Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09557


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Full Text
1
>
i
f
AIIO IIlVill. IOMEKO150
Ptr tres eiestintados &|O0O
Ptrtre mm veicidoi 6$C00
'^^Wt 3?.

E5CARREGADOS DA SDBSCR
Parahyba, o Sr. Antonio
mi; Natal, o Sr. Antonio
Aracaty, o Sr. A. do Lemot
J. Jos do Oliveira; Mari
Mirqaes Rodrigues; Psri,
C; Amazonas, o Sr. Jtronymo
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPC.
Alsgdas, o Sr. Claudino Faltio Das
o Sr. Joa Martina Alvos ; Rio
Joio Poroira Martina.
I
Hontem tarde
mos com os nossos i enan-
tes um supplemento, can-
tendo as noticias da Efropa e
sul do imperio.
nir
OARTA FEIU 2 DI J0LH0 DE mi.

Porto
f n iii. itltiUdo 49$00O
fttf
para t sibserl ttor
A DOS TAPORES
it* Alago* a 5
|*iM^S I 14 9 de ad m.
"AfcTIBA DOS OSJWBIS.
Para O Recife : do Apiputot 6 113,
.8 1|S < ffi.; de Olmda 8 d m. o o
o Caxang o
da m.
norte?
Jaboati b6 1|2 da m.X'f
i* 7 do m.; da BtmfU tjr
Tribafl! dondBunereio:
Roladl: ter5a otbad
"asando : quiaUao 6#vi0 horas.
i do tdaomercio : segundas
qufaUs.
ao mio dia.
do Janeiro, o
Do i para o Aja neo* s 8 lit. 4, 4
di taVW Bda t.; pora /a&oao i 4 ds t.; para
s
o Cazar o Farzea s 4 t|2 da t.?
as 4 do t.
t.; para Oltna
para e>/fcaS
orphioa: taris o soztas s 10 oras,
arado sirol: tarjas a tila a mofo
aabbadot l
DA SEMARA.
I. Marca I b. ; S. Lucios.
Torce.. S. Theodorico b. ; S. Abrabao.
2 Quart. Vi*itegao de Nossa SeDhora.
3 Quinta. S. Jacintbo m. ; S. Heliodoro b.
4 Sexta. S. Isabel rainba de Portugal f.
5 Sabbado. S. Atbanaaio m. ; S. Philomena v.
6 Domingo. O precioso sangae de Cbrislo.
^, ASSIGNA-SE
no Recite, ero a livraria da praca da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, dos propietario Manoel Figaol
roa do Paria 4 Filho.
PMTE OFI
GOVERNO DA PR0
LE N. 544. f?
O bichar! Maooel Franctoe rea, presi-
dente da proviocia da Perneta*.
Fco aber a todo* o feas R*bUTntes que O
sembl legislativa provincial decreto e eu tinc-
cionei a resolcao seguiste:
TITULO I.
Despeza provincial.
Art. 1* A desposa provincial no erercic
1862 a 1863 ser de Rs. l,33O:59#000 e efftc-
tjida pelo presidente da provincia de cooformi-
dade com ai disposicoes seguintes:
CAPITULO i.
Assembla provincial e secretaria da presidencia
da provincia.
Art. S Assembla provincial: fT*m' -
1" Subsidio do
Arl. 1
A
Ucial
*
seus membros em
tres mazea de es-
sao..................
2' Ajada de cas-
to .;....
3* Empregados
da secretaria. .
4* Expediente o
aceto da casa inclu-
sive a diaria do ser-
"Ot i J
5Publicacodos
debites e outra im-
pressoea ....
!
*
i
1
17:9409000
2:160|000 ""**"*_
5:8101000
6009000
6:755#C00 33:2659000
C4PIT
$h9afro d% S. liabel.
Ordtna-
trador.
S.' CAPITULO
Seguranza
5. Forca po-
.Art. 16. Casa de deis
1. Empregados,
inclusive cirurgiao,
bsrbeiro o cabellei-
reiro .
'" 2. Eofermeiro
Com a diaria de
11800-roto .
(T xpedieote.
4. Illamioago.
*>
13:525*000
5841000
2001000
8969000
15:2059000
Art. 3 Secretaria da presidencia da provincia:
1 Empregados. 19:2i#000
2* Expedante o
oca o da casa. 2:1629000
3 Diarias
dous serventes
2J>000 .
de
a
1:4603000 -2-.902J000
CAPITULO II.
Instrucco publica.
Art. 4. Directora geral:
1. Empregados. 3:4809000
2. Expediente o
aceio da casa. 2009000
3. Diaria de
1?600 rea a om ser-
vente .....
58490GO 4:2649000
Art. 5. Gymnssio provincial:
i 1. Empregados
e professores. 34:440$O00
2. Alaguel da
cass. ..... 2:0005000
3. Expediente,
movis o aceio da ca-
fa ...... 4009000
4. Meosalidadeo
do alumnos pobres
existentes
Art. 17. Aluguel
de cisas para ca-
deias e qosrteis da .
for? a policial tora da
capital.....
1 Art. 18. Condu$o
de preaoa ....
CAPITULO Vil.
llluminaco publica-,
Art. 19. Com mil
e sestela eum lam-
pi6es de gz ua ci-
dade do Recite, de-
vendo o preaidente
da provincia destri-
buir os clncoeola,
cuja despeza vai in-
cluida nesta verba,
peloa logares que
mais saceasilarem,
inelusire a gratifica*
qSo de 6009060 rais
ao fiscal da illumioa-
?ao dh meama cida-
d6* .......
Art. 20. Com cen-
to e um ditos do
ateite Da cidado do
Olioda.....
Art. 21. Com tri-
la ditos de ditos na
cidado de Goiaona.
CAPITULO VIH.
. ~ Soccorro$ de oena/icencia.
Art. Sft. Ho.pt.
tae* da Pedio II o
dos Lazaros e caa
dos expostos na ci-
dado do Recite, in-
clusivo os dotes das
ex postas ....
, Art. 23. Sustento
e coralito dos pro-
sos pobres. .
Art. 24. Recolhimentos:
5 1.a De Goianna. 400JQQ0
2.* Da Igoarastn 5001000
3." De Olinda. 250J000
1:9149000
1.27590O0
Psros ex-
.20.2
9;584fi0O0
3:2309000
useu.
2:2509000
1:0009000
Escola do commercio :
'rofeMores. 5:100000
tarleiro ser-
Tidoj de continuo. 5OOJ0O0
i. Expediento.. 608000
Art. 7. Aolas de latim :
Professores. .
Art. R. Escolas primarias :,
1. Professores,
nao podendo no
exercicio desta lei
proverem-so os la-
gares de adjuntos. 946649000
2. Aluguel de
casss, movis o ex-
pediente ....
'40:0909000 [
5:660v000
40159000
"Arl. 25. Collegio
do ddtd Connibo em
Papacaga.....-
A*t.'26. Hospital
44Mlamordlo em
fGoianns. ; .
\ capitulo 9.
Culto publico.
Art. 27. Coadju-
tores, tendo cada
um 20OJO00. ; .
Art. 28. Religiosos
capucbiohos .
CAPITULO 10..
Arrecaiucaoefiscalaco dat rendas
Arl. 29. Theaouraria provincial
50:0005000
1:1509000
4:0008000
SeOfooo

'15:000J00 109:6649000
Art. 9. Associsco
dos rtistis .
Art. 10. Bibliotheca provin
1. Biblioteca-
rio ...... 1:0809000
2. Aluguel da
casa e expediente. 650f000
capitulo iii.
Auxilio tndusrio.
Art. 11. Subven-
cao a companhia
Pernambucana .
capitulo iv.-
Obrat publica.
Arl. 12. Repartico :
1. Empregados.
2. Expediente..
1:0099000
1:730#000
40:0005000
Art. 13. Obras:
1. Reparos o
conservarlo de es-
tradas e ponte*. .
2. Ditos e dita
de edificios, inclusi-
ve 1:0008000 reis
para cada urna das
malrizes de Boique,
eGaranhuns;
1:0008000 para o re-
colhimento do SS.
Coracao de Jess de
Iguarass ; 1:5009
reis para o acode de
Cimbres, e 5009000
para a cadeia de
Pesqueira .-
3. Cslcameoto
da cidade, preferin-
do as ras de entra-
das e sabidas. .
4> Entradas do
eooiricto Mamede.
5, Obras'novas,
sendo 20:0009000 r.
com a pone do
Bramsinho, o
50:0009000 rs. com
a de S. Joao, ambas
oa estrada de Pao
o'Alho, ficando o
presidente da pro-
vincia autorisado a.
contratar, desde j a
constrnccAo comple-
ta das msmas pon-
tes, aberta a devida
coocurrencia. .
6. Gymnasio. .
7. Mstrizes, sen-
do 8:0009000 reis
pars a cooclutlo da
de S. Jos desta ci-
dade ; 2:0009000 rs.
para cada urna das
de S. Lourenco da
ftlstta, S. Bento, e
Taquaritinga ; o
1:0009000 reis para
cada ama das m a iri-
res do IgtariM t
25:588000
2:4639000 J8:05l9000
------- 3 .- 100:0005000

.\
1. Empregatfoa
2.* Seis por con-
t dacobranca judi-
cial. .7.
3.a Oespeza*r>-
diciaes .....
4." Expediente e
asseio da caga. .
5.* Diarias de
28000 rea o nm ser-
venta e a gratifica
cao do 4805000 rs.
aocarteiro. .
32-81O00
3{94790OO
1:9539000
1:4009000
1:2009000
40:811
Art. 30. Consolado provincial :
l.Eu3pregdos. 38:505*000
8 2. Expediente e
asseio da casa. 1:4009000
3 Diaria de 29 ..*.-"psi
ria ao servente noa
das uteis .... 6O0JJO00
4.a Cspalazis do
algodo..... 3:9609000
xpotado.
S 3.* Douapbreent*
4.t Site por canto^
todo.
5. Oito por
8 6J-XOCO
'poKfSa meooaJ|
7. Trinta mil r, oosrarvo exportado,
guardada a disposlcaa do 8 7' do art. 41 da lei n.
431. \- .
8. Cem res por libra de tabaco fabricado,
seiscentos ris por arroba do nao fabricado, mil e
quinhenlo reto por milheiro de cbaratos e cigar-
ros, oilocentos ria por arroba da aabo, trio!
ria por caada de bebidas espiriluosaa, com e- -
cepcao da genebra e licores qoo pagarlo ciocoen-
ta ris por caada, e viole x&n por caada de vi-
nagre, ficando isentss aa fabricas do provincia.
9. Viole por cento da agrdante de pro-
docio do pait sooaumida oa provinci, cobrados
por administrac&o na cidado do Recife o seus ar-
robaidea.
10. Dous mil o quinhen tos ris por cabeca
de gado vaccum coniumido o provincia.
11. Decim dos-predios urbanos.
S 12. Viote mil reto pota vendo de cada es-
cravo.
13. Sello de heraDcas. legados e doaces de
qualquerospede, observando-so a respetto todas
as diaposigoes om vigor, excepto quaalo ao aog-
mento deste imposto estabelesido na lei n. 5l0de
18 de iunho de 1861.
14. Quatro prcenio si
loteras baiores d^qnetn
15. Dez por
?ela Qomeaeo das''*
ufe por ceoto pela
dos mesmos empiegodo*.
16. QanUo por cento sobre a renda das ca-
sas em que se acharem i M&pimentrf de
loojlauto. fora da cidade do.Recif*. o obre as
prontas de algodao, tvpographias, cocbelras, ca-
, vallariae* de alugoel, hotoi, botequlD, catas de
pftoi-f*b"rieoo, excelo a* rimes, emtdda avpro-
vinci.
17. Oito por cento sobre a ronda das catas,
em que se acharem consultorios mdicos ecirur-
gicos, cartorios e qusesqaer escriptorios nao'
comprebendides no seguiote parsgrapho.
18. Doze por cont sobra a rendo cotas,
em que se acbarem na cidade do Recite os otta-
beiecimentos de commercio om grosso e s reta-
lho, os irmazens de recolher o do deposito o os
traplebes. *^- '
8 19. Cincoenta mil ris por cada ama cass do
bilnar, ds moda o toja, em que ae venderem
Po* "'o?" ''i em paiz estrangairo.
20. Um cont de ria por cada urna casa de
opertcpea bancaiias com omissao o ontros privi-
legios, o quiohontos mil rit por cada mi dita
sem taet privilegios.
21. Trezentoa mif ris por cada urna dita aem
emisso, bem como porcada companhia anony-
ma e agencia. _.' .
22: Dazentos mil ris por cada urna casa de
cambio.
g 23. Cem mil ria por ctdo corrector com-
mercial e gante de leilp
g 94 ci...,.u mil cois de cada urna cssa de
commissao de escravos.
25. Trila mjl/jt^por cada escravo em pre-
gado no servico cas a'lvareDgas e candas abortas de
que (rata o seguinte.
" 26. Quiobentos ris por tonelada de alvaren-
gaa e canoas aberta empreadas no trafico da
carga o descarga.
27. Ttozontos e vinte lis por todo * algodao na capatazia.
28. Dezeseis mil ris por cada carro particu-
lar de quatro rodas de eixo fixo, dos mil ris por
ito de duas rodas idem, dezoito mil ris por di-
de aluguel da qu.atro rodasidem, onze mil re*
por dito de duaa roda* idem, vinta e cinco mil
ris por cada mnibus, sei mil teto por cada car-
roca e carro nao comprehendido as designsedes
precedentes, exceptuados os vehculos emprega-
dos no servico sgricols.
29. Matriculas o amolomeatos do Cunto Com-
meraal.
30. Cinco por cento do valor das angas cri-
mos, com excepgao dat que houverem de preatar
os senhores por seui escravos.
31. Des por cento das rendas dos torrnos
oceupados com o planto do capim, para venda,
no municipio do Recite.
32. Pedsglo das ponies e estradas.
5 33. Bans do evento.
31. Emolumentos o approhins.es pela poli-
Art. 48. Ficam revogadaa aa disposicoes em
contrario. .'*_
Mando, por tinto, a tola as autoridad* quem
o conhaeloseoto e *ecur;ao da presente lei
pertencer, que a camprm e fagam cumprir,
to inteira||*jrite*fomo nella se contm.
O secralajin.dosla provincia a faga imprimir,
publicar o tOrrr.
Palacio dV%overno do Pernambuco, em 28 de
junbo de 1861, quadrogalimo primeiro da inde-
pendencia o do imperio.
L. S.
Manat Francisco Correia.
Sellad* e publicad a preiente le notta se-
cretaria do goteroo do Pomambnco, oos 28 de
juobo do 1862.
v Jodo Rodrigvn Chavei.
Registrada a ti*.... do llvro 5* de lea provio-
ciaes.
Secretan do governo de Perntmbuio, 28 de
janbo de 1862.
< Fortunato da Silva New.
-__________

X#l 'tororios.
PorU .
Fiel do .
G*ardac $.
mo smapk
O porteiro que contlo
goa ordenados a gratifica.,
r com aa quots* que Ihe c>.
to* superiores sos de 3 escr..
Joao. Rodi
8
5
8
.
116009000
8645000
i S
44:4665000
23.9709000
10:
100:0009000
70:0009000
Arl.
tados.
Art.
Art.

\
70:0009000
16:0009000
Art. 31. Cpllectorias e agencias:
!. Promotores
fisciei. 4,9349000.
2." Coilettores 6:919g0O0
8 3. Eicrlvies. 4;6139000
4. Agente do
fumo, tabaco, abo, ..
etc....... '4;lf)00
5. Dito dejiaui. .
dos espirituosos e
vinagro.....- 335.89000'
Ait, 3L Aluguel "\T"
de casas para barrei-
CAPITULO 11.
4pp.,ia ,\V!bi^0"f.
93. Aposem-
*,.rf 10.3649000
34. Jubilados 19.:492j000
CAPITULO 14.
Divida provincial: '
35; Resgate .
das a plices da pri-
meira serie emetti- *
das em viriude do
art. 31 da let o. 488. 60^)005000
Art. 36. Juros da
mesmas apolices. 18:202g000
Ar-37. faercicio
ados...... Ir716|000
CgPlTUL0'-l3
! t V Publicdcda imprente!.
Art. 38. Impres- > !
oes dos trabalbos
da repartige pro'- J
viociae, publicaco
do eipedianle e de *
6tro*trvcos. .. '
f CAPITULO 14.
. -.- Dfipetas diversa!.
Art. 39. Restilui-
ces.
v Arl. 40,
ago-o
iieco do
vAH.4i.
cia.
s_35. Multas por inirsccdei. v ,
^ 36. Reititui9|-o.repos5qei. :
37. Producto da vendo d gneros, utansis
e proprlos protinciaes. ,
38. Metade da. divida anterior do 1* de julho
de 1836. "-
'4:1729900
1:2699000
- 8469000
' 10:0005000
*
:596000
TiurfLcy-riv
T?ita. '
Art. 42. Paro te etTec'tuar a doipeza, fixada no
titulo antecedeote'flca'o^reaidentoj da provincia
lutotisado a determinar sTKrecadago da rend
opsignada nos paragraphos seguintes;
39. Divida setira e saldo do exercicio ante-
rior.
8 4Q. Prodoctd do imposto astibelacidopel lei
41. Cinco por cenio sobr a renda dos beos
do raiz pertenceutes corporagao de mao mora,
com excepgao das que mantem eslabelecimentos
pios.
8 42.-Producto das loteriss do gjmnasio pro-
vincial e do theitro 'de Santa Isabel.
TITULOIII.
'Diipoitcou gerae.
Art. 43. A despen de expodiente da* reparii-
Coea provociae* aera" Yeito por arrematagao pe-
raot* i lhe*orri provincial, i quem os ebees
'm sbooomo rapligoes drrijtraO di pWdoT"Os
< Hoidente.da provincia regular o lempo e modo
por que cftvem ser feitof taea pedido.
Art. 44. A despeza com os estudbs graphieos
far-se-ha por cada urna das" verba 4 que ello*
disserem respetto.
Art. 45. Cinco dtordepois da abertura da a}'
sembl* provincial 'dovero ser remettido i ostl
o batoncp,*alancete propootade orgimeolo pro
vincial em maauscripto, qondiraioda nao este-
jam impresios,
Art. 46. tica approvado.o rguldmonto.nas* o*
collectorias da provincia*dado poVctrdo.irreli-
dente da prov i de 15 de setembro
com as seguintes alUriges:'
1. Abfloal do 14 do jrt. 5?'6ta add!o-
nado o seguinte: a Em attribuigao pertencr
ao ajudante do procurador fiscal no que forsre-
lativo divida aclvaW
'f 2/ P^m supprdfida;:* jratovfsscinclW
sive"a divida ativa,Seus*Xutos e multas do ar-
tigo 11. Jf
3. Os.veocimento* deque tritio art. lise-
ra de DDVrpOr cento, e o de que trata o arl. 13
ser'de seis por*cerittfJ
^." Fica apprimido e arl. 34.
Art. 47. O presidente da*" provincia aulori-
sado:
1. A alterar como entenderm'ai convenien-
te e equitativo a'tabelli
regular a dislrinuici
pregados do'cbfJsj
ma tabella suspensa:
2. A centra tare-
ferecer e de confrmldade cprn *s rca
plase parecer d*directora d s obras(
o calgame'fito completo di cidado do V
cando o mesmo contrato dependite di
vacao da assembla provincial.
3." A suspender pelo lempo qtfe jalgai* con-
veniente a execugo do contrate, autorisado pelo
art, 56 da lei o, 391 de 30do uno de 1856.
lente do dio 8 de juuho
do 186*
Officio ao Exro. presidente da provincia das
Alago*.No vapor que ae espera do porte segu
para e**a capital o Dr. Americo Alvares Guima-
ro*. qoo vai render ao V cirurgijo do torpo de
lude do exercito Dr. Abrabao Bruno di Camira,
eocarregado da enferman militar de totjsral
nesta provincia. Rogo portsnto a V. Exc. se sirva
de proporciooar-lbe paasagem at Panedoom um
dos vapore da companhia brasileira, envisudo-
me V. Exc. a conta da despeza qoo se fizar com
esse transporte *fim de **r 08118(0148.
Dito ao mesmo Declaro-a V. Exc. emadd-
umento ao mea officio dosta data", para o fim
nelle iodicado, que o Dr. Amerito Alvares Gui-
miret que rai para Tacarat com estala por essa
capital, leva comsigo doz cafxoes contendo am-
bulancia* com doilioo a enfermarla militar da-
quella vUk .
Dito aoeomnundaot daa armas.Sjrva-sstV.
Exc. de dar-maots>o parecer sobre oque ptde o
recruta Joio Baptlsia ds'Triudade, no Incluso re-
quritaoolo.
\Dilooo lospeetor di theoararia do fasend.
RecommotMo a V. S. em additimento o mu of-
ficio de Urdo correal, que nao havendo incon-
veniente Monde adiantar ao alfares do 7* bata-
lhio.de iotaolirii Luit Correa de Morase, que vai
destacar no presidio de Fernando, o sold do mez
de julho prximo viodooro.
Dito aohBpKtor da tbotooraria provincil.
Attendtnlo-Jo que V. S. expox em seu offieio de
hontem, ob n. 365, cnncoflq .-iltorisicao Bollo
pedida iw---------!,r P5r m,13ll5 diaa neus
th..M.Jr*. e com os mesmos vl^V^,,,^ "
empregao pertencentes a ecgo ea^aCiai encar-
regada da .v.ripluragao relativa a aidminitlra^o
do patrimonio dos o:phos, jfij. deAque possam
concluir a mesma escripturago que tem de pas-
sar para a junta da Sinta Caa de Misericordia.
Dito ao capito do porto.Com este officio *
rao presentado! a- V. S. os recrutas de marinba
Vitilmo Gardoso Koirrifues do Barros o Jos Luto
da Sil'- >nu do .ui moi ue o cobvenianie ues-
tino depoj* de inspecclonsdot.
Dito ao director do arsenal de guerra.Em ad-
ditamento o meu officio de 25 do torrente re-
cornmendo-lhe que contrate mato a conduccao
para o prer"io do Fernando no hiato nacional
Tino, de dou subalterobs, um inferior eum sen-
tenciado militar, declarando V. S ao mestre do
mesmo biate, que segondo a coocessio constante
da portara de 25 do crtenle o Dr. Ernesto Feli-
cisno da Silva Tavires, sua seohora um filho
menor sao as tres potioaa qoo devem ser trans-
portadas sem indoainisacao alguma.Commani-
eou-se ao commandaote .das armas
Dito ao juiz de direito do Cabo.Pelo seu of-
ficio de 13 do correte fiquei Inteirado do que
Vmc. me communicou relativamente a epidemia
do cholera-morbos ; e remeti as quatro garrafas
de alcool camphorado solicitadas em seu citado
offloio.
Dito ao director das obras publica*.Chamo a
attencaa de Vmc. para o estado em que se atha
a adrad do Cachaog. recommenJando-lhe que
maode fazer os coocertos iodispensaveis para
manter-ae o transito por aquella estrada.
Dito ao engenheiro W. Hartineau. Respon-
den do aoseo officio de boje, sob. n. 136, teoho a
dizer que concedo a aotorlsacio nelle pedida para
Vmc. empreitar com o mestre pedreiro Fraocieco
Xavier Soares os reparos do lazareto do Pioa, o
de que trata o seu citado officio no valor de rs.
1:5458500.Communicou-t S theaouraria de fs-
zenda.
'Dito ao eogenbeiro Bacal da estrada de ferro.
Cooformando-mo con* o seu parecer acerca da
instancia, que faz o superintendente da compa-
nhia da estrada de ferro.desta provincia para que
se lhe d certificado de concluso daa obras di Ia
ecgo ds mesma estrada, ao que nao pode Vmc.
annnir pelas razdet ponderadas em sen officio de
hontem datado, que em entretanto aubmetto ao
governo imperial, pata qoo retolva a aemeltiaate
respeilo, como lhe parecer acortado e conte-
niente.
Dito ao gerente da companhia pernambucana.
Commuoico a. Vmc. que segundo comtou-me
do aviso expedido pelo ministerio ds juslca em
19 de miio ultimo, do da fazenda se soliettou ex-
pedicao de ordens iflm de *er posta na thesoura-
ria de fazenda para pagamento das paasapjens da-
da* aos seoteosiados romeltido* desta proviocia
para a de Alagoat, a qoOBlia de 408, devando-o
excesso desta para a de tOr*)800 solicitada om seu
fileto de 8 de fevereiro ultimo ser pago pela
pj?viocias dis Aleeoae e RO Graad do Notfe, noi
Despachos do da *8 u *
Bequirimente.
Antouio Halaquis de Macedo Lima- ndo
o sapplicant* oOrigado a pagar a multa t e
incorreu e a edemnisagio decretada pefo ar.
da lei n.286 da quantia que de mais dtopende.
se no cibamento da obra, que lhe foi encampa
da, nio pode por ora ser attendido.
Bernardo Caroeiro Monteiro da Silva Santos.
Ioforme o Sr. inspector do arsensl demarinha,.
Brat Marcelino do Sacramento.Estando con-
sumada a arrematagio nio pode ter lugar o que
requereu, em vista do art. 28 das instrucedes de
31 de jaoeiro de 1851.
Bacharel.Ceaar Octaviano de Olivaira.Informe
o Sr. Dr. procurador fiscal da tbetouraria de fa-
zeno>.
Dr. Felipe Nery Collago.Informe o Sr. lu*-
Pectot da tbesouraria proviocia!.
Godfredo Lueberi. ^_ informe o Sr. Dr. prove-
dor da Sota C*-uMissricerdia.
Hilaria Mjfj do Carmo.Passe do que constsr.
IrnMffade de Nossa Seobor d'Asumpso das
Fronleirst ds imperial capella da Estancia desta
cidade. Informe o Sr. tbesoureiro da* lotera*.
Joio Biptiil* Fragoso.Informe o Sr. Dr. pro
redor da Santa Ciaa de Misericordia desta ci-
dado.
Luix Pereir Raposo.Eotregue-se.
Leonardo Becerra Cavalcanti da Silveira.Vol-
to ao Sr. juiz municipal do termo de Cimbres para
omiltir a aua opinio a respeilo do qu* pretendo
o *upplicantev ..' /.
Silretjiro Notnlnaodo Lopes Frazao.Remelti-
do ao Sr. director geral. da_initrucgo publica
para atteoder'ao suoplicaote de conformidade
eom o parecer^do risf^itiro oselho.
Soeiedade dos Arlistis MeB*t|niC03 e Libertes
do Pernambuco. Sattofacr a supplicsnte o que
exigem os arts. 3o 2 e 4 i e 2 do decreto o.
2,711 de 19 de dezembrode 1800.
Sociedad Bemleitora Pernimbucina. Iofor-
me o Sr. procurador flsctl da tbotooraria do ta-
sando.
EXTERIOR.
MUT
tormo* do aviso "cTrculsr o*8 prifflelro daqdlTfei
mioiotero de 16 d* fevereiro do~*ftno pastado,
do que loe remello nova copia.
Portari.O presidente da provincia atienden-
do ao que requereu o amanuense cartorario da
theaouraria provinoial Antonio Jos* Duarle, re-
soto prorogar por dou roezes com vencimentos
na forma da lei, a-4icanca que lhe foi coacedid
por portara de 29 da-abril ultimo para tratar de
toa aaude na proritfeidoGear.
Dita.O pretideni_da provincia attendedo ao
que vequereu Juao ^rabeiseo de Souza, resolv
coneeder-lbe lioongapsra embarcar pra o pre-
sidio de Fernando no hiate nacional Tino os g-
neros coostantoo da relegad junta asignada palo
secretario do governo com oipregos correnttsat-
' e da juota del corretones
"oporm effectuar odea-
testados pelo
dosta cidad
embarque dos
dofcommandtn
exime pira re
qualquer bebid
Dito.-O pr
tribuko que
544 deita data;
tros sem que por parte
o presidio se proceda *
agurdente ou outra
tinte da taba
do governo de*
distribuida a
nado proi
porteiro que c
finidos o grat
Btjuotas qa
Km oos do
Kelra a que *
presiden1
Distrlbuifao d
em que repi
, gados do contri
Admifl ir>
Chefesda) sec
Theionroiro. .
Primeiros etcripturarloi.
Segundo} dito*. .
Langadoret ,.
provincia onndo da at-
3 art. 47t.lMd"wLni
r j*l jnaojfiUa. cons-
illimo'pela qa
^doa emprogad
__vendo o respe:
neanum ter com
jrtj^ml-ajioi tope-
de S. ic. o Sr.
desta dsta. y
e nove quotas
Sltate1 do* om^o-
17
15
15
i2
*
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER- ;
NAMBUCO.
Hamburgo 6 de janiso.
Ni nona ultima pelo paquete frsncez, anda
referimos a abertura das cmaras prussiioas no
dia 19 de maio, pelo ministro presidente, prin-
C'P8 do Ho.heplh to* d'tl-rei. A cir-
ctuiianTIa ae nao baver el re, como ue costu-
me, aborto em peasoa a dieta, caoiou um dea-
agndavel impressao ao mesmo tempo que a falla
do principe de Hoheolohe ssttofez em tsnto que
em cada llohase denotsva o seotimento da im-
potencia do ministerio, e dava testemunho de
que o mesmo compreheodi, qne s poderia se-
gurar a sua existencia por meto de coocessbes s
exigenciaa do paiz.
E' rerdade que essis coocewdes nio tao auffi-
cientes comtuo, nao deixa desconhecer que cl-
isa sao maiores, que o ultimo, assim chimado
ministerio liberal ousava conceder. Sobretudo
a espectalisscao maior do budget, aeaegurada
agora officialment* pela falla d'abertura do dia
19 de maio, urna acquisico importante para a
vida do constitucional da Prussis e para a forca
constitucional do poro, ao meamo tempo que as
economas provisoriamente promettidas no bud-
get militar, nao fallindo do seu valor partcular,
ganham urna importancia ainda maior por pro-
varem que o governo nio julga conveniente de
continuar a insistir que as suas antigs exigen-
cias militare* ao nma irrecusavel necessidade
para a posigio militsr da Prassia.
Visto a* grandes o evidentes maiorisa com que
esta vez se tinham decidido as eleicoes dos do-
putados, o apuramento das eleicoes nao fez per-
der muito tempo, e em poutosdias a cmara dos
deputados j se aehsva na posico de proceder
eleicao dos seos presidentes.
Em comequencia de um previo aecordo entre
os partidos liberaes, essa eleigao reeahio sobre
as mesma peisoas que tinham dirigido a presi-
dencia oa cmara dissolvida, a saber o Sr. Gra-
bow como presidente, Dehrend como 1*, e de
Bookum como 2* vice-preidenta.
O Sr. Grabow, agradecendo cmara nafotma
do coitume, pela aua eleicao, aproveitoo-s* da
occasiio para significar de maneira muito posi-
tiva a posicao da nova cmara de depotados para
com o governo dual. Com palavras enrgicas,
vivameote applaulidas, ol* louvou a unidade
entre o soberano o o povo, e designou como as-
umpio da representacao nacional a conserva-
gao de**a unidade, e a Adeudado tanto ao direito
constitucional d'ol-rei como ao direito constitu-
cional do povo. Ao mesmo tempo a falla Gra-
bow accentuou repetidamente que era o rol
cbnatitucional que governava na Prassia, e que
entre esso re o o povo reioava o mais completo
Atcordq. O orgao ministerial gaceta geral da
Prussu.'nao deixou de censurar easa talla, po-
rm'nao leve o animo de a combater aberla-
mente. A.oVrfodo partido feudal por contra,
Critica furiosa.
A primeira propo9ta apreientada
sabio do centro esquerdo, o tratava
derego el-rei, no quil a camsrs
pronunciar acerca da posicio do paiz em fronte
do novo goveroo. A proposta ora acompaohada
do projecto de um enderego redigido pelo co-
ohecido historiador, o Sr. de Sybel.
Segundo a ordena dos negocio! a propotta foi
entregue i ama commissao de 21 membros, na
qual os mombros do partido progresaiata apre-
sen tara m um coaira projecto feito pelo couhesi-
do deputado Tivet*n. O projecto de Sybel era
redjgido osienciilnente como urna resposti aoi
difTsreates paragraphos da filia d'abertura do
principe *afflfJtBn9J o partido progroesista,
porm, julgava que eqtrindo dona mantara nos
differeoles.neitcios de qao tratava a mesm fal-
la, se desviara da verdadeira tarefa do enderego
que tinha de aer *m appello do miolstorio a el-
rei, e que eramat importante de ddxar oobre-
rticitlar do enderego como
governo em tono a sua
r 11 rfiflCTltfnJI tjiaao o qao valla era milar-se
rincipaimtcijB^IuestOes ioteroas, na quaes
ndav TjcomfWttO do pii com o- govbrno.
pois dealgamas diKUSsoes etia opinio s
alar na commisaio do endergo, e o projec-
e Tuesten foi iceito finilmento com alga
pequeaia mudancas na redaegao.
o principio se dizla que o governo se con-
insplelamente. passiro em (rento de
um enderego da Cmara dos depilados, o qu
ignorara pUnamenW adtocussao, assim como a
linal reioluco. Essa supposigidT se mostr,
porm errnea
Todos os ministros tomaram vivamente parto
naa deliberagoei no seia do commissao do ende-
rego, procurando em parte de deffender a aua
poltica*, om parte do deiculpa la. Sobretudo
Ielles pensavam juslificar-ti desapprovando ot
edito* eleitoraes dat autoridades subalternas.
Somonte o conde de Bernsto-II nio. tinh ap-
lexu ae-rfco penar uraa-
na cmara,
de um-en-
te deveria
mBm
ptrecido pessoslmento, por eiuss de molestia;
mas elle mandoa um commissario, o qual dea
esclarecimentos acerca da poltica estrangeira, o
especlslmeote do procedlmeato na quttio do
hesso eleitoral, deque tratava tamben o projecto
d'enderego de Sybel.
As suas commanicagoes daram motivo para
ama moi vira diacussio, na qual >o resto a com-
missao do enderego, qoasi uninimemeut, te
declaroa mil contente com a politica do governo
oa questao Hesiiana, como nio clara, o apezar
*e jda a energa apparente, fracs e irresoluta.
Tnbem di diicusiao plenarii, que devia come-
gar Bnnlem na camira do deputadoa acerca do
enderezo, oa ministros tomaram parte, segundo
declararasn na commitsio, o recebimento do
oderego por el-rei, ao principio duvidado, pas-
oor ssegorado.
mar do* dopatados j concluio entralan-
lo ->utra questo, que a reforma do regu-
lan. io negocios al agora observado, o
qual >tos pontos tlnha mostrtdo exces-
sivami 'o e incomu>do. Approvaram-se
com pequen, modiicager-as respectivas pro-
postas agreseu. na essao de outooo pastado
pelo presidente Si on, a s Cal. s votagao fi-
nal. Em cpnsequei, a desse novo regulamento
as discassoesganharamde ftvacidade, e o oda-
manto dos negocios da cmara ae tornar mais
fcil edasembaracado. X
Devemos fallar aiada sok ve a formiQio dos
partidos dentro da cmara dos. deputados. O
mais importante acontecimento a.esse respeite,
a dissolugo ds fraegao Gribow, o\e que, como
era de prever, foi caota a entrada do Sr. da
Vincke.
Tratava-te da futura posigao da fraegao Gra-
bow para com aa outra* fraegoe libere, o
centro osqoerdo e o partido progresista alltf-
mo.
unta grande parta da Iracgaose decUrou em fa-
vor d'um intimo acedrdo com as outras duas. O
Sr. de Vincke, porm, nio quera saber nada do
commuoidade com o partido progressista. As-
sim terelugsr o rompimento. O Sr. Grabow sa-
bio da sua propri fraeco, O com elle a grande
maiorla dos seus membros, os quaes entraram
oa fraegao do centro liberal ; reila/am 15 a
18 mamaros, os quaes debaixo da direegio do
Sr, de Vincke, se rauoiram em urna fraegao quo
tomou o nome de fraegao constitucional, ao
meamo tempo qua uns outros 20 membros for-
maran) orna outra fraccio, como partido liberal.o
A posigao dos partidos, em consequencis diiso,
mudo completamtnte a aua forma, o se com-
pe actualmeott da maneira seguinte :
Membros.
Partido progressista aliomio 135
Centro esquerdo. ; 114
Partido liberal..... 20
Fraegao constitucional 17
Dita polons ..... 22
Dita catholica..... 21
Partido conservador ... 11
Total........340
A mamo lampo que o* rostite* 12, formim
o* **iim chamados selvsgens. tolo nio per-
te""n fraegao alguma.
rSffSi.M ob4er dentro do ministerio
certos sigoses, qu* u0:. r......m.ia me_
nos duvidosaa firmeza da sua existencia. O pre-
sidente, principe de Heheolohe est causado do
aeu emprego ingrato o excessivamente trabalho-
so, o tomou urna licenca por tempo indefinito
por motivua de stJo, em quanto que o Sr. von
der JrJpyJt tomou interinamente a preaidencia.
Da mesma maneira o sub-secretirio d'estado do
ministerio dos negocio* ostringeiros o bario do
Gruoer, tambem feve liceoga por motivos de
so ule, e finalmente o conde do Bernstorff tam-
bem quer aproveilar tasas considerages para se
ausentar provisoriamente de Berlim.
J se encetaram negociages com o Sr. de Bis -
mark-Schoeohaosen, at agora ministro prus-
siaoo em S. Petersbargo, acerca da sua entrada
no ministerio, as-quaes nio tiveram resultado,
porque de am lado o Sr.de Bsmatk recusa mu
decid id m en te *er o collega do Sr. von der Heydt,
e do outro lado o sea programma da poltica es-
Irangeira, segundo se dfz, nio foi approvado
pelo rei em todaa a* auas parles. O Sr. de Bit-
mark foi provisoriamente para Pars como en-
viado ; ma* apezar diiso olio tido feralmente
como mintolro a'um prximo futuro Se nio
antes, segundo se julga, o ministerio actual des-
appareceri da acen depois de fioda a presente
sessao do verio das cmara*. .
Cbegamos agora questo de Hesso eleitoral.
N'um post-scriptum ds nosaa ultima, j ti o ha-
mos participado a noticia, que o principe eleito-
ral acibova de rejeitar o ultimtum da Prussis,
que exiga a retirada do ministerio dentro em
quareuta o oito horas. A consequencis todava
oio foi a immediala entrada de tropas prussia-
Qaa na Hetse como se tinha supposto geralmento
no publico, e ao contrario o gibinete de Berlim
se contenlou pelo momento com o rompimento
da* relages diplomticas com o governo eleito-
ral. O Sr. de Sydow, o minialro pruaiiaoo dei-
xoa Gattel do ai 20 do malo, e no mesmo dia
parti de Batum o miototro hoiaiano, o Sr. do
Baumbach, tendo-lhe avisado o conde de Birns-
torff, que nao o poda mais rtceber na qualidade
de enviado de Heno eleitoral. Itso nao iofluio
sobre a posigao do prineipe eleitoral, e o minis-
terio Abe cooservou as tata ptttaa. Entretanto
se tomou ama deliberagio em Francfort, no dia
24 da maio, a reepeito da proposta da Austria o
da Pruasia, o restabeleetmento da coustiteigao
de 1831, ns Hesso eleitoral, coja proposta fei
aceita com grande maiori.
Anda po dia nUcadenle ae tinha espersdo-
que a resolugo se estenderia tambem sobren
restabelecimeolo da lei eleitoral de 1849 ; tanto-
maior foi o detcontentamento no publico, vendo-
que a resolugao era adoptida oxactamente pro-
i aastro-pruisiana, na qual to tinha pistado
n silencio a queatoo doaaa le eleitoral, e nao-
(lente com toso, ligando-so supposigesque
avam novo campo arbttrariedide de goveroo
eleitoral.
Basas sapposicbts sao: primeiro, que todaa a
ditposigo* daconstiaigao de 1831, recoobeeida
como antifederstiva, e at agora sem vigor, nao.
devem ser rsslabelecida, ficando auspeosas al a
sua confirmagao na va c natiUtcional ; segundo.
que todas aa eis promulgada* desde 1852 debai-
xo do goveroo d* coostttuicM illegllima do mes-
mo anno, sero conservada* al a sua reforma
conslitucionalmccte feita.
Como, porm, naoUiiele resolugao alguma da.
dteta, designaru orno tef oa diaposigoes da
constituirlo de II recoahecidas anlifederaU-
vti, e pelo cont ando a este respeiu. *
maior div.erguj. oplaies, seba-sa dado ais
ma,os do g e de Case), de nao restabeiecer
urna parta maior ou menor dessa coostiuicao,
segundo lb< ovier, o se todaa as leis promul-
gadas desde 1852 tem de ter conservadas at &
>ua retorma conilitucioml, o urna vez que sem.
apprOvicio do principo eleitoral essa retorna nao
seria coostilacional, delle depender quanto tem-
ever essa legislago inconstila cional
tornar Ulusoria a rtttabelecida constit\gao do
831.
' sobr essas supposigoes e a Lia mensio da.
le eleitoral de 1849 na resolugao da dieta de 38
de. maio, que se fandam as princ'.paea queixaa
que na commissao do endereep da cmara dos
deputados pruasiana se dirigira) contra a politica
do conde de Bernstorff.
O enviado eleitoral junto a dieta logo depoia
da tomadas resolugao, apr<>.stntou o seu protesto-
e declarou ao mesmo terjpo que o sea governo
I aedendo t, forec. das ciriaistaocias, cumptiria

