me, leo esmagado.
O Sr. Viriato : Etsejuiz de direito un dit-
tincto membro dt magistratura.
O Sr. Pinto do Csmpot : Nao tem que pro
seguir ns defesa do joiz de direito : ji disse que
o nao pretenda accus.r por aiua actoi; qufz a-
mentt referir a intervenco que elle tere oa elei-
;ao em favor do nobre deputado,
OSr. Brando d um aparte.
O Sr. Pinto de Canpot; Emquanto. eu poder
hei de fazer todo o esforco para.qae o nobre de-
putado nio oblonha volas pelo 5# circulo : eoten -
do que al nisto procedo cpm lealdade; assin co-
mo eoUndo que o nobre deputado *al en seu
direito fdzeodo-ue, como me tem feito, toda a
guerra que pode. Naa eieicoes pastadas rejeitei
propoitas de amigos seus, que, por intermedio de
pessoas de mioha amisade, me propunham tran-
sacedes.
O Sr. Braodto : Agora que tei disso.
OSr. Pioto do Campos : Pois ignora ? Acre-
ditaTa que sabia ; o que lhe posso assererai
que nao eslou improvisando ; poda prova-lo.
O nobre deputado, Sr. presidente, faotasiaodo
reaccoes oo 5o circulo, accasou sem oeoham fun-
damento, nio s o ex-mioistro da justiga por am
facto praticado eom o tibellio de Cimbres Leo-
nardo Beiarra da Stlveira Caalcanti, que o nobre
deputado aponta como ama riclimt de peraegui-
des por ser seu amigo, como tambem aecusou o
ex-ministro de obras publicas pelas demiisdet de
(re* agente* do correio.
Quanto ao tabelliio de Cimbrea, j o nobre ex-
mioiairo juiltQcou completamente o seu acto ;
agora passarei a convencer cmara deque case
tabaliiio nio tem ido eneomnodado por causa
de poltica, na qual nao le anda te elle ji lonoa
parte alguna vez. Eace honm,*enhores oi no-
meado labellio em 1817. O honrado Sr. Brre-
lo, aogro do illuslre deputado pelo municipio
neutro, foi a principio aeu procurador aqui ; de-
iejndo ollicitir-lhe o titulo, ou pedie-lhepro-
curacie especial, ou eselareetmentos que foem
precio ; o certo que o Sr. Brrelo, oo teodo
naia respotla do homem, nao catdou mais disso.
Paasaraa-se doze aoooa atm qae o titulo foise
expedido. O auno pastado, porm, recebeodo en
ama carta de meu particular amigo, o Sr. coro-
nel Francisco Al*ea Cavaltanli Camboim, carc-
ter mu conbecido e apreciado en minha'prorio-
cia, em que me pedia que tiraaae aquella titulo,
procurei dar prompta aatisfaco. Fui i secretaria
da justica saber do p em que estar o negocio,
e depoia de maito revolver poderse disco!vir i
aola da nomeaco de Leonardo Bezerra mas
toado-se j paaaado o tenpo legal, tinha elle per-
dido o dtono ao lagar ; entretanto, rejnerendo
dispensa do lapso de tema, creio qae ao nobre
ministro da juatica foi concedida esta dispeos*.
em vista doa motivos allegados, e mim pude ti-
rar a titulo e leva-Io contigo.
Bale facto peohorou tanto o reooahecimeoto
daquelle tabelliio, qae. a'uaa carta qu aqu te-
nho (mostrando-a), dirigida aomeu referido ami-
go o coronel Camboim', lhe di o epilbeto de
oemfMor ; e por eata eceatiao lhe pede anda
que mande tirar osea segundo titulo de eicrivio
do jury, para que fra tambem oomeado ha tem-
poa. Chegando a esta corlo esto sano, o meu pri-
meiro cuidado foi ir i secrelria da joatica tratar
deote negocio. Novamiote liaba o hornero perdi-
do a lagar, por oo prover-ta en lempo de seu
Ululo ; novameale tambem tire de requerer dis-
pen.a do lapso do lempo par poder ttrar-lhe o
Ululo. Ora, aeobore, qaen aa*im tem procedido
poder coottdanr adversarlo o tsbelliio de Cim-
bres? (Apoltdoe.) Qua influencia exerce ali case
pobre homem que seje preciso derroot-lo ?
O Sr. Brando di am aparte.
O Sr. Piolo de Campos: Nesla mesma carta
que dola aqu tenho confessa que tem sido mul-
to bem tratado pelo jaU de direito, v pelo 1
wppleatadplaii municipal, o Sr. lenle-ento-
ne! Joaquim de Almtidt Cattnhu.
e de-
linuo a declarar
gimento que co-
do deiagradarel
de s lo ca-
,a aqui quem me
( Nao apoiados).
deputado me ac-
quim do Almaida Cattnhcv
O Sr. Braado dj urna aparte.
O Sr. Pinto da Ctmpot: ^. _
deputado elevar catbegoria
tcaa estas frequentaaimat "
quui tempre atean de ct
tea ; muilat rezet retuIUnpait entrada"i
caira, de urna orelba n-.onU do vtrnho
Nio precito fAaoiados, ritidtt.}. Tsaaotw
OSr,D*alaj:-ljioWrgt4e.
_ aataja o nobre
qutttoes poli-
*e locae. que
ai intlgoifican-
- Be lia, de
rdtjpuUdo,
BS-lo) i quem te-
oh.o prests Vvim sido posii-
eia. gqui Betm< 91 carta reeebida pe-
jo ltimo paquete; do digna vg.rio de Villa-Bel-
J 6r. Manoel Loaea de'Barros Rodrguea,
bro do pirtido liberal to do Sr. Valpasso,
m o nohre deputado tanto maltrata, na qual
ra-ta agradecido por um favor qae ultma-
te flz a este ex agente Gon^alre Ayrti.
cono eita carta nao ten nada de ofliuiivo t
tn, po**a l-lt, tt porque nette doca-
0 Sr. vigirio detertra em pouett palavras
l'gaa em que a morta do cotouel Pereira
a ngbaiea de Plore*. Muito de proposito
esta circumttsBcia. porqut lodot so recor-
e que anda ba poucoa diat eu, na pujnca
naba dr a saudade, dirigindo o ultimo
* a esao grande amigo, a etse distiocto ser-
do estaco, em un artigo necrolgico, o no-
epatado fuiz,tirar disso partido para indis-
e com oa vivos, porque delles ae eaqueci
o fallei daa virtud de.ura morto (Apoia-
0/ Sr. Corroa do Oliveira : Porqaedisse que
er*/ o elemento da ordem do terto.
Sr. Piolo de Campos : E, poit, Sr. pretl-
lente, rogo t V. Exc. e cata que prealtm atten-
coo a eata carta. ( L.) Repito, este individuo de
quem talla o Sr. vigario de Villa-Bella o aee-
no Goactl*ea Ayre que o nobre deputado diise
or atdo periaguido por teu amigo I
O nobre deputado praticaiia um acto de jui tica,
*o, am vez dastaa aecutecoee, felicitaasa o ax-mi-
oittro da jusliga pelaa ptima* nomeaget de jui-
zes municipaea que fez para o 5* circulo ; diga
te a qualquer dos nomeadot he taita* quo se
Ihss ponham ?
.0 ( Sr. Braado : Nao fallei dessas nomet-
soes.
O S4. Pate da Campos : Poit deria fallar ;
porque (o una rerdadeira fortuna entoolrar o
nobre ei-miuisiro quairo Hachareis idneo, para
colloca-os no alto aertio. para onde difflcil
encontrar quem queira ir. (Apoladoa.).
Entre os nomeados ilgura um bacharel, que,
pertencertdo sempie ao partido liberal, ao qual
em outras lempos prestou bous servidos, tinha
sido esquecido pelos seus amigos ; foi preciao
que o nobrej ex-minitro da justiga, que paisa
por tnouitOQr do partido conservador, viesse ar-
rancar da obeuridado*lB Sr. Vicente Farreira Li-
ma, hoja juiz mauiripal de Tacarat, d'onde j
me escrereu ha pouco; dizendo-me qaa eitara
oa mais perfeilt harmooia com o major Pedra.
O nobre ex-ministro d* juatic* que, durante seu
ministerio, nao levou nuoxa am conta a cor pol-
tica de ninguem, maa sin o teu merecimento.
apenai lhe remetti o requerimento do Sr. Dr.
Vicente Ferreira Lima, o detpachou.
OSr. Ottoni :-rAh I /
O Sr. Pinto da Campla : Sim, ancarreguei-
me de remelter o seu requerimenlo S. Exc.; e
de que se admira o nobte daputado por Minas-
Geraes? Ha por venturaj omo ilgum desdouro
para mim, ou para o nobre ex-ministro? Acaso
nos que temos relaedes com os ministros nao po-
demos advogsr peraote elles t causa e interesses
dos nonos amlgot e com rntenles, quando essa
causa, quando esses intresses nao se cootra-
pm aos ioleressea p*hic5a, e nossa di""
de-? { poiadoe.) O primeirtr avmo ro
lante da ungao promover oa inlereaae gerae
Jo *iado. um mo o oao tolhe de promover o
bon xito dat pretencoea jotlai de leus amigo*.
Quanto, Sr. presidente, ultina censura que
fes. o ja obro. efttXSo ao ex-mioistro da ju*u<* '
pela nomeaco do majv '-'nvgtio Pessoa ''
queira Csralcaoti, creio
pelo Para justificado cab
monsirado a idonaidade .
O Sr. Brando d um ;
. O Sr. Pioto de Campos
que n3o foi sem grande c
trei nesla discussio, a qu
a mim mesmo, nao pdc
mar : admiro at que aii
leona prestado tanta attenca
Nao permita Deoa que o nob
rasie. aioda urna vez, pela toi\enta de aua pala-
vra, a esta tribuna. Rogo ao nobre deputado que
defend seus amigos as veres que quzer, que os
eadeose meimo ; mas que o faga aem aecusar os
meus, sem contestar os relevantes servidos do
majoc PeJra, a resueno do qual invoco aioda o
testemunfao da illuatredepulaco bhiana
pode deixar de conhecer muito de 'mtm
digno official.... i
O Sr. Tiberio e outros Srs. Depilados :Apoit-
do, muito bem.
O Sr. Pioto de Campos :RogdJ igualminte ao
nobre deputado que deixe a nossa roupa suja para
ser lavada as ferteia margena do Capibaiibe.
(Apoiados e risadas ). \
OSt.C. OUoni:E' melhor a)qui ( Apoiados
e nao apoiados ).
O Sr. Pioto de Campos :B que pcoss o nobre
deputado? Nao rejeito qualquer discusio franca
sobre os negocios de minba provincia ( apoiados);
estarc sempre prompto a mostrar que ella ae nao
acha fra da constitoi(e, que goza., como todaa
as do imperio, das franquezas provtuciaes ( mui-
tos apoiados ); que l nao eiistem\ esies phan-
tasmas negros, esses genios do mal, que intorpe-
cam a marcha dos negocios pblicos,, nem as as-
pirares de sua briosa populacao ( mtlitos apoia-
dot ); arppello para todos o* Srs. depdUdo* -que
ali tem atdo preiideotes ; elles que digem quaes
os embaraces, quaeaos tropeos que lb.es oppuze-
ram os Caralcaotis, contra os quaessealiram al-
lusoes neste sentido. (tfuitos apoiados).
O Sr. Leilo da Cunba : Apoudo, muito bem.
O Sr. Pinto de Campos :Senbores qual seria
essa poltica meaquinba, que emprehendesse a
anniquil'.scaode urna familia numerosa! cheia de
serrinos ao Estado, tegitimameol constituida na
provincia, que a considera am elemento de or-
dem? I
Voxes :Nao te quer isso, quer-se jualdade.
O Sr. Pinto de Campos :A provincial de Per-
nambuco tem inttioctot mu alto*, tem Tradicoes
mu gloriosa, para e mjeitar s outro jingo que
nao o dsa leis (tpoiados ); os CtratcanUt fazem
ali parte da communbo social, mas oo aspiram
a dominar exaluavamente : a depuiacao, daquella
provincia 6 um verdadeiro desmentido a esses ru
mores que por ahi le espalham ( muitoa apoia-
dos ); se ha Caralcanlia mos, tamo alo ple
deixar de have-los a'uma familia lio exianja ;
asses nio eslo na ccTmmunbo doa boos { apoia-
dos ); e ootai. senhores, que o fraco orador que
assim se pronuncia com toda a"franqueza* nao
um pupilo, um tutelado da familia CaTalcanU
( muilos apoiados }; am alliado lincero, e ia-
dependente dessa illuslre familia, a mullos de
cujos membros deve todas as Baazaa que so pe-
damxaceber vas relacoes tocises ; mas nao Ibes
detaVtua policio politica. (Muitoa apoiadot ).
Aceito, pois, toda a discusio que quizerem os'
nobret depuladot, nao boje, que esto* muito fa-
tigado, mat em oulro qutlquerdit. ( Depois de
alguma pausa protegue o orador).
Sr. presidente, oo pono concluir iem dirigir
duas palavras i liga progresista, aa quai|se acbam
alguos amigos meus, dos quaes me ao posso
separar sem muita aaudade, a com os quaes, maia
da, menot da, conlo de volt ao aeus aotigoi
posto. ( Apoiados, risadas ).
Una voz ilsso tambem calechese 1
O Sr. Pisto de Campos :E porque nao I A
ca tchese um dos caractersticos de minba mis-
sao ( apoiados} ; e qutl doi nobret deputados
nao quereri fazer proielytot 1
O Sr. P. Oclaviano :Apoiado.
OSr. Pioto de Campos:Mat, dizia eu, Sr.
presidente, que oo poda concluir tem lembrar
a liga a telefere seateoga do velho Horacio, quan-
do diz : f A misturad cousas discordes e hete-
rogneas pode resistir so eslor do di*, menot to
releoto da noite. A liga que modile bem nis-
to... Tambo conclaldo.
Voze -.Multo bem I multo bem 1
O Sr. Polydoro( ministro da guerra. Silencio):
Sr. presidente, a hora dt certo me nao pro-
picia, aem tu deverit tomar a patarra neste mo-
melo to nio viste un ceno indicio de encerra-
mento, por que tupponho qoe etla malerta ten
sido lufflcientimente discutid ; e enlflo julguei
do mea derer dizar alguma coma em deferencia
aot nobrt! deputadoi q.m tiurtm a boadada de
filiar tobre ot negocios relativoi repirticio.
guerra. Mat tntet da entnr netti df
Exc. me pirmiltir que eu digt alga!
para delnir a minha policio.
Sendo ettt i prlmeira vez qtt ten-,
de faltar neite toguito recinto, V. Bxc.
que me ouTom, podem bem comarehttdcr a _
ci de que etuani potando mm am* accaik lio
tole mata,
HamnmaoTmga alta aJmioittrtelo. Mtira-
mente corono naaiantato, san o* babitoado fal-
tar na Inbana, fattaraata-me, metro facilidad* em
exprimir-me a ramrttaaa ndm acaabamaato de
minba nteiligtacia ( ale tnaladoa), difficilaente
poderei prebencher o Un a que*ne proponho,
pteoaof potooto oradores lio conspicuos e iutelligeuctaa
fffo brilhantes como aquellas que ornara esta casa.
Como, porem, tu nio tapiro tot foros de ort-
dor, nem quero fazer praga d*. vattoi cooheci-
meatoi, e i pretenda cumprir con o dever de
dar a etta augusta caraira, a a cada un doa no-
bre deputados, ai informacoet e etclarecimeotos
que forem mister relativos i repartirlo que tinho
a honra de dirigir ; mallo natural qua V. Exc.
e todos os nobres deputados com a aut reconbe-
ci-i a generosidade e complacencia ttlbtm descul-
par as faltas que commelter em meu pequeo dis-
curso.
Militar acostunado desde a mioha mocidade a
prettar ao neu paiz os penosoa trricos da pro-
isso que abracei, ea que nclasirsmente me te-
nho dedicado, julguei que me nio era licito o
que nao deria esquiTar-me a tomar sobre mim e
petado oout de urna pasta, embora teja ene o
maior de todos os sacrificios que teoha feito, na
occasiao em que live a diatincta honra de ser
chamado aoseonselhos da coroa.
Nao foi, por tanto, pela amoico do poder, nem
por confiar demasiadamente as minhas habilita -
coes qae medacidi a aceitar senelhante encargo;
foi porque entend que nata alguna serricos po-
derla prestar ao meu paiz, e soore tudo peta ve-
nerado e respeilo que tributo rontade do elei-
tor dot ministros.
Nestts eircemltaocias eu espero .que esta an-
guila csnuri, depois dos actos da minha admi-
?isirac,ao; (ara dm justo juizo a meu respeito. Eu
pretratoque teret>todoa oa esforgos para bem ser-
vir o csrgo que'occupo, e para cumprir os meus
deveres ; aiseguraoa? igualmente que serei sem-
pre franeo e leal, c -mi o meu carcter, e lio-
cero como julgo que deve ter um ministro ds
coros ( muitos apoisdos ), e que piutirei o meu
procedimento pela le ds justiga. ( Apoiados;
multo bem ).
Ditas estst poucaa palavras para explicara mi-
nbaposicao, respooderei agora a algumas obser-
Tsces que os nobrea deputados que tomeram
parte neste debate ae dignaram dirigir-me.
O nobre deputado peta provincia de Pernam-
buco, que eocelou a diacueso, fallou obre a di-
minuico do exercito. Eu aupponbo que, naa
circumatancias em que se acha o nosso paiz, nao
possivel reduzir o exercito a menor torga do
que a j decretada para o prximo exercicio. .
O Sr. Brando:Isso disaeram em um apafte ;
eu nio fallei em dlninuico de forct.
O Sr. Hioistro da Guerra :Pois ben, respoo-
derei ao aparte.
Senbores, a forca do exercito j le ach muito
reduzida e quaii que nao ufficiente....
O Sr. Brando : Apoiado ; eu tambem assim
o julgo.
O Sr. Ministro da Guerra :. attendendo-
se a que nao ha as provincias for^a policial que
potsa preencher os misteres desse serTico pecu-
liar. E' ento necesaario que a forca do exerci-
to. Infelizmente, se applique a tal srvico ; digo
infelizmente, por que nenhnm outro concorre
nsis poderosamenie para prejudicar a sua disci-
plina do que este. (Apoiados.)
Aceito, Sr. presidente, a forca marcada para o
exercito que val comecar, e aceito torca pedi-
da para o outro exercicio ) 14,000 pracas
apezar de < fflcilmente aa-
lif* ublico.
paciencia da cama-
_ mais. (Nao apoiados.}
_.. urando :Todo o ouvimo con bastan-
te prazor. (Apoiados.)
O Sr. Ministro da Guerra :Tratarei, poi, da
distribuido da torca actual, e farei algumas ob-
servacee sobre a conveniencia que julgo harer
em.a-d- u-se em cada urna das provincias a
lorca que-actualmente nellas exilie.
Peco a cada um dos nobres representantes das
provincias que me informem se s minhs estima-
Uva ra alm daa necessidadet que sentem as
suas respectaras provincia.
Principiarei pela prorincia do Rio Grande do
Sal, da qual oo sei se esto presentes os seus
illueirsdos representantes.
Sr. presidente, pelos ultimoa mappss r-se que
temos um eiprcito de 15,108 baiooetas : mas de-
pois desles slappas recebidos, a forca tem dimi-
nuido muitojkporque lem-se mandado dar baixa
meosalmenteta graode numero desoldadoe; lin-
da no principio dette mez mande! eu dtr balxa a
O* guardas nacionaei; tato ,
am mal, o petado onu a o
por meio do recrata-
rheiro, mu exfgindo entro
sobrectrregar a gurda
de dinioaicao da tare,
M*a nio pode detcer do aane-
> alo o tupponho tafflelto-
porque tabedoii da cmara
azarctea que Tai comecar.
Oto, jnigo que nada mata dora
Sobre a promocSo por merecimento, o netmo
nobre daputtdo pela provincia de Pernambuco
dieta que se razia por arbitrio. Nio tanto -
tim, pardee- me e. nobre detttado ; a prenocio
por merecineoto nio cabe i oJoa ot poio,
para ot poitot inferiore, e parV o primeiroi poi-
toe de officites, itto de oiBciies inferiores a
cadetea para alterca ; nettee poitoi o nobre de-
putado nao qoereria que fotte t i aotigeidsde
que regola.se, porque tibe qae temot sargento*
mujto antigo, e cadete* que aio team habill-
tscoe* precitat, e portanto odtapentarel a es-
eolha.
Alm deatet pelo, t ha gromoedoa por ee-
colh. par. o. posioi da offict* tagerioree, ma
na razao de metade por merecimento 9 metida
por intiguidade. e Uto boia eti de tal modo
deurminado, qu* nio poda havtr ibuso o *r-
bitrio ser na eacolba eotre um ou oulro, cujot
((eotameartos nao mostrem Unto merecimento
mu uto muito difficil daaaHmtuar, poroo
muitas Tezes ha quatro e cinco psginai de um
livro cheias de airestadot, de louvaret, etc.. quo
toado bem contideridot, ponco valem : aconte-
cendo ayo *qoellea que prestara arvico* relevan-
toa e valioso, teem por ventura pequeas nota
(Apoiado)
Portanto, ttrepre o criterio de quem fak a
promooes, qae justifica oa ctraclerisa t justica,
dellaa.... *
O Sr. Brando :Estoa convencido que V. Ex_
ha da desempenhar com justica o encargo de aua
se acba ootrado.
O Sr. Ministro da Guerr
a diligencia por cumpr'
nobre deputado qae
ioaetividade eram pn
previlegio....
0 Sr. Brando : Eu rt
mioistro da guerra nao pod... dtapdr'detas.
O Sr. Mioistro da Guerra : ptfde diepOr do
todos, con exeep^o dos senador* e deputados
em quinto durarem aa testet ; talo inconsti-
tucional ; nio t para o tervicjo militar, como
para outro qualquer ; o governo 16 pode dlspot
do represntame da oico, ttndo permita* da
respectiva cinara.... (Apoiados.)
O Sr. Brando:A miuba observado refera-
te a ellea nio perUncerem a segunda clatte.
O Sr. Ministro da Guerra ; lato leria a
verdtdeira contradanza, porque durante a te
perteoceriam a urna clan*, linda ateneo pa
riam a outra.
Senbores, eate mal, too um mal irrertoe-
diaTel ; este prenlegio do representante da na-
Qo necestario, porque nio foaor/ asaim quan-
los militares esiivessem ot:cmara e no sead.'
e nao agradatsem ao governo recoboriam ord
par marchar. (Apoiado*.)
Quanto aoa cotpoa de gatrnicof tara da s
do commaodo daa armas, obaorrtrei
quinto o corpo estiver dentro da proviaci
est fura da aeco do conmaodo dat armas.
O Sr. Brando d um aparte
O Sr. Mioiatroda Guerra :Ha veo do '.o
dado do ae mandar um- deteam*oto p
dt fazer oda>
dever. Diste o-
generse* em
o ha'ene-
je aquelles qjue
ao
nV
am
poolo diilint,como, P,orajtam^a^aaMquo
ditta da c.pitaJ- Trnamoaeo 140 leguas, o
onda .Uvo' havtr ama tarca eorceapondete s
circemstaocias do lugar, o corpo de gnaraico,.
que tem 146 pra^a, ara o meibm* mal* con
veoieot ; era meimo vmdo administrador da
provincia manda-Jo todo para aqaelia ponto cen-
tral. Do cootrario diga ae me eqnoficaria tazan-
do oa capital o major com mandan te cora dou ou
trea ofBcuee ?
Um Sr. Deputado : Ento, devia alternar.
OSr. Ministro da Guerra -.Alternar I muse-
nao ba com quem.
Tratando de Tacarat, tambem o nobre depu-
tado fallou a retpeito do major Pedra. Quanto a
eile ponto apenis direi que quando o governo ti-
Ter conhecimento dot facto, e poder deterimt-
na-lcs com jubis,| ha de aumprir seu derer.
Sobre o processo moostro a que igualmente se
referi o nobre depuitdo....
Este processo, ao esi afftcto ao conseibo su-
premo militar, s quando ebegar s minhas mos
que hei de conhecer so devore! sastenttr a aen-
tenc, porque o poderes sao iodependeotet.
Relativamente a inspecces dos srseoaea quer
o nobre deputado que os inepectoret fontm os
commandanlea das rma 1
Q Sr. Brando :Eu o que disso a retpeito da
reforma, que eolio ppareceu, que oa com-
1DU homen, Isoio voI*dUjio como recrutadot mQ que linham acabado o seu tirapo de terv^o'.
Sr. presidente, para que futuro exercicio seje do 14,0D0homeos, ainda le-
--que dar baixa a perto de 1,000 pracas.
Jilas vamos dislribuico.
A provincia do Bio-Grande tem 3,187 pravas ;
ninguem dir que esta for? sufBcieole para
guarnecer as frooteiraa da. proTiocla, no estado
de nossat relacoes externas, e para todas at ne-
cessijadesdo servijo. (Apoiados.)
Suppoobo, pois que essa provincia dave ter
pela menos 5.000 pragas. (Apoiados.) Santa Ca-
tharina ten actualmente 321 pregas: mas pare-
ce-me que all deve haver um balalbo de 600
prtcan, nao i por que a estago do deposito de
recrutas, como por que urn ponto o'onde po-
den partir soccorro para a provincii do Rio-
Grande e outros pontos.
^A provincia do Paran tem 176 pregas: ora
176 pregas para a defesa e aervigo ordinaria de
urna proTintia fronteira, ninguem poder deixar
de recoohecer qae sao insuficientes (apoiados);
eu, pois, entendo que ella nao podo dispensar
menos de 400homeos. *
Ns provincia de Minas-Genes sxistem 312 pre-
gas : urna provincia, to extensa, que tem de
acudir a muilos serTigos, e que est sobrecarre-
gada hoje com um muito importante, qal o do
Mucury, para onde tem mandado destacamento,
nao pode ter menos de 400-praga, o nao sero
muitas.
A prorincia de S. Paulo tem 171 pragas ; tal-
rez se possa elerar esse numero a 200.
0 Rio de Janeiro lem 2,299. e nao chegam :
preciso que aos domiogot t guarda nacional faca
a guarnigo.
Voze :-Oh 1 oh 1
O Sr. Ministro da Guirra :Nao se admirem ;
a corte lem um deatacamento no Mucury, outro
forte deatacamento em Nilheroby, a ten ainda
urna forga en S. Paulo; comtudo eu nao aug-
nentarei eita cifra se nao com mais um honen
isio car sendo de 2,300 bragas.
A provincia do Espirito Sanio tem 157 pracas
eu dirainuo 7 e car aendo acuella forgt de 150
boment. g. /
O Sr. Pereira into :No Eipirito Sioto in-
justa qualquer diminuico na forga de liaba, a
menos que ae queira aobrecarregar de eerrivo a
guarda nacional.
O Sr. Ministro da Guerra :Na Babia ha 1.003
pracas ; lodos recoohecem qoe esta prorincia-nao
pode ter menos de 1,600. (Apoiado*.)
Em Sergipe ha 121 pracas; poisirel eleva-
la* a 165.
As Alagaa lem 70 honens ; j te v que con
70 honens nao te pode fazer o servigo necessa-
rio a urna provincia ; pelo nenos deve ter 10U
(tragas.
\EmPernsmbaco existem 2,160 praett. .
(TSf. ~ixt98 i* Cunhi:lato noa mippas.
O Rio Grande do Norte ten 194 praeat, eu lhe
de estudar aa necesaidades dot trtenaes.
0 Sr. Ministro dt Guerra :O conmandantee
de srmss, sendo anoviveis, a.va-se o seguinto
resultado : o que estudasse a retorna nao seria
lalvez o que a propuzesse. Hat poseo aaaegurar
ao oobre deputado, que as nomeagdee foram acer-
tadaa, e eu t fallo nellaa para moetrar qaa a
continuago deaset iotpeclorea nao tiara incon-
venientes.
Vejamos os arsenses para oa qoaes se nomea-
ram ospecgoes. Para o de Matto-Grosso foi o.
commaodante das armas, offletal antigo o apro-
vetavel, e para o Rio Graode do Sul o comman-
dante das armas, e para o Rio de Janeiro oo fot
o commaodante das armas, nem poda t-lo.
porque o commaodante da. armas era ento e
o ajudante-general, e o sjudante-geotrtl como
um dos icaes da secretaria da guerr, a quo es-
t annexo o commandante das armas, nao poda
ser o inspector ; foi nomeado um oBicial general
como presidente da commiiso, official que pos-
sue todss as habilitages para bem deaempeobar
aquella commisso. Este general fez em 1832 a
riforma que rege o arsenal, teodo eolio minis-
tro da guerra ; essa reforma anda hoje rigor
com alteracoes feitas por avisos, atleodendo-sa
a certas oecestidades o exigencias de serrigo.
Ora, ninguem melhor do que aqualle digno
general poderia ser nomeado paca tal commisso-
porque pode comparar a tua obra de 30 auno
com as necessidtdes de hoje, o demtia um offi-
cial que tem eierc'do alto* empregos, que rene
as haDilitagoes necesaaria, unida* a maor in-
teresse, dedicago e zelo; tallo do Sr. baro de
Saruhy.
A nomeaco, [portanto, foi muilo boa. Para o
arsenal da Baha, fui nomeado um official gene-
ral e nio o commandante das arma ; o comman-
dante das armis era um coronel de infamara,.
commandante de um balalbo, o qual eslava'
temporariamente no commando daa armas, maa,
posto qua etse a quem me refiro acjt um official
de muito merecimento, e com todoi oa conheci-
mento* precitos da la arma, oo tempre um
coronel de infamarla o homem proprio para int-
pecciooar um arsenal, porque tato da etpecia-
lidade da arma de artilharia, e nenas circuns-
tancias o governo enlendeu derer nomear o ge-
neral que estav* o provincia como inipectot daa
corpo. Em Pernambuco tai* commaadaota da
armaa o nomeado.
No Para, nio foi e commandante daa 'arana :
podia a-lo, as foi um coronel de artilharia,
que, teodo pedido licenca pasa ir ver all aua la-
nilla depois da ausente dalla por neitot tnooa
que esleve em Mato-Gromo, governo enlendeu
dOTor enlendeu dever aproveitar a aua ida quel-
ia provincia, eocarregaodo-o da ioipocgao do tr-
seoil ; iproreitaodo assim oa aeua coohecimen-
tos proiisiooaes, e tua graode experiencia, por
icto que viveu alti muitoi annoa. Aqai esli a
nomeages, e ice parece qae quanto a ellas a
aroilrare 200; o Cear tem Sfrpo^flt-Acar^n ujiura nao foi ben ebida i aroi juslica-
3o0 ; o Piauhy ten 344. derer ter 330; o Ma- do oTcotioagfiio ttaa coi tet.
raohao tem 916, ficar con 920g o Para con 600;
o Amazona, provincia fronteirs, (e todos saben
aa neeetsidadea desta provincia), alm de quo
precisar mover aoldadoa para oa limites da pro-
rincia, devora ter pelo menos 800 pracas ; em
Goyaz ba 565, eu reduzoa 500; em Mtlto-Gros-
to, os importada proriocit de Malto-Grouo,
existem 1,496, eu destino-Ib 2,500.
Nao sei se o calculo que fago ou esta estimati-
va exceisiva ; dttejo que o nobre deputado o
digim. .
O Sr. Nunet Googalre :Por certo que nio. f
O Sr. Miniatro d Guerra :Pota bem, lenho-
res, isto da son na da 19,6 3C pragas. .
O Sr. Silrairi Lobo : Pode diminuir no Rio
de Janeiro, Baha e Pernambuco.
; O Sr. Ministro di Guerr* :-<-Cte powivel tan
dimiouigo ; e se testo at circumttiactai aeftn-
aelhtrem a oecesiidide do augmento para Hioaa
tm rez do 19, direremot ttr 20,000.
Ora, bem riera ot nobret diputados qae por
[cata distribuigio da forgi. com 14,000 pragai ha-
ver, lenio impoitibilidado, ao menot extrema
SWfito d
O Sr. Brando>^*_cottl a de atora da re-
formi. mrmenle tendo-ae^auBeiao essa reakr-1-
aa, cono prompta. J'
O Sr. Paranbos : O Sr. ex-miuitlro dtgfierr
fallara de um trabaihe de mi taUtOtitcir que oa
examet ulteriorea oo ihe pera ttada adoptar ;
a reforma Ir aria augmenta do daagttt, cootide-
ge que elle dara petar muta.
O Sr. Miniatro d* Gaitti:i eu direi qu
urna reforma de araeo.et muito difficil da ft-
zer-ie, prineipilmeot quando a tutoritagio do
corpo legiilaliro conltn cltuiuis, cono a do
tenpo determisado, oo augatoato de pesaoal,
nem de despeza. tic. Cono i pottivel que ar-
seoaet organiaadoa bo 30 tono, com ordenados
estabeltjcidot aaata poca, aortformem aem aug-
mento de deapeza ? Eu coutotto quo aa nore-
cestt do corpo lagiataUvo tal aatoritagia, nao no
trtTtrTta a uakr delta ctm tamelhintei coodi-
ce ; taUet, uta* ata a taaa mu um do
met aatecattores, Modo lutortaado, nao fax a
reforma....
Un nobie umjmtado pela proiiocia do ata-
dLfficuldtde em ae taier oatiiis* a cdoisquea- nMo fez, tlgumti coaiktra&uM aobte a uiatti-
V
MUT
y
t

.


