Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09559


This item is only available as the following downloads:


Full Text


\
?

y
f
t
I
A1M0 lUVIll. 1DMEKO152.
Hr tre auztsadiaitados S|00o
Nr tre mtu reioidos 6)000
M *
EMAMIGADOS DA
Parahyba. o lr. Antonio Alexaodrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. AoUnio Marque da Silva;
Araeaty, o Sr. A. da Lem os Braga; Caar o Sr.
J. Jos da Olveirsj Maraobio, o Sr. Joaqaim
ari, ManoelPinheiro A
aymo da Costa.
Marqaa Rod
C; Amazcnar,
encarrIga
Alaga, o Sr.
o Sr. Joa Martina
Joio Paraira Maritata.
OBSCRIPCAO DO SOL
no Falcao Dia; Baha*
i; Rio de Janeiro, o Sr*
PARTIDAS DOS COiRElOS.
Oltnda todoa oa diaa aa 9){ horas do da
'".""Sa6, Goianna. Prahyba cas segundas
8. Antao, Bexerros, Bonito, Caruar, Altinho
Garanhuna as tercaa-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelb. Limoeiro, Brejo, Pee-
qaeira, iDgazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Viata
Onneury Exu naequartta-eira.
Cabo, Serinhiom, Rio Formoao. Um.Barrefros
Agua Preta, Pimentelraa e Natal quintas feiraa.
SEXTA FE11A 4 DE JOLHO DE Itli
*
Par ana adiaitada 19|00O
Porte fraieaparata irlator
IPHEMB.RIDR8 1)0 MK DE JULHO.
4 Cuarto resten t aa 8 horas e 20 mi atoa da
manhie:
12 La chela oa 2 minutos da machia.
18 Quarto minga ante aa2 horss e 32 minutos da
tarde.
J6 Las ora as 6 horas a 24 minutos da nao.
PREAMA1 DE 110JE.
._. Primalro n 10 boraa e 6 minutos da tarda
(Todo oa crrelos partera ea 10 horas d. maon. Segando aa 10 Mora e 30 minuto, da mans!..
Pars r
at a Gr
Par*
.8 1|2
Jaboal
s7da
Do R
4 1|2, 5
da m. e
o Caxtt'.
aa 4 da
DO* VAFORKS C08TBHIOS.-
Aiaaoas & a SO; para o norte
29 de aada mes.
partida dos oamrsv.
e: do Apipvcot s 01|2, 7, 7 1-9. 8
de Oiinda s 8 da m. a S da t.; de
1|2 da m.; do Caxang o Yarsta
Bcmfiea s 8 da m.
ara o pucos a 8 l|t. 4, 4 1|4,
5 1|2 e 6 da t.; para OUnda 7
a i.; para Jahoatao s 4 da t.; para
orx$a 4 i|2 da t.; para Btmfica
AOJtlKNClAS UOS TRIBUNA ES A CAPITAL.
Tribanal do esjamercio: signadas $ quintas.
Rslacio: tarca a aabbadoa a 10 horas. j
Faienda: quinta a 10 hora,
Julio do commereio- : aegaods ao meio da.
Dito da rpalo: Urja sextas- 10,
Primeira vara do evei: tarca a i n*e
da.
Segunda rara do clvel: queras
horada tarda.
30 Sed
1 Tai
2 3 Quista.
4 Sexta. S.
DAS DA 8EMAMA.
Mircal b. ; s. Lu.ina.
mit s; A>raho.
W08M Sanhora.
DJ. ; S. Heliodoro b.
Aa de Portugal f.
toJlom. ; S. Phiiomena r.
lomingo. Opreeieeo tangue de Cbrsto.
ASSIGNA-3E
Beeife ao a li-raria da prae. da Indepen-
do proprielario Manoel Figuel.
UTE QFFICIU.
Exi
H DA PROVINCIA.
de |ulbe
OHcI
do ao qu'
O capitio
do Jos d
auaa orde
dessa prov
gameoto
quede seu
capitio, i aer
de Oliveira Pint
brigadeiro co
da\
Jale elle i.
le 186*
m. presidente da Bibii.Aonuin-
l-me do iocluso requerimeDlo
batalhao de iofaotaria llayaun-
Soasa. rogo V. Exc. a expedido de
" parque na thesouraria de fazenda
Base desta data em diaote o pa-
ico mensal de vlnte mil res.
deixou nessa caallai o mesmo
gue a seu procurador Aolooio
iaphael. Commuoicoa-ae ao
^Sto ds armas.

Dito so Em. preeideote das Alagoas. Psso
5s raaos defV. Exc,-. para o flm conteniente, o
inclusos aufto de vistoria e ileotidadede pessoa
en/ciados dessa proincia Jos Vicente
Leaodro Jos da Silva, os quaes falle-
presidio de Fernando.
Ferreira
ceram n
Dito al
clusa coi
da gueri
respondo
sottcitanc
meoto pi
de iofinti
auno, i
commandaote das armas. Com a io-
a da ioformago do director do arsenal
datada de 26 do correte, sob o. 170
o oiflcio de V. Etc. de 25 deate mes'
SCias sobre o abona de ftrda-
JBmmandaste do 9* batalbo
a ao 1' quaterno do presente
\.
Dito
so avisl
^Hl(imo,
>
8
sos
dec
mea.Em obseryaocia do disposlo
da repartigao da guerra de 20 de juoho
trraa* V. Exc. de mandar inspeccionar
luots de side as pracas consientes da
a a acompaohou o offlcio de V. Eic. de
o Dado, sob a. 940, eaTiaodo-ae os res-
termos da iospeccao, bem como as cer-
a asseolamentus das mesmas pracas.
o mAo.--Sir7a-se V. Exc do iqformar
'I" ? oo incluso requer melo Aa-
berto da Soaia Lealdade.
ao mesmoi-^- Transmuto V. Exc...pan
oaafaofia^SWefJiu
o cooaelho da averigaacio, a que se "pro ce-
.'.
i* atlf* .* "'u***o lo gndos cadetes, do
a,. l?*to *eMo Francisco piu rioucisco* Afila Juuior.*e
ee l1"-- J*>lSatnisno Jos dos Ssol,, e Vi-
- erreira dalSaia, ene do 7' u.i.ihSo de in-
faotlna, e aqaeiles do 2o da mesma arma.
Dito ao mesmo.Enro S V. Exc. os processos
inclusos do cooselho de arerigiiago a que se pro-
cedes para a qaalifleaco de segundos cadetes, do
1" sargento Joio Nunes de Araujo Sudr e do
soldado Francisco dss Chagjs Pie Brrelo, am-
bos do 4 batalbo de artilhuta a p, aQm de to-
ram o destino conreninte.
Ditoso mesmo.TraaaoaUto & V. Exc, para o
flm conveniente, a inclusa guia do desertor do 4*
batalbo de artilharla a fd Joao Saraira de Oli-
reira, que sendo capturado na proriocia da Pa-
rahrba com o nome de Joio Joaquim Ribeiro
Campos, declarou ser aquella o sea rerdadeiro
come, conforme V. Exc,% aerrira da rer da in -
cluso bilhete.
Dito ao inspector da taasouraria de fatenda.
Anouiodo ao que aolieitou o eogeoheiro W. Mar-
teoeau em oRclo desta dala, recommendo V.
S. qae mande pagar o qae s lhe estiver a darer
at o flm do mes prximo passado, como enge-
,cheiro contratada por conta do mioisterio da ma-
rinha e imperio, risto ter cumprido com a obri-
gaQoss do sea estrato.
aoVm
Dito aotoeimo.Rererteodo V. S. o reque-
rimeato obre que vena a auaioformacao dahoo-
im, aob n. 583, se qual Jos Nunes do Valle pe-
e ama ramuoeraele dos servidos que prestou co-
mo enfermeiro dea cholencos desvalidos que se
recolheram ao hospital para esse fim creado na
villa do Pao d'Alho, e sutoriso a mandar abonar
ao sapplicaote a quaolia de 1505 como pags de
taes servlcos.
Dte ao mesmo.Em vista das razoes exposlas
palo commandaote do presidio de Fernando no
officlo junto por ce ola, recommendo V. S., qua
nasremessaa de dinheiro para aquella presidio
procure atleuder (amare que for possivel i exi-
gencia do meiao commaodo eonlida do final do
citado offlcio.
Dito ao memo. Declaro i V. S., par o
o seu cooheclmeoto edireegao, qua o engenheiro
W. Marteneau partieipou, em offlcio de bontem,
baver contratado cem o meslre pedreiro Francis-
co Xavier Soarea a factura dos reparoa de que
precaam o edificio*que compem o lazareto da
jiha do Pina na Importancia de 1:545^500.
Dito ao iospecloc da thvsouraria provincial.
Certo do contodo do eeu offlcio de hontem aob
a. 370, teoho a dizar am resposts que haveodo a
lei do orcamenlo rigente, como V. S. declara do
citado offlcio, deixado de votar a qusnlia oecea-
saria para pagamento dos vencimeotos do ama-
Duanse addido aessa repartido Ignacio Bento
da Loyola Janior, apezar de ter sido contempla-
do no orcamenlo que servio de bise mesma le,
Dio pode por isio continuar a servir o addido da
que se trata.
Oliveira, Antonio Jos Torres, Luiz Igoacio da
de Souza, Francisco Peres Athayde e Jos Pedro,
oa quaes regresssram do presidio de Fernando
para esta capital, ppr baverem cumprido as sen-
tongas a que foram condemnados.
Dito ao juiz de orpbios desta capital.Em ob-
servancia do aviso expedido pelo ministerio da
lu,li5a eni 10 do mes paaaado, junto por copl,
manda Vmc. passar-carta de emancipado a afri-
cana livra de nome Hanoella, qae se acha em
servico do collegio dos orphos, a lh'a eotregae,
sfim de que poa reunir-se 4 sau marido Jorge
Joio Ferreira Lima, e gozar da liberdade, livre
de qualquer onu ou condigo, como no mesmo
aviso se declara.Fueram-se aa necessarias com-
municBQoes.
Dito ao thesoureiro das loteras.Pode Vmc,
a vista do qua |expoe em offlcio de 28 de juoho
ultimo, dar execucio a tabella approvada em 26
daquelle mez. depoia de fizer axlrahir a qaarla
parte da lotera do gymnasio provincial.
Portarla. O Sr. gerente da companhia Per-
nambucana mande dar urna passagem de pros
em lugar destinado a passagelros de estado para
o Cear no vapor Jaguaribe a Haooel do Nasci-
meotoa
Expediente do secretario do
Koserno,
Offlcio ao direclorsnterioo da facaldade de di-
reito. S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
manda communicar a V. Exc flm de (azer (cen-
te ao Dr. Candido Joa Casado Lima que segun-
do cooslou de offlcio da secretaria de estado dos
negocios do imperio, dstsdo da 18 de jonbo ul-
timo, foi indeferido o lequerimeoto em que o
mesmo doutor pedio que se Ibe pagasse desde a
dala de sua nomeacao a gratifieacio de 4009000
concedida em 15 de margo do aono passado, por
!.er ?. es" Prelen?*o. i desattandida por aviso
de 10 de julho do mesmo anoo.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
iransmittir a V. S. aa aette incluaaa ordeaa do
o des ti rW-'ianM ea- Lhe-.Hf0 n"ioa! D- 106 113. menos 112, e
If."":i, ?:!?,?i^"'!JT Aff.? offlcio Juno 6a directora geral das
rendaa puHSM de 8 da juoho prximo flodo.
Despachos) do dia 1 de julho.
Raf7^rijpcsto.
Francisco Ferreira dos Santos.lo?5r i o Sr.
eogeoheiro director da repartico das o'bris pu-
blicas. \
Heoriqua da Costa. Informe oSr. insioeclor
do arsenal de marinna.
Jo Maria de Figueirado. Reqneira a qvsem
competir. "
Jos Marcelino Alves da Fonseca. Requeira
ao director das obras publicas.
Jos da Costa BraoJio Cordeiro. Informe o
Sr. iospeelor ds thesouraria provincial.
Alferea Luiz Antonio Forras Janior.Estando
encerrado o exercicio, deve proceder-se nos ter-
mos.das nslrucces de de agosto de-1847.
nstruc
EXTERIOR.
Dito ae mesmo.Balando em termos as iocla-
sas contas. manda V. S. pagar a Joaquim Uililo
do Amaral ou 6 pessoa por elle aulorisada, con-
forme aollicitou o chele de polica em offlcio de
hontem sob n. 1014-a quantia de 1D5S2U0, dea-
pendida nos mezas de marco i maio deste afino
com o sustento Sos presos pobres da cdela de
Santo Anto. Communcou-se ao chafe da po-
lica. v-
Dito ao director do arseail de guerra. Com -
muoico V. S. qae, seguodo cesta do offlcio do
commaodante do presidio de Fernando de 16 de
juoho ultimo sob n. 97, fora,m remeltisos n'a-
Juella data para etse arsenal no hiale Sergipano
UO pares de sapsto, o 271 pares de sapates
manufacturados as oficinas daquelle presidio.
Dito ao mesmo. Faca V. S. recolher a este
arsenal, logo que lhe Wjam mandados apresen-
lar pelo brigadeiro J malandante das armas o
diversos objectos coi itea da relacflo Junta, os
quaes foram dados oseumo no hospital mili-
tar. Communicou-e ao brigadeiro comman-
dante das armas.
Dito ao commasirato da llha de Fernando.
Commanico V. S. para sea coabecimento
que, segundo consta do celo da secretaria de
estado dos negocios da agricultura, commercio e
obras publicas, datado de 12 da juoho ultimo,
Toi concedida por portera daqeella dala c demis-
sao que pedio Arsenio Gustavo Borges do locar
de agente do corris dessa ilha, e comeado par
o substituir America Nunes Correa, vencendo 50
por tent do rendimenlo da agenda. ] communicsco fez-se 4 thesouraria de fszeuda.
Dito ao jaiz manicipal i .Tran
i Vmc, para o fim onveniei
tos de vesloria e identidade de pessoa L,
tenciado desta provincia Vicente 2* e*cravj_
noel Leandro de Souza Feitoza e Joio AoWw
Correa, oa quaea falleceram so presidio de Fer-
aando, tendo oa dous ltimos perecido em con-
sequencia da desastres.
Ditoao mesmo. Traosmlo a Vmc, para a
Dm conveniente as inclusas guiss dos;seotancia-
doa Semetorio Paes da Silr, Joio Antonio de
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Paria V de junho.
O que coDstitue o fado mais importante desta
quinzeoa sao ss feslas solemnes ttse se esli ce-
lebrando na cidade de Roma.
A capital do muodo catholico aprsenla oeste
momento am espectculo pouco visto: mais de
frsenlos bispos, maia de tres mil cclesiaslicos
ali se acham reunidos. Depois da convocacio de
todo o clero feita outr'ora por Ionocaocio III pa-
ra a igraja da S. Joio de Latran, nunca maia ae
vio urna reuniie de prelados igual a esta de que
Os martyres da Japona foi o pretexto que se
buscn para a nova convocacio : por quanto te-
do isto nao mais do que a igreja catboiica que
unnime ae levanta contra as modificaces, que
ameacam a sea coostituicio exlerns.
Antes porem de continuar neste assumpto di-
gamos algumas palavras a respailo da Franca
As discusses sobre o orcamenlo team de oc-
capar o corpo legislativo ; e por essa occasiio es-
peram-se questdes multo importantes, que j& da
ha muito esli no dominio da opioiio publica.
Desde qae appareceu o memorial do ministro
Fould qae se dea a entender i Franca que ss-
riam bastantea am novo metbodo de cootabilida-
de, e urna nova elassifleaco daa despezas para
esbarrsr a progressiva deficiencia, que ae ia dan-
do nos cofres, e perpetuar o equilibrio dos orca-
mentos. Porem nao am novo methoeo de con-
tsbilidade, nio aio economas secundarias, qae
qusndo muito teriam a' virtude de mudar essa
forma de orcameotoaque tantos embaracoa cau-
aam annualmente, nio isto, dizemos, qne ha
de melliorar a situa^o: maa aim urna revisio in-
telligente, e tiicalisago, combinadas com certas
reformas econmicas, que possam elevar a recei-
ta, deavanecendo ao mesmo lempo os priocipaes
motivos de despeza.
Urna emenda apreaentada oeste sentido pelos
Cxncp deve ter incontestavel valor.
Pintor de ama celebridade universal Hr. logres
anda boje prepara oa leus trabalhoa com a sua
mi octogeoar a, e tem conservado o segrede da
juventude com > os grandes mestres dos seclos
quinze e dezeseis. Em nossos tempos essa car-
reira tio loogae exclusivamente dedicada i arte,
e dedicada coa o maior capricho possivel, >ssa
perseveranca de outraa eras no maio de geracoe
frivola, e senj cooaciencia de si mesmasdeve
considerar-se bma magnifica lico, por isio foi
recebid com unnime sympathia a dlstinccio
concedida a esse valho honrado, e aempre activo.
O chaocalles-mr apresestou ao (aperador o
seo relatorio 4o anno aobra a administrsco da
justica criminal.
Nessa pecalha ama vanlagem que Dio pode
passar desape cebida, e vam a ser que n'um re-
Isnce se pode abranger orna looga serie de an-
no. Oa anm ea do crime deada 1826 a 1860
moslram que em havido alguma mudanza nos
costumes, algt m progresso na educacio, alguma
modiflcecio na vida ecooomica.
Os allantado contra a propriedada vio decrea-
cando eonstaot mente; os que sio commettido
contra oa individuos dimineem de igual modo.
"oa"11 q"e eT lnenot Proporsioisto de 18
a 20 por 100. O melhoramento forcado que com
o lempo se vai introdezindo pouco a pouco na
ignorancia dai popularles di espersngas de um
futuro mata lis ngeiro que os nossos hrreos de
puras ioteocdi s dereriam aproximar de nos o
mais possivsl.
E' para lastii lar-ae que o pequeo numero de
traoalbos ideal eos publicsdos em ostros paizes,
e sobretudo a i iflereoca de legislado e de clas-
sicacoesnao permutara estabelecer-se ama as-
aimilisQio que poderla ser lio instinctiva, como
.de plenos nter ases.
O Mxico con ina a chamar sobre si ss preoc-
cupacoes da FrAnca. O publico aguarda do go-
verno imperial as explicacas precisas a respeito
do motivo dessa expedigo. Parece nio tsr mais
vida a candidatura do archiduque Maximiliano :
esse principa fizbra a sua acceitacio dependente
do assentimento de todas as potencias. Falla-ae
agora do general Almoote, que fora segundo af-
firmam o objecto de um pronunciamento.
A impreoaa oficiosa oa aemi-offlcial se oceu-
pa em coamentir a nova pbase em que entrou a
expedicio. A Phtrie entre oetros jomaos pro-
duzo um artigo la eaae respeito muito notaval, e
que foi transcrip o do Jfom'eur.
Alora oa jorna a offlciaea houve um jornalsi-
nho pouco conhdcidoque ae atrovea a aventurar
tambern urna spieciaco sua, a qual passamoa a
dar aqu. E' a a guite :
HAiAr.expe.Jici. p,'le ,er ,id0 aceelerada a vista
de clrcumstanciai imperiosas, ia nuses
.olutamenle eatrknh. a guerra da America do
,ii. qT qu,e e,M campaohanio
aprsenla o c.radler de lmproviaciqjLnconse-,
quenciajiua se eJforca por es)>wtVlnes eip-1
rilo de malidiCbocia pelo contrario parece antes
preoder-se idea mi do imperador, que mos-
tr-se propenso a esolver na Europa o problema
de equilibrio daa r ca, e o reoaacimento da raga
latina, amoscada | elat evolucoes dos Aoglo-Sa-
xooios, e Gregos-5 lavos. O que se passou em
Sebastopol, em B imarsund, em Solferino, e o
qua ae asesa ho. e no Mxiconao foi, sio
mais do que s des involvimeoto successivo dessa
idea expandida n'uma conversacio particular em
1850 por NapoleiolIII, eotio presidente da re-
pblica, a um embsixador, que -admirado da
grandeza desse plano poltico tomou nota delle.
a elles nio ha qusstio italiana-, e
facciosos, personagens importante
or suas parido desregradas, que
de amargura o melhor do pas,
es. Quaea qaer que possam aer te-
+ vistee, eer qae o cardeal Ao-
adquirido urna rufFuencia preponde-
; ee-cardeal nio se lo-
que reaulta o exilio, e
lado nio ser muito fcil eothusis-
Laceordo
aim io
desvair.
todoa e
edos pi
darte e^__
tonellao"mndo i
raote \ Bm i0|us|0 de
dina iq
por es .
mmh :e P'>ldo am boato sobre projectoa
mi lo?oa, ? TSliCBno tendentes a aubtrahir,
nn p, 0de.,Df(>r'onio' eleiC*o *" do papa a
iad? aolquer iofluencia poltica r urna espe-
asaVa ,C00cUt-excepcional oo qual os crdese
asas e!. Roa" "ceb" 6a propria bocea
Sa aa P'dr.eL ConT,e D"a entenderem
da eacolha do p succetsor eventual.
ie-no istoimpossivel. e acreditamos pia-
que nao ha projecto algum natae sen-
l
dssemos, grande o concurso de ceder
a cidade elerua. Os Franceses do'mioa
ultidio inumeravel, e a domloam o_
rivaeidade de aeu enthusiasmo, com essa
q?" i08 IU,U aPPeHidam a furia
o. Ji alies arranca rara O clero romano
mpassivol trasqailldade.
- oeste momento dos catholicos france-
otre todos o mais ardente, o satis enthu-
monsenhorDupaoloup, bapo deOrlaans.
elado ae acba ali em ludo e por toda a
e a final tendo-ae resolvido que fosse en-
viada "n p'dre *m> nenssgem no dia
nn,rr.-,ode p Sn nVV8?'r "" mosagem. auxiliado pelo
J.f W,enann. Todos elles conta a com
caraeaieguMoca iaab,ieit pensam mal do go-
Jrn I,r-i0ce* deaejam a completa reina da
Terkao italiana.
asiOsal
rou-se com eolhasiasnro's festa da pro-
ao do estatuto nos estados de Vctor Ea-
entretanlo nio foi ella sssigoalada pela
a com que contavam alguss amigos da
para apagar os vestigios das -disseocoes
Idea pelos acootecimento de Breicia e
:amo. Esperara se que o governo sepal-
o olvido cms desaveoca. Nio ha duvida
governo obrou mei regular .e sabiamente
nio lio desarrapada emnaasa e lio com-
tidora.para a Italia : rnaJeTo andou bem
a sua reprsso o caracJ de aolemnida-
au. e que poda facUKnie evitar.
i do seu lado resolves viajar, aflm da
'.ate aodo ia pouco a poico e extio-
erveacepcia So partido de aeco : aio-
Bpendo Sar/fan prov* de sua pru-
aia todo
>a deFaria 4 Filh.
pretexto de demonslracio bellico.
Kssa inleVf engio da Austria muito pro varal, e
neste poni se descobre anda a classica Iwbili-
dade da diplomacia Vienoense.
rill0,6r*0:dB.,laN-Coealantieo fot nomesdo vlc*- FenibRc
re da Polonia, a O- marquez Wiovopolskl aaa-sM-
oatro. Esiss noticias foram dadas como offl^
claas.
m% ..*?'eom ert0 e PT. qr
acabar por ondscomede* : o seu ultimodia p6-
de-se dizer que era o diajarimeiro de urna nova
0 o-
?.8r0'duque *U*W s' instruido, iotelii-
faTolhaVm.^,"0 '""'"bereea. SemelhsntS
escolha muito sigoifkativa, e parece mostrar
que o imperador da Rue.i. quer lorrodosfr ma
mudanga sfM no rgimen inioloravel sa 1db*i
lempo imposto i Polonia. O grao-duque est
collocado muito pertodo-lbrono, e tea extremo
sel pela sua popularidade ; pelo que aio pos-
sivel que consinta em sellar com o seu nome ama
re5r2L" que li7e,,e 6e ser apparente unietmente.
To rtum porque fazem votoaos Polacos : mas se o
gro-d-uquejCoostantino. investido de am poder
efflca, reservar nos seus conselhos um lugar suf-
Hcienteao elemento polaco, se apasiguar os odios
espertando aa queixaa que forem justasento
-'lyatrf indo da Polonia, da Earopa, o de loda
s huma od ade.
a correspondentea dio a percebar que os
roiacoa recobrarao aquella mesma situacio, cujo
aoniqtiilamento pretextira a revolu$io de 1830
Ao menos acha m-se elles sob a impressaoa maia
favoravel, e esperam que a autonoma adminis-
trativa ib3 abra o caminho para urna cooitilucio
poltica especial. ^
Notam-ae no diflereotei joroae certaa diver-
gencias quaato ao boato* que circulam i eso
respeito ; mas todo sio concorde em prever
urna pbase mais liberal no rgimen da adminis-
tracao polaca.
Oa negocios do Oriente se complicara. A Ras-
si a inaiate com a Porta para esta conceder a in-
dependencia de Montenegro, e a Porta responde
proaeguiodo em auaa boslilidades no territorio
Montenegrlno. O governo da Rutis previne aoa
seus subditos por intermedio dos cnsules para
que restrinja m o mais possivel is suas trsnsac-
toes coromerciaes viata das prximas even-
tualidades.
Na Grecls as commoedes se acham appareot
mente terminadas, se bem que na realidade i *i
o eslejam. Apezar da annistia de presu-
que ae estabeleceri fra da patria am foco
emigrasao e exilio. Os exilados que a princi
se tinham dirigido a Sroyroa voltaram para
Occidente. Antea da amnista haviam estaci
nado em Tires, e depois seguiram dali par "
fon e psra a llalla.
De um memorial datado de Smy
do em nome de todo
a exciUco do
Vejo qae deixer-me levar muito longo-nesta
digressao geral sobre o imparto, o que me priva
tratar dos ltimos aconteeiraeslos da Allema-
com especialidade da PYassis. Reservo-
dsngir-lhe irma correspondencia espeei-
a m- ?2 f ,sun,Pto Pela.iaeJa de Bordeaua.
.." .- ld?3nbm aotictar-He qee felixmen-
ti .a0mr^",m *'> Pr^iaoe. rea.
nimni moto*Xo re Iieopeido. A affecc
muilo precios vidaNs^nosso amado- mon.rcha
urT,^!,-eCeu .?* fodoTTeSaodo .Tomento d9
ao,e.r,C.n1l1',,r,,q"e ^L'inha da *-8''e"a
ireu urna nova operagao.
O publico d o nome iiCinco 4 opposigo da
esouerda, que reclama um inquirilo parlamentar
sobre os servidos publico*, flm de que o corpo
legislativo teoha dados aufflcienies para melhor
esludar a situscio e propor as reformas que jal-
gir necessarias. Essa reclamago nao constitue
um acto de bostilidade ao governo, e Bem mes-
mo de oppoiicio.
Dua cousas ba em lado isto que sio podem
er contestadas: a primeira que desda 2 de
dezembro de 1851 at 24 de nrjT$jS&.de 1860
tem sido notoriamente insufflcieote^S.lyndicn-
cia dos negocios pblicos. O mesmo imperador
o reconheceu. A aegunda queno orcamenlo
vai sempre em augmento, novos imposto aio
reclamados, e que finalmente iorna-se necessa-
rio crear outros recursos ou cortar as despeas.
Nesta situacio a cmara, a quem corre o dever
de examinar as fioancas, nao pode dar um voto
aubmisso em favor do orcamenlo que lhe apre-
seotado, lem que propooha antes alguma modi-
ficaco no mesmo oreameolo. Has psra exercer
esse dever, reconhecidamente neceasario, faz-se-
iba preciso maia alguma cousa que nio os dados
foroecidos oo prca ment, outros elementos de
oormacao que ule aqaeiles que lhe sio sponla-
dos.
Parece pois i
t prdposla relativa ao
servi(os pblicos oi
elisio respectiva, pe
que depois de ter confessado
por sua parsnio
de que
sobre os
(Combatida peleseom-
aioria, e pelo governo,
a insufflcieocta do
.querer repallir o
(ora ae lis vem offerecer.
lo para aer depois destribuido o
Ensato.
O sanado receben em sea seio mais tres mem-
oro: o general de Goyoo, que de volta de sua
expedicio em Roma reassumio a suas fuocedes
junto i pessoa do imperador; o esnde Chasse-
loap-Lanbat. ministro da marinha e colonia, e
Mr. Ingres do iostituto, primeiro artista qae to-
sa isiento no senado,
c Encarada sob
dico do Mxico
importantes da pd
basta considera-la
esie ponto de vista, a axpe-
um doa fados nicionaea mais
es. M s nio preciso tanto:
10b a sna sppsrenda a mais
simples e immedia a para ae conhecer que in-
quihficavel a conducta da Heapasha, ea da In-
glaterra, que bem postras d do qua vale a sua
allianca em casos lies 1
Registramos as linhas precedentes psra dar
ama ideia dos come teclaos que se vio produzio-
do em certas regio ss.
Acsbs de passir por urna redoeco o corpo de
oceupacio fraucez em Roma. Em vez de duas
divisoes composte cada ama de duas brigadas
flea urna s divisi< composta de tres brigadas
sob o commaodo d > general de Mootebello, al-
dante de campo do imperador. Nio essa re-
duejo to consideravel que possa ser vista em
tempos ordinarios i orno um acto decisivo. Todo
mundo sabe que ai tes da guerra da Italia exis-
ta era Roma some He ama brigada ; e por con-
seguirte ji duas brigadas representara ali um
caso extraordinario
Nio porm ne ise ponto de vista material,
mas sim do ponto de vista moral, que ae deve
considerara attitu e do governo francas. Apa
tao grande dilscioj imposta i opioiio publica
qualquer reolucid toroa-ae muito significativa,
a tanto em Paria como am Roma foi a daciso
imperial tida em cpnta de umi auimacio i uni-
dade italiana, e um aviso ao podar temporal.
Aioda que Mr. de Bellune techa declarado 4
aaota t que a Francynio ae deaviari da linha
poltica indicada por Mr. Billault am aeu da-
cursos no senado,todava o actual estado de cou-
sas nao pode durar indifinidamsnte; o lempo
progride, e ideiaa com elle :' o tempo um
auxiliar que os Italianos tem por si, e que lhes
prests mais servicos que quantos sitiados se
possam reunir.
Al mesmo a corte pontificia tem consciencia
dessa forca irreaislivel qne abate pedra por po-
dra o edificio vacillsote do temporal.
Roma a acha preaeotemente augmentada com
lodo bispo que le reooem junto i pessoa de
Po IX. Sua ssotidade n'uma de suas primeirss
allocucas em consistorio iodicou a preoecupa-
cao que inspiroa as solemnidades S.CTjradas
em heors.dos martyres Jspon'ezes morios i 150
annos. Eis-aqut palavras que nio podem pas-
sar sem commentarios:
talvez che-
reunir mais
ouvir mais
a As circumstancias sao graves ;
gue tempo em que nio vos possaes
junto de mim: em qae nio possaes
a minha palevra ; e at mesmo nio vos possam
chegar todas ss miohas inatruccoes e doutrioas !
Oremos pela.ssnta egreja, auppliquemoa a
Deas que desvi de sobre ella os males que a
ameacam. H .
Estta palavras escaparam a Pi IX sera duvid
n um momento de extraordinaria aansibilidad
e proouneiando-a, sua voz revestio-se de um
accenlocommuvfsa: commogo esss.de que par-
ttlhou profundamente o aeu auditorio epiKO-
Nio se deve entretanto concluir de tudoialo
em favor de urna deliberado publica dos bispos
acerca das questoee que contristam o soberano
pontfice. At aqu nio se tem tratado da con-
vocscao dSseisio alguma parlamentar episcopal,
oem'eisio de concilio em que pouco mais ou
menos se delibere sobre o partido que convem a-
brasar, ou o de conceaoe ou o de resistencia ;
sio, nada de lemelbmte se passou, e nem se
Os kispos reuniram-se em torne da cadeira de
9*it9, entrarsa em comaanicsco ,dircta
esa o santo pedr. com elle conversaraa em
ilar : o vaticino as quiz om mel de oo-
trreio BS-diraccItf que lem a segair; ex
tormente psem oada resultar a nao Ser un
oral aem dfieico precisa. Quaot"
do impulso secreto que o papa pode n
ceber do episcopado estrangeiro se acha bem d
mouetrada seda expreaso. Resistencia abio
Islencia at o exilio se fr preciso.
dci
sturt d
Nio i)BI1t,
>W
publ
lam
Asoci
. a q;uesiio cablndo no dominio
oio pedia deixir dessseitar-se no psr-
%ntrs i partido d'accas e o governo.
dado emancipadora, objecta de nmi
peaquua Por parte da a tonda de judiciaria, que
ae tinka-a.Pa.er#,1ode sea papei, reuoia-se em
toras de /<*"baidi; ao passo que se atlribuia a
M. Ralla '- tnUocso ds convocar o parlamento
para prc, .'or-Ib cate dilemma : ou Garlbaldi a
todo o a eu Prtido, os o ministerio com plenos
poderes O que equivaler! i dissolacio da ca-
rnaza, de esta o"o,4)reientemeLte serla a medida a mais
deace ru^
inadapode fazer sem manler a or-
oderi fazer aem o partido d'acQio,
impeto nacional. Nio a poltica,
o qae exige urna indulgencia reci-
A diplomacia pode decretar a creacio de
vo, mis o patriotiamo dease povo s
pode forma-lo, susteota-lo, e deffende-lo.
Irl|haldi voltando a Turin nio aasislio s aea
o parlamento com a diicussao dessa deploravel queatio
entretanto Dio querendo que o seu
peosar08010 .respeito fosse desconhecido, es-
ereve ,0 presidente da cmara dos deputados.
As tJxplicacoeBcooldai nessa carta, e as que
foram. da.da Pr M. Ratazzi, psrecem reduzir a
quest'0 J"" ponto de desharmooia. O governo
disieJ jecto Ide expedicio alera das fronteiras do Tyrol.
o q

Austt1a> .*' Crisp sustenlou que le trata va
O M^ ^__
justificar a insurreigio, e anganar BJ ..
para urna causa momentneamente vencida, mas
nao perdida de todo Ali esli registradoa o
motivos da quena que tem a naci contra o go-
verno do rei Othon ; a aaber: continua vlolacio
mL? e da con8li,u"?Bo, deploravel insta-
bilidad* na marcha do rgimen constitucio-
nal, falta de responsabilidad mioisterial, illega-
lidade na tleigo da cmara actual, receios do
fetsro tanto que Dio se acha aioda designado o
herdetro do re, etc. tc.
Em geral pode-ie dizer que em mais pequea
escala a revolugao grvga aprsenla a mesma inex-
periencia que a revolucio italiana
emigracio quaDdo ia
Com quanto nio se possa contar com am res-
2mll!. esP,er8Q? rfe 1 B*#** nao esti
amelada da perder o seu rei,, qae o mesmo
lempo o S4a primeiro cidadaowdff depre.aa co-
vn?.0Brmr.es,"a- ^ f0f P"^ell?farruaa
viagsm a Suissa ; por ora oa-tea podido aioia
deixar o seu palacio de Liekes.
.?.d'!qutd!,Brab',l,t* Bi,,i mettor depoie da
sua volt, da Hespanha : nao obstante s5 anda ar-
rimado a urna bengala, e na app.rencia mostra
que padece inda muito. -a
Neste ltimos mezes o aceatecimeai"* P-
iico, a discusses parlamentares te/-* "ida bem
esteris na nosia Blgica. A eVO hade aer -^mm,
cenad do meiado de julho a }id.0.m.t? d0i VT"j^iM #*> 2uacUdo oa
fallaido throno. E*"' ido grande parl9
a circaaifancis ..aalidad*, a Umbem ao
tacto de ter a r a perdido savtsmpa precioso
as discus* .litiea, etpeciaknente oss in-
termina .ueslio aotuerpiasa.
^.Co na Antuerpia tea arrefteidoa pouto
todo o mundo aa Blgica e ao estrangeiro
I nar'n ?if *.1Tame?.t ebateDcio ger.l pratic.da
| por catholico e liberaes a 90 de maio, dia filado
oara a eleicao de um senador que lem de preen-
r a vaga deixada por Mr. Vos Haose, que ob-
a a aua demissio. Do 6,000 eleitores in-
>s apenas 200 coocorrdram votar^io Mr.
ro logo peloa jornaea qae nio acceitava o man-
dado.
Quaodo se reunir o sanado, que por ora se
acha em feria, teri elle de oottflcr-lbe eisa re-
I olucao, e antao o govoroo flsari o praao para
novas eleicde. Eoiretanto o trabalho da forti-
?5n?n,.l>l?.,aWM- d0 uatF inlrincherado.
que os AoUerpiaoos fleario completamente sa-
lto lata".d.MMl oplsr. o"o
a isto est resolvido, a propoata de Mr. de Bos
tendente a aerom indemnisadoacom equidade os
proprietanos dos terrenos tomados psra ser-
n.Q.*.dMe .D0UC0 cesura nada faria
u P,.JD19 ,M,U0' ni0 me ,ioh lembrado de
J I J?*lh ""P0""1 IM 1U levara elixmen-
9 41 LlU.
de 1848. A
tomando vulto foi nter-
rompida pela amnista, e talvez por suas propria
divisoes.
Enlretinto a corte e o gabinete abriram o trs-
balho parlamentares como se nada houree I
G. J.
nte de
un
cajo
carne "" ma expedicio de- alem-mar,
Un, e ra coohecido do governo, que favoreca s
aeios empregsdoa (coltige-se fcilmente qae
esas e *Pdicao referta-ae a Grecia 1. M. Ratzzi
declsrou ?"e o governo ae tinha op posto, e qua
contUn-"'1" oppor-se a toda e qualquer tenta-
tiva qu)** podesse comprometer a sua lealdade. e
relacy** oternacooaes.
X0d.s essas explicares no seio do parlamen-
to pro/duz m. vauxio ruido is vezes por objecto
de poi"08 Ta"a o silootio seria preferivel a to-
dos osl ""epeitos. No correr desses debates nao
se fez P'lusao carta de Garibaldi, nem de um
nem d|e oalro 'do: o miniaterio e a opposico
psreciPm d8 acord em nio pronunciar o seu
nome.l
O lrf\umPh0 das ideas libera na Prusiia exce-
daa a "Pectaliva dos seus mais ardeotes segui-
dores. A memoris dss eras coostitucionaes nao
offeref6 exemplo de urna derrota tio solemne
como ? .I soflreu o partido da reacsio. Essa
lata el eitoral, assegaraodo ao partido progres-
siala a niaioria em prejuizo doa conaiituciooae,
ultramionlsno,.n Polaco, lhe permiti aisumir
pataar?" gbinete Van-der-Heydl a urna posi-
go m(4i definida.
j flio ha razio pira a mesma contemporisa-
ci"5 de ouC5rt: im parecem oa progressistss
dispostos expebdeT 'caf*"6019 n'uma meosagem
ao rei o votos constitucin**' do paiz, cujo aeo-
tmenlo monarchico nio preYud'c* eentimento
liberal, que contente em apoVj fortemente a co-
roa, com a condiccio de que^fs.la spoie tam-
bern, e de que a coostituicio s3|a uoa rardade.
A 22 do mez flodo comecaramx0* frabalhos da
cmara aob a praaidencla de conde de Stslberg,
e tratou-ae logo da discussio sobre a 'esposta a
discurso do throno.
Eotre os projectos, apresentadoa obreta'hio
um de que autor M. de Sybele, eminente bi.-
tnrtc-grapVo, que promette tomar grande parte
nasluias politicaa de aea paiz, Este projecto a I
espreiso das ideas de centro da esquerda.
Huitos membros do partido progresaista eram
de parecer qae nio houveese discussio da meo-
sagem, afim de ae evitar loogoa debates, e odes-
conteolameoto que costuma provir dahi. Esse
D*J,6*r.nao prevalecen. O progretiistas exl-
tt|o tatiafeito com 9 projecto de M. de Sy-
bele apresentaram divetsas emendas, bem q*e
fosse este projecto de nalureza a combinar o
voto do paiz como ds esquerda. Nao te affas-
lando de urna argumentacio lgica, e apreciagao
justa dos direiloa da naco, cada urna de aua
phraie testemunha o respeito profundo, que se
deve r coros, que nunca deixou de ser na Prua-
a o earaclr diitlnctivo da oppoiigio cootlits-
1 que a queito da Uesie Eleitar>l
ando meno em aua phase aclut. O
a demuiio de seu gabinete. I d-e
ci feita por parte do governo prui-
iva commissio da cmara djse'de-
regada da meo
erlin se d por
a-seque os embsixadH
Bruxellas 9 de junho de 186t.
Os tactos bem depressa confirmaran) aa previ-
loes que manifestei n'uma de minhascorrespon-
dencias de mezes psssados sobre os perigos da
interveocao intempestiva e injustificavel das tres
potenciaa no Mxico.
A Heapaoba e a Inglaterra recaarem : s s
tranca se acha hoje fazendo face ao exercito de
Jurez, e a um ioimigo muito mais terrivel a
fabre amarella.
Essai expedicio emprehendda pela Franca com
o fim de destruir aquella amiga repblica, e so-
bre auaa ruinas erigir urna realeza bonapartista
pels est hoje coohecido que a candidatura do ar-
chiduque Maximiliano d'Austria nio foi mala do
que um ardil-de guerra, essa expedicio, digo, lem
merecido qussi a reorovacio geral do povo fran-
cez : por quanto apesar das derrota, de que ba
dado tantos exemplos esse povo depois da procla-
macao do imperio, o velhp iostioclo liberal e re-
publicano nio se acha nlfe de'todo arrefecido.
Os orgaos da impreoaa parisiense quasi unnimes
com excepcio dos jornaea oficiosos, se bio feito'
interpretes desse sentimenlo.
E aio este o nico ponto em que o imperio
se acha em completa desbarmonia com a naci.
O Imperio, e a impransa imperialists nio soube-
ram por mais tempo disfamar as suas sympathias
pelo sul dos Estados-Unidos, ao passo que o sen-
tmenlo nacional propoodo para o lado, em fa-
vor do qual eombatem o principe de Joinville e
seus dous sobrinhos o conde de Paris e o du-
que de Chartres, isto para o norte daqueliea
astados.
Bmflm basta dizer-se que s imperio, e o seu
exercito de pequeos tyranoo, se gastam e en-
velbecem ; poia ser um engao manifest acre-
oitsr-s de urna maoaira absoluta qae a Franca
nao se move seoao pela voolade de despota,
querella supporta.
A lyrannia nio se perioniBcs em um s ho-
rnera, como diz Ptoudboo ; maa sim n'uma mu-
lidio, porque ella representa coileccao. O golpe
de estado de 1852, que entregos a Franca as
maos de Napoleio III, cooqulstou pars elle ao
mesmo tempo um exercito formidarel de 500,000
funccionarios, que cooatiluem hoje pouco mais ou
menos ss incarnacoes imperialista ligada sob o
dominio do seu chefe.
E' assim como urna hydra de 500,000 cabera
e urna cauda : a cauda o imperador. E' elle a
razio social do systema, ella o ponto de partida
do despotismo ; pois qae a sombra do seu nome
que se agitara, e slbiiam essas 500,000 viboras,
que delle recebem o impulso por am movlmeoto
d cauda.
primeira revoiacio franceza importante po-
da co?iderar por algum tempo Napoleio 1 como
o u Majomet encarregado de fszer trium-
pbaroaseus principios com a espada de conquis-
tador. A missdvdfe Napoleo IID podia e devia
ser, como elle preclanKtu, a poltica das naciona-
lidades, e o restabelecimeB^o das fronleiraa oa-
lu-nes da Franca ; mas o tePP paisa, o impe-
rador envelhece, e o Rheoo-as'?im como a Blgi-
ca, que ambos elle amoiciona ; a 5 aqu aio tsem
receios de cahirem em suaa garr"?!
Quanto sua poltica de naeionaljdades j
tem falhado mais de urna vez. Elle abaddpn a
Polonia e a Hungra ; na Italia continua o"-#*u
jogo prfido e falsario, e finalmente ei-lo que
oo Mxico costra todos os ssua principios quer-
impor o dominio estrangeiro a um povo inde-
pendente y
A'Tisl3 pois d*A(a> contradieces a opiwao pu-
se agita ; usa movimensa se ope
ilecoee : e aa timda protexts-
eoaUs o syitefsa imperial
veis do mamo campo,
las quasi. todas com sea
Neateponiso. hispo, sio un.aim^ Q\tt^\"Zr^ZT^T^S^^
leste para essaauViimos qaoNapeteio III
I lem trabilhado, parssguindo oa aotigos partido
Aote-hoolem terminou a diacassio sobre re-
forma do cdigo penal.
m, *r0eft0 f?' dPta<10 VOt 58 votos contrs36
lora 6 abstensops.
Os catholicos votaram contra, por causa dos ar-
tigo concernente a liberdade do pulpito : ape-
zar de toda a opposico a maioria e o governo
mantveram ease* artigo, que puoem a critica
oecao pensado, e oa ataqaea que qualquer ec-
lesistico julgava-se com direito de arremesiar
contra o governo e a autoridad do alto da ca-
deira da verdade.
Na meima sesso, em qae foi o cdigo votado
du-se um caso estranho, que produzio vivasen-
Hese.
Mr. Gaillery, da extrema esquerda, denuncios
asiembla a Mr. B. Dumortier, dizendo que este
tomando do tschygrapho um, dos seus discursos
para rever selle accrescentara palavras a mais
injurio a elle Guilt.ry dirigidas, palavras que
nao haviam sido pronunciadas so recinto da casa
e que entretanto por semelhante alsicaco figu-
raran) as columnas do Moniitur.
Mr. B. Dumortier nio aoube a que respondes-
se: balbucioa algumas desculpaa absurdas, e of-
fereceu-se para retirar essaa palavras ultrajantea.
Maa a cmara nao julgou bastante eatasatisfaco:
decidi por unaoimidade qua a pagina conlendo
a passagem em questio fosse arraneada da coi-
leccao do Monittur, reimpreaao o discurso de
Mr, Dumortisr de accordo com a estenographia
Hoje spresentou Mr. Gottal, da extrema es-
querda, e deputado pela Aotuerpia, um propo-
t de lei autorizando o lugarteoeote-corooel
Hayes a perseguir peranle oa tribuoaes civis o
ministro da guerra, bario Chazal, pela priaio ar-
bitraria commettida contra o mesmo coronel. E*
pouco provavel que a cmara adopte essa lei :
mas em todo o caso sa aa sesaea, a cajo exams
e discussio deve ser submettido o projecto, per-
mittirem a aua leitura e daseovolvimeoto, ha-
ver a esas respeito um nevo debate bem calo-
roso;
O dosso musen ecab de er enriquecido com
signos qaadros esplendidos, entre ostrosara
de Claudio Lorrain, verdadeira perola.
Luiz Gallail vai obtendo continuo o immensos
uccegso na Exposico de Londre. Ostro tanto
nao se pode dizer dos Ific^ovet de Victorlugo :
o dou primeiros volume lorm acelhido com
grande enlhusiasmo ; mas os quatrs que se se-
guiram nio teem correspondido i expectativa
geral.
E' evidente que existe urna forte reaccio contra
ena obr, de que se espera va multo no prin-
cipio.
miHAMBUCO
ASSEMBLEA
LEGISLATIVA
CIAL.
PROVIM-
Biscurso do Sr. Dr. Buarttae, pronan-
ciado na sesso de i4de juntio.
O Sr. Buarque :Sr. presidente, quando Uve
ailatisfaco de oceupar aaUaa^ao da casa acerca
do precr que e discate, aostrei que a projec-
to a que elle ae refere < tsconstlUeteaal, por-
quaDto nao se pode de Me a alguma considerar
a coostruccio.de predios urbanos e rsticos cono.
eomprehendidonas expn sesobras publicas__
qua se acham consignada no 4 8 do art. lado-
acto addiciooal. Sed aaaeaos, como disse, a ver-
dadeira iaterpretacis essas palavras aitou bem.
persuadido que osa haveria nm 6 depnladonea-
*" q^< davMaese votar pela regeHio do
reaenlado. Esta minha contideracio
ondids peto nobre deputado que raa
preceden.
Wainda.Sr. presidente, a inconvenias-.
Olirlo projecto, inconveniencia que resulta
da redaccio e interpreticio a que se preslaatv
os seus ariigos. Alea disto, explique!, que alo-
da qoBBdo prelendesse altingir a um outrs
fim, qual ddvia aer o privilegio para o emprega
de a^areloM e micktoas spropriaias, o pro-
/
-
V
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO!