\
N


A


DIARIO Dfc mNAMBUCO* *- QARTA ttULA i Di JULHO BE 1161,
olofln) da dieta. Nlo ebataote pereca que o
-ministerio Abe tambem agora quera car no
*f'*rno" u"".rVMCOMcnergJcaadoen- de usaylo* : mas pela abandono
aliaos ai Auatrm H< Tliviar. nB nrt.a Imi. r%a A. :..!_:_ _._
*tedo da Auitru eaBaviere, o qaaes letn-
sW. .V.V..r.* ",". i-~--*- -_-" luieuctu desvalida tm palores cood-
S... >^ "11-" 5"?- qU! *?r,^*0Md0 amescave. e a necessidade rin timr lnrln a nr*. m ui>i....
Al protectora* dts ir maa da
reeektco de 4MpedK.cn todas
nao ac a infancia desvalida tm palores candi-
caridade tomaram: viaconda de. Beneze*. o catalejo doa qoadroajtf- lecc5es do Intitulo ttem ido pedida* por muitot
las a* alumnaa de-postas, paaearam a examinar aiouaioaB**ie, individuos. 0 musau de Keniogton, a loeiefla-
ndono da nobreia como verdaderos aotendetloree, m taba' <- de de hertteaitera e o conservatorio daa artea de
em palores condi- presentadoa o aua ornavam maian onde fiarte nmk amesgava, e a necessidade de tira'r todo o pre-
texto i mesma, fizeram com ,ue os aaioiatroi
kessianos ae decidirm a estregar lina|*aMe4
va deniisso no dia 27 daasaio. INoaaltSMat
altae easa demisso (oi aceita pelo '
al, ficando o mloiiterio
doa negocios at a formsc,
terio, o qual at agora
-a maoeira ae saliste* ^
fatuas prussiano ; os antlgoa m{stt ^L_
liidoa ; mas dunda se que pora
tra cousa do que urna mudenca da i
ujorm, cao for mudado o systema., oiC~
ttelhore meies para continuar srmda n
-te lempo o seu amigo jogo.
Km todo o caso nao toda questie
nm da Uta heaiiana, a attttna resala,
diel3.se a aua execucu nao eetiir em naos
amoiatertd cooscienclosameate liberal, t(
fue ainda mals rdeme.
A serte do tratado coocluido pela Ptusiia, em
aaome de Zollveretn, cou a franca, ainda de
atareas aea duvidosa. flm todo ,o caso sao se
poder contar com ama ractincsco gertt: er fin*
lo correle roe*.
na Wurtemberg a dieta (oi adiad*, naos*
reunir ante* do uutoco.
O governo declarou que nao .decidirla nada
respeito do tratado de commerclo aem -ouvir a
pinio do paiz.
To pouco o Hanover raostra grande voatede
de aprestar a sua deciso, e a posico da Batie-
ra causa receio*. Eotretaoto o conde de Berna-
torff em urna nota dirigida em 87 de maio ao
.abioete austraco rege i too o protesto formal de
aneamo contra o tratado de toromercio. .
Os com balea na 'Herzegovina se taroatimuU
ament decididamente favoraveis s-*' ., ua
"Turqua. Em con*equencia duto os Turcas To
entrar em MoBteoegro, se j nao tra*iUrsm
as fronteiraa oesse paii. / -*"a,B
Que a Itusia nao fie* olhande'traniriuiiUinflD'
?ara laso, nao ha dutida, e vioajoa que r
fca de ser pedida dS. Peterbrg0 pafa C
tantinopla e diz ser mui ewr? e *m'
aofse respeito.
Os patsos da Russia sa/Tapoisdos
* por j*o le teto de .eerde ao
fficagoe* na que'.- rf erieUe).
da *e encontrafs,
O asylo de
aa a cf
OaaaMn
*Uosta*s)*B
_ recabe desde j to-
exsmfcsasdo daaiCar-
m
JdeS**aota e t
^Mese
Mascar (a
presentados e que ornaram a masaje
** erificira a seiso.
Era tu quasi cinco hora* quando
^tarsonsgsAJ se oUuts*
H magea^piesiiHaei 'B'
j cesaa|
TaS?
cOEl
oelii
pelo go
e todos'o* mal na- v^P^
li puWrCo o segalole
or civil de Lisboa incambe-
por este mero, que te ach'
erno de S.M.-l>rei aprr
orne B*ris, por*a do geaeral alaria a de Boussio
"j.U ttctn pedido initantemente aquellas col-
O resto da expoaicio nio tem ^Ido mal ritto
_- if.'.Vteu**:'P dia o pastasla, o real 'A*sM. twittpsarodactos indaiitriaassai
4lsanta*trs^*am portad,, paae.
eotaram abaaJ
em virtude *
maaa de
As<-
que
o-
*
de <
4
g
o
i, yur asjNe dw zio -
avgailo
rara a
atas;
alteo
raJi- mare
Irisala^sBBajaaasM aaste^uAS^
nh prIJa1^" niuitar, eomasandanl*
diversa* rom mandan tes fas" I da
gwarr j gaarda municipal, atar do
ar .lercite, o ofQcial genera i gri-
' <* arenada,o ebefedesatado maior da roa-,
j*amandante da compaNhla da guardas
uss, inspector do arsenal, eorsmaadantes
aavws armados, offleites qi*a pertaacam s
rotada doa narioa que sua aaaajasttde -cosa-
i andar, dtaactor dos telegrapho, asedeos e ci -
rurgoesda real cmara, e oa faoulUtuee que
trataramd'A-falo Sr. D. Pedro V e doa leahores
to iafantss, besa coma os meitres da ansa magasta-
jjIoi- das e alloza* no dirersos ramos de iatrusco a
que se applicaum.
ifo dia 29 ao meto dia, digneu-e vas rea-
gestede el-^ei dar, oopaco de Aj*ia, a primeira
audiencia ao baro de Arnim, eniido extraordi-
nario e ministro plenipoteactario de sua mage*-
jutro qulqutr atylo, tade al-rei da Prussia.Mchaado-ae presante'a
,aida deata raiao das ir- este acto os offlciaes-mores da real.cas, oa geo-
tis homeoa da real cansara, as miaistros a conse-
d setenta e tantas lheirosdeeflado.osmini8tras.de astado hono-
*y*o dos Cardaea ato *eus, rsrio, e roais pessoaa que cuitumam ser conri-
.irada no' ato 9ate Gatharioa. dad.a por laet soleanidade*.
A&it'W que este augmento O baro de Aroirr, depois de depositar as
leaes mos de aaa magaatada a saa credencial,
proouncioa am discurso em fraacez ao qual so*
mageaaada ae digoou responder.
Par decreto de SO do pactado, foi levado
i. boa* oaaeraa
- desde 1556
- 'Ht1 John B*"
de aateo %rjnos baldos
araaithaa que e
acto que o*
noaso
santeatodas ayladea,
doa aiylas d'Ajada,
mflea, devendo dir
' Udfttnadaa ao bem estar
d*aa :a gorerno civil, i direcc
Bethariaa, a casa do E-
Xavier da Silva, m Sete 8'
trador do conselho da Be1'
tarto gara I, D. Jaso P ara.
AdirecclO:do
sol vea scceitar U
* atharioa, re
..oa, que se apra-
.aoca,
i com-
A
junho.
trou no Tejo o' vapor
commandante o ca-
ion, irazendo 159 pracas
montadas. A sua viageea
. Come;ou desde logo a ea-
que eate vapor vinha bascar
j e a esta noticia, por parecer
ae preslou a principio tala o
KJfSkoH 13 f
No dia Ir do passado
transporte rancez
ipito de rragaia A.
le uarnicao a 4
ale Brest foi de 4
4>alhar-se
asirrnaasde
tpouco fun
crdito.
VeMfirf se no dia seguale o resultado das
goofteoes entaboladts ^reciamente do oosso
/soaflete pira odas Tulherias. sem intervtncao,
ja que parece, do ministro de Franca am Portu-
A lcerca da8 irmas de caridade.
O Orenoque veio buscar por orden superior da
congregado, o padre Etienne, tolas as irmas de
aridade, e seus directores laxaristaa, que se
-ecnarem em Liaboa, excepto tres, que fleam para
o aemeo do bospiui de S. Luiz dos Franeezes,
*ob a protecgo da baudeira da Franca.
As antigaairmas de caridade portuguesas, coma
stao hoje ligadas to instituto de Franja, acom-
panbam aa fraacezaa, ae quizerem.
O debata da cmara dos deputados, nesse da,
slesJe as ties horas e meia al s cinco e meiada
*'" recahio sobre asahidadaa irmas de cari-
alansju
For essa occasiao, o depatado Beiro declarou
jaeflcra administrando a casa da Sra. iuf.nta 0.
Isabel Maria, durante a ausencia de Sua Alteza ;
qe S. A antes de se retirar Ihe dera ordem de
ashir do reino ean virtude da lei que se discu )
u de outro qualquer motivo, aa patrocioasse as-
eo feu embarque ; e"que as criancaa qa eito qb
djl.trazer, o aayio de Sania Cilha
o>aaubarp?a, freole daqual fl-
- cavalheire, cujo Dome se ignora, e
^screveu com trezeatoa mil reis.
Segundo a comeauoicacaa feita palo prove-
r da casa pa de Liaboa da qae ao mesmo es-
.abelecimento podiam ser recolhidas at 100
criancas das que eram educadas nos atyloa ad-
ministrados pelas irmies de caridade, fui com-
tauoicado ao governo civil de Lisboa que poJia
mandar -apreseaiar ao dito provedar da casa pa
s creancasde um e outro seto despedidas doe
meocionades #yk>s.
A sacledada-dos artistas Lisbooeoaea como
todas as institui;5es liberae, ofTereeeu tambero
euxoU^Kio aoCarmo para nelle lecciooar O
oa w crunciohaa expulsas das aaylos, e ao ionio V*z da Fonceca e Mello.
(XAlTtll Umn.l ihlA um* ankaAflnnln n... M^Jl. asa *
^1
sylo; de Boeflca, 'fotiem entregues a seus'
pas ou familias.
Oue lhe constara que o chefe da coogregaco
de S. Vicente de Paulo mandara retirar todas aa r
irmaa francezaa e aquellas das poituguezos que o
as quizessem acompanhar
Que nao suppondo que este fado se dsse aem
intervengo de actos polticos, desejava que o
overeo informasse cmara do que houve a este
Tespeito.
o uituisirodo reino disseque desde que entrou
este ministerio, vendo a gravidade deate assump-
to, sollicltou do governo rancez que concorresse
para acabar com am elemento de deeordem ; e
eodo o assentimento daquelle goveroo, to-
toou as providencias, para acabar com esta pen-
dencia.
Emquaoto scrianess aiylalas, o governo bade
tro leudar para que se nao ioterrompa a sua
docacao.
A sahida para Franja daa irmas de caridade,
eccasionou o desamparo de todaa ascriaocas que
ruinara, abrigo nos asylos ou collegios diri-
gidos pelas senhoras protectoras das mesmas
irmas.
O governo, solicito, como lhe cumpre, em pro-
ver ao amparo das crianzas, qae de repente ae
ebam desamparadas, etpedio ao governador ci-
vil a portara que segae :
Constando que a direegao do asylo doa Ger-
deaea de Jess, com o fundamento da prxima
estiida deste reino daa irmaa de caridade, ae di-
rigi aoa prolectores das erlsneas all recolhidas,
prevenindo-os de que o asylo vat brevemente fe-
charse ; podendo acootteer que outros estabe-
lecimentos de Idntica natureza, baseados no
meemo motivo, tomem urna resnluco igual ; e
juereodo S. 11. el-ri que aa criancas aayladaa
continuem a ter toda a protecQo.-no soffrendoo
menor transtorno no beneficio que recebem;
Bianda o mesmo augusto senhor, pela secretaria
de estado dos negocios do reino, que ogoverna-
rior ctvji de Lisboa, procedendo sobreests factoi
s oecessarias averigoa;5es, adopte as providen-
cias que julgsrr conveniente, para occorrer ao dea-
amparo a que poderiam ficar expostas as referi-
Bas erianjas, emqaanto o governo uo revolver
definitivamente com relacao a to importante as-
sumpto.
Paco da Ajuda em 30 de maio de 1862.Ao-
elmo Jos Bramcamp.
A olbacfflcial publicou tambesa oa aeguiotea
decretos:
* TeodoS. M. a Irrjptralriz do Brasil, viuva,
Wuqueza de Bragaoca, feito ehegar ao meu coohe-
cimento qae nao poda continuar a ter tob sua
alta protaeco a assectacao protectora dos orphce
desvalidos da* victimas do cholera morbus em
1856, e resignado por iseo as miabas reaes maoe
aquelle titulo : hei por bem sceitar a renuncia
que delle fez a mesma augusta aeohora.
O ministro e secretario e de estado doa ne-
gocios do reino etc. em 3 de junho de 1862.Bel.
----Aoaelmo Jua Btaaaanp. ^, ____
l'u blicou-se urna carta regia a S. H. I. no mes-
mo sentido ;
a Tendo a direegao da sociedade protectora dos
orphos desvalidos das victimas do cholera mor*
d>us em 1836, e da febre amarella em 1857, depo-
sitado as mas de S. M. a imperatriz do Brasil,
iuva, duqaeza de Bragaoea a sua demissCro ; e
conviodo prover por forma regular substtturco
da direceo demissionaria : dstermins S. M. el-
rei que o governsdor civil deLitboa, uaaodo da
Jiutoridade que lhe contera o art. 126, n. 2 do c-
digo administrativo, oomeei logo urna commisso
para interlnameoe regar a associac.o e os asylos
mesmo lempo abri urna subscripeo p, correr aa enanca, podeodo-a'pesso* Qu-^ui-
zerem concerrer para esta astiMneritotio d,iti-
gir-se pr$a da t. PeUrpo-, 33, ra Atgjnu
leja do Sr. NeroL e ra a.-Pate leja do Sr. (fi-
lares. '
No da do correle reuaio-seuma Sumaros*
aaaemblea, presidida pelo Sr. Jos Estevao Coe-
lao de Magalhes, e celia foi decidido a criaco
de um novo asylo, para educar 24 creancas de
ambos os sexos. Este asUbelecimeato da aari-
dadeabrio-se no dia 8 (domingo) com o titulo da
S Joo, o foram admiurtsa, 24 criancas das que
eatavam ua casa doa Cardaea de Jess, tendo
depois ido as !0 hozas com a respectiva meatra,
ouvtr mise errarida dos Navegantes.
Este estabelecimento de caridade aera mando
aexpaosas das pesaos presaola* esae reuoio
de todas aa que para lo digno e meritorio acto
qutterem oncorrer." O Sr. Guliberme Josquim
de Almeida cedeu urna sua casa na ra do Oue-
Ibaa, para alli ser asylo. Foi nomeada lago urna
commisso que devia lego comecar o seus tra-
balho*.
A associajo commercial reunio-se para
resolver o que lhe campria oestes circumstan-
etas e consta que, segunda a opiniio unaoima,
fora ass6otado offerecer-se ao governo os Irints
contos com que a mesma associa(o subscrevia
para a fuadecodeum aaylo de irmas de cari-
dade portagueze, antes deaaber seque ellas nao
queriam preatar obediencia a prelados aicio-
oaea e eo" aogeral da coogregaco em Franja
A aubicrjy^ao por aoccorrer oa aylos que
recolheram as enancas despedidas dos asylos,
que ltimamente se techsram, munteva aiao
dia 15.Entregue no mioisteri e do reino ; pelo
viscoode da Trindade inscripcoes de 500*.Pelo
aro de Gloriametal 300.No governo civil :
Da cmara doa deputadosmetal 1:348#100.
jaja-js a-a a:E- "* =^s tizz
definitivamente sobre asta asaumpto.
a Pago, 3 de junho de 1862. Anselmo Jos
Bramcamp.a
.----r uve uo re
Havendo sido enlregae nesle ministerio, por sauamo i Tii*
rd>m lio licinria m Trinrt.Ho nn.nl. A Khm W.. .. *
-4>rdem do vieonde'da Trindade, a quarHia de '500#
xa., em claco inscrpcoe* do valor nominal da r*.
lOO cada ama, com jaro de 3 por cento a *>eo-
er desde 1 de Janeiro passado, afim de aer appll-
cada a favor doa orphos qae se achavam reco-
ibidos nos asylos d'Ajuda e doa Cardeaea de Jasua:
ananda S. M. el-rei sigoiflear aosobradito viscon-
de que Iba foi maito agradavel aquelle acto ge-
neroso de philantropia, e que sari dado aquella
importante donativo o caridovo destino por ee
indicado.

1:5459615.inscripsoes 1:000$.Substripco do
poituguez 8I740.Total 3:7755765.
O Tribuno Popular dt Coimbra abri urna
subscripeo, e esta tinha ebegado no dia 7 a....
385300. *
A primeira liata da subscripto entre os nego-
ciantes e capitalistas da praea monta a 245* em
metal e 24 cootos em iDscripces. -
Todas as aeeociacoes, murtas- fabricas e diver-
sas commiaees Tao concorreudo para esta acto
de caridade.
No dia 9 pelo meto dio sahio do Tejo o va-
por Orenoque levando tedas as irmas de cari-
dade. O embarque foi muito em ordem, nio
havendo a menor manifeta;onem a favor n*m
contra. A polica rondara as ra* prxima* ao
caes do Sodr, a acoupanhava as irmaa de ca-
ridade um forte piquete de cavallaria muni-
cipal.
Affirma-se qu* a Sra. infanta D. Isabel Baria
ira viailer seu irmo o fcr. D. Miguel e ihe en-
tregarla o testamento de ludo* os seas beos, em
favor de seus sobrinhos filos dotnesmo Sr. .
Migele da Sra. D. Adslaide Sophia. Valha a ver
dade. E certo, porno, que o viagem deS. A.;fo'i
motivada pela aahida da* irmaa da caridade.
0 vapor portugus Bartkolomeu Dios, diz
o Gara/arjCAronicie de 28, chegou a Gibralter
no da J7 atollo hora* da noite tendo a bordo
S. A. R. a princesa D. Isabel Hara, lia de S. H.
o re de Portugal, que vai a Rom, atim da aa-
alstir a ceremonia da canonitaeso dos martyres
no Japo. S. A. R. ha de muilo provavalmen-
te visitar outros pontos da Italia, 6 depois ir a
Londraa. por Frates, afim derera expoatcoin-
ternacional.
Eate mauba depois daa oito fcrarae, foi sauda-
de a chegada da illustre princeza pelo tortee pe-
los oaviea inglesas SctMze italiano Trias, anco-
rados no porto. O IS art to lo lo meu Dios eorres-
pofideu s saudacoei.
A augusta princeza vem acompanhada pelo
fcxm. Sr. Lonl, filhodo marquezde Loal, pre-
sidente do conselho de ministros e ministro doa
aegocioa estraogeiros de Portugal, o por ouUas
pessoas de disliuce,o.
S. Ex. o governador air William. Gadringloo
mandn a bordo am dos sea ajudsnte deaam-
po, afimde reetber aa ordena de S. A. R.. O
capitao-Ommaaey, o mate enligo oficial oavel
tambem foram a bordo para o mesmo aja. Gomo
S. A. nao daeembaioou, S. Eic. o governador foi
de tarda a bordo ds crvate apresentar-lbes oa
*eu reapeito.
O Bartholomtu Das seguio a dia 26 a urna
fc*L oto ,uav .iagateV pata Civilta Vtt-
Na Epocha, jornal beapanhol, de 22 do
paseado, l-se o aeguinta, acerca doonsorcio
de al reio Sr.D. Luiz :
* Ao meamo tempo qae a correspondencia
confirma a noticia da que princeza Carlota Au-
guata de Baviera a deaignada para eootratir o
matrimonio com el-rei D. Luiz, princeza muilo
digna de subir ao throoo portuguez, os pode-
moa afflrmar aem receio de termos desmentidos
pelo* acontecimecto*. qae no m*z desetembro
e verificar o casamento do rol de Portugal com
a.paisceza Pa da Ja\|boia. Tanto este princeza
velho do re da Sardeoha, devem faz'er eate ve-
rao ama vitgam a P*H.e depeit mo oa envia-
dos do re da Pottaujar pedir okineemente *
Varifteoa-sa a aharlara ato exposteo da so-
ctedade promotor* ato* baila* artas em Portugal.
Aa tre horas da tarde, saa majestades el-rei
o Sr. O. Luiz, el-rei Sr. D. Fernando e o Sr.
Intenta, O. Augusto, eotravam na al* daa estoaa
da academia daa balra artes; para assistirem i
in.gr^o daexp^/ 8.aV-zneg;7t7dete ^
acomoanhadaa oeoa sana camarn. o <.Mn. .,...._____"..._".. ff! industrias
Nao se imagina aasytopathiaa alcancada. pelo 1
governo nesta capital, por cauta da retirada das
irmaa da caridade.
Nunca se vio tanta unidada no elogio, neto mai*
asaltaste e gerae adheadea a am gabinete qual-
la cootenda.
Na ciaste commercial, sobretodo, onde assa
olhaiiesmo ae torna mais manifeste oactodo
JJO'eflo, maiore elogio colbe.
acompanhada* pelo java camartetae, e ajuan-
te*. a pelo* tenhore ministro do reino e ds ata-
ria. Na aaia harte grande Damero de peasots,
eolre aa quaea s* contetam multa* aennora* de
Prieto, aecreterio, leu OBtro'dicurso*obre o
meamo aaaumpto.
Bepoii, lando saa nijctlsde recebido do Sr.
.
arandea do reino com o titulo de marquez de
Sabuyusa, o governador civil de Lisboa, o Sr.
Autooto Mara Jos de Mello Silva Geiar de Mu-
eses.
mcedl-
larea de
.encentes a o
rsmet-
I*,
po/ hectare, a gozar o concastionario toda*
vants|en. le da 4 da dezembro da 1861. O navio* po
que a empresa tiver da emprega, so atrio II'
o* qpe dtalinar navegaQio -de cabotegem da
provincia,a ainda salo, lean 8mb;ndeir5dos
porhtgaazes.
Jeho Baamton ficau oergado a apreaaertar,
dentro de nove meses contados de 23 do correte,
organisada a contpnbia para a cuitar dos dito*
terrenea com o e*pitald* 800.000 libra*statllaa*.
e de modo que dtiyJdrawaAo poisa da eneetivi-
a*d*doa>emo fundo.
11 no contrato nmasCSS* que honra mnilo
a pra*aaate-do ministr d aunha e altramar
e vem a ser:
0e^e porventura, para 0 itsadar algama
pompa, oa para quaesquer abre de utiiade
publica, como igtejas, hoapitaea, afandegas, for-
tes, quarteis etc. etc., (or. msier exproprar al-
gumaaou algamas porce* dos terreno coacedi-
doa, o vjoaaeisionario nao peder exigir iodemni-
sacao algums peloa meamos terrenos qae forem
exproprt*do, maa Ihes era diminuido pro-
porcionalmanle o foro pago e o v*lor as beoifei-
toriaa que nelle* liverem feito. a
Ha mais algn* pormenorea aobre a* mina*
de ouro e azougue deacoberta* no districto do
Porto, sao os aeguiotea : a Segundo o* esclare-
cmentos que se p6Je obter, o manantial de
^azougue nativo situado no lugal de Cual de Pe-
|Vlro. freguejis.de S. Simoda Junqueira, coace-
,T Pur,drf5 de ? me*, foi confe- lho de V.llsr coarte, e as minas da ferro auri-
rteo o utulo de conde da Moite a D. Marcel- fero eocootram-e meia legua mal para o norte
litr. Vina. ~ i ...^ ^ ... '
Os.convidados itlo tomando posico em rolla
do alcerce.' maneira que forem chagaodo.
Depois iro aa pessoas que bao de canduzir a
pedila com a padra fundamental e qae para es-
ae flm estaro previamente designada*.
Aps ata ir a aatoridade eccletiastica com o
ea acampa asante.
Segaiaxse hato general rswimtapante da divi-
sa o coa o leaaattado-maiar.
5-9 aVeatpcatajsn ate^edra faedaaaecU legaja o
coberta, teodo ante__
mesmo local urna lamina de prtta cota a aeguin-
;"e rsKrfoeo tetinas
reinado do mesmo me
Petro V Lutitanie rtgi ludovico 1 rtp
tubputrisaupici regit Ferdinanii H id rali
oaimtstaaaim cu$tor$$ artum Porlugaimutone.
tre irr uhujunii anno Bomi MDCCCLZ1I.
Jlfjaccio :
-" M aw -* vnaxiua wat aavira a, jiaiiri-
lino Alar, duque de Villa Hermoaa, e subdito hes-
paohol; filhodo fallecida duque do meimo ti-
tulo, D. Joa, erabaixador de tua magestade, ca-
thoca, em 18SL
Por decreto de 4 do correte, foi agraciado com
o titulo docon=elho de sua magestade o Sr. Ao-
No dia 2 do correte veriflcou-se com a
pompa condigna a primeira lotera determinada
nos estatuto da sociedade promotora das bellas
artes. Hurtas damas e cavalleiros de dtstinccao
aeeisiiram a esta festividade arlislUa.
Sahiram 23 premio* a vario* *ocios entre os
quaes foram contemplado* pete sorte suas mages-
tadss el-rei o Sr. u. Luiz e o Sr. D. Fernando;" o
Sr. marquez de Souza e IIoltiein, conde d Pe-
nafiel, Mmdel Homem de Noronha, Vctor Bas-
tos, etc. etc.
O Exm. Sr.^tnarquez de Soara Holttein, caval-
leiro de distiociissimas qualidaes e intelligencia
ea quera sao coohfcidos os mait delicado* pro-
ductos da cultura de bellas artes da lodos os
psizea, recitou urna siogella oraco coogratulan-
do-ae palo desenvolvimeuto delta exclleote so-
ciedade de que 4 digno presidente, e fez sentir
que a dual exposico nao nos envergonha aos
olhos da Europa. J
Realmente ha ali objectos de 13o subido mrito
que nos de temos taogloriar de os ver firmados
por artistas portuduezss,
A exposico actual da sociedade promotora das
bellas arles em Portugal, nao inferior em nu-
mero, aem ao rcer*cimento do productos is ex
posiQes de bellas artes feitas este anno em Boma
e em Florencia.
A expoaico lefm sido viailada por grande nu-
;ro de pessoas de gosto, e tem continuado a
*uole.s apreciadores
le pesspi
ioscrever-sa-r
d6AbSociaS 'i' ioaugarada sob os>-meinaTes
auspicios, ota em seu seto grande ^OunjQ,,, de
llustreQoe e de ejperar ^^pvgrida e e de-
seuvolra cit^?tlJ2*):, 3 que ser ama fortuna
para os oossos artistas e gloria para o paiz.
Por decretos de 22 do crrante e na forma do
estatuto no artigo 2* da carta de lei de 13 de
agato de 1856 fpram mandados abrir no mtots-
\,~,'*.'Jai.'ikkZv''""*?'?' ''tnsauoolemen-
lare de 951*5583 reis'a favor do miatslotio Has
obrts publicas para pagamento dos Jaroso amor-
UsiQes garantidos compaohia viaco portneoae
pela coastrueco das estradas do Porto a Braga e
Villa NovataGuimares.
0 Diario de Lisboa publico* un portara, au-
toriaando o goveroo a dispender at quantia de
1:2005000 com as trabalhos da/commisso en-
ea rregada de colligir todos os monumentos que
poda aerrir de subsidio ao estado de direito eo-
clesiaatico portagaer.
, Outra portara sentando do pagamento doa
direitos a qae em aonformidade de lei se achavam
obrigados, e bem assim de lodos e quaesquer di-
reitos os utensilios e mais objectos necetsarioa
para armamento e equipamenlo tanto dos navios
eetrangeiros que forem comprados para se em-
pregarem na peso* da baleia como nacionaes ;
isto logo que tej* dada fiaoca idnea a qae os
navios nacionalismos se empregaro exclusiva-
mente na pesca da baleia pelo etpaco de oito an-
uos, e fleando o navio e fiador respootaveia pelo*
_-., .... .., uauui its^uuiircu tieiua dadao havia
dtreltos de toaelsgem, ao caso de nao ter cum- de outubro
Orda Hura a datftrmfl.psn ra ma n n.tri. mn ,.
prida risca a determinarlo, de que o navio se
empregar exclusivamente na peiea allulida.
Bate cencetso e a de ficarem livrea dt producto
da pesca nacional da baleia tem lugar por dez
anaos.
Outra portarla aeclaiaodo livre de direito*
de imporlacao toda* a* machinas, trramente,
cartts e utensilio, que liverem dado oa de futu-
ro derem entrada qa alfaodega da cidade de Pon-
la Delgada com exclusiva applicaco para aa
obras do porto artificial daquella cidade.
No governo civil da districto do Porto foi
arrematada por 6:000a conatraccio do primeiro
laoco da estrada do Porto Povoa do Varzino,
comprebendido entre o Carvalbado Padro de
Lgoa. A base da |icitacao era de 6:4O0#.
Em Aveiro, esperada par estes diat urna
nova locomotiva para ser empregada no tervico
de constrneco, entre Estarreja a o Porto. Com
esta sao tres aa locoraotiva que estao emprega-
da oo aervigo. Foi,ao Porto o Sr.Easebio Po-
K, nspeeetooar o trabalho da segunda divito
tendo j otpecciooido a linha de Badajoz.
Os trabalhos de movlmeoto de terral entre
Valladares e a eataco de Villa Nova deGay*. no
Uto da* Devesas, progridem com a actividade
posslvel, e segundo nos dizem, etpera-se que
locomotoras percorram o espado entre Eslarreja
e Gaya, aos principio* do mez de julho.
r~ ^' decreto de 20 de mtfio foi conaadido
a nene Prudeol Pataca Dagrot), a palele de In-
venclo por tempo de da* annw,da#m epparelho
de ptica du vista simpleaou duplteada, de ima-
gen photogiaphicas microtcoplca*.
' O individua ^ue propoz incaaoitsmente
512S!utf,U.DUI^ noTO sy'enTKraextinguir
rpidamente os inaendioa no* ageloi urbano
em auxilio de soccorros exterioSB.. ao compa-
receu nos Pco*do concelho no dia que fofa para
esse flm convidado pela maama cmara, porque
segundo officiou. deaeje guardar o iocogoito, co-
pio julga indtapeosavel, antes de levar a eeito
o sea contrato. Promettaa. Udavla, indicar o
mel mais conveniente para realiaar uanto an-
tes a confereocia. H
Todo esto cioso por admirar este novo in
n?H.nLq"ota?al" T,,88en Poe trasera kama-
nrtade. Oxal que elle eja exequvel e adopta-
f.1?l?j0r0il d* LUbo" *uW* eguin
a..o. h8 U1Ba u"ri M de Loodre lhe envi.
S m.dh reC0.nii8cli," Pelncia. e na qnal sa
d ama breve idea de enthusiasseo e admiracia
com que no grande congresso daa indastria fo-
ram aeointdoa os productos portfjueies.
E' uma coasa que aaa nimiamente honrte,
le prova os progresos que oeste ultimo en-
era Arcos e mas viatnban;at, tendo todas de tal
possanca oue podera fornecer muitas mil tone-
ladas de minercio, de to boa qualidade, qae en-
tre es respectivas amostras urna rendeu na ana-
lytea razo de 11 oness de ouro fino por tone-
lada de rocha, sem que nesta houvesse comiedo
vestigio algum vitivel de metal precioso, o que
tambem nao iudiapensavel, como explica a ex-
cellente minerelogia de Dana, imprena em Lon-
dres em 1855.
Temo tido informado por differentes va da
existencia nesta* circamstancias de entras minas
de o aro, que j eo tempo foram exploradas ou
eueaiada o nao baviam podido er em razo do
zelo pouco illatradu. ou aotes-da-cloaa sufcagui-
do, com o,ue osgovejas da outrsa pocas es-
torvas >taan(o ddtes trabalhos. Logo
adente no coaelho do Barcelloa ainda ba cousa
de cem aoaas |e Iavrava outra mina, que a foi
abandonada par falte de perseveranca e de melos,
como se lVelb unja iateressaote memoria manus-
cripts do nusso eximio litterato e erudito philo-
logo, o cgmmeadaaof Seona Freites, na qual se
faz tambem menco do ouro que o* padreado
conveoto do Bouro extraiam daa areias do Cavado
e pontea notavel designajode Procincta OpAi-
rtno, que alguna escriptores amigos deram a es-
tes terreno situados ao sul du dito rio, designa-
gao que se est looge de prorar que foi e*a a
verdadeir Ophir de Salomo e do Phehicio,
prov comtudo.com evidencia a na tares* abun-
dantemente aurfera da regio que merecen to
antoaomealico epitheto.
Por decreto de 27 de maio (oi borneado com-
missario por parle do governo portugus o coase-
IheiroJoaquim Heliodoro da Cuoha Rivra, se-
cretario do governo geral da India, par que de
accordo com o commiaaario comeado pete Saoia
S oroesda a eirtamictip^o das dioceses do real
padroado da India, conforme o estipulado nos
n. 7,10. 13. f 4, e 15 do tratado celebrado com
a Santa S em 21 de fevereiro de 1857.
Pela barca Clemenlina, vioda de Mogambi-
2ue, sereceberam noticias daquella provincia at
date de 30 de outubro do mez prximo pas-
sado.
O governador geral da proviocte, am offictode
15 do referido mez partecipa que, no dia 26 do
mo. antecedente, tinha ido oceupado o porto de
vS?!. pel* "NtMies portugueza. commaala-
v e .Sr;l'*" "ntfacio Alve da Sil-
va e auxiliada pelo geveruiu .. ....i. d.
Uutiimane, o tenente-coronel da exercito Custo-
dio Jos da Silva ; senda-irvurada a bandeira na-
cional no rio de Aogoche, a figando de fecto sob
o notso dominio, aquelle imooTtaote porto, que
por diversas vete* tioh* resistido a alaqaes de
|r5a "oito considerareis, e que ara nao s o
loco do immenso contrabando e de escravatera
feito em peogaios araba, mas tambam o valha-
couto de todo o homem iivre ou escravo de mi
nota.
O mesmo governador geral, tendo na devida
considereso os relevantes servicos que havia
prestado o referido proprietario Joo Bonifacio,
J o tinha proa oslo a S. M. para coronel de se-
gunda linha da provincia, aemeando-oao mesmo
tempo cspitao-mr e commandante militar de
Aogoche; mas infelizmente etse benemrito ei-
dado havia fallecido naquelledistricto no dia 7
i..?"Y* ao* Patadoaadoptou bontem, d*-
P'de alguma* ob*rvac6ea dos Sr*. mioislros
". aarit*Jnv, Hertlm Frandaee. Fe-
..lMIVa^Lp- L" Sald.nha Mariorro. a
*fo*erao qaa fita a foro da trra
teaaeiro da 1883 a 1864, eoojanc-
ajuinte* additivo*:
* em vigor a* dsposieee do
approvado pelo decreto
,a autoriaado para or-
stsdo-m.ior de 2 cteMe como
------------r arvfco, nao podendo todava
".na dllar o-Taapeetivo quadro.
c< Art. 3. Conlin em algor a.toriacr>
concedida ao governo em virtude do & 30 da t 1
4* >i a. 1,301 M de aatembro oa ih. aa
p > que diz- reapeito aoa araanae* de guerra.
ibas sdminittrativo, armazens da artigo
m a pagadores das tropas.
4. O governo tica auto rita do -a alterar
lamente daa eacolae scientifica do exer-
rtF$i&VEUt rTift'1- SSKKffiffi .dquerido. pelo
ausputo de el ra D. Fer- n mto9 ,m Tirtl0e dei egul.mento
que a torna multo apreciada* M fur8.
Ao mena* irva-oo* ino d eansolaco no meio
do notso abamanto, e sirva de eatimulo a novoa
aperfeifoamenlos.
Brilhaetea oatr'ora por arme* a riqueza, a-
**"'. '* ?. P rl*. resallam inttitulo agrien!.. ,,To. SKfssarlS! cSaa-
*\V,?*'>*:" ***'.no o q.*l o Sr. grar.m a? e.paco Hp.r.doTquef e.l .rm".
-----.--------T. ^ H"o esia armaua i urui
o melbor posstval, tem merecido grande elogios eguinte
QOS iomp.ni eriAa ma nn #...;4._. si..__T- i *-..___
. -- -------------a **.wnaw ftltlUUCsl ClU|ll
do homens senos, que nao duvidam dizer que
. ..ik I j1 V "f"T"ui uioi huo waapwaj ua guarnir
a melbor axdosicao gritla do palacio. Ai col- formo lor rjeteiminado.
I'acebeu-se lambem um officio do governa-
dor do dUtriclo de Loureece Barquea em date de
24 de fevereiro do correte anno partecipando
ter sido batido e exterminado pelas nossa forcea
o regulo BanicuMe, fietnde eujelte ao governo
do referido districto aa vastitsimas trras daqaelle
potentado.
Parte neate paquete com toda a certeza pa
ra o Rio e. Janeiro o Sr. Nazareth. Foi isaode-
finitlvsmeate resolvido.
Ficou eocarregedo interinamente da direceo
da slfandega municipal o Sr. Gsodido Jos Baria
de Ohveira chefe da ootabilided* da mesma al-
faodega.
Diz-se porm, que o governo vai mandar para
a eflectivrdade daquelle cargo, novamente o Sr.
Thomaz Vom.
Recommeodo-lhe o que ae l no Jornal do
Commereio de Lisboa do dia 13 do correte so-
bre a* eminentes qualidade* que adornara o Sr.
Nazareth.
Greou-ae ltimamente em Liaboa urna ai-
(ociaco com o titulo de Civiluacao Popular-
pelo* etforcos doa Sr. Francisco Augusto No-
gueira da Silv, Antonio Augutto da Silva Lobo,
Augusto Antonio de Almeida Grillo, e Josquim
Antonio da Silva. H
O Am deata aasociaco a educacio do povo :
eatabelecendo aulas de diversos conhecimentes
humanos; promovendo paterraa sobre differen-
tes theses sociee, e publicando am jornal da
ciencia, lilteratur*. industria,e commereio.
A subscripeo feita no Porto pata o monumen-
to de Da Pedro V, na prega do mesmo nome, ec
frente do palacio Baaestes4 monuw s-lteSaai*
na dia 4 djanho. ~*"*,-
Tendoo conitlheiro Or. Levy Baria Jordo of-
ferecido a S. M. o imperador do Francezes, um
exampiar do projeclo do cdigo penal; aquelle
aoberano illuatrado dirigi-lhe toga no dia im-
mediato ao da recapcAo,atacarte aaaigoada pelo
sen proprio puoho, egradecendo nos termoa mai*
litongeiro* a offetta daquella obra importante
e qualiflcando de detavel a parte que nella
teve.
Esta destinado o dia 11 da crrante, aa praca
da Batelha no Porto, aolemnidade da colloca-
Qo e astantamento da padra fundamental do mo-
numento que os artistas portuemes vio alli eri-
gir memoria do Sr. D. Pedro V. ,
O programma para a solemnidade o ae-
guinte:
1-"Oacto (oleme do asieotameuto da pedra
fundamental e da inaugurado daa trabalbot para
o monumento effectuar-ae-ha no dia 7 de ju-
nho do correnta anno, pelas 11 hozas da ma-
uba.
2.*A praca destinada a conatrueco do mo-
numento Har circundada por mastrot com ban-
deira.
Em lugar conveniente aohar-ae-ha erguida ama
barraca para le depor a pedra fundamental sobre
urna credencia at ao momento da aolemnidade,
e para receber a autoridadea emaia pessoas con-
vidadas. -
A' hora indicada eittndo a guarda da Honra
enllocada convenientemente, proceder-te-ha pri-
meiro condcelo da pedra fundamental, desde
a barraca at so lagar marcado para a saa depo-
- aico noalicercedo monumento. -
A ordem qae ae ha de observar ser en to a
Oscorpos da gaarnicio serio collocados con-
nrtdo/'n, os arlistes portuaosas exigiram este
^.alr.de ,ua a'*"0 a 7 do.teofao dTiee*.
, -7. O presidente da oammiuo attiatica tomn
depois a pala ti, recitou um discurso anlogo
aolemnidade do acto, e tapis de concluido dar
a palavra tambem t pessoas que lh'a houverem
pedido previamente para o meamo Ha.
8.* Finalmente, a aolemnidade aera concluid*
cora os viva*, que pesaos competente dirigir a
S. H. el-rei D. Laiz I, familia real e 10 cdigo
fundamental, ee prestito caminhando outra vez
so lugar da 'barraca, acompaobar a aatoridade
ecclesiastiea e ehi se proceder assigaatura do
competente acto. '
Porto. 16 da maio de 1862 -O presidente. Luiz
Jos Nune.f secretario, Jos da Atesado.
2 to, Domiogo Jos da Fonteca Pascosl J-
nior.
Alguna pitaigeiroi viudo do Rio de Janei-
ro, no vapor inglez Magdalena, e qae desembar-
caran: no lazareto 00 ota 8 do mez paitado, re-i-
olveram fazer alli urna subacripeo, para, quan-
do entrassem em Ltsbo*. dotarem daas orphaa
de pai e mai, das.qae eato tecolhidas no aaylo
de Santa C'tharna.
Foram autorea deate philtotropico peo emento
e conseguiram leva-lo execuco, ataSr.: pa-
dre Manee! Joequim de Santa Boa-veolur, Dr.
Joao Jos da Rocha, Felippe Lopes, Antonio Al-
ves Amorim Vianna. Banoel Uias Machado, Joa
Antonio Perreira, Joo Joa 'Liborim, Antonio
Francisco Nogueira de Castro. Antonio Brando
Guimares, Jos Corris da Silva. Manoel Ferrei-
ra do9'Ssotos Lims, Jos Antonio da Rocha Gui-
mares. Domingos Rodrigues Gomes, Joo Cu-
los da Rocha Leito, Chrysoslomo Jos Freir,
Carlos ValerianoHodrigues de Carvalho, Antonio
JosPereira Chrittiaoo, Francisco llamn e Cea-
mano, Antonio Barbota doa Santo, Domingos
Jos Machado, Joo Gomes Fernando*, Jo* Fer-
nando* Rame, Banoel Lniz drMotta, Jos An-
tonio da Silva, Jos Ferreir* da Silva e Joo
Teixeira da Rocha.
Estes besemerito* protectores da orphanda.de
desvalida, foram ao asylo de Santa Calharina e
eotregaram commisso directora 2641250 im-
portancia dos dous dotes que ho de ter duadas
pobres asyladas, orphas de pal e mai, que mals
dignas ae tornarem, entre aaquatro que alli esto
oas mesmts circunstancias de o merecerem pelo
seu comporlamento at o dia em que posssm ca-
A' commisso directora do asylo, que com tan-
to digvello viga o seu bem-etar e educaco, foi
pelos caritativos subscriptores dos dotes, encarre-
gada a eseolha das orphas que devem rece-
be-lot.
Outra subscripeo promovidaeotre os menco-
nadoa pastsgeiros do vapor paquete inglez Mag-
dalena foi tambem com o flm de ser empregada
ern obras de caridade, e produzio 81fl$000.
Quioheotos e cincoeote asis mil e quinbentoa
ris depois de empreados em inacrtpcOes de 3
por ceoto sero appllaa^ai a dotes de 4 alamaas
3ue taaham frequeotato oa aajios dos Galafates e
unqueira, perteoceotee aociedade da case de
aaylo "o Lisboa ; do Campo Grande daa criaocaa
abandooada.
Ouzentos e oitenta e tre mil e quinhentot ris
Pr* depois da separada a oilava parte er ppli-
cada susleotsgo dos sete asylos da infancia
desvalida de Liaboa.
O consol geral da Italia officioa cmara
municipal pediodo-lhe que mande proceder a nm
tnquerilo minucioso nos registros doa cemiterios,
aHm da ver e ae descobre o lugar da derradeira
morada de tre senhoras italiana, tiihas de Do-
mio*oa Santos Sibilla, e chamadas Emilia, Mari-
na e Thereze.
E.ua aruhora viveram muito lempo em Li*-
rim:?,0(.r6^do,s'luaspriinir" aalteir** e ul-
iowa 1813, residindo aa ra do Jatmim, em
.ula"d ,fllb0J' Ju,s- 1e a. primeira.
laiteceram alguna annoa depois deata. A cmara
mandou proceder s averiguecoes precisas, maa
por em quanto nao se pode ainda deacobrir o lu-
gar onde repoutara os rettot dettaa tres lta-
tiaoar.
No da 30 do paasado foi approvado na c-
mara dos deputados o projeclo apreaentado pelo
cTe'ttU di 8"erM clu,,n*oio s "m" a reserva
~.7~.A ,n,B8?"5o < primeira pedra do moon-
mento a Camoes, deve verificar-te, egunde e
diz, depon do dia 20 deste mex.
vas, uem augmentar a deapeza em relacao
dente do reglamelo de 21 de abril da
tfM.
I Art. a*. Toda* asta ditpoic.e eomecam a
vigorar desde j.Fraaclseo Carros da Luz.Je-
ulao Laaugo Gaste.Antooio Candido da Cruz
M diado, a
1 -do raflateosebto daa escolas mili-
tare* asa do executar palo decrete n. 2,582 de
i de abril de 1860, aupprimam-ae desde j aa
palavraa e metede do sold.Ssldaoha Mari-
nbo. >
c Sepprima-ie o art. 6* (additivo). Rodrigo-
Silva, a
Occupou-ae depoi* com a 2a diecusaio da pro-
posta do orcamento na parle relativa ao ministe-
rio do imperta. Orarem oa Sr*. Junqueira, C.
Ottoni e Nune* Goncalves, ficando a discasso
adiada pala hora.
Foi lido o aaguinle parecer :
a A commisso de cootituic.o e poderes exa-
mioou. iuaHaatearte aam os papis respectivos, as
copias da acta da eleigdes de eleitorea a qae
e procedeu aaa freguezia da S de Mogy da
Cruie e da Secocaba, do t diatricto da provin-
cia de S. Paulo.
a as duas ditas fregueziacorreram os traba-
lho eleitorses sem defeitos qae merecam aer no-
tados.
Nao eit, porm, neste caso a paroebia do
Sorocaba, cuja eleicao foi porfiadamente disputa-
de, e em que appereceram nao menos de trite
protesto ecootraproleato, que a commisso vai
expor a aquilatar emsaa parle eaiencial, recebi-
mento ou recusa de voto.
t Receberam-se aa Hala do nove votante,
contra reclamacoaa da minora da mesa, fundan -
do-se nos seguinte motivos : residencia, quali-
ticaco e votaco em outras freguezias; alteraco
de sobren orne ou inca pacida de de votante. I
< No preaapposto da ser a qualificco a naso
da eleicao, e de ae nao acharem sufficiente pro-
vados, oa lutade atsercoes eucontraJes na mejo-
ra da me*, aqaelle defeitoa de diversidades da
residencia, qualincacso ou votaco, nao hesita a
commiaao em dosattender aos protestos da mi-
noria a semelhanie reapeito.
a Sendo to commum no aliatameolo, quasi
univeraal do pavo, a alteraco de sobreoomes,
peosa a commisso que pouco fundada a con-
leelaclo de identidad? a algana votante* por se-
melhanie motivo simples e desacompanbado dos
asuitos exames que devero aclarar a materia o
po-la fra de dutida.
< Regularmente, no cooceito da commisso,
deu sea voto o cidado Serafim Baptista Vieira,
queappellra dasentenca que o condemnra a
seis mezes de priao por erime de pasear litlhe-
tes de rifa, visto como nos termos da coostitui-
j cao do imperio e.da lei regula mentar das eleic,ea
I nao aaspeaao de seu* direitos de votante.
Achaodo-ae pa*iado por certido do respec-
tivo parocbo, de todo aceita, que Joo Gualber-
10, solleiro, menor de 25 annoa, pensa a com-
misso que iodevidamente foi recebida a liata
i p,rece> portento, commiso, que nao sao
[andadas os protestos da minora relativos aos
individuos indicados, exceptusndo apenas o nlli-
mo, Joao Gaelberto, cujos votos, posto que en-
globados, devem deseontar-se dos eleitores da
parcialtdade da maioria da mesa, que pralicou e
austeotou esle acto.
< Iosistiado aa mesma ordem de motivos, a
mtoona e interessadoa protettaram contra a re-
cusa de 29 votantes, cujot votot foram lomados
em separado, gaseada oeataa coosideraces : di-
vereidade da retideocia, qualificaco e votaco ;
aiteracao de sobrenome, ou iocapacidade dos ro-
tantes.
Relativamente ao primeiro ponto, residencia
qualificago, ou votago em outras freguenas'
porque foram recusados 15 votantes, a coraimis-
ao emprega a mesma argumenta;o cora que
combaten a minotia, commemoraodo quea aua-
licacao i bese da tetco, e que taes factos
nao ae podara dizercumpridamenle provado, em
nata de asseveratoe opposla.
Pelo que respaila a 5 votantes que foram ex-
cluido em virtude de aobrenome alterados, co-
herente com seus principio, a commisso Du-
la ltegilimo aemelheote acto da maiorialda e.
*, qae pelo* muito* meio* a sea alcance deverte
votante. ^ dUTd' mmIS
~ O diacurso do Sr. J0s Este.o na qaeato 7 cidadirr, bulhados do direito de volar
do ensmo vai ser publicado em separado. Diz- L. ai ?!.q",!/ Trla. d! ".e,a du coino Pr" "
e que ae tir.ro mais de 30 mil eiemnlaraa nar. ?"./".Meaao P"e.d for? V***. No
e que ae tiraro mais de 30 mil exemplarea para
erera graluitsmenle distribuido por todo o
reino.
Fallecen na cidade de Braga, o Sr. Gaspar
Jerooymo Ribeiro da Silva, socio ds respeitavel
ttrma commercial detta praca (Porto) Aotooio
Lourenc,o Goocalve* Lima &C.
-Tambem falleceu o Sr. Agoatinho da Silva
Hachado, negociante que foi no Brasil e actual-
mente reaidenle na ra da Bestauraco (Porto).
A galera 4/rtca, propriedade da Sra. viuva
Azevedo & Filhoa, deve no dia 11 aer laucada
agua no estaleiro do Ouro do Porto, onde foi
construida. Med 600 tonelada*, e tem de quilba
18* palmo*. Foi construida palo hbil construc-
tor do Porto o Sr. Custodio Martins da Silva
Santo. #
P.S.Neste ultimo das tem tido calorosa-
mente vctortadoa na tbeatro tanto el-rei como
a real familia, dando assim o publico urna solem-
ne manifeslacodeapplauso pete providencia to-
mada acerca daa irmas de caridade.
Pela ultimas noticia do Miobo consta que es-
tao pacificad a localidades onde fora alterado
o locego publico.
FalU-se trmenle oa substituido do Sr.
Braanoamp, entrando o Sr. Jos Estevgro para o
ministerio do rttoo, paitando o Sr. Braancamp
para a faxenda, e o Sr. Lobo de Avila para as
obras publicas, cjs paste dirigida interinamen-
te pelo ministro dos negocio estrangairos e pre-
atdenta do conselho o Sr. maxqaat d EWl. "
Foi nomeada na caqaara altea commisso que
dtva dar par/cer S^bre o projeclo de lei do entino
vbteo J a cmara electiva. Parece qae haver
ama.tornad*, de 50 pares.
^'ufima hora.
Houve hootem contelho de dous ministrse
dlz-*a que para combinar noa individuos que de-
vem ser elevadoa ao paralo. O nsmere doa no-
vos pares diz-se ser superior 40, e o flm par*
que se faz tal nomeacao a reforma da cmara
alta, condiQo esta que ae impoe ao* novo pro-
ceres.
Tencin* o-governo levara efieito eate medida
depoia de encerrada a actual eiso legitlalira,
ma* como espara levar cheque na cmara do*pi-
ra* na votaco da lei sobre eosino e coagregaeoes
religiosas, por Isto trata j de rea lisera me-
dida.
O calamento de el-rei apreienta anas diffl-
culdades agora, a b* qaem affirma qne eate ne-
gocio ficarft adiado para o anno.
A inauguraQo do monumentos Gamee ra-
rifica-te com a mator pompa no dio 26 do tor-
rente.
0 governo o el-rei coa a sabida daerrme*
de caridade adqairiram sympalbias lo geraeam
todo o paiz como eu nao asperava, pois aempre
julguei qaa o* aao-catholicoa eram mais nume-
rosos do que realmente 1*0.
Qaaato a tumulto* j uioguam falla nella,
a o paizeat completamente aoeagaalo.
A ubcripeso na capital pana eeccerrer aa crias-
Saaehtdaa do* aaylo* monte j a 80:0001000
as provincia* comec.r*m agora as sabicrip-
fioes;__________^^ ,
juizo do inspector da thesoura'ria de fazeod"
commandante do corpo policial e presidente d
provincia, aquellos cidados nao potsuem seme-
liantea queiiJades, sendo empregsdo* noexoa
t repartirles flseaet. A commisso sdbere a
esta opiniao, e acredita que foi irregular a recusa
de voto que ae lhes impoz.
t Legitima foi a repalaa de voto* do* doa* vo-
tante* Benedicto Haximiano de Campea a Joo
noto toatao Jnior, que, com cerlido dos res-
pectivo* parocbos. se prova, sendo solteiros. ae-
rem menores de 15 tonos.
Entende, poi, a cmara que foi in de vida a
recuse de 27 votos,a regulara de dous somente.
0 ,,".!:* l'os a commisso de parecer :
1. Queso approve a eleicao de eleitores a
qae se proceden em 18 de agosto de 1861 os fre-
guezia do Mogy das Cruzes, do districto da
provincia de S. Paulo.
2. Que ae approve a eleicao a que se proce-
o!Ua.al2I de eleaD'<> ue 1861 na freguezia da
ai*lncloda mesma provincia.
c 3. Que na eleicao de freguezij de Sorocaba
do meamo districto e provincia, a que ae proce-
den em 29 de aetembro, ae aonullem os voto do
rotete Joo Gualberto, deacontando-ae dos res-
pectivo eieitore.
a 4. Que .e contem ea voto tomado em ae-
vo"?eftorelaQte An,onio Carr'' ao* re,pecti-
R(.ni',,^M8e"n"neni 0,TOl* dos votanlea
Rnrif Maximieno de Campo* e Joo Pinto
.11 UnOr* lom,,do em ep"do edadoiaos
Jrplentes respectivos.
ba"6CiQ,ie "ia aPProv,0 6le''o de Soroca-
untcoDtaodo.se aos auppieates os 27 votos to-
h? iem e9,rfd.0' ,end0 me'<" upplen-
tes declarados eleilores. KF
de'lleT^R Cm!5^a^d0 .dSP.",d'". 21 de junho-
oe BbJJ.R F. de Araujo-Lim.J. J. Teixeira
Jumor.-Oliveira Bello. oixeira
I
c
I
INTERIOR.
BIO DE JAMiino
24 de junho de 186*.
Bontem nao houve test&o no sanado por falta
de numero legal. F
Do ordem do da n. 318, pablicada a 21 do cor-
rente, pela reparticao do ajudantegeneral cone
s RlDS"l0an-n,e*d0' "'leiro. d. ordem
S. Banto de Atis. por etterem compr.hendido.
?790.'oPsSrs?? d alT" de de K 5
Pa?o?,.lH0. c? corpr? de eD8enhelro. Fr.ncleca
Pereira da Silva. Decreto de 10 de julho de 186ft
e diploma de 18 do dito mez. J 1BW>
r-DVi0ad? 9 ba,a'hao infaoUil. Jote Antel-
mo Rodriga Decreta da 31 de agosto de ttt
e diplema de 3 de aetembro do mesmo nal.
Dito do carpo da gaarnicio do Piauhy. Antonio,
& f -, SinXMi ,?ect6, 31 le ago.to de
1861 e diploma de 13 de aetembro do mesmo anno!
^.Ft01 Pre,enUa'o n grej7de S. Joao Bapttet
Lagda deste cidade o padra Francisoo ttartina
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Tem o Sr. Dr. Jo Soriano de Soazi ao prelo
um obra sobre ferimentos e outra. oslaaeasnhT-
tices com applicaco A legtelacao crimina! i-
c
Sob a denominaco de Emaio medico-legal d
elle .0 publico um tratado dem.diein. k^laoL
itlafiio .uallaa lesoes; m iHmEt h
JlLEGVFll