-
N*'
^

s



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35=
baleio do namaro
provincia dar. Ts
Beata qetixa. A can.
a eitakiiUea da popa'
cas sobre quil m
a que dar mentar___________
cada prorioel pode fenecer ee eaereito.
Cuando te tratoe de dividir JMtf diferentes
rovinciae o numero de recretas qae le ama
svls dar, a secretaria do importe mioitlroe i da
guerra urna oclatictiea. n*o eeiae boa en ai, pa-
ta eeea diilribeie^o ; baseou-se. creio eu, na re-
preseettQao nacional, legando a deputigio de
ta umi dli provincias, e por esta eitatisttca ce
4ea feito a distribatcio do reerutaa. o exer-
cieie de 1861 a 1S6S, a que ae refiri o nobre de-
petado, necetiitav o exordio 7,860 hornee! pira
preeochir ai lcuna occorrida durante o aaoo,
4 aeate intaita ee dittribulo eoa effeito pan a
previaiit do Maranhao o focaecimento de 899
emeo ; maa eqae succedeu, Sr. preiidente ?
ata provincia apenas deu 105 recrutas.
Urna Vos:Asaim mesmo foi urna dai quedou
maia.
O Sr. Viriato:E ena bate nao poda conti-
nuar a aer atteodiJa, era bem da agricultura, por
que a colonisacio ee fax hoja quasi que excluai-
vimente par provincial ,dosul, e as do norte
precMam de brujoa para a lavoura.
la Guerra.-Sim, aeohor,
exacto; nem adapte a pupulagao pode ser a uol-
xe base para o recrutamanto ; i preoiso attender
as circumslancias e industrias das diferentes
proviociaa ; aaaeu asseguro ao nobre deputado
que para O aaoo de 186 a 1863 a, proviocii do
Aftaranhie tari pense de dar 180 recrutas, e que
como tem acontecido, nao dar etlectivamenle
eeolo 40 om 60.
O Sr. Leitio da Cunha :V. Ex. fiz-me o fa-
vor de diiec quanioi ter de dar a provincia do
Para f
O Sr. Ministro da Guerra :Creio que 168.
O Sr. Leitio da Canha ;Ji ve que nao gur-
ala proporclo lguoia com a depatacao.
O Sr. Ministro da Guerra : Nao 6 com a depu-
ta;ao e ala eoa a populado.
O nobre depu^do pala provincia do Para fe
o favor de Chamar a miiha alteoco eobre a re-
aaogSo do arsenal daqualla proviacla para oatro
edilicio, sobre a a construccao de um quartel
na capital. \t_
Pretendo toalr todaa as inormicoes do que
pona haver relativamente aquellas dous objec-
oi, e auegoro ao nobre deputado fizer o que
parecer maia conveniente ao trrico e aos cofres
pblicos.
O Sr. Leitio da Cunha :Agradecerei muito a
V. Exe.
O Sr. Ministro da Guerra :Fer^o desculpa aos
obres depilados paisa fallas que seguramente
deve tar eoaaaUido as explicecoei que acabo
de tazar. Novel como aou nesla tribuna, sera
onhecer e eciencia oratoria (nao apoiadotj, easaa
{altas me devem ser desculpadas, assegurando
nevolencia dos nobres deputados. (Muito bem,
milito bem.)
A discusaao Qc adiada pela hora.
Dada a ordem do da, levanta-se a aeitio is
i horas da Urda.
wa
_
S18MDO i m mm m imj.
DIARIO DE PERNAMBUCO-
A companhia Pemambocana.
v
Dariamoa por concluida essa serie de artigos,
que temos eaeripto sobre a Companbia Peroam-
bufc.na, se nio jolgaasemos oecessario dizer mais
algtmas palavras, nio s para addicionar algumas
eonsidenc/sea, ai nue j& temos feito, como prin-
cipalmente para pfbvenu orna interpretando dea-
tivorivet, qaepor ventora ae teaha dado s nos-
cssavalarras.
Tivea: se tenhi entendido, que a> comparacio
Pernambucaoa, com asqae recebem oatraa com-
panhias, foi nosso fim estraohar a liberalidade,
om que sao eataa meamas compaohias subvencio-
nadas, e tazar comprshender a necessidade de lhes
ser diminuida a aubvengo. Nunca porm Uve-
moa semelbante peaaamento: o nosao fim foi ao-
mente mostrar, qae a Companhia Pernambucaoa
nao era largameate favorecida pelos cofres do es-
tsdo, como se tem dito ; e pelo contrario da ne-
cessidade das snbvenoei, que percebem as oatraa
compinhias, partate* Bes -para fazer Ter, que a
Companhia Peranmbucana n3o recebe anda dos
cofres pblicos o aoxilio necessario, e que por
justica lhe devia ser prestado, visto aer tocnhe-
cida a conveniencia de serem semelhsnles em-
piezas subvencionadas pelos dinheiros do es-
tado.
fio do nosso proposito, nem necessario para
/fim, i que nos propomos,discutir a conveoien-
que reclama do estado o auxilio para Borne-
antes empresas; e muito menos, se as circoms-
ncias do paiz comportavam a despeza, que
arretam easaa aubvences: as companhias eiit-
m ; na certeza, de qae eraa subvencionadas
oos cofres do estsdo come;aram, e tem conti-
uvio assuas operacei; a por consecuencia re-
ttrar-lhes boje a subveocao, ou nao prestar-Ibes
o auxilio necessario para sua conservarlo, ser
comprometter maito gravemeote interesses im-
porta ntissimoi, que se ligam as fortaeas des
particulares, equestoes de conveniencia publiea.
Entretanto nao sao desconhecidas as vaolagens,
que o paiz deve auferir, e que efectivamente tem
auferido da navegado i vapor. Alm das vaola-
gens genes, que boje sao geralmeete compre-
hendidas, e qae ocioso seria referir, circunstan-
cias muito peculiares ao paiz reclamavam, e ra-
da mam anda a introdcelo deste systema de
navegacao, do quil, alm de outroa motivos,
nio podia prescindir um paiz, que Um um lito-
ral immeneo, o grandes ros navegaveis, como o
Braaii.
Foi aem duvida, levados por essas considera-
edes de ntliJade publica, que os poderes do es-
tado tem subvencionado as companhiaa de nave-
gacao vapor : nao era poasival, nem licito
crer, que eco materia de tio alta importancia ou-
tros fossam os aotivos, que iofluissem para se-
' melbaotes cencesedes.
Pelo qoe diz napeito particularmente Com-
panhia Peroambueana, no qoe temoa eaeripto,
tica j demonstrado, que ella tem coocorrdo po-
derosamente pata o progresso das provincias,
compreheudids om sua navega;3o ; e qae desta
nsvega^o maiores beneficios devem provir, logo
que a companhia eativer habilitada ara alargar
zona de suas viagens, e augmentar aregular-
dade de auaa oparagoes. Nem mesmo era neces-
esrio, que disto fallassemos, porque julgamos,
que ningaem de boa ( contestar, o que avan-
zamos.
Sabemos, qae nao pequea a.qoanlia, que o
estado diipende annualmenlb para subvencionar
s diversas companhiaa da vapores ; mas acredi-
tamos, qua esta doapeza nao aeria aotorisada, se
por ventura aa compaohias assim favorecidas nio
prestassam servicos, das quaes auferisse o pas
vaolagens capazea de compensar oa sacrificios.
Em im pait novo, como o nosso, de industria m-
cente, as compsi kias de navegac&o & verpor exi-
gem nacesatrtamonte maiores sacrificios, porque
o cuito de todos os objectos necessarios pira a
<:onstruc;ao, costeio o eooservacio de sea mate-
riil muito maia alto, do que nos outros paizei,
em que a industria ae schi maia desenvolvida.
fomente o carvko de pedra, objecto. quemis
avulta na despeca dos vaporas, tem entre nos
urna differen;a eneran de prego.
Nao nos estendereaos, porm, mais este rea-
peito. porque, Mo j o dissemos, o nosso fim
lio discutir aoateotir a utilidade das sub-en-
^ea, que racafcao i s companbiss de navega&o
vapor, utilida qae alias tem sido aolemni-
mente recoohel I palos poderes do estado:
-.juizemos somea>i destruir a crenga, de que a
Companhia Pernambucaoa largamente sab
veacionada peios correa pblicos, ama das mais
favorecidas; e mostrar, qae exactamente o
contrario: illa asonemos, que o temos conse-
guido.
Alm dos eutroa motivos, que j expendemos,
e peloa quos maoraasoa, que a Companhia Per-
nambucana Dff alo era demaetadamente fa-
vorecida, como at nio o era com igualdade,
di-ae maia o motivo dse descontar 90 por son-
to da retee pssssgeua por onta do estado,
qaando em oetras companhiaa ae deacontaro so-
tatoie J> par eetrto, prestando assim a Compa-
nhia Persimbocana i eeaa respeito aaler serfl-
50. do que preatam essas ostras
Apeaar, porm, desta deevantagem,. em que a
Gompiohia PerMmcMscaaa tan^^Ha relagao
A outraa coospanUn, arpe* dea dUlculdiOes.
*oi, qoe tea obstado a sai proiperldede. o:
tsm asna garanda pos
e. para que o eeus^
res. e praile ella
o Intuito de fi
tadas da soeiedade, e______
eavolvimento la agricultura
fazer ama grande rednecio no frete, qae pa
-f os gneros alimenticios, o os de prodas-
) paiz, assim como reduzio tambem o (re-
jpotros gneros, e as passagen?.
icsle) importa incootestavelmeote um
de beaeBcio para o publico, e toma a Com-
panhia eredOra de reeonhecimenlo, tanto mais
Ktnto oa frotes e passageos, qua ae pagavam i
rdo dos seus navios, para alguna porjos, era
JS Inferiores, aos. que se psgam nos navios do
qaalqasr das outras.
Esta circamatanda, alm da miior somma de
lempos, que presta a Cempaahia Perdimbuca-
na pela qualidada de sois navfos. pela extensio
e policio g'-ographicaale sua zona de navegacio,
e palas circumstaocias peculiares dos portos ds
sua escala, concorre linda ais para tornar sa-
liente s deeiguildade, com quo tem sido ella
contemplada ni distribuico dos aubsidios pu-
blicoa.
Temoi concluido a pesada tarefs, que volun-
tariamente tomamos cobre noaaoa hombroe; el
agora esperamos, qae as nocas refiexoei produ-
zam o resoltado, qae desejimoa.
Mostramos, que a Companhia Pernambocini
se hivia levantado do estado de decadencia, a
que tioha ehegado, e que se acha hoja em um es-
tado mais prospero e muito esperanzoso.
Mostramos, que ella tem prestado importautes
aer rigos ao paiz, a pesa r de la decadencia, e muito
maiores se deve ainda prestar, agora que o seu
estado maia prospero ; e qaando oa interesses
creados pela navegacio nio podem prescindir
mais de sea conservarlo.
Mostramos a neceasidade de aer ella mal fa-
vorecida pele estido, para que pona conservar-
se, e sperfeigoar anda mais ee suas operares,
afim de habilitar-se prestar os iamensos ser-
vidos, que se pode esperar de sua navegacio, e
salufazer as necessidades, que hoja redamam
altamente a ina cooservagso.
Mostramos, que nio era exacta a crenca de
ser a Gompinhla largamente favorecida pelos co-
fres pblicos; e que pelo contrario nio ora ella
contemplada com igualdade na dialribuic.au dee-
ses subsidios, com que o estado sltenla ascom-
panhlas de navegaceo vapor.
Mostramos, finalmente, a aliga de aer alten -
dida na recia magno, que acaba da diriarir ao cor-
po legislativo, solicitando augmento de subven-
gao, mediante novas obrigages, qae cootrahe,
e maito maioree servigos, qae se Obrig i pres-
tar; com.o que aiadi nio flea ella ne numero
das mais favorecidas.
Resta-nos agora somonte fazer votos, para que
os altos, podares do estado se companetrem da
verdade, que temos dito; e cootinaem preciar
ao paiz este importante servido.
ddwtados Reg, Lemos, e Beatos, o Senhor
preasMnte declarou aborta a sessao ; sendo lid
ejapnroarada a acta da ultima.
EXtwiBirri.
Hea oa nwppeo aameetnei do tra -
Pico* feejdasadoi de
rcbSem^8,dMJ
REVISTA DIARIA.
Hoje sa dever extrahir a Ia parte da Ia lote-
ra beneficio da matriz ds freguezia da Evcada,
no consistorio da Igreja de Nossa Senhora do Ro-
ario da freguezia de Santo Antonio. O pagamen-
to das sortes de 5:000 at as de 10 comegar
urna hora depois da eitracgao.
Hontem foi entregue pela thesouraria pro-
vincial administragio da Santa Casa da Miseri-
cordia a quantia de 15:627(645, importancia do
saldo realisado em 30 de junho prximo passado
nos cofre do patrimonio dos orphios, que actual-
mente se acha encorporado acuella administradlo
por acto legislativo.
No decurso da existencia dess* patrimonio aob
a direegao da thesouraria provincial, concerta-
jram-se muitas casas pertencentes elle, e que
achavam-se em grande ruina ; oseducandos.de
ambos os collegios forsm enroupados; e mais nu-
tras despezas de nota se effectustam casta do
proprio patrimonio ; e nao obstante taes gastos
exlraordinaoa, elava-se o saldo aquella referida
quantia. '
_JE "f0 ,?u!4 igoiacativo com reerencia ao
modo da admmiatracao da iheaouraria provincial,
que por certo com taes fructos nao des*iriaoa as
vistas do acto, que ella addio o predo patri-
monio, confirmando-noa mais oa opioiio pessoal
da utilidade resultante daqaella centralisagao
all.
Esperamoa-qoe iguaes resultados lejam colhi-
dos aob a gesta da Smta Casa da Misericordia,
atientas as cor/dmes Je inteireza ede recoohe-
cida pbilaotropvajdos seus membros.
O caes do Cap'baribe acha-se com varin ex-
cavagei qua djfGculUm o transitdj dos carrol,
podendo al oceasiooara quebra dealgum delles
com perigo de>quem o occvp. |
O reparo deaia damoilicago cifdV-ie em mu
pouco, bailando apenas que te deite algnm en-
tulho nos buracos. E' isto o que solicitamos da
repartigo das obras publicas, a quem nos parece
correr eaae dever.
Acham-se patentes na repsTtico das obras
publicas os deseohos e ornamentos para a cons-
truccio de urna ponte de ferro sobre, o Capibar-
be, nos engenhos S. Joao e Cimorim.
Os prelendentei respecliva construccao, de-
vem apresentar suas proposlas em carta fechada
com enderego a presidencia, e designacao de
proposla para a ponte de S. Joao, sendo aa mes-
illas recebidas smente no da 21 do correle, e
abortas no seguinte em presenca dos proponentes,
que deverio achar-se no palacio da presidencia
at urna hora da tarde.
A cmara municipal de Ciruar, a qaem a
lei incumbi a aporacio dos votos para deputados
do 4o districto eleitoral, nao tendo recebido a au-
thentica do collegio de S. Bento, deixou de expe-
dir diploma o maii votado na elelgo que por
lli se procedeu para deputado provincial; e coa-
saltando a presidencia, foi por esta decidido, que
nao se podendo considerar completamente ter-
minado o acto ds apuragao, com exclusio dos
votos daquelle collegio, sobreoqual nao se ar-
guem nullidades, devia a mesma cmara proce-
der a nova, apuracao logo que recebesse a acti
demorada.
Neste sentido f-ii ofllciado a cmara de S. Ben-
to, afim de que fixeise a remeesa deasa acta.
Repartilo da POLiciA.Extracto da
teido dia 4 de julho.
Foram recolbidos a casa de detencio do dis
8 correte.
A'ordem do Iltm. Sr. Dr. chefe de policia,
Joa Marques dos Santos, semi-branco, de 22
aonos de idade, dado agricultura, para re-
mita.
A' ordem do subdelegado do Recife, o erioulo
Lutz, de 20 aonos, de Francisco yieira Leao
de Mello, requisigio de Mmoel Ignacio de Ol -
veira & Filho, correipondentes do dito Leitio de
Mello.
A' ordem do de S. Jos, Rosendo Jos dis
Nevos, pardo, de 36 aonos, tilhador. por pro-
ferir palavras deshonestas.
O chefe da segunds secgio,
/. Q. de Mesquita.
Movimeolo da casa de detencio do
de julho.
par-
da 3
. A saber
Etistiam.
Entraram.
Saairim.
Ex'stem. .
Naciooiee
Eslrangelros.
Mulhere; .
Escravos. .
Escravas. .
W' presfls. .
S
9
~m
M
29
3
67
8
cotafees officiaes dos prev
pfaca, da ultima semana.Ar-
MPltHOS.
Um reqnerimento de Saus Leio & Companhia
por aau procurador, Mtiifazendo o despicho de
12 de jaubo umo.Reglstre-ie.
Outro de Leonardo Koiln do !*&.' pelindo
que seja registrada a contoneas eoaaaseiil feia
entre elle e R, V. Seiifried, coapotentomeot
traduzida.Visti ao Sr. desanUargador fiscal.
Outro de Jos Laiz Gesd Ivs Fernira e Joao
Aires da Craz. valo pelo Sr. daaeabargador fls-
cal, para aer rigistredo'o sea contrato de aocii-
dade. = 0 iodo commanditirio deve atiigoar o
contrato.
Outro de Antonio Luis de Oliveira Azovedo &
Companhia, taabem visto, pedindo o registro da
procursco da companhia de seguroa martimoi
e terreitrea Fidelidad do Rio de Janeiro, de que
sao agentes nesta provincia.Registre-se na for-
ma do parecer fiscal.
Oatro de Bailar & Companhia, apresentando a
carta de registro do huta Tino, que compraran),
como moslratn da eacriptura qua apresentam,
afim de ae fazerem na meami as respectivas an-
notar6ea. Haja vista ao Se deeeabargador
fiscal.
Outro de Joao Francisco dos Ssotoi, pedindo o
registro de sua nomeajao de caixeno de Prente
Vianni & Companhia.Registre-**.
Ostro de John Gatis, corrector, apreaentando o
conhedmento de pagamento do impoilo annexo
do aen officlo Registre-ie.
Outro de Jos' Maris Peitana, reclamando da
declararle deste tribunal, de 26 de junho prxi-
mo passado, a sen respeito, visto ter em lempo
aatisfeito a reolugao sobre o augmento da fianga
do officio de agente de leudes, sendo a demora
da apreseotago definitiva de eeaa pipis so tri-
bunal, independente de la vontade.Regiitrem-
e os dous reqeertmentoi do aupplicante com o
termo de nanga, sendo remetlido copia deate
thesouraria de fazenda, pode continuar a exercer
o seo officio de agenta de leudes.
Outro de Jo3o Quirino de Aguilar, pedindo o
registro da proenragio que lhe oatorgara Maooel
da Suva Santos.Como requer.
Oatro de Joao da Cunha, pedindo certidiode
sua matricula de edministrador do trapiche Cu-
nha.D se.
Um officio dos fueses da moratoria de Francis-
co Antonio Corris Cerdoso e Mesquita & Oulra,
de qoe nio deram estes cumprimento sos termos
da mesma moratoria no lempo marcado.Junto
aoa aitos, vollem.
Outro de Francisco Antonio Correia Cerdoso, e
Mesquita & Outra, apresentando as caasas da
falta de cumprimento dos termos de sua morato-
ria.Igual despacho.
Viurio conclusos os autos de moratoriade Fran-
cisco Antonio Crrela Cardoso.O tribunal con-
ceden.
SESSAO JDICURIa" EM 3 DE JULHO
DE 1862.
presidencia do bxm. sr. desembargados.
souza.
Secretario, Julio Guimares.
V meia hora, o Exm. Sr. presidente abri a
sessao, estando presentes os senhores desembar-
gadores Villares, e Silva Guimaries, e deputa-
dos Reg, Lemos, e Bastos.
Lida, foi approvada a acta da sessao ante-
rior.
Foi assignado o accordao proferido na sessao
antecedente, entre partes :
Appellante, Antonio Jos Das ; appellado.
Jote Alves da Silva Guimaries.
PASSACBUS.- x
Appellante, Jos Teixeira Leite ; aapellados,
Maooel Joaquina. Novaes de Campos, Joao Fer-
reira da Silva, por sen procurador..e os curadores
tijcaes de Garrido & Veiga.
Do Sr. deaembargador Silva Guimares ao Sr.
desembargador Villares. <*.
Appellantes, Alves & Co.. 'a ; appellado,
Antonio EmygdiorR>eiro.
Do Sr, desembargador Villare ao Sr. deaem-
bargador Silva Guimaries.
Nada mais houve.
onfoi
nielo
por
ais-
ocho
como o
maau
ment
tos
Malo, e ol
jornaleiros,
pbabetoi contra _
ji lhes prestara inmensos
no selo daamizade? Qui
a as loto do pads# o qoe a pa-
vos ateto efloctiva a vigorosa
, o ailo desojo de qae as
das em toda eoa asgesUaVa,
entrar em ansrya o penarsrtia
jnaaat... Que coaceato exercer
aquilatar a proced
ue coco seos agan-
m abtdmtmig
cMOagantoroa do-sobros
O moradoras mal-
eeeirdole ineffentlvo, qoe
favores o obieqoios,
potett capet* etpiat.
peiz,
lela
49, 20f: mola dita
) ffl'iS fiel
Aeha-ie novamoote aam capollso o privada de
misis nos domingos o das santos a espolia do
Beberibovama das primeiraa do arrabalda por
seu petriaoaie, oom 4 propriodadea no Recife. 3
m mesma perada o sida de nruitoi terrenos fo-
retroe o arroadadoi, sem qoe a iraandade qae a
raga pose pegar a m capoilao, coja porfi, a
miior parte tirada ao povo, e aem foroecer
a sacrista de gaizamenlo necessario para qaal
qser outro sacerdote, quando queira diaria
colabrar a bem doa fieia I Qae miseria 1 Qu
scandalo I Urna capella assim constituida sea1
gu'zamanlo oa sacnslia I Qoe qaando alfu
acordte qaei celebrar boa dea fieii i
pra-o o sua casta Ignoramoi ae ka jaisay
vade da capailas, qae tt providencial a tantas
irregularidad* o eacasraaloa, viato aerem pas-
sado* mais da 10 aonos, qae a mesa regadora
dassa reaoiie illicita qu se diz irmaniade, alo
di cenias a juio, o nenhusa correcgae tem ap-
parecida 111
O calholico.
COMMiaa^ClO
Praca do Recife 4 de
julho de 1862.
\s qualro Vvoras da Urde.
Cotaces da jauta de correto res.
Cambio.
Sobre Londres 90 d(v. 26 d. por 15000.
i. de Cruz Macadopresidente.
John Gatissecretario.
aVllstadesfa.
Rendiaento de da 1 a 3 .
Idea do dio 4.....,
367419268
15.503j>S83
5.M4J651
Tinento da allaaclae;*.
ValamaaanlMdos com taiecdaa..
a aoa gneros.. 298
Velamea lahidoi
e
com fizendas..
com genero*..
298
50
155
= 205
Total. 369
Alimeotadoaa cuili doa cofres provin-
ci- ........... 151
Movimento da enfermara do dia 4.
Tiversm bsixa :
Damiio GooQjIve Pachaco, contuio.
Folycarpo,. eacravo do Mara de tal, ialermtt-
toote.
Teve ella :
Joaepha, eacrava de Francisca Ferrelra de Mello.
HatAouro publico :
Mataram-se para consumo deila cidide no
dia 4 de junho 6( rezei.
Obituario do da 4 dk iclho, ro csani-
aio ri'BLico :
Joib Alves de Cirvelho Porto, Portugal, 95 ao-
nos, Boa-Vista, cerebrile.
Johao Brinkcam, Allemanha, 20 annos, solteiro,
. imeclf'. frisldede.
Mara, Peroamboco, 2 horas, Recife, espasmo.
Jos, Peraimbuco, Santo Antalo, bexigu.
CH80NICAJUDIGIARIA.
ribonal da commepcio.
AO ADMINlSTRAriVA EM 8 DE JULHO
DE 1868.
PRBSIDKHCU DO BIS. SR. DKSBIBA.RQi.DOR
A'i 10 lroTr ^^Irvmbidoi o ftt.
JURY DO RECE.
3 SESSAO.
Dia 3 de julho.
PRESIDENCIA DO SR. DR. BERNARDO MACHADO DA
COSTA DORIA, JUIZ DE DlREITlf DA PR1MEIRA VARA
CRIMINAL.
Promotor publico, OjSr. Dr. Francisco Leopol-
dina de Gusmo Lobo.
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Esteve Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Henrique do Reg Barros.
A's 10 horas da manhia, aberta a sessio pelo
toque de carapaioha, e depois da veriflcaco das
cdulas, o Sr. Dr- juiz de dlreito mandou proce-
der a chamada dos jurados, e scharam-se presen-
tes 48 Srs.
Foram relevados das multas anteriores todos os
Sra. que comparecern! hoje.
Foram multados em 209 cada nm dos Srs. mul-
tados nos das anteriores.
O Sr. juiz de direito daclarou aberta a aessio.
Estando designado o dia de hoje para jalga-
mento do reo Maaoel do Nascimeolo Raogel, ac-
cuaado por crime de furto de cavallos, o Sr. juiz
de direito alteodendo ao que requeren o mesmo
reo, julgou perempta a aecusseao contra elle in-
tentada, condemnandos muoicipaUdade nn cot-
ias, visto nao ler-se feito a prisao em flagriol, e
nem dar-se a bypothese de ser o offeodido pes-
soa miseravel.
Entra em julgamento o reo Antonio Joaquim"
Maooel de Araujo, accassdo por crime de offen-
sas physicas, fritas na pessoa de Hvgino Galdino
Ferreira.
O jury de sentenca foi composto dos Srs. se-
gaintes: "
Alvsro Augusto de Almelda.
Jos Joaquim da Costa.
Luiz Perelra de Parias.
Dr. etnosthane* da Silveira Lobo.
Joaquim Jos deSant'Anoa Barros.
Dr. Macoel Francisco Teixeira.
Caetano Piolo de Ver s.
Braz Marcolino do Sacramento.
Gamillo de Lelis Peiz ito.
Galdino Ferreira Comes.
Joaquimide Albuquei; de Mello.
Antonio]jon(alves Pi reir Lima.
E prfilarim o ja amento dos Santos Evan-
gelios.
Interrogado o reo, ?rocede-se a leitnra do pro-
cesso. |
O Sr. promotor publico pedio aooademnaceo
do reo ni grao medin do art. 201 do cod. crlm.
/- O Sr. javogadodei eziodo a defeza, pedio a ab-
aoligao do reo.
Fiados os debales, e preenchldas todss as for-
malidades da lei, o Sr. juiz de direito propdz os
gueiitos seguiotes:
} 1 O reo Antonio losquim Mmoel de Araojo,
no principio do mea da abril4o corrente anno fez
na ptuoa de Hygio Galdino Ferreira os feri-
meotoi constante! do eorpe de delicio?
2, O reo foi preso do acto de commettor o
rime de que aecusado ?
8.0--0 reo foi preso quando fugia perseguido
pelo clamor publico f
*."Exiatem circuaotancia iltenninlec I fa-
vor do roo ?
Lidoa oa quositoi n entregues ao jury de len-
tenga, foi este condaz do i sala secreta das coo-
ferensiaa s i horas d i tarde, d'onde vollon s 2
1/2 norii, respondend sosquesiloi pela minein
Segninle :
Ao 1Sim, por 7 votos.
A SfNdo, por 11 votos.
Ao 8#Sim, por 10 votos.
Ao 4'Nao. flor 9 vjotoi.
Lida ai reepostas p|elo presidente do jury de
seo ten ga, o Sr. juiz d| direito publicoa aaa aen-
oa e rdo a pena de sais
simples e mulla corres-
empo e as cuitas,
adiando-a pira aaia ac-
anale.
Daicirragam no dia 5 de julho.
Brigoi portaguezJevem Ameliamercadorias.
Brigue ioglezStephen Sirahidea.
Brigue portuguezAmalia Iidem
Brigue togiezCantoscarvio.
Importado.
Brigue ioglez Sttpht* l Sarah, vindo de Lon-
dres, comignado a Aothe & Bidoulac, manifeitou
o aeguinte:
8 caixaa e 1 barril cobre ; Nicolao O. B. & C
100 ditas chumbo de manicio; a Rabe Sch-
mettean & C.
2 barr* vinho, 20 diloi tinta, 58 ditos ealitre,
400 ditos plvora ; a H. Gibaoo.
8 fardos pspet, 2 caixai cobro, 50 barril salitre;
Parent* Vianna & C.
50 barrica cerveja, 1 dita farinha de trigo
J. Jeffroi.
18 caixas cb, 125 barricas cerveja, 5 barris
oleo deliohac ; aJohneion Pater &C.
. 100 cala cerveja, 12 barricis e 3 eaixss dro-
5*?i.6-^*l 0,eo de linhanca. 2 ditos cerveja, 1
Calxa .TtflOS; IT. G. de tlTelr.
k* ".fUlcobre- M b*"u chumbo, 28 caixas
-Cfi-i lOOfbarrla plvora ; a J. Antonio M. Das
& C.
1 calxa lecido de linho, 1 dita ehapoa de sol
de seda, 1 barrile 1 caita drogas, 1 dita papel, 1
barril tinta, 1 caixa medidas, 12 arcos, 1 caixa
escovas a D. Gaimaraea & C.
12,ditai obrai de ferro, 40 feixes i;o, 7 caixas
obrai de.zinco, 50 barril salitre, 400ditas plvo-
ra ; a S. P. Johnaton & C.
400 barra plvora ; a Adamson Hovrie&C.
200 ditos dita e 50 ditos aslitre ; a Patn Nash
& c.
150 ditos dita ; a Scolt Wilson.
50 barris salitre ; a Saunderi B. & C.
140 tonelada carvio de padre ; a Rothe & Bi-
dolac.
Differentei obejectoi e materiaes para a ponte
da Boa-Vista ; a H. Green & C.
Rate nacional Novaes, vindo do Rio Grande do
Sul, consignado a Marques, Barros & C, maoi-
feetou o egafote:
10,422 arrobas de carne de charque, 403 ditas
I-de sebo em pao, 246 ditas dito em bexiga e 50
couros seceos ; aos mesmo?.
Exprtaselo
do dia 3 de julho.
Brigue inglez Black Prince, para Mancille,
carrega :
Tisset freres, 1,700 saceos com 8,000 arrobas de
assucar.
Brigue portuguez S. Manoel I, para o Porto,
carregaram :
Carvalho Nogueira & C 400 aaccos com 2,000
arrobas de assucar.
Patacho inglez Busy, para o Liverpool, carre-
garam :
Mills Lathim & C, 34 saceos com 179 arro-
baa de algodio.
Heeenedorla de rendas internas
Caraca ele Peraaaahaea.
Rindlmento do dia 1 a S 3:054$132
dem da dia 4 ." 1:069*466
4:123|598
Conaulado pro viudal.
Randimento do dia 1 a
dem do dia 4 .
13:661|71
4:6626S4
18:3z3955
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 4.
Sanios20 da*, brigue Inglez Zo, de 191 to-
neladas, capitio E. Reddeo, em laitro: i Tu-
sei Frere & C.
Nio houverim sihidn.
Editaes.
Une, pela quil eoo<
mezei e mel de prisa
pondente amelada do
Levantou a sessio,
guile is 10 boris da
Pul
=
Atlendi
Qaaodo o labdelegai
qaalquer desmenta o "
seo respeito lira
auo do psz, orli
cha oo camiobo reci
d crine, enligar a
a
podido.
etridete.
> de pollera de om lagar
>>ro conceito, -que a
eeraa nntalao, om
i diitriclanoi a alar-
Si. faxendo punir
fo dlliqaente de
0 Dr. irutao de Alencir Arirlpe, ofBcial da im-
perial ordem da Roas, ejoiz de direito espe-
cial do commercio eeta cidade do Recife e sea
termo capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. 1. e c. o Senhor D. Pedro II, que Deui
guarde, el.
Face siber pele presente qoe no dia 21 de ju-
lho do correte enno se Jiao de arrematar por
venda a qaem roait der em praga publica deite
juiro, depois da audiencia reepectiva as merca-
dorias e os objectos seguioles :91 girnfas coa
coneja, avallada cada orna a 320 n., 299120 ; 55
ditas com licor francs e da Ierra, avallada cada
urna a 300 rs, lfepOO ; 27 duiiaa de pratos de
boira azul a ig, 275; 18 duzlas de Ugellal bran
cas a azaas a 1, I8J; 24 baciaa de rosto, ava.
liada cada ama a 320 rs., 79680; 9S manteguel-
rai siiuucireiroi 880 ra., 295660; 13 deziaa
de pires brancoi, avadada cada duzii a 240 rs.,
38120; 4 duzin do ehiciMi a 240 n.. 960 n.;
18 garrafa., de vidro brancas, avallada cada urna
a 400 r., 79200; 24 dizin de copos pequeos e
grsodes i 18.249; 16 frascos de conserva, ava-
llado cada um a $80 rs., 89; 9 librs de chi pre-
to 1 19.99; 11 oariees a 500 fs., 55800; 18
pratoi ifaressas, avllalo cada um a 240 rs.,
4g820; S-pegu de roar;a de barro 120 ra., IJlCO;
1 Jarro braoeo, sem vilor; 3 dtloe de eer, aem
?alor; 2 terrinas ; 2 cafeteiral 1 flbtfrb 400 rs.;
4 gsrrafoes com levada, petando 54 libras de se-
vada, avalia,u cada libra a 100 rs.,59400; 55
arrafoea peqoeaso e grandes 610 rs., 851260;
68 praloi para doce, avahado cala um a 100 rs.,
69600 ; 10 andoas-di fl liara* a 100 rs.. 19; 4
ites de 1 libra 1l!l\as.,3Ors.; 4 copos de bec-
240 i
barris vatio* a 640
arjlitot para den tes,
avahado cada masso I ICO rs.. 85 ; 2$ ditos or-
dinarios e 80 rs., 89 5 93 aaun?os do ilhos. ava-
?'* a*a amajaMeale taw, seto mil e 808 n.;
22 fcI,w;eSE J^" 1W4'as
de foltias de lotrro a 289., 52000 e^saaatbaii01 a
10 n., 5080*.; 1 barrica com tres irro 1 de al-
fasoma avallada cada arroba a 29, 69000 ; om
lata do bolaxlnhas do soda por 19, I9OOO : cem
oordaa o 20 re.. 29OOO ; dezeaove edeea a 28 rs.,
380 n. ; 6 boies izues de bocea larga a 500 re.,
39OOO ;1 barrica coa 300 launis a 80 ri. cadi
urna 249000 ; 25 toroeirse de pin avallada cada
orna a 80 rs.. 29000 ; 5 latas de cha braieiro
com aete llbraa e meia a 500 rs., 39750; 19 libras
do bombo de aneiceo a va liado eada libre o 160
rs. 8JJ420 ; 9 libras de cooella 1 400 rs.. 3g600;
50 duiiaa de pwnads avahado coda dnzia a 168
rs., 89OOO ; 2 vidros de boets larga a I9SOO. 39 ;
S4 chapeos de palha decarnaaba a 100 ra., 29400;
8 daziai de embira avallada cada dnzis a 200 rs.,
1 depoiito de azeito de carripato por 29,
,6 garrafas deiiiafrd* avahada ceda gar-
240 ra., 480 r*.; 4 massos de pina quaris 1
69000 ; 1 testa de palha por 640 rs., 640 ;
cafas de tinta por 500 rs., 500 rs.; 20 libras
baco simonte avallado eada libra a 980 ra.,
49OOO ; 10 libras de ervsdoce avahada cada libra
200 n 29OOO ; 12 ditai de eravo da India 240
ra., 29880; 1 arroba e meia de eaf avallad! ca-
da urna libra a 200 rs., 90SOO ; meia reama de pa-
pel alma-jo por 19, I9OOO ; 4 libras d>palioha de
coser chapeo avallada cada urna libra a 100 rs.,
400; 1 bomba de cobre de bareses com oito ti-
bria a 820 rs., 29560 ; urna armario baldo .0
duse vidraca, medidn e mal pertencea e na
candietro de gas aveliamoa em 250J8QG. 2509000;
prefazendo ludo a quantia de6849810, lio per-
tencintei a Joio Duarte Hagenario, e vio a praca
per execocfce qae contra o mesmo encaminha
Josa Antonio de Azevedo, e ni (alta de licitantes
erio arrematados pelo preco da adjudica;5o cem
o abatimeoto respectivo da lei.
E para qae chegae a noticia a quem convier
maodei pastar editaes que serio affixadoi nos lo-
gares do costume e publicado! pela imprecas.
Dado e passado nesta cidade do Recita de Per-
nambuco aos 3 das do mez de julho de 1862.
Quadragesimo da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu Maooel de Carvalho Paes de Andrade es-
crivo o escreviTrittao de Alencar Araripe.
Faculdade de Direito.
De ordem do Exm. Sr. comelheiro-director
interino se faz publico qne em Gongregacao de 7
do passado foram habilitado! para o prximo
concurso 01 candidatos inicriptos, Drs. Francisco
de Paula Sales, Jos Liberato Barroso e Antonio
de Vatconcellot Meoezci de Drummond.
Secretaria da Fscnldade de Direito 4 de junho
de 1862.O tecretario,
Joa Honorio Bezerra de Menezea.
Baha.
O hiato Santa Rita segae oestes das : para o>
resto da carga que lhe falta, Irata-se (coro Cete-
no Cyriacoda C. M. A C, no lado do Corpa.
Santo n.
Kio de Janeiro
O brigue brasi
crranle psra o Rro
en carreganjeato
ta-ae com Os cooi
& C.
fredo segu at 15 do
ero per ter a borde
resto e eicravot, tro-
arios Marques, Barre*
IIH***&. Miguel. '
Para a Ilha de S. I ^ com murt.
brevidade o patacho portojaTec Urna de orimeirr
maMha, tem dous lercos do seo carregameoto'
prompto e para o resto da cargo, e paasag|ri>s '
trals-socoa o ieut consigoitarioa Joao do Rea
Lima i Irmao : na na da Craz n. 88.
Para jfc
Rio-Grande do Sul
com escaa pelo Rio de Janeiro
seguir com torta a brevidaeTo O brigd* nacios!
Mrquez de OUnda, do prtnlrira marcha, tem
ja prompta a maior parte ee seu catregamoeter
para o restante trata-se com Ulnse Ignacio
de Oliveira & Filho, no largo do Gorpo-SaBto>
o. 19.
-----
V
Rio ^Janeiro
eelftracfs.
mulla br
Pretende aegnir com mtla brevidade par or
Bio de Janeiro oveleir e bese conbecido brigae
Baciooil Almirante, tem par* de ten cirrega-
aento prompto ; para o resto qoevlbe falta, tra-
ta-ae com 01 seus consignatarios AManfo Luir da
Oliveira Azevedo, no seu escriptorio\na da Croa
numero 1.
Obras publicas.
Ponte de S. Joao ou Ca-
morim.
O director dae obras publicas competentemen-
te aatohiado pelo Exm. Sr. pretldeute ra pro
viocia, fax puhjiico que os deseohos e br;amentos
psra urna ponte de ferro que se hs de construir
sobre o ro Capibaribe, na estrada de Pod'Alho,
perlo dos eogenbos de S. Joao e Camorim, de
conlormidede com o 5. art. 13 da lei do orga- I
monto vigente n. 5)4, se achara patentes na re-j
partijao dis obras publicas, onde serio ministra-|
das todsi ai informacoei aacessarias aos que pre-1
tenderen) contratar a construccao dessa obra.
As proposlas para a construccao dessa ponte ,
deverio aer remeitHas em cartb fechada ao dilkWi
mo Exm. Sr. presidente ; declarando se no so-I;
bro-*scripto propoata para a ponte de S. Joo J
Essas propottas serio recebidaa aomenU al o dia 1]
21 do cormoto Biez a bertas no lia a*, no pala-
cio do governo, em presenca dos pfoponentes,
que allideverao comparecer at a 1 hora da tar-
de do mesmo dia.
O gorerno nio le obrig a aceitar a proposta
mais baixi em preco, se tsmbem nio spretenlar
todn as garantas necessaras i boa execagio da
obra, alem de algumas outras condicoes que lhe
sejam favoraveis.
Di'ctoria d*a obras publicas 4 de julho de
1861.O director, W. hiarlineau.
Pela thetouraria provincial se faz publico
que aobra da bomba do riacho Chacn na ra-
micaio da esirada de Muribeca foi transferida
dar o da 10 do correte.
Secretaria Os thesouraria provincial de Per-
os mbuco 3 de julho de 1862.
O secretario,
A. F. da Aonuncia^o
Pela sacrelaria da cmara muoicipal desta i
cilade s faz publico aae cootinaam em praca
00 pago da mesma cmara 00 dia 7 do corrente
os alugnere das lojas ns. 4,18, 20, 22. 24, 26,
28,80 e 40 da praga da Independencia que flea-
ram por arrematar. Secralaria da cmara mu-
nicipal do Recite 1" de julho de 1862O ofi-
cial miior servioJo de secretario, Francisco Ca-
nuto da Botgnagem.
COSriJtBU PERllBlICilU
DK
Navegacao costeira a Yapor.
O vapor cPersinunga>, commandanle Moarar.
sahiri para os porlos do snl tocando as escalas
no dia 5 de julho, s 4 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 4 ao meio dis, Ea-
commendas. passageiros e dioheiro a fre at
o dia da sabida ai 2 horai: scriploro notorio
do Mattos n. 1._____________________________
Para Maranho e Para.
pretende seguir com muila brevidade o veleiro 9
bem conhecido patacho nacional rEmolac&o, ca-
pitio Antonio Gomes Pereira, tem parte de seo
carregamenlo prompto ; para o resto que lhe fal-
ta, trata-se com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo i C 00 seu escrptoriat
roa da Cruz n. 1.
MHd&a.
Segunda-feira 7 do corrente.
0 agento Almeida autorisado por orna pessoa
que se retira pars fora da cidade far leilo da
cadeiras de Jacaranda, sof, comraodas de ama-
relio, 1 secretaria de mogno, 1 dita de Jacaran-
da, apparadores, bancas para roltarete, censotosr
de amarello, marqoezas, 1 rica cama francezado
Jacaranda, candelabro e serpentinas de crysra!,
jarros pira cima de consolos, urna coiieccj et
quadros com molduras, apparelba para jantar er
muiloa outros objectos de apurado gotto, em 90a
escriptorio ra da Caleia do Recife o. S, as 11
horas do dia cima .
Co*reio
Pela adminiilrar;io do correio desta ciJade se
fiz publico que hoje () as 3 horas da tarde em
ponto fochar-se-hao as malas qoe deve conduzir
o vapor coslelro cPersinungse com destino pro-
vincia de Macei e porlos Intermedios.
THEATRO
DE
antalsab
COMPAMIIA LYIUC4
DE
Ge MrVHINiaKGHU.
AMANHA
Sabbado,5dejalbodel862.
14.a Recita da assiguatura.
Repete-se a MUITO APPLAtJDIDA OPERA de
Donizettl
Os bilheles
culo.
Principiar s 8 horas,
esto 4 venda no dia do especta-
0 agente Almeida far 'eilio por mandado do
Illm. Sr. juiz de orphios, de um carro de quar
tro rodas, urna ptima parelha de cavallos para
carro, nm carneiro e am carrinho para o mes-
mo ; na mesma occatiio vender por conla 0
risco de quem pertencer um cavallo para cirro
e erreiosde cerro ecubrioiet, na porta da esso
cia;ocommercial sll horas da mai.ha.
IS
^r-jaOti
*>-'W% martimo*
Kio de Janeiro.
O brigue braeileiro Deolinia ainda recebe car-
ga e escnve e frete para o mesmo porto: a
tratar com os eooiignataros Marques, Bsrroi &
C largo do Corpo Ssoto n. 6.
LOTERA
HOJE 5 do corrente mez andarao
'mpreterivemente as rodas da primeira.
parte da primeira lotera a beneficio da
matriz da freguezia da scade,no con-
sistorio da igreja de N. S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meioc
bilhetes acham-se a venda na respec-
tiva thesouraria ra do Crespo o. 15,
e nal casas commissionadai praca da
Independencia n. 22 taja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperatriz taja de
ferragens n. 4i do Sr. Pimente), roa
Direita n. o botica do' Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia do Recife taja u. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ at aa de 10$ le-
ra o pagas urna hora depois da ex trac-
cao, e as outrps, porm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
O theaoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de 3quct.
mmm mmmm
na
Navegotaa costeira a vapor
Paiahib, Rio Grande do Norte, M.
a* dAu', Ataeoty, Cear',
AttrlC' e Granja.
0 vipor Jaguaribe, commaodaoU Lobato..
nhir para 01 partee do oorto eH o no dia 7 de julho 00 5 bocee Oa tarde
Recabe carga at o dii 5 ao meio dii.Kacom-
tda, pasi jMIrds e diuheiro a frete atd d d!i
. tahde BThoras; escriptorlb ttb PdrsO do
Uittoi fi, 1,
GdANfli
Laboratorio a
apor
DE
Roupa Uvada e r^|nminriiTn
de Ramos dW imentel.
Os denos dos numero* Dko mencionado
sedees mandar buscar aa feeefl titeis que es-
li proa plai: 34. i, 6,10, S. 118. 30, di, 110.
132. lt, 153, 169, 18. 46. 88,128. 14, 57, 77^
fio.
lili ni !!" Mlllllll ... 11 11 11 1 i|
- Offerece-te urna mulherpara ama: oa ruar
do Pono b. t5.
- frena-ie fio aillo a liha^unto ao S-
chiag. otas casa de pedra a cal (pateo a mr-
ndo rio Caiibarib, emttm como aorroeae ojifw
Olea para plantense do Oapiej e- eauas la.
vourai, nadando ter tsmbem vaceas de lelto ;
quoa fdlastBder dirfji-se i ral doa Pife o. 33
quo achira com qaem tratar,
IlLEGIVEL,!