>
4
w
ijamamaj
:..: :\ -

DIARIO DE flftMAMB
SEXTA riUU 4 Dft JOLHO DE 116.
jecto Dio poda aaliifazer. Finalmente, Srs. tcei- O Sr. Betrque :Quaei postara ser aa bisel c Seo querer faxer oilentafao d eaie* aw
tte
ei todoa oa argu
asisti de poderes,
dopttdo neata
competente, que a
jue a empreza entraste
ocargot; e d
nao podia su
desipparecer
jree depaladoa
eeses argumen
^tado que me precedas.
_ meios ae aerria o o obre d
"o parecer Acomtiiiafjbn
mente^jajpPoa que"*ej
admiastaet.
por lato outraaL^
-dos peloa aaTmioittrac
lhes ao oppozei
de fcarer o prop
quelre que cono
osde-prace a Jo
tero oiao peta a
lepirtido quiz roo
oe aduva compren
-riaru merecer*
Cor, desde que prer,
*jue fundamentatasn a
os predios urbanoi.
O Sr. Souza Ret >-J
vidas a eite respailo
O Sr. Buira*te>TerAo, sioi aanhor
Sr. presif^
pportune, h
la coro- fue est caaa leoha o direito de impor empre- etlio oa eapfaera de mena
o taie aa privilegtada ? O ae podia iaier o praaidanle i cho desta freguezia, prioel
T eem eemelhane artigo? Naa edificacoM por con- deaejo naro procuro remun
ta de terceiroa ae allanderi a batea certaaT Poia Ticos parockjtaea entratao
rporasae,
--ua
ae esias baaea devem ser astabelecidaa por ac-
ia rticularaa e a comptnhla, ae
t> twmii
ae ana
penasa
Ea7*o a*. Sr^MsidtMfce, e*a
0 nene dajanalt toast Iiaiinnna.
ao conhecioiento de V. Exc.
toa occerrMpa par pcoaiio
Jia aaaH* ti
ped
le islo
11 alisa naa*' ama
>* ra?aaje-fBBterMar a petateada ao caso;
la- doytHado diaaa,qea'a-galerno aoe*a
ser etsa companhia exorbtitsse, que a empreza es-
tabolectoso preces muitu elevados p*fe -a eaaa
troccao deasas predios. Mas que Urn te ai tolo t
Desde que o nobre deputado-edroKle a concur-
i*< ana de. que ex rao Bode diter 5 *coroj)aoha,tos
senit
ffiB
ex-
o prscos?
temerhsotet
der-lhe-ha, e
oa pTecos que
t por taso qae eilsie
a peto arbitrio de aeua
rface. Me pareee, que
fas condicoei, nin-
er a asmo comprefcade-las.
Sauza Res:Eu admito e compre-
_ EXPEDIBNtE.
Dan Desoco Exm. prndenle da preiincia.
_ a doviua auscitada pela cmara ero
tamo ^e 19 do correle', declara, que nao ae
ara
qae a Pao-;
iseri_
m dVpo-
o
assola-
nia, lando
de apenas
icios, Fre-
a mortali-
lado tem O Sr.
ifceodo
, 0 Sr. Buarque:Se admite, nao a explieoe,
a%%em que nao aej occasjftaeaeaa compreheode, peco-lhe que relira em apir-
do es fundamentos qne tesjuftes soavwerdadeira "explicocio, porque ea eaiou
para mottrar que etae privilegio concedida-a' iD'timamente convencido n que temelhantet toe
Joio Falque 4' coMMoeioaal, tedavta desda gn dicoea~ae nao podem esvtbelecer.
direlque achando-fe aemelbanie emprea 1ifrJi Na* sei quaea foraro as ideas que dominara m
* Taoio peblttie. Vsse projecto tetn iedireclt.re^ta co(eccio dea te artigo, maa a consequaocia
taco cosa obraa pablicaa, purquarrto aem-ettaa,
ao ettatrff >#qWtl. Esla opiaiao nao- mi-
*b, do cooaaiha de estado que lancou mao
4tla pera fandaowotar um de atua pareceres
quando Iba 'Ibfpteseote urna I-i conlecciooad
para e esvabeTecroaajfJto de urna /tinha de mni-
bus ira iBahia o1*m"aeguidi n/ra o empTego de
macbroas de irsoatorte da,.etdade baHe para a
idade alta na capital daquetla provincia ; ocon-
*elfco de estado fandow-ae oestaa r*oea, qae
-era duThia< tambera resaraoa no anime do admi-
metrador da-proinci'a....
Sr. Souza Reie :Misericordia -I
tJ Sr.Baarque... quando santcionou o pro-
jecto pra o esta bel eci meato de carras de prace.
por isso ique o esiaoalitetaieaM deesos carros ei
cotaprehoodido uo numero dos csea sobre ide eita ssembla legislar.
(Ha wn*wrle;.
O Sr.',*H*r de estado-ietca de urna lina de omoinoa na
*ahia que de merecer alguma Uaoco, e que
lem toda applicacao paca o caso dos carras de
prses.
O Sr.-Souza Reto :Q*anJo fer conforme-a le,
xereca.
O-Sr. Buarque :Eu pasaarei a apreciaroa de-
tnaisergamentos apreseoUdcs pelo nobre depu-
*i.
COn.^^ '
juaoto aaalm provado, senbores, que a in-
Oeu, nao atv^dade^-do projecto prevalece, por-
de servio nao sae pruceRM.mfntoa que-affereeoo a
agora deaua incooveoieocia'.Pjno aquelles de que4
A nobre commissao declaro^ eu ms eccaparei
na razio apreaenioa a oala caaa i!ru psracsr,
meotar aeujuizo ; dase implasmeole sMh-
bavii inconveniencia por isso .queo eepiriio d"
-sa aassmblea, foi soceder m privilegio a Ua-
-prat para eucorporar urna aociedade com o fir
e cooetruir predios -o iba o os e rsticos.
O Sr. Soma Raa : O Sr. Buarque antro pfecisa?a que a co x
-*ao o diasease, porque tolo te acba otar'-
-oricamente declarado no art. 1* da lei.
O Sr. Souza Reia >-Eaiao o .que quiz dizer i
uau sanceso ? .
.?m BI'W :-V-Joa ae. admitndo-ae
expiuavao dada pelo nobra depatado, iod
oasim o projecto deve sr aeUo por esta casa
precieruoaae o espirito da assemblaa sendo con
ceder privilegio a Francisco aria Deprat para
incorporar urna companhia, atim de qae urna
uira tmo podesse lazer-lbe concurrencia, pode
aemelbanle projecto -ser adoptado, qual peder
ser o seu m.
A nobre commissdo eslabeleceu como princi
pip. que adoptado o projesto, encorporada a com
pannia, eata entrara em concurrencia com os
-tfemais empreiteiros construciores. Maa Srs., des-
ale qne se sdmitte eata coocurreocia, a que vem
ase privilegio por 40 aaoos concedido s ama
companhia? Tara que lim.? SereOeetivamen-
xe para queoulra se nao encorpore como dit a
cobre coumiaaao de poderes ?
m Sr. Deputado :Sem davtda.
O Sr. Buarque:Estsbelecida a concurreoeia,
v/eamus u que acontece.: ou esaes empreiteiros
ero de ceder, porque a companhia abaorvera
todas as obras, ou entao esta empreza ser com-
pletamente Qullicada. Admiutado a oica hy-
potheae examinar, isto que esses empreitei-
ros nao possam lutar com a companhia, ellea nSo
*e retirara da coocurreocia, mas se assoaro son
ima forma qualqaer. constituirao urna compa-
ohia tambera ; e trprivilegio concedido a Duprt
m hypolheae alguma a liie poder oppor por
isso que esta associac.ao lapear mao de meios
para tlludi-lo.
Esa nova empreza poder ter um carcter pu-
ramente commercral tendo aua lala um agente
* quem deoomiosram empreiteiro, e que far
lace companhia constructora.
Porlanto, o argumento do oobre diputado de
currencia com a empreza Duprat deaapparece
desde que ae realisa o que acabo de figurar. Oode
^sl, pois, a uliiidade do projecto ? Recoohecendo-
e que esas companhia oo pode fazer eropreita-
cas sem a completa concurrencia de todo genero
x Cu",lruc,or erifleando-ae que esaa companhia
t 9Mr a unica lf4zer *tr* Dai* opra-
nos habis e aperfeigoados, veodo-ae Qialmeuie
clusivo para empregar machinase epparelhoa das-
conheeidos no paiz ; onde est a foote da atiii-
alade de semelbaute projecto?
Nao aei. seabores. A encorporaco de urna
companhia para aemelbante Um, cerno pode exis-
tir, e como eu aceito, nao deve partir desta es-
erobla, que nada tem cora objectos desta or-
*Jem e por isso oo creio, que a espirito da casa
ae acn de atordo com o projecto.
qus-liro, que vem elle servir de complemento
as dispoalees do arUlJ, isto-, a eoniequeneia
necessaria do pxivivtgpo concedido pelo art. 1*.
"Eolio aim, admtttindo-o privilegio exclusio,-o
direito de eslabetocer base* certas, atleodeodo'is
ooodir;ea do mercado, ao prego dos naterrasa,
so jornal do operario, aos spparelhos, machinas,
-te, ele. Mas, se neo'Ira privilegio, i que vem
essas bsses certas ? Nio me parecen multo im-
procedente qae se affirmaase nesta casa, qae o
espirito da lei oo foi estabelecer a concurrencia,
porque, peste caso, o srt. 2 lem ama eiplicacio
razoavel.
Um Sr. Deportado : Sem duvida.-
O Sr. Buarque-: Logo ba privilegio.
O Sr. Souza Reis : Quem contesta tolo 1
O Sr. Buarqne-: Se o nobre depurado diz
que ha coooirrreocia ... *"?
O Sr. Soasa Reis;: Nio confunda s cousaa.
O Sr. Buarque : -Si o nobre depotado alteo-
dette, veris que os meus argumentos se acba*
vam todos ligados, e qae os nio coatunio.
(Ha am aparte.!)
Ea referi-rr.e -4 redaccio do prejoeo; e dtoie,
qae, se o efundo artigo tem algum-m, 6 pre-
ciso, qae elle seja a eooseqaencia do srt. t*. isto
, qae estotiese e privilegio, que toase vedada a
coocurreocia, porquaoto, aUbelecida esla, nio
aei da quabaaos certas ae pode servir o goveroo
oo contrato qae fizer com a compenhis, quando
esas bases a podem ser eslabelecidas, entre os
particulares e a compaubis. Crelo que o nobre
VupHado nio respondeu a nanltum destes argu-
mentos, o se fez, peco-lhe que -v repetiodo as
cootideraces qae apresentou para conseguir es-
te flm.
O Sr. Souza Reia : Bu j me esqueci de lu-
do quanto diste.
O Sr. B: aue: Entao nao-era de convieco
ue Ullava.
O Sr. Souca Reia : Poii nle era I
0 Sr. Buarque : Se erara esses argumiotoa,
evem eatar impressos na eonsciencia do nobre
spatado.
Sr. presidente, parece me que estas cooiide-
aces que teoho feito sao sufflcieotei para mos-
* *'. o ineonstitnciooalidade do projecto; 2\
"eoiencia.
-ocia poderoso foi apie-
' com elle quiz
_. ,!, a u.
-^ an propoe.
O nobre deputado pelo 1 districto aconaelhon
que se doptasss o parecer, que ss approvaaae
m'smo o projecto, afiro da qae os poderes com-
petentes podesaeat resolver a quealo debaixo do
verdadoiro ponto de vista. Nao a primetra vez
que aemelbante tacto se d, to jos nos sabemoa
qae as leis proviociaes sio lemetdaa ao conae-
Ibo de estado ....
0 Sr. Souza Rsis: Nao para o conselho de
estado que appello.
0 Sr. Buarque: Mas sabe que estas leia pas-
sam primeiraiueote pelo cooaelho de estado, esls
conbewe Je aua incooslilucioaalidade. e exarao-
do sobra cada urna deltas o aeu parecer, o gover-
no conforma.se com elle, eaubmetie a lei ao po-
der competente.
. (Ha um aparte )
O Sr. Buarque : O corpo legislativo at hoje
nao tem reaolvido aemeihaote queatao, que nio
a primeira vez que se suscita sobre idntica roa-
lerla, por que razio havemos nos de adoptar este
projecto, que nio nos trar anda a aoluco de
oosaas duvidas ? Lancemos mi de nutro recur-
so, que pode azer com que o goveroo resol
com presteza sobre temelhanle objecto ; aprsen-
le algum doa Sn. deputados urna indioacio para
qae se repreiente ao governo geral sobre a ne-
ceaaidade de urna dissolu(io definitiva, maa nio
empreguomoa um meio reconhecidameote intil
nao approvemos um projecto. que ns opiniio de
todos foi mal eorooreheodido, nio adoptemos
ama lei que por furnia alguma realisa o pausa-
meolo do peticionario, segundo se collige de um
memorial que se acha nesta caaa. O projecto, Sr.
presidente, nao allioge o fim qae o peticionario
teve em vala, porque ae pretenden garantir o
emprego decenos apparelbos, machinas e outros
melhorameotoa ; era este o privilegio que se sol-
licitava, mas nioguem dir que do projecto se
possa colligir semelhanie cous.
a assembla podia
Baptista
soecorreu
jo que ae
citado otrl-
procurado
acoom-
que se
comigo a
esoJlo-
-j por is-
eramealar
oe preste!
o meimo
lio o po-
V. Bxe.
w
cia pos
qaa ajtarDivia*
nitencia e
dr.e Unto rte atojo axtiacta
aida anlerrat Ana cemiterio desi
14 cholericei, tojalusiva Dr. em
derlco Rea >,* fora dalle ereio
dade nio seetsvou a este numer
c 0 man coadjutor o padre J
dos Siotes tei oa verdade qae a
aos accommettidos. maa aio le
prestou cerno diise o delegado
lo. A verdade que era sil
para confeas-r es poneos que a.
metiidoa, aso a pela tan too.
prestiTa, como porque se obrigo
acudir as cooflaies dos meus
asrr Ibas o Sacramente, -eeodo-q
te -ato esquivei a confeaaar a
sos doentes ; pelo contrario seo
a isto de muilo boa vootade qi
coadjutor por qualouer impedim
dia tasar.
Aproveito a occasiao para paft
ue a epidemia aqai foi multo fceoigu. e qne
apenas sppareceram os primeiros caaos, j eslava
preparado um hospital petos negociantes, teoen-
les Pedro Joaquim Van na Lima e Antonio Fran-
cisco Gezar de Va i con cellos Campos, qae a su
custa o praveram de medKamooioa a do mato que
era de miiler para alimeataeie dos doenles po-
bres, sendo tendo {sido f poaia a (dtoposioto do delegado, oa
casa deste ainda deve existir, por quanlo neila
cidade oiflguem dotta *e servio, nem meamo
aquellea que ainda pobres ae trataram em suas
caaaa oa qoaes se aervaa dos remedios da al-
guna particulares, do serte que at os meamos
soldadoa do destacamento desta cidade quando
accommeltidoa, erem mandados pelo delegado
para o i.ospital des pobres.
< Tendo chegado a meu coohecimento que o
delegado mandavo agarrar por aoldados, eacravoa
para coaduzir e eolerrar OS morios, causando is-
lo desgosto na pepula-io em ama poci'to cri-
tica, orgaoiset, como fie em 1858, ama compa-
nhia de homens livres, que se preitaram g'atui-
tamente a couduzir os doentes para o hospital e
os cadveres Jiara o cemiterios.e eootratettpor pa-
gamento rasetavel com doua horneas o Interrs-
mento doa ce -pos, o que ludo (oi feito com re -
gularidade e tac, ficaodo assim s populacio li-
vre de tasa d sgostos de poca lio anormal, e dos
conflictos que poderiam aparecer em consequeeci
d um prnoedi eoto to arbitrario, qae nem mes-
mo pode ser attenuado pelas circumstancia, do-
lempo.
Taado peit retificado o que ba de inexacto
na aobte dtti participvcio do delegado e.leudo
ao conheclmeaUo de V. Exc. o que ha sucedido
por c, iulgokt-curriprido.com o meu daver, rea-
taodo-me oareesentar que bem notavel o as-
quecirueote oAe leve o delegado deste termo esa
faxer chegar ao coohecimento de V: Excio modo
louvavti com aeo se porlou o juiz municipal sap-
plente deste ermo o mejor Joaqiim Pranciaco
Dioiz, aoccorieodo e tratando com destello os
pobres accommettidos as praias de Car eiras e
Tamandar.
Xavier.
ra juitde
a cidade,
existen-
i vito de
ra a hy
cidadao,
Foram malUdos em 209 cada ua dos Srs. mul-
achaodo qualiflc
quando fr* clei
paz da freguetia
comoloi vertfle
tes na secretaria ___
20 de abril de 13*7 I 7- aweaaust
poiheie, nao subsiste a-auaicaa da
qae por este moSuo dtoua caaaar da exercer.as
vunecoes do predhecargo.Que se officiasse so,
| segundo votado lo. Biraao Xavier para nao cea-
titnaaT no exerclco, ao terceiro votado para as-
sumir s jariadiegao, eao primeiro tapplente para
?ir prestar juramento afim de car preenchida a
lista.
Outro do msimo, diteodo ter representado o
pro vedar da Santa Gata de Miaericordia hiver-se
dado omieao na condumio dos cadveres chole-
ncos para o cemiterio publico, a ponto de j se
ter conduzido um cadver no dia postetior ao do
fallecimento urna hora da tarde, recommeodaa
cmara que em vista do qae se acba determina-
do nos arta. 51 % 3* e 64 do regulameoto de X de
junho de 1854, provideocie aflm de que nao se
reproduxa lemelhante abuso.
Posto esa Otscuesao, Sr.-Rego, padindo a pa-
tarra, declareu qae o cadver que se refere o
provedor da Santa Caaa de -Misericordia, nio fal-
lecer do chotera, segundo consta, e que se do-
ria reapaader ao Eim. preiideota da provincia
que at hoje naa chegra so conhecimento da
cmara tar-sa cemmetiido faltas semelhaotes, e
qae aquella de que trata o provedor teve lagar
porque quando ie deu o fallecimento foi em ho-
ras laes que per agenciar-se o enterro nao ba-
ria mato lampo .de ser conduzido o cadver ao
cemiterio, o qual a oolte est fechado, segundo
as ordena ltimamente dadas pela presidencia.
Assim so reaolveu, nio obelante ter o Sr. Mallo
pedido a palavra e feito ver que asseverando-se
nao ter a individuo fallecido do cholera, nio de-
via a cmara levar ao ctfahectaaento de S. Exc.
am negocio neslss circumatancias.
quando alus ama dsqaaellai que
c Daus gurale a V. Esc. Gidada do 1 o For-
moso 23 do dono de 1863.lila, e f im. Sr.
presidente da | rovincis.
Vigar; ), Antonio Marques de Ca|slilha.
0 Sr. ios Hara Paltana fot, como era de
do pelo msresaimo trib mal do
aua juala reclama?' do por
Mdr-ajo-'- o 'q/Ji-
esperar, attend
commerejo em
detrimento.
^'a lia
Se na pralica se v4 que nao exitte privilegio,
ae a encorporaco deata companhia pode ter lu-
gar na forma das leis geraes. para qae nos oceu-
parmos de aemeihaote objecto? En nflodeacabro
qual o fim que possa attingir o projecto, e e
justamente iato que procuro desde que nos foi
elle offereciJo discussao.
O nobre depotado, quem me retiro, declsrou
que a concurrencia, ra ioepoasivel en forma de
aociedade;eu aoatrei que ella dave oeceaaa-
ciamente eslabelecer-se pela encorporacio de no-
vas companhia.
O Sr. Souza Reis:lato nao pode ser segundo
c- privilegio.
O Sr. Buarque :O nobre deputado entao nio
prestou attenQo as minhas palavras, porque ve-
fia que admtindo-ae a concurrencia dos coas
tractores, ellea se podiam associar de urna forma
qualquer, pondo i testa de urna nova empreza
um agente a qnem deoominariam empreiteiro e
illudinam astm e privilegio, entrariam em con
carrancla com a companhia.
Eis aqu a eoosequencia da theoria invocada
pelo nobre deputado: desde que ha concurren-
cia nao pode haver privilegio.
O Sr. Soma Reie:Oode acbou ewa Ihaoria ?
O sr. Buarque :--0 que eu teuha dito a ver-
cade, a eoosequencia dos principios da theoria
ala concurrencia, e por isso repito, que urna vez
admiilida eata, o projecto em hypothese alguma
poder produzr os reiultedot phantaiiados pelo
nobre deputado.
Quanto a ocoovenieocia que moatrei nesta
_ casa, entre muos argumentos de que laucei mao
para provs-lo, servi-me da roodicao 2* do art. Io
ato mesme projecto que diz :
* O governo atteoder a bases eertas nos con-
tratos com tercelros, etc. >
artig ?UDl',enhore' inifiM semelhante
O Sr. Souza Reis:Tudo. //
O Sr. Buarque :-0 oobre deputado ene/aa
analtas cousas que disse nesta casa, nio ivsncou
ama a palavra em juilificscie deste artiga
o o desafio para que me aprsente urna so con-
*cio a que te poder sujeilar a companhia na
edificacao desees predios.
o Sr. Souza Res:O nobra deputado nos seos
irnos achara, lado liso,
Um Sr. Deputado:; Nem
fazer isto.
O Sr. Buarque : Nio podia, como j disse
oo mea discurso panado.
Portarlo, j v a casa que o projecto nio satis-
fazendo ao peticionario, nio tendo sido compra-
hendido o seu verdadeiro fim, nao attiogindo
cousa alguma, deve ser.rejeitado.
Me parece, pola, que por todos os lados que
considere os argumentos de que iancou mao o
nobre deputado. nio ha justicacio possivel para
o projecto de lei que se discute ; esta casa aio
pode, portanto, approra-lo, e eu conciso volan-
RltST* OJARIA.
Amaoha.se devora ezljMhir a primeira'parte
da primeira lotera beneficio.da matriz da fre-
guasia da EscaUaj ara consistorio da igreja de N
S. do Roaario, da freguezia de Saoto Antonio
at.6ii5?a 1?me?"/-Ps'e'to dos premios d
5:000| at os de 10, urna hora depols da ex-
tfAtQSO*
Nio tendo a lei do orcamento vigente ro-
tado crdito para pagameoto do amanuense ex-
traordioario da theiooraria provincial, foi eese
empregado por esta razio exonerado deaae lugar
O Rt-m. Sr. rigario do Rio Furmoao pde-
nos a publtcacao seguinle:
Sr. redactor da Revisa Diaria.Oueira ter
abondade de fazer declarar na aua /eviHa qae o
meu nome Aotonio Marques de Castilha e
nio Gastilho como costurasm tratar-di- ^'
De seu aMignanle. ^
Vigsrio, Antonio Marques de Castilha
Tendo sido concedida a demisaa que pedio
do lugar de agenta do correie-oa liba do Fernan-
da o Sr. Araenio Goalavo Berges, foi para o mas-
roo nomeado o Sr. Americo Nuoes Correiacom o
veocimeoto de50por cinto do respectivo rendi-
mento.
"fl Como rectiglcscao do que (oi publicado no
botetim choltricoi acerca da epidemia oo Rio For-
mlo, damos o siguite o lucio :
c Illa, e Exm. Sr.Tendo lido no BoUHm
offlcUl inserto oo Dtarto dt Pernambuco de 7
do. correte mez o extracto de um officio do de-
legado dette termo, o teneote Joaquim Hercnla-
no Pereira Caldas, datado de 25 do paatado, di-
rigido ao Dr. chafe de polica, referiodo o proce
dimenlo d algumas peitoaa d'aqnl qne ae lem
deavetado aa socorrer os desvalidos, nio poseo
deusr da na qualidade de parocho desta frgae-
zia refalar a ulUma paita de seu ofieia, as qual
se diz que o Rvm. coadjutor Joaquim Baptista
dos Sanios foi o una* sacerdote qae se prestou
a toccorrer eipiritualmenle aos eolermoj a:oom-
asiiidoi da epidemia.
po. uMte ui-.
*...-. .cvuiui
2 correle.
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chela
oi crioulos, JoalBarnardo de Sout
dado i agricullur
Ignacio Bezerra
oa-J eq. dia
K aJ
. df
e
annos,
polica,
, 2-2 anuos
por aer desertor dr \ iinna
e Soasa, de ^ anno/,, pldeiro!
polica da ParahilJ,.'; Adeli-
r, de 17 annos. i.paieiro.
. ares ds Silva, de &
agricultor, ambos para reoratas.
A' ordem do subdelegado do Rjcife, .0 msxuio
inglez. J.oies Alaiatragleog, de 8T annlos ra-
quisicao do respetivo conaal, os norV,,
,Ferreira da 49 annos i.noei-
ro, por insultos, eUntooio Martina, de 3* ennos
ro. eo msrajo hespanhol SanioT v,i*s-
bos para averiguaJoe, em
; e os crioulos, F aqcisco
de Mara Teixelrs'1 aceiUr'
os Antonio do Nasc ment'
P"a,re". -a atheos^
vo de lote da Si va l0VO 4
requisigo deste. u,0,
por ser desertor
no Pranciaco da
o pardo Manuel
re. de 36 anoos,
crime de eatelliooa(
de 20 annos, escrav)
requiaico desta,
de 17 anona, pedreirj
de 26 annos, rscrd
Outre do eogeobeiio cordeador, informando
aobre a malaria do officio do engenneiro fiscal
da eatrada de ferro que por copia Iba foi remel-
lado, contraria todoa oa aeus periodos, e diz que
extraordinario que as pretendes da cmara,
ainda as mala razoaveia scerca da estrada de fer-
ro, achera sempreoppoaieio da parte dos respec-
tivos eogeoheiros Aseses que mais parecem al-
vogados daquella do qae empregados do governo
para a fiscatlsarem, chegando a ponto de negarem
factos acontecidos, e que deviam ter conhecimen-
to.Que so informasse ao Exm. presidente ds
provincia com copia deste officio.
Outro do fiscal da freguezia de S. los, remet-
iendo o termo de vestona que fez na cata o. 71
da ra das Cinco Ponas.Ao archivo.
Foi approvado um parecer do Sr. vereador Re-
g Mais, no sentido date conceder urna proroga-
cao detrintaou quareota diaaa Antonio da Sil-
va Gusinao Jnior arremetante da obra do muro
do camilerio da freguezia do Poco para a sua
cooclotaoDespacboa-te neste sentido a pe ti-
eso do referido Gusmio.
Mandn-se remellar a commissao de polica
(Reg e Albaqaevqae e Henriquaa da Silva o re-
quorimento do Sr. Mello que te a cha va adiado,
aobre o pernicioso cosiume de se deposiUrem ca-
dveres nasigrejas.
Foi remettido para a commissao de edifleagdes
(Cezano de Uello e Mallo) um requerimento, no
qual Manoel Coelho Pioheiro se oppoe a cons-
truego de urna padaria oa ra do Brum junto a
casa do sopplicaote.
Tendo o Sr. Mello declarado que o cirurgiio
Fraocisco Jos da Silva .pretenda pedir dispensa
da commitsio deque faz parle para o exame das
obras feitas no laboratorio de lavagem de roupa,
a cmara resolveu que selhe officlaise dizendo
nio dispenst-lo, e que quanlo antes coavioha
que ns demais membros fosse examinar ditas
obraa e dsse aeu parecer.
Marcou-ae odia 2 de junho futuro para
priocipio a aegunda aeaso ordiaaria deste aono.
loa oeiho^H&tilt^ss petiges de Beolo dos San-I
Monleirode Paula Bo%ges'."ovqi'uVm'dVcost'R"a-
mos, Jos Antonio Ferrio de Figueiredo, Jos
Piolo de Magalhies, Joaquim Jos de Souza. Lniz
de "05a Soases, Luiz Jos da Fooseca. Manoel
Ribeiro Bastos. Pedro Alexaodrioo Rodrigues
una, Vianna & Guimaraes a levantou-ae a ses-
ean.
E* Francisco da Boaviagem. offlcial-mslor a es-
crevt no impedimento do secretario. Declaro era
lempo1 que mandou-se ir em praca nos das 9
\ e 16 de junho futuro, aa reodaa e imposto mu-
nicipses, Boaviagem o declarai.Reg e Alhu-
qMeroue. pi-presidente.Heoriques da Silva
Rigo.Mello.Seve. *
tadoi nos das anteriores, e mato oa sanhoree se- pais aervrcaa mato relsTanres, a que
Goocalo Joi Affonto.
Joaquim Bernardo doa Reto.
Coronel Aotonio Gomes Leal.
'FJa*52a
aa asaartt.
iaiaariea.
Dr. Julia da (isaJi!'Gutmaraas.
Ignacio Eadro atoa Noves.
Jos Fraadsco de Moura.
- O Sr. juiz de direito declsroa a berta a sessio.
-Coxnpajeceu o Sr. Dr. Francisco da Araujo Bar-
ros, juii municipal da 2a rara, o apresentou pre-
parados para serem julgados ns presente sisso,
os procesaoi teguintes:
A. s justica.B. preso Cypriano Psreira da
Silva. Pronunciado pelo subdelegado da Varxaa
em 10 de dezembro de 1860, como (ocurso no srt.
193 do cod. crim.. combinado coa o art. 34 do
mesoao cdigo.
A. a justica.R. preao Manoel do Nascimento
Rangel. Pronunciado-pelo subdelegado da Capun-
ga om 28 de tetembro de 1861, como incurao no
art. 257 do cod. crim.
A. a justija.R. preao Joaquim Jos Ribairo.
Pronunciado pelo delegado do 2* districto desta
cidade em 21 He fevereiro du correte aono,
como incurio no art. 222 1* parte do eod. crim.
A. a justica.R. preso Candido Jos Candido.
Pronunciado pelo subdelegado do Recite em 21
de abril do correle anno, como iocurso no art.
2(9 do cod. crim.
A. a justica.R. Antonio Joaquim Manoel de
Araujo. Pronanciado pelo aubdelegsdo dos Afo-
gados em 24 de abril, como incuno no art. 201
do cod. crim.
A. a justica. R. preso Emigdio Manoal doa
Santos. Pronunciado pelo subdelegado^a S. Joi
em 8 de maio do correte anno, como iocorso no
art. 205 do cod. crim.
Recebidos os procesaos pelo Sr. juiz de direito,
procedes-se a respectiva chamada.
Determinou o Sr. juiz de direito que, por urna
tabella se desigoasse os diaa doa julgamentos dos
reos.
E Ira em julgaraento o reo Cypriano Pereira da
Silva, aecuaado por haver disparado um tiro na
petsoa de Jos Aotunes dos Reis, no dia 9 de ju-
nho de 1860.
O jury desentones foi composto dos Srs. se-
guiotes:
Joaquim Jos deSani'Anoa Barros.
Dr. Joaquim de Oliveira e Soaza.
Dr. Carloa Prederico doa Santos Xavier.
Alvaro Augusto de Almetds.
Porfirio ds Cunha Moreira Alvei.
Agostinbo Joi de Uliveira.
Dr. Demostheoes da Silveira Lobo.
Dr. Joao Pedro Maduro da Fooseca.
Antonio Nobre de Almeldu.
Antonio Cardoso de Queianz Ponaos.
Capito Antonio Joi de Souza Gouiseito
Joao Airares de Quintal.
E prealaram o juramento doa Santos Evsn-
gelhos.
Interrogado o reo, procede-ie a leitura do pro-
cesso.
0 Sr. promotor publico pedio pedio condem-
nacao do reo no grao mximo do art. 193 do cod.
crim., combinado com o art. 34 do mesmo c-
digo.
O Sr. advogado dedoziodo a defea, pedio a ab-
aolveo do reo.
Fiodos os debates, e preenchldas todas ss for-
malidades da lei, o Sr. juiz de direito propt os
quesitos seguinles:
1.*O reo Gyprisno Pereirs da Silva .nn dia 9
de junho de 1860, na freguezia da \ parou um tiro na peasoa de JoaA^AOtaoea dos
Reis, com o qual Ihe-fex os ferismeolos constantes
do corpo de delicio? v* 1
2.*Este farlmesto prou\ "? incommo-
do de sanji*.^ J
3._Eale frlm~-'- v"diazio inhsbilitago de
rareaes a
fPeroaa*-
-aoaosta-
ero de ria-
da am an-
anciaa que
.difieren tea
preatam ao
aaaaaitvi-
laro desaavotoitaaota preardem-se" astar soa-
ma de inleraoaea raaes, abraogaodo urna espnera
mala vaata ava ralacao ao progreaao econmico
lidados, que ae acham compra-
da aua navegacio.
'do que eaaa nossa aasercio ajara
arrapugn.ntii Dos eapiritos que meos
tas tem de qaeates deeta ordem, oa
peiss idaa menos refleciidas,
que fuepetoa-aellat se tea formado, nio procu-
rara indagara -verdada. nem preatam a necena-
a altenco para descrimintr, o que o prepsito
ou a irreflexio confunde, qaereteos levar at a
videncia a vtrdada, 1(6que dtoevaos, destruir
preveocoet gersdss por tactos qual aa boa verdo-
deiros, nio mtit ictuam boje, polque auss cao-
seqaeacias lem sido completamaHilreB,*,,*iai*
pola aatual admioistrecio, como Uala jUsa-
mos ver.
Psra ehegar esse resaltado, com
subvencio que percebe a Companhi
cana, com as que percebea .cetras,
vorscidas, nio s em rea cao ao nu
gaos, que sio obrigadaa lazar dentr
aa, como tambero em ralacio aa di:
percorrem ea seas vaporee ea eata
escalas.
Partiodo desta cidade at o porto de Granja, na
provincia do Gear, percorrem oa vaporea da
Companhia Pernambucana 545 atiibas, a por coa
sequeoeia 1090 era viagem redonda, ajea repeti-
das pelas 24 viagens que sa devora trntr*"* D
periodo de am anno, duis por moa regular-
mente, aobem 26,160.
Do porto dsita cidade ao de Mace, na pro-
vincia das Alagse, paraartaai atape v* do om-
panhia a distancia de 115 snithae oa 230em via-
gem redooda, que repelidas peana 24 iagent que
ae tem de etfectaar annualaaaie, montam a
5.520. J .
Sommadaa atas milhas, com aa qtoe percorrem
oa vaporos oas 24 viagene para as provincias do
norte, dio o resultado de 31,680aunas que per-
correm oa vaporea da Compaahia eroatnbucaDa
no aapaco de um aono. sr*
Or aenlo a subven(;ao, quaJlbe concedida,
de 84:000J000, temos que perefta a mesma Com-
panhia por cada viagem redjnda a pequea
quantia.de l:75Op000. sem diavrtu-co de maior
ou menor distancia ; e por Bada mMha de cami-
nho 29650 rs. Este calculo, se nio\* completa-
mente exacto, t pode ter a diflerejpca do alga-
mas milhaa para menos, que nao contraria, a an-
tea comprova mais a nossa assercio. \
A companhia, encarregada da navwgacio do-
porto da capital do Ro de Janeiro ao\ porto d
Carsvellaa, na provincia da Babia, tema distan-
cia de 425 milhaa percorrer, ou 850 m viagem.
rodonda, que repetidas nss dota viageoa sn-
nnses, que sio obrigadoa fazer oa ajaua Tapo-
rea, aobem 10,200. Percebenao por eata aer-
vico a subvencio de 36:000|. tea esa compa-
nhia pr cada viagem redondo S^lOOraOO, e por
cada milba de caminbo 38530.
Tem por cooaeqaencia maia qae a Cempanha
Pernambucana 1:2509000 por cada vtogem re-
dooda, e 880 rs. por cada milha de epainho
A