i
}
i

A
i
==:
4s o qui-
so Chain
la crlaai-
)
fiUl>0tJWUIMQDy,MtpUABTl MiOH D JLHO BI T8M.
IMIIM fT ______________.
rali
Destinada esta obra.
ncartegadaa da admin
asi, 4 Ha dividida en
ligadaa Mira ai pelo un
dequeaeocespsm, A primate
oocee abra aa bridas a t
physicaa; e a segunda cootm <
bre a legiilajio criminal ao qae
mas.
asta
Jo maiiqnaaio sbraoge em si o t
lacio patria de modo preciso, el
autordade crimioal oa formai
delicio, aeodo por conseguate
atarla,
Agoa

FraoajHe, branco, Blho legHtmo Itigael Tet-
e^SUv C,la 6 C,adl,,* *r"i* Ollrelra
TheoaAi, erieulo, filtro Ultime-de Andr Ave-
too, e Mara das Dore.
Jos, pardo, Qlho legitimo da Cietaoo da Bocha
PereiraaMara Donati doa Prazeres Pereira.
la. escara de Joaquina Elvira
fllaa de Hermeneglda, criou-
Alves,
ohacimento de taes matarais.
O aome do nota eomprovl
Philadeipho Augurio Ferteira Lima,
do eorpa de eogenheros e bachata*-'
matice pela aaliga aeoeia- militar do _________
ooiro, acha-ae com vantegem eonhectdo entre 6a,
porque elle tambora oiopoopa ocej dio den
Ur-ae cuidoso daa causea que.ttq respelV
ae prendern ooaaa patria, i garopa, oede
tha legitima da Manoel Go-
ibornna Peraira Leal.
;itima de Daniel Jos
ria Leaa de
de .Josa JoaquL
dlreitotindelra de Mallo, MararAenaae Neivaa.
faltando o Sr. desembargador fltfca Caralcanti,
abno-se a sseso.
os distribuidos
Atcioli,
r enriquecer-
presentementese aha aps a
eenhecimeotot, qae vira mita I
os coro a respectiva appl
de qae o Brasil o contempl
aa, de- modo que aa sitas locubracoes tea por
ato o futuro deate oosio Brasil.
O Sr. Philadeipho* d'aquetles qae acerlada-
mente pensam, que o Brasil primeiro que tudo 4
agricoi; que a sua rqavaa primordial e incoo-
cus est oa agricultura.; que finalmente dos
productos da trra secuoluda pelo homem 6 que
tte rtr a prosperidad a- asenles*, que aati
fadado. Nasta eren?., o fllb setssaaa ha pro -
urado caDcorrer com oa ssai niawjaa para er-
**c a laboracao dos tea** aliara a qua tem
jas; e assim. depoi* do teabaiao que pubiicmoa
j oeste 0ia.no, acaba elle da prestar um outro
em sentido anlogo por sete, da versan e publi-
cado do Pequeo curto- de chimica agrcola, do
Sr. F. Malaguti, memore eomapoadoote do Ins-
tituto, decano la faealdide dea scieaciae de Ren-
ata, caralleico da Legio de Hjara, ate.
E' esta urna, obra qua seriodo, como di lo o
aeu aular, para, romper a barrtira agoja aot
tvrogressos. da agricultura, muito Importa que a
sua leilura seja diffendida pelos>ooaaos agriculto-
res, que dalla hio de colher llce proflcientiiii-
ssjsm
No plano da respectiva composieio, o- aeu au-
tor dindio -a em cinco pasto; primeir tra-
ta do ar atmoiphtriao e agua; na segunda do
escualo do solo ; oa tercena do melhoramtnlo do
oos; oa quarta do afolhamento, principios im
mediatos das plantas ; e na quinta aalmente,
do tratamento do gado, industrias agrcolas.
Aldos desta grande diviaio. deseen o Sr. Malaguti
eabJivisdes importaotisaimaa com eapeeialiu-
coa que ao agricultor nao licito ignorar, e que
oos nesta ooticia nao podemos abraoger.
Nao nos demoraremos, pois, em encarecer o
aaeriid) de urna-obra desta naturexa. A chimica
aeodu o fanal 4a agricultura, -eeqae o respec-
tivo estado, que o conhecimeato dos priocipios
desta semncia exarca um papel importaoiiasimo
no pait esencialmente, agrcola ; e ae 6 ella pen-
co coohecida, a ae a sua applicajao quasi nalla
entre oos, nao iito motiro para deiiar-ie de tra-
tar de ioiciar-se nella o agricultor para quem a
rotioa nao seja tudo.
Fechamos estas linhas recommendando a leitu-
ra ilo Pequeo curso dt chimica agrcola, cujas
idlas elementares aso de (acil comprehensao e
applicagao.
Por decreto de 11 do mes fiado Coi despa-
ca ido para o lagar de professor de priaeiraa le-!
tras do arsenal de marinha desta provincia o Srj
Citulino Goocalves Lesaa, commiaaario dt com-
paohia de aprendizes marioheiros; tendo sido na
masnis data exonerado d'armade, a cuja corpora-
raco perleocia.
lionem installou-se a lereeira aeaso judi-
ciaria do jury, havendo numero suficiente de
juizes de tacto.
A datar de muito, facto virgem qae no segun-
do dia se reunase esse tribunal,
Hoja devem ser apresenlados oa procesaos que
tem de ser submettidos julgamento, e assim
pro3eguirem os trabalhos ordinariamente,
u. epung* queixam-ae aa ..0m u
vendedoras de farioha retalbo i populago, ape-
lar das rleos da polica oessa sentido, tofor-
mando-se-nos que es matulos, que pfa la alo
onduzidot, looge da retalharem, vendem a lari-
aba por atacado aos taberneiros.
Ora, sendo isto detrimaotoso pra a populacao
pobre, e mesmo contrario s inleocoes da,poli-
cia, qua os manda eonduzir tiara all, nredimos
que se attenda a esta retlamago, alias de im-
portancia.
Seguio com effeito bootem no Cruxeiro do
Sul.o nosso amigo o Sr. Dr. Franciaco Feneira
Crrela, para a ana provincia natal, sendo.acom-
paohado at b jrdo por grande numero de amigos
e coilegts.
Hontem pelas 4 horas da tarde, foi emposstda
a nova admioistracio daSmia Casa da Misericor-
dia ; lendoo Exm. Sr. provedor desembargador
Anselmo Francisco Peretti, un bem elaborado
relatorio em que expoz quanto occorreu durante o
primeiro biennio, e as medidaa a adoptar no que
come;a.
O vapor ioglez Mapalena, que hontem che-
gou nosso porto, viudo da Europa, soffreu gran-
des (emporaes no canal, entre Southampton e
Lisboa, motivo porque demorou-ae dous das.
Nesse vapor ebegou o nosso amigo o Sr.
Garoeiro Uonteiro, engenheiro, esua Exm.senho-
ra. Acerca de S. S. chamamos a atteoclo dos le -
tores para o que diz o nosso correspondente em
ondres.
Passageiros sabidos no vapor nacional Cru-
zeiro do Sul, para os portos do aul: Dr. Fran-
cisco Ferreira Corris, Urbano Sabino Correia e
Emilio, D. Vicencla Mara de Jeaas e um neto
menor. Silvestre Ignacio Bom Suecesso, Thomaz
Jos Heira, Manoel da Costa Ferreira, Francisco
uarte deOlivelra, desembargador Joao Pereira
da Motta, Joaquina Tiburcio de Oliveira e Silva,
Francisco Alves de Oliveira, Joaquina Jos da Bo-
cha, Joanna, eacrava de Csatano Silrerio da Silva,
Dr. Flix Moreno Braulio. D Isabel Motel, 2
lente da armada Franciaco E. Rodrigues Vaz,
Manoel Alves Pereira, Henedino Heorique Mafra,
Manoel Francisco Botelho e aua aenhors, Anto-
nia Silvana das Neves e sua Alba Clementina,
Dr. Jos Antonio Barros da Costa, sua seahora e J
tres tlhoi menores, urna ama e um escravo, An-
galiea Meodonca, Athaoazio, escravo de Adriano
i Castro, Eduardo Dini de-Oliveira, Thom Ni-
colao de Oliveira. Francisco Tararea da Costa,
Thom de Souza Barboza, Dr. Antonio Barreto C.
de Almeida, soldados JosPiauhy, Francisco Si-
me*' Di vid Rodrigues Souza, Jos C. ate Souza,
aua mulher a um tilno menor, taante CUado
Garoeiro de Oliveira Chaves, Aatoolo Telxeira
Pinto, Francisco Crispim da Silva e Fraclsoo
Lucas Correi*.
Passageiros do vapor fraacsa Bearn, hega-
doa hootam do Rio de Janeiro e Babia :
Eugenio Maria da Costa e faiva, aa irruas
de caildade Maria e Vicencii. Guiddi. aua mu-
Iher e dous filbo*. Kmitio Bariholomeu da Costa
261 passageiros para a Europa.
Passageiros qae segaem desta provincia para a
Earopa :
Manoel da Silva Santos, Francisco Alves de
Pinho, Philomena Mendaa, Julilo Jos de Arau-
io, Francisco Dragn, Madama Carie de la Cha-
rie e aua Blha Hanriquets de la Charle, Manoel
Ferreira da Silva Raasoe, Fraaeiaeo ferreira No-
vaos, Francisca Saldanha e a menor Henrlqueta
Xavier da Cunh, Leooerde Pioheiro da Cuaba
Carneiro, Maria do Rosara, Heorique da Lemos,
capitio Uyaard.
fMaagatf** o vapor ioglez Magdalena,
siato doa portos da Europa :
Juiiut Schuler. Joho Bard, Arcblbald Red,
ioaquim da Cuoha Freir, Jpsenh Labmaoo, Att-
tonlo Loi Machado B'tMaV Jos Laix de Al-1
meida Martina, Dr Charlee Vrdon e sua senho-
ra,CarciroMoota4roe8uast,h#t #148 .
-.aaeirovpara oa portos do sni.
Seguem para o Rio de Janeiro, Bihia .
Louis Royer e C H. Lona.
fatetieiroa da baraa iaclo,t ConctiSao,
ahide para o Rio de Janeiro :
Meaoel Correia de Meneiea e i ea\tTM M.
^T'lierimajeda io hoapiUl de Noaaa I*,,, ,
Ceoeeieae dea Lasaros, eede o l* *arajMtM.
^aSsUam 14 homeni e 17 milbeeee ;
trsra,, Bem sahiram doentea ; aiiatem a .
Reteettf *S baptiaadoa havidoa aa metras V
ft,eaaina>iflWaaaatate de 8ole Astteaio
|.tsi(e ao au de janho do 1861.
daaros Maris, branca, flWial
Hsjacbaiiao nao eeqeece Adetelde. parala, aacrav
l como urna esperance
*j*ae,roroula, eacrava d Jos Rod/eis d
Caalio,.lha do Isabel, eacrava.
L -Dia -
w* parta^ forra.aa occasiao de se baptiaar,
Sf **^al*.Qm*lIna beoncia ^Bfajr,.
,- Um a Moreaba, eacrava. \
Keruama,' parde, fiiha legitima de Tiburcio Va-
leriano das Nerea,Laeb*ri, e Francolina Jo-
quma daa Neves Lsebertu,
Passadoa os faitos, e e'ntr,
dtrMB-atM aeguintes
taaiiEirros.
Lopes da Costa Mala
--------------_,mbrgadoV
'<"** aW>. deaanuiari
Mona,... r
Negou-se.proTimenl|
AMtavaote, Gaspar de Mermes V'est
|HfajO[
[UM^ ft-J&f iI^sIbbbbbbbbbbbbbHsIbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbI II
m, h^ ,oc,eilad a convencionawa, qae o
n dallaste de eflectuar certa prestado
xr^r
a par-
a dita
0i -vuenasse de eflectuar certa presci
pero, seu capital, seria elle obrigado alem
da-perv. aliaar a preslagao ?
Se em parda total aa aiupalease
ial, da m ->0r exemplo, dar-se-bia
obrigacao da r ?
fc eu perda do capital
,b'c J ||, fcio? -qlt ; cread
il nao s. na all
hrlM*;ev Viofti
**- o k !!&-
USdade pode ct ^"obriga.
>**e
) da cidade
8 0|0 sobre esasaultoros medSAoa.
| e escrptorios...^......
Dito de 2 OO- obre os premios
maiores das loteras............
Imposto 501 rs savbre capas- de
chapeos, .perfumaras e ronpa
fita.n
imposto dl^^^^|^|^^B^^H
sorle
Oliveira, e Heuri
de Jos da Silva e
axandrina da Silva.
---------JoaA da Silva 011-
_ reir, alba de Brgida, laeravs.
Brnesto, branoe, Qlho legtima da Antonio Pe-
reira de Fariu e Aana Umbelina da Roa
Parias.
Luiz, eacraro, crioalo, fllho de Candida, aerara
de Silvia o Guilherme ds> Barros.
Izauria, branca, fiiha lagittma de Jalma Eneas
Gomes da Silva, a Marcolina Edoioa Gomes da
Silva.
Francisco, crrulo, Qlho legitimo de Manoel Jot-
quim da Coala, e Mara do Carm.
Miguel, pardo, fllho natural de Manoel Bernardo
Qeioteiro, (j fallecido] e Josepha Mara da
Cooceicao,. (ja tallecida) solteiros.
r-Dia 19
Mara, parda, fiiha legitima de Feliz Jos de Al-
meidae Carlota Mara da ConceicSo.
Hermina, branca, Olhs legitima de Uermino Fer,
reir da Silva, e Baria. Rosa Fqrreira da Silva.
Antonio, branco, filbo legitimo de Franciaco Xa-
vier Rodrigues de Miranda, e Joanna da Palm
de Miranda Franco.
Candida, branca, fiiha legitima de Biiiiio Bsplis-
ta Furtado e Candida Helena do llego Fer-
iado.
Dia 21
Aquilina, crioula, eacrava de Joaquina Jos Mo-
reira, fiiha de Isabel, crioula, eacrava.
Dia *2-
Alvaro, branco, filho de Olympio Ferreira da
Silva, e Mara M'glalena Ferreira da Silva.
Arthur, branco, filbo legitimo de Francisco de
Paula Silva Jnior, e Carolina Leopoldina da
Silva.
Filomena, parda, eacrava de Maria Cindida de
Magalhies, fliha de Margarida. eterava.
Dativo, pardo, filho natural de Theodora Emilia
Francisca.
-Dia 24-
Joanna, parda, fliha legitima de Antonio Hylario
Jacome Ribeiro, e Marcelina Maria dos Pra-
zerea
Aona, branca, fiiha legitima de Thom Jos da
Silva e Maria Luizados Santos.
Candida, branca, fiiha legitima de Antonio Prie-
to, e Josaltna Maria de Souza.
Ricarda, parda, fiiha natural de Florencia Maria
do Espirito Santo.
Luiza, branca. Giba legitima de Jos dos Santos
Ramos de Oliveira. e Ceciliana Ramoa de Oli-
veira,
Antonio, pardo, filho nttural de Rasa Mara da
Conceicao.
Alfredo, branco, filbo lagjUmo de loo Firmino
Correa d'Araujo, e Igoez Diamantina Corrfia de
Araujo.
Hara, parda, fiiha legitima de Antonio Hylario
Jacome Ribeiro, e Marcelina Maria doa Pra-
zerea.
Jos, branca, filho legitimo de Seraphim do Li-
ma Jorge, a Militaoa de Lima Jorge.
Um fllho legi.imo de Alexandre Jos ds Silva,
falta a certido.
Casamentos.
Francisco Manoel .di Fonseca Rosa, com Amalia
Pereira de Brito.
" na'Maru'do"Vac"rame,d\.,m MMn Guilbermi-
Sil'ino Soares Pereira Junio?, com Joaquina
Hypolits de Albuquerque. -
Ceciliano Jote Ribeiro de VaaconceUos, com
Maria Digoi da Costa Cana pallo.
1 '
__testmunhavel. ^^
>. Ridoux ; jsjfravado, o
desembargador (Peretti.
U. desembargsdoras Girana.
e Loureoco Santiago.
t.0 aggravo.
, ppmuyu crim\ts.
Appetlanle, o juizo ; appellalo, Bbflno Mar-
coa de Castra-. \
A' novo jnry.
Apoellante, OatarJaoo Jos da L>rr*ho ; ap-
pellado, o iuzo. *
A' floro jury,
AnpeHacSv oiveis.
Appellante, a fazeoda ; appellado, Josquim Lo-
pes de Almeida.
Confirmada a aantenca. \
.Appellante, afazenda nacional; ap> "lados,
Lutz Gomes Ferreira e oatros.
Confirmada a aantenca. \
Appellante, Antonia Avelina do Rosario r ao-
pellado, Julio da Costa Cyrne.
Coofitmada a aantenca.
Duicncus anua.
Com vista ao Sr. desembargador procur
da corda e ao Dr. curador gerel :
Appellaate, a faxends ; empellado, Manoel
tooio de Souza e oatros.
Com vista ao Dr. curador geral
Appellante, Paulioo Piras Ferreira ; appell
do, Manoel Gamillo Pires Falcao.
DKSlGHACio DE DIA.
Assigoou-te dia para julgamento daa a
guintea
mbargsdor Peretti.
^Hembargadorea
or
Appellagoes crimes.
Appellante, Joao Gabral da Costa : appellad
o juizo. '
Appellante. o juizo ; appellado, Basilio Ai
mo de Oliveira.
ApnijJ||nte, o juizo
i Peral tv
Silva
appellado, Agostinho da
[buir comoimpre.
Jlo io constrangim
flpde em quanto viva
alternativ, a fteuldad. -an-
ros ; aggrava- garf onda fcpror sua morte ler melbo, *
,/ curadores, que ao os testameateiros
. defunta t
Gaelsrio Em vista ds alternativa creaba pela p
{ fundo de un contos ser real, otea, penat pe
vel, sendb aomente reale effeclaado?
Os -cradorej coofiaram em i asna creditoi
tiveasetn por garanta um |fuH Capenas possi-
vele precario ou o que nt raaildade exists ?
Estas qeeetoes ser o talvez,fl>aliflcadas de as-
niticaj palos profflisiooaes em materiaj jurdi-
cas, maa, sendo-obr de csridade entinar usIgno-
rantes, fariam bem os mestres em fterce-la para
com
HeioTjjQ sobre o produc
i",W.w.....
noltas por mfraccoes
a, ana. Juros da divida activa....
2i9$0W
101*833
2531080
95OJ0O0
19*1000
I78*66d
9JWI0
759
\
J*| 5m de o pagar
rera.-Em apathia.
o. Houve una
97:208924$
Mesa
do consulado
provincia.!' ljie julho
^m
. O30 eaotMlurario,
Antonio Rodrigues de A^ataquerqua.
Um dellts.
9.
Prn
mniercial. I^aatsaom,. 11
unho de 286*.
^ij genero de importacao do'
'asil. "
. *
COMH&l&CIO.
-----
Gaixa Filial do Banco.
EM 1 DE JLHO DE 1862.
A csixa desconta as letras at 4 mezea a 10 */
e recebe dinheiro ao> premio do 8 /.,
novoTahco
na
Pernambco.
EM Io DE JULHO DE 1862.
O banco desconta na psente semana a 10/
ao anno at o prazo de 4 mezes, e a 12 /, at o
de 6 mezes, e toma dinheiro em contas correnles
aimplea oa com juros pelo premio e prazo que se
convencionar.
BU
2 Sf ff P3 M
O 2:1 sr s-
' 1 0* Bn oa
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Appellante, p jafio ; appellado, Ioaquim An-
tonio de Andrade Lima. '/'
Appellante, o juizo; appelUtftf, Manoel Games
. Appellaate, o juizo ; n8uJ.ldo,Jlano4 Fran-
cisco Chaves.
Appellante. o juizo ; appellado, Antonio Pin-
to Cardoso Gama.
ppellaces civeit. 1
1 ^Pvff^^Anlfloio Ricardo d* Reg ; appel-
lado, Manoel Goncalvea Feseiea e Sil a.
Appellante, Luiz Jos da Cosa, Amqrim ; ap-
pellada, Joanna Maria da Conceicao.
Anoellante, promotor; empellada, Jose-
pna Hera da Conceigao. -
Appellante. q p/omator : appellada, Maria
Victorma Vieira da C^nha. .
AppeJlaale', a cmara municipal ; appellado,
Basilio Aires de Miranda Varejo.
D1STRIB1CA0.
a. c A99rovo de petigao,
ao sr. desembargador Claelaoo Santiago :
Aggrav^nle, a junta admtnitirat v a. s.ai>
Lata da Misericordia ; agravado, o iuizo.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Recurso orimes.
Recrreme, Francisco Dorotheo Rodrigues da
Silva ; recorrido, o juizo.
Ao Sr. desembargados Lourenco Santiago :
Aggravo depelico.
Aggravaote, Emilio Carneiro Peasoa de Siquei-
ra Cavalcantl ; aggravado, ojuizo.
Ao Sr. desembargador Uchoa Cavalcantl :
Appellante, SP&'WlSilltol-tuue rarreir. ,
appellado, Antonio Jos Pinto.
A' urna e meia horas da tarde encerrou-sa a
sessao. |
Raatificacae.
0 Sr. desembargador Ucbda Cavalcanti assislo
a aessio de 28 de junho pistado ; nao fallos co-
mo por engao se publicou nos trabalhos da re-
laclo.
NOVO
Balanno
Ns totalidade dos doenles exittem 137, sen-
do alienados 4 bomens e 15 mulheres.
Foram visitadas aa enfermarlas estes cinco
dias: no primeiro e segundo s 7 1{4 ; no ter-
ceiro s 7 3|4 ; no qusrto is 81|4; no quinto
s 7 : e no sexto s 6 3(4 horas da manba pele
Dr. Firmo no Impedimento do Dr. Dornellas ; e
t 5 1|2, 5 3(4 da ttrde pelo mesmo Dr. Firmo,
e s 8, 8 1(4 horas da manha pelo cirargilo
Pialo.
Movimento da cass da deteeio do dia 30
de janho.
K atter
/
Existiam.
Entraram. .
Sahiram. .
\ _^ ,
Exittem. .
Nacionaet .
Estrangetroa.
Mulheres; .
Escravos. .
Eacravae. .
373
7
12
presos.