ISSSSSSSSSBBBl


MANO M flRAUPOQQ. *, SABB4DO t Dft JDLUO a* H62.
Criado.
Na ra d* Penha n. 6, primeiro
dar, se dir' quem precita de
criado. *
an-
um
Anlas.
"'.
-ie tallar com as pessoas
ababo) mencionadas a negocio que nao
ijMKpram, na ra Nora n. 47.
lia Magdalena d Oliveira e Mello.
njsciaco de Pula Rufino, morador
"To Cabo.
Joi Luis de Souza.
Jote Antonig^Aes.
aciscjSe S
Luiz Francisco
SouEa Jnior.
Joao Pessoa-i^Gama.
Ethelvino Da A de Araujo Machado.
Cassiano J odrigues Pimenta.
Jote Do i do Carmo e Silva.
Joie Flix de Altneida.
Lote Antonio de Aiaujo
Francico Pinto Ozorio Medeiros.
*------rf^-'j..._..__ y-pr-
endar da cata o. 67 da ra No-
va, fugio um papagato para o lado da ra daa
dado no p parte da correte de lati
que o sea; toa galola ; tallador, chama pelo
come de Ua, Alrero, etc., pesaos que e
pegos f fedo restituir um favor maoda-lo
levar Mfkima, que ie greticar com 105,
ea meama graticaco ae dar a quem deacobrir
a casa esa que elle esteja.
Oa abano assigoadoa dect.rsm ao>>teepeit.-
vel corpo de commercio que deata dia em di-
ante deixa da faier parte da firm| social Ovarte
4 C. destapraca o socio Paule. Ferreira da Silva.
Recite 4 OMulho de 1862.
"*onio Fernn'*.s Onarle Almeid;
Jdaquim Jos jomesde Souza.
^ Piulo Terreir. da Silva.
Fugio um meu,escrito
1661, crioulo.
em dias de novem-
bro de leol, crioulo. de come Alexaudre, de 22
anoos de ldade, e al esta data nao spparecido,
o qaal tem os signaos saguiotes : preto, figura
He, secco do corpo, pouca barba, algam cabello'
oo qaoixo, o rosto liso, olhos grandes papudos,
canellacomprida, ps compridos e seceos, bam
limpo, tem a habilidade de carreiro por ndar
tora carros, e sabe trabalbtr de entibada e foice,
pode passar por torro : roga-se as autoridades
poiiciaes e tambem aos capilaes de campo que o
apprehendaoi e conduzam-o ao eogenho Jundi,
comarca de Nazareth da Malta, que serio bem
recompensados de stu Irabalho.
_______Domingos Coitinho de Araujo Pereira.
Havendo-se em um doa tumos diaa do
mez passado entregado a um preto, aflm de levar
loja dos Sn. Bastos & Reg, oa ra Nova, 5
peca de urna fszeoda preta de lia e algodio or-
dinaria, a que ae d o nome de alpaca de cordio
ou gorgurao, embrulhadas em papel amarello,
acontece que, nem aa ditas 5 pegas foram leva-
da indicada loja, nem o preto que conhecido
pelo respectivo caixeiro ha depois desse dis sido
visto: roga-se a quem podar dar iuormaces a
esse respelto, se dirija ao armazem o. 36 da rea
da Cadeia, asar recom peni ido, quereodo.
Antonio Joaquina d* Pasaos, legalmente auto-
risado, tem abctU mhu aulu de ltiro e frin-
cez : na roa Beata o. SI.
Ji
Precisa-ee de nra homem que saiba renar
assacar: a tratar na tefinscao da Paisaeem da
Magdalena.
Offerece-se urna ama da lette
Uorlaa o. 21.
Preciaa-ae de urna ama para ciee de pouca
familia : a tratar oa ra do Queimado o. 7, oo
no Recite, roa da Senzila o. 140, segundo andar,
prximo ao becco do Capiro.
Ama de leite
Quem precisar de urna ama de leite, rinda do
mato, e cuja conducta 6 garantida, dirjase a raa
da Gloria o. 44.
Toda attenco.
Custodio Jos Alvea Gsimariee avisa ao .rW
Kltarel pablico, principalmente a todos os Islas
iguecea a amigos, que se madoo. da loja da
sguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem conhecida a inliga loja
de miudexas que toi do fallecido Joao Ceg, boj*
ser conirecida pelogallo vigilante,a pede ao
respeitavel publico a aos seus freguezes e amigos
que o queiratn procurar no dito estabelecimeoto,
onde acbario um grande sorlimenlo de miudezss,
que affisnea servir bem e vender por menos dez
oa Tinte por cento, do que em outra qualquer
parte.
!
Ama de Lite.
Preciss-se da urna ama de leite ; na ra do
Imperador o. 45. segundo inder.
Germana Zebbauer, Paroela Bruikekhaaser
retiram-se para tora da provincia.
Vicente Polida, subdito italiano, vai a Mj-
ceio.
Alaga-se ama casa na Paaaagem da Mag-
dalena, junto a ponte grande n. 59, com I salas
copiar atraz, 8 quartos. solio, excellente baoh
no uodo, quintal murado, e c.cimba ; as pea-
aoas que pretenderen), dirija m-so a rus DJroiZ
namero 3.
\
Casa para alugar.
Aluga-se urna caaa oa Capuoga Nova, raa das
Pernambucanas, com 4 quartos, 2 salas, cozioha,
grande quintal todo murado com arvoredos, ca-
cimba e tanque ; o aluguel commodo : na ra
do Imperador o. 46.
MsaaWasaS aSafipattMBaata
. IHSSvvN WM^PSMBW|S
Saques sobre Portugal. 2
O abaixo sssignado agenta do Banco 1
Mercantil Portuense nesta cidade, saca
effectivamente por todos os paquetea ao-
b.a o mesmo Banco para o Porto a Lis
boa, por qualquer somma avista a a pra-
zo, podendo logo os saques a prszo serem
descontados no mesmo Banco, na razo I
de 4 por cento ao anno aos portadoras
que aasim lbe eonvier : as ras do Crea- S
po n. 8 ea do Imperador n. SI.
J oaquim da Silva Castro.
Mmmmmm mmmmmi
Aos Srs. consumidores de gaz
Nos armazens do cica do Ramos ns. 18 e 36 a
na raa do Trapiche Novo no Recite n. 8, so ven-
de gaz liquido americano primeira qualidsde e
recentemente chegado a 14j> a lata de 5 gales,
assim como latas da 10 o da 5 garrafas a em
garrafas. ____________
Ao respeitavel publico em geral, e ao
corpo do commercio em particular.
K. C. P. de Burgos Ponce de Len, em satiafa-
cJo sos desejos de sea sogro o Sr. commendador
Antonio de Siqueirs Cavalcaoti, tendo deixado a
vida de agricultura e depoia a do commercio,
acba-se hoje ompregado no foro desia cidade co-
mo solicitador de causas, e nesta condicio offe-
rece seus servicos aoa que qaiserem lhe cooQar
aa suas demandas, essencialmente as que devem
ser tratadas perante o juizo commercial, nao s
porqae se jalga de alguma forma habilitado, co-
mo porque nesta especie aaisae dedicar.
O solllcitador Burgos se prestsr gratuitamente
a fazer valer os direitos dos que realmente po-
bres, estiverem* dolorosamente aob a oppreaao
dos descomedidos e iosuportaveia caprichos de
ioj.gtos poderosos.
Elle pode ser procurado ns raa de Santo Ama-
ro, eass o. 26, que Bca por traz da raa do Sol.
das 6 s 9 horas da manhia, e das 3 s5 da tar-
de, e no intervalo de 9 as 3 horas, no eacriptorio
da ra estrella do Rosario, sobrado n. 27, ou na
I ala daa audiencias.
Barato que admira.
Ka tu. Ao Crespo *. 14.
Liquijaco.
Cortea de seda de
queno toque a 20, 25
com becados com pe-
ditos de seda de qaa-
na raa do dros a 10 a 12, ditos de gaxe barege com ba'ba-
dos a 5|, 7, 8 e 10$. chaly clorido de lia e seds
a 400 rs. o corado, barege de seda a 320 e 500
rs. o corado, liarinha* de corea lisas a de qua-
dros, corado a 320 e 400 rs., alpaca da seda de
quadroi a 300 e 360 o covado, bombazloa de di-
versas cores entestada a 700. 800 e |p o covsdo,
vellado de cor superior qualidade a lj>506 e 29 o
covado, groanenaple de corea com toque de mofo
a 300,400 e 500 rs. o corado, aada do cores la-
vradas algo corado, cassas e organdya a 200 e
280 o corado, cortea de colletea do reliado da
r cores de seda a 39, ditos de gorgurao de seds de
. cores a 2e 19500,Mitos de luatio de coreas 200
0400 rs., ditos de setim lavrado a 1 iOO, chales
de louquim bordados s 10$, mantas e los de fil
preto a 4 e 69, brim brinco de linho a 700, 800
o 19a vara, tapeteado cores psra sala a 4 e 5f,
ditos grandaa avelludados a 12 e 159, pannos de
cisemira a 4$, 5, a de 29. paletols de brim brac-
eo a 39. ditos psrdos a 29500, ditoe de casemira
a 6*J, ditos de lpica a 4 e 69. colletea de gor-
girio de cores e de setim preto a 3 a 49, zapatos
de borracha a 19, mantea a gravitas de seda de
cores para homem, que rende-se por todo pre--
(0, meias de seda prelaspara homem e aenbora
a 1. 19500 e 29. leras de sedado corsa a 200,
400 e 600 rs., ditas de retroz a 600 e 800 rs., ri-
cos vertuarios de cambraia bordados psra bapti-
aados, e ditos de fustio e gorgurio psra enanca,
que se vendem qor todo prego para acabar, cha-
les de lia da camello acroch a 4 e 5|, mantele-
tes de grosdenaple a 99, casaveqaes de cambraia
a 29, ditos de fil a 59, espichas de merino para
aenhora a 59, chapeos de seda enfeitados, tanto
para seohora como para menina a 29, e 3$. en-
feitea de flores e froco do ultimo goslo a 500,19
e 1J500, diversos surlimentoa de chita e casn
preta em retalho a 100 rs. o covado, malas para
viagem a 6. 8e 10$, um completo sorlimento de
tiraa bordadas a ponto ioglez, franja de aeda, ti-
co francs, e outras muitaa tazendaa que se ven-
de por prego multo barato por querer acabir.
ENSINO
Pratico-Theorico
SEGLTOA EDIC(L10
THESOURO
DO
3-Ra estreita do Rosario-3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar dentes artiflciaea tanto por meio de
molas como pela preasio do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiqaem a rontade de seus donos, tem pos
outras preparacoe as mais acreditadas
para conservacao da bocea;
Francisco
Europa.
Jos Pacheco de Oliveira vai
HOMEOPATHICO
oo
Vade-mecum do homeopatha
pelo aoutor
UWM ID. L fll.
Este livro que se tem tornado tao popular,
quanto necessario, acaba de ser publicado com
todos os melhoramentos, qae a experiencia o os
progressos da sciencia tem demonstrado. A no-
va edicQio em lado superior primeira, en-
cerr :
1.a Haia ampias noticias acerca do cautivo
das molestiaa, com indicaedea mai proveitosas
dos medicamentos novos recentemente ezperi-
meotados oa Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2.* A exposicio da doutrina homeopatha.
3.* O estudo da apropriacao dos remedios se-
gundo as predominancias dos tempersmentos,
das idades, dos sexos, e segundo ss circumstan-
cus atmosphericas etc., etc.
4.* A preservado ou prophilaxia das molestiaa
hereditarias.
5.* A preservarlo das molestias epidmicas.
6.* Urna estampa Ilustrada demoostrativa da
continuidade do tubo intestinal desde a bocea at
o snus etc., etc.
Vende-se ns pbarhacia especial homeopa-
thica, propriedade do aathor, raa de Santo
Amaro (Hundo Novo} n. 6.
Preco de cada exemplar. 209000
N. B. Oa senhores ai signantes queiram man-
dar receber seus exemplares.
Antonio Aagusto Rodrigues de Mosquita-
subdito portugus, retira-se para a cidade da Pa
rabiba.
Consultorio medico-cirurgico
3-IU3 A. D\ GLORIA CASA. DO 13N1>iiO-3
Consulta por ambos os systemas,
Em conseanencia da madanca para
fazer ama reforma completa em
:mento acaba de
a sua nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
r.eta em lodosos seus medicamentos.
.fc l!L0 V&?? T*8 H< o seu estabelecimeoto nio se confundam com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que aempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaugio de necrevero sea nome em todos os rtulos, devendo ser consiKoa mo?uSS
dos todos aquilea que forem apresentados sem esta marca, e qaando a pesaosi "Trnandar com"
S"m^rooeSao0^e?oemVCOn,Panhar "" HM,ta ^'^ E BVSfZft
m.d^..U.^SLm;,^S'i6r(Ceb1rd' FFanc8rnda por5aoda tnct.r. da acnito a belladona, ra-
mosa asteado summa importancia ecujaa propnedades sao lio conhecidas qae os meamos Sra
mdicos sUopalbas empregam-as constantemente. q mesmoa Srs.
Os medicamentos avulsos our em tubos qur em tinctaraa caslarlo a la o ridro.
.^*m Proprietario deateestabelecmenlo anuencia a aeus clientes e amigoa que tem commodos
aafflcietee para receber alguna escravoa de um e oatro sexo doentes ou qae p*Taam dW ^lSm!
-operaco. aAancando que Serio lutados com todo o disrelo e Sr^ttlK '^S?Lg-.a|fgg
DA\
LINGUA FRANCEZA.
SEGUNDO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H. G.Ollendorff
PARA
Aprender urna lingua em seis raezes
POR
Cicero Peregrino,
Bacharel em direito.
2 volumes em 8.
Sahio do prclo o 1.* rolume desla obra, intei-
ramente nova, e nica escripia em poitagaez por
aqaellesystema, approrada pelo conaelbo direc-
tor da iostruegao pablica para servir de compen-
dio nss aalas publicas de instraccio secandsria
da provincia, accommodada ao aso de quantos
pretenderam fallar e Iraduzir com propriedade
a lingua franceza.
Acha-ae renda no escrlptorio do sutor, raa
do Oaeimado o. 26, onde ainda se recebem as-
signaturas (7f000), at a publicacio do 2 roa-
me ; depoia do qae render-se-hio a IO9OOO os
exemplares.
mrrrrtt
Ama de leite.
Preeiss-se de ama ama sem
gstovello o. 12.
filho : na ra do
Aloga-se
k RA DO EIMDO MA6
Utu. .SamSS mkS *,* 0,b"""co P"nno 289. 309 e 359. casacos mullo bam
feiUs a 25|, 28f, 30| e 851, paletota acasacadoa de panno preto de 16 at 259. ditoa de caaemira
de cor a 159,.181 e 201. palatots saceos da panno a caaemira da 89 at 14, ditos saceos da alpaca
m erin a li de 49 at 69, sobre de alpaca e marin de 7 at 109, caltas pretas de casemira di
s| at 141, ditoa de corde7# at lOf, roapas para menino de todos oa tamanhos, erando sort-
mento de roupss de brina como seiam caigas, paletota e colletas, ortlmento de colletea pretos di
mtim, casemira e velludo de 49 a 9f, ditos para casamento a 59 e\69, paletota ora neos do bra-
seante a 49 a 5|, caigas brancas multo finas a 51, e am grande sorlimento de fazendaa fina s a mo-
mrnas, completo sorlimento de casemiras inglezas psra homem, menino o senhora, seroalss de
doho a algodio, chapeos de sol de seda, luraa de seda de Joarin para homem a senhora. Te-
laos ama grande fabrica de alfaiale onde recebemos encommendas de grandes obras qae pars
nso est sendo adminiatrada por um hbil mestre de semelhante arte e um pessoal do mais de
llncoeota obrairos eacolhidos, portento executamos qaalquer obra com promptidio e mais barato
de qaeem oatra qaalauer casa.
ARMAZEM
dx*M eiro
_ TVa ni
eiro e
na-
Alega-so por mez um escravo co
oatro para todo aervico ; na ra Velha
mero 85. }
il 6--Ana da Cruz\ 6
O Dr. Rocha Bastos
di consaltas todos os das.
Cura radical e em pouco das moles-
lias ayphiliticas e dos orgios genito ari- |
S
i
I
I
8
narios.
Consaltas de grsca das 8 as 9 horas da
msnhia.
Precisa-se alugar urna ama secca
que saibi layar e eogommar para \ o
servico de urna casa de pouca familia :
na ra estreita do Rosario n. 10, segn
do andar.
ROJPA F
MKBS
Joaquim F. dos Santos
40Ra de Queimdo40 .
Defroute do becco da Gongregayo letreiro verde.
Hasta astabeiecimanto ha aempre um sorlimento com
todas as qaalidades a tambem se manda exacatar por med
zea para o qaa tem am doa melhores professores.
Casacas, ^anno preto a Of,
851 309000
Sobrecaros de dito dito a 359 e 309000
Paletotade panno preto a de co-
res a\359, 309, 259.109,189 o 209000
Ditea de caaemira da corea a 229,
pieto de roapa taita de
da i rontade dos fregae-
Agenciidepassaporte,
Claadino do Reg Lima tira psssaporte para
dentro e fora do imperis por commodo preco e
oresteza ; na ra da Prala, primeiro andar o. 47.
Irmandde do Divino Espirito
Santo.
O procarador geral da irmandde em coofor-
midade com as disposices do nosso compro-
misso, convida aos membros do conseibo fiscal,
qae nio fizeram parte da mesa regedora linda,
a comparecerem em nosso consistorio domingo
6 do corrente is 10 horas da maohia para a ori
meira sessio ordinaria de que trata o art. 83 do
meamo compromisso. Consistorio da irmandde
do Divivo Espirito Santo 3 de jalho de 1862.
O procurador geral. Joio Alvea Hachado.
Est jeata a compra da casa terrea n. 13
na ra da Malillas Ferreira em Olinda, perten-
cente ao Sr. Francisco Antonio da Silva : quem
se jalgar com direito a ella, dirija-se a raa do
Qaeimado n 15.
_ todo o disrelo
aquellas que ti tem tido escraroa na caaa do annuniante.
A situacao magnificada casa, a eommodidade dos banhos saltados sio
ajana para o prompto restabelecimento dos doentes.
outras tantas ranta-
t de tarde
^e-nder
/STA1^ qn"rem alIr eom. nnnciantaderem procura-lode manha at 11 horaa
./u f ndla0"' i"r dei "}m? \tbri0 "i "" P" quem ae podero en-
raa da Glla n. 8 caaa do fundi do Dr. Lobo Moteoxo. p"
Especial taOmopatlco
D DI. MM9
Pate da Matriz de S. Autonio n. 2.
H kiMmpK granda mmMHo dos rfdriMdic.iMnl. bomwubiai.oi.Mndu am P..
prepiradores de remedios da homeopsihta.
O proprietario desto ensaltorto nio pretegjtW ^lodaru, que seiam os seus medicamentos t.
infalliveis, porqae nada ha infalkvel em faetos manos; nem lio pouco superiores sos que por ah se preeoninm, porque certo que o que nos fsiamo,, outro o pode egualmente fazer tao bora ng
-AlTlftA TtlalhAP saafciai -* m<*. __ll^ _* 1____^. df^aBBaBBaBBBaak -
Aluga-se um moleque de 16 aonoa para to-
do servico de urna casa e urna escrara s pare
o interior: na roa da Imperatriz n. 86, primei-
ro andar.
Escriptorio de advocadas
Ra do Imperador, n.
37, primeiro andar, a es-
querda.
Neste estabelecimeoto trabalhs o adro-
gado Joaquim Borgea Caroeiro (gradeado
em direito pela faculdade do Recite) des-
de as 9 at as 3 horas do dia.
Advoga em todos oa juizos e tribanjei
desta prag, e entarrega-ae de negocios
para o interior da provideia, principal-
mente para aa comarcaa de Santo Antao
Rio Formoso, Bonito, Nazareth e Goianna!
Recebe gratuitamente as cautas dos
desvalidos, nao podendo cada qual tra-
zer mais de ama qaestio por vez.
No mesmo estabelecimento solicita tu-
se litlos e patentes de empregados p-
blicos eofficiaes da- guarda, nacional do
interior, mediante mdico estipendio
Em sua (alta e impedimentos ser
substituido, oos negocios civais, pelo Sr
Dr. Joaquim Jos do Gsmpos, a aoa do*
WWIMWs Mm wommS
151.129.79 e
Ditoa de alpaca preta golla de
reliado fraacezaa a
Ditos da marin setim pretos e
de cores a 9f o
Ditos de alpaca de cores a 59 a
Ditoa de alpaca preta a99,79,59 a
Ditos de t>rim da cores a 51.
49500. 4 e *'
Ditos de bramante delinho brin-
co a 69. 5f e
Ditos de merino de cordio preto
a 159 a
Calcas de casemira preta ede co-
rea a 129. 109, 9|, 79 e
Ditas de prlnceza e merino de
cordio preto a 59, 69500 e
Ditas de brim branco ede cores a
59. 49500 a
Calces de ganga de cores a
Gollete da reliado preto e de co-
rea Usse bordadoa a 129,99 e
Ditoa de casemira preta a de co-
rea lisos o bordados a 69.
59500,59
Ditos da setim preto
Ditos da aeda a setim branco a 6 e
Ditoa da gorgurio do seda pretos
e de cores a 79, 69, 49 a
Ditos de brim e fustio branco a
81500, 29500 o
99000 Saroulas de brim de linho a 29 a
.- S"" d* algodio a 19600 a
IO90OO Camisas de peito de fustio branca
ede cores a 29400 e
89000 Ditas de peito delinho a 59, 49 e
89500 Ditas da madapolo brancaa a da
S|500 cores a 89, 295OO, 29 o
. a ^*"y Preloo de maaaa franceza
39500 forma da ultima moda a 10a
8f.5O0 a *'
49000 Ditos de feltro a 69, 59, 49 a
. m' d* ,o1 de se 89000 francezea a 14J, 129, llf, a
Colarlnhos da linho maito fines
69000 novos feitios da ultima moda a
Ditos de algodio
495OO Relogioa da ouro patente a hori-
fuu. niiJ0Jtal J* ><*..80| 70.1000
2g500 Ditoa de prata galvaniaadoa pi-
8000 tanto a horizontaes a 409 80100o
H*n aderemos, pulceiraa, rzalas e
anais a
. n'!.hM d"Jlnh0 d"U 10- 6 900
9|5U0 Ditas granes para mesa ama 39 a 4900q
59OOO
59OOO
59000
39OOO
292OO
19280
29200
3O00
1J600
79OOO
29OOO
79OOO
9800
9500
o terceiro aodsr.da casa D. 13 da raa da tnr
maito fresco, e com bonit. ttolt -, bm,
tratar no armazem.
Precisa-aa contralsr pira enemar priaeiraa
letras, grammatiea, a principioa de arilhmetica
um piofeuor casado e de msioridade. qoe tenh
prsUca e idooeidade paro o eosioo ; entender-
se na rea estreita do Rosario n. 23. aegundo an-
dar, com o bacbarel Chriatafio Xavier Lopes
daa 10 horaa ao meio da, e dea 8 a 6 da tarde'.
Na ra Diraita n. 69. precisa-se de um pe-
qaeoo para caixeiro, dando fiador a sua condec-
a, ainda mesmo nao tendo pratica, se lhe paga
conforme o juste.
O abaixo asaigoado, tendo de seguir para a
Earopa no meiado do corrente mes, e adund-
se quite com todaa as pessoas que com elle on
com a firma de Pacheco & C. man tirara m tran-
saccoea, roga com tudo a quem arar qae ae iul-
gar aeu credor, de o procarar na O* de Apollo,
armazem n. 12. para ajuatar sosa coalas, iato no
praso de oito das. Recite 3 de jala de 1862
____________Francisco Jos Pacheco de Oliveira.
Attenco
Preciss-se de am refinador : a I
Nova o. 50, primeiro andar.
*&mmmmmmmmm*
Consultas medicas,
Serio dadas lodos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no sea escriptorio. ra
da Cruz n. 53, deade as 6 at as 10 horaa
da manhia, menos aos domingos; sobre...
1." Molestias de olhos. -
. Molestias de coraciofde peito.
3. Mole.tus doa orgaos da geracao e I
do anus. ;f /
O exame dos doentes ser feilb na or-l
dem de suaa entradas, comecaiade-se po-
rm por aqaelles qae softrerem dos
olho.
Instrumentos chimicos, acsticos e op
ticos serio empregados em suss cnsul-,
tacoea e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, oa ao menoa
probabilidade sobre a sede, natareza
cauta da molestia, a dahi dedusir o pa
no de tratamento qae dere destiui-ls. o
curar. *
Varios medicameotos aerio tambem
empregadoa, gratuitamente; porm
pela certeza que tem de sua rerdadeira
qualidade, promptidio em seus efleitos,
e necessidade do aeu emprego urgente
que se usar delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes tods, e qualqeer operecio que
jalgar conreniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cajo fin. se acha
prorido de urna completa colleccio de
inatrumentoa indispensarel ao medico
operador.
Deitar olhoa artiflciaea ; para o qu
se acha prevenido de pecas e instrume
tos necessarios.
Por meio de experiencias pticas ind
cara aoa doentes qaal o grao do ridro.. d
oculos devem ter para qaa aua vista I
que bem acommodada, e jamis ae (
digne qusndo estlver apajlfcado ao t
balho.
Alnga-se ama casa terrea na adVTc
com 5 quartos cozinha fre. cacimba e quintal
de 3 janellae e 1 porta : a tratar na ra da Im-
peratriz o. 43, segundo andar, ou na do Impera-
- Furtaram do dia 24 de juno um relogio
??. PKUnl IU,M0 D- "W. com ama cor-
rente tambem de ouro, moderna, com um tinete
l l!.k-"7' : r-g,"M a *a*m for fferecido de
o apprehender e dar parte na roa Direita n. 69
padana de Antonio Alves Miranda Guimaraes.
qne aera bem recompensado. *
attenco, senhores fregue-
zes.
Ignacio Gomea Porto, oatr'ora morador na rea
estreita do Rosario, acha-se de oovo eatabelecido
oa ra Direita n. 75, com sufficientes obras de
seu officio de alfaiate, de toda a qualidade ; es-
pera que seas freguezes tsoto desta praca como
do centro delle se nio esquecerio, prometiendo
como sempre dia e hora em seus tratos como
coetuma, etc. 1 \
Attenco
Tbom Fernandas da Costa e sua senhora
retiram-se para Earopa a tratar de aua aaude.
Aviso.
Haaoel Pereira Azevedo e nio Manoa! Pereira
deAzevedo. declara ao Sr. aonanciante} da ra
eatreita do Rosario o. 32, qae veio, veidade do
norte ltimamente, no vapor Jaguariba, e as-
aiste na ra da Cadeia n. 57, onde pode .er pro-
curado. Declara mais qae nada deve a peasoa
alguma, mas se alguem se jaigar e for seu cre-
dor, aprsente saa conta no escriptorio* dos Srs.
Parante, Vianna & C, que ser promptamente
satisfeito.
Asphalto.
MfDf^.flrmino Fe"e>" participa i0 respei-
tel pallco.que estando montada a sua fabrica
de asphslto com bom material que receben agora
de Inglaterra e Franca, offereco-ae para mandar
a maior presleja e perfeicio qualquer
Optoprmuriodeate^nsnltorio nio prende, toda vis, que sejam o. seu, medicamentos T^^ZSSfr:'^ """"'
' 1 da Concordia, armazem
75.
ugam-ae os armazena da ra de
nao melbor. Mas afanea qne neUe nao ha tra
cfle mesmo proprietario, que nio tendo grandes co
Mtisfszer is neeeisidades dsqueila prepara;ao.
Baste oonsnltorio acham-se i randa eleaneaioi 1
de qualquer pesaos ; assim como presu-se 4
mediesmeotoe, todas u pessoas ntrassItitS, sem
qu o un miior prszsr i lar til kojnjuaidadt
er procara-
d* fflateriaes
, e que o servico da]preparacao como por ~ Al"
to de carUiras, adu-se ufficiernte para SlLi-li
lia, acoramodados inulligeocia
mu proprietario, com seus esforcos a me,iro d" ca>t n. 1, es q
- que offerecem boas proporces pa
V" tabslecimenlo de rmaseos de assaesr. fa
se a luga conjuncto coa os armazena ou sai
do o andar qae tem o ultimo, bem sema
metro da casa n. 1. es quaea podem
n reunidos :
9f dltigir.se a raa da Craz
linur,
4dvocacia.
S
. Joio Maria de Horaes Navarro bacha-
fp re em direito pela faculdade do Recite
a tem estabelacido sea escriptorio de ad-
2 vocacia oa raa das Crazes n. 24, prime-
V ro andar, com o Dr. Francisco Pinto
Pessoa, podendo abi ser procurado das
10 horaa da manhia at aa 8 horaa da
tarde, e por diante em casa de saa resi- "
fP dencia liba doa Ratos n. 1. A
gg Advoga em todos os juizos e tribanaes am
-- desta cidade, e incumbe-ae de qualquer :
1 trabalho tendente a sua profissio para o
^ interior da provincia. m,
#
Preiaa-se alagar am muletinbo captivo de
12 a 14 aonos para servir a um eetrangeiro: na
ra de Joja Fernandos Vieira n. 19.
Aluga-se urna preta : na raa do Rangel na-
mero 75.
Precisa-ae de urna ama
CO o. 13,; segando andar.
no pateo Oo Ter.
Na casa de paito, na roa do Aregio n. 1, em
frente so lirgo da Boa-Vista, fornece-se comida
em casa e para fora por commodo preco o com
asseo. *
Precisa-se de dous caixeiroa, sendo um pe-
queo para taberna, e outra maior para padaria :
na raa da Seozala Nova o. 30.
Iruiandade do Senhor Bom
Jess das Chagas da igreja
do Paraizo.
Domingo 6 do corrente. no consistorio da noa-
aa irmandde. dereri ter lugar a eleico da mesa
^ue tem de rase-la 00 futuro anno de 1862-1868.
n.0.r.de". d.a "M" "Joconridados todos
osoossos carissimos e respetareis Irmios a com-
parecerem a. 8 1,2 horaa da manhia, aflm de Ve
miau .Mi'r.T aPc,0.*.,0 dPo de celebrada a
musa votiva do Espirito Santo
Consistorio ds irmandde do Senhor Bom Ja.
sus daa Chagas. 2 de julho de 1862.
Francisco de Paula do Patrocinio
,_________________Escrivio. '
,.,D/!rdeu".,e..nVquana*,eir" ^ "o jalho da
1 R,0el a' botequim do Policarpo. um.
luneta de ouro com dous viJros : quem a chou
querendo restituir dirija-se a loja ds acaR*
Independa n. 6 e 8. que se gratificar genejo-
,.Tk ,e alu8aFma"' Pfela captiva on urna
mulher forra para cosinhar e fazer o aervico da
urna poqeena familia : na ra da Crui n. 9 ter-
ceiro andar. *
Desappareceu deata lypographia um pe-
queo gato preto, aem aigoal algam de outra cor.
tem os olhos rerdea : quem o achou trazendo a
esta typographia aera gratificado.
- trederico Monhard, cidadio auisso. ral pa-
ra Europa. K
NAZBETH.
Escriptorio de advocacia.
O bacharel Joaquim Gomes da Cuoha Beltrio,
tem aborto o seu escriptorio de adrocacia na ci-
dade de Nazareth ; por isso, as pessoas que do
seu prestimo se qutzerem atilisar, poderio di-
rigir-se mesan eidade, tratar com o annun-
cente, ou ao Recife, com o aeu charo mestre e
amigo olllm. Sr. Dr. Joaquim Jos da Fonasca,
no pateo do Imperador.
Precisa-se de am caixeiro de idade de 14 a
18 anoos, que teoha pntica de taberna : na ra
das Cinco Pontas n. >2.
O abaixo asiigado avisa ao Sr. thesou-
reiro das loteras desta .provincia, que perdeu
tres bilheie, sendo doaa meiis e )um inteiro
com os seguintes nnmeros 511 e 239 saeios,
1222 inteiro deata lotera que tem de correr no
da 5 de julho de 1862. Pede portento qae ao'
sihirem oelles algum premio nao pagee senao
ao mesmo.
._______ F. C. Paes de Andrade.
Quem livor licenc.a do goveroo e quizer
comprar madairas de qualquer qualidade que se-
ja, com aa dimencoes que quizer, dirija-se a es-
lacio do Ribairio, a enlender-se com Joaquim
de Oliveira Haia Jnior, que reaide janto a es-
tablo.
Hanoel Ferreira da Silva Tarroso e sua se-
ohora vio a Earopa.
Alsuja-ae por preco commodo o sobrado do
largo do ehafarizn. 1, rus do Brum : a tratar na
raa do Imperador n. 65, primeiro andar;
4tlenca aUencai
O absizo sssignado, Uquidatario da extim
firma de Vidal 4 Bastos, roa* aoa dere
meama a mandarem qnsnUjjaotaa paj
era assim deizar de se ter na j
tfsr as mesmss a am procurat^P
cobradas judicialmente. Recife
1862,
icio Gu lo I Bajos
Aluga-se umaaala propria para escriptorio:
na ra larga do Rosario o. 35.
A mesa regedora da irmandde de N.
S. da Conceijao doa Militares, tendo de
mandar abrir as catacumbas edificadas
no corredor da meama igreja, por atrem
por daliberaeSo da mesa geral, coosti-
taidas deposito* privados, manda avisar
idea as pssaeas que tem prenles oa
tos nellss sepultados, que com pare-
m o abaixo aaslg
orrente do contra
restos morate que
ea para o
e nio ssr
reclsmscio
de 1862.-0
B.WtUIro.
Oa abaixo assignsdos fazem aciente a esta
praca que deram procure^io bastante ao Sr. Lt-
nold Meyer. para.durante a ausencia do aoclo Sr.*
Frederico Monhard, administrar a aua casa com-
mercial. Peroambuco 1 de julho de 1862.
____________________ Monhard ti C
Joa Machado d'Avilla o Agapito Joi, am-
bos casados e subditos portugueaes, retirsm-se
pira a provincia do Cear com suss familia.
Qoem precisar de duas escravae para ala-
gar que aabem engommar, cosiohsr, enssbosr o
comprar na ra e todo o aervico interno de urna
caaa a tratar de meninos com delicadeza : diri-
ja-ie a ra da Alegra o.7.
Preciaa-se de um preto que aaiba coziohar
para urna casa de familia : na raa da Cadeia do
Recife n. 52.
Attenco.
Hontem 2 do corrente perdeu-se urna carteira
de notas, em cujo bolao ae achira ama letra de
376S000 a vencer em 20 do corrente, aceita pelos
Srs. Leandro & Miranda deata praca, que eatio
avisados para nio pagarem, ainda que dita letra
j eati paaaada pelo secador por ja ter aido ne-
gociada com.oa Srs. Gulmaries & Rocha, mas ha-
via aido reeotregada ao primitivo dono a aeu pe-
dido : a pessoa qae achou dita carteira a podar
entregar na raa do Qaeimado r>. 33 A, loja Es-
peraoca, pois o contedo (alem da letra) nenha-
ms importancia tem para quem a achou.
Aluga-se o primeiro andar do aobrado da
raa da Lapa n. 13 : a tratir na praja da Boa-
Viata n. 9.
. Eugenio Blnm, aabdito francez, vai a Eu-
ropa.
Ama.
MMtfl
Precita-se de ama ama que corinhe e eogom-
me : na raa larga do Roaario n. 23, aegando
andar.
-
Alaga-so ama boa caaa no Monteiro : a tra-
tar na raa dcCrOx n. 57.
- JcriirfnracaO.
habilitada em scripluraeio mer-
Jes os systemas, dispondo de al-
ragas propoe-se a tomar conta da
. escriaias, para o qae podeii ser proca-
das 6 ss 9 horas da manhia a das 5 horas
tarde em oante : na raa do Imperador n.
18, legando andar,
1
/