A' ordem do de S,
Oria da Conceicio,
nte Antonio, Adelii a Por-
. ,iemi-branca, de 20 >ano.
coslureira, por disUbios. -
A' ordem do da. |aa-Vists, o pardo,
Teijeira Nunes, de 31 annos. lunileiro, p \1 u
mantos graves ; e a Motila Antooia, de/30 an
nos. escrava de U01 liogoa Affooso FerrVira
requiaicao deste.
O chife da segunda secc?
'. G. de Metquita.
Movimeoto da
de junho.
o,
mi de detao;o do di 2
A saber
Exiatiam.
Kntrarami
Saturare.
Existen. .
Naciooaes
Eslraogeir>s.
Mulheres;
Escravos.
Escravas.
366
14
5
375
266
30
3
68
8
preaos.
CHR0N1CAJU0ICIARIA.
JURY DO RECIPE.
3 SESSO.
Da f "de JHII10.
PRESIDENCIA DO SR.
percorrer
A navegaceo entre o porto do Rio
e.Santa Catharioa subvencionada pe
de 84:0008000: percorreodo a distaoc
milhaa ou 840 em viagem redonda,
vaporea, que fazem etsa navegacio, -
de 20,160 milhas nss viole ejquairo via
realisam durante o anno. Percebe p
qaeocia esta companhia 3;50OJ000 por
gem redonda, maa 1:7509 que a Pe
na,e por cada milha de caqnD0 '45t60
maia 1|600 diLai%\I>-57baoj>ucaoa-
.
f;sla
o a
s a
aervifincr-i 'a!, 0a um mv?
4,u ro cisparando o tiro j mencionado ten-
. ; tou m-*'flr a /os Antunes dos Reis, manifestando
'rl a. su/ 'pleoQio por actoa exteriores e priocipio de
' execTS'o, que nao teve effaito por circumttancia
Q-?eodenle de sua voolade ?
5. O reo commelteu o delicio com a circumi-
lancia aggravanie da ooite ?
-"0 reo rommetteu o delicio com a circums-
tancia aggravante de ter aido impillido por mo-
tivo frivolo ?
7-*O reo commetteu o delicto com a clrcumt-
lancia aggravante de estar superior em armas, de
moa" ;* offeodido nio podia defeoder-se com
probabilidade de repellir a offensa 7
:?~- feo commetteu o delicio com a circuma-
fa a(?grav,ole ae sorpresa ?
9.Existem circumstancias attenaanles fa-
COST* DORIA, JUIZ
CRIMINAL.
DR. BERNARDO MACHADO DA
DB DIREITO DA PRIMEIRA VARA
vo/ do reo?
Tiidos os quesitos e entregues ao jury de aeo-
lencs, foi este conduzido sala secreta das con-
lereocias s 2 horas da tarde, d'onde voltoo s 2
t/2 horas, respondendo tes quesitos pela maneira
seguinle :
Ao 1"Nao, por 9 votos.
Deixou da responder sos outros por ficarem
prejudiesdos.
Lidas as respostas pelo presidente do jury de
seotenes, o Sr. juiz de direito publicou sua sen-
tenca, absolveodo o reo e condemnando a muni-
cip&lidade as cusas.
Levantou a sessio, adiando-a para o dia se-
guinle s 10 horas da manhaa.
Promotor puhlico, o Sr. Dr.
dio de Gusmo Lobo.
Francisco Leopol-
Bicrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Esteres Clemente.
. 375
Idos cofres provio-
leixelra
c'dhde oo
Total. ,
Alimentados a custa
cie. ...... j....... 15.
Movimento da entornara do dia's de faino,
Tiverom baixa : '
Jos Francisco de Mou a, urticaria. I
Antonio Martina, conta ides.
Domingos, escravo de .otonio Manoel
Pinto d'Abreu e Lim. intermitiente.
Matadodro public ) :
Mataram-se paran C( nsumo delta
da 3 de junho 53 rexes.]
Fassageiroi do briiua portugus AnUu,
vindo do Porto : Joi d Souza Guimaraip jos
Joaquim da Silva Das, BranciscoMsnoeldn'siiya
Francisco Jos FerreiraJ Domingos Mari5et-j0,
Diaa Huniz Antonio Carito ta PfiCeca e Sou>a.
Joio Joaquim da Silva;Saga, Antonio Go.c.lve.
de Lana, Joaquim Ferrelra, Antonio Rodrgu.s
Miguel de A4aeid.FreirU de Govei.. XV.
noel Joaquim de.Dliveifs Rodrigusa. HToriaue
Gomaa da Cruz.^.noel Jos dos Santos, M/ioe!
de Axevedo Joaquim Ao^uato de Qaeiroz Aoto-
0 Augusto de Queiroz. "Manoel Antonio F.lco
Jnior Joaquim Goocalves Salgado. Manoel Goa-
alaee Salgado. Jos da Costa Goncalves Saado
urea ferreira Antonio Luis da Silva- J0, d
Silva. Joao Ribeiro Basles.
Obuuario
rio publico :
Meria da Luz Araujo, Pernambuco,
viuva, Saoto Aotonio, acirrho.
Um parrelo encontrado morto na porla do
vento do Carmo.
Joio, Peroambuco W annos, Sio Joi, varita
Daraiana do Espirito Saoto, Perosmbuen 28
Vjsla. variolai.
DO DU 3 DE JULH0, NO CEMlVE-
64 annos,
cn-
sonos, tolleira, Boa ,
Jol0L.Af^Lca, 44.,DBO,1 olteiro, escravo, Boa-
Vista, coDgeslao cerebral. *
Joio Claudioo Dusrte. Portugal, 28 annos, esta-
do, Recife, syphilis. '
Mara Serafioa dos Saotoi, Pernambuco 35 an-
os, solteira, Saoto Antonio, tbysica' polmo-
As 10 horas da maebaa, berta a sesaio pelo
tuque de carapaioha, e depois da veriQcaco das
cdulas, o Sr. Dr. juiz de direito mandou proce-
te" 33 sarTda d0" urados' e baram-se presen-
Foram relevados das multas impostas 00 dia
antecedente, todot os Sn. que comparecern)
1-oram mellados em 208 cda um dos Srs. mul-
tados no dia anterior, e mais os Srt. seguintes :
Joaquim Salvador de Siqueira Cavalcanl.
Silvmo Guilberme de Barros.
Joio do Reg Pacheco.
Luiz Joi Pereira Simoes.
Joaquim Francitco Lavra.
Joa Antonio Moreira Disr.
Manoel Battoa de Oliveira Lima.
Joio Pinto de Lemos Jnior.
Manoel Antonio Viegas.
Manoel Jos Telxelra Bastos.
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brito.
Agostinho Ferreira dos Santos.
Sendo insuficiente e numero de 33 jurados
presentes para haver sessio, o Sr. jaiz de direito
procedeu ao sorteio de mais 15, e sthiram tor-
teados os Srs. seguintes:
Francisco de Lemos Daarte.
Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Joaquiu. ernardcLdoa Reis. m
Porfirio da Cuoba Moreira Alves. *
Frederico Lopea Gutmaries.
Ignacio Pedro daa Neves.
Msooel da Fooseca Medeiros.
Coronel Antonio Gomes Leal.
Dioiz Antonio Ferreira Marques.'
Jos Fraocisco de Moura.
Jos Pires Ferreira.
Goocalo Jos Affonso.
Francisco Mamede de Almeida. -
Jos Francisco de Paula Salles Bavieri.
JJ. Julio da Cuoba Guimaraes.
CooctuMo o lorela o Sr. juiz da direito man-
dou proceder as necessarias aotkscdea. Depois
de ordenadas ditas notificacoea. comparecendo
mais 10 jurados, e completaado o numero de 43
o Sr. juiz de direito declarou aberta a sessio. '
Nao comparecendo o Sr. juiz municipal da 2a
rara para presentar 01 procesaos preparados, o
Sr. juiz de dirtHo levantou 4 aesslo, adianda-a
para o da segumte s 10 horas ds maoba.
nar.
CMARA MUNICIPAL DO RECIBE.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 26 DE MAJO
DE 1862.
Prssidencio afo Sr. Cesario de Mello
Presentes os Srs. Maia, Reg, Sera e Mallo,
faltando com cansan Sr. Barros Reg, e sem all
oa mais aonborer, abrio-ie a smao, e foi Hda J
Da 2.
PRB81DBNC1A DO SR. DR. BERNARDO MACHADO DA
-COSTA DORIA, JUIZ DB DIRB1T0 DA PRSEIRA VAHA
ORIMIMAI. *
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol -
dmo de Gusmo Jateo.
Eicmo.o Sr. Joaquim Francisco dt Paula B$.
Uves Clemente.
Adrogado.oSr. Dr. Joaquim Borgee Carneiro.
-As 10 horas da rrsnhaa, deoois do toque de
campamha e venflescio datcedulaa, o Sr. iaitde
direito mandou proceder a chamada doa iuradoa
6 acharam-se presentes 48 Srs.
Foram relevados das multas anteriores todoa 01
Sn. que compaieceram boje.
DIARIO OE PERNAMBUCO.
A compaDuia Pernambecana.
IV
Em nosso ultimo srtige promeitemos dar maior
desenvolvimiento is Idees qne emittimos do ia-
tulto de provar que s Companhia Pernambucana
a aenoe desfavorecida de todaa ascompaohiat
J qae lio subvencionadas palos cofres aokcoi;
ui ae v, que a navegacio do porto
cidade para Grauja o para alacate, excede
do porto do Rio de Janeiro para Carav
distancia de 21,480 milbas de camioho p< ,in"
do, e sendo a differeo(a de 880 rs. por c ?)l
Iha contra a Companhia Pernambucana, pa,a sr
ea igualada outra deveria ter maia'de ab-
vancaoa quentiaida 18:9O2400ra ou 102:902a40(
em lugar de 84rt)00000, que recebe.
* "C8'?eQd0 relacio i navegacio para San-
L i-i"01 'iUfln,'d'e 10.520 milhas, seo-
do differenca de 1S600 ra. em cada milha. de-
vena ter a Companhia Pernambucana. para se
?1"2Vna ASiu '8ulda, msis 16:832SO0O rs..
isto 10:83i000 rs. em vez de 84:0O0000 ri.
Juigamos desoaceisario estabelecer a mesma
comparacao com outraa coaptnhias, mais favo-
recas, e paassmos i outra ordem de consde-
racoea para mostrar a justica do pedido, qae a
tompanhia Pernambucana acaba de dirigir ao
poder legialativo. *
Obriga-se a companhia k estsbelecer a naveau-
caoale o porto da cidade de Aracaj, na provin-
cia de Sergipe.-tocando ea Penedo, de Alagoas,
dando doze viagena por anno ; a ftzer seis .ia-
geos por aoao i ilha da Fernando de Noronha.
Nioguem deixar de cempreheader aa grandes
""fi de> Provix da naveg.r-io
L3? ***** <"*" '<: treiunde.
as reUcoea commerciaaa e polticas entra esta
grande elemento de progreaao a proepsridade;
ato foi perfeilameole comprebeodtdo pela di
riolica aaaembla de Sergipe, que procuro, a-
lisfazer aos desejos daquella imprtame Iporcfo
da provincia, por maia de urna vex e por divd -
sos modos maoifestadoa: facilitando a comoia-
nicacao com a ilba de Fernando, a companhia
praaiara Imparanles servicoa 00 goveroo, que
poder ataim exerceraobre aquello presidio urna
vigilancia mais activa, e fazer sentir melhor a
accao de sua auloridade, alm da faciUdade oa
remessa dos presos.
Para isto pede a companhia, qne a sus sub-
vengo seis elevada i quanlia de 144:0002, com
qual anda sio flrtr em melborea condiedes,.
do que as outras, como paitamos i mostrar.
endo a companhia de dar alm daa quarenla
e oito viagena para oa portos do norte e do
sul, maia se para a ilba de Fernando (cando
compreheodidae as vinte e quetro, que j boje
faz Mace, aa de Penedo e Aracaj] eleva-so
o numero daa viagens i cincoents 9 qaatro, pa-
las quaea dividida a importancia de 144:OQ0S
locam cada viagam 2:666f666 reis, aenoa do
que tem urna viagem do Rio i Caravellas, e mul-
to menos ainda do que Um ama viagem do Rio
a banta Catharioa.
Devendo em dose viagena aos portos do tul ir
os vaporea da companhia at o porto de Araea-
ju, percorrem mais o caminbo de 2,568 milhas.
na rszao de2U milhaa por viagem redonda, va-
lo com o_ melado a differenca de milhaa, que
cresce de Mace i esse ouiro porto, as qaaea
reunidas a 31,680 daa viageoa, que actual-
mente ellea fazem, dio o resultado do 34 248
milhas.
Nte seis viagens ilba de Fernando da Noro-
nha os vapores da companhia tem de percorrer
mais 3,456 milhss oa razio de 576 por viagea
reaooda, com aa quaea eleva-ie a quanlidade da
milhts i percorrer i 37,70.
Dividids por este numero de milhaa a aubven-
feJ^:m9> toc 6 ***' "liba a quana
de d818 rs., maa somente 280 rs. que a de Ca-
ravellas, e menos 300 rs. que a de Santa Ctlha-
rina.
Alm do queja tica dito, ae deve
ceosideracao a differenca doa navio*
gem e outras coueaa, que acarretam paraVcoa-
panilla Pernambucana despczss, que as outraa
nio sao obrigadaa fazer. e que a eollocam em
urca poaicaomeno8 vanlajoae.
Na apreciagio, que lemoa foilo, do modo por
que sao aa diversas companhias subvencionadas
pelos cofres do estado, nio tomamos em cooai-
deracao o que recebem ollas pelos cofres das
provincias, nao a porque eatas aubveDcoea de-
pendem de conaideracoea eoneciaea i cada urna
das provincias, e lervicoi, qae nao sao aprecia-
dos pelo governo geral, como porque aeodo ellas
igualmente aubvenciooadae, eete faci aio poda
alterar as ooasas coocluses de forme alguma
Parece-nos. que temos levado at a evidencia
como nos propozemos, a jesttes que miste
no^dM." PernambBC". Pt r.endida
no pedido que acaba de oirigir ao corpo legiala-
tiro; e que nao tem lido at boje igualmeat
favorec.de pelos poderes do astado. Resta ago-
ra aomeete. que o corpo legislativo, compene-
trando-se da neceatidade de stiender interesse
oe lao alta importancia para a prosperidade do>
paiz, faca a dtvida juttit, para que prospera
urna empresa, qae Untoa aervicoa j tem presta-
do, a maiorea pode prottar anda i causa da cl-
TiUasjio.
Gommonicados.
tomar em
a pralica-


4T f .
TO
Ha
20 \
)B
ao
ue
e-

a- .
*
1
A commandita. Amorim, Fraeost
SaatosAC. *^*
Julgmoa um daver nao nos deixar ficar !_
tvo. di.nte de acontecimento. exuaordinirio*
que. repercatindo naa differentaa pracae cuanaat*
ciaei,coa 11 qaen entratanioa t&e\7me
i
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO | MUT
BMaaaaaaaattttvastsan


T
^


oda*.
**_
tctMoL
Sea* 0m
tatt* da
? *U
neflcioe oo
"Sal
proaeitidt ^BraU-
peuhos por elfa subscriptos; egun-
*a dividendo deveatvrvftrter,.co-
* mssa do* credor
no pederan mM*\ipeiar o
provena o E*fn>,e derramar
bddudca i pKa, na eapac-
" -i IHMh f e cooflaa-
hiMofO esteade-ee aoa beneflcioa
.e mo meno* o- penhor daquela
. certamente, a titulo de be-
trreversivei te pederan
peridica aobre o capital da
=
m serri rmrA i n jblho M KWL
sociedad.
.-,?**,0 -QosvalMdeodos realisado* ijie'Ame-
J*.. I?. ^ *P"" <> deatas aasocie-
i 21 2 Mfrct9 prematuramente colhidoe
eiaotaa**t. "P"ri t**cieda nao importa m 0 meimo capital.
<*o SL la ** "* ,B,ert fgeocia e adop-
ni U" a Donl ,oeia|. 1ue Peraoolflca o aer
doawJln0 "el,,,' ootrataodo por intermedio
TJ?' ^otmtllMT T!eQ,(,e ;Mde
^?. ainda o registro o publi-
Ao *****> 1* o ramos seguros de
im favor do publico o leal cumprimen-
igage do* commanditarios, permiltin-
srea exigir o eochlment daa mes-
ouaecet o recursos* que a sociedade
I alcance da aalvabllidada e
raniejssolidario ; de oada valeriana,
esta e oalras sabiasprescripcde,
ole a ser [rastradas pela repar-
icioe,coloridoi por esse falso nomo ;
podem absolutamente coDstiluir
oeohuaia
celo do '
verificar r
(o das obr
do aos ere
mas.fti
offerece, e
boara do*
di temo*, t
ae vi'essem
tino de beuj
mss que ni
dlreito, cajo exereicio legal dere aer necesaria-
mente subordinado- i certexa de tua existencia
A jurispirudeoci, cono toda doutrioa alo
accordes na cooaagreco deste principio, que
no Diario de Peraomouco de 27 do correte 11-
vemos honra de offerecer & apreciacio do pe-
MICO* -j taafa*
Eatretafcto, apezard*sses monumentos da cien
ci e da fcenoraade autoridade que os reveste,
pretendere laubtrahir os comminditario* i sa-
tisfnco do em<>anho de honra, pelo qxal ao res-
DOsiveis (nassa dos crotores pelo motivo da
faleocis da ajociedade, como obrigacio mais le-
gitima decorla : a de restituir os beneficios
peridica menta deatribul dos.
JJao temos ) nota* disposicio oa necesarios
dauqs para avaflarmos com seguranca a impor-
desae liycro imaginario destribuido por-tres
pelos gelrantes da sociedade, como ura so-
que, seduzindo a cobija dos commandila-
lodeue^ssais tarde pres-los com seguro
eotrmtaato, aereditimos que, se os cre-
da socifedada torem vigilantes, e prosegu-
arfas* oa empeaho na virifleacao dos seus drei-
^* ira decididamente Iriumphante a sua cae-
^ :pitaes annanciados e prometlidos, e mait
metatnorphoseadosom beneficios seductores,
miados ha o de necesaariamenle reverttr
> commum, aede da sociedade, a qual nio
te a rergonhosa fuga dos gerentes que
a representaco msis exacta da aociedada,
oua o ser colleclivo, o nomo social, repre-
ndo as ominas como as pessoas dos com-
itarios.
que ae derem
taocie
vosea
godo
ros,
assalifc
dores
o.
er
coi
en
raa
q
tar
!
pois quaixar os commandi-
ao
ciedade em eommaodita ama excepgao
reito commum. A posicio real dos asso-
eoramanditarios, desigual e inferior em
ciadodos gerentes, mais que muito compensada
garantas e favores especiaos, que a lei re-
!.<"a ,i a9 'a nao supportam os en-
da admintairaoao ; o* rigores da f.lencia ;
Ulaft-Je perda iadeflotdas. a que sao
os os gerTTtvTWfVlario^^^
mxtaoditarios dispoemderecvK09 espe-
ara se faxerem assegerar da leal dado, lS.m
gerentes sociaes empauham o fundo com-
o 1; ^ el,e* BP *" Pele em-
nei i rma ou nome social, porque eata
rta para o publico a iodica?ao aegura de que
do daquelles com qntm contrata, existem
i rcenos, outras garantas.
commandaarioa sao os aseses dos actos
gerentes e se neo eslo iniciados nos
mylrdicta a gerencia ; a sua inercia oeste
inicios prohibe de velar pela aort*
nao\
-.aojes deviam confiar
imenda pela
re*experiencia, e poi
su- probidad* e fortuna
damente e sam -
iiibese <*
dosj
Da Tersa Os commanditarioaforam como
ios nessa ioquidade f Anda mala, consent-
rarn allessjoecredoreenegociassemcom a cu>,
e v4Um (raotos a rtqesrer boje a deonercao
do reatante dea fi
r f caso de u
O Ot. carador
espacial (i ao
commieaioj llve de ter
hombrea orna grande causa.
E' indiapeoaavel, i vitta de
dests ordem. sssignsda por um commsndtta'rTo
no Dxarxo de Ptmambuco de 30 dopaasado, e
que nao foi contrariada, pesquizar conompe-
nhose os commanlitarios se immiscijlrjMina
gerencia da sociedsde, e applicsr-lhes *'^^M
sicoesdo art. 814, o qual, certa mente, oaoVeira
morta ; averiguarae aa aoaa eotradje foram al-
meladas ; se ha idteresses estipulados parte
em fas-or de alguna ; se fruiram beneficioa em
proporcao das sommas, com que eotraram, e va-
raa outras indagacdes,tendentes> salvar do nau-
fragio dosociedade, a fortuna doa neutros. Nio
6 id lembrete aoa deveres do nobre curador fis-
cal ; estamos cortos de qee sea aolllcitude nio
escaparlo todas as providencias, que reqner o
caso. Nao temos a fortuna de saber qaal a sua
optoiio sobre a queitlc, qaertJSiamos, e nem
o devemoa exigir aua recatada-modestia.
Se o tempo, de qae dispomos, e que precisa-
mos applicar i trabarhoe mais uteis, permiltir-
nos, volt aremos s faxer outras considerares, e
i respeito da fuga doa gerentes, exceptuado
Fragoso, sobre cuja cabera |se agrupam infelii-
meote tio tristes apprehensea I Entretantava
sua nobre coragem, a franqueza das revelfajBs,
com oa recursos das quaes se pode colhR' mui-
to, lem de alguma sorte desarmado aa justas
queixas dos credores, e por sua tox goza Um-
bem elle doa favores da le.
Urna palavra ao commaodltario, assigoado no
Diario de Pernambueo de 30 do passado.
Agradecemos as patarras de bondade com que
nos penhorou no seu communicado, cuja decan-
te liognagem traduz a aua educacio. E' justo,
porm, que aaaigoe o seu nome ; depois da fal-
lencia da aocieda'de, ja no licito ao commso-
ditaro que reclama, continuar incgnito, aob
pena de* nio aer alteodido. Deseja o com man-
dilarlo ver apreciada e discutida a questio das.
condiedes inseridas no contrato da aociedede. A
hora em que escrevemos, nao Vas permute con-
tinuar ; entretanto remettemo le' de novo i lei-
tura do nosso primetro communicado', onde nio
flcou eaquecida esta quealao, e, ae oio por coo-
vencido, aera possivel salisfaie-lo.
Recife, 1. de julho de 186B.
Dr. Franciico PMnlo Peaoa.
Publieac
HISTORIA DO
talmenff dos
do Brasil do
qne a Histeria do Brasil
ilbey, limitoa-sa cooti-
1 183P. (Armitstffe' Hiitory
ftfitm tn .*2/iaa fkaai'a f n*.a!nM
T
b.
Ai
da
de
tar
"A
jthiaae
.andita-
e b.
na salva-
gerente* ?
ns effeclivi-
perspecliva
s Ibl os, que mia
eoiranbaa es, o corpo so-
u <
nicos cul-
.ijram pois os commandiianos .
ta Jos que se deixaodo seduzir pelas lenganadoras
promessas de maliciosas serpentes, yragaram o
vedado pommo, teas procurar veriQcaV a nature-
za de sua compaaicio. I -#_ \
A ilua;ao da sociedade, a leitura e is'peCQ o
dos litros e papis, a verificado minuciosa 0< >s
balancoa, e numerosas averiguaces e pesquiza ',
deixadas i diacripcao dos commanditarios s o
meios seguros do descobrimento da verdade. |
Em todo o caso a boa f dos beneficios desva'-
leCH-ae ante a cruel realilade da fallencia. A
presempcao legad que equivale certeza jurdica
que aquellas beneficios exprimsm a
parcial e peridica do fundo-capital,
lado, orna vez conferida a gerencia cumpria ve-
lar cuidadosamente nedesempenho della ; reti-
rar a connanee a aquello que a lem desmereci-
do, ou continala na garaotidora aalvabilidede
dos gerentes ; no priaeiro caso deve-se attribuir
ainla aos commanditarios o lerem confiado oa
eeus capitaea a um agente capaz de illndi-los ao
publico, ou terem desdeohado verificar as om-
misaoesdeouociadoras da falsidade dos inventa-
rios da sociedade.
O capital da sociedade, que foi annunciado ao
publico, da importancia de mil cootos, sendo o
-da quinhentos cintos efTectivameote raalisado,
obrigando se os commanditarios a entrar con o
restante em poca apretada.
Estrada de ferro.
O Sr. Boarque de Mcete oio querendo deixar
aem resposta a reclificafio que i aoa aeus dis-
cursos, sobre os negocios da ealrada de ferro,
apparece QO Diario de Pernambueo, de hooterr.
argmndo-me de haver-lhefeito injusticias, pelo
pouco cuirfado com que li os referidos discurso.
Foi urna maoeira bastante polida de qaaliocar-
me de inexacto no que Ihe attribui, e por isao
acho-me aiada obrigado a rollar queslio. E
pars nio correr o risco de soffrer anda a mesma
arguigao. farsi alguna extractos de debates da
assembla.
Na aessao 22 de maio dase meu irmo o Sr.
B. Brrelo que a companhia era obrigada a cer
car a estrada de ferro ; o Sr. Busrque de Mace-
do responden i nao havia aemelhante condi-
cio no contrato :foi exigencia micha.
O Sr. B. Brrelo ;Perdoe o nobre depata-
do, j haviam cercas muito sotes do nobre depu-
Udo ser eogeobeiro fiscal e se nao foi obrigaco
da companhia nio se arrogue eolio a ai o direi -
lo da ler obiido essa coacessio, porqus cercas j
eiisiiam tambem em muitoa lugarea, vallados ji
existiam tambem antes do nobre deputado ser
eogenheiro fiscal.
O Sr. Buarque :Vallado, outra couaa,
quesio mui diversa. *
O Sr. B. Brrelo :Alm dos vallados ne-
cesarios para o esgoto das aguas, existiam val-
lado, para eviiar a communicaQo de geni e
animaesV?0' terrenos visiaboscom o leito da
Irada de fero- *
'aquis ve 1ue Sr- Buarque de Haced
que nao 'em be? presente o qae dase "i ass-
ble. : A.U>n' ^i-^t*3ra tf;T-
c,fl mf nao i real que quisesie
mmenle o planto das cercas.
guarda-gados as passageois
juarque de Macedo aproveitandtS-se
da palavra caocellaa ou porlea, jpre-
-r-me um quinao na insinuacio del que
(O o que sejam oataea guarda-gados, dizen-
que eu por eltes quera substituir aa pasaagens
a nivel I
Deixarei de parle o que aqui ha de pouco ca-
valleiroso, pars ootar que o Sr. Buarque mal
compreheodendo a minha iolenco. que nao era
a de amofina-lo, mostrou-ae bastante nvassado
comigo, do contrario para que se prevalecer des
se lapso, quando sabido que os guarda-gado
existem deide 1859 ns paasagam da Cabanga e
outros pontos da primeira aeccio, em virtede de
recia macoes miohas E de mais pera saber-se o
que sao esaes guarda-gados, nio era preciso wien-
digar conhecimento em estradas de ferro, basta-
va ler a abundante detieicio conlida no discurso
de S. S., de 11 de juoho.
No /tarto de 16 desse mez vem um discurso
do Sr. Buarque, em que ae l tambem o ae-
guinte :
c O Sr. Buarque :Sr. presidente, a compa-
nhia lem feilo esses vallados de defea de que se
oceupa o nobre deputado, nio lem estabelecido os
porlea de que tambem faltou o nobre deputado
para que ella osquer substituir e os tem efecti-
vamente substituido em muitos pontos por outras
obras por tnim exigidas.... alm dislo o incoo-
veniente que resulta para o servico do estabele
j cimento dessas
Julgamoi
nhecer o jaK dos .
litierstos braailelroa,_________
celebre poeta laureado Roberto Southey, no no-
. A".a^ *eoto em V" a "" d Sr. B. L. Garnier pres-
ta um novo servico slellrassul-americanas, en-
rieeecendo a littaratu brasileira com urna cas-
tigada traduccio daquela importante obra, de
vida i hafaillasima peona do Sr. Dr. L. J. de Oli-
veira o Castro, annotada e rectificada de maneira
* flear na altura dos documeutos historeos re-
uentemenle dtscobertos e do estados qae sobre
elle se tem feito nestes ltimos lampos ; im-
portante trabalho, que eremos desempeobado
com a maior intslligencia, desde qae se encarre-
gou de aua execucio o Sr. conego Joaquina Cae-
tano Fernandea Pioheiro* digno 1* aecrelario do
Instituto Histrico e Geographlco Brasileiro,
Eotre aa notaa, anda incompletas, qae estamos
reuoindo para redigir a Bibliographia Americana
da raga latina, caja publicacio noa propomos
brevemente encelar: achamoa o ieguint a res
peito da Historia do Brasil de Roberto Southey :
O poslo de historiador do Braail ae acha oc-
capado pelo escriptor britannico oocrfo Southey.
que completou a historia deate paix na lingua in-
glesa em tres volnmes, publicando io folio em
Londres........
< Desta obra ainda nio apparaceat Uadocrao :
de certo digna desse lral ta a abreviasse, redusindo-e a justas proporcOus.
< Considero que elle conten e cabedal mais
abundante das noticias dos principies successos
polticos do Braail at i dita poca : eu a tenho
por pharol .leste meu empreheodido ensio [His-
toria dos principaes successos polticos do imperio
do Brasil por Jos da Silva Lisboa, viseonde de
Cayr. Rio de Janeiro, 1 vol. in 8\ 1826 paos.
11 e 12.)
O viseonde de S. Leopoldo cita da segoiote ma-
neira a obra do Sr. Sootbey :
t O respeitavel Mr. Southey ns aua excellente
fisfory of Brasil.... {Knnaes da provincia de S.
Pedro, por J. Feliciano Pernandes Pinheiro, vis -
* ? o LeoPldo- Segunda edico. Paris,
ooy, tn 8.)
e Roberto Soutbey, Iliterato e poeta Ingles,
que nao ha muito fallecen, deixando em logia
Ierra urna reputacio talv*z logo inmediata opal
aecuto a ByroB e a W. Scoli, leve a boa inspira-
?ao de ae lembrar de escrever urna historia do
Brasil, nio s qaando elle nio era anda indepea-
dente, maa al antea da poca em que na Euro a
se oUK>u mais i sua importancia pela iranaferen-
cla da casa le Bragan;a. Auxiliou-o a isao urna
famosa collec$io de manuscriplos feita aurante a
residencia de mais de 80aonos em Portugal por
seu lio o Rvd. Herbert Hil. a quem Southey por
gratidio offerlou depois o seu trabalho. c tpa
ragraphos ae ttm parecer approvaio pelo Insti -
tuto Histrico e Geograpkico Brasileiro em ses
mo a]e 19 de Janeiro de 1845.)
c As leltras inglezas, asum como o Instituto
Brasileiro, deploram a perds do iromeuso labo-
ratorio inlellectaal que Dos tinha situado na ca-
bega do insigne poeta e historiador Robarlo Sou
tbey, donde sshiabm 22 monumentos lutera-
nos em mais de 5flr volme.
to Southey1 s, London,
Hilaire em su vhgans s
Brssit^lta frequeole-
He qualifica
Saint-gil
d
aua tpus majus, a
espevaoca de firmar a
appareceu agora como
.,------_. v.... passagens e das particulares era
Ir"110 bsalaule para procurar evila-laaou torna-
J laa menos dispendiosa. Atlendendo a esta con-
sideragio eu recorr a um outro meio que pro-
henebeodo o mesmo flm nio acarretava despezas
lio avullsdasem prejuizoa dos cofres pblicos,
c ....Eu aconselhei os chamados guarda-ga-
dos que sio valladoa traosveraaea e perpendicu-
lares as estradas em lodos os cruzamenlos....
Esta minha idea foi appiovada pelo governo, e
os guarda-gados estao sendo construidos de pre-
ferencia aos porlea que sa tornaram muito dis-
pendiosos.
E evidente, i vista deasas trecho, que o Sr.
Buarque de Macedo declarou-ss na aaseoibl*
como engenheiro que legou a estrada de ferro o
melhoraoieoto dos guarda-gados nos cruzameotos
ida mesma estrada. E se oSr. Busraue nio aua-
Se devessemos agora adm.U.r a doulnna de rU fer patMr eMe melhor.mento como seu
que o. socio, comm.ndn.no. sao nicamente; p8r. qoa Seu-.e ao trabalho de explicar e den-
responaaveis pelaa sommas realisada*, ella noa
arrastaria a mais estranbae consequencias ; as-
sim, o socio que nenbuma somma houvesse
realisado ainda, i que titulo seria Coostrangido ?
Seguramente da promesa* falla. Qaal ari, po-
t, o alcance ou o limite desee coraproaaiaao
em face do art. 313 do cdigo do commerci ?
Depois, se a sociedade v*m a fallir primeiro que
oa fundos pelos quaes ee obrigaram,. tenham ai-
de esTecrivameete derramadas na cal xa social,
m que proporedes devam os commancMlarior
supporl.r oe encargos ds fallencia r E' olque se
nio saberia responder, sem jai girno de causa
opintio, que emittimgsw^*
E depois, pare-que nos engaar, ae a lel-
tra-do cdigo lio viva I Na meama sociedade
os socios commanditarios nio sao obrigados
alm dosfundo.com que entram ou se obrigam
Como, pois, asseverar-se que os socios, reali-
zando o funda de quinhentos cootos, se reserva-
ran erdireite de augsaenlsr este fundo, i medi-
da dos s ns desejos ?
Ees presenta da termnenle disposicao do co-
-dige, que ahi Ice traescrpla, p te frqr-ee em
boa cooaeneocia queee Dio eleve chamar fundo
de-urna sociedade, se oio o que est effectivs-
-oeote realiaado; e coBseguialemenl* que o
fondo capital da cornmaoditaAmorim da 1ra-
oortancia de quinhentos eeeloa TDe mala nao
e pxoerio oslrumeot* do contrato social que
res no seu aceuedo- artigo o segeieteo ca-
pital deMIL CONTOS DE RES,sendo for-
a etilo t SO cont peros socio solidarios, 850
cont pelo commanditarios f
O sopnisma por demais transparente para re-
sistir A ama- seria refuta oio 1
B*a justo, s^rgunia-se, que veaihsm inem-
niaar do rotiio, pralicado i gatua e em pleno
dia. aqualle* que nio o praticaram T
Nio de roubo que ae trata, se nio de ati-
fszer os sagrsdcs em peo aoa eomsaerciae, que e
sociedade onuahia, pote* quaes repon-
eavel-
Com effeito, sa os commanditarios aubtrabi-
ram vslores, dtpoaiudoa no aiiabelecioieuto,
res trniocenlas, coa as sacrificio doa queso se
etat oualida4e 4* com metete reelemame befe.
oir lio tongamente o que eram guarda-gados ?
Bastava dizerque^fls bsvia mandado construir na
airo"tnf>-eMe/fra aeccIJeV-crmo agora declara.
Quanio a eapecio de omiasio que quUnotar>em,
muo, e oulroa aua anteceaaorea, por oio ter dei-
xado urna s liona que aignifioasaaregistro ou co-
pie de que Uahamo* teii* ; conteolo-me eat di-
zer que os anteceaaores do Sr. Buarque qAHte* Vi-
veram reparti(io montada,, Irabalharjim as, e
oio com doiis ajudanes, como actualmente lem
S. S. Meemo assim, eu e meus antecessores
achemo-ooa aampre inatruidos do que otcorrera
antea de nos. porque iamos i secretario do go-
verno examinar oa reblnos e correspondencias
bayidas por parte doa engtoheiros scaes.
Limilo-me e estas linhas, e, para evitar pol-
micas, oio me oceupo do reato do artigo do Sr.
Buarque de Macedo, a quem ainda deslaves nao
tenho inteucio de molestar.
M, de Barros Brrelo.
Becife a de julho de 1862.
Srs. redactores :Tendo sahido deata villa,
com licenca para easeeidade, o Sr. Dr. Joaquim
Theotonio Soares dfAveliar, jais municipal deste
termo, foi elle acompaubado, i atoa legua de
distancia, por SO cacslleiros, pessoa* dislloctas
do lugar, as quaea, aeotraaesja em muito as qua-
lidaees sociaes e jurdicas, que o oroam; o
prompto desempenho ae* deveres inherentes
seu cargo ; s imparcialidade einlegridade de aga
jasliga, oio exllarsm de, por orna semelbante
occasilo, dar em teilemunho de bemenagem I
juslica e ee ment, que lento destingue o magia-
Irado honrado.
E para que nio Bque no olvido o effeito da
neis ingenua demonstradlo aa apreciaveia qeali-
dadeede 9r. Dr. Avellar, a quem pec,o desculpa,
se por ventura ofrendo esaim sua deltcadeas,
Rogo-Ibes, Su. redactores, o obsequio de dar
publicidad a atas pouca linhas do sen coman-
te leitor
iTfwUajrBitajB.
?ta de Pesqueha 90 do junbo 186J.
Em 1795 Robferto Soulhey foi a Portugal,
na c assie.i Lualtinia, i viita das recordacoea dos
secuios XV e X*I, dessas conquistas, que lalve
um da so existm na historia e oa apopes do
Homero da Pennsula ; em com,co com as me-
morias de um passado tio grandioso, e encaran-
do o futuro destino da America, se inspirou para
escrever a historia da nossa patria, monumento
precioso para nos e para aquelle ente feliz que
no brindar com urna historia mais ampia e mais
computa. (Manoel de Araujo Porto Alegre,
biogxo dos socios do Instituto Histrico e Geo-
graphico Brasileiro mortosno6o anno acadmi-
co, recitado na 6" sesso publica onniversaria,
no da 14 de dezembro de 184*.) *
.cliaiuo .
r preferio antea a
soutney,e a ioiroduccao corographic de Belle-
garde. Accresceala que do 1* capitulo por dian-
te al ao 5* excluilve seguio a reeapilulacao de
Southey por Beauchawp. [J. J. Abreu e Urna.
Compendio da Historia do Brasil. Rio de Ja-
neiro. 1843. 2 vols. tn_8.)
e Em ger'al seguimos "os passos do illustre Ro-
berto Southey na sua History of Brasil, obra de
Uo subido quilate e tio abalisada na excelleocia
da erudiccio e critica que o benemrito e douto
viseonde de Cayr dase:que cootm o cabedal
mais abundante das noticias dos principaes suc-
cessos polticos do Brasil at 1808. [Epilhome
da Historia do Brasil por Jos Pedro Xavier
,o"'r0, Seaunda ediccao. Rio de Janeiro,
1860; pags. 22 e 23 do prologo)
c De Soulhey iojustica de nossa parte e at
ingratidao dra nao confesesr, com Humboldt,
que sao preciosissimo os tres volumet que noa
deixou. pelas muitas noticias que encerram, e
das quaes algunas nao sa encontrara aeno ah,
o que praticamenle tentamos por vexea indisar
com varias remiasoes a essa abra. Aasim nao
seremos nos quem oeaar por embargos is se
guiles proposiQes, com que Soulhey terminara
seu ultimo voluma :
Acabo de realizar urna das grandes emprez.a
a que me propux oa madura virilidade, como
assumpla de urna vida votada lilUralura em
suas mais altas e mais dignas pesquiza*. Quan-
lo cuidado quanta investigado aturada e di-
ligente nisso puz. oleilor julicioso conhecer.
O maiorcrlico nao sentir tanto suis inevila-
veis imperfeicoes como eu pruprio. Porm, ae
o valor de urna obra histrica eli em propor-
;ao da somma de factosqe ella primeiro com-
prehendeu, da fidelidade com que sao contados
a e da addico com que desse modo enlram na
lotalidadedoscoohecimentos human, posso
* e* am.rm,r 1ue te trabalho, imperfeilo com.>
anda nio foi igualado, e nio aeri facilmen-
te excedido.
c Concordados com o illustre escriptor inglez
em toda aa auas proposieo-s que acabamos de
transcrever, e muitas vazes lemoa tido occaaiio
de abundar nella, fazeodo, como todo o Brasil,
a devida jusli$aao autor, que mais consciencio-
asmenle tralou algumas pocas da nossa hiatorla
at ao lempo-de Homb.l. s *
pfOl
mele
t
lawe,
ntiro,
1848. Ofo.
A Hiato** do Brasil,
abe* ees que elle tinha a
reputara de se nom,----------------
a mais conspicua i bem declarada de auas obras,
e escripia ceas amare. Bita fonu*; pm ramo da
mal* extensa hietoria de Peresje^fae elle nio
leve vagar pera completar. OstcMleViaea de que
eeta obra foi construida Un bem sido cotlrodot
por aee tu o K. Herbert H.lt, nao tendo ri-
tas *m velor e ioaceessjveis a ostro qual-
quer. Nenbuma paixao poltica se oppftz i or-
dem que elle quiz eela*el*cer e ao jeito que
quiz emiittr, e o aeu etro potico actiou alimeo
lo, j* no carcter do clima e noa producto* do
oto, si ussaventuraa d. vil* selvagem. qae elle
descreve com as maia brilhentes edres. (G 7
tZ:Hl:0i^,SWthy' ^^Chapma-
H*dfi*ld*. falianio das obras de PrescoU sobre
a Ameno, dis o seguio te, raferndo e a Sou-
they :
e Todava, antes de Prescott e em urna escala
quasi Uo elevada, qoaato ao tarritorio decripto
devemos tuda, a Southey oa sua Hiitoria do Bra-
'tL 'mJES&'V Frmui> the r*wr Plat <"**
vVl. S-S ,,landt* *.) (Londoo, 1854. 1
A primeira parte de mieha historia intel-
ramente tirada de Southey. Teria aido coasa
facii para mim ter referido os autores portu-
gueze, como eou.a minha. aquUlo que eocon-
ire armado com o nome autoriasdo de Soutbey
que ae servio tio fiel quio discretamente de au-
tores abaluado. a ponto de eu julgar absurdo e
maamo impert nenie ter despresado guiar m
muir mente por elle. (Marta Graham. Jour-
nal of a voyage to Brasil Lotidon, in 4l.
HelpeeiU a Southey como auNarrdade, ea
reapeilo das missoes jesuiticas do Paraguay liml-
V8e/uCiP huM,,DBt9 o histori.dor do Brs
sil. \Helpt. The spanish conques! in America.
London I8S5-186I. 4 vols. in 8').
DeniSjrfilUado^geographia do Brasil diz:
. '..'.V* -" guando, a petar do estnaoef
trabalho |e Saulhey........ [F. Dehi*. His
totre geo&aphique du Brisil. Paris, 1853. 1
vol. tn-lA)
O eruduS Mr. Varohagan, cujo juizo sobre a
Historia (do Brasil de Suuthey deiximos supra
consigo*.o, ae propunba escrever elle mesmo
urna nova; historia deale o dascobrtmento, o que
implcitamente presuppoe que nio julgava bas-
tante um traduccio correcta e augmentada da
do lilierlto ingles; porm esti opioiio que,
como se lem visto, nio era partilhada pelo res-
peitavel viseonde de Cayr, nao lio pouco a
de Mr. d'Avetac.
Do que diz Mr. d'Avexac, que julgava que a
historia do Brasil (al poca a que chega a de
Southey) eslava feita, se ple concluir que em
sua ouimao bastava faxer o que boje fazem o
Srs. Dr. Luiz Joaquim de Oiuelra e Castro e
coaego ,Dr. Joaqun Csetaoo Fernandos Pi-
nheiro.
Ao t minsr os extractos queconUenvttoasas
olas i -e, como tai dito, sso ainla incompletas
enaoe.-io mathodisadas) sobre a Historia do
Brasil d Mr. Varnhigeo, oesta obra se eocon-
tram tai bem materias preciosa para a hiatoria
de Bue s-Ayre, Montevideo. Paraguay, etc.
,. Aores R Lua*.
Petropolis, &4 da abril de 188t.
(Do Correio 9 caitas) fazeoda-; a J. da Silva Para.
1 barr presuntos; s Miguel J. Al'M.
8 caltas miadeiss, 1 dita pente;
99 caixaso.38 barra viobo ; ordo.
S esoarolbof;Salitas, e 2 conde*,
saegss, 4 gaiollarnassaros, 1 vbreiro
a metros; din eoelhos. Mita
^Kjnolho cebla ; i Henrique
Santo.
Exportu*s\o
do dia 2 de julbo.
Patacho inglez Busy, para o Liverpool, crre-
garam :
Patn Nash & C, 32 saceos com 191 arrobas
e 24 libras de a4godo.
Brigue hnaAbo^Cortno, para o Rio da Pra.
ta, carregaram :.
Amorim & _
rebaa de aasuca
Brigue poriuguaz S\
carregaram :
Palmeara & Delirio,
34 libra* de aasucar.
Lugre portugus Julio,
gara na :
T. A. Fooseca.SO pipas com 3.600 medidas s>
aguardeote. 107 baxrcae*eom 3.8M meiida de
melaco.
Ileeebedorlai le rendas I a ter o as*
ajreraes das Feroambneo
Rendimento do dia 1 a 3 1:989|849>
dem de di I......; 1:08l#tB3
IB barricas com 3,005 at>
Manoel l, para o Be%U,
i barrica com 7 arroba e
para Lisboa, carre-
3;054S132
Cousuudo provincial.
Raadimeoto do di a
dem do di 3
la
*/
7:860*687
5.7871316
13:6t8j003
Moyimento do porto.
tMyfor
' Ma-