a
62
28
4
68
6
"368
Total. .
Alimentadas a cuela dos coiras previo*
i............. 149
Movimento da enfermara do dial0 de julho.
- Tiveram alta :
Ouintiliano Ferreira Calado.
Gaspar, escravo de Franciaco Leopoldo da Silva.
Matadouro publico :
Metartm-ae para o contumo ata desde no
dia Io de junho 74 rezea.
Osituakio no da 1* dbJ/c&ho, ko ccjhtb-
siio pslico :
Joaqufm Machado Porlella, Pernambnco. 67 an-
cos, casado, Saoto Antonio ; febra cerebral.
AngaMca, Paruambuco, 40 annos, solteira, eacra-
va, Santo Antonio ; urna pneumona.
Astenia, Pernambco, 8 mezet, S. Jos; con-
vulsos.
Plorigi Gabella, Italia, 30 anoos, tolleiro, B01-
Vista; gastro -intarte.
Antoaio Francisw Ayres, Pernambnco, 21 annos,
salladlo, Santo Antelo; pbtbyslca laryogas.
Joao, Pernambco. 3 mezes, Recife; eclampsia.
CHRONICAJUDICIARIA.
TrlDBBaldRelact.
SESSAO EM 1 DE JULHO DE 1862.
'KCSIDKHCIA SOEX1U UU COMSKLHSIRO IRMKLIMO
1W-ai. WHiO.
AA(AOtJJ>*"s da msnbia, presentas oa senhores
ltt^s,La*iWesCaeUno Santiago. Silveira, Gi-
fVcut. Prcantlage. MetU, Peretti. Accoli-
'1a* da aotOa, a oa jaitas de
BANCO DE PERNAMBCO.
de Navo Banco de Per-
nambco
em SO de janho de 1865.
CTIVO
Apolices da divida publica ......
Estrada de ferro de Pedro II......
Estrada de ferro da Bahia........
Depsitos.........
Joias depositadle;, .
Lettas caucionadas......
Lettas descontadas......
573:80OJ000
104:OOOj)000
108:9939610
80:000000
5:735|280
4:530*000
2.956:172JH6I1
l*raca do Recife de
julho de 1862.
Vs qualro horas da Urde.
Cotaees da junta de correteres.
Nao houveram cotaces..
/. da Cruz Macedopresidente.
Jahn Gatissecretario.
Airaxadeaga,
Randlmento do da 1 .
9:364|523
Mo*lmento da alfaudejKSt.
Valumeaentrados aomlazendas.. "7S
a cora gneros..' 768
Valsmaa sahidos em azandas.. 97
a com eneros.. 63
843
160
Daacartegam no dia 2 dajvlho.
Brigu* p|tguezJovem Amelia mercadortaa.
Barca ioglezaCora carvao.
Brigue ingtezElizabetbcarvo.
RendiRicnto da alfaidega de Pepaara-
ln.
ath
Direltos
" mez de janho do corpeDte
financcii'o.
Importacao.
importacao para coa-
sumo...l.......................
Ditos addicionaes de 5#/..........
Ditos addiciouaes de 2 /,.........
Ditos de baldea;ao e reexportado
Expediente doa gneros estrangei-
ruxsjatagados por cabotagem..
Ditos dos gneros do ptiz........
Armaz'enaguyi..:.': r..............
Premio do asignados............
Despacho martimo.
Antoragoa ....................,
Direilos de o '/, na compra e ven-
da das emt ^reaedes............
Exportacao.
Direilos da 5 "/ de expotacao...
Ditos de 2 % addjcionaes.........
Expediente da capstazia..........
Interior.
Multas....,,.......................
Sello do papel (izo................
Dit,o do papel proporcional.......
Imposto dos despachantes........
Emolumentos....................
Extraordinaria.
Receita eventual..................
270.283S157
31:597*643
24530>
29JJ300
6139118
1:1793952
J./VO75
592*399
2:033$650
380S000
39:157*9za
15.662*918
964*360
602JJ263
468S500
175*840
518*750
47*200
Letras protestadas ... 125:556*530
Letras a receber.................. 1:1085350
Remessas ;..... 46:490*909
Aluguei de casa
Pornecimento......
Premios de ttulos de garanta.
Joros.........
Despezas geraes ...............
Caixa
*
525*090
7:766*485
8839*526
1:477*922
3:604*912
470:0018370
Res.
FASS1TO.
Capital..........
Enjisso.........
Depsitos da drecgao ....
Letras por dinheiro recebido
juros .........
Contas correntos com juros .
Ttulos em caugo.....
Fnndo de reserva......
Banco da Bahia S/C .
Banco da Bahia N/C .
Knowles & Foster [de Londres) .
Jos Antonio de Figueiredo J-
nior (Kio de Janeiro) .
Saines .........
Dividendos. ,.....
Premios de saques e remessa.
Juros da garanta de emissao .
Deecootos.......................,,
4.498:402*535
,2,000:0003000
l,470:30O000
80:0003000
3:052$188
584:934*9*0
5:735$280
57:672*981
24:8928021
10:456*601
3:225*734
669*216
19:0958090
600*000
730*791
3:435*814
233:601*579
Dizimos da provincia d'Alagoas...
Dilos da provincia da Parahiba....
Ditos da provincia do Rio Grande
doNorle........................
Contribuirlo de caridade..........
38*960
366:6078837
1:635*390
184*330
1:456*701
437*600
370:321*858
Algedao u
Orle do Ha.
Dito.de Angola >
Dito da India....... >
Assucar da Pernam.
J)ito nuacavado .
Dilo do Ro de Janei.
dtoi Sabia b .
Dito tito- mascavado .
Dito do Maraohao. b^ .
Dito dilo mascavifdo. .' -
Dito do Para broto ...
Dito, de Cabo Verde.....
Ditodalodia..................
Agurdente de canna do Brasil P
Alpista^...........
Arroz da Indis. Gda : .
Arroz do.Maranbo e Paraup.
Dito dte b-.m .......
Dito dito ordinario*. #
Oilo dito miado.......
Caf do Rio prmeira sorle .
Dito dito segunda dUg, 1 .'.
Dito dito terceira dil* ,"~- ,
Dilo da Bahia .'.. .T .
Dito de Cabo Verde : .
Mito da S. T. e Principe. .
Dito de Angola......_,.
Cacao do Para *r. .'#.
Dito da Bahia..........
** de SanTbem.....
Caito da Iodia.................
Cera marella de Angola .
DOa dita- da Rengela ....
Gravo do Maranhao......
Cravo de Girofe ;.....,
Chifros......
Couros seceos da Rio ... .
Cauros verdes do Par. .
Ditos espichados das Minas .
Ditos ditos da Bahia .....
Dilos ditas de Angula ....
Ditos salgados do Maranhao .
Ditos dilos de Pernambnco .
Ditos ditos da Bahia. ....
Ditos ditt da Angola ....
Ditos diloi de Cabo Verde. .
Ditos ditos das linas ....
Ditos ditos mooros......
Cominhos .........
Denles de marfim, lei.. ; .
Ditos ditos meao........
Ditos ditos es era vel ho ....
Ervadoee..........
Farinha de pao ......
Gomnia copal amarelila
fcarnada.....
Dita branca .
Dita ordinaria .
Dita do Brasil .
Linho da Iodia..............
Mela$o..........
Oleo da copatba......
Pimenta da India......
Salitre da India..............
Salsa parrilha superior.....
Dita dita regolar.......
Dita dita ordinaria......
Trigo estrangeiro ....
Tapioca boa..........
Urzela de Angoia e ueuSuv-
la superior.........
Dita de dita ordinaria .
Dita de Cabe Verde
Vaquetas do Maranhao.
Dita do Para ....
Dita de Pernambco .
Exportacao.
Agoardente de vinho. Alm.
Azeite doce........
c de purgueira ....
Amendoa doce ara milo a
Banha de porco...... ,
Batatas........... Ib.
200
200
180
100
1*900
HSO
^0
205
205
190
120
2*400
18650
1*700
2*060
*650
SOO
Agurdenle do Brasil.-Na meama precaria
Azeite. Sem alterajo.
Arroz.Poucas vendas.
AlMsta.Pouco movimento.
. 1 "*"a* bJl3nl* auimao para ette
mk^aM> ,0' elevdos pracoa do
'do especuifldores eporitsoa
I do aotso depoaito Uc
tu mos.
oaamo poucaa vendas se tem ffactBaw
^'^^.^ consumidores Pre-
1 tem ambjra depoi*
por prtgos mais ela-
geoe-
mercad
raaior par '
em segundas e tercei-
da-
veoda ultimamoote
ae : de 50 saceos, mas a prego qu, U9 re*-
a. anda qaa se suppe ser menor do da*
nostas eolscoas.
Couros.Os salgados do Maranhao. obtiverao
uma pequea melhora. As mais qualidades coa-
liouam na mesan situa(o.
Gomma copal.O movimento commsrciai des-
te genero tem sido insignificante, mas --.
coosarvam-se com firmeza.
Gamma do Brasil.Completamente
mas os pete i
deapre-
MelaenNa meama posicao descrila
ma revista.
na ulti-
A
49
aa

*
I
*
B
d
a
b
a
d"



M.
A


D
a


D

.
. @
. alq
e cu-
.
28000
6W
3*600
6200
5*500
5*100
i0
300
3*550
3*100
5S0O3
3*100
38400
7*000 10*000
290 300
300 305
320 3H0
100 140
20*000 808000
3.
6*i(
5*S0^
5*200
4* tOO
4*500
4*100
3*750
3*300
5*i00
58000
4*306
4*000
3830O
3*300
l.ma4h^,-,,^i^(i05li0l*n, 'dora comple-
tmente afftstados do mercado.
Salta.-.Poucaa einsignicanles vendas.
. Sal.Sustantam se os presos e o merCi
tem sido regular em transaeces.
rzella.Desatlendide.
Vinhose vinagres.O deposito est reduzid*
e por sio pesar de nao terem os precoa solTridot
Ueracao conservara.s sem recaio de baixar.
< Embarcacss despachadas.
e*^ambuco.-Julio (lug. pert.) 140 pipas. 30t
a* 120 aocorelas de vioho, 12 pipas e 6f
de vinagra. 138 barris de azeite. 41 d
de toucinho. 100 saccas de semeos, li
22 volumea, da alpista. 550 meia
s 71 valumes de droga. 45 cai-
'49 volamos de cera.
or.) com 15 pipas, 6 cairas ev
"5 pipas e 65 barris de vina-
*. 172 barra e 1 caixa da
neas. 106 de legumes.
1. 50 barris da caf
* 13 volumes d
"'I saccas de ro-
200 caixist
aesdjversas.
140
80
160
120
80
90
80
120
80
120
150
70
38209
1*100
1*000
600
3*000
500
180
85
170
140
110
135
120
140
100
130
160
100
3*600
18200
1*050
1*000
3*200
700

.
4*S00 5*300
2*000 3100
1*200 l*."">
1*100 1*61
63OOO 9#C
29*000 32*V00
40*000 42*000
120 130
12*000 14*000
18j000 20*000
12*000 16*000
9*000 105000
540 660
1*200 3*000
100 140
W 10*000 12*000
6*000 9*000
7*500 10*500
900 1*000


P
b


A.
:co.
Porto do>
gr
touc.
3 de ci.
447 .pedias,
dogris, 20 ba.
Ihas, 90 cairas L
dbatatu, 50 de ce.
Barra
Eotrt
Maio 11Ftorindo, Souza,.
17 Extremadure (v.j, .
Brasil.
Eugania, Miguis, Peros
t '_ 0QeJ"la l'-). Bevis. Portos
JuohoSTravista, Silva, Pernambco.
> II Relmpago. Coulo, Pernamb
.0 S.hidas.
Maio 13Paran, v Jellico, Portos do Br
la Julio, Mairellos. Pernambco.
* lo ofea A,Beli,,. Bradco, Pernambco..
' 5 Sot>efn. Almeida, Pernambco.
29 Bearn. v., Ridal. Portos do Brasil.
Embarcaces carga.
rnnf,r",fflbUC0, .-*" Ball Figueirense,
Constante, e patacho Jareo.
9.
tx
\
Movimento do porto.
.
orna
,
leodimeoto do mez de jonho
de 1860al861..................
leodimeoto do mez de junho
de 1859 a 1860..................
403:391*569
305:695*137
de Pernambnco, 30 de junho de
Res. 4,498:402*535
Estado la caixa.
Em oure amoedado..... f;j
Em notos do thesouro msiores
delOtOOO ,J. ; 368:350*000
Em ditas menores. ...... 6:731*000
Em notas da caixa Qlial do Boa-
co do Brasil...... 25:120*00i
Em nota* do No-
vo Banco de
Pernambco :
sendo do va-
lor de 800*000 35:800*000
dem do valor de
1608000....... 21:600*000
dem do de 508 10:850*000
Prtla e cobre
Demoras
notas do valor
>
.
68:250*000
466*370
Res, 470:001*370
eioissao.
853400*000
463:900*000
153:000*000
1,470:3008000
O guarda livros,
FauBcisco hiwut rsu 1
UTO.
Socieade CommandiUria.
Em relajao i infeliz sociedade em Cem man li-
ta desajara ser esclarecido sobre certeaqueatdet
que ma aseattaot t espirito, e qua paeso a for-
malar.
LADO I
Alftadega
1162.
O 4.escriptararo,
/o3o Bernardo Dinit Pessoa.
Importacao.
arca nacional Mathilde, vindt do Rio Grande
ooiui. consignada a Manoel Alves Guerra, ma-
oifttu o teguiote :
0.000 arrobas de carne de charque; 40 couros
secos ;. ordem.
Exportacao
do dia 1 da julho.
Placho inglez Busy, para o Liverpool, carre-
gara:
Pjoo Nash & C., 68 saceos com 356 arrobo
e 14icras de algooo.
MU Latham Si C, 138 saccot com 670 arro-
bas le dita. '
Bus pottuguez 5. Manoel 1*. para. Porto
o Liboa. carregaram :
Ovalho Noguelra & C, 500 daecos Aorz^oo
arroat de asnear e 1 barrica com 8 arrobas e
13 braVde dito,
ipor francez Beanr, |pira BorJeaax, car-
rean :
IDijbarrv, 1 sacco com 33 libraa de peonas de
am.
Bcebedoria ale readasj Internas
Seracsi le Pernambco
Redimento do dia 1..... 722J566
I Consulado provincial.
Ralimentododlal.....2:8918181
REDIMENTO DA MESA DO CONSULADO PRO-
- riNCIALEM O MEZ DE JUNHO DE 1862.
jSABER :
pililos de 90 rs. por ($ do as-
car exportado.........
de 20 rs. por casada d'aguar-
ftto, etc......................
de7 010 do el.......
DiL de % er ceoto de couros
ceos, verja* e espichado,.....
;D 2 OloideMdo algodjio ejtpor-
Ido...............
Idea idem*de 5 dem dos mais
eros easrUOos.....
Caatazia eMltlot cea de
igodao exn^ftad.o .......
j sobro escravos descebados ,t
t,\( do consumo d'aguaidenle .
rms dos predio bant, .
rs. por meia' awa d> es-
travos ...........
Sello de heraaca.* legado. v.
10 por centodelj '.vos e vejhos o\
reitos dos empellados provin-
ciaes, AJ .....
Emolumentos de ancis.....
Imposto de 12 por canto sobre
diversos esUbeleeimeotoe .
impasto de 4 per eealo sobre a)i-
fertea eitabeleeimento
A
Cera branca em grumo. .
Dita dita em velas. ,
Ceblas..........
Centeio..........
Cevada ..........
Carne de vacca......
de porco
Chourir.os........
Mi I ho...........
Paios.........
Presuntos........
Sal........
Trigo rijo do Reino. .
Dito molle........
Toucinho.........
Vinho de Lisboa tiuto .
Dilo dilo bsanco.....
Vinagre da Lisboa tinto .
Dito dilo branco.....

M
A
B

B
k
A
Duz.
@
Moio
A
1*100
1J300
6*000
4*100
2*500
2*750
4*200
400
380
400
180
400
320
28000
1*800
6*300
4*500
2S6O0
2850
310
B
P.
1)
420
400
420
200
420
340
18*000
24*000
4*206
400
900
4*800
1*800
700
740
3*200
85*000 9*000
90*000 95*000
40*000 45*000
458000 50*000
Navios entrados no dia 1.
Southamptou e portos intermedios21 dias va-
por inglez Magdalena, de 1417 toneladas.'com-
mandanle R Wooleward, equipagem 130.
Rio de Janeiro e Babia 6 diaa. vapor rancex
Bearn, de 1173 toneladas, commandante Felis
Vedl, equipagem 119 -
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio de Janniro e porto intermedios vapor bra
aileiro Cruzeiro do Sul, commandante o capi-
lao de mar e guerra G. Mancebo.
Ro de Janeiro e Bahiavapor ioglez Magdalena.
commandaDU Wooleward.
Bordeaux e portos intermedios vapor francez;
Bearn, commandante Vedel.
Aracalypalhabote nacional Invencivel, espita
Amonio Joaquim Alves, carga diferentes ge-
Rio de Janeirobsrea nacional Concr.ir Capi-
tao Jos Rodrigues Couco, carga, ass'uca'r.
capiioJJ,85quTm%*JVrVs,"caV^',.sSUVaVa
escravos a entregar.
,?e sf^vOi^
Arreuiata^o.
A oraga dos beos Jo finado Pedro
Cerqueira.qua nao pOleter lugar nj
Brgei da
~> flia em Qua
i**0 "ociado, tem de sa; nova^eole c.ie-
Dradano da 4 do correte por ordem do Illm.
ur. juli de orphaos e parante elle ao
sr.
meo>
1*500
630
610
Londres 90 d|d .
Pars 169-drd .". .
Genova 3 mtd. .
Hamburgo 3 mjd. .
Amsterdam 3 mjd.
Madrid 8 d(v. .
Porto8div.....
26:3988991
1698*920
10*192
Cambios.
... 53 %
... 532
... 524
... 48
. 42,50
... 940
. par.
Meteei.
Pesas de 8*000. 8*020 8*040
Ongai hespjnbolas 15*000 15*200
Ditas mexicanas. 14*100 14*200
Agujas de ouro dos Esta-
dos-Uuidos .... 18*400 18*500
Soberanos (a prala). 4*490 4*500
Ouro cerceado (a ouro) 1*980 2*010
Pataca 1 hespanholas 930 950
DfTs brasilairai ... 930 950
hVinrrTrafilS^ .... 3*530
Cinco trancos ... 875
Prata portugueza (marco). 7*900
Fuaos e aceta.
3 par canto da auantarnento 48 yi a 46 3/4
Coaaess......46 }i a 46 3/4
Divida differida 41 X a 43
Banco de Portugal. 558*000 a 560*000
Dito commercial do Porto 253*060 a 255J000
Dito Mercantil do dito. 253)000 a 255JO90
Revista commercial
de 12 de maio a 11 de janho de 1862.
Desos da nosst interior revista o mercado
cootervou-se com pouco movimento, e apenas o
caf obteve coneideraval melhora, e fica actaal-
mante em boa pqaico. *
No marcado da fundos tem hivido mais aelma-
cio.'e f taaliptSea aablr.m u nrego.
Assucar.-Kdfraram'de Pernjmbuco 6330 sac-
cas : da Baha 32 caixss. 4 IoTim e 44 saceos :
do Rio de Janeiro 43 eiitas eH barncaa ; de
Cabo Verde 45 barrica* d* Maranhao 859 bar-
ricas: diMedfira .is'barneae 371 aaecos ; de
Londraa' 43S saceos e 10 caixetes de Liverpool
405saccof:
Depois di MWda 6* tS*"/1; 'r ie-
I uma ti] 9&9&'mm4all^*&fVH
aala asnero lave oes me***04 ^e iagMarra a i
Saide impeaacle qo laaaoi Ud f a mn**
carregameato dalv'^ *d. ficaram aup-
Vqi eaa*a^-i* fca al#smr-
almeota, a'aaaradw^seaw. que u*ram
wj*.*"WW- m* tesacea,
K^-# yT5Tede re. de
tr ^ "^ B,r^*' S-CCO
9*"
M
w
49 6689M| sMC0' M?B^B,Wf **Udoa, meocio-
^^^^nTt^^L^ aaeWe.^
ram^arT. r^'ooskW *1 *""' "
Petado que laeortaaaorri! 11^' mMM
omascouede. W*Br*,*1*M **"* *
dia na ra da Moeda biirro do R-icifc O. 7
O Illm.br. inspector da thsouran9' pro-
vincial manda fazer publico que do da 2 Jo cor-
rente em diaote pagam-se os ordenados dos
empregadoe proviociaes, veocidos 00 mez de j-
nho ultimo.
Secretaria da thesouraria proviatisl de Per-
nambco Io de julho de 1862
O secretario,
Antonio Ferreira da Anauociago.
Consulado provincial.
De ordem do Sr. admoitirsdorioterino do con-
sulado proviiuial se faz publico que os trila
i* .,e,f, pagados para a cobranca a bocea do
cofre do 2.* semestre do anno floan'ceiro de 1861
a HWXdostmposlos d dcima dos predios ur-
:*D *s r?txia* de1 crdade e dos Afogado.
?* 20 0|0 sobre o consumo de agtttdenie, e da
0O1O sobre a renda dos beos de rai perteoceales
a corporacoes de mho morta, flndam-seno dia 8
do correis, e que ficam sujeitos a malla de 5
OiU os que pagar*m depois desse praso.
Meia do consulado provincial de Paruambuca
1/ de julho de 1862.-0 chefe da 2.*eccao,
Francisco Ferreira Hartios 'Ribeiro.
Consulado de Por-
tugal.
Nao ae tsndo effectuado o leilao da casa e rco-
bilia parteocentea ao espolio do finado ubdit
pormguez Jos Bernardo de JMedeiros, de nova
se aunuacia qu e referido leilao ter lugar
quinta leira 3 de julho, na Estrada Nova do Ca-
xang. onda est cita a mesan cata, pelas 11 ho-
ras da msnbia.
Consulado de Portugal.
i novp e anr/uoeia, que ni o tendo havid
concurrentes bastantes no leilo da cocheira qae
loi do finado subdito poriu*uez Jos Ribeiro ds
rana, na ra do Imperador, proceder-se ha a
PoraleiIionaqaaita-Ieira2 dejulho, pela* lt
horaa da msobaa.
Couselho assHiDistrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenta
o arsenal de guerra, Um de comprar osobiec-
tos seguintes : .
Para a compaobiade cavallaria.
* espadas cem baiahas.
378 bold'eVgr^i^* f i1n,n,",r'3
n. 2. amajrelio. maU1 pre4edo wf -
..^msT"- *e BeU1 p,alead0 co*
a ^ A" 7 balhio.
M ealdairaa de^erro para 160pre5as.
Fsra a eacrpturacao de escrivao da offloin.
deate arsenal,
grande obtengo #09 30 olhas de papel
Sara tallo doecoabecimentos do farde-
stoetremetado com 200 folha. de papel p.L
padper vender ises .bjecUs, apresernes
repesta, em rus fxada. ni IZmZ
ra do eonselho as 10 horas da manh.
de julho vmdouro.
Sal das
do dia 4
naiarrf^^6.5*! do cosselho adminiatmlva
1862
isaoste Fedro de Si Barrtto,
Coronel presidenta. A #
Fraaeiaeo Joaquim Pereira, Dito.,
Coronel rogal, secretario iotarit)a? .

LEGVELl



V,

W
^^


/
m
mimo 0B nasiuoco. *
tfUaWaV
FBlfil ft DI JDLHO 1 1162.

THEATRO

^r
coiPAiyaruTiici
13/ Recita da assignatifiBk
QainU-teira 3 de julho de 4862.
Pela primeira vez ser representada a norte
tolla
Tragedia-iyrica
a tres artos de DONIZBTTI, intitulada
PflilUTO.
Ttaam parte nesta opera fu ssa
ESTRS
o novo TENOR o Sr. G. C, Gnidi, no popel de
POLIUTO.
Juntamen.e os dislinctos artistas Sra. Stella,
Srs. Tartioi, Bartholucci, Orlaoditii.
Secundarias partes, coros, etc.
O empresario, apeiarlde todos os prejutzoi *
tem tido na presente estajeo, para agradar*'
os senhores assignantea, escreveu en f
parles, para mandar vlr outros artistas, /^
mentar cada res mais a sus compsohis
lhe custasse isto grandes sacrificios
cbegado um primeiro tsoor.de faro
ts teremos tan bem outros arlisU
oppondo.
Principiar s 8 horas. /
Os bilhetes esto ver-" ja-
culo.
O enredo desta gr-
alguns christos o-
Para Lisboa.
Tem de sihir com muita bfevidade o lugre por-
tugus aJulio, de superior marcha, tem a maior
parte de sus; cargaampiada, epata o reato da
mesma e pasteas ^ res commodoa,. alario Tho-
maz de &<{ Jttgerio o. 19,
priooett^^H ^^^HPao Sr, Francis-
co Antonio aWHMp Jty
g 7
Xoe*.
LILAO
Francisco Jos.Ps/' .a estando
prximo a retirarse tari leilao
por ntervencM .eir, de toda a
excelleole mobi': ,aa, conaistindo sm
urna linda gp- sala sendo ama mesa
redonda e jcom tampoa de mar-
more, 1 a, 2 ditas da I a$os, 1
dita r1 de Jacaranda,
pa<" e 1 leito francec ate amarel-
lo daquexas, cedrina francezas,
, eo'do.u,nsVpaiavjantar, cadeiras
alaoQO, ,cadJBrs*etu(ads, appsre-
ilaca para ch, louca, cr y a taes, ca-
rro 0 diversos outros artigos :
SexU-feira 4
correte, a 11 horas da manha era ponto,
jo armazem n. 12. ra d'Apollo.
religio, pariep
Dedo, impe
cnsul.
A acclro pa-
menia no ar
yrio de
,ia propria
jies ate Jpiter
.severo,/Seu pro-

..tenas, capital de Ar-
josss era.
>$ r^aritsrO
Sexta foir^Qf *(lo. corrente.
O agente Alraeida.far lei!3o por eonla e risco
de quem pertencer da um cabriola patente, um
caralloe arreios para carro e cabriolet, as 11
horas dcasjia acimakfi* cocheirj do Ignacio de-
fronte de S. Francisco.
KUA DO QUEIM.
.GMNDE20K
3 a
IDO K!A6 rt
1MEB
FUNDICAO DA AURORA.
Nesta grande e bem montada fabrica de machinimo, a nuis antiga no imperio, conlinua-se a
siecutar com a maior presteza e perfeico encommeodaa da toda quslidade de machinas asadas
no pait, tendo sempre prompto o segoiote :
Grande sortimento de moeodas d canoa de todos os systemu e lmannos.
Machinas de vapor de diversas quslidades. Mi
Taixaa fundidas e batidas.
Criras e boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhoes.
Rodas,rodelas s rodal d'agua.
Guindastes Cxoa e portalis.
Machinas de cylindros para padaris.
- Serras de bqo para serraria.
Fala* para barcos, etc., etc., ludo por preCo que bem convide.
WS EROlf KS
w
y
crav.
/'.
/
.i nacional Iris sshe por estes dias
.o de Janeiro, para o resto da carg e
j a tratar na rus do Trapiche Novo n. 6.
Para o Ass
pretende aeguir at o dia 3 de jalbo o patacho
nacional cEmulaco: quem no mestto quizer
carregar, eotenda-se com os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Acevedo &. C, no aeu
escriptotio ra da Cruz n. 1. -
fc
G0MP1NHU PERNAIBlCaU
na
Navegago costeira a vapor.
O vapor tPersinuDga, cQmmandante Moura,
sahir para os porios o sal tocando as escala*
no dia 5 de ju\ho, as 4 horas da tarde.
Recebe carga t o da 4 ao maio da. En-
commendas. passageiros e dinheiro a frete al
o dia da aahida aa 2 horas: aacriptorio no forte
do Mallos n. 1. ~s
avisos 'iireiiimi*
-----------------------------------^r-
-
Para o 4racaly.
Segu brevemente o hiato Exhalarlo, para
carga e passageiros. trata-ae cora Gurgel & Ir-
mlos, no escriulorio da ra da Cadeia r. 28.
C01PANHIA PERMMBlCAfU
BB
JNa\ega(o costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',-
Acaracu' e Granja.
O Tapor. Jaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do norte at a Granja,
no dia 7 de julho as 5 horas da tardo.
Recebe carga at odia 5 ao meio dia.Encom-
mendas, passageiros e diuheiro a frele at o dis
da sahida as 2 horas; escriptotio no Forts do
Mallos n. 1._______
Para Maranhao e Para,
Eretende seguir com muita brevidade o veleiro e
em cocheado patacho nacional aEmulaco, ca-
pito Antonio Comee Pereira, tem parte de sen
carregamento prompto ; para o resto que lne fal-
ta, trata-se com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C no seu eseriptorio
ra da Cruz n. 1.
IlhadeS. Miguel.
Para a liba de S. Miguel, sega* com muita
brevidade o patacho portuguez Lima de primeira
marcha, tem dous tercos do seu carregamento
prompto e para o resto da carga, e passageiros :
trala-secom os seos consignalarioa Joo do Reg
Lima IrmSo : na roa da Cruz n. 3.__________
LOTERA
Sabbado 5 de julho corrente anda rao
impieterivelmente as rodas da primeira
parte da primeira lotera a beneficio da
matriz da freguezi '-da Escada,no con-
sistorio da igreja de N. S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilhetes e meios
bilhetes acham-se a venda na respec-
tiva thesouraria ra do Crespn. 15,
e as casas commissionadas praca da
Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperatriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimente!, ra
Direita n. 3 botica do Sr., Chagas, e
na ra da Cadeia doRecife loja u. 45 do
sr. Porto.
As sortes de 5:000$ at as de 10$ se-
rao pagas urna hora depois da extrac-
cao, e as outras, porm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
. O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Antonio Joaquim de Campos Ijj
gerente do armazem ie assucar @
do Sr. Jos Antonio de Carvalho ^
tendo satisfeito todas as dividas @
i concernentes ao referido esta- #
I belecimento, contrahidas no de- ^
I curso da safra fnda, convida ^
I todava a quem ainda se julgar $
| credor dealguma quantia apre- ^
I sentar se dentro do prazo de 8 fi
I dias aomesmoSr. Jos Antonio Q
I de Carvalho, afim de ser imme- gB
k diatamente pago. Recife 50 de M
i junhode 182. ;ft
Sortimentt completo da sobrssaaacos da panno/ 159, 289, 80| 35J. cssacos multo bsm
(sitas a 35g, 38f, 30f a 35j, palatots acasacados daxranno preto da 16 at 159, ditos da caaemira
da cor a 1&|, 18f 901. palatots ssccos ds panno efcasemira da 89 at 149, ditos aaccoa da alpaca
m crin s la da 49 at 6#, sobra de alpaca a meriooSdo 79 st 109, calcu pratas da casemira da
89 al 14f, ditoa da corda79 at 10f, roapaa para anio de todos os tamanhos, grande aorti-
msnt do roupa s da brins como sejana taigas, pala s co lletas, sortimento do e olletas p re tos da
sstim, casemira velludo de 49 a 9|, ditos paraca menlo a 5 o 6#, palelols brancos do bra-
mante s 49 e 5|, caigas braoeas maito finas s 5f, a n grande sortimento da fazendaa fina a e mo-
dernas, completo sortimento de casomiraa ingiera' para homem, menino aanhora, seroalaa de
linho aalgodo, chapeos de sol de seda, lu vas d aseda da Joavia para homem s aanhora. Te-
moa ama grande fabricada alfaiate onde recbenlos ancommendaa da grandea obras, qaa para
aso est ssndo administrada por am hbil maatralda aamelhanta arta um pessoal da mais ds
oncoenta obreirosetcolhdoa, portento ezecutamarsqaalqaer obra com promptido amis barato
de qmm outra aaalauer casa
EYSAIO MEM0-LEGAi
Sobre os ferimentos e outras offfisas pkysicas com appUcaco
legislaco crimjpil patria.
jos sorimo"de souza
Doutor em medicina pela faculdade do Rio de Janeiro,
(Obra especialmente destinada s autoridades criminaes).
Ha milito lempo fue era geralmente sentida a falla d'uraa obra, que podesse auxiliar v.
nossas autoridades crininaes na formajao dos corpos de delicio de ferimentos e d'outras offensis
physicas; foi com intnco da encher essa lacuna que o Sr. Dr. Soriano compz o presente
Ensato. Existe em/lingua portugueza algutnas poucas obras de medicina legal originaos eu tra
duzidas ; mas estas alm d'outros inconvenientes que temos ouvido allegar, tem o de nao conterem,
nem poderem comer ol que o mais essencial em um trabalho d'essa naturza, que vem a ser o es-
ledo da legislaco pa ria. Ora essa falta se acha preenchida no Enseo u cuja publicro esta-
mos encarrtgados. .
Acbando-nos n impossibilidade de dar ao publico urna noticia exacta, e circamstanciada da
presente obra, tomar ios a liberdade de copiar aqui as ultimas linhas com que o seu modesto autor
termina a introduces > da mesma pt<~ / .
E' com inlent} o de cencorrer _ra esse fim louvayel, (o progresso da scienciaj qcepubli-
co este pequeo escri to, nao que tenh-1 a preienco de haver de modo algum satisfeito o fim
que destinado, ma ofseo somentefeom intenc^o de que poder servir para chamar a atteugao
de pessoas mais conpeten'es sobre este objecto lo deslembrado entre nos. Es ie escri po
principalmente destn ido s pessoas,''que se acham encarregadas da adminislrar^o da justica cri-
minal, e que nao ten i tempo, nem dados com que possam lr com proveilo as grandes obras
estrangeiras que traii m da materia. O Ensato dividido em dus partes: Na primeira dou
algumas noces sobre jas feridas e varias outras offensas physicas: na segunda faco um brevaestud^
i^WoSeaMl8ia"I!:TDa"flffl^ll'e nao* sendo destinado"aos profissions'dvraroflter ana
exposiejao substancial! clara, prec e sobria de detalhes, e todo mundo pode julgar quanto
difficil satisfazer tsljintenlo. V 6 considerando nesles defeitos que dono titulo de Ensaio.
Se as cousas correrem de modo e lhe possa dar outra edicejio, espero enlao, com o auxilio
da critica justa e autarisada, po^jr fazer desapparecer ou diminuir taes defeitos.
Eutrelanlo se ei te trabalho assim mesmo imperfeito como vae, poder ser til alguem, fica-
rei com isso bem pago e se me faltaram as forjas para melhor executa-lo, que ao menos se atienda
em meu favor boa vi ntade com que o emprehendi: Ubi de sinl vires tamen est laudando
voluntas.
Aos rSs. consumidores de gaz
Nos armazens do ceas do Ramos ds.. 18 e 36 a
ns raa do Trapiche Novo no Recife v. 8, ae ven-
de gaz liquido amerieaoo primeira qualidade e
recentemente cbegado a 149 a lata de 5 gales,
assim como latas ds 10 s da 5 garrefaa o em
garrafas.
EscripUrio de advocada
Ruado Imperador n.
37, primeiro andar, a es
querda.
Neste estabelecimenlo trabalha o advo-
gado Joaquim Borges Garneiro (gradeado
em direito pela faculdade do Recife) des-
de aa 9 at as 3 horas do dia.
Advoga am todos os juizos a tribun-.es 9
desta praca, e encarrega-ae de negocios jf
para o interior da provincia, principal- ^
mente para aa comarcas Sde Santo Antao, 1
Rio Formoso, Bonito, Nazarelh e Goianna. S
Recebe gratuitamente as csusss dds 1
CALCADO
45 -Roa Direita-45
A epidemia declina sensivelmente, e o sea.
completo desapparecimento est prximo 1 O
propietario deste bem sorlido estabelecimenlo
convida os seus numerosos freguezes s substituir
o ;slcsdo velho, que todo est cbolerico, por no-
vo, e que possa resistir s mil sebolis e mszzur-
cas qne vio ser dansadss em louvor do reslabe-
lecimento ds saude publica. Os precos con-
vidan) :
HOMENS.
Botinas afamadas Milis. .:..'. lgOOO
8
desvalidos, nao podendo cada qual tra-
zer maia de urna questo por vez.
No mesmo estabelecimenlo solicitara- g
se ttulos e patentes de em pregados pu- S
blicos a offlciaes da guarda nacional do 1
interior, mediante mdico eslipendio.
Em sua falta e. impedimentos ser 9
substituido, nos negocios civais, pelo Sr. 1
Dr. Joaquim Jos da Campos, e noa do S
crime pelo Sr. bacbarel Jorge Dornellas |
>
>
>
>
>