*
DUUO* AJUMIUC.
HJLHO DI !.
r

=2S
=
-
Joo da
medico pelaUfitve
de Coimbra,
da consultas em cssa, das 8 i 10 horaa da ma-
nhis, e preata-ae a qualquer chamado com a bam
conhectda preajO)tidio. *_____________________
Precisarse
de um bom lBlor, e qaa entenda de tornear,
para na p*^WIutante da praga 5 legoaa; pa-
ga-a* bem ae o servico agradar : a tratar em
caaa da Tesae Irruios, roa do AmOrlm o. S5.
Aviso.
Gama 4 Silva, dono* da loja denominada do
da Imperatria o. 60, avUem a aeaa
:em pagar aeua debitoa at o dia
1862, e oa qaa at eaaa data nao
L irao seus debitoa enlregaea a m
oa recebar judicialmente. Re-
de 1861.
GRANDE
alono a vapor
aro methodo de alagar
itabel
Mudanca.
jaro & MagalhSes mudaram o aeu w
eetalelecimeoto da ra da Cadeia n. 53,
>" para a ra do Crespo o. SO B, aotiga e g
>bem coohecida loja de fazendas oulr'ora
peftaoceole a Adriano & Ca tro. 9
/
/
Na n|adaJ3ruz sobrado n. 13, ba
para alagar Km mulato e um moleque
boDtbjBiros e copeiros, assim como
urna <9 Kta na Capunga no porto do
Lasserraj fcoej muito boos commodos
para una Ramilla : quem detejar urna
ou outra cousa dirija-se a ra cima
que achara' com quem tratar.
Hvagem e engommado
de roupa, de Ramos A Pi-
mentel.
Emprea importante, qae Tai preatando rele-
vantes) aer vicoa i aeaa freguexaa pela promplldie
e perfeicio com qae lava a roapa aem a ealragar
PRECOS.
Roano eortlda (embora alo venham meiaa nem
lencoaj 40 rs. por peca. "
Pecea grandes iioladamente 100 ra.
Roapas de navios, vapores e hoapltaea 70 ra.
Dita de familia qae nao fregaeza 80 re.
Dita de doente de familia que nio fregaea
alSOra.
Urna rede oa cortinado de cama oa Taranda
a 500 ra.
O prego doa engommadoa modiee e confor-
me aa pecas, como ooatamam faier aa engomma-
deiraa. O praao da entrega de roupa lirada
8 diaa, a engommada 15, sendo qaa muitaa mee
eat prompta antee do praio. Deposito na raa
Nova.
parea casas do
raa qae
patrio
procede, coas ar de inqui-
sidor, urna ayndicacao. face a face do pretenden-
te, do sea passido, presente e futuro, aem lbe
escapar a vida.etc.: e ae elle tem algum peccado
reservado qae nio lhe vomita na cara bem all-
anada oa cicaeriaida, deapede-o como jadeo a
ara chrisiao, dealembrando-ae da urbanidade que
dara ter neata trra qae lhe hadado tudo que
tem e goza, fortuna, amor, gordara e (ormoaara,
etc. Assim, bom amigo, mude de ramo para
melbor negocio faier noa alagada daa casas do
patrio O ebrlstio._________
Sr, Jos Joaqaimj Claudio fari
dirigir a raa de Apollo n. 28, qae se
fallar.
Ao
M&
Para |uto.
ra ch
Qu<
o favor ae
lhe deaaja
Daseja-se saber do Sr. Joaqufm oncalves
dos Santos, natural da fregaezla de Amorim, e
por laso far o obsequio de ae dirigir a raa de
Apollo n. 18.
11.
s
[retratlaia americano
retratista americano
[retratista americano
I retratista americano.
Raa do Imperador
Ra do Imperador
Raa do Imperador
Ra do Imptrador.
11 esijlos da ambrotypo
Normas estylos de ambrotypo
Nov/os eatylos de ambrotypo
Norjoa estylos de ambrotypo. -
) Muito baraloa
/" Muito baratos
Muito bsratoa
Muito baratos.
Lindos cartea de visita
Lindos car toes de visita
'. Lindos cartea de visita
Lindos cartea le visita.
Pateo do Livramento n.
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio planta dentea arti-
flcaes por gram pos e ligaduras ea presta o do
ar, dentea iocorrupliveis aobre oaro, syatema
norte-americano e faz todae aa operarles de sus
rta e com promptidio e limpeza
?***) *
abmete medico cirurgico.*
Ra das Flores n. 37.
Serio dada conaaltas raedicas-cirargi- cj)
cae pelo Dr. Eatevio Gavalaanti de Alba- ej
querque da 6 as 10 horaa da manhia, ac- #
v cudindo aoa chamados com a maior bre- g
ea vidade poaaivel.
ga 1"> Partoa.
ej 2.' Molestiaa de palle.
8.* dem do olhoe.
ej 4.* dem doa orgioa genitaea.
:Praticaritoda equalquer operario em
aeu gabinete oa em caaa dos doentes con-
forme lhea fr maia conveniente.
:
0 livro do fovo.
Sahio i luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direccio do Sr. Dr. A. Marqaea Ro-
drgaos, e contm a vida de N. S. Jeiua Cbristo,
cegando a narracio dos qaatro evangelialas, e
maia oa aeguintea artigoa: o vigario, o professor
primario, o bom bomem Ricardo, amoral prali-
ca. Simio de Nantua, maiimse e penaamentoa,
a bygttn*, oa deverea doa maninoa, e o Rraail.
A publicacao do LIVRO DO POVO oao s tam
riV. VLySS^^l ,eit,,^ n" M1" P"na-
riae. onde cada menino .prende por um livro
differente. e porUoto facilitar o irab.iho do m."
tre e do discpulo, como tambem vulgarlsar, por
m preco baratisaimo, a historia do salvador do
mundo, e oe melhores preeeitos de moral.
Veode-se o Livro do Povo, no Recito, na
livraria da praca da Independencia na. 6 e 8, a
500 ra. o ezemplar em brochara, e a 800 ra. car-
tonado.
10^000 de gratificaco,
a quffm restituir ao aeu dono, qee ae dir quem
oa praca da Independencia na. 6 a 8, ama lu-
neta de oaro com 2 vidros, perdida na. quarta-
toira S do corrente, da ra do Raagel ao bote-
quim do Pocarpo.
O abaizo aaaigoado fas sciente a quem pos-
as interesssr que comprou ao Sr. Bento Alvos,
sua taberna aita no Viradouro da cidade de
Olinda, por cooaentimento dos credores da refe-
rida taberna, e ae algaem aejulgar com direito
a qualquer reclamacio annuncie por eate jornal
no prazo de 3 diss s contar da data deate. Reci-
to 5 de julho de 1862.
.___ Maooel Carpinteiro da Silva.
MSLA
Na ra eatreila do Rosario n. 18, aegundo an-
dar preciaa-ae de ama ama.
A viuva e itiua da Joaquim Macnado
Portell, agradecem cordialmente aa pec-
aoaa que ae dignaram aaaistir aa exequias
do aeu marido e pao : e aa convidam a ou-
viren aeguoda-feira 7 do correte a misss
do stimo dia na igreja do Garmo a 7 ho-
raa da maohla.e o memento no cemita-
rio publico s 8 horaa.
da I
Esmeralda
Reeebeu-ee em dlreitara de Paria o maia bo-
nito aortimento de chapeos de palba da llalla
eotoitadoa a ultima moda para meninos a me-
ninas, chapelinha de palha da Italia para ae-
nbora. Uvas de pellica eofeitadaa com florea e
plumas para noivaa, botioaa de aetlm brancos,'
vestidos de Monde, ricos eapartilhos, pentes de
tartartga, csscsrrilhsa de todae as corea, ves-
tuarios para meninoa, aapatlnhos para baptiaa-
doa, aaaim como bicos de blonda de todas as
largaras, dito deguipure, ricaa trancas, de seda
de todas aa corta, manteletes de grosdenaple e
Fichatoe Mario Antolnet, ricaa capailas e plu-
mas e marraba e mu toa oatroa ohjectoa qae se-
ria anfadoeho mencionar, por tanto eapara na
benevolencia daa familias psra virem visitar o
dito cstabelecimento que achario tudo a goato
e em eonta.
Fumoa de aeda elsticos para chapeos lergos e
rstreltos a 19500 : na raa do Queimado n. 22,
na loja da boa .
na Algodo de 2 larguras.
Veode-se auperior algodo mooatro com 2 lar-
| guraa, proprio para leogoes e'toalhas de mesa a
1700 ra. a vara : oa ra do Queimado n. 22, na
bem conbecida loja da boa f.
Attenco
Vende-se a loja da fazeodaa da rus do Qoei-
mado n. 47, com poucoa fuodo, e muito afre-
guezada, boa para qualquer principiante que
quetra ae eaiabelecer : a tratar da meania loj..
llm boi e carrosa.
Faz-aetodo o negocio eom um eicellente bol
e carroca de pouco nao por muito commodo pre-
co: na cocbelra da ra do Imperador n. 12.
A 2,400 rs. a duzia.
Lencos brancoa fin'
unto prego de2*' < '
cida loja da b.i- i
para algibeira pelo diml-
a dazia : na bem conhe-
n do Quaimado o. 22
Cambraias de cores
Vendem-ae cambraiaa fraocezaa de corea fa-
zenda muito fina pelo baratissimo preco de 260
e 280 rs. o covado : ba loja da boa f na ra do
Queimado o. 22.
Superior brim braaco de
linho
Vende-se superior brim braoco de lioho tran-
cado pelo baratiasimo preco de IjOO, 1)440 e
lS00a vara, dito muito encorpado de doua (ios
e de lioho paro a 25 a vara : na ra Jo Queima-
do a. 22, na bem conhecide loja da b< a f.
Algodo daJWhia7
Proprio tara roapa de eservoa e saccoa de as-
sucar : veode-se oa rus da Cruz a. 1, i
de Antonio Lii de aWveirajAzevedo
Agua de colonia am
da e sfcjft, o ser.
Eaaaeatimada agua
que tantos a tanto le
de chegar em bonito
estio vendando a 1500
chegou igualmente um
verdadeira agua de coloni
e garranhaa de difieren
ao na raa do Queim
ca n. 16.
ambreada, de
a falta, acaba
dea, oa quaease
aaairn como
aortimento da
em frascos
tudo is-
guiaiKan-
S. Blam, Lebmann & C-,
16. veodem libras sterlinss.
ra do Creapo o.
%800Ct&C*0 Cpo grAp hCA
IpcvuAiniucanA
Amanhia, 6 do correle, aa 10 horaa da ma-
nhia, haveri aeaaio ordinaria do cooa elho di-
rector.
Seeretaria da Aaaociacio Typographica Per-
nambucana 4 de julho de 1862.
Juvencio Cesar,
______________________1" secretario.
Consulado de Portugal,
O leilio da cocheira que foi do finado aubdito
portugus Joa Ribeiro de Paria teri lugar im-
freterivelmenle quarta-feira 9 do corrente, por
utervencio do agente de leilea Almeida, em
cujo poder ae acham aa condiccea relativas a
esta arrematacio. A hora a meama (11 da
maohaa.l
SYSTEMA MEDICO HODELLOWAY
PILDLAS HOLL WOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
mente da hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteris. Bei
nigno. mais lenra infancia, e a compleicao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desarteigar o mal na compleicao mais robustas
jenteiramente innocente em suas operares e ef-
(eitos; pois busca e remove as doenfas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazas
que sejam.
/ Entre milhares de pessoas curadas com este
'remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a sauda e (oreas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais a Alicias nao devem entregar-se a des-
esperarlo; facnm um competente ensaio das
cfficazes effeitos desla assombrosa medicina, o
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se jterca tempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
ceidentes epilpticos. (Febreto da especie.
Bicos basquin s
Apparelhos de poFcellana dou-
rada para cha $< uecas.
A loja da agua branca' oque lodoa
A loja da boa f receben, auperiorea baaquinea
de mallo fina cambrlia a imitacio da de linho,
bordados a enfeitados com apurado gosto e os
vende pelo barato preco de 8> cada um, tendo
aido eerepre aeu cualo de 16S e 20, apressem-ae
pois em compra-loa na mencionada loja da boa
f, na ra do Qaeimado n. 25.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15.
Frederico Gautier, cirurgiio dentista
faz todas as oparaces desua arle* a 0 co-
loca denlas artificiaos, tudo com -sdeln
S rioridade a perfeicio que as passoas-,en 1
S tendidas lhe reeonhecem.
S Tam agua e pos dentificios, ate.
S9MIMM9W9 W3M3 fiMfiMMKtlX
4ttenc0o.
Autouio Cosario Moreira
Das, faz sciente ao respeita-
^el publico com especial id ade
Aos seus freguezes, que mu-
J dou o seu armazem da ra da
1 Moeda para a ra da Madre
I de Dos n. 32, e est veadeu
i do por menos do que em ou-
Jtra qualquer parte, plvora,
/ chumbo e salitre e affianca a
boaqualidade destas merca-
! dorias por serem de primeira
qualidade.________________
Gasa de saode em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Eate eatabelecimento ji bem conbecido, e con-
eeituado neata provincia pelos relevantea aervi-
cos qae tem prestado, contina nsa melhores con-
dicoea debaizo ala direcrio de aeu proprietario i
recebar doente* de todas as classes, os quaea ae-
rio tratados eom todo e telo e inleresse pelos
presos seguintes :
Primeira classe.... 3JO0O ou mais.
Segando dita...... 2JS500.
Terceira dita...... 9^000.
Em qualquer das classes oa brancos Bcarao se-
parados doa negros. Os alienadoa de 2.* e 3.a
clasae nio furiosos pagarlo a diaria ordinaria,
aendo fyrioaoa pagaro maia a quarta parte. Oa
alienados da 1.* classe pagaro segundo o ajusta.
Na travessa da ra das Cruzes n
2, paimeiro andar, tinge se para todas
a coire iuiu presteza e commodo pie Aluga-ae a caaa terrea da ra do Fogo n.
16 : a tratar na ra da Cruz n. 1, eacriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevado.
OsSrs. Vicente Elias Cavalcanti
de Aibuquerque, morador em Seri-
nhaem, tenba a bondade de apparecer
na ra Nova n. 47, loja de Bastos &
Reg, a negocio que nao ignoram.
Arrematado.
No dia 8 do correnta depois
diencia do juizo de orpfaos,
au'
da
espec
a requer ment de NrciZO Jol da CoS-
ta Pereira como tutot dos
Ibos do fallecido J"
ma, [podendo
ao porteiro do
acha o escripte
4:Gt8s730 rs.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de)
Aslhraa.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ouext<
50,
Debilidade oa falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desiaieria.
Dor de garganta
tiva sala, tem de ser Arrematado o *
psito e refinado darirna Oireita n. 78. "^
zm
r rins.
DoroV>o venue.
mesmos eoferriidade no ventre
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
^Herysipela.
^a
Compras.
Gotia.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmacoes.
Irregularidades da
menstruagao.
Lombrigas de teda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
bstrucc,o do ventre.
Phtysica ou consump-
Reten^o de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Laazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores liszinbas para veatidoa de muito
bonitos padres que 80 vendem pelo baraiissimo
preco de 440 ra. o covado : na ra do Queiata-
do n. 21, no loja da boa [i.
fa;am a voatade a suas bellas m
dendo commodamerAe esees
de porcellsna dourada, e pi
tendo cada am 6 caearea de
pertences, a vala do qae todo
beiro) para compra-loa na
6.
^ perle
nes>
ho. _^"
est ?tn-
aocaUoa
a 1$,
osma.s
es de
eimsdo
Manguitos egollas de
cambraia ricamente bordados
Vendem-ae maognitoa e Rollas de superior
cambraia ricamente bordados pelo insignificante
preco de 3$ o par de manguitos com ama golta,
aendo que sempre coslaram 6$ cada par, asairo
pola recommenda-ae aoa amigoa da santa eco-
noma que aproveitem a boa occasiio, diriga-
do-se com dinheiro a loja da boa f na ra do
Queimado n. 82.
Camisas inglezas baratis-
simas.
Vendem-se camisas ioglezaa com aberturas e
panbos de lioho e com pregss largas pelo bara-
to prego de 303 duiia, aaairn como outraa mui-
taa auperiorea a 409: na ra do Qoeimado n. 22,
na toja da boa f. __________
Magalhaes (L Men-
des4
recebando varias fazeodaa novas as vende por
prego baratissimo para acabar, na rna da Impe-
ratriz, loja e armazem da arara n. 56.
Bouitos paliteiros deporcel-
* lana dourad^.
Agora Dio%uem delxari majafl Vter em sua
mesa um bonibvpalUMro de peas pe dourada
pois que elles ae esio vendqpsWl 19a 1J500
na loja da aguia branca o. 16.
B&nna japonezt) e outrasmui-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca aeaba de despschar, de
sua encommeoda um grande e bello aortimento
de finas perfumsria dos mais a fama dos fabri-
cantes, sendo aa bem conhecidaa preciadas
baohas, japooeza, transparente, pbilocome im-
perial em bonitoa eopinhoe com lampa de metal,
dita 00a copos gran es, dita em compoteiraa li-
sas e lapidadas, leos de babosa, pbilocome e
Labio, pomsdaa ou coamesliques, fines extrsetoa
dos preciosos eescolbidos ebeiros Jaikey-Club,
mil flores, miel de Inglaterra Marechal, Principe
Alberto, George IV, etc. etc. Recomroenda-se e
todas aa seohorss de bom gosto o uso de qaalquer
desses estimados extractos porque aquella que
em urna sociedade, theatro, ou baile estiver com
seu fino lenco orvalbado de tio sublimes aromas
teri por certo o prazer de ver es tuas vlsinhas
dadireita e esquerda lhe reodendo bomenagem,
perguntarem donoa F. onde comprou esse tao
agradavel ebeiro ? E ella orgalboaa de seu bom
gosto, mas com ar prszenteiro lhe responder:
ns rus do Qaeimado loja da agua branca nume-
ro 16.
Cortes de chita da arara.
Yendem-se cortea de chitas finas corneal |2
corados por 29500, chelea de lia por 19, ditos de
lia e aeda a 9f, ditos de merino esta rapados a
2|500, manguitos o golla de linho para eo hora ,
2S500. golla bordadaa a 500 ra. : na raa da Im-
peratriz, loja da arSra n. 56.
Mudanca-.
Companhia Fidelidade de se-
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro, com o capital de
16:0005000$
Ajm ttaa em Pernambuco
AotooiaJ ga Oliveira Azavedo 1 C. compe-
tentemenai aleados pela directora da compa-J
nhia de segal MFidelidad, tomam aegurosde na-
vios, mercadlaa e predios, no seu eacriptorio,
ras da Cruzn. 1.
^r Manoel Antonio de Carvalho
^ com loja de f&zendas na ra do *
. Queimado n. 17, mudou o seu !
S estabeleciment para a casa n. ?
j 27 da mesma ra.
Precisa se de urna ama para coziohar
comprar ; na ra daa Laraogeiras n. 16.
A abaizo ssaignads, viuva de Francisco Ma-
Ibiaa Pereira da Coata.aviaa aoa Srs. negoclanlea
e a todos em gersl qae nao se responsabiliaa por
dividaa cootrahidaa por aeu entiado Liberato Pe-
reira da Costs cadete do 1* batalbio de intenta-
ra e agora do 9* da meama arma, e para qae
ninguem ae chame ignorancia faz o preaente.
Recite 29 de juoho de 1862.Anna Hachado de
Luna Freir Coala.
Compra-se
pucuman a 80 rs. a libra : na ra do
Gabuga' loja de miudezas n. 1 B, da
aguia de ouro.
Compra-ae papel da diario para embralho :
na refioagio da ra doaGuararapas n. 42.
Compra-se um escravo de 14 a 16 annoa
de idfde, sadio e que eatenda de bolea : na raa
do Sol o. 37.
Compram-se doua eacravoa possanles sem
officio, mas que nao tenham vicios : a tratar na
ra Augusta, o. 1, aegundo andar.
Compram-ae 1 portas e 2 jaoellas velhas,
da bitola da cmara : na raa das Flores loja de
marcintiro n. 3.
Compra-ae urna escrava que aeja perfeita
engommadeira e coatureira a de boa conducta :
na ra da Cadeia do Recite n. 35.
Na ra do Vigario o. 8 compra-ae (sendo
em coota) urna balanza decimal, prefere-ae o au-
tor Romao.
Yendas.
CONSULTORIO ESPECIAL H01E0PATBIC0
, DO DOCTO
SABINO O.L.PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Conaaltaa todoa oa diaa tela deade aa 10 horas
at meio dia, acerca da aeguiutea molestiaa :
noltttiai da mulhtru, moutiai dat eriun-
tat, molutias da pilli, HoUttiai doi olhot, mo
U$tiat typhilitieat,todat ttpiciti dt ftbrtt,
(tbrtt inttrmitUnttt t iua konuqutnciai,
FHABJUCIA BSrCCUI. /jUKOrATHlCA .
Verdadeiros medicamentLs homeopathicos pra-
tarados sora todas as cetela neeessaras, in-
allivois em aeaa efieitoa,tanto am tintara,cama
am flobaloa, pelos pr^ojj mais commodos pos/
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabina sie
rticamente vendidoa em sua pharmacia; todos
qaa o forem tora dells ai falsas.
Todas aacarteiraa io acompanhadaa de asa
Impresso com um emblema em relevo, tendo ao
reopr ss seguintaa palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinno, medico braaileiro. Eate emblema posto
Igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
da, As earteiras qae nio levarem eaaeimpreaae
assim marcado, ambora enham na lampa o no-
mo do Dr. Sabino aio falsos
Aluga-se o terceiro andar do sobrado re-
conatruido e pintado de novo, sito na praca do
Osrpo Santo, eaquina da roa do Trapiche n. 48 :
a tratar no meamo.
Attenco.
Na roa daa Aguas-Verdes o. 28, casa de pealo,
fornece-se comida bem taita e por barato preco
aara qualquer peaaoa ; igualmente tem todoa oa
domingos a excellente mo de vacca para es fre-
Objectos typographicos.
Vendem-ae 6 parea de caixaa com lypo corpo
11, romano, diatribuido, novo, e de lindo carc-
ter por ser o maia moderno, 8 parea de caixaa
com itlico, vlodo pertencer a cada doua parea
de caixaa romano, 1 par de itlico, maia 4 parea
de caixaa com lypos corpo 10 romano tambem
mui lindo, e 2 parea de caixaa com itlico per-
tencente ao mesmo lypo, viudo a pertencer a ca-
da 2 pares de caixaa do romano 1 do itlico ; ha
alera disto eacovas, eogradscoes de metal, mui-
tos e varia dos ly por psra titalos, os qusea se ven-
dem ouas caixaa como eatio, oa somante aquillo
que praiisarem, ramaa de ferro, etc., etc. : quem
pretender eatea objectos, pode vir, e mesmo tra-
zer peaaoaa iotelligentes para examinar, na ra
do Imferador o. 15, daa 9 horas da m.-mha s
3 liz > larde.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no es tabeleci me rito
geral de Londres n. 224, Strand, a na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
en-arregadas de sua venda em toda a Amrica
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocelinhas a 800 rs., cada
urna dellas -contm urna instrucc,o em portu-
gus para explicar o modo de se ussr destas pi-
lulas.
0 deposito gsaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Machinas americanas.
Em caaa da N. O. Bieber & C., saccessores,
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar borlas e capim.
Ditaa para deacaro;ar milho.
Ditas para cortar capim.
Selina com pertencea a 10$ e 203.
Obraa de metal principe prateadas.
Alcatrao da Stiecia.
Veroiz de alcatrao para navios.
Salsa parrilha de primeira qaalidade do Pari.
Vinho Xerez de 1836 em caixaa de 1 ddzia.
Cognac em caixaa da 1 duzia.
Aradoa e gradea. ,
Brilhantea.
Carrocha pequeas.
Veode-se um ou deas buhares na eaquina
ds ordam tercoira de S. Franciaco : quem oa
pretender aaaareea para fazer negocio com ou
os doua. \
JMtenc&o.
Estfcbelecimenio venda.
Na -villa do .Cabo vende-se urna taberna com
pouco fundo, e o'am ptimo lugar para negocio ;
o dono vende por motivos particulares que a iato
o obriga : quem pretender dirija-se i raa d'Agaa
da meama villa, a tratar com Jos Flix Ribeiro
de Carvalho.
Vende-se urna hoda escrava de 19 aonos>
com habilidadea, propria para ama familia por
ser de excallente condacta : na ra da Praia n.
47, primeiro andar.
Peixes em conserva.
Bmfim chegou o afamado peixe Salmn e La-
foslas do fabricante Thomaa.Koight, em latas de
libras, viudo em direitura de Terra-Nova, no
patacho Zrisy : em casa de Jamea Crabtree 4 C,
rui da Cruz 0.42.
Attenco.
Vende-se am Iraneellm de ouro de Jei com
passador, 1 par de casticaea de praia, 9 salvas,
sendo 1 grlade e 1 peq.ena, 1 bandeja com te-
soura de eepevitsr, l colhr de tirar aepa, 12 di-
las para h, 1 faca e garfo de trinchar, tudo de
le-ae aem feitlo pelo dono relirar-se
^M ratar aa raa Direita o. 39, que 11
Alugsm-se e vende'
aaruado Rngala. 18,
orlante.
Oerece-se um sace
capello de engenho jwtoii
quem quirer annuncie.*
hse am mulatiohode idade 15 anuos,
Na Aagasta n. 13.
I booita mulalioba
Cadeia do Recite o.
-ae ama preta qae engome
m perfeicio, ao comprador se'
venda ; aa ra 4a Icpsratrli n,"!
FAZENAS BARAT1SSIHAS
HA
Ra da Imperatriz n. 20,
loja de Doarte Borges da Suya.
O dito Silva comminica ao
respeitavel publico e com
especialidade aos seus nume-
rosos freguezes antigos e mo-
deros, que'constantemente
a cha rao na dita loja um com-
pleto" e variado sortimento de
fazendas proprias deste mer-
cado e vendidas pelos precos
mais commodos, de que em
outra qualquer parte, afilan-
cando a boa qualidade e dura-
gao das supra ditas fazendas.
i Pechincha f
Jsem igual para ^u~*
k Lindas liaziohaa de quadn
Z caras e clarea a 200 rs. o eo1
V Superiores chitas francezaa l
0& um pequeo toque de mofo e 901
covado.
B Lindos corles de chita franceza t
escuras e claras com 11 eovadoa cada
corte a |500: aa ra do Creapo n. 18.
O ultimo gosto.
Chegaraa a lindaa mocambiques de
l corea aa mala delicadaa de quadrinhoe a
palmea de aeda flogiodo sedss, com daaa
l a fazenda mala moderna que
veatido a 480 rs. o covado: aa
rado de 4 andares na ra do
Arara vende as capas.
Vendem-ae capas para aeohora a 65, ditas de
liazioha llosa 103, manteletea de grosdenaple
preto modernos a 25 e 30J>, baldes de arcos mo-
dernos para aenbora, ditoa de brilhantina, ditos
de arcoa para menioaa a 2g, salas de cordio que
faz vez de balao por 19400 ; na roa da Impera-
triz, loja da arara o. 56.
Arara vende as saias.
-aatM^fi!>'a9 VlM kordd" P aenboras a
&500, ditas de 4 pannos a 3, cambraias lisas a
peca 1|600, 2, 2JJ500. 3, 3$50O, madapolao fioo
de 24 jardas a peca a 4JM00, 4$600. 5, 5^500 o
Cjj, dito enfestado a 3$ ; na ra da Imperatriz,
loja da arara n. 56.
Cortes de cassa da arara.
Vendem-se corles de casss preta a23500,diloa
do corea a S/500, cortes de orgsndys com 15 co-
rados a 7, ditoa com 25 eovadoa a 8, ditos de
laacom B covados a 8$, ditoa de gorgario com
18 covados a 6$500 : na ra da Imperatriz, loja
da arara n. 56.
Vende-se lanzinba para vestidoa' a 310 o
covado ditas muito finas a 500 e 600 rs. o covado
fuslaos leves psra vestidos a 280 e 320 r. o
covado, gurgurio de linho para veatidoa a 280 rs.
o covsdo cassa a turca para veatidoa a 240 e 280
rs. o covado, caasas francezaa finas a 280 e 300
o covado, ditas organdis a 320 rs. o covado : ra
da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Queijos de coalha a 400
rs. a libra,
e inteiro a 320 a libra, maoteiga ingleza flor a 960
e 720, franceza a 640, cevadinba a 200 rs., sag a
240, banha refinada a 440, e em barril a 400 rs.,
gomma de ararata a 100 rs e em arroba a 2080o,
vloho do Porto, Pigueira e Lisboa a 480, 560 e
720 a garrafa, e 39500, 4$ e 45800 a esnada, es-
pirito de vinho de 38 grios a 240 a garrafa, 1*600
a caada, canna engarrafada a 200 rs. : na ra
daa Cruzes o. 24, esquina da travesea do Ou-
vidor.