diar
Recebe carga atro'^_
fflenda, passag<>irosrdiu
da sbda Srhora; scriptorio no Forte da
Malte* %. 1.
nja.
adante. Lobatir.
at a Granja,
trd*.
meio dia. Encom-
a frete at o di*
IiiatteS. Miguel.
Para a lina de S. sfg^el, arge com
brevidade o patarho
marcha, tem tfbus lda>W
prompto e pars q reato da
Ss-se com o seos coosi
i Irmio : na ra da
lima
multar
de primeira'
seu carregamestei
paasageiros r
oio do Reg
Par o
io-Grande do Sal
coiiisescala pelo Rio de Jaaeli*o
seguir \om toda a brevidade o brigu nacioaiC
MarqvezSle Ohnda, de pctmelra marcha, tena.
ja promptiTaNP41 'r narte de seu earregamentor
par o restanfa. traas com iaanoel Ignacio
de Oliveira & tnbtp, no largo da Cu#po-9anto>
n. 19.
Navios entrados no dia 3.
Fol"~31 d'", or,8ue portugus imaito /, de
107 toneladas, capiio Jos de Souza Amellas,
equipagem 18, carga sebollaa, vioho e outro
gneros; a Cunha 4 Irmo.
Rio de Rio de Janeiro10 diaa, logre americano
Hannibal, de 466 tonelada, capitao P. W.
Khoe, ejuipagem 11, em laalro ; a Rostron
Rooker & C., recebeu ordena, e sezuio para
S. Tbomat.
Rio Grande do Su19 da, palhabote nacional
Novae*, de 159 toneladas, capitao Joaquim
JosAMende, equipagem 10, carga 10.000 ar-
robaa de carne ; a Marques Barros 4 C.
Arica65.das, barca inglea Kneght Templar,
de 440 toneladas, capitio James Capp, equipv
gem 19, carga barreada sobre, ao capitao, veio
refrescar, e seguio patLiverpool.
Navios fahidos no mermo dia.
Bahiapatacho holandez Gruo, capitao Blen-
clcer, carga parte da que trooxe do Aovara.
[O.
Se pudessemos, dizsinda o Sr.Varohageo em
urna nota da sua biatoria, votasiamoa i hislorra
de Soulhoy urna medalha de bronse. (Hislorio
oeroi do Brasil por F. A. de Varnhagen. Ma-
drid, 1837. I mis. m-8).
* >............ feitas com o Qm de preparar
conscienciossmente o terreno, eomecando por
aclarar o verdadelro cabo* em que ae achara
historia do meu pais, sobreludo a do primeiro e
do ultimo analo, aperar do* trabalho* imprten-
le* de celebre Sbythey nos trea grande volume
que elle UlitulouHiatoria do Braail, e que
mereoerbm taaibem>otjiIo deHiatoria do Uto
A* ,PriU-.........-". (FarnAajen. Bulletin
de la Sociel deGographie.zsExamen de quelques
points de l'hisloire geographique du BritiU)
Para compr eata biatoria do Braail nli-me
principalmente da execellenle obra de Mr R.
Southey. Bate benemrito e incanaavel autor
disliogue-se por urna esiuuciosa exaccio e.oque
oio menos apreciavel, por um espirito de im-
pareialidade quaai aem eiemplo entre oa eacrip-
torea ingleies, quando tralam de ierra e nar;6
estranhas. Mr. Southey conaultou, nio s os
documenlos, impressos os mais importantes, mas
muitos inditos, de que soube aproveitar ae em
raiao do conhecimento qae tem ds lingua por-
tuguez. [Constancio Francisco Solano. His-
toria do Brasil. Paris. 1839. 2 vols. in-8').
O sabio HoaboUl, a faade autoridado, que
fallando de Roben Soutbey Ihe chama o espiri-
tual autor da=Hisloria do Brasil=, qae o da
com frequenois e com qaem concorda em pooloa
cootroverao* da poca dos descobrimentos desta
parle do mundo, diz :
* Q". a aTtsiorio do Brasil, de Mr. Soutbey
esl rwdte-tdu com m espirito de critica muito
nefaoti. (slexandre de Humboldt. Examen
cnttque de VHtoire de la Giographie du nou-
re'au eonttneni, etc. Pari, 1837,5 vol in 8o).
O nsucip MaximilUno, (aliando da hiatoria
do Braail diz:
* Mr. Soulhey m uso History of Brasil, llvre
tbeio de Meojmoams^botl.... (|farala.vtt,
prtsutpe do Wtod Neuwied. feise nack Brasil
en Franefort sur-le moin. 1 uei. -4).
a Toeavia, obre a hiatoria rate aia a obr*
de Mr. Soutbey pompleu, e faz reala honra a
talento deate cavalbeiro come s suas iefetiga-
tria pesquise. Anexas de lodos os meio ao seu
alcance, o irabalbo que urna Ul empresa for?u-
entn. igip devs ter I4q coiaMtiwal. Ju-
mes Honderson. [I
don, 1 vol., n-4*J
I Hitloru ef tho Brail< Ion
do tiecife 3 de
julho de 1862.
Vs t\uniro Uora^ datTdt.
CotacW da junta de corretores.
oto bom do Canal 1J830 por ar-
Assucar
roba.
Randtms
dem i
V.J. de Crux Macedopresidente.
John Gatissecretario.
nfauatoaga.
to do dl^4 2-.- ,. 26.730697
I 3 i 10.010)571
^.36 7411268
Bvimeuio daw avlfasmslfaffxs
7elamenArdo*somfszendaa.. 44
a io.il eneroa.. 258
Velama* sabido
t "S >
aem fazendas..
com genero.i
)>*-mrac6

Pela theiourari provincial ae (az publico
que a obra da bomba do riaiho Chacn na ra-
micacao da esirada de M un beca fui transferida
data o da 10 do correte.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambueo 3 de julho de 1862.
O secretario,
A. F. da Aoounciagao.
*reio geral.
^s segaras existentes
d>.^ >4*] correio para os
sensores, auaixo declaratas.
Aff.nuiu'fle Cilaans.
Antonio Rautioo de Souza Uchs.
Bonifacio Jos* de Sani'Anna.
Firartoo Theotonio da Cmara Santiago
Francisco is da Coila Araujo.
Dr. Joquin> Borges Cfrneiro.
Joao M ,rcos Feroandes Peraira. ausente aos Srs.
Msnoel Igoacio de Oliveira & Filhos.
Jos Joao de Cuvalho.
D. Lauriaua, Luiz Francisco de Paula
slmao Joao A'ves de Carvalbo.
Reiu
na
IP&M&
Pretende aeguir com muita brevidade para
Rio de Janeiro o veleiro e bem connecido briga
nacional Alniirant- ,, lem partr de seu carrega
ment prompto ; para o reato qoe Ihe falta, tra
ta-ae com oa sus consignatarios Antonio Luis dar
Oliveira Azevedo, no seu escriptorio ra da Cruat-
nuroero 1.
Para Lisboa.
Tem de sahir com muiU brevidade o lugre por-
tugus aJulio, de superior marcha, tem a maior
parte de aoa carga comprada, e para o reato da
meama e passagsiros, a quem offerece oa melrto
rea commerdo, trata se com o consignatario Tho
fflax de Aquioo Fooseca, na ru do Vjgario n. 19*.
primeiro andar, oo com o capitao o Sr. Francis-
co Antonio Metralles, na praca.
COMP.NH.a PEKlUIBUatU
DE
Ramos,
== 302
91
328
== 419
Desearregam oo dia 4 de julho.
Brigue porttguezAmalia Igneros para Lira.
Brigue portaguez Jovera Ameliamercadorias.
Brigue inglez Stephen Sarahidem.
Brigue inglezElizabethcarvo.
Barca insleza Cora carao.*
Brigue inglezCantosidem.
Importa^ ao.
Brigue portuguez Amalia l, vinda do Porto,
conaignado a Cunha Si Irmao, maaisfestou o se-
guidle :
3 barris vioho ; a Amorim Irmio.
2 caixas calcado ; a Marques Barros & C.
2 caixotes palitos; a Antonio Lopes Bra-
ga & c.
I barril presuntos ; a Antonio J. G. Braga.
1 caixa livros ; a Jos Barbosa de Mello.
1 barril vioho ; a L. M. Gomes Ferreira.
1 caixa ceroulas e camisas; a Antonio Jos
Ferreira Aires. ,
10 barri*pregos ; a D. M. Rodrigue.
235 caixas e 3 barris vinho, 230 saccoa feijao, i
100 caixas sebo, 50 ditas velas, 24 cuohetes pom -1
niada e 1 caixa imagens ; a Cunha & lrmao.
2 caixas imagens ; a Albino Jos ds Silva.
12 volume, capachos, 1 caixa chapeos, 1 dita
penles, 2 ditas linhas e toalha, 8 larris presun-
tos, 16 cunhetes sebo ; a Fraocisco G. de Aze-
vedo.
9 cuohetes e 4 barr ferrageos, 7 fardos pe-
neirss, 31 caixas batatas; a Antonio dos Sanloa
Andrade-
1 caixa miudezas; a Ramos 4 Lima.
(50 cunhetes sebo, 40 ditos pommada : a M. J.
R. e Silva.
40 caixas vioho; a Manol Nune da Silva.
50 saceos ; a Psimeira 4 Bellro.
6 ditoacumiohoa; a J.Perelre Monteiro.
lt caixas/bsuleijos ; a Bastos 4 Oliveira.
2 caixas panno de linho ; a Manoel Azevedo
A"3ade. \
45 saceos feijao, 4 barris vioho, 1 dito carne de
porco. 2 caixas. rolhas ; a M. G. da Fonte.
2.000 liaca de time-, 5 rolos rodas de arco ; a
J. Oliveira Freilas.
3 eaixas linhas, 1 dita miudezas; a Prente
Vianna A C.
2 fardoa capachos ; a Pinto de Souza <\ Bal-
rio.
20 caoastraa alhos, 4 totumes palitos e cestas.
25 cuohetes e 18 caixas sebo, 3 ditas pentes, 3
ditaa tinha, 20 encapados arebotes, 1 caixa obras
de prals ; aCsrvalho Nnguelra C.
2 oaixas penles, 2 barricas eexadas, 1 dita pre-
gos ; a T. Pernandes da Canh.
5 caixa cha-o, 1 dita estribos ; a B. da
Fooseca Jnior.
75 dita chumbo ; a A. V. da Silva Barroca.
110 saceos (arelo, 30 cunhetes pomada, 5cai-
xas ferraeo, 18 volume coodeca ; a Jos C.
deS&C.
500 liaca de vime.O palotes arente ; a An-
tonio Jos Arantes.
1 barril vioho ;. Jos A. Carvalho.
1 caixa chapeo ; a Joa Joaquim Teixeira.
i pacule loalhas; a Matheus & Rodrigo.
barril vinho, 1 dito salpico; a C. Manoel
Mag.
Jo, Antonio Moreira Dia
1 cala psntes ;
4 t
1 caixa escovas
Andrade.
2* ditas jsi-bo, 100
ds.
a Doxiogos Rodrigue* de
barris prego: a Thomaa
ino onseca Jnior.
caixas vioho. 4 diias panno de linho, 1 dita
palito, 6 barri presuntos. 7 ditos salpicos ; a
Tbemi Aquino Fonsee*.
1 taita aantuario e imagen ; a F. C de Guy-
veie
4 barris presunto, 1 caixa carne M porco, 10
Vlea de'Bat
lacros
ArremataQo.
A praga dos beos do fiaado Pedro Brgea de
Cerqueira, que nio pdie ter lugar no dia em que
j fui annunciado, tem de se, novamenle cele-
brada no dia 4 do correte por ordem do lllm.
Sr. Dr. jult de orphios e parante elle ao meio
.Ota na ra da Mueda bairro do Recife o. 7.
O lllm. Sr. iospector da theaoursria pro-
vincial manda fazer publico que do da 2 do cor-
rente em diente pagam-se os ordenados dos
mp*#g4o* proviuciees, vencido no mez d lu-
oho ultimo.
Secretaria da thesouraria proviociai d Per-
nambueo 1 de julho de 1862
O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciscio.
Consulado provincial.
De ordem do Sr. administrador uterino do con-
sulado proviociai se faz publico que os trila
das uteis marcados para a cobranca a bocea de
cofre do 2.a semestre do anno flnanceiro de 1861
a 1862 dos imposto d> dcima dos predios ur-
banas das freguazias desta cidade e dos Afogado
de 20 0(0 obre o consumo de agoardente, a d
5 0(0 aobre a rea doa bens de raz pertencentes
a corporacoea de mi mor, Ondam-se no dia 8
do crreme, e que fleam sujeites a multa de 3
| os que pagaram. depois oes* preso.
Mesa do consolado proviociai de Pernambueo
1." de julho de 1861O chefe da fc'secso,
Francaco Fereir Martina Ribeiro.
Delegacia de polica do l. dislricto do ter-
mo do Recife 2 de julho de 1865.
Acha-ae depositada neate juizo urna correte
de ouro para relogie, que foi encontrada em po-
der do prelo Bento Jos da Silv. : quem com di-
reito se julgar a ella, provaodo lbe aeri entregue.
O delegado em exercicio,
Jos Antonio Correia da Silva.
THEATRO
DE a
knta Isabel
COMPANHIA LYRttl
G. MrVKIK\NGEiL.i.
AMANHA
Sabbado.o de julho de S62.
14." Recita da asignatura.
Repele-se a MUITO APPLAUDIDA OPERA de
Navegago costeira a vapor,
O vapor Persinuoga, commaadante Moura
ahir para os porlos do sul locando u.is eecaiaa
i dia 5 da julho, a AJjjrnTd tarde
necene carga ate o dia 4 ao meio dia. En-
vOmmendas. paasageiros e dinheiro a frele ait
o' dia da sabida as 2 horas : escriptorio no forte
do Mallos o. 1.________
Para Maranbao e Para.
pretende seguir com muita brevidade o veleiroa
bem connecido patacho nacional cEmulac.ao. ca-
pilio Antonio Gomes Pereira, lem parte de se*
carregamenlo prompto ; para o restu que. Ihe fal
ta, trala-se com os seus consignatarios Antonia
Luiz de Oliveira Aievedo & C noaeu esciptono>
ra da Cruz n. 1.
MO!^.
Um sobrado de 2 anda-
res na ra das Cruzes
n. 28 chao proprio.
Sexta-feira 4 do crvente as;
11 horas.
0 agente Euzebio ir leilo de sai sobrado da
2 andares, chao proprio, na ra ds Cruiesu.
28, o qual se acha bem conservado, sem qus
seja preciso concert algum, e rende actualmen-
te 8009 por anno : os pretendentes queiram lee
a bonaade de exiniinar com antecedancia, afioa
de que no dia aext:-feira4 do corrente (eeBec-
tue o lilo no aeu eacriptorio ra da Cadei* Da-
mero 45
LEILAO
DE
Armado e seus pet tcnces e o resto de
gneros da tat>> a sita na ra da
Paitan. 42.
m
O agente Gaimaraes nao havendo effecload
o Uilao annunciado para o dia 28 de junho de
novo levar a leilio os objeclos cima declara-
dos conviodo muito a armario pela localidad
da casa.
LEILAO
DE
Donizelti
Os bilhetea
culo.
LIUTO.
Prlnciptar is 8 horas,
eslo i venda no dia do especie-
Alisos maritiaosc
A barca nacional Iris sahe por elle dais
pata e Rio de Janeiro, para o resto da carga e
eaeaavna a tror na re* o Trapiche Novo n. 8.
Para o Ass
pratead* seaadft at a di* 3 de j.lho *tane
oacianM BmmsAm: quam o* maaasai qaaiaer
carregar, enieada-ae com os eu coosisnatarius
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C no aeu
sssHUsa.sseUwa.i,
Miax* Vxvx^ai
feito
a Jotqaaai i0 Cyraco da
Santo a. 23.
le Sania Rila legue Beatas dia: >* o.
to i.carga que Ihe falta, trat-(
C. M, di C, na
-se com Caeta-
lado do Corpo
Hoje do corrente
Fraocisco Jos Pacheco de Oliveira estando
prximo a retirar-ae para a Europa, fari leilsv
por intervengo do agente Oliveira, de toda a
excellente mobilia da ua casa, aonsittindo eaa.
urna linda guarnicio para sala sendo urna mesa
redonda e dnu consolos com lampos da mar-
more, 1 *of, 18 cadeiras, 2 ditas de bracios, i
dita de bala neo ludo de jacarandf, 1 gualda roa-
na do xaxtlhor goato e 1 leito francez de amaril-
lo paxa-casados, marquetas, cadeiraa fraocezas.
meaaa diveraa, aeodo urna para jantar, caderra
marellaa de bataneo, cadeir* estufada, eppera-
Ibo de porcalaca para chi, loucaa, cryataes, ca-
ma* de ferio e di ver toa oulroa arligc* :
Sext-feira4
do corrente, 4* 11 hora* da m*nhi em ponto,
no armazsaa a. Id. ra d'Aanllo.
------
LEILAO
DE ______
MOValIS
Segarda-fieir 7 alo coiTon*e.
O agente Almeida autoriaado por ama paat

/
r*
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO!


1 :- i

r
\
s
DUB10 Dg PlRBUttDCO. SEXTA FEUU V Dt JDLHO M**tt.
, -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- "--
/
que i retira pan faa-a di cidade tari leilao de
cadeirea dajaeaHMt, sof, commodae de ama-
rallo, 1 secretaria de mogoo, i dita de jacerao-
di, apparadorcs, baoctcoajt vollsrete. cooaoloi
de auarelto, marquezts
Jacaranda, can
jarrea-para cima d<
quadros con molaaflfiflpparel
muiloa oulros objnjfH de ap
eacriptorlo ra da CsJeu d,
boraa do din acim
tal, raeMtemaate cbegtdo a 14 a Uta de 5 faldea,
de
r e
sea
11
Aos rSs. consumidores de gaz
Nos itisams do eiaa do Ramoa na. 18 e 36 a
aa rea do Trapiche Noto bo Recite o. 8, sa ven-
de gaz liquido americano primeira qualidada e
ees* eomo Utaa
garrafa
4 10 de 5 garrafa* em
BE
100 caixas cm passas
O agente Peatana vender por coota de qaem
pertsncer 100 calas com pastas ena liS e inte!
rae em am se raaelo>e-. boje 4 do corrale
pelas 10 horas da machia, na porta do Aune*
defroote da alfaodeaa.'
LO
Ao respeitavel publico em geral, e ao
corpo do commercio em particular.
A. C. P. de Burgee Pooce de Leoo, em aatisfa-
Slo aoa desejoa de aeu sogro o Sr. commendador
Dlooio de Siqueira Clcanli, leudo deixade a
'ida de agricultura e depois a do commercio,
acha-te boje empregado bo toro desta cidade co-
mo aoiicitador de caeaaa, e neata .eoodigao offe-
rece eeua aervicoa aaa que efrgM U confiar
as was demandas, essencialmearte aa que devem
sor tratadas perante o jiio .confmercial, nao s
poroae se jalge de algumalbrma habilitado, co-
merque>nests especie maiaae dedicar.
O aolticitador Burgos ae prstate gratuitamente
a fazer valer oa direitoe dos que realmente po-
bre, estiverem dolorosameate sob a oppressio
dos descomedidos e insuportsveia caprichos de
iojastos poderosos.
Elle pode ser procurado na ra de Saoto Ama*
ro, casa b. 26, que fies per traz da ra do Sol,
daa 6 a 9 horaa da manhia, e das 3 as 5 da tar-
de, e no intervalo de 9 aa S boras. no eacriptorlo
da ra estrella do Rosario, sobrado n. 27, ou na
*sla das audiencias.
Barato
Na tu* 1
14
Cortes de i
queno toque-ai*,
drosa 10 e 12, dit
dos s 5|, 7. 8 e 10f
a 400 ra. o covado,
rs. o covado, lasiinh
que admira.
Cvsfo n. 14.
a?o.
O agente Almida fari leilao por conta/ risco
de quem perteooer de no cabriolet palete, am
cavis e arrojan para^carro e cabrioVet, as 11
horis do dia cima nf Aocheir dc/lgnicio de
frdTle de S, FrMciaeo.
A v *o&
'e.rso*.
^atshfia 5 do oorreute su? darao
mpreteri"relmente as rodas da priu2Fl
parte da primeira lotera a beneficio da
matriz da Ireguezia da Escada.no con
sistorio da igreja de N. S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meios
bilhetes acham se a venda na respec-
tiva thesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas commissionadas praca da
Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperstriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentel, ra
Direita n. 3 botica do Sr. Chrgas, e
na ra da Cadeia doRecife loja u. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000# at as de 10$ se-
rao pagas urna hora depois da extrac-
cao, e as outras, porm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
versas reres infestad
vellido de 6Dr aupar
covado, groso*>naile
a 300,400 e 500 ra.ok
vradas a 1$ o covedol
280 o covado, corte
Grande laboratorio do lava-
gem e engommado.
Podem mandar buscar a roupa lavada de ns.
43. 46, 138,110.153- 34. 77. 131 6.14. 88, 12
57. 171.116.1.23. 68. 49. .51. 25.131. 152. "
Offerece-se
do Forte n. 15
uma mulherpara ama : na r
i
Toda attencao.
GOHPANHIA
? DE
Seguros mar-
timos.
Utilidade publica.
Por nao se terem reunido do dia 26 do cor-
rete os seahorea accionialaa em numero suffi-
ciente prra formar assembla geral, o -ice-pre-
sidsnte o lllm. Sr. commendador Hanoel Goocal-
vea da Silva, marco* o dia 4 de julbo prorimo
fulero para a nova reooiie ; por isso esta direc-
cao novamente convida eos senhores accionialaa
a comparecerem no aobredito dia as -2 horas da
tarde neate eecrlptorio, na ra da Cadeia n. 42,
am deSjm assVBJ>lea geral elegerem um direc-
tor e um supplenft. ?fcT/ft29.. Jos F. da Cunta:.
______Paliciano Jos Comea.
SEGUNDA EDICTO
DO
' THESOURO HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo doutor
SMIIHID a. finii.
Sale livro que se tem tornado lio popular,
quanto necessario, acaba de sar publicado com
todoa os melhoramentos, que a experiencia e oa
progresaos da aciencia tem demonstrado, A no-
va edicco em ludo superior primeira, en-
cerra:
1.* Mais ampias noticias acerca do curativo
daa molestias, com indlcacdes mai proveitosas
dos medicamentos novos recentemenlo experi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2.* A exposicio da doutrina homeopal*
3.* O estudo da apropriaco dos r
gundo as predominancias dos ,
das idades, dos sexos, e seg' n-
ciis atmoaphericas etc., el
4.# A preservacio o^ -" bestias
", 5*.* A^preservaco das molestias epideLlcat#
6.# Uma estampa illustrada demonsttr^jTT-jp
continuidade do tubo ioleatinal desde.'a bocca al
- -o'1* etc., ele.
el. SO DS PHARMACIA ESPECIAL UOMEOPA-
thica, propriedade do author, ra de Santo
Amaro (Hundo Novo) n. 6.
Preco de cada exemplar. 209000
N. B. Oa senhores aasignantes quelram man-
dar receber seua exemplarea.
'tom balados com pe-
ditos de seda de qaa-
de gaie e barago com baba-
chaly clo.rido de lia e seda
rege de aeda a 320 e 500
a de corea lisas e de qua-
dros, covado a 320 e 400 rs., alpaca de seda de
quadroaaSOO a 860 6 covado, bombarlos de di-
a 700. 800 e 19 o covado,
r qualldade a lf500 e 29 o
e corea com toque de molo
ovado, seda de corea la-
caaaas e organdys a 200 e
de colletea do velludo de
cores de seda a Si, ditos de gorgurio de seda de
cores a 29 e 1 fcSOO. d tos de iusiio da cotes s 900
e 400 rs., ditos de set m lavrsdo a 19500, chales
de touquim bordados a lj. mantas e los de Ol
preto a 4 e 69, brim branco do lioho a 700, 800
a 19a vara, tapetes d 3 cores para sala a 4 e 5f,
ditos grsadea svellud tdos a 12 e 159, pannos de
cisemira a 4$, 5, a d i 29. palelots de brim bran-
co a 39. ditos pardos i 29500. ditos de cssemira
a 6|, ditos de lpica a 4 a 69, colletea de gor-
gurao de cores e de s< tim preto a 3 e 49, sapalos
de borracha a 19, ma itaa grvalas de seda de
corea para hornera, < ua venda-sepor todo pre-
co, meias de seda pre las para homem e aeobora
a 19,1500 o 29. Uva i de seds de cores a 200,
400 e 600 rs., ditas d< retroi a 600 e 800 rs., ri-
cos vertuarios de camiraia bordados para bapti-
sados, e ditoa de fuali o e gorgurio para enanca,
que se vendem qor todo preco para acabar, cha-
les de Ua da camello keroch a 4 e 5$, mantele-
tes de grosdeoaple a J9, casaveqaes de cambraia
a 29, ditoa de Al a 59, cspiohss de merino para
senhora a 59. chapeos de seda enlejiados, tanto
para senhora como para menina a 29, e 3f. en-
feilea de florea efrocoldo ultimo gosiu a 500,19
e 1J500, diversos sorttaaautos de cbits e casss
preta em retalbo a 100 rs. o cavado, malas para
viagem a 6. 8 e 10$, um completo ioitmenlo de
liraa bordadas a ponto iogle, franja de sede, ol-
eo (ranees, e outras muitaa taxendaa qne ae ven-
de por pceco multo barato por querer acabtr.
Praco-Thcorici
DA
LINGUA FRANCEZj,
KA 3)0 aEMDO M!A6
Asphalto.
SEGUNDO
O NOVO METHOPO
DO
Dr. H. G.Ollentrff
PARA
Aprender uma lingua em seismezes
POR
Cicero Petegriu^
Bacharel em direito. '
2 voluntes em 8. \
Sahio do pralo o 1.* volume desta obra) jD(e.
ramente aova, e nica escripia am porta^ez
aqaelle systema, approvada pelo cooseli drec.
tor da instraeco publica para servir dempen_
dio nss salsa publicaa da instruego *\,D^ll[t
da provincia, a accommodada ao uso dcu,Dto|
pratenderam (aliar e traduzir com Pyriedade
a lingua (ranceza.
Acba-ae i venda no escriptorio do a
do Oaeimado n. 26, onde alada aa jece
signaturas (7S000), at a pubiieacio do '. {a_
me; depois do
eiomplsres.
,GEilNDEoOiTMEIiTo|rti^
Sorlimante completo da sobraaaaacoa da panno a 259, 289, 309 359, casacos multo bem
(altas a 25f, 28f, 301 o 951, palatota acaaacadoa da panno preto de 16 at 159, ditoa da caaemira
de cor a 159,181 a 20f, palatota saceos da panno o caaemira de 89 at 149, ditob aaccoa de alpaca
m crin e la de 49 at 69, sobre de alpaca a merino de 79 at 109, caigas pretaa da caaemira da
(9 at 14|atitoa da cor da 79 at 10 J, roapaa para menino de todoa os tamaohos, grande sorti-
manto de roupas de brins como seiam calcas, paletots a colletas, sortimento de colletas pretos da
mtim, caaemira velludo de 49 a j, ditoa para casamento a 59 e 69, paletots braocos de bra-
ceante a 49 a 5/, calcas brancas mailo finas a 5$, a am grande sortimento de (azendas fina s e mo-
mrnas, completo sortimento de caaamiraa ioglezas para homem, menino a senhora, seroalaa da
doho ealgodio, chapaoa da aoldeaeda, luvaa da aeda da Jdavin para homem e senhora. T-
jeos ama grande fabrica de aUaiato onda recebemoa ancommendas de grandes obras, que pars
uso est sendo administrada por am hbil,mestra da aamelhante arte e um pessoal de mais da
incenla obrairoa eaeolhidos, portante eiecutamosqualquer obra com promplido amis barato
de que em oatra aaalqaer casa-
mismcMnm.
Aluga-se
o iMCairo aadar da ess n. 13 da ni da CrtT, '
muito fresco, *,, boniu TlsU pttM.*ifra : a
tratar na arraatt). .
Preciaa-ae comraiir para anafar primeiras
letras, grsmmaca, a principios delarithmetca,
um piofessor csssdo e de ntaior idsd), qne lenha
prailca e idooeidade para o auaino ; k entender-
se na ra estreils do Rosarlo n. 18, Segundo an-
dar, coro o bscbarel Christo'ao wviar Lopes,
daa 10 boraa ao meio *&ia. e daa 3 \ 6 da tarde.
Roga-se ao Sr. prot. ^r quaeoniratou na
ra estrena do Rosario u. 22*segnlo andar, an-
sinar meninoa (ora da cidade, de Under-ae a
eate reepeito com o bacharel C XsvWr Lopes, dss
3 boraa is 6 da tarde, na mencionaba casa.
Na ra Diralia n. 69. precisa is de um pe-
queo para caixeiro, dando dador a saa conduc-
ta, anda meamo nao tendo pratica1, se Ihe pega
conforme o ajuste. -
O abaixo aaaignado, lando de seguir para a
Earopa no meiado do correte mez, o achaado-
ae quite com todaa as pesaoas que com elle o
coma firma de Pacheco & C. manliveram tran-
saccoes, roga com lado a quem quer que se Jul-
gsr seu credor, de o procursr ns ra de Apolla,
armazem o. 12, para ajusfar anas tontas, isto no
praso de oito dias. Recifa 3 de jalbo %1862.
_____ Francisco Joa Pacheco 1 Oliveira.
*
que vender-ae-hlo a. ,q og
Manoel Firmino Ferreira participa ao reapei-
tavel publico, que eatando montada a sua (abrics
de asphalto com bom material que receben agora
de Inglaterra a Franca, ofterece-se para mandar
(azer com a maior presteja e perfeico qualquer
ladrilbo de casas de morada, terracos, armaien,
|tec, e por preco commodo : pode ser procura-
do na ra da Concordia, armazem de maleriaes
numero 75.
Consulado pvrluguez.
0 leilao da coeheira que (oi do finado aubdito
portuguez Joa Hygioo de Miranda (oi de novo
transferido ptri sexta-(eir 4 do correte.
Alugam-ae os armazens. da ra de'Apollo
os. 1 e S que oflerecem boas proporcoes para es-
tabelecimento de armazem de aaaucar. Tambem
ae aluga conjuncto com os armazens ou separa-
do o andar que tem o ultimo, bem como o pri-
meiro da casa n. 1, os quaea podem servir para
residencia visto estarem reunidos: qaem preten-
der, pode diiigir-se a ra da Cruz numero S para
tratar.
Custodio Joa Alves Gulmaraes avisa ao res-
peitavel publico, principalmente a todoa oa ssus
freguezes e amigos, que se madou da loja da
guia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem coohecida o antiga loja
de miudszas que foi do fallecido Joao Ceg, hoje
ser coohecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeitavel publico e aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito estabelecimeoto,
onde achario um grande sortimento de miudezas,
que affisnea servir bem e vender por menos dez
ou Tinte por cento. do aue em outra qualquer
xmmmm mmm mmmm
Saques sobre Portugal, g
0 abaixo assignado agente do Banco
Mercantil Porlueoae nesta cidade. saca
efectivamente por lodos os paquetes so-
bre o mesmo Banco para o Porto a Lia-
boa, por qualquer aomma fiviata a a pra-
so, podendo logo os aaques a prazo aerem
descontados no meamo Banco, na razo I
de 4 por cania ao anno aoa portadorea
fqoa aasim Ihe convier : as ruaa do Cres- B
po n. 8 o do Imperador n. 51.
Joaquina da Silva Castro.
l tfsR vVVVaaWVVVnBrW *! vav WiW Vi| n
Ama de leite
Quem precisar de ums ama de leite, viods do
malo, o cuja conducta garantida, dirija-se a ra
da Gloria n. 44.___________________________
Consultorio medicocirurgico
3~M3\D\ GLORIA. CAS.Y BO FtHWiVO-3
Consulta por ambos os systemas,
Emonsequencia da madanca para a sua nova residencia, .propietario deste estabelecl-
mento acaba de fazer ama reforma completa em todos os seua medicamentos.
O deeejo que tem de qne os remedios do seu estabelecimeoto nao se confundam com oa da
nenhum outro, viato o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaueao de inscrever o sen nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falaifica-
dos todos sqnelles que forem apresentsdos sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar uma conta asaigoada pelo Dr. Lobo Mosaozo o am pa-
pal maceado com o seu nome. s
Outro aim : acaba de receber de Franca grande porco de tinetars do acnito e belladona, re-
medioa estes de summa importancia e cujas propiedades sao lio conhecdas qae os mesmos Srs.
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Oa medicamentos avulsoa qur em toboa qur em tinctaraa eustarao a 19 o vidro.
O praprielario deste estabelecimeoto annuocia a seua clientes e amigos que tem commodoa
anfflcieotes paraceceber alguna escravos denme outro sexo doentes ou qae precisem de algaras
operaco, afftaocando que sero tratados com todo o disvelo promplido, como sabem todos
aquellas que i temtido escravos na casa do annunciante.
A aituaco magnifica da casa, a commodidade doa banhos salgados ao outras tantas vanta-
gans para o prempto restabelecimento dos doeotes^ ~
As pesaoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo da manha at 11 horas
e de Urde daa 5 eo diante, o fora destas horaa acbarao am caaa pessoa com quem aa podoro en-
tender rea da Glia a. 8 asa do fuodo do Dr. Lobo Motcoio.
Multa atten^o.
Uma pessoa com grandes habilitac >s para se
encarregar de escripluraces mercaoli's de qual-
quer negocio, asiim como tambem s aaesma pes-
soa se offorece para tomar coala de/ cobraocas,
tanto nesta praca como para o mato, 'aodo fia-
dor a aua conducta^ : na ra Nova c j6. -
ilontem deaappareceu o escra Claudiano'
crioulo, de estalara regular cor^o reorcado*
rosto picado de bexigaa, a cabecVponlds, levou
camisa de baeta amarella e caifa de aiacadinbo
escaro : qusm o apprehendqr leve-o %eu senhor
Hanoel Ignacio de Oliveira Lobo, oa rol doQuei-
mado n. 16, ou no Forte do Mallos ni 21, que
ser RralincadO. {
Precisa-se alugar uma ama lre ou escra-
va para o servico iqtarno de uma familia e, daaa
pesaoas, meos para cozlohar : na ra do Hospi-
cio. sobrado n. 59.)_______________________
Alaga-so por ruez um escravo cozioheiro e
outro para todo servico ; ns ra Velha, casi nu-
mero 35.
Antonio Aagusto Rodrigues de Mosquita-
subdito portuguez, retira-se para a cidade da Pa
rahiba.
Arreuaa-se o sitio aa liba junio ao Ca-
xang com casa de pedra e calque fica a mar-
gem do rio Capibaribe, asiim como terrenos suf-
icientes para plantacdes de capim e outras la-
vouras, podendo ter tambem vaccas de leite :
quem pretender dirfja-se a ra doa Pires n. 33,
que achar com quem tratar.
Especial
D.S
hOiueoiiathieo
Pateo da Matriz de S- Autonio n. 2.
Sesu consultorio poda ser procursdo o respectivo proprietario i qualquer hora svendo
ahi sempre grande sortimento dos verdadeiros medicamentos homeopathicos, preparados am Pa-
rs (as tinturas) par Catsllan a Weber, os mais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de borneopathia.
O proprieurio" deste coasultorio nao pretende, todava, qua sejam os seus medicamentos
infallivei, porque nada ha infaUivel em (actos humanos; nem tao pouco superiores aas que por
ahi se preconissm, porqaa' certa que o que ns-fazemos, outro o pode egualmenta fazer tao born
genio melhor. Mu afianca aua nelle nao ha trafiesnes, e qua o servico dajpreparacao como por
alio meamo proprietario, qua aio tendo guma commercio de carteiras, acfaa-aa sufficiarnle para
satisfszer s naeassidades daqueHa preparaajt.
Reste consultorio scham-sei enda awaeaioi da bomeopathia, aeommodados i iotalliganeia
de-quaiquer peasoa ; uim como prasta^a grataiiarneote o eu propriaurio, com seus eafoceos e
tantos, todas u passoas sMoavttadas, ea distineco algumi, que o procuras), poja
qae o seu maior pnwr sor til i huioaatiuade toffdora.
-Koga-se ao| Sr. Augusto Carlos de
Souza Uagalhes o favor de apparecer
na ra do Queimado n. 47, loja de fa*
zendas, a satisfacer o que nao ignora.
*mm m mm
tjp Antonio Joaquina de Campos
e$ gerente do armazem ie assucar
^ do Sr. Jos Antonio de Carvalho $
@ tendo satisfeito todas as dividas ||}
f| concernentes ao referido esta- $$
( belecimento, contrahidas no de-
A curto da safra (inda, convida $
0 todava a quem anda se julgar
ajfe credor de aiguma quantia apre- &
^ sentar-se dentro do prazo de 8 B
^ dias ao mesmo Sr. Jos Antonio {
df de Carvalho, afim de ser- imme- fi
fia diatamente pago. Recite 30 de m
0 junhode 1862. tj
Precisa-se alugar um sitio que te-
nha arvoredos e pasto para 4 vaccas :
na travessa da ra de Santo Amaro nu-
mero 38. ,~~
Precisa-se alugar pretos forros
ou captivos para vender: na travessa da
ra de .Santo Amaro n. 38.
Precisa-ae de urna prela eacrava para ama
de caaa de poaca (amilia : a tratar na ra do
Galdeireiro o. 60.
ftanenesie 939Ksm v&mmven
* Escriptorio de advocacia|
Ruado Imperador n.
37,primeiro andar, a es-;
querda.
Neste estabelecimeoto trabalha o adro-
gado Xoaquim Borges Caroeiro (graduado
em direito pela (aculdade do Recite) des-
da aa 9 al as 3 horaa do dia.
Advoga am todoa oa juizoa a tribuoaes
desla praca, e encarrsga-se de negocios
para o interior da provincia, principal-
mente para as eomsreas da Santo Anto,
Rio Pormoso, Bonito, Nazarelh e Goianoa.
Recebe gratuitamente aa cautas doa
deevatidoe, nao podendo cada qual tra-
tar maja da ama qaestao por vea.
No meamo eatabelecimento aolieilam-
se Uiuloe e patentas da erapregadoa pu-
blico* a otleiaes da guarda nacional do
interior, mediante mdico estipendio.
Em aua taita e impedimentos ser
aubatitaido, aaa negoeioa civais, pelo Sr.
Dr. Josquim Josa da Campos, a nos do
erirae pelo Sr. baaaurel Jorga Dornellas
Bibairo Pa
ROUPA FUTA
Joaquim F. dos Santos
40-Rua do Oueimado40
Defroute do becco da Congregado letreiro verde.
" -Neste eatabelecimento ha aempre um alimento completo de roapa falta da
- Bar por medida vontada
Ca
85$
Sobrecasacoada dito dito a Mf a 309000
Paletots de panno preto a de co-
res a 35, 309, 25J>, 10, 18 a lOJOOO
Ditoa de casemira de corea a 22,
151,12. 7 a 9*000
Ditos de alpaca preta golla da
vallado fraacezaa a 10B000
Ditoa da merino setim pretos e
de corea a 9f 8J0O0
Ditos da alpaca da corea a 5 a 8500
Ditoa de alpaca preta a 9, 7, 5 a 8J500
Ditoa da brim da aoraa a 5f,
9500, 4 e 3500
Ditoa da bramante dalinho bran-
co a 69, 5 J, a 4000
Ditoa de merino de cordo preto
a 15 a 89000
Calca a de casemira preta a da co-
rea a lt, 10, 95, 7 a 69000
Ditas da princeza a merino de
cordo preto a 5, 65500 a 49500
Ditaa da brim branco o de cores a
5. 49500 SJ500
Calesa da ganga da coras a 8000
Gollete de vellido preto a de co-
rea lisos o bordados a 149,9 a 89000
Ditoa da casemira prata a de co-
rea liaos a bordados a 69,
59500,59 3J500
dos fregu-'
_ /
s da setlm preto 59000
* da seda a setim branco a 6 sarao
DiiOad7Bo4od0sada prr& 9*W
a da aores a t9; ^4* /*01
Ditoa de brim e fusio imi
81500, 29500 e
Seroulaa da brim de linho a 2 e
Ditas de algodao a 1600 o
Gamiaaa da peito defustao branca
adacoreaa 19400 a
Ditaa de peito de linho a 5, 4 a
Ditaa da madapolao brancaa a de
corea a 8, 29500, 2 a
Chapaoa pretos de maaaa francaza
forma da ultima moda a 10,
8J500e
Ditos da feltro a 6, 5, 4 e
Ditos de sol de seda ingleses e
franceses a 14|, 12, 11$
Colarlnhoa da linho maito finea
novosfeitioa da ultima moda a
Ditoa da algodo
Relogios do onro patente e hori-
zontal a 100S, 90. 80f a 70|000
Ditos de prata galvanisadoa pa-
tente e horizontaea a 40 a 30|00o
Obras de oaro, aderecoa a meioa
adarecoa, pulceiras, rozetaa a
aneia a
Toalhaa de linho duzia lOf, 6 a
Ditas grandes para meaa ama 3 a
Attencao.-
Prcisa-se de um refinador: a traw-
Nova n. 50, primeiro andar.
km mmmmmmmf*
Consultas medicas,
Serio dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Perelra no aeu escriptorio roa 1
da Cruz n. 53, deade s 6 al aa 10 horas i
da maoba, menos aos domingos ; sobre.
i.* Molestias de olhoa. 7
2 Molestias de coracao e de peito.
3. Molestias doa orgaos da geraclo e
do anua. 1
O ezame dos doeotes seri feito oa or-
dem de suas entradas, eomecando-se po-
rm por aqaellea que soffirerem dos
olbos.
Ioslrumentos chimicos, acvsticos e p-
ticos serio empregados em auasJcoosul-
taqes e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obler certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi dedusir o pa*
no de tratamentoque deve destrui-la, oa
curar.
Varioa medicamentos serio tambem
empregados, gratuitamente; porm
pela certeza qae tem de sua vardadeira
a qualidade, promptidio em seus effeito
p e necassidade do seu emprego urgen
Sque se usar delles.
Praticar ahi mesmo, ou em cssa d
doentes toda, e qualquer operacio qr
julgar conveniente para o reslsbelec
1K melo doa mesmos, para cujofim se sea]
prvido de uma completa colleccao
m inatrumeotoa indispensavel ao medU
Q operador.
Dailar olhos srtificiaes ; para o
S ae acha prevenido de pecaa e instramc
J tos necessarios.
Por meio de experiencias pticas in]
cara aoa doentes qual o grao do vidro 1
oculos devem ter para qua aua vista 1
que bem acommodada, e jamis se
digua quando eallver applicado ao Ir
balho.
"* ^Ba^sT "Tnsj^^BvV^B'Vaj? svaFasT W
SSTHA MEDICO IIOMLLVVv 1}
,-tILBLAS HOLLWOTA. \
Esie inestimavel especifico, composto ntaira-
menta de hervas medicinaes, nao contm mefeu-
rio nem aiguma ontra substancia delecteria. Bei
nigno maistenra infancia, a a eompleicao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na eompleicao mais robustaa
'enteiramente innocente em suas operaces e ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qu^l-
- especie e grao por mais amigas a tenalze*
1.
29200
saooo
1|600
79000
19000
79000
9800
#500