>
>

Recebem se assigr
1 Volumeem8.
aturas na livraria Econmica.
a 59000
Jos Nogueira de Souza.
2001 de gratificacao
s quem pegar o pardo Francisco, de 17 aonos
de idade, de bonita figura, com todos os denles,
cabellos carapinhos e ruivos, este pardo foi do
Sr. Dr. Borges da Fooseca, o qual viajou com e
mesmo seohor todo o serto a suburbios desta
provincia, oecessaiiamante quandoferaaeu es-
cravo, e talvez anda se inculque a servico do
mesmo: quem o pegar quaira entrega, lo a seu
legitimo dono na ra do Hosptrio tv. 6.
_____Ignacio Luiz de Btito Taborda.
Precisase alugar um sitio que te-
nha ai voredos e pasto para 4 vaccas :
na travessa da ra de Santo Amaro nu-
mero 38.
Para
RiodeJaneiroJl
. Precisa-s alugar pretos forros
ou captivos para vender: na travessa da
ra de Santo Amaro n. 38.
ARMAZEM
JPAfSITA
Joaquim F. dos Santos
40-Rna ti Queimad40
Defroute do becco da^ongrega(;o letreiro verde.
-i
segu oca toda brevidade a liada o veleira barca
nacional Iria., de primeira classe, capitao Gas-
par Leile de f aria, a qual tem parle de seu car-
regamento prompto.- para o reato, trata-ae conr
os seus consignatarios Arsnaga, Hijo & C, ra
do Trapiche Novo a. 6.___________________'
Para o
Bio-Grande do Sul
com escala pelo Rio de JangV
reotve"a & Filbo. no l.rgo d. Corpo-S.nto
n.l.
Olerece se um sacerdote para
capello de engenho ou povoados:
quem quizer anDuncie.
Precisa-ae de urna preta escrara para ama
de casi de posea familia : a tratar na ra do
pira-a. 60. j
Arrenda-se o sitio da Ilhf" junt ao Ca-
com casa de podra a calque fica a aiar-
gem do rio Capibariba, assim como terrenos suf-
icientes para plantacoes de capim e oulrssJTJa-
vouras, podendo ter tambem vaccaa de Ieite :
quem pretender dirija-se a ra doa Pires n. 33,
'que achara com quem tratar.________________
Vende-se nm negro moco que aabe traba-
lhar de carapina: na raa da Praia n. 31, segun-
do andar.
Neste
todas
tes par
as
stabelecimentoha sempa um sortimento completo da roupa feits da
da i vontado doa regue-
lidadss s tambem se moda ezecutar por med
quatam um doa malhore profassorss.
Catacj aa panno preto a Of,
fecasaeos da dito dito a 35$ a
letots de panno preto a de co-
res s 36, 80, 25, 10, 18 s 15000
i -Ditos de
3000
55000
- Roga-se ao Sr. Augusto Carlos de
Sonta Magalhaes o favor de apparecer
na ra do Queimado n. 47, loja de fa-
grua, a aatsfttzeg o que nSo ignora.
Mtencao
Offerece-se um peto coainbeire ha pouco
tempo cbegado Ido Rio de Janeiro, prefere-se
ama casa ealrangelra : qPm precisar dr> eu di-
minuto presumo dtrija-sa a rus Direita n. 30.
confrenle o beccq.sjf aiha.
Rio de Janeiro
Pretende aagoU con Auila *>'*?""
Bio dVJ.neiro8o veleiro b. *f* *\*
nisional Almirantea, tem parte de "'rega-
"! com oaseusconsigoaUrtoa Antonio Lu Je
tju"a Azevedo, no seu esrBiorio a da Cri
ntmero 1.
Furtaram de cmro patente saraso 0^754, com ama cor-
rente taosbem de iro, m e deas ehsvsa : ror,a-ee a o.,,, for oflerecido do
o swehender e dar paje ais,-, Direiu n. m
padaria de Antonio AVjj MtrtVds Goimares
qoe aera bem recomr>eaa|>o._____V
- Hoje. de julho. aoja de .^d,Uc am fi:
tio no lugar dos Remed), tennorstf* 00r M.
cucao do Etna. Sr. visele de Snassooa, co.,..
os herdeiros do Gsilher Patricio Bezerra Ca-
?alcanti. a ulttma prac*______ -------------
esUangeir* o
Preciaa-se para
pouca familia, urna l
se urna qne saja Porl Ir.pichiwl71 and<.
oa casa estraogeir-
bcozinheira. P"*^*5*
teta: a liatar na xua o
casemira da corea a 22, .
15f, 12. 7 a fiOOO
Ditoa de alpaca preta golla ds .
velludo francezas s 1(000
Ditos de marin setim pretos
da corsa a 9$ e
Ditos de alpaca da cores a 5 a
Ditos de a 1 paca preta a 9, 7, 5 a
Ditos da brim da ores s 51,
4500. 4 e
Ditos da bramante dalinho bran-
eo a 6, 5|e
Ditoa de marin da eordao prtto
a 15 a
Calcas de casemira preta a da co-
rea a lt. 10, 9|, 7 a
Ditas da princaza a merino da
corda o preto a 5, 6J500 a
Ditaa da brim branco a da coras a
5. 4500 a
Calesa da ganga de corea a
Collete de velludo
tooo
500
1500
ItOO
00
leta de reliado preto a de co-
res lisos o bordados s 11, 9 1 8000
os ds caaemira preta a da co.
Ditoa
res Usos
5500,5
prets
bordados
I.
- SfiOO
Ditos do setim preto
Ditoa do seda a setim branco a 6 a
Ditoa de gorgurao do seda pretos
e da corea a 7, 6, 4 a
Ditoa de brim o fustao branco a
31500.19500 s
Ssroulas da brim da linho a 2 a
Ditaa da algodao a 1600 a
Camisas ds peito defusto brenca
cas cores a t400 a
Ditas de paito de linho a 5, 4 a 8*000
Ditaa de madapolao brancas e de
cores a 8, t500, 2
Chapeos pretos de masa* francesa
forma da ultima moda a 10,
* 85500 a
Ditos da feltro a 6. 5, 4 ^
Ditos de sol de aada ingleaa e
francezes a 14J, 11, llf e
Colarinhos da linho muito finas
novosfoilioa da ultima moda a
Ditoa da algodao
Relogios da onro patente e hori-
[ zontal a 100$. 90. 80| a 70|000
Dflloa de prata galvaniaadoa pa-
tente e horizontaea a 40 80|00o
Obras da ouro, adorecoa a meios
aderecos, pulceiras, rosetas a
anata a
Toalhas ds linho duzia 10f, 6 e 9|000
Ditas grandea para masa orna 3 a WOqI
5000
55OOO
5*000
S000
2U0O
l28i
2S00
1J600
7000
ttooo
71000
8O0
500
I.
S Ribeiro Pessoa. 8
Ao respeitavel publico em geral, e ao
corpo do commercro em particular.
A. C. P. de Burgos Ponce de Len, em satisfa-
q3o aos desejos de seu sogro o Sr. commendador
Antonio de Slqueirs Cavslcanli, tendo deitado a
vida de agricultura e depois a do commercio,
acha-se hoje empregado no foro desta cidade co-
mo solicitador de causas, e nesta condicao offe-
rece seus servidos aos que quiaerem lhe confiar
as suss demandas, essencialmenle as que devem
ser tratadas perante o juizo commercial, nao s
porque se julga de alguma forma habilitado, co-
mo porque nesta especie mais se dedicar.
O sollicitador Burgos se prestar gratuitamente
a fazer valer oa direitos dos que realmente po-
bres, estiverem dolorosamente sob a oppresso
dos descomedidos e insuportaveia caprichos de
injustos poderosos.
Elle pode ser procurado na ra de Santo Ama-
ro, casa o. 26, que Oca por traz da ra do Sol,
das 6 s 9 horas da manha, e das 3 s5 da lar-
de, e no interralo de 9 aaS horas, no eseriptorio
da raa estrella do Rosario, sobrsdo n. *", ou na
asa daa audiencias.
coSpanuia
DE
Seguros mar-
timos.
JJtiliflnrlrt inchl'tnn.
Por nao se terem reunido no dia 16 do cor-
rele os senhores accionistas em numero suffi-
clente prra formar assembla geral, o vice-pre-
sidtnle o Illm. Sr. commendador Manoel Gonc.al-
ves da Silva, marcos o da 4 de julho proiimo
futuro para a nova reuoio ; por isso esta diree-
Co novamente convida aos senhores accionistas
a comparecerem no sobredito dia as 2 horas da
tarde neste eseriptorio, na ra da Cadeia n. 42,
afim de em assembla geral elegerem um direc-
tor e um aupplente. Recife 29 de junbo de 1862.
Jos P. da Cunha.
Feliciano Jos Gomes._______
Toda attencao,
' Custodio Jos Alves Gulmares avisa ao res-
peitavel publico, principalmente a todos os sas
freguezes e amigos, que se mudou da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem conhecida o amiga loja
de miudezas que foi do fallecido Joo Ceg, hoje
ssr conhecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeitavel publico e aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito estabelecimenlo,
ondeacbaro um grande aortimenlo de miudezas,
queaffis'oca servir bem e vender por menos dez
ou vinte por cento, do que em outra qualquer
parte.
xmmmam mmmmmm*
Saques sobre Portugal. 2
O absito assignsdo agente do Banco 1
Mercantil Portuenae nesta cidade, asea
efiectivamente por lodos os paquetes so-
bra o mesmo Banco para o Porto e Lis-
boa, por qualquer somma avista a a pra-
zo, podendo logo os saques a prszo serem
descontados no mesmo Banco, na razio f
de 4 por canto ao anno aos portadores S
qaa aasim lbe convier : as russ do Cres- j
po n. 8ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Csstro.
Kfl SIMCICSM -5i3ftQ*6SA*a3 tt
Figueiredo 4 Irmo
Ra Nova n. 18
Neste estsbelecimento baver sempre um
grande sdrtimento de roupaa feitas ,e por medi-
da, tanto pan hgmena e para menioos o um
grifide e variad!) sortimento de fazendas tanto
inglezas como francezas de bom gosto batatas,
iim CQmo tambem dirersa joios de ouro de 18
quilates e de brilhantes dos melhoros fabricantes
de Paria.
non-plus-ultra Nantes.........
Nantes 2 bateras..............
lustre....................
inglezes de boloes..............
batedores....................... f
couro de porco.......
bazerro e lustre..............L
inglezes ps selvsgens.........
taxiados braaileiros............
Sapaldes non-plus-ultra................
8 bateriaa e meia..............
> esmaga cobra..................
> Nantes 2 bateras vaqueta.....
> 2 bateras bezerro......
> trabalbadores..........
braaileiros de 3$500 a..........
Sapalos 2 solss e salto..................
tranca portoguezes..........
s> > francezes......
SENHORAS.
Botinas dengozas......... .
> salto de baler.......
> pechincha de 4500 a. .
> americanas 3f500 a .
Sapatos de sallo (Joly) ..$...
sem elle (idem)......
tapate;........
> econmicos
129000
118000
108000
10*000
9*500
99000
99000
79500
5|5O0
79000
SOOO
29500
39000
19920
800
500
800
lustre 32 e 33. ...... <
MENINOS E MENINAS.
Ha de ludo em relago e nao ae deita sabir
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
cordavo, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roquim, sois, courinbos etc., que ludo se troca
por dinheiro voolade do comprador.
REMEDIO INCOMPARAVELi
UNGENTO HOLLOWAY
Militares da individuos de todas s nacoes
podern testemunhar as virtudes desteremedio
meomparaveleprovaramcaso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpos
membrosi n teira mente saos depoisde haver em-
pregado intilmente outroatratamentos. Cada
pessoa poder-se-haeonvencer dessascurasma-
ravilhosas pelaleilura dos peridicos, quelh'as
rolatam todos os dias ha muitos annos; e a
maior parte dallas sao tao sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quantat
pessoas recobrar""" su soberano remedio
u. a. seus bracos t pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes.o te
deviam soffrer a amputado 1 Dallas ba imu-
casquehavendodeiadoesses, asylos depade-
umenios, parase nao submeterem aassaope-
raco dolorosa foraa curadas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
nhecimento declararas estesresultados benfi-
cos dian te do lord eorregedor e outros magia -
irados.afimde mais autenticarem sua afirmativ
Ninguem desespararia do estado desande sa
tivessebastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguindo algum tempo o
tutaniento que necesstasse a natureza do mal,
cujo.resultado seria provarincontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento be til, mala partleu-
' nos seguintes casoa.
Inflamnjacao da bexiga
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em garal.
Ditas de anus.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gingivas escaldadas.
Inchacoes.
nflammacao do figado.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, am qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulaces;
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
SEGL5DA EDICCAO
THESOURO
no
L Yende-sa este ungento no esubelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista a outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha contara
urna instrnecio am portuguez para explicar o
modo de fazer uso desta ungento.
O deposito geral i em casa do Sr. Soum,
harmaceutico, na ra de Cruz n. 22, am
pernambnco.
ENSICSO
Pralico-Theorico
DA
A abaizo assignads, viava da Francisco ta-
Ihias Pereira da Costa.rviss sos Srs. neRoclatles
e a todos em geral qa nao se responsabilisa por
dividas contrahidas *r sea entlsdo Liberato Pe-
reira da Costa cade-* do 1" batalbo de infante-
ra a sgors do 9* > mesma arias, a pira que
ninguem se ebaoe ignorancia faz o oisente.
Recre 29 de i*ho de 1862,-Anoa Machado de
f.uoa Freir tvMa.
lor-aiacu*.*, ,j0 ,eao do norte, ra do Cotovel-
a-eixAS
de Hamburgo
Alugam-ae a vendam-se por qaslquer pre;o
na ra da Rangel n. 18, amola-se todo o ferro
orlante.
>rneirp que desempsnhe o sea Precisa-ae de nma ama s para cozinnar;
i na raa do Rangel n. 7, segando andar,
HOMEOPATH1CO
ou
Vade-mecum do homeop&tha
* pelo aoutor
mmm a., mm.
Este livro qee se tem tornado lo popular,
quanto necessario, acaba de aer publcalo com
todoa oa melhoramentos, qae a eiperieotia a os
progressos da sciencia'lem demonstrado. A no-
va edieco em lado superior primeira, en-
cerr: '
1.* Mais amplaa noticias acerca do cautivo
daa molestias, com iodicaces mal proveikosas
dos medicamentos novos recentemente ezferi-
meatsdos na Europa, noa Estados-Unidos t na
Brasil.
2.* A exposicao da doatrina homeopatba.
[ 3.* O estudo da apropria;ao dos remedios se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
dss ldsdes, dos sezos, e segundo ss circunstan-
cias atmosphericas etc., etc.
4.* A preservado ou propbilazla das molestias
hereditarias.
5.* A preservadlo das molestias epidmicas.
6.' Urna estampa illustrada demoostraliva da
continuidade do tubo intestinal desda a bocea al
o anus etc., etc. P""rf,in Ullar
Vende-aa na pharbucu especial homeopa- I. iSz '****"*'
thica, propriedade do author, roa de Santo/ /"!,""f Tend* no aaerJptorio do autor a
Amaro (Mundo-Novo) n. 6. /dW"|^J,"Suba?6. nde ainda ae raer*?1" -
Proco da cada exemplar. ^.Wm^i F^SlEf**. at a pablicacaa + ***~
j N. B. Oa senhores asaigaante- "^/"lUS!* io 'ender-se-T OfOOfi ,
Idar lecabar sena exempiares
LINGUA FRANCEZA,
SEGTJNOO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H, G.Ollendorff
P*MA
Aprender urna fcngua em seis mezes
, POR
Cta-wf Peregrino,
Bacrel em direito.
/voluntes em 8.
Sabio do p/ ** olume desta obra, lnlei-
remenle no* e onica escriplc em portsgaex por
aquello ayB1?' "PProvada pelo conselhe direc-
tor da in/"c5ao P"Wica para servir de compen-
die asft"*fM,M'Ca de instrnecio secundaria
ds pro"40"' accommodada o uso do aaaatoe
eram fallar a traduzir com propriedade
iexempiaxa.
s: h
___ ^___-


!
i

aaaaam


*
m
-*
*
I

il M PJU/UJUOO. QUARTA MI DE JLHO DB UM.

5=
zem de ferragens e miu-
dezas,
A ra do Queimado n. 49.
Aotoolo Francisco da Sooza Magalhes
proprieUrio deste eetabelo
comtjerclo dest prag todos os
dores, que deade 19 do confuta mez o
cisco Jos Crrela Marques deixou de ler
leiro._____________________
O dono da caaa do paato italiana do becco
da Bola mudou-ie para a ra da Craz n. 9, ter-
ceiro andar, e cootioa com sea eatabelecimento
da dar comida i penoaa que qaizerem honra-lo
com aaa freguezia, tem quartds ffibllhadoa para
lugar, aaiim como toma pensionistas para co-
mida.
m* **********
Mdnca, S
Alvaro & UagalbSe mudaram o aau '
ptabelecimentoda ra da Cadela n. 53, *
ira a ra do Creapo n. 10 B, antiga e 2
im cooheclda toja da fazendas outr'ora J?
jerteceote a Adriano & Catiro. *
m** *** *******
Na ra da Cruz obrado n. 13, ha
para alugar um mulato e um mleque
boDS boleeiros e copeiros, assim como
urna casa sita na Capnga no porto do
Lasserre, com muito bon$ commodos
para urna familia : quem desejar urna
ououtra cousa dirija-se a ra cima
que achara' com quem tratar.
Isabella Wooo vae ao Rio ae Janeiro.
Precua-se de urna ama forra ou capuv
para todo eervigo de ama casa de poaca familia :
na roa de Hortaa o. 50.
Joo da Silva lamos,
medico^ela Uiiversidade
de Coimbra,
d eoniultaa em casa, das 8 s 10 horaa da aai-
nhia, e weota-ie a qualquer chamado com a bem
coafr ifrvomptldo.
Os herdeiros e ccnaeohoret do eojonho Bre-
a fregatzla de Sernbem junto ao transito
rea team mentado entre si vendar ou
idado ai tuas respectivas
i1 o engenho a praca por
i mala dar : qaaaa pialen-
JPTOa-ie a ralada Cruz n. 47.^tereojro andar.
GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos A Pi-
mentel.
Empreza importante, que ral preatando rele-
vantes aervicoa seus freguezai pela promptidao
o perfeig&o com que lava a roupa sem a eatragar
PRECOS.
Roupa aortida (embora nao venham meiaa nem
lencos] 40 r. por peca.
Pegas grandes isoladamente 100 re.
Roapaa de navios, vapores e hospitaei 70 n.
Dita de familia que nao fregaeza 80 ra.
Dita de doente de familia que nao 4 freguesa
de cama ou varanda
Aluaa-se
umeitio na estrada de JPHMHtl,
a capellada Conceico, o primeiro a
boa caa4e podra a cal. e baitintea a/v
na Soledad, padaria
per
e todas ai qua'
cania do que ata outrl
precisar, dirija-e a r
bolos dcFQlai1 aa
Udas aom calteU*,
aamato ; aisim i
qualida
com mu
como pu
adea d puteliria, salis
qualquer parir: quem
Santa RiU n. 52.
Cyrllo Antonio d Coala queira -por
focar di ra da Cruz n. 11, armazem,
Ama.
O retratisia americano
O* ratista americano
O .raliata americano
O retratista americano.
Ra do Imperador
Ra do Imparadnr
Ra do Imperador
Ra do Imperador. i
Novo^eatyloi de ambrotypo
No^s esiylos de ambrotypo
N'Vos eatyloa de ambrotypo
ioroa eatylos de ambrotypo.
\ Muito baratos
Muito baratoa
Muito baratos v
Muito baratos.
Lindos cartoes de visita
Lindos cartdee de visita
Lindos cartoes de visita
Lindos cartoes de visita. ._
KQIHIHMMMM9M ?Hhjacjj
Dentista de Pars.
15Ra Noy a15.
Fredarico Gauttar, eirurgiao dentista
faz todas as oporages desua arte a e co-
loca dentes artificiaos, tudo com -sdela
rioridade eperfeielo que as pessoas-,en
tendidas lhe reconhecem.
Tem agua e pos denuncios, etc.
a 120 r.
Dma rede ou cortinado
a 500 rs.
U preeo dos engom
m a* pega, como
deira. O praso da'
f das, e engommad
est prompta antea
ova.
doa
mdico e eonfor-
fazeraa engomma-
a roupa lavada
o qae muitaa vezes
no. Deposito na ra
Ra estreit do Rosarlo n. 22,
primeiro andar.
O dentista ama Pompilio planta denles arti-
ficiaos por grampos e lisjadarae o a preaeo do
ar, dtntes loeorruplivei sobre ear6. syslem
norte-americano e faz todas asoneragoes de ua
*rta e com promptidao e limpeza
a
:
i
%mmmam mm mmmmm
Preciso
Precisa-ie de urna eicrava qae seja fiel e de
bona eostumes, que airva para todo o servico de
urna caa de familia : a tratar na ra do Sebo n.
36, ou na ra da Cruz n. 63, e no caso de nao
podarem comparecer oestes lugarea, queuam
anoanciar ou mandar"dizer por um portador para
se ir tratar na caaa do dono ou dona.da meama
eacrava. ___________________
Attencao.
Antonio Cesario Moreira
Dias, faz sciente ao respeita-
vel publico com specialidade
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n. 32, e est renden
do por menos do que emou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e afilanga a
boaqualidade destas merca-
dorias por serena de primeira
qualidade.________________
Casa de saude em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Feitor.
Preca-sa de um feitor casado : na ra [do
ondego o. 105.
#
Gabinete medico cir urgico.J
Ra das Flores n. 37.
Serio dd constUas medlcai-cirargi- S
ca pelo Dr. Esteva" Cav.uanti de Alba-
qaerqueda 6 Jila horas da manhaa, .e- 2
cudiodo aoa chamadoe com a maior bre-
Svidade possivel. X
1'* Partoa. M
9 2.* Molestias de palla. 2
S.* dem do olhoa. aj
a) 4.# dem dos orgaos genitaes. aj
aj Praticartoda eqaalquer operaco em m
0 seu gabinete oa em caaa oi dontes con- t
Ajormo lhea fr maii convenante. ea

0 ivro fl0 rovo*
Sabio i luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direcqao do Sr. Dr. A. Msrqaea Ro-
drigues, e cootm a vida de N. S. Jesns Chtisto,
segundo a narraco dos qualre evaogeliitaa, e
mais os seguiotei ar>igos: ovigario, o profeuor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prali-
ca, Simo de Nantua, maximaa e pemamentoi,
a hygiene, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicagao do LIVRO DO POVO nio so tem
por flm untformisar a leitura as escolas prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
diSerente, e portanto facilitar o trabalho do mea-
tre e do discpulo, como tambem vulgariaar, por
um preco bartilasimo, a historia do ailvador do
mundo, e oa melborea preceitos de moral.
Vende-ae o Livro do Povo, no Reeife, na
livraria da praca da Independencia ns. 6 e 8, a
500 rs. o exemplar em brochura, e a 800 rs. car-
tooado. _____________________^^^^^^^
Na' travessa da ra das Cruzes n
2, paimeiro andar, tingese para todas
sa cores com presteza e commodo pre Precisate de ui
pira ama caaa de
a tratar na ra larga;
cigarroa.
1a ama que saiba cozinhar,
mili-, preferindo-se eacrava:
do Rosarlo n. 21, fabrica de
*T
Urna
enCarreK
quer nay
uita atteo^o.
oaiam grandes habilitagoes
escriptura{oes mercantil
Meare ,
afarwelli
mido n.
leri sratifl
Precisa-80 alugar urna ama seco
que saibt lavar e enrammar para o
serrico de urna casa de pouca familia
na ra estreit do Rosario n. 10, segun-
do andar.
Furia:
correte,
na cava
talhado, le
craz no qu
ferro que nao
poucos diaa
recompensad
para se
de qual-
Mim como taaasjaa saeima p-
' -a tomsr conta de cobrancas,
o para o mato, dnda -
rae Noaj, o. 56^'
i o eecravo Clawpo,
ra ^rpo resarcido,
*oxlaa. nntudsj>levou
amatei. riicadinbo
appreheoo.
da OU veka U
no Forte do v
\
u aenhor
'oQuei-
qae
Francisco Ferreira Correa
tendo de regrrssar hoje no
vapor Cruzeiro do Sul para ^>_
Rio de Jaueiro com,-destino ao
Paran, e nao lhaftaido possivel
des pedir* se
dos os seurj
meio deste
seu exiguo
dejunho d
pessoalm
amigos, o taz por
offerecepco llies "o
estimo. Recite 30,
1862.
3
_ *****-<&&&*
Onerece-ee para criada de ma casa de \ u-
ca familia, ama Poitugueza : a tratar no primt *o
becco n. 4, que flea em frente da ra das Flores
e da camboa do Car'.mo.
Precisa-se de
sador : na raa da SI
m (orneiro e
nzala Nova n.
de um amas-
30.
Ama de leite,
Aluga-ie urna eicellente ama com muito bom
leile : quem preciiar, dirija-se a ra dos Pire
numero 54.
raa noite do die 21
ocho do Sr. Miguel, n
os aigoaea aegnioes :
C no qusrto esqutrdo, -..
reito por baixo da Craz, le.
record por- ter cozopradL
pesaos que o apprehender se.
. evsndo ra eslmta do Roaario
o. 18 C, loj da miudezas, ou a sea dono Anto-
nio Mandes de Carfalho, no engenho Caiabucu-
zidho;
Para luto.
Pumos de seda elasticoi para chapeos lsrgoi e
eatreitoa a 1#500 : rta rea do Queimado n. 22,
na loj a da boa f. _^_____________
A.g Vende-se superioralgpSo mooalro com 2 lar-
"nai, proprlo para Ungoi e latass de mesa i
rs. a vara : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida lojaTa borf.
*
Alaga-ie ama cata terrea na raa da alegra
com 5 qaarlos, cozinha fra. caetmba e quintal,
de 3 janellas e 1 porta : a tratar na ra da Im-
peralriz o. 48, segundo andar, ou na do Impera-
dor n. 67.
A 2,400 rs. a uzia,
Leogos brancoi Daos para algibira pelo dimi-
nuto prego de 20100 rs. a dasla : na bem conhe-
cid loja da boa f, na roa do Qualaiado n. 21;
Cambraias de cores
"ndem-se cambralaa friDcezaa de .cores fa-
muito Boa pelo baraliaimo prego de 260
o covado :na loja da boa f na raa do
n. 2._____________________________
ir brim braco de
Unho
Aloga-ae amacaia.de aobrado na povoegao
de Beberibe, aa pd da ponte, com batante com-
modo, cocheira, estribarla, e ama casa terrea no
mesmo logar, entre o rio e o aobrado ; qutm
pretender, dirija-ie a loja de cera oa ra do Ca-
bug, ou ao mesmo logar de Beberibe a Antonio
Feliz doe Santo. ^
Aviso.
*
Pede-se ao6r. Mtnoel Pereira de Azevedo,
vindo do norteo dia 23 do mez prximo passa-
do, no vapor Jiguaribea, a bondsde de vir tra-
tar de negocio de seu intereise; ni ra estrella
do Rosario., n. 32, terceiro andar.
,/ pesiis
Vende-se
gado pelo bar.
19600a vara, da
a de linho puro a
don. 22, na bem col
co de 15200, 1|440 e
-arpado de dous flos
a ra doQueima-
da boa f.
Ricos b.
quines
to
A loja da boa f recebeu .
de muito fina cambraia a imi.
bordadoa e enfalados com apu.
vende pelo barato prego de 89 e.
sido sempre seu caeto de 16$ e 20,
poia em compra-Ios na mencionada 1
fe, na ra do Qaeimado n. 28.______
Laazinhas muito fi.
para "vestidos.
Superioresjaszinhas para vestidos de muito
bonitos padrdesque se vendera pelo baraliaimo
prego de 440 rs. o covado na ra do Queima-
do n. 21. 00 loja da boa fe.
Botinas desetim,
Cbegaram no vapor francezas bellas botina de
setlm brinco para senhor, o veniem-se em
conta na loja do vapor, ru No n. 7.
1 >
Algudao daifeta.
Proprlo pira roupa do eseravos a aaccoa de ae-
tacar 5. vende-se na raa da Cruz n. 1, eacriptorio
de Antonio Luiz de OH*iva Azevedo dr C.
-------------?*---------------------------------------------------
Agua de colonia ambria-
da eseni o ser.
Essa estimada agua de coloniaambreada.de
qae tantos a tanto tempo senlem a falta, acaba
de chegar em bonitos frascos, verdes, os quaesse
esli vendendo a 1#500 cada um ; assim como
chegou igualmente um grenhe sortimeoto da
verdadeira agua de colonia de Piver em frascos
e garranhas de diferentes tsmanhos, ludo is-
ao na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. .16.
Apparelhos de porcellaua dou-
rada para cha de bonecas.
Aloja da igua branca desejando que todos
fsgam a vontade a suaa bellas meninas est ven-
dendo commodamenle esses bonitos apparelhos
de porcellana dourada, e pintada a 1$500 e 2$,
tendo cada nm 6 caiarea de chicaras, e os mals
perlences, a vista do que todos iro (munidos de
dioheiro) para compra-Ios na ru do Queimado
o. 16.
,v
onitos paliteiros de porcel-
caaa terrea na ra do Fo-
uer raa : a tratar na Praia
rmula-se um
go poroatra em qual
de Santa Rila n. 35.
Francisco Joa ^tomoo vi s^Marei.
Agencia dfe passporte.
craadino do Reg Lima tira passaporte para
dentro e fora do imperte por commodo prego o
oresteza ; na raa da Prala, primeiro andar o. 47.
Umu peala com as habilitagoss oeceiiariis, e
que di flanea de aoa conducta, offerece seu di
minuto presumo ao corpo commercial deata pra-
ca para exereer ai funeges inherente! a cobran-
gas, tanto dentro como fora desta provincia, po-
dendo aer procurado nesla typograpbia, ou na
ra do Queimado o. 4, primeiro andar.
Asphalto.
T
dias.
pouco das moles-
s orgos genito ri-
das 8 as 9 horas da
816Ra da Cruz-A 6i
I O Dr. Rocha Bastos
i
Mtn
Advocada
O bajjbsiel A. *. de A orTBaBdeira cSbTs-
no ejercicio desua protaso de advogadd) tem o
aeu eacriptorio na casa i le aaa residencia, raa do
Imperador o. 37, segando andar, entrada a direi-
ta, onde pode ser procu ado daa 10 horas da ma-
nhaa at sa 4 da tarde.
Manoel Firmino Ferreira participa ao respei-
tavel publico, que estando montada a sua fabrica
de asphalto com bom, material que receben agora
e Inglaterra e Fraaga, offerece-se para mandar
azer com* a msior presteja e perfeigo qualquer
ladrilho de caiaa de morada, terrsgos, armazens,
etc., e por prego commodo : pode aer procura-
do na raa da Concordia, armazem de materiaes
numero 75.
Acaba de chegar livraria do editor B. L"
Garnier, ra do Ouvidor o. 69, os tomoa 1. e 2.
d consultas todos
Cura radical a el
lita syphiliticas a
narios.
Consaltis de grsgj
manhaa.
----, ^v^
_.an.>..- -~
baria, quartos para pretis, doss grandes baixa :
de espim e alguna arvoiedoa por barato pregos
na ra da Craz n. 56, ae dir.
Escrip
oracao.
Urna pessoa habilitada em escripturago mer-
cantil por ambos os sy temas, dispondo de al-
gumas horaa vagas prope-se a tomar conta de
algumaa escriptas, pan o que poder ser procu-
rada das 6 as 9 horas da manhaa e das 5 horas
da larde em diante : na ra do Imperador n.
81, segundo andar.
KSTcSJa M ISAM
TRADUZIDA DO INCLEZ DE -
ROBERTO SOnilEY
PELO
DR. LI^-JOAQUIM DE OLIVEIRA E CASTRO
- AWrfOTADA PELO COTfEQ O
tR.J. C. FERNANDES PINHE1RO.
icos volumes em 4., primorosa-
impeesjos, &encadrnaads~
Manguitos egollas de
cambraia ricamente bordados
Vendem-se manguitos e gollaa de superior
cambraia ricamente bordadoa pelo insignificante
prego de 2$ o par de manguitos com urna golla,
sndo que sempre caslaram 6# cada par, assim
poia recbmmenda-se aos amigos da ssnta eco-
noma que aproveitem a boa occasio, dirigi-
do-se com dioheiro a loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.
Camisas inglezas baratis-
simas.
Veodem-se camisas inglezas com aberturas e
panhosde linho e com pregas largas pelo bus-
to prego de 30$ aduzia, assim como outras mui-
taa superiores a 409 : na ra do Queimao n. 22,
na loja da boa f.____________
Queijos de coalha
Vendem-se os mais novos qa" is de coalha
em pequeae grande porgo a e ri. a libra:
na taberna grande da Soledad .'
lana dourada.
a ninguem deizar maia de ter em aaa
^onito palitelre de porcellana dourada
'es se ealao vendendo a Ije i$500
' branca o. 16.
i. eza e outras mui-
"rfumarias.
A loj da a. sua-encommeou < bello sortimeoto
de unas perfumar 'amados fabri-
cantes, sendo as e preciadas
banha, jsponeza, tra icome im-
perial em bonitos copiu. \ metal,
dita noa copoa grandes, o ;ras li-
sas e lapidadas, oleoa de. \r. e
Lubin, pomadas ou cosmestit.. actos
dos preciosos eescolhidos cheii jlub,
mil flores, miel de Inglaterra Man ipe
Alberto, aorge IV, etc. etc. Becoo, a
todas as senhoras de bom gosto o uso desses estimados oxiractoa porque aque.
em urna sociedade, tbeatro, ou baile es'iier
seu lino lengo orvalbado de tao sublimes aronn
lera por corto o praser de ver aa suas visinha.
da direita e esquerda lhe rendendo homenagem,
perguntarm donna F. onde comprou esse lo
agradavel cheiru ? E ella orgulhoss de eu bom
gosto, mas com ar.prazenteiro lbe responder:
na ra do Queimado loja da agua branca nume-
ro 16.
\
v
em
Aluga-ae a caaa terrea da raa do Fogo n.
16 : a tratar na ra da Cruz n. 1, escrip torio de
Antonio Luiz de Oliveira Aze Os abaixo assignadoc curadores
fiscaes da massa fallida de A mor i m,
Fragozo, Santos & G. competentemente
autonsados pelo Sr. Dr, juiz especial
do commercio, convidam aos Srs. so-
cios commanditarios da sociedade que
gyrava nesta praca com a referida fir-
ma a entrarem a massa com a presta-
cao de 50 por cento que falta para
completar o capital porque cada um
se obrigOu pelo respectivo contrato so-
cial registrado no tribunal do commer
ci, istono prazo de 30 dias. Recite"28
dejunho de 1862.Assignados Johns-
ton Pater & C___Henry Foster & C.
PEQUEO CIHSO
de
Chimica- Agrcola
POR
F. MAL AGUT.
Acaba de chegar de Antuerpia cata intereuin-
liiiima obra, vertida em portdguez pelo primei-
ro teoente de engenbeiros Fhiladelpho Augusto
Ferreira Lima, a qual muito recommendavel ae
(orna aoa notaos agricultores, que nella encon-
traro theoricamente todos oa melhoramentoa
de que suaceptivel essa fonte de riqueza do
nosso piiz.
Acha-se venda, pela diminuta quantia de
1J, na livraria do Sr. Figueirda Draga da Inde-
pendencia ns. 6 e 8, na do Srs. Oliveira & Gui-
marei esquina doCollegio, e na ra slreita do
Rosario lypegraphia commercial.
Attencao*
O Sr. Joaquina Bileto Mariz queira comparecer
ra do Queimado o. 29, stgundo andar, que se
lhe deieja fallar com argeocia.
Precisa-se de urna ama aecca para encar-
regar-ae de ama critog : quem se qulzer pres-
tar a liso dando fiador a sua conducta dirija-se
a ra do Fil>rn. 143, primeiro andar.
Maga
men'
Pariz. 6#000cada um.
E' gralmente reconhecida como a me
&^J?^I^iU-J2Jmope\Vudiis'oU,5oR4u;
soube fizen dos precioso documentos que teve
sua dispesigo. Fez o maudo Iliterario cabal
juatiga Bevago de peosamenlos e aos grandes
predicadondo historiador ioglez: Humboldt, vis-
condes de ICayr e S. Leopoldo, Porto-Alegre,
Abren e Llena, Varnhsgem, Constancio, Ssiot-
Hilaire, Fet;dioand Denis, Armitage, e muitos
outros fallarlo delle com es maiores elogios.
Ninguem depois delle escrevea sobre o Brazil
sem que pozesse em contribuigao o seu impor-
tantissimo trabalho, devendo Beaucbamp e al-
guna outros a esta cireumstancia a popularidade
qae adquirirn, os seus litros.
Sendo porm a edigao Ingleza rarissima e de
um prego fabuloso, e pouco valgarisada entre
nos a lingua de Milln, raras sao aa pessoss que
lenham em suas bibliolhecas a primeira historia
do Brazil, escripia por um homem de quem nos
devenios afanar qae em semelhanle assamplo se
baja oceupado. Esta falta acaba felizmente de
supprir oSr. Dr. Luiz Joaquim de Oliveira e Cas-
tro, verteido pira o nosso idioma todas as galas
e primore de estylo que se encontram no origi-
nal, e habitente guardando a mais escrupulosa
fidelidade,imprimio-lhe esse cucho classico de
que tent lecessitava urna obra de tal magoilude.
Foi lien disso a presente edigao enriquecida
de notas qte a pdem em dia com os documentos
histricos rceotemente descocerlos e dos estu-
dos que solre elles se tem feilo oestes ltimos
tempos. Abssb Irabalho deu cabal desempenho
o Sr. coneg Dr. J. C. Fernandes Pinheiro, um
dos nosios lUeralos qae com mais solicitude se
tem entreguts pesquizaa histricas, e cajos es-
criptos andar, pelas moa de tedos.
A obra comleta formar 6 magnficos volumes
em 4.*, a 65OO.
Aisigua-se vende-se cada volame separado,
as principaeirrarias de Pernambuco.
Precisa-s alugar urna ama livre ou eacra-
va para o servio interno de urna familia de duas
pessoss, menoinara coziohir : na ra do Hoapi-
co, sobrado 059.
Aluga-ae or mez um escravo cozinheiro e
0*1 tro para todoervigo ; na ra V'elha, casi nu-
mero 35.
OsSry Vicente Elias Cavalcanti
de AlbuquesVque, [morador em Seri-
nhaem, tenha' a honda de de apnarecer
na ra Nova n. 47, loja de
Reg, a negoio que nSo igne
r; Baltar & Oliveira
Porto.
sacam aobre a praca do
Precisa-se
de am bom amassador.eqae enteodade fornetr,
para orna padaria distante da praca 5 legoas ; pa-
ga-se bem ae o servico agradar: a tratar em
casa 4a Taaso Irruios, ra do Amorim n. 35.
Precise-se s.uma ama
go n. 12, aegand andar. <
no- paleo do Ter-
Eate eatabelecimento j bezo eonhecido, e con-
eeituado neata provincia pelos relevantea aervi-
coi qae tem prestado, contina nis melbores con-
diges debaixo da direegio de sea proprieUrio i
receber doentes de todas as claaies, os quies se-
rio tratados com todo a telo interesae pelos
procos seguintes :
Primeira classe.... 3#000oumais.
Segunda dita...... 2*500.
Tercena dita...... S9OOO.
Em qualquer daa classes os brancos flearao se-
parados dos negros. Oa alienados de 2.a e 3.*
clsssa nao faosos pagar&o a diaria ordinaria,
sendo futilos pagaro mais a qoarta parte. Os
alienados da 1.a classe pagarlo egando o ajusta.
8
Companhia Fidelidade de |e-
guros martimos ^ terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro. com o capital de
16:000:000^.
Agentes em Pernambuco
Antonio LaixTI Oliveira Azevedo de C. eompa-
tentenente aaiociaadoa pela directora da compa-
nhU da segaros Fidelidade, toma segaros de na-
vios, mercadotias a piedioi, no seu eacriptorio,
ras la Ca o. 1*
Urna pessoa com baatante pratica de miu-
dezas se offerece para caixeiro : a tratar na tra-
vesea do Rosario' loja de miudezas de Maia &
Landelioo, que dar as iofcrmsgdes necessarias.
***** m*m *******
Mudanca. %
Manoal Antonio de Carral ho at
com loja 'de fazendas na ra do *&
Queimado n. 17, mudou o seu ]
esta i ment para a casa n. 2
-23.1 m'esma ra.
i-* *****
O profeuor Miguel Jos da Molla aat.reai-
diodo ni ra do Ligamento, cesa o. 33, onde jf
morn. Contina com o seu eatabelecimento de
loitrucgo primarla, e admilte alguns alumnos
mel pensionistas por mdico prego.
Manoel Goagalvea Nanea Machado, morador
em Golanna, vem doclarar por meio deata avisa
que tras letras na importmeia de 3:000*000 que
comprou aos Sn. Ferrio & Mal". iceiUs pelo Sr.
Joi Gomes Passo, do engenho Tabatinga, j me
foi pago sua importmeia, deisando de es entre-
gar ad dito Sr. Pessos por me serena roubadaa de
mea eacriptorio._______________________
Alugam-aa doua bona eacravos,
forana de engenho, para todo e qualque
aioda mesmo de padaria ; na Torre, s
pitio Jos Mariano. ____________
qua es
ervigo,
do-ca-
No da 2 dejulno, depois da audiencia do
juiz municipal Q.* vara tem de serem arrema-
tadas tres parteada casa terrea n. 9 da ra do
Aragio no valor 11149400, o tres partes da casa
n. 1 do becco do biab no valor de 65j>995, ai
quaes foram pwnbrades a Jos Goqaalvea do Es-f
piri.o Santo e ouls, por ezecugio.que co tra oa
meimo8 encaminlm D. Jerawyrna Mara Mar-
qus de Meoezes 1 outros pelo juizo municipal
da 2.a vara, escrivi Molla.
Aviso.
Compras.
Gama & Silva, donos da loja denominada do
Pavo, na ra da Imperalriz o. 60, aviiam a seus
devedores a virem pagar seus dbitos at o dia
15 de julbo de 1862, e oa que at easa data nio
vierem pagar, sero seas dbitos entregues a um
procurador para os receber judicialmente. Re-
cite 28 de junho de 1862.
AUencao attencao.
O abiizo aiaigoado, liquidatario da ezlincte
fiema de Vidal i Bastos, roga aos devedores da
meama a mandarem quaoto antes pagar seus
dbitos para aasim deizir de aa ver na obrigigjo
de eotrgir aa mesmaa a am procurador par* se-
rem cobrad! judicialmente. Reeife 27 de junho
de 1862.
^. ._ Joaos Carlos Bastos Oliveirs.
Precisa se de ama ama para cozinhar
comprar ; na ra daa LarsDgeiraa n. 16.
<
0* Precisa-se alagar urna creada eicrrva
0 para lavar e engommai a roupa de duas
pessoai : na ra do Imperador n.
T
Conpra-se
puoiman a 80 rs. a libra: na ra
Cahiga' loja de rrudezas n. i B,
agua de ouro.
do
da
Venda*.
E' pechincha
Mlho e .. ello.
Vendem-se ssccoTgranuHide milho e farello
de Lisboa : na taberna grande da Soledade.
Vendem-se caixes
sios, proprios para funije^o
e^DaEileiro, a 1280 cadaum :
oesta typographia se dir.
Wagalhaes ( Men-
recebndo varias fazendas novss sa vende por
prego baratissimo para acbar, na roa da Impe-
ratriz. loja e armazem da arara n. 56.
Papel amisade-kranco e de
cores.
./Vende-se pacotes com 100 folhas de papel ami-
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pacote :
na ra do Queimado loja da aguia branca nu-
mero 16.'
Cortes de chita da arara.
Vendem-se cortea de chitas finas com 12 li2
covados por 2o00, chales de 13a por 1, ditos de
lia e sed a 2ff, ditos de merino estampado-a
2(500, manguitos e golla de linho para aenhoraa
2$50O, gollaa bordadas a 500 rs. : na rus da Im-
peratriz, loja da arara n. 56.
Arara vende as capas.
Vendem-ae capas para senhora a 6$, ditas de
lazioha fioas 10, mantelelea de grosdeoaple
preto modernos 25 e 30$, baldes da arcos mo-
derno para senhora, ditoa de brilhantina, ditos
de arcos para meninas a 2$. salas de cordo que
faz vez de balo por 1JMG0 ; na ra da Impera- ;
tri?,loja da arara n. 56.
Arara vende as saias.
Vendem-se saias Bordadas para senhoras a
2*500, ditas de 4 paonos a 3*, cambraias lisas a
pega lg600, 2, 2500, 3, 3*500. madapolao fino
de 24 iardaa a pega a 440O, 4JJ600, 5$, 5&500 e
6*. dito entestado a 3* ; na ra da Imperalriz,
loja da arara n. 56.
Cortes de cassa da arara.
Vendem-se cortes de cassa preta a 2*500, ditoa
de corea a 2/500, cortea de organdya com 15 co-
vados a 7*, ditos com 25 covados a 8*, ditos de
la com 22 covados a 88, ditos de gorguro com
18 covados a 6&560 : na ra da Imperalriz, loja
da arara n. 56.
Queijos de coalha a 400
rs. a libra,
e intelro a 320 a libra, manteiga ingleza flor a 960
e 720, franceza a 640, cevadinba a 200 rs., sag a
240, banha refinada a 440, e em barril a 400 rs.,
gomma de ararata a 100 rs., e em arroba a 2*800,
vinho do Porto, Figueira e Lisboa a 480, 560 e
720 a garrafa, e 3*500, 4* e 4*800 a caada, es-
pirito de vinho de 38 graos a 240 a garrafa, l*60O>
a caada, caona engarrafada a 200 rs.: na roa
das Cruzes o. 24, esquina da travessa do Ou-
vWf,
i. 44.

Aluga-se um pialo a Coate, bom trabiihi
dor de padaria, tanto < e mssseira como de fe
no: a tntar na roa do Sebo o; 20.
Na ra da Saudade d. 11, aluga-ae em
do eaeravo pare todo e qaalqaar aervlco..
Urna casa para alug
Aluga-se ama casa terrea na roa da Col'
da Boa-Vista o. 31. com muius commc
para ama familia, por prego commodo ;,
da ras Non a, SO, loja de Csroeiio Via
Chita Ursa escara e fiza, evado a 200 e 220,
mbraia miudioha de cor, cfrado a 300 e 320,
ambraia da salpicos, pegas cen 9 varas por 4*,
cambraia branca transparente lia a 3*. 4, 5 e
5*500, meia easemlre para calfla e pilotlo, co-
vado a 600 rs. ; na na do Quenado n. 43, loja
que faz isquina para o becco a Congregarlo.
Dio-se amoatrae com penhor.
Attencao.
Vendem-se cambraias francezii, fazecdi mei-
to fina, pelo baraliaimo prego de 320 o covado.
Venie-ee ma casa terrea oa raa tfo Soce-
j) da Boa-Vista, a qual tem bona commodos ; a
reatar na ruaWa Imperalriz o. 58,
* Vende-ae urna cata terrea, uta na ra do
Padre Floriano n. 35, com 8 mei-aguas oo fundo;
a pa'saoa que pretender, dirija-se a raa da Penba,
sobrado n. 2-
ESCBAVA.
Vende-se orna crioula, de 25 a 30 aooos de
Idsde, qoe lava, eugomma e cozinha, tudo com
perleigo ; trata-se na travessa da Madre de
Deusn. 13.
Globos de louca
No srmszam de materiaes de Manoel Firmino
Ferreira oa ra da Concordia n 75, vendem-se
estes globos para enfeitea de coberua de casaa,
jardins, ele, chegado ltimamente d Europa.
Venoe-se urna caaa nos Quairo Cantos de
Olioda, com boos commodos e cbloa proprioa : a
tratar na Boa-Vala, beceo do Fundi a. 2.
Tesouras finas.
para costuras a para unhas, com um pequ
loque de ferruge a 400 rs. r na roa larga do Ro
tario o. 36, rival sem Igual.