Attenco.
Ao rival sem igual.
Ra larga do Rosario numero 36.
Pitss de relindo ealreitinuas para enfeite i
peca 720 ra.
Siotoa dourados a 19600.
Ditoa ditoa com pootaa cahidas a 3JO0O.
Lia para bordar aortidas, libra a 6#400.
Eacovaa para cabello a 1 }.
Duzia de meiaa cruaa para homem a 2*400.
Cartaa de alfinetes a 100 ra.
Praojaa pretas com vidrilbo a 820 a 400 rs.
Eofetea de retroz com franja a 5*000.
Duzia de meiaa para aeohora a 2*400.
Pentaa de mata* para alar cabello a 500 rs.
Tesouras ordinarias para cortar pavios a 80 f.
Sabonetea de bola de cores a 400 rs.
Praojaa de seda.
Bicos pretos lsrgos e eslreitos.
Trancas pretaa com vidrilho e branca.
Eacovas para anhaa a 320 e 500 rs.
Carriteis de retroz a 300 rs.
Tranca de aeda de corea a 200 rs.
Carrateis de liona a 30, 60 e 80 rs.
Liona do gaz lastroza a 30 rs.
Dita de Pedro-Va 30 rs.
tap Paalo Cordeiro Gasse a 1*600.
Dito Mearon a 1*.
Caixinhas com papel para namoro a 2$
N. B. 0 dono deale eatabelecimento prompl-
fics-ae a mandar am caizeiro com ae mi '
qaa qaizerem em eaaa das familias q
exigir.
Papel amisade branco e de
cores.
Veode-se pacotescomlOO folhss de papel ami-
aade branco e de cores a 800 e 640 cada picote :
na ra do Queimado loja da agaia branca nu-
mero 16.
aatUBjag^sc^R^aBEr- s^FsaBMg^asw mPu^uj%^ujy*si
l\cabadeche
gar ao novo
armazem
DI
^Bastos k Rego\
Na roa Nova juuto a Coaeeicao
dos Militares d. 47.
Om grande e variado aortimento de
roapae feitaa, calcados e fazeodaa e todos
estes se vendem por precos multo modi-
ficados como de sea coetume, assim co-
mo sejam sobrecaaacoa de superiores pan-
nos o casacoa feitos pelos ltimos figuri-
nos a 26*, 28*. 30* e a 35*. paletota dos
mesmoa pannos preto a 16|, 18f, 20* e
a 24*, ditoa de casemira do car moaclado
e de novoe padrees a 14*. 16*. 18*. 20*
e a 24*, ditos de casemira de cor mes-
ciado e de novos padres al4f,16f, 18*,
20* e 24|, ditos ssccoa das mesmaa ca-
semirss de cores a 9*. 10*. 12* a a 14f,
ditoa pretos pelo diminuto prego de 8*,
10* e 12*, ditos de sarja de aeda a so-
brecaaacados a 128, ditoa de merino de
cordao a 15*, ditoa de merino chioez de
apurado gosto a 15*, ditoa de alpaca
preta a 7J, 8*. 9* e 10*. ditos saccoa
pretos a 4*, ditos de palha de aeda fa-
zenda muito superior a 4}500, ditos de
brim pardo e de fustio a 3*500, 4* e a
4*500, ditos de faatio branco a 4*, gran-
de quantidade de calcas de casemirs pre-
ta e de corea a 7*. 8*,9f e e 101, ditaa
pardea a 3* e a 4*, ditaa de brim de co-
res fioaa a 2|500, 8*. 3*500 a a 41, ditaa
de brim brancoa fioaa a 4|5C0. 5*, 5{500
e a 6*, ditaa de brim lona a 5* e a 6*.
colletes de gorgario preto e de cores a
5* e a 6*. ditoa de casemira de cor e pre-
tos a 4*500 e a 5$. ditoa de fustio branco
e de brim a 3* e a 3*500, ditoa de brim
lona a 4*, ditoa de merino para luto a 4*
e a 4*500, calcas de merino para luto a
4*500 e a 5, capaa de borracha a 9*C00.
Para meninos de todos oa tamanhoa : cal-
aa de cssemira preta o de cor a 5*, 6* e
S, ditas ditaa de brim a 21, 3f e a 3*500,
paletota aaccos de casemira pieta a 6* e
a 7* ditoa da cor a 6* e a 7|, di-
toa de alpaca a 3*, aobrecasacos de pan-
no preto a 12* e a 14*. ditos de alpaca
preta a 5*, benatapara menino de todas
as qualidadea, camisaa para meninoa de
todos os tamanhoa, meioa rices ve tidos
de cambraia feitos para meninos de 5 a
8 annos com cinco babados lisos a 81 e
a 12*, ditos de gorguro da car e de lia
a 5* e a 6*. ditoa de brim a (, ditos de
esmbraia ricamente borbadoa aara bapti-
aadoa e muitas oatraa faiendas e roapas
feitaa que deixam de ser mencionadas
pela sea grande quantidade ; assim como
reiebe-sa toda e qualquer eneajMeoda
de roapas para ae mandar maaraiacturar
que para eate fim temos um com plato
sortimento de fazendas de gosto a urna
grande oficina de alfaiate dirigida por um
hbil meatre qae pela aua proaeptido a
perfeicio nada deiza a deaeUSjr^
.3*.
Para pu
Betoes psra punhos moito
par; na roa larga do Rosario
igual.
aem
Enfeites
e de cores a 5* cada a
n. 36, rival sem i
ras larg ado
LADO

Vende-se ama crioulinha de It
noa de idade, bem parecida e aem
com principio de coaturaa oa tro
de maior idade, qaa tenha h
servico de ama caaa : quem e
ae a cidade de Olinda sobrado
ja da S. Pedra Martyr eu nst
Pedro Simiio da Silva Braga'
Velha sobrado o. 112,"
&wm
bordadas a agu-
Delieadas liaziohas com
Ib, cortes com 15 eovadoa, pelo baratissimo pre-
co de 41500, e coree* HU mesas fazenda a 820
ti. : na rus do Qaeftjafso a. 44.
Veaaa-ee ama escrava erlouia qee cozinba
liario da ama case, lave de sabio a faz varre-
em a qalzer ver, vi a raa do Bram, so-'
n. 6, qae achari com quem tratar._______
ende-se em escravo crioalo, mo^o e de
atrita figura, perfeito offlcial de tanoeiro, e mon-
qualqeerdlstilscaopor ter dieeo multa prati-
| lo caes do Ramos, sobrado n. 9.



BB

6
7S-
DUliOH linUOBO m 6ABBA

aj
Ricas nas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
? laja d'aguli branca acaba do recebar um -
traordioario loraenio da ricas fliaa, tao boa*
en ualidatio quao bonitas nos desenhos, tend
aira- slli* o mala largo fjua posaivel; assim
como IgamaanBHBpcas casa o can ir o liso
wroprio para inacrt^oW, e mollas culras dedif-
fsreutes cores como da caf, rflxa, escara, te.,
como de sea loiavel coslume : s loja
lianuia arenca, na raa do Qaatmado n. 16, ven-
da poVpreco comtiresai boas-e bonitas (Itas.
Gravatas ae setim copa
ponta J#tga a 1
Vandem-se grvalas reta* da bora setim
coni ponU largas a 19 cs^a urna, tao baratas
assim so sa scba naja do Queimado, loja d'a-
guia braskcs a. 16. "
^dft. aliento.
O vigilante acaba de meber boto iortimenlo
de diversos objeclos qe se veodem por menos
20 por cento do que m outrs tMO^gW
senfi
Sintnsnara sennoras.
R'Tuisiimos aiaTos domados, pelo baratissimo
preco da 29, Ea-Jivela ao lado a 49. assim co-
mo da Uta de'Jatia ou velludo a 2$ : s no gallo
vigilante, ru do Crf-spo n. 7.

^Enfeites.
Vendem-se oariquissimoa eofeites de cab
coco franja a vidriiho a 5, dito sem franja a
ditos trancados a 2*500, dito* a taco do fita a
bico de seda a 39: a no gillo rigilania*/rua do
Crespo n. 7qjp
Fitlaspara sinto.
Riqui!simas,0ele9 de acocoo madreperola no
centro a 19200. ditas de madreperola a 3i0, ditas
dottradiobat a 340 : s no,gallo vigilante, ra 3o
Crespo n. 7. /
Vijfrilno.
Lindos vidrilhos p'etos e de cores, pelo bara-
tissinas preeo de I96OO a libra : s no gallo vigi-
lante, ru doCr*si>o n. 7.
Para entreter o tenipo.
Os liados jogos de dminos a 19400, lindas cai-
xinhas com jogos de vispora a 900 rs.: s no gal-
lo vigilante, ru do Crespa n. 7.
A banha lina,
em copos grandes, chegou para a loaj d.agaia
branca, ra do Quoimado n 18.
das seis portas em trente do
Livramenti). 15, 20,30 e 40
arcos.
Grande sorliraonto de ssias a balo de arcos,
os melhors que aqui lem apparecido.no merca-
uo a 49500, 59. H 69500 cada um, dase para
amoitra com penhor ; a loja esl aberla at as 9
horco da noilp.
Rira Ua Sauzal ta Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jouhston & C.,
sellios e silhoflS inglazos, candieiros e caslicaes
bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, chicotes
para carros montara, arreios para carros de
un a doas cavaUos, a relogios de onro patente
inglex.
Veude-se uui negro 01050 qua saba traba-
lhar de carapina : oa rus da l'nia n. 31, segun-
do andar.
pftV|Pftr1
Vende.aa en aitn Pater & C.,
. do Yi|ari^^^Vtm bailo aertimanto de
ebgioa de oaf^H Ste ingta, de um dos mais
V*** fabriafafllia Liverpool; umbtm
ama toriedade da bonitos traacellins para oa
mesmos.
fMaMaBasallBi aaSs&aak%Juaa asMataa
a* wwweraeW ^awvaw^nv'SHMBVMVfJawM
Loja das 6 por-J
tas em frente do Livra- S
ment
Baldes de 15, 20. 30 e 40 arcos.!
Grande aortimento de baldea de arooa
Oa melhors nesti fazeoda e grandes,
chitas francesas largas escaraa a 220 a
S40 rs. o corado, ditas estrellas miedi-
[.nbas a 160 rs. o covado,- cambraia lisa
para ferro com 8 1|3 varas a 29 a peca,
ditas finas "a 39, 49, 59 a 6| mullo finas,
S ditas de salpiquinho som 8 lix varas a u
8f5O0 a peca, eobertas aleoxosdas bran- |
s cas e de cores para cama a 49500 a 5f, J,
%
cassas de cores fraacezas tintas segaras
a 320 rs. o covado, paca de breanha da
rolo a 2$, algodao trancado alvo mallo
largo para toalhas a 19 a vara, anfeites a
Garibaldi todos pretos a 59 cada an. l-
eos brancos eom barra 4a aoraa a 190 ca-
da um, roapa feita de todas ae qsalida-
ea muito baratas, a loja esti abarla at
as 0 horas da nolte.
;
Superior ca d Lisboa.
io
& C, o
Tsm para vendar em porgo a a retalho Ato-
. 'rea
nio Lmiz de Oliveira Azevado
eriptorio ra da Cras a. 1.
Moba.
sfa ra da Camhoa do Carmo loja n.
12, vndese toda a qualidade de ajobi-
lla tanto ao gosto moderno como anti -
ga, plianthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
mmmmmmHmmmimmm
i Grande i
| liquidoslo por todo
o preco, na bem co-
g nhecida loja do Ser-
| tanejo.
Ra do Queimado e. 45.|
Apparegam com di*
nheiro que nao deixarao
de comprar.
juilas escaras*fioaa a 160, 180
DI
BE!EO!Q!MCUMPmVEL
UNGENTO HOLLOWXY
ilhares de individuos de todas as naedas
coleos testemunhai as virtudes desteremedit
incomparaveleprovaramcajo necessario.qua,
pelo uso que delle Gzeram tem seaoorpos
rnerabrosi tueirameatesosdepoisdehavar em-
brefado intilmente outroiralamenlos. Cada
passoa poder-sa-haconvencar dessascuras ma-
ravhnsas palaleilura dos peridicos, quelh'ai
(-um todos os dias ha muitos acnos; a i
maior parte dallas sao to sor prendantes qui
aimiram os raadicos mais c%tabres. Quantas
passoasrecobraran com este Vejerano remedie
o uso de seus'brasos a pernas, depois dador
permanecido longo lampo nos hospiues.o tai
deviam sorer a ampuiscao t Dallas ha iaau
iaantos, parase nio submatereat aassaope*
rafo dolor'osa foraacuradas completamente,
ratdiante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das laes pessoa na enfuso de seu roco-
nheeimeato declararan etesresuilados benaS-
cosdiante do lord eorregedor e outros magis-
trados, afim la satis autenticare sus a firmativ
Ninguem desesperara do estado desaude s<
tivessebastante confianga para encinar esta re*
medio constan tem en tes e^uindo algnm tempo e
trata manto que necesslasss a natureza do mal,
cujo resultado saria provar incontestavelmsnta,
Que ludo cura.
J anguento le ol I, mais p ar tica-
iarmente nos ngalntes casos.
!nflamaa;ao da baxia*
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de cabera.
das costas.
dos maatbros.
Eafermidades da cutis
em garal.
Ditas, de anua.
ErupcSes escorbticas.
Fstulas no abdomen'.
Friaddade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inafaaees. .
nflammacio do ligado
500
["., cortas da vestido protos bordados a
, valludo da cuito de 150* i raadam
por 30, 405, 509 a 700, aahidas da baile
da vaAWod setim a 12* 13a>, eamiaa
para sSohora a 2&Q00 a 39500, golliabaa
de rnrbrair bordadar r 5W, 6W", 700",
800, 900 a 19, ditas de fil bordadas a 120
ra., eaeaveqaes de fattao a 59, 68,75,89,
meiaa de aeda brancas a pretaa para se-
ra hora a 19200 0 par, tiraa da baados a
500 e 700 rs., las de quadro enfestadas a
300 e 360 rs. o. covado, cambraia preta a
400 e 440 rs. a'vara, organdys de corea a
600 rs. a vara, fil brames adamascado
para cortinados e vellidos a 400 e 500
I rs. a vara, corles da eollele de case mira
1 bordados pretos a 29 e 39000, diioa de
l velludo de cor e pretoa s 39, 49,59 a 69,
paletota de brim branco franeexe* a
39500 a 49500, ditos d casemira d so-
res a pretos a 149 e 168, ditos da alpaca
preta a da cores a 39,3|500, 49 a 49500,
camisas de peito de linho a S9500, cortea
de eollele da aorporao a 19500, 19700,
29200, 3$ e 3g500. colletes (eitos d*brim
I branco a 89500, (Jilos feitos de gorgurao ]
a 29500 e 39500, ditos feitos de casemirs
8 a 9f500, 48 a 48500, ditos de velludo a g
S59, 69 a 79, ditos da (uslio de cores a |
18500, um variado sortimento de meiaa |
Spara homsm e senhora, grioaldas com
flores, chales de froco, espartilhos, e to-
Sda a qualidade de roupas feitas para ho-
mem que ludo se vende por metade do
i seu valor.
KCMttfl MHWMB fMIHlIHMIlOX
Attencao
Chegea para a loja da victoria, candieiros a
gas de dovos gosto a modelos, tanto para aala,
como paraescada e quartos e para oulras militas
soasas? na loja da victoria na a do Qaaimado
o.J5.
DUARTE & C.
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
0 LARGO DO CARMO 9.
Ne os proprietarios desles acreditados armaiens participamos aos nossot numerosos,
reguazes que por todos oa vaporea navios de vela recebemos do nossa propria encommenda o*
melboB generosjtendente a molhados, e por isso podemos veodar por menos 10 por cenlo do
qno oairo qualquer, como a experiencia o mostrar por isso pedimos a lodos os Sr. da praca e Jo
mauo, que inda se nao deram ao trabalho ala mandarem experimentar, o favor de o fazerem, eertos
de nada perderem, pola para isso nao pouparemos torss para aera servil -m 4 alad ats i ffJRMt
mojos entendidas, eertos da aclarecer aos compradores que so na rna das Cruzes n. 36 e largo
do.Carmo n. V, que dovem inderecar os portaderea, pois muito se ovldam eom oulras casas quisl
dos mesmos ttulos (rogreasista a Progressvo^ poid sao as duas nicas filiaos,
Manteiga ngleza taM, Bd,a emtfe superior do morcado a 900 rs. a libra,
Wlanteig'a franeeSa melbor ana se pode desojar a 650 rs. a libra e em barril t
600 rs. '
l^Da n UXlsJ 0 m.;, especial que se podo encontrar a 3880 a MM
r? "y88^0 U0' 1*9 P *1" ua M PWe iaaou ne8to &tam 2* a ,Dr* e a 1*600 <"fi"o,
QUIJOS flamengOS chogados nouUimo vapor a 2 a 1700.
(JKlefjO pratO o melbo do marcado a 600 rs. a libra e Sondo inteiro a 500 rs.
Qliei/OS CIO Ser to muiio superior a 640 rs. a libra tambera temos para 500 rav
Paseas era caxinhas de S libras t5oo .500*., ni*..
FlgOS em calxinhaS de 8 librea a 1$600 200 rs. a Kbra. -
Amendoafrida casca mole, 82o rs. .whim rs.. iibr. muiu novas
Ameixas firai.eez*s, 19, Bte emkm com5libras a 49000.
Ma rmelada Superior a .aeihor do mercado envalas de duas libras a 400 rs. a
libra.
Doce da easca da goiaha 8o rs. o cilio.
I amaras erB caixinhas proprias para mimo a 29a0^ gOO Ks, a libra.
Latas cc^j fruta *miMtym*vm>. *&*>
^?aja^s'a^x^b) aa ^^\j v ^ar
\ u te n doas eo 1 afeitad as,rr .../
T. i -m diversas cores a 800 f*
Vinhos geiieroSOS .garrefados d-
fino, Pedro) V, velho secco, genuino. N
129 e 135?1a duaia a a 19100 a garrafa
co, gioja, ameixss a
do Porto, Pono
Madeira secca a
JJllOS empipa pt-oprios para mesa de39600
do Borto, Lisboa e Figueira.
** rs. a garrafa,
garraL c COOTT" a dCzia, ehanpanhe das
S. ANNA
VEIWE-SE NO AMAZ
PROGRESSO
BE
Francisco Fernandes Duarte
alargo da Penlia
da matriz
Lepra.
Malas das pernas.
dos peitos.
de olhos. ?
Mordeduras d reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulraoes.
Quaimadelas,
Sarna.
Supura;5es ptridas.
Tinha, asi qualquer
parle que sejs: /
[Tremor de ervos,
Ulceras na bocea,
do ligado.
das ariiculaeeei
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
Vende-so asta ungento no astabeleermeoto
garal da Londres n. 244, Strand, ni loja
do Rdos os boticarios droguista e outras pss-
coas rncarragadas da sua venda em toda s
America do sul, Havana a Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocelinha conten
umi instruce^avaaa ponuguez para explicar o
modo da laxar ana das te ungento.
O deposito goral em casa do Sr. Sorna,
harmaceutico, na ra ds Cruz o. ;22, em
peroambueo. _______^^^___^^
Attencao.
Vende se srande e sariavel sortiraeolo da la-
mancas os rna Uireitt n. 11. ueste aaUbeVeci-
meoto os dooos filie resoltidos a eoSer mais
barato do que era -"ufra qusli|cr parte, por ssW
rem ellea mesmos os labricaoia, taolaem pox(o
como a reUlka. Aiss-se o* tregaszss dsalapra-
q, assim como oa le saslp.
Vende-se um greadeeasa
ral < soQo sa aa ra) 4a Gala,
de la/guia a 130 4 anUa, o?
avHoial em ehias groanos, ajvra
^i : m ru Nova n. 18. lois, sa dir qas>^
feode-ie ca da lagasnbe superior
Lisboa para aataobo t eaiir, em barhci
galaree oor 3J0OO cada aaa: ao
Ramos, a 10.
Ricos pianos
*fc de varios autores, vendem-se
mt em casa de Kalkmann Irm&os &
aa C, ra da Cruz n. 10.
Attencao
Guimaraes & Luz, dorios da loja de miudezaa
da raa do Qaeimado n. 35, boa fama, participare
ao pablico qa o seu estabelecimento se acha
completamente prvido das melhors msreadorias
Undantes ao maamo ealabelecimenlo, muitos
antros objectaa laxgoato. sendo quasi todos reca-
bidoa da auaspropri4 encommeodaa ; a estando
silos Inteiramenta resolvidoa a nao veneraoa
lado, aQancam vender mais barato do qna otilro
[aalquer ; a binlameote peden aos aeus davede
res qae Ibas osandem oa vaohaav pagar oa aeas
tnbtns, aoo pena de serem iaati^adoa.
- Seaball Mallora & C, taodo recebido or-
dem para vender o sea crescido deposito darslo-
gios vista o fabricante tet-s retirado do nego-
cio ; eonvida-, porlaoto, la pessoas que qaiierem
poaauir nos boas rslogio de oare oa prata do c-
lebre {abma*ea Koraby, s aproveitar-se da op-
portanfdade som parda da tempo, para vir eom-
pra-loa por commodo prejo no aan eacriptorio
rna do Trapiche n.28.
Moeadas> meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machina de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ras do Iirum n. 38, AindicSo*
de D. W. Bouman.
la Senzalla Nova n. 42.
estabelecisnento vende-ie: ta-
nt> -coacte libra 110ra. dem
r libra a 120 rs.
SerVe ja8 das methores mareas a 809 rs
mareas mais acreditadas do I4f a fO*U-"g4gor cognhac omelhor\uo so pode deseiar
aOOOrs. rgarraf. y \
Ixenebra da ^exdadaira hollaada emgarrafBes de 16 garrafas a 65000 cada um.
Oe 11 ti Ora. tHBn a mais sublime qne tem vindo ao nosso mercado em frascos grandes
a 29000cada um.
FraSqiieira Com 12 frascos de ganabra da Holanda 9800
ixarraiOtS m 5garrafas de superior vinagre a 19000
Vi flagre piAro de LsliO ^ rs. garrafa i800 a caad*.
tlarrasqUlIiO 0 mai>superior que se pode desojar a i?5000 agarra/a.
SperliaCtlt 0 mais superior do marcado em caixinhas da fi libras a 4*5200 e 700 rs.
a libra. I
VeliS de Carnauba., 119500 a arroba a380 a libra.
AllCOretSS coUazeitonas as melhors do mercados 1)9400.
v/ n s a_
! aiXl!lll? S com diversas qualidadesdo massas como saja estrelinha pevide etc., a 6f000
e 640 rs. a libra.
Chouricas e Paios 03 m9ihoresdo m9rcado a 560 rs>, lbra#
balaIHeS o mellor que se pode desojar a 700 rs. libra. *
sr rZUHtO& o ue se podo dezejar de bom a 640 rs. a libra.
iLllgUlcaS finas em latas jpromptas a 19600.
FeiX.e em. iataS eavaUinbas parjo, a linguadosa 1^600.
1 OUCIDhO do loino a 280 rs. a libra do novo, e 240 rs. do velho.
Banha Ce fcJOrCO a melbor do mercado em leus da 10 libras a 49000.
31 assa de tom ate 8m utas d* i mn o 700 rs.
iviaiSas para SOpa talharimemacarraoa 280ra,ealolriaa 320 n.
ral llOS XadOS em macos com 20 aaacinhos a 200 rs.
Papel greYCj pautado o liso muito stperior a 49000 a resma;
Ci-rva d0Cea 360, pimenta a 360, canalla 900 rs., ecominhos a 800 rs. a libra.
PalltOS do gaZ a 29300 a grosa e 20 rs. a eaizinha.
Sal refinado #B pcoea de mais da urna libra a 160 rs. a potes 560 rs. *
fc**^ muito novo a 380 a libra a sevadinha 200 rs.
Fr 1 nha doMaranhao a 160 rs. a libra e gornma a 80 rs. a libra e 29400 a arroba;
Cate do RlO a do i>arf o mdhordo mercado de 89S00 a 99500 a arroba.
CaiXl n n as as mais elegantes, propias para mimos ou mesmo para guardar joias de 400 rs.
a 1*500 e temo eom 6 caixinhas a 59000. -
Chocolate hespanho;'^, tpm trtbn.
Krvilhas portuguezas e franceasft fegoyerd.d.64o.72aVrs
a lata
^1 raqiieS os memoraa do merca Lo a 109 a caixa e a 28 rs. a earta.
SftTel em latas chogado no ultimo rapor a 19600.
Bolaxinhst de soda eni i,to, i ioo -
Boli :nha i ngleza, L, un d0 mruio 14>500 a ^^0. e 300 n. a libra.
AVeltoS ebegadas lmamosra a 8JO rs. a libra.
Sardinhaade Nantes, m B. a UlJ#
ZeitC dOce refinado oa .eaixae SOO rs. agarrafa, ^L
ArrOZ^ Ut da 5 arrobasdrprmelho,a89500.
LCOref es maja fiaos que ka no Urca* 1* a gtrrafa o 109 a tola, tambes
americano!
rom
e
machinas
deS. P.
Ha Nova
Os melhors gneros que vem a este mercado o por meaos 10 por canto do que om ontra
qualqoef parte, geraniindo-se a boa qualidade, por isso roga-se a lodos os Snrs. da praca, de en-
genhoae labradoras o favor de mandarem suas encommendas a este muito acreditado armazem do
molhados, afim de verem adlfferenca de preco e qualidade que faz, se fossem coma/Vdos asa outra
qualquer parte. J"""" F" """
*^***^** confeiladas para sorte de S. Jlo a 800 rs. a libra, tambera tep-sexpara
640 rs. libra sendo em porfi, unto de urna qoalidade como de outra se fas aeti-
rnenlo. f
aalaatlga lagteza da safra nota de primeira qualidade a 850 a libra, era
barril se faz abatimento. '
""^He* aiamaaia a mais nova a 640 rs.a libra, sm barril a 600 rs.
faljia ao TeistO muito frescos chegadosneste ultimo vapor a 29000 ditos cha
gados no,ultimo navio a 19800.
JJ IJ P*** o mais superior que tem vindo i este mercado a 800 rs. a libra.
Ulia UySSOH 0 melhor que h D0 mercado a a>800 g j^^ a ,b j^Dcirte boa
qualidade. r
ma liaXim 0 que se podo desojar neste genero a 39000 a libra.
Glia $Yeta homeopathico a 29200 a libra em porcao so faz abatimento.
T raques nOirOS je pav0 transado a 230 rs. a carta o em caitas eom 40 carta*
99000.
Lalas COHl am^ndoaS confeitadas, proprias para mimo, cometido mais coi -
faitea a assuear candido por 196OO cada urna.
1raB8aS em caixinhas de 8 libras chegadas altimamente a 29000 cada urna a -a Jfeta!
a 480 rs. a libra.
BaiaXilina da soda em latas com differentes qualidades a 19440.
ftalaxinlia inglesa a mais nova que h no mareado sr 49000 a barrica e a retal
a 320 rs. a libra. -
V VttAlO aaa\ ^at^** de superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 a 640 ira.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500. /
VilasmOS engarrafados Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Careavellos, Fei-,
loria velho, e de outras mantas marcas acreditadas a 19200 a garrafa, em caixa a 129
tambera ha para 19000 a garrafa. m
-'*assa\pasB\ua das marcas mais acreditadas a 159000 e 209000 o gigo, e em garrafa a
Woo (
3atla|a da marea cobrinha ou d8 oulras marcas conbecidaa a 59000 a duzia e 500 ra.
a garrafa.
"'^Aaaa frsncazas a portuzuezas em latas de 1 libra por 640 rs.
Ma$a a t4l&&t*5em taitas de 1 libra por 80O. rs.
rsV.aa%aiXaa iraneazaS em latas de 1 e meia libra por 19500, ditas com 3 libras or
TSffljJjv.
^llieuaaaa de casca mole muito novas a 320 rs. a libra, em arroba por 8#000.
Waiaaa'120 rs. a libra e em arroba a 3#000..
latvia, maearvaa a taluarim, 400 n. a libra, a em c.ix. co 1 arro-'
ba por 69000.
k atrailla lia, pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, o om ca
xinhas muito enfeiladis se faz obatimento.
alltOB ae aaateS ixados os mais bem feitos que tem vindo a este mercado a 280 rs
tambera ba para 200 rs.
rteZUlltOB iaglZCS para fiambre a 800 rs. tambem hamburguez para fiambra
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
Cliaimcas e paios muw, novas a 560 rs a ,bra eem Ult M far abatnwaU,.
saiaiae 0 melhor petisco que pode haver por eslar prompto a toda hora a 800 rs. a Kbra.
T auenn* Ao Yei&e muit0 novo a.28t rs. a libra e em barris de 1 e meia arroba
a 59 e 79 a arroba.
V^llOnri^aS emitas j promptas para se eomer a 1|800 cada urna.
Banha da OOrCO refinada em latas eem 10 libras por 41300. ^*
ita em barril mut0 fina e alva a 440 rs# a 1bra eem barrL a 400 J.
^Ti^aC0B1 b0U ftptmcwL proprios para mimo a 50 "cada "m- '
iva.arineiaaa imperial do afamado Abreu e de ouiros muito fabricantes do Lisboa a 800 rs.
a libra.
H.aTlneiaaa de Alperche em latas de 2 libras por 19000 cada ama,
iJattaS Ctala FrUetaS dodoeeem calda as melhors que ha em Portugal como so*
jam pera, psego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs. .a lata.
Daeaa SteeoS e em calda, em latas, de 4 a 5 libras por 29000.
UataeOiata hospanbol a 19500 rs. a libra, di to francat a 19100 di to portntuez a
800 rs., afinca-se a boa qualidade. .
vate de primeirqualidade tanto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
99500, di mais baixo a 280 rs. e 89500 a arroba.
evaainna di Franca a mais novado marcado a 240 ra. a libra, e em norcao sa fas
abalimeotof -' a>
^*RO muilo novo a 320 rs. a libra e em garrafoes com 5 libras, por 29000.
I? ariuna do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
vtta do Maranhao alva e chairse a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
* alai do carnauba refinada a 400 rs a libra, o em arroba o 129000.
^!P.ta Atea refinado a 800 rs. a garrafa, o em eaixas a 99000.
almagre de Lisboa a 240 rs. a garrafa a ana caada a 19800.
aassata chorea verdadeiro a 19500 a garrafa, e em caixa 149000.
w inn braaeo e Lisboa o mais superior qne ha no mercada pro;
640 r*. gamf* e em caada a 49500.
t F? iwparot do fabricante Brando em meias caixinhas, por 29500.
VilOB suspiras do fabricante Cstanho & Filbcs em meias caxinhas a 29000. *
**lW8 em eaixas do 100 regala Imperial, Yugantes, e PaneoteUas, a 29000 4 caixa.
Aiptata naui limpo, a l80rs. a libra aam arroba 59500,
AaaltMsVaa muito novas, a 19600 rs casa ama ancoreta.' garufa.
AaTiai de Maranhao a 120 rs a libra, e 397*0 a arroba.
Liaissaa
Alam das goaoroa sawnaiadoa
le a astas estabeleci mantos. Os pi
las Snrs. qae mandarem sos
respeitavel publioo mdo que fer pertaan
astas praeos s servir para eque
demais fregueras de fino teram de wj
postas em laiae das mam
taHall
a ngleza mui
lem dos gauaras cima
Boato de todo que i leudante a
emroTtogalal9509]
por 99909.
e ranceza a 640 ra. o pota
o respeitavel publico um