98000
4000|
Escravos. fgidos.
Fugiram do engenho Jaboalozioho, freguezia
de Santo Anto, os escravos seguintes, perten-
centes ao abaixo assignado
Deaapparecea no mez de julho de 1861 o es-
cravo de nome Silvioo, crionlo, de idsde de 25
aooos, pouco msis ou menos, baixo e grosso db
corpo, pernss, Dragos e ps grossos, espadando
do corpo. testa pequea, olhar carrancudo, nariz
chato, olhoa pequeos, tem o andar um pouco
baozeiro, muito cabello na cabeca, tem algumas
pregis ni testa, nataral da freguezia do Bom-
Jardim, e foi comprado ao Sr. Jos Bezerra de
Mello Jnior, morador na mesma comarca, o qaal
escravo est acoutado 00 lugar chamado Mari.
Na noite de 26 para 27 do mes de outubro de
1861 desappareceram os seguintes:
Bernardo, cabra, alto e secco do corpo, cabel-
los e barba j pintados, rosto comprido, olhos
pequeos e fundos, naris afilado, com muitas
marcas da bexigaa pelo roato, peacoco comprido
e uno, hombros cabidos, bastante esperto, tam
o andar duro, bom sapateiro, muito influido
para amanear potros, representa lar 35 aonos,
pouco mais oa menos, bastante (allante, bom
carrairo, levou chapeo de coaro e matulao, af-
tural do Bonito, fot comprado ao Sr. Jos Gome
Cabra I, morador na mesma ireguezia do Bonito,
cujo escravo 4 maito pralico as estradas doaer-
tio, e igualmente as do aul.
Jos Trajaoo, de idade de 21 a 24 aooos, pouco
mais ou menos, bem preto, altara regular, aat
bucaodo, cara larga, naris chato, orelhaa muito
em p, beigoa grossos e virados, e d am gallo
nellea quando ri-ae por ter soffrido de uma para-
lyaia em pequeo, denles bem alvos a perfeitos,
poucas sobrancelhas, multo regrista, emende al-
gama couaa de algarismo, tem a cabeca de um
4J0S dedos da mi xrosss, proveniente de um pa-
oaricio, pernea finas, ps pequeos, e aiguma
eouia volteados para o lado de dentro, sendo el-
los aiguma cousa carnudos, levou chapeo de pa-
Iha amarella, ama capa prela, e a fita do chapeo
lambem preta.
Simplicio, mulato, alto, idada da 85 a 40 an-
uos, corpo alguna coaaa aecco, cabelloa caxia-
dos, roato comprido,' barba grande e j pintada,
tem um dedo pequeo da ralo cortado pela jau-
ta, tem algumaa cicatrizea de fertdas pelo corpo
de bobas que soffreu, cravos nos ps a com mu
Isa rachaduras, ps grossos, e anda sempre de
alpergatas, pernss e bracos grossos, teso o olhar
carrancudo, filho do sertio do Piaoby, foi com-
prado ao Sr. Francisco da Silva Saldauha, mora-
dor oa fazeada Riacbio, am JaguariDe.
Todoa ealee tres escravos desappareceram aa
noita de 26 para 27 do mez de outabro de 1861. e
aassrsm no Rio do Pelxeem aeguida para o lo-
imam : roga-se aoa capitlea de campo e as au-
toridades a sppreheasio de ditos eacravos, po-
dendo entrega-Ios oa remetta-los ao engenho do
abaixo asaigoado, a aeu oenhor, oa ao Recifa, am
casa do Sra. Carreta & Irmios, qua serio gene-
rosamente recompensados.
_________Jos Marques de Almetes.
Attencao
Ns casa de paato, na ra do aragio n. 1, em
frente ao largo da Boa-Vista, foraece-se comida
em casa e para fora por commodo prego e com
asseio.
Precisa-se de dous caixeiroa,|aendo um pe-
queo para taberna, e outra maior para padaria :
na ras da Seozala Nova n. 30.
8S>ilepl
lieos.
NlZIftETH.
Escriptorio de advocacia.
O bacharel Josquim Gomes da Cucha Beltrio,
tem aberto o seu escriptorio de advocacia na ci-
dade de Nazareth ; por isso, ss pessoas que do
sea prestimo sd quizerem ulilisar, podero di-
rigir-se mesms eidade, tratar com o annun-
ciante, ou ao Recife, com o seu charo mesire e
amigo o lllm. Sr. Dr. Joaquim Jos da Fonseca,
00 pateo Ap VfflDeraift .
s^-~1) abaixo aaaigoaoo leudo s agora conhe-
imento de um edilal (publicado' no Diaxio de
Pemambuco de 18 do correte, no qual a reque-
fomento da directora da caixa filial se pedia
que fosve^or elle citado, viato achar-se em la-
gar nlo sabido, apxesaa-se em vir parame o pu-
blico declarar qae bSo exacto viver elle occal-
to oa em lugar nao sabido, para que Ihe seja
applicavel aquella recurso da iei, pois como
notorio, reside ns freguezia de Seriohem oode
possuodous eogeohosSanto Anlooio, e Anbu-
maano ultimo dos quaes mora. Se, por taoso,
o procarador da caixs filial, nao conhecendo o
abaixo asaigoado, nio se quiz dar ao trabatbo de
informar-se de quem elle com o que de cor-
lo varia a sabe-lo fcilmente, uio pode o mesm >
acarretarcom sea deleixo, e julga de aeu dever
protestar que nuoca felizmente teve motivos em
aaa vida para oceultar-se aos olbos da lei ou
aos de qaem quer que seja. Aohamas, 28 de
janbo de 1862.Antonio Pedro de Barros Ca-
valcanti Oto.
[to-
lo inut
Asm
esperaco:
efficazes
prestes reci
Nao sa pe
Aara qualqut
denles e
Alporcas
Ampolas. f
Areias ( mal'de).
Asihma.
Clicas.
Co/nvulsoes.
Dtebilidade ou extenua-
cao.
Dkbilidade ou falla de
torcas para qualquer
cousa.
interia.
Dor de garganta,
a barriga,
nos rins.
ureza no ventre.
En farra idade no ventre.
itas no figado.
i tas venreas.
nchaqueca.
He ry si pela.
ebre biliosa.
ebre intermitente.
tessoas curadas com sta
"' ">vam s portas ida
u us/ conseguira\
depois de ha ver te ni
-dios.
t1 .. ^eie
Gotl.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmacSes.
Irregularidades da
menstruacSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na eutis,
Abstruc^o do ventre,
Phlysica ou consump-
5ao pulmonar.
ReteDc_ao de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)


I
I
>
>
*
\

Precisa-se da am caixeiro de idade da 14 a
18 aooos, qua teora pritiea de taberna ; aa ra
das Cine* fonUs a. 32,
O abaixo assignado aviaa ao Sr. Iheaou-
reiro daa leleriaa desta provincia, que perdeu
trea bilhetes, sendo dous meios e um inteiro
com os seguintes nmeros 511 e 239 meios,
122 inteiro desta lotaria que tem de correr no
dia 5 de julho de 1862. Peda portante qua ao
sahirem nellea algum premio |nao pague senio
ao meamo.
F..4J Paa de Andrade.
Qaem tiver liceoca ao goverao e quizer
comprar madalras de qualquer qaalidade que ao-
ja, cora aa dlmeacoes qua quixer, dirija-se a es-
tadio do RibMrio, a aotender-se com Joaquim
de Oliveira Maia Jnior, qua reside jtato a es-
lacio._____ ____________
Manoel Ferreira da Silva Terroso e aua se-
ahora vio Europa. ______
Alaga-se por preco commodo o sobredo do
largo do chafarla n. 1, roa do Brum: a tratar na
rea do Imoerador n. 65, primeiro andan
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
eral de Londres n. 224, Strand, na loja
todos os boticarios droguista e outras pessoas
faearregadas de sua venda em toda a America
fo Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
uma dallas contem uma instruccao am portu-
guez para explicar o modo de se usar dess pi-
lulas.
O deposito gsaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 22 em Pef-
oambuco.
Preetae-je .de um preto que aaiba coziohar
para uma casa de familia.: na ra da Cadeia do
Recife n. 5S. *>
Attencao.
Hootem 2 do correte perdau-se ama cartel
de notas, em cajo bolso se ochava uma letra de
376S000 a vencer em 20 do correle, aceita peloa
Sra. Leandro & Miranda desla praca, que eatio
avisados para nao pagaram, anda que dita letra
j eat paaaada pelo aacador por j ter sido ne-
gociada com os Srs. Gulmaraea & Rocha, mea ha-
via sido reanlregada ao primitivo dooo a sea pe-
dido : a pessoa que achou dita carteira a podar
entregar na ra do Queimado o. 33 A, loja Es-
perance, pota o coutedo (alen ala letia) oenhu-
ma importancia tem para quem a acbou.
Aluga-ae o primeiro andar do sobrado da
ra da Lapa n. 13 : a tratar na praca da Boa-
Vista n. 9.
Eugenio aium,
ropa.
aubdito (ranees, vai a Ea-
Ama.
Aluga-se ama sala propna para escriptorio:
aa ra larga do Rotarlo a. 35,
Precisa-se do ama ama que coziohe a engom-
is : na roa larga do Rossrio a. 22, segando
s ndsr.________________
Alafa-aa ama Baaaeaa Mssaataira: a ta-
m na ra da Cru a. 67.
r
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO I

MUT


D4JUUQ Ofc WftUtiDCO h- SEXTA IMA 4 DE JULIO Al 1861;
i

'


.,-
\

mltmm
^fWSBM
de um bom assastador, e que entona* de forcear,
para ama nadarla distan te 4* fifia' 5 lefooi; pa-
ga-se bem M o servigo gradar : a Iralar em
caaa da Tejao Irmioe. raa da A ai orn o. 35.
Aviso.
Cama & Silva, dono* da loja denominada do
Pato, na roa da Imperalni n. 60, avlsam a tena
devedoiis a virem 'pagar ieu dbitos al o dia
15 da ]olho de 1802, oa qae al caaa data nao
viere pigar' o sena debitoa entregue* a um
proeajedor Ja recebar judicialmente. Re-
ja recebar judicialmente,
de ttttS.
nm ailio na estri
a capella da Coi
boa caaa de pedr
fracto : a tratar
fronte da igreja.
rluga-se
Alvaro _
estabelecimc
para a rea dtj
bem conhec
pertencente i
la de Joio da Barroa paaaindo
ligio, oprimeiro a direita, com
acal, e baatantea arvoredos de
la Soledad, padaria n. 14, de-
ludoca. S
lagalhles mudaram o aeu w
ilo da raa da Cadeia n. 53, Q
Greapo n. SO B, anliga e a
la loja de faiendaa outt'ora J
Adriano & Caatro.
Joo da Silva taraos,
Precisa-te a
que saiba layar
servico de urna
medico pela Universidade na r^estreita do
do andar.
de Coimbra,
na ama teoca
ar para o)
ca familia:
p. i O, segn-
di eoaealtai en caa, daa 8 fia 10 horas
obla, e preala-se a qualquer chamado com
conheclda promptidio.
gencia de paswportg^
GRANDE
Laboratorio a vapor
Na ra daf Cruz sobrado n. 13, ba
para alugar um mulato e um moleque
dods boleejros e cope i ros, assim como'
ta na Gapunga no porto do
muito bons commodos
a : quena desejar urna
dirija-se a ra cima
m quem tratar.
j^erre, o
ra urna fa
ououtra co
que achara'
Precisa-
5ara todo ser,
roa de H
re de ama ama forra oa captiva
qo de ama casa de poaca familia :
rtaa n. 50.
Layagem e engommado
de roupa, de Ramos Pi-
mentel.
Emprea importante, que vai prestando rele-
vaotea aervigoa i aaoa reguezea pela promplido
e perfaico com que lava a roupa sem a estragar
PRESOS.
Roupa aortida (embora nao venham meias nem
lencos] 40 rs. por peca.
Pecas grandes iaoladamente 100 r.
Roupas de navios, vapores e hospitaes 70 rs.
Dita de familia que nao fregaeza 80 rs.
Dita de doenle de familia que n&o freguesa
a 120 rs.
Urna rod oa cortinado de cama ou varanda
a 500 rs. ,
O preco dos engommadoa mdico e confor-
ma aa pecss, como coatamam azeras engomma-
deiras. O praso da eotrega da roupa lavada
8 diaa, a engommada 15, sendo que mftao ?far
eatfi prompta antea do praao. Deposito na ra
Nova.
Pateo do Livramento n 11.
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio planta denles arli-
Qciaeapor grampos e ligaduras oa preaso do
ar, denlas ioeorruptives sobre oaro, anatema
norte-americano e faz todas asoperagdes de sua
rta e com promptido e limpeza
americano
americano
americano
ta americano.
Raa do Imperador
Ra do Imperador
Raa do Imperador
* Ra do Imperador.
Novo, eslylos de ambrotypo
Notos) estylos de ambrotypo
estylos de ambrotypo
eslylos de ambrotypo.
Muilo baratos
Huito baratos
Multo baratos
Multo baratos,
oa cartdes de visita
os cartdes de visita
_ os cartdes de visita
indos cartdes de visita.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15.
Frederico Gautier, cirurgio dentista
fas todas as operaces desua arte a e co-
loca de a tas artificiaos, tudo com -sdeln
rioridade e perfeigo que as pssoas-,en
tendidas lha roconhecem.
Tam agua e pos dentfieios, etc.
Gabinete medico cirurgico.
SRua das Flores n. 37.
Serio dads cons<as medicas-cirargi-
Seaa pelo Dr. Estevio Cavalcanti de Albu-
qaerque du 6 aalO horas damanhia, ac-
#cudindo aos chamados com a maior bre-
m vidade possival.
8 1' Partos.
! Holeatiaa de pello.
8.* dem do olhoa.
^ 4.# dem dos orgaosgenitaes.
ay Praticaritoda eqaalqoer operario em
gj aeu gabinete oh em casa doa doantea con-
2 forme lhea for mais conveniente.
a
:
ladino do Reg Lima lira passaporte para
ntro e fora do Imperte -par cojnmodo prego e
oreateza ; oa na da Pral, primeifc andar o. 47.
mKIHHMH OBI SIHitCtHilOafM
l b--Ra daCruz 6
O Dr. Rocha! Bastos
di conault.as todos os di
Cura radical e em pjouco das moles-
Usa ayphiliticas dos ofgos genito ati-
na rios.
Gonsultss de iraca da* 8 aa 9 horaa da
manhia.
mmmmm
Escripturcao:
Urna pessoa habilitada
cantil por ambos oa system
gumas horas vagas propoe-
algumas escripias, para o qu
rada das 0 as 9 horaa da ma
da larde em diante : na ru
81, segundo andar.
escripturagio mer-
, dispondo de al-
a tomar conta de
poderi aer protu-
|ba e das 5 horaa
do Imperador n.
Bailar & Oliveira
Porto.
sacaa sobre a praga do
Httenca alfiencao.
O abalzo aasignado, llquiaatario da exlincla
firma de Vidal & Bastos, roga aos devedores da
mesma a mandarem quaoto antes pagar seus
debitoa para assim deizar de i e ver oa obrigacjo
de entragar as raeamat a um ; roturador pan se-
ren cobradas judicialmente,
de 1802.
Joio Cirios Ba!
Recite 27 de juobo
sloa Ollvaira.
Commeniot
Umu pessoa com aa habilita
qae di flanea de saa condeca)
mtnuto prestimo ao corpo con
ca para exercer aa funecoes inItrenles a cobrsja-
;os necessariaa, e
, fferece seu di
mereial desta pra-
Caa, tanto dentro como lora d
dendo ser procurado nesla
roa do Qoetmado n. 4, primei
Fartaram na noite do dia 21 iara
correle, do rancho [do Sr. & igael, naa
um cavailo com os signaes
talhado, tem um G no quirto
craz no quarto direito por baii o da Cruz, tem um
ferro que nao me record poi
poucos dias : a peaaoa que
recompensada, levando i ra
a. 18 C, loja de miudezas, ou
ni o Mondes de Carvalho, no eogeuho
zinho;
Atsjfa-st ama preta
mero""
l"0 7fe..
i praii de
na raa do Rangel na-
no ta 14 de jenbo prximo paasado
Para luto.
da praia de Rio Doce [do
fdto iiionl
itio denominado En- "''.'os a 19500? oa raa do
lo de. nome Roque, com > lola d boa f.
aeadinba), o p._
os lignaes jwgutstea : baixo, (dr ful, cabeca
piejaeos, cabellos garaptohos.olho meio vesgo,
pernaa fioas, corlo rejualar. pouca barba, tem
urna cicatriz em a aobraBelba da olbo eaquerdo
procodiflo de am couce^e cavaba.' Este negra
bastante ladino o bem fallante, levou caiga e
jaquata branca e alpergatss nos ps : roga se ss
autoridades policiaee e capillas de campo o
quairaso aprehender e leva-lo ao mencionado
ailio onde sari generosamente recompensado
Pumos de seda elaatieoa para chapeos largos e
" Qseimado n. 22,
Attenco
l mesa regadora da irmaridada de N.
S. da Cooceigao dos Militares, tendo de
mandar abrir as catacumbas edificadas
no corredor da mesma igreja, por strem
por deliberaclo da meaa geral, cooat-
laidaa depsitos privados, manda aviafr
a todas aa pessoas que* tem prenles oa
amigos nellaa sepultados, que compare-
cen eotender-se com o abaixo aaslg-
nado at o dia 12 do corrente do contra-
rio aaro oa reatoa mor tai a que nellas se
acbam eonduxidos para o deposito geral
da irmandade, o nao seri sdmissival de-
pois dessedia reclamacoalguma. Reci-
te 3 de julho di 18020 aecretario, P.
B. Quioteiro.
O abaixo assigoado por inconvenientes dei-
xou di aer um dos encarregados da miaaa em S.
Jos do Mangoinho desde o Io do correle.
Manoel A. S. do Amaral Jnior.
Algodao de 1 larguras.
Veode-ae superior algodo moo&tro com 2 lar-
guras, proprio para laocoea e toalbaa de meaa a
700 rs. a vara : na ra do Quaimado n. 22, na
bem coobecida loja da boa f.

A 2,400 rs. a duzia.
Lencos brancos finos para algibeira pelo dimi-
nuto prego de2$4.00 rs. s detia : na bem conhe
cida loja da boa f, na ra do Quaimado n. 22,
Vende-se a loja da fazeodas da ra do Quei
mado n. 47, com poucqa- fundo, e muito afro-
guezada, boa para q
belecer
que
uer principiante que
lrt*r da mesma lojr.
Pnprlo pin-re.a*
Cambraias de cpres
Vendem-ae cantnralaa francezas de cores fa-
zaoda muito fina peto baratiasimo prego de 260
e 280 rs. o covado : na loja da boa fe na ra do
Queimado n. 22.
Superior brim braaco de
linho
Vende-se superior brim brsnco de linbo tran-
cado pelo baratiasimo prego de 1$200, 1^440 e
1*600 a vara, dito muito eocorpado de dona fios
e de linho puro a 25 a vara : na ra do Queima-
do n. 22, na bem conhecida loja da boa lev.
ta provincia, po-
lypographia, ou na
o andar.
egoiotes
eaquerdo.
22 do
Aris,
rodado,
e urna
ter comprado bs
appreheoder ser
estrella do Rosario
a sea dono Anto-
Cajabugu-
Aluga*ae urna caaa terrea na ra da alegra
com 5 quartos, cozinha (ora. Icactmba e qaintal,
de 3 jaoellas e 1 porta : a Ira
peratriz n. 43, segundo andar,
dor n. 67.
sr na ra da Im-
cu na do Impera-
om baataote com-
terrea no
Aluga-ae urna caaa de s< brado na povoagao
de Beberibe, ao p da ponte, :om baal
modo, cocheira, estribara, e 1 ma casa
mesmo logar, entre o rio e o sobrado ; quem
pretender, dirija-se a loja de cera na ra do Ca-
bug, ou so mesmo lugar de Beberibe a Antonio
Flix dos Santos. '
0 I ivro do Poyo.
Sabio i lu publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direegao do Sr. Dr. A. Marques Ro-
drigeos, e conlm a vida de N. S. Jess Chtisto,
segaido a oarrago doa qaatro evangelistas, e
mais os aeguinles srligos: ovigario, o professor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prali-
ca, Simio de Nantua, mximas e pensamenlos,
a bygiene, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicicao do LIVRO DO POVO nao s tem
por nm uniformisar a leitura as escolaa prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
differente, o prtenlo facilitar o Irabalho do mes-
tre e do discpulo, como tarabem vulgarisar, por
am prego baralisaimo, a biatoria do ailvador do
mundo, e oa melhores preceitos de moral.
Venda-se o Livro do Povo, no Recite, na
livraria da praga da Independencia ns. 6 e 8, a
500 rs. o exemplar em brochura. a 800 ra. car-
tonado.
Precisa-ae alagar um muUtinho captivo de*
12a 14 annos para servir a um estrangeiro : na
rus de'Joao Fernandes Vieira n. 19.
S idvocacia.
V Joio Maria de Monea Navarro bacba-
t^ re em direito pala faculdade do Recite
tem eetabelecido sea escriptorio de ad-
vocscia na raa das Crazes n. 24, primei-
9 ro andar, com o Dr. Francisco Piolo
Pessoa, podendo ah ser procurado das
10 horas da manhaa at ss 8 horaa da
tarde, e por diante em caaa de sua resi-
fP dencta liba doa Ralos n. 1.
& Advoga em todos os juizos e tribanaes
' desta cidade, e incembe-se de qualquer
W trbalho tendente a sua proQssao para o
Sg interior da provincia.
Bicos basquines
A loja da boa f recebeu superiores bitquines
de muilo fina cambraia^ imilsgio da de linbo,
bordados eenfeitados com apurado goslo eos
vende pelo barato prego de 8$ cada um, tendo
sido sempre sea culo de 16} e 208, spreaaem-ae
pois em compra-los na mencionada loja da boa
f, na ra do Oaeimado n. 2S.
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Superiores lazinhas para vestidos de -muilo
bonitos padrees que se veodem pelo baratiasimo
prego de 440 rs. o covado : na ra do Queima-
do o. 22, no loja da boa fi.
Babia.
stos a saccoa de as-
sucar : vende-ai na ras da Cruz n. 1, eacriptotio
de Antonio Laii de filirp ^ A'etedo A G.
Agua de colonia ambria-
da esen, er..
Eaaa eslimada agua de coaWa ambreads, de
que tantos a tanta lempo seotem s falta, acaba
de chegar em bonitos frascos Verdes, os quaesse
eatio vendendo a IJOu cada um ; aaaim como
chegou igualmente um graohe soriimento da
verdadeira agua do colonia de Piver em frascos
e garratiohas de differeutea tamsnhos, ludo is-
so na ra do QueiatMo, loja da sguia braa-
ca n. 16.
Apparelhoseporceliauadou-
rada para ch^ de bouecas.
Aloja da agua branca desejando que todos
facam a vootade a auaa bellas meninas esl ven-
dendo cornu odamenle esees bonitos apparelhos
de porcellana dourada, e pioladas 1*500 e 2$,
tendo cada am 6 casares de chicaras, e os mais
perteoces, a vista do que todos irio (munidos de
inheiro) para compra-Ios ns raa do Queimado
o\16.
Aviso.
Manoel Pereira Azevedo e nao Mmoel Pereira
de Azevedo, declara ao Sr. annunciante da ra
estreita do Rosario n. 32, que veio, verdade do
norte ltimamente, no vapor Jaguaribe, e as-
siste na ra da Cadeia n. 57, onde pode ser pro-
curado. Declara mais qae nada deve a peaaoa
alguma, maa se slguem se juigsr e for seu cre-
dor, aprsente sua conta no escriptorio dos Srs.
Parite, Visnna & C, que seri promptamente
satiafflito.
Ama de ieite.
Pre
Cotove'
erra
se de ama ama
n. 12.
sem filho : ns ra do
Fartaram do dia 24 de Janho um relogio
de ouro patente auisso n. 11764, com urna cor-
rente tambern de ouro, moderna, com um sioete
e duaa chavea : roga-se a quem for oflerectdo de
o appreheoder e dar parte na ra Direita n. 69,
padaria de Antonio Alvea Miranda Guimaraes,
que 8(>ri bem recompenaado.
"V
Attenco.
A
Na ruadas Aguas-Verdes n. 23, casa de pasto,
fornece-se comida bem faila e por barato prego
para qualqaer pesaos ; igualmente tem todoa oa
domingos a excelleole mito de vecca para os fre-
gueses amantes de lio bello petisco: na mesma
precisa-se de ama peaaoa para conduzr comida.
Caixeiro.
Attenco.
Antonio Gesario Moreira
as, faz sciente ao respeita-
1 publico com especialidade
s seus freguezes, que mu-
dpu o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n. 32, e est venden
do por menos do que emou-
'tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affiaoca a
boa qualidade destas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
Gasa de saude em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Este eatabeleciment ji bem coohecido, o con-
ceituado nests provincia pelos relevantes servi-
dos qae tem prestado, contina nsa melhores con-
dlcee debaixo da direegao de sea propietario i
receber doentes detodaa as claaaes, os quaes se-
rio iratadoa com todo a zelo interesse pelos
pregos aeguinles :
Primeira classe 3O00 ou maii.
Seganda dita...... 29500.
Ter-ceira dita...... 2)000.
Em qualquer daa claasea oa brancoa (icario se-
parados dos negros. Os alienados di 2." e 3.a
classe nio furiosos psgario a diaria ordinaria,
aendo furiosos psgario mais a quarta parte. Os
llnalos da.1.a classe pagarao segundo o ajusta.
Na travessa da ra das Gruzes n
2, paimeiro andar, tinge-s para todas
sa cores com presteza e com modo preco.
Aluga-se a caaa terrea da raa do Fogo n.
16 : a tratar na ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Lulz de Oliveira Azevedo.
Us Srs. Vicente Elias Cavalcanti
de Albuquerque, morador em Seri-
nhaem, tenha a bondade de apparecer
na ra Nova n. 47, loja de Bastos &
Reg, a negocio que nao ignoram.
Mudanza.
Offerece-se urna pessoa para caixeiro
brancas nesla cidade com pratica para
amigavelmenle ou judicialmente : quem
preatimo se quizer ulilisar dirija-se a ra
ta n. 19, loja.
de co-
cobrar
de aeu
Direi-
Attenco.
O dono da casa de pasto italiana do becco da
Boia, mudou-se para a raa da Craz o. 9, ter-
ceiro andar, e continua com o seu estsbelecl-
mento de dar comida as pessoas que o quizerem
bonra-lo com sua freguezia. Tem quartos mo-
bilbadoa para alugar, aasim como toma pendo-
nistas para comida.
Companhia Fidelidade de se-
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro, com o capital de
16:000:000^.
Agentes em Pernambuco
Antonio Liz do Oliveira Azavedo & G. compe-
tentemente autorindoa pela directora da compa-
nhia le seguros Fidelidad, tomam segaros de na-
prelioa, no aea escriptorio,
vios, mercadorias
roa ds Crnsn. 1.
K3-B1XAS
de Hamburgo
Alugam-se vendem-ie por qaslquer prego
na raa do Raogil n. 18, amola-si lodo o ierro
orlante.
Manoel Antonio de Garvalho
com loja de fazendas na ra do
Queimado n. 17, mudou o seu
estabelecimento para a casa n.
27 da mesma ra.
Precisa se de ama ama para coziobar
comprar ; na ra das Larangeiraa n. 16.
Irmandade do Senhor Bom
Jess das Chagas da igreja
do Paraizo.
Domingo 6 do corrente, no consistorio da nos-
sa irmaodade, dever ter lugar a eleigio da meaa
que tem de rege-la no futuro anno de 1862 1863.
Por ordem da mesa actual sio convidadoa todos
os oossos carissimos e respeitaveis Irmios a com-
parecerem aa 8 1|2 horas da manhaa, afim deae
proceder a esse acto, logo depois de celebrada a
missa votiva do Espirito Santo.
Coosialorio ds irmandade do Senhor Bom Je-
ss das Chagas, 2 de julho de 1862.
Francisco de Paula do Patrocinio,
Escrivao.
ttenco, senhores fregue-
zes.
Ignacio! Gomes Porto, oilr'ora morador na rus
estreitajki Rosario, acha-ae de novo eslabelecido
n" *u"^a*rU o. 76. com mfScianle obrai de
seu offl.j ee alfaiate, de toda a qualidade ; es-
per* j seas freguezes tanto deata praga como
do *sBsBflfd* delle se nao esquecerio, prometiendo
como sempre dia e hora em seas trstos como
costuma, ele.
Manguitos e gol las de
cambraia ricamente bordados
Vendem-se manguitos e ollas de superior
cambraia ricamente bordados pelo insignificante
prego de 29 o par de manguitos com urna golla,
sendo que sempre caslaram 69 cada par, aaaim
pois recommenda-se aos amigos da sania eco-
noma que aproveilem a boa occasiio, dirigi-
do-se com dioheiro a loja da boa fe na ra do
Queimado n. 22.
Bonitos paliteiros de porce-
Nana dourada.
Agora ninguem deizari mais de ter em sua
mesa um bonito palitetro de porcellana dourada
pois que tiles aeveatao vendendo a 1&e 1$500
na iojs da aguia brantWjs. 16.
Tnom Feroaodaa da Coala e ana aenhora
retiram-ae para Europa a tratar de sua saude.
Compras:
Compra-se
pucuman a 80 rs. a libra : na ra do
Cabuga' loja de miudezas.-n. 1 B, da
aguia de ouro.
Compra-se papel da diario para embrulbo :
na reBoagio da raa doaGuararapes n. 42.
Compra-se um eacravo de 14 a 16 aonoa
de idade, sadio e qae eolenda de bolea : na ra
do Sol n. 37.
Compram-ae doua eacravos poaaantea sem
offlcio, masque nll tenha m vicios: a tratar na
ra Auguata, n. 1, segando andar.
Compram-se 2
da bitola da cmara
marcineiro n. 3.
portas e 2 janellas velnas,
: na ra das Flores loja de
A abaixo assignads, viuva di Francisco Ha-
tbias Pereira da Gosta.aviaa aos Srs. negociantes
a todos em geral que nao se responsabilisa por
dividas contrahidas por sea entiado Liberato Pe-
reira da Costs esdete do 1* batalho di infante-
ra e agora do 9* da meama arma, para que
ninguem se chame i ignorancia faz o preaente.
Recite 29 de junho de 1862.Anna Machado de
Luna Freir Costs.
Perdeu-se na quarta-feira 2 de julho da
roa do Rangel al o bolequim do Policarpo, urna
luneta de ouro com dous furos : quem a achou
qaerendo restituir dirija-se a loja da praga ds
Iodepencia n. 6 e 8, que se gratificar genero-
samente.
Precisa-ae alugar uma preta captiva oa urna
mulher forra para cosinhar e faier o servico de
uma pequea familia : na ra da Cruz n. 9, ler-
ceiro andar.
Yendas.
Vende-ae um oa doua buhares na esquina
ds ordam tercaira de S. Ftanciaco : quem os
pretender apparega para fazer negocio com ou
os dous.
Vende-se uma crioulinha de 12 a 13 an-
uos de idade, bem parecida e sem achaques,
com principio de costurss oa troca-se por oulra
de maior idade, que tenha habilitages para o
servico de uma casa : qaem a pretender dirja-
se a cidada de Olinda sobrado junto ao fundo da
igreja de S. Pedro Martyr ou cesta praga a fallaj
com Pedro Sitnio da Silva Braga na ra da
Senzala Velha sobrado n. 112. junto a coeheira.
Camisas inglezas baratis-
simas.
Vendem-se camisas inglezas com aberturas e
panhosde linho e com pregas largas pelo bira-
to prego de 30$ a duxia, aaaim como outraa ermi-
tas superiores a 409: na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Vendem-se caixes va-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1 280 cada um :
uesU typographia se dir.
Magalhaes des..
recebando varias fazendas novas as vende por
prego baratiasimo para acabar, na raa da.lmpe-
ratriz, loja e armazem da arara n. 56.
Banba japonez\e piltras mui-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca acabo, de despachar, de
sua encommenda um grande e bello sortimento
de finas perfumaras do* msi atesados abri-
eaoiea, sendo as bem conhecidas e apreciadas
banhas, japoneza, transparente, philocome im-
perial em bonitos copinhoa com lampa de rretal,
dita nos copos gran- es, dita em compoleiras li-
sas e lapidadas, oleoa de babosa, pbilocome e
Lubin, pomadaa ou coamesliques, linos extractos
doa preciosos e eacolhidos ebeiros Jsckvy-Club,
mil flores, miel de Inglaterra Marechal, Principe
Alberto, Gaorge IV, etc. etc. Recommenda-se- a
todas as senhoras de bom goslo o uso de qualquer
desees estimados extractos porque aquella que
em uma sociedade, theatro, ou baile estirar com
seu tino lenco orvalbado de lio sublimes aromas
teri por ceno o prazer de ver ss auas vieinhas
da direita e esquerda I he rendendo bomenagem,
pergantarem donoa F. onde comprou esse tao
sgradavel ebeiro ? E ella orgulhoaa de seu bom
goslo, mas com sr prazenteiro Ibe responder:
na ruado Queimado loja da agna branca nume-
ro 16.
Cortes de cbita da arara.
Vendem-se corles de chitas finas com 121|2
corados por 29500, chales de lia por 19, ditos de
lia e seda a Sg, ditos de merino estampados a
2J5O0, manguitos e golla de linbo para senboraa
;50, gollas bordadas a 500 rs. : na ra da Im-
peratriz, loja da arara n. 56.
Arara vende as capas.
Vendem-se cspss para aenhors a 6$, ditas de
liazinha finas 109. manteletes de grosdeoaple
preto modernos a 25 e 309, bales de arcos mo-
dernos para senhora, ditos de brilhanllna, ditos
de arcos para meninas a 2$, salas de cordo que
faz vez debalao por 19400; na ra da Impera-
triz, loja da arara n. 56.
Arara vende as saias.
Vendem-se saias bordadas para aeoboras a
29500, ditas de 4 pannos a 89, cambraias lisaa a
pega 1|600, 29, 29500, 3$, 39500. madapolo fino
de 24 jardea a pega a 49400, 4g600. 5S 5*500 e
69, dito entestado a 39 ; na ra da Imperaltiz,
loja da arara n. 56.
Cortes de cassa da arara.
' Vendem-se cortes de cassa prela a 29500, ditos
de cores a 2/500, cortes de organdys com 15 co-
vados a 79, ditos com 25 covados a 89, ditos de
lia com 22 covados a 8$, ditos de gorgurao com
18 covados a 6$500 : na ra da Imperatriz, loja
da arara n. 56.
Vende-se laminha i ara vestidos a 3J o
covado ditas muito linas a 500 e 600 rs. o covado
fustios leves para vestidos a 280 e 320 rs. o
covado, gurgurao de linho para venidos a 280 rs.
o covado cassa a turca para veatidos a 240 e 280
rs. o covado, cassas francezas finas a 280 e 300
o covado, ditas organdia s 320 rs. o covado: ra
da Imperatriz loja da Arara o. 56.
**> Offerece-se um sacerdote para
capello de engenbo ou povoados:
quem quizer anuuncie.
CONSULTORIO ESPECIAL B01E0PATHIC0
BO D0UT0B.
SABINO O.L.PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Conaitaa todos os diaa tela desdi aa 10 horas
at meio dia, acerca da seguiatia molestiaa 1
moitatiof da mulhtrtt, molttliat das erian-
Ct.moltttiai da ptllt, molutiat doi olhot,mo
tiai syphilitiea$,toda$ at capee tas de ftbru,
ftbrtt inUrtnitanaa satas conttqutnciat,
PHARMACIA KSPIC1AL HOMKOrATHICA .
Verdadeiroi medicamentos homeopatbicoa pre-
jaradoa som todaa aa cautela neceaaariaa. in-
alliveiaem aeua effeitoi,tanto em tintura,come
am glbulos, polos pregos mais commodos pos-
arais.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
anicamente vendidos em saa pharmacii; todos
que o forem lora dola ai (lisas.
Todas as earteiras io acompanhadar di am
impresso com am emblema em relevo, tendo ac
reonr aa seguintn palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinno, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista doa medicamentos que se po-
do, Aa cartelrss que nao levaren eeai impresas
asaim marcado, a robora enbam natampa o no-
asedo Dr. Sabino ato falsa
Aliso.
Pede-se ai Sr. Manoel Pereira da Azevedo'
vindo do norte 00 dia 23 do mez prximo paasa-
do, no vapor Jaguaribe, a bondade de vir tra-
tar de negocios de sen interesse; na roa estreita
do Basarlo n. 32. t*rc*iro andar.
Deaappareceu deata typographia um pe-
queo gato preto, sem sigoal algum de outra cor,
tem oa olhos verdea: quem o schou Irazendo a
esta typograpbta sera gratificado.
Fiedeiico Munbard, cidadao
ra EarVip.
auisso, vai pa-
Oa abajxo asaignadoa fazem acieote a esta
praga que aerara procuragio bastante ao Sr. Ar-
nold Meyer, para durante a ausencia do socio Sr.
Frederico Monaard, adminiatrar a ana casa com-
mercisl. Pernambuco 1 de julho de 1862.
Uonhird 4 C
Joa Hachado o'Avilla e Agapito Joa, am-
bos casados e subditos portuguezea, reliram-se
para a provincia do Cear rom ajase familia.
Qnem precisar le daaa eacravaa par alu-
gar que sabem engommar, cosinhsr, enssboar o
comprar na ra e lodo o servigo interno de uma
casa a tratar de meninos com delicadeza : diri-
ja-as s rus da Alegra n.7.
Alugt-se o terceiro andar do sobrado re-
construido piulado de novo, sito na praga do
Corpo Santo, esquina di mi do Trapiche p. 48 :
tratar no mesmo.
Irmandade do Divino Espirito
Santo.
O procurador geral da irmandade em conor-
midsde com aa diaposiges do nosso compro-
miaso, convida aos membroa do conseibo fiscal,
que nio fizeram parte da mesa regedora linda,
a comparecerem em nosso consistorio domingo
6 do corrente is 10 horas da manhaa para a ori-
meira sessio ordinaria de qae trata o art. 83 do
mesmo compromiaso. Consistorio da irmandade
do Divivo Espirito Santo 3 de jalho de 1862
O procurador geral, Joio Alvea Hachado.
Esti justa a compra da casa larrea n. 13
na ra da Mathiaa Ferreira em Olinda, perten-
cente so Sr. Francisco Antonio ds Silva : quem
ae juigsr com direiio a ella, dirija-ai a roa do
Qaetmado n 15.
Aluga-ae um moleque de 16 anuos para to-
do servigo de ama caaa ama oscrava s para
o interior: ni fia di Imperatriz n, 86, primei-
ro andar.
FAZENDAS BARATISSMAS
HA
Ra da Imperatriz n. 20,
loja de Doarle Borges da Silva.
O dito Silva comminica ao
respeitavel publico e com
especialidade aos seus nume-
rosos freguezes antigos e mo-
dernos, que constantemente
a cha rao na dita loja um com-
plet 6 variado sortimento de
fazendas proprias deste mer-
cado e vendidas pelos precos
mais commodos, de que em
outra qualquer parte, affiaii-
cando a boa qualidade e dura-
cao das supra ditas fazendas.
%
Pechineha
Queijos de coalha a 400
rs. a libra,
o ioloiro a 320 a libra, manleiga iogleza flor a 960
e 720, franceza a 6(0, cevadinba a 200 rs., sag a
240, bsnha refinada a 440, e em barril a 400 rs.,
gomma de ararata a 100 rs., e em arroba a 2980o,
vtnho do Porto, Figueira e Lisboa a 480, 560 e
720 a garrafa, e 39500, 49 e 4$800 a caada, es-
pirito de vinho de 38 grios a 240 a garrafa, I96OO
a caada, canna engarrafada a 200 rs.: na ra
das Cruzes o. 24, esquina da Iraveasa do Ou-
vidor.
Globos -de louca
No srmazam de materiaea da Manoel Firmino
Ferreira na ra da Concordia n 75, vendem-se
estes globos para enfeites de cobertas de casas,
jardn, etc.. chegados ltimamente da Europa.
Vende-se ama casa nos Quairo Cantos de
Olioda, com bons commodos e cbios proprios : a
tratar na Boa-Viata, beceo do Fundi a. 2.
Tesouras finas.
Para coaluras e para unhaa, com um pequeo
toque de ferruge a 400 rs. : na raa larga do Ro-
sario o. 36, rival sem igual.
Escrava venda.
Vende-ae uma mulatinha de bonita figura,
com idade de 15 annos, que engomma e cozinha ;
a tratar na loja da raa do Queimado n. 48.
sem igual para acabar
Llodaa liazinhae de quadros cores es-
curase clares a 200 rs. o covado.
Superiores chitas francezas largas com
am peqaeno toque di mofo a 200 r. o
corado.
Lindos cortes de chita franceza larga
escuras e claras com 11 covadoa cada
corte a 295OO: na ra do Crespo n. 13.
0 ultimo gosto.
Cbagaram as lindas mogsmbiqnes de
corea as maia delicadas de quadrinhoa
falmaa de aeda fiogiado seda, com daaa
. srgurss a fazenda .mais moderna que
gh ba para vestido a 480 r. o novado: sa
F loja do (obrado de 4 andares na ro do
W Crespo n. 13. asnal 9
> 0 M
8
S
:
s
Attenco.
Vende-se grande e variavel sorlimento de la-
mancos oa raa Direita n. 11, neati estabeleci-
mento os donos esli resolvidos a vender mais
barato do que em ontra qualqaer parte, por se-
rem elles meamos os fabricantes, tsoto em porgao
como a retalho. Avisarse os freguezes desta pra-
ga assim como os do mato.
Vende-se urna grande cssa di doas anda-
5es 1 solio sita na raa da Guia, com 83 palmos
e largura e 130 de fondo, com nm peqaeno
aintal em chias proprios, livro o deaemnara-
ga : na ra Nova o. 18 loja, ae diri qnem vende.
Vende-si cal de Jaguaribe superior i de
Lisbos para ongenho 1 caiar. em barricas re-
gulares por 350OO cada ama; no trapiche do
Rimoi, n. 6,
Papel amisade branco e de
cores.
Vende se pacoles com 100 folhaa de papel ami-
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pcele :
na ra do Queimado loja da aguia branca nu-
mero 16.
ummmmmmmmmmm
Acaba deche-
gar ao novo
armazem
DI
Bastos & Reg*
Na ra Nova junto a Couceicao g
dos Militares n. 47.
Om grande e variado aortlmento de K
roupas feitas, colgados e fazendaae todos 9
estes se vendem por ptegos mnito modi- a
Qcadoa como de sea costume, assim co-
mo sajara sobrecasacos de superiores pan-
nos o casacoa feitoa pelos ltimos figuli-
nos a 269,289. 309 e a 359. paletots doa
mtstnoapannoa preto a 16$, 18|, 20$ e
a 249, ditoa de caaemira de cr mesclsdo
e de novos padroes a 149,16j>, 189, 209
e a 249, ditcs de caaemira de cor mes-
ciado e de novos padroes a 14$, 16$, 189,
209 e 2t|, ditos saceos das roesmaa ca-
semiraa de cores a 99, 109, 129 e a 14$, !
ditoa fritos pelo diminuto prego de 89, 1
109 e 12}, ditos de sarja de seda a so- )
brecasacados a 12$, ditos de merino de
cordio a 129, ditos de merino chinez de j
apurado goslo a 15$, ditos de alpaca <
preta a 7$, 89, 99 e 10, ditos saceos I
pretos a 49, ditos de palha de seda fs-
zeoda muito superior a 48500, ditos de i
brim pardo e de fustio a 39500, 4$ e a '
4J500, ditos de fustio branco a 49, gran- ]
de quanlidade de calgaa de caaemira pre- 1
ta e de corea a 79, 89,9$ e a 10$, ditas
pardas s 39 a 49. ditas de brim de co-
res finss a 2)500, 89, 39500 a a 4$, ditaa
de brim brancos finas a 4$50. 59, 5J510
e a 69, ditas de brim lona a 59 e a 69,
colletes de gorgurio preto e de corea a
59 e a f 5, ditos de casemira de cor e pre-
tos a 4$>00 e a 5$. ditos de fustio branco
e de brim s 89 o a 39500, ditos di brim
lona a 49, ditoa de merin para luto a 49
e a 49500, calcas de merino para luto a
49500 e a 59, capaa de borracha a 99000.
Para meninos de todos os tamanhos : eal-
5a de casemira preta e de cor a 59,69 e
S, ditas dltss de brim a 2$, 3$ e a 3&500,
paetota saceos de caaemira pieta a 69 e
a 79 ditos de cor a 69 e a 79, di-
tos de alpaca a 39. sobrecasseos de pan-
no preto a 129 e a 149. ditos de alpaca
preta a 59, booela para menino de todas
aa qualidade, camisaa para meninoa de
todos os tamanhos, meio ricos ve lidoa
de cambraia feitos para meninas de 5 a
8 annos com cinco babados lisos a 8$ e
a 129, ditos de gorgurio di cor de lia
a 59 e a 69, ditoa ds brim a 89, ditos de
cambraia ricamenteborbadoa para bepti-
sadoa e multas ostras fazendas e roupaa
feitas que deixam de ser mencionadaa
pela saa grande quanlidade ; assim como
reeebe-ss toda e qualquer encommenda
de roupas para se mandar msnnfscturar
qae para este flm temos am completo
sorlimento de fazendas de gosto uma
grande oficina de alfaiate dirigida por um
hbil meatrs que pela aua promptidio
perfaico nada deixa adeaejar.
Parapunhos,
Boles para panhos maito bons a 120 e 160 o
par ; na ra larga do Rosario n. 86, rival sem
Igual._______________________________________
Enfeites
pretos o de coros a 59 cada um ; na ro larg ado
Rosario n. 36, rival sem igual.
Delicada liaziohaa eom florea bordadas a agu-
lba, cortes com 15 covados, pelo baratiasimo pre-
co de 4$500, e covado da mesma fazeoda a 820
ra. : n roa do Queimado n. 44.
Vende-se urna escrava crioula que cozinha
o diario de ama casa, lava da sabio e fas varre-
la|: qaam a quizer ver, vi a na da Bram, o-
brado n. 6, qua achari com quem IrsUr.
^ende-se um eacravo criollo, mofo e de
bonita flgurs, pirfeito officlal de tanoeiro. e mon-
ta qualqaer distilagio por ter disto multa prati-
ca : no caes do Ranos, sobrado a. fl.
i
<
-
aauoaaai