^.Escravt veno"a.
Vende-ie urna maltioha de bonita figura,
com Idsde de 15 innos, qaa engomma e cozinha;
a tratar na loj da ra do Queimado n. 46._____
Attencao
Vende-se a loja da fazendas da roa do Quei-
cbilss francesas flnaa a 240 o cralo, brim broa- toado n. 47, com poneos fundo, o muito sfre-
co trangado de linho puto a 640 a Hra : ns roa guezada, boa para qualquer principiante que
do Crtipo n, 10, I queira ie estabelecer: a tratar da meima loji.
\tlencao! attencao ?
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja n. 20 da ra da Imperatriz schi-se s
venda um completo e variado sorlimenlo de boas
fazendas, e que villa de suas qualidade sao ba-
ratiasimameote vendidas, e para mais veracidido
do que flea dito, abaixo vo mencionadas algun.at
das ri'- fazendas, a saber :
Chitas largas cor fiza a 240 rs. .,
T^tto^%fi:2owr.-i&"iffi -.. o co-
Velludo pro a rlp v.. o*
Lindeza de cores a 160 rs. o\"u,.^0
Lengos pequenoa a 80, 120 e 160 rs'.
Chapeos de castor lino a 8*.
Chitas pretss m.ullo largas e fioas a 240 rs.
Algodao trangado preto muito bom para vesti-
dos de eacravos a 200 rs.
Cambraia lisa com 10 isrdis a 2*.
Las. Cambraia boid.da para cortinado* som b v.
ras a 2/.
IiMMMflM -mmmmmmm
Acaba dechef
gar ao novo |
armazem
DI
Bastos & Rego
Na roa Nova junio a Conceico
dos Militares n. 47.
Um grinde e variado sortlmonto de 1
roupa teitaa, calgadoae fazendas e todos
eites se vendem por pregos multo modi-
ficados como do aeu costume, aasim co-
mo aejam sobrecasacos de superiores pan-
nos a casacos feitos palos mltimos flguri-
noa a 26*, 28*. 80* e a 33*. paletota dos
meamos pannos preto a 16f, 18f, 20* e
a 24*, ditos de casemira do cor mesclado
e do novos padrees a 14*, 16*. 18*. 20*
o a 24*, ditos de casemira de cor mes-
clado e de novos padroes sl4f, 16|, 18*,
20* e 24$, ditos Siecos das mesmaa ca-
lemiris de coreas 9, 10*. 12* e a 14|,
ditoa pretos pelo diminuto prego de 8*,
10* e 12*. ditos de Sarja de seda a so-
brecascados a 12|, ditos de merino de
cordo a 12*, ditoa de merino chines do
apurado roso a 15*, ditos de alpaca
preta a 7f, 8*, 9* e 10*, ditoa aaccoa
pretos a 4*, ditos.de palha de seda fi-
zenda maiio loperior a 4*500, ditos de
brim pardo o de fusto a 3*500, 4* e a
4*500, ditos de feslao branco a 4*. gran-
de qaantidade de caigas de casemira pre-
ta e de coros s 7*. 8*, 9f e a 10|, ditas
pardea a 3* a a 4*. ditas de brim de co-
res Sosa a 2|500, 3*. 3*500 e a 4f, ditas
de brim brancos finas a 4J5G0. 5*, 5J500
o a of, ditae da brim lona a 5* e a 6*,
colletes de gorguro preto e de corea a
5* e a 6*. ditos de casemira de cor e pre-
tos a 4*500 e a 5$. ditoa de fualo branco
e de brim a 8* e a 3*500, ditos da brim
lona a 4*. ditos de merino para luto a 4*
a a 4*500, ealcaa de merino para luto a
4*500 o a 5*. sapaa do borracha a 9*000.
Para meninos de todoo os tamanhoa : sal-
gas do casemira preta o de cor a 5*. 6* e
7fl, ditas ditas de brim a 2|, 8f e a 3*500,
paletota aaccoa de casemira preta a 6* e
a 7* ditoa da cor. a 6* e a 7*, di-
tos do alpaca a 3*, sobrecasacos de pan-
no preto a 12* o a 14*. ditos- de alpaca
prole a 5*, bonete pora menino de todas
as qualidades, camliaa pira meninos do
todos os tamanhos, meioa ricos ve tidoi
' i cmbrala feitos pira meninas de 5 a
annos com cinco babadoi lisos a 8f e
12*, ditos de gorguro de cor e de lia
a 6*. ditos da brim a 3*, ditos de
mbraia ricamenteborbados pan bapli-
dos e muitii outras fizendaa o. roapaa
lilao qae deisam de ler meocionadaa
. ela aua gunoquanlidade ; aasim como {
reeebe-sa.toaTe qualquer encommenda
de rooso para so mandar manufacturar
e que para eate flm tomoe um completo
lorlimrato dotasoodsa de gosto o ama
grande offleina de alfaiate dirigida por um
hbil meslro qae pela sua promptidao o
perfeigo oo|sYdelx a desojar.


MU
lLEGIVELl

sasoBaanai


Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A lojt d'agula branca acaba da racebar rs ex-
inordinado aortimeoto da ricw fitas, to boai
em qualidade quo bunltaa nos desenhos, lando
otra ellas o miii largo que possivel; asslm
como algamaa pecas brancas cora o centro liso
oroprio para inicrlpc6ei, e multas ostras de dif-
foreates cora cerno de caf, rdxa, escara, ese,
,etc, e como de aea louvsvel costume : a leja
d'agaia branca, na rea do Queimado n. 18, vn*
da por preco commodo eisas boas e bonitas fitas.
Grava tas de setim co
ponta larga a \$
Vaodem-ee grataUa pretal de bom setica e
rom pootaa largaa a lj cada urna, to baratea
atsim s st acha na ra do Queimado, loja d'-
f uta branca n. 16.
Lojademiti uadoQuei-
m*(lo o. 3 Guimares
*
Chegaram o boldee de cornalina braocoa eeu-
carnadoa, qee ae rende por 39 a dula, o* por i&
o par sera penos, s be neala loja, erases de
rosarlos, e propriaa para eocastoar
de bano de 5 chafes com
de 203. p* de arroa aro-
friscoa multo lindo* a 89,
agn nofo sortimento, o prego
120, earteiras pare escrever, pro-
priaa pare viagem, com tlntelros etc. i II e lf
ntremelo bordados, e tranaparentea a \?
18800, 2f, 29500 e 39, Uraa bordadas para
de meninea esaiaa a 1$ e tt, labyrintho '
80, 100. 120,160, 800 e 240 rs a fara
de groadenaple achamalotado propri
tos a 1 J50t e rere-, celberea de tr a
para cha e sopa, a 59 s SfftOO- d.
20 por cento do que ara btitIm.i1.HI.1i""- *do de D,l"CO a 6 a 79000, do por
------------------------------,_, ^i ^^p. 49500, meiaa para homem a
Mova alientan.
O vigilante acaba de recebar boto aortimenlo
de diversos objectoa que ae vendera por menos
Siutos para. seuhoras.
Riquissiroos sintos douradoi, pelo baraliaaimo
preco de 29, e cora fivele a \ lado a 49, aaslm co-
velludo a 2| : a no gallo
m H ------- ^OH
mo de Uta de seda, ou val
"igilinte, ra rio Creapp
E rfete.
Vendem-se os riejuiasimo* afeites de tA>(a
eom franja e vidrilho a 5#, ditos sera fraoja'a-3-*-,
ditos trabados 29500, eitV d> teco de fila e
bico de seda a 2J): s no gallo vigilante, roa r1
respo n. 7.______________ _________^
Fivetors para sinto.
Riqusimas flvelas de a?o com madre-
antro a 18200. ditaa de madreperolajr
etouradiabss a 340 : s no gallo vi?''
Crespo p. 7.____________________/
Vidriiiv
Lindos vidrilho* pretos
rlssimo preco de 19600 -
rente, ra do Crespo -
/
Para
Os lindos ;
liohaa cor
)o mU-
tm co
fea
~
a-
vigi-
tempQ^
- a 19400, lindas cai-
a a 900 rs.: a no gal-
jO B. 7.
.do por
. 39600,
59 e 69 a dula, meias de crianza raa-
cem-nascids, lindas co par, meias de
algodio para meninr a 240 o par, flo-
ras arlifleiaes par' 9. capeUes pata
noiva, a a Eipp por 5$, de flor de
laraogeira, fita largas e eitreitnhaa
como se pro A* da estroKa, teaouras
para unh' a 19500, carras etc. para
xpsturu ji80 e 19600, pootudas de
ar<- no cometo do lab^riniho, s
, que vende por 18, tinta ainl e
.ira ingleza) a 320 e 640, que a*
por ser receida directamente do
peonas de a?o inglesas e de omitas
js a prftros'tOtn'arenlea. papel tlmr^o io-
iiu de 500 (olbaa a 69 (pastado), dito al-
iraoeez, reama de 410 folhas a 4J (pautado),
, sem ser pastado a 39200 e 49, dito pequeo
rjado de pretos 19500, dourado a 1J500, de
cores a I96OO, bordado como renda, e pintado
com palmas, rosas, etc., por oreos razoivejs, e
ame inanidades de argos baratos, eseolbidos
com gosto e acert para-uso domestico,especiali-
dades vindas de eucommeods, nao vistas oeste
mercado, que racebe esta casa coUDtemeate.
aa fina,
, chegou paro 1 ioaj d.aguia
/(taimado n 16.
/
D'
jis seis portas era trente do
Livramento. 15, 20,30 e 40
arcos.
Grande aortimenlo de aaias .a* balao de ercoa,
es melhores que aqui tem appajefcido no merca-
do a 49500, 53, 6ge 69500. cadaSim, d ae pasa
amostra com penhor ; a loja. bores da noite. ~
' Relogios
. Vende-se em cesa de Johoston Patar d C,
. ~ do Yigario n. 3, um bailo sortimento de
ielegios de onro, patent inglez, de um dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; ttmbem
urna variedada de bonitos trancellins para os
mesmos.
*
Guimares & Luz, donos da loja de miudezas
da ma do Qaeimado o. 35, boa fama, participam
* complelanente prvido das melhores mtrcedonas
tendentes ao mesmo ertabelecimento, e muitot
outros objectos baos de suas propriaa eGcommendaa ; a estando
clles inteiramenle resolvidoi nao vanderem
fiado, atiangim vender mais barato do que outro
qalquer ; e juntamente (.edem aoi seus oevedo-
res que lhes mandeui ou renham pagar os seua
dbitos, ao pena deserem iuat>cdo.
Soaball Mellors & G., taodo mcebido or-
dem para vender o ae crescidodeposito o-u._
ios vj*vu v ----- .. ,__ ._ --n.-jo do neso*-
*lo -, conviua. portouto, a? ,/casoas quft/.-' uj
poasuir o bom raioglo de ou>- r. r'^'a io t
..... fabricante Kornbx -proveitar-aa ai p-
portunldade sem r> -" ,ia '"p". r" r" eonj-
pra-los po' vommorto preso no tau escrlptorio
roa do Trapiche n.18.
Ra aa Senzalla Nova u. 42
Vendi-se em casa da S. P. Jonhston & C,
sellias e silhoes inglezos, candieiros e caslicaes
bronaaados. lonas inglefcas, fio de vola, chicotes
para carros e muuuri*, arruios para carros de
um a dous cavalhs, e relogios de onro patente
inglez.
|Loja das 6 por-l
tas em frente do Livra-
,5 ment
jBaloa de 15, 20, 30* e 40 areola
S Grande sortimento de baldea, de arcos
c os melhores nesta fazenda e grandea, ^
s chitas Iroocozas largaa escuras & 220 e 1
* 210 rs. o covado, ditas estreitas miudi- S
nhaa a 160 ra. o covado, cambraia lisa jj
nars forro rom 8 1|2 raras a 29 a pega
ditaa finas 3JS, 49, 59 e 6J muito finas, Jj
ditas de sa ioho com 8 1 2 varas a
3p500 a pt bertas alcoxosdas bran- flt
cas de c cama a 49500 e 5f-
I cenas de ec. acezas tintasMS^Ht I
* a 320 ra. o covau er;a_dejietanha de 2
rolo a 2j|, nlgai- trancado alvo mallo
Iarsro para-toalhaa a 19 a vara, enfeitea a
'"ribaldi todea 1
pretoa a 59 cada um. len-
s brancoa eom barra coreas 120 ca-
. 1 um. rapafetta da todas a* aaalida-
uei muito baratas, a loja est abarla al
as 9 horas da noile.
36 Ra das Cruzes de
9 t VRCO DOC
Nos qp proprietario desles acreditados armains par Upamos aos nossos numero soi
freguezes que por todos os vapores^ navios de vela resjebemos do aossa propria encommenda os
mothores gneros) tendente a mol hados, e por isso pallemos vender "por menos 10 por cento do
qot ootro qnalquer, como a experiencia o mostrar porisso pedimos a todos os Srs. da praea e do
mallo, que ainda so nao deram ao trabalho de mandarem experimentar, o favor de o fazerem, eertos
de nada perderem, pois para jaso nfo pouparemos for^asAara bam servil -es ainda mais a pesaoas
menos entendidas, cortos de clarecer aos compraiorr que s ama das Cruzes n. 36 e largo
do Carmo n. 9, e qee devera indereear os portadores,-pois muito se ovildam com oulras catts qaasi
dos mesmos ttulos (Progres33t P.rjugressivo) pois sao as duas nicas filiaos.
' Mantega frailCeZa a melhor qe se pode desejar a 60 rs. a libra e em barrit a
uUw rs.
Ulia llUXim o mais especial que se poda encontrar a 2988O a libra.
Clia BySSOn elhor que se pode desejar da 2W00 a a800 a libra. # .
-'H pretT 0 que se pode desejar neste genero a 29 a libra e a 19600 o ordinario.
OuejOsfluuengOS chegados nouJtimovaitOAa.2ftelu700^ *
yoeiJO pratO 0 metho do mercado a^OO rs. a libra-e sendo ihteiro a 600 r.
%| liei^OS UO Srtelo muito superior a 640 rs. a libra tambem temos para 500 is.
Passas era caxiahas d 8 libras ,s5oo asoors. a libra.
FigOS-era e;l I\ h ? S d 8 1brM Ki9m e ao0 rs, a libra.
Amen(loaS (1a CaSCa ULole 320 rs. e nozas a ISO rs. luamuito nova
raeixaS franCeZSalf alibraeemlaiaseemSlibras a 49000,
Marmelad* Superior a meftor do mercado em latas de duislibras a 400 rs. a
._ libra.
Doce da casca da goiaba soors. ocaiuo.
M. <* lliaraS em caiinhas proprias oara mimo a 2&500 e 800 rs. a libra.
como pecego, damasco, moja, ameixas e
trada
Cruz n. 1.
illoblia.
ar
Aencao
o
Ghegoe para a loja da victoria, candieiroa a
gax de novoa gostos e modelos, tanto- para aala,
torno para escada e quartos e para ou tras multas
couns: na loja da victoria na ra do Queimado
b. 75.
Ricos pianos
fe de varios autores, vendem-se
gp em qasa de Kalkmann Irmaos &
gS C, ra da Cruz n. 10.
Na officioa dn carpios de Carlos Heaae, na
ras dos Pires n. 28, ha para vender um ptimo
carro de 4 rodas, ha pouco lempo acabado, assim
como um cabriolel de duas rodas igualmente
oem frito : quem os pratender pode dirigir-ae a
dita oflicina que achira coas quem tratar.
Vende ae urna morada da casa terrea na ra
dos Pcscadorea n. 33, com 3 quartoe, 2 salas, o-
zinha, quiolal e cacimba ; a tratar no pateo do
Carmo n. 7, segando andar, das 3 hora* da tarde
em diente._________________________________
Um carro de passeio.
Vende-se um carro proprio para cocheira ou
mesmo para casa particular, or prego commo-
do : a tratar nc travesa do-Venl de guerra n.
7. armazem. _________
Na ra da Camboa do Carmo loja n.
12, vende-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phantbasia etc. por- preqo mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de eucommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
g^ai8{esgaitSMat-5a6JeiMliSlt M$
arP SjjTB t PUayw Wl^ WW Ww ITasTW VaarVavasTV ^^m mmw ^J*
Grande
|liqidacad por todo
o preo, na bem co-
nhecida Foja do Ser-
tanejo.
Ba do Queimado n.45.
Apparegam com di-
nbeiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escuras floaa a 160, 180 e 500
rs., cortea de vestido pretos bordados a
velludo de custo de 1509 e se* vender
por 309, 409, 509 a 709. aahidas de bailo
da valiado setim a 129 e 139, canteas
pira senhera a2jO0O-e 3jJ500, golliahaa
de cambraia bordadas a iOO, 600, 700,
800, 900 a 9. ditas de fil bordadas a 120
re., casaveques de fusta o a 59, 69,79, 89,
meiaa de seda brancas s pretas para se-1
nbora a 1J200 o par, tiras de babados a
um.
Latas com frutan >
al per xe a 600 rs. f
AiiieaipaS^COilfetadalS Mm diversas"^ores a 800 rs.'"" ^ .
VinllOS gCnCrOSOS engaMjrfa^ni das seguintesqualidades, duque do Porto, Porto
SuDftrior calan T.islvoa. n> Pedro V, velho secco, tfenuino. lector, Carcavellos, Feitoria, e Madeira secca a
ipiuuu ra da Crux n. 1. ~~"~~~ Q \
derVejaSdas melhores mareas/ a 500 rs. a garrafa e 500 a duria, cbanpanhe das
marcas mais acreditdasde(l49 a 209 o gigo, cognhac o melhor que sepodedasei
a900rs. agarrafa. i
ixeneDra & verdadera hollanda em garrafdes de 16 garrafas a 69000 cada
ienO0ra italiana a mais sublime que tem vindo o nosso mercado em frascos grandes
a 29000 cada um.
rraSqueiPa Com 12 frascos de genabra de Holanda 9800
ixarraiOCS com 5garrafas do superior vinagre a 1#000
Vinagre puro de Lisboa ,a40rg< .glifa"..-,lSioteiMda.
lU ar rasqUinO 0 mis superur que se pode desejar a 19000 a garrafa.
JsSper mcete 0 mag SUperi.r do marcado em caixinhas de 6 libras a 100 e 700 rs
a libra.
Vel*S de Carnauba al 19500 a arroba eSSaahra.
^UCOret&S comazeitonas asmelhores do mercado a 1#-00.
(^;IIX;1S eom 1 arroba hespanhaa contando macaro talharim e aletria a 69000.
Oaixinhss
Francisco Fernandez Duarte
Largo dm PenMa is
Os melhores gneros que vem a este mercado e por menos 10 ppr cewo de que em omra
qualquer parte, garantindo-se a boa qualidade, fot isso roga-se a todos os Sara, da praea, de en-
genhos e lavradores o favor de mandarem suas encommendaa a este muito acreditado a rmazem d
molhados, afim de verem^kdifferenja d^f reco e qualidade que lar, ae fosseoa comprados em oatra
qualquer parte.
raVasBWaMM corfeiladas para sorie de a Joo a 800 rs. a libra, taanbem tem-se para
6i0 rs. a libra sendo em porreo, tanto de urna qualidade como de outra so fax aba ti-
men lo.
Ka^togftr>lmg\eZ* a safra nova de primeira qualidade a* 850 a libra, em
* barril si faz aballmenio.
aftlisUffl^ lf W|MQZa a mais nova a 640 rs. a libra, em barril a 600 rs.
^*|#S WT^O muito fresaoschegados neste ultimo vapor a 29000 ditos cha-
gados no ultimo navio a 19800.
" F o mais superior que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra. \
s\i sYaaResA '
* 3r mUiw l^e h no mercado a 29800 e 29200 a libra, afianca-se a boa
qualidadff
** 1MX.HI o que se pode desejar neste genero a 39000 a libra.
Glia pWlO bomeopathico a 29200 a libra em porcao se faz abatimento. |
1. s?^f|llS HOVOS de pavio transado a 230 rs. a carta e em caixas com 40 cartas por
99000.
LafctaS eom meadoa8 confeitadas, proprias para mimo, eontendo mais con-
feitese assucar candido por 196OO cada urna.
EamBaMA em caixinhas de 8 libras chegadas altimamente a 29000 cada urna e a ret'*o>
a 480 rs. a libra. M
D01&X1HU& de goa em i,tas com differentes qualidades a 194*0.
Bo\ax\s*lia ingtenamais nova que h no mercado a 4?o00 a barrica e a-etalho
a 320 rs. a libra.
VinAlO s5^a\ p\p* de superior qualidade Porto. Figneira e Lisboa 500, 560 a 64&.rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500. ^v
YIIbIOS eilg&TratadoS Duque do Porto, Lagrimas do^Douav Catca^lVos, Fei-
toria velho, e deoutras mailas marcas acredilad*<^*rT9200 a garrafa, em caixa a 129
tambem ha para 19000 a garrafa. -
^lMURp&li.\ 10800
^""""SajTtft'".....' ------u" '*" '*Art0 dariae 50 *
t llUati franctas e portuguezas em latas de 1 libra por 640 rs.
*ea <&e tomate em tanas d i libra por soo re.
*l**8*6.traiaCWtaS 6m UUS ^ l mer* Ub" *>' ltfi0* dittg cm 3 ,ibw* PO*
MMMOM de casca mole muito novas a-320 rs. a libre, m rroba por 8^0OO
utOleta 120 rs. a libra e em arroba a 30000.
Attate, aaearr&e talharim, m .. likr,,, Cli Mm
ba por 69000.
I
I
Attenco.
Veodem-se mui bonitos sspotis proprlee para
embarque; no priocipio d* estrada de Ballem,
prirr.eiro sitio em S04o A^maro. .
Sitio venda.
Vende-se um sitio peqeeno. porm ptimo da
rerraa, com mattas laraogeira, coqseiroa e mata
srvores fructferas, chao preprio, na eatrada de
Joio de Barrea, em freote ao portio do da iacoo-
deca de Goiaoea ; a tratar na roa estrella do Ro-
sario b. 38, aegando andar. 1
Vende se ou alaga-se o sitio denominado
Gaiaoa, alto na fregueiia da Vanea, da muito
boie varzeaa.com baatanteaps de cafezeiros, co-
^jueiros, larangeiras, etc., etc. : a tratar na rus:
do S-bo a. 50
.....
Veae-se ma graoae casa de doaa aoOa-
res e soUo, sita na rus da Guia, com 33 palmos
de largara e 130 de faodo, coas um peqeooe
quiutil, no chio proprio, Hvre e desembarazada:
na ra Nova n. 18. loja. ae dir ejeaaa venda
Veode-ae urna erioala o tM Se a 30
enaoa. que lava, eogomma e eostebe. lado eom
petfeigao : tratase na rea 'da Madre de Deui
n.13.
e. 700 ri., laasde quadro entestadas a
) e 360 rs. o covado, cambraiasrela
400 o 440 rs. s vara. rgas4y i coras
600 rs. a ,vara, fil branco adamascado
para cortinados e vestidos a 400 e 900
rs. a vara, cortes de eollete de casemlra
bordados pretos a 29 e 39000, ditos de
velludo de cor e pretos a 39, 49,59 e 99,
paletots de btim branco trancezes a
39500 o 495OO, ditos de casemlra de co-
res a pretos a 149 e 16J1. ditos ds alpaca
pretaede cores a 39,3*500, 49 e 49500,
camisas ds peito de linho e 29500, cortea
de colleta de orgurc a 19500, 19700,
2*200, 3$ o 3H5O0, colletea leitos de brim
braneo a HbOO, ditos feitos da gorgor Jo
a 29500 e 395OO, ditoa feitoa de casemira
a 8(500, 4g 4|5O0, ditos de vallado a
59, 69 e 79, ditos do fuslao de corea a
18500, um variado aortimeoto de asaias
para hemam e sanhora, grioaldas eom
flores, abales de (roso, eepartilbos, e to-
da a qaalieade de roapaa feilaa para ho-
rnera que ludo se vende por metade do
seo valor.
ftfsrSfi 5MMHSS flMMCIMIKIIri
N.5^ do^armo.
hovera, salve e versos, tres folhelos, todo por
500 rs. : na roa do Imperador o. 15, das 9 horas
da maohaa a 3 1(9 da tarde.
Feixe e conserva.
mm
1 libras, atwgodo altaaamooto se patache ratftei
tBasy ds Terra Nora, em casa de James, Crsb
ree& C ra da C'i n. 41.
Veose-se a parte de um sobrado em ama
u boas roaa da Boa-Vista, a qoal restdt as-
toalmeote 400} : a tratar na ra da Imperatriz
0,58.
com diversas qdidadesde massas como saja estrelinha pevide etc., a 69OOO
e 640 rs. a libra. .
h our5 as e Pa i os JS m8,hore. do mwcado a seo rs. ^ .*..
oa I rilies o mdhor que se ode desejar a 700 rs. libra.
i reZlintOS o que sepodeJejar de bom a 640 rs. a libra.
L llg UlCaS finas em latas i promptas a 19600.
PeiXe eiH latas cavJinhas pargo, e linguados a 1^(600.
1 OUCnnO do reino a 20 rs. a libra do novo, e 240 ra. de velho.
Ba n h a de pOrCOa melhor do mercado em latas de 10 libras a 49000.
MaSSa de tOillUtejm latas de 1 librra a 700 rs.
JiaBSaS para SOja telharimemacarraoa 280 rs, e aletria a 820 rr.
PalitOS IXadoS aimacoscom 20 macinhos a 2QQ rj
"a pe I greV6 pauta? e fiao muito saperior a 49000 a resma;
fJrVa dOCea 3O0, plrmtyi 360, csnella O00 rs., e cominos a 800 rs. a libra.
P&iftS Jo^aZ a9300 a grozte 20 ra. a caixinha.
3al retinado Im acotes de maisdfumalibra. 160rs. o potes 500 *
&agU muilo novo a 84 libra e sevacioin 200 rs.
Farnha doMmnh a 160 rs. a libra e goraraa a 80 rs. a Uta e 29400 a arroba.
afe^ do IvIO do Gaar o melhoi do mercado de 89500 a 99600 a arroba.
Ca XI ti lias as mafelegantee, propias (ira mimos ou mesmo para guardar ioiat do 400 rs
a SOOeterr com 6 caixinhas 159900. w
Chocolate hepanhoi ,Mdoiroa noto ^ .ubi.
tkYilhas poruguesas e'rancezas, feij.overdad.64o.720
a lata.
I Taques M metorea do mercado alfa caixa e a 280 rs. toalla.
&avel em latas chgado ao ultimo vapor 49600.
Bolaxinhaie 9OiaemUtasa944)0
BoIaXnhaing'ieZi ma. n0vay mareado a 49500 a barrica e 300 ra. a libra.
AvelaaS diadas ultimameate a 310 n. a
Sardihhaide Nante, 40o n\\M.
Aieite d^ee retinado 99 tcaisV 8oo n. agarrafa,
ArrOZ em accos do 5 arrobu do vermelbo a 891
LlCOreS osmais finos paca nones. y
Alan; doagan.ro. aoonneiados encontrar orW^i pubneo tale qn ror perteneen-
te o estos estalieiauaMatos. Os proprtatarios setenbfieem d artM p^ # *, -^j^
les 8o. qe mltm seo eomeetente importe e todos oe^ls fregueze. de litro ter.m de saiei
tar-s. pelos pieeos acosiumados, salvo aquellos de fim de -*
erra-
^.strlliftlia,
Xinhas muitt
Palitos d dentes
pevide e arroi; de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cai-
xinhas muito enfeiudas se faz obatimenlo.
lixados os maisbem feilosque tem viudo a este mercado a 28Qrs
tambem ha para 200 rs.
'rei^t8,\llg^eMS P"* fi8mbre a 80 rs-lambem h^burguez para fiambra a
o*t>rs. a libra e do remo o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
Sa.ftMt* V*te* moito novas a 560 rt. a Hbra eem barril se far abatimento.
V ^ /\ m6lr PetSCa qU8 Pde haVer Pr e9lar Pt0Pto teda hora a 860 rs. a libro.
'**?% ^ ^- "' Bb ^ a-ha
al JM 6m Uta8J Pr0mp,aS Para Sfl COmer 1,80 cad*
w... *t\ Fefin8da 6m lalaS C*m 10 lbr" Pr 4*300-
f.^^- mi muito fina e alva a 440 rs. a libra e em barril a 400 rs.
Uattoes c IttarMfclad in*tteC1, pwprios para mimo a 500 rs. cada um.
a libra/* 0,peral do afamado Abreu e de ours os fabricantes de Lisboa a 800 r.
Qeada de Alperehe em latos de 2 libras por 19000 cada urna,
i.rfIlE,'U^t*S^ed0C?em calda M ^^qHehaem Portugal como sa-
jara pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs. a lata.
UOCeS SCCCOS e em calda, em latas, de 4 a 5 libras por 29000.
hospanhol 19500 r.. a libra, dallo franco 19100 ditio portuguex a
Gaf
800 rs., afianca-soa boa qualidade.
' ** ^'T""^?^.anl !ARi ^^ d0 Ceara' 3ao W>". em arroba a
500, dito mais ba^o a 280 rs. e 8500 a arroba.
" ~^S ^^ "*'* *U 0 mWCad0 m "' nb'a> e ^0 se fa,
*g1l muito novo a 320rs, a libra eem garrafoes com 5libras, por 29000.
w do remo das mareas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
mu
Vela.
do Maranfao alva a cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
rVxciU daee
de carnauba refinada a 400 rs a libra, e em arroba o 129000.
refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas a 99000.
*l**6* M*oa a 240 re. a garrafa e em caada a 1800.
W lahO cherex verdadeiro a 1. a garrafa, a em eaixa 149000.
VlH.no braneo & Lisboa o mais superior que ha ao mercado uronrm n...
040 r. girrafa e em caada a 49800. P^" P,r
Cnarntoa
missa a
Ditos
Hitos
suspiros do fabricanla Brandao em meias caixinhas, por 29500
suspiros da fabricante Catanno Fimos em meias caxinhas a 29000.
em caixas de 100 regala lmpHt Tiagowee, oPamHHailM, 29000 a caixa.
rouita limpo, a 180re. libra, a ea arroba 69500.
A* tonas multo novas, a 19800 re. cada urna ancoreta. A Vffm de Maranbio a 120 re a libra, e 89700 a arroba.
?*H^ jjP^** UtH IINfew^ SMttMas de peixe que ha em Fortigai lfiOa>rf.
4e Hollanda tm glTntm ^ 25 gtrrif4l por 9Wp^_
! Sa ^T.""^ "^ ,*00ft n" *1*n** 640 re. o pota
M^^i1^ PWco tua^plt*^
\
llLEGVELl


V-
\
i
I
1
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DlRIO

fBP
JIIDOO = QUART_ FEWA 2 DI JTJLHO DB 1S61
Phe6pboros4e seguran? P
Phoiphoroi de legunnca, por qM llm da in- '
CMdio, 1160 ri* caiza : na loja da Vistela,
aa f a do Queimado n. 78. ____________.__.
Hlelas para vestidos.
Baleias moflo grandes e boas a 160 ris urna :
na loja da f ictorta. b tu do Qaetmedp a. Ti
Linha de croxel para la-
byritho.
Ai melhores lnhasn\e*roxel pira Ubyriotho,
or ellos monatroi a S20rU m : ni lo|a da Vic-
toria, na raa do Qaeimado n. 75.. .________
Sintos dourados para ^
nhoras.
Lindo aintos deurados pan senhoraa a 39200,
ditos/de pont. cabida a 49. le Bu a 1*600 :
aa lijada Victoria,na r maeo o. 75.
Barato que admira.
Gresfo n. 14.
1 lia ti litaCl He X3 VKeodo^ aambcaUirori.adv.com dUU
w*_"__- ^^l -!_-_ ar-S-__a._-_n_a QCuf- _,_ __,-_ __,._.
defronte do *eecotrgo
icos espelhos de
moldura dourada *p8ra
salas
Chegou para lo ja da Viciara urna pequini
porcio de ricos eepelhoe de rarias lmannos para
ornamento de sales, afnancaodo-se serem 01
melhores m rid roa qae tem rindo : na toja da
Victoria, na ra do Qawimadon. 75.
La para bordar.
Lia muito boa de todas ae corea par. bordar, a
7$ a libra : oa loja da Victoria, na raa do Quei-
mado o. 75.
Lichas do gaz*
Ciiiinha cosa90 nerellos de linhaa mello fi-
nas do gaz 900 ris Miza, dita a coro 80.no-
Tellos a 700 ri., ditas cosa 10 noreilos graadea
a 700 ris, brancas e pretal: na lo ja da Victoria,
na raa do Queimado n. 75.
ibaden com pe-
qua-
om
lia
i V* qtaw
alpaca 4a sada de
boarbatloa e di-
.'700.-800 crg;q*jpdo,
or qualidade a t t. o
*e con com
covado, sada _
?radas a 1$ o corado, caais a organdyi
280 o corado, cortea da colletes do reliado
cores de seda 39, dito, de gorgurio de eeda de
corea a 29 e 19500, ditos de luatao da eorsi s 200
e.400 rs., ditos de setim l.rr.do a 19500, hales
da toequim bordadas .10$, manta, e los de fil
preto i 4 t 6}, brim branco de linho a 700, TOO
e l$a rara, Upete.de corea par. sala a 4 e 5$,
ditos graodss avelludados a 12 e 159, pannos de
cuemira a 4|, 5, e de 2. paletoU de brim bran-
co a 3, ditos pardea a 29500. dHos de caremira
a 6, ditos de alpaca a 4 e 69. colletea da gor-
aurao de cores e da setim preto a 3 a 49, tpalos
de borracha a 19, msnUs a gravaUa de seda de
cores'para homem, que rende-so por todo pre-
eo, meias de seda pretaspara homem e sanbora
a 19, l5O0 a 29, luas de sada de corase 200,
400 a 600 rs., ditas de retrex a 00 a 800 rs.. ri-
ces rerlaarios de cambraia bordados para baplt-
sados. e ditos de aitio a gorgurio para crianca,
que se reodam qor todo preco para acabar, cija-
es de lia de camello acrocb a 4 e 5f, mantele-
te, de gro.dea.ple 29. caaevequeede cambraia
a 29, dito, de fil 59, capiohas de merino para
lenbora a 59, chapeo, de teda enfeitados, tanto
para seobora como para menina a 29. 35 e?^
feiles de florea efroco do ultimo gosto a 500, 1
e 1$5O0, diversos sorlimentos de chita e cass
preta em retalho a 100 rs. o corado, malai para
riagem a. 8e 105. um compiti aoitimento de
liras bordadas a ponto inglez, franja de seda, bl-
co francez, e eutras muitaa tazenda que le ren-
de por preco muilo barato por querer cabir.
a '--------_--
Vandam-sa smenla,
ooras qaa ha no barcada,
neroa de molaadal maito '
de ladea-asalidadas.
rs.
dUUadis-
daaeuaoa a 280 rs. : na leja a arasaaam do
de Gasas Silva, na raa da Imparatriz
16 a^aPavao.
aicMiM Ihbiiim de
>50ilja do feria da
v.rU-
do : aa
Gaaaa
Attenco
Attenco.
Candieiros de gaz
Cbegou para a loja da Victoria oa melhores
candiiiros de gaz qaa tero rindo ao mercado, por
precos commodo : na loja da Victoria, na raa
do Qaeimado n. 75.
As tiras e eotremeios da
arara.
Yendem-ie liras bordadas da largura da 4 a 5
dedos a 19280 a 19600 a peca, ditas de ntre-
melos finos a 15,19200, 19400 e 1J.600 a peca,
collarinho d linho para homem a 500 rs.: na
ra da Imperatriz. loja da arara n. 56.__________
Arara vende os palitos.
Vendem-se masaos de palitos finos com 20
massinhos, por 200 rs.; na ra da Imperatriz,
oja da arara n. 56.___________________________
Vndete ara eicravo com 22 annos de ida*
de, cozinheiro e foroeiro, e tem oulras habilida-
des : a tratar na trareisa eas Grases n. 4, se di-
ra^q^em rende.
N. raa da Santa Craz n. 7, vende-se cirne do
sertio a 390 rs. a Iflrr., ^saeijoa do aertao novoi
e os mais freicies (500 n. libra, ditos do rei-
no ores s 29, farinna de feandioca a 49 s aao-
ca, tendo cada sacca'um alqueire, medida relha,
e a cala a 140 rs., eltambem queijos de qualha a
360 a libra, a oeirofe maitea gneros que s6 i
vista dos compradorss. .
lo. HoalOO^w.
hiti frau -artxom tatwto
u a arMMs. o, e ditis iogle-
aaraunaav n. 60, loja de

?jas a 400Ts. JJbf a. .*
Vendem-M tigea cota urna arroba da batataa a
19, ehonrlca. do rWna 400 rs. libra, e te for
era barril se tari ibattmento, toucioho de Santos
a 69 a arroba, e 240 a libra : na ruada Impera-
irla o. 88. datrontfe da matria. =
roa
O Gorgurio de bMaVr.ii aa.
. jrenhora ou raaJHpVrl. menioaa pai
Vendem-se os segaintes objectos, lado por prajFi 280 n. o ea-rifTporUr grande porr
com.itocomB.odo1, lando m moinho, um tor- da-lmperatrli n. 0, loja e armazemdo
rador, ama balance, um tamo da paao, todo ]S Gama & Ir, f ..
tendo aso da Usbal|o: n. ra da Glorian. 67.
Tiras ou etremeios bor-
dados.
Vendem-se tira, ou anlremeio. bardado de
liado, goatos, pelo, biratu.imoani.co.de"19500
a 19600* itJ no galo rlgilints. raa do Crespo nu-
mero 7 _______
--------------_-.------------------------------------:-------------1-------------
DA
Urna carroca. '
Vende-se urna carrosa em multe bom asUda,
com os competentes arreios notos para um ca-
rado : ^ tratar na ra do Tnpiehe n. 14, primei-
ro andar.
t
rs:
para
'has
fundido Uw-Moor,
Ra da Senzalla Nova n.4*.
Nasta esubelesimeolo continua a ha vera m
completo sortitnento de moendis meias moen-
dai para engenho, machinas das vapor e taixai
de farro batido coado da lodos os lamanho
para dito, ClL1
-------------------------------------
Hete na
ptimo
ftueijos.
TariaUna do Pavo.
Vendese ca^ttapa de lia com palmihas so.
tas i 320 rs. o-aovado : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Paio de Gama & Silra.
Na offlcioa 0e carpina de Garios
raa dos Pires n. 28, ha para vender em
rro de 4 rodaa ha pouco tempo acabado, assim
> am cabriolet de 2 rodas igualmente bem
'em oa pretender pode dlrigir-se a diU
achara com quem tratar. _______
O Pavtf vende a 4500 rs.
Cortes de bartges com fioi de seda tendo 22 co- Veru
vados, com barra, podendo-se fazer babados, pe- r jueces
lo baratisiimo precn dr49500, a na loja do Pa-
vio raa da Imper.trir, o. 60 de Gama & Silra. i
}
Engenho
SEDAS
Cinco tiistoes.
S na loja do pavo
vendem-se sedas de qa.dfos, dita, de listras o
comprido, e dita, de listr.a atr.vessadss, ditas
de quadrinhos, sendo dos melhores padroes e de-
licadiisimos gostos, com largara de cbiU ingliza
a 500 rs. o covado, pechiochs, e do-ae-ai
amostras com penhor : na rus da Imperatriz n.
60, loja e armazem do patio de Gama & Silra.