^
;"

*
(
im D* CBUUMBIK -* SAMADO Dt ffij 01 fMI
Lola da VrUer
Enfeiti
Oemelbor; arelo*
C'aixinhas e catazes p
as meninas trftzere
no bra^o
Maito liadas eaitiohai e cabezas para miDinaa,
a 100 ria a IfiOO: na loj 4a Victoria, na na
do Queimado a. T*.__________. *
vi-
Franjas pretas com
driiho e sem elle.
Rico* lortimeotoi de (ranjai frats a da cm
raa do Qaeimado 75.
iohasde peso verda-
deras..
Linaii Ma
randei a MO rea
d OirtatM
de paao verdadeirei. mcada
na loia da Victoria, na raa
75.
thosphoros de seguran^
Phoaphoroa de^eguranga, por que livra de io-
eeodio, a 160 ria a caixa: na lo]a da Victoria,
a raa do Queimado n. 75.
Baleias para -vestidos.
Batatal muito graades a boaa a 160 ria ana
a laja da Victoria, na raa do Queimado o. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
Aa melhores liosas de croxel para labyrlntho,
novelloa mona'TO a 320 ria im : na lo| da Vic-
toria, na r- > Quejando n. 75.
Sreita-tf
a epidemia declina rensivaimente, a o sea
complato desappereeimento est prafimol O
propietario deate bem sortido cstebeleetmenlo
convMa ai leaa oomeroios fregaexes a subatitair
0 alftado taino, qae todo esticholerico, por no-
?o. tjwpom reilatlr i mil schotis e manar-
ca quevo serdaasadaiem leeror do rutabas!
lecimanto da saade pablica. Oa pregoi con-
*d*|H (fc
H01OKS. T
Bolinai a(amadaa Milis. ; I 15J0OO
non-plui-.lin Nantea.......,. 129OOO
Niales 2 bateriai.............. ll#000
latir.................... OJOOO
ioglezei de baldes.............. 109600
batedorez....................... 99500
couro da porco....... 89000
bexerro a luetre............... 99000
iagietee pea lelvageaa......'m- 79500
taxiadoa breeileiroi...........*
>


>
>

a

Sapatoea oon-pluaultra................"
S bateriaa e meta..............
esmaga cobra................
Nantea 2 bateriaa vaqueta....,
a 2 bateriaa bezerroi....
> tiabalnadorea...."......
brasileiros de 3J500 a..........
Sapaloi2 tolaa a sallo..................

a
Botina

I
a
tranca portagaezea........
friocezei. .
SENHORAS.
dengozaf......
aalto de bater. .
pichincha de 49500 a.
aaaerieaoaa 3J590 a .
Sintos 4ourados para se-
nhoras.
Lindos aintos douradoa par aanhorai a 20200,
dltoa da ponta cabida a 49, ditoa de Ota a 1600 :
na loia da Victoria, na roa do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
/ salas
Chegoa para a loja da Viciarte ama paqaana
porcao de ricos eapelhoa da varios lamaobec para
ornamentoa da salee, afBiocaodo-ae aereen aa
melhorea em vidroa qua tem viada: na toja ata
Victoria; ca ra do Queimado o. 75.
para bordar,
la multo boa da todas ai cores para bordar, a
ra libra : oa loja da Victoria, na raa do Quei-
do a. 75.
1 Linhas do gaz*
Gaiiinha com 50 novelloa da linhaa muito fi-
nas oo gaz a 900 reta a caixa, diUa coa 30 no-
vellAa a 700 ria, Jila* com 10 novelloa irrandes
a ~m rea, brinca pretas
na lia do Qaeimado n. 75.
na loja da Victoria,
Arara vende os palitos.
Vendem-ae roaaaoa de palitos finos com 20
masainhoi, por 200 r.; na ra da Imperatriz,
oja da arara n. 56.
Sapatoa da aalto (Jol y)
tapate:



em elle (idem}
59500
69000
19500
&9000
29000
59000
29000
19280
59500
59000
11000
29500
39008
19920
800
500
ecdaosBicea. ......
lastre 31 a 88. ..... .
MENINOS E MENINAS.
Ha de tudo em relacao e uio aa daixa
dinheiro.
Dm completo aorlimento do couro de
eordavo, bezerro francez, couro de lualre'-mar-
roqaim, tola, coarinbaa etc., que tudo aa troca
por dinheiro Tontada do comprador.
aahir
porco.
fuiieiro
uafDi
Reate rico a bsm montsdo eitabelecimeoto en
contrario oa fraga ezea o mala perbilo, bsm ac*
bada a barato ao sea geaero.
URNAS do todas aa asUdadei.
SANTUARIOS qae nvarieaa eom o Jacaranda.
BANHElRS de todoa a Uaaaer.oe.
SKalICUPlAS dem Idem.
BALDES idara Mam.
BACAS idees Mota.
BAHUS idem idem.
FOLHA id calzas de todas as groaisrai.
PRATOS imitando em perfetcio boa penal-
CHALEIRAS da toda* aa nalMatos. s
PANELLAS idem idea.
COCOS, CANDIIIROS o flandrai pan qaal-
qser aortiaente,
VIDROS oa aiias o a retalho de todoa ea ta-
aodando-ae mankoa, bota dentro da cidsda,
aa toda a parta.
Recebem-ia encommeodsi do qsalqaer nata-
raza, eooaarloa, qaa todo ieri dsseiapanhade a
contento.
tmbraias orgndys a 280 rs.
i organdyaoaa dilicadis-
"?* *? *** 8W a. : na loja a armasem do
'^dofioaoai>ro,a roa da laparatriz
""S
Vearda-ae aoiaaiaaasaassaa fraoeazaa de rarla-
doi padroea a 240. 96*>i% 280 ra. o ooada : na
r." o* l,Haltls a.M, loja dcr^tffto do Oama
a Silva.
Esperanca
Loja de miudezas,rua do Quei-
m(io-n. 33 A, de Guimares
A Rocha.
Especialidade chegada pelo vapor.
Botoea de cornalina braacos, encamados, re-
dondos, chatos, oral, aaia borla o borla, a tem
desle botoei neata loja, e acode ae preparara pa-
ra puchos, colletea, etc., por 39 urna duzia, ou
19o par psrs puohoa.
SEDAS
Cinco tustoes.
S na loja do pavo
Tendea-ae sedas de qaadros, ditas de Ifatriaao
coaprido, e ditai de Ultras atraveisadaa, ditai
de qaadrinhoa, leudo dos melhores padroea ede-
licadissimoa goatos, com largura de chita ingltza
a 500 rs. o corado, 6 pecbincba, o do-ae ai
amoatrao com penhor : na roa da Imperatriz n.
60, loja e armazem do pavo de Gsnra & Silva.
Para doces seceos,
Vendem-ae maito bonitas caixiohas redondas,
de madaira, de diversos tamanhos, forradaa de
papeia do corea, maito lindas, proprias unica-
inente para doces seceos de qualqoer qualidade,
pelo barato prejo de 4, 5 e 69 a duzia : na raa
do Queimado, na bem conbtcida loja da miada-
zas da boa faro a n. 35.
Fazeodas pretas
superiores.
Groadanaple pieto moilo superior pelo dimi-
auto preco de 29 o corada, panno prelo maito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9g o corado, saaemira preti
muo n. 2|, tfoo, 8, 39500 a 4 o corado,
mantea pretas da Mondo muito superior* 129
mmeteles de superiores grosdenaple* ti-
camente bordadoa a 3S. aobrecassca
preto multo fino s 30, casaca* tambe
preto multo Booa 909, paletota da panno preto
fina a 18 e 209, ditoa de casemira de cor mee-
clada a 189, aaperiorea graratiohaa estreitss a
19, ditss de aatim roaco a da gorgarao moilo aa-
periorea para daas roitaa a 29, ditas estreinhsi
com liodos alfloetes a Sf, superior gorgarao pre-
to para colletea a 49 o corta, ricos snfeites preto
a 69, e assim outrss moilss (azendas qoo sendo
dinheiro rista, rendem-ae por preces maito ba-
ratos : na rus do Queimado n. 33, na boa coahe-
cida loja da boa f.
~Zi *laut" d# **>**> coa 5 clares, sonis os-
treitiohos, ultimo goito, e eom stxa, que se ran-
da pelo diminuto preso do 30g, tinta iogleza (a
rerdodeira) polea de 1|4 a 990, de 1|2 garrafa a
MO, prerine-se que 16 legitima a qoo no pote
tem urna caridade em forma da bieo, qoo ae prie-
ta molhor a rasar o liquido como a extracto da
rolha ; ra do Qnetmado. loja Esperao^a n. 33 A.
E^eranga.
At que auna! chegoa a eata loja ea aampra
ealimadoa briocos bsles, qoe pola perfaieio coa
que foi execalado o pedido fica ssnsds a falta que
baria deite adorno que, sobra aer boa e booito
4 barato, a 19 o par e em orna caixioha : na loja
Eaperanc*. ra do Qaaioiado n. 33 A.
Esperanza.
Contina a receber especialmente auaa fazen-
daa, tornando-*a aaaim mais baratea : nesla
qaadra que temos todo quaoto preciso a ama
familia (em miudezas) a uro alfaiate, sopateiro,
caixeiro, etc., o pequeo eipago qae noa concede
o Diario de Pernambuco nao nos permute clini-
flear e enumerar a inOndade de artigei da que
noi adiamos sorlidos, Unto em quioquilharia co-
mo em artigoi de uio diario o indiapensarel :
por isao as peasosa da praco oa de fora que qaei-
ram comprar qaalquer dos objectoa de qae lase-
moa nono commercio, serao directamente oa in-
directamente bem aerridoa.
Anda o Pavo a 200 rs.
Vaode-e bita frasee aieura eom dimtoato
toque de mofo a 260 rs. o corado, o* ditas ingle-
aa a 149 n.: oa rea da Imperatnt n. 00, loja de
Oama & Sirva. '
aft
Vende o Pavo a 280 rs*
Gj*lrie da lloho qoe faith dm teitldo para
"Son" ro"f"1 p,r* B,enn<> frece sednhaa
a 280 ra. o corado, por ter grande porcio : na ra
da Imperatriz n. 60, leja e armazem do Parlo de
Gama Sirva.
f.......i i. i .....
arlataoa do Pavo.
Vende-se tarlatana do Ha com palminhas sol-
laa a 320 re. o corado : na ra da Imperatriz n.
00. loja do Parlo de (jama & Sllra.______________
O Pavo vende a 4#500 rs.
Cortea de barsgea com fioa da seda tendo 25 co-
rado*, eom barra, podando-ae fazer babadoa, pe-
lo barattuimo prego de 49500, so na loja do Pa-
raorna da Imperatriz n. 60 de GamaiSilra.
Vestidos de la.
Vende-ie reitidoa do laziohaa toodo aa aaiaa
! pre.n2Sl, > Ita roda, proprias para ba-
o 4900, a na loja o armazem do Pari raa
da Imperatriz o. 60. de Gama & Silva.
Basquinas do Pavo a 4^000
Vende-se ricas baaquinaa do faeto aoi boa
oo/'dss, fazenda que seapro se rendeopor 111
o 169000 por 49000, pera acabar : aa loja do Pa-
'do Gama & Silra, oa roa da Imperatriz
n. 60.
Enfeites do Pavo.
Vende-so ricos enfeites & torca o Giribaldi
com ricas franjas e bolotas a 5(000, ditoa dos
meamoa maiesimplee a 2f000 a., e ditoa de fltaa
cada um em sea carto : na roa da Imperatriz n.
60, loja do Pavo.
Brilhantina suissa.
Vende-se brilbsntins aolsia de qusdrinhos, fs-
zooda maito encorpada para restidos e maia lar-
5a qae chita rngleza a 200 tt. o corado : na ra
a Imperatriz n. 60, toja
da Gema & Silva.
a armazem do Pavo
Colchas do Pavo.
Vende-ae ricas eolchaa de fustao de linho de
rarioi tamanhos o dffferentea desenlies : na raa
da Imperatriz n. 60, laja a armazem do Parlo
da Gama Silva
Chales pretos do Pavo.
Vende-ie 01 mala moderooa chalea pretoa da
ponta redonda com botla, gaarnecidoi de bico
de leda largo em lugar de franja a 69OOO : na
roa dtlmperatriz n. 60, loja do Pavo.
Esperanza.
Para S, Joo e S. Pedro.
Veddem-ae caixinhaa-com grande porejao de
amendoaa coofailadaa, a alguna coneitoa pro-
prios para o faatejo de S. Joo e S. Pedro, pelo
barato prego de 800 ra. cada urna : na ra do
Queimado, na bem conbecida loja de miudezas
ds boa faaa n. 35.
Luvas de Jouvin.
Vende-so luvas do pellica de Jourin branca
para seobora, ltimamente chegadas : na loja do
beija flor, roa do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-ae luraa de seda ecfeitadaa a 11600,
29OOO e 292OO, ditss fio de Escossia brancaa a ra.
700. ditas do corea 800 rie, ditas de slgodo a
280 ria ; no loja do beija flor, raa do Queimado
numero 63. ________
Eseovas.
Veode-ie escoras para denles finas de diversas
qualidadea a 120,160. 320. 400 e 500 rii : na
loja do beija-flor, rita do Queimado o. 93.
Jogo de domin.
Vende-aa jogo de domin fios a 1200 : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Botoes para punho.
Vende-ae botoea de punho fiooi de dirersaa
qualidadea a 200 rea o par. que tambero lervem
para manguitoa de leohora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-se occulos finos de armaco de
29. 19, 640 e40O tls : loja do beija flor,
Queimado o. 63.
ac, a
ra do
Ricos sintos dourados.
Vende-se sintos dourados a 29, ditos de fita
com flrella doursda a 19500 : loja do beija flor,
raa do Qaeimado n. 63.
Enfeites para caneca.
Vende-te requiwimoi enfeites para cabera com
franja, a sem ella pelo baratitaimo prego de 51
e 5SO0O, ditoa de vidrilbos a lJfGOO ; na loja do
beija flor, ra do Queimado o. 63.
Carteiras.
Vende-se tica carteiras para guardar
de ouro o prata a 29008. 2S500, 1000,
1*500 : na" loja do baija'flor
numero 63.
dinbeire
18280 e
ra do Queimado
Rosas artifciaes para cabello:
A. L. B. F. tendo recebido um variado sorti-
aaeoto de bonitas rosas que se eslo usando para
bellos, a de panooa com folha de velludo, ditas
e papel todas, aa maia ricas que ae pode encon-
rar vende-ao na ra do Queimado n. 63, leja
do beija flor.
A loja d'aguia branca, ra 4o
Queimado n. 16.
Receben pelo ultimo vapor oa aeguintea ob-
jectoa :
Bonitas ligas de seda para senhora.
Grandes e boa taridoa bandea da dina.
Aspss do 850, e lita elstica para coea de btrlo.
Bonecaa grandes mui bonitas e bom vestidas.
Bonitos baazinhoa com 9 frascos do chelroa.
Liedaacatxiohaa com 6 ditoa de ditos.
Trancellim ajraaa de cor para guarnecer veatidoi.
Luvas de camoraa brancas e sasrellss.
Lindos boioes de banha para
presentes.
A loja d'sguis branca acaba do receber lindos
boiea de porcellanadourada com Asa banha o
marioaaa laaceipfooo, os quaes porauas delicade-
zas e perfetedas lornam-se dignos paro prose-
les, e com eapecialidade na actual qaadra, quem
goatardobom dirigir-sa com dinheiro raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que acha-
ra em que bem o empregar.
Chegaram as desejadas rosas
artifciaes.
Agora dore cessar o dasgosto qoo thaitas se-
nboras saotiam por nao terem comprado das pri-
meiras rosas qua a loja d'aguia branca recebau,
isso porque dits loja acaba de receber am noro o
maia brilbaole aortimeoto deltas, rindo estas de
maia mais delicamenle orralhadw. A senhora
que com a peqoma quaotia de 99 comprar ama
deasaa formosaa rosss, sentir am effeito sioda
mais rpido (relativamente ao ^caao) do qua
aquello que produz o prompto allirio em qaal-
quer molestia. Cumpre* pois, qua se nao de-
mrenteme* maodsr comprar na ra do Qaei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, pois do contra-
rio fica rao sem ellas para S. Joo, o qae nao
conrea. Na meama loja rendem-ae outrss rosas
mais baratas.
E' neata loja qoe h e continuar osero depo-
sito dss sfamadaa agulhas Vieloria tanta a
aceitagao que tem lioo estas agulhas que nos dis-
penaamoB de .alqoer elogio, a 120 ra. o papel
.0X0).
'a
Leile paro ao p da race
oa das, na ra do Sebo o. 35.
rende-ae todo'
-Id mrffrat'
Toda atteoedo ao galle vi-
gilante, que est quei-
mando.
Luvas de peliea.
-As rerdadeiras luras de Jurin, chagadinhaa
norapor francez: a no vigilante, ra do Cres-
po n. 7.
Para os festejos de S Antonio
e S. Joo.
Trinas e galles.
A superior trina e rolantes do Porto para or-
nea, oratorios oa igrejas, qae se reode por me-
nos do qae em outra qualqaer parle: a no ri-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Cascarriiha
Lindas percas de cascarriiha da todas as cores,
pelo baratiaaimo pre$o de U500 a peca: s no
vigilante, ra do Bcoopo n. 7.
Ghspelinals para senhoras.
Lindan cbapelinka ricamente eofeitadaa. pelos
baratisaimos presos de &a a 10j>000.
Ditos com pequebo toque de moo a 6$000: a
00 vigilante ra dd. Crespo n. 7.
Superiores atualhactos
adamascado.
Superiores atoslbado adamascado com 8 pal-
mos de largura a I36CO rs. a rara : na ra do
Queimado n. 21, na loja'da boa f.
Damasco para colxas o para
ornamentos e igreja.
Ysnde-aa muito superior damasco do l do
urna cor, muito proprio para colxaa e para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato preco de 2*860 rs. o corado : na raa do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pechincha.
Vendem-se corteado superior gorgarao de se-
da pira colletea pelo baratissimo prego de lfc,
29 a 39 o corte : na ra do Queimado o. 22, na
bem coohecida loja da boa f.
Agulhas.
A. L.B. F. tendo recebido agulhas imperiaes de
undo dourado. renda na loja do beija flor, ra
o Queimado a. 63. a a
Oliados.
Vandem-ie oUndoi pintados de lindaa vistas a
paisagens, larguras de 6,7, 8 o 9 palmos, pro-
Srios para masa da jaotara SU o corado : na ra
a Imperatriz, loja n. 90.
-----------.-----------------------------------------------------------
Cabriole.
Vende se um ccbrioletde duss rodal
harto, oa muito boa catado, o pintado
com arreloapara uacarallo : para ver,
cia de Mr. Crosjean, na roa da Florentina, a
para tratar, ot rus do .Trapicho n, 1, prmero
dar,
, Para os tabaquistas.
Lencos muito finos s imitacao dos de linho do
muito bonitos padroea e do corea rizas muito
proprios para as pessossqua lomam tabaco, polo
barato proco de 49800 e 5&500 a dazia : na raa
do Oueimodo o. 22, na bem conbecida loja da
boa f. *
Touquinhaslou chapozinhos
para crianzas.
Lindos chapozinhos para menina e menino a
-4$ e 69000, ditos de! feltro pelo baratissimo pre-
go de 3(000, boneted da panno fine a laco de fi-
ta a 3S000, ditos de Iveludo fino a 49 a 39500
ditoa de palbioha a QgOOO, tooqoiohas de seda
muito lindas a 19300\ ditoa de fil a I9OOO: a
no vigilante, roa do Crespo n. 7.
*v -, Man,
Lindos manguitos
qoe se pode encontrar
mo prego d* 79000, dit
s no vigilante, raa dol Crespo n. 7.
uitos.
m gollinha o aaia fino
rende-se pelo baratisai-
a aem gollinha a 15500:
Bales do Pavo.
Vende-ie ricos bales arendados com duaisaiaa
e bico am rolta, pelo baratisiimo prego de 69,
ditos de madapolo francez muito grandes com 6
3reos a 6$, ditos com 5 srcos a 3*500: na loja
o Farao. roa da Imperatriz n. 60.
Bramante do Pav5o a OJOOO a peqa.
Acaba da cfaegar a loja do Pari, urna ora por.
gao do acreditado bramante de linho, com larsu-
f" de brm liso, tendo 27 raraa cada paca, esU
If ^r..p.ro?.ria p-art_'fn?5e? .lo.alhaa, cerou-
pr_
do Gatea*4 sllral
ifaia, etc.,
"'? Pa
nz n. 60.
Chales Garibaldinos.
Vende-ae oa loja do PvSo, chalea da merino
maito grandes de liatrinhas s Garibaldi, pelo ba-
ratissimo preco de 49500. pecbincba : na roa
da Imperatriz n. 60. de Gama 4 Silra.
Chales do Pavao.
o-Vf!*e'";e *haJe* marin muito grandes a
35, ditoa de caasas de-cdsea a 800 ra. : na ra da
Imperatriz n. 60. loja do Paao.
Vestidos do Pavo,
E' pechincha, cortea do cambraia braneo com
babadoa a 29300, ditos de tarlatana braneo e de
cores a 39, ditos con babados e duaasalas muito
superiores a 9, pegas de cambraia branca com
caroctohos brancose de cores, tendo 8 1/2 vuaa
cada pec.a, por 49. cortes de canas de cores com
7 1/2 raras, padroes novos a 29500 ; todo isto se
encontr na loja do Parao, que rende dinheiro
a ,I,.Ui.Hi "" dt ImPer ma o Silva.
Cambraias
Vendem-se eaabraisa
aU|anteadoseahosa280
raada Iaparalriz, loja
de bonitoa e
o Corado: na
iVGCaNCW
Dk
FondicQ Low-Moor,
Ba ala Senzalla Nova n.4*.
Nesta estabelesimento continua a havernm
completo sortimento de moendas a meias moen-
daa para engenho, machinas da vapor uixas
de forro batido a coado 4o todot 01 tamanho
para dito,
Vendem-se caixoes va-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1280 cada um :
gesta typographia se dir.
Manguitos cot goliinhas.
Vendo.Ie mangailos com goilinhas, fazenda
muito boa, pilo barato preco do 2$000, goilinhas
e puahos ultiB0 gosto a 29000. goliinbaa maito
Qnaa e bem bordadas a 1(000 carta nma na raa
do Queimado loj. d, ffiTlaa da Boa fama.
Na officina de carpioa e Carlos Hesse na
raa doa Piras n. 18, ha para vender am ptimo
eairo do 4 rodos ba pouco lempo acabado, assim
eomo um cabriolet de 2 rodas igualmente bem
eito : quem oa pretender pode dirigir-ae a dita
oflicioa que achara com quem treter.
Potas da Rossia,
Vende-se em caa deN. O Bieber &
C, sticceisores. ra da Cruz rJS 4*
Liquidaco de fa-
zendas.
Tiras e ntremelos nordados.
K iiD, wi r*Caiifl8. 0t, "adas de t,500.
3,000. 3,500 e 4.000 entremeioa 1^00 e 23000
S".%lefLDn "" do^""?o loj. de mindezaa
da Boa fama, n. 35.
Bonecas fraucezas.
Vende-ae Lonecas francezss raamente rcatidas
49000 e 5*000. e IfOOO bonecaa de cera com os
olboa movedeos a 28000 e 39000, na ra do Qoel-
mado loja de miudezas ds Boa fama, n. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-se relas de ac para Unto a 19500 rs. o
29000 na ra do Queimado aja de miudezas
da Roa fama, n. 35.
Na ra do Crespo, loja
Veode-se para acabar, e por todo .
completo aortimeoto de fazendasinglesas, trnce-
las, suiaas o allemies, todas proprias deate mer-
cado, e algumaa recentemente chegadaa.
n. 14
proc,o um
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-ae aa loja d'aguia branca mol bonitas
eicarradeiraode ridroa de corea a 49500, 5 e 6,
assim como palmatoria! de vidro lapidado com
mangaa bordadas a 49500 cada um : na raa do
Qaeimado, leja d'aguia branca n. 16.
Meias em quantidade-
Na loja d'aguia branca acha-ie um complete*
tortimento de meias de todaa as qualidades a
precoi, sendo para homens, senhoras, meninos
e msninas de 6 mezes a 12 annos. Ennumerar
os diOerentes presos confundir o pretndeme ;
assim quem se quizer convencer de quo baratas
le estao ellas rendendo, dirigir-se com dinhei-
ro dita laja d'aguia branca na ra do Queimado
numero 16.
Superior sebo em velas e em
pes, ca*xas de urna
arroba
Vendem Antonio Laiz de Ottveiri Azevedo t
C, no seu eieriptorio ra da Cruz n. 1.
Jacaranda superior.
Tem para vender Antonio Laiz de Olireira A-
zsredo&C., no leu eieriptorio ra da Craz n.i.
Goraes lapidados.
5o grossos que admira.
A loja d'aguia bronca acaba de receber urna
pequea quantidade de coraes grossos lapidados,
os quses servem para as voltas que ltimamente
usam as senhoras, e est veodendo cada fio por
29, 29500, 3 a 49 : na ra do Qaeimado, loja
d aajula branca n. 16 : aaaim como receben mil'
aa bonitaa pulseiras de miaeangas.
Alburnos de borracha.
Vende-se os mais superiores alburnos ou so-
bra-tudoa da borracha, proprios para o invern a
129: na raa da Imperatriz n. 60, loja do Pari.
Cortes de phantasia,
Vende-se rieoo eertesfde phantasia de duas salas
com delicados lavores a 69 cada um : na ra da
Imperatriz n. 60. loja do Paro.
Calcinhas do Pavao.
Vende-se calcinhas de cambraia bordadas para
menina a 19 o par : na loja do Paro raa da Im-
peratriz n. 60.
Goilinhas do Pavao.
Vf0eie 3,in,,a8 de cimbria bordados e di-
tas de fil bordadas a 500 ria: na loja do Pavao
ra da Imperatriz n. 60. .
sem segundo-
Na ra do Qaeimado n. 55 loja do miudezas
de Jos de Azeredo Maia e Silra, esti rendenda
todaa aa miudezas bsraliasimas, s saber :
Papeia de agulbas a balo muito supe-
riores a
Caixas com multo finas obreias a
Cartoea com colchetes, tem algum de-
leito a
Frascos do macasa perola muito fino a
Catxinhas com papel pequeo de diver-
sos gostos a
Pacotes dito dito dito amizade a
Norellos de linha de Cruz a melhor
que ha a
Caixas com agulhas curta de auparior
qualidade
Enlremeios, a peca com 3 varaa li2 a
Sabonetei maito flnoia
Papeia de agulhas francezai com toqae a
Pare de boiOei para punboi de muitoa
modelos a
Parea de meiaa craas para meninos a
Ditoa de ditaa cruea para pequeo a
Ditos da ditaa para meninas a
Frascos com agua de Larande ambreada a
Ditos com ebeiros muito flnoa a 240 e
Ditoa com banha muita fina a 240 e
Ditos com superior banha de oraos
80
40
10
300
750
720
40
200
isooo
120
10
240
160
160
200
800
500
320
600
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada nma aspa de ac
>ara balo a 160 rs. a vara, bandea a 1J500 ra. o
100 o par. oa ra do Queimado loja de miadezas
"Joa fama, n. 35.
Cascarilbas de seda.
Vende- 3 casearrilhaa de seda para eafeitar
vestidos a 2|000 a peca na ra do Queimado
loja de miodejas. n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borrscha para quem padece
de erystpela a 159000 o per, meias de seda preta
para senhora a JOOO o par na ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama. n. 35.
Palmatorias de vidro
dado.
Vende-se palmatorias de vidro a l9600rs., ditss
eom mangas proprias para rapases a 49500 ra.,
cada urna, escarradeiraa de ridro a 496OO ra.
e 5000 o psr, na ra do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, n. 35.
lapi
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata iogleza a 1J500 ra, dita franceza a 5C0
rs., 640, 19000, oleo da sociedada hygirmque
rerdadeiro alJCOO o frasco, oleo babosa de Piver
rerdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os denles a 1#000, dita de Botot tambera
para os denles a 1 ,000 o frasco, pomada fraote-
za em paos a 500 rs. e ljoOO, 320 rs. tabonetes
maito fino a 640 rs., 800 rs. e I9OOO cada um na
ra do Queimado leja de miudezas da Boa fama.
n. 35.
A 200 rs,,so pavo.
Vende-se chita franceza escura de cor fiza a
dous taslss o covado : na ra da Imperatriz n.
60. loja e armazem do pavo.
A 2#500, s o pavo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2 a
3 babados a 29500, ditos de tarlatana brancos a
de cores, com barras e babados o 39: na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do paro da
Gama & Silra.
A 500 rs., s o pavo.
Vendem-se as mais modernas a finisiimas 15a-
zinhas de quadrinbos e de flores solas e palmi-
nhas, desembarcadas do ultimo navio rindo de
Havre,pelo baratiaaimo preco de quinbenloa ria
o covado, e dBo-ae aa amostra com penhor : Ba
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silva.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vande-ie esta ora fazenda de padroea delica-
dsimos com 4 1)2 palmos de largura, propria
para restidos de senhora a 400 rs. o covaao : na
ra da Imperatriz n. 60, loja a armazem do pa-
rao de Gama & Silva.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e decaes de marim.
Acabam dechegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
EseraYos fttgifios.
Goilinhas de linho.
Lindas goilinhas estirajadas.
Ditaa dd linbe maila fis
Ditas pretas com ridrilll
S n vigilante, ra d^ Creipo n. 7.
Me
Grande aorlimento de
como para aenhora, si
29OOO. e finoa a 2800
59OOO a dazia, ditaa p
para menino a 29OOO s
Creipo o. 7.
500
800
29000
sr
as.
eiai tanto para homem
de homem a I98OO e
do fio de Escocia a
menina a 29400, ditaa
no vigilante, roa do
taai
Torri
23Largo rf 9srfo~&t
Manguitos com goilinhas.
Vende-se manguitos com goilinhas bordodaa a
1960O e manguitos muito finos a || o par
ruada In-peratrirn. 60, leja do Paro.
na
Tiras e en tre me ios.
Vende-se tiraa bordadas tapadaa a transparen-
tes, aaaim como entremeioa muito delicados-
na ra da Imperalria n. 60, loja e armazem do
Pavao.
Bramante de linho.
Venda-pe muito superior bramante do linho
com duas varaa de largura proprio para lengona,
pelo barato preco de 29400 rs. a vara : oa bem
coohecida loja da boa f, na ra do Queimado
n. 22.
Maoteiga iogleza flor a
dita franceza 640 ri., b
a libra, mateas maito floai
libra, queijos do reino a 2
ra.a libra, aer raja daa melb
8"f. MrdiahM de Naatv.
a 320 rs., bolachinha ingleza a 320 n:
aiatm como se renda ontroi muiloi gneros ba-
raijisimoa, pesia. 400 rs libr.foio m.Uo
norai. a ae alg.em du.idar vooba rer no orra-
dor largo do Terco n. 23. "^oria-
Um terreno.
proco tommedo
o luffleteole
st
ador.
um terreno na
a 960 ra. a libra,
ha do porco a 400 ra.
para sopa a 400 rs. a
1,ditos do aarlo a 560
roa marcas a 500 rs. a
a 400 ra., loucinho
Loja do Pavo ra da Impera-
triz numero 60.
DE I
6&UA k SILVA.
inde-se neste estabelec|mento todaa aafazm-
pregoi maia baratos qae peiiirel s
das por
proprio para ae edifleer "f flm ?e Prr dinheiro," aaaim Vomusna
-....'Uftot? TlrTta? co. ; ntS^SS^ t-sandiainteiramMU "
a tratar oa istl Tfapfc. ffi'J'flS.J l "'L0* : l "****
um toooioooleclmento rogam a todoa oa aeus
10 aa deesa ao trabalho do prooorar
tarto os annancios da loj
Lencos e luvas.
Vende-se lencos de cambraia de linho com la-
byrinlho a 29500, ditos de imitacao de labyrinlho
a 19, Id'ss de isda de tudis ai corea a 500 ria,
enfeitei pretoide ridrilho para cabega a 1*, lu-
raa de retroz preto abertas a 500 ris o par ; na
ruada Imperatriz n. 60, loja do Parao de Gama
&.Sova.
Cambraias do Pavao.
Pesas de cambrsia fina com 101/2 varas a 69 a
peca, d taa com 8 1/2 varas a 49. ditas de 8 pecas
a 39, dita para forro, com 8 1/ varas al 9600 ;
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Paro, de
Gama & Silva.
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Gadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimado n. 16.
Vestidinhos a 500.
Vende-se- veslidiohos de seda enfeitadof para
meninaa de 2 a 3 anaoa a 49500 : na ra da Im-
peratriz n. 60. loja de Gama & Silva.
Grosdenaples do Pavao.
TJk6**8 '"denaples preto multo incorpado
a HWi corado : na roa da Imperatriz n. 60,
loiadeGsm, 4 silra.
Paletots do Pavao.
Vende-ae palitoU da panno preto fino a 69,
ditoa de fsnev de cores a 69. talcas de casemira
prata a 4J50Q: s na roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Sra.
Pannmhos de Pavo.
Vende-se pecas de pannlnho flojsimo com 10
raras a 61: na ra da Imperatriz n. 60, loja de
Gama o ailra.
"'Wi1'" '""> .' t
Chittt em cortes.
Vende-se crtei de ebita franceza maito fina,
com 10 coradoa a 29400, afflancando-ae aar de
of)r Isa : raa rea *a,Imperatriz n. 60, loja a ar-
mazem do Baria.
Ra do Crespo n 7, no
gallo "vigilante.
Neita nova loja ha grande porcao de caixinhn
com amendoaa proprias psra brinquedo de S.
rJoo qae ae vende pelo barato prego de 800 ra.
cada urna quem deixari de dar a orna menina
urna caizinha ; tambem tem grande porcao de
caixas propriaa para doces secos que rende con-
formo seua tamanhos a 69, 9 o a 49 a duzia,
amendoaa arulaaa a 800 a 640 rava libra : no
vigilante raa do Creapo n. 7>
200$ de gratificado
a quem pegar o pardo Franeiseo, de 17 annos
de dade, de bonita figura, eom todos os dente,
cabellos carapinhos e ruiros, este pardo foi do
Sr. Dr. Borgesda Fonseca, o qual riajoa com 9
meemo sennor todo o serto e suburbios desta
provincia, necesaaiii mente quando era sea es-
cravo, e talvez anda se inculque a servigo do
meimo: qnem o pegar queira entrega lo a seu
legitimo dono na raa do Hospicio n. 6.
Ignacio Luiz de Brilo Taborda.
Escravos fgidos.
Predio venda
Vende-ae a boa caa de dous andares n. 28 da
raa daa Cruze, bairro de Santo Antonio, em
chaos proprios, e em perfeito estado de conser-
varlo, visto nao precisar de concert algum ;
faz-ae asta venda em coosequencia de aeu pro-
pietario ter-se retiredo desta provincia : a tra-
tar na raa do Trapiche n. 14, com llanoel Aires
Guerra, que tem os poderes necessarios para a
dita renda.
-
Panno de algodo da Baha.
Vende-se no escrfptorio de Antonio Laiz de
Olireira Azeredo & C, na ra da Craz n.l.
Aljfar fino imitando perola.
Veoda-ae a 500 ra. o fio da aljfar fino, iml-
ando perola : na raa do Qaeimado, loj 4'jciia
branca n. 16.
ww^ttwa v*"
esto certos qne alo perderlo mu tanjo.'
8iae",e nma grande casa da dona anda-
! *.? r.t,-d GeiSi com 33 palmos
Batataa novas
Tergo n. 23.
Batutas .
80 ra. a libra
no largo do
Urna carrosa.
Fugiram do engenbo Jaboatiozinho, freguezia
de Santo Anto, os escraroi leguintes, pertn-
centes ao abalxo assigoado-
Deiappareceu no mez de jolho de 1861 o es-
raro de nome Silvino, crioalo, de idade da 25
annos, pouco mais ou menos, baixo e grosio do
eorpo, pernal, brafoi e ps grossos, espadado
do corpo, testa pequea, olhar carrancudo, nariz
(hato, olhoi pequeos, tem o ander um pouco
banzeiro, muito cabello na esbeca, tem algumas
pregis na testa, natural da freguezia do Bom-
Jardim, e foi comprado ao Sr. Jos Bezerra de
Mello Jnior, morador na mesma comarca, o qual
eacravo eat acoutado no lugar chamado Mari.
Na noite de 26 para 27 do mez de outubro de
1861 desappareceram os sgateles :
Bernardo, cabra, alto e secco do corpo, cabel-
los e barba j pintados, rosto comprido, olbos
pequeos a fundos, nariz afilado, com muilas
mercas de bexlgas pelo rosto, pese(o comprido
e fino, hombros cabidos, bastante esperto, tem
o andar duro, bom sapateiro, muito influido
para amanear potros, representa ter 35 annos,
pouco mais ou menos, 4 bastante fallante, bom
carreiro, lerou chapeo de couro e matalo, na-
tural do Bonito, foi comprado ao Sr. Jos Gomes
Gabral, morador na mesma freguezia do Bonito,
eujo escraro imito pratico as estradas do ser-
to, e igualmente as do ful.
Jos Trajabo, de idade de 22 a 24 tnnos, podio
maia oa menos, bem preto, altera regalar eat
bagando, cara larga, nariz chato, orelhas muito
em p, beigos grossos e virados, e di um gelto
nelles qaando rl-ae por ter sofTrido de ama para-
lyaia em pequeo, dentea bem airea o perfeltoa
poucas aobrancelhas, muito regriata, onteade al-
guma cousa de algarismo, tem a eabeca de um
dos dedos da mo grosis, provenanle de um pa-
narieio, pernas finas, ps pequeos, e alguoM
couia volteados para o lado de dentro, sendo et-
ica algama cousa carnudos, leroa chapeo de pa-
Iba amarella, urna capa preta, e a fita do chsno
lambam preta.
Simplicio, mulato, alto, idade de 35 a 40 ta-
o, corpo alguma cousa aecco, cabellos csxia-
dos, rosto comprido, barba grande e j pintada,
tem um dedo pequeo da mo corlado pela jun-
ta, lam algumas cicatrices de ferida pelo aorpo
de bobaa qae soffreu, eraros nos pea a com mui-
las racbaduras, ps grossos, e anda sempre de
alpergatai, pernas e bragos grossos, tem o olhar
carrancudo, Albo doaertio do Piaaby, foi com-
prado ao Sr. Franciaco da Silva Saldanha, mora-
dor na fazenda Riacho, em Jagusribe.
Todqs eates tres escravos desappareceram na
noite de 26 para 27 do mezdeoatabro de 1861, o
paaiaram no Rio do Peixe em aeguida para o In-
hamum : roga-ae aoa capitlea de campo e u ao~
'tdedaa a appreheaso do ditos escravos, po-
ndo entrega-Ios ou rematte-loa ao engenho do
-1