6.
|hapeos,|
c
110) X-
elazioa
P.tar dt C,
sortimento de
_ de um do maia
*W*b ttB,taa
trtnetOBi pan o
Grava!
*p,
Veodem
Bat pooUa
assim s
g'iia braniel
da bota Mtim
urna, to baratas
ueimado, loj d'a-
uco.
.0 vigilaut
de diverso
21 por cont
Sit>s pa tse
Riqaissimos ainles dotftadoi,
rtcetrer*novo aortiraento
le veodem por manos
oatrs qualquer Darte.
seiinoras.
. pelo baratiasimo
prego de 29, e com uela ao lado a 4*, asstm co-
mo da tha de sed,-** talludo a 1* : ao no gallo
vigilante, ra dn enptofl n. 7. *
-nfeites*
Vendem-se.eMriquissiraos enfeite da caneca
com franja e idrilho a 5$, ditos sem franja Jt 3,
ditos traacaota 2500, dito* de lacOjTfita e
bico de sada a 2y: s oo gallo vigilar^ roa do
Crespo o. 7. _
Fivtilas para safio.
Riquissimas flvelaa de acocoraroadraoerola no
eaotro a 1*200. ditaa de m_dreperolaa 80, ditaa
donradiohos a 340 : s ao gallo vigilante, ra do
Creso" n. 7.
Vidriliio.
Lindos idrilbos pretos e de corea, pelo bara-
tisaimo preeo de 1*600 a libra : s no gallo vigi-
lante, rus do Crespo n. 7.
Para eutreter o tempo.
Os lindos jagos de dminos a 1*400, lindas cai -
liabas com jogos de itspora a 900 ra.: s no gal-
lo *iil*nt, ru do Cresiio n. 7.
A baiiha fina,
em copoa grandes, chogou para t loaj d.aguii
- branca, rea do Qaeiroado n 16.
.ILMKY
das seis portas em rente do
Livrameato. 15,20,30 e 40
arcos.
Grenia sortimento de saiss a balSo de arcos,
os melhores que squi tem apparecido no merca-
do a 49500. 5*, 6g e 6&5')o rada um, d se para
amostra coro penhor ; a luja esl aberta at as9
hras dn noite.
Ra Ja Somalia INovh 11 42
Vende-se em casa da S. P. Jonhston & C.#
sellins e stlhaa'ujgiazos, candieircs e casticaes
bronzeados, lonas ioglezas,.fio de vela, chicotes
pa-a carros a montara, arreios para carros da
um a dous cavalluf, e relogios de onro patenta
inglez.
Veude-se-aui oejjro oioc qu* sabn traba-
Ihar de carapina : pa rua da Praia n. 31. a.'gan-
do a n'tar.*
jLoja das t por-l
tas fim frfint.fi dn T.ivrn -
t tas em frente do Livra
meoto
Baldes de? 15, 20. 30 e 40 arcosJ
Grande lertimento da baldea da arcos '
os melbaga* nesta rateada grandes,
chitas frasfcaaXs-largas osciarat a 22U e
S40 rs. o cavado, ditaa estrellas mtodi-
anas a 160 rs. o cavada, caaibrai lisa
par forro com 8 t\i varas a 2* a peca,
dita fiase 3, 4, 5JJ e 6S muito finas,
dltM de aalpiqaioho com 8 1|S varis a
I 8*500 a peca, cobertas alcoxosdas bran-
9 cas e de corea para 'cama a 4*500 e 5f, rt
I cassas de corea francesas tintas segaras 1
I a 320 rs. o covado, pac de bretanba da
I rolo a 2f, algodao trancado alvo maito
Z largo para toalhaa a 1* a vara, enfeitea a
I Garibaldi todos pretoa a 5* cada um. len-
| eos braacos com barra < cores a 120 ea-
| #a em, roeo-faite- a todar a qaalida-
Sdes maito baratas, a loja est aberta al
as 9 horas da noite.
Superior car*do Lisboa.
Ten para vender em porco e a retelbo Anto-
nio Lii de Oliveira Azevedo & C-, no aea at-
en ptorio mi da Cruz n. 1.
;i
J^Mobilia.
Na ra da Camboado Carmo loja n.
12, vende se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, piantbasia etc. por prego mais
com modo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encocomenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
%
REMEDIO INCOMPARfcVEL
UNGENTO HOLLOWAY
Miihares de individuos de todas as nacoai
podan testera un ha r as virtudes dester.medie'
iocomparavele proyarem caso necessario, qu*,
pelo uso que del le fizeram tem seucorpoi
rcimbrosi nteiramentesosdepoisdehavar em-
bregado inntilraenie outrostratamentos. Cada
passoa uoder-se-haconvencer dessascuras mi-
ravilhosas pelateitura dos peridicos, quelh'ai
rslatam todos os das ha nimios anuos; a r
maior parte dolas sao to sor prendantes qui
admirara os mdicos mais celebres. Quantai
pessoas recobrarais cora est* soberano ramedk
o uso de seus bracos e pernea, depois dedui
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tai
deviam sorTrer aampuiacao 1 Dtllas ha iaau
cas que iavendo4atxado assas, asylos depade-
tt man tos, para se nao submetere aassaope-
ra;o dolorosa foran curadas cffmpletamenta.
nudiante o uso desseprecioso remedio. Al-
gamas das taas pessoa na enfuso de sau reco-
nhacimento declararan estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magia-
trado$,afim le ais autenticarem su afirmatiy
Ninguem dasesperaria doestado desaode s
vase bastante confianja para encinar este re-
medio eonsiantementeseguindo algum lempo c
tralaaento que necesstasse a natureza do mai
eujo reauludo seria provarincootesuvelmntt!
Que ludo cura.
O uagacnto he a til, mais par t leu
lamiente nos segulntes casos,
Aiporcas
Gai robras
Gallos'.
Aacares.
Cortaduras
Dores de cabeca
das costas,
-dos meaebfoa.
Enferrnidades di cutis
em garal. ,
Oius de anua.
Erupeoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdad ou falla de
calor cas extremida-
des.
Frieiras.
Gaagivas escaldadas.
luehaces.
aflammacao da figado.
Inflammacao da baxica
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos paitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
QueimadeUs,
Sarna.
Supuraces ptridas.
Tinha, en qualqoet,
parta que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulacesi
Veas torcidas ou no-
das as pamas.
Grande
liquidado por todo
o pre nhecidalojadoSer-
tanejo.
tHa do Queimado b. 4S.|
Apparecam com di-
uheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escaras finas a 160, 180 e 200
., cortes de vestido pratos bordados a
velludo de cutio da 1504 Tanda*
por aft|, 409, 509 a "08. aahidaa de baile
da velludo e eiim a 129 e 13, cernan
para aenbora a 2i000 e 3j5O, goilieba
de cambiis bordadas a 300, 600, 700,
800, 90U e 1. dita de 016 bordada a 120
rs., casaveguea de feelao a 69, 69,75,89,
raeias de seda brancas e pretas para ae-
ohora a 1J200 o par, tiras de babadoa a
500 e 7G0rs., laade quadro enfeatadae a
300 e 360 rs. o covado. cambraia preta a
400 e 440 rs. a vara, organdys de cores a
4)0 r. a vara, fil brenco adamascarlo
para cortinados e vestidos 400 e 500
rs. a vara, cortes de olleta de caaemira
bordadoa pretoa a 29 e 39000, ditoa de
i velludo de tdr e pretoa a 9, 49,59 e 69,
l paletota de brini branco francezea a
3$500 a 49500, ditoa de casemira de co-
S re pretoa a 149 a 16*. ditoa de alpaca
f> preta e de corea a 39, 3J500. 49 e 49500, tf
S camisas de peito de Hoho e 25500, cortes
g de collete de orguro a 19500, 19700, 1
292U0, 38 e 33500. cole-.ca (eitosdebrim S
I branco a 29500, ditoa feiloa da gorgurao 1
9 a 29500 e 39500. ditoa feitoa de casemira -
S a 3J500, i% e 4J500, ditos de velludo a
g 59, 69 79, ditos de fusta o de corea a
S 1(500, um variado sortimeoto de meiaa
Spara homam e tenhora, grioaldae com
flures, hales de troco, esparlilbo, e lo-
E da a qualidade de roupas feila para ho-
mem que tudose veude por melado do
1 seu valor.
Aeucao
Chegou para a loja da victoria, candieiroa a
gai de oovoa gostoa e modelo, tanto para sala,
como para aseada e quartoa e para outraa omitas
cousas: na loja da victoria na ra do Qaeimado
n.75.
Ricos pianos
de varios autores, vendem-se
em casa de Kalkmatm Irmaos &
C, na da Cruz n. 10.
Atleoco
Veude-se asta ungento no estabelecimentc
garal de Londres o. 244, Strand, a na loja
de todos os boticarios droguista a outras pas-
soas enrarregada; a sus venda em toda t
America do sul, I lavara e Hespanha.
Veude-se a 800 rs., eada bocetinha conten
ama instruccio em portuguez pira explicar o
modo de facer aso deste ungento.
O deposito garal i em casa do Sr. Soum,
fcareaaceuticor aa ra 4* Crui a. 22, ea>
pernambnco.
Chita iarg ecor< e Osa, covado a 200 e 230,
cambraia miu4ioha de cor, corado a 300 e 320,
cambraia o aalpico, pe;as cora 9 varas por 49,
eambrais branca traosparenle lisa a 39. 4, 5 e
595*18, meia casemira para cal^aa e paletota, co-
vado a 600; ra. ; na roa do Qeaimadn n. 43, loja
efee fea **q fjao as amostra com panhor.
Attencao.
Veaaeai'ae eambratas fraacets, fazrada mai-
to *t. pelo baratsimo preco d#> 20 o ovado,
chita ttaaeets* lees 140 o covado, brim bran-
co Isjtocaae de linho poro e WO Mar : aa raa
do Creapo a. id*
loja de miudazaa
me, particjpsa
Guimariea & Le, dono
da ruado Qaeimadoa. 35,1
ao pablico qae o seo estaMtlIrrherjto e
tompletafceute prvido das melhore mercadoras
teadeatee ao meemo esUbelecimeoto, e maito
oulro objeclo gosto, rido quasl todos rece-
idos de aua proprla encommendaa ; e estando
alie ieHeiremente resolvido e nao Tenderen)
fiado, aflancam Tender mais barato do qae oatro
qaatquer ; e juntamente pedem aoa aeua davedo-
res que lha mandem ou venham pagar 01 leus
dabilns, anb pena da aerem jaeticadof.
Soehatl Melln & C, taodo recetado or-
dem para vender o seu crescido deposito deralo-
gioa vtato o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, portento, spetaoaa qae qaizerem
peaauir am bom ralogio da oaro oa prata do c-
lebre fabricante Kornby. a aproveilar-ee da op-
portonldadeaem perde de terjpo, para vir com-
pre-loa por eommodo preeo no aea eaerlptorio
roa de Trapiche n. W.
Moendas p meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, 'dentadas etc. etc.
Ruado Brasa n. 58, fundicao
de D. W. Bou man.
Ra da Senzalla fova n. 42.
Ueste estabetecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra ilOrs. dem
da Low Moor libra a 120 rs.
Arados americanos e machinas
pari laTar roupar em casa deS. P.
Johoston & C ra da Senzalla Nora
a. t.
^6 Rtia das Grazes de S. Airtamo 36
O LARGO DOCAHUOO.
Ks os proprietarios destes acreditados armaxens participamos aos nossos numerosos
^U6S qUe Pr ^** ""V n*yio d ^ recabemos da nossa proprla encommenda oa
memores gneros]tendente a molhados, e por isso podemos vender por meaos 10 por cento do
qae oatro qualquer, como a experiencia o mostrar por isso pedimos a todos os Srs. da praca e do
matto, que anda se nao deram ao trabalho da mandarem experimentar, o favor da o fazerem, certos
da nada perdern, pois para isso nio pouparemos foress para bem servir-as a anda mais a passoas
manos entendidas, certos da esclarecer aos compradores que s n^ ra das Croa n- 86 a largo
do Larmo n. 9, 4 que devem indarecar os portadores, pois maito se ovdam com outras casas quasi
dwmesmosUos^ProgresaisueProgressivo) poja sao as duas nicas filiaos.
(Vf nt6*^a 'D^'eZa ",U ova emaU superior do marcado a 900 rs. a libra.
*Iaa*8'* tflnce2a neibor que pode dasejar a 50 rs. a libra a em barril a
600 rs. ^ r '
TM PXinj o ais especial que se pode encontrar a 2*880 a libra.
Cha hyssoii 0 -elhor ^Mpodd desejir dt &m a W800 1brt>
i-^Ha pretO 0 que aa pode desejar neste genero a 2 a libra e a 1*600 o ordinario.
QlieijOS ailtiengOS chegado. noultimo vapor a 2el700.
QeiJO prata 0 melho do mercado a 606 rs. a bra a sendo nteiro a 500 rs.
Qliei/OS OO Serta.0 muito superior a 640 rs. a libra tambera teaos para 500 rs.
Passas em caxinhas de 8 libras lf5oo .*oor,. a 0k*
t igos em ealxinhas das \stm. ieoo aaoo n. .nbr..
Ameildoafid CaSCa mole 320 rs. a nose, a 160 rs. a libra muito novas
AllieiXaS franseZiS.lf .Ubr.eeml.tas com 5 libras .4*000.
Marmelada superior ,nbfc m.rc.doem i.t d.du.sibr.. .oo..
libra. *
Doce da casca da gaiaba 80o rs. o to.
' em caixinhas proprias para mimo a 2*500 e 800 rs, a libra.
Q fl'UtaS escalda no pogo. damasco, ginj, .mease
A tiiendoas coofeitada^ diTerM8 ,,, BQ
V 1IIII OS gWt roSOS engarrafados das seguntes qualddes, duque do Porto, Porto
fino^.Pedro V, valbasecca, geauino. Nector, Carcavellos,, Feitoria, a Madaira sacca a
12* e 13 a duzia a a 1*100 garrafa e muscatel a 720 rs. garrafa.
UUjS empipa,Droprios pasa mesa de 3*600 a 4* a caada e da 500 .600 rs. garrafa
do Porto, Lisboa e Figueira.
derYejaSdes memores marcas a 50* rs. a garrafa e 5*000 a duzia, chanpanhe das
marcas mais acreditadas de 14 a 20 o gigo, eognhac omelhorque se pode desejar
a OOOrs. agarrafa. '
vaeneura a verdadair. holUnd. em garrafoes de 16 garrafa a 6*000 eada um.
eneDra italiana a maie sublime que tem vindo ao nosso mercado em frascos grandes
a2*00OeadfrUfli.
r rasqiiei ra com 12 frascos de genabra de Holanda 800
orarraiOeS eom 5 garrafas de superior vinagre a 1*000
Vinagre puro-de Lisboa.a40r. ,gmafaat 1|80o,c.n.da.
y\ airasqUlIlO 0 maisuperior que se pode dasejar a 1*000 a gsrrafa.
isper mcete 0 mais superior do mercado em caixinhas de 6 libras a 4*200 700 rs
a libia.
Vel&g dC Carnauba .U500.arrobae380.1ibra.
&nCOret iS comazeitonas as melhores do mercado a #400.
V^aiXa^ i0(n i .rroba hespanhola eonteodo macarlo talharim e aletria a 6*000.
-a 1X111II> S eom diversas qu.lid.desde massas coao saja estrelioha pevtde etc. a 6*000
e6J0 rs.a libra. '
Chour j{ as e Pa os os m8,horeB d0 m9rcado, 560 r8 'a ^
aalameS 0 melhor que se pode desejar a 700 rs. libra.
"reZUn OS 0 que se pode dezejar de bom a 640 rs. a libra.
LllgrUlCPS finasem latas j proraptas 1*600.
Pe lie 6 latas nihahas pargo, a lioguados a 1,5600.
1 OUCinnO do reino a 280 ra. a libra do novo, a 240 rs. dovalho.
lian II a de pOrCO a melhor do mareado am Utas de 10 libras a 4*000.
MaSSI de tOlll ; te em laus da 1 librra a 700 rs.
MaSSaS para SOpa miunmemaearraoa 280 rs,a aletria a 320 rs.
PalltOS JlXadOS em macos com 20 aacinhos a 200 rs.
I a pe g'i eve pautado o liso muito superior 4*000 resma.
r Va OOe 360, pimaiM a 360, canella 900 rs., ecomiahos. 800 rs. libra.
PalltOS doga Z 2*300 gr 9aI refinado ,m pactes d/maisda urna librea 160re. e potes 560 u.
"U amU^ B0T 28 *Iibra e WTdinna 2 Farinha doMaranbio a 160 rs.. libra e goma a 80 rs. libra a 2*400 a arrob..
Uate dO Kl O e do c^ri o melhor do mercado de 8*500 a 9*500 a arroba.
CaiXJ n lia S as m.is elegantes, propias para mimos ou-mesmo para guardar joias de 400 rs.
a 1*500 eterno com 6 csixiohas a 5*000.
Chocol*tt hespanho! 1Kdtlt0. 1Moo nib.
Ervilhas portuguezas e franeezas, feijo verd.d.64o.720 r.
a fl w *
Traques M m&om do mercado a 10 a eaixa a a 280 rs. a carta.
daVel em latas chegado no ultime vapor a 19600.
Bolazinha de soda flm iltos. i40o
BolaXintta tngleZV a mais nov. do marcado.4*500 a batrica e 300 ra. a libra.
AVelaaSchegsdas ltimamente a 310 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes a 4oo rt tlaU,
Aieit doce refinado a9?a 1800 .gut.^
ArrOZ (m jacco. de 5 arrobas do larmelho a 2*500.
LICOret o. mai. fiaos qae ha no mercado alfa garrafa a 10# a duzia, tambes temo
para menos.
. -^^g?d^a^^*n tasp lABpmaqatl-
(leguecas delJYro ter.m da sujai-
PEDR
Francisco Fernandes Duarte
Largo dm Penha
Os melhores gneros que vem este mercado a por menos ,0 por cento do que em outra
tindo-se boa qualidade, por isso roga-se a todos os Snrs. da praca, de
genhos a lavradoras o favor de mandarem suas encoamendas a este maito acrediudo Wrrmuem 4*
molhados, afim de verem a diferenca d preco e qualidade que faz, se fossem compra
qualquer. parte.
tem-se pW
faz aba ti-
safra nova de primeira qualidade a 856 V libra, em
YBatnllaVS confeiudas par. aorta de S. Joao- a 800 rs. a libra, .
640 rs. a libra sendo em porreo, tanto de ama qualidade como da o
. ment.-
Haavteiga laglez* da
barril se faz abatimento.
aMlatafgft trmmcaza a mais nova a 640 rs. a libra, am buril a 600 rs.
^UGljai HO reisaO mu,0 freScoschegados neste ultimo vapor a 2*000 sitos cha-
gados no ultimo navio a 1*800.
)J, *** o mais superior que tem viudo a este mercado a 800 rs. a !M.
Ga liyason
qualidade.
r
o melhor que h no mareado a 2*800 e 2*200-a libra, afianeaJa a boa
V ** ^e !e P0^ aasejar neste genero a 3*000 a libra. *"
Glia pWtO-bomeopathico 2*200 libra em ponjo se faz abatimento.
kapot
/ |
n-
ca
l
silos, Fefi-
aixa a 129
^S5?. nOTOS de pavio transado a 230 rs. a carta e em atizas com 40 ct
9*000.
Latas COHI amondoas confeitadas, proprias para mimo, contando m,
feitesa assucar candido por 1*600 cada urna.
raSSaS em caizinhas de 8 libras ebegadas altimamente a 2*000 cada urna a a
a 480 rs. libra.
*0*i*""*,* da soda em latas com difiranles qualidades a 1*440.
ttOlaXam\ua ingleza a mais nova que h no mercado a 4*000 a barrica e
a 320 rs. a libra. ..'
V\\\lO O3a VVt* de superior qualidade Porto, Figueira a Lisboa 600, 560 a 640ln.
a garrafa, e em caada a 3*500, 4*000 e 49500.
VinllOS eng&rrai&doS Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos
loria velho, a de outras muitas marcas acreditadas a 1*200 a garrafa, em caiza
tambem ha para 1*000 a garrafa.
**',P**>** das marcas mais acreditadas a 15*000 e 20*000 o gigo, a em garrafa la
1800 ^
3WVOja da marea eobrinh. ou de outras marcas conbecidia 5*000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
*""Han fr.ncez.8 e portuguezas em latas de 1 libra por 640 rs.
*** *0 tOmatO em tattas (Ja 1 libra por 800 rs.
ra.m01XaS f ranelas em latas de 1 e meia libra por 1*500, ditas eom 3 libras por
2#800. ^
ia.meuaeaS de casca mole muito nov*s 320 rs. libra, em arroba por 8#000.
\ OZ.CS a 12o rs. a libra e em arroba a 30000.
rVletria, maean&e e talnarim a 4oo
ba por 6*000.
^atrelllOtl, pev,je e arroz de massa branca ou am.rell.
zinhas muito enfeitadas se faz obatimento.
srailtOS Qe aenteS lixados os maisbem feitosque tem viado a este mercado 280rs
Umbem ha para 200 rs.
PreiniltOS .Hg\f:7,eS par. fiambre 800 rs. umbem h.mburguaz para fiambre
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
C\ioTATicas epalos molo novas a 560 rs a ,ibra eem ^^ ^ far abat1Beilt0, -
sala me 0 melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
TOUeillllO lo l*eB.O muto novo *89 rs. libra e em barris de 1 a meia arroba
a 5* e 7* arroba.
-ttO Un^aS enflatas j promptas para se comer a 1*800 cada urna.
Banna de poreo refinada em Ulas ^ 10 Ubrag por 4|300%
Dita em barrU mul0 fina e alva a i40 n a libra aem barriI a m ts
tAfteS eom bollo traneeZ propros para mimo a SOO rs. cada um.
rs. a libra, a em caiza com 1 arro4
marella, a 640 rs. a libra, e em cai A
Marmelada
imperial do afamado Abreu ede outros muilos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
trapwteel
dafim aamejj
a libra.
^ a d Alperche em latas de 2 libras por 1*000 cada urna,
la las eam r metas de doce em calda as melhores que ha era Portugal como sa-
jam pera, pesego, damasco, amaizas, ginja e sereijas a 800 rs. a lata.
Doces SteeoS e em ea'lda, em latas, de 4 a 5 librea por 2*000.
Chocolate tespanhol a 1*500 rs. a libra, ditto francs 1*100 ditto r^oguez .
800 rs., afianca-sea boa qualidade. ^ 8
Vaie de primeira qualidade tanto do Rio eomo do Cear, a 320 rs. a libra em arroba a
99500, dito mais baizo a 280 rs. a 8*500 a arroba.
Sevaalnaa de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, o esa porco se fea
abatimento. r,p
*agH mnw mvo a 320 rs. a libra eem garrafoes com 5 libras, por 2*000.
E arinna do reino das marcas SSS ou galega, a 1*0 rs. a libra.
Hita do Maranhao alv. e cheiros. a 160 rs. ." libra e em arroba 4*500.
*laS de carniub. refinada a 400 rs libra, a am arroba o 12*000.
rYXelte dOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em eaizas a 9*0*0.
maK^^.de Lisboa a 240 rs. a garrafa e am caada a 1*800.
wW eherea vardadeiro a 1*500 a garrafa, a am cixa 14*000.
W inno Di aneo de Lisbo. o mais superior que ,h no mercado pronrio aar& -.s-^ -
640 rs. g"" n caada a 4*500. *-FV* mm*
**"*" suspiros de fabricante Brandao em meias caixinhas, por 2*500.
DttOS .Bjpirea do fabricante Catanho a Filhos em meias caxinhas a 2*00*.
UltOS emcaixas da 100 regala Imperial, Vagantes, aPanentaUas, a 2*0*0 cixa.
AipiBta mua limpo, a 180 rs. a libra, e en' arroba 59500,
AzeltOslSS ma5t novas, a 1*600 rs. cada urna ancoreta, e a 400 rs. a garrafa.
AaffeZ de Maranhao a 11* rs a libra, a J*700 a arroba.
***** poatas em latas dn memores qualidades da paixa que ha ea rortugal a 1*500 se.
S***1!! ** ^**^**^ m garraToas com 15 garrafa, por 9*0
atOStarda ingleza muito aova i*o*0 alrasoaa Uanceza a 640
Alas das ganares cima aaeaeionados eaconlr.r o respeitavel palaaFia trnanlalQ serti-
aaeato de todo qae tendente Domados,


*
>
r
i


I
i
,A

/
.-'**
JNtiMO MIIDOO SOTA FBMt\ I JO M lili
Enfeites
as moipi
wfcnp;
Maito lindas caixinhaa e cabazea para meninas,
JeiOO reto at 2>0: na loja da Victoria, na ra
doQMlBMAaa.
Franja 'pretas eom y-
driliv eiem elte.
Rice* sortisaejatoa de franjee prelaa -de corts
om vidrilho sera lie : na loja da Victoria, oa
m do Qky ? 75.
e*dank declina sentiveimente, O
COttpltto detapparecimento est prximo!
proprietario deste bem sortido estabetocimeo
convida oa seus namerosoa fregaeiea a eubatUuto
o citado velho, (ara todo esta cholenco, por nV
to, e que poeta resistir s mil seholis e mazzur-
l**VI*e vio wr dansadas'em toavor do restabs-
teeimeato ak aaode publica. Os
vidoos:
HOMENS.
Botinas afamadas' Milii.
inhas e peso verda-
deiras..
Liabas toas de
8 randas a 240 ria :
o Qaaimado a.
i..
peso, verdedeiras, meadas
oa loja da Victoria, na ra
Phosphoros de seguran^
Pboaphoroe de segaranca, por que livra de in-
cendio, a 160 ria a caixa : na loja da Victoria,
mraaea Qaeimado n. 75.
Baleias\para vestidos.
Btelas nitrito J
na loja da Victc
ndese boai a 160 ria orna
, oa roa do Queimado n. 75.
Linha d croxel para la-
/iwrintha.
Ai melbor* liofEas de croxel pera lsbyrintho,
novellos a 3*20ria um : na loja da Vic-
toria, na rmm ueimado o. 75.
LV-ft
aflialaiaWli
Sintos delirados para se-
nhoras.
Lindos allos dearados par senhoras a 29200,
ditos de ponta cabida a 49, ditoa de Bta a 1*600:
na loja da Victoria, na ruado Qaeimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura acurada para
salas
Ghegoa para a loja da Victoria urna peqaena
porco de ricos oapelhos de varios tsmanbos para
ornameatos do salas, afflancando-ee serem os
melhores em vid roa qua tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimadoo. 75.
La para bordar,
La maito boa da todas as corea para bordar, a
79 a libra : na toja da Victoria, na raa do Quei-
mado n. 75.
Liuhas do gaz*
Catxiabas cora SO novellos de lianas maito fl-
nasdjgai s 900 ris a caixa, ditaa com 30
no-
riS^soss^^'g
na raa do Queimado b. 75.
na loja do Victoria,
Candieiros de gaz
Cbegoa para a loja da Victoria os melhores
candieiros de gas. que tem vindo ao mercado, por
precoa commodos : na loja da Victoria, na raa
do Qaeimado o. 75.
As tiras e ntremelos da
arara.
Vendem-se tiras bordadas da largura di 4 o 5
dedoa a 19280 e 19600 a peca, ditas de ntre-
melo fios a 1|, IfSOO, 19400 e 1J600 a peca,
collarioho de lioho para bomem a 500 rs. : na
ra da Imperatriz. loja da rara n. fig____________
Arara vende os palitos.
Vendem-ae masaos de palitos finos com 20
mssatahoe, por 200 rs.; na ra da Imperatriz,
ja da arara n. 56.
Para doces seceos.
Yeodem-ee maito bonitas caixiohes redondas,
de1 madtira, da diversos tamaohos, forradas de
papis de cores, maito lilas, propriaa nica-
mente para doces seceos de qualquer quelidade,
pelo barato prego de 4, 5 e 69 a dotia : na raa
do Qaeimado, oa bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama o. 35.
Para S, Joo e S. Pedro.
Veddem-se caixinhaa com grande porgo de
atuendoaa coofaitadas, e algaos confeitos pro-
tos pare o faaiejo de S. Joo o S. Pedro, pelo
brato prego de 800 rs. cada ama : na ra do
Qjieimado, na bem conhecida loja de miudezas
boa fama a. 35.
Luvasde Jouvin.
I Vende-ae luvas de pellica de Jouvin brancas,
ira seohora, ltimamente ebegadaa : oa loja do
eija flor, ra do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-se luvas do seda enfeitadas a 1J600,
.29000 e 29200, ditas fio de Escossia brancas a rs.
700. ditaa de cores 800 ria, ditas de algodo a
280 ria ; na loja do beija flor, raa do Queimado
numero 63.
Escovas.
Vende-se escovas para denlos finas de divoraas
qualidadea a 120,160. 320. 400 e 500 ria : na
loja do beija-flor, roa do Queimado n. 63.
Jogo de domin.
Vende-se jogo de domin fios a lg200 : na
loja do beija-flor. ra do Queimado o. 63.
Botes para punho.
Vende-se botos de puoho tinos de diversss
qualidades a 200 rcia o par. que lambem aervem
para maoguitos de seohora : na loja do beija flor
ra do Qaeimado n. 63.
Oceulos.
Vende-ss oceulos fios de armaco de seo, a
29,19. 610 e 400 ria : loja do beija flor, rus do
Queimado n. 63.
Ricos sintos dourados.
Vende-se sintos dourados a 29, ditos de fila
com fivella dourada a 19500 : loja do beija flor,
raa do Qaeimado o. 63.
E afeites para c a beca.
Vende-ae requisaimos enfeites para esbecacom
franja, e aem ella pelo baratisaimo prego de 5f
e 5SO0O, ditoa do vidrilboa a 19600 ; na loja do
beija flor, ra do Qaeimado n. 63.
Carteiras.
Veodo-se ricas csrtefras para guardar dinheiro
deouro o prata a t#000. 2*500, I9OOO, 1*280 o
1(500 : na loja do beija flor :' ra do Qaeimado
numero 63.
organdysa 280 rs
' orgaodye com dilieaaU-
- : oa laja o atmassm da
raa 4a Impaaairix
con-
non-plas-altrs Nenies.........
Nantes 2 bateras..............
inglezea de botes..............
batedorer.......................
a couro da porco.......
boterro o lastro........,......
ingleses ps setvagens.........
taxiados brasileiroa............
Sspatoes non-plua-ultra................
> S bateras o meis..............
> esmega cobra.................. 99500
> Na otes 2 bateras vaqaeta..... 69000
a 2 bateras bezerro...... 59500
> > trabalhadores.......... 59000
brasileiros de 3$500 a.......... 29000
i .I., o ..U
a
a
a

a
a
a

a
12J000
129000
119000
109000
109000
99500
99600
99OOO
79500
5|500
79OOO
69500
Rosas artificiaes para cabello:
A. L. B. F. leo do recebido um variado aorti-
mento do bonitas rosas qua se eslo usando para
bellos, o de pannos comfolha de velludo, ditas
Vtpel todas, as maia ricas que se pode eocoo-
"fv tende-se na roa do Queimado n. 63, loja
do beijn flor.
Sapa tos 2 solaa e salto. .T..............
> tranca porlugaezes..........
> frmcezes. ,
SENHORAS.
Botinas dengosas........,
> jallo de bater.......
a peehiocha de 49500 a. .