Vendem-se na ra DIreita n. 99, defroni. da
loja de miudezaa, quaiio. vindos da norte no ul-
timo vapor a 29200. dito 29. ditos a I98OO, di-
tos do sertio a 29, am libra a 560, di\os de qa-
Iha a 440. aletri a 400 n., raacarrio e talhanm a
320 a libra caixe. d doce de gotab. a 19500,
touclnho do Li.boa a320, aag a 320; cendinba
do reino a 240 a libra, arroz a 140, e dito a 160,
Somma a 120, mantiiga ioglea a 800 n. o Ifi,
lia (rinceca a 720 e '800 rs., chi hysson a 2S800,
35, e 39200, dito do Rio 25, rinhos de todas as
qualdades a 500, MO, 640, 800 e 19J Uiohai
mallo grande. rind.s;da Ligua a 400 rsy o oa-
tros muilos gneros.: ^,
Vestidos de la.
Veode-ie vestido, de liazioha. tendo as saias
ja promptas, com maita rads, proprtaa para ba-
ti a 4800, s na loja e armazem do Pari raa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
sa 4a Russia.
a deN.O Bieber
da Cruz n. 4-
&
'liquiac de fa-
Cambr aias
- Vendem-se esmbriiss de cores de bonitos e
alegantes desenhos 380 e 320 re. o covado: n
ra d. Imperatriz, laja n. 20. _____________
Basquinas do Pa\o a 4$000
Vende-.e rica, basquinas de fusto mu bem
bordadas, fazenda que sempre sa vendeu por \l&
e I69OOO por 49000, par. acabar : aa loja do Pa-
vo de Gama & Silva, na rea da Imperatriz
n. 60.
Ra da Senzalla Nova n. 2.
Neste estabelecimento v ende -se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120rf.
Vende-e por apolicea da dittd* publica, e
tambera arrenda-.e mediante a. derida. garan-
ta., no caao de nio apparecer comprador que
ebegue ao justo preco, o engenho Serrana do
municipio da rulado Cabo, e que nelle existe co-
mo rendeiro o Sr. Antonio Hanoel do Reg Bar-
ros, caja renda seri iffectuada comprehendendo
todas as tarrasque demarcara o meamo engenho :
os pretendenteaidirijam-ae ao abaixo assignado,
que se acha deridamente aatoriado para tratar
deae negocio.Caetano Pinto de Viras.________
Para doces seceos,
Vendem-se malta bonitas csiiinbas redondas,
de roadeira, de direraoe lamanho, Torradas de
papis de cores, muito Hada., vopriaa nica-
mente para doce. ecco de qualquer quawa.de,
pelo barato preco de 4, 5 e 69 a dazia : na raa
do Queimado, oa bem cenhacida laja de miada-
za. da boa fama o. 35. ________ .
Fazeodas pretas
superiores.
Groadenaple prelo multo superior palo dimi-
nuto preco de 29 o corado, panno preto mallo fi-
no a 3, 4, 5, 6. 7 e 95 o corado, ca.emir. preb
muito fin. 25, 29500, 3, 39500 e 49 o corado,
manUs pretas de bloode muito superiores a 129,
manteletes de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordados a 359, sobrecasacas de panne
preto muito fino i 309, casacas tambem de panm
preto multo fino i/309, palelots de panno preto
fino a 18 e 20a, a\toa de casemira de cor mea-
dada a 189, sup'..^.ei gravalinhas eitreitu i
19, ditas de setim^macio e de gorgurio multo su-
periores para duaf voltae a 2*. dita eatreitinhai
com lindos alfinetes a 29, superior gorgurio pre-
to para colletes a 49 o corte, ricos anfeites preto
a 69, e assim outras maitas (izendas que sendo i
dinbeiro vista, rendem-se por preces muito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
elda loja da boa f. ___________ -
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P-
Jehnston & C ra da Senzalla Nova
u. 42.
Enfeites do Pavo.
Vende-ae ricos enfeite ture, e i Garibaldi
com rica, franja, e bolota. a 5J000, ditos dos
meamos mis simples a 2g000 rs., e ditos de filas
esda um em leu carto : na roa da Imperatriz n.
60, loja do Pari. .
ZCla
1.4
B nina ritma suissa.
Vende-se brilhantina suissa de quadrinhos, fa-
zenda muito encorpada para vestidos e mais lar-
ga que chita ingleza a 200 rs. o corsdo : na ra
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do Pari
de Gama & Silra.
Na-vSua do Crespt
Vende-se para acabar,.e pe '
completo sortitnento de fazenda.
zas, aaissas o sllemies, todas propn
cado.e algumas recentemenle cheg
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmator*
lapidadas com mangas.
Vende-se na loja d'agaia branca mui bonita
scarrad.ira.de vidro. de cores a 49500, 5 e 69,
assim como palmatorias da vidro lapidado com
mangas bordadas a 49500 cada um : na raa do
Q.eimado, loja d'aguia branca n. 16.
Colchas do Pavo.
Vende-se ricas colchas de fuslio de linho de
varios lmannos e differenles desenhos : na rus
da Imperatriz n. 60, loja e armizem do Pavio
de Gama & Silra
Moendas p meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Bi um n. 38, fundicao
de D. W. Rouman.
Chales pretos do Pavo.
Vende-se os mais moderos chales pretos de
ponta redonda com bolota, guarnecidos de bico
de seda largo em lugar de franja a 69OOO : na
raa dilmperatriz n. 60. loja do Pari.
Machinas americanas.
Em casa de N. O.. Bieber & C., i.ccesior*.
raa da Cruz n. 4, vendern-ee :
Machina para regar borlas a capia.
Dita, paradeacarocar milho.
DiU. para cortar capim.
Selins com pertenece a 109 9 25-
Obras de metal principe prateadas.
Alcatrao da Suecia.
Veroiz de alcatrao para navios.
Salsa p.rrilha de primeira qualidade do Para,
Vinho Xerez de 1836 em caius d. 1 dazia.
Cognac em caiza. da 1 dazia.
Arado, e grades.
Brilhantes-
Carroca. peqnenas.
Altenco.
Ao rival sem iguala
Ra larga do Rosario numero 36.
Fitas de veilodo estreitinhas para eoeite
peca ~2 rs. x
Sinto. dourados a 19600.
Dito, ditos com pooU. cahidas a 3j000.
Lis para bordar sortidas, libra a 6{400.
Bscovss para cabillo a 19- )
Dazia de meias creas para homem a 29-100.
Cartas de alfinetes a 100 rs. I
Franjis pretas com vidrlho a 320 a 400'rs.
EnfeH.es de retroz com franja a 59000. /j
zia de meiai para senhora a 4400.
tes da maesa para atar cabello a 500 ra.
'as ordinarias para cotUr pavios a 30 "*-,
s de bola de cores a 400 rs.
1 seda.
* largos e eslreitos.
' com vidrilho e branca,
has a 320 e 500 ra.
a 300 rs.
ires a2C0 rs.
< >. 60 e 80 rs.
30 rs.
Meias em quantidade*
Na loja d'agaia branca acha-se am completo
sortimento de meias de todas as quajidadea e
prego, sendo para homem, senhoras. meninos
e minina de 6 mizes a 12 annos. Enoumerar
os differeotes pr.cos confundir o pretndeme ;
sssim quem se quizer convencer de quio barata
se esli ellas vendendo, dirigir-se com dinhei-
re i dita loja d'agaia branca na ra do Queimado
numero 16.
Para S. Joo e S. Pedro.
Veddem-ee caixiohis oom grande por^ao de
amendoaa confeilada., e algua. conultoa pro-
prios para o festejo deS. Joio a S. T* dro, pilo
barato preco de 800 rs. cada ana : na raa do
Queimado, na bem coabteida loja de miudeza.
da boi fama o. 35. ____________^^__^__
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultimo vapor o. .eguintea ob-
iecto. :
BonwBsv.o-. He aeda para tenhora.
Groda e bem teciuua iimt j- .iim
Aspeada eco, efitaeliatica para cea de balio.
Boneca.grandesui bonita, e bom vestidas.
Bonitos bautinhos-eom 9 fraseosd< cheiroa,
Lindas caixtnha. com 6 ditos de ditos.
Traneellim grosio de cor para gasroeeer vestidos.
LaraS de camua branca, e amirellac.
diados. .
Vcndem-ie oliado. pintado, de lindas ristas e
paiaisam, larguras de 6, 7, 8 a 9 palmoi, pro-
prios para mesa de aotr a lj>o corado : na ra
da Imperatriz, loja n. 20._____________________
Toda aUeoco ao gallo vi-
gilante, que est quei-
mando.
T .n va a riA tiaIp
a. rurdadeiras luv.s de Juvin, cheg.dinhas
no vapor francez : .6 no vigilante, raa do Cres-
po n.7._____________________________________
Bales do Pavo.
Vende-se ricos baldes arendados com duas saias
e bico em volta, pelo baratisaimo prego de 69,
ditos de madapolio francez muilo grandes com 6
arcoa a 55, ditos com 5 arcos a 3J500: na loja
do Pavio, ra da Imperatriz n. 60.
Bramante do Pavao a lOjfOOQ a peca.
Acaba de chegar a loja do Pavio, urna nova por-
cio do acreditado bramante de linho, com largu-
ra de brim liso, tendo 27 raras cada pe;a, esta
fazeneja propria para lence, loalhas, cerou-
las, c jas, etc., e vende-se pelo baratisiimo
a>r*3 ;oc p?9. 6 na.leja do Pavo ; rus
Superior sebo em velas e em
pes, carxas de urna
- arroba
Vendem>.AnlonaaLaiz deOliveira Azevedo &
C no seu escriptorio ru. d. Cruz n. 1.
"Kap Paulo Dito Mearon a Caiiiohns com pa, N. B. 0 dono desle fic.-se a mandar um cam que qaizerem em casa o. ezigir. 19600. i 2J e 3. nroojplt-'idczac late -
>l.e
I. Ir
atriz n. 60. da Gama & Silva.
Ciiles Garibaldinos.
Jfs
Luvasde Juuvin.
Vende-se luvas de pellica de Jonvio branca.,
para senhora, ultimameot. ebegadas :na loja do
beija flor, roa do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-se luvas de seda eofeitadas a 1J600,
29OOO e 29200, ditas fio de Escossia brancas a u.
700. ditas de cores 800 ris, dita, de algodio a
280 ris ; na loja do beija flor, ra do Queimado
numero 63.
Escovas.
Vende-se escovas psra denles finas de dlversss
qu a lid a des a 120,160. 320. 400 e 500 ris : na
loja do beija-flor, roa do Queimado n. 63.
Lindos boies de banba para
presentes.
A loja o'agui. branca acaba de rec.ber llodo.
boies de porcellanadourada com fina hacha o
msvioiss inseripeoes,os qases por suas delicade-
zas e perfetcois tornsm-se dignos para presen-
tes, e com especislidade na actual quadra, qusm
gostar do bom dirigir-se com dinheiro i raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que acha-
r em que bem o empreger.______________
Para os festejos de S Antonio
e S. Joo.
Trinas e galdes.
A .uperior trio, e volante, do Porto para ur-
nas, oratorios oa igrejas, qne se vende por me-
nos do que em oulra^ualoarar parte : s no vi-
gilante, ra do Crespn. 7 _________________
Gascarrilha
Lindss pecas de cascarrilha de todas as cOres,
pelo bsratisslmo pre;o de 18500 a peja : no
vigilsnte, raa do Creapo n. 7.
VendVse na loja do Parlo, chales de merino
muito grandes de liitrinhas a Garibaldi, pelo ba-
ratisiimo preco de 49500, pecbincba : na roa
da Imperatriz n. 60. de Gama Silva._________
Chales do Pavao.
v>"-..> .b"i no uiertu muito grandes a
38, ditos 'de casiss de core a 800 rs. : na ru <>a
Imperatriz n. 60, loja do Pava.
Jogo de domin.
Vende-se jogo de domin fios a 1200
loja do beija-flor. ra do Queimado n. 63.
na
Botes parapunho.
Vende-se botoe.de punho fino, de diverssa
qualdades a 200 rcii o par. que tambem servem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
roa do Queimado n. 63.
Chegaram as desejadas rosas
artificiaes.
Agora deve cesssr o desgosto que maitas le-
ohoras seotiim. por nio tere.m comprado dsspri-
meiras rosas qne a loja d'agaia branca recebeu,
Uso porque dita loja scaba de receber am novo e
mais bnlbante sortimento dellas, vindo e.ta. da
mais a mais dilicamenle orvalhadas. A senhora
que com a pequea quantia de 29 comprar ama
dessas formosas rosas, senliri nm eff.ito inda
mai. rpido (relativamente ao ca.o) do qaa
aqjuelleque produz oprompto allivlo em qual-
qr molestia. Compre, poli, qua le nio.de-
morem em asmandsr comprsr ns roa do Qaei-
msdo, loja d'aguia branca n. 16, poli do contra-
rio ficarioaem ell'.s para S. Joio, o qua nio
conreo). Na meima loja vendam-se outras rosas
miis barata..-
Occulos.
Veode-s. occulos finos de irmajao de
29,19, 60 e 400 tii : loja do beija flor,
Queimado o. 63.
eso, a
raa do
Ricos sintos dourados.
Vende-se sintos dourados a 29, ditos de fita
com fivella dourada a 19500 : loja do beija flor,
raa do Qeeimado n. 63.
Chapelinas para senboras.
Lindas chapelinas ricamente eofeitadas, pelos
baratiuimos preces de 89 e 109000.
Ditos com pequeo toque de mofo a 69OOO: s
no vigilante ra do Crespo n. 7.
Touquinhas ou chapozinhos
par-a crlancas.
Lindos chapozi ihos par. menina e menino a
49 e 6*9000, dito, le (nitro pelo baratissimo pre-
co de SgOOO, bone es de pinno fino e lico de fi-
ta a 38O00, ditos e veludo fino a 49 39500,
ditos de palhinhi.a 3g00O, touquinhas de seda
muito lindas a 19-500. ditos de fil a 19000: s
no vigilante, ra ojo Crespo n. 7.
Vertidos do Pavo.
B' pechioeha, cortes de cambraia br'anco com
babados a 29SOO, ditos de tarlatana broncos e de
cores 39, dito com babados e deas saias muito
uperiores a 49;- pe de cambraia branca com
carociohos brancoae de cores, tendo 8 1/2 varaa
cada pe?, por 49. corte, de ca... de cores com
7 1/2 rara., padroes ooros a 29500 ; lado Uto se
encontr na loja do Pavio, qae vende dinheiro
a vista : na raa da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma Silra.
Jacaranda superior
Tem para render Antonio Luiz do Olireira A-
zaredo C. no sea eicriptorio ra da Craz n. 1.
Coraes lapidados.
Sao grossos que admira.
A loja d'agnia bronca acaba de receber urna
pequea quantidade de corss grossos lapidados,
os quaea svrvem psra as voltss qae ultimamenti
usam as renhoras, e est vendendo cada fio por
29, 295OO, 3 e 49 : na raa do Qaeimado, loja
Manguitos com go
Vende-se manguitos com gollin.
muilo boa, pelo barato prego de 2$00o,
e punhos ultimo gosto a 29000, gollioba.
finas e bem bordadas a 18000 cada ama l
do Qaeimado loja de miudezaa da Boa u
n. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pecas de tiras bordadas de 2,500,
3,000, 3,500 e 4,000 entremeioa a I96OO e 900fc
cada pega na ra do Queimado loja de mindezac
da Boa fama. n. 35.______________
d'aguia branca n. 16 : assjm como recebeu
a* bonita, pola.ira da mlisaoga*.
- i-
Bonecas raiicezas,
Veode-se bonecas francesas ricamente restida.
4000 e 5^000, e 2|000 bonecas de cera com oa
olhos moved?os a 2|000 e 3000, na ra do Qaei-
mado loja de miudeaa da Boa fama, n. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-se Arelas de/aco para sinto a 1*500 rs.a
29OOO ns ra do Queimado loja de miudeza.
da Boa fama. n. 35. _____________________
Alburnos de borracha.
Vende-ae oa mais superiores albornos ou so-
bra-tudos de borrscha, proprios para o invern a
129: na roa da Imperatriz o. 60, loja do Pavio.
Cortes de phantasia,
Vende-se ricos criesjde phaotasiade.duas saias
com delicados lavores a 69 cada um : na ra da
Imperatriz n. 60. loja do Pavio.
Batatas novas
Terco n. 23.
Batatas .
a 80 rs. a libra
no largo do
Enfeites para cabeca.
Vende-se requissimos enfeitis para cabeca com
franja, e sem ella pelo baratUiimo prego de 5f
e 58000, ditos de vidrilbos a 15600 ; na loja do
beija flor, ra do Queimado o. 63.
Carteiras.
Vende-se ricas carteiras para guardar dinheiro
de ouro o prata a 29000. 28500, I9OOO, 18280 e
lj|500 : na loja do beija flor : ra do Queimado
numero 63.
Rosas artiticiaes para cabello:
A.L. B. F. tendo recebido um variado sorti-
mento de bonitas rosas que se esli usando para
abellos, de pannos com folhi de velludo, ditas
e papel lod.s, aa mais ricas que sa pode encon-
rar vende-ae na ras do Queimado n. 63, loja
do beija flor.
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiorea atoalhado adamascado com 8 pal-
mo de largara a 18600 rs. a vara : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f. _
Manguitos.
Lindos manguito, com golliaha o mai. fino
qae se pode encontrar, vende-se' pelo baratissi
mo preco di "JjOOO, ditos sem gollinh. 19500:
s no vigilante, ru do Crespo n. 7.
Goliiuhasjde linho.
Lindas gollioha. estampadas.............. 500
Ditas de linbo maita fiosa................. 800
Ditas pretas com vidrilho................. 29000
S 00 vigilante, raa do Creipo n. 7.
Calcinitas do Pavao.
Vende-se calcinhas de cambraia bordadas para
menina a 19 o par : na loja do Pavio raa da Im-
pere triz o. 60.
Gollinhas do Pavao.
Vende-se goliona. de cambria bordados e di-
tas de fil bordadas a 500 ri: na loja do Pavao
ra da Imperatriz o. 60. _____
Manguitos com gollinhas.
Vende-ae manguitos com gollinhas bordsdss s
1*600 e manguitos muito finos a 1 o par : na
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pari.
sem segundo
N. ra do Queimado n. 55 loja da miudeza.
de Jos de Azevedo lisia e Silva, ssti vendando
todas ss miadezaa bsratieaimaa, a saber :
Papeia de agulhea a balio muito supe-
riorea a
Caizas com muilo finas obreiaa a
Candes com colchetes, tem algum de-
leito a
Frascos d. maca.afi perola muito fino a
aizinhas com papel pequeo de diver-
sos gottos a
Pscotes dito dito dito amizade a -
Noveilos de linha da Cruz a malhor
qae ha a
Caius com agulhas curtss de superior
qualidade
Entremeioa, a peca com 3 varas 1 [2 a
Sabonetea muito Dnoa a
Papeia de agnlhaa francezas com toqae a
Paree de botona para punho. de muito.
modelo, a
Parea de meia. cruaa para meoinoa a
Ditoa de ditaa crasa para pequeo a
Ditos de ditaa para menina, a
Prasco. com agua de Lav.nde ambreada a
Dito, com cheiroa muito finoa a 240 e
Ditoa com banha maita fina a 240e
Ditoa com .uperior banha de .rao a
Gal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadia
doRecife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte. ____________
Baleias.
Ved-ie baleias & 120 rs. cada urna aspa de aeo
para balao a 160 rs. a vara, bandees a 19500 rs. -:
2900 o par, na ra do Queimado loja de miudezae
da Boa fama. n. 35.
Cascarilbas de seda.
Vende-so cascarrilhas de seda para infeilar
vestidos a 29000 a peca na ra do Queimadc
loja de miudezas, n. 35.
80
40
10
200
720
720
40
200
I8O00
120
10
240
160
160
200
800
500
320
600
Meias de borracha.
Vend-se meias de borracha para quem padece
de erysipela a 158000 o par, meias de seda preU
par. senhora a 18000 o par na ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.___________
^Palmatorias de vidro lapi
dado.
Vende-so palmatorias de vidro a 19600rs., dita*
com mangas propriaa par. r.pazea a 58500 ri.
cada urna, escarradeiraa de vidro a 49500 rs.
e 59000' o par, na ra do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, o. 35.
Damasco
colxas
a
para
ornamentos de gi
Vcnde-se muito superior damasco o ,a de
urna s cor, muito preprio para colzas a para
ornamentos, cOm 6 palmos de largara pelo ba-
rato prego de 2&800 rs. o corado : na raa do
Qaeimado n. 22, na loja da boa f._______.
ru do 1
Meia
eias.
Grande sortimento de meia. Unto para homem
como para senhora, tiendo de homem a 18800 e
29P00. e fios a 2*8010, ditas de -fio de Escocia a
59OOO a duiia, d\tai para menina a 29400, ditaa
para menino a 29000 : s no vigilante, raa do
Creapo n. 7.
Tiras e entre meios.
Vende-.e tira, bordada. Upada, o transparen-
tes, assim como entre-meios muito delicados :
oa rus da Imperatria n, 60, loja e armazem do
Pari.
Agulhas.
A. L. B. F. tendo recebido agulhas imperaes de
undo dourado, renda na loja do beija flor, ras
o Queimado n. 60.
. VENDE-SE urna mobtlu oe amarillo no-
va, conloado aa .eguintea peca.: ni .ota, 12
cadeiras, S ditas de braco, 2 de belaneo i conao-
loi a mesa de meto da sala : para v.r na raa Di-
reiU n. 127, aegundo andar, a para tratar neste
ypograpb.il. _____________
Verdadeira pechincha.
Vendem-se cortea de superior gorgurio de se-
da pira colletes pelo, baratisiimo prego de 19,
29 e 39 o corte : na ra do Queimado n. 22, na
bem coohecida loja da boa t. _____
Para os tabaquistas.
Lencos muiti fios a imlucio des de linho de
muito bonitos padroes e de eore. flxaa multo
proprios para as pessossque tomam tabaco, pelo
barato preco de 49800 e 59500 a dazia: na raa
do Ouoimado o. 22, na bem eonhecida loja da
_
Panno de algodo da Babia.
Venda-sa no escriptorio de Antonio Lniz d.
Olireira Azeveda C. na ra da Cruz n.l.
Aljfar uno imitando perola.
Vende-ae a 500 rs. o fio da aljfar fino, mi-
ando parola : aa raa de Qaeimado, loja 4>a__t
arana n. 16, .
Bramante de linho.
Vende-ae muito aaparior br.m.nta 4a linho
comdns. vara, de largura proprio para lancea.,
pelo barato prego de 29400 ra. a Tara: na bem
eonhecida loja da boa f, aa ra do Queimado
b. 22
-__ 1N0
Torrador.
%%-Largo do Terfo--i$
Manteiga ingleza flor a 800 e 960 rs. a libra,
diU francesa a 640 ra.. banha de porco a 400 rs.
a libra, massis maito Anas para sopa a 400 ra. a
libra, queijos do reino a 29,diloado aertio a 560
n.a libra,lerveja dss melhores marcas a 500 rs. s
garrafa, sardinbas de JUntaa a 400 rs., toncinho
a 320 rs., bolachinha ingleza a 320 ra: a libra,
aiatm comoaa venda ouiros muilos gneros ba-
ratiisimos, passas a 400irs. a libra, sao maito
novss, e se algaem duvtdar venha ver no Torea-
dor largo do Terco n.
Lencos e luvas.
Vende-se lencos de cambraia de linho com li-
byriotho a 29500, ditos de imiU(iode labyrintho
a 19, luvas de sedas de tudas aa cores a 500 ris,
enfeites pretos de vidrilho para cabeca rt|, lu-
vas de retroz preto abertas a 500 ris o par ; na
ruada Imperatriz o. 60, loja do Pavao da Cama
_ Silva.
Cambraias do Pavao.
Pec,as de cambraia fina com 101/2 varaa a 69 a
peca
Perfumaras muito tinas e
baratas.
Opiata ingleza a 19500 rs, dita franceza a 509
rs., 640, 19000, oleo da sociedade bygieniqu*
verdadeiro a 1$C00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os deoles a 19000, dita de Botot tambem
para os dentea a 18000 o frasco, pomada france-
za em pioa a 500 ra. e I90OO, 320 rs. sabonetec
mnito fino a 640 rs., 800 rs. e 19000 cada um na
ra do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
n. 35.
A 200 rs,,sopavo.
Vende-se chita franceza escura de cor fiza a
dous tustdas o covado : na roa da Imperatriz o,
60. loja e armazem do pavio._________________
A2$500,sopavo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2 c
3 babados a 29500, ditos de tarlatana brancos
do cores, com barras e babados a 39: na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavio de
Gama Silva._____________________________
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimado n. 16._______________________
com 8 1/2 varas a 49, ditas de 8 pega
a forro, com 8 1/2 varas a 1*600 ;
eratriz n. 60, loja do Pavio, da
Va.
Um terreno.
Vende-ae por preca commodo am terreno na
ra do Hospicio, proprio para ae edificar MM ca-
si, haveodo terreno sufflciente para flea* eom
um qninul ospacaao : a tratar na ra do Trapi-
cheo.u. piimeiro andar.
Vestidinhos a 40500.
sa realidinhoa de seda enfeitados para
menina de 2 a 3 annos a 49500 I na ra da Im-
peratriz o. 60, loja de Gama & Sirva.
Grosdenaples do ravao.
Ve_de-.o-jgrosdenaple. preto muito ineorpado
a 19600 o eovado : na raa da Imperatriz n. 60,
loja de Gaos. & Siln._____________________
Ra do Crespo n. 7, no
gallo vigilante.
Nesta nova loja ha grande porcio/de caixinhas
eom amendoaa propriaa para brinquedo de S.
rJoio qaa ae vende pelo barato prego de 800 ra.
c.da ama qaem deizar de dsr a tima menina
urna caizinba ; tambem tem grande porcio de
caizaa propriaa para doces secos que vende con-
forme seus Unannos a 69. 59 e a 49 a dazia,
imendois avalaaa a 800 e 640 ra. a libra: s no
vigilante raa do Crespo n. 7i
A 500 rs., s o pvo.
Vendem-se aa mais modernas a finissimas la-
zinhas de quadrinhos e de flores soltas e palmi-
has, desembarcadas do ultimo navio vindo do
Havre,pelo baratsimo prego de quinhentos r:c
o covado, e dio-se aa amostras com penhor : ne
raa da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma Silva._________________________.
Enfeites para senhortf.
Os melhoris enfeites pretos e de corea que sp-
parece a 59500. 69 e 6f500 : na loja da Victoria,
na rus do Queimado n. 75.
Paletots do Pavao.
Vende-se palito! de panno preto fino a 69,
ditoa de taney de corea a 69. calcas de casimira
prata a 4f500 : s na raa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva. ________________
Vendem-M daa. negrinhaa, eom alguma
habilidade; nal. la_a do Rosarlo a. 8*.
Loja do Pavo ra da Impera-
triz numero 60.
(. Vtt Y k S1L.V.
Vende-ae neate estabeteciment todas aa tasca-
das por presos mal. baratos que possivel s
com o fim de aparar dinheiro, aisim como ama
grande porcio daa ditaa fazeodas inlelramente no-
vas, vindss-pelos altimoai navios : os donos des-
te estabelecimento roganfta todos oa seus trigue-
res, que ae diem ao trahalho de procurar neate
Diorto os snnanclos de loja do Pavio, porq.e
asno cortos qne nio ponerlo sea lempo.
Panmnhos do Pavao.
Vende-se peca, de paoninho fin.simo com 10
vira. 68 : na roa da Imperatriz n. 60, loja de
Gama Silva.____________________
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no brao.
Mnito lindas caitlnhaa e cabazii para meninaa,
de 100 ri. al 29600: na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Cabaias hespanhoias, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vaode-.e asta nova fazenda de padroea delica-
dissimoe eom 4 \\2 palmoa de largura, propri.
para vestidos de aenhora a 400 rs. o covado : li-
ras da Imperstris n. 60, loja a armazem do pa-
vio de Gama & Silva. ____
As afamaaas agulhas impe-
riaes com fundos dourados*
ededaes de marlim.
Acabam de chegar para- a loja d'aguia^braucs,
raa do Queimedo n. 16.___________________
Cabriolet.
' Chitas em cortes.
Vende-ae cortes ae chita franceza muito fina,
comlO cavado, a 29400, afflangando-aa eerda
cor fiza : na ra da Imperatriz n. 60, loja a ar
mnem do Pavio.
Vende-se urna negrinha com 11 antros,
bonita ligara, raeolhtda, propria para todo casi-
no : na raa Direlta n. 82.
vi-
Franjas pretas com
drilho e sem elle.
Riaoa aortimentoa de franjee pretas o de cores
ttSprdrilhoe sem elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75. __________
Vende >se um cabriolet de duas rodas e deseo-
birlo, em mullo bom estado, e pintado de novo,
com arreios para umcavallo : para ver, na tfit-
cina de Mr. Crosjesn, na rus da Florentina, a
para tratar, na raa do Trapiche n. 14, primeiro
andar._____________!_!_______________
* Vende-ae a casa terrea n. 2 da ra Oa Paz,
nos Afogados, com 2 ..la., 2 qaartos, eozinha
fora, quintal murado, e cacimba ; qaem a pre-
tender, dirija-Be a roa Direita n. 41.
Venae-se o sitio por deiiaz do palacio do
Sr. Biapo, am Olinda : a tratar oa roa dos Gua-
raispes n, 46.
inhasde peso verda-
deras..
linhss finas de peso verdaderas, meadas
randea a 140 ria : na loja da Victoria, aa tu
o Queimado o. 75a
Predio venda
Vende-.e a boa caa de don. indares d. 28 da
raa das Cruzea, bairro de Santo Antonio, eas
ehioa proprios, e em perteito estado de coner-
vaco, visto nio precisar de concert algum :
fsz-ie esta venda em consequencia de sea pro-
prietirio ter-se retirado desta provincia : a tra-
tar na ra do Trapiche n. 14, com Hanoel Airea
Guerra, que tem os poderes necessarios para a
dita ronda.
Vende-ae ama aommo.a, carteira, mesa de
janUr. urna eadeira de bataneo, todo de amaril-
lo, por preco mdico : na raa larga do Boian.
nameio 33.
.