.110 *e [ando, com um pequeo com oa compeiealeo anoioi ores para um aj>
rt a. ib, loji, te dir qiem roade. fWnrlar, f toi Marques ds Almelds,
vende-se ama carroga em malta bom catado, abiixo asiignado, a aeu aenhor, oa no Recife, em
sea do Sn. Crrala & Irmos, qne serio gana-



DIARIO M PB1HAM10CO, SAMADO B O J0U1O P 186S.
t*
Litieratura.
Estados Iliterarias.
Curto de litieratura nacional pelo Sr. conejo
J. C. Fernandei Pimeiro.
Todo o homem que se consogra eotre ooi eos
trebalhus da iaielligopcia mafJrtnos u!n gole
Ululo de respeilo.
Se hi aqut proflisao difflell* meioi de habi-
litar-s' para desempesOja-l* coosc'encloiamente
e precaria nos remtalo que produz, ser du-
"ida a do homem de letrai, que applica ueste sen-
tido os dolai de iei- tileuto e 01 estarlos de sua
boa voolad*.
Tudo parece qae ss comprez em coutririar-lhe
a vuca?o. E' a mais improductiva, aeno a mais
ingloria de loda as carreiras soeiaei.
Ja houTe, porm, um tempo, e nao ha muitoi
senos ainda, que no Brufl, e aobteludo na capi-
tal do imperio,.exisliu um movimento real, en-
thusiaits nobre em favor do desenvolvimento
intelleclual. e df gloria das letras brasileirai I
Iniciadores corajosos estavam [reate da idea,
e o publico aeompanbavs com ardor e vivo iota-
resse as sus Justas meritorias, os seus certames
de briosa emulagao, em que maii da um esforza-
do caropeio sehiu laureado com as palmas da vic-
toria I
Foi de 1836 at 1850 que se proloogou esta lou-
vave! agilagao, que, bem depresss. modificada por
singulares circamstancias, dea logar ao marasmo
estril, a desmoj e ao aceplicismo que enerva
triste e fatalmente a nossa sociedaJe actual.
Multas foram ai causas que influinm para este
nosso estado de lethargo moral. Os ioleresiei
erescantos e mooopoltsadores do commercio, er
explorages da industria, ecom ellas as tentar** .
iniciaveis da riqueza, fomentadas pelo agi- ..os
capitaes em mais larga cireuisgio, e, floadoeote,
a poltica pesspal e mesquinha c.ircunsjfripta
rbita acariada dos partidos, e por cjosequeocia
qaasi alheia i salulir discussio dos principios e
das reformas iniciadoras do progresso, absorve-
raro todas as atteogdas do publico, e o paiz prln-
cipiou a esqaeeer-se que "possivel a prosperi-
dade nacional, qaando o seu desenvolvimeoto
material uo acompanbado pela educagio moral
do povo e pela simultanea conquista de urna li-
bertada fecunda e sensata.
Nao se creia, porm, que fsltem boos engenbos
no paiz, e qae nao baja agora, mas que em ne-
nhuij outro tempo, intelligencias varona e pri-
Tilegiada, a quem foram traosmittidaa com hon-
ra as gloriosas tralices da opulenta litieratura
meridional.
Antes pelo contraro, os talentos florescem oes-
ta trra com todo o arrojo e perfume de saa
luzuriaotd vegetagio tropical.
O phenoBieno eslranho, porm a sua explica-
Sao verosmil. *
Faltara centros, falta ama arena, onde se adea-
trem lidadorea do pensamento, a escola onde ae
formero as aplides sdolescentes, mais anda nao
amadurecidas, e sobretodo, como j disemos em
nosso artigo anterior, os meios de publicidade
necessarios para darao mercado de seus corajosos
esforcos uma concurrencia satisfactoria.
Os primeiros apostlos da moderna litieratura
brasileira, dispersados, e longe de saa patria a
niaior parte delles, nao cooseguiram faodar gre-
mios, nem proslitos de suas doulrioas.
A falta, pois, de unidade, anda qae produzia
um bam, considerada debaizo do ponto de vista
daoriginalidade individual, trouxe comsigo con-
equencias desfavoraveis, dentado correr solta
e sem guia as voeagoes -balbuciantes, e os novi-
gos inexperientes a quem, por mais talentosos
que sejsm, falta a direegio, o conselho, a liegio
que a pra tica-dos livros nao ensins, e que s se
aprende ouvlndo es reflexoes e a palavra autorisa-
da dosaablos.
Quem nao admira sinceramente o vigor e a
energa com que lem florescido oestes ltimos an-
nosa litieratura portuguesa ?
E' bello ver esia pleiade brilhante de talentos
reivindicar coa seos nobres esforgosas gloriasde
saa patria, angustiada por to constantes calami-
dades I i
Sem se abalar diante das aenteogaa implacaveii
do destino, sem affrouxar em face das temerosas
prevlsoas do futuro, que maia de uma vez leu-
abalado o ediflo'o de sua integridade nacional,
xobuslos em sua crenca, e firmes na f de que um
povo resiste gloriosamente a todas as provagoes,
qaando a iotelligeocia e o patriotismo alimentara
o fogo sagrado de seus altares, ei-los camiubaoda
intrpidos, solidarios, ioabalaveis no terreno das
mais arduss e difficeis conquistas da clviliiagao
moral.
Nao halutaqueos acobarde,nem triumpbo que
lbea aeja impossivel.
Pois bem I Toda essa vida, toja asa seiva ge-
nerosa que se msoifesta as mais elevadas pro-
dicges do eogenho, sao devidaa pela maior par-
te a y m hometn, uma intelligencia, ima dee-
sas forgas polentea e mysteriosas, que Daus en-
carna de sendos emseuclos em un de seus esp-
ritus de predilecgo, e faz delle o predestinado da
raga humana, o aymbolo de um principio, o apos-
tlo de uma gerago.
E' do Sr. Alexandre Herculaao que filiamos.
Foi na sua potica e solitaria residencia da
Ajula, nesse recatado recesso da meditago e do
trabalho de ums das maiores almas que tira pro1
duzido os lempos modernos, que foram receber o
bapiismo de saa indaga o intelleclual quasi todos
os grandes escrlpteres aetuaes dossos smtgss a
companbeiros de juveolude Mendea Leal, Rebello
da Silva, Lopea de Mondonga, Bulhao Pato, Lati-
no Cielho, Biester, e muitosoatros, que illuslram
dlgoamonte a sua patria.
Fomos multas vezes conviva obscuros desses
festina da intelligencia.
Anda nos parece eatar vendo o semblante, ha-
bitualmente austero e grave do meitre, abrir-se a
um eorrlso complcente, e eiteader a mi ani-
madora i toda a vocagao, robora balbucante,
mas legitima, qec lbe pedia um conselho, uma
palavra que lbe aonalsss de norma na longa e es-
ptnhosa paregriasjjft,da carreira lilteraria I
O Sr. AlwindsswBtBuleno, nao poleudo ans-
iar a torrente impelila das desditas que aflUgem
Portugal, quiz-ao oreos salvar do terrivet.con-
flicto a pbrgao mais nobre de seas fllhos.e, In-
vestido do sacerdocio augusto da intelligencia,
fez-se o mentor da mocidade I
Que maior e mais nobre titulo pode reeorn-
mendar posteridade s gloria do seu nome ?
E' deetes centros de luz intelleclual, desles ho-
meos que representim a alma de um povo, que
sabslaneiim a idea de uma naeionalidide, que
necessitam os mogos de tlenlos braiileiros a quem
a Providencia illuminou com o verbo de sus aa-
bedoria.
Aonde existe, e a quem eal confiada a educa-
gio lilteraria do povo f Oade se abrirn- con-
currencia popular os cursos gratuitos de ensino
superior 1
O governo nao lem tempo para attender a eataa
utoplaa ; antes lhe falta para aperfeigoar no
estado da gymnastlca eleitoral.
Nestaa circumstancias, pois, o livro do Sr. co-
oego Dr. Fernaudes Pinbeiro veiu prestar um ser-
vigo, senio completo, ao menos meritorio, aquel-
las que desojen} instruir-ae ns litieratura patria.
Ah ae echaos tragados com criterio, embore
rpidamente, aufhaaes mais importantes por que
lem passado as letras porlugeezas desde a ana
controveasa e primitiva origem at noasos dias,
aeompanhada de um auccinto juizo e apreciagio
dos eseriptores e suas obras, que maia brilhantea
fl,orescecjm nessa longa peregrinarlo da iotelli-
geocia aira vez de lanos seculos. O a Curso de Lit-
ieratura Nacional do Sr. conego F. Pinbeiro
um livro til, porque pode auxiliar effieazmeote
os que desejam esiodsr e nao polem ter oslo
os materiaes to complexos, e alguna at bas-
tantes raros, de que se compoeum trabalho des-
ta natureza.
Longe iramos se quizeisemos analysar mel-
dicamente o livro do Sr. conego F. Pinheiro ;
nao podendo faze-lo, porm, como desojramos,
limitar-oos-hemos s poecas reflexoes que nos
saggeriu nms primeira e rpida leitura.
A quaai precipitagao com que o autor se viu
obrigadoa coocluir a sua obra, lando em mete
aproveita-la ainda para o curso do presente anno
uo collegio de Pedro II, deaculpa de cerlo a falta
de opiniio individual que ae nota em aeu livro
acerca da apreciagao de certos autares, limittan-
do-ae apenea a citar a aeu reepeilo oa jaizos, na
verdade autorisadoa, dos eseriptores que maia e
cooscienciosameote trataram do assumpto.
O mesmo acootece cerca dsa omiases de cer-
toa oomes, quaodo por fim eslabelece a divi-
sao eotre as duaa litteraturas, portuguezs e bra-
sileira.
Conhecemos bastaote o Sr. conego Pinheiro
para acreditar que nao foi intencional esta (acu-
na, poia se observa tanto a respeilo do que diz
de uma como de ootra litieratura ; mas a justi-
ga imparcial da critica nos impe o dever de lem-
hrar alguns nomes de prosadores e poetas brasi-
leiros, que tando honram e illuslram as letras
patrias.
Demais, preciso que os estranhos nao fagam
uma idea to amesqaiobada do numero dos nos-
sos eseriptores, e bem assim das saas aptidea,
e dos gneros a cujo estalo tero sido levado por
sua vocago e tenaz amor as lucubrages da io-
telligeocia.
Quem pode fallar oa litieratura brasileira esque-
cendo o nome de Francisco Octavianoo, o jorna-
lista eminente, o pensador e publicista, cujo es-
tylo original, mordaz e incisivo di a seus escrip-
tosum poderoso cooho de iodividualidade lilte-
raria, que trate das mais graves quesles de po-
ltica e de philosophia histrica, quer o molde,
voluptuoso e brilhante, aos rabes da phaolasia,
aoa arroabosda imaginago, oa aos cantos de sua
musa graciosa e bella, como um perfume da
Grecia, uma reminiscencia de suaa predilegoes
classicas, que mais de ama vez azem lembraras
estropbes de AndrChenier?
S Jos de Alencar um outro nome sympathco
e querido de todos que do Brasil apreciam o ta-
lento legitimo, reapeilam as intelligeocias supe-
flores e admiram o colorido sciotillante de um
estylo aempre seductor, lano naa paginaa do ro-
mance,"como no dialogo vivo dascomposiges
dramaticaa, e ainda das profuodas reflexoes da
critica e nos graves e serios estudos de publicis-
ta, a quem com tanta glora se coosagrou na re-
dacglo daa primeiraa folhas dests capital.
Poderiamoi fallar em Justiniaoo Jos da Ro-
cha,conselheiro Prannos, t'irmo'.Rodriguea SU va,
Quinlioo Bacayuva, Mazzlo, e tintos outros de
que aos nao permiite oceupar a rapidez deste
trabalho, mas que todavia reservamos para maia
tarde, accrescentando agora apenas -aoa nomea
citados o de quatro poelaa a quem ae nao pode
negar o lngar que Ihes compele no Parnaso na-
cional, sem grande iojusliga para a gloria das
ooisas letras.
Sao ellas Joio Cardoso de Menezes, Bernardo
Guimarea, Laariodo Jos da Silva Rabello e Ca-
simiro de Abreu.
O primeiro o autor da Serra da Paranapia-
eaba. Eisaqui uma eomposigao qua pode aervir
de modelo verdadeira poeaia americana 1 A
cor loeal di idea originaria, ograodioso das com-
pararles, o brilhaolismo das imagens, a energa
da lioguagem, elevago do pensamento, o arro-
jo e o acre aroma da natureza lnterptropical, tu-
do abi se respira, arre balando e fascinando o es-
pirito. Bastava esla produego para collocar o
seu autor na plana dos primeiros poetas brasi-
leiros. Tena estropbes que rivalisam com as de
Viclor Hugo, o primeiro poeta e primeiro pen-
sador deste seculo.
Bernardo Guimares a seiva fecunda da ios-
piragao potica qae rebenta espontanea ao calor
FOLHETIM
FLIX VAML4ET.
IV
do tol meridional, e se reprouax a tota as fir-
mal, entoroando falsea de los e raphorea de
perfumeos jardina amantados da pbaotaala I
K' um poeta de lei; todas se qveltfsdes que ea-
racteriiam as pronunciada vocagoee poticas se
acham consubstanciadas em sua lnteiJMtaeia im-
peluoia e varonil, noi aesumplos nm ffran-
diosos, e cadenciada, maiga, qsatj wR oos
*gredos da alma e mas tristezas melanclicas
do corauo.
Laariodo la outro poeta afamada) con ins-
tiga pela aara papular. A modestia do titulo
que dea a aass composlgoai poelitss, chamao-
do-lhe trovas, nao detxou um instante no incg-
nito o merecimento real da seu talento. A' se-
veridade da forma ascrupuloaamente elassica em
que molda as suas inspirages, acercase a poten-
cia e vigor da idea, aa imagens epropriadas e
estupre bellas, a asee delicioso sentimenlo de
uma alma enferma que as mais sentidas que-
xas nao deixa da trahir a sus origem divina. A
Saudait branca uma eomposigao deste ge-
nero.
Iierdeiro dos grandes dotes da escola bocigia-
na, a sua mua nao urna sacerdotiaa pagia, an-
tea pelo contrario eotdaos psslmos do christianis-
mo nos coros .anglicos que resdim nss titanias
da tarde entre as arcarlas aacrossntas das catbe-
draes golbicas.
Casimiro de Abreu entra os seas compsohei-
ros o cysoe da tradiegio mytbologiea. Expirou
cantando I Alma candida e perfumada como o
bugary das selvas, tmida e medrosa como a ro-
la sorprendida as balgas do esptnbeiro, os seas
versos sao um suspiro da aurora, os seas cintos
um raio de luz matinal. Suspenso j entre n
mundo e cu, tem medo de se afastar daaeoda
luminosa da asa primeira patria e macular as
plantas no lodagal da larra I Vageeia no espa-
go como a aodorioha astrangelra, pousa no cimo
das arvorescomo a juruty dos bosques ; e quem
como elle exhaloa caotos mais santtdos, queixis
mus ssadosss, egottejsodo ligrlmmas brilhan-
les, como as flores da colima entornaos as pero-
las do orvalho ? Este poets viveue paasou como
u ma estrella fugaz, maa o aeu brllho Mear eter-
00 noa cantos da musa nacional.
Estes sao nomes que nos sallaram primeiro
memoria, e qoanlos outros, meaos digoos de
figurero seo lado, podiramos citar, a nao serem
as curtas aimensoes que somos abrigados a as-
igoar a eate trabalho ?
Fa-lo-hemos mais tarde, a maia detida a tni-
nucioiameote.
Podemos pois afoutamente dizer, quando ha
poetas desia ordem, que a litieratura brasileira
urna das mais ricas e esperaogosas. Ligamos
toda esta importaocia aos poetas, e quizemos
tornar maia salante este lado da nessa litttratu-
ra, porque eoteodemos com Pontmsrlio : O
poeta o homem qus possue o seotimeoto e a
seosagao; a faceldade da vibragio intima de
que temos a origem ; o homem que sa-
ne lazer de sua impresso individual parte da
nossa, e que erguido em face doa espectculos
extenores, ou dos pbaoomeoos da alma.ioter-
preta o que nos vemos pelo qua elle e o que
nos sentimos pelo que elle sent.
Temos a certeza da que o Sr. co'oego Pinheiro
em urna nova edigao do aea Curso de Litieratu-
ra ha de aatisfactoriamenle encher o espaco. que
bojedeizou em braoco, de tao assigoslsdos no-
mes eenlao o seu trabalho maia completo redo-
rar de valia como um importante servigo pres-
tado mocidade estudiosa.
Mo parda no entinto por este motivo a nos-
sos olhos o vslor da sos obra. Tem-o.e grande.
B um protesto de qae o autor Irabalha, e pro-
cura quanlo cabe em saas forgas auxiliar o mo-
rtjenlo intelleclual do sea paiz. Nao gasta em
frivolo ocio, como tantos outros, o tempo e as
suas babilitagoaa iotellecluses, o que lhe faz de
certo grande hoara, pois nao procura, como al-
guna cnarlataea Iliterarios que conhecemos, fir-
mar a sua repulagao com bullas falsss da sabe-
dona negativa.
A edigo do Curso de Litieratura Nacional
impresas em Paria, e forma um magnifico volu-
me de 56o pagina, em.ptimo papel, lypoa e
eocadernagaade bom gosto, como todas*\r. -ras
da iju ae faz editor o s. B. X. Garmor, Jtajuem
devanaos mais eate servigo. ^p*
Esperamos mnito do Impulso que a pu.*ic*;ao
dos boas livros tem de imprimir aodeaebvolvi-
mento da nossa litieratura, rasgando-Ib* maia
largo o brilhante horiaoote ; maa, para que ae
consiga este louvavel fim, preciso inocular
primeramente no espirito publico a neceasidade
da alimentado intelleclual, to precisa como a
do corpo, e para laso conveniente que oa pode-
res do Estado aejam mais solicitos em derramar
a instruegao pelo povo.
A. E. Zallar.
(Da Revista Popular).
""" .1
Jurisprudencia militar.
Mrito do trabalho do Sr. Dr. Joti Antonio de
Magalhau Catiro, auditor de guerra da corte,
autor de dout proiectot de cdigos militara.
IV
Terminei o exa me de algamas disposigdes do
captulo 2, lamentando cosa o Sr. Dr. auditor de
guerra a falta de leis criosinaea militares mais
ciarse e maia bumanaa : Entrando porm agora
oo eatudo do capitulo 3. que sa oceupa das cir-
cumstancias alleoaanles, considero opporluno
convlr, que ellas repreaentam verdaderamente
c preceitos mais estaris, regraa mais certas,
doctrinas mais doces e mais civiliaadoras, ten-
dentes banir o arbitrio Ilimitado ou rigor in-
sensato, i que vivem subjeitos os que se alislam
deigoato ou cooatrangidameote as fileirss dos
bravos defensores especises da patria.
Entretanto occorre-me observar, que, para al-
Hriar a clsssajaUltar laa continuas vexagoes, de
"Mn* telada, para que esta brilhante car-
ato taotei aacrificios aniversalmeate
ojiara qae nao continae s estar
remuneragoes, det[ua se lem
, ai i dos pezires qua a acabra-
tolo V, composto to tornele d
o nove paragraphos apenai, nao saa]
redado!
faita<
ni
doas^
tisfar.
Sa verdade, como oioguem contestar,
{Continuando do n. 152]
Ob 1 qae ta importa isso ? disie elle spera-
mente ; contenta-te com o teres, e nao oos fagas
esperar tanto tempo.
Mara nada respoodeu, mas sehiu com o cora-
gao opprimido o os olhos chelos de lagrimas. Era,
realmeole, a primeira vez qae Flix fallara assim
a sua mulher.
Logo qae ella aahiu o infeliz alirou-se vestido
como estsva sobre a eoxerga, e, quando alaria
eotrou com as provisoes que acabara de comprar,
julgou que aeu marido dorma com os meninos.
Sites acordaran logo qae foi preparada a ceia :
a Flix nao ae moveu.
Meu amigo, dase alaria tristemente, nao
veus comer? desde hontem a noute que nlo co-
mes.
Deixa-me dormir, dissa elle ; daverias som-
prehender que estou fatigado de tar andado tanto
com esse mu tempo.
Os tres meninos, contentes cercavam Mara,
sorriam-lhe, e tagarellaram, comeado com ari-
dez.
Maman, porgui^ 0 mais relho, qaando
.poderelToltir-^jeouf
Lo'0'o, Jacques, logo, respondeu a joren se-
snors.
Jscqaes fra obrigado a deixar a escola, onde o
. aeu zelo azia-o qaerido dos mastres, porque seus
paes nlo qaeriam manda-lo com a roupa osfarra-
pada.
Ouando a pobre familia levantou-ie, Flix con-
teve-se, e fingi dormir. Porm logo que os vi a
adormecidos depois desse terrivel dia di angus-
tias deixou desabafar a dOi pungente que o saf-
ocava.
Assentando-se sobre a cama, poz a cabega en-
tre aa mos, e coniervou-se por muito tempo im-
novel, sam pensamentos, mas com o corsgo op-
primido por uma vaga ioqoietsgio.
Quaodo a (adiga o veaceo, e elle deixou-se
apoderar de urna especie de aomooloaieU, veio-
Ihe o peaadlo. Apparecea-lhe o homam do bou-
levard em p o eom ar ameagador, aec,aundo-o
de seu crime. Via-se arrestado do ganlarmes
at o iribanal o ali confundido com os mais vis
ltimos degras da miseria, e acabarem tao ver-
goohosameote como elle.
Quando amaohecea, aioda elle aoohava. Sua
mulher levaotra-ss sem barulho e fdra procurar
com qae fazer algum fogo para o pobre menino
que estava doente, quando batem a porta.
Flix acordou aobresaltado, anda sobre a im-
presiao do horrivel aonho que Uvera, e vendo
entrar um homem embrulhado em um capole,
pareceu-lhe por um iostaote que era sua vic-
tima da vespera. Esteodendo os tragos para
elle como para o repellir, deu um grito de ter-
ror.
ai a veraaae, como ningaem contestara, qae
os proflssio malsardus rae lado tanto mais la-
certo, meaos os revezos oo vae-vens da discipli-
na militar, menos o rigor severo das peoas, me- J
nos os conflictos amargos ds subordioacio inde-
clinavel, que aquilata a coragem do soldado,nao
meos exacto que, alm das crcumitanciaH
exaradaa no capitulo 3* e seus artigos, ha mul-
tas circumstancias originarias da nobreza do ser-
rico a paor da patria, as quaes devem ser coo-
teaspladaa no nomero das aitenuaotes, e por ests
razao parece acertado opioar-se, para qua nlo
aejam esquecidos ou excluidos deste capitulo por
exemplo os precedeotes gloriosos do crimiooso,
sus morslidade e conducta militar oa f de offl-
ci antas de haver incorrido em alguma pena.
Poalos em uma balaoca esses precedentes jun-
tamente com a aegio criminosa olo duvido asse-
versr, que a concha dos primeiros pode descer
lio baixo qae dispense mesmo a jurisdiglo em
grla de atteonaglo: ao meos assim presumo.
Por este fsvor mais, taires qae a vida militar
deixe de inspirar a ssnstvel repugnancia, que o
diilincto e mui Ilustrado Sr. Dr. auditor de guer-
ra nao hesitou reconhecer, instruiodo a S. M. o
Imperador acerca das diversas causas occsslom-
doras do pnico terror, que1 ao aoimo de todos
locute a gloriosa proflssio das armas no Brssil.
As disposigdes do capitulo V, cujo objecto ver-
sa sobre as circumstancias justificativas, encon-
trara ptimas nzei de sublima alcance oa con-
renisocia social, na propria disciplina militar e
oo ioterease do governo.
Tem cabimento, porm, notar que a parte pri-
meira, concluida com este capitulo, encerra a
lacuna nlo pequea de nlo comprehender uma
disposigao idntica a do artigo SO do cdigo cri-
minal commum, que ser da uma importaocia
transcendental tsoto pira a justiga militar, como
para oa delinquentei ella subjeitos.
Quando uma iojuatiga se manifest, quaodo a
parcislidade ae apodera de um superior, quaodo
a preveoglo iofundada ae aprsenla em espi-
rito capaz de comprehender os males desss io-
juatiga e aquilatar as cooseqaeociis dessa parcia-
lidade,deesa preveoglo, louvavel, que uma
desagradavel impresso se erguesse vigorla no
coragao do Ilustre Sr. Dr. auditor de guerra-con-
tra esss parcialidade, que o superior comprehen-
de e olo abandona, contra eaaa iojusliga, que
elle sabe aquilatar e todavia lhe tributa bomena-
geos ; e por isso faz-se muilo urgente a coofec-
gio de um artigo, qae exija a prora tanto da cir-
cunstancial aggravantes como das atteoaaotes e
daa justificativas, para que no caso de duvids
olo venha ser punido rigorosamente um inno-
cente, oa com brandara um perfeito criminoso,
cuja perversidade dessppsreceu ao soprode nms
circumstaocia jastiflcatlra imaginaria.
A justiga a lei todeclinavel da vida civil tan-
to como da militar ; e porque os jaizes e tribu-
asas desta allima natureza nao a obsarvam todas