59OOO
29OOO
19280

ExNINS.'
O deixa
19500
5*000
41000
29500
39OOO
19928
800
500
800
americanas 3*500
Sapaloa do asilo (Joly) .
a aem elle (idem) .
tapate; .
a econmicos. ;
> lastre 3 e 33. .
MENINOS E
Ha de ludo em relaco o nio so daixa sabir
dinheiro.
Um completo sorttmento do couro de porco,
cordavao, bezerro fraoeei, ouro de lustre, mar-
roquim. sola, coarioboa etc., que todo so troca
por dinheiro i vootado do comprador.
fi o Pavo.
Veode-sa loiMimamaassM franceaaa> varia-
dos psikoea a 140,He, a 280 *. o aovado t aa
raa da imparatrt, i.*9, laja do Pastas do ama
Q[ Sil**. .
SEDAS
Gioco tustoes. i
S na loja do pavo
vendem-se sedas de qasdrps, ditss da listrss ao
comprido, e ditas de lisuras atravessedae, ditaa
de quadrinbos, sendo dos melhores padrees o de-
licadissimos gostos, com largura de chita ioglasa
a 500 rs. o corado, peehiocha, e dao-se aa
amostras com penhor: oa ra da Imperatrix n.
60. loja e armaiem do pavao de Gama & Silva.
Fazeudas pretas
superiores.
Grosdsnaple preto maito superior pelo dimi-
nuto preco de 29 o covsdo, panno preto maito fl-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9J o covado, casemirs prett
multo n. a 2g, 2*500, 3, 39500 e 49 o covado,
mamas pretas de blonda multo saperioreaa 129,
maoteietea de superiores groadenaplea pretos ri-
camente bordadoa a 35. aobraeaaicaa de panno
preto mu.to uno a 309. caaaaaa Umbem de paoe
preto muito fino a 309, paletota de panno preto
flno a 18 o 209, ditos de casemixa de cor mes-
ciada a 189, superiores grevatiohaa oatreitaa a
19, ditaa da satim maco ene gorgarao maito aa-
periores para duaa voltas a 29, ditaa eatreitiuhai
com lindos alioeles a 29, superior gorguro pre-
to para colletes s 49 o corto, ricos sofeites pretos
a 69, e assim outras maltas uzeadas qae aeodo a
dinheiro vista, vendem-ae por preces maito ba-
ratos : aa ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa ti.
A loja d'uguia branca, ra u
Queimado n. 16.
Receben pelo ultimo vapor os aeguinles ob-
jectos :
Bonitas ligas de seds para seahora.
Grandes e bem tenidos bandees de clioa.
Aspas de aso, e Uta elstica para ces do balo.
Booecas grandes mui bonitas e bom vestidas.
Bonitos bsozinhoa com 9 frsscos de cheiroi.
Lindas caixiohas com 6 ditos de ditos.
Traocellim grosso de cor para guarnecer vestidos.
Luvas de camua brincas e amarellaa.
Lindos boioes de banha para
presentes.
A. loja 'eguia branca acaba de recebar lindos
boioes de porcelUoa dourada com fioa banha e
mavioaas inscriptas, os quaes por suas delicade-
zas e perfelQea tornam-ae dignos para preieo-
tas, e com especialldade na actaal qaadra, qusm
goatardo bom dirigir-sa com dinheiro raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, qae acha-
r em qae bem o empregar.
Che gara ni as desejadas rosas
artificiaes.
Agora dave'cessar o desgosto qae maitss se-
ohorss sentiam por nao terem comprado daapri-
meiras rosas que a loja a'agaia branca receben,
isso porque dita loja acaba de receber am novo e
maia brilhante aortimenlo dellas, viodo estss do
maisa mals dalicamente orvalhadss. A senbors
que com a peqasns qaaotis de 29 comprar ama
deasas formosas rosaa, sentir om effeito ainda
maia rpido (relativamente ao caao) do que
aquella que prodaz o prompto allivio em qaal-
quer molestia. Compre, pois, qaa so nio de-
morem em aa mandar comprar na roa do Qaei-
mado, loja o'aguia branca n. 16, pois do contra-
lio ficarosem ellas para S. Joo, o qae nao
coovm. Na mesmaloja vendem-ae outras rosas
mais baratas.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoalbado adamascado com 8 pal-
mos de largara a 1*600 rs. a vsra : aa roa do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Damasco para colxas e para
ornamentos de igreja.
Veode-se muito superior damasco de la de
urna so cor, mnito proprlo para colxaa e para
ornamenloa, com 6 palmos de largara pelo ba-
rato pre?o de 2*800 rs. covado: na rao do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pecbincha. ,
Vendem-se cortes de superior gorguro do se-
da para colletes pelo baratisainro preco de 19,
29 e 39 o corte : na ra do Queimado o. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Para os tabaquistas.
Lencos muitt finos aimitaeo dos de linho de
muito bonitos padroes e de cores flxaa muito
propros para as pesaoaaqua tomam tabaco, pelo
barato preco de 49800 e 59500 a dazta : oa raa
doOuelmodo o. 22, na bem coohecida loja da
boa f.
SEMiC
BA-
BA
AH
FOLH
PRATOSTmiUBd. em pOIoaao,a baa porael
CHA LEMAS da todas ss qaelldedes.
PANELLAilialem idem.
COCOS, ArHDttiaoB Caares para qaal-
qaer sortimeato. >
VIDKOS om aalaaa o a ratalho de todos es ta-
maDdando-sesnanhoa, aaUr dentro da cidade.
sm toda a Baste.
Recebeaa-ee encommendas de oaalqaor nata-
raza, concartos, qua lado aera desempachas a
contento. f
Esperaoca
Loja de miudezas.rua do Quei-
mado n. 33 A, de Guimaraes
ot Rocha.
Epecralidade^cliegada pelo vapor.
Botoea de cornalina braceos, encarnadoa. re-
dondos, chatos, oval, meis borla o borla, s tem
destes botes nesta loja.e aoodo ao preparam pa-
ra punbos. colletes, etc., por 39 urna duxis, ou
19 o par para puohoa
O Pavo vende a 4^500 rs.
Cortes de barsgeseom fios de seda tendo 22 co-
vados, com barra, podeodose fsxer babados, na-
jo baratiisimo preco de 49500, s oa loja do Pa-
rvo ras da Imperstrix o. 60 de Gama Silva.
f---------
. "H", ',J,U a baoo com 5 chaves, aoneta es-
treitiohos, ultimo gosto, e com caixa. que ae van-
do pelo diminuto preco de 20J, tinta inglesa (a
verdadeira) potea de li4 a 320, de 1(2 garrafa a
040, previoo-so qae s legitima a que oo pote
tem urna cavidade em forma de bico, qae se pres-
ts mslhor a vassr o liquido como a extraco da
rolha ; ra do Qaeimado. loja Esperaoca o. 33 A.
Esperanza.
Al que afioal cbegoa a eata loja oa sampra
eatimados brincos baldes, qae pela perfeico com
qae foi exeeotedo o pedido Oca saosds a falta que
havia deste adoroo que, sobre ser bom o bonito
barato, a 19 o par o em urna caixioha : na loja
Esperaoga, raa do Qaeimado o. 38 A.
Esperanza.
Contina a receber especialmente suas [alen-
das, tornando-ss assim mais baratas : oeata
qaadra qae temos lado qusoto preciso a ama
familia (em miadexas) a um alfaiate, sspateiro,
caixeiro, etc., o pequeo espseo qae nos concede
o Disrio de Peraambaco nao nos permute cieeai-
flear e enumerar a iofioidade de artigos de que
nos seamos soitidoa, tanto em quinqoiiharia co-
mo em artigos de uso disrio a todispeosavel :
por laso as peasaaa da prscaoa de foro que quei-
ram comprar qualquer dos osjoctos de qae laxe-
mos oosso commercio, serlo directamente oa in-
directamente bem servidos.'
Esperanca.
E' nests loja qae h e continuar a ser o depo-
sito das sfsmadas sgulbas Victoria tanta a
aceitaco qua tem tiao oatas agatbae qfe noa dis-
petisamos da qaalquer elogio, a 120 rs. o papel
JBXOI.
Leite puro ao p da racca : vende-ae todo8
oa diaa. oa ra do Sebo n. 35.
Toda attp^ao ae galle vi-
gilante, que est quei-
mando.
Luvas de pelica.
As verdadeicas luvaa de Javia, chegadlnhas
do vapor frsocez; s bo vigilante, ra do Cres-
po o.7.
Para os festejos de S Antonio
e S. Joo.
Trinas e galdes.
A superior trios o volantes do Porto para ar-
ns, oratorios oa igrejsa, qae se veode por ma-
nos do que em oatra qualquer parte: s ao vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Cscarriiha
Lindas pecas de cascsrrilhs de todas as cores
pelo baratissimo preco da 18500 a peca : s no
vigilaote, ras do Crespo n. 7.
ha pelmas para seneras!~
Lindas cbapeliolas ricamente aofeitadas, pelos
barttiasimoa pregla de 89 e 109000.
Ditos com pequbo toque de mofo a 69OOO: a
00 vigilante ra dp Crespo o. 7.
Touquinha
ou chapozinhos
pai-a enancas.
Lindos chapoziihos para menina e menino a
49 e 69000, ditoa t e follro pelo baratissimo pre-
go de 3SO00, bonetes da panno uno e lico de fi-
ta a 3(000, ditos dje veludo fino a 49 a 39500,
ditos de palhinhs b 3gOOO, touquinbas de seds
muito lindas a 1)500, ditos de fil a 1*000: s
00 vigilaote, ra dq Crespo n. 7.
Malo gitos.
Lindos manguito 1 com gollioha o mais flno
qae se pode encontrar, veode-se pelo baratissi
mo preco d 79000. litos sem gollioha a I95OO:
s oo vigilante, ra do Crespo o. 7.
GolDiias de linho.
Lindas gollinhaa estampadas.............. 500
Ditos de liobo muital floas................. 800
Ditaa prelaa com eiArilho.................29000
S no vigilante, rda do Creapo o. 7.
eias.
Grande aortimentolde meiaa tanto para bomem
como para seohora, beodo do borneas a 19800 O
2#V00. e flnoa a 2|80), dlUade fio de Escocia a
59000 a daxia, ditaa
para merino a 29OOOJ
Crespo o. 7
para menina a 29400, ditas
no vigilante, raa do
Bramante de linho.
Vende-se multo soperior bramaote do linho
com duaa varas de largura proprio para lences,
pelo barato preco de 29400 rs. a vsra: ns bem
conhecida loja da boa f, aa ra do Qaeimado
n. 22.
Qliados.
yeodem-ae eliaSta piolados de Hada* visteo a
Srioa^r.' lralH 7'8 Plo..^!ro!
Um terreoo.
Veada-sa por preco commodo um terreno na
raa do Hospicio, proprio para se edificar ama ca-
sa, ha vendo terreao saascianto para atoar cem
am quintal espacoso : a tratar na ra do Trapi-
che o. 14. primeiro aodar.
Vendem-ae duaa negrinhaa, com algasia
aabilidade ; na.ru, hrg do Rosario a. 84,
[no ^
Torrador.
23Largo \do Tergo23
Mantefga ingle flota 800 o 960 rs. a libra,
dita francesa a 640 ni banha de parco a 400 rs
a libra, maesas maito loas para sopa a 400 rs. a
libra, queijos do reioo a 29,ditos do sertio a 560
ra.a Iibrs.servaja das a elbores marcas a 500 rs s
g8Qr.^fa-!d'iDhasd^aolesa400 rs., toueioho
a 320 rs.i bolacbnha i ogleza a 320 rs. a librs
aisim como se veode o Uros muilos gneros ba-
ratissimos, passss s 401 rs. a libra, alo maito
novas, e se alguem daWidar veoba ver no Torra-
dar largo do Terco n. |23U
Loja do Pavojrua da Impera-
triz numero 60.
Vende-se oeste eatabeleciment todas as faisn-
das por precoa mais baratos qaa 4 ooaslvel a
cem o flm da aam.r Ooneiro. aaoi. Paa51i iej
graode porcio daa ditos fasaodas intairao sato no-
vas, viodss pelos altlmos navios : oa done ate-
te eslsbelecimsnto reg m a todos os *n$ 1 se
es, qae se daem so Uabslho de procurar n
Diano oa annaaetoo 4 a loto do Pavio, porq,
ei0.o certos qae nio p rdero sau temp.

Vestidos de la.
Vende-ae vestidos do laiinhas lando as saris
J? proS*a" com muita roda, propriaa para ba-
lso a 4|00, a na loja o armtxem do Pavio raa
da Imperatrix o. 60. de Gama & Silva.
Anda o Pavo a 200 rs.
Vanda-se chita fraacaza escara eom dimioato
toqoeae mofo a 200 re.-o Covsdo, e ditas ingle-
rae a tleVfe. : oev*de Iatveratrlt n. 60, loja do
Gama ft 8tWa. ^ 7
Vende o Pavo a 280 rs.
Gorguro de linho qae falto.am vestidos para
**2on r* 0U ro*P< P*M "nooiooa parece sediobss
s 280 rs. o covado, por tor gramJe porclo: na ra
da Imperatrix n. 60, loja e armezem do Pavio da
Gasea r gllea. __________
Tarlataua do Pavo.
Vodo*ae tarlstsna de lia com palmichas sol-
fee a 820 rs. o covado : na ra da Imperatrix o.
60, lofe do Pari da tierna ^k Silva.
Basquinas ao Pavo a 4,0000
Venda-ae ricas basquinas do fualo mi bem
bordadas, fazenda que sempre sa vendeu por 111
e 169000 por 49000, para acabar : aa loja do Pa-
T*o de Gama & Silva, na raa da Imperatrix
n. 60.
Enfeites do Pavo.
Veode-se ricos sofeites i turca e Garibaldi
com neaa fraojas e bolotaa a 5fO00, ditoa dos
meemos msis simples a 2J000 rs., e ditaa de Atas
cada um em cea callao : aa ra da Imperatrix n.
60. loja do Pavio;
Briihantina suissa.
Vende-se bjilhanlina aaissa de quadrinbos, fa-
xenda maito encorpada-para vestidos e mais lar-
ga qae chita inglesa a 200 rs. o corado : os rao
da Imperatrix o. 60, loja o armaxem do Pavio
de Gams & Sitos.
Colchas do Pavo.
Veode-se ricas colchas de fusto de linho de
varios tamanhoa a differentes deienhos : ns ros
da Imperatrix o. 60, toja e armasem do Pavio
de Gama & Silva
Chales pretos do Pavo.
Veode-se os mais modernos chales pretos de
ponto redonda eom balote, gesrnecidos de bico
de seda largo em lugar de franja a 69OOO : na
raadilmperatrix o. 60. loja do Pavio.
Bales do Pa-vo.
Veode-se ricos balees afondados com dussssias
bico em volts, pelo baratissimo preco da 69,
ditoa de madepolio frneos multo grandsa com 6
arcoa a 5J, ditoa com 5 arcos a 3|500: na loja
do Pavio, ra da Imperatrix o. 60.
Cambraias
Vendem-se cambraias de cores de ba1u>s e
alegantes deaenhoa a 280 e 320 rs. o cavado : na
raa da Imperatrix. lojaa**>.

\GENCI\
ir
DA
Fundido Low-Moor,
Raa da Senamlla Nova n.4*.
Neite ostsbelesimenlo continua a haverum
completo sorlimento de moendss o meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e toixas
de ferro batido o coado de todos 00 tsmanho
pora dito,
Na officioa de carpioa de Garlea itoaae na
raa doa Pires a. 28, b para vender am ptimo
earro de 4 rodas ha pouco lempo acabado, assim
como am cabriolel de 2 rodas igualmente bem
teito : qaem os pretender podo dirigir-so dito
oficina qae achara com quem tratar.
m 1
Polassa da Kussiji.
Vende-se em casa de N. O {Biber dt
C, succeseores. ra da Gruin. -i*
Liquidaco de fkx
zendas.
Na ra do Crespo, loja n. 14
Veode-se para acabar, e por todo proco am
completo sortimento defaieodasinglezas, franco- i
xas, suissaa o allemies, lodss proprias deste mer-
cado, e algumos receotemente chegadae.
Urna ca ramea.
Vende-se amaoarroca em multo bom estada,
eom os compeientes arreioe aojura para um ca-
vallo : a tratar na ra do Trapiche a. 14, primei-
ro aodar. /
SbcliiDas fflcricaBas.
m caaa da N.^a^Biabar 4 C, sacceastfrra.
raa da Cruz n. 4.
Machinaa para u
Ditas para 1
Ditaa para cortar
Selina com peftencr
Obras de meta
Alcatrao da Sa__
Verniz de alcatrao ,
Salsa parrilhade pri
Vinho Xorex da 188L_
Cognac em csixasdel da
Arados e/grades.
Brilhantes. <
Carrosas pequeas.
e209.
'raleadas.
navios.
jdade do Para,
de 1 dmia.
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-ae aa loja d'agaia branca mui bonitas
escarradeiras de vidros de cores s 49500. 5 e M,
assim como palmatorias de vidro lspidsdo eom
mangas bordadaa a 49500 cada um : na raa do
Qaeimado, loja O'aguia branca n. 16.
Bramante do Pavio a 100000 a peca.
Acaba dachegar a loja do Pavio, urna nova por-
co do acreditado bramaote de linho, com largu-
ra de brim.lito, teodo 27 varas esda peca, esta
S5,n.!.P.r0D.'u *M ,enCes, toalbas, ceroa-
iaa, canTTf. etc., e rendo-sa pelo biratlatimo
pr.co dt^lg per,, ,6 na loja do Pavo ; ra
da InaaaaWru d. 60 da-Gama & Silva.
Chales Garibaldinos.
Vende-ae na leja do Pa rao, chelea do merino
ttaaito graodea da liatriohas s Garibaldi, pelo ba-
ratsimo pr*co de 49500, peehiocha : na raa
da Imperatrix n. 60. de Gama 4 Sitos.
Chales do Pavao.
V8I>de-ae chales de merino muito grandes a
3J, ditos de casias de cores s 800 rs. : ns roa da
Imperatrii p. 60. loja do Paio.
Vestidos do Pavo,
E' peehiocha, cortes de cambraia brancos com
babados a 29500, ditoa de tarlstana braocos e de
cores s 39, ditos com babados edussssiss muito
superiores a 49, pe\as de cambraia branca com
carocinhoa brancos e de cores, tendo 8 l/S varas
cada peca,-por 49. cortea de cassaa de ores com
7 1/2 vsrss, psdrdes oovos* 29500 ; todo isto se
encontr na loja do Pavio, qae vende diohelro
a vists : ns raa da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silva.
Alburnos de borracha.
Veode-se os mais superiores alburnos ou so-
bra-tudoa 129; na ras da Imperatriz 0. 60, loja do Pavio.
Cortes de phantasia,
Vendase ricos crtes|de pbantasiade duaa saiss
com delicados lavores a 69 cada um : a ra da
Imperatrix o. 60. loja do Pavio.
Calcinitas do Pavao.
Vende-se cslcinhss de cambraia bordadas para
menina a 11 o par : na loja do Pavio raa da Im-
peratrix o. 60.
Gollinhas do Pavo.
Vende-se goliohas de cambris bordados e di-
tas de fil bordadas a 500 res: na loja do Pavo
ra da Imperatriz n. 60.
Manguitos com gollinhas.
Veode-se manguitos com gollinhas bordsdss a
19600 e manguitos muito finos a 19 o par : oa
roa da Imperatriz n. 60. loja do Pavao.
Tiras e entre meios.
Vende-se tirss bordsdss tapadas o transparen-
tes, assim como entre-meios muito deliesdos :
oa ras da Imperatria n. 60, loja e armaxem do
Pavo.
Lencos e luvas.
Vende-se lencos de cambraia de linho com la-
byrintho a 29500, ditos de imitseiode labyrintho
a 19, luvas de sedas de todss aa cores a 500 ris,
enfeites pretos de vidrilho para cabeca a 1J, lu-
vaa de tetros preto abertae a 500 ria o par ; na
raa da tpesjeiciz o. 60, loja do Pavio de Gama
& Silva.
Cambraias do Pavao.
Pe$as de cambrais fina com 101/2 varas a 69a
peca, dita com 8 1/2 varas a 49, ditas de 8 peess
a 39, dita para forro, com 8 1/ varas a 96OO :
o raa da Imperatriz n. 60, loja do Pavio.de
Gama Silva.
Vestidtnhos a 40500.
Venda se vestidinhos de seda enfeiladoa para
meninas de 2 a 3 anaoa a 49500 : na raa da Im-
peratrix n. 60. loja de Gama & Silva.
Grosdenaples do Pavo.
Vende-se grosdenaples preto multo locorpsdo
s 19*00 o covsdo : ns rus da Imperatriz n. 60,
loja de Gama 4 Silva.
Paletots do Pavao.
Vende-se palitots de panno preto flno a 69,
ditoa da faney de corea a 09. caigas de casemira
preta a 49500: s na raa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Panmnhos do Pavao.
Venderse pecas de penninho Qoissimo com 10
'. oa ros da Imperatrix n. 60, loja de
Uva.
varas a
Gama &

Cintas em cortes.
Vende-se cortes de chita franceza maito fina,
com 10 corados s Xp400, sfflsoeando-se ser de
****~ tandaImperatrix 0. loja e ar-
maiem do Pavio.
T Vend-se ame grande casa do doai anda-
reo e sotao, sita aa raa da Guia, com 33 palmos
* arcara a 130 da faodo, eom am pequeo
qaint.l. em chio proprio, livre e a^aeabW^eda:
na raa Nov n. 18, loja, w drfqllii Toado.
Meias em quantidade
Na leja d'aguia branca acha-se am completo
sortimeato de meias de todss as qualidades
precos, sendo psra homens, senhoras. meninos
a meninas de 6 mezes a 12 annos. Enoumersr
os differentes prsoos conandir o pretndeme ;
aasim qaem se quizer coovencer de quio baratas
se estio ellas vendeado, dirigir-se com dinbei-
roi dita loja d'agaia branca na ra do Queimado
numero 16.
Superior sebo em velas e em
pes, caixa de urna
arroba
Vendem Antonio Luiz deOlivelra
C, no seu escriptorio ra da Cruz n,
Axevado &
la
Jacaranda superior.
Tem para vender Aotooio Luix de Oiiveira A-
xevedo & C, 00 sea escriptorio ra da Crax o.l.
Coraos lapidados.
bao grossos que admira.
A loja d'agaia bronca acaba de receber urna
pequea quaoiidada de coraea groaaoa lapidados,
os qaaes aervem para aa voltea qae ltimamente
asam as senhoras, e sata veodendo esds lio. por
29, 29500, 3 e 49 : na ra do Qaeimado
d'auia branca o. 16 : aaaim como recabe
sa bonitas palaeiras de missaugas.
sem segundo.
Na ra do Qaeimado o. 55 loja de miadexas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendando
todas as miudezas baratissimas, a ssber :
Papis de agalhas s balio muito supe-
riores a
Caixas com muito floas obreias a
Garloes com clcheles, tem algum de-
leito a
Frascos da macass perols muito flnoa
Caixiohss eom papel pequeo de diver-
sos gostos a
Pacotea dito dito dito amizade a
Novelloa de Iinha de Crux a melbor
900 ha a
Caixaa com agulhas cuitas de superior
qualidade
ntremelos, a peca eom 3 varas li2 a
Sabonetea maito naos a
Papis de agulbss francezas com toqae a
Pares de botes para punbos de muilos
modelos a
Parea de meias creas psra meninos a
Ditos de ditas cruas para pequeo a
Ditos de-ditas para meninaa a
Frascos com agus de Lavsnde smbresda a
Ditoa com cheiroa muito fios s 240 e
Ditos com banha muita fina a 240 e
Ditos com superior banha de arao a
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Gadeia
doRecife n. 12, mais-barato
do- que em outra qualquer.
parte.
Atteoeo.
Ao rival sem igual.
Ra larga do Rosarios-numero 36.
Pitas de velludo estreitinhas para enfeita a
poce 720 rs.
Sintos dourados a I96OO.
Drsps ditos com pomas cabidas a 3OC0.
Lia^tara bordar sortidas, libra s 6J40O.
Escora* oara caballo a 19.
Duzia dt>. eias crasa para bomem a 29400.
Cartea de ajneles a 10O ra.
Pranjaa pretasNcom vidrilho a 320 o 400 rs.
Enfeites de retrozvxom franja a 58000.
Duzia de meias para seohora a 20400.
Pentos de mates pars\atar cabello a 500 rs.
Tesouras ordinarias paja coitar pavios a 80 '?,
Sabonetea de bola de coKoa a 400 rs.
Franjas de seda.
Bicos prstos largos e est
Trancas pretos com vidrilho e\hrsn
Escovas para uohas a 320 e l
Carriteia de ratroz a 300 ra.
Tranca de aeda de oorea a 200 rs.
Carreleis de iioha a 30, 60 e 80 rs.
Linha do~*gas lastroza a 30 rs.
Dita de Pedro Va 30 rs.
Rap Paulo Cordeiro e Gassea I96OO.
Dito Mearen a 19.
Caixiohas com papel para namoro a t$ .
N. B. o dono deste estabelecimento prompti-
fica-se a mandar am caixeiro com aa miudezas
qae quizerem em casa das familias que lato
exigir.
39.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se mangaitoa com gollinhas, fazenda
mailo boa, pelo barato preco de 20000, gollinhas
e punbos ultimo gosto a 29000, gollinhas muito
linas e bem bordadas a lfOOO cada ama na roa
do Qaeimado loja de miudezas da Boa fama,
n. 35.
e ntremelos bordados.
Vende-se pecas de liras bordsdss de 2,500,
3,000. 3.500 e 4.000 ntremelos a I96OO e 29009
cads pega na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Booecas francezas.
Veode-se boneess francesas ricamente vsstldss
i 49OOO e 59000, e 2j000 bo ecas de.cera com 00
olhoa n. o vadeos a 2(000 e 39000, oa ra do Quei-
mado loja de miudfzaa da Boa fama, n. 35.
Fivelas de ayo para sintos.
Vende-ae Arelas de ac para ainto a 1)500 rs. o
0*29000 na ra do Qaeimado loja de miadexas
a Boa fama. n. 35.
, Baleias.
Vende-se baleias i 120 rs. cads urna aspa de ac
para balio a 160 ra. a vara, bandes a 18500 rs. o
2900 o par, na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
80
40
10
200
70
720
40
200
18 000
120
10
240
160
160
200
800
500
320
600
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Aeaba de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimado n. 16.
Rila do
gallo
n. 7, no
ilanle.
Nesta nova loja ha grande porco de caixinhaa
com amendoas propriaa para brioquedo de S.
rJoio qae ae veode pelo barato preco de 800 ra.
cada ama qaem deixar da dar a ama menina
urna caixinba ; tambero tem grande porco de
caixas propiias psrs doces secos que veode con-
forme seus tamaohos a 69, 59 e a 49 a duzia,
amendoas avulsss a 800 o 640 rs. a libra : s no
vigilante raa do Crespo n. 7. #
Predio venda
Vende-se a boa casa de dous andares n. 28 da
raa daa Croxes, tiairro de Santo Aotooio, em
cbioa proprios, e em perfeito estado de conser-
varn, visto nio precisar de coocerto algum;
fsz-se esta venda em consequencia de seu pro-
pietario ter-se retirado deeto provincia : a tra-
tar oa ra do Trapiche o. 14, com Maooel Alvea
Guerra, que tem oa poderes necessarios para a
dita venda.
------------------------------------.---------------\
Agulhas.
.-*
A. L. B. F. tendo recebido agalhas imperlaes de
uodo dourado, vende oa loja do beija flor, raa
o Queimado n. 63. *
Panno de algodao da Babia.
Veode-se oo escriptorio do Antonio Luiz de
Oiiveira Azevedo & C, os raa ds Crax n.l
Aljfar fino imitando perola.
Vende-se a 500 ra. o Bo de aljfar Bao, imi-
tado perola : oa roa do Queimado, loja d'agaia
branca n. 16.
Btotatas .
Batotoa botsi a 80 rs, a libra ; 00 largo do
Terjo o, 15,
Cascarrinas de seda.
Vende-se caacarrilhas da seda para anfeitar
vestidos a 29OOO a peca na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vende- se meias de borrschs psra quem padece
de erysipela a 159000 o par, meias de seda preta
para seohors a lfOOO o par oa ra do Queimado
loto de miudezas da Boa fama. o. 35.
Palmatorias de vidro lapi
dado.
Veode-se palmatoriaa de vidro a I96OO rs., ditss
com mangas proprias pars rapases a 49500 rs.,
cada urna, escarradeiras de vidro a 49500 rs.
e 5|000 o par, na ra do Queimado loja do
mindexa da Bda fama, n. 35.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata iogleza a 15500 rs, dila franceza a 500
rs 640, I9O6O. oleo da sociededa hygiemque
verdadeiro a 1COO o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os dentes a l$O0O, dita de Botot tambera
para os dentes a t$000 o frasco, pomada france-
za em paos a 500 rs. e 19000, 320 rs. sabonetea
maito fino s 640 rs., 800 rs. e ljOOO cada um na
raa do Queimado loja de miudezas da Boa fama.
n.35.
*_
A 200 rs,so pavo.
Vende-se chita franceza escura de cor flxa a
doas tustdas o covado : na ra da Imperatrix d.
60. loja e armazem do pavo.
A 2^500, s o pavo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2 o
3 babados a 29500, ditos de tarlatana braocoa o
de cores, com barras e babadoa a 39: na ra
da Imperatriz o. 60, loja e armazem do pavio da
Gama & Silva.
A 500 rs., s o pavo.
VenJem-se aa mais modernas a finissimas la-
zinhas de quadrinbos e de flores solas e palmi-
nhas, desembarcadas do ultimo navio viodo do
Havre,pelo baratissimo prsco de quinhentos tela
o covado, e dio-se as amostras com penhor: oa
ra da Imperatriz n. 60, loja o armazem de Ga-
ma & Silva.
Cabaias hespanhols, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-se eata nova fazenda de padroes delica-
dissimos com 4 1|2 palmos de largara, propria
para vealidoa de seohora a 400 rs. o covado: na
ra da Imperatrix n. 60, loja o armaxem do pa-
vao de Gama & Silva.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marfim.
Acabam de cbegsr para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado o. 16.
Cabrio let.
Vende se um cabriole!de duas rodaa e deaco-
berto, em muito bom estado, e pintado de novo,
eom arreioa para um cavallo : para ver, na affl-
cina de Mr. Crjijean, na ra da Florentina, o
para tratar, na ra do Trapiche n. 14, primeiro
andar.
Escra\os fgidos.
2091 de gratificacuo
a qaem pegar o pardo Francieoo, de 17 aooos
daidade, de bonita figura, com todoa oa dentes,
cabellos carapinbos e roivos, esto pardo foi do
Sr. Dr. Borgeada Fooseca, o qual viajoo eom e
esmo aeaaar toda o sertao e subarbios dasto
provincia,oecesaauiajaMnte guando era sao ea-
cravo, e talvex anda en inculque a servigo do
mesmo: quem o pegar queira entrega, lo o lea
lejitirao dono aa raa do Hospiato o. 6.
Ignacio Luix de Mo Taborda.