1 MUTILADO


DIARIO PE fEBHAMBOCO *5 QUARTA JUBA a DB JTJLHO DI 186a.
t
Litteratura.
A car te ira de marroqutm preto.
(Coolinuecio.)
Porm... teotou dizer Mr. Fontensy vendo-
,PMUK isto nio possivel I Deixou-o partir Mr.
Weber I
i este
t
.. ene
l
a
Silencio doutor, se ella o" ouvisse... elle
nao vae aioda looge.
Oh I deixou partir tambem este
- Silencio I peco-lhe que nuaSBe Pectu
allengio.
O que que observa
Observo-lbe os p.
Porque?...
Veja como elle letana a perna, e a arraata ;
aleve tyia gales, um antigo forgado.
Razio de maia, entio, exclamou o doutor,
Pra nao duvidar que seus dous amigos sao dou*
ladrees como elle, j de ha multo acostumadoa ao
crime ; razio de maia para aegui-lo I aflm detUo
epanba-los no icesmo lego ;. razio de maisl... E
o seohor nao manda nejaos alguma em sua per-
seguigao I
Nio, nioguem I
Ellea nada maisMem a recelar, agora que a
tirieira lhes va* ser entregue.
Tanto methor que elies tenham esta con-
vlcgao I
ade C.i0i-?-a-nt0-aJelb?r 1 ftflMF0 d impani-
sgora tranqutllmeote o fjuxto
porque o seohor nao o tornar
de aeu' roybo"d be^efldoVoTeTeu essassi
Un I nao I
Oh aira I
a ver.
Tm7(..VeTlo,"he.' Eu,lou #0 m C"M> <>o que
nunca Torna-loa hei a ven, e bem dopresaa...
Dga-me ento... T
Doutor, alies propriofeae nos^enlregtflo, e
urente por Causa da conaa5e SrSKos-
irarnos. sem no entrWaoto.dir a coatieeorTifra-
uo lhe revelamos a eiialeota.darea*Uro, e rece-
samos entrega-la, ellea dissram comsgo:
Ternura suspeitaro elle;? -Querero pr-
nos ? Hoje quo lh'a entregamos, ello
a nos fomos qeem os engaamos. Fie
pletamente tranquillea. Amanhia '
estaraons Coociergerle, com ferros
maos. ,
E o senhor sabe os
xtomes?
Condniiram-noe i Coacirgerie.
Algans metes depols foram condemnados a Ira*
baldos toreados perpetuamente.
fijA-ae grande parte da quantia roubada ao
OffoCitTJte em casi do cumpllce que se apresen-
para reclamar a carteira da marroquim
pret.
Este
habilid*
sa asdiae
Tai le va Jo. com .tanta precaugio e
le o te nao re-
J algu como
*. Len GoegQ
[Wad. dt*'Emilia Lundl/b
senador qae impellido pela compaixia e predo-
minado pelo instincto de progresas, se
apreaaar o melborsmento proposto pela
audiior de guerra rn-beneficto do tlorl^"
braaileiro.
. Se compulso aa monumenlosea,
constituico politica do imperio e
artigo 150 em virtude ap'qtisl *
especial Melar orgauttie
Brasil, anas promoce, od
sim corqp da forca naval > *
ue me confrin
a promessa
os artife
sLpe com -todo o
desgosl qu
Jurisprudencia militar.
OSr. a
guerra da corle t 01 seus dout
de cdigos militare.
se podessemos contar om
e nos julgadores, o amor da jaftica, a
a incorrupllvel probidadedos tribunaes
os inconvenientes descobertos pelo Sr. Dr. Jo-
Afilooio de Magalhes Castro, reapeito da
pllcagio da pena no gris medio ou maxim^
do concorrem aa circumstanciss sggra-
serism tanto para receiar, como juat-
moalrando que de assim pensar
singular natureza dos Crimea mi1'
le dos tribunaes, que o julgar
Sua sompassiva sensaea *
sua temara sera ostentar
ridade preencH
cessidadea
Por les'
hslbies
frgil '
feP
r
.ei
IMS '
eorrctpoi
toe nio fossem concebido* 01 pisos de na or-
gepisafio.
Sot, porm, esforcos particulares, a sub-
do trabalho forgsdo ao livre, comees
>lt>ie em algumas provincias.
ma naao qualquer a decadencia de ana
SL"18 a decadencia de seo povo.
Bweral das rendas do estado, pela
Reodas defe ramo de
cadencia
^.reodas deste ra
Wtoma da dec
de industria,
de ama
jO
lUtar'
f do Con
toda sua-auste-
deawem-s ne-
I.
Jos Antonio de Us-
aor
belecer no cdigo mil''
que denomina compr
re. Ees artigoi de guerrero
continuaran (iludidos, per <
ampha aempta* natereza, qu
gislador aperta-ie' da justlji eterna, em
ove bfsear-ie a jusli^a dos bomens.
ma lei qne sujerta pena de morte tanto o
dado, que rompe- ou joga o fardamento ou
uniforme, como o general trvdjtr, que ren'de-se
dolosamente ao ioiroigo, en regando-lhe as forjas
do imperio, realmente urna lei asss desiguale
severa, e por isso deve o mais deprtssa posairel
soffreruma seria reforma., j.
A desesperadlo invade mlnha alma, quando
.^o da pena, considero o apego, que se lea semelhaota lei
.a
J0-
.felizes,
no e.ti-
audilor
spreaentam
como atteoo
mais ou rr
Teniente-
recorr
pelos
as
j barajado o Sc^ Jji
modos porque se i"
Nao.
A sua morada"?
T-rbem na.
Entlo, porque
J esqueefu-
oos inceodla-'
a approzim
alejara ?
O
e a
.onto
ilse ?ito
.dos se*- pesar
mais o> logo que
/
iou obrigado a deixa-lo,
oras, para organisar al-
or em pralica amaoha.
e com os quaes espero alcancar
erro ?
Mr. Dominico.
'm" I o de Mr. Dominico ?
Si o.
- Porm elle nao est morlo !
Julga ?
Se o julgo 1 Nunca elle passeou melhor, e o
senhor sabe-o tanto como en... Convenho em
que o techamos feito passar gor rooito. Isto ser-
via para as combinace" que o seohor imagtoou
com o floi de attrahlr, compromatter, e perder oa
seus assassinos... Porm este enterro de que me
falla...
Enterraremos Mr. Dominico amanhaaadez
horas.
Mr. Werber falla serio ?
Muito serio.
Ora, aenhor, se o pobre bomem renovou o
seu arrendameoto com a vida por mais vinte ou
trila anoos, como quer poii...
!' a raesnia cousa ; nos o enterramos ama-
nhaa aa dez horas. Quando voltar hei de ezpli-
car-lhe com maia clareza o mau projecto.
Pois bem I Necessito muito que elle me so-
ja explicado mais claramente, diese odontor.
No dia aeguinte sabia ora enterro do hos(>i
do arrabalde de S. Dlnix e dirig\a-e par egra-
ja de S. Loureoco.
Umaa trinta psssoaa o acompanhavam ; porm
antes de chegar egreja ai pessoaa que forma-
vam o acompanhamento ordenaran) a um aignal
convsncionado em. diversos circuios, e logo, sem
que os numerosos habitantes deate velho arra-
balde podesseu notar esta manobra, cercaran.
doua bomens que tambem faziam parte do acom-
panhamento.
Adevinba-se fcilmente que eram os dous cul-
pados, Block, e Maldeveze, qne vieran, assim
como previra Mr. Webar, para alquirirem defini-
tivamente e para seapre a convicc&o de que aeu
crime ia ser d'ora em diante sepultado debaixo da
trra coa a peaaoa do negociante aasaaaioado por
ellos, o qual tomara neste momento seu choco-
late junto a urna janella d'onde via o aeu enter-
ro, assim como Garlos V viu o seu no mosteiro de
S. Justo.
Quatro mos de ferro se pozeram sobre oa hom-
brea dos Oous acelerados, e todos os movimealos
de resistencia ou.de fgida tornaram-se-lhel im-
poasiveis.
A favor desta confusao hbilmente concebida, o
carro fnebre, que s trazia um esquife vaaio,
entrou no hospital pela porta de detrax.
Um carro de aluguer que eslava oceulto a al-
guna passos dahi, aproximou-se, e os dous ho-
rnees foram obrigadosa nelle entrarem.
jo urnas e outras ser
.urou remediar es iocon-
e na Imposigo das penas,
.iidade dos grus so umar-
bilr' confere o julgaJor, estriba-
d -ade de precisar a priori o valor
circumstaocias aggravantes para
..a penas, oem o valor ou mereci-
asario das attenuaDtei'psra a diminu
.ligo.
Jr. auditor de guerra, dirigindo de parto
iros a liberdade militar, com um coragao
uido de amor ajusliga, se rereatio de todo o
jeral aentimento e estabelecen com tal acert
oa remedios da legislaco, que dirige o exercito,
que o verdadeiro brasileo Ihe dever render no-
menagens.
No intuito de por um frelo salotar ao impe-
tuoso arremesso do despotismo, empunbou o pu-
jante vallmeoto de aua vigorosa intelligencia, a
nm de que eojolgadoree d o arbitrio preciso pa-
ra moderar a pena ao militar que, teado velado
em um posto, seguiu immediatsmente para ontro
e nelle adormecer, devendo estar alerta ; por
quanto einguem poder negir, que ha casos em
que sem prejuizo sensivel tem legar invocar a
circunstancia do caassgo e das vigilias paseadas.
Procurando abonanzar o ardor febril tfaapai-
les, que perturban) as faculdades do Aomem
reconbeceu o Sr. Dr. auditor de guerra urna ton-
ga escala de culpabilidade imputavel ao soldsdo
criminoso desde o anspeesda desobedecido at o
general, accrescentendo, que poda variar o gru
ae imputac&o criminosa, sena variar o posto ou
a patente do superior deaalteodldo.
A sabedoria oatenta imperio- sob're o espirito do
Sr. Dr. Jos Antonio de MagtlhaeaOalro, que,
elevando o sopro animador da jeslica cima dos
ridiculos inleresses pesioaes. queagiiam e degra-
dara muitoa julgadores, coofassou, qua o lempo,
o lugar, a occaaio, o modo -o carcter, os h-
bitos e a sensibilidade do olfendido edo offensor
alteram aempre o quilate das circumstaocias, que
podem preceder, acooipanhar ou seguir os delic-
tos, nao devendoeslraohar-ae, que a mearos cir-
cumstanciaaggravanle seja avahada diversamen-
te cooforme o caso pedir para maia ou para me-
nos, como pode ser oiversamenle avahada a mes-
ma circumstancia attenuante.
Apto conceber fomente idaa de Justina e de
de gloria, declarou que essas alteracdsa sao mni-
to mais notavetse (requentes no cdigo militar.
Conseguindo, que seu espirito se desenvolvesse
com reiteradas e nobres proposiges, opinou pa-
"'" "* rni'iiaref. expostoa a penas rigorosas a
uos porconselhos de guerra encontrem al-
romoeuucao qo tuaviie o rigor da* penas
a_q.e vivejn ph8iiamente sujeitos, no ar-
bitrio indispensarel, que devem ter 09 aeus juizea
para a imposigao das penas ; reservadas gra-
gea, ou munificencia imperial para oa caaos ex-
traordinarios ou imprevistos, que somente no ca-
rago paternal do ebefa supremo da nago devem
achar remedios.
A imperfeigo daa leis niiitares, que o Sr. Dr.
auditor de guerra lamenta, nao o capricho da
sorte : a origem das calamidades que ellas tem.
produzido deriva do menospreso votado aoa di-
reilos de urna corporagae, que no ceotro de sus
magestosa taciturnidade seffre sem desfallecer na
inaegao e tem sido somonte o alvo de persegu-
gee e martyrlos. *
Agora porm que o Sr. Dr. Jos Antonio do
Magalhes Castro se apresante enquetendo a te
gao
segu imnu
perda'e a inaegao dos cap
m me afilar
s particulares e pu-
nta, e 4 par destete,
s fios e circulan-
tes1 queacompanham a propnedad territorial.
A sgriealtura, urna das prfmeirss fontes de ri-
seu aoxiiio na obra
E, vista, pois, d-
feaia entre osageuic
IransforraagT
80
m em aeculo e em um pair, cajo rerdadeiro
teresse procera marchar de accordo com asia
al tanto aggrivsJKr moral.
Noto em quasi todos os referidos srtlgos de
guerra do conde de Lippe o reaaibo do birbaris-
mo e por isso fago rotos aos cus para que seja
sproveilado o trabalbo do Sr. Dr. Joa Antonio
de Magalhes Castro, que acaba de fornneer ao
governo urna eooaideravel masas de luzes e co-
conbecimeotoa praticos, dignos de sceitsglo.
Ponderando o Sr. Dr. auditor de guerra S.
M. o imperador, que ha muito se repstem as
queisas contra a orgaoiaago doconselho supre-
mo militar de Justina, affliogou qee ellas nio
sao comparareis s que se dirlgem contra os tri-
bunaes inferiores e assevorou que os militares
sao processadoa e julgadoa quasi sea formalida-
des, que reanimen, a- innocencia perseguida e
dupliquem o justo temer, que devem os tribu-
naos inspirar eos criminosos, pareceodo, que
nao ha, nelles, vida manos,apreciavel, que a do
soldado, sujeito- ao firo militar, e oem honra
tao pouco respeitada, como a do militar que a
profesas, dedicado defess da patria.
Por to negroa cottumea, tornando o Sr. Dr.
auditor de guerra aeu peito aceessivel corapai-
xaoe seu espirito a equtdade, dedicon-se eo pe-
noso trabalho de urna eoditkago, fim de que
a paz e a felicidade desdobrem ta-mbecn seu man-
to salutar e benfico sobre os ci'dados que Com-
poem o exercito imperial.
Esse trabalbo consiste na confeegio de dous
provelos, um de cdigo pena, e outrodo cdigo
do processo militar, de que ja tenho dado bre-
ve noticia, flesndo para oa arHgos seguintes a
apreciagio de cada urna de aun dispoaigoes,
nao por que me julgue capaz de fazer-thea cor-
recgdes, esim por que presumo apreciar e-que
bom, sem sttengao mesmo mina* insufircien-
cia, que, apesar de extraordinaria, nio me lira
o direito de apreciago.
Recite, 27 de juoho de 1862.
AJanocl Januario de Oliveira Montenegro.'
[Continuar-se-ha.)
ueza e abundancia de urna nagio, atteata o po-
der e engranJecimento de seu povo, quando, flo-
icms davnntadekauente e radiante, vi derramadoa em seu seio
~a\verdade in- o| productos della.
Eat* verdada histories jamis tem sido contes-
oa por todas as nages que della se tem com-
penetrado.
Roma, o paiz da agricultura entre todss as na-
ges contemporneas, foi a aoica quesoubecom-
prehender a necessidade e importancia dessa in-
dustria.
E' certo tambem que foi a aoica que ainda
boje, pela sua sabia administragio, auaa leis sao
citadas com reapeito.
A agricultura entre oa Romanos nao poda ser
exercida pof todos. Enlendiam ellea que urna io-
daatria tao importante por sus natureza efim,
jamis devena aer abracada por qualquer indivi-
duo. -
Cincinnalo, o velho romano, tirado de sus
lavoura pira oceupar o throno de um grande im-
perio ; depoe sua charra para empunbsr o scep-
tre, e reveate-ee da purpura de dictador, deixan-
do su as vestes.de la v redor.
Completada ini misso, rolla sua lavoura.
A agricultura era a proflssao honrosa da no-
breza romana.
A FILHA
DO
Agricultura.
Ligeiras coosideraees sobre a' agri-
cultura to Brasil.
A centralisago cega e exclusiva ltimamente
desenvolvida a causa primordial do estadVme-
nos liaoogeiro em que se achsm todas as provin-
cias do imperio.
Todas ellas gemem exbaustaa de me
10 do iadiirtr^oti..nio Algumas, porm, que, apeza-r da sita
apreseotain ira peqaeoo progresso, >'
proprias a realiaagao de aaaa intencoe
Conservando, todava, a posicao di
colonias adstrictas ao centro commum,
pasteado.
O Brasil, paiz agrcola por natureza desde seo>
comego, soffre urna coosideravel diminuigio nes-
se ramo de industria.
. rendas que apresentava ha anns essa In-
duatna, nio a na*** i-- "--a- -r----------
O mercado nease genero aupporta grande es-
casso. consequencia da diminuigio dos.agenten
necessarios pura sua produegao, e do accrescimo
de possuidores sem proporgao ega&lrdaquelles,.
ou quatquer equilibrio entre um e ofiro.
letfai-
-caao.
ral,
m a ai
equena
ellas vao
A lavoura clama sem cessar o, emprego de
meios efBcazea para sus 'rehabilitado, que, aub-
slirindo aos antigos, venha liberta-la. salvando-
gialagio militar com os aecia dona projectos, que o paiz da medooba crise que o aaaeags.
Ala I n nrn------------ -^ *> r* n >^ l^> Ana rliintlna >4a lar* A am I m a. W .. J 1__, _e_________
sao uconcussos propagnaealoadoa direitoa de to
brava classe, pro va vel, que o governo oh as
camaraa encarregadas de oa examinar e estudar,
nio coosintam, que urna pane to distiocta da
oagio brastleira continu i vagar as trevas das
privagea e do canmotiiaaao o mais atroz.
Caminha para doua mezea que a assembla ga-
ral legislativa comegou a (ooeciooar, maa nao
aei, que ae erguesse em lio augualo recinto nma
voz agitada pelo interesas de reforma na legis-
lago militar; nao aei que bouresse deputado ou
2
A colooiaago, taboa de aalvacae apregoada pe-
lo paiz oflleial, nio tem sequer apreseotado re-
aullado algum bem da lavoura que decahe.
A Aasociagio Central de Colooisagao nio tem
correapondido ao fim qne ae propoz, satisfeilc
as necessidades actuaes e a espectativa do paiz.
A medida violenta tomada para a extinegao
dos auxiliares deaaa industria, violenta tem tam-
bem tornado sus paralisagao.
O meio empfegado para a sabstiluigo seria
melhor, e melher produzlria seu fim, se violen
[Continua$ao do n. 149.)
Procurei acalmar o infeliz Elliotl, e o conse-
gu pouco a pouco. A reaoluco imprevista que
acabara de adoptar aua mulher, a dedicagao ira-
mensa que com esse acto ella manifestou.e o re-
ceio mu natural de que fotse encontrar um mu
tratamento em compensagio de sua conducta ge-
nerosa, ludo isto enchia de mais amarguras aquel-
la coragao j to amargurado I
O director do hospital ophlalmico, a quem
eu o bavia recommeodado, dirigiu-lhe algumas
perguotaa nesse tom equivoco, que deixa poucas
esperaogas, e que nio passou desapercebido
observagio do doente. A aituagio moral, em que
se elle achara, aflligia-me ainda mais do que o
seu estado phitico. Era nm desespero toda a
prova, um abatimenlo profundo aos golpes da
sorte I Pareeeu-me que o nico meio de revi-
ver aquella energa prestes a suecumbir aeria le-
vsr-lhe para que elle abragssse o sen filbinoo,
de quem se liaba enesrregado miaba mulber.
Com effeito, no da aeguinte (era um dAmingo)
condjzi-lhe o menino, e'flquei sorprendido por
saber que elle bavia sahio sem me esperar. Fui
ao templo vizinho, nio o encontrei.
Eis o quehavia feito Elliett.
Movido por nma dessas estranhas determioa-
goes, que nascem da dor levada ao seu auge, e
que se aproximan) da loucura, Eugenio dirigiu-
se ao templo que o Sr. Hallery costumava fre-
quentar. No meio da ceremonia, quando todos
se dispunbam a ouvlr o ministro,-lie chegou-se
ao mercader, e batu-lhe levemente no.njcnbroi
Olho bem para mim, Sr.'
morrease, conlinuou elle com urna voz tranquil-
la que me assustou, qne impressao entiria o Sr.
Hallory ? Mandarla langar rus os eeus netos,
como fez sua filha ? O sea odio a perseguir
aioda mesmo no tmulo ? O que diz, doutor?
Estas psrguntas me foram dirigidas com ar to
decidido, e com tanto aangue fri que vi-me em-
baragado em respunder-lhe logo. Ansl dis-
se-lhe :
S ten Jo um coragao de pedra nio se dei-
x&ris porflm conmover. Nio necessario porem
um auccesso tao terrivel. A conducta do Sr. Hal-
lory contraria tedaa as leis da natureza ; e ce-
do ou tarde...
Elliotl abanou a esbega: eu prosegu:
.;. o rsmorso perturbar a aua solido ; a
velhice antes da sua ultima agona o despertar
cruelmente. Espere, espere aempre meu amigo :
tantos Infortunios nao podem durar. Quanto i
sua mulher, j lhe affiancei que a sua aituago
a melhor possivel.
Maa, doutor, o sen primeiro parto foi tao
arriscado I
Oa segundos raraa vezes o sio.
E que aaylo... que miaeravel asylo offerece-
remos ao recem-nascido I
Nio achei o que lhe lhe diasesse aeno essaa
vagas esperaogaa cuja incerteza todo o mundo
conhece. Ers tarde ; o aeu Qlho dorma sobre os
joeus joelbos : metti-me com elle no cabriolet,
e deixei.E!liolt.
Essa coragem, que eu vira abater-se se reani-
mo, quanojo o mancebo aoube que era 'chegado
o momento do euccesso de sua espess. Paludo
e desvsirado pssseava de um lado paraoutro em
frente do hospicio,'dirigindo perguotas inuteis, e
recommeodacjde sem resultado a todos os qne
entrsvam ou sahiam daquelle eatabelecimento.
O estado do infelis Elliott chegou a nm gru
intenso de desespero, qusndo a porteira caneada
de ouvir as suss perguntas e aupplicas lhe disse
que se hciia declarado urna -hemorrhsgi, e qne
se fchavam em risco os das de sua esposs. Eu-
excliuaou En-JieoiOrCorreo minha cas, e ali nio me encon-
trando procurou-me as casas de toJos os meus
Suas leis sobre a propriedade territorial, cultu-
ra e dejarcagao, arrendamento, locago, rgi-
men liypolbecario e ludo .quanto ella ae refe-
ria, ellealaae a grande importancia que ellea liga-
vam a essa industria, e a sabia administragio
dessa antiga nacao.
O poder que attiogia easa naci manifeata
as sabiaa leis que presidiam s suss tnsliluigdes,
e da perfeico deltas brotou a sua munificencia
e grandeza.
Outras nagoes derase secuto atiestaaj a mesma
vardade histrica. E nesecuto presente a Ingla-
terra e/Eitados-Unidos especialmente.
Sem a agricultura a bu-matiidade nunca subsis-
tira.
A natureza provou ao primeiro Jiomem a efa'c-
tido deasa verdade na aa-r Creagio, e o offere-
ceodo espontneamente em seu oerc/ca vegetagao
dos primeiros productos, eosinou- s coltlvar.
Indubilavelmente, a agricurttifa' a primeita e
a mais importante de todas as*industria conhe-
cidas.
f. R. Say chama a agricultura a- manufactura
dos productos agrcolas. E, com eHoito;elln nio
seoecupa nicamente a extrahir es produca das
mios da satureze, ou por ella provocados, eu es-
pontneamente offerecidos.
As operaces agrcolas mltiplas' e variadas
em seu Q/m, laogam mao de todas ae*oatras in-
dustrias, eferadlndo-se rpidamente com ellas,
e nao perdendo todsvia os aeus productos, seu
carcter primitivo e originario, senio qaaodo sa-
lando da mior de seu primeiro productor, tor-
na-ae producto- das artes e do commercic
Esta verdade econmica tem feito convencer
urna outra algum ttroto coatestada: em acredi-
tar-se que urna nagio, peto facto de nao possuir
grandes officinss, nio poseeia industria maaofac-
lureira, e pouco ou oenbunr eommercio, aegundo
maior ou menor numero'de navios em seu porto.
A exactido dease- principio: deve servir depo-
deroso incentivo applicago de meios necessa-
rios e efficazes no restabeieermento da nessa
agricultura, principalmente arttendendo-ae ao in-
menso territorio deste grande imperio, e ao-
atrazo- e pouco deseovolvlmeoto das o*tras in-
dustrias. I
E' sabido tambem que a nosea agricultura,
desde seu cometo, oeohumr ateocao merecour
ainda dos dssos govarnot, e ao algum lempo
houve em que ella algum tanto Soresceu, foi;
por assim dizer, espontneamente-pela bordad
de aeu terreno, e peseoal suffieienle para su
cullurs.
Nesse lempo tambem' vimoa florecer o com-
merejo e as outraa industrias, ainda que lenta A
mente, broterem como consequencia- da appareu-
te animago da agricultura.
cam, aentmdo os effeitoa daquella. .
A diminuigio das reodas- geraes, operada pela
diminuigio das rendas dos producto agrcolas,
altelanecessarimentea dminoigiodae-reudas pele
eommercio, iodustrias e artes-.
O eommercio em geral, eipeciilmsnle o de
exportacio e cabotagem, peta paralrsaco dos pro-
ductos agricolaa, immeos- dimioiuigio apreaen-
lar a auaa reodas.
Infelizmente, a agricultura do Brasil, boje, nio
apresenta aspecto algum liaoogeiro, a que possa
corresponder satisfaegao daa neaesabJades de
avia populago visto nio te achar etn propprgio
alguma oa agentes indiipensaveis da produego.
O Brasil, iracaenso em seu tirritorro, contando
em seu seu seio riquezas incalculaeie.no reino
vegetal e mineral ;. vegetagao exnootaoea pela
fertilidade de seu terreno, nao peasue agentes
auxiliares em proporgao egual, ou a'o menos suf-
flcieotes para exploracio correspondente sua
exteosio.
E, nem mesmo a possue em relago sproprie-
dades territoriaea de cultura j existentes.
E os capitses circulantes, a vista do estado dos
dous outros agentes, ir-se-ho exlinguindo com
a manutencto-dos iios, at Innacgo completa
daquelles, pelo dessparecimenlo total deste em
produegao
isldade lio mani-
roduccie. ser impos-
TsWBBBBBa*0*
ai--le mao dessalaesma Wnafor-
ao do estado^eral de desaeimagio,
eucia da lavoura, tem apresentado e
sP*f**fJB$4. eenio encontrar prosopto remedia da
psrte dqsnossosjfeveroos.
A trarjitormagio doa capitses fixos em circulan
les, d-se proprlamenta naa industrias manufac-
tureiraa e artes, quando pela deseobsrta de algum
apparelho ou qualquer ageote auxiliar, rem subs-
tituir ao trabalho manual, revertendo essa des-
peza que ae ebega a poupar com admissio dos
operarios,ou venda de algum capital fixo(atraos-
formsgio em circulante; a servir para o costeio
das iodustrias.
Nio negamos a poasibilidade do mesmo facto
uanto a industrias agricolaa em geral. Nega-
mos nicamente essa possibiiidade na sctualida-
de, pela decadencia geral da lavoura, iato de-
preciado das propriedadea agricolaa.
Hoje no Brasil, entre todos os fazeodeiros ou
agricultores, podemos aQlangir aem medo de er-
rarmos, que nenhum s existe que tenha peaaoal
aufcienle para cultivar a exteosio do terreno
que comprebeode aua propriedade agrcola.
A depreclagio dos terreos de cultura ora exis-
tentes, consequencia necesssris da falta de pes-
soal sufficiente ; e a impossibilidade da deseo-
berta de agentes auxiliares, ou propriamente de
apparelhos, macbioaa e instrumentos (pelo estado
em que nos echamos) e posigio natural monta-
nhoaa do Braail, aioda maia concorrem para a
depresiago daa propriedadea agricolaa.
E, quaodo mesmo ae qvizease effectuar a trana-
formagio doa capitaea Oos em circlenles, para
manutengio doa eatabelecimeotoe agrcolas, ter-
se-hia removido urna difficuidade, a obtengio
doa capitaea circulantes, tkando-ae privado dos
fixos, por ter, servido de meio para realisagio
dessa >ransformagio.
Sera remover-se urna difficuidade, crendose
urna outra.
Entendemos, pois, que vista da aituago ge-
ral da lavoura do Brasil, cumpre para aera salva
gao cuidar quanto aotes de saosr os dous grao-
dos males que a aeommettem. Primeiramente,
procurar por meio de bases solidas e garantido-
ras, a animago da colonisagio. Facilitar sua in-
troduocio- exclusivamente para esse ramo de in-i
dustria, debaixo de rigorosas penas aquellos que
se apartaram deaae proposito, urna vez para esse
fim iotrodazrdos e eootractados; e penas tam-
bem rigoroaa* aos proprietarioa dos estabeleci-
mentoa agrcolas que nio ebservsrem suas obri-
gaga* para com ellea, impeslaa em leis para esse
um espeeiaes.
Procurar em segundo lugar, ou antes conjuoc-
tsmeate, a creagfo- de um rgimen bypothwcafto
a bancos espeeiaes, por onde possa levantar os
torrenosagricolas da depreciagbo om|rjuese acham
dar-lhe nm valor real', regulado pelo valor dos
capitaea empregados em seus estabelecimentos,
qualidade de terreno a-producto, genero de cul-
tura, e aleja actividade de anua proprietarioa.
A creagao de um rgimen hypstbecario agr-
cola abneos espeeiaes- o nico meio que jul-
gamos capas de produzrr sbita raudanga, aoima-
gao e desenvolviraento da agricultura. E' o onico
meio ainda capaz'de substituir a traDaormagao dos
capitaes fiama-e facilitar a proluceo. Porque
com esse rgimen hypotbecario, o proprietario
agrcola com o valor receaido, em reiagio aa va-
lor total ou parcial do seue lerreooa, os- applica-
r i manutoncao e cooserragio de jm estbale -
cimentos, visto- nio Iba --3 mais oeeessario a
sutolituigio do capitaea Los.1 Eis a grande van-
tgeaa que trar a creagao do novo syetema de
banco agrcola e hypothecarios, e mcritsa ou-
tra que com a sua creagio- mostrar a execugio.
Saoadoa estee-doua grandes malea qae julga-
moa aer ca principae, o desenvolviraeoto da
agricultura, e eeus esta o do eommercio-, irio Ba-
ando os oulree,.que, se beu nao deixe-m de ser
pequeos, todava, removido os principaes, po-
dem ser aupponados, visto como sua existencia
definhar coa as vaotagene da cessaco da-
quelle.
(Do Agricultor, de Santos.)
Variodadoa.
Riqueza mncracs do su da
provino*.
offereeeM provincia para sabir do marasmo
2-eo<,,"f?0*U "'Ira tem eendemnado
.l--i^0-pr*1 to'1"''^ (o rqee) elevar-se em
Kfura*00* *d *P1*" da P'MPWM.*- a da
-if.?^"1^81""" *'*. Pela scisncU M-
plorada, nao ae encoatra um manaocial de
oezaa tao abuQdaDi8i e da ,io fac,i extr._
Em parte alguma se reconhece a moaifi-
l, eliberalidade que a Providencia derra-
po Rio Grande do Sul, para que seus filbos
, ds serem dolados de todas as virtudes,
etaaem tttee as riquezaa que eograndecem
j^^Wes, lhes dao os meios de conquistar o
respeftoeacatamento dos poros qU9 na p0dem
egaala-los, embora tenbam constancia, econo-
ma a amor ao trabalho.
ferro, em quaaiidades incalcula-
veis i s facis de extrabi-los, rios navega-
veis, en antes mediterrneos paca traosporta-los
em todo o Imperio, e abastecer os'estado* visl-
ohos, sem temer a concurrencia europea f Taes
sao as bases em que descansa o futuro desta
provincia, aa materias primas que os poros in-
dustriosos apreciam mais que o ouro, e que sio
orejadas por aqneltes que as nio possuem e sao
obrigados a prOverem-M dallas com immensos
sacrificios e por avallados capitaes. Tanta ven-
tura parare um spnfjo, embora aejs umarealida-
de receobecida, a vista, apalpada, analysada,
meuoa calculada porquiJaapo-sival dar limites
ao lofioito. Tantaa riquezas ao alcance
capital importante, na verdade, porm ic
cante na proporgao dos Uto/esa es que deve!
duiir, da mudanga feliz^p deve operar nd
do da provincia, edo grandioso impulso qul
dar sua populagie, ao dfisenvofvimento
industria, e da importancia qe para
adquirir, e diffundi-la no vasto imperio-
leiro. I
A velha Europa opera milagrea que rtmirumer,
porque os vamos atravez de prisma da-sorprezs,
e do vdro concavo da aayopia : nos contentamos
rom o oraser que nos causam, de boa ventado oa
pagamos por eleradoa pregos e depois adorme-
cemos repetindo: quando eremos obreifof que
facam etta obrat delioqdat ? nunca, porque
tudo nos falta. E oeste erro permaneeemoe,
porque as tusa illusoe nos emba)a, ou para
melhor dizer, nos embriaga oiodiHeieolisrao.
Possuimos tudo quanto a Europa possue :' o
carvo e o ferro em primeiro lagar. Nestea don?
thasouros naturaes, nentsrm rival pote diapuf-
tir-aws a qualidade e q na n ti dude, -quautn bsa-
ta para sermos em poneosennorn que a Europs
induatrial, e termos, como ella-, quem admire
nossos milagres, os primorer d'* nossa indus-
tria. Em nossas mios est, urna lio rpida
mutago ; da nossa vonlade depende o vermos
realisar, o que parece urna fanfazia, uva illuiSo,
um sonho, cheio de poesa e de eotac-fo.
Apparega o espirito de aasociagio profunda-
mente convicto da alta misso qae emarehende
e deve desempenhar; abrace com fervor a idea
que a imprensa toda da capital e parte d> do sul
ds provincia reconhece a mais bellb, a nica
capaz de mudar a sorte deste psiz, e encele*sene
trsbalhos, quanto basta para nona'ventura,
e veremos brotar entre nos as artes e r indus-
tria. Rao temamos a falta de bragos, elles-serio
chamados pelos lucro, infalliveis q"M hao de
colber, pelo interesa* que lhes ser offertido,
o fnleresse um do principaes movis do'he-
me m faz- operar qu asi o impossivel.
A fertilidade do noseo-solo, a docara dcnOssc-
clima, tem atlrahido colonieegao agricofr; cae
seria muito mae abundara* se fossem afastdes-
todos os erapecilhoa, destruidos os preiuizo
que nossos inimigos fantatiem pera afugeo 03
que tentam mudado aua sorte precaria, po. yia
abastanca segura, medianie o-trabalho assiduo,
e a economa indlspetwav! atarante alguss-
anuos.
A-riqueza das- nossa mina, a atilidsde de-
arranc*r seus ihesouros, tambem atlrahiriam a
colonisngio iaduslrisl, loga- que podesse contar
aobre um trabalbo seguro de todo o armo, e aobre
vaolagena que nao ouzariam peuaer ebter nos '
eos proprios paizes; e a parde colonisagio
sborioaa, veriamoe surgir softcinor os estabe-
lecianeotoa febrrs.que nacin-alisando a-induatria,
afogentariam ees poneos annos o insportagao
aslraogeif que eo poderla competir com a
nossa, ua bartese nem na quelidad. Assim
que ae operaram es milagro,, aasra ojue ve-
riamos realisido, o qo oos parece un sonho,
emoera teobamoa a varioba mgico qoe tudo
oesegueo carvo o ferro*.
Nao sio uUv'< qu escrevemos, nem- pelavras
dirt><. 2S!L. t?d0,u.? P^M'P' ieduotriees das
graades nagoei ht^ rainhas eoberane *o globo
--i- se<" e*ten>inso eomrne.xio e seu* admira.
rf!2-at.e,ecia,*U" -brl8- Fra itttof este
^1 quauto nio softrerom, queotes aa-
flzefam ea quactos estudos-nao se
que n6a> oossoimoa
rJnmcaDaeo^pMode
omo, o nos os tamos, abertoopa,, naiU(
A-imprensa da capital d provincia- acolheu aPPlt*&l ? faJ.Uva-lbea
coan^nthusiaame a noticia-do que fomos apenas
. o alvicareiroreiaa reflexoee que tedas oqosllas
bem escripias folhas fieram publicando o rela-
torle dodisticeto Dr. Nalhaniel Plan, ha urna
convtegao tao profunda qrue deixa esperar tudo
quanto pode imaginar de-bese e til, o espirito
de associagao osudo neseeeidade doaproveitar
as acalculave riquezas que a Providencia libe-
ralmente cravojou no abeogoado sol- do sul da
provincia
E imposavel que lando essas reioxdes e o
propno relatorio, permanega silenciosa a espe-
culagio, e role ao eaquecimeoto os meios que se
genio.
O velho ficoa mndo, e como que petrificado, doentes, que lhe indicaran.
Acabada a ceremonia retirou-se, e ao subir em
sua carraagem laogou a valas espantadas em
torno de si, e percebeu ainda Elliott que o espe-
rava no prtico, e lhe disss :
Sou Elliott, seu genro... A sua filha mor-
ro de fome n'um hospital! Olive 1
Elliott I Elliott I exclamou o velho assasts-
do. Protejam-me 1 Tirem-no d'aqui I .r.
Os criados do millionario repetliram violenta-
mente o mancebo, e ajudaram o amo a entrar
na carraagem. .
Como dase, nao teodo encontrsdo Elliott, tor-
nei a sua morada, e o esperara com impaciencia,
de volta deesa louca e intil
Apenas recoti a triste noticie parli com elle
toda a pressa, e deixei-o (car no meu cabriolet
porta do hospicio. Oa seus recelos eram funda-
dos ; a vida de madama Elliott estar por uro
fio ; 6 quando me achava junto do leito daquel-
la pobre victima, a quem eu conlemplava dolo-
rosamente, a enfermeira fez -me um aignal para
segui-la a um canio da cmara : e me disse
. E' certo, doutor, diga por compaixio, ella
ainda vive ? o seohor nio me est engaando ?
Es-aqoi, seohor, observou-me p guarda, o
estado em que o vejo desde hontem.
Em nome do cu, Elliott, acalme-se : sua
mulher nio morree. 1
Nio seria melhor leva-,1o daqui ? torno o
guarda. Todo o hospicio est em movimento, e
a porteira j nio sabe o que na de fazer!
- Oh I deixe-me, deixe-me ficar aqu dou-
Ihe tudo o que tenho no mundo, quarenta. libras
esterlinas qae* o que roe reata...
Nio toque neste homem, disse eu ao walbh-
man.
Obrigado I obrigado I Dteus o recompense I
E voltando-se para o guarida lhe disse com a
voz lio dolorosa que magoava o coragao de quem
o ouvia.
Nio me arranque daqui.1.. Olhe.... mlnha
mulher est ali... est para morrer... Nio ouve?
E' alguem que chega----Silencio 1___
Era com effeito a enfermeira, a quem eu en-
carregra de noliciar-me o obrado de madama
Elliott, e que me veiu dizer algumas patarras ao
ouvido.
D-me a sua mi 1 exclamai eu para o man-
cebo apenas ouvi o que me disse a enfermeira.
O perigo passos : sus mulher vet.*
Eugenio apertou for temen te com ambas as
m3orae grades de Ierro, e o seu silencio de al-
guna instantes parsceu. dedicado a urna suppllca
ardente reconh'ecim'ento. Depois voitou-se
para o'guarda, cuja mi apertou transportado de
louco conteotamento. ,.
Aquella agttaglo exceaaiva oecaafonou-lhe tai-
vez o ultimo golpe ; porquanto augmentou a fa-
diga dos olbos, e produziu ma sobrexcitagao
moral muito intensa para as torcjsjiumanas:
saogrei-o tres vezea, e s assim pujupeuperar
um pouco de calma-
Entretanto elle cootlnuava sempre-a fatigar
com suss visitas importunas, e constaetes per-
guntas aos empregados do eslabelecimenio, qae
acabaram por tomar o partido de nao roaponder-
lhe. Minha mulher foi visitar madama Elliott,
coja saudo.se restabelecia a cesto, e atoavsles-
cengs marcha va muito vagarcfau>elos cuidados
que tioha da siluagao do marido, Tao grande in-
fortunio, e lio immerecido, fez-nos dobrar a som-
ma do producto de urna outra. snbscripgao que
haramos promovido em favor deii, e j en ti-
oha posto de lad 1 cem libras esterlinas, qusndo
um novo acootecimento vein mudar ocurso desse
drama tenebroso.
vehi-oos dizer .que nao pode ver-se livre dQeecr quando me vea o criado entregar urna carta ro
furioso que quer arromtar is portas, e penetrar lamosa. Eslava com pressa, metll-a oa algibeira
(rgano hospicio. O Sr. doutor nao ignora qne, araabri,-la e lr do cabriolet; mas veiu-me logo
neoarttm estranho pode aqnjj^ enUfay 'Pego-lhe ao peneameolo a lembranga de ter visto obreia
Sabe, ssnhor, que o marido desta seoaora Era ama manhaa por volta da nove horas; e
acha-se n'um estado iosupportavel ? A porteira -preparav.-me para dar comego l miohai visitas,
do conlrarodar-se-ha um es-
nuaodo o vi entrar _
e'xpedigio, quo me conloo ciremtanciadamen-[p0fg qae des
te. Fiz-lhe ver a completa ainelra que tioha csDdalo I
feito. Deici a escada apressadamente, e chegndo
Bem aei, dottor, me diste ejle, bem sei ;'embalio vi Elliott com os bragos stepdidos por
mas nio fui senhor de dominar esse lonco im-'entre as grades, emquan lo "que m guarda noc-
pulso. Era um absurdo Qaeria que aquello ho-' turno (Watchman) e a porteira procuravajn con-
mem me vitse, e ouvisse a minha voz : triste e te-lo, e abafar-lhe os gritos,
mesquinha vioganga, nica que eu podia exer- vive, vive ainda.? perguntou elle apenas
eer 1 Agora mais do qae nunca estou persuadido ruearittou..
de que nao resta nana s esperanga ; est tudo Viva, sim ; mu os >eus gritos poem enl
acabado I J nio deve estranhar cousa alguma alrorocolodt a csss, e se chefKem sos orftwoa
e qual a minha forte teta! Se minha melher della por serlo morrer.
preta nessa earla. Tirei-a outra vez da algibeir-,
(efnt-me a examinar o envelope, (echado com
lacre preto ; abrndo-o encontrei quatro cartas
(talmente lacradas de preto. Urna trazia o subs-
cripto : Para o Sr. Sollory ; outra : Pora mo-
rfama Elliott ; a terceira : Para Henrigue El
liOll; e a quera : fisra o Sr. Dr.- rr'.....
rperteacla-me, abri-e com a mao
ajoi a mioha coosternago leudo
o que se segu : ^
Quando pereorrer estas liaban, meu caro e
compadecido dot j en repoafarei em paz no
seio da morte : ludo lera cessado pata mim 1 m
desgragado. de menos na superficie da trra
nada mais I <
c Deus, nsprasenga de quem vou comparecer,
talvec me perdn o baver-me apresentado anles
da hora. Eu nao podia mata viver: senta appro-
ximar-se lentamente essa ultimecalamidade, que
privando-ma da viste reduzia-me extrema mi-
seria. Via minha mulher^ctregue ao desespero ;i
diaote dellanem um pedago de pao, nem urna
frgil esperaaga para ella e aeu Albo I
E como me ama va 1 Retribui-lbe esse amor
com ontro egualera tudo quanto podia fazer.
alais larde ha de saber qne a ultima accao da mioha
vida foi ainda urna prova do amor que. lhe- tir.ha.
E' a mim s que aeu pae detesta; fut enque a
arrastei na minea queda. Espera va vencer asdif-
ficuldadea de orna vida sem fortuna, e aem apoio
lutei, traguei um pao negro e amargo, passei
no ules e noeles de vigilia Ifoi tudo em vio I
Maia forte ero o deetino. Desapparectt o obs-
tculo : deixe eu de viver, o pae de Msria rece-
bar outra vez sua lba ; prejinto o, tenho quasi
certeza disto. Encarregue-ee, doutor, de dar por
ai mesmo esta noticia a Mara ; encarregue-ae
tambem demiohaa cartas para meu filho, o- para
o Sr. Hallory. Que meu filho ns-renegnoa me-
moria de seu pae I
E o senhoro melhor doa h.omena, o nico
amigo que encontrei neste mundo, perdoe-me
tanto trabejho oe incommodos que'ihe causei.
Deus o pague, doutor 1 O meu, ultimo pensamen-
to tambem aeu.
Coutlui a tarefa ; estou traofUlo; ja. nem
pens na amargura da morte. Adeust Parece-me
eatar vendo a porta do tmulo que se fecha so-
bre., os meus restos mostaes ),... Esta noute an-
tes que se extinga a lux que tenho diante de
mim....Ohl Mara 1 liara I Nos noe tornaremos
a ver! >
Li e reh muilas vezes esta carta; cada para-
grapho varria-me da mmoris o paragrapho an-
tecedente. Abr machinalmente a que era diri-
gida ao menino ; encontrei Della um aunel de
cabello, e um versculo da-Biblia copiado com
letra muito desegual:
Eu desejei a morte: porque nio chame! por
meu filho?
a Quando eu j nio existir, meu filho, se-
pults-me I
Nao desprezes tea mi ; nao le esquegas dos
periges que ella correu trazeodo te no seio I
Sspulta-me eom ella no mesmo tmulo. E'
dss portas da morte que ten pae te escreve. Lem-
bra-te disto
Corr a toda a presta casa do desgragado, e
encontrsi o proprieurio assastado; o aposento
achava-se deserto desde pela manhia, pi se
tinha podido obter elclarecimOnto algam.
O assoalho estava roberto de pedadehos de
papel. Nio tive indicagio alguma que me podes-
so guiar sobre o lado que tomara o Infelis. Pen-
se! em reclama-lo pelos jornaes, annuncios ou
editaos: porm j ers muito larde. E se sua mu-
lher viesse a saber? Nio motrerU tambem ? Nio
seria isto sacrficar-lhe existencia a ama espe-
ranza chimetica?
A polica nada pode deseobrir. No dia seguin-
'.s os jornaes deram a noticia de que um maoce-
5e se tioha sfogado na Nova-Ribeira, e que ae
romovia a devassa acerca denso suicidio. Dirigl-
me logo ao lugar em que se achava o cadver
depositada.
Ah I Em qae estado fui encontrar aquello pae,
aquello coposo, aqaoHe joven chelo de esperan-
ca 1 o corpo estava envolvido na reupa ainda h-
mida ; os olhos abortse vitroeos.; as maos cer-
radas aa agona da morte. Tive apenas a forga
necessena para dar ao tribunal lguns esclareci-
mentos, am de cjue-o verdiel nio coodemnsse
aquellos, restos mortses a urna punico infa-
mante. *^
Jeuamuito previa esse desfecho I vida
pareca a Eugenio.muito pesada no seu triste pe-
regrinar s a miseria o guiava, e s com a dea-
graga podia elle deparar I
Bscrevi a madama Elliott um bilhele. em que
por urna mentira mui deeeulpavel. disse que ti-
nha visto seu. marido, e quo ella bao devia in-
quietar-ae. K voltei osa. trete e pesaroso :
vroquo apenas mui poseas palavrss com mlnha
mulher ; nossuldo de um sentimento de horror
o de vlnganga, flz-me transportap & casa de
Hallory.
- Eram oilo horas qusndo o mea cabriolet par'ou
porta daquelle malvado.
. Rata cem forga, disse ea aa criado.
O martello relnmbou : um criado da casa ap-
parece. Disse quo seu amo Dio podia recebar
pessoa alguma. Nao obstaoie fui entrando, e af-
fastando com as mios a miss Gubbley, que se
ioternozera no camioho, e que clamava contra a
e ancla. Podia-se lr as rugas preco-
c hism aquella semblante ainda joven
oagSo odiosa de cobiga e avareza.
i-t- joe-rne, aenbora, disse-lhe eu. E' pre*-
ciso que entre; quero fallar j ao Sr, Hallory. 4
Esta conducta estranha, Sr. doutor, bal-
bucioo ella : o Sr. Hallory j lhe disse o que ti-
nha para dzcr-lhe.
Sem responder penetre! no gabinete onde o
mercador millionario estendldo sobre um cana-
p forrado de velludo carmesim. pareca resonar.
Com o ruido que fiz esfregou oa olhos, suspen-
deu-se um pouco, e me reconbeceu.
Sr. doutor! exclamou elle com olbar es-
pantoso. O que significa isto ? O que me quer
osenhor? n
E' escusado dizer-lhe, senhor, que nio po-
rta mais os ps em soaesss, se nio tivesse a com-
muotcar-lhe um negocio muito importante e
que lhe dir respeito. Ests carta para o senhor.
O ve|ho eocaroonara o lacre preto da certa
impallidecsu, entr'ibriu es labios e nao pod
pronunciar urna s palavra. Miss Gnnbleyontrou
logo aps de mim, e conservou-se parto miran-
do-nos oom sea olhar.bypocrita.
Qiero fallar-lh a sos repqoei eu fapon-
tando para eisa mulher que me observava.
E* odioso I exclamou lia. Nio sa deresof-'
(rsr tamanha, ousadla.
Has Hallory, lendo no meu semblante o quer
qne fosse de resoluto, previo logo que a nossa
entrevista tinha um grave motivo. Fez siausl
sua pareota para que te retirasse.
Aproxime! a mioha cadelra do canap, e disse
ao velho mercador que me encama com elhar
sssastado. "
Lela ests carta.
Elle a tomou, examinou o lacre prsto e a ui
wsrji." Irt"m "'".
psrece .desafiar" o desenvoW^n^T.^OM!
prosperdade Industrial. aom
Ellaa tinham pertinacia e energa noosuao em-
prezas e na su perfeigo, e nos podemos, apro-
voitaodo-noa de seus trabalbos, de suas ces e
sobre tudo de suas experieocias, eneotar ovantes
agrande estrada do progresso, porque temos
carvao i ferro, e nos faltara almpleameate, von-
lade e coragem ; a natureza nos tem dado urna
o outra, o interesse deve desenvoi vS-las.
"m l Do CommorciaV. 1
a aa '
Nao, murmurou elle.
Veja bem ; o senhor a conheoev
Hallory depoi a carta nosjpelhoe> tlrou es oc-
colos da algjbeire, po-loo sobre o oartz, com as
perturbado, e parecen querer roeoahecer a let-
tra do subserpto.
Nao a conheco, replicn finalmenl.
Conservejrme calado.
a.HEK,e,ra ?B h,0-sim^.. parece de ho-
mem, rtfoseguiu elle olbaadcv-ma por cioia dse
Hoje, senhor, o tribnnaJtde inquerito a, u-
Jr!,,09|,vi,U",'*,,''octuP0*-,ade uo> uUidio.
Isto lhe diz respeito.
entr**briram se vagorosameute.
A pessoa, que loo eacreveu, eloatoo-ee.
Anda esta msnaia vi seu cadave-r eaUBdtdo
sobre urna tabeo : os eihos sem mnviaento os
abios contrsydoa, 00a cabellos cheioade lama
ludo isto me fez lembrar do causado dsauell
suicidio... t>iofe!txehamava-se Elliolt, eosen
aeaaasino toi o senhor 1...
A pbuiooami do velho revistiu-e de urna
expressio hedionda. O abaiimento qae acabrn-
nhava aqoelte homem to impederowo causon-
me aneto. Miss Gubbley entrou aa* pooUa don
ps : a vista della elle reanimou-so
Xirem-na daqui Tirem-aa. daqui 1 excla-
mou angustiado. excia-
iF^, P'ioseirosymptoma de, um temorsoinu-
veiko"uffi" lmvan^^ iorlnrou aquello
Nao brltjari Tleltoi acompanhar-me eor
mais tempe nessa senda de soffrmntoaf T el^l
flm vamos chegar. a euio
De que servio a fortuna, que Hallory resaiveu
fiaalmente deixa r a ana filha? A exisiLcil de.
joven desventurada pareca ter-se halrid?
em vio besqu.i mitigar-lhe a dor. porque "pa,:
sera, e a amargura do sen isolamento: S0?S
de urna conistan cerebral quinze das deDOia
que tambem expirar. ,eu pae de um ataque de
apoplexiav O en fim assemelhara-se .urna le!
thargia completa : tio pouco viv, j L\ e" lel,
ff5*l,,lt-B,0,U C0m0,,n, Mpecil'S
Encatagado de tratar alternativamente e d
men\eT..?ombV.V ^ff?,8 lowrw<*. compaohadsa do arre-
pendimento e spera devogio. e os soffrimentos
phistcos qua acabaram de irritar a ndole do mer-
cador, concorreram para que (osse terrivel a sua
ultima agona.
Itarii na hora da sus morte mal tere iorgas
petiar ao seio o pequeo Henrique, qae
tnda hoje vire em Londres. Foi quem tomn
oonla da granen fortuna de seu ar.
Lendo agora esta narragio circumstanciada
nao pode deixar de commover-seslle, cujo ver-
dadeiro nome eu calo, assim como dissimulei a
aituagio dos personagens mui reaes que aqui
pos ensenes, H **
FIH.
-si

PIRN ,TVp. DS H, I .DE PARIA FILHO. 1802,
f
MUTILADO



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