aa vezes, que o exercito tem deixade de ler vida
nacional: as conveniencias pessoaes, o intaresse
mal entendido a as srdidas paixdes acham-se
continuadamente submettidas ao imperio da ae-
melhanles julgadores : no julgimenlo dos crimi-
oosos ou reputados taes falsamente, raro o juiz
que nao as consults e obedece.
E' realmente, como diz o- Sr. Dr. auditor de
guerra.
Avisado por iotimagao frivola, ssbe o infeliz,
que hi de responder pelo erime, que lhe impu-
tara, em dia e hora certa ;mandara-lhe o no-
me das testemunhas da accusago,quedepozeram
oo cooselho deiovesligagao e que serlo ioqueri-
das outra vez no cooselho de guerra, sempre em
sua amencia ;ignora porm o reo todo o que
disseram as testemuohaa em aaa ausencia ; e qae
vendo verificar oa saua depoimentos, quaodo
.!> Fr *er interrogado oo conselho de guer-
ra, deve ser assaz corajoao para p>drr. queaejam
repergantadaa em sus preseoga, pereceado dO-
vldar da imparcialidades e virtudes dos trifiuoaes
que as inquiriram. '
E quem garante, que o reo ser atteodido no
que requer a tal respeilo?
Estes e varios outros inconvenientes egualmen-
te horrorosos cesssram de envergoohar o paiz
com a approvago dos dous projectos apreseota-
dos e confeccionados pelo erudito auditor de
guerra da corte o Sr. Dr. Jos Antonio de Ha-
galhea Castro; que ha de saubeogoado em Nnsso
Senhor Jess Christo, por lio gtgsotesco beoefi-
cio prestsdo heroica classe militar do imperio
de Santa Cruz.
De nenhum outro modo melhor que este po-
derla o Ilustre auditor cooaolidar aa sympalhias
que aeu bello carcter tem iospirado.
Teoho chegado parte segunda do cdigo pe
nal militar, titulo segundo, que se ioscreveDos
crimes, que violam a santidade e a mais religio-
sa observancia do juramento, que preatam oa
militares.
Comegando pelos crimes contra a existencia
poltica do imperio, o Sr. Dr. Jos Autoaio de
MagalbSes Castro nida omittiu, que se posas la-
xar de lacuna, quaotia bondadei e quaotas- jas-
ligas posaivel accumular visiteram o coraglo
do Ilustre autor, embora olo se podesse circums-
crever lmente a quatro especies de pena,como
desejara.
Para attestar as bondades caractersticas das
dispostgoes do capitulo 1 da segunda parte,
balame cooeidarar a diviaibilidade dos grus de
peoalidade, estabelecida para todoaos crimes.
Felicito o brioso exercito brssileiro por tio fe-
liz prodcelo, toda desunida a aJageaU-lo do
p em ueactualmaarfocaateja.
O caplialo 2* do presante titulo trata do crime
de conspirago. reballiio o eealglo, qua alo ahi
cooaideradoe entre os mais graves, porque tam-
de encontr aos meas seolimentos oaturaes.
'Manotl /anuario Bexerra Montenegro.
Recite, 29 de juoho da 1862.
Continuar-ttha).
^Lr'-'j
Variedades.
O PR0CES90 MIRES.
(Concloiio.)
Que Mires contera tanto comagaerra geral,
e com a persistencia ds baixe, qae fez enllo urna
importante operaglj nesse sentido por propria
conta ;
< Que o seo erro coasiste em ter-ss querido
libertsr pela circular enderezada aos seas clien-
tes, da tfotificagao previa que teria permitlldo a
alguns, taires mal poaeos pela eacassez de espi-
taos, libertarem-se para com a caixa recebendo
ot seas ttulos;
< Que Mires compreheqdeu tanto a irregulari-
dad* do acto, qae iademnisou a maior parta d'a-
qaelles cajos ttulos alieno, aotes da deouocia
contra ello dada ; e que, na poca da sua prsao,
os que nao haviam sido iodemoisados, estaram
em vsperas de receber, legando as ordena qae
elle drs ;
Atleadsndo, em um, a que a carta circular
para ae tornar criminosa deveria inspirar aos
clientes o receio de um aeooteeimooto chimeri-
co.; e'que, tentando persuadir que a liquidaglo
ao prego entio crranle era acto cauteloso. Mi-
re nlo se eoganava, por isso que a baixa prose-
gua al 7 de maio, acreditando-so na bolsa que
ella continuara ;
a Que aesim debaixo da ponto algum de vista
nlo existem no processo os elementos constitui-
tivosno delicio de fraude ;
Quanlo accasaglo da aabtracgo de litlos
sobre os quaes- oenhum adiantamento fdra feito
aos clientes ;
< Atlendendo a-qae Mires, olo entregando por
esses ttulos recibos cooteodo a aaa nomeagao olo
tomava posse de objecto especificada mente de-
signado, e que a devia restituir ttulos seme-
lhantes ;
c Attendendo a que* a conta dos liquidstsrios
de 10 de fevereiro de 1861 cooata existir ento
em caixa o valor de algoos milhdea, a 383 ac-
goes dos porlos de Marsalba, deveodo-se sosten-
te aos clientes 190 acg&es; que Mires ttnba por
conseguirte em caixa tituloa da mesma especie
ou os fundos necenarios psra os comprar; que
outrosim iodos os deposilintes nesta cathegoria
foram indemnissdos pelos Iriuidstarios, seguio-
do-se qae nlo houve sbaso de coofianga ;
a No que diz respeito ao abuso de confianga,
coosislindo em haver-se aproprado do prego de
120 acgdes da via frrea de Pamplona a Sara-
goga;
Attendendo a que Mires ho-via cootrahido
para eom os subscriptores dessas obrigagae o en-
cargo pessoal de lhes entregar os ttulos; e que a
sua pristo foi a causado naocumprimeoto; que
outrosim existiam em caixa alguns milhea' em
que estavam confundidos os 30 mil fraocoa, im-
portancia doa (20 tituloa, acbaodo-ae pois habi-
litado para cumprir o sea mandato ;
Gnjato dtstribuicao iliuu oe dividendos
' inventario fraudulentos durante os
e 1857. 5858, 1859 e 1860.
^^a 1S57;
a Attendendo a que os 8,750,000 fraocos que
os gerentes fazem finurar por melado nos inven-
tarios de 1856 e 48W como resultado de lucros
nos caminhos de ferro romanos, eram realmente
um ganho, visto que, segundo o artigo 18 do
tratado de de abril de 1866, feito com a com-
panhla romana, Mires tendo subscripto psra to-
das as acgea do tacto-as havia comprado ; que
ae os termosdiflerem, o resallado final o mes-
mo que por cooseRuiote origioou nsquella mes-
mo dia os beoeflcioi inherenle operaelo.
t Quanlo a 1S5S; ^
Alieodendo a que a argaigo feita a-este in-
ventario conaiale em omitlir-ae no passivo a oer-
da de 3,953,0000 francos ?
c Attendendo a qae essa somma insiuida nos
5,573,000 francos de perdas inseridos no-inren-
lario de 1859 ;.
< Qae a omisso nlo frauduleo'tt, porque
essa perda era nina de operagea de trato conti-
nuo de 1857 a 1869.
a Quanto a 1859 ;
Attendendo a qae o lucro de 9,15i;766 do-
camiono de ferro de Pamplona, estava garantido
caixs geral como o daa vas- frreas romaoas
porque Mires comprara a 145 mil fraocos por ki-
lmetro, vendando a 200 mil fraocos ;
Attendendo a que a omisso no passivo de
1,600,000 fraocos de perda em negociar-oes a
praso, rodazida peraote- o- Iribanal a 73i mil
fraocos, deixa de ser atlendivel por ser iosuLn-
ciente para invalidar o dividendo daskibutdo aos
aecionitas..
c Quanlo a 1860 ;
Attendendo a qua Mires nao pode ser argi-
do por avaliar ao par as acgdes da caixa geral,
me
e
Mea amigo, disse o recem-chegado, soube
qae estars sem trabalho ba muito lempo.
A estas palavras, ditaa com um tom o mais cor-
des! possiral, Flix voltoa a si, viu que o estran-
geiro tinba uma pbysionomia agradavel e ben-
vola, e respondeu confusamente.
E' verdade, senhor ha dous mezes.
O estratigelro langou an olhar inveatigador ao-
bre a sala, aobre os meninos que apenas tinham
por vestidos alguns trapos sobre a mulher que en-
trara n'este momento, e conlinaou com um tom
aioda mais affavel.
Sem duvida deaeja obter trabalho t
Oh I certamente, senhor.
Onde estere oecapado ltimamente? .
Em casa de M. R,.., fabrioante de moris;
[oi am dos trinta e cinco artistas que elle despe-
da de urna s vez,
E trabalhon ahi mnito lempo f
Oito aonos seguidos.
Pois bem I nlo bou fabricante, mas preci-
so de moris. Quer trabalhar para mim ?
Flix ficou ioterdicto; linha rendido ludo,
at a ferramenta; e por isso diste ao estraogeiro
profundamente desanimado.
Me impossivel trabalhar presentemente por
minha conta.
Adlantsr-lhe-l.ei o dioheiro neeesssrio para
comprar nova ferramenta... y^
E iotrodaztu na mi do artista um bilhetedo
banco de cincoenta francos.
Mas, senhor... balbaelou eate, ...
Nao tenha vergonha de aceitar, interrompeu
riramenle o desconhscldo ; nlo uma esmola
qae lhe doa, e sim um adisotimeato qae lhe fa-
go. Mais tarda entraremos em sjaste.
Depois dea Fe! i as instrucgoai relativas aos
movis de qae proa ara. Proearou que lhe con-
tasse-a historis desses dous mozos do miserias, e
no carcter do humilde artiats. Movido de com-
paixlo por uma desgraga supportada at eolio
com tanto herosmo, dirigi anda a Flix e saa
mulher algamas palavras de consolagio, e des-
pediu-se d'elles mostraodo-lb.es a mais vira sym-
pathis,
Flix e Mara discorreram por muilo tempo so-
bra essa extraordiosria visits e inesperada felici-
dade..
Com.a perspicaz intelligencia da mulher, Ma-
ra adviohoa que o deaconbecido soubera de sos
misara e quizara aoccorre-los sem offender-lhes
a sasesptibilidade. Nio se engaara. M*** era
um desses homens, infelizmente mnito raros, qae
empregam sua fortuna e influencia em saccorrar
oa deasragados o prevenir, quando podem os
maiores males, que a miseria traz comsigo.. Sas
vids era consagrada aos pobrea, e suas rendas
considerav6is nsm sempre eram aufficiealee.a sas
activa eardade.
Esss constante dedicagio era uma necessidade
de sua natureza. Tioha nm verdadeiro amor i
claaae indigente, senta-ie alegro no meio do
povo, oode, como dizia multas vosea, parecia-Tbe
achar mais franqueza, mais simplicidade, o me-
lhores ioatioctos do que na claase elevada.
A visita de M*** fizara que Mara eiquccesie
por um momento que devia aioda saber o meio
pelo qual Flix oblivera os cioco francos da ves-
pera. Renovou suas pergunlaa a respeito, mas
recordando-lhe assim o attenlado de que elle i*
toroir culpado, despertou-lha o remorso. Flix
julgou-se eolio iodigoo do loteresse que lhe
scabavam de testemuohar; tornou-se triste e
peosatiro, e recolheu-se a um silencio obsti-
nado.
|0o.
>on das aecusa-
atando-os das
i posto am lber-
ro delicio.
levante a appra-
esponaenelas o
inbos do ferro,
res, sendo-lhe
^BBBlaaHaaaaauBBai
Aoou-
milhoes, em um snoo, o oo basta
jTIolenclo fraudulenta t
"'""* aceuaagoea relativas
tfdio coaciae em rels-
go aos doas accu lado:
Que analta t alaga C ibnoal correccio-
nal de Pars de% dei! > ------
< Absolre Mirse o condal
gdes resultantea do procesio,
cuslai; a manda qae Mir
dade ae nio est delid
Determina outro
hoslo dos registos,
papis feita la o lo na caa
como no domicilio de MI!
tudo reatituido sem encf_
O tribunal estiva apinhoado'_
vir ler o aecordao. Mires, ebe sommogio,
levantou por vezes as mos so cu, i erramando
copioso pranto, o aeabou inclinindo-se profun-
dameole diante dos juizes. Sua esposs osos fl-
Iba, a princeza de Poligaac, vieram ter com ello
ao camioho logo que souberam da absolviglo ; o
no tribunal retumbaran as acelamagdes dos ami-
gos, a que presideote debalde lentou obitar.
Mires alravessou ss ras de cabega alta, cerca-
do de am grupo de personagens de Pars no meio
dos cumprimelos e das eaudaeoes da moltldo.
Eotrou na prisio pala ultima vez para receber a
sua bagagem, e partiu para a Capital.
Na eslagio do telegrapho elctrico honro Mo-
nas deplorareis. Empurrdes, pugilatos o outras
violencias nio foram poupadas entre os encarni-
gados especaladores, que encommendrram pero,
Paria a compra de acgSas da caixa dos caminhos
de ferro. liarla fundamento pira tanta azafama,
porque n'em momento subiram 250 por canto.
Aabsolrigio do Iribanal de Dooai susesTauraJ
ves reflexe.s ceres da prsao preventiva. Mires
foi encarcerado, e segundo os principios da dlrei-
lo, devia ar jalgado innocente em quntenlo
lerminasse o processo judicial da sua condemna-
gao. Aeabou por ser absolvido ; e pergunla-ae :
quem o indemnizar dos etrormestfrojaizos caa>
sados pela mancha do aeu credi.^pala appre-
henso dos seas baveres, Rvros Jdocumeotoi
pela liquidagl forgada a que. se praoMau ?
Quem compensar as perdas dos accionistas da
calza, a dos depositsntes, a dos clientes, a de
todos os que tinham relages com Mires, e que*
ainda quando nio aejam privado* do que psa-
suiam no momento da prisio do banqaaro, dei-
xaram todavia de realisar muiloi beneficios em
rirtude de tal sinistro?
E' certo que a prsao preventiva teovnor objeje-
to legitimo segurar a pessoa do ru, es obataru
que escape pena que pode comper-lha. for-
neeendo s investigagoei da justiga todos o*
meios de apurar a verdade. Mas em Ioglaterra,
na maior parte dos processo? den a especie, ad-
mille-se a fiaoga mais ou menos r altada em di-
nheiro, qae garante justiga a rsspoosebiUOade
do aceusado, sem inateis prejuizo* para ello oa
psra os que com elle se acha-m relacionados, o
procarador geral Mr. Chais d'Est Ang foi a Lon-
dres por ordem do governo francs ; e Dwece
que receben incumbencia de estodar o sjstema
de prisio prevenlivs, e as compeuangoa^dopta-
das pelos Iribuoaet inglezes para esusar aos ac-
cuasdos o menor damno posaivel ns an* respon-
sabilidade legal.
Qutra contingencia nio menos alfendrt'! {
abalo violento que experimenta aleidv/t7i
Iho de 1856 cere das sociedades enx
dita.
Estas sociedades, segundo a jursarufl
frsnceza, alo o comproraiaso qua um
coatrae com um ou man* parlicalarea pa
commercio ia deve aer feito s oo flomo rJ* ne-
gociante, e para O qual o (mitos sd cotolM^vam
com uma somma de diobeiro, sob condit. o"'oto
lerem qaiabo nos lucros e perdas, sem sedea
em caso algum ser responseveio por sonimVsuX
perior aos fundos com que subserevem. O coci ^
cujo nome appirece na firma s oresponsa.el.
Se o socio gerente, se o cooeelbo fiscal podsm
sanecionar e tornar ioallacaveia quaesquer opa>,
ragdes empreheodidas;- se uma assembla geni
s vezes viciada pode autorisaralvilros contre-
rios ao bom direito ou de parte- dos accionista* )
ou-dos que esli em relages com a empresa o a
assoclagio: quaotas- ruinai ha-vor de um para
outro momento osa fortunas particulares1, qoan
tas victimas da crednlidade, quantos sacrificados
iosaciavel amblgao de um especulada* audaz ?
Consta qae se prepara uma reforma acerca daa
aociedades em commandita por aeges, tendete
* definir melhor a responsabilidad eftect-.-va do
gerente, nica garanta pratica- dos interasses
dos accionistas, e de obstar aoi perigoa- do lu-
cros imaginarios, da distribuico- de di ideados
ficticios e da falla de flicasagio severa e aoadu-
dida nlo s da parte dos accionistas, coma do,
delegado da autoridad. \
A reforma propoe-se acabar com a triste cao- V
digaodos accionistas, meros verbos da oober ota
loda a accepgio da palavra, naa empiozas- capi-
taneadas por um Ooanceiro da tmpora da-Mrs
de Prost e de ostros, que "lenaando invadir an
regies do sol no arrojo de cerebrinas- eoncep.-
goes, cahiram no pelago como Itaro pelajderre-
timento de cera que prenda aa azas. ,
O empenho deempregar atilmote as- ecooo-
nsias accumuladae, de fazer gyrar oa capitees, de
proteger associagoes indaslnasa o mercantis-1
santo, justo e proprio para losar aa- nae5ise
auga da prosperidade. Cumpre todavia nao-pres-
cindir di? centellas, e das entravaa judicioaas-,
destinadas a impedir a febre das empresas-a-in-
gerencia de especuladores sem escrpulo, que
tudo julgam, licito para o seu eograndeermeoto.
lConnereiV>.do Porto.).
VI
Quando M*** voltoa alguns dias depois, sob
pretexto de ver os seas movis, conheceu logo s
Muito bem I disse M*" prese que o trab-
Iho progride.
Todo o meu anhelo disse Flix podas
trabalhar.
O senhor nm bomem honrado 1
Felii calou-se. Perseguido sempre pelo fatal
encontr do boalevard, essa elogio produzia oef-
ferto de um sarcasmo/ o reaoimeva-lhe os soffri-
mentos oceultos.
Desse dia por dianta a abastanga voltava poueo
a pouco ao seio dessa familia.
O amigo que o cu lhe enviara nio se limiloa
aquella primeira encommenda; fez e procuroa
outras de maior proveito, assim como arraojoo
oceupagio pata Mara.
Bem depresia pode Flix deixar aquella habi-
tagio, qae presenciara sua miseria, e tomar m
aposento menos incommodo, pasa o qeslifes.no-
vos movis, consagrando algamas nsutes a este
trabalho.
Os vestidos qaa haviam sido depositados no
monta pi foram tirados.
Jacques voltou escola; todos e-ramferiei,
nio era menos o autor desss felicidad*.
S Flix nio participara da alegra gersl.
Estava sempre pensativo o inquieto: victima
de uma actividado devoradors, nio desesnaava
um instante.
O interesse qae cada ves msis lhe tstemenos-
vs M*** pareca constantemente entriiUc-lo.
Saa mulher censnroa-o. Ouvlu-a tranquilla-
mente, o recolheu-ao ao triste silencio, que j
Iho ora habitual.
O proprio M*** parcebeu isso, e fez-lbe alga-
mas perguntas, mas s obteve respostas evasi-
vas.
A robusta sade da Flix arroioava-se inien-
ivelmeote sob a presaao de uma preoecupagio
dolorosa.
Velo a primavera, e Flix pode entrar em ums
Oh I senhor, estou contente com a minha
sorle, ve-lo assegurol O momento mais crtico
qae eu teria sem duvida de aoffrer j psssou;
agora teoho trabalho sufBciente, e nada mais
quero- muilo obrigado.
Isso malta bom, meu amigo ; maa o se-
nhos 4 um homam de ama actividade, iotelligen-
cia o probidade pouco commum, e merece-uma
posigio melhor, e desejo pelo menos melho-
ra-la.
- Ah l disse Flix com tristeza, o senhor nio
sabe.... nio me conheee....
CoBbego-o, Sr. Fe lis, e o tenho em. grande
estima ; a prova est ns proposiglo qua lhe fago
Um amigo meu possue, em provincia, uma vasta
fabrica de movis para exportagio; necessits da
um bomem de confiaeja, que entenda bem des-
sa manufactura, pan encarrega-lo do eslabeleci-
mento. Fallei-lhe a eu respeito, o- elle me in-
cumbi de offerecor-lhe esie lagss.
Flix tere um impulso de alegra, mas repr-
miu-o, e ficou mudo, interdicto, lembra*do-i*
de seu crime. Langou .um olhar.triste sobre sua
mulher e Albos ; peniou no bem estar qua po-
derla assegurar-lhes; maa com essa jusrezs de
sentimenlo do homem honrado, pensoa tsmbem
que o seu crime poderia ser um dia descoberto,
e sobre o seu bemfeitoi pesara a maior raipon-
sabilidade.
=
mudaoga qae se operare nesss babitagio. J nio | offleina. Nio obslsnle M#* vinha de tempoa em
se via a desorden: e porearla que scompanham a
extrema miseria; ss paredes tinhsm sido cais-
dss; alvos lenges eobriam a miseravel eoxerga;
tudo estava em ordem t aceiado.
A transformigao, porm, tornra-se ainda msis
oolavel eas paasou. A osee delelxo, a essa apa-
thia, a eise abandono do si mesmo, que produ-
zem o deuoime a o desespero, suocdora, em lo-
dos, a vivacidsde, a alegra o a axpaoslo.
Hara e os meninos recebersm seu bemeiior
com o sorriso nos labios, o Bellx.que, estar Ira-
criminosos ; viu sas mulher o Albos doscorem oa comprebendeu o qae hvl 6* lUvox e nobrsza
tempos visitar a interessante familia, a qaa pa-
reca ter-se ligado de ums forma tods espe-
cial.
Uma noate, aprosenton-se em casa de Flix, i
hora em que toda a familia estava em roda da
mess, ns qual se achsva ama parca caia.
Um certo ar de conten tmenlo lhe brilbava oo
semblante.
Tomou, sem ceremonia, lagar i mese, a depois
de algum sileocio, disse:
-. Sr. Flix, desajara proeurar-lhe ama PO
Aceita, nio 1 conlinaou M* com inquieta
solicitnde.
Nio sei como poses manifestar lodo o meu re-
conhecimenlo, respondeu Flix, com a voz com-
morida, rxai..... nio poseo aceitar esse lu-
gr.
Qaa loacura 4 easa 1 Pense bem no que re-
cusa ; ama pequea fortuna.
Nio posso aceita-la, conlinaou Flix, com
firmeza; nao sou digno delta.
Como? Um homem de tanta probidade 1
Feliz ficou por um instante opprimido, soffren-
do visivelmente uma violenta lula interior. De-
pois, fazendo grande estargo para fallar, disse
lentamente:
Nlo sou honrado.
M"* fez-lhe" tantas perguntas; mostroa-lhe
tsnts sollcitude, to franca amizide, qae Flix.
desfex-sa em lagrimas.
Pois bem I sxclaseos elle, preflro tojo con-
tar. O senbor me abandonar sem dunda, mi-
aba mo.Vner me desprozar taires, pord
%.


por homem de probidade, de bonra.... eu-sou. um
ladrio de estrada.
E com a voz entrecortado- de solugaoconton
tudo quanlo te passra na no ule fatal em que se
tornara criminoso.
H*** ou-viu-o em silencio. Qusndo lolix. aea-
bou de fallar eitendeu-lba. a mo com. tocaato
simplicidade.
Sr.. Flix, disse elle commovidonessa, bol-
sa onde tirou. os cinco francos par dar pao a
seus Unos, havia. perto de trezento firaaeoa em
prata o ouro : o senhor nam presto* atienes.
Um raio. de alegra illuminou o anublante, do
artilla ; cahiu aoa joelhos de seu bsa|oitork to-
mou-lhe aa mos, e baaboa-as de lagciaaas^
Oh 1 adevioho tudo agora, dias 41; o ho-
mem a quem altaqueL, ereia vos ? L...
Sim, era eu. Sorprendido de su uec? o an-
gular, suspeitei logo a verdade. Segui-o, com
pode, porque o senhor corra a bom r.orrer,
qaando cooheci a sua hsbitag.io,. infermei-me a
seu respeito dos vizinhos. Soub qua o senhor
era um artista laborioso, que- a cria o deixar
sem trabalho, que tinba ubm aamilia a sustenta*
e qae era de uma conducta oxaaar>lar. Ras*lv[
ajuda-Io, depois de ter poa mim mesmo julgadr
da veracidade dessas informacoet. O resto se-
nhor sabe. Procurei-lhe depois uma poslci es-
tavel, que o pozesse para sempro ao abrigo do
ama desgraga semelhanto que soffreu. Julgo-
me feliz por t-la encontrado, renho offorace-l'i, '
Recasa sinda ?
VII
Flix Vanderlait veio a aar poia. homem do
conflaoga do amigo de M***. Por sua '.ntolligen-
eis, actividade e firmeza de catucVr, elevou-so
bam deprassa em suas novas fuacafoos! Augmen-
toa o producto da fabrica, a tj0 m d, p0BCO
tempo augmentoa-lbo a valor.
Seu novo patrio soube 'econhecer-ihoo olo.
bslhsndo um canto, lersotou-se e veiu ao sa j siglo menos precaria do qae a que, Um preifnte- U>o:a e amizade de ambos, mea nao posso enga-
enconlro, i mete. I os-los por mais tempo. At hojo lenbo pasudo
concedendo-lhe um par'.e noi lacras. Gragea a
ene augmento do rendimentos, .Miz pie das
uma educagio liberal ao ssu filho Jacques, qae
mostravs capacidades reaes, entretanto que seu
segando lho entrara ds aprendiz, am casa de
um marcineiro. Finalmente por ama serie do
aconlacimentos toda provideacial, o humille ar*
lista pode oceupar na socio- o lngar qoa lhe
era destinado, e dar a M a educagio, qaa
comporlarim suas dlvsrssi aptidoss.
Edouam Wert.
(radsjifrt's et Commetct Velge -^liuet)
PRN. TTP. DR M, F. Di FARU FILHOi8l8,



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