^__^-_:_



DIARIO M 1TOUMBCO X SEXTA fUBA 4 MI JULHO DI UM.
Antonio
rada
ot mi
peludo por ums injera de tea superior, Uve I oraste* os progrsssos do
id felicidade de priUcw
e as cireumstinciii
do imubord:
granles muiti
Poder! nao ;
nf
que
ilTereoga ere
rebelde conric.
dicadot graogear
auditor oe gue
, nem se prona
O projecto
o, obre amboe
que tinto, ritto
em qoe a io-
_ ti pronunciar
doos projectoi lo-
ra ao illusirado
cionoa ; oo, cao
lia
Soquea occatiio atinos de ferro; ettibeloeen
qatllQcir-te um Idas oficinal, Irisando plan
citoomatanciai ag- canil qae ntturexa dtixou
iniriti? M|llai paizes na viitohaue
ido o illoitra au- jeitoa ao terremotos, e
cado em t %m
00 eJ!l blhoa,
O dogma p
Mritos, coof
porta ao primei
mjusliga.a,!
capricho
Tem elle
militar publi-
do proeesao publica-
jue por aua importan-
cia o sai oria occopam j a attenco de urna
reapeij aomnitsao, eicolbida d'eejtre os re-
presentan jfc. ^
^de sua disciplina e aenti-
nfere da, caria qae serr de
i proscripeo absoluta da
de todo e qualquer abito,
lade. ,
_J ornamento urna elegants-
ima introdcele,-onde o lluslre autor fax luci-
damente sentir a Imne/feigo das leit que etl
suieito o brioto e heroico etereito bratileiro,
eniitlindo sua juttfclosa e autorisada opinilo acer-
ca da peoalioade*-nem to benigna, qae aeoro-
QOe o crime, nana to aerera que eolloque o jul-
gtdor entre a eraaldade e a impunidide.
Por eaii idea me extremamente agradar
An"tS-ir^* d,8nle do imprtenle tritaralho
Df- *i*-Aoioniode Magalhaei Castro/que, na
pnraae to lirro da stb^doria, cap. III.- 20 lomoi por couraca a juiliga e p 'capacete a
inteirezt do julio, abragaodo a .juidade como
esculo inexpugnavel. ./
Me parece que t urna inteiarsibilidade L toda a
prova acusar reeonbecer.-comigo at Ttntageoa
que proceder do equilibrio propotlo acerca da
peoaltdade em prol << urna nobre cor por a cao,
que com juslos ltalo-, aspira taoar-ae a conra-
ieicer-se de urna le gislacao, que ae rerela inae-
ceaalrelaes impulsos do progresio e da ivili-
sagao. /
c Como aettfra postirel progredir a harmoni-
dade com o/mundo todo, conservadas ioaltera-
jeiaa coq/dicoes penaet para a disciplina mili-
tar II... .,"ipag. II.
0 ^ Df* M*6lh5es Castro coro, o talento de
qne.fe dotado impugna mu bellamente o principio
c-fc "barbara que caracterita a actual legislagio
irililar, demonstrando que as penas fortet nem
aempre preenchem o lim do legislador e nem cor*
respondem sos intereites soeiaes, porque algu-
mas vezet fallece-lhes a certexa em que se devem
fundar para serem adequadas.
Tal a legenda e conviegio de todos os legis-
ladores, que rendem devido preito i jattiga que
d onda dimana tola a tegaraoga e ende ae de-
re estribar todo o poder que deseja ler rlda e
speito. J
. Por diflereoles camiohos, entrando a persus-
f10.00 trocido enlendimento do illuslra audi-
torda corte, conlrango-o a admitttr. porm com
a precita prudenciaba, cuidado escrupuloto, alm
e outraa a moaatruosa pena de morle, que em
miaba opinio aempre figurar cerno o maia sa-
lido apoto da barbaria e a mait robusta garanta
no poder arbitrario, do metmo modo que a hu-
Jaaoiiariedade do poder legitimo e religioso.
Lnlretanto, orno etaes differeote camiohos
por onde no inustre auditor entrou a conriegio
Oa conveniencia de temelhante monstruosidade
legitimada, loram a experiencia e a totoridarie
de caracteree.ditlinctos, torga aceitar erra ty-
rannica conveniencia dentro porm doa limites
aa prudencia edo cuidado escrupuloto e or ca-
to de tumma trantcendencia, verificada a culpa
em gru mximo^.,
Sinto tar occaaiio de dizer que receio baataote
do arbitrio raanajtiUooferidoaojulgador entre
mximo o minia f de cada um doa grua
pena, embora a obrigagao de alieoder ou oo das
que
laBBBaaftleprVa9* "
it, a ereridtde flseufanas
rupgio na raxSo directa da influen
prevsricsg&o ou quando maior for o numero dot
prevaricadores ; e por estes principios lio salu-
tarea ra mala coherente estatuir, que masmo
nos crimes grarissimos derem-se allegar aa cir-
co mstanciaa altenuantei.
E' indubitavel qua ha na propria orginitagSo
do homem um nao sei qae, qut o induz pra-
tlctr certos actot de aelvajeria, procurando spa-
drinha-la com ale! ; porm, detde qae aa reco-
ohece a conveniencia da paaa da morte, a cohe-
rencia t poda aer encontrada na aereridade que
pune etta tendencia para tado-quanto pernicio-
so, quando originada de um inferior pira um
tnarior, e por etta razio o penalmente do dietinc*
to autor do projecto adquira urna fotca irretiali-
lir/el, daoiio-lh a experiencia e a auloridada de
cairacteres ditlioetos sua sanego.
Outra fotse a organitaglo e nalureza do exerci-
to fltre nos, que o Sr. Dr. Magathaes Castro nab
escrujpuliiaria dizer respeuo dos crimes gravia-
simos\ ecompaohadoa de certaa cireamitanciat
tggraranJei especate que parece crueldaJe ex-
cluir os roilitaret do faror geral e que no te po-
deriaiusAiOcar a iojastiga.
c'orago senaivel e humanitario tem ditficul-
ae abandona aos sonhos de um porrir mais
longeiro para a clasee militar ; porm infeliz-
mente urna lerrirel experiencia ama cruel reali-
dad o dttperta e deixa em preta a sentibilidtde
h a humanitsrledade.
Poreata razio o Sr.T)r. Magslhaea C'ttro re-
conhece o direito de que nao derem ser privados
oa militares, ezcepluadoi ot casos etpeciaea que
Infirman, ascircamslanciss altenuantes, no todo
ou em parle, por que o interesse da disciplina e
a ordem reclamam em aeu pensar a cominaejio
da pena de morle, substituida a de prisao perpe-
tua para'alguns crimes commetlidos em lempo de
guerra, quando o ezercito achar-ae em effecliraa
operaces militares.
Por certo qae terrlrel a experiencia, por cer-
to qve cruel a realidade que chegam recla-
mar taet medidat ; e ettat nao sao unetmeote
ulnas do pretente teculo, porm Platao, rlalo-
leles, alguna pbtlotophoi e rarioa poltico j
arangaram como priucipio e dogma qae ot ho*
meos niaeam detiguaes e qae a nalureza creou
una para aerem livret e oulrot para eseravot.
Nata ultima e infeliz clatae a impiedada con-
segua precipitar o militar, quera multas re-
tes perante ot horneas nao salra a bravura ou o
heroiamo affrontado ao relmpago da plvora de
envolta com a tempestada das batas, embora a
certeza de que Deus se pora diante delles de um
modo temeroso e dentro de pouco lempo, para
faxer um juizo rigorosissimo sobre os que gorer-,
nam ; porque nao exceptuar pessoa alguma nem
reapeitar a grandeza de quena quer que r ;
porquanto elle fez ao poqueno e ao grande (ao lt-
rre e ao escraro, ao soldado e ao geoeral) e le-
ra eguilmente cuidado de todos. Lir. da Sab.
cap. VI, rerslc. 6 e 8.
Manotl Januario Bexerra Montenegro.
(Continuar te ha.)
Variedades.
O QUE PODERIAMOS SER.
prewr aa ucumataociaa altenuantes, pela ra
zao de qae rejo em todas ai citases inclusive '
eclesistica segulr-se mui de longe os dctame!
di rato e da jualiga. /
Egual conatrangimeoto me proporciona a lei-
tura do periodo em que o illualre autor manda
desprexar as circumsiaociaa altenuantea noa Cri-
mea gravisaimot por aua nalureza, ecompaoha-
doa de certas circumslancias tggraranlea etpe-
ciaea meaeionadat, embora diga depoit que em
outrot etsoade crimes grares, commetlidos com
circumslancias aggraranlet indicadaa poderlo
ser allegadas as ttenuantea, mandando que no
caso de serem proradaa ae imponba a pena maior
do griu medio tazado para o crime commeliido.
Porquanto o jolgador em cojo coraco ricejara
arrore do despotismo se pode valer de aemelhan-
te disposigao, para saciar seus desejos, justifican-
do com ella seas odiosos caprichos.
A iosabordiaago um crime para o qual eit
apphcada a pena de morte, ralo aer considerada
um crime grariaslmo ; mas quem nos garantir
aempre a ausencia de circumslancias altenuantes
attendireia pala eapecialidade que ai pode re-
venir ?
guem com juttiga negar o beneficio das cir-
cumslancias altenuantas um militar, que, im-
Langando dossss vistas sobre noiso pessado,
iato desde cjae escrevemos o eome do Brasil,
entre oa poroa lirres, forgoso recoohecer que
largos pasaos temos dado, embora aso tanbam si-
do proporcionada* nem aos meioa de que o paiz
dispe, nem as idat creadoras do scalo.
Urna timorata prudencia moderou, as grandea
\Jepogeaa de imperio, os estadista! qnse dirigirm
,* 'ocio pblicos. Nao- encontrara aquellos
aamgimtrme qe abunarnta oa hi.lori do
(*) Por engao aahtram em primeiro lugar aa
2a e 3* parte do presente artigo.
A redoeco.
nore anda no. peregrinagio que empre-
_ rana, qndo ae aepararam da Metropole.
E' rerdade que nelles- hariam brotado os gr-
meos de um carcter mais emprehendedor, e
pouco decidido-a recuar parante largas emprezas,
embora o syilema colonial sobre elles pesssse
com tods a torga do seu egoismo-, e do tea espiri-
to de centraliiseio, que pretenda fszer refluir
para a me patria, tudo quantoa riqueza do tolo
prodazia, e o genio americano- inapirtra, em tro-
ca dealgumascoocessoes qe s necessidsde obri-
gara a faxer, e com as quaes ae cootentaram a
ricas e poderosas col'oniss.
Corajudo admira-m-se em varias capilaasaci-
dades do interior das republicaa do aul america-
nas, e aaque abrangem aa coatas do Pacifico, edi-
ficios e mooumenlos qoe do ama elevada idee
do geoio grandioso dos primeiro colonos, que
longe de limitarem-se acquisigo-egosta dai ri-
quezas, souberam empregar parte delta naquella
obras admirareta, o iofundiram o seas descen-
dentes o mesmo gosto que fcilmente alidenta-
ram,e cujaa coocepgoesrealisaram pela abundan-
cia de preciosos metses que diariamente enebiam
seus cofrss : Lima, Mxico, Santiago de Chile e
Quito, podem epresentsr conslrucgdes que nao
detdnarariam qualquer capital europea.
E riitt daqaellet bellos edificio! acoitumou os
filbos daquelles paizes a distrahirem alguna mo-
mentos s guerras iotestioas, para dedica-loa ao
engrandecimento material de aeu paiz eseguirsm
tro esto quasi
iantada que se
corto*
mocil
inda
aros*.
, archa
pode prever sus prompta execugSo. E se coropa-
rarmos a extengio, riqueza, populagio e malertaea
de que dispe aquella paiz, com o oosio, podare-
mos concluir aam exegengao, qae aa commuoi-
cagoea frreas deveriim j unir todas as provin-
cits do Brasil, a que do Para to RioGnnde ji de-
veria aer franco o tramito rpido qae tquellt sys-
lema garanta. E bem longe estamos dettes me-
lborsmeotos, porqe nao queremos ainda con ven-
cer-ooa doa prodigios que fazem mallos diminu-
tos capitaes reunidos em um s.
Parece-noa ama illuaao tudo quanlo lemoa de
qualquer paiz, que julgamos um ponto insignifi-
cante no globo ; que nao tem minas de ouro e
diamante, como at possalmos, que potsue spenss
algum mineral maia productivo, taea como o fer-
ro, o cobre e ocarrio, e que daquellta tbesouros
ris para nos, soube adquirir o maia rico, o maia
productivo eo maiappetecvel de lodos a in-
dustria fabril. E toda a culps deateaosioatrsso,
oo pe recahir sobre o goreroo ; sea darer
de inculcar os meios que o poro dere empregar
para ereacer em numero, torga e renlurt ; de fa-
vorecer as emprezas quejulgt uteis, a como lies
aconselhs, sem nellas tomar ama parle activa, a
Dio aer o Amulo moral que garanta ot capitaes
Kmpregados di qualquer tentatira menot hooet-
t. Ao povo, e nicamente a elle, pertence a ini-
ciativa naa gran les emprezas, nos grandes ettt-
beleeimentos que devem ser o mmancitl qoe ali-
mentar mais larde aniares da oulrot.
Os geoiot emprebeodedoret nao faltam, cremot
nos, o aeu maior defeito aerem acanhados e des-
creo tes de si, ede seas talemos deSconflam; elles
e o poroqaa dereriam felicitar, defloham n'uma
culpa da inaego, oa camlobam ragarossmente,
quando poderiam em pouco equipararem com ot
que realmente compreheodem aeu* intereiset.
Dm dettet bomena etpeciaea appareceunt corte,
fez frente a todaa aa oppoaigdet ettraogeiraa qus
aargiam, porque cooheeiam que urna concurren-
cia aoa productos iodustriae* qae importaran),
Ihaa era pernicion, a esta homem tsnto pelo
exemplo, como pela ana constancia fez conhacer
pratlcamente as rantsgens da associacao, de qae
alguos tloham Ideas theorieas, e que julgarsm a
mait litongeira de todas as utopias.!
Fuodou grandes e uteis estabeleelmentos, imi-
tpu o celebra Fraoklin : este arraneou o raio ao
cu, aquello aubstitaiu s traraa a maia brilbaote
luz. Qaiz que o pobres fossem capitalistas ; para
suss economas estabeleceu bmeot; qah jue fos-
sem morigerados, e aeonielhou-lbes a economa,
como o maia segur freio qae impaaham a aeus
desvarios, a a bygietra que deviam adoptar para
ae tornarem sadioa, e ahirigarem-ae da miseria :
ese de seos conselbos alguna se rirsm, a maior
parte os, seguiu e colhta razonados fruclos. Blas
este homem extraordinaria, nao pode abranger
todo o-paiz ; teus recursos, embora grandes, tem
limites, e o campo que tem de pereorrer, nao po-
de se-jo por um s genio, porque sa extendi
inamenas.
A farefa que ae impoz pode tarabem aer empre-
hendida por outros ; apparega u m s deatea ho-
mena ezcapctoaaas em cada prorioeia, a ana aor-
ta hade repentinamente madar ; aejem elles,
como en modelo, trabalbadorea, honestos, pro-
bos e patriotas, e o pora formar do boa rvtrtade
o pedeatal em que* derem oraotea corracarem-ae
para aerem de longe ristas, apreciados a goiarem
da anica gloria qae dere absolver o orgaslho que
ioepirs. Ettudem e analytem ot immnsos retar-
lo do Brasil, os homens que tem sabere poder
cientfico, a appliquem auaa obeervagoea ae-des-
enroirimento do proprio paiz para que em pouobs
aooos, tejamos o quedevemo* e podtmot ttr,
( Do Commf^cial.)
inauci
Os lazaros.
(Concfuio.)
Se n levanta qualquer urna deftsfl e ae ob-
serva a pelte com o microscopio, oa a croata
tirada, v'-se centenarea de acarot, bixos de sar-
na, differente todaria doa acaroa da aaroa ordi-
naria. Ot tazarentoa tem qaaei todor urna sarna
especial, produrida por este parsita. At feridas
que ficam ao' tirar da croata sivcallosa, einxen-
tss, epudaado ama sanie fetid,
Tubercalo ulceradoa na boeca, noa- beigot,
que eotretem ama aalirago ahondante, aa ca-
ridade naaat'que* achata o narii,.deatroiodoaaa
cartilhigena,. a faz verter urna aanie ptrida, na
garganta qae dettroe acampauhia, e torova roz
rouca a quaai sumida, na iracbee, qae tacna a
respiraco dfficil e slbillante.
Os signses cima descriptos saVa proprias da
morpba tuberculosa e do mal resmelho da'Oay-
enna : ha outros que o sao do aaeslbetosv ou
morpha branca,, e qae sao quaai tan oppetiea a
esses. Ellas sao r.
Rosto amarello-paludo, em vez de lvido, na-
riz achatado, pello aecca e dura, aam tubrcu-
los, tem elasticidad,, palpebraa aocolbidaa que
alose podem fechar completamente, e qae-dei-
zam o olbo a descoberto, masmo darsnte o sta-
no, labios eocoihidoa, seceos, costo que trinca-
dos, que deixam a deacoberto ot denles e as
gengiraae escapar a saliva.
Dleeragoea
dot pea ou
da bolhaa de
de ama
tam ama
qae sobre s
Eitas al
ossos, q
J p com
oa bem
pelle.
um dedo, _
laclas e te a
pareeta_
extremldl
tensireto dos dados oa dea ossos
"-sraasaasi
da ciqzeou, a qaa/niestriaado,
dar,
a ticam
a qae o osso. desapr
implantada sobre a
ou do metalario.
E'ts nltims oitos s vezei .sao timbem ablor-
ndos. Os mtale i escondem aempre a sua
molestia. Se se U junta donde rem aquel-
I cicatriz u aq iridj, respondtm sempre
que rem daqnati
rodarla a mi ou o p sao inssnsireis: se se
eniosta nma braaa do fago em certos lugares ul-
cerados, ou onde a palle est mala alterada aem
que elles te apareabas, pode-te fazerqaeima-
duras profandat, que nada santem.
Tem as razes alearas enormea que deixam a
descoberto grandea paredes de osso brinco, lus-
troso como msrfim, a nao sentara dor nellas.
A ohave da mo i tecca, diz o vulgo : o re-
sultado da atrophia doa msculos ds mao, como
dos mait muiculos.
As anhas psrdem o sea lustro, loraam-se ru-
gosai e quebradigas como chifre apodrecido, se
eocurram, se eilreitam e tomam a forma de
bico de paasaro.
Todaria um panarix, que tenha eliminado urna
pbalange, pode tambem dexar urna unha aatim
(ella aobre um dedo com falta de um osso, e
com ums cicatriz branca. Has enlo ests symp-
toma solado no corpo.
Quando sobre ama cicatriz branca lornam a
nascer os pellos, sao finos e brancos ; quando
toroam a natcer aobre lugirea que forana oceu-
padot por tubrculos, sao rtros e tezos.
Ettet symptomtt ma a oa meaos reunidos sao
demorphea confirmada.
Todaria pode aspeita-la no indiriduoeujae
toigdea ao grostas, e de ama cor arroeada :
mas esta cor tambem nao teem importancia no
homem pletorico oa que soffre do corago.
Pde-se saspellar no indiridao cuja pella daa
mos, dos ps, ou das peroas sejs luzidia e fina
como casca de cebolla ; ou que tenha manchas
alracentaa ou amarelladas, que ettarellam, e
mala altaa na circumferoncia da qua no centro.
Para tirar a durida basta pegar entre os dedos a
pella manchada e comprimi-ls. Se a pelle
molla e flexirel como a pelle a, a mancha
nada indica de mu ; ntat ae dura, esposa,
compacta, caracterstica da morpbea. Tam-
bem sao auspeitas aa maucaa rerareibaa que
rem precedidas de dores de ossos e morimeolo
febril, qua se somem de todo, ou quasi de todo
para tornarem a apparecer com doo aceesso de
dores osteoscopas, ed reaego febril,
Sao emflm suspeitos desla molestia 09 indi -
viduoi paludos, msgros, com dsdos otf com
membros conlrahidos, qae perdem um sapato
sem darem f, que arrastam o p e tropegam sem
ssnlir, coros masclos sao ioigualmente magrea,
cajos morimentos sao embarazados e cuja pelle
tem manchas como cobertas dep, cu com as-
pecto de pelle recentemeote quelmada.
Oque acabamos d expender, 6 urna imper-
feita symptomarot'ogia da moletia ; mea de
grande ralor para o poro pela aua mema im-
perfeigio, porque delta e da nossa propria ob-
servarlo e ezperwncia, haremos reunido tudo
quanto apresenta arm iazarento para primeira
risla aer recoohecreo, ou por um ezame mui
superficial. Em quanto ot que nos governam ao
noa lirram deaaet eniet perigqsos, fagamos por
nos lirrar noa metmoa.
[Reoi$ta Commercisl. de Santos.)
dd o sol na niscer. Quando ella cinta em al
da.indica que o lempo rae mudar.
Isla discurso iutereuou muito to:
da liba; a ooute tegainte oiogoam aormia a U
do poso eiculou com a mtior cariaaldada e>
aonunciar succeatiramente duss, quatro el
horat di maabaa.
Pergunlsram te o baUo paassro era para,
er, e quanto seu seonor quarta.
c Pego em ouro a carga de um ssuo,
mtu elle.
Julgaram lodos qae um tal prego nao era te-
nao urna naga tella para u m> animal lao mar vi-
'lhoso, e etforgarsm-se a pagar.
Vendo o irmo maia velbo rottar rico, os ou-
tros dous ficaram chelos de admirsgo ; o segan-
do resalreu-ae a partir tambem, para ver ae sus
toace rendia-lha ilguma coun. Porm, em todo
o lugar onde pisnn, eacoalrtri csmpooezesmu-
nidos de fouces to bai como a delle. Emfim,
por felicdade, deambarcou em urna ilha onde
ninguem sabis o que era toace. Quando o trigo
eatara maduro nesse paiz, apontara-ae pegaa de
artilbaria sobre os campos, e a tirara-se inconsi-
deradamente. Mas itto nao fazia am trabalho mui
r.eguUr: ora as bslss patssrsm a sears, ora feria
as espigas em lugar dos colmos, o que perda
muito grao ; e alm disso a feira era um tumulto
insupportavel. Quando o oosto homem poz-teem
frente delles i tegtr o trigo to tranquilamente e
to llgetro, todos obserraram-no de bocea sberls
e olhos arregalados. Compraram-lhe o instru-
mento pelo prego que elle quiz, e tere um esrsl-
lo carregado de tanto ouroquanfopodia cooduzir.
O terceiro irmo quiz por aua rez aproreilar-ae
de aeu gato. Como os dous msls reinos, nao
achou occasio alguma emquanlo estere em Ierra,
firme ; em toda a parte bariam gatos, e em to
gran le numero que atogara-se ama mullidlo oo
momento que' naaciam. Afioal dirigia-ae urna
liba, onde por felicdade nunca ae o Unha visto ;
porm, em paga,' os ratos mullipltcaram-se de tal
sorte que daasaram aobre as messs e bancos,
mesmo em presenga dos donos das casas. Todo
poro soffrii deste flagello; o rei metmo nio po-
da Hvra-r-ie delles em seu palacio. Em todos ot
canloa ouvis-ee cacar ratos, e tudo que o dente
podia apanhar nao era poupado. Introducirn* ahi
o gato, e logo limpou duas salas, de sorte qae os
habitantes supplicaram ao re de adquirir para o
Estado este precioso snimal. O rei pagon-osem
ajuatar, pelo prego de um macho ctrregide de
ouro, e o terceiro irmo roltou pira sea paiz,
maia rico anda qae os dout mais seibos.
t -- _
a
O campontx no cu.
Morrea urna rez um pobre camponez que foi
porta do paraizo. Ao mesmo tempo morria um ri-
co, Q lalgo opulento, que subiu tambem io cu.
S. Pedro chegou cum su as chaves, abriu a porta e
maadou entrar o fidalgo; maa aam durida nio
tioha riatoo camponez, porque deizou-o ra e
fechou a porta. O camponez ouvto a alegre re-
cepgo qaee cu fazia ao riesgo por meio de can-
to e msica. Quando o tumulto exlinguia-te, S.
Pedro voltoo e mandou entrar o pobre homem.
Este pertuidiv-ae que em tua entrada o canto e a
msica recomegassem. Porm ludo ftcou tran-
quillo. Receberam-oo de bom coraco, os aojos
sahiram ao seu encontr ; porm ninguem can-
ion. Elle perguotou S. Pedro porque a msica
nao era para elle como para o rico, e se a par-
eialidade reinara no cea como na Ierra.
Nao, respoodeu-lbe o santo ; ns estimamos
tanto ti quanto t outro qualquer, e gozars
egual atente como aqaetie que acaboa de entrar
as alegras do paraizo;- porm, vs, pebres ctm-
pooeze eomo t, entrar aqu todot o dits, em-
qaanto que rico, nao rem- um em cada cem an-
nos.
(Trad. por Alvtt da Fonceca.)
lilalos da tonas ds rsrlas
cobfaram om recibo ln-
)orSo de tito los,
lo; qaa o
tanta corren
ipUrar sc anta oa ti-
nas companhias a que
car os nmeros foi adoptado
pala" calza dodBsmlobos de ferro ab initio sem
rsclimsgio,
< Que, por oolro lado, esta uso nao privati-
vo da calza, mas existe egdtlmente em outros
ettibeleclmtnloi de crdito, cae nio dio recibos
iadicalirot do numera tas te
em tal caso as aecet etasider
depottlo, e podando os estib
dalias como mattrias toogirsi
obrigados a apreiioltr aegoaa
Que etta pratics se explica
ot banqueiros empresUntaaf
| am rigoroso
benita depor
sendo sement
vaientes;
i razio da que
.diabeiro a i por
FOaLHKTlM
IEL1X V4DBKL4ET.
A nosst historia nao um romance, a muito
menos nma norella, no sentido que ordinaria-
mente aa d a essa palarra ; a simples narra-
gao de um faci rerdideiro, que de alguma sor-
te se passon oh ootsos olhos e de que nao nos
podemos esquecer. Impozemo-nos o derer de
nao Ihe aereacentarmos couaa alguma, ainda mes-
mo psra orna-la e atormosea-la ; se offerecer al-
gum interesse, nao ser nosso o mrito, mas jul-
gsr-nos-hemos felizes se os nossos leilores parti-
lharem aa mesmos sentimentos que experimenta-
mos.
I
O anuo de 1848 delxou mais do urna trille ra-
cordagio na cldade de Bruxeliaa. Ainda boje nio
ha quem ae nio lembre dos milhares de artiatat
que rinbam it Flindrct, impellidoi pela tome;
das ras apianadas de hordas ds mendigos; ds
porta de Hal transformada em casa de asylo e
eheias d'esses infelizei; dai prisoet que se abriam
para recebar aqaelles que o asylo de mendicida-
de repellla; dapois, di medida extrema que to-
mn a cmara da collocar gendarmes s portaa
ds cidadt psra oppor-ae inrssio dos pobres; e
finalmente, das popalagdes inteiras, que emigra-
Tam para a eapital, leradaa pela raga esperan-
gs de ali al ontrar am lenitivo sua desgraga,
to pasto qae eocontriram urna deigraga ainda
maior.
A eisas miserias qae se ostentaram as ras
Tiohsm juntar-te, como sempre, outrac, occultas,
maia mortificantes. Eram familias inteiras de ar-
tistas, qoe, pala falta de trabalho, ou pela reduc-
to dos sslsiios, foram obrigadas a refugiar-se
n'esses casebre srruinsdos, nesses coris infectos,
qua poesoem ainda certoi becot da parte baixa da
cidade e doa suburbios do oeste. All habitaran),
promiscuamente, homens, mulheres, meninos,
as mantirdat, nos celleirot, as earaa, julgan -
do-se felizes quando linham, de qualquer forma
qoe fosea um aadago de pi ordinario psra come-
merem arsramente. Afinal vencidos, as maia das
rezei, n'etsa lata suprema di dlgnidade do ho-
mem, contra a mis ra, acabavam por jantarem-
se mullidlo de mal a que rinbam de Flan-
dres.
A crise commercial t luadeu aJtasjaan
Teiu por o remate tantas des
parle cessaram os trabalhos, a it fabri
nio deizarsm inteinmeate de trabilhar, conser-
rartm tptnat pteos arttaWt.
Foi asiirn qae M. R. tm dos mais neos (ti
bricanteade movis de Bruzellas, fex rer um dia
aoa ciocoenta e tres artistas, que trabalharam em
auas oficinas, que se ria toreado a despedir trin-
ta e cinco. Entre o artistas despedidos por M.
R... se achara Flix Venderlset.
Cesado, hiria seto annes com nma muiaer a
qaem idolatrtra, pae de tres lindos meninos, F-
lix Vanderlaet s conheeera at entao a paz da
felicidade.
Htbil e laborioso, o sea trabalho fra sempre
sufficiente para as necessidtdei de sua familia, e
em aua cata nunca deizara da ler urna modesta
abaitanga. Sua esposa, econmica e zeloaa, min-
'inhi a ordem e o atteio da sua casa. Assim,
qusndo no domingo, Flix cooduzia sua mulber
e seus Albos so patselo, quando os ris bem ros-
tidos, alegres e sadios, quando sentia-se amado
por esses entes queridos, o teu corsgo estreme-
ca de saliafagio, e ninguem poder-te-hia julgar
maia feliz.
Quando Feliz Vanderlaet soube que M. R ..,
aperar de tua immenaa freguezia, linha de des-
pedir tantoa artittat, comprehendeu qae amaaga-
ra alguma calimidade proiima, e rendo-se des-
pedido com os outros, senliu ums forte impres-
sao.
Infelizmente o pobre Fsliz tioha muita razio
para temer; l ae ia a sua felicidade e alegra ;
a commodidade de sua vida tioha de acabar; e
no lomiar de sua casa apparecla o espectro di mi-
seria.
Estsramos no principio do mez de detembro.
N'et/a poca nio abunda o trabalho, ainda mes-
mo nos anoos maia farorireis. Entretanto Flix
nio perdeu logo a coragem. No dia seguinte ao
em que delxou U. R..., se poz em procura de tra-
balho, Apreaenlou-se em casa de grande nume-
ro de fabricantei; os que o nao recusa? m fran-
camente, fizeram-lhe promessss vagas: todos tl-
oham j mullos artistas. Depols de alguns dias
gastos em psssos inuteis e infructuosos, Feliz de-
cidiu-se a fabricar alguna moris que ezpdz a
venda. Isso siria muito bom, ae elle podesse es-
perar urna occaiiao farorarel psra a sua renda,
aa, impelido pelas necessidades diarias de sua
catt,"1nr fim de dez ou doze dias, vira-se obriga-
do a desfazer-ie de sua mercadoria por um prego'
mlserarel. Bem depretsa se lhe eigotaram os
fraecs recursos que linha, e, na impostlbilidade
de obler material primas, leve de renunciar at a
esse ultimo trsbtlho.
Assim se iam pststndo os din, e cada am del-
les ierara comaigo um viilurobre d'eist esperan-
[TJn brilhira a teas olhos. Eatretaotn
era i river, a o trabalbo fallara. Onde
tchir am remedio par. o mal? Baldado era o seu
tormento, nenbuma reipotta btiant
Ignpta fflicriTi.vAt qoe um dls, a
Cantos fantsticas.
Ot tflt htrdeirot pttUet.
Dm pae chamon- sua presenga seus tres fl-
lhos e dea so primeiro am galio, ao segundo ums
toace e so terceiro am gato.
c En estoa velbo, Ibes dlsse elle, minha morle
est prxima; quero toldar erar vosao futuro an-
tes que ella chegue.
a- Bu nao tenho dinbeiropara deirar, a as cou-
sas que dou boje vot parecemsem du vida de pou-
co valor; porm todo depende da forro qae ha-
reitde aaber emprega-laa: baicae cada um de
roa um part onue o oujecto qae tenaei sej aes-
conhecido, e vosss fortuas est feH.-x
Coma mortedo pao, efilho mata-veibo poz-ae
a viajar com seu gallo; porm em todo- lagar que
paliara o gallo era j eonhecido : as anudan,
via-o na ponta das torres, rollando-ae-para todos
OS lado;-oas campias, ou via-o iacessaatenien-
te cantar,, e ningaam admirara aeu animal, de
sorte que elle nio linha-apparenci de estar no
caminhoda fortuna.
Emflm eaegou em ama ilha onde nao se sabia
o que ere-gallo;: da mesara sorta em- mai dfficil
dividir o tempo.
Conbecia-aa bem se era manhia ou-tardo; po-
rm noute, aquellos que nio dormtam ignora-
ran! que horas eram.
a V-de,.IheadisieeDo, que brilbaote aatmal;
tem urna corda da rubia oa cabega, oes-p* tem
eaporaa como um cartieiro. A' aoute, chama
trea rezes em hora determinada, a ultima -quan-
0 PROQESSO'IIIRS.
O accorie do tribunal dtDouat absolreodo o
famoso finaaceiro Julio afires, inda ba poneos
aooos obscuro proletario en Brdeos, hoju mi-
lionario aoajro do principe de Polignsc, cansos
profonds sensagio am Frang, Depois de exa-
minada a eaeripturaglo da sociedade caixs dos
camiohos de ferro ; do formulado o parecer do
projecto Mougirroi; e da aealenea do tribunal de
perito ioslaocia'de Pars, proferida a 11 de julbo
de anno paseado; condemnando o ru em cinco
aooos de priaaoe trea mil francos-de mulla nin-
guem ttlraz esparara r-lo agora sollo, lirre a
declarado innocente das culpa que lhe eram al-
tri bordas.
O-proprio sccasado, baseaodo adefesa na exi-
gencia de am nevoesame da essripvarago; e Ir
mitaodo-te a aeousar de m ,-deslealdade o
ruina tengdes o perito que poderii ganhar som-
mas tsMilosas talseaodo a sua cooecieacia pareca
desistir de tratar questio em referencia a le de
17 do jumo de 1896, ou dos arto. -496, 406 e 40t>
do cdigo panal cuja penas lhe toram spplicadas
em primeira instancia.
O aceordio de 21 de abril prximo- nassado es-
labelece urna interpreiagio juiidrc acerca do
acto das emprezaa-finaaceiras e indualriaes, dig-
na de seria attenco-, porque diverge essencial-
meo'.e-doi principie at agora acreditados, at-
tribuindo aos gerente destas emprezas a maior
lattilude discriciooari.
Depois de desaltendar o pedida do aovo exa-
me nea livros, como oecioso, e tribual de Dousi
occupsBdo-se com a questo essencial, comega-
pela aceuaagao do33&clienles da caiza doa ca-
miohos de farro acerca das operagoes de bolsa
feilas por Mires.
Considerando (observa o tribunal) que esse
clientes soobtiveram adiantamenlos am dinheiro-
do a porta inteiramante aborta, franqueba o lu-
miar, inttallou-se no seio da infeliz familia e nao
a deizoa mais.
II
Feliz Vanderlaet habitara com ana.familia urna
pequea sala em ama tata alteado*oa ra de 1H-
pargne. Depoii qaofora despedido da cass de M.
R..., essa aala tomara, pouco a pouco um aspec-
to de tristeza e deaolagio. Aa paredes, oulr'ora
airas, tioham ama carnada de ferragem. que Ibes
dava urna cor sinistrs;
Urna noate, Flix passeiava com patios ligeirot
n'easa immunde sala, despida de moris e fra.
Com a cabega inclinada para o- peito e os bracos
cruzados, parecia dominado de grande agilscao.
Algumas rezas balia na testa e deixira stcsptr
sons inarticulados.
S o ruido de seas panos ioterrompia o silen-
cio qae ali reinara ; de vez em quando.contra ai
vidragis dssguirnecidas da cortinas viabam baler
algumas rsjadss do nordeste. Tanto no interior
como no ezterior dessa cass parecia harer algu-
ma coass de triste e lagubre que apartara o co-
rtgo.
A luz que alumlava essa pobr habilagio da-
ra-lhe um aspecto ainda mais triste. ra. am
pequeo prato de barro cosido, aojtucado aobre a
chamio, e no qual baria algum oleo de Moho de
que Feliz ussra para polir oa movis. Um pe-
daco de algodio em forma de torcida eslava ace-
o n'esse pralo, e sus luz triste e vaoiltsnie ala-
miara parte de am eozergio atendido aam can-
to da sala. Sobre esse eaxergao eslava sssenta-
da a malher do artiata, que rolara junto a aeua
filhos, que dormism... mas infensraeote com qua
somno! Quem a visse assim vestida da trapos,
com a physionomia paluda e contrahlda, ditia
qae era ama mulber de quarenta annos ; e en-
tretanto ainda nao linha viole e aete. Ella ob-
servara quo nessa noute Feliz eslava mait afflicto
que nunca.
Por isso segua os seus menores taovimentos e
gestos, e com anxledade obsersava-o psssear
modo e pensativo. No fim de meia hora des-
se penoso silencio, ella lhe diaaa com voz fracs :
Flix vem descansar; isso te calmar.
Nao ha mais deacanao para mim.-rsspondes
Flix sordamente... Obi muitosoffsjrI mal-
lo soffrer !
Vamos, mea smlgo, coragem 1 %disse-ells,
fnsislindo com dogura; amanha reatberei dous
francos per este vestido que aca&el trfazer.
.Congaml Mara, exeUmou Flix, parando
diante de sua esposa; cprtgem i sim 1 O pro.
prietatio acaba de me dtr coragem., jr elle afl
poe na rut.
a ettrtmeci
cenlo e obrigando-se quariH Ceitsm as aegoea
em penhor a recetrer ot coupoi Mida qae
te vencem, nao tirariam pn algum M im-
mobilisassem em suis calzas ttulos recebrdos
em penhor; que se eourert a am meros om-
presiadores sobre peoboresr 1 no saccurssss do
Monte daPiedade;
< Qae para evitar essa cooaJ nmea lodos as
banqueiros e casas commerataj
prios depositantes que recias) **
oamerago dot seos ltalos no at rqum eonram,
urna ordem de circulagao que[ra1ceaarita o ralor
doa ttulos, e cujo effeilo immedale por tatas
rtlores sus disposlgto;
r Attendendo s qae Kirs nfo coatrahiu' outra
obrigacao senio a constante dot seas recibos que
simultneamente a prora e a eonststagao'es-
cripia do seu encargo peiioar ; qae darida a|cn*
mi a tal respeito posarel pe.Au motivos adms
enunciados } e oolro sim, pe cfrcnmitaocja
que a caiza exiga aempre dos cuentes ami
crago e um endosso em brantv^qnendo i
acgdea para recebar dinheiro j |
Qae retalla do expotto, & eonsli
Mires em bom direito, tena isa1 dVre
titulct do mesmoganero, podiBMo por coose,
te dispdr dos que lhe errtre^arsji I*ubs a obri,
ds devolveroutros8amelhaBtoas]OSclien'9Brrq
do estet quizerem taldUt cootas ;
Que se segu ainda, no nnder ser o rtV de-
redor do prego dos titulo 4 M differede do
prego relativo ao dia da avs errtregs. e ao oVsal-
do da conta, nem suppor-ae- qua ditpozera dola
indevidamente. porque lendcsa cunsiiluido pro-
prielario de ttulos t onere*rsd- era triatamaaUe
obrigado a restituir ttulos semeibaattes no da do
aaldo, qualquer quefosse o previ- nalbolsa;
a Que ar cents' torrente constrtuioif don no-'
gocianles, respectivamente credar/endavedor am
do outro, por dlalarna permutaco de titalot e va-
lores, assume pela contlnaidade daa operagous,
segundo os melbores prasistas e oa- magintrados,
o carcter da um verdadeiro contrato ; qua nao t>
por consegunte um mero qaitro do cootsuitda-
de ; e que quando operagoes anloga aa dno en-
tre um baoqueiro o um simple pattlculkr, rmpli-
cam as mesmas lelagoe, originm o mesmo con-
trato ;
c Attendendo a quo debati deste poovodb rie-
la o delicio de fraudo {eteroqueris) deixade ter
fundamento; e que effeelivamanteMires nan-pfo-
curava loeupletar-ser domo o alheiOj, visUKsaguir
o proeesso adoptado por outra asta Waa^lpntba
de crdito, que supponha estar noitaual
como mottram 01 cozapetenta laetboa ;
er Quo a sua totenge taoan menosmjporta
qaaato- aabida a e*treere|a na- a e<-^aaxade
urna caira especial de deposito, pelos quaes rt-
cebiaarum premio ; e que- no asmenlo da eur
prisio, segando os msppar forntoradoa pelos li-
quida tario extsliam em deposito 7ff2 litaras no-
minativos entregues por 47cr*dienrr petos quaes'
se paesarkm recibos indicando a mamerago,
achaodo-se intacto e respeitdo esse- duposito ;
Attendendo a que se a 3'de abrif 1 e 3 de
mito do 1859 ello renden fietieiameuto as bolsa
os titulo de 833 cuentes de qae se trata-para po-
der com elles peros pregos dessa poca-,, som no-
iificagio ou aviso prrio, isso eonatitau sa acto
irregular que involve a aoa rtapooiabilfdadeciril,
maa que nao pode cooetituiro criare de tbude;
c Quer pura- apreciar a circamutaneir cumpro
referir-ao aoa auccetao gravea quo- aiiigoaiocam
o flm <1a abil er-a tesofo da maio de 1890{.rpstn-
do a immineocia da guerra produzitr na bolea-ama
baixa considerare! ;
Que Ifrrua avista do adiantorneutos-feitonL)
clientes na importancia do 8.568,090 fraucobo-
bre ttulos, cujo- valor total nao exceda de* mi-
Ihoea, tioha- motivo por recetor qae a-buina o
expozesse a parda cooetderavel ; e qoe se conce-
be a necessidade que Haba de liquidar sem de-
mora, porque segundo a cenia corrale a 'fella
de estipulaga- de prazo fi*o, e-s partaocontralan-
tea podia m aaldar a coeta-a sea arbitrio :.
a Que vendando oa valorea doa clientes ao pre-
go do dia teria feito na resudado, ae a baiza eon-
tinaasse, urna operagao vantajana que-lhe dere-
riam agradar em lagar da-seqaeixarem, e/itoa-
do maior perda ; e que ao caso de subida mam-
tinham a foeuldade do pedir a anoullacao da
venda.
Porm Feliz, ello alo far isio. bem *S o
fri que fax ; oh I nao er lio mu coragao.
To mu coragao- dizet tu ? Te ve ello pie*
dade no invern paitado de nosso amigo Gusta-
vo?.... Nao, nao, dalla nada podemos es-
perar.
E, continuando o sen paeselo com preeipUagao,
biteu com o p em ama meaa velha qu eslava
encottada a parede; Com a bulha, umdoamenl-
nos, quo eslava doenia algano-dUs, acordoa, e
st poa a chorar.
llaman, murmuroa elle,, mama! teoho
fro I
Com eftoito, dous vidrot da janella, tiuham-se
quebrado, e em sau lugar pozera-to um pedago
de papel; maa o vento e achuva odosgrudaram
como que para ajudar o fri a penetrar mais f-
cilmente na miseravel habltsgo.
Feliz, dista Hara, v. se podes botar alguma
eousa no lugar desse vidros..
Beliz, sem pronunciar palavra, proturou alguna,
torrapos, e tratou de tapar oa buracos. Porm g.
menino conUnuava a chorar e gesaer. Bem de-
presia despertara os oatroi dous, e Sgualmeote
pozeram-se a chora*.
Pap, disse c mais relho.hoje nao te com ?
tenho tome. m
Feliz, perturboavse ao ourir eaaa vos; senta
como que alguma eousa quebrar-se-lhe no cora-
gao. Langa nao cabega para traz com dtueepe-
rago, battu aa tests com aa duaa mios. crespa-
das, a eutWmou :
* Ohl muito!.... mallo! mea. Deus!
Correu para aeus filhos, abragou-oa com urna
especie de frenes, e, com a voz commovida, dia-
se-lhes rangendo ot dentei:
Pobres fkUnhos I voces temime, sim, tsm,
e eu nada tenho para dsr-lhes....
Depois, como se livesse ama resolugio repsn-
lint, levantea-se apresssdamente, dlzendoj
Vou ver se lhes posan trazer alguma cotsa
para comerem l
E de' um 16 salto sabia para a roa. *
Feliz 1... Flixt... gritn Hara, ohl meu
Deus I onde ir elle a esta hora?
E logo lomo os tres meninos noi bracos ; ama
dOr Inezprimivel apoderou-sa de seu coragao, e
de seua olhos brotavam dui tortales de lagri-
mas.
Oh 1 res miet I ros que tabalt o que offra ama
carlohosa mi quando ouvt itus filbos pronan-
[Conlin:uar-M-ha.)
patarras, qae despedagam o coragio :
o /orne I e se lhei responde om
alo sitria Mara nesse
dores que, a dous mezet,
lie sss habjtigSo em
que a miseria, com rido olbar, conta j aa auaa
victimas, e transpertamo-nos para ra Real.
Ali, ricas aquipageaa param em frente de um
sobarbo palacio, cuja parta guarnecida da ao
pavilho exterior.. A fila daa tarruagens extra
ordinaria. *
Um- vento glackl topra com violeoeia. A neve-
caboom grotiot ftocoa, e, impeludo palo nordes-
te, amontoa-ae ao k>ngo daa ia Iradas s contra aa
casas..
Um homem, vestido com ama- tate de algo-
dio, est am p-> porta do palacio Obterva com
olhar espantado, a quasi estupid, esse grande
luxo e apparslo.
Pobre borneas, disse, entrando, urna don-
zella para aua. companbsira ; costo parece-ter
fri I
Fsz com effeilo esta noute muito fri, disse
a outra.
Oh 1 muito I disss consigo Feliz; ppis era
elle e miaba malher nao lem fogo, e meas fi-
lhos nio tem pi I
Outras lindas senhora*, a diatioctos cavalleiros
passsram assim soto s.pobro artiata. Esto estova
absorto em saa dor, a s via esse rica eortejo
aira vez de nm sonba.
Urna senhora da aljame adade, toda, deslam-
brantode diamantea, deseeu com paseo cadencia-
do o escabello de. tua earraagem. Auitlou o ar-
tiata, que, com o corpa Inclinado para a frente,
parecia imploran sua piedade, sem todavauear
estoader a mao.
Retira tfaqui esse mendigo^ diste ella spe-
ramente para o Iicaio agaloado, qae te coaser-
vava aem chapea 4 porto. Depois, tomando o
brago. de aeu marido, aecrescentoo:
Estou vendo que breva rirlo asssatar-te
al tm nossos saldes.
Aq ourir a palavra mendigo. Feliz sabia, do 10-
oho em que citara abysmtdo ; o rubor tublu-lhe
s toces, fez um morimeolo para arrometiar-se...
a senhora j baria desappareeido, e dianto de si
nio via mais do que um agente de polica qoe
brutalmente lhe inlimoa a ordem de retirar-ae.
Flix reiirou-sa. Urna tsntcie defebrt aa apo-
derara delle. Essa palavra mendiga, lhe aunar-
rara tncestantemente tea ouvidos. Caminhava
ao acato, entrando n'uma ra, sabiodo n'outra ;
amas vezea correado, aulrsi com pasto modera-
do, ssa.lhe imporltr nev que o agoutava i>4'*,p2r|1!j
lement, e qua comtcara j a penetnr-lhe, a ron-
pa estorripada, Aiv-^-m^-S
No flm e meia hora, pouco mtu ou menot,
eslava no boulevart de raterloo. Aa arvores
despidas de folhas paloinrsrno, e airas em rszio
da nev qae as cobris, pireciam phinliimas no
meio das aombrai; o vento fazia tremer aa vidros
dos lambes, loptTiw l mait vaclUaolt t
tao.
nda-ma, da
ergunleu anda
t
1

triate ; a mota profunda lolidan reinar ent
Feliz, chegaudo perlo ao fdaac< do contorio,
sentia-se todo resfriado ; .um fra glacial, lhe cor-
reu naa vea; leve medo. Pareca lhe ourir urna
voz que lhe-dlaia muito baixa : a Pobre mendigo l
tua mulhera-teut filhos morreen de fomo-l Vic-
tima de um verdadeira allacioatjs.o. eHe repeta
machinalmeoie : c Mendigo I:. mor rer den-
me I.... Mu Deui 1 mao^toaat exetomou- elja
de repente toreando obracos,qa> fu pan soBrtr
tsnto I
No mesmo instante via am homem, envolvido
em um rico capoto, qae deadnpula caloada apres-
ndamentn.
Atravetsir o boulevaxd, arraineiiar-te sobra
esse individuo, segara-lo pato ola, Ai para F-
lix negoeio de um momento.
Teu dinheiro eu- maUavlt-hei r gritn elle
com a roz abafada.
O homem do capote, sem proferir palavra, mel-
len a mao na algibeira, tiren urna bolaa, a entoe-
gou-lb'a. Elle agrra-a com aridaay tira urna
mooda de cinco traneoe, a, rettltoiwio bolsa 10
desconhecido, toge..
IV
Flix Vanderiaet, qua nioquizeao-ser uaadigo
cabava de tozar-se iadro.
A proporco.que saa ., do-bonlevasdi, vol-
tara-lhe a eonsciencfaecom Ut>o.reanoro. Me-
diu a profundidad do abyfmo, em quo acabara
de cabir. Por um inttanta paasou.-lhe, polo espi-
rito a idea do suicidio ; ma onviu aiada a roz-
que lhe dizia : c Tua tamil a morra do tome 1 ks-
se dirigiu a toda pretta pi t> casa.
Logo que ibriu a porta sua. mulber langou-je~
lhe ao peicogo, dizeado-lb*- com a voz entronpj-
tada de solugos:
Oh! Flix! at qaa amfim chega*t....
Soffti muito durante tua anaancia.... SalsVe de
urna maneira tao saguja!.... Julguei, qua te
nao tornara mato a. va.
Em verdade os seos olhos ainda lastimosos a
vermelhos mostritam qt tila nao. esssara da
chorar.
Flix balbuci* algumas palavras, e at.iroa so-
bre s meta a mdeda d neo francos qae anda
comer va va na mo.-.
Onde acbaste at dinheiro? perguatou a
malher toda admirada.
Dlr-te-hei amanhia, responden Flix com
. E porque nio ia de aer j ? Rat^oada-me,
es i'o roajo.
-__ M io des horaa a maia ; uaho toma,
es 1 ninot tambem ; vie proparer alguma
couia da comer.
Sim, PB*. tu to* ;
onde houvtate estt dlpheij
Mirla esda mais ln(
^^raaunuaaVut
PnRM. ITP. Ua H, YDI rAA FII^O.TBOS,


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYGDFIT5G_3IZWZS INGEST_TIME 2013-04-30T21:00:14Z PACKAGE AA00011611_09559
